Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12108


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Full Text
V
MINO XLVI. NUMERO 102.

\L
*l L n
tU, A. CAPITU E LJCAIES OIDE IAO SE PACA POSTE.
Por trie ezes adunados
Par *ete ditm tdam
Pf pumo ietn..
Cada 'wuboto avulso
WOOO .
120000
244000
320
\
DIARIO DE
SA
.ti(
7 DE M1IB DE IMO.
PilAx 9DR10 E rOBA U, PBO'STHCIA.
Por tres mezes-adiaotados
Por seis ditos idenK .
Por nove ditos- dem.. .
Por um anno idwu- .

6|79
20128
27,1000
RMMBIM

Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
AO ACEDTE:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncalves Pinto, no Maranhao ; Joaqaim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, noAracaty ; Joao Mara Jotio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no_ Natal; Jos Jostino
Pereira d'Almeida, em Mamangaape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha J Belannino dos Santos BalcSo, em Santo Ant3m Domingos Jos da Oseta Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martin Als, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
PEBMAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 29 DE ABRIL DE 1870.
HESIDENCIA UO SR. DR. AGUIAR.
(ContinuarCw,)
O SR A. CAVALCANTE :-Sr. presidente, en
clevia examinar, avisia da asseveraeio que nos
fez o illastre collega, que acaba de asaentar-se,
de que elle intreprete da qaasi lotalidade desta
casa. Entretanto, me parece nao so que a idea
do projectoejusto. (Nao apoialo) como qne con-
segu perfectamente o fim que se lem em vista ;
ohrigar o empregado a eiercer o seu lugar.
O Sr. G. Drisimono :Ha muitos meios para
isse.
(Ha um outro aparte). '
O Sr. A. Cavalcante :Eu direi, respondendo
ao aparte do n^bre deputado, que me inclino mul-
lo i vitaliciedade; quero a garanta uos emprega-
dos pblicos em toda a sua extensao ; acbo, po-
rm, que esses estmulos nao hastaa para conse-
guirmos o flm desejado; preciso prouiovermos
por todos os meios o desempenho satisfactorio do
servico publico, mister concorrer para que as
repartiros tenham seus empregados em exerci-
cio ; cmpre fazer de.-apparecer o interesse das li
cencas, para bem se satisfazerem as exigencias do
servico das repartices publicas.
O Sr. Gusmao Lobo :V o nobre deputado s
nossas repartieses e veja quantos sao os que esto
cora licenca. Eu ahi vejo todos os dias os pobres
.mpregados atados ao cepo do trebalbo.
(Troram-se muitos outros apariel).
OSr. A. Cavalcante:Sr. presidente, eu sei
que a idea impopular, mas aeho-a couveniea-
kssiraa.
O Sr. Gusmao Lobo : InconvenieotisBima.
O Sr. A. Cavalcantk .A classe dos emprega-
dos pblicos nao tal abandonada, como disse o
nobre deputado, que me precedeu. Duas classes
nesta trra tem todo o valimento, gozam de todas
as vantagens ; a do corumercio e a dos emprega-
dos pblicos : sao as duas classas que governam a
Ierra, que governam o paiz.
(Trocam-se partes).
O Sr. A Cavalcantk .Eu que pertenco a urna
classe diversa, nao posso deixar de clamar pela jus-
tira e pela igaaldade, nao posio deixar de clamar
lela attencao aos inleresscs de lodos, de maneira
que o servico publico se faca raelhor do que
faz hoje.
Nao roe oppnrei, senhore, ao augmeuto de or-
denados ou de graliliearo, qualquer que saja o
nome que se Ihe d, toda a vez que se prove que
o empregado nao retribuido satisfactoriamente ;
mas o que observo isto : vaga um lugar que se
considera ridiculo, cojo ordenado nao satisfaz, nao
pode chegar para as necesidades do empregado,
ipoarecem 10, 12, 20 pretendentes.
UmSr. Deputado:Isso o que prova
Outro Sr. Deputado .Prova a mama dos em-
pregos pblicos.
(Trocam-se mais apartes). .
O Sr. A. Cavalcantk :Ji disse que a mmha
jptaio infelizmente nao a mais popular; mas
me parece a mais justa.
A classe dos empreados pblicos merece toda a
attencao, nao contesto...
0 Sr. A. Pernambico : So sinto que seja tao
grande. .
OSr. A. Cavalcante :Sinto que em lugar de
se ir dimroumdo, se v aug neniando cada vez
mais; que a classe dos empregados pblicos em
logar de ser tnelhurada, dando-se-lhe a precisa
independencia, seja empeiorada augnientando-se-
lue o numero e cjllocando se o empregado que
procede bem, que cumpre os seus deveres a par
do que os nao cumpre.
Senliores, eu emendo que preciso I anear rnao
de todas as medidas, que poderem dar em resul-
tado o bom desempenho do servio publico, para
-vitarmos o mal que todos reconhecem.
1 m Sr. bEPUTAo :Mas preciso que a medi-
da nao seja um mal ainda maior.
(i S.n A. Cavalcante :Eu digo que a medida
de que se trata um bem, e creio que o posso
provar, nao dirainuicao do ordenado; podendo-
se at quando se entender que o lugar mal re-
tribuido, augmentar-llie a gratilicacao, mas adop-
'ando-se a medida geral que o projecto apre-
-''nla- .. j
O Sr. G. Druhiiond -.Antes se dimmua o orde-
nad) do empregado, do que se colloque, na occa-
io em que elle mais precisa, sem os recursos
para viver.
Outro Sr. Deputado :Ho o mesmo que
lescarregar am golpe mortal na classe dos em-
pregados pblicos.
O A Sr. Cavalcantk :-Nao pens assim. Os
ordenado? dos empregados hoje nao esto na de-
vida proporco : ha muitos emprega ios que tm
somente ordenados, odtros exercendo lugares idn-
ticos, tem ordenado, gratifleaco e at porcentagem.
O projecto tem por Um, principalmente, equipa-
rar, collocar lodos as raesmas condicies.
Se diz que, pelo syslema indicado no projecto,
quando o empregado mais precisa que se ine
dirainuem os vencimentos-, iras 6 preciso atten-
der a que tambera quando elle nao trabalha, ao
uasso que o agricultor, o negociante, o artista, os
individuos de todas as outras classes, nada ga-
nham quaado esto doentes, alguns licam inteira-
mente faltos de recursos. Abstrahindo das pes-
soas abastadas, reftro-me ao agricnltor, ao crea-
dor, ao artista pobre, nenhum dos quaes recebe
cousa alguma quanJo est doeme.
Um Sr Deputado :Tambem rtao trabalham.
O Sr. A. Cavalcante :-0 empregado publico
tambem nao traballia, eatretanto tem vencimen-
los, mesmo quando est doeme.
Um Sr. Deputado : Esart outras classes traba-
lham para si. .. -
O Sr. A. Cavalcante .E preciso attender
anida quo o tribalbo mais siuve o dos emprega-
dos pblicos. (Nao apoiados).
Oiga quem quizer o contrario.
Eu nao desejo ser empregado publico por cansa
da falta de independencia, mas quanto a trabalho
acho-o muito mais suave do que orttre qualquer.
0 Sr. Telxbira dk S :O trabalho mais suave
o de governar.
O 8a. A. Cavalcante :Nao contesto, mas quem
aoveraa empregado publico, ningaem governa
sem receber ordenado.
O Sr. A. Pbrnambuco : Eu governava sera re-
beber ordenado. ,
O Sr. Souza Levo :Eu, era recebendo.
O Sr A Cavalcante :Diz o nobre deputado
aoe aovernava sem receber ordenado, eu respon-
,Io-lhe cora o que aeaba de dizer em aparte o no-
bre deputado que se senia a meu ladoem re-
"Svernar pote sr trabalho muito suave, mas o
aue 6 eertM que P numero dos concurrentes ao
overno diminte consjderavelmente logo.queesse
trabalho nao saja pago. Eu chego ate a; om em-
po. que parecer odioso Ulvez, mas o que rae
occorre na ow,asiao : tliu-se o subswio e estou
persuadido que seremos copulados com mais fac-
fidade; os coacurrantes diminuirao.
(Nao apoiados).
O Sr. G. Drummond :Se aaer fazer urna con-
versio comigo, dosistamos do subsidio.
(Troeaaa-se mnitos outros apartes).
0 Sa. A. Cavaicakte :Eu nao me refiro a esu
Msearttte, reflro-rae eWco em geral.
zer
O Sr. Gusmao Lobo :O subsidio entende-se que
urna indemnisacao da despeza. -
(Ha luiros apartes).
O Sr. A. Cavalcante tu disse logo que o
exeinplo era odioso, mas nao me refer a esta as-
sera bla, retiro-me a todos em geral, digo que ha-
veriam menos concurrentes, menos candidatos aos
lugares de deputados.
(Trocam-se apartes).
O Sr. A. Cavalcante.-Tire-se de. qualquer
emprego o ordenado e j nao dataria concurren-
te : esta que a veiuade.
O projecto um meio que talvez concorra tam-
bem para fazer desaparecer desta ierra o emprego
mania.
Um Sr. Deputado :Tirar-se o ordenado dos
empregados ?
O Sr. A. Cavalcante :O empregado nao pode
deixar de ser relrionido, isto comprehende-se per-
feitamente. Mas quando trouxe o exemplo da elei-
cao nao quiz dizer que ainguem querena ser mais
deputado somonte por falta do subsidio, quero di-
zer que se nao houver subsidio os concurrentes
sero em muito menor numero. Parece-me que
hto evi lente
O Sr. Cuhha Figueiredo :E' to importante a
mistao que, tirando-se o subsidio e augmentando-
se os onus, lodos se apresenlariara aqu logo que
fossem eleitos. (Apoiados).
O Sr. Souza Leao :Eu nao respondo por todos.
O Sr. A. Cav.alc.vnte :E' muito difflcil de pro-
var isto. Eu sei que quer subsidio, quer ordena-
do sao cousas indi me assim nao quero fazer offensa a ninguem ; o
que digo que milita gente que nao poden viver
sem esse subsidio ou ordenado, nao desojara o lu-
gar neni solicitar a eleicao.
(Trocam-se muitos apartes).
O sr. A. Cavalcante :Trouxe o exemplo, so-
mente para provar que o pagamento convida ao
exercicio.
Os ordenados sao nlispensaveis para renume-
rar os empregados, que cortamente vivem disso ;
justo, que o recebara; mas preciso attenderse
nao s a que os empregados devera ganhar era
proporco ao trabalho, como tambera a que esses
empregados devem ter o preciso estimulo para ser-
virem constantemente; e mesmo para que as a-
posentadoras sejam menos frequentes.
As aposentadorias, Sr. presidente, primitiva-
mente so eram concedidas aos empregados que se
impossibilitavam de continuar a servir; mas hoje
passou como aorma geral, que o empregado ser-
vindo tantos annos, bom e robusto, pode se apo-
sentar ; s vezes at para pretender e servir outro
emprego. Isto v-se todos os dias.
IIm Sr. Deputado :Isto pengosissimo.
O Sn. A. Cavalcante:Isto urna verdadeira
calamidade.
Um Sr. Deputado :Se tem direiie.
O Sr. A. Cavalcante :Nao sei se lem direito,
mas essa a inlelligeocia que se lem dado le.
Se passar projecto limito ponca gente quere-
r ser aposentada.
OSn. N. Tolentino:Muitas vezes os presi-
dentes e o governo geral negam aposentadorias.
0 Sa. A. Cavalcante .Nao digo que a le deva
ser entendida neste sentido vasto que alguns Ihe
querem dar, mas o que se est verido constan-
temente.
E' preciso que tratando do empregados pbli-
cos Ihes denos ordenados sufflcientes, procuremos
dar-lhes independencia; que os estimulemos a es-
tarem constantemente servindo; nao s pelo prin-
cipio de que o ordenado devido pele eiiectlvo
trabalho, mas tambem porque o servio publico
soffre todas as vezes que o empregado na esta em
exercicio; que o seu trabalho passa a ser feito por
um substittutn, que nao pode fazer o servido da
mesma maneira.
Um Sr. Deputado :E nao perde a graliliea-
cao?
O Sr. A. Cavalcante :Seo projecto nao passar,
a gratilicagao actual nao disperta esse estimulo de
servir e justamente .este o flm principal do pro-
jecto ; podera os ordenados ser maiores do que
hoje, se a assembla o eptender, mas dividindo o
vencimentc em ordenado e gratificado, que
meio de fazer com que o empregado tenha inte-
resse em servir constantemente.
Um Sr. Deputado :A gratilicacao j foi cieada
como um estimulo.
O Sr. Antonio Cavalcante :Muitos empngos
nao lem gratilicacao. s tem ordenado, c estes
estao em melhores eondicoes ; mister que baja
proporco entre os vencimentos, ordenados e
gratificares, etc., em relacao a todos os empre-
gos. O empregado que estiver doentc percebe
parte dos vencimentos. e talvez quando mais
delles precisa, verdade ; mas isso da ordem
natural das cousas, quem est doente ganha
menos, e os que nao sao empregados pblicos,
que trabalham mais que aquelles, digim o que
quizerem os nobres deputados, porque quem vive
na vida particular faz mais esforco, esses nada
ganhara quando esto doente,. (Nao apoiados).
Salvo quando teem fortuna; mas, em geral, tra-
balham mais do que os empregados pblicos e
ganham menos relativamente.
Um Sr. Deputado ; Tem outras vantagens.
O Sr. A. Cavalcante :Quando esto doentes
nao teem. O artista, o agricultor, o cominera-
ante, quando esto doentes, e nao sao ricos,
nenhuma vantagem Teem, poded at morrer de
fome.
Um Sr. Deputado : Tem a caridade publica.
O Sr. A. Cavalcante :Nao se compara orde-
nado com caridade publica. O empregado tem
a caridade do estado, tem essa raetade dos venci-
mentos, e se n5o sufflciente para tratarse qnan-
do est doente, alguma economa que tenha feito
quando tiver servido, pode auxilia-lo.
Um Sr. Deputado : O ordenado nao chega para
fazer eeonomias.
O Sr. A. Cavalcante :Todo lugar d para se
economisar, a questao o modo de viver, o ca-
rcter do individuo : harauita gente que ganhando
600 e 800* faz economas.
(Ha um aparte).
O Sr. A. Cavalcante :O que sao cem ou du-
remos mil ris que o emregado perde de grati-
flcacao, quando tem ordenado de um cont de
ris e mais ?
Um Sr. Deputado :O que sao 200* que os
cofres pblicos pagara t
O Sr. A. Cavalcante : O que vale com-
pellir os empregados ao trabalho, fazer com que
o empregado guando estiver de licenga, ou se
fingir doente, nao perceba todo o ordenado, ao
passo que o empregado cumplidor de seus deve-
res, que trabalha efectivamente perceba o mesmo.
Um Sr. Deputado ;O que se fingir doente me-
rece at ser dimittido.
(Trocam-sa mais apartes).
O Sr. PrESiDNTB : Rogo ao nobre deputado
que nao responda aos apartes, para nao pertur-
bar a discussao, tornando-a um dialogo.
OSr. A. Cavalcantk :,Nao posso dentar de
responder aos apartes.
Um Sr. Deputado :Elle gosta.
OSr. A. Cavalcante :Nio por isto.raas os
collegas sito todos dignos de minha attencao,
Um. Sh. Deputado :Ficaeloquente depoisdos
apartes. *
0 Sr. Gusano Lobo :Para certas especialida-
des os apartes sao muita vez fias conductores.
O Sr- A. Cavacakte :Sr. paasidenle. dlzia H
eu, que este projecto tinha por um a jastkja des-
tributira, coilocando todos os empregados as j
mesraas condioSes, quinto orina de perteloerem I
os ordanados e fratificac3es ; fe, em segunda1
lugar servir de estmulo aos empregados, para
.servirn....
(Ha um aparte).
O Sr. A. Cavalcante : Fallo na jnstica relati-
va, porque juslica perfeta s ha no co ; este
mundo e eomposto do horneas e os homeos so
naturalmente falliveisem sens juizos.
, Portan lo, digo, meloor a lei prevenir a
hypotaese do abesso do que ter de prevenl-
lo; melhor que a lei estabeleca o estimulo
que obriga o empregado a servir, do que prevenilo
pelas suas faa*. Esta a prmeira razao do pro-
jecto ; a 2a 'queo servico publico lucra em ser
desempenhado pelo proprio empregado que ejt
delle encarragado; o servico quazi sempre pemr
feito pelo substituto; e a 3* razio refere-se s opo-
senladorlas ; pois com a adopcio do projecto
muitoi funecionanos perfectamente bons nio torao
interesse em aposentar-se, logo que as gratifica-.
c6es de exercicio forem maiores. Esta idea tem
dominado os espirito porquanto os emtregos
creados ltimamente tm gratificaces considera-
ve is.
(Ha um aparte).
Sn. A. Cavalcanw : Desde que se estabe-
lecer como regir, que o erapregedo que tiver de
vencimentos um cont de ri, tenha 500*000 de
ordenado e 500 ds gratificaco, as licencas e apo-
sentadorias ho de diminuir.
Um Sr. Deputado :Isso se emende com os
actuaes vencimentos ?
O Sr. A. Cavalcante : Sera duvida. Nem se
diga que ha direitos adquiridos, urque os em-
pregados sao demissiveis.
Um Sr. Deputado :Mas o que tiver vinte annos
d servico ?
0 Sr.'A. Cavalcante:Pode ser demittido. se
o presidente o entender conveniente, assim como
s pelo facto de ter vinte annos de servico nao
tem direito aposentadoria.
Eu quero que no ttm de vate, de trnta annos,
se o empragado estiver em estado de poder con-
tinuar, se Ihe d um augmento de vencimentos,
se Ihe d urna gratilicacao...
Um Sr. Deputado :Issoj ha.-
O Sr. A. Cavalcante : Peis a isso nao se
oppoz o projecto.
O Sr. G. Drummond : Mas o empregado era
eondicoes de nao poder servir seja punido com a
perda de metade do ordenado !
OSr. A. Cavalcante :Punido, nao. O orde-
nado recebido durante a molestia favor que a
lei faz.
Um Sr. Deputado :Favor que a nica classe
da sociedade que o percebe a dos empregados
poblicos.
Outro Sr. Deputado :A le faz favores f
O Sr. A. Cavalcante -.Favor nicamente con-
cedida a essa classe da sociedade ; os individuos
de todas as outras classes quaado estio doentes,
vivem dos recursos que tiverem economisado.
Por conseguinte nao sdica que um atiestado '
contra os empregado* pBblicof.
UmSr. Deputado : As outras classes podem
fazer economas, a dos empregados nao poda
O Sr. A. Cavalcante .Podem como as outras.
Os nobres deputados podem-me provar nunca
que o agricultor, por exemplo, o hornera do tra-
bilho rustico, ganha mais do que o empregado
publico ? ou que, estando doente ganha alguma
cousa? Euoaservo o contrario; sei que o ho-
mem que trabalha o anno inteiro com a anchada
na mo tem muito menos lucros do que o conti-
nuo de qualqu :r repartiejio ; asseguro sto, porque
vivo no meio delles.
O Sr. Mello Reg :Isto prova contra os agri-
cultores em ponto grande.
O Sn. A. Cavalcante :-0 que podem elles fa-
OSr. Mello Reg :-Dar-lhes salanos peque-
nos.
O Sr. A. Cavalcante :-No fallo dos jornalei-
r.s, refiro-me aos que trabalham para si.
O Sr. Mello Reg :-E' preciso que se pague
o e3cravo melhor do que o trabalbador livre, por
que este quando est doente njo ganha.
O Sr. A. Cavalcante :Eu trouxe apenas para
exemplo essa classe, afim de mostrar que o empre-
gado publico est em melhores eondicoes ; o em-
pregado que est doente tem a certeza de receber
urna parte do seu ordenado ; quando alias o ar-
tista, o agricultor, o negociante, se nao tiverem
ganho bastante para passar quando chegar a doen-
$a, se nao tiverem feito economas, vivem da ca-
ridade publica.
Nao se diga, portanto, que um attentado que
* p vil f*i7pr
Porque razan um empregado que ganha ^OOO^
quando est doente recebe esses mesmos ^OOO ;
ao passo que outro a quem compelo 1:000 de
ordenado, alm d'igual ou maior gratificado, e
trabalha talvez mais do que o primero, s gosa
durante a doenca de parte dos seus vencimentos ?
Um Sr. Deputado :Isso vera da natureza do
cargo, das funeces que desempenham.
O SR- A. Cavalcante : Isso ainda argumento
em meu favor. Os amanuenses das secretarias de
Estado, e os secretarios de polica tm mais orde-
nado do que os juizes de direito, mas nao se pode
dizer que a. natureza do cargo seja mais [impor-
tante. .
Portanto, do Justina crear-se urna disposicao,
que colloque todos os empregados as mesmas
coodicSes; os ordenados sao marcados conforme as
lunches dos cargos e segundo a caresta dos vve-
res naoccasio. Acontecepois.que empregados, que
tm direito a maior remunerago, mas que foram
creados por leis anteriores, tm menos vencimen-
tos do qne outros que exercem empregos de me-
nor cathegoria, mas que foram creados posterior-
mente Estamos vendo isto todos os das. E' su-
perior as nossas forjas calcular, examinar, fazer
urna compararn exacta de todos os empregados,
do seu trabalho, para dizer que o trabalho desie,
sendo menor, mais 'bem remunerado qne o de
outro ; o meio nico de estabelecer urna medida
equitativa, crear a mesma regra para todos
respeito de ordenados e gratillcacoes.
Um Sr. Deputado :As gratica$des j existem,
e sao creadas com esse flm.
O Sr. A. Cavalcante :Perde-me, mu tas ve-
zes ha desproporcao.
Emendo, poi$j que a meio melhor de excitar os
empregados a desempenharem bem os seus deve-
res, fazer com qne percebam muito mais quan-
do esto em exercicio. A's vetes ha ama peque-
a molestia, que nao impossibilita de irabalbar,
mas o empregado d logo parte de doente porque
s perde a gratificarlo, que pequea; se o or-
denado fr menor, o empregado deixa de dar par-
te de doente.
Com estas consideracSes, Sr. presidente, nao
acredito que convenca a casa, nao tenho essa vai-
dade
Um r. Deputado : -Seria imaossivel.
O Sr. A. Cavalcante :Isso nao digo eu. Mas
nao tenho essa pretencao em occasiao alguma,
emitto minha opiniaov e qualquer deliberacao da
casa en considero, a expresao da sabedoria, rece-
bo-a ; quando nao me convenca, tico vencido e
satisfeito de tei caraprido meu dever.
Tive apenas por flm, fazendo estas observacoes,
explicar ojmeu voto em favor do projecto, cujas
ideas m parecem aceitaves, a casa, porm de-
cidir.
Encerrada a discussao, o projecto posto a vo-
tos e regeitado.
SESSO ORDINARIA EM 30 DB ABRIL DE 1870
presidencia do sn. dr. aguiar.
A's 11 1/2 horas da manhia, feita a chamada,
acham-se presentes os Srs. : Amaral, Vieira de
Araujo.Ribeiro Vianna. Prmim, Crra Gondim,
Gualler, Wanderlev, Ge< Cavalcante, Antonio
Luis, Barro? Leao", Cavalcante te Albuquerque,
Felifipe de Figueira, Correa de Araujo, Augusto
da Costa, Pinto Jnior, Tolentino de Carvalho,
Vieira de Mello, Ferretra de Agurar, Cunha Ca-
valeanle, Oliveira Fonceca, Mello Reg, Gonijalves
Lima, Rufino de Almeida, Joan Cavalcante, Pernam
buco, Eduardo de Oliveira, Gusmao lLobo, Affonso
Ferreita, G. Drummond. Ignacio Lea. ,
Abrf-se a sessio, lida approvada acta da
antecedente.
O- Sa. 1 Secretario d conta do- segrate
expediente.
Um ofilcio do secretario do govomo, transmt-
trado por cpia'os contratos celebrados com a coin-
panhia Peruambueana de navegacao costeira.
A' quem fez requisicao oSr. Mello Reg.
Outro do mesmo, transraittindo por copia o con-
trato celebrado cora Justino Jos de Sooza Campos,
para o encan amento d'agua potavel da cidade de
Olinda.A' cmmisso de legisracao.
Outro do nnumo, transniittindi por copia a n-
formacio ministrada pelo governador do bispado
acerca dos prejectos ns. 5 e 8 do crreme anno.
A' qoem fez a fequislrao os Srs. Drummond e
Oliveira Fonseca
Oulro do mesmo, fazendo constar de ordem do
Exra. Sr. presidente d provincia, a argente neces
sidade que h de ser volido o crdito supplementar
solieilado pela thesouraria paraoccorrer asdespe-
zas dareitartiejio das obra= publicas.Inteirada.
Urna petica de Jos Xavier Faustino Hamos,
ofiljial aposentado da secretara da provincia, pe-
de a esta assembla que seja restabeleeido o orde-
nado de 8005 com que foi apposentado, restituin-
do-se ao mesmo o injusto descont que tem sofln-
do de 101660 ra. anuuaes desde que foi aposenta-
do.A' commissiio de ordenados.
Ootra de Henrique Augusto Milet, empreiteiro
3ue foi das obras li. lanco da estrada do snl, pe-
e o pagamento da quautia de 1:778* em que f-
ra avahado pela directora das obras publicas, o
excesso da obra por elle executada no supra cita-
do Unco.A' commissio de orcamentos.
Um abaixo assignado dos moradores da fregue-
za do Poc; da Panilla,, pedihdo o estabelecimento
de lampees giz desde a ponte de Ucha onde
lindam os da cidade. at a pevoo^io 'de Apipucos,
comprehendendo a freguezia do Poco.A' com-
missao de petiQdes.
Urna petico do gerente da companhi Brasilian
Streit Railesay (Limitet) reclama contra o contra-
to celebrado com Jos Henrique da Trindade para
carris de ferro dealro da cidade.A' commissao
de legMafeao.
Ontra de Sisbella de Albuquerque Mello, pro-
fessora publica da Boavisia, requer um anno de
lhren*a rara iratar de sna suue.---A commissao
de petieoes.
Outra de Manoel Braz Odorico Pestaa, pede
permisslo para fundar nesta cidade um colleglo,
onde ensine gratuitamente as materias da instruc-
cao primaria.A' commissao de nstruc^ao pu-
blica.
Sao julgados objeetns de deliberacao e manda-
dos imprimir os seguintes projectos: (Entram os
de ns. 71 74.)
ORDEM DO DA.
Contina a 1" discussao do projecto n. 13 deste
anno, addiada da sessao anterior, que cria comar-
ca no termo de Buique.
O SR. A. CAVALCANTE oppoe-se ao projecto.
O SR. J. MELLO REG:Sr. presidente, muito
de proposito escusei-me de tomar parte na discus-
sao, deixei que o caso se pronunciasse sobre o_pro-
jecto baseado em outras informacoes que nao as
nunhas ; quiz mesmo nao perturbar o juizo que
por ventura houvesse feito, adnsindo argu-
mentos que talvez aproveitassem puuco a ques-
tao ; maso nobre deputado queme precedeu, deu
tal direccao a sua argumentado, que me fez mu-
dar de accordo, despertando me o desejo de oppr-
Ihe urna breve eontestacao.
Elle comecou o seu discurso produsindo.uma
con-ideracao'que me pareee improcedente, sarrio-
Be de urna tangente, que nao chamarei trice, e so-
mente um meio de crear prevencao contra o pro-
jecto. Acho realmente de pouca importancia a
idea de nao se dever votar a creacao da comarca
do Baique, para nao alterar o plano que se tem
combinado de reforma judicaria.
O Sr. A. Cavalcante :Essa urna das ra-
Z06S
OSr. J. Mello Reo : Razao que, para mim,
nao tem importancia alguma.
At quando havemos de esperar por essa re-
forma? .
Ha certeza de que ella nao sera retardada t se
ella se demorar muito, como possivelque aconte-
ca, pois nao de boje que se falla em reforma ju-
dicaria, havemos de esperar at l para satisazer
urna necessidade publica ?
Um Sr. Deputado : A questo se ha necessi-
dade. ,
O Sr. J. Mello Reg :-Assim deveremos retar-
dar a satisfao de muitas outras necessidades ur-
gentes. Tambera se trata da reforma municipal,
e sobre ellas j ha projeatos apresentaoVs, e por
sto devemos parausar todos os raelhoraraentos
municipaes. ... <
Parece-me qne o melhor camraho a seguir e sa-
tisfazer a qualqner necessidade porqu se apr-
sente, e nao ada-las a espera de reformas, que
sabe Dos e>uando viro. Deixeraos de pretextos,
se o projecto nao til, diga-se com franqueza,
demonstre-o os seus impugnadores, e a casa o re-
geite; se til, convm que o approve.
Nem se recorra ao aviso de um ox-ministro da
juslica que aconselba a nao sanocio de lew que
crearem eomarcas. Um aviso nao obriga esta as-
amblea, a cousa alguma, nao Ihe restringe a es-
phera de aecao, nao Ihe coarcta attnhuicoes; ta-
camos ministros a que quizerem, e esta casa fa-
ea o sea dever, uze de seu pleno direito.
Como deputado nio me embanco eom avisos
de ministros, nem don pelaa recommendacoes do
governo ; nao quero saber se trato de oppr-me
ouaao, limitme aexereer o meu mandato.:aa
altura em qne deve estar, nao atiendo seoao as
necessidades publicas, que esta assembla cabe
prover.
Quanto a utlidade do projecto, eu jmgo intil
oceupar-me della, porque o nobre deputado est
de animo disposto a nao coavencer-se. Alguns
dos meus nobres collegas tem dito quanto bastava
para provar essa utlidade.
E' certo que o nobre deputado, em ama das
sessoes passadas, a proposito de um projecto sobre
o cemitario da cidade da Victoria, abnndon em
manifestac|les de estremecido amor por esta cida-
de ; enearesceu o seu amor te filho, pois aqoi
nascera, daado assim provas do interesse qne por
ella tem. *
E ea noto qne este amor to grande, que ape-
nas se trata do serto, ella nao se soffre, vem-lhe
ae encontr,alndo at que all nao se faz jus-
O Sa. A. Cavalcantk :Pelo contrario.
,0 Sr. J. Mello Rboo .-Est to obsorvido por
esse amor filial, que so v a cidade; o qne se nao
passa nata, nao comprehende, nao sabe I Nem
compreheode mesmo que no certo ha necessi-
dades diHSrentes das qne podem haver na capital'
menor, e o terreno raoito vasto,-iw extrema neces-
sidade de callocar-se a justica mais commodo
dos habitantes.
O Sr. A. Cavalcante :Eu do son deputado
da cidade.
O Sn. J. Mello Reg -.Mas 6 Iflho da cidade,
qne valle o mesmo, e por isto que quer tndo
para ella, al illaminacao em noes de luar etc.
O Sn. A. Cavalcante :Eu apresentei algum
projecto nesse sentido ?
0 Sn. J. Mello Reg :Nao apresentou, mas
apoiou-o. Nao sendo degocio de empregados publi
co?, tudo quer para a cidade; para o certo
nada.
E' verdale qoe alm dos negocios da cidade,
os que dizem rpeite a engaito?, a lavoura e
agricultura, tambera merecam os seus cuidados.
a que sabe bem apreciar os gosos da cidade, e
os que Ihe d a qualidade de proptietario de en-
genho.
O Sr. A. Cavamante Est perfeitamenlc en-
gaado.
O Sr. J. Mello Reg :Nao vejo que encare
as questes por outro modo.
O Sr. A. Cvalcante :Eu at me mani-
estei contra as exigencias exageradas das ci-
dades.
O Sr. J. Mello Reoo :Eu son representante
da provincia, interesso-me.tanto pefc cidade como
pelo certo ; sempre que houver urna necessidade
a satisfazer na cidade, dedico-lhe o meu fraco es
forco; peco o mesmo em relacao aos outros pon-
tos da provincia. O que nao quero qne se note
que a aisembla oceupa-se a ais de districtos do
serto, do 4o e do 5o.
O Sn. A, Cavalc;jste :=No fallei ?.qui era i
nem 5 districtos.
O Sr. J. Mello Reg :Nao fallou o nobre de-
putado, fallaran outros.
Um" Sr. Depunado :Passa tudo do 4* dis-
tricto.
O Sr. J. Mello Reho :Que passe ou deixe de
passar me indifferente. O que convm que se
apreciem as questes com juslica e como devem
ser apreciadas, e nao com mais amor a urnas do
que a outras.
Disse ainda o nobre deputado que nao se deve
crear a comarca do Buique,-porque isto vai dimi-
nuir o trabalho do juiz de direito De sorte que
a questao de creacao de comarcas deve ser resol -
vida e avaliada pelo aagmento ou diminuicao do
trabalho dos juizes de direito.
Isto exquisito.
Eu entendo que na creacao te comarcas ou
termos nao se deve attender seno as vantagens e
o hera-estar dos povos, e nao os commodos dos
juizes.
O Sn. A. Cavalcaiite :Mas forana os signata-
rios do projecto qne trouxeram essa idea para a
discussao.
O Sr. J. Mello,Rboo :Nao se trouxe isso co-
mo motivo, raostron-*e apenas a dtfficuldade qne
tinha o joiz da destribuir a jastioa, estando os ter-
mos, como esto, em grande distancia uns dos
outros ; foi por esta razo que fallon-se no traba-
lho do juiz de direito. '
Ora, diga-me o nobro deputado, nao ha vanta-
gem, nao ha mesmo necessidade de facilitar-se a
mstica a homens qne estao a trinta e quarenta
leguas de distancia da sede da comarca ? Nao ha
conveniencia em qne elles ftquem mais periodo
lugar donde tem de obler juslica ?
O termo do Buique est distante de Garanhuns
vinte e cinco leguas de mos caminhos, e bem v
o nobre deputado que o juiz de direito tem muita
difficuldade em administrar juslica a este termo.
UmSr. Deputado :Faca-se a estrada.
O Sr. J. Mello Regv .Urna estrada custa mui-
to dnheiro, e muito difflcil seria obte-la. Eu vejo
a questo que se est fazendo por um pequeo or-
denado de 2:400J, que resulta da creatjao da co-
marca. A palavra do da aqui ecinomia rigo-
rosa, economa absoluta. Quer-se at urna econo-
ma singular, urna economa que nao a economa
sensata e til ; mas a economa do usurario, que
se poe a bacca do cofre e deixa morrer a fome,
comtanto que nao gaste um real.
O Sr. Almeida Pernambiico : Eu appello do
julgamento do nobre deputado.
O Sr;-J. Mello Re : Nao estou julgando.
eslou fallando sem appleaco a ninguem, apenas
me refer ao nobre deputado que se mostrom
amante da cidade, porque o aeliocdado de mais.
(Risadas).
O Sr. A. CvvaLCANTE : As minhas ideas tem
sido inteirainente, em sentido contrario.
O Sr. J. Mello Reg : Nao se tratando de
agricultura, do cenutrio da Victoria, ou de nego-
cios da cidade, o nobre deputado tem sempre ob
jeccoes a oppr ; sK tenho eu notado.
Diz que vota contra toda a resete de comar-
cas e termos, porque a provincia ja tem comarcas
de mais I
Parece que suppe que j temos muita jusliga
na trra I Entretanto nao attende a que o- sertao
e-t quasi abandonado, entregue a quadrilhas de
salteadores qne mvadem as casas, atacam a pro-
priedade e a fortuna do cdado, o que talvez nio
acontecesse se as comarcas e leamos fossem em
maior namero, se os juizes tvessem.de exereer
jurisdicao em um territorio menor. (Apoiados e
nao.apoiados).
Creio que nao preciso me alongar mais nesta
questao, qoe ja vai caneando a paciencia da casa.
(Nao apoiados). A discussao para qu quer
convencer-se ; para quera nao o quer tnutil.e
eu vejp que aqui ha quem esleja dispoito a nao
conveocer-se, nao eertamente, porque deseje fa-
zer opposieao calculada, mas pela raaao de ter
trazido l de fra urna norma de conduela inva-
riaveL, e quando nao o faz prevalecer, tambem nao
acceita a razo que se exhibe.
O Sa. A. Cavalcante .Isso tem applicacao a
quem quer dirigir.
O Sr. Pinto jnior :O nobre deputado que
tica incommodado quando se.falla contra om pro-
jecto seo.
O Sr. J. Mello Reg :Eu nao ; nao me in-
commodo por to pouco.
O Sr. Gusmao Lobo : Essa espada de dous
gomes.
O Sr. J. Mello Reg :Nao importa, o ume
com que me querem ferir, nao me incommoda, a
historia de dirigir mesquinha----
0 Sa. A. Cavalcante : Agora o man, se roe
livesse Terido, incommoteva-rae, mas nao ponte
ferir-me.
O Sr. J. Mullo Reg ".Eu nao qaiz insinuar
que havia pretencSes a iropdr e dirigir, eu o que
live em vistas (oi dizer que ha quem vote te pro-
posito ferio, e digo agora com mais calma, ba
quem tenha pretendes a Cali. Ento, quem
quizer ser Cato, que o seja, nada tenho eom isto,
vote contra o projecto.
O Sa, H. Mahrdk :E nao se pode votar con-
tra o projecto sem ser Cato T *
O Sr. 1 Mrixd Reg :Sera duvida.
O Sr. Prjbtoente :Devo declarar ao nobre^v
pntado que, o que est em discussao i
O St J. Mello Reg : Pergunto porqne d*on
avante s qucro'andar dentro o regmeutoi
Eu, eom ijuanto me tvesse opposto ao peoiil'
de infurmaco ao joiz.de direito, devo declanw
quf o dizer a que me refiro, nao- pode affeetar-de
modo al.jum o carcter daquell digno magistra-
do, merecedor de toda i consideracao. Pac dflfc
Lio elevado conceito, que digo, se ha magstraAr
qn? honram a sua classe, o juiz da direit.- te Ga-
ranhuns ( um delles. ".
O Sr. A!Cavalcante :En nao pnr em duvida
o carcter desse juiz.
O Sr. J.'Mello Reg :Nao contesto qa*_o no-
bre deputado Ihe psesle tambem coivsideracio. d
que quero & que se saiba que infonrnacds-tei>m
jni distincto, honesto e severo, coma o de-qoe-w
traa, nunca sao suspetas.
O Sr. M.' tUKUUKKO :Nem cu- paz isto etn
duvida.
O Sr. J. Mulo Reg :EUou certa disU ; utas
nao faz nenhum mal explicar aquillo a quo se po-
de dar inlerpelraco diversa,
OSR. A. CAVALCANTE insiste nae-suas ideas
contra o projecto.
0 SR. WAJDERLEY :-Sr. presideat, tramen
vote a favor do projecto que ora se discale, p
hoje venho a tribuna impellido pela disonssao, sem
quo para sto asteja preparado, e mesmo sem nada
poiler adiadlar alm do que disseram os illnstre>
signatarios do projecto. E como estou com a pa-
lavra, consinta Y. Exc. que ea jastique <> ma v< t>.
Consigna o projecto a idea de elevato a cathe-
goria de comarca o termo de Buique, que perteoce
a comarca de Garanhuns. Inflairam em mea mi-
mo para decidir-me favor do projecto as razSe*
3ue passo a epp : a vasta extensao do territorio
o termo de Boique que comprehende a freguezia
da Pedra, e a de Aguas-Bellas, a sua grande po-
pulacho, a distancia de 23 leguas da sila da co-
marca, e finalmente os grandes obsiacuWs-qae se
oppem a distribuido da juslica naquea locali-
dade.
Estas razes para mim sao tanto mais valiosas
quinta pura Va fonte donde ella emanaram. Ellas
nos foram ministradas pelo digno promotor da-
quella comarca, deputado pelo 3" duirino, e de-
vem merecen a nossa considerado, visto como este
deputado est.a- par dos interesses daqueila locan -
dale. Eu votara, Sr. presidente, pelo roqueri-
menlo que aqui se apresentou para ouvir-se ao jaiz
de direito da comarca, si por ventura nao eslives-
se convicto do que a idea tinha sido ic*eiada pelo
juiz de direito segundo afhrmou o Ilustre signata-
rio do projecto. Era face do que venlu de oxpr !
nao tenho escrpulos de dar o meu voto a favor do-
projecio, nao obstantes as judiosas obsora^5es fei-
tas pelo mea digno amigo impugnador do projecto,
deputado tambem pelo terceiio circulo.
E' cerlo, Sr. presidente, que devemos ter em alta
consideracao s recommendacoes qa o governo
Seral fez aos presidentes de | ravincia?, ao sentido-
e nao sanocionarem leis tendentes a meac/iode
comarcas, e isto pelo estado nSo lisohjiiso das ns
sas financas; mas entendo eu qne por mais res-
peilos quu tinhamos aos principios d- economa,
por mais consideracao que dos nasceeasa as re-
commendacoes do governo, com tudo nao devern
chegar a ponto de e-quecermos s mai* urgenes.
necessidades da provincia. Creamos a comarca, c-
governo a prever, quando julgar conveniente.
Ainda foi impugnado o projecto, porque os seus
propugnadores naoapresentaram dados estatisticos
que comprovassem a sua utlidade. Esu objeccaa
nao procede, Sr. presidente, urna vea que atten-
dermos, que nao temos dados estatisticos asaetea,
que sirvam de base para a materia que se discu-
te, e na sna falta devemos firmar o noaso juizo
nos esclareciraentos qne nos fornecerem os ames
collegas connecedores das localidades.
Emitte, Sr. presidente, a idea de que os juizes
de direito que exercem jurdicc^o fra das cida-
des lutam com muitas difllculdes, tem muitos afi-
zeres devidos principalmente a vasta extensao aos-
territorios das*" comarcas accresc*ado quejanu
mais central a comarca, lanto maiores sao o
seu? afazeres. A comarca de Garanhuns qtm
por exemplo trm tres termos da- que o termo de
Buiqoe dista 23 leguas da sede, offerece prai>-
dcs dfflcu dades, e trabalhes a regular adminis-
trao da Justina. E so attendermos que os jui-
zes de facto nem sempre sao fiis ao cumpri-
mento dos seus deveres, o que alconas ases
convoca-se duas, tres e mais sessao de jury,
para reunir-se urna, c que esta omisso d-s* Mi-
to mais quanto maior a distancia que separa ;i
moradia dos jurados do lugar da sessao su jury;
ninguem dir quo os afazares do juiz de diretio
;' ra da capital sao insignificantes.
O Sn. Henrique Mamede :O sen eoUefaj dim
qne o jurv no mito reuaese fcilmente.
O Sn. Wandebuey :Ea fallo com mlwfi
ment de causa ; sou promotor do Itio Bermos,
e estou a par das diQkuMades com ii* se luti
para reunir-se o jury. Esu falta, que a mallo
Ulna nao smente das,distancias que separan os
juizes de facto do lugar da sessao do jury, cuno
tambem do apago que lera aos seus coiiuuod.-.
tem-se dado aqu na capital, e creio que o m.i..
prximo passado convocoa-se urna s*s5o ds jury,
que loi encerrada por falta de namero- legal uo
juizes de facto.
Um Sn. Deputado :J se deu oto t
O Sr. Wanoeblet :Li, se rae- nao.engao, ao-
Diario de Pernambun, esta noticio,
O Sn. Antn Cavalcasti :-Dorante o temp.-
em que fui proraolor, nao havia esta tfieuldaile
Concluo, Sr. presidento, declarando que vol *
favor do projeetov
Encerrada a discussao, nageiUdo o requeeL-
raeDto de audiencia do juiz de direito, e apprwsar-
do o projecto.
V discussao do projecto n. 45-daste anmvqn
autorisa o governo a conceder, aottor eonfiweniM
do consubdo provincial, Francisco Jos AUas d^
Albuquerque, atum aTino.de licenca com venc-
mentos.E' approvado.
i.* discussao do projecto n. 38 do anno passa-
do, qoe autorisa o governo a mandar pauar a->*
Drs. Francisco Pinto essoa. e Manoel de Flgnera
Faria, os seus vencimentos como profefsore do
curso commercial, desde a extinecao e*> mesm
curso. ...
O SR. G. DRUMMOND, fax algumas conidera-
edes em sustentacao do projecto.
O SR. A. CAVALCANTE oppoe-rf ao projario.
combatendo o precedente orador.
O SR G DIMJMMOND faz anda algumas ooser-
uacoes era sustentacio do paojecto, respndenos
ao orador quo o preceden.
Encerrada a diseassao e o projecto posto a vo-
tos e approvado. ,
Dada a hora, o Sr. presidento designa a ortem
do da, e levanla-se a sessao.
REVISTA DIARIA.
*^A-.;awSttMWte desi***> SapTp^omaitograiid diz,e entreunto
tedjaetevantaasessaa j^ caa^ema jairas I Nao v porm o nobre
._____ r \ daputodoque no centro onde a lpnlaco 6 roaita ,
ASSEMBLA PROVINCIAL Honiem a assem-
bla approvou, em 2* diseassao, um projecm wbs-
-. ------i------------ titutivo ao de n. 33 de 1864, que crea urna fregmv
do projecto "que crea a comarca do Buique. desmembrada da daBoavisU deaia eidade, na
O Sa. k Ubllo Ra :-E do projecto do Bui- ^^ da ^^ orindo M Srg Cunh, e R.
eccupando----i v. b.xc. a
que que ^jtou me -P-----
rolheu-wie... (risadas),dixendo-me que eu este-
va ron da discussio I Peas bem, entrare neha ;
mas pergunto, nao poderei em conelu* dizer
daaa palavras acerca dojoade direito de Gara-
naarns cuias informacoes se disse aqu que eram
dToe^searias porqaTelle interessado naques-
iv a 9
Uat Sa. DemitaDo :-Iso tem toda apelicaelo.
povoaco da Capunga,
Seiredo, A. Cavalcante, G. Drummond, Rufino da
meida, Oliveira Fonseca e Gusmao Lobo.
A ordem do da para hoje : 1" discussao dos
projectos ns. 51, 55,89, 67 e 73, todos deste anno;
ASSASS1NATOA's S horas da roanha te di
3 do oerrente, no engenho PraVa man, do termo
de Aaaa-Feu, o prato Laia, escravo do Dr. Pedro
Gandijoo de Ralis e SHva Jauior, asas,inoa Jus*

