Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12107


This item is only available as the following downloads:


Full Text

.-.

V
:
ANNO XLVI. NUMERO 101
o;h
i.
me
- ._.T-;
Pili i CiPIT t UUJM OIDE 140 8
icf
Por tres meftfc ffiaatados
i*or seis dito: dem .
Por uta aano dem.. ..
Cada numero avulso.
' '
> .
PAGA.
P01TE.
.....i
6^000
J90D0O
24000
480
y
*i
*)b oi-u
SEXTA FEIRA 6 DE MAIO DE 1871
-i
*For tres rauta adiantados ,
hw mm ditos idea. .......
tynoMdite ideo .
Por om anuo dem .
... 1
TOSA Di P107DKIA.
if
'

i r. .


61750
27*000
"N
i
Propriedade de Manoel
Faria ft Filhos.


Os Srs. Gerardo Antonio Aires 4 Filbos, no Para ; Goo'calves & Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antoni d Lanas Braga, no Aracaty ; Jo* Mara Julio Chavea, do Aas ; Aatoaio Marones da Sito, no Natal; Jet Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio*Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jo Otones, na Villa da Pinna; Belarmino doe Santos Mcio, eo telo AnHo*; Bownfoe Jos da Geeta Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Bafa ; e Jos Ribeiro Gasptrnbo no Rio de Janeiro.
_____
PARTE OmCIAL.
GoTerao da nroriacia.
D3St>ACH0S DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DA
DR MAIO HE 1870.
Augusto remandes da Silva Mana.Ao Sr.
inspector da theteuraria de fazenda com a porta-
ra des ta data.
Bacharel Chryssolito Ferwira de Castro Chaves.
Ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda para
alindar pagar o que fr duvido ao supplicante.
Gotunanhia Pernarabucana.Dirija-se a thesou-
raria (fe fazenda.
Francisco Pereira de Araujo Cobra Verde.Di-
rija-se ao Sr. general eomniandante das armas.
Prancellina Brgida Soares Monteiro.Dirija-se
ao denembargador provedor da Santa casa de Mi-
sericordia.
Captjo Jos Francisco Barbosa da Silva Cu-
mard Informe o Sr. commandinte superior da
suarda tacional do Limoeiro.
Joaquim Lucillo de Siqueira Varejo.Informe
o Sr. inspeeirr da thesouraria provincial.
Tente Joao Deoclecio da Silva Paula.Informe
o Sr. inspector da thesouraria provincial, ouvindo
o Df. procurador fiscal.
Luiza Francisca dos Prazeres.Prove ter seu
marido marchado para a campanha como volun-
tario da patria; e jante certidp de baptismo dos
menores de que trata.
Manoel Firmino Ferreira.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Jos Marcellino Alves da Fonceca.Informe o
Sr. general commandante da armas.
Manoel Vicente da Cunha Janior.Conceda-se
a licenca requerida.
Provincial da ordem terceira do Carmo.D-e.
Capito Paulino Carrilho do Reg Barros.In-
forme o Sr. coronel eommaadaate superior da
guarda nacional do municipio do Recife.
Repartido da polica.
2* seccio.Secretaria da polica de Pernambu-
co, i de maio de 1870. ,
N. 700.Illra. e Exm Sr.Levo ao conheci-
ment de V. Exc. que, segundo consta das parti-
etpacoes recebidas hoje nesta repartico, foran
recomidos casa de detenco, os seguintes indivi-
duos :
A' minha ordem, Francisco Antonio Camello,
Cmo indiciado no crirae de morte.
A' ordem do Dr juiz especial do commercio,
Lata de Oliveira Lima Jnior, por crime de que-
bra culposa.
O subdelegado do i districto da freguezia de
Jaboato, por officio de 26 do niez passado, par-
ticipou-me que no dia 2) proceder a auto de
oorpo de delicio na pessoa de Joao Elias, em con-
sequencia d'am grave erimento que recebera de
Bollarralno da Costa Pereira, e flcava instaurando
o competente processo contra o delinquen, o qual
nao foi preso por se ter posto em fuga.
Deus guarde V. ExcIllm. Exm. Sr. des-
L'mbargador Francisco de Assis Pereira Roclra,
vice-pre dente da provincia. O chee de po-
licia, Luiz Antonio Fernandes Pinheiro.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO
ORDINARIA EM
1870.
29 DE ABRIL DE
PRRSIDENCIA DO SR. AGUIAR.
As 11 horas da manha, feito a chamada acham-
ie presentes os Srs. Cunha Caval cante, Augusto
de Almeida, Antonjo Paulino, Ges Cavalcante,
Barros RegO. Teixeira de S, Antonio Luiz, Ribei-
ro Vianna, Joao Cavalcaate, Guedes Gondim, Vi-
eira de Araujo, Mello llego, Amaral, Barril Wan-
derlev, Pinto Jnior, Felippe de Figueira, Viei-
ra d Araujo, Eduardo de Oliveira, Miguel Per-
nambueo, Pedro Atlonso, Barros Leo, Oliveira
Fonceca, Cunha Figueiredo, Vieira de Mello, Oli-
veira Andrade, Nicolao Tolentino, Cavalcante de
Albuquerqne, Ferreira de Aguiar, Paes Brrelo,
Manrique Mamede, Gualter, G. Drmnmond, Au-
guro da Costa, Gusino Lobo, Souza Leao, Fir-
mino. ,
Abre-se a sessao lida e aprovada a acia da an-
terior.
O Sr. 1." secretario d conta do segrate
RXPEDIENTF,
ra officio do secretario do geverno, remetiendo
ontro em qne a cmara municipal desta cidade,
pede a esta assembla autorisacao para'despender
i iioantia necessaria para mandar rezar um olli-
c > solemne por alma dos bravos que fallecern
nos campes do ParaguasA' commissao de ne-
gocios de cmara.
Outro do mesmo, remetiendo por copia o officio
do inspector da thesouraria provincial, pedindo
um crdito supplementar na importancia de
'.118*756. A commissio de or^araenlo provin-
cial. ,
Outro do mesmo, transmittindo por copia o ot-
licio da cmara municipal da villa de Cimbres,
.licitando providencias para que os plantadores
de algodo nao cootinuem a ter prejuizos. A'
commis9o de commercio, agricultura e arte.
l'ma pelico de Joaquim Gusmio Coelbo, 3 es-
cripturario do consolado provincial, pede esta as-
sembla que lhe seia abonada a gratieacao que
tem direito, e que lhe loi designada pela thesoura-
ria provincial.
Outra do padre Jos Porfirio Gomes, pede que
se marque urna quota para indemnisacao da qoan-
tia de 800*000, que de mais gastn com as
obras dacapella de S. Jos de Tanundar. A.
commissao de obras publicas.
,Outra de Eduardo Daniel Cavalcante Vellez
de Guerra, aade que se lhe consigne na lei com-
petente nma quota para pagamento de castas que
venceu na qualidade de contador do foro do termo
do Bonito. A' eoramissao de orcamenlo munici-
cial.
Oatra de Antonio Cantoso de Qaeiroz Fonceca,
contador ta thesouraria provincial, demittxto de
seu emprega om 17 de agosto de 1816, e nova-
mente nomeado n 16 de mato 1818, pede a esta
assembla qne se digne mandar que se lhe cont
o lempo em qne este ve fra de seu emprego.A'
commissao de orcamento provincia*.
Oatra de Cyriaeo Alves de Jesas, barbeiro da
casa de detengo, pede a essla assembla aug-
mento de ordenado.A commissao de ordenados.
Oatra do padre Angosto Franklm da Silva, vi-
gario da freguezia de Gamelleira, pede que esta
assembla se digne mandar correr de preferencia
a qualqar oatra, a terceira parte da lotera que
foi concedida para as obras de sua matriz,A'
commissao de orgameoto provincial.
Oatra de Xilderico Araripe de Faria, repetidor
siatuito do gymnasio provincial, pede a astembla
provincial que se digtie fixar ama verba pa pa-
gamento dos ordenados,do carg que oceupa.A'
commissao de orcamento provincial.
Oatra de Aquilino Jos de Guimaraes Ferraira,
professer publico de inatruecao primaria da po-
voaco de Goyanniafia, pede assembla provin-
cial 6 metes de lieema com Jtodoa os seas venci-
montos, para tratar de sua saiid nestt cidade.
A' commissao de petffoes.
Orna peUcao de Antonio Jos Duarte Coimbra,
monetario do theati-o de Sanio Antonio arua da
lorentina desta cidade, solista a concessao d um
subdio para a organisacao e susleitacao de urna
compana nacional dramtica, ou franceza de luf-
res, aamesmo theatro.A' commissao de orcamen-
to provincial.
Oatra do corenel Jos de Carvalno de Araujo
Cavalcante, pede a esta augusta aasemlila desig-
ne na lei do ornamento quota com especial desig-
nac^o para o pagamento de alugueis de urna sua
casa, que serve de cadeta e de. paco da cmara
municipal, na villa do Buique.A' commissao de
orcamenlo municipal.
Ouira de Joaquim Lopes dos Anjos, pedindo pre
vilegio para construccao de urna estrada de roda
gem por carriz de ferro a vapor entre a cidade de
Geyanna e Podras de Fogo. A' commissio de
obras publicas.
Outra de D. Eulalia'do Carmo Barreno, viuva de
Manoel Marcelino^Paes Barreta, pede a esta assem
bla que se digne* mandar admittir no gymnasio
provincial, a seu filho Presciliane Prisco Paes Bar-
reto.a' commissao de peticoes.
Oatra de Joaquim de Gusino Coelho, 3* escrip-
turario do consulado provincial, pede assembla
provincial que lhe leja abonada a gratilicaco que
tem direito, e que lhe foi denegada pela thesoura-
ria provincial.A' commissao de orgameuto pro-
vincial.
Un representacio da cmara municipal da
villa de S. Bento, pedindo que se convertam alli
em postaras municipaes os limites de terrenos
proprias para a creaco, e outros para a agricul-
tura.A' commissao de negocios de cmara.
Oatra da cmara municipal da villa de S. Ben-
to, acerea da cultura do algodo.A' commissao
de agricultura, commercio etc.
Um abaixo assignado dos moradores da fregue-
zia e villa do Cabo, pedindo a creacao de urna es-
cola noturna para o ensino primario.A' com-
nnsso de mstruccao publica.
Sao julgados objectos de deliberaso e manda-
dos imprimir os seguales projectos:
Sao iidos e approvados os segua tes reqaeri-
mentos:
< Reqaeiro que por intermedio do presidente
da provincia, se peca informacoes ao diretcor das
obras publicas, acerca do acude que seacha cons-
truido na cidade da Victoria, emiltindo sua opi-
nio, se elle feilo segondo o plano adoptado, pode
offerocer seguranca para o futuro e resistir as
eheias do riacho Natuba, sendo o sea baldo feito
de trra, quaado as aguas tiverem de transbor-
dar por cima do mesmo; assim como no csso
contrario, o que conven fazer se para aproveitar
as obras, e que diferenca poda resultar no orca-
menlo se for preciso augmento das obras.Ges
Cavalcante.
< Reqoeiro que se solicite da presidencia da
provincia as seguintes informacoes :
t 1* Se j esto concluidos os trabalhos a que
se mandou proceder para conhecer a melhor di-
reccao, qne deve segjir a estrada da Escada, ca-
ja construccao acha-se parada, assim como os or-
camentos da mesma at sea termo final pela nova
direceo.
* fo caso afflmativo copia dos referidos orca-
mentos.
3 Que destino teve um abaixo assignado de va-
rios habitantes do sal da freguezia de Jaboato, di-
rigido a presidencia da provincia, pedindo que se
mandasse continuar com o empedramento do ulti-
mo lauco daquella estrada, al entrada do enge-
nho Gurja, a qual torna-se intransitsvel durante
o invern, com grave prejuizo daquellas localida-
des. Dr. Manoel do fego.
O SR. CUNHA E FIGUEIREDO como relator da
commissao nomeada para apresentar alguns actos
saneco do Exm. presidente da provincia, diz
que a commissao desempenhou a incumbencia de
liie foi encarregada, que S. Exc. respondeu que
de 30 rs. por hora por cada
foi dada a autorisa-
tomara na devida consideraeao os actos legisti
vos.
ORDEM DO DA.
1' dscusso do projecto n. 33 deste anno, que
revoga as leis ns. 739 e 743 de 12 de junho de
O SR. WANDERLEY :-Sr. presidente, autor do
projecto em discusso que consigna a idea da re-
voRaco das leis ns. 739 e 7ii de 17 de julho-de
1867, leis estas que crearam dous districtos de
paz, um no termo do Rio Formoso e outro em Una,
pedi a palavra para mostrar a sua utilidade e ne=-
te sentido vou fazer algumas consideracoes.
Sr. presidente, eotendo qne a ereaeo de distric-
tos, municipios, freguezas, etc. tem sempre como
causa*ou o augmento de populacao ou o incremen-
to do territorio, ou, finalmente, a commodidade
publica, quando o territorio por si mesmo j bas-
tante extenso. Nenhuma destas causas se pode
altribuir as leis, cujas disposicoes tehde o projecto
revogar. E' gerlmente sabido que desde poca
muito remota aquella comarca definha na parte
mais prxima do liltoral; a cidade do Rio Formoso
que era urna das mais commerciantes depois des-
ta capital e^t rednzida a um commercio mui limi-
tado, as suas casas em ruina, e dabi o decresci-
mento da sua populacao.
E' igualmente sabido que nenhuma annexaco
de territorio se tem feilo naquella comarca em face
da qual tenha havido jal incremento que autorise
a creaco dos desirictos mencionados.
Que nenhuma utilidade publica presidio a con-
fecao daquellas leis tamben me fcil provar, e
para esta basta attender que por forca das leis ci-
tadas algumas propriedades annexas cidade e
povoaco que formam os primeiros districtos de
paz, foram segregados para fazerem parle de um
segundo distrcto.
Como sabemos, o primeiro distrcto qaem elege
o 1 juiz de paz que tem urna grande influencia na
poltica lecal; para evitar a verdadeira e legal in-
terferencia da opposcao de eto que pela sua im-
portancia se receiava lomar a posicao poltica na-
3nella localidade, qne como sabemos era a chave
as eleicoes do 3 circulo, promalgou-se as leis
que hoje tendem a ser revogadas.
O Sr. Henriuue Mamede :Apoiado.
O Su. Wandkrley :Sr. presidente, ufane-me
em asseverar que nao defendo interesses polticos,
que taes leis poden subsistir sem que haja pergo
para a situacao naquella localidade, e que s atten-
di na apresentaclo do presente projecto aos inte-
resses altamente reclamadas dos qidados daquella
localidade.
O Sr. Henbique Mamede: Muito bem.
Encerrada a discusso o projecto approvado e
dispensado o intersticio requeriraento do Sr.
Wanderley. I ,-
Continua a discusso do projecto n. 32 deste
anno addiada da sessao anterior, que autorisa o
existentes na razo
om.
Um S*. Dedutado :Nao
580?
O Sr. Manoel do Reg : Foi dada a autori-
sacao para o presidente poder contratar o excesso
da illuminaco por 30 rs. por hora e por combos-
tor e volada verba para esse lira. Mas com o pro-
jecto que afresentei ti ve em vista principalmente
evitar que rprovincia soffresee um prejurzo, fWr
qne esloa informado de que na'occasiao em que
assignou o contracto com a^eompanhia deillu-
minaco gaz, allegou esta qu exiga 30 rs. por
hora e por combustor, porque illurinava-se a ci-
dade nicamente dorante a metade do anno, pooco
mais ou menos, pelo qne estoa convencido de qne
se boje fr alterado o contrato para se i|luoinar a
cidade durante todo o anno, a companhia nao ter
davida de diminuir o flreco de 30 rs. por hora e
por combustor.
Els o lim que tive apresentando tsle projeeto;
procare restringir a autorisacao concedida tndo
altenco aos interesses da provincia.
Ainda no art. 2 digo qne a indemnisacao que
a companhia ter direito nao poder exceder
qaanta arbitrada pela directora das obras publi-
cas, pois que, como se sabe, o director dessa
repartico o fiscal da illuminaco gaz, e porlanto
poden bem calcular o quanto se deve pagar por
cada combustor que se exigir de mais.
O Sr. A. Cavalcante :Isso o que nao est
bem claro.
O Sr. Manoel do Rboo :Ea aeho que est,
desde que eu digo que a companhia ter reito
urna indemnisacao nao excedeado quantia arbi-
trada pelo director das obras publicas, qnerendo
evitar assim que o presidente faca alteracao no
contrat pelo mesmo proco de 30 rs. por hora e
por combustor, pois se sejulgasse conservar o mes-
mo preco amigo, sera intil o art. 2."
0 Sr. A. Cavalcante :Esse o pensamento
do nobre deputad, mas nao o que se concia*
das palavras do projecto.
O Sr. G. Drummond :Das palavras do projecto
conclue-se que, alm da paga, ha ama indemni-
sacao.
O Sr. Manoel do Reg: Deve haver urna in-
demnisacao pelo augmento dos das da illumina-
co, por que tendo a companhia de fazer maiores
despezas, visto 1er de gastar muito mais quantida-
de de gaz justo que lhe seja isso pago, mas pelo
preco que for arbitrado pela repartico das obras
publicas.
Seria absurdo suppr que devendo a companhia
auferir maiores lucros como augmento da illumina-
co, ainda se lhe concedesse urna indemnisacao;
como -eria esta justificavel ?
Foi esta a minha intencao, e com isto quiz evitar
que a provincia fosse prejadicada, porque seiue
em outras provincias paga se moito menos de 30
rs. por hora e por combustor e nos timben pode-
mos ter illuminaco por meos, o que creio que
aii< est no interesse da compnbit, visto ter d
duplicar Ulves o lempo da illamininacao, com o
que ainda vem a lucrar, mesmo dimnundo o pre-
co de cada combustor.
Dsse o nobre deputado que julgava desnecessa-
ra a autorisacao consignada no projecto, porque o
art. 7 do contrato prevena o caso da diminuiejio
do preco de cada combustor; mas esse artigo tra-
ta nicamente da hypothese, em que se augmenta
o numero das horas de illuminaco por noute, em
cuio caso se pagar 25 rs. por combustor; mas
nao se oceupa do caso em que se augmente o nu-
mero dos das da illuminaco; e para prova do
que assevero, ctare o reglamelo expedido em
22 de agosto de 1839, em cujo ar 7., prevenndo
a hypothese de que o governo mande acender os
lampedes durante as noites de luar do inferno,
quando assim jnlgir conveniente, diz-se : o consu-
mo do gaz que dahi se resultar seri pago no fim
do me: na razao de SO rs. por hora para cada
combustor.
E, pols, evidente que uecessaria esta autorisa-
cao. A companhia livre ou nao de aceitar a
alteracao do contracto nestas condigoes. mas en-
tendo que s se deve augmentar os dias de illu-
minaco, diminuindo-se o preco de cada combustor
por hora.
Julgo ter justificado o meu pensamento como au-
tor do projecto, e nada dire respeito de sua
utilidade, por nao ter sido ella contestada.
Encerrada a discusso o projecto approvado.
3.' discusso do projecto n. 7i de 1869 mandan-
do admiltir a concurso para o magisterio publico
independente de folha corrida as educandas de col-
governo a innovar o contracto feito com a compa-
nhia da illuminaco gaz. desta cidade, de forma
ser ella Iluminada mesmo as noutes de luar.
O SR. G. DRUMMOND manifestase contra o
projecto por julgal-o nltil, visto como no contrato
feito para a illnraiaacio desta cidaie, no seu 7
se ach prevista a hypothese de serem augmenta-
das as horas da illuminaco. e flxado o quantum
que deve perceber a companhia para seu augmen-
to ; accrescendo qne na lei do orcamento vigente
se desgnou quota para este augmento de despeza.
D Sr. Manoel do Reg.:O nobre deputado
parece qne nao comprehendeu bem o fim principal
do projecto em discusso.
Oonvm, pois, que me explique este respeito.
0 anno passado incluio esta assembla na lei do
orcamento urna autorisacao ao presidente da pro-
vincia para contratar a illumiaao i gaz d'esti
eWade, mesmo durante as noutes de loar, porm
peto mesmo preco de 30 rs. por hora e por com-
buitor, tanto aue na referida lei foi consignada a
Jnantia de 96:0000000 e tantos para occorerji esta
espeza, calculando o numero de eomffctores
legios de oiphaas.E" approvado
1.a discusso do projecto n. 25 deste anno trans-
ferido da povoaco de Nossa Senhora do Dester-
ro a sede da freguezia de Itamb para villa deste
nome,' servindo de matriz a igreja de Santo An-
tonio.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento:
c Reqaeiro que por intermedio do presidente da
provincia seja quvido o governador d bispado
sobre o projecto, sem prejuizo da 1* discusso.
Gusmao Lobo.
Encerrada a discusso approvado o projeeto e
o requerimento.
2.a discusso do projecto n. 13 deste anno, que
eleva comarca o termo do Buique desmembrado
de Garanbuns, sendo a sede da mesma comarca a
supradita villa do Buique.
0 SR. PAES BARREN):Sr. presdeme, para
ser coherente emendo que davo pedir tambem a
respeito do projecto em discusso % audiencia do
juiz de direito da comarca; e nustt. sentida mando
um requerimento mesa.
Vai a mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
1 Requeiro que sobre a conveniencia do projecto
eja, por intermedio do presidente da provincia,
ouvido o juiz de direito da comarca.Paes Bar
reto.
O SR. VIEIRA DE MELLO faz algumas conside-
racoes respeito da utilidade do projecto.
O SR. GES CAVALCANTE :Sr. presidente,
nao deixo de encontrar fundamento no requer
ment que foi apresentado casa pelo nobre colle-
ga deputado pelo 3* distrcto, todavi., sendo eu
promotor publico da comarca de Garanhuns, de
que faz parte o termo que se pretende elevar
comarca, emendo que posso dar as inforanages
necessarias, taes que convengam a esta casa, des-
presando-se as do mesmo juiz e para isso nao son
snspeito, porqnanto-se se trat?sse de annexar a
comarca de Garanhuns algum termo, poda di*
zer-se que a mim preaominava o interesse de tor-
nar mais extenca a minha comarca, porm, desde
qne pelo contrario, se pede que se corte deei
jnesraa comarca um termo, e eu sou signatario d
projeeo, porque estoa convencido da utilidade
delle. Assim, Sr. presidente, emendo que nao de-
ve ser adoptado o requerimento do meu nobre
collega, e passarei dar as informacoes que julgo
necessarias. Sei bem que nugnem mais habilita-
do qne o juiz de direito da comarca para mostrar
a utilidade do projecto com aa suas informacoes
mas devo declarar Tasa que esse mesmo juiz de
direito por nanitas vezes me lembroa a convenien-
cia da creacio dessa comarca pelo que resolv
apresentar o projecto em discusso pedindo a al-
guns amigos qne o adoptassem. Prtanlo, o projecto
creando comarca no tnno do Buique, lembran-
ca do juiz de direito, eonhecendo as difficaldades
em que se acha para, bem Curaptir os seas deve-
res, a vista da grande distancia em qtae est eoHf-
cado o termo do* Buique em relacao a sede da
comarca.
LU Sr. Dektado :Xen por iiso e grande dia-
tancia 25 leguas, quinde.ba comarcas, tojos ter
O Sr. feas Cavaixaiite :O termo do Bulqoe
dista da s Je da comarca 25 leguas, e aquellos qne
tem viajado pelo centro sabem como alli se contara
as leguas, as quaes de ordlaario tao despropor-
ciooaes e extenssimas. 4 comarca da Garanhuae
consta presentemente de3 termos, o deGaranhun,
o de Papacaca e o de Buique, nesses 3 termos' de-
ven haver necessariaraente em cada um doas ses-
ses do jury ananalmente, e por conseguate seii
swsOes. Prtanlo j se v as Oiflfculdades em que
se icha boltoeadb' )juTz de dtteKb'para bem des-
empenhar seus deveres.
Sk. Cnha Fini-RiREDo: concluso qae
deve ser supprimido um oa dous termos.
O Se. Ges Cavalcante :Este argumento
inadmissivel e contraproducente porquant se nos
queremos crear ama comarca no Buique porque
a adminisrracio da justica se nao, pode fazer regu-
larmente em vista da grande distancia qne esse
termo se acha da fde da comarca de Garanhuns,
como develemos supprimir um dos termos ? Eu
io ainda a admioistraco da justica se tornara
peior, porque no termo existe autoridades que jul-
gam as questdes dos seus habitantes, e assim em
vez de se tornar mais fcil, mais prompta a admi-
nistraco da ostica, pelo contrario, tornava-se
mais difflcil anda e demorada'.
O Sk. Ctjtaa Figueiredo :O que preciso pro-
var que o Uuique tem capacidade para ser
comarca, e nao a di-taneia a qne est.
O Sr. Goks -Cavalcantr : Nao s o termo do
Buique tem a capacidade precisa para ser comar-
A, e por isso o argumento do nobre deputado-nao
procede, como tambem deve-se ter em cunsidera-
ci a distancia que separa esse termo da sede da
comarca. A villa do Buique muito imprtante,
muito commereial, bem edificada, tem urna popu-
lacao numerosa, e alm da villa possue e termo
urna Ireguezia tambera importante, que a de
^fgua-Bellas___
O S11. RnreiRo JFianna :E a da Peira.
O Sr. Ges Cvva-lc.anti- : .....tem tambem
a freguezia da Podra, que se acha as mesmas
condicoes. Se M> lagar destes nao esi em con-
dicoes de ser elevado a comarca, eu nao sei qual
ser o lagar do centro que mereca essa distia-
cao.
Se o termo do Buique nao distasse tanto da seda
da comarca, por eerio que nao reconheceria ur-
gencia ilguma na apresentace deste projecto;
mas desde qae presentamos elle baseando-se na
necessidade de aodir aos reclamos dos habitantes
dessa localidade, qae vem a justica mal adminis-
trada pela grande distancia que a separa da sede
da comarca, razo dentis para que considere-
mos o projecto como medida urgente.
Duas raide* se poderam apresentar contra o
projecto, e sao as seguintes: ou a villa nao se achar
em condicoes de fer elevada comarca, pela sua
insignificancia, ou a distancia desse termo sede
da c Merca nao ser tal que autorisasse a nova
creacao. -
O Sr. Vikira de Mello :Anda ha ama ter-
ceira 1 aza. o aviso So- ministorio da jnstica.
O Sr. Ges Cavalcante:Tocarei nisso .mais
tarde
J dsse quo a villa do Buique importante, o
que ninguem peder contestar, j dsse que a dis-
tancia qae separa esse termo da sede do comarca
de 25 leguas e se a distancia de 25 leguas nao
sufficiente para aotorisar urna medida desta or-
dem, eu nao sei qual devera ser a distancia que
provoque a creaco de urna comarca, salvo se se
exigir que essa distancia seja delOOou mais leguas.
Parece-me que o termo mais distante que existe
em todas as comarcas da provincia, nao sei que
hajam comarcas na provincia, eujos termos flquera
a to grandes distancias um dos outros como a
comarca de Garanhuns.
O Sn, Cusha FiouEiREDo:Isso nlo razo.
O Sr.Goes Cavalcante:O nobre deputado,
creio que nao poder apresentar oatra comarca
as mesmas condicts.
O meu nobre collega deputado pelo 4 districto
apresentou como objeceo o aviso do ministerio
da justica. Mas, Sr. presidente, a que vem esse
aviso ? Porventura o ministro poder restringir a
esphera de nossas attribnicoes ? Pergunto, as
asserablas provinciaes nao sao competentes para
crear comarcas ? Se sao competentes, que temos
que ver com o avise do ministerio da justica?!
Um Sr. Dentado :O aviso falla de sanecao. '
Obtro Sr. Deputado :Um aviso nao lei.
O Sr. Gusmao Lobo :Um aviso fica sendo sem-
pre um aviso. .
O Sr. G.es Cavalcante : Essa razao divia
prevalecer antes de algum modo para nos adop
larmos o projecto, porque devemos mesmo mostrar
ao ministro qne se a intencao delle loi prohibir-nos
o direito de crear comarcas, nos sabemos curaprir
perfeitamente os nossos deveres, e a despert do
sen aviso creando tantas comarcas quantas julga-
mos necessarias.
O Sr, Oliveira :Mas preciso adverttir que
a creaco de comarcas negocio que intende com
o governo geral.
O SrTGoes Cavalcante :Sr. presidente, eu
afflrmo sob micha palavra desenteressada e insus-
peita (j mostrei porque era iususpeita) que a
creaco da comarca do Buique urna necessidade
e necessidade Agente. Son promotor da comarca
e devia ter interesse que ella fosse muito pxtensa,
em que uvesse moitos termos, porque quanto
mais extensa fr a comarca mais vantagens tem o
promotor, entreunto sou o primeiro que sacrifico
os meus interesses aos interesses geraes de urna
localidade.
Um Sr. Deputado : Devemos attender as cir-
cumstancias dos cofres geraes para nao augmoa-
tar-lhes despeaa com a creago de novas comar-
cas.
Sr. Ges Cavalcantc :E para poupar des-
peaas ao cofre geral devemos desconhecer as ne-
cessidades que affectara a populacao, devemos des-
conhecer mesmo o principio de que a divise da
justica urna das prmeiras garantas para a sua
boa adminisiracao ? .
A prevalecer o principio, entao devemos poupar
as rendas publicas por outro meio devemos aca-
bar com todes os juizes, devemos nao satisfazer as
necessidades urgentes do paiz, para que se possa
dizer que o Brasil um paiz rico, porque nos
seas cofres existe muito dinherro.
O Sb. Conha Figueirejjo : Para que divisos
subdivisdes quando nao se precisa deltas t
O Sr. Ges Cavalcante :Se olharmos para a
diviso judieiaria do suida provincia nos vemos
murtas comarcas cujos termos dlslam d respec-
tiva de apenas 3,4 e 5 leguas, e as oomarcas en- quatro
tre si distara muito penco ama das ontras. A -
comarca do Cabo por exemplo fica muito perto
da villa da Escada 9 leguas de Santo Anto ou
cidade da Victoria que sede de oatra commis-
I
sao.
pode dizer-se tambem que Escada e Cabo sao
municipios murta importantes, mas posso afirmar
aos nobres epatados que Buique um lugar
tamben muiro importante, um lugar qae se acha
Nio pees preeinr o amen de habitante do
Bpique, assim eoe nao estamo* habilitado pora
preciaar o de nenbum das fregneiias da provin-
cia, perqu ee dados eetitoti^.que'poesuirnoi
saV wmko inpwajlini) ; o qae afRtiBo apegas- o
^"ojaie,: Buique om povoado eoosideravel, o
see> tfwo rnaapnieeuile oai fregueiUs u ai bem
moito imporuaiot, qne bstame popalosa. mulio
carflaerafal'e w ae drMaeetM que separam este*
termo. tde-te eoamta sao eaMerdiasrMs.
JOUamt dft'lil anender ao sofwviie : #ie
ni pedbr ove jwc de direito caaaprir bem a sua
mjssao em urna conwrea que em mn termo',
anIMe ojory dos veres por anno em cada om
i(% o tendo de pereerrer distaneai de 93 a30
legas!
Um Sr. Dhttaoo rPacllmeaWe.
p 8n. Gts CAVAtCAjrrH : Entao condemna-
remo o jdrz de direito a andar oonstantomente
mentado en um canllo de temo em terne.
E por ventura o jais de treHo neo leu entro
affazerej?
U f*.DwutaW:altos poneos.
8t. Gofs Cavalcaote: O jais de direito lo-
ma eoWMetmeuie de aggravos e de multas ontras
coasas, como sejam appello^oe?, mappas oto.
Um Sr. Deputado : La no eertio tambem ha
ISSO.
O Sr. Ges CAVALCXttrr :Tatves haja mais
regularmente do que aqu. (Na apoiado.)
Portaoto, Sr. presidente, se a* objecerjes doe se
poaVm apresetar contra projecto saoque a villa
do Buique insignieanie, qae in ten popu-
lacao para constituir ana- carnerea, qne a dis-
tancia qae separa esse termo da sede da comar-
ca pequea, e o aviso do ministr da justica, eu
j fiz ver, qae em nenbum dsses argumentos ha-
ra procedencia, mostrei qne a villa era importan-
te, qae a distancia em que se acnava enllocada a
sede da comarca muito grande, mostrei tambem
que o aviso do ministerio en* nada knpotlava para
nos, per quanto elle todo albeio materia de
que se trata, alheio, digo, porque o ministro nao
poda prohibir que creassemos- comarcas, quando
isso urna das nossas attrbalcdes.
O Sr. G. Drummond :O aviso nao se refere
assembla provincial, ama recommendacao ao
presidente da provincia.
O Sr. Ges Cavalcante :Portaoto, avisto des-
tas consideracoes, eu enteodo que a utilidade do
projecto nao poder mais soffrep contestacao al-
guma, entretanto os meus nobres collegas votem
conforme entenderem.
O SR. VIEIBA DE MELLO inswte as opkues
que manifestoa com relacao ao projecto.
O SR. A. PERNMBUCO:Sr- presdeme, nao
tendo o autor do requerimento, que se acha em
discusso com o projecto, demonstrado a conve-
niencia ou necessidade da audiencia do juiz de di-
reito de Garanhuns.
O Sr. Paes Barreto :Nao se- sabe eu fallarei.
O Sr. A. Pernamduco :Apetar da opposcao
feito ao requerimento pelos nobres deputado, que
me precedern, presciado da inforuiacao do refe-
rido juiz, mesmo porque o jolgo suspeito, pois que
esto questio de algum modo promovida por elle,
segundo se deve eoocleir do que nos disse o no-
bre deputado amor do projecto ; e alm disto a
creaco da nova comarca que nao reclamada
por habitante algum do termo, s tem por fim di-
minuir o trabalho do mesmo jniz, que nao sera
obrigado a fazer tontos viagons cavallo nao con-
servando a comarca os tres termos existentes, co-
mo claramente disse o nobre deputado, pelo 3o dis-
tricto. E oj pode entrar em duvida, Sr. presidea-
le, que todas as vezes que se diminue os termos
de urna comarca, resulta proveito ao juiz, por isso
que se torna mais commodo o exercicio do seu
cargo.
Um Sr Deputado:Diminui-lhe a jurisdiccao.
O Sr. A. Perrambuco :Pelo lado da jurisdic-
co nao procede a contestaeao, porque as saas at-
tribuicoes continan a ser as mesmas, e sao tao
importantes, tendo dous como tres termos a co-
marca.
Do mesmo modo, o nobre deputado, promotor de
Garanhuns, nada perde com a divisao da co-
marca.
Um Sh. Deputado :Deixa de perceber vanta-
gens.
O Sr. A. Pkrnamcuco :Assim, Sr. presidente,
me parece que a audiencia do juiz de direito in-
til, e por tanto, nao deve- ser approvado o requeri-
mento, que a exige.
Quanto a utilidade do projecto, o nobre_deputa-
do pelo 3 districto, que inciton a discusso, como
um dos seus autores, e que dufenae sempre muito
bem os projectos que aprsenla, desta vez, permu-
ta me dizer com franqueza, nao foi feliz, dando co-
mo razes da necessidade da creajo da comarca,
estar o termo de Buique distante de Garanhuns
2o leguas, e ter duas freguezias.
Sr. presidente, me parece que distar o termo de
Buique 25 leguas da sede da comarca ns razo
que nos possa levar votar pelo projeeto, porque
outras comarcas existen, com por exemplo,
aquella em que juiz de ,direite o noeso collega
pelo 2* distrcto, cujos termos di6tam uns dos ou-
tro 40 a SO leguas; e entretanto- elle nao entende,
nsm alguera entendeu que devam formar comarcas
separadas.
Ora, se assim ja se v que 23 leguas pino
distancia que o juiz de direito de Garanhuns ns
possa percorrer, para presidir ao jury duas vezee
no anno, quando outres percerrem distancias d
40 SO leguas.
Nada nos disse o nobre deputado, quanto a po-
pulacao do termo, que quer elevar a comarca,, ri-
mitando-se a declarar que nao pod avahar qual
a populacao desse termo, por falta de dados esta-
tiscos; mas que afflaneava que o termo era po-
puloso, e a villa tao importante como a do Cabo.
Pens, Sr. presidente, que nao por esse modo
que se pode provar a conveniencia da creacao de
urna comarca,
0 Sr. Cunha Figueiredo :-stou informado
que, reunindo-se populacao ludo quanto existe,
animad naqnelle termo, ainda assim nao se ap-
proxima a somma ao numero, que s de pessoas
preciso para constituir urna comarca.
O Sa- A. Pernambuc :V a casa qae acaba
de declarar o nobre collega pojo lerceiro distrcto,
que nesse termo por mais addices irregulares
que se faca populacao, esto nao pode approai-
nar-se que aove coutor ama comarca.
Bisse ainda o nobre depurado qae o termo ti-
nha duas freguezias ; mas, a ter um .termo duas,
ou einco freguezias, murtas vezes pobns-
s, creio que nao razo para se crear urna
comarca. Se isto razo, Sr. presidente, que, deva
determinar a croa^o de comarcas, entao ainda
mais prevenido flearei contra as divisos de re-
guezios, cora reeeio de creaces de comarcas.
E, se nos, como brasiloiros, devemos ter muito
em consideraeao maior economa as despezas
do estodo as actuaes circumstancias, quando o
paiz corva-se sob o peso de extraordinaria divida

