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Diario de Pernambuco ( Thursday, May 05, 1870 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12106

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Thursday, May 05, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12106

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12106

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Thursday, May 05, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12106

Full Text
"!!
IBBBalna*

INNO XLVI. NUMERO 100. w-*** >* *>*!
-------------------,---------------^--------------- :-*m
modmmis'i
.

<
>
^PAJU A 4UP.W I I6ABIS OWDE IA0 SE A6A POBTE.
Por Jr^ meMe adianiados............. ..... g^joo
Por seii lo* idem............. W. 120000
Por umar.no dem.. ,................. 244000
Crta maxwro ivolso. ..,..,............... 820
QUINTA FEIRA 5 DE IYIAI0 DE 1870.

~.
* *-' <
PA1A SSIT10 PORA DA PBOVmCIA.
Pr tres roeies adiantados ..........
Por seis ditos idem.'. .... .
Por De ditos idem.........
Por um anno idem..........
.
64750
134500
204250
274000




Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
-i
".
i
Os Srs. Gerardo Antonio Alvos d Filhos, no Para ; Goncalves d Piolo, no MaranM) ; Joaourm Jos de Otrew, no Gear Antonio de Lew Braga, no AraeHy ; Jo3o Mana Julio Chaves, no Assr; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Qonq, na Villa da Penba ; Belarmino dos Santos BalcSo, em Santo Antto Domingos Jos da Costa Braga,
em Natareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martiorf Ales, na Baha ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
PERNAMBUCO.
, .------------
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 86 DE ABRIL DE 1870
PRESIDENCIA DO SR. DR. AfiUIAR.
(ContinuaqaoJ
0 SR. ANTONIO PAULINO : Sr. presidente,
signatario do projecto em discussao, iocumbe-me
sustentadlo, fazendo conhecidas da casa as razos
do saa conveniencia e utilidade.
Nao tive a fortuna de ouvir as preleccoes do no-
are collega que vem de sentar-se, sobro econo-
ma municipal. Mal ouvi-o, ao termina-las.
Assim, nao defendcrei o projecio sob a relacao
tj. economa municipal, desconhecendo a naturea
do ataque por esse lado.
As freguezias d Grvala e Bezerros esta em pe
de coaslilairem um municipio. ToJos que aqu
estao, os que conhecem-as, nao contestan) a con-
veniencia e utilidade da medida adoptada pelo ar-
tigo em discussao. O bem publico reclama-a.
0 Sn. Pinto Jnior :Eu tambem conheco per-
eita mente.
O Sr. Antonio Paulino :Repito, os _que bem
ccnbecem as duas freguezias, nao poderao contes-
tar vantajosamente a utilidade do projecto.
A freguezia de Gravat, contesso-o, insignin-
cute ; a da Bezerros uo est as mes as condi-
QOM, urna freguezia de popnlacao numerosa e
atelligeote, a edificaeao ali bastantemente avan-
tajada, contndose at edificios de architectura
moderna, lio raro* no interior da provincia. E,
como negar-se s localidades assim o direita de
cenverterem-se em municipio ?
Nao ha povoacao, por mais insignificante que se-
! a que nao reconlieca, como necessidade primar-
dial o estabelecimento de urna administraeao ra-
ma sua, exclusivamente sua.
As freguezias de Gravat e Bezerros teem pro-
porres, teem capacidade para comportar o onus
queacarretam as municipalidades, sem desrma-
seos e gravames para os municipes.
Um Sn. Deputado :E o que Acatando o ni"'
nicipio do Bonito 1
O Sr. Antonio Paulino :Um immenso munici-
pio !
Est na casa o Rvd. vigario do Bonito, nosso col-
lega, que pode dizer o que tica sendo o Bonito.
O Sr. Vicario Cunha :E' verdade que fica
um bom municipio.
OSr. Autos Paulino :Eu nao son suspeito
de trazer para esta casa pretencoes ae interesse
pessoal de qoem quer que seja. Assignando o
projecto, s ti ve em vista reclaraacoes muito jus-
tas e attendiveis de pe*soas fidedignas, que, me-
Ihor do que en, conhecem a utilidade da elevacao
das duas freguezias cathegoria de municipio.
Assignando o projecto, nao ti ve em mira pre-
tespees polticas, que nao as tenho ; nao tiva em
mira clculos polticos de ninguem, rdpelle-o o
mea carcter ; attendi, verdad*, a uuia justa
reclamacao, attendi a satisfacao de um justo podu
do ; e, de accordo com os dignos collegas signata-
rios do projecto, procurei altender a essa6 recia-
macoes. Nao me offendem prevences de quem
quer que seja.
O Sr. Viriha de mello :Sabe que Bezerros ja
loi elevado villa, e qae deixou de ter execucao
dessa le ?
O Sr. Antonio Paulino.Sei muito bem. E
S3he quaes foram as razoes por que a lei que
crcava a villa de Bezerros nao foi executada ?
Um Sr. Deputado : passar o projecto aca-
ba-se com o municipio do Bonito '
(Trocam-se aportes).
O Sr. Antonio Paulino : E quem pretende
supprimir o municipio do Bonito 1
Como que o nobrj deputado, fundado em
meras suspeitas, assegura que a freguezia do Bo-
nito s por si insullicieiue para manter-se i A
villa do Bonito, e os terrenos que Ihe pertencem,
censlituem um exceliente municipio ; a sua popu-
larlo espantosa ; e a agricultura, que a sua
melbor fonle de riqueza, avulta e prospera olhos
vistos.
illa um aparte).
O Sr. Antonio Paulino Os terrenos de Gra-
vara e Bezerros sao de outra natureza, sao pro-
prios para creaco.
A vidacommum.aidentidade dos costumes e h-
bitos estabelecera, creara para os habitantes dessas
duas freguezias relacoes puramente locaes, que
para serem bem reguladas, ho mister de um rgi-
men todo peculiar, independente de outras rea
<'oes de ordem difireme.
As freguezias de Gravat e Bezerres formam
um grapo nalural pela identidade de costumes e
hbitos de vida dos seus habitantes. Nao Ibes con-
vm, portanto, o mesmo rgimen que regula rela-
i de ordem differente.
Em summa, a creaco projectada do novo mu-
nicipio conforme aos principios que devem regu-
lar a creaco das municipalidades. Acho, pois,
que o projecto deve merecer o apoio da casa.
0 SR. PAES BARRETO Sr. presidente, pedi
a palavra para olTerecer um rquerimento mesa
com o ti.n de que seja ouvido o juiz de direito da
comarca, a respeito do projecto em discussao, vis-
to como julgo, ser elle pessoa habilitada, para
nes dar aformaces sobre a sua uUlidade.
Um Sn. Dkputado :Nem soinpr.
0 Sr. Goes Cavalcantk :Eu eslou mais habi-
litado que o juiz de direito.
O Sr. PaesBarreto :Pela minha parte deela
ro que nao eslou por forma alguraa habilitada,
por isso aprsenlo o requerimento, que ser ap-
provado ou regeitado conforme a casa entender.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
equeiro qae por intermedio da presidencia se-
ia ouvido o jaiz de direito da comarca e a cmara
manicipal, sobre a materia do projecto.Paes Bar-
reto.
O SA. VIEIRA DE MELLO :-Pedi a palavra
nicamente para mamfestar-rae contra o requer
ment, que acaba de ser apresentado pelo nobre
deputado do 3 districto, porque nao posso des-
cobrir razao plaasivel, que o justifique.
Eu crea, Sr. presidente, que muitos dos nobres
deputados, qae se acbam na casa, conhecem per-
teitamente a comarca do Bonito, para poderem
por si emittir mu juizo a respeito da convenien-
cia do projecto, independen! de jualquer informa-
rlo do juiz de direito da comarca.....
Un Sr. Deputado :-Quem i o juiz de dirsito ?
O Sr. Vibra de- Mllo :E' o Dr. Chaves, a
quem nao quero coitestar merecimentos, mas de
cujo auxilio podemos muito bem prescindir desta
vez.
Acho tambem intil a audiencia da cmara ma-
nicipal do Bonito, por termos aqui o seu orcaraen-
to em vista do qual podeiemos avahar, se as duas
freguezias de Bezerros e Gravat, podem constituir
um municipio.
Um 8r. Deputado :Como t
OSr. Viura de Mello :Pelo rendimento an-
nual da etmara do Bonito, inheceremossi se po-
de oa nao crear um outro municipio, porque se
ellefor tal que, separadas as duas freguezias, to
fique renda para marrfer-se o existente, uao pde-
me en boa consciencia adoptar a lda do pro-
jecto.
0 te. 6. Drummow) :E como saber se as duas
fregnetias nao teem rendimento t "'
O Sa. Vieira be Mello :0 nobre deputado
pelo 1* distrieio. acaba de declarar que a renda
inuaicipai das freguezias de Bezerro? Gravat,
nao excede de 300* e fn urna das razoes em qae
se baseou para eombater o projecto. i
O Sr. Pinto Jnior :Isso disse-me um cama-
rista
O Sn. Vieira de Mello:Sem que estas pou-
cas palavras que venho de proferir, possam de
modo algum prejadicar o projecto em discus-
sao, s tive em vistas justificar o mea voto contra
o reqaerimenie, qua sobre elle pede informacSes
ao juiz de direito da comarca e a cmara muni-
O SR. VIEIRA DARAUJO :-Sr. presidente, eu
nao posso deixar de votar contra o requerimento
apresentado pelo nobre deputado pelo 3 districto,
assim como nao posso deixar de votar a favor do
projecto.
Emendo que intil o requerimento, porque
aqui na casa existem nao s deputados pelo 4 dis-
tricto que conhecem bastante as localidades que
:e quer elevar villa, como tambem outros de
distriotos differentes que conhecem essas localida-
des, podendo muitos obter informacoes acercada
importancia das freguezias de que trata o pro-
jecto.
A argumentaco do nobre deputado pelo i dis-
tricto combatendo o projecto me parece improce-
dente, quaado dizque estamos vendo diariamen-
te virem esla casa pelicoes das cmaras recla-
mando anxilio das provincias para construccao de
cemiterios e outras obras, e que creando nos ou-
tros municipios, vamos sugeitar-nos que nos ve-
nham fazer novos pedidos. Essa argumentado
preva de na; potque os cemiterios e outras con-
eessdes nao sao propriamente pertencentes ao mu-
nicipio, visto como em cada freguezia pode haver
um cemiterio.
O Sr. Pinto Jnior :Isso em meu favor.
O Sr. Vieira de Arauio :Prova de mais, por-
que se as freguezias qae se pretende elevar villa
nao tem rendimentos para fazer cemiierio;. ou-
tras construccoes que o nobre deputado conside-
rou meramente nrnnicipaes, tambem a cmara do
Bonito, isio , o municipio que comprehende as
freguezias que vo elevar-ae villa.'no tem ren-
dimentos para fazer cemiterios nessas fregfiezias.
Um Sr. Deputado :Menos no novo municipio.
O Sr. Vieira de Aravjo :Bezerros um po-
voado mais importante do que mnitos que tem si-
do elevados a villa, existe all urna das melhores
matrizes das do interior da provincia, e tem a-
tras muitas condicfBes qne formam um povoado
importante e digno de assumir a cathegoria de
villa
Depois, Sr. presidente, o juiz de direito pode at
nao conhecer o povoado de Bezerros, o juiz de di-
reito urna autoridade localisada na sede da ca-
marca, que nao tem que fazer as freguezias.
nao ser por passeio, e que por tanto ple nao co-
nhecer urna ou outra das freguezias da comarca.
Qnanto cmara manicipal, eu estou certo que
a comarca do Bonito informara com toda a impar-
cialidade sobre a materia do projecto...
O Sr. Goes Cavalcante :Nao apoiado.
O Sr. Vieira de Araiuo :Quero fazer essa jos-
tica cmara do Bonito; mas tambem pergunto,
aproveitando a Idea de nobre deputado, a cmara
do Bonito nao ter interesse muitaa vezes em se
oppor urna idea desta ordem ?
O Bonito comprehendendo somonte a freguezia
do mesmo nome muito mais importante do que
outos termos que comprehendem duas e trez fre-
guezias. O Bonito mais importante do que o muni-
cipio do Cabo, do que o de Ipojnca, do que o da
Escada, do que o do Limoeiro, com a divisan que
se pretende fazer, e do que muitos ouiros termos
que comprehendem duas e mais freguezias; tem
seis ou oito districtos de subdelegadas, o por con-
segrante nao se pode dizer que nao esteja no caso
de ser dividido para constituir um outro muni-
cipio.
(Ha um aparte).
Se estas divisoes prejudicam de algum modo os
interesses dos juizes municipaes. enlo nao se
creem mais municipios na provincia, pelo contra-
rio, quando vagar um juizado municipal annexe
se o termo outro, porque nao ha juizado muni-
cipal nesta provincia que tenha rendimentos sufll-
cientes.
Voto por tanto.. Sr. presidente, a favor do pro-
jecto e contra o requerimento.
SR. GES CAVALCANTE :Sr. presidente,
q'iando, se trata de elevar cathegoria de villa ou
municipio urna freguezia nao s deve-se altender
s necessidades especiaes que sao representadas
pelos habitantes delta; mas ainda convm principal-
mente attender-se administraeao da justica.e creio
que nisso estu bascados os autores do "projecto
que se discute.
Se nos avaliarmos bem e apreciarmos quantj
difficil a administraran da jusliea nesses lugares
centraos, pelas distancias em que'elles se acham
collocados uns com relacao aos outros, por certo
nao poderemos contestar a utilidade do projecto
era discussao.
Devemos attender que a freguezia de Gravat
dista da de Bonito nove leguas, e a de Bezerros
dista de Bonito mais de seis ; portanto, basta esta
consideracao, Sr. presidente, para vr-se que o
projecto encerra em si bastante utilidade, por-
quantn muito difficil a administraeao da justica
para estas localidades. Quanto trabalho, quanta
fadiga nao necessarfa os que desejam litigar o
scu direito, transportarem-se distancia de nove
leguas para assistir urna audiencia ?
Esta creio que tem sido sempre a razao e fun-
damento da diviso dos diversos municipios.
Um Sr. Deputado :Mas o que tem o munici-
pio com isso ?
O Sr. Goes Cavalcante :Muito, porque cre-
ando-se o mancipio, ellas tero um juiz municipal
qne julgne suas questes.
O Sr. Pinto Jnior :E' preciso que haja ter-
mo.
O Sr. Goes Cavalcante :Alm disso, estas
freguezias tm seas interesses particulares, inte-
resses que talvez aao sejam bem curados pela mu-
nicipahdade do Bonito, porque talvez nao os co-
nheca ou nao tenha tempo para cuidar das ne-
cessidades geraes do municipio e das espaciaes de
cada um delles.
Portanto, Sr. presidente, ea voto pelo projecto
e contra o requerimento, porque entendo que nao
de necessidade a audiencia do juiz de direito da
comarca, e, com maioria de razao, a da cmara
municipal. Y, muito natural que a cmara do
Borato se opponba essa diviso, porque vai de
encontr aos seus interesses, e nos conhecemos
perfeitamente que o movel do interesse o mais
forte, que acta sempre no nosso espirito...
(Nao apoiados).
Um Sr. Deputado :Qual o interesse que tem
a cmara do Bonito?
0 Sr. Goes Gavalcante :M) interesse eao
dividir o municipio.
O que poder dizer a cmara do Bonito ? Que
a diviso do municipio nao e conveniente. Mas
por me razio nao conveniente? Porque vai de
encontr aos seus interesses, pbis-de ordinario os
municipios querem ter multas freguezias, multa
extenso de territorio etc.
(II i um aparte).
Devemos attender s necessidades especiaes da-
quellas freguezias, necessidades que nao podem
ser satisfe tas por ama manicipalidade que fica
distante, porque as pessoas encarregadas de zelar
por seus interesses nlo conhecem essas necessi-
dades locaes.
Disse que votava contra j requerimento tambem,
porque n3o conajderava neessana a audiencia do
juiz de direito, e me fundo nisto : nao sei qae ha-
pilitacds ter o juiz de direito superiores s que
alguna denessos collegas tem mostrado para in-
formar, se a diviooo ou nao conveniente.
O Sr. A CAVALcaNTE : Tem conhecimento de
e rreno e nao lem interesse na questo.
O Sr. Goes Cavalcante : O jala de direKo .
urna autoridade que tem jurisdicrao em 1oda a
comarca, nao tem interesse em que a freguezia A
ou B se constltoa municipio, mas o jbht d direi-
to nao conhece to bem eomo nos es imfrresses W
peciaes dessas localidades, nos qoe. ouvfmos tudos
os dias as queixa e naniretao6es della feilas
pelos proprios habitantes d-sssas raesmas locali-'
dades I
O Sr. Paes Barreto :Ea qne hei de co-
nhecer I < i
O Sr. Goks Cavalcante :Entao os represen*^
tintes dos districtos nao ouvem as representaces
dos habitantes das localidades ? Salvo se, o nobre
deputado um desses que nao recebe quotidiana-
mente pedidos de pessoas do seu districto com o
nico flm de verent-remediadas certa* necesda
des. Eu, pelo menos, tolos es dias estou onvimlo
Sueixas e alias bem justas dos habitantes do mea
istricto.
Um Sr. Deputado :E' porque sa exigentes.
O Sr. Goes Cavalcante :Sao os menos exi-
gentes.
Um Sr. Deputado :Se recebe quoixas todos os
dias, porque sao exigentes.
OSr. G. Driimjiond :Informacees !
OSr. Gos Cavalcantb :Admiti que sejam
infunacoes, apezar de qne posso dizer queixas,
porquanto de ordinario quando'temos ama ne-
cessidade, isto a, um mal que nos aflige, e se pe-
dimos remedio para elle queixamo-nos. neeessa-
riamente. *
J disse que o juiz de direito apenas conheca'os
feitos que con -m pela sua comarca, mas nao co-
nhece essas necessidades especiees das localida-
des, necessidades qne s podm recenher as pes-
soas que residem no lugar.
Esta a razao porque voto contra o reqneri-
raenio com relacao a audiencia de juiz de direito,
e com relacao a'da careara; j disse qae ella ne-
cessariamente ha de dar informarlo contra, por-
que isso vai de encontr s suas naturaes aspi-
races.
O Sr. Vieira de Araujo :Nectssariamente nao.
O Sn. Goes Cavalcante :Pode nao dar, mas
o que se deve preasumir o contrario.
Domar as informacoes dos que representam
os districtos nao devem merecer mais peso do que
a da cmara manicipal ? Sem duvida, porque
os signatarios do projecto nao sao senao interpre-
tes dos habitantes dessas localidades, qae de-
sejam a satisfacao de certas necessidades qae o
municipio do Bonito nao ple satisfazer, porque
nao as conhece, porque nao tem aqaelle zelo,
aquelle interesse que pode ter o habitante da lo-
calidade. Isto claro, e acontece com todos.
Eu qae sou lilho da freguezia tal, necessariamente
devo ter'mais zelo, mais interesse em qne as ne-
cessidades daquella freguezia sejam satlsfertas do
que os individuos que fazem parle da manicipa-
lidade, sendo de freguezia eslranba.
, Se se quer contestar a utilidade do projecto
pelo lado da insignKieas das fregMitas que se
pretende elevar & villa, creio que nada poderao
conseguir, porque se bem qu9 eu nao conteste
que a freguezia de Gravat pequea e pouce
importante, ve-se que a freguezia de Bezerros nao
est no* mesmo caso, talvez seja ora dos po-
vaados mais llorescentes da provincia. E' urna
localidade onde existe urea igreja mullo boa,
igreja que pode servir de modelo mutbs de
nossa provincia, onde existe urna casa da caridade
muito bem fundada, com os rendimentos neces-
sarios para sustentarn de orphos, pode-se obter
urna boa casa para ctdeia.....
O Sr. Vieira de Mello :Boa cadea ?
O Sr. Goes Cavalcante :Nao ha cadea por-
que nao sendo termo, nao era precisa, mas exis-
tem muitas casas entre as quaes se pode apro-
veitar alguma para cadeia.
(Ha um aparte).
0 Sr. Goes Cavalcante :Isto nao se pode
contestar porque o povoado de Bezerros muifo'
bom edificado, tem bons sobrados, boas casas
terreas, etc.
Um Sr. Deputado : Tem melhores casas do
que Bonit).
O Sr. Goes Cavalcante : A' vista destas
consideracoe"s, Sr. presideuto, eu voto pelo pro-
jecto o contra o requerimento.
O SR. MELLO REG :- Sr. presidente, eu
eslava disposto nao oceupar-me mais dessa
pequea questo de creaco de municipios, nao
queria com ella tomar tempo casa ; nas, de-
pois que eu ouvi dizer ser conveniente a audien-
cia do juiz de direilo, por nao ser elle inleres-
sado, roudei de acord, e resolv dizer poucas
palavras sobre o assumpio.
Entendo, Sr. presidente, que o deputado que
inicia aqui urna providencia, qae aprsenla um
projecto, nao deve ter outro interesse que nao
seja o de cumprir bem o sea dever : o interesse
de attender s necessidades publicas. O interesse
pois, que eu tealm nesta questo, um interesse
muito legileiro, o interesse de facilitar a admi-
nistraeao e destribuico da justica em duas lo-
calidades, concorrer para o seu bem estar e pros-
peridade.
Nenhum de as, signatarios do projecto, tem
interesse dilferente deste, no que diz respeito ao
projecto ; ao menos deve-se suppor isto.
Dizer-se, portanto, que o juiz de direito aoj
tem interesse na questo, e que, por consegrante
as suas informacoes devero ser mais acceitas
2ue as que teem 'aqui sido dadas por diversos
eputados, sem duvida atirar urna offensa
a esses deputados. Contra esta insinuadlo im-
pensada, talvez, protesto eu com toda a energa,
Poderei, o que nao ser impossivel, attender
interesses particulares de amigos, mas nunca
trarei para aqui os meus. Fique, pois, sabido
que na apresentacao do projecto nao tive em
vistas senao o interesse publico, nenhum inte-
resse particular meu, eBtrou em meus clcalos.
As freguezias de Bezerros e Gravat, podem
constituir por si, um municipio muito importan-
m ; crea-lo attender a urna grande necessidade
local, augmentar a vida daquellas freguezias,
dar maior importancia ao povoado de Bezerros,
que j muito importante, e nisto vai somonte in-
teresse publico ; nao vai interesses a. outra or-
dem.
O Sn. G. Drumhond :Nem se aeve suppor.
O Sr. Mello Reg :Para que se nao suppo-
nha que tendo nisto interesse particular, interesse
propriamente mea, para que nao se emenda que,
com a creaco destes municipios, trato de fazer ar-
ranjos polticos, devo dizer muito terminantemente,
que a adopeo ou nao adopcao do projecto, nao
augmenta nem diminue as minhas relacoes polti-
cas na localidade.
O Sr. G. Drummond : Para que est creando
castellos 1
O Sr. Mello Reg : -Por traz do reposteiro ja
se dizia que este projecto tdo poltico, e eu nao
ligava a isto importancia, mas a insinuacao, neste
sentido eita nesta sala, nae deixo passar, mesmo
porque nao sei quaes sao agui os mar iodepen-
dentes, o que sei que .caa um de nos sabe
enmprir o seu dever e proceder, tendo sempre em
vigas o bem publico.
J que tomei a palavra, devo dizer que acho o
requerimento que se discute inteiramente deene-
cessario. Eu nao sei o que ha de Intonaar a c-
mara, o qne ba de informar o jntz de direito que
nao seja o que aqui se tem dito : o iaixo sobre o
projecto est feito.
Alguos dos nobres denotados y conhecem a
localidade, j deram infariuac5a satisfactorias.
fruto qu< fsto basta, que a palavra de um deputa-
mdeve valer tonto qoanto a de um juir de di-
n#o.
^ela minha parte, quero e vejo qae assim seja ;
ni>$dratlo qne informando sobre assumptb-cte
interesse publico a palam do juiz de direi te
nIA mafs aeceitarlo qne a ntinha. (Apoiados).
O te. A. Cavalcante : flu acredito que nao
fofeve o pensamento do nobre deputado.
OS. Mello Reg :Asshn, sempre que qual1
qu tm. sei distn, digo-o de seieoeia propriaeu ae-
ceRcsm-Teslrtccao, sem escrpulo a sua infor-
jfnacio, prescendindo de qualquer outra. E de-
ioa**, f- preciso ^ue as nossas dehberaQes nao es-
tejam dependerttet de Informaces de cmaras, de
jitos de direitcs.esc., etc.'Se- prevalece este sys-
tema de pedir informaces sobre tode, nada mais
faremo* de Inspiradlo propria, e acabaremos por
chegar condigO s 4e onvirmos at os inspectores
Je qoarteino. Ora, bwn se v que por tal forma a
nwsa, aecao' dteeahe nwito.
Omntija^argument que apre3ei>ton o nobre
depuladn que fallou emprimeiro lugar, de nao ter
o timnieieta renda sufcente para manter-se, fun-
dando-slf em qoc a cmara do Bonito apena* tem
8:099^000, que devem car reduzioY.s a muito
menos com a desraembraco, ao mesm lempo qua
o no miHWdpio nao vira ter renda sufflciente ;
nao me parece procedenit, destre-se por si
meajy.
A rend da cmara do Bonito chega actualmen-
te para as ssas necesidades e das doa* fregue-
zias 'de Beserros e Gravat ; portanro eita a divi-
so a despeaa tambora reparte-se como- a renda.
0 reeeio de qo*a nova cmara'viria pedir di-
Bheffo provincia para eadehs e cemprios,
inluedado. Beaerros-ja tem cemiterio, e as cadeias
sembr foram felfas oor conta da provincia. Alm
disto, se este" reeeio deve prevalecer era todo o
casoj eraremos aqu os bracos, nao fcanos mais
nadaVconv reeeio de qne o dinbeiro de provincia
ao seja desenthesourado !
Nao nos embaracemos em teia3 de aranhas, ta-
camos o quem* til e necesjaro, e nao nos ar-
rastemos por eerlos recelos, Mvzes vaos.
Esla que a minha opinio.
O SR. G. DRMMOND faz algumas considerar-oes,
declarando que vota pelo projecto.
O SR. MELLO REG diz que tomou a palavra
sobr o projecto, nao por se haver molestado com
a apresentaeio do requerimento ; reconhece o di-
reito qae qualquer dos membros da casa tem de
pedir informacoes, julga, porm, desnece*sarUis as
informacoes, qaando o qual a maioria da casa est habiliada volar,
visto como muitos dos Srs. deputados presentes
conhecem as localidades, sabem qae se trata da
satrfaco de urna necessidade real. Assim, pensa
qae o requerimento apenas teria em resultado pco-
trtar a adopcao do projecto, no que nao ha uUli-
dade alguma.
. .Qiwmto Mvemeneia Ha medida proposta,
qual tambern se referi o Ilustre orador que aca-
bad derxar a tribuna, diz qt ea primetra dis-
eussSo do projecto deu as informacoes que Ihe fo-
ram exigidas, com as quaes a casa sa mosirou sa-
tisfeita, adoptando o projecto ; foi por isto que se
jiiigou dispensado de entrar em maior desenvol-
vimento sobre a sua utilidade.
Tomando a palavra na presente discussao, diz o
orador, o seu liin principal foi protestar contra a
idea que parecia querer-e insinuar, que o pro-
jecto tinha fins polticos, bem -como fazer sentir
que as informacoes dadas por un deputado sobre
qualquer assampto, snbmetlido discussao da
casa, deve merecer tanta consideracao quanta as
dadas por qualquer autoridade.
Tendo assignado o projecto e reconhecendo a
utilidade da providencia nelle consignada, diz ain-
da que nao leve em vista acarretar despezas aos
cofres pblicos, tanto que na terceira discussao
nao se oppor qualquer emenda no sentido de
que as villas que o projecto crea s sejam inau-
guradas quando os habitantes do lagar hajam
alagado por sua conta casas para a cmara e ca-
dea, at que hajam edificios proprios.
O SR. A. CAVALCANTE faz algumas conside-
rares, declarando que nao ter duvida em votar
peio projecto se os seus iliastres autores me asse-
gurarem que creaco dos municipios que se
pretende realisar nao importa creaco de termo.
Verilieando-se nao haver numero fica a discus-
sao adiada.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do da e
levanta a sesso.
SESSAO ORDINARIA EM 27 DE ABRIL DE 1870.
presidencia do sr. aguiar.
As 11 horas da manhaa, feita a chamada,
acham-se prsenles os Srs. Vieira de Araujo, Ri-
beiro Vianna, Goes Cavalcanti, Oliveira Andrade,
Guedes Gondim, Teixeira de S, Gualter, Goncal-
ves Lima, Vieira de Mello, Cunba Figusiredo, Fer-
reira de Aguiar, Barros Wanderley, Henrique Ma-
raede, Barros Leo, Paes Barreto, Herraogenes,
Gaspar Drummond, Mello Reg, Cunha Cavalcan-
ti, Antonio Paulino, Cavabanti de Albuquerque,
Felippe de Finueiroa, Eduardo da Oliveira, Gus-
rao Lobo, Joo Cavalcanti, Tolentino de Carva-
Ibo, Pinto Jnior, Firmino, Souza Leo, Correa de
Araujo, Oliveira Fonseca.
Abre-se a sessao.
Sao lldas e approvadas as actas das anteriores.
O Sr. Io Secretario d conta do seguinte
expediente.
Um offlcio do secretario do governo, remettendo
por copia, ao offlcio de 7 do correte, sob n. 12, a
raformaeo da cmara manicipal da cMade de
Olinda, acerca do projecto n. 82 do anno passado.
A' quem fez a requisicao.
Urna petico de Antonio Ludgerio da Silva
Costo escrivio do crime do termo de Santo Aptao,
pede que se marque quota Ba lei do orcaraento
municipal para pagamento das costas qne se Ihe
est a dever.A' commissio de orcameuto muni-
cipal.
o anno passado.A* commiss de orcamenfo pro-
vincial.
B'julgado objecto de deliberac/io e mandado
imprimir o seguiote projecto :
Art. ^lico.Fica o presiden da provincia
amorHadp a despender ata a quantia de 30:OOW
auuuaesfior espacn de 3 annos para o levanta-
meato da carta corographica desta provincia
Piem revogadas as disuotiries em con-
trario.
Safa da sesses, 27 de abril de i870.Hen-
rique Mamtde.
Vai i mesa, l-se e approvalo o seguinte re-
querimen*):
Requetro que se pefi ao Exm. prndente da
provio.tr as segulntes inonhafSes.
H.m Se a estrada de Itapissuma est ou nao
construida, e caso nao esteja, quanto resta a fazer
para completar essa estrada.
* 2." Copia do orcaraento que se fez pa*a essi
obra. -G. fYMinnit
O SR. PRESIDENTE.Em virtude da aalori-
sacao que me foi conferida para nomear duas
commissSes que felicitem a S. A. o Sr. conde-d'Eu,
e ao Exm. Sr. duque de Caxias, e outra para
igualmente congratular-se com S. Exc o Sr. vis-
conde de Pelotas, pela terminaeao da guerra,
nomeio para primeira das referidas commissoes
os Srs.-senadoras vsconde de Camaragibe o Jos
Bento da Cunha Figueiredo, e deputados Fran-
cisco Raphaet de- Mello Reg e Francisco do Reg
Barros Brrelo; para a segunda, os SUs. vscon-
de de Camaragibe, e deputados Joaquim de Souza
Reis e Tfieodoro Machado Freir Pereira'da Silnra.
CMDEM DO DA.
Continua a 2." oiscasso do art. Io do projecto
n. 19 deste anno que crea um termo composto
das fregueziaa de Gravat e' Bezerros.
EncerroU'se a discussao, seDdo approvado o
art. e rejeitado o reqaerimenlo de addiamento.
En'.ra em, discussao o art. 2.
O SR. OJNIfA FIGUEIREDO: Levanto-me
para dizer duas palavras justificando o meu voto,
nao s sobre o projecto em geral, como sobre o
artigo em discussao.
Em regra me pronuncio contra* as subdivlses
de territorios e jarisdic?oes por quanto posto que
as divisoes sejan um elemento de ordem e garan
tara a boa adraiortraeo da justica, todava as
subdivses desproporcionadas sao inconvenientes,
e no meu entender, nada pode garantir de estavel.
Porm, Sr. presidente, pelas razoes que foram
expend das na discussao de hontem nao s mo re-
solv a votar, como votl pelo art. Io do projecto,
c*mo por maioria de razao me decidi a volar pelo
2 art. que se acha em discussao no qual se trata
de elevar cathegoria de villa a freguezia de Pa-
nellas, porque sendo esta freguezia j por si bas-
tante importante, por saa populaeo, acoresce que
a ella pertence a povoacao de A'aga dos Gatos,
cuja populacao - j bem avallada, composta de
familias, e pessoas de alguma poslcSo e impor-
tancia, amigos da- ordem, e entre os quae J
existe um eommerck) assaz desenvolvido.
Ora. estando eu disto informado, e tendo-me
vindo s raaos urna representarlo de mais 200 pes-
soas de Alagas dos Gatos quei'xando-seda injusti-
ca que se Ihes fez; quando transferirn] o seu ter-
ritorio do municipio do Bonito donde distam 3 ou
6 leguas, para o nMinicipio de Caruarti que fica
em distancia de II leguas!...
Outra da irmandade de Nossa Senhora da Con-
celco erecta na igreja ex-matria da povoacao de
Itamaraca, pede a esta asserabla a restauracao
da sedo da matriz de sua freguezia em a referida
grea. _a; cotamrsao de negocios ecclesiasticos.
Outra de Gaetano Bessone de Assis Campos ex-
escrivao da subdelegada do i e 2* districto de
Pao d'Alho, pede que se marque quota na le do
orcaraento municipal para pagamento de custas,
que Ihe deve a cmara municipal d aquella loca-
lidade.A" commissio de orcamento municipal.
Outra de Antonio Ludgero da Silva Costo es-
crivo de orphos e ausentes dacidadeda victo-
ria, pedindo jssembla provincial que se digne
passar o ofcio" de escrivio do. crime exclusiva-
mente para o cartorio do civil ou aanea-lo
por destribuico. ao do jury. A commissao de
iuslica civil e criminal. ,
Outra de Augasto Pater Cezar propondo-se
fazer a conservacao, e reparos geraes em toda a
estrada" da Victoria.A' commissao de obras pu-
blicas. ,,
Outra da empresa do encanatneoto d agua po-
tavel para a Cidade de Olinda, pede zenjao de
direitos e.irapostos provtaciaes.A' commissao de
^Outra'de Antonio Abrahae Marinho Pereira dos
Santos, pede assembla, provincial urna meu-
salidade por espaco de 4 anuos, para ir a Italia
se aperfeicoar na rauslcvA commlssaade petices
Outra da Jos Beluario Marinho Falco, pedrada
te marque na futuraTe do ornamento verba ne-
cessana para a su#vDQaa qae Ibe toi conci.da
illa mu aparte).
0- Sr. Cunha Figueiredo :Ou doze leguas
como affirma o meu nobre colleg pelo 4o districto,
eslava eu, Sr. presidente, por conhecer de tal in-
justica disposlo a apresentar um projecto a -sta
casa resolvendoa transferencia dos habitantes de
Alagas dos Gatos para o seu antigo districto do
Bonito, onde eiles mais commodamente, poderiam
recorrer s autoridades respectivas e pedirem a
distribuicao da Justina que Ihes devida.
Mas como no arr. 2* do projecto que se descute
elles licario tendo o seu municipio em Panellas,
que a sua propria freguezia, e por consegrante
(carao tendo as commodidades que exigera na re-
presentarlo de que fallei, commodidades a que
aquella populacao tem o maior direito, para que
como j disse, nma populacao importante, bastante
commercial que reunida de Panellas tem o
direito de nos pedir um municipio na sua propria
localidade para nao serem obrigados a correrein a
urna distancia de doze leguas.
Ficaudo por tanto satisfeito o desejo que eu te-
nho de ver attendida aquella representncao, voto
pelo projecto e pelo art. 2' em discussao e me abs-
lerei de apresentar o projecto que pretenda apre-
sentar para satisfazer as justas exigencias daquel-
les habitantes de Alagas dos Gatos, que me me-
ercem toda a considerado.
Dou pois, Sr. presidente, o meu voto com muita
satisfacao nao s para ser em Panellas creado um
municipio, como mesmo para ser elevado cathe-
goria da villa, porque sao aquelles dous povoados
importantes, segundo me informara, e que mere-
cem essa dislneco e regala.
Digo estos palavras apezar de que nao houvesse
impugnaco ao art. 2 alira de que a casa eonheca
a razao de meu voto, e mesmo recelando que a
discussao de outrem occasionasse a queda do art.
2 a visto da opposicao que honiem se apresentou
contra o art. i do projecto.
O Sr. Mello Reg :Nao pode haver idforma-
cao mais imparcial.
0 Sr. Cu.nha Figueiredo :Agradecendoo con-
ceito que o nobre deputado faz de raim. me sent
osperando a justica da votacao que a e-asa vai pro-
ferir.
E' approvado o projecto.
3* discussao do projecto n. 2 deste anno, que
marca o subsidio e ajada de castas dos deputados
provinciaes na prxima legislatura. E' appro
vado.
' discussao do projecto n. 14G do 1867, que
eleva villa as povoacoes de Bom Jardim e Ver-
tentes.
O SR. CORREIA DE ARAUJO: Sr. presidente,
quando pela primeira vez discutio-se este projecto,
eu mostrei casa a conveniencia que havia na
creaco do municipio do Bom Jardim, e na eleva-
cao do povoado deste nome a cathegoria de vlll? ;
mostrei tambem qne nao havia conveniencia, algu-
ma em elevar-se Vertentes cathegoria de villa,
nem lio pouco fazer-se de Taquaringa um munici-
pio separado, por isso como ne art. 1 deste pro-
jacto trato-se de Taquaratinga tambem, eu entendo
que deve mandar mesa um artigo substitutivo,
no qual irato apenas do que diz resqsuo a Bom-
Jardim, supprimindo ludo que serefere a Taquara-
tinga a Vertentes. V. Exc. o sabmetto conside-
rarn d casa, qae decidir como Ihe parecer
mais conveniente.
Vai a mesa e apoia-se a segrale emenda snbs-
tituiliva : .
Fica creado na comarca do Lirnoeir o rauai-
qne e refero Taquaratinga me parece que fu-*
prejorheado-desde que passou o substitutivo, qu.
offereri-ao artigo l^do projecto*.
O 9ft. VIEIRA W? ARAUJO justifica e mand..
a meza o seguinte substitutivo, que 'apoiado t
entra em discussao;
O mrmicipio do Bom Jirdim compreheuder a
freguezias do Bom Jardim e Taqaaretinga, desli-
gadas do Mmoeiro.Ftnra de Aravjo.
_0; SR. CWREA DE AJtAJO :-Sr. presidente,
nao posso deixar de manilestor-me conita .
emenda apresentada pelo nobre deputado pe? -
lisiarlo distri, visto que Ha roe parece por de-
mar inconveniente.
A necessidade que ha. rnente de crear-*s-d.i
fre^nezia de Bom Jardim um municipio desatante
do de Limooiro, mas separar d'este a fregoeii.t
de Taqnarilmg.v. isto por modo nenlium.
Nem Bom Jarcm precis de mar essa por"
de territorio para ficar um bem municipio ; nm
tao pinico Limoeiro poderia subsistir, se dell s>-
separssse a freguezia de Taquantioya, que apara-
da pobre e pouco populosa, d todava urna boa
somna para a receba municrpal.
Attendendo pois as considerarle qne acabo d-*
fazer, desde ja dec|aro que voto contra a emenda
offerecida.
O Sr..Souza Lko*:E Bom Jardim s por si
pode constituir termo?
O Sr. &ARKA dk Araujo:Pois nao; urna fre-
guezia miito rica, bstanle populosa, na "qual
necessario que exista om juiz para boa adminis-
traeao da>>ustica. Ojnz qae se occapa de Li-
moeiro e Taquarrtlnga nao pode ao mesmo teinn.<
prover as necessidades de Bom Jardim.
Assim pois, Si. presidente, nao me parecen.! >
til, nem cenveniente reunir as duas regoezias
para comcoro novo municipio, e desde qne, como
j moslrei, Bom Jardim s por si pode sustentai-
um miiiii^i^j alias superior ao de Limoeiro uni>!
Taquaretmga, vou mandar mesa outra emenda
n"este sentido, e espero que em vista das razoes
por mim expostas, seja .ella approvada de prefe-
rencia que foi oflerecida pelo nobre deputado
que rae preceden.
O Sr. Sni's.v Leo :Entao ae entender do no-
bre deputado, Bom Jardim - superior ao Li-
moeiro ?
O Sr. Corsea de Arasjo: Gertameote qu-
sim, e j dei as razoes por que assim entenda.
Vai mesa e apoa-se a seguinte emenda subs-
titutiva :
O novo municipio comprehender todo o ter-
ritorio que hojp pertence freguezia do Bom Jar-
dim.Correa de Araujo.
O SR. VIEIRA DE ARAUJO' pede a r:wida do
seu substitutivo.
Consultada a casa consente na retirada dosnbs-
tivo, sendo em seguida encerrada a diseusao
approvada a emenda do Sr. Correa de Aranjo.
Jblgon-se prejdicado o art. 3. do projecto.
!. discussao do projecto a. 22 deste anno qre
eleva cathegor de villa a povoacao do 3x.E"
approvado.
3.* discussao do projecto n. 3 deste anno, qu*
transtere para a povoacao de Nossa Senhora do
&1 a sede do termo de Ipojuea.Er approvado.
1.a discussao do projecto n. 26 deste anno, que
erea urna cadeira do instruceao primaria na po-
voacao de Canxitanga, termo de Itamb. E' ap-
provado.
i." discussao do projecto n. 28 deste anoo qu
manda que a cadeira de instrucoaa primaria crea-
da pela lei n. 7de 1862 para a povoacao do Olho
d'Agua dos Brodos, em Cimbres, seja do' seso mas-
culino, _e crea urna outra para o mesmo sexo na
povoacao de Lanhares do meo terreno. E' ap-
provado.
I.* discussao do projecto n.32: deste auno, que
autorisa o governo a alterar o contrato feito com
acompanhia da illuminaro . gaz desta cidade,
no sentido de ter a mesma lugar as nortes de
luar.
Verificando-se nao haver numero (ica v discus-
sao addi^da.
0 SR. PRESIDENTE esiga a ordem do dia -
levanta sessao.
ERRATA.
Na sessao publicada no Diario de hontem, de-
ram-se os srguintes erros no discurso do Sr. Ma-
noel do Reg, pagina 1", columna 3J, linhas 6'>.
aonde se dizei, deve ler-sesei; na mesma pa>-
pagina e columna, depois do aparte do Sr. <.
Drummond, que dizseja urna linhn elr, deve
ler-seManoel do Reg e do Mello Reg.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.-Hontcra a assera-
bla a.ldi.ra, em 1 discussao, o projeet n. i'.
deste ano, que approva arts. de posturas da c-
mara municipal desta eidade ; approvou en I"
discussao, o projecto n. 44 deste anno, qtio auto-
risa a cmara municipal de S. Bento aeonlratn
a construccao de urna casa de mercado ;. regeitou.
em i* discussao, o de n. 42 deste anno, que cria
mais um lugar de tabelliao na comarca de Itam-
b, orando os Srs. G. Drummond e tiondin ; ap-
provou, em 1* diseasen, o de n. SKdeate anuo,
que cria nesta cidade urna companhia de sapado-
res bombeiros ; em 2* discussas, o de n. 58, qu-
autorisa o governo a emprestar eamara da Vic-
toria a quantia de 5:000 para a coastruccao d
um cemiterio; em t" discussao, o de n. 48 dcst
anno, que cria nesta cidade um lugar de conladr
e aestribuidor dos feitos da fazeoda geral; regei-
tou finalmente, em t" discussao, ode n. 42 dest-
aran), que cria o imposto addictonal de tres por
cento sobre a contribuicie ordinaria, cora apeMa-
eao a manumissao de cranlas do sexo femenin-.
orando os Srs. G. Drummond, Manoel do Reg, -
A. Pernambuco.
A ordem do dia, para heje : 2* discussao u
projecto n. 27, e 3* dos de n. 8, 33 e 45 t do
deste anno ; e continuaran da antecedente.
INSTRUCCAO PUBLICA.Prosegue boje o con-
curso para preenchimento das cadeiras, do sei.'
mascolino, de instruccao primaria ; devendo ser
dada a prova oral.
MORTE REPENTINA.Na casa de Antonio Jnso
da Silva, morador em ierras do engenho Javxndn.
da fregaeuzia de Jabolio, morrea d'ama apople
xia fulminante, no dia * do crreme, o pard
Thomaz, escravo do maior Antonio de Souza Leao
residente no termo de Cimbres, sendo-lhe encon-
trados nos bolsos urna carteira com 1:010*860 era
dinbeiro, urna retocJo de encommendas compra-
das e diversas-cartas. A autoridade respectiva,
depois do compltento etame, fez entrega do< objec-
tos encontrados a Extna. Sra. Dfc Rila Zpferiiu
QieLho da Silva, prenla do Sr. nugor Souza Lea.
BRIMENTOS.As 5 horas da tarde de 30 d >
passido, tentando um individuo deeconhecido rou-
bnr a casa de Francisco Vieira de L\ra, morador
em trras do engenho Santo gnaeio, na freguezu
do Cabo, travaram urna luto, da qual saaio fcrid
levemente dito Lyra, pendo-se o outro em fuga.
No dia 2 do oorrente s 9 hoaM da noufc-,
jm Jos Gomes deu em Manear Jos Gomes
acetada na cabeca, que o ferio, na fregue-
zia de Santo Antonio.
DEFEZA DE THEZES.Ante-hontem e honlea
cipio do Bom Jardim e elevado cathegoria de
villa a povoacao. do mesmo nome. Corrtia de
Araujo.
Encerrada a discussao, approvada a emenda
subsliluiliva.
Entra em discussao o art. 2
O SR. CQB.REIA DE ARAUJO :Este atigo do
projecto e os demas que se seguem, nio tem uti#-
dade alguna porque tratando municipiodeTaqu*-
fatingae marcam os limes do aovo municipio de
Bom Jardim, o qaa no. preciso desde que m
digo que fle creada o municipio do Bom Jardim teve ugar era a nossa fterttade de Direito a _e>-