r*
i




v

r

LW
Alexanre dos Santos, ,tio dcsse doutor, seflo preso
fKMico depon df, comiiifUer o crime.
CAMA|4 MUNICIPAL-A coramfcsio desta cor-
aoragaomftjIMda'de agenciar chai (tiros para se-
<**QT vm WMamenCa eommemorativo da ultima
iraprr tnmppe-i-e dos Srs, vereadorea Gameiro,
Owia Mareira e Dr. Prxedes Pitonga. '
FACLBADE DE WREim-Deve boje ter Ih-
ear, erante & cougregacao, a colMcao do grao
de doutor eoi dircito.* Sr.. Antonio Coellio Rodri-
toes.
ft)A OCCASIO.-#ro=egue boje, no irmazem
a. 6 da na da Cadea lo Recit, pelo agente Pinto.
grande lelao denoreelans, cry-ues e lopcas d*
versas finalidades, mandadas vir de conto prupria
4e urna casa commercial que acahou. tendidas
pelo maior preeo offererido. E' una das niel boros
easwes de se comprar, com paireo dinheiro. ob
bmos wdispenanveis ao trafego de unu casa de
wmilia, todos de qualidades.
SANTA CRUZ.A solemndade do mez de Mara
continua a ser celebrada na igrej da Santa Cruz,
om toda a magnificencia e recolliimento, occo-
|iidu a tribuna .-agrada o Rvd. padre jesuta Julio
osea, com proliciencia e Hlussracio, e entoando
s cautioos sagrados, proprius da festividade, di-
versas jovens, duas das quaos tm vuzes agradaveis
securas, facHidade He que cultivan). A irmandade respectiva ere-
dora le euromtos pelo zelo qae deseavolve ao culto
da Mae de I) jus.
MINERVA Comecou quniafeira a publieago
de nui novo athlcta Iliterario sob o n<>mu de ili
erro, qual sahir luz de lem loda, e o
orgao na imprensa da soctadade Minerva Peruam-
imrana, e lem como redactor s os Srs. acadmicos.
A. de Souza Btndeira, Agustinho Penido e A. da
fiama e Mello, jovens destnelos e cultores das
setoncias. Felicitamos aosov.>sci>mpanbHrosdas
lides jornalisticas, desejando ao seuorgao lonaa e
prosprra vida.
FESTIVIDADE RELIGIOSA.AmanbSa celebra-
se, na groja do Corpo Santo, a fosta do patrocinio
de S. Jos, orando ao Evangelh. o Rvdin. Fr. J.a-
iuim do Espirito Santo, e ao Te Deum o Rvdm.
Jos Esteres Vianna.
BODDO.Por ordem do Exro. Sr. desembargador
tic -presidenta da provincia, seguio bonlein para
0 hospicio ds Pedro II no Hb de Janeiro, o alienado
captUo refonuodo d exereito Leal Ferreira, do
qu.il tratamos wn urna de nossas fevistat oassa
das. f
NOVO ATHENE.-Amanliaa rene se estso-
iedade ein sessao extraordinaria, afim de proce-
der-sc eleico de vico-presidente e orador, assim
cuno para tratar se de outros negocios de summa
importancia.
OLINDA.Temos queixas de miradores dassa
cidade contra o estado la-limoso da ladeir da S,
.yttiretudo do largo de S. Pedro, onde quasi se nao
po fe andar cum a grande quantidade de lama que
all ha, em consequencia de estar enlopido o canno
do esgoto desse logar. Chamamos a atlencao da
cmara municipal respectiva para essa ladeira.
LOTERA.A que se sena a venda a 146' a
beneficio da irmandade do Senhor Bom Jesus do*
n**<* da greja do Corpo Santo, a qual corre no
dia 11
CEXirERIO. -Obituario do dia o de maio de
1870.
Luiz, frica, 50 anuos, solteiro, Santo Antonio:
ttano.
Francelina ana da Cmceicao, Pernambuco,
37 anoos. solteira. Biavista ; eonpeslao cerebral
Margarida Jesnina Cartmia. Peruambuco, 28
annos, solteir.i, Soavista; intente.
Fl tnnamacao nos ligados.
Joao. Pernambuco. 2 dias. S. Jos; espasmo.
Anna Joaquina da Costa, Pernambuco, 53 annos,
solteira, Recife; blica.
, jhia*
----------------------idos os
saturna rio-pennlo o Dr.
Diario de Pernambuoo Sabbado 7 de, Maio de 1870.
PUBL1CAC0E8 A PEDIDO.
Ri:i. 4TSIUIO APnESENTADO ASEM-
BI-A GERAL DOS ACCIONISTAS DA COMPA-
NHIA DOSTIULHOS UnBANOS DO RECilE
OLINDA E BKBRIBENA SUA REUNIO DE
9 DE ABRIL DE 1*70, PELO PRESIDEN IC
DA DIRECTORIA, JOS JOAQIIM ANTONES.
Srx. (iccionittas.Eiu ob-^svancia do art. 13"
los estatutos ee:-ta companhia, cabe-me o dever
de apresentar-vos, na qnalidade de presidente da
directora, o relatorio dos trabalhos, operacoes
realisadas e circumstancias que se deram no'de-
carso do segando .emes.rrt social.
DIRECTORA.
Havendo regressado da Eoropa o Sr. Msuoel
Jo- Dantas, assumio o exercicio- do cargo de
vice-presid-'nte da directora no da 8 de Janeiro
do crreme auno, e desde entio. ficou a directo-
ra composta do-: Srs. Jos Joaquim Antunes, pre-
viento ; Manoel Jos Dantas, vico presidente ;
JM) Joaqun) Alves, pnnieiro secretario; Jos
Marcelino da Rosa, segundo secretario ; e Jos
Bautista Braga, thesoureiro.
Teudo o Sr. Dantas sa:isfeito, na parte que Ihe
rehuva, as di-josices do art. 20 dos nossos es-
tatutos, aoSr. l-iuza foram entrcgiiu's as 2o acedes
i- sua propriedido, assim como pelo mesmo'Sr.
Dantas Tiiexonerado nSr. Fiuza da responsabilida-
!' que Ihe caba como signatario ,do documento
l'M a drectotia aceitou em 12 d ontubro prox-
iii pagado, a favor dos Sis. Samuel Power Johns-
"ii A Z., por urna carta dtlada de 15 de fevereiro
t'l-i anno.
TRANSFEREEXCIA DE ACCES.
Iransferirui-M 26> aeces, conforme veris do
;:inexo a este relatorio.
ACCIONISTAS.
I'.i'cebeu-se, como previ em meu ultimo relato-
no, a importancia das 30 accoes vendidas entao.
As clamadas teem sido satisfetas com regulan-
lade, al a ultima que se procedeu (a 8), cujo
praw exprou em 8 do correla ; neste semestre,
portanto, receberamso qualro prestacSes na ra-
7.m su totalidad*, como se deserove no annexo do
Bovunento da ca xa.
NOMEACOS.
Lmi sesso de 22 do dezembro do anno prjimo
vassido, rasojvea a directora nomear Caetano
l ereira de Rnto procurador judicial da compa-
gino, eai substitacao de Manoel Luiz da Veiga,
que exercia este emprego.
O actual procurador est contratado para ven-
cer ordenado 'rnente depois de funecionar a linha
terrea, e assim tambem Joqas Maria Rodrigues
jo basamento, nomeado para os servicos externos
do escriotorio.
.J^J* d5niittidu o de?enhista Jos Soares
( mo Correa, que ltimamente occopava o cargo
t inaclun^ta, anda nao se fez nova nomeacao.
s*-rvi.ijj interinamente este cargo, um outro ma-
' xioisla.
r.):umuaicou-;ne a su3erimenden5a que o Sr.
^nheiro Pedro de Alcntara dos Guimaries
Peixolo nao tein assistido aos trabalhos da linha
desde o da 20 do correnfe. At osla data, nao
reciben a dirjftor.a participaao alguma do mps-
no sr. engenbeiro acerca de semelhante ausen-
cu por isso, bmito rao oferece-la vossa illus,-
tradaapreciijai>.
. SUPERINTENDENCIA.
Contina o Sr. Andr de Abren Porto a dasem
petiuar a tuneces de superintendente com acti-
vntafte, zelo e pericia, tndo satisfeito a flanea"a
que se obngara, em 6 de iiovemt)ro de 1869, pe
rauiVH.tb,'s ari. JO | I e 4 dos nossos estatutos, em cujos
termos sao examinadas as coatas que exhibe, por
urna cuiumisso da directora.'
CONTRATOS.
Com excepeo dos Srsl la^galbacs Bastos 4 C,
neubuin dos outros cotra|dbres ornecen solpas.
Nesus circumstanciasj depos de repetiosJQ-
nuncios, declarando-se qqe ^e compravam -;olipas,
umi-SQ comprado cerca de 2.J00 quelles senhores,
os quaes anda teera cerca ce 3,000 em Una, por
mandar, outras se tem preparado as officinas
prjvisonss, enma 199 compraram-se diversos.
TRABALHOS JODICIAES.
Apezar dos or*, esjpYeaados pela directo-
ra para ev!Ur qn.stoes, prir,c\palraente judiciaes,
"f <" P"s^W*ia' Ifb* W>|Ra-ias, por-
que alguns dos proprieurios dos terrenosnoronde
pasta a linha frrea, nilo enxermido senaoo in-
toraue propno, nim team opptato exnwtivu in-
.Iwnmsaes. Assim agitamos as segumtet que-
i.- Em dezembro do aono prximo passdo
tratando os irabalaadors da companhia de 4t
wburuir o canal qii j> esgoto as aguas que pi
xm pela bomba d estradb de Joao de Barros e
<:Uva a compaabia djpftroiado, ppnz-se a essa
desobsiruoifao o &r Fanei ico Lucio CoJho
uta% con qur q'itmio lo.ue legal nem jroce-
dente ease obstacdlo, continon a companhia o!
a $erTi{o ; vbu de qoe encaminhou o mesmo
Sr. L
UM,
tramites do respectivo ^ ____
juii muDicipa da primeir vart, -ft(R jakjado
improdtt, absolv;d.. os referidos empNfdos
e Oiiidmnuado s cnsus o Sr. Lnoio.
Fntretanto eodtinda pendente a accao civel de
noc ciaciio de obra m>va prnpostt pelo mes'o flr.
Lnrio antes do processo carne.
2 JJevendo u. IrUia ocenpar ua estrada^,
Ktim e no lugju' deoanHudj Capo Graneo,
parta da (rente dO ilio e Jo Antonio Gomes
Guiauraes.e nao querrndo este chegar um aa-
coro acen do preoo da jademnisagio, propovse
ao mesmo a desapropriacao judicial ; acha-ie
aetnalineate colcbii o respectivo processo, ten-
do sido avaliada-om 57J05 a in-'emnisacao, a qual
f >i saiisfuiia ein 20 do crrante.
3-* Acba-e cjocloida a desappmpriaco, tam
bom, da parl do >ito que D. Ro^a .i|ps ofpbios
dos quaes tuior o padre Raohel, p issuem na
estruja de Joio de Barros, o em (rente ra doJ
Principe, terreno preciso a necessaria ampldde i
vnlta que dio os trilitos, afim de seguirem da n
do Prncipe para a iudicada estrada de Joao de
Barios, A imoinisjao devid pelo terreno n
cessano nao sopar o leito da estrada como para
a estaco que ah esta plaoeiada, bem assirq pelas
cerca* o arvruM fruchferas derrubadas, do b88
que tambem fui salisfoila em 9 do crrente. ^^
4.' Haveudo Jos da dsta D-inrado e aaros
consenh .res do sitio eooliguo bomba de Joao de
Barros do lado de N. O. cyojendo que a qoma-
nhi.i .rrazasse mu montculo que exista entre o
portan e a casa Jo vivenda, e com essa ierra cons-
irui&tt o aterro* precio para passagwii dcntrilhos,
aopoonte da referida bomba e etr^da adiac*rtte
sob a cmbelo de reconstruir-fe o portio etr-
eas dstruidas no aliuhameoto pm qne tiniuuo de
rjear, cntendea o mencionado Djurado ^e detya
desliga r-sn_ do oonvencionado e propor a compa-
una a acc) do obra nova, a qual est anda pen-
dente ein razOes lina,t^.
Mas tendo-se, requerimento Jo nuncapte,
nrocc-dnlo vistona e avaliacao do damno causa-
do, requereu-se rx-tii das leis de 9 de setetabrode
1828 art. 6o e de 12 de julho de 1745 arts. 30 e 31,
a desappropriacao conforme o valor que os louva
dos lixaram, isto 6, pela quantia de 1:200/.
Os outros coDsenlioreg, d'enire os quat-s nai o
Sr. J.s Joaquim da Costa Leite, nosso cunsocio,1
li/erauinos a especial cortea da desLncsa da!
parte qte Ioxs possaxoaipetr : o que me ralo
declarar. '
5." ,\5o so tendo podido chegar um accordo
com o Dr. Manoel Ferreira da Sjlva acerca do
preco da indeinnisaeSo pelas cercas, arvyrea de
I lldu e lerrac que se lea de dem'Ahr Pr pas-
sagentdos trilhos e bem assim nejos palmos de
terreno qne tem de ser oceupado na frente do si-
tio que ello pssue na esu-ada de Joao de BarroaJ
equina do beccu do Boi ; o mesmo Dr. Ferreira
foi cha/nado j'wiz para respondo.- aos termo da
respectiva areSo de iesapproariacij ^ue se nUn-
tou perante o iniz municipal da pxiuieira vara :
as, tendo pedido visu, naj poda ter luiar a
louv^ro de poritos pq avaladores, senao depois
das ferias da Pasch .a. Em 2fl do corrente. no-
rem.quando os trilhos j eram chegados aosil.c
honve um aecrdo, e effertnoii se a c;ranra do
terreno por 2:70., o qual lem o28 palmos de ex-
lenao, on .'rente.
OBRAS.
.^io da 8 do novembro do anno prximo passa-
do inauguraram-se to trabalbus da Jjnoba;:pre-
sentemente os trilhos e os carros de materaes wao
at as iiinualiagoes de Belpin. Se nao oceorreu
alguma jrcumstanca extraordinaria, taremos
muito breve a .-atisboio de chegar osirada a ci-
dade de Olijiia, e depois, sem perda de lempo ra-
mihcar-se para lleberibe
Permitti, ooffa, seabore, que, aptes de entrar
n: outras consideragoes, consfijo aqqi, anda que
sme|o,, um mom.-ntj de gralido aExm. Sr. Fre-
denco de .Vlmeida o Albuqucrquo. administrando
justica e abrevianJo lado quaum se requera a
[ bem dos nussos direitos.
O annexo do movimento da caixa vos explicar
39*9*2 se lem ds(-2nddo. Acredito que, com os
'? ni- ,capilal a rtaWr se concluir a estrada
i ai' leDdo a companhia tres treas comple-
tos de 4 carros cada um, como determina o arL ift
do contrato celebrado.com o goverpo provincial
em 22 de julho de 8GS. Actualmente possuimos
uuia locomotiva, porm temos aviso de esar mi-
tra aembarcjr em 11 do correte, no navio John
uazshaw, em Liverpool, e a tercera deye esr
em taDrico; assim como, temos aolicias deestarom
promptos a embarcar no piesmo da e no mesmo
navio i, waggons, sendo 4 de l; e i de 2*
classe. *
Mardiu-so fazer por administracao dos Srs,.
atrectores Dantas e Bfaga, a reconstrucerto da sala
das becas nos fundos do edificio em que funceioua
a Faculdade Jurdica, cuja sala tJBha sido demol
oa ao ottao para dar passagem aos trens, em ean-
seqnencia de ser obra estranha a linha.
Nao vos sera estranho que o terreno que a npssa
linha percorre, quasi todo de propriedade da
companhia. A directora eulendeo acertado, ven-
cer as diflQctildades quo Ihe oppozeram os respec-.
livos propretanos, conforme j o esplquei em
9utra parte deste relatorio, quanto uns, qaanto
a outros, sem entrar em auestes qne podan aue-
menlar as difncuidades. hh v ** 4Hb
Anda nos falta adquirir o terreno para edfl.
car-se a estacao terminal de 0inda,c com quanta
tenhamos informacoes ds ser o mas aprnprado, o
do Pisa, todavM anda nao est dGntivamente re-
solvido a compra do mesmo terreno.
Aponte dosArrombados, foi feta por adraiuis
tracao da companhia. flouve apenas um concur-
rente na arremalacao, o nosso consocio Sr. Tho
maz de Carvalho Soares Brandio Soorinlo, o qual
se propunha a oxecutar a obra segando a planta"e
pelo oramento 8 0U187 nao offerecondo
assim a menor vantagem.
Comprou-se o torreno ra d'Aurora do Sr.
Dr. .Hanoel de Barros [Jarreto 90* o palmo, e a
do sr. Peixot 80J; e do Sr. J. aqnim de' Almei-
da i mto, que Oca cutre estes dous, anda nao est
comprado, porque elle exige o palmo a 1*0$: as
respectivas importancias ftguram no annexo cam-
ptenle, asi.n*como as de outros terrenos, hoie
propnedades da companhx
Pelo annexo do mivimento de caixa, veris a"
encommenJas remettidas por Bvoa Burlis, e as
que teem rcmettido os Srs. Samuel John*Um & C
de Liverpool, aos quaes se tem pago a commisso
de 9 %, por termos sempre ali fundos para o oa-
aamento das facturas. H
A operagao de crditos que em principio file-
mos, deu-nos alguma vantagem, porque na oeca
siao das primeiras remessas de fundos teriamos de
pagar o cambio t8 e 18,* d., ao passo qua tamo*,
pago a 19 y,, 19 y 20, 2uX e22 d.,recebendu-se
juros na razao de i% ao ann) pelas quantias deau-
.Sitadas para garanta dos crditos.
ENCOMMENDAS.
Alero das que cima iqoaqiiei e eslavam prestes
a ser embarcadas no Johan BnQskaw, anda faltara,
a terceira. locomotiva e 7 waggons.
BALANCETE.
0..9?.e **a annexo aprsenla a soroma total de
rs. Jio:660a,.i de activo e igual somraa de pas-
Parecendo-me ter demonstrado conveniente-
mente e sem ommissao o que me cqmpre; pe-
co-vos auxonsoco para se requerer aogovvno
!?pev m.i Jor,ni*s3o de emraittir mas o capital
.ninr^GT*'T" ac? c"mpah'a. o qual
amonado por (orea-do art. 4 dos estatutos, para
^rDtiruir rar5al d? **ribe, e mesmo para o
aperfeleoamento de todas as obras da eompanha
o que,ernminha humHde opmL, dTmajnr
vantagem a companhia, do que o destinar-se para
arpeas dase ramal, o rondraento da e*trad'i
ate.Olinda. Achando-se reunida aasstmbla oro
incial, peco-vostembem que auloriseis a sntri-
f m PnvUeo.da ^ae trata o art. 3 da le
a- am de segurmos cara a estrada para o
ESL A..inefl eropovos communicoT que,
i, H8^"'.,?ad(?, ?OTerno Provincial, peto coa.;
trato de 22 de julho de 168, a solicilarXgover-
n^SSi^H1 m a isfl.n?5" d0H dMt08 P*" -*"
aVSSr Ia co,a*,aohl. nem assim para o carv..
depedra do seu consumo; e, lendo-se pago o
expediente da 5 % sobre o valor do- material que
temos recebtdo; pe$D-w,igBataenle,antori.wc*,
para se requerer a restituigao das ira^.mnciaa
pagas, e iseada do que as t*m de p,r ^1,,,
mstenaes e ca*ao que vermos de recabar
Ao eaneluir *ja-ne licito cuagratolar-me com-
wbco, pela rapidez com que se tem coa-truido a
nossa linha frrea, rigorosa ecoaomia qae 88 irm
observado, da qual resultar sem duvida ser ella
a de menor preco que at boje se tem construido
como pretendo demonstrar- v^s afinal.
iecie, 20 do A-ril de 1870.
Jai* Jpaiuim An/unu,
, Prasidente da director^.
&0:&.0rSi^d0^,<1
Prifileijio :
(maortncu desta cont. .
fiejpSjkiot :
Valor nominal de 123 ?5es epo-
sitadas pe> directorlaT .
OtencllS:
Saldo de H>nc.iS-4 "
Urna flanea da di
Samuel P. J. k,
.Urna dita de Andr F *
da tbosouraria pr
Urna dita e Andr
m Qf&UiK
presreve o | 37 do art. 126 do
U-.OOtfOOO
*irma
Porto Kan
al. .
tam a
Ejsl^
de Jai
Arma #a^ompnhav'
Despajas gerae*:
Saldo desta coma.
Contas corlantes :
Bank af lti
lanero Limited,
saldo..... 2MI2SO
Samtl Jobanstoa C., *w
' de Liverpool, saldo,
2:354,1.0.3, _27:704j25o
Joaquim dos Abreu,
saldo, dnbeire para
despezas com a
.vqqisigio de tarrer
nos do raarinha. 1:100*000
Caetano Perau-a de "
Brito, salJo, dinhero
para de-pezas judi-
c,ae?- 530*000
Jv*re.sieiitoi :
Importancia dosta eqn- \
_ S;813J030
Daspeza? de material :
Importancia dividir
por varios ttulos. 2:630/820
Tre.n rodanto:
Importancia da machi-
na n. i, incutri'vi
/enageas para'aei
WMgou. I3:736i310
Cont de cc.nslruccao :
20:OQOJOOO
10*000*000
8:33*ai3
a^detarmiam as^ortnrvRf
^^atVfSTBSl
IT
----------""'" *b uiutns u. iro da I"1! pro
^il3 2.' w"d-?t frimto dos uapeii m-- ^*"^ei vmtr *t~mr
M^XitA0*? a l0?9* "'iu';i" da qnali-' 0 Dr. Uaooel da .Saviffl MaHwdo Pon.il,
Sa^afiSS a16 '*lf0'- #feCorreu **** vce-presiS Jmo^? SStbiSl
ment U dedskn, -m$Ji.\ .e .tooiand C0D,J8d-, ado a conlratur coui Manoel P..liojwo Mormra d
van In ..nn.lL ^ ... 9. ^
Terrenos.
Trenos, accessoro
e despezas.
Sw- -L .
Guindante.'
Officinas. .
Jornaes. .
.*i*t. ...*."
Ferragens etc. .
Alaguis de canoas .
Madeiras.....
Barro, cabo el;.- '. '.
Pei'ra. '. '. '.
Tijollo......
Cemento. .
Ordenado doadvogado,
9 Ineses. .
Pespeudjdo at 26.da
muubro k 1869,
3:430#-6C0 7.
Maooel da Co giricao, por coota da
empreitada da sala
das bacas. .
Andr de .Abreu Porto,
superintendente para
despezas dpmarcode
1870. cujas cootas se
acli.iin na commisso
deexarae. .
Para decimas dos pfe-
dios daflanca. .
Para despezas de abril
correnta. .
21:276,1300
64:273*78
866JQ0
9:6235233
J:i77#300
4:5&3i4
39T '
1:87]
131J
627l-
3I000
1:336^100
448*300
7-ywoo
113:498*332
(18:928*992
81*980
i:78||*4iO
133*270
2:360*868
ra que as qualilicra imiucao das taaceaae,.
.a*.conprinidade com o arL 397 da tarifa, cuja in
4*"u.*e** 'erdadeira se n5o compadece com a
deeisao reformada. Porquanlo, para que bem ra-
poata seja a taxa de IxXf.ris por vara qnadrada
as cassas, como as da questio, nao basta qne ellas
aejaai procedentes da Allemknha, mas qae tam-
bem sejam ordinarias, e nao imlar;ao ds fran-
C6f*?t- Sfodo qae a desf"cao da 2* paita do dito
art. o9/ da tarifade |ualquer outra qualidade,
franaezas ou sua mita caocomprehende na 1."
hypotbaae as cassas aoireuaas e ana^bam cotn na uhima todas quaesquer, sem embargo de pro-
cedencia, que forem irnilaeao das (rancezaas.
3. Que, trovada, como acba^a falsidade
da dtatribucao do despacho e da assignatura do
ajuaaule interino da iaspecloria pelo caixeiro des-
pachante Jos Domingues dw 8antos, nao devia a
inspactoria hesitar na applicacao do arL 779, es-
pecial para o caso ; nao sendo procedente* as du-
vidas expostas da ter o despacho pastado por to-
dos os tramites iegaes, e so na verba final do ins.
nactoracJiar-s/ar deva ser considerado falso ou falsificad. um doeu -
maulo, segundo a art,; 167 do cohgo eriminti, a -
eloister que todo elle se ache eoatraeito. bastando
que em parte o estoja, mor mente quaudo, como
no caso se dra, a falsidade ora praticada sobre
um dos principa** tramites por que passara os
despachos, o da conferencia da sabida das merca
dorias, versando alem dsso sobra um acto da ad-
ministra $o superior da alfaodega,
tora contrateita.
*. Finalmente, que o procedmento que deve
a inspectora ter no caso sobre que consultou ftca
tracado nos paragrapbos antocedeetpg. de conir-
oudade com o disposto no arL 77 do regala-
aooto, aat observancia muito coovm aos inte-
reases da azenda qua seja rigor isamente menti-
da ; cumprindo que a raspeto do caixeiro des
Eichaate Jos Dou,ingUiw dos Santos proceda lam-
em nos termos do ar:. 638 do mesmo rtgnla-
mento.
a 0 que communico V. S. para sua iutelli-
oencia e devda exeeucao.
a Ddus guarde V. S.-Viseonde de Mbuquer-
que.Sr. conselheiro inspector da alfandega da
corte.
-aa aqaelles e esta* chegar at a ponte da i:da-
ae, ond deve ter lugar o embarque, tanto das
mereadonas, como dos passagnro?, realsaado se
este coma inaiur cummodidadu missivel.
I f A aqertnra e canahsacao far-se-hao se-
gnnao a olapta da directora das obras publicas,
8*-ndo toda a obra inspeccionada e dirigida pela
inesma directora.
5 8. O lempo para comeco e ronclusao das
mencionadas obras sera- estipulado no emirato
de cononnidade com a opno da directora
das obras publicas, devendo rontraunte ser
multado na quntia de 4:000*000 se nao princi-
piar e concluir as memas obras dentro do lempo
que ihe tor marcado.
Art. 2. O contratante g izar do privilegio pelo
lempo de 30 annos de cobrar a qnsntia de 40 rs
por cada sacca de la e 20 por nutro quatouer
volume que tenha mas de 15 kilogrammos de
peso.
ArL 3. Ficam revocadas as disposices em con-
lni no.
Mando portanto a todas as autoridades a qaem
o conhecimenu. e exe juc^o da presente resolucao
periencer que a oumpra n e fceam eumprir lio
iiiteiramente como n'ella se con tm.
O secretario do govarno desta prmacia a faca
imprimir publicar e correr.
\ P?L%t "0,,,veM> de ParuaiabBco 23 de jnnbo
de 1869.48. .la independencia e da imperio-
^ L.-Dr. aanae/d* Mammenf Machao Por-
Sejj*^ o publicada a presente resotaeao nosta
! Plapnmava^aa, valteio soba era
por A.ldabV
3. -Pela primeira vez, sita por entra
PeJo artista Viceaia, aobra m eavallo em
4.* Pela primeirVwz o Desafio, iat(
eow petos artistas Casar a,AJdabe.
Postoras acadmicas, pea Mita
sobre nra eavallo.
vanos artistas a eavaMi
Intenailo de 30 ndaatas.
dj^to)r*ram *, exetaicioaale eqpiltbrios, |db
oaSilof Amma^ P^.tenhaiSlaAnn^saba*
SfJe^0' -los tanastaaJItate,
n m;ma Rraciosa pamtoraima bufo.
/?ori".8ae esPHnl* o *o.
Os bilhetes de camarotes, eadeiras a
veude-se.no.tnesnio.circo.
PREC OS
Camarotes cora fi entradas..
Cadeiras................. '"'
Cadeiras avulsas para enhora'
Geraw...............^....."";
$ B.As portas do circo abrem-se a 7
ras da nouto, dando-se principio s oifc>
ponto.
F
AVISO

