Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12104


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Full Text

*

i
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A
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}
TERCA FEtRJ
PAU A CAPITAL E LGAHIIS OHDE HAO SE PAGA POBTE.
tres me/t's adiantados .
Cada montero avulso. -
PA1A DEITBO l FOBA DA PB0VHC1A.
6,5000
423000
24(1000
320
Por tres mezes adiantados
'Por seis ditos dem. .
Por novo ditos dem .
Por om anno dem .
1
.
6*780
i3*800
20*250
27*000
DE PEMAMBIM
Propriedade de Maoel Figneira de Faria & Filhos.
Os Srs. Gerardo
, iAO ACEMTES:
Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Connives Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo5o Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Sirva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrioo de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa d Penba; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Anto; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Aljes, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
CoTerno da provnola
MSPXCBOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DA 2S
DE AUNIL DE 187.
Mijar Antonio Jjs< Duarte. -- Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial, ouvindo o
Dr. procarador wll Anna Augusta Hueihe Jorge.A' vista da in-
'ormac,b como requer, pagos os direitos dividos.
Kemetta-se ao Sr. inspector da thesouraria de
aieoda par o> lias convenient-*--
Antonio Soriano do Reg Barros Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
flellarmino Alves Aroxa. Indellrido em vista
da tnformaco.
Custodio Flor).da Silva Fragoso.Informe o
Sr. lr. juit de direito da comarca de Palmires,
ouvindo o juiz municipal respectivo.
Joo Gnalberto Honrquos Pereira.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Liberato Tiburtino de Miranda Maciel. Fica
expelida a conveniente ordem.
Manoel Rayncro de Barros. Ao Sr. inspector
da thesouraria provincial com a portara desta
d*a.
Manoel Francisco do Reg,Fica expedida a
cooveniente ordem.
Miguel Arcbanjo Pimeniel. Fica expedida a
conveniente ordem.
Sebastio Gomes Barboza. D-se passagem a
proa.
Tlvmaz Caelano da Luz.Inform o Sr. inspec-
tor do arsenal de marinha.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
.SESSAO ORDINARIA EM 2o DE ABRIL DE
1870.
PRESIDENCIA DO SR. AGl'IAR.
(Conttnuar/io)
Ki 11 horas.da manha, feita a chamada achara-
se presentes os senhores: Vieira de Araujo, Fir-
mlo, Ribeiro Vianna, Gualter, Ges Gavalcante,
Pedro Alfonso, Reg Barros, Antonio Paulino,
Oliveira Fonseca, Paes Brrelo, Guedes Gondin,
Augusto da Costa, Ferreira de Aguiar, Vieira de
MeHo, Teixeira de S, Oliveira Andrade, Gusmao
Kobo, Gaspar Drummond, Miguel Pernambuco,
Souza Leao, Barros Wanderley, Mello Reg, Ga-
nda Cavalcante, Goncalves Lima, Cunba Figueirc-
do, Felippede Figueira, Correa de Araujo, Eluar-
da de Oiiveira, Hennquc Mamede, Cavalcante de
Alfcuquerque, Manoel Arthur, Pinto Jnior, Her-
niogenes, Ignacio Leao e Cavalcante de Albu-
qoerque.
Abre-se a sessao, e deixa de ser lida a acta da
anterior, por nao achar-se sobre a me-a.
(* Sr. 1." secretario d conta do seguinte
EXPEDIENTE
Um officio do Secretario do governo, transmit-
lindo o project) de posturas addilivas* da cmara
municipal de Ipojuea.A' commissao de pos-
turas.
Outro do mesmo, transmitlindo artigos additivos
de posturas da cmara municipal da cidade da
Victoria.A' commissao de posturas.
Outro do mesmo, remetiendo eontas, balanco e
orcamento da cmara municipal da cidade de
Olrada, com seu relatorio.A' commissao de orca-
mento municipal.
Outro do mesmo, transmitlindo por copia a in-
lorraaco da reparticao das obras publicas, acerca
d) abaixo assignado tamben) por copia, em que di-
versos proprietarios e moradores das povoacoes
do Loreto, Candeas, Venda Grande etc., pedem a
eonstruccao de urna estrada que onduza es-
taco dos Prazeres.A' commissao de obras pu-
blicas.
Oatro do mesmo, remetiendo o reqnelrasnto de
diversos proprietarios e moradores da freguezia do
Poco da Panella e:n que pedem a desapproprlaeao
dea ca^as de taipa sitas na Casa-forte.A' commis-
sao de lazenda e orcamento.
Urna peticao de Marcoluio Antonio Xavier, pro
lessor jubilado d cadeira de Ingazeira, pelindo
pira serde novo admitlido disciplinar em ai-
guma cadeira.A' commissao de instrueco pu-
blica.
Outra de Manel Pessoa deSiqueira C nipos, re-
p-Hidor dogymnasyo provincial, req lerendo a con-
signacode quota" para pagamento de seus ven-
cimentos.A' commissao de orcamento provin-
cial.
Outra de Guilhermina Francisca de Arauio
l.ir.s, professora publica de instrueco primaria de
Alaga dos Gatos, pedindo que a a-sembla mar-
que qgoia para aquella cadeira.A' commissao de
orcamento provincial.
Outra de Alexandre Americo de Caldas Bran-
dO, pedindo melhora em sua aposenladoria.A'
commissao de peticao.
Sao lides e approvados os seguintes pare-
ceres :
A' commissao de forca policial foi presente a
peticao, desaeorapanhada de documentos em que
Olavo Antonio Ferreira, allegando haver seguido
desta provincia para acarapanha do Paraguay em
fevereirode 1866, como alferes do corpo de volunta-
rios da patria, que receben a numeracao de 53, e
regressando no posto de lente, cujas honras
inetilares I he foram conferidas pelo decreto de 3
da marco ultimo, requer a esta assetnbla que o
mande addir ao corpo de polica.
Animado do mais ardente desejo de ver com
pensados, tanto quanto possivel todos os nobres
sacrificios que, ao reclamo da patria acadiram
pela defesa da honra nacionai; e apreciando em
alto grao a dedicaclo patritica de que dea mos-
tra o supplieanfe, alistando-se voluntario da pa-
tria ; 6 a commissao de parecer que, nao compe-
lindo assembla provincial decretar nomeaedes,
deve ser por este nico fundamento indefirida.a pe-
ticao, podendo o supplicante encaminba-la ao Exm.
.Sr. presidente da provincia, com a plena e robus
ta conftanca que inspiram as vistas justicosas da
administraecao.
Sala da commissao, 25 de abril de 1870.Gus
mao Lobo.P. Aflon$e.G. Drummond.
c A' commissao da fixaco de forca policial,
vio a peticao indoeummentada cora que Joo Goal
berto Correa, allegando ter seguido em dezembro
de 1865, para, a campanha do Paraguay, como
sargento de um dos corpos de voluntarios da pa-
tria, organisados nesta provincia, e haver regres
salt no de n. 53 com o posto de alferes, que fo-
ra"promovido e de que Ihe foram concedidas as hon-
ras no exercilo pelo decreto de 3 de marco ultimo,
pede para ser addido ao corpo provisorio de poli-
ca, designado por este modo continuar presta-
cao da seus servcos e obter em troco os meios
de que precisa para manter se e a saa fa-
milia.
t Aprecando devida mente a patritica abnega-
S com que o sapplicante acudi ao reclamo da
patria, na hora extrema em que todas as dedi-
oes foram chamadas sustentar e defender a
honra nacional, a commissao de parecer que nao
oompetiado a assembla provincial decretar ni-
com, deve serporieste nnico fundamento inde
ida apetelo, podendo o tupplicaoU eocarai-
naa-ia ame a administraecao da provincia cm a
confianca que lia inspira or justisataos t-
tulos. ^
t Sala das commissSes, 25 de abril de 1870.
Gusmao Lobo.P. Affonso.G. Drummond.
Sao tambem approvados os seguintes requer-
menlos da commissao de orcamento provincial.
Requeiremos que ao presidente da provincia
se peca ordem para que o inspector da thesouraria
provincial compareca s 11 horas do dia!6 do cor-
rente e mais nos seguintes, se for preciso salla
das commissSes, para dar as informacoes e expli-
cacos de que precisa a commissao de fazena e
orcamento.G. DrummondJ. Mello Reg.Ig-
nacio Ijfo.
A' commissao de fazenda e orcamento, para
einitlir o seu parecer sobre a peticao de Manoel
Kezcrra dos Santos, arrematante do acude de Be-
trros, pede que seja, por intermedio da presi-
dencia, ouvida a ropartcao das obras publi-
cas acerca do direito que asiste ao peticio-
nario.
Salla das commissoes, 23 de abril de 1870.
J. Mello Reg.Ignacio Leao.
Lem-se, a'poiam-se e slo approvados os seguin-
tes reqnerimentos :
Requeiro que pelos canaos competentes se pe-
ca com urgencia estas informacSes : '
1.* Quantos empregados provinciaes tem ob-
tido a gralillcajao por mais de tres annos de ser-
vico, e o quanto tem-de cada gratifleacao.
2." Se na concessao dessa gratilicacao conta-
ya m-se servcos militares, ou prestados em repar-
tieres geraes que j estejam contados eiu reforma
ou aposntadoria.J. Mello Reg.
t Requeiro que com urgencia se peca pelos ca-
naos competentes informacoes sobre os contratos
feitos com a companhia Pernambucana, declaran^
do se quaes as condicoes do primero, e tambem
dos que tem sido innovadas na parte em que tra-
ta das subvencoes. J. Mello Reg.
SojulgaJosobjectodedeliberacao e mandados
imprimir os seguintes projectos :
masculino, urna para o povoado de S. Joo do
Araripe e outra para Tsbo:as, ambas da freguezia
do Seiihor Bom Jess do Ex.
Art. 2." Ficam revogadas as disposic.oes em
centrario.
a Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, 2o de abril de 1870. Alencar Ara-
ripe. Ribeiro Vianna.Firmino de Nocaes.Oli-
veira Fonseca.Antonio Paulino.
Art. unieo. Ficam approvados os crditos snp-
plementares abertos por portaras do presidente
da provincia de datisde28de junho, 3,5,9e
22 de junho, 7 e 30 de agosto de 1869, 11,19 e
20 de fevereiro de 1870, todos na importancia de
65:673973, sendo 60:672*836 supplementares
lei do orcamento de 1868 1869, e 5:001*137, ao
de 1869 a 1870.
Revogadas as dsposicoes em contrario.
^ Sala das commissdes, 13 de abril de 1870.
S. R.J. Mello Rogo.Ignacio Iao.
Art. 1." O presidente da provincia fica auto-
risado a emprestar cmara municipal da cidade
da Viclona al a qunlia de 5:000000, pa-a a
eonstruccao de un cemiterio ni mesma cidade.
Arl. i.- A quantia de 1:030*009, dada por
Sua Magestade o Imperador para esse tira, ser
tambera applcada inesma obra.
a Art. 3. A cmara municipal da cidade da
Victoria (ica obngada a indemnisar as cofres pro-
vinciaes da sobredita qnantia de 5:000*000, no
espaco de quatro annos irtprorogaveis, a contar do
da em que a tiver recebide, pagando nos tres pri-
raeiros annos tres prestares de 1:200*000 cada
urna, e na ultima umi prestaco de 1:400*000.
Arl. 4." Ficam revogadas as disposigoes e.n
contrario.
Saladas commissoes, 25 de abril de 1870.
Dr. Manoel do Reg.Francisco Augusto da Cosa.
Art. 1. Em todos os territorios dependentes
de povoaco ou villa em que existirem cemiterio3
pblicos, expressamente prohibido inhumar-ie
cadveres em outra qualquer parle, nao ser nos
respectivos comiterios.
Art. 2 Naquellos territorios, porm, que dis-
taren) mais de tres leguas das respectivas povoa-
coes ou villas, ser permetlido sepultar os cadve-
res em quaesquer lugares para isso destinados,
obtendo previamente dos ad ninistradores dos res-
pectivos cemiterioi una permisso, pela qual se
Ihcs pagar a quantia de 5* por pessoa livre ou
liberta, e 3* por escravo de qualquer idade e sexo
a que pertencam. cuja quantia far parte das ren-
das da municipaliJade respectiva.
Arl. 3. Os administradores dos cemiterios,
recebero das cmaras municipaes d.ous livros
impressos e rubricados, com as permissoes para
os enterras fra d cemiterios, sendo um para as
pessoas livrese outro para os escravos, e sero
responsaveis pela importancia destas permissoes.
Art. 4 Os infractores pagarao de mullain-
dUtinctamente a iiuaniia de 10*, e o dubro na
reiocidencii.
_ Art. 5." Os administradores dos cemiterios
nao daro sepultura a cadver algum, nem per-
misso para que se po;sa enterrar lora dos cemi
terios, sem que se Ihes aprsente previamente um
atteslado de qualquer auloridade do lugar, anda
mesmo dos inspectores de quarteiro, se nao exis-
tir outra autoridade mais prxima, indicando o
motivo da molestia.
i Arl. li Ficam revogadas as disposicoes em
contrario.
t Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, 23 "de abril de 1870.Dr. Manoel do
Reg.
O SR. TEIXEIRA DE SA l secretario): Ten-
do fallecido o 2 oificial da secretaria desta assem-
bla, Franoseo Paes Barreto Lamenha I.as. cun-
pre-me na forma do art. 30 8 do regiment,
propor pessoa idnea para o substituir, neste in-
tuito redig a segrate proposta : (Le)
Proponho de conormidade com o art. 30 8
do regulamento da casa, a Francisco de Borja Oli-
veira, para o lagar do 2 offlcial da secretaria des-
ta assembla, que se acha vago por fallecmento
de Francisco Paes Brrelo Lamenha Lins.
i Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, 23 de abril de 1870. Francisco Tei-
xeira de S, l' secretario.
Devo tambem fazer sentir a assembla que ha
necessidade d i admisso de um collaborador para
acudir s urgencias do servico. A secretaria tinha
falta de dous segundos escriturarios, este que
acaba de fallecer e um outro que eslava no goso
de licenca por um anno, e que ltimamente pedio
um outro anno de licenca com vencimentos. Con
cedeuse a este empregado a lineenca que pedio
com metade dos vencimentos; por isso relo que
nao haver prejuizo para a provincia com a ad-
misso de colloborador, urna vei que a mtade
d )s vencimentos desse empregado que est com
licenca sirva para remunerar o seu servico.
Un Sr. Deputado :J foi concedida a segunda
licenca ?
O Sr. Tgixeira de S : Foi concedida pela
commissao de polica.
O Sr. Presidente :Depois que a assembla de-
eedr sobre a priineira proposta, o Sr. secretario
poder apresentar a segunda.
Vai mesa e apoia se a seguate emenda :
c Era lugar do proposto, diga-se Santino de As-
sis Pereira Rocha.Pedro Affonso.
Encerrada a diseassao approvada a proposta
do Sr.-1* secretario, julgando-se prejudicada a
emenda.
E' lida a proposta seguinte :
c Solicito da assembla provincial autonsacao
para a admisso de mais um collaborador para a
secretaria da assembla, attenta a necessidade do
avultado expediente, que ha all atrasado pela fal-
la de dous segundos oflletaesque esto em goso de
licenca a mais da um anno e um dosijuaes acaba
de fallecer.
< Paco da assembla legislativa provincia* de
Pero ambuco, 23 de abril de 1870. Francisco
Teixeira de S.
O SR. G. DRUMMOND pede algumas explica-
c5es, que sendo-lhe dadas, declara-se satisfeito.
E' approvado o peiido do Sr. Io secretario, e
em seguida lida a segrale proposta :
Vai mesa e apoia-se o seguinte requer-
ment :
Proponho que o colaborador seja nQmeada
pelo Sr. secretario.Mello Reg.
Depois de algumas observares dos Srs. G. Drum-
raund e Mello llego, requer este a retirada do seu
requerimento, o que Ihe concedido.
Era seguida lida e approvada a seguinte pro-
posta :
' Proponho para colloborador da secretaria a
Sebastio Manoel do Reg Barros.
t Paco da assembla legislativa provincial, 23
de abril de 1870. Francisco Teixeira de S.
ORDEM DO DA.
2" discussao do projecto n. 13 doste anno, que
transiere a sede da matriz de Cimbres para a ca-
peta de Pes lueira.E' approvado.
31 discussao do projecto n. 1 deste anno, que
revoga a lei n. 743 de 1897.E' approvado.
21 discussao do projecto n. 8 deste anno, que
altera os limites das freguezas d) Cabrob e
Sant'Anna do Sacco.
O SR. G. DRUMMOND justifica e manda a mesa
o seguinte requerimento :
Requeiro que sej adiada a discussao, at que
seja ouvido o Exm. governador do bispado.G.
Drummund.
O SR. OLIVEIRA FONSECA diz que tendo sido
adoptad) como estylo ouvir-se a autoridade ec-
clesiastca sempre que se trata da creaco ou di-
visa) de freguezias, estando isso admltido como
praxe, se nao se tinha j offerecido requerimento
nesse sentido por parle dos autores do projecto,
foi porque tambera a casa tem adoptado o costu-
me de solicitar essa audiencia sem prejuizo das
primeira e segunda iliscussoes do projecto ; por
isso, applaudindo o zoilo do nobre depulado qae
o precedeu, ofterece um outro requerimento, pe-
dindo a audiencia sem prejuizo da segunda dis-
cussao do projecto.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
Requeiro que seja ouvido o Exm. governador
do bispado sem prejuizo da segunda discussao do
projecto Oliveira Fonseca.
O SR. G. DRUMMOND maniesta-se contra o re-
querimento.
O SR. OLIVEIRA FONSECA pele a retirada do
seu requerimento, o que Ihe concedido.
Encerrada a discussao, approvado o requeri-
mento do SrG. Drummond.
2" discussao do projecto n. 1G deste anno, que
autorisa o governo a mandar reconstruir o theatro
de Sania Isabel.
O SR. F. DE PIGUEROA.Sr, presidente, nao
rae levanto para corabater .i projecto; estou dis
posto a vot ir por elle, como j o fiz por occasio
da primeira discussao, porque julgo til, necessa
ria e at urgente a medida que nelle se toma, om
prl desse bello edificio que no foi cruelmente
roubado no anno prximo lindo.
O theatro de Santa Isabel era um rico edificio,
um bello monumento, que, nao s servia de em-
bellesamento esta cidade, mas tambem offere-
ca-se ao publico as occasifies de espectculo
como um centro de reunioe de distraccoes, e bem
assim como urna es:ola de ltteratura e de moral.
O meu desejo de v-lo reconstruido s pode ser
medido pela dr que me pungi ao v-lo preza das
chammas sem remedio possivel.
Mas eu nao desejo votar por eile projecto lal
qual elle se a:ha, porque reconheco necessarias
algumas alteracoes, que, sem prejudicarsua essen-
cia, relringem-lhe a forma, com vantagem, meu
ver, para a provin;ia.
No art. 1*, que se acha em discussao, cu leio que
a reconslrucco do theatro ser feita por contrato
e com qusm melheres vantagens offerecer; e con-
fesso que nao me sao sympathicas essas pala-
vrascontratar com guern melhores vantagens
offerecertratando-se de urna obra para a qual
deve sabir dos cofres pablicos a necossaria
paga.
Nao me sao sympathicas es-as palavras, Sr. prc
sidenle, porque ella? inedizem que essa importante
obra ser feila por arremalaco, e eu implico com
esse modo de fazer obras pblicas, porque delle
tem vinlo provincia muitos males.
Predio que corlas obras, como a de que trata o
projecto, sejam feitas por administraco, anda
tendo certeza de que custem mais caro, porque
vejo nisso mais seguranca para o bam eraprego
dos dinheiros pblicos, porque as obras assim
feitas offereeem mais garantas de solidez e sao
mais bem acabadas.
Ninguem ignora que a classa dos engenheiros
bem piuco abundante entre nos, e que estes sao
gcralraente liomens de poucos recursos. eslas
circunstancias acontece que s por excepeo
um "engenheiro o arrerailanle ou contratante de
obras publicas, e d'ahi o irregular cumprimonto
dos contratos, porque os leigos que o fazem, na
eonstruccao das obras que arrematam, nao arris-
cara o capital de sua reputacao, como acontece
com o engenheiro, e s tratam de ganhar o mais
possivel, arriscando at a seguraBca da obra.
O Sr. Manoel do Reg :Leia o art. 2.
" O Sr. F. de Figueira: 0 que diz esse arti
go? Que a obra ser feita pelos planos e orea-
menlos das obras publicas e de accordo com a sua
directora. Mas isso o que se d em todos os
contratos para obras publicas, porque todos sao
feitos de acord cora a respectivas repirtico; isto
porm nao inhibe quea maior parte das obras feitas
por arremalaco seja defeituosa, nem obsta que
grande numero de contratantes, sonhando com
prejuizos que estao s vezes longe de terem, venha
pedir a esta assembla indemnisaedes, recorra
incampacoes, e sobre tudo empregue mos ma-
leriaes de eonstruccao, e depois forgiquem mlha-
res de tangentes por onde se eseapem accao das
condicoes onerosas dos contratos.
Nao quero, nao desejo que se veja as minhas
palavras urna offensa s obras publicas, nao; son
amigo do actual direetor, e nelle reconheco como
em todo o pessoal lechino, sobejas habilitares
para o bom desempenho de seus cargos. Mas
forca que tambem se reconheca, como eu re-
conheco, qu, no qae diz respeito arremalaco
de obras publicas, grandes e innmeros tem sido
os abusos com referencia ao camprimento dos
contratos.
Eu poderia apontar designadamente muitas
obras, algumas aqu mesmo na capital, as quaes
se verincaram fados excaodalosos no cumprimen-
to de certas condiccoas dos contratos para saa
eonstruccao ou reconstraeco. Mas nao desejo,
nao quero por ora acensar ninguem, e limito-me
tratar dos lacios em these.
Obras ha, aqu mesmo na capital, que, poueo
tempo depois de reeebidas offlcialmente das raaos
dos arrematantes, tem demandado concerios, e
concertos alias de aiguma monta.
De quem a colpa? Nao sei, no quero sa-
ber ; e apenas me sirvo disto para provar que as
obras feitas por arremalaco nao sao aquellas que
offereeem mais vantagens provincia.
De que valle, Sr. presidente, a economa que fai
a provincia nos orcaaentos das obras publicas
qae sao postas enr concorrencia t.
De nada, senhores,
&
porque a ganancia dos arrematantes leva-os a
prejudianrem as obras, para nao sahirem prejudi-
cados nos abales que fazem nos orcamentos, na
'Jcc!L'-i ,rre,n:"acdes ou concursos; e d'ahi,
sr.^wsi lente, segue-se que as obras, pouco de-
pois de entregues e reeebidas, demandara concer-
tos, queabsorvem s vezes sommas multo supe-
riores aos abates que por ventara fizeram os arre-
matantes em bem da provincia liara conseguirem
as infelizes prezas das obras publicas.
Ew porque, Sr. presidente, eu quizera que fosse
modificado este artigo, suprrando-se-lhe algumas
palavras. e reorganisando-se as restantes do for-
ma a Ticar est.ibelecido.qne a reeonstrueco do
theatro seja feita por administraecao, caso se nao
verifique a hypothese prevista n outro arligo do
Srnjwto, onde >e estabelece autorisaco ao presi-
ente da provincia para ceder a propriedade do
theatro a qualquer individuo ou cinpreza, que se
queira encarregar de sua reeonstrueco.
Eatre as muilas obras que se tem eilo por ar-
rematagai, aponta-so a substituido do lastro da
ponte de Santa Isabel, como uma 'das raras, que
foram bem acabadas. M is essa obra. Sr. presiden-
te, foi assim feita com solidez e perfeico, porque
foi seu arrematante um engenheiro distincto, que
lora por habito coilocar ajima de qualquer inte-
resse sua illibada reputacao.
Em geral, porm, nao se procede isso, porque,
repito, os leigos arrematantes nao conhecem nada
superior ao- seu inleresse, c este umi-deus foi, e
ha de sempre ser um mao conselhciro e um p?ssi-
mo arrematante de obras.
Um Sr. Deputabo : Mas hivundo fiscalisaco
par parte do governo esl tudo acabado.
O Sr. F. de Figueira :Nao tem sido sufll-
dente.
O Sr. Mvxokl do Reg :Una obra aqu na
capital :'
O Sn. F. he Figueira :Parece que assim de-
va ser, mas infelizmente nao tem acontecido como
fra para desejir; e, perguntari aos noores de-
potados, quaes tem sido as obras bem construidas
ou reconstruidas entre nos por arremalaco ?
Vu Sn. Dkputado : A culpa da reparticao das
obras publicas.
O Sr. F. de Figueira :J disse que nao sabia
de quem era a culpa, nem quera sab-lo por ora;
mas inelino-me a crr que a reparticao das obras
publicas tem cumprido com os seus deveres de
fiscalisaco das obras arrematadas, assim como
estou convencido de que os contratantes de obras
publicas sao em geral homens de pouca f e ni-
miamente dominados pela potenciainters se.
Ha urna classe de obras publicas que entre nos
nao lera sido mal executada, nao obstante serem
essas obras construidas por arremalaco, refiro-me
s pontes de ferro. Mas a razo disso est em
que essas obras sao feitas no eslrangeiro e de con-
ormidade cora os projectos das obras publi-
cas. Anda assim ellas nao lera sido isentas de
defeitos. Era algumas tem-se empregado ferro
de qaalidade inferior ao marcado nos desenhos e
orcamentos, em outras as fundaeces das colum-
nas leirj sido mal feitas, tudo isso em proveito do
arrematante e em prejuizo da provincia.
Em resumo, Sr. presidenta, eu repito que a3
obras publicas feitas por arremalaco tem sempre
tr.wido a proyincia prejuizos de diversas or-
den*.
E por isso, e para que ellos se nao repilam
que nao desejo qus a reconstrneco do theatro
seja feita por arremataco, e sim por adminis-
traco.
E neste sentido vou mandar meza urna emenda
ao artigo em discussao.
Vai a mesa e apoia-se a seguinte emenda:
o Supprima-se as palavras, desde j, com quem
melhores condiccoe3 offerecere diga-se: Fica
a presidente autorisado a mandar reconstruir o
theatro etc.F. de Figueira.
O SR.MANOEL DOilEGO: Creio que naojus-
lificavel a emenda apresenlada pelo nobre deputa-
do pelo 1 distrido, visto como no art. 2o do pro-
jecto esl consignada a idea de que as obras do
iheatro sejam feitas de acord com a reparticao
das obras publicas, o que bastante para garantir
a sua perfeila eonstruccao.
O Sn. F. de Figueira :laso d-se em lodos
os contratos.
O Sn. Manoel do Rkgo :Eu son de opiniao
contraria do nobre deputado: entendo que as
obras feitas por arremalaco sao justamente as
obras acabadas eom mais limpeza.
Um Sr. Deputado :Era todo caso sao mais
geral
r
rque essa economa en
fi real. E' aparente,
o ara tas.
O Sr. Masokl do Reg :GeralMente assim tem
acontecido. Vimos que anda ha pouco tempo o
Sr. Dr. Portella, vice-gresdente desla provincia,
contratou a eonstruccao de duas pontes muito im
portantes, a da Magdalena e a do Caxang, cora
um particular, o que prova que enconlrou mais
vantagens neste systema. A ponte Set de
Setembro, que a mais bonita e elegante desta
capital, foi tambem feita por um particular, e a
sua eonstruccao nada deixa a desejar.
A' vista, pois, do que tenho exposto, aparto-me
da opinio do nobre deputado, desejo que o theatro
seja reconstruido por qualquer pessoa que melho-
res vantagens offerecer, sujeitando-se, porra,
inspeceo da directora dos obras publicas, o que
est implcitamente declarado no projecto em dis-
cussao.
Estando, portanto, convenientemente garantidos
os interesses pblicos peta forma porque est re-
digido e projecto, e nao descobrindo utilidade
aiguma na emenda apresenlada pelo nobre depu-
do, nao posso dar-lheo meu voto.
O SR F. FIGUEIRA responde ao autor do pro-
jecto, sustentando a su.i emenda, e fazendo novas
eoMideracoes em seu apoio.
O SU. MANOEL DO REG:Insisto em impugnar
a emenda do nobre deputado, e para corroborar a
minha convieco, basta considerar o que se tem
praticado muito frequentemente n'e3ta provincia
era relaeao quasi total idade das nossas obras
publicas.
No caso de. pr-se em arremataco urna obra
qualquer, de cosame que cada um dos pre-
tndanles aprsente a sua proposta em carta fe -
chala, aceitando se aquella que mais vantagens
apresenta. E' manifest portanto que n'este caso
os interesses da provincia tem de ganhar, porque
cada um dos proponentes procurara naturalmente
offerecer as melhores vantagens possveis, de
modo a poder ser preferido, e al succede muitas
vezes que sao estas prejudicados em proveito da
provincia.
Em geral as obras publicas por administra-
cao cusan) muito caro, ao passo que pelo sys-
tema de arremataco, qae o mais adoptado
entre nos, havendo a fiscalisaco, que para de-
sejar nao s quanto mao d obra propriamente,
mas tambem quanto aos materiaes empregados,
nao pode haver receto de prejuizo para a pro-
vincia.
as obras por administraco, que at boje
temos lido, tem se dado infelizmente nao peque-
os desperdicios, verdadeiros esbanjamentos, e
nem por isso sao as melhores que possue a pro-
vincia.
Poderia dizer mais aiguma cousa sobre este
assurapto, mas nao meu proposite fazer cen-
saras i ninguem ; digo apenas que as obras por
administradlo, muito pouco se atiendo aes inte-
resses provincia o que se nao pode dar as
obras por, arremataco, porque n'estas apre-
senta-s* previamente as plantas e orcamentos,
qae devem merecer a approvacao da reparticao
das obras publicas, qae alem d'isso encarre-
de inspeccionar escrupulosamente as obras
em eonstruccao. D'este modo pois evidente que
a provincia lira muito maiores provetos do que
as obras por administraco.
O Sr. F. Figueira ;Sao modos de entender.
O Sr. Manoel do Reg : Tenho exposte com
iranqueza o meu modo de pensar. A casa pore.n
decidir como.melhor julgar en sua sabedoria.
O SR. GUSMAO LOBO :-Sr. presidente:- O si-
lencio que se guardou na primeira discass) do
projecto, nao podiaser mais significativo interprete
ao acolhimento com que foi recebida a idea de
restituir nossa cidade o seu elegante theatro.
c?'a verdadeira necessidade de tolas as grao-es
cidades. Nenhuraa vozvoio wi/ao quehrar a har-
mona de pensamento, que comeco a romper-se
3uando chega a vez de resolver o meio pralico
e realisar a idea.
Pens sobre.esje assumpto que, urna vez que
irnos votar una simples autorisaco de que o
presidente da provincia usar ou nao em sua
discreta solllcitude, como inelhor convier, nao vai
nenhum inconveniente em que se Ihe conceda
pleno arbitrio quanto ao moda de por por acto
a idea do projecto.
Em meio das opinies que dividem a assembla,
uns pensando prelerivel o systema de alrainis-
iracao, oulros o de arremataci segundo a iua do
projecto, lembro, e vou n'este sentido mandar
meza urna emenda, que se conceda autorisaco
era termos que nao excluam nenhum d'estes
meios. Cercando-sc dos auxiliares de que a
administraco pode dispor na pratica dos nego-
cios; soccorrendos) estudos que sao indispen-
saveis ama escolha motivada e.'meditada;
pondo em conlribuieo esplritso competentes,
convem que, era assumpto to grave, possa o
presidente da provincia deliberar-se com plena li-
berdade de accao, nao estando adslriclo aos
termos imperiosamente exigentes de urna auto-
risaco que o obrigue tancar mao de um meio
ou de outro e nao de qualquer d'eiles. Desde que
se concede a autorisaco, nao vejo seno inconve-
nientes em restring-la ; deixe-se escolha de
quem a pode fazer com reflexo a questo do
modo do reilisaco da dea ; nos que confiamos
na adiuinstraco, nao podemos lomar-nos de susto
ante os motivos que devem determinar a escolha.
Per minha parte declaro, Sr. presidente, que
me julgo muito incompetente para formar d'aqui
um juizo seguro sobre a conveniencia de preferir
um systema outro. C intratar a reedillcaco
do theatro com um particular, urna companhia,
ou incumbir a ?aa reelificaco reparticao com-
petente: materia que depende de estudo, de
exames e caique a experiencia e pratica de ne-
gocies de tal nalureza sam a ultima palavra. Para
que resolver j e j oque pode ser resol vido mais
tarde segando conveniencias bem entendidas?
E' verdaJe que. quanto mais larga urna auto-
risaco, mas perigo offerece. Mas nao devemos
confiar muito que a administraco, bem intenecio-
nada como a reconhecemos (apoiados), procure re-
solver a difflculdade pelo modo que mais convehna
aos interesses da provincia ? E por outro lado
nao incumbe assembla approvar ou nao o acto
da presidencia? .
A emenda, que vou offerecer, consagra anda
urna idea que pede o seu logar na discussao e res-
ponde ama davida que se tem formado entre es-
pirites competentes depois do deploravel Incendio
que reduzo ruonto de ruinas o nosso excellente
iheatro.
Ha muito quem pense, Sr.-presidente, em remo-
ver o theatro do lugar em que esl plantado.
Agora que se trata de dotar a arte com um novo
edificio, que em todo caso deve ser custoso pro-
vincia, occasio de estudar a materia. Si por
um lado se reconheco que a collocaco di theatro
prejudica sensivelmente harmona' e embelleza-
raento 1c urna das raras pracas que temos, mui-
to de attender por outro lado que a reeonstrueco
traria a vantagem de aproveitar o grande mate-
rial que existe, as paredes que o incendio nao a-
baleu e evitara novos riscos c planos. Sem en-
trar nesta questo, para que me nao julgo de ne-
nhum modo autorisado e cuja palavra final nao
ple caber seno professionaes, dependendo
como depende a soluco...
O Su. Teixeira de S : Da exames...
O Sr. Gusmao Lobo :... de estados e de exa-
mes, julgo o assumpto digno de fixar-nos a alten-
gao. A situacode um edificio importante, de
custo superior, nao cousa que de va passar sem
reflexo; o grande elTeito de muitos edificios resi-
de principalmente ni escolha de sua collocaco.
Quando se trata da urna edific.xco desta ordm,
destinada viver secutes, cumpr'e ter em vista to-
das as considerages que a arte aconselha. Cha-
mo para ah a attencao do honrado signatario do
projecto. A reeonstrueco do theatro tem este in-
conveniente muito contiecido de desaformosear um
largo. Sem dar opinio, creio que seria de bom
aviso retocar o projecto por modo que, ainda neste
ponto que reputo de subida importancia, possa o
presidente da provincia deliberarse segunio o
conselho de entendidos. Nao votemoi determina-
damente a eonstruccao ou reeonstrueco ; deixe-
mos isto escolha dos professionaes.
Neste intuito, mando meza a emenda que se
vai lr.
Vai mesa e appoia-se a seguinte emenda:
Fica o presidente da provincia autorisado a
mandar construir ou contratar a eonstruccao do
(heatro publico no lugar que fr julgado mais con-
veniente, podendo mandar reconstruir ou con-
tratar a reeonstrueco do que existe em ruinas.
Gusmao Lobo.
O SR. MANOEL DO REG:Sr. presidente,
com quanto se trate de urna simples autorisaco,
entendo que n) convm conceder a faculdade de
construir um novo theatro, porque nao obstante
fallar-ae do embellesamente da praca, em que
acha-se em ruinas o antigo edificio do theatro o
que seria muito para desejir se a provincia dispo-
zesse de muitos recursos, todava necessario'
tambera attender economa tendo era considera-
cao o estado de nossas financas.
0 Sa. Gusmao Lobo : E' questo em que nao
entrei.
O Sr. Manoel do Reg :O edificio do theatro,
ou o que subsiste desse edificio, segando informa-
cees de pessoas competentes, pode valer de 100
a 150:000*000 ; supponha-se quetem-se de de-
molir o que ah se acha, ter de gastar-se eom
isso nao pequea quantia, e arada quantia mui-
to superior cora a eonstruccao de um novo
theatro, segundo a opinio do actual director das
obras publicas, e sendo assim, aonde iremos pa-
rar, atiento o estado dos cofres provinciaes ? E'
verdade que a praca fiearia muito mais bonita,
mas devemos, antes de tudo ter em vista econo-
ma dos dinheiros pablicos.
Calculo que se possa despender 250:000*000
eom a reeonstrueco do edificio, porm, se frmos
edificar ara novo, tereaios, primeira, de desapro-
priar um terreno, que se preste para tal flm por-
que a provincia nao possue terrenos devolutos, o
que custar por certo bastante dinheirb, vista a
caresta aetual do terrenos, sendo necessario de-,
pois construirse inteiramente um outro edificio, o
3ue absorver nunca menos de 400 500:000*,
espeta essa que nao pode computar o estado fi-
nanceiro da provincia, luto mais quanto ha ne-
cessidades urgentissimas* a que devemos attender.
Entendo qae com 250:000* pde-se ter um
novo theatro, aproveitando o que existe do antigo,
o creio qae o que podemos fazer por ora.
E' verdade, ninguem o pode contestar, que em
tempo nao mnito remoto, esta cidade ha de ter:
deces'idade de un destes tneatros com maiores
da Europa, e mesmo do Brasil, mas entio, qaando
se sentir essa necessidade, ediflcar-se-ha o novo
theatro muito mais vaste, e no lugar que lor jul-
gado mais conveniente, porm por em quanto
aproveitemos o aoligo que, com quanlo pequeo,
com ludo pode satisfazpr as necessidade da po-
polacao d'esta cidade.
Sao estas as nnicas observares que tenho >
offerecer com rolaco rnenla ; parece-me que
deve-se aproveitar o edificio existente, qae ser
isso muito mais econmico para a provincia, alera
de que, se urgente a bojossidade de termos um
theatro, o que geralmenle reconhecido, essa
necessidade ser satisfeita muito mais depressa
aproveilando-se o que existe, do que se' tormos
demoli-lo, desapproprar terrenos, no que nao dei-
xa de haver dilHcnldade, e afinal construir um
edificio completamente novo.
U.m Sr. Deputado :Obra que a provincia nao
comporte.
O Sn. Manoel do Rkgo:E cm prova do que di-
go, citarei um precedente : tendo este assembl.a
votado a quantia precisa para desappropriacao dt
terreno necessario para nelle construir-se um paco
para as ses da boa vontade dos administradores d'esta, pro-
vincia, nao tem sido possivel encontrar-se um
terreno appropriad j e em lugar conveniente para
semelhanle lim.
A'vista disso, voto contra a emenda do nobre
deputado.
O SR. GUSMAO LOBO :-Sr. presidente : espe-
rei que a emenda fosse bem recebida d) filustre
autor do projecto ; e elle sahio combate la com
a disposicao muito louvavel de poupar o accresci-
mo de despeza qns traria inevtavelmente a remo-
cao do theatro para lugar mais adaptado o con-
veniente, se este alvitre houvesse de ser prefe-
rido.
E' de urna autorisaco que se trata, e como de
toda autorisaco, p lo o presidente da provincia
servir-se ou rao, elle que deve ser o primeiro a
inspirar-se no amor do bem pnbjico....
Sr. Mello Reg :Sem duvida..
O Sr. Gusmao Lobo :... o primero a velar
pela boa applicacao das rendas, e quem deve-
nios attribuir os mesmos sentimentos de bem en-
tendida economa de que cada um de nos est
possuido. Isto posto, se a economa do dinheiro
publico a nica preoecupaco que levoa a emenda
ao espirito do Ilustre autor do projecto, ella deve
ceder presumpeo de que a economa bem en-
tendida vai tomar o seu merecido lugar nos moti-
vos da deliberarn.final sobro o assumpto.
Desde que a autorisaco nao fr concebida em
termos...
O Sr. Gaspar Grummond :Era termos taxa-
tivos.
O Sr. Gusmao Lobo :... em termos imperio-
sos, e consagrar disposicoes inteiramente faculta-
tivas, o presidente da provincia resolver como
fr conveniente, sem sacrificio da provincia, mas
ao mesmo tempo com altenco s razoes de ordem
elevada que poden pedir a remoco do edificio.
Usar ou nao da autorisaco....
O Sr. Manoel do Reg .Mas se usar, entendo
que nao nada conveniente ; a razo por que
me opponho.
O Sr. Gusmao Lobo :Preferir um ououlro al-
vtre; c nao ha era concele los nenhum incon-
veniente. Qual dos meio deva ser preterido,
questo para que .rae julgo muitas vezes incompe-
tente, e para a qual me permitlir o honrado col-
lega pelo primeira districto que o declara tambem
incompetente. Ainda por amor economa, seria
preciso Indagar e saber se a reconstrucc i pode-
ria aproveitar a parte do edificio que nao desabou,
verificar a solidez das obras que esto de p ;
isto s poderia ser o resultado de indagacoes mui-
to detidas que nao eslo ao nosso alcance.
O Sn. Maooel do Reg :Ha informacoes.
O Sn. Gusmao Lobo :Sao informacoes que
nao teem nada de offkial, e cuja tente ple nao
ser a mais pura.
Um Su. Depucadi :Foram dadas pelo cliefe
da reparticao das obras publicas.
O Sr. Gusmao Lobo :Sao em todo caso infor-
macoes que j agora chamarei semi-offlciaes in-
formacoes que tem um tanto de particulares. S
depois de exames...
O Sr. Felippe Figueira :Posso ahormar qae
houve exames qnando se pensou sobre isto na ad-
ministraco do Sr. Dr. Priella.
O Su .Gusmao Lobo: Rendme affirmaco
de pessoa lo competente ; o nobre depulado
professional, o nico que nes.e assurapto pode
fallar com urna autoridade inquestionavel.
Sei que, na administraco que se referi o
honrad*) deputado, lentonse a reeonstrueco do
theatro, sendo para este fin elegida ama com-
missao de commerciantes notaveis ; e applando
muito que por este modo tenha sido convidada e
despertada a iniciativa da importante classe do
comraercio para assurapto to digno de Ihe pren-
der a attencao. Quando a iniciativa individual
tomar a attitude que Ihe convm em um paiz que
est a pedir toda a ordem do eraprehendimentos ;
quando a tutella do governo nao estiver em indo
e por tudo ; muito outro destino nos estar reser-
vado. Nao sei o que lera feito a commissao ; mas
Ispero ainda do seu patriotismo e amor pela, arta
que nao ser iniifferente misso que Ihe foi com-
mettida. Mais por esta razo ms parece que a au-
torisaco deve ser concedida em termos ampios.
Era todo caso, Sr. presidente, insisto pela adop-
cao da emenda que ofTereci.
O SR. G. DRUMMOND inanifesta-se favor da
emenda
Verificando-se nao haver casa, fica a discussao
adiada.
O Sr. Presidente designa a ordem do da e le-
vanta a sesso.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Na sessao de hon-
lem a assembla approvou, em 2* diseassao, o
projecto n. 5 deste anns, que transfere para a po-
voaco de Petrolina a sede da freguezia da Boa-
vista, bem como a da freguezia de Santa Mara
Rainha dos Aojas, creando na mesma localidade
urna cadeira de instrueco primaria para o sexo
femenino ; em 1' discussao, o de n. 60 deste an-
no, que crea obsta capital urna cadeira de eserip-
turaco mercantil, que dever funecionar nonte,
orando o Sr. Gusmao Lobo; addibu, em Ia dis-
cussao, mandand) ouvir a commissao respectiva,
o projecto n 20 deste anno, que rejgula o servico
dos offlciaes de justica do termo de Cimbre; n-
geiton, em Ia discussao, o de n.4I dMe anno, qu
autorisa o emprestimo s cmaras mnnicipaes da
provincia para a aequisicao de um padrio de pe-
sos e medidas do systema mtrico decimal, orando
os Srs. Gusmao Lobo e M lio Bego; apprc
de n. U, tambem em 1* disessao, autorisand a
abertura de diversos crditos supptementares
i* discussao, o de n. 56 deste nao,-!
cadeira de instrueco primaria no f
Joo de Araripe e Tabocas da in
A ordem do da para boje : _
projectos, ns. 8, S5, 4V 45 e 60, 3* i
dos deste anno.
SANTA CASA DE I
beraco de 90 do pasando,.
viocia creou mais dous
dous de spolenles para ]
desta corporacio.
JUNTA DA SANTA
I accoraraodaces, como se d em todas as cidvles ] S. Exc. o Sr

