Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12102


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Full Text


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ANNO XLVI. NUMERO Si.
OfKi* t> indi, ib O'. tfUc
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FU i CAPITAL E UTCAKS QIDE lAt JE PASA
"Por fre Dmzcs
ttir seis ditos irtat

.

Por ua an-Jfo idwn.. ....
Cada mtunero avulso.
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f m)ii'
V*. J
.
..23fi;a'
cwdo
A.

S4BBJID0 30 DE ABRIL OE 1870.
pau Dono e rou da pbovucia.
Por. tres-BMMS-adiantados
Porseia ditos idem. .
Por note ditos idm .
Por nm armo idem ,
............ .
* *,**........
.........
;-i:
W7
i34500
0*280
27*000
-
Propriedade de Ifanoel FigHeirt^ de Faria fFilhos


Os Srs. Gerardo Antonio A'lves d
SAO A4.EWTE :
Filos, no Pari | Goncalves d Prnto. no Maranho ; Joaqun Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio da Leos Braga, no Aracaty ; Jlo Maria Jriio Ghaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jostino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomsa, M W da Paaoa Belarmino dos Saqtos Inicio, era Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga
m Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins A1*bs, na Babia ;,e Jos Ribeiro Gasparinho no (to de Janeiro. .
i -------!--------------------------
PARTE OFFICIAL.
a:
Governo da provincia.
3S9PACH0 A PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DA 26
ok abril j)K 18*9.
ttaebarei Austerliano Correa de Crasio.Conce-
da-se a licenea requerida.
Amonio Augosio Peerra da Silva.Informe o
Sr Dr chefe de polica.
Baroaeza de Vera-Cruz.A' vista da informa
m, como requer, .pagando os dreitis devldos.
.'meta se ao Sr. inspector 11 thesouifara de .i-
/.ruda, para os lias con ventales.
Francisco Pereira Caluraby.Informe o Sr. te-
ziente-eoronel cominandaote do eorpo p-ovfsorio
de polica.
lf aacio Beato de Loyuia.Informe o Sr. inspec-
tor 4a lliesmiraria provincial.
Or. Joao Cavalcante de Albuquerque.Informe
o Sr. engenneiro chefe da repartirlo das obras pu-
blica*.
Joio Ferroira de Mello.Reinettidb ao Sr tenen-
te-coronel commandante do baulhio a. 26 de vo-
luntario? da patria, para attflnder ao supplicante
no caso de nao harer inconveniente.
Jos Xavier Faustino Ramos. De-se.
Luiz Antonio Cordeiro.Informe o Sr. Dr. juiz
I direito da comarca de Garanhuns, ouvindo o
jai. municipal do termo do Bom Conselho.
Laiza Francisca dos Prazeres.Informe o Sr.
desembargador provedor da Santa Casa de Miseri-
\>rdia.
Major Joaquim Ignacio de Carrafa) Mendonca.
Informe o Sr. inspector da thesouraria do l'a-
zeaaa.
('ruedas da Silva Gnsmao.D-so.
Joao Pedro Blanchim.Dirija-se ao Sr. desem-
!mgador provedor da Santa Casa de Misericordia
em sessao da junta.
Jos Theotonio Pereira de Caniho.Informe
. Sr. commandante do corpo promisorio de po-
lica.
Joo BaptlsU Gomes Peana.D-se.
Manoel Zacaras da Silva Braga.Informe o
Sr inspector da ihesouraria de fazemla.
Tbeiidoro Jast. e o Dr.' Gustavo Adolpho.Cer-
ifique-se.
(*Sn._GKS Cavalcante :Pelo facto da cida-
de A, nao tendo um cemiterio assim como a ci-
dade B, ter vindo pedir um empreslirao, e por-
qae a cidade B, nao pedio tambem, segae-se
que nao devenios conceder aquella ? Parece-me
que nao. Neste caso eu dire que o nobre deputa-
( ominando las armas.
iOJUEL-GENURAt. DO C0MMAND0 DAS ARMAS MA
MOfnClA DE FERNAMBUCO, ) DE ABRIL
iw 1870.
Ordem do dia n. 468.