secretaria do governo da Pernambuco asa 23 de
junbo de 1840.
0 secretario,
13r. Joaqun Cerria e Aramio.
Kemstrrda a fl. do Uaco de leis provinciaes.
Secreuna do governo de Pernambuco 23 de jnuno
O abafa da 4* seceo,
Francisco de Unos Diuuie.
O secretario interino, .
Elias Frtderico iFAImeida e Albufera,
Os senhores que quiiacein.'podaroasttT aa
bertos nos seas camarotes.
Todas as quartas -feiras, aabbados e rtn~aiwii
ha ver funcp no circo. *
Domingo 8 de maio
As
m
COMMERCIO.
PtUCA DO RHC1FE 6 DE MAIO.
DE 1870.
Aadr de Abreu P^rio,
comas <| liancas,
Ijanca atfcesouraria
, provl., 10:000*000
dem a
corap.. jffjtgO
Caixa:
Saldo em moeda cor-
rent.....
Re. .
S. E. ' PASVO.
Capital :
Importancia do capital
subscripto. .
Commisso:
Importancia da pnne-
raprestacao.de 5%,
relatario a6.a.Poes.
177:260*263
i|8 d por
!)0AO(
*:26p*2t3
346:030*000
i*0:00j;000
ot*000
Directora :
Valor nominal de 123
accoes depositadas,
funca prestada a S.P.
300:<>W#OUO
AS 3 1/2 HORAS DA TARDF
Cambio sabro Lojadres 90 d/v 24
1*000 mm '
soncallo Jos Afon^o,
Presidente.
A- P- de Lemqs,
Pelo sefreUriq.
ENGLISH BANK
O Rio de Janeiro Limited
Deseo ata letras da praca taxa a con-
eociODar.
Recebe dinheiro em conta corrente hia
l raso flxo.
Saca vista ou a praso sobre as cidades
irlncipaes da.Europa, tem correspondente?
ia Baha, BuenoS'Ayres, Montevideo, New
i New-Orleans, e emita cartas de crdito
aara os mesmos lugares.
UUA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDBCa.
.tendimantododaSaC .
dera da dia 6..... .
220:177*779
o6:172324
285:350*103
25:060,3000
20:000*000
i: .
45:000*000
345:6/>O*0Q0
S. E. e 0.
Eseriptorin da companhia dos Trilhos Urhuno
do Hecifc aOIinda e Boherjbe, 29 de abril de
1870. .
Joao Martint de Audrade,
Guarda livro da companhia.
AomaeMo sem cabo.
Felicito-te, amigo, sei que foste bem suscedido
na uuestao em que te mottesle'... (dos dous
primos) nada mais eu poda esperar I... Vvam
as amsades e o dinhero, quem pensar a', con-
trario vai errado!... O autor nao quiz ceder ;
bonito inostras-te, que um bom machado corta
qualquer pao... jue importa que o mundo diga
que na jusUca nq ha justica ; nao isso novidade,
por gue eu j o sabia ; asra mesmo quanta te
custou a brincadeifa?...; poxem. se modo gastas-
te, que importa raustra< te aos horneas, o que
multas vezes disseste: o homem ser comprado
com aqullocom que secompram os meloes...
mostras-te o poder... eu'teah dita *AS meus ca-
naradinhas que qqam poda, poda, a quem nao
pode v andar... afinal lembro a meo amigo que
em taippo hoave a.iu nest cjdade urna egra do
ceoego e que ella dizia, sah em Paranambuco
quem piza pisa de vara, .a nao mau qne tome
isla em consderacan, por qua e diabo duem que
sujo, e depois eu nao queio vr o diabo mais
mogo tambem cch)___
Amigo, eu leona os mena39. a 40 anoos, e a
vez que durante este tempoleaho visto mutoeou-
sa bonetnba. adeua.
Tep amigo
0 moreno ropadinko.
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
/olumes entr&dos m fazendas 47
dem idoai com gneros
701
634
296
1241 .
-----1537
folnrcessabidos com fazendas
dem idem cora geaoros
Desearregaro hoje 7 de maio
Barca nglezaHenriettamercadorias.
Brigue inglezJudit meredorias.
Patacho norte-all^mo Catomercadorias.
Barca inplezaZedora idem.
Patacho inglez tFoo/fftfedem.
Brigue portugnezSoberanodem.
Escuna norte allemiiVeritadem
Barca portuguezaSopiiradem.
Patacho belgaHelvetisidem.
Patacho norte-allemaoMariafarinha do trigo.
Barca nglezaHelen Isabelbacalho.
tECEBEDORU DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
tendimentodo dia i a S ... 6:043*458
dem do dia 6....... 905*770
Havendo a cmara municipal determi-
nado faaer levantar a memoria dos fcitos nos
campos do Parapoay. convida a todos os
eus municipios concn erem com eus
donativos para o flm destinado ; bem assim
convida a todos os Srs. engenbeiros pina
apresen tarem os desenos precisas para le-
var a efTeitoesta idea grandjosa.
Paco da cmara municipal do Recife, i
de maio de 1870.Dr. 'Manoel Barros.
Dr. Benio Costa.Di. Loint Uoscezo -4Vr.
Joo Marn Sece.Jos Mara Qameiro.
Caelam Ceriajo.Dr. Prxedes Pitanga
Fraocisco de Miranda Leal seve, oflhial da
imperial ordem 3a Rosa, tenente-corond
Gommaadante do 3o batalbao* de nfaqia-
ria da guarda nacional do municipio do
Recife e presidente do conselho de qua-
lidcaclo da freguezia da Boa-Vista.
Faco saber a quem interefsar possa, que
de conformidade com o disposlo no art. Io
parte i* art. 9a do decreto n. 1130 de 12
de marco de 1833, e ostruegoes de 28 de
ontubro de 1850, se teem de reunir no dia
45 do corrente mez no < onsislorio da igreja
matriz, o conselho de qualificacgo para a
revisao dos guardas nacionaes, alistados na
mesma freguezia.
E para que chegua ao cnheeimento de
todos, mandei passar o presente, que ser
publicado pela imprensa e afluado nos la-
gares mais pblicos da freguesa
Quartel do commando do 3 batajnio de
iafantaria da guarda nacional do municipio
do Recife, 4 de maio de 1870.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Teneute-coonel commandante
Duas escoliadas fu a cric*.
4 i[2 da tanie e as 8 1|2 da m%
Bspect culo de (loa*D&>
s 4 4<2 da farde.
PROGrtABIAIA.
1.* Sympboaia.
2.* Valteio, sobro c cavallto mosca, pelo arte*.
\ cente. ^J^ *"*
:!. Exercicios equestres, pelo artista Tieeite-ao-
bre nm eavallo em sso. ^^
4.* O applaudido intermedio, o 4esaai nato
clona Cesar e Aldabo. ***** P***
6. Pela primeira vez o astudanta fosa mtkt
equiacao, eiec.ula.la pelo artista Luiz imiaat
a pandereta ao corapasso da. mawca, aofere aat
6. Pao voador, pelo artista Vieeate.
-if Os dificeis serccios,os dous Aleidea, wn-
pos pyramidaes, pulos manos Luiz e Caaar stin
daus cavallos. ^"^
Intervallo de 30 miautos.
8. As manobras militares, sobre a eoada lesa.
pelo director e Abrino. ^^
t). La Amazona, pala seaborit Aaua Caaalj so.
bre nm eavallo. ^ ^^ **
10. O doble trapesio, polos g.. manatos Cuar-
11. A pedido do publico representar-saj* *
muito applaudida patuomima nliulada: o Mt-
cario da Aldea, e\o:utada pela senbarha Aam.
Luiz, Cesar, Al.labo, Vicua e Cesaa.
N. B.As 8 1(2 da noule haver o mesmo es-
peelaculo.
AVISOS MARTIMOS.
COMPAJflUit
Messageries wijerialw.
DECLARACOES.
6:949*228
Imperial e reai consulado da
Austria e Hungra em Per-
nanibuco.
Pede-se a quem poder dar noticias exactas do
subdito ungaro por nome Jos Zilfer, i annos che-
gado ao Brasil, de communicadas neste consula-
do. Como tambem nao se duvida dar urna recom-
pensa, se for preciso, para obterem se mais fcil-
mente as noticias que se pedem a semelhante res-
peito.
. CONSULADO
tenetmento do dia 2 .i 3
dem do da 6 .
PROV1NCAL
19:422*371
4.366*641
23:789*012
flalanjete exlrabido dos livros da cnmpaaliii d.i=
Trilhos Urbanos d Bacife Olinda e BeWine,
em 20 abril de 1870.
ACTIW.
Accionistas :
Para i publico, espeialmen(p,paTi, o corpo
do cdmmercio desta pnca saber quem
Jos Doaiingues d.os Sant -s, gnarda livros
da casa commejcial de Maia A Etpintu
Santo, faz publicar Joao .Maaoel Fonjes o
seguinte :
N. 30.-FAZEittA.-Em l da julho de 1862.
uoeiara, que os inspectores das alfandega* da-
vern decidir cualornw .fot de direito, as quas
**e* aw parte, deunjbi a estes o recursn
para a aatondade mperior ; e bem aeaim es-
clarece sobreoutros pofitas.
k Ministerio dos negocio-, da faienda.Rio de
Janwo, em J de itriho de 486i. mm"m-^u"
* Foi preeeate ao tribunal do Jbesoura o oatcio
dea-a mapeetom u. 837>de M da abril So!
coavu.ltan.to quai 4ev 8e,0 sen procedimeote em
.elacao ao acto rrimino-o da tWtteacioTaticeda
peto usen d^ttmto a c oShSS
desata prMca Daeatker & na wrb, ^35,^.
cao ao eoatoce.ua de ahida na ato e eanarb >
para consumo da varias urcaaarias?V3nrid.
em que se aisha, sadeve ou nao contidaaaeSa
de aasmeacao todo o d*pacho a metaarar "oro
MOVIMENTO DO PORTO.
^auio entrados dia 6
tuo Urranda do 8ul39 das, palbabole portugnez
Elephante, de 14 toneladas, capilo Joao Duar-
le Ferreira Jnior, equipagem 7, carga 7318
arrobas de carne; a Amurim Irmo & C.
H Grande do Suli dia, patacho norte-allemao
iluso, de 141 tonelada*, capilo P. I. Lucht,
eqaipagem 3, carga 8000 arrobas da carne; a
Divid Ferreira Bailar.
s. FTapciac. (oa California)-90 dias, galera in-
gleaa Malaca, de fftl toneladas, capilo anaen,
equipagem 19, earga:tri*u; a ordem. Veio re-
frescar e fazer aigum concert.
Obsemafe.
Smppndeu da lam.ro para Maeei o patacho
Wpea /Mita, capitlo Baird, com o mesmo lastro
qup irouxe de Bueno Ayras.
Nao bou eram >ahid>.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que neste corrente mez de maio
que se finda o prazo em que os contrbuntes do
imposto pessoal, relativo ao segundo semestre do
exercicio corrente, entre os quaes so comprehen-
dem os oropragaios pblicos geraos, provinciaes e
municipaes, teem de paga-lo bocea "o cofre e
livre ue multa, e que Ando o referido prazo, ser
cobrado com a multa de 6 por cen:o.
Recebedoria de Pernambuco, 2 de maio de 1870.
O administrador,
Manoel Carneiio de Souza Lacerda.
At o da 13 do corrate mez espera-se 4a fc -
ropa o vapor francez Sindh, o qnal depajs 4a V-
u.ora do costume seguir pira Boema-nm k.
capdo na Baha, Ro de Janeiro eHoaieviWoT
Para condicoes. fretes e passagens trata-ae na
agencia roa do Cpmmerco n. 9.
At o dia 14 do corrente mez espera- dc-
portos do sul o vapor francezAmasane.fMmm-
cante Joret, o qua| depois da demora do coatow^
seguir para Brdeos tocando em Dakar 'G^e
e Lisboa. v~***>j
Paracondico^frelos e passagens trata-a n-
agencia ra do Con mercio n. 9.
CIWWTiilAmA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte asamaV
at o da 9 do corrento o afea*
Armo:, commondante o primeir
lente Jos Q. Duarte, o ul
______ depois da demora do coataae
gira para os portos do sal.
Desde j recebem-se passaeiro8 e eataja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a quaTaawa
r embarcada no dia de suachegada. Enema**-
das e dinheiro a frete at as duas hor da i a.
juasahida. **
Nao se recebem como encommendas saj> ab-
lectos de pequeo valor e que nao exeedaJ a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de ma,-
cao. ^^
Tudo que passar destes limitas evai sai
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que snaa trir
ens s se recebem na agencia ra da Cftl7|J
1* andar, escriptorio de Antonio Laiz da Oiwiw
Azevedo A C.
Santa
EDITIS-
4,see?i|>.Secreiaria da presidencia de Per-
nambuco em 4 de maio de 18>0.
r oeretaria da presidencia se faz publico
para coiiheetoento de quem interessar possa, que
> Me. o Sr. viee-presi tente da provincia, alten-
leudo ao qBe Ihe requeren Willian Rawmison, re-
aV^q pr roSar P01" lobiaa dias, a untar da data
aee, o praso, dentro do miel deviam ser apresen-
r i'rul)0tas para coa?truccao da estrada de
t..rr>de-u cidade vilh do Limoero, com ra-
J Para a Vwtoria e Naiare*, conforme foi
cesso de apprehen orea^VwS^aiMa'aiiiiii
^?^*^,^\.^l^*!4*IMe-..tt- ^!*** presenudas, que ie cnservam
,., lecnauas nesta secretarla.
**j ^ s declara qne m da 1 da corrate
qoe houvarem feia propoetas alim de as-
atairema abertura dettas.
O seereiaro interino,
" ftydwncrt de Abneida Albuqaerqne
lideacia da Par*-
lidade encoinrada, lmaar-sa a
pe a falsilcac. havida, e remett-lo autoridada.
policial competente, entragaailo parta os voLT
mes iegalmente despadudos; a o Mama tribunal
rastuve) 4pciarar :
i* Que mal cabida foi **"ifpr faam'li
da clara e p -.uva dispoaiajS
,.i.ne.toaaaaMia,e
riho. w (
l'.'1.' eum viqh.^ MataB
IporAun^aftlw, ttem cono em Sea dkTqua
casa da naerieordia
do Recife
Pela secretaria da santo casa de misericordia do
Recife se faz publico que o Illm. Sr. thesoureiro
commendador Jos Pires Ferreira far pagamento
s amas que se apresen3rem condoiudo as crian-
cas que Ibes foram confiadas, no da 9 do crran-
te, pelas 9 horas da manba, no salan da casa dos
expostos.
Secretara da santa casa de misericordia da
Recife 4 de maio de 1870.
O escrivaft
_____________Padro Rodrigaesda Sania.
.t i'eraambueo 9 de mal de
Ifaia pe vapor Giqui da compaa Penan-
bucana.
A correspondencia que tem da er expedida boje
pelo vapor cima mencionado, para flfaeajo Pe-
nedo, ser rerebida pela maneira aaguiato :
aassos de jornaes, mprassos dnquaimer nata-
reza, carias a, registrar, e cartas ordinarias at as
3 horas da larde, e estas at 3 J# pagando porto
duplo.
0 administrador.
Affonsodo Jinao Borrai.
DE
raquetes a vapor.
Dos portos do ?u I esperad,
at o dia 8 do correala o vapoi
Guar, commandanta- o eape>
touenlo Pedro H. Damie, o qnal
------w depois da demora da cosauroc
seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-se pa>sageiros a anriki! a
^arga que o vapor poder conduair, a q&a) aaaaja,
*er embarcada no dia de suachagada. Knnin l
Jasediabeiro a frete at as a horas Wia*
uhda -'"*.
Nao se recebem como encommeadaa tarto nb-
lectos de pequeo valor e que nao exondan a ^-
irrobas de peso ou 8 palmos cubicas de aaata
rudo que passar destes limites devr sara
ado como carga.
Previne-se aos senhores passageiraa qne mas
passagens s se recebciu oa ageooia, ra daiGhw
a. 87,1 andar, escripiorto de Autoni Luiz, W
Olivpira Azevedo 4 G

CIRCO
NO
iwto?.1^ epeiasao conridadotji
pej. vez as pibmbm qae qaizerem contratarflt |
PAVLIaOIffiS.ISABEL
COMPANHIA
WHJESlTtE GTOSTICA S ACOBRATKA
IRECTOR
D. Mareos asali
As oito horas om poto.
. fc PROWSla^
aympnonia. '
COMPANHIA PERNAMBUCANA "
DE
\avegaeiio coateira por tm*t.
Porto de Gallinhas, Bio Foraw^ t
Tauanilar.
O vapor Parahyba, sagoira para ea aortas mi
oa no da H do corrente meia imite, naaa
arga, encommendas, passageiros e dinheiro a
> no escriptorio do For'e de Matt sn.ll
-Re abem-se propustaa para fazer os coaecr-
tos da que p/f qisa o brigue n-.rte-allewioTSr-
ptsto entrado de Buenos Ayres com asna aaeS
eonro-me a ola dos peritos, que ssaepaa van
ios cocurrentes no consalado da ronfeiuwaciSL
Allenanha do Norte at o da 7 do enmata *'
COMPANHIA PSKNAMBUaJU
Navegacdo costea pw vmpor,
Mamangoape.
O vapor MandaK, coromndajtte Julio sagoira
para o|.rtoarma no dia H do corrate a* t,
b<>ra- di trde. Raoebecargaanflonfaeoiaspassa-
geiros e dinheiro a frota at as 10 horas ao dia
da sabida, no escriptorio da aoaptnbia no Furto
d. Matow n. II.___________________"
Jljija, A escuna pnrtagoeza. Das,
fliis para o porto cima e p..ra >.
aittacsjiaeir<* aura os-qua.-
trah se eom o seo consignatario
Lima, ra do Apollo n. 4.
Joi. do Raga
lliERK



de Pmnmei *bado 7 4 'Mofo d* ISt.
cQwmmmmsiMmxm

10 Saltas .'iim
^Bs nrt'egurar roapa.
-' rti eera assento de palhinba
--- -

0 *po
_ admrfdjrtWin efrrento"
* f*?* Recebe arga at o dia 18, encom-
jMndts, p**aflh)ediiiheiro AtMe atea*
To to por Lis-oa
|>w-ffSWf nnpreterivelmente ai.* n .lia 8 d
2 Efr a-^?rcaLP,,riRUtZ> Me S'impathttt, de
e marcha por j ter a boMo'qaai tofla a
*! ^TgX-'' p0Tl poueo ('ae ainda P0'16 receb'er
assimpara passigeiros, aos quios oftreee
encllenles oommodiw, trata-so com Bal-
gfwra.*-C:,.ew do Vibrio n. 1, primeiro
Rio de Janeiro
C^w .sto destino teueiona partir o patacho na-
qMatF wejeq-ic :4eessit.tnita'se com os consignatarios
*5**n Irmaus A Q., raa da Crut n. 3.
Para Lisboa.
fnprias para seleiros e
i barricas e ootros
JpH|w MigM ue estaa patente bj ec.caetao
ido ieilaxi.
*Ji4f^|*J>alBo Mira rehervir de prpfo e ae
Tcca-feiiu 10Je maio as 10 horas.
No arfnaul dn raa Nova- n. >.
Por intervengo do agente Pinto.
"Vai *a"hir coto hrevTdade o hrigue pijrtngue
* Figurireme, capitn Carvalho, pura- carga e
MC# C., roa-'
Porto por Lisboa
Para os porto cima sogoe com brevidade o
Ojk.itio1e portajinez Etrco, tem a maor parte
e-ea*rregamen/o prompto, para resto que
1* falta Irati-se com os consignatarios Antonio
Apiade OltW-ira Azevedo 6 f... roa da Gru n. 57,
** ailar.
o patacho unciouftl Adefina.
i O agente Puntaal aimoeieuteinente autorisado
vender em leilo o patacho- nacional Adelina,
con todos o* seas pertctices das qbaes ust a
retsea* em mao-do dito-agente, podendn desde ja
ser examinado o patacho (qho se ar.ha ancorada
aerte porto) polo> licitantes.
Torca-feira 10 d e rreate.
No 1 andar do sobrado n. 05, a ra da Cruz,
-as 11 Horas..
LEU..IQ
M DIVIDAS.
tutu- Jto d J nei o
e-s< # (h i(t*> yan\i&ieT. J&i/tlt:
a nfcercwwoo jussagoens,
<**0 ' '*":'VyHP'u w- ,0 a"dar.
quem nn
trate con
Fonseca 4
bm o Porto e Lis-
boa
P.via* pnrtuguez SeLau I acfm-sa propalo e
recebe, carga a freto : quem no mcsmo quizar
carrejaros i" de pas-agm. dirjase aos cons?
tntanosTiwin.ir'de Aqoino Pmscea A C, na ra
Jo Pigario n. 19, 1" andar.
LE.0ES.
le
t dividas na Iraportfaacla
C :HO7.*?!.-, ra.
A 7 do corrate.
Bal camtijIliMMito d i n-siMtavni despMhn do
:Hm. Sr. t'r juiz do ttir*it,t especial do commer-
y< alministra-
lor-s da ira?*a falhda de Antonio f'cdrj de ilel-
N, > ;"j-n!.' Oriv.-'ira .ii l(i!a> das dividas do ar-
tt*om deo minad i Liga, na importaren do ri
-it:H'-:i-'., o dii! armazem Pas americas
nportando n m 3:.'!'.)*070, sendo p;ir!e do activo
4a^>'fsri cujaH rulaeSA se acliam em
Pler d i dUo agente para seren previamente
Bramnaiiao peloi pretndanles, beui <-"mu no acto
4lo MIS-? o tjual tcra logar
noto.
inetj Sis Afij ponto. en seu escriptnrio rna
iaCniz ii. r.t. andar.
90GV.i
5 V
9183683
aft579)
l:8S780o
3:065370
2:261i74
1.4W-5302
2:9865500
2o0000
3:5003000
1:40)S000
ktHMSOO
1:73800
O agente Jartins competentemente autorisado
pe^ i <-,>.I:t? (j, r.,iIa f|3i do Banco do Brasil
fari leiio, no dia lo" do cenrente, as H horas d
dia das dividas adianto descrijuas, cessandu desde'
o mnmento da ai remaiaf 5o toda e qualqner res-
ponsabilidaJo da dita eaixa. As dividas sern ar-
rematadas juntas ou separadamente conforme a
vontade do-; pn-tendcmle?.
O leiliVi tera lugar no predio aonde foi a Asso-
ciacao Commerciai. defronte do Corpo Santo.
Joa. Paulo do Sotua, Joo Tlieo-
tonio Beztrra, Silverio Juaquim Mar-
tn s dae Santos.
Jo Paulo do Sou Sebastian
Antonio da Siba taixa Silverio Joa*.
ijttnn Martins dos Santos.
"Manoel Jos Perreira Gusino,
Faustino Jos.' Gomes da Silva Bfge,
Joo Paulo de Soim.
Manoel Jos Ferrvira Cusmao, An-
tonio Jos Ferreira Jnior, Joao Pau-
to de Smizn.
Jofci Paulo de Sonia. Manoel ltav-
mundo Penna Forte, Tuom Joaquin
Ma^earenlias llamos.
Jo5o Paulo de Suuzn. Tliom Joa-
quiui Mascarontiaa Hamos.
Joo Paulo de Souzs, Jorge Fer-
reira Kernaiidesde Siqueira. Manoel
Jos Leite
Joao Paulo de Sonta, Thoai Joa-
quini Mascarenha- llamos, Manuel
Jos Leite.
Antonio Peroira da Silva, Joo Ca-
zemiro da Silva Machado, Manoel
Zeferino Das Barreto.
Joao Felippe dos Santos, Ignacio
ISery Ferreira.
Joao Cazemiro da Silva Machado,
Antonio Jnstiniano Paes (Jarreto, Ma-
noel Zeferino Dias Ba: reto.
(amitlo & C. Joaqunn Jos Bap-
tista, Joaquim Ferreira de Soma,
Uasaa fallida de laqniui Lucio
Monteiro da Franca. Joao Paulo de
Sonza. *
Siqueira & Pereira, Jos Francisco
Pereira da Silva, Candido Pereira
Moiueiro.
Andr
c iJHr asas te. rcjrs m Balsa
Ver-de (Capunga.j
0 agwfi >o:ual Competentemenie autorisado
ttd dns caas terreas edflle.idas
era sol proprio us. e fena Baixa Verde (Ga-
jww''i! junto aponte de inadoira ijae vsi para a
wtrada do t ingointo.
unda feira 0 d i corrent".
N'fl ;:. do sbralo n. 02, a rna da Cruz,
as. 11 horas.
d?
LEliiO