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M^t*-
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Ihsntismo as suas meses, revelando profundos es
indos e subido grao de conhedmeft^^H
A congreg a\-i" da faeuldade desfogan o cora
urna tanTajefatida approvacao olena.
B* esto o jaste premio que colhe a iaiellgencia
a o estado alorado,, e por eerfo am noore rr-
rdmko <]tw pote possair un hornera deletlras.
CBMnEWWlJBLICO.Por delraerocao da pre-
sia^ada da provincia, de 4 do corrate, fui lomea-
do capelln do eemitorio jabuco de ReeMbvo
fierra. Francisco Luir do Carvalho
ENTRADA DE PERRO PARA LlMOEIflO.- Foi
prorogado at 20 do correte o prazo pan o re-
cebiraento de pr postas para a construccio da1 vi
frrea do Reeife ao Limociro, eom raraaet pata a
Victoria e N'azareth, devendo nos se te ao rie.o
dia serem abenas as propostas dos oaenrrenhes.
I.XSnT#kO H5TORIC0 E EOGRAPRICO.-
ftoje, as 10 bora da rnaohia, reona-e esta io-
tedade era sessao ordinaria.
GNEROS AUMENTICTOS.-S. ESE o Sr. vlee
presidente da provincia, sslieito em acudir s ne-
cesidades publican, autori'ou bontcm a cmara
nanicipal do Reeife a emprear 4:000* na eom-
av d lar oh a para ser vendida, ^\o preco do
seu costo, populacao da ridade e suburbios boro
cwnoincumbi ?.o Exm. Sr. bario do Livremento a
compra de poreao de fariuba, roHho e fejae, para
*er retomada na ribeira ao proco porque forem
comprados esses gneros, por coala dos cofre ge-
raes, que seo indcmnisadae proporco quo a
venda so rea-lisar.

^pT*
Diario efe Pernambuco ! Quinta felrt 5 de Mai
tambera apresentando conaecimanlo de ter pago
semeJhaate importa retal* o jaaafcMdo semes-
tre.Seja entregue o conbeci monto depoii de re-
gistrado.
De Jos Isidoro Martas, agente de leiloVst elr
sentande ignal conhecimento.Deferido pinto. jMataaJanffm
o registra, sendo entregue depois o ronhecmeataf Al dos c
ao saDotieanta
De Pi aberro 4 Bartbolo, nfferecendo a registro
o scu contrato social.Haja vista a Sr. de*
bargajtor fiscal.
De D. EraiHa da Assumaole Tarare da Curia*
dedanndo, para era se tj* a-davlda annotaej,
ler arrendado o era trapiehe alfa.Biagk.do qu* m
deOMMnaCenha Foaaaea & Lia, sendo por
isso seo actual .idmlatstrador Jeroaymo da Cotta-
Lima; cessando a wrterisaejto dad a Pedro- Alta-
nte-de Siqaefra e lose Paulo da FMseca^ para ad-
inlarurarera-no.Como reaaer.
# Desses rombos 12 tiveram Jugar nos laucos M
cbidos delinitivamcoto e 16 nos leos lecebi-
provisoriamente-.
Tamfcm hbXivtiram gandes estrago* na super-
rociara e momeos abatimentos
nee arierro
LuEfl' jP.y **" aCitB* no-dos deu-sa,
sanw ver Mofles, o desabaroento do encorum
ponte a Baurha, na margara direiu do r P
total!
Csae acto de S. Exc. pe bem patente o zelo o lS** prucnraeao tosante, que tara esse fimjun
interes.e que toma peto bem da populara1 noces
citada desta eidatie, e tnrna-o eaeJor das heneaos
tetraeites nieestavam hitando cora a extrema ca-
reaba los gneros te primeira neceAdade.
EFFBTrO DE BEBIDAS ALCHOOUCAS.Na
madrugada de 3 do crrente, Ignacio Gomes, bo-
Retro da coxeira de Joaqnim Paes Pereira da Sil-
va, ra da Cruz da Ireguezia de S. Prei Pedro
joncalves estando bastante ebrio, precipitou-se
lo 1* andar da casa em qne existe dita coxeira,
fracturando o braco esquerdo. O ferido foi lera-
do para o hospital Pedro II.
CAPfTAVIA DO PORTO.-Tendj de seguir para
a torte o Sr. capito de mar e guerra Jos Mi-
no.'l Pican ;o da Costa, visto ter sdo exonerado 4
*tu peJidj (tu cailio do porto desta prova-Ma,
passou o exercioio desse cargo ao seu ajudaate
jd'iroeiro teneBto Francisco Xavier Rodrigues Pi-
iheira
Asdestinotas lualidades de que dotado o Sr.
capitao do mar e guerra Picaneo, e sobretodo a
Ihaaeza e affabilidade do seu trato deixam recor-
ilaoOes iminori"douras no coraeo daquelles que
com elle entreiiveram aiuda s mais diminutas
relaeoes. Desejamos-iho prospera e feliz viagem.
A.N.NIVERSRIO: -(^Jinpletam-se amanhSa 309
ranos .juu fui crado o orno capitular de Olinda.
ERtIi'E.Do Aracaji^cfci'gou hantem o va-
lor Gequia, da companhia Pernamtucana, trazan-
do joroafs at 3 do passado.
O pre-idente da provincia visitn a cidade de S.
Cbrjstovlo.
No di a i.*i des<3 roez terminava o praso para o
reiebimen'.o de p ropos tas para a illUBiioacj
gas d.t capital.
V sub-ii-ripcao para a bolsa de canoade elevase
a i:9935W0.'
A n )ti;ia da t*>rmnacao da guerra foi muito fes-
u-jada na provincia ; enviando a assembla legisla-
tiva uma corarahiao d sea seio, comporta dos Srs.
rs. fieminlano Urasil do Olive ira Ges, Jesuino
Pacheco fAvila, JostS Martins Fontes, Domingos
Jos G. P. de Lefio, e tenonte-coronel Ablonio Csr-
neiro de Meuezes, para lelicitar ao governo rape-
ria!, na pessa do presidente da provincia.
A alfandesa d > Araeaiu arrecadou no mes de
Hureo IC:95(Mi2.
Leaios no Jornal do Aracaj:
> No termo de Japaratuba, segundo communi-
cou o respectivo subdelegado 40 r. chefe de po-
lica e este a presidencia, na noute de 3 do mez
pmM'rao passad >, Ernesto Rodrigues Dantas, raa-
rador nos terrenos do oidaJo ManotH Zuzarte da
V.iiva Daltro, foi aballado eiu sua prapria casa,
nuando dorma, por Manoel Joaquim, que o es-
pancou ponto do fallecer om raen os de i horas.
1 A lata c os brados de pefCaraio. um preto li-
berta que cora sua presenta obstnu a continuacao
das efasas, raas ureeioltoa a fugado delinquente.
Fez se corno de delicio, o as autoridades res-
pectivas procurara tornar iffectiva a captura de
assasrift,
RIBEIRA DA BOA-VISTA.-Tendo sido honterr,
bastante .insultado, neue mercado, oma'uess
aaeM ahi comprar lar\ha, por um atra'essa
oor desse ganera, sera que pozesse obites isso a
lectiva juarda, composta de prcas d> corpo
de policia, peden na que chamemos a attencao
da autoridade competente, aiiin do que se nao re-
p-od'izam tcaaas dessa ordem.
ERRATA.Nos trabalhos daauemblea, de non-
leaaj s;ihio por eogana approvado em 2' diseu-
l 1 o projecto n. OJ, quando foi elle regeitado.
LFJLAOMoje as 10 horas offertua o agente
: ato n armaxem dos Srs. I-'uerstemberg Tlark A
< leilao de fazendas limpas e avariadas, e de
i ..;.o~midade cura ottnnuncio inserido no lugar
:. (Mleata deste Diario.
LOTERA.A que se acha a venda a 14G* a
:i Sera da innandade do Senbor Bom Jess dos
>Mfm da igreji do Corpo Santo, a qaal corre no
1 l.
CEMITERIO.-Obituark do dia i de maio de
,n3uo, ParnarabaeOj "5 annos. Boa-Vista
1 entorile.
i Uaria do Rosario, frica, \Q annos, soltei-
Santo Antonio ; htica.
' auna Curr de Mello, Pernambuco. 17 an-
1 -. solteira, S. los ; tubrculos pulmonares.
Pami.hila, Pernaaibuco, 16 me:e, Boa-Vista ;
oVnicao.
J )sj Epiphanio Doria, Portugal, 6 annos, sol-
t! ro; enterite.
Mannel Antonio da Sih-a Portugal, 20 annos,
ro, Roa Vista ; tubrculos pulmonares.
.1 me 'erreira, 30 annos, Boa-Vista.
Antonio, Alrica, 44 annos, solteiro, Boa-Vista ;
nsuffieiencia das vlvulas.
Ira, Pernambuco, 1 picz. Reeife ; desentona.
CltMaela Marliaha Laura de* Jess, Pernambu-
o, M annos solteira, Santo Antonia ; phtysiea.
Maria, Pernambuco, 40 dits, S. Jos ; dyar-
rhea.
:-"an:is3a, Pernambaai, 6 me:e, Santo Aoio-
nio; denticao.
DI>FranPisco Jos-Gome, jantaho uia Be-
rcfb ha-taute de Jos'Gomas e sua moler Joa-
quina Therea, a cidade de Braga, para ser re-
gistrada.Sira.
De Jemnymo da Costa Lima, Jos PaQlo da Fon-
seca e JoMquim Gmcalves Vianna, pedrado que se
Ibes registre o papel de contrato joe jnntam, d
se haverem ssociaio era negocios tendentes
irap che.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Antonio Bernardo Vhz de Carvalho, pedinde
oTeglstro do contrato pelo qual dslratira a socie-
dade que cioba eom Miau I Pereira Leal.Vista
ao Sr. dseitWgarier tiseal.
De Jeaquim de Faria Maebado, pediado oregis-
ta, na ^oaf ennstiie seos procuradores Amonio
Verissimo Ferreira Gomes, Jos de Faria Maobado
e Antonio des Saato Caimbra, para trataren) de
seos negocios dorante saa ausencia 4'esla pro-
vincia.Registre-se.
De Pacheco le Pint, sobmeUettenik^ registro
seu contrato social.'Vista ao Sr. desembArgador
fiscal.
Oo Joao Nepomnceno Pereira dos Santos, bra-
.-Heiro, natural d'esta provincia, de :idade de 36
annos, e ha 5 annos, esiableeilo cora4 artiiazeni de
molbados a grosso e retairio na cidade de Ma
mangnape. provincia da Parahyh, pediado ser
matriculado comraerciante.Abonam seu crdito
commercial os coinmerriantes'Fran'Cisco Joo de
Rarros, Jorge Jacbrae Tasso, Joao Quirlno de
Agnilar, Thoraaa de Aqalif) Fonseca e Josqnim
Jo> Gonc.alves ieltrao.Viola ao Sr. desembar-
gador fiscal.
De Joaqun) de Souza e Silva Cunta, distrato ce-
lebrado pela sua retirada da firma Ofredo A Ca-
oba.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
ADIADO DA SBSSa DE 7 B SEGUISTE*.
Sumujario ex offieio contra o administrador do
trapicheCanbaContina adiado pela ausencia
do Sr. Rosa.
COM PARECEB FISCAL.
Requerimemo de Francelino Ferreira Crespo e
Gregorio Jos Bstanislo Ferreira, contrato social
Registre se.
; De Agustn no Jos dos Santos e Lehman f reres,
Contrato tamhem social.Rcgislre-se, nos termos
do decreto n. 4394.
De Jos Rodrigues Ferrai e Justino Francisco
Xavier, in'sfato da socledade.Registre-se nos
torraos do decreto u. 4304.
De Luiz Aotonio Siqnelra e Francisco Vieira
Perdigo, umbem fdisrrato de socieflade commer-
cial.Registre-se, na forma do decreto n 43*94.
De Manoel da Costa Ventura e Antonio Fernn-
de> Peixoto Rosal, contrato social.Registrado,
na forma do decreto n. 4394.
De Souza Moutiuho & C, contrato Umbem so
eial.Seja registrado, na forma da decreto t.
4394.
De'Antonio Pernahies de Plgoeiredo Paira e
Francisco Loureaco da Silva, contrato social.
Registre-se, na furm do decreto n.1 4394.
De Francisco Ignacio Tdoco de Suza e Adol-
pho Stolzomback, Joaquim Ferreira Diniz e Ma-
noel JOaqaim da Costa OarValbo,.contrato tambera
social.Como reqaerom, na forma do decreto n.
4394.
Nada mais sendo snbmettldo despacho, S. |
Exc. o Sr. presidente enceTrou a sessos 11 ha
ras e meia do da.
ratoonoap-
uttbro da lm
_ a etu cartel
declte, ,d se
eng^Ziro teaVr
sentado "a^
poucos,dia
m ai di
r esaetHta.su-4
e tantraai quauto a----------
dmaria, dttBBO u,t.;ae,arha
dtto eMoaaro, coteo *bido,<-e dedaram
awradam-do pomdd.dtiaSlIa^^
R^u^trenLpttesetln%utea,nicoaa-
truocao da obra, mas sira a pessima escolha de
nesjan J^a^ita.iptnto, 0 qni a4Bn.a e
JSmS
fifsa^tedamno rausest ao
lmente a ao pitar concorreram para ang
os.effeltos da raesaa eheia; e qae alera de
I como flcou demonstrado,! V iaeiraraente
do que acontece era rite do tracado
estrada.
isto bastar descrever o lorreno desde a
-Santo aaj.iiigtaav) Cobp Isto,
axtotM i Q rio Parabyba nesteeepaco orre proxlauraeo-
tadtreo{lo leste-oeste elhesaoparllelas oes-
kfxten! a lombada de termo oa cootrafort
i^fqns soaMha a estrada, asara como ? eordilaai
r protlam-; cando a varzeaeaire estas duas
vacefteterreno.
No extatib do cootraforte asta situada aquella
rovoacaa, a no extremo da cordUhaira asta sita-
lo o xjaaato Novo (S. Jos); aehando-e-a*sim
sus situacoes em frente uma da outra, e a Cruz
daHapirito-Santo ao sai do engenho S.Jos-; de
V^&^'SJ^**^}*'***^*?**' SMtd queipa ir-so da um ao otro 4etes poatos
w ne-joaa estrada o nlo estando sen tracado por- e preciso atravessar a variea em toda sua largura
tanto dependen: de estados raphicos, foi mudada,loaste eapaco.
^ .rCe8!i'4*(^ nera ioacacao possivel, a saai NesU vanea se Janeara cora tmpetuosidade as
dire^tau na exlensao de ctrea de duaa telro^iaart I^M*d rfc na occ.sio das encbenles por oito
e ja qnanaQsecoe?ava a abriros aliebra c ae- grande depressoes no terreno do contrafor-
f^,I!L*n,5!?n* W+mmmmim da pooM tr EUetepmriie^,enlreoutTa,orio Mu-
em um lugar em que ella jamis correra o menor
perigo.
1a-ptaila /oi PJmwJ en de setembro de
vm, o. i(breecao.'da -estrada foi randada a M
de jufco de 18'j7, como se v dos desenos qu
temos a vuta. ^
Nao pedemos donur de nottr o vaga o ate
aeabameoto com qae estio^ndo taoados o kmkh
bo desta estrada, por parte do coniraetaate, e
deveado ter um pessoal eojarregado W sua oqa-
serva^w, ; devia ter feito moilo raais servioo do
qae aqueHe que se aeha pwrapto.
Esta estrada est muito haixa emgraades eaBii-
W CO[no se nou-do crecido numero de bracas
d ella que Acarara%aers pela chsia, que um-
bem cubri a punte do Rah.
Na do Pilar deraai-a onza rombos causando o
estrago de 75 brai^a correales o sforain-cober-
taa ligeiraueute pela ebeu cincovala bracas da
estrada.
Dizeraoj ligeiraraento, perqaa
riquipe e sens bracos. Essas aguas depois de
pereorreretn toda aaartea patsaado entre aquello
povoado e o dito engenho se lancam, espraian-
do-se, pela margan do no al CWongo.
Dado isto pergunuraos: a estrada seguida pa-
raliela ao rio e sobre- a dita lombada do terreno
aafraantarot eflsitos da eiieia amo se- segaindo
da Cruz para o engenho S. Jos, aiira de gaahar
loga a eordihVira, Ih oppotesss nasa harrea-a
tomando Ihe a pasiagem f Certaaaonto qae
nao.
So tal fossa a directa 4a astoada entao com ra-
zio grilar-sa-hia contra ella, porque mal-estariam
todas as babiueoes a partir do dito povoado, in-
clusive at o engeobo Cub o nauH-a peior de toda
vanea da Parahyba desde eese povoado at Caioa
go, Git, etc.
Ju I gamos qoe ninfaem pretender que sa li
xesse uma ponto na travessa de duxenUs bracas
Ida Cruispara S. Jos: parque isto seria o raesao
Mssas O bracas que exigir urna despera da 391:870*, destriboidos
Illm. Sr. PVdjtlsco Ferreira Awge, dignissimu
gerente da Companhia Pernambucana de naveea -
caocosteira porvapor.-M/rao/o de Souza t
btlva. Por m e. pelos demais membros da com-
mlasao.
Attea^aa
es
aora
nao se deu um so arromaaawnto; o qoe natural do modo seguinte:" 33G:000# para umvidueto
quanJo as aguas cobran cora- pequea altara um ponte de ce bracas de oouapricaento: temando
atierro qualqqsr, como os da earadaa, os baldos .aiuda assim com aterro raefade da vanea, o cjue
acunados etc.; e d da Cruz que we laos iateiros deBaixo d'agua
sein que neiles se dssarombe algwn.
SESSO JIJDiaARlA EM 2 DE MAIO DE
1870.
^BESnJENa.V DO KXM. SB. DESEinUHGADOR A. F. PE-
HETTI.
Secretario, Julio Guimares.
Ao meio dia declarou-se aberu a sosso estando
proseutes os Srs. deseiubargadores Silva Guima-
raes Reis c Silva e Accioli, o os Srs. deDuUdos Bas-
to, Miranda Leal e barao do Cruagy, faltando
com^ participaeo o Sr. desembargador ccioli
Lda, foi approvada a acta da sessao anterior.
Os cscrivaes Albuquerque o Alvar- de Brilo de-
clararan) que os protocolos de registro de protes-
tos de letns conservara a mesma numerario e
data indicadas na acta da ultima sessao.
ACCORDAOS ASSIGNADOS.
Appellante, Jos Gomes Villar ; appellado, An-
tonio Uerculano de Almeida ; appellante, J >
Targno Goiialves Fiallio ; appellado, Joaquim Ig-
na.-io Ribeiro Jnior.
nn,GAMBNTOS.
Juizo especial do commercio : appellanies exe-
quemes, Manoel Alves Ferreira A C ; appellados
embarcantes terceiros, D. Acoslinha Joanna & Fi
juizes, os Srs. Reis e silva, Accioli, Basto &
Ihos
eal.Poi confirmada a,sentoac> aptiel-
tonto se v dos citados mappas s o rombo de
80 brabas oa curva do Carracho aeeta estrada,
raaior quo o tutal da (odor os rombos da estrada
do Pilar, que so:nmadoa sitara aawuas 75 bra-
eas._
Nao deixon de chamar tossa alteroso a circn-
Unca nouvel de s se duren rombos nesta estrada
em lugares que n~;r> forara tobarlos pela cheia; o
que se pode observar nao so pela ausencia dos
vestigios que deixam ss iBnundacoes como, princi-
palmente, porque a areia tirada de leito do-rio
Parahyba que eslava cobrimto a supersiructura da
estrada, aiada sa acha nos lugares por V. Eac e
por o jiras pessoas vista oq da do recebimento
provisorio dos tais pri.neiros laucos; a era se
podo suppur que elia f^s.se all laucada posterior-
mente a cheia, porque ao estado era que viraos o
rio Parahyba, rae a possivel ura-la de seu Iwto.
Tambera premieu de nm modo particular nossa
attencao a extraordinaria circurataanc todos os rorakos daremseera um corto espaco,
exactamente o mais habitado; e taoto mais anda
porque alguus dellos se- sudea- Uto prxima-
mente que se pode dizer>qae acada ramu.) segue-sa
um pedaco da e>iradM|ruai a elle,, o lego uiuro
rombo e outro pedaco de estrada deoois.
Isto intuir:nenie o contrario do que acontece
era taes casos, porque folla, uma- abertura palas
aguas airaredo uma estrada, perderai ellas as
forcas nss proximidades para fawrem- oulras, por
liso que irre>istivlratHic nesws- proximidades se
eacaraiuliara para a pnraeira dessas aberturas ;
e disto nos do uma pruva os rombos da eitrad
da Cruz, que guarda oraro si disUnoias natu-
raes.
0 contrario disso aao sa compreaende, uato
mais quauto nos logare arromb*do* a esu-ada nao
.fin coberu pelas aguas da cheia, como atesemos
cima.
Oslados queacabamos (teexporeBamaram-aHi-
,da oossa especial attoogaa para a parto d oBieio
citado de V. Ec era sobre a eircumUncia de constar que pessvas ma
levtdas havum pr/iriovido essas rumbos, e ira*eli>
meato verficou se nao s isso come anda o ficto
selvagera de haverem pesseas do povoado da Cruz
da Espirito Santo ctnoorrido para o desabamento
da bomba grande,; canas ludo V. Exc. vera pe-
Jas d--cl.irac.je3 de :estemuubas escriptos e iunus
a este.
Estamos convencidos rue Ues /actos sederm
pela m vonta Jo e capricio de uns e em grande
parto pela inoraos*! da rauilos, por supiwrem
que a estrada fas augmentar os efleitos da eheia,
por olla ter sido muito grande do engenho Vf >rau
Miranda I
lada.
' Juizo esiiecial do coramescio : embargantes ap
pellantes reos os administradores da massa fallida
de aos de Cistro Redondo ; embargado appellado
autor Joao Alves Pedroso ; juzs?, os Srs. Silva
Guimaraes, Accioli, bario de Cruangy e Miranda
Leal.Poram despresados os embargo?, seudo
voto vencido o Sr. bario de Cruangy.
Appellante, Joao Laurenco Vriato de Vascon-
celos ; appellado, Jos Rodrigues Pereira ; appel-
lanies, Tasso Irmaos ; appellados. Manoel Nune-
f"Parreira A C.; appellante, Francisco Moreira de
Souza ; appellados, Joao Antonio do Amaral e ou-
.tro.Adiados a pedido dos Srs. debutados.
Nao esUndo presente o Sr. Rosa, nao foram
propostos os feitos adiados na sessao passada, en-
tre partes, appellante, Joaquim Salvador Pessoa
de Siqueira Cavalcanti; appellado, Salvador de
Siqneira Gavalcant ; appellanies, os administra-
tradore*da massa fallida de Joaquim Jos Silvej-
ra; appellados, es herderos de Dugo Jos do
CosU.
PASSACENS.
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. des-
embargador Accioli : appellante, Andr Barbosa
i*Soart8 ; a|>pellada, D. Candida Maria dos Praze
res ; appellante, Miguel Joaqnim da Custt : ap-
pellados, 03% administradores da massa fallida de
Araorim. Fragoso, Santos 4 C ; appellante, Lean-
dro Cavalcanti da Silva Guiraaraos; appellado,
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
D1STIU8UICQES.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes : ap-
pellante, D. Maria Feltsmm do Reg Costa ; ap-
pellado, Manoel Pereira de Maglhies.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva: embargan-
tes, os administ.adores da massa fallida de Anto-
nio Jos de Pigueiredo ; embargad. Antonio Pe
reir de Carvalho ; appellaoie, Paulo Guelpbe ;
appellada, D. Luciana Gertrudes Ctara da Sil-
jvra.
, Ao Sr. desembargador Accioli : appollaute, D
Gertrudes Anglica Joaquina; appcao, obacha-
rel Joaquim Francisqp de Miranda.
I A8CTAVO.
Jnlzo espcCfaf do commetee ; agtrravantf,
Lrarenc Pjjir endos Guiesartleti:^sgfraTa-
(Jos, os curadores *renes da massa fallida do ag-
pravaMe.O Exast S. {rres'idento iregon previ-
Eneerroti'so a sessao a wna hora c 20 minutos
aa tarde.
CHR0N1CA JUDiriARIA.
i"ai3l'W.\L DO COMMERCIO.
fl OPA DA SESSnO ADMINISTRATIVA DE 2 DE
MAIO DE 1870.
MMNS, DO iXM. SR. DRSEMBAROADOB A.'iSKUM
FRAN>'.ISr:0 PERETTI.
i- O horas da ma:ihl\ presentes os Srs. depti-
lados Basto Miranda Leal e bario do Cruangy, fal-
tando com particjacao verbal o Sr. secretario
llosa, S. Exc. o Sr. presidente declarou abena
a sessao, depois de ter designado o Sr. Miranda
Leal para servir de secretario.
Foi litla e approvada a acia da sessao de 28 de
abril ultime.
EXPIDIENT.
Cm officio do iecr'tario do tribunal do com
iercio da Babia, com datt ^e 13 de abril p-
xirao passado, aceusando o reeebiraento do of-
ficio do secretorio d'es'e tribuaal, a que acora-
panhra a relacao los comniepcintes que se ma
ficularam de novembro a marco ultimo.Foi
mandad* para o archivo.
Olficio do presidente c secretaria da junto de
corren res, contendo a cotacio da semana linda,
e chegado s II horas o ntola.Archivc-se e-fa-
ca-se um ofcio raisirando-se o inconveniente do*
*)t lio tarde remettido o officio em quesiao,e tan-
to raais quanto esta falto vai ss repeliado.
Jornal uflfcia! de 8S aflS.Foram mandados
rebttaf.
Dis'.ribniram-se'para senim nibrijados os se-
arates lvros : Diarloe Copudof xle janto; A Ol-
veira, Copiador de Jo; Vitorino oVRcende &
L., Diario e Copin* de PareM Viantta & C
O Eam. Sr. praWee asgigaou um ofilckrqie
t;fjgi a 9. EX*, osr. ! vice-presidette d* p*,
vieta, era rasoesta ao qne Kir f6ri eu^rttEo1
em data de T do'mez prximo passsdo.
"teMatos
n^uerjmeirlo doageoted* lefloes Jos Etnebfo
Alves da SU va, apf (Heneando pata 'as r rogfstado o
rraliecimenwido eUattivt'paganienTo- dd inposlo
le sua nroffssao d* segundo tjfnfcMre de1
i87f).-Regitrado, seja**euiregdp.
De Aaeust Pinto de Leraos, jmtoisdo-oconhe-'1
ranate de ler efftetoado de sua pror^sio de corrector garai n:latTasaoo--
^te^taa^^^^Sip^^ rombos, eauswdo o
e principalmente das proximidades do engenho
Qub para baixo, onde j se acham os trabalhos de
iCunslruecaj da etrada.
Convra aqu tratar desla qnestao para desviar
o povo de um erro juo pode se.- mGito projuilicial
a estas obras; porque levados por laes prejuizos
saq capazes sampre quo bouver ebeias de abrir
reros as estradas, suppoado assim darem raais
rpido esgto as aguas.
E' fado qne a choto foi ranito maior do enge-
nho Coba para baixo, e tanto maior om um ponto
dado quanto raais prximo leava esse ponto da
barra do Parahyba, como por eiemplo no engenho
Iohubira e no Gito.
Basta esto circunstancia para ver-se que as es-
tradas em nala podiara eoucorrer para autrmen
lar a cheia aseus effeitos, pois estes pontos e o
rio csto inteiramento afielados dellas; pelo que
a causa deve ser nutra qae nao diffleil desco-
brir; u de facto, do modo por que ae cansas se
derara, para expca-lasbasiaattender que as ma-
res de equinxio, que sobera 13 palmos, coinci ti-
ram com a oheia do ro Parahyba no da 83 de
marco ultimo ; e que as aguas do?te rio deviam
reiluir at nra ponto tal que se equilibrassem cura
as mares; as quaes como sabio, vio alm de
Santa Rita, mesrao quaod sao ordinarias.
Portante nio admira e mesrao natural qne as
mares de cquinoxio lanosa) inaito alera desto pon-
to, e que encontrando o rio cheb represam uas
aguas at o-eag-.rabo Marai;
A respeitoda iuflueacia das estradas sobre os
efleitos das chelas, adianto farenos considerares
quj levarao ultima evideneia para quem estiver
de boa f e raciocinar desapaixonadaraeato que o
tracado da estrada da-Pilar o nico possivel.
Quanto a primeirs esirada para raelhor esmto
das aeuas, precisa ella do mais da It bembas,
que s aodero -er feitas depois qae o coalrat ra-
ta entregar definitivamente os Uncos qne aiada
e*too a seu cargo; apenar doaoao de conservacio
a qne e obrigado i estar vencido para qaisi io-
dos elles; nao pooYodo ato Deje serem assim re-
cbidos em vista Jo me estad era qae tena sido
cunsiantemente coaservadi.
Entretanto nada se podo exigir do contratante
quanto altura da estmd a a dental bombas
precisa, portmo isto seria exigir mato de qne elle
e obngadu ein visto da pjmias aparovadas' pos-
tenorraeate-ao respectivo conarato, Oaitearaento
da estrada-oda ponte do-Batra assim oomo essa*'
2r2Si* ex,ein ma despeza da cerca de
pfaaap
feas aguas das ebeias; serviado-nos de base
este clenlo o cusi da ponte da Balalba,
contrtala quando a nossa atoada tinha valor mui-
to superior ao que tinha na oecasiao do contrato
para esto eitrada. 40:000* para las murallm
com cem bracas de coinprimento; que partindn
dos extremos do viaducto-ponte, collocado Do
meio da varzea, fossem tormioar na Cruz e no en-
genho S. Jos, para revestir os atorros navaas
exlento* pelo lado de cima da varzea; a li870<$
pelas cem bracas de estrada torta cora essas aler
ros, a razio de 18*700 por cada braca Nada
menos do que ea>as obras era prociso para dar
vazao a um voluroe d-gua que euche a varzea df
t.800 brabas de compriineiito com 300 de largura
media, anchando a urna aliara de 20 al 39 pal-
mos ; e que cheia vai despejando cora grande ve-
locidade a esse volurae enorme d'agua, que tam-
bera vai sendo substituid j durante 2, 3 e mais
dias, isi> em quanto durar a oheia.'
Devoraos notar que as aguas do rio desdo que
chegara ao Ceb comeeam laucar-so com impe-
tuosidad nessa varzea, onde tora maior crreme
za, du que no rio, cojo decurc o menor do que o
aa
I Adinittido que ninguera qusreria.a nao ser por
capricho, essas obra, porque seria-querer gastar
ora 200 bracas de estrada mu le raais do qco gas-
ta r-se-ha era toda eRa, vejamos s8 sen con ve
iieote fecliar aasas varzaas, doixando paqnrnas
aberturas, a >itt dessas aguas, lerando a estra-
da Ihoira prxima.
Pallamos tos. Jos come de qoalquer ponto do
outro lado da varzea. I-so serii o mesma que
fazer ura acudo cora 2,8(10 brics 'le jemprimeuto
3 de profradidade e 300 de largura. Vjrropor
muito resistente e alia que fosse essa repreza ou
baldo de acude, o volume d'agua que passa na
varzea podoria ser comido nesse acude 9
De modo nenhura, e per ir so. que em casos
seraejhante se fazera os viaductos.
Vejamos entio o que aeonteceria.
As aguas antes de trraebordarea cortamante
.ifogariara a todas as habtaeoes desde o povoado
4a Cruz inclusive, ate o engenho Ceb, e depois
transoordariara levando de rojo diaate de si o bal-
da do acuue e todas as babitaoes, ote, desde
aquello puvoado at Caiongo. Seria isto o que
harta de acontecer, infallivelinanta, com a estrada
pela cordiliieira de pquno montos proxicjo.
Fui prerendV as dilBeuldades da. primeira hypo-
these e os perigos da secunda quo o eugenheiru
da prviaaia, assgnatario deste relatorio, no an-
nuncio para recebimeuto de pn>postas |>ara o con-
trate desto estra la estsbelecen o art. 2' prevendo
'. Srt. redtHUtei.ifa couaa too Isaigni
que nao valla a pera iacoeaattdar o nubil__
a sua puMiaaaii), maaeu vajo-me fbre*do a re-
correr ao saa- bem cooceRaado Divio para mu
justificar das asserfde* que contra roim sabiram
no Diario de 3 do corrento mez palo Sr. Maaotl
de Almeida Lopes.
i, Quem me nio conhecer Ulvaz se persuada qu;
eu na qualidade de seu tafor quei com a heran-
ca que berdou de seus pas e avd, mas eu trato
de rae- lasMiear que nada Ihe devorantes elle me
davedflr de quinhenlos e tantos mil reis, como
consta do mandado execntivo que lenbo contra
elle, e se nao eobrei emquante elle nao alienou os
poucos bens que possuia, foi pelas artimanhas
com que elle sempre sonae jogar.
No anno da 1863, senda elle anda meaor, ca-
[sou-se com uma sobora j de idade sera lieenca
do Sr. Dr. jart de nrpbaos. e por isso o seu tutor
que naquelle lempo era seu lio Manoel Joaqnim
Lobato, nio les quera fazer entrega de sua he
ranea, que segundo o inventario montava em uns
tres coutos do reis, o vendo elle qne eu Ihe tinha
alguraa araizad-, bem como a seus manea por cava
da reoommendacioque delle* me traba feitosr u av
Joaquim Lobato Ferreira, com qnera eu tinha tido
relacSes de negoeius, ede qnem era amigo, pedi-
me para eu aceitar a remocio da tutoria, ao que
eu annui vista de snas rogativa ; e o primeiro
passo que dei foi babilita-lo para elle poder tomar
conta do que era seu, como de facto liabiltou-se,
e do que Ihe pertenca eu nio me importei mais.
Havia uma escrava cora dona lhos em que eue
.tinha parte, esta foi vendida era praca, e ella re-
ceben sua parte.
O quiohao que Ihe tocou no sobrado da ra da
Senzala elle vendeu a Joaquim Luiz Vieira; a
parte do terrena por detoaz da roa do Alecrim.
foi vendida por elle a Traurcio Valeriano Baptisto;
as dividas que Ibe tecaram foi ella quera- tratou
de sua cubranca, entreguei-lba um-relogio que re
cebi de seu ex-tutor Lobato, e nada mais me
censto que elle possnisse.
Ura da disse-me o Sr. Alraeida Lopes, que seu
ex-tutor e lio Lbalo Ihe devia um rslo de coa-
tas que montava era novecentos e lautos mil reis,
quo eu tratasse de cobrar delle para Ine entregar
e-ta quantia, eu. Ihe respond que visi estar elle
emancipado fizesse mesmo sua cobranfa, todava
fallando com o mesm Lobato a tal rospeito, me
disse que a apresentar sua* contas em juizo para
serem approvadas, como de facto as apresentou, e
sua approvacao consta dos ania ; maso Sr. Al-
meida Lopes nao se imporiou com ellas, apezar de
ser avsadp,e manduu-ma citar exigrada do mim
o que diz seu to e tutor Ihe devia, e sobre isto
qne versa a nossa quesiio. Eile obteve do tribunal
da relacao seutenca a seo favor, em cuja accar-
dio ordenava que eu prestosso novas conias.
Estou,, portento, esperando que olla me propo-
nha a competente accao para isao. E', pois, funda-
do era um grande resultado deste plei|f>que ellt
entendeu desenneeituar-me pelos jomaos ; esse
homem ingrato por quem fiz o sacrificio de aee-
- a tutora sopara o .tirar dos apuros en que
rgaaaroi
/olurnessanMos eea Tareatla
Ida idea coa geaeras
-----MUS
<
856
aros.
Doscarra
Barca francuaJ
Brigna inglezJuiitmututou.
nff' Prtogm^B|lWit7Pfwideo.
P** norte-aiBM**4lvid>Tinha de trigo.
Mtoaho norle-allexnar>^ato-^B)Tcadortos.
nteoho '-f'-n W'Mffii jjfcp.
Barca austracaSar JfanHflaMdem.
Lugar inglez-iam fVrw*-i4aaaa
Brigue portusnaa--Saearaoe-idaa).
fcaana norte aamoUrr/fa^iam.
Wa portogia--5flpfr-idaBK
Barca ragleza/.nlx/bacalho.
CUNsULAO PhuVlSCAD
ibnoimenio do dia s a 3 tn-UMfia.
fdem do di 4. ... \ \ \ MfiM
________ IS.S64*03(
MOVMMENTO Df> PflfPTO.
Natos sabidos no da 4
BahiaBrigue escuna brasfleiro de guerra Tomt-
letro, commandante capilio-lente Josoaim
Nolascc da Fontoer Pereira da Coon.
CanalPatacho inglez Juterta, cawtoo Ilaruow
earsa assucar. *
lAraaaiy lliate braaik-ko Graeiota, oapjQ Jb.
. quim Antonio de figanaredo, carga diAreaa
.MarseilleBarca Italiana Terena, capjlio Panlo-
Canesi, carga assneat e algodao.
Otervaeaa
Nio houveram sahidas.