y.




rio de Per lambuco ~* Toi^a feira 3 de MVio de ltfO
;
r deliberadlo ; hrtalein, e au
O^^^^^Bt da tei provine!?!
mear par.- sor
\<%i de 9
aiwimtri lia, no
Iwiroio librillo vind 1872, Mtfia :>!.! X :
Provedor.
Desembargador Anselmo Francisco Peretti.
Vico-pre>dente.
fUri) do Livrarcento.
Tnewureiro.
Jote Pires Ferrete
Sfordomos.
Dr. Mauol Ferreira da Silva.
Antonio Carlns de P.nlio BorteB.
Dr. Antonio Mara d.< ftria Netos.
Justino Pereira los Joaquim Anlunes.
Antonio Jos Gomes do Corroio.
Dr. Antonio Hercirtano de Souza Bandeira,
Dr. Jos Rtistamiiu Fonvira Jacobina,
Yieente d Paula de Oliveira Villas-Boa.
Amaro de Barros Correa.
Amomo amo. *
Dr. Jo** Antonio de Fgueiredo.
Ceaego Francisco Rochael Pdi-eira de Bro Se-
deirji.
Sanio da Craangy.
Aftwo J>,s da Sir..
1.crano Coma de unto. ti
Supplenles.
*ttonio Gomes de Miranda Leal. _
tft-. Ignacio Joa^uuii de Soma Leu.
r.'Fehppe Nery Collaco.
taodW .Uslmiro Guedes Aleoforado. {
Antonio Vilratim da Silva Rarroea.
r. Antonio d'Assumpcao Cabral.
Dr. Ituliiio Augusto d Almclda.
Antonio'Jet Silva do Brssil.
MLiwA Mara R .drigues do Nascimento.
Ttte.'doro Machado Freir Perc-lra d* Suva.
r. Tbomaz Carneim da Cauha.
Dr. Maiioet de Figueira Fara.
Bario de Deinlica.
Laurentino Jos do Miranda.
Auloui i Jos Rodrigues de Soma.
A.V.NIVEHSAHIO.Cmpleta hnj) M annos S
M. o re da Suacia. .
Anda luje complei?ra-?c 3/0 annos qae foi
Wesciberto o Brasil por Pedro Alvares Cabral.
OMIPO DR POLICA.Por deliberacao da pre-
-sidnteia, d 2 do crrente, foi exonerado o Sr. al-
teres Basilio Luir Culho, a seu pedido.
OL1.NDA.Remetiera-nos a seguinte lista dos
aAeiaes do 1 corpo patritico din |en>e :
Sstiflo maior e menor. Tencnte-euronol Dr.
Manoel Joaquim de Miranda L ti >, major Gui-
llierme Jorge da Motta, aja tanto Balthazar Xa-
vier de Menezes, porta estandarte Jof Polyoaivo
do Frailas Jnior, secretario Luiz Pe/vira Ueliniro,
jnartel m-.-tre Manoel Joaquun de Cbrislo Leal,
sargento ajudanic Amaro Jos do Amaral, dito
qnartel me>tre Lourenco Gomes de Mello, cabo do
or iens do commaudoJos J.i.iquira do O.
i.' eompauhia. -Capilao Antonio FrancisM At-
ves Conde, lenle Joo Maiimiano dos Santos
Stock, alteres Antonio Joaquim Ferreira da Silva
Antonio da Silva Barreiros Gila.
i." onipanuia.-Capilao Vntoni Joaquim Bole-
tas tente Joaquim Quiulino G moalves, alteres
Ijalilm-.r de Olinda Cosa e Miguel Archanjo da
Silva Braga.
3J conipanhia.Capilao M9noel Ferreira da Con-
reicao,tmente Emygdio Joaquim de Sant^Anns,
afores Miguel Arehaujo.de Barros o Joao Canuto
de Sant'Anaa.
. 4. eompauhia.Capito Julio Augusto Torres
tenent-. Jos G oncalvds de Oliveira Jnior, alferes
Primo Feliciano da Silva e Gaspar Antcnio dos
Res.
AFFOGADOS.Temos serias queixas dos mo-
ndara rtesta freguezia contra a forma porque
ali feita a illumiuaeai gaz.com verdadeira in-
fraccau do respectivo coalrato; porqnanto, altn
de poneos seren os combustores, aeeesos, aquel-
es ana o lio ten a q.iarta parte da densidad.- oa
lipulada. Cbfuanios para uso* a aiten^o do Sr.
Dr. rdn-fe da repartido das obras publicas.
FOSOS DE ARTIFIt.IOAntehontcm q;ieima-
min-sc lindos fogos de artifleio as ras to Im-
perador, do visconde de Pelokis o da Esperanza,
em commemoraQao Ja c o)ela sosteHlou o Brasil BontN o Paraguay.
JLLUMi\'ACAO.As ras cima eitiveram il-
Inminada-i antehontem poroacasiao dos fogos de
nifi-o, prininlo a da Esperanca, que se ata-
ioo c-mb inuito biMii goso, ve*tmdo-so da arcos
triumpliaes, palanquns, piranAl*. corotos o m-
tros embandeiradoj todo iiuo Iluminado globos
efMMW e laqleroas de vidro. E da ra da E-peranca e os seus festejos tetn sido
WtO desde sexta feira prxima pastad*
') A\ISRIC\N0.E'esleo titulo de um novo
l> tioli.-o se naoario, '|ue sahio lome no 1.'' do
corrate, sub a redaccao dos Srs. Dr. Fraoklfn Ta-
MiH-rvino 'le Souza Leao. Annuneia-se o novo
.i iip.-ao da imprensapoltico e literario. Agra-
.1 ril / i oi)-e|tiio da romc*sa do seu primeiro
aninern, Jesejamos-lhe prospera vida.
;,;OMj.N,CI\.Pelo delegado do iaboalo foi
proniiociado, cerno ncawo as penas do ari. 189
do z-y ligo criminal, Manoel Paulo do Nascimento.
XOV ATHENE-Reuni-wj domingo esta so-
iw-JaoV era sessao exiraordinaria, soba presiden-
iadj Sr. Argemiro Galvo, foi approvado socio
ti'-iv.i a tomou as^eutodepois do felicitado pelo
orn-t-icilj s-eieJade o Sr. Candido Vieira da Cu-
t i i iJiado o parecer da commissao qus tinba
id unatna:ala de eiaminar o archivo, appro-
vou-m) a transferencia das sessoes ordinarias para
i- qiiirtas-feiras das 4 s8 horas da noit.;, dapon
de orarem o Sr. Rodrigues da Costa, Juvenlino e
Atgeaaico Galvo.
PROCL.VMASForam lidos ante-Uontem na ma-
trii la freguezia de Santo Antonio o proclamas
se?uintos:
1.* denunciacao.
Francisco de Assis da Paz, cotn Alexandrina
Umlielioa Cirneiro da Cunha.
ritnnias Martins Moreira, com Francisca Joa-
quina do Espirito Santo.
liomaz Brrelo Lins de Barros, com Maria Er-
ui ;linia Paes Barreto.
Francisco Candido Pereira Lms, com Idalina
Candida de Menezes Lyra.
fzidoro of Pereira da Silva, com Dami?aa Se-
nhorinna da Silva.
Andr Saturnino Lages, com Euilosina Maria
da Cuflcxieao.
Jola Maria da Cruz cora Leonilla Henriqueta.
de Vasconcellos.
Sahino Joio Clima '.o da Cruz, com Barbara Ma*
ria da Conreicao.
Juaquim Moreira Res, com Francisca Moreira
liis.
ftx de Pigaeira Fatia, com Thereza Amalia
dos Santos Bulcio. i
2.* denunciara/),
^irraino Jos de Lima, com Maria Thereza
d' Assurapei >.
Antonio Daarte Machada, com Maria Rosa Mu-
niz.Ta varea.
Ernesto Christiano Soarcs, com Amelia Maria
Duarte.
J.s Pereira da Corma Jwn-or, com Mana Mar-
tins dos Reis.
Se ver i no da Costa Lisboa, eom-Heoriqoeta Plo-
rntina do Juras.
Francisco Xavier da Silva, cam Mara Thareza
de Josim.
Francisco Ams de Souza, com Guilhormina
liara da Silva.
Caeta-w Twixeira Bastos, com Maria Joaquina
Airo* da Silva.
Jo Auu- a% da Si iva ftwado.
Franoiseo Xavier da Silva, Gome?, com Anyzia'
libara do Jaaeiinenlo.
3.* donuneiacao.
Jrtaauim Joa daOlkara, com An'.o;:ia Corrta
da sa.
Joaijii fisModi iurte. do Aiavedo, cara Ca
opa Pire Faieao.
o Lucio da Rocha, com Franoiiea Maria da.
hiva TaMnea.
MxleatavdoJJefa Baptita, oom Maria Adolina de
Siqueira.
LOTFR'A.A q*M so aelia a venda a i46* a
>"! a Ifraja do Samo Antonio de Itamb,
a*a 4.
-.Sabida Jta. o ios do
JJ Anaa^ da.Acau]
ra e 3 crladoi, Anlonio
P.lfiiafll
Hranhao, F.
A. Lousada, Maria R. de Castro, Silvestre da Pon
ca, J. s C.lfcliteiro. Manoel C. LJost**
Mello, MWW. da Sitva e 3 eriados, S. A. do
Santos e l criado, \nlonio A. da Silva e x
bSego3cridls,'_A. I
re?., J. G. de Arau) Qnintella Jnior, major Jal-
dino A. de Suata, M. I. de Sosia, l *k> 2 ar-i"
i ieiro, H. A. Flguerre*, B. Asea de OVlvoira, M.
F. de-Souza, J. J. decana-Ama & Seriados .
B. da Silva, loao C de Aqniao, E. Rarbosa da Si-
va e 1 criados, Dominga I- Ilvm. Flix Mrmate
do Rpm. P. D. da Motta, Maria Mexandrina da
Coneaieo. C. D. de Carvalhot J. F. do Armda,
Dr. B. ). A. Vianoa.M. P. Araalia e Antoaio P.
Vlndos do Rio As Janeij-o, no vaaar americano
ortk Amcrk* : .,
Jos Manoel Fftlitardo, Amnio Tavaros de Mel-
lo, Dames Dwyer, Alberto II. Hager, Rlizabeth H.
Blaikfurd.Seunola Maros A. Lee, Sc^horiUMares
K. Stone, Joseph M. Lee, Elisabrt Barber e su*
farmlia. cwonel George C On<*, Otto Krauk,
Lems Zimmennan, Sarlc Frederic, Roben Hege-
aer, Paul iely, Pessin Laurea. Anlonio Joaquim
de Sonta M, 26 inmigrantes.
CESHiTniO.-Obituarto -do dia i de mai de
\m.
Maria, Pernanibiico, i anno, Boa-Vista ; den-
ticao.
Jos Gomes de Soma, Pernambuco, 00 annos, co-
sado. Varzea ; molestia interbr.
Rolioo, Pernambuco, 40 annos, solieiro, Boa-vista;
anemia.
Tiuoreio, Pernambuco 8 meze, S. Jos ; dyar-
rhea.
Jos, Pomambuco, 47 mezes, Boa-visU ; es-
pasmo.
Joaquim, Pernambuco, 0 mezes, S. Joe : den-
ticao.
Manoel, Pernambuco, 7 mete*, Boa-Yisls ; es-
pasmo.
Mana da Conceicao Medeiros, Pernambuco, 82
annos, Boa-Vista; lastro encephaKto.
Jos, Pernambuco, 12 annos, Boa-vista; febre
maligna.
sartobo tinb-., ^
una ** *. **. ,\ CHiAO ro llOiial iljEVB04lM
cabera ^, m oMl n| ^w.
par vansa demea gada, t*orque, .uando eiiit^H
VtfM Ma,jncr -queTAa pague mata do que marca
% M, o'como tm fsgo sinao o que marca af^H
a ratao, pois en. liaba as minhas ideas que o
mmt dinheiro
A fiv~
em conta corrate hu
tyasmno inais brbaro que havia era o dictador
do Paraguay, mais aqu em Parotmbuco ha antro
newr doque'cHeqite o tal subdelegado de Be-
fteribe o Qulaeas do Pa*sarinl qne trax aanaa
Sovo-oppi imdo, s manda prender alguem da or-
em para amarrar e dar pancadas, isto quasi to-
dos os das unto que aqulla gente ja d5o taba
como ha de vlver.
Recife, 3 do malo da 1*70.
Romn Mtamkm ti CiinAa.
Oh 1 li Sr. Corcprido, ebegn aqni, faca /olumessahktos com f atenas
I^Hi a praso sobre aa edadf
a Eqropa. tem correspondente
iiia, oens-Ayres, Montevideo, Ne*
i Now-Orlean, e eraitte cartas de crdito
oara oa Baemos lagares.
HUA DO COMMERaO N. 36-
ALFANDKGa
Aendlmetododia2 ....
W:M7#777
MOV1MENT0 DA ALFANDEGA
rolumas inundo com taxendas 143
Idaa idam com genero 4S4
PUBLCACOES A PEDIDO.
A cmara mnniJlpal de Cimbros, cm virtudo da
lei etc. Faz saber a torios os seu* foreiros une,
havendo os consenhores das trras denominadas
Gmipapnho e Soror'ka, rouerido presiden-
cia para que lites maudassetntregar o terreno so-
bre a Serra de Cimbres na raiao de duas leguas
de extensao, pouc-> mais ou monos, contar das
antigs extrema at'Curr.il d-w Bois, terreno de
que acamara tem o indisputavol dominio e posse,
desda 179o, visto como consta dos registros do seu
archivo quoosantepossuidoresdesso tempii.requo-
ron lo quatro arreudamentes as abas da serra,
foram o> primeiros reconUecor que sua* trras
Ginipapinho o Sororca) nao excediam alm d i
p da mencinala serra de Cimbres, untaram a
seu requerimeato os ttulos da venda que fez ao
co ninondador Antonio de Siqueira Cavalcante, e
a Antonio dos Santos d^ Siqueira Cavaicanlo, An-
tonio J-irdeiro Mnniz Falca lllho e herdeiro de
Francisso Cordeiro Muni. Falcao, um dos primei-
ros donos das trras Geuipapinho o Sororca, e f*-
reiro da aba da serra j menciiinada ; assim como:
juntamente mais o ttulo da ven la que fez dessas
ierras aqalle eoanmeodador e seu cimbado Anto-
nio dos Santos Francisco Manoel de Siqueira e a
Manoel Jns de Siqoeira, e ltimamente o da ven
d.i :iue arles ullinios (un'ws que deram o |K>ntode
Curra! dos B-i*, do que nunca fallaran) ns escrip-
turas anteriores) Jkoram de Geoipapinlio ". Soro-
rca ao coronel Pantaljiio o a-seu filho o major
Pantaleao do Siqueira Cavalcante, 23 para 20
annos, sendo que este ultimo, como procurador da
ir.iara, durante um quatriennio, cobrou as rondas
dos sitios breiros a mesma, foi presidente [Mir ou-
tro tiuto lempo, ou mais, alem do seu finado pai
como consta dos respectivos litro o assentos ar-
chivados, sem amis se lombrar, como os demais,
lodos viiohns a moradoras no mesmo lugar, que
aa trras qnesai llies pertem'iam I
A presidencia, depois de mandar ouvir a cma-
ra transacta e ltimamente ao juiz municipal do
termo. Dr. Ji.ao V'ieira de Araujo, por seu judicio>
so despacho, remetteu os requerenle3 para as vias
ordinarias ; mas elle?, rateando a verdadeira dis
onaxio cm juizo, peto tramites legaes, requereram
urna demarcara > que .umnltuariamente estao pre-
cedemlo, e com um juiz leigo inteiramente adapta-
Jo vontade e, para o que, aguardaran a ausen-
cia do Dr. juiz. m anicipal, o como aquello juiz
suppiento nao anria o de ido valor dos ttulos, flze
rain urna toverfi, que os torna ainda mais sus-
peilo acerca do dircito que in-uicam ter, juntando
a peticao inicial da tal d orna ria cao, sera mais ou-
tro coinmentaric, em vez dos Utulos cima mon-
rionadi s, esm o roquerlmenro que dirigiram
preidencia, infermaoiMS edespacLo Bnal da mes-
ma, urna eaaipiara rsudulenta que passou em
l&W Apellinarlo Viei.-d, nunca dos babitaates des-
to termo vista e couhecida, Domingos Joaquim
da Rocha, 11 annos santa da compra de Fraak
co Cordeiro Muniz FaJenon seu irmao Manael Cor-
deiro Falcao em 1795, o qual arrematen Genip-ii>-
nho e Soroica em liarla publica, por divida cl,
de Jos da Incarnacan Tavaics. Escriplura que
com todo fundamonto falsa, porquanto, alm de
sor passada por cima da maior parto das ierras
do Genioapinho o Sororca o dos ttulos anterio-
res dellas, nao ha ; jr.n toaba :onhecdo nesla
trra de Araruba a Domingos Joaquim da Rocha
que, nem por si, nem por oulrera que o rn-
presenlasse, podesso tran-ferir o diroito o aci;o
da- trras dacscrhlura de sua &jinpra por demais
escandalosa, comparadas as datas, d iminio o pos-
se dos antenossuidoros de Geuipapinho e Soror-
ca, Jos aforamenl :s que es'.es requereram as
abas da serra e do impresrriplivel drreto do do-
minio e posse da cmara, ha tantos anuos !
Pelo que a cmara municipal, vi-ta dos boatos
com que se aehain ucoinmoaadoa os seus foreir
ro-, assualhadus i x proposito por signos dos de-
marcantes, das pr.'jectadas venda* d'alguns silios,
que j se tem o.Yerecido, faz saber todos que
urna tal demarcacClo, alm de tumultuaria o nulla,
nao tira a nenhura dos sitios em que se acham,
em quanto nao for esso tumultuoso acto devida-
nieniH apreciado e decidido pelo tribunal coniiw-
te, para o qual tem de recorrer na forma da lei,
protestando desde j contra quae?quer actos coac-
tivos, que se queiram era contrario empregar.
E para que consto e ebegue a nolijia d i lodos,
manda affixar a presente, nos lugares pblicos do
seu municipio e publicar pela imprensa, para qne
o governo < o publico judicioso ein geral, saibam
ido e.-bulho iadevido e inteiramente contrario aus
verdadeiros principos de direito com que est sen
ido atropellado as ierras em que mais de 15
annos, tem dominio e posse, a vista e face de todos
ios habitantes do seu tormo*
Paco da cmara municipal de Cimbres, em se3-
sao ordinaria de 11 de abril de 1870.E.i Benja-
mn Severiano de Frailas, secretario.da canara
municipal que a escrevi.Siqueira Cavalcante.
Ferrara Leite,Santos.Rodrigues Turres.Au-
gusto dos Santos.
Confer e susbreravi. 0 tecr iario da cmara
municipal
Benjamn Sever.iano Frtiias.
faver de ascender .i lanlerna, adra d ver se
pode descobrir quera perdea da ra que nao ]
veha, salla das sessoes do jnry CJ9*.
Responda Sr. Comprido E-pcre... espere um
boesdinho.... qoem perdeu foi D. Loureneal 8ej
mais explcito Sr. Omptldi, qnem essa D. Lou-
reo?a ? Oh I admira-rao Vmc.nao conbeee la I
Olho, el tem olhos de chxo caroca, com
honras de queijo flameogo etc., etc., etc...... Onde
olla empregida Sr. Comprido E' criada de
nma nova lja, sita a ra que nao velba, es-
i|uiaa da na de um santo, muito milagroso, que
nos arrabaldes d'osta cidade lem nma capclinba !
Ser na rn de S... A... 1 JL_
Di I ui I mooseur, vot sabe francez S'rTlom-
prido ? Nao senbor.
Agora sim, i sei queni a tal B. Louren;a,
conheca-a al de mni parto f faca favor de dizer
ina se earto ter eRa perdido os S0| *f
Ah I por fvor dispi-nse-me, emquanto a-**"
nao posso dizer. Heim ? Voe Bao qaer. fallar
gnnd3slsmo T Dona roo perdoe. Espere, Sr.
Curto, ou Sr. Curto 1 a palmatoria, a palmatoria
grande I... Faca favor de tocar uns bollo n'esse
melro al eBe deembatoear-se !
Pa t... pal., al... ai... quera me acodo I... p L
pal... ai t.., ui!... ni I.., p !... ai !... ai!., valha-me
Santo Ignacio de Loyola ai I... ai !... quera me
acode p !... al t.. ni ? hi I ? misericordia ..,
u~. eu... digo.. tudo, pelo amor de Deus, nao
me d mais, p!... p I... Jess ai I meu Deus I
j tenho nina mi eslouradal F.u confesso
lulo quaulo sei ? Esta bem boro, gosto disso,
solt o rapaz.
Tudo e mentir.', D. Lourtiea nada perdo.
Heim I entao olla nada perdeo ? Sim senhnr.
repito, ella nada perdeo. E como que aquella
descarada te^e a ou^adia de eassoar com > pu>
blico, botando no Diario do 21 do prximo panado
um aanuneio em que diz ter perdido 6o0 7
Mas ella no assignou-io patrio, ainda peinr; exa-
mine qual e unitivo 'esle mysterio, e quem em-
dar
dem dem
cora
geaeros
-- 397
ISO
US
----- 26i
-----n----H
obrtta
Todas as quar!as-feira,
baror funcc.io no circo.
Dnscarregatt boje 8 e maio.
Barca francaza lean Baplutamercadorias.
Brigue ingleJttdilmercadorias.
Barca ingleta Hennefit-amorcadorias.
Barca ingteuZJoraidem.
Barca austracaSacra Familiaidem/
Brigue portugnetBella Ugueirente^em.
Patacho norte-allemoMartafamilia de trigo.
SECEBEDORIA DE RENDAS LMERNAS x.'-
RAES DE PERNAMBUCO.
tendimento do dia 2..... 81MU5
CONSULADO
tenimealo do dia 2 .
PROVl.NCAL
4:44o054
MOVIMENTO DO PORTO.
presto\i o dinheiro para ela dar ao patrio ?
misericordia t misericordia I estou arranjado.
Se cooessar, o Z vigilante capaz de mandar-
me fazer batoquo?, se nada confessar, a palmaH-
ria acaba de escangalhar-me, e eu escangalhado;
ni soa mais comprido, son nra de-gra.;ado I
Assim nao tonhn otltro remedio senao
Qaem erapreitou D. Lourenca o mandn pu-
blicar o annuncio foi.... O Sr. Z-Vigia 1 Quem
diabo Z-Vigia ? E' mano de D. Lourenca, bem
como foi elle quem recmmendou sagredo, e nem
mesmo quiz que o pairo de D. Lourcaja soubess
que ella tiuha perdido o dinheiro.
Est bom I est muito bom I est mnilissimo
bom f gosto dNso I
Faca favor dizer-me para que foi ee segrodo ?
Foi com recri dequo se no descohrisse algumas
das habilidades com que a natureza dotan D.
Lourenca ? Voed tera sciencia de algumas dessas
habilidades, Sr. comprido ?
Ottvi dizer que foi quando ella esteva eraprega-
da em urna Inja da ra rae nao li=a, na porta
da qual appareco de quaremia em qnaresma o
mesmo senhor, como viraos lia pjeos das bra-
vo I bravo Sr. comprido !
Voc oooa I Diga-ras, Sr. soraprid), por que
motivo D. Lourenca inventou a histeria de ter
perdido o dinheiro ? D. Lourenca esteve mnito
lempo sera arrumaeao, por isso andava na tnbiba
da curiosidad.! ; coBxeguio arrumar se, e com ta-
raanha infelicidado para ella, qne a toja estero
a'gura tempo ein obra, e o balcao tera gavetas, e
estw sara dinheim___
Que quer dizer vi ce com isto, Sr. comprido ?
Quer dizer que D. Lourenca prevaleceidose da
occasio om que o patrao mandou-lbo fazer entre-
ga ceria parte dos GSOjlOOO blros ; ella zas----
Ah qne damnada I Sr. comprido, D. Lourenca
ser das Arabias ? Nao. senbor ; Lu*a;/
Voja se podo siber de-onde sabio os 6101. se
toi do papo do gallo, oa do inexgoUvelbulsinho do
Z Viga, o da firma social do gallo ? -
Nao >ei. palrao ; o que sei 6 que tanto cstra-
df iro Z-Vigia como sua n ana D. Lourenca.
Digo aljtuma consa a respailo do Sr. Z-Viga.
Bafu, tefn I currubifu T buu I Que diabo
de b^rulho eate, Sr. comprido?
Foi a lanlerna I a lanterna 1
Ah I vur.'; deixoD>a cahir de proposito ? Nao...
nao, senbor, iVi o gallo que bel-CTJ-me E o
diabo ilesse animal nao dnrminhoco ? Nao, se-
nbor, vigilante como um gato quando v rato I
Silencio, pnt'iio I Silenrio I... Him ? O que
isso ? E' a luz da lanterna que est quasi a apa-
garse f Hi I Hi, Que escuridao t...
Porque so apagoa a lanterna, Sr. comprido ?
F ii por falta de sebo ? Esia bom. retire se, que
por hoje estou satisfnito ; nao esqueca-;e comprar
duas bexigas grandes de sebo, e urna o senbor
botar na lanterna, a outra trar vo -pendurada
no psseoco para eautella, pols breve voltarei, e
nao quero ser intcrroinpido por bita de luz.
O corte de seda que...
Navio entrado no dia I".
Rio de Janeiro13 das, hrigna portugnez Cotete.
de 224 toneladas, eapitao Jos Jannario da Cus
ta. equipagem 10, carga ca o oulros gneros;
a Euzebio Raphael Rabell & C
Navios sonidos no wetmo dia.
Hamburgo Patacho norte alienta o Diamante, ea-
pitao N. Meyer, carga algodao.
Rio de JaneiroEscuna brasileira Auna, capilao
Juao Vieira. carga assucar e nutms gneros.
lina do S. Miguel Patacho portugnez MichaeUnse,
capito Jo> T. da Costa, carga assucar e outros
gneros.
Navios entrados no dia 2
Rio Graidn d > Sul24dias, barca brasileira or
uta. de 24 toneladas, capito J >ao da Silva Qua-
resma, equipagwn II carga 9,600 arrobas de
carne; a OILveira Filhos 4 C.
Anvers82 das, patacho belga Helretia; de 222
toneladas, capilao G. R. Neyt, equipagem 9. car
ga diferentes genero' ; a Henry Forster & C.
Rio Grande do Sul35 dia?. patacho portugnez
Hecha, de 229 toneladas, capitn Francisco J >s
de Sampain Jnior, equipagem II. carga 10.800
arrobas d* carne; a Amorim Irmao.
JVipio sahitto no mesmo dia.
MaranhaoHiale brasilein Rozita. capito Jo?.
Antonio de Barros, egrga assucar e outros ge-
neres.
UcpHrllf.no das ohrii pablleas] artistas,
De ordera do Illm. : heiro chefe e direc-
tor das obras publicas se convida as pessoas que
qulzereui cjtratar o forncciraenlo dos objeems
consuntenk nota abaixo transcripta comparo-
cerem nesta nparticao, apresentando suas prono*-
tas em cartas loabanas, e as respectiva amasia
tos objectos qne a isso se prestarem, no dia 17 de
maio cor rente.
O aecresario,
Alejandro Rodrigum Silva.
Nota dos objectos a que se deve referir a proposta
do contrats para foi necimenio durante un
anno.
Milheiro de lijlo? (alvenaria grossak
Dito dito (dem batida).
Dito de telbas.
Barrica de cemoMo (Portland Vassy).
Metro cubico de cal preta.
Dito dito de cal branca.
Dito dito de ara.
Uma tonelua de padras faceadas.
Tonehida (1000 kilegra mina>) de pedras brotas.
Metro cubico de pedras quebradas.
Hito dito do argila (barro).
Dito dito de ierra
Kilogramma de ferro batido era obra.
Metro qnadrado de laboae de amarello vinbslico
(aasoalhado).
dem de costado de amarello vinhatK' \
dem de laboas de louro de assoalbo..
dem idem i lem de f >rro.
Metro quadrado de trboas de oiticica.
dem crranle de caibros de 0, 06, 0> 06, 0,10
Trave de 13, 00 2, 25 metros.
Dita de 12. 30 22, 25 meira.
fBila de 10.00 i 12, 025|25 rostros.
Dita de 6, 60 2i22 metros.
M -tro quadrado co Longrinas 0, 25| 013 o metro corrate.
Kilogramma de pregos do ripar.
Idem idemcaibral.
dem idem eoitar.
I em idem caixar.
Dito, pregos francezes.
Kilrtgraaima, chumb i bruto.
Enchada de 027, 030,024, metros.
Machado.
Pa-
Secretaria das obras publicas
1870.
O secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
ras da nou!e7
ponto.
Os bilbetes d
vende-se no mesmo circo.
Caantes com 6 oni
Cadeiras.......
Cadairas avulsaa
Gorae.........
_!n

