Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12105


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Full Text
PA1A A CAPITAL E 1GABES OIDE IAO SE PACA POBTE.
Por tres mezes adidntados........... COOO
l'or seis dil dem.........'...;:.*" lMOO
l'or um anno idem."........ vmm
Cada mumero avulso........"........... 320
QUARTI FEIRA 4 DE MAIO DE 1870.
PABA DEHTBO E FOBA DA PBOVOOA.
Por tres mezes adiantados................. 64750
Por seis ditos idem...............!..!! 134500
Por nove ditos idem..............!!!! 204250
Por um armo idem...............*.'.*.'! 270000
DIARIO DE PERNAMBIM
Propriedade de Manoel Figueirdla de Faria & Filhos.
SAO AGENTES:
s Srs. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Para ; Goncalves Pinto, no Maranbao Joaquim Jos de Olivara, no Ceara ; Antonio de iemos Braga, no Aracaty ; Joao Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal, Jos Justino
Pereira d Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penba; Belarmino dos Santos Bukao, em Santo Aptao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jo j Bibeiro Gasparinbo no Bio de Janeiro.'
PARTE OFFICIAL
Goveruo da provincia.
OBSPACH0S M PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DA 29
E 30 DE AUIUL DE 1870.
AlfrJo Alves Pacheco.Informo o Sr. inspec-
tor da thcsouraria de fazenda.
Augusto Xavier Carneiru da Cunha. Lavrc-se
deliberacao coneedendo-se a permuta requerida.
Padre Albino de Camin Lessa.Expeca-se as
conveniente* orden?.
Antonio Francisco Martins de Miranda.infor-
me o Sr. Iaspector da ihosouraria de fazenda.
Bemvenuto Jos Prudencio.Informe o Sr. ins-
pector da ihesouraria de fazenda.
Bernardina Jos da Silva Maia.Dirija-se ao
Sr. engenheiro chefe da reparticao das obras pu-
blicas.
Companhia Pernambucana.Dirija se a thcsou-
ria de fazenda.
Franklin Alves de Soma Paiva.Conceda-se a
licenca requerida.
Gustavo Adolplio.Informe o Sr. engenheiro
chefe da reparticao das obras publica*.
Joo Vicente Ferreira Passos. Informe o Sr.
uesembargador provtdor da Santa (Jasa de Mise-
ricordia.
Federalino Antonio da Silva Lcmo-\ Como re-
quer, devendo apresentar o titulo no praso do de-
creto n, 4302 de 23 de ;dezembio de 180?. Fa-
cam-se as communicacoes.
Major Jos Carlos l'eixeira.Uirija-se ao Sr.
inspector da thesourara de fazenda.
Joaquim Ignacio de Carvalho Mendon<\i.Diri-
ja se ao Sr. inspector da lliesouraria do" faada.
Jos Francisco Bento D se a certidao reque-
rida.
Jos Pedro de Souza.Passando recibo d-se.
Padre Lino do Moule Carmelo Luna,Fica ex-
pedida a conveniente ordem.
Manoel Baptista Barbosa.Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal de marinha.
Prxedes da Silva Gusmao.Dese-lhe.
William Ralioso a.Revalide o requer ment.
PERNAMBCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESO ORDINAIUAEM 26 DE ABRIL DE 1870
PRESIDENCIA DO SU. DR. AGUIAR.
As II'/ horas da manhaa, feila a chamada
acham-ta presentes os Srs. : Vieia de Araujo,
Ribeiro Vianna, Firmino, GesCavalcante, Barros
Reg, Paes Brrelo, Henrique Mamede-, Guedes
Gondim, Pedro Affenso, Goccalves Lima, Mello
Reg, Cunha Cavalcante, Cavalcante de Albuquer-
que, Souza Leao, Barros Wandsrley, Tolentino de
Carvalho, Oliveira Andrade, Ferreira de Aginar,
l-'rlippe de Figueira, Cerra de Araujo, Eduardo
de Oliycira, Vieira de Mello, Oliveira Fonceca,
Antonio Luiz, Gaspar Druromond, Antonio Pauli
no, Miguel Pernambuco, Ignacio Leao, Pinto J-
nior, Cunha Figueiredo, Hermogenes.
Abre-se a sessao, lida e approvada a acta da
anterior.
O Sn. Io Secretario d conta do segrate
EX.PEDIK.NTE.
Urna pelico de diversos proprietarios e mora-
dores das estradas dos Aflictos at o Arraiai, pe-
diado a esta assembla que autorse a presidencia
da provincia, a contratar um ramal de irilhos
urbanos que passe por aquellas localidades.A'
commissao das obras publicas.
Oatra da emnmisaao encarregida das obras da
igreja de S. Jos de Riba-Mar, pedindo que esta
a^sembla Ihe mande entregar a quantia de l:00O
votada na I do orcamento vigente.A' :oramis-
' i de orcamento.
Outra do Clementino Accioli Lina, pedindo para
qne seja admeltido no gymnasio um sen lilho de
none Gaudencio de Souza Albuquenj-Jte Lias.A"
commissao de peticoes.
Outra do coronel Jos Cavalcante Ferraz de
Azotado, pede a esta assembla ama ndemoisa-
v"u' na arrematarn do acude da cidade da victo-
ria A.' commissao de peticoes.
Outra do ex-lenente do coreo de polieia desta
i r vieta, Joaquim Herculano Pereira Caldas, pe-
fie a graca de ser aposentado com os vencimen-
los que Ihe enmpetirem seguudo os a;.nos de ser-
vico do supplicante na conformidad*: da le.A'
commissao de peticoes.
Sao julgados objecto de deliberacao e mandados
imprimir os seguntes pareceres e projaetOS :
i Alt 1. Ficam creados dous lugares de medico
da polica, vencendo cada um o ordenada airaual
de 1 200iOOO.
Art. 2. Os mdicos da polica ^o obrigados
a fazerem os corpos de delicio, exames de sanida-
de, exburoacao, e demais deligencias medicas para
que forem chamados ex-offtcio pela aut.rdade
competente.
Art. 3." Quando o offenddo em que se fizer
a visloria fr pessa desvalida, os medico; sero
abrigados trtalos at completo restabeleci-
uienlo.
Art. i. Os mdicos da polica sero obriga-
dos a medicar os doentes pobres, quando para
esa lim forem chamados, pela autoridade respec-
tivo.
Art. 5." O chefe de polica designara a cada
nm dos mdicos a freguezia em que deve fixar a
sua residencia, para melhor regulariJade do ser-
vico.
Art. 6." O presidente pode sobre estas btfM e
tuvindo o chefe de polica, fazer um regulamento
especial para esses novos funecionario-,
< Art. 7.* Ficam revocadas as disposicoes em
contrario.Eduardo A. de Qliveira.
a ArL nico. Fica o presidente da provincia au-
torisado a reformar o regulamento do cemiterio
publico da cidade do Recfe. Revogadas as dispo-
sices em contrario.
acoda assembla, 26 de abril de 1670.Dr.
el .do Reg.
Arte nico. Ficam approvadas as seguntes
jj'.uras,addicionaes da cmara municipal da ci-
dade da Victoria ; revogada* as dispoticues em
contrario.)
< Salabas commissoes, 26 de abril de 1870. >
O SR. MANOEL DO REG :Levado pelo en-
thusiisraoSque naturalmente preduziram em iodos
os coracoeo verdadeiramtnle patriticos as noti-
cias da feliz terminacao da guerra, em que nos
achavamos mpenhad >, propuz em sessao d 2
do correte n|ez que esta assembla nomeasse
nma commss de cinco membros para felicitar
indistinctameoffe a S. M. o Imperador, e a ontras
pessoas que troncorreram [tara aquelle feliz xito;
considerando] porem, que deve haver alguma dis-
tinecao entre S. M. o imperador, como pnmeiro
magistrado dja naco e as duas ontras pessoas de
que trata o npeu requerimento, proponho boje qne
aj|gimS!>ao\nomeada por esta assembla seja
eocarregada de felicitar a S. M. o
Imperad^, ejfljtL se ncroeie outra commissao
composta dSkpr senadores e dous deputa dos
para falMjiB kS. A. o Sr. conde d'Eu, e outra de
um jenag fu depuu Jos para felicitar o Sr.
viscon IwMas
N este sentido mandare i meza um reqoeri-
mat.'.
Vai meza e apoia-se o seguinterequerimento:
< Reqneio que a commissao nomeada por esta
casa para comprimentar a S. M. o Imperador e
"Piras pessoas, seja exclusivamente encarregada
de comprimentar ao mesmo Augusto Senhor, e
3ue se nomeie um outra de dous senadores e
ous deputados para compri neniar a S. A. oSr.
conde d'Eu, e outra de um senador e dous depu
lados ao Sr.. visconde de Pelotas. Manoel do
Reg. >.
O SR G. DRUMMOND justifica e manda meza
o segunle roquerimento :
Kequeiro que igual felicitatio seja dirigida ao
Exm. Sr. duque de Caxias pelos aervicos presta-
dos como general em chefe do exercito brasileiro
na campanha do Paraguay.
Encerrada a discus>o, sao approvados os dous
requerimentos.
OBDEM DO DA.
Contina a discussao p.ddiada da sessao anterior
sobre o prejecto d. 16 desteanno, que manda re-
con.-lruir o theatro publico.
O SR. A. CAVALCANTE :-Sr. presidente, in-
felizmente hontem nao pude comparecer, por do-
ente, e nao tendo noticia mesmo de algnmss emen-
das que for.im offerecidas ao projecto que se dis-
cute; mis segundo informales me parece qne
es^s emendas, longo de serem mais restrictivas,
deram mais amplitude a idea ; eu que desejo
que em todo esse negocio se poupe o mais que
fr possivel os dinheiros pblicos, e entendo que
em urna provincia ce mo a nossa, aonde ha nc-
cessidades mais urgentes, que demandara acen
rado estudo, preciso que a assembla axamne
os meios de satsfaze-las; quando se trata de ne-
gocio de luxo, de recreio mesmo, considerando o
theatro como escola de nstruccao, mas instmec.ao
toda litteraria, e por censequencia das classes ele-
vadas ; mo pare e que oes cumpre atlender em
primeiro lugar a essas neressidades mais urgente-
mente reclamadas; e procurar conseguir, tanto
quanto fr possivel, realizar esses eutros objectos,
mesmo de reconhecda utilidade publica, de forma
que haja o menor onus possivel para os cofres p-
blicos.
Examinando a questao cf.m a atlengo precisa,
mas sem bastantes estudos para apresentar um
trabalho completo, era conhecimento perfeito da
materia, eu me animei a offerecer coosideracao
desta assembla um substitutivo, que tem por idea
capital dar o theatro a urna empreza particular,
sem privilegio, excluindo inteiramente os cofres
pblicos dessa despeza.
Consta-me que na corte do Imperio todos os
theatros sao de propriedade particular, .parece-me
3ue a empreza ter mais interesse era todo caso
o que qualquer administrador, por raais zeloso
que seja, na conservacao do predio e acredito que
o dispendio sera menor se fr feito por urna com-
panhia partcula*. I) ahi resoltar ficar um pou-
co mais caro o divertimento, mas quera se quer
divertir devo pagar. (Apoiados).
Quando se trata do derramamento da instruc-
cao e da construccao de estradas, me parece que
todo o dinheiro da provincia pouco para ser
nisso empregado. theatro de vantagem para
urna populacao que cada da cresce, e cujo estado
de civilisacao j adiantado; mas me parece que
os capilaes que exstem nesta cidade, e mesmo na
provincia, em maos daquelL's que muilo apreciara
esse divertimento, sao bastantes para fazer urna
casa onde as representaces se dera a parda ci-
vilisaciio da provincia ; >e dem satisfactoriamen
te. Em laes condices, senhores, me pareceu
que devia traduzr por palanas este meu pensa-
ment, tanto quanto me podesse fazer comprehen-
der; admittindo em segundo lugar a hypolhese de
ser o theatro proprio provincial, dado que nao
possa conseguir-se do outro modo, mas sempre |
de maneira que o dinheiro do. impostas nao seja
nelle consumido.
E' fundado neslas ideas que aprsenlo o projecto
que passo a lr. (L).
O art. 7' menciona urna idea que nao foi por
mira explicada, e que embora toma relacao com o
resto do projecto, nao est inteiramente ligada a
elle. Me parece que todos nos desejamos que
baja n-ista cidade nm pa?seio public, que so far
quando os cofres permittirem, e quando se tivur
satisfeito as necesidades raais urgentes: para isso
nao ha localidade i|ue melhor se preste do que o
campo das Princezas.
Ahi mais bonito e os terreno? sao mais bara-
tos, poi, supponho que sao propros naci-
naes.
O Sn. Ic.nacio Leao:Todo o terreno nao .
O Sn. A. Cavalcante:Em todo caso mais
barato, porque ha algum terreno proprio nacio-
nal. Se para isso nao servir, ser o lugar mais
conveniente para as paradas, para os exercicios
militares etc.; para outros quaesquer misteres a
que se pos narato e o local mais conveniente.
Depois me parece anda que para a ventilacao,
para o ar circular bem em todos osbairros, con-
veniente que esse terreno esteja desenbaracado de
qualquer editlcio, embellesando-se alm disso a
cidade.
E, nsso que se funda o art. 7 do projecto que
tenho a honra de offerecer.
Demais, o theatro qne existia, e que se deseja
reconstruir insufflciente para a populacao; e
desde que o dinheiro que se tiver de dispender
nao saia do producto dos impoetos, a economa de
150:0001 em que se estimara as ruinas existentes,
nao pode determinar que se faga um theatro
acanhado para esta populacao que cada vez mais
cresce; e n'um local muito iBcanvenienle, que tira
a belleza da cidade, e embaraza quelle campo de
presiar-se mais aproprado dm.
Por mais essa razao apre-enio a idea, que no.
primeiro artigo j deixo entrever, quando nao fallo"
em recotistruccao, mai< sim em construccao.
Nao tenho a vaidade de acreditar que meu pen-
saraento esteja bem traduzido no projecto que
aprsenlo; nem to ponco que a assembla o
aceito em (odas as snas partes.
Nao requeiro, mas etfimarei que a requerimen-
to de'qualquer nm dos senhores deputados v o
projecto c >mmissao respectiva para examina-ln,
cmpara-lo com o outro, e derramar as precisas
luzes sobre a quaeslao. Aceitarei toda a reforma,
com tanto qne o pensamento subsista; isto o
theatro seja propriedade particular em primeiro
lugar; seja propriedade publica, se nao se poder
realisar a prraeira idea; mas em todo caso, intei-
ramente hvre do dinheiro dos cofres pblicos, do
producto dos impostos. O lim principal, o pen
smenlo capital do projecto livrar o contribnin-
te, que nao vai ao theatro, qne delle nao pode
gosar, de pagar um imposto pan isso. Me parece
qne urna idea justa e aceitavej, a assembla,
porm, em sua sabedoria, lbe dar a considerarlo
qoe merecer.
Vai a mesa e apoia-se o segrate projecto subs-
titutivo :
c Art. 1.a Fica o presidente da provincia au tori-
sado a eeder, mediante rasoavel indemnisacao de
qualquer individuo ou companhia, qoe apresen-
tando as precisas garantas, se encarregue de cons-
truir um outro que o snbstitua.
c Art. 2 O theatro, neste caso flcar sendo de
propriedade particular, sem privilegio algum ;
podeodo-se-lbe, porm, fazer algoma eoncessao
que o presidente julgar conveniente, ou indispen-
savel; com tanto qne nSo onere aos cofres p-
blicos.
c Art. 3.a Fica, outrosim, autorsado o presiden-
te da provincia, a contratar, a edificarlo do novo
theatro, se no praso de ara anno nao tiver recebi-
do proposta de empreza particular.
i I1' ^"a#e caso' a irattir-se-ha o concurso,
oaseado as plantas e orea nenio previamente or-
anisados pela reparticao dasobras publicas, adop-
tando-se na construccao o forro sempre que lr
cabivel.
Art. 5. O pagamento ser feito em apolices
da divida publica, cora praso fixo, e juro nunca
maior de 7 por cento ; ou em prestaqes ananaes,
calculado o mesmo juro, e amortisacao do capital,
nao se verificando o completo resgate em menos
de 10 annns.
t Art. 6. Sendo o novo theatro proprio pro-
vincial, dever ter maior capac lade.
Art. 7." Ficam creadas as loteras, qne forem
necessarias para a realisacao dos pagamento, de
que trata o art. 5-, ou para satisftco de qualquer
condicao, porventura indispensavel i realisacao da
empreza de que trata os tres primeiros artigos
desta le.
Art. 8. Xenhuma edifl cacao, ser permittda
no campo das Princezas, desde o caes em frente
do palacio da presidencia, al o que d entrada a
ponte de Santa Isabel; devendo, com a constrnc-
cau do novo tluatro, ser demolidos os restos do
outro.Antonio Cavalcante:
O SR. GASPAR DRUMMOND justifica e manda
a mesa o seguintc requerimeoto :
Requeiro que o projecto original e o substitu-
tivo vo commissao de obras publicas.
Encerrada a discusso o requeriraento posto
votos e approvsdo.
2' discusso do projecto n. 13 deste anno que
transiere para a povoacao de Xossa Senhora do 0'
a sede do termo de Ipojuca.
E' approvado sem debate, sendo dispensado o
intersticio requerimento do Sr. Paes Brrelo.
2' discusso do projecto n. 21 de 1860 que auto-
rija o presidente da provincia contratar a cons-
truccao de urna ponte sobre o rio Una na eslacao
lerminal da ostrada de ferro, e o l" lanco da estra-
da de Una Pimenteirai.E' approvado.