iaz andas
geraes.
A ) do correnie.
nagalhes [rmos farao Icilio por intervenco
ntgetti Olivetra, de perfeito sortinienio de "fa-
ze:!: i'. ai; idio, liaho, |j ,> d,.< sed* (inclusive
Juti-w de iffereatee qaalidados tod: proprias
Segnnda-leira
ilt hars da nianhai, em sea armazem, ra
(rrands exposipao
l>d porcelana, vidros, crysraes e raetaes,
cjn.UPi i le copos, garrafas, campotei-
r.i. c.-'.r. es. "frniejras, chicaras, cae-
parelfcos para cha o , para tw'luts. candiciro a gaz, jar*
i":; o 'asooara ftjres, ignt-ds, eafeites
rf i mesa e moitos outros objecros que
.'-ri .pr^septudos em
.-ilo em continuaba >
fr.c.^ jnda-?efra de nato.
Por i:i':'?rveoefa do agente Pinto, no armazera
': lu d, Gnoeia n. 6-
Prijiiliiar as 10 Horas.
LEILAO
DE
Ptaaos, movis, femiwos e velocipedes.
A SABER-:
3 superares e bonitos pianos fortos do 3 cor-
las e de u-mario (noto.)
42 caixs com 98 duzias de-* tnico para ca-
%eo.
(00 dunas da ps do ferro (americanas) com
irabos ciirtos e compridn? proprias para agricul-
Vra.
38 anclas Jde maxados americanos calcados
- faco a com cabos.
12 velodpedes de 2 rodas.
f cai.-a cotn biombos.
Alta da Ponjeca, Benlo
JoanoNil Gines. 1:467287
Siqueira & Pereira 2:i2i-57(H)
Massa fallida do Joaquim Lucio
Monteiro da Franca. Joao Paulo de
Souza. 1:7185818
Si;|iieira c Pereira, Jos Luiz Pe-
reira, Gandido Pereira Monteiro. 1:780*700
Siqneira & Pereira, Joao Gomes de
Aln.eida. 83->)l0
Massa fallida de Joaquim Lucio
MmUeiM da Franca. Jos Soares
Pinto (jorr t. 4555020
Francisco Gavalcant.' de Alhuquer-
que, Gandido Pertira Monteiro. 1:681 J331
Veutura Pt-reira Pcnna, Joaquim
Jos dos Sanis Andrade. 2:3153099
Siqueira e Pereira 2:142j00O
Siqneira & Pereira. liavmnndo de
Araujo Lima. 2882*i
Siqueira & Pereira. Gandido Perei-
ra Monteiro. 1:7995500
Massa fallida de Joaquim Lacio
Monteiro da Franca, Joo Paulo do
Souza, Jos Soares i'iu'.o Correa. 1:792^.631
Jos Luiz Pereira. Siqueira & Pe-
reira, "andido Pereira Minlim. 1:6895700
Siqueira & Pereira. Antonia de
Brito Lyra. 8O4,508
Teixeira & Leao, Candido Pereira
Monteiro. 420^000
Andr Alves da Fonseca. Bento
Joaquim Gomes. 1:4213275
Siqueira & Punir. G: 112^800
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca. Pedro Alejan-
drino da Cosa Machado. Francisco
Xavier da Fonseca Continuo. 1:932.393
Jos Luiz Pereira. 7014438
Siqueira 4 Pereira. I:366000
Gamitto & C, Ignacio de S Lopes
Fernandes, Joaquim Ferreira de
Souza. 1:3505000
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Bt lar mino Al-
ves Arouxa, Francisco Xavier da
Fonseca Coulinho. 2:000000
Jos Luiz Pereira, Narciso Mirla
Carneiro, Candido Pereira Monteiro. 2:7375500
Jos Franciseo Pereira da Silva, Jo-
s Luiz Pereira, Candido Pereira
Monteiro. 2:6775300
Jos Luiz Pereira. Narcizo Maria
Carneiro, Candido Pereira Monteiro. 2:6775500
Massa fallida de Joaquim Lncio
Monteiro da Franca, Franciseo Xa-
vier da Fonseca Coulinho. 2:0005000
Massa fallida de Joaquim Lncio
Monteiro da Franca, Belarmine Al-
ves Arooxa. 1:4003063
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Pedro Alexan-
nrino da Costa Machado- Francisco
Xavier da Fonseca Coutinlio. 1:3915191
Jos Luiz Pereira. 1:1305813
Ignacio Nery da' Fonseca, Joao
Francisco de Barres. 15:0005000
Justino Antonio Pinto. Joaquim Pe-
reira da Silva Santos, Jordao Jos de
Oliveira, Joao Fernandes Baptista. 1:7325740
Joaquim Pereira da Silva Santos
Manoel de Almeida Nogueira. Justi-
no Antonio Pinto, Fortanato Jos Fer-
nandes Pereira. 4645640
J*)^vPehnw
AntWri'ftmHrft
de Ol ver
Justino
nandes Ba
veira.
Jcio fernandes Baptista, Jos-
reir da Cista, Justino Antonio'Pin-
to, J.tfdao Jfis de Olivara.
Joao Fernandes Bptista.Joao Vic-
torino das, .Vives, Justino tint.mio
Pinto, Jordao Ji.s' do Oliveira'.
Joao Fernandes Baptisla, Manoo.l
Antonio Ferreira da Silva, Justino
Antonio/Pinto, Jordat Jos de OH-
veira.
Joan Fernandes Baptista, Francisco
da Silva Ferreira, Justieo Antonio
Pinto, Jorlia > Jos de Oliveira.
Jaita Fernando Baptista. Ismael
Cleiiientino dos Sanios, Jordn J
de Oliveira, Justino Antonio Pinto.
Joao Fernandes Baptista. MJiriqfl
Antonio Perreira da Sllvti, J6rdfio Jb-
s de Oiiv ira, Justino Antonio Pinto
Amonto de Azovedo da Silva Cam-
pos, Joao FeraaHdV Baptista, Justi-
no Antonio Pinto.
Justino Antonio Pinto, Manoel J!-
s de Farla, JnaoPernandes Bajista
Joao Fernandes Baptista, Manuel
Bapi.ta-At*ft, Joaquim Pereira dft
Silva Santos Jtisfino Antonio Pinto.
JOstin Antonio Pinto. J>aquim Pe-
reir da Wlva-Santo, Jio Pernan-
o>s -npirsto, Hknofl- Jos de'Faria.
J. P. Adour&C, Franeiseo J.s
B-idrigoep Bastos.
J, P Adonr & C-, Brito & C.
J. P. Adour 4 ;., vio va Dia Pe-
reira *- AvcHar.
Eduardo Aduor, viova Dis tH'-
reira Avellar
Antonio de AMredo d* Silva Cam-
pos, Joao Fernandes Baijitt^ Justi*
no Antonio Pinto,
Justino Antonio Pinto, Manoel Jo-
s de Paria, Joiio P^rnandes Baptisia
JOSo Peinan des Bipusl. J.iaqnim
da- Sdva Humo, Jnaqnim Pereira. da
Silva Sanios, Jwtme Anillo Pinto.
JoaqninTPereira da Silva Santos,
Justino Antonio Pint, Fortunato Jo-
s Fernandes Pereira.
J. P. Adour 4 C, Brito 4 G.
J. P. Adour 4 C, Francisco An-
tonio du IIp. Mello.
J. P. Adeur 4 C. ttiMn 4 Ixibo.
Eduardo Adour 4-Cy E. Broos-
sonsse 4- C.
Machado 4 Soza. Antonio Joa-
quim Machado Hraodao, Antonio-Jor-
ge tnerra.
Machado 4 Souza, Cardozn 4 Son-
a, Antonio Joaquim Machado Bran-
dan.
Machado 4 Souza. Antonio Joa-
quim Machado Brandan.
Jos VicUirino de Paiva, Silveslre
Lias rd Barros, J. |>. Adour 4 C
Antonio Jorge uerra, Jos Fer-
nandes Vieira de Mello, Jos do
Aqumi Fynseca
__Silvestre Pereira da Silva Guima-
raes, Jos Francisco Correa da Sil-
va, Bernardo Jos de Barros
_ Machado 4 Souza," Francisco Jos
Correa Marques, Cardoso 4 Sonza
Mchalo A: Sonza, Antonio Joa-
quim Machado Branda;
Machado 4 Souza, J-v Duai-to
Coniinho
Hachado 4 Souta,'Gstanislo Dan-
tas Galera
Machado & BhQza, Pnin'-isr-o Jos
Correa Marones, Jus Antonio Pinto
da Costa
Machado 4 Souza, Antonio Joa-
quim Mi-hado Brando, Jos Anto-
nio Pinto da Costa
Machado 4 Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brainfio
_ Manoel Peres Cauqvllo J.u-ome da
Gama
Jditjnltn Cordelrn tfNmCam i-w
Antonio Jos Moreiia Ponte, Gui-
Iherme Jorge do- Santas Pasaa j-
nior, .Mam.i-I m i om lias de Castra
Aiorm, Fraij i Suatos 4 C.
Antonio j:;o Hora Pon -, Pe
dn> Marrho d >s 8ai>ioj Juntnr,
QMiMHe Porreira Montnibo, Ma-
noel Jeaqntm Dias 3e Catira
Angust Pinto dexembs 4 C,
Bastos 4 Lmos
Franelsee Alves de Pinna
Vm-.a Amortn* 4 F;iho. GniHier-
m(- Carvalhn 4 G
Seve, Kiihos 4 c.
Joaquim IJraneico de Meii. San-
tos, Guilherme Carvalbo 4 C.
Anwrim, Fragoso, Santos 4 C,
Antonio Uiilluo Aranha
Guiiherme Carvalbo 4 C, vlovj
Amoriin 4 Pijbo.
Amorim, Fragoso, Santos 4 C.
Bastos 4 I.emos, Bernardo Josd de
Barros,
Manoel Ferreira Piuheiro e Silva,
Custodio Ferreira Montintm, Manoel
Joaquim Da* de C-istm.
Guiiherme Carvalbo 4 C, J'-
quim Franciseo de Mello Santos
Custodia Perreira dos Santos J-
nior, Custodio Ferreira Moutinho,
Manoel Joaquim Das de Castro.
Joaquim Francisco de Mello Bai-
le s, Travasso Jnior A- C.
Vi uva Amorim A Fillio, Trmssd
Jnior 4 C, Guiiherme Carvalno
4 C.
Viuva Amorim 4 Filho, Tuavasso
Jnior 4 C,.
Travasso Jnior 4 C.,
37853101
5&'56W
*
9145056
19:64454'
K:S8*j00|
flrm.vdeBmo, Qi*rotSC:)
T m!h* y. oviforme
io Ir.- O.,
Vinva Amorim 4 {ilbn
ciyvS.vnorcri*4i?i,',''';Giii,!,c.me
Jaqoim Francisco de Mello San-
to. Lneidam Pereira Lima, viuva
Ainerim 4 Filho.
Amorim, Prago-o Santos A C.
Guiiherme Camino 4 C, viova
Amorim 4f Filho.
)'Jum-Tlfri,B'*Fil^1^:,^
Jojujuim Prenota de Mett" ao^
to?,.Liiidi)|p|| Gomes do b-in, viu-
va Amorim 4 Futi '
en FilhosAC.
tniltornie, Carvall 4 (-..Travasso
Jumor 4 C.
r. S".? *&"'" Pilbo.Guileroie,
Uafvajtifl ij.
, jf1"?^ ^'"on 4 C, viuva. Aiim*-
rlro 4 hlito. ^
Bostroi> nooclre' 4ic: .W^l Titi-
ra de Mello.
Boson Boock-r A C
Martidho de Olivt;ir# ftorg^ |0
AntsflKi Alves de Camino.
Jos Joaquini Lope* de Almeida.
LaUNano jU doB^rros
SebasiiS,. J0sii ^ Bfva
\ioya Aniiriyi'jrPihj.Ouim.iraes
*j-- (**'"* duxtiucta tirina de D-
ttffil, Gumiara s 4 C.J
Giiiinaraes 4 C(AiCb di etfnvia
urma a- Daniel^ Giiinuraes 4 C>
_ Amorim, EraguaB, SafiH A '":.,
Gdiiuari- 4 C (ews u extiocta
Urma de D.niel, Guimares 4 C. 0:3'165017
Ainorim. Fragoso, Sanios 4 C. 162:6405336
Domingos Francisco Ta-.-rre-. 452:1345314
Antenli) Gonealvos Focrera Cas"-
cao (principal, joros e cusas da an-
ca ao ex-iliesnnreiro Tavares.
Claudio.DuI)eUx (o niesmo con-
forme cima.)
J.s Velloso Soares{< mesmocon
forme cima.)
.....
I2-3E
5
We-fdSr, gtiT.i riMn/lar tretr
Via.
Atteii(Jo
6H5^720
7815100
3783310
87&5B'
1^0755000
1:15720|
1:7245300"
5835164
643578
7
2:3815030
8755150
1:1095300
1:0875105
.2695378
3:3825042
1:7255000
f:823*5t0-
2645973.
5:."W55O0'
8IV.U250
2:4415300
9845000
1:1475160
7715740
'>l543l
11:6.715000
-W1800
3:0245963
17:8245831
1! 0:175000
Manoel Monteiro da Cnnh, com Joja de fazen-
das na ra Jlova n. 48, previne ao publico e espe-
cialmente aos seus fregudtfs, ^e deapedio* de seu
estaheleciment o Sr. botrtprft de Preifas-Guimn-
raes, no dia 1 do corrate : por Jsso avi ningucm pague ao nWsmo' Ou "maraes qnalrp>er
cntita, ob- pena de nnllidade. ftarro sim declnra
que nunca autorijon o nesmo sen ex caixeiro a
pedir quaesquer quanlia emprestadas em h:u
neme.
OT ur. Manoel EtWino ftego Valewa con-
D limia a prestar seos servicos mdicos
%f ra fia CambOa dotiirmo n. 21. andar.
Mofina.
1:5085400
l:43o69
2535488
2:Wa,5f40
1:7905830
tMtgm
2:3975450
1:9735318
1:0005090
3:3215460
4715220
4:3275847
1:8715130
1:7355100
727,58!0
1:6305800
11:2775310'
11:2775310
8:4o9i4IO
AVfSOS DiVRSBS.
Mudanca.
_ 0 Dr. Orolino Francisco de Lima Santos mu-
iou sua renuencia e consultorio para rna .lo
Imperad/ir n. S7, S andar do sobrad) rujo anna-
woi conserva ainda hide n noffie toOdo a entrada, que pelo lado da ponte Seto'de
Setembro, o tnesnio noiriern 37, da frente. Ah,
cnnnuand n dito Dr. ito exerr.cin de sua pro-
:issao de dtodice e de operador, pode s*r procu-
rado a qualqner hofa do da e du rioiite.
Rog%-8* ao llm. Sr. Ignacio Vieira > Mello,
esenvao na cidade de N*rareth desta produca,
o favor de vir a ra do Imperador o. 18; conlnir
aquello negocio qab V. S. se comprovneiteu ali-
sar, pela tercena chamada de-te jornal, em fins
de dezeiribro prximo passtJb-, e depnis para ja- sollei
nelro, p^sou a revereiro e afcr, e nada cumpm,' n. 8R As3 I
a poi4 este movvo ih> novo chimado jisra o d** tem rni.tado
nm, pos v. 8. so
de mais de ullii
se achava i\- estu I., n'eiu e da.h-.
Pr.
I-
M. travessa da
6mm n. % pr-
neiro andar, da-se di-
nhclfir sobre frCtiliores
| de oiiro, prat e ferihan-
(es, seja foal for a quan-
lia. Na rne^iw casa ewh
pram-se os Biesnos ae-
tm e pete.

i
le.- lemOMi 0/M '->lo tttpirjh
a o no. e ipinoio o r. seu tilli
- OfTerefe-se una ama pera cas3 de bomem
: rpiem precisir procure na rn* Imperial
isd ierren urna ama- mnilb lihipa e uo-
nas ca*i qrp uma mota
Pedido.
is,r alugaj doas irria...> ps.ru i.;c-
de nina pnquena amiiia e>limgoira : ditiM-sna obse uio de
ra da Ln: n. i, armazem
HQ$ ds gratificlo
Po'le-se eBelna-itWiii-nto (mi> asim) aos -Milu-
re abano- ivn.(!i..ii.. -e|d:^nem p..r rspwial
juio de viri......alisar aqntMn une tem pm-
mellido por div-rs,i< v-7..s, p..i? ji tempe, e -
o *os negori., d- msressA para os-
1 f]V:C
mesniMS -.h.Te*, -r !<-..< wperarnoi (. ina
Fugio no da H de abril nroxilna i.assi.io inrtn 5TW aa*er"*. #>tr as31 nado, de ne-rtto Lnit de n^cao da Costa, cora i *""
o stgnes eguMttg : alto, cor preta, scco dv'l
corpo, com alguma falta de dentes- na frente, a'
UBcuagern nlguma cou>a atrapalhada, reprsenla
wfejwdo vista neio encandiado, tem do nm la-
do do jkm,) urna marca de causiico que levou Ira
pouco lempo por ter estado doent, levon calca
de casemira de c>,-camisa de algodita anl, cha-
peo de jwiha velhc, representa ter 38 annos,
provarel que tenha mudado a roupatestn escravo
fot cmpralo ao Sr. Pintan" procurador de cau/m ;
mga-se por tanto, as amoridades policiaes, assim
como aos capitaes de campo a prisas ; tem silo
sto em Samo Amaro o em Ai-'iia- Fria : entre-
gar na ra Direita n.30, Becife G demaio d-1870.
Ricardo Jos Gomes da C.nz,
Allino de Jeza Bandera..
Ais-loiti,: Saniat
3 Lniz .e Franca Bslein.
ESCOLA
Iii4rue^ao primaria.
iW !li,i Direia2D
2 andar.
Ana
1:9895310
7:6|90fJ
8195664
1135177
;i72j3-;;i
6:1075288
2:*r ida de Ierro do lleelfe a
Ollnda.
CoiHprarii-sc dormenls'de madsiras de reco-
nhecida durar*! para a OOBfttra QJoawto estrada:
tratn-se na ruu da Aiirma, escrip'torio da suicrin-
tendencia, das 0 horas da manba s 6 da tarde,
nos dias utois.
, 0 siipetintendente,
Andr de Abnq Porto.
Gao damnado, easca-
vel, lacro, etc., na-
da disto mette hor-
ror.
Depois ilequasi um annode ejpoea, venho eum-
prir a pioni.ssj qae ij *> pohlin, de expfir
venda a pedia de nxtrahlr teen .. a qcal den..
mino Imn a venmo. v. pspje.i d H .-, ,
tenhit ;i|i;i!-.-;:;. ^s|a p."lra :i ,t--'i.is e auimaes
mordidos de e.l) d.imna.io, eolira, etc., etc.. que
seria cnfa-liinh i enamerar : tendo ottlij i nm todos
u meaoio resultadj,lsio c a cura infattiV'. .
pub^.C es a ee#to do que, Jinda ni/lu mnito,
foram curados s-Hs caijusinw .las n.-.s da Cadeiae
^ROsniaunuiU, mordidos d, ivo .;., iuro. i-jog
n 'oos deix < de publicar, na porque u pre
ciso di aM-rsladns para prosa da venlade, como
Ama
Preeifa-se de tima ama que eonbe. na ra
do Imperador n. 83. 3 andar.
do Qoeiroz o Aibuqnerqn
Professora partieu.'ar.
Cabo ate scacla.
Preeisa-se de um sitio de Ipvradnr para urna
pessoa que garante plantar 400 paes de assncar,
porm, quet-ee boto cercado e casa : quem tiwr
Mtinncie ou dirija carta fechada com as inlriaes P3lmas capeilas rosas, e palmas
'. *' 2'l?a "a r?a de Sanl Amar"' *o*' i|in- ,ar' bosquetes e Ungas en'ciadas com flo-
res do aira oara puf v>s J altai
m
I
m
Mmmm
Fra.o mn M rio
Na run Bitreila do osario ti. 33, prepa-
ratn-se flores arlificiaes na a enfeitar os al-
tares e oratorios do nao de mato, arcos.
para o al-
to d'i maebambotnba
Aluga-se ama prea que lava < enmimni.
bem e edsinno, siffrivelinenie : quem precisar di
rija-se a roa das Flores n. 7.
Guiiherme
Carvalbo A C, viuva Amorim 4 Filho
Amorim. Fragoso, Santos 4" C.
Bastos 4 Lemos.
Seve, Filhos 4 C.
Francisco Alves de Pinbo.
Guiiherme Carvalho A C, viuva
Amorim 4 Filho.
Seve, Filhos 4 C.
Guilierme, Carvalho 4 C, Bernar-
dino Domingues Moreira, Amorim,,
Fragoso Santos 4 C.
Guiiherme, Carvalho 4 C, viuva
Amorim 4 Filho.
Bastos 4 Lemos.
Augusto Pinto de Lemos 4 C,
Domingos Jos Dias de Oliveira, Jos
Joaquim de Souza.
Viuva Amorim 4 Filho, Guiiher-
me Carvalho 4 C.
Viuva Amorim 4 Filho, Travasso
Jnior 4 C.
Seve, Filhos 4 C.
Antonio Jos Mireira Pontos, Tra
jauo Xavier Pinheiro Jnior, Manoel
Joaquim Dias de Castro.
4865591
10:09!'5700
S4W7SS1
4:8515000
12: f 185000
7215975
9185792
1:6175000
6405803
7205000
9725S5
1:1445000
667442
1:5345300
2:0215250
9845000
purgue el.s erao o cuida-Ki de o fazsr patente a
todos.
() im-iti do veneno, olhailo primeira vista, pa-
rece que nada mais que im ;!.-- d chifre
qneinndo ; mas vngana-se o leit. r re assim pen-
sar. Sn i'.-- ;a i nnffl -> io parece, a fabricacao
do mando ruteno, en nao levara Innto lempo a
prepara-I-..
Aos fazendeiro. soniior.-; deengenhd e lavra-
doree deve uiilhar jmm ,.'< veneno mais qae a
[>e9saa aln.7ia, oeio faeto de perderem asse> se-
nliores i'essoas de sna> famriv. o-eravo, bois e
cavaHbs mordidos por caes ilamnaiis, caseareis e
oii!r,,s .(,:.ras. para pnjas mordminras o imn
do cenen > '.' \ pr-aupto -iui*, h n poucas horas, faz
a cora, anda ijne a pessia on o animal mordido
esteja prestes a MieculilV.
Advirto ao pnbhc que a :li vi "ii do .m-m do
veneno est e-n exir..l;ir o venen o da mordeduri
do cao daina lo snfe- de n pe.-soa d.unuar-se.
Esta pedra pdu irar de 50 a 60 annos, dan-
do-so-lne o trsttlmento prescripto em nm impres-
s*u, que acvmpanna a ro-wna pedra ; e lan claro
e explicado, que qtialquer p.'ssoa pode curar sem
perguntar a outrem.
lecommendo mnito ao puWic-i i|Qe tenha todo
acuidad i com os laKiflcadores, i.--i> j ha porahi
quem iiii que sabe bbriea-lo, eu nao me respon-
sabi.'iso ni resultado sinistra qu: o publico ve-
nha a ter de una tal M. idade, por is>o oVclaro
que o imn do veneno est a venda na loja da
Boa Fama n. 35, ra do QimiiuoJo, pelo preeo de
505 cada urna ; assim como estou promp'o fifr
zer qualquer cura em aessoas mordidas de cao
damnado ou cobra, errt minha cosa a ra da Praia
Je S. Francisco em Otada.
Felippe Manoel de Christo Leal.
Na ra do Quque d tiixias, outr'ora das
Cruzes n. 0, prinein andar, ha para a'.Dgftr-M
tima escrava inoe.i, que se occbpa em servicA
doniastico.e de rila.
$-.< r\v Auxusta, s.lnad. 1" .indar n. 67,
precisa-se de uina ama o.ra o servico interno de
jiouca familia. ,
A lu_a-se.
urna nojriha de 10 para 11 annos de idade : ni
rna do Ikis'iieio n. 29.
cera para phi ! procesa, gosto e barato, faz-se
cnmmcnila para fi\r, j tem j
rosa*, -rres e pollas."
, todo coto
loila en-
prom pas.
(Mi
wece-se
Ii inem para feltor, pira ir para o ma!to
com alsmna pratics : tratar ua rna da Cm-
rordia n. 95, venda;
Um
Cseiro
VISO
1005000
Preccn--iv >h um caixeiro para padaria, ainda
mesmo duela : na patlaria da rna Direita n. 84.
" "3

;N,
1:7085500
6:2133234
4:2005000
3:0215200
3415213
1:7715000
3:6275400
4615328 Osmoradoresdaruatiova.de Santa Bita nao
podendo coDserfaremse indiferentes ao jubilo de
1:8485000 que se acba possuida toda a populacho desta cida-
13:7305000 de pelo feliz sfcabamento da cruenta guerra que
o Bnsil sustentava eontra o despota do Paraguay,
enao obstante os fracos recursos deque d.spoem,
7465270 leem resolviao festejar^ lio memoravel fado no
domingo 8 do corrente.'
10:5105300 Pelas 4 horas da tarde serSo sorto< atgnns ba-
los feitos a capricho pelo bem contiendo Sr.
1:9185800 Avellar, atem de um ricamente preparado que ser
7:4035600 exposto ao publico para ser apreciado ; e pelas 8
horas da noite haver um fogo de artilljio, que,
segundo prbmette-nos o artista quo o fez, ha de
1:03159201 agradar aos especiadores.
D. alaria Praqcisa de Almeida Gomes,
i"i'U'l. peto pre-eni-.! a lodos os saaspa-
reote%84Mnigoa o dos de sen finado esem-
pre temblado man lo Antonio de .Almeida
Gomes, para ouvirem a missa que se
tem de rezar por sua alma, na segunda
feira ) do crreme ;is 7 horas da manhaa.
na oreja matriz de S. Fiei Pedro Goncal-
ves, 8 anniversyio de seu fatiecitaento, e
desee j i se confeasa grata a todas
Contina a estar nivida d-sde o dia 18 de Janei-
ro do corrente auno a cscrav Si verla, cnonla, de
idade de 25 a : altura regular, be'oos rossos e ebitados, rosi
saliente, urellias pequea, falla maesa, corpo del-
gado, quando anda eorlio .;, loi e-cravona vllh do
Cabo do Sr. Joao do ttog i Harnu, fuj vendida nes-
t:t cidade pelo Si-. Pfxe; pma procurador do dito
Barros, ja f.M vista pana bandas do enynho More-
nos em oompannia ds um cabra ex-praca r"e ca-
vallMi.i. jolga-se que 1 n seductor e que elle diz
que a dita escrava se tinhn Pirrado : roga-0>Aan-
tondade po'icial e espijaes de .-ampo a captiira da
mesma. e leca la i na-da Soledade n. 86, no ru;-
do Amorim n. 64.
soas qoa so dignaren! assisr
de carid^do.
bodfl
' _ftt
x^is-^r.-ir:
Franciseo de Paula Ccha Cavalcant, Manee!
93 pes- Jeronymo Uclia C.v.ilcanli, sua mnlher, ir i a.s <.
B8M acto maia parantes wnyMam seus amigos e panwto's
para oiivirem a missa que t>r alma de sua Bns*>
irniaa D. Maria d i Carino cta Cavalcan. oi.n
data celebrar na igrej de N S. da Gmcei.-,,,. ,.
Joao de Barros as 7 horas da manha do dia 7 d...
corrente, por cojo favor desde j se eiiniessa
gratos.
7<*
De ordem de llm. Sr presidente prosisnrh do
Instituto dos Prol'essores Primarios do rentan)-
buco, convido aos Srs profesores para onvirem
algumas missas que por delibaracao do conselho
do mesmo Instnto, se manda celebrar no conven-
to do Cirmo desta cidade, em tencio do nosso ti-
nado o prestimoso socio Joaquim Gimes de Sou-
za, as quaes serSo ditas as 7 horas en> ponto do
dia 9 do eorrente.
Fugio no dia 29 de marco do corrente anno
o escravo de no:.' Ploriano, cabra, de 43 annos
pouee mais ou ineno', bem alto, anda bem enliga-
do, corpo regular, peseoeo comprido, nariz chato,
ventas grandes, cabellos carapinbos, barba ser-
rada rosto descarnado, olhos empspussados, pfe
grandes, e seceos, toro no meio da cabeca urna co-
ra ; dito escravo intitula-se ser livre e tem sido
vi>to por pessoa qiv c conhe.-e na Boa-vista e
seus arrabaldes ondn sen senbor tem a prbabili-
Sila das sessoes do Instituto 6 de maio de 1870. dade de e*-af ""asalhando em algum sitio, ou eo
O secretario mo !ler,'ente em algmaa obra de pedreiro ; roga-
Henrique Clorindo Tavlor. se Por,anto M autoridades piliciaes e capltaes do
, I ^ I OMiWiillilllliMil iiii'i cul"l'" a captura do -nesmo e leva lo a seu senhor
O abaixo assiguado basunte grato ao llm. ni ru '"Per'al n. 114, qno s-rao r.-compeinados.
Sr. Dr. Runo Augusto de Alraeila, ao sen aju- Furo do^-ngenho Braco do Meio, freguezia
daute Jos Elias de Oliveira, e demais emprega- da Escada, no Qia 20 di abro prximo pavsalo o
dos da casa de detten^ao, com cspcrialidade ao escravo de nome Marcos, crioolo, oOlcial de cara.-
Sr. Joao Pinheiro Catle, pel5 maneiras urbanas e pina, idade 23 anuos pouco mais ou menos, b>mi-
delicadas com quo o trataran*, durante o tenpo
em qae adi se achou detento, vem por meio do
presente dar-lbe um solemne testemunho do jen
reconhecimento e offerecer lites seus diminutos
servicos em qualquer parte onde o acaso o possa
collocar.
Becife, 6 de maio de 1870.
Francisco Avila de Mendonca.
Ptecisa-se alagar urna preta para vender ta-
boleiro : na na do Fogo n 26.
Em S. Jos do Hanguinho, casa u. 2, antes
da igreja, precisa-se de dnas escrava, sendo urna
para engoannar e eosaboar e outra para costara e
servico domestico"; pga-se bom alugel agradando.
_ menas
ta ftgura, cor fula, alto, rosto regular, tem falto
de um dente na frente e os outros limados a ferro,
anda de calca e palito!, chapeos de Aeeta a-
nbaldi, dev mudar de trajo porque levon palitoi
branco e preto e leva urna regoa del 5 pal-
mos de comprime^., ^'ondiiz um babd de follia,
' com alguma roapa o um p ir de b-irzegnins e sa-
i hk com uum creoul.i forra de nouie Francisca
tambern. de cor fula e i em os iieicos gnissos pfJr
defeito nos dentes, esta vi de vestido de chila
acento branco com 0 >res de rosa : pede-se a
autoridades e capites d" campo a captura dos.
me?mos e leva-Ios ao dito engenno, ou na rna. do
Livraraento n. 20, em casa de Correa 4 C., quo
sei recompensado.
esquina
da na larga do
'Bosario.
-. --------------------I no sen genero, tem sempre nm sortmento sem igual,
e rende por preijos que nenhuma oirtra casa pode vender.
A v&ta da qnaUdade do. prtp das joia cada ran poder-se-ha convencer da verdade.
gawnte-se ser tndo de leL Compra-se ouro, prata e pedras finas per pieles mnito to
A loja egt aberta m 9 kora^ da b
C4B06A
esquina
da rna larga do j
Rosario.
)-