AVI
e domnjort.
AVISOS MARTIMOS.
Rio de Janeiro
Pretende sabir om poucos das para o raasnU
porto o veleiro patacho brasileiro Protei^tr, W*
ter a maior parte de seu carregameato engajado;
para opouco qae Ibe falla e escravos a
trata-se com o consignatario Joaquim Joj
calves Beltrao ma do Commercio o. V.
Attenoao
os
oio
IlldO, IgQK'lO
9i. Rtdactorte-*-\enho pela imprensa narrar
fictos que so. .deram comrnigo em Beberibe no
dia S5 de norll do carrenle anno.
Estando eu sentado em mluna proprin-lado por
vola das 7 horas e moia da noile osperando pelo
,meu trabalhador que viesse cora o gado do serv
c da estrada npva de Beberibe da qaab sou cm-
tratante do embarream-Mto ; nisio passou um indi-
ividnoqne o tratam pjr Flor o deu-me boa noute
p qne eu lhe eorrespundi, o orno osUaessa com o
rosto.virado elle veio pelo entro lado quando eu
eslava descuidado e deu-roe urna eioetada oa ca-
beca que prostou-me por trra e como eu fleas-e
iem sentido deu-me entle as que quiz. sei aiztT
, que guando tornei no meu sectidu natural esta
va com uma poucas de eonlu-^ na caheca e
,nos peiios. Por atolla do cinco minutos appareceu
,o subdelegado e achando-me cabido era cuna de
rama rajrqueza sera sentidos, eomecou cora gritos
qua nW'JMantasse, levantei-me, islo me levan-
(arara, eho eomeeou a pargunlar-.ue quera foi que
fnrra feto affielle detietu, retpanl-lhe que tmha
sido um tal F!0r, (juando elle i.nvio eu pronunciar
'neto nomo deu>iue ura grit) de tal forma que peu sei
iqne eHe qUerta acabar le matar rae mo como
a estaya vendo anni!W-d}se depois que nao sabia
Itietn tiuha sido tara Ua.aio me le-^r par outr.a
re.
Asrm que eu dissa aan nao sabia qaera tinba
Idojjdisse constrng|),,erl9 tomoa logo teste-
;,pols en taran' indo tomar bando ao
o do sillo vi o subdelegado fallando com o tal
no terreiro da casa delle, pois en j sabia
toda certeza qne havia de Isvar ccete pois
ira me disse foi o priprio delegado era p-e-eu
de ura meu trabalhador que o Quincas^do Pas-
Protectora das Familias,
\ssociac3o brasileira de seffuros raninos
subre a vida, approvada por decreto d
govuroo impserial de 13 de jonbo de
Gerida pelo banco rural o hypolbecario do Rio de
Janeiro,
Essa associacao caminha as vias de prosperi
dale, nao sera os en.raves inherentes eraprezas
nova'.
Em 31 de dezembro dJ 1868 tinha eToctuado
?s>a associacao >312 contratos.
Inscripto ura o pite) do 8.0W: 104*890.
Capital realisado a convertido ora apolices da
lvida publica nacional do 6 0/0 2,361:700*000,
At 31 de dezembro de 1869 tinba efieciuadu
essa associacao 7722 contratos.
Inscripto um capital de HJ537:350*680.
Capital realisado e convertido ra apatices da
divida publinn nacional de 6 OA) 3,774:700*000.
Para mais esclareciinentos drigir-se-ho ao
escripterio dessa associacao, roa do Livramenlo
a. 19, andar.
O agente.
Narcizo Francisco de Vidal.
Agu Fo* ida de Murraey
L*mm n
Esta aquella excaUeaie o original agua de
cheico para, ovtoucador. cpze laoaltijnentelo'njsidQ
J^xebida e exhortada pac lados oa juraaes pblicos
da America do Sul, e da qual se tem vendido tan
Has imitacSes neste palz. Entendemos que foi para
(guardar o publico contra semelhantaj itnposicae.,
que os proprietarios do artigo genuino, denois d
o bavere n iptroduzjdo mais de vinte annos, as
repblicas hesoanholas.; Cuba e Brasil ; comeca
rara nao somente manufacturado para esta mer-
cado, como-tambera nara o* mai.-'ja anima men-
cionados. Este exceflonid e impagave! artigo j
eomecou a ser popolar,,e 6 do esperar, qne corno
j o fez na America do Sul, tonos os perfume*
e essencias maja costosas que nos costnma vir da
Euroja. Ella igual ero todos oa respetos, quan
.do nao superior aos mais Uno extractos que ni
vera do esirangeiro.
^
!W
COMMERCIO.
PAACA DO WSC1FB 2 DE MAW.
DS IB70.
a 3 1/S nonas d tarbs
Assucar mascavado purgado .2*600 por ll-bst
lamoio sobra liondrea 90 div. 24 1|1 e ib *&
por Mam
A. P. deLamos,
Bal iniflwtaiio.
)f Rio de /anei
DenflOiUi lettras da p
'endonar.
-"b^Av
' '^5s1bjg^.
CO^IPl^MIA
2 df. mato de
EDITAES.
O inspector interino d'alfand publico, que no dia 4 do tro /. viodouro,
ilepois do meio dia e porta da mesma
reparlifao, Ser levada hasta publica vre
de direiios ao airemalante, uma caixa
marca T T cora noveni* e nove k legrra-
mos de impressof, vin'ia do Havre no navio
francez Mousse de Nanles, onlrado neste
porto era 8 de margo d correntu anno
abandonada por Tissel Frres, e avallada
era cento noventa e oito mil tps.
Alfandega de Pernambuco, 30 de a!>ril de
1870.
O inspector uterino
L. de C Paes de And CO.V1MAXDU E Ai MAS
O Sr. alferes benorario do exercit) Mauoel Elias
Ttienudo queira comparecer no qnartel general
para objfcto qne lhe inleressa ; e bi-m assim o
Sr. ex-2 cadete Hermino r>ocleciano Lovolla
aflin de lhe ser entregue o seu titulo ie baixa.
Secretaria do commanio das armas de Pernam-
buco/! de maio de 1870.
Francisco Carnei >o Pestoa do Laccrda.
Tenate coronel se r^tario.
DECLARACOES.
trnpprial e r*ai consulado da
'Austria e Hungra em Per-
nambuco.
Pede-se a quem poder dar noticias exactas do
subdito unfraro por nome J-is Zitter, annos che-
gado ao Brasil, de coinraunica-las neste consula-
do. Como tambera nao se duvida dar uma recom-
pensa, se for preciso, para obterem se mais fcil-
mente as noticias que se pedem scmelbante res-
peito.__________________________________
Pela secretaria da cmara municipal desta
cidade 3f faz publico que continuara em praca
nos das 28 do correte, Io e 2 de maio futuro,
para serem arrematadas por quem menor preoo
offerecer, nao f a obra do concert da ponte do
Maduro, oreada em 517*000. como a do pedestal
na frente das catacumbas ltimamente faltas no
cemiterio publico, oreada em 242*000.
Secretaria da cmara do Recife, 17 de abril de
1870.
No impedimento do secretario, o offlcial-maior,
Augusto Cenumo de Figueiredo.
N -"dia~4 de' maoj as 11 horas, depois da au -
dienca do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da 2* vara
civel, tem de ir praca por venda um sobrado de
dous andares n. 27. Mto ra das Cinco Ponas,
avahado por 000* ; a qual vai pra^a a reque-
riraento da viava ineieira e inventarame dos bens
deixados por raorte de Manoel Izidoro de Oliveira
Lobo : (s licitantes pode ra comparecer no diae
h ira cima dito.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que neste corrente me do mam
que se finda o prazo em que os contribuimos do
imposto pessoal. relativo au segundo semestre do
i-xercicio enrrenie, entre os qnaes so eomprehen
dem os emprega los pblicos geraes, provneiae3 c
inumcipaes, tem de paga-lo bocea do cofre c
livre ut mulla, e quo fmdo o refrrido prazo, ser
cobrado com a mulla de 6 por ctralo.
Recebedoria de Pernambuco, 2 de maio de 1870.
. 0 administrador,
Hanoel Carneiro de Souza JMCerda.
SANTA C\S.\ D\ MISERICORDIA DO
11KC1FE.
A lllm.a. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no da o de maio, pelas
i horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
mais vantagens olTerecor, pelo tempo do um a tres
annos, as rendas dos predios em seguida declara-
dos :
ESTABELECiMEMTO BE CARIDADE.
Ra do Padre Florano.
dem idem n. 6o.......-
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 2i0*000
Pa DireiU.
Casa terrea o, 33......300*000
Ra do Rangel.
Casa terrea u. 38........ 360*000
Ra do Pilar.
Casa terre i). 102......202iOO
Casa terrea n 110 ..... S0i*O00
0< preteudentcs devoran apresentar no acto da
arrematacao das suas flaneas ou coraparecerem
acompanliados dos respectivos fiadores.
Socratara da Santa Casa da Misericordia do Re
cife, 20 de abril de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza,
Conselho de compras navaes
O conselho no dia ( do jrrente mez, vista de
propostas rpebida* at as II horas da manha e
sob as coadicoes do oslylo, contrata os servicos de
barbeiro enfermara de raaraha no trimestre
corrale, o o fornecimento de velas stearraas de
oito em libra para completo do de vveres etc. aos
navios da armada e estabeleclmanlos di 'marinha
no mesmo trimestre ; as velas propnas para lan-
ternas ; assim como promove a compra dos ub-
jecto< do material da armada segui tes : 20 almo-
tolias de (ulna para azeite, 12 baadeiras nacionaes
de 8 pannos, 180 brochas sortida, 20 cadornaes
bromea! s da i a 12 porgadas, 12 carrmhos de
uiao. 140 bracas de corrente de ferro de-1|2 poie-
gaa reforcada, 2 pecas de encerado, 20 arrobas
-de estopa de algodao, 10 Qamula de navio, 6 to-
les ingieres leudo nada umS-nen do comprimonto
e 6 de largo, 8 arrobas do mialhar, 20 mu toes
bromeados de 4 a 12 polegadas, i ocnloa da al-
cance, 12 pedras de amolar de 3 pos de dimetro
e 6 a 8 pulegadas de grossura, 4 arrobas dn pol-
vera a, 100 nratos Iravasoos da. folha, 600 re
naos fia, 10 duiias Je tabeas de piako de re-
tina de 3 noUgadas. 10 duzias da laboas de pao
carga dnpolegada, 2 pe^jas de taplo 1000 li
Jotos de:t>fo, 0 vergonteas de pinbo para paos de
cutelio, tondo de compriiBeato-3#-B*s ,o gronwra
Do moio de 7 polegadas de diamo ro e 6 vergon-
teas de piano para austros de escaleras, lando de
cmprimnato %$ ps n grosura na meio 1|J po-
lagadaa.de ntametro.
fln'a dn fessoes do oonseloa de compras nava*
2 de maio de 70.
Osearntario,
Alexandrn Rodrignas dos Aojos.
pnufin) nW 4M>n ' Faz-so publico qne a eonaaiatao de perito,
1 rTf-i"^'i"t i--iltorifain.iM ragnmnatr
> Moern ao dncreto n. 1324 4a S na fefnreiro >
JMM, o asea, manUna* aNWra,. aanarnlnn
jio. vatajM, amamai ancora dn va
ni* '4a mnanwn Piannintmcana d
oirn, auiirinini tnm onjactos om
Jtapamno-
inspector.
DAS
lessagcries ii
At o da 13 do correule mez espwa-sa da lu-
ropa o vapor francez Sindk, o qual depois da de-
mora do i-.-istumt seguir para Buenos-AnmaJn-
cando na Rabia, Rio do Janeiro a Montevideo.
Para condicoes, fretes e passagens Uata-.a.a>
agencia ra do Commercio n. 9.
At o da 1 i do corrate mea spera-so ,4a*
partos do sul o vapor francez Amozon^conman-
eante loret, o 4)ual depois da demora do eostnato
seguir para Brdeos locando era Dakar (Gnien)
e Lisboa.
Paracondicj, fretes e passagen* (filase na.
agencia roa do Corrinercio n. 9.____________
COMP.VNHA FERNAMBUCAItA
M
Navegando costea por tepe,
Mamangnape.
0 vapor Xindah, enmmandante folio, egoir
para o porto cima uo da 12 do corrente as ^
horas da tard. Recebo carga cncomraendasnassn-
geiros e dinheiro *a frete at as 10 horas do dia
da sabida, no escriptJrio da corapaofcia no forto
do Mattos n. 12.____________
COMPANHI PERAMBUCANA
\avega.'o costeira por tfi.
Goiaona.
O vap porto cima no dia do crrante,
_ a3 9 horas da noite.
R cebe carga, encomrnendas, passageros e di-
nheiro a froto no escriplorio do Forto do Mallos
247*1)001 n. 12.
2L
e
THEATRO
GIMNASIO DRAMTICO
(No Moateiro)
SOO A DIRECf,0 DO ARTISTA
DE-GIOVAJM.'
Torca-feira 3 de malo de 18 5* O.
BENEFICIO DO BILHETEIRO
ZEBEDEU
Represenlar-se-ha o interesante e muito applau
dido drama em S actos, intitulado :
O MEDICO
CRIACAS
d
desempenhando os principaes papis a Sra. D.
Mara de Lacerda Baha c os Srs. Xicto Babia, Pe-
gi ino, Braga etc. etc.
A' pedido do beneficiado a Sra. D. Jesuica can-
tara a linda e sempre ?pplaudida cansonata :
CAF CANTANTE
Terminar n eraectacnlo com a representr.-
co do ospiriluoso dialogo fnebre:
0 salto de Leucade
Dancado pelos Srs, Babia e Peregrino.
O pequeo resto de bihetes acha-so na esago
do Recife e no iheatro ; havendo trera depois do
espectculo.
O espectculo principiar s 7 3/4 em ponto.
O beneficiado agradece a todas as pessoas- que
se dignarem co.idjnva lo.
CIRCO
NO
PAVLHO DES. ISABEL
CUMPANHIA
Eps-TRE mmiu e mmi:\
DIREfat
D. M ircos CusalL
tuarta feira 4 do correte.
As oito h ras em ponto.
VARIADA FUNCCAO
Executar- -e-ha pela primetra>ez a grande para
tomima, intitulada :
0 ROUBO DE MTILOF.
por Malee-Adel, desempenhada por tuda-a compa
nhia, estando a cargo as principaes partes a se
nburita Ano e Luiz.
PROGRAMMA.
1.* ny-mphonia.
1* Vwtteio, sobre o oavallto mosca, palo artista
Vicento.
3.-881101 por entre arcos, peloSr.. Luiz, sobre
ura ca vallo.
. Um aovo intermedio, pelo artista Aid abo e o
palhaco. |
a. A' pedido, a menina Juanitt axoaUrtva jar-
dmeira, s braum ca vallo.
6.* pela prraeira vez a. acea barlesoa, Monte
del o Lebelne, exoeulada por Luiz e.Abariao, o-
bre um nanaUo.
7.* O trapesio.
nter vallo de 30 minuto.
lepla prnnaira wa aran cante,-4a -fronh
aura de um dedo, pelo director, que exeeoMMnan*
fleei equilibrios.
9. 6mnde volteia, pela senhorita Aaaa, nonre
am cavalloi
10. O doble trapeeto, patos gyna*ts Cenar a
Vlenate.
11. A grande pamtomima, intitulada : n Roa*
dn Matam por Malac-Ade), ozeontada por vario
COWNHIA PERNAMBOCAN.
I>F.
\Tavcga<;o costclra por
Porto 3e Gallirthajs, Rio Feauoso
Tamandar.
O vapor Paraliyba, sejmira psra os norte i
raa no dia 10 do corrente meia neRe. Mnt_
carga, encoraraendas, passageros o dinheiro *n
t no escriptorio do Porto do Matt s n. COMPANHI PRX\MBUeANA
I'K
Nfivegagdo costetra por vajw
Macei ein ircilura e Peuedo.
O vapor liqui, commandante Costa, -nagy-
r para os portos cima no dia 7 do cornete,
as encommendas, passapeigeiros o dinheiro a.(Mu
at s horas da tarde do dia da sabida, es-
eripturin ilaForlr do Matto- n. \i____________
~ DE
Varega^o costelra por vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mosor6, Arn-
catj, Cear, MandaL, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, coanmandatt*
Azevedo, seguir para os panto
cima no dia l't do correte a 8 Bama
Recebe carga at o dia *3, oncean-
passageiros e dinheiro a treta at as.
horas da tarde do dia da sahida no uiaiinn-
ri'i do Fne do Man n. 1S:______^________
Rio de Jaiir-if'.
Para o porto cima segu om puncos dias o bii-
eu a nacional Isabel, lem prompu a man* part
do seu carregamento, para o re lrata-sc con os consignatarios AntomoLnix de Oli-
veira Azevedo & C ra da Cruz n. 97. ^^^
Rio de Janeiro
Cim rsto d-sfmn tenciona partir patacho o-
conal Villa do Conie ; e para alguaia wrga a
frete que necessKa. trata-se com o* escmgnatarMK
Amorim frmos & C, ma da Cruz n. 3>
2L
la urde,
nendas, e
iHRWIIIA BRASIIM*.
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do noaae* epeano
at o da 9 do corr-ole o vapor
.4r>Mos, cnmmnndanleio arinwa
tenente Jo-- C Daarte, nqoa
depois da demora no eontnme
gur par8 os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e encaja-aa a
rarga qne o vapor poder conduzir, a qual envara
er embarcada no dia de suachegada. EnoonanoD-
las e dinheiro a frote at as duas hora? do dia d
Nao se recobem como encommendas sanio oft-
lectos de pequeo valor e que nao eseednm a 2
irrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
cao
Tudo que passar destes limites devora sor
ralbarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros ojne suas ananv
ens s se recebera na agencia ra da Cruz n. 1?
i* andar, escriptorio de Antonio Lmi de Olionn*
Vtovedo C.__________________^__
WAHIA RfiASlila
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sal' 0 esperado
al o dia 8 do crvente o vanpr
Guar, cnmmandsnK O espillo
tenente Pcdr H. Duarte. o qnal
____ depois da demora do coatnrr
seguir para os portos do norb.
Desde j recebera-so pasaag' -oa e ongatrala a
-arga que o vapor poder conduzir, a qual atevtr
ter embarcada no dia de suachegada. Eacomner-
tas e dinheiro a frete at as 2 hora dodaadasua
anida.
Jtio se recobem como oacou
ectos de pequeo valor orne nao i
irrobas de peso ou 8 palmos cubico
rudo qne pastar destes limiten i
ado como carga.
Previne-sc aos senhoms passageiH
pas-agons s so recobem na agenei;
n. 57, 1* andar, escriptorio do J
Oliveira Azevedo 6: C.
(
<

(
li
lina de S.
A acuoa purtngneaa
dias para o purto cima e
npalanaIr n para o que
trata-M oom o en ooai
Liasa, ra do Anotto
Para Lisboa
Vai sabir cm brevidade i
Bella Figueirtnye. rpita Car
pas-ageini- trata-se oom E. i
do Commercio n.4&