O rigadeirt c inmaudante das armas, determina
406 na inaahaa do dia 2 de maio vindouro se
ia-^ revista de mostra em seus respectivos quar-
eia, a coinpanbia de operarios militaras do ar-
*^sal de guerra, e depsitos existentes n'esla pro-
viaaia pt-la ordoin seguinte :
As I i horas a companbia de eperarios, as 7
i., deposito especial 'd'instrucco, as 7 1/2 ao de-
paaila de recrutas, e as 7 3/i ao de prisioneiros
tt tierra Paraguayo?.
Assigaado Jonqaim Jos Goncalws Fontea.
CwnforiueEmiliano Ernesto de Mello Tambo
rim, lente ajudante de ordens encarregado do
letaOae.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
S8S60 ORDINARIA EM 19 DE ABRIL DE
4870.
PRESIDENCIA DO SR. AI.I.IAR.
(Coninuacao)
(l SU. GOES CAVALCANTE : Sr. presidente,
^rescatando este projecto coosideracao 4a casa
nunca pude esperar que se* levantasse to grande
.Mima contra elle(Nao apoiadus.)
0 Su. GlsiiaoLobo :Nao, celeuma nao.
Su. Gks Cavalcante :___que. se estra-
:ilisse tanto a apresentaco do projecto, quando,
Sr. pre.-idente, todos os dias estou vendo se pedir
luataae mais quotas para difarsas localidades,
(.nas importantes para constru->> de acudes,
i cadaiaa e os projectos passam aqui desaper-
'iiidamenle.
1 -i Sb. Deputado : E' bom evitannos des-
vos.
O Sn. Gks Cavvlcante :Nao supDunha, Sr.
prtsideate, que umanh.i opposicao se levantasse,
por se pedir tao ridicula quantia' para construc-
(i de um femiterin, cuja utiiidade ninguem pode
-oaiestar. (ApoiaJos.) NaJ sei msmo, Sr. prosi-
le.ite, porque motivo...
0 Su. Oliveira Anorkde : Porque outras lo-
calidades podem pedir o inesmo favor. 8 seria in-
justica nao as attender.
O M.GB8 Cavai.uante :Logo r-'ponderei ao
ipirle do nobre deputado !
Sr. presidente, o nobre deputado do pnmeiro
lL-tricto que fallou contra o projecto, primeira-
meole quiz mostrar que elle nao linha utiiidade ;
nas felizmente nao o poude conseguir, convenceu-
se do contrario ; e se o nobre collega que me pre-
' i u, esl convencido da utiiidade do projento,
fra de quesiao que elle deve ser adoptado.
OSr. Gdsmao Lobo :Nao, b projecto pode ser
til, mas nao ser de necessidade inadiavel.
O Sr. Ges Cavalcate :Dit ainda o nobre
Jepulado :reconhei;o a utiiidade do projecto,
mas nao estou convencido da sua urgencia, por-
iue se fosse urgente, a cmara da Vi.-tona teria
representido, pedindo esse melhoramento. Sr. pre-
sidente, estou habilitado contestar isto, estou ha-
bilitado dizer que a cmara da Victoria muitas
vpzes tem representado por estas necessidades,
tem pedido a esta casa que vol alguma somma,
alim de levar-se a etTeito a coostrucrao dessa obra;
u, se consultarmos aos orcamentos da cmara da
Victoria, havemos de encontrar nelles sempre una
verba destinada vrastruccao do cemiterio.
Se a cmara presentemente nao mandn urna
reiiresentaeao especial a esse re< jeito, loi porque
utendeu que nos todos e-tavaraos convencidos
i.Msa necessidade, necessidade que tem sido ma-
nifestada muitas vezes nesta casa.
K Unto assim, Sr. presidente, que em 1859
Sua Magestade o Impemdor v sitandi aquella loca-
liJade, e reeonheceado a urgencia da construccao
de um cemiterio alli, deu 1:0004000 para auxilio
i,'-a obra.
Um Sr. Deputado :Sua Magestade deu provas
d<< sua caridade em todas as localidades por onde
O Sr. Gks Catalcanti :Sua Magestade nao
praticava caridade assim indwtinctamente, s dava
sas quintias quando reconliecia que realmente
havia necessidade urgente que occorrer.