EBITAES.
lar
eslava, nio se lmbrando que paguei e ma res-
ponsabilise pelos alnguris da casa-am que elle
,norava junto com-suamulhur. para^ naoser des-
pejado judicialmente, que depois irte alugue uma
de i.iiha- casas onde monu mais de um anno e
nunca pagou dito aluguel ; consent depois que
alie fosse morar em um dos ansiares do- sobradu
da ra da Senzala onde qsteve mato de dons an-
nos em pagar a diuT-rencade aluguel que perten-
ca a seus manos, meas tutelados naquelle tempo.
j E-se homem ingrato a quera muilas vezes era-
.prestei dnihi-.ir) para occorrer s ^uas neesssida-
des, enjo debito monta era qninhentos e tantos
.mil ris, fura i s juro* vencidos depois do manda-
do executivo que tonbo contra elle, o qnal tendo-o
cu dado pe.hura para pagamento de cusas elle
se "pnoz, em vrlude do qoe eu Iba proptu accio
de compensacao.
Tennra-rei, pois, declarando ao respeitavel pu-
blicoi que rae resta a consola sao- de qae as pas-
cuas que me connotara me fara justiea.
Manoel Firmtno Ferreira.
Havendo a cmara municipal determi-
nado fazer I evaular a memoria campos do Paraguay, convida a iodos o
seus municipios concorrerem com seus
donativos para o fim destinado; bem assim'
convida a todos os Srs. engerheiros para
apresentarem os desenos precisos para le-
var a effeitoesla idea graadiota.
Paco da cmara municipal do Recite, %
de maio de 1870.Dr. Manoel Barros.
DK" liento CostaDr. Loto Moscozo Dr.
Joo Maria Scve.Jos Maria Gandro.
Coturno Ceriaai.Dr. Prxedes Pitonga
I
melhor direceao nesta pane da estrada, contra a
opiniao entio geral que deelarava ser baixo como
a varzea, todo o terreno desde o rio ate a cordi-
metra visinha ; o quando, com os estudos grapbi'
eos, appareceu essa melhor diree-vio, qoe veio
como esperava o mesmo engenheiro, resolver todas
as dilBeuldades e que todos deviam osiim.-.r a rea-
lisacao dessa previsio, foi que contra toda a espec-
lat va nao s o vulgo coma at mesmo al gomas
pessoas quaeslao cima delle oor sua intelligencia
e iostroccao, se declararam era exames era ob-
sen-agio, contra aqnill > que mais deviam appro-
var no tracado da estrada de que tratamos;, e
quando afflrmamos que assim procedeiara o dize-
raos porque a visto dos perlis do^ternrao, de na
simples inspeccio, por estar boje qnasi iodo des-
coberto, e o facto da estrada nao lar sido inunda-
da pela cheia, igual as matares conbecs'das no
lugar, provam que realmente nao honve exarne
nem observacao alguraa, quaalo se dizia que a
estrada seria desfeito pela primeira cneia.
Agora mesmo acabamos de receber e tarobem
junto remeneaos a V. Exc. o auto de vistoria qiie
o contratanto desta estrada mandn proceder e
pela qual nio s se prova qae -a estrada nen
acuna da cheia, como anda que a maior parte dos
rombos encontrados nella foram feitos por raaos de
al gero.
E' quanto nos cumpre informar V. Bxc. em
de^empenho da commissao do que nos incum-
bte.
Defts guarde V. ExcParahyba, 7 de abril
de 1870.Iiim. e Exm. Sr. Dr. Venancio Jos de
Uliveira Lisboa, muito digno presidente da pro-
vincia.
Agradecimento.
Nos abaixo assignados, escrevenles da capitana
do porto desta pn. vinca, deixariamos de cumprir
ura -agrado dever, se porventura nao viessemos
do alto da imprensa tributar as expontaneas e sin-
ceras expressoes de nossa eterna gralidio everda-
deiro reeonhecimentn ao Illm. Sr captao de mar
e guerra e ex-espitao do porto Jos Manoel Pi-
canea da Costa; o qual durante todo o lempo de
sua luminosa admimsiracau, dignarse sempre
(bam que inmerecidamente) dispensar-nos as
maiores e expressivas provas de attencao e consi
deracao.
Exonerado a proprio pedido, o tendo da partir
araanbia para a orte no transporto Leopoldina,
esse integro carcter, es*e destracto esvalheiro,
deixa um vacuo rapreenohivel no amago de todos
aquelles que tiveram a honra ou antes adilade co-
nhece-lo e communca lo.
Nos que guamos de semelhante dita, boje aire-
vendu-nos a offerecer Ihe os nossos limitadissmos
Erestiraos, fazemus votos aim de que brandos e
onancoso ventos o conduzarn ao seio amigo de
sua Exma. familia.
ltecife. o de maio de 1870.Epmninondas Pin-
to Bandeira e Accioli de Vasconcetlos. -Migutl Au-
gusto Vieira d llanos.Antonio de Barro* Bar
reto.
Decio d'Aqumo Fonceea, cavajleiro da iaiparia1
Ordem da Rosa, tenente-coronei commandante
do 1* ba'.alhao de artilhari da guarda naciooai
db munielpio do Itoife. e presidente do cooee-
Iho de qualiflcaeio da parochia de S. Prei Pe-
dro Goncalves.
Paco saber aos qne interessar pessa, qne no-
dla 15 do eorrente. de conformidade eom os de-
c -etos n. 722 de 2.1 de oulubro de Itm, e M3*>
de 12 de maio de 185^, se reunir no consistorio-
da igreja matriz do r.orpo Santo o eonselho do
quihtieacio da parochia de S. Prei Pedro Ooncal-
ves para a revisa) dos guardas naeionaos alista-
dos na mesma parochia :
E para que chegue ao conhecimento de lodos
mandei passar o presente edita! que ser publi-
cado pela mprensa e afflxado nos lugares mato
publico da freguezia.
Quartel do commandn di 1 batalhao de arti-
lhari da guarda nacional do Reeife, 4 de raaio-
,de 1870.
Dedo d'Aquioo Pbnseca,
Teoente coronel presiden*
O engenheiro da provincia,
Domingos Jote Rodrigues.
O ajadaate do-engenherro.
J-hormz Orne.
Anlmtie Polary.
Al-g0J8.
Commissao central de soccorre*pblicos desta ca-
pital em Macelo.
Provincia das Aiagas.Palaaio da presidencia
em Maceiri, 3 de marco dei870.-Rw:erji o ufflc'ro
qoe em 26 de fevereiro ultimo me envin a com-
nassio de soceorros pblicos desta capital, o fleo
r * a,forCs 1Q8 ella tero e'ropregado para a
nsessa dos genero alimeniicius, assn

.\ntoalo Botolho Pinto de Mesquia Jnior,
PUBLICACOES A PEDIDO.
j; 1-----------------------------
Parahyba.
flelatorio apresentado pela commissao de
ongenbeirovj t-ucarregada de examinar o
estado era que flearam as estradas entre
a capital e a villa do Pilar, por occasio
da oKima cheia em 23 de naareo> proitrao
nodo.
N. 119.Olm. e Em. Sr.Em cumprimento da
prdem de V. Exc. constante de officio de 29 de
arco ultimo, no d3 segalnra partimos em direc-
7p a onnajnttO-Sate Amonro afim doaxaminar-1
vi a estado int que fifaram as ostrada desta
ItM-pan o* {tovoado da Oai do Espirito Smto,
^a- era'eraMtonecW desstrfwdido pira a vtrto do
eH doS estraflo3 causados nes-
mez.
Tarrbcm jnntyreaeitettws o crrnaoMrAo dos re-
paros precisos nos itgi reetm^^provtoerhi-
mente na impirtanoraV i*<9!$, e #ds lanc-rs
9e^*" 2-060*, eberar asi-n ooramen d ptssadtco
preciso para ligar a *** da fJrba ponte da
Battlna-na importarjcia'de 9Wf; MNlaa a obra
doencontr enwih'para su* g>MtW, so po
Ifera ser orearla/e feto qartdo o rtobalxar tamo
que possa ser vis sUale.te-nO ragarSs- obra,
alTin de qne ella ebiaVsejatfclbdaofaeTesdrvifJ'tW
raudo satislatori.
Qiiautoasfgondlestraila.esto 4Ua nos mos*
trou precisar sito 46 mais .rbewbsVffbam .(*,
a conveniencia din segrate* itraco%- m
ponte maior de /0 parroos obre o rio ftrrlauito
pelo que proporausV. Etc., rrffe se eWregoe'
oeste rio a ponte de plhfts'qte *W8
nada para o CuriiftiM/akata rio a
como da tonvavei offerta qne fet o gerente da
tampanma Pernambucana, Prandsco Ferreira Bor-
^. etn beoeflco dos indigentes opprimfdos pela
loti Bm:o da C'Mha Fihueirtdo Jmlor.
Commlsslo central de soceorros putfllcos desto ca
plftl em Mace, 27de atril'de 1870.
oni^i^r-~El teaiP0 ceban esta commissao
., 2.a curros pnbllcos o endefeeo de V. S.'
iib'S'iT11^ caul"'la'de 'ime saecas etm ftr-
i.^*-^ d0oa a Provincia par soeeofrer aos
'nargens do rio S. Pranc1?o.
eorr^reSla* ve0 dstd Vfevereiro do
MmMK-.fe*?' e raencl0wl? dba^e referida
ff 5S1?rav fr ***!*** os transportes
M^"^ totm V. S. digno gerente! ao
?**#> d.,3Soccorrds ,pt*'icos.
b*5?W; ^^mi'sao reaetojou-se de ter abBfllUdo'
Stnftr'aMmeWs Qrpiea o> V I! e par
tipado o oecortidO ao'Exn: Sr. presidpnw da
S^S?4nrnSD^
60 palmosipara ote rio yiodoodo ueste 1
aprovertoda a ponte dd'l^iWvjiaap^-geYajJr
tada no logar da bcraW !.*
.1 JC
aproveitoda a ponte d Wjn
pefr copra Jnw*
JUMOS.
doefflelo
or deati
Como Y. Bxc. veta
a 32 de 6 dp corro
estrada sjelta-se
iodepandememnto'-i!.
Jdnto encdnrrjVr "
reparad dos dfrnlb9 '
nos hnc.* recebMoS pfirm
<-ia de MO*.
Agora qoe Hnotdadb cici a ?.''t db
-t nio meT"
guscausan ***m*mmii^Wa\to S^AtSSS3S&^S
Junto wrn vf s. um officio d6Tbm: Sf. nfesdo:
rJSS ^aa?8 V****! oa4 da C^riSd
t>&*dsau{f ***m pra flarem
/^comoWisSrj tBuW'Uhfa&r 'Aoi os
Ura outro riumpho medico.
Cura maravhosa de rheumatismo. Nao ha mo-
lestia que seja mais atormentador! do qno-o rheu-
matismo, nenhuraa lio dillcil dealliviar-e ; com
ludo um caso, o qual* pelo espaco de trinta an-
nos bavia zombado e confundido a faculda.de me-
dica, foi segnndo parece completamente curado.
Os promenores torara publicados era muito dos
jurnaes do oeste, acompanhados de expressoes de
admiracio quanto lio espantoso resoltado. Elles
certifcam que Jonh Boche, de Cleveland, Obio, de
-56 annos de idade, bavia durante a maior parle
de sua vida sofTrido tormentos os mais terriveis.
Os meus membros haviam sido submettidos aos
maiores tormentos e contorcoes peni veis seguido
de contr.ic^oes musculares, al que as juntas dos
joolhos chegaram ser dotomaeno da cabeca de
um homem ; e os dedos todos encolbidos e '.ortos,
at que raais pareciam as garras dt uma ave de
rapia do que mios humanas: emqnanto qoe uma
tendencia escropaulosa derramada pelo sangaa,
claramente se mostrava pelas ebuiiroe e pstu-
las que cubran) varias parteado s-u corpa.
Nesta misera eondicao elle principiou a fater
uso das plalas assticaradas de Cristo!, em con
Ju necio com aquello grande antidoto do viras de
escrophula, a saisaparrilha de Briste. Onxa fras
qninhos de pirula e oito fraaee? de satsaparrilha,
o allivaram inteiramente de todas aa adras, os
sea membros e juma* tornaram aa saa astado
natural e prasentomento acta-se boa de sade,
contente e alegre, tratando de sua va.
Estos pilnlss acbam-se tin adnrkvelaenta
acondicionadas dentro de vidnnaws, doserteqae
a sua conservacio 6 duradoura em todos os cli-
mas. Ambas estaa medicinas se aefeam a venda
era todas as principaes lo/arda drogas.
DECLAMCOtt.
Imperial e real consulado da
. Austria e Hungra em eter-
na mbuco.
Pede-se.a quem poder dar noticias exactos da
subdito ungaro por nome Jos Ziffer, annos ee-
ado au Brasil, de communca-las ueste censuto-
0. Como tembem nio se duvda dar ama recom-
pensa, se for preciso, paraobterem se mais fcil-
mente as noticias que se pedem semelBante res
peito.
Pela secretaria da cmara municipal
desta cidade, se faz publico, qoe contina
em praga no dia do eorrente, tmt ser
arrematada por quem menor preco offere-
cer, a obra do concert da ponto do Madu-
ro, oreada em MSfinDs
Secretaria da cmara municipal do Reei-
fe, 3 de maio de 1870.
No impedimento do secretario,
O official-maior.
_________Augusto Genuino de Figmredn.
Conseibo de compras navaes
O eonselho no dia li do correte mez, a vista do
propostos recebida* ato as II horas da man (toa e
sob as condices do eslylo, contrata os servione do
barbeiro enfermara de marinha na trlmestro
crrente, e o fornecimente de velas stosnna to
oito em libra para completo do de vivare ate. ac-t
navios da armada e estabelecimenlos o> marfoaa
no mesrao trimestre : as velas proprias .para lan-
ternas ; assim como promove a compra dos ob-
jeetos do material da armada segu te : 2alm>-
tolias de fulba para azeile, \-> handeiras nacin. <
de S pannos, 100 brochas snrudas, 30' eadarnafis
bromeados de 4 a 12 pobgadas, 12 carrmhos o>
mi, r20 bracas de corjenie de ferro de 1(2 aoie-
gada reforcada, 2 pecas de encerado, 5 arrotas
de estopa de algodio, 10 flmulas de navio, 6 fil-
ies inglezes tendo cada um 8 pos de oraayrlmeal
e 6 de largo, 8 arrobas de miartar, SO mooes
bromeados de i a 12 potogadas, 2 coates de ai*
canee, 12 pedras de amolar de 3 ps de dimetro
e 6 a 8 potogada* de grossura, i arrobas de pl-
vora fina, 109 pratcs travessos de folha, 00 ra-
mos de tala, 10 duzias de taboas de piano de re-
zina de 3 polegadas, 10 dalias de taboas de pie
carga de 1 potogada, 2 pecas de tapate, 1.000 u-
jolos de fug, 6 vergonteas de pioho par paos da
cntello, tendo de coinprimento 3b' ps e jtmssara
no meio de 7 potagadas de (harnero o aergeo-
teas de pinho para nastros de escaleras, atado de
c-imprimenlo 25 ps e grossuia do meia> l|t Re-
legadas de dimetro.
Sai dassessdes de eonselho do compras aavaos
2 de mate > 1870.
0 secretorio,
Alexandre Rodrigues dos Antes.
COMMERCIO.
Pela recebedoria de rendas internas gerae*
se faz publico, qoe neste crranle mee de mato
qus so Suda o prazo em qne os conlribaites do
:imposto pessoal. relativo ao segundo semestre do
pxeretoio eorrente, entre os qoaes se oastpirto n-
Jem o* empralos pblicos geraes, provjaieike e
ounicipaes, teem de paga- lo bocea do cofre e
: ivre ue multo, e que lindo o referido praso, ser
cobrado com a molla de 0 por rento.
Recebedoria de Pernambuco, 2 de majo de 18711.
0 administrador,
Manoel Carneiro de SMM tctrd.
rRACA 00 RECIPE 4 DE MAIO.
DB 1870.
' AS 3 I/i BOBAS DA TABD1
.Asair aascavado purgado regular#850 pof
Algfldao sem inspeccio776 rs. por Ktl.
lum sobre Uares 90 d|v. 24' 3*8,24 pl o
24 3j4 por 11000. _
.Cantlo sonre Pars99'djr. 3|0 P- if franen.
Cambio sobre Portugal pagavel cm Loadrfls 90
Frcte para Marselha30 (raucos e 3 OJO
-JoncalioJos Alfonso,
Presidente.
Ssqutta Jofaidr,
Scretaro.
ALFANDEGa.
.teadlntontoodraSaJ. . -
dem do dia 4..... *
MfJVIlRIrro tt AIA
foi tunes aotrados com fazenda
SANTA GASA BA MtEHICOUDlA B
REaPfi.
A Iilm.a. junto administrativa da Santo Casa da
Iliserctrdia do Reeife manda fazer paMieo que
na sala de snas sessSes, no di 5 do malo, pojas
V horas da urde, tem de ser arrematada a'cajeta
raais vantagens offerecar, pelo tempo de om a tres
snnos, as rendas dos predios om seguida deelara"-
ESTBELECMEim) 8E CAttittWt:
Ra do Padre Floriano.
lem dem n. 60........ K7400t
PATRI.MGMO DOS ORPRAS.
1 Roa db Vigario.
Frimeiro andar do sobrado n. 27 .
PuaDIreito.
Casa terrea o, 33 .
Ra do Rangel.
Casa terrea n.S8.......
Ra do Pilar.
Casa torrea n. iQ2 .
Casa terrea n 110.....
Os preteudeotos deverio apreseptor no 1
~\ das suas fJaacas ot caaj
mpanfrado dos respeeuvus fiadores.
Uri da Sante Casa da Mserjcordia do Ra-
X de abril de 189).
n Ooscrivao",
Pedro Rodrigues it Sania
ttMMo
-----
I
.
.