-

te **
Divit de Pernwnb^K Sabfoado 7 LO JA DO TRIOMPHO
7Roa do Queimado7
MOREIRA iASTOS ,
Cbegon pelo ultimo vapor da Europa o*raaw bello sortimento e fazenas preta
eomo-sejam:
Grosdenap'es pretes de todas as largw-as e quaMMM.
Gorgurao prelo para vestidos, o que lea vindo de ma.* supertoc nesta fazenoa-
Pequin da China, do seda para proto com listras de setim que ha de mais
moderno ecn fazenda preta;iwra vestidos. ... j
Mantilhas brasileiras de renda de seda preta o que lem viodo de mais moderoo
Meterniques de oroch preto com eos lacos de settm e demodello completa-
Casacos de croch pretos, comprides com grande reda e e regaco que. finge
segunda saja sobre o vestido.
Ricas mantas pretas para cabeca de senhoras. ,
m grande sortimentode fil preto de seda com lores, 'neste mesmo estabew-
oimento tambera ha um grande sortimento de poupehnas de fieos gostos, sedas lisas de
lindas cores, saias bordadas, finas para senhoras, lavas de iiouvin -de todas as cores
para bomens e seoras, grande sortimento de cortinados bordados para cama e jaoe-
ias, tapetes para sof, camas, pianos, jaoellas, e grande sortimento .das afamadas estot-
ras* da India para forrar salas, s existe na ra do Q'ieimado n. 7.
Loja do Triumpho.
de imfmore, roa dat Cr
a. ti.
Otartisto'GamjUo acba-se estabelecido na casa
Mima, wW poda ser procurado para todos 08
nateres de sua proclssao.____________________
OH A (RPIDA E 1NFALIVEL DOS GALOS
PFIA
POMADA GALOPEAU.
Deposito especial
Pharmacm de Barthalumcu fy C.
34Roa larga do Rosario34.
CBTWWGATO
DE
DEPURAtlTO
Precisa-se
alugar um moleque de idade de 12 a 14 annos
para servido interno de estaminel, paga-se ben :
na-rua do Imperador n. 33.
mwmm-mmm mmmmmm
% 0DlimiOSELLO
SI HOHEOPATHA
MUDO SE
Para rna Nova n. 43.
Amiga residencia e consultorio do Dr. Sa-
bino L. O. Pinbo.
Consultas todos os dias dasJO horas da B
manhaa ao meio da; e chamados a qual- S
qoer hora do dia oa noate.
Gratis aos pobres.
43-Raa Nova-43
________......_'
Composto das plantas as nais odorferas e as
mais ruinosas dos montes os oais elevados, o eh
toni-purgativo de Ckambard, possue um gosto xa-
boroso e nm aroma suavissimo, e as propriedades
as mais notaveis sobre os embarazos do estomago,
dos intestinos e do flgado o desobstruente por
excellencia na constipacao do entre e nao tem
resguarda nenhum.
Depurativo especial e directo 4a bilis dos hu-
mores, fresca o sangue depurando-*.
0 uso do ch-Ckzmbard pode ser continuado
por multo lempo sem o menor receio e sem in-
commodo nem mudan? no modo de viver.
DNCO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
NA
PHARMACIA E DROGARA
M
llartholomen eft C.
34RA LARGA CO ROSARIO34.
G=
**
P-
o
O
8-
c
P4
0 COLLAR DE OBI
Yr,iii\wn:wi;\Y.u
umumuil mos
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente traosformado este antigo
esUbeleciraento de joias, onde os freguezes e amigos encontrado tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e raodecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melhor em
aderacos de brillantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, palileiros salvas e oulros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar. .
Compra-s ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco ao
que em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertenante a esta arte.
GUSTAVE
CABELLEIREfflO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife51
Chama a attencao do seos innmeros freguezes, e d* resjpeiwel pubJico e
geral, para a segrate tabella dos precos de sua casa, os qaaes s3a vrte por cenia
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleras para senhoras a 250, Cadeias para relega a 55, 60,
7J, H, 96, m e. .
'Pre;isa-se de urna criada qne seja perfeta
engommadera, para casa de pouca familia : na
ra do Imperador n. 51, 2* andar, ou do Crespe
n. 8, loja de 4 portas.
GABINETE MEDICO CIRUKGICO
no
Dr. Ignacio Alcibiax Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora do da ou
danoite, prestando-se ais chamados Tora da cida
de, com toda a prompudao. Pratica operajdes.
D consultas das 6 as 9 horas da manhaa, na
ra Nova n. 45, 1' andar.
301, 354 e......400000
Ditas para homem a 355, 405 e 505000
Coques a. 120, 155, 185, 205-,
255, 305 e.....505000
Creseentes a 125,155,185,205,
255, 300 e.....325000
Cachos ou crespos a 35, 45, 54,
65, 75, -85, 94 e. 105000
Tranca de 'cabello para annel a
500 e....... 15000
Tranca para braceletes a 105,
155, 205, 25 e
Bohfiro
Precisa-se de um criado para bolieiro de me-
dico, tratar na ra larga do Ro?ano n. 50, ou
na ra do CabugA n. 4. no rouieu de joias._____
3
AMA.
Precisa-se de urna ama boa engommadeira para
vir as horas da manhaa e sahir as 6 da Urde
pagase bem. na casa nova junto as offlenas dos
trilhos urbanos de Aplpucos : na ra da Senxala
n. 38. -escriptorio.
Precisase de um criado de 10a 12 annos,
IWre ou escravo, para compras; quem o tiver di-
rija-se a ra da Palma n. 34
Corte de cabelle-,.....
Corte de cabeHo com frcelo. .
Corte de cabello com lavagem a
15400
50t
50
14001
Ama.
Preoisa-se de urna ama para o servico externo
de urna casa de pequea familia : a tratar ca ra
do Imperador n. 79. loja._____________
m
AOS HABITANTES
O arroazam do VAPOR FRANCDZ ra nova n. 7, lembra e offerece por commo-
;lo preco aos dgaos moradores da ra do DUQUE DE CAXlAS, os lindos GLOBOS de
papel de cores : verdes, amare los, encarnados, e cor de rosa, para ornarem todas ai
varandas e abrillantar assim a bella e grande il uminacao qne tencionam fazer, que por
maior que el cionados globos. ___ _____|__________
-Prcisa-se de um eaixin para taberna, de
12 a li annos: a tratar no pateo do Terco nu-
mero 63.
ALUGA-SE.
Na Magdalena, entre as duas pontes, urna boa
casa, com duas sallas, quatro quartos, gabinete e
cosinha, tendo ao lado portao c no quintal dons
quartos : quem pretender dirija-se a rna da Im-
peratriz n 1.
ITTENCA
Urna senhora ingleza acoquinada a ensinar. of-
ferecese a ensinar a lingua ingleza a meninas em
casas particulares ou em collegio por preco razoa-
vel : quem precisar annnncie por este Diario a A.
B.C._____________________________________
Ra da Cadeia n. *W precisa-se de um cria-
do para servir de urna casa, jjrefere-se sendo es-
cravo.
AVISO
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Pacheco de
Mello, a negocio que nao ignora : na ra das Cin-
co-pon tas n. 82.
Pela primeira vez se expde venda nesta pro-
vincia um magnifico e primoreso sortimento de su-
perior papel o mais lindo possivel, desde o mis
simples e modesto at o mais rico possivel, e pro-
prio para forro e guarnicao de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E preciso ver rjara admi-
rar-se a lindeza dealgnmas pegas desse artefacto
A novidade e esquesitisse dos arabescos, o mimo
dos desenhos, e o capricho do doirado, encanta os
olhos e convida a cmpralo. O mdico prego
por qne se vende sorprende ao senhor compra-
dor, que apenas ser obrigado a dar nma peque-
a commisso alem do primitivo cusi da fabrica,
addicionado com a importancia dos direitos etc
Nunca a modicidade do prece esteve tao junto da
belleza e bem acabado de um objecto de laxo. O
respeitavel publico convidado a certiflear-se de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
to Sodr da Motta & C, a rna da travessa da Ma-
dre de Dos n. 14. ____
champea.
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pe mam buco. 1500
Frisado ingleza ou i franceza. 50
305000 Barba. ,,....-. 25f
.^SIGNATURAS MENSAES
Especialidade de ponteados para casamento
Baile e solre
0 dono do estabelecimento previne s I Recommenda-se a superior TINTURA JA
Eimas. Sras. e aos cvalheiros que ha'om PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
salo para tintara dos cabellos e barba, as-i. unic,a adn?itj.da Pa Eiposicae Universa
F como n3o prejudicial saude, por ser voi-
sim como um empregado smnte oceupa- j iatl, analysada e approvada pelas acada^
do nesse servico. mias de sciencias de PARS E LONDRES
BAZAR ACADMICO
13 Ra da Imperatriz 13
Ulysses A Irm3o proprietarios deste bem conheciflo e acreditado estabelecimento
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seos numerosos fre-
guezes, tanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acba-se completamente sortido e em condifes de bem servi-los do
seguintes arligos:
mam
5-RuadaImpe!at iz-55
{a\ Tinsf, Uva. limpa, lustra e achamalo-
S ta-se, com a maior perfeicao, fazendas em
8 pecas c em $ como jira: seda, Sa, aipodo, linho,
tr chapos ik l-'ltro e de palia etc. etc.
Bi lira-s neloas e limpa-se a seeeo sen
B| molhnr os tenidos, conserrando assim to-
ndon brilho da fazenda.
K Tm.ura preta u.is tercas e S9XUI fei-
ras.
- ThoniU TeCeira Bastos a um criado van i
America pela Europa no vapor do fim do corren
le mez.
Thomaz Teixeira Bastos vai a America pela
Europa, no vapor do fim do corrente mez,e deixa
como procuradores de todw seu negocios os
' films. Sr*. ominpos das Neves Teixeira Bastos,
Joaquim Augusto Ferreipa Jaeobins, Manoel Davt-
no t as Neves Teixeira Bastos e Candido TOMO
Moreira.
Ama
ni
Precisa se .le urna ama que tenha bom leit
para amamentar una crianca e cuidar unicamen
le nella : a >|ue estiver nestas condi^oes, pode-se
Jirijrir rna do Crespo, loja n. 7.
Precisa-se de uina bina de boa conducta,
a saiba Lem coser e engommar, para urna se-
nhora viuva com um lino : a tratar na ra do
Ainorim n. 33, 1 andar.
0 GlRlfillO DENTISTA
Fredericb Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
\ei publico ea geral, e aos seus clientes
em particular que elle mudou o seu gabi;
nete de consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profissSo, todos os dias atis das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previoe, que contma a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serSo precedidas d ajaste. Elle ga-
rante o bom desempenbo e a perfeico de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos precos.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cora a phthvsica e todas as molestias do peito.
Na <:ura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabeHos.
Plalas itftartlcas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
des, curara e purificara todo o systema humano
Vende-se efectivamente em casa oe Samuel P.
hnsto h G-, ra da Sanzalla Xpva n. Vz.
Precisa-se de nm caixeiro que emenda de
Pharmacia : na botica da rna do Gahug n. II ^
Aluga-se
Grande sitio na Torre : tratar com Audr de
Ahreu Porto, na ponte do mesmo logar. _______
Preeiu iotar em cara estrangeira : na roa do Brum nu-
mero 46.
Begoffe, fazem publico de qne no dia 31 de mar-
ee prximo lindo, oisfolveram amigavelmente a
ittdadiir que .inham na taberna n. 8 rna da
Baia, fieando a cargo do ex-soeio Regoffe, todo e
activo e passivo do dito estabelecimento e este
emtonai: o batanen a qne procedern) sojeito afi-
jad embolso do ex-socio Pereira. _
Precisa-se alugar urna ama p^ra fazer corapa-
nhia a urna senhora. fazer compras na rna e eo-
zinhar, que tenha boa conducta : quem estiver
nestas circunstancias procure na ra vel ha de
Santa Rita n. 66, que se dir quem precisa.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro : na ra do Rangel
n. 6 ; que tenha pratica de taberna, de idade de
15 a 18 annos.
a io .iiiii_____________________________
Di-te algum dinheiro a premio sobre hypo
theca em pedrios n'esta cidade : ra do Cres
ti. 12 loja, se dir qnem d.
|M
Sociedad Recreativa
Juventude.
De ordem do Illra. Sr. presidente convido os
Srs. socios para se reunirem em sessai extraordi-
naria de assembla geral. domingo 7 do corrente,
as 7 horas da manhaa, alim de tratar-se da dispo
sicao do art. 68 dos estatutos.
Secretaria da sociedad Recreativa Juventude
i de maio de 1870.
F. Peixoto,
Io serretario.
Oopeiro
Precisase de um criado bom copeiro, e que seja
escravo. paga-se bem : na ra do Conmercio
numero 3. _____
Ama
Na ra do Duque de Caxias, amiga do Queima-
do, n. 46, loja-, precisa-se de urna escrava boa co-
zinheira e bous eostumes.
Bonfeitaria dos ananazes
na da Craz a. IB
Ha prezuntos de superior qualidade, ditos em
fiambre. ^__
Precisa-se alugar urna escrava pera o ser-
vico interno de nma casa de pouca familia, assim
como tambera dous molequ^s para o servico inter-
no de urna fabrica : a tratar na mesma fabrica,
roa do Rrnra n. 74.
Aluga-se um escravo cosinheiro e copeiro :
quera precisar dinja-se a praca da Boa-vista nu
mero 8._________________________________
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar : na praca da Independencia ns. 18 e 20.
Precisa-se de urna ama qne cozinbe e en-
gomme : na ra da Cadeia n. 10..
Atraz da roatrii da Boa-viste n. 26, primeiro
andar, aluga-se nma escrava robaste para servir
em casa de 'familia por ter ja bastete pratica,
que cosinba e engomma.
Os abaixo assignados previnem ao rsspeitavel
puWieo e oem especialidade ao corpo comaereul
ine nio existe nesta praca e nem fra della letra
le sea aceite, assim como ttulos ou documentos
de qnaesqner naturea; cora todo se alguem se
jnlgar com direitos por tees ttulos, ter
de de os apresenur no praso de 5 dias, a contar
da date do presente annuncio paca serera verifica-
dos. Recife 4 de aaio de 1870.
Goimaraes & Freitas.
Ao commercio.
Precisase comprar nma caca com quintal,
prefere-se as ras do Sebo, Piras f> mesmo na
Soledada: a tratar naroa t LivTaawoto n. 10.
Precisare
alugar una pretinha de idade de 12 a lo annos
para andar com um menino de 15 mezes : a ira-
tar ria ra do Torres no Recife n. 42, 3* andar.
Precisa- se de um bom cezinbeiro, sendo livre
para alugar. e sendo cnptivo compra-se ou aluga-
es : na ra da Cruz n. 48, armazem.
Ama.
Precisa se de urna ama para casa de homem
solteiro na ra da Cadeia n. 59. para cozmhar,
comprar e fazer todo servico de urna casa.
Acncu-se urna corrente de ouro para relo-
gio: a quem der os signaes certos e pagar as des-
pezas do presente annuncio, ser-lhe-ha entregue ;
na estrada dos Afflictos, sitio n. 35.____________
AMA
Precisa-se de urna aim para todo o servico de
casa familia ; a tratar na ra do Pilar n. 139 pri-
meiro andar. ____________
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Bahia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 34500 a 7A500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurity.
Imperiaes, Tenenies do Diabo, Duque de
Caxias, Gandon etc.; de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
VVRIEDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e presos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raz; de 3 at 6, a duzia e de ou
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gailinhados melhores que
de Dame Genera WMjUMmjm. ,)a neste eraK a # e 3*500 a duzia, e
Rocambole.Rad.caes, Acadmicos, Machara- ,h,ytn n maior norcto.
Am
a.
Precisa-se de urna ama forra ou es:rava para
o trrico de urna casa com pouca familia, ra
Nova n. Si, Io andar. ____
Acha-se justa e contratada a casa n. 16 da
ra Direita dos Allegados, se alguem se julgar
com direit-' a mesma, nestes tres das ententenda-
se na rui das Trinrlieiras n. 50. ____
CAMA DA FE.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio venda : ra do Cabuga n. 1
vende Vieira & Rodrigues.___________________
Monte pi portuguez
O socio n. 715 convencido que a falte de obser-
vpo dos S 1 e 2 do art. 49 dos estatutos tem
sido a verdadeira causa da falta da eonvocacao da
assembla gral, e desejoso de que ella seja con-
vocada at o meiado do mez vindouro afim de
evitar a coatinuacao de qualquer pubiieacao con-
tra a directora, alem de ser prejudicial aos inte-
resses sociaes, offerece gratuitamente e de boa
vontade seus servidos directora naquillo qne
possa ser til para o prmpto e activo andamento
na couvrcacjio da aszembla geral, na certeza de
que seus semeos sendo j aceitos como espera,
envidar todos os esforeos, e confia qae a assem
blca geral sera convocada ) o meiaio do mez
vindouro. ________________
Precisase de ma ama para casa de peque-
a familia : na ma das CrUMS n. i.
O hachare! Joaquim Francisco Paes
Barreto tem o seu escriptorio de advoga-
cia ra estrella do Rosario n. o, 1" an-
dar, onde pode ser procurado das 9 horas
da manhaa ao meio dia, e das 3 s." da
tarde.
&
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k. na do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
as sorles, 1 meio n. 2146 com 5:000J da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio d
igreja de Santo Antonio de [tamb (14o*), convida
aos possuidores virem receber na conformida
de do costame sem descont algum
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 2' parte 'da lotera beneficio da ir-
mand e do Senhor Bom Jess dos Passos da ma-
triz do Ccrpe Santo {M'), qne se extrahir quin-
te-feira 12 do corrente mez. ,
PrecosOs do costame.
Manoel Martins Pinza.
AMA
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de familia, que saiba cozinhar e engommar:
na roa da Cadeia do Recife, loja n.- 86 A, se dir.
Prepsa se > urna ama para cozinhar : na
rna do Caldeireiro n. 68. _
Precisa-se ae um c.aci.-o para taberna de
12 a 14 annos : tratar no pateo do Terco n 63.
AOS HABITANTES DO m
Imperio do Brasil.
Grande exposiqao na cidade de
Cordova,
REPBUCA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter lu-
gar a abertura da exposico nacional em
Cordova.
Previne-se, portanto, a todos os produc-
tores, agriculto'es, fabricantes, artistas e a
todos aquelles que exercam qualquer indos
tria, que na dita esposicao se recebem tod s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizercm remeter.
Estes productos esto isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
dero ser dirigidos cidade ao Rosario, de
onde sero tranportados pelo cammho de
ferro central.
Para mais explicacoes dirijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz n. 3, ao consulado
argentino. _________^_________
i>\aft
bomba. Montevideo, Orientaes, Baependy
muitas outras qualidades.
Finos
Afamados'de BAEPENDY em caixes de
0 libras 10400 rs. a libra, em pacotes
a i$, de 20 para cima a 10800 e em maior
pono 10500 o pacole de 1 tibra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
muitas qualidades como sejam: Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal
etc. etc.
com grande abatimento em maior porc5o,
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e couro de diverso
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de todos o
systemas.
PHOSPHOROS de cera, em caixas de to-
dos os tamanhos, de seguranca a balo etc.
PAPEL de milho, de arroz, san-:.om, Per-
san, pintado, de linho etc. palha de milho oe
Fernando a melhor possivel.
\lm dos arligos mencionados encontrado nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presencas
sero satisfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer en-
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc. ^
13Ra da Imperatriz13
Mil e quinhenlas duzas do fogos do ar de um
tres bombas: na ra Direita n. 53, loja de fer-
Zagens.___________________________________
attencao
VIDA DE SANTA VERNICA JULIAM.
Acha-se venda o livrinho da vida desta santa
serva de Dos, traluzido do italiano em, portuguez
a 1iS600, o resto d s exemplares que existom na
livrana universal, na do Imperador n. 54.
Mmta attencao
O abaixo assignado roga encarecidamente ao seu
irmao Salvaaor de Siqueira Cavalcanti a publica-
gao de urna carta que diz tar em seu poder, pro
palando ser esta um compos'o de descomposturas
pessoa a quem se ella diriga.
Esmagado, dever por certo, flcar o abaixo as-
signado com a pnblicacao de semelhante Instru-
mento, se com effeito nelle houver o que afirma
Salvador.
Publique meu irraao essainteres?ante po?a, e se
o nao fizer. claro que ella s rae deve mnito
honrar e acreditar, causando porm sensacio e
pasmo aos que a lerem.
joaquim S. Pessoa de Siqueira Cavalcante
Attenpo.
Manoel Martins da Cunha, com loja de fazendas
na ra Nova n. 48, previne ao poblieo e especial-
mente aos sens freguezes, que despedio de seu
estabelecimento o Sr. Lourengo de Preitas Gnima-
raes no dia Io do corrente; por sso avisa qne
ninguem pague ao mesmo Oainares qnslqner
canta sob pena de nullidade. Outro sim, declara
que nnnea autosisou o mesmo sen ex-caixfro a
pedir qnaesqoer quantias emprestadas em seo
oome.
r Precisa se de urna ama para o servico de
uena familia, nreferndo-se Krava : na rna
Duque de Caxias {an'.ipa do Qaeitnado) n. 3S,
andar.
ADMIREM
Grande liquidaQo na loja e ar-
mazem do
11.10 DE OURO
Rna da Imperatriz n. Si, portees encarnados de
Parados Porto, junio a loja de ourivee.
Admiren) admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
Grande porcao do chites.
Grande porcao de hitas.
Grande porcao de chitas.
A 200 e 240 rei? o covaV
A 200 e 240 res o covado.
A 200 e 240 res o covado.
A 200 e 240 reis o corado.
Para, acabar depressa.
Pan acabar d?nre?>a.
Para acabar depressa.
Para acabar depressa.
Vende barato para vender muito.
Vende barato para vender muito.
Vende barato para vender muite.
Vende barato para vender muito.
A peesa com 42 1|2 covados a 9* e IO
A pesaa com 42 lit covados a 9* e 10*
A peesa com 411|2 corados a 91 o 10*
A peesa cora 42 1|2 covados a 9* e 10*
Alpaca de cores escoras e claras.
Alpaca de edres escuras e claras-
Alpaca de cores escoras e claras.
' Almira a 280 e 320 o covado.
Admira a 286 e 320 o covado.
Admira a 280 e 320 o covado.
No 1eio de oure.
No lelo de ooro.
No lelo de ouro.
Ra da Imperatriz n. 5
BAZA BA
-IBA MA--5
ft
Os abaixo assignados proprietarios Oeste estabetecimento, parlicipan.
que, continuam a vender muito barato e em vista ao grande sortimento ele
miudezas da melhur qualidade chamara a nttenco dos Srs- commerciantss
de retalho afim de comprarem o que Ihe for conveniente ; com descont de
10 0;o, pagamento realisado no mez da compra.
Jos de Souza Snares & C.
m
m
LOJA DE JOIAS
ns
II
MOREIRA BDABTE & C.
Este antigo estabelecimento. completa-
nente reformado de novo, est as condi-
toes de servir vantajosaraente os sens fre-
guezes, visto qne acha-se prvido com um
izplendido sortimento de obras de ouro e
rata de lei, assim como brilhantes e ou-
iras pedras preciosas, eujos presos sao os
nais mdicos qne se pode encontrar*
As joias compradas nesta cafia recebem-
ie em tjroca ibate. ^^ ,
\ S IBA DO CABUGA \ l

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V

)
Diario
de Pernambuca
Sabbado 7 de Maio de 1870.
5

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ELEPHANTE
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. U-RUA NOVA-N. 11.
Pirtecipa ao respeitavel publico desta cidade e das mais provincial visinhas, qae o seu grande e bem acreditado armazem de instromentoijpara mosi-
st.Jacaba de chegar a grande e eiplendido sortimenlo de
O qoe ha de mais moderno, de teclado fixo e mobilo, e com transpostcao ou sem ella, de autores os mais acreditados {nesU Jcidade.fljcomo sejam :.os
llamados e bem ooabecidos pianos da fabrica do Sr.
AFFONSO BLQNDEL
da Par, de qnem o anninciaate e o nico agente nesta cidade, como prova com o docnmento abaixo transcripto e assignado peto drto Sr. Brondel. Estes mam, abn-
cados especialmente para e clima deste pait, sao os nicos que offerecem ama garanta segura de sua daracao. Elles sao aqw bastarte conbeados desde i844> para que
seja Becssario insistir sobre sua superioridade. As saas voaes sao muito flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado qae se presta a todos os caprichos do
senhores ptamstas. ,, r m fl-i ,
Todas m pessoas que comprarem pitaos nesta casa, ale rogadas exigirem o certificado de ongem Asignado polo Sr. stondel, ama de provar a sua
wUacidade do numero de piano com o de certificado,
AO PUBLICO
Mr. A.phonse Btondel, fabricante de pianos em PAWS, deeclara ao respeitavel publico de Pernambooa, que o nico deposito de seus pianos na cidade
de Recre, k RA NOVA N. 14, armazea de Antonio Jos de Azevede. Outro simque todos os seus (pianos irlo aocompanbndos de wn certificado de origem assig-
nado pormim.
Pars, 24 de jriho de 1S69. (Asssignado) Alrhse Rltradcl
O arranciante tambem troca e alaga pianos. E tem e maior e mais explendioo sortimentof de noves pianos.
MSICAS PARA PIMOS
f As quaes recebe directamente da Europae do Rio de Janeiro; das acreditadas casas -dos Srs, Fdfipone i Tornagtt. Narciso, Arfeur NapeteSo & C,
te. Tambem tem grande sortimento de papel para msica e-desenlio; oordas para todos os instrumentos, ricas gravaras e qaadros para ornamentos de sal??, oleados para
tssoalho de salas, ricos espelhos dourados qudrados e ovaes, caixinhas de costura com msicas e sem ella, eslojos para viagem, relogios com despertador, vidros para
erpelbes de todos os tamanhos, talagarca, lias e agulhas para bordar, e mnitos outrosartigos que o respeitwel publico encontrar sempre neste armazem, oqnal estar
aberto todos os dias at as 9 horas da noute, afim das Exmas, familias paderem ir apreciar os rets pianos.
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No armazem .!a travessa do Corpo Santo n. 23, ha sempre um completo
iBortimentu 'te ubjectos para carros, e que se vendempor preces muito rasoaveis, como
tejam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
Solfas idem dito.
Oleado 'reto e de cores.
i'.oeiras Je lustro oijue ha de melhor.
iuarnices de Huo lato para arreios, completos.
Lanternas e. vollas para as mesmas
Kxos patentes para sebo.
AMA
Na ra de Queiinado n. 46, loja, precisa-se ata-
gar urna ama qae saiia coziohar com perei^ao.
para casa de rapaz solteiro, paga-se bom aluguel,
Precisa-se de ara hornera para trabalbar em
um sitio : a tratar na ra Nova n. 49 ou Da ra
di Cadeia do Recife ti', ril, loja de loara.
Ainga-se o armazem n. :ti
para algum estabeleeimenlo.
na Ponte-velha,
AVISO
O es:rivao da irmandade de Nosta Senbora da
Cooeei?ao da igreja da Congregaco convida a
todos os irmos da rnc nirem-se no consistorio da mesma igreja, amanh
8 da crrante mez para era mesa geral elegerem
os mzanos que tem de reger a irmandade no
anno de 1876 a 1871._____
Joaquim Lopes Machado & C.
10&000 (le gralificaqo
Perdeu-se urna luneta de ouro : qnem a ti ver
acbado e queira restituir, dirjase a roa do Cres-
po, loja n. 12, qae ser recompensado com a quan-
tia cima mencionada.
"aoWlco-
A pedido de diversos amigos, no domingo 8 do
eorrente. pretendemos dar algumas corridas em
relocipedes como ensato, devendo Aiver na mes-
ma oceasio apostas e carridas par, na ra da
Palma as 4 horas da tarde em ponto. Pedimos
para que nao se aigumere povo pelo centro
da roa.
Thrist Frould.
Suinael Parkinson.
Uozinheiro
Precisa-se de un eotinbeiro qae seja activo :
no hotel do universfi: Praca do Gommercio n. 2.
(]arta.
A Si"j. D V rnia. Candida Rlbeiro e Costa
tem ama carta na ra da Madre de Deas n. 18.
'"Arrenda-se o ongeoho Mocambique, sito na
fregaezia de S. Lourenco da Malta, com boa casa
de viveada, do porgar e de destilaco, sendo o
sea alambique de capacidade para destilar 60 ca-
adas de agurdente por da, machina a yapor.
terrenos para safrejar pars mais de 2000 paes de
assaear, moeate ". corre&te e edm a safra creada
ou sem ella : tratar na estrada do Cajueiro si-
tio d. 3.
Muda O* >dvgados Dr. Vicente P^reira do Reg, e
baehareia Jacinth-. Pereira da Reg, e Miguel Ar-
chanjo Pereira do llego, mudarara o seu escrip-
torio da casa n. (5 Ja Tua do Duqne de Caxias
(ou'.'rora do Qeim*l >) para a de o. 98, 1 andar,
na mesma ra._______
__Antonio Vasco Cahral faz ?-jeoteao repeita-
vei publico e com eapectalidade ao corpo do cwi-
menio qoe da p csente data em diaote se assg
ari Antonio Vasco d"AI#;onex Cabral.
fUcife, > de nulo de lt7q_________________
Veodem-M laM -fc* as recadas em
urna i bem constrodaa, em chaos proprios, com
nade qntntal e cacimba com boa agua, tem de
freMe 180 palmrs e d fondo at a barreira de S.
Joao. sitas em Olinda a roa do Bom Saceesso, se-
gunda depois na biquinlu do Rosario : a tratar
na roa de Brura n. 53, Uto, nos dias ut i, e nos
santificados na nestqf casa, ero Olinda.
ATTENCAO
A<*ha-*e au-ente desde o dia 2 do corrate a es-
crava Barbara, crioula, de V-i airaos de idade, mui-
tos cabellos brancos na eabeca, e na cara pare-
cendo que faz a barba, estatura alta e corpo regu-
lar, costumando irazer panno na cabeca como
usam as babianas. a qual indo ao Peixinho ver
ama porfi de roupa lavada entregou all ao ca-
Boeiro qae charaam barba de oaro,' e este a en-
tregou no porto do Raeife preta de nome Suza-
na por ser-lhe osta eonbecida, e nao ter appareci-
do arjaella para a receber na terca-f<>ira de ma-
nhaa, 3 do correte, tem sido vista par vezes as
ras desta cidade : rogase pois a apprehensaoda
me-ma e df alguraa ronpa que falla, e leva-la ou
dar noticia raa do Brura, no Recife, n. 100, que
pera generosamente recompensado._______ ___
AVISO
l'cJe-su m publico e principalmente aos renho*
res relojoeiros e ourives o favor de apprebenderem
um relogio de oaro patente suisso deseoberto n
8:1150 e levaren) no a sea dono, na roa do Pogo
n. 20, qq.3 ser generosamente gratificado.______
Alnga-re ama sala e um quarto de urna loja
indepndete: a tratar na roa Velha, casa terrea
numero )2,
O baixo assignado faz puolico qoe venden
aoSr. Dr. Alvaro Caminha Tararea da Silva a ana
pharmaeia lita rna da Cadeia n. 11, Jivre e de-
sembaraifada de todo e inialquer onas. Recife 7
de maio e 1870.
Maooel Arthur de Azeydib. ...
Na roa da SewaHa Veiiia n 138, primein.
andar, precisa-te fallar com o Illm. Sr. ioo Bap-
tata dg Reg, para negocio da interesse.
^ORUA DiCADMADO RECIFE 60
0 proprielario deete estabdecimote tendo ae partir no fim do eorrente |
me: para a America pela Enropa, faz inteiramente completa liquidacio para ac- |
bar: e fasendo-se por conseguate (rande abatimento, como : cortinados para f
camas e janellas, cobertores finos ingleses, calcado de panno, bijoteirias d'ouro |
de 18, como rosetas de brilha.tes, annek, oculos, lunetas, trncelas, apparelho |
de metal do mais fino qae ha para almoco, bandejas, etc.; perfumiras de dille- |
rentes fahricaates, differentes caixinhas vnsias com enfeites mnito proprias para |
presentes; caixas de msicas, ditas com pertences para costura, ferro de en- i
gommar alo sendo precio carvo, nem ogareire, machinas dedelir batatas, 9
ditas para preperar a carne para guisados, ditas para bater ovos e bolos; gjg
grende variedade de porcelana,-comosejam: Vasos para|toilette, apparelbos para mesa, etc.; differentes objectos 9
de vidro, como sejam: lustros e globos para saldes, lanternas para cima de*
mesa, escatrradores, etc.; excelkte cofres de ferro, espelhos de diversos ta- i|j
maahos, de moldara dourada e.preta, moldaras para cuadros, excellentes cai- g|
xas para retratos, ditas com cheres proprias para presentes, mesas de cnarao, gg
bandejas de dito ; estampas finas para qaadros, talagarsa b rdada para alraofa- ^
fadas, ditas para tapetes para deitar vasos em cima de mesas, relogios para |
coas de nnsas, ditos de parede e de ouro para algifeeira; stereoscopos de di- ^
versos tamanhos. esmorama, linternas mgicas para de-vertimeotes em salas, 1
qjwdros com'finas figuras de porcelana, ditos com oviraentos, figuras bron- Jjg
zeadas para enfeites de mesa, saita-vida para se tomar banbosno mar ou no g
rio, tennis de linho finos para algtbeiras, gravata de seda mui ricas, variado &
sortimenlj de miudezas e brinquedos para crianzas, etc., bengalas, camas de S
ferro.de difiranles tamanhos, lavatorios, etc., etc., qoe-sero patentes ao com- g
prador, e muitus outros artigos que se venderlo raaito barato para, iuteira- I
mentfi acabar, no arm-izemEXPftsicO EE L0NDBE6.
LEO DE OURO
(irande estabeJecimeijto de fazendas e roupas feitas e por medida, ra da .'n-
pe?olriz n. *i junto a loja de ourives.
Neste estabeleeimenlo encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento de
rOupas de todas as qualidades.
Palitot-de alpaca preta e de cores a 35000, :3i550O 7i000, ditos mirinproto
de 7p00 at 255000, iilos de casemira de cn-s finas e ordinarias, de 6#. 165000,
ditos de panno finos de < S 105 e 2< 5^08. sobrecasaco dito de 20 a 305000.
Completo sortimenlo de calcas de brim pardo de 15600 a 60WK), ditas brancas
de 25* 105000 o mais superior, ditas meia casemira, ditas casemira de 55, 125000,
ditas casemira prea de 6l, a 1050"-0 superior., dita de merino dwerss qoahdades para
lulo. Assjm como um bonito sortimenlo de cclletes de brim de cores, dito* brancos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para loto faaeoda superior.
Sortimenlo completo de crnicas francezas de ajgodo, de 1)5600 3jOOO, e de
lieho de SS5000 a7o000 a duzia.
Sortimento completo de ceroulas francezas de algodSo de 1#600 a 25500,
ditasde bramante a 15800, 2#500 e 35000 ditas de Hambnrgo, francezas, fazenda su-
perior de 2d000 a 55000 a duzia. Sortimento de colanahos de algodlo e linho, etc.,
assim como meias de algodo para hornera de 35, a lOjJOOQ a duzia, gravatas de mui-
tas qualidades. Na rna da Imperatnz n. 52, loja do
Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e soda, ditos inglezes cabo de marfim.
"foaihas para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
ATTBNCa
Neste estabeleeimenlo encarrega-se do mandar azer qualquer obra por medida
e para esse fim tem hbil mestre encarregado da officina, que seencarrega Ao trabaiho
com perfeico e pontualidade.
SORTIMENTO DE FAZENDaS.
Chitas de 240 rs. o covado ou 105000 a pessa com 42 covados, ditas miudes
para camisas e timo de menino 260. e 280 rs.. e outras muitas qualidades de 3O, 360
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabelecimenlo chegaram, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, a qnal para flhos ecompeteate enfeite para corpinho. Cam-
braia liM de 35, 45,55 e 10500 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
\ 'A i P ^
k .ALGODO E MADAPOLO AVARIADO.
A 15000 o algodo, e 45500 omadapolo, e tambem "chita escura boa 240 o
covado por ler grande porc5o, na rna da Imperalriz n. 52, loja com portaes encarnados,
intitulado
Le-o de Ouro.
" I" FiLQII
N'ESTA ANTIGA B CREDITATA
FABRICA
>
Caixeiro
Precisa-se de ta caixeiro braileiro qae tenlia
pratica ce taberna, de idade da [\ a 16 anuos :
tratar m neceado Pocinho n. 7. ___________
Pelo presente declaro que estao sem effeito
em qualquer lempo que apparecerem daas letras
de meu saqoe, aceitas pelo Sr. Joao Rufino da
Silva, da qnantia de 4I58\5 cada unu, datadas
de 24 de outubro de 1868, a 12 e 24 moz.-s de
Sraso, e venciveia em 24 d outubro de 1869 e 24
e outubro de 1870, cujas letra perd juntamen-
te com ama carteir e ontros papei?, de qua j
preveni o aceitante, qae tendo Armado novas le-
tras, est por conseguate i^ento de pagar as le-
tras extraviidas seja o pulidor quera for em
qualquer tempe qae se a presentaren), ,
_______________Jos hamos de Oliveira.
Precisa-se de um preto de meia idade ou de
um (noleqae para os servicos internos e ex temos
de casa : na roa do Imperador n. 71, 2* andar.
Precsa-se alugar urna preta para servico
interno e externo de casa de pequea familia :
na rna das Crozer n. 4._____________
Precisase de um preto para o servico in-
terno : no botel do universo, Praga do Cominereio
n. 2.
A HA
COMPRAS.
Casa terrea.
Compra-se ama casa terrea : tratar na rna
da Madre de Dens n. 16, loja.
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, oaro e prata em obras mntilisadas,
Primantes e mais podras preciosas: na loja de
oarives do arco da Conceican, no Recife.
0 muzeo de joias
Na roa do Cabug n. 4 compra-se oaro, prata
t pedras preciosas por procos mais van taj osos do
que em ouira qualquer parte.___________^^
GOiTRAM I! lEMIKE
Compram-se e vendem-se diariamente para fra
dentro da provincia escravos de todas as idades,
cores e sexos, com tanto que sejam sadios: no
terceiro andar do sobrado n. 36, roa das Cruzes,
fregaezia de Santo Antonio. _________
Com muito maior vantagem compram-se
oaro, prata e pedras preciosas e n obras vellias: na
loja de joias do Co -arao de Oaro n. 2 D, ra do
Cabug.
ATTENCAO
Comprase urna escrava qne saiba cozinhar e
engommar, que seja sadia : na ra do Brum nu-
mero 54.
V*!PAS,
Cabriolis.
Vende-se dous cabriolis, sendo um coberto e
de quatro rodas, e outro Dogcart, ambos com to-
dos os afrefoe pertences : ni cocheira de Tho-
maz Lin, ra de Santo Amaro.
Na ra Oa Imperalriz n. 50, padaria trance-
za, vende-se urna tendereira e urna masseira, pro-
pria para um principiante, assim como urna por-
cao de ferro velha ^________________
Vende-se urna carroca de molla para cavallo
com os pertencente arreis : ra do Brum nu-
mero 79.
Vende-se ou permulta-se por predi s nesta
prai;a ou seus suburbios, o engenbo Mozambique,
sito na Iregaezia de S. Loarengo da Matta, com
boa casa de v venda, de purgir. e de destilacao,
sendo o seo alambique de capacidade, por desti-
lar 60 caadas de agaardente por dia, maquina
de vapor, terrenos para safrejar para mais de
2000 pes de Manear, matate 1 torrente ; nego-
cindole com a safra creada ou sem ella : tra-
tar em Santi Amaro, sobrado juuto do cemiterio
ingl9z.
Vende-se utna casa com 40 palmos de frente ;
76 de fundo, tendo urna sala de visita, urna dit.i
de jamar, tre qnartos, urna grande sala onde tem
um estabe'ecimento de molhados, e um grande
quintal cercado, tendo sahida para o ro. Occorre
utais a vantagem de ter do urn lado mais urna
case, e do outro urna frente com 3o palmos frito
de pedra e cai, tornando-se reemnmendavel pela
localidade, e as vantagens que offeiece a propre-
dade-: qnem pretendor faier negocio, dirija-nao
piteo d> Terco n. 32, ou villa da Escada coa.
Antonio Ferreira d>> Mello.
o engeuiio Sebastopol na fregaezia do fabo, com
as commoidad?s 'eguintes : bom d'agua e prox
mo a daa-j esiages, sendo pouco mais de orna
kgoa a vil]?, e pouco o>ais de om qaarto a estaco
de Ipojuct : quem pretender dirija-se ao mesno
tratar <*,om seu dono.
Vende-se o sitio que foi do Cavalcante, no
Monteiro, com casa de moradia para familia e ba
nheiro de Mo sobre a levada : tralar na boti-
ca da rni do Saboga n. II.
Na raa da imperalriz n. 50. padna trance-
za. vende-se urna tendeieira e una masseira, pro
pria para um principiante ; assim como urna por-
i&o de teo velho.
Vende-se um terreno murado com 150 pal
mos de frentf e 300 df fundo, e com uns 10,000
tijollos. em um do? melhores arrabaldes desta ci
dade: a tratar na roa do Imperador n. 27, 2 an-
dar.
A ruado Duque deCuxis i 21.
(AHTIGA. RA DO QCEIMADO)
Nao foi sem fundamento que a NOVA
ESPERANZA tem deiado de fazer os seus .
annoncios, a raz3o simples, olla emende
qne tudo em demasa aborrico... por itM
como j tioha dito e scieniinrado sua boa
freguesa o que consiatitemente ia recebtti-
do, 00 tivesse feito muitas vezes. receioa
lornar-se massante, assim pois ncolbeu-se
um poeco ao silencio, mas nunca deixanoo
d'ea pregar os verdadeirus esforcos, j con-
tratando maior numero de corrt'spondenu'i
na Europa, j descobrirido -bjectosdomis
apurado gosto e linalmente assignando o
Jornal das Familias, o qual vem seinpre
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. para desta forma melhor
servir a sua constante freguezia; e cora w-
pecialidade ao bello sexo, quem a NOVA
ESPERANZA ufanase em oflerecer-lbe
seus servicos, apressando-se desde j em
declarar que tem recebido ltimamente
enlremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, chaposinbos de setim para .
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meias de seda e fio de escocia para cian-
eas.
Dedaes d'osso, marfim, ac e madrepe-
rla.
ptimas navalhas,fiadores cmassa :;:;:a
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto o para te-
nlios.
Bonitos sapatinhos ctmi biqueira, Mnto
com sallo, para meninos e meninas Je ois
a doze anaos.
Boas lentes com cinco meliinetio:, par
contar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Cairelas para lirar moldes do vestidos..
Mollas para segurar costuras.
Bonitos linteiros de novos moldes,
Meias de la para liomens e senhora;.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linho e de seda, sendo pret c
branco, liso e de salpieos, e oulros mu!
objectos expostos a venda rna l)ir "
de Caxias 11. 21, na NOVA ESPKRAXCA.
MITA PERFUMARA.
A NOVA ESPERANCA, a roa Dnque
Caxias-n. 21, acaba de receber muita per-
fumaria dos melbores e mais afamados im-
bricantes, como sejam linos extractos par.; i>
len?o, essencias concentradas muila qoa-
lidades, olhos de agradaveis cheiros para os
cabellos, e bonitos vasos com boa banlia, li: -
dissimos vasos com pos de arroz, sabor.'1
de difierentes qualidades etc., etc.. assim
pois os apreciadores do bom, venturo sal -
fazer suas paixes na NOVAESPERANO-.
PAHA ALVEUR E CONSERVIS OS E.Ni'K:
P de cano de rosas: vendwn-se 1
Duque de Caxia? n. 21 na NOVA ESPE-
RANZA.
Para acabar com as rardas ou pann
recebeua NOVA ESPERANCA, ra P
que de Caxias n, 21, o verdadeiio loile de
rosas brancas.
ftabift raleai'o.
Vende-se na rna Duque de Casias 11. -I.
PARA LUTO.
Brincos, broches, vollas, pu!ei:as, Bve!-
las, 1 entes, botos para pannos e cadei
para relogios.
A NOVA ESPERANCA. qticrendo setis!
zersua freguezia. naosoaente en oDjccti s
d'alrgria ou de luxo, cuer tambem acom-
panhar aquelles. qun infeliameote pardend 1
alguem de sua familia, oti a'gueri ne -
aniizade, preoisam de taes objectos, assim
pois a NOVA ESPEIIANCA, mancou vil o
que lia de inellior neste genero, porque
sendo taes objeclos de cor negra, seodi
de m qualidade, nao omento tornam-sc.
ttistes como at.'( repugnantes, o que i:Z
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. p"r
qife apenas exprime o sentimeuto pela cor
porem como que tras um lenitivo pe" gost > -
e perfeico com qoe lae objeclos sao Ira-
baldados.
g
0
O
.
i