;
1
>
)
JIUIPC ''**n r < > O
, u-a a a*r pHto
E .-.r- resto -ajae
i^H usarle*- AefNav
a Ja-Craa-n. 87,
LEJLOES.
LEIMO
fiia armaoao o gneros existtr.Ui na taber-
na sita a ra Direita a. ti.
O efeaKe^ontaal venderm leitao por manda
4|t) da film Sr.Hr. jutz de direito -1a primeira va-
>m c HKe^no do ronacrcio. a- requermeoto dos
curaa-irt scaes da massa fallida d-i Antonio Joa-
qtHN Fernandez, a arr.iacao e gneros existentes
a Mberna *iu ra Direita i. li. Previne-se
tas Srs. Utiuetes o, ae a taberna es> situada n'uma
tas px*hores legalidades para comuierelo a reta-
Mt *|ue acha se abaeteeida to gneros de pri-
otnra qualidade.
BOJE
fteter t*r- logar o Jeito na mosioa taberna as
i *tra.
todas pertenec de illn-
MtaaritwqMe serv* ae largo
Terva-feira 3 do crrante.
O ageole Pestaa far le 15o loa pertences da
Waaioarai aeima constando de 23 arcos e 43 ar-
o, roa da 6W lampeos, i 8 ma'lros ban-
Iriras etc.
Hojtf.
a* M huras oo largo do Corno Santo_______
S)o 200 caixis com superior sabio e 137
sacos com fejao sendo ICO prcto e 37
inulanho.
Quartafeira i di corrente.
"mingos a!ves Matheus far leillo por cont
ti risco de quem prteneer dos gneros aeima
-utewcfcnado* e por intervencSo do agente Pesta-
a : c, .arta-feira 4 do corrente pelas 41 horas da
caitba no arinazem ao Acns largo da" alfan-
De movis sendo:
Km mobilia de amareo com 12 cadeiras de
,,w;<-.: >, ditas do bracos, -.aslos, 1 sof e
1 nota r-.I.,na, 1 caaa franeeza do amarello
-com colxio novo, 1 adeira de halan?'-, i lvalo
rio de amareU >, nma ineia commoia de amarel-
io, 1 so, G cadeiras, 1 me.->a reJonda, 2 ban-
manos, 2 banhems de follia e alguma louca
r\; pintar.
(uarta f iraV do corrala.
O atente Manas t rapx ik sobrado n. Vida ra das rinchsiras, as
l\ hora.' do dia.
i.tausm, m mu
setehaMe
m previamente
^^l polos prndente?, boni como no acto
do teMo, o qusmt luga*
Ststa-feira
aotnmo da em ponto, eoi seu esCriptoro rna
da duro. 53. I* aojar.
LErLAO
De trm sobrado de dnus andares e soto da ra
do Livrarnwito n. 23 (terreoo pcourn), 1 mi-
hila a Luir V com 12 cadeiras de guarnirn.
2 ditas de braco, tim sof e 4 consolos com
pedra, 2 guardas vestidos de amircllo, nm apa-
rador do dito a I un guarda lo ac. Dons
cabriolets araer canos de 1 rodas com coberlas
e aaseutos para S e 4 pesias, com os competen-
tes arreios.
Sexta-feira o do corrente
O agente Martms far leilao' competentemnto
autorsado, do predio, movis e cabriolets cima
ao segundo an lar do dito sobrado as II horas do
da. O* pretndenos podem obter qua'quer in-
formado do referido agente.
AVISOS DIVERSOS.
vender 'abo-
Precisa-ce de urna pela para
Iciro : na rna do Fogn, 26.________________
lastrada (c ferro d i lleelfc a
Ollmla.
Compram-se dormenles de madeiras de reei-
nhecida durafao para a cimstru ca desta estrada:
trata-e na ra da Aurora, escriptorio da superin-
tendencia, das G horas da manhaa ^ 6 da tarde,
nos dias uteis.
O superintendente,
Andr de Abreu Porto.
femando barbosa de Carvalhi, cnmtieteflte-
mcate habilitado pela directora Rcral de instrae-
cS* pdica pura ea-mar particularmente primei-
ras letras, avisa aos senhores pas de familias que
lem aberta sua' aula na ra da Assumpeao n. 58.
casa de sua residencia. NesU aula cada alumno
pagar mensalmente o mdico preco de 4000,
tendo papel, penna e tinta. ______ ____
LEILAO
<*.*
ao
* calas corsa superior tI-
nho e^iisnagne.
Quarla-feira 4 do corrente.
G agente Pestaa far leilJfa por conta e risco
3e Qecm pertenser do 20 caas com superior
vufi',< champagne em um oo ;:i3s lotes : qoarU
14 do corrt nte as 11 horas da manhaa n
awyjni do Anees._______________
LELAO
Oiiinlafeira 5 i maio.
l'aK-tnbcrg b'lack & C. !.;v-n) a leilao por
iatarreaQaodo agento Pinto, :;n completo e va-
ri i sortiowalo de fazendas iaglezas, fraaceza,
aapftiM e suidas oxisteaoi cn ?eu arma'.en
-ih% da C:ut n. 34.
Priacpiar as 10 loras.___ ____ __
LElAO
de fazendas avariadas
djuiota-feira 5 de maio as 10 horas
etn ponto.
O ..sent Pinto far leilao per conta e risco de
:-. pcftSBCerde S fardos marea DO Vns. 1137,
113** liil de algodes de li-:r.'4S a varia loa a
Iwrdo do vapor ingioz arp/rr, as 10 horas di dia
.Tiri.;!.-. dito ni armazr-in da ra da Cruz n. 3J.
Destpparecen no dia 29 de abril prximo pau-
sado da ra do Socego, no Campo Verde, casa n.
12, um carneiro c urna ovvlh.-i, ambos brancos e
muilo novo?, teodo a ovelha urna das orelhas
rasgada, e o carneiro um nouco mais pequeo e
castrado : qnem os pegar leve-03 referida casa,
que ser recompen'ado generosamente.________
lriu\ndade do lv ao Espirito
Santo.
Tendo de se reunir o conselba fiscal desta ir-
mandade no di torca feira 3 do correle, as tO
horas da manhaa, pelo presente convido aos Srs.
ex-juizes e bemfetores que compoem dito conselho
comparecerem em nosso consistorio no indicado
dia fin detomarom parle nos tiabalhos que Ihes
seno .presentados.
Custodio Jos, Alves Guimarns,
Prncurader feral.
AMA
Precisa-sc de nma ama para comprar e cozi-
nhar : a tratar na casa n. 6 da ra da Saudade.
Trabalhaclor.
Precisa-te de um servente : no hotel da ra
das Crazas n. 30, paga-se bem
Aluga-se
Grande sitio na Torre : tratar com Andr de
Alireu Porto, na ponto do mesmo lugar,
Pedido.
Pede-se encarecidamente (s assim) aos senho-
res abaixo mencionados so dignem por especial
obsajuio do virem-realisar aquillo que teem pro-
mettido por diieisas retes, piis ja tempo, o vis
(Offoe o atan negocio 6 de iuterei para os
raesrous fenliores, por isso os esliramos o mais
breve, advertindo porom, que nao retiramos e>te
nosso pedido sem qve nao co:nparecam a tua do
Crespo n. 7 A, loja do Passo.
Albino Bandeira de Jezu3.
Jos Luiz de Souza.
Francisco Maooel de AJmoida.
Joo Baptisla Morcira.
Jos Antonio Moreira Goimaraai.
Luiz de Franca Bclem.
Liosa
De ordem de n 11
administrativa dwta u*^
dia 5 te II horas ^a MAn. 1 ________f '9Mm>itari*i Cdigo Ommerchl Portu
Francisco para tratarse de negocioe, yum s>
relativos. .#.
Consistorio d irmaadade academiea, aos w
malo de 1870.
0 secreOrrio,
Cimtll. Orfda Pintes- ...
PADAMA i
Ka padiria da ruada Prain. 47, preetsa-se de
duus amassadores, paga-se bem.
-!!&$ SBHW
i 0 DR. SWTOS MiLL
mam
IIOWEOP4THA
MD04IS8
Para rna %* m. #S.
Antiga residencia e consoHorto do r. Sa-
bino L. 0.1'HrtKi.
CoBuitas todos o dias das 10 horas da
manhaa ao meio dia; e chamados a qaal-
qoer feora 4o dia oo nouta
Gratis aos pobres.
43-Bua Nova-43
Clnica medicohormopathica
Do Dr. Santos Mello.
Murante o aatez de abril)
Duentes de:
Ascito
Broneliite
Bexigas canfluentes
Diarrha
Denticao
Dysinria
Dores osteocapas
Kuterite aguda
Exoataal
l'Vbre epheraera
Pebre verminosa
Gaslro hepatite aguda
'iastro-interte
Hemeralopia
llepatite sub-nrruda
lnfecco palnslrc
Metrite aguda
Rachetismo
Spermatorrlica
Tumor mamario
Ulceras atnicas e carie dos ossos dos pe*
Cceras syphiliticas do nariz
32
Curaram-se 19, e fleam em trat; ment 13. que
pela maior parle se submeterain aos meus cuida-
d >s nos ltimos dias do dito mez.
O /);. Sanios Mello participa aos doentes e ao
puidico qne. innJon se para a rna Nova n. 43, on-
de pl ^er procurado ; contnnando as consultas
das 10 oras da manhaa ao meio dia.
Gratis aos pobres._______________
Boli-ir<>
Precisa-sede um criad i para boliero do me-
dico, tratar na ra larga do Horario n. 50,
na rna 1> Calniga n. 4. no muzeu de jiias.
oo
AIV1A.
Prec.sa-se de urna ama boa engommadura para
Wr as G horas da manhaa e sabir as 6 da tarde
paga-s bem. na cas: nova junto as ofiicina* dos
trilitos urbanos de Apipucos : na rna da Senzala
n. 38, eseriptorin.____________
Avisa-30 ao Sr. Dr. l/onardn Francisco oe
Akaida i|ae o sh compadre o atlianiuido Vista-
rita* Antonio do Sa:ramento anda nao jagou os
al jSiO leis, que ficou deveado dos alugueis da
casa em que morou na rna da Santa Cruz._____
Sr. Zamba da encananmn'.o, qneira appa-
recer na olaria da ra dos Preseros n. 52.
No dia 28, fugio o bem conhecid i cscravo da
pala; i i allema, em Santo Amaro, de ooaie Izido-
rk>, idade 10 annos, baixo, cor preta.'Hsara boiTf-
clmda, bigode groso, toma rap e bebe as vezes.
Levou um baloio com pan* de lee. liste negro
fai captivo do Sr. Ballhar Oveira : quein der no-
ticia do balaio, ou capturar o e-cravo levanda-o
a padaria cima, que aer recrmpensado._______
gtut9B*uleiro.
Vonrl-se na loja (ti tm do Crespo n.
iS A Cyjqoina da do Qujffmrfo, a impor-
tante f moderna obra svb otksh de an-
notascs ao cdigo io commercioprrrtnguez
emOvoluaies pelo Exra. Sr. conselhelro
Dr. Dtogo Peretia Forjaz 4e Saropa* P-
tLeqtoJ, lente cathedralico na univeretdade
'de Coirnbra. Os^jsubidos crditos de qoe
goza raoito merecidamente aquello eximio
comraercialisU por si s bastariam jwra ro-
commendar to importante obra, qaando
nao cencorresse mais j^ara isso a grande
vantagetn de ser ttmr ptimo commantario
ao cdigo commcrcial brasrleiro (na falta
absalamqae Ira de qoa'qaer outro) pelam-
sina boraogeneidade de entre moftas das
uas disposices, e as do mencionado cdi-
go portugoez, que Ibe servio de teito.
torrel pressoro9os, distincta mocidade
da*!.0 anno da Faeoldade de Direito desta
cidade e notareis jurisconsultos, a prover-
voa. desse poderoso 'auxiliar para vossos
trabalhos da scieneta, e pelo preco commodo
de 205. toda a obra em 6 vol.
e pnbllcaeao Iliteraria
sol litlo de Heuaorla do
Rom estas do Mtate, en
Braga.
Acba-ne venda na loja da ra do Cres-
po n. 25 A, esquina da do Qucimado a pri-
morosa Memoria do liom Jess do Monte tm
Draga, ornada de gravuras finas, segunde
eflk'ao. obrada permade ouro dnmui illus-
trado lente da universidarJe de Coimbra.'c
Exm. Sr. conaemeiro Dr. Diogo ?ereira
Forjaz de Sampaio Pimente!. Qnem liver
noticia da extraordinaria devoco qne exis-
te em Portugal para com aquella m'lagro-
sissima imagem, aflluindu sempre para o
seu magestoso templo em roraaria o nume-
roso povo de todas as partes desse reino;
quem sonber avaar, as briiliantes descrip-
C-oes, e o bello esludo daquelle consomma-
do jurisconsulto e eximo luterano portuguez
nao deixr do procurar, quanto arles pro
ver-st do um cxemplar da dila memoria,
pelo diminuto preco de 3#, na loja indica
da, onde ha pequeo numero dcllas.
Na mesma leja, cima ha onlras estampa,
muito perfeitas e grandes do dito Senhor
liom Jess de Bprecoraga, por commodo
Timi\RU flWBk
55-1?ua (Ja Impe. att iz-55
Tinge, lava, limpa, lastra e achamslo-
la-sa, com a maior prmica", fazendas o
peca e em obras de todas as qnalidades;
como scjim : soda, liia, a'godSo. linho,
chapeos de fcltro e de paiha ote. etc.
Tira-sc no loas e limpa-se a seccosem
molhar os leeidos, conservando assiin to-
do o brllio ila 'zonda.
Tintura preta as tercas c sextas fe-
ras.
'v
XA RO P E
VEGETAL AMERICANO

ESA LID A-DE
DC
BARTHOLOMEO&C
Para can certa da tuses tntijts e recentes, catarrbts polmonar, thmt; lesa conriln,
Vonehias, o em oral contra todos os soffrraen los das vas respira toril.
DEPOSITO ERAL
aoTXCA e nnooAnKA
31, ROA LARGA DO R0ZARI0, 31
PERNAMBUCO
Precisare de urna ama que lenha bom leite
para amamentar una crianca c cuidar unicamen
te nella : a ipw estiver nestas condi.;oes, pode-se
dirigir ra do Crespo, luja a*. _______^^
m
m-
i t-a
iflall
ESCOLA
DE
LEILAO
de
3 344 cali c u massas
nervi sortidas.
Quinta-feira 5 du correte.
Tlsset Prercs arao leilao por intervencao do
Moate Pestaa e por conta e risco de quem per'
teaeer de lili caixas de massaa wirtiJas de nervi
.arte com avaria de agua salgada vmdas pelo
'ario aastriaco Sacra Famiglia, as quaes scrao
Tullidas em leilao no dia cima quinta feira 5 do
correle as II horas da manhaa no armazem do
#,nn' i no largo da al and.-ga. ^______
nstrucqio primaria.
lidRoaDirea129.
2J andar.
Ana do Quciroz e Albuquerque
Professora particular.
O padre Antonio dos Saoms Olivcira, para pre
venir quesiocs. faz Silente ao respeilavel publico,
com especialtdade aos liabilantes de Goyaana, que
a casa n. i, ra do Amparo da mesma cdad,
ii'jlla se acha incluido sen patrimonio.
Si iopara vender em Bel m.
A pessoa que annunciou nm sitio para ven-
der na estrada de Bo'cm, ou trocar por esemos,
dirija-se :i ra da Aurora n. 88, primeiro andar.
ATTENCAO
O abaixo assignado, vendo no Diario de Per-
nambaco de 28 do mez lindo, um annuncio de Ma-
noel Fu-mino Ferreira, para vender as suas pro-
piedades, alli mencionadas, julga de seu dever
previnir a quem interessar possa, que o referi-
do Firmino, por ora nao pode alienar bem algum,
visto eslarem tcitamente hypolbecados ao abaixo
assignado e a seus irmos, de confurmidade (L,
20, c. de dm, tul, peg, a ord. 1. 1- t. 88, 22, n.
26 e ao t 62, 30, n. 2,) desde que aquello Sr.
assignou o termo de tntetladas dos menores, tanto
mais quanto depois de 9 annos de renhido pleito,
obteve o abaixo assignado, sentens no tribunal
da relacao era sea favor, por accordao de 6 de
^ulho de 69, condemnando ao senhor Firmino a
entregar-lhe os bens e rendimentos existentes em
sen poder, ao qae se tem recasado at do pagar
as proprias costa?, como se poder ver dos autos
existentes no cariado do escrivao firilo, pelo que
requereu o aliaixo assignado o competente tnan-
dlvldas na Iwportaocla de ^ de captura contra o mesmo Firmino, por
34:8094!*ft rs. nao cumprir asentenca que jnlgou a sua respec-
A 6 do corrente Itiva comminaeao, e cuja petizo se acha em seu
>;m cnmpjimemo do respeitavel de?pacho do poder para dizer em2i horas. O abaix ass.gna
JH __,.*___:.i j. .,.m-,. ,i nriDj^ f-i7or va pr n son ilireitn contra nnen
P ra o mez M ri no
Na roa Estroita do Rosario n. 35, prepa-
ram-s-! flores nrtiliciaes para enfeitar os al-
tares e oratorios do mez de maio, arcos,
palmas capellas rosas, e palmas para o al-
iar, bouqueltis e bngias enfeitadas com flo-
res de cera para enfeit^s de altar, tudo com
prestesa, goslo e barato, fnz-se toda en-
commenda para fra, e tem j promptas,
rosas, arcas o pontas.___________________
" Perdeii-e na noute de i'i de abril prximo
paatade'na ra Nova, urna pnlseira de curo,
obra de fura, com urna sida no nr.eio; quem
achou e quizer"restitu-la, dirija-se a ra da Con-
cordia casa de Luiz Lumaque que sera recom-
pensado.____________________
Na madrugada do da 27 de abril prximo
passado na povoacio de S. Jos da CorOa Grande'
furtaram um cavado sallado o enfreiado, pearefo
gordo, grande, andador baixo esquipar mu e
inteiro, cauda comprida, dina grande e dcnsal
topete aparado, tendo urna cicatriz no p esquerdot
ha probalidade de ler sido conduzido para esto
cidade, onde se recommonda dito cavallo as auto-
ridades policiaes e aos donos de cochelra, e re-
compensase a quem delle der noticia, nesta praea
a Sr. Domingos Jos" da Silva na rna da Cruz ti.
23 e no engenho Macamgana a sen dono Joaquim
ituarque de Sampaio.________^^_^_^_
Pre^tsa-sc da qaaalia do 5:U00 ajaros, dan-
do-.-e para garanta urna hvpatbeca em dez es-
cravos : a qnen convier annuncio para ser pro-
curado._________________________________
0 CIHIA NIHHa
Frederico Maya
Tem a honra da scieislilkar ao respeita-
vei publico ei geral, e aos seus clientes
e.m particular croa, elle mudou o seu gabi|
note de consultas da ra Direito n. 12 pars
a do Ooeimade n. ill primeiro andar, coro
3 entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado fiara os misteres de sua
prolissao, todos os dias uteis das 9 horas
da manhaa as 3 da larde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clieotes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serio precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o hora desempenho e a perfeico dt
seus trabadlos, o que ja bem conhecido
assim como as commo.hdades dos presos
K therapii!iei da dver<*5 molestiis do peito, desde
* phsryDgite oo mal da garganta atea tulierculai;io
polmonar, pissando pelas diversas bronebites catarrhaes
t o emphysem acaba de ser enrequecida com mais
este mclicamento, qne toaart primeira ordem entre
tedos al boje conhecidos. O larope VegeUl Amerlcaao,
laraotindo paramente vegetal, nao eontm em sua
compoico nm s tomo de opio, e sim somente sac-
io? de plantas Indgenas, cujas propriedades benficas
o* cora da molestias qne perlenceio aos orgkos de res-
oiracio fortn por nos observadas por longo tempo,
en'piimos resalw4s cada tu me ertecenies; pelo
qa os- jnlgamos aatorlsados a compor o larope qne
afora presentamos, e a eflerece lo ao* mdicos e ao
publico, Proramos com os attestados abaixo o qne le-
vamos dito, e contamos qae o eonceito de qae ja gosa
o xarepe Vegetal Americano creseert de dia i dia,
deiando mnito pos de ti todos os peitoraes ao roga.
Hlm. Sr. Barthalomeo 4 C,0 isrope Vegetal A pe-
licano, preparado em toa conceitoadissima pbarmacia.
nm ntil remedio para combater i terrirel astbma.
Sofra en aquella molastia bi qaatro mezes, sem anda
ler combando os ataques menes qae liaba; este ultimo
qae tire foi fonissimo qne me prostoa por 8 dias, usei,
porm o sen milagroso larope, tomando apenas tres
dses. e at o presente no (ai de novo atacado. Prasa
Ov*s, qoa ao qna reiubeltedo por ana vez. Rendo-
lhe, pois os meas agrdeeimentos por me tet aliviaa I
Uo borrivel mal. Com a mais aignicaliva gruida*
snbscre*o-me deVmcs. tffeetnoso e reconhecidn eriad-
Secerino Paarte.Soa Casa 14 de fevereiro da ttt*
Illmi Srs Bartholomee- C. Depois de qoaai aau
mezes de toffrimento com ama tosse ioeessaat, bata,
extraordinario, expeetora;ao de nm catarrno amaraBa
do, a perda toul daa torcas, qae o menor pas*Mc
me fatigara completamente, cansado de tomar maie an-
tros remedioa sem retallado livea felicidad desatar jan
Vmca. preparavam o xarope Vegetal Amencano, a ea
elle, gracaa a Deas, meacbo restablecido ba maitaV
dois meies, e robusta como se nada livesse soffrio. a
gratidio me forca a estadeelaraelo, qae podeiio Twca.
fazer o oso qae qaizerera. Soa com estima da Vate
moitos respuudor e erisdo. inionio tapdaaai
Castro t Silva. Bccife 8 de fevereiro de 1868.
Atiesto qae asei do jarope Vegetal Amrica*, aV
composifio dos Sra Bartawlomeo t C. par cu da a
forte dedaxo qae metroaxe nmaroaqaidlo.qaaataaka!
fazia edtender, inflammaeio e dor na garganta, latea,
grande falta de respirarlo, e Uqaei compleameaU raa-
tabeleeido com nm s6 vidro do mesmo xa ropa; pete-
que Ibes protesto eterna gratidao. Beeifa 1 da Ja-
neiro de 868. Soeaine* i'rrivra 4rt***
Eitio reconhecidoi.
L
BS6UMAOEIRA.
Precisase altigar urna escrava perfeita engam-
madeira para casa de familia, paga-se bem : quem
tiver annuncio para ser procurado.___________
_ Precisase de um bom.coueiro e nm cozi-
nheiro : tratar na ra 4o Trapiche n. 46.
de
ilim'. Sr. i>r juiz de direito epeeial do commer-
eio desta cidado, a requerimento dos administra-
dma da massa fallida de Antonio Pedro de Mel-
la, o agente Ofivera far leil > das dividas do ar-
ta
do protesta fazer valler o seu direito contra quem
quer qne Mr.
Recie, 3 de maio de 1870.
Manoel de Almeida Lopss.
Frecisa-se de um escravo de 14 a
16 annos para todo servieo de urna casa
de pouca familia, paga se bem : a tratar
na ra da Saudade n. 23.
. Copeiro.
Precisa se de um copeiro : na roa do Commer-
cio n. 11, hotel de Franca.
No ci'llegio da Conceico pre8tsa-se
homem idoso para porlsiro.
um
Precsa-se de uina ama de boa conducta,
me saiba bem coser c engommai,' pa uraa s^_
nhora vuva com um lillio : a tratar na ra do
Amorm n. 35, Io andar.
Precisa- se de um caixeiro dS ti a SO anuos:
ni rna Augusta n. 116.___________________
Engenho p*ra irrendar.
Arrenda so o engenho Concjicao ontr'ora Ca-
uanduba, dis.tnte da povoacao de JaboatSo tres
fiuarws do legoa, me com agtvi, 6 copeiro, com
bastantes trras, legoa e meia ao circunferencia :
a tratar na ra da Cadeia n. 4 cora o Sr. Barroca,
ou no mesmo engenho com o proprietarto Joso do
Rugo Dantas Cootinho.____________________
precisa se da nma ama ^ara oozinhar al.
var, pois quem quizer dirija-se a ra de Santa Hi-
la n.Wem casa do Sr. Vicente Andr Gomes da
Costa.
:
Pl LULAS
DE PEPSINA DE
PHnP 2 Ru Bast'Glione
PAR 1 S
P. MAURER et C", Ptrnambuco; J06E BELLO, em Porto AU$r*\
8ILVA LOPES, tm Baha; FERREIRA et C", em Marankao^______
RUI
DO
CABUGl
esquina
AO ANNUL DE OURO
RA
E
C4BUGA
esquina
___,___D13 _
Este importante estabelwmento no sen genaijo, tem aempre nm sortimento sem igual,
. le vende por procos qne nenhuma ontra easa pode Tender. Ida roa, larga
Ida roa larga dej ^ ^^ ^ ^^t^ 9 do preoo daa jeias cada nm poder-se-ha oonvaneer da rerdade.1
Eosario. Oaraate-ee aer todo de lei Coaipra-ee onro, jwata e pedraa finas por presos mnito ele- Beaano^
vados.
AiMr
aBP*v*"^
E
IIEI