\
*

fi


IMo de rft*ti&ai>ia 4*. Qniuta toa 6 de Afeo Oe 4970.
-s

Inspeoqio do menahde
fcr
*-? ci.iaaMy, .ctddelras, yearettats^
esa-
a
Mita o ancor* ** *-
sstada.dikpudurorees vapores titulan no serw-
"C cal fia-ae uiupregam.
lRsPec$ do arenal "de rr arlaba dPernamnu-
t de mato de W70.
G inspector, i
. __________ " A. Barbos Je Almeja.
Siiata feas do Recite
___-"? **r octfc se faz publico que film. Sr. tbesoureiro
jeeamondador Jos Pires Forreina br pagamento
:a*ama que se apresentarera eoaJnzindo ascrian-
3*5.buu Ins-foram oootiadas, no da 9 do eorreo-
tpelas (joras da inaahia, Qo.*alw*irata dos
expolies.
Secretaria da sama casa de misericordia do
ectfe 4 -de maio de 1870.
O armo,
_________ Pedro Rodrgaos de Sooaa.
De ordem do lllm. Sr. cwnselbeiro inspector
niathesnuraria de hienda desta provincia wfaz
(publico para eonhecimento de inrtro iieterefisar,
que as_2 horas da tardo do dia 3_ do -corrente
icz irij praoa pira surera, arrematados ptrante
a junta da nresma thesourarla, por qem doy me-
os izer os concert* de que precisa aMa de-1
minada le da Seiwubro, oreados m 6:iO87i0
-frrme o ornamento e olausuias especiaes que
naro franqueados aes pretendemos na secretaria
1 dita thcsoitraria. Os licitantes deverao se ha-
W litar previamente, mostrando-st autrrentieamen-
*e taembatapidos e qnites. Unto pan coma fa
cnda e?ral como psnu a.provincial.
Secretarla di thvsouraria de fazenda de Per-
au.huco i de maio do 1870.
Servindi* do otke.ial-maior,
Hanoi I Jos Pinto.
COMPANHIA PEUNAMWCANA
Navegando cosittKkw vapor,
fr^ttWamfi te Jallo, sepirs
w?
if gaeirAV ees-par* Jores, tarta!)
to, os qoaes so rao ver didos no rifa
"MPWh -di ma).
Por rateMMHUBAafaae I
rita Hi Cadta-
>mfta*rt*iiS'fWo!%8 -ni'itoMo'
rano sera wndjdq i
tvAiimiriK/
adido aa reserva de preco e ao
dad
da fhfta, atai esariptorlo da comprobia no Fort?
oo'iattos n. y*._______^^
fc3_ftlNHU PffllNAMiUC&UA
. fmnlfWios totes
DE
L
UTaregatHo crrstelra lOT vapor.
Goitina.
6 rilKT'Parhffba,?e$tiiri para -
porto cima o> da fi do correte
as 11 oras dan m" te.
R-cabe carga, ejicummci.das, passageiros e di-
tMielroa frete no escriptorio do Forte do Matto?
n. II '
'60MPAPHIA PERNA1BC.4NA
Navegando costeirapor vapor
Macei em dlreitora e Penedo.
OTap-ir Qiqui, commandante Costa, softni-
r para o? nonos cima ao dia 7 do corrente
s 4) horas da tardo. Recelw carga at o lia (i
eneommendas, passageigeiros e diaheiro a frete
at as 2 horas da'tarde do din da sahida, no es-
criptorio do. Forte do Mattos n. ti.
iodo
laitv
________W)<(> hor;
pr.ere^io^ ajenie. Piato.
visos mam.
Muat(?a.
He un sobrado de doas andares e solo
do -Livramento o. f-i (ler'reao proprio),
blw a Ijiz V com 15 cadeins do gnar
i ditas 3e brae0. u,n w''3 e ^ eonsolos
pelra, S guaras vertidos de amarlo, un
raior do dito e i uai puarda Jonga.
cabnulets aoier canos de 4 rodas com col _
e asseiitoispan 2 e 4.pahuas, com os compet
tes arreiw um cavaJU odo ebom para
briolct.'
Si^ta-feira '6 fl correte
0 feote Mal litis far leilio eompeieotxau
aiuorisado,
  • predio, rioYci* r cabriolis ae*
    nn segnndo antar do dito sobrado as II horas
    dia. Os pretertJeoiwpodein otder qua!mer
    forroaci do referido ^entu-
    ma.
    ODr. Carol.no-FMah-c'ii!(-T,1a:,i Santos mif-
    jou sua :rp>lencl!r- calatori para ra do
    nnperador n. liT 2-Xndar qos.radp*ojn arma-
    tem eons^r.i afft.r |.M<>-i> notne 'de -Alrariva -
    :endo a entrada, jie e prK, IkM da iwnie Sete de
    setembro, o mesmo hmero J57, da frente. Ah
    onimnand o d)tn'|)r. mo exercicio de sna pro-
    Sallo'de ffioaic^ le *, operaar. pMa-aenBfocn-
    Mdo a qna^u.-r tora#< a e la- nwie.
    No armMEi.datnvrsa-doCoipo Sanio o. 35, ta Srtfcpfc um complei
    jortimento de objeclosrplta carros, e jue se vende fot preces mui|o rasoaveis, twaao
    Mjam
    *5K
    re dj ttcmiic a
    *-
    IIJSIS MARTIMOS.
    Ki' r/e Janeiro
    Pretende sahir etn peMM dios para o referido
    pn-o o veleiro pataeio brasileiro Protector, por
    4cr a mai pira nponco que Ihe falta e cscravos a frete
    ir? ta-se rom o consignatario Ji.iqnim Jos Gon-
    s^iives R.'lran na do Commercio n. 17.
    fIlRLNMIA PEltNAMRIJCANA
    DE
    Varejpifo csstfelra por vapor.
    Parabyba. Natal, Maco, Mossor, Ara-
    caly, Cear, Mandali, Acarac e
    Granja.
    O rapnr Pntrngi eommWHtenu
    AzeveJo, seguir para os porta-
    _ cima no dia 14 do corrente a* 5 hora;
    la urde. Recebe carga ot o dia 13, encoru-
    >n ondas, o passageiros e dinheiro a frete at a;
    horas da tard do dia da sabida no oscriato-
    rio do Feriado Matt^ n. 42.
    de fazendas geraes.
    A G do corrente.
    O aseste rtireira fu leilio por orden d>sSw
    Perreira 8t'Mattteaa, de porcoes de Mentas e ou-
    tras meroadorias. remanescntes da e- ,'ineia firma
    dos Sr?. Lip" A QNveira, sen lo porft tudas
    proprias do mercad-.
    S^ta-feira
    as 10 huras da manhaa no anrmem de ditos Srs
    Ferreira & Matheti", roa da Cadeia.
    DAS
    Messagcrics imperiales.
    Atr o da i'l lo corrente mez espera-se da En-
    eia o vapor franct-z Sinik, o anal depois da de-
    nfa do co*tnme p?;uir. para fluenos-Avres to-
    cdi) na BaMa, fi;o do Janeiro e Montevideo.
    Para c mdii'.-. ivt's l i a i aa a GoaHnereio n,!).
    Atolil: il i Qtrrente r.iez espera-se dos
    : ib do snl o vapor francs Amuzone, coaman-
    mole irit. o qual depois d demora do costume
    ::r para Bdraeos tocando etn Dakar (Gore)
    -tv.:i.
    Vr;-. condiro -. frer* epi?sar;ens trata-so
    anesria raa dn Ci-n?inercia n. !'.
    coMTO mmi
    VE
    na
    Fo to porLisuoa
    Deve seguir mpr< terivelmertte at o ala'8 do
    orrente a barca pnrtngaeza Nova Sympatkta, de
    I' classo e marcha por } lera bordo quasi toda a
    sua carga : pan o pouco que anda |ide rcber
    e befli assim para passigciros, aos juaes offerece
    ricos e excelletites rommodos, trata-s. cm Bil-
    iar, OliVeira & C, ra do Vigario n. 1, primeiro
    andar. _________
    Rio de Janeiro.
    Para o porto cima segu em poneos dias o bri-
    gne nacional Isabel, tem prompta a mainr parte
    do seu earregamentii, para o resto que Ihe falta
    tratase con os-consignatarios Antonio Lufa de Ol
    veira Azevedo & C ra da Crnz n. 57.
    Kio de Janelr* .
    Com este d-'stmo fnciona partir o patacho na-
    cional Villa do Conde ; e para alguma carga ?.
    frete que nPaWstta, trata-se com o^ consignatario>
    Amorim IraUms it C, ra da Cruz n. 3.
    Ilha de S. Miguel.
    A escuna portngueza Das, segu aestfs poucos
    dias para o porto aeioje e para o resto da carea.
    o passageiros para os quaes tcm bens eonunodos:
    trata-se com o seu consignatario Joan do liego i
    Lima, rna do Apollo n. 4.
    Para Lisboa.
    Vai shir com hevidade o brigue perlngnez
    fl//ii Figiieiirn.'capilo Carvalho, para carga e
    passageiros trata-se com E. R. Rabello A C, ra
    do Ounmercio n. 48.
    de camisas avariadas
    A 6 ) confute
    O agente Ofiveira fjr teilio piir-canta e risco
    de quem perieneer de una eaixa citn cimiss
    do algodio avariadas, sob roarca CMC n. 314,
    viudas do Hnvre p*-lo iiai francez Fujaro, capi-
    to E. Nutre, entrado neste porto a 21 de feve-
    reiro ultimo.
    " Sexta-feira
    as 10 hora* da manhia no armazem d<* fazendas
    dos Srs. Feri ;ir;t .Matheus, ra da Cadeia.
    'Compraarse nVintre.H h laadniKis de raro-
    bccbU dnra_aopara'# renafrn .o5c>dejta estrada:
    Jmta-se n rna Klencia, das 6 "horas da marta s 6 da
    Ijtfs diaairteis. rT _
    n s^rtiateiAi..
    xWvde Abre-i Porto.
    Falfliilo"foii busa dr-ttifv(h). iMinrietente-
    ite hab Ufado pefc direcirtrfa feral de fnstroc-
    i uiiL-lica para er itiar parHcabriaente primei-
    6tra:'. avis.i aos senliores "tnii* de familia que
    Wm*m aula nu ra i siMpeao n.S8.
    da sua residetirfia. Nesta nl ead Mnrnmi
    gara mea*!dpient(! o modn re^> de 4*000,
    Jo pap-'. neWia e tMla.
    Vatiroetas de lastros, grandes v rr/ito boas.
    Solas tdem dito.
    Olead.) preto e do edres.
    olleiraa de lastro o que ba de mlhor.
    Onan)t;3e8 de fino l;i(3o para arrei >s, compleNte.
    Lajiternas e velhis pan as ojesmas
    Bixos patentes para seto.
    Joaquim Lopes Mathado C.
    le 5 barri -ora b nina de p or-
    co de SSulliaiore.
    SfXta-feira C dn^ corrente.
    O agjnte Poatana (ara lailo por conta c risco
    de quem MHMCtr de oO barris com banba de
    poreo de DalHmore, no dia 6 do corrate as 11
    horas da manliaa no armazem do Annes defronte
    da alf.indegii.
    Paquetes
    &
    vapor.
    Dos portos do norte e esperado
    Sirr^'~xr'^- a,l! ^ V "'^"iV;$*. -"1"'!("> commundnte o primeiro
    &^m lente Jase G. Ouarte, o qoal
    lft^ depni d;>. 'd 'mora do costume
    i p ira i .: ;'' do su!.
    I ja r bem-ae pasaaffeiroa e engaja-se <
    o vapor peder eondour, a qual deven
    p ada no lia de son ahogada. Encomraen
    . dinheiro a freteatas uas horas do dia d;
    -.'ida.
    e reeebcm como encotnniendas sanio ob-
    teno valor o que nao excedam a i
    Be peso i-1H palmea cbicos do mdi-
    <*
    rudo qne passar dejtes lintol dever ser
    '. in ijts ::"ga.
    ^reaine-Be aos Srs. passageiros que anas pa3?a
    Kens ssoreceorn na agencia ra da Cruz n. 57
    < aaiar, escriptdrio de Antonio Luiz de Oiiveir;
    *te>vo&C.
    mm\ mm\m
    RE
    Paquetes a vapor.
    Dos portos do sul espirado
    at o dia 8 do corrente o vapor
    Guvr, commandante o capillo
    teen te Pedro II. Duarte, o qual
    dt'|iois da demora do costume
    gttir para os portos do norte.
    de j receWBa-se passageiros e engaja-se n
    i queo vapor-poder condnzir, a qual deven
    vxt embarcada no diadv- suachegada, Encommen-
    i'- 2 dinheiro arelo at a*. 2 horas do dia da sua
    la.
    Nao se recebem como eneommendas senio ob
    ' ctos de peqaeno valor eque nao excedam a dna
    ;r;obasde>pino oa 8 pahnos cbicos de medicao
    ?udo que passar destes limites dever ser embar-
    cado .-orno earga.
    Fro .','ensrs se recebem na agencia^ roa da Cruz
    7, Io andar, escriptono de Antonio Luiz de
    Miveira Azevedo & C.
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    DE
    Wavegaeao costelra por rapor.
    Porto de tiallinrias, Rio Formoso e
    Taaundar.
    O vapor Parahybt, seguirspara os portos aoi-
    .r.a no dia iO doWrente mfeianoite. Recebt
    carg, encommendasyiassageires e dinheiro a tfe-
    < no escriptorio doTorte c'.oWattc^ n. 12.
    Re ebem-se prpostas para (azor os concer-
    t--, d- que precisa o brigue norte-allemao Au-
    justo entrado de Buenos Ayrcs-ccm agua aberta,
    iirtforrae a nota dos peritos, qne se sena a vista
    dos concurrentes no consolado da confederacao da
    Allemanha do Norte ate o dia 7 do corrente ao
    : ic dia.
    Porto por Lisboa
    Para os portos cima segu com brevidade o
    palhabote portngtiez Eurico. lea a maior parte
    do seu carregamento prompto, para o resto que
    llo taita Ifta-se com os c-onsi^natarios Antonio
    Luiz de Oliveira Azevedo 6 C, rua'da Cruz n. o7,
    1 andar.
    IflUD
    De
    BE F
    MllalE
    Furstenberg Flack & C, levarao a leilao por
    intervenro do agente Pinto, um completo e va-
    ri ido sortimento de fazendas inglezas, fraacezas,
    allemaes e saissas, existentes em seu arma tem
    ra da Cruz n. 34.
    Principiar as 10 horas.
    dEviias na fnaporaneta de
    S4:e?&!f rs
    A 7 do corrente.
    Em cumplimento do rrspettavel despacho do
    lllm. Sr. nr juiz de direitn especial do commer-
    cio c.ia cid.ide. a requerimenjo dos administra-
    dores da masca fallida'do Antonio Pedro d<- Mel-
    lo, o agente Gftveiea far Uila.. das dividas do ar-
    mazem riemmiiiado Liga, na importancia de ris
    Jl:41o,5i4'i, e da? do arnmm Duas americns
    importando em 3:3M^670, seurto parle do activo
    da referida massa e cojas relarCes te. aetiam em
    poier do dito agente para seren previamente
    examinadas pelos pivhinSleiite.bcm coeno noacm
    do leilio, o qual ter lnc?r
    Sanado
    ao mei" da em ponto, em seu e-cr;-torio rna
    da Cruz o. iU, 1 andar.
    u
    Has e^sns ie.-rev a ISaSsa
    verde (juapaos*.; ,
    O agente Puntual iompetentemente aotorisado
    vender em leao dnas casas terreas edificada!
    i em solo propriu ns. 2 e 4 na Saix i Verde (Ca-
    punga) junto aponte de madeira qao val para a
    estrada do Mauguinho.
    Segunda feira Ti do corrente.
    No Io andar do sobrado n. 6i, a roa da Croa,
    as 11 hora?.
    i rna da Cadeia n. Wprecisa-sede nina ama
    Mba milito eem coxinliar, p> cas de ho-
    sol eifo.
    --/ -! I ..............--Mil
    ProwaVirdt' umfejtor ipie entena de tfi-
    de sitio,Jx>ria-n jardmi : a rotar no mesmo
    rio C-irredr ditio .A:;.
    sJBHHBBMBr-
    Jo '; di Silva l^iyo niand dizer umn missa>ela
    alma da Kxm:i. Wu. D. CandMa Ajosnba >e Bar-
    ri9*. s 7 horas da^nianna d> dia i> do corrate,
    etin i du do shix p.is*amno, na rreja de S.
    Ji>s o Manguinho.^ara o que convida os paren-
    tes eUedicadoj d-!Vvirtutsa senhor.
    4 I) cominond iliT Vsii Carnudo rrfttiar, ftthns, R(ora eXnetos agMdeeeea>
    SjO o pareates-iii- sua mezada laai, si>nra e avw,
    elojonsinjiiio q:*i IIh-s flz^ram oV iissis^r as ese-
    qiii*feils.s ao cadver rfcrmesma ; e de novo ns
    con'dam a a>a*|fr' a .rniVa do" serillo da. (|ue
    teri ug.ir na |iiii)'.i-'ei!-a " o tuaio, pelas 7horas
    da inhaa, na matriz (le Safio Antonio.
    Peiie-se ao Sr. Francisco', de Assls C^bral e
    .Mel! iMKMgeiro do vapor iogly. Br>aro. o favor
    de h ndar eutregacao Si- Faq\iseo Ignacio T\
    noo do Sooza una en^ominenda que troaxe de
    Lisb i,.em e.isa de Prente Viaoaa.de c, ruada
    Cadi > n. 6'
    O.Sr. M AJeucar digne-se eomqarecer na rna
    do Vigar.* i? aliin de dar o devido, recompensar
    e saRsfajev-e.--pr,r Jciao^A HabaUo
    O aixeiro.'Jo.ujenm J.'Mina Dias.
    rewM'sa nV uoia criada fe hoa conducta
    para edo o servico ordinario do urna csa : a tra-
    tar 11 ra da Cruz n. 20, cu.ua Captmga, port)
    Lase rre n. S.
    ise
    de fazendas avariadas
    Hoje.
    Quiota-feira 5 de maio as 10 horas
    em ponto.
    O agente Pinto far leilao por conta e risco de
    quem pertencer de 3 fardos marca BOVns. 1137,
    1138 e 1141 de algodoes do listras avarialos a
    bordo do vapor inglez Kepler, a* 10 horas do dia
    cima dito no armazem dafrna da Cruz n. 34.
    leilTB
    ile
    De 344 caixes con aaassas
    nerv sortldas.
    HOJE.
    Tisset Freres farao leilao por interveucao do
    agente Pestaa e por conta e risco-de quem per-
    tencer de 3't 4 caixas de massas sortijas de nerv
    parte com avaria de agua salgada viuda- pelo
    navio austraco bacra Pamglia, as quaes serao
    vendidas em leilao do dia cima quinta feira " do
    eorrehte as 11 horas da manhaa no armazem do
    Annes no largo da ltandega.
    IffliO
    De 50 volumen com porcelanas,
    rldroA. crystaeae figuras para
    Jarata.
    Constando de
    Apparelhos de. porcelana para cha e j antar,
    brancos e de cores, pratos, chicaras, bules, man-
    Os
    puil
    <_ne
    >:
    jntj!
    O abaiae a.tsgiiiido pede ao Sr. Antonio Au-
    gusto da Fofweca. a (ministrador do comiterio, que
    nio coosmtt' linar os ossos de l eniardtoo Fran-
    etsce d Aze*edi> Campos sem nie eu esteja pre-
    sent.
    Joo*V>m Fernn*! de Oliveira
    A pessoa pie trotive a prna d.ircelioa ra
    ilo rijo n. 2ti, mieia lera binJide de apparefler
    na i o n \m-. fe-Ir r n n-'coci.i.
    dvatxo aisignados prcrithtfty ao rssoeitave!
    oc com e.-pe-ialol.-.de ao carpo .-orinercial
    o existe o:-si;i (jrai_a e nenj fura dalla fotri
    (le si i.-i-it >. as-im e iuio li;ni..s l;,i doeamento
    de q lewjuer natureza; %m tudu sealgncn m
    t.-'n direitos por ;< titulo, era a honda-
    a- apiv*e;itar no praso de .' dia-, a contar
    :. lio preeate annuio ,iara s-rem verifica-
    li--.iie & de mal o de Ifeo.
    oimaiYiei \ Frertas.
    fcecisa-se de un. atna'ss-idor : na padaria
    io '' i rfeingej ti. SJ.
    ,Peto pr em quilqner lempo ipie appareaerem duas leer?;
    de meo saque, aceas pMo Sr. "Joilo llufinn da ja
    Silva, da qiiait'm >il:i84i*i cali unn. datada; 9
    de 24 de outu^ro ue 1868, a 12 e 24 uw/.^ de
    praso, e venciveis ero it d outubro do 186'J e 24-
    de outubro de 1370> cujas letras aerdi juntamen-
    te com urna carteir e ontros papis, de cpi-- j
    preveni o aceitante, qe- leddo firmado novas te
    tras, est por cmseg'infe cenlo c!e pagar ai te-
    tras extra vi idas seja a pirtador quem for eme
    qualquer (etopo que -se apresentare.
    tes Hamos de Oliveira.
    Fujrio do ngeeno Cabeca de Segro ei ds
    de novenibro do anuo pttssade. o seravo de nomM
    Brnflo, cabra, idilo 38 ams, altura regular, r.-.s-j Offerece-se urna ama para ca-a de-temen
    to descarnado, urna marea ds renda na usa, en-1 oWro : aftem preciar pro'.-ure ta ru lnnrial
    IJIK!
    Ib travessa (te rm
    das Cnacs r, 2, pri-
    meiro andar, da-se di-
    nheiro sobre penliores
    de uro, jrala c brilban-
    les, seja ftol for a qoaa-
    I lia. Na mesina casa co-
    pram-se os mesnios e-
    J laes e peers.
    Mmmmmmmn
    t-m cnidado n** <-aas que tima cunta.
    costada ao caberlo, pes Urgos e grandes; onsfa.- p. 8S. cusa terrea urna aira muo lirnpi e
    j ler andado em S Boneiieto, on it; bW% pres-o -
    sollo por duas vezes : quem o pegar, pode leva-I*
    ao dito engenryi, iki ao teeife, ra da Se.nzala-no-
    va n. 38, qne sera irenerosameme reC'pnpen-atlo.
    - 're : .: s ile tima ama para o Servigo de
    ana familia^ nreferido-se escrava: na ni
    nuf rte iJaxias (antiga do (juetmade) n. :j.
    iAii'e! Minteiro da Cuaba, com laja de fifeei>
    das a ra Nova o. 48, previne ao pnilic.- e espe-
    tal gotn aos m";1- fr'-aoezi s. ipiu aapadio e--!a riacinwnte i Sr. L nirenoo do Freilaa Guima-
    raa un da l'1 di ri rrcntn ; oor isso avise que
    nin; ai pague a o mesmo Guhnsraes qualquer
    con ..-e pena ile ludlidade. Outro sim declara
    maca autoricen o inesino seu es caixeiro a
    imaesquer (Maotias emprestadas em seu
    que
    Do patacho
    O agente Pontual
    vender em leilao
    J
    nacloual Adelina.
    competentemente autorisado
    patacho nacional HaVtiaa,
    cu todos os eus pertences dos quaes existe a
    rela>;o em mao do dito agente, podendo desde j
    ser examinado o patacho (qne se ada ancorado
    neste porto) pelos li uantes.
    Terca feira 10 do c rrcnS..
    No l" andiir do sobrado n. 62, a ra da Cruz,
    as 11 horas.
    LEILAO
    DE
    Pianos, movis, ferrarens e velocipedes.
    A SABBR :
    3 superiores e bonitos pianos fortes de 3 cor-
    das e de armario (nevo.)
    42 caixas com 98 duzias de tnico para ca-
    bello.
    100 duzias de ps de ferro (americanas) cora
    cabos cartos e compridos proprias para agricul-
    tura.
    88 duiiaslde masados americanos calcados
    d'aco ecom cabos.
    12 velooipedes de i rodas.
    1 oaixa com biombos.
    80 caixas com cabides para segurar roupn.
    30 dmtiaa de eadeiras cora assenlo de palhinha
    e de pao.
    10 eanhetes com laxas proprias para seleiros e
    tanwraqueiros.
    6 caixas com pregos para barricas e oatros
    rnnos artigos qne estarao patentes na occasiao
    .o leilao.
    <5
    ir. afnicl Eindmo fleco Valenca con-
    inua a-(ires'.ir seu* Si
    ua 'a Caiiib'; do Cari
    rvjcos
    ao n. 3
    mdicos
    1.1 andar.
    0 admirador !
    Nao sabes 1
    0 que colleg.-. !
    0 hornera, uooj secretario !
    0 que me dizes! Oh I que uicria, por isso
    q' no domingo elle eslava uo meio do quadro
    fado papel de bobo ; e vejo pelas paredes pe-
    daea de papel pregadas; porm, nao me foi pos-
    sivdcmnprehender, porque escrever assim...s
    ratona guella do gato, ou Mariquiuhas no dan-
    cari
    -f Collega, por isso quo a nossa sociedade
    senrire anda de di a ule para traz como caranguei-
    jo. orque urna cousi dasta*, causa admiraeo.
    1 :alt, de 1870.
    O estrivao,
    JOtii.
    Mofina.
    Joga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira do Mello,
    esivo na cidade de Naiareth desta provincia,
    o ivor de ,vir a ra do Imperador o. 18, concluir
    aqielle negocio que V. S. se.comprometteu reali-
    sa( pela terceira eliamada dost jornal, era fins
    dedezembro prximo pastado, e depois para ja-
    nero, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
    e |or este motivo de novo chamado para o dito
    tuo. pois V. S. se deve lembrar que este negocio
    de mais de oilo aauos, e quando o Sr. seu fllho
    se achava na estndo n'esta cidade.
    Precisa-so alugar duas criadas para casa
    de n4a.pequea familia estrangeira : dirija-se a
    ra di Cnu n. 4, armazem.
    Sociedade Recreativa
    Jisrentude.
    De orden do I Im. Sr. presidente rrmvd ru
    Sr. oems para -o ivotirem em sess i traordi-
    na ia de assemila aerat, domingo 7 do corrente,
    as 7 Jioras da manhifl, alini de tratar-se da dispo-
    sieao d> art. l>t dos r-sftttnM**.
    Secretaria da socMMto Heereativa /nvaatudn
    de maio ce 1870.
    F. Peixoto,
    1 serretarm
    l'recisa-se d um preto de mua idaie oa de
    mu moleque pfcra os servaos internos o externos
    de casa : in rna df Rnp'uWor n. 71, 2 andar.
    Fugin do cugenoo Campo A'egre nu v, i
    corrente o enerara crioulo de nomo Jeconymo, cor
    preta.com airaos Je idal, altara raglar,
    Anda fngido pelas ras esta cidade de
    Olinda ocscrav David de naci Angola, repre-
    senta fcr 40 anuos, alto e ch*ji.> do corim, tem
    PPefj *m algins cabellos brancas :>a barba; ps
    grandes .i gr >-sas. Boga-se . os eapilaes de cam-
    po e as aotoridtdw pi>iieiaes i*ufo aprein''!! i
    levt'iu a ens; di Sr AiSonio- V. da Silva BSrrura,
    na rna ti a Cadeia n. 4, onde .-n-rao Peni reiorape-
    sados.
    Preeiaa-se ,le um raixetro i:ie eiitemt tte
    pharmaeia : na badea da ra do Cabrtfi n l-L
    AliiKi-sc
    Grande sitio na Torre a tratar com Andr d
    Abren Porto, m ponte do niesgjo lugar.
    Pedido.
    Pede-se nBcarecidproenle fs a*sim) aos renho-
    res abniao n>"n.-io.-ia>is se digaett por especial
    obsRiuie-de viretn renltear aqnMo qne teetn pr..-
    raettidopor dirrs.is v,;-s, |,I1S j ternpo, q vis-
    to que o nos.ei negocio .. i'' ntre.-s ^;ira m
    Uhospeoucnos, feio tincara, >* bem MMaT nao ^TiJ^^'J2L "?, !" S^Sf*"*^
    ten. falta'd-i denles, e.padado e multo esperto- hreve, adve.f,.:., ,,rem, ,.H llao retiram. --
    coj
    VIL'
    de
    , i i! oe iLi-, r-iiau.iuuo e uno ciieno :____ ....i: i __.-
    joescravocomp'reiaoSr. Jos EsperidtSo Xa-' ^^T'-SrT^^^'" "^ A'
    r de Lima por procuracit, p ir ser dito esemvo *"" b lmno Bandera de Jezo-
    um seo prente morador em Beterros : pnc- a fif -^| Jza
    alquer auloridade a prnao do dito wravo e | Jos An,^v Jv
    mesmo aos sentares capitaes do campo ou mesmo |
    pessoas particulares nao sa.isfare as de.spezasda
    tomada, sendo entregue no mesmo engenho. ou n<<
    Hecife aos mona correspondentes Corroa 4 C.
    Manuel Oavalcanti do A. Silv.
    Precisa-se alagar una preta para serrino
    intqrno e externo de casa de pequea f.unii: :
    na roa das Crrizer n. i.
    I'reei-.. -e de in.i ama para ca-a do peque-
    a familia : oa ra das Cnue's n. 4.
    $
    O baclurel Joaquim Francisco l*aes
    Barreto tem o seu escriptot io de .dvoga-
    cia roa estrena do Rosario n. G, I* an-
    _ dar, onde pode ser procurado das l horas
    MI da mauha ao meio dia, e das 3 s 5 la
    5 tarde.
    o Mw anda Guirc-xaf?.'
    Luiz de Franca. Belea.
    %-mi(.
    mk DA FTDM
    Aos 5:0005
    Bilhetes garantidos.
    i roa do Crespo n.23 e casas do costme.
    O abaixo assignado, tendo vendido alm de oa-
    ras sortos, 1 meio n. 2140 com o:00tt. da lo-
    tera que se acabou de extrahir a beneficio da
    igreja de Santo lAoienio de Itamb (14o')> convida
    aos possmdores virera receber na cooormida
    de do costume sera descont algum
    Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
    tidos da i" parte da lotera beneficio da tr-
    manda'e do Senhor Bom Jess dos Passos da ma-
    triz do Corpo Santo (146"), que se extrahirqoo-
    ta-feira 12 do corrente raez.
    PrecosOs do costume.
    Wanoel Uartins Fiuza.
    Gopeiro
    Precisa se de atm criado bom copeiro, e que seja
    escravo. paga-se bem : aa roa do Goma ere
    numero 3._______________________________
    - precisa-se de urna ama para cozinhar : na
    ra do Caideireiro n. 68.
    ESCOLA
    oa
    In troeQae primaria.
    19R_*reil_129
    2'ind_r.
    Amia de Queifox o Aibnqucrrjtie-
    Professora partfwlaT.
    m
    m
    Si?topara vewtlr em Bel m.
    A p*--s'|j__..|:ii! armunciou um sitio para-ven-
    der ua estrana di Ueicra, u trocar por cscravos,
    irij.a-se rna di Aurora n. 88, primeiro andar.
    Era mez M rio
    Na roa E>troiia do lk>>ario n. 3Li,prepa
    ram-se flores artifwiaf s. para enfeitar o al-
    tares e oratorios do inei de nwio. arcos,
    palmas capellas rosas, e paluias- para al-
    tar, booquelese !wgias. ctifeitadas-cuna'fin-
    res de era para enf.-k-s Je altar, tndo tota
    prestesa, gusto e barato, faz-so toda ea-
    eonHnenda para fra, e tem j proiopta,
    rosas, arces e pontas.
    O ar. Zumba do encanamento, qoeira appa.-
    recer na olafia da ra dos Pramres n. 85_
    Precsate de um escravo de 14 a
    16 anuos para todo servico de oaa casa
    de pouca familia, paga se bera a a tratar
    na ra da Saudade n. 2.1. ^^________
    Copeire.
    Precisa-se de-umropero : na roa do Commer-
    cio n. 11, hoteHde Franca.____________
    Precisa-se de urna ama que compre e cosi-
    nhe para duas pessoas: tu ra. Augusta n. 71.
    1
    HUA
    DO
    esquina
    Ida
    BO
    LOJA DK
    ate importante estabeleeimento no seu geunro, tem sempre nm sortmento sem ignal,J
    i,... Je v-nfle por procos que wmtamta outra casa ptfSe votOer. am^ u .
    "^ A irista da ^aalidade e fle troco das jeiaa cada nm poat-*a-ha oaanaoer ia rf_to|B* *****
    Oarante-se ser todo de leL 06mpiae ouro, prata e pedras uas por preces matto ele- Rosario.
    s
    A % 'et aberta at s 9 lawr*
    >

    w
    .

    i

    "^^^



    DUft de Ptffeaufeuco -* Quinte 4tn 5 de
    7Ra do- Queimado7
    DE
    MORENA & BASTOS ,
    Chegou pelo ultimo vapor da Europa o mais bello sortimento de fazeodas preta
    como sejam:
    GrosVnap'es pretos de todas as larguras e qualidades,
    Gorgurao preto para "vestidos, o que tem vindo de mais superior nesta fazeDda.
    Pequin da China, de sed pura preto com listras de setim o que ha de mais
    moderno em fazenda preta para vestidos.
    Mantilhas brasileiras de renda de seda preta o que tem viudo de mais moderno
    a este mercado.
    Meterniques de croch preto com ricos lagos de setim e de modato completa-
    mente novo.
    Casacos de croch pretos, compridos com grande roda e de regado que finge
    segunda sala sobre o vestido.
    Ricas mantas pretas para cabera de senhoras. .
    Um grande sortimento de fil preto de seda com flores, neste mesmo estabele-
    cimento tambem ha um grande sortimento de poupelinas de ricos gostos, sedas lisas de
    lindas cores, saias bordadas, finas para senhoras, luvas de Jovin de todas as cores
    p*ra borneas e senboras, grande sortimento de cortinados bordados para .cama e jane-
    las, tapetes para sof, camas, pianos, janellas, e grande sortimento das afamadas eslei-
    rs da India para forrar salas, s existe na ra do Q jeimado n. 7.
    raarmore, raa O ar^taGainto acbi.se, estabeteride na casa
    cima, ende pode ser procurado pira todos os
    misteres de sna procissao.__________________
    CURA RPIDA 1NFAL1VEL DOS CALOS
    pklA
    POMADA GALOPEAU.
    Ueposito especial *
    Pharmacm de Bartholomeu & C.
    _______34Ra larga do Rosario34._______
    de IW
    Loja do Triumpho.
    Precisa-se
    alofar nm moleque de idade de 12 a ti asnos
    para ser^^o interno de aguninet, paga-se bem '
    na raa do Imperador n. 32.
    0 DIU\nS MELLO
    aaGNaa
    IIOUEOPATlIt
    MDDOU-SE
    Para raa .\ova n. 43.
    Antiga residencia e consultorio do Dr. Sa-
    bino L. 0. Pinho.
    Consultas todos os dias das 10 horas da
    manhia ao meio dia; e chamados a qnal-
    quer hora do dia ou noute.
    Gratis aos pobres.
    i3Ra Nova43
    [l PllMTIW B DEWMtlYO
    DE
    CHAMBARD.
    osto das plantas as mais odorferas e as
    rtuosas dos montes os mais elevados, o ehd
    purgativo de Chambard, possue um gosto a-
    0 e off aroma suavissimo, e as propriedades
    pas notayeis sobre, os embanco do estomago,
    intestino! e do ligado p desobstruente por
    silencia, da eoifctipacarj dofrentre e nao tem
    guardo nenhum. $
    iepurativo especial e directo da bilis e dos hu-
    Jre9, refresca o sangue depurando o.
    JO uso do Ch-Chzmbard pode ser continnado
    tr muito tempo sera o menor receio e sem n-
    bmmodo nem mudanca no modo de viver.
    U.NICO DEPOSITO EM PERNAMBCO
    NA
    iPHARMAQA E DROGARA
    DK
    Rartholomeii t C.
    34RA LARGA CO ROSARIO34.
    m
    CO