oves distara uns doioiitrasW e 50 leguas. popules* e extensai.
em iguaes o* talvez, em melhores cireumstanci| comotntra-le aioda com a creacao de comarcas
do'que o Cabo.
Um Sn. Detotabo : A quesio a populacao,
nio a importancia do lugar da sede.
0 Sb. Ges Cavalcante :No posso calcular
a populacao do Buique ; assim como nos nao po-
demos cilcular i populacao de nenham dos muni-
cipios da provincia, de nenhuma das suas fregne-
ilas; entrena podemos faiea* um calculo apro*
ximado pelo iianero de elettoros. A freguexia de
Buijue da tMaitreaAja se v que urna fregue-
zia com 71 eleltore oa pode deixar de ser muito
'>

que exigen despezas eotfl ordenado dos juiaes de
direito etc. ?
E foi essa a razo por que o ministro da justi-
ca, nao dlrigindo-se a nos, porque deve saber tan-
to sabemos, que entre as attnbuicSes, que foram
conferidas s aaaembtas provinciaes pe0 cl ad-
dicional, esto -rda diviso civil judieiaria e eccie-
siastica, e im,. dirigindo-se aos presidentes de
provincia, seas delegados, aconselhil-o que ti-
vesem muito 091 visto a creacao de comarcas,
afim de que nao sanecionassem leis. oreando co-.
I marcas aenao quando a sua neeessjdaderosseur-l
gente, e muito bem d>nonlrada. frgoTerno a.
perial, qae deve 1er mais zeloso pouiroi pef~
applicacao dos dineeiroe pblicos, ao poda Iki -
xar de atonseltW ecaaoiMM, quandb a finaaca^
do imperio se acben ora Oado pooco- faoogeiro
Conclumdo as^onderafie que aprsente!. eem>
iMtiflcacjb* d-> meu voto eoutra o pvejeet, dlreL
9r. presidente, que- os- nobre dopuudw, seo Mr-
toles, nao provarnj de nodo algum ajna urHi-
dade, desde que nao demoostraram que" o tormo
de Buique, pelas suas condifee*, pala so* rnpef-
.tancia e pop ui cao, estbva 00 case de ser elevado
'oomarca, para que possa votar a favor do pro-
jeeb.
O'Sk. Vuiuade AUjwjo :Co mais aportan-
te d' comarca.
Encerrada a discusso, proeede-se votaeio. e
verillcando se > aver empate, fie a iiicussoadia-
daj na- ferma do regiment.
L,a dWcnssio db prpjeeto il 4* dwte anno, que
deterrnitu que oe- vencimenro do erepregados
provinoiees se dividan oa dW partea igoaes.
seodo urna de ordsoado e ohtra d gratiflcaeo.
, O SR, GUSMAO UOBO -3r: pres&eote, tmere
Vo-me dectdldamsote eoalra o ptepttto., Quando
de toda'pan se levanta qattsi u damor coafra
a eeeassM de vencirrntos db eeapeogados pobli-
cos, o s<3 procura ctacar eato nobao e desfavoreci-
da .classe de condtojM qne lhe garantan a inde-
peodenei; que faz os bous enpTflfadoe, serla ini-
que estabelecer a regra geral qpe e projeeto con-
sagra. Erto idea nlo deste tempo (noMos apoia-
dos). Eu admiro qu um eepirt to cultivad-'.
como o dolobre aspando pete-pfimoir> districto.
posea ter* alagado. Oavi agora na palavra
multo verdadeira: isto-6 m aUiaoade.Ee.
Pon qaaadoempregadodarxa por dueas o exer-
cicio do fea cargo, malta vov de penosas fame -
ces, justo-que o condemuenaae a Bear redundo
Urna amefade dos seus eoimontos ? Ni
quero fazer eSeito. Mas se sato empregado um
empregaoo probldoso, por va de regra poore,
chee de fnaiHa,cono- abi 00 a antee,que
dolorosa privaqio lhe decreta o puotecto ? 1
(Trocam se apartes.)
O Sr. Gusmo Lobo :='Brta-sor Sr. presidente,
de nma elasse que nos merece moito svnpithias.
Eu a qoerera menos nnnerosa. posU melhor
assalariada, independente e por todos oe modos
nobi litada (apoiaeos).
Quando' esto o pensamento- eomnon, vejo
com o mais fundo pezar qae o projecto consagra-
se a empeiorar a sorte des- empregado provin-
ciaes, estabeleceodo a respeito de todos urna re-
gra uniforme.
Um Sr. Deputado :Urna regra odiosa.
O Sr.Gimmad Lobo :l'me. regra uniforme que
vai ferir elasse inteira dos empreados provin-
ciaes, reduzindo-os a nio perceber fra do exer-
cicio seno metade dos seos vencimentos.
Nao desconheoo os principios que ib olivara a
distinc;o dos vencimentos em ordenado e grali-
ficaco. Sei que ha boas razos de ordem publica
qae o acn Man a graticaoao que deve aconi-
panhar parpussa-o exercieio, um estimlo, om
incentivo ao trabalho. Vem d'ahi que a remnne-
co dos empregados tem urna parle, que se cha-
ma gratilicico, e que s lhe compele por exer-
cicio. Comprehende se ibera que o empregado,
que nao est em exercicio de sua funecoes, rece-
ba urna retribuico inferior i d-'aquelle qae esto I
prestando serviros effectivos. At aqai nao ba
offeosa ju*tica. Mas, levar este principio coa-
sequencias extremas, exagera-lo em tal modo que
se iguale a gratiicaeo ao ordenado, e isto a res-
peito de todos os empregos provinciaes, e quando
ordenado e gratieacao sao em regra pouco pro-
porcionados ao trabalho ;- o que me paree
urna offenso grave todas as- regras conhecidas
sobre o assumpto.
Um Sr. Deputado :E' urna ioiquidade.
Outro Sr. Deputado-:E' urna offensa direi-
tos adquiridos.
O Sr. Gusmao Iobo :Pen'o- por este modo.
Sr. presidente ; e exprimindo ligeirameme o meu
pensamento, sinto-me neste ponto interpreto- dos
sentimentes da grande maioria da casa. (Apela-
dos.)
O SR. MANOEL.DO REGO : Sr. presidente,
nojulgii muito procedentes as razes prodazidas
pelo Ilustrado collega pelo prnueiro districto. O
nebre deputado apresentou como, principal argu-
mento contra o projecto, o nico caso de estar o
empregado doente, e ser privado de urna parte de
seus vencimentos, que o projecto converte em gra-
tieacao, justamente quando tem mais 'precisao
destes; entretanto nem sempre acontece qne o
empregado publico deixe de exrcer seu logar por
estar doente; pelo contrario, trequentemente o
empregado nao vai exercer o seu emprego porque
nao se importa de perder a gratieacao qae mni-
to diminuta, visto ter certeza de receber o orde-
nado que o essencial.
O Sr. Tnxnu de S Esta exc*prao.
O Sr. Manoel do Beso :En acho qa* q*ai
a regra.
Murtas vezes pede-se tambem licenca que >
concedidas com ordenado em prejuizo don cofics
provinciaes, pois, quasi todos os empregos ten nm.
grande qrdenado e urna diminuta grsltlieaclt !
O Sn. Gusmo Loe- -.Quanto essea, refrme-
se a lei.
O Sr. Manoel do Reoo : Apresentando o pro-
jecto, que estabekce urna regra geral, tive em vis-
la a economa das rendas provinciaes...
Um Sr. Deputabo :Beduz naisena a elasse.
dos empregados pblicos.
(Trocam-se outros apartes,)
O Sr.Mwj.oea. do Reoo : Nao, o projeeto nao
Ihes diminue.oe vencimentos, e al vem favorecer
o grande numero deltas, pois, procura oquiparar
mais ou menee todos, visto no actualmente ha.
urna verdadeira disproporcao ontoe os ordena-l >s-
e as gratioacoes dos emprogades pblicos. Ha,
alguns, cujos vencimentos sao divididos em s:^^
partes, sendo seis de ordenado e urna de grauhv a
p, (>utros om seis partes, outros em sinoo* ouiws.
em qiatro, finalmente em. tres, sendo apenas u;iu
de gratieacao 1
E", pois, manifesta a dosigualdade entre as djf-
ferentes elasses, de empregados.
O fin do projeeto evitar estas injustcas, e fa-
zer com que o empregado, que tem actualmente,
i um ordenado excessivo e urna pequea gratiea-
cao, e que nao exerce effecvamente o emprego,
seja toreado pelo seu proprio ulerease a exerce--
lo o que nao suoeede hoje, quaado o prejuiao >
insifuiacante, om comparacao do nao exereioio.
Tambem procare evitar requentos aposenta-
doras, com que a provinoiA ja gasta actualmento
urna somma enorme. Reduzindo se o ordenado.
Sne s a que tem direito o empregado aposenta-
o, a provincia lucrar muito com isto, po? es-
tou certo que bao de diminuir sens|vt:lmente o
numero dos aposentados, quo preferiro receber
a gratieacao, embora em effefttivo exercicio.
A elasse dos empregados pblicos nao to mal
retribuida como qoiz fazer crer o nobre deputado.
Nos temos o exemplo da magistratura, elasse mui-
to importanto,e quo muito peior retribuida do que
a dos empregados pblicos. O juix municipal ga-
oui 600|; para poder oceupar este lugar pre-
ciso ter estudao muito, pelo menos ter eursaoo
datante cinco anuos a Faculdade,' no que so al-
pende nao pequea qnanti ; no mesmo caso esta
o promotor publico quo tem um mesqumho veo-
cimento,aopaaso que. o emptogado publico do
LuiU se exige martp meuos babilitocoes, tem
mente* muito superiores.
O Sr. Teixeira DESA:-Va a quera tocar.

ven-






_
f



|tlLiOJttiMSn|0 3 aflfi^ aTO*"80 dc p^amtnp>, Sesu fer 0 d *w d
% dp
tblieo ata mmF
isirafe.
Reputado asar re-
.
Niotera niMOBO-
esbeleeer o incen-
reg afe* a xereerem
pro
xt :--yiium mo Jteaus 1
Rano :la' ttuito} ana can
ego, sana* aotivqd* ratees-
3 certoaa da ereeber eerde-
_ osrtgirr w
terTecri Ament o seus lugares em vantegem
pria, o qae ra nio di attpjlnicsje cqtu |r
vuzo Jp servido publico.
O Sb. G. Drummon :~Obriga-fli a um
snsarior, *-fie<- o quetfe at de 'suas
Ocho Sa. DwfrHt* :--Qaaafe etto '
O SO-Manosi. o RaT
alerce seus emurego,
Oa, mas porque tero cerina fe pereeb'
nado eorn muita pequea Terapia.
Emftm esta a roinha apiatie, e eu ua* podti-
rialera It viandafe de qaer.r imp-i* ate as-
mStea, a quera sobra iilnstraco e independencia
B*rafelrberar.cornoroefcor entender.
O SB. GUSMAO LOBO:Sr. presidentejulgoat
aesiecessario voltar a tribuna, a nao o facosena
oiim hftuien.sgeiB au ftaVuto e (lites*
teeraoesiudo que ornamentara o osptrfto
rafe antor do projecto;
A atedia que se nos propoe, a,ae resultado
dara? Neaateu.oulro ipate digan da teoSto
-do que este : empobrecer umacb^e ja empnbre
yda, a urna cas e. que representando aa pwd
nlpertaute. oa gesta > Jos neguews pblicos, nos
*de tereeer particular aUeocio.
BaaanaMa dos 4iuh; iros pblicos? Ha espiritos,
"Sr. ptSaiiaala, pava a.aa oante-e um sistema, m pregradhna; nao para
o moa. tifo do** oinguem fue Vnha, mats do
"qaa en, o amor d> ama exacta, severa e eterapu-
' losa appl'cacia dis reodas. Mas lia ura verdades
roperigo ei'Qxagerar certas pnnr-ip os. E* fwer
urna economa bete entendida* ama discreta eao-
' Botnia, reunir a|guiaas uagalhas r.iai prejaize do
de?*jvorecida emuregadu publico ? A istotse po-
deria chamar, e uu eaaon om selo pharisaiee.-fsto
em desproseito, alo en proveilo da causa pu
bliCB.
Pata u'oste tornee, qaando os vea-simentos
-toMan crwcsr cora a respeosabilidade de todo*
os fanceionarios, qaaado e patiaa em regenerar o
fuAc-ionaflsrnn, que a provincia vai fWgoiJar os
^eus empregades? Guando a vida se fax mais.
cara, fuaodo os presos .-obern em urna progres.-
- asausitdara, e d uoatium modo se encammbaaa
a deuppareeer as cau-as felaes d'esie p edome-
e ecuiinuiico, *' nne vauwj carregar mai3 um
dispasicio restrictiva alttlra do etupregado pra.
Tineial? (Muito Vm)
O a.sumptu poderja pedir, Sr. presidente, mais
largo desntulviiaeoto ; ous emquaoto o boorado
auiur do ptujacw teuta iarraeaoKameate uaa
exagerada ecoaamia dus dlnbeiros pblicos, a
taco Ixtiu uzeado ecauonia de tamao.
(Co*Wnaj-<'M
Joaquiua da Cou^lcfo, Cabo. i anaas. I dgQbw'1?- .Ik**0"*1 &
_.*fetef a^aleiiMinmufwT
Angalici Maria.Gaa>ar de Miranda, ftergama
^uSa"^. Jtaya, poayjsH ; enterila, Wmto
Emfba, PernamUco, 1 mezas, BoavUta; ^tsaa Baaa
pasmo" L
tDina JoMuioa de Sanl'Anna, Pdhiafn- do seus st^_
Marte
M^ast
COMMERMO.
1870.
l-inv-iT-rr.-T
ZS.
0R3MM .IVJX Qm
5?
i
idoto nal
Pl
A

*> pailm
ssio aaral da Soateaadi rrtr
A -i'"'""^liraTal iiaiaii) trtiiiiBl
ze de Selpoabre amo fiel interprete des seutimen
los destasociedada vem dectenai ao publico
tendo a, manieipalidade- resolvido manda/ \
um mootimealo eommeuioratiti) das victorU:
feiizes. aiosic, caucadas oo ^"gyay. it*i,r)i <''* "^') do bou- var avante esu empieza que lamou a si real tsar.
Deoois de festejar ooato faz, a grata noticia da
tertmuacao da guerra, a soteade patriottea iul-
aawsMvaaieafa' pronaMr- a ceatta* da gxaat
lasa idea de pagar *m nome da aoaulacao
enauabaoo, uannhtto tW raoaaa-otaum
keres desta lula gieriosa ama vez aue niuiruam
m apresenUiva a tomar a si e**a araaleSareaWi
^ora, porm, qe a cmara municipal resolyeaj
JKAQA DO RICPB 8 DK UAIO.
DI 1870.
V 3 i/1 notae da tabdi
^tta !' aai 060 rs. po- kif. (bWtem).
oncallo Jos Affonso,
*reuila.
.. ;. Cadeirn avotei
/aneiro
Deseo ate lauras da pra^a i taza a
odoaan* ^t
iinheiro em conta correntrhi
segaint*.
EuManoel SiMno de^arjfbs #1rilo' ni.
crivo interino o escrevi.
Em tumprimento a dito mea defeVimentb
o infectivo escrivao fez pa8to'aj*re#i,ft
} dital com o praio de seis dias da le e d
r/B crod(>fpsrBx.'rtosrio-ditoalcu
lo u'.leaaa tbtor chavo, cito,4 b
do a toa*, os ediinrftirerta d
ecuiadojjpaTB que ktniro io riiridonra-
aimparapa par si ai .sor saa pian
res ana ate jwio, taaanJo pnasn-
_ o que Ara beadesea direa-juiiea,
b pea dear procader asoa ravlia.
i AI Al
toila*
pJavra de ^cisoas p^K^-'fntet \
classes e preflssdes da vida. Todos .1
em substancia, que a tosse, a
^8,Mrnci**i, a, esquiaeijcia 9 _
etc., se alftviam e qoram* mediajrte owo
aafe'-adaimel prtnligiflsarefedfa. d'as
'.Iraodo40avel ^mu\Mo a udicat
saateada
mm 9 ve le sew aacia, aafaoeilar
a dar-te exeoav, socjedda ju kuiioa daca
de a* sia eacarga para uem realmente 0 a
tutaar eoaa Xada a-diraita.
flotara a- antedata patritica va saiitaefl^ae
ver a aooita^ao aa tev# a. ide> de eriyir um 4o-
nuaniiia w jtM ae povo, a egm que iuterviojea
eia saa execacaa a r"*f TQ*" "Hff coedftaa*st
a#auaa taauria a si esta la* Faaaadii, aak votas aceras paca
mauteteal laaina a idea iajaitete.
Date ae Siiortam a caaaMso*
a* raaimMaaai pNab(ss a Soa v.
aceiuram a saa naateagaa.
Se eotretanta a cautan maiaiua par *ulaer
rt cumstaaaia < der levar avante a fraude ompreza, a socieiaaa
patrioUca -cootrahe deada |H aom u.utUora oteai-
iaeaa de naim- de nove a si e$l* pesada tarefa
com o estreo e dedicagM com que dtspuaha-sa 4
levi-la aanito.
< Approweita a oamaMfso ceiura > enMjs para
agradecer aos proorietarios dos jrnaes, Di^nude
RtnaMxco, Jrvnmi 4 ectft e Sanmte -f>r*Bia
butano, aaelicadesa cero di paroeberem pela ftublicacaa feMaa -at, pete
sadiaaade aatrioaa Dote de SatarHar.
Br. Fitmsco Piret M(kU4 Purifci.
, AdMpba omeitha u.
, I iMit imtaivf* 4a $Lm.;
Jf Aniame Pinto. h
Mr.; JtHfaim-Cora Dr. raara a> P*i*Sa.
Protecterias Famitas,
Afisoaalo Si-asilSra de seguios nu*o
eaaaa a vida, aaamtia fer deereto ta
.WD' tafawtt e U dajmt d*
S*ri3a peto Usiware1ajMa^-40lUo4lB
Jsate*.
, Easa assooapio eaminba ws vial de proeperi-
dade, nao sem os eolia vea iaterentae i emprezas
ate qae i ^w^as.
Era 31 de dotembip d* 1WB liufca SBactoadoJ Barca
esaa a^oeteeio BU cwitmtos.
,: *8crin>B um capad de ,*t!flUW da mism-Guii*$wi.
jflatafoae? me Loft
Um Cerrador ingles
.Morador no Uruguay
Di.*ee: N; Parag)*
Descalco se vn>' Lepes
Pyis dixem qne desta vez
Foi na trag^dte^falari
Otet^e Qiioo Satn,
Ferrara e bfem femado
Esu b-erAft este malvado
Na*margena 4o Aquadj'uara.
Aos* PeniaraT)uc|ittos
E' esperado -ada moneota HliaSo>de Javeira o
hjyosporte de gaerra tta/Hcnr, raaeado 8U>
muaidBies fornectirera *owlo o 42*corpa da velualarleB da patria desta
provincia.
fiiieilue fe l.'i /.dona bwa... o....
A provmoa^e Pernambuoo qo* saae ^eapre. ffia de 9 il, de ejportecio...........
ser generosa, nao poda deixar Jiaar no esqoeoi- ~
ento o modo porque o punbado de bravos. Par-.
jiambucano< que formaram e;e sorpo stoube levar,
fiitoe dea-%:ifem.............,..
Ditos de 1% do uro em barra....
Ditos de fe %4o6diawwtea.......
a poetendade o nume de PoTaaotou, atqual Oar-*E>3)dieute das capatezia9
Umeate ha de assombrar-se de taatu abnegftQij
a de tanta liravura, JnterT
Quando reeebeu**e aaai a grata uotieia de l
achar-se na corteo 8* da voluntarios, prwatirft
que eaegou wado do campa da batana* a* ftt.
uaofcacMos, qae usca sa mofiram indifferenles
quando se trata
REVISTA DIARIA.
ASSKMBLGA PHO diente, a assembla appnwou honteai umreaxiaw-
meiito da Sr. Drumm >nd, pedindu se solicite
de todas os jaize* de_dire'to da provincia iobema
<;'Vs soare aa lotaaaes dos actos dejustiea e
cimveaieaeias de snas aiteracoee, orando o nes-
mo, a o Sr. Vieira de Araajo.
Poram reasetndas a ewnaissia de aegnetes de
camarsa) paracares da de comuteixio, abras pu-
blica? e aKriecItura, nbre represeotaofias da c-
maras municipiesaa CtekSSH e S. Brmo.
Passaado ordem do di, approvuu, -em 3.* dis?
cussao. a imijecta n. Si tente anno, que aoiecisa a
abertura Ada divanus crditos snppteneotares ;
addai em 2." di-nis de iBstrttccao pabra rduff*) rSfiC, una in-
terpreta a li n. 398 ; em 3.' discnasan, appnma,
o de o. 19 desta anno, creando dous municipios,
na coanrasio das frejueaias de Gravat e-Bazer-
ms. aovare dos de Panfilas a Juipap, com otnJ
addrtivii do Sr. Mello Reg, feereaiaando que a
iuauguracao dos ditos municipios s tara lugar
depois que os rt jpecavos
casa saa cus, que sirva para as sessoea-da c-
mara ; em 3.' o de a. ti deste anua, que auiari-
sa o gavera a cnaoeder at am anm* de uceara'
ao foitor coolarente de consolado provincia! Fnaa-
cisoo Jobo Alves de Albuquerque, randa oa Sastj
Henrique Mamede, Oliveira Puncen, Nicolao To-
leittwo, e Paes Barretj.
A ordem do dia ara boje j: L'-discussi des
projectos ns. 30, .11*3, uj4;. i.-dos dona. 36,
44, e 48 ; el' das de na 31, e3 todas deste
anao,
INSTRUG^B PTJBLICA.Por 6elrtierat*5o da
presidaneia da provincia, de 8 d correte, fot uo-
maada Jovioa Seoboriaha Perreira do Mello, pa*e
reger acadeirs do sexo femeoiao da villa de Pos-
querr.
Ft2RIME^T0 (^lAVE.!To dia 23 do correflle,
aapovoaoao de Jaboalao, Ilelarmino da Costa fe-
reir ferio gravemente a loao Elias. 0 delin-
quente evadiu-se.
BATALBJtO 43. BE VOLUNTARtOS^-Seguado
urna carta da curte, viada peto apar americano,
n que s horrtem vimos, deve rbegar boje por
iodo o lia o transporte Itapietir, tcazendo o 42.*
aalaiain de veluntarios da patria.
!iAHPARIAD.1-:.Inonram-nos que no povoa-
do l.ucca, dsfregoeua dos Affogados, ha unta
timlber que lem em saa compaabia um menor er-
Mt a., .10 qual-.'panea ciariamente de moda des-
- inmanal, al tole de eorrigi lo de ataos hbitos.
'.rr.!fido perifo vidadessa enanca chamamos:
a aiieooio do Sr. Dr. juii de orpbios, que pro-
deueiaBl como?:nelbor jatgar.
COVRLHO DE ajUAyuPICACiO.-.-to dia J33
di crrante deve renair-se, no consistorio da ma-
triz de S. Prei Pedro Goncalves, o censelbo de
qualilicaco da guarda nacional desa freguezia,
si* a presidencia do Sr. teen te-coronel Decio del
Aquino Poneeca.
THE30RARIA PROVIMtIAL.So dia 30 de
abril ultimo licou existind um ?aldo do........
711:928*829 rs., sendo:
Em aecoes em deposito 117:602*920
Em ttulos nao emitidos 75:000*000
ra Ifttras a vencer 223:744*3JI
Em diueiro 295:o8U398
ARREMATACiiES PBOVISC1AES.Peraate a
jutiia administrativa da tbesouraria provincial vio
u praca:
No di t 2o do corrate mezo fornecimento dos
bjects precisos para o exped-eate de todas as
reparticoesarovicciaei; o contrato da impressaoi
dis trabalhos necesaviog searateria da avem-
bia, tltesouraria, consulado, agencias, obras pu-
bltras, directoria geral" da iaatruectto publica, e
ytitnasio, ludo pela quantia de '.Mi; o forne-
cimeato de alimeulacio e dietas para os presos da
"a de detenco, por espago de 6 meces, be
'ii.io o da medicamentos e utcaais nAcessaries ao
ruessao estabeiecimento.
, l/.IM0fiOGADG VA ,01,a.Pecante a junta
administrativa da tbesouraria provincial 'vae
praca, do dia 2 de juabo 'prximo o impastodo I
dizimo do gado vaceum consummido nos mnnici-
pios segnintes, petes avanaeoes /eitas ^{onko e I
Carnar 1:670*600; Braio 20)3*000: atehoas
4:015*000 ; Boavista, Tacarat e r^bt^brT3:360*.
por anao.
VINCULO BE ITMIBB'.-v^e i praca do di 17
di corrate em dlante, as comarcas deGoyanna
*; tamb, os bens do ancapellad > de I tambe.
CIRCO EQDESTRE. -A companliia do Sr. Mar-
cos Casali prosagoe em seo* trabaihos- gymnasti-
sos aembacos e loaares, ao pavifcio e Santa Upreotanttoae glorias qu oingem as aaseea* do
Isabel sjmpreapplaadtfe pate ukaoadmaria nu- idv. mro d^pacteferes. qae ae dispute as biteetos fiara dar-iha e aoma.de ^IbVasTwaV
! lugresao. Be da em ate o sympatbicos artis '
CprtaY r
vida, publica nwl fe -
At M dod^eM fViHC
esta a-ssocia^ao 77a,contijeR.
tascriato um capital dH,!
Capital realzado e convertld,
divida publica nacional je 6-0/9 3
apoces da
7tioao.
pifia*
1380.
anofices da
r,-.700a00.
Para mats esolaxeci'neoios duigirse-aao ao
esenp;&rio des;a assoocao, ra da LivraBiast)
O agente;
Va^fcoi>aacCAfe FtoVi.
TABELLA D MfllTtBfENTO
n. andar.
para que stmgue ao conheemiento t\6
tallos mandei fazer o presente edital, que
?S^ST.'J!^!S^tWaNST d C0,U",M 6
- Dado-e pausado nrsta crdade do87Cife
da Pernambuco, aos 3 demaio de 1870.
Eu Manoel Silvino de Barros Falcio, e:;-
rai*a'in*r.Db o MbScrsviJ
Franam-deMsis OlmiraMacul.
nrtnflinaes da Enror tarn ^Ttftpnndflntri
^3^kJaB008-Ajre8, Montevideo, itv
*lle%-0rrwrjs, 6eaitte cartas de crdito
peraio* m&uac* tasares.
,RUA D COMMRaO H.
i/O.aiaoii
*!!^!liit){wial>T^ consoliido *
t:la7J7l
MOVIMKNTe A AbFAKDEttA
Tolnswalaidos- -mfazanaas"
Uata iam caza genaroa
'oteniaaaabjaos com f axendae
loam ideen com fosero*
384
816
1184
bol 6 de auto
m aptuia-marcadorias.
exJada-mezr^doria*.
ii^riii^raetfcaoortaaK
ta^lea^iviar Patacao norte-alleniao-Jiaria-farBiha de trigo.
Stecho norta-auentaoCoa* mercadonias.
itacbo iuaiez-WeoJpe-idem.
arca austracaScra Fitmiaiiem.
ngue portujuezSounonoidea.
Escuna norte.allemaoF^ata-idam
Barca portuguezaSBphimidem.
Barca iagleza-JWm* fti6/-bacalho.
|ateeboiztez~Jiofafcn damercadohas.
f ngaa portuguez Cateteidem.
fiaia^,bele-HBiriwM--idenj.
838i