Diario de Pernambuco Terca ^H
Waio de 1870



LOJA DO TRIMPHO
. 7Rna de Queimado7
DE
MOREIRA k BASTOS
'
i
Cbegou pelo ultimo vapor da Europa o mais bello sortimento de fazendas preta
como sejara:
Grosdenap'es pretos de lodas as larguras e qualidades,
Gorgurao preto para vestidos, o que tem viudo de mais superior nesta fazenda.
Pequin da China, de seda pura preto com listras de setim o que ha de mais
moderno em fazenda preta para vestidos.
Mantilhas brasileiras de renda de seda preta o que tem vindo de mais moderno
a este mercado.
Meterniques de croch preto com ricos lagos de setim e de modello completa-
mente n\o.
Cisacos de croch pretos, compridos cora grande roda e de regado que finge
seguida saa sobre o vestido.
Ricas mantis pretas para cabera de senhoras.
Um grande sortimento de fil preto de seda com flores, nesle mesnio estabele-
cimento tambem ha um grande sortimento de poupehnas de ricos gostos, sedas lisas de
bodas cores, saias bordadas, Gnas para senhoras, luvas de Jouvin de todas as cores
para bomens e senhoras, grande sortimento de cortinados bordados para cama e jane!-
las, tapetes para sof, camas, pianos, janellas, e grande sortimento das afamadas eslei-
rs da India para forrar salas, so existe na ra do Queimado n. 7.
Lid
m E DEPUAtVO
de aaraaore. ra das Criazes
11.
O artista Gamitla acha-se esbeleeido na casa
cima, onde pode sar procurado para todos os
misteres de sua procissao.
CUBA RPIDA E INFAUVEL DOS CALOS
PELA
POMADA OALOPEAU.
Deposite especial
Pharmacia de Bartholomeu fy C
34Ra larga do Rosario3i.
Precisa-se
alugar um moleque de idade de 12 a ti annos
para servido interno de estaminet, psga-se bem :
na ra do Imperador n. 32.
PERFUME INEXTINGIVEL.
Para o Lenco, Toucador, e Banho.
Loja do Triumpho.
mm r rnoBi
N'ESTA ANTIG E CREDITATA
FABRICA
IICIITI1 II CIIITIITIIIITI IDI C0IPL1T leiIllIRTO II
OIAPiai DE !.:
De todaa as quididades I
De todos os feitios I
De todas os presos I
RA DO CRESPO Nv 4
m
34.RUA LARCA DO ROSARIO.34
floi costnmamos procurar altestados para acreditar
masuts preparados, e deiamos que aaa applicacio e os
multados obtidos pelas petsoasque ae dignaran) acceita-
*, Ibes deem crdito c toga ; porque sao seropre oa
Manados considerados gratuitos, e delles que laoca
s*o o charlatanismo; mas ni querendo offender aa pes-
swsqoeespontneamente nosoffereceram.os que abaixo
lotranscriptos, os fazemos pnblicar manifestando-Ibes
essa gratido pela atiricio, esperando que renbam
Uea corroborar o conceito, e acceilacio que tem mere-
cido oosso xarope. Birtkolomco C,
*TTEST00S.
niais. Srs. Bsrtholomco C. com a mais subida
aatisnfio que declaro ser o tarop Americano de urna
Vacia ejiraor.linari. pois que foffrendo ba das de
*k;,f* tosse, i ponto de nao poder dormir a noite a
elesfwito mesmo de medicamentos que tomata, a elle
-Tooni e na terceir ro!hr fui alliviado, e de todo me
leeata boje restabetecirfo i-ero o uso comente de quasi
m frsteo: grato rois a ese ri-tillsJo mar.ifesto a
'" -'' Mo. lie \v. S. amigo, ve-
wo4u) ufe SAO. U*nl .tntoriio Vistas /onior.
- kahrilfle 181.
t Uaiibtoire i S
Vegetal Americano, de sua eomposicao, qnando mi
acbefs bastante doente de urna constipaco, que mi
tomn completamente ronco e qne troute urna forte
tosse, e me impossibiliton de cumprir os mena derere
de cantor Ha emprea lyrics, ?on agradecer-lhes mei
completo restabelecimento, qne obtive com um s Tidra
do mesmo jarope, depoia de haver recorrido a mnitot
tratamentos. Desejarei que ootros como en recorran
ao sen iarope para se verem aliviados de Uo lerrivsl
incommodo, to fatal oeste paiz. Com malor conside-
raco contino a ser de Vt. Ss. atiento, venerador
abrigado. Luir Cremona, Recife 25 de setembre
de 1868.
lllms Srs Fiariholomea *C. O tarop Vegetal Ame-
ricano qne Vy. Ss. tm etposto a teoda i de toda efi-
cacia para o curativo d'asthma, canforme obeerrei ap-
plicando-o a mea Ulho Joaquim, menor de qiairs
annos; tictima d'esse flagello. qne at entopor espaee
excedente a dons annos fcavia resistido aoutrosaaropea
le gran Jo nomcaJa. Queiram pois Vt. Ss. acceitar i
jipresseo altamente sincera de mea reoonbecimento a<
meritorio .eme* que !Im> prestaram com o indicada
tarop, s.-redicniuroe [ir* sempre de Vt. Ss. criad,
i S'S0*?""*' ''' ~ '""-'^o >'"o de Mendonca. -
-o Hn tara** f H ife i He nutahr* da f RCS.
PenhoradissiaMCoaa
.r
- Pronsa fe alugar um bom preto para ser-
vio interno c externo de urna casa de hornera
mb ro. |i3gt->e bem : na rna di Ga.leia n. 30.
Prjcisa-se de um caixeiro para taberna, de
t2 a 14 anuo--: a tratar no pateo do Terco nn-
mero 03.
Rap Paulo Cordeiro.
Constan!) i priprietario desta fabrica que se
tem vendi! i r?p falsificado com a denominicao
Ja de sna fabrica, e iiniaclo dos rtulos, sellos,'.
medall. is das exposijdes de 1861 e 1866, enienco'
honrosa da exposifin de Paris em 1867; previne1
por isso ao resjwilavel publico haja de o examinar
com toda a altercan ailrn de na) ser Iludido, c
tar esta form i fcilmente poder distinguir o va-
ordo verdadeiro rapa Paulo Cordeiro, que tanta
aceitacao tem merecido. nico deposito, ra do
Vigario n. II. nhrado.
Para eartorio 011 qualquer esta-
helecimento.
Aluga-se aloj do sobrad) d. 48 da ra das
Trincheira, aonda o finado eserivSo Motta leve
cartorio : trata-sa no Ia andar do mesmo sobrado.
Aviso s autoridades policial
e a quem competir
No dia 29 de maio do corrente aono
fagio o escravo Ezeqniel, crioulo de 30 35
annos do dado, estatura regular, reforfadt
cor bem preta, cabera redonda, trajava ca
misa azul e calca'de cassemira cinzeDta
dorante o dia costuma andar gaohando na:
roas, ou em armazens de assucar ou as la
bernas a conversar e a beber; dorante ;
noite recolhe-se a telbeiros abertos, ou pe
aetraveis, a casas em construccao e a outroi
luaesquer lugares, onde se possa abrigar;
juera o apprebender tenha a bondade de <
conduzia a ra da Aurora n. 26, oo na d<
omperador n, 20, onde ser gratificado.
Precisa se de um criado bom copeiro, e que f eja
escravo, paga-se bem : na ra do Comnereio
numero 3.
VERDADEIRO LE ROY
de lOMOmCT, Doctenr-Mderln
Ru da Seina, 51, aX P^VRls.
i\a ravessa da rua|l
das tees n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e bullan-
les, soja qnal for a qnan-
tia. M mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Copeiro
Precisa se de urna ama para cozinhar :
ra do Caldeireiro n. 68.
na
Precisa-se de ama ama que compre e cosi-
nhe para dnaa pessoas: na ra Angosta n 74.
. D-se algum dinheiro a premio sobre hypo-
heca em pedrios n'esta cidade : rna do Crespo
a. l, loja, se dir quem d.
Bartholomeu & G,
la cada gai rafa, at, entra-a roiaae opaa#| a
ja un o.iiaaaete.t.rotm. ii,pmw nTiS
reUtcaaa a tu* Maiauas, m mytmm raa^caT
NB. Ilenet.
-ten*>a*umalrllra
(le (00 fran.-es aa-
aaUBB
li qq dltitdc i'a
ZMJ
\ INRO, PlLULAS, XaROPB E TlNTURA
de jurubeba simples e ferruginoso{
Oleo, Pomadae.Emplastro da mesma
planta preparados por
BIRTHOLOMEO & C*
PHARMACBUTICOS-DROOUISTAe
PERNAMBUCO
A Junibeba : eala planta e hoja recoohaeida
como o vais paderoso Iooko, coma o melbor
desobitnente,a como tal applieada dos padeeigaaniot
do rifado baeo, hepatitea, doreaas, tumores inter-
nos e especialmente- do ulero, hidropesas, errai-
pellaa, etc.; a associada ao ferro a tul aaa paludas
A MU AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
MI'IIHAY i LI\HI\.
He o mais delicado e mimoso e ao mes-
mo tempe o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no seu maior auge
de excellencia, o propino aroma das "verda-
deiras flores, quando ainda na sua flores-
cencia e fragancia natural. Como ummeio
seguro e rpido allivio contra as dores de
cabeca, nervosidade, debilidade, desmaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias de accidentes hystericos; de
summa eflicacia e n5o tem outro que o
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavel e excellente, dando aos dentes,
aquella alvurae aperolada apparencia to
altamente apreciada e desejada pelas Se-
nhoras.
Como um remedio contra o mau balito
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encamada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual: e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mui excellente, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto,- toda a
qualidade de brotoejas, ebulices, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
am as*rindas feic5es do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluito, destem-
perando-a n'uma pouca d*agua ; porm no
tratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua foi^a. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feicoes trigueiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
\-ura, dando-lhe urna linda cor de irosa :
para um tal im, ella leva a palma aj todos
os perfumes que se teem inventav at hR'
je, e existe em plena soberana sei rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua tie Florida ce Mirbay &
Laman,
As imitaces que se tem feito na Franca,
Allemanha, assim como em outras paites ;
sao inteiramenle inuteis e hrvaliosas ; por-
tanto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precaucao
e cuidado, de quando compiaiem, estejun
certas que compram.
A Gem.ina
AGUA DE FLORIDA
DE
MRRAY A- LANMAN,
A qual preparada smente pelos nicos
Proprietarios,
LANMANN A KEMP, DE OVA YORK.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, & C. P. Mau-
rer A C. A. A. Barboza Bartholomeu. .i C.
DE
CHAMBARD*
" Com posto das plantas as mais odonreras e as
mais virtmeas dos montes os mais 'elevados, o h
ioni-purgativo de Chambard, possue um gosto sa-
boroso e um aroma suavissimo, e as propriedades
as mais notaveis sobre os embaracos do estomago,
dos intestinos e do ligado o desobstruente por
excellencia na constipaco do ventre e nao tem
resguardo nenhura.
Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, lefresca o sangue depurando o.
O uso do ch-Chambard pode ser continuado
por muito tempo sem o menor receio e sera in-
commodo nem mudanca no modo deviver.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
NA
iPHARMACIA E DROGARA
DE
RartholoHieu A c.
34BA LARGA CO ROSARIO34.
Panno de algodo da fabrica Todos os
Santos do Illm. Sr. commendador Pedroso, j
chegou ao escriptorio de Joaquim Jos Goncalves
Bellro : ruado Commercio n. 17.
Prejisa-se de urna criada qne seja perfeita
engommadeira, para casa de pouca familia : na
ra do Imperador n. Si, 2o andar, ou do Crespo
n. 8, loja de 4 portas.
Ama de leite.
Precisase de urna ama de leite sem filho
roa do Queimado n. 49.
na
GABINETE MEDICO-CIRUKGICO
DO
Dr. Ignacio Alcibiadcs Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora do da ou
da noite, prestando-se a s chamados fra da cida
de, com toda a promptido. Pratica operae.de-.
D consultas das 6 s 9 horas da manhaa, na
ra Nova n. 45, Io andar.
Precisa se de um criado de 10 a 12 annos,
livre ou escravo, para compras ; quem o tiver di
rija-se a ra da Palma n. 34.
Pela primeira vez se expoe venda nesta pro-
vincia um magnifico e primoreso sortimento de su
perior papel o mais lindo possivel, desde o mais
simples e modesto at o mais rico possivel, e pro-
pino para forro e guarnicao de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E preciso ver para admi-
rarse a lindeza dealgumas peras desse artefacto
A novidade e esquesilisse dos arabescos, o mimo
dos desenbos, e o capricho do doirado, encanta os
olhos e convida a cmpralo. O medico preco
por "que se vende sorprende ao senhor compra-
dor, que apenas ser obrigado a dar ama peque-
a commis.'o alem do primitivo custo da fabrica,
addicionado com a importancia dos direitos etc
Nunca a modicidade do prece esleve to junto da
belleza e bem acabado de um objecto de luxo. O
rcspeitavel publico convidado a certificar-se de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
to Sodr da Motta & C, a ra da ravessa da Ma-
dre de Dos n 14.
Ama.
Precisa se de urna ama para casa de homem
solteiro na ra da Cadeia n. 59, para cozinhar,
comprar e fazer todo servicq de urna casa.
Precisa-se de boas costuraras para co:er e
enfeitar vestidos : tratar aa rui do Imperador
n. 48.
Precisa-se comprar urna casa com quintal,
prefere-se as ras do Sebo, Pires e mesmo na
Soledade: a tratar na ra do Livrameuto n. 10.
Ama
Precisa-se de urna ama- forra ou captiva,
para comprar e casinhar, na ra de S. Francisco
n. oi.
Alugase urna excellente es.-rava : tratar
na rna Velha n. 22______________________
Acbou-se urna corrente de ouro para relo-
gio: a quem der os signaes certos e pagar as des-
pezas do presente annuncio, ser-lhe-bi entregue ;
na estrada dos Afilelos, sitio n. 35.
GUST
CABELLEIREIRO
51Ba da Cadeia do Recife^51
Chama a attentfo dos seus innmeros freguezes, e do respeitavctl publico e
geral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os quaes sao vfcte por cents
mais barato do que em ootra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 250, Cadeias Dar relogio a U, 6$,
405000
500000
P-
4,
H, 8 90, 120 e.
50001
501
501
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingleza ou franceza.
10001
501
251
300, 350 e
Ditas para homem a 350, 400 e
Coques a 120, 150, 180, 200, Corte de cabello,
250, 300 e.....500000 ..
Crescentes a 120,150,180,200, I ^^ de cabe,l <** "ccao. .
250, 300 e.....320000,Corte de cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 30, 40, 50, I champou.......
'60, 70, 80, 90 e. 100000 Corte de cabello com limpezi da
Tranca de 'cabello para annel a
500 e."....... 10000
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25 e.....300000 Barba. ,.....
SIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solre
0 dono do estabelecimento pre\ine s i Recommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros qne ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
salSopara tintara dos cabellos e barba, as-,Da unica admittida na Exposico Universal
. ; como n3o prejudicial sade, por ser to,
sim como um empregado smente occupa-^aui, analysada e approvada pelas aeso*
do nesse servico. ________ mias, de sciencias de PARS E LONDRE8
BAZAR ACADMICO
13
13
Ra da Imperatrz
Ulysses 4 Irmlo proprieUrios deste bem conhecido e acreditado estabelecimento
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
guezes, tanto desta praca, como de fra, qne tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acha-se completamente sortido e em condicoes de bem servi-los do
seguintes arligos:
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Babia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 30500 a 70500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Mauriiy.
Imperiaes, Tenentes do Diabo, Duque Y
Casias, liandon etc.; de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaes, Baependy e
muilas outras qoalidades.
IIHOS
Afamados de BAEPENDY era caixes de
20 libras 1*400 rs. a libra, em pacotes
a 20, de 0 para cima a 10800 e em maior
porco HJ0O o pacote de 1 iibra, dito
era latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
muilas qualidades como sejam : Daniel do
Rio Novo, lo Para, de S, Paulo, Caporal
etc. etc.
VVRIEDADES
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de soperior espuma, de rua-
deira (raz; de 30 at 60, a duzia e de ou
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gallinhados memores qne
ha neste mercado a 30 e 3?550O a dozia, e
com grande abalimento em maior porco,
ditos de loiica, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e couro de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros ile .todos os
syitemas.
PHOSPIIOROS de cera, em caixas de to-
dos os lanwnhos, de seguraoca a bal3o etc.
PAPEL de milho, de arroz, san-iom, Per-
san, pintado, ce nho etc. palha de milho de
Fernando a melbor possivel.
Alm dos artigas mencionados encontrarlo nossos freguezes outros mu.itos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presentas
serao satbfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer en-
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Ra da Imperatrz13
miar fcteratt, t spplet .
i cbloroses e falta de n os do esionufo, etc., e o qne diseos atiesta*
Donmerts corsa importantes ohudes eon noisos
Brefiandos > bem coohecidos aades pelee suis
toa mdicos 4* psit Portapl. Em todb* es
dssos depsitos distribuimos ralis folbetos eee
r fases coehecer t JnrsW** feo Ntiltsdof
Ele um preventivo seguro e corto contra
Ela calvice,
e d e restaura fon;a e sanidade a pelle
da cabeca,
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos em
qualquer forma e posico que se deseje
n'um estado formoso, liso e niacio,
Ele faz crescer os cabellos bastos e com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa,
Elle previne os cabellos de se tornaren)
brancos,
Elle conserva a cabeca n'um estado de fsej
cura refrigerante e agradavel,
Elle n5o demaziadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadico,
Elle n5o deixa o menor cheiro desagra-
davel,
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservacSo e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o pon-
teado dos cabellos -o barbas dos senho-
res,
Nenhum toucador de senhora pode con*
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Tnico Orieatal
o qual preserva, limpa, fortifica e aform
Acha-se a venda nos estabelecimento/de
A. Caors, I. da C. Bravo & C. P.
C, M. Barbosa, Bartholomeu A Cye em
todas as principaes tojas de peifiaarias
a boticas.
Ao publico e s auto-
ridades policiaes.
Honlem por volta das 5 horas e meia da
tarde deixou-se por esquecimento sobre um
sof na sala destinada s senhoras na esta-
Cao do .Recife da companhia dos trilhos ur-
banos para Apipucos, urna pequea caixa
de madeira forrada de papel branco, con-
tend'o enire outros os objectos constantes
da relacio que se segu :
I alfinete do ouro. com o retrato do
abaixo assignado, tendo em circulo oito bri-
Ihantes.
I pnlseira de ouro, de laco, tendo cinco
brilbantes em outras taas pequeas rosas
que sahem de orna argolla.
1 pulseira menor, tambera de laco; tendo
duas esmeraldas era pequeas folhas de
ouro.
1 volta grossa de ouro, dcixando pender
unta cacoleta com perolas em urna das
faces.
1 volta de trancelim fino.
I i ar de rosetas de coral.
1 annel de ouro com brilhantes.
I dito de dito cora dous pequeos ru-
bins e duas esmeraldas.
O abaixo assignado confiando as autori-
dades de polica que envidem meios de
descobnr o autor da subtracc3o, e esperan-
do que as pessoas que negociara com joias
tenham presente este aviso, promette grati-
ficar generosamente a quem I he possa dar
informarnos seguras.
Recife, 30 de abril de 1870.
Manoel Martins Fiuza.
BAZAS DA HOM
RA MA-S
*
%
m
ti i
Os abaixo assigoados proprielai ios deste eslabetecimento, participara
iue, ontinuam a veuder muito barato e em vista ao grande sortimento de
miudezas da mclhur qualidade chamam a sitengao dos Srs- commerciautes
de retalho afim do comprarem o que ihe for conveniente ; com descont de
10 Ojo, pagamento realisado no mez da compra.
Jos de Souza Snares & C.
AMA
Precisa-se de urna ans para todo o servico de
casa familia; a tratar na ra do Pilar n. 139 pri-
meiro andar.
Em casa de THEODORO
ANSEN, ra 4a Cruz n. 18, r>
iflectivamente toda
Sordeaux, Boorgpe WT
M HABITARES DO
Imperio do Brasil.
Grande exposiqo na cidade de
Cordova,
REHBLICA ARGENTINA.
No dia lF5o outubro de 1870 ter lu-
gar a abertura da- exposico nacional em
Cordova.
Previne-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos aquelles que exergam qualquer indus
tria, que na dita exposigo se recebem todi s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
.utensilios que quizerem remeiter.
Estes productos estSo isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
derlo ser dirigidos cidade ao Rosario, de
onde serao trasportados pelo caminho de
forro central.
Para mais explicacoes dirijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz a. 3, ao consulado
argentino.
LOJA DE JOIAS
DB
&c.
fogos do ar de una.
flefer-
Este antigo estabelecimento, completa-
nente reformado de novo, est as condi-
oes de servir vantajosaraente os seus fre-
;uezes, visto qne acha-se prvido com nm
izplendido sortimento de obras de ouro e
jrata de lei, assim como brilhantes eou-
jras pedras preciosas, cujos presos sao os
nais mdicos qne se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
le em troca on compram-se com pequeo
ibate
\ 5 RA DO CABUG N.
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feira 3
e Alaio de
1870.
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para andi
lar na roa
Precisa-se de um criado oa ama para o ser
vico de caa de romera solteiro : no pateo do Pa-
raiio n. 14. .__________^^^ ;
Precisa -se de um bom cwinTifTroTTew^fc
para alugar. e sondo captivo compra-se ou alaga-
es: na roa da Gru n. 48, armaiem. ________
Dinhiro achado
Na na do Queiraado, hoje Duque de Ca-
xias, loja n. 45, achou-se a 15 das alguna
dinheiro que se suppoe ser de um voluuta-
riochtgado no a" batalbao, dizendo a quan-
ta e as notas lhe ser entregue.________
TrabaJhadores.
Precisase de 2 homens pira o Rio-Grande do
Verte, que se queiram dedicar ao trabalho de
araassadres ; quem quixer dirija-se ra do
Amoriro n. 37, em ca, do Tasso Irmaos A C
rl
:
:
B993S m !
Precisa se ae nm ciiioiro para taberna de
11 a ti annos : tratarlo pateo do Terco n- 63.
Feitor
No sitio do arco da travessa da Ponte de Ucboa'
precisa-se de um feitor, procure no mesmo.
Attentflo
Vende-se o rendimento annual do pedagio da
ponte da travessa da Ponte de l'cha Sant'Anna:
- tratar no sifio do arco.
Na ra Direita n. ?J3 precisa se de urna aira
para o servieo de casa.
O COLLAR M OUi
v;.tii'.4Mi:*B(;.lY3.t.
' ii
Pd
O
g
a
I
r
3
Com este titulo acha-se aberto e inleiramente transformado este antigo
estabelecimento de jotas, onde os freguezes e amigos eucontrarao tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderados de ruantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderemos, pul-
cciras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colberes, palileiros salvas c outros muitos objectos que seria enfadonlio
mencionar.
Compra-sc ouro, prata, brilbantes e peJras finas, permaior prego do
qu em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertcncente a esta arte.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
o servieo de urna casa com pouca familia, ra
Nova n. 52,1* andar.
Ama
Precisare de urna ama pora o servieo interior
de pequea f; milla : na ra da Amizade n. 11
Capunga.
# TIH'LUB
iNSframEos
Travessa do Corpo Santo n. 2S
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado 4 C, avisam ao respeiuve
que nos lugares cima encontrar no mes-
sempre grande quantidade de ditos pocos, e
8 se achara habilitados para vender por menos
que ontro qualqoer, por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante Nerton, de Londres.
As vantagens que offerecem os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa on fra, tom o trabalho de urna a dnas
horas; segundo, fornecerem os mesmos agua pu-
ra e abundante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes s reeebero a importancia dos
referidos pocos depois de collocados, satistaiendo
a espectativa do comprador.
ITTENCIO
O Sr. Thomai Barr* to Llns de Barro9, fllho do
commendador Jos Candido de Barros, foi chama -
do por mim na das Cruzes n. andar, acer-
ba de urna flanea que o dito senhor ftcou de um
dos meus predios, e como ignoras=e a residencia
do referido Barros, chamei-o por e9te jornal. De-
claro que fui pago nesta data da dita flanea pelo
mesmo Sr. Lins de Barres.
Bellarmino da Cosa Dourado.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bhetes garantidos.
i roa do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
iras sortea, 1 meio n. 1980 com ':000i da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio d>
igreja da Casa Forte (14i*), convida- aos possmdo-
ra do Duque sn21-
(ANTIGA RA SO QDEIMADO)
costu-
res Tirem receber na conformidade
me sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da Ia parte da lotera 'beneficio da igreja
de Santo Antonio de Itamb (145*), que se eitrahi-
r quartafeira i do mea vlndouro.
Proco?.
Bilhete 6J000
Heio .'fOOO
Quinto 1J100
Em porfi de 100 para cima.
Bilhete .1*300
Meio 1|750
Quinto 11(00
Manoel Martina Pinza.
Mudanza.
Precifa-se de um menino de 12 a 14 annos,
para caixeiro : na taberna da ra de Santa Rila
n. 53.
AVISO.
Acha-?e justa o contratada a casa n. 16 da
ra Direita dos Affbgados, se alguem se julgar
com direit* a mesma, nestes tres dias ententeoda-
se na ra das Trincheiras n. 50.
i
Agencia em Pernambuco
l)o Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito
a'sa parrllha
Cura ulceras e chagas amiga?, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
i* II ii las catb rticas.
Paramente vegefaes e sem mercurio, cura se-
zoe-, enram e purkam todo o systema humano
Vende-se elTectivamente em casa oe Samuel P
ohnton & C, ra da Saniall-i Nova n. 41.
GUROS
Ng armazem da travessa do Corpo Santo n. 2o, ha
eortimento de objectos para carros, e que se vendempor presos muito
ejam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito bo3s.
Solas idem dito.
Oleado preto e de cores.
Colleiras de lustro o que ha d melhor.
Guamiles de lino lati para arreios, completos.
Lanternas e vedis para as mesmas
Eixos patente? para sebo.
Joaquim Lopes Machado & C.
sempre um completo
rasoaveis, como
O armazam
7, lembra e offeroce
por commo-
ilo preco aos dgaos moradores da ra do DUQUE DE CAXIAS, os lindos GLOBOS de
papel de cores : verdes, amaro lo?, encarnados, e cor de rosa, para ornarem todas as
varandas e abrilhanlar assim a bella e grande \\ umina'.ao qne tencionam l'azer, que por
maior que ella seja, n3o dispensara de ser matisada com as differenles cores dos men-
cionados globos.
MARTIMOS
COITRAFOGO.
A Companh:a Indemrsadora, estabelecidt
aesta pra^a, toma seguros martimos sobre
aavios e seus carregamentos e contra foge
:m edificios, mercadorias e mobilias: ;
?aa do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Ama
Precisase alugar urna ama para 'azer campa-
nilla a una renhora, fazor compras na na o co-
zinhar, que lenha boa conducta : quem e-tiver
nestas ircumstancias procure na ra vclha de
Sania Rita n. 66, que se dir quem procia.
Auda fgido pelas ras desta cidaJe e de
Olinda, o escravo David, do naejio Angola, repre-
sentando ter quarenta anuos, alto e cheio do cor-
po, bem preto, com alguus cabellos brancos na
barba, pea grandes e grossos. Boga se aos capi-
lcs decampo e autorilae* policiaes, que o apre-
hendan! e o levem ;i casa do Sr. Antonio V. da
Silva Barroca, na rua Ja Cadeia n. i, onde serao
bem reciimpensados.
H. II. Swipt, tendo-se retirado para os Esta-
dot-Cntdos nao n<'idc despedir-se dos seus amigos,
devido tsio a rapidez da sua vlagem, por isso vem
faze-lo pelo presento oiTerecendo-lhes o seu pres-
limo ni.|Ui'l!e paiz.
N. Danheisser, eslabelecido com casa de penho-
res na travessa da rua das Cruzes n. 1, far leilao
no da 9 do corrente, por intervencao do agonte
Martin?, dos objectos dados em penfiores, sob as
cautelas ns. 1, 0, 37, 71,96, 113, 139, 141, 180,
201, 114,130, 132. 141, 154, 239, 279, 281,194,
296, 300, 344, 357, 364, 374, 376, 378, 387, 411,
422, 427, 440, 460, 461, 463, 480. 482, 484, 504,
307, 510, 7 A, 8 A, 18 A, 13 A, 26 A, 33 A, 58 A,
63 A, 99 A, 103 A.104 A e 103 A. As pessoas que
quizerem resgatar ou reformar seus penhores ven-
cido?,pagando o respectivo premio.poderao faze-lo
at a hora do leilao.
ATTENCAO
VIDA DE SANTA VERNICA JULIAXI.
Acha-se venda olivrinho da vida desta santa
serva de Dos, traduzido do italiano em portuguez
a 1*600, o resto d s exemplares que existem na
livrana universa), raa do Imperador n. 54.
Ama.
Precisa-se de urna ama para o servieo externo
de urna casa de pequea familia : a tratar ca rua
do Imperador n. 79. loja.
Precisa e de um escravo para todo servieo
de casa: na rua das Larangeiras n. 10, hotel fra-
cez.
ttenqao.
Precisa-se de nma ama, preferindose 'escrava,
para casa de pouca tamiia, que saiba coziohar
bem : na rua da Madre de Dos n. 7, Ia andar.
ALUG^ET
Ka Magdalena, entre as duns.pomes, urna boa
casa, com duas sallas, quatro quartos, gabinete e
kcosinha, tendo ao lado porio e no quintal daos
jjuanos : quem pretender dirija-se a rna da lm-
peratriz u 1.
> Quem quizer alugar urna escrava moca para
o servieo interno de urna casa, dirija-se I praca
da Boa-vista n. 12.____________
ATTENCAO""
o
Urna senhora ingleza acostumala a ensinar, of-
ferece-se a ensinar a lingua ingleza a meninas em
casas particulares ou em collegio por prego razoa-
vel : quem precisar annuncie por este Diario a A.
B. C.
O Dr. Carolino Francisco de Lima Santos mu-
don sua residencia e consultorio para roa do
Imperador n. 57, 2 andar do sobrado cujo arma
zem conserva ainda hoje o nome de Alianza,
tendo a entrada, que pelo lado da ponre Sete de
aeternbro, o mesmo numero 57, da frente. Ahi,
continuando o dito Dr. no exercicio de sua pro-
nato de medico e de operador, pode ser procu-
rado a qualquer hora do dia e da noute.
Attencfio
O Sr. Galrao, acadmico, tem urna carta na rua
larga do Rosario n. 44.
Aluga-se uu vende-se um filio em Parna-
meirim o. 10, com os commodos seguintes: urna
grande casa com seis quartos, quatro salas, eozi-
nha fra, cacimba com bomba e muitos alvore-
do?, fructeiras e commodos sfflcientcs para plan-
tacoes, junto a eslacao dos trilhos urbanos de Api-
pucos : quem pretender dirija se ao largo do Ter-
co n. 68, que achara com quem tratar.
Precisa &e de um caixeiro Com pralica de
Tenda : no pateo de S. Pedro n. 1.
Precisa-se de urna ama
gomme : na rua do Caxias n. I
que cozinhe e en-
O coniiiienda lor Jos C-indido de Barro?, sua
mullier, ilhos, genros e netos agradecem aos ami-
go> o prenles de sua prezada raai, sngra e av,
pelo obsequio que Ibes iizeram de assistir as exe-
quias leitas ao cadver da mesma ; e de novo os
convidam a assistir a mi>sa do stimo da, que
ter lugar na qointa-Ssira 5 do maio, pelas 7 hora
da manhaa. na mairiz de Santo Antnnin.
Caixeiro
Precisa-se de um eaixeiro : na rua do Rangel
n. 6 : que tenha pralica de taberna, de idade de
lo a 18 annop.
CASA DI FE.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio i venda : raa do Cabug a. 1
yende Vieira 4 Rodrigues.
Novo Atheneu
Deordem do Sr. presidente participo aos senho-
res socios que na sesso extraordinaria de I de
maio deiermiuouse que as ses5es ordinarias fos-
sem transferidas para as quartas feiras das s 8
horas da noite.
Recife 2 de maio de 1870.
Eduardo Jaymo Gomes de Araujo,
______________1 secretario Interino.
Aviso
Na rua da Imperalriz n. 41 deseja se fallar com
o Sr. Jos Jacintlio Tavares de Arruda a negocio
de seu ntsresse.
COMPRAS.
Casa terrea.
Compra-se urna casa terrea
da Madre de Deus n. 16, loja.
tratar na ru
Arrenda-se o engenho Verde de Cima, h je
conhecido por Meiarim, na l'reguezia Jo Bonito, na
margem do rio Una, bom moedor de agoa, boa es-
trada para as estacoes de Preguica e Una, com
terreno para safrejar tres mil pes le assucar,
com o preciso para a moagem e colhea ; boa pro-
dcelo de canna o legumes de earoeo : quem
pretender dirija-se a meu mano Paulo Cavalcante
de Albuqucrque, no engenho Pinjarla di mesma
freguezia do Bonito.
Recife, 2 de maio de 1870.
Jiurenip de Albuqwque Cnoakante
Precisa-se de urna ama
n. 83.
na rua de Horias
Fugio ha dous dias um mulatinho de neme
Anton:o Thomaz, escravo, o qual anda transitan Jo
or e-ta cidade, vestido com urna camisa e calca
brancas, porm muito sajas, tem elle lo annos de
idade, e pescoco curto, velo do norte no vapor
Cruzeiro do Sttl : quem o apprehonder leve-o
rua do Imperadpr n. 3, que ser recompensado.
i
ELEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
DE
ANTOXIO JOS DE AZEVEDO
N. 11-RUA NOVA-N. 11
Partecipaao respeitavel publico desta cidade e das mais provincias visinbas, que ao seu grande e bem acreditado armazem de nslrumento*"c.e- masi-
si.Jacaba de ebegar um grande e etplendido sortimento de "*
O que ha de ma,8 moderno, de teclado fixo e mobile, e com transposic5o ou sem ella, delatores os mais acreditados Tuesta |cidade,fcomo sr/aa : os
becidos planos da fabrica do Sr. >
Cnq,ram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, ouro e prata em obras inutilisadas,
orilbantes e ina.s pedias preciosas: na loja de
)urives do arco da Conceicao, no Recife.
0 muzeo de joias
Na rua do Cabug n. 4 conipra-se onro, prau
i pedras preciosas por presos mais vantajosos dt
rae em outra qualquer parte.
ir-a i wm
i^ompram-se e vendem-se diariamente para fra
t dentro da provincia escravos de todas as idades,
sores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
^erceiro andar do sobrado n. 36, rua das Cruzes.
tpguezia de Santo Antonio.
Compra-se
urna preta do meia idade, que seja sadia, para
servigo de campo, assim como urna com bao!(ida
des : quem liver pode levar na praca da In le-
pendencia n. 39.
Compra-se urna bal; nca decimal usada, que
pese at 5 arrobas : na ru da Guia n. 36. ta-
berna.
O consenhor de duas partes do eogenho Mo-
zambique, vista da declarado do Diario de sex
ta feira, 29 do cor. ente, deelara para eviir duvi
das, qoe elle nao sujeita aquellas suaa partes
permulta ou venda, e mesmo a couliv-io de renda,
a nao ser previamente ocfido.
RUA
N3o foi sem fundamento quo a N0V\
ESPERANZA tem deixado de fazer os seos
annoncos; a razo simples, ella 'enUode
que ludo era demasa aborrece... por iss-
como j tinba dito e scieutirkado i sua boa
freguezia o que constantemente a receben-
do, ou tivesse feito muitas vezes, rec
tornar-se massante, assim pois rrcolbeu-se
um potco ao silencio, mas nunca detianda
d'eo pregar os verdadeiros esforgos, i con-
tralando maior numero de correspondente
na Europa, j descotrindo ibjeclos do mais
purado gosto e finalmente assigaando o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com figurnos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. para desta forma melhor
setvir a sua constante freguezia; e com es-
pecialidado ao bello sexo, qutm a NOVA
ESPERANZA ufana-se em offerecer-lhe
seus servicos, apressando-se desde j em
declarar que tem recebido ltimamente
enlremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, chaposinhos de selim para
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para
o mesmo Gm.
Meiasde seda e fio de escocia para crian-
gas.
Dedaes d'osso, marfim, ac^> e madrepe-
rola.
ptimas navalha?,afiadoresemassa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Bonitos sapalnhos com biquer, sfnds
com sallo, para meninos e meninas de dois
a doze annos.
Bas lentes com cinco melimetros, para
conlar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para lirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar costuras.
Bonitos linteiros de novos molde?,
Meias de llia para homens e sehoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil do linho e de da, suido reto e
bi anco, liso e de salpicos, e ouiros muit
objeclos expostos a venda rua Duj.cs
de Casias n. H, na NOVA ESPERANQ.
M1TA PERFUMARA.
A NOVA ESPERANCA, a tua Duque i
Caxias n. 21, acaba d receber rouita.per-
fumaria dos melhores e mais afamados fa-
bricantes, como sejam finos extraclos para o
lenco, essencias concentradas de muilas qua-
lidades, olhos de agradaveis cheiros para os
cabellos, e bonitos vasos com boa banha, lir:-
dissimos vasos com pos de atroz, sabouetes
de diflerenles qualidades etc., (fe., assim
pois os apreciadores ch bom, venhmsats-
fazer suas paixoes na NOVA ESPEIUM J.
PARA A1,VEJAR E CONSERVAR OS DE.M'E.
P de carvSo de rosas : vendem-se rua
Duque de Caxias n. 21 na NOVA ESPE-
'RANCA.
Para acabar com as rardas otv pannos
recebeua NOVA ESPERANCA, 4 na Du-
que de Caxias n, 21, o verddeiro leile de
rosas brancas.
Cabrio l'nlcatro.
Vende-se na. rua Duque de Caxias n. 11.
PARA LUTO,
Brincos, broches, voltas, pul-eiras, fuel-
las, i entes, botos para puios cade
para rolugios.
A NOVA ESPERANCA, q.:.;rj..lo salisfa-
zersua freguezia, nosmente fm rtjec'os
d'abgria ou de luxo, quer lambcm acem-
panbar aquellcs, qun infelizm^ute peMendo
alguem de sua familia, ou a'gutm de sua
amizade, precisam de tacs objecto*. assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou vird
que ha de melhor neste genero, porque
sendo laes objectos de cor negra, send i
de m qualidado. nao somento tosanse
tristes como al repugnantes, o que o3o
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. p r
que apenas exprime o sentimento pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeieo com que taes objeclos s5o tra-
balhados.
Compram-se jornacs para embmlao a i 4000
a arroba : na roa de Hurta-* n. i.
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas o u obras velhas: na
loja de joias do Co.-aeo de Ouro n. 2 D, rua do
Cabug.
VENDAS.
Vende se a armacao da taberna do pateojda
Penha n. 8 : tratar junto n. 10.
afamados e bem coebee
AFFONSO BLQNDEL
>
de Pars, de quem o annuncante o nico agente nesta cidade, como prova com b documento abaixo transcripto e aasignado pelo dito Sr. Brondel. Estes piacioe, labri-
cados especialmente para o clima deste paiz, sao os nicos que offerecem urna garanta segura de sua dura$3o. Ellas sao aqu bastante conhecidoa desde 1644, para que
seja necessario insistir sobre sua superioridade. As suas vozes sao muito flautadas e melodiosas. Elles possuenr um teclado que se presta a todos os caprichos do
senhores pianistas.
Todas a pessoas que compraren pianos nesta casa, s5o rogadas a exigirem o certificado de origem assignado pelo Sr. BkmdeK afim de provar a 8aa
trtencidade do numero de oiano em o de certificado.
-
Mr.
AO PUBLICO
r. % priOTA Blodel, fabricante de panos em PARS, deeclara ao respeitavel publico da Pernambuco, que o nico deposito de seus pianos a
do Recife, i RA' Nf^ i v 11, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Outro sim que todos os seus Ipianos irto accompanhadoa de um certificado de origen
nido per mim. v
Pars, 24 oe julho de 1869. (Aessgnado) Alphonse Blondel
O annucianle tambem troca e aluga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimecto[ de novos niauos
MUfilCAS- PARA PIAMOM
Af quaes recebe djrfetameite da Europa e do Rio le Janeiro; das" acredjiadis casas dos Srs, Felipone TornagW. Narciso, Artliur
cidade
assig-
Gabriolets.
Vende-se dous cabriolis, sendo ora coberto e
de quatro rodas, e outro Dogcart, ambos com to-
dos os arreios e portenecs : n i coebeira de Thc-
raaz Lins, rua de Santo Amaro.
Joaquim Rodrigues la-
vare de Mello,
Praga do Corpo Santo
N. 17.
Tem para vender:
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia,
Vinho Bordeaux de 1.'
quilidade.
Earinha de man-
dioca.
Fv elfo de Lisboa.
GRANDE OYIDADE
Vende se 10 escravas preta* e molatas de 13
30 ancos, algnmas com habilidades e todas bo-
nitas flguras : na rua de Hortas n. 96.
- Vende se urna bonita moleea de l anns.
bonita o pessa propria para mocamba e mes-
mo para se raier urna dadiva : na rua de Horlas
n. 96. |
Vende se a cafa n. 10 do beeco do <;aibo "
co velho, por detrai da rifa Nova, lado do norte *
a tratar na mesma casa.
ATTENCO
Vende-se um terreno para edificar, com U9
palmos de frente e 130 de fondo, ca raa do u :
'-a tr,.
n. 3W>
vende-se
San1 Ri
BRACO DE OURO,
Rua do Imperador n. 26
Os donos desle estabelecimento desejan-
do por em pralica nesta capital os costa-
ntes das confeitaras das primeiras captaes
da Europa e Brasil (Rio de Janeiro) fazcm
sciente ao Ilustrado publico desla capital'
que na prxima semana sania ter5o este
estabelecimento pi morosamente decorado
e enfeitado com um completo e variado
orlimento de caixinhas de differenles qua-
lidades e goslo, um completo soitimento
de amendo3s confetadas de todas as quali-
dades, coofetose paslilhas as quats ser-
iem para enihimento das mesmas caixinhas
adveriindo ao illuslrado publico que na cirla
des, cima mencionadas est inteiamente
em bzo brindar senhoras com este delicado
present e vendo nos que at a poca pre-
sente ainda nao houve alguem que tive?se
a lembranca de proporcionar aos amantes
do bello sexo nesla cidade o eosejq de dar
suas demonstracoes de estima, grald5o e
agiisade com um bello prsenle, nstema-
m< s a nosso cargo lo ardua trela atlen-
dendo as dnvidas do b m ou mo resuita-
do, que podermos colher.
O publico encontrar tudo mais que^re-
latava o anligo annuncio oeste Diaria,-a
Exmas. familias na occasiilo de visitar os
lempli s podero vir foitalecer-se com bons
lanches, vinhos, licores, Ghampagne, sewe-
ja e refrescos tudo do meh.or que poest-
vel. Esperamos pois da concurrencia do
respeitavel publico em geral.
, H, Ve?,de,L,e "fs-ye na casa a irada
de Pao d.4lho, rio logar denominado Campia
brande, sendo urna das melhor'
tanto para negocio eomo para
mi lia, tendo bastantes fructi
pim e bom banho : quem
higar indicado, .|ue se faa
para
tod^^^H
Vendem-w K
para qualquer obra p
qualquer parte,
Ja Ponte Velha, ri
eBcomiaern!
'f. todo ou parla
dello'
urna bo* gara>eira bem a'reguezada
mesma.