Eu nio quero dizer que isto seja uflkieuta pa-
ra justificar o projecto ; narro apenas esse faci
como um argumento era respost ao que disse o
nobre deputada, que nao esta convencido da ur-
gencia dessa ubra.
Disse o mea nobre collega, deputado pelo se-
gundo distrieto, que nao se deria conceder a som-
ma pedida pela cmara da Victoria, porque exis-
ten muitas outras localidades rus mesmas con-
diccoea, que nao lam oemiterios. Oh senhores 1
pois, isto razio bastante f paraca-me que'nao.
dSa. Omvkira Ahdradr : Eiistem muitas ou-
tras toetJidades as mesmas eondieres, que um-
bem viriam pedir, e etrun swia'uma derrama de
npreetknos.
do pelo segundo distrieto foi meaos solicito em pe-
dir urna medida semelhante para essas localida-
des de sen distrieto.
O Sn. Gusmao Lobo .Mas note que a cmara
nio representou nem pedio o emprestimo, foi o re
presentante do distrieto.
0 Sr. Gks Cavalcantb :J disse que muitas
veres tem pedido, e se a cmara desta vez nao pe-
dio foi porque enteideu que toda esta casa eslava
convencida da urgencia dessa medida, e invoco o
testemunhn do nobre n erabro da comraissao de
orcamento municipal, para que diga se no orea-
ment, a cmara da Victoria pede ou nao que "se
marque urna qaota para construccao de um cemi-
terio.
Um Sn. Deputado :No orcamento a cmara nao
pede, propde.
O Sr. Ges Cavalcante :Propde.
O Sr. Manoel do Reg : Entao esperemos pe-
lo orcamento.
O Sr. Ges Cavalcante : J mostrei que os
cofres da cmara nao tem a renda preci.-a para
fazer essa obra.
O Sn. Manoel do Reg : Auterisou-se a c-
mara a contrahir um emprestimo hypothecando as
rendas do municipio.
O Sr. Pinto Jnior : Mas o dinheiro que se
tem votado no orcamento para esse lim, que ap-
plicaco tem tido ? -
O Sr. Ges Cavalcante :Nao tem sido appli-
cado.
O Sr. Pinto Jnior :Esse dinheiro com o___
1:0000000 dado por Sua Magesude o Imperador
j podia ter servido para se fazer alguma cousa.
o Su. Manoel do Rego:=Ess6 1:0004000 pos
to a juros desde 1859, quanto teria produzido .'
O Sr.-Ges Cavalcante : J disse que os co-
fres da cmara municipal da Victoria nao tem o
rendimento preciso para se fazer de urna s vez
essa obra, e s mediante um emprestimo poder
ella realisala, porque como todos nos sabemos
urna obra muitas vezes empalada, os seus mate-
riaes deterioram-se, e quasi sempre acontece que
se devendo gastar urna quantia pequea, gasta-se
urna quantia avultada pelo facto do retardamento
da obra. Foi por estar convencido disto qne ap*e-
sentei o projecto, para que de nina s vez a canda-
ra da Victorja podesse realisar essa obra que des-
de mnito tem em vistas.
Senhores, nao ha risco de que as outras cama-
ras pecam iguaes medidas.
Um Sr Deputado:Isto que o nobre deputado
nao pode afflancar. .,
O Sr. Ges Cavalcante :Pos30, porque a c-
mara da Victoria nio es as condicSes de mui-
tas outras; a cmara da Vicioria, emboranao pos-
sa fazer de urna s vez essa obra, por falta de
rendimentos, todava tem as garantas necessarias
para que se autorise o emprestimo. Se o nobre
deputado tem receio de que a cmara da Victoria,
nao pague o emprestimo que pede, deveria neste
caso apresentar urna emenda autorisando 0 em-
prestimo mediante garantas, porque a cmara da
Victoria tem garantas dar.
O Sr. Manoel do Reg : S na segunda dis-
cusso.
O Sr. Pinto Jnior : Se tem garantas para
pagar, tem meios para fazer a obra.
OSr. Ges Cavalcante .Se na.pnmeira dis-
cusso nao se admiltem emendas, logo o nobre de-
putado nao podia oppr-se ao projecto e deixasse-
o passar em primeira discusso, entao na segunda
offerecesse a sua emenda; para que este grande
receio de que a cmara da Victoria nao pague
urna quantia tao insignificante, quando nos vota-
mos aqui todos os dias quaatias maiores para ou-
tras obras I !