DECLARACOES.
i-i
"""'^......---------------------------- l.i -
/mportOiXte
,, (l itBSO
Diraftos de censaito..............,.......
Cito de aagatentode 40 /.......
:la ate dita de JOVo.. ?...............
i*de,3 '/o.................-
adnteieu4te2 %, h*M .-i.,
s de baldeaiao e reexportar;ao----,....
de ditets Toiewportacao tswa Casta
dMttei..^..,,,,..,...-..^,......
fcxaaateatc doa gaseaos estrangaiaa'sajjftig-
dos-porciibotegesi............ iflSas'de J % Ais geaeros do pau.,.....
Diloa^fei^os geaevos Imtos............
Hitos de 3 /. idem........................
398:312*813
147:430iottt
2:307*87
78:988*883
t&ss ms
feaazteiagnn--------......fl.
PremiosKlaj aaMaM........
Owaavatl rruvitmd
'Ancorae^ern..-................
' Ejeportayio
............
......:.. ;,

...
!
J:308*000
M
1
2a9:9J372
a
traasattetep de pro
EjtNmbmrim-
iJaaOB
696**4
*>?186*929
t2;M3*MS
16**76
38J*35i
"
889*780
(Meada da lypographia nacional...
8eoo adbesivo..........................
te fepapenxo........................
do saadar os brasoa pnpararam e eaeduaram aTeoeoeao deast curpp tnadiasacntea............
com ul Mtiusiasmo que, ultrapasando os liaits IbnpoBtadosdr^aacSa&tea.
do verdadeiro enthusiasmo etiegou ao .ponto de fhto de 3 o 40 % ae ira
pader-se chantar delirio. priedade.
Nao oossa intencao depreciacraes os sarvMat
prastedos oa guerra por quilqner doscorpaaqq
J.iqui sabiram para defender a patria ultrajada.'
nao I E' aoesa opiniaS ao conscario qaa, *iaa; flecoita eventual (nutsasjtfv........
tnaij ovneoes que fizesse p peve Pernambaflanoi (i
nao seriam bastantes, porque o que ellos merece a?.
wr seus rehwautes seraJens, per soa Qrmaza,t Diaiao da proviteia das AiSas..........
abnegapao e constancia o bomem naa ppdetlitw.l Dito da proainaiSMda Parabyba,...
.Queremos nicamente que se papare pan a Dito da provincia fe:R Graaaa fe Norte.
W de veteatanee urna reoepaao aue menos ea-i flontribuieao de caridade.
.trondoaadoqoa a qae se f ao 63% sin : porque,
esse corpo que, si nao podermos dizer que foi i>t
Oais luido, o m;Hs Bumaretta, e o aw disoi-
plinado que ae apreseataa not catapuc fe suL
diremos eerlamente que foi um dos roolhores : 'Ufcuulega de Pernambuco, 5 de maio do 1870.
porque essa carpo, o psimeir que pisn o aotef
paraguayo, formando coii doas companhias snas
nafui
iidSSS
l:M8|Ha
SU 8S8
234:969*408
31:SS8*MS
suahw
23f*WI
:
A tria Hstiu^Tta b
, natnfeiica.
Pene-se a qaeai poder dar noticias exactas co
^nbtlho ungaro por Some Jos Ziffcf, anuos tte>
SBdo ao Brasil, de aornmunica-las neste eonsullr
o; Gomo ttrabem ni se du vid a dar urna reooa
pensa, se for preelso, para obterem se mais tan-
anete aa noticias que se pedom Semeabaute rw
pella
Pela secretaria da caara awaictpal
Siesta ade, se faz pttbHco, qoe cacteni
m praca no dia 6 vio corrente, para ser
arrematada por quem menor preco osar.
Cr, a obra do coorerto da poste do Alada-
ro, oreada era 5WM)00.
Secretaria da cmara monrepal do Reci
fe, 3 de maio de 1870.
No impedimento <1q secretarn,
0 oficia l-mawr,
_________AuguMo Gemir d Figueiredo
Pela recebedoria de renda* ioleraas geraei
ae fac publico, que ne?te corrente mez da taak>
(tue te Jinda o praap em Tjae os contribuiates do
imposto pesaoai, relativo ao segando semestre do
*erccio crrente, entro os quaes se casaprehen
dem o'empragadoe pablicos geraes, provjnoiaes e
manicipaas, teem deaag-lo borca-da catre e
livie ue multa, e qne findo o referido praxo, ser
cobrado cura a multa da 6 por cerno.
Recebsdaria de Praambuco, % de maio de 1870,
0 administrador,
_______Monog< Caraeiro de Soum Laotrim.
, .vtfeaiatesaajw*..,.-
'oraos...........v.,......
N.-B.As- parta fe rireoai
cas da noote, dasa' ao
ponto.
t\
* t
OJvHA*Ha%
DAS
essageries iaperiilti. *
Ate o da 13 do correute mez espera-se rt lav
ropa.t. *aper frencez Smih, o qnaTfeaeteaa gL
ora do cosame seguir
cando na Baha, Rio de Janeiro
Para condicos, (retes e pansa*
agencia ra do Commercto n. 9.
para Bunaas-Aym to-
e aiBtevido.
1W* otea asrtrtHsait
At o da taxi
D hnortos fesul o vspBrfraacaz AmaXt/emet^'.
r nte Joret. o qualepois d demora do' *
fesxar tersa)
seguir para Burdeos toaando em
0 Lisboa.
Para condic.":s, freas e passagens rrate-se
agencia ra o <^tUaareio n. S\
COIP.lfflA RLtSniRi
DE
Paquetes a vapora
toamtmmm
StSaa
Dos
at o da 9 fe eorrextte'
Amos, commondante o
tenente Jos fi. Dnarte,
depois da demort do
os portos do sal.
enslasn

4:030*930
34uail*7A
%2*880
i:0ul*Su
83*400
r?ojouo
74*070
31b*>*0
i uiauj
3:966*480
208:831*181
I
8*9.733*138
7:3034043
11:830*837,
325*050
878:99l*oo8
763*000
783*701
343*000
63*000
193*730
1631150
988*912

1,034:037*260
12:d2d*884
9:486*483
21:76*.36{i
813*600
1,038:003*608
Juzo dos feitos da ^zenda
nacida!.
lt"3*a8| De ordesa 767*3! **a ft^bda desta provincia faco-pnblco qne
as am-mataces e mais diligencias relativa!.
380*aOa as estanto eacapeiado de Iiamb, suaoncta-
das nos e^itaes ffisados em 13 do dezem-
bro do armo passado e em 17 de fevereiro
corrate, publicados no Diaria ti* Par-
Bambuco da li do dito mez easno, e qae
em vjrUide do aonancio iiiaeilo no Dicrao
de 17'do margo oltimo foram adiabas, teri
lugar agora do dia 17 do correlo em
diante as comarca* de Goyanaa e Ilanb,
a bem assim q o prazo de 30 diasmirca-
dos no segando daqoelles editae aas rea-
897*680 pectivos arrematanies para solicitarem suas
cartea de arrematago se contar do referi-
do dia 17 do corrente a 17.de junho pro-
rimo vmdooro, sob a mesma pena jeom-
minada deAullidade das arremataces cele-
bradas, aflm de que possam recolher aa co-
fre da ihesourana a importancia das msattas
arremataces em dinbeirc, on em letras,
deveodo os arrematantes a prazo asaigna-
rem previamente as esc-ipturas de hypo-
theca dos bens com que pretondera garan-
tir a sua respoBsabiWade.
Recita, 4 de maio de 1870.
0 escrivao,
____2 Francisco Brrelo de Almeid.
Santa
Desde j recebem-se paasageiro? e earaia-sa a
carga que o vapor poder eooduxir, a rmfl liasax
ser embarcada no dia desBaeaagada. Ejsaoaasav
lasje diuheiro a (rete at as datas horas dola,*
inasahida.
Nao sa ecebem como encommenas
leotos de pequeo valor e que nio exceda %
arrobas de peso oa 8 palmos cubSctw *e aaaaV
5o.
rudo qae passar destes limivs aovar
embarcado como carga.
Prevne-se aos Sr. passageiros que soas aaaaa
ensjw e recebezu aaagencu ra da Crac a. a>
sar
1* andar, escriptorio fe Antonio Lais
Azevedp & C.
feOateain
GOIPASIOA boASILEIW
DE
Paquetes a
360*880
3168220
2*480
334*2*0
I1O8IS666
430*039
487:407*813
8:324*588
2:496*308
279*815
498:308*449
da misericordia
Recife
e outras duas do 2 batalbo de (oaiteteos duasi
grandes dieisies ao mando de dous capitaee
Pernarobucanos, as asaignalon m tu bapltimoi
de sangue o primeiro passo do primeiro a snbiue
canto da nessa grande epopa militar: parque;
esse carpo fes toda a catnpanha d'esde o Passo
da Patria at Lomas Valentinas, entrando sempre
as mais krrivois e saaguiaolentas bauhas, pur-
tando-se de tal moda que merecen nda a eonlianra
doi generaes, e a sna bravura foi teota qpa exci-
tou a adrairacao e o espaalo fe tefe o exereito aoJ,
ponto de merecer a distincoo de ser den ominado,:
[segunde disem pelo bravo, intrpido e deslemido
S'ueral Osario,o batalho dos hroes e qne o
gara os campo do- Tu|ruiy, em viste do que
presenciara aa raera-i-avel hatelba de 24 de
maio : porque anda esto corpa tendo sufl'rido a
mais horrenda earnibeina no ataaae de Coru-
paity leve fe paisar o pequeo resto de saos,
soldados para o 42* quaaao tinba elle a qumara-
$a de 11* cora que tanta se distingui, fitaado
segunda vez fe tal sprte reduiido em Lomas'
extincto : porque, finalmente, esse corpo soubej '
Servind de ebefe da 2* seccSo,
Anselmo Jos Pinto de Souzu.
'B(^BED ^endimentodo dia 2 a 4:7a*bWda az* de 1870.Dr. Manat Barras.
Idam do cUa 5...... 1:310*928 Dr- BerUo Cos a.- -Dt. Lobo MoscvzoDr.
----------------- Joao Maa Sm.lott Marta Qaneiro.
.8:043*488 Coetano Oeriaco. Dr. Prxedes Pitonga
"iONSLADO PRivrwr.ai.
PROVINCAL
tendimento do dia 2 a 4 15.-864*035
(dem do dia 5....... 3:858*3.31
mperL.1
19:422*366
MOVIMENTO DO PQ8T0,
'Decio d'Aqujno Fanceea, cavalleiro da
Ordem da Rosa, tenente-coronel commondante
. fe i*tmtelbio de artWbaria da guarda naeiopal
do municipio do flesife, e presidente do conse-
ibo de qualicacao da paroebia de S. Fre Pe-
dro Goncalves.
Faeo saber aos qup tateressar possa, qaa no
da 15 do crrante, de conformidafe com os de-
c-etos n. 7 fe 28 da oarabre de 1855, e 1130
fe: 12 de maio de 1833, se reunir no consistorio
JMo-Graufe.aW-STte bria^hrasiteiro/ ''^}ain,? ^ Cwp0 S"t0 con,e,ho **
trtBU'e m ?-?..I'.-t)"gQ*..V,**ty-'ro.;."- flMliflcaeao da parochia de S. Frei Pedro Goncal-
a Bahar Oliveira C
26 dias, patache braileiro
tanetadas, capitao Maaoel Pe-
escrover cora sea sangue no livro da (MSterls fe]' %^ guerra do Paragua, a hmedo, Pernambu- S^^&*^
Honra e gloria, e um voto de agrdedmento a ater a nTem P B*ard' ****>*> ete
S. A. o Sr. conde d'Eo que, segundo dizem im N<%m sato* M mmmi aaft
instancias do nosso dist.neto e bravo compro- tiverDOoI-cXa1^PTL.
vnciano general Victorino, pajmiuio-nos vermos p 7fien araa riandaT &oruUfftu- "t*,
entrar no porto fe nossa provincia o 11* da vb- Sta'S-E^MilUl^iii a mm ^ Ia rv
luntateo-hobviS- orgSnie mop sabia, pe- 'Toa^c^.^lt-? um *"*"*" Dr> Francisco
queno em.numefo, porem grande em nome,. re- ^celona-Snteea'bespanh^ SWral canil*)
FdatanelBs; carga aagadao.
P-
re-
nrasentanao os que, vem fazeodo parte trelle a
gtorias cetbidas paraa provincia por tantos outro
,qe pnreaaa> >an ampadai. bata Iba I....
A saetedafe patritica Doze de Setemhro, que
tero, baUlhes patriticos latnfeneate or-'
pdsados, estimulis apreiemarem-se, rece
beoda urna ceepo cama obieeto fe nussa *dm ira cao,
dos na mesma parochia
E para qne ebegae ao conhecimento de todo
mandei passar o presente edite! que ser publi-
cado pela imprenta e alBedo-nos' rogares mais'
potinco fe fregante
Qosrte) fe eommanfe fe 1* batalbo de arti-
Ihana da guarda uackmal'fe Recife, f de maio
de 1870.
Decio d'Aqnmo Fonseca,
leo ente- cero nel presidente.
Agraderimento.
tas'Luiz, Cazar e Vicente reunetn novos louros a
sua grioalda fe artistas fe mrito real. A sendo-
rita Anua trabalba com' grato sobra um cavallo
sempre lisura a graieta^en > aa evolucoes que
^xecate. O paroaca zaaatea cafe ve mais oabiii-
dade e maiberea anaaiiras fe agradar, e o tete
conseguido.
r.RfAOO afeite Martius, elfcetua hoie e le-
iii do m sobraferqa do Livramento o. 28, mo-
vis, dous eabrteteti americanos, e um bote eaaal-
lo para carro aa cabrtelet: s II horas fe dia ao4*n*e"ei' asyaaaeeT-lha a ja>tca, eamfeda
' andar do mesaae prdio.
LElLAO.-Hoje
- tznm da ra da .
<: por iQtervenc's) fe ag.epte Pbrto.

Sfatei Pemambtainm.
EETAE8.
.0ppleefe barra fePeraambaoo, penbora-
40a alas aansirat Ihanas e cavalhirosas por
2*# 2*?Sl>rtT^5I**md0* fe' digno eapr-
ft":^ Sr. capito fe fragata Jo?
.fteboel Picaneo- da- Castet dtraata todo o tetapo
da sea eeTticie, lariam au-anis sagrado de er
bJ?ea^,t?^*iW8< de. alto daim-
r*!?ifa^Li^^Brilw Peld
a aelo
de Assis Oliveira Maciel:
jiz de direito da prinjeira vara criminal
eauitWtodack>-arseccia nesta oda,
dedoMacifa de Peroaisiwso e seu ter-
Q, por Sj btegernl Gonetituoionil
oSr. D. Pedro li, a qtrA Dettsgnarde,
Fao saber peio presente, qae peanle
lejuiaoe ea q*oe este
?V}+!&-*m'i HSipiles, mq eimtal Maaoel Jo&.
oaa-faBMitado. AUxasdr
legairam a eieotto
u-se a peimora em
xecMtado, pelo que
asa i leilo-o rqae>
, ** secaao. -Socreia*i, da prej>ifeacte de Per.
nambuco e 4 a> maio fe tTO, ^^
Pete secretaria da presideoaiase aa onblteo *8leJ para conheoimeato da aamXaamr **im '"'-----A
* Exc, o Sr. ^pirtJfejBie^
ideado au qua Ibt laaaeceu W
HgMESi^
casa
do
Pela secreura da santa casa de misericordia do
Recife se faz publico qTre o film. Sr. thesonreiro
comraenfedor Jos Pires Ferreira Wr pagameoto
s amas qne se apresentarem condozindo as enan-
cas que ihes foram confiadas, no da 9 ib corren-
te, pelas 9 horas da manhaa, no salao da casa dos
expostos.
Secretaria da santa casa fe misericordia do
Recife 4 demaio de 1870.
0 eseritao,
._____________Pedro Rodrigaes de Sonza.
De ordem do lllm. Sr. sonselbeiro Unspeczor
da tbesouraria fe fazenda desta provincia se faz
publico para conhecimento de quem interessar,
qne as_2-horas da tange do dia 22 do corrente
mez irao praga para serem arrematados perante
a junte da mesma thesouraria, por quem por a.
nos flzor os eancertos fe que precisa a ponte de-
nominada Sete de Setambro, crjafesem 6:208*710
conforme o oreameuto e olausula* especiies que
sarao franqueados aos pretndanles na secretoria!
fe dita thesonraria. Os licitantes devero ae ha-
bilitar previamente, mostrando-te auJienticamen-
'e deasmbaracados e quites, tanto para coma fa
zenda geral coma para a provincial
Secretaria da thesouraria fe fazenda de Per-
nambuee 4 de maio fe 1870.
Servmdo de oicial-niiior,
Manoel Joc Pinto.
vapor.
Dos porto do ul esperado
at o ate 8 fe eorrrute a apa
Guan, ommandante o ca pifie
teooato Pedro M. Baarte, o qua
depois da demofa db costurnt
aegnfra para os portos do nortei.
Desde j recebem-se passfteb*bs e uatea a a
carga que o vapor poder conditdr, a cual datera
ser embarcada no dia de suaabegadx EncoatenaV
das e dinheiro a frete at as 2 oras fe diada aa
aanfa.
Nao se receben! como encommenaa senao ob-
lectes fe pequeo 'valor e que nio ercefeni a ateas
arrobas de beso ou 8 palmos cbicos fe zneikaa.
.ludo que pasar festes Hzuites dever ser eofetr-
ado como carga,
Previne-se aos sehores passageiro qn aas
passagens s se recebem na gesete, roa fe Crsz
o. 57, 1* andar, escriptorio fe Antonio Late fe
Oliveira Azevedo A C.
COMPANHiA PERMAJiI^^Jm ~"
DE
VaTcsatfo eostelra gaar
Porto de GanfrAas, Rio Formse
Tamandar.
0 vapor Parahusa, seguir para os partos aa-
ma no dia 10 do corrauto mesa coiie. Bsoaba
carga, encommendas, passageiros e dinheiro a r^-
te no escriptorio fe Forte fe MSWr.3 o. ti. -
Re ebem-te prupostat para farer o caaccr
tos, do que precisa v btegaa aura aaateaa Au
gusto entrafe de Buenos Ayres com agaaabwu.
conforme a nota dos peritos, qne se aba a visfci
dos concurrentes no consnladcf da ronfederacao d;;
Alteoianha fe Norte at odia 7 fe arrete a*
meio dia.
e
, '
CMPANHIA PKKNAMllGAivA
DE
vapor,
'arque decidi quaeeaasn envidas suscitad n
as WboxiAter lagar, np ar V?0?!?' d/ P"*** *% rivep, e os vates
dia 11
CSUlTEBIO.-Olitoiarlo
i?70.
Joao, Pernambu eo, 5
convalcBea.
Albina Mana a Cosceicao,
lo dia 3 de maio fe
Santa Antonio;
Peraambaco, 36
CIRCO
NO
PAVLHAODES ISABEL
COSfPANrHA,
rJlHECTOR n
D, Mareos Otm.
VARIADA FrvCCAO
abbaelo J do Vorreate
As oto h'-ras ean -ponto.
PROGRAMMA.
! SyrApnonia.
* Petejrinaeira vz, volteio sabr, nm -oatajlo;
3- PovS-srimeira ve, saltos por*reitog,
pelo'arUto Vicente, sabr um/avaH ein;
4.'Pete ptimerra vez o DesaSo, intermed
nbto pabte artistas Cesare AHab.
Navegando costara por
Maaaangnape,
0 vapor afeadoai, conunandaate Mn,
pera o porto achha no dia 12 fe
bera da tarde. Recebe carga a
gearos e dfabetro a frota al lOftac
da sabida, no escriptorio da
de Maflos a. 12.
COaPANHll PERIUHBDCRft
DE
Navegagio costera por vapor
-Macei em direitura e Petado.
O vapor Giqui. commandante Coate, segui-
r para os portos cima no dia 7 fe. corneal*
s 4 horas da tarde. Recebe sarga al* o dia t.
encommendas, passageigeiros e diabeiro a frei
at s 2 horas da tarde do dia da sabida, no es-
criptorio do Porte do Manos a. i2.
COMP.ANHU PE^A^HBW3ArtA
DK
%areiaf5o costrira par vasar.
Parahyba,' Natal, Maco, Mo*or,>ra-
caty, Cear, Mandaba, Acarac e
Granja.
*B>te O vapor Potengi eommsndaato-
/L Azevflo, seguir para os pones
aBBBaaf cima no da 14 do corrente as Vborae
te terfe. Recebe carfra at o dia t3, eaeott-
iiendas, e passageiros e dinheiro a frete ate ae-
2 horas da tarde do dia da sabida no eseripto-
rio do Forte do Mau/s n. 12.
Po to p : Deve seguir impreterineimeale at o dia 8. fe
corrente a barca portugoeza Nova Spmpathta, fe
1' classe e marcha par j ter a bordo quasi toda a
ana carga : pan o pooco qae anda peda r*aeber
e bem assim pan pa ricos e excallenles comraudoH, tpau-sa aq Bai-
ra & Ci ra de Vjgario a. L #ififo
I
andar.
rqua
i
\a botlem e ptearaosHa U na-
SJL sareza.
S erjcontraa totas as molestias, se por acaso
aeqimuii^resiicoocorrerem
dunativoe para o iat
convida a todos o$ Sr.
apresentarem s 3e.*eina pfe
w a effeiioesta idea grandiosa.
cutette por
propasua Sem preteizo du
qne ja foram aprassntadas, qa* eopaarvam Ao d mato de iWQ nesta ciflade do
fachadas neeu .asrauna. Aecife, om audiencia do Dt iniz de dirpiln
"S-aaiaaaTr.^^
a abertura fellas. ^*** fiLg^ peJo i cu .-. ^**^'M^ reife;Ar*nip, rtamfos dt) axeouaaU
Ellas I-racanapfeAJnteida, Ibnanaruu. ids^*ss0^.aaMa^
caajlot Anai0M' ^laMn^*ftHsenre
ori^a^-i^vavaal^ m*fl62**'' ^ *"** ***
SffiP'*8 wpettivos editaos, aoef8* oII
m mit&tym im*
0 presrste do protocolo das an- Camarote* com 6^ ^T^'
Ro de Jweiu.'*
Para o porto aeima sepia empeaeSs1 a oart-
Sp naciooal ItabM, ten pnodjpu masar parte
sen earregamento, para o rosto que Dje \%^
trau-se conos noalgaarios AoicaaLakfe.Ott.
veira Azavodo C. ma davCraa fc .
Rio de Jaaaira. r--------
Com este dt-stuw teuciona parur o^atechoma-
frete que oecessita^rate-se con as cansiabaurtes
Aniorim Irmaos b~Q) ma da Cruzn. T
liba de S. IDgael
i*cunaponoguej Dus,sesneuestes
lias ara o porto cima e para o resto fe
s passaselrog para os quaes teffi boatfn
rata-se com o sea consignatario Joao
JjmaU rna d6 Apollo D. 4._____________
Para Lisboa.
a2e*ii,*iK',"0, Wore*^M*q#fr1os,pslop Val ailr eetn lissrteafeo brlgaa perasoa
ra Fptrrrtm,,-capte* Cirvalbo. para caaga' b
ras-ageiros.irata-te cora E. R Rabino & C, nte
doiQbiwaareio n. 4ft
ia* acadmicas, '^"tnaalna'Jaanlta,1
obre ja caaito.
uta^Srt S'I0 6nj!tf<9t apresentafe etr
uberoafe peto dtfector.
vesae^ssae TMnb circo: '
Forto
ueesnantlaovivn.
"i fe camarotes, cadetras e Jlateaa, (albaboto portuguez Muras atea autor parta
lia sen inv^sjsaawomatoi arte rastaT^
tta M irata-se ante' os. coastenterte*, Antfflte
Ltrisfe im*n aa laU c, raa-rig awJJ'g;
18*000 andar.