VenA-se ama negra de meia idad, sabe
cosinliar e comprar, por prego coromodo : na
ra da Soledade n. 70 em casa de D. Mara Ma-
noeU Pereira.
leees de estrada de ferro dcH
olinda.
Vende-se 2." acfCaa, na ra da Cruz n. 2C, ar
mazem.
Officina e armazem de
ma-'more
Caes Vinte e dous de novembro ti.
lootr'ora armazem allianca)
57,
Ha para vender pedras marmores de todos o;;
tamanhos e gr Miras, lijlos de diversos ta
manhos, soleiras e -aeeadas, assim como solei
ras e saeeatfaa di pedra do Lisboa. Tambem con
trat-*? e i-*: .-ualqyer obra, como ntonu.nen-
to>, tuma;o. estatuas, pas, lavatorios, mesas 11
lado o nuic tendente i mesma arta, por mdicos
prjeos.
JoaquimRodr gues Ta-
vare^ de Mello,
S l*r<;a do Corpo Santo
1 N- 17.
I Tem para ventar:
I Cal de Lisboa.
S Potassa paEussia.
m Vinho Bardoaux de 1.
qn ilidaile.
i Farinha de man- |
I dioea. |
8 Fai ello de Lisboa, m
ENGENHO
Vende se o engenbo S. Pedro na comarca
de Porto Calvo, provincia deAIagas, cora
excellentes trras para dois mil pes de as-
sucar, extensas maltas, magnitica casa de
vivenda, situado a tres qnartosfle leguas do
porto de Gamella de Rarra Grande, distante
desta capital poucas horas onde tocaro
brevemente os vapores da companbia per-
nambucana.1
O engenbo de animaes, porem com
tima despeza de dous ou ires antos de ri,
pode ser transfprmado en. engento d'agti.i
copeiro. Os partidos esto s portas do
iictmi 11 emuiTiiiiTi 111 MiriiTi iiiiiiiiti ii
CliFICl BE !.:
N todaa w qualidaal
te todoa 01 feitioil
Ot todu oa prCMl
DO CRESPO N* 4
Vende se urna mulatinha reculbida, de li
para lo anum de idade, e com principio de hab engenho.que pode ser manejado suavemente
iidades, propria para casa de familia : no becet
da matriz de Santo Antonio, casa n. 3. Na mes-
ma casa se compra urna escrava que saiba cozi
nhar e engommar bem.
Te I has de ferro.
Na rna d) Crespo n. 6, ba para vender
por procos mnito razoaveis um grande sor-
timento de alhaS de ferro gdvanisado, de
diversos lamaohos para cubrir casa e le-
Ibeiros que aim de ser mais barato dn
que as lelas de barro e aformosear mais
qualquer ,obra mnito mais limpo.
100 milheiros
De telba* e lijlos de todas as qualidades, ven-
de-te por menos 8*008 om milheiro do que em
outfa qualqner parte: na olarta da rna do Pra-
zeres n. ii, de Jjsc Carneiro da Cunta.
Ae$e* d mirada df ferro n
liada
Venle-s' io aecj54, na ra da Cadeia do Be-
cite n. S, i:-mb.
com q inze ou vinte trabajadores. E' tidev
pea propriedade de melbores trras da lo-
calidade ; e vende-se por preco mnito coto-
modo: ;i tratar na ra do Vigario n. ^1.
Bom negocio
Vende-se urna taberna no Barro, mesmo na
Braca do Capim, ou fomento a armacao e uteu -
aa comprador : ao qnaf s^
cilios, cerno untfier
dir n motivo da vfnda.
Vende se eerveja branca Btss verdadeira
fircta do Barolay de suavtfr qualidade. em- bod-
as e meias I> tijas, no aanaieni de Kdnardo Fin-
ton na ra do Commerclo a S.
Attenpao.
Vende-se na raa do Dnque de Caxias (.otif
rija do Qoeimao) n. 19, chitas de bom panno
Mulos padrara JOO rs. o covado. perl.inrha.
Quijos de manttign.
A' na da fadoia do Recife n. 33, :.rmazei^
l'niao Mercantil.
I



Diario de Pemanmco Sabbado 1 de Maio de 1870.
t
Juqie
Na loja di VERDADE continna-se a ven-
der por baratsimos precos lodos os arti-
gse miudezas e perfumadas do seu
grande e variado sortim-nlo, garaatindo aos
comprad jres toda a sinceridade.
Liadas bonccas de cera e massa por ba-
ratsimo preco.
Rspebos dourados para peadurar a
160 rs.
Agulhas de osso para cmx 2^0 >ib.
Peritas finos para segurar cabello, a
320 r.s. i
Cbamins para gaza 390 rs.
Garrafa com tinta alizariue a 15C00.
D Dita cora dita dita a 150' 0.
Toajco do Jayme a 15500 o frasco.
Frasco com oleo expresso de babosa, de
240 a 610 rs.
Dito cora agua de Colonia de 300a 150OO
Dito com extractos finos a 15000..
Dto com sndalo verdadeiro a 11200.
Lntas com baah muito fina de 120 a
240 rs.
^bonotes rento finos o diversas qnali-
dades a 80, 160, 40 e 320 rs.
Pinas escovas para lentes de 320 e 503 rs
Dit-s para fado de 5W). e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Peut-js para a'isar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de b?falo a 240 e 320.
Peales para tirar piolhode 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, integramente modernos-
de 160 e 249 rs.
Pannascaligraphica; muito finas a 10400.
Diws de lanca e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinbo3 e entremeios do 500
e 15"03.
Grosas de boto;? de lonca de 160
200 rs.
Ditos dU)3 para clca a 240 rs.
Gaixa com papel amizado a 700 rs.
Ditas cora envelopos a 480 rs.
Ditas cora obroias a 4 rs.
Ditas com aguiii.ts fundo doorado
280 rs.
Thesoura para cosfnra a 240 rs.
Liana de marca fciixa a 280 rs.
Carriteis de 'ahas ta Alexasdre de n.
a 200 a 10 rs q
Grampos muito finos, com passarinhos du
zi.ia 00 rs.
Cartas francezas para jogar dnzia 3000
Ditas poruguezas, dnzia lr>400
P.ipcl aimacy superior qualidade resma
45000.
Lim muito fina para bordar libra 65500
Fitas para'debrtra d Ditas de lam para tiebrom de vestido pera
400 rs. F v
Caivetes gr ndes com raoHa a 400 rs.
Ditos graiic!- com 2 filfias por 320 rs.
Rosetas p-ctas para luto, o par 100 rs.
Trancas de l'm de caracol branca o de
cores de 40 a ICO rs.
Fi;as para ro, p^ra 4^0 rs.
Alfinetes ibt lati, cuta 100 rs.
Sapatinbos de lam para crcanca de 400
a 800 rs.
Calradeiras a 40 rs.
Graatas de seda prett de 400 SOD rs,.
Ditas de cro*e, brancas e de i ores 500rs.
Dita de forgur5o de core a 800 rs. i
No Veratodc i ro^ Dique 4a Ca-
__________lias avjHs [
Estampilhas^
Vendle > ma d> Cnu n. 8. i andar. i
COGNAC
da milito acreditada marca Rouyer Guille! A C de
cognac, tnico deposito en) Penambuc, ern casa
de Carlos P. de Lomos C, roa 4o Viga no li-
mero 10.
Millio e arroz de csea
Ve*nde-se milho e arroe de csw.a novo en toc-
tos, no trapiche da companhia: a tratar na roa
da Cadeia-veiha, cas* n. 1, 2* andar.
Milho das Ilhas
E
Feijao do Porto ,
em sueco ranoes, 4t mudado sais mea
Clonadas, e por menos itrea do que em outra
parle.
MH.H0 NOVO
Feijao moUlinlw Feijo preto.
Dito branco Dito wsado.
Dito amarello Dito frade.
VRNDEM
]qsp do Reg Borpes A C, a nw do 'Vibrio n. II.
70
Bichas hamburguesas
Neste novo deposito reeebe-se por lodos os pa-
quetes translanticos bicha* de qnalidade saperior
e vendem se em caixs oo porfi mais pequea,
e mais barato do que em outra qoalqner parte :
na ra da Cadea do Recite ti. 51, i* andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da
dega velha n. 2, 1* anda.
altan
Venda,
\ende-se a barcaca denominada Academia, no-
va de primeira viagem a este puto o de lotaco
de 6O00 arroba, quem a pretender derija-so ao
e?criptorio de Alfredo 4 Barbosa Jnior, no lar-
go do trapiche da companliia.
Azulejos
Vende-se no arraawm de J. Moreira Dias:
ra da Cruz n. 26.
A ella, ante qne se cabe
Na ra Direita n. 9 tem 15a de lodos as cores
para bordar, pelo diminus proco de 1600 a
libra.
Caf do Csara'
Vende-se ptimo caf da sorra d'Araia-
nha, Cear: ra da Csduia do Recife
n. 5.
A,JiTQ MACHADO tC,
A Abxl.-V NLGRA animada com o bom acco|himento que tuve em seus annan-
os, vem novo participar a seas fregoezes que. .acaba de raeeber ura variada sorti-
nento de objectos de gosto os qoaes ser5o veadidns por pregos meito ratoa%ei< pois
mando fez os seas priraeiros annucios, foi o jorque como j disse ost interesses ligad a ama casu importadoradesta. praca, e i
jor isso poder ter ludo especial e vender por presos admirareis.aiama pois a liten- j
io. de eos fregtezes paraos rttgps posar serover: I
ivros com o lampo de.tnar&m, adrt- .U variado SQrtiaaent .de charuteiras e !
,*Wk:trt3CTga, po9minm.imw. ,'palliteirnsdd porcelana, i
trafinhas vaztas propna para presentes! ^t()S pa^Hareto.
K)sa de fosto.
Indisponsaveis de paltnha e de couro pro-
irios para senboras e meninas trazer nos
reos.
Binocolos de madreperola, raarfim e tar-
iru.'a todos esmaltados.
Cintos largos de selim, cousa inteiramen-
a) ooTa.
Fitas "de sarja da-todas as cores e largn-
as para lacos.
Jk-ngallas co* marflm, consa especial.
Sabonetes de alcatrJo.
Cofres de fo!has para dinbeiro.
Lindas caixas para costara. j
Um completo sortimento de lnvas de pe-1
lica,
Talajorcepara-bordar.
Um completo sortimento de enfeitos de
Toucas, sapatinbos metas de seda e mais seda para vestido.
nmmm para baptizados. Perfumaras de todos os antores os mais
Travessa do Corpo Santo n. 25.
AWb^^lif8, *mr}'*i<* P3 Patria, por dots differentes systeau.
ffiSSSf 5 ,Z cr03r "goi330 !,etos rael!lrcs ^bricantes de New York,
rir L V" systema de ocomotiva e pollas para as mesmas.
coa fazoaws amerteanos para transportar volumes em armazens. Todo por pra-
1HAVESS4 DO CORPO SANTO N. 25
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de che^ar loja dos arcos roa do
I Crespo n. 20 A. de Alvaro Auftusto de Almeida.
i C, os mais ricos cortes de vestidas de btond
que tem viuda a este mercado para casamento.
assirn como cortes de vestidos de seda do eor de
(fostoa loteramente noro, e tambem nnrw*e
sortnnebto de chapeos *< velludo para tenfecMa
Vende-se 011 trocase por casas ul o sitio denominado dos I..rit, anfga casa da Ta-
vaRomfle rouna, com grande rasa de vivenda
sen/ala para preio*, estrnria, banheiro d podra'
e ca com agua corrente.'baixa para eapim e
prande terreiio para plantacoes : qoem o preten-
der dirija se a praga da Independencia n. 3:{.
Vende-sc um boi e carro proprio para car
regar assucar ou (teneros : a tratar no caes do
Ramos n. 22, com Antonio Jos Farruco, per e-
tar para retirar so para F.urop.-
VendP-se urna casa teYrea em chaos profrioa
na frepieria de 6. Jos : na ra \dc Borlas n. 30
se dir qntn vende.
a loja d.- lunileirr. da rila Direita
14(M4S PARA
COSTURA
Acabara de ebegar ao GRANDE BAZAIi
UNIVEB6AL, ra Nova n. 22caukeiko
va.\.naum completo sortimento de ma-
chinas para costara, dos autores mais co-
nhecidos, as qnaes estiio
) em exposicSo no n. 38 : atntafr n mesma nSV
raS de^va P P ^ P : reditados em oxtraelos, pumadas e leos mesmo Bazar, garantmdose a suab&aqua | mesma rua **
. -' e analmente outros muitos objectos que nao Irdade, e tmbern ensina-se com pe;ficac Cal ILO Va lifl T.rTiaq
Rjcos vasos com po do arroz. possivel mencionar'; mas com a vista se a todos os compradores. Estas maehma '*,. k- xiiouua.
certiflearao do sortimento desta esf^hele- sao ismaes no sen trahalho ao di- m ?**?
- -- ------. r------------ |"w>" uvutiviMI litas l/UIU
m vanado sortimente de jarros de por-; certificarlo do sortimento deste
;9lana- I cimento.
Aguia Negra, rua do Cabug n. 8.
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoniza para lineia os cabellos
da cabeca e da barba, foi a nica admittida
i Expo$igao Universal, por ter sido reco-
nhecida superior tod;>- as preparacoes at
boje existentes, sem riterar a sade.
Vende-se a ($GOO ceda frasco na
Ra pu Caa n, 51.
1. andar.
reiras diariamente, e a sua perfeico tai
cmo da melbor costtireira de Pars. Apre-
sentam-se trabalbos ejecutados pelas mes-
mas, que muito devera agradar aos preten-
dentes.
OJivro para o mez de maio
Acba-M venda na rua do Imperador n. 15" n
bem conhecido livro do moz de maiov coniendfp
alm do mais, versos, ete, e tambem os cadernos
de versos proprios para a mesma devocao, nitid;.
i ni pr as sao, e preco muito cmmod\
Joaquim Jos Ramos, na rua da Cruz n 8
neiro andar.
pn-
Vende-se urna pane do eiienho Purgatorio.
ae grane prodarrao para agrlcntTura, sH> na
freguezia de Ifuarass, assinreonto se vende en-
tra parte do engenlio Ojrte de Cima, annexo ao
purgatorio, que muito convAcn comprar amboa- a
tratar no Remedio com o Sr. au onio MeneiioCor-
; deiro de Gnamao.
3 portas, 1 ja de ferragem
I 53-Rua Direita--53
Xeste Brande estabelecimento, ha para vender
um completo sortimento de ferragem, e miudezas
'" ut- >"">'". bui uuui iocm por ncar com a rren- "nas e ?rossas, como sejam bandejas cbuMzaa
le para o nascente. e em qnina de moa rua e perto qpadradas e ovaes, facas e garfos de 1 2 no-
do banbo : a tratar no aroiazem da rua do Impe- lies. balance inteiro e 1/2 balanco; panellas eha-
rador n. 16. __ : Iheiras, cacaroas, fripideiras, 'assadeiras, 'usk-
de ferro como de porcelana, moinhos para caf d
Vende-se
nm terreno na Torre com 100 palmos de frente c
320 de futirlo, em btn local por Mear com a fren
-7 Rua Nova N.7
I
TaO

'
Acaba de chegar este montado esKJbelacimsiUo novn sortimento de
bom calcado para homens, para senhoras, para meninas e meninas, Glido
nas m*is importantes e conbecMas fabricas ..premiadas de Pars aam^Sna fi>
perfumara do Cotldray-e de Pfver-luvas de pellica de Jonvm. SpelbalZ
ques. obras de onro. -a.x.nl.as de catara, e um s-m numero destas e flSras
qninqnH.arw.s francezas de muito go^to e phantasia. e a mis inisr/s-ante v
. jedade de brmquedos fnricezes c aitemss para niretimenio de crianr.-
da

diversos tamantios do febricante Japy, pesos kito-
!pra.-irao% tanto de fenv, como de laiao, metro
para medir fazer.da tanto de forro como de latao
; teatre, breu, barbante, enxofre, papel marea via-'
! oo, do verdadeiro Ricardo, machinas para dssea-
rocAr signdao; alm de outros artigo de terr.-
gem, DinAtzaa cutiaiias finas, que s com a vis-
ta se vanea; Da raa direita n. 53 loja de 3 por-
ta- de Mannel fcmtn de Oliveira Braca* C
CraajSe armazent &a raa
Impe akrz ?. O
Neste grande armazem vende-se louga ingleza
finas o ordinarias, appareHm le porcelana para
jantar e para ch, jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assirn como grande
sortimento 9b vidros finos c ordinarios, que ludo
se vender tanto a retalho como por alacado pelo
mais barato proco que em ouira punlquer parte
ctiamamos a attencao dos rregne:ss qne serao de prtaeuTiaAbd^eVqal Mveld^^
n^9nmf'? ervid?l.!fnV T eTmod0i n^^^^^wn^^USSSna?
preros como na boa nualidadc das fazeudas. qher parte.
tu w, m
Chegon ao an-ro deposito de Uenry Forster
u. rua do Imjierador, nm carregaruento de tu
60
"A
am nutra qualqu
RUA DA IMPERATRIZ
^E'5^"S"S^&fefe
COM 3 ESOSUSSP ..... is '^10^* m 6 fincha.
8fU*mmS^ AVm-- n-2mlm" escosskas.
z.m m 2.0UJ US. 0 Pjio Um bonira'! c.' Srav-&e^nd^q-nh^ M lad' en*> fazendo
Mt^lSaoS^SiJ^iS rreS!fna,t ,IQ3 q" se vende mais barato, por
,mh I a 2* raetro' tend0 haver (Tande porcao.
tamb.-m dis mesmas, porcm inglezas com1'""" ~"
a mesma larg-ira qne se vendem a OO,
e 15283o metro, sendi apenas precisos des-
ta arfa fawnda para st fazer um vestido
i du 4 l/ metaos, pechincha,
SAFAS BORDAD \S
as fazenda, se dao os hvros das amostras, ou se mandam levar em.suas casas, para melbor pj
DE LARGURA A CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 105000.
Fende-scum bonito sortimento de saias
bordadas com 4 pannos, assim como diUs
j promatas, do llasmha, enesgadas com
bonitjs barras boidadas a 13a por precos
muito em conta.
PANNO PARA SATAS A 1JIO0O, 1,$280 e
1(1300 RS.
Vende-se bonitas fazendas proprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lado, dando a largura da fazenda o compri-
ment da saia e vende-se pelo barato preco
de 15000, 14290 e 15600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 o-j 3 1/2 metros para
cada saia pecbincba.
I"'toaos e eascailras prelas.
0 P.-vao vende grande porcao de pannos
pretos do mais baixo at o mais fino, por
preco que admira, assim como um gra-de
sortimento da casemiras prHas para calcas
que se vendd por preco mais barato do que
em ootra quslqoer parte.
TstIdos braocas a 124000 rs.
0 Pivo vende finissimos cortes de ves-
tidos de cambraia jranca, ricamente borda-
das e com m tita fazenda pelo barato preco
PANNO DE LINHO.
Chegon um sortimento de pecas de pan
no de linho do Porto, que se vendem de
700 rs. at 1$000 a vara, garanndoso
que em fazena de lioho nao ha nada melhor
CORTES DE CASE MIRA PRETA A 4:,'00.
O Pavo tem os superiores cortes de ca-
semiraspratasenfeita'ias pelo barato preco
de 300 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
nem mais proprio para lences e toalbas. de 4,1000 rs.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de8|;!O|.lH.ift|oe0,
Cliegon para a loja do Pav3o um grande
sortimento dos bonitos, e ricos corUnados
bordados, propnos para camas e ianellas,
que se vendem de 8|000 o par. at o mais
rico que vem ao mercado, e vando-s mais
_ O Pavo 'ende excellente fazenda de pura
13* com as edres escaras muito proprias
para caigas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequnntam a escolla por ser
urna fazend leve, escura o de milita dura-
Cao, pecliinca a 800 rs. o covado oo a
2J8O0 o corle de calca para bomem.
FINAS BARGES A 040 RS. 0 COVADO.
O PavSo tem as mais linda? bareges de
ras sendo m;ias transparentes, com urna
so cor, lendo : lyrio, azu!, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e iiqui-
da-se por 640 rs. o covado. por se ter fei-
to urna grande compra, asim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chinch. r
ALOOD0S1NHO A 8,5000 COM 24 JARDAS
0 Pav5t vende pecas de superior algo-
dadsmbo largo proprio para todas as obras
por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
co de 85000. pechinena.
PECAS DE MADAPOLAO A35500.
O Pavao vende pessas do muito bom
raadapol3o, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 3^500.
P3CHINCHA EM ALGODAO A 4!000 RS.
O Pavio est vendendo pecas de algodao-
smbo francez, tendo 4 palmos de largara e
com 11 metros cada peca, pjlo barato pre-
CROCJIES PARA CADEIRAS E SOFA'5. iCRETOXES COM 10 PALMOS
O Pavio tem um grande sortimento dos I 2J000 RS
i bonitos crochs para caderras, sors 0 Pavo tem urna nova remesa aa mui-' Pa'3ftZ u grande compra de cha-
to acreditada cretone, propria para lences pos de so1 de Pura seda, inglezes, com as
tendo 10 palmos de largura, dando na lar- liasPras paragio. sendo neste genero os
gura o comprimento do lencol e vende-se me.",ores Q"e tem vintio ao mercado, e li-
pelo barato preco de 25000" o metro, sendo i (,uidam"se cada um P'-'10 Prp? de 105000.
aso> apenas para um lencol um metro e roPAS PARA HOMENS PAM TODOS
OS PRESOS.
mesas, almaradas etc., propnos para co-
brir presentes e vende-se mais burato do
que em outra q.ialqaer parte.
Algodo eafestado.
Vende-se urna grande porcao de algodSo ,
sinno americano cim 8 palmos de largura, urna quarta ou metro e meio.
proprio par*tences e toalhas, tendo liso e .,
trancado, que se \-ende por preco mnito em tRpSD|!?APLES pretos de 600 at 7^000
coola. i f\a loja do Pav3o encontra o respeitavel
CRETONES matizados para VESTIDOS A o Pubi,co um grande sortimento de grosde
E800 RS,
Para o Pavo ebegaram os mais bonitos
cretones escuros matizados, proprios para
vestidos, roup3o, chambres etc. qne se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma razenda com padroes claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 040
rs. o covado, sendo os padres mais mo-
dernos que tem vindo ae mercado.
OS SETINS PO PAVO
Vende-se es mais bonitos setins de cores
e mais eneorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
LAAs ESCOSSEZAS
LAS ESC0S6EZAS
, v LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covadoi
Chegou para a loja do Pav3o, o mais
elegante sortimento das mais lindas laazi-
nhas escossezas com fios de seda, qeaes
fazera o mais delicado eHiito, para.veidoa.
de duas saias, vendem-se pelo baraiissi-
mo preco de 560 rs. o covad
naples pretos de todas as largura? e qua-
bdades, tendo de 15i00 o covado at 75000
e 8500 j, que se vende .por preco muito
em conta.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
cbovaes para baptisados.
Cortes de chitas.
cam 10 covadas a 300O.
Vende-se corles de chitas finas tendo
escoras e alegres com cores Gxas, sendo
fazenda de muito mais dinbeiro, pelo bara-
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 E
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que
se vendem a U 800 e 640 res o covado
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas d'. todas as cores
Basquinas.
panno preto e cazemira, calcas e coletes deL |! ,. as mS!S modernas basquina
brim branco e de cores, que tudo se vende ?J?5?et,nba?J d.f seda Prta rfeameote
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qtialqoer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias croas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O PavJo vende urna grand.? porc3o de
cortes de vestidos indianos, tendo dnas
saias e tendo baslaote fazenda, com os gos-
LPrf nAe 3T' lendV C0Vad0S ada os raais n"'os W e qida-se
um, peh.ncha, para acabar com o resto, a 55000, tendo cada um seu competente
CASSAS FRANCFZAS.
figurino.
barato qua em outra qualquer p
CERA DE CAIKAUBA. M
Vende-se sopsror flra de carnauba em
saccas, raais barato do que otra qoal-
quor parte, na rea da Imperitriz n. 60.
loja do Pavio.
CAMBRAIAS BRANCAS- A 4f000, A PECA.
S o Pavio vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempra se vendeu a 75 e 8;X)0, liqui-
da-se pelo barato preco de 45000.
Aos dez mil corado*.
De laasirilm a 400 rs.
O Pav3o vende pelo barato precode 400
rs. o covado, ama grande porcio de rasi-
SEDASDB LISTA
SEDAS ft< LISTA
SEDAS DE LISTA
a 25000 o covaflo.,
Chegou para a 1 .ja de Pavao uta grande
e bonito sortimanto das maio indas seda
de listas cot at mais delicadas crestfteulCBV
entre ellas algunas qne senempara lato, e
vendem-se pelo barato proco de 25u00 o
covado, pecbincba*
lindaS ffif ^Sc.do.'S CASEMIRAS *MW*S 0 COVADO
n^dlSftE?J?,0S'?S,preC08? qnal OPav5otempara vender bonitas case-
nm finitn fl^1- d?S amoslras' ?.S5lm a?.0, miras mescladas e bastante encorpada para
taTfran T:,0 l,meDt **? mi& oda8 ^ ">cpa homens e meninos pelS barago
galraoona^escuras e alegresjpie se ven-'preCo de 35000 cada covado ou 55030 o
Sras^ e*eo,ta- e ta** se dao corte de calca para hornera.
_ Cortes de casemira a 4*600,. cas*BO.
vende-se bonitos cortes des casemiras
!raL2.SicorM Pel '"ra'0 P^vo de 45,
oa lasioo a coataov tanda duft larguras, Na loJa > PavSo manda-se fazar qyalquer
peca de obra a vontade do freguez, para o
Roupa por medida.
FAZENDAS PARA LUTO NAUAcPAjO
Encontra e respekavel publico neste es-
tabelecimen o um grande sortim;ntn de fe-,
lendas pretas, como sejam cJtssxs france-
VKCHI.\CH1
que tem um perito alala te, responsabehsan-
dose os donos-daestatoKctaetJto porqual-
EM CAMISAS DO PAVO A 45500 RS. ^qper falta" q^^bv^r^r^de'-"
Vendajse im bonita sortjmetiae-de imito mora, quer por qualquer efelto na obra;
mis e-andanas cambar ingleaes ooiej- e para isto encontra o respeitavel publico
t* coioruha^ alhii o foaes^aelo um grande sortimento de todas as tazendas
baratissuno preco de 45500 rs. cada ama qae desojar.
e aasfrifsm, q0e eomaraanav duzias se
ibe Jara um abatimento, garantin^o-se que
m e, .ogbw.. chitas pretas do> M4is .: fftaadi ^S^tSSSSn
qHa'.dadHS, fezendas ds lii de tnda-qae Hqaida-^ por a? So^ Sr^Tte%D
tem v.nd, pr^riaapsssJn.0, sen^ttU'amagnmfe compra as
REAMANTE A 1800.
Vande-8* superior bramante com 10 pal-
^aacAres, lastrosi ^nwtacfo de poone- pasinas, merini etc. que ludo s ved ZSt jSSS8 ^ ^f6.0T ****'*'V*Jendo Preclso Par' ?d*
*fj) seda, MObineha. ppr preco barato. 4 ^ffr?tooli?^ e d,tM ** algod30 i*$-Tm ^ llqs do Pavso srt* constantemente a^tMsVTlw.aslda m^&nmte
enfeitadas a vidrilbo, tranca e stim preto
tendo de todos os modellos, os mais novo*
que tem chegado e vendem-se por preco*
muito razoaveis.
P0UPELWAS DE SEDA
POUPRIJNAS DE SEDA
POPELINAS DE SEDA
a 5000 o covado.
O Pav3o acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas verdadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
droes mais delicados que tem vmdoao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias par
alliviar luto, e vende-se palo barato prece
de 25000 cada covado, pecbincba.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das nao-'
lbores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 35500 peca at a raais
fina que vem ao mercado.
ESPARTILHOS A 5*0.
Vende-se um bonito sortimento dos ras*
lbores e mais modernos cspartilhos tendo
do barato preco de 55000 at 8000.
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
Vende-se o mais elegante sortimenta das
mais modernas e bonitas chitas tanto ro-
das como gradas, com cores claras e es-
curas, dando-se de todas amostras.
FSTOES BRaNOOS A MO, 800 B I***
Vende-se muito bonitos fastoes brancos
muito flexival proprios .para vestidos da
senboras e roopa par mennwja e vende^ay'
a 40, 800 e 15200 rs. o covado.
cusas a r*.
0 PavSo esta vendenMtt cassas^
asros fixas a 240,280 Ors. o cando.
\



)
I tf->
Divio de Pecnftwkuca Sabha lo 7 de Maie 4* i&70.