!



6
Diario de Fe4
Terca^
feira 3 4c Maio de 1870.
A
Rna
d Casias n. 55
de
Duque
Na lej da VERDADE continna-se a ven-
der pof baratissimos precos todas os arti-
go de miudezas e perfumaras do seu
grande e variado sort amento, gara ;tiodo aos
oompradjres toda a sinceridad*.
Lindas bonecas de cura e massa por ba-
ratissimo prese.
Espelaos doarados para pendurar a
460 re.
Agalhas de osso para crox
feotes finos para segurar cabello, a
320 rs.
Chamins para faz a 320 rs.
Garrafa cora tinta atizarme a 1#C00.
Dita com agua florida a 15C0.
Dita com dita dita a !*XO.
Tnico de Jayme a 13300 o frasco.
Frasco eonioleoexprcsso de babosa,
240 a 640 rs.
Dito com agoa de Colonia de 300 a i5000
Dito com extractos finos a 10000.
Dito cura sndalo verdadeiro a 1 5200.
Latas com banbi maito fina da 120 a
240 rs.
o4'uoaes muito finos e diversas quali-
dades a 80, 100, 240 e 320 rs.
Pinas oscovas para dente3 de 320 e 503 rs.
Ditas para facto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a SCO rs.
Peales para alisar com costa de melal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bafalo a 240 e 320.
Antes para tirar piolbo de 160 e 240 rs.
Pavios para yaz, dtwia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
de 160 e 240 rs.
Pennascaligraphicas mnito finas a 10400.
Ditas de lauca e mosmha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios do 500
e 10300.
Grosas de brtes de louca de 1G0 e
2C0rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel araizatle a 700 rs.
Ditas com eavelopes a 480 rs.
Ditas com obre-as a 4U rs.
Ditas com agulnas fundo dourado a
280 rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Liaba de marca tsijra a 280. rs.
Carriteis da liabas cid Alexaadre de n. 70
a 200 a 10 rs o
Giaropos muito fios, com passarinbos du
ziaa 200.rs.
Cartas francezas para jtgar duzia 30000
Ditas por!uZ3S, duzia 16400
Papel almago superior quaiidade resma
10600.
Lam muilo lina pan bordar libra 60300
Fitas para debnim de sapato, pessa 100 rs
Ditas de lam para debrum de vestido pega
400 rs.
Caivetes gr ndes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com folhas por 320 rs.
Rosetas prelas para lulo, o pa:1 100 rs.
Trancas de lem de caracol branca c de
corea de 40 a 100 rs.
Fi'as para cs, peca 480 rs.
Aifineles de lato, carta 100 rs.
Sapatinbos de lam para creanca do 400
a 800 rs.
} iCalcadeiras a 40 rs.
Grvalas de seda preta de 400 e 800 rs.,
Ditas -tle croxe, branca* e de cores 500 rs.
Dita de gorguro de cores a 800 rs.
Na verdade rna Buque de Ca-
ulas n. &.
Vende se uraa earruca Ja raoll par* vallo
com os pertenceute atreis : ra do Brum nu-
mero 79. ________ _____
Estampilhas.
Vendo-s na rna da f.rnz n 8, i" andar.
COGNAC
a 200 rs.! da muito acreditada marca Kouyer Guillet & C. de
cognac. nico deposito ent Peroambai-o, em casa
de Carlos P. do Leraos & C, raa do Vigario nu-
mero 10.________________
Killia e arroz de casca
Vende-se milho e arroz de anea novo om sac-
eos, no trapiche da eompanliU : a tratar na roa
da Cadeia-vrlha, casa o. L 2* andar. _____
Milho das Ilhas
E
Feij&o do Porto
em saceos grandes, das qualidades abjixo men-
cinalas, e por menos pre$o do que ero outra
parte.
M11.H0 NOVO
Feijao mnlatinha Feijo preto.
Dito braneo Dito rosado.
Dito araarello Dito rade.
VENDEM
Jos do RegoBorgesA C, a rna do Vigario n. 14.
AGiA SEGRA
Travessa do Corp Santo n. S5.
Os acreditados cilindros americanos para padaria, por dous difTerentes systomw.
Machinas para descarocar algodo pelos melhores fabricantes de New YooJs.
Machinas de vapor systeroa de locomotiva e palias para as mesmas.
Carrofaos americanos para transportar volumes em arroazens. Tudo por pre-
;os razoaveis.
TRAVESSA DO CORPQ SANTO N. 25
Jo i/'/ Kopis- Mwhtdo C.
Vende-se a taberna da ra de Santa Hita o.
53 : a tratar na mesma.
Bichas hamburgnezas
Nesto novo deposito recebe-se por todos o* pa-
quetes translanticos bichas de quaiidade superior
o. vendem se em caixa on porcao mais pequea,
o mais barato do que em ontra qualquer parte :
r.a ra da Gadea do Recite n. SI, t* andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Niclheroy.
nico deposito em Pernamboco caes da altan
doga velha n. 2, Io anda.
BENTO MACHADO & C, |
A AGUJA NEGRA animada com o bemaccoHmento une te ve om seus annun-j
ios, vem novo participar a sena fregueses me. acaba de recetar ora variado sorti-
nento de objectos de gosto os qaaes serio vendidos por procos muito razoaveis, pois
piando fez os seos primearos- annucios, foi o que asseguroore sem modo de errar,
wrqoe como j disse ostt'iniereoaes ligada a urna casa importadoradesta praca, e
yjr tsse peder tertsdo especial o vender por precos admiraveis.Chama pois a alien-
to de seus freguezes. para oa arttgos possa descrever:
Livroa com o lampo de marfim, madre- Um-variado sortiments 4de cbaruteiras e
>erola e tartaruga, proprioa para missa. palliteiros da porcelana
Garafinhas vazias proprias para presentes
-.ousa de gosto.
Indispensaveis de palinba e de couro pro-
jrios para senlioras e meninas trazer nos
traeos.
Binculos da madreperola, mstrm o tar-
taruga todos esmaltados.
Tentos para voltarcte.
Bengallas com marfim, consa especial.
Sabonetes de alcatrio.
Cofres de folbaa para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de lavas de pe-