anaoonn
"ip^sC; X
"Si
Orno *> M*mmh9**it>+ iS**** *m.:&d^fttfj ^ iwo.
tanl^ea/aa a Irele : juertT uo ffi%mo tfnlfef
e^ajeof urB,m-te ga*ageni, dirija-ao aoceonaig
**>> tfcwiaa de Aqomo Rosean* C, na roa
-** ttgarfo i. W, 1* andar
4
*;* **aa*ecoaa porc<4ana*.
'"') cfyAUese figuras para
jtrdtiu
Rotulando de
*Piitlhoa t porcelana para bit e jantacv
Mancse de cores, prato, chioara, bales, ao
egueiras, vasos para llores, garrafa*, opo, ca-
ires, eimjoteiras e amitos outros artigo de gos-
X os quaes serio vendidn do dia
HWE.
Por im-rvencao do agnne Pinto no armazem da
en a da c.idn n. fi.
Prinuipiara as 10 horas era poalu por ser
OMtiton.csJoii>->.
isu e coja* refacSe1 i aehatatem u Mas
%te paw .erera previamo^ *a**r
lio arelMdetlI^ bem como uo acto (trino da
ialwrt mmbt Xavier djL_
SaBtado Jos*NWMKt> *T
i sea eseriptorio rua SiqnowsvA-peeiH. .
'lar, aWtto A G., W*p? H%MI
HerAndes, Joanrtm !*errdar i
Sobm.
Mafsa fallida do fea*;bltn Lo*t
4 -Monteiro da Pranoa, feaU-nno H-
ve Arouxa, PrJrtcHK>***? t '
Oc dtfa
rrers Ha Baila.
O agente PoMoal #MMpVmhlMMls auMftiad*
ra om leilao duas eam* tetro ed i noria*
em solo nroprio w. %a l oa. Buiw Verde iCa
punga) junto aponte Je madairatyie v para a
estrada do Manguind. '
Sfguida reara 9 do correte. '
No 1 andar do b/aa> 68, ru* da. Crua,
a 14 horas. .
B* patacho Racional Adelina.
O agente Pontnal eofqpeteulemente autoriza lo
vender em leilao o patacho nacional Adelina
eon lodos os seus pertences do? qoaes existe a
relaciio em >na vdo dito agente, poden* Yaaei
ser^xamtnado b.patacho face se aeha ancorado
nete porto) polos licitantes.
Teoca.feira 10 do c rrente.
No l*radar do sobrado n. 62, a ra da Cruz,
U 11 horas.
*ie. m j*mne de deus andares e-sotao na roa
4. V*raent6 n. 2 (terreo pr-torio), 1 mo-
Uk* U7 V eon 11 cadenas de guarnicao,
lihit vf'-- braco, usa tola e i canslos eoo>
P**a, iflaards vestido d> amartlln, nm apa-
mnVr 0|k<>| 1 nm narria louc. Don.
^AriolMt hi*V-d 4 reda* com coberias
(yacente* para 2 4tneW tis rotos e ubi c;iaJli gordo ebora paraca-
.teAt.
H)- sjeere llantas far leilao compeientemente
nauri^d.-t. do predio, movis cabrioiels cima
c*Kti,lo amar do dito sobra Jo as 11 horas do
4ta. W prett-mlpn.es podem obter qua'quer in-
ormacao do rererido agen'e.
LEILAO
de fazends geraes.
A 6 do correte.
O ageste (H!vra fara leilao por ordem dis Srs
VerretrvA Mathpus, de porras de fazendas e oii-
;r.\s morcadoria*. rciiauescuntes da extincla firma
d.'s ;V-. Lipas pnpriaa ii mercad). t
UOJE
as II u'r.r. da manh.ia no armiem ie ditos Srs.
-Vrreitv. & Matheus. ra da Cadeia.
de camisas averiadas
A 6 dn correrle,
o agente OveiratTsr leilao par eonta e ruco
de qu'-iii ifrii-acer una caixa com camias
de al^oilSf araada?, sob maro CMC n. 314,
\-tat5.'< !i l;.vre pelo iiavin (ranr;:: Ff.iro, cap-
'tio K. Mctre, entrado ncsle porto a al de feve-
relrfl 'ultimo.
HOa^JB.
s 10 horas da manida no armacem fazendas
ios Sn. F,ri-ira & Matheus, rua da Cadeia.
DE
Pianos, movis, ferratrens e velocrpeies.
A SARER :
3 superiores e bonitosiMano* fortes de 3 cer-
das e d* armario (novo.)
42 caixat com US duzias de tnico para, ca-
bello.
100 duzias d'p* (o torre (amertaar*)- com
cabos curtorte eemarids prwprias paa -Uiicnl-
lura.
38 duzias (de naxados americanos calcados
d'aco e cota Cabos.
\t velocip^des de.-2 rodas.
1 caixa (vam biombos.
80 caixas com cabides para segurar roupa.
SOdezias de ead^ras com asseato de paminna
e de pao. .
10 ounnates.com laxas proprias para seleiros e
tamaoqueiros.
6 caixas com pregos para barricas e ontros
muitos artigos que estar palentes na occastao
do leilao.
Tudo er'eodido era resnrva-de pre^o e ao
Cdrer do mrlello. ,
' Terca-feira 10 re raaio as 10 horas.
No armazera da rua Nova n. 9.
Por iiUnnencao do agente Pinto.__________
Fonseca Cpntioho.
Jo Lniz Pereini, Niilso' Mal!
Ca.rneiro, Candido. PVr^irtflMhMfd.
lfesf1?rtoci9iPel9rli4,Ji;-
a* Uiz >f"erfeira, SafldiaV. perefra
MonlPito. *
Smbhxr. Perira. Naret* 'Ha*
Carneiro^ Candido I'rvia Mo^teim.
Massa faHta de Joa^in -LtKto
Monterro da Franca, Francisco Xa-
vier d> P>noca:OMIIMb*.
Us,lWWa de Jo^bjT luda
Montetm da -Prime. Belarmtao A4-
vs Aruux.a.
Massa falrlda de JtjeJiom lidio
Montlro da, Franca, Pedro AtoJcan-
drino da Costa ftichad. Francisco
Xavier da Foimees Coutiako.
Joe LatofUrcnrn.
Jgnneio Nary 4a Fonseca, ioao
Francisco de arres.
Justino AjitonmJ>into, Joaqnm>JPe-
relra da Silva Satos*, Jotdlu Jna* de
Olit-eira. iuo Feriwi>de> Haplista.
Joaquim Pereira da Silva Sanias
Manoel do Aimeida Nogueira. Justr-
no Aaiifo Pinto, ForlOnato Jar-'
nandes' Pereira.
Joo- Arnandes Baottsta, Manoel
Antonio Perrera da Silva, iorflb J6-
s de Olioira, Justino Antonio Pinto
Justino Antonio l'iato, Joo Fer*
nandes Bajista, Jordo Jode"Oli-'
veira.
Joo Fernandes liaptta. isrFer
reir da Qsata. Justino Antonio Pin-
to, Jordo Jow de 01 i veira.
Joao Fernandes Bipstt.IoaoVi.
Uirino das Ifeve.s, Jasbo. Afttonio
Pint, Jordfr Jos d Olrt-eB.
Joan Fr;iande* BipftsU, Manoel
Antonio Ferrerra da *va, JasiBo
Antonio Pinto, JorH3b iJoa! dcOli-
veira.
Joo Fernandes BaptiSta, Francrsf o
da Silva Perrera, Justino Am*r*o
Pinto,.Jordo Jos de OH ve ira.
Joo Pernarfdes taptista, Imaal
Clementrno dos Sitos, Jardo J6
WMfiOO
tstr?*
2:677*100
1^)00*000
l:!80^d
Viava Amoro fcffw,. Traxasso
iuniorit_t '
-afl^v^MSSto
AmiimSfJjpB.^ Santos k
BotO* fUlto!.
6eve,Fllht*JiC.
J re CamlB*C.
te
'Motaira, AtnbfTBi,
1:SN*1M
1:490*813
13:0W#(
t
rafe
as pnhftfw e esa-
|CJRla* d.- am
r. LotTV de Fretta Giioia-
correnl*; 4r; sso ivis? que
-------------------- ao meamd ^^l^rlWl^*il^tner,,
t:aa%9B0a f.on|, uto pena de nttllidade. Oatro sim declara
quaoiMda Mlorion o meso sep M-caixelhta
A'^.i.hM Pr qnesqTier* (jtnnffi dniprstms a sen
-xqttuou B'jjoe-
i;W|too
6:l3B.5i
4:2ti^O0O
1:021*1
3il21'
J5StSo8
(WortVMfcvtf
lie 50 barrls -^oiabnnha co de BaUimore,
HOJE
U aa^nte Pestanj far leilao por conla risco
|aen pdWBcer de 50 barris eom banba de
Mnrco de Baltlmors, oo da 6 >) correte as 11
ora-'- da inanhaa no rraatem do Annes defronte
da ai'.r.deca.
IEILA0
t>e crcT de 100 barricas com encllenles
I. liaras in^Jozas mnito novas e 00 caixas
con ceblas.
HOJE.
O agento Pestaa far leilao por conta e risco
k ueui peri'mcer de cerca de 109 barricas com
tas ingtatas da melhor guali ade que vio a
ste merradf e 60 caixas com ceblas cojas mer-
codori s-ufi vendidas boje em lotes nc arma-
ein d"1 Annes as II huras da raanha.
lie;:. martes com fartnha de mandioca com
t iwe de a vara d'agua salgada.
HOJE.
O att Pefllatta far leitao por conta e rJeo
Je (|ui!a perteacw de 20 saceos com fafinha d
tnandioca. avanadas 'agna salgada : boje as 1S
horas no trapico* do baro do Limmeoxo Forte
dio Matjs.
*>p dividas na Importancia de
S4:t0949ft rs.
A 7 do corlnte.
V.m cumplimento"* raofTeiiavel despacho do
Vlia. Sr. nr juiz de darelto especial do commer-
cio deta cidde, a requerimeuto dos administra-
dorea da massa fallida de Antonio Pedro de Mil-
lo, o agente Ofiveira far le.i>das dividas do ar-
mazera denominado Liga, na importancia de ris
31:413*245, e das d. armazem Duas amen'ca?
.importando em 3;392*l)70, sendo parte do activo
DE DIVIDAS.
O agente Martins competentemente auterisado
pelo liquidante da Caixa Filial do Banco do Br.i-il
far leilao, no da 16 do^corrente, as II horas di
dia das divides atlante descriptas, cessando desde
o taometto da-arreraatacao toda e qualqner res-
ponsabilidad da dita caixa. As dividas sero ar-
rematadas juntas ou separadamente conformo a
vontade dos pretenflentes.
OJeilan tora lugar w predio aonde fui a Assa-
ciaeo Commerrial, defronte do Corpo Santo.
Jo Paalo.de Souza, Joao Theo-
tonio Bezorra, Siherio Joaquim Mar-
tn* Santos. 906-^932
J>> Paulo de Suuza, Sebastiao
Antonio da Silva Baixa, Siivciio Joa-
qtira Martins ds Santos. 528^900
Maotiel Jos Ferreir Gusmo,
Faostfno Jos Gomos da Silva Reg,
Joan Panto de Souza. M8*683
Manoel Jos Ferreira Gusmo, An-
tonio Jos Ferreira Jnnior, Joo Pau-
lo de Souza. 825*793
Jo3o Paulo jnundo Peuna Forte, Tuom Joaquim
Mascaren has Batios. 1:857*800
Joao Paulo de Sonza, Thom Joa-
quim Mscarenhas Ramos. 3:0flS370
Joo Panlo de Sonzr, Jorge Fer-
reira de SiqueiFa. Manoel Jos Leite 2:2643474
Joo Paulo de Souza. Thom Joa- <
quim Hasoarenhas Hamos, Blanoel
Jos Leite. 1:443*302
Antonio Pereira da Silva, Joo Ca- .
zemiro da Silva Machado, Manoel
Zeforioo 0s Brrelo. 2:9865^00
Joao Feliupo dis Sanios, Ignacio
N'ery Ferrira. 23Q000
Jo Caremiro da Silva Machado,
Antonio Jusliniano PaesBarreto, Ma-
noel Zeferino Das Barreo. 3:3003000
Gamillo & C. Joaquim Jos Bap-
tisra, Joaquim l'orreira de Souza. 1:4005009
Massa fallida de Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, Joao Panlo de
Souza. 4:644*500
Siqotira 4 Pereira. Jos Francisco
Pereira da Silva, Candido Pereira
Monteiro. 1:738*500
Aadr'Alves da Fonseca, Bento
Joaquim Gome. 1:467287
Siqueira A Pereira 5:42157000
Massa fallida de Joatrumi Lucio
Monteiro da Franca, Joo Paulo de
Souz.1. 4:718*812
Sfejueira & Pereira, Jos Loat Pe-
retro, Candido Pereira Monteiro. 1:750*700
Siqueira & Pereira, Jdo Gomes de
Aimeida. 832*510
Massa fallida de Joaquim Lacio
Mentetro da Franca, Jos Sqares
Pinto Corren. 455*020
Francisco Ca val cante de Albtrqoer-
qae, Gandido Pereira Monteiro. 1:681*331
Ventura Pereira Pama, Joaqnim
dos Santos Andrade. 2:3155932
Saineira e Pereira. 2:142*000
Mfialra & Pereira, Ravnnndo de
Ataajo Lima. 28*82o
Siqueira & Pereira, Candido Perei-
ra Monteiro. 1:799*500
Massa fallida de Joaquina Lacio
Monteiro da Franca, JoV Paulo de
Souza, Jos Soase Ptmo Gaara. 1:792*631
Jos Luir PeeatNv'SH}Qaira A Pe
reir, Gandido'Uatetra Monteiro. 1:689*700
Siqueira & PeRiM, Antonia de
Urito Lvra. 804*568
Teixalra A Laio, Candido Pereira
Monteiro. 420*OD
And Alvos da.Fonseca, Bento
Joaquim Gomes. 4:421*275
Siqueira & Pereira. 6:112*800
1:732*7*
464384$
StajfO
1:8H4*800
80*616
044*056
1:195*370
689*-720
781*100
378*310
875*150
1:075*006
1:128*720
1:721*300
583*164
6*5o780
726*660
2:331*030
875*150
1:1085300
4*1*328
746#77*
ttT.5*580
l:9M|$O0
7AW00
m IJr. Maat^kjeoHlIrw riega fatonvacn- #$
S tfna ^prestar seus setvleos mdicos
de Oliveira, Justino Antonio Pinto.
Joo FernanSes Bdpttsta, Manoel
Antonio Ferreira da Silva, Jordo Jo-
s deOliv-ira, Justino Antonio Pinto
Antonio-de Azeved* da Silva Cam-
pos, Joo Feruandes Baptista, Jnsti-
no Antonio Pinto.
Justino Antonio Pinto, Mnoet Jo-
s de Paria, Joo Fernandes Baptista
Joao Fernandos Rautfsta, Manoel
Baptisu Alves, Joaqun) Pereirata
Silva Santos Justino Antonio Pinto.
Justino Antonio Pinto. Joaquim Pe-
reira da Silva Santos, Joo Fernan-
des Baptista, Manoel Jos de Paria.
J. P. Adour A C, Francisco Jos
Rodrigues Bastos:
J. P. Adour A C, Brfto A C.
J. P. AdourA C, viuva Dial Pe-
reira A Avenar.
Eduardo Adoor, viuva Das Pe-
reira Aveilar.
Aotouio do Azevedo da Silva Cam-
pos, Joo Fernaudes Baptista, Justi-
no Amonio Pinto,
Justino Ayhmio Pinto, Manoel Jo-
s de Faria, Joo Fernandas Bapttsm
Joao Fet nandes Baptista, Joaquim
da Silva Ramos, Joaaym Pereira da
Silva Sanios, Justino Antonio Pinto. 1:0874103
Joaquim Pereira da Silva Santos,
Justino Antonio Pinto, Fortunato Jo-
s Fernandes iVreira. 1:508-^400
J. P. Adour A C, Brito A C. t*3B*OT0
J.' P. Adour A C, Francisco An-
touio do llego Me lio. 25:)6i88
J. P. Adeur A C, llilteiro A Ubo. 2:052*740
Eduardo Adour (',., E. Broas-
sonsse A G. 1:7)'J3830
Machado A S. uza, Antnto Joa-
qtrim Machado lirando, .VMonio Jor-
ge Guerra. 1:698*323
Maclwdo A Smiza, CardozoA SbB-
a, Antonio Joaiiukn Macbado Bran-
do. 2:3975450
Mchalo A Souza. Antonio Joa-
quim Machado Brando. 1:973*318
Jos Victorino de Paiva, Silvestre
Ltns de Barros, J: P. Adour A C. 1:0003060
Antonio Jorge Guerra, Jos Fer-
nandas Vieira de Mello, Jos de
Aquino Fonseca 3:521*460
silvestre Pereira da Silva Guima-
raes, Jos Francisco Cornia da Sil-
va, Bernardo Jos de Barros al 15220
Machado A Sotua, Francisco Jo.-
Correa Marques, Cardos A Souza 4:327*847
Machado A Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando 1:8715130
Machado A Souza, Jos Dnarte
Coutinho 1:7:13*100
Machado A Souza.'Estanislo Dan-
tas Galera 727**90
Machado & Souza, Francisco Joa
Correa Marques, Jos Antonio Pinto
6a Costa 1:650*800
Machado A Souza, Anloaio Joa-
quim Machado Brando, Jos Anto-
nio Pinto da Costa 1:983*310
Machado A Souza, Antonio Joa-
quim Machado Brando 736*900
Manoel Peres Campello Jacome da
Gama 819*064
Joaquim Cordero Ribeiro Campos 113*177
Antonio Jos Moreira Pontos, Gui-
Iherrae Jorge do Santos Pasaos J-
nior, Manoel Joaquim Dias de Castro 972 5355
Ainorim, Fragoso, Sanios A C. C: 107*288
Antonio JoseMoreira Pontes, Pe-
dro Martinho dos Santos Jnior,
Custodio Ferreira Moutinbo, Ma-
noel Joaquim Dias de Castro. 486*691
Augusto Pinto de Lemos 4C,
Bastos A Lemos 10:099*700
Francisco Alies" d Pinho 243*725
Vmva Amorim & Filho, Guilher-
me Carvalho A C. 4:83l&000
Seve, Fllhos A C. Mi! 18*000
Joaquira Francisco de Mello San-
tos, Guilherrae Carvalbo A C. 724*975
Amorim, Fragoso, Santos A C.,
Antonio Rufino Aranba 918*792
Guilherme Carvalho A C, viuva
Amorim A FPrao. 4:617*000
Amorim, Fragoso, Santo*' & C. 6404005
Bastos A Lemos, Benaarao Jos de
Barros. 720*000
Manoel Ferreira Pinbeiro e Silva,
Do
v.u*49ia^aV* Altfe,' -CdaVr-
m <:***#*.
Vinva Am<*rM'k'tMo, fravaeso
JahiorWC
Sev, PiMta 6r-
Antonio Jos IMNMMIato4' le-
jano Xaviei PinhtirifJttalrMs awjioel
Juaquim Otas <*mt'. 1:031*920
Queiroz A C. (sixion da exlincta
AtntadelWtto, QuuMsaVC) >.544*400
astor*-&!ino. VMiim
Travasso Jnior 4 11, Guilherme
Carvalho & C. 1.-945*000
Vw Amorim A Filho. 1:380*300
Vuiva Amorkn A FHhivGoporme
Gar-vatwAC i:9H3*500
Xtaquim Prancco ifc jallo San-
to*. Lucidato Pereira 'Urna, viuva
Amonio A Pili*. 269*379
Anwtrm, Pfag.iso^antos A C. 5:38042
GuiHiertm Carvalllo A ('.,.viuva .
Amorim. A, Pilho. 1:725*000
Viuva Aunri:i A Fillw, Tra-va-su
Juniui- A C. 1:823*389
Jtiaurtim l*^anri*co de-Metto- an-
tos, Liudolpho Gomes de Lcir-s. vin-
va Amorim A FilHb. 264*973
Sevej 4?hs A C. 5:35*000
Gniraerine, Carvalho A <:.,Tmva>
Jnior A C. 869*230
Vlova Aimirtm A Filho,GuilBerfne,
CaradOo &41 2:441*300
Trairttssu Jnior A C.r viuva Aino-
rim.AFilho. 984*000
floottrjn Roocl**r A C,Miguel Ti ei-
r d Mello. 1:217*160
Jfcston-Koooker-ifcO. 771*740
Marunlio de Oliveira Bonges, los-
Antonio Alvet de Camino. 618*431
Jos Joaquim Lopes de Aimeida. il:oo9000'
Lauriauo Jo.- de Barros. 38*800
Seoasti*,, Jos da mIv* 1:024*903
Viuva,Amoran ozPiloiGiimaiSes
A C. (suBio*^laexlinciti lrin.rde Da-
niel, Gnlmaraes $ CJ K:824*831
Guknares- A G. (socio da exuneta
toM de Danid. Ginmaries A G.) b:037*000
Amoriin, ErafKMo, Santo- & C.,
Guimares A G. f tiimaule Datiiel, Guiuiaiaes A G. 6t330*017
Amorim, Fragoso, Sanos a?i;. 160aO*336
Dominios PrauciCo Tavan*. .452^154*314
Antonio GoacalVcs Forreira Gas-
ean (principal, jnro? e cusas da lian-
ca au ex-thesj^reiro Tavares. 11:377^310
Claudio Dubeux (u mosnio con-
formo cima.) 11:277*310
Jos Vello-o |pkra (o mesmo con-
formo cima, i 8:4p9*HO
. rua da CainnOa d>/ Carmpjn-Sl,,!
Mofia.
lWaja#e ao llm.. Sr. Ignacio Vreira^de Mello,
oscrivo na cidade de .Tazarelh desta provinaia,''
a f*rur de-vir axua do. Imperador n. 48, concluir
a^ttee riegmo que V. S. n compromatteu reall-',
. "jiiela terceira chamada oVste jemal, em fins,^
o dae mam prximo pastado, e dapois aar jar]
neiro, passon a fevereim e abril, e nada cumprio,!
e por esto motivo de novo chaado para o dito
um, pois V. S. se deve leniurac fine este negotio'
o m mais de dfto anuos. 4 qurfndo o Sr. sea flllto-
aeltttva no estado r/esta caJbde
Offereee-se urna ama para ca?a
--------_ i sottoiro : miem oreis u
Pr*crsa-mj alugar dba criadas pora casal n j. caa terrea rma
: rjuem precisir pt-oearVa roa'f^iia
m PMi P-'fpierra {-.mitin estrangeira S dir.ij-o-.a,'>rm f.wdad na mu* nn* t-wo
ruada Or. '(, >rnmzem. -------:r----------:-----'-------^
ana moflo ftrttftJtV
Plarlsi
s. il- un r iiwmi ,ie KttmMtf Wfri^^dgimnwia |ra n Mrneu itt)nrina^ii : na hofcBa"Vri^^ iSrwTn^i^
pequea fortui, i,referido escrava r na nr|-------'-------------'"--------'*~--*tJl*L-
do Duque de (iixras (atHijn do tyiHmildo)' n. :!.'. Al"" .-SP
1 _^-."..------------------="----------~-------, M.Granle "' Tr?i : a trat.--e eoin And df*
990 da gratfieocao j-"T'rr.7"w *
POfpio no dil >!e abril projiirn pB>ado. indo, jfiftlUO,
a aro mandado- aaOoiloa, o esclavo do aeajxej POfle^e eurtreeidnkiite (s ai.irt aos eahn -
asstirwdo, deotne Lua;* naeab da Costa, eonafrm abah meaeidiado se dinea>W aSet*
os ugnaes eithtes : aJls. cor preta, spero oBsejni do vrrem iralisr aqu lio qeteeriT**-
cdPpfi. com algnroa- faftt e d,nas na frentev. triet:Hn pordivems veres, pois j ^rnrx. n vfa
ingtiageni aTgarnWeoiira 3Trapaltert.-t, rbpresfeitn: m que o- w*a> tie^evio de ioterese p oo
leKo de vista rae^o encandiado, lem de um l-' mesmes senores, >or wso os espema)
dotto peito unja matea de caustico que levou ha'. br--vcy advertmdo porem, uao nao reHmm-ti-J
potico terjrjro por irr estadb doenref torou caifa- ni-s*o pedido sem qve ha.
de-casemita de cr, camisa- de algoio azul, efii-
po de paBla toMn^ 'representa- ter SO anno^;
prtfvavel que tenna niudHdo a roupa, este escravo
fot comprado ao Sr. Piitao pmeuradn de causa,;!
roga-se por tanto, a* antordd*s polieiaes, assim
como aos capitaes de- fimpo a prlto ; ten sido H
visto-em Santo Aman em-Agun-Pri : -oillre-
gaPUa rua Direita u: 30, Beoife O de mnio de 1870.
Ama
Prerisa-se de orna ama que eozlnhe, na rna
do Imperador ns 83, 3r andar.
ao cwuparecam a IM
(retpc m 7 A; loj> do Pksso.
Albihn Jewrs Bandeira..
JoseTailide Sonza,
tose Antonio Miranda Gni'nufies.
\JH\r. de ratica Beteni.
ESCOLA
':
Iw^troccao
d.v
Attenpao.
Manoel Martins dA Cunha, comlojn de fazendas
na rua Nova n. 4Kprevine ao puWico-e especial-
mente aoa seus frgaeze?, que despedlo do sen
eslabelecimento o/0r. Loureooo de Freitas Gnima-
res no dia 1 do crrente ; por isso avisa que,
ninguem pague ao mesuro Guimares qunlqoeri
conta sob pena denullidade. Outro sim,-declara
que nunca autosisou o mesoo seu ex-caijeiro a!
m
primaria. M
*29-*na Direila.120
2u andar.
Anna de Oaeiroz r Albopierque
Profesora particular.
mwm-mi
no
35. prepa-
que uuuca auiosisou o meswu seu es-cai^eiro a I ^^ liStrplta-ilo li.is.iriii n. <;, prepa-
pedlr quaesqof quantias emprestadas- em seujrarO-se Afires ;rUfiaes para'et*feitar os al-
i lares e ttralorios do me/ de roa*).
nomo.
Cabo at Bscadn.
Precisa-se de nm sitio de lavrador para urna
pessoa que garante plantar 400 pes de assocar,
porm, qoer-se boiu cercado e casa : qtwir tivr
annuaoie ou dirija cana fechada com as mciae*
I. A. G.,ou na rua de Santo Amaro, venda on-
lo do machambnmha
arcos.
palmas Bpellas- rosas, e paliaos para o al-
iar, bou.jpetes Btifjias eniuiada- cuna flo-
res de cari para enfciips Je aliar, ludo com-
preslesa, oslo e barato, fe>se toda eifc-
oommetida para fra, e icn> j promptas,
rosas, arcus o pontas.
Mudanza.
O Dr. Carolieo Franoiseo de Lfma Santas mu-
:i sua r-svlenci"e C":i-ullorio para :\ roa do
Imperador n. 7. *" apdar do sobrado cojo arma-
zem conserva anda neje <> nome de Alianea,
tend i a entrafla, me petolado da ponte Sete de
selembro, o mdlaio minoro 57. da frente. Ah,
ontinuando ti dito Dr. no r-xrciem de sna pro-
nssao de medico e de operador, pode ser proett-
rado a pialqjier hora dn da e da nonte.
Kstrrt l Ofindn.
Compram**- d>rmente< de madeir.is de reo
Incida duraco para a consr.ru e> desta estrada:
la-e na na h Aurora, escripiurio da suporin
tendencia, da> <> >>ras da man!iaa s 6 da tan
DOS dias uteis.
0 superintendente,
Andi de Abren Porto.
de tima ama
casa de ho-
tard,
Grande liquidarn na loja e- ar-
m: zem o
LE40 DE 01110
Boa da Imperatriz n. 32, portaes encarnados- de
Parades Porto, junto a loja de ourive.
Adeur*:u admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
Admirem admirem admirem.
Precisa-so de til esciavo
16 annos pira lodo servido de
de pouca familia, -pi-rn se, bem
na rua da StMfdade n. 23.
de 4i a
twa casa
: a tratar
Precisa-se de unta irma ijue eoinpre e cosi-
Bhe para duas pessoasr na rna Aiicnsta o 74.
Ao Qonmereio.
Jos Domicgues Pereira o Jos Gowalve-s
Regrrff?, fazem pnWjco de que rxi dia 31 de"mar-
eo prximo lindo, oissclveram amigavetmeniB a
sociedade qne Hnhani na- taberna n. "9 rua da
Boia, fleando a cario dn ex-so-i Reguffe,|on>) o
ZiiTliJ
amada (]advia n. 50 pKOtNMse
que saiba mullo l>e:.i cazinhar, para
memnol.ciro.
Precisa-.-e d.* um eor que entenda de tra-
balho de'sitio, hortae jardn : a tratar no mestno
sitio no Ciirredor do Bispo n. 43.______________
Pale-se ao Sr. ferawjaau de Asis Cabra! e
Melk, passag-iiro do vapor igglez Dono, o favor
do mandar entregar a- Sr. Francisco Ignacio Ti-
noco de Sonza urna enrommenda qoe trouxe fle
Lisboa, eincasa de Prente Viarnia A u, rua da
Cadeia n. 57.
Precisa-so di urna cria4 de boa conduca
para^ed o oervteo ordinario de nmn casa: a tra-
tar na rua da Craz n. 20, ou na Capung*, porto
Lassnre n. 2B.
A pessoa que trcuxe a preta Barcelina rua
do Fogo n. 26, qoeira ter a bondade de appareeer
na dita rua para feehar o negocio.
Os abaixo, assignados prcvtftem ao rsspeitavel
publico e com espeeialidade ao- corpo commereial
que nao e*iste nesta pra?a e nem fra deila letra
de sen aceite, aim eomo ttulos ou documento?
de^uaeoqoer natureza ; com lado se alguem se
julgar com direites por taes Ututos, ter a bonda-
de de os apresentar no praso de f> dias,^ a contar
da dauo presente annuocio.para serem veriflfla-
dos. Beeit 4 do malo de 1070.
Gnimaraes A Preita.
__preclsa-se d om
da rna do BangelTj. 9.
amas?ador : na podara
Grande porcao abitan.
Grande porcao de ohiaaw. '
Grande porcao de ohit*.
A 200 e 240 res o covodo.
A 200 e 240 reis- o.novado.
A 200 e 240 reis o cov.ido.
A 200 e 240 reis o corado.
Parar anatoar depros**.
Para aVabar djpresa;
Para acabar depress*.
Para acbar deprtasa.
Vendo barato har vender muito.
Vende barato para vender muito.
Vende barato para vender m- ito.
Vende barato* para vender muito.
A pessa con 42 I Aereados- a 5 e 10*
A pdssa Com 42 1|2 ovados a 35-e 10*
A pessa com 42 1|2 oovados a 95. r> 10*
A pessa edm 42 1|2 covados a 96. e 10*
Alpaca-de cores escoras e claras.
Alpaca de cores escuras e claras.
Alpaca de cores escuras e ciaras.
Admira a-280e 320 n-mvaio.
Admira
Admira
Ha lab de ouro,
No teao de onro.
No leo de ouro.
Ba da Imperatriz n. 52.
conformo n balan;> a que procedern! sujpito ati-
Bal embolso rio MHOth Pereira.
Oferece-se
Um homem para f.itor, para ir para o matto
com algnma prntiea: a tratar na-roa da Con-
cordia n. 93. venda.
ATTENCAO
o
Pugiode casa'de/en 9enhor da cidade da Vic-
toria, o escravo Loiz, Idade 40 airaos, cabra escu-
ro, raeio corcundo, rosto eomprido, ohos papudos,
cabellos enroscados, mas nao piebairn, pouca bar-
ba, bocea regular, 00150* nm tanto geossos, corpa
cutio, pos feos e com racaduras, gasta de beber,
falla manso e um tanto gago, nariz om punco afi-
lado, levou vestido camisa roxa j usada, calca de>
brtm pardo, chapeo dcfeltro velho ja com o tun-
do furado, presume-se tenha vindo para esta ci-
dade, onde tem um parceiro, elle de-appareeeu na
noite da 30 do prximo passado mas: qnem 9 pe-
fr e levar ao largo da. allandegn, armazera d
Prago A Rocha, ser ganeroaadarnte recempen-
sado.
Alaga-se urna preta i/u lava e engomo*
hem e cosinha sofJriveloiont : quera precisar di-
rija-se a rea das Plores n. 7 _____________
Na rua do Cuque- de axiae, outc'ora da
Gruzes n. 6, primeiro aadaa, ha pira alngnr-s
una escrava moga, qoe se omupa em aerv domestico e de ron.
Contina-a estar fgida desde o dia t8 de janei-
1 ro do crreme anno-a esovav S*vwa, erioiii.. ne
\ idade d 25 a 30 annos-, eom os signaos seguues:
altura regular, beieo^ r e rebitados, rosu
salate, orelhas pequea*, falla mansa, corpo del-
BoO, quaodo anda cochera, foi escravonA villa do
Cabo do Sr. Joo do Rego-Barros, hti vendida ties-
ta aidade pelo Sr. Plexe, >mo procurador do dito
a-988 e 320*oeovada."!.Ba,TOS> Ja fni ''* para bvrfa do engenho More-
a.280 e 320 covatio. nos ein cOmpauhia de un> cabra ex-praca de ca-
vaUaria, jlgn-ae que o seductor e que elle dii
que a dita eso/avnse tinha forrado : rogase au-
toridade policial e capitae de campo a captura da
mesma. e leva-la -rna da Soledaden. 86, on rua.
do Amorim n. 04.
Francisco de Paula Heha Cavalcantl, Manoel
Jertnymo Uch (lavalAMi, soa plher,rmos e
mais'parentes c/invidam sons athigos e parentes
para ouvirem a missa que por alma dd soa^flnada
irmiia D. Marift do Catmio l>ha Cavalcant, fnau
dam celebrar re igreja de N S. da Cnneeican do
Joao de Barros, as 7 harn Ua nanba do-dia 7 ov>
orrenta, por oujo favor desde j so eonfcssam
gratos.
T,
mito com Cainai.
Encontrar-*o-ha h.Je*no nreo de Santo Antonio
pastejoes e empadas para.diferentes proeos con-
forme o tamaito, tamben) em casa do fibrcante,
rna estrftft do fiosark o. 14, pelo mes rao fabri-
cante de banquetes ordinarios o extiaordteaios.
Garios Marinjio Fagondee,
Pasteleiro do BaasiL
S2EESBEE5ESSEE5BEEEEEESB. SES3. SBSESSSSESSSESSSSSSSBSSEESm
esquina
da raa larga
Kosaro
ANNELD
* I
i,** me: aoroM^s
Sirte Importante eetabelecimeato so sen genefo, tem sempre nm sortimento sem Igual. esqnina
vende Hor oreos dne netnim^ cmtra tjasa pd*fe yeder. L ^/ -^^^
Idade e ito prepo das joias cada ran pdder-sea e se ser tnflo de le Compw^se oiro, prata e pedras finas por presos mnitvde- Itate.
A loja est iberb m Imvfc.io*





)'
Ditrio de Pemambtioo Sexta fi dfe Maio e 1870



:

v* '*"