O Sr. Gusmao Lobo :Nos todos no.
_0 Sr. Ges Cavalcante : Quando digo nos
nao fallo em relaco a todos que se acham pre-
sentes, rellro-me as legislaturas passadas. Conce-
dem-se 2:0005000 para a matriz A, dous' para a
matriz B, dous para a matriz C, e entretanto essas
concessoes que se fazem nao sao de tanta urgencia
como a que M reclama para a cidade da Vic-
toria.
O Sn. Oliveira Andrade : Isso que o nobre
deputado deve provar.
O Sk. Gusmao Lobo :E o que se nao deve
suopor.
O Sr. Ges Cavalcante :Se nao lia receio de
que a cmara da Victoria nao possa garantir o pa-
gamento dessa quantia, porque razao fazer-se op-
posicao ao projecto ? Nao conliecp razan nenhu-
ma; enten lo que o nobre deputado devia op
por-se ao projecto se nao fo>se til, se nao fosse
urgente a medida que elle se refere, mas desde
que sjo se nao pode provar, desde que invoco
testemunho de todos que tem frequentado aquella
cidade, para mostrar que alli nao ha cemiterio,
menos qne se nao queira dar esse nome a um pe-
quenoquinul que circula a matriz e que nao tem
espago sufilciente para sepultar os cadveres das
pessoasque alli fallecem annualmenle, eu nao com
prehendo a razo da opposicao do projecto.
Por ventura haver necessidade mais urgente
do que esta, vendo-se urna localidade obrigada a
mandar exhumar os cadveres antes do tempo que
recommenda a hygiene publica, para que tsses ca-
dveres deem b lugar oulros que tem de ser
sepultados ? Havera maior urgencia do que essa ?
Porventura, se a cmara da Victoria nao tem pedi-
do consuntemente sommas desta ordem, pdese
dizer com isio que nao bajurgencia na medida que
se reclama!
Se a cmara da Victoria fojse outra, ou se eu
que represento aqui os seusioteresses, para o que
estou habilitado, pois cooheco perfeitaraente as ne-
cessidades que affligem aquella localidade. fari
o que muitas localicades tem feito. pedindo som-
mas para satisfacao de suas necessidades, mas nao
o quiz fazer, (al vez recelando inesmo urna recusa,
e por isso ped emprestimo, rediculo, porque como
empretlmo j disse, a cmara da Victoria tem bas-
tante com que possa garantir o pagamento dessa
quantia.
O Sr. Pinto Jnior :Se tem renda?, o qne faz
que as nao applica satisfacao de suas necessi-
dades.
O Sn. Gqes Cavalcante :Parece que nao
isso urna objeecao valiosa, porque pode urna mu-
nicipalidade ter rendas, ter lieos que garanum o
pagamento de um emprestimo, eutretanlo nao ter
o rendimento preciso para de urna s vez cons-
truir um cemiterio. Isto comprehende-se perfei-
taraente.
Um Sn. Deputado : Seja autorisada contra-
hir um emprestimo.
O Sa. Ges Cavalcante :Nao pode contrahir
um emprestimo particular, porque o nobre depu-
tado sabe que os bens inunir.ipaes nao podem ser
arrestado, nio podem_ soffrer penhora, isto da
lei; o inesmo porem nao snecede com o empresti-
mo feito pela provincia, porque todos os anoos po-
de marcar-se no orcameuto dessa cmara urna
parte destinada a amortisacio da divida.
O Sr. Almeida Peh.tambuco: E' par isso que
me opponho a creacio de municipios. *ern renda.
O sa. Goes Cavalcante :Mas a idade da Vic-
toria nio esU aestas condiccifes; um municipio
multo importante.
Um Sa. Deputado : Sem leoda .
O Sr. Goes Cavalcante :--fias|o nao pode ha-
ver am municipio itnporunkt se ao pobre.
O Sr. Gusmao Lobo :A renda thermometro
da importancia.
O Sr. Pinto Jnior :A riqueza do lugar, asna
grande populacao concorrem para a renda do mu-
nicipio.