Quinada ra da Aurora, em frente do caf Imperar.
uuais realidades Jo feidas?dr,Ualoet04,USlJo^'SngorSo luso.como
Eimas.
em todas
>dos os'p^V^ *" oei merejo,
i als apupado gosto se eSJ-'^mS- w^mwta o quo.om afliges de moda e
*. *,* este asas ;s tsar*
4^
toJ*S^^^5nc
o,
liOefA
DO
6* Qinm^
lodis as quaiidades quo costuma vir ao mor.
esa-
Gase com listras os seda e flores, fazen-
da inteiramente nova par vestidos de baile.
A10KM8 da tadiw <* nurw '- Grvalas p. ra senhoras homwis, o mais
J&T^^^ ^srssst diversaslargu-
5ff Pr<3ete ^ 4ua,(Juer *5** ^ Collas e pitnos boj*
Atoaibido de q1m> a algodo, branca e
* c6res proprios para tois* Gorgr3o de ^ pretQ fl de ^
Basjoioa* de sedTpreUs e muito moder- G[08,1enaP,es Pf ede cores, baven-
m. bem cono de^!Srr^S d d'VOrSaS "'^o. e gostos.
cosi e fe i ti o ? ;^_*
Bareges de cures variado sortimento.
Banadinbos ou tiras bordadas epi todas as
oreados para senhoras.
^ buaranapos de linlio pequeos e gran-
grande
. rabaldes e pa&wios. a tard*.
Laazintias do todas as quaiidades, cores
e gostos, nao ficando nada a desejar, tai
o sortimento quo existe para escolher.
Lencos, ludo quinto pode baver desde
esgutDo ao algodaocommura.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
linno de H palcos de lar- nado sortimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Lavas de Jouvin, chegadas por lodosos va-
do lobo branc e de coros, do mais B ^S^,*^^*"
nmodoaoma.scaro emqualidade, alfian- d'Escocia, brancas e dec?e VKrm^0
ndo o que ba de melbor na especie. i scy>
rJ^8/^0*150 comP,eto sortimento e Madapoln; iedescnpiivel o grande sor-
'dede de pre;os tmenlo que ha neste genero, dsde o mais
auguras
Bslbatina de todas as corea.
Bolsas de tapete para viagem
cardade de lmannos e gostos.
Bombazina preta de todas as quaiidades.
Bramante de "
lora, e todas as
Bretanhas de linho ealgodio," grande sor-
aoeeto.
M Quaado a, AGUIA BftRNCA. mais precisa scientiflcar ao respeitavel publico em
?hPrl,CAUlar,a -"".S* TTT' da tmm*tia<> de objectos que ltimamen-
te tem recado justamenteiquaodG ella menos o pode fazer e ponme essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ib'a attenderSo roiavarSo
continuando porUnto a dirigirem.se a bemcoobWja da .UIA BB^afrua do
ueimado n. 8, onde sempre adiarlo abuoduncia em sortimento de superioridade em
quaiidades. modicidad em procos e o seu nupc* dewaeottido AtlRAO E SINCERJDADE
Do que cima tica dito se..cmibece que o tempo ie que a AGUJA BRANCV ode
Si?regt^ardWW"^mpb^ a aquelles que a
rar o nw^nera0d prV8r"S' f* ^^ ^ ^ ^^itanj, entretanto sem ennume-
llJl ^t0S qua- Pr ^WtureasSQ majsconbecidQs aH, ella resumidamente indi-
b m 2"a CJa ,mporlaQC,a' ele8anci* wvidtde os tornam recommendave^ orno
GALLO VIGILANTE
Rae do Crespo n. 9
Os proprwurios ttstfe bem eoahecido eltabeie-
cimente, alera dos imiilos objcto que tinham ei-
postos a aprceiarao do respeitavel publico, man-
daram vir e araljatn do receber pelo ultimo vamir
Corpinhos de carabraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeitao de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
iidades para cintos.
Leques uesse objecto omito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
rf suas quaiidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melbor.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de llores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimenlio de dtta
serapre melbor quajidade.
Lindos vasos cora p de arroz e pinsel,
Caiiinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos peutos dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de piaque.
Aderegos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tnesouras para frisar babadinhos.
Aspaa para baiao.
Novos stercoscopos com 48 vistas, as
qaaes sao movidas por um machinismo
pelo ultimo vapor
aa Europa um completo e vanado sortimento de
iuas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
l*> resolvidos a vender, como de seu costume
por prefos muito baratinhos e commedos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gomabas e punhos para se-
onora, neste genero o que ha de mais moderna
superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e nquissimos eneites para cabecas da-
Ex mas. senhoras.
Suparjores trantas pretas e de cores com vidn-
do melbor e mai bonito.
.,Xiom. ,e bonit,> ieqnes de madreperola,
i^'i R'. a' f osso' 8endo alue,les franco,
com luidos dcsenos,e estes pretos?
Mito superiores meias fio de Escossia para se-
naoras, as qu.-^s sempre se venderam por 3QJ00G
a duza, entretanto que nos as vendemos oor 20
a era destas temos tambera grande sortimento dt
outras quaiidades, entre as quaes algumas muik
^8^ bon8aas de superior canna da India t
casiao do marfira com lindas e encantadoras figu-
rai do mesmo, neste genero o que de melhor s
poae desejar : alem destas temos tambera grandi
auantidade de outras quaiidades, como sejam.ma-
aeira, balea, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras quaiidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
v Ia iiannse idade.
avalhas abo de marfira e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a -
as
mais
quaiidades.
Caobraias b
*6 de todas-as quaiidades e'precos.
mXSSgSSmSmStSl
W*te ncament Mhkl par. Sras. ja para ves.ir e orTr TmTS "
camisas para homens c meoinos, to va-
ado sortimento que vai do mais ordinario
madapolo ao mais perleito bordado de li-
te cambraia.
nosso
dse-
Camisas de raeia, de flanella, brancas e
<*e cores para homem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
:o* se pode imaginar, sendo d'isso a me-
aor prova o grande consummo dallas na
'.JScioa da casa.
apellas de flores, para noivas e bailes,
tesde a mais candida lior de larangeira at
i mais wteressaute griaalda.
Cbapelinhas no melhorgosto.de todas as
ores boje preteridas pelas senhoras de
ass apurado rigor na moda.
,mo gosto de Pars. Peiberinas
Uapoosde sol, para senhoras e homens, gosto.
Mantas prelas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretoe, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
33
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
Commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditos de casemira muito finos
mesa.
Peitos bordados de linbo, lisos e
god3o para camisa.
Prmcetas pretas e ^e cores.
Popelina do seda e linho, com stras e
Entremeios em pecas de 12 liras.
Guipure pranco e preto de diversas qua-
iidades e desenhos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-' lBm substitiiem as outras.
ria. Vistas para stereoscopos.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para mentos,
Eoxoivaes completos para baptisados.
Bonitas caixinbas de vidro enfeitados com
podras.
Ditas de aadeira enveniisaua com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
para
de al-
Toaquinhas de fil, sap3tinhos bordados, criancas.
i Divers
' para enteiies de mesa e de lapinhasl
6 Htffi dLt0S^ Diversos objectos de porcelana, proprios
Camismhas bordada para ditos. --------
mtmm coipleto
AR.W AZE\S
NOS GRANDES
DE SBCCO^
HOf IIAUOS
para senhoras, do ultimo
ie^ toaos os pre;os e variados gostos.
Chaly com ricos padroes para vestidos.
Ulft de todas as quaiidades, avultado
umero e e5o menos variedade de gostos,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-
> e variedade de padroes e novos gostos,
U neste artigo tudoquanto se pode desojar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-
;;nar de melhor.
Coques, o melhor no
3, varios tdhanhos.
Colchas de seda com borlas,
"ado g.isto e lavor.
Ditas de fust3o branco e de
~re$os commodos'.
Corpinitos de cambraia, ricamente borda-
i p3ra senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e
61o,6 que de melhor se pode desojar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
a-or sortimento.
Damasco de 13a de 9 palmos de largura
.adas cores e ricos padroes.
3
Espartilhos branjos e de cores, para se-
-horas e meninas, o melhor neste genero ;
tenhuma Sra. deixar por certo de muir
*e de t3o precioso auxiliar perfeico de
~sa corpo delicado.
Entremeios bordados.
E9comlha preta.
gosto e nos entei-
o mais apu-
cres por
da-
de
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAVILHO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquet d'Amour, final-
mente tudo quanto deve eccupar o touca-
dor do urna senhora de gosto.
S3
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com foilios e sem alies, o melhor possivel,
Sahidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e quaiidades e
o mais barato possivel.
Sarselim de todas as cores e quaiidades.
-O
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os l-
mannos desejaveis, e em peca para ao-
vados.
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter^o.N. 23.
DE
S1MA0 DOS SANTOS a C.
rantulas peio tabicante, e nos por nossa vez tara
bem assegui'sinw, sua qualidade e delicadeza
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox
aS&^ depeso'frUIa' Pinche.
Bons baraiho de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
luraanas e dos melhores e mais conhecidos oer-
lumistas. *^
COLARES DE ROER.
hJectncos magnticos contra as convulsoes, e
fa^mtam a dentigao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos w
vapores, afim de que nunca fallera no mercado
tomo ja tem acontecido, assim pois poderao aquel-
tes que delles precisaren,, vir ao deposito do galb
guante, aonde sempre encontraro destes verda-
deros eoares, o os qnaes attendendo-se ao fin,
para que tao appcados, se venderao com um mu
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamot
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por preco muito razoaveis loja do eall
vigilante, ra do Crespo n. 7
COGNAC.
BRACO DE OllRO,
Ra do Imperador n. 26
O respeitavel publi. o encontrar neste
fetal*-! cim-tito dimaiMBie um completo
o.iirneoir, de pastelaria, boiios ingl^zes
polins p5ils-dc!, prgsentos dos ul.imos
ch'g^.dos ao n-cn-adu, sabine do lion, bo-
liobos tinos de todas as quaiidades para cb,
amen loas c nfriudas. confe los, b(;mboDS,
pa>tilhas, chocolate irancez em I bras, pas-
nihas do mesmo .cartxo* e caru-iras com
stis chai utos de dio late rada urna, "ste
sortimento de liscolate do msis arredila-
do lubricante de Pars o o mellu.r que at
boje tem \indo ao mtreado.
Viulios nurtugoeies, Ogneira muito supe-
rior. Os mais {.-enuinos e Mi|ieikinn visos
d i Porto* moscatel e Setubal, o iustwdo
public encostrar orate esui.e ec meato
por C( mrnodos pn-cos, fazeudo-se :ib.->iiaen-
to a quem oprar era porfi.
<, Licores de t-das as qualicades, asmis
unas, enlre elles <> afamado Aiapana, *4*
licor o mais saburi. uperor, at
boje coobecido. JUrp. s de groa Ibc.'i osa.
mar;-coja. caja etc vinbos de^Uo.d.aox de
loria- as marcas, o naja st,peiio. .ie se
pode encentrar, chaniprigne de CheverrH
mudo superior, os ma unos e superiores
cogo;cs fiancews. ol:l-!om, de tod g as be-
bidas ;leuosas, este i mais s;iuiar para
quera soffre do estomago,
Cousenajde legume*. poiluguezas, fr;o-
cezas e ingltzas, mlbos mostrada etc.
fro. ts seccas ciistalisadas e em rada, na-
ciooaeae estrangiras d-' todas as quaiida-
des. cha-uto dos mais acreditados lab:i-
caolos da Babia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Rio do Janeiro, pintea su-
periores, e finalmente tudo q-ianto se de>-
jar teud- nte a este genero te neg ci cora-
prometemo-nos a satisfazer toda e qoal-
quer encemn-enda com a maior pivmiii^o
e asseio : Como dejan para < asanuvuos,
baptiados bailes etc., umbem fe reccb-
ene 'mmendas de p>s de lo ou b .los do
qualqtur espprie enfeitados e decorados,
bandeijas de bonhos com armacSo uear, assim como de papel, prcas njoma-
das. gellatinas de fi ucta-, ai, endoas, leite
etc..
Os dooos deste estabelec'mecto nao se
tem poopado a desprzaj para, mt-lh. r me-
rpc rem a acoadjuvafao do ilustrado pu-
blico.
Toalbas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalbas de linho e algodo de iodos os
tamaitos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de efires,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
^^
Vistuarios bordados de fusto brancos e
i de cores para meninos, de cambraia para
> delSSS.,I,ieUlBe,hor tm vindoa
PROGBESSO
10 Patvo da Pnha 10
DE
SIMIOS & FERREIRA.
rto # ProPf,elar,os ^stes bem sortido? armazens participam aos seus innmeros
ireguezes tanto desta praca como do maUo quo tendo feito grande dimiauico de pre-
cos as suas mercadonas esto por isso resolvidos a vender por menos de tO e sV
HFlex m ra ^alquer parle, garantindo-se porlanto a s perior qaa'idade de qual-
ELJf? co!nPrado "estes ** fislabelecimeqtos. Mencionamos alguns dos nossos
cina-los a V Sa c*omPrehendjdos os 00tWiJ' 9' Se alguem duvidar venha ver.
Gaz americano marca Deves a 6fc a
De superior qualidade da mui accrediu
Ja fabrica de Bisquit Duboucb A C, ec
ognac urna das que mais agurdente d-
fgnac, foraecem para o consummo d-
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra d<
jommercio n. 32.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende n
ra da Madre de Dos n. 22, armazem d
Joao Martms de Barros.
J cordeiro prevident
I ta, 380 rs. a garrafa e oGO o litro.
Azeite doce de Ljsboa a 900 e .0DOO a
garrafa em porfao faz-se grande abatimen-
jto.
Taris, recebida no ultimo paquete.
Esguiap de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
Csde de gostos e lindos padroes,
FLhs de crochet, modernos com cintos
capas, o qoe ba de melbor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
" gostos e padroes.
cores e quaiidades
M
Vestidos de laa escoceza de 2 saia6,
novidade pelo padrao, gosto e forma; ditos
de linho cora barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos justos para
! mostrar a forma de os fazer.
j Veos de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras nossas Exmas. {recuezas me
JSSmLSK" ^ e Ttanei bras>'? d rA "* H" ao i,luslrado PDblico SS
ranewa Dranca e decores. apurado gosto em semelhante materia cra-
tiHri'JrT h a ,maS ^- quer ao bom osto nosso foSc3 em
M? atiSa mnmram03' ^o^VILHaO Paris, podemos garantir que nisgSm nslte
Mis. SLnssjard,m a,= Botue meU' *
^oof
e e o bom g(stoo movel nico de seus oegorios.
^JS^l60 t0dV .P1"00*108 semPre a Prover-se do que por veotura lhe
io, os propnetarios deste suroptuoso eatabelecimento
Vinagre branco mandado vir por conti
propna vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro. 8
dem tint Fi-uein, Lisboa e Porto a
320.280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Bstreitoi' Ca em caroco 220, 240 e 2S0, a li
a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 640 bra kilogrammo a 480, 540 "e 600, e
760, 720 e 600. 7^000, 7^500 e 880G arroba.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 oQO Milhoalpista 200 rs. a libra e 440 o ki-
a garrafa, era porco ha abatmento. | gramma e 53800 a arroba, em porcao ba
Vinho do Porto, engarrafado das melho- abatimento.
res e mais acretadas marcas a 15000 e i^OO' Q|M*{J* fresc08 de ultimo vapor a 3<200
t^oOO o U a garrafa. e 3*400 cada om.
dem Bordeaux, Medoc e St. Julien a] Ateto"'* macarras, talharim a 500 rs. a
7(5500 e 6I500, a duzia e 640 rs. a garaft ''Dra e ^100 kilogrammoem caijao ha
Genebra de Holl nda e laranja doce aro- j amento,
malica a 6d500, 74, HfiQOO, a frasqueira. Sabao massa -deM* e 2a qualidade a 220
Serveja Bass, Illers & Bell a 90800 du- e 240 rs. a libra em caixa ba abatmento
eja
mreceio de serera'cotradictos e"pTotetam t^^rST^^TSS!^t
1fc*d^&eteia ^t*0'' Qertos'de que d0 ^SSZSSSm
tas TJromntS0nStJfnpr* a ffici^ de alfalate diriida Pr nm dos mais babeiaartia-
on"fiado PmSSl.?10 ^P^0 e bom 80s^ W*f M"abalbp ase lhe seja
SRA rS os aaeti "P**1**** ^a^ nWfc *> PAVILH0 Di A-
-a St'c2e1 S^SJS fW*. arant 9*m apurado fcosto epromptidao
-* vsecqvao fi a mars completa ranejeJp nos seus trabalhos.
-i* MA BUO>,"osa fregoezia ope pos honra urna prpva de que merecemos ocon-
em5! i&fcS-t80 Te8la5a,eciai^t0' ">Mto qqe- proejaremos fiSr iada
zia em porcao ha grande abaiimeoto.
dem m-rca II e T e outras marcas a
33500 e 64, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ba outros muitos
passas e figos, charutos finos de divers
qualidides.
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki ogrammo, em arroba ba
grande differesfa.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
quaiid.des. peroia, f T2% marm?,ada' bo'achinhas de todas asi
em latas de u>to^!^*h^7'^^ Pmada' V*"' breu ^ixe
|p nAio Ar~aL judiiuaiies, urinna de mimo americana, grandes molhos de sh-'
VENDE- bE^)o arrenda-p o engeasi
3. Gaspar, sito na freguezia da Serisbem '
comarca do Rio Formoso, prosso do en>
barque, com grandes partidos de pial
Venda de lampeoes
p ra illiiminaqao.
excellen-
te loe : a wie anlf 3 que se aeabem, enfaores en-
%**W|hi.^Ml.* ^AVrfH7 c,rreadusdeiiluminas.*' baraja.
_ c Was de Vichy como seiam :
Diia dito Hanfc-rive.
i)iU Chateidiia etc ete.
Saes de Vtcby para rusto.
fstilhas de Vkby etc et SemoT 2:em ca8a de Tsset Mrp8'rua ^ S!.
ft mesmos leen para watt cognac soperior a
vnoos a drvers qualulades. ^^ ^ ,
tez de Mara
Cnticos e hymnos devlo para o msa
. d Mara,
UB oidfl vlame encademajo de coaro
1*6(0.
De raarrcqoiin dounido
#00
LVBAB'A FBArtTWi,
R'esUio-BWdo,porqqe nos apresetams alindo
o o oosso esffie?nstoQ ^1** 8 ^-w^ Pf ^
de que podem^ar/' ^ ^^^ntrarem selle pelo menor precno#jva,
prstecejo o> iUqslrado
excellentissimas Sra. a yisi-
-uihti.-a fti.^ T ^^ *r .^^ aH'ouwmos pe;
WWCo e^sm o-inais prqfando convidamos a
tarem o oosso estahAi iade(
Aborto das 6 s 9 horas da noite.
AVISO
" a-* Mills Uiam 4 C, roa da
38. venan-se folhaa de ferro Ravanisadao
rs.
Taberna
1
Adroirem!
Ha* do Qoeimado o. 1S.
Novo e variado sortimento de perfuman
fiqas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de pern
ataxias, deque effecvamente est provida
teja do Cordeiro Previdente, eia acaba o
receber um ostro sortimento que se ton
aotavel pela variedade de objectos. superior
dade, quahdades e commodidades de pr
eos; assim, pois, o Cordeiro Providente pee
,e espera continuar a merecer a apreciac's
do respeitavel publico em geral e de st
boa freguesa em particular, nao se afi-
lando elle de sua bem conhecidamansidi
s barateza. Em dita loja encontrarlo c
preciadores do bom:
Agua divina de E. Condray.
Dita verdadeira de Murray Lansnan.
Dita de Cologne ingleza, americana, frau
cera, todas dos melhores e mais acreditad',
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita<4tos Alpes, e vilete para toilei.
Exir odontalgico para conservacao t
sseio da bocea.
Cosmetiqoes de superior qualidade e cbt
res agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
. Frascos com dita japoneza, transparen
a outras quaiidades.
.Finos extractos inglezes, americanos
ffancezes em frascos simples e enfeitados.
Esseacia imperial do fino eagradavel cb*
fo de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igoa.
mente finas e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad>
cem eseolbidos cheiros, em frascos de di.
* rentes tamanhos.
Sabosetes em barras, maiores e menor*
para mios.
Ditos transparentes, redondos e em fir
ras de mesinos.
Ditos muito finos em caiiinha para bar*.
, Caixinhas com bonitos sabonetes imitamJ
frnctas.
Ditas de madetra invernisada conteodo 1
aas perfumaras, muito proprias para os
lentes. m
Ditae de papeiao igualmento bonitas, tu
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e a
moldes novos e elegantes, com p de ara
e boseca.
Opiata ingleza e franceza para den tai
Pos de camphora e ostras differeau
malidades tambem para destss.
Tnico oriental de Kemp.
.. fiada mais coques.
Lm snro sortunento de coques de s<
W bonitos moldes com filis de vidrilbi
e alguns d'eUes ornados de flores e flu
Vcndc--ea ea torrea nm soln -it.-i rua
da Seiuala nova n. 21, emn s. brad.. .le nm indar
e sola., que lira na* fundos da IPewna, sito no heo-
fn r>: na r,1 -la ^rnz n. M se dir tfoem %vi,de
Vende se a ea-a n. lo d tere.. ... CaUh 1
90 veiho, por eim da rua Nova, lad do nrte
a CatT nn n ESORAVS FGiCOS.
Fnpio do onsTenhi Ma^Miacsnziribn rio dia
n de shnl de 870 .1 esrravo FHippe rom idade
de 22 aaaoa poseo mais i>n menos e< m os hrpaes
MVOiBies : preto. aliura regular, nlbo Ptnpapns-
sados. denles limados. p> grandes. ch-io d>. ei r-
po, levou venido ra|(.;i ,ie brin dqu.idr mia de n adapelan, rharo do rhd.-. e on a p.v-
'olla de e^pnlMa ; qnem o pepar podera er.>r(par
no dito enp.nlio quesera rerompenade: 011 n^ rua
do Li'ramento n. 20.
Fnpi no da l| de marco do rorrpnie naj
o escravo Francisco, rabra, de idade 30 anuo.
rom os sipnaes segirinies : rabel los ramfntiMS
rosto desramado e rom marcas de be;ifa nii-'
inla se ser livre, leveu calcas brancas. 1 alitot d.)
alpaca 'le cor e chapeo do Chile, nal. mi da
Parahyba, e f. i comprad ao Sr. Delmiro aivm
Maia, morador na Parahyba e jnlea se ter ido
para o mesmo logar ; de-ie ja protesta e contra
a pessoa (pie o liver ocultado. Ropa se a..s r;i.t)_
laes de campo, assim como as aut. ridade- noli-
cines que o irap m .i rua Direita n. 16. qoc ario
penerosamenle pratficados.
Cnntinda a esiar Tupido o moleque Gregorio,
de 17 innflB de idade. crir.ulo. c.m faMa d--d.-n-
fes na frente, test redonda, olbna viros c. rn orna
marca de qneiraedora na barriga, e oihb- na cx*
ce urna retrepada ja anllga ; po-ta de andar mm
caxpmbo : quem .. pegar pune levar ao engento
California 1 m Serinhaem, a seu senh-.r J..".' Flo-
rentino O. de Albnquerqiie. 011 a rua d 1 Prara n.
3i. que ser bem firoinpencado.
Ftipio do engeimn Pimb^iT^u^ca da
villa do Cabo no dia 24 de abril o es.T.v,. erioolo
acabraihado, de neme Pedro, de idade d>- 18 a 20
annos, pouco mais ou menos, com os sigrae se-
gumles.: altura regular, bem feito de r. rpo, roto
um tanto comprido, nlhns grande., olhar anv r'eri-
do foi agarrado m. dia 2o d- correnie ra miada
de Santo Anlao, tendo-e evadido das ma.K ifcts
porladores, julga-se que segnio novam. nie a me-
ma estrada, indo em seguimenlo pata S n.ni. t..
lugar denominado Pao d'Alho. aonde t. n. n.ai. ir-
mans e os antigos Pitara : pede-sc a an" r da-
de* pobcia s e capiiaes de campo raptara, d-i
mesmo escravo e enlrepa-lo no mesmo ei-genhn a
sen senhor, Domingos Muniz Pereira M- nteiro oc
no ecifo na rua da Moeda n 5 segundo an-lar
eserip|i\rio de Manoel Alves Fernanries & C, .|ue
serio generosan ente recrnrnf nsadi
DRSU
Em fuga para o Ico. donde c
natural
Aozent->o-se desde o da 9 de abril auno, a mulata acabocnlada IVsula. de i-iade p fl-
eo mais nu iiien.8 30 am;os, rhei.i do corn>-. ca-
bellos corridt., tem os denles da frente p if. ii..,
falla descancada e o maior sigual nma impig. ni
em um dos bracos de>de o cotovello ate a i,.u-
ohra da nao, suvi oe-se ter seguido ..:. -i |,
ilondo natural, lev.-u vesiido de rl.ila .sen.o
com listas encarnadas, acoslum?da a na -ibe i
gotla1 : qnem a pegar leve a rea da Matriz da
Boa Vista n. 46, ou rua da Cruz n. 26. oiie m
piatificado.
Fngio do engenta f.abeca de .Wit.. m dias
de novembro do anno passado. o esr.avn !e 1. me
Bruno, cabra, idade 38 annos. altum regular c--
lo descarnad., urna marca de fr da n > 1 -la. en
restada ao cabello, ps largos epran'is; enla
j Ur andado em S. Benedicto, onde f.V pre*. e
sqlto por duas ve.es : quem o pegar, pnV le^a-lo
ao dito engeojio, ou ao Jfecife, rua d.< < uh no-
va n. 38". que sei generosaroenle re.- -n [un arto,
Superior vinfao Bordeaux
Recite numero 5, ^ ^^^ w P*elasda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
\ Oorts de mulo gesto e perfeiclo.
FiTellss e QUs p*r* ciatos.
Bello e vanado sortimento de taes obju
tos, ficando a boa eseolba ao gesto do ees
#rador.
Anda fgido peU* ras dest, nda.ie e de
Olinda o escravo David de nacau Anp. la efke-
senia ter 40 amios, alio e rheio d. ri.r>... !#&
preto, com alguns cabellos brancos na. M b 1. ..'-.
grande* e grossoa. bVa-se aos espita. .; ranj.
po e as autoridides po|jeiaes que o 1 nr h ndam a
levein 1 casa do Sr Antonio V. da 5wi
na rua da Cadeia n. 4. onde sera hen. r-
--------------------------->1 --------------1 t&L.
silva rt.irr ra,
OpeQ-
I GW**iscas, core enraraa, que vdflde a
24f> rs. o cova J.., ou l(f^Q0 um W CQtVlq
aHendepdo
Vende se ama preta que coziu Tnm~- 1 Vw"''' *" ama *" b,-rna
garaWe-se na, tr nWni !!'_.!.'!Vd ^* '"' 1"^ 'P"4
DirmU.3,Vtram
u Cruzes n. i.
Sean araagaeja^
l>rageira n. tt a tratar arna das
CEMENTO
, fQBIVAWD.
[?y m po WPWwn amawUo de Vtoen'e Pr-
reira a Costa A Rlho. defreme do arco ds Ces-
tfht, em barricas grandes.
Fugio de rasa de sen entar da ridade da Vir
tona, o efrnmi Lote, idade 40 anmw. .abra e ca-
ra meio corcondo, ro-to comprido, n h 1 ai nd..
cataib s,DnwcaduH,SMna<> pirhairn. nunr: bar-
ba, bocea regalar, beic-som tnm rr -. r roo
rhel >, pe* fem e onm raehadnras, g .le b. b. r,
falla manso e nm tamo gago, nariz tfw p. nm *H
lado,lev..ii voHioj)BiHrxa ja usi. r*\- de
Mm pardo, topeo de fe||n> velho j m .. f .
do firaco, presuine-se fenha vindo pam r.ia r|
dade, onde ten um errriro, rile de ,.a
nite de 30 do p- oiimo paisado me;: q o m .. 1 .--
gsre |pr ao largo da alfandega. ,..... 7. n, -v
Prago A Rocha, ser geDerosamenie ice m a-
'tado.


s
8
Diario de
Pernambuco
r______:'
Sabbado 7 e Maio de 1870
r -"
UTTERATRA.