    "a
    5
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    o
    O COLLAR DE DURO
    U AIU DOCAIlGi Y.U
    I "
    ja-
    o
    I
    a
    Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
    estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo quanto
    a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar deOuro
    observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos procos.
    Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melbor em
    aderacos de brilbantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
    ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
    ros, crneres, palileiros salvas e outros rabitos objectos que seria enfadonho
    mencionar.
    Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco do
    que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
    pertencente a esta arte.
    40$ IIV1HTAMES
    s
    ff
    m
    s
    BohViro
    Precisa-se de um criado para bolieiro di me-
    dico, tratar na ra larga do Rosan n. o*, ou
    na roa do Cabug n. 4, no muzeu de joias.'
    AMA.
    /
    Precisa-se de urna ama boa epgommadeia para
    vir as 6 horas da manha e shir as 6 da tarde
    paga-se bem, na casa nova junto as ofllcitas dos
    trilhos urbanos de Apipacos: na ra da tenala
    n. 38, escriptorio.
    O armazam do VAPOR FRANCDZ ra nova n. 7, lembra e offerece por commo-
    do preco aos dignos moradores da ra do DUQUE DE CAXIAS, os lindos GLOBOS de
    papel de cores : verdes, amaremos, encarnados, e cor de rosa, para ornarem todas as
    varandas e abrilhantar assim a bella e grande illuminago qne tencionam fazer, que por
    maior que ella seja, nao dispensar de ser matisada com as differentes cores dos men-
    cionados globos.
    i Praeisa-se de um caixeiro para taberna, de
    ' 12 a 11 anoos: a tratar no pateo do Terco nu-
    mero 63.
    m
    TIXMRIA FfttIEZA
    55-Kua da Impetatriz-55
    finge, lava, mpa, lustra e achntalo-
    la- se, cun a maior perfeico, fazendas era
    pecas e em obras de todas as qualidades;
    como sejam : seda, lila, algodao. linho,
    chapeos de feltro e d-; paiha etc. etc.
    Tira-se noJoas e limpa-se a secco sem
    molhar os tecidos, conservando assim to-
    do o brillio da fazenda.
    Tintura preta as tercas e sextas fei-
    ra?.
    Precisa-e de urna ama que tenha bom leite
    pra amamentar urna crianca e cuidar unicamen
    te nella : a(|ueestiver nestas condicGes, pode-se
    dirigir na do Crespo, loja a. 7.
    Aitencdo.
    9
    Precisa-se da quantia de 3:0005 a juros, dan-
    do-se para garanta urna hypolheca em dez es-
    traves : a quera convier annuncie para ser pro-
    carado.
    Eap Paulo Cordeiro.
    Constando ao propietario desta fabrica que se
    i tem vendido rap falsificado com a deoominacao
    \ do de sua fabrica, e imitacao dos rtulos, sellos,
    medaihas das exposicoes de 1861 e 1866, emencao
    honrosa da exposigo de Paris em 1867 ; previne
    por isso ao respeitavel publico haja de o examinar
    i com toda a attencao alira de nao ser Iludido, e
    psr esta frm i fcilmente poder distinguir o va-
    i lor do verdadeiro rap Paulo Cordeiro, que tanta
    aceitacao tem merecido. nico deposito, ra do
    , Vigario n. 11, sobrado.
    Para cartorlo ou qualquer esta-
    beleeimento.
    Aluga-se a loja do sobrado n. 48 da roa das
    Trincheiras, aonde o finado escrivao Motta teve
    cartorio : trata-se no Io andar do mesmo sobrado.
    Precisase de um caixeiro com pratica de
    venda : no pateo deS. Pedro n. 1.
    Precisa-se de urna ama que cozinhe e en-
    | Atraz da matriz da Boa-vista n. 26, primeiro
    andar, llaga-M urna escrava robusta para servir
    di casa de familia por ter j bastante pratica,
    qtie eosinha e engomma.
    1 Irmaodailc de Wossa Menhora
    da Coneeleo dos Militares.
    A mesa regfdora desta irmandade convida a
    todos os irmaos a reunirem-se em n:esa geral ues-
    te consistorio no dia 6 do corrente, pelas S 1|2
    ! horas da tarde, alira de tratar-se de negocio im-
    ; porunte.
    I Consistorio da igreja de Nossa Senhora da Con-
    ceii.au dos Militares, 3 de maio de 1870.
    O secretario,
    Emiliano Tamborim.
    O abaixo a?signado precisa com brevidade fal-
    lar ao Sr. Dortolino Conea de Amorim, na Esta-
    rlo Frexeiras. ou onde quer que seja procurado.
    Pedro Ferreira Lima.
    Precisa-se de urna ama de boa conducta,
    que saina bem coser e engommar, para urna se-
    nhora viuva com um filho : a tratar na ra do
    Amorim n. 3.a, 1 andar.
    Precisa- se de um caixeiro de lia 20 annos:
    na ra Augusta n. 116.
    Engenho p&ra arrendar.
    Arrenda se o engenho Coneeico outr'ora Ca-
    nauduba, disante da povoacao de Jaboatao tres
    juartos de legoa, me com agua, copeiro, com
    )>atantes Ierras, legoa e meia ae circunferencia .
    a tratar na roa da Cadeia n. i com o Sr. Barroca,
    >u no mesmo engenho com o proprietano los dp
    Reg Dantas Continbo.____________________
    Precisa-se de nma ama para cozinhar e la
    rar, pois qnem quizar dirija-se a roa de Santa Ri-
    la n. 10 em casa do Sr. Vicente Andr Gomes da
    tata.
    ENGOMMADEIRA.
    Precisa-se aiugar urna escrava perfeita engam-
    madeira para casa de familia, paga-se bem : quem
    liver annuncie para ser procurado. ___*
    0 CIRLRGIAO DENTISTA
    Frederico Maya
    Tem a honra de scientificar ao respeita-
    vei publico em geral, e aos seas clientes
    em particular que elle mifdou o sea gabi
    rete de consultas da raa Direita n. 12 para
    a do Oaeimado n. 31 primeiro andar, com
    a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
    de ser procurado para os misteres de sua
    profisso, todos os dias uteis das 9 horas
    da manha s 3 da tarde,
    Tambem previne, que contina a prestar-
    se a vontade dos clientes nao s na cidade
    como nos seos suburbios, para ende ai
    idas serio precedidas d ajuste. Elle ga-
    nte o bou desempenho e a perfeicSo de
    seos trabalho, oqoej bem conhecido,
    asim como as commodidades dos'preco.
    Em casa de THEODORO CffiUln-
    ANSHf, roa da Craz n. iS, eneontnrm-ei
    mte bxias ai qualidades de vinar
    , Botugogne e do Rbeoo.
    Pede-se aos administradores da massa falli-
    da de Antonio Pedro de Mello que hajam de re-
    colhcr a um banco, onde possa render algum ju-
    ro, a nao pequea quantia de mais de dez con-
    tos de'res, de que estao na posse mana e paci-
    fica, cuja continuado urna ameaca expressiva
    de nunca mais terminar-se a liquidacao da infe-
    liz massa em'que tem tambem seu quinbo.
    Aluga-se duas amas para cosinhar e fazer o
    s rvico de casa : na ra Direita n. 29.
    Thomaz Teixeira Bastos e um criado vio
    America pela Europa no vapor do fm do corren-
    te mez.
    AMA
    Precisa-se de urna ama para comprar e cozi-
    nhar : a tratar na casa n. 6 da roa da Saudade.
    PADARIA
    Na padaria da ra da Praia n. 47, precisa-se de
    dous amassadores, paga-se bem.
    Aluga-se ou vende-se um sitio em Parna-
    meirim n. 10, com os comraodos seguintes : urna
    grande casa com seis quartos,' qualro salas, eoxi-
    nha fura, cacimba com bomba e mnitos alvore-
    dos, frocteiras e commodos sufBclentes para plan-
    tardes, junto a estacao dos trilhos urbanos de Api-
    pucos : quem pretender dirija-se ao largo do Ter-
    co n. 68, que achara com qnem tratar.
    Avisa-se ao Sr. Dr. Irfonardo Francfcco ae
    Alraeida que o seu compadre e amaneado Victo-
    riano Antonio do Saeranemo anda nao ragou os
    51*200 reis, que ficou ievendo dos alugaeH da
    casa em que morou n roa da Santa Crm.
    . Panno de algodao da labrica Todos os
    Sanios do Illm. Sr. commendador Pedroso, j
    ehegou ao escriptorio de Joaquim Jos Goncalves
    Beltrao : ra do Commercio n. 17.
    Preiis'a-se de urna criada qne seja perfeita
    engommadeira, para casa de pouca familia : na
    ra do Imperador n. 51, 2a andar, ou do Crespe
    n. 8, )oja de V portas. ________^___
    Ama de leite.
    CABELLEIREIRO FRANCE2
    51Ra da Cadeia do Eecife51
    Chama a attenfao dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico em
    geral, para seguinte tabella dos precos de sua casa, os qaaes sao vinte por cent*
    mais barato do que em outra qualquer parte:
    Cabelleiras para senhoras a 25, i Cadeias para relogio a 5&, M,
    304, W e......iOiSOOO
    Ditas para homem a 353, 403 e 50^000
    Coques a m, 15,51, m, 20^,
    255, 30* e.....50*000
    Crescentes a m, 15& 18*. 20,
    254, 300 e.....324000
    Cachos ou crespos a 30, 40, 50,
    60, 70, 80, 90 e. . 100000
    Tranca de 'cabello para annel a
    500 e....... 10000
    Tranca para braceletes a 100,
    150, 200, 25 e.....300000
    Precisa-se de urna ama de leite sem filho : na
    roa do Queimado n. 49.
    GABINETE MEDICO-CIRUKGICO
    DO
    Dr. Ignacio Alcibiades Velloso.
    Pode ser procurado a qualquer hora do da ou
    danoite, prestando-se aos chamados fura da cida
    de, com toda a promptido. Pratica operares.
    D consultas das 6 s 9 horas da manbaa, na
    roa Nova n. 43, 1" andar.__________________
    Precisa-se de um criado de 10 a 12 annos,
    livre ou escravo, para compras; quem o tiver di-
    rija-se a ra da Palma n. 3^________________
    70, 80, 90, 120 e. 150001
    Corte de cabello,..... 50*
    Corte de cabello com frcelo. 501
    Corte de cabello com lavagem a
    i champou....... 10001
    Corte de cabello com limpez da
    cabeca pela machina electri- .
    ca, nica em Pernmbaco. 10001
    Frisado ingleza ou i franceza. 50t
    Barba. ,...... 251
    ASIGNATURAS MENSAES
    Especialidade de penteados para casamento
    Bailes e soidres
    0 dono do estabelecimento previne s I Recommenda-so a soperior TINTURA JA
    Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um < PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
    salopara tintura dos cabellos e barba, as- ba Dnica admittida na ExposicSo Universa)
    I como nao prejudicial sade, por ser \-o
    sim como um empregado smente occupa-iatj^ analysada e approvada pelas acau>
    do nesse servico. i mias de sciencias de PARS E LONDRES
    Na madrugada A) dis 27 de abril prximo
    passado na povoacao de S. Jos da Cora Grinde'
    furtaram um cavalle sellado e enfreiado, pref9
    gordo, grande, andador baixo esquipar jiui e
    inteiro, cauda comprida, dina grande e fensal
    topete aparado, tendo urna cicatriz no p esquirdot
    ha probalidadede ter sido conduzido par esto
    cidade, onde s recoramenda dito cavallo asuto-
    ridades policiaes e aos donos de cocheiraie re-
    compensa-sea quem delle der noticia, nesta praca
    a Sr. Domigos Jos da Silva na ra da Crtz n.
    23 e no engenho Macamgana a seu dono Jo quim
    Buarque de Sampaio.______________
    URSUL4
    Em fuga para o Ico, doii e
    natural.
    AuzentDU-se desde o da 9 de abril do ci rente
    anno, a mulata acaboculda rsula, de idac pou-
    co mais ou menos 30 annos, cheia do corp ca-
    bellos corridos, tem os dentes da frente pe feitos,
    falla descancada e o maior -ignal urna in ligem
    em um dos bracos desde o cotovello at mu-
    nhca da mo, suppoe-se ter seguido para > Ico
    donde natural, leven vestido de chita scuro
    com listas encarnadas, acostumada a_dai he a
    gotta : quem. a pegar leve ra da Mat iz da
    Boa-Vista n. 46, ou roa da Cruz n. 26, qu ser
    gratificado.
    Ama.
    Precisase de urna ama para o servico elterno
    de urna casa de pequea familia : a tratar 9 ra
    do Imperador n. 79. loja.
    ALUGA-SE!
    Na Magdalena, entre as duas ponte? unp. boa
    casa, com duas sallas, quatro quartos, gab ete e
    eosinha, tendo ao lado portao e no quinw dous
    quartos : quem pretender dirija-se- a roa a Im-
    pera triz n 1.
    Urna senhora ingleza acostumada a ensii ir. of-
    ferece-se a ensinar a lingua ingleza a menias em
    casas particulares ou em collegk) por precorazoa
    vel : quem precisar anduncie por este Ciarlo a A.
    B. C.
    Arrenda-se o engenho Verde de Cirn, hrje
    conhecido por Meiarim, na freguezia do Bonto, na
    margem do rio Una, bom moedor de agna. rja es-
    trada para as estacoes de Preguica e Un, cora
    terreno para safrejar tres mil paes de asurar,
    com o preciso para a moagem e cofheita ; bit pro-
    duccao de canna e legumes de earoco : quem
    pretender dirija-se a meu mano Paulo Cavdcante
    deAlbuquerque, no engenho Pindaraca da nesma
    freguezia do Bonito.
    Recife, 2 de maio de 1870.
    Lourenco de Albuquerque Carneante
    ti
    Precisa-se de urna ama
    n. 83.
    na ra de lorias
    Pugio ba dous dias um mulatinho denome
    Antonio Thomaz, escravo, o qual anda translando
    por esta cidade, vestido com urna camisa e calca
    branca?, porm muito snjas, tem elle 15 anus de
    idade, e pescoco curto, veio do norte no.-apor
    Cruzeiro do Sul : quem o apprehender leie-o
    roa do Imperador n. 3, que ser recompnsalo.
    Ra da Cadeia n. 59 precisa-se de um'cria-
    do para servios de urna casa, prefere-se senio es-
    cravo.
    AVISO
    Precisa-se fallar com Sr. Manoel Pacheco de
    Mello, a negocio que nao ignora : na ra das Cin
    co-pontas n. 82.
    Precisa-s
    alugar una pretinha de idade de 12 a 1 i'annos,
    para andar com um menino de 15 mezes a tra-
    tar na ra do Torres no Recife n. 42, 3* indar.
    Precisa-se de um bom cezinheiro, sendo livre
    para alagar, e sendo captivo compra-se cu alaga
    es : na roa da Cruz n. 48, armazem.
    Preci;a-se de un menino de 12 a 16 annos da
    ~ preferindo-se dos ltimos ebegados da En-
    : na roa do Brum n. 6o.
    Thomaz Teixeira Bastos vai a America pela
    Europa, no vapor do lim do correte mez, e deixa
    como procuradores de todis seus negocios os
    films. Srs. Domingos das Neves Teixeira Bastos,
    Joaquim Augusto Ferreira Jacobina, Manoel Davt-
    no tas Neves Teixeira Bastos e Candido Alfonso
    Moreira.
    Ama
    Precisa-se alugar urna ama para iazer. compa-
    nhia a ama stibora, fazer compras na roa e co-
    zinhar, qne tenha boa conducta : quem esliver
    nestas oJrjamstaoeia proeore na roa. relha de
    Santa Alta a. 66, que ift dir qpem precita.
    Trabalhadores.
    Precisa-se de 2 homens para o Rio-Grande do
    Norte, qne se queiram dedicar as trabalho de
    amassadores ; quem quizer dirija-se roa do
    Amorim n. 37. em casa de Tasso' Irmaos & C.
    Ama.
    Precisa-se de urna ama Torra ou escrava par*
    o servico de urna casa com pouca familia, roa
    Nova n. 52, ! andar.
    Acha-fe justa e contratada a casa n. -16 da
    ra Direita do* Aflc-gados, se alguem se julgar
    com direita a mesma, nestas Ira das ententenda-
    se na raa das Triocheiras n. 50.
    Caixeiro
    Precisa-se de um caixeiro : na ra do Raogel
    n. 6 ; que teoha pratica de taberna, de ade de
    15 a 18 autos.
    IroaaneJade acaetottlca de Xe>a
    emhmra da lou Coataelko
    De ordera de n<*so iranio jniz, convido a mesa
    administrativa desta corporacao reunirse no
    dia 5 s 11 horas da miflaa, em a igreja de S.
    Francisco para tritar-se de negocios, que me f5o
    ConsWerio 4a irmandal* acadeniea, aos 2 de
    maio de 1870.
    0 secretario,
    Cafljllo Correa Dantas.
    D-e adgom dobeiro a premio sobre bypo-
    theca em podrios n'eota cidade : a ra do Crespo
    n. 12 leja, se .dir quem di
    arnotadoBJo'venc'a: rea
    vadeVie-'atBorifae*.
    aboga n. 1
    Pela primeira vez se expoe venda nesta pro-
    vincia um magnifico e primoroso sortimento de su-
    perior papel o mais lindo possivel, desde o mis
    simples e modesto at o mais rico possivel, e pro-
    prio para forro e guarnicao de salas, gabinetes,
    capellas e santuarios. E preciso ver para admi-
    rar-se a lindeza dealgumas pecas desse artefacto
    A novidsde e esquesitisse dos arabescos, o mimo
    dos desenhos, e o capricho do doirado, encanta os
    olhos e convida a compra-lo. O mdico preco
    por qne se vende sorprende ao senhor compra-
    dor, que apenas ser obrigado a dar urna peque-
    a comraislo alem do primitivo casto da fabrica,
    addisionado com a importancia dos direitos etc
    Nunca a modicidade do preco esleve tao. junto da
    belleza e bem acabado de um objecto de laxo. O
    respeitavel publico convidado a certificar-se de
    todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
    to Sodr da Motta & C, a ra da travess* da Ma-
    dre de Dos n. 14.
    Ama.
    Precisa se de urna ama para casa de homem
    solteiro na ra da Cadeia n. 59, para cozinhar,
    comprar e fazer todo servico de urna casa._____
    Prectsa-se comprar urna casa com quintal,
    prefere-se as roas do Sebo, Pires e mesmo na
    Soledade: a tratar na ra do Livramento n 10.
    Ama
    Precisa-se de urna ama forra ou captiva,
    para comprar e casinhar, na ra de S. Francisco
    n. "i.
    Achou-se urna corrente de ouro para relo
    gio : a quem der os signaes certos e pagar as des-
    pezas do presente annuncie-, ser-lhe-ha entregue ;
    na estrada dos Afilelos, sitio n. 35.
    AMA
    Precisa-se de urna ama para todo o servico de
    casa familia ; a tratar raa roa do Pilar n. 139 pri
    meiro andar.
    Imperio do Brasil.
    Grande exposiqo na cidade de
    Cordova,
    REPBLICA ARGENTINA.
    No dia 15 do outubro de 1870 ter lu-
    gar a abertura da expsito nacional em
    Cordova.
    Previne-se, portante a todos os produc-
    tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
    todos aquelles que exercam qualquer indus
    tria, que na dita expsito se recebem todcs
    os productos da industria -e agricultura
    brasileira, assim como todas as machinas e
    utensilios que quizerem remelter.
    Estes productos est3o isentos dos direitos
    da alfandega na Repblica Argentina e po-
    dero ser dirigidos cidade do Rosario, de
    onde serao tranportados pelo caminho de
    ferro central.
    Para mais explicaees dirijam-se em Per-
    nambuco, ra da Cruz n. 3, ao consulado
    argentino.___________,- __________
    MU e quinhentas duzias do fogos do ar de um
    tres bombas: na roa Direita n. 53, loja de fer-
    agen?. ____________^_
    Joao Thomaz de Freilas, co-proprietario na
    casa n. 27 ra da Esperanza, declara qnem
    convier, que nao arrematem um terreno da dita
    casa a requerimento dos Srs. Barbosa tt C, visto
    como tem elle em dita casa a quarta parte, por
    que Firmino Pessoa da Gama deixou quatro filha?,
    Juveneia Auta Pessoa da Gama, mulher do an-
    nuncianle, Anna Rita Pessoa da Gama, Francolina
    Pessoa da Gama, e Maria da Conceicio Pessoa da
    Gama, casada com Rosendo da Rocha Carvalho ;
    pelo que vao o annunciante e suas entibadas pro-
    purera accao de nnllidade da hypolheca de que
    se prevaiecem Barbosa & C. i ____________
    ATTENCAO
    JS>
    0 abaixo assipado tendo acabado com o seu
    negocio de armazem d carne secca, jnlga nada
    dever ao comnwreie desta praca ; porm so al-
    guem se julgar seu credor tenha de aaresentar
    suas contas no preso de dons dias, na roa da
    Praia o. 3o. 2* andar, afim de serem immediata-
    mente psgas. Recife 4 de maio de 1870.
    Pedrp Antonio Argemiro da Silva.
    Deseacaminbou-se ama letra sob n 3038
    sacada por D. P. Wild, em 30 de agosto de 18C9,
    aceita por Mala & Landelino ha oito meses de pra-
    so, pelo que venceu-se no dia 30 de abril prxi-
    mo passado, da quantia de 329*000, a qual appa-
    recendb nenhum valor ter, por isso que os acei-
    tantes pagaram eo sacador no da do vencimenlo a
    sua importancia, e foi somonte nessa oecasiao qne
    se den pela falta da referida letra. Recife 3 de
    malo de 1870.-D. P. Wild.
    , Offerece-se um insigne norteleiro para qual-
    quer sitio, trabalhando unto em borttJtce cerno em
    flores, dando prora exhuberante de sna eondtcta :
    na roa da Conceicao n. 6, armazem do sol.
    VIDA DK SANTA VERNICA JULIAS!.
    Acba-se venda o livrinho .da vida desta santa
    serva de Deot, tratando do itaono em portuguez
    a 1*600, o resto d s exemplafes que exlsiom na
    tivrana univorsa^. t^fedo Vfgg^^- " ,^
    Precsa-se aeurar,- para taberna de
    12 l 1* ann<* : trttirm) per oV*fco . 3.
    BAZAR AC4DEMIC0
    13 Ra da Imperatriz 13
    Ulysses A Irm5o proprietarios deste bem conhecido acreditado estabelecimento
    tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos sens numerosos* fre-
    guezes, tanto desta praca, como de fura, que tendo sido elegantemente reformado dito
    estabelecimento acba-se completamente sortido e em condices de bem servi-los dos
    seguintes artigos:
    CHARUTOS
    superiores de Havana, Hamburgo, Baha e
    Rio de Janeiro etc.
    Cigarro s
    de palha de S. Paulo, de 30500 a 7)5500,
    o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurity.
    Imperiaes, Tenentes do Diabo, Duque de
    Caxias, Gandon etc.: de papel, de fumo
    de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
    Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
    bomba, Montevideo, Orientaes, Baependy e
    muitas outras qualidades.
    Finos
    Afamados de BAEPENDY em caixes de
    20 libras 10400 rs. a libra, em pacotes
    a 20, de 20 para cima a 1(5800 e em maior
    porcao 10500 o pacote de 1 libra, dito
    em latas de quarta a 640 e 500 rs., e outras
    muitas qualidades como sejam: Daniel do
    Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
    etc. etc.
    VVRIEDADES
    PONTEIRAS para charutos e cigarros de
    todas as qualidades gostos e precos.
    CACHIMBOS de soperior espuma, de ma-
    deira (raizj de 30 at 60, a duzia e de ou
    tras qualidades a retalho.
    DITOS p de gallinbados melhores que
    ha neste mercado a 30 e 3-5300 a duzia, e
    com grande abalimento em maior porcao,
    ditos de louca, gesso, barro, etc.
    BOLSAS de borracha e couro de diversos
    gostos e precos, para guardar fumo.
    CARTEIRAS para cigarros de todos os
    sys temas.
    PH0SPH0R0S de cera, em caixas de to-
    dos os tamanbos, de seguranca a balo etc.
    PAPEL de milho, de arroz, san-Lom, Per-
    san, pintado, e linbo etc. palha de milho de
    Fernando a melhor possivel.
    Alm dos artigos mencionados encontrarlo nossos freguezes outros muitos no ge-
    nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presentas
    sero satisfactoriamente bem servidos : bem como nos encarregamos de qualquer en-
    commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
    13Ra da Imperatriz13
    BAZAR DA MODA
    -RA NOVA-50
    Os abaixo assignados proprietarios deste eslabetecimento, participara
    que, continuam a vender muito barato e em vista ao grande sortimento de
    miudezas
    de retalho afim de comprarem o que Ihe for conveniente ; com descont de
    10 Oro, pagamento realisado no mez da compra.
    Jos de Souza Snars & C.
    *
    *
    LOJA DE JOIAS
    no
    MOREIRA OVARTE & C.
    Este antigo estabelecimento, completa-
    lente reformado de novo, est as condi-
    loes de servir vantajosamente os sens fre-
    faezes9 visto qne acha-se prvido com um
    plendido sortimento da obras de ouro e
    jrata de lei, assim como brilhantes e mi-
    tras pecLras preciosas, eujos presos, sao?*
    fiis mdicos s joias comprada* nesta casa recbete-
    le em troca ou copygm-se com pequ|o
    ibate. v*
    /
    i