OSr. Goes Cavlgante :Nao contesto' isto,
mas nao se queira dizer que nao tendo a cmara
da Victoria rendimentos sufDciente pira a cons-
truccao,de um obra destas, que o municipio nio
seja importante, pelo contrario, todos que tem fre-
quentado aquella cidade, reconhecem a sua impor-
tancia, que ella populosa, isso j eu disse e se
nio pode contestar.
A' visu destas consderacSes, Sr. presidente, eu
concluo pedindo qne os meas nobres, collegas vo-
tem de*ccordo cora as suas consciencias, niost-
tendendo s pessoas que assgnaram o projecto,
por que ellas nao dio um meio de forcar as snas
convicces.
O Sk. Gusmao Loflo :Nem eu disse isto.
O Sr. Goes Cavalcante :Todos tem diretto de-
discutir, e eu nao desejo seno aquilloque for jus-
to e que for rasoavel.
O SR. FGUEIROA justifica e manda a mesa nm
requerimento pedindo que o projecto v a com-
missao de orcamento municipal para emittir pa-
recer.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requeri-
mento :
Requeiro qoe seja ouvida a comraissao de or-
camento municipal sobre o projecto em dscu sao.
F. de Fiqueira.
OSR. GUSMAO LOBO :Sr. presidente:Que
as materias que por sua natnreza demandara es-
tados profundes e esclarecimentos que nio podem
resultarla discusso, seja pedida a cooperario
das commi>s5es,-convenho; mas que em assurapto
visto, explanado, e que independe de mais infor-
maedes, se tome como regulador invarivelaquelle
expediente, o que me nio parece razoado.
- Qual a qaestao ? De urna parte estio os
signatarios do projecto que, defendendo a sua uti-
iidade e naddiavel urgencia, sustentara ao m^smo
lempo a necessidade de nm emprestimo da pro-
vincia. Estio do outra parte os que impugnan) a
conveniencia e opportunidade da medida que, nao
desconhecendo a utiiidade da idpa que o projecto
consagra, pensam e sustentam que a forma de
um emprestimo nio nem pode ser a mais adap-
tada aos interesses da provincia, parecendo-lhes
que, possa ou no possa a muneipalidade acudir
com os seus recursos esta necessidade do seu
municipio, o raeo proposto ollerece serios incon-
venientes.
O que vai faztr a commissio que se quer
mandar o projecto, e isto por mais que suas lazos
nos merecam de respeito ? O que poder ella
trazer discusso ue novo e inesperado ? Visitar
o orcamento da cmara para dizer-nos depois de
tempo que ella nao pode dispdr da quantia que
se Ihe quer adiantar por emprestimo J i o
honrado deputado do 3" distrieto no-lo assegnrbu
de um modo directo ; estou n'esu pane desillu-
dido. Todos sabem que a c?mara nio tem reudiu
que Ibe bastera. Concedo.
Um Sr, Deputado : Mas talve pague advo-
gado sem causas. *
'O Sr. Gusmao Lobo :Sou um dos que pensam.
e o que a casa tem mostrado por actos, que
cada um projecto, por menos que avults na ap-
parencia, deve preceder um e3tudo grave e re-
flectido. Em qualquer projecto, ha sempre muito
que ver. Mis nao sou ura formalista exagerado:
a passagem do3 projectos pelas commissoes deve
ser motivada e ter assumpto. De outro modo
vamos perder teu.pa aproveiuvel; para que con-
sum-lo era expedientes inuteis?
O que vira dizer-nos a commissio quo nio o
saibamos '
Voto assim contra a emenda.
O Sr. Teixeira de S :E o projecto esU quasi
abandonado pelos outros signatarios !
Um Sr Deputado :Porque est abandonado ?
O Sr. Teixeira d S .Porque nao se pronun-
ciaran! em favor de sua idea.
O SR. MELLO REG :Peco a palavra.
O SR. ANTONIO CAVALCANTE : Peco a pa-
lavra.
O Sr. Mello Reg : JTeste caso fallarei depois
do nobre deputado.