*
r 7Ra do" Queimado7 .
DE
H0RE1B4 & BASTOS ,.
Cbefou pelo ultimo vapor da Europa o mais beo sortimento de fazendas prela'
cwtt se j a m:
(irosdenap'es pretos de todas as larguras e qaalidades,
GorgurSo preto para vestidos, o que tem vindo de mais superior nesla fazenda.
Pequin da China, de seda pora preto cent listras de setim o que ha de mais
moderno em fazenda preta para vestidos.
Maolbas brasileiras de renda de seda prela o que tem viudo de mais moderno
" afiele mercado.
Meterniques de croch preto com ricos lagos de setim e de modello completa-
mate novo. .
Cisaws de croch pretos, compridos com grande roda e de regco que finge
segunda saia sobre o vestido.
Ricas maous pretas para cabera de senhoras.
Um grande sortimento de fil preto de seda com lores, neste mesrae estabele-
cimento tambem ba um grande sortimento de poupelinas de ricos gostos, sedas lisas de
lindas cores, saias bordadas, finas para senhoras, luvas da Jouvin de todas as cores
para borneas sentioras, grande sortimento da cortinada bordados para cama e janel-
las, tapetes para sof, camas, pianos, janellas, e grande sortimento das afamadas estei-
ras da India para forrar salas, s existe na ra do Queimado n. 7.
de mar more, roa
m. 1
imitto acha-se
cima, onde pode ser
misteres de sea proci
GURA RAWDA E.
nosaLos
POMADA .HAt#PEAU.
i. nepoallo especial
Pharmock de Bartholomeu\^r -O.
34Boa larga do RgarkP-34. "
Loja do Triumpho.
s
UCOLLAR DE01R0 I
\ 5 A RtA Di AH'G\ \ 3 i. f
fS
CO
.?
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo ludo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o qne existe de melhor em
aderados de rimantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
>ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, trcca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
IOS IIABITAMES
O arroazam do VAPOR FRANCDZ ra nova n. 7, lembra e offerece por comino-
do preco aos digoos moradores da ra do DUQUE DE CAXIAS, os lindos GLOBOS, de
l>apel de cores : verdes, amare'los, encarnados, e cor de roa, para ornarem todas as
'.aramias e abrilhantar assim a bella e grande il!umina(o qne tencionam fazer, que por
maior que ella seja, nao dispensar de ser matisada com as differenles cores dos men
donados globos.
SI
tiotcbama imm
35-K ua da Imperati iz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achanialo-
ta-se, com a maior perfei^o, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades ;
como fjim : seda, laa, algodo, liano,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se noioas e limpa-se a seccosem
molhar os teeidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintara preta as tercas e sextas Tet-
ra*.
I
Pr;cisa-se de um cakeiro para taberna,-de
12 a 11 annos: a tratar do pateo do Terco nu-
mero 63. _________________
Pede'-se aos administradores da massa fall
da'de Antonio Pedro de Mello que hajam de re-
colhcr a um banco, onde possa render alpura ju-
ro, a nao pequea quantia de mais de dez con-
tos de reis, de que estao na posse monja e paci-
fica, cuja continuacao urna ameaca expressiva
de nunca mais terminar-se a liquidacao da infe-
liz massa em'que tem tambem seu quinhao.
Aluga-se duas amas para cosinhar e fazer o
rvii.o de casa : na ra Direita n. 29.________
Thomaz Teixcira Bastos um criadovao
America pela Europa no vapor do lim do corren-
te mez.
Precisase de urna ama que tenba bom. leite
para amamentar urna enanca e cuidar unicamen
te nella : a que estiver nestas condic5es, pode-se
dirigir rna do Crespo, loja n 7.
Precisa-se de urna ama de boa conducta,
que saiba bem coser e engommar, para urna se-
nhora viuva com um tilho : a tratar na ra do
Amorim n. :(.', andar.
[7
ENGOMMADEIRA.
Precisa-se alugar urna escrava perfeita engam-
madeira para casa de familia, paga-se bem : quem
(ver annuncie para ser procurado.
0 CIRIRGIAO DENTISTA
Frederco Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico (i.-fi geral, e aos seus dientes
em particular que elle mudou o seu gabij
netede consultas da rna Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profisso, todos os dias uteis das 9 horas
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nSo s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serio precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho o a perfeico de
seustrabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos precos.
----------:_________________%____,___
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ajrer
Peitoral de Cereja
Cura a phth vsica e todas as molestias do peito.
Naisa oarrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tonteo
Conserva e limpa os cabellos.
flala catbartlea*.
Puramente vegetaes e sem meriurio, cura se-
ises, curam e pariflcam todo o systema humano
Veode-se efectivamente em casa de Samuel P.
hoston & C, rna da Sanzalla Nova n. i?.
*v
Precisa-se de um menino de 12 a 16 annos de
idade, preferindo-se dos ltimos chegados da Eu-
ropa : na roa do Brnm n. 65.______________
Thomaz Teixeira Bastos vai a America pela
Europa, no vapor do fim do correte mez, e deixa
como procuradores de tod >s seus negocios os
Ulnas. Srs. Domingos das Neves Teixeira Bastos,
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina, Manoel Davt-
no i as Neves Teixeira Bastos e Candido Affonso
Moreira.
Precisa-se
alagar um moleque de idade de 12 a U anuos
para servio interno de estaminet, paga-se bem :
na rna do Imperador n. 32.
8 KH-aim MMK
t DR. &\\T0S HLL9
Para rna ? n. 43.
Amiga residencia e consultorio do Dr- Sa-
. bino L. O. Pinno.
Conunltas todos os das das 10 horas da
manhia ao meio dia; e chamados a qual-
quer hora 4o dia ou noute.
Gratis ao pobres.
CB te H1H4TIV0 E DEPLRAtlVO
DE
CHAHBARD.
Composto da plantas u mais odorferas Jj
mais virtuMM dos OMOtee os mais elevadog fU
toni-purf&vo de Ckanbari. possue um
boroso e um aroma suavissimo, e as prp
as mais MCarets sobre os embaraces do eMRBago,
dos intestinos e do ligado o desobstrumte aor
exoelleneia na constipacao do ventre a nao tem
jwguardo nenhum.
Depurativo especial e directo da bilis e dos bu-
mona, refresca'o saogue depurando-o.
O uto 4o -Ckambard pode ser continuado
por nuito Upo sem o menor receio e sem m-
coalnodo nem jnudanca na modo de viver.
Nia>aVOSITO EM PERNAMBUCO
NA
IPHARMACIA E DROGARA
di ,
Urtholomca ft C.
34^RPA LABGA CO ROSARIO34.
panno de algodo da fabrica Todos os
Santos do Illm. Sr. .commendador Pedpose, j
chegou ao escritorio de Joaquim Jos Gon;alves
Beitrao : ra do Commercu n. 17.
43-Rna Nova-i3
!
:
Bolinro
Precisase de um criado para holieiro de me-
dico, tratar na ra larga do Roano ti. 50, on
ua ra do Cibuf n. 4, no muzea de joias.
-Preisa-'e de ama criada qne seja perfeita
engommadeira, para casa de pouca familia : na
ra do Imperador n. 51, 2 andar, ou do Crespo
n. 8, loja de 4 portas.
AMA.
Precisa-se de urna ama boa engommadeira para
vir as 6 horas da manhia e sahir as da tarde
paga-se bem. na casa nova junto as offleinas dos
trilhos urbanos de Aplpucos : na. ra da Senzala
n. 38, escriptorio.
Ama.
Precisa-se de urna ama para o servico externo
de urna casa de pequea familia : a tratar ca ra
do Imperador n. 79. loja.
ALUGA-SE.
Na Magdalena, entre as duas pontes, urna boa
casa, com duas sallas, quatro quartos, gabinete e
cosinha, tendo ao lado portao e no quintal dous
quartos: quem pretender dirjase a rna da Im-
peratrir n 1._____________________
Urna senhora ngleza acostamada a ensinar. of
ferecese a ensinar a lingua ingleza a meninas em
casa particulares ou em collegio por preco razoa
vel : quem precisar annuncie por este Diario a A.
B.C.
Fugio ba dous dias um mulatinho de nome
Antonio Thomaz, escravo, o qual anda transitando
por esta cidade, vestido com urna camisa e calca
brancas, porm milito sujas, tem elle 15 annos de
idade. e pescoco curto, veio do norte no vapor
Cruzeiro do Sul : quem o apprehender leve-o
ra do Imperador n. 3, que ser recompensado.
Rna da Cadeia n. 39 prcisa-se de um cria-
do para servir de urna casa, prefere-se sendo es
cravo.
AVISO
Precisa-se fallar com 4 Sr. Manoel Pacheco de
Mello, a negocio que nao ignora : na ra das Cin-
co-pontas n. 82.
Precisare
alugar urna pretioha de idade de 12 a 13 annos,
para andar com um menino de 15 mezes a tra-
tar na ra do Torres no Recife p. 42, 3* andar.
Precisa-se de um bom cwzinheiro, sendo livre
para alugar. e sendo captivo compra-se ou aluga
es : na ra da Cruz n. 48, armazem.
Trabalhadores.
Precisa.se-de 2 homens para'o Rio-Granda do
Norte, que se queiram dedicar ao trabalho de
amassadores ; quem q&izer dirija-se ra do
Amorim n. 37, em casa de Tasso Irmaos & C.
Ama.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
o servico de urna casa com pouca familia, ra
Nova n. 52, Io andar.
Acha-se justa e contratada a casa n. 16 da
ra Direita dos ATbgados, se alguem ?e julgar
com direit a mesma, uestes tres das ententenda-
se na ra das Trineheiras n. 30.
Ama
Precisa-se alugar urna ama para fazer compa-
nhia a urna senhora, fazer compras na roa e co-
zinhar, que tenha boa conducta : quem estiver
nestas circomstaacias procure na ra velha de
Santa Rita n. 66, que se dir quem precisa.
Oaixeiro .
Precisa-se de um eaixeiro : na ra do Rangel
que tenha pratica de taberna, de idade de
n. 6 .
15 a 18 annos.
Da-se algum dinheiro a premio sobre bf po-
theca em pedrios n'esta cidade : ra do Crespo
n. 12 loja, se dir quem d.
Sociedad Recreativa
Juventude.
De ordem do Illm. Sr. presidente convido os
Srs. socios para se reunirem em sess) extraordi-
naria de assembla geral, domingo 7 do crreme,
as 7 horas da manha, alim de tratar-se da dispo-
sioao do art. 65 dos estatutos.
Secretaria da sociedad Recreativa Juventude
4 de maio de 1870. ..
F. Peixoto,
! serretario.
CASA DA FE.
Aos 20:0004000.
Bilhetes do Rio venda : roa do Cabug n. 1
rende Vieira A Rodrigues.
Precisa-se comprar urna casa com quintal,
prefere-se as ras do Sebo, Pires e mesmo na
Seledade: a tratar na rna doJ.ivrameuto-n. 10.
[Monte pi portuguez
0 socio n. 715 convencido que a falta de obser-
vado dos g 1 e 2 do art. 49 dos estatutos tem
sido a verdadeira causa da falta da convocaco da
assembla geral. e desejoso de que ella seja con-
vocada at o meiado do mez vindouro alim de
evitar a centinuaco de qualquer sublieacao :on-
tra a directora, alem.de ser prejudicial aos inte-
resses sociaes, offerece gratuitamente e de boa
vontade sena serviros directora naquillo que
possa ser til para o prompto e activo andamento
na couvocacao da aszembla geral, na certeza de
que seus servaos sendo j aceites como espera,
envidar todos os esforcos, e confia que aassem
lea geral sera convocada at o motado do mez
vindouro.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite sem fllho
ra do Queimado n. 49.
na
GABINETE MEDICO-CIRUKGICO
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora do da ou
danoite, prestando-se a >s chamados (ora da cida
de, com toda a promplido. Pratica operare?.
D consultas das 6 s 9 horas da manha, na
ra Nova n. 45, i* andar.
CABELLEIREmO FRANCEZ
51fina da Cadeia do RecSfe51
Qam a attencSo dos seus innmeros* fregoezes, e do reipeitavel publico e
geral, para a segaint tabella dos precos de sua casa, os quaes slo vnta por cesta
mais barato do que en outra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 25)$,
300, W e......40^000
Ditas para bomem a 150, 400 e 500000
Coques a 120, 150, i 80, 200,
250, 300 e ...*.. 500000
Crescentes a 120,150,480,200,.
250, 300 e.....320000
Gachos ou crespos a 30, 40, 50, t -
60, 70, 80, 90 e. 100000
Tranca de cabello para annel a
500 e....... 10000
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25e.....300000
Cadeias para relogio a 50, 60,
70, & 90, 120 a. .
Corte de cabello, .....
Corte d* cabello con friccio. .
Crte^ de cabello com lavagem a
champou. ... .
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingleza ou francesa.
150001
501
501
10001
10001
501
25f
Precisa se de um criado de 10 a 12 annos,
livre ou escravo, para compras ; quem o tiver di-
rija-se a roa da Palma n. 34. _________
Pela primeira vez se expoe venda nesta pro-
vincia um magnifico e primoreto sortimento de su-
perior papel o mais lindo possivel, desde o mais
simples e modesto at o mais rico possivel, e pro
prio para forro e guarnicao de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E preciso ver para admi-
rar-se a lindeza dealgomas pecas desse artefacto
A novidade e esquesitisse dos arabescos, o mimo
dos deseohos, e o capricho do doirado, encanta os
olhos e convida a cmpralo. 0 mdico preco
por que se vende sorprende ao senhor compra
dor, que apenas ser obrigado a dar urna peque-
a commis addlcionado com a importancia dos direitos etc.
Nunca a modicidade do preco esleve to junto da
belleza e bem acabado de um objecto de luxo. O
respeitavel publico convidado a certificarse de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
to Sodr da Motta A C, a rna da travessa da Ma-
dre de Dos n. 14.
Ama.
Precisa se de urna ama para casa de homem
solteiro na ra da Cadeia n. 59, para cozinhar,
comprar e fazer todo servico de urna casa.
Ama
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para comprar e casinbar, na ra de S. Francisco
n. 54.
Achou-se urna crreme de ouro para relo
gio: a quem der os signaes certos e pagar as des-
pezas do presente an nuncio, ser-1 he-ha tntregue ;
na estrada dos A inicios, sitio n. 35.
AMA
Precisa-se de urna ama para todo o servico de
casa familia ; a tratar na ra do Pilar n. 139 pri-
meiro andar.
AOS HABITAMS 0
Imperio do Brasil.
Grande exposiqao na cidade de
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter lu-
gar a abertura da exposicSo. nacional em
Cordova.
Previne-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos' aquelles que exercam qualquer indus
tria, que na dita expsito se recebem todi s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem remeter.
Estes productos estao isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
der5o ser dirigidos cidade ao Rosario, de
onde serio traoportados pelo caminho de
ferro central. .
Para mais explicaces dirijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz n. 3, ao consulado
argentino. _____
Barba. .. ......
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solres
0 dono do estabelecimento previne s Recommenda-se a superior TINTURA J
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ba um: PONEZA para enegrecer os cabellos e bar'
sallo para tintura dos cabellos e barba, as- ba unic* admittida na Expsito Universa)
como nao prejudicial sade, por ser vet
sim como um empregado smente oceupa-
do nesse servico.
latil, analysada e approvada pelas acadef
mias de sciencias de PARS E LONDRES
BAZAR ACADMICO
13 Ra da Imperatriz 13
Ulysses & Irm5o propietarios deste bem conhecido e acreditado estabelecimento
t*m a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seos numerosos fre-
guezes, tanto desta praca, como de fra, qu tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acha-se completamente sortido e em condicoes de b*m servi-los dos
seguintes artigos:
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Babia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 3,5300 a 7,5500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Mauriiy,
Imperiaes, Tenentes do Diabo, Duque de
Caxias, Gandon etc.; de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaos, Baependy e
muilas outras qualidades.
Fumo
Afamados de BAEPENDY em caixSes de
20 libras 1 a 2, de 20 para cima a 15800 e em maior
porco 1(5300 o pacote de. 1 iibra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
muitas qualidades como sejam Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal
etc. etc.
VVRIEDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
todas as" qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de rna-
deira (raz; de 3,5 at 65, a duzia e de ou
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gallinhados melhores qne
fia neste mercado a 35 e 35500 a duzia, e
com grande abatimento em maior porco,
ditos de louc, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e cooro de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de todos os
systemas.
PHOSPHOROS de cera, em caixas de to-
dos os tamanbos, de seguraoca a bailo etc.
PAPEL de milbo, de arroz, san-tom, Per-
san,'pintado, de linho etc. palha de milbo de
Fernando i melhor possivel.'
Alm dos artigos mencionados encontrarlo nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio; que se vende m grosso e a retalho e que com suas presencas
serlo satisfactoriamente bem servidos: bem como dos encarnegamos de qualquer ec-
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Boa da Imperatriz13
i BAMBA MODA
-IDA NOVA
*
i
Os abaixo assignados propietarios deste eaabeteciraento, participam
S que, continuam a vendermuito barato e em vista ao grande sortimento de
I miudezas da melhur qualidade cbamam a attencao dos Srs- commerciantes
de retalho afim de comprarem -o que Ihe for conveniente ; com descont de
10 Oto, pagamento realisado no mez da compra.
jf Jos de Souza Soares & C.
Wiift
Precisa-se de i ma ama para casa Ue peque-
a familia : na rna das Cruzes n. 4. I
Copeiro
MARfrHftS
Precisase de um criado bem copeiroe que teja
a-se bem : na rna do Coma ercio
escravo,
numero
r
Ama
Xa ruado Duque de Caxias, antiga do Queima-
do, n. 46, loja, precwa-se de ama escrava boa co-
zinheira e hoifs costamos.
Boiifeitaria dos' ananazes
tu da Cruz n. I
Ha prezuntos de superior qualidade, ditos em
tmbre.
I
Preciaa#e alagar urna escrava para o oer-
,vi<) yiterno de ama casa dpouca.familia, assim
cono tamben) dous moloques para o servico inter-
no de ama fabrica : a tratar na mesma fabrica,
rna oJBrnngp. 74. .. B
COMTRAFOfiO
a Comptnliia Indemnisadora, eaiapelecid
MU praca, toma iefuroa maritaot iobrf
samo e sean carregamentos contra (ogc
m diflcios, mertadorias e mobiu: i
- nu do Vffariott. 4, prmmto ter eo.
Aluga-se am eserao eostaheiro e copeiro
quem precisar dinja-se a praca da Boa-vista na
tuero I. ____________________ .
3 Precita-se de uoa ama para cosinhar e com^j
prar : Da pra?a da Independencia ns. 18 e W.
Precisa-se de orna ma que cozlnhe e en-
gorante : na m*4a Ca ^^^Bida Boaistt o. M, primeiro
Atrai
'I
da Boatsu n.
iaewrava rotrosta
m eas* de familia per tr j bast
qe60i*aeeiifomoa.
a servir
|SSR tt&K^ffi lili
O bacharel Joaquim Francisco Paes |
Barreto tem o sea escriptorio de advoga-
cia ra estreita dj Rosario n. 8, I* an-
dar, onde pode ser procurado das 9 horas
da-manha ao meio dia, e das 3 ? 5 da
I larde.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:000*
Bilhetes garantidos. *
V ra do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
ras sones, 1 meio n. 2T\6 com 3:O0Q| da te-
lena qne se aeabou de extrahir a beneficio da
irejr de Santo Antonio de Itami* (S-), convida
sos possaidores i- tirem receber na coafsrafda
de do costume sem descont* akum.
Acham-se a venda os felizes bdbetas gana
idos 'da V parte-Ida* torta a beneficio dV re-
manda e do Senhor Bn fcsas dos Pilaos da ma-
triz do CorM SimbJIM), que a tcatr fon-
-feira 12 do corrente mez.
Prego'-*- do costume.
Manoel Martras Prt. *

Mil e quinhentas dwias do fogos do ar de um
tres bombas: na ra.Direita n. 33, loja de fer-
agens.________"______________
Joo ThoiOaz de Freitas, co-proprietario na
casa n. 27 ra da Esperanza, declara qaem
convier, qae nao arrematen) am terreno da dita
casa a requerimento dos Srs. Barbosa & C, visto
como tem elle em dita casa a quarta parte, por
que Firmino Pessoa da Gama deixou quatro Albas,
Juvenria Anta Pessoa da Gama, mulber do aa-
nonciante, Auna Bita Pessoa da Gama, Francelina
Pessoa da Gama, e Mara da Conceicao Pessoa da
Gama, casada com Rosendo 4a Rocha Carvalbo ;
pelo que vo o anounciante e suas cuuhadas pro-
porem aeco de nullidade da hypotheca de que
se prevalecen! Barbosa & C.
Besencaminhon-se ama letra sob n. 3038
sacada por D. P. Wild, em 36 de agosto de 1869,
aceita por Maia A Landeliao ha oilo mezes de pra-
so, pelo qne vencea-se no dia 30 de abril prxi-
mo passado, da quantia de 529*000, a qual appa-
recendo nenhum valor ter, por isso que os acei-
tantes pagaram eo sacador no da do vencimento a
sua importancia, e fot somente nessa occasiao que
s. dea pela falta da referida letra. Recife 3 de
maiode 1870.-D.P. Wild. -
Offerece-se nm insigne boteleiro para qoa
quer sitio, trabilhando tanto em hsrtalice como em
lores, dando prova exhuberanM de sua conducta :
na rna da Concejero n. 6, armazem do sol.
LOJA DE JOIAS
H
DI
&c
AMA
Preeisa-se de urna ama forra eu wptiva
easa de familia, que sama cozinhar e engommar
na ras da Cidtiia 4o Becife, lojt n. 56 A, te dir
Precisa se de ana ama ara combar
read#akWiroD. 68.
VIDA DE SANTA VERNICA JUUANI.
Acha-se venda o livrinbo da vida desta santa
ser0Daos, traiuzido d italiano em portuguez
a 1*600, o resto d s ewBttlares qae existem na
livrana universal, ra' do imperador n. 34.
Precisa-e oe um ca.^ciro para taberna de
jt aj4 tasas : itrtibr no pateo do. Terco n. rogl encarecidamente ao sea
dor^rSiqioira Oralcan a poblici
cafBMpiedi ter.ameu poder, fro-
i eompof* de descom postaras
eia diriga. -
. Jevsr por ceno, ncar o abaixo as-
>>Snado com a pnWicacao de semelhante instru-
" OBI erteito nelle boaver o que afirma
_ nfcu iraio essa interesfante pee*, e se
o nao flier. claro que ella s me deve muito
ifc|1a i. fa
Este antig estabelecimento. completa-
nente reformado de novo, est as condi-
joes de servir vantajosaraente os sens fre-
jnezes, visto que acha-se prvido com nm
)X3lendi*do sortimento de obras de ouro e
Ksg^de lei, assim como brilhautes e ou-
precioaas, oujos presos sao os
icos que se pode encpntrar.
compradas nesta casa recebem-
ou compram-se com pequeo



. .., ,. .. .

!
M -.
.ii.\"i
Diario de Pernambuco Sexta eira 6 de Male de 1870.
"5

fe. k
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos -
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
1H-RUA NOVA-N. 11
Partecipa ao respeitavel publico desta cidade e das mais provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditado armazem de instrnmentos'fpara inusi-
si.Jacaba de :hegar um grande e explendido sortmelo de
O que ha de mais moderno, de teclado flxo e mobile, e com transposicSo od sem ella, de autores os mais acreditados fnesta |cidade,|Qcomo sejam : os
(amados e bem conhecidos pianos da fabrica do Sr.
BLQNDEL
de Pars, de qaem o anunciante o nico agent nesta cidade, como prova com o documento abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
cados especialmente para o clima des te paiz, sao os nicos que offerecem urna garanta segura de sua duraeSo. EUes sao aqu bastante conhecidos desde 4844, para que
soja necssario insistir sobre sua superioridade. As suas vozes sao muito flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado que se presta a todos os caprichos do
senhores pianistas.
Todas a? pessoas que comprarem pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certificado de origem assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar a sua
intencidade do numero de piano com o de certificado.
AO PUBLICO
Mr. A phonse Blondel, fabricante de pianos em PARS, deeclara ao respeitavel publico de Pernambuco, que o nico deposito de seus pianos na cidade
do Recife, RA NOVA N. H, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Outro sim.que todos os seus Ipianos rao accompanhados de um certificado de origem assig-
nado por mim.
Paris 4 de julho de 1869. (Asssignado) Alphouse Blondel
0 annuciante tambem troca e aluga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimentof de novos pianos.
xTOUSICAS PARA PIAI0
As quaes recebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs, Felipone & Tornaghi. Narciso, Arthur NapoleSo 4 C,
6tC" ,.Tambem tem ffiaai sortimento de papel para msica e desehho; cordas para todos os instrumentos, ricas gravuras e qoadros para ornamentos de sai??, oleados para
usoalho de salas, ricos espelbos dourados, qudrados e ovaes, caixinhas de costura com msicas e sem ella, estojos para viagem, relogios com despertador, vidros para
erpemoa de todos os tamanhos, talagarca, l"as e guias para bordar, e muitos outrosartigos que o respeitavel publico encontrar sempre neste armazem, o qual estar
aberto todos os das at as 9 horas da noute, afim das Exmas. familias poderem ir apreciar os reus pianos.
H|lf|
ATTENCAO
Na barra do Rio Formoso veuue-se, cal, telh,s,
tijollos de alvenaria, ladrilho, rabo de pato, alvo-
naria batida, tapanjento e formas para o fabril
de assucar Garante-se a mui boa qualidade do
barro, e a perfeico do trabalho. Tambera se ven-
de cocos naseidos para se plantar, descascados
e com casca para exportad-So. As encommendas
serao te i tas 20 a 60 das antes ; tratar nesta ci-
dade na roa da Cruz n. 53, com Francisco da
Gesto Maia e no Kio Furinoso com Jiaquim Frari-
cisco Dini.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro brasileiro que tenha
pratiea ce taberna, de idade de 14 a 16 annos : i
tratar no becco do Pocinho n. 7.
Peto preiente declaro que estao sera effeit)
em qualquer empo que apparecerem duas letra i
de meu saque, aceitas pelo Sr. Joo Rufino da
silva, da quantia de 415*845 cada um., datadas
de 21 de outubro de 1868, a 12 e 24 mnzes di;
praso.e venciveis era Ji de outubro de 1869 e 24
de outubro de 1870, cujas letras perdi juntamen
te com urna carteir e outros papis, de que j
preveni o aceitante, que tendo firmado novas le
tras, esla por conseguinte isento de pagar as le
tras extraviadas seja o p>rtador quem for em
qualquer tempo que se apresentarem.
_________ Jos Ramos de Oliveira.
Precisa-se de um preto de auna idade ou de
um moleque para os servidos internos e externos
: na ra do Imperador n. 71, 2 andar.
Precisa-se alugar urna preta para serv cr
interno e externo de casa de pequea familia" :
na ra das Gruzer n. 4.
No armazem da travessa do Corpo Santo n. 23, ba sempre um completo
sortimento de objectos para carros, e que se vendem por precos muito rasoaveis, como
sejam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
Solas dem dito.
Oleado preto e de cores.
Colleiras de lustro o que ba de melbor.
Guamiles de fino lati para arreios, completos.
Lanterrtas e vedas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaquim Lopes Machado dt C.
I160-RUA DACADEIADO RECIFE 601
~ ARiHAZI I
O proprietario desle estabelecimente tendo ae partir no fim do corrente ||j
mez para a America pela Europa, faz inteiramente completa liquidado para ac- sS
bar; e fazendose por conseguinte grande abatimento, como : cortinados para (
camas e janellas, cobertores finos inglezes, calcado de panno, bijoteirias d'ouro fg
de 18, como rosetas de brilhantes, anneis, oculos, lunetas, trancelins, apparelho *
de metal do mais fino que ha para almoco, bandejas, etc. ; perfumirias de diffe- 5
rentes fabricantes, differentes caixinhas vasta com enfeites muito proprias para |
presentes; caixas de msicas, ditas com pertences para costura, ferro de en-
f gomrnar nao sendo preciso carvo, nem fogareiro, machinas de delir batatas, $
" ditas para preperar a carne para guisados, ditas para bater ovos e bolos; fig
grande variedade de porcelana, como sejam: aa
Vasos paragtoilette, apparelhos para mesa, etc.; differentes objectos 1
de vidro, como sejam: lustros e globos para saloes, lanternas para cima de I
mesa, escarradores, etc.; excellente cofres de ferro, espelbos de diversos ta- Ha
manhos, de moldura dourada e preta, molduras para quadros, excellentes ca- j
xas para retratos, ditas com cheiros preprias para presentes, mesas de cnarao, $g
bandejas de dito ; estampas Gnas para quadros, talagarsa bordada para almofa-
fadas, ditas para tapetes e para deitar vasos em cima de mesas, relogios para
cima de mesas, ditos de parede e de ouro para algibeira; stereoscopos de di-
versos lmannos, esmorama, lanternas mgicas para devertimentos em salas,
quadros com finas figuras de porcelana, ditos com movimentos, figuras bron-
zeadas para enfeites de mesa, salva-vida para se tomar banhos no mar ou no |
rio, lencos do linho finos para algibeiras, grvala de seda mui ricas, variado gg
a sortimento de mindezas e brinquedos para crianzas, etc., bengalas, camas de 5
ferro de differentes tamanhos, lavatorios, etc etc., que serSo patentes ao com- g|
prador, e muitos outros artigos que se* venderlo muito barato para, inteira- S
mente acabar, no armazemEXPOSUO EE LONDRES.
LEO DE OURO
Grande estabelecimento de fazendas e roupas feitas e por medida, ra da Im-
perairiz n. -rl junto a loja de ourives.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento de
rbupas de todas as qualidades.
Palitot de alpaca preta e de cores a 35000, 30500 7000, ditos mirin preto
de "000 at 25,0000, ditos de casemira d cores linas e ordinarias, de 4ifi, 16*000,
ditos de panno tmos.de 6 9 100 e 2t UOO. sobrecasaco dito de 204 a 50r>000.
Completo soitimento de calcas de brim pardo de 1)5600 a C.3OO0, ditas brancas
de U, 1O0UOO o mais superior, ditas meia casemira, ditas ca emira de 50, 12^000,
ditas casemira preta de 60, a 165000 superior, dita de meriD diversas qnalidades para
lulo. Assim como um bonito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para luto fazenda superior.
Sortimento completo de camisas francesas de algodao, de 10600 35G00,e de
linho de 380000 a 700000 a duzia.
Sortimeoto completo de ceroulas francesas de algodao de 10600. a 20500,
ditasde bramante a 16800, 20300 e 30000 ditas de Hamburgo, francezas, fazenda su-
perior de 250000 a 350000 a duzia. Sortimento decolarmhos de algodao e linho, etc.,
assim como meias de algodao para hornera de 30, a 100000 a duzia, bravatas de mu-
tas qualidades. Na ra da Imperatriz n. 52, toja do
Soriimenlo de chapeos de sol de alpaea, o soda, ditos inglezes cabo de marfim.
Toalbas para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
ATTENCAO.
Xeste estabelecimento encarrega-se d mandar fazer qualquer obra por medida
e para esse fim tem hbil mestre encarregado da oflicina, qae se encarreifa do trabalho
cora perfeicoo pontualidade. ,
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o covado ou 100000 a pessa com 42 covados, ditas miadas
para camisas e tm5o de menino 260, e 280 rs., e outras muilas qualidades de 330, 860
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabelecimento chegaram, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, a qnal para f'feos ecompetente enfeile para corpinno. Cam-
braia lisa de 30, 40,50 e 10000 a pessa, e outra6 muitas fazendas de todas as quali-
dades.
. i'l^l ALGODAO E MADAPOLAO AVARIADO.
A 4*000 o algodio, e 40500 omadapolSo. e tambem chita scuxa ,ba 240 o
covado por ter grande porco, na roa da Imperatriz o. 52, loja com portae? encamados,
intitulado r
Leo de Ouro.
COMPRAS.
Casa terrea.
Compra-se urna casa terrea : tratar na ra
da Madre de Deus n. <6, loja.
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
109 os valores, onro e prata em obras nutilisadas,
brilhante9 e mais pedra9 preciosas : na loja de
ourivea do arco da Conceicao, no Recife.
O muzeo de joias
Na roa, do Cabug n. 4 compra-se onro, prata
i pedras preciosas por precos mais vantajosos do
\ae< ejn ontra qualquer parte.
ESCKJlYOS
Compram-se e vendem-se diariamente para fra
. dentro da provincia escravos de todas as idades,
aores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
lerceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
'reguezia de Santo Antonio.
Lom muito maior vantagem compram-se
onro, prata e pedras preciosas e n obras vehas: na
loja de joias do Co.-acao de Ouro n. 2 D, ra do
Cabng.
VNDAS.
Vonde-se a taberna sita nos Afogados. no
largo da Paz n. 9 : trata-se na mesma, ou com
Francisco Alves Monleiro Jnior
Cabriolets.
Vende-se dous cabriolets, sendo um coberto e
de quatro rodas, e outro Dogcart, ambos com to-
dos os arreios e pertences : ni cocheira de Tho-
maz Lins, ra de Santo Amaro.
Vende-se a casa terrea com sota sita ra
da Senzala-nova n. 21, eum sobrado de um andar
e soto que tica nos fundos da mesma, sito no bec-
co n. 6: na ra da Crntn. fi.t se dir quem vende
Vende se a casa n. 10 Jo becco desalabo.
co velho, por detraz da ra Nova, lado do norte
tratar Da mesma esta.
Taberna
*w
I i
KP
34.RA LARCA DO ROSARIO.34
: poraov' *o mpr _.
twttmtf consider.dos ratiiio*. i JUei fH Ua^a
\mi elurlaunisnio; mu ol qoertodo ,4Mir m pw-
mta cnnaunisnio; ou na qacrtndo 1Mir tt pej-
SMaqMMpoaUDMinellU nos olTereerD3,S> qne abaixo
'otrncnpti>i, s batmof poblicir rair&'t*a otu p ti di o peli ittMfio, MMada q > enhm
Uei corroborar o coDceito, acctiUfio qn |\'a mere-
4# aoue uroft. JtrlMnw I C
nii. Srs. Btrtlioloaco A C t 00a t mu stvida
tialieio qne Vclro ier o Siiropa Americano nii
*neci extraordinaria, pela qne soffreodo a* dUa dv1
'' ts^ PfBto de nid poder dormir a ooite a
*** mtumr d ,'JMIcaBeaaM a toum. a elle
'*fnie na terceim .cather fui allirrado, a de todo jo
*** **i* reeuMiKida coea a ote iwmeau da qaasi
^<*irMco: gnu poii jete retaludo rnaaVeeto a
"J. M. ma reconhecimento. Da T%. S. mito, te-
<. e 0<,ilEdo Manori inlonio-*iega Tnakir.
2* ~'; tC -fer*adi5imocom
ar q aje utr*m't Mtun)lm <* do naypt
Vegetal imencano, de ana eompoeiclo, qaaada
acheta bstenle doente de ama constipacio, qae me
toraon completamente ronco e qaa trouie ama forte
Uiaae. e me inapaaeibilitoa deeampriroa meas derere
de cantar da etnprna lyrica, ton agradecer-lhea mea
eoropleto retabelecimento, qne obtiva con um $6 ridrr
do aeerao jarope, depon de harer recorrido a mntoe
traumentof. Deaejarai qaa ontroa como eo recorraai
o aea xarope para m Terem aTiadot da Uo terriel
maomnodo Ua bul aeate pait. Ca maior censida-
eo coBtmao a aer da Vt. Sa. atiento, Tenarador a
ZSu' ~ Cr,B0,M- ~ Re3 da aetembr.
. -.^; Tlotima d".M, b^S^SU^Z Z
n eaeata a doaa anuos Brtto raairtia a eatm laroMt
Miran pea *>*. t^NtaTa
Vende-se urna taberna no pateo de S. Jos n.
SI, com poneos fundos e bem afreguezada para i
trra, propria para qualquer principiante : a tra-
ar na mesma.
- Na ra da [laperatril n. 50, padana france-
za, vende-se urna temtereira e urna masseira, pro-
pria para um principiante, assim como utua por-
co de ferro velho.
A MI
A run do Duque de (xias n 21.
(ANTIGA BA DO QUEIMADO)
Nao foi sem fundamento que a NOVA
ESPERANCA tem deixado de fazer os seus
annuncios, a raaSo simples, ella enteniie
que ludo em demasa abrYece... por isso
como j tinha dito e scientiBcado ;i ua Di.a
freguezia o que constantemente ia receben-
do, ou tivesse feito muitas vezes, recei< u
tornar-se massante, assim pois recolheu->-e
um poeco ao silencio, mas nunca dehauco
d'ea pregar os verdadeiros esforcos, j con-
tratando maior numero de correspondentes
na Europa, j descobrimlo '.bjectos domis
*purado gosto e finalmente assignando o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. para desta forma meliior
servir a.sua constante freguezia; ecom es-
pecialidade ao bello sexo, quem a NOVA
ESPERANCA ufana-se em oQVrecer-Ire
seus servicos, apressando-se dpsde ja tra
declarar que tem recebido ltimamente
entremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, chaposinhos de setim pa:a
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meias de seda e fio de escocia para criai>-
cas.
, Dedaes d'osso, marfim, ac e madrepe-
rola.
ptimas navalhas, afiadores c massa pa;a
as mesmas.
Finas,esponjas para o rosto e para ba-
ndos.
Ronitos sapatinhos com biqudra, sendo
com salto, para meninos e meninas de do.s
a doze annos.
Roas lentes com cinco meiimtros, para
contar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar costuras.
Ronitos linteiros de novos moldes,
Meias de 13a para homens e senboras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linho e de seda, sendo preto e
branco, liso e de lpicos, e outros muitos
objectos expostos a venda ra Duoue
de Casias n. 21, na NOVA ESPERANCA.'
MUTA PERFUMARA.
A NOVA ESPERANCA, a la Duque de
Cutas*. 21, acaba de receber muita pe;
fumaria dos melhores e mais afamados fa-
bricantes, como sejam finos extractos para o
lenco, essencias concentradas de muitas qua-
lidades, olhos de agradaveis cheiros para os
cabellos, e bonitos vasos rom habanha, !ir-
dissimos vasos com pos de anoz, sabonetes
de dificrentes qualidades etc., etc., assins
pois os apreciadores do hom, reobarasatis-
fazer suas paixoes na NOVA ESPERANCA.
PARA ACVEJAR E CONSERVAR OS DENTES.
P de carvo de rosas : vendem-se roa
Duque de Caxias n. l na NOVA ESPE-
RANCA.
Para acabar com as sardas ou pannos
recebeu a NOVA ESPERANCA, ra Du-
que de Caxias n, 21, o verdadeiro leite de
rosas brancas.
ttabo Valeatrao.
Vende-se na roa Duque de Caxias n. i .
PARA UTO.
Brincos, broches, volias, pnleiras, fivo!-
las, rentes, botoes para punhos e cade:.:-.
para relogios.
A NOVA ESPERANCA. querendo sasfa-
zer sua freguezia, naosomente em objecios
d'alfgria ou de luxo, quer tambem acom-
panhar aquelles. qtin infelizmente perdendo
alguem de sua familia, ou algoem de sua
amizade, precisain de taes objectos, assin:
pois a NOVA ESPERANCA, mandou vir o
Vende
noeiro e carre_
ra da Cadeia'n. i.
que ha de melhor ueste genero, poique
se um escravo irreto de nacao, ca- sendo taes objectos de er uecra. sendo
egador, nato robusto : a tratar na de m qua|j(Ja(J(!> 3o Sumeate torn2m-s.:
tristes como at repugnantes, o qne na)
acontesce ios da NOVA ESPERANCA. por
que apeo. > exprime o sentimento pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeico com que taes objectos sao tra-
balhadcrs.
Vende-se urna carraca de molla para cavallo
com os oertenoentes arreios : ra do Brum nu-
mero 79.
Vende-se
um terreno na Torre com 100 palmos de frente e
320 de fundo, em bom local por ficar cum a fren-
te para o naseenie. e em quina de urna roa e perto
do banho : a tratar no armazem da -ua do Impe-
rador n tti.
g JoaquimEodr goesTa- 2
vares de Mello,
Praga do Corpo Santo
N. 17.
Tem para vender: S
Cal de Lisboa. S
Vende-se urna casa com 40 palmos de/rente e
70 de fundo, tendo urna sala de visita, urna dita
de jamar, tres quarto*, urna grande sala onde tem
um estabe'ecimento de molhados, e um grande
quintal cercado, tendo sahida para o rio. ccorre
mais a vantagem de ter de um lado mais urna ,,
casa, e do outro urna frente com 35 palmos feito f PnflS!i
dt) pedra e cal, tornndose recnmmendavel pela | 1 UtlfcSd^ JJd HUfeMd.
localidade, e as vantagens que oflerece a propre-
dade : quem pretendor faier negocio, dirija-se ao
piteo do Terco n. 32, ou cilla da Escada coir
Antonio Ferreira de Meilo.
oengenho Sebastopol na freguezia do Cabo, com
as commodidades seguintes : bom d'agua e proxi
rao a duas estacSes, sendo pouco mais de urna
legoa a villa, e pouco mais de um quarto a estadio
de Ipojuca : qoem pretender dirija-se ao mesmo
tratar com seu dono.
le 1.
fVinho Bordeaux
qualidade.
0 Farinha de man-
| dioca.
$ Farello* de Lisboa.
Vende-se o sitio que foi do Cavalcante, no
Mooteiro, com casa de moradia para familia e ba-
nheiro de tijolo sobre a levada : tratar na boti-
ca da ra do Cabug n. II.
grande noneada. QaaifaB
itoaluaenu
a
tBtawpn mm
attanU i oarifado. Anariea Nalt
Recito 2 4* Ututo da 1868.
to da aJeadeifa.
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA [ .
FABRICA J
Qa&pQ(D3 a S(D2>
ncmu
CtlITlITIIHTI in ciiruia IUTIIIIT A
QMAPBtfS I.,
N tadat u qualidadu!
9* ma m feitioa I
D toda* ai praeM t
i