2" discusso do projecto n. 7 deste anno que
annexa freguezia de Jaboalo os terrenos dos en-
geuhus Suassuna, Palmeira e Macuj hoje perlen-
conles de Murbeca.
O SR. G. DRUMMOND justifica o seguinle re-
querimento :
Requeiro que seja ouvido o governador do
bispado sobre o projecto.
O SR. MANOEL DO REG: -Sr. presidente, nao
suppuz que na segunda discusso viesse alguem
contestar a utilidade de-te projecto, quando o
costurae, que se faca na primara.
O Sr. G Dri-.mmo.nd :At na terceira.
O Sr. Manoel do Reg.Ordinariamente na
I* discusso que se trata da utilidade dos projestos;
c nao tendo a deste sido ento impugnada, nib
tratei de a justificar, porque emendo que se deve
mostrar a utilidade de qualquer projecto quando
alguem a contesta; hoje, porm, que se p5a em
duvda a do projecto em discusso, cabe-mc o ri-
goroso dever de justifica-la, como seu autor.
Sou habitante da freguezia de Jaboalo e muito
prximo dos engenhos Suassuna, Palmeira e Ma-
cuj, de que traa o projecto, e vi que os terre-
nos desloa ficam tto prximos de Jabonlo qao ate-
os do primeiro desses engenhos limitam, e alguus
delles fazem parte da povoacao de Jaboato.
O Sn. G. Drim.mond :O mesmo se d eu mu-
tas freguezias.
O Sn. Manoel do Reg :Por conseguinte est
claro que muito mais conveniente que aquelles]
terrenos perlencam antes Jaboato do que Mu-
ramea.
O Sr. Ignacio Levo :Os terrenos de Suassuna
licam raais prximo de Munbeca.
O Sn. Manoel do Reg :Nao sao estas ss in-
formacoes que tenho, e poderia, se o julgasse ne-
cessario apresentar esta casa informacoes por
escripto de pessoas fidedignas daquella frejuezia
em apoio do que allego; sendo que rauitos dos ha-
bitantes desses terrenos vm procurar o pasto es-
piritual em liboat, porque assim poupam pelo
menos a viagera do dobro do caminho que teriam
de fazer se fossem i Murbeca. O engenho Pal-
meira dista quando muito meia lego* de Jaboato,
e o engenho Macuj talvoz urna legua ; ficam por
conseguinte muito mais visnhos de Jaboalo do
que de Murbeca.
O Sr. Ignacio Lk\o :Todos os terrenos nai.
O Sn. Manoel do Reg:Nessas divisos deve-
se aitender commodidade dos povos, e foi com
este Ora que aprsente! o projecto em discusso;
nao ti ve em vista conveniencias particulares, e
nem o poderia ler, visto que os territorios de que
falla o projecto sao muito insignificantes, era nada
dimmuem a importancia do Murbeca, assim como
nao augmentara, a de Jaboato.
O Sr. Tolentino:Augmenta .em territorio e
populacao.
O Sn. Manoel do Reg:Qaasi nada, pois
urna nesga de terreno muito diminuta.
J disse que devemos prestar toda a attengo
commodidade dos habitantes, innitos dos quaes
julgam at que pertencem a freguezia de Jaboalo,
por estarem mais perto della, como tive por diver
sas vezes occasio de presenciar, pois l vo pedir
justica s respectivas autoridades.
Alm disso do-se constantemente conflictos de
jurisdiecao, por que at algumas autoridades nao
conliecein perfeitainente os limites de suas respec-
tivas freguezias, o que devido i anomala de per-
tenser um mesmo engenho duas freguezias di-
versas.
O Sn. G. Drummond :Permita que decline do
seu juizo; quanto conveniencia espiritual desejo
ouvir a autoridade competente.
O Sr. Manoel do Reg : Julgava que era des-
necesaria a audiencia do prelado, visto tratarse
de um terreno de muito pequea extenso.
O Sn. G. Drummond :Seja urna lnha, nao p-
de-se invadir o seu poder.
O Sr. Mello Reg :Nao rae parece indispon-
savel essa audiencia, visto tratar-so de um territo-
rio muito exiguo que nenhuma falla faz fregue-
zia de Murbeca, e sendo de maoifesta utilidade
para os habitantes daquelles terrenos a medida,
qae proponho, nao posso admittir que a informacao
do prelado diocesano Ihe seja desfavoravel, c oppo-
uho-me to somente ao requeriraento do nobre de-
pulado pelo 3 districto para evitar demora na dis-
cusso d'este projecto.
Era mutas freguezias procurou-se dar-lhes por
limites o curso de algum rio ou regato; mas em
relacao Murbeca e Jaboato, nao se atlendea
isso; a diviso actual toda caprichosa, e at al
guns dos terrenos do engeaho Macuj, pertencen-
tes Murbeca, acham-se encravados em terrenos
do engenbo Caozanza, exclusivamente dependentes
de Jaboalo.
. Vai mesa e apoia-se o segunle requerimento:
Requeiro que a audiencia do prelado seja sem
prejuizo da 2' discusso.Pinto Jnior.
Encerrada a discusso approvado o requeri-
mento do Sr. G. Drummond.
O SR. BIBEIRO VIANNA pede urgencia para
serem lidas as redaece* dos projectos ns. 10 e 11
deste anno.
Vencida a ugreocia sao approvadas as redac-
tes.
J* discusso do projecto n. 14 deite anno que
revoga a lei n. 603 de 13 de maio de I86i.
Vai mesa e apoia-se o seguate reqaeriaijMo:
Requeiro qu seja ouvido o governador IjFkis-
pado sem prejuizo da 1" discusso.Qupar Drum-
mond.
Encerrada a discusso approvado a pr
requerimento. .
i* dseussao do projecto n. 31
determina qne o producto da lotera _.
favor da igreja do Carme de Oliada sej
urna commssi) de pessoas daquelle I >gar, no-
meada pelo presidente da provincia.E' appro-
vado.
2' discusso do pmjecto n. 19 deste anno.
O SR. PINTO JUNlOa-Sr. presidente, estou no
firme proposito, nesta casa, de impugnar todos os
projectos que tendain crear novos municipios na
provincia.
As freguezias de Grvala e Bezerros, fazem hoje
parte do municipio do Bonito, e como quer que
ueste projecto se pretenda crear un novo man a-
po, me parece que dabi nenhuma vaatagem resul-
tar nem para a provincia era especialmente para
os habitantes daquella locahlaio.
Todis os dia<, Sr. pre idente, estiraos vendo
nesta casa pelidos para a provincia emprestar
cmara do tal ou tal localidade dinheiro para a
construccao de comiterios e para outras obras de
sua competencia, pelidos de municipios muito
mais mporiantes, co.no ha pouco lempo vimos um
prejecto nesta casa mandando emprestar cmara
da Victoria 5:0 '0000 para fazer um cemiterio.
O Sn. Goes Cavalcante :Medida que muito
justa.
O Sr. Pinto Jnior :Nao contento e nem con-
teste! a utilidato d.i medida, mis serve-me isto de
argumento para dizerque se o municipio da Vic-
toria, muilo mais importante que o do Bonito, nao
tem rendas qua-cheguem para satisfaco de suas
mais urgente*jecessidades, como que sendo o
municipio do Benito muilo in'erinr quelle, arada
se quer tirar urna parle para formar um novo
municipio, que nenhuma renda tem, nem poder
ter to cedo. O resultado sen erearmos um
novo pedite confirme o project >, e seja sancio-
nado, e para o anno ah (eremos o raaocpo de
Bezerros, pedindo ara emprestimo para o cern to-
rio, para construccao de casa onde funeciona, etc.
A caara do Bonito, se n) me engao, tem de
renda talvoz 2:000}. e sezundo informac.o que
tive, a freguezia de Bezerros d d renda mun-
nicipalidado poaeo raais de 300, e a do Grvala
pouco raais de luOOOO. Perianto fica creado um
novo municipio que lera de renda quando muito
5:0003000!
Ora, o que ir a cmara fazer com 5:000 ?
E' ama quantia que nao chega nem para pagar os
empregados.
Um Sn. Deputado :Faz logo um cemiterio.
O Sr. Pinto Ibnioh : A povoacao da Grvala
n*ignificanfitJma, nao tem a m'nima imoortan-
cia, a edificaco pjisimi, nao pode dar rend-
ment nenhum para o municipio. Fallo, Sr. presi-
dente, com conhecimento da localidade. O povoa-
do de Bezerros,- verdado que soffrivel, mas
tambera nao est no oso de constituir um muni-
cipio. 0
'b Sr. Deputado :Sao reunidas.
OSn. Pinto jfion :Embora ; urna freguezia
nao rendando nda, de nada serve, c demais o
que fica sendo o municipio do Bonito .'
Se eompreheadendo essas duas freguezias, j
mostrei quo diminuta a sua renda, separadas,
licam os dous municipios redusdos a nada -, para
o auno sero i
mos port.
Quanto s freguezias de Quipap e Panellas,
de que tarabem se quer constituir municipio...
Um Sr. Deputado : E*l em discusso s o
art. 1
OSr. Pinto Jnior:Pois bem, j rao.;tre que
os lugares de Grvala e Bezerros, de que se
tenciona crear municipio, nao lora a mraor im-
portancia, uo podem offerecer renda sulTrcente
para que se mintenha tal municipio.
Nao vendo, por tanto, utilidade alguma na crea-
can do o'vn municipio, vista do que acabo de
xpor, nao posso deixar de votar contra o pro-
jecto.
fContia ii v-se-ha.j
djfc! mwos peJ.ntes que, aqu tore-,.^,,^^ ,oJo, os ^^ & wafmdwtf^
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLE\ PROVIXGIAL.-Hontem, na hora
do expediente, a assembla approvon um reque-
riraento do Sr. Gusmao Lobo, pedindo informi-
ces cmara municipal desta cdide, sobre as
causas da caresta dos gneros de primeira neces-
sidaie, faze.idose ouvir sobre o assumpto ao au-
tor do requerimento eo Sr. Gaspar I)rummond,que
tarabem falln em sua sustentara). .
Passando a ordem do dia, approvou, em 2" dis-
cusso, o projecto n. 8 deste anno, que annexa ao
municipio ile Cibrob a freguezia de Sanl'Anna
do Sacco, reunindo freguezia de Cabrpo diver-
sos termos djicentes, depos de orarera os Srs.
Gusmao Lobo, G. Drummond, Firmino di Novaes,
e Oliveira Foncoca ; o de n. 33 deste anno, que
revoga as Icis ns 737 e 7ii de 17 de juho de
1862, e de n. 45 deste anno, que autorisa o go-
verno a conceder al um anno de licenca, com
venciraentos, ao feilor eonferente do consulado
provincial, Francisco Jos Alves de Albuquerque ;
em 3' o de n. 116 de 1862, elevando villa o po-
voado do Bom Jard i m ; em 2' o de n. U deste
anno, autorisando a abertura de crditos supple-
mentares, sendo dispensado o intersticio reque-
rimento do Sr. Mello Reg ; rejeitou em 1" dis-
cusso o projecto n. 58 de 1866, que autorisa o
estabelecimento de urna typographia provincial ;
em 1" discusso, o de n. 27 deste anno, que au-
torisa o goveroo a despender seis contos de res
c -m a construccao de nm agude na villa de S.
liento; approvon, em 2', o de a. 60 desle anno,
que autorisa a cracao de ama cadeira de escrip-
turaran mercantil, nesta cidade.
A ordem do da para hoje : 1' discusso dos
projectos ns. 43, 44, 47, 48, 52 e 61 deste anno;
2> dos de n. 4) de 1866 e 56 deste anno ; 3* dos
de ns. 3o e 54 deste anno.
CARESTA DE GNEROS.-Hontem, na hora do
expediente, na assembla provincial, o Sr. Dr. Gus-
mao Lobo justifieou um requerimento, que foi ap-
provado, pedindo informacoes cmara municipal
desla cidade acerca do cumprimenlo que se tem
dado a postura municipal que prohibe que sejam
es gneros alimenticios atravessados as estradas
pelos agiotas, concorrendo aasim para urna alca
descommunal dos sens precos nos mercados.
Deus queira que esse embrete da assembla
provincial produc os salutares effeitos que
sao para desejar, dando era resaltado o des-
apparecimento das scenas violentas e contrista-
doras de qae tem sido theatro nesles ltimos das
os nossos mercados, especialmente o de S. Jos,
oode j foram praiieados desatinos contra essa
peste de atravesadores qae se alimento com o suor
e o sangue dos podres.
DINHEIRO.--O vapor Pirapama trouxe as se-
guntes quantias paraos Srs.:
Menees & Coelho 2:3801000
Cunha Irmaos A C. 1:400*000
Viviano da Silva Caldas 1:200*000
Luiz Goncalves da Silva de a 5001000
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE. Esta cor-
poraco, tendo de mandar erigir um monumento
commemorativo da terminacao da guerra, contra o
Paraguay, convida tote os engenheiros apre-
sentarera planos e desenbos para essa obra.
PRONUNCIA.Pelo delegado de Buique foram
pronunciados : como ocurso as penas do art.
192 do cdigo criminal-, Manoel Juitiniauo Bezerra
Cavalcante e faourenco Bezenra Monteiro Caval-
penaa do art. 193, Jos Magalhes
termo de Jeremoabo, da pro-
vincia da Babia* foi preso o celebre criminoso
utoa do dlveraaa mortes, Jos Barboza.
Pelo subdelegado de Pimenteiras foram presos
os cnrainosos Je raortc Floriano Francisco Mendes,
Antonio Januario, o Francisc Lopes.
ASSASSINATO.-No districto de Grvala, f.iram
assassinados Manoel Ferreira da Costa e um
outro inlividuo cuja identidade se nao pule rc-
conhecer. Ignorava se quera fos;C o autor dosses
erimea.
No da 28 de dezembro do anno passado,
no lugar Quah-, da freguezia de Aguas-Billas,
foi assassiuado Manoel Justo, p r Antonio Pro
copio Tenorio Vdla-N iva, e Candido Tenorio
do Albuquerque Villa Nova.
No di i 30 de marco ultimo, no lugar Riacho
Fundo, da freguezia de Agues-Ballas, Antonio de
tal assassinou ao menor Manoel Luiz de Lima.
NOVA PUBLICACAO.Acha-so breve a sabir
da typographia do Sr. Fleiuss, no Rio de Janeiro,
a Vtdn e Feito* do Dr. Semana, obra escripia pelo
seu moleque, tendo os retratos do Dr. Semana e
do seu moleipie. A julgar-se pelos tscrptos pu-
blicados na Semana Ilustrada, deve ser essa livro
engricaJo, chistoso e ameno, e conten critica Ii-
nissima. A' loja do madami Falque, ra do Cres-
po n. 4, aclu-se abe-ta urna assignatura a 2 o
volurae, pagos ao acto de assignar.
CAPUNG V. \ commissao encarregada dos fes-
tejo* que se pretende eltoctu ir na Capunga, em
applaus-j ultimaeji) gloriosa da guerra, convida
todos os Srs. que tem tmalo interesse e coad-
juvado com suas quotas para dito lim, bem como
a tolas as pessoas all residentes, que tambera
se intpressam pelos mesmos festejos, a compare-
cerem hoje s 7 horas da noite, casa do Sr. Al-
fredo H-mriqiie Garca, sita em dito lugar, onde
dever tratar-se a respeito dos ditos festejos.
OLINDA.Pedemnos d'esta localidade que cha-
raemos a aliencao do quera compete para o estado
lastimoso en que vive all o alienido Augusto
Leal Ferreira, espillo reformado do exercto,
mendigand) c habitando in portas dos templos.
Porque raza*) nao elle enviado para o hospicio
de Pedro II, n"um dos transportes de guerra que
aqu deve tocar oestes das 1 Ser melhor ver
um militar de serricos, porque soffre de alena-
cao mental, vagar pelas ras de urna cidade po-
pulosa, mendigando para comer, e dormindo aon
de Ihe anoutece ? Chamamos para isso a atlenco
do Exm. Sr. general commandante das armas.
IMPOSTO PESSOAL.E' no corrente raez que
se linda o prazo para o pagamento, sem mulla, do
imposto pessoal relativo ao segundo semestre do
exercicio corrente, comprehendendo os emprega-
dos publico! geraes. pnviuciaes e raunicipaes.
PIRAPAMA.Chegou hontem da Granja e es-
callas este vapor da Companhia Pernambucana,
Irazendo datas do Ceara at 24 do passado, do Rio
Grande al Io e da Parahyba ate 2 do corrente.
Nada occorreu no Cear, que toereca mencao.
Do Natal escrjve nosso correspondente, no
1 do corrente.
< Do serto continuara a ebegar noticias salis-
fatorias sobre o invern, que nos proraette urna
Infelizmente, porm, em alguns pontos do In
teror da provincia a populacao anda soffre os ri-
gores da fome.
No sentido de minorar esse afflictvo estado,
em que se acham os habitantes dos lugares, que
foram mais assolados pela secca, e em vista de
justas reclamacoes das autord-ides do Apody e
Carabas, S. Exc. o Sr. Dr. Silvno mandou com
urgencia para aquellas Ireguezias 50 saceos de
larinha, 10 de milho e o de fejo, nomeanlo ao
mesmo lempo commissoes de soccorroi pblicos :
t Para o Apody.Vigaro Das da Cruz, dele-
gad i Rego Leite, presidente da cmara Correa
Lima.
Para Carabas.Vigaro Pedro Soares, sub-
delegado Silva Couto, eollector Aderaldo Jos de
Honra.
a J feram presos os guardas de polica Manoel
da Hora e Manoel Maricas, co reos do capito Na-
varro, de que Ihe falle na ininlu missiva pas-
sada.
A cmara municipal o Ceara nomeou urna
commissao para felicitar S. M. o Imperador pelo
honroso acabamenio da guerra do Paraguay ; a
qnal compoe-se dos Rxms. Srs. conselhero Torres
Hornera eSayo Lobato, senador Firmino e depu
lados Gomes da Silva e Octaviano Raposo.
A' rejnisico do Exm. Sr. Dr. chefe de poli-
ca, o Exm. presidente elevou a 360 rs. as diarias
dos presos indigentes recolhidos cadea d'esta
cidade, os quaes percebiam apenas para a sua
alimentario a mragoada quantia de 240 r*.
Hontem parti para o Cear-Mirimo Dr. Jos
Ignacio Fernando* Barro?, atim de assumir o exer
cicio de seu cargo de juiz municipal e de orpho?,
para que foi ltimamente nomeado.
t Para subsltui-lo no lugar de promotor pu-
blico, e interinamente na cadeira de geographia,
foi nomeado o Dr. Luiz Antonio Ferreira Souto.
t Foi urna ptima nomeaco.
a O Sr. Dr. Souto, moco intelligcnte, zeloso e
honesto, desempenhar cabalmente, como o seu
antecessor, as funcedes de seus novos empregos.
S. Exc. o Sr. Dr. Silvno, por actos da semana
passada, mandou reintegrar em seus cargos o
professor de primeiras lettras de S. Miguel Jos
Severino Tavora de Arruda e o administrador do
cemiterio publico d'esta cidade Joaquim Rorao
Seabra de Mello, que haviam sido deraittidos pelo
Sr. Pedro de Barros.
Estes o outros actos de S. Exc. vo sendo ap-
plaudidos por Gregos e Troyanos.
HOSPITAL PEDRO II.O movmento desse es-
tabelecimento de 23 de abril a Io de maio, alm
de 235 doentes existentes, entraran) 21, sahiram
17, falleceram 6, exislem 216, sendo i33 tnraens,
e 101 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras nestes das as
6 1/2, 6 1/2, 6 1/2, 6 1/2, 6 I/i 7, pelo Dr. Ra-
mos ; as 10, 9 1/2, 9,10, 10 1/2, 8 1/2, pelo Dr.
Sarment.
Fallecidos.
Anna Maria do Carino; tubrculos pulmonares.
Francisco ; marasmo.
Silvana ; enterite chronica.
Mara da Assumpco; rheumatismo.
Manoel Antonio da Costa; tubrculos palmo-
nares.
Jos Pinto de Almeida infeccao purulenta.
LEILO.O agento Martins faz hoje leilo de
movis, ra das Trinxeiras n. 44, s 11 horas do
dia.
LOTERA.A qae se acha a venda a 145* a
beneficio da igreja de Santo Antonio de Itamb,
a qual corre boje.
PASSAGE1ROS.Vieran) da Granja e eseallas
no vapor nacional Pirapama:
John Ellis, Eduardo G. Valente, um lilho e um
escrava, Jos A. do Amara! e nm eseravo, Joaquim
J. A. das Neves, Joo C Gomes, Antonio Facanha
e um eseravo, Manoel da S. Porto, Manoel F. de
Mello, Joo Fideles Ferreira, Manoel F. do Nasci-
ment, Julio B. de Castro, Lourenco da Cruz, Ma-
noel r. Ferreira, Manoel de O. Lima, Antonio P.
da Silva, Joaquim J. da S. Ratos, Francisco T. de
Albuquerque, Antooio da S. Medeiroa, Galdino A.
dos S. Lima, Salvador J. da Silva, Joto P. de C
Medeiros, Manoel F. do Solio e um filho, Joaqun
P. R. da Silva, Jos A. da C Pinto, Policio de C. e
Silva, Jos A. Correa, Antoaio Manoel X Buten-
court, Dr. Pedro F. Guimaraes, sua senhora, urna
(Una menor, urna escrava e ama criada, Jacob
Graf, Rodolpho Bluler, eemmaadante superior Ma-
noel de Montenegro Pessa, major Manoel Modesto
Pereira do Ligo, Victorino Pereira Maia Jnior,
Dr. Ignacio da Silva Coelho, Manoel J. L. Rlbeiro,
Joaquim Jos de Araorim, Ignico do R. F. de B.
Jnior, Eraygdio d i Rocha Alh ivde, Antonio C
da alva, Manoel Antonio Pires, Frederico Antonio
de Carvalho e dous escravos, Luiz Manoel Fu-
guen-as, Francisco N. da Costa, Luiz Antonio Gui-
maraes, Mara Felicia de Jess e um filho menor,
e um criminoso de norte e duas pracas.
CEMITERIO.-Obituario do dia 2 de maio-de
Malhilde, Pernambuco, 7 annos, Recfe ; espasmo,
bulalm, Pernambuco, 4 anuos, S. Joi ; bron-
chite.
Galdino, Pernambuco, 20 annos, Sant9 Antonio ;
espasme.
Daraio, Peruambaco, 2 anno3, Boa-Vista -, con-
gcslo cerebral.
Anna Joaquina do Espirito Srato Nobre, Pernam-
buco, 76 anno, viuva, S. Jos ; pneumona.
Maria do Carino Ucha Civalcanti, Pernambuco,
21 annos, soltera, B.-a-Vista ; tubrculos pul-
monares.
Juvelina Ferreira da Fonseca, Pernambuco, 29
annos, viuva, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Custodio, Pernambuco, 7 horas, S. Jos ; espasmo.
Joo Pereira d. Costa Guimaraes, Portugal, 52
annos, solteiro, Boa Vista ; totano.
Um prvulo cujo nome ignorase, 5 mezes pouco
mais ou menos, Santo Antonio ; phtysica.
Euzebio Francisco Domngues, Pernambuco, LO
annos. solteiro. Boa-vista ; infeccao puru-
lenta.
Cosme, Pernambuco, 40 annos, solteiro, Santo An .
Ionio ; tubrculos pulmonares.
Faustiua Mana do Sacramento, Pernambuco, 24
annos, casada, B >a-Vista ; metrte.
Maria Olyrapia da Silva Guimaraes, Pernambujo,
" .13 annos, selteira, Boa-Vista ; hvpotrophia do
coraco.
tisula, frica, 30 anuos, soltera, Boa-vista ;
pneumona.
Amelia, Pernambuco, 4 mezes, Rccife; convul-
soes.
Eugenio, Pernambuco, 5 mezes, S. Jos; es-
pasmo.
Maria dos Santos Coutnho, Pernambuco, 57
annos, casada, Boavsta ; cancro.
Joaquim, frica, 70 anuos, solteiro, Boaviata ;_
nlerite chronico.
Maria Thereza de Jess, Pernambuco, 90 annos,
soltera, Santo Antonio; diarrha.
Antonio, Pernambuco, 1 mez, Santo Antonio ;
convulses.
Alexandrna, Pernambuco, 14 das, S. Jos;
convulses.
Antonio, Pernambuco, 8 mezes, S. los; con-
vulses.
CHRONICA JUDICIARIA. _
tririau, ia m:i.%< lo.
SESSAO EM 30 DE ABRIL DE 1870.
RESIDBNCIA DO EXM. SR. CONSELHERO CAETAKO
SANTIAGO.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
bargadores Gtirana, Guerra procurador da cora,
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, Molla,
Doria e Reguera Costa, (altando os Srs. desera-
bargadores Domngues da Silva e Souza Leao,
abrio-se a sessao.
Passados os fetos, derara-se os seguntes julgs-
menlos :
Recurso crime.Reccorrente, o juzo; reccorri-
o, Joaquim Ignacio da Silva.Relator o Sr. des
embargador Doria, sorteados os Srs. desembarga-
dores Molla, Regueira Co la e Almeida Albuquer-
que.Improcedente.
Accra vos de petiqao.Aggravante, Dr. Fl ;.nes-
co de Barros Barrete ; aggravado, o juizo.Rela-
tor o Sr. desembargador Lourenco Santiago, sor-
teados os Srs. desembargadores Guerra e Do-
ria.Deram provmento. Aggravante, Joaqun)
Jos Moreira ; aggravado, o juizo.Relator o Sr.
desembargador Alinei la Albuquerque, sorteados
os Srs. descTibargadores Guerra e Doria.Negz-
rain provmento. Aggravante, Dr. Joo Francisco
do Albuquerque C.tvalcante; aggravado, o jui-
zo.Relator o Sr. desembargador Molla, sorteados
os Srs. desembargadores Almeida Albuquerque e
Lourenco Santiago.Negaram provmento.
Appellaqes crimbs. Appellanle, Antonio Cor-
rea de Almeida; appellada, a justica.A' novo
jury. Appellanle, o juizo; appellado, AntoDo Jos
de Souza.Improcedente. Appellanle, Pedro do
Alcntara Muniz; appellado, Antonio Jos d'Arau-
jo.Improcedente.
Habeas corpus.Concedeu-se ordem a Levndo
da Costa Menezes para o dia 30 do corrente, ou-
vindo-se a competente autoridade.
Deligencia crime.Ao Sr. desembargador pro-
motor da justica: Appellanle, o pronvitor; appel-
lado, Antonio Flix Paes do Nascimento. Appel-
lanle, o juizo; appellado, Manoel Vidal de Ne-
reircs. Appellanle, o juio ; appellado, Pedro
os Rodrigues.
Deligencia civel.Ao Dr. curador geraI: ap-
pellanle, Dr. Francisco Ferreira Muniz Ribeiro.
como tutor; appellada, a fazenda. Appellanle, Jos
Cesario de Mello; appellado, Dr. Ernesto Adolpho
de Vasconcellos.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Gtirana ao Sr. desem-
Dargador Guerra.Appellacdes cives : appellanle,
D. Mara Joaquina da Concedi ; appellado, Ma-
noel Vicente Callado. Appellanle, Miguel Fran-
cisco da Coste Machado ; appellada, D. Anna Joa-
quinna Xavier de Castro.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago.Appellacdes civeis: ap-
pellanle, Alexandre Warguer; appellado, Jos
Ignacio de Mendonca. Appellanle, Vicente Fer-
reira da Silva; appellado, Miguel de Albuquer-
que Mello. Appellanle, Manoel de Souza Suva Se-
rodio; appellado-, Antonio Pereira e outros. Ap-
pellanle, Dr. Joaquim Jos de Miranda ; appellado,.
Jos Rodrigues do Passo. Appellanle, D. Francis-
ca das Chagas Bandeira de Mello; appellado, An-
tonio Lopes de Alcntara. Appollanle, Jos Ge-
mes Rodrigues de Albuqueque ; appellados, Ma-
noel, Maria e ou ros. Appellanle, Antonio Morei-
ra dos Res ; appellada, D. Feliciana Maria Oiym-
pia.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque. Ap-
pellacdes crimes: appellanle, Antonio Vicente dos
Santos ; appellada, a justica. Appellanle, o jui-
zo ; appellado, Jos Francisco de Lyra. Appella-
cao civel : appellante, o bacharel Angelo Henri-
que da Silva.; appellado, Salvador dos Santos Se-
queira Cavalcante.
Ao Sr. desembargador Motla.Appellarao civel:
appellantes, os herderos de Guilnerme Patricio
Bezerra Cavalcante; appellado, Manoel Pereira
MagalMes.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Molla.Appellaqes civth :
appellante, o administrador do patrimonio de Nossa
Senhora das Dores; appellados, Jos de Sou
Barbosa e outros. Appellante, Jos Francisco de
Oliveira; appellado, Domingos de Barros Bran-
dio. Appellante, Joaquim Ribeiro de Moraes; ap-
pellados, Manoel Pereira Magalhes e outros. Ap-
pellante, o consol portugus; appellada, D. Mana*
Joaquina de Oliveira Campos. Appellaole, Pauli-
no Vs Falcao; appellado, Jlo de Ajevecto
,;:
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Diario de Petoambuco -* Quarla fera 4 de Maio de 1870
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U. Apnellarite, Jos Francisco de Aorado la-
9ir; sppellada, a faicnda.
T)j Sr; iMcmtargadnr Motta so Sr. desembar-
ador Doria. Appetacocs civeis: appellante,
loio .le Cotilo Silva c ouiro-; appellado, Jerony
un l'aes Baib.si. Appellante, D. Ama rsula
de Olivcira ; appotiada, O. Felisarda Joaquina de
Oliveira.
Ao Sr. desembargador Duraiugiies da Sil-
va.Appeil.Tcan civel : appellautes, os hcrdlfos
le loa Ferreira Felip|>e il* Cunlia Randeira de Mello.
AoSr. desembargalor Kejueira Costa.Appel-
I*;* civcl : appollante, Joaquim Salvador l'essaa
de Sequeira Cavalcanlo; anadiado, Jos Domingos
Maia.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar -
aJor Doningues da Silva.Appellacoes civeis:
ppellanic, Ernesto Augusto Maugauba c Silva ;
affctbdos, Dr. Augnstn Freerieo de Oliveira e
ulius. Appi llanto, Jnaquim Mmteiro Guedes
G-wdim ; appellado, Virginio Iljracio de Fre-
las.
Ao Sr. desembargador Requera Costa.Appej-
l.u'io civel : appeliante, Jos Cardoso de Aliiici.
da ; appellado, Severino Jos de Farias.
Do Sr. deembargador Ik-gueira Costa ao Sr.
desembargador Suiza Lean.Appcllaoao clwl :
appetlaule, Jos Bernardo Bezerra; appellado,
Ignacio Alves Bezerra. Appellaroes crimes: ap
peIlante,ojuizo ; appellado, Antonio Francisco no
Nascimento Cav lanle. Appellante, Bellarmino
Jos deaPrazeres ; appel'ada, a jusliea.
Assigneu-so dia para jutgaineuto dos seguintes
feitos:
Awpellacors ciVEisAppellante, Francisco Luiz
Caldas ; appellado, Joaquim Jo- do Abreu. Ap-
pellante, D. Hermenda Mara da Cmceico ; ap
pellada, D. Clara Supina Fiuton.
ArPKLL.\(;or.s chimes.Appellante, o juizo ; ap
fietUdu, Joquini Caxoeira. Appellante, o promo-
tor ; appellado, Antonio Jo- das Noves. Appel-
lanio, Dcllino Cavalcantc deMjraes; appellado, o
Imn do Vasconccllos.
A" 1 hora da tardo eneerrou-e a sessao
maior sentado dcweraaiia a escrevi..tfmaWVIos factos que se deram.commigo em Beberibc no
t\ *_ ___.' _...Mi^ t\ aa..,...,!.!* A',i\ ,1/, ahHil .l.i PArrnla !
Barros Barrito, pr-presidiiie. Dr. Prxedes
Gomes de Sonsa Pianja. Caefaao Cyriac da
Cos'a Mmrira.-Bruto Jos da Costa Jnior.Dr.
Pedro Je A. Lobo Moscoso.Jos .Varia Freir Ga-
mma.
Kiglish B:tak o Hio ds Ja-
ncirti Limited.
Capital do Hinco otn
50.006 acooes de 20
Cada uui'i ....":. *
Capital realisado ....
Fund de reserva. .
4,000.000
500.000
i 0.505
Balando da caixa lial em I'ernambuco, em
30 de abril de 1870.
.ctico.
Letras descontadas. 1,525:102-5550
limprestimos e contas
caucionadas..... 6:059#550
letras receber. 19:813^700
Garantas e valores de-
1 .sitados....... 39li:072880
Mobilia etc. do Banco. 18:9703150
Diversas contas..... 457:04709 0
Caixa.......% i,149:3730460
3,403:07 ,50
Postilo.
Contas correntes sim-
ples. 1,082:807*1-0
Depsitos praso lixo,
com aviso e por le-
tras 1,080:0635000
CMARA MUNICIPAL.
I. SESSAO ORDINARIA A03 27 DE ABRIL
DE 1870.
i':;i:sidi:ni:i\ i> > su. Da. huiros D.vnnETO.
Presentes os Srs. I)r. Seve, Dr. Moscoso, Dr. Pi-
tanga, Dr. Cosa Jnior, Gameiro o Co abrise a sessao, e foi lida o approvada a acta da
anteeeJeiite.
Loo so o seguinte .
F.XI'KDIK.NTE :
Um otBcio di i Sr. vereador Dr. Joaquim de Aqui-
no Fnncoca, oooioiuoio.uiJ. nao poder assislir a
sessao de boje, mas nao ijuereinlo demorar 0 qu--
nha do propr, resolvou a dizor por esoripto o
me pa>a a submetter consideracao da cmara
uo> siguilos termos :
Esia cmara municipal mandou cantar um
Tt-Onm, em :\o:m le gracas ao Altissimo, pela
lonninacio da guena contra o governo do Para-
guay, do qubl o Brasil sabio triumphante, e para
isio concorri com nwu voto ; mas suii de opima
que futes manifestacOes nao deven limitar-se so
monte ao uu3 f.z. Se eram victoriado-i amelles
que sobreviv rain aos o j lbalos, nao devem lioar
esquedd'S os bravo-, que acrillcaram suas vidas
m desaggravo da patria ultrajada, por i.-to con-
veniente e louvavel quo esta cmara municipal
inandt cantar irn memento solemne pelo repouso
olerm das almas daqu-llos que derrainaram sen
uagae nos campos de batalb.i do Paraguay, sne-
iiuibind) aos g lpes doinbnlfo; dando ella por
4* un Jo niais ama provado que vivemos no mo
da groja. Esporo, pols, que e-ta cmara munici-
pal acolita o que |>roponno.
Beu guarde a Vv. 8a.Ulnas. Sr?. presiden-
te e mais nembrns di cmara municipd. itecife,
27 do abril 'le 1870. Dr Jonqnim de Aquino Fon
mea. -Qoe so peca autorL-o^o a a>sembta pro-
vincial para depender a quantia que I8r nece-sa-
na eorn o invtenlo solemne.
Oatro do administra hr dooomorio publico, in-
formandn s .bro o que riqjreentoo em sua petaii
ueapitai Cundi Angosto Ferreira da Silva.relati-
vamonto ao jazigo que inandarajfazir no dito ce-
miterio para o deposito dos ossos de seu padrinho.
A coimnisso respectiva.
Outro do eogenbeiro cordeador, informando a
pctioai de Ji.ai Fi ancla JO de Suuza Pinlieiro, tem
a dizer quenada lia a onr a preteacao do sup-
plicante.Concedeu-se.
Ontro do mis n>,informando o requerimento do
Benwrdmo Jos Leidn, l*m a dizor que nada se
Imafferece a nppor dando-so a competente cor-
dmcao.Mindou se cordear.
Outr > do rooamo, iulormando pelicao de An-
tonio Duario Cameiro Viann< ; declara que nada
tem l oppr, dando-so-lhe a cordeneao. Mandoa-
se concirdor.
OiI.-mIi mesmo, minrmando o roquerimeuto de
f.ddino Antonio Al ves Ferroira, diz qoe nada tem
j-;- npor a pretencad do snpplicaule.Conce-
.!.-:.-.o.
Antro do ffiosmo, informando sobren requer-
in.iiii de J Mt Francisco do Reg, campre decla-
rai i nada lia a ppr a pretendan de suppli-
.i:ii-, nina voz que coo.strua elle o moro no mos-
m.i aliiiinmonto e QivelaflMflto das casas e muros
(Mitates no referido lugar.i>oncedeu-se.
litro do moiwo. informando o reqneriaento de
lM)tir,ii< ionQalvL-> Rosas, toin a dizor quenada
i Km 'i re;o a oppdr sfe o pedido do suppli-
ra-.ti". -Joncoileu-se.
o T.i ilo mosni",informando o requerimenlo de
\U n 11 ".dans, declara que nao lia iuconveniente
na N eacjt) do cano q e o rapplieante pretende
I izer.Co'iced''ii-se.
Outro do mesmo, informando sobre o que pede
em seu requeiimento o Dr. Symphronio C>sar
Oniiinlio, tem a diier que nada ha que oppr
aceran di arateaci i do snpplicanio.Concedcu-se.
Outro do mesmo, infonuamio o reqaerimeato de
Albino da Silva Leal, diz que noniuminconvenien-
M lia noque pedo o snrqicante. Concedeu--e.
Outro do ino-mo, infonrando o requenmento
dr! Antonio Carlos Leiniig, declara que nada ha a
oppdr ao que pretende o suoplioante precedendo a
enmpetente o.oidear >. Manleu-se cor do r.
Foi approvado um parecer da eommissio do pn-
I cu, ;'!ili de opiniao que i'osse ouvida a contado-
ra acerca da pref nejio le Francisco Xavier Car-
ii-iro da Cunta Miranda.
Foi Umbein spprorado outr) parecer da com-
m:sa> encarroada dos negocios de cemilerio pu-
)j|i:o, no sentido de que neuliumaoutra providen
SinU Ci a, vMo ja tor a cmara deliberado, que
reo iinmonlasse ae administrador do mesmo cemi-
twio, que nao contino abrir os ctixoes quo en-
.-i ram os a, da ver.-.
O Sr. Dr. Moscoso, fez o seguate requerimonto
f i approi'adj.
R faevoqtMMa mndanca, quo tem de se fa
zer em alguns remes das ruis dosta cidade, que
'20 tem Mgnifleasjli algnma, se nao esqueja o no-
mo de distuieto poroambneano Mamede SimCes da
Silva, oirioial da marinha brasileira, cajos sorvioos
durante a guerra do Paragnay orearam-lhe um
re:wmo digno da provincia, qua lite deu nasc
ment.
Paco da cmara municiprdem 27 da abril de
170.Dr. Lobo Hoscoso.
OSr. Dr. Pitanga apresentou asegaiat pro-
posta, ignalmenie Li approvada :
< Nao dovendo a cmara deixar em olvide os
feitos de arma, alcancados pelos nossos bravos no*
campos do Paraguay, proponho que ella convide
a todos os seus muDii'ipes e as domis ca iaras
j>ara concorrorem com seus bolos, para edificar
um moaumonto que tenha por Oro perpetuar as
memorias dosmesmos feitos, nomeando commis-
>ocs que 3e iniumbam do indicar os njetos conve-
nientes a empregar-se para a concessao de tao
patritico fim.
< Paco ta cmara municipal do Rocifo, 27 de
abril de I870.-r. Pitanga.
Havondj diversos proprietarios e coumercian-
tos da ra .lo Cnwpo, requerido para nue aqu Ha
raa se denominaste i de Marco, data lao assi^aa-
iala quanto gloriosa de nossa historia, por ter
iKsto da o lerminado a guerra contra o tyranno
do Paraguay ; a mescia cmara accodea ao pedi-
do*- mandou expedir as orden? ncees?aria?
Despacharan) m as seguintes pe-.i^oes : de An-
t mo Duarlo Carneiro Vtanna, Amonio Carlos JLei-
mig, Antonio Roma o da Silva Mutins, bario do
Li.-ramento, Beroardino Josi Jjeilio, C. Gatao &
i:. Kduardo Torpn, Francisco Ferreira Balthar,
Francisco Antonio Hi-drigucs, Francisco Xavier
jrneiro da Cunta Miranda, Francisco Jo* da
la Araujo, Heilor & Sampayo, Joaqnim Aman-
do Son Piolim, Jos Antonio Alves de Miran-
da Guimarr.-, Joao Marques Corroa, Joao Carlos
Hasts de Olivcira, Jiaquim fio'nardo dos Reis,^
Jlo Correa Loorro, Jeiquisx Francisco, de Pan-
la Esteva* Clmente, Jacintho de Sonsa, Jos Per-
i, Manuel Firmlno Pcrreir, Manoel da -Jilva
s, Mille Latirn ft C, Mara Annunciaa do
Carm.) Biwha Costa, Olympio Ooqcales Hoaas a
Senattia Lopes Guimaraet, e '.evantoa-so a waae.
a Augusto Geauiao de Figaciredo, ofBcial-
Titulos em cauco c de-
posito ........
Diversas contas.....
->,708:870;80
3!>O:O72088O
238:1260500
3,iO3:O7O02O
S. E. 0.
Pernambuco, 3 de maio de 1S70.
J. S. B. lilolmam, Managor.
F. Lautbley, Accountant.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO
BALAXCETB DO NOVO BAXCO DE rURNAMBL'OO KM UQUI-
DACVO, F.M 30 nfi ABRIL DK 1870.
J<7/r>.
Letras protostadas........ 177:7133940
nidios depositados.......
Despezas geraes.........
CaiM.-Pelos seguinti.'s valores :
Em oar.) anwodado. 94W110
Sin mitas do thesouro
o da Caixa Filial do
Banco do Brasil 35:W5#000
Empratae cobre. lttdB79
dia 15 de abril do corrente anaa.
Estando eu sentado em minha propriedade por
vo.ta das 7 horas o meia da noite esperando pelo
meu trabalbador que viesse com ogadj do serv-
c i da estrada nova de Dobcnbe da qual son con-
tratante do embarreaoiento; nistopassou um indi-
viJuoqno o tratam per Flre dou-me boa-noute
o que eu Ihe enrrespoudi. e como eslivesse com o
rosto virado elle voio pelo outro lado quando eu
eslava defenidado o dou-me urna escalada na ca-
neca que prslou-me por terca e como eu fleasso
sem sentido dou-me eolio as que qujz. sal oizer
que quando tornoi no meu sentido natural esta
va com urnas poucas de contuo )> na cabeea e
nos peitos. Por volta de cinco minutos appareceu
o subdelsgado e achandq-fflo cahilo em cima de
urna marqneza sem sontidos, comean coni 8ruoi
que me levantasse, levanteime, istoe, me tovan-
taram, elle comegoa a perguntar-mequem foi que
tinlia feilo aquella deliero, respondi-lhe ijuc tmha
sido um tal Flor, quando elle ouvio eu pronunciar
este nome deu-iue um grit > de tal forma que pense
que ella queria acabar .le matarme ent) como
eu eslava vendo aquilb disse depois que nao sabia
|ttm linha sido para elle nao me levar para outra
parle. .
Assim que eu disse que nao sabia quem tmha
sido, (disse coustrangid), elle tomnu logo teste-
niunbas; pois cu tarde indo tomar banli > no
rundo do sitio vi o sublelegado fallando com o tal
Flor no terreiro da casa delle, pois eu ja sabia
com toda certeza que havia de levar ccete pois
quem me disse foi o proprio delegado en presea
ca de. um meu irabalhador que o Qiiineas^do Pas-
sarinho tinba dito que liavia de man lar dar-me
urna snrra do ccete, enioelle linha tirado-llie de
cabera que tal eouaa uao rizesse; estas intrigas sao
por causa demeu gado, porque, qaldo elle pega
meas b>*,quer que eu pague mais-do que marca
a lei, e tamo nao pago sinao o que marca alei.eis
a razao, pois eu tinha oas minhas ideas que o
tyranno mais brbaro que havia era o dictador
do Paraguay, mais aqui em Pernarrfbuco ha outro
peior do que elle que o tal subdelegado de Be-
boribe o Qoincas do Passarinho que iraz aquella
povo opprimiJo, se manda prender alguem d or-
dem para amarrar e dar pancadas, isto qaasi to-
dos os dias tanto quo aquella gente j nao sabe
como ha de vivar.
RaeJfe, 3 do maio da 1870. v
Romo Maximiano da Ctinha.
Descont de latras-
-9 liJ O.D ao aano.
Mesqnita Jnior,
Pelo presidente.
A. P. de Lemos,
Telo secretario.
ENGLISH BANK
CM Rio de /aneiro Limite3
Descosta lottras da pra^a taxa a con-
'enciootr.
Recebe dinbeiro em conta corrate bis
(raso fixo.
Saca i vista ou a praso sobre as cidadef
prlncipaes da Europa, tem correspondente
aa Babia, Buenos-Ayres, Montevideo, New
3 New-Orleans, e emitie cartas de crdito
para os mesmos lugares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDRGa.
tandimanto de dia 2..... o9:i97#777
dem do da 3..... 5:888*785
125:380*502
MOViME.NTO DA ALFANDEGA
'oiumes entrados com fazendas
dem dem com genero?
'oltuoessahidoseom fazendas
dem dem com gneros
153
6i7
-----800
856
507
----- 763
5:0051630
36:8K|6S9
Ris. .
Posiiro.
Capital............
Emissio...........
Coalas carnales epm Joros. .
Contas correntes simples. .
Fundo de reserva.......
njuilofi em caueo.......
M:-s,is fallidas caigo do Bauoo
Dividendos..........
Lucros e pardas.,.......
liis. .
2i:7803i37
Desearregam boje 4 de maio
Barca francaza Jenn Hphttamercadera.
Brigue inglezJdifmercadorias.
Barca iuglczaHnreJlamercadorias.
Barca inulezaZeJoradem.
Brigoe portugaezBella Figuetrenseiem.
Patacho norteallemaoilariafarinlia de trigo.
Brigue norte allemaoArgocarvSo.
Sumaca hespanholaAmable Doloresvioho?.
Patacho inglezMagdakne Aunemercadorias.
Galera ioglezaUermionecarvo e ferro.
^ECEBEDORIA DE RENDAS 1N1EHNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
tendiraento do dia 2 8i6*4'iS
dem do dia 3......' I:78iaWB
o:d26OKi
118:743*766
o:198!72
:l:61S4907
tiOOiOf)
230*620
22i:7805437
DKsiossrnACAO da emiss.vo
notas do valor do 200.5000
ditas
ditas
ae
de
003000
50*000
Ris. .
'i:80000<)
2:1003000
850*000
7:750 000
s. E. e o.
O guarda livros
francisco Joagium Pcmra Pinto
L0ND0N & BRASILlAN BANK, LIMITED.)
Capital do Banco 15,000 acones
te 100................. i L1,333l33M3a0
Acedes emittidas 13,000...... t I^35:555*.*>o0
Capital pago a 4o por acedas. 3,800:0005000
8ALAM.0 DA CAOU FILIAL KM PERXAMICGO EM 3*) DE
ABRIL DE 1870.
Mito.
Letras descontadas..........
CroJit' is diversos, outros baos
e oaixas filiaos...........
Caixa:
Cm mooda corronfo.........
Passico.
Capital torneddo
inaiz........
Depsitos:
Em canta cor-
ivrito......
Depnsi tosteos
o por aviso.
Rs........
pela caixa
450:3725210
989:3i39SO
Crditos diversos, outros b-
eos e caixas lilia-.s........
R........
S. E. e O.
F-iiiaiidiiico, 3 de maio de 1870.
r. Witkinson,
Accountant.
PUBLICACOES
A PEDIDO.
Srt. re i adores.O ni o miar con-trangimento
vou pela primeira vez, ocCnpar uui pequeo es-
pado em seu conceituado jornal, impedido por
una correspondencia n'clle publicado em 9 do
crrante e a-signado pelo Sr. Dr. Francisco Jos
de Medeiros.
Com o maior coastrangimento digo, que o Sr.
Dr. Modoirs nao se adverando ou nao onchergan-
do quo o meu silencio a respeito do que e tem
publicado em consquoncia do um protesto que
por esto Diario, fez meu lilho o bacharel Antonio
Venancio Cavalcante de Albuiuerquecontra ama
aviveniacao de demarcscao entre os oagenhos Ri
beiran o Minas-Nova?, nao iaiporla mais que meu
solemne despreso a ludo quanto debaixo |de vd,
i;:i-iminipso possa suggerir ao espirito repleto de
'iingancas mesquinhas, nao se lcmbrando deque
:hi n.i.iJo a que lao deque se trata para o terre-
no da digaidade e da bonr, como diz em sua cor-
respondencia, em lugar d'assim proceder, oceu-
pando se dadefeza dos direitos de seu consiituin-
te, so quo os julga prejudicado?, contentou-se
nesto ponto a annexar a olla documentos cojo va
lor so consiste em provar o ciintrario do que alie
ga S. S. estorcandose em apresentar-me aopur
blico como invasor da propriedade de seu clien-
te, e lanjou-se no campo reprovado dos insultos o
improperios, continuando d'cst'arlo a tristo obra,
por outros incelado, ao geralmente desprezado
como justa recompensa de seu merilo.
Ni^jvou por ah, Sr. Dr. Madeiro:, o lastimo quo
S. S que tanto fallou cm digaidade, honra, cava-
Ibairismo, modestia, etc., denegrisse sua penna
com opithotos o phrasc3 que nao as3enlam,quo nao
se ajustanj a delicadeza de um moro de alia edu-
caca.i. Assim nao vae boip, o me obriga ao mais
rigoroso silencio como protesto ,a lado quanto por
ventura possa S.S. dizer em Itngaagem offensiv
or allusao a mim ou a mea fllho, porque ella
tan me merecer nenhuma atteiKo. Es'.oupromp-
to a .a-citar qualqner discusso "om terreno puro,
ao qnr;l o vencedor e o vencido nio sahir salpi-
cado de lama.
Procnre m nesse terrua, quo provarei a S. S.
quem o invasor a preloxto ao ignorancia, quem
o visitaba para quem o necossario urna ayiven-
la^Jo airia, e final mate qpaos aquellos uo que-
rem manter srdidos, e me quinhos imeresses,
como iz S.-S. em na correspondencia.
Guardadas aa confejiepcias, as attencaas, cu-
tas p<'rturbac0e3 nadajiu-ovam, sempre mo achara
o Sr. Dr. Medoirus prfljppto acompanha-la, quer
na ir prepsav Do-,'ndo frajar qu^tq;aates de urna demarca-
tf*> "''i.'iWf j^rdaCf taedwL
BnfleiM:IIMMK(|jrQ.4e(abril de 1870
Attenpao
Srt. Redactores'Venho pela Imprensa narrar
Mesmo no desertoClama nao eesses.
Em susteutaoo aos embargos de fis. li e
20 do prximo passado (abril) se allega
o seguiole:
(jiiein foge da luz para se aco-
herlar com as trovas, mJica falla
do dircito e razan, mor ment discu-
tindo com o Diccionario d Ri-
beiras.
Brnxellas da F.
Em 1803 o salteador mata somno voltando de
Macei onde foi escondido a reforjar o aluguol
da casa n. 38, para roubar a padaria nella mon-
tada ha mais do 30 annos; forgicou nm simulacro
de deposito de parte dos nlencilios padaria (pms o
collocamento do gazglobos, bilhas, araodclas,
candieiros, etc.. que sao movis, nao figuram
na lisia do deposito) este nao passou do papel (foi
para chicanar nos anta*) porm aliio pela decla-
racao em juizo do depositario in nomine que jurou
, ter ossignado e deixado os utensilios u* padaria
-"-"Li-rt^ a P"'M>> )o lloador, c que delles se eslava\ser-
i.,Ms>iM) riHfo. at boje'nia oxiste nos auto? aclo judicial
:*^AbT provativo da salada deobjeclo algu.n da padaria
para deposito na padaria n. 38, (do salteador) on
para ou'.ra qu^^uer parle.
As visturas de 18Ci a 1869 a fl. 7 e 119. pro-
vam que na. padaria n. 38 rao existe mais do qne
os ulencilios necetsarios ao manejo, e classiin-aios
no contrato a *. e G, confrontado e&f texto
com aqueile- clarissimo que o salteador asta
trabalhando na padaiia como Ihe fui entregue pelo
contrato.
As revalida^'oes tentadas na auzencia do embar-
gante em 1866 c 1868,sem sua sitaco parar estn
rnr o despresado deposito inda mais desmaneara
rain o larapio, zoma prova a certidao fa jine do
mandado de remocio a fl. 137, e a vistoiia roque
rida pelo salteador a fl. 75 na qual quiz iludir o
digno juiz, exjaiz do couimercio, com os utensi-
lios Mitins do "sua padaria n. 98, como sondo os
depositados da padaria n. 38; quando os desa
sao aovas e comprados cm 1862, parto pelo pro-
prio demonio que os descontad nos alugueis (reci-
bo a fl. 88;) a propria sentenoa do padrinho a
ti. 101 v. reeimheceu este esirataaeina uo se fau-
dande n^lle, para se fundar fia clamada, conlssan
do A. a ll. 91 v. conssao que nao existe e >o
a poda enxergar um juiz na3 circunstancias d3
pelicao a fl. 12'-
0 orno e mais obras enraizadas -tao da C9Sa
diz o saltea^- (dmira como j nao esl seuliur
de uanlas padarias lia nesta cidade) mas 6 por-
que ellas n'.o io pertencom ao contrario as van*
deria- por bou proco como venden urna licenca
de43 por 1:008*, nao sendo'do dono do predio III
Niognem ignora o que sao obras da ca a, e as
de una padaria, aquella; o proprieutrio obriga-
do a paga-las quanto mais estas que tem a posse
de mais do 30 anno?, e sao garantida? cm seas
lagares pela* posta "as municipaes de 29 de abril
o 29 de junho de 1857. 0 salteador nao pode se
valer do suposio direito do dono da casao em-
bargante se haver com elle loga quo apareca
com es-a extravagancia a pedido do salteador....
0. M. T. desoresnu na primeire cauza o simula-
do deposito por nao ser mtotum pela chavo do es-
labelecimenlo dimo se requeren fl. 80 v., como se
ve" em seu rotatorio e accordaos a fl, 8, II, 44 v.,
decidindo ana a queslao nao ora de casa o sim de
padaria. Separou os alugueis desta dos daqueda,
mandando que dos aluvueis Ja padaria se abates-
se os da casa at a dala do arrendamento foito ao
salteador; assim se cumprio, discontando-se.....
16^066 mensaes para a casa, sem reclamacaodo
salteador, como se v a ti. 63; e so adora paga
mais, ninguem o jiandou ir a Macei ollcrtcer
esse augmento, para roubar a padaria. _
O estupido hruxtUas d inlerprelaco a seo
geilo tala decisao, mas ella foi executada como
devia e a conlolo d.,s interessados; deve per-
ianto, metler o seu sophisma no fundo das costas
para nao ser tao bestalb >.
0 M. T. decidi assim em 1865 que eslava tudo
fresco, e agora que nao na mais arrendamento de
casa e a queslao nao tem provas, ha de decidir do
oulra forma sem cair n'uma desmoralsacao com
pleta.
Arestacdo os Julgamentos, como de direito, c
reconhece o salteador com os do digno ex-juiz do
commercio quando diz que tendo decidido a pri-
meira causa eslava obngado a decidir asouiras
no mesmo sentido, anda mesmo que assim nao
fosseo tribunal ha de sa rebaixar susuntar um
larapio na po-se de um roubor nao; nao crivel
nao vigora o commuuismoera estamos no Ja-
pao.
fConf inuar- se-ha.)
1,382:2325230
1,120:037 330
774:3913630
3,282:7014730
88:888s890
1,439:710*220
95i:096620
.3,282:7014730
2:628#9it
CONSULADO
tendiraento do dia 2 .
'dem do dia 3 .
PROVhNCAL
4 4434054
0:097*570
10:3424624
MOVIMIENTO 00 PORTO.
Navios entrados no dia 3
Rio-Grande di* Sul25 dias, patacho braseiro
Francolino, de 230 toneladas, capilao Carlos
Eduardo Merry, equipagem 12, carga 13,700
arrobas de carne; a Emnrim Irmin 4 C.
Babia7 dias. brigue brasileiro Felicidade, de 269
toneladas capiliio loaquim Antonio Gadr, equi-
pagem 11. carca varios gneros ; a Francisco
Ribeiro Pinto Guimaraos.
Rio-Grande do Sul 23 dias, patacho brasileiro
Daoid, de 224 toneladas, capitn Candido R.
Vianna, equipagem 10. carga, 14.400 arrobas de
carne; a David Ferreira Baltar & C.
Santa Citharina25 dias, patacho brasileiro Ara-
be, de 297 tonelada, capitn Antonio Pereira
.Marques, ejuipagom 7. earga farinha de man
dloca ; a J laqaim Jos G. Beltro.
Cear.i48 hora* vapor transporte na::ional Leo-
poldina, ciMiimandante capital lente Castro.
Granja e porten intermedios9 dias, vapor brasi-
leiro Ptrapama, de 360 toneladas commanJan-
te Costa, o luiiapem 30. carga varios generas;
a companliia l'ernambacana.
Navio sahid>) no mesmo dia
BarcelonaBrigue hospanhol Amable Thense,ca-
pitn Jayma Julio, carga alg da '.___________
EDITAES.
jacios do material da armada seguales : SO a!
tollas de folha para azeite, 12 baadeiras aaeionaes |
de 5 pannos, 100 brochas surtidas, 20 eadernaas
bronzeados de 4 a l pol- gadas, 12 carnnhos de
mao, 120 bracas de crreme do ferro da l|2 pofe-
Sada reforcada, 2 pecas d encorado, 20 arrobas
a estopa de algodao, 10 flmulas de navio, C fu-
les mglezes tendo cada nm 8 pos de compri ment
o 6 de largo, 8 arrobas de mlalhar, aO molios
broazeados de 4 a 12 polagadas, 2 ochlos de al-
cance, 12 pedras da amolar de 3 ps de dimetro
e C a 8 paiegadas de grossura, 4 arrobas de pl-
vora fina,'100 pralcs travesso de folha, 600 re
mos de faa, 10 duzias de taboas de pinho da re-
zina de 3 polcgadas, 10 dnzias de taboas de pao
carga de 1 polegada, 2 pecas de tapete, 1.000 li-
jlos de fogo, 6 vergonteas de pinho para paos de
cutello, tendo do comprimanto 35 ps e grossora
no meio de 7 polegadis da diamero e 6 vergoo
teas de pinho para mastros de escaleres, tendo de
enmprimento 23 ps e grossura no meo 6 1|2 po-
rgadas de dimetro.
Sala da sessoes do cnnselho de compras na vae.-
2 de maio de 1870.
O secretario.
Alexandre Rodrignes dos Anjos.
Hei)rtivo das obras publicas
de ie. n-m neo
De orlem do Illm Sr. engenhpiro chefe e direc-
tor das obras publicas se convida as pessoas que
quizerem contratar o fornecimenlo dos objectos
c. m-lautos aa nota abaixo traoscripia comparo-
cerem nesta rt part cao, apresentando suas propos-
tas em cartas lechadas, e as respectivas amostras
dos objectos que a isso se prestaren), no dia 17*de:
maio corrente.
0 secresario,
Alexandro Rodrigues da Silva.
Nota dos objeetos a que se deve referir a proposta
do contrato para foinecimento durante nm
anno.
Milheiro de lijlos (alvenaria grossa).
Dito dito (dem batida).
Dito de lelhas.
Barrica de cemento (Portland Vassy).
Meiro cubico de eal prea.
Dito dito de cal branca.
Dito dito de ara.
Urna tonelaJa de pedras faceadas.
Tonelada (1000 kilogramma*) de pedras brulas.
Metro cubico de pedras quebradas.
Dilo dito de argila (bar>-o).
Dito dito de trra j
Kilogramma de farro batido em obra.
Metro quadrado de taboas de amarello vinbatico
(assoalhado).
dem de costado de amarello vinhalico.
dem de taboas de louro de assoalbo..
dem idem ilem de f>rro.
Metro quadrado de trboas da oiticica.
dem corrente de caibros de 0, 08,0,06, 0,10
Trave de 13, 00 28, 25 metros.
Dita de 12. 30 22, 25 metros.
Dita da 10. 00 a 12, 00 25|25 metros.
Dita de 6, 60 22|22 metros.
Metro quadrado costadinho do amarello vinhaco
Loagriaas 0, 251 013 o metro crrenle.
Kii.igiamina de pregos de lipar.
dem idem caibral.
dem idem coitar.
dem idem caixar.
Dito, pregos francezes.
Kilogramma chuiub > bruto.
Enchada de 027, 030, 024, metros.
Machado,
l'a.
Secretaria das obras publicas 2 de maio de
1870.
O secreiario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
Pela reoebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que neste corrente mez de maio
que se Anda n prazo em que os conlribuintes do
impasto pessnal. relativo ao segundo semestre do
i-xercicio corrente, entra os quaes se compraban
dem o oinprega los pblicos geraes, provinciaes e
BMUticipaas, Uoui de paga-lo bocea do cofre e
livre ue uiulta, e que Ando o referido prazo, ser,
cobrado com a mulla do 6 por cen'.o.
Re-:obidoria de Pernambuco, 2 de maio de 1870.
0 administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
AVISOS MARTIMOS.
Rto de Janeiro
Pretende saWr em poaeea.dJfts para o referid*.
porto o veleiro patacho brasileiro Protector, por
ler a maior parle de seu carregaraento engajado; o
,ara opouco jne Ihe falta e escravos a frele
trata-so com o consignatario Joaquim Jos Gt-
alvns id liro ra do Commercio n. 17.
2L
O inspector titerino d'alfandpga faz
publico, quo no dia 4 do mez vindouro,
deptois do meio dia e porta da mesma
repartalo, st-t levada hasta publi-a livre
de direitos ao arrematante, urna caixa
marca T T com novenu o nove k legrra-
mos de impresso, viada do Havre nj navio
francez Alousse. de Sanies, entrado ueste
porto em 28 de margo dd correata anno
abandonada por Tisset Frres, o avaliada
em cento noventa e oito mil rais.
Aifandega de I'ernambuco, 00 de abril de
1870.
inspector interino
L. de C. Paes de Andvade.
0 insfittor interino da alfandega faz publico,
que no dia 4 do mez vindouro, depois do meio dia
e portada mesma reparlicSo, ser levada has-
ta publica, livre de direitos ao arrcmataule, una
caixa marea 1T com 99 kilogrammos de impressos.
vinda do Havre no navio rancez Hoassc JeNantes,
entrado nesta porto em 28 de Margo do corrente
anno.. abtfdoaada por Tisse iFrcres, e avaliada
em 198*000.
Alfandega de Pernambuco, 30 de abril de 1870.
O inspecti r interino.
L. de C. Paes de Andrade.
Haveudo a cunara municipal determi-
nado fazer levantar a mem >ria dos i'cilos nos
campos do Paraguay, convida a todos os
seus municipios concorrerem com seos
donativos para'o tim destinado ; hora assim
convida a todos os Srs. engenheiros para
apresentarem os desenhos precisos para le-
var a efleitoesla idea grandiosa.
Paco da cmara municipal do Recife, 2
do maio de 1870. Dr. Manoel Barros.
Dr. Bento Costa.Dr. Lobo MoscozoDr.
Joao Mara Seve.Jos Mara Gameiro.
Caelano Ceraci.Qr. Prxedes Pitangai
Oleo puro medicinal defigulo
de bacalhco de Laivrtuu &
Kenp.
Urna tosse pertinaz e fatigadora que de vez am
quando arranca singue, com dar o oppiossao no
peilo, pulso alterado e faril, extraordinario ru-
bor ou vermelhido das face?, suores nocturnos,
magr-za, o dabilidade crearente, annunciam ao
doen:o pbtysico~qae sua vida se acba em pe-
rigo.
Os anodyoos.x expectorantes, os tnicos xaro-
pes e at me-mo a mndanca de ares, sao geral-
mente cm vSo. Abandone, pois, o doente todos
osees meos paliativos, e experimente o oler, paro
medicinal da ftgado de bacalho, datanmande
Kemp. E" urna preparag2o preciosa da naica cou-
se qua a experiencia tem demonstrado, que se
pode em todos os.casos depender a confiar delta ;
oossensbons effeitns nunca falham. O oleo de
A gado de bacalho lmpido e puro, a remedio
mais poderoso c effieaz para as enfermldades dos
pulmoes, garganta e bofes, de quaalo* se Wema*-
caberlo at agora. Duposilai, pnis, inteira -fe Bfllf
a axperimentai-o sem susto. Porm, nao vos es-
qneceisdep?dir a preparacaounleae verdade
do Lanman i Kamp ; porque o mercado infeliz
ment acba-sa innundadod composiQoas frauda-
lemas em si lao mis como InuteJs. Exarnlne-se,
pois, oletrciio e a capa, Qm que possas ver a
marca coaraerc.al da casa. Acba-se a venda em
todas as priucipaes tojas de drogas.
COMMERCIO.
,.
FAA.CA DO RECIPE 3 UE l|AIO,
as 9 1/! horas na T*aa
Cambio -sobre Landre # aVH 6|0 d por
1*006
^Ktn^nwntnlk^k^kw^k^knwm
DECLARACOES.
Imperial e real consulado da
Austria e Hungra eui Per-
nambuco.
Pede-se a quera poder dar nocias exactas do
subdito ungaro por nome Jos Ziffer, annos che-
gado ao Brasil, do communica-las neste consula-
do. Como tarubem nao se duvida dar urna recom-
pensa, S8 for preciso, para obterem se mais fcil-
mente as noticias que se pedem semolhanie res-
peito.
N^dia 4 de meio, 39 41 horas, depois da au-
diencia do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da 2' vara
civel, tara de ir praea por venda pm sobrado de
dous andares n. 27, sito ra das Cinco Pontas,
avahado por C 0004 ; o qual vai praoa a reque-
rimenlo da vi uva moieira e inventara uto don bens
deixados por morta de Manoel Isidoro de Oliveira
Lobo : i s Acilantes podem comparecer no dia e
tiara cima dito.
Pela secretaria da cmara municipal
desta citlado, se faz publico, que contina
em praea no dia 6 do porrento, oara ser
arrematada por quem menor preco offere-
cer, a obra do concert da ponte do Madu-
ro, oreada em BI7^>10.
Secretaria da cmara municipal do Reci-
fe, 3 de maio de 1870.
No impedimento do secretario,
O'offioial-iMior,
Augusto Gemino de Figueiredo.
CoiiseUio de compras wavaes
O esjasattio o dia 5 do orrene me;:, i vista de
propostas raeebida* at M li horas di manba e
sob as condiedes do osiylo, contrata os sorvicos da
Ibarbetro fafarmnria de marinha no trimestre
corrente, e o ornaejmenlo de velas steannas de
pita em libra para-eompeto do de viveras etc. aos
^htdaamada a ertabaiafimaotos di marinha
^^muo tmnotra ; aa volas propnas -para lan-
teraai ; assim como promovo a compra dos ob-
SANT.Y CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
A Illm.a. unta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Rocifo manda fazer publico que
na sala do suas sessoes, no da o de maio, pela>
i horas da tarde, tam de ser arrematadas a quem
mais vantagens offereor, pelo lempo do um a tres
annos, as rendas dos predios em seguida declara
dos:
ESTABELECIMEMTO RE CAHIDADE.
Ilua do Padre Floriano.
dem idem n. Co.....: 2i"000
PATIUMGNIO DOS ORPHAOS.
Itua do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 2i0'X)0
Pa Direila.
Casa terrea n, 33......C00,000
Ra do ltangol.
Casa terrea n. 88........ 360^000
Ra do Pilar.
Casa torrea n. I02......202^00
Casa terrea n 110 ..... .- 2O4J000
Os preteudentes daverao apresentar no acto da
arrematacao das suas liancas ou comparecerem
aeompanhndos dos respectivos fiadores.
Sccrataria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cito. 20 do abril de 1820.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza,
:t>v
pw ^Mw
DAS
Messageries imperiales.
At o da 13 do correute-mez espera-se da Eu-
ropa o vapor (rancez Snda, o qaal depois da de-
mora do costume seguir para Duanos-Ayres lo-
cando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condicoas, /retes e passagens Irata-se na
agencia ra do Commercio n. 9.
At o dia li do corrente mez espera-se dos
portos do sul o vapor francez Ama zone, con man-
eante lorel, o qual depois da demora do costunin
seguir para Brdeos locando em Dakar (Gore>
e Lisboa.
Paracondii.-os, fretes e passagens tratase na
agencia ra do Con ntercio n. 9.____________
CUMPANHIA PERNAMBUCAN
DE
Navegando costeira por vapor,
Mamanguape.
O vapor Mandult, commandante Julio, seguir
para o porto cima no dia 12 do correte as O
horas da tarde. Recebe carga encommendaspaasa-
geiros e dlnhciro a frete at as 10 horas do da
da sahtda, no escriptorio da compinhia no Porto
dr Mallos n. 12.
COMPANUIA PERNAMBUCANA
DK
\avegavSo costeira por vapor.
Goianaa.
O vaprr Parokyba, seguir pata e
porto cima no dia 6 do corrente.
____, as 9 horas da noite.
R cebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete no escriptorio do Porte do Mallos
n. 12._______________________________
COM'ANHfA PERNAMBUCANA
DE
%avegaco costeira por vapor
Porto de Caliinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Paralnjba, seguir para os portos ci-
ma no dia t<> do correal*, meia noite. Raeebs
carga, encommendas, passageiros edinheiro a fre-
te no escriptorio do Forte do Matt s n. 12._____
COMPANUIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costea por vapor
Macei em direitnra e Penedo.
O vapor Giqui, commandante Costa, segui-
r para os portos cima no dia 7 do corrente,
s i horas da larde. Recebe carga at o dia G,
encommendas, passageigeiros e diaheiro a frete
at s 2 horas da tarda do dia da sabida, no es-
criptorio dn Forte do Mattos n. 12.___________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavegacao costeira por vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandahn, Acarac e
Granja.
O vapor Potengi commandante
Azarada, seguir para os porto?
_ cima no dia 14 do corrente as 5 hora?
la tarde. Recebo carga at o dia 13, encona-
nendas, e passageiros e dinheiro a frete at a
2 horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio do Forte do Mattas n. 12.________________
Rio de Janeiro.
Para o porto cima segu cm poneos dias o bri-
gue nacional Isabel, tem prompta a maior part
do seu carragamento, i>ara o resto que Ihe falla
trata-se con os consignatarios Antouio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C. ra da Cruz n. 57.
Itio de Janeiro
Com este destino tenciona partir o patacho ua-
conal Villa 'do Con le ; e para alguma carga a
frete qua oecessila, trata-se com os consignaian >s
Amorim Irmaos & C, ra da Cruz n. 3.
mtmk mum
DE
Paquetes a vapor.
CIRCO
NO
PAViLHiO DES. ISABEL
CMP.ANHIV
EQESIIE GYMWSTICA E mUWA
DIRECTOR
D. Marcos Oasali.
Inarta fcira 41 do corrate.
As oito h ras cm ponto.
VARIADA FUNC^AO
Executar ;c-ha.pe.la primeira vez a grande pam-
tomima, intitulada :
0 ROUBO DE MATILDE,
por Malee -Ada!, desempenhada por toda a compa
aula, estando a cargo as priueipaes partes a Be
nborita Anna e Luiz.
PROGRAMMA.
I." Symp'.ionia.
2. Volteio, sobre c cavalto- mosca, pelo artista
Vicente.
3.Sa!toj por entre arcos, pelo Sr. Luiz, sobro
um cavallo.
4.1 Um novo intermedio, pelo artista Aldab) e o
palliaco.
o. A' pedido, a menina Juanita cx&sutar a jar-
dineira, s bre um cavallo.
G." pela primeira vez a scena burlesca, Monte-
ciel o Lebelne, executada por Luiz e Aberino, so-
bro um cavallo.
7. 0 irapesio.
Intcmllo do 30 minutos.
8. Tela primeira vez o rame tirante, da gros-
s-^ra o um dedo, pelo rector, que executar di-
ficis equilibrios.
9." Grande volteio, pela senhorita Anaa, sobre
nm cavallo.
10. O doble trapesio, pelos gymnaslas Cerare
Vieonte.
11. A grande pamtomima, inlitnlada : o Raubo
de Matilde, por Milec-Adal, ejecutada por varios
artistas, sendo os principaes papis descmptnha-
dos pala senhorita Anna o Luiz.
N. B.As portas do circo abrem-se s 7 ho-
ras da nou'.e, dando-so principio s oito cm
ponto.
Os bilhatcs do camarotes, cadairas o plateas,
voade-so no mesmo circo.
PREfO
Camarotes com 0 entradas........ 12J0OO
Cadclras....................... 1
Cadeirss avulsas para scnbora..... .2
Cer39?.......................... i
Todas/ as quartas-feiras, jaMad- e domingos?
haver iunc*ao no circo.