0 SR. ANTONIO CAVALCANTE diz que, com
quanto nao seja signatario do projecto, todava
tendo ouvido o nobre 1 secretario censurar
esses seus dignos companlieiros de dfstricto, por
nao haverem tomado a defesa do projecto, entendo
dever dizer alguma cousa nesse sentido, sobretudo
em resposU s.observa^es do Ilustre deputado
pelo 1 distrieto que ac bou de oceupar a tribuna.
O honrado orador passa demonstrar a convenien-
cia do projecto, fazendo sentir que a cidade da
Victoria, com quanto populosa e importante, ca-
rece de rendas para occorrer necessidade que
se procura remediar com o proiecto e outras
muitas, e que pelas suas condicedes peculiares,
est mais no caso de ser attendida do que outras
localidades, aonde, fazendo-se sentir idnticas ne-
cessidades, nio urge unto a sua satisfacao. Assim,
por exeraplo, se em outros pontos da provincia se
d falla d'agua potavel, na Victoria essa falta
torna-se mais sensivel, por quanto para isso con-
corre a sus grande popuUcio ; se muitas outras
villas do centro exigem a consiruccaj de ceinite-
rios, a Victoria mais que nenhuma outra es no
caso de ver realisado esse melhoramento, porque
a circumstanca de ter populacio d,ensa, rene
a de ser pouco salubre, pelas condcSes do seu
clima pouco favoravel, sendo prova a raaneira
grave porque ali se tem desenvolvido as epidemias
que por vezes, tem assolado a provincia. De-
monstrada, como entende que se acha, a utiii-
dade do projecto, reconhecida a urgencia da me-
dida proposta, quando esla fura de eontesUco que
na cidade da Victoria nio existe proprlaraente
cemiterio, ou o que existe insignificante, cora
rea cao populacio, cou.'lue o i Ilustre memoro
que a queslao a resolver consiste em saber s as
rendas do municipio sao insufficieotes para sa-
lisfacio dessa necessidade, e se, dado o caso de o
serem, convem que os cofres da provincia vio em
seu auxilio. Ueste ponto, diz o uobre membro,
que se inclina votar pelo requerimento apre-
sentado, no sentido de.ser ouvida a commissio
de rendas raunicipaes, por isso que, cora quanto
sejam muito valiosas as observacSes apresentadas
pelo Ilustre deputado peto 'i" distrieto que sui
lenta o projecto, esU convencido de qne elle pro-
prio concordar em que a ioformacio offkial da
.commissio, vista dos dados de que dlspoe, deve
pesar muito no animo da casa., para resol ve-la 4>
decidir a questao; e, nio se tratando na 1* dis-
cusso senio de apreciar a utiiidade da idea do
projecto, parece-Ule que deve elle ser approvado,
ouvmdo-se nio obstante a commissio, para o qne
ufferecer ura additamento ao requerimento, sem
prejuizo da f* discussio.
Vai mesa e apoia-se o seguinte additamento.
Requeiro que a audiencia da commissio seja
sem prejuizo da 1* discussio A. Cavalcante.
O SR. GUSMAO LOBO.Sr. presidente
i =
se racursos (jua, corajosamente erapregados, da-
riam i provincia nmito outros resaludos.
Nio son, pois, nimigo de melhoramentos mate-
riae?, e nipj lem ha que o seja neste tempo. Ten
temos osan les inihoramentos; rasguemos es-
tradfl^^H i qtmtjdizer que rasguemos futuro ;
alrafessaiiaos-ivontes sobre os nossos ras; e estou
can que deste programma coHier .\ provincia
nuls estimadas vanugens que dessas pequeoissi-
uias obras que se-ns-pedem de anno a anno a
que, satisfaZondo um Unto aos desejos de urna lo-
calidade, sao par via de regra improductivas e in-
fructuosas par os grandes interesses da provincia.
E como pens, r. presidente; e nem de mi-
nbas.pslavras se Inflra que nao reeonheco a ne-
cessidadn dareconstruecao para que se pede.o em-
prestfmo. Ao coroecar a discusso, eu nao, possuia
as Informacoes que possuo ; a discussio trouxe ao
meii espirito novidades...
O Sr. G<)R8 Cavalcanti; : Nio ha novidadd no
meio que se prop3-r, a cmara municipal do Re-
cifj obteve am emprestimo.