2. fl
00
CR
ES 1*0 #
Na ra da Imperatriz n. 50, padaria france-
za, vende-se urna tendedeira e una maseira, pro-
pria para um principiante; assim como urna por
cao de ferro velho..
Vende-se um terreno murado com 150 pal-
mos de frente e 300 de fundo, e com uns 10,000
tijollos. em um dos melhores arrabaldcs desta ci
dade: tratar na ra do Imperador n. 27, 2" an-
dar________________________________
Vende-se urna negra de meia idade, sabe
cosinhar e comprar, por preco rommodo : na
ra da Soledade n. 70 em easa de I). Mara Ma-
noeU Pernira._______________________
Ofcina e armazem de
nwmore
Caes Vinte e dOus de novembro n. 57,
(ootr'ora armazem allianca)
Ha para vender pedras rnarrnores de todos os
tanuohos e gr -asuras, tijolo de diversos ta-
raaaaos, soleiras e saccadas, assim como solei-
ras e saccadas depedra de. Lisboa. Tambem con-
trata-se e bz-se qiilquer otra, como monumen-
tos, tamoln, estatuas, pas, lavatorios, mesas e
tuda o mais tendente mesma arte, por mdicos
yacos.
Uucijos de ma
A' ma 4a Cadeia do Reeifej''
liniao Mercantil. i : o
f Vente-se um mUlatiartt para 15 annos de ijade, e com principia *
s liies, propria fiar* cau da faraiiia :
t
j
mazen
da matriz de Sanio. Antonio, casa n. 3/1 Na mes-
ma casa se comprar ama eserava que S3iba eozi
nbar e eogommar bem.
ENGENHO
Vende se o engenho S. Pedro na comarca
de Porto Calvo, provincia deAlagas, com
excellentes trras para dois mil p3es de as-
sucar, extensas mattas. magnifica casa de
vivenda, situadoa tres qnartos de leguas do
porto de Gamella de Rarra Grande, distante
desta capital poucas horas onde tocarlo
brevemente os vapores da companhia per-
nambucana.
O engenho de animaes, porm com
urna despeza de dous ou tres ceios de ris,
pode se/ transformado em engenho d'agua
copeiro. Os partidos esto s portas do
engenho.que pode ser manejado suavemente
com q inze ou vinte trabalhadotes. E tido
pela propriedade de melhores trras da lo-
calidade ; e vende-se por preco muHo com-
modo: tratar na ana do Vigario o. 31.
Bom negocio
Vende se urna taberna no Barro, mesmo tu
Praca do Capim, ou smente a arraacao e aten-
emos. em6 convier ho comprador : ao qnal se
dir o motivo da venda
Vende-se na roa da Praia n. 35. 2* andar,
urna mobilia nova de amarello Luiz XV, com as
seguntes-pecas : 12 cadofras de aarnicoes, 2 di-
tas do, braco, % ditas de balance, t consolos 1 jar-
dioeira. 1 bom, sdTae tem maja, amase, 2 apara-
dores, 1 quartinheira, t c*p|de,, 1 grande rae>.i
para jaritar ; vende-se barm' mp preiender
dirija-se mesma casa qn sfMaV cWn ajneiw
tratar_____________________/.;;. ,
Vende se cerveja branca Bass verdadeira
preta de Brnlay de sitparii.r t|ualdade, tu boti-
jas e meias bsjas, no armazem de Eduardo Feo-
tn n> na do Coramcrcio n. 22.
PAGINAGO INCOAREN |
-s.





Diario
_________
de
m
euiamljicp Sexta, feira 6 de Maia, de 1Q7Q.
AF. i,fb OiiauU
AVERDADE
Rna
de Casias n. 55
Duque
Na loja da tEBDADE coatinnua,se a ven-
der por baratsimos presos 1"k1os os arli-
gos de miudejas e (arrumaras do seu
grande e variado sortim-nto.garautindoaos
compradores toda a sioceridade.
Lindas boneais de cera e massa por ba-
ratissiroo preco.
Espelhos dourados para pendurar a
160 rsi
Agulhas de osso para crox a 2C0 rs.
Peutes finos para segurar cabello, a
320 rs.
Ghamins para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta aiizarine a 15000.
Dita com a^ua florida a I55i0.
Dita com dita dita a t/KXO.
Tnico de Jayme a 1 5500 0 frasco.
Frasco com oleo expresso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia da 300 a 15000
Dito com extractos tinos a i $000.
Dito com sndalo verdadoiro a 1(5200.
Latas com bantu multo tina de 120 a
240 rs.
Sabonetas nnito finos e .diversas quali-
dades a 80, 10, 240 o 320 rs.
Finas escovas paradentes de 320 e 503 rs.
Ditas para fado de 50. e 600 rs.
Ditas para caballo.a 560 rs.
Peites para a'isar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bifalo a 240 e 320.
Pentes para tirar piolho de ltitf e 240 rs.
Pavios para gaz,-dtiEia a 240 320 rs.
'Brincos de cores, nteiramente modernos
de 160 e 140 rs.
Peonas caligraphicas muito finas a 15400.
Ditas de lanca e mosioha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
o 15503.
Grosas de b atoas de lou?a de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa cora papel imizado a 700 rs.
Ditas cora envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulbas fundo dourado a
280 rs.
Thesoura para costara a 240 rs.
Linha de marca casa a 280 rs.
Carriteis d linhas de Alexaudre de n. 70
a200a!0rs.p
Grupos muito finos, com passarinhos du
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 35000
Ditas Bortuguezas, dnzia 15400
Papel alroaro supeiior qualidade resma
41000.
Lam cuito fina para bordar libra G5500
Fitas para deortiui dsapato. pean 160 rs
Ditas de lam para debruai de vestido peca
400 re.
Caivetes gr.ndes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folbaa por 320 rs.
Rosetas prelas para luto, o par 100 rs.
Trencas de lam de caracol branca e de
cores de .0 a 100 rs.
Fitas para eos, p-?a 4SO rs.
Alfinetes, de lati, carta 100 rs.
Sapaliohoa de lam para crcanfa de 400
a 3x> rs.
Calondeiras a 40 rs.
uraviH-Bs .de seda preta,de~400 e88u rs; i
Ditas iJeci-oxc, brancas e 4* cures iOOxs,
' Dita de gorgor5odoo6rea:a 8aV) rs.
Verdadje a ro* Omine de Oav
lias a. 5a*.
Estamilhas
Venda-seo rn daCroin. 8, tn#r.
d muito acreditada marca Rouyer GoiRet C. jde
cognac. Uoico deposito era Peraanibnco, em casa
de Carlos P. de Lemas O, ra do Vigario nu-
mero 10.______________________________
Milho e arroz de csea
Vndese milho e arroz de casca novo era sac-
eos, no trapiche da companhu: a tratar m ra
da Gadeia-vWba. cmb n. 1, 2* andar.
OD
t
Milho das Ilhas
E
Feijlo do Porto
em saceos grandes, das qvattfade* aliaixn ova-
cionadas, e por menos prege do que enx outra
parle.
MILHO NOVO
Feijao mulatinhe Feijo preto.
Dito brinco Dito rosado.
Dito amarello Dito frade.
VENDEM
Jos do Reg Borges & C, a rna do Vigario n. 14.
Travesea do Corpo Santo n. 25.
Bichas hamburgneaas
Nfiste novo deposito recebe-se por todos os jm-
maetes trnnslanticos bichas de qnalldade superior
e vendem se em caixa on porcao mais pequea,
o mais barato do que em outra qnaiquer parte :
na roa da Cadeta do Recite n. 51, 1* andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico depositv em Pernambuco caes da altan
dega velha n. 2, i* anda.
Venda
Vende-se a barcaea denominada Academia, no-
va de primeira viagem a este p rt e de lotacao
de 6000 arrobas, qnem a pretender derija-se no
ejeriptorio de Alfredo A Barbosa Jnior, no lar-
go do trapiche da companhia.
Azulejos
Vende-se no armaiem du
ra da Criu n. 26.
J. Moreira Dias:
% ella, antes qie se acabe
Na ra Direita n. 9 tem laa de todos as cores
para bordar, pelo diminuto proco de l600 a
libra.
. 3

a
A AGUIA NEGRA animada com o bom accolhimento que teve un seas annun-
os, vem novo participar a seus freguezes que. aeaba de reeeber un va/iado sorli-
aento de objeclos de gosto os qoaes sero va^adidos por precoi muito raaoaveis., pois
(uando fez os seas primeiros annucios. foi o qo assegurou, e sera modo de errar,
jorque como j disse ost interesses ligad a urna casa importadoradesta prai;a, e
jor isso poder tertudo especial e vender por procos admiravei.Chama pois a. atten-
ao deseas frogaezes para.og-amtgas posea doscrever:
Livros com o tampo de martina, madre* Um variado sor-tinents .de cbarateiras e
*wlaeurtaroge, prdpotparmima. :palliteirosda porcelana,
s nato propnai para presentes ?ent98 para voltjirete.
Bengafas com marfim, cousa especial.
Sabonetes de alcatro.
Cofres de folhas para dinbeiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de lavas de pe-
.ocsa de gosto.
Indispensaveis de palinha e de couro pro-
pios para senuoras e meninas trazer nos
iracos.
Binculos de madreporo'a, marflm e tar-
.truja todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteiramen-'', ^'
s nova. juca*
Tatagorce para bordar.
Os acreditados cyndros amerfenoe para padaria, pr-r dous differentes systemaa
Machinas para deecarocar algodSo ilos memores fabricantes de New York.
Machinas de vapor aystema de locomotiva e polias para mesmas.
Garanfcos americanos para transportar volumes em armazens. Tudo or dk-
cosTazoaveis
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25
hi'l'iim Kopw .ifiGhvh dt C.
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba do chajrar loja dos arcos rna n
i Crespo n. 20 A. de Alvaro Augusto de Almeida
: & C, os mais ricos corles de vestidos de blrnd
' que tem vindo a este mercado para casamento*,
assim como rtes de vestidos de seda de cor de-
' gostos inteiramenta nov^, e tambera un grnde
' sortimento de chapeos de velludo para .vntwras
Vende'** on rofa-se per caas nesta ppca
o sitio denominado dos Borltit, antiga cqsadrla-
v.-iftem de roixpa, cora grande casa de vivenda.
sera} para preto?, estribara, banhelro de paira
c cal com agua corrente, haixa psra capim e
grande terreno para plaittacoes : quem o preten-
der dirija se praca da Independencia n. 33.
i Vende-se um koi e carro proprio para ear
regar assucar ou gneros : a tratar" no caefc o
Ramos n. 22, com Antonio Jos Farruco, pur.es-
Acaban de ebegar ao GRANDE BZA \ter J reti"r sp para Europa._____________
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carnrbo --"V^e-se ama casa terrea em chaos propriOB
PARA
COSTURA
Fitas de sarja de todas as eflres e largu-
ras para la?os. Bm completo sortgnjato de nfeiUs de viann*--nm completo sortimeato de ma- dir?5^ldv'endeJo5: M rua d"Hnrta,B-w
Toacas, sapatinho3 meias da seda o mais seda para vestido. chinas para costura, dos autores mais co-. v .--------rj------------------------------
MfteMfl para baptisados. Perfumarias de todos os autores os mais nnecidos, as quaes estilo em exposicSo no 38 : a traS ni Tesma SfTa DimtX
Fitas cora inscripcoes propms para bou-; acreilitads em oxtractos, pomadas e leos mesmo Baiar. gwantindo-se a straboaqua. 1 -=---------------------- ----------
inet de noiva, e finalmente ontros rauitos obipctos que n2o lidade, e tambem ensma-se com perfoii; {jftl HOVa Qe LsbOi
Ricos vasos com p do arroz. \t possivel mencionar ; mas com a vista se a todos os compradores. Estas machinas
xxioua aaua wui jju uu mrut. e possive Kiencionar ; mas com a visia se ~"."" wt/..v..^ w* mwdub doscarrfnadi hi- A* -- u~ ..j.
Um variado sortimente de jarros de por-' certificarlo do sortimento deste estabele- s*o iguaes no seu trabalbo ao de 30 costo-, joaqu,,, jos' Hamos, na rua da cVuTn FS
jlana. cimento. reiras diariamente, e a sua pericio tal oeiro andar. K
Agruia Fegra? raa do Cabug n. 8.
^ffiMr mmmmm#m> ^ $m & &*m
Caf do Ceara' j
Vende-se ptimo caf da sorra d'Aram-';
nha. Cear : rua da Cadeia do Itecife'
n. ;!
Nuo mais cabellos broncos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabera e da barba, foi a nica admittida
Exposicao universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparacoes at
hoje existentes, sera alterar a sade.
Vende-?o a li$000 cada frasco na
Rna da Cada n 51, m
* andar.
como da melbor costureira de Paris. pro- Vende-se uma parte do ow pSB
sentam-se trabamos executados pelas mes- de grande produrcan para agricultura, sito na
mas, que muito devem agradar aos preten- foguea tra parte do engenho Corte de Cima, annexo ao
purgatorio, que muito convera comprar ambos: a
tratar no Remedio com o Sr. An onio MeneliflCor-
deiro de Gnsmo.
dentes.
O litro para o mez de maio
Acha-se venda na rua do Imperador n. lo o
benvcontocido lirro do moz de maio, contendo
alm do mais, versos, etc, e tambem o cadernos
de versos pronrtos para a mesma derocjfo, ntida
impressao, e preco muito commod
Attencao.
PARA A FESTA
3 portas, 1 >ja de fer.agem
53-Bna Direita--55
K.7 Eua Nova N.7
Acaba-de chegar este montado estabefecimeclo novo sortimento de B
bom calgado para homens, para senhoras, para monioos e meninas, escolhido $
as mais importantes e conhecidas fabricas premiarins de Paris esqisita e fina
perfumara de Coudray-e de PKerlavas de pellica de Jouvin, ospelbos le- Si
qaes, obras de ouro, 'aixinhas de fstnra. e um sem numero deatas e butras y*
quinquilhanas fra-.cezas do muito gto e phantasia, e a mais interesante va-
5^ iedade de brinquedos fnncezes e aHemes para entretimento de criancaa 15<
Neste grande estabeleciraento, ha para vader
Vende-se na rua do Dni|uc de Caxias (antiga um completo sortimento de ferragem, e miud#za*
rua do Queimado) u. 19, chitas de bom- panno e finas e grossas, como sejam bandejas rhnin
b-mitos padroes a 200 rs. o covadn. pechincha. quadradas e ovaes, -faca* e garfos del 2 bo-
Vende-se por preyo ommodu uma escrava pe?- bataneo inteiro e i/ balando; paneHas, eha-
ainda trila ; a tratar na rua Nova n. 45 2* andar 'beiras, cacarollas, frigideiras, a.-?adeiras, tanto
I de ferro como de porcelana, moinfcos para caf d*
diversos tamanhos do fabricaats apv, pesos kilo-
; gra irno?, tanto de ferro cotao de afao, metros
I para medir fazenda tanto de ferro como de tao,
1 salitre, brau, barbante, enxofre, papet marca via-
| do, do verdadrir: Picardo, machinas para .desea-
LOUCA
loja
por-
Ciraadc armazem na rna da
Impe; atrlz n.
Neste grande armazem vende-se louca inj
finas e ordinarias, apparelbis de porcelana para u, de Mail0Pi ^^e oiivdra Bra&~C
juntar e para cita, jarros para flores os mais bom- --------------------------------------------!________
tos e de golos modernos ; assim como grande <17 J7 fill
>ortiraenro de vidro? linos o ordiuarios, que tudo U.lfc \M:.L u/li
se vender tanto a reallio como por atacado pelo Chcgou ao actif o deposito de Henry Forstor *
mais barato piees que em ou:ra pualquer parte : ti, rua do Lnnorador, um carregamento e*gj
chamamos a attencao dos freguezas, que ?erao do primeiraau.-Jidade;oqual se vende era partiou
convenientemente servidos tam> nos omraodos e a retalho por menos pre#> do que era outraquai-
precos como na boa oualidade das fazendas. quer parte. ^^
60RUA DA IMPERATRIZ
JaFVC^ftfiFS'afn'l^jDO :
nrlimcinln ilu f,an,^o Ha m-iic innml,,__.....____ .__ :^^^^7^^-^^ ^.-^* ^*J"^iW-
ierem escomer.
JS&Z*. .fS!" de ,-5000 rs- cada pechincha.
COM 8 PALdS Oi IARGUIU A 1:000,: CASEMIRAS ESGOSSEZAS.
2:000 e -:a03 RS. o Ravao tem bonitas casemiras escosse-
Cnogaram as Sn.ssimas cambraias saissas zrs cora quadros grfidos e midos e outras
trasparentes, senda o que ha de mais fino lisas com listras ao lado, sendo fazendo
fiara vestdos vende-se pelo barato preco inuilo lina que se vende mais barato, por
de l#600, 2000 e 2300 o metro, tendo baver grande porco.
tambera das mesmas, porm inglezas com CORTES DE CASEUIR4 PRETA A 4kiJ00
a mesma largura que se vendem a 150(0,1 O Pav5o lera os superiores cortes de ca-
s ifteJo metro, sendo apenas precisos des- semiras pretas enfeitalas pelo !>aralo preco
ta larga fazenda para se fazer nm vestido de MBOOn. o cort,
CROCHETS PARA CADEIRAS E SOFA'S. rCRETO.XES COM 10 PALMOS DE LARGURA A CHAPEOS DE SOL DE SED\ A I
O Pave lera um grande sortimento dos[ 2*000 -rs. |unAriUS uc< bUL utu ***>*' A W.
O Pavao fez ama grande compra db cha-

h o;i i l/ metros, pechincha,
SAttS BORDADAS
Vende-se um bonito sertimento de saias
bordadas cora. 4 pannos, assim como ditas
j promptas, de laasinha, enesgadas com
bonitas barras bordadas a 13a por precos
nsuito em conla.
PANNO PARA SAIAS A 15000, 1,5280 e
4(5600 RS.
Vende-se bonitas fazendas $pn)prias para
saias sendo com bordados e pregas a un?
lado, dando a largura da fazenda o compri-
rnento da saie e vende-se pelo barato preco
de IdO'K), U2S0 e l^PJOO, cada metro sen-
do preciso apenas 3 nu 3 1/i metros para
cada saia pechincha.
finaot e catcmra prelas.
O Prvao vende grande porcao de pannos
pretos do mais baixo at o- mais fino, por
prcr,o que admira, assim como um grande
sortimento de casemiras pr?tas para calcas
que se vende por preco mais barato do que
em outra qualqner parte.
Vestidos br a ticos a 12AOOO rs.
0 Pav3o vende finissiraos cortei de ves
vidos de cambraia tranca, ricamente bord-
dts e com muita (fazenda pelo barato preco
PANNO DE LINHO.
Chegoa am sortimento de pecas de pan-
no de lioho do Porto, que se vendem de
700 rs. at 1,5000 a vara, garantindo-so
que em fazenda de linbonio ha nada raelhor
riera mais proppi ptm lencea e toalbas.
CORTINADOS PARA GAMAS E J.\NELLAS
de 83. 105,125 e 16*X)0.
Wiego para a loja do4pav3o um grande
tunento dos bonitos e ricos cortinados
dados, proprios para camas e janellas,
rmse wniem de 8)5000 o par. ate o mais
rico que vem ao mercado, e--vende-se maia
barato que em ootra qualqtiar parte.
CERA DE CARNAUBA. "**
V^nde-se saperiop cera de carnauba era
sacrii, mais barato do qn-"- parte m roa da Imperatrtt n.. 60,
loja do H+h
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. 0 C0-
YADO. .
0 Pavo 'ende excellente fazenda de pura
13a rom as cores escaras moito proprias
para calcas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de milita dura-
cao, pechincha a 80u rs. o covado ou a
2-58u0 o corte de calca para horaem.
FINAS BARGES A 640 RS. O COVADO.
0 PavSo tem as mai$ lindas baregts de
la sendo meias transparentes, com una
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa. Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largara e'qai"-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to uma grande compra, assim como ditas
mais estreitas de uma s cor com listras. i
imilacao de seda a 560 rs. o covado, e- pe-
chincha.
ALGODOSINHO A 8,5900 COM 24 JARDAS
O Pava o vende pe?as de superior algo-
dosinho largo proprio para todas as obras
por ser encorpado e Bno, pelo barato pre*
qo de 8^000, pechincha.
PECAS DE MADAPOLO A 35500,
O Pavao vende pessas de moito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada ama, pelo
barato preco de 3,5500.
PECHINCHA EM ALGODO A 4*080 RS.
O Pavo est vendando pecas de algod3e-
sinho francez, tendo 4 pannos de largara e
com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
de 45000 rs. .
CAMBRAIAS BRANCAS A 4JW0Q, A PBGA.
S o Paviu vende pecas de cambraia
branca transparente, toado mais de vara de
largara, com 10 jardas cada peca, fazenda
rsenpre se venden a 75 e 85000, liqui-
0 pelo bafato'preco dfe 45000.
JUm ez Mil eoradia.
De ISasirthas a 400 rs.
O Pav3o vende pelo barato preco de 400
rs. o covad^ ama grande porfi di laasi*
nbaa com lialras mmdaibas tendo as mais
lindas cores e lastros i imita co de poaoe*
toa de seda, pecnincba.
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs 0 Pavo tem uma nova remessa aamui-
mofadas etc., proprios para co- to acreditada cretone, propria para lences peos de s1 de Para seda ing'ezes. com as
tendo 10 palmos de largara, dando na lar- !Las,?ras Para^- sendo nesle ?erwro os
mesas, almofadas etc., proprios para co
brir presentes e vende-se mais barato do
qne em ootra qoalqoer pane.
Algotl eafesdado.
Vende-se ama grande porco de algodao
smho americano om 8 palmos de largura,
proprio para lences e toalhas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco muito em
conta.
CRETONES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 640
E 80 RS,
Para o Pavo chegaram os mais bonitos
cretones escuros matizados, proprios para
vestidos, roupo, chambres eto. qne se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padres claros proprios
para vestidas e roapas de meninos a 640
rs. o covado, sendo os padroes mais mo-
dernos que tem vindo ao marcado.
OSSETINSDOPAVO
Vende-se os mais bonitos setinsde' cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
LASESCOSSEZAS
LASESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavao, o. mais
elegante sortimento das mais lindas Bazi-
nhas escossezas com fios de seda, aawaes
lazem o mais deiieado efleitcvpata vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baratissi-
mo preco de 560 rs.. o ctwado.
gora o comprimento do leucol e vende-se
pelo barato prero de 25000 o metro, sendo
preciso apenas para um lencol am metro e
uma quarta ou metro e meio.
GROSDENAPLES PRETOS DE 1J600 AT 7*000
Na loja do Pavo encontra o respeitajel
publico um grande sortimento de grosda-
naples pretos de toda* as larguras e qua>-
lidades, tendo de 15300 o covado at 75000
e 85000, que se vende por preco muito
em conta.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de chitas.
com 10 covados a 35000.
Vende-se corts de chitas finas tendo
escaras e alegres com cores fixas, sendo
melhores que tem vindo ao mercado, e li-
quidam-se cada um pelo preco de 105000.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeilavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, calcas e coletos de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualqaer parte ;
assim como om grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroalas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pvo vende ama grande porco de
cortes de vestidos indianos, tendQ.duas
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 B
1,000 RES.
Chegou paia este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lav/adas de todas as cores, que
se vendem a 1& 800 e 640 res o covado,
assim como am grande s'ortimento de alpa-
cas lizas da todas as cores
Basquinas.
fazenda de muito mais dinheiro, pelo bara- saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
to preco de 35000, tendo 10 covados cada tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
am, pechincha, para acabar com o resto, ja 55000, tendo cada um seu competente
CASSAS FRANCFZAS. ifigurino.
iin^STs^ncezaf ?2^.Bmn MESCLADAS A 35 0 COVADO
droes, tendo para todos os precos e quali-! o Pavo tem para vender bonitas case-
dadea, dando-se todas amostras, *ssim como miras mescladas e bastante encorpada para
umB.nito sortimento das mais lindas chi- roupa de homens e meninos pelo barato
tas francezas escuras e alegres, que se ven- preco de 35000 cada covado ou 55000 o
oem muito m-conta, e tambem se do corte de calca para homem.
amstras.
Corles de casemira a 45000,-cada mn.: t>%% ^^^ .JJ
' Vende-se bonitos cortes de casemiras OUpa DOT I6CllUa.
claras e escuras pelo barato cpreco de 45,!
Chegaro as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas de stla preta, rieamtoto
enfeitadas a vidrilbo, tranca e setim preto
tendo de todos os modellos, os mais novos
qu tem chegado e vendem-se por precos
muito razoaveis.
POUPELINAS DE SEDA
POPELI.XAS .DE SEDA
POUPELINAS DE !*ED\
a 25000 o covado.
0 Pavo acaba de reeeber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas vei'dWei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
drees mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias para
alliviar loto, e vende-se palo barato prec
de 25000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
. Vende-se um grande sortimento das me-
lhores cambraias tanto victorias como tras-
parentes tendo de 35500 peca at a maia
fina que vem ao mercado.,
ESPARTILHOS A 5*009.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
lhores e mais modernos cspartjlbbs toado
do barato preco de 55000 afta 8t*H>.
CffltXS FINAS DE 3 A 56* B8.
Ventosea} vj elegante sortfWMit Aa
mais moderna?, e bonitaa cbus tanto m8-
daa amo gn.adaa, *m c*wa > eHnW-
***.* sntwflea ***;i**m*
Ven^je-se mtite^-toatoa-fa^to+raaai
nuito, flexivel profioi "para. ^wao. da.
SEDAS DE LISTA
SEDHAD LISTA
aii SEDAS DE LISTA
a 25000 o covaao, v"".a2 cstu,d5 Pc.ll "'"" -picvu ue *p,
Cbegou para a l.ja do Pftvo am crande M e***) '*"**. Wndo ^s larguras,' Na loJa do PavSo oda-se faaer qualqner
SSrSSR^SrSSi; EMCAM.SAS DO PAViO i' ^^Z^tS^St^St
covado, pechindia. ^^ x Vaade-aa um.bonito sortimanto domuito mora, qne'por quaaqOerdefBIto oa-obra;
PiTvn.^... ^*em^ef*^clnjjBa6sid|l FAZENDAS PARA LUTO fUAHJA\ S^^alsiilios J* ataV > |iiin, pelo am grande aarlimante de todos as fawnaM
Locontra o respeitavel publico neste es- baratissimo preco de 45500 rs. cada uma qnr*M9rtarV
tabelecimen'o m,,ntirHtftmm-AetiH #af fregtttM qUvKMfHAm duzias te
zenaas pretas, ctmo sejam casas Irance- Ihe far um abatimento, garatindo-se qde
VIf ***" pretaa'-damodis-is fcifllr-q>!eAale muitaaaaia dmbeiro,
quatidades, fazendas de la de tedas que Hqaida-se por este preflaVUtT' se 1er*feito
w y?o' P'^P'^fVa luto, sbottfliMsi* omcmdVcompra: asacaaMWae-itaide
nbas alpacaMavniage |sas, canUo.i toft aih|9lortimento delitas (tambera rom: mea^adMBiliod 'mkm fta"\

BRA5WNTE A 1800.
Vnde-se superior bramante com 16**aH
-%




.