As duna eraaies.
Quero segoir pela estrada que leva de
urna das margeos do rio Tiel. na provin-
cia de S. Paulo, a om dos pequeos puvoa-
Jos do inferior, encontra, passando priroeiro
croa velha.pviic de madeira, urna senda
tortuosa e agreste qie tennina em urna n-
crozilhadj.
Em fice desta eneruzilhada fiea urna col-
iina solitaria o triste. Algnns artwstos de
fdlhagem verde-scura vestem aquie alli um
oo outro montculo de trra avermelhada, a
va lhes um spro da alma divina, a sobera-
na nspi-acSo da arte parecia palpitar as
curdas de'toda a obra qotf sahia de suas
ra5os e era destinada a revelar aos horneas
as melodas do ineffaveis accordes I
A lillia era herdeira do talento de pai.
A revelado do genio, como urna aureola la-
minosa circundava j a sua fronte bafejada
ao sol de dezolto primaveras.
Jo5o amava Margarida, e era preferido
em seus extremos. 0 velho ElesbSo, pai
da gentil moca, tinha tambetn 9incera affei-
go ao mancebo, cuja bondade e talento Ihe
davam lugar a prophetisar-lhe om esperan-
zoso' porvir
Claudio era naturalmente visita de casa,
qual em muios oulros pontos se apr asenta e Margarida pormaisdeuma vez estranhou
a express5o de seu olhar
escalvada e estril, o que faz com que
aquello pequeo monte, de longe, pareca
estar envolvido emum manto mosqueado.
No topo maisalto da collina einteiramea-
te a descoberto. levanta se urna cruz de m<-
deira preta, cajos bracos piedosos, o sol
banba de dia com seus raios fulgurantes, e
a toa na? noites serenas, inunda de diapba-
r.a e melanclica claridade.
A cousa de tnnta passos de distancia, e
no declive do morro, existe ama outra cruz
tambem de madeira negra e tosca. Nao a
ilumina o sol, nem a inunda o luar. En-
volver perpetua e terrivel escuridSo. Em
' seus brac s descarnados, pa de noite o
raV.hu agoureiro" e formam concilibulos
mysteriosos as aves de rapia. um lugar
de" terror, urna sepultura da maldicSo.
A outra cru desperta "mais consoladoras
irapressfles. Todos os annos, no mez de
maio, alli desabrocha em floridos pendres
ima roseira selvagem. Os passarinhos for-
mara rail concertos barmoniosos, e um per-
fattfl celeste parece romper do centro da-
quella vegetacao, onde a brisa bafeja suspi-
ros meiguissimos.
As duas cruzes encerram a historia da
urna desuladora catastrophe.
Sem querermos prolongar ao leitor a cu-
riosidade de a conhecer, vamos narra-la
com a rustica simplicidade cora que nos foi
transmitida.
Jo3o e Claudio'eram dous caipiras, pri-
mos-irraaos pelo parentesco, mas cujos Jacos
anda mais apertava a inseparavel amizade
que os unia.
Crearam-se juntos e juntos partilharam
as primeiras fadigas e os primeiros jobitos
Ha mocidade. Appareciam ao lado um do
outro as horas do trabalbo, sempre na
mais intima camaradagem tomavam parte
tas festas o folguedos do logar, sera que
ninguem pudesse comprehender a approxi-
maco de duus entes, que logo primeira
vista pareciamdistanciados pea diversidade
de carcter e nao meuos pelas qualidades
monos.
Jo3o era bondoso, alTavel, sincero, intel-
iigente e dolido de grande valor. Claudio,
pelo contrario, era rancoroso, desconliado,
iisolente e traicoeiro.
Minias vetea Jlo salvara seu prente de
: :;as a que de continuo o levava seu genu
turbulento.
Eran os dous o espirito do bem e do mal
personificados em toda a sua realidade.
Circumstuicias apparentemente nexplica-
veis levnos a amar urna mesma mulher.
Havia na fregnezia urna moca de dezoito
aonos, filha de um velho fabricante de vio-
las, que pelos seus encantos e formosura
l o idolo tiaqoelles contornos.
Margarida era grave e seria. Tinha os
ofbos lnguidos, a tez paluda, e a bocea vo-
luptuosamente contornada como urna rosa
virginal.
Alm de soa belleza, destnctas eram
tambem as sitas virtudes. Nao havia filha
.mis obediente, nem amiga mais sincera.
A prenda que, porm, Ihe attrahia mais
adoradores, era o timbre de sua voz argen-
gentina, raeiga e insinoante, cujas notas
melodiosas penetravam as fibras mais nti-
mas do eoracSo. Nao se fazia festa sem a
couvi larem, nem baria prazer nos sitios
onde ella se nao apresentava.
Seu velho pai era um verdadeiro artista
desconhecido. Nao fabncava e concertava
somente os instrumeotoa msicos, inocula-
sinistro, e ainda
mais as suas impertinentes assiduidades
quando Jo3o eslava ausente.
Quiz, sobresaltada, communicar isto a seu
pai, porm' o receio de algum rompimento,
que haveria inevitavelmente amargurar a
todos, a conteve, esperando ver se com a
sua indiTerenca o sen antipathico persegu-,
dor desistia de tal intento.
Mas longe de se desengaar, Claudio
recrudescia as manifestacoes de seu tres-
locado amor.
Urna n >ite Margarida cantava um magnifi-
co canto da vrgem, cuja msica era com-
posi?So de seo pai. JoSo acompanhava-a
na flama, e o velho ElesbSo em um antigo
piano, a cojas teclas os dedos do velho im-
primiam inexprimveis e maviosas harmo-
nas. Dir-se-hia que os espiritos celestes
adejavam em torno daqellas caberas dos
desconhecidos artistas do deserto.
Claudio eslava a um lado taciturno e som-
bro. De seus olhos faiscavam chispas ater-
radoras. O anjo do mal ouvia confuso e no
desespero as vibraces celestes dos coros
do paraizo.
Terminando o canto, Claudio levantou-se
sem dizer palavra. Os tres regozjavam-se
em mutuo enthusiasmo, e celebravam a
agradavel impresso que lhes produzio a
msica.
Claudio parou e dsse para Margarida em
tom desabrido :
Nao gosto de msica de santas!
Esta blasphemia causou no estreito cr-
culo desagradavel impress5o.
O velho carregou a testa e disse-!he com
ar severo:
Es um impo, Claudio I
Estas msicas sao boas para os pa-
dres e os beatos! contnuou Claudio, e
por mim s aprecio a viola e o fado I
NSo gosto de te ouvir dizer isso, ac-
crescentou ElesbSo. Quem n3o ama as mu-
sicas religiosas, nao tem alma nem senti-
meatos piedosos. um automato.
Seja o que fr, nSo gost>. Nasci para
usar da faca de matto e nao para cantar nos
coros da fregnezia. Nunca uve geito para
padre. Sou caipira.
Ser caipira nao a exclus7w> de sen-
tmentos elevados. Tambem eu o so.
Nasci entre o povo, e hei de morrer no meio
delle, quando Deus me chamar ao ajuste de
meus salarios. \as por isso mesmo que
nasci e hei de morrer com o povo, tenho
coraco, tenho alma, tenho espirito, tenho
grandes e sublimes aspiracoes Son filho
de meu trabalho, e disso me desvaneco ;
mas lamento a ignorancia e detesto a m-
piedade! E quem nSo pensa assim, um
desgranado!
Embora. Eu n5o entendo nada des-
sas cantilenas. Nao gosto de choramingas.
Tenho estado calado at agora, Clau-
dio interrompeu Jo5o ; mas cstranho a tua
linguagem! Se bem que pareco estar de
accordo com a rudeza de teus sentimenlos,
oJTende ella aquelles que te acolhem e des-
tinguem no seio da amizade.
Nio costumo pagar sermes. Digo o
que snto, e nao tenho que dar satisfacSo
pessoa alguma!
Sinto ver-le com ar tao desabrido!
contnuou Jlo ; e calo-me para evitar sce-
nas desagradaveis.
Fica certo que a ameaca nao cahio no
chao ; e que nao faltar occasi3o de ajustr-
onos coritas.
FOLHETIM
OS DRAMAS DA ALDEIA
por
Prmson du Terrail
n. 101).
fazendo a corte
E dizendo isto sabio precipitada e brus-
camente.
Imagine-se o assombro em que flearam os
tres. ., -
Est louco t exclimoa o velho; no
entanto s3o impetos de om carcter que de-
nunciam m ndole.
O resto da noilo passbu-se triste ; e em
breve JoSo se despedio de ElesbSo e Mar-
garida, apenando a mo desta com um olhar
amoroso.
D'abi em diante as relaces de Jo3o com
Claudio ficaram. muilo estremecidas, e a
affeic3o que at este lempo mutuamente se
consagravam pareca ir gradualmente arre-
fecendo entre um e oitr, ao passo que em
ambos crescia o seu amor e que difieren-
te amor! pela formosaMargarida.
No dia em que JoSo pedio ao velho a
raao de sua filha, foi um dia de inexprimi-
vel felicidade para aquellas tres almas. Era
o cumprimento dos votos e dos desejos de
todos.
Elesbao enchergava oeste casamento a
transmisso de urna raca artstica, tanto na
candida inlelligencia de Margarida, como nO
talento varonil e audacioso de seu prximo
genro.
Esta noticia espalhando-se no povoado,
foi recebida por todos com satisfacSo e ale-
gra. A fortuna dos que sao boas, parece
ser partilhada e germinar docemente no eo-
racSo dos que os rodeara. Assm acontecen
mais esta voz.
Chegou finalmente a vespera d) dia esco-
ltado para celebrar-se a ceremonia. Era
exactamente na vespers de S. Jo3o. Por
toda a parte o rumor e os folguedos entre-
tinham os habitantes da aldea.
Em casa de Elesb3o boave ama grande
festanea nessa noite.
Compareceram ella as pessoas mais
gradas do logar, porque o velho era bem-
quisto, e ainda que pobre, procurado e vi-
sitado.
Mocas n3o faltavam. Margarida era o
bouquet de violeta* no meto daqueite varia-
do e formosissimo ramalhete.
Cahtou-se, dansou-se, deitarara-se sortes,
brncou-se, e o tempo voo as azas do
prazer e da alegra.
S o aspecto sombro de Claudio destoava
da jubilosa express3o de todos o sem-
blantes.
Suas faces paludas e ofeos encobados,
denunciavam, ao carregar da testa, a toten-
c5o de um delicio, a resolucao de um erime.
A festa correu sem incidente notavel.
Terminada, porm, passava- j' das doas
horas da madrugada, Jo3o e Claudio retira-
ram-se jrntos.
Seguir as trevas, e qoasi silenciosos,
o caminho solitario.
Algumas- nuvens pesadas obscureciam de
espaco esoaco o firmamento Iluminado
por um luar magnifico.
O vento gemia nos ramos das arvores e
nos balceiros, e de quando era quando as
aves nocturnas soltavam pos agoureiroe.
Chegando perto de urna ponte, a ponca
distancia da qual existia nesse tempo urna
cazinba habitada por urna velha feticera, e
cujas ruinas ainda se vem hoje esquerda
do morro das duas cruzes, Claudio parou e
disse para o seu companheiro:
Oiha. Joo 1 om de nos dous de
mais neste mundo. preciso que um ceda
o lugar ao oeiro> ou que ambos desappere-
camos.
Esta perversa e brutal apostrophe assom-
brou, mas nao intimidou Joo.
Este, j de ha muilo seatia o presenti-
mento de urna grande desgrana.
N3o le comprehendo, Claudio.
simples. Ambos amamos a mes-
ma mulher, e ella n3o pode casar com os
dous.
Margarida ?
Sim, Margarida.
Perdeste seguramente
sabes o que estaes dizendo.
bras que Margarida minha
amanba ser celebrado o nosso consorcio ?
Pois por isso mesmo, que te fallo
assim, neste lugar e a esta hora.
Qneres matar-me?
o juizo. NSo
N3o te lera-
noiva, e que
0o t a mtmv Escome.
Jo3o n3o poda atiaar com o que otma.
Passaram alguns momentos de silencio.
Afiial esto ultimo, canteado a sua emocax>r
disse apparentemente ca'mo;
Escuta, Claudio. Qaei qaer dizer se-
raelhante toncara as vespera do da mais
feliz do ten amigo, eqoe o devia ser tam-
bem para ti ? N3o te lenho eu dito mil ve-
zes que o amor de Margarida era o meu
alent no trabalho, o meu consol as an-
gustias, a minha f no presente, e a minha
esperanca no futuro ? Que sem ella a Ierra
para mim um deserto, a vida urna pere-
grinado sem romo ? Que significa neste
momento essa ameaca e provocaclo cobar-
des ?
Significa urna resoluto inabalavei.
Mas que fina ent3o o ten f
Que me cedas o amor de Margarida;
oo que ambos, ou om de nos morra.
E nessa caso um assassino ?
Sou om rival; um tigre I responden
framente Claudio.
As aguas do rio gemiam sob as arcadas
da ponte com murmurio soturno e triste.
A la escondeo-se repentinamente entre
grossas e pesadas nuvens.
Claudio continuon:
t Jo3o! o que t experimentas por
Margarida, experimento tambem eu. T
foste mais feliz. Eu sou mais audacioso ;
corrijo a parcialidade do destino, lmponho
a lei nos acohtecmentos. OWenho pela
forca o que nao consigo pelo acaso. O amol-
de dous boraens por urna mesma mtrtber s
pode ter om desenlace de sangue.
NSo recuas mesmo ante o papel de
Caira?
N3o.
Jo3o deu om passo para traz. Era o
momento decisivo de travar-se entre os
dous rivaes urna I uta de rnorte.
ateste instante ouviram-se vozes e o andar
de uro cavatlo. O medien acompanhado
por seu pagero, assomou de repente na en-
trada da ponte.
Claudio, a e3te inesperado encontrOj fogio
para a matta.
O medico parou vendo Joo aquella hora
na ponte, e ao mesmo tempo o desappare-
cimento de urna outra pessoa, e- perguntou
com ar de curtosidade :
Qnem era aquelle vulto-que fugio ?
JoS-hesitou ero contar a-verdade. Mas
o medico iosistindo para que seguissem jo-
tos o caminho atoa casa daqueile, por onde
tinha de passar, ficou completamente infor-
mado das estraDhas oceurrencias daquella
noite. v
Prometteu que naquelle dia se empenha-
ria coa as autoridades para que d'abi em
diante vigiassem os passos de Claudio. Jo3o
antes prefera que se nSodesse publicidade
a este Cacto.
Era qpanto estascena se passava na pon-
te, Margarida em> seu leito virginal nao po-
da conciliar o somno.
Singulares visoes Ihe attrbulavam o es-
pirito, apenas consegua instantneamente
adormecer. Terriveis sobresaltos a agita-
vam, presentimentos horrorosos Ihe nao da-
vam descanso. A pobre moca, n3o poden-
do vencer aquella fatal insomnio levantou-
se e foi janella respirar o ar fresco do seo
pequeo e delicado jardim.
Urna- porissiaa estreNa brilhawa encrava-
da no melanclico azul do firmamento. As
nuvens que se succediam com rapidez, pa-
reca respeiUr o brilho daqueile astro ve-
lador e solitario.
Maaganda cravou nella os olhos. Invo-
cou o espirito eterno que Ihe dava emplen-
dor. Emqnanto de suas palpebras se des-
lisavam duas lagrimas silenciosas, rompa
de sea coracf o urna prece fervorosa por
aquelle a quem a pobre moga tao ardente-
mente amava.
Seria a sna supplica ouvida no co, e
assim perservada a vida de seu amante ?
K nootinta, logo depois do sol posto,
Jo3u> e Margarida, separando-so moment-
neamente dos amigos odas visitas foram
passeiar no jardim, de mSos dadas, e fa-
zendo-se muitas revalaces de um amor
puro e sincero.
O noivo colbea dos labios da bem amada
o primeiro e oebrianto sculo, que Tincla
doos coraces em urna s alma, e tradoz
na torra as felicidades do co.
Senlaram-se em um banco de relva. As
sim estiveram por alguns momentos mer-
gulhados nos antogosos de urna ventura
certa.
Margarida levahloo-se de repente para ir
colher om raminho de flor de larangeira,
que brilbova pratoade- pelo luar em um dos
ramos do arbosto.
Mal havia tocado com a mSo no raminho
e fazia forca para o arrancar, owio perto
de si urna detonacSo horrivel, segoido de
om grito abalado.
JoSo eslava morto.
Oito das depois desta scena trgica, ap-
pareceu na estrada o cadver de Claudio.
Nunca se soube quem o matou.
ElesbSo e Margarida sahiram daquella
aldea e foram pedir asylo a outras para-
gens. ;
MSo piedosa levaotou as cruzes do oitoi-
ro. Alli repousa ao lado om d outro a
innocencia e o crime.
A. E. Zallar.
(Continuaco do
XX
O to Ulysses contnuou
i Joval, dizendo :
Sai; quatro boas lnguas as que se
aebam no seriu do presbyterio e a esta
hora esto as nossas pelles a arder na boc-
11 dos taes sugeitos!
Quatro r acudi Joval,
E eto-?.. a primeira o cura, a
segunda An tole, a terceira a viborasinha
d criada...
Mas por ora s sao tres mlerrom-
pe A quarta a nova mestra, que nao
deve estar muito contente por Ihe ter es-
capado a beranea.
A estas palavras o Mulot, que estava en
tre portas, estremecen.
Ah I tambem ella est no presbyterio?
acudi Juval.
Jaotou ali.
O Mulot fez que nao ouvio, mas l no
intimo ia-lhe urna tempestade.
Os frequentadores do boteqoim cabiram
desapiedadunente sobre o cura e Anatole.
O Mulot oio se intrometteu e de repen-
te sahio. ,
Juval ficou sorprendido com aquella s-
bita desapparico e disse :
P*rece-me estouvado o rapaz 1
Foi o alamir. A boa e indulgente n-
dole provinciana desembainhou a prestante
lingua, e cahio sem piedade stbre o Mulot,
com o louvavel intuito de lisongear o po-
deroso Juval.
um pouco incivil este rapazdizia
o opposiciocista systematico.
Pois nSo o acbo mo de todoacudi
o to Bouteville, que estava jogando as car-
tas com o conductor de obras publicas.
Sim,disse Juval, rindo-see depois
comprou a Bel la-Visto...
Todos fizeram coro com o comprador de
predios e o to Bouteville leve que remet-
ter-se ao siitndo. I
E nao Ihe pagou por mi proco a
guio o tanoeiro mas nao na minha. Cada
qual lera seu modo de ver as cousas.
Em quanto esta conversa progredia, o
Mulot seguia caminho do presbyterio sem
resolucao definitiva, mas com a cabeca em
fogo, mordido, como estava, pelo sentimento
do cierne.
O presbyterio tinha um jardim extenso
que ebegava at ao rio.
A casa era separada da roa por urna gri-
Ihagem, atravez da qual o Mulot espreitou
e nao vio luz.
Concluio que a casa onde o cura devia
estar era para o lado das trazeiras.
O Mulot coiiverteu-se no antigo saltea-
dor.
Rodear o presbyterio, escalar o muro do
jardim, escarranchar-se n'elle e fixar o olhar
pela janella da cosinha foi tudo obra de
momentos.
Vio Pamella sentada entre o cura e Ana-
tole- A A
Se o aspecto humano tivesse o poder de
matar, o Mulot ficaria ali fulminado.
Foi tal a impresso de furor e ciume que
se apoderou d'elle, que involuntariamente
exclamoo :
Sempre sou bem asno em andar des-
acompanhado da minha espingarda i
XXI
No dia segrate teve lugar a ceremonia
do casamento, sem nenhuma oceurrencia
particular, a nSo ser a ausencia completa
de Claudio, do qual ninguem sabia dar no-
ticia.
POUCO DE TUDO.
ASSASSINATO EM! CAMINHO DE FERRO.
Vai-se tornando perjgoso viajar s en
caminho de ferro. Mbuve um assassna-
to na liaba de Paris a Lyj e Mediterr-
neo.
No domingo 20 de marco a noite entrou
um viajante em um coup I* classe do
comboi que parte de LySo as 10 horas e
45 minutos para chegar a Marselha s 6 bo-
r.is e 33 minutos di manha. Ero Ly3o ou
em alguma das estacoes entrou outro viajan-
te para o mesmo repartimento.
Nesta carruagem passou-se de noite um
drama, de que ainda se nao sabem as par-
ticularidades-, mas que devem ter sido hor
riveis, jnlgando-sejpelos resultados.
Em Valonea, onde parou o comboi 1
hora e 7 minutos, n3o se notou cousa algu-
ma extraordinaria, e o trena continuoooseu
caminho para Montelimart; o crime devia
ter side commettido entre estas duas cida-
des, distantes 45 kilmetro* urna da ou-
tra.
Em Montelimart notararo os empregndos
que estava aberta a porta de urna carrua-
gem que n5o tinha ninguem ? isto chamou-
Ihes a attencao, e viram que no estribo- ha-
via nodoas-de sangue frescas. Dentro da
carruagem havia tambem nodoas de sangue
as almofadas. Estes signaes indicavam que
se havja commettido um crime, e que tinha
havido urna vctima, que fra tirada > via
frrea. O assassino devia-se-aproveitadodo
momento- em que o omboi dimiooia a ve-
locidade para parar na estarao de Monteli-
mart.
Deu-se logo parte do acontecido s auto-
ridades de Valenca, e comegaram immedia-
tamente as investigarnos.
A' alguma distancia da estaco, entre
Saulce e Lacbamp Condillac, a 12 kilome
tros de Montelimart, foi encontrado na via
frrea, ao p de um declive, o cadver de
um homem, que parecia ser de 30 annos.
Estava cheio de sangue, e tinha urna grando
ferida aberta no peito e 47 tacadas, sendo
7 no pescoco. Mostrava ser pessoa abas
tada.-
Parece que o crime foi commettido para
roubar, por que nao se encontrou no ca-
dver cousa alguma de valor.
Soube-se depois que a victima se chama-
va Alexandre Lobanski, era filho de um
mediGO de Niee, e caixeiro da casa L. Sou-
beyran.
Parti no-dia 19, de Largentire para pas-
sar um dia em Lyo, voltando no dia 20
noite.
Na segunda feira 21, pela manhaa, um
carpinteiro de carros de Lacbamp Condillac
vio om homem escondido atraz de una sil-
vado*- deu parto i poifeia qoe o preodeu
logo/
Esto homem er* Bayon Guillaome, o as-
sassino de Lubanslci. de Sai-Etiecne,
tem 27. annos de idader. Foi condemntdo
em 5 aonos de priso, o liaba comprido a
pena em 5 de fvereiro. Tinha om golpe
na cara, e varias arranbadoras, e mordedu-
ras as mSos, o que indicara ter havido urna
tota.
O preso confesson ter matado Alexandre
Lobanski na carruagem do caminho de (er-
ro ; eontava porm o caso sua fec3o.
Disse que indo a vctima s em om repar-
timento, elle quiz entrar para este, e como
fosse repellido, defendeu-se com ama faca
que trazia.
Sendo levado diante do cadver, mos-
trou om indifferenca e um eyoismo pouco
vulgares.
MEK PARA COMBATER OS EFFE1T0S
DO GfiLO.Em um jornal agrcola francer,
poblicou e Sr. Turck ama carta, na qnal
afSanca que os effeitos do gelo as vinfaas
se combatem e destrem completamente
com o gesso que se espalha as vinhas- an-
tes do degeto.
Um oulro agricultor, a proposito da carta
do Sr. Turcky indica um outro meio que
julga mais simples, mais econmico, e qne
em vez de ser uro palliativo mais ou menos
efficaz, quasi stapre impraticarel em tempo
til, considera um preservativo infallivel-
contra gelo. Consiste o meio em envol-
ver o cepo das videiras ero um pequeo
punbado de musgo- logo depois da poda,
tirando-o passado um mez. Affirma que as
vinhas tratadas assim se apresentam vigo-
rosas. Calcuta que tins vinto klogrammas
de musgo sao bastantes para garantir cinco
reas de vinba.
UN1VERS1DADE OTTOMANA.Refere-
nos um jornal estrangeiro, La Patrie, &
creac3o de orna universidade ero Constanti-
nopla, que teve lugar recentemente ero vir-
tude de um decreto imperial, sendo inau-
gurada pelo m nistro de nstrocc3o publica,
Sa*fet-pach, em presenta de urna nume-
rosa reuniSo, na qual se nolava o represen-
tante da Franca, Os corsos regulares prin-
cipiaran no dia 2 de marco.
Esta creacSo- urna das mais importantes
do reino actual. O plano e reglamentos
dos estados, sSo tomados, quasi bo todo,
universidade franceza, os quaes foram estu-
dados pelo ministro turco durante a sua de-
mora em Paris.
IS1HM0S DE PANAM E COBJNTHO:
Um diario de Hespanha annuncia que bre-
vemente se vai proceder abertura dos
isthmos de Panam, cidade da America.do
Sal, e de Corinto,. cidade da Grecia. Os
vantajosos resultados que ao commercio de
todo o mundo est dando o canal de Suez,
e teen* incitado os-emprehendedores a apro-
veitar-se dos estados de Fernando de Les-
seps (diplomata firancez a quem se deve o
projecto da abertora do isthmo de Suez) e
tentarem assim a abertura daquelles dous
isthmo.
A abertura do isthmo de Corinlho, obra
em que se peusou j no tempo de Daro e
das celebres guerras do Peloponeso, em-
Drehendidas mais tarde por Osar e ero,
nindo o Adritico com o Mar-Negro, dar
um grande impulso ao commercio de Co-
rintho, Pyreu, Brtodisi, Trieste, e at ao da
decahida cidade de-Veneza. Por outra par-
te o canal de Panam, realisar na America
o mesmo que os de Corromo, e Soez na
Asia, frica e Europa.
ACADEMIA FRANCEZA.Esta corpora-
c5o procedeu eleico de doos membros-
para tomarem os logares dos Srs. de La-
martine e Saint-Beuve.
Para a cadeira do Sr. de Lamartine foi o
Sr. Emilio Ollvier, e para a do Sr. Saint-
Beuve o Sr. Julio Janin.
Ingranne a presentara -Ihe
para o menino Ao-
Voltemos Raposeira, que abandonamos
deppjs da morte do commandante Ricardo.
gente da nossa poca, especialmente
as aldeias, n3o se destngue precisamente
pelos sent mentes cavalheirescos.
O pessoal da Raposeira prova esta ver-
dade.
Morto o commandante, sabendo-se que
a Martina e o filho eram os herdeiros, todos
os nimos se modificaram.
Deu-se de bom grado o tratamento de
senhora aquella cojo jugo at ali era
odioso.
Ninguem se despedio de casa : o proprio
Miguel, que andou quioze das a annunciar
a sua retirada, resolveu-se a flear.
E diga-se a verdade : a Martina, depois
qae era dona e senhora, torbou-se estima-
vel.
Tomn a serio o papel de castellaa e
apresentou-se como senhora que quer ser
til aos seus.
Pedio ao pai que deixasse o emprego e
viesse vi ver com ella.
Maurel, porm, era honesto e de princi-
Ci nao inti pagou yur uiu proyv a mu .n granja, o Bogtofe acodio o tanoeiro, pios austeros, e respondeti-lbe :
fue se eranan.t'.sva em lisongear Juval.
Pagou-a pato que ella raa.
Na sua estimaclo por certo, redar-
Se ea acreditasse o que diz o cura Du
htl, renegar-terhia-1 Mas, felizmente, nSo
o creio. Entretanto a fortuna que herdasto
o fructo de um erro e eu nao quero co-
mer do teu pao.
L se conservava, pois, na sua casinha
da floresta, prefermdo, como elle dizia, o
pSo do governo ao p3o da deshonra.
Martina nao insisti.
O Mulot, como vimos, que nao tinha
os escrpulos do pai : nao encontrara obs-
tculo na acqnisicSo da quinta da Bella-Vist
a nao ser a vontade da irmSa, que afinal
Ihe satisfez o desejo, porque o estimaya
muito ou porque Ihe devia grandes servi-
dos.
Ficra, portante, na Raposeira todo o
[pessoal antigo, desde os guardadores dos
T>ets at aos mocos da lavoura.
Disse-se que a \larlina levara o seu bro.
a ponto de offerecer urna mesada a Pamella,
que, por ser orgulhosa, nSo a acceitra.
Havia um anno que a nova castellaa figu-
rava na Raposeira e adquirir algumas rela-
Ces.
O Sr. de S. Julio, seu visinbo, qne
vivia com a sua governante, viera visita-la
e nSo fra avaro do tratamento de Madama
Ricardo.
O maire de Inoran
sua esposa.
Tomou um mestre
gusto.
S o cora de Seary-aux-Bois nSo transi-
gir com o escndalo.
A Martina tomou luto.
N'outro tempo ninguem a via entrar em
urna igreja e agora ia missa todos os do-
mingos, e ninguem dira, ao ve-la toda de
preto, com o pequeo pela mo, que ella
nao era urna viuva legitima.
Urna circunstancia fortuita ajudou a opi-
uiao publica a fazer em seu favor orna ma-
nifestado sympathica.
O filho de um banqueiro de Lorris, bo-
nito rapaz e com fortuna, mas grosseiro e
borracho, veio pedi-la m casamento.
Os seus predicados deviam de ser peran-
te ella boas recommendaces.
A Martina, porm, recusou-se, declaran-
do que o fallecido commandante Ricardo
tivera sempre a intencSo de legitimar filho
e que tratava d'isso quando a morte o sor-
prenden ; que, por consegninto, se conside-
rava viuva legitima e honesta, achando-se
disposta a nao largar mais o luto o a oceu-
par-se exclusivamente da edocacio de seu
filho, sem jamis casar.
As senhoras da visinbanca, deslumhra-
das pela boa carnagem em que a Martina
ia missa, diziam bocea cheia qne ella
era digna pessoa.
Um anno, portante, dipois da, morte do
commandante era a Martina adorada na Ra-
poseira e o proprio Miguel dizia que o cura
Doval quizera usar de urna estrategia a fa-
vor de Pamella.
i ausencia do Mulot completara a felici-
dade d'aquella gente e nomeadamente a da
Martina.
Depois que elle se instalira na Bella-
Vita nao voltou Raposeija e s o peque-
no Augusto que s vezes pedia para ver o
lio.
A Martina dizia comsigo alegremente :
At que eslou livre d'elle !
Eoganava-se.
No dia posterior noute em que vimos
Maurel, convertido em Mulot, escalando,
em menoscabo das leis, o muro do jardim
do cura Duval, acabava a Martina de ceiar
quando se ouviram ladrar os caes, que de
costume se soltavam ao approxmar da
noute.
Em seguida urna voz spera uta :
Cala-te, Medor; deita-te, Minos. NSo
qneiram apalpar a coronha da minha espin-
garda I
Era o Mult que entrava precipitadamen-
te na Raposeira.
o men to gritou o pequeo Au-
gusto, sallando da cadeira.
O Sr. Maurelannunciou urna criada,
abrindo a porta. *
O Mulot entrou.
Vestia comofldalgo i caladora, sem nada
Ihe faltar.
Rede de caca, polainas, chapeo desabado,
eir, espingarda a tiracol
ado.
disse elle, pondo a
fazendo orna meiguice
chicote na bando
ecartuclieira ao
Adeus. irmSa
arma a um canto 6
ao pequeo.
EntSo por c ?dise a Martina, dis-
simulando com um sorrlso a contrariedade
que Ihe causara 13o inopinada visita.
E admiras-te ? redargoio* elle.
Ora essa 1
Como nS estamos a muitas leguas,
peguei na espingarda e disse comigo : Va-
mos por ahi fra ver a mana.
E ao mesmo tempo tirou da saoca um>
lebre e dous faizes, qae poz sobre a uwr;a,
dizendo :
Aqoi est pira a ajuda do fW qui-
nhao.
E ceias comnosco ?
Pois entSo ?
E poz-se i mesa.
O njecou por dizer alg'jmas banalidades
e comea com appetite.
K Martina nao cessar a de estar inquieta.
A reserva do ira! incommodava-a mais
do que se elle Ihe tivesse pedido j alguma
somma de dinheiro.
Acabada a ceia, o Motot assentou os co-
tovellos sobre a mesa e disse:
Vamos a conversar a serio.
A Martina franzio o sobr'olho e esculou.
Ests resolvida a passar aqu o in-
verna ?
E onde queras que eu o passasse ?
responden ella, admirada da pergunta.
Entendo que deves tratar da instruc-
c3o do teu filho.
Tenho-lhe om mestre.
Sera melbor manda-lo escola e
para isso convira residires em S. Floren-
tino.
Agradeco-te muito.
Picaramos visiohos disse o Mulot.
A Martioa o3o responden, mas elle nSo
se deu por vencido.
Coosta-me que Anatole de Misseny
est arruinado e que quer vender o palacio,
o qoal pode obter-se por pouco mais de
nada.
Eu n3o o quero disse a Martina.
Mas quero-o euredarguio o Mulot.
Agrada-me mais que a Bella-Vista.
N'esse caso, vende-se esta e compra-
se aquelle.
Porm, nao quera desfazer-me da
Bella-Vsta.
Pois eu n3o tenho dinheiro para
tanto. y
Gracejas!
E disse isto com om ar que fez estreme-
cer a Martina, a qnal tocoo violentamente a
campainha qae tinha ao lado.
Appareoeu ama criada.
Deitero esto menino. NSo veem qua
elle adormece ?
O pequeo posto que nSo tivesse a me-
nor vontade de deitar-se, era tal o medo
qua tinha da mSi, que se foi sem chorar.
O Mulot pegara o'urna facca e entretin ba-
se a cortar bocadinhos de pao, cantarolan-
da ao mesmo tempo urna aria de caca.
A Martina ergueu-se, fechou a porta por
dentro e veio collocar-se defronto do MU,
de mSos na cintura e olhos scintillantes.
Estavaalia Martina de outr'ora, a forii,
perante quem todos tremiam em casa.
Com que entao disse ella nSo ees-
sas de me explorar por taes meios ?
Nio te exploro redargoio o Malot
plcidamente.
Dei-te a quinto da Bella-Vista e creio
qne j nao foi pouco.
Nem todos o dizem
Como assim '
Aquelles qae sabem as cousas..
E o Mulot sorrio-se.
A Martina nSo se dobroa e proseguio :
Pois eu, que as sei, acbo que fot
bastante.
Ali I achas ?
De certo I
Seja o que tu qoizeres- atalboa o
Mulot com urna resignacSo apparente qoe
encerrava borrasca.
E, levantando-se pegou na espingarda e
dirigio-se para a porta.
A Martina agarrou-o por um braco, di-
zendo :
Oave!
Que queres?
Bem sabes que te nao temo f <
Sei issoredarguio elle.
Se te apraz dar com a lingoa nos den-
tes e perderes-te, en nada tenho com isso.
Mas sers obrigada sempre a dar a
metade.
Sim, mas tu irs ao cadafalso!
Antes d'isso por-me hei a andar l
E avancou para a porta.
A Martina tomou a agarrar-lhe o bra$o e
disse :
Quanto vale o tal palacio t
Uns sessenla mil francos.
muito t
Aposto que a Pamella nSo acharia
muito ?
A Martina empallideceo.
Pois veremos o qae jwsso fazer.
Est visto; o meu desejo.
Mas com urna coodicSo.
Qual ?


'

Que me has de restituir o que sabes.
O Mulot encolheu os hombros.
Como ? Qeimei-o.
Mentes I
Digo-te qae o qaeimei.
E o Malot foi andando e dizendo:
Pensa bem, mas olha que o patocio
de Anatole convem-me e lenjbra-te que an-
da hei de ser maire emS. Florentino...
Boas nooles. M,
A Martina nSo o detove mais : ficoo pal-
uda, transtornada e com ama tremara ner-
vosa ; depois, reannandose, disse com-
sigo :
Elle nao se atrever ; bem sabe que
ficaria perdido, E totnbem tenho os meas
planos.
H,(ConfM im&OllO RA UUQOfci l* WAlAo

"


Full Text
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