Dos portos do norie esperad->
at o da 9 do crranle o vapor
Anuos, commondante o primeo"
lente Jos C. Duarle, o qual
depois da demora do oatttune
guir para os porlos do sul.
Desde j recebem-so passageiros e engaja-se >
carga que o vapor poder conduzir, a qual devara
ser embarcada no dia desuachegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as duas" horas do dia da
ina sahida.
Nao se roeabom como encommendas sean ob-
ectos de pequeo valor e que nao excedam a 3
arrobas de peso ou 6 palmos cbicos de raeoV
cao.
Tudo que passar destes liantes devera mi
embarcado como carga.
Previne-se ans Srs. passageiros qaesnas pa&sa-
fous s so recobem na agencia ra da Cruz u. S7,
andar, escriptorio de Antouio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
GOMPAMHIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do .-.ul esperado
at o dia 8 do corrente o vapt
Guar, commandante o capiJ
tononte Pedro II. Duarte, o qu.l
dt-pois da demora do costante
seguir para os porlos do norte.
Desde j recebern-se passageiros e engaja-ae a
-.arga que o vapor poder conduzir, a qaal dever
r embarcada no dia de suachegada. Encomm>: ir-
las edinheiro a frete at as 2 horas dodiada?aa
ahida.
Nao se recebein como encommendas senat tb'
iectos de pequeo valor e que nao excedam a dn-s
irrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medico-
rudo que passar destes limites dever ser emtor-
xtdo como carga.
Previne-se aos senhores pasageiros que snai
passagens s se recobem na agencia, roa da Croa
n. 57, Io andar, escriptorio de Antonio Luiz &*
Oliveira Azevedo A C.
Ilha de S. Miguel
A escuna periugueza Das, segna uestes jk.uo u
di is para o porto cima e para o resto da a.
o passageiros para os quaes tem boas c&mfat
tratase com o sou consignatario Joao do I.
Lima, ra do Apollo a 4.______ }
Para Lisboa.
Vai sabir com In evidade o brigue n^rtogoez
Bella Figueirensc, capiliio Car val ho, para carga a
passageiros trata-so com E. R. Rabello < C-, ra
do Commercio n. 48.
Porto por Li
Para os partos cima sagae eomTbrevidad! o
palhaboto portuguez urict, lem*} maior parta
lo sen carregamonto proropto, para b resto ajo
Ihe falta Irata-sc com os coosignaterj&s Aattaia
Luis da Oliveira Aovado d C, roa drlCruz:
1* andar.
Poopor
Deve seguir imprelartuln
corrente a barca portugnata
classe e marcha por Ja ter a l
llf