Si
Pavo est constantemente aborta, das iW da manSfc V fa naofe







"-
-1
I I
I
P^H

u.
de JP^nuuttbuoo
? rol afy ehpffl
Se*ta .faifa 4 ^ie &kio -4e l^o.
AIWA 011111'efliTKIX vi *
Bscpiiiwti.rua da Aurora, oni frente do caf Impenttriz.
h&u. a Wtstooovo e sumpluoOBstebelecimDio de faiendas encontrarSo aa mas
^.^rnjar't8Dto cm artigos dmais ^*^&
_ -a~, M ev.4DdMo.PNiieu d^Eonp,. recohem diredtatneiito o que em atfgosdifSS
que vom cada dia augmentar s propor-
ft? iw^gesto se centra mi Paria,
*que dtspoo.eate stabeleoifnento para bem servirsua numerosafregezia.
**l>dao.lrgV) para
C
lencoes e toalhas de Gase com listras de seda e flores fa*en-
WM*s jnalfdadwquewstafca viraomer- da Jiramente nova para vestffdVbX
Atoabas rte inri mvEELSi.? 03ji?ad,?lf e qaal,da- cn>Pteto sortimeato que se poe deseiir
Jg* pwseflte para ^slqaer pessoa de, Collas e.punnos bordadas,para-senhoras.
Atoaihado delinho e al,odao, branco e de8GuardanaPs de liuho WW **m
acores proprios P^ioama*. GOrguriode seda pretoede cores.
as, lsiTosmo de SKSSTlSSd d d'w^'^ tos-
*i2Lri!IOm.-Mr ^ v JaPrt'!ezes para senli .ras, o melhor jros-
^^nfrL ?Ji^;H,ad8i0r30,braBCOS to' B^nda propra pin feslas nos ar-
!*, a 8w,b0Pi,,e '"^r188' ^baldes e roseras a Urde.
Wrisgesdecws vanado sortimento. ^
Babad.nbos ou tiras bordadas em todas as Lluinhas de todas as quadades, cores
o!ih.!i a j ,e gostos,naoficando nada a desfijar, tal
para via^m. frande Lencos, ludo qiranto pode baver desde
(UNDE
Qoando a AGWA MNCA, mais precisa scientficarao respeitavel publico em
geral, e em particular a Ma toa*eg*e, da immenstdifde de objectos que ultmame*
te tera recebido, justamentefqoaftdo ella menos o pode far.er e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ih'a attenderao e relevarlo,
continuando portanto a'dingireai-se* bemeonbecida leja da AGU \'BRANCA ra
Queimado n. 8, onde sempre acnarSonbwidancia em sortinento de sinwioridde em
qoalrdades, modicidadeem repose-oseu-nunca desmeottdo A* RADOWSfNGERIDADE
au a Do dispr.empregado apezardeseus custqs no deseumermode bem servir a aqaaflee que a
Bouea paocaraio -praver-se a*dtta Ioja do qw wwessim, eatMtaUo sera ermome-
rar o<*jectos que porsua natoWslo mais conbecidos ati, a resumidamente indi-
car aquetta coja nperttncia, elegancia o novidade os tornam recommendarveis, como
uem seja
Gorptnbos de cambraii, primoresameate
IOJA
VIGILANTE
Ra do Crespo a. 1
Os proprretarios deste bem eonhecido esttbele-
inbta, alm desluaitos objectos que tinham ex-
postos a aprociacao do respeitavel publico, man-
daram vir o acahain do recber pelo ultimo vapor
da Europp om completo e vanado sortiment de
Inas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
fio resotvdos a vender, como de sea costume,
por preco inui baratinhes e commodos para to-
dos, com Unto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e de mu lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinhas e pnnhos para se~
ihora, neste'fdaero o que ba de mais modento.
Soperiores nenies de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos eneites jara cabecas da>
Ex mas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com Tidri-
Inos e sera elles; esu faxenda c que pode baver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
comlindosdesenhos,e estes pretos.
imite soperioresi meias fio de- Eseossia para se-
nnoreva quaes serapre se venderam por 30*000
a dnzia, entreunto que nos
aim destas, temos tambem
de tapete
nriadjdo de umanlios e gestos. esgoiio ao algor0 commom:
SSSLVSS** t0?fS as, 1Qa,ida(,- Leqnes^e madreperola e osso, o mais va-
Bramaoto-de inho de 11 palmos de lar- riado sortmiento
C'^S^h18,!^S ft^abas.delmboealgodao, grande sor- Luva^eiouvin, chegadas por todos os va-
fcfc-'iia.n.KA pnres- semPre nov^ sorttmento, quer em
_MMMW branco e de edws,do mais pellica para bomeos e senhoras, quer emflo
WJDdoao om,.s carlea qualHlade, affiaa- d-Escoeia, brancas e de cores. ^
fanae o que ha de melhor na especie. i jqt
,,SB.d,?g0di0 a>m^9to sorthaento-e aidapolSo;. indescrmti velo grande sor-
'Wfade de pre;os tonenjo que honeste genero, dlsde o mais
Ganas de cores rSt* ^- elu'ado,pre??* meDOr' ^ae s "^e em
aJdTLi,! ^!; r,!^ PM" ^^ e reta,b0 Pr meoos do qae em ou-
S baaleza, atientas tra qoalquer parte. !
^^-i!^65!! Mantas de Monde para noivas : o annradn
CamiS,nhasdecambraia de^lhibo e asa estabelecimentoTqne^e Sbor Z
ja para veslr e ornar ama noiva.
Hadas ricamente eufeilados para
Camisas, para horeens e meninos, to vt
-do sorttmento que vai do mais ordinario
madapoto a-mais perfeto bordado de li-
te cambra a.
Camisas de meia, de anella, brancas e
de 6res para bomem.
Caserairas pretas e de eres, o melhor
nosso
dese-
Mantas pretas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos* trancados e lisos.
Mwselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
O
s pretos e de cores, desde o mais,
para brinquedo de
ras e com domines,
m Bnxotaes completos para baptisados. Bollas de borracha
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados cria^ae.
e mes para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Canusinhas bordada para dito, 'para eneites de mesa e de tapinhas
;ue se pode imaginar, sendo d'isso a me-|barato,i,o mais superior, por preco muito
.aor prow o graade consmiK) delias na
)flficina da casa.
^apellas de flores, para noivas e bailes,
* mais interessaote grioalda.
Chapelinbas no melhorgosto.de todas as
ores "heje preferidas petes senhoras de
ars apurado rigor na moda.
Chapees protos deveHudo, para senhoras,
: tuno gosto de Paris.
inho, lisos e de al-
Peitos bordados de
godo para camisa.
Princetas pretas 6 e cores.
Popelina do seda e inho, com
flores; fazenda lindissima.
I Pelharinas para senhoras, do
Ujapeos de sol, para senhoras e homens, gosto.
w todas os- pre;os- e variados gostos.
Cbafy com ricos padrees
c.mmodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemtra muito finos
mesa.
para
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de raelde a perteiCSo deador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas crese qua-
dades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
diier querendn deecreve-los minuciosamote
por suas quadades, coree e desanos, tai
o grande e cariado sottimento que acaba
de ehegar, mas para nao masaar o preten-
dente se lbe apresentar o que poder de
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipore branco e preto fe diversas qua-
lidades e desenbes. rtovos stereoscopes com 48 vistas, as
Ditos de algodao com flores e lisos. ^ies Sa0 ovidas por um machinis'mo
Veos de seda para chapelinas e monta- amas substituem as outras.
ria. j Vistas para stereoscopos.
Meias de seda para noivas. L Bnitastaixinhas devidro enfeiudoecom
Ditas abertas.de fio'de Eseossia.
Costones ou uniformes para menos.
Capellas brancas para meninas.
-Grandes sormento de flores finas.
FH'de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sormento de dita,
serapre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes doarados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Adereces e-brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbespuras par* frisar babadmhos.
Aspas para balao.
Novos stereoscopes com
7pedMS.
Ditas de raadeira envernisada cn vispo-
SORTIKTO COMPLETO
1K*IAXE\S
^OS GRANDES
listras e
ultimo
para vestidos.
Chales de todas as quadades, avultado
-omero eaio menos variedade de gostos,
Chitas, impossTel descrever o eortimen-
o-e variedade de padroes e novos gostos,
ta oeste artigo-tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-
;:aar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enfei-
:6S, varios tamanhoa.
Colchas de seda com borlas, o mis apu-
ado gisto e lavor.
Ditas de fusto branco e de cores por
;recos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
ios para sanooras.
Cortinados de cambraia bordados e de
16,0 que de melhor se pode desejar.
Colannhos de nho bordados e lisos, o
caior sormento.
Damasco de 12a de 9 palmos de largara
das cores e rieos padroes.
a
Esparlbos brancos e de cores, para se-
zhoras e meninas, o melhor neste genero ;
Perfumaras; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAVILHO DA
AURORA; des* a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquet dAmour, final-
'tnente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sabidas de bailo, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Saraelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pintaras para 81
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-'
-maohos deslavis, e em peca para co-
vados.
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ttango.V. 23.
DE
S1MA0 DOS SANTOS ft C.
Fia
as vendemos por 20J.
grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas omite
Boas beugsl de superior canna da India e
MUo de nuru eom lindas e eneanudoras figu-
nd nenia, neste genero o que de meihor s
a^ f &,ra destas temos tambem gran*
Iuantidade de ontras qualidades, como sejam, ma
aira, bajeia, osao, borracha, etc. ele. etc.
Fiaos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas- e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boa* metas de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 anuos dedade.
Navalhas cabo de marflm e tartaruga para fazer
barba; sao muito boa#,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam
bem asseguramws sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labynntne.
Bons baralhof departas para voltarete, assim
como os tentos para-o mesmo fim.
Grande e vanado sortimento das meihores per-
fumaras e dos meihores e mais conhecidos per-
fumistas. v
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
racitam a denticao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigioso-
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, anm de jue nunca faltem no mercado,
eomo ja tem acontecido, assim poto podero aquel-
les que delles p*ecisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
aeireg collares, e os quaes attendendo-se ao flm
para que iao applicados, se venderao com um mal
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamo?
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por procos muito razoaveis loia do sallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
COGNAC.
De superior qualidade da mui accredifc
da abnca de Bisquit Dubouch & C, en
cognac urna das que mais agurdente d<
cognac, fornecem para o consummo d>
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra dt
commercio n. 32.
Ra do Imperador n. 26
0 respeitavel publico encontrar' nesle
iistabcli.cimt-nto dar*ineu(e nm comp|to
ortimento de pasklariav, bobos inglzes
podins, pads-de!, prgsenlos dos ultiots
chigados ao mercado, salume de lion, bo-
Imbos linos de Unas as qualidades para t
ainenjoascunfeiudas. confe-los, bomboios'
pastilhas, clHicolate l'rancez em l-bras, pas-
Olhas do' mesmo ,cai toxos e carteiras com
seis charutos" de dio oate rada urna, este
sori.mento de chocolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor qoeato-
boje tem vindo ao mt rcado.
Vinhos portugnezes, figueira muito supe-
or. Os mais geounw e superiores vinbo
do Porto, moscatel e Seinbal,. o illustiado
pubiieo encontrar n.ste estatie!ecmeiio
por commodos pretos, fazendo-se abatnen-
lo a quem omprar em porcao.
Licores de t..das as qualitades, as mais
finas, entre elles 0 afamado Aiapana, este
licor e o mais saboruao e sopt- rior, a-
hnje eonhecido. Xan.p-s de groselhe, rosa,
mascuja, caja etc vinUos de llordeaux de
todas as marcas, o mais superior que se
podo ene mirar, champagne de Chevernt
muio superior, os mais tinos e superiores
cognacs francezes, old-tom, de tods as be-
bidas Mein isas, esle a mais salular
qoem soffre do estomago,
Conservas de legumes, porluguezas, fran-
cezas e ingbzas. mlhos mostrada ele,
fru, tas seccas crislalisadas e em raid*, na-
eionaes e estiangMras de toda as qualida-
des. chai utos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Rio de Janeiro, muitos su-
periores, e linalmente tudo quanto se dese-
jar tendente a este genero de negocio cow-
prometemo-nos a s*tisfazer toda e qoal-
quer enctoimenda com a maior promptidu
e asseio : Como sejam para csamenos,
bapifsados baires etc., lambem se recebem
ene mmendas de pa>s de l ou bollos de
qualqiir especie enfeitados e decorados,
baudeijas de bonhos com armaco de as-
Miear, assim como de papel, peras monta-
das, gelatinas de fructas, tu eudoas, leke
etc..
Os donos deste estabeleeimecto nao se
tem poupado a despezar para mellx.r me-
n-c-rem a aeoadjuvaco do ilustrado oo-
blico. F '
para
Vcnoe-se
O verdadeiro portland. S
ra da Madre de Deus n. 22,
Joao Martins de Barros.
10
10
Toalhas de labyrintbo, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de inho e algodo de todos os
tamanhos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
Pateo' a Penha
DE
lAJMt i fran f&A
Ua propnetanos destes bem sortidca^rmaiens participa aos seus ionnmeros
ireguezes tanto desia praja como do matto que tendo feilo grande dimiauicaoe pre-
sos as suas mercadonas esta por es resQlvidos .a> vende' por menos de 10 e 20
40 que em outra qualquer parte, garaotindo^e porUnto a s perior qualidade de qual-
quer genero comprado neste dous estabelecimeotoe. Mencionamos ajguns dos .nossos
gneros e a vista destes sao comprebendidos os ootros, perqu emadonho seria men-
C1D3~I0S.
Se algnem duvidar venha ver.
Gaz, americano marca Devoes a t>800 a
CEMENTO
se vende n
armazem d
Vinagre branco mandado vir por conta
propria vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 2i0e 200rs.a garrafa e 480 300
re. o litro.
hto, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
Aaeite doce de Lisboa a 900 e 1 000 a
garrafa em porcao faz-se grande abatimen-
to.
auxiliar perfeicio de
*e de to precioso
^m corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilba preta.
Eneites para cabeca, ultima moda de
?aris, recebida no ultimo paquete.
Esguiao de inho, completo sortimento de
odos os numeres.
Fitas largas escocesas para cjutos, varie-
cade de gostos e lindos padroes,
Rcbs de crochet, modernos com cintos
e capas, o que ba de melhor.
Fil de seda, inho e algodJo, de todos
"s gostos e padroes.
Fustao de todas as cores e qualidades
graade sortimento.
Flanella branca e de cores.
Flores, o que ba de majs rico, qper
Vistuarioa. bordados de ustSo brancos e
de cores para meninos, de cambraia parad
baptisados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de 15a escoceza de 2 saias,
novidade peiopadro, gosto e forma; ditos
de inho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira:
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Voe de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas; pedemos
asseverar as nossas Esmas. reguezas, que
somos os-upioos em Pernambuco que pede-
mos offerecer ao illustrado publico, o mais
apuradogosto em semelhaote materia, gra-
bas ao bom gosto do nosso fomecedor m
Vinbo Figueira, Lisboa, Porto e Estfeito, ^^ em caroco a 220, 240 e 2*0, a li-
a 500, 500 480 e400 a garrafa litro-a 840'bra logiarntao a 480, 540 e OO, e
70, 720 e 600. 7^3000, 745(.0 e 8,5800 arroba.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 5601 Milhoalpista 200 rs. a libra e 440 oki -
a garrafa, em porcao ha abatmento. lograoma e 54800 a arroba, em porcao ha
Vinho do Porto, engarrafado das melho- (abatiment.
rqs e mais acretadas marcas a IfjCOOO e 1,8200 ^^ fre8C0S de ultimo vapor a 30200
e #400 cada um.
Aletria, macarro, talbarma a 500 rs. a
15500 e?a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. Juliea a
KI600 e 6$500, a duzia e 640 rs. a garafa.
Genebra de Holisnda e laranja doce a|o-
maticaa 65500,70, lt500, a frasqueira
Serveja Bass, lllers Bell a 94800 du-
zia em porcao ba grande abatimento.
dem m rea H W e outras marcas a
8 e 60, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros muitos
libra a 14100 o Jiogrammo em caixo ba
a bh meato.
SabSo massa de Ia e 2a qualidade a 20
e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
Toucinbo de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki ogrammo, em arroba ha
grande diferenca.
ras BjttJttJtisr
;J cordeiro previdentc
I ana lo Vo e votado eortimento de perfomaria
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfi
aiariaa, de que effectivamente est provida
ioja do Cordeiro Providente, ella acaba o
receber um outro sortimento que se tora
ootavel peta variedade de objectos, superior
dade, qualidades e commodidades de pn
oos; assim, pois.o Cordeiro Providente peo
^e espera continuar a merecer a apreciaci
do respeitavel publico em geral e de at
iboa fregezia em particular, nao se afai
lando elle de sua bem conhecidamansidi
a barateza. Em dita Ioja encontraro c
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fra
jeta, todas dos meihores e maisacreditadt
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita eos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conserva^So
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e ch
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen.
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ch
ro u"e violeta.
Ontras concentradas e de cheiros igua.
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome venadeiro.
Extracto d'oleo de superior qoalidad
i permutla-se por piedi a nesia
praca ou seus uburbius. o ngenio Uitamebine.
rito na fregezia de S. Looleoeo da Malla, rom
t'oa casa de v venda, de pg'i, e. .le destilad..,
sendo o sea alambique de rapacidad -, pr de-ti-
la r 60 caada d agurdente por dia. maquina
rtova|Mir, lerrt*nos para safrejar para mais de
san paos de assnear, mnente 3 trrenle nego-
ciando se enm a safra creada ou sem ella : tra-
tar em Santo Amaro. sobraJo*iauto do cemiterio
inglez.
V.H-.demse inas escravas, urna cam idade
de lo o unir de 2i annos uoa mi a habilidad
de engommar. cozmhar, lavur e eser, e aquella
com principio de engommado, costa a e lavag-m -
a tratar na .raca do Conde d'En. oulr'ora [iraca
da Boa-vista. Ioja dr cera.
ESCRAVOS FUGICOS.
goco, que pelos seus coannudos proco^'"^^ ^aK
VENDE-SE ou arreoda-se o engenoc
S. Gaspar, sito na fregueaia de Serinbiem
fatS*1 ram3' ten0PAVILHA0 Paris, podemos garantir que "nn"u"ei"neste
L~--* 2.m Per?aQeQte jardua genw; o possue melhor, aem mais em
wsposicao das Exmas. amitas. 'Icoqto,
-mnln nFa?feSf<>^ ** gr9a vafliado o11'1^1 q 7**"* AUBORA se apresentam a pubiic* deciaraDda desde ja que a smoerida- comarca do Rie-Formoso, proxnnda em i
e o ora' gosto-H) novel muco de seus negocios. baique, com grandes partidos de panl t
i. r,a "08 de ^o e promptos1 sempre a prover-se do que por ventura Ihe "
!m rST0' 9 PrPrietos deste sdmptobso estabelecimento recommendam-se
^roteAon,L1ir.Wn^ asforcar-se por continuar a mereoer
o freguez^KatenteT ^Span*ad<>; 9'd* qae do sea estabelecimento n3o sabira
tas iu-omnt0nLmpre a officina H3'316 diri8ida Pr nm M'8 ki** arti-
omff^La^i^^P1^6 bom 0^ qa-lqiwp ttabalhD quettieeeja
mS diriS w mK J?**1*"* <**Wto nos trabalbos do PAVILHO Di AU-
'iortSafel Kir?11* ^anlfl P*86 aparado gosto epranpdao
astabeledmento o, ulbmos fii!lTa^ -ho^^e^ ^h^
com o padrao da fazenda o gosto.na forma -Ofcuww,, dop a asvaaBnia.
Ha oficina de alfaiateP junto ao'estabeleciaaoto Limt^kmtM.m'm^mn
(arahomeneque box todos os vapores-se recehSn.^^^' Ja.igu*ei^oj fifurao
3ohl ,*T .modo.Ple nw apresentanw pedodu, a protBceo (kritosfrado
Wko e com o mais;profupdo respetio convidanosTa eiedltmtmuVi^tTYtt
tm.0 nosso estabetecimato, carta AencojitrarZrTn "f""6"" '
cado que po^dSSr neUe pel meaor v*******
s^is^i"-
quadades nerola ff^nrv^nw^i I lumiYm mM ******** nwdeumnas ae toaas as axiracto u oieo ue superior quadad.
ZrS VarieS combKn^na ,dLC'^'^' fied'hsoda Faacy-nic-nac, pa- con escomidos cheiros, Ji frascos de di*
fraaceza e iooleza S> rZS T ****? S03' c^ouncas, manteigas rmas rentes tamanhos.
i Ditos transparentes, redondos e em fig
raa de meninos.
I Ditos mmto finos em caixinha para barb.
Caixinhas com boutos sabonetes imitah
ructas.
Ditas de madeutt inverntsada cotendo ?
gaa perfumarias, muito propriaa para pr
entes.
Dita de papeao igualmentft bonitai, Ui
Venda de lampeos
p ra Iluminado.
massap i roda da moenda, mattos mnmai n ^ ,oja e,fuaJe'!;0 Aateato Moreira Ruto,
a tratar na ra d'Aurora n. ?6, ou na dt. mieps por sereaj pan gaz liquido, eaSo-excSea- bm de perfumaras finas.
imperador n. 20. te loz: Mes antes que se aeabatn, ateres en *****+* ""* -*->
te&o lectivo dos reductos *, eo^n**^ csrtegadc.8 de HnminacSas une sSo baratos.
dSKnWlfflSa^^
aguas e Vichu como stjam :
Agua Sotirce Cle'stlns.
Wia dito Hao(pH%B.
Bita Chateldon etc. etc.
fim e Vieby para banhos.
Pastilbas de Vieby etc. etc
.tu2.i&r^50m'J,
Hez de Maria
Cnticos e hymnos devetos para o bjm
de Marta.
U nitido volume eaeademado de conro
1*600.
De rfaarrqhirn flonrauo
IARM FRANCHA.
9i eco possife-
1,=..,..: -
^rfbn*\t>r-C.
Aberto das n^ horas da noitfc
I t IWrtifcSl. Julia : m fu
. Reate numero 5.
>nho EorUeanv
da Cadeia do
, to cm t Mills Umu i, C, ,
38, vehem-se ftlbas de ferro gal raa isa
ufe
:i.
utuu. ,
V>h8^sea

^31
di-so usa ur
Wt* vafes Da
Direiu n. 2* aojar.
V.
JmtmE
.mSt{pssi wspr wsaa ta** ^^k s-ws
eaa.do atudd|n.do a qaap'lkdft re*ulreu-se a Tajidwpor ff?^- .......
efe plrcV.. E.JS atattiinoo-se : ta rta*te&- ^ -JLLU'^X.' _L'iL" ^-^-^
raWi n. Sf, Ioja eom o titulo de leo:
luja aa.ouri*esi ,
si
Bonito vasos de metal coloridoa,
awldes novos e elegantes, com p de
e boueea.
Opiato ingle efrauceza para dentea.
Pos ere campbora e outras differenu
qualidades tambem para dentea.
Tome oriental de Kemp.
Anda mal cornea. /
Un outro sortimento de coques de n
Vos e bonitos moldes con filete de vidrhi
aigunstfellea ornados de flofes e fita
<9"!f P081* i apreciaclo de quw
oa pretead comprar. *
SpWffltTl PBM!0 EX)W)AD0S.
Bello e variado sortimento de taea obiat
Fupin s eneenbo Maeai).sn?inho no dia
28 de abril de 1870 o escr.iTo Felippe com MMte
de 22 annos roneo mais un menos cm os Mgnaes
segumtes : preto, altura regular, obn emppns-
sados, denles limados, ps grandes, chein do ror-
po, levou vestido falca de brim de quadros. ca-
misa de d adapto, thapo do Chile e urna Dis-
ida de espoleta ; quem o pegar podera entregar
no dito engenho quesera recompensade: ouna ra
do Livramento n. 20.
Fupi i nn diaU de marco do frrente anno
o amana Francisco, cabra, de idade 30 annos
com os signaos segirinles : cabellos carat.intm?,
rosto descarnado e com marcas de bengas, imi-
tla se ser livre, levo calcas brancas, patot de
alpaca de cor o chapeo do Chile, nstnral da
Parahyba, e fe cnmpi-ad ao Sr. Delmiro Alve
Maia, morador na Parahyha e jnlea-se ler ido
para o mismo lugar ; desde j prntesta-ae conra
a_ pessoa que o tiver ocultado, ftnga-se aos capi-
laes de campo, assim como >s autoridad** |ioli-
ciaes que o trag.-.m i na Direita n. it, que Serio
gfnerosamenle grat.tlcados.
Contina a estar tupido o moleque Gregorio,.
de 17 innos de idade, crionlo, eom falta d.-dn-
tes na frente, testa redonda, olhns vivos, cm orna
marca de qneimednra na barriga, e outra na rxa
oe nma estrepada j amiga : posta de andar r>n
caximho : quem o pegar pone levar ao eng.nho
California em Serinhaem, a seu senhor Joi Flo-
rentino O. de Albufloerqui-, on a ra da Praia n.
31. que ser bem rVcoinpenado.
Fnpio do engenno Pilimb enmarca da
villa do Cabo no dia 24 de abril o escravo crionlo,
acabralhado, de nome P.dro, de idade de 18 a 2fj
annos, pouco mais on menos, com os signaes se-
guirles : ,-ilinra regalar, bem frito de c-rno, rosto
nm tanto compndo, elbos grandes, nlbar amorii'ci-
do, foi agarrado no rfia 25 do corr-nte na estiada
de Santo Antao, tendn-se evaiido das maos dos
poriadores. jnlga-se qu* segnio nnvnmente a mes-
ma estrada, indoem segoimento para S Benin no
lugar denominado Pao d'Alho, aonde tpm mai. ir-
mos e os amigos spnhore> : pede-se as aot' rida-
des polica- s e capules de campo a captor* do
mesmo escravo e eotre?a-lo no mesmo engenho a
sen senlwr, Ooti*gos Moniz Pereira M'-nlfiro, ou
noRecife na*na da Moeda n. S segundo andar
escriptorio de Manoel Alves Fernandes & C, oue
serao genernsanente reconpensad. s.
No dia 28, fngio o bem eonhecido escrav.. da
pada ia alterna, em- Santo Amaro, de nome Iridn-
rio, idade40 armof, baiso, edr preta, cara h.che-
chnda, bigode grosso, toma rap e bebe as *wa
Levon tim balain com pans de lei.'e. Ff|e m-gro
foi captivo do Sr. Batthar Oliveira : aupm di r no-
ticia do balaio, ou capturar o e-cravo levand- o
a padaria cima, que ser recf mpensado.
na roa roa das frangeiras n. (i
i Ciaxos a. 33,
18 lreiR*ca*S5, rahf &^*S!%c
ceicjk, m harneas grandes.
. RSULA
Em inga para o Ico, donde
natural
Aaxentia-se desds o*a 9 de'abril do corrente
anno, a mulata aeabnculaa Ursnla de idart. |. n-
co mais ou menos 30 asnas, cheia do rorp*. ea-
hellos corridos, lem o9 denles da (- n(p p rf i- ;,
falla descaoeadae maior signal urna Impig m
em um dos bracos detde o cotovel'.. ato a o u-
obeca da rmvn sapnAi-sa *t efnifi.i para .. I-e,
donde natural, leveo vestid de chita esrnro
com listas encarnadas, 6 acostumada a da -l|i a
eotta : ancm a pepr h>ttfx roa da Matrir da
Boa-Vista n. 46, ou ra da Cruz n 26, .me -e*>
gratificado._____ |
Fugio deaMtn Ckbeca de Negr.. .m .Ha*
de novembro da amo pasaad. o escravo de ..
Bruno, cabra, idad* 38.aaogs^altuia regular* ,-i-
to descarnado, na*ah'afer.d- oat-sia ..i-
eosuda ao cabelW.' pM MJ^bs e granas ; h.u
ter andado era S. Braedicto, onde hVa p"> e
solt por iuatymm-: wat pegar, pode le .. >o
ao dito engenno, mi ae Feeife, roa d S nzal.. <-
i n. 38, qoe-sera-gMwMiWrie rer .mpen ad..
Anda fgida pela* roaa dest. ndaoe de

tNinda o esi*raV Wlkpfc'inaio Atigola, ep.-
Milta ler 40 aneas;, hdi Kdmo d. c..ri, henr
preto, com algan eOMtwi bramos mt barba. ><
grandes e grossos. aM.w capijips le t*n-
0o e hs autori.l de^pnRcne^s Ue o aprehendan! e
lrtfcm a caa do Sr Antonio v. da Silva Barr
na ra da Cadeta n. i, onde serao bem EMoapoa-
sados.
PAGINACAOINCORRETA



.