O 9r. Gusmao Lobo : ... trouxe novidades.
Eu nio conhecia a cHade da Victoria com as suas
trinta e oito nil almas, com o seu pequeo cemi-
terio toeth desproporcio com a raortalidade, com
a sua agua comprmtttedora' da sade publica,
com ai snas ebudiedesmorbdosase elementos an-
te bygWBicos e ao mesmo tempo com o seu espi-
rito industrioso, activo e emprehendedor; mas se
tudo isto e grave, c o seguramente, muijo grave,
muiu digno de prendernos a attenco, faco votos
para qne os hanrados representantes do distrieto,
que o qonheceh: Uto jialmo palmo, se harraoni-
sem, se eutendam, e depois de estudos reflectidos,
estudos tecbnic* e uio informacoes, venham tra-^
zer-noi mewto plano de melhoramentos, melho-
ramenjas ora popto grande, que se adaptem s ne-
cessidades daqrjella floreseente cidade. Isto qui-
zera en moflo ; mas pedir-se depois disto ura em-
prestimo de 5:OfJO|000 para a reconstruccao de
u:n cemiterio, permitan-rae que o diga, urna
medida insignificante, sem resultado, e que nio
podemos votar sem votar um exemplc fatal.
A cmara da Victoria quer um emprestimo ?
Todas as cmaras aeudirio com igual direito ; e
teremoapot Ara que, repartidas e subdivididas as
rends ero rfdiculisslmas parcellas, nos ser im-
pralicavel tenUr alguma cousa de grande e dura-
vd. Bsta a minha preoecapacio.
O Sa. Goes Cavalcante :Perraitte-me um a-
parte?
O 9r. Gusmao Lobo: Mais de um...
O Sa. Goss Cavalcantb : A cmara municipal
do Recife cootrahio com a provincia para o mes-
mo flm nm emprestimo de 30:0003000.
O Sn. GtSMo Lobo O parallelo c insustenta-
vel. O cemiterio do Recife...
O Sn. Gr-KS Cavalcante :Nio quero estobele-
cer parallUo; digo que nio novidade conceder-
se cmara da Victoria o que se concedea do
ltocifk ^
Sr ^m.vi Lbj :N$o entenda o mea na*
bre colk0.l, ipU^tp assentado, que nio lig > toda
a ImporUMia s necessidades do seu distrieto.
Appivdto-me, Sr. presidente, do incidente pata
declarar que, aceitando como grande honra o man-
dato do i 'distcto; sinto-rae constituido repre-
sentante da Bfdvmcia. O que lamento sinceramen-
te, qne,'nao onheceado o interior da provincia,
nao possa ero mais fiel interprete das suas ne-
cessidade e toda ordom.
Nao contesto, isto de urna vez por toda?, a utiii-
dade do projecto ; o modo de realisar a idea que
elle consigna, que me nao parece u mais predi-
cavel. Cmbalo o projecto quanto a sua forma ;
pugno .contra b procedente que vai abrir-se, con-
tra esse sysiema fatal do emprestimos.
(Ha ura parte).
A cmara na Victoria, resiJe aqui qua< toda a
:i issa queslo, nao pode tirar dos s us 38 000
iiiuiiicipes.'-de sua industria, de seu coramercio
I:ie no3 dize.n adianlado, a renda neeessaria para
occorrer a e^sa necessidade '
(Trocam-Bvaparlesj.
Por maU-'qae -c diga, insisto noste ponto. E'
ulil um eajjftjtviio; mas lia aiii necessidades de
muito maifl
dista.
noslas tr
qui me
vemos a]
Eis-i
bre a meid
coBirassiy "
urna desn!
de negocios de- ca-
sentin-
do a necessidade de deixar. tarados o meu peo-
sanenlo e as minbas vistas tocante ao projecto que
vai merecendo tao larga iscosso, aproveilo a oc-
casiao qua me offerece a nova emenda para defi-
n r-me.