*
V
Dmutd de WmmuJm*>
LBLOES
SOO uSts con supcrinr sabio e 137
sarcos un tojSo sendo 100 preto e 37
iculatinlio.
HOJE.
jJtmtBfos Aives Mawos.ljira cilio por conta
toco de. quem perlcncer dos gneros cima
weivciinados e por intervengo <1o agente Pesta-
iu : quarta-feira '* do eorrcnie pelas 11 horas da
iiuatiia no aruiazem do Acut largo da alfan-
De movis sendo:
tima mobilia de amarello com 12 cadeiras de
jtaamicao, 1 ditas de bracas, l oosolos, 1 sof e
i esa redi oda, 1 cama fruir do amarello
ew eolxio novo, 4 cadeira de balan? >, I lvalo
eiode amarillo, urna mala comtnola do amarel-
%>, l sof, (5 cadeiras, l mus redonda, 2 ban-
-e>io.rtas de amarello, 1 mesa e j*.r.tar de dito, 2
armarios, 2 banheiros de follia e lguioa louca
> jamar.
Hoje.
O atonte Marlins far;i leilio dos movU cima
Sr conta -de urna pssoa qae se retirou para Eu-
ropa no sobrado n. 4i da ra das Trincheirus, as
II lloras do liii.
LEILO
me cat\a eom superior vi
ho r>ta*asor
O agento Pe-lana far leiiao por eonta e risco
de tdem pertencer de 20 caixas com superior
vinio champagne om um on ruis lotes : quarta-
feira 4 do eom nte as 11 Iroras da manhaa no
amanero do Aunes.
De dividas asa Importancia le
3i:*47fl rs.
A 7 do crreme.
Em r.nmp memo d> respeitavel despaeh) do
Illm.-Sr. !r juiz de di relio especial do commer-
eio desta cidaw, a requerimento dos aiminisfra-
dores da tn.wa fallida do Antonio Pedro de Mel-
lo, o agento Ofiveira far lila j das dividas do ar-
inazcm denominado Liga, na importancia de ris
31:4154243, e das do armazem Dnas amoricas
importando em 3:3914670, sondo parto do activo
da referida masea e cujas reiacSes se acham em
poler do dito agente para serem previamente
examinada* pelos pretendentes,bem como noacio
do loilao, o qual tei logar
Sabbado
ao meto dia en ponto, em seu escriptorio ra
da Cruz n. 53. 1" andar.___________________
LEILA.0
0o patacho nacional Adelina.
O agente Pontual comoeientemente autorisaio
vender em leao o patacho nacional Adelina,
cor: todos os ?en pertences dos quaes existe a
relacao em ma do dito agente, podendo desato j
sor examinado o patacho (que so acha ancorado
ueste piulo) pelo licitantes.
Terca fetra 10 do c rrente.
No 1* andar do sobrado n. f>2, a ra da Cruz,
as II horas._____-__________________
" LEIL40 "
DE
Pianos, movis, ferraens e velocpedos.
a saber :
Dous superiores e bonitos pianos ivos c do
armario, diferentes tedas de cadeiras, caixas rom
cabaos para rimpa, O ansias de pao e de ferio,
(americana^ 28 tatias de mchalos, caixas com
tnico para cabello, taxas para selleiro e taman-
qtieiros, diferentes pregos, 12 velocip-des do 2
rodas, e muilos outros artigos qne estaro patentes
no diu
Terra-feira 10 de maio de 1870.
No BMMteai da ra Nova n. 9, por atervenc/io
do agento Pinto, ? 10 horas da manhaa.
^iiiziuimva
Preci.a-se daflm menino de 12 16 annos
iJade, preferndo-o dos ttMmos chegados da fcu-
ropa : na rea do Brom n. 65. __________
Thomax Teixeira llask s vai a America pela
Europa, no vapor do uro do correte mes. e e*ixa
como procuradores de Indis sens Besjocios os
(liins. Srs. Domneos das Noves Teixeira B'>
Joaquim Augusto Ferrei a Jacobina, Manoel Oavi-
no tas Naves Teixeira Bastos e Candido Alfonso
Moreira. ''
Thomaz Teixnra Bastos" e om criado yi
America pela Earopa no vapor do fhn do corren-
te mez. _______.
TOE FAXEVDAS.
Quinta-fdira 5 do maio.
l'urvtenborg Flark A- C, levarn a leilo por
ntei veneno V) agente Pial-, una completo e va-
ijosortimento de fazenda inslezis. fraicezas,
ailemiies esunsas existentes eoi sou arma'.em
r j.i da Cruz n. 34.
Pfiocipiar as 10 h >ras.
LEILAO
de fazendas avariadas
Qaintafeira 5 de maio es 10 horas
AMA
Precisa-sc de nma ama para comprar o cozi-
nhar : a traiar na casa n. 6 da roa da Saudade.
Trabalhndor.
Precisa so de um servente : no hotel da
d:n Cruzo? n. 39, paga -se lien___________
AlugH-se
Grande sitio na Torre : a traiar om Andr de
.Miren Porto, aa ponte do mesmo lugar, u
Pedido.
AVISOS DIVERSOS.
Pode-so encarecidamente (< assim) aos senlto
res abaleo mencionados so dignem por ospeea
obs;iiuio de virem realisar aquillo quo teem pro-
meilido por diversas vetes, pois j tempo, e vis-
to que o nosso negocio de interesas para tw
mesmns f chores, por isso os esperamos o mais
breve, advertindo norem, que nao retiramos este
n.>s-o pedido sem qvo nao coiuparc;ain a tua do
Crespo n. 7 A, loja do Passc.
Albino Bandeira de Jeto?.
Jos Lniz de Son.
Francisco Manoel de Almeida.
Jos Antonio Miranda Guimaraes.
Luiz de Franca Beleni.
ESCOLA
DE
Instrucqao primaria.
i9Roa Direila120
Y andar.
Anna de Queiroz c Albnqnerqne
Professora particular.
ara 4 de Ahki de 1870.
J^^^^. ..^
Preciosa yublicacSo
jniidfea,
mitarhdo Cdigo CommrcfiFortir-
guez e'Brawleiro.
I4e-e na loja da ma do Crespa n.
, esquina- da do Qoemado, a fmpw-
e moderna Dbra sob o titulo' de an-
notetoes ao cdigo do commrrcio porlvguez
em I volumes pelo Exm. Sr. cooselheiro
Dr.pogo Prreira Forjaz de Smnpaio Pi-
\ lente ratliedfalico na unirersidade
=
de. doinobra. Os subidos crditos de que
goz moito merficidamente aquelle eximio
com lercialisia por si s bastariam para re-
com leudar tu importante obra, quando
nao :oncorresse mais para isso a grande
vanl gem de ser um ptimo commenlario
ao (pdigo commercial brasiletro (na falta
ra ab8( ola que ha de quaquer outro) pelamo-4
_ ximi'homogencidode'do entre muitas das
sua Afs^osices, e as do mencionado cdi-
go i rtognez^que lite servio de texto.
t; irei pressurosos, distincta mocidade
:do y anno da Faculdado do Direilo desta
cidale c notareis jurisconsultos, a prover-
^osjdesse poderoso auxiliar para vossos
irabllio da scienna, e pelo preco commodo
de 105. toda a obra em vol.
No armazem Wa tramsa do Corpo Santo 2ii, \f empre um conapl^
ioriimeDlo de objeetos 0aa carros, e que se veudem por precos tito rasoav^,
sjam:
Vaquetas de lustros, grandrt t muito boas.
Solas idem dito.
Oleado preto e de cores.
Colteiras de lustro o que ha de melbcr.
Gaarnicbes de fino UtlSu para nrfeios, cotnplrtos.
Lanlernas e vellas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaquim Lnpt$ Machado & C.

u
oleo
DE FIGAOOS FRESCOS
DC I3A.CALiI-AO oe
PHC. 2 Ru Ca^tiguonl Pars
loiposiro : P. MAUREit ct Cio, em Pernanbueo; JOS BELLO, "" Porto
SILVA LOPES, fin Miia; FElinElBA ct C", m VaranMao.
<'ji\
as
1
r.>lr.da de ferro d Reeife a
Oliuda.
Ci>mpram-se dormentes de madeiras de recj-
Si'iopara vender em Bel m.
A pe?sa que anntiocion um sitio para von-
uimpram-sp muihciih-s ^ nw'. --' i ^ pe'soa que annuocioii um siuu
nliecida durarlo para a tMMtra rao desta ertrada: ^ 0;.[rada dft Ue;fini) ()U trocar par escravos,
irUa-se na ra da Aurora, escnpiono da superin-1 ditii^-sc ra da Aurora n. 88, primeiro andar
tendencia, das 0 horas da manliaa as C da tarde,
nos das uleis.
0 superintendente,
Andr de Abroa Porto.
em ponto.
O agente Pinto fai i leillo p.r cotila c ri-co de
qoeni pertencer de :i lardos nureaROVns. 1137,
i38t llil de algodoes do listras avarialos a
?ordo do vapor ingles fcVpfn*, a- 10 horas d) dia
Mima dito ni annazcm da ra da Cruz n. 34.
LEILAO
de
De 344 calxes com inassas
uervl ortildas.
Quinta-feira i> do furente.
Tissu Freres fario leitao \ "' interveuo do
agente Pestaa e por conia o i i-o de quem per-
tencer de 314 caixas de -m%**i sorti las de nerv
arte com avaria de ajtaa nalgada vindas pejo
mvo austraco bmra Famigtij, as quaes serao
vend las en leililo no diz cima quinta feira 5 do
sorranta s* 11 horas da manbaa ; i anaaawn do
%smes do largo da al(and< ga.
Keraando Uaib.sa de Carvaih, cnopetonte-
monto habilitado pela directora peral de instruc-
c5o pdica para en inar particularmente primei-.-----
ra letras ama aos senhores pas de familias que palmas capelljs rosas, c palmas para o
P.-ra <> mez M ri no
Na ra Estrella do osario n. 3o, prepa-
rara-se dores artificiaos para enfeHar os al-
tares o oratorias do mez de maio. arcos,
al-
s>Hste publleafo tltterarla
sol o titulo de Memoria do
fe.iiiN do Hoate, en
..aga.
Ai-ha-nc venda na loja da roa do Cres-
po n. 25 As esqaina da do Queimado a ja*
morosa Mettnrta do Dom Jess do Moni* em
Braga, ornada de gravaras finas, segunde
edifo, obrtda penna de ouro do mui Ilus-
trado lente \la nniversidade de Coimbra.o
Exm. Sr. ctyiselheiro l)r. iogo Peceira
Forjaz de Sopaio Pimentcl. Quem tiver
noticia daextaordinaria devoclo que exis-
te em Portuga\para com aquella milagro-
ssima imagen\ afUuindo sempre para o
eu magesloso tmplo om romaria o nume-
roso povo de todas as panes desse reino;
quem souber avaiar as brilhantes desenp-
jfes, o o bello cstdo daquelle consumma-
do jurisconsulto e e;imo lilter:irioportugne7
nao deixar de precirar, quanto artes pro
ver-s*- de um cxempVir da dita raepioria..
pelo diminuto preco de 35, na loja ndica
da, onde ha pequeo Kumero dcllas.
Na mesma loja cima'Jia onlras estampa,
mnito perfeit c grande do dito Seiiot
iiom Jess de Bprecorag, por commodo

PILULS
PHC? 2 RU Ca&TIGLIONE
PAR I S
HOGG
temalwrt'suV'auiana ra d- Assampjao n.bs. [ar> bosquetes 6 Imgias enfeiladas Cm lio-
casa de sua residencia. Nesti aula cada alumno, f. enfeit^s Je altar, todo COtn
parar mcnsalmente o .nod.co preco de 4*000, '- 9 (j?^ ^ cn.
tendo papel, penna e tinta.
AMA
N:i roa da Cadeia n. 59 prccisa-so de urna ama
qaa saiba muito bem cozinbar, para casa do ho-
mem sol ciro.
Precisarse de m feitur que cn'enda de Ira-
balbo de sitio, horta e jardim : a tratar no mesma
sitio no Corredor do Hispo n. 13.
prestesa. gesto e baralo, faz-se toda cn
commen-la para fra, e tem j promplas,
rosas, arces c ponas. _
O Sr. Zunha d eneaiumeot i. queira appa-
reeer na ol.iria da ra dos Pr;zeres n. SI_____
l.s di Silva Loyo mands dizer urna missa pela
sjma da Exma. 3ra. Candida Ajostinha e liar-
ros, a? 7 horas da manhaa do dia 5 do corren!';,
stimo da do sen. passamento, na iprej.t de S.
Jos do Manguinho, para o que convida os paren-
tes e dedicados desta virtuosa senhora.
Precisa-se de um escravo de 1 't a
16 annos pa tolo MrHoo de
de pouca familia, paga se
Da uta da Saudade n. 23.
bem : a tratar
Copeiro.
Precisa se de nm eopwro ; na roa do Ciminer-
cio n. H, hotl de Franca.
Protectora das Familias.
Km ciiioprimento di prevenido no art. 20 do
regulamrnto, so convida sos Srs. cnlnbiuntes
. .dessa associarao que nao liverem Prefn^'JJ1*
de man'dar entregar ao Sr __ Franc,,, fenacb Ti- | certuiSas d; ,dado dos seguros, PJMtoH
Pede-se ao Sr. Francisco de Assis Cabral e
Mello, paesageire do vapor inglez Douio. o f;
TINTURARA fr\mz\
55-liua (la Impe.'a\ti/.-55
Tinge, bwa. linipa, lustra o jchamalo-
la^se, eom a inaior perfeicao, fallidas em
pecas e em obras de todas as quilidades ;
cuno srjam : seda, laa, a'goda'1, linbo,
S ebapos de filtro e de palha etc.etc.
Tira-se no lo a c linipa -se a secro sem
93 molhar os leridos, conservando assim to-
a do o hrilho da fazenda.
" Tintura preta as tercas e testas fe-
ras.
e om sobrado de dons andares e sotao na ra
do Livramonto n. 23 (ter.-eno propno), i mo-
bilia a Luiz V con 1:: csJtirM de guarnicao.
S ditas de br.ici um ful e 2 cnnsalos rom
pedra, 2 guardas vestidos io amarello, um apa-
radar dito o t um ^'iirJa loa?a. Dous
ahfiiM* amercan^s de i vedis com eoberiss
-ontos para 2 e 1 pes .-: com os competen-;
les arrek.
Sexla-feira 7 do correnle
i igomo Martins fsr leilao eoropetentemeatoj
smlbrsado, d i predio, ni. : e eabr!o cima i
u seaaado anlar do lito subridoas 11 horas do
..,. in preteadea's podo 'bter qua'qucr in-
formarlo do referido agcni
Boeo de Sonsa nma encommenda qne trocxeOe
Lisboa, emeasa de Prente Vianna & C, ra U
Cadeia n. 57.___________________,_________
Precisa-se de urna criada de boa eoflditeti
para t-idoo servleo ordinario de ama casa : .'. 'ri-
lar na ra da Cruz n. 20, ou na Capunga, porlo
Lassorre n. 20^___________________________
A pessoa que tiouxe a preta Marcelina a na !
do Ptogo n. 26, queira ter a bondade de apparecer .
na dita ra para fechar o mgofio-
r-*er cnlreca dcllas na ra do Livrmwwto 1.'.
1" andar, a'Om de ser expelidas o mjrf breve pr*-
slvel para a inspectora geral do Itio de Janeiro
As certidCes dovem ser selladas e recomiendas
por labelii.
I!e:ife, 30 de nmrp de IS70. '
Narciso Francisco de Vidal.
. lilil
Precisa ?o do nma ama qne tenha bom leite
para amamentar urna erlanea e cuidar nnicamen
lo neila : a (fie pstiver nestas eondiefies, pode-se
diriKjr na do Crespo, I-ja n> 7.____________
yltengdo.
.. Ca ('aQtia, >) "JiOoOS a juroc, dan-
ganptia urna bypoQtec* m dez es-
a qoeal eontter anuncie para ser pro-
PrpeLa.O
|;i-:e pnra i:
I
en vos
cnradn.
o- abaixo aasigaados prerinem ao sjtltavel
publico ecom especialidade ao corpo uommercUl
que nao existe Beata prara e nem fra delta .etra
de sea aceite, as>im como ltalos ou documentos
doquaesqner natureza ; com ludo sealgaem so
julgar com direilo? por laes titules, ter a bonda-
de de os apresentar no praso de 5 das, a contar; m 0AJ.p nanllAPP
da data do presente anouncio para seren vcrui"--, Ki flllClI 0 SOtC IHHfOB
Recite 4 de maio de 1870. ...
Guimaraei 4 Frcitas.
Na ra\(ssa da ra
das Gmzfs n, 2, pri-
meiro andar, da-se (fi-
fi [H[H!A0 BIISTA
Frederico Maya
Tem a bonra de selenlificar so re?peita-
ivei publico ei goral, e aos seos cliente
em particular quu elle rmwion o seu gabt);
, note de consultas da raa Direila n. 1:2 para i
Sia do Oaeimadon. 31 primero andar, com
a enlrada pelo pateo de Pedro !!, onde po
SiloTer prucurado para os misteres de sue
proGssao. todos 05 dia uleis das 9 h
da manlia as 3 da tarde.
IS
do
ua pa
dara
m<- v lame* cm porcelanas,
cidros, crystace Ognras para
lordlm.
Owutan.k' de
Apparelhos da porcelana para cha e jantar,
taaeos e de cores, pnios, chicaras, bules, man---------------------_
IMoeiras, vasos pa.a fl -r-, garrafae, sopo?, ca- AtteBClO
F* ^SSSh 'g0S 1 Monteiro da Cunha, com loja de laxen
to. os quaes senjend d,, ,n da j ^ ^ ^ ^^ n ^ ^.^ ^ m
Por intervenido agento :>iut0 no armazem da cialmente^os^us^ reguis, que ^speJ.0 oe 1
__ Precisa-se de um amasador
da ra do Rangel n. 9.__________________
_ Precisase de urna ama para o servieo de
peqaeaa r.imilia, preferiodo-se eecrava : pa ra
ato Hoque de Caxias (amiga do Queimado) n. 32.
2' andar. ______
m....
Tambem previne, que Bonttwia a prestar-
se a vootade dos cliente? nao s na.cidade
como os se'us suburbios, para onde as
idas sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicao de
sens trabalhos, o queja bem ctnhecido,
assim como as commodidades dos prp.cos.
tes, soja qual for a qnan- j!^
tia. ta nicsma casa com- | tt^&^T^&
qne cosinha e engomma.___________________.
'O aba ixo a signado precisa eom brevidade fal
de ouro, prata e krilban-
pram-se os mesraos me-
I taes e pedras.
ra da Cadia n. 6.
Principiar as 10 hora?
taiiitos os lotes.
mu ponto por screm
=tablecimento o Sr. Lonren^o do Freitas Guiroa-
raes, no dia i do corrente ; por isso avisa qae
ninnucm pague ao mesmo Gnimares qualqner
conta, sob pena de nullidade. Outro sim declara
que nunca aotorisou o mesmo seu ex caixeiro a
pedir duaesquer quantias emprestadas e:n seu
neme.
F.NGOMMADEIRA.
Precisa-se alugar nma escrava perfeita engsm-
madeira para casa de familia, paga-se bem :.quem
tiver annuncie para ser procurado.
de fazendas geraes.
A 6 do correte.
0 asen'? uliveira f*ra leii i por ordem dos Srs
reir & Batbeos, de porc^ts de fazendas e ou-
irw mercadorias, romaneseeates Ja extincta urma
dos Srs. Lopes & Oliveira, sen lo porr.i todas
proprias do mercado.
Ssxta-feira
ts 10 horas da manhaa no i-mazom de ditos bTs.
Ferroira A: Matheus, ra da Cadeia.
Desippareceu no dia 29 de abril prximo pau-
sado du raa do Socego, no Campo Verde, casa n.
12, um earneiro c nma ovelha, ambos braacos e
muito novos, tendo a ovelha urna das orcinas
rasgada, e o earneiro um pouco mais pequeo e
castrado : quem os pegar lveos referida casa,
que ser recompensado generosamente.
Copeiro
Isr ao Sr. Bertoiino Coriea tle Ainorim, na Esta-
eV. Fre^eiras. ou onde quer que. soja procurado.
K Pcilro Fer^ira Lima.
precKi-se de una ama de boa conducta,
que saiba bem eoser e engommar, para urna se-
nhora viuva com um Mito : a tratar na ra do
Amorim n. 35. 1 andar._____________--------
Precisa- se de um caixeiro do II a 20 anuos:
ni rna Augusta n. 116. -----
VEGETAL AMERICANO
E SAUDADE
BARTHOLOMEO &-C:
K a tura ter das toases latijas e recentes, estar-ral pnlraioar, uthma; tos eonmlss,
^ronehias, o em goral contra tedw o soffrimentos d ras respiratorias.
DEPOSITO GERAL.
BOTICA 33 DIIO CARIA
34, RA URCA DO R0ZXR10, Si
PERNAMBUCO
A IbMSfeatic* das diversas molestias do peito,desde
i DbwfMtrM oo mal da garganta at a toberculalo
pal
Precisa se de um criado bom copeiro, e queseja
escravo, paga-se bem : na ra do Comaercio
numero 3.
Preeisa se de urna ama para cozinhar:
ra do Caldeireiro n. 68.
Vd
Precisa-se de nma ama que compre e cus
ohc para duas pesuas: na ra Augusta n 74.
D-te algum dinheiro a premio sobre hypo-
theca em pedrios n'esta cidade : ma do Crespo
o. 12, loja, se dir quera d.
Eiitrenha p^ra arrendar.
Arrendare o engenho Gmeaids outr'ora Ca-
nanduba, disanto da aovoaelo de lataaftj tres
quartos de legos, moo com agua, e cope ro, com
batanles ierras, legoa e meia de circunferencia :
^tratar na ra da Cadeia n. \ com o Sr. Banroca,
ou no mesmo engenho com o propietario Jos do
Reg Dantas Coutinho._________g_______.
_ Precba se de nina ama para cozinhar ola
var pois quem quier dirija-so a roa de Santa llr
U 10 em casa do Sr. Vicente Andr Gomes da
Cona.
SiiaijM^nc w u.. e--D-- r.----------"*
monr, paasando pelas diversas bronchiles calarrhKS
* o empbYsema acaba de ser enriquecida com mais
este BMdicamenlo, qoe toaari a primeira ordem entre
todos at hoje eonhecidos. O larope Vegetal Amerieuio,
(aractindo puramenle vegetal, oto conten em sua
eomposicio nm s alomo de opio, e sim tmente snc-
ws de plantas indgenas, cajas propiedades benficas
na enra da molestias fM peruacem aos orgJos de res-
piraio foram por nos observadas por longo tempo,
cam ptimos resultados cada te mais crescentes; pelo
que nos jolgamos aatorisados cosipor o larope qaa
agora apreientamos, e oSerece lo aos mdicos e ao
publico, Provamos eom os aUestados abaixo o qne le-
vamos dito, e comamos que o eonceito de qne ja gosa
o xarope Vegetal Americano crescark de dia dia,
deiando muito ps de si todos os peitoraes em toga.
lllm. Sr. Barlhalomeo IC-0 ssrope Tegeul Ame-
licano. preparado em sua coaceitoadisslma pbarmacia,
4 nm otil remedio para combater i lemvel estoma.
Sofra eu aquella molestia be quairo meses, sem amda
ler combatido os aUques mensaes que tinha; este slmo
qae live foi fortissiao qie me proslou por 8 das, nsel.
pori-m e aeu milagroso xarope. tomando apenas (rea
dses. e at o presente no ful de novo atacado^ Prasa
Das, que eu Oque restablecido por urna vex. Reno-
lbe, pois os meas egrdecimentos por me ler almaaoa
Uo horrivel mal. Com a mais tigaificaliva g/a***e.
snbscreo-mo deVmcs. atlecluoso e reconheeido enj,
- Sewrino Duorle.-Sua Casa 14 dfeweiro detsaa.
Illms Srs Bartholomeo*C. Bepois de que ti*
meies de sofrimento com orna tese incessaBekltll-
extraorJinario, expecloracio de um catares i
do, e perda total das forcas, que o dnm
me fatigara completamente, cansado de tomar i
tros remedios sem resultado live a felicidade del _
Vmcs. preparavam o xarope Vegetal American*, *
elle, pravas a Deus.meacb resubelecid >**
doia meiee, e robusto como se nada tivesse aoSrtaa. *
gratidlo me torta a su deelaraeio. que poder*.
faxer o uso qne quixerem. Son com estima fe vate
muilos respeilador e criado. entona Jl""" *
Cwlre i Sil*. Becife 8 de fevereire de 1868.
Atiesto qne usei do xarope Vegeul Amenes*, fe
composieao dos Srs Barlbolomeo 0 C. para corad**
forte defluio que me trouie nmarouquidt,q**m>*
faiia ediender, inttammaco e dor na grgara*. **%,
grande falla derespiraco. e flquei cofopMamenUr*-
tabeleeido com nm io vidro do mesmo xaroa; mi*
ave- Ibea prolMto euma graiidio. Heeif* 10 ***
neiro de 188. Joaquim Perer* aVawlen*Aamsr. -
EsUo reconnetife. -
esquina
da rna larga
Rosario
,^.- MBB ,_______ .
Este importante estabelecimento boaeu-genero, tem sempre nm sortmento sem igual,
e vende por precos qne nenhnma ontra eaaa pode vender. -a-*
1 A vista da qnaSdade e do preco dasjoiascada nm poder-se-ha ">V d*
Oarante-se ser tttdo de leL Comprarse onro, prata e tmdras toas por procos mmto eie
OS M-
A lofe st *rta at t 9 feoras 4^tfflrte.
esquina
da roa larga
Rosario.
si ai



I
I
LO JA DO TRIUMPHO
7Ra do Queimado7
DE
X0IEII.I a BASTOS
Cbegou pelo ultimo vapor da Europa o mais bello sortimento de fazendas preta
como sejam:
Grosdenap'es pretos de todas as larguras e qualidades,
Gorgurlo preto para vestidos, o que tem vindo de ma!s superior nesta fazenda.
Pequin da China, de seda pura preto com listras de setim o que lia de mais
moderno em fazenda preta para vestidos.
Mantilhas brasileiras de renda de seda preta o que tem vindo de mais moderno
a este mercado.
Meterniques de croch preto com ricos lacos de setim e de modello completa-
mente novo.
Casacos de croch pretos, comprdos cora grande roda o de repco que finge
segunda saia sobre o vestido.
Ricas mantas pretas para cabeca de scnhoras.
Um grande sortimento de fil preto de seda com flores, neste mesmo estabele-
cimento tambem ba um grande sortimento de poupehnas de ricos gostos, sedaslisas.de
lindas cores, saias bordadas, finas para senhoras, lavas de Jouvin d todas as cores
para bomens e sentaras, grande sortimento de cortinados bordados para cama e jane!-
las, tapetes para sof, camas, pianos, janellas, e grande sortimento das afamadas eslei-
rs da India para forrar salas, s existe na ra do Queimado n. 7.
Loja do Triumpho.
rirmii
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA

IRCOHUl II CHITIHTIIIRTI IDI G01PLITI SOITIIIHTQ Di
CHAPEOS BE mmiii
De toda* as qualidades I
De todos os feitios I
De todas os precos I
RA DO CRESPO Na 4
Do xarope Ve$f
ecilida^ deartholomeo&C;
34,RUA LARCA DO ROSARIO.34.
to coslumamos procurar alicatados para acreditar
casos preparados, e deiiaroo que sui applicacao e os
resolladosoblidospelaspensoasque se dignaran]acceita-
t*e. Ibes deem endita e toga ; porque sao sempre os
etsestados considerados gratuitos, dellcs que lanca
m*o o charlatanismo; mas ni querendo offender as pes-
-aaqae espontneamente dos offereceram,os que abono
o transcriptos, os talemos pnblicar manifestaudo-lbes
ssossa gratidao pela atiricio, esperando qoe Tenham
Ues corroborar o conceito. e acceitacio que tem men-
tal, nosso jarope. llarlholomto k C.
TTtJTADOI.
Illms. Srs. Bartholi.meo A C. com mais subida
lisfa^o que Velara ser o xarope Americano de orna
Ificaeia extraordinaria, pola que soffiendo ba dias de
intensa losse, a ponto ile iijo poder dormir a noile a
esperto cie>mo de medicamentos que toniava, a elle
ecurrj e na terceira colher fe i altitud, e de todo me
14 hoje leMaveterhlu con o uso smeme ue quasl
* ". c- n enlo. \)n Vv. Su. amigo, re-
gado. V-:ioil Antonia Viegas Jnior.
- " 'rs ''''' : 4 ('. Pepborad simoccm
- 'ue ii.. Vegetal Americano, de sua compejaicio, qnando mi
ailievi bastante doente de urna constipado, qoe m
tomn completamente rouco e que trouxe urna forts
tosse, e me impossibilitou de cumprir os meas dereres
de cantor da emprea lyrica, too agradecer-Ibes mei
completo restabelecimento, qoe obtite com um s Tidrs
do mesmo xarope, depois de harer recorrido a muitos
tratamentos. Desejarei que oatros como en recorran
ao seu xarope para se verem aliviados de lio termal
ineommodo, to fatal neste paii. Com malor conside-
racao contino a ser de Vt. Ss. atiento, venerador a
obrigado. Lniz Cremona. Recife 25 de setembra
Illms Srs Barlholomea *CO xarope Vegetal Ame-
ricano qne Vv. Ss. tem exposto a venda e de toda effl-
cacia para o curativo d'aslhma, canforme observei ap-
plicando-o a mea tilbo Joaquim. menor de qaatrt
annos; victima d'esse flagello, que at entiopor espace
excedente a doos annos tavia resistido a outros xarope*
de grande nomeada. Queirara pois Vv. S. acceitar a
cxpressSo altamente siucera de mea reconhecimento
meritorio serviro que Ihe prestaran) com o indicada
xsron, a re litar..orne para sempre de Vv. Ss. criada,
ltenlo n obligado. America .\lto de Mendonca.
tacita 2 de outjbro de US.
mmmmmm^&mm*&# $ib*$***s
FRANCEZ
N.7 Ra Nova N.7
Acaba de chegar este montado estabelecimeuto novo sortimento de
bom calcado para homens, para senhoras, para meninos e meninas, escolhido
as m8 importantes e conhecidas fabricas premiadas de Pars. esqu;sita e fina
perfumara de Coudraye de Piverluvas de pellica de Jouvin, ospelhos, le- <
~ ques. obras de o uro., nixinhas Je costura, e um sem numero destas e outras S
quinquilharias fraacezas'de muito goslo e phantasia, e a mais interesante va- sk
& iedade de brinquedos fnnceze.s e aWeroSes para eniretimento de crianzas ^
LEO DE ORO
Grande estabeleciraento de fazendas e roupas feitas e por medida, ra da Im-
peratriz n. 52 junto a loja de ourives.
Neste estabelecimenlo encontrar o respeitavel publie > um bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palitot de alpaca preta e de cores a 3^(000. 3#>10 7 000, ditos mirra preto
de 7)5000 at 250000, ditos de casemira de cores finas e ordinarias, de 6#, 16->O0O,
ditos de panno finos de 65 80 105 2< $000. sobrecasaco dito de 20-> a 50^000.
Completo sortimento de calcas de brim pardo de 1M00 a G-jOOO, ditas brancas
de 2(5, a 10J0G0 o mais superior, ditas meia casemira, ditas casemira de o#, i2$000,
ditas casemira preta de 60, a 163000 superior, dita de merino diversas qnadades para
lato. Assim como um bonito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para loto fazenda superior.
Sortimento completo de camisas francezas de algodo, de 15600 3/3000, e de
-tono de 380000 a 700000 a duzia.
Sortimento completo de ceroulas francezas de algodo de I $800 a 20500,
ditasde bramante a 14800, 20500 e 30000 ditas de Hamburgo, francezas, fazenda su-
perior de 250000 a 350000 a duzia. Sortimento decolarinhos de algodo e linho, etc.,
assim como meias de algodo para homem de 30, a iOffOOO a duzia, gravatas de mui-
ta qualidades. Na ra da Jmperatnz n. 52, loja do
Le&o de Ouro.
de marnore, rna das C
a lf.
O artista Gamillo adiase estabelecido
cima, onde pode ser procurado para toA
mi?teres de sua procisiao.
:ea
n| casa
08
CUKA RPIDA E 1NFAL1VEL DOS Ci .OS
pelA
POMADA GALOPEA.
Deposito especial
Pharmaci de Bartholomeu $ C.
____ 34Roa larga do Rosario34.
Precisa-se
alugar um moleque de idade de 12 a 11
para servio interno de estaminet, paga-se
na ra do Imperador n. 32.
nno9
em :
Iraaandadc de Wossa Menhora
da Coacelcio das Mililares.
A mesa regt-dora desta innandade convida a
todos oa irmaos a reunirem-se em n esa geral nes-
te consistorio no dia 6 do correte, pelas 5 i|2
noraa da tarde, aflm de tratar-se de negocio im-
portante.
.c3B?'w?.1da *"! de Nossa Senhora da Con-
CetCio dos Militares, 3 de maio de 1870.
O secretario, .
Emiliano Tamborim.
se jukiaiBistraderes da oussa fall-
eiro de Mell > que hjam de re-
Pede-w
i Antoaio
1 a ata banco, ende poisa Vender attiun ia-
i sao peijaena quantia de mais do dez con-
que estio na posse monta e paei-
'inaai^b ama ameaca expressiva
^^^^^^KHoar-se a liquidacio da Infe-
liz tnassa i ni tambem
s ssnss fan osinoar e farer o
: na ra Direita j. 20.
Pracisa-se de um caixeiro para taberna, de
ii a 14 annos: a tratar no patea do Terco nu-
mero 63.___________________________"^
Rap Paulo Cordeiro.
Constando ao proprietario desta fabrica que ?c
tem vendido rape falsificado com a denominado
do de sna fabrica, e imitado dos rtulos, sellos,
medalhas das exposi^oes de 1861 e 1866, e mencio
honrosa da exposicao de-Paria em 1867 ; previne
por isso ao respeitavel aaWico naja de o examinar
com toda a attenco annt de nao ser Iludido, e
por esta frm i fcilmente podr disb'ngnir o va-
lor do verdadeiro rap Paule Cordeiro, que tanta
aceitacao m acrecido. nico deposito, ra do
Vigario alfflStofo.___________________
Para cartera oaavaHuer esta-
aeleelaaealo.
Aluga-se aioj do sobrado n. 48 da ra das
Trmchaim, ande o liMdo serjvio Motta teve
cartorio : trata-se no t*andar do dmsbjo-serado.,
Nutrimento
MEDICINA!
PREPARADO K)R
Lunman jfemp
PARA 1
Tsica e tdla a
qualidade dddo-
t'iicas, querseja
na garganta.pei
to ou bofe,
Exprs* a-
mente escoliido
dos melhoais li-
gados dos doaes
se extrae o
'leo,'no banco
da Tterra Nova,
' purificado chi-
nicjlmente, e
sua*
p fopriedades
conservadas
da todo o cui-
tado, em todo o
frasco, se garan-
/to perfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos cimicosde mais tale-n
ot, do governo hesinhol em Cuba.foi de-
vulgado por elle e tontem
MAIOR POtCAO DTDDINA
do que oulro qulqer oleo, que elle tem
exam'nado
IODINO EX'U PODER SALVADOR
Em todo o aeo de ligado de bacalho.
e naquelle no fual conten a maior porcao
d'esta invaliuvel piopriedade o nico
meio para csrar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES,FIGADO,
Tsica, broicliites, asma, catarrho, tosse,
resfraiiientos.etc.
Uns poneos raseos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a visla.e da vigor a
todo o corpo. Nenlium outro artigo co-
nhecido na medicina ou si-iencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisacSo tem sido
destruida pelas alTecces das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigestao se aclia com-
pletamente dftsarraiijada.devem tomar
0 OLEO DE FIGADO DE BACALHO
DE
l.aiiitian & Kemp. ,
Se que desejam vi'i-selivres e ex;i{)asm
Je enfermidades
CBATONI PIMATIVO E DEPLRAWO
DE
ciiimniui.
Composto das plantas as mais odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais elevados, o eh
toni-purgattvo de Chambaril, possue um gosto sa-
boroso e um aroma suavissimo, e as propriedades
as mais notaveis sobre os embaraces do estomago,
dos intestinos e do ligado o desobstraente por
excellencia na constipa^ao do ventre e nlo tem
resguardo nnhum.
Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, refresca o sangue depurando o.
O uso do ch-Chambard podo ser continuado
por muito lempo sem o menor receio e sem in-
eommodo nem mudanc i no modo de viver.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBCO
NA
LPHARMAaA E DROGARA
DE
Bartholoiueu t C
34RA LARGA CO ROSARIO34.
Panno de algodo da fabrica Todos os
Santos do Illm. Sr. commendador Pcdroso, j
chegou ao escriptorio de Joaquim Jos Gonc,alves
Beltrao : ra do Commercio n. 17.
Pre;isa-se de urna criada qne seja perfeita
engommadeira, para casa de ponca familia : na
ra do Imperador n. 51, 2 andar, ou do Crespe
n 8, loja de 4 partas.______________________
Ama de leite.
leite sem filho : na
Precisa so de urna ama de
ra do Queimado n. 49.
GABINETE MEDICO CIRUHGICO
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora do da ou
da noile, prestando se a >s chamados fura da cida
de, com toda a promplidio. Pralica operac5es.
D consultas das 6 s 9 horas da manha, na
ra Nova n. 45, 1 andar.
GUSTAVE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife51
Chama a attencSo dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico e
geral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os quaes sao vinte por cents
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabellaras para senhoras a 25, Cadeias para relogio a S, 60,
300, 350 e......400000
Ditas para homem a 350, 400 e 500000
Coques a 120, 150, 180, 200,
70, 80, 90, 120 e.
izm
Corte de cabello,
50^000 Corte de cabello
501
501
10001
10001
501
251
Precisa se de um criado de 10 a l annos,
livre ou escravo, para compras ; quem o tiver di-
rija-se a ra da Palma n. 34.________________
Cres5ctnte3sa,120,150,'l80,200; i CMb de cabell com fricC5-
250, 300 e..... 320000.Cr,e de cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 30, 40, 50, champon. .
60.70.80.90e. 100000 Crtedecabellocomlimpezda
Tranca de 'cabello para annel a cabeca Pela machina electri-
500 e.'...... 10000 ca, nica em Pernambuco. .
Tranca para braceletes a 100, I Frisado inglesa ou franceza.
150.2O0.25e.....300000 Barba. ,......
.^SIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e soires
0 dono do estabelecimento previne s i Recommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e ba
salopara tintura dos cabellos e barba, as-,Da unica admittida na Exposic5oUniversal
. como nao prejudicial sade, por ser vet
simcomoum empregado smente oceupa- h\t analysada e approvada pelas acatf
do nesse servico. mas de sciencias de PARS E LONDRES
S
Pela primeira vez se expoe venda nesta pro-
vincia um magnifico e primoroso sortimento de su-
perior papel o mais lindo possivel, desde o mais
simples e modesto at o mais rico possivel, e pro-
prio para ferro e guarnicao de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E preciso ver para admi-
rar-se a lindeza dealgumas pecas desse artefacto
A novidade e esquesilisse dos arabescos, o mimo
dos desenhos, e o capricho do doirado, encanta os
olhos e convida a cmpralo. O medico prego
por que se vende sorprende ao senhor compra-
dor, que apenas ser obrigado a dar urna peque-
a commis.'o alem do primitivo custo da fabrica,
adilicionado rom a importancia dos direitos etc
Nunca a raodicidade do preee esleve tao junio da
belleza e bem acabado de um objecto de luxo. O
respeitavel publico 6 convidado a cerliflcar-se' de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
to Sodr da Molla & C, a ra da travessa da Ma-
dre de Dos n 14.
BAZAR ACADMICO
13 Ra da Imperatriz
13
Ulysses & Irmo proprieUrios deste bem conheciao e acreditado eslabelecimemo
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos rt-
guezes, tanto desta praca, como de (ora, que tendo sido elegantemente refoimado dito
eslabelecimento acba-se completamente sortido e em condicSes de bfm servi-los dos
segnintes arligos:
Ama.
Precisa se de urna ama para casa de homem
solteiro na ra da Cadeia n. .v.i. para cozinhar,
comprar e'fazer todo servido de urna casa.
Precisa-se comprar urna casa com quintal,
preferese as ras do Sebo, Pires e mesmo na
Soledade: a tratar na ra do Livrameuto n 10.
Ama
Precisa-se de urna ama forra ou captiva,
para comprar e casinhar, ua ra de S. Francisco
n. 54.
i
Em casa de THEODORO CHRISTI-
INSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-si
lectivamente todas as qualidades de vinbi
Bordeaux, Boargogne e do Rheno.