Cintos largos de setim, consioterramen- ,. J
4* aova. "***
Tabjnrce para bordar.
Um completo sortimento de enfeites de
seda para vestido.
MACHIAS PARA
COSTURA
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de rhepar loja dos tuxot raa io
Crespo n. 20 A. de Alvaro Auguro de Atenida.
', & C, os mais ricos rrtes de vestidos de blcad
i que tem viudo a este mercado para cssanaantos,
i assim como cortos de vestidos de seda de er de
', gostos inteiramente novo?, e tanibem nra grande
' sortimento de chapeo? de velludo para seohans.
Vende-se ou troca-se por caas nesta arae>
, o sitio d. nominado dos Roritiz, antiga casada la-
I vagrm de roupa, com prunde casa de wenda.
fnzala para proto?, estribara, banheiro da pedra
i o cal cem agua correntp, baixa pira caprai
grande terreno para plantac5es : quem o preten-
der dirija se praca da Independencia n. 33.
I Vendc-se um boi e carro proprio para car
regar assucar ou gneros : a tratar no caes de
Ramo n. 2f, com Antonio Jos Farruco, por es-
tar para retirar o para Europa.
Venda,
Vende-se a barcaca denominada Academia, no-
va de primeira viagera a este p> rlj e du lotacaa
de 6000 arroba?, quera a pretender derija-se ao
escriptorio de Alfredo & Barbosa Jnior, no lar-
go do trapiche da corapanhla.
Vaquetas
envernisadas o grandes para e iberia dn carros :
vende-se na ra da Cadeia do Recite, armazem
n.i\.________________________
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da sorra d'Araia-
nba, Cear: ra da Cadeia do Itecife
o. 5.
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para finga os cabellos
da cabera e da barba, foi a nica admiltida
Exposifo Universal, por ter sido reco-
nbecida superior todas as preparacoes at
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a IfJOOO cada frasco na
Rna da Cada n, 51,
1. andar.
Fitas de sarja de todas as coras iargu-
ts para lacos.
Toacas, sapatinhos meias de seda e mais
jertences para baptisados. Perfumaras de todos os autores os mais
Fitas com inscripcoes proprias para bou- acreditados em oxtractos, pomadas e leos
loet de noiva, j e finalmente outros muitos objeclos que n5o
Ricos vasos com p do arroz. possivel mencionar ; mas com a vista se
m variado sortimente de jarros de por- certiicaro do sortimento deste estabele-
;eiana. cimento.
Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
toali&s b mmm
Chegou a loja de Paredes Porto, a ra da Imperatriz n. 52, (Porta Larga) um bo-
nito sortimento de toallas de linho para masa, assim como os competentes guardanapos
que se vendem a preco baixo.
PAREDES PORTO ved8 ISasinhas a 210 o covado, fazenda de SOOn, para acbar
na ra da Imperalriz n. 52.
PAREDES PORTO vende algodo com pequeo loque de avaria a o*i00 e 4(5000,
a peca rna da Imperatriz n. 52.
PAREDES PORTO vende chita preta para luto a 100 rs. o covado na ra da Im-
peratriz n. 52. Porta larga.
CHALES
Vende-so chales prelo do merino a 33000 fazenda superior, na ra da Imperatriz.
PAREDES PORTO vendo meias para senhoras a 2#500 a duzia pr ter um peque-
no mofo, na ra da Imperatriz n. 52 porta larga.
PAREDES PORTO vendo cortes de caiga de" casemra preta a 3#50O e 4000.
PAREDES PORTO tem para vender panno preto superior e casemiras de cores e
pretas que vende por prcos coromodos.
CHALES. GRANDE PECHINCHA.
Chchn a loja da raa Imperatriz n. 52 de Paredes Porto um bonito sortimento de
chales chinezes fazendas muito boas para senhoras trazerem em casa, est vendeodo
por 50006, csto acabsndo-se na
Loja do Leo.
Acabam de ebegar ao GRANDE RAZA*
UNIVERSAL, roa Nova n. 22cabxeiho
viannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
onecidos, ae quaes esto em expusic. ao no
mesmo Razar, garan*fldo-se a sua boa qua-1 -^==~ =-----_ _
lidade, e tambem ensina-se com peifeicao tal nOVa (IQ LlSDOa
a todos os compradores. Estas machinas' descarre(rada hcje do patacll0 Maria eveBd(I
Sao iguaes no seu trabalho ao de O costa- Joaqaim Jos llamos, ua ra da Gru n. 8, p-
reiras diariamente, a sua perfeieo tai neiro andar,
como da me.lhor costureira de Paris. Apre
sentam-sc trabalhos executados pelas mes-
Vende-se ama casa terrea em chaos propria
na freguezia de S. Jos : na raa de Hortas n. 30
se dir quem vende.
Veode-se a loja de fuoileiro da ra Dirctta
. n. 38 : a tratar na mesma rna n. 31.
mas, que muito devem agradar aos preten-
den tes".
Vende-se uina parte do enpenho Purgatorio
de grande produccao para agricultura, sil*" na
freguezia de Iguarass, a>sim como se vende oo-
I tra parte do engentan Curte de Cima, annexo ao
purgatorio, qne muito convem comprar ambos: a
, tratar no Remedio com o Sr. An onio ileuetio Cor-
, deiro de Gusmao.
O livro para o mez ele maio
Acha.se veuda na raa do Imperador n. !a o i
bero contiendo livro do mez de maio, conlcndo M^M.nm. A. K mLs9m.A
alm domis, versos, etc, e tambem os cadernos Q rwywfosj l,.in fia fMl*fftiVttm
de versos proprios para a mesma de rocao, ntida, w .tac, i/ja 11 agv
impiessao, e preco muito eemmodo.
Attenpo.
53--Sua Direita-53
Veste grande estabelecimento, ha para vender
Vende-fe na ra do Duque de Casias (artiga um completo sortimento de ferragem, e mindezas
ra do Qucimado) n. ii>, chitas de bom panno o, finas e gros3as, como sejam bandejas cbiaeaas
bonitos padroes a 200 rs. o covado. pechincha. i quadradas e ovacs, facas c garfos de 1 2 bo-
Wndp-se'iim-i hnnita esclava moca ero, U-!tr,e9 balanS inl8ro e V* balando; panellas, eba-
ioSD&Kffi.r Iheiras, caarollas, frigideiras, as.adeiras, ub
r __-_ __ _------------- do ferro como de porcelana, momlios para caf n>
diversos tamanhos do fabricante Japy, jiesos kilo-
gra:omo3. tanto de ferro como de latao, metro
para medir fazenda tanto de ferro como de tatSo,
salitre, breu, barbante, enxofre, papel marea via-
do, do verdadeiro Picardo, machinas para desea-
rocar algodo; alm de outros artigo de terra-
gem, miudezas cularias finas, que s com a vis-
ta se verifica; na ra direita n. 53 loja de 3 por-
ta' de Manoel Rentn de Oliveira Bracat fl
LOUCi
Cirande armazem na ra da
Imperatriz n. B
Neste grande armazem vendc-se louca mgleza
finas e ordinarias, apparelhos de porcelana para
jaotar e para cha, jarros para flores os mais boni-
tos e de gastos modernos ; assim como grande
sortimento de vidros finos e ordinarios, que tudo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo ^ Chegou ao amigo deposito do Henry Porster .
mais barato prei^o que em outra pualquer parte :! C, ra do Imperador, um carregamento de gas
chamamos a atteneao dos fregueze?, que ser.j de primeira qnalidade; o qual se vende em partida*
convenientemente servidos tanto nos commodo e a retalho por menos preco do que era cutr quai-
precos como na boa aualidade das fazendas. qaer parte. ^_
m m GAZ
i I
Ne estabelecimenlo encontrar o respeitavel publico, un ^ranie
I i' parle, visto qne os novos locosdesta r.aa adoptaram o svstema de s vennderein ;'i
; mazem podero faer os seas sortimenlos pelos mesmos precos que como'ram as casas estran^era
ierem Ov^ilher.
60RA DA IMPERATRIZ
_______ DE
uto de faiendas, do mais apralo gosto assim como do todas as do primeira necessidade que se Ihes promette vender por precos muito mais baratos do que
DIIIEIRO ; para poderem vender pelo custo, liiitsn'lo-se apenas ji ganharem o descont. As pessoas que negociam em menor escalla, nesja loja
Para maior commodidade das Exmas. familias, de todas as fazendas se oao os vros das amostras, ou so mandam levar cm suas casas, para melbor po-
Caaaferata shIsau de !v)00 rs. cada um, pechincha.
GM S PALMUS DE LARGURA A 1:000,: CVSEM1R\S ESGOSSEZAS.
2:009 e 2:303 ItS. j 0 Pavo tern boni'as casemiras escosse-
Cbegaram as Bniasimas carabraias suissas'{zn com quadros grados e miados e outras
tranparcrrtcs, sendo o que b.i de mais fino lisas com listras ao lado, sendo fazenda
para vastidose vende-se pelo banto preco'muito- fina que se veade mais barato, por
dn 1530?, 2^000 o 23300 o metro, tendohaver grande porcao.
tambem das masmas, por^m inglezas com
a mesma largura q.te se vendem a iiJOiO,
e 16289o metro; sendo apenas precisos des-
ta Urga fazenda para s fazer um vestido
i ou 4 f/ metros, 6 pechincha,
SAIAS BCItDADAS
Vend-se-nm bonito sortimento de saias
bordadas corn 4 pannos, assim como ditas
prometas, de ISasinha, enesgadas com
bonitas barras bordadas a la por preces
muito em coala.
PANNO PARA SAIAS A 1,5000, 1 51280 e
10600 RS.
Vende-se bonitas fazendas Jpropras para
saias sendo rom bordados e pregas a um
lado, dando a largara da fazenda o compri-
ment da saia o vende-se pelo barato preco
de !#W0, 15289 e 15500, cada metro sen-
do prens > apenar, ,'! ou 3 1/2 metros para
cada saia pecbtndia.
Pannes e casemiras pretas.
C Prvlo vende grande porco de pannos
preto.s do mais baixo.at o mais fino, por
preco qae admira, assim como um graide
sortim-mto da casemiras pretas para calcas
jai se venda por preco mats barato do*que
ero ontra qtnlquer parte.
Vest Ji>s braneos a 19AOOO rs.
O Parle vende finissimos cortes de ves
tidos de cambraia tranca, ricamente borda-
das o aom m lita Ifazenda pelo barato proco
P\NN0 DE LINHO.
Chegon am sortimento de pecas de pan-
no 1? linho do Porto, qne se vendem de
700 rs. at 1^000 a vara, garanndo-sa
qu<- ern fazenda de linho naoba nada melhor
nem mais propro para lences e toa,has.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 84, 106,126 e 166000.
CHiegou para a loja do Pavo am'grande
sort.rn-nto dos bonitos e ricos cortinados
bordidos, proprios pwa camas e janellas,
qu se vendem de 86003 o par. at o mais
ric<> (no vera ao mercado, e vende-se mais
bai i oue em jutra qualqoer parte.
CII- ^S DE 80L DE SEDA A 1060^0.
O 'avio fea ma grande compra de cha-
p' le al de pora soda, ingtoiot, com as
tua -ai pataffie. sendo ueste genero os
mol! reiqne imq vindo ao mercado, e li
foi-'-a^T
grande porcao.
CORTES DE CASEtflRA PRETA A 4:500,
0 Pavo tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeita las pelo barato preco
de 16500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
VADO.
O Pavo ende excellente fazenda de pura
la com as cores escu'as muito proprias
para calcas, palitots, colleles e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura c de milita dura-
go, pechincha a 809 rs. o covado ou a
2$St>0 o corte de calca para horaem.
FINAS BAREGES A 6i0 RS. O COVADO.
0 Pavo tem as mais lindas bareges de
l.i sendo mias transparentes, com urna
s cor, lendo : lyrio, azu!, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo muibboa largura e liqui-
da-se por 6i0 rs. Bvado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
ALGODOSINHO A3%0 COM 24 JARDAS
O Pava vende pacas de superior algo-
diosinho largo proprio para todas as obras
por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
co de 86090, pechincha.
PECAS DE MADAPOLO A 36500.
O Pavo vendo pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 36500. *
PECHINCHA EM ALGODO A 4*000 R8.
O Pavo est vendeodo petas de abjodo-
sinho francea, tendo 4 palmos de largara e
com 11 metros cada pega, pelo barato pre
de 46000 rs.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA.,.
S o Pavo vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largara, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a 76 e 86000, liqui.
da-se pelo barato preco de 46000.
Con palmas de seda a looo.
Para o Pjvo chegoa am rico sortimen-
to das mais nonitas laastohas com palmas
de seda tendo de todas as corea o padroes,
toado fateada bastante larga e venderse a
16000 o covado.
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
O Pavo tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, alnioadas etc., proprios para co-
brirpresente.se vende-se mlis barato do
que em outra n-ialquer parle.
iliro:li> entestado.
CRETOXES COM 10 PALMOS DE LARGURA A
2*000'RS.
O PavSo tem urna n >va reraassa aa mui-
to acreditada efetone, propria para Iences de tudas as cores"e com
tendo 10 palmos de largura, dando na lar-'
gura o comprimento do lencol e vende-se
pelo barato preco de 2.6000 o metro, sendo
Vende-se urna grande porco de algodo preciso apenas para um lencol um metro e
sinho americano com 8 palmos de largura, urna quarta ou metro e meio.
proprio para Iences e loalhas, tendo liso e nnAenpv-.p.p, tvm* iw acm at;- 7snon
triado, que se vende por preco muito ^fT^P^Z^n^JS^l
COETONES matizados para VESTIDOS A 610' pubJico um grf d. ^rtimento de grosde
naples pretos de todas as larguras e qua-
lidades, tendo de !> '00 o covado at 76000
e 86009, que se vende por preco muilo
em conta.
PARA BAPTISADOS
1Na loja do Pavo veode-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
E 800 RS,
Para o Pavo chegaram os mais bonitos
cretones oscuros matizados, proprios para
vestidos, roopo, chambres etc. qne se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padroes claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 640
rs. o covado, sendo os padroes mais mo-
dernos que tem viudo ao mercado.
03 SETINS PO PAVAO
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais ncorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
Aos dez mll|coTados.
De ISasinhas a 400 rs.
O Pavo vende pelo barato preco de 400
rs. o covado, urna grande porcao de ISasi-
nhas com listras miadinhas tendo as mais
lindas cores e lustros imitaco de poupe-
lina de seda, pechincha,
Poupelnas de seda
Poupelinas de seda
Poupelnas de seda.
Chegou para a loja do Pavo pelo ultimo
vapor, um bello sortimento das mais bri-
llantes ponpelinas de verdadeira sedae
linho, sendo todas de padr&es novos e li-
q iida-se por menos preco do que era outra
qualqoer parte por haver grande porcao :
assim cemo tambem se receben um b mito
sortimenlo|de sedas de listras, grosdena-
ples lisos e setins de tolas as cores.
NOVAS POUPELNAS A 400 RS, O COVADO
O Pavo vende um grande sortimento
das mais bonitas poupelnas com listrinhas
ostre imitaco
de seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se um bom vestid) de muta fantasa
por pouco dinheiro, isto por ter-so feito
urna grande compra e vende-se a 400 rs.
o covado.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeilavel publico um grande sortimento
do roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panno prelo e cazeraira, calcas e coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualqoer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas c inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra e respekavel publico neste es-
tabeieciraeoio ais grande sertimnto de fa-
zendas pretas, como sejam cassis france-
Cortes de chitas.
com 10 covadas a 36000.
Vende-se corles de chitas finas tendo (VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
escoras e alegres com cores fixas, sendo 0 Pavo vende urna grande porco de
fazenda de muito ma;s dinheiro, pelo bara-1 cortes dc vestidos indianos, tendo duas
to preco de 36O0O, tendo 10 covados cada saias e len(]0 bastante fazenda, com os gos-
um, pechincha, para acabar com o resto. 1103 mais novos que tem vindo, e liquida-sa
cassas fiuncfzas. a 56000, tendo cada um sea competente
Chegaram para a loja do Pavo as mais! 8UID0-
lindas cassas francezas com delicados pa-, CASEMIRAS MESCLAOAS A 36 O COVADO
droes, tendo para todas os precos e qnal- o Pavo tem para vender bonitas case-
dades, dando-se todas amostras, sssira como mras mescladas e bastante encorpada para
um Bonito sorthnento das mais lindas chi- roupa de bomens e meDinos pelo barato
s francezas escuras e alegres, que se vea- prefo de 36uOO cada covado ou 56000 o
muito em conta, e tambem se do
amuras.
Crts de casemira a 46000, cada um.
Vende-se bonitos cortes d casemiras
claras e escaras pelo barato preco de 46,
oa a 26400 o covado, lendo duas larguras.
FECIIIXCII1
corte de calca para homem.
Roupa por medida.
- Na loja do Pavo manda-se fazer qualquer
peca de obra a vontade do fregoez, para o
que tem om perito alfaiate, responsabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qaal-
EM CAMISAS DO PAVO A 46500 RS.Iquer falta que possa haver, quer por de-
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 E
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, qoe
se vendem a 16, 800 e 640 reis o covado.
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
CELEZIAS E BRETANIIAS.
Vendem-se as mais finas celezias de
linho puro ou pessas com 28 metros, assim
como, nnissimas bretanhas de linbo eom
23 varas, por precos quo fazem admirar
em relaeco quaiidade.
Veode-se um bonito sortimento de muito
finas emodernas caminas Lglezas com pai-
to e coliarinhos da linho e pnaos, pelo
baratissim pre^o de 46500 rs. cada urna
e aos freguezes que comprarcm duzias se
Ibe far um abatimenlo, garantindo-se que
mora, quer por qualquer defeito na obra;
e para,isto encontra o respeitavel publico
om grande sortimento de todas as fazendas
que desejar.
F AMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para leles, dan-
do a largura d'esta boa fazenda o compri-
------------------------------------------- Ment do leofoi, sendo preciso para cada
^L^I: etc* qQ* t8dQ wri^.peito.de tobo bordadas e ditas de algodoom apenas 1 e 1/rnutras oa 1 e l/4e p*.
por preco barato. I para, todos, os precos.
e inglezas, chitas pretas de todas as fazenda que vale maito mais dinheiro,
quabdades, fazendas de lia de toda que; liquida-se por este proco por se ter feito
tm vindo, propria* para luto, sendo laMi-oan^raade compra: assim como se vende
nbas alpacas lavralase lisas, canto, bom um bonito sortfsnento da dita* umbenrom
I cninrhf pelo proco.
^^^A *& ^ Pavao est oonstantemente abertat dasThoras da nmm to 9 da noute-
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas do seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilbo, tranca e setim prelo
tendo de todos o modellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-se por prego
muito razoaveis.
ORGANDY COM SALPICO.
Chegaram os mais ricos organdys de co
res com salpicos o mais bonito qoe tem
vindo para vestido, que se vende a 16280,
o metro, ditos brancos muito finos com
listras largas a 16000.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
lhores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 36500 peca at a mais
fina que vem ao mercado.
ESPARTILHOS A 8*000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
-Ihores e mais modernos cspartilnos tendo
do barato preco de 56000 at 8000.
CHITAS FINAS DE 320 A 500 KS.
Vende se o mais elegante sortimento das
mais modernas e bonitas chitas tanto mia-
das como gradas, com cores claras e es-
curas, dando-se de todas amostras.
FUSTOES BRaNCOS A 640, 800 E 1*200.
Vende-se muito bonitos fastosa brancos
muito flexivel proprios para vestidos de
senhoras e roupa para meoioos e vende-so
a 640, 800 e 14*60 rs. o covado.
cassas *4 rs,
. O Pavao est vesdendo bonhas cassas do
eorat fe tito, 280 c 300 rt\ 6 covado.
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Diario de Peraanibuco Terca ieira 3 de Maie de 1870.
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A RITA HA OIPERITKIK W. *
Uina da ra da Aurora, era -frente do eaf Imperairiz.
N'e&to novo c sumptuoso estaboleciinento de fazendas encontraro as Exoias.
puhM tudo quanto possam desojar,tanto era artigos do mais rigoroso luxo, como em todas
a mais qualidades de fazendas,
Alera de se acharen! prvidos do que de raelhor se encontra neste mercado,
flor todos os paquetes da Europa, recebem directameote o que era rticos de moda o
mais apurado gosto se encontra era Paris, o que vera cada da augmentar as propor-
aeaa ds.qufi dispoe este astabelecimeuto para bem servir sua numerosa freguesa.
Algodo largo para toncos e loallias de Gase com listras de seda e flores, fazen-
Us as qualidades que costuraa vir ao mor- da inteiramente nova para vestidos de baile.
Grvalas p;.ra senhoras e homens, o mais
Alpacas de todos o padroes e qualida- completo sortimento que se pode desejar.
4as tao variadas que se nao podem descrever. Guipure preto e branco, diversas largu-
AHmius cora msicas para enllocar retratos, ras e differentes gostos.
Wicado presente para qualquer pessoa de Gollas e puntos bordados para senboras.
**** Guurdanapos de linho pequeos e gran-
Aloalnado de iinlio e algodo, branco e des.
4oc6res proprios para toaluas. GorgurSo de seda preto e de cores.
_, IO Grosdenaples preto decores, baven-
Bas juinas de seda pretas o rautto.moder- do diversas qualidades e gostos.
aais, bem como de crochet, ludo de apurado rp
Costo e feMo. Japonezes para seiuWas, o mlhor gos-
Balos de musselina, madapolSo, brancos to, e fazenda propria para as festas nos ar-
de cores, para seubora o meuinas, rabaldes e passeios a tarde.
Bareges de cores variado sorliraento. I n^
Babadiohos ou tiras bordadas em todas as Lazinias de todas as qualidades, cores
larguras, e gostos, nao ficando nada a desejar, tal
*0 tyttIMABfr
{]
Quaado a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientuar ao respeilavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, justamenteiquaodo ella menos o, pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella conta e espera na benevolencia de todos que Ib'a atteudero e relevaro,
continuando portante a dkigirem-se a bem conhecida k ja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de superioridade era,
qualidades, modicidade em.precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE
Do que cima Oca dito se coubeceque o tempo de que a AGUIA BRANCV pode
dispr, empregado apezardeseos custos nodasempenho de bem servir a aqueltes que a
honrara procurando proer-se enrdita loja toque neeessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conbecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recomraendaveis, como
btra seja :
o sortimento que existe para escolher.
Lencos, tudo quanlo pode baver desde
esguiao ao algodo comraum.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
riado sortimenlo.
Ligas do seda, bordadas, para senhora.
Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
pores, sempre novo sortimento, quer em
pellica para homens e senhoras, quer enfilo
Belbutina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande
wiadado de tamanhos e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante de linho de i i palmos de lar-
fura, e todas as mais qualidades.
Bretanhas de linho e algodo, grando sor-
timento.
Brins de linho branco e de cores, do mais
coBMnodo ao mais caro em qualidade, aflian- d'Escocia, brancas o de cores,
?ando o que ha de melhor na especie. i 5X1
Brins d'algodao completo sortimento e Madapolo; ndescriptive! o grande sor-
variedade de pre;os. tmenlo que ha neslo genero, dosde o mais
<33 elevado preco ao menor, que se vende em
Cassas de cores, o maior sortimento, pri- peca e retalho por menos do que era ou-
mando pelo bom gosto e barateza, alientas tra qualquer parte.
w qualidades. Manas de blondo para noivas : o 3purado
Cambraias brancas, tapadas, c transparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
tes de todas as qualidades e precos. habilita-nos a dizer que lemos em nosso
Camisinhas de cambraia de linho e cassa estabelecimento o que de melhor se dse-
JLOJA
.Bordadas ricamente enfilados para Sras.
Camisas para horneas e meninos, tao va-
riado sortimento que vai.do ruis ordinario
madapolo ao mais perfeito bordado de li-
Camisas de meia, de flanella, brancas e
Casemiras pretas e de cores, o melhor
pe se podo imaginar, sendo d'isso a me-
ibor pro va o grande consumara dellas na
effieina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
desde a mais candida flor de larangeira al
a mais interessante griaalda.
Chapelinhas no raelhor gosto,do todas as
odres boje preferidas pelas senhoras de
asis apurado rigor na moda.
Cbapos pretos de velludo, para senhoras, flores; fazenda ndissima.
ja para vestir c ornar urna noiva.
Mantas pelas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas".
Merinos pretos, trancados e usos.
Musselina branca e de cores, liados e va-
riados padrees.
33
Pannos pretos o de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
c>mmodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Paites bordados de linho, usos a de al-
godo para camisa.
Princetas pretas e ^e cores.
Popelina do seda e linho, com listras c
aitimo gosto de Paris.
Cbapos de sol, para senhoras e horneas,
49 todos os pre;os e variados gostos.
Gbaly com ricos padroes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultado
camero e r-o menos variedade de gostos,
Chitas, imuossivel descrever o sortimen-
to e variedade de padroes 8 novos ?ostos,
ba ueste artigo tudo quanto se podo desejar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-
giaar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos cntei-
tes, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado g.'Stoelavor.
Ditas da fusto branco e de cores por
precos commodos.
Corpinhos de cambala, ricamente borda-
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados o do
fil.o que de nvdhor se pode desojar,
Colariiihos de linho bordados o lisos, o
oaior sortimento.
Damasco de 13a de 9 palmos do largura
liadas cores e rieos padroes.
na
Espartiilios brancos e de cores, para se-
nhoras e meninas, o mlhor neste genero ;
seahuma Sra. deixar por ceno de muir
*e de t3o precioso auxiliar perfeico de
om corpo delicado.
ntremelos bordados.
Escomilha preta.
Eneites para cabeca, ultima moda de
Paris, recetida no ultimo paquete.
Esguiao de linho, completo sorliraento de
iodos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade do gostos e lindos padroes,
Fi;h.s do crochet^ modernos com cintos
e capas, o que ha de melhor.
Fil de soda, linho e algodo, de todos
os gostos e padroes.
Fusto de todas as cores o qualidades
grande sortimento.
Flanella branca o de cores.
Flores, o que ha de mais rico, quer
aellas, quer. em ramos, iom o PAVILHaO
DA AURORA am permanente jardim a
disposioo las Exmas. fattMas.
Pelherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste generle-de mais fragante
e suave no olphalOy tem o PAVILHAO DA
AR0RA,"desa3 a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouqiiet d'Amoi'.r, final-
mente tudo qu3nlo deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de lores
com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sahidas de baile, de todas as cores
Sedas pretas, de quadros, lavradas, usas.
de lisiras de todas as cores o qualidades e
o mais barato possivel.
Saraeitra deludas as c O*
Tapetes grandes, lindas pintaras para 8
cadeiras, mais pequeos o do todos os ta-
maitos desejavcls, e cm peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintbo, do maior j mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas do linho o algodo Je todos os
tamanhos, li-as e felpudas.
Tarlatana branca com palmas o de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptiados, o que do melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de ia escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto eforma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores cora 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exraas. reguezas, que
somos os nicos era Pemambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhnte materia, gra-
bas ao bom.gosto do nosso foraecedor na
Paris, podemos garantir que ningera neste
genero o possue melhor, nem mais om
conta.
Corpinhos de cambraia, pri moro smente
enfeitados com titas de sotiin e obras essas
coja novidade de molde e perfeicSo de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-Ios minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apreseutar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de l tiras.
Guipuro branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos. I
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelraas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para menicos.
Enxovaes completos para baptisados.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes doorados
para circular o coque.
Ronitos brincos do plaquee.
Adereces e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadiobos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um macbinismo
urnas substituera as oulras..
Vistas para stereoscopos.
Bonitas cantabas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de inadeira envernisada com vispo-
ras e cora dminos,
Rollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados, enancas,
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para eneites de mesa e de lapinhas.
swmSEVfoniolPLf-
ARitlAZEXS
NOS GRANDES
HE SECCOS
I- JtOLtlAHON
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
DE
S1MA0 DAS SANTOS fr C.
10
10
PROGRESO
- Pat. o da Panha
SANTOS & FERR IRA
Os propnetarios destes bm sorlidt.- armaztns participara aos se-us innmeros
freguezes tanto desta pra>;a copio do mallo que tendo feito grande diminuigo de pre-.
qos as suas mercadorias estao por isso resolvidos a vende- por meno* de iO e 20 j0.
do que oa. ou'ra qualquer parle, garantindo-se pulanlo a s p-rior quaidade de qual
quer genero comprado restes dous estabelecimentos. Mencionamos alguns dos nossos
gneros o a vista destes sao comprohendidos os outros, porque
enfadonho seria men-
ctoa-los.
Se alguem duvidar venha ver.
E* dispondo d to grande o variado sortimento que os proprieiarios do PA-
VILHAO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde ja que a sincerida-
de e o bora gostoo movel nico de seus negocios.
Prvidos de todo o promptos sempre a prover-se do que por ventara lhe
eja necessario, os propnetarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
wn roceio de serom contradictos e protestam esforcar^se por continuar a merecer
protecSo que se Ibes tem dispensado; cortos de que do seu estabelecimento nao sabira
o freguez descontente.
Contina sempre a officina do alfaiate dirigida por ora dos mais habis artis-
tas, prompto esecutar cftm promptido e bom gosto qualquer trabalho que lhe seja
confiado'. Urna modista especialmente oceupada nos trabalhos do PAVILHAO D i AU-
iORA, dirige os que lhe sao concernentes, garante por seu apurado gosto e promptido
aa eiecugao o a mais- completa perfeico nos seas trabalhos.
A numerosa freguezia que nos honra urna, pro va da que maitecemos: o-cen-
ceMo que se dispensa ao bosso estabelecimento, eonceito que'procuraremos firmar oada
v Hais. Pa facilitar ainda a concecuco do fim quo nos propt>mos,demos no nosso
stabelecimento os ultimes, figurinos de Paris, que recebemos por todos os paquetes, os
as eoviarcaios para serem vistos as familias nossas freguexas, afirn de scomerem.
jtim o jtadrao- da fazenda o gasto na forma.
Na olicina de alfaiate, junto ao estabelecimento^ ha igualmente os figurinos
pan bomane quo por todos es vapores se recebera.
sE' este o modo porque nos apreseotamos pedndo a protacco-do iltastrado
fcco ocoaao mais profiindo respeito convidamos s csceUantissimas Srae. a visi-
tacMu o BGiso eatabalocimento, cartas da encontrarem neile pato manar preco posiive-
teda qna podemieaajar. ,
Mandaremos caixeiros lavar as fazendas e ame stras oada faramlpodida*, viste
alo pdennos especificar todo quanto temos.
Jodo Luiz, Sobrwh* Q
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
Vinagre branco mandado vir por conta
propria vindo de Lisboa, a 30 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porlo a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa o 460 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porlo e Estreilo
a o60, uOO 480 400 a garrafa litro a 840
7Ci), 720 o GOO.
Vinho branco puro de Lisboa a 040 560
a garrafa, em por^o ha abatiiwnto.
Violto do Porto, engarrafado das melho-
res e mais acretadas marcas a 10000 e 1^200
l5i)00 e 2(3 a garrafa.
dem Rordeaux, Medoc e St. Juen a
75>300 e t^SriO, a dnzia o 640 rs. a garufa.
Uenebra de Holl nda e .muja doce aro-
mtica a tOO, ~&, i 14500, a frasqueira.
Serveja Bass, Illers & MI a 04800 du-
zia em porco ha grande abalimento.
>d''m m rea II e T e oulras marcas a
5;)OO e ti*?, a duzia a 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros muitos
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmelada, bolacbrahas de todas as
qualkbdes, perola, Francv-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed. soda Fancy-nic-nac, pa-
laco de Varietes, combination, Britania, doce de goiaba fina, chooricas, manteigas finas
franceza e ingleza, banha de Baltimoor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Canella, pimecta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, brsu, peixo
em latas de todas as qualidades, farinha de milho americana, grandes molbos de sebol-
las, ne.^tes dous arma2ens existe tamhem grandH sortimento de loqcas propr^6 para ae-
go-io, que pelos seus commodt>s preco faz vantagem aos compradores.
VENDE-SE ou arrenda-se o eugenm
S. Gaspar, silo na fregaezia, de Serinbem
comarca do Rio Formo, prximo do em
barque, com grandes partidos do paal *
massap i roda da moeuda, mattos mangues
Caz ameno no marca Deves a 841800 a
l U, 380 rs. a garrafa e 560 o Tiro.
Azcitfi doce de Lisboa a 900 o IjjHKK) a
garrafa em porco az-se grande abalimen-
to.
Caf em caroco a 220, 240 e 2 O, a li
bra o kilogrammo a 480, 540 e 600, e
7:?000, 70500 e 808OO arroba.
Milho aloisia 200 rs. a libra e 440 o ki
logramma e 5*800 a arroba, em porcao ha
abalimento.
Queijs frescos do ultimo vapor a 34200
e 3)9400 cada um.
Aletria, macarro, talbarim a 500 rs. a
libra e -IfJlCO o kilogrammo em caixoba
abtimento.
Sabo massa d3 Ia e 2a qualidade a 220
e 240 rs. a libra era caixa ha abatimento
Toucinbo de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki ogrammo, era arroba ba
grande differonca.
gneros, vinho era ancorlas, azeitonas,
Venda de lampeoes
p ra fltumiua^ao.
Na luja, de uoileiro de Antonio M >rara finio,
na ira.va da r.ua do Viaario n. 3, tora ara wq
para nadeira .necessana, bom pasto, etc.:, der 300 a 400 lampees promptos, muito econn
n. 26, ou na d<
a tratar na ra d'Aurora
Imperador n. 20.______
Deposito effectivo dos producios da co-npaiihia das
aguas de Vicky :on\o stjam :
A(t8 Sonrre Celetins.
Dita di lo HanWive.
Dita ChataldD ote etc.
Saes da Vicby para banioj.
Pastilbaa de Vicby etc. en*., tudo >r prcds mui-
to em conta, om casa do Tisser irires, na do Com-1
murcia n. 9.
Oh mtsmos tein para vnder cogoae superior, e
viaha de dver^aa quAlkiatk-i.
DO
GALLO VIGILANTE
Una do CrtM> a. 9
Os propnetarios deste- bem conhecido estabele-
cimente, aim dos muito objectos que tinbam ex-
postos a apreciacio do respeitavel publico, man-
daram vir e acabam de reeeber pelo aitimo tapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvidos a vender, como de seu costme,
Sor precos muito baratamos e commodos para to-
as, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinbas e puohos para se-
nhora, ncslc genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos c riquissimos eneites para cabecas da>
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola.
marfim, sndalo e osso, sendo aquellos braneos
com lidos desenhos, e estes pretos.
Mnito superiores meias fto de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30*000
a duiia, entretanto que nos as vendemos por 20*,
aim destas, temos lambem grande sortimento d
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
Unas.
Boas bcigalas de superior caima da India i
castao de marlim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor s <
pode dosejar ; alcm destas temos tambem grandi
Juandado de outras qualidades, como sejam, ma-
eir, balcia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e supriores ligas de seda e borracha
para segurar as meias. m
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a ii annos de idade.
Navalbas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba ; so muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramss sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bella* capellas para noiva.
Superiores agulbas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para cncher
labyrintho.
Bons baralhof do cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesrno lim.
Grande e variado sorlimeuto das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais coohecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsde?, e
fa<"ilitai:i a denticao das-innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigioso?
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de qu nunca faltem no mercado,
eomo j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
es que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deiros collares, o os quaes attendendo-se ao fim
para que > ao appcados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos quo deixamo?
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, na do ("resDo n. 7.
COGNAC.
De superior qualidade da mui accrediU
da fabrica de Bisquit Dubouch de C, en
cognac urna das que mais agurdente d<
cognac, fornecem para o consummo di
Reino da Inglaterra.
Veude-se em casa de Th. Just. ra d
;ommercio n. 32.
"Temeto
O verdadeiro portland. So se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem d
J5o Martina dn Barros.
micos por erem para gaz liquidlo dSo oxeollen-'
te luz ; a elles antes que se acabem, senhores en-
earregadus de iBuminacoes, aue sao baratas.
Mez de Mara
Cnticos e bymnos devotos para o mez q
^ de Mana.
Uta nitidrrolume eocadernado de cooro .
nato.
De marroquim dourodo
'asoo .i
LVRAR'A FRANCEZA.
D cordeiro previdenti
Roa do Queimado n. se.
"*ovo e variado sortimento de perfunuri
finas, e outros objectos.
Aim do completo sortimento de perb
narias, de que effectivamente est provid
oja do Cordeiro Previdente, ella acaba o
feceber um outro sortimento que se ton
totavel pela variedade de objectos, superior
lade, qualidades e commodidades de pn
;os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
a espera continuar a merecer a apreciaci
io respeitavel publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nao se afa'
tando elle de sua bem conhecidamansid'i
i barateza. Em dita loja encontraro <
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fr>.
ceza, todas dos memores e maisacreditad'
'abricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
EUxir odontalgico para conservacSo <
isseio da bocea.
Gosmetiques de superior qualidade e oh*
'os agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen*
14 outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes cm frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradas el en
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igoa.
nente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualida-
:om escolhidos cheiros, em frascos de difi-
entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
jaramos.
Ditos transparentes, redondos e em fig
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixrha para barb.
Caixinbas com bonitos sabonetes imitan<
frnctas.
Ditas de madeira invernisada contando
aas per fumarias, muito proprias para pr
lentes.
Ditas de papelio igualmente bonitas, taa
;oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, a
aaoldes novos e alegantes, com p de *rr<
a boneca.
Opiata mglaaa a franceza para dentaa.
Pede camphora e outras difierettii
realidades tambem para dentaa.
Tnico oriental de Kemp.
Era ca.a de MUls Lithajii &.C., ra da Cruz n.
38. vendem-se folhas de ferro galvanisadao.
Eogenfe
Superior vinfao Bordeni
t..Estepbe & Si Juliea: na coa da Cadkv do
ftetite numero 5.
msm
Admirem!!!
Cbilas dscuma, ores jpguras. que se jmw a
2i0 rs o cvado, oa 10*000 com 42 cavados.
"Vende-e-o *"n(rlWSa.ita' Rlu na tregnea-a dd i attadeiido a qnndade res drea-se a rendar'per'
Cabo, s tres leguas- da retalio d Oad, muito eMe prec-.. B-taV acbamto-9e : m roe de>le^V
bom de ierra* ceteeMn a*u *eni
aoueV. tem ierras par*..tomj*eB :
engenho Mmentel junto dVi nresmn.
-SeU
pniniiur.de
a ttttar.no
ratriz n. Si, loja com .0 .titula deleea,'|eMoaiuaM
_Jee.uMa iirta qoectaiimao,Uva bem,' da, com i>ouco> fmido en
|grante-*ria.> ter vlcw norrt sthaaoes f na ra' ra las Laranj*im n. 16 .- a tratar Ui-rnada
7- Veede- ama bou. taberna tem ainfiM
eu)uiu>s commodos; a
1 DiroiU a. 3, andar.
Ciuzes 0.33.
Um outro aortioento de coquea de i<
vos e bonitea moldes com filets da vidrilb.
a alguns d'ellea ornados de fieras a. fita
atio ledos eipoatos apreciacio de e^tai
>a praenda jcaaaprar.
GOLLINHAS EPUNHO& BORDADOS.
Obraa.de martogoata a parffio.
FlveHase IU 1.
Bello o vanado sortimento da taea objai
toe, ficando a boa.eecou aofaata dooaa
arador.
CEIIENTO
PORTLAND.
Veodo-saaaaraBejam amareUa do
reir da Costa & Filho, derronte do arco
ifiio, em barricas grnaos.
XAROPE DF. FDEG050, DO PISTO
E' de umailticaciavcnlaileiramcnle nora-
vhosa como calitante do jstemaTer\*osOe
applicado contra a parnMsin, nsthma,- lo68e
convulsa ou coqueluche, tosse rcenle ou en-
ligas sufTocacoVb, catarrhos bronchicos, etc. e
a linal contra lodos os sofTrimentos das vas
respiratorias, e u/iphtisica pulmonar, sua Tir-
tude contra o ttano ou espasmos, e convulces
incontestavel e aingem ba que o dcsconheca.
nico deposito, ru larga do Rosario, n. 10,
junto ao quartcl de polica. Pemambuco.
Continuadamente se nos apresentam novos
testemunhos da efGcacia do fedegoso Peraam-
buco.
PILLAS, VINHO E XAROPK
DE Jl IUJRGBA
l'BFPADliS ru tiMicumco
JO AVI IU |>E AJJMEID.4 IM\TO
As preparagoesde jurubeba sfto hoje vanta-
josamento conhecidos e preconibadas peloe
mais habis mdicos, tanto da Europa como
do paiz, pela sua el'ficacia nos casos de anemia,
chloroze, hydropesia, obstrucoao do abdomen,
e lambem nosdemenstruacaodrfQcil, catham
na be.\iga, etc. ele.
Vondem-se em porco e a retalho naeidede
do Recife, pharmacia do seu compositor, roa
larga do Rosario, n. 10, junio ao quartcl de
polica.
PINTO PHABMACBTICO
XAROPE DE SALSA PARR1LHA DO PIBA
ou
DEPURATIVOdoSANGE
Usadas aas molestias de Pelle, mpigens, dores
rheuraalicas, e ulceras venreas.
IIL'A I.4IU.A ItO ICOSAItIO, i
^&\,
Vt'iiue Sf a i|utii. (|Uizei pu->un ai benito
oi'peiro, bom pigetn e bnlieiro, idadi* SO anmts,
om escravo veiho medir do a?sivsr. um molo-
qne de 18 aunes, uma boa escrava pessa c insig-
ne ongnniiiiadeira, urna lila de moia id;ide boa
ccsinlicira : dirija-so a travo-* do C: ruin n. 1.
Conleitririi dos niiiazt-s.
Hua daCiutn. 16.
Ha superior pre--unio, p preun" e:i fumhre.
KSCOI.A PH.VRMACtTICA M PABIS
Medalha de Vrata 1860
oeGODR^N
EXTRACTO DE AIEATBAO.
tilico mcdicainenlo appronado por uxlos M
Ho>pituc5 de Kran<;a, Upl|fca eEsprnia como a
mcli-.r preparaban H,ta,,taiw e rcaulada em
Mdi \c.n,\ di: am:\thio.
(l>uascolhc,-at,ugrnndcsdeUti,dl..pavcada
luro de aKuu, ou urna cotherada pequea por '
cada copo ijrunde.)
..*_ jieewtoieer mal urrclro ,u- iiiu-
Stra. '"i,0",aS0> <' broaolilos da
Kxitir a firm.i d-> arenlor /?
DE09ITO CERAL ^fLtj^s
Itt ta Friera-IsettttB, 17 ^^'r'^
Km 1-aiiis. ** ****
Dwosm 1 mi lli i* Jantiro, DnponeMlei "a
fnliin, Silva Lo".s; n-i Prnambure. p. Maurrr
";i U-t'-aniui, i'erroira el (.-
Vemle--e a casa terrea com so a -it.i ra
da 8*nzala-Dnva 11. 21, tum sobrad 'lo um an'ar
e solo que fica as fundos da mesma. sito no tur-
co n 6: na ra ila Crnin. 03 se du iint-m venda
ESCBAVOS FUG1C0S.
Fugio do engenho MefMMHWizinho no dia
28 de abril do 1870 o escravo Fclipia cora utaic
de 22 anuos pouco mais ou menos eun ue isi ara
ppguinies : prclo, altura regular, 1 lli emo.ipns-
sados, antes limados, ps grandes. rnHn d<> t-
po, levou vestido fal^.a dp brim itequaam. --a-
misa de nadapnlao, chai^o do f.h I-, e urna p>s-
lolla de espoleta ; quera o penar piltra eotn-gar
inoito engpnbo quesera rocompen>,.il,': ou na ra
io Livrampnlo n. 20.
Fupii no dia 11 le mar^o do rormUt tanto
a e.-cravo Francisco, fabra, de mm 34i anm-s,
cora os signaes seguintes : cabein- rafwJMb"),
rosto descarnado e cora marcas di- bmea, t-ii-
tula se ser livre, levou valcas l.rama- 1 etel de
alpaca de cor e rbapjo do Chilt. nati ral oa
Parahyba, e fui coatprai ao Sr. Di-linro Ai'm
Maia, morador na l'arabyba c jiilga < u-i *o
para o mestno lugar ; desao j pn -la-M- en "a
a pessoa que o liver ocultado. fh'im- >-;\ i-
laes de campo, assim coma a* ai'i> rilad-- 1 1-
ciaes que c tragam ,v roa Direita 1. id que s 10
geiierosammii' grablk'ados.
Coudna a estar lucido o mM'VP (>- ',
io 17 mitos de idade, .rinulo, con >a ia i > 1 -
les na frente, testa redoada, olhs r'm 1 < a
marca de queimedura na barriga, >r iw "\a-
oe urna estrepeda j.intiga ; go>t i\* andar 1 10
caximbo : qoem o pe^ar joue !*-* *< 11
Califi>rni.f em gprinhjem, a seu 1 h M F -
rentino O. do Albuquprque, ou a ru:i ih Kii :.
31, que ser bem recompensado.
Fugio no dia 20 do corre > n'v
Dromedario, termi> da Encada o en r v.. di i- o
Antonio com os sigo.v seguiote.- : <-.*.-
te e tant-s annos, cMais^a, all'. n-u.
pinco arqueadas lla-lbe um ient na fn-n )
lado de cima o tem raa das jum pouco mai* groesa dot qua-outra, (i--*e.e> .> r
limpo, e um pouc*tnprtarsadnr. u 'i^ efe 11
barba, mal se div-ujga,.a|giu* cali 1 1a <
do queixo". roga-se s euthi riu^ < 'i--' *
capirs do campo a rpurr do n- > I < >
ao mesmo engenlMiou- ao fCP. 1 M
n. 5. segundo andar, escrielorio di s
Ferreira A C, qpp %efaa.jfeemnf
villa do Cabo uo iwajOa april o e
acabrallia*), ievhmtnMn, d id <
annos, pouco mais ou meaos, con
guintea: altwiftiae>i%*ani'feiio
um tanto comprido, olaos_grande-,
do, fui a]
de Sanio
portadores ji
ma eetrade, WoeaialiaD
logar dem
mos o os,
dfpol'CiS'
mpsmo eM*q:
sen^ntief,
no Rprife n*
escript'irlo
serio generosanient 3
nesaap%we"aeai
r"
I
\
\




8
Diario de Pernambuco
T<
feira
re Mi
10
de
VARIEDADE
Proersse de Pedro aparte
Bem sei que a mi 6 mais larga. O
principe dbse-me depois: Parece-me que
esto dizendo na ra que rao reu um do-
iiidividiios. Aumira-me isso, porque dess
ceu i escada. V ver o que ha, e antos
de tratar de mm, talvez os seus cuidulos
l sejam precisos, no caso de elle ler mor-
rido. (Riso.)
Disse en s pessoas que estavam na ra:
O principe estfenlo. Perguntaram-me:
Onde? Rsponi: O principe acaba de
reeeber umabufetada, e ninguein duvidou do
3ue eu disse, parque digo sempre a ver-
a!e.
P.Em que sitio da face estava o sig
nal?
T.No sitio mais saliente, na maca. Era
pranos um facto averiguado; parece-me
al que disse ao comnissario de polica :
VVji como o principe foi molestado.
P.O verga) era pois veradeiro e
amito apparente ?
T.Chegaram depois o Sr. Roidot o va-
rias outras pessoas, o principo escreveu
cara o paUcij do imperador. A verdaile
c.je o principe estava doente n'aquelle dia ;
tinha os olhos hmidos, espirrava, e di/i.i
qud : Se eu por acaso tiver urna pendencia
toa Rochefort, pareceme, Dr. que tora a
uj.'idjdede me acompanhar... na qualida-
de le medico. ( Riso ).
P.O Sr. Pinel fez as mesmas obsor-
ac5es.
*T.Sim, senhor.
P.e-las de outro feilio.
T. Admira-me isso. Pinel consciencio-
samente, nao pode dizer outra coisa.
O Si'. Laurier.Pergunt) testemunln
se o ex ame da face do principe foi feito por
ella e pelo Dr. Pinel ao mesmo tempo.
T. -Nao, primeiro foi feito por mim.
Eacontrei Pinel por acaso.
P. Porque motivo o tham ou ?
T. Porque ordinariamente chamado
>>elo commissario de polica.
O Sr. Liarier.0 Sr. Pinel lez umo vi-
sita ao principe ; o Dr. Morel j a esse
lempo tinha estado com o principe ?
T.Estiva com elle antes, e estive com
elle ao mesmo tempo. (Ruido e riso.) .
Apoz urna ob3ervaco do procurador
geral, o presidente convidoa os advogados
a Dio se dirigirem directamente testemu-
nha.
O Sr. Liurier Parece-me que impos-
sivel ser mais respeiloso do que nos somos
para com o alto tribunal.
P.Notamos o ruido que se faz, sem
que da sua parte houvessc culpa; o barulho
propasa-se na multido, e preciso que
esta audiencia conserve a sua dignidade.
O presidente leu o depoimento escriplo
do Dr. Mirel, que nao difiere do que cima
Sea.
Os doutores Tardieu e Bergeron nao res-
poideram quando foram chamados. Ea-
trou na sala do tribunal a testemuaha que
seguia na lista, o Sr. Villion.
Emilio Villion, marceneiro, 5i annos de
ed;ide, raa d'Allemanha, 6. No da 5 de
uneiro, das onze horas para o meio dia,
foi a casa do Sr. Proudh mme, negociante
de pannos, ua ra de Bons-Enfanls. Um
dos caixeiros disse diante de mim : < vae
passar-se alguma coisa de notavel por estes
dias: o principe Pedro Bonaparte deve ser
provocado, e se nao se quizar bater, ser
morto em sua casa. Accressentou: Sao
OS compaoheiros do Sr. Rochefort.
P. essa a verdade ?
T, Juro-o pelas cinzas de minha mi
(Murmurio no auditorio.)
P.Aqui n3o um espectuculo ; na
tessi io que a justica sejo respeitada; farei
expulsar do tribanil todas as pessoas que
tzerein barulbo.
Pergunta, testemunha. D'esse modo,
senhor, haveis ouvido aquella conversa ?
K aposta.- Posso jura-lo.
Francisco Alexis Jobard, empregado do
commercio em Pars, 110, ra de Saint-lio.
Dor.
P.Tendes sido interrogado, senbor,
M" occasio de urna conversa que tivestes:
dzei o que sibeis.
T.Nada mais.
Pergunta.Mas sois caixeiro em casa do
Sr. Proudhomme, ra des Bons Enfants ?
Resposla Sim, senhor.
Pergunta.Nao tendes dito : Vae-se
pasar d'aqui a alguns dias alguma coisa
tie notavel; querem ir a casa do principe
Bonpirt pa- vocar, e hlo de mau-
lo si se nao lade qae
n3o fostts vos que tivestes essa conversa,
e que foi o Sr. Himbaud que a teve ?
Rasposta verdale ; disse-se, as foi
diante de mim.
Sr. Vil ioo, chamado de novo:Foi em
casa do Sr. Prudhomme que aqueHas pa-
lavras se diriijiram quelle senhor ?
Sr. J jbard. falso.
Sr. Villion Vos que sois um falsario.
I* Teslemnnhas, dirig vos ao tribunal.
Pergunta, a Jobord.Roheccis que o Sr.
Villion foi a casa do Sr. Prudhomme no
dia 5 de Janeiro ?
Hesposta.Sim, senhor.
Sr. ViHion. Estaveis no vosso logar
quando se disse aquillo ?
Sr. Jobard.Dizei que fui eu, se qu-
zerdes.
Luiz Rimbaux, empregado do commercio.
P.Fostes vos que cortastes urna pouca
de fazenda no dia 5 de Janeiro para o Sr.
Villion ?
Resposla.Nao ju eu, nao creio ter sido.
Pergunta.Nao haveis dito : Vae-se
passar alguma coisa de notavel, vae ser
provocado o principe Pedro Bonaparte, e
se nao qu zer bater-se ser morto ?
Resposta.N5o senhor, nlo pronuncei
semilhanles palavras, por urna raso mudo
forte, que eu ignorava completamente a
existencia do principo Pedro Bonapart'.
(Riso.)
Sr. Villion, chamado de novo.Foi este
senlior que teve a ronversa de que se trata;
quando o interrogaram corou, teve vergo-
nba de o negar.
Sr. Rimbaux.Senhor, isso um insulto.
Sr Villion.Sim, um insulto para mim.
P.Nao questioneis. D'esse modo, vos
affirmaes o faci, e vos negaes-lo; o jury
apreciar como entender. Podei-vos assen-
tar.
Sra. Morin, quarenta e dois annos, cos-
tureira.A 5 de Janeiro esta 'a eu em casa
do Sr. Villion ; entrou elle e disse : Ouvi
dizer que ia ser provocado o principe Pe-
pro Bonaparte, e se nlo qu zer bater-se raa-
talo-ho em sua casa. Eis aqui o que
disse o Sr. Villion.
Pergunta.Nao levva algum panno com-