    *
    'I
    I s
    Diario de Pernambuco Quinta feira 5. de Maio de 1870.
    ~
    I ATTENgAO
    Va burra do o Faraofo voaq-se, 'I, telhas,.
    tijiifiwBalvtlDatrta, ladrilbo, ribo de Oifc.alve-
    nana batM. topamonto e formas pari fabrico
    de assucar. \larante-se a mi boa qualiade do
    barro e a pero0o do trabstho. Tambem se ron.
    de cocos aacidos para se plantar, descascados
    e con casca para exportacao. As encommendas
    serio eHas 20 a 60 das antes ; a tratar nesta ci-
    dade na ra da Crnr n. 52, com Francisco da
    Cesto Mala e no Rio Formoso com Joaquim Fran-
    cisco Dinix.
    ATTENCAO
    , Grande foi a admirado que caosoa a leitara
    do aranzel do j>ai Romao, en relacao ao fado do
    dia 13 de abrii. na parle em que se procara fazer
    subraisso e obdiente a lei (coilado ) quando se
    traa dos grandes estragos cansados pelo seu mi-
    moso gado, derramando saa bilis contra o sub-
    delegado. Se o subdelegado exige sempre mais
    do que marca a le, porque pai Romao, nao den
    urna queixa?
    De que serve pai Romao blasonar tanto contra
    o subdelegada, sem ter pravas ?
    Alm disto, quem dea a pai Romao o direito
    de defender es habitantes de Beberibc, de fados
    e calumnias que sao partos de sua cachola ? Nao
    resta duvida que se ha novo Lpez, era Beberibe,
    o pai Romao e sea gado, porque tudo estraga
    sem mdo. Oulro rumo pai Romao.
    Alguns de Beberibe
    Caixeiro
    Precisa-se de um caixeiro brasileiro que tenha
    pratica ce taberna, de idade de 14 a 16 annos :
    tratar no becco do Pocinho n. 7.
    umiiiiui
    A BA IIA OIPEHATItIZ SU .
    Esquina da ra da Aurora, em frente do caf Imperatriz.
    N'este novo -e snmptUOso estabelecimento de fazndas encontrarSo as Exinas.
    amibas tudo quanto possam desejar, tanto em artigos do mais rigoroso luxo, como emtodas
    is mais qaalidades de fazndas,
    Alm de se acbarem prvidos do que de melhor se encontra oeste mercado,
    Mr todos os paquetes da Europa, recebem directamente o que em artigos de moda e
    lo mais apurado gosto se encontra em Paris, o que vem cada dia augmentar s propor-
    ses de que dispoe este estabelecimento para bem servir sua numerosa freguezia.
    42t CBa-
    Algodao largo para lences e toalbas de Case com listras de seda e flores, fazen-
    odas as qualidades que costuma vir ao mer- da inteiramente nova para vestidos de baile,
    -.ado. | Gravatas para senhoras e homens, o mais
    Alpacas de todos os padroes e qualida- completo sortimento que se pode desejar.
    les t5o variadas que se nSo podem descrever. Goipure preto e branco, diversas larga-
    Albuns com msicas para collocar retratos, ras e diferentes gostos.
    lehcado presente para qualquer pessoa de Gilas e punbos bordados para senhoras.
    isma. Guardanapos de linbo pequeos e gran-
    Atoalhado de linbo e algod2o, branco e des.
    GorgurJo de seda preto e de cores.
    Grosdenaples preto ede cores, baven-
    COMPRAS.
    Gasa terrea.
    Compra-se urna casa terrea :
    da Madre de Deus n. 16, loja.
    tratar na ra
    " Gompram-se moedas de ouro e prata de lo-
    dos os valores, ouro e prata em obras inutilisadas,
    Mimantes e mais podras preciosas : na loja de
    ourives do arco da Conceicao, no Recife.
    0 muzeo de joias
    Na roa do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
    a podras preciosas por precos mais vantajosos .do
    que em outra qualquer parte-_______________
    1
    Compram-se e vendem-se diariamente para fra
    dentro da provincia escravos de todas as idades,
    cores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
    terceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes.
    freguezia de Santo Antonio.________________
    tom muito Hiaior vantagem compram-se
    ouro, prata e pedras preciosas e obras velhas: na
    loja de joias do Co.-acao de Ouro n. 2 D, ra do
    Cabug.
    VNDAS.
    Vende-so a taberna sita nos Afogados. no
    largo da Paz n. 9 : trata-se na mesma, ou com
    Francisco Alves Monteiro Jnior.
    Cabriolis.
    Vende-se dous cabnolets, sendo um coberto e
    de quatro rodas, e outro Dogcart, ambos com to-
    dos os arreios e pertences : n.i cocheira de Tho-
    maz Lins, ra de Santo Amaro.
    Vende-se a casa terrea com sota sita ra
    da Ssnzala-nova n. 21, eum sobrado de um andar
    e sotao que tica nos fundos da mesma, sito no bec-
    co n. 6: na ra da Crnz n. 6:1 se dir qnem vende
    Vende se a casa n. 10 do becco do Calabo -
    i;o velno, por detraz da ra Nova, lado do norte :
    tratar na mesma casa.
    ATTENCAO
    Vende-3e um terreno para edificar, com 119
    palmos de frente e 130 de fundo, na ra do Gaz ;
    vende-se todo ou parte delle : a tratar na ra ds
    Santa Rita n. !.
    licores proprios para toalbas.
    Basquinas de seda pretas e mutto moder- do diversas qualidades e gostos.
    tas, bem como de crochet, tudo de apurado i rj-
    josto e feitio. Japonezes para senhoras, o melhor gos-
    Baloes de musselina, madapolao, brancos to, e fazenda propria para as festas nos ar-
    t de cores, para senbora e meninas, ; rabaldes e passeios a tarde.
    Bareges de cores variado sortimento.
    Babadinhos ou tiras bordadas em todas as: LSazinhas de todas as qualidades, cores
    e gostos, nao ficando nada a desejar, tal
    o sortimento que existe para escolber.
    Lencos, tudo quanto pode haver desde
    esguio ao algodao commum.
    Leques de madreperola e osso, o mais va-
    jrguras.
    Belbutina de todas as cores.
    Bolsas de tapete para viagem, grande
    'riadade de tamanhos e gostos.
    Bombazina preta de todas as qualidades.
    Bramante de linho de H palmos de lar- riado sortimento.
    {ora, e todas, as mais qualidades. Ligas de seda, bordadas, para senhora.
    Bpetanhas *de linho e algodao, grande sor- Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
    imento. pores, sempre novo sortimento, quer em
    Brins de linho branco e de cores, do mais pellica para homens e senhoras, quer emjfio
    lommodo ao mais caro em qualidade, afilan- d'Escocia, brancas e de cores,
    (ando o que ha de melhor na especie. 1 SXX
    Brins d'algodo completo sortimento e Madapollo; indescriptivel o grande sor-
    -ariedade de precos. timento que ha neste genero, desde o mais
    C33 elevado preco ao menor, que se vende em
    Cassas de cores, o maior sortimento, pri- peca e retalho por menos do que em ou-
    nando pelo bom gosto e barateza, atientas tra qualquer parte,
    ts qualidades. Mantas de blondo para noivas: o apurado
    Cambraias brancas, tapadas, e transparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
    M de todas as qualidades e precos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
    Camisinbas de cambraia de linho e cassa estabelecimento o que de melhor se dese-
    >ordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
    Vende-se a taoerna da ra Imperial n. 2i6 e
    urna boa gurapeira bem afreguezada : a tratar na
    mesma.
    Taberna
    Vende-se urna taberna no pateo de 3. Jos n.
    1, com poucos fundos e bem afreguezada para a
    ierra, propria para qualquer principiante : a tra-
    ar na mesma.
    Na ra da Imperatriz n. SO, padaria Irance-
    za, vende-si* una tendereira e ama masseira, pro-
    pria para um principiante, assini eoaw urna por-
    ao de ferro ve.lho. __________
    Vende se um escravo pretu de nacao, ea-
    uoeirn > earregadof, muito robusto : tratar na
    ra da Ca lea n. i.
    VeiiJem-ie litas escravas, una cam idade
    de 15 e uii'.ra de i- anuos tendo esta a habilidade
    de engommir, cozmhar, !avor e coser, e aquella
    com principio de engomando, costar e lavagem :
    a tratar na pra-vi d< dude d*Ea, outr'ora praca
    Vende-se ama carioca e molla para cavallo
    com os periea:entejarreis: ra do Brum nu-
    mero 79!
    Vende-se
    nm terreno na Torre con 100 palmos de frente e
    30 de fundo, em bjm local por ficar com a fren-
    te para o nascente, e em quina de urna ra e perto
    do banho : a tratar no arinazein da ra do Impe-
    rador n. 16. ________________
    Vecde-se urna c;isa com 40 palmos de frente e
    70 de -fundo, tendo urna sala de visita, urna dita
    de jantar, tres quartos, urna grande sala onde tem
    um estabe e.;imenio de rnolhado?, e um grande
    ijuintal cercado, lendo sahida para o rio. Occorre
    iiiais a vantagem de ter de nm lado mais urna
    casa, e do outro ama frente com 35 palmos feito
    de pedra e cal, tornndose recommendavel pela
    localidade, e as vanugens que offerece a proprie-
    dade : qnem pretender aier negocio, dirija-se ao
    pateo o Terco n. 32, ou 'illa da Escada com
    Antonio Ferrira de Mello.
    Camisas para hotrens e meninos, t5o va-
    iado sortimento que vai do mais ordinario
    nadapolo ao mais perfeito bordado de li-
    ie cambraia.
    Camisas de meia, de flanella, brancas e
    le cores para homem.
    Casemiras pretas e de cores, o melhor
    rae se pode imaginar, sendo d'isso a me-
    bor prova o grande consummo dellas na
    ifficina da casa.
    Gapellas de flores, para noivas e bailes,
    lesde a mais candida flor de laxangeira at
    i mais interessante griaalda.
    Chapelinhas no melhor gosto, de todas as
    res hoje preferidas pelas senhoras de
    aais apurado rigor na moda.
    Chapos pretos de velludo, para senhoras,
    tltimo gosto de Paris.
    Chapeos de sol, para senhoras e homens,
    de todos os pre;os e variados gostos.
    Chaly com ricos padroes para vestidos.
    Chales de todas as qualidades, avultado
    tornero e ro menos variedaae de gostos,
    Chitas, impossivel descrever o sortimen-
    o e variedade de padroes e novos gostos,
    ia neste artigo tudo quanto se pode desejar.
    Cintos para senhoras o que se pede ima-
    (iaar de melhor.
    Coques, o rnelhor no gosto e nos entei
    .es, varios tamanhos.
    Colchas do seda com borlas, o mais apu-
    rado gosto e lavar.
    Ditas de fustao branco e de cores por
    jrecos edmmodos.
    Corpinhos de cambraia, ricamente brda-
    los para senhoras.
    Cortinados de cambraia bordados e de
    ,o que de melhor se pode desejar.
    Colarinhos de linho bordados e lisos, o
    naior sortimento.
    Damasco'de la de 9 palmos de largura
    indas cores e rieos padroes.
    Espartilhos brancos e de cores, para se-
    ihoras-e meninas, o melhor neste geuero ;
    lenhuma Sra. deixar por certo de muir
    e de to precioso auxiliar perfeicao de
    un corpo delicado.
    ntremelos bordados.
    Escomilba preta.
    Enfeites para cabeca, ultima moda de
    Paris, recebida no ultimo paquete.
    Esguio de linho, completo sortimento de
    .odos os nmeros.
    Fitas largas escocesas para cintos, varie-
    iade de gostos e lindos padroes,
    Fishs de crochet, modernos com cintos
    \ capas, o que ha de melhor.
    Fil de seda, linho e algodao, de todos
    >s gosteo e padroes.
    Fustaa de todas as cores e quaidades
    rrande sortimento.
    Flanel'a branca e de ores.
    Mantas prelas de blond.
    Mantas para carros, com lindas pinturas.
    Merinos pretos, trancados e lisos.
    Musselina branca e de cores, lindos e va-
    riados padroes.
    i'" *?3m*"*'
    *3" *-m
    h
    nsosj
    T
    bO CtltttMAP6
    Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
    geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
    te tem recebido, justamente^quando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
    luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderJo e relevaro,
    continuando"portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA ra do
    Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de superioridade em
    qualidades, modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
    Do que cima fica dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BRANC V pode
    dispdr, empregado apezar de seus custos no desempenbo de bem servir a aquellos que a
    honram procurando prover-se em dita loja do que necessilam, entretanto sem ennutne-
    rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
    car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
    bemseja
    Corpinhos de cambraia, primorosamente
    enfeitados com fitas de setim e obras essas
    cuja novidade de molde e per fe i gao de ador-
    nos os tornam apreciados.
    Fitas mni largas de diversas cores e qua-
    lidades para cintos.
    Leques uesse objecto muito se poderia
    dizer querendo descreve-los minuciosamente
    por suas qualidades, coree e desenhos, tal
    o grande e variado sortimento que acaba
    de chegar, mas para nao massar o pretn-
    deme se lhe apresentar o que poder de
    melhor.
    Entremeios em pecas de 12 tiras.
    Guipare branco e preto de diversas qua-
    lidades e desenhos.
    Ditos de algodao com flores e lisos.
    Yos de seda para chapelinas e monta-
    ra.
    Meias de seda para noivas.
    Ditas abertas de fio de Escossia.
    Costumes ou uniformes para meninos.
    Enxovaes completos para baptisados.
    Touquinbas de fil, sapatinhos bordados
    e meis para ditos.
    Camisinhas bordadas para ditos.
    Capellas brancas para meninas.
    Grandes sortimento de flores finas.
    Fil de seda, preto.
    PERFUMARLA *
    Grande e constante sortimento de dita,
    sempre melhor quajidade.
    Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
    Caixinhas com ditos aromticos.
    Bonitos e modernos pentes dourados
    para circular o coque.
    Ronitos brincos de plaquee.
    Aderecos e brincos de madreperolr.
    Caivetes finos para abrir latas.
    Thesouras para frisar babadinhos.
    Aspas para balo.
    Novos stereoscopos com 48 vistas, as
    quaes sao movidas por um machinismo
    urnas substituem as outras.
    Vistas para stereoscopos.
    Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
    pedras.
    Ditas de madeira envernisada com vispo-
    ras e com dminos,
    Bollas de borracha para brinquedo de"
    crianzas.
    Diversos objectos de porcelana, proprios
    para enfeites de mesa e de lapinhas.
    GALLO VIGILANTE
    Roa do Crespo n. 9
    Os propnetarios deste bem conheeido estbele-
    cimente, alm dos muitos objectos que tinham ex-
    postos a apreciacao do i espeitavel publico, man-
    daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
    da Europa um completo e vanado sortimento de
    finas e mni delicadas especialidades, as quaes es-
    tao resolvidos a vender, como de seu cosame,
    por precos muito baratinhos e commodoa para to-
    dos, com tanto que o Gallo....
    Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
    cas e He mui lindas cores.
    Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
    nhora, neste genero o que ba de mais moderno.
    Superiores pentes de tartaruga para coques.
    Lidos e rquissimos enfeites para cabecas das
    Exmas. senhoras. '
    Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
    lhos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
    de melhor e mais bonito.
    Superiores e bonitos leques de madreperola,
    marffm, sndalo e osso, sondo aquelles brancos
    com lindos desenhos, o estes pretos.
    Muito superiores meias to de Escossia para se-
    nhoras, as quaes sempre se venderam por 305000
    a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20J,
    aim destas, temos tambem grande sortimento de,
    outras qaalidades, entre as quaes algumas muito
    Unas.
    Boas bengalas de superior canna da India e
    castao de raarllm com lindas e encantadoras figu-
    ras do mesmo, neste genero o que de melhor s i
    pode dsejar ; alm destas temos tambem grandu
    Suantidade de outras qualidades, como sejam, ma-
    eir, baleia, osso, borracha, ele. etc. etc.
    Finos, bonitos e airosos chicotiuhos de cadeia e
    de outras qualidades.
    Lindas e superiores ligas de seda e borracha
    para segurar as meias.
    Boas meias de seda para senhora e para meni-
    nas de 1 a 12 annos de idade.
    Navalhas cabo de marlim e tartaruga para faz?r
    barba; sao muito boas.e de mais a mais saoj^a-
    rantidas pelo fabricante, e nos por im.ss.-i ve: tam-
    bem asseguramus sua qualidade e lieiicadeza.
    Lindas e bellas capelias pasa noiva.
    Superiores agulhas para machina e para croi.
    Linha muito boa de peso, fruuxa, para enener
    labyrintho.
    Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
    como os tentos para o mesmo tal.
    Grande e variado sortimento da? melhores per-
    fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
    fumistas.
    COLARES DE ROER.
    Elctricos magnticos contra as convnlsoe?, e
    facilitam a denticao das innocente? enancas. So-
    mos desde muit recebedores destes prodigiosos
    collares, e continuamos a recebe-lo? por todos os
    vapores, alim de que nunca fcltem no mercado,
    tomo j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
    les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
    vigilante, aonde sempre enconiraro destes verda-
    deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
    para que ao applicados, se renderao com um mui
    diminuto lucro.
    Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
    declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
    comprar por presos muito razoaveis loja do gallo
    vigilante, ra do Crespo n. 7. _______
    o mais
    muito
    Pannos pretos e de cores, desde
    barato ao mais superior, por prego
    commodo.
    Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
    Ditas de casemtra muito finos para
    mesa.
    Peitos bordados de linho, lisos e de al-
    godao para camisa.
    Princetas pretas e Je cores.
    Popelina do seda e linho, com listras e
    flores; fazenda lindissima.
    Pelherinas para senhoras, do ultimo
    gosto.
    Perfumaras ; os mais finos extractos o
    que de melhor e mais agradavel se pode
    encontrar neste genero, e de mais fragante
    e suave no olphato, tem o PAVBLHAO DA
    AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
    da at o mais fino Bouquet d'Amour-, final-
    mente tudo quanto deve oceupar o touca-
    dor de urna senhora de gosto.
    Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
    com folhos e sem elles, o melhor possivel,
    Sahidas e baile, de todas as cores.
    Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
    de listras de todas as cores e qualidades e
    o mais barato possivel.
    Saretlim de todas as cores e qsalidades.
    O*
    Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
    cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
    manhos desejaveis, e em peca para co-
    vados.
    Toalhas de labyrintho, do maior e mais
    fino trabalbo ao mais barato.
    Toalhas de linho e algodao de todos os
    tamanhos, lisas e felpudas.
    Tarlatana branca com palmas e de cores,
    fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
    pria para baile.
    Vistuarios bordados de fusto brancos e
    decores para meninos, de cambraia para
    baptizados, o que de melhor tem vindo a
    este mercado.
    Vestidos de 13a escocer de 2 saias,
    novidade pelopdrao, gosto eforma; ditos
    de linho com barras de cores, e de cam-
    braia de cores com 2 saias, tudo inteira
    novidade, trazem os naodellos juntos para
    mostrar a forma de os fazer.
    Veos de blond para noivas e pretos para
    luto.
    Vestidos de blond para noivas: podemos
    asse' erar as possas Exmas. freguezas, que
    somos os nicos em Pernambuco que pode-
    mos offerecer o Ilustrado publico, o mais
    | aparado gosto'em sememante materia, gra-
    S0RTIT0 COMPLETO
    ARHAZEMS
    NOS GRANDES
    DE SECCOS
    E JIOUIAOS
    CONSERVATIVO
    N. 23Largo do Ter DE
    S1MA0 DOS SANTOS ft C.
    10
    PROGRESSO
    Penha -
    COGNAC.
    De superior qualidade da mui accredit
    da fabrica de Risquit Dubouch el C, en
    cognac urna das que mais agurdente d*
    cognac, fornecem para o consusimo de
    Reino da Inglaterra.
    Vende-se em casa de Th. Just. ra do
    commercio n. 32.
    Pateo da
    DE
    10
    SANTOS & FERRIRA.
    Os proprietarios destes bem sortidos armazens participam aos seus innmeros
    freguezes Unto desta praca como do matto que tendo feito grande diminuico de pre-
    cos as suas mercadorias esto por isso resolvidos a vender por menos de \0 e 20 \,
    do que e& outra qualquer parte, garantindo-se portanto a s penor qualidade de qual-
    quer genero comprado nestes dous estabelecimentos. Mencionamos alguns dos nessos
    gneros e a vista destes sao comprehendidos os outros, porque enfadonho seria men-
    cina-los.
    Se alguem duvidar venlia ver.
    Gaz americano marca Deves a 8&S00 a
    Vinagre branco mandado vir por conta
    propria vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
    480 o litro.
    dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
    320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
    rs. o litro.
    Vinbo Figueira, Lisboa, Porto e Estreito
    nonS* eoo e 40a 83rrafa tr0 a 84 i^000'7^00 e mo arroba'
    dft I i<;haa a 640 j60 Milho alPista *200 rs' a libra e U0 ki"
    ) logramma e 5800 a arroba, em porco ha
    lata, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
    Azeite doce de Lisboa a 900 e i 000 a
    garrafa em porco faz-se grande abatimen-
    to.
    Caf em caroco a 220, 240 e 2-0, a li-
    bra o kilogrammo a 480, 540 e 600, e
    3200
    Vinho branco puro de Lisboa a
    a garrafa, em porco ha abatimento.
    Vinho do Porto, engarrafado das melho- *J*> d(j MmQ ^ ,
    res e mais acretadas marcas a 15000 e 1200 3*400 cada um
    t500 e 2* a garrafa. | snn
    .. o, ,. Aletrta, macarrao, talhanm a oOO rs. a
    jx, Medoc e St. Ju na i;hra ( o j^iogrammo em ^^q ha
    e St. Julien
    7^500 e 6,J500, a duzia e 640 rs. a garafa.
    Genebra de Hollanda e laranja doce aro-
    mtica a 6500, H, *1^500, a frasqueira.
    Serveja Bass, Illers & Bell a 9800 du-
    zia em por?ao ha grande abatimento.
    dem marca Hele outras marcas a
    5do00 e W, a duzia e 500 rs. a garrafa.
    Assim como ha outros muitos
    libra e 10100
    abtimento.
    Sab5o massa de Ia e 2a qualidade a 220
    e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
    Toucinbo de Lisboa muito alto a 400 rs.
    a libra e 880 o kilogrammo, em arroba ha
    grande diiferen<;a.
    gneros, vinbo em ancoretas, azeitonas,
    o engenbo Sebastopol na freguezia do Cabo, com
    as commodidades sgaintes : bom d'agaa e proii
    mo a duas estaedes, sendo pouco mais de ama
    legoa a villa, e pouco mais de nm quartoaestacao
    de pojuca : qoen* pretender dirija-se ao mesmo
    x tratar com eu dono.
    Veade-se no
    roa ii Crnz n.
    Azulejos
    armazem
    t.
    de . Moreira Dias
    Vende-se o sitio qne foi do Cavalcante,
    Monteiro, com caa de moradia para familia e b.v
    nheiro de tijolo sobre a levada : a traur na boti-
    ca da roa do Cabig n. 1!.
    ?ede-se on permatta-se por predios nesta
    pra<:a oa seus suburbios, o engenbo Mozambique,
    sto"aa freguezia il3 S. Lonrenco da Matta, com
    boa caja de v venda, de argir. o te depulatio,
    sendoo seu alambique de capaclaja, por desli-
    ar 6 caadas de agurdente por dia, maqnraa
    de var, terremis para safrejar para maw de
    3000 pace de **?uar, moaata 1 correte ; nego-
    "'"- eoti I s,tfra cre*la ou sem ella; i m-
    itmo Amiro, sobrado jauto do ceraiterio
    A ella, umte que e acabe
    Xa roa Utreita a. 9 tem la de todas as cores
    pan bordar, pelo Jirainu'te pre$o de 1|800 a
    Jibra.
    Flores, o que ha de mais rico, quer' cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
    tollas, quer em ramos, tem o PAVHiHaO Parts, podemos garantir qne ninguem neste
    3A AURORA am permanente jardim a; genero. o possue melhor, nem mais em
    lisposici) das Exmas. familias. conta.
    E' dispondo d to grande e variado sortimento que os proprietarios do PA-
    /ILHO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
    teeobom gostoo novel nico de seus negocios.
    Prvidos de todo e promptos sempre a prover-se do que por ventura lhe
    teja neeessaWo, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
    tem receio de serem eootradictos e protestam esforcar-se per continuar a merecer
    )rotec3o que se Ibes tem dispensado; certos de que do sea estabelecinento nlo sahira
    > freguez desceotente.
    -Contina sempre a officina de alfa ate /dirigida por am dos mais habis artis-
    tas, prompto ejecutar cora promptidao e bom gosto qualquer trbalho que lhe seja
    :onfiado. Urna modista especialmente oceupada aos trabalbos do PAVILHAO D\ AU-
    RORA, dirige os que lhe sao concernentes, garante por sea apurado gosto epromptido
    ta exeeuc&o e a mais completa perfeico aos seus trabalbos.
    A numerosa freguezia que nos honra ama prova de que merecemos o con-
    cito que se dispensa ao nosso stabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
    'ez mais. Para facilitar anda a coacecucSo do fim que nos propomos, temos no nosso
    istabelecimento os ltimos 6garinos de Paris, qne recebemos por todos os paquetes, os
    raaes enviaremos para serem vistos as familias nossas fregtazas, afim de escolherem,
    m o padrio da fazenda o gesto na forma.
    Na officina de lfaiate, junto ao estabelecimento, ba igualmente os figurinos
    jtra homens que por todos os vppores se recebem.
    E' este o modo porqae nos apresentamos pediodo a pruteccJo do ilfaitrado
    Miblioo e com o oais profundo respeito convidamos s exceoiisimag Sras a visi-
    arem o nosso estabelecimento, certas de encoatrrem nelle pelo nlenor prego pof sive-
    tado qae podem dasejar.
    Candaremos eaixeiros levar as azendas e amostras otue foram pedid&s visto
    io podermoa especificar tudo quanto tos.' *
    ;/*4tr, atante'*&
    Aberto das 6 s 9 horas da noite.
    passas e figos, charutos fiaos de diversas marcas, marmelada, bolacbinhas de todas as
    qualidades, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
    taco de Varietes, combination, Britania, doce de goiaba fina, chouricas, manteigas finas
    franceza e ingleza, banha de Ballimor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
    sas qualidades, Canella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
    em latas de todas as qualidades, farinba de milho americana, grandes molhos de sepi-
    las, nestes dous armazens existe tambem grande sortimento de loufas propnas para ne-
    gocio, qne pelos seus' commodos preco fai vantagem aos compradores.__________
    VENDE-SE ou arrenda-se o engenno
    S. Gaspar, sito na freguezia de Serinhem,
    comarca do Rio Formoso, prximo do em-
    barque, com grandes partidos de pal t
    massap roda da moenda, mattos mangue
    para madeira necssaria, bom pasto, etc.:
    a tratar na roa d'Aurora n. 26, oa na di
    Imperador o. 20.
    Deposito effectivo dos producto! da companhia das
    aguas de Vkhy como sejam :
    Agua Source Celestins.
    Dita, dito Hanterive.
    Dita Chateldon etc. etc.
    Saes de Vichy para banhos.
    Pastikias de Vichy etc. etc^ tudo por precos mui-
    to em conta, em casa de Tisset frres, ra do Com-
    mercio n. 9.
    O mesmos teem para vender cognac superior, e
    vinbos de diversas qualidade.
    Venda de lampeoes
    p-ra illuminai'o.
    Na loja de fnnileiro de Antonio Moreira Pinto,
    na travessa da ra do Vigario n. 3, tem para ven-
    ! der 300 a iOO lampeSes promptos, muito econ-
    micos por serem para gaz liquido, e do expelien-
    te luz: elles antes que se acabem, senbores ep-
    carregados de illuminacpe?, aue sao baratos.
    Mez de Maria
    Cnticos e byranos devotos para o mez
    de Mara.
    Um ntido volume encadernado de couro
    ijm.
    De marroquim doarado
    oOO
    LVRARIA FRANCEZA.
    Em casa de Mills Latham & C, roa da Cruz o.
    38, veodem-se folhas de ferro galvanisadao.
    EngeBho
    Superior vinho
    St. Estepbe & St. Julien: na ra
    Recife numero 3.
    BordeaBX
    da Cadeia do
    __________________________i____________
    r.
    Chitas escuras, coras seguras
    iO rs. o covado, ou 10*000
    Admirem!
    qne se vendem a
    com 42 covados,
    Vefade-ie o engeoho'Saito Riu na freguezia do- attefldendo a"qan'tidade resolveu-se a vender ppr
    Cabo, s tree legoasda^esugo de Otedi, mito este pfe^i. Esta acabanoo-se : na na da Irape-
    bom de trras, e me com agu* sem precisar de ratriz n. '2, loja eon o titulo de leao, jamo a urna
    para j^OO pies : a traur no loja de ourives. <. ______________m.
    Venos-s urna boa ubaraa bem afregueta
    preta qae cozinbae Uva bem, da, com poucos fundo!, e muitos commodos: na
    - achaques : na ra ra das Larangeiras n. 16 a tratar na rua^fj
    O verdadeiro portland. S se vende n>
    ra da Madre de Deus n. 22, armazem d
    Joo Martins de Barros. _______^^___
    3 cordeiro prevideni
    Elua do Novo e variado sortfmecto de ra fumaria
    finas, e outros objectos.
    Alm do cempleio sortiBionto de perft
    marias, de que offectivamante est provid
    loja do Cordeiro Previdente, ella acaba i
    receber um outro sortimento que se tor?;
    aotavel pela variedade de objectos, superior<
    iade, qualidades e commodidadei 3 prs
    i;os; assirn, pois, o Cordeiro Prevideste pe<
    e espera continuar a merecer a. apreeu}a+
    do respeitavel publico em geral o de se
    boa freguezia em particular, nao se ai; s
    lando elle de sua bem cGneuQarG^ns;
    e barateza. Em dita loja eacontraro o
    apreciadores do bom:
    Agua divina de E. Coodray.
    Dita venladeira de Morray d- Lamjian.
    Dita dt Cologne ingleza, americana, firsi
    ceu.toda: dos memores e maiijtcredtado
    fabricanu-s.
    Dita de lor de larangt-iraa.
    Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
    Elixir odontalgico para conservado i
    isseio da bocee.
    Cosmeliques de superior qualidade e coc
    ros agradaveis.
    Copos e latas, raaiores e menores, co
    pomada fina para cabello.
    Frascos com d.ta japoneza, transpiren;
    e outras qualidades.
    Finos extractos inglezes, americano
    (rancezes em frascos simples e enfeitados.
    Essencia imperial do fino e agradavel cha-
    ro de violeta.
    Outras concentradas e de cheiros igual-
    mente finas e agradaveis.
    Oleo philocome verdadeiro.
    Extracto d'oleo de superior qualidadt
    com escolhidos cheiros, em frascos de diff
    rentes tamanhos.
    Sabonetes em barras, maior es e inenora.,
    para mos.
    .Ditostransparentes, redondose em figr
    ras de meninos.
    Ditos muito finos em caixinha para barba
    Caixinhas com bonitos sabonetes imitan* '
    frnctas.
    Ditas de madeira invernisada contendo I
    aas perfi.imarias, muito propriag para prr
    sentes.
    Ditas de papeleo igualmente bonitas, t
    bem tie perfumaras finas.
    Bonitos vasos de metal coloridos, e
    moldes novos e elegantes, com p de arroi
    a noneca.
    Opiata ingleza e franceza para dental.
    Pos de camphora e outras differeau
    qualidades tambem pata dentes.
    Tnico oriental de Kemp.
    Ainda mais coqnc*.
    Um onL-o sortimento de coques de a ^
    vos e bonitos moldes com filets de vidrilbo
    e alguns d'elles ornados de' flores e flu
    eitSo todos expostos i aprselo de qoM
    of pretenda comprar.
    GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
    Obrai de moitogoato e perfeicio.
    FiTelIas eltaa para rtmi.
    Bello e variado sorttmetto de taes obj*
    los, ficando a boa etcolba ao gosto do eo
    prlor.
    Vende-se urna pre
    garante-se nao ter vicios neta
    Diritta b. 3, i* andar.
    Cruza* n. 33.
    CEMENTO
    PORTLAND.
    Vende-se no armaiem araarello de Vieenle Fer-
    nira da Cosu & Flao, defrente do arco a Cob-
    cicio,esB barricas irandes.


    6
    ~~?n
    Diario de Pemambuco Quinta feira 5 ^Ba -------i-----.------------L-.
    miMu i-i i
    A VERDADE
    Rna Duque de Caxiasn. 55
    Na toja da VERDADE continna-se a vn-
    eta* por bar.itissimos presos todos os arti
    gos de miudezas e perfuearias do seu
    grande e variado sortimeato. garaotindo os
    compradores toda a sioccrdade.
    Lindas bonecas de cera e massa por ba-
    ratissimo prego.
    Espelhos doorados par* pendorar a
    180 rs.
    Agulhas de osso para crox a 200 rs.
    Pentos linos para segurar cabello, a
    320 rs.
    Cbaroins para gaz a 320 rs.
    Garrafa cora tinta alizarine a I#00.
    Dita com agua florida a 15300.
    Dita com dita dita a l5mo.
    Tnico de Jayme a 15500 o frasco.
    Frasco cota oleo expresso de babosa, de
    240 a 640 rs.
    Dito com agua de Colonia de 300 a 15000
    Dito com extractos finos a 10000.
    D:to cora sndalo verdadeiro a 1)5200.
    Latas cora bautii mmto fina i 120 a
    240 rs.
    Sabonetes moito finos e diversas qaali-
    dades a 80, 100, iOe 320 rs.
    Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs
    Ditas para faci de 500. e 600 rs.
    Ditas para cabello a 500 rs.
    Pentes para a'isar cora costa de metal a
    320 rs.
    Ditos ditos ditos de bafaio a 240 e 320.
    Pentes para tirar piolho de 160 e 240 rs.
    Pavios para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
    Brincos de cores, inteiramente modernos
    de 160 e no rs.
    Peonas cal igrapliica- muito finas a 10400.
    Ditas de langa e mosinha a 800 rs.
    Lindos babadinhos e entremeios de 500
    e 1(5500.
    Grosas ds boles de louca de 160 e
    2C0rs.
    Ditos ditos para caiga a 240 rs.
    Gaixa com papel amizsdo a 700 rs.
    Ditas com envelopes a 480 rs.
    Ditas com obreia;; a 40 rs.
    Ditas com agulhas fundo doarado a
    280 rs.
    Thesoura para costura a 240 rs.
    Linha de marca eaixa a 280. rs.
    barritis do liabas de Alexaadre den. 70
    a 00 a 10 rs.i
    Grampos muito finos; com passarinhos du
    ziaa 20 rs.
    Cartas fraocezas para jogar duzia 35000
    Ditas portuguezas, duzia 15400
    Papel almaco superior qualidade resma
    4)000.
    Lam muito fina para bordar libra 65500
    Fitas para delire-n de sapato, pessa 160 rs
    Ditas de lam para ilebrum de vestido eca
    400 rs.
    Caivetes gr ndes com moa a 400 rs.
    Ditos grandes com 2 famas por 320 rs.
    Rosetas pretas para lulo, o par 100 rs.
    Trancas de lam de caracol branca e de
    co es de 40 s OO rs.
    Fi'as para cs, pi-ra 430 rs.
    Aifloeats de lato, caria 100 rs.
    Sapatmhos de lam para creaaca de 400
    a 800 rs.
    Calgadeiras a 40 rs.
    Grvalas de seda {tota d 400sJ1*.
    Ditas de coxe, brancas ode cores SOOrs.
    Dita de gorgurao de cores a 800 rs,
    IVa Verdade ras* aSnqpae de Ca> j
    la*' ta. **.
    Verntooi-w pem umiatioitu de apUfta
    par qualijoer obra por. meto do Sualrjuer parle, no caes do C*ptbrttoe, Oaleiro
    a Ponte Velha, de Joao Menina, eanto : tona-to
    eneommendas e vai-ne tier qtHrfapwr xrvtco.
    ACHIA NEGRA
    Estampilha.
    .Vendo-se na roa da Cror. 8, * aalAr.
    COGNAC ,
    da muito acreditada marea Rouycr Guillet & C. de"
    cognac. nico deposito eni Paramboeo, em casa
    de Carlos P. de Letoos C, roa do Vigario nu-
    mero 10.
    Milho e arroz de casca
    Veode-se minio e arror de casca mto- em sac-
    eos, no trapiche da companliia: a tratar na rna
    da Cadeia-vplha, casan. 1, 2 andar.
    Milho das Ilhas
    E
    Feijao do Porto
    em reos grandes, das qaalidades abaixo men-
    cionadas, e por menos proco do que etn outra
    parte.
    MILHO NOVO
    Feijao nwlatinha Feijo preto.
    Dito branco Dito rosado.
    Dito amarello Dito frade.
    VENDE
    Jos do Reg Borgos A C, a ron do Vigario n. U.
    Bichas liamburgnezas
    'Neste novo deposito reeebe-se por todos os pa-
    quetes traiulancos bichas de quaiidade superior
    e veadom se em caixa ou porcao mais pequea,
    e mais barato do que em outra qnalquer parte :
    na ra da Cadea do Recite n. 51, ! andar.
    Cigarros da imperial
    fabrica de S. Joao
    de Nictheroy.
    nico deposito em Pernambuco caes da alfan
    dega velha n. 2, Io anda.
    Venda,
    Vende-sc a barcaca denominada Academia, na-
    va de primeira viagem a este perla e do lotacio
    de 6000 arroba?, quom a pretender dtrija-se ao
    Cjcriptorio de Alfredo & Barbosa Jnior, no lar-
    glo trapiche da compantiin.
    Vaqneias-
    envernisadas e grandes para c-.berta de carros :
    rende-se na ra da Cadeia do Hecife, armazem
    n. 24.
    Bengallas com nttrfim, consa especial.
    Sabonetes de alcatrio.
    Cofres de folbas para dinheiro.
    Lindas caixas para costura.
    Um completo sortimento de lavas de pe-
    Travessa do Corpo Santo n. 26.
    Os acreditados cyjndros americanos para padaria. pordoos differestes r**.
    M teSSara,de8C9r0?ar alod50 & ^fabricantes TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25
    Joifn Klpes Bacftaio i C.
    Cortes de vestidos de
    blond.
    Acaba de chegar loja dos arcos rw A
    Crespo n. 20 A. de Alvaro Auguro de JUMft
    & C., os mais ricos ertes de vestidos As Mond
    aue tem vindo a este mercado para rmwiuiu.
    | assim como cortes de vestidos de seda de cor de
    gostiis inteir? mente novos, o tambem um granee
    sortimento de chapeos de velludo para sennarM
    V'ende-se 0*1 troca-se por catas oes prac*
    o sitio denominado d Borttit, amiga casa da la-
    vagem de mupa, com prande casa de vivenda
    I niifiT 1 /^ Ck w* 1 ?ez?,a Para P^'os, estribara, banheiro de nedra
    11 i 4 Jll Y i U Ih A II I eta" W clf, baixa para canlm
    MlnlMb r4 K t J5tOTjstfaag^-
    i 1 flO TT TTl k VeiM,e-!;e eearro pn>pno pwa Mr
    ^^-'^' 1 UJ-in Rawos n. 22, com Antonio Jos Farruto, por es-
    Acaban de ehegar ao GRANDE BAZ^b UT pn" ro','"3r sp para EtfrPa-_________,
    UNIVERSAL, roa Nova n. 22-rrCANEiB0 T vende-se urna casa terrea em chaos proprios
    viannaum completo sonimento de ma- m .frp*uem de S.1^ : na roa deHortasn.30
    chinas para costara, dos autores mais co- -'d'rtqu!'n V _____________
    onecidos as ^aes estao em exposico no;n.38:^rM^S!,ll,tar,la,-to
    mesmo Bazar, garantindo-sca suaba qua- -j=-------- ________
    lidade, e tambem ensina-se com perfeigao Cal TlOVa Ho TJshV
    a todos os compradores. Estas machiJas', V<" ,Vd' Ue -^DOa
    s3o iguaes no seu trabalho ao de 30 costa-, iSKl lfm .do patach? aria V
    reiras diariamente, e a sua perfeico tal SffSAr* ^^ na rua " 8'-
    como da melhor costoreira de Pars. Apra- i ~
    a BEMO MACHADO tt C,
    A AGTA NEGRA animada com o bem accolbimente que ttve em aeas amon-
    io*, vea novo parGapar a seus freguezes <|oe, acaba de receber na variado sorti-
    aento de objectos de gosto os qaaes ser) vendidos por prcos multo razoaveis, pois
    jcando fez os seas priraeiros annncios. fo o que assegurou, e sera medo de errar,
    ).>rque como j dtsse ost mteresses figada a urna casa importadoradesla praca, e
    por sso poder ter tudo especial e vender por procos a4raveis.--Cliama pois a atten-
    So de seas freguezes para os arttgos posa descrever:
    i,ivro8 cora o tamp de marfim, madre- a variado sorliaents de cbaruteiras e
    'ft?S tanamga, proprios p^ra miesa. IpalWei ros de porcelana, '
    .oCtthgcstraS WU.I--j lento. pS.
    InrTtspensiiveis de palinba e do coaro pro^ I
    )rios para senhoras e meninas trazer no
    iracoa.
    Binculos de rcadreperda, marflm e tar-;
    iruea todos esmaltados. j
    Cintos largos de setim, cousa inteiramen- i.- ^
    ;a nova. nea
    Fitas de wrja de todas as cores e largu-! Talagorce {Hra-bxmhR.
    as para latos. ; Um completo sortimento de enfeites de
    Toucas, sapatinl'.os metas de seda e mais seda para vestido.
    );*yfc* Perfumaras do todos os autores os msis
    mS de nSv '' Pr0pr'*8 ^ b0"! acreditados em oxtractos, pomadas e leos
    ' ; e finalmente outros rauitos objectos que nao
    Ricos vasos coro po do arroz. possivel mencionar ; mas com a vista se
    Um vanado sortimento de jarros e por- cKrtiGcarSo do sorlimento deste estabele-
    s'ana.- cimento.
    Agnia Negra, rna do Cabng n. 8. ^XSE2SEr '^T^S'^sfi^rt
    >mmmmimmmmmmmKm mmmmmm z;mmitoi""m agradar aos t^^Zztisf'S22Zz
    ------------------_-------------------------purgatorio, que milito convem comprar ambos: a
    U livro para o mea de maio !,ra.,ar emi'o com o sr. au onio MeneiioCor-
    ,.t.. deiro de Gnstnao.
    vend
    ph-
    Acha-se venda na roa do Imperador n. K o -
    beai eonhecido livro do moz de maio, conlecdo I
    PARA A PESTA
    alm do mais, versos, etc., e tambem os cadernos' Q ^^^-t-JT^'"' V* j" m*n'M"im-
    nadevocao, ntida O POTOS, iila (le erra?8lil
    nodo. r de versos proprios para a mesma .
    impres9ao, e preco mnito commodo.
    Caf do Geara'
    Vende-se ptimo caf da serra d'Arata-
    nha. Cear: rua da Cadeia do Recife
    n. li.
    AO ARMAZEM
    ttenpao.
    53-Rna Direita53
    Nao mais cabellos brancos.
    A tintura japoneza pora tinpia os cabellos
    da cabeca e da barba, fot a nica admittida
    Err>GSico Universal, or ter sido rece
    onecida superior todas as preparacoes at
    aoje existentes, sera alterar a sade.
    Vendc-se a 000 cada frasco na
    Rna ca Gada n. 51,
    0 anda
    Neste grande estahelecimento, ha para vender
    r,Jef.n(!nSena,r^d?Dl"Lue "H Caxias (anlie^nm completo sortimento de ferra^m,VmicTS
    KmtSSl^t ch'las ,de .^ panno e finas e grossas, como sejam bfndejas cbSetL
    bonitos padrfes a 500 rs. o covado. e pechincha. |qnadradas e ovaes, facas e garfos de 1 2^
    -----------" ~"". ^ y".'!. 4uouiau* c uvaes, iacas e ganos ae 1__2 bo-
    Vende-se por preco commodo urna escrava I ^e^ balanco inteiro e 1/2 balando; panellas, cfca-
    ainda mora ; a tratar na rna Nova n. 45 2 anclar ; '"eir?, cacarollas, friRideiras, assadeiras, tsnt.v
    - /-vTTri ..-------------12? *erro como de porcelana, moinhos pa-a caf d
    N.7 Rua Nova
    Lr
    t>
    diversos tamaitos d- fabricante Japy, pesos kHo-
    Hpaximos, tanta de forro como de latao, metro
    para medir blenda tanto de ferro como de lati
    1
    Acaba de cnepr a este montfido Bstabelecimenlo novo sortiment
    bom coleado para homens para sombras, para meninos e mc-mnaV ?co h o
    as ma.s importantes e (Mtbecidas fabrfos premiadas do Pars eq-i e fina
    perfumana de Co..dray-e de Piver-lavas de pellica de Jlvn^ osohos lo
    r,n,s obras d, o.ro. rmxinhas de entura, e uri sem numer shse t'ttas'
    quinqu.lh.inas fraaceas de Oitogosto c phantasia. e a mais interesante vi
    jeatee bnimije-lo^fnncf-zes e aHemaes para eniretimento de ciancis
    sr.htre, bren, barbante, enxofre, papel marca via-
    : do, do yerdadeiro Picardo, machinas para desca-
    !rccara!.!Tn-io; sim de outros artigos de fem-
    . .-^tTSi