IIOUF.OIMTlf i
IIUDOO SE
Para rna \'ov;i n. A'J.
Anliga residencia e consultorio d) Dr. Sa-
bino L. O. Pinho.
Con^uilas toJ)s os d3s das 10 horas da
inanhaa ao meio Ji.i; e ehamados I
quer hora do dia ou noute.
Gralis aos pobre.
43Roa Nova43
Clnica medicohonieopath
Do Dr. Santos Mello.
(Durante o mez de abrif)
D'>?n'e- Je:
Ascito
Broncbile
Bexigas canftaentes
Diarrha
Dentico
Dysineiria
Dores osteocapa
Enterile aguda
Exostasi
Febre epbemera
Fcbre verminosa
(lastro hepatilo aguda
tiastro-nterite
Hemeralupia
Hepatite sub-aguda
InfecQao palnstre
Metrite aguda
Rachetismo
Spermatorrhea
Tumor mamario
Ulceras atnicas e carie dos .
Ulceras syphiliticas do nariz
m
ica.
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3
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i
1
1
1
__
32
m
Curaram-se 19, e fuain era iraum-.-aij 13, am
pela maior parte se Bobmetanun aos awus cuida
dos nos ltimos dias do dito t)~:.
O Dr. Santos Mello participa aos doente* e ao
publico qne. mudou se para a ra Nova n. \, on-
de pdi ser pAsurado ; continuando as consultas
das 10 horas da manha ao meio dia.
_________Gratis aos pobres. ______^^__
Boli-irt
Precisa-se de um criado para boiiciro de me-
dico, tratar na ra larga do Rosario n -"0, ou
na ra do Cabug n. *, no muzeu de joias:
O consenhor de duas partes do cegenho Mo-
zambique, vista da declaragao do Diario de sex-
ta feira, 29 do curente, declara para evitar duvi
das, que elle nao sujeita aquellas suas partes a
permulta ou venda, e mesmo a contrato de renda,
a nao *er previamente ouvido.
Achpu-se urna corrento de ouro para relo-
gio : a quem der os signaes certos e pagar as des-
pezas do presente anouncio, ser-Ihe-lu entregue
\ estrada dos A Inicios, sitio n. 3-t.___________
o publico e s auto-
ridades policiaes.
Hpnlem por volta das a horas e meia da
(arde deixou-seporesquccimento sobre um
sof na sala destinada s senhoras na esta-
co do Recife da companba dos trilhos ur-
banos para Apipucos, urna pequea caixa
de madt-ira finada de papel branco, con-
tendo entre outrus os objectos constantes
da relac5o que se segu:
I allinete de ouro, com o retrato do
abaixo asignado, tendo em circulo oito bri-
llantes.
1 purseira de ouro, de laco, temi cinco
brilhantes em outras taas pequeas rosas
que sahem de urna argolla.
I pulseira menor, tambem de laco, temi
duas esmeraldas em pequeas lolnas de
ouro.
1 volta grossa de ouro, dentando pender
una cacoleta com perolas em urna, das
faces.
i volta de trancelim fino.
1 i ar de rosetas de coral.
1 annel de ouro cora brilhantes.
1 dito de dito com dous pequeos rn-
bins o duas esmeraldas.
O abaixo assignado confiando as autori-
dades de polica quo envidem meios de
descobnr o autor da sblraccSo, e esperan-
do que as pessoas que negociara cora joias
tenham presente este aviso, promelte grati-
ficar generosamente a quem Ihe possa dar
informarles seguras.
Recife, 30 de abril de 1870.
Manoel Mariins Ftuza.
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Babia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarro s
de palha de S. Paulo, de 3500 a 7500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Mauriiy
Imperiaes, Tenenles do Diabo, Duque uV
Casias, Gandon etc.: de papel, do fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
VVRIEDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros 8
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de raa-
deira (raz; de 35 al 6#, a duzia e de cu
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gailinhados melbores qoe
Rocambo!e,Radicaes, Acadmicos, Macham-lha neste morcado a 35 e3^.00 a duziaL e
com grande abalimento em maior parca3,
ditos de louca, gesso, barro, etc!
BOLSAS de borracha e couro de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de todos :s
systemas.
PHOSPHOROS de cera, em caixas de to-
dos os tamanhos, de seguranca a balSo etc.
PAPEL de milho, de ai roz. san- om, Per-
san, pintado, ce linho ele. palha de milho ae
Fernando a melhor possivel.
bomba, Montevideo, Otientaes, Baependy e
muias outras qoalidades.
FUTIOS
Afamados de BAEPENDY em caixSes de
20 libras a L?i00 rs. a libra, em pacotes
a 25, de 0 para cima a liSSOOe em maior
porcao L$.o00 o pacole de i iibra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
muilas qualidades como sejam : Daniel do
Rio Novo, do Par, de S, Paulo, Caporal
etc. etc.
Vlm dos artigos mencionados encontraro nossos freguezes outros muitos nj ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presencas
serSo satisfactoriamente bem servidos:. bem como nos encarregamos de qualquer er-
eommendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Ra da Imperatriz13
BAZAR M
-RA MVA----59 I
Os abaixo assignados proprietai ios deste eslabetecimento, participara
i-ie, continuam a vender muito barato e em vista ao grande sortimento de
mhdezas da melhor qualidade chamam a attenco dos Srs- commcrciamVs
de retalho afim de comprarem o que be for conveniente ; com descont de
10 Ojo, pagamento realisado no mez da compra.
Jns ile Souza Son rea & C.
&

]g^^i^;0^'^$@8^BS-^^@BS^^0^-^ ^^9BSB988ft 0
i
AMA
Precisa-se de urna am* para todo o servico de
casa familia ; a tratar na ra do Pilar n. 139 pri-
meiro andar.
AMA.
Precisa-se de urna ama boa engmniaieira pira
vir as 6 horas da manhaa e sahir as 0 da tarde
paira-se bem, na casa nova junto as oincioas do
trilhos urbanos de Apipo.* : na ra da nzala
n. 38, escriptorio.
Avisa-se ao Sr. Dr. L*onaro Francisco de
Almeida qae o seu compadre e a.'lan ;ado Victo-
riano Antonio do Sacramento aluda ao pagou os
51 200 res, que licoa di vendo dos alaguis da
casa em que morou na ra da Santa Cruz.
Na madrugada do dia S7 de abril prximo
pastado na povoac.3o de S. Jos da Corea Grande'
fartaram um avallo s ll.ado o eareiado, pearcO
gordo, grande, andador oaixo esquipar mni 9
intefro, cauda comprida, dina grande e densa)
topete aparado, tendo urna cicatriz no p esquerdot
ha probalidade do ter sido conduzido para esto
c Jade, onde ae recommenda dito ca vallo as auto-
ridades peHeiaee e aos Joos de co;hera, o re-
compensa-sea quero delle der noticia, nesta prsca
a Sr. Domingos Jos da Silva a n : n.
3 e no engenho Hacamgitoa .-julm
Buarque defiampaTo.
AOS II.IBIT.UTES DO
Imperio do Brasil.
Grande exposujao na cidadede
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter la-
gar a abertura da exposicJo nacional em
Cordeva.
Previne-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos aqnelles qae exercam qualquer indos
tria, que na dita exposifSo se recebeat todi s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios qae qoiierem reme ter.
Estes productos esto isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
dero ser dirigidos cidade ao Rosario, de
onde serio traoportados pelo caminho de
ferro central.
Para mais explicac5es dirijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz n. 3, ao consulado
argentino.
u
i
*
i

LOJA DE JOIAS
D2
IL
Mil o qflinhenUsduaias do fogos do ar de uma
e tres bomba?.r'Minat Direita n. M, loja de for-
tagon?.
Este antigo estabelecimento, completa-
nente reformado de novo, est as condi-
6es de servir vantajosaraente os seus fre-
juezes, visto qne acha-se prvido com um
izplendido sortimento de obras de ouro e
>rata de le, assim como brilhantes e ot
Tas pedras preciosas, eujos presos sao os
nais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebe
ie em troca ou compram-se com pequeo
ibater
\ 5 ida do mm. 5
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Diario de Permimbuco Q

feira 4 de Maio de 1870.
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Precisa-se

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alugar unta pretioha de idade
para andar com ara menino do 15 iB
lar na ra do Torre? no Reeife n. i2. 3* anclar.
Precisa se Je um criado oa ama para o ser*
vico de casa do h oinera solteiro : no pateo do Pa-
rano n. 14.
Precisa se de um bom cbzinheiro, sendo livr
para alugar. e sendo captivo compra-se ou aluga-
es : na roa da Cruz n. 48, armazem.
Dinhiro achado
Na rua do Queimado, boje Duque de Ca-
sias, luja n. 43, acbou-se a 15 das algum
dinheiro que se suppoe ser de um voluuta-
riocttgado no i" batalbo, dizendo a quan-
tia e as notas Ihe ser entregue.
Trabalhadores.
Precisa se de 2 homens para o Rio-Grande do
Norte, que se queiram dedicar ao trabalho de
amasadores; quem quizer dirija-so 4 rua do
Aniorim n. 37, em casa de Tasso Irmaos & C.
wmminu&MZ^mmxz*** wnsmniBiMi
co
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O COLLAR DE ODfiQ
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5
ARLAD0CABIGAN.3A.
4
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C
39
Preeisa se ae um tnciro para taberna de
12 a 14 annos : tratar no pateo do Terco n. C3.
Feitor
No sitio do arco da travessa da Ponte de Ucha'
precisa-se de um feitor, procure no mesmo. .
Attentflo
Vende-se o rendimento annual do pedagio da
ponte da travessa da Ponte de Ucha sani'Anna:
a tratar no sifio do arco.
Ama.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
o servido do urna casa com pouca familia, rua
Nova n. 52, i andar.
"raslAUTANEOS
ifravessa do Corpo Santo n.25
I. ARMAZEM
*ua Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
lelra, Machado di C, avisam ao respeitave
Pionco que nos lugares cima encontrara no mes-
mp sempre grande quantidade de ditos pocos, e
qle se acham habilitados para vender por menos
qoe outro qualqoer, por isso que os recebem di-
reMamente do fabricante Nerton, de Londres.
jAs vantagens que ofTerecem os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa on fra, com o trabalho de urna a duas
* l S6jfun(io fornecerem os mesmos agua pu-
ra e abuLdante, podendo serem removidos de um
P'r ontro lugar, qnando assim convier.
Os annunciantes so reeeberao a importancia dos
referidos pocos depois de collocados, satistazendo
aespectativa do comprador._________________
Uttencao
O Sr. Thomaj Barrtto Lins de Barros, filho do
mmendador Jos Candido de Barros, foi chama -
*> por mim Ra das Crnzes n. 9, andar, acer-
a de urna nanea que o dito senbor flcou de um
dos meas predios, e como ignoraste a residencia
oo referido Barros, chamei-o por este jornal. De-
claro que fui pago nesta data da dita anca pelo
mesmo Sr. Lins de Barros.
Bellamitno da Cosa Dourado.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
4 rua do Crespo n. 23 e casas do costme.
Ama
s
Coin este titulo acba-se aberto e inteiramente transformado esle antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarao ludo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de (Juro
observara delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melhor em
aderacos do brilbanles, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, allinetes e anneis de todas as qualidades, prala de lei aquei-
ros, colberes, paliteiros salvas c outros muitos objectos que serja enfadonho
mencionar.
Compra-so ouro, prata, brilbantes e podras finas, permaior preco do
que em outra qualquer parte, treca-so c conecra-se todo e qualquer ohjecto
pertencenle a esta arte.
gu ;"giJ ffiSl s 5S F^ tt'. 9% CST: IM
Precisa-e de urna arca para o servido mterier
de pequea fimilia : na rua da Amizade n. 21.
Capunga.
Acha-se justa e contratada a casa n. 16 da
rua Direita dos A (logados, se alguem se julgar
com direit- a mesma, nesles tres das ententenda-
se na rua das Trinchiras n. 50.
feil^
ikil
7, lembra e offeroce
por commo-
GL0F10S do
O arreazam do VAPOR FRANCDZ rua nova n.
lo preco aos dgaos inora!lores da rua do DUQUE DE CAXIAS, os lindos
papel de cores : verdes, amare loj, encarnados, e cor de rosa, para ornarem todas a<
Urandas e abrillantar assim a bella e grande il uminacao qne tencionam fazer, que por
maior que el'a seja, nao dispensar de ser malisada com as differenlos cores dos men-
cionados globos.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phlhysica c todas as molestias do peito
wa'sa parrllha
Cura ulceras e cliagas antigs, impigebs e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
I* i I ii las <*a tli rticas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
zoes, curam e purifleam todo o ystema humano
Vende-se effectivamente em ca
ohnston & C, rua da Sanzalla Nova n. 42.
EGUROS
MARTIMOS
O\TIIA FOCiifl.
A Companhia Indemnisadora, estabelecids
esta praga, toma seguros martimos sobr<
aavios e seus carregaraentos e contra fog(
sm edificios, raercadorias e mobilias: :
roa do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Ama
Precisase alugar urna ama para fazer compa-
nhia a urna senbora, fazer compras na rua o co-
zinhar, que tenha boa conduela : quem estiver
nestas circumsiancias procure na rua vellia de
Santa Rila n. 66, que so dir qnem precisa.
Precif a-se de um menino de 12 a 14 annos,
para caixeiro : na taberna da rua de Sania Bila
n. 53. \
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
.ras sortea, 1 meio n. 2980 com o:000 da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio d
igreja da Casa Porte (I4i'), convida aos possuido-
res virem receber na conformidade do costu-
me sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da parte da lotera beneficio da igreja
de Santo Antonio de Itamb (145"), quese eitrahi-
r quarta feira i do mez vinaouro.
PT0C08.
Bilhete 6J0O0
' Meio 34000
Quinto 15200
Em porejio de 100J para cima.
Bilhete 5*500
Meio 2*750
Quinto 1*100
Manoel Martjns Fiuza.
A .111
A rua do Duque de Caxias n 2L
Mudanpa.
O Dr. Carolino Fraacisco de Lima Sanios mu
dou sua resiilencia e consultorio para rua do
Imperador n. 57, 2 andar do sobrado rujo arma
tem conserva ainda boje o nonie de Alianca,
fendo a entrada, que pelo lado da ponte Sete de
setembro, o mesmo numero 57, da frente. Ah,
jonlinuando o dito Dr. no excrcicio de sua pro-
Ussao de medico e de operador, pode ser procu-
rado a qualquer hora do dia e da Houte.
AVISO.
t) conimHnda.'Jor Jos Candnlo de Bajry?, sua
mulher, lillios, genros e netos agradecem aos ami-
gos o parentos de sua nrezada mal, sogra e av,
pelo obsequio que Ihes lizeram de asistir as exe-
quias fetas ao cadver da mesma ; e de novo os
convidam a assistir a mirsa do stimo da, que
lera lugar na qainta-feira '', do maio, pelas 7 horas
ila manhaa. na matriz de Santo Antonio._______
f'.iixeiro
Precisa se de um caixeiro : na rua do Rangel
n. 6 ; que tonta pratica de taberna, de idade de
15 a 18 annos.______________________
Irmatiitade acadmica de Vosa
Scnhora d> B'ui Conselho.
De ordem de notso Irmio juiz, convido a mesa
administrativa desta orporacao reunirse no
dia 3 s II horas da manhaa. em a groja de S.
Francisco para tratar-se do negocios, jue Ihe sao
relativos.
Consistorio da irmandade academiza, ajs 2 de
maio le 1870.
O secretario,
Cimillo Correa Dantas.
PADARIA
Na padaria da rua da Praian. 47, precisa-se de
dous amassadores, paga-se hem._____________
Perdeu-.-o na nouto de 23 da abril prximo
pastada na rua Nova, um pulsoira de ouro.
obra de fra, com urna sida no nreio; quem
aehou i quizer restitu la, dirija-se a rua da Gin-
cordia casa de L'iiz f.uniaiue que sera recom-
pensado.
N. Daoheijser, eslabelecido com casa de penho-
res na travessa da rua das Cruzes n. 2, far leilao
no da 9 do torrente, por interveeo do agonte
Martin;, dos okjeclos dados em penhor*s. sob as
""'elas ns. 1,10, 37, 72, 96, 125, 139, 111, 180,
202, 214, 230, 3, 242, 254, 259, 279, 281 294,
296, 300, 344, 357, 364, 374, 376, 378 387 411
$12. 427, 440, 460, 461. 463,180. 182, 484 504
o07, 510, 7 A, 8 A, 18 A, 23 A, 26 A, 3o A, 58 A,
63 A, 99 A, 103 A,i04 Ae 105 A. As pessoas que
quizerem resgatar ou reformar seus penhoresven-
cidos,pagando o respettivo premio.podeao faze-lo
al a ora do lei lio.
ATTENC/U)
VIDA DE SANTA VERNICA JLIANI.
Acha-se venda o livrinho da vida desta santa
serva de Dos, traluzido do itatiano em portuguez
a i 600, o resto d s exemplares qne existom na
livrana universal, rua do Imperador n. 54.
Ama.
Precisa-se de urna ama para o servioo externo
de urna casa de pequea familia : a tratar ca rua
do Imperador n. 79. loja.
Attenpao.
Precisa-se de urna ama, preferindj-se fescrava,
para casa de pouca tamilia, qna saiba ^ozinliar
bem : na rua da Madre de Dos n. 7. Io andar.
ALUGA-SET
Na Magdalena, entre as duas poates, urna boa
casa, com duas sallas, quatro quartos, gabinete e
cosinha, tendo ao lado portao o no quintal dous
quartos : quem pretender dirjase a rua da Im-
pera triz n I.
Urna senhora ingleza acostumala a ensinar, of-
ferece-se a en-mar a liogua i'ngloza a nenlnis em
casas particulares ou em collegio por proco razoa-
vel : quem precisar-annuncie por ssta Diario a A.
B.C.
Arrenda-se o engenho Verde do tima, h je
conhecido por Meiarim, na freguezia do Bonito, na
margem do rio Una, hom moedor de agua, boa es-
trada para as eslaedes de Pregniea ; Una, com
terreno para safrejar tres mil paes de assucar,
com o preeiso para a moageni e collieita ; bfil pro-
ilucqao de canna e legumes de croco : quem
pretender dirija-se a mcu mane Paulo Cavalcante
de Albnquerque, no engenho Pindaraca 3a mesma
freguezia do Bonito.
Hecife, 2 de maio de 1870.
Umrenco de Aibuqtwrqtu Cavbante
Precisa-se de urna ama
a. 83.
ni rua le Horias
Fugio ha dous dias um .ruiatinho de nome
Antonio Thomaz, escravo, o quai anda transitando
por e-la ciJade, vestido com urna camisa e calca
branca?, porm milito sujas, tem elle 15 anuos de
idade. e pescoco curto, veio do norte nc vapor
Cruzeiro do ShI : quem o apprehender love-o .a
rua do Imperador n. 3, que ser recompensado.
O padre Antonio dos Santos Oliveira, para pre
venir quei6es faz sciente ao respeitavel publico,
com especali.lade aos habitante; da Goyanna, que
a casa n. 46, na do Amparo da mesma ::dade,
n'ella se acba indi ido sen patrimonio.
No colleji'O da Cmceira:, precisa-se
homem idoso para porteiro."
de um
ELEPHANTE COM
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
DE
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 11- RUA NOVA-N. 11
Partectpa ao respeitavel publico desta cidade e das mais provincias visinhas, que ao- seu grande e bem acreditado armazem de inslrumefiios,7pai; masi-
s tracal de chegar um grande e esplendido sortimento de
O que ha de mais moderno, de teclado fixo e mobile, e com transposico oa sem ella, de autores os mais acreditados [nesta |cidade,tg:omc sej hit. : os
aamadoa t tem conbecidos pianos da fabrica do Sr.
AFF0NSO BLONDEL
le Paris, de quem o annuncUnte o nico agente nesta cidade, como prova com o documento abaixo transcripto e assignado pelo dito Stf Brondel. Estes pianos, ;abr-
eadot especialmente para o clima deste paiz, sao os nicos que offerecem urna garanta segura de sua duracSo. Elles s5o aqui bastante conhecidos desde 1844, para que
seis -liecwario insistir.sobre sua superioridade. As suas vozes s3o muito. flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado que se presta a todos os caprichos do
sanhores pianistas.
Todas 2 pessoas que compraron pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certificado de origera assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar ? saa
i ntncidie do numero de piano com o de certificado.
AO PUBLICO
Mr. i.' ".- blondel, fabricante de pianos em PARS, deeclara ao respeitavel publico de Pemambuco, que o nico deposito de seus pianos jm ,aade
Ao Rcife 4 RUA N-.'v\ 11, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Outro sim que tedos os seus|panoi irSo accompanhadoa de um certificado de origem assig-
Paris, ik julho de 1869. (Asssignado) AlphoMe Blondel
O annucian^ tambem troca e auga piaooe. E tem o maior e mais eiplendido sortimentof de no vos piauos.
MSICAS PARA PIAMO*
As i iaes recebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs, .Felipone & Tornagbi. Narciso, Arthur apo icio & C,
Tambem til grande sortimento de papel para msica^ desenbo.; cordas para todos os instromflitns. ricas gravuras e qoadros gara ornamentos de sa'. oleados para
"no alta, ricos espelhos d'urados gudrados e ovaes, caisinjtas da costura com moaicas e sem ella, eatojos para viagem, rdogio cora despertador, vidros para
os de lados o tamanboi, talagarca, lias e agulbas pira bordar, e muitos outrosartigos que o respeitavel publico encontrar sempre ne todos os 'li at as 9 boris da noute, aflu das Extnas. familias podarem ir apreciar os rous pianos.
Alnga-se ou vende-se um sitio em Parna-
meirim n. 10, com os cummodos seguintes: urna
grande casa com seis quartos, quatro salas, eozi-
nha fra, cacimba com bomba e muitos alvore-
dos, frucleiras e commodos sufllclentos para plan-
tacoes, junto aestacao dos iridios urbanos de Api-
pucos : quem preKnder dirija se ao largo do lw-
co n. 68, que achara com qnem iraiar.
Precisa ^e de um caixeiro com pratica de
venda : no pateo de S. Pedro a. 1.
Precisa-se do urna ama que cozinhe e en-
gumme : na rua da Cadeia n. 10.
CASA IA PE.
Aos 20:000^000.
rua do Cabug n. 1
Bilhetes do Rio venda
vende Vieira & Bodrigues.
ATTENCAO
Na barra do Hio Formoso vende-se, cal, telhas,
tijollos de alvenaiia, ladrho, rabo de pato, alve-
nana batida, lapamento e formas para o fabrico
de assucar Garante-so a mni boa qualidade do
barro, e a perfeic.o do trabalho. Tambem se ven-
de cocos nascldos para se plantar, descascados
e com casca para exportacao. As encommendas
serao fe i las 20 a 60 dias antes ; tratar nesta ci-
dade na rua da Cruz n. 52, com Francisco da
Costo Maia e no Rio Forrnoso com Joaquim Fran-
cisco Diniz.
Joo Thomaz de Freilas, co-proprielario na
casa n. 27 rua da Esperanza, declara a quem
convier, que nao arrematen) um terreno da dita
casa a requerimeuto dos Srs. Barbosa & C, visto
como tem elle em dita casa a quarta parte, por
que FirminoPessoa di Gama delxou quatro lilhas,
Juvencia Aula Pessoa da Gama, mullir do an-
nnncianie, Anna Rita Pe.-soa da Gama, francolina
Pessoa da Gama, o Hara da Conceicao Pessoa da
Gama, casada com Rusendo da Rocha Camino ;
pelo que vio o annunciante e suas cunhadas pro-
purera accao de nullidade da li\pmlieca de que
se prevalecen! Barbosa & C.
ATTENCAO
O abaixo assignado tendo acabado, com o seu
negocio de armazem de carne secca, julga nada
dever ao cnmmtrcio de>ta praga ; porm (6 al-
guem -e julgar seu orador tontea de aoreseniar
suas comas no pmo do dom dias, na rua da
Praian. 35, andr, afim de serem inmediata-
mente pagas. Reeife 4 de maio de 1870.
__________PeJru .Viil}ni:> Ar^'-nuro da Silvo.
Desencamiiihiiu-so urna lelra sob n. 3038
sacada por I). P Yvild, em 30 de agosto de 1869,
aceita p.jr Miia \ Landelino ha fdto mezes do pra-
so, |elo que venceu-se no dia 30 de abiil prxi-
mo passado, da quantia de .('iPiOOO, a qual appa-
recendo nenhum valor tora, por isso que os acei-
tan :es pagaran) eosaoador no da do vencimento a
sua importancia, o foi smente nessa occasiao qui-
se deu pela falla da referida lena. Reeife 3 de
rraio de 1870.D. P. Wild.
Offerece-se nm indigne borteleini para qual-
quer siiio, trabltnndo tanto om bortalice como em
llores, dando prova exhuberante de sua conducta :
na rua da Coueeicao n. 6, armazem do sol.
COMPRAS.
Casa terrea.
(ANTIGA RA BO 0UEI*ADO)
Nao foi sem fundamento que a NOVA
ESPfcRANCA tem deixado de fazer os seus
annuncios, a razo simplts, ella entnete
que ludo em demasa aborrece... por I
como ja tinba dito e scientitcado ;i sua boa
freguezia o que constantemente ia receben-
do, ou liVesse feito muitas veres, receio
tornar-se massante, assim pois ncolhen-e
um potco ao silencio, mas nunca deixando
d'en pregar os verdadeiros esforcos, j con-
tratando maior numero de correspondentes
na Europa, j descobrindo i.bjectjs do mais
purado gosto e finalmente assigaando o
Jornal das Familias, o qnal vem sempre
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. pata desta furroa melbor
servir a sua constante freguezia; e com es-
pecialidade ao bello sexo, quem a NOVA
ESPERANCA ufanase em offerecer-lhe
seus servicos, apressando-se desde j em
declarar que tem recebido Diurnamente
ntremelos e babados bordados transpiren
tes e tapados, chaposinbos de setim para
baptisados.
Finas toncas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meias de seda e fio de escocia para crian-
gas.
Dedaes d'osso, maifim, ac e madrepe-
rola.
ptimas navalha?, afiadores e massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o roslo c para ha-
tillos.
Ronitos sapalinhos com biqueira, ajado
com salto, pata meninos e meninas de dois
a doze annos.
Roas lentes com cinco melimetros, para
conlar-se os Dos de qualquer fazendu.
Tcsouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar cislnras.
Bonitos linteiros de novos moldea,,
Meias de 15a para homens e senlioraa,
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linho e de seda, sirtdo preto e
branco, liso e de salpico?, c outros muitos
objectos expostos a venda rua Duque
de Casias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
MUTA PERFUMARA.
A NOVA ESPERANCA, a i ua Duque de
Caxias n. 21, acaba de receber muita per-
fumaria dos melb'ores e mais afamados fa-
bricantes, como sejam finos extractos para o
lenco, essencias concentradas de muitas qoa
lidades, olhos de agradaveis ebeiros para os
cabellos, e bonitos vasos rom boa banha, lin-
dissimos vasos com pos de arroz, saboneta
de dill'erentes qualidades etc., etc., assim
pois os apreciadores d > bou, venbamsat's-
l'azer soas paixoes na NOVA ESPERAN:\.
PARA ALVEJAR E CONSERVAR OS OESTES.
P de carvao de rosas: .vendem-se rua
Dinpie de Caxias n. 21 na NOVA ESPF-
HANCA.
Para acabar com as sardas ou pam
recebeu a NOVA ESPERANCA, rua Du-
que de Caxias n, 21, o verddeiro Icite de
rosas brancas.
Mal5o l'aleatro.
Vende-se na roa Duque de Caxias n. 21.
PARA LUTO.
Brincos, broches, volta?, pol-eiras, fivel-
las, [entes, bolOes para puuhos e cadeic?
para relogios.
A NOVA ESPERANCA, querendo sUs4-
zersua freguezia, naosmenle em objeci^ s
d'alegria ou de luxo, q*uer larobem acom-
panbar squelles. que iiilelizmente perdend
alguem de sua familia, ou algotm de sua
amizade, precsam de tacs objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandn vi o
que lia de melbor ncsle genero, porque
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade, nao jmenlo tornan:
tristes como ale repugnantes, o que n"
aconlesce aos da NOVA ESPERANCA, p r
que apenas exprime o sentimento pola c' r
porem como que traz um lenitivo pelo gost)
e perfeicao com que taes objectos sao tro-
balhados.
Vande-se a taberna sila nos A rogados no
largo da P.iz n '.) : trata-s* na nsiua, ou com
Francisco Alves Mimleim iunir
Loi
;npra-se urna casa terrea : tratar na rua
da Madre de Deus n. 16, luja.
t'-ouipram-se mondas de ouro e prata de lo-
tos os valores, ouro e prata em obras mutilisadas,
orilhantes e mais pedras jireciosas: na loja de
mrives do arco da Conceicao, no Reeife.
O muzeo de joias
Na rua do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
i pedras preciosas por precos mais vantajosos do
pin em outra qualquer parle.
Compram-se e vendem-se diariamente para fra
i dentro da provincia escravos de todas as idades,
-ores e sexos, com tanto que sejam sadios : hg
erceiro andar do sobrado n. 36, rua das Cruzes.
regnezia de Santo Antonio._______
Compra-se urna bal; nca decimal usada, que
pese at 5 arrobas : na rua da Guia n. 36, ta-
berna.
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas o o obras velhas: na
loja de joias do Co;acio de Ouro n. 2 D, roa do
Cabug.
Taberna
Vende so uiea taberna no paleo*de S. Jos n
51, com pomos fundos e bi-m afregnezada para ;.
trra, propria para qualquer principiante : t tra-
tar na nifMiia.
Vende-se na rua da Prata n. :<"). 4? andar,
una mobilia nova de amarollo a Le. z XV, com a*
seguintes pecas : 12 eadoiras de guarnicSt*, 2 di-
tas de braco, 2 ditas de bala neo, 2 consolos l ja>
dineira, 1 bom sof e tem mais avulso, 2 appara-
dores, 1 quartmheira, 1 cabide, i grande mr^a
para jantar ; vende-se barato : quem pretender
dirija-se mesma casa que achara com quem
tratar.
Na rua da Imperalriz n. 50, padaria france-
Z3, vende-se urna tendereira e urna masseira, pro-
pria para um principiante, assim como urna por-
eao do ferro velhn.
AYISO
VNDAS.
Bom negocio
Vndese una taberna no Barro, mesmo na
Prai;a do Capim, ou smeute a arraacao e uten
cilios, cerno convier ao comprador : ao qual se
dir o motivo da v JoaqumRodr'gues Ta- ^
vare-i de Mello, g
Fraca do Corpo Santo
N.l |
Tem para vender:
| Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinho Bordeaux de 1.'
quilidade.
Farinha de man-
dioca.
Fa-ello de Lisboa.
Rua da Cadeia r. 59 prerisa-se de um rriai
do -tara servio- Je urna casa, prefere-se sendoj
cravo.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Pacheco de
Mello, a negocio que nao ignora : na rua das Cin-
co-ponlas n. 82.
Vende se um escravo preto de naci, ca-
noero e carregador, muito robusto .* tratar na
rua da Cadeia n. 1.
Vende se cerveja branca Bass verdadetra -
prtta do Barolay de superior qualidade, em boti-
jas e meias b&tijas, no armazem de Eduardo Fen-
ton na rua do Commercio n. 22.
VERDDEIRO LE ROY
ie ai Ru do Saine, 51 & I'AIUS.
ia g*rnb, ni. n
que It e m Kk, ua rgtH
*. um o saiL. twMAi m
I
V