-*~_
MM>
8
Diario de
Pernambuco
Sexta feira 6
de Mato de 1870
i jjh f>h.-iifl.
~Y
VAWEDADE
O (MUmit* de Lpei.
Foi encontrado na farda de Lope? um
importante documento, com o nome de tes-
tamento. .
, Como interessante, citamos algumas dei-
j.as do iBoustn.
t Oijio implaca^el gerago humana, e
despiezo a liberdade.
Lego a D. Urquiza minha maliigo, por
nao ter querido ajiwlar-me na infernal per-
segoig3o contra o Brasil.
i Aconselho a os gu vernos inglez eameri-
tino do norte, para queenviem, como seus
representantes, hoinens menos interesseiros
e mais a ni mies da razSo e do dever.
Ao general Mac-Mahon 500dollars,em
paga do ridiculo papel que desempenhou
como meu assalariado, junto do governo do
Brasil..
Thompson, defensor da Angostura,
meu desprezo e escarneo sua valenta,
pela rendicSo da praga que commandou,
sem bater-se#
minha amasia, madama Lynch, todas
as torturas e soffrimentos que fiz inflingir s
lainhas victimas, muitos por culpa sua.
O papel ridiculo e o opprobrio de mi-
nha morte, devo aos conselhos de Mac-
M ihon, e por isso reservo-lhe um lugar uas
fornalhas do inferno para sua pessoa.'
Dnixo aos commandantes das canhonei-
ras italiana, franceza e iugleza as partes que
Lies fiquei restando da? vendas de polvjra,
balas, fardamento, e mais monices, que,
pretexto de subditos, rompiam o bloqueio e
me forneciam.
c 0 meu chup/) armado, ao Sr. viscond
. de Tamandar. como recompensa ao grande
servico que prestou-me, quando as minhas
torgas estavam na margem correnlina. dei-
xando-as passar livremente para o Passo da
Patria.
t Minhas esporas ao general Andrea,
pelo augmento de urna peca de calibre 32
no meu parque de adunara, que o Sr. ge-
neral leve a bondade de consentir que, as
suas barbas, a minha genle tirasse sangue
fro o bonito canho raiado, e que, grabas
ao socego de suas linhas, puderam os meus
soldados e os bois, que trabalhavam no
desempenho da commisso, sahir inc-
lumes.
f Ao general Mitre devolvo-lhe o reben-
que que comigo irocou, para que se lembre
que. por sua c rasa, gachei muitos das para
fortilicar-me em Curupaity; e que a derro-
ta que tverara os adiados em 22 de setem-
bro. quando atacaram os meus entrincheira-
mentos, foi devida a S. Exc. : agradego-lhe
tambera o ter evitado a perseguig3o em 24
ae maio, depois do descalabro que soffri e
do completo desbarato de minha forga.
* Ao general Polydoro, o meu oculo de
alcance, afim de que outra vez seja mais
cordato, e nao sacrifique os interesses de
sua naci, por inimizades polticas. Pego a
S. Exc. que o guarde como de lembranga a
recusa que fez aotconde de Porto-Alegre,
quando pedio-lhe forcas para atacar Coro*
paity, logo depois da tomada de Curuz, a
que bastante concorreu para a precipitada
retirada qae fizeram.
As minhas botas, ao general marquez
de Caxias. pelo muito ouro que espalhou no
meu territorio, e anda mais pelo acto de
humanidade que praticou, fazendo retirar
de pomas Valentinas a forga que devia cer-
car-me, favoi ecend > por esta forma a sahida
do meu carro e meu estado-maior Ilesos,
(ragas a lo magnnimo general, vivi ainda
alguna mezes n'nm mar de sangue e no
tlieatro horrivel de minha carnificina.
i Mr valor e sangue fri ao bario da
i'assagera. por nao ter querido amarrotar o
er.couragado ojde tinha seu pavlh5o, logo
depois da passagem de Humayt, de encon-
i. o aos meus dous vapores, que se achavam
ua sua passayeui. deixando-os viajar livre-
mente e respirar o perfume da tranquilli-
dade.
Este official. recommendo ao Brasil
que o aproveite e o condecore com a com-
menda d S. Bento de Aviz.
A' Agoirre, ex-prsidente di repblica
Oriental, urna reprehnsSo pela soi rraqaeza
e falta de confianza que dapositu no meu
poder, entregando a cidade de Montevideo
aos Brasileiros, sem a menor resistencia.
Deveria ter ais pertinacia e o5o oc-
capar-se em queimar tratados e* pisar ban-
deiras, imitando s criancas que se vingam
nos brnquedos, quando n3o pedem castigar
aos mestres. Seu dever er espejar, como
butanos combinado, at a chegada da mi-
nha tropa ao Salto. .:.
t Ao almirante Davis, todas as propneda-
des arruinadas, telheiros espatifados, e as
torres da igreja destruida,, pela immensa
coadjt.vngao qne prestou-me, j transmmin-
do-me planos de ataque, ora noticiando as
oceurrencias dos exercitos alliados.
necessario que saibam que pretendo,
logo que chegar" s margeos do Acheronte,
dar dous abragos ao general Canabarro,
pela passagem franca e occupagJo da cidade
de Urqguayanna por Estigarribia, fornecen;
do-lhe ainda gado e munices.
f Outro sim, que minio tenho rezado por
alma do vsconde de lnhama, como o me-
Ihor christao desta poca, pois durante o
bloqueio em Humayt, privn que se fizesse
fogo para a igreja e santos das mesmas.
Penhorado por tanta devogSo, estabelecij
meus hospitaes no asylo de Dos, e ah os
conservei por muito terapo. Mais um Padre
Nosso por sua alma.
* Ao general conde de Porto-Alegre,
mus agradecimentos pelo sustento que dou
minha tropa, qaando ella o sorprenden
em 3 de novembro, no acampamento em
Tuynluy.
Louvo o bem exercitado batalb3o de ar-
tilharia, e bem assim a seu digno comman-
dante ; creia-me que, presentes destes, pou-
cos o fazem, e s de almas generosas se
devem esperar.
Ao general Argollo, as enxadas, ps e
picaretes que deixou, quando abri a mal-
dita estrada, que to sabiamente cortn a
retaguarda das minhas forcas.
Pego ao governo do Brasil para o Es-
tigarribia urna padaria, onde elle possa fa-
zer o pao que o diabo amassou, pela sua
fraqueza e cobarda de se render com 6,000
homens, sem dar um s tiro.
Ao governo de Buenos-Ayres, para
conservar em completa abstinencia o bypo-
crita padre Dnarte, pela humildade com que
se apresentou ao general Gabral.
Ao general Gabral, consagro-lbe minha
firmeza, para tremer, menos diante dos pa-
dres, .anda mesmo medrosos como o
Dnarte.
t A Napole5o DL nomeio-o cavalleiro da
ordem do Mrito, por ter posto embaragos
na partida do.encouracado Brasil dos porlos
de Franca para o imperio.
Ao imperador Pedro II, dous conselhos
salutares e proveitosos:4. Que se lem-
bre da fbula, quando os ratos queriam atar
um guzo no pescogo do gato.2. Ver
para crer, como S. Thora.
A' Portugal, deixo urna espada para
defender seus subditos, e n5o acontecer o
mesmo que Ihe succedeu no Paraguay, dei-
xando matar o seu cnsul.
A' Inglaterra, nada lego por ter jogado
com pao de dous bicos, pois tanto vendeu
para l como para c.
t Ao Brasil, as trras da repblica para
nellas construir depsitos e guardar a gran-
de quantidade de papel-moeda que emittio
durante a guerra.
Minha cabega dedico ao diabo, pois ser
humano algom querer o crneo pesado
pela maldade de-meus crimes, e perversi-
dade dos meus actos.
Lego finalmente o rancor das decep-
ges aquelles que rairavam na prolonga-
go da guerra um cavallo de batalha, para
suas ambiges de subirem.
A' todos os commerciantes e fornece-
dores das tropas alliadas. um grandiosissi-
mo carao por n5o poderem mais continuar
nos seus lucros
(Do Commercial,'do Ro-Grande do Sul).
opera do joven maestro brasileiro Carlos
Gomes, qae acaba de ser cantada no cele
re iheatro da Scala, em lilSo, pela des-
tnela prima-dona Sass, tenor
ti, Maurel e Coloni.
A opera teve um etito geralmenle excel-
lente. ^M
Comega lia por um bre'ye preludio, se-
uido de um coro de cagadores e da aria
o baixo. Segu a bailada de Cecilia, exe-
eutada perfeitamente pela' Sas*, que valen
ao maestro tres chamadas; Igualmente ap-
plaudida a Ave Mara, e mais ainda o
dueito do tenor e soprano com que acaba o
primeiro acto. Este duetto obra de'mes-
tre, e se no primeiro movimento de orcb.es-
tra nao inteiramente original, qumdo co-
mega o aiagio do tenor, ha verdadeira ios-
piragao.
No segundo acto Storti disse bem a bai-
lada de Gonzales, que tem um tanto de An-
daluza. bella toda a acea de Cecilia e
a bailada Cera una volta un principe. O
duetto com o bartono trivial, assim como
a situagao.' o coslumado bartono a que-
rer por forga a dama, que est, como de
estylo, enamorada do tenor.
A origina idade de estylo e de effeitos
instrumentaes comega no terceiro acto.
aqu que o maestro d a conbecer melbor o
seu talento msica!. O coro dos Aimor
verdaderamente selvagem, e feto com mo
firme. 0 publico applaudio-o muito, cha-
mando o maestro ao proscenio. Segu um
duettino entre Cecilia e Cacico, e um tercet-
to. Depois de um bailado com a competen-
te uiarclw. que foi um tanto extenso, segu
a invocagSo de Cacico, bem cantada por
Maurel, e acompanbada pelos coros. Esta
pega magistral, e urna das bellezas da
opera. Fecha o terceiro acto com o duetto
de tenor e dama, cheio depaixo e sent-
ment dramtico. Artistas e maestros
foram chamados algumas vezes findo este
acto.
O quarto acto abre com a conjnrago dos
aventureiros capitaneados por Gonzales. Se-
gu um duetto entre Pery e D. Antonio,
cantado por Villani e Coloni. O tercetto
final bemconduzido, eha nelle uma'phra-
se de grande effeito. Aqui Cecilia foge com
Pery e abandona o pai, que com um archote
incendeia o castello. A scena muda-se logq,
e vetn se distancia Cecilia e Pery sobre
um monte. A orchaetra enta o motivo in-
diano, -que predomina em toda a opera, e
cabe o panno.
Em cobc1us5o. O primeiro e terceiro
actos sao os melhores; o quarto foi o me-
nos feliz. A msica de Garlos Gomes, an-
da mesmo onde nao inteiramente original,
sempre espontanea, feita com arte e firme-
za, o que nos faz agoorar ao maestro um
bello futuro.
A execugo foi primorosa, sobretudo por
parle da Sass e do tenor Villani. Os coros
e orchestras muito bem ensaiados.
Na segunda representacJo, os bailados
foram em parte cortados, com o qne lucrou
a opera. O terceiro acto foi ainda mais ap-
plaudido que da primeira vez.
O publico de Millo, e principalmente o
publico da Scala, muito entendido e exi-
gente, e por isso pde-se dizer affoitamente
que a opera de Garlos Gomes tem mrito
real. Fez o Sr. Gomes muito bem em
apresentar a sua opera a um publico t3o il-
lustrado e imparcial, e os applausos prodi-
gahsados sua primeira opera servir-lhe-
hio de incentivo para novos commetti-
mentos.
FOLHETIM
OS DRAMASDA ALDEIA
POK
Pouson du Terrail
(Gontinuago do n. 99).
XIX
Entretanto a Cabrita l se conservava na
Lella-Visia. com grande espanto de Doro-
tlia, e sera que Maurel, ou por outra, o
Mnlot, se atrevesse a po-la fra.
Verdadeira filha dos bosques, desconhe-
cadora dos hbitos sociaes, experimentou
desde os priraeiros momentos todos os graos
de sorpreza.
A casa da Bella-Vista parecia-lhe um
sumptuoso palacio.
Era a primeira vez que ella va movis
estofados, paredes forradas a papel.
No primeiro dia escarnecer o Mulot con-
vertido em sonbos, mas agora comega va a
experimentar por elle um cedo respeito.
Quem possuia t3o bellas cousas devia de
ser um ente superior.
Tere vontade de o tratar por Sr. Maurel,
como Dorotna e as mais pesspas o trata-
vam.
Nao sentio mesmo esse sentimento de
avidez que se apodera da mulher, quando
o hornera, cuja' vida partilbou, passa da in-
digencia prosperidade. f
N i lhe passava pela idea que o Mulot a
desposasse.
0 casamento, essa lei social, nao poda
residir como idea determinada no esp rito
d'aquella mulher meio selvagem, que desde
a iafancia viva em desaccordo com todas as
leis.
maoeira de um animal domestico, co-
megou por se sentir feliz, sem se lembrar
de sabir d'ali e muito meaos de poder ser
dona da casa.
Sentia-se deslumbrada quando lbe ser-
viam a sopa em pratos de faianca com ta-
llier de metal e o vioho em copo de prata.
Era como urna selvagem da Nova Zelan-
dia, a quem se offerece om collar de mis-
aanga.
Entretanto o Mulot fazia das tripas cora-
dlo. 0 sea pensamento estava bem long
d'ali; mas, dominado pe o receio, la fazen-
do boa cara Cabrita, que passava d tempo
xtasiada diaote de qualq jer cousa, exami-
nando tudo enre smente, pondo a mSo em
ledos os objectoi. como ama crianga a
trincar.
POUCO DE TUDO.
O GUARANY. E' este o titulo de urna
Isto impossivel que seja urna alma
christa Iresmangava a todos os momen-
tos Dorotha.
Nao se atreva, porm, a dizer-lhe nada,
porque anda tinha impressos no pescogo
os sgnaesdos musculosos dedos]da Cabrita.
O Mulot olhava-lbe para o pobre vestido
e envergonhava-se de tal nudez.
Felizmente, ella n3o se lembrou de sabir
de casa.
Tarobem nao veio pessoa alguma da al-
dea visitar Maurel nem os trabalhadores
ao jantar se aperceberam do novo hospede.
Assim decorreu o dia.
tardinha a Cabrita, ebegando porta,
poz-se a contemplar o horisonte.
Em volta da casa estendia-se o terreno
vinhateiro e de lavoura, que constituiam a
riqueza e o orgulho dos habitantes de S.
Florentino.
Ao longe via-se a floresta.
Esta distancia incommodou um pouco a
Cabrita.
Experimentou aquella comraogao singular
que sent o exilado ao ver por entre o cre-
psculo matutino o slo querido da patria.
O instincto selvagem adquirir n'ella toda
a intensidade.
O seu pensamento dirigio-se para os
bosques,' para as brenhas impenetraveis e
espinbosas sargas, onde vivera occulla ao
lado dos animaos silvestres.
Esfrira o enthusiasmo com qne fra pro-
curar a residencia do seu antigo compa-
nheiro dbs bosques.
proporco queseapproximava a noute,
augmentava-lhe o desassocego.
Ouvia os diversos ruidos que a cercavam.
o som do campanario da aldeia annun-
ciando a festividade para o dia segainte; o
cantar dos pastores ao recolherem com os
rebanbos e a conversa dos trabalhadores re-
gressando do. campo, mas nao ouvia o ru-
mor dos objectos que lbe eram charos, nem
o piar das aves ao cabir da noute, nem o
ranger do arwedo agitado pelo vento,
nem mesmo os alegres sons do clarim de
caga tocando retirada ou anda mais me-
lanclicamente chamando os caes, que, per-
didos na floresta, ni va vam ao vento.
a vida*silvetre estava longe ; cercava-a
e opprimia-a a vida agrcola.
Qaando o Mulot, desasocegado, se lbe
approxmou, ella disse-lhe :
EntSo vamos ? Dfcqui a ama bora
sahir a- loa e o tempo sereno que fia pti-
mo para a espera da enea. Sel de unjfe
brito montez que vem beber todas as nW-
tes Laga-Vermelha e ainda hontem lbe
NOVA PUBLICACO.Acaba de ser pu-
blicado, no Ro de Janeiro, o 1." volume
da Historia da guerra do Brasil contra as
repblicas do Uruguay e do Paraguay, con-
tendo considerages sobre o exercito do
Brasil e suas campanhas no sol at 4852,
campanba do Estado Oriental em 1865-
marcha do exercito pelas provincias argenti,
as, campanba da Paraguay, opeiagesdo
exercito e da esqnadra ; acompanbada de
um juizo critico sobre todos os acnteci-
mentos que tiveram lugar nesta cam-
panba.
A obra deve constar de quatro volumes,
e delicada. Ao exercito e armada do
imperio de Brasil. O autor filo se quiz
revelat
O vwome que foi dado luz consta de
llani, SHr- 351 paginas m- alm de ama intro-
duce*) que tem 79 paginas; esta trata das
segointes materias:
ida revolugo de 7 abril de 1831
o exercito.Campanbas do Sul con-
tra Artigas, dorante o governo do principe,
depois de el-rei D. Jo3o VI, desde 1811 at
1820.Poltica do gabinete do Rio de Ja-
neiro adoptada com relagSo aos negocios do|
Sal.Guerra /la Cisplatina, de 1825 a
4328; suas causas e resultados. Tratado
de 29 de maio de 1851, com o Estado
Orintale com o govexnador da provincia
ae Entre-Ros.Campanba de 1851 e 1852.
Anniqilamento do exercito no3 annos se-
gniqtes:Cnsideragoes sobre a poMlica do
governo imperial, em relago ao Estado
Oriental, e ao Paraguay.Como se dfvia
ter feito a guerra do Paraguay.Dflmons-
trago da necessidape de forcas regulares
estacionadas no Rio Grande.Dominag3o
dos jesutas no Paraguay.
O resto do volume dividido em XIII li
vros, cujo ndice como segu:
Livr% I.Parte poltica dos reltorios do
ministerio dos negocios estrangeiros de 1853
a 4855, em relagao s repblicas do Rio da
Prata,Miss3o do Paraguay confiada ao
chefe de esquanra Pedro Ferreira de OU
veira; seo comportamento como militar e
como diplmala, e seus resultados.Refle-
xes sobre estes acontecimientos, e sobre a
poltica do governo imperial naqoelles
anuos.
Livro //Parte poltica do relatorio do
ministeri > dos negocios estrangeiros do anno
de 1856, em relagao i poltica adoptada
pelo governo imperial para com as rep-
blicas do Rio ta Prata.
UtrolH Parte poltica dos reltorios
do ministerio dos negocios estrangeiros dos
annos de 4857, 4858, 4859 e 4860, em
relagao poltica adoptada pelo governo im-
perial para com a repblica do Uruguay.
Reclamages da legago imperial em Mon-
tevideo ao governo oriental.Mss3o ao Pa-
raguay encarregada ao conselheiro Jos Ma-
ra do Amaral.Miss3o ao Paraguay encar-
regada ao conselheiro Jos Mara da Silva
Prannos.Assassinatos perpetrados em
subditos brasileiros no JEstado Oriental.
Livro IV.Parte poltica dos reltorios
do ministerio dos negocios estrangeiros nos
annes de 4861,4862, 4863 e 4861, em re-
lagSo poltica adoptada pelo governo im-
perial, ara com as repblicas do Rio da
Prata.Atrasos e violencias commettidos
contra os brasileiros residentes no Estado
Oriental pelas autoridades do departamento
de Tequaremb.Providencias adoptadas
pelo governo imperial em 486i, relativa-
mente ao que se passava no Estado Orien-
tal.-Missao confidencial do Brasil enviada
a Buenos-Ayres.Motivos justificados da
missao Saraiva, no Rio da Prata.
Livro VReclamages na cmara dos de-
putados, na sesso de 4864, sobre perse-
gugoes e attentados soffridos pelos brasi-
leiros no Estado Oriental.Resposta do mi-
nistro des negocios estrangeiros, 'Joo Pe-
dro Das Viera.
Ltvro VI Minio enviada ao Rio da Prata
em maio de 4864, encarregada ao conse-
lheiro Jos Antonio Saraiva.Apresentag3o
do ministro brasileiro ao governo de Mon-
tevideo.Correspondencia official relativa-
mente s reclamages feitas ao governo do
Estado Oriental.Correspondencia com o
corpo diplomtico.Iostrucges do governo
imperial expedidas a 24 de julho de 4864,
ao vce almirante brasileiro e ao comman-
dante do exercito do Ro Grande, para se
fazerem represalias.
Livro VIL Protocollo celebrado com
a repblica Argentina sobre a posigo assu-
mida pelo imperio no Estado Oriental.
Instrucges do vice-almirante brasileiro aos
commandantes dos navios de guerra, para
se proceder s operages navaes. Corres-
pondencia official do governo imperial com
as autoridades brasileiras do Sul. Rela-
torio do presidente do Rio Grande, mostran-
do a forga que hava na provincia, em 4864.
Discurso do deputado Nery, na sesso
vi o rasto. Parece-me que, se quizesses ir
espera, elle se daria morte como urna
cotovia... Deve ser urna boa pega de caga,
que n3o render menos de vinte francos.
E; como o vlulot lhe n5o respondesse, a
Cabrita continuou :
E, se nos falhar o cabrito, teremos a
que recorrer. O guarda Leboteux n3o ett
em casa ; foi ao casamento do sea collega
Michehn, do lado de l de Lorris, d'oode
s volta depois de amanh3a. Prximo da
sua residencia, para o lado do Sapal, an-
dam os dous casaes de faizes, que os m-
prezarios tanto tem procurado, sem conse-
guirem Ipvanta-Ios. A tua espingarda
boa e com quatro ou cinco horas de cacada
mata-lo has todos.
Tambem os prefiro ao cabritodisse
ent3o o Mulot, que por um instante se es-
queceu de que era figurSo em S. Florentino.
Enlo partamos -prosegoio ella.
Iremos ficar na Granja-Queimada. Ali ba
boas medas de palha, onde estaremos queli-
tes como if um forho.
N'esse momento o Mulot despertou do
sonho que, sob a influencia d'aquellas pa-
la vras, experimentara.
Lembrou-se do seo leito guarnecido de
ricas cortinas, do relogio do sen quarto e
dos bellos vasos de flores que o adomavam
e, olhando desden lio samen te para ella disse-
Iffs :
Creio que ests lonca f Pensas^caso
que ainda sou o Mulot ? Sou o Sr. Maurel.
J nao me oceupo m cagar nos lugares de-
fezos, pois lenbo um alvar para cacar li-
vremente.
Esta declarago produzio sobre a Cabrita
um abalo inexplicavel.
Ter um privilegio para cacar na malta
real,ille o re dos cagadores furtivos, o li-
bertino sempre dispesto a fazer fogo sobre
om gendarme, o horaem qne ella, amara
instinctivamente, por se achar, o ella,
fra do abrigo da lei Por isso a Cabrita
exclamou :
Tu tens um alvar de cagadorf Isso
impossivel 1
F, rindo-se como lonca, deappareceu s
gargalhadas, deixando o Mulot espavorido.
Este seguio-a com os olhos, immove
silencioso, embrutecido. 4
A Cabrita transpoz de om palo, -se pode
dizer, a clarera do bosque, 'como a fra
acocada dostes.
Anda o Mulot n3o despertara do seu es-
padn e j ella desappareotfa, deixando-lbe,
todava, bem mpreisas to oavido as gar-
do 28 de agosto de 4864, em relagSo po-
ltica do governo imperial para com o Esta-
do Oriental.-- N-jva poaicSo assuaida pelo
rio no Estado Oriental. Reflexes
3 estes acootecimentos. MediagSo of-
ferecida pelo gqterno do Paraguay ao go-
feroo imperial.Res )'os1a da'miss5o es-
pecial no Ro da Prata do governo impe-
rial. Nota de 30 lia agall de 1864, do
governo do Paraguay ao ministro brasileiro
em Asaumpg3o. Resposta deste. Conti
nuagSo da correspondencia official cora o
governo de Asstfnjpgo.
Livro VIH. Accordo entre o vice-almi-
rante brasileiro e o general D. Venancio
Flores para hoslilisarem o governo.de Mon-
tivido. PartecipagSo do vice-almirante
brasileiro aos ministros estrangeiros em
Mdntevido, sobre o bloqueio dos podos do
Uruguay. EffectvioTade do bloqueio.
Correspondencia com os commandantes das
prtgas bloqueiadas. Tomada da villa do
Salto. Discurso do conselheiro Jos Mara
da Silva Paranhos no senado, sobre a coo-
peracSo do geoeral D. Venancio Flores.
Movimento combinado dos doas generaes.
MissSo ao Rio da Prata encarregada ao con-
selheiro Jos Mara da Silva Prannos.
Sua apresentagao ao presidente da repbli-
ca Argentina. Iostrucges dadas ao mesm >
embaiador.
Livro /X. Captura do vapor* mercante
Mrquez de Olinda as aeuas do rio Para-
guay. Correspondencia do governo de As-
sumpgo com a legag3o imperial nessa ca
pital. Discurso do deputado Antonio Cor-
rea do Gouto, na sesso de 1858, sobre a
attitude do Paraguay. Discurso do conse-
lheiro Jos Mara da Silva Paranhos na sesso
de 14 de julho de 4862, sobre as questes
que o Brasil tem tido com as repblicas do
Rio da Prata e com o Paraguay desde 4850.
InvasSo da provincia d1 Mato Grosso.
Importantes documentos c^.uprovando os
attentados e inauditas barbaridades pratica-
das pelos paraguayos.
Livro X. Discorso do conselheiro Jos
Maria da Silva Paranhos no senado, sobre
os movimentos do general D. Venaoxo Fi-
res e do vicealmirante brasileiro. Officio
do conselheiro Jos Antonio Saraiva ao vice-
almirante, para este proceder a represalias.
Considerages sobre os acontecimentos,
que se seguirSo.-*- Discurso do conselheiro
Jos Mara da Silva Paranhos, sobre a sua
missao ao Rio da Prata. Ataque praga
de Paysand nos das 6, 7 e 8 de dezerabro
de 4864. Marcha, da divis3o brasileira
com mandad a pelo mar echa I Joo Propicio
Menna Barreto, desde Rio Grande at Pay-
sand. Ataque a esta praga a 31 de de-
zerabro, e a 1 e 2 de Janeiro de 1865.
Parte official do marechal J. P. Menna Br-
relo ao governo imperial. Discurso do
conselheiro Paranhos sobre a campanha no
Estado Oriental. Recordag3o histrica da
guerra da Pennsula, tomada da praga de
Badajoz em 1842.
Livro XI. Continuago da descripg3o
do ataque praga de Paysand. Primeira
carta do 1. lente da armada Francisco
Jos de Freitas. Segunda carta do mesmo
1. tenente. Documentos oflicaes sobre o
ataque praga de Paysand.
Lt'oro XII. Marcha do exercito sobre
Montevideo. Correspondencia official do
ministro brasileiro, com o govarno argenti-
no e o corpo diplomtico de Buenos-Ayre*.
Officio do ministro italiano em Montevi-
deo ao vice-almirante brasileiro, pedindo a
suspenso de hostilidades at 15 de feve-
reiro. Resposta do vce-almrante. Offi-
cio do mesmo ministro de Italia ao conse-
lheiro Paranhos para o mesmo fim. Res-
posta do ministro brasileiro. Estado da
popularn de Montevideo debaixo da influ-
encia do governo de Aguirre. O ministro
dos negocios estrangeiros, Dias Viera, d
conta destes acontecimentos no relatorio de
1865. Correspondencia official entre o ge-
neral D. Venancio Flores e o ministro bra-
sileiro, sobre as reclamages que motiva-
ro o ultimtum de 4 de agosto.
Livro XIII. Discurso do conselheiro
Paranhos no senado, sobre o que se passou
antes do convenio de 20 de fevereiro, e a
correspondencia com o ministro dos nego-
cio estrangeiros, DiasyWra. Medite
do goiihio argentina olTerecjda fAr9ri,30**
Montevideo narratoracoecftell*| impor-
taates. Ataque cidade de Jaguaifo pelos
chefes orientaos Baslo Manos. Afparicio,
em Janeiro de 1865.
Aiadi n3o podemos 1er este volme; e,
poi, ft3o nos dado mittir opra5o"fbre
o, juizo crtico dos acontecimentos ; o que,
porm, desde j parece-nos fra de qnesto
a atilidade de urna obra qae renne tama-
nha copia dos mais importantes documen-
tos relativos s pocas e aos aconteciasjlntos
qne o autor procura historiar, e qne-so por
esse titulo, quando nao por ouiros, ^fe
ainda n3o examinamos se tem, muito'se
recommenda a todas as pessoas que qflize-
rem estudar os grandes acontecimentos de
que ella se oceupa. Fazemos votos para
que em breve sej3o publicados os outros
volumes promettidos.
galbadas estridentes e motejadoras com que
atrora os ares.
Boa viagem disse ent3o a velha
Dorotha, que do interior da cosinha pre-
senciara a scena passada porta.
O Mulot voltou-se, dizendo :
tola de todo 1
A Dorotha acredtou o momento oppor-
tuno para guerrear o mimigo e dise :
Agora espero que, se aquella selva-
gem aqu voltar. o Sr. Maurel a pora fra
da porta.
O Mulot nao respondeu.
EUtt tomando o silencio por acquiescen-
cia, prosegoio :
O Sr. Maurel n3o pode, as suas cir-
cumstancias, manter taes relacoes ; nao lbe
faltam mulheres de outro trato que o que-
ram. Diga-me : tem visto a menina Pa
mella ?
O Mulot estremeceu dos ps cabega e
sahio immediatamenle, como quem careca
de tomar fresco.
Parece-me que o homem nao est bom
da cabega disse comsigo a velha.
O Mulot andou mais de urna hora a pas-
seiar pela granja, rodeado de mil pensa-
mentos, que confusamente se lhe debatiam
no cerebro.
J era noute ha muito.
O Mulot entrn em casa.
Estav prompta a ceia ; elle poz-se
mesa.
Pouco comea ; estava de 15o mo humor,
qae Dorotha n3o ousou dirigir-lhe palavra.
Terminada a ceia, famoa e ent3o resol-
vea deitar-se ; mas, mudando de delibera-
?ao, pegoa "po chapeo e saio.
Como n3o levasse a espingarda a Doro-
tea ficou tranquilla e disse comsigo :
- Ao menos nfo ir ter com a Cabrila.
E, ebegando janella, vio que elle se-
gua o caminho da aldeia. .
Bom Idise comsigo. Vai ao bo-
tequim e, logo volta; entretanto voo fechan-
do as portas. Se a Cabrita voltar, l se
entendam ambos ; se brigarem, o peior
d'elles. Nao serei eu que me melta de
permeio I *
XX
Era, com iffeto, aldeia de S. Floten-
tino que o Mufot se diriga.
Seriam nove horas da noute.
Ao entrar na longa ra quo ap mesmo
tempo estrada real de Orleans, ouvio carai-
nhar aps si. A
O Mnlot- voltotse, e destiofojo um vul-
to alto e magro, qae o exceda no andar.
Esta figura passou-lhe adianto e Maurel
CANAL DE SUEZ. O peridico, qae
tem o titulo que serve de epigrapbe esta
noticia, publica algons dados sobre o pro-
gresso das receitas devidas navegacSo do
canal.
Era dezerabro de 4869 as receitas foram
de 48,426 francos e 50 cntimos. Em Ja-
neiro de 4870 elevaram-se a 407,490 fran-
cos e 35 cntimos, e em fevereiro a-----
219,060 francos e 73 cntimos. Assim, as
receitas de Janeiro sao o duplo das domez
de dezembro, e as de fevereiro o duplo das
de Janeiro, e.por tanto o quadruplo das pfi-
meiras.
Era Janeiro atravessaram o canal 46 na-
vios, em fevereiro 28, na primeira quinze-
na de margo 25, o que d em resaltado
um navio cada dous dias em Janeiro, um
navio por dia em fevereiro, e doas navios
por dia na primeira' qoinzena de marco.
De um artigo que publica o mesmo dia-
rio com o titulo Pavimento universal por
causa do rompimento do isthmo deduz-se
as grandes vantagens que as marinbas in-
gleza e franceza j auferem d'aquella aova
va martima, especialmente a Inglaterra,
qual perteneem nove decimos >"dos navios
que atravessaram o canal. A Franca apro-
veita-o especialmente para snas colonias de
frica occidental e Azia, para cojo fim se
vai mudar para PortoSaid o centro da
estago naval franceza do Egypto, dvendo-
se verificar d'ora avante pelo canal todo o
transito do pessoal e material destinado
Gochinchina.
Na Italia, alm de baver juma compa-
nhia de vapores para a India, esubelecida
pela companhia Rubattno, o goferno ita-
liano mandou apparelhar o vapor La Ve-
delta para fazer urna viagem de explorac3o
geral ao mar Vermelho e escolber os por-
los que podem offerecer novos mercados
ao commercio e industria italiana.
MORTE DESASTRADA. Urna pobre
mulber velha e atacada de paralysia, conta
o Diario dos Debates, moradora na roa de
Saboya, em Pars, ficoa s em casa n'om
da. A pobre enferma quiz tentar levan-
tarse e approximar-se de um braseiro col-
locado no centro do seu quarto ; mas as
forgas trahiram a, cabio, e, communicando-
se-lhe o fogo aos vestidos, vio-se n'om ins-
tante rodeada de chammas, que consumi-
ram bem depressa as cortinas e alguns mo-
vis e ameagavam passar para as salas
contiguas, quando acudiram os visinhos.
Estes conseguiram dominar o incendio,
mas a pobre mulher estava. n'uma situaco
desesperada. Ao cahir ficou com a car-
sobre as brasas e n3o leve forga paca levana
tar-se. O seu corpo eslava carbonisado e
expirou alguns instantes depois da chegada
dos visinhos.
THEATRO INCENDIADO. O theatro
de Alexaridria, em Glasgow (Escossia), foi
completamente destruido na noute de 25
de margo findo por um violento incendio.
O fogo declarouse urna hora'depois da
representago.
N5o honve nenhuma desgraga pessoal,
mas os prejuiaos causados pelo fogo sao
muito consideraveis.
vio ser um mancebo, que prosegua sen
caminho, sem ao menos olhar para elle.
O Mulot, obedecendo lalvez a um instinc
lo secreto, accolerou o passo, e claridade
da la pode ver que o transeonte vesta falo
de velludo, polainas e na caiiega levava um
chapeo redondo dos que na provincia or-
leaneza sao usados especialmente pelos ca-
gadores aristcratas.
A sombra projectada pela saliencia de
um muro impedio-o de continuar o seu
exame, mas nem* por isso deixou de dobrar
o passo, como para alcangar o individo que
o preceda.
Seria simples curiosidade o que o impela ?
Nem elle o poderia explicar.
Quando o tal mancebo passou, sem parar
nem fazer a menor attengo, por diante de
uma casa caiada de novo, situada a meio da
ra, do lado esquerdo, eolio o Mulot fles-
cansou, como quem se allivira de gran le
preoccupag3o, e logo deixou de marchar de-
pressa.
A casa branca, objecto da sna attengSo,
era a escola de meninas da aldeia.
Foi por uma janella entreaberta do rez
do ch8o d'esta casa que o Mulot na vespera
vira Pamella.
Ao mesmo tempo que o mancebo desap-
parecia na esenrido, o Mulot approximoa-
8e da escola, mas nao vio luz em nenhuma
das janellas.
Gomo sabemos, Pamella estava ento em
casa do cara
A velha criada, aproveitando-se de tal
aosencia, fra dar lingoa para casa das
visinbas.
O Mulot esteve por algum tempo de ob-
servago, mas como a esenrido as janellas
contiouasse e elle destingoisse a luz do
caf Universal, resolvea-se a ir at ali.
Entrn n estabeleci ment, onde fei ob-
sequiosamente cumprimentado periodos os
frequentadores.
Jo val, qae n'essa noute se dedignra de
confundirse com a tarea, tambem lbe diri-
gi om benvolo sorriso e cdnvidoa-o a
sentar-se ^unto da sua mesa.
O Mulot sentou-se, mas distrahidamente;
tinha por cedo as ideas n'outra parte.
Um tanoeiro chamado Ulysses, qae beb,
indistinetamente a todas as mesas, julgon
oppodona a-occasiSo de matar de ama caja-
dada dous coelbos.
Conhecia as ideas de Juval com relagao
nobleza e ao clero.
Notara na vespera que as insnuages ma -
levlas feitas ao carcter de Anatole tinbam
agradado a Maurel.
Approximou-se, pois, da mesa de Juval,
e, tomando um copo, disse :
Os homens de bem podem beber pela
prosperidade da nossa trra, contra a qual
consyram os nosos inimigos.
Ah conspiram ?acudi Juval.
Pois n3o vio passar ha pouco Anatole
para casa do cura ?
Sim.osiguaes procuram-se recipro-
camente !balbucioo Juval com irona.
Isso e verdade !
Qs inimigos do fidalgo acercaram-se da
mesa.
O cura Duval mette-se em tudo o que
n3o da sua con la proseguio Juval.
verdade redarguiram em coro
omitas vozes.
O Mulot, at ento distrabido, prestou
agora attengo conversa.
Se me tivessem attendido, conti-
nuou Juval nao estara agora ali a tal
mestra.
O Mulot sentio subir-lhe o caler s fa-
ces.
Juval continuou :
E quem que a tem visto ?
Euacudi o tio Ulysses. E tem
seus ares de fidalga !
O Mulot olbou de travz para o tio Ulys-
ses, qae nao den por isso, antes suppoz
telo lisongeado, e disse-the :
Ella n8o sobrinha do seu defunto
conhado, Sr. Maurel?
O Mulot empedigoo-se.
Devia de ser agradavel ao vagabundo
ou vr chamar conhado ao commandante, le-
gitimando-se assim a conducta da irmaa.
verdade responden elle.
Javal riose e prosegu:
Nio por vontade do cura que sea
rma est boje de posse da Raposeira.v.
O Mulot, por distraccao ou por pruden-
cia, n3o se associou i censura feita ao cura.
aval nlb se deu por vencido e volton
critica. ,
lastjmaveldizia elle qae a es
nossa tesfa os padres se intromettam em
tudo.
, Ulysses fez a seguate observagJo :
Visto qne nada tem que fazer fra
dos negocios da igreja, n'alguma consa se
hao de oceupar.
O Malot estava inquieto : leyantou-se da
mesa e dirigio-se porta. .Ftxoa o olbar
na casa da escola, qae cantinaava a estar
rlaz, e disse comsigo :
- Provaveknente n3o est em casa.
__________(Contmuar-u-U.}
tMeWAfW-AUA DUQUE Wl GAXIAS


V
I
t

f


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EBD8OMQJC_DHXAAP INGEST_TIME 2013-09-14T00:09:38Z PACKAGE AA00011611_12107
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES