Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )
newspaper   ( marcgt )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12103


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Full Text

ANNO XLVI. NUMERO 97.
,
Por tres mezes m
Por seis ditos idew,
Por.um anno 'dem..
Cada mumero avulso.
I LGABES ORDE IA0 SE PAGA FOOTE.
Manoel
_:__
----
_--------- .nNasareU,; Fis T Cos., iv. ; D, JM *. A., *.;. Jos Bfteir, Gpab i, de n eirc. ""'
PAmoFFTOIAL
Ministerio da fazenda.
uecreto n. 4510 dk 20 dr abril de 1870.
Adera algumas ditponimit do regulamento das al-
fandegns.
Attendendo conveniencia de simplificar o pro-
cesso dos despachos dos (teneros e mercadorias, e
d alterar outras disposices ao regulamento das
attandegas; e usando da autorisjtcao conferida ao
jovernu pelo decreto o. 1750 de 20 de outubro de
6 art. 1 | 9.' : tiei pon bem qne se observom
as tposicdas coslanies do regulamento que com
este baixa, assigoado pelo visconde de Itaborahy
dente do eonselho de ministros, ministro e secreta-
rle de estado dos neg.cios da fazenda, que assim
u lenha entendido efaca execntar. Palacio do Rio
de Janeiro, em 20 de abril de 1870, 49. da inde-
pendencia e do imperio Con a rubrica de S M
o Imperador. Visconde de Itaboraliu.
RWHXASIKNTO ALTERANDO ALGUMAS lilSPOSICES DO
bas alfa.nde<;as. a que se rhfere 0 decreto n.
4,510 desta data.
Art. !. O servico interno as alfandegas de 1.a
<* 2.a ordem ser destnbuido por tres secces, e
aa de.'(.' ordem por dnas.
fifias alfandegas de 2." ordem servir de ajudante
dvi." seccao.
5 1. A 1.= pprtencer o servico : 1. de entrada
de mercadorias ; 2. de captpas, armazens inter-
nas da alfandega e trapiches a Ifandegados; 3. de
xportacao, reexportaeao e transito; 4. da des-
pacho martimo.
2." 2.' seccao o servico : 1. de contabilida-
>e; 2 de arrecadaro e thusourara; ;)."deren
das internas.
g 3." A 3." seccao : 1. o de revisao e estatisti-
ca; 2. o de balance, expediente e archivo.
Art. 3. A eslatistica commercial da alfandega
da corte continuar a ser organizada na 3.' seccao
' da mesma alfandega.
Art. 3. as alfandegas de 3.a ordem fica per-
wncendo:
A 1 seccao a entrada da= mercadorias, as ca-
patezias, os armazens internos da alfandega, os ira-
piches alfandegados, a exporlacao, reexportaeao
.; transito, o despache maritimo.
A 2.- seccao a contabilidade, a arrecaacao e
uesouraria, as rendas internas, a revisao e esta-
dstica commercial, o balanco, expediente e archivo.
Art. 4. O servico as alfandegas de 4.', 5." e
8/ ordem continuar a ser feito sob immediata di-
receao, fiscalizarlo c responsabilidade dos respec-
tivas inspectores.
Art. 5. A inspecco e flscalisaro do servico
'\lerno competem ao guarda-mor.' Os offleias
oe descarga Ihe ficam inmediatamente subnrdina-
uc
As folhas de descarga continuarlo, porm, a ser
ipedidas pela 1.a seccao, segundo a data da en-
. ;da das embarradoes, e remettidas ao guarda-
n h", quem fica competindo a escala do servido
dos mesmos ofllciaes.
Art 6. Os capites ou mestres dos navios mer-
cantes, nacionaes ou estranjteros. que demanda-
rom porto alfandegado do Brasil, traro um, era
vez dos dous mmisfest is que jos obrigava o art
399 do citado regulamento, continuando em vigor
as outras disposices relativas aos mesmos doeu-
montos.
Art. 7. s embarcacoes de cabotagem serviro
d manifest as guiasou copias dos despachos que
sao enviadas s alfandegas ou mesas de rendas dos
portos a que se destinara as mesinas embarcacoes.
a que sahirem para portos estrangeiros nao sero
obligadas a levar manifestos : polerlo, porm,
niTe-los, se Ihe3 forem necessarios.
Art. 8. Para o despacho ou passe das em-
breacoe3 estrangeiras, basta que o capto ou
inestre, alem da nota de que trata o art. 496 1
e 2o do regulamento, aprsente documento que
pravo : i a matrcula da equipagem ou gente ,do
.icodo mar ; 2.a arqueaco do navio; (cando
s m alterado o art. I7.
Art. 8. A conferencia dos manifest? das em-
t.ircaroes que, linda a descarga, tiverem sido vi-
oladas, ser feita por empregados da 1" seccao,
- quaes remetterao os respectivos relatnos e
Is papis ao inspector da alfandega, para im-
l r as multas em que l)as tiverem acorrido ou
para manda-las dpsembaracar ; ficando assim al-
terados os art*. 47Se 477."
Art. 10. O praso marcado pelo art. 382 aos ca-
pites de navios para apresentaclo do despacho
sas barcas de vigia poder ser prorogado pelos
inspectores por mais 24 horas atis.
Art. II. Fica rejtabelecida a disposicao do 8'
do art. 342 e elevado ura mez o praso de urna
semana que ahi se ada lixado.
Art. 12. As notas para os despachos sugeitos
duas conferencias devem ser "calculadas, a 1* va
pelo conferente interno, e a 2' pelo despachante e
i a pelo mesmo conferente.
As notas para os despachos de urna su confe-
rencia sero calculadas, ambas as vas, pelos des-
echantes, e a 1' revista pelo conferente que der
-aluda mercadura.
Ultimados os despachos e sahidas da? mercado-
rias, sero as 1" vas remettidas immediatamente
pelo porteiro 3' seccao para se fazer a revisao.
Art. 13. Ficam abolidos os prazos de estada li-
vre.
A armazenagem as alfandegas era que este ser-
vico estiver cargo dellas ser calculada e cobra-
da sobra a importancia dos direilos de coasumo,
fio modo seguinte :
Do da immediato da descarga at 6
mezes 10/0 ao mez
At um anno na da 1 1/2
At 18 mezes na de 2 0/0
At 34 > > 3 0/0 >
E era todo o tempo excedente a 24 mezes na ra-
zio de 0/0 ao mez.
Art. 14. A arreeadacao do imposto de 30 0/0 da
dguardente nacional consumida no municipio da
corte licar cargo da recebedoria do Rio de Ja-
-. "-ir. continuando, porm, cargo da alfandega
a liscalisacao dos depsitos beira-raa/. ,
Ar. 15. Fica revogado e tit. ? do regulamento
de 13 dersetembro de 1869.
Art. 16. Conceder-se-ha abatimento de direitos
em virtude de avaria :
1.* Se os volamos apresentarem, na occasiao de
desembarque, indicios externos de estarem dete-
rioradas as mercadorias que contiverem e a parta
. interessada o reclamar no praso de tres das nteis,
contados do mesmo desembarque.
2. Se, nao apresentando os. volumes aquellos
indicios, se verificar a avaria na conferencia inter-
na ou na de sabida.
Ar. 17. Fica snpprimdo o paragrapho nico do
art. 42 das disposipes preliminares da tarifa, que
obriga o inspector a recorrer ex-efucio de suas
decisdee sobro questSes df avaria.
Art. 18. IMbeatrando-se entre as mercadorias
acondicionadas em volun.es, algumas pecas de
Saalidade differente, qne importem accrescimo de
ireitos de 50 0/0 ou mais, o conferente, depois de
o participar ao chefe da reparticao, qne mandar
verificar a existencia do ficto, mencionar na no-
ta & amero, qaantidade e qualidade das ditas pe-
4^3 para lerem cobrados os direilos corresponden-
te, papado de mais a parfe, em favor do respec-
tiyojx)srent.-uma multa igual aos direitos da
*ffiNcatw|eada, se estes direitos excederem
de'SO.
Do Mpo modo se pra licar, qoando eni algum
ou algiins dos volumes de urna mesma addico da
oota, forem encontradas raereadorias de qualidade
differente das declralas na dita nota, e contidas
nos outros volumes.
Sa as mercadorias se acharem acondicionadas
entre as outras como escondidas, para se subtrahi-
rem aos direitos, o conferente as apprehender
com todas as deraais contidas no volume. dando
logo desse facto conta ao chefe da repartir*) para
que este proceda nos termos do processo respecti-
vo. No caso de condemnaco, o dono ou consig-
natario perder todas as mercadorias contidas n.>
volume, e pagar, al;n disto, a multa de metade
ao valor dellas.
Quando as mercadorias contidas no mesmo vo-
lume (se a addico da nota constar de um s) ou
nos diversos volumes ('se constar de muitos) forem
todas differentes.das declaradas na nota, cmate
se exigir o pagamento dos direitos simples e mais
a multa de 1 l/ 0/0, mas, neste caso, o cooferen-
te devera examinar tados os volumes. (>
Art. 19. Adiando se entre as notas e as mer-
cadorias postas despacho, dilferenca para mais
em quantidade, medida ou peso, s 'ter lugar a
multa de direitos em dobro do art. 553, se o di-
reitos da differenca excederem de 50.
Art. 20. Achando-se differenca para menos en-
tre o declarado na nota e as mercadorias postas
a despacho, o conferente assim o declarar na
mesma nota para soraente se haverera direitos do
que realn.ente se encontrar. Dando-se, porm,
circumstancias que revslem fraude ou subtraccao
de mercadorias, pagar a parte, jalao do inspec-
tor, direitos em dobro pela differenca que existir
entre o declarado na nota e o verificado pelo con-
ferente.
Art. 21. O pagamento dos direitos exigidos pelo
regulamento ser feito nicamente em moeda car-
rente.
Art. 22. O producto da impugnarlo, quer seja
feita na conferencia interna, quer n'a da sahida,
pertence integralmente ao conferente que a hou-
ver indicado.
Art. 23. Ser de 2 a 5 mezes o prazo concedi-
do para aprejentaeao de documento justificativo
do destiao das merdorias reexportadas para os
portos do imperio e para os das repblicas do
Prata; e de 6 mezes a um auno para os portos
fra do imperio.
Art. 24 O expediente da capatazia ser cobra-
do na razo de 30 rs. por volume de peso nao
excedente de 50 kilogrammas, e mais 10 rs. por
dezena ou fraccao de dezena que exceder de SO
kilogrammas.
E' devido pelo embarque e desembarque de
mercadorias nacionaes e estrangeiras as ponte,
caes e depsitos externos mantidos e costeados
por conta da fazenda ^nacional, e por qualquer
servico ou trabalho feito requerimento da parte.
Art, 23. Os despachos de reexportaeao ou de
transito sero processados na forma das instruc-
roes que forem expedidas pelo ministro da fa-
zenda.
Art. 26. O prazo da prescripQo para a fazenda
nacional, de que trata o art. 775, tica reduzido
um anno.
Art. 27. Os embargo?, arestos, penhoras indi-
Ciad e quaesquer exames as mercadorias depo-
sitadas as alfandegas torio lugar em todos os
casos admittidos em direito, se forem expedidos
par autoridade competente, precedendo deprecada
ao inspector e observadas as regras do art. 209.
Art. 28. Os trapiches que se destinaren de-
posito de gneros nacionaes livres de direitos nu
estrangeiros j despachados para consummo, nao
necessitam de titulo passado pelo thesouro, nem
de licenca das autoridades fiscaes.
Art. 29. Nao ser permittido o abandono ou
reexportaeao de mercadorias quando aparte es-
tiver obrigada multas por differencas encontra-
das no despacho, sera previo pagamento das mes-
ma? multa?.
Art 30. Os despachantes e seu? ajudante? se-
ro nomaados e demittidos pelos inspectores das
alfandegas e administradores das mesas de rendas.
O numero dos despachantes pder ser aug-
mentado por portara do ministro da fazenda, se-
gundo as necessidades do eoirmiereio sobre pro-
posta dos mesmos inspectores ou administradora.
Art. 31. Ficam supprimidas no art. 648 4* as
palavras conferencias de mercadorias.
Art. 32. O imposto de aocoragem ser calcula-
do pela arqueacao constante do registro dos na-
vios, qualquer que seja sua nacionalidade, fazen-
do-se reducQo das toneladas estrangeiras que
servera de base para este imposto.
Art. 33. A aleada dos inspectores das alfande-
gas da Ia, 2a e 3a ordem ser de 200* e a ias
outras alfandeg.xs, bem como das mesas de ren-
das, de 100*000.
A aleada das thesourarias ser de 400 para as
tres primeiras ordens de alfandegas e de 200
para as outras.
As alijadas serao determinadas, nao pela im-
portancia ou valor dos objectos submettidos
despacho, mas pela dos direitos que tiverem de
pagar.
Art. 34. Um decreto ulterior determinar as
classes, numero e vencimentos dos empregados
das alfandegas c mesas de rendas.
Art. 35. As gratificacoes dos empregados das
alfandegasemesas de rendas faro dora em dian-
te parte de seus respetivos ordenados.
Art. 36. O ministro da fazenda far colligir em
um s regulamento todas as disposicoes de leis e
decretos que ficam em vigor, na parte relativa
administracao das alfandegas do imperio.
Rio de Janeiro, em 20 d abril de
conde de Itaborahy.
=7=
Km B.t_ d5M ra*T*- f5es' e''' aticao aos relevantes servieos
hos d. in am a ssas9,n;,doi to"* fe"*" na &Berra do Paraguay
Albos do general Urqoiza, (Jbaldmo e Justo. Os
urquizistas encerraram-se na Conception e aJK e
aeienderam comra os Jordanistas, que os siliavam.
U'uez Jordn fez-seeleger pela assembla provin-
cial eproclamou-se governador de Entre-Ros.
Lomtudo a_ mesma asamblea decretou honras f-
nebres a Urquiza.
O governo nacional nao poda roconhecer na
oraem de cousas erguida sobre o assassinato, e >|
toda a pressa expedia tropas para aquella provin-
cia, declarando fechados os portos aVgentinos sobre
o Uruguay INo Rosario j havia alguns batalhes
chegados do Paraguay, que iam marchar para o
interior de Entre-Ros, em croante as tropas enva-
aas ae Buenos-Ayres desembarcavam na Concep-
cin. ~ r
O governo nacional podia contar com o numero-
so partido de Urquiza, que sera duvida se uniria
ene contra os sublevados ; por outro lado, porm,
o general Caceres, partmdo de Corrientes, dizem
qoe com 8,000 horaens, penetrara em Butre-Rios,
sera duvida para por-se ao lado de Lpez Jordn.
Ainaa assim o governo nacional pareca dispr de
forcas amplamente s.iflldentespara reduzir a obe-
diencia aqoelles dous c ndilhos sublevadas.
O presidente Sarmiento, entretanto, dirigir aos
a raDOS uma Prodamacao, dizendo-lbes:
lerdade nio tem por instrumento o pu-
qne
briga
nhal. Todo o ntre-Rian'o "que fr honrado e nao
assassmo no coracao, aparte-se dos qae eommet-
teram tal enme.
O governo nacional estar entre vos com todo
o seu poder para evitar que o mal se aggrave.
tonde-vos as ordens do chefe das forcas nacio-
naes, e das de tranquilidade e seguranca sero a
vossa recompensa. Nao deis ouvidos ambiciosos
ooscuros e ignorantes, para os quaes o odio
principio e o crime um meio.
O general D. Emilio Mitre u commandar em
aw as for5as do governo nacionai.
A auen de Buenos-Avres noticia que a 14 par-
ta para a Assumpro o sub-secreurio de estado
dos negocios estrangeiros, em raissao do governo
concernente assumptos da ailianca.
O governo onenul nomeou commandante das
Torcas em campanha do Rio Negro o general Cara-
Pan- 1'f a 17 parti de Montevideo testa de
ou soldados. Os bandos das duas parcialidades ^.y.uu, mm** m
anda andavam em continuas correras sem nunca Santos e Jos Ignacio de liveira
se encootrarera. A- ultima hora o governo man- O alfares AnumiB Florano do Mello
unciar a derrota de Apparicio, mas era No da 24 choyo, bordo U Mmxito Dias
24 do
Ordem imperiat do Cn>zeiro.Offlcia o
deiro honorario bario de orgy.
Cavaeiros.Os majore fanoel Antonio Carrl-
Ihos e Juaqumr Amonio Dtao, o alferes Antonio
Tararos da Suva.
Ordem da Rasa.Offlciae: o cwonel Antonio
.Vanraes do Araoritn Rangel, o? C3)ities Porfirio
Hygmo da Oso, tfoao Ribeiro da SWva Jftenezes,
I o k-neate Heliooro Avehno de Souza Mbmeiro. os
atieres Numeziano Jos de Barros Jnior, Manoel
uaotaao de Abren Jnior.
Cavajieinw.-^) maj^- joaqwm Antonio Rodri-
gnes VTanna.
Os eapiaes: 6oncal do^do IVego Tscano de Brilo, Adonso de Holland
Albu.ioenjue Hraoho>Joo Antonio Vieira, An-
tonio Lopes Guioaries.
Os teaente : -Efias do liveira Machado, Jos
Bjptista inito, Antooio Jos de tUiveira Samonio
Jnior, fcs Loiz Nery da Silva, Joo Paulo Rosa
Sesso Francisco de Cerqmira Cavaleanti, Genuino
de Hollanda Vasconeellos, Manoel Marcelino de
Lima, Pedro i lomes de Abren, Fraaeisco Joaquir
freir da Cosa, Joo Chrvsostorao Ladislao e
Silva.
Os alferes: Enasto Joaqaim da Sveira Joa-
qtum.Bea-vuta da Silva Maoieira, .>Spoel Je de
Urvaiho, Baldoino. Octavinno Goncjlves Saleado
Joao Baptista de flapos Leko, Thmaz Augusto
de Olivara, alferes agregado Bernardo Antonio
de Araujo, *. cirurgio Dr. Jos Mariano Barroso.
Ordem de Chrisaj.CavaHtiros : os majores Jos
do Reg Barros, Jofe Capistrauo de Aguiar Mbn-
tarriijjoi; os eapitioa Maa.oel da Pai.tb da Foaee.
c.a.T, ^' l'iaDCo <>e Panto Redrignes Pereira
d Ulra, Trajano ai ibeiro de Freitta, Francisco
Luiz Ferreira, Jo Ferreira dos Santos Coste,
1 onciano Brrelo Ferreira Sonto. Eueides de Car-
valho Re, Joaqni.Siiverio de Azevedo Prmentel,
Carlos Beucauk, AWonio Nurdas di Vasconeellos,
Joaqun Pereira do-Mello. Bdisrio Augusto de
S8iiaa,-AffoosoAojora Terra c PeJro Borges de
Barros. 8
Os Wfientes : Jos Xavier de Mattos Salles, Joa-
quim Velloso da Simara, Fabrioiano Napoleo do-
llego Barros, Satya Celio Vieia, Raoulto Antune
dos santos, Berovennto Rodngne Cabral Noya,
Elpidio Jtorges d Barros, Francisco Ignacio dos
noticia que pelo menos predsava anda ser confir-
mada.
WO GRANDE DO SUL.
^iConstava iue estavara a chegar fronteira
-,'jso pragas da guarda nacional- de cavallana,
que regressavam do Paraguay, (cando j era S.
Borja 90 prac-as da brigada do coronel Manoel
Bueno.
A r GOTA*
O Goyaz de 11 de marco diz o seguinte :
Por despacho do Dr. juiz de direito desla co-
marca, datado de 9 de correte, foi o ex-inspecior
da tnesourana de fazenda, Antooio Honorio Fer-
reira, pronunciado e snjeito prisio e livramento,
como incurso cumulativamente nos art?. 1S7 (lal-
sidade) e 170 (peculato) do cdigo criminal, no
summario de responsabilidade contra elle instau-
rado, por haver falsificado documentos sobre uma
simulada compra de bestas muars Bastos & Ir-
maos, por conta da fazenda nacional, e se apro-
piado da importancia que para essa operaeo fez
sanir do cofre da thesourana.
t Pelo governo da provincia foram remettidos no
da 9 do corrente ao juizo de direito da capital os
documentos e informaces colhidos sobre os extra-
vos de 15:0003000 (por ficcao de supprimento
Matto-Grosso) e 14:888*939 (para soccorros p-
blicos a Cuyab), afim de serera instaurados os
processosde responsabilidade contra o ex ins-
pector, e enmmurn contra o dignilario Amonio
Pereira de Abreu e outros indiciados, se appare-
cerem.
o batalhao n. 41 do otomanos ,11 patria.
A alfandega dkaarte rendea de 1 a
passado i;44: 183*834.
Sahiran para /Pernambneo: a 23, a- polaca
oespanbola Angttm, t a 24, a sumaca- dita Tkreza.
O cambio ragoJava o mesmo do vapor inglez.
. O vapor finar dMW pariir |>ara o nwie do
imperio ao da l. do coraate. .
Kstavaia carga: briguo Aprigio o barca
Josepliina paraPernainbuee, barca Margaran para
o Maranho, todos portuguezes.
baha
Achava-se gravemente doente, no seu enge-
nho, o marechal baro do Cajahyba.
A alfandega rendeu de 1 a 28 do passado...
6o9:284 5174.
O cambio sobre Londres regalava 25 a 25
I,'* d.
Sahlram para' Pernambuco. a 23 o pata-
cho norueguense Albatrosi, e a 24 o brigue Felici-
dade.
EoTerno da provincia.
OBSPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DA 27
DE AIIRIL DE 1870.
Anna Augusta Hueth Jorge. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Antonio Augusto Pereira da Silva.A' vista da
informa$o conceda-se na forma do estylo.
Amelia Augusta de Moraes Quintal.Fica ex-
pedida a convenieate ordem.
Corooel Hygioo Jos Ceelho. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Major Jos Carlos Teixeira. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Ribeiro da Fonceca A' vista da in-
formacSo conceda-se a licenca requerida na
forma do estylo.
Jos Vicente Ferreira Barros.Fica expedida a
conveniente ordem.
Bacharel Vicente Ferreira Gomes.Passe por-
tera concedendo com ordenado, na forma da lei.
Virginio Jos da SilvaInforme o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIPE, 3 DE MAIO DE 1870.
Noticias do sni do Imperio.
Chegou hontem pela manla o vapor americano
Norih America, trazendo dates de Montevideo at
18, do Rio d Janeiro at ?!!, e da Bahia at 29 do
paseado.
iaidjn
MATTO-GROSSO.
Temos a Siluacao de Cuyab at 13 de mar-
co. As noticias sao de interes'se meramente local.
Do relatono com'que o Sr. bario de Melgaco pas-
sou a administracao da provincia ao Sr. commen-
dador Lmz da Silva Prado extfahimos o seguinte :
Os Indios selvagens commetteram, ha pouco,
depredacoes e mortes no districto de Santo Antonio
do Rio-Abaixo, nao longo desta cidade. Mandei
por nma pequea forea do corpo destacado da
guarda nacional disposicao do respectivo suDde-
ugado, e aujorisei-o para ajuster mais |viote pay-
sano3 idneos, para os quaes mandei-lh e remeUer
armamento e manijes, afim de serein escarmen-
tados os ditos Indios.
Appareceram tambera hostilmente era um sitio
prximo de Matto-Grosso alguus Indios Pareis,
que foram afugentados per uma pequea escolta
expedida daquella cidade.
Uma lei provincial recentemente decretada
incorporou em uma s as freguezias de Albuqner-
que e Corumb, annexando-se ao termo da ca-
pital.
O saldo existente em cofre a 1 deste era de
109:8193714. O pouco tempo decorrido depois da
reducQo que fez a assembla provincial no ira-
posto dos mercados, e as grandes oscillagoes no
preco dos vveres, nao permittem que se faca juizo
exacto da diminuirlo da renda, que resultara des-
ta medida legislativa.
O juiz municipal desta capital, no exertficio
iam v: dechefe de polica, o nico magistrado letrado
ib/uvis- que se acha funecionando na provincia. At ago-
ra no chegaram os hachareis nomeados pelo go-
verno imperial para exercorem os cargos de chefe
de polica, juiz de direito da 3* opmarca e juiz mu-
nicipal do termo do Sant'Auna do Paranahyba.
f Retirouse sem licenca para a corte o juiz de
direito da 3a comarca. O juiz de direito da Ia co-
marca, que se achava com parle de doente, pedi-
me, por esto motivo, uma licenca de tres mezes,
Sue lhe conced. Conced tambera ao promotor
este cidade a exoneracao que requeren.
Com a chegada de prisioneros nossos vindos
do Paraguay, deram-se era Corumb casos de va-
rila e morreram vinte e tantas pessoas. Feliz-
mente extinguio-se o (lagello; porm conste que
tem grassado no districto de Miranda, onde tem
causado estragos, particularmente entre os Indios.
MINAS GERAES.
Lemos no Pharol, do Juiz de Fra, de 23 do
passado :
No da 19 veio apresentar-se ao delegado de
polica deste cidade Prudencio Pereira Pontes,
que diz ser o assassino de Jos Antonie Machado
vulgo Costea, morto no conflicto havido em S.
Francisco de Paula. Acha-se reeolhido a cada e
prosegue-se no processo. >
Um preto escravo do Sr. Guilherme Halfeid,
em occasio de trabalho na roca, no dia 19, foi
mordido por uma jararcuass, allecendo no dia
seguinte.
Empregados todos os meios para o curar, o n-
venenamento tomou teas proporces que foi jmpos-
sivd a cura. Conta-nes pessoa qae ouvio o misero
que elle soppuzera ao sentir a picada da cobra ser
algum espinho e que levantando o p vira o reptil
morde-lo segunda, terceira e quarta vez.
Os herdeiros do commendador Manoel Vieira
de Aguiar, fwendeiros em Mangaritiba, liberteram
lOasccam. '
.
<) A palavra
bas ou artigos.
raa note de despacho
dtisignaas divers, ver-
seiriradamente na mes-
PERNAMBUCO.
RIO DE lAKEMO.
reto3 do 13 do passado foram concedidos
aos oQciaes abaixo designados, dos corpos de vo-
Inj(terios Bs. 35, 43 e W, asseguiojes condocora-
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 20 DE ABRIL DE
1870.
PRESIDENCIA DO SR. AGUIAR.
(Continuarlo)
O SR. MELLO REG -em eu, nem nentiura
dos meus honrados collegas signatarios do projecto
era diseussa >, se deu pressa em demonstrar a sua
utilidade e conveniencia, por emndennos todos
que nao tinhamos carencia disto, desde que nao
havia mpugnacao.
De minha parte nao aceito o precedente que se
quer estabelecer de cada autor de projecto, ser
ohrigadoa justificara sua utilidade antes que a
contestado appareca. E' uma novidade, que nao
sei em que se funda, nein o regiment da casa
a autorisa.
Era minha opinio a disposicao do regiment,
que mauda marcar as discuuss de um dia para
outro, sendo destnbuido os projctos impressos
por cada deputado, estabeleceu-lbe certamente a
obrigacao de estudar as materias dadas para or-
dem do dia, afim det deliberar com pleno conheci-
meato da utilidade e importancia dos projectos.
Se do estudo que fizer, das informacoes que po-
der obter, chegar opiniao de que autilidade do
projeco.nao justifica ve:, abrir adiscussao con-
testando-a.
Dando-se, porra, o caso de me os sens estudos
nao eheguem para formar opiniao e duvidas, pa-
rem em seu espirito ; dever seu expor casa as
suas duvidas, e pedir esclarecimentos. Quer n'ura
quer n'oulro caso, corre ento dever ao signatario
d) projecto de dar as.rates de sua Utilidade, ou
exclarecer e destruir as duvidas que forem apre-
sen tedas.
Me parece que este o modo mais rasoavel de
serem eucamnhadas as discussoes nesta casa. De
outro modo, se ao autor do projecto corresse o de-
ver imprescndivel q> justifica-lo antecipadamente,
isto (''.antes da mpugoacao, ficando assim os outros
deputados dispensados do estudo das materias su-
jeitas, teriamos em resultado que as deliberaces
destecasa seriara tomadas, jurando todos nos na pa-
lavra" honrada de ura deputado, o que sendo alias
muito honroso para os autores de projectos, tra*
o inconveniente de serem decretadas leis sem o
estudo e o exame de todos os deputados.
C por mim, por muito elevada que seja esta
honra, declino deua, porque emendo que as ideas
que iniciar devem ser acceita? ou rejeitedas se-
gundo o estudo que cada um naja feito sobroel-
las ; nao quero que fique s sob miaa responsa-
bilidade o que, embora de iniciativa minba, br
resolvido pelo voto de todos os meus Ilustres col-
lega?.
(Ha diversos apartes).
O Or. Millo Reg :Trate cedo um de-nos de
estudar as materias, procure informar-so conveni-
entemente, que assim que ha de formar sempre
seu juizo sobre as qnestes qae se agiterem, e ftcar
habilitado para oppor-se ideas que nao parecao.
de manifesta utilidade, dando lugar aos seus auto-
res sustenta-las e destruirera, se poderem, os
motivos era que assentei a mpugnacao.
_ Desde que qnaiquer deputado estudar a ques-
tao, e vier esta casa diier ao autor de um pro-
jecto, aabo-o intil por isto ou por aquillo, le-
nho tees e tees duvidas qne precisam ser remo-
vidas ; as ducussdes correjao melhor; mas sem
oppor objeccao, nem mostrar duvidas, diier-se ao
autor de um projecto, qaero qae o jastidque,
que nao acno curial.
No caso vrteme, sei eu, por ventora, qual. a
duyida que paira no espirito do sobre deputado I
Um Sr. Diputad* : Esse quoro, qne sao tem
0 Sr. Milla Rdo :E' am modo de diier.
O Sa. Gosmao Lobo :E* um querer que sioni-
Bca desojar. i i -
0 Sb. Mcliq Rsgo : mea ver, as disonasSes
devemcoraecarpor disenrsos de opposicao. (Apela-
ITJid* ,mim>at0 da CMaaPa o Reputados, rais
previdente qae o nosjo, escabelece esta regra-ne-
anuma discussao comecar aenao por discurso-de
nnpugnacao.
lato me papece acertado, r muito eonOeniente
regularidade das disenssoes.
Entretanto devo dfeer, que Duendo estas consi-
deracoes, unicaifiente para opuor-me im liqne co-
mo precedente a obrigacao dejwtificar-se projec^
ios, acerca dos quaes ninguem objectoa ; nao me
escaso de modo algnm a satiafazer o Vejo, que
mosira o meu nobre collega, de- ser informado.
O Sr^ HuNHicct: Mahbdr :Vio estando infor-
mado da conveniencia do projeer, parece-me que
poda pedir expicacoes.
. ? '* Mello 'Reg :E eu aiao me eseuso a
instruir a casa sobre a eonveneciincia do pro-
je :to. v
O Sr. GsjiXo Lees: E aeabar>excellentsiBen-
te se o fizer.
O Sr. Mello Riroo: 7G, aealwei muito mal-
tenno consciencia de que nio sirvo senao para co,
mecar e acabar maU
Entrare em materia. A reacio os dous mu-
nicipios de que traa o projecto. tea a convenien-
cia tJe redunr disteaciae e collocar muBicipalirta-
aes- em centros mai comroodos s respectivas oo-
pulacoes. r^
A.fr|urflia de Ouipap, aataexa hojp ao manicr-
p de S. Rento, tica oeste villa em distancia de
201 legnas.
T* Sr. Dwutado i~Jfgi% duas.
Sa Mello Reg :FVa 33 leguas de dis-
tancia da sede do mwticipio, tendo caniiiboa dif8
cois-de serem tranpostos, e que de invern sao
quasi miransitaveis.
Ifestas condices, 6 fora de uvida qoe, a reu-
mao du freguezia de Quipap e de Paneila, para
tormacao de nm municipio, da maior commodi-
daie dos habitantes daquellas freguezias, e sem-
pre qoe e projeelo tera- por base a corautodidade
da populacao, a sua utilidade incontestavel.
A freguezia de Panellas, que- pertenda actual-
mente a Caruar, tambern fica em distancia de 14
leguas, mas creado o mnnicipio aili, a juriseclo
muuwcipal, fka-lhe, como se dix coramuraenie, em
ca*a e Quipap a terapenae 6 leguas.
Tudo quanto for restringir e apertar a cireums-
cnpc,' da jnstica, tamo mais garanta tcsao eida-
dao. (Apoiados.)
Eln relaeao ao mnnicipio que se prepoe para
Bezerros e Grvate, as oircurasteBcias slu-as mes-
mas. Aquellas duas fregaezias Soam algnm tanto
distantes do Bonito, sede- do municipio a que ora
perteneetn.
Creado o municipio, fiear a sede em ftaerros,
o leguas apenas distante de Grvate.
Alm de qae, Bezerros um povoado importan-
i ?"^,l**a via?em 1ne nz ao sertao, nao vi, de-
pois de Caruar melhor povoado do qae lezerros.
OSb.Vhsra de laM :Sake dixer-nw por-
que nao se levou a elleito a lei une elevou* fre-
guezia de Bezerros villa f '
OS. Mello Reg :O- motivo sabido, depois
deinstallada a villa, conveniencias politca&doen-
teo irapuzeram a revogacao dessa lei.
O St. Vieira de Mello : Nao seria por falta
de- meios ?
G Sa. Mello Reg :Por falta de metes,- nao....
O Sr. Goes Cavalcanti : Qualquer das duas
iregueaas tera meios para constituir municipio.
0 Sr. Mello Reg i^-Bezerros e Grvate tem
recursos bastantes para constituir municipio ; e o
nobre deputado deve disto estar certo, coohece
arabas as freguezias, a nao pode eontester quo Be-
zerros este muito no oaso de voltar a ser villa.
Em minha opiniao, Bezerros freguszia mais
importante que a de Caruar.
O Sr. Vieira de Mello :Protesto.
O Sr. Mello Reg :A circumscrpcab de Be-
zerros maior quo a de Caruar; aquella fre-
guezia mais ric. do que esta, e apenas tem Carua-
r era seu favo o povoado que constitue a cidade,
que muito mais extenso, que o de Bezerros, mas
tendo este melhores igrejas.
O Sr. Vieira De Meleo :E' um povoado sem;
vida absolutamente.
O Sr. Mello Reco : Perdao, um povoado que
tem vida que pede ter o melhor povoado do ser-
teo ; tera pelo menos vida commercial e boa edili-
cacao.
E quando isto nao fosse, era mais uma razio
para a creacao do municipio. As municipalida-
des, constuindo mn centro de administracao cas
localidades, dio sem duvida mais importancia e
vida a essas localidades.
Eu nao sei se estas expeaces podars ter sa-
tisfeito casa, o preenchido o desejo que mostrou
o nobre deputado de ser informado. Receto ter
perdido o meu tempo, porque nio sei qae duvidas
tinham os nofcres deputados, e quaes ellas fossem.
Apanhou-me o nobre deputado e sorpreza, para
dar informacSes ca3a, que pelo se silencio, pa
recia me convencido da utidade do projacte !
Que informacoes quera o nobre deputado, que
duvidas liaba a casa, nao me disse, e eu nao pos-
so advinhar o que est no espirito de cada um.
Por tanto, as informacoes que rae occorrcm dar
neste momento ahi as expuz, se sao poucas, estou
prompto a dar outras, eom tanto que se cae preci-
se o ponto duvidoso que reclama explicarlo; in-
formacoes vagas nao posso dar outras que nao
estas.
A casa que me releve o tempoque lhe toraei, e
r dcsalinhocom que-use da rxxtha. patevra.
Encerrada a discasso, o projecto posto a
votos e approvado.
Prmetra discussao do projeelo n. 2t desta anno,
que autorisa o presidente da provincia despender
a quanlia de o.-OOOa, com a eontstruoco de uma
calcada em torno da cadete da villa do brejo da
Madre de Deas.
O SR. GUSMO LORO exprime a extranhezaque
lhe causn a apresenteoo do projecto, pareeendo-
lhe exagerada a quantia que se pretende consig-
nar para a coostruccao de uma calcada. Isto pa-
receu-lhe letlura do projecto. Informou-se dos
honrados signatarios e, nao obstante as expea-
ces qne obteve e com as quaes se convencen que
nao se trata propriamente oo uma calcada, roas
de urna obra d'arie que sustente o mal ara-
parado edificio da cadeia do. Brejo, nao se sent
predisposto votar pelo projecto no modo em qne
est concebido, recatando qae, mal ou incomple-
tamente exprimida a idea que o taspirou, nao ve-
nha algum felia contractante teier por tal preco
uma calcada.
Si de uma obra de outro vulto que se trate,
a autorisa- ao deve dize-lo claramente e com a de-
vida particularsacao. Chamar calcada ao que
uma obra de defeza, confundir ideas muito dis-
tractas. Pode vir d'ahi o pergo de fazer-se uma
obra por ontra.
lito quanto forma. Tocante utilidade da
obra que se pretende autorisar, declara o orador
que nao tem conviccao formada; e porque nao
este o seu espirito em estado de dar o seu voto ao
projecto, certamente Ih'o recusar, resolutamente
disposto como este a pugnar pela boa e discreta
applea$ao das rendas e desojando evitar que
continuem a ser preteridas necessidades reconbe-
cidas e altamente reclamadas que estao. a pedir to-
das as energas da assembla.
O orador ouvio, anda ha pouco e a proposite
da discussao de outro projecto, fae o honrado de-
potado pelo 3 districto, nrerabwda coramisso de
orcamento, lamentou que fosse cahindoem voga o
egtyllo de pedir-se inforfnacoea os signatarios dos
projectos, lembrando a cada utr. o tem do os estu-
iio^T0' m}toM tomou logo par si ar
"cao. Tem estudado e ha de estudar os proier
Aiu-JE*'PS,*9ueo honrado deputado se rettrou
ao salao, pede d aqu era segredo aos siasatar^
do projecto que os venbam justificar. oTradOr
Por^es que tem cade.a, nao conheee a impw-
teocia do edificio, e por abi de conheee a v.-mta-
gem de rodea-la de uma obra aceessoria que vai
custar a provincia "):0004000.
de an^*""?3550 vi-muit0 P9010 mformacfes
de anre-sala, orneas a que podan orador soceor-
rer-se para o am, podem ser muito credoras d
apret, mas nao- sao de ordinario as maw' complt>
ts e meditadas. Y
dar.
GSR, VIEIRA. W? ARAUJO -Sr. presidem,-
aee.io o eonvite qUe ;iCaba de fazsro Ilustre >-
putado peto l districto. para dar-Ihe informar.
cute0* "W** no projecto qi se W-
^nobre-deputeOn-pelo f di?tricto parece nao im-
pugnar propriamente a atilidade do projecto, acha
porem, excrt.tantea quantia qoe o projecto an-
torisa o presidente a-despender na constroerj da
ebra de ura* calcadn, oa muro de snstentacao
coiiio-disse. Na vertade nao se trate simptesmen-
te da.oonstruccao de ama calcad*, traten *k
constrnecao um raur> a> susteataeao de vm
ediiicw muito- importante, como a-cadota *>Br>?-
jo, que construida em terreno roaHo irrerolar
como e tola a villa, e ep a desappropiao de
lerrenes e de ama cas* qwe devo dher de' qnem
e para qne nao se erija essa inforroacae, doca-
J**8 'to** Antonio Pereira, (ue tem. a!K ut iar-
oim, que talvez seja mieter desappropriar ao me-
nos era parte, para sustentar a obra. Ne*tee con-
ditjoes a qnantia de 3:0Ws, ase prete qne nae
exorbitaote. H '
O Sr. Hj Mamrde :Con cinco oootos fez-e
uma cadeia nova.
O Su. Vieira t Ar a bjo:-Parees-meque nao
mas quando o projecto d'z- jine se J auieraca<.
dentro do limite de 5:000& qae o ma::imoJna-
torisacao-dadaao ppesidente, desde que se este-
belece esse limite, e, ao mesaao tempe se da qu-<
a obra eamfeita deaccordo com a planta formu-
lada pela repartigao das ebrao psibileas, e com ..
orcamente, porque eu entende que sao- trattalbw
bs nao se podem separar, plante e oroameato.
creio que heam bem garantdos os inlereses da
provincia com essa medida qe se cMitoin.no pro-
jeeio, e quede algnm moilo u nobre diputado peto
t" Astricto acaba de impugnar.
Entretanto, se o nobros eputedes entandeai*
q*e a quantwde 5.908*, estraortr.*, poden
na. r iiiscussao apreseniar emendas rsteBKDd.>
a, e eu naedravidaret mesmo 7otar ?! eraendai
desda que se diga qielkao presidente autuMsaeV*
* contratar com quero meibonts vantagens- offe-
reeer a constrnecao de uma. calgada^ .iiHepor mu-
ro de snslMUeao ocomo-iMlhor rmne l.ja na
esMota, aelo orcamento e planta qoe forem mi-
nistradas pela repantico das-obras putlkaf-, e na
ie to orctinento erHao sera, volada L\j?a.fuo:a para
rsalisacao dessa obra.
OSit.GostloIiOCo: Mae e que '- venlade <
o projecto falla em calcadz, e raedo nue de-
pow se va.eoiKtruir uma calcada por :>.i*J0j
portento, regeie-se este projecto o vens*, uro
que falle em muro de encasto, antepora ca como
molhor se-possa exprimir a idea.
OSr.Vieirade Aruho:Tambom a-xpres-
sao, muro de suste.itactn, nao tradn?. boma id*
uo projecto ; nao se trata smente te mar. d.-
sustentacae, trate-ss nio s. de mu. da -asienia-
nao, mas de orna o>ra feito era roda d.t cadeia do
rejo, que nao s sirva de sustentar o edkio, que
esta collooado ei um deew, e que amoaea roi
na, porque o terreno tem abatido, como tembew
trata-se defaier uma cacada, aon.e a .-entind- .
taspossampasseiar e faxjr o servko d* guardar
os preses.
O Sr.Gl*ao Lobo-:Kio entc-ndo em segoa-
- Jmr,te'e tni (we do v custar a.yiovinoa.
a:000 urna calcada no Brojo.
O Sn. Vieira db Acvjo :Lma eticada d.-
grande extencao, porqne Ion do sus&niar ..edi-
Ucio.
O Sa. Pisto jiwor :Se a cadeia ete sobre
um despenhadeiEo, nao precisa dessa jaleada par:i
as sentinallas passeiarm.
O-Sr. Vieira de Abano :Mas nt am iles-
pcnlmdeuo que possa evitar a fuga tios presos, >
preciso que seja vigiada a cadeixpor tsse lado.
Lu.Sa. Dei'it.uio :E a calcada serve para evi-
tar a fuga dos presos f
OSn. ViEiitv de Araujo:Sem vida, porque
facilita o servico da vigilancia.
O-Stt Olivmra Aoidrade:Segusrando-soo edi-
Iick), por certo concorre-se para evitar a faga do-
presos.
0S. Viejrade Araujo :Por.isso digo,-sendi.
necessasia a obra, sendo, por coaseguin:*, til i.
projocto, tendo sido estebelecido apenas o limite en
o mximo da quantia porque poder sor feita a
obra, ent ndo qae pode o projecto, sem atacar os
interesses da provincia, passar em primeira dis-
cussao, o depois os nobres deputados aprsente-,
rera as emendas que entenderem, e eu-nao duvi-
dare votar por ellas, se forem rasoaveis, e aat,
faco questlo de quantia
O SR. GUSMO LOBO, insiste as dovidas qney
manifestou, expondo-as largamente e declarndo-
se dispostoa negar o sea voto ao projecto.
0 SR. VIEIRA DE ARAUJO faz a.gumas eonsi-
dera^es em sustentaco do projecto, resnoiideau
ao liustre membro que-o precedeu.
O SR. RIBEIRO VIANNA :-Sr. presdeate, ee-
porava que se levantesse neste casa o nobre de- /
putado para impugnar a idea do projecto; espe-
rava-o principalmente porque bontem assisti adis-
cussao que aqu foi aventada quando se Xafuu ds
decretar igual quantia para a coostruccao,de nm
cemiterio na cidade da Victoria.
Est de parte a parte bem esclarecida a qnestao.
nao s pelo que diz respeito aos escrpulos e du-
vidas manifestadas pelo nobro deputado, contolam-
bem pelo que diz respeito s razos de conve-
niencia que justificara o proiecto apvesentado pelo
nobre segundo secretario ; nao sei se o espirito tL
casa estar satisfeito, mas juJgo necessario dizei
alguma cousa mais e explicar mea 1
quando flz uso da expressaocalcada 1
cadeia da villa do Brejo.
Empreguei esta palavra, porque c<
n. 228 de 1849, que no seu art. 13, 4*"
seguinte : (L).
Em 1849 j a assembla provincial 1-98 Ittt
a necessidade de ser feita essa calcada em turno
da cadeia do Brejo.
O Sr. Hknkiqur Mamede : Mandava da 500*.
O Sr. Ribeiro Vian.va :Sim, senhor, ou mos-
trarei as raides que se tera dado de 1849, para bo-
je, qne esteraos em 1870. .
Um Sr. Deputado :Essa obra necossaria des-
de 1849 T
O Sr. Ribeiro Viathia :E que faiem crr que
5 OOO talvez quantia inferior a aquella que e
precisa para realisaclo da obra que exige a cadeia
to Brejo.
Se empreguei a expressao calcada, foi porque
era ella empregada naquella lei, e nao tendo co- .
nhecimenlos tecbnieos da ^ciencia iulguei qoe po-
da muito bem empregar esta palavra, que jrii-
no tenho escrpulo nenhum em retirar na ooca-
sio opportuna.
O Exm. presidente da provincia em sea relato-
rio a este assembla, fax menco de ama. repre-
semaQao da cmara municipal do Brejo neste sen-
tido, exijindo quota para a wastruceio te U% .



en


Jh>
Hwio #^ett'ambuca SgunJa eira 2 de Malo de 1870

-------
la (aiuda a mesma espitsc) e.n turno da
t do II rf j' i
n. Guan t-*o Da um aparte.
in Rneiro Via.nxa :A villa dn B-ajo, :rao
i casa ua qu''-- >a edificada tumi ter
lii.' ytir sua aatHfcM die calloyda un nm buraco ; a i^dificacSi, co-
ra > todas f tn^ no-se- .itiin-s ; fi por all cha
wistfaea-aseolhldoes-se lugar, pela rircnmsaneia
"eV flcar oais prximo mate a razio pra/e ful apnveitada nV a var-
-a onda existia "am lirej. prupt amento formado
jwrinnmi d'afua e ah adftteada a pntiuaca.-.
Dt-csefcida a construcS de. na ludria em 18*2
vn 1343, f i os-.i cadas citn<-liii'n em 1846 mi
WM, seado or.'llomla oni un a elevar! i tan pruxi-
*wa ilo ponto qoe fnr a arte, *|e tirado um
uivcl du terreno nunde ?st e Cicada a viHa para
'-ni quo esl a cadti, ta talvet irrita
alinea de altura dp differenca, senda que "S 'e!"
-l8i'.i a assstubUa dn- et3- pa
Ta -sustentarn a esse pri-dio. Gm u correr dos an-
tos, nao "lindo tunado medida aigWM neste sen-
t sentido, fnraiu os iuvi ros, as currenb-tas das
agnasquc passM) pela runs ao malea* Daseti-
lo de-n adi-ia. fifvna.i afumas excavarles, ex
cavaeges que anula boje if&o uferecein grande pa
riao ; ina un ir.ilividuo-da localldade, dispando -do recursos,
enmpron o letrina uur rlcava 'aclmeme l>gwi
aeadea pelo Indi do *ul e pncnie, e couiec-Bi
iflitnir urna ca a de revenda cena todas as eondi
ca<* na li clilltile.
ETassim que jugando neeessario apitonar esse
-terreno era procera da cauVia, o fui toteada a* ni-
vet dafrcuieda sua rasa em directa > cadeia
i pelus lado d< po:uJ, al a ilislanr.ia d>-
tima vira de um dos cantos da c.ndeia, ed Orando
un pequeo mura que s^pnrasso o sen nrertio
de>sti4iMaF4.ra4a a altera i!u terreno di casa
d'SM fndk'.'lno pera o ca quo esj e>tifi ada a
raleia, na itlwra da apa, pesso assewrar aua
nohivs dt'putadns que xi*le u mais de tnnti e
cinco paimos de altura, tando por cuseguin-
le toJit e e ee com n*
alicerees dlQipl Nvslas condieepes em I56
oti i% fo-am fetss reciam?i;Vs e presiden-
cia la provincia, fui itnsm > reoMMKdo um >r-
canirt-.o da qqantta o 4.:i,v.O00 ; dii-so4icimoap;eari, fcao nuuvequeoa qoizesse so
cu urena." do -el vica.
E-n *tta dktn me par.-nc, que e.-4 demonstra-
di' .i DMWsgidade de que -se ispen la a quaatia de
5:H8COtl, oj momw se ftr pOMifrf, o que esta
peitcuUni'iUP. .u-.uillad.), desde (ue qualquer
Una quo -e tnha ilezer sera do a^cordo wo a
planu o i.rc.iinento *< re,riicaj das obras p*ibli
ca, rumtam qu.i *j garaata a seguranca da ca-
d'-ix d i Lrej), qoe em um anno qinlqu r d maior
nturau o.le desaliar, privar a Incalidade de
um terceto d'';Ni giMHTi que leni a provincia.
O Sit. Gjsj(ao Li m : Agora esloo em tanto
sati> n, porque ja vejo que Dan se trata do-ama
vahada.
O SR. (UVEHU FiNSEOA taz alguoaas ceti
aMpafeee Mn si:-slenla\,*o tiu pr j'rto.
liiic.-r*'Ui a docu-in o poje-lo posto o velos
approvad .
'4- di>cussao dVi^rjecto n. Si dote anno, qne
i>'v.iga a lea n.?9 Je (i detjunbj d ltk7.E'
jqipr..va i setii wcussi .
:l*diso;i-s.; 11< i ir.q cto :. 1!) deste annn, qne
r- mi :. le n BO do !:! di luaio le 1664.E"
a;yrovado -e n -^ubaie.
9m& i da lo a ai ira, <> Si. previ Jante d a-ardem
4 atan levanta a setu.
lnMrmam.no, que. mponez. por mal De Manoelda, CosU Ventora e Antevio Fernn- lJSXESSS^
SESCSA3XAEIA.
ASRCWLBA Pl'.Wvt.Nf 1AL. Sabbn'lo a as-
mah aa appr**u, eni 2' disenssao, o prej^r.i n
.'t >sU! un, qiw twvia Asado adindo por n-
pate na s,ssaa anterior, creando comarca ne:_
ter) ( i l).iti>in-, orando w Sr. A. i'.afalcan!*,'
Melt H go, e Wand-jrley ; em dfeooww, d-
t. 'i5 ito-ii! anuo, que amansa o g'ivero 3 co-
ceder ao feilMT coaferente do GumaMdd Provm
ei.-ii, Prauciiea J-.- Alvej de Albuquerijae, un
anuo de licvafa cota ven^uieiitoa, p-ra tratar soa ande ; um i1 disciwso pujccto n. t<
de I8ii9, que manda pafar aos l)r. Manuel de
PigVMdu K.cia e-Pr.tneisco Pinto Pesoa os eeu<
or.:siu loi deade que foi suprimid* o narso c^m-
HlSTCial.
A orden 4o di i pira lioie : !' dicnssio dos
destas rasnalid:.w qne Hti dado lugar muitas
flesnoberlr' e 5qvci>cO>? proveitnsas, experimen
lira o prjdlgkw |Wlo desse antidoto por occa-
-ia> do ser mordido por urna c-bra, qnando sai
acha> a coro urna dVssas frpetas na mao.
< TVna >l oidari^a moradora nesta capital,
informa-nos tai tmn qu? ja lixera a exporiaocia
em ma varea, que, mordida por nm reptil vene-
nos.s a s.ra.-'-ihe appticada urna bebara^em do
entre casro do ?.rali'eiro> 4W iiumedialameole
-alv.i. .
ARTISTA ESr.OLPTORAcha-?e entro no,
rt-ce^tmente vmJ > da Europa, q exeellente arll-
ta esculptor de oinamenuco e figora, o Sr. An-
tonio Basilio Mi.nieiro. I
Por toda a parto, onde o Sr. Bazilio Montetro
teni uxadi. sua residencia, tom elle encontrado o
niPtta.ir aocolluniento o receido continuas provas
de aprero ao seu llento ariistico.
OSr. Uanteiro pode sor encontrado on roa do
Apollo, escriptr.no do Sr. Caadido AlTonaO Morei-
ra, ou ra da lniperatrw n. 3, i* andar.
O Angrense d a scu respeito as seguiotesK
abas, as quaes junlauw aossa* reeemmeudavaefc
aopubjro: %
Ohi'gou i r-ta ilha no /su/ana, o Sr. Antonio
Hatillo Monleiro, artista nimio de-tinctn e que
grande considerado tein ineredde em Lisboa e
em iodos os lagares onde se tem estabelecido; os-j
lando uitimam-nli- em Punta De4?da.
O Dimto ii Nott'ts de Lisboa diz o seguinte
aceren dWte artista por.iguei r
B.OSr. Antonio limdio Monl'iro, modelador da
fabdiba da Abr-pada, fi bontem niTerecer a el-rei
ouustol. duque daTureeira, leilo de gres, tra-
iialbo que -jubreaixlo lloara a intelKgencia d'a-
qu. lud-astrial m que elle se acha. E' realmente
par eliigi.rse a perfeic>. a omelhanca daquelle
bu-to xpoatado i.'uma substancia aienosa e de
iiiiril m.delaco. '
Eim S. Mijinel 6 uqaclle seclie.r mnitos tra-
ailmsijue nuHo o n- ge^so para salas de Inxo, contras obras de me
recHneniu artrstiuo.
OSr. Ba-ilio M.mteiro acba-se, pots, na ilha
da T-erceira, onde iireteude demorar-se, o prestar
toa"i-rnoiroas-s os us trabalhos arti?ticos.
ReciiiBiendraiij sos nossos patricios este se-
nh-.-r que i digno de estima, e (joe aptidi*'na
sua arle o >ua boa npuucao, reoae as qali-
dades de perfeiui eavalheiro. n
TRfUBW KFUNS m RECIPE A' OLIXDA.
- Reotnram-se ni da 29 do pasMdu, os accionis-
tas da eampanma dos trittios urbanos doRecife
Olinda e Beben be. em aasembla .ceral ordinaria,
na form* dos esu-utos; o procedsndo-se a eici-
rai ila mesa, fiero esia ansia e imposta : majar
Salvador Henrquo de Aibuqii'rque, presidento;
Mouiei Hi'ieuo DaaCa, secretario Antonio
Jo>Afi ()Tresideme da liire-'ioha re:-jor Jos'Joaquim
Anbiaes, deu telina do relatara s.ibre os traba-
Ibos da comp;.nbm, edo balaaeo de receila e dei
pe*a resoectiva.
Em seguida, tomando a palavra rallaran) os Srs.
Ors. Ayres Ga:na. Afcneida Cunha e iI varcxnle ; sendo or '.'sie ssahor feilas'varias per-
giwtis reati.as ao ndaniee'.o das "bnis da Coaa-
jjaHflia, as qaacs erm respondidas pelo presi-
daair da dirwioriii pelo ougeulieirodacompaahia
e >elo superrnteiulente.
nomeaa pelo presidente da asamblea ama
cnmuiis-ao Mbni ii Ba-aos e MedrigDan de Sotm, para o exa-
in.' de oootaa i p n cce sobre. > retal >r.o lulo, le-
vanlou-** a sessao pflas horas di tarde.
BElWIA '.ATRl do paadn, pelas 8 horas da m ale. aasecre aria
tu 0o bal-vio da mmuiia lia guarda aaoioaal
diinimici.iio doOlinla, rennio-.ie ni.) pequeo
amaro oe cidadaos, piraorgaiiis:r-se ues.jaa-
.lr> palreiujo do cavultaria. aibn ded*rama
des Peixoto Roal, contrato socialVba ao Sr
descmbargatlor riscal.
De Snuza, Montmho 4 C, contrato tambem o-
eialYlsa ao Sr. desembap-Tidor fiscal.
De -Anuino Goncalves da Costa e Carlos Jos
Finta, contrato, tambem social.A duplic&la nao
tem o sello competcota.
Oe ose Rodrigues Fertai Justino Francisco
Henriqms. disWata social.'viste aa8r.-tee-
bargador fiscal. A
De Jas LuitGan-akfe ^cr# 1 C. s;iSsra
nodo a exigencia do desfweno arrdo ua odtsSu
em que pedan o registfo de sea contrato social.
Dtferida* peti(;ln. -
De Joio da.Rocna e SItu, annottcSes o senti-
do de ni ser njais. sen caixeiro Ladislao Jos
Ferreira.Como raqvrur.
De Peieira, Vianaa fcC, r.gistto de tima pro-
curasao bstanlo.Buflstrn-sa.
De Antonio Fernandes de Ptgneiredo Paiva e
FranoiMso Lourooco da Silyi, CwntraW soo!.
Vista ao Sr. dessnihargador ftseal.
Jauca dos ares,fioalmente prestando meios de de
ut e sustento aquellas que sua* culpas van as
espiar n'um carcere. Sao estes e ontros o. oc
corros quo em larga escala tem cik prettn') em
nona'da associacaa, a im;'ar'.iaiida ju*!iga
que tem presidido a estes actos, manda tambem a
imparcialidade com que eserevemq astas linhas,
que Iba rendamos um voto de. reconbeciment".
Mas nao bast isto o imn n >onfiar.ca qne nos
merece ; a directora teru peccido, epecc&do mai-
w a sua administracao pela d-mw da convt.ca-
cao da assembla ger.il. S' p.stt o thoma exclu-
sivo do toda a nossa ttcci^aco, e essa falta tem
traxidu c^msigo inditas ratves e arUs im-mve
niencias | marcha regalar o psogressiva da so-
ciedade ; preciso qu.i a directora,so conveucal
dest;) verdade.
Nos lamentamos se porveniura este indiferen-
tismo fr mais adiante. Entao. bem contra mi-sa
vootade teremos de proclamar pela imprenta a
deeretacao. de. arua medida que ba milito lempo
defera es'jr realisada, o at dizer
ib^iipto am c. pital di 8,OI3:tOk jttQ. \ Sola e^Mirea
Uapital realisado a cosverPito em apolices da | rapioc^ ,

lvida publica nacional ap 6 /O 2;5^7O0O0O.
At 31 de d. -, mbn de 1869 tinha effectuido
essa associacao 7722 contratos.
Inscripto um capital de ll,S37:3K)38.
Capital roabsado e cuoveriido em apolices da
lvida publica naejonal de 6 0/0 3,774:7004000.
__Para mais eadarecimenUos dirigir-sabaa ai>
|>senpt<.rio dossa associacao, ra do tivrasaanto
|i. 19, t* andar.
O Siento.
Nnrcizo Prmcisco i* Vit.
__a, o ate mzer que a asiosia-
De Antonio Vunindes de Figutircdo Paiva elt*^ grande prosperidade quo tem attmgido,
Antonio Duarto do Figueiredo, saUstascndo o quei- moa- directora de energa, espirito empie-
qaanto se Ibes esigira n-laJavamctite ao sea coa-l^2odo''i activdade e sel o, alm de nutras jua
trato social.Coreo requer. ,"''; Males, e nao a directora que, renegando estes
COMMERCIO.
> UJO
> 204
cento 380
dazia 768
14200
> 960
Jallas de bol. "r .
Vassooras de carnauba
dem de piassava
dem da, timb ....
Alfanflega de Pernambuco, 25 de abnl de 1B7U-
0 i. conferente, Francisco.Jf R, GonQalvn *r
silv* ...
C*ldito, Jos Doptia9.de C e Silva
Afnrovo.- .\llawlegle Peroaabuco, 0 de a-
bril de I870.-Po da Mdradt.
Ctmbmit. Jo \\ AIS DE PBRN ABDCO.
tendiraento do da 2 a. 68:717*492
dem lo Ha :...... 9.328*969
requer
De Bernardi-.io Pere.ira de Brito, loiie Firraino
de Uevuredo Freir e Jas Ribeiro da Brito, decla-
rando em enmprinjonto do que se, Ibes eligir,
qua s nrejaizos, bem domo os lacres sooiacs,
sao parlbados cor. iguaWade pelo< associados.
A decloTaiao infra leve ser feita no eso trato.
De ieo.-gd lacab Brnmscluveter, snbmettenJo
a registro a nouioa0o de seu ciixeiro guarda-lt-
vrosCorsino Arauj.Segi-tre-sc.
De Antonio J.-aqubn Sachada, reqistro do con-
trato aijti-nupcial com qae so recebora em matri-
monio com Gertnidea Ciara da, Silveir* Hachado.
Regitre-se.
De Luiz Anteoio Siqueira, registn do distrato
social celebrado por elle o Francite Vieira Per-
digue.Viste ao Sr. deseoibargador ftjeal.
Do Antonia Fraaeieco Carneiro Modtciro Pirao,
juntando a o-jrtioao de Made qno se Iba exigir
para o lia de ser nomcadu ager.te debiloes.
Prestada a tanca, vulte para se passar titulo.
De Manosl Teixeira Secelbd'. regitro de urna
procurarla de Joao Maooei da Veiga Seixas.Re-
gistre-se.
Da Masmel iaquim Kodngnes.de Souta e seu
filbo Aateoio 1U 'lisiratoccial.Sellada o distrito com o sello de-
vido, volte a patina
De Antonio ^Rodrigues da Soasa, perrafcsao para
cominnar sua, escripia noslivros que pertenooram
a Srma de qi*e tiara par*A,.de Antonio Rodrigues
de Seuza & CComa reqaar.
Dh Agiiia)o lav dos Santos e Lehman irres,.
registro de su c.iatraio socioLVista ao Sr. des-
embargador fisi.ii.
Be aligue! Ferreira de Meilo, nomeaoao do ama-
oa^ase da secretam d'este tribnnal.Adiado.
) .Maaoel Alvcs Barbuda, registro do ama pro-
curaei bastante, Regislre-se.
De FranciscoIfnacio *Wdoco de-Souza e outros,
registro de feo coetrato seciaL Vista ao Sr. d-;.--
ombargador iiacaL
Treplica da r-.vaoanbia Bocie\DwQai) Limi-
4ed, diaen > na. loe ser apulioavel a di-ws'.j no
ru'MS L* 4." psriie do oo*ga cammerstal.
Vista ao sr. dese.mbirador ftsraL
AfilADO DA SRSSArt m 7.
Sammarw ex-oQirki oonlra < adiainL*tra4or do
trapieboCrtoha./Nsse jnlj? por nao ter ron.-
parecido a Sr. desekwaargador fiscal, devendo ser
para dito tii onvidarto para a primeira sessau.)
cou i-MB*xxn rrcxu
nequermenti it Silvero Martins da Cuaba,
mi.lnc.ula de coraioriante.Coworrqiitr.
De Joan Anastaao^Goines idem. Ci-mo rn'quer.
De PaoMfi. Carrba do liego Barros, 3os Fran-
s;i> Moieira o Staanel Maftiano Alves Garca,
contrata social; -J ?snit o -so -oo.
De os Donimgites- Pedir e Jas Gon^dves
es.
sanios principies, s tem u" pome de directora ;
/sera este o nosso mn, al qno a voz da raran com-
mova essa directora um dever, qoe sem motivo
plausivo! ten fallado, o torese nos ser de resis-
tir em quanto as cousas nao tomaren outro ca
racter de activdade, por quanto, parece-nos png-
nar por urna eaua justa c -anla ; vir ella nos
declarar qaando pretende convocar a assemhla
geral, nos lh agradeceramos; mas, que tai
grande mal ibe ruemos, para que ella nos dnx
Uivez ( incnvel) de f.izor-nos esse favor, nao le-
nbam reccio que suas palavra para nos serao um
evaugeiho ; o se nao o (ai porque escrevi-mos
anooyuanienie, diga-o, porque enuY muito no-
honra rnar nosso 'aumilde ame qunlu que
escrevemos. Na verdade si-na oatre n >sso estylo
a que temes adoptado em nosso escripto, se por
veatnra a,cansa que tem impedido a c nvocacao
ila assembla geral fosse difficil de remover; la
fcil, que nos acaabamos at de dizer ; baja urna
forra de vootade propria posta em pratica, qu-,
no catado em que se acbam as d>asas da assem-
bla geral, pude ser convocada at o me.iado d >
iiii.'Z vindouro, nao alguna empreza ditlicil de
camprir-se^ella dspeude de activdade du voota-
de da directora, isto que appeltaudo para suas
boas inlencoes, denodado patrioiismo, extrema
ment onnnamos e esperamo-, o permuta qne se
nao ajaezaremos que ella inda natre u.n amor
qualquer pela prospenda le da sania causa da
convoraoao e a coutixiica que ella nos merece, no-
lile diriam.is oeste occasia i que a sua adminis-
tracao, excedendo alm o"esso lempo neste estado
de iudi!Tereuca, sera um attoniado, po-w que, iu
v.ilun,:;naoieute ca commetlera coitraapr>s-
peridade desta causa da a.sociacao e seus mais
vi tac inwres-e*, o que emeramoa que seni'dban'.f
j uito alo uos autorisar a fazer.
Um socio.
rRAvA IX> KECIFR 30 DE ABRIL
DE 870.
S 3 i/2 ROBAS DA TABDK.
i^mbia sobre Londres 90 d/v 24 !|S d por
4000
Descont ae letras9 0/0 ao anno.
oncallo Jos Aflbnso,
Residente
Mesquita lunior.
Secretario.
ENGLSH BANK
)f Rio de Janeiro 'Limited
Deseo ;ita lettras da pra^a taxa a cod
-icionar.
Recebe dinbeiro em coata corrate hit
Iraso txo.
Saca vista on a praso sobre as dad?;
j^lnctpaes da Europa, tem correspondente-
la Babia, Baeaos-Ayres, Montevideo, Na^
i New-Orleans, e emitte cartas de crdito
ira os mesmos (upares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFaNDEGa.
enaimentododiaaaS9. 809:if8i6fi6
lom do dia 30.....30:264*474
78:046*461
GOiNSULAEO PROVINGAL
tendinienlododia i a 29.
d.m do dia 30. .
90:P84#790
4.076*387
94:981*777
839:733* I a8
M0VI1ENT0 DA ALFANDEGA
'oiniss eutra-los com fazenda*
dem idein com gneros
'oliuces sabidos com fazendas
dem idem com geaeros
107
464
-----371
105
604
------ 700
> riuiiez.
preside os destinos desta
doin-instracil > Vs saniimmitix de'patriotismo de-ta^f^ .tr:,*.; *o.t| Regmre-se;
.que se acaam possuidos pela teruunacan dauex- oB j,, j.H daSibroira, Joaqaim Ferreira da
aragaay; o U aclamado cqiiMnaiidante I r icn. toutrato so#al -R^iflare-iiB.
Iiimesma tsujuadra o Sr. major Fraaci-co i-aizj De FroacLsco daBilva Crdeno e>AntonioUiiies
Viries, guepasf-ou a namear us.seos respectivos ifo fjjveira, distra" sociai.Satfacain o parecer
nflbaaes. Em *egai4a&i igualmente acclaiuadooj(}..,|
:
. Hri
I-
prajeel m n*. 14 e f-u* de ni. 6, 18,26, e ?i5;
:,--j s de na. 2, 26, a i > lodos l-ste anuo.
VOLUNTA-aiS I1Ei,..\,A.'!IIIi".aNi)S. Anda
naobavia da lixo.pari a.fariuta do 42 batalhu
de vi imitarms. liaras porin, qui; nao se i -murara vasta, pete qoe deve ser
, :. :. 11,-lijoer dia da presente semana.
. U.EGM< m S. PRASOSCO XAVIER.-O
n 1i miaz Vittle den principio ao Hez
:,> na .,;raiide cauella dete collegio, no da
;; i ido 6 h iras da tarde
ISOUIE PATMOnC* DOZE D! SE1TM-
H.'. -A -Mioiis-o central d sla sooiejade no-
i kbbaii as coiomisies larochiaes encarre
r d ; : re i!'ver a sjlis-ripa> para o monu
ni na tara de ser evaa'.ado no campo das
. desta adad>'.
< fin -legaida as cammissoes da cdade, re-
i liara ai d-pois as d^ fra :
: 114 rife?. ios da Sdva Loyo Fho, Jos
in/Sta, Jos Franci-co do Reg,
Si iL un, Vicenta Berreira da Costa.
. urro de Snl i Ae onioOr. Haaofll do Na-ci-
ni :) Micha!-I'irtulla, J's J.eiquim da Cunha.
i.oi-el Martille Fuui, Jo- ioajuim de Fana fa-
cbta Uanol Antonio (oncalvcs
li.irro da a avistaTheodoro Micbado Freir
Peivira da Silva. Fia vio Ferreira Cali, Casiano da
Silva Az vedo, r. Juan alaria Seve, Joao Francis-
co AatuneA.
Bauro de S. J .s.Vijario Antonio Jof da Cos-
ta Nibeiro, Mi?.'I Autoio ;Ub-ro, J.raquior Lopes
Macsted-i, Igiac' P.ssa BMMM da Silva, Antoui
M .ara do Meadoiica.
A ewMMMai ciiiral enviar aos senbores cima
dicado a- respectivas listes iara a subscripci
qie itever ser rrcobida lo;;o, para qne fuwa ler
i. a rne.iij lugar a a?prova^ai> do plano do mo
muanta. .......
Os llamis deulbes serao dados individualmente
a r-ad i membro das eammisat-.i pela commii-ao
csntrsl. ,
EVA>A0 DE PRESOS.Da cada do Cimbres
evadna'ii-se, no dia r9 do paf sado soute, os
Sr^so-i Manoel Pereira de Santiago, cn ecidopor
laiijii. C .ndido Cori de araoj > e Ltiiz Jos djs
SaaUx. es;es processa los por criuie du tetuieaU,
e .njuell" por furto de erados.
MOIrTE CASUAL.-Quando vinna em viagw
para o II-rife a barcaca Libertina defnnte de
Oiiflda r;liio ao mar, em c,onse.nenr,ia de mii
tenpn quo fazia o menor Jos, tripulante Ja mes
m i, peivrt'n > a igado.
DI VH1 'O. -0< vapore:! Mnndahm o Ipojuca
lerariu s:ibbado as segautes quantias :
Pan Macn 800*W0
Para Pnelo 249*000
Para o NaUl 0 00I13KI
J>.va o Cear 21:733*412
O vapor americano North America iMm
10:0*10* pira o* Srs S Leitao & fruaos, o 400*
4jaT i ir Jos Ferretea da Cosa.
\'s?:Ji;CA0 PUSL'OA C eii-v. iu no .Liad,
o c iicam iara piovimento das radeira? do sexo
iiLa-co|ian. Sio ex-minadores os Sr<. profe>sa-
ais. Dr*. Jo ^nsir-'g'-silo e Lopes Machado.
ALKV.VBBGA.-P.endeu no mez de abril......
8o9:7.T3jU.18 rs.
'! iCEM'.i'lo vapor hq\\i ree:bernos jor-
rtae- al 27 du passado.
A we*",iici.i da oro'incia creoa a Caisa de
fienee-m-ia com as sobras dos donativos em fa-
vo- ios iu ligme- lag*dado- pela secca, os quaes
e ctevaoi a 4:242*, e nomeon para membros do
s': i director o- Srs.: L-andr Perreira Cara-
iii. |irt naoratro; Justino J is de Souza e Silva, secre-
tar; -.
' Tend -se de-envolvido un termo de Assembla,
cot algaua inten-ldide, dyarrb^a mne ud.'aria da proviuea fez para all remetter urna
ambulancia.
VENENO DE CODRAS.-I.emo3 no Diario dm
i/njfn :
i'ara oolUTi- ro effeito mortifero do veneno
das cobras, fu ca*'tal mente de^coberto ba ponco
lempo um eT.celP'nia antidoto que, segundo nos
cou.-ia, tem prodazklo resultados maravdhosos.
' JM t pelo- uossos campos ama c-.pecii de ara i
tk.igr lace 4 qu^ vulgarmente se chama Arati-
i' t mo a folh |, eotre-casco, ou raiz.da arvore,
r.nlim.4i pelas mordeduras de serpeatesiveiia-
iii-a* aaam
Sr. Antonia P. do Carvalho, eommaudantt do 2* i
porp i paxrioticM, iia.*l procedeirda mrsma forma.
PHOIEST DE LETTKAS.-0 e criuio V
pr5esios Jis'\ Mariano, est-de senuina, ua ra
de Santo Amaron. 20.
KWSPITACPO.'.TUfiUEZ.Est de semana oes-
te oiiabulmaisalo o Sr. mordomo Antonio Lopes
Draga.
!,'ITE1U^.A qnsse clw .i venda a 145 a
benerWi da igreja de Santo Antouio e lininb,
a qual corre ao da 4.
P.ASSAGKIROSViudos do Aracaj no vapor
Giqut :
Dr. Dini! Germano de Agciar Montarroyos,Ma-
nuel Jos Dantas, Joaqumi Jie; Marbua, Jos Ro-
ngaes da Silva.
Vmdtt* da P Joaquina Bloch, ennque Blocb' Jos Pastor
Ferreira laica, C. Th>-niouij Pubeiro da Silva e Ma-
ra ChI .rnide Olivo, ra.
VmdiH de Ms.-. i no mesmo vapor:
Jliria H^rmina, Felippe da Sda P Tto el es-
cravo, Euel les Bariw-a Cordeiro de Mello, 2 pra-
c*8 e Rosa Taria da Conceii;a.i.
SahioVs para o Aracaty no hiate A'oro Ja
vtncittl :
.Vasoel J"r Mtrtras. R^^mnndo Antonio de Oli-
ira, J -s Joaquin de Suaza Ribeir>, Antoaio de
Suuz Ribeiru e Francisco S.ibidus para es portos do sul ao vapor Jfan-
danu:
Jos F. Cavalcant?, Sebasljiio N. R, Pedro X. C.
C Jastma M. da Couccicao, J-io A. Machado, M -
noel S DuarUi. Fraqri-co G. de Arroda, J F. Bar
he-a, C. Jo.- ile Ifcdairos Luiz Z Guilherme V.,
E. E. tiain.s um criado, Luiz Pereira da Cuuha,
J-aaqjun F. Barbosa.
Sabidos para o norte ao mesmo vapor .-
H. H. Swift. sna seabosa e 3 filhos menores,
tmaro Augusto Barros Correa.
<:fiS;TERO.-Obituano do dia 30 de abril de
1870.
Aiitonio Ro ingies Tibo, Cear, 19 anno?,solteiro,
Bu vista ; tuliercoJos pulmonares.
Muiioed Antonio da Costa, -S. Paulo, 44 annos, soi-
eiro, B )a-Vi-ta; laberualos pnlmonare.
Jos Pinto de AlmeiJ Portugal, 32 annos, soltei-
,-o, Boa-vb*a ; cancro.
Lia, frica, 38 annos, casada, Boa-vista ; ana-
c rea.
Joi, Pernansbuco, 4 snfzes, S. Jos ; con^ulades.
CRNICA JlrOlfiURIJL
rRJINL^AI, OO < OltlS It JO
iCTA OA SESSWO AUM1.N1STRATIVA DE 88 DE
ABiJL DE 1870.
BSSDeCU 90 fiXM. SH. DBSBMB\BGAQOB AHSCL
FRANCISCO PiUCTTL
Ks 10 horas da inu.ia, presentes os Srs. depn
lados ikisa, Basto Miranda Leal e bar de Craan-
gy, S. Exe. o Sr. presideute bro a ses&ao.
;.ii litfa e appruvada a acta da sessao da 18.
aMMb
Olficio de Exm. Sr. vire presidente da provi-
ow, cowBiunkaudo ter siwaiaide o aasvaMu d
aresuleucH em razan de ter partido n lomar assea-
lo na cmara viialima o Exm. Sr. senador Frede-
riro de Almt'ida e Albo41131 que.Acense -:.
O'lici,) d seet-etatiu do tribunal d coeunerrio
du Marauhat), tii audo de 20 do crrente, acensa,i-
du rtcebido u que Ibe Jora dirigido em 4 do mes-
mo uiez.Aa w*buro.
Ovacio da, proidenta e serretario da jnnu dos
.rreetues, enviando o boieUT eoinmercial da
semana prxima passada.Ao archivo.
OiBciodaadministrador do irapieue Guerra, pe>
dindo qua se ihe conceda maior prazo que o :e B
das para api, sentar sua defeza no suimiiano (fie
se ihe instaurar.Concedea so mais 10 dias e
i:i:oJou-se Uar diss. .scicui-ia ao summari.'.do.
. Aua Srs. deputados foram distribuidos os se-
gumles Uvro/ : Otario e Ctfjcador de Irineu Ja-
iiuartu da Obveira, idem de Ai/.omo Duarte de
F^ueiredo & C, Otario de Jos Ferioira 0>lho,
iie.o de Ouveira, Pilhos 4 C, dem de Autonio
GoocaLes de Aaevedo.
OSr. secretario firmn o oflleio em que ac.cnsou
a recepcu da quo lite lora dirig Jo pelo .-ecnla-
ro do tribunal d eanimercio do Rio de Jaoeiro.
QMNHsM
ieiiueruiunto de nl. Ferreira Martins Ri-
beiro. pedindu ser prvido no lugar vs^o de ama-
aueusa da secretaria d'este tribunal, -r-Adiado.
De U-- Correa Braga, pedmdo o registro de
urna priiCiracS.) bastanta,Registre
De Joao da Cruz Mata-d >.
!)e Luz Auiaral Dulmurc 1 Jnior.
De Francisco fcaaa-*lo Abaeida.
. De Hoorqia) G*l(piBs Stepule, pediado o re-
fiatro do-ciiiiliecnnenlo que apreM-iOam de t-reai
pag o iioosuj de sua prwd*-a
ral do segundo seraastre de l^G"
tre-se,
Hoate Pi
tis a directora que
associacao :
Presidente, o Illm. Sr. commendadnr Jos d3
Suva L"yo.
Secretario (>), o Illm. Sr. Joaquim Gerardo de
Bastos.
Ttiesou.eiro interino, o membro adjunto, o Illm.
Sr. Jo- AivesLima.
A' unpe lmenlo por ausencia em lempo do tbe-
soureiro, o pr-im.-iro secretario cleito.
Meiutiros adjuntos para substimirem aqueUes
em seus impedimentos, os lllmi Srs corameida-
dor los J. commendad r Pran
cisco Jai de Barros, Jos Joaqnim Alves, toa
daba Ftrreira Valonto, Jos Fernandis Lima,
e 4 ssissaal va.^05.
Por um socio mtandor.
Descarregam bo|e 2 de maio
Barca francaza Jenn Baptutamercaduras.
Bngue ingb'Zluditmereadorias.
B irca ingiazalienriettamei cadorias.
Barca austriaca .Sacro Familiaidem.
Barca ingieza Zeinra dem.
Brigim portuguez -B-lla Figueirenseideal.
Pala^ho ingh-zNngailene \nneidem.
Briue ptirtuuczSoberano -dem.
Patacho p irtuueze/xns-idem.
Sumaca hesptnliola AmaW Doloresvnbos.
Patacho norte-all moCato mereadorias.
Bngue norte alV moArgomercaduras.
Ln^aringlezLune Freneidem.
Patacho ingli-z Woolpede idem.
TABELLA nos prkqos dos gehkros scjeitos a di-
r.r.ITO DE BXPltTACO. SEMA-NA DE 2 A 7 DE
MAIO DK 1870.
Mereadorias: Unidades, valores
M8VIMENT0 DO PORTO.
iVarios entrados no dia 30.
Rio Grande da Sul-38 dias. paiacbo brasileiro
Bom Jess, de ISO toneladas, capiao Joao Car-
d -so de leireiles, euuipagem 9, carga 7,160 ar
robas de carne ; a Bartholomeu Lnorenco.
Trieste45 dia?, e-cuas ingleza Glmpsr, de 171
toneladas, capitn G. Endaeuil, eqoipagem 8,
carga ?0f0 barricas cora farinha de trigo ; a
Rabe Schmetlau & C.
iVav sahidos no mesmo dio.
Granja e portas intermedios Vapor brasileir
Jpojuai, comaiaii'laate Munra, carga dilerentis
gneros,
avre-Barca franceza Solide, capito Aabert.car-
ga counis e algodao.
CanalEscuna ingleza AbtrjUdy, capitSo W.
Evans, carga assncar.
Rio da PrataPatacho norte allemao Oerhardm,
capito G. A. Visser, carga assucar o agur-
dente.
Navios entrados -no dia (/
Rio de Janeiro e Bah iS das, vapor americana
r*ortk Atwmm, de 2.000 tonelada, commmarr-
daue G. B. Slucum. equipanem 70. carga dille
rentes gneros ; a Henry Forster A C.
Terra-Nova2.1 dias, barca ingl-za felen Isabel,
de i49 toneladas, capito Jobn Glass eqaipa-
gem 14, carpa 2616 barricas com baealbo. 300
ditas com farinha de trigo ; a Jobn>ton Patur
Navios sahidos no mesmo dia
Rio Grande do Sul Patacho hrasileiro Alivio
Grande, capit" Jui i Jo- dos Sanios, carga as-
sucar e agurdente.
New-Y 'ik. por Para e S. ThomazVapor araeri
cano North America, commandaole Mac nm.
De Antonio Gonie-s de Oliveira a Silva, Anteaio
Mana Fernandes d\a e Francisco Guadas de
Arauj i. contrato social.Registre-se.
i>o AolonM. Jt>inn am*NKa Ylanna, Aog:t-io
de Castro Pagels e pomiKos Josdde Castro e Sil-
va, contrato tambe* *i.-ial. Vgistre-se.
essouioat:*
O >triban:il rcsoveu que os pretndanles aa la-
g*i de amanease, sera* examinados em da q e
Nip-iriunanir-we aera acivaacindo, afio de-se co-
obecer o <|--i lea mellwrss hauhtagoes a par do
bom comprtemelo.
Kada ntaw sendo sttbmettido despacho, 3.
Ese. o*5r. presidente aaoerroa a sosso s 11 ho-
ras c n-.eia do dia.
O JEMCIAKIA I-M 28 DE ABRIL DE
1870.
*?.CSUMUIC1A DO BUS. Sa. B&aOiBAafiACOR a. y. *: -
iKim.
Secretario, Julio Gasirjtnus. __
Ao mein-dia dcclama-se aberta a sessao cstand
pre. 'mes s-8rs. deseifibargadores Silva Guiraa-
riss e Rcis-/j Siiva e os Srs. denotados Rosa. Basl",
&rauda Ljal'e buro de Croangy, faltando cora
jariii-iparj o Sr. deseuibarsador AceWli
Lida, fui appnivada a acta da sessao anterior.
Oaarrimo AJves de Bnlo regisirou o ultimo
protesto de lena a 2odo|>rc*ete mez job o nome-
r> 2,033; e o e*crvo .Wves de Brito a 27 do dito
mez sob o numero -.003.
ACOMBAOS ASSWHADdS.
Appellsnte Jas Pinto Ribeiro. appeUados Maury
Roioaiigai ra flijo &C.; appoMantes os admmis-
tradires da mas>a falda de Am>rm, Fragoso,
Santos & C, anp-llaio Domingos Francisco Rama
llio; appellaate Andr de Abreu Porto, appellado>
os ulmM liartninii da massa fallida de Amorim,
Fragoso, Snts A G.
Senda sorpre.nrliilos pelj artirrn, public-
i nn jornal do Recife de sabb>di>. sobre
rlL'nr curunei Tuoirci), cotnm.iiilarile do
t" bala'hn de voluntarios (do Cear), qnnn-
iLi esse caviiladro lt'ih3 sejruidn no da an
terior para aga pro incia ; certos da soa
eaba jiistiliuica< e df frz. viros pedir a-i
publk-o a suspeusOo do juizo at que o Sr.
coronel Tiburoio venba imprensa.
Um amigo.
ECITAES.
Vejan o q<*e fez o ja z mu *i-
ft-jt, te Naza et >**. do:>
B jpt sta du %mai-al e VBcllo.
Erara 12 horas do da II do currante
Vaina das salas do edificio 4a ra nara muni-
cipal de-ta jidade acbava-.-e em audiencia, ins-
taurando um prucesso por cri ne de homicilin, .
subdelegado 4* snpi lente em exercicio. alf--res Jo-
t Pinto de Souza ,\eves. Era em mcio a inqoi
ricao dis lesteuiunbas.
Entra na sala o juiz municipal desta comarca,
o Or. Joan Bapti-ta Jo Amaral e Mello. Segnia-o
tod > o i-trti-jo da justica ; nio escrives e por-
teir das audiencias.
D -poudo o chapeo sobre um banco, carrancudo
e pallid, di'ije--e ao subdelegado e Jxige delt>
ue se levante da cadena que occapa para dar
audiencia.
Nao foi satisfeito.
Empaldece anda main.
O subdelega 1-, fun lado na le, diz ao juiz mu-
nicipal, que pode elle dar audiencia na oulia
sala.
O subdelegado, assim procedendo, esmaga omi2
municipal que o quera esmagar.
Houve discasso.
A situacao torna se mteressante.
O juiz municipal pretende resufve-la declaran-
do ao subdelegado, ein tom dogmatho, que elle,
juiz municipal e forma io, como era, j ilgava-se
Nao e lando presente o Sr. desembar^ador Ai* Dahihudo para dizer lie quo devia ievantar-se.
rtnll nj foram propasaos es feitos adiado< nal
asnal anterior, entre oaves. appellante Francisco
Moreira deSoiua, appeado Francisco Coelho da
Fonseca; nm'.'argames os administrador s da
inassa fallida de Jos de Castro Redondo embar-
gado Jviu Alves Pedrosti; appellanies Manoel Al-
ves Perreira &-C, appedados D Agostaba Joaana
de Siqaeira Gavalcante, ampollado Salvador de
Siquer Cavahrante.
Na estando presente a Sr. desembargador Ae-
cioli assigHou-sn o primearo dia til para o julga-
inHiit i dos secaintes feitos eaure partes, appellan-
tes Ta reir & C; awiellanles os a lministraderes da
mas-a faHida de Joaquim Jos Silreira, appellad >s
m herdeiros de Otogo J,n da Costa; apollante
Lnurenei Viriatt- de VascanciBlKis, appellado Jos
-Rodrsims P reir.
_0 Sr. disembar^ador Res e Silva jarea suspei-
nao foi distribuid > por nao se aehar presento o r
desemb irgadiir Accioli, o feito entre parte-, a[ipel-
lanle O. Grtrades Anglica Jeeqain^.appettado o
nacbarel Joaquim Francisca) de Miranda.
ESSTMBWClO.
A*6r. desembarga lor Sdva Goimares: appci-
ame Bc-rnardif Jos t tJrigues Pioheirj, appaMadcs
Wdson 4 Un.
Enc-.-rrnn-se a sessto ama hora datarde.
O subdelegado conserva se no sea posto e pro-
segu nos seus trabalhos.
A lei o acobertava.
Em csudo de quasi allucinacao, de labios con-
trahidos, e vi iveimeute convulsos a hmido.-,
otan la o jaiz municipal coll car urna outra ca
deira esquerda da qne oceoiiava o subdelegado,
4 Filhos; appellante, Joaqun Salvado Pes.-na e ordena ao porteiro d>s auditonus que abra as
Monte pio-p Algunas palavras nao matnorese mais b-asia
incoes, parece-no ter dito em relacao demora
da convocacao da assembtaa geral de-u til aso
ewcao, o amor que nutrimos prla sua pro-perdaile
aiuonsa as a dizer qae lamenUmos de curaca <
nao larem alias |a purera, prodazMo o eflMt--
[jae esperramos qaando eaartamos a nos aa>
meira pablicacao de 13 de mareo da correte
anno, e desde eai mu pauso seqar nao se toaba
dado para o prooiptoe activo an la nenio dacoovo
cacao da as* mi a geral e nem to poaeo a di -
rectora digna-se vir-no? dicer qoande pre-
tende realisar este dever. Ob l. qne iad-flaren-
tiaiuo II. tal fui Infelizmente a eonsideraclo qoe
mereceram nws>a* palavras urna dir^Morl
nao obstante eleiU basis aaaos, alias composta
de respeiuvns carwteras, ainia boje paaside os
deslaos da santa cansa da associacao tem anoi
oa lei pola qaal se rette a as^aciu, e talrez
com a reprovaco de mu tos assuemdos, factn
sam exemplo nos annaes' sociaes de qualqiiHi
corpo lollfcuvo.ragalarnieote Kovernadi; bem
o sabemos pie a mesuia, e so i re tu do a instiai e
mpuomia q te lem presidido tantos saceyrros
prestados, j enxagand.i a ianr.uri"vt|ffi3!pela
i i levnfc*'jfj|fi.te
mi a i feh-
eon-
;
audiencias.
Estahetece-se a conmo e a desorden!.
A situacao red-bra de interesse.
0 sablelegad iaq ir a testemanba.
O joizinanda apregoar as panes citadas.
Balbuidia I Auarrhia I
ErUao os Drs. piumotor publico e advngndo dos
reos reijuerein ao subdelegado a sa-penoAo tem
I orara dos trabamos.
Sao leiVridos
0 juiz mnnicinal prosegue. No maio da sna
audiencia, mal aeeomm dado oa cadeira que oc-
cupa, nao se esqnece de dizer ao sub lelegado.
Etn. Sr. sabdelttpido. nao me cede a ca-
deira t Vtja que en o mande intimar pelos meas
O subldogado raspando qne ceder a cadeira
se o juiz municipal rae indicar a le em qae se
furnia.
Fie silaseioso. -
DacapunuMHjute completa I
Fin I s os tranalbos da andieocia, ergne-se >
juiz maairipai, prga no chapeo e retira-se, si-
tas tro u cabisbaixii, evaada presas pelas ponas
los dedos um i f.iifta da papel, onde cumecara a
eserever una purtria.
1 Nao comprmanla a magnem.
O .io* lelegado prosrgoe oes seas trabalhos. Es-
lava restabeleeida a ordem.
A cnlade, poim. acri.va de sua qaietacao,
carusa de saaer qual a cansa du eaminaar apres
sado e d ts exiraxhas c tntracedas que se notavam
no rosto do juiz municipal.
Tambem uu pssram desapareebidee certas
raoviHientos, ru indicavaoi a bu-ca do difunta
costa, qqe babituaimeate trai cawsigo.
A esta hora, aneerrado ne estnito espaeo de
sea solitario gabiaeie, o jais muawsoal se arre-
p'la e se maldiz de ta nauba impradencia, a me
dita n'u o m i' de rehabiiiUr-se.
Owiusqite tndem... t
Naaareth, 13 de maree de 1870.
TVoppwann.
.... urna

oa men-
.... litro
. >
....
.... kiktg.
*
ofarmentadas:
.... litr.
300
238
811
30011
2*000
6>
177
300
167
436
11000
3J000
937
67
5.1
iO
SsWH
195
39(1
330
300
337
600
300
660
ibanos.........duzia
Vlgodo em carooo ..... kiktg.
ieiu ca rama ou era la.
fjarneiroa vivos.'......um
PorcoS idem......... >
\rroz com casca. .... kilog.
klem descascado ou pilado
Vssucar br;inco......
Idem mascavado...... *
dem refioailo .
"ia!i'.has ....
i'apagaios .
Vzeito de ainendoim
dubim.....
dom de coco .
dem de mamona. .
batatas alimenticias.
Baunilha .
Bebidas espirituosas
agurdente cacbacx ....
dem de canna......
dem genebra......
Idera restilada......
idem alcool........
dem cerveja.......
;invinagre.......
dem vinho d?. caj.. ....
3olacha lina, compreheodidos os
biscoitos......... kilog. 476
fdem ordinaria, propria para.
embarque.......
Caf bom......"
dem esculla ou rcstolho '
dem torrado ou moide.
Cal branca........
Idem preta........
Carne secca ( xarque ). .
Carvao vegetal.......
Cera amarella. ......
Idem de carnauba em broto.
Idem dem em velas, ....
Cha..........
Cocos seceos.......
Colla.........
Couros de boi, seceos salgados,
dem idem espichados....
Idem idem verdes.....
dem de cabras cortidos .
Idem de onca.......
Doces cm calda ..'....
Idem cm gela ou massa. .
Idera seceos.......
spanadores de penoas gradea .
Idem pequeos......
lem de palha.......
Esleirs de carnauba ....
idem propria para forroou estiva
de navio........
Estopa nacional......
Farinha de araruta .....
(dem de mandioca.....
Peijao de qualquer qualidade. .
Pumo charutos......
(dem cigarros ...'...
Idem em folha bom .... *
(dem em folha, ordinario oa res-
toibo *.......
Idera era rolo e'eni latas bom .
Idem, ordinario oarestolho. .
Rap .........
trama de mandioca, (polvilho).
Ipecacuanha ( raz).....
nngiro (toros). .....
Caibros ........
Enxams........
Frechaes........
facarand (coucoeiras) .
Lenha em acbaa......canto
Idera em toros ...... >
Liabas e asteios. .....
la tur s (pranchoes).....
Pao Brasil........
Idera de janeada......
Quiris.........
Vinhatico eostadinho de 28 a 30
miiliroetros de grossara. nm ifl#000
fdem prancboes de dous costa-
dos at SO millimetros da gros-
sura......... *
dem taboado de menos de 5
L mlimetros de grassara dalia
Taboado diverso.......
ratajuba........ kilog.
rraves......... ama
Varas para pescar..... dniia
Idera para agnilhadas ... <
Idem para canoas..... urna
Cavernas de sucupira(m obra)
Fixins d cienpira para carro. par
tf-a* ....... Wag.
VJpi deabeiba. .. f
Htlbo..........

cento
kilog.

kilog.

>
dazia.
t
i
cento
kilog.
centro
kilog,
>

>
>
dazia
am

i
dazia
aj
>
kilog.
nm
dazia

Protectora AS80raij5o hra *Ujtr> de separos mutuos
stdjrea vida, approvada prir lieereto du
gnvnmo iioperul de U de jubo de
Wi4.
Gen Ja pelo banco rural e bypotbeeario do Uade
Jmaiaa
Bw a.-nciacao ,cainiaha as vas de nroseri-
la Je, nao sem os entrare inherentes oraprea
**"vas.
Em 31 de dezembro di 1869 nba effec'uada'
ia$o 342 coniratos.
m
476
442
969
39
27
258
168
142
436
763
U36
4000
tfl38
366
640
340
330
103000
UI33
78'i
23180
485000
243000
123000
13000
K3O00
136
681
92
272
33000
320
13090
613
681
54S
23180
47*
13701
'60#0n
360
13SD0
5300o
90*000
33000
12300O
63000
03000
103
5300O
3000
203000
1443000
M3000
33
03600
23400
C3O00
13000
33S00
163000
SO
O insueetor inteiino (i'alfandfga fay.
publico, que no dia 4 do mez viadooro,
ilbpuis do meio *1ia e ;i porta da mesur*
repartico. s-ia levada hasta publica iivre
de rlireilos ao ai rematante, urna caixa
marca T T com novent* e nove k logiaoi--
mus de iinuressrK, vinda do Havre o j navio
franc l Mousse de Nanlc$, entrado neste
porta em 8 de m ireo <\ corrento anno>
abandonada por Trssel Frres, e avallad1
em cento noventa e oito mil res.
Alfandega de Pernambuco, 30 dea'Til de
1870.
0 inspector interino
L de C. Paes de And a4c.
0 Dr. Trisio de Alencar Aranpe, oBciei
da mpetu! ordem da Rosa, juiz de di
reilo e especal do commercio nesta ci-
di.de do Herir de Pernambuco, por S.
M. Imperial o Sr. D. Pedro II, a quem
Deus gu. rde. etc.
Faco saber aos qne o presente edita! vi-
ram e dnUe noticia tivercm que no dia I
de maio do cornnte auno se ha de arre-
matar por wnda a quem mais der em praca
publica d-st juizo uVpois da respeava au-
diencia o seguinic:
Um sonrado de dous andares e solo;
sito no caes do Hamos n. 32 fteguezia de S.
Antonio, t ndo no pnmriro andar duas
salas e seis quartns cozinha fora, no segun-
do andar tambem duas salas e seis qnattos
no solo tima sala, no pavimento terreo
oiTupado por urna prenca de algodSo. con
quintal murado cacimba meeira, avallado por
8:000(5000. O qual foi penhorado por exe-
c.ucao de Mills Lathaia C, contra a viuva
e herdeiros de Jos Hiyno de Miraada.
E nSo havendo lanzador que cubra o pro-
co da avaltacao, a arremat-'CSo ser feita
pelo prego da adjudicado oa forma da
lei.
E para que chegue ao conhecimento-do
todos mandei passar o presente que ser-
publicado pela impr-nsa e affixado no lo-
gar do custume. Recife 16 de mareo de
1870.
En, Mtnoei Maria Rodrigues do Nasci-
me to escrivlo o^ubsertvi.
R.cife Mi dei marco de 1870.
Triito de Alencar Araripe.
'
BEllARACOES.
Pela secretaria da cmara municipal desta
ci.-la le s faz pnblico que eontinuam ero prae-i
nos dias S8 do correte, Io c 2 de maio futan,
para siTcui rematadas pir quem menor pretu
ifT- n-cer, n5o> a onra do concert da ponta do
Maduro, oreada em 51'aOtiO. como a do pedestal
na frente das catacumbas ltimamente ferias no
camilerin publico, oreada em 2423000.
Secretaria da cmara do Recite, 17 de abril dfl
1870.
No impedimento do secretario, o ofbV;a!-maio-,
Augusto Genuino de Figaeiredo.
- N dia 4 dn maio, as l horas, depois da au-
diencia do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da ? vara
eivel, tem de ir praca por vemia nm cebrado do
d ms andar* n. 27. t-ito ra da? Qnco Ponas,
avallado por 6 0003 ; < qut-l vai piuca a reqos-
rimenlo da viova meieira e iuv.niariante do beni
deixadps por murte de Mauoel Iz-doro -da Gliveira
Inio : is licitantes pode m comparecer ao dia e
& >ra cima dte.
ta. m iiu (
HMM
Palba da eamatha ma*os
Pe-hury......... kilog.
Peoras de amalar
\ Idem de filtrar......
Idem de rebollo
Peanas de ema. ...*..
Piasaata......... molh
Paataa oa cbifre de noTifta oo *
vaco......... cento
Sabia-..........kiieg.
laaaittrilna .*
tpatos dcouro branco .
o oa graxa em rama .
Idemem vel.
M
ijooo
817
I
il
i
3796
M0
348
0
U041
800
340
rt.ErlT.il)-.
GIMNASIO DRAMTICO
(No fflonteiro)
SOC A IHKCCCiAO DO ARTISTA
Ter?a-fcira 2a-i< ml
BENEPF DO BILHt
XftdiiBI
Represeniar-pe-ba o inh-rt
d'do drama eB acto-', intitulada :
O MEDICO.
CRIMCAS
''
ajjsr.
lesampenha
Sriade
uraliada
nripae*
.pape


~l. ,,, it. -
mmm,mm



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**es ando:
terminara
.{Jo do espif
*a d ____________
jt*>aa; fta-end trera dee<* *> rrinsa^* da, 1 cam Iww&i E UeC
*^S?S4faSj!r ^p-^o-fl^W.*^. < ^^oir;, om4 redaos 1 han-,
tumbas deamaxello.l masa .lo jantar d dito, i
armario, 2 bautietrjs di folua e alcuma loa*.!
do jantr.
Guarta-fira di corren*".
Oa?pntMartnjf*rieilik d-J raov anima
por saet de urna pessoa que se retirou pura Eu-
ropa na sobrado n. ii da fu da* Trincheims, a
1! Iteras do *ia.
ESTAUTO WEffELEOEn t83
Rio de Janeiro.
f t o narto acinu seue om pseos da* o bri-
ri rmsoual Jo*W, ma prometa a maior parte
seu oarregament, para o resto que Ibe faha
trato-so do o consignaurW Anteojo l.uiz de O*
eir Azeredo 4 C roa da Cru 57.
fijo Pjtiode sabir etn poneos das para o referido ,.
t>ertc o veleir patacho brasilein Protector, por iaterreocao do agen' Puto, um eornplnio
*ar a maior part* de ai csuregameirto engajado; e '
para opoueo que llie falta e .'sera vos a freto
trata-se coro o consignatario J).v>uini Jo Gon-
calves Beltrao a ra do Cuamenaa n. 17.
Hada
i V OH1G8IAL
EJI FRASCOS GRANM
LEILAO
DBFAZEIOAi,
Quinia-Bira 5 de maio.
.!!.8?ib*8 nack *P- **> ''i P<>
va-
CMffliA'MlMEIR!
DE
Paquetes a vapor.
Dos porlos do norte esperado
al o da 9 do correte vapor
Arni(..v, commoBditDte o primeiro
I tnsate Jos i Duarte, e qual
___ depois da dcaiora do costme
tcirpiftf os p. iros du su!.
Ifcttdej recebeju-se passageiros e engaja-se i
ejrgjupp vapor poder condaiir, a anal deven
ser eaeiaTCRd t o dia denuachegada. Encomma*
das e dinheiro a frote at as dua horas do dia di
a sabida.
Ka* se recaaera como encocu-tendas senao oi>
lorfc* de pequeo valor e quo nao excedam a i
arroba de eso ou 8 palmos cbicos de medi-
-pD.
Tudo que bomm destes limites dever sai
nbarcado eooio carga.
Prenne-se aos Srs. passageiros que soas passa
ri .- se rerehom na agencia ra da Crol n. 57
indar, eseriptorio de Antonio Luiz de Olivein
A.avedo & C.
n ido sortimento de fazandas inglesas, fraicraas,
alleraaos esaissas, existentej em seu arma'.em
ra da Crux c. 3%.
Prwicipiaj as totoras.
LELAd"
le fazondas avadadas
Quii! t a-fe ira o de maio as 10 horas
em ponto.
O aganta Pinto (ara leilao por eonta e risco de
filara pertencer d 3 Tardos marca 1)0 \ ns. 1137,
138 e 1141 de alfodoes de Rstras avarialos a
borde dj vapor iogiaz Kepltr, i 10 horas d> dia
acinja dito no arnuzcm da ra da Cruz o. 34.
OGRANDE rfjRimiiDOH DOSANGE!
E.-la esedhote e admiravel medicina, e
preparad d'uma mannra a mats sdeatifi-
ca pflr Qikaicr e Drogiiislie mai dotrto u
il'aua mslrLHTo pruftuwla, lendo tido mui-
tos aono e experibncu ao par d'uma kw-
a e laboriosa pnrtiei.
A sua composfo nio consiste Tora am-
pie extracto wh sp arugo; jwb sirn,
composta d'eirtractrH dmo numero e ra-
zes, fiervas, eascas, e tobas, petsandeto-
llas ellas, sua- virtude electa! a poder
em curar as iaeiestia* a Mies tees sede
ou esseuto, no stingue o nos hunwres;
e estes diflferente-extracfevegetaes. achara-
se por uma tal forma centonados ponto
de^eopitKvama ero toda a $m fosca, p cu-
rativo" especial de virtude, que cada um per si possue. A rare da pkmta parrillu, produzioa- as feiiras, a que
mnmk brasjleira
DE
luetos a vapor.
Dos porfcs do sul e speraflo
at o dia 8 do correte o vapor
Guar, c >mmavlante o capio
tcnontc Pedro H. Duarte. o qual
ip depui< da domara do costume
:v;iiir.t para os portos do norte.
JU'sde j rcebom-se passageiros e engaja-se :
^rg?. que o vapor poder condurir, a qual devers
ter ombarcaJauo dia de suachegada. Encommen
w e inbeiro a frete ati as Qoras do dia da sus
r.'niua.
Uto se receten! como encommendas senio eb
|ect38 de pequeo valor e que na>> excedam da
i robas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao
Tud.i Qf passar destes limites dever ser embar
uado cerno carga.
'r.vi.it-se aos senhores passageiros que soas
~- diiis si'i >e rerebom na agencia, ra da Cruz
ti. B", 1 andar, eseriptorio de Antonio Luiz de
Otiveira Azevedo & C.
de
De dividas Importancia
.H:Htt5.>;ir, r.s.
A 6 do curre ota.
Em cumplimento do respoitavel despacho do"
IIIiq Sr. Dr juiz dudireito especial do Corante*-
co desfa cidade, a requorimenlo dos administra-
dores da massa fallida de Antonio Pedro de M.:l-
lo, o agente Ofveira far hila. das dividas do ar-
mazeni denominado Liga, na importancia de niis
31:4lo.'j^e das do armaiem Duas amerieas
importando-em 3:39670, sendo parte do activo
da referida massa e cujas rehenes se acham em
poler d-> dit i ageate pa-a seren previainenie
examinadas pe|o| presidentes, bem como noaotO
do leilio. o quateni lugar
. Sexta-feira
ao meio dia em pont-i, em seu eseriptorio a ra
da Crur n. ii.), 1 andar.
I **?" c,a*>s pe -ienFfendein c Ihr^
menw drcujam (ppjiaof ko svitema,
^S"?1*'*** ia Saapanllia; o
m. ^BwtwnafsieSfia a viola c o xencio
normal das operfi^s ft/necionaes,
AOfca-se a venda nos estabeleciiDentoe de
?' u ?* 3 ftravo 4nP. MaiiaH)
^jl_A.ai-boga. BarthotoMep A.
Preciosa publicado
jurdica,
ConmcnUtriotlo Cdigo Commrefa! Pmn
(jan t JirasMro.
Vend-se w hp da. roa do Crespo n.
i-i A esquina tte Jo Queimado. a impor-
taot*p oder/ oir soto o titulo de a*
notapt* ao C(>ftirf& du-cemmcro-forUtytxj
em (> tortaes peftr Rs. Sr. consemeiro
Dr. Utogo tecnt Forjaz de .Smpaio Pi-
uicntel, tete catljedrati sa universidade
de CoimCra, Os^iatjja crditos de que
goza mu* merooidaaiiitr aquelle eximio
coaMncrciaetapor gi aV Wsaariam para re-
commendar tav, nportMrte obra, qtando
nao concorrasse mais par #isso a grande
vanta^m de- ser um ofmQ cotqaienario
ao cdigo conmeroial ra^iro (na *lta
absoluta que i dt ijuaim*f oaaro) pela o-
xima hoino?ermitafc de entre nanitas da;
soas disposicoe/ a* do mencionado cdi-
go portoatiez, qtw Ihe servio de texto.
- L-orrei prcssnrose, distincta roocidade
?lo i. anno da FaeoMbde de ftreito desta
us usamos nesta v^ff^M a .K Si TSO^SSSSm^Sl
l.o*le que todos os tocos- na prsaL, desse pod,roe m imVSJsi
eestHn,nn. Nacoaps.Sau da ^M4,ta'hos*scicneir.|^toprecVSttSto
parrllha de Brfcrtrt enfermis de. SO o>iOfl. toda a obrTemC ot
por cento deste concentrado extracto. Ella -
uo encerra era si cousa algaine, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
salude; e tanto n'este, como en quasi to-
dos os mais respeitos, ella ineiramente
diversa do lodas essas mais preparaces,
as quaes drbaixo do ame de 9leaparr-
ilia, sao acondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada en doses
mui diminutas d'uma colber d elta por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE BWSTOL
Ilha de S7BIigruel.
A escoaa portagiMCa Das, se?ue nestes poucos
i'ias liara o purto cima e para o resto da carca,
<-. paasMeiros para os quaes (en bons commodos:
uvt.'.-e c.'ui o .!;u cinisJuiMtaTla Jo3o o Reg
Un a ra do Apo'lo n. 4.
De Oroliimes c m porceLiaas,
vidros. crystnese figuras par*
jardam.
Constando de
Apparelhos de porcelana para cha e. jantar,
brancos e de cores, prat-n, chicara^, bules,
mau:eft:eiras,vaos para fines, garrafas, co-
pos, clices, compoteiras e nimios outros arti-
gos de p>sto, os qu es ?i>rj vendidos no dia
Sexta feira 6 de maio
Por ioiervonca do ageute Pmto no armazem
da roa da Gid..-ia n. C.
Principiar as 10 hora< em ponto por soiem
rauitos os oics.
df|lM paTM6rar^, lltreraria
Abo titiioi de nemmrm do
o esa Jlonr ra
Draga.
Aeba-nc venda n toja da ra do f>es-
po rx 25 A, esquina oVtfo Qoeimado a pri-
morosa Memoria do Itot* Je* do Man ev>
Braga, ornada de gravara 8oas, segunoV
edicao-, obra da piyua de owp do moi alus-
trado Jeoe da universiide e Coimbra\o
Exm. Sr. consellieiro Bp. JMeo Pereira
Forjaz de Sampaio Pimeoteh Quem tivar
em frasco grandes,"7assTm7otre'sk"xuodoj!lticiaa^xtni,iari* ***<**> que esi
te em Portugal para com aqoella milagro-
sis&iraa isnagem, affluind sempre para o
seu mage^toso templo em romera o nume-
roso pov de todas as panes tesse reino;
quem souber avaliar as brilhantw desenp-'
toes, e o bello estuilo (laqv.elle eeasuinma-
do jurisconsulto e eximo litiercH'oportugue2
n3o deixar de procurar, qanto artes pro
ver-se de u exempiar da dita einoria.
pelo diminuto preco de :55, na- foja indica
da. onde ha pequeo numere-dcltos.
Na mesma |dp' cima lia otUias estr.moa.
mnito perfeitas e grandes do diw Senhor
Bom Jess de Bprecoraaa, por omroodo
Porto por Lisboa
Para os |>:rns cima sei:ue com brevidade o
painabote portupow Bnrko, tein-a maior parte
lo sen panvgamento prompto, para o resto que
Ihe ralla trata-aa com as consignatarios Antonio
Lua de Oliveira Axevedo 4 C-, ra da firuz n. o",
1* andar.
Para Lisboa.
\ ai sabir com brevidade o brigue portuguez
Ma 'iciranse, capito Carvalho, para carga e
r Dseiros irata-ae eoui E. il. Iiabello & C, ra
mmercio n. 48.
LEfLQES.
!>i
LEILAO
rmaco e gneros existentes na taber-
na sita ra Direita n. 14.
8g mi 1'intual vender em leilo por manda-
ii : o tiln Sr, r. juiz de direito da priraeira va-
ri r interino do cunnnercio, a requerimento do
.r.'.d in fiseaes da massa fallida de Antonio Joa-
qnim Fernandas, a armara a gneros existentes
.'.-. taberna sita ra Direiti n. 14. Previne-so
ni- 5r?. Ii itaiHes quo a taberna est situada n'uraa
' icelhores loalidades para comraereio a reta-
i'i'i e que acha se ahasteciila de gneros de pri-
iioira qualidade.
Terca-feira 3 e maio.
Fjevemlar lugar o leilj na mesma Uberna as
ti horas.
LEILIO
Me todos o peptence de illa
in'ajcfioque servio na largo
do C'orpo Manto.
Terca-feira 3 do corrente.
O ag^ne Pestaa far leilj dos pertences da
iiluminacie cima constando do 23 arcos e 23 ar-
iiiaa, ceroa de 600 lampeoes, 8 mastros, bao
dnraa etc.
Terca-feira 3 do eorreute
ar ii horas no largo do Corpo Santo.
AVISOS DIVERSOS.
Irmandade
da anta Cruz dos Canoelros.
De ordfin do_nosso irma) juiz convido aos nos-
sos chirus inuos comparecereni no dia 3 de
maio, as ti horas da manba, no convento de San-
to Antonio do Recife, afln: de assistirem a missa
que di> c>st'ime a irmandade manda celebrar.
0 secretario,
Jtfanoel do Na^cimen'o.
Pnoiaa-M de umapieta para ven'ier^iaiio"-
leiro : na ra do Fogo n, 20.
t str,.da de ferro djlicelfe a
. Oliuda.
Compram-se dormentes de madeiras de rec^-
nhecida duratao para a const.ru cito desta estrada:
trata-se na roa da Aurora, escrip'torio da superin-
tendencia, das G horas da manhaa s C da tarde,
nos dias otis.
0 siiperintendente,
___________________Andr de Abren Porto.
Purnaudo Barbosa de Carvalho, competente-
mente habilitado pela directora gcral de insteu.:-
cl pdica para eninar particularmente primei-
ras letras, avisa aos senheres pais de familias que
tem aberta sua aula na ra da Assumpcao n. S8.
casa de r-ua residencia. Nata aula cada alumno
pagar mensalmente o mdico preco de 4SOUO,
tendo papel, penna e tint.
dividimos com os consumidores, o grande
prqveito e vantagem alcanfado por aqaelles
que acondicionam sua preparacao eragar-
rafas pequeas. Cada .um dos frases da
itossa Nalsaparrilaa de Dristol
oortteem a mensa quanlidade igual pori;o
eontida naqueflas garrafas pequeas, e alm
disso, possue anda rnuito mais foFca e
virtutlo medicinal do que aquella, que por
ventura se possa acbar cuntida dentro de
seis garrafas de pequeo tamaito. Pr-
tanto mui natural, que aquelles, que se
acbam occupajOS em preparar e vender as
suas prodt'ccoes, em garrafas pequeas,
murmurcm e gritem contra os nosses fras-
cosgrandes proclamando, que a nossa al-
saparrilha de Dristol nao possue a
menor virtude; porm quo efectivamen-
te sao elles postos em silencio, quando indi-
camos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certides e tes-
temunbos authonticos, por nos recelados
de todas as classes dasociedade, nos quaes
plenamente atlesam o poder curativo e vir-
ludoe m/ii.i\il!iuas da missa.
SAI.SAPARRILHA DE BRISTOI.
A vantagem de termos os nosso pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
dillerentes raizes, drogas, bervas, e plan-
tas de que se compemas uosss medicinas,
sao pro(luzidas,'e que nos habilita e\er-
cer aquello constante cuidado e disvello nn
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante unifonnidade de excellencia.
Em quanlo quo, por outro lado, nos nao
uos poupamos nem dinheiro, era dili-
gencias ; alim de alcancarmos o melhor
e nicamente o,melhorde cada um artigo
ou incidiente que entra na sua composi-
Co; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva confianca; que po-
demos afoutamente dizer aos doentcs de to-
das as nacSes, e de todos os paizes, que na-
Kalsaparrilha de Dristol. possue
um remedio mais efficaz e seguro : do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at boje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e effectiva cura das seguintes enfermidades:

VEGETAL AMERICANO
E SALID A DE
DE
M 55-RuadaIrape;at.5-55
^ Tinge, lava, limpa, lustra a.-hamalo-
atase, rom a maior perfoicao. fawndaa em
peras e em obras de todas as([tlidades ;
^' como sejam : seda, Ia, algod.jo. linh^
j> chapeas de kltro c de palh.i e!f; etc.
~"' Tira-se noinas e liupa>-se a taeuwsem
gjj molliar os tecidos. cunservando uf-i; lo-
3 do o hrihu ita fajeada.
H Tintura pre^i as larcas e stk fej.
K ra=.
ta
fi^s^
.i
Precisa >e de ama ama que tenha' hora Icrto
para amamentar urna crianga e enidar unicamen
le nella : a qoe estiter nestas cmdirjes, pode-se
dirigir a ra. do Crespo, hija n. 7.
yl'tengdo.
Preeha-se da quantia de 5:00fts a jnr;, dan-
do*M para garanta urna hyriotheea em dez es-
rravas : a quem nawier annaneie para ser pro-
curado.
pesippareceu no dia 29 de abril prximo pas-
sado d:. raa do Socego, no Campo Verde, casa n.
12, um carneiro c uma oveiha, ambos brancos e
muito notos, tendo a oveiha uma das orelhas
rasgada, e o carneiro nro ponco mais pequeo e
castrado : quem os pegar leve-os referida casa,
que ser recompen-ade generosamente.
I remata dude do Dlr.no Espirito
santo.
Tendo de se reunir o conselho fiscal desta ir-
mand.".d( no dia terca Xeira 3 do correle, as 10
horas da mauliaa, pelo presente convido aos Srs.
ex-juizes v bemfeiteres que compoem dito conselho
comp?reeerem em nosso consistorio no indicado
dia afim do tomarom parto eos trabalhos que Ihes
serao apresanlados.
Custodio ios Alves Guimaraos,
Procurador peral.

AMA
I'reetu-se de uma ama para comprar e cozi-
nhar : a tratar na casa n. 6 da ra da Saudade.
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinba.
Syphilis,ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
# losos,
Irregularidadesdo
Sexo
Feminino,
Nen'osidade,
Dcbilidade fiera!,
Febra e Malignas e
Febre e Sezes
Biliosas,
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupcoes,
Herpes,'
Salsagem
bnpigens.
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia o ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, aclrar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aqueU
las enfermidades cima apontadas o adtan-
tamento da cura, grandemente promovi-
do c apressurado; usando s ao mesmo
lempo das nossas mui valiosa pDulas
vegetaes assuearadas de Dristol.
tomadas em doses moderadas em connec-
ffio ou conjunctamente com'a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
0 effitO DESASTA
Freerico Maya
Tem a honra de scientiticar ao respeita-
vei publico cm geral, e aos seus clieDles
em particular que elle mudou o seu gabr|
netele consultas da ra Direita n. ii para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com,
a entrada pelo pateo de Pedro ff, onde p-'
de ser procurado para os mistares de su3
profiss5o, todos os dias uteis das 9 horas
da manhaa s 3-da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
das sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom dasempenbo e a perfeico de
seus trabalhos, o que j bem conhecido.
assim como as commodidades dos precos.
BA RT H0LOM E O & C
fara a tora certa das lenes mujas e recenta, enarrhi pulmonar, ulhma; too enrtlsa,
Iraachiu, em goral contra todo os MOnmcatos das via respiratorias.
DEPOSITO GERAL
BO^XCAt JE DROGARDA
34, ROA LARGA. DO ROZARIO, 34
PERNAMBCO
a therspentie u dirtras molestias do peilo,desde
pliarrogue ou mt d girganli at i taberculvo
pulmonar, passandopelas duersas bronchit96 caurrhs
o empliisema acaba da ser eoreqoecida com mais
esta medicamento. todos at boje conhecidos. 0 larope Vegetal imericno,
eomposicao un s tono de opio, a sim somente snc-
> enm da molestias qoa pertancem .o. otgaos de res-
(iraco roram por ni observadas por longo lempo,
*>m ptimo resultados cada fez mus cresceates; pelo
m dos jolgamos aotorisados a compor o xarope iai
agora apresenlames, e a aderece lo aos mdicos t ao
publico, Protamos cobo* attestadoa abano o qne le-
gamos dito, a comaasoa qoa o conceito da que- ja cosa
larope Vegetal americano crescer de dia a dia,
cuando mnito apea da ai lodos os pailones em Toga.
Illa. 8r. Baribalomeo t C.-0 larope Vegetal Ama-
icaoo. preparado em sna conceitoadissima pbarmacia,
om mil remedio para eombaler i tcrmel astbma.
iofna en aquella maltslia ba quatro mezas, sem anda
icr combatido os ataques mensaes qne tinba; esta ultimo
ue tio fot fortissimo qne me proston por 8 dias. uei,
porem o sen milagroso xarope, tomando apenas trea
oses, a at o presente nao hu de noto atacado Piase
Deae, o* a qa* raatabelcudo por ama az. ReBdc-
Ibe, poia os meus agrdecimenw)* per me tai almxto tao horrrel mal. Com a mais signilkaliva amida*,
subscrevo-me deVmcs. afleciuoso e reconbecido rrrrlm
Semino Citarte.Sna Casar 14 de feereiru da tHta.
Illms Srs Bartholomeo 4 C Depoia de qusi mi*
meies de solTrimento com uma tosse incassanla, Un-v
extraordinario, expectora^&o de um catarrno anuirei-
do, e perda total daa forcae, qne o------r irnui
me fatgala completamente, cansado de tomar maia-o.
tro* remedios sem resoltado Hirirtiirn da mber ni
ana*, preparavam 0 xarope Vegetal Americano, a cae,
elle, gracas a Deos.meacbo restabelecido ba nuiaeV,
dois meies, e robusto como se nada tiresse sorid. .
Kdio me forca a esta declaracao, que poderae Veacat
r o nao que quizerem. Sou com estima d V
moitos respeitador e criado. '-'--ir fiaiuiH A.
Caalra < Sife. Recife 8 de feaereiro da 18
Atteslo que osei do xarope Vegetal Ameritan, a *
eomposieo dos Srs Bartholomeo C. para corad* aa
forte defluxo que me troute ama rouquidao. qaanaa a*>
faca edtender, inflammaclo e dor na garganta.
grande falta derespiracao, e tiqoei complelamaaU^e-
Ubelecido com um so tidro do maemo jarope;
qoe Ibes protesto eterna gratidio. Recife eVta
aeirode 1868. /oafwn >rm runtu +h*m -.
EsUo raconhacido.
Precisa-se. de um meuino (otro ou escravo
para faier compras : ea ra do Duque de Casias
oatr'ora do Queimado n. \1, loja.
t'recisa-se de um menino com algiuna prali-
ca de miudezas : a tratar na ra -do Cabug nu-
mero i A.
EtNGOMMAElKA.
Precisa-so alugar uma esrrava perfeita engam-
madeira para easa de familia, paga-ee bem : qnem
tiver annuncie para ser procurado.

Precisa se de ara bom oopeiro e um eozi-
nheiro : tratar na roa du Trapiche a. 46.,
No cullegio da Concomio preeisa-se de nm
homem idoso para portero.
PI LULAS
DE PEPSINA DE
PHC.0 2 RU eASTIGLIONE
PAR 3
! F. MAVREIt et C', em Ptrnambueo; JOS IILLLU, cm Porto Ai
SILVA LOPES, em Bahia; FERREIRA ct C~, em Murnhao.
!RUA
DO
AO ANNEL DE OURO
RIJA
KO
CABUGA*-V i^5^A'^*oaL^^m"vCABri}A
eeqnlna Arte importante estabeleamento no sen genero, tem sempre um sortimento sem igual,i esquina
* por precos que nenhrum outra casa pode Tender. i,
!Uario. gMtw ser tado de le. Coiiiprevse emr% prata e pete flnat por pneos mnito ele- Bosario.
DATA INCORRETA


!-'-"

-*

Biwio d Pmmfew Segunda! ffera d *o de 1870
=s
-Tafag-Hiffrt,

-
Nutrimento
MEDICINA!
PREPARADO POR
Lanma <&Kemp
P^RA
Tsica e toda a
qualidade de do-
encas, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
, Express a-
raente escolhfdo
dos melhores fi-
sgados dos quaes
Lse extrabe o
oleo, no banco
Fda Terra Nova,
purificado ohi-
micalmente, e
suas
p ropriedables
conservadas
com todo e cui-
dado, em todo o
frasfco, separan-
te perfectamen-
te puro.
Este oleo tem
sido sebmettido
a um exame
rouitose^ro, pelos cjiiiwriosde'nais tale^n
ot, do govcnio liiis-paribel emOuba.foi de-
vlgadopdY elle e conten
'MAIOR PORC$0 DIODINA
do que oulro qualquer oleo, -que elle tem
exanviado
lODINO E'LM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado de bacrilho.
naqulle o qual conten a maior porco
d'esta hrvataavel propriedade o^ nico
meicpara curar todas asxloencas de
GARGANTA, PEITO, BOVES.FIGADO,
Tisica, bronchites, -asma, catarrho, tosse,
resfrianientos.etc.
Bns poucos frascos d carnes r.o muito
magro que seja.cfcirea a \ista,e d vigor a
iodo o corno. "Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou seienoia, da tanto
nutrimento ao systema e encocimodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisacao tem sido
-destruida pelas atirreos das
ESCRFULAS OU RHEUMtvTISMO
e todas aquellas cujaigestio *e acha cobi-
ptetaraenfc; desarraiijada.devpm tomar
0 OLE DE FIGADO DE BACALKAO
DE
tanmai fc beoap,
Se qoe esejam ver-setrvres eexepasm
de enfenaiittaies
D-nfigam dinhairo a premio sobre Twpo-
heca em ipedrios n esta eiJade : rua do Crespo
ii. 2, loja, se eir quem d.
Precisa-se de urna ama, nicamente par altar
de nma enanca : na rn> Nova n. 4>, toja.
aMAS
a duas amas, sendo

lli
de toarraorc, rua das Cruces
a. ti. '
O artista Gamitto acna-se estaoeteddo na casa
cima, onde pede ser procurado pan todos oa
miateres dewia prooltsao.
CACA DA FE.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio 4 tanda : roa do Cibugi n. I
tende Vieira A Rodrigues.
Precisa se de duas amas, sendo urna para
engommar e outre para counliar, para casa de
pouca familia : a tratar na roa Nova, casa nu-
mero SS.
Precisa se alugar um bom preto para aer-
vico interno e externo de urna asa de noftem
sorteiro, paga-se bem : fra na da aaeia n. 10.
Proisa-se de um caixuiro par, taberna, d*e
12 a 14 asnos
mero 63.
a tratar no palee do Tercj na-
Rap Paulo Cordeiro,
Constando ao proprietario 4esta fabrica que se
tem vendido rap falsificado com a denomkucu
do do sua fabrica, e imitaco dos rotulo, sellos,
medalhas das expolies de 1861 e 1866, emencao
honrosa da exposicao de Pars em 1867 ; previne
por isso ao respertavel publico naja de o examinar
com toda a attencao afltn de nao ser Iludido, e
por esta frm i fcilmente poder distinguir a va-
lor do verdadeirt Tap Paulo Cordeiro, que tanta
tceitacao tem merecido. nico deposito, ra do
Vigario n. 11, snbrado.____________________
Caixeiro
CUHA RPIDA E INFALIVEL DOS CALOS
PILA
POMADA GALOPIJAtT.
irpnklto especial
Phormacia de Bartholumeu C.
34Ra larga do Rosario34.
k
Precisa-se
alagar um moleque de idide de 12 a 14 annos
para servido interno de estaminet, paga-se bem :
na ra do Imperador n. 32.
PEDIDO
Pde-se encarecidamente os Srs. Domingos
Theodoro Rigueira e Ariatde* Plorenno Caval-
oanti de Albuquerque (de Sennhaem), que venham
ra do Vigario n. it, a negocio que se precisa
ultimar
PERFUME INEXTINGUIVEL.
Paba Lenco, Topcador, e Banho.
Precisa-se de um caixeiro: na ra do Brum
n. 6o, taberna.________________________
Aluga-se e vndese lampiojs para illumina-
cao : na roa Pircita n. 77.
. Precisa-se de orna ariadboa condocta, para
Manoel Das da ^Iva Santos relira-se para
Europa._________________\_________
Precisa-*e de orna creada cozinheira : a
ra do Imperador n. 57, 2* andar, entrada peto
lado da ponte 7 de setembro._____________i
Precisa se de urna axua para cozinhar :
ra do Caldeireiro n. 68.
na
IBS llttimiS DO
Imperio do Brasil.
G-rande exposiqao n cidade de
Cordova,
REFOBLKA ARGENTINA.
Ko dia 15 do outubro de 1870 ter li-
gar a abertura a e\pos^3o nacional em
Corova.
'Previne-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
lodos aquelks que exerctm qaalqaer irrdus
tria, que na dita-expsito se reoebem Sodi s
os productos da industria e agricultura
brasileira, rssira como todas as machinas e
utensilios que-qnizerea remeter.
Estes productos esta isentos dos direitos
da alfandega na'Repblica Argentina e po-
dorao ser dirigidos cidade AMA
Na ruti Nova n. ti., primeiro andar, precisase
!: urna ama orra ou escrava, iras que salba bem
ttsinhar e eticimma: ; na mesma casa, compra
^e urna escrava com as bummb abilidadescima:
uem tiver apre?ente-a.
A >roi AFAMADA
AGUA de florida,
VE
U1KHAV & IA\JIAX.
He-^) mais detioado e mimoso e ao mes-
mo twnpo o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra emsi, no seu maior auge
de excellencia, o praprio ajoma das verda-
deiras flores, quanflo ainda na stia flores-
cencia e fragancia natural. Conwommeio
seguro e rpido ffivio contra as dores de
cabega, nervosidad*, debilidade, desmaios.
flatos, assim como. contra todas as formas
ordinarias de accidentes hystericos; de
summa efficacia e nSo tera outro que o
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavol e exoellente, dando aos (lentos,
aquella alvurae aperolada apparencia tao
altamente apreciada desejada pelas Se-
nhoras.
Como um remedio contra o mau balito
da beca, depois de diluida em agua, -
sumBamenle excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadies e d'uma linda cor
carnuda. Quanto a delicadeza, riqaeza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tero igual: e a sua supe-
rioridade- sem rival Ella igualmente tor-
fazer
CI!\T0N1 PURGATIVO BJEPLTlAtWO
DE
. (HAMBARD.
Composto das plantas aa mais odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais elevado*, o eha
toni-purgatiro tS Chambard, possne um gosto sa-
boroso e mn aroma suavlasimo, t as propriedades
as mais notoveis sobre oatmbaracos do estomago,
dos intestinos e do ligado o desobstruente por
excellencia na constipacao do ventre e nao tem
resguardo nenhum.
Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, tefresca o sangue depurando o.
O so do ch-Ckxnbari pode ser continuado
por muit# tempo sem o menor recero _e sem n-
commodo nem mudanga no modo deyiver.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
NA
iPHARMACIA E DROGARA
DB
Bartholomeu *t C.
34-^RUA LARGA CO ROSARIO34.
CABELLEIRIROf
51Ba da Cadeia do Recife
Chama a attenco dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico e
geral, para a seguinte tabella dos precs e sua casa, os quaes sSo vinte por cent
mai* barato do que em outra qualquer parte:
250,
Panno de algodo da fabrica Todos os
Santos do Iilm. Sr. commendador Pedrose, j
chegou ao escriptorio de Joaquim los Goncalves
Beltrao : roa do Ciynmercij n. 17.__________
Presisa-se de nma criada qne seja perfeita
engonraiadek-a, paracasa de pouca familia : na
ra do Imperador n. 51, 2o andar, ou do Crespe
500. e.
Tranca para braceletes a 105,
150, 200, 25 e
400000
500000
500000
i
ideias para relogio 50, 60, .
70,80, 90, 120e. TT^f 750001
Corte de cabello,
!*
Corte de cabello com.frictfo.
'
n. 8, loja de 4 portas.
Cabelleiras para senhoras a
300, 350 e. .' .
Ditas parahomem a 350, 400 e
Coques a 120, 150, 180, 200,
250, 300 e .....
Crescentes a 120,150,180,200,
250, 300 e 320000 Corte de cabeUo com lavagem a
Cacho ou crespos a 30, 40, 50, nAj hm?u 1/ ***
70, 80,90 e o^^iecabellocomlimpexd.
Tranca de 'cabello para annel a cabeca. PeIa mach,naK electn"
10000 ca> un,ca em Pernambuco. .
Frisado ingleza ou i franceza.
300000 Barba. ,......
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Baile e soirees
0 dono do estabelecimento previne s | Recommenda-se a superior TINTURA iA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que haum PONEZA para enegrecer os cbenos e bar
salao para tintura dos cabellos e barba, as-> unif admita m ExposiCloUmverM)
sdiduyaid iiuvuia u !como n3o preJQOlcia| 8aur]ej p0r ser VCI
sim como um empregado smente occupa-iiat, analysada e approvada pelas acae.
do nesse servico. mas de sciencias de PARS E (LONDRES
5C4
1*>04
251
\ i
Ama de leite.
Precisase de urna ama de leite sem filho
ra do "Quemado n. 49.
na
' GABINETE MEDIC0-C1KKGIC0
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora do da ou
da noite, prestndose a chamados fra da cida
de, com toda a promptidao. Pratica operajoes.
D consultas das 6 s 9 horas da manhaa, na
ra Nova n. 45, Io andar. ^^^___^
na-se um meio mu excellente, para
remover de sobre a :pelle do roso, toda a
Gnde serSo traoportados pelo camir.no delqualiaa(iede brotocjas, ebulices, sardas,
pannos, mandas, impigens e espinhas
Precisase de um criado de l a 12 annos,
livre ou escravo, para compras; quem o tiver di-
rija-se a ra da Palma n. 34.
ferro centra..
Para mais explicacoes dirijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz n. ao consulado
argentina.
Aft
Sa fravessa da
te Cmm b, 2,
mdro afidar, a-se
nfrfco sobre penhores
de ore, prala brihan-
tes, seja qual for a quan-
tia. 1h E?soia casa com-
prMe os megflios me-
ndras.

IBADEaOLSRD?
de gliMBET, Dot".i.r-V.-i!fr.i
PARS.
''+0% \
N% S
mct3 garrafa, fi, itre a rolhac o pafri arul
_. Jcao ui reltotoj.0 auM Im/mAx. be Cutevo m-crx.
f. B. l'Niri.
.trndUta
de 50O*franros irtH;iris,3Cfi!*l
tOCTarr-DECIN^ tSS5S5
1 PrlWMACIEN J Aiabatiineutoed.
aBUor dcacanl*.
Joaquim Jos Gcn-
ADA DO TRAPICHE N. 17* l- ANDAt
Sacea por todos os paquete* sobre o Bar^
cedoMinho, em Braga, e sobre os wcw
* logares em Partrjgal:
Lisboa.
Porto.
Valehca.
Gimare8.
Coimbra.
Qiaves.
Tiseo.
Vida do Conde-
AtgOs de Val de \ ti. ^ t
VLanna do Castello.
Ponte do Lima. *
Villa Real.
*> Villa-Nova de]FainalcIo.
J Lmelo.
Lagos.
CovilbSa.
VmmI (Valpassc).
Mnodella.
Bja. '
arado*.
MU tquihenta^iiuas do fogos do ar de um
e tres bombas na> ra Direila n. 33, loja de (er-
ra pens. ______________________
Avise s autoridades plklm
^dia.29 de raaio do corrente anso
fugio o esenavo S3eqniel, annos de lade, estatura regular, reforcadi
cor bem:pfeta, cabera redonda, trajava ca
m>aazulo calca de cassemira cinzenta
duraste o dia cocuma andar gacbando tai
nas,ou era armazens de assucar ou as ta
bernas a-conversar e a beber; dorante ;
noite reeotlie-se a telheiros abertos, ou pe
netraveis,a casas om construeco e aoutroi
quaesquer lugares, onde se possa abrigar;
quena o appreherkler tenba a boodade de <
condiizia-a ra da Aurora n. 26, ou na di
(imperador n, 20, onde ser gratificado.
Para ear(jorlo4>ujaa|qner esca-
beleeiniento.
Aluga-se a oja do sobrado n. 48 da ra das
Trinclieiras, aonda o nado escrivao Motta te've
cartorio : trau-^e no Io andar do mesmo sobrado.
Copeiro
Precka-se d um criado bom opeire, e que soja
escrava, paga-se bem-: na ra do Comaercio
numero 3. ,
AMA
Precisa-se de urna ama para sorvico J' >:ai
familia, e que saiba -cozinhar : dkija-se livraria
econmica, ra do Crospo.
Na praca da Independencia n. 33 se da di
aheiro sobre peahores de ouro, prata e pedras
areciosas, seja qaal for a quantia ; e na mesma
cesa se compra e vende-objectos de ooxo e prata
8 igualmente se 1az toda e quakjuer obra de en
commenda, e todo e qualquer eoacerto tendenU
mesma arte.
Preeisa-se de urna ama tyie compre e cosi-
ohe para duas pessoas: ina ra Angusta n. 7i.
Bartholomeu & C,
Quando se queira servir della como feme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disflguramentos, e que tanto desfei-
ama*tndas feices do bello seso; devera-
se usal-a n'um estado de dilluicSo, destem-
perando-a n'uroa pouca d'agua ; porm "no
tratamento de qualquer espinlia, usar-se-ha
della pura em teda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de cora-
municar as fefces trigueiras e paludas,
urna pUe macia e d'uma transparpnte al-
vura, dando-lbe una linda flr de rosa :
para um tal lim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ao-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido ludo isto se refere nica-
mente a Agua e Florida e .Ml'rbav
Lanmn.
As imitacoesque se tem fito na Franca,
Allemanha, assim como em outras partes ;
sao inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
tanto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a pmanc3o
e cuidado, de quando compraran,, estejam
certas que compram.
A Gencina
AGUA DB FLORIDA
DE
MURRAY & LKmXS,
A qual preparada smente pelos nicos
Proprietarios.
LANMANN & KEMP,DE OVA YORK.
Acha-se a* venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, & C. F. Mau-
rer & C. A. A. Barboza Bartholomeu. -i C.
Pela primeira vez se expSe venda nesta pro-
vincia um magnifico e primoroso sortimento de su-
perior papel o mais lindo possivel, desde o mais
simples e modesto at o mais rico possivel, e pro-
prio para forro e guarnicao de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E' preciso ver para admi-
rar-se a lindeaa dealgumas pecas desse artefacto
A novidade e esquesitisse dos arabescos, o mimo
dos desenhos, e o capricho do doirado, encanta os
olhos e CBvida a cmpralo. O medico preco
por que se vende sorprende ao senhor compra-
dor, que apenas ser obrigado a dar urna peque-
a commissao alem do primitivo cusi da fabrica,
addicionado cora a importancia dos direitos ele
Nunca a modicidade do prace esteve tao junto da
belleza e bem acabado de um objecto de luso. O
respeitavel publico convidado a cerflcar-se de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
to Sodr da Motta & C., a ra da travessa da Ma-
dre de Dos n. 14.
JAR ACADMICO
13 Ra da Imperatrz 13 .
Ulysses & Irmo proprietarios deste bem conhecido e acreditado estabelecirnento
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
guezes, tanto desta praca, como de fra, que lend sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acha-se completamente sortido e em condices de bem servi-los .dos
seguintes artigos:
Babia e
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de homem ---------------.
soiteirA na hi ^ Carfeia n ;. para cozinhar, commendas de nessos cigarros de seda e linno, etc.
13Ra da Imperatrz13
comprar e fazer todo servico de urna casa.
Vinho, Pilul8,Xaroii Tintura
de jurubeea simples e ferruginoso;
Oleo, Pomadas Emplastro da mesma
p lanosa f preparados por
BaRTHOLOMEO & C
PHARHACEUTICOS-DROaUISTAS
A iaralxbt : ala placa hoj* reconhecida
Ele am prevengo seguro-e certo contra
Ela calvice,
e d o restaura fon;a e sanidade a pelle
da cabera,
Elle de prompto tazcessaraqueda prema-
tura dos cabellos.
Elle- d .grarlde riqueza de lastro aos ca-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos em
qualquer forma e posico que se deseje
n'um estado formoso, liso e macio,
Eie. faz crescer os' cabellos bastos e com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da cabera
limpo e Bvre de teda a especie de caspa,
Elle previne os cabellos de se tornaren
brancos,
Elle conserva a cabeca n'um estado de feaj
cura refrigerante e agradavel,
Elle nao demaziadamente oleosa, gordn-
rento ou pegadico,
Elle nao deixa o menor cheiro desagra-
davet,
Cosinbeira.
Precisa-se de um cozinheiro que tenha pratica
de casa de paste : sa ra estreila do Rosario nu-
mero 14.
Precisa-se de boas costureiras para cozer e
enfeitar vestidos : tratar na rui do Imperador
n-48.
Precisa-se comprar urna casa com quintal,
prefere-se as ras do Sebo, Pires e raesmo na
Soledade: a tratar na ra do Livrameuto n. 10.
Ama ?
Precisa-se de urna ama forra ou captiva,
para comprar e casinhar, na ra de S. Francisco
n. 84.
Aluga-se urna excellente escrava : tratar
na ra Velha n. 23______________________
AcSou-se urna corrente de ouro para relo-
gio : a quem der os signaes certos e pagar as des-
pezas do presente annuncio, ser- Ihe- ha entregue ;
na estrada dos Afflictos, sitio n. 33. _____
Aviso
Na ra da Imperatrz n. 41 deseja se fallar com
o Sr. Jos Jacintho Ta vares de Arruda a Degocio
de sea interesse.
Cozinkeira
Quem mnunciou precisar de urna perfeita co-
zinheira, oerecendo a quantia de 33* mensaes,
dirija-se a ra da Aurora n. 88, Io andar.
Ao publico e s auto-
ridades policiaes.
ontem por volta Jas 5 boras e meia da
tarde deixou-se por esquecimento sobre um
sof na sala destinada s senhoras na esta-
Co do Becife da companbia dos trilhos ur-
banos para Apipucos, urna pequea caixa
de madeira forrada de papel branco, con-
tendo entre outros os' objectos constantes
da rela?o que se segu :
I alnete de ouro, com a retrato do
abaixo assignado, tendo em circulo oito bri-
Ibantes.
1 pulseira de ouro, de lago, tendo cinco
brilbantes em outras tantas pequeas rosas
que sabem de orna argolla.
1 polseira menor, tambem de laco, tendo
duas esmeraldas em pequeas folhas de
ouro.
1 volta grossa de ouro, deiando pender
urna ccoleta com perolas em nma das
faces.
1 volta de trancelini fino.
1 par de rosetas de coral.
I annel de ouro com brilbantes.
1 oito de dito com dous pequeos ru-
fetas e das esmeraldas.
O abaixo assignado confiando as autori-
dave*> .. .. dades de polica que enviden! meios de
Elle eo memor e o mais aprasive artigo deacobrir o autor da sobtraccao.eesperin-
para a boa coaservac.50 e arranjo dos ca- do ^^ as pes8oas que negociara com joias
bellos das senfeoras, teobam presente esto iftiso, pronwtte grati-
Elle o muco arUgo propio para o pen- ficar generosamente quem Ihe posa* dar
teado dos cabellos e barbas dos serrbo- jnformar7sflS sea/iras.
ia, tan
nos e wpecialmenU io aura, hfdra
chin mi p^rt <***M0! tr wiD
*, +come ud a aflija om fUmimmof
dar-sas, taaoni
m i cpecialmenU io aura, bfdropatiu, nai-
pella*, etc.; a aasociada ao emo i at ca palliUa
core, cbUrotea e falu muMimtfU, doma'
)oa <)o MMUgo, ele., a o qo duaoaai atUatA*
iawatseraa ont importaate kiioaa oca mw
rrwnilll i* bm oonliecados e iHtoMMMil
'ionio pait PwlBjal. Ea oc
-otiloa diar.bomoa Mil fottMltf
BeSor uvMn oode a Jmm m* fliWMl
i ipplMkoii*.
Nenhum toneador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
O CABELLO.
- I mis* QritmUi
o qualpre'sett, Mmpa, fortifica e aformosea
Achare a venda aes eatbelecimentos de
a. Caors, I. da C. Bravo C. *. mrer
4 C, M. Barbosa, Bartholomeu < C, e em
todas as principaes tojas de perfumaras
informales seguras.
Recife, 30 de abril de 4870.
ManoH Martin Finza.
AMA
pn-
ebojidae,^
*,


PreeUa-se de-urna anu para todo o serrieo do
esa familia; a tratar d* ra do Pilar n. 139
aeirojaniar. ,
IPog1o do eofenfio Kacanasurino
VVRIEDADES
P0NTE1RAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e preros.
CACHIMBOS de superior espoma, de Lia-
deira (raizj de 35 at 6#, a duzia e de ou
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gailinbados melhores qae
ha neste mercado a 30 e 3300 a duzia, e
com grande abatimento em maior porcao,
ditos de louca, gesso, barr, etc.
BOLSAS de borracha e couro de diversos
gostos e preros, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de todos :s
systemas.
PH0SPH0R0S de cera, em caixas de te-
dos os tamanhos, de seguraoca a balSo eto.
PAPEL de milho, de arroz, san-com, Per-
san, pintado, oe linbo etc. palha demilbo de
I Femando a melhor possivel.
Alm dos artigos mencionados encontrarlo nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a .retalho e que com suas -presencas
sero satisfactoriamente bem servidos : bem como nos encarregamos^de qualquer eL-
. CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo,
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
depalba Je S. Paulo, de. 33500 a 7500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurily.
Imperiaes, Tenentes do Diabo, Duque de
Caxias, ('.andn etc.: de .papel, de fumo
de Daniel, General Osorio,# Conde d'En,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaos, Baependy e
muitas outras qualidades.
F1IOS
Afamados de BAEPENDY em caixes de
20 libras 1-5400 rs. a libra, em pacotes
a 2)5, de 20 para cima a 1S800 e em maior
porcao 1#)00 o pacote de 1 libra, dito
em latas dequarta a 6i0 e 500 rs., e outras
muitas qualidades como sejam : Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
un da mi
-RA NOVA--50
Os abaixo asignados proprietarios oeste estabetecimento, participara
qae, continuam a vender muito barato e em vista ao grande sortimento de
miudezas da melhur qualidade chamara a attenc5o dos Srs- commerciantes
de retalho afim de comprarem o que Ibe for conveniente ; com descont de
10 0o, pagamento realisado no mez da compra.
Jos de Souza Soarea & C.
LOJA DE JOIAS
DB
&
no dia
88 de abril de 87~o~escravo Felip( com idade
de SI aanos pooco mais ou menos com os sigpaes
serainte; preto, aliara rendir, ollas empapas-
sadM, dteslim4Hp*|Tabdes; cfceiodocor-
Em casa de THEODORO CHWSI1' po,l"pu wiiua cal^a de trlm de quadros, ca:
. da, Cruz ijvJL encoB-am-w lUttti^-m&l
MAI. udaa as BJSkdes A nihi ^W BlSSlt
Jordeaui, Boargogne e do Rheno. IdoLtTraaej
Este antigo estabelecimento, completa-
ueste reformado le novo, est as condi-
oes de servir vantajosaraente os seos fre-
;n6KP89 visto que acha-se prvida oom nm
)xplendido sortimento de obras de ouro e
jrata de lei, astfm como brilhutes en-
tras podras prefciosas^ ^ pnjos^ jr^ sil os
nais mdicos que se pdde encontrar.
As joias compradas nesta ca^recetem-
ie em troca on Jtiam-se coa peqgbo
ibate. f
'** **hMH Wg%M IWit
1/
/
i
I

<
f


.
Diario de Pernambuco Segunda feira % de Malo de 1870.
V
\

alagar una
para andar ca
tsr na ra id
Precisa-se de um criado oa ama para o ser-
vido de Cala de Iiomem solteiro: no pateo doBiy
rano n. la. ,.&kf M
Precisa se de um bou c leiro, >endo li*r
para alugar. e suado captivo ira-se uu aluga-
es : na ra da Con b. i8. ariwKem.________
Dinheiro achado
Na rua do Qaelmado, boje Duque de Ca-
xias, loja n. 45, acbou-se a 15 dias alguno
dinheiro que se suppoe ser de um voluuta-
rio chegado no 4o batalhao, Jizendo a quan-
lia e at notas ltae ser entregue._______
Trabalhadores.
Precisa se de homps para o, Rio-Grande do
Norte, que se queiram dedicar as trabalho de
amassadores ; quera quiler dirija-se rua do
Amorim o. 37, era casa de Tasso Irmaos A C
Precisa se ae nm ciiieiro para taberna de
H a 14 annos : a tratar no pateo do Tereo n. 63.
Feitor-
No sitio do arco da travessa da Ponte de cha'
precisa-so de um feitor, procure no rnesno.
Atten$o
Vende-se o rendimento annual do pedagio da
ponte da travessa da Ponte de Ucba Sant'Aana:
a tratar no sifio do arco. <
Tratas*io Corpo Santo n. 25
ARMAZEM
Rua Nora n. 28, loja Antonio
P^dro de Souza Soares.
ira, II chado TC, avisam ao respeitave
00 ios Jugares cima encontrara no mes-
empre grande quantidade de ditos pocos, e
acnam habilitados para vender por menos
que ontro qoalqner, por Isso que os recebem di-
rectamente do fabricante Nerton, de Londres.
As vantagens que offerecera os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser conocados den-
tro de casa ou fra, com o trabalho de ama a duas
horas: segundo, fornecerem os mesmos agua pu-
ra e abuLdante, podendo' serem removidos de um
P* outro lagar, quando assim convier.
Os annuneiantes sreeebero a importancia dos
referidos pocos depois de collocados, sastazendo
a esnectatlva do comprador.
\ ATTNfjA)
O Sr. Tftoma Barre to Lins de Barros, filbo do
coraraendador Jos CaBdido de Barros, foi chama-
do por mim rua das Criues n. 9, 1 andar, acer-
ca de urna flanea que o dito senhor flcou de um
dos meus. predios, e como ignorasse a residencia
do referido Barros, chamei-o por este jornal. De-
claro que fui pago nesta data da dita flanea pelo
mesnio Sr. Lias de Barbos.
Bellarmino da Costa Dourado.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000|1
Bilhetes garantidos. *
A roa do Crespo n. 23 e casas do costme.
O'abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
m sones, 1 meio n. 2980 com o:000#, da lo-
tera que se acabou de extraoir a beneficio da
igreja da Casa Forte (141a), convida apa possnido-
res virem receber na conformidade do cosa-
me sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 4' parte da lotera beneficio da igreja
de Santo Antonio de Itainb (U">'), que se extrahi
r quarta feira I do mez vindonro.
Procos.
Bilhete GJ000
Meio :i(X)0
Quinto 15200
Em porcao de 100J para cima.
Bilhete. 35500
Meio f7oU
Quinto 1*10U
Manoel Martina Fiuza.
Mudanza.
Xa rua Direita n. 33 precisa se de urna aira
para o servico de casa.
Ama.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
o servico de urna casa com pouca familia, rua
Nova n. 5, Io andar. ^^^^^_
cm este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
.-cimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo ludo quanto
fieo bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
vara delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
spera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
bcos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
s, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
[colheres, palileirossalvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
bcionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
le em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
rtencente a esta arte.
Ha para alugar urna escrava bel que com
pra, ensaboa, engomma e cozinha soffriyel, ha d-
acompanhala um filho que j anda e nao income
moda ; na travessa de S. Jlo n. 8, perto do g-
zometro, casa da esquina ; da? 6 as 9 da manhaaa
^AffENCAO
Precisase alugar um moleque de 12 a 14 annos,
pouco mais ou menos, de dade, para mandados e
alguns servil' >s de casa, qne tenha boa conducta :
na rua da Boda n. 48, sobraeo.______________
Ama
Precisase de urna ama para o servico uterior
de pequea f;milia : na rua da Amizade n. 21
Canunpa.
Acha-se justa e contratada a casa n. 16 da
rua Direita dos Aogados, se alguem se julgar
com direit a mesma, neste3 tres das ententenda-
se na rua das Trincheiras n. ."iO.
1I31IS!S1$.!;
No armazem da travessa do Corpo Santo n. -25, ha sempre um completo
tortimento de objectos para carros, e que se vendem por presos muito rasoavei?, como
sejam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
Solas idem dito.
Oleado preto e de cures.
Colleiras de lustro o que ha de melhor.
Guarnifoes de fino latao para arreios, completos.
Lanternas e vellas para as mesmas
Eixas patentes para sebo.
Joiiqutm Lopes Machado & C.
m m

O armazn do VAPOR t'UANCDZ rua nova n. 7, .ISmbra e offrece por commo-
io pre?o aos dgaos moradores da rua do DUQUE DE CAXIAS, os lindos GLOBOS de
capel de cores : verdes, amare los-, encarnados, e cor de rosa, para ornarem todas as
-arandas e abrillantar assim a bella e grande il uminagao qne tencionam l'azer, que por
maior que ella seja, nao dispensar de ser matisada com as differentes cores dos men-
cionados globos.
Imperial e reai consulado da
Austria eHungTa em Per-
nambuco.
Pede-se a quem poder dar notieias exactas do
subdito uugaro por nome Josa Ziffer, annos che-
gado ao Brasil, de communicalas neste consula-
do. Como tambem nao se duvida dar urna recom-
pensa, se for preciso, para obterem se ouis fcil-
mente as noticias que se pedem semelhaute res
pcito.___________________________________
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a plithysica e todas as molestias do peito.
a'sa parriiha
Cura ulceras e cliagas antigs, impigens o dar-
ros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
l ilulas cathrticas.
Puramente vegetaes e som mercurio, cura se-
zoes", curam e purificam todo o systema humano
Vende-se efectivamente em casa ae Samuel P
ohnston & C, rua Precisase de um menino de 12 a 14 annos.
para caixeiro : na taberna da rua de Santa Hita
n.33.
AVISO.
N. Danheisser, estabetecido com casa de nenho-
re3 na travessa da rua das Cruzes n. 2, fara leilao
no dia 9 do crreme, por inlervenco do agonte
Martins, dos objectos dados em penhores, sob as
cautelas ns. 1, SO, 37, 72, 96, 12o, 139, 141, 180,
202, 214, 230, 232. 242, 254, 259, 279, 281, 294,
296, 300, 344, 337, 364, 374, 376, 378, 387, 411,
4i2, 427, 440, 460, 461. 463,480. 482. 484, 304,
507, 510, 7 A, 8 A, 18 A, 23 A, 26 A, 35 A, 58 A,
63 A, 99 A, 103 A.104 Ae 103 A. As pessoas que
quizerem resgatar on reformar seus penhores ven
cidos.pagando o respectivo premio,podero faze-lo
at a hora do leilao.
ArreDBatacfto
Hoje 2 de maio, na audiencia do juizo do com-
mereio, serao arrematados por venda os seguin-
tes bens:
Um sobrado de dous andares n. 25, sito rua
estreita do Rosario, fregcezia de Santi Antonio,
avahado por 15 OOOJ.
Uro sobrado de um andar e sotao n. 2, sito roa
das Aguas-verdes, avahado por 5:090*.
Um sitio na tra>essa o Brito, freguezia de 5.
Jos, avahado por 18:3001.
Os quaes bens foram penhorados por Manoel
Pires Ferreira, em virtude da execucao que move
pelo cartorio do escrivao Manoel Maria, contra o
casal de major Antonio da Silva Gusmao.
ATTENCAO
VIDA DE SANTA VERNICA JULIAXI.
Acha-se venda o livrinho da vida desta santa
serva de Dos, traduzido do italiano em portuguez
a 1 600, o resto d s exemplares que existora na
livrana universa), rua do Imporador n. 54.
Ama.
Precisa-se de urna ama para o servico externo
de urna casa de pequea familia : a tratar ca rua
do Imperador n. 79. loja.
Precisa-se de nm escravo para todo servico
de casa: na rua das.Larangeiras n. 10, hotel fran -
cez.
Lembranca.
MARTIMOS
E
COITRAFOGO.
A Companhia Indemnisadora, estabeleeida
esta praca, toma seguros martimos sobr<
lavios e seas carregamentos e contra fog(
m edificios, mercaduras e mobilias:
na do Vigarion. 4, pavimento ter eo. __
Ama
Precisa-se alugar urna ama p..ra t'azer compa-
nhia a urna senhora, l'azer compras na rua e co-
zinhar, que tenha boa conducta : quem esliver
nestas rir:umstancias procure na rua velha de
Santa Rita n. 66, que s^dir gusm precisa.
todo o servico ordinario de urna csa: trata1"
na rua.da Cruz n. 20, ou na Cadunga, porto La-
cerre n. 26.
Roga-se o favor a pessoa que mandou buscar
urnas perfumaras rua da Imperatriz n- 82, casa
de cabelleireiro, para escolher como prova do bi-
lhete a bondade de restituir estes objectos ou a
importancia delles, do contrario ver seu nome
por extenso com a publieacao do seu biihete uas
paginas deste jornal._______________________
Antonie Fernandes de Pigueiredo Paiva re-
tiiando-se para Europa, deixa em sua casa com-
mercial da rua Direita n. 129, Francisco Lourenco
da Silva, socio gerente da firma Figueiredo Paiva
Lourenco.
O Dr. Carolino Francisco de Lima Santos mu-
ou sua residencia e consultorio para rua do
Imperador m 57, 2 andar do sobrado cujo arma-
zem conserva ainda hoje o nome de Alianga,
temi a entrada, que pelo l3do da ponte Sete de
Seletnbro, o'mesmo numero 37, da frente. Ah,
continuando o dito Dr. no exercicio de sua pro-
Sssao de medico e de operador, pode ser'procu-
rado a qualquer hora do dia e da noute.
Attentfto
O Sr. Galrfio, acadmico, tem urna carta na rua
larga do Rosario n. 44.
COMPRAS.
Casa terrea.
Compra-se juna casa terrea : tratar na rua
da Madre de Dens n. 16, loja.________________
Compram-se moedas de ouro e prat\de to-
jos os valores, ouro e prata em obras inutilisadas,
brilhantes e mais pedras preciosas : na loja de
jurives do arco da Conceicao, no Recife.________
0 muzeo de joias
Na rua do Cabng n. i compra-se ouro, prata
i pedras preciosas por precos mais vantajosos do
le- em outra qualquer parte.
Comprara-se e vendem-se diariamente para fra
dentro da provincia escravos de todas as idades,
ores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
rceiro andar do sobrado n. 36, rua das Cruzes.
freguezia de Santo Antonio.
Com muito maior vantagem compram-se
noedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
acao de Ouro n. 2 D, rua do Cabug.
Compra-se
urna preta do meia dade, que seja sadia. para
servico de campo, assim como urna com habilida-
des : quem ti ver pode, levar na praea da Inde-
penden Ma n. 39.
Compra-se urna bali.nca decimal usada, que
pese at 5 arrobas : na rua da Guia n. 36, ta-
berna.
O conseuhor de duas partes do engenho Mo-
zambique, vista da declarado do Diario de sex-
ta feir, 29 do conente, deci.ira para evitar duvi-
das, que elle- nao snjeita aquellas -uas partes
permulta ou venda, e ineunoa conlnM dereuda,
a nao ser previamente ouvid>.
VENDAS.
Vende so a armaeao da taberna do pateojit
Penha n. 8 : a tratar junto n. 10.
Cabriolets.
Vende-se dona eabnoiets, sendo um coberto e
de quatro rodas, e ontro Dogcart, ambos com to-
dos os arreios e pertences : ni cocheira de Tho-
maz Lins, rua de Santo Amaro.
U
Attenco.
Precisa-se de urna ama, preerindose lesera va,
para casa de pouca tamilia, que saiba eozinhar
bem : na rua da Madre de Dos n. 7, Io andar.__
HM-SE.
Na Magdalena, entre as duf* poales, urna boa
casa, com duas sallas, quatro quartos, gabinete c
cosinha, quartos : quem pretender dirija-se a raa da Im-
peratriz n 1.
2 Tem para vender: 3
Quem quizer alugar urna escrava moca para
o sen-ico interno de urna casa, dirija-se a praca
la Boa-vistan. 11.
BOTA
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
DE
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 11-RUA NVA-N. 11 ,
Partecipa ao respeitavel publico esta cidade e das mais provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditado armazem de instrumentos "para mosi-
sa.faca.ba de chegar um grande e esplendido sortimento de
FH1QS-
O que ba de mais moderno, de teclado fixo e mobile, e com transposico ou sem ella, de autores os mais acreditados [cesta geidade, [como sejam : os
kamacos e bem coihecirlos pianos a fabrica do Sr.
AFFONSO BLQNDEL
>
b
d Paris, e quena o annuoctante o uoico agente oesta cidade, conao prova com o documento abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
cados especialmente para o clima deste paii, sao os unicoa que offereoem urna garanta segura de sua diraco. Ellas sao aqui bastante contaecidos desde I84i, para que
seja neclss;?r-0 insistir sobre sua superioridade. As suas vozes s3o muito flautadas e melodiosas. Elles possuem um laclado que se presta a todos os caprichos do
sniores pianistas-
Todas as pessoas que eomprarem piasos oesta casi, lio rogadas a exigifem o certificado de origem assignado pelo Sr. Btoodel, afim de provar a sua
tttencidade io amero de piano com o de certificado.
AO PUBLICO
Mr. AlpHoose Bloude, fabricante de pianei emfPAJIIS, deeclara ao respeitavel publico de Pernambuco, que o nico deposito de seus pianos na cidae
do Recife, i RUA NOVA N.- i i, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Outro san que todos os seus (pianos iro accompanhados de boj certificado de orgem assig
nado por mim. *' >tl4
Paris, 24 de falha de 1869. (Asssignado) Alphonse Blondkl
O arjriucianie tambem troca e alaga pianos. E tem o maior e mais eiplendido softimeoof g novospiatios.
o mvm^A iara psmi
Al quaes recebe directamente da Europa edv fto de Jtaeko; das acreditadas casas, dof >$rS/f
sjrsr^s^ssrp^'^^^
erpelbos de lodos os tamanboa talagarca, Has e agulbas para bordar, e muitos outrosartigos que o respeitavel publico encontrar sempre ueste armazem, o rroal estar
aberto todos os das at s 0 horas da noute, aiim das Exmas. familias poderem ir apreciar os reus pianos.
Joaquim Ro dr i uos Ta- $
vares de Mello, m
Proa do Corpo Santo
N. 17.
0
Cal de Lisboa.
$
j Potassa paRussia. i
Vinho Bordeaux. fe I.."
qualidade. S
Farinha de man- i
dioca. |
Faiello de Lisboa. 1
0 &
A rua (Jo Duque'de Ca'xiasn 21.
CANTIGA BA DO QDEIHADO)
Nao foi sem fundamento nit? a .NOVA
ESPERANCA tem deixadb de l'azer cis seus
annuncios/a razo simples, ella eutnde
qne tudo em dertasia aborrece... por isso
como j tinha dito e scienlitfcado i sua boa
freguezia o mie^onsiantemente ia receben-
do, ou tivesse feTto* mu las vezes, receiou
tornar-se massante, as^im pois rtcolbeu-se
um poeco ao silencio, mas nunca deixando
d'empregar os verdadeires esfon;os, j con-
tratando maior numero de correspondentes
oa Europa, j descobrindo bjectos do mais
apurado gosto e finalmente assignando o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com figurinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. para desta forma melhor
servir a sua constante freguezia; e com es-
pecialidade ao bello sexo, quem aHOVA
ESPERANCA ufana-se em olTerecer-lbe
seus servico8, apressando-se desde j em
declarar que tem recebido ultimamente
enlremeios e babados bordadosMransparen-
tes e tapados, chaposinhos de setim para
bdptisados.
Finas toncas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meiasde seda e fio de escocia para enan-
cas.
Dedaes d'osso, marfim, a<;o e madrepe-
rqla.
ptimas navalhas, afiadoresemassa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Ronitos sapatinhos com biqueira, sendo
com salto, para meninos e meninas de dois
a doze annos.
Roas lentes com cinco melimetrosj para
contar-se os Oos de qualquer faada.
Tesouras para fri?ar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos.
Mollas para segurar Costuras.
Ronitos linteiros de dovos moldes,
Meias ile la para homens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linho e de seda, sendo prelo e
brinco, liso a de salpicos, e outros muitos
objectos expostos a venda rua Duque
de Casias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
MUITA PERILMARIA.
A NOVA ESPERANCA, a raa Duque de
Casias n. 21, acaba de receber muita per-
fumara dusmelhores (mais afamados Ca-
bricantes, como sejam linos extractos para o
lenco, essencias concentradas de rauilas qua-
lidades, ollios de agradaveis clu'iros-para os
cabellos, e bonitos vasos com babanha, !:i-
dissimos vasos com pos de arroz, sabonetes
de differentes qualidades etc., etc., assim
pois os apreciadores do bem, venliam satis-
fazer SUas paixes na NOVA ESPERANCV.
PABA ALVEJAlt F. CONSERVAR OS DKNTES.
P de carvo de rosas : veinleui-se rua
Duque de Caxias n. 21 na NOVA ESPE-
RANCA.
Para acabar com as fardas ou pannos
recebeu a NOVA ESPERANCA, rua Du-
que de Caxias n, 21, o veidadeiro Jeito de
rosas brancas.
*alsS Vareis-:*o.
eode-se na roa Duque de Caxias n.' 21.
PARA LOTO.
Brincos, broches, vorta, pul-eiras, Brol-
las, j entes, botocs para pannos e cad
para reloglos.
A NOVA ESPERANCA. querendo salisfa-
zer sua fregaeaia, nyimeute em gbjecios
(Talegria ou de luso, que? Uimbcm acom-
panhar aquelles, qo infelizmente perdendo
alguem de sua familia, amizade, precisara de taes objectos, assim
pois a NOVA ESPE1AM,;a, mandou viro
que ha de melhor neste genero, porque
sendo taes ohjeclys de cor tieera, sendo
de m qualidade, nio somente tornam-se
tristes como al repugnantes, o que i
acontesce aos da NOVA ESPERANCA. p<>r
que apenas exprime o sentimento pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeico com que taes objectos sao tra-
""MI
Milho das Ilhas
R
Feijao do Porto
era sacos erandes, das qualidades abaixo men-
cionadas, e por menos preco do qne em outra
parte.
MILHO NOVO
Feijao mulatinha F'iijo preto.
Dito branco Dito rosado.
Dito amarello Dito rade.
VENDEM
Jos do Reg Borces & ti, a rua Jo Vigario n. 14.
ESCOLA PHARMACEC'TItA DK PARS
Medalha de Vrata 1860
yQUEUS
DE
GOTOMWCBgfflffllEg
EXTRACTO DE ALCATRAO.
tnico ii)pdoaiiK Hospitae* re franca, Bel|ftca e kspanha como a
melhor prpjraoao iuslautane* e requlada em
dusts da AOIIA Dl^ AI.CATItAO.
(Chiat colherada $r>>ndtdeliqi.i.lopor cailn
litro de anua, ba urna cothe'mdu pequea por
cota copo grande.) *
O modificador mal* enrgico da nlu-
eo *a nioutaco, dos pro> hlo* r da
achica.
Exigir a firma to inventor. >*;,
DPOSITO OEIAI ^.^^
loe des Fr*Bfs- Boargeois, 17 <=^/^~>
Ew/fARB. "^.f*y,
Dposito : v Ra dn Janeiro, DnponchHc; na
B':hia, Silvj Lom's; na l'ernambueo, P. Maurer
i C"; i rtrcukut, Ferreira d T".
Vende-se a taberna da rua d3 Santa Rita n.
5.1 : a Iratir na mesma.
O livro para o mez Acha-se venda ni raa do "Imperador n. loo
bem conhecido livro do mox de maio, coniendo
alm do mai*, versos, ele, e lambera os cadernos
de "versos proprios para a mesma ovoco, ntida
impreman, e' preco muito cwprood".
S
Venda-se a ya terrea com wia>^ita^ OA
ii>^nJB :l. eum i brdo inm 'iidar
'e oliinjae flea as Toados da mesma. sito no bee-
eo do Motocoioml. n. 6 : na raa da Croi n. 63 se
dir quem vende.
IIIIAIU
Attenpao.
Vende-se oa roa do Qoipie de Casias (antija
rua do Queimado) n. 1, cuitas de bom panno e
bonitos padrOes a 200 rj. o covado, pech^ncha.
Vndese 10escravas ptetwp moJ^iMe H
90 jmof, algum* rom hahilidadeaTfe to-
nim fltfr : na>aa deWor!
_ Vndese Bn b'ooiu rtioleeall 4 an
bonita p pessa prrpria para mocambs e n
mo para se farer ama dadiva : na rua de Hoi
n. 99.


DO
BRACO DE OURO,
Rua do Imperador n. 26
Os donos desle estabelecimento desejafl-
do pr em praiica nesta capital os costu-
mes das confeitarias das primeiras capitaes
a Europa e Brasil (Rio de Janeiro) fazem
sciente ao illu.strado publico desta capital
que na prxima semJna santa tero este
estabelecimento primorosamente decorado
e enfeilado com rim completo e* variado
ortimento de caixinhas de differentes qua-
lidades e gosio, um completo soitimento
de araendoas confeitadas de todas as quali-
dades, confeitos e pastilhas as quats ser-
vem para enchimenlo das mesmas caixinbas
ad vertindo ao Ilustrado publico que na cida
des, cima mencionadas est inteiramente
em uzo brindar senboras com este delicado
ptesent e vendo nos que at a poca pre-
sente ainda nao houve alguem que tivesse
a lembranca de proporcionar aos amantes
do bello sexo nesta cidade o ensejo de dar
suas demonbtracoes de estima, gratid5o e
amisade com um bello presente, nos toma-
mi s a nosso cargo t5o ardua tarefa atten-
dendo as duvidas do bi m oa mi resulta-
di, qne podermos collier.
O publico encontrar ludo mais que ro-
latava o antigo annuncio neste Diario, as
Exmas. ;unilias na occasiSo de visitar os
templos poder ao vir frtalecer-se com bons
lanches, \iulios, licores", Gbampagne, serve-
ja e refrescos tudo do melucr que possi-
vel. Esperamospois da concurrencia do
respeitavel publico em geral.
Vendo se ou alii(a-se urna caes na estrada
de Pao d'Alho, no lugar denominado Campia
Grande, sendo urna das melhores casas rio Ingar,
tanto para negocio como para coramodos i fa-
milia, tendo bastantes fracteiras, baixa para ca-
pim e bom banho : quera prelonder dir(a se ao
wgar indicado, que se fai todo negocia

m


' .... I I-


t)iario de Pemambaco Segunda eirt
A.
TI
v
Roa J&que de Casias n. 53
Na loja da VERDADE continna-se a veo>
der por baratsimos procos todos os arti-
go de miudezas e perfumaras do sel
grande e vahado sort:ra-:nto, garaiilindo aos
compradjres toda a tincrridade.
Lindas booecas de Cra e" inas.sk por ba-
ratissimo prego.
Espelhos dourados para pendurar a
160 r.
Aglhas de osso para crox a 2C0 rs.
Pentes linos para segurar cabello, a
3*0 re.
Cbainins para gaz a 3tO rs.
Garrafa com tinta al izan no, a 15C00.
Dita ct)m agua florida a i^5C0.
Dita com dita dita a 150. o.
Tnico de Jayrae a 13300 o frasco.
Frasco comoleo expresso de babosa, de
240 a 040 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a i 000
Dito com extractos finos a I000.
Dito com sndalo verdadeiro a 15200.
Latas com bantu muito fina de 120 a
240 rs.
il .Hites muito finos e diversas quali-
dades a 80, 100, 240 e 320 r3.
Finas escovas para dentes de 320 e 503 rs.
Ditas para facto de 500. e 600 rs.
Ditas para cabello a 5X0 rs.
Pentas para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bafalo a 210 e .320.
Peales para tirar piorno de 160 e 240 rs.
Pavios para gai. dtizia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
de f 60 e 40 rs.
Pannas caligraphicas muito finas a 15100.
Ditas de lauca e mosuha a 800 rs.
Lindos babadinhos e ntremelos de 500
e 15300.
Gmsas de botoes de louga de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizado a 700 rs.
Diiascom onvelopes a 4S0 rs.
Ditas com obreas a 4U rs.
Dit com aglhas fundo doorado a
2h rs. \
Thesoura para costura a 240 rs.
Linlia de marca^ixa a 280 rs.
Carriteis do 'inhas de Alexaodre de n. 70
a 200 a 10 rs o
Gi ampos muito Gnus, com passarinbos du
zi?a 200 rs.
Cartas fran^ezas para jogar dnzia 35000
Ditas porluguezas, dzia IrJOU
Pipet alinago superior qualidadc resma
JOS.
Lm muito fina para bordar libra 6J500
Fitas para debrum desapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs..
Dilos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para futo, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
cores de 40 a 100 rs.
Fias para cs, peca 480 rs.
A'Iineies de lato, carta 100 rs.
Sananhos de lam para (reanca de 400
0 &0 rs.
1 jCulcadeiras a 40 r^.
Grvala de seda preta de 400 e 800 r.
DiUi de croxe, brancas de efees 500.
.Dita de gorgurio de cores a 800 rs.
9a verdade a roa que de Ca-
_________alas n *a.________
Veae-se nina carroca 'te nioHa para cavale
com mero 79.________
Estamphas.
Venito-e na na da Cnu n S, andar.
COGNAC
da mnito acreditada marca Rouyer Guille! & C. de
cognac. nico deposito era PuWambuco, era casa
de Carlos P. da Lomos < roa do Vigario nu-
mero 10.
Milho e arroz de casca
Vende-se milho e arroz do casea novo cm sac-
os, no trapiche 4a compatihia: a tr*tar na ra
da Cadeia-velba, casa n. 1. andar.
ItAPfi POPULA*
FABRICA RACIOM DA Mili
DB
Teixerra UldurtcofrC.
Adia-se venda este ptimo rap, nico pode suppnr falta do princeza de Lisboa, por
de mu a_gradavel perfume, viajado, e a prego i
m iis mdico possiTM; e por isso tem sido assjc
acolhido as praeas da Baha, do Rio > Janeiro
em ontras do imperio : no escriptoro de Joacroii
Jos Goncalves Beltrao, na do Commerjk)
mero 17.
Bichas hambur gnezas
Nwte novo deposito recebe-*e Tr todas os pa-
quetes translantcos bichas de qnalidade superior
e vendem se am caixa on porgo mais pequea,
e mais barato do qne em nutra qnalqaer parte :
na rna da Gadea do Jtecife n. 51, ( andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernarabuco caes da alfan
doga velba n. 2, i anda.
BENTO MACHADO a C,
A AGlA NKGRA animad* com o boa aocoMacato que Uve em seus annun-
ios, vem novo participar a seus freguezt que. acaba de recebar um variado sorti-
nento de efectos de gosto os qoaes sero vendidos por preces muito razoaveis, pois
ruando fes os 9 primeiros anjiucios, f|i o que sssegaros, o sea mdo de errar,
jorque como jl dfsse oat tntefessss ligada a urna casa importaoradesta praca, e
por so poderi ter todo especial e vender por procos admiravet.Ghama pois a atten-
%M do seos reguetes pan oa arttgos pnssa descreter:
Livroe com o tawpo do arma* edre* Um variado sorttments .de cbaroteiras e
jerota e tartaiuga, proprios para mssa. 'palliteiros de poreerans,
Garafinljas vaxias pruprias para prsenles i Teatl)s ftn voltarete.
Travessa do Corpo Santo B.TI,
Os Kredjtados cyliodro americanos para padaria, por dous dlereotos jMewm.
Machinas, para descomcar algod5o pelos melbores fabricantes de New York.
Machinas de vapor systema de locomotiva e palias para as mesan*.
Carrinho* amerieanos para transporta/ vulumes em armazens. fuaptr -
eos razoaveis. -
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 26
Cortes de vestidos B
j blond.
Acaba de rlieyar i tuja dos arios rqs> fe
: Crespo n. 30 A. do Alvaro Aagnflo d* llmiili
' & C., 10 auis ricas cortas de venid s 4 IM
i que tem vindo a este mercado para ftirimaUn ,
i s*Hm como cortes de vestidos te atxk de cof de
j godos inteiramente novo?, e tarabea nm flmBin
; soritraenlo de chapeos de velludo pai sciiti.ra*.
ausa de gosto.
tndispensaveis .}e palinha e de ctmro pro- i
irios para senboras e meniuas trazer dos '
NMMi
Binculos drt madreperota, raarlm e tar-
;iru?a todos esmaltados.
Bengallas com marfim, cousa especial.
Sabonutes de alcatro.
Cofres de folhas para dinheiro.
Lindas caixa para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-
Venda,
Vende-se a barcaca denominada Academia, a>
va de primeira viagem a este p.-rt > e de lotaco
de C000 arroba?, quem a pretender derija-se ao
escriptoro de Alfredo 4 Barbosa Jnior, no lar-
go do trapiche da companhia.
Vaquetas
envernisadas e grandes para c >berta de carros :
vende -se na ra da Cadeia do Hecife, armazem
n. 24.____________________|_____________
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da sena d'Arai.i-
nha. Cear: ra da Cadeia do Itecile
o. 5.
MACUMS MBA
COSTURA
Vende-se on troea-w por caa wsta niwa
: o sitio denominado du* Boritiz, antig casada la-
vagem dk ronpa, cem pande easads vvenla.
senzala para pretof, estribara, banr iro de paira
e cal com agua corrente, t.aixa ( ra capit)
pran'.'e teiroio para plantacSes : qn no prt
der dirija-se i praca da IndeoemUinf i n. 33.
i Vende-se ura boi farro proiio paraar
. regar assncar o gneros : a trata no cam do
i Ramos n S2, com Amonio Jos far Ico, pee es-
tar para retirar se para Jaropa.
Acaban de cuegar ao GRANDE BAZAR ,
UNIVERSAL, i ra Nova n: 22ca*neo n ~ **?-* n> "terne em
i na rregner a do S. Jos na rna
viAfiNAum completo sorumento de ma- 8e ir quem vende
chinas para costura, dos autores mais ce-, VeQdt).w a ~r\5J
ntiecidos, as quaes estao em exposipao no n. 38 : a tratar na mesma fu n. 3*.
ra Direiu
Cintos largos de setim, cousa mteiraae- ,- _
nova. j008'
Fitas de sarja de toda, as crese largo- i Tategoreepara-bordar.
as para !acos. | Um completo sortimento de eneites de
Toacas, sapatinbos raei'as de seda e ma seda para vestido,
wrtences para ba^iUsado*. i Pwfumarias de todos os autores os mais
Fitas com inscripc5es proprias para bo.1- acredtbdos em ostractos, pomadas e leos ?fsmo Bazar garant.ndo-se a sua boa qua ^rt i,
fuetdenoiva, e finalmente outros moitosobjectos que nao ^ade^^"^^-e^ PfS! tal HOVa (fe L] 300a
Ricos vasos com p do arroz. possivel meocionnr ; mas com a vista se
Um variado sormertte de jarros de por- eertificarao do sortimento deste eslabele-
ftiana. cimento.
Aguia Negra, rna do Cabug- n. 8.
TfllMS EllAllAPBS
a todos os compnidores. Estas machinas
sao iguaes no sea trabalho ao de 30 costa-
reirs diariamente, e a sea perfcicio tal
como da melhor costureira de Pars. Apre-
sentam-se trabalbos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, fot a nica admittida
Expoiigo Universal, por ter sido reco-
nbecida superior todas as preparacoes at
hoje existentes, sera alterar a sade.
VeDde-se a 1(5000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
1. andar.
ji vender
do puro a 3C0 a libra c kiljjrramma 800 r^. : na nm completo sortimento do ferrageae miudei*
ra larga do Rosario n. 3, defronte do qnar'el de finas e grossas, como sejam baadk chinezas
poli;ia rcfinacaii noVa. quadradas e ovaes, facas e garfos \1 2 bc-
Chegou a loja de Paredes Porto, a ra da Imperatriz n. 52, (Porta Larga) um bo-
nito sortimento de toaba. linbo para mesa, assim como os competentes guardanipos ^ZJSSg^A* de
que se vendem a prefO baiXO. 2. ^,-te i^O a libra e kilogramma 400 rs.. toS*|
PAREDES PORTO veude laasinbas a 2M) o covado, (azenda de 500rs, para acabar sorte lio a libra, kuogratuma -'20 rs., e caf moi-l
na ra da Imperatriz n. 52. _
PAREDES PORTO vende algodo com pequeo toque de avaria a 3^300 o'ijJOOO,
a pe?a ra da Imperatriz n. 52.
PAREDES PORTO vende chita preta para luto a ICO rs. o Aovado na ra da In>
peratriz n. 52. Porta larga.
CHALES
\>nde-se chales proto de marin a 3iJ000 fazenda superior, na ra da Imperatriz.
PAREDES PORTO vende meias para senhoras a 25500 a duzia p'r ter um peque-
no mofo, na ra da Imperatriz n. 52 porta larga.
PAREDES PORTO vende cortes de calca de casemira preta a 3#500 e 4-5000.
PAREDES PORTO tem para vender panno preto superior e casemiras de cores e
pretas que vende por prcos commodos.
descarref ada itcj do pataun Marb e ved
.tuaquiui Jos llamos, na rnafa CruaTa. 8, mi-
meiro a Vende-se unta parte do nienholBrgatork.*
e grande produccao para ariculroli, sit na
regueata de feHaraw. assim n se venda -
tra part' do enfeoho Corte deja, afxo ao
purgatorio, qne nraho convem toprar ambos: a
tratar no Remedio com o Sr. Aupiu Meaciio Cor-
deirade Gusiiao. T/
PARA AWT&TAT
3 portas, loja de irragem
53~Rna Direii--53
Neste grande estabelecimento, i
Vndese urna bonita escrava mora, sem li-
cio algom : na ra Direita dos Afolados n. 68.
LOUCA
da
toes, balanco iuteiro e i/2 baianco; Aellas, eha-
Iheiras, cacaroflas, frigideiras, "assad/as iau-
de ferro como do porcelana, moinktc fe ^ ^
diversos lmannos do fabricante JapvXof j^i^
graiuno, tanto de ferro como do a melros
para medir fazenda tanto de ferro c"mje |fej^
salitre, breo, barbante, enxofre, papol irca yix.
do, do verdadeiro Picardo, mchicas p^ MPa
rocar algodao; alm de antros ar))osi lerra-
' gem, miudezas cutilarias finas, que s c a TUI.
ta se vsrinca; na rna direita n. 53 loja p,-.-
CHALES, GRANDE PEGHiNCHA.
Cbe?ou a loja da ra Imperatriz n. 52 de Paredes Porto
chales chinezes fazendas muito boas para senboras trazerem
por 5,->000, eslo acabando-se na
a do Leo.
um bonito sortimento de
em casa, est vendeado
Loj
Grande armazem na rna
imperatriz n. 6
Neste grande armazem vende-se tonca ingleza
finas e ordinarias, apparelhos de porcelana para t de Manos) Rento Je (Mrreira Brasa*
pnlar e para cha, jarros para llores os mais boni- j
tos e de gestos modernos ; assim como grande .
sortimento do vidros Unos c ordinarios, qne tudoj
se vender tanto a retamo como por atacado pelo { t Ghegon ao antigo deposito de Henry Fi
mais barato preco que em outra pualquer parte :' 0., ra do Imperador, um carregamento
chamamos a attenco dos freguezes, que serio de primeira qnalidade; o <|uaJ se vende em .
convenientemente servidas tanto nos commodos e a retalho por menos prego do que em onU^ij;
precos como na boa auatidade das fazendas. qner parte. /^
GAZ GAZ GAZ
x J
RA DA IMPERATRIZ
FiGiJianii:
_______r9
Neite grande estabelecimeato eonoatrar o respeitavel publico, u u grande sortimento de fasendas. do mais aparado goito assim como de todas as de primeira necessidade que se Ihes promette vender por prefos muito mais baratos do qn-
.n omra WW** P^'?. que os novos ineoa den firma adoptaram o systema de s veonderem i DIXHEIilO ; para poderera vender pelo custo, liaJtando-se apenas a ganharem o des^nto. As pessoas que negoeiam em menor escalla, nesta loja
If'm "'Xa C,a '7,Cr S sortimenlos pelos raesmos precos que compram as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Exmas. familias, de todas as fazendas se Gao os livros das amostras, ou se mandam levar em suas casas, para melhor p-
Camrr.-ia MJssa
de t2^i)0f) rs cada om, pechincha.
CASEMIRAS 8SC0SSEZAS.
0 Pavo tem boni as casemiras escosse-
zas com quadros grados e miados e ontras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
para vestidos o vende-se pelo barato preco muito fina que se vende mais barato, por
de 1030), 2S000 c 20300 o metro, tendo haver grande porco.
CORTES DE CASEuTRA PRETA
COM 8 PALMOS JJK LARGURA A 1:600,
2:000 e 2:500 RS.
Chegaram as Boiasimas cambraias suissas
tranpar-ntes, sendo o que ha de mais fino
tambora das mesmas, porm inglezas com
a mesma largara que se vendem a 1(50(0,
e IdiSOo metro, sendo apenas precisos des-
ta Urga fazenda para s fazer um vestido
i ou 4 1/2 metros, pechincba,
SUAS BORDADAS
Vende-se um bonito sortimento de -satas
bordadas com pannos, assim como ditas
j promptas, de dasinba, enespadas com
bonitas barras bordadas a la por prefos
mnito em conta. .
PANNO PARA SATAS A l.$000, 15280 e
15600 RS.
Vende-se bonitas fazendas Jproprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lado, dando a largura da fazendj o compri-
ment da saia e vende-se Dlo barato prego
de 15000, W28Q e L5600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 oa 3 1/2 metro3 para
cada saia pecbiucba.
Pannos e casomiras prelas.
O Prv3o vende grande porco de pannos
pretos do mais baixo at o mais fino, por
prego que admira, assim como um gra.de
sortimento de casemiras prjtas para caigas
que se vende por prego mais barato do que
om outra qualquer parte.
Vestidos braneos a f 3SOOO rs.
O Pavo vende finissiraos cortes do ves
tidos de cambraia tranca, ricamente bordt-
das e com muita fazenda pelo barato prego
PANNO DE LINHO. .
Chegon um sortimento de pegas de pan-
no de linbo do Porto, que se vendem de
700 rs. at 15000 a vara, garantindoso
que em fazenda de linbo nao ha nada melhor
nem mais proprio para lences e toa has
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 85. 105.125 e 1C5000.
Chegon para a loja do Pavo um grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bordados, proprios pura camas e jioellas,
qae se vendeijn de 85000 o par. al o mais
rico que ven ;io mercado, e vende-se mais
barato que em. ootra qoalqner pane. *
CHAPEOS DE 8QL DE SEDA A 1050^.
0 Pavo fez orna grande compra de cha.
peo* de Pde pora seda, ioglexes, rom as
halpras ptragJo. seqdo neste geoero os
melhores qoe ten vindo ao asertado. -
cada
A 4:500,
corles de ca-
barato prego
0 Pavao tem os superiores
semiras pretas enfeita tas pelo
de 45500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
0 Pavo ende excellente fazenda de pura
la com as cores esen as muito proprias
para caigas, palitots, cllelos e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de muita dnr-
gao, pecliincba a 80J rs. o covado ou a
5800 o corte de calca para homem.
FINAS BARGES A 640 RS. O (OVADO.
O i'avo tem as mais lindas bareges de
la sendo imias transparentes, com urna
s cor, tendo: lyrio, azul, rosa. Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
dare por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitago de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
ALGODOSINHO A 850OO COM 24 JARDAS
O Patio veude pegas de superior algo-
daosiqbo largo proprio para todas as obras
por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
go de 850JO, pechincoa.
PECAS DE MADAPOLO A 35500.
O Pavo vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada ama, pelo
barato prego de 35500.
. PECH1HCHA EM ALGODO A i'OOO RS.
O Pavo est vendando pegas de algodo-
sinbo francez, tendo 4 palmos de largara o
com 11 metros cada peca, pelo barato pre
de 45000 rs.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4000, A PECA.
S o Pavio.vende pecas de sambraia
branca transparente,, tendo mais de vara de
largara, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se venden a "5 o 85u0, liqui-
da-se pelo barato prego de 45000.
ion palmas de acia a 14*000.
Para o Pavj chegoa um rico aorlimen-
a da mais >oruta& laaiabas com,{gimas
4e sed* te lo de todas as cara. padrees,
eeod 1 fazenda bes-ante larga TfJe-se a
WOJ o covado.
CROCHS PARA CADEIRAS E SOFA'S. f CRETOXES COM 10 PALMOS DE LARGURA A
0 Pavo tem om grande sortimento dos! 2*000 T.S.
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc., proprios para co-
br ir presntese vende-se mais barato do
que em outra qualquer pane.
Algodo enfestadp.
Vende-se urna grande porgo de algodo
sinti americano c-im 8 palmos de largura,
proprio para lenges e toalhas, tendo liso e
trangado, que se vende por prego muito em
conta.
CRETOXES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 6i0
E 800 RS,
Para o Pavo chegaram os mais bonitos
cretones oscuros matizados, proprios para
vestidos, roopo, chambres etc. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padres claros proprios
para vestidos e ronpas de meninos a 640
rs. o covado, sendo os padres mais mo-
dernos que tem vindo ao mercado.
OS SET1NS PO PAVAO
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais encorpados. proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
Aos dez iiiilgcovados.
De lasinhas a 400 rs.
O Pavo vende pelo baratoaprego de 400
rs. o covado, orna grande porcSo de lasi-
nhas com listras miudiohas tendo as mais
lindas cores e lustros imitago de poune-
lia de seda, pechincba,
Poupelinas de seda
Poupelinasde seda
Poupelinas de seda.
Chegou para a loja do Pavo pelo ultimo
vapor, um bello sortimento das mais bri-
llantes poupelinas de verdddeira sedas
Imho, sendo todas de padres novos e Ij-
q ida se por menos pieco do que em ootra
qualquer parte por haver grande porgo i
assim cemo tambem se receben um bonito
sortimemo|de edas de listras, arosdena-
ples lisos e setins de todas as cores.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encentra respeitavel publico oeste es-
tabelecimen'o om grande sortimento de fa-
zendas pretas, cerno sejam easaaa fraoce-
0 Pavo tem urna nova remassa aa mui-
to acreditada cretone, propria para lenges
tendo 10 palmos de largura, dando na lar-
gura o comprimento do lengol e vende-se
pelo barato prego de 25000 o metro, sendo
preciso apenas para um lengol um metro e
una quarta ou metro e meio.
GROSDEXAPLES PRETOS DE 1G00 AT 7000
Na loja do Pavo ene on ira o respeitavel
publico um grande sortimento degrosde
naples pretos de todas as larguras e qua-
lidades, tendo da 15 '00 o covado at "5000
e 85000., que se vende por prego muito
em conta.
PARA BAPT1SAD0S
|Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de chitas.
com 10 covados a 35000.
Vende-se cortes de chitas linas tendo
escuras e alegres com cores fizas, sendo
fazenda de muito mais dinheiro, p?lo bara-
to prego de 35O0O, tendo 10 covados cada
um, pechincba, para acabar com o resto.
CASSAS FT1ANCFZAS.
NOVAS POUPELINAS A 400 RS, O COVADO
O Pavo vende um grande sortimento
das mais bonitas poupelinas com listrinhas
de todas as cores com lustre imitago
de seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se um b*ora vestid) de muita fantasa
por pouco dinheiro, isto por ter-se feito
urna grande compra e vende-se a 400 rs.
o covado.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sehdo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, caigas e coletes de
brim branco e de cores, oue tudo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas rancezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho cmo de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
0 Pavao vende urna grande porgo de
cortes de vestaos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
a 55000, tendo cada um seu competente
figurino.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas cora delicados pa-
dres, tendo para todos os pregas e quali-
dades, dando-ae todas amostras, ssim como
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-pre0 de-304(0 cada covado
dem muito em conta, c tambem se do, corte de calca para homem.
amstras.
Corles de casemira a 450O0, cada om.
Veode-se bonitos cortes de casemiras
claras e escaras pelo barato prego de 45,
ou a 25400 o covado, tendo deas larguras.
CASEMIRAS MESCLADAS 4 35 0 COVADO
O Pavo tem para vender bonitas case-
miras mescladas e bastante encorpada para
roupa de bomens e meninos pelo haraio
ou 55000o
Roupa por medida.
FFtllIVrilA
Na loja do Pavo mana>se fazar qualquer
i peca de obra a vontade do freguez, para o
qne tem om perito aaiate, respoosabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
EM CAMISAS DO PAVO A 45500 RS.'quer falta que possa haver, quer per de-
Venda-e om botuto sertimeato de muito mora, quer por qualquer defeito as obra;
finas emodernas camisas inglezas com pe- e para isto en-ontra o respeitavel publico
td e coliarinbos de linbo e pnaos, pfJot um grnq> sortimento de todas as fazendas
baratissim preco de 453)0 w. oda orna que deiejar.
e aos frofaszes fie compraren! duzas ge
Ihe far um abatimento, garantindo-se que
iuuu ao mwi. -*'" por preco barato. ten-tetos -os sscas. riha i n i i
^ m+rmm* i0ja io Pate esta ootwtaatemeiite abarte, flaaTltoras ds mS&H,9 da aont
BRAMANTIA 18O0.
ALPA(L\S LAVRADAS A 640,
1,000 RES.
Chegon para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que
se vendem a 15, 800 e 640 reis o covado;
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas di todas as cores
CELEZIAS E BRETANHAS.
Vendem-se as mais Anas celezias
linho poro ou pessas com 28 metros, assim
como, llnissimas bretanhas de linbo com
5 varas, por pregos que fazem admirar
em relaego qualidade.
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos os modellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-se por pregos
muito razoaveis.
ORGANDY COM SALPICO.
Chegaram os-mais ricos organdys de co
res cora salpicos o mais bonito que tem
vindo para vestido, que se vende a 15280,
o metro, ditos braneos muito fiaos com
listras largas a 15000.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
lbores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 35500 pega at a mais
fina que vem ao mercado.
ESPARTILHOS A ojOOO,
Vende-se ma bonito sortimento dos me-
lbores e mais modernos espa'tubos tendo
do barato proco de 65000 at 8000. ,'
CHITAS FINAS DE 310 A 500 US.
Vndese o mais elegante sortimeeto das
mais modernas e bonitas chitas tanto mia-
das como gratulas, com cores clara* e es-
curas, dando-se de todas amostras.
FDS1ES BRaSCOS A 6(0, 800 E MtOO.
Vende-se muito bonitos rasies braceos
zas.e inglezas, chitas oretaa de todas as: bateada qae vale moito "mais dmbeW, Vendase superior bramante com 10 pal- S^^rou^^^
qaahdades, fazendas de la de toda, que liqeda-.*e por este prego por se terieito aos de largura, proprio para lenges, dan- 7SF.8011 i iSidrs soovado^

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' -
de Pernambuco SegMiMia sil** de Maie de 1870.

tingaina' ta ra da Aurora, em frente do caf Itnperatr:
BMiltatiirf1S!t'?2-e '^^ahelecimento de fawrjdas ct.contrarao a Erthas
uro i uquiits aa arepa, recebem directamente o que em naos dfe moda
mate apunto goMo se encentra em Pars, o que ven* cada da wamS roo
lispw esteestabelocimeuto para 4>e servirn num3 fr^r^
41
X
"i da^n^^^^S^aS;
AJgodSo IJto para lenges o toalbas de
%S de todos o, padtfcs equada- J^J^l^^
4 $ n T TC3S Parac,oIloc^ retratos, ras e diltmntes gosto! 6
MJ d8 presente para quatquer pessoa da Collas e punhos bordados para senboras.
Atojado dfllhboe algodao, branco o t*6*"* *> nho weno. .gnb-
to cores proprios para toalbas. Goi^urto de seda preto e de cores.
Grosdenaples preto e de cores, harn-
** QEiMAO
23
Basjoinas de edi pretas e moitomoder- doli7ersas"ouiiItiZ^-tT
ai, beta omo de tgorbet, tudodo apurado qualidadjM goalos.
Baregesde^res variado sortimento. I
Babadinhos ou tiras bordadas era todas as
argoras.
_>
Belbotina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem. grande
ariadade de lmannos e gostos.
Bomba2ina pret de todas as qualidades.
Bramante da Imho do ll palmos de lar- riadoWmento'
i mais qualidades. Ligas de seda, bordadas, para senhora.
Laazmhas de todas as quadades, cores
e gostos,naoficando nada a desejar, tal
o sortiraento que existe para escolher.
Lencos, tudo quanto pode baver desde
esguio ao algodao commara.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
Quaado a AGUIA BftRNGA. mais prefisa scieafkar a respeitavet publico cm
geral, e em particular a aua boa freguaua, da nBmensidade de ebjettos qoe altimamen-
te tem recebido. justamerite*quando ella menos pode fazer e poique essa falta invo-
luntaria ella contia o espora na benevolencia de todos que Ib'a atiendero e relevarSo,
cottaaido portant a dirigirtm-se a bem eonaeaida b ja da AGUIA BRANCA roa do
Queimado n. 8, onde seaupra acharo abundancia o sortiniento de auperoridade em
qaalidades, modicidad em presos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SUNCERID \DE
Bo que cima fca dito se coubece que o tempo le que a AGUIA BftANC ^ pode
dilpor, empregdo apezar de sea cusios nodeaempenno de bem servir a. aquella* que a
boaram procurando p*ov*r-e cm dita loja do que neeessitam, entretanto sm ennume-
rar os objettos que por sua natureza sao mais conhecidos a, ella resumidamente indi-
car aquellas cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recommeadaveis, como
0t m seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja novidade de molde e perfeicao de ador-
os os toroam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leqaes uesse objeeto muito so poderia
dizer qnerendo descreve-los minuciosamenie
por suas qualidades, coree e descnbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de ebegar, mas para n5o massar o proteo-
am^2?Dh* ^ m,i 6*l80*' ^mdeSor" Luvas deJouvin' chegadasportodososva-
RrinadVKr.? j P0."5*' sempre D0V0 sortimento, qner era,,
wins de Unto branco e de cores, do mais pelln para h.-mens e st-nhoras aaer em ti.i denle M lhe aPresentara o qua poder de
commodo ao mais caro em qnalidado, afilan- d'Escocia, brancas e de cores *lhrtr
ando o qoe ba do nelhpr na
Cassas de cires.
nosso
dese-
Brins d'algoSo completo sortiraento o MadapolSo; indcscriptivel o rande sor-
vamdode de proos. limento que ha oeste genero, desde o mais
c2. elevado preco ao menor, que se vende em
o maioi sormento, pn- prca e retalbo por menos do que em ou-
-5 ? g e barateza 3ltentas liaqualquer paite.
qoahdades. Mant:}s de bl)(nd d
JI^Lw branW'3d3S,0tran??par';R- ffos!o dosnSS,s cori-spindentes em Pari
tos de todas as qoalidades e preCos. habilita-nos a dizer que temos em
-22T2! ?ml)7a. t tinb0 e cassa e^b<''eo.merito 0 qoe de meh..r se
bordadas Mtante enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar ama noiva.
Camisas pera boraens e montaos, tao va- -Mantas pretas de blond.
lado srtimKntomw vai do mais ordinario: Manas para carros, com lindas pintoras
madapolao ao mais ferfeito bordado de li-1 Merinos pretos, trancados e usos
i e cambrau.. Mussellna branca e de cores, lindos e va-
Camisas do meia, de flaaella, brancas o riados padtes.
de cores para bomem. 53
Casemiras pretas 3 de cores, o melhor1 Pannos pretos e de cores, desde o mais
qse se pode imaginar, sendo d'isso a rao- baral a<> mais superior, por preco maito
Ibor prova o grande consummo dellas na '-"mmodo.
aflkina da casa. nanos de crochet, para cadeiras e sof.
Capellas de C-oras, para noivas e bailes, I Dhm de casemira muito finos
aesde a mais tandtria flor de larangeira at u&m-
a mais interessante griaalda. I Peitos bordados de bnho. Usos e de al-
Chapebnlm no melhor gosto.de todas as'godao para camisa
COrea boje preferidas pelas senboras do Pnncetas pretas f ^ cores
mais apurado rigor na moda. Popelina do seda e lindo, com listras e
Chapeos pretos de velludo, para senboras, Afires; fawiida lindsima
C?afi" !Fn; 3 B, k. Ptl!lerinas >ara e>horM. o ultimo
uiaptos rte si i, para S'Dbnrase bomens, 1 gostn.
rh^r ?re;0*,8-Vari8d"8 g"$tos- I Ptrfumarias; os mais finos extractos o
/5? 43?S Patlro8s1. Para vesdos.'que de aeHmr e mais agradavel se pode
mmSf8 as qnahdades, avnhado.encontrar neste genero, e de maisfraant.
aomero e nao menos vaneda-le de gosms,:e suave no oipnato, tem o PAVILHO D\
as,;mposs:vedescreverosnrtimen. AURORA, desde a verdadeira agua Fler-
novos ?ostos, da at o mais fino liouquet (fAmottr, final-
mente tudo quanto deve oceupar o toma-
dor de urna senhora de gosto.
melhor.
Entremeios em peca? de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e deseados.
Ditos de algodao com flores e lisos.
para chapetonas e monta-
seda
para
Veos de
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Gostnmes ou uniformes para manios.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhoe bordado
e meis para ditos.
Camisiohas bordadas para ditos.
Capailas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARJA
Grande e constante sortimento de dita,
Sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com.p de arroz e pinsel,
Caixinbas com ditos aromticos.
I Bonitos e modernos pentes domados
para circular o coqoe.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para irisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um m*chinismo
urnas snbstituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinbas de vidro eafoiwdos com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
raa e com dminos,
BoMas de borracha para brqnedo de
criancas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeites d mesa e e lapinhas.
JMJA
GALLO VIGILANTE
Uua do Crt-Hf n. $
Os pr^rictario est* bem conheeklo estabele-
ciioenie, aJm dos maito objectos.que linharn ex-
postos a apreciaf-o do respcitavel publico, man-
daram vir e acabara in receber peto nMrao vapor
da Europa um completo e vanado 1011106100 de
flus e mui deliradas especialidades, as quaes e*-
tio resolvidoj a onder, como de seu costume.
por prer-s muito baratinnos e eoftimodos para to-
dos, com tanto qnc o Gallo.
Muito soperiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e le ma Unc'as cores.
Mu l*>a* e bouitaa pollinhas e punhos para se-
nhora, nestu genero o qoe lia do mais moderno.
^Perfores pontos de tartaruga para coques.
Un*w e riqusimos euleites para eabecas M
hxna*. tenhoras.
8operiore traumas pretas o de tres com vidri-
los e aem eUes; ota azenda o que pode haver
ae memor e mais bonito.
Superorn e bonitos teques de madreperola
mar salalo e osso, sendo aqoeUes branco
eonj linoa desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nfioras, as qna/s sempre se venderam por 3010011
a ana a, entretanto que nos as vendemos por 205
aim destas, temos rabem grande sortimento d.
outras qualidades, entre as quaes algumas muiu>
Boas boogabs de superior canna da India t.
caatao de maritm eom lindas e cantadoras flsru
ras do mesino, ne5le enero o que de melhor
pode desejar ; aim destas temos tambem erand.
quantidadc de outras qulidades, como sejam, ma
aeira, balea, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de adeia f
e ouir.i qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas do 1 a 12 annos de idade.
Navalas cabo de marflm e tartaruga para faier
bar a; sao muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantas peio fabricante, e nos por nossa vez tam-
ben aasegaramttf sua qualidade e delicadcia.
Lindase bellas capellas para noiva. *
Superiores agulhaspara machina epara crox
Lina muito Boa .de peso, frouxa, para encher
labynnUio.
Bcns baralhor de cartas para voltarete. assim
como os teutos para o mesmo Um.
GranJc e variado sortimento das mclhores per-
rumir.as e do melhores e mais conhecidos ner-
fumistas. v
COLARES DE ROER.
goetnoos nagnaMeos contra as convulsocs, e
fa-ilitam a dcnticao das inaoceiites criancas. So-
mos desdo muito Pecebedores destes prodigioso*
collares, e coatinuamob a receLe-los por todos 0.-
vapores, aim de que nunca faltem no mercado,
tomo ja tem acontecido, assim pois poderao aquel-
is que debes precisarom, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro estes verda-
aeirts collares, e os quaes atleudendo-se ao fin-
JAROPE D8FhD?W0, DO KKT8
H. de umapllk-ociavcrdaileiniiiinnle mara-
vilhoeacomo cJa.anl'flosystf?maTifln'ooe
applicado contra arolisia, asthma, tosae
conyulsa ou roquelurheJosse recentes o, an-
"^S. fuffoc"t-S"#atar)*4=i br0Tichico8,etc. e
a lirtil contra lodc* Soffrimento dn8 Via*
respiratorias; na phtisicu Ji 11 monar, sua Tir-
tude con trao ttano ou espasmos, e conviilcoas
e nconteslavel e ningem ha que oilesconbeca.
nico deposito, ru larpa do Rosario, n. 10.
junto ao quartcl de polica. Pernambuco.
Continuadamente senosspresentaroBOTOB
testemunhoa da efficacia do edegoBoBwoMn.
PILUS, VINHO E ZAHOPI
M J lUIRKKi
MRP4- cki Hto ra*Mumco
JOQI I ti DE ALMCIDA PifTO
AapreparacoesdejurubebasohojewBto.
josamente conhecidas e preconizadas ueioa
mais habis mdicos, tanto da Europa codo
topis, pela sua rificacia noscusosde anemia,
chloroze, hydropesia, obstruccao do abaomn!
e tambem nos de menstruacao difficil. catharro
na bexiga, etc. ele.
Vendem-se em porcao e a retalho na cidada
ao Kecife pharmacia do seu compositor, ra
jhcia R0Sar10' n' 10 Junt0 ao 1rte *
PINTO PHABMACETIOO
XAROPE DffSALSA PARRILHA DO PARA
D
DEPURATIVOdoSANGUE
Usadas as molestias de Pelle, impigens, dora
rneumaiicas, e ulceras venreas.
VA LARGA DO ROSABIO, 10.
SORTWII CdrUT 0
tl?fAZif-:^S
.NOS GRANDES
DE SECCOS
K UOLIIIOO^
to o variedade
ha neste artigo tudo qnanto se pode desejar!
Cintos para seohoras o qoe se pede ima-
fiaar de metbor.
Coques, o melhor na gesto e nos entei-
tes, varios tamanbos.
Colchas de seda <;om borbs, o msis apo-
cado sistoe lavor.
Ditas de fostao branco e de cores por
jwecos comtsodos.
Corpinhos de cambra'a, rieamente borda-
dos para enheras.
Cortinados de caoibraia bordados o de
E.o ^ue de in -ihor se pode desejar.
Colarinbvs de lebo bordado* e lisos, o
Ocior sor*in2en.o.
3i
Daaa?co de laa de 9 palmos de largura
Madas edres e riees padroee.
Espartilhos branxs e de cores, para se-j
choras e meninas, o melhor oeste genero ;
Denh>irna Sra. deisar por certo de manir
e de fio precioso ausiHar perfetcao de
can corpo delicado.
Entremetas bordados.
Escomiha pr^ta.
EnleitHs para .^bpca, nltima moda de
Pars, reeebida no ultimo paquete.
Esgoio de linho, completo sormento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padroes,
Fi:hfis de crochet, modeles com cictos
capas, o qne ha de memor.
Fil le seda, linbo e algodo, de todos
os gostos e padroes.
Fnsto de todjs as odres e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca e de core3.
Flores, o que ha de mais rico, qner
aoltas, iuer em ramos, tem o PAVILHaO
DA AURORA ara permanente jardim a
dtsposicjfo da3 ^xmas. familias.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sam elles, o* melbor possivel,
Sahi-las de baile, de todas as cores
Sedas pretas, de qnadros, lavradas, lisas.
de iisiras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sarcelim de todas as cores e qaalidades.
O
Tapetes grandes, lindas pintoras para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manbos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalias de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalbas de linho-e algodo de todos os
tamaniios, li as e felpudas.
Tariatana branca cora palmas e de cores J
Gaseada muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuanos bordados de fust5o braceos e
de cres para meninos, de cambraia para
bapti-ados, o quede melhor tem vindo a
osle mercado.
Vestidos de I5a escocesa de 2 saias,
novidade pelopadrao, gosto e forma; ditos
de linbo com barras de cores, e de cara
braia de cores com 2 saias, todo inteira
novidade, tra^m os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Tertjo.N. 23.
DE
SMO DOS SANTOS & a
PROGRESSO
para que i.jo applirados, se renderao com nm mui
diminuto lucro.
^8a0' P"^- avi8te dos objectos que deixamo?
declarados, aos uossos fieguezes e amigos a virem
comprar por profos muito raioaveis loja do gal'
vigilaste, rua do Crespo 7
COGNAC.
10
10
Potro da Peuha
DE
SANTOS & FERREIRA.
Os proprietarios destes bem sortidea arniai-ns participan aos eus monmeros
treguezes Unto desta praca como do m.U que teBdo feiw grande Amicuic'o de pro-
cos as soas mercadorias esto por isso resolvidos a vende por meno* d iO e 20 *i
do que eo. ou ra qualquer parte, garautiudo-se portante a s p-rier qoa idade de anal'
quer genero comprado i estes dous estabelecimenlfs. Mencionamos alguns dos nos.^is
gneros e vista destes sao comprehendidos os outros. porque enfaaonho seria^Ben-
Clai3 iOS.
Se alg-uem duvidar venha ver.
Vinagre branco mandado vir por conta
propna vDdo de Lisboa, a 320 a ''arrufa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
Do superior qualidade da mui accrediu
la fabrica de Bisquit Dubouch d-C, en
cognac urna das que mai3 aguardte d-
cognac, Xoruecem para o consummo d<
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. rua d-
oommercio n. 32.
CEMENTO
O verdadoiro portland. S
rua da Madre de Deus n. 22,
Joo Martins d* Barros.
se vende n
annazem
Gaz amenc no marca Devej a 8^800 a
1 ta, 380 rs. a ganafa.e 560 o I tro.
Azeite doce de Lisboa" a 900 e l^WOa
V^os de blond para noivas e pretos para
loto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Esraas. (reguezas, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhante materia, gra-
bas ao bora gosto do nosso fornecedor en
Pars, podemos garantir qoe ninguem neste
genero o nossue melhor, nem mais em
conta.
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 4t>0 3U0 ^ari-afa em porcto faz-sa grande abatinen-
rs. o litro. |to.
Vinbo Figueira, Lisboa, Porto e Estreito i Q* em C3rnC0 a 240 e 2 O. a li
a 560, 500 480 e400 a garrafa litro a840,bra klg'ammo a 480. 540 e 600, e
760, 720 e 600.
Vinbo branco puro de Lisboa a 6iO 560
75000. 7d5< O e 85800 arroba.
Milbo alpista 200 rs. a bbra e* 440 a ki
logramma e 5^800 a arroba, em por? jo ka\
a garrafa, em poryao ba abatimento.
Vinbo do Porto, engarrafado das melho- j abrmenlo.
Ojieipis frescos do ultimo vapor a- 3200
3*400 cada um.
res e mais acre'adas marcas a 10000 e 1)5200'
l^iOO 0 U a garrafa. i
wi nln nf aSSSf0 ^ gr3nde variado ' JLHAO OA \URORA se apresntam a* publico declarando desde i que a sincerida-
e o oom gosteo novel aoico de seus negocios.
Prvidos de todo e proraptos sempre a prover-se do qne por ventora lhe
2 -!:'^^ou, 3 PrPnear,s deste sumptuoso estabeleciineuto recommeadam-se
tan rece.* de serem contradictos e protestara es/orcar-se {>or continuj- a merecer
o^1Szqd^ofe?te Pen*ad0; Cert0S qU6 d ^ ^tabelecimento 5o sanira
tas D.omDtfStat^ L0ftLde "*8 dirigda Pr um ma8 babeisartis-
Sfih^LnSl! Pr?mptdao e bom gosto qualquer trabalho que lhe seja
Su to?S tl "WUwto ocenpMb nos trabalhos do PAVILHO DV AU-
iv,mNaGfflS,na.fllJ,,iate'Q,Uo ao el">^fiimento, ba aJmeote os figunno,
ptn borneas que por ted>s oe vapores se receten. ^ a^nm
^iNTrn a JL**** m^'P.rq8e "^ apreseotanos podindo a proteccao do ilioatrado
?m^coeconomasprofando respertc- convidamos h ext^ieinaaSrae a^sU
dem Bordeaux, Medoc o St. Julien a
90800 e 6,5500, a tozia e 6W rs. a gara/a.
(ienebra de Holl nda e laraoja doce aro-
mtica a 65500, 7,5, 11)5500, a fra>qort.
Serveja Bass, Illers d BeH a 9^800 du-
zia era poreo ha grande abatimento.
dem ra rea H o T e ulras marcas a
5)500 e 65, a dHzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ba outros rauit06
Aletria, macarras, tamarim a 500 rs. a
libia e 1^100 o kiligramnioen caixaoba
abtiraento.
Sabio massa de f1 e 2* qua'idade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
Toocinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libr.i e 880 o ki ograiumo, em arroba ba
grande differenca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
SS dees8nerofaarUf S f^ ^rra^l^X^Z ,^7^
Si, i v rJKI? SSfS61?a' B' e- M^'U"- mixed- ^a Fancv-Dic-nac, pa-
Venda de lampeos
Mandarano*ixeiroi lew as faeondaa eanostrai ondo,
lo podermos especiear todo qoanto teme*. ~*H-r*mi
Jmq Luiz, Sobrtnh* A C.
Aberto das 0*r'9' horas da nolte.
VENDE-SE ou anvnd-$e o engeun*
b. Gaspar, sito na freguesa de SeriobVa
omarca do Rio Formase, prjimo do em !
barqne, com grandes partid da paoi t
massap i rbda da moenda, mattos mangue
para raadeira necssaria, bom pastorec.
a tratar oa rua d'Anrora n. 26, ou na dt
Ino^rador n. 20._______.__
Dtpasif tfftttito dnt rrodutm n rompankia _ ligua* de Vichy cono sejam :
Afua Souice Celestina.
Dia dito Hant-rive.
Dita Chateldoo etc etc.
Saes de Vithy j^ra baDbos.
PasUIhas de Vicby etc. etc., tudo {wr prego* mai-
to em cimta, em casa de Tissel/ri*. (ua d Com.
roercio n. 8. ^^
0 raesroni teeo para vender cognac superior, e
V|nbos de diverjas quaMadfs.
p ra illumina<$>.
Na loja diuiilejr na iravessa da ru d Viparin n. 3, tein para ven'
der300a4aaiam*ai pr. mpt-.s, mnilo micos por sereiB para gaz liquido,.* dio e*-etlen-
0- lu eUo* aoteF earreadi de illominacoe,ooe ^a baratos
Cnticos e bymno devvu para o mez
do Mara.
Uoi niti4o v-Maine enrdrnado d< couro
1/fi.O.
De marr iVRARA FBAJtf KA.
AVISO
Ero caa de Mills Latbam'& d, rpadaOrtun.
38, veodenv-se fitinas de fiwm (ralvanisadao.
1 ".....*u"n i'Yi-""" "'"i'..........."
EiiKenh
Snperior voho brdeix
St. B*ybe 4 Su JqIib : a W d. Cadgi.
Heeifenauero. *"' "* %Mm
-------------k
do
r.
4J
Admirem!!!
Waoa-aaai >*** *nta JUta na frt^uez
Cbrtas esenrag, core* sejroras. qne m vwatVm a
9b rs o -va*, ua iMm cm ti a****-!
oo at^nd/Bdp ^qisotidae miiveii-se a warirr por
irope
Owa,
J cordeiro prevident
Rua do Queimado o. .
'ovo e variado sortimento de perfuman*
finas, e outros objectos.
Alm do completo sdttimento de peri
nanas, de que efiectivamente est prvida
oja do Cordcii Previdente, ella acaba c
receber um outro sortimento que se ton
lotavel pela variedade de objectos, superior
tade, qualidades e commodidades de pn
;os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pet
i espera continuar a merecer a apreciaci
lo respeitavel publico em geral e de 8t
wa freguezia em particular, nao se af&
ando elle de sna bem conhecida mansidi
'. barateza. Em dita loja encontraro i
preciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray Lamman
Dita de Oologne ingh3za, americana, fra
eza, todas dos melhores e mais acreditad
'abricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacSo c
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e ch*
-os gradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
jomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen
i outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanoi
'rancezes em frascos simples eenfeitadoa.
Essencia imperial do finb e agradavel chi
o devioleta.
Ontras concentradas e de cheiros igui
nente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior quadal
xmi escolhidos cheiros, em frascos de di
entes t amando?.
Sabonetas em barras, maiores e menor i
nara maos.
, Ditos transparentes, redondos e em flr
as de meninos.
Ditos muito finos em csixinha para barb
Caixinbas com bonitos sabonetas imiUnt
'rucias.
Ditas de madeira invernisada canteado i
aae pernimarias, muito proprias para w
entes. "
Ditas de papelio igualmente bonitas, tas
en de perfumarias finas^
Bonitos vaso de notai cqloridoB, e a
ooide novo o elegante*, com p de irn
boooca.
Opiata ingieza e franceza para dental.
Pos de camphora e outra ddexeQti
loajidades tambem para dentes.
Tonteo oriental de Kemp.
*lnd m*U etfqncM.
cm outro suiimiento de coquea de m
'oa bonitos sold com filete de vidrilb.
* alguos d'eM ornados de floree e fit
to todos expoatos iapreciaolodi qot>
pretenda lomprar.
g4W.I.IWHAft E PUNHOS BOIDADOS.
Obra de muito gosto e perfeicio.
Virttlas e m para tato*
W* vanado tortaaeoto de uea obj^
"waoio a boa ecoolba ao eato doce*

\ende s.- a queu. quizer pu^oil im N-nito
ropeiro, bom pnpein,e bulit-ir.i, id le 20 a> n *
um Mrrawn vcili mestre de aam-ar, nm n i*t-
que de 18 anm.s, una boa Mema at*>i e i.t.
ne eiipommadi'ira, uina dita d mria i.l.ile b.
n-sinlieira : dirija-^ a lr.ivf.-sa d.. rj,r>mi n I
Conteiteiri (ios
Ha
II ll.MZ'-S
Riih d Ciuzn. 16
'nperior |irc>iiii!.>, e pn*ai ^i (j >..)irP
ESCRAVOS FiCOS.
SO^CO
lla-rt M de ntttfln ra.! a qu-n, *p(mhnfa
< preto Luiz, baim. ua^rtt, e tan .- uH c,an.
..e : e wcravo d,. Sr. Alfredo fiib.,in : m
pieader leve,, ao enfenlm Furn- da Ta' .u
rna (streila do Rn>M1a n. 23 ao Si jo. F i-.ia
qne sera recompen-ad. oom a ouai.ii;. Mima *
FUGA
Fugio da casa da na de S.nto Amaro,
o 2, no dia 3i de marcu do rin-n e auno
o preto crioulo de mime Juan id.de de 30
ann s punco m;iison eims, cn os ifrBa*>8
sejetiintes: bwxo, ebeio do cup-, p.^a
barba, rosto cim marca de h*sipa*.
dedo de menos na mb dir.ia.
esen vo do Sr.
Temporal. e ju!ga-s.- assisbi n'un.a fias
qualro freguezia da cidade. R ga-se [>, s.
s ant iridrdfs comr intentes e p-rtirulati s r>
obsequio de appn benderem e lev.|. a >ua
do Ciepo n. oquegenerosamenle.se con*
pensar.
lacu
nm
ijli.il f.i
Moi en a
CEMENTO
P0RTl*ANBk
VenoMeBoara8fB amareno da Vic/nite Fpr
rain da Costa & Filho, defroaia do arco da Cou-
wicjk, m barncas irandes.
Fugi.. d .'B^eLbu Dn.iaeua'i.. [fnno da
Errada, mi .tia 20 do crrate, o e nv tmr n.<-
me Antonio, eom os si:naps spuninle-. mr i^i. ra,
alto, as peinas um punco arquead. lata ente na frente do lado de cima, e nm un. oa-
jnntas dos i^ um p..uco mais fro-a d. que *-
tra, repiesema ler 20 o tactos ai nos, gost-a. in-
dar limpo, e uro p uro conversad., r,' a inri.-, eio
tem barba, mal se divulga alguns rabellm na p. n-
tarioqueixo: pede->e as auloiida.tes noln-i. e e
capiles dwrampo a captura do meso o. e In-a lo
an n.e rr.o engento ..u no llecife na iu* da B-*tlt
n. .>, 2o andar, ecript.>rio de Man..e| Aive> Fer-
re ira A C., que sern bem rmumptrntm.
Fu. no da it de n^arco no nurntte nm
o atme Francisco, rabril, de idade 30 anuos.
e n.sto desramado e com marcad de bene, mii.
inh se s^r livre, levou cateas liran.as. |aliioi de
atpaea de cor e rhapo do Chile-, e nat. ral Paralaba, e f>* comprad ao Br D.lmiro Ai '
Maia, morador na Parabyba o iplga- se ler i.lo
para o niesun. lug.ir ; de-de ja proie.-u-se renira
a pessoa que o tiver orultadu. Hoa-se a. n( laes de campo, assim como as ant. riilade- |m.i-
oiaes que o Irag.-m rna D.reita n. Id. qoe s gfiierosaioeiiie giatilir..l.>.
Coiioa i aslar lugino o uio>que (iiegmio.
de 17 .nnos de iiiade, cri. ulo, com la.la d^ d- n-
tes na frente, testa redonda, otbos vitus. r m nina
marca de qoeimcdnra na barriga, e nutra na Osa,
oe orna e.-trepada ja anliga ; po aximiio : quem .. uegar |ie kvaran engenho
California em Serinhaem, a seu senhor J. A F..^
rentino O. de Alhnquorque, nu a rua da Ptaia n.
31. que s. r bem r. rnrnnen-ade.
Fugio o da 20 do corrente. el., n.gfnhi
Dromedario, termo da Sacada o es-r.v.i de m n.e
Antonio coiu os signaos seguioto : 'dade de vin-
l. a tanl's anni'S, ir taisra, alto, as p>n.a- um
piuco arqueadas fall*-lhe um deni- na fren e. .i.,
lado de cima e tem urna das jumas d. s i ( nm
pouco mai irrs* do que curra, go-ia de awltf
limpo, e e um piuco conversador, anda nao i.m
karba, mal se divulga algui s cali, los ra inaia
do queixo : rugare as authorid^de-. p lirjM e
rapil-s de campo a captura do niesmo e I v>--lo
ao inesum engenbo ou no Keci/e. r'A .la M--.-.ia
n. 5. sei^uadu antUr, a'criptorio de Man... | a I ves
Ferreira & C. que serio n compens i. s
Fugio do eogerno Pitimb na r .nunca' ta
villa do Cabo no dia 24 de abrir es.-r: v.. rrlnnK
acahralhado, da nome 9> dw, de idafle de ? a JO
anuos, penco roais ou menos, cm os stgeaes se-
guintes : altura gular, tem feo de 3C*i, r.^te
uro tanto c do, foi aganado no dia 23 J.i ntrente a e>na de Santo An'an, tendo-.e evadifc das mim doe
portadores, julga-se qu scitmo nnvam. nto.a bmbt.
ma estiada, indo em seguunfuto para S Beata a*
logar denominado Pao d'Albo, aonde tm' n<,.,
ina.^ e iw aniigos s- nhore^T |wdo- sr a< ant- SK-
de-p."lcias e capncs de caatao aciq.ior* d>
njcsiiN. ctraw e enliega-lu n.fno'n,.
seusenbiir, IX>niiiig>-s Muniz Pereii mi
ti. Reel'e na rna Ha Mi^da n. S >.
oei.ptorio le M'noil Alves Fern.
serio geiierusaaeuie recotnptusadta.