'


V VER1IABE
10COO.
Duque de Casias n. 55
Na loja da VERDADE continna-se a ven-
der por baratissimos. prc( os todos os'arti-
gos de miudezn c perfumaras do sea
grande e variado uorL'nrnto, gara itindo aos
compradores toda a sinccridade.
Lindas bonecas do cora e massa por ba-
ratissimo preco.
Espelhos dourados para pendurar a
160 rs.
Agulhas de osso para crox a 2C0 rs.
Pantos fiaos para segurar cabello, a
320 rs.
Cbamins para gaz a 320 rs.
Garrafa cora tinta atizarme a
Dita com agua florida a I05CO.
Dita com dita dita a 150 0.
Tnico de Jyme a I $500 o frasco.
Frasco com oleo expresso de baboso, de
20 a 640 rs.
Dito com agua deColooia de 300a 10?OO
Dito com extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 1)5200.
Latas com baubi maito tina de 120 a
240 rs.
Sb0Bflto3 muito finos c diversas que-
dados a 80, 160, 210 e 320 rs.
Finas escovas pira dentes de 320 e 50D rs.
Ditas para fado de 500..e 600 rs.
Ditas para cabello a 3C0 rs.
Peales para a'isar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bafalo a 2i0 e 320.
Pentts para tirar piorno de 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, dzia a 240 e 320 rs.
Brincos de c4res, inleiramente modernos
de 160 e 40 rs.
Peonas caligraphicas muito finas a 10400.
Ditas de tanca e roosinha a 800 rs.
Lindos babadinbos e entremeios do 500
e 15300.
Grosas de boloes de louca de 160 e
2C0 n.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizado a 700 rs.
Ditas com cnvelopes a 4S0 rs.
Ditas com obroias a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo dourado a
280 rs.
Tbosoura para costara a 240 rs.
Linha de marca caixa a 280 rs.
Carriteis do inlias de Alexaodre de n. 70
a 200 a 10 rs p
Graropos muito finos,-com passarinhos du
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar dnzia 3.$000
Ditas poi tugue zas, dozia 10400
Papel almajo superior qualidade resma
45000.
Lam muito fina para bordar libra 60500
Filas para debruaa dusapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido p^ca
400 rs. l
Caivetes gr ndes rnm molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para Julo, o par 100 rs.
Trancas do lam de caracol branca c de
cores de 40 a 100 rs.
Fi'as para eos, peca 480 rs.
Alfiaeies de Jalao, caria 100 rs.
Sapatmhos de lam pira creanca de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs. -
rarntar de seda- preta de 400 c 800 rs.
Ditas de t roxc, brancas e de i O rs.
Dita de gorguro de cores a 80o rs.
Ifa Vcrdade rm* Baque de Ca-
_________mias m. *.__________
Vende-e ama carroca tl mulla para cavallo
com os pertimeentes arreis : ru do-Brum nu-
mero 79. ^_^_______
Estampilhas.
Vendo-se na na da Croan.' 8. 1 andar.

I ^B^^B^BB ^M
III
HIRA
COGNAC
da muito acreditada marca liooyer Guillel A C. de
cognac. nico deposito eni Pernsinbaco, em casa
de (Jarlos P. do Lemos & C, ra do Vigario nu-
mero 10.
Milho e arroz de casca
Vndese milho" e arroz do casca novo em sac-
(0?, no trapicho da eompauliia: a tratar na ra
da.Cadeia-velba,' casa n. 1, 2' andar.
Milho das lirias
E
Feijito do Porto
em accos grandes, das-qaaliitades abaixo men-
cionada?, o por menos proco do que em outra
parte.
MILHO X0V0
Feijao mulatinha Feijo preto.
Dito braneo Dito rosado.
Dito amarello Dito frade.
VENDEN
Jos do Reg Borges & C, a ra do Vigario n. 14.
Vende-se a taberna da ra de Sania Hita n.
53 : a tratar na mesma.
Bichas hamburgnezas
Nesto novo deposito reoebe-se por todos os pa
(roetes translantieos bichas de qualidade superior
e vendem se em caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer parte :
na ra da Cadea do Recite n. 51, andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Niclheroy.
nico deposito cm Pernambuco cae da alfan
dega velha n. 2, anda.
00
0-
t
O
I
Travessa do Corpo Santo n. 25.
Os acreditados cyhndros americanos para padaria, por deus differentes systemaa
, Machinas para descarocar algodo pelos meiores fabricantes de New York.
Machinas de vapor systema de locomotiva e polias para as mesmas
Larrinhos americanos jara transportar volamos em armazens. Todo por p*e-
TMVESS* DO CORPO SANTO N. 2B
Jo iqnim K)pss J/jcAoj C.
Venda^
Vende-se a barcaea denominada Academia, m-
va de primeira viagem a este pi rio o de lolaciw
de COOO arroba?, quem a pretendeT derija-se ao
ecriptorio de Alfredo & Barbosa Jnior, no lar-
to do trapicho da eompanhia.
Vaquetas
envernisadas e grandes para c berta dn carros :
vende -se na ra da Cadeia do Hecife, armazn)
n. 24.
ODsa de gosto.
Indispensaveis de palinha e de couro pe-
rnos para senhoras e meniaas tratar dos
>racos.
Binculos da madreperola, marfinv e tar-
:iru?a lodos esmaltados.
Cintos largos do setim, consa-iattramen-
; nova.
Fitas de tarja de todas as cores o largu-
ss para lacos.
BENTO MsiCHABO t C,
A ACIA NEGRA animada cora o bom acolhimento que leve em scus annun-
ios, vena novo participar a seos freguetcs que, < acaba-de reeeber om variado sorti-
nento de objectos de gosto os qnaes serfio vendlos por precos muilo razoaveis, pois'
(uando (ez os seas priiociros aanucios, foi o que assegarou, e sem mdo de errar,!
)orque como j disse osla ioteresses ligada t urna casa importadoradesta pra^a, e
or isso poder.ter ludo especial e vende/ por pregos admiraveis.Chama pois a atten-
'Ao de seus fregoezes para os arltgos possa descrever:
Livros com o lampo de tnarfim, nadrt- Um variado sortimonts ^de charuleiras e
jerola e tartaruga, proprios para missa.; [ pallitciros de porcelana,
H Teios para voltarete.
Bengallas com raarfim, cousa especial.
Sabonetes de alcatro.
Cofres de follias para dinheiro.
Lindas cajxas para costura.
Um completo sortimento de linas de pe-
lica, 1
Talagorco para-bordar.
Um completo sortimento de enfeites de
Toacas, sapatinhos racias de eda e mais seda para vestido,
jertences para baplisddos. | perfumaras de todos os autores os mais
Fitas com msenpeoes pro-petas pora bou- acreditados em oxtractos, pomadas e leos
(net de noiva, ; e finaimenie outros rauitos objectos qoe nao
Ricos vasos cora p do arroz. ; possivel mencionar ; mas com a vista se
Um "variado sortimente e jarros do por- certicaro do sortimenio deste estabele-
'lana. cimento.
Aguia leg^a, ra- do Cabug n. 8.
9 -f 3 1
%
nn
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZA*
UNIVERSAL, a roa Nova n. 22carneiro
viannaom completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
Cortes de vestidos d
blond.
Acaba de rhe?ar loja dos arcos ra o
; Crespo n. 20 A. de Alvar j Augutn do Almatf*
& C, os mais ricos cortes de vestid js de blaal
| que tem rindo a esto mercado para casamento,
; assim enmo corles de vestidos de soda de cor de
g -stos ioteiramenle novas, e tambem nm grano
surtimento de chapeos de velludo para seoli-ras.
I Vpnde-se ou troca-se por caas nesta prifa
, o sitio denominado des D&ritiz, anliga casa da la-
I vagpm de ronpa, com grande casa de viveaa.
senzala para preto?, estribaria, banheiro de nen
e cal com agua corrente, baixa pira captm e
grande terreno para plantacdes : quem o preta-
der dirija-se praca da liidependcneia n. 3-1.
1 Vende-sc um boi e carro propno para ear
regar assucar ou gneros : a "tratar no caes 4o
Ramos n. 22, com Antonio Jos Farruco, por ea-
tar pira retirarse para Europa.
Vende-se ama casa terrea em chaos preprk*
na l'regueiia de S. Jos : na roa de Ilortas n. 30
se dir quem vende.
Vende-sa a loja de ranikiro da ra DiretU
ntiectdos, as quaes eslao em exposicao no n. 38 : a tratar na mesma roa n. II.
mesmo Bazar, garantindo-se a sua b3 qua- ==-;----------------------- B ---------
lidade, e tambem ensina-se com peifeico i Qq\ 110Va de Lst)0cl
a todos os compradores. Estas machinas ..,.. .. .
sio iguaes no sou trabalho ao de 30 costo.; f^Z^ lanSfi %S? t^
E
reiras diariamente, e a sua perfeigo tal n.eiro andar,
como da melhor costureira de Pars. Apre-
sentam-se trabalbos esecutados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
demos.
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo eaf da sorra d'Araia-
nha, Cear: ra da Cadeia do Recifo
n. 5.
Nio mais cabellos branoos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, foi a nica admittida
Exposifo Universal, por ter sido recc-
nhecida superior todas as preparacoes at
boje existentes, sem alterar a sado.
Vende-se a {^000 cada frasco na
Rria da Cada n, 51,
1. andar.
Chegou a lja de Paredes Porto, a ra da Imperatriz n. 52, (Porta Larga) um bo-
nito sortimento de toalhas r?e linho para mesa, assim como os competentes guardanapos
que se vendem a prego baixo.
PAREDES PORTO vende laasinhas a 240 o covado, fazenda de SOOrs, para acbar
na roa dalmperalriz n. S2.
PAREDES PORTO vende algodo com pequeo toque de avaria a 3500 e 4O0O,
a pega ra da Iraperairiz n. 52.
PAREDES PORTO vende chita prea para luto a 100 rs. o covado na ra da Im-
peratriz n. 52. Porta larga.
CHALES
Vendo-se chales preto de merm a 35000 fazenda superior, na ra da Imperatriz.
PAREDES PORTO vende meias para senhorasa 2500 a duzia pr ter tira peque-
no mofo, na ra da Imp3ratriz n. 52 porta larga.
PAREDES PORTO vende cortes de caiga de casemira preta a 3^300 e 4)5000.
PAREDES PORTO tem para vender panno preto superior e casemiras de cores o
pretas que vendo por prgos comraodos.
"CHALES, GRANDE PECHINCHA.
Che^on a loja da ra Imperatriz n. 52 de Paredes Porto um bonito sortimento do
chales clnnezes fazendas muito boas para senhoras trazerem em casa, est vendendo
por 5-5000, eslo acabsndo-se na
O Hvro para o mez de maio
Acha-se venda na ra do Imperador n. lo o
bem conhccido livro do moz de maio, contendo
alm do mais, versos, etc, e tambem os cadernos
de versos proprios para a mesma derocao, nitid;
impresao, e preco muito ccmmod
Veude-se urna parle do cnjtenho Purgatorio
de grande prodaccao para agricultura, sit> na
freguezia de Ignarass, a,-gim como so vende on-
tra parte do engcnbo orte de Cima, annexo at
purgatorio, qno muito convem comprar ambos: *
tratar no Uemedio com o Sr. An onio Menelio Cor-
deiro de Gusmao.
Atten^ao.
PARA A FESTA
a 3 portas, loja de ferragem
53-Ra Direita-53
Xeste grande estalelecimento, ha para vender
Vende-se na ra do Dunue de Caxias (antiga nni completo sortimento de ferragem, e miudeza,
ra do Queimado) n. 19, chitas de ncm panno o tinas e grossas, como sejam bandejas chine*
bonitos padroes a 200 rs. o covado. peehincha. : quadradas e ovaes, facas e garfos de l 2 bo-
Vende-se urna bonia eserava moca, sem li-' es, balanoo inteiro e 1/2 balanQo; panellas, eha-
cio algnm : na ra Direita dos Afogados n. 68. Iheiras, cacarollas, fngideiras, assadeiras, tac-
de ferro como de porcelana, moinhos para caf *.
diversos tamanhos do fabricante Japy, pesos kilo-
grax.mos, tanto de ferro como de latao, metro
j-para medir fazenda tanto de ferro como de lati
salitre, bren, barbante, enxofre, papel marca t-
do, do verdadeiro Picardo, machinas para desca-
rocar aigodao; alm de outros artigos de fem-
LOUCi
o
Grande arniazem na rua ti.
Inipcrairiz n. 8 gem, mideras cutilarias finas, que scom a v-
^esle grande armazem vende-se louca ingleza la M Yerifiea na raa dreita n 53 loja de 3 Dor-
ias e ordinarias, apparelh.-.s de porcelana para u ^e Mannel Bantn de Olive.ira Braga* C.
GAZ GAZ GAZ
Loja do Leo.
fina
jantar e para cha, jarres para flores os mais boni-
tos e de gostos modernos ; assim como grande :
.^.orlimento de. vidros finos c ordinarios, que tudo.
se vender tanto a retalho como por atacado pelo Chegou ao antigo deposito de Henry Forster *
mais barato preco que cm outra pualqner parte : o., rua do Imperador, um carregamento de ga.
chamamos a atlenr;o dos freguezes, que serio de primeira qualidade; o qua! se vende em partwai
convenientemente servidos tanto nos commodos e a retalho por menos preco do que em outra q^ai-
precos como na boa oualidade das fazendas. quer parte.
60RUA DA IMPERATRIZ
:V^, 'V T P,?' ^H'^^^^Sla'^a ad^aram o^vslcm, de" KSn^fVl[ WHM- ^S ^T^ ^ *?* ^^ *"?** q'!f Se lheS pr0I^ vi^er Por ** rant0 raals tratos do qt
=Merao tar os so sortimentos polos mesmos pre^oe compr.m as casas SZ/t? ^^^L&J^SLA^. SttZ^JHSgS ifSSUi KUS S^f S^mSf
CHeCBES PARA CADE1RA5 E SOFA'S. ( CRETO.NES COM 10 PALMOS DE LARGURA A NOVAS POUPELINAS A 400 RS, 0 COVADO | ALPACAS LAVRADAS A G40, 800 B
CMbr! Ma !del5'JD0M rvh nm k nmMtwh-,
tranpar^tes, sendo o que ha de mais Sao lisas com listras ao la Jo sendo fazeado
t i ; ^ ra"tro' tendo h,ver Rrsnde porcao.
tambem das m?.siiaj, porm iaglezas com
a mesma largura q.ia so vendem a I50C0,
e 1#280o matro, sendo apartas precisos das-
ta larga faienda para s- fazer um vestido
4 cu 4 l/melros, pc;liincha,
S.UAS BORDADAS
Vende-se um bonito sortimento de saias
bordadas cora 4 pannos, assim como ditas
promptas, do la'asmha, enesgadas com
bonitas barras bordadas a la por precas
incito era conta.
PANNO PARA SAIAS A i ,5000,' 10280 e
IJIOO RS.
Vcn1e-sc bonitas fazendas proprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lado, dando a largura di fazenda o compri-
monto da saia e vende-se raaio barato preco
de W00, 102SD e 1,?30, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
cada aia 6 pechiV.ha.
Psanos c er.temiras pretas.
O Prvo vende grande poroto da pannos
pretos do mais baiso at o mais flno, por
preco que admira, asstm como nm graudo
sortimento d3 casomiras pr-tas para calcas
que se vrmde por pre?o mais barato do que
4?m outra qualqner parte.
Vestidos braaeos a 1000 rs.
0 Pavo vende fmissimos cortes de ves
idos de cambraia aranca, ricamente bordi-
daj e com mnita jfazonda palo barato prejo
PANNO DE LINHO.
Chegou nm sortimento.do pecas de pan-
no de linho do Porto, que se vendem de
700 rs. at 16000 a vara, garantindo-sa
qne r-m fazenda de linho nao ha nada melhor
^f J^ri(> P31"3 ,enC*w e toalhas.
-CORTINADOS PARA GAMAS E JANELAS
de 84U0M24 e 1W000.
Chegou para a loja do Pav30 nm grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bopdados,propnopara camas e ianella*
qofl se vecera de S000 o par. at o mais
rico que vem ao mercado, e vende-se mais
barato que em outra qualqner parle.
urna grande compra de cha-
[?ara seda, inglezes, com as
peste taiiero o*
preco de iOjOOO.
CORTES DE CVSE\1IRA PRETA A 4:500,
0 Pavo tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitaias pelo barato preco
de 43300 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 8C0 RS. O CO-
VADO.
_ 0 Pava a ende excellento fazenda de pura
la com as cores escu-as muito propinas
para caicas, pjlitots, collelcs o roupa para
meninos qoe frequentam a escolla por ser
urna fazenda leve, escora o do muita dura-
Cao, peehincha a 800 rs. o covado ou a
94&UU o corle de calca para hornera..
FINAS BAREGES A GiO RS. 0 COVADO.
O Pavo ten as mais lindas bareges de
laa sendo m;ias transparentes, com urna
s cor, tendo : lyrio, azu!, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
dare por 640 rs. o.covado, por se tor fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imiaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
ALGODAOSINHO A 80)00 COM 24 JARDAS
O Pava > vende pecas da superior algo-
daosinho largo proprio para todas as obras
por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
co de 80.O, pechincba.
PECAS DE MADAPOLO A 30300.
O Pavo vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada orna, pelo
barato preco de 30500.
PSCHIXqfJA EM ALGODO A 4*000 RS.
OPavao est vendendo pecas de algodao-
sinho rancez, tendo 4 palmos de largura e
S01"* LS os cada p85a' P5'0 barato pre-
de 4i000 rs. r
CAMBRAIAS BRANCAS A * S o Pavao vende pecas de canbria
branca transparente, tendo mais-do vara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a 70 e 80000, liqai-
da-se pelo barato preco de 40000.
Com palmas de seda a l*ooo.
Para o Pavao chegou om rico sortiraan-
o das mais bonitas ISasinbas com/ palmas
de seda tendo de todas as cores e padroes,
sendo faeix'a bastante hrga e ?eflde-se^a
O Pavo vende um grande sortimento
ds mais bonitas poupelinas com listrinhas
de todas as coros o com lustre imitaco
do seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se nm bom vestid; de nanita fantasa
O Pavo tem um grande sortimento dos' 2ooo RS.
raais bonitos crochs para cadeiras, sofsi 0 Pavo lera urna mva reraassa aa mui-
msas, almofadas etc., proprtos para co- to acreditada crctone, propria para lences
Drir presentas e vende-so mais barata do \ tendo 10 palmos de largura, dando na lar-
que em otn qaalquor parto. jgura ogmprimento do lenco, e vonde-se .
V,nd^p! a ,' P0.baraloPreco do2WU0 o metro, sendo;por pouco dinheiro, isto por ter-so feito
di, m gralde porCao (1e a,!?odao 'Preciso aPenas Para um lencol um metro e urna grande compra e vende-so a 400 rs
sir.no americano cam 8 palmos de largura,: uma quarta ou metro e meio.
propno para .lences e toalhaj, lendo liso aL^____ M
trancado, que se vende por preco mnito cm GnosD,K->APLEs pretos de i roo at 7^ooo
conta. / ^a loja do Pava) enconira o respeitavel
CRCTOXES matizados para VESTIDOS A Co PUD,C0 ura grande sortimento de grosdo
E800RS, | naples pretos de todas as larguras o qua-
Para o Pavo chegaram os mais bonitos h'dades, tendo da 10 00 o covado at 7^000
e 8000:), que se vende por preco muilo
em conta.
PARA BAPTIZADOS
aJ|Na loja do Pavo venjQ.se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de chitas.
com -10 covados a 30000
cretones escuros matizados, proprios para
vestidos, roupo, chambres etc. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padroes claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 040
rs. o covado, sendo os padreas mais mo-
dernos que tem vindo ao mercado.
03 SET1NS DO PAVO
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais eneorpados, proprios para vestido*
tendo de diversas cores.
Aos dez niHJcovados.
De laasinhas a 400 rs.
O Pavo vende pelo barato preco do 400
rs. o covado, urna grande porclo de ISasi-
nbas com listra* miudinhas tendo as mais
lindas cores e lustros imitaco de pouoe-
ma de seda, peehincha,
Poupelinas de seda
Poupelinas de seda
Poopeiras de seda.
Chegou para a loja do Pavo pelo ultimo
vapor, um bello sortimento das mais bri-
llantes poupelinas de verdadeira sedae
imho, sendo todas de padroes &vos e li-
qnda se por menos preco do que em outra
qualquer parte por baver grande porco ;
assim cemo tambem se rerebeu um b >n:to
sortimenlo|de sedas de listras, gresdeoa-
ples lisos e setins de to Jas as cores.
o covado.
ROUPAS PARA HOMSNS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimenlo encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, caigas e coletos de
brim braneo e do cores, que tudo se vende
mais barato do que era outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
tmenlo de meias cruas.
1,000 RES.
?^riSlnJe!8 l:n,t VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
escuras e alegres com cores (xas, sendo
fazenda de muito mais dinheiro, pelo bara-
to preco de 30OUO, tendo (0 covados cada
um, pichincha, para acabar com o resto.
CASSAS FRNCFZAS.
O Pavo vende urna grande porco de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo, c liquida-so
a 50000, tendo cada om seu competente
gurino.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindn"....... ---------- *--.--
d
dades, dndose tote amostras, assim como' m"as' mescladas e bastante encorpada'ara
um Bonito sortimento das mais lindas chi- ronpa de homens o meninos pelo barato
tas francezas escuras e alegres, que se vea-'preco de 30000 cada covado ou 50000 o
oera muito em conta, e tambem se do corte de calca para homem.
amstras.
Chegou para este grande eslabelicimeuto
o mais bonito sortimenio das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, qne
se vendem a 10, 800 e640 reis o covado.
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas da todas as cores
CELEZIAS E BRETANHAS.
Vendem-se as mais finas celezias de
linho puro ou pessas com 28 metros, assim
como, finissimas bretanhas de linbo com
25 varas, por precos que fazem admirar
em relacco qualidade.
Basquinas.
Chegnro as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
enfeiladas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos os modellos, os mais novo?
que lera chegado e vendem-se por precos
muito razoaveis.
ORGANDY COM SALPICO.
Chegaram os mais ricos organdys de co
res com salpicos o mais bonito qoe tem
vindo para vestido, que se vende a 10280.
o metro, ditos brancos muito finos com
indas cassas francezas com delicados pa-1CASEMIRAS MESCLADAS A 30 O COVADO {? met'?' dtS JJ?'
roes, tendo para todos os precos e quali- 0 Pavo tem para vender bonitas case- S g3Sa
CS. n i1: ___.i.j___i___.__- _________ fnmlSraiic K
Cortes de casemira a 40000, cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pala barato preco dejb?,
oo a 20400 o covaflo, tendo duas larguras,
Roupa por medida.
PEC
e li- 'MOOO o covudo.
EM CAMISAS DO
Vonde-se nm
FAZENDAS PARA LUTO N> LOJA PAVAO %" ESE:,
,.L -ntra resPeKav?' PiMico neste es-1 baratiam preco
^tett.1 s '^JlZ!K*mm** f3' qa^mprarera ^i
STuSiSt' S, ?rr. TM france" lhe far mn abatS.nto, garantindo-se qne
Sandadt fciJS? iffl? Hd8. ?** M hl"h valj naoito raais dinheiro.
?em vndo' Sioantoin\ ^fW lM,,,'d'- P este ***> "* M tr eit0
*m iS^WSiaP i... S0.n.doIasi- o*r'"da compra: aasnn como se veade
C?uTSSdS? L ftt3Pa' ^ on> fc,?ito Wntoo> dito, mmbmn com
por p^SSto.^ qa* tad w ***
6a precob.
Na loja do Pavao manda-se fazer qoalqor
i peca de obra a vontade do freguez, para o
que tem um perito alfaiate, responsabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
40300 RS. quer falta que possa baver, querjaer de-
aortimento de mnito, mora, quer por qualquer defeito m obra;
is inglezas com peiie para isto encontra o respeitavel publico
lo e pnnhos, peto oto grande sortimento de todas as fazendas
500 rs., cada urna qo* desejar.
BRAMANTE A 1800.
loja do Pavo eato conataatemente abeCteTho^aa da
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lences, dan-
do a largura d'esta boa fazenda o compri-
ment do teacol, sendo preciso para cada
om apenas 1 ef/a metros ou i e i/4
la pro'^reco. '
ihSa as '9 8a nomte
Vende-se um grande sortimento*8as me-
Ibores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 30500 peca at a mais
fina que vem ao mercado.
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende-se um bonito sortimento dos me
lhores e mais modernos "rpi lilhoOfri
do barato preco de 50000 at 80OC
CHITAS FINAS DE 320 A 500 1
Vende se o mais elegible sortfmoBtc
mais modernas e bonitas chitas tanto mn
das como gradas, com carea otaras
curas, dando-se de todas amostras.
FUSTOES BRaNCOS A 840, 800 ^
Vende-se maito bonitos
muito flexivel proprios para
senhoras e ronpa para meninoa 1
a 640, 800* e 10200 rs. o covado.
CaVMM a 14 rs.
O Pavio eet vendendo bototos cj
ftaa*240,aWe30t