FOLHETIM
OS DRAMAS DA ALDEIA
POR
Ponson du Terrail
(Continuarlo do n. 96).
XVII
Decorrera um auno dia a da desde que
o tribunal do Loiret absolver Joo Rou-
xinol, por alcunba o Esquilo, mas se, ao
contrario, o condemnasse, talvez essa con-
rJemnaco lbe houvesse sido menos penosa
do que esse anno que acabava de decorrer.
A opini5o publica, que o indigitra cri-
minoso, persistir as suas apprehensoes
anda depois da absol vicio judicial.
Rouxinol tinha um encarnizado inimigo,
rival no seo officio de carador furtivo, o
tal Fernando Mata-caes, que, como dissemos
f ira o seu maior perseguidor, e de tal fr
ma se convencer de que o vera guilhoti-
nado, que, quando soube que o tinfaam ab-
solvilo, adoeceu de paix9o.
Rouxinol d2o tinha recorsos alguns para
vver.; o sea anico haver era ama choca
por eite proprio construida.
Quando sabio do palacio de justica, foi
perseguido pelos gritos e apupadas da
multido, e teve de ser protegido pelos
gendarmes.
Orleans inspirava-lhe tal medo, que se
nao atreva a permanecer ali.
Dirigio-se, pois, ao campo e tomou o ca-
m;nbo de Gieo.
Aooutecea-lhe e elle sentia-se cahir de
fome.
Em Chscy, primeira aldeia onde parou,
pedio um caldo n'uma taberna e logo foi
d ali expulso por uos carreteiros que o co-
nheeeram.
Camiohou toda a noute, chegando flnal-
iinte i floresta onde devia encontrar o
seu querido albergue, mas a ans cem pas-
aos d'al parou como fulmnalo.
sigo '
Rasposta.Sim, um metro e vinte cen-
tmetros.
Pergunta. O S \ Villion pareca ligar
importancia a essa conversa ?
Rasposta. Nao, senhor.
Pergunta.Quem o Sr. Vlon ?
Resposla.E um senhor que se oocopa
do seu negocio.
Fourginsr; marceneiro.
Pergunta.NSo tendes ouvido, no da 5
de Janeiro, dizer ao vosso patro: Acabo
de saber alguma cousa de notavel.
Rasposta. Sim. e madame Morin lhe
disse ento : O que ? Devem, lhe res-
pon-ieu alie, ir provocar o principe Pedro
Bonaparte a sua casa, e se se nao quizer
bater, o mataro.
Pergunta. OSr. Villion levava um pe-
daca de panno quando entrnu ?
Re posta.Nao dei attenclo.
Pergunta.Que faz o Sr. Villion ?
um hornera que se oceupa do seu commer-
cio ; nao faz oulra cousa ?
Resposta.Mas, sim, senhor.
Pergunta: Elle fallava com o principa ?
Rasposta.Nunca ouvi.
O Sr. Rimbaux chamado de novo.
Pergunta.Como podia o Sr. Villion sa-
ber com antecipago o que se passava no
dia 10 ?
Resposla.Nao sei ; mas tambera nao
sabia o que se dizia de mim, e ludo com-
pletamente falso.
Presidente.Ento ha tres testemunhas
que lodas mentem.
O Sr. Rimbaux pede para se retirar.
O procurador geral oppe se.
U porteiro annuncia que acabam de en-
trar es doutores Lardieu e Rergeron.
Presidente, azei approximar o Sr. Tar-
dieu.
O Sr. Tardieu (Ambrosio), lente aggrega-
do faculdade de Pars, 5i annos.Fiz
autopsia ao cadver de Vctor Noir. Era
um hornero, moco e de estatura elevada ;
j estiva em parte despido; tinha calca,
botas, e as luvas calcadas. S tinha urna
funda. A chaga era prxima do coraclo ; o
piojeclil que o ferio era pequeo e foi atira-
do sem obliquidade, tocou a ponta do cora-.
rao, teve lugar um derramamento de san-
gue consideravel, nao bavia vestigios de
Inta. A cansa da morte era, pois, de um
exame muito simples. Eis aqui o resultado
A sua casa nao existia j.
Quando raiou a aurora, a nica cousa
que vio d'ella foi um monte de cinzas anda
quentes.
Que mo perversa lancra o fogo ao al-
bergue do infeliz ?
Ninguem o sabia, excepeo provavel-
raente de Fernando, o Mata-ces.
Rouxinol esqueceu se de que tinha fome
e poz-se a chorar.
Vencido pe'a fadiga, deitou-se sobre a
cnza anda tepida e adormeceu.
Nos pnmeiro dias alimentou-se de truc-
tos silvestres e depois tratou de buscar
trabalbo.
Foi bater porta de urna granja e o la-
vrador expulsoo-o, dizendo-lhe que nao
dava de comer a assassinos.
Assim vagueou durante semanas de gran-
ja em granja pedindo trabaloo e sempre fr?
repell.do.
Os bomens expulsaram no e s alguma
molher mais. compassiva lbe dava ama (atia
de pao.
leudo a sua espingarda ficado no tribu-
nal, nem ao menos dispunha de urna arma
para cacar.
Comecoa a armar os lacos, porm os
compradores de caca, especulando com a
sua miseria, pagavam-lh'a pela quarta parte
do prego commum.
Dentro em pouco acbou-se quasi o.
Um dia vio-se reduzido ao desespero e
foi-se ter com o cora Duval, que lhe deu
vinte francos.
O desgracado passou tormentos para tro-
car a moeda de ouro, porque todos lhe di-
ziam qae err roubada.
Na carencia absoluta de casa, dorma do
bosque e passava dias sem comer.
Por vezes lembrou-se de se expatriar e
mudar de nome, mas nao tinha dinbeiro
algum, e, de mais a mais, o amor pela trra
natal triumpbava da sua miseria.
Assim passou o invern, em que a abun-
dancia de gallinholas lhe foroeceu meios de
vivar.
Chegou a primavera : apanhou laco um
das eperacSes ; preciso continuar aia
Sr. presidente.
Presidente. Conlinuai. ,,*
O Sr. Tardieu.Examioei o pal.
em primeiro lugar que nao tinha nenhqir
queimaduraf nem lomo de plvora ; *
apenas um buraco sem cor negra e sem]
liliraco. Concluimoe que o tiro trabar ~
dado a um metro pelo menos. De
modo efectivamente, isto 4 mais proxi
as roupas cstariam queimadas. Exa
tamb m o fato do Sr. Fouelle para deter-
minar bem a direcco da bala.
O casaco apresenta duas abertoras, urna
na parte anterior e superior do peto e ou-
tra que lhe atravessa a gola.
Ve-se que a primeira abertura apresenta
a forma de um buraco irregularmente re-
dondo. Pela parte de traz nola-se que
apresenta um rasgo rectaogular, maior do
que o orificio anterior.
A segunda na parte superior da gola
que se acha um buraco quasi redondo pro-
fundo, em quanto n,ue do lado opposto se
apresenta um pouco obliquo, e a fazenda
que fica entre os dous estofos que formam
a gola, est sabida para fra.
A conseqnencia a tirr d'aqui, que o
paletot e a gola foram atravessados de cima
para baixo.
O tiro deve ter sido evidentemente dis-
parado de urna grande distancia. OSr. de
Fouviel e deve ter estado em grande risco ;
o tiro foi disparado obliquamenle.
Presidente.Podieis, Sr. doutor, dar a
vossa opiniib para evitar os Srs. Drs. Pinel
e Morel ?
Testemunha.Nao vi o aecusado, mas o
exame que fiz dos depoimentos do Sr. Pi-
nel e do Sr. Morel, que me foram confiados,
pcrmiiie-me dar conta do que se passou, e
que nao examinei pessoalmente.
Era primeiro lugar o Dr. Morel constatou
a 10 de Janeiro, na face do principe, urna
forte vermelhidao que tinha urna apparencia
de ecchynose, e indiada, tinha a grandeza
de urna moeda de dous francos; pareca,
pois, bem cara a prova de urna pancada
na cara, tinha sido pancada dada directa-
mente.
Tratei de examinar se a mo de Noir ti-
nha alguma cousa que podesse prodazir
aquella ecchymose. Reconheci que tinha
luvas pretas, e que nao tinha annel; mas
na camisa tinha botdes redondos de madre-'
perola, grandes, e muito solidos.
Um dos Srs. jurados.O Dr. Pinel disse
que a pallidez do preso pode fazer desappa-
recer por um instante a vermelhidao resul-
tado da pancada.
O Sr. Tardieu.Quanto a vermelhidao, a
commoco poda faze-la desapparecer, mas
pelo que loca a extravaso sangunea,
diflerente; deste modo a inchacjSo e a
ecchymose nao podiam desapparecer em
consequenca da commoco moral.
Mr. Laurier.Pedirei ao tribunal qoeira
ordenar ao Sr. Fouviello que vista o paletot
qae trazia no dia 10 de Janeiro, para que os
Srs. jurados fiquem perfeitamente esclare-
cidos quanto direccao dos projectis.
procurador g- ral.O pedido parece-
me muito justo.
O Sr. Emilio Leroux.Nao me opponho
de maneira alguma.
E' chamado o Sr. de Fouvielle; este ves-
te o seu paletot. i
O Sr. Laurier.Para que a experiencia
seja completa, seria necessario que o Sride
Fouvielle collocasse a sua mo, como fe/ na
occasio em que tirava o rewolver da* sua
algibeira.
Trocaram-se diversas observares entre a
testemunha, o Dr. Tardieu, e os advogados,
que se approximam da testemunha para ex-
plicar como se tinha aberto o paletot no mo-
mento de se fazer o tiro.
O Sr. de Fouvielle.Farei observar que
esta a primeira vez que se faz esta obser-
vaco. Na instrueco nao se mandou fazer.
O Sr. Tardieu.Para tomar bem conta
do negocio, fiz com que vestisse o paletot
um official do tribunal.
Um jurado.O Dr. Tardieu julga que o
Sr. Ulnco de Fouvielle se tinha abaixado
quando lhe foi dado o tiro ?
O Sr. Tardieu.No meu entender o tiro
qua lhe atravessou o paletot era o tercero,
aquella que foi disparado na sala do buhar
quando o Sr. de Fouvielle estava de costas
voltadaa.
Q procurador geral.Todava ha, a res-
peito dessa bypothese d> doutor, urna ob-
servaco a fazer, que os vestigios da bala
na sala do bilhar nao sao a mais de um me-
tro de altura.
O Sr. Tardieu.Ah o que eu nlo posso
par de cabritos montezes, e o comprador
de caca, que n'outro tempo Ih'o; pagava a
trinla francos, deu-lhe agora por elles ape-
nas dez.
Com isto teve de que viver um mez.
Rouxinol j nao t nha a antiga aclividade:
a fome smente que o obrigava a traba-
loar, e por isso, apenas tinha que comer
para tres dias, deixava de cacar e ficava
ocioso.
Quando ia povoaco comprar alguma
comida, era perseguido pelo rapazio, que
lhe chamava assassino, e o padeiro olha-
va-o de travs
Na taberna nlo o consentiam.
Com o invern duplicra-se-lhe a dilli-
culdade da vida pela falta de pousada.
A floresta nao tinha grutas nem cavernas
e o slo estava sempre lamacento.
Descobrio finalmente o tronco de um car-
valho secular, onde estabelacea dormida,
porm a fatalidade, que o persegua encar-
nadamente, nao lhe deixou por muito
tempo gosar este bem.
Fez-se na floresta um grande corte e o
carvalho foi abatido.
Succedera isto exactamente oito das an-
tes d'aquella cbovosa noute em que vimos
apparecer Rouxinol em casa da Ceifeira.
Durante quatro noutes refqpou se n'uma
granja junto do bosque.
Ch'gava ali noute e introdozia-se de
gatinhas no palheiro, onde dorma algumas
horas.
Antes do romper do dia fazia-se ao largo,
tal era o receio de ser apanhado, perm
qninta noute deu com elle nm cao de viga
e poz-se a ladrar.
Veio o caseiro com a espingarda, julgan-
do que seria galo bravo outeixugo.
Deparoo com Rouxraol e disse-lhe:
Iotrodnziste te de noute na minha
casa; tinba o direito de te matar, mas
olha que eu nao sou assassino, emendes ?.
Vai-te d'aqui e nao voltea c.
Quando chegou a cata da Ceifeira, bavia
dous dias que Rouxinol divagava ao acaso,
sem asylo, sem roopa e sem pao.
qtial era a posicio da mo daqoee
|s parou.
ouvielle.Mas ha urna cousa
aoRde esti a segunda bala ?
ft-Podieis t-la levado, sem o
no vosso fato, d'onde poda ter cahi-
i depois. Isto apenas urna conjectora,
i certo, mas que offerece alguma proba-
bih'dade, por isso que nao foi encontrada
nem a bala, nem o seu vestigio no salo.
OSr. Jorge Bergeron.Trinla annos, dou-
tor em medicina.O Dr. largaron foi cha-
mado pela justica fazer os exames mdi-
cos no corpo de Vctor Noir, de accordo com
o Dr. Tardieu.
O Sr. Bergeron descreveu a chaga pro-
duzida pelo rewolver; esta bala foi encon-
trada na ferida no meio de sangue coa-
Ihado.
Na cara de Vctor Noir nao havia vestigio
algum da ferimento, e na face principalmen-
te n5o se notava o menor signal de conto-
s3o, nenbuma ecchymose. as raaos tinba
luvas calcadas, e as luvas conservaram-se
depois de j ser cadver.
Os lados da chaga nao mostravam o me-
nor vestigio de Ivimento ; o tiro deve ter,
pois, sido dado de urna distancia de dous
metros pelo menos.
Presidente.Apresento-vos urna queslio
que j foi apresentada ao Dr. Tardieu. Um
Sr. jurado perguntou, se, em conseqnencia
da pallidez do cadver, a face nao teria po-
dido perder o vestigio de ferimento que ti-
vesse sido feito com a pancada dada ?
O Sr. Bergeron.Nao, Sr. presidente,
urna pancada violenta produz necessaria-
mente urna exlravasaco de sangue, e neste
caso, ha vera de mostrar o vestigio, mais f-
cilmente talvez depois da mortj.
O Sr. Luiz Daniel Mortreux, 38 annos,
pharmaceutico, ra d'Autenil te, em Au-
teuil.
Na segunda feira, 10 de abril, pelas duas
hiras, conduziam para a minha pharmacia e
corpo de Vctor Noir, que quasi immediata-
mente depois exhalou o ultimo suspiro. Fiz
depositado em um pequeo gabinete, que
fica ao lado da pharmacia.
O corpo ia acompanhado pelos Srs. de
Fouvielle, Grousset e Santn Fiz prevenir
o Sr. Semmazeuil, que chegou immediata-
mente, e s pode altestar a morte.
O Sr. de Fouvielle foi fazer o seu depoi-
mento na eslnco de polica na ra Bolleau.
Quando voltou, referi por diversas vezes
a scena que se tinha passado em casa do
principe.
Ouvi que elle dizia ter o principe dito :
Sois solidarios desses carronhas ? Ao
que Noir respondeu: Somos solidarios
dos nossos amigos.
Que ento o principe avancou para Vctor
Noir, e que lhe dra urna bofetada com
urna das mos, fazendo um tiro de pistola
com a outra.
Creio lembrar me de ter o Sr. de Fou-
vielle d to, que o prncipe tinha dado a bo-
fetada cora a mo esquerd >, e ter dado o
tiro de pistola com a mo direita.
O Sr. de Fouvielle accrescentou que lhe
linbam aiirado dous tiros de pistola, que lbe
atravessaram o seu paletot. Mostrou dian-
te de mim a muitas pessoas a gola despe-
dacada por urna bala.
Presidente.Tendes mais alguma cousa
a dizer ?
Testemonha.Sim ; tem-se repetido que
o Sr. de Fouvielle dissra que o seu amigo
balra no principe ; preteude-se que isto se
tenba dito nao s na ra, mas tambem na
minha pharmacia. Sustento da maneira
mais formal, que o Sr. da Fouvielle nao dis-
se semelhante cousa.
Presidente.N5o ouvistes o Sr. de Fou-
vielle ter essa conversa na vossa pharma-
cia ?
Testemunha.Nao snlo ouvi, mas pos-
so affirmar que isso nao se disse, por isso
que eu nunca abandonei a minha pharma-
cia um nico instante, em quanto aquelles
senhores all estiveram.
O Sr. Laurier.A testemunha vio o ca-
dver ; notou que tinha luvas calcadas, e
que as luvas estavam intactas ?
Testemunha. Perfeitamente intactas;
nao posso dizer exactamente se estavam
abotoadas; mas estavam em todo o caso
perfeitamente bem calcadas.
OSr. Nicolao Semmazeuil, 54 annos, dou-
tor em medicina, em Auteuil.A 10 de Ja-
neiro, pelas duas horas, ou duas horas
meia, ser-me-ha difficil precisa lo, fui pre-
venido de que tinha sido conduzido phar-
macia do minha casa o corpo de um mance-
bo ferido ; desc para lhe prestar soccorro.
mas vi desde o primeiro aspecto que aquello
mancebo eslava perdido.
Pela maneira porque Rouxinol devorou
a sopa que a viuva lhe dir, comprehendeu
Anatole a desgraca d'aquellehomem, oqual,
mesmo qve estivesse culpado, experimen-
tava tal expiaco, que a juslica dos homens
nada tinha a addicionar do co.
Acompanhou, pois, a Ceifeira no senti-
mento de compaixo pelo desgracado e
disse-lbe :
Ento ests innocente ?
Rouxinol ergeu as mos e os olhos ao
co.
Os olhos arrazavam-se-lhe de lagrimas,
porm as ralos nao lbe tremiam. N'aquelle
gesto havia urna expresso solemne que
impressinou Analole.
Juro lhe, senhor, disse Rooxinol
que na noute do assassinato de Saurn me
achava eu caca das gallinholas na Granja
Perdida, um sitio da floresta assim cha-
mado.
Mas tu eras inimigo de Saurn.
Isso verdade.
Parece at que disseste em alguma
parte que havias de mata-lo.
E foi isso o que me perdeu, mas juro
qae estou innocente.
E sospeitas de quem fosse o autor
do assassinato ?
Esta pergunta naturalissima fez estreme-
cer Rooxinol e tambem a Ceifeira.
Sr. Aoatole, disse esta, um pouco
fra de sinao fallemos de tal cousa; do-
mis, nao podemos dar-lhe remedio...
Mas presume quem fosse o verdadeiro
autor do crime ?insisti o mancebo.
Nio, senhor, acudi ella nSo se
sabe nem pode sabef-se.
E era tal a sua commoclo, dizendo isto,
qoeAnatole ficou sorprendido.
Rouxinol disse:
Nao se saber jamis I E dir-se-ha
sempre que fui eu, visto que se encontrou
14 a minha espingarda t.. Pois nao me
admira que fosse o ala-caes !
Nlo,disse a Ceifeira intimltivamtn-
lenio foi elle; engaoas-te, meo rapaz.
E quem poda ser seno algocm que
iHbctivamenle expiroa poneos instantes
\ minha dragada.
Procurai conhecer da causa da Gfte, e
descobri lhe o peto'; w que existia pela
parte superior do pectoral osqoardo m fe-
rimento muito pequeo, #aa pareca' caus a-
do por um punhal, ou por nm florete.
Sube com verdadeira sorpreza que tinba
sido produzdo por um tiro de pistola.
Dsse-me o Sr. de Fouvielle que Vctor
Noir e elle se havam dirigido casa do
principe Pedro Bonaparte para pedirem a
este ultimo urna reparaco por meio das ar-
mas, em nomo de Pasqua Grousset, seu
amigo.
Tinham sido introduzdos em casa do
principe, que os fez esperar uns dez minu-
tos ; tinha-se-lhes apresentado perguntando
se vinham da parte de Rochefort.
Tendo a sua resposta sido negativa, o
drincipe lhe dissra: Bato-me com Roche-
fort, mas nao com os seus mariolas. >
Diversas palavras tinham aind trocado ;
o principe fez um movimento como para lhe
dar urna bofetada; Vctor Noir tinha levan-
tado a mo como para a aparar, e ento o
principe desfecbou contra elle.
Presidente.Ento o Sr. de Fouvielle
disse-vos que o principe tinha feito movi-
mento como quem quera dar urna bofe-
tada ?
Testemunha.Sim, dar urna bofetada.
Nao posso lembrar-me com exactido.
Presidente. E' muito dfferente. Na
vossa deelaraco escripia nao ha a menor
hesitaco. Tendes dito : O principe ti-
nha dado urna bofetada. Agora,, lembrai-
vos bem das palavras do Sr. Fouvielle.
Disse-vos elle que o principe tinha dado
urna bofetada, ou feito o geilo para dar a
bofetada ?
Testemunha.Elle atirou a bofetada...
nao pode chegar... nao me record ; nao
posso affirmar se o Sr. de Fouvielle me
disse que a bofetada tinha chegado a assen-
tar na cara. Emquanto elle me fallava
estava eu preoecupado com os meus exa-
mes.
Presidente.Conhecieis Vctor Noir an-
tes daquelle desgracado acontecimento ?
Testemunha.Nao, Sr. presidente, isto
, conhecia-o de vista ; encontrei-e muitas
vezes no boulevard, e comprimentavamo-
nos. Tive indirectamente algumas relaces
com elle pela sociedade dos bomens de let-
tras, de que fazia parte.
Ronstan, Jacques-Desir, empregado da
porta em Auteuil, ra de Miguel Angelo.
No dia do acontecimento sah eu de minha
casa, quando gritos me attrahiram para o
ledo da casa do principe Pedro Bonaparte.
Chego no momento em que Vctor Noir ca-
ba no fundo da escada. Vi depois sabir
da casa o Sr. de Fouvielle, que tinha urna
pistola na mo, equeclamava : Assassi-
no >. Tinha urna pistola que procurava des-
armar. Nao podia faz-lo ; deu-m'a, e eu
desarmei-a e entreguei-lh'a, mas receiando
outra desgraca, corri para elle ; e tornei-
Ih'a a pedir; deu-m'a fazendo-me ver que
nao se tinha servido de'.la.
P.Porque que a nao podia desarmar ?
RNao sei.
P.Era comtudo muito fcil, quando a
vareta est mettida, o movimento de rota-
Co do rewolver para, mas quando a pistola
est armada, a vareta ento nao pode entrar.
Era isso que podia ter impedido o Sr. Fou-
vielle de desarmar a sua pistola ?
R.Era certamente a sua commoco.
P.Nao grita va elleassassina-se ?
R.Sim, senhor. '
P.Nao disse elle : Se a minha pistola
nao tivesse errado, eu o teria morto ?
R.Nao me record.
E' chamado o Sr. Fouvielle.
P.Como succedeu nao poderdes vos
desarmar a vossa pistola ?
R.Tinha a raao cheia de sangue, estava
ferido na mo.
P.Como?
R.Querendo abrir o estojo.
Valadon.A 10 de Janeiro ouvi gritar :
i Ao assassino! Sahi; vi um senbor es-
tendido no fundo da escada, depois outro
seahor que estava com a cabeca descoberta,
e que tinha urna pistola na mao, dizia : Se
eu tivesse podido armar a- minha pistola, o
principe estava morto .
Ia com o meu patro para a pharmacia,
para onde se tinha conduzido o corpo do
mancebo.
O meu patro referi me que o Sr. de
Fouvielle lhe dissra que Viclor Noir tinha
dado urna bofetada, ou tinha tenco de dar
urna bofetada no principe, nao posso lem-
brar-me bem.
Depois deste depoimento, a audiencia le-
mequizesse mal ?exclamou singularmente
o pobre diabo.
Anatole encarou o bem e ficou convenci-
do da sua innocencia.
Meu rapaz, pro.eguio elle de
presumir que quem comraetteu o crime o
nao pralicou s com o fim de te compro-
metter. De certo foi alguem que odiava
Saurn e que tinha interesse em o fazer des-
apparecer.
verdade I Assim o disse o senhor
cura de S. Florentino ; parece que era por
causa de um testamento...
Ora pois, e esse testamento nunca
appareceu.
Rouxinol ficou embasbacado em presen-
Ca do dito. Ainda nao chegra ao amago
do negocio. Da sua rudeza de concepeo
resultara a maneira inconveniente e impro-
ficua com que se defender peraote o jury.
Rouxinol nunca exercera a sua intelli-
gencia em mais do que armar lacos caca.
.Vleu rapaz,disse Anatole ha um
anno que regressaste a estes sitios.
Sim, senhor.
E n'este tempo nao tem passado um
dia em que nao tenbas dito contigo : Ha
um homem que me quer mal ; Fernando
o Vlata-ces.
E aposto acudi o pobre que foi
elle quem deitou o fogo minba casa ?
Pode ser. Mas crs que elle, se re-
solvesse a matar Saurn s com o fim de
te fazer condemnar ?
Quem sabe I
Nao a Fernando que acensaremos.
Ento a quem ?
Aquelles que tinham interesse em fa-
zer sumir o testamento.
Mas nio fallemos mais n'isso, Sr.
Anatoleacudi a Ceifeira, toda trmula
E Rouxinol, bateado de sbito na fronte,
como quem era assaltado de ama idea lu -
miosa, articulou urna prolongada interjei-
Co, e depois, encarando vida e fixamente
Aoatole, proseguio:
O senbor tem estados, sabe o qae fu
vantou-se s cinco horas e um quarto,
para comecar nedalo s aaze
horas.
Notamos neste* dia urna
mais coaderael tu volta do UibflgL
Efectivamente, tirilUM espalhado o boato
na.cidade, de qae o Sr. Rochefort bavia
chegado n'aquella manhia a Tonrs pelo
trem 15; queriam vel-o, porque sera ou-
vido na audiencia de boje.
A forca armada, em volta do palacio, pa-
reca-nos ter sido augmentada; pelo me-
nos vimos, independentemente dos gandar-
mas, um certo numero de dragues a ca-
vallo.
A multido, como j dissemos; esljper-
feitamente tranquilla; s a curiosidade est
perfeitamente pintada nos semblantes. Nao
porque cada um nlo falle do processo,
mas em voz baixa. Evita-se, com rasao,
a discusso a respeito deste negocio ; ba
muitas correles d'opinio. Mas em breva
se agruparam, e cada um conversava com
os seus amigos, mas com reserva, a res-
peito d'aquelles que se nao conheciam.
Nao procurando nos outra cousa que nao
seja a reprodcelo fiel, e imparcial dos de-
bates havidos peranle o tribunal superior,
evitamos cautelosamente envolver nos em
quaesquer d'aquelles centros, em que pre-
domina sse a paixao.
Como j dissemos, os jornaes judciaes,
cujo primeiro mrito deve ser a imparciali-
dade, se nao estavam collocados em pri-
meiro lugar nos bancos reservados im-
prensa, como costume as pequeas e
grandes questes, estavam collocados pela
parte de traz dos bancos dos advogados,
donde podiam ouvir fcilmente, quando as
testemunbas se dignavam levantar a voz.
No auditorio notamos um grande nume-
ro de figuras novas.
O prisidente do tribunal superior, para
satisfazer o maior numero de pessoas pos-
sivel, deu bilhetes para cada ama das au-
diencias. A's onze horas comecoa a audien-
cia.
Vicente Natal, trinla e seis annos, ren-
deiro em Auteuil. Esta testemunba tem
urna accentuaco ingleza muito pronunciada,
e as suas phrases sao confosas.
Pelas sete hars da manha de 10 de Ja-
neiro, estava eu em Auteuil, em casa do
pharmaceutico o Sr. Mortreux. Encontra-
va-se all um senhor, que me foi designado
como um dos redactores do Monitettr Uni-
versal, o Sr. Morel. Acabo de o ver aqui
na sala das testemunbas.
O Sr. Mortreux disse, ettre outras cou-
sas : Diz-se que esbofetearam o prin-
cipe, c que o principe ficara de cima t
Como o Sr. Mortreux nao fallou seno do
Sr. da Fouvielle do Sr. Sr. Pasqoal Grous-
set, julguei que era algum delles que tinha
praticado o facto.
Presidente : Vejamos o- qne haveis dito
na instrueco:
O presidente fez a leitura da deelaraco
escripia pela testemunba, a qual assim
concebida:
< No dia do acontecimento, pelas sete
horas da noite, acbava-me em casa do Sr.
Mortreux, pharmaceutico, aoade tinha ido
para coiher informaces a respeito do que
se passara n'aquelle dia.
O Sr. Mortreux conversava nessa occa-
sio com um senhor que nao conheci, mas
que o Sr. Mortreux disse ser um emprega-
do do Jornal official ou do Monitettr Uni-
versal.
Entre o que o Sr. Mortreux disse enJo,
recordam-me as seguinles palavras:
Disseram urna hora depois do aconteci-
mento que tinham esbofeteado o principe.,
e, que o principe tinba ficado de cima accres-
cenlando :
Nao sei se verdade, e como durante
a conversaco o Sr. Mortreux s fallou de
Pasqual Grousset, de Fouvielle e Santn,
pensei que era um delles que tinba dado a
bofetada, e que tinha reconhecido na phar-
macia
Podia tambem comprehender se, que, por
estas palavras : deram a bofetada, enten-
diam fallar de Vctor Noir, por isso que foi
quando o corpo estava na pharmacia, que
se referi o acontecimento.
Comprehendi depois desta narracao que
Vctor Noir tinba esbofeteado o principe,
porque conhecia este pela sua reputaco, e
jnlgava-o incapaz de mUar um bomem, a
nao ter sido impellido a isso por um violento
insulto, e por salvar a sua vida. >
Feita esta leitura, a testemunha persisti,
etc.
(Conlinuar-se-ha.)
e o que diz, e por isso ha de explicar-me
urna cousa.
Qual ella ?
Se eu podesse chegar a descobrr
quem foi o assassino, deixariam de me
imputar a mim o crime ?
De certo, mas seria forcoso provar a
sua culpabilidade, e, n'esse caso, nao ha-
veria urna s pessoa dos nossos sitios que
nao quizesse indemnisar-te do mal qae te
ha causado.
Est bom I redarguio precipitada-
mente o pobre diabo, em cuja nebulosa in-
tellgencia brilhra urna centelba de espirite,
Est bom I Agora tenho c urna idea...
Eu pesquizarei, eu lhe farei as diligencias;
nao duvido que chegue a descobrr; serei
paciente e ardiloso como a raposa ; o resto
fica por minba con la.
E nao quiz explicar-se mais.
J ento cessra de chover ; o co estava
tirapo de nuvens.
Anatole, dando lhe dez francos, disse-
lbe :
Toma ; quanto tenho comigo. Es-
la nonte ainda procurarei o cura, e veremos
o modo de ajudar-te e obter meios de tra-
bajaros.
Acari ;iou as enancas, apertou a mo i
Ceifeira e sabio assobiando aos caes.
Rouxinol, que o acompanhou at fra da
port, fo-o seguiodo com a vista e (Uzea-
do :
Agora c tenho minha idea I
Mas que queres dizer com isso ?
acudi a Ceifeira.
Tenho minha idea, quanto basta...
Boas noutes, tia Rosa, e mnito obriga
Deusihe pagar o bem que me tem fe
Ento nlo queres dormir i
granja esta noote ? disse anda a i
Nao, senhora, obligado... Tenb
a minha idea... A cousa deve ser
rada, mas nio tem duvida... Boas
les, tia Rosa t
E Rouxinol desappareceu.
___________(QaUmiar-tt-h
TVP. DO DIAWO RA WJQUB DE
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