    Grande armazem na rna da
    Iinperatrlz n. 6 ^ oe iem-
    Neste grande armazem vendc-se louca ingkza R^^SfS^JS^XAT^
    finas e ordinarias, apparclbos de porcelana para L'jJ'HSll l&SJ? i n3 lja, 4? 3 "-
    jamar e para cha, jarros para flores os mais honi- l ** M,Pnel hpTin "" 0llTOra Braga* c-
    tos o de gostos modernos ; assim como grande! 4? 'M f47
    sortimento de vidros finos o ordinarios, que tudo I Wii lS.L iSiLL
    se vender tanto a retalho como por atacado pelo Chegon o amigo deposito de Henry Porstw *
    mais barato prem que em outra pualquer parte : 0., rua do Imperador, um carreeamento de na
    ciiagiaisos a attencao dos freguezes, que serio de primeira quaiidade; o (nal se vende em carteL
    convenientemente servidos tamo nos commod33 e a retalho por menos preco do que em outr* onai-
    precos como na boa nualidade das fazendas. qtter parte.'
    s!&
    Nsv
    ' i outra i|ua qn i
    armazem pnder i hm
    derem escolber.
    ('aaibrai.i
    6 0RUA DA IMPERATRIZ60
    le ttMM|m , an-SSr^&l J^?eranJe S SSFiSU S^:." MI,E!MBC^
    fc c
    3 os livros das amostras, ou se mandara levar enfsaas cas, para melhor p
    saiMa
    (-JAI 8 i'AL.rl'JS DE LAUGUKA A 1:600,
    2:000 e :500 RS.
    Caegarara as Snissirnas cainbraias suissas
    de 125000 rs. cada
    um, nechinchi.
    CAEMiRAS GSGOSSEZAS.
    0 Pavio tern borti-as casemos escosse-
    m com qnidros grfidos e mrdos e outras
    i metro, tendo haver grande porfi.
    CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10,5000.
    *- ui uuid iijva reo mi-i .^ Pav2ofez nma grande compra de cha-
    to acreditada cretone, propria para Iences: Peos f,e s' de Pura seda. inglezes, com as
    tambem das m?smi, porm inglezas com
    a mesma largura que se vendem a t,50:.0,
    e 15280o metro, sen-'a apenas precisos des-
    ta larga fazenda para ge fazer um vestido
    4 ou i f/i metros, pe,;hincha,
    SAIAS BORDADAS
    Vende seum bonito sortimento de saias
    bordadas com 4 p.tnnos. assim como ditas
    ja promptas, de lasinha, enosgadas com
    bonitas barras bordadas a la por precos
    muito em conta.
    PANNO PARA SAFAS A 15000, 15280 e
    15600 RS.
    Venie-se bonitas fazendas Jproprias para
    saias sendo cora bordados e pregas a- um
    lado, dando a largura da fazenda o compri-
    ment da saia e vcode-se pelo barato preco
    de 15000, mso e UfJOfj, cada metro sen-
    do preciso apenas 3 ou 3 i/i metros para
    cada saia pecliincba.
    Pannos c casemlra pretas.
    O Prvao vende grande porc5o de pannos
    pretos do mais baixo at o mais fino, por
    preco que admira, assim como um gra.de
    sortimento de casemiras pr tas para calcas
    que se vende por preco mais barato do que
    em outra quaiquer (terte.
    Vestidos brancos a 1 44>oo rs.
    O Pavo vende finissimos cortes de ves
    tidos de cambraia ranea, ricamente borda-
    das e com muita .fazenda pelo barato preco
    PANNO DE LINHO.
    Chsgoa am sortimento de pecas de pan-
    no de lioho do Porto, que se vendem de
    rs. at 15000 a vara, garantindo-so
    CORTES DE CASEAIHIA PRFTA A 4:500,
    O Pavo tem os superiores cortes de ca-
    seminspretasenfeitaias pelo barato preco
    ds 45300 rs. o cort,
    CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
    VADO.
    _ 0 Pavo ;ende exceflente fazenda de pura
    la com as cores escalas muito proprias
    para calcas, nlitott, colletes e roupa para
    meninos qae frequ^ntam a escolla por ser
    urna fazenda leve, escura e de mnit3 dura-
    Co, pecliincba a 80.) rs. o eovado ou a
    1580J o corle de caiga para hornera.
    FINAS BARAJES A 640 RS, 0 COVADO.
    O Pav3o tem as mais lados bareges de
    la sendo nuias transparentes, eom urna
    so cor, tendo : lyrio, azul, rosa Bismarck,
    roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
    da-se por 640 rs. o covado, por se ter fei-
    to urna grande compra, assim como ditas
    mais estreitas de urna s cor coa listras
    mttaco de soda a 560 rs. o covado, e oe-
    chinch-5. r
    ALGODOSINHO A 5300 COM 2 JARDAS
    O Pavo voude pecas de superior algo-
    dosinho largo proprio para todas as obras
    por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
    co de 85000, pechinctia. F
    PEC.AS DE MADAPOLAO A 35300.
    O Pav3o vende pessas de moito bom
    madapolSo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
    barato preco de 35500.
    PSOHINCHA EJIALGODO A 4000 RS.
    OPa"So est vendendo pe^as de algodo-
    nbo francez, tendo 4 palmos de largura e
    tendo 10 palmos de largura, dando na lar-
    gura o compnmento do lenco! e vende-se
    peto barato preco de 25O0O o metro, sendo
    preciso apenas para um leDcol um metro e
    urna quarta ou metro e meio.
    GROSDRNAPLES PRETOS DE t00 AT 7000
    CROCHE'S PAHA- CADEFRAS E SOP.VS. f CRETOXES COM !9 PALMOS DE LARGURA i
    u t-avao tem nm grande sortiiaento dos! 23000 ^rs
    mais bonitos crochs para cadeiras, sofs O Pavoo tem nma nm
    mesas, almofadas etc., proprios para co- nrn remessa aa mui
    brir presentes e vende-se mais barato do
    que em outra quaiquer parte.
    Algo dito entestado.
    Vende-se urna grande porcao de algodSo
    sinho americano com 8 palmos de largura,
    proprio para Iences e toalhas, tendo liso e
    trancado, que se vende por preco ramio em
    conta.
    GRETONES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 640
    E 800 RS,
    Para o Pavao chegaram os mais bonitos
    cretones oscuros matizados, proprios para
    vestidos, roupo, chambres ote qae se
    vendem 800 rs. o covado. assim eomo o
    mesma fazenda com padrSes claros proprios
    para vestidos 0 roupas de meninos a 640
    rs. o covado, sendo 09 padrbes mais mo-
    dernos qae tem vindo ao morcado.
    OSSETINSDOPAVO
    Vende-se es mais bonitos setins do cores
    e mais encorpados, proprios para vestidos
    tendo de diversas cores.
    queem fazenda de bnbo nao ha nada meiho com 11 metro, cada peg TeloS
    Le_ma.,?_Pr?Pr"0 Par* Iences e toalhas. de 45000 rs. P ^' P Darat0 pre"
    LASESCOSSEZAS
    LAASESCOSSEZAS
    LAS ESCOSSEZAS
    A 360 rs. o covado.
    Chegou para a loja do Pavo, o mais
    elegante sortimento das mas lindas llazi-
    nhas escossezas com flos de soda, aa quaes
    fazem o mais delicado effeito, para vestidos
    de duas saias, e vendem-se pelo baratsi-
    mo preco de 560 rs. o covado.
    publico om grande sortimento de grosde
    naples pretos de todas as larguras e qua-
    lidades, tendo de 15^00 o covado at 75000
    e 85000, que se vende por preco muito
    em conta.
    PARA BAPTISADOS
    Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
    chovaes para baptisados.
    Cortes de chitas.
    com 10 covados a 35000.
    Vende-se cortes de chitas finas, lendo
    escuras e alegres com cores fixas, sendo
    haspras parago. sendo neste genero os
    melhores que tem vindo ao mercad.), e li-
    quidam-se cada um pelo preco de 105000.
    ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
    OS PRECOS.
    N'este grande estabelicimento encontrar
    Na loja do Pavo encontra o rsoeitive e 8randeLestat>elcimento encontrar
    iblico om grande sortimento detrrosde resPe,lavel poblico um grande sortimento
    de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
    panno preto e cazemira, calcas e coletos de
    brim branco e de cores, que tudo se vende
    mais barato do que em outra quaiquer parte ;
    assim como um grande sortimento de ca-
    rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
    de lnlio como de algodo e abundante sor-
    timento de meias cruas.
    ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 B
    1,000 RES.
    Chegou para este grande estabelicimento
    o mais bonito sortimento das mais moder-
    nas alpacas Iavradas de todas as cores, qne
    se vendem a 15, 800 e 640 res o covado,
    assim como om grande sortimento de alpa-
    cas lizas da todas as cores
    VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS
    0 Pavo vende urna grande porco de
    cortes de vestidos indianos, tendo duas
    m fdfeba JFL*"** Cada t0S mais novos 906 lera 'nrf. e liquida-se
    .ra acahar mn n r0e,n a smQt moHa!i Qm ^ ^^
    figurino.
    om. pechincba, para acabar con
    CASSAS FRANCFZAS.
    CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
    de 85, 105,125 o 165000.
    ^Tp?BRACA8 A 4000' a PEGA-
    SO 0 Pavao vende pecas de- cambraia
    -----.. iuww. "" - cii.io peras oe-cambra a VCIJU'"-e peio nara
    Chegon para a loja do PavUo nm grande' branca transparente, tendo miis de vara de ovado, pechincba.
    rtimento das hon in a ,*,.,,___.-.j.. laro-nr. im in w j. .. ue ^ *'
    sortimento das bonitos e ricos cortinados
    bordados, propnos para camas e janella<
    que se vendan de 85000 o par. at o mais
    rico que vem ao mercado, e vende-ar mais
    barato qae em outra qoalooar parte
    CERA DE CARNAUBA. *a>
    '.' Vende-se superior cera de carnauba em
    saccas, oais barato do qae em oatra aaal-
    qawr parte, 0a rua da Imperatriz n. 60.
    toja do Pavio. '
    largar?, com 10 jardas cada peca, fazenda
    aue sempre se vendea a 75 e 85000 lioui-
    da-se pelo barato preco de 45OO.'
    Aos dear mil ec vados.
    De lwMuhat; a 400 rs.
    O Pavf'o vende peto barato preco de 400
    rs. o covado, ama grande porfo de laasi-
    nhas cora stra raindink? tendo as mais
    lindas cores e lastros i imitaclo de aouoe-
    ina de as*, paenmeba,
    SEDAS DE LISTA
    SEDAS DU LISTA
    SEDAS DE LISTA
    a 25000 o covado.
    Cbegou para a lija do Pavao am grande
    e bonito sortimento das uta liadas sedas
    de listas com as mais delicadas cores, tendo
    entre ellas algamas que servem para loto, e
    vendem-se pelo barato preco de 25000 o
    FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
    Encontra o respekave! publico neste ea-
    tabelecimento om graaie sortimento de fa-
    zendas pretas, como sejam cassas fraace-
    Chegaram para a loia lindas cassas francezas com delicado^^^^^^
    ddes' dannn ^^fJT90* l *hl *** tem Para ***" bonitas case-
    2iSaSf:!?J5 ? y081"8'i*8^*T miras me8clad"eba8taDte **m* para
    tas franT,ri^ ada,S ma'S ,,Dda * rouPa de hoaieDS mos pelo bara"
    tm mZ "Si G aIef es;(me-se !' Preco de 35<00 cada covado ou 55000 o
    anStras Se d3o,corte de ca,ca Para bomem.
    Cortes de casemra a 45000, cada nm.
    Vende-se bonitos cortes de casemiras
    claras e escuras pelo barato preco de 45,
    00 a 25400 o covado, tendo duas larguras,
    PECHIWCH1
    Roupa por medida.
    Basquinas.
    Chegarao as mais modernas basquinas
    ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
    enfetadas a vidrilho, tranca e setim pretc
    tendo de todos os modellos, os mais novos
    que tem chegado e vendem-se por precos
    muito razoaveis.
    POPELINAS DE SEDA
    POUPELINAS DE SEDA
    POUPELINAS DE SEDA
    a 25000 o covado.
    0 Pav5o acaba de receber o mais ele-
    gante sortimento das mais lindas verdadei-
    ras poupelinas de lnho e seda com os pa-
    droes mais delicados qne tem vindo ao mer-
    cado, tendo entre ellas cores proprias para
    alliviar luto, e vende-se p9to barato precs
    de 25000 cada covado, pechincba.
    Cambraias brancas
    Vende-se um grande sortimento das me-
    lhores cambraia* tanto victorias como trans-
    parentes tendo de 35500 peca at a mais
    fina que veff ao mercado.
    Na loja doPavJo manda-se fazer quaiquer
    peca de obra a vontade do freguez, para o
    que tem um perito alfaiate, responsabelisan-
    . do-se os donos do estabelicimento por qual-
    EM CAMISAS DO PAVAO A 45oOO RS. quer falU que possa haver, quer por de-
    Vende-se om bouito sortimento de muito mora, quer por quaiquer defeito na obra
    finas e modernas camisas inglezas com pe- e para isto encontra o respeitavel public
    te e coliartonos de linho e paBhos, pelo um grande sortimento de-todas as fazendas
    baratissmo preco de 41800 rs. cada ama qae desojar.
    e aos freguezes qae compraren) dazias a
    Ihe far um abatimento, garantindo-se que
    .u /' ^ i,reUi ** todas as- faaens que vale moito mais diabelro*.
    qaal^ades, fazaida de 18a de toda, que liqoids-se por este proco por se ter feto
    tota vindo, proprias pan mo, sendo laasi-
    nnas alpacas_Iavradas e asas, -istia bom
    ba^na^merinH. le. M tado soTsade
    Por prerjo barato. ^^
    BRAMANTE A 1800.
    Vende-se superior bramante com 10 pal-
    mos de largura, proprio nara Iences, dan-
    aberta,
    - n~ .Ui ^^-^ i utua uo largnra, propno para le
    rnaa'
    s 9 da noute
    ESPARTTLBOS A 5#000.
    Vende-se um bonito sortimento dos
    lhores e mais modernos espartimos
    do barato preco de 55000 at 8000.
    CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
    Vende-se o mais elegante sortimento as-
    mis modernas e bonitas chitas tanto mia-
    das come gradas, com cores dars e es-
    curas, daado-se de todas amostras.
    FSTOES BR ANCOS A 640, 800 E I0DOL
    Vendse muito bonitos fustes braaoas
    mono flexivel proprios para vestidos do
    senhoras e roupa para meninos e vehde-st
    a CAO, 800 e 15200 rs. o covado.
    Cassas a ! rs.
    0 Pavas est veadeodo boaas catsasds
    csresflxasa 240>28O e 300 rs. o &m*
    !


    .',"1'1
    " ?" "
    ' "I"11'
    Diario de Peniambuco Quinta eira 5 de tyfaie de 1870.
    a^-J i.......v^
    53?
    ffw^f
    ANTE CO
    Grande armasem de planos* msicas <
    ANTONIO
    N. 11-RIJA NOVA-N. 11
    T" ,' ""
    Partecipa ao respUavel publico du cidacto e das mait provincias visinhis, que o sea grande e bem acreditado armazem de ins(rumentos''para musi-
    at.jtaj de caegar om grande e eipleadido sortimento de
    O ene ha de mus moderno, de teclado
    e bem oonbecicios pianos da fabrica, do Sr.
    *MAHfOS
    ) fixo e mobile, e coco transposicSo o a sem ella, de auto
    lores os maii acreditados puesta |d AFFONSO BLONDEL


    .^W19* ^ 9a6ni aonunciante o nico agente nesta cidade, como prova com o documento abaixo transcripto o assignado pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
    cados especialmente para o dina dssto paiz sao os nicos que offrecem urna garanta t segura de sua duracSo. EUes sao aqui bastante conbecidos desde {44, para que
    OA oecesaario insistir sobre sua sapeBoridada. As soas voaes a8fc moito flautadas a' melodiosas. EUes posetiem um teclado que se presta a todos os caprichos do
    eoherw pianistas. > r
    Todas w passoas que comprarem pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certificado de origem assignado pelo Sr. Blondef, afim de provar a sua
    ttlancidade do numero de piano com o de certtflcado.
    AO PUBLICO
    Mr, \ipnoose Blondel, fabricanto de pianos em PARS, deeclara ao respeitavel publico de Pernambuco, que o nico deposito de seus pianos na cidade
    to Recite, i RA NOVA N. ti, armazem de Antonio Jos da Aievedo. Outro sita que todos os seus {pianos ir5o-accoapauhado* de um certificado de origem assic-
    nuto por mim.
    Pars, 24 (te julho de 1869. (Asssignado) Alphonse Bloadcl
    O annucianie tambem troca e aluga pianos. E tem o maior e mais esplendido sortimentof de no vos piaues. \
    MIIIA PARA PIAMOS
    As quaes recebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs, Felipone & Tornaghi. Narciso, Arthar Naoolelo C
    ekc. Tambem t -~ -um*^ a. i------------:. .*^.. . . _j_. ... e.--------... _.-------------------------j--------------------
    *soalho de salas.
    CiyfciaOS U8 tOaOS vo i.uuuuvui vainflai'u, mo o aguiuas >a uuiuai, o uiu(iu uum usai ugva (Jiro u IG3JJ
    abwto todos os das at as') horas da noute, afim das Exmas. familias poderem ir apreciar os reus pianos
    mtwmwv+Hmmm
    Complete soriimento de caigas debrim pardo de 10600 a 60000, ditas brancas
    de 20, 100000 o mais superior, ditas meia casemira, ditas caemira de>J, 120000,
    ditas casemira prete de 60, a 160000superior, dita de merino diversas qualidades para
    luto. Assim como um booito sortimento dexolletos de brim de cores, ditos francos,
    ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para luto fazenda superior.
    Sortimento completo de camisas francesas de algodao, de 10600 30COO, e de
    linho de 380600 a 700000 a duzia.
    Sortimento completo de ceroulas franoezas de algodo de 10600 a 0500,
    ditasde bramante a 15800, 20500 e 30000 ditas de Hamburgo, francwws, fazenda su-
    perior de 250000 a 350000 a duzia. SortimfiBto de colannhos de algodao e linho, etc.,
    assim como meias de algodo para liomem de 30. a 100000 a duzia, gravatas de mni-
    tas qualidades. Na ra da Imperatru n. 92, loja do
    Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e soda, ditos inglezes cabo de marfim.
    Toalbas para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
    ATENgO.
    Nesle estabelecim^nto enearrega-se de mandar fazer qualquer obra por medida
    e para esse fim tem hbil mostr encarregado de ofiiciaa, que seencarrega do irabalho
    com perfeii;ao e ponluaiidade.
    SORTIMENTO DE FAZENDAS.
    Chitas de 240 rs. o covado ou 100000 a pessa com 42 covados, ditas miudes
    para camisas e Jimio de menino 260. e 280 rs.. e outras muitas qualidades de 320, 360
    e 100 rs. o covado, neste raosmoestabelecimonto chegaram, urnas bonitas chitas da
    victoria com barra, a qnal para flhos ecompetente enfeite para corpiono. Cam-
    braia lisa de 30, 40,30 e 10000 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
    dades.
    ALGODO E MADAPOLO AVARIADO.
    A 40000 o algorio. e 40500 o madapoln, e tambem chita escora boa 240 o
    covado por ter grande porcao, na ra da Imporairiz o. 52, loja com portaes encarnados.
    intitulado
    Lefio de Gq$>.
    LEO DE OURO
    Grande estabr.lecimeoto de fazendas e roupas feitas e por medida, na da Im-
    perairiz n. 52 junto a loja da ourives.
    Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publica um bonito sortimento de
    roupas de todas as qualidades.
    Palitot de alpaca preta e de cores a 30000, 30500 70000, ditos mirin preto
    le 70DOO at 2S0OOO, ditos de casemira de cores linas e ordinarias, de 60, 160000,
    titos de panno finos da 6j 8 100. e 2(0000, sobrecasaco dito de 200 a 500000.
    A SflVA lorwiiL,..
    A ra do Duqde de Caxias n 21.
    (ARTIGA RA DO QUEMADO)
    Nie foi sem fundamento que a NOVA
    ESPERANCA tem deixado de fazer os seus
    annuccios, a razSo simples, ella entende
    que lude em demasa aborrece... por isso
    como j fiaba dito e scientiticado sua boa
    freguezia e que constantemente ia receben-
    do, ou tivesse fcito muitas vezes, receioo
    tornar-so massante, assim pois recolbeu-se
    um posee ao silencio, mas nunca deisando
    d'eaprpgai' oeverdadeiros esforcos, j con-
    tratando maior numero de correspondentes
    Da Europa, j descobrindo objectos do mais
    apurado gusto a finalmente assignando o
    Jornal das Familias, e qual vem sempre
    ornado com figurioos, modernos moldes para
    vestidos etc.. ees. para desta forma melhor
    servir a sua constante freguezia; e com es-
    pecialiriade ao bello sexo, quem a NOVA
    ESPERANCA ufana-se em offerecer-ltae
    seus servaos, apressando-se desde j em
    declarar que tem recebido ltimamente
    ntremelos e babados bordado transparen
    tes e tapados, chaposinhos de setim para
    baptisados.
    Fiua* toncas de cambraia bordada para
    o mesmo fim.
    Meias de seda e fio de escocia para crian-
    cas.
    Dedaes d'osso, marfim, ac e madrepe-
    rol.
    ptimas navalhas.afiadoresemassa para
    as mesmas.
    Finas esponjas para o rosto e para ba-
    ohos.
    Bonitos sapatin^os com biqueira, sendo
    com salto, para meninos e meninas de dois
    a doze annos.
    Bas leutes com cinco melimetros, para
    contar-se os fios de qualquer fazenda.
    Tesuras para* frisar vestidos.
    Carretas para tirar moldes de vestidos.
    Mollas para segurar costuras.
    Bonitos linteiros de novos moldes,
    Meias de laa para horaens e senhoras.
    Finas e boniUs ligas para meias.
    Fil de linho e de seda, sendo preto e
    branco, liso edesalpicos, eoutros muitos
    objectos expostos a venda ra \Duque
    de Casias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
    MUITA PERFUMARA.
    A NOVA ESPERANCA, a ra Duque de
    ^axias n. 21, acaba de receber muita per
    fumaria dos melhores e mais afamados fa
    bricantes, como sejam finos extractos para o
    lenco, essencias concentradas de muita qua
    Itdades, olhos de agradaveis cheiros para os
    cabellos, e bonitos vasos com babanha, lin-
    dissimos vasos com pos de arroz, saboiiete
    de differenles qualidades etc., etc., assim
    pois os apreciadores do bom, venhanais
    fazer sua paixoes na NOVA ESPERANCA
    PARA ALVEJAIl B CONSERVAR OS DENTES.
    P de carvio de rusas: vendem-se ru*
    Duque de Caxias n. 21 na NOVA ESPK
    RANGA.
    Para acabar com as sardas ou pannos
    reeebeu a NOVA ESPERANgA, ra Du
    que de Caxias n, 21, o verdadeiro leile de
    rosas brancas.
    MuFto Talcatro.
    Vende-se na roa Duque de Caxias n. 21.
    PARA LUTO.
    . Brincos, broches, voltas, pul-ei ras, fivel
    las, i entes, botoes para punhos e cadeias
    para relogios,
    A NOVA ESPERANCA, querendo satisfa-
    zer soa freguezia, nSosmente em objeco.-
    d'abgria ou de luxo, quer tambem acom
    panbar aquelles, qun infelizmente perdend"
    alguem de sua familia, ou algui m de sua
    amizade, precisam de taes objectos, assim
    pois a NOVA ESPEBANCA, mandou vir o
    que ha de melhor nesle genero, porque
    sendo taes objectos de cor negra,- sendo
    de m quadade. nao somento tornam-se
    tristes como^t repugnantes, o que n3o
    acontesce aos da NOVA ESPERANQA. por
    que apenas exprime o sentimento pela cor
    porem como que traz um lenitivo pelo gostu
    e perfeico com que taes objectos sao tra-
    bajados.
    Joa vares de Mello,
    Pra^a do Corpo Santo
    N. 17.
    Tem para vender:
    Cal de Lisboa.
    Potassa paRussia.
    Vinho Bordeaux de 1/
    qualklade.
    Farinha de man-
    dioca.
    Fai ello de Lisboa.
    Bom negocio
    Vende se unta taberna n> Barro, nieamo .
    Prat;a do Capin, ou smeute a arinaro e uteo
    cilios, cmtio ronvier ao eompratior : ao qnal se
    dir o rriMtiTo da >ndru
    :...
    Vende-e na roa d: Prai.i n. 35. * andar,
    urna mubiHa nova d(^ amurello Lnii XV, com aa
    seguintes pecas : 12 cadotras de piarni(;oea< di-
    tas de braco, S ditas de bataneo, ooimlos 1 jar-
    dinera, i bom if e tem mais avubm, appara-
    dores. i fjnartinheira, 1 cabide, 1 prande mesa
    ptra jantar ; vende- w barato : quem pretender
    di rija-.>u inesma casa que adiar com quem
    tratar.
    ESCRAVOS FGIDOS.
    Vende se cervrja branca Bsss verdadeira
    ta do Barolay de superior qualidade, em boti-
    jas e meias botijas no armazem de Eduardo ten-
    ! ton na ra do Commercio n. 22.
    Fugk) do enitenho Macaoa>suznbo no dia
    28 de abril de 1870 escrav'i Felippc com idad>
    de 22 annos pouco mais ou menos com os sfenaes
    seguintes : preto, altura recular, olhos erapapus-
    sados, dentes limados, pt. grande*, ebeio do cor-
    po, levou vestido calca de brim de quadros, ca-
    mina de madapoln, "chapeo do Chile, e ama pis-
    lolla de espoleta ; quem o pegar pndera entregar
    no dito engenho quesera recompensade: onna rna
    do Livramento n. 20.
    Fugi i no dia 11 de marco do corrente anno
    o eseravo Francisco, cabra, de idade 30 annos.
    com os signaes seguintes : cabellos carapinhos,
    rosto descarnado e com marcas de belgas, inti-
    tula se ser livre, levou calcas brancas, palitot de
    alpaca de c6r e chapeo do Chile, natural df
    Parahyba, e foi cornpi ad ao Sr. Delmire Alves
    Maia, morador na Parahyba e julga-se ter ido
    para o mesmo lugar ; desde j protesta-se contra
    pessoa que o tiver ocultado. Roga se aos capi-
    taes de campo, assim como as autoridades poli-
    ciaes que o iragam ra Direita n. 16, que seo
    generosamente gratificados.
    Contina a estar rugido o nmleque Gregorio,
    de 17 mnos de idade, criuulo, com falla de den-
    tes na frente, testa redonda, olhos vivos, enm urna
    marca de qnelmedura ns barriga, e ootw na exa
    de urna estrepada j antiga : gta de andar com
    caximho : qaem o pegar pae levar ao engenho
    Cal.f.-rnia em Serinhaem, a seu senhor Joa. Flo-
    rentino O. de Albuquerque, ou a ra da Praia n.
    31. que ser bem recompensado.
    Fugio no da 20 do crreme, do engenho
    Dromedario, termo da Escada o eseravo de nome
    Antonio com os signaes seguintes : idade de va-
    te e tanto su**, cor taisea, alio, as peroas um
    pmeo arqueadas falta-lhe um dente na frene,do
    lado de cima e tem urna das juntas dos ps um
    pouco mai* gressa do que ootra, gusta de andar
    limpo, e um pouco conversador, anda nao tem
    barba, mal se divulga alguns cabellos na pouta
    do queixo : roga-:e as aulh capitaes de campo a captura do mesmo e Wa-lo
    ao mesmo engenho ou no Kecife, rna da Moeda
    n. 5. segundo andar, escrpiorio de Manoel AJve*
    Ferroira & C. que sern r(cnmpens:;di s.
    _ Fugio do engenno Pitimh na enmarca da
    villa do Cabo nu dia 21 de abril o eseravo crioulo.
    acabralhado, de nome Prdro, de idade de 18 a 20
    annos, pouco mais on menn*, enm os signaes se-
    guintes : altura regular, bem feilo de oerpo, rosto
    ilm Unto compndo, olhos grandes, olbar amorteci-
    do, foi agarrado no dia 2a do enrrente na estrada
    de Santo Anto, tendo-se evadido das mos dos
    porladores, julga-se que seguio novamente a nvs-
    ma estrada, indo em seguimento para S. Beoto no
    lagar denommado Pao d'Alho, aonde tem mai, ir-
    maos e os antigos senhorfe : pede-se as antorida-
    de* polica s e capitaes de campo a captura do
    mesmo eseravo e entreg3-lo no mesmo engenbo a
    sen senhor, Domingos Muniz Pereira Honteiro, ou
    no Recife na roa da Moeda n. 5 segundo andar
    escriptorio de Manoel Alves Fernandos C, que
    serao generosarreute recompensades.
    No dia 28, fugio o bem connerido eseravo da
    pada ia allem, em Santo Amaro, de nome izido-
    no, idade 40 annos, baixo, car preta, cara bocho,
    chnda, bigode grosso, toma rap e bebe as vetes.
    Levou um balain com pan? de leile. Este negro
    foi captivo do Sr. Balthar Oiiveira : quora dr no-
    ticia do balaio, ou capturar o eseravo levanta-
    a padaria cima, que ser recompensado.
    LISTA GERAL
    14o.
    I.
    DOS PREMIOS DA I. PARTE DA LOTERA-CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL X 867, A BENEFICIO DA IGREJA DE SANTO ANTONIO DE ITAMBE, EXTRiHIDA EM 4 DE MAIO DE 1870
    MS. PREMS. W. PREMS; SS. PREHS. NS. PREMS. NS. PRBMS. K3. PREMS. NS. PREHS.lNS. PRCMS. NS.
    7
    m
    n
    33
    38
    31
    41
    43
    48
    47
    60
    m
    54
    t
    63
    M
    *-
    W
    76'
    tf
    88
    i
    86
    88
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    &
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    77
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    8
    Diario de Pernambuco Quinta eira
    _______________V
    5 de