Diario de Pernambdco Ouaria. eira 4 de Maie de 1870.
i
r
v
'
,
I MIL 1.1
ARIA A IIIIPERITRIK tf* *
Esquina da ra da Aurora, em frente do caf Imperatriz.
N'esto novo o surapluoso esiabelecimentude fazendas encontrarlo as Exmas.
'* mi lias tudo quanto possam desojar, tanto em artigos do rrwis rigoroso luxo, como em todas
s auis qualidades de fazendas,
Alm de se acharem prvidos do quo de melhor se cnconlra neste mercado,
sor lodosos paquetes da Europa, receben directamente o que em artigos do moda e
4o- mais apurado oslo so encontra em Pars, o que vena cada da augmentar s propor-
fdes de que dispe este estabelecimer.to para bem servir stia numerosa freguezia.
Algodo largo para lences e toalbas de Gase com listras do seda e flores, fazen-
asdas as qualidades que costuraa vir ao mor- da inteiramente nova para vestidos de baile.
Grvalas para sentioras e bomens, o mais
Alpacas do todos os padroes e qualida-
tes to variadas que se nao poden descrc\ er.
Arbuns com msicas para collocar retratos,
Wicado presente para qualquer pessoa de
tima.
Atoalhado de linho e algodifo, branco c
4 cores proprios para toalhas.
completo sortimento que se podo desejar.
Guipure preto o branco, diversas largu-
ras e diUerentes gostos.
Collas e punhos bordados para senboras.
Guai-danapos de linho pequeos e gran-
des.
j Gorguro de seda preto ede cores.
1 Grosdenaples preto e de cores, luven-
Basquinas de seda pretas e muito moder- 0 diversas qualidades e gostos.
8, bem como de crochel, ludo de apurado ry
josa e feitio. Japonezes para sondeas, o melhor gos-
Bales de musselina, madapolo, brancos to, e fazenda propria para as festas nos ar-
de cores, para senbora e meninas, rabaldes e passeios a tarde.
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinhos ou liras bordadas em todas as Lazinhas do todas as qualidades, cores
larguras. i e gostos, nao ficaudo Dada a desejar, tal
Belbulina de todas as cores. o sortimento que existo para escolhcr.
Bolsas do tpele para viagem, grande Lencos, ludo quanto pode baver desde
ariadade de lamanhos e gostos. esguio ao algodo commum.
Bombazina prela de todas as qualidades'. Leques de madreperola e osso, o mais va-
Bramante de linho de 11 palmos de lar- riado sortimento.
fnra, e todas as mais qualidades. Ligas de seda, bordadas, para senhora.
Bretanhas de linho e algodo, grande sor- Luvasde Jouvin.chegadasportodososva-
timento. penes, sempre novo sortimento, quer em
Bgins de linho branco e de cores, do mais pellica para homens e senhoras, quer em^fio
commodo ao mais caro em qualidade, alfian- d'Escocia, brancas o de cores.
jando o que ha de melhor na especie. i Brins d'algodao completo sortimento o Madapolo; indescriptivel o grande sor-
firiedade de pre;os. lmente que lia ueste genero, desde o mais
r*j elevado prego ao menor, que se vendo em
Cassas de odres, o maior sortimento, pri- pr$a e retamo por menos do que em ou-
aando pelo bo:n goslo e barateza, atientas ta qualquer parte.
qualidades. Mantas de blondo para noivas : o apurado
Gambraias brancas, tapadas, e transparen- goslo dos nossos correspondentes em Parta
ves de todas as qualidades e precos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
Camisinhas de cambraia de linho e cassa cstabelecimemo o que de melhor se dse-
bordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para homens t meninos, to va- Mantas pelas de blond.
r.'ado sortimento que vai do mais ordinario
saadapolao ao mais perfeito bordado de li-
e cambraia.
Camisas de meia, do flaaella, brancas e
ia cores para homem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
gm se pode imaginar, seudo d'isso a me-
Mr prova o grande eonsumrno dellas na
Skina da casa.
apellas de flores, para noiyas e bailes,
esde a mais candida flor de iarangeira al
gosto.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos preto?, trancados e usos.
Mssena branca e de cores, lindos e va-
riados padrees.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao' mais superior, por prego muito
c.immodo.
Pannos de crochet, para oadeiras e solas.
Ditas de casemira muito Anos para
mesa.
mais interessante griaalda. Peitos bordados de linho, lisos e de al-
Chapelinhas no melhor gosto.de todas as godo para camisa,
^res boje preferidas pelas senhoras de I Princelas pretas e .,e cores,
sais apurado rig-r na moda. Popelina do seda e linho, com listras e
Chapeos pretos de velludo, para senhoras, j flores ; fazenda lindissima.
dtimo gosto de Paris. Peltieiinas para senhoras, do ultimo
Caapeos de sol, para smhorase homens,
'e todos os prejss e variados gostos.
~haly com ritos padroes para vestidos.
Ciarles de todas as quades, avultadu
^aero o nao monos varieda\le de gostos,
Chitas, impossivel dcscreversbitimen-
'0 e variedade do padroes e novos gestos,
ba neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-
ginar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos ontei-j
tes, varios lamanhos.
Colchas de seda cora borlas, o mais apa-
nda g-isto e lavor.
Ditas de fustn branco e de cores por
pre-;os commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
eos para sentaras.
Cortinados de cambraia bordados e de
Cl.o que de mnlhor so podo desojar.
Golarinhos de inho bordados o lisos, o
euior sortimento.
CE
Damasco da 13a de 9 palmos de largura
Ijadas cores o ricos padroes.
OB
Esparthos trancos e de coros, para se-
ahoras e meninas, o melhor neste genero ;
oenhuma Sra. deiiar por certo de muir
e de to precioso auxiliar perfeico de
an corpo delicado.
ntremelos bordados.
Escomilha preta.
Enleites para cabeca, ultima moda do
Paris, recebida no ultimo paquete.
Esguio de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padroes,
Fimos de crochet, modernos com cintos
capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
os gostos e padroes.
Fosiao de todas as cores e qualidades
pande sortimento.
Flanella branca e de cores.
Flores, que ha de mais rico, quer
olas, quer em ramos, tem o PAVILHaO
fjyk AURORA am permanente jardim a
disposiyo das Exmas. familias.
(IUNDE MIME
Quando a AGU1A BRRCA mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, jostamouteiquando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderao e relevarlo,
continuando portanto a dirigirem-se a bem cnhecida leja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n, 8, onde sempre acharo abundancia em sorliraento de soperioridade em
qualidades, modicidade em precos e o sea minea desmenilido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica dito se conhece qee o tetnpo de que a AGUIA BRANC V pode
dispr, empregado apezar de seus custos no descmpeoAo de bem servir a aquelles que a
honram procurando prover-se em dila loja do que necessilam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mats conhecidos ali, ella resumidamente indi-
elegencia e novidade os tornara recommendaveis, como
cara aquelles cuja importancia
btm seja :
Corpinhos de cambraia, primorcsmente
enfeitados com Otas de selim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico do ador-
nos es tornara apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderla
dizer querendo descreve-Ios minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
c o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao n33sar o preten*
dente se lhe apresentar o quo poder de
melhor.
Entremcios cm pecas de li tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas o monta-
na.
Meias de seda para oivas.
Ditas aberas de fio do Escossia.
Costumes ou uniformes para menioos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatnhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Ffl de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tiesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balan.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinisrao
urnas sbstuem as oulras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caisinhas de vidro enfeitados com
podras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para Lrinquedo de
enancas.
Diversos objectos de poro.-iar.a, proprios
para enfeiles de mesa e de lapinhas.
AII WiZEXS
NOS GRANDES
K .HOLIi.ieOS
Perfumaras ; os mais finos extractos o
quo de melhor c mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suave no olphalo, tem o PAVILHAO DA
AfOHArdesue n \^rdadeira -agur Fot*-
da at o mais fino Buuquet d'Amour, fiuai-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor do urna senhora de gosto.
S3as bordadas, brancas, lisas e de odres
com folhos o sem elles, o melhor possivel,
Sahidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, usas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sargelim de todas as cores o qualidades.
Tapetes grande?, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os la-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior G mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e aJgodo do todos os
taraanlios, li.-as c felpudas.
Tarlaiana branca com palmas e de ccres,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
"^
Vistuarios bordados de fusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
bap'.Uados, o que do melhor tem viaoo a
este mercado.
Vestidos de 18a escoceza de 3 salas,
novidade peiopadro, goslo eforma; ditos
de linho cora barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas-Exmas. freguezas, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado goslo em semelhante materia, gra-
eas ao bom gosto do nosso fornecedor nm
Paris, podemos garantir que ninguem neste
genero o possue melhor, nem mai3 em
conta.
ET dispondo to grande e variado -ortimento que os proprieUrios do PA-
VILHAO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sracerida-
Prvidos de tudo e promptos sempre a prover-se do que por ventora lhe
teja necessario, os proprietarios deste suroptuoso eslabelecimento recommendam-se
em receie de serem contradictos e protestam esforcar-se por continaar a merecer
proteSo que se Ibes tem dispensado ; corlo de que do seu estabelecimento n5o sahira
o freguez descontente.
Contina sempre a o&cma de aifaiate dirigida por um dos mais habis artis-
tas, promplo esecutar com promptidao e bom gosto qualquer trabalho que lhe seja
coofudov Urna modista especialmente occapada nos trabalbos do PAVILHAO D i AU-
RORA, dirige os que lhe sao coacernentes, garante por seu apurado gosto e promptidao
na execuco e a mais completa perfeico nos atas trabalbos.
k- tme.-isa*freguezia que nos honra urna prova de que merecemos o con-
eitoqae se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
ex mais. Pera facilitar anda a concecucSo do fira que nos propomos, temos no nosso
esUbeiemente os ltimos figurinos do Paris, que recebemos por todos o$ paquetes, os
com o.padj-30 da fazenda o gosto na forma.
Na olllcina de aifaiate, junto ao estabelecimento, ba igualmente o .fignrinos
HrihiMHf" y" por todos os vapores se recobem.
E' este o modo porque nos apresentamos pedbido a protecoo do iflostrado
(>uilico e com o mais profundo respeito convidamos s exceilentissimas Sras. a vi
iwm n noiwo estabeleeimento, .corta de encontrar em ne'le pelo menor preco possive-
tod que poden desejar. '
Mandaremos caixeiros levar as fazendas e amostras onde forem pedidas, visto
lio podernos especificar todo quanto temos.
Joo Luis, Sobmnk$ & C
Abeirto das 0 s 9 horas da noite.
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter^o.N. 23.
DE
SIMAD DOS SANTOS ft C.
PROGRESSO
-4>fee
SOTOS & F
DO
GALLO VIGILANTE
lina do Crespo n. 9
Os proineiarios dosio bem conhecido estabele-
cimenm, alm dos ninilos objectos que tinham ex-
fostos a apreciac-ao do respeitavel publiGo, man-
aram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
finas e mui delicadas cspeiaKdades, as quaes es-
lo resolvios a vender, como de seu costume,
por prcros muito boratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas do pellica, pretas, brau-
cas o de nroi lindas core?.
Mui. boas o bonitas, gollinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que h3 de mais moderno.
Superiores pentes do tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeites para caberas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfm, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e ostes pretos.
Muito superiores meias to do Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se vender m por 30000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20*,
aim destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao do marlira com lindas e encantadoras figu-
ras do niesmo, neste genero o que de melhor s
pode desojar ; alm destas temos tambem grandi
3uantidade de oulras qualidades, como sejam, ma-
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. ete.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e mperiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Bo3s meias de seda para senhora e para meni-
nas de I a 12 annos de idade.
Navalhss cubo de marlm e tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa ver tam-
bem asseguramws sua qualidade c delicadeza.
Lindas e bellas capcllas para muva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para cncher
labyriulho.
Iions banilho? de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo im.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
fumarlas o dos melhores e mais conhecidos per
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
fa*'ilitam a donticlo das innocentes enancas. So-
mos desdo muito recebedoros destc3 prodigiosos I
collares, e continuamos a recebo-Ios por toaos os |
vapores, afim do que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
es que delles precisirem, vir ao deposito do gallo
vigilante, sond sempre enconlraro destes verda-
deiros coliares, e os quaes atlendendo-se ao fim
Sara que ao applicados, se tendero cora um mui
minuto lucro.
Rogamos, pois, avista dosebjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren)
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilanto, ma do Crespo n. 7.
KSCOJ.A PtMRM
Msdalha de Vrata 4890
UQUEUB
otGOfe^sfflmE
GUYOT
ETRACTO DE AlCATRAO.
nico nirrlicaHipnln a|)|irorado por lodos o
llospiais de l'raiifi, llclyica e l|i.irr1]j como :i
mcioj prp.ir.rAo insl.rulTUfi c regulada, cm
duiet da \C.VA Dl AI.CATIIAO.
{ Dual tfitlicratlan fra uileg de liniiil. porrada
litro de an*a, ou urna .utherada pequeta por
rn.lrt copa i/rmnle.)
O uioriiilradnr nih cnrrxlro i, mil-
n?Ora ,,,,,". bro.wliH e da
Kxir/Sr firma Ho intentar J
Dimuto Ge&az. C/?L.
8o ilisPrain's-B'irgews 11
! IMHIS.
fFOUTn : nn fin de Jan tro. Itii|>mii4ii>lli; mi
llihit. S,h Loon; n.i l'trammtat. |>. kiafw
.: '; ni Ja-nn*.-, l'irr.-.r.i i:i (.'
sf.^saag^
&&
Viude-'c .i casa terrea com solea sKa ra
da > nz;il;i nova n. 2L, pum s lirad- de nm andar
e solfm qoe fica npslnndos co n fi: na ra da Cinz ii. i Vendse urna ibniu muiia de l annos,
bonita' e pc:a propria ira morarpba mB-
mo para so tazer nina dadiva : na itu de Huilla
11.'W. |
Vende c ;i rt*a n. lo do l>ercrt do (UUbo-
cA velho, pi r rtrlr.iz da na Nva, lado do iwri* :
tratar na meraia c"-a.
COGNAC.
10. -*
ftha-----4 De superior qualidade da mui accredtt*
da fabrica de Bisquit Dubouch & C, ce
cognac urna das quo mais agurdente dt
cognac, foruecem para o consummo d<
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa do Th. Just. ra di
commercio n. 32.
O verdadeiro portland. S se vende n
ra da Madre do Deus n. 22, armazem d
Joo Martins dp Barros.
R RE IRi
Os proprietarios destes bem sortidt arj
freguezes tanto dcsta praca cetno do malto qu<
art:,s participara aos seus innmeros
tendo feito grande diminuiao de pre-
.'os as suas mercaduras esl2o por isso resolvidos a veod por meno* de 0 e 20 I
do que cl outra qualquer parte, garantindo-se paranlo a s p-rior qua.idade de qual-
quer genero comprado testes dous esUbelecimertlos. Mencionamos-alguns dos nossos
gneros e a vista destes sao comprebendidos os \ oatros, porque enfado!
cina-los.
Se alguem duvidair venha ver.
Vinagro branco mandado- vir por conta I Ga|z amen&QO marca Deves a 6S00 a
propria vinio do Lisboa, a 320 a garrafa e
i80 o litro.
dem tinto Figueica, Lisboa o Porto aj
320,280, 2 O e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vinho Figaeira, Lisboa, Porto o Estreito
a .'GO, 300 80 e iOO a garrafa litro a 840
700, 720 o 6O0.
Vinho branco puro de Lisboa a G40 560
a garrafa, em porco ha abatimento.
Vinho do Porto, engarrafado das melho-
res e mais acretadas marcas l 3000 e 5200
t300 e U a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. Julien a
7oOO o 0;55CO, a duzia e 610 rs. a garafa.
Genebra de Holanda e laranja doce aro-
mtica a 63300, 75, lloOO, a frasqueira.
Serveja Bass, Illers & Bell a 95800 dr
zia em porcia ha grande abalimenlo.
demra.rea H eT e oulras marcas a
i'QQ e 65, a duzia e 300 rs. a garrafa.
Assim como ba oatros muito?
passas e figos, charutos finos de diversas
qualiddes, perola, Francy-cracynel, a, b.lc, Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa
lace de Varietes, combination, Britania, dota de guiaba fina, chouri^as, manteigas finas
franceza e ingleza, banha da Baltimor, plosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Canda, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as qualidades, fjrinlia del milho americana, grandes molbos de sebol-
las. nestes dous armazens existe tambem g/rand" sortimento de loocas propnas para ne-
gocio, que pelos seus commodos pr8?o fa vantagem aos compradores.
VENDE-SE on arrenda-se o engennd
S. Gaspar, sito na freguezia de Serinbaem
comarca do Rio Formoso, prximo do em
barque, com grandes partidos de pal <
tnassap roda da moenda, mallos mangoet
para madeira necssaria, bom pasto, etc.:
a tratar na ra d'Aurora n. 2G, cu na dt
Imperador n. 20.
Ua,l380 rs. a garrafa e 360 o Tiro.
Azeile doce de Lisboa a 000 e jJ'iOQa
garrafa em ooro faz-sa grande abatimen-
to. )
Caf em caroco a 220, 240 e 2-0, a li
bra ojkogrammo a 480, 540 e 600, e
7500(1), 7tf5G0 e 85800 arroba.
Mil iw alpista 200 rs. a libra e 440 o ki
lograi ama e.*800 a arroba, em porgo ba
abatir ento.
Qu ijos frescos do ultimo vapor a 35200
e 34 0O :ada um.
Ale ra, macarro, talharim a 500 rs. a
libia i 15100 o kilogrammoem caixo ha
ablim nto.
Sabo massa de Ia e 2a qualidade a 220
e 40 rs. a libra era caixa ha abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki'ogrammo, em arroba ha
arde differenca.
{miaros, vinho em ancoretas, azeitonas,
larcas, marmelada, bolachmhas de todas as
Deposito efectivo Jos productos dn comp-.uihia das
aguas de Vichy emo stjim :
Airua Source Celcstins.
Dita dito Hantrrive".
Dita Qhateldon etc. etc.
Saes de Vichy para banho;.
Pastilhas de Vichy etc. etc., tudo por prcijos mui-
to em conta, em casa do Tisset r'ns, ra do Com-
mercio n. 9.
Os mesmos .teem para vaader cognac superior, e
vanos do diversas qualuiades.
I
Venda de lampe oes
p ra Iluminado.
loja de fmiileiro de Antonio Moreira Piolo,
na trAiressa da ra do Vigaro n. 3, tem par ven-
der 30y a 400 lamp Oes promptos, muito econo-
mices pAr^-erem para gaz liquido, e dao excellen-
telozr flles antes que se acabem, nitores en-
earregados (de Iluminacoes, que sSo baratos.
ez de Maria
Canucos e
Um niiido voi
maos devotc para o mez
d Maria.
e encadernado de coaro
U600.
DamarrMnim dourado
,00
lviuriaVranceza.
AVISO
Em casa de Mills Latham *, roa da Cnu n.
38, vendem-se folhas de ferro giwuiadao.
Engerido
Mi*erior >ml
St. Eatephe & St julien :
Rtcife numero 5.
Bordeaox
roa da Cadeia do
Admiren*!!!
Vende-9e o engenho Santa Hita na freguezia do
Chita* escuras, cores seguras, )gae se veadem a
140 rs o covado, ou 10*000 coB 42 covados,
attendendo a quantidade res.->Ivea-se\a vender por
Cabb, stres leg*a da-psiacto d i 0!ini3, mwito este prego. E'lSo acabando-sa : na jrna da Itnpe-'
boro d* tarraii e tiie eom agtm sera prersr de rrtria ft-f, loja coa o titulo da Ie5o"]onto a orna
aQude, tem trras para i,o00 p&ei : tratar no loja deiOBriefc.
eogenba Pimeniel junto do neanu.
3 cordeiro previdenu
"".] bvo e variado sortimento de perfumar
finas, e outros objectos.
, Alm do completo sortimento de perh
marias, do que efectivamente est prvida
toja do Cordeiro Previdente, ella acaba o
receber um outro sorlimcnlo que s"e ton
otavel peia variedade de objectos, superior
iade, qualidades e commodidades de pr>
;os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
e espera continuar a merecer a aprecia?'
do respeitavel publico em geral e de si
boa freguezia em particular, nao se afo-
lando elle de sua bem conhecida mansid
e barateza. Em dita loja encontrarlo c
jpreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, frai
ceza, todas dos melhores e maisacrediladc
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacSo i
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e ch
ros agrada veis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen
i outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano?
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ch
'o de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igot
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalidad
com escolhidos cheiros, em frascos de din
"entes lamanhos.
Sabonetes em barras, maiore3 e menor
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em fig
ras de meninos.
Ditos muito finos em caxinha para baxb-
Caixinbas com bonitos sabonetes imtate
(rrjetas.
Ditas de madeira invernisada coatendo >
aas perfumaras, muito proprias para pr
entes.
Ditas de papelio igualmente bonitas, tu
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de un
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentet.
Pos de camphora e outras differem
qualidades tambem para denles.
Tnico oriental de Kemp.
Atada mal* coque*.
Um outro sortimento de coques de n
vos e bonitos moldes com flete de vidrilht
e algons d'elles ornados de flores e fita
esto todos expostas i apreciadlo de qott
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeiclo.
FlTellaa e Um para dato*.
Bello o vahado eortrmento de taes objs
tos, ficando a boa escolba ao gosto do coi
;prdop. __________
Vende-svubb boa taberna tea .fregaaia*.
Vende so urna uMa oarante-M nao ter vloioanom achioaes : ns raa ra das Larangelras n. 16'. a tratar na /ra d
DireiU n. 3, i? audar. Cruzes n. 33.
;na
CEMENTO
ATTENQ&
Vende-sc um terreno pan edificar, com 119
palmus de fnnic o 130 de tundo, na ra do Gaz ;
vend'-sc todo ou paite dolle : a tratar na ruado
Sania Itita n. 1.___________
vende-k a taberna da iu.-i tniperlal 9. 2i6 o
urna bu gara| emi bem afreguezada : a tratar na
rncni.______________________________
Cabriolis.
Vende-se dfflos eabrtnlets, sendo um coberto o
de uuatro lorias, e ootlM Uugcarl, auibofl eoni to-
dos os arreii'S e pertenecs : ni c-clifira de Tho-
n.az Lins, ra de Santo Amaro.
\cimtn. m; r-,n. > n 1.1 i h i- ..ni..na
nara qiialuuer obra por meno dn* luieem niira
^Iqu^garle, cuea*# do libante esiS'Mi
da P..nie v'eiili, at> lin Mwil'tr l'HW'fi vt-m-o
eneommondiis e vai-se fnzer iualoi"'r servir...
Vendem-se 1u;is cscravas, urna cam dad.'
de 15 e nutra de 24 aono, lendo esia a habilidad.>.
de engominar, coznbar, lavar e c ser, e aquella
com principio do engommadn. costu a e lavagt-m :
a tratar na praca du Onde d'Eu, our'ora prici
da Boa-yist, loja de cera.
Vende-se por preco Cflmmmhi uma esrrav/i
ainda inora ; a tratar na ma i-va n. 4S 2 and r
Vende se II) feravas pr.las e nn-latas de 1.'
30 amos, .Igumas com habilidades o tod.is bo-
lillas figuras : na ru.i de Hnrtaf n. ilfi.
Vndese a armacao da taberna do pateo d;i
Penha n.8 : tratar jnt> n. 10.
ESSiUVS FGIDOS.
Fugio do enuenlio Mai;aiia'suziribo no dia
28 de abril de 1^70 o escravo Felippc com idade
de 22 annos poneo mais ou menos pun os -ipraes '
seguintes : preto, altura regular, nlhng empapos-
sados, denles limados, ps grande, clieio du eo>
po, levou vestido ealea de brim do uuadras, ca-
misa de n a da polio, chapeo du Chile, c urna pis-
tolla de espoleta ; quem o pegar ladera entregar
no dito eugeiiho quesera recompensade: oana ra
do Ligamento ti. 20.
Fugi > no dia 11 de n arco do corrente anno
o escravo Francisco, cabra, de idade 30 annr.s,
com os signaos seguintes : cabellos caraimIms,
rosto descarnado e ci m marcas de belgas, inti-
tula se ser livre, levou calcas brancas, palito! de
alpaca de cor e chapeo do Chil^, nati.ral da
Parabyba, e foi comprad ao Sr Delmiro ai ves
Hala, morador na Parabyba e julga-seter ido
para o mesmo lugar ; desde j protesta-se contra
a pessoa que o liver ocultado. Hnga-se ao* capi-
les do campo, assim eomo as aud i iil.ule-- poli-
ciaes que c tragan ma Direita n. 16. que s.ra"i)
generosamente gratificados._________________
Contina a estar i'ogido o nleqae Ciepnrio,
de 17 unos de idade, crioulo, com faia d>- d. n-
tes na frente, testa redonda, olhos virus, c. m urna
marca de queiiindura na barriga, e outra na rfixa
ce nina estrepada j antiga ; go caximbo : quem o pegar pone levar ao enpenho
California em Serinbaem, a seu senhor Joi Flo-
rentino O. de Albuquerque, ou a ra da Piaia u.
31, que ser bem r< compensado.
Fugio no dia 20 do corrente. d engenho
Dromedario, termo da Eseada o escravo de nenio
Antonio com os signaes seguintes : idade de In-
te e tant.'S anno?, cor talara, alto, as pema- um
i juco arqueadas falla-ibe um dente na fren *. rto
ado de cima e tem uma das juntas dos ps nm
ponco mais grossa do que outra, go-ia de imSar
limpo, e um pouco conversador, ainda nao um
barba, mal se divulga alguns cah-lios na tonta
do queixo : roga-e s authorid^des prwWs e
capifes de campo a captura do mesmo e |*v*lo
ao mesmo engenho oa no Hecife. roa da Moe.ta
n. 5, segunda andar, escriptor o> Manoel a I
Ferreira & C. que sero recompensi-d. s.
I BORltAfHX __
VoA>m no aiiiaaoi araareik. de Vieentn Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
j eei^io, sm bameas grandes.
Fugio do eogenno Pitirab uai unarca da
villa do Cabo no dia .24 de abril o escravo crionl),
acabralbado, de nome P.-dro, de idade de IR n SO
annos, pouco maia ou menos, com n signaes se-
guintes : altura regular, bem feilo de shdh, o-t,.
nm tanto comprido, olhos grandes, i^har anv-rtm-
do, foi agarrado no dia 23 do correle na >
de'Santo Antao, tendo-f e evadido das ma>
portadores, julga-se que -egow novawnie a. m. s
ma estrada, indo em segiiimeoto par S Beni n i
lugar denominado Pao d'Alho, annd
maos e os anaigoe SMihnre ; pede-
despolicias e caatics de campo
mesmo reravo e enstefa-lo no n sn |
son senhor, Domingos Jdnia Pereira M
no Recite na rea da Meeda n.
eacriBkkro da Manaeki Alves Fermnde
sera generosantente recompen'
No dia 5,
pada ia alienar
rio, idade
chuda, blgi
ieron um
*d eafis^B
ticia d<> ba
a padaria aorna, q
COfll6'