.;> \,\i,, ;,!,,. .M;>"'V.ii-lrll
8
*ei
Pas
YARIEDDE
Procesas' de Pedro Boriapaae
* (Contitta^So)
" O Sr. Foqaet.VVi a Mtruccaqque o
--rea tinha o hr co* levanlado u'unv Inunde
enrgica. *
R.Meio levantado.
P. Lea: Eu tinlia o braco esquerdo
meio levantado, n'uina titilada enrgica.
Mande entrar urna tesiomunha.
Joio Baptisla Millire, ciofeounta e dote
annos. director gerente da Marselheza, ern
Pars.
Esta testemunha, presa preventivamente.
eio entre dois gendarmas, assim como
asqual Groussat. _
No da do acontecimento, segunda frfira
da manh3a. foi as nova e meia ao escrito-
rio do jornal abrir a correspondencia. En-
contrei a carta de Pedro Bonaparte: foi a
casa de Rochefort para Ibe apresentar essa
w. .' i
Disse ao l-la : E um desao, e preciso
acabar com isto o mais depressa possivel ;
vou procurar os mens padrinhos. Deixei
d raeu trem ao Sr. Rochefort.
S tornei a v lo mais tarde, cora o Sr.
Grousset.
i;j nem por sombras sabia que houvesse
um desali encetado entre Grousset e o prin-
cipe, a proposito da polmica do jornal
kremr do la Cors. Em todo o caso. Pas-
qiil Grotisset deva ceder o passo a Ro-
chefort e nao poda servir de testemunha.
Foraos ao corno legislativo para falla ao
Sr. Artliur Arno'u'd; nao o encontramos,
e mandinos-lha dizer que fosse ter com-,
nosco* nao foi.
Rochefort almocou, e foi para a cmara.
Encontrei Arnould no escriptorio do pe-
ridico, tomamos um trera, e combinamos
pelo caminho em dizer a Bonaparte que
Rochefort se julgava grosseiramente offen-
dido n'aquella carta, que nao era urna pro-
voca cao a desalo, e pedir-lhe que nos indi-
casse as suas testemunhas para conferen-
ciramos com ellas.
Deviamos limitar-nos a isto, e tal era a
nossa resolurao bem assente. Quando che
gamos a Auteuil, vimos um grdpo d'onde
se apartaram Santn e S imaz, que me co-
nbecia, por ser o mea medico ; corrern)
para o meu trem, gritando : Nao entra n'a-
quella casa, alli assassina-se Como ? as-
DUario de Peraambuc% eSgunda
sassna-sc? bradei apeando-me
Lembrou-me logo um desafio pouco leal,
em que Vctor Noir houvesse sucumbido.
Tanto mais raso ha para l entrar,
grtei, e disse. a dois policas que fossem
comigo buscar o commissaro : responde-
ram-me que o commissaro j viera e que
j se tinha ido. ilharga havia um predio
em conslruccao, e fiz am appello s pesso-
as que alli estavam.
Sim. quando su >e que o assassino estava
muito bem socegado em sua casa, o tribu-
nal comprehende quo vivo seria o senti-
mento de indignacao que se apossou de
mm. todo o homem honrado ha de com-
prehende-lo. Quiz levar a multidao ar-
rombar a porta para nos apossarmos do
assassino.
Volte ao escriptorio do jornal, onde en-
contrei Rochefort, a quem disse o que era
passado. Quando soube que se haviam
dispando duas balas, assaitou-o um vio-
lento sentimento de desespero. Cuidou
primeiro que Fouvielle tambem ficra feri-
do. Pensando no que se devia fazer, pro-
poz que fossemos ao ministerio da Justina ;
mas quando chegmos, nao estava l o Sr.
Oivier; dscorremos que, se a justica pro-
cedesse, nada mais tinharoos a fazer, e se
ella nao procedesse, era intil a n<>>sa in-
tervengo, e por conseguinte deviamos abs-
ter-nos d'ella.
1> Diz o Sr. que a carta do principe.a
Rochefnrt nao era urna provooaco a desa-
lo : todava. e;s como a carta principia:
Depois de ter ultrajado, um apoz outro,
todos os meas, uao poupando nen* as mu-
Iheres nem as creancas, insulta-me por meio
da peona de um dos seus mariolas. E na-
tural devia chegar a minha vez. Mas eu
tenho talvez urna vanlagem sobre a maior
parle dos que usam do meu appellido e
o ser um simples particular, sendo ao mes-
rno tempo um Bonaparte.
Testemunha:Disse-o, e pens nica-
mente, que cssa carta est concebida em
termos to inslitos, que nao podamos en-
cara-la como provocarlo formal, .'.mas sim
como om ultraje, e n*esse caso o Sr. Roche-
fort t nha dirito a escolher as armas e a
estipular as condieoes do combate.
(i Sr. Leroux:Peco ao tribunal para
ler a carta do principe Pdro Bonaparte :
Senhor.
Depois de ter ultrajado, um apoz outro,
todos os meus, nao poupando nem as mu-
Hieres nem as creangas, insltame por
meio da penna de um dos seus mariolas.
E natural. Devia* chegar a minba vez. Mas
eu tenho talvez urna vantagem sobre a
maior parte do$ que usam do meu appelli-
do, o ser um simples particular, sendo
ao mesmo tempo um Bonaparte.
o Voa pois perguntar-lhe se o seu tinlei-
ro est garantido pelo seu peito, e confes-
so-lhe que tenho mediocre confianza no
xito d'este mea passo.
Sei efectivamente pelos jornaee que os
seus editores Ihe deram o mandato impera-
tivo de recusar toda a satisfago de honra
e de conservar a sua preciosa existencia.
< Todava, ouso tentar o acaso, na espe-
ranza de que um pequenp resto de senti-
metos francezes o far afastarse em meu
favor das medidas de prudencia e de pre-
cauco em que se refugiou.
Se pois, por acaso, consentir em correr
os ferrolbes que tornara a sua honrada
pessoa daas vezes ioviolavel, nao ae en-
contrar nem n'um palacio nem n'um cas-
talio ; moro simplesmente na roa d'Auteuil
n. 59 e prometto-lhe que, se o Sr. c vier,
nao lhe dir3o que sahi. *
Esperando a honra da sua resposta,
tenho. tambem a honra de o comprimentar.
Pedro Napoleao Bonaparte.
tAo Sr. Henriqae Rochefort, ra d'Abou-
vir n." 9, Paris.
P.O Sr* Disse na instrucco :
< Coraprehendi primeiro que seria n'uma
discussio desleaj, mas disseram-nos que
fra assassnado. *
De^>; tambem dizer-lh que o commissaro
ileaoWa ao primeiro aviso, foi logo casa
; a jastica fez o seu dever; e nao
t licito'excitar o povo a arrombar a flor-
da casi.
T.Estava all am homem assassnado.
O assassino poda fugir; quiz assegarar aj
acgao da jastica.
.Pareoe-rae (pie o Sr. faz um idea s-
mitrar da juslif* h^i| licito pessoa al-
guma e^ciur b pftvo vj^lar um domici-
lio ,
T.Cdnsiota-maque respond, Sit pre-
sdante. Cada qul aprecia a ustifa como
o corhprahenda ; e cuido que a aprecio ao
seriamente comp quem quer qne seja. De-
claro que o que disse aqu, tinha o dito ao
Sr.. presidenta da cmara d'accusacao do
alio tribunal.
Prmitta pois, senhor presidente, que,
respailando a^ua aprciaco, faca eu a mi-
nha, e diga que, quando urna pessoa se v
em taes circumstaocias, i dignado e pro-
fundamente irritado, emj)resenca de seme-
Ihante crime, quando o assassino pode fu-
gir, conprehende-se quae^s poderiam ser os
meus santimentos; devo accrescentar que,
mal sube que apparecera o ommissario e
entrara na casa, logo perceb que nada
mais havia fazer, e cntSo., nos retiramos.
Nao approvo o que so faz, parece-me que
n5o se procedeu como se faria para um
simples particular ; mas eu ento suppb^
nha que n3o se havia procedido e que a
^polica deixava livre o assassino. Pens
por conseguinte qne .nao merec nennuma
censura.
P.Neste processo, a justica fez o seu
dever sem fa/ifarronada, mas fel-o : todas
as preeaueiies necessanas para impedir a
fgida do reo, que fot tratado como homem
sobre quem recahia ama grave suspeita;
fez rqal cm pensar que a justica nao cum-
prira o seu dever, e em recorrer forca.
E' istrj qne nos achamos lamentavel.
Todava, senhor, nos, reconhecemos o
tom geral de moderaco empregado no seu
depoimento ; repito,* o que lastimamos
que a jastica houvesse sido sustada de nao
cumprir o seu dever.
T.Devo dizer que, quaoto a mm, n3o
se tratava de justica, mas sim da polica.
(Movimento.)
P.O Sr. estava armado, tinha comsgo
um rewolver carregado ?
T.Comprehendo perfeitamenle, senhor
presidente, o alcance da sua pergunta ; res
pondo, declarando positivamente que nao
eslava armado, porque eu nao tinha arma
ofensiva, mas urna simples arma defensiva.
J disse, chamo me Joo Baptista ; faco an-
ios a 2 i de junho; ora nessa poca n5o
havia seguranca para as pessoas. A esse
lempo mora va eu rm Auteuil; mmha mu-
Iher deu-me. como presente d'annos um
rewolver; urna arma incapaz de ferir;
eu trazia o t3o habitualmente comgo, que
quando o Sr. de Oms me lez urna pergunta
a esse respeilo, tinha-o na algibeira, e
disse ao Sr. de Oms: c. Olhe, elle aqui
est E' do mais pequeuo calibre, in-
capaz de ferir. Bem vm que urna mu-
Iher na daria' ao marido urna arma peri-
gosa. Repito, nunca tive armas offensivas
na algibeira.
R.As armas delensivas sao as coura-
cas e os capacetes I (movimento.^ Espero
que o alto jury apreciar o carcter do
depoimer.to do camarada de Salmo e de
Fouvielle ; elle e o tal Arnould que na
Marselheza disseram, estando eu preso,
esta fanfarronada: qualquer que fosse o
veredictum do alto tribunal, haviam de me
assassinar.
T.Pei;o ao tribunal que faca respeitar
o meu depoimento, como de dreito. E"
bem verdade,se eu me servase dasexpres-
ses que o reu emprega, o tribunal nSo
adiara a minha linguagem conveniente, e
havia de m'o observar. O chamado Pedro
Bonaparte nao est autorisado a injariar-me,
visto que tambem .eu n5o desejo fazel-o.
O Sr. Floquet.O Sr. presidente digna-
va-se perguntar testemunha a que hora
chegou a Auteuil ?
T.Seriam cousa de tres horas menos
um quarto.
O Sr. Floquet.(Juando se disse tes-
temunha que se apresentra um commissa-
ro de polica em casa do reu, era verdade,
mas esse commissaro nao fez nennuma in-
dagarlo legal, fez apenas urna visita ofli-
ciosa, nada averiguou, e que nenhum ves-
ligio deixou no processo. As tres horas e
meia nenhum passo da justica fra dado,
porqae o Sr. Roidot s chegou das quatro
para as cinco horas. Os sentimentos da
testemunha eram pois legtimos, quando
quera impedir a fgida do assassino ;
esse o direto de todo o cidado.
T.A lei d a todo o cidado o direito
de se apossar de qualquer delnqueme no
caso de flagrante delicio.
P.Quando fr chamado por gritos par-
tidos de dentro de casa. Conhecemos a lei.
O Sr. Floquet.E quando se assssina
l dentro de casa ?
R.O Sr. commissaro de polica nao es-
tava asse tempo na estago. Veio um
agente.
O Sr. Laurer.N'esse caso observare
que se um agente- foi ao domicilio do reu
na occasio do clamor publico, nao fez o
seu dever, nao procedeu nenhuma captura
nao fez nenhuma imlngacao.
i OSr. Milire afastou-se; os gendarmas
que o haviam trazido, quizeram leval-o.
. Os Srs. Laurer e Floquet nsstiram para
que elle se conservasse na audiencia, que
ainda poderia ser'preciso ; oppoz-se isto
o procurador geral, mas o tribunal decidi
que licasse.
P.Nao consintam os guardas que o Sr.
Milliere falle com pessoa alguma ; fique
solado completamente.
Os dous gendarmes collocaram a teste-
munha entre elles, ao fundo da sala.
Heorique de Chabrillat, vinte e dous an-
nos, jornalista em Pars, redactor do F-
garo. Na vespera do acontecimento, 9 de
Janeiro encontreiVictor Noir, que eo lo-
nbecia. Havia cousa de um mez que eu
n5o o encontraval e mostrouse muito ale-
gre por me ver. Disse-me : N5o imagi-
nas o quQ, vou fazer amanhla IEntSo que
?Eu, Vctor Noir, vou casa de um
Bonaparte. Sou padrinbo de Grousset.
Disse-me isto rir; l para elle era um
caso a/egre ; ser\io-se para m'o exprimir de
urna palavra, que eu peco perdi ao tribu-
nal de ter que repetir ; dissa elle : Hein I
nao acbas isto chic para mm ? Por con-
seguinte posso afirmar que no seu modo,
na sua disposicao de animo, nao se revela-
va nenhuma intencio de violencia. Voivi-
Ihe eu depois : Ponho essa noticia no Fga-
ro, se te agrada. NIo, responden elle,
nao se deve por ora fallar n'esta pendencia
nos peridicos, porque Rochefort deseja
que o duello se nao verifique, e se a noti-
cia se espalhasse, o desafio era inevitavel.
P Senhores,jnrados, a perorata que
provocoa esta resposta levava o intuito de
evidenciar este tacto ; a provocacSo de
Grousset nao tinha por m impedir ornen
eeatro com Roefcdfert a nejptya depre-
hende-se da resposta, urna vez que o en-
jcontro'com Grouss-t estava
o dia 9, e a
ebegoa i
(A' tes
Vctor NojJiWUia 9?
T.A'nTeia noit
O Sr. Floquet.
dito por Victor Noli estamonha nao re-
fere que o desatioS Uva ajustado para a
vespen, era somenWa visita Auteuil que
estava decidida. Km sumo, ihfere-se de
ludo que Vctor Noir nito tinha nenhbma
idea de volencfif wfk veaujue al espe-
rava alguma combna^.tQl itt 1
O Sr. Leronx. As expressSes da *eete-
munha sao estas, na instrucc^o escripta :
t Sou teslemunha de^Grousset no seu
duello. I i'
Isabel Gillet.Criada, moradora em Au-
teuil, em casa do prncipe. No dia do acn-
tecimento, foi procurar o ptincipe, Tjue
estava junto da senhora prnceza, e Ifftre-
guei-lhe dous.bilheles de visita que medra
o palafrenero das cavallaricas do principe.
O prncipe foi para a seu quarto, e orde-
nou-me que raandasse entrar as doas pes-
soas que o esperavam.
A testemunha failava com voa multo ira-
ca. Reproduzmos o saa declaragSo escrip-
ta, qne o presidente leu :
Segunda feira 10 d'este mez, pelas
duas horas da tarde, estava eu varrendo a
sala do bilnar, quando Hutin-Ernesio, pa
lafreneiro d's cavallaricas do principe, me
levou dous bilhetes de visita para entregar
ao principe, dizendo-me que os doas su-
geitos que os haviam entregado estavam
esperando l em baixo e tinham mala
pressa.
Entrei no sal3o, onde o principe eslava
assentado ao p do fogo, conversando Com
a senhora prioceza. t
Entregueilhe os dous bilhetes te visita
accrescentando que os (toas sngeitos tinham
muita pressa. A senhora prnceza foi-se
logo dizendo que ia preparar-se ; o principe
diss-me que estava adoentado e pouco dis-
posto receber visitas, mas que no entanto
ia vestir-se.
Mandou-me atear o lome do fogao, e
disse-me que os dous sugeitos podiam su-
bir.
Foi para o seu quarto e eu sahi para a
sara d'armas a prevenir as duas visitas.
Quando eu abria a porta da sala d'armas
para sahr ao patamar, encontrei os dous
sugeitos ; um, o mais alto, que depois
soube ser Victor Noir, j estava ao p da
porta ; outro, o mais baixo, suba os lti-
mos dejros ; ambos estavam de chapeo na
cabeca.
Entiaram ambps na casa d'armas, onle
os segu. Sempre andando, o mais alto,
?ictorNoir, disse-me : Est alli o prncipe
Bonaparte ? indcava a porta do sal5o ; per-
guntoo-me se haviam de entrar para alli.
Respond affirmativamente, e voltando-se
para o mais baixo, disse : Entremos.
O mais alto, Vctor Noir, abri a porta do
Salo, e ao entrarem abi tiraram os chapos.
Dsse-lhes que o principe se estava vestin-
do, e convidei-os assentarem-se.
Sahi pela sala d'armas, depois desci
porta da roa, onde estive conversar com
o Sr. Bernardo, coebeiro da casa.
Havh apenas alguns minutos que nos es-
tavamos de palestra, quando ouvi o redo
abafado de um tiro vindo do interior dos
aposentos; mas como o prncipe costnma-
va atirar das janellas do salao ao alvo col-
locado no jardim, n3o dei attencao ; de re-
pente vejo Victor Noir sabir da escada a
correr, e a cambalear como um homem
embriagado ; tropecou na porta, e foi cahr
de joelhos, e sobre as duas mos, no pas-
seio : tinha o chapeo na cabega.
Bernardo e eu fomos logo ao p d'aquel-
le homem, que nao profano nem urna pa-
lavra.
Appareceu logo depois o mais baixo, o
Sr. Fouvielle, correado, todo esbafondo,
sem chapeo, agitando na mo um rewolver
e gritando contra um assassino.
Foi abrir a porlinola de urna carruagem
parada diante da porta, onde estavam mais
dous sugeitos que pareciam esperar, e dis-
se-lhes : Gritem contra o assassino Pedro
Bonaparte acaba de assasinar Victor Noir.
Estes ltimos brad^ram contra o assas-
sino, e como n'essa occasio estavamos nos,
o palafrenero, o cochero e eu, ao p do
ferido, e o Sr. Fouvielle, conhecendo que
eramos da casa, apontou o rewolver para o
coebeiro e para o palafreneiro, com ar amea-
Cador.
'mesmo. Victor
Presdante. Dlsse-lbe
Noir.
isso n3o I n3o sabia o norae
e Ullou-me no mais alto.
JT' Tl^sttfe '8S0 a ^ue
>ojfc|*a tardeWJ
Sr. Llorier.las no primeiro instante,
T.Nao. K
Pi 'feas disse lhe orna phrase mais ca
rateristica :Quizeram assassinar-me
5 que jnal fra es-|e meia da tarde, pelo commissaro^ de poli-
tela as mips de
ia de Passy,
fletar Noir.
. O priocipe-Jfcies- Qnano ch
d fend sabia pela treux, onde e;
de entrara, o ou.ro,
ou'vielle, collocava-se por traz de daas pol-
tronas, apontando para elle.
Foi ent que disparei o segundo tiro,
mais-para o fazer tirar-se d'alli do que para
o matar.
O que se passou prova isto perfeitamen-
aaquerio ama fe-
W ^ito "milimetros
i Sr. Laurer. outro, ponto de vstante ; depois do meu tiro. Fouvielle tirou-se
6 Sr. Leropx. Victor Noir liuha o :ha- do sitio onde estava para sabir pela porta
p na mo ou ,ua caoeQa .qiand cahio ? da sal do bilhar e passou por ao p de
X,Na cabaca- mim ; s me separava delle a mesa do sa-
p.Foi difopela testemunha que ao en- 13o, S quizesse mtalo poda faz-lo
trapos dos sugeitos haviam posto os cha- qneima-roupa.
pos sobre os movis ?
Ao ver isto, metterao-nos para dentro e
fechamos a porla, e ouvi o Sr. Fouvielle
dizer:
< Ahi se fecham todos os assassinos t
Subi precipitadamente ao sallo, onde vi
muitas poltronas de pernas para o ar, e o
principe assentado no camap; perguntou-me
se os taes sugeitos tinham sahido, e disse-
me que o haviam querido assassinar.
Desci ra, e pouco tempo depois, ao
subir a escada da sala dobilbar, vi um es-
tojo de rewolver aberto, e n3o o apanhei.
S o disse muitos criados da casa.
Nada mais sei.
Isabel Gillet, vinte e dous annos, criada
ao servico do principe Pedro Bonaparte.
Lemos testemunhj o depoimeoto que
fez no dia 17 d'este mezperante o Sr. Roi-
dot, commissaro de polica.
A testemunha reconhecen que essa de-
clirarao estava em lodos os pontos exacta,
e que nada tinha i accrescentar.
Pergunta.Em que estado estava o sa-
llo quando o senhora l entrn 1
Resposta.Notei que as poltronas do
lado do fogao estavam daitadas.
O chapeo que o senhor me apresentoo
estava sobre a jardineira, e a bengala ar-
rumada ao consoto. Encontrei um estojo de
rewolver na escada pequea de servico que
conduz sala de bilhar.
Por esta escada que desceu Ulrico de
Frjovielle. Tinha a caneca descoberta ;
levava urna pistola na mjo, gritando contra
um assassino e dizendo em altos berros :
Foi Pedro Bonaparte que acaba de as-
.sassinar Victor Noir.
Apresentmos Jestemunha o estojo de
rewolVer encontrado no qaarto do prn-
cipe.
A testemunha responden :
t O estojo que ed tinha echado aatava
aberto, esse est fechado. Pareca^ne toda-
va que posso conhece-fo.
O Sr. Laurer. Quaodo a testeaaonha
voltou ao p do princip, no prime*Ijins-
tante, qoeixon-se de iba haverem bando '
Testemanha. Sim, disse que lhe Datera
Victor Noir.
T,-^9im, senhor.
O Sr. Floquet. verdade, a testemanha
deciarou que o dous sugeitos levavam os
chapeos na cabec-a, e que ao entrarem no
sa!3o os haviam posto sobre um movel.
T.O mais baixo tirou o chapeo, mas o
mais alto nao tirn.
O Sr. Leroux. N8o preciso transtor"
oar a minha pergunta : perguntmos-the se^
quando cahio tinha o chapeo na cabeca ?
o que desojamos averiguar.
O Sr. Laurer.^ Suscita-se urna coates-
taco entre mm e os meus confrades acerca
do modo como Victor Noir tinb'a o chapeo
quando cahio ; nao desejo originar inciden-
tes ; mas record que o Sr. Grousset, na
parte do' sen depoimento oral disse que
Noir tinha o chapeo na tn3o dreita quando
cahio. Se novamenle se suscitar esta con-
testaco, terei de reclamar a presenca do
Sr. Grousset n'esta audiencia; por agora
lin?to-me a fazer a obsarvacao.
Rouflio chefe do servico na casa do
principe Pedro Bonaparte. Subi instantes
depois do acontecimento, para ver o que se
tinha passado.- Encontrei um chapeo e orna
bengala no sala >. Bat porta do patro
que.estava fechado por dentro ; disse-me
elle: Vmc. Houfliii ? Respondi-Ihe :
Sou, sim, meu senhor. Volveu elle:Vmc.
vai ficar de guarda porta.
P.Falln lhe do que se passaca.
T.Disse-me que dous sugeitos que nSo
conhecia tinham ido a sua casa para o as-
sassinar.
P. N3o lhe pergantou se essas duas
pessoas j tinham sahido ?
T.Sim, senhor. .
P.E mais tarde, s 4 horas, nao ouvio
gritos e ameacas ?
X. Ouvi, sim, senhor. Gritavam :
Havemos de o agarrar, preciso que o
matemos!
P. Lembra se a que boras foi dei-
tar no correio orna carta para Rochefort ?
T.Foi depois do meio dia; mas nao me
lembro ao certo da hora.
Foi lido o depoimento escripto da teste-
munha que nao difiere d'este.
Declarou a pedido do Sr. Leroux que o
prncipe n3o tem calcas mnito largas com
grandes algibeiras.
P.E quando o principe lhe disse que
dous sugeitos o tinham querido assassihar,
n3o disse tambem que lhe haviam batido ?
T.Sim, o mais alto.
Prospero Pignel, cincoenta e nove annos,
sem profiss3o. Passiva por defronte da
casa do principe quando Victor Noir acaba-
va de cahir e era levado botica. Levan-
tou as maos do cadver, e tinham 'uvas cal-
caldas e abotoadas. O Sr. Fouvielle disse-
me que fra o prencipe quem batera era
Victor Noir.
P.Ms o senhor declarou que o Sr.
Fouvielle lhe dissera ao mesmo lempo que
nem elle nem o seo amigo estavam arma-
dos.
T. verdade.
Fouvielle chamadoS conte a este se-
nhor o que contei s mais pessoas.
T.Pois bem estamos de accordo n'iss>
porque o senhor disse-me que n3o estava
armado nem o seu amigo. (Riso geral).
Fouvielle.Sr. presidente, j fiz aqu a
minha declaracao completa. E demais, co-
mo poderia eu ter dito isso ? Sahi com o
rewolver na mo e entreguei-o a um moco,
m dos jurados.A teslemunha declarou
que o Sr. Fouvielle lhe dissera que se
dra o acontecimento depois de urna rixa.
Desejo saber se a palavra foi textualmente
empregada. '
T. exacto, servo-se da palavra rixa,
questiuncula ou altercaco. (Riso).
Leu-se o depoimento escripto da teste-
munha que nao apresentoo contradc3o
com o depoimento oral.
Jo3o Baptisla de la Bruyere, chefe de re-
parti no ministerio das bellas-artes, 58
annos de idade, morador na ra do Arra-
balde de S. Diniz n. 52.No dia do acon-
tecimento, pelas 3 horas da larde, o Sr.
Grave, redactor do fgaro, foi minha re-
partico e disse-me com ar comraovido :
Sabe o que succedeu ? Diz-se que o prin-
cipe Pedro Bonaparte matou Vctor Noir.
Houve ent5o duello ? perguntei-lhe eu.
Respondeu-me: N3o sei; parece que houve
urna luta em que Vctor Noir succumbio.
Volv ao Sr. Grave : Vamos immediatamen-
te fallar ao principe. E entramos no trem
que o trouxera. Cbegamos casa do prin-
cipe ; fomos recebidos no salo. Estava
com o Dr. Morel, a prioceza, e talvez mais
urna pessoa, mas n3o o posso affirmar. O
principe veio para mim. apertou-me a mo;
perguntei-lhe: Que se passou, pnocipe?
Respondeu-me: Urna grande desgraca. ai
provocado, atacado em minha casa de mao
armada, e vi-me obrigado a defender-me.
Fiz fogo sobre um dos meus aggressores e
feri-o. '
Levou a m3o face esqaerda para me
indicar o sitio onde recebra a bofetada.
Examinei a face com todo o cuidado ; ti-
nha effectivamente o signal de urna violenta
bofetada > o olho pareceu-me hmido,
como succede quando a pancada na re-
gi3o do olho.
O principe referio-me os principaes por-
menores da scena.
Cuidei primeiro, disse-me elle, que aquel-
es sugeitos viessem da parte de Rochefort,
a quem na vespera eu mandara.nma carta
desafiaodo-o. Perguntei-lhes se vnham da
sua parle; responderam-raeqoen5o.Mas,
dsseram-me elles grosseiramente, lea essa
carta: Depois de a lr fui p6-la sobre o
coosolo, e disse: N3o conheco o Sr. Grous-
set, nada tenho com elle. Se fosse com o
Sr. Rochefort, isio sim, mas com um dos
seos mariolas, nao. Acci*centei: sois ao-
lidartos delle ? E no mesmo instante deu-me
urna bofetada* m> *to>. emo tanto o ou-
tro me ameacava tom a pistola. Recnei
immediatamente dous passo % fiz fogo so-
bre elle.
O Sr. Laarier.A visita do Dr. Pinel q3o
anterior do Sr. Bruyere ?
T.N3o sei.
O Sr. Laorier.Fallo com o reo.
R.Foi anterior.
Paulo Adolpho Cassagnac, 23 annos, ho-
mem de lettras.Esta testemunlia oa pr-
raeira parte do seu depoimento disse que o
estado moral do principe no da da caias-
trophe era excellente, que redigio com elle
a carta eaviada a Rochefort, e accrescerrtou
que o~ prncipe cosluma trazer armas conf-
sigo.
O Sr. Floquet.Em que sitio do rosto
vio a testemunha o signal de urna bofe-
tada ?
T.Conjo n3o cuidei que esse fado fosse
impugnado, nao fiz grande reparo ; n3o sei
se era na face esquorda, se na direita.
O Sr. Floquet.Pouco importa.
X._o signal rodeava a cara, cuido eu.
O Sr. Floquet.A testemunha disse que
passra o da de domingo com o reo. N3o
jogou com elle as armas ?
T.N3o, porque demais a mais tinha re-
cetado dias antes um golpe de sabr.
O Sr. Floquet.Pois justamente por
nos coidarmos que a testemunha receben
esse golpe de sabr jogando recentemenle
com o reo, que lhe perguntamos se nao
succedeu isso no domingo.
T.Posso affirmar que o principe nao
tentou assassioar-me.
O Sr. FloquetAs minbas perguatas
sao lgicas e serenas. Peco testemunha
que responda igualmente.
P.As perguntas a fazer s testemunhas
devera passar pela minha bocea.
O Sr. Floquet.E peco tambera que as
respostas das testemunhas passem pela sua
bocea, Sr. presidente. Pergunto teste-
munha se n'um assalio simulado, por urna
arranhadura involuntaria, o Sr. Cassagnac
nao fra ferido no domingo ?
T.Nunca tive desavenca com o princi-
pe ; Pedro Bonaparte. com as armas na
ra3o, perfeitamenle senhor de si.
O Sr. De laRocca, 61 annos, capito apo-
sentado. Conhego o principe ha muito
tempo, e sou-lhe muito dedicado.
No da 10 de Janeiro passava eu por
dante do caf da Paz com o Sr. Cassagnca
e o Sr. Grave ; encontramos um amigo com
o jornal o Parlement, e n-.ticiou-me o caso
d'Auteuil. Disse aos que me acompanha-
vam : Vamos a Auteuil ? Entramos
n'um trem. Chegmos, e fomos ter com o
principe, que nos explcou tudo, e nos disse
estar ferido.
Era bora e meia; suspendeu-se a au-
diencia.
s 2 horas contnuou a inqurico das
testemunhas.
J. de la Rocca, 37 annos, commissaro
inspector da livraria no ministerio do reino,
e redactor do Avenir de la Cors.Expl-
cou a orgem da pendencia cora a Revanche,
e disse que nao se admirara, do que succe-
dra, porque dias antes da catastrophe, o
Sr. Mallard, redactor da Prsse, encontrou
Victor Noir, que lhe disse: Estou furic so,
procoro urna questao e nao a encontr;
anlo com vontade de estrangular um ho-
mem I
A testemunha; na contnuac3o do depoi-
mento, insisti na dolorosa impresso que
notara em Pedro Bonaparte ; este disse-lhe
com profundo pezar : Insultaram-me, amea-
caram-rae, esbofetearam-me, que quer?
Que teria o senhor feito ?
O Sr. Demange.O numero do Avenir
de la Cors, que contnha a carta do prin-
cipe foi enviado a 29 ou a 30 de dezem-
bro ?
X.A remessa foi feita por mim ; che-
gou no dia 30.
O Sr. Mullere, chamado.Eu s sube da
polmica do Avenir de la Cors e do pro-
jecto de desafio do Sr. Grousset, na segun-
da-feira s 11 horas; isto o que affirmo.
Nao digo que o Avenir nao fosse enviado,
mas eu nao o tinha visto.
O Sr. Demange.O Sr. Milliere n3o sa-
bia do artigo de Ernesto Lavigne publicado
na Marselheza de 10 de Janeiro ?
T.Sabia do artigo, alludiodo a discus-
ses que se tmhain levantado na Oorsega ;
mas nada sabia da polmica nem do encon-
tr do Sr. Grousset com o principe.
O Sr. Theodoro de Grave, 41 annos, jor-t
nalista.Confirmou no sea depoimeoto tudo
o que dissra o Sr. Bruyere. .
P.Quaoto lempo, pouco mais ou meos,
depois do acoatecimento chegou o senhor a
Auteuil ?
T.Cerca de hora e meia.
P Est certo de lhe dizer o principe
que vira urna pistola na m3o de Fouvielle,
antes delle atirar ?
T.Estou certo.
P.Conservou a declaraco escripta do
principe ?
T.Tenho-a comigo.
P.Est reproduzida nos autos de corpo
de delicio.
O Sr. Demange. a'relac5o do caso
publicada no Figaro.
O Sr. Floquet.A test#munba vio imrae-
diatameote a contus5o no rosto do prin-
cipe ?
T.Sim,senhor;
e parte da face.
O Sr. Paalo Cassagnac, chamado1 pedi-
do do Sr. Demange, disse que tontusao,
j negra, era na parte inferior da face.
O Sr. Laorier.O Sr. presidente digna-
se de pergontar ao reo o que entende por
t o braco levantado, n'uma attilude enr-
gica >, phrase que se encontra na sua de-
claraco escripta, e publieada no fgaro ?
R.Emendo o gesto de quem accenta o
que quer dizer.
(O reo estendeu a mao para traz e fez o
gesto de pessoa que falla com animacio).
Carlos Honorel Pinel, 41 annos, dootor
era medicina, em Pars.O presidente leu
havia molestado o olho
de
rifiquei que o aiaifcoi
ainda estava quentejf
Vi por baixo do
rida de'forma redonda
de dimetro, que logo, aptei pelfs apparen-
cias dlla ser feita por urna arma de fogo.
Segundo a direcc3o da profundidade da
ferida, pareceu-me que o projectil bavia de
ter ebegado ao corceo, o a morle por derramameato gradual.
O uieu amigo Morel pedia^ae para ver-
Scar com elle o signal d'ama' via de facto
recebida pelo principe.
Acced ao seu pedido, examinei o princi-
pe, qde tinha na face esqueraa, na regi3o
mastoide, urna ecchymose da dimensJo de
urna moeda de dous francos, coja parte
posterior e ve/tical era mais pronunciada
que a parte anterior. E' difficil explicar o
que poderia ter causado a ecchymose : Se-
ria consequeocia de urna bofetada dada por
m3o cojos dedos tivessem nm annl, ou de
pancada com o castao da bengala.?'Isto
impossivel determinar.
Podiam emittir-se conjecturas: oa o pno-
cipe batera n'alguma parte ao perseguir
Fouvielle no sal3o, oiLseriam os recocheles
dos projectis, ou a prljecc3o oe lascas de
madeira ou de estuque.
Mas, repito, impossivel escolher de
prefereocia oenhuma destas differentes by-
potheses. *
Devo accrescentar, no que, diz respeilo
s observaces que fiz no corpo de Victor
Noir, que a porcao de cabellos do baixo
ventre estava impregnada de urina incolor,
o que, segundo o meu parecer, denunciava
que a victima soffrra urna violenta commo-
c3o, que n3o pudra dominar; no resto do
cadver, n3o exista nenhum ootro vestigio
de violencia.
Pergunta.Se Victor Noir houvesse re-
cebido, antes de sabir do salao, urna via de
facto qualquer, poderia dizer-me, como a
morle se deu algdns minutos depois, se o
signa! della apparecera?
R&sposia.O espaco de tempo medeado
entre a occasio da ferida recebida e o
momento da morte verdadeira, permitte-me
affirmar que havia tempo de se revelar todo
o indicio de violencia, que nao escapara
nossa investigaco.
O Dr. Pinel sentio-se um pouco indis-
posto no flm da sua declaraco : algum
tempo depois accrescentou que notara no
principe um leve signal de contuso,
abaixo e ppr traz da orelha.
Presidente.Como Por traz da orelha'
Pde-se dar um murro poc traz da orelha.
mas n3o urna bofetada!
T.Pode, Sr. presidente. Imagrae-se
um annel com braz3o, a bofetada bem pu-
chada, e a cousa possivel.
E' chamado o Sr. Bruyere.
P.Onde estava ao certo o signal da bo-
fetada que o senhor notou?
T.Na parte dianteira da cara e quasi
por baixo da orelha. Pareceu-me que a
bofetada n3o era recente.
P.Trata-se de saber onde estava o sig-
nal.
T.Nao era por traz da orelna.
E' chamado o Sr. Paulo de Cassagnac.
P.Onde estava o signal da bofetada qae
o senhor notoa ?
T stendia-se por urna parle conside-
ravel da cara ; ao p da orelha havia om
vergio azulado que se alongava da orelha a
parte dianteira da cara e at a baixo da
E' chamado o Sr. Casanova.
P.Em que silio estava o signal da bo-
fetada ? .
A testemunha indicou a parte anterior di
face esquerda.
E' chamado o Sr. Grave.
P.Onde vio o Sr. o signal da bofetada
na cara do principe ?
X.O signal nolei-o guitas vezes, no-
tei-o oito das depois na priso. As cores
delle eram variabas.
P. ao reoExpliqoe-seclaramente onda
estava o signal.
O principe indicou o meio da face.
P. ao Dr. Pinel Como pode o Sr. com-
metter semelhante erro, dizer que tinha
visto o signal por traz da orelha ? A scien-
cia pode enganar-se em'cortos pontos;
mas oeste impossivel errar, basia ver.
T.Na minha precipitacSo possivel que
me enganasse.
P.Acceitamos a sua explicado.
T.Notarei tambem que o principe se
prestou muito pouco a urna obseraclo ;
nao tive os necessarios elementos para a
fazer. Se me houvessem dado seis minu-
tos tel-o-hia examinado conscienciosa-
mente. ,
O Sr. LaurierPerguDtare testemu-
nha se as luvas de Victor Noir, quando exa-
minou o cadver, n3o estavam abotoadas
perfeitmente intactas ?
T.Estavam intactas.
P.E abotoadas ?
T.Perfeitamenle abotoadas.
O Sr. Demange.O Sr. W. Pinel exa-
minou o cadver de Noir ? Ob-ervou oo seu
corpo algam vestigio de violencia ?
%T.Disso que me n3o tinha encarre-
gado; mas no seu corpo n3o exista ne-
nhum outro signal de ferida.
O Sr. Demange: Tendo o oofetao sido
dado algum tempo aritos da morte, o sig-
nal haveria persistido ?
X-Persista, se o bofetao fosse dado
com violencia.
Dr. Morel, sessenta e um annos, em Aa-
teuil: Eu tratava saa alteza o principe,
na va alguns dias. Na segunda feira fui
vel-o de manla. Encontrei o principe
deitado. Depois de lbe ter ministrado unu
b-bida, e cuido que nao Ser preciso dizer
que bebida era-(Hilaridade geral.)-Satu
outra vez; voltei a tar.de, vi nm ajunt?
ment numeroso, e contoume um .P01*1*
o que se passara. Foi ter com opn2'
achei-o muito commovido, e conton-me o
Depois dse-me:-Nesta
depatmento escripto da,testemunha,
diz assim :
Fui encarragado, na dia 10, is %
hofw
que se passara. ucjrv -- -..
ircumsancia, que teria o Sr.fe.to ? Res-
pond :-Sabe qual o mea Meter ? pe
5o sau lugar, matava-os ambos. (PrOlo*
se-lhe : Mas vossa alteza tem um vergio
na maxlla inferior ? Era um vergao muito1
Sgo o tamhbo de unja moeda de tra^
rucos. (No hilandade.) .
IfContmuar-se-ha).
RIO RA DUQUE Wfi UUUS
t
f

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.



I
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MOM


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