    Maio
    de
    1870.,
    :V
    VARIEDADE
    Club do Monteara.
    Bsperem l... nao assim, nSo. Pois
    pen'sam qoe voa oicapar-roe da bistoria,
    que principiei em mea folhetim transacto, c
    cujo fim promelti relato-? Ainda ced,.
    O negocio esta su arrumando... ; o eu
    n3o tenho culpa de que os dias so ten'iam
    \nte minutos.
    E depois estive muito abarrotado do fes-
    tejos, iluminar-oes, fogo, passcatas, c at
    de ouvif os discursos e poesas dos repu-
    blicanos do itiiro no caf da Imperatriz.
    Forana dias atravancadissimos os dias das
    semanas passadas. Nao houve tempo para
    nada.....
    At nao pude ir ao Club da norte de 23;
    porque alm de outras razoes, que n5o
    digo... desconfiei que eslivesse fri como
    um sorvte E con effeito, quinzs mocas
    e tres quadrilhas n5o compensara os 15G00
    (jue o Bacalho da machambomba'exigc...
    Assim, tratemos da partida de encerra-
    ment, que ltimamente teve lugar; c quan-
    to ao negocio do tris, addiado por esta
    x vez
    ,.
    Um diluvio de cabellos, encrespados, as-
    sanhados, engrarapados, amassados. e amo-
    toados em niais de trinta cabecas feraini-
    nas; bina mraensidade de vestidos de seda,
    de camhraia, de poil de chvre (tradueco
    elegantepello caprino) cosidos, pontea-
    dos, nesgados, tufados e ennastrados ; uns
    cortos moda pastorinha ; outros cauda
    l'isns moda manto regio; mais ou menos
    \anegados :i pluntasia, semelhando-se a
    tudo, at habito de terceiro carmelita :
    Cintos enlapados, aqui urna renda, alli
    nina fita, acola urna franja; n'um braco
    urna pulseira. n'ura pescoco. urna volta de
    coral, n'um eolio urna teteia, n'uma face urna
    mosca, n'nm nariz um pince-nez, eat car-
    tuirinhasde laxo para arrolar os pares;
    Eis o que l vi, notei, e lubriguei em re-
    laQo ao sexo, que nao o mea.
    Velhos, invlidos, rapazes, meninos, pyg-
    meos, gigantes ; fraques ajustadinhos, cor
    de reposteiro, gravatinhas brancas e tricolo-
    res, floreas coiidecoraces em todos os pe-
    tos, pince-nez encangado em quasi lodos
    os narizes. e linas brancas, pretas. cor de
    barro, mariscadas e sardentas.
    Eis o que pudeeuxergar quanto ao sexo,
    meu colega.
    Murta orquiiha, muita cmbasbacadella,
    muito cacliicliinlio, muito emproamento mui-
    to me deixes, muito torcicollo, muita fofice,
    e finalmente muito riso e algum siso, eis
    anda o que houve as tres sallas, que
    compiem osrecinto cboregraphico do club
    campestre do Monteiro.
    Mas Dio pensem que foi s isto que ob-
    servei naquella noite de prazer, nao ; ou-
    tras coasinlias houveram, que sou obrigado
    a calar, nao obstante as cocegas que simo
    de copiar aqui tudo. Se eu tenho uns olhos
    to abelluidns. e ama lingua to compri -
    da-----
    nestas duas preciosas qualidades sou intei-
    ramente feminino____ Incongruencias da
    natureza!.....
    E depois tenho medo, medo serio, d'al-
    guma conspracao das partes interessa-
    das-----Os lempos nao vao bons....
    Um conhecido meu olhou-me enfurecido
    e ameacador smente porque eu disse em
    expansiva e innocente conversa, que ia fal-
    lar em meu tambera innocente e expansivo
    folhetim da sentidissima ausencia, que havia
    notado na partida daquella noite de todo o
    primero quarteirao das frequentadoras do
    Club. E s por isso o homem intuvicsceu-
    se como se o justo tributo belleza phy-
    sica e moral fosse um privilegio exclusivo !!
    Orates* .'quc egosmo !..
    Amen ; guarde-se silencio, e mudemos
    de rumo. Nao gosto derixas... c por
    isso peco as amoraveis leitoras, que nao
    contem o caso a ninguem; fique o negocio
    entre nos. E se me prometiera segredo
    inviola el, Ihes direi aqui, mui baixinho,
    o motivo porque Mr. Paturot n3o dansou as
    suas polkas, walsas e schotts to bem sa-
    racoteadas... foi, foi----- por causa dos
    callos, e... e ... to smente por causa
    dos ditos-----
    .
    Talvez me engae, mas parece-me estar
    ouvindo, ha muito, urna pergunta das leito-
    ras pacificas, que nao frequentavam o ex
    Club do Monteiro, para acompanharem os
    papis e mamuts no cha de familia e dei-
    tarem se tranquillas as nove e meia em
    ponto.
    Nada mais natural: a pergunta concisa,
    porem eloquente de curiosidade :
    EntSo r/fafoi?
    Oh esse ella s eu entendo, e pois s
    eu posso responder:
    Foi, sympathicas leitoras ; l esteve for-
    mosa corno vos a reconheceis, e seductora,
    como eu a sinto ; cora a mesma languidez
    nos movimentos, com o mesmo qaebra-
    mento nos olhos encantadores*, com a mesma
    gentileza no porte e harmona na voz.
    Smente havia mais indolencia em son
    corpo elegante, mais desfallecimento em
    seus gestos, e mais languor em sem olbar 1
    11 va em seu rosto moreno urna expres-
    sao de melanclico solrimento; e urna
    sombra de doce tristeza anuviava-lhe o sem-
    blante.
    A causa daquella melancola, creio eu,
    ser alguma indisposicSo de momento ; por-
    que o sol brilhante daquella alma pura coa-
    servava-se sereno e desanaviado ; os virgi-
    naes sentimentos daquelle coracao de don-
    zella gosa-vam d paz beatifica dos anjos.
    Achei-a mais potica, mais interessame
    assim: a sympathica belleza do soffrimento
    a que mais divinisa a muiher, imprim'ra-
    do-lhe o cunbo de saa augusta misso na
    trra.
    E que joelho, por mais endurecido que
    seja, deixar de dobrar-se respeitoso ante
    o prestigio de ama lagrima, que pende das
    palpebras de oos olhos feraininos ?
    Amo a multier em saas alegres traves-
    suras, em seus dias derisonha felicidade ;
    mas adoro-a em seos momentos de tristeza,
    de dores e de pranto t
    Compreheudo-a metbor assim....
    E n5o tenho razi, leitoras ? '
    Ob estaas de accordo comigo : um doce
    sorriso, que presialo em vossos labios ru-
    bicundos bem eloquente para que me
    possa engaar.
    que o vemos rtsproduzido sempre, onde
    quer que estejamos.
    0!i! dai-rae, um nome. por piedade, mas
    um nome novd, anda nao empregado, qoe
    caracterise exactamente aquella opolenta
    croac3o de Deus I
    Ficaes silenciosas, leitoras ? n5o m au-
    xiliaes para exiajirdes tudo, tudo de mim ?
    que crueldade!
    Pois seja ; ouvi me; mas desde j me
    comprometi a quebrar esta peana, se n5o
    pudor, como creio, esbocar, ao menos im-
    perfeitamente, a perfeigo que tive a ven-
    tara de admirar.
    'J vistes uns olhos de cor que se nao qua-
    lilica, porgue foi roubada ao eo, longos,
    hmidos; olhos que fallara, que penso,
    que sentem ; olhos que derretem gelos, que
    alvoroQo- coracSes, que matlo, e que d3o
    vida mesmo ao moribundo" ErSo assim
    os olhos della. Ah 1 havia nelles tanta lu,
    que assombreava as palpebras inferiores,
    formando tenues e engranadas olbeiras I
    J vistes ondas de nhissimos fios d'ouro,
    flexiveis, anellados, tufados, e configurados
    em elegante pinteado, que dispensa os ata-
    vos da moda, e desdenha das prescripc5es
    d'arte ? Pois taes erlo as suas madeixas.
    J vistes o bello polido do porpbyro, a
    deslumbrante alvura do marmore de Paros,
    veiado de azul celeste, a delicada transpa-
    rencia da opala. tudo, isto formando um rosto,
    um eolio, uns bracos, um corpo emfim cin-
    zelado cora a mais sublime perfeicao das
    regras-da estatuaria ?
    J vistes urna cutcula delicada, coborta
    de tenne e quazi imporceptivel manigera,
    sem a mais leve macula ; fresca e colorida
    de uns longes de carmim ; que o mais li-
    gero sopro bastante para embaciar, e
    urna s gotta de pura limpha basta para
    nodoar?
    Pnis bem; ajuntai a tudo isto um sorriso
    gracioso, descerrando as pealas coradas de
    uns labios tmidos ; sorriso pudibundo
    como o abrolhar da rosa ; e tereis .urna
    ideip, incompleta ainda, d'aquella muiher,
    cuidadosamente apnmorada pelas raaos da
    natureza, que deo-lhe a candidez do lyrio,
    o perfume do beliotropo, e a castidade da
    rosa.
    Ah I Dos ao ve-la formada sorno-se ;
    e o seu anjo predilecto olbando n'aquella
    momento para o mundo leo cd dia de
    gloria para o Senhor, aquelle em'que ella
    baxasse dos cos !
    Queris saber qual foi o seu toillelte ?
    Roupagens de nev, um cinto carmesm
    moldurando-lhe a linda cintura, e urna cru-
    zinlia symbolica de brilhantes no eolio as-
    setinado. Nunca vi simplicidade mais en-
    cantadora !
    Oh! redisou-se o meu receio; nada
    mais posso dizer, e quebrara ueste mo-
    mento os bicos desta penna, como promelti
    cima, confessando deste modo a rainha in-
    habilidade para esbocar creacoes supremas
    de Dos, se nao me restasse um dever a
    cumprir.
    .*.
    !E' um voto de justo louvor ao digno em-
    prezario do Club do Monteiro, que supe-
    rando mil obstculos, e vencendo mil difli-
    cnldades soube desempenhar t9o satisfacto-
    riamente o compromisso, que voluntaria-
    mente contrahio de dar-nos noites de inno-
    cente e agradavel distraccio.
    Neste tempo de insociabilidade, de egos-
    mo, de intriguinlias, e de tanto aferr aos
    hbitos monocaes: neste tempo de tanta
    caresta em que os papis mostram tanto
    horror s despezas, e medo de que as fi-
    linhas vao soirees, metter com effeito
    una langa n'Africa sustentar, em um arra-
    balde, urna instituic5o recreativa, onde rei-
    non sempre a ordena, a meralidade, o bom
    gosto e a elegancia.
    Mil louvores pois ao Sr. Polycarpo ; lou-
    vores tanto mais merecidos quanto maior
    foi o seu esforco e trabalho. e menor ou
    nenhum o interesa real que d'ahi lbe pro-
    ve o.
    Agora urna comprida lagrima ao ex Club
    do Monteiro, e um longo adeus aos folbc-
    tins!!!
    Walf.
    em
    NeutTlv,
    arebiteelo
    n. 16.
    -No
    e meia,
    de frente
    Grousset
    sina-se um hornera
    praca o mercado,
    m o Sr.
    m ciitwos, astas-
    Dirgi-me para e lado da casa do princi- pelo rea
    Beariqt Rocbsfbrtde Lncay, trinta e
    annojl |pM| do Sena. (Viva sensa-
    0 Sr. I :Eo dosejava que'0 Sr.
    ftcbe(>rflH interrogado a respailo das
    ciroumstandas db encontr projeetado cora
    o principe, acerca da provocado dirigida
    pe, e vi o corpo cahir no fyasseio.
    N'esta occasiao gritava o Sr. Fouvielle,
    com urna pistola na m3o : < Caaalqa se a
    rainha pistola n2o tivesse falhdov mata-
    Va o I
    Transportaran o cadver para a botica ;
    eu segui-o com o Sr. Touvielle, que ficava
    minha .jjsquerda, indo esquerda de Fou-
    vielle o correio Roustan.
    Foi posto o corpo na pharmacia. 0 Sr.
    Fouvielle sahio dous minutos depois. Foi in-
    terrogado por toda a gente que eslava na
    ra. Declarou que tinha ido a casa do prin-
    cipe para um duelo com um dos seos
    amigos; que ao ve-Ios entrar tioham sido
    muito mal receb'dos pelo principe ; que se-
    guir urna discussao entre o* principe e
    Vctor Noir; que este ultimo se adiant-a
    e esbofeteara o principe; que o principe
    agarrn n'uma pistola e atirou sobre Vctor
    oir; que durante este tempo, elle, Fouvi-
    le, se esconda por traz das poltronas, e
    que para se salvar, lhe foi preciso quasi
    metter urna porta dentro.
    0 presidente leu o depoimento escrip'to
    da testemunha, que a mais contm o que
    segu:
    Pegunta.Est bem certo as paavras
    proferidas pelo Sr. Fouvielle ?
    Resposta.Estou certo d nar a esse respeito, porque logo refer tudo
    s seguintes pessoas: Eugenio Munet, em-
    preitero, roa da Cruy, em Pateaux ; Cba-
    ponnet, empreiteiro, ra d'Auteuil, 56; ins-
    pector do octroi que encontrei em Auteuil.
    Sabendo que o Sr. Perinet estova envol-
    vido no caso, e como elle meu senborio,
    fui ter com elle s seis horas e meia do
    mesmo dia; repeti-lhe o que acabava de
    dizer.
    O Sr. Perinet convidou-me a ir immedia-
    tamente fallar ao commissario de polica,
    mas como eu ainda nao tinha jainado, dis-
    se-me o Sr. Perinet que voltasse s nove
    horas do dia seguinte. .
    Na mesma tarde perguntou-me o vende-
    dor de jornaes da roa de Sablonville o que
    sabia eu ; repeti-lhe o que liaba dito ao Sr.
    Perinet.
    Na terca de manha, s aove horas, fui
    estacao da polica. O Sr. Perinet disse-
    Proecsse de Pedro Bonaparte
    (Continuaco)
    O Sr. Mourgoin, chamado.Nao ajudei
    a transportar o corpo; aqui ha de haver
    confuso, porque eu fallei do meu caixeiro
    e de um pedreiro, que tinham ajudado a
    levar o cadver.
    0 Sr. procurador geral.Isso tem pouca
    importancia !j
    O Sr. Floquet.Todava, fica averiguado:
    que esta testemunha acaba de depor az au-
    diencia qoe o Sr. Mourgoin lhe dissera ter
    ajudado a transportar o cadver; tiraremos
    d'isto o partido que julgarmos conveniente.
    O Sr. procurador geral, leu um docu-
    mento dos autos onde esta contradiccao fra
    notada ao Sr. Mourgoin e onde este expli
    con o erro do mesmo modo como fez na
    audiencia.
    Um jurado.A testemunha conhece o
    carniceiro que ajudou a transportar o ca-
    dver ?
    T.Nao conheco ; sei que carniceiro,
    mas como n3o est estabelecido, nao o co-
    nheco pessoalmente.
    Cornet 39 annos, addido ao ministerio.
    No da i 2 encontrei no boulevard o Sr Mour-
    goin ; disse-me que tinba acompanhado o
    cadver de Vctor Noir at casa do pharnta-
    ceotico, e que um sugeito lbe contara que
    depois de ter sido insultado pelo principe,
    Victor Noir lbe dera orna bofetada.
    P.Disse-lhe que ajudra a levar o ca-
    dver ?
    T.Disse.
    P.N3o lhe disse antes: t Um caixeiro
    meu e um pedreiro que ajudaram ?
    0 Sr. Demange.Insistindo-se neste in-
    cidente, peco ao Sr. presidente que me per-
    mita ler o depoimento do Sr. Julio, redac-
    tor no ministerio da juslica:
    No dia do enterro de Victor Noir, pelas
    Homenagem soberana da formosura I
    Eu a vi, queridas leitoras, ama e mil
    vezes, aqui, alli, em toda a parte, porque o
    ideial do belleza, ama vez realisado stereo-
    typa-se t3o vivamente em nossa imaginario,
    cinco horas da tarde, encontrei na estac3o
    do caminho de ferro d'Auteuil o Sr. Cbroet
    com um sugeito que sei ser architecto e
    que mora n'uma casa pegada com a do
    principe Pedro Bonaparte.
    Dirigimonos para a casa do principe ; o
    architecto entroa em saa casa. O Sr. Cor-
    net referia-me ent3o que o architecto lhe
    dissera ter ajudado a levantar o cadver de
    Victor Noir e a traosporta-k) pharmacia
    prxima ; que vira o'essa occasiao o Sr. de
    Fouvielle.
    O Sr. Demange.Por conseguate, est
    aqui a mesma explicaco'; ajudra a levan-
    tar o cadver.
    Eduardo Bento Jorge Vin riolet, 25 annos,
    me que.o Sr. Terrion tinha ido a casa do
    Sr. Roidat, seu collesa.
    Fui immediatamente fallar ao Sr. Roidat,
    que rae perguntou se eu poda confirmar a
    minha declaragao feita ao Sr. Perinet.
    Mostrou-rae a carta que dirigir o Sr.
    Perinet e que encerra va a minha deca-
    racSo ; reconheci-a como exacta e assignei-
    a depois de tr aflirmado por escripto a
    sinceridade d'ella.
    P.Comprehende a importancia da sua
    declaracao; pergunto-lhe novamente se est
    bem certo de ter ouvido as paavras profe-
    ridas por Fouvielle que acaba de referir ?
    R.Affirmo a verdade exacta de tudo o
    que disse.
    P.O Sr. Fouvielle proferiu as paavras
    que o Sr. diz em presenca de mui tas pessoas?
    R.Estariam alli urnas dez pessoas, en-
    tre as quaes murtas mulheres. Fallava como
    n'uma conversago ordinaria, e como eu es-
    lava diante d'elle, nao perdi ama s das
    paavras que pronunciou.
    P.Onde esteva n'essa oocasfo o Sr.
    Mortreux, boticario ?
    It.Eslava na sua pharmacia, que tinha
    a porta fechada. Era impossivel que se
    ouvissem l dentro as paavras proferidas
    por Fonvielle.
    P. Reparn no paletot de Fouvi-
    elle ?
    R,Notei rasgues, um na gola e o outro
    pouco mais abaixo. Vi at urna arrancadu-
    ra no dedo pollegar, mas n3o me lembro
    de que mo.
    P.0 correio Roustau, que partir com
    o Sr. e Fouvielle da casa do principe, para
    pcompanbar o corpo at a pharmacia, esta-
    va presente quando Fonvielle pronunciou as
    paavras que acaba de repetir ?
    R.N3o. S tinha passado por diante da
    botica, para ir, cuido eu sua caixa. Eu
    entrei com o Sr. Musset no caf Augusto ;
    repeti-lhe o que acabo de dizer.
    0 Sr. Floqoet.Pedirei ao Sr. presid jd-
    te que faca chamar Roustan para lhe per-
    guntar se oatio Fonvielle dizer. Se a mi-
    nha pistola nao tivssse falhado, ma-
    tava-o.
    O Sr. Roustan.N3o ouvi. Estive
    quando muito dous ou tres minutos,
    que acompanbei o corpo pharmacia.
    O Sr. Floquet.E' evidente que se
    dissessem taes paavras, seria na occasiSo
    em que o Sr. Fouvielle entf%gava a pistola
    testemunha.
    O Sr. Lirier.Por'consegrante, em pre-
    senga do Sr. Vinvolet, que affirma ter ou-
    vido o dito collocamos Roustan, quo ne-
    ga e que estava alli, que segaron na pisto-
    la de Fonvielle.
    O Sr. Floquet. E' fra de divida que
    as paavras s seriam ditas na occasiao que
    citei,
    O Sr. Roustao.=As minhas recordacoes
    sao claros.
    O Sr. Archambaud, architedto, levaniou
    os planos do processo, affirma que esto
    exactos.
    Continua a audiencia s duas horas.
    P.Vamos ouvir as testemunhas da par-
    te civil.
    O Sr. Laarier.Para clareza das teste-
    munhas, permitta-me que lhe d'* ordem
    porque h3o de ser ouvidas.
    ' P.Acceito.
    O Sr. Arnonlt, redactor da Marse-
    Iheza.
    O Sr. Laarier.Eu desejava interrogar a
    tertemunha acerca dos preliminares da pro-
    vocac3o Rochefort.
    all
    por-
    se

    T. No dia 10 de Janeiro eslava eu na
    Marselheza, qnando ebegou o Sr. Millire;
    disse-me que o Sr. Rochefort tinba sido pro-
    vocado pelo principe Bonaparte, e qoe me
    escolhera para testemunha com Millire.
    Pomos a Auteuil para commuicarmos com
    o principe. Chegados a saa caa, soabe-
    mos qoe Victor Noir fora morto.
    Perguntamos um ao outro o qoe se devia
    fazer. Pedimos aos policas qoe prendes-
    sem o acensado. Disseram-nos que oio ti
    nham ordem para isso ; em summa, recu-
    saran, Voltamos entSo a Pars para fallar-
    paos a Rochefort. na cmara, a ver se elle
    /aria urna interpellacJo, mas a sessSo tinha
    acabado; fodu ter com Rocoefort ao es-
    critorio do jornal.
    Rochefort:No dia 10 de manhaa fui
    visitado pela Sr. Millire, que me Iqvoo
    urna carta de provocaco do reo; a carta
    era gfbsseira e absolutamente inslita. Os
    quejeem tidoa m fortuna d se verem no
    campo drhonra, sabem que costume nao
    se encontrarem os adversarios n'estas cou
    dices.
    Casos d'estes iratam-se por meio de pa-
    drinhos; o que se o3o fez da parte do
    ru. Recebi urea carta d'elle, convidndo-
    me a ir a sua casa. Dizia-me :
    Sequeizer visitarme, n3o me encon-
    trar nem n'um palacio nem n'um castello:
    moro simplesmente na roa d'Auteuil, n.
    56, e prometto-lhe que, se o Sr. c vier,
    lhe diro que sahi.
    NSo desconfiei entao d'uma emboscada,
    por muito inslita que fosse a forma da
    carta, e eocarreguei os Srs. Millire e Ar-
    nould de irem ter com o ru. Fui para o
    corpo legislativo, onde me cbamava o meu
    dever. As quatro horas que me constou
    o succedido.
    Devo accrescentar que, provocado pelo
    principe, fallei no caso a Gambetta e a
    Arago, e disse-lhes que era inevitavel um
    duello. Fallei lhes assim : Vou amanb3a
    bater-me com o principe Bonaparte. Arago
    respondep: Tome sentido, repare bem,
    um homem violento. Toda a gente me
    tem dito que um terrive canalha.
    P.Nao se deve insultar um ru que est
    sob aproteceo da juslica, e que at no ul-
    timo instante se presume innocente.
    T.Comprometti-me a dizer a verdade;
    digo-a, repito o que rae disseram. Eu por
    mim ignorava esses costumes, nem mesmo
    sabia que existisse um principe Bonaparte.
    E demais, nao saba que o Sr. Grousset ti-
    vesse mandado padrinhos casa d'elle ;
    jolgava que s os meus padrinhos fossem
    n'aquelle dia casa do principe.
    P. tudo o qoe sabe ?
    T.E, Sr. presidente.
    Rocbefort, depois de ter aperlado a m3o
    a murtas pessoas, assentou-se |ao p dos
    bancos da imprensa.
    a. esposa de Luiz Noir, vinte e cinco an-
    nos.
    (A testemunha, toda vestida de preto, de
    cara sympathica, parece vivamente conmo-
    vida, mas depoe todava com voz enr-
    gica.)
    Son cunhada da victima.
    O Sr. Laurier.Desejo porgontar se-
    nhora quaes eram as disposices de espiri-
    to de seu cunhado no dia 10 de Janeiro.
    T.Na noute de 9 de Janeiro veio meu
    irm3o dizer-me qoe havia de servir de pa-
    drioho ao Sr. Pasqual Grousset.
    Augmenta 'a commoco da testemunha.
    P Queira assentar-se, minha senhora.
    T.Obrigada, Sr. presidente, escusa-
    do. Victor disse-nos que Rochefort desap-
    provava o desafio, que o jolgava desfavora-
    vel Marselheza ; Vctor disse ; Grousset e
    Rochefort s3o muito consiliadores.
    No dia 10 preparou-se Victor; estava
    muito elegante ; tinha a mo grande, e cal-
    cava luvas muito justas, to justas que nem
    poda abotoa-las ; por isso nos pedio que
    Ib'as abotoassemos, a noiva (sensago) e eu,
    cada qual a sua mo.
    Por consegrante, quando me constou que
    o depoimento do principe (com animarjo)
    dizia que meu pobre irmo lhe dra urna
    bofetada, pensei comigo:
    Se elle lbe tivesse dado ama bofetada,
    com as lavas assim to justas que toda a
    mo estava dobrada, a luva rasgava-se do
    principio ao fim e convenci-me de que o
    principe mentia.
    P.Assente-se um instante, minha se-
    nhora.
    T. todo o que tenho a dizer.
    Jorge Cavalier, 28 annos, engenheiro
    civil.
    O Sr. Laurier.Qoeira interrogar a tes-
    temunha acerca dos factos qoe precedern) a
    ebegada de Vctor Noir a casa do reo, o seu
    carcter habitual, a sua maneira de viver, e
    o que succedeu quando o levaram para sua
    casa morto.
    T. Eu estava muito ligado com elle ; sa-
    bia que as suas ntencoes eram conciliado-
    ras, e que lhe pareca aquelle desafio urna
    tolice, sob o ponto de vista dos seus ami-
    gos e do seu- partido.
    Era homem de extraordinaria dorura.
    (A testemunha foi obrigada a calarse pela
    commoc3o).
    Sempre se comportou com a maior pru-
    dencia na sua vida attribulada de jornalista
    da opposico ; disto concluo a certeza de
    que elle que foi esbofeteado.
    N'uma leve discuss3o de botequim, o seu
    adversario recorreu a um acto de violencia,
    em vez de responder do mesmo fertio, con-
    tentou-se com dizer : Digoar-se-ha de se
    entender com os meus padrinhos s. Hou-
    ve um encontr ; um dos adversarios ficou
    ligeramente ferido, e os dous mocos acaba-
    ran) apertando-se as raaos.
    Ha outro caso deste genero relativo a um
    moco jornalista, o Sr. Gustavo Moreau, que
    depois nos veio a Marselheza contar como
    acabara a pendencia. Desejo citar um fac-
    i... (a commoco nterrompeu pela segun-
    da vez o depoimento da testemunha).
    O Sr. Laurier.Para abreviar ao Sr. Ca-
    valier este doloroso depoimento, eu especi-
    ficareis se o tribunal consentir, os pontos
    importantes. Peco ao Sr. Cavalier que diga
    aos Srs. jurados qual era o estado das lu-
    vas de Victor Noir antes e depois do acon-
    tecimento.
    (A testemunha quiz responder e cabio so-
    bre nma cadeira; levaram-lhe nm copo
    d'agaa.)
    T.(com esforco).As lavas estavam mui-
    to aperladas, e costaram bastante a calcar...
    A testemunha ainda teve de se interrom-
    per. Volveu a dizer custosamente :
    < Depois de morto, as luvas estavam in-
    tactas. Se houvesse commettido algum mo-
    vimento de colera, teriam de certo reben-
    tado.
    O Sr. Laurier.Estava para se casar ?
    T.Estava; tencionava casar-se primeiro
    no dia 8, mas depois fra adiado o casa-
    mento para o da 12; os proclamas j es-
    tavam lidos.
    testemunha retirou-se; ia muito palu-
    da e muito commovida.
    O Sr. Jorge Santn, redactor da Marse-
    lheza, 27 annos.-tffc Victor Noir quaodo
    sabia da casa o. 59 da roa d'Auteuil. O sea
    amigo ia com o chapeo na mao ; ajudou-o
    O 3r, Fautich, portelro, na' roa de 3e- d?2K^nr#
    raoger, em Auteai, 50annos.-(Esla teste, ^o^L^T^
    munbe levanta Unto a mi e pronuncia com' Ji'J"* ,}?!",JKfS
    tanta energa o sea juramento, que excita C
    oca leve movimento no ptfblico).Ouvi gr
    ''
    tar: Ao assassno! Em casa do principe
    est-se assassinando > O Sr. de Fouvielfe
    dizia: < Son jornalista ; fui casa do
    principe cora nm amigo para annoociar um
    desafio, e fez-nos fogo . Vi ent3o um ho-
    rnera no chao, approxiraei-me e pergontei-
    Ihe : JJue tem, meu amigo ? Olhou para
    mim srn responder, e observei que estava
    n'um certo estertor. Desabotoei-lbe o pa-
    letot e depois a camisa, porque o juiguei
    s emente indisposto ; mas apprecendo san
    gue no peito, puz o dedo na chaga para es-
    tacar a hemorragia.
    Conduzimo-lo depois pharmacia para
    qoe o boticario lhe prestasse o primeiro cu-
    rativo.
    O Sr. Laarier.A teslemnnha ouvk> na
    botica, ou durante o caminho, as seguintes
    paavras : Matou o meu amigo, mas levou
    urna famosa bofetada ? >
    T.Nao. nem sequer ouvi nada que se
    parecesse com isso.
    O Sr. Laurier.Ajudou a conduzir o ca-
    dver. Porqre parte do corpo o amparoo ?
    T.Pela cabera.
    O Sr. Rochefort mandou um recado ao
    Sr. Laurier para este pedir em nome delle
    para se retirar. O Sr. Rochefort estava
    muito paludo e como que violentado.
    P.O Sr. Rochefort pode retirar-se, n3o
    se oppondo o ministerio publico nem a de-
    fensa.
    (Havendo todas as partes interessadas
    respondido negativamente, sabio da sala a
    testemunha acompanbada pelos gendarmes
    com que tinha entrado).
    Foram inqueridas logo depois varias tes-
    temunhas, que todas depozeram acerca da
    moralidade de Victor Noir; os Srs. Maselte
    Morel e Havenech concordan) em que era
    pacifico e moderado.
    O Sr. Morel negou que houvesse pronun-
    ciado na botica ou fra della as famosas pa-
    avras attribuidas a Fouvielle.
    O presidente chamou outra vez o Sr. Na-
    tal, o inglez que mora em Auteuil, e que
    declarou ter ouvido dizer as citadas paa-
    vras. Sustentou n3o s que foram proferi-
    das, mus at que se disseram diante do pro-
    prio Sr. Morel.
    O Sr. Morel redarguio que fra enviado
    Auteuil pelo seu peridico, o Monitor
    Universal, de que redactor. Tinha ido
    saber ooticias, e se tal conversac-o tivesse
    bavido, nao deixaria de tomar nota della de
    a inserir no jornal, como era dever seu.
    O Sr. Laintgnerlette, do Avenir Nacional,
    e o Sr. Bachieri, depozeram acerca do ca-
    rcter de Victor Noir. que segundo elles
    affirmaram, era muito benigno, condescen-
    dente, e de modo algum susceptivel.
    O Sr. de Kergomar.Eu servi nos vo-
    luntarios garibaldinos com o Sr. de Fou-
    vielle ; sempre ouvi dizer bem delle ; sei
    que lbe haviam attribuido um acto contra-
    rio probidade; mas era urna calumnia.
    Eu conheco o criminoso que pedera citar
    agora.
    O Sr. Laurier.Soubemos que o proce-
    dimento do Sr. de Fouvielle dra lugar
    suspeitas; aqui est agora justificado.
    P.O Sr. Glary, testemunha dada pela
    defensa, pede para serinquerido fra da sua
    vez, porque tem de se ir embora. Se n3o
    ha inconveniente nisto, ouvi-lo-hemos nesta
    audiencia. (Signaos de consentimento).
    O Sr. vis conde Glary, antigo represen-
    tante do povo, morador em Paris.
    P.Conbece o reo ?
    T.-Conbeco-o, porque tenho a honra de
    ser seu affim, mas n3o prente.
    O Sr. Leroux.O Sr. Glary poderia in-
    formar-nos acerca do costume do principe
    trazer armas ?
    T.Um dia, na assembla constilninte,
    vi o Sr. Carlos Lagrange tirar urna pistola
    da algibeira, dizendo ao principe, seo colle-
    ga : Eo, bem v, nunca ando sem isto .
    E eu, disse o principe, tenho o mes-
    mo costume. Trago s urna, mas de
    cinco tiros.
    J n'outra occasiao, estando en com o
    principe Pedro em casa de mea irmo o
    bario Glary, mostrou-nos um rewolver, que
    tirn da algibeira.
    Um dia, por causa de urna questiuncula,
    estavamos a ponto de nos baterraos. Esten-
    deu-me a mao e fique-lhe reconhecido. Era
    um modo generoso de confessar que era
    elle o culpado.
    P.Permitta-me observar-lhe que era
    urna singular cousa ir assembla com ar-
    mas as algibeiras.
    T.Toda a gente as levava. (Riso).
    O Sr. Leroux.O principe tinha autorisa-
    Co para trazer urna arma.
    O Sr. Laurier.Qual era a data dessa
    autorisac5o ?
    O Sr. Leroux nao respondeu.
    P.Vamos adiar a audiencia para ama-
    nhaa s i 1 horas.
    A audiencia levantou-se s cinco e dez
    minutos.
    A enorme afluencia na sala produzira om
    calor to intenso, que teve de se dar soc-
    corro raoitas pessoas indispostas, conse
    guindo-se allivia-las depois de mil difficul-
    dades.
    Os arredores do tribunal estavam cheios
    de numerosa multido, nao obstante o fri e
    a nev.
    (Continuar-se-ha)
    POUCO DE TUDO.
    UM BAILE EM YBBS. O director do
    hospital de alienados de Yb os resolveu con-
    vidar os seus deentes para um baile es-
    plendido e deslumbrante.
    Ornamentou-se a sala de dansa com um
    esplendor capaz de desvairar os menos es-
    candecidos cerebros. Columnas de flores
    sustentavam a capola da sala, se permittem
    a expresso. Os spelhos, reflectindo as
    luzes, enganavam os.olhos com um d'estas
    miragens das salas, que t3o frequentes sSq I
    oas noutes de festa. Pareca que, de ser-
    pentina a serpentina, ondulavam ao ar fitas
    luminosas em continuo movimento de ro-
    tacSo.
    Pouco depois da orebestra desencadear
    os vendavaes da harmona, comecaram a
    afQuir os convidados. Quando se servio o
    cha, enebiam a sala ornas cento e cincoenta
    pessoas. Note o leitor que nao dizemos
    alienados. ,
    N'nm baile eslonteia a gente com ver-
    tigem das daneas, com a refraccSo das lo-
    zescom o borborinho das salas/ Isto equi -
    vale a dizer qoe, u'mn baile, todos slo alie-
    na wain. ~ t a
    outra, a dos pobres bailadores de Ybbs,
    essa sobrevive aos derradeiros rumores da
    sala como um espectro tumular erguido so-
    bre rumas... de flores
    Acotovelavam-se os convidados na sala do
    hospital. Era de ver. a diversidade dos ty-
    pos. Um sugeito vestido de preto, procu-
    rando com os olhos urna estrella, qae o
    tecto da sala n5o lhe permittia ver, soppu-
    nha-se um here vasado nos moldes da tra-
    gedialmgleza, um Romeu a quera a mo da
    fatahdadi roubra para sempre a formesa
    Julieta. Um outro era astrnomo ; debroca-
    va-se as janellas para ver os planes e
    vioha dizer a duas senhoras dd seu conhe-
    cimento, qne tinba lobrigado as duas ursas.
    Olhe, responda ama das damas, te-
    nha a bondade de dizer que ponbam a car-
    ruagera. Hoje quero sabir sem fausto. S.
    M. meu real esposo, espera-me para o pas-
    seio campestre.
    Esta infeliz senhora imaginava-se rainha
    no throno da... loocura.
    Inha amiga, replicava a outra do-
    minada pela monomana religiosa, as reale-
    zas da trra n3o valem nada. Estou cons-
    trangda n'este baile. Se nao fosse o direc-
    tor nao vinha. N3o resam de bailes as es-
    cripturas sagradas, minha senhora, e Deus
    me perdoe, o ser obrigada a approximar-
    me d'este abysmo de perdico.
    Pobres creaturas estas, qoe vivem con-
    demnadas s sombras da loucura e que se
    inclinam para o tmulo sera que lhes doire
    os ltimos momentos um raio de amor pe-
    los que ficam!
    Viajantes de um mundo, que s elles co-
    ohecera, n3o sabem de mais nada que n3o
    sejam as suas phantasias, aquella abstrac-
    cSo immensa que os absorve como um abys-
    mo insondavel. Pobres espritos sem luz.
    pobres corceas sem fogo, a vossa vida
    urna noute constante. Nao tendes aurora
    que nao seja o tmulo !
    INFLUENCIA DAS MULHERES. Fo
    por causa de urna muiher de Thebas qae
    por dez annos houve guerra entre thebanos
    e phocenses.
    Por outra muiher exterminaram-se mes-
    senos e lacedemonios.
    Causou Helena a guerra entre troianos e
    gregos.
    David, por amores com Berceb chorou
    dia e noute, vio retalbado o sen imperio, e
    sucumbi as iras de seu filho Salomo.
    Holofernes foi degolado sor Jodith.
    O principe de Sachem morto pelo ir-
    mo de Dina, quem havia raptado.
    Amon assassinado em um banquete pela
    feroz Thamar.
    Por causa de Lucrecia acabaran) os reis
    em Roma.
    Deu Virginia em trra com o dominio
    dos decemviros.
    Leodicea, por ciumes, assassna Antio-
    cho rei da Sadyra.
    Lucila envenena o seu marido Antonio.
    Fredegonda mata o rei Cbilderico,
    Ciumes de muiher dao fim ao imperio
    dos godos.
    Annibal, o invencivel, foi subjugado pelas
    mulheres.
    Hercules, vencedor de hydras e lees
    ficou captivo aos ps de Omphale, rainha
    daLydia.
    Achules, o here da Hitada, vestia-se de
    muiher s para estar com ellas nos soa-
    Iheros.
    Sanso, o valente, ajoelhou perante
    Dalila.
    Foi a pedido de Herodias que Ilerodes
    mandou degolar S. Joo Baptista.
    Salomo construio 700 quartos para 700
    morbitas, e pelos amores com sua irm3a
    causou as desditas de David.
    Nio, foi morto por ordem de Simira-
    rais.
    Marco Antonio antes de ser vendido por
    Octaviano, j o havia sido por Cleopatra.
    Xentipa, muiher de Scrates, foi a causa
    de todos os seus desgostos, contribuindo
    algum tanto para a sua morle.
    Maria Antoinette foi em parte a causa da
    revoluco franceza.
    Catharina de Mediis foi a protogonista
    de Saint-Bartelemy, e a que perdeu seus
    proprios filhos.
    Iramos longe, se ossemos a revera
    historia de todas as mulheres, que tem con-
    tribuido com sua influencia para as des-
    granas do mundo.
    OS MAGNATAS HNGAROS. Na Hun-
    gra o ministerio e o partido Deak esto
    de accordo para a reconstituido da cmara
    dos nragnatas.
    A aristocracia hngara est constituida
    como a ingleza, e os ttulos de principe,
    conde ou bar3o esto unidos posse de um
    dominio senhorial : o primognito de qual
    quer familia titular tem direito um lugar
    na cmara dos magnatas.
    At 1848 s se nomearam, para a cma-
    ra dos magnatas, membros da alta oobreza
    territorial; mas p conde Aponi que, antes
    de formar-se o .ministerio cisleithano, exer-
    cia o cargo de cbaoceller do reino da Hun-
    gra, modificou esse estado de cousas, no-
    meando membros da cmara dos magnatas
    pessoas que nao eram proprietarias.
    Actualmente com o fim de excloiiv este
    elemento nao admittido pela coDSttuic5o
    hngara, veram um accordo os Srs. An-
    drassy e Deak, estabelecendo que. a excep-
    Cio dos magnatas hereditarios, ninguem
    possa tomar assento na cmara dos magna-
    tas se nao pagar pelo menos 3,000 florins
    de censo.
    Este censo, que em outros paizes pare-
    cera excesivo, n3o o na Hungra, onde
    simples banqueaos pagara de 20 a -m con-
    tos de ris do contribuicSo territorial.
    Os magnatas hereditarios s3o em numero
    de sete : o arcebispo de Gran, qoe tem o
    titulo de primaa da Hungra.; o arcebispo
    de Erlao; o principe Paffl, pelo condrto de
    Presburgo ; ocbode Nadasdi, pelo condado-
    de Comoro; o fncipe Etberazy, pekxen-
    dado de Edenbfao ; o palatino, pelo an-
    dado de Pesth ; e o conde Tsaky. palo
    condado dtpw-
    O numereWde magostas por direito
    proprio de|.'
    TYP. DO DIARIO -* RA DUR M caW

    .

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