, i-
fp rpr/ininei
'Vt A



8
Diario de Pernambuco Quarla feira
1870

chamava. Subi
I

r>er Pedro Banal .irte
\i quanto tcmpo reside era
^Hlti.-Hi set mv.es.
I trlr. ix.N3i disse semeUiante
i Sr. N ild! ;. aqudle siahor iu
#2, o Rutila* vjzo tivt oxaiio d
na sai conversar, o com ello, qae \) en-
tend) mnil; bm as soas palavras.
Presiente. O S-. Natal onve ? '
Testemunhi. Estou bem certo de ter
ouv.do o qua' disse. .
O 5r. Morlreux Digo que alo repet
que Vctor Noir dera urna bofetada no princi-
pa ; ist > to ontriro ao bom sonso cono
verdide, (rumores no auditorio.)
Testemunha Nao ha confuso; n3o
fallei de Vctor Njir ; disse que tinlia sup
I' jst que poiii ser um d'aqaelles seaho
es, oa Victor Niir, talvez, por sso que o
seu orpo e lava all.
Presidente.Sr. Morlreux, ouvis a teste-
muiha, o seu depoimento muito catingo-
rico.
O Sr. M rlreux.E eu dou sua narra-
cu um desmentido nao men >s calh;go-
rio.
O Sr. Wachter, quarefita e quatro annos.
e-rnalista, redactor d. CoiMittilionnel. A
11 de jan-ro. de manha, dirigi-me ai es-
cnplorio d> Conslitutionael, ia a apertir a
m3o do S \ Langie, gerente do jornal, qu indo
me disse : Vos que conheceis Ulrico de
Fouvielle e Victir Noir, qual a vossa opi-
ni3o a respeito do artigo da MarseiU'iise:
sobre o acto de accusacSo antecipado, asig-
na !o por lilrico de Fiuvielle? Respond.
me se eu estaba s6; rospo que sim;
-mo que dois homens que nSo conhe-
cia o tinham id) insultar a sua casa, e
havijn batido; notei que a face do princi
pj estiva vermelha.
. Pcdiu-mo que prevenase o commissario
d i p ilici.i, afi n de que Ihe fossem manda-
dos agentes de polica pira sua seguranca;
que depois d'aquHles horneas he terem
batido, elle hav.a desparado contra um
l'-lles e que o ferira. Sani, e alguns ins-
tantes depois. fui mandado pelo men sub-
brigidelro para a circulado; acompanliei
o c >rpo de Vctor Noir a casa mortuaria.
Vi o S-. Luiz Noir que vinlia adiaota do
COrpo: O Sr. de Fouvielle e o Sr. Groussel
aproximirom-sc d'elle ; e elle d t Deixai-me tranquillo.
P.A que hora fui o dimeslieo do prin
cipa chimar vos?
R.s dim horas menos seis minutos;
menos cinco ou seis minutos.
P.O'esle m ido, lendes bem presente
que vistes na face do principe o vestigio de
uma pancada ?
R. -S:m, senhor.
P. Anda se nota va esse vest ;io ?
R -Ni face.
P.Eslendi i-se atraz da orelha ?
R.Nao so-altor.
O presidale leu o depoimento da teste-
munha que quasi idntico.
P.Qual era o vestigio da pancada, uma
echunose, urna contuso.
R.Sm senhor.
Anlr Bilaoiac, brigadeiro de polica da
eidide, purtencente brigada d'Auteu ; a
10 da Janeiro s duis horas menos um
quarto, li?. eu a chamada dos policial; um
quarto d'hora depois um polica veio-me
Aqnelle acto deacmsaco antecipado nao dizer que tinha- sido morto um hornera em
me inspira nenhuma especie de cunanca.
e vou explicar ao tribunal porque.
Em emsequencia de um dueilo em que
Sr. de Fouvielle linha sido testemunlia.
achava-se no .bano dos aecusados, o eu
nao quiz aggrtvar a sua situaco dizendo
toda a verdade. O Sr. de Fouvielle e ou-
tra pessoa tlnbam sido testemunhas d i Sr.
Gustavo Floarens, que havia provocado o
Sr. Paul de Cassagnac, e aproveitaram um
incidente pira publicar urna carli no fina-
tbit, e -ssi cwU ri5o era mais do que uma
calumnia gratuita ; dizia se nella q ie o
pensamento d'aquelle encontr tinha pro Iu-
zidj no Se. de Cassagnac um sjffrimenlo
d entranhas.
Ncste oso. aquellos dois sniores li-
nham sabido di sua posic) de testemunhas
para se tornaren insultadores, quando a
vida de dois horneas eslava em perigo.
Para apoiar a miaba apreeiacjna verdade
d'aquclla caria, disse mais ao Sr. Langie:
L'mbraivos de uma cousa de que j vos
fallei um daque Ulrico da Fouvielle ha-
via referido di rite de mim uma dessas bis
lorias que se referem a respeito de 1851 c
1831, e que eu Ibe disse : Mas nao re-
pitaes semelhantes disparate ; sabis per-
lamente que nao mais do qde uma calum-
nia. E le respondeu ent3o :. Ah meu
caro, a calumnia uma arma de que te-
ios direito de nos servir contra inimigos
polticos, que militas vezes tem sido indig-
nos nosso respeito.
Quiz-se desfigurar aquella conversa, que
fui completamente-mudada quando se tra-
toa do Sr. d*Oms.
O Sr. Lerous.A testemuulu conhes3>
o canter e os hbitos de Viclor Noir ?
T.A respeito d'elle nada tenho a dizer ;
Victor Noir est morto.
OSr. Leroux.-Gomprehendemos todo o
respeito qua se dsve a uma campa; mas o
infere se da verdide, o interesse da defesa
i permittem acceitar uma reserva abso-
luta. Li na declaraco da testemunha pe-
ralte o juiz da iostruefao estas palavras :
Disse pala miaba parte que linha como ex
acta a narraga.j feita pelo principe em pre-
senta dos hbitos de b/utalidade de Victor
Noir.
T.O Sr. d"0m3 tinha-me perguntado
isso, o eu devia fazer conhecer a mnha m-
pressao.
OSr. Laorier.Resulta deludo isto que
O Sr. Wachter nao conhecia Vctor Noir se-
q3o de vista.
P. Uma vez que este fado foi trazido
para o debate, necessario que seja escla-
recido. Sr. Wachter, conheceis Vctor Noir?
T.Gomo se conhe e outro j irnalista;
eram relaces accidentaes sem ntimidade.
Luiz Eduardo Darleux.Triutd e tres
aaoos, agente de polica.
No dia 10 do mez de Janeiro, s duas
as menos cinco minutos fui chamado
pelo bolieiro do principe Ernesto : disse-me
FOLHETIM
OS DRAMAS DA ALDEIA
POR
Ponson du Terrail
(Continuaco do n. 98).
XVIH
Em novembro anoutece depressa.
Da berdade do Sapal, onde Anatole se
abrigara da chuva e se demorara uma hora,
a S. Florentino eram tres leguas.
Sem embargo, como elle tinha boas per-
nas e conhecia os atalhos, chegou a S. Flo-
rentino um pouco antes de sete horas.
A volha ta comecava a inquietar-se.
D'oude veos to tarde ? perguntou
ella.
Anatole, quando se sentou mesa, con-
tou singelamente a sua aventura da casa da
Geifeira com todos os promeoores.
A velha senhora estava ao facto d'esta
historia e partilbava da opini3o do cura
Daval com respeito innocencia de Rou-
xino'.
Anatole fez-lbe uma descripcao to com-
movente da miseria do infeliz, que ella dis-
e-Uw :
- T9ma-lbo-hemo8 pan o servico. Elle
trabamou no campo ; deve ser um servo
. ul-
ese o meu desejo, porom...
- Porm o que ? exclamoa a ta
Recetas que o persigam em nossa casa ?
ido-se com a. reconlacSo do
a Si a. de Mtsseny proseguio oo
mesmo tom :
Estejsoiaf era asylo sagrado n'outros1
>s... tinhamos privilegios...
o os temos agora, miaba ta.
i tarnos sempre o de ser cariu-|
molas redargaio ella altiva-
cisa do principe R maparte, e que o corpo
estava em casa do pharmaceutico Mortreux.
Fui all i; encontrn o corpo de Victor N)ir.
Eslava l o doutor Sammazeuil, o phir-
oaceutico, e o Sr. Pasqual Groussel; este
ultimo disse-me que tinha mandado aquelle
himjm con o Sr. de Fouvielle a casa do
principe Bonaparte para Ihe pergunlar a
raza > de um insulto. Sihi da pharmacia ;
no camioon encontrei o Dr. Morel; tomos
ju it> s a casa do principe : esta disse-me :
Aiabo de ser victima de uma cilada; dois
b mens veram a miulia casa ; um d'elles
batHu-me; e o principe mostrou-me a sua
fice esque da, onde linha ainda alguma ver-
melhidao.
A teslemunha refere a narraco do prin-
ciie, tal como muitas vezes j temos re-
produzido. Ouvi depois, accrescentou a
testemunlta, o Sr. de Fouvielle, o qual me
disse : Fui encarregado cora Vctor Noir
pelo Sr. Grousset, da ir pedir-lhe uma sa-
tisfaco.
A lestemunha reproduziu depois a nar-
raco do Sr. de Fouvielle, reproduzida
egualmente muitas vezes no decurso d'este
debate. A testemunha continuou : s
cinco horas um grupo de individuos veio
para procurar arrombar a porta do prn-
cipe, a chegaram a arrombar uma porta do
fundo. Vieram-me prevenir. Gorri all com
vinte homens, e encontramos a porta ar-
rombada, mas os assaltantes tinham fgido.
Um polica que est ha mais de trinta ainos
em Auteuil, disse-me que nem um d'aquelles
individuos era de Auteuil.
Eugenio Roussiere, vinte e nove annos
inspector 4& pAffflff: noei um grupo de
pessoas prximo da casa; dirigi-me para all.
Um sujeito disse: Ah eis aqui um po-
lica, e exclamou um medico depressa.
Fui a casa do doutor Dem anche ; e como
esperasse all intilmente voltei, e encontrei
um grupo de pessoas que nao ennheci; en-
contrei l o Sr. Darleux e o Sr. Samma
zeiul.
O Sr. de Fouvielle reclamava o seu cha-
peo, e a sua bengala do estoque, e eu dis-
se Ibe : Vou faz.-r com que vos dem
esses objectOS. Encontrei um collega mais
antigo do que eu que me disse que nao
era aquelle o momento de ir casa do prn-
cipe ; reflecti o nao fui, e fui antes para a
eslaco de polica ; conduzi all o Sr. de
Fouvielle que eslava ii.uito excitado ; nao
sabia bem explicarse, mas'eu comprehen-
di-o.
Pelo camralto fez-me a narrar i do que
se tinha passadu em casa do princip: to-
dava nao poda comprehender, quem tinha
dado ou recebido a bofetada.
O Sr. Floquet.Eis'aqui o depoimento
e-cripto da teslemunha : Elle respondeu-
me : Qua linha sido encarregado cmi.elle
de entregar uma carta as principe Pedro
Bonaparte ; que este, tendo-a recebido, se
tinha approximado da janella para a 1er;
mente.Esses nenhuma revoluco peder
usurpar-no los.
Tem razo, miaba lia, porm deve
notar que estamos rodeados de povoacoes
e que sempre que aquelle desgranado sahir
de casa ser seguido por olbos adversos.
Mis, emfira, disse ella, raeio venci-
da pelas obsjrvaces do sobrinho que
queres fazer em seu beneficio ?
Fallarei esta noute anda ao bom
cura e arralaremos algum dinheiro para
o desgranado, ao qual mandaremos para
longe d'aqui, onde socegado possa ganhar a
vida.
Peis bem, meu filho, vai; ser raas
urna boa acc3o que addicionars s muitas
que tens praticado.
E, medindo-o com um olhar orgulhoso,
concluio :
Sois um perfeito cavalheiro, senhor
barSo, e creio jue Deus vos escolheu para
levantar do abatimeoto a nossa nobre raga.
E o'essa ooute a Sra. de Misseoy reoun-
ounciou de bom gradoa partida de gam3o
que iovariarelmenle jogava com seu sobri-
nho.
J passava de oito horas quando Anato-
le, agazalhaBdo-se com o seu casaco de
pelles, tomou o caraioho do presbyierio,
que ficava do lado d'alm da aldeia.
O castalio esquerda, o presbyierio
direita, eram como duas sentnellas da
aldeia mirarem-se as aguas do Loire,
um com sua velha torre, o outro com seu
humilde tecto de tenas avermelbadas.
O cara Daval, que a maior parte das ve-
zes tal hora aodava por esse orando de
Ghristo, achava-se entSo em casa e nao es-
tava so.
Quando Vnatole batea porta, eslavara
seotadas com elle tres pessoas, volta da
fogoeira.
Era ama a velha criada Nanan, que, se-
gando o costume, dorma ; a oatra Bigoroe
acabara de ceiar e stava anda comen-
aqoi ?
Que elle respond
mandados pelo Sr.Foclinfort Que c
amigo sa tinha approximado do pflnc
levantando a m3o, o diendo-lbe : < Sois
am cobarde i. E Ihe dra uma,bofetada.
Nao comprehendi so fra Viclor' Noir que
dra ou recebara alofetada.
OSr. L'?riu\. necessario 1er o flm
do depoimento, que 6 este : Ghegamos
eslaco de polica, aou.de estavam reunidos
o sub-hrigadeiro Coulheront, e onlros agen-
tes. O Sr. de Fouvielle recomecou a sua
narraco. tal como a acabo da referir, sem
todava fallar da pTlavra cobarde, qoc tinha
pronunciado quindo eslavamos sos.
* Tambem nao disse que o sen amigo li-
nha dado urna bofetada ; contenloo-se em
dizer que em conseqttencia das palavras tro-
cadas entre o principe e elles, o seu amigo
avancra, levantando a mao.
O Sr. Leroux.Approxiraando esta parle
com a primeira parte da declarado, certo
que nSo pode haver duvida.
O Sr. Laurier. este o ponto da dis-
cuss3o.
O Sr. Floqnel. Veremos beov se n3o ha
duvida.
Franceschi, agento do polica, 3 annos,
em Auto i!.No dia d > acontecimento, pe-
las duas horas e um quarto. apresonton-se
o Sr. de Fouvielle ni estac3o de polica,
acompanhado do polica Biissiro. Disse
que vinha de fazer um depoimento contra o
principe Pedro R imparte, e eis aqui os
termos em que elle fez a sua declaraco :
A uma har e nvia, apresentei-me em
casa do principe com o meu amigo Viclor
Noir. Estavamos enearregados de Ihe en-
tregar uma carta do nnsso a oigo Pasqual
Grousset, que o provocara a dueilo, em
conseqnencia da um insulto impresso n'um
jornal da Gorsega, La Rvanche, que tiiha
.pparecdo a 20 ou a 30 de dezon\bro. Fo-
mos intmduzidos em casa do principe, e o
meu amigo Victor Noir apresentou a carta
ao prncipe, o qual, depois de a ter lido,
disse: NSo cenheco o Sr. Grousset, assira
como vos n3o conheco. NSo com elle
que tenho a tratar, massim com o Sr. Ri-
ebefort Tendo-se o meu amigo chocado
com as pdavras que o principe acabava "de
proferir avaneot para elle, levantando o
braco.
Neste momento o principe tirou.da algi-
bera uma pistola, e fez fogo contra Noir.
O Sr. de Fouvielle occultou-se atraz de
uma cadeira de bracos; o principe appro
xioiou se, e desfechou um tiro de pistola,
cuja bala tocou parte superior do seu pa-
letot; e que enlo, para se salvar, fra obr-
gado a atirar com a cadeira s pernas do
principe, conseguindo salvar-se, gritando :
* AsviSiiiiii i.
Goulherat, agente de polica, 49 annos.
Na segunda-fera, 10 de Janeiro, pelas
duas horas, acabava de ser rendido do meu
servico, quando o polica Boissire condazio
; eslaco um sugeto, que depois soubo'ser
o Sr. de Fouvielle. Este contou diante do
mim e de muitos policas que se havia
apresentado cora o seu amigo Victor Noir
em casa do principe Pedro Bonaparte, e que
Ihe tinha entregado uma carta do Sr. Grous-
set.
Accrescentou que o principe tinha rece-
bido a carta, dizendo : i Nao conheco oor.
Grousset, nem a vos ; o Sr. Rochejbrt
que eu espero ; sois os sus marolas a&sj.
lariados perturbadores ?
Neste ponto Noir disse: Somiis os
amigos dos nossos amigos ; e, ao mlesmo
lempo, avancou um passo para o principe,
e levantou a mo, como para Ihe darj uma
bofetada. '
Depois deste gesto que o Sr. deJFou-
viclle in licava, comprehendi que amigo devia ter dado uma bofetada no< prin-
cipe, ou pelo, menos quera dar-lh'. 6
Sr. de Fouvielle accrescentou que enlto o
pri icipe tirara uma pistola da a'gbeirada
calca, e tizra fogo contra Victor Noir, o
qual satura por uma porta que se a chava
aberta no salo ; que elle se collocr pela
parte de traz de uma cadeira de bracos. O
pfmcipe disparou contra elle um tino de
pistola, que Ihe baten na gola do paielot,
mostrando o signa!. O Sr. de Fouvielle ac-
crescentou tambem que sahira entSo do sa-
13o, e que o principe Ihe disparara segundo
tiro que Ihe nao tocou.
P.Dest modo, depois do gesto que fez
a testemunha, tendes comprohendido que
Victor Noir dra, ou quizra dar, uma bo-
fetada ?
R.Sim, Sr. presidente.
Carlos Fernand Sapplet, 35 annos,; agen-
te d<) polica.Na segunda-feira, lOtde ja-
indi-
de Foo-
lia vindo aquelle
lio ptmt daaempeohar junto do principe
de que o seo amigo Pasqua
^^K o havia ene rregado ; isto de
Bwr reparar.30 por um insulto que o
prrocipe Ihe tinha dirigido no jornal La Re-
vanche Cors, de 30 de dezembro.
Accrescntot que o sen amigo e elle ti-
nham sido introduzidos em casa do prnci-
pe ; que Victor Noir entregara ao principe
a carta do^J^e fra e icarregado. O prin-
cipe tomn conhecimento do que continua
a carta, e disse : Nio conheco Pasqual
Groujjset; o negocio com Rochefort, e
a elle que eu esp ro. E vos, quem sois ?
Sois tambera desses perturbadores, desses
carnnhas? Ent3o Victor Noir, julgando se
ofendido, avancou para o prncipe c fez sm
gesto. Comprehendi por aquelle gesto que
Victor Noir linha dado uma bofetada no
principe. Mas o Sr. de Fouvielle n3u pro-
nunciou esta palavra.
O Sr. de Fouvielle, chamado de ivo.
Sr. presidente, nao disse absolutamente se-
nQ o que vos repoti, a toda algente, ao Dr.
Pinel, e ao Sr. Sammazeuil, e nunca alterei;
tenho sempre dito : Pedro Bonaparte in-
sulto V.ct >r Noir, bileu cm Viclor Noir;
Pedro Bonaparte assassinou Victor Noir.
N3o podia dize-lo n'outros termos; mas
disse o que vi, o que sei, e o que na m-
nha consciencia, que a verdade ?
O Sr. Presidente. Mas elles teem dito
que fizestes um gesto que inlerpretam as-
sim : que o vosso amigo dera uma bofetada
no principe.
OSr. de Fouvielle.N51 trato de inda-
gar os motivos que Ihes fazem dizer o que
dizem ; emprazo-os para apreseniarem pa-
lavras que apoiem a sua inlerpretac5o.
O Sr. Floquet.Qaer o Sr. presidente
perguntar testemunha se e le dirigi des-
de logo, naqnelle mom nto, um processo
verbal daquelles dizeres ?
OSr. Balagiac.Sim, senhor.)
O Sr. Floquet.Aonde est essejproces-
so verbal ?
OSr. BalagnacPois bem estaba mi i
nha disposicao.
O Sr. F oquet.Mas nao. O juiz dajins-
traci;o fez observar teslemunha que de-
va haver um processo verbal, e n) dia se-
guinte a testemunha escreveu ao Sr. Oms
urna carta concebida nestes termos :
Sr. Presidente.
Hoje posso ter o duplicado do meu re-
lalorio que fiz no mesmo da do aconteci-
menlo. Desejaria que o relatorio servisse
de depoimento, porque o duplicado ser
presentero tribunal, e eu record me me-
hor dos factor tal qual os escrevi, do que
os tenho deposto perante vos.
Balagnac.
Effectivamente um duplicado deste rela-
torio foi mandado ao juiz da instrueco ;
mas pergunto, aonde est o original, e em
que estacSo se acha ?
Presidente.Ei lo aqu.
O Sr. Floquet.Perdo, Sr. presidente :
n3o este o original, o duplicado, segun-
do resulta da carta de remessa. Isto disse-
se no dia 11, e o relatorio s foi mandado
no dia 19.
O Sr. BalagnacHa no nosso escriptorio,
acorn em todos os escript trios, um registro
em que se escrevu ludo quanto se passa de
importante. Este registro foi mandado ao
Sr. ofltcial de paz, que redigio o seu frela-
.orio no ruoi&tro.
Presidente.Aonae bV TSK) TBgiArc9
Existe elle ?
O Sr. Balagnac (com hesitado).Certa-
mente est em... em... em... no districto
(rumores).
O Sr. Floquet.Tenho o sentimento de
observar que se nao irata de semelhante
cousa no relatorio do secretario de polica
o Sr. Roidot.
O Sr. Demange.Sem duvida, o Sr. Roi-
dot disse-vos que s tinha entrado s cinco
horas e meia.
O Sr. Floquet.Os interrogatorios fo-
rana a II, e o relatorio s foi entregue ao
Sr. Oms a 19 ; espera-se que seja prompto
o systeraa para se produzirem as provas.
O Sr. Champagne, 37 annos, polica.No
dia 29 de Janeiro, indo entrar de servico,
encontrei o Sr. Lechanlre, negociante de
lenha no mercado d'Auteuil; disse-me que
tinha ajudado a conduzir o ferido para a
pharmacia.
Perguntei-lhe se tinha ouvido o Sr. de
Fouvielle dizer alguma cousa a respeito do
que se passra em casa do principe : Sim,
o Sr. de Fouvielle disse : O principe um
canalha, um crpula, um vadio ; matou o
meu amigo ; mas o mesmo porque levou
uma bofetada.
do um pelaco de pao com carne de porco
salgada ; e a outra a joven meslra da ps-
cola'de S. Florentino, que o cura obrigra a
jantar n'esse dia no presbyierio.
Pamella, lendo chegado havia oito das,
pareca satisfeita. X
O cura Duval, depois que ella obleve a
sua habilitaco para o'magistero, nao des-
cansou em quanto nao conseguio a sua no*
raeacSo para aquella aldeia.
Tinha muito a peito vigiar pela orphaa e
o bom do sacerdote considerava a tarefa em
raetade tendo-a prximo de si.
Arranjou-lhe para criada uma viuva, em
quera depositava a maior conlianca.
Pamella ia ouvir todos os dias a mssa
que o cura dizia ao amanhecer e na volta
para casa fazia-lhe sempre uma visita..
Um dia disse-lhe elle : /
Minha filha, eu tenho sesenta/annos
e os cabellos todos brancos ; alm,' de que,
o meu passado respoode por m m. Tenho
alguns inimigos na aldeia, que o sao mais
das rainhas vestes do que da minha pessoa;
podes, por tanto, sempre que queira, ir ao
presbyierio, que ninguem /murmurar por
isso.
Pamella nao se fez rogar mais.
as nootcsem que a cura ficava em casa
Bigorne, depois do jatitar, pegava na lan-
terna e l ia buscar Ja menina.
Depois da morte do commandante Ricar-
do, e sobretodo depois da drama judiciario
que narramos, o /cora e a-joven mestra ti-
nham sempre evitado toda a conversa con-
cernele d?sac/parc3o do testamento.
O cura nanpa pronunciava o nome da
Martina, e Pamella, se algoma Vez fallava
da casa da Rjposeira, era para fazer votos
pelo descano eterno de seu tio.
De resto/ji odissemos, Pamella nio era
j aqoelleyypo melanclico sobre cuja fron-
te pairaU uma eterna navem de tristeza.
Torturada desde toaros aaoos pelas da-
rezas da vida, adquirir um carcter firme,
resignado e de bom humor.
Apezar da sua pouca fortuna, ra com
frequencia e s vezes tanto, que deixava
ver bem duas ordens de denles iguaes,
niveos e lustrosos como peredas.
Quando Anatole entrou, estava ella rela-
tando ao cura os motivos porque se senta
perleramente satisfeita em S. Florentino.
A casa da escola era commoda e aceiada,
em bom local e reparada de fresco. Tinha
um pequeo jardim, em que tencionava na
inmediata primavera cultivar as mais bellas
flores.
Desde o primero dia soubera ella ga-
nhar a sympalhia dos discpulos e dos pas.
Erara-ie dispensadas todas as attences,
e alguns mandavam-lhe todas as manbas
fructas e lacticinios.
E, por ultimo, nio se achava ella prxi-
mo do sea velho amigo, do amigo de seo
infeliz lio, cujo nome nunca pronunciava
sem se Ihe arrazarem os olbos de lagrimas.
O que poderia, pois desojar mais ?
E o bom do padre eseulava-a risonho e a
dizer comsigo :
Quem sabe se a Providencia, dtsher-
dando-a, tinha suas vistas secretas ? Tal-
vez baja de ser mais feliz n'esta situaco
do que oo meio da riqueza, exposta s tor-
mentas do grande mundo I
O cara ficou am pouco sorprendido com
a ebegada de Anatole, o qual, como disso-
mos, apenas Ihe fazia orna visita por anno,
em quanto qae elle ia varias vezes curapri-
meotar a Sra. de Msseny.
A cosinha, qae era a casa onde o cara
no invern prefera estar, por ser a sua
sala fra e ; hamida, estava pouco clara
quando Anatole entrou.
N'um ngulo da casa arda um pequeo
candieiro, que poica mais luz dava do qae
os reflexos da fogoeira.
Anzole, ao primeiro intuito" apenas vio
confusamente am grupo.
Dirigi-me depois es(a^^^^H_
ao brigadeirr
i,n n
tante necessario redigi las por
escripto.
Fui prvenWt Sr. Lechantre, qae veio
conigo a casa do brigadeiro, e repeli o
que havif dito.
Pergaow-lhe porque tinha guardado por
tanto tempo o silencio a respeito das pala-
vras que acabam de se descrever cima, c
que sao muito importantes ; respondeu-me
que o3o tinha nunca comparecido parante
os tribunaes, e que linha receio de que isso
podesse prejndicar o seu commercio.
Eugenio Alfonso Lechantre. 28 annos, ne-
gociante de carnes, caminho de Versalhes
Ajudei a conduzir o corpo para a casa do
pharmaceutico ; fomos cinco ou seis pes-
soas para esta operacSo ; eu a do lado da
cabec'. Durante o-trajelo ouvi estas pa-
lavras : Elle matTO o meu amigo, mas o
mesmo, porque levou ama bofetada Mas
qu'm disse isto ? N3o vi, e n3o posso dizer
precisamente que ouvi estas palavras da
bocea do Sr. Fouvielle, por isso que o n3o
va, e elle marchava atraz de mim e muito
prximo.
Mas est >a certo de ter ouvido as pala-
vras que acabo de referir.
Presidente:Estaes bem certo que foi
a mesma pessoa que disse: Elle matou
o met amigo e depois repetio S' o
mesmo, porque levou uma bofetada ?
Testemunha:Sim, senhor.
O Sr. Fouvielle, chamado de novo : NSo
esta uma teslemunha; elle nao me vio;
nao me ouvio.
Testemunha :Eu soo a primeira teste-
munha de todas, e digo que haveis dito
isto.
O Sr. de Fouvielle :Asna primeira de-
claraco foi de que nao sabia quem tinha
dito.
Presidente:Mas que outra pessoa vos
teria podido dizer semelhante cousa ?
O Sr. de Fouvielle :Nao tenho que res-
ponder a essa pergunta. Nao tenho que
rae oceupar do que se diz as miabas car-
tas. (Com aniancao). Mas "aflirmo que
absolutamente falso! (Risos e rumores).
Presidente : Silencio 1 Nem mais uma
palavra I. Lembro ao auditorio que preci-
sa respeilo s testemunhas.
Testemunha : Estas palavras foram pro-
uttnciadas durante o trajecto da casa para a
pharmacia, e lembra-se o Sr. de Fouvielle
que raostrava o seu palelot rasgado. Dizia
tambem aos agentes de polica :
t Mandii um polica, mandai muitos po
licias para a porta do principe, para que
ninguem entre all, porque quantos all fo-
rero, quantos elle matar.
Presidente :Mas a final, por que que,
lendo ouvido essa conversa t3o importante,
n3o tendes fallado Iu mais tempo jns-
tica ?
Testemunha :Nao quera com isso pre-
judicar o meu negocio. (Risos).
Presidente :Nao eras fornecedor da
casa do prncipe ? Nao liabas algumas rela-
ces com os seus servicies ?
Testemunha :Moro dianle da casa delle;
eis aqui tudo.
O Sr. Floquet:Mas porque que a tes-
temunha nao falln quando foi interrogada
em II de Janeiro pelo commissario de po-
nda ?
Testenunha:Nao, senhor, nao fui in-
terrogado em 11 de Janeiro.
OSr. Floquet:Como assim! Eis-aqui
o que a testemunha disse ao Sr. juiz da
:fii^iTOt^ao":
Quando o commissario inlerrogou os ne-
gociantes do mercado, respond s pergun-
tas que me dirigi, mas como nao bavia ne-
nhuma que fosse relativa, nem ao Sr. de
Fouvielle nem ao transporte do corpo, nao
fallei a semelhante respeito.
Foi s 27 de Janeiro, que tendo en-
trado o polica Champagne, Ihe disse que
tinha auxiliado a conduzir o corpo de Vc-
tor Noir para casado pliarmaceutio.
A' 29, o mesmo polica, indo no seu ser-
vico veio encontrar-rae e perguntou^me se,
emquanto ajudei a transportar o corpo de
Victor Noir, n3o linha ouvido dizer alguma
cousa. Foi entSo que lite disse que tinha
ouvido as palavras que cima releri.
Presiden'e :Isto n5o tem grande impor-
tancia quando elle o nega agora.
O Sr. Floquet:Perdo, Sr. presidente :
a testemunha est cm contradicho com o
seu interrogatorio, e nega ter sido interro-
gado ; estas contradices parece-me que tem
grande importancia.
Presidente: NSo neg a sua importancia,
mas nao posso reconhecel-a.
O Sr. LaurierEm fim resulta da ultima
declaraco da testemunha que nao tinha sido
O cura ergueu-se attenciosamente e offe-
receu-lhe uma cadeira.
Anatole, todo entregue ao principal ob-
jecto da sua visita, e sem prestar por isso
attencao a Pamella, que se achava de p e
silenciosa na outra extremi Jade da chamin,
contou singeUmente ao cura o encontr que
tivera com Rouxiool.
O cura, reparando que a sua pupila era-
pallidecefa, estremeceu, e por isso se
apressou em dizer-lhe :
Agradeco-lhe, senhor baro, a lem-
branca que leve de me associar a nina
boa aeco ; partilho exactamente das suas
ideas. Supponho aquelle desgranado rano
cente ; mas, em todo o caso, digno de
compaixao, e o3o s n3o devenios deixa-lo
perecer mingua, mas coovm desde j
procurar um meio de efficaz proteceo.
Anatole inclinou-se em signal de assenli-
ment, e o cura, querendo evitar mais algu-
ma alluso aos sinistros acontecimentos de
que a casa da Raposeira fra tbeatro, pro-
seguio logo :
Tenho um velho amigo, coadjnclor em
uma parochia do departamento do Sena e
Marne, a urnas vinte leguas d'aqui. Dare-
mos a Rouxinol algum dinheiro e recom-
menda-lo hemos. O abbade Gsrvazio ar-
ranjar-lhe ha commodo em qualquer casa de
lavrador.
Anatole, apertando-lhe a mo, disse com-
movido :
O senhor um perfeito cavalhe ro I
Mas diase-me que esse desgranado
nio tinha pousada certa, e por isso talvez
se n3o encontr.
N3o Oo grande a floresta que eu,
procurando-o, o n3o encontr amanilla.
Amanha ser cedo ; preciso preve-
nir primeiro o meo amigo, mas d'aqoi a
dous dias poder o hornera pr-se a caminho
N'aquelle momento o velho relogio do
caita de carvalho, collotado a um canto da
casa, dea note horas
:ommi>sari
O Sr. Laurier:ffco
O Sr. Mourcoin, Arcbitecto em A4R:
Estava com outras pessoas em frente da
botica do Sr. Mortreux, para onde acabavam
de transportar o corpo, e vi um sujeito, qae
sube depois ser o Sr. de Fouvielle que fal-
lava a respeito do aconteciniento; disse-lhe
eu : O Sr, est ferido?Nao me respon-
deu elle. E como eu lite per'guntasse
corr.o as cousas se tinham passado respon-
deu rae assim.
Entregamos a cari ao principe, que a
leu, e disse que n3o tratava com marolas",
mas com os patras. Porguntaram-Ihe en-
to o que entenda por marolas, e elle res-
ponden: Vos deveis sbelo Era al
guma cousa como homens asalariados. Foi
ent3o que Victor Noir levantou a mao...
Nao aflirmo sobre este ponto, levantara a
ni31... E dizendome isto, o Sr. de Fou-
vielle indicou-me o gesto por um moviraeoto
tal, que, na minha convicc3o, comprehendi
qae era uma bofetada; mas aqui, perante
a justica, nao posso allirmar que ella tinha
essa signiScaco, e depois o Sr. de Fou-
vielle accrescentou:
O principe atirou sobre um, e ea s
pude escapar p ir milagro. Repilo'a pa-
lavra exactamente) principe atirou se-
gunda vez sobre elle.
Repito o que tenho dito muitas vezes, e
quasi na occasiSo, a muitas pessoas em Au-
teuil.
Presidente:Em fim nao podia afflrmar
que o Sr. di Fouvielle tinha dito que Vic-
tor Noir tinha dado uma bofetada.
Testemunha:NSo ; mas quanto assim,
fez um gesto de tal maneira convincente,
que comprebendi uma bofetada. Eu, se
alguma pessoa, quem quer que fosse, me
iratasse como um hornera assalariado, ter-
Ihe-hia dado uma bofetada; eis-aqui o mo-
tivo porque, na minha opinio, aquelle gesto
era conveniente.
P.Eis em que termos S sr. fez essa
narrativa na instrueco:
Vendo o seu palelot, roto, agarrei-ono
sitio onde eu tinha visto o buraco e per-
gunlei Ihe : Est ferido ? Respondeu-
me : NSo, nao estou: Mas, accres-
ceitei eu : que se passou ? A sua pri-
meira resposta foi esta : Havia entre-
vista. Foi sabida. *Insist para sa-
ber o que se passra. Responden-me :
Havia entrev'sla em casa do principe :
eulregamos-lhe uma carta. O principe de-
pois de 1er, disse-nos: Eu desejo tratar
cora os araos, e nao com marolas. Vic-
tor Noir volveu: Que entende por ma-
rolas ? Tornou o principe: Bem ha de
saber. Viclor Noir perguntou : E o
homiem pago ?E', respondea o prncipe.
Enlo, accrescentou Fouvielle, Victor Noir
deu ou esteve para dar uma bofetada ni
prncipe.
O Sr. Demange :Isso mais afrma-
tivo.
P.A testemunha obedece a um escr-
pulo de consciencia que se deve res-
peitir?
O Sr. Fouvielle, chamadoA testemanha
confundi talvez uma palavra, um gesto, nao
sei explicar ; mas ea nao disse nada disso.
P:E' ent3o uma conspirac3o contra o
senhor ? __- ^ ^-------- -.
T:Disse', disse I Lerabre-se bemJ-Sc^
VI-.W.'a ", ao seu lado estava outro sujeito
mais alto. O Sr. tinba no paletot dois bu-
racos, notei isso, e na minha qualidade de
antigo militar, disse-lhe: Quem o salvou
foi a sua grvala. Tinha eu na cabera am
chapeo baixo o redondo que me cabio.
OSr. Fouvielle:Nao me lembro de
nada dsso. Vi muila gente nessa oecasijo*:
fallei com muitas pessoas.
T:O Sr. estava paludo e commo-
VidO !
O Sr. Fouvielle .Isso comprebende-se.
O Sr. Chiappe, logista em Auteuil.O
Sr. Mourgoin veio contar-nos que ajudra o
transportar o cadver de Victor Noir, eque
ouvira dizer a um sugeito: O principe
matou o nosso amigo, mas tambem recebeu
uma famosa bofetada. E tudo o que te-
nho a dizer!
P.O Sr. Mourgoin boje menos aflBr-
mativo do que nos autos.
T.Ello disse isto diante de mim e di-
ante dos meus amigos.
Um jurado.Mas a testemunha declara
que o Sr. Mourgoin Ihe dissera que fosse
ajuclar a transpoitar o corpo.
"
I
V

(Continuar-se-ha)
'V
Era a hora em que Nanon compietava
ordinariamente o sea primeiro soraoo ;
acordou, pois, abri os olhos, ficoa sor-
prendida pela presenca de Anatole e pedio
desculpa de nao ter .acordado mais cedo.
Em quanto o mancebo recebia affavel-
mente as suas desculpas, a velha, ergaeodo-
se, foi buscar o candieiro, que collocoo
sobre o panno da chamin, disando :
Estava realmente bem escaro aqui.
Foi enlo que os raios da luz se reflec-
ti ram no fornioso rosto de Pamella.
Anatole era um mancebo' creado, por
assim dizer, na solido ; nunca vira talvez
t3o linda mulher como Pamella; segara-
mente nao olhra para nenhuma como olha-
va para aquella. Estava fascinado, deslum-
hrado ; senlio o corago palpitar-lhe com
violencia e assomar-lhe demasiado calor ia
faces.
A visita de Anatole ao presbyierioTi'essa
noute foi mais demorada que de ordinario,
e quando o velho aira, mandando a Bigorne
que acendesse a lanterna, offereseu o braco
a Pjmellapara a conduzir a casa, Ah
acorapanhou-o.
Tambem n'essa noute o mancebo, depois
qae apagou a luz do seu crearlo,
tentou conciliar o somno.
Era presa de aaa extraordinaria
bacSo qae nao podia explicar
rito singelo e ao sea .corad
ali d'aquellas tempestuosas i
Ouvio bater soeces
horfi da noute oo re
j os primeiros lampejos
travara altavoz das cortinas
do elle, vencido pela l
cerrar oa olhos.
Foi longo o seo somno, d
"por mais de uma vez se
sonhog o formoso e trai
malla.



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