Nip sou, como das palavras do honradfvjepu-
udo pelo 3 distrieto parece resultar, inferno
melhoramentos materiaes. Quero-os, sim;
qua nio psso querer que sa votera sem
sera escolha pequeos melhoramentos, in
mftf^i reparos, e qne por e te modo desper
anee exigir-nos soluco imme-
|s, potes, escolas: esU um futuro
vras que sao tres programmas. A-
n uossa capital, quanio ha a que de-
JT desde j ?
r. presidente, o que tinha dizer so-
g que foi meza. A audiencia da
ornamento municipal me parece
, .ssidade. E' um addiameato de mais
ero, questaa' que, esclarecida como est, pode ficar
h)jo mesm resolvda.
Um Sr. Deputado :A votacio que o ha de
dizer.
O Sr. GuJIao Lobo :Por mm ao menos, voto
contra as emendas como hei ite votar contra o
projecto e contra todos que consagren idntica
aulorsacjio.
0 SR. A.XAVALCANTE insiste as observa-
cues que fea na sustenuco do projecto, e respon-
oe s objeceftes offereciJas pelo honrado deputado
que o praifcSeu.
Eocerrwea discusso approvado o projecto
hem como o re juertraento e additamento.
Entra em discussio o projecto n. 1 do anno pas-
sado a que ngou sanego o presidente da pro-
vincia.
Vai misa ,e appoa-se o seguinte requer-
monto :
Requeiro que os projectos nao saneciunados
pelo presidente da provipcia sejam renettdos i
commissio dd consUtuigio e poderes.Dr. Manoel
do Reg. >
O SR. PRESIDENTE: Nio envei logo esses pro-
jectos coiBisio porque nio me julgava auto-
risada para taso, o acto addicional nio o exige, e
o nosso regrmento oraisso nessa parte. Foi por
issa ue BMadi dever dar os projectos para or-
dem lo M a aasembla que delibere como lhe
ppvouJI
Encerrada a discussio o rejuerimento appro-
vado. ,.
O Sk GUSMAO LOBO requer dispensa do in-
lersUeh para o projeeto o. 16 deste anno, o que
approvado pela casa.
Dada a tora, o Sr. presidente designa a ordem
do dia e levanta a sessao.
SftSAOfjjMPARIA EM 20 DE ABRIL DE 1870
KBSIDENCIA DO SR. DR. GUIAR.
da manhia, fdu a chamada,
Isa Is Srs. Ribeiro Vianna. Hen-
Olvdra Fon te, Paes Barreto,01veira Andra-
Hm, Gusmao Lobo, Cunha Figuei-
Oliveira, Correafde 'Araujo, Fe-
roa, Cavalcante, de Albuquerque,
" ,eida, Vieira de Mello, Manoel Ar-
Amaral, Augusto da Costa,
|arreira deAguiar, Tolentino
Pernambuco, Ges Cavalcan-
iOo, Barros Wanderley, Tei-
de Araajo, Barros Rgo, Af-
Gualter, Pinto Jnior, Ignacio
sessio, hda e approvada a acta da
taytETARio d conU do segunta
kxptmexTE.
juic Antonio Gomes, arre-
sabr maaeates, chao de
inoicipal de Anua Prete,
peW|fejaizos que diz
ter softrido.A' commissio
raaras.
Outra, de Manoel Antonio de Jess, pedindo que
se lhe mande pagar a quantia, -de 13:363427rrs.
proveniente de pao e bolaxa'fornecidos SanU
Lasa de Misericordia. A' commissio de orca-
mento.
Outra, de Joao Sabino de Sonza Peixe, pedindo
um auxilio pecuniario, afim de poder estudar na
escola normal.A^ commissio de peticoes?
Ura abaixo assigoado dos habitantes "das povoa-
Ces do Barro, Peres e-Tegipi etc., pedindo a croa-
cao de urna escola nocturna.A' commissio de
nstrucib publica.
Outro, de diversos professores primarios, pe-
dmdt que seas vencmentos sejam igualados aos
da escola normal.A' oramssao de instruccio
puUlica.
Urna peticio da'sociedade Uniio Beneficente Ma-
rtima, pedindo a concessio de urna lotera.A'
commissio de peticio.
Outras de Jos Elias de Oliveira, ajudaote do
administrador da casa de detencao, pedindo aug-
mento de vencimentos. A' coinralssio de orca-
mento provincial.
L-se e vai a imprimir-se o seguinte parecer
e projecto :
* A commissio de orcamento de rendas munici
paes, tendo examinado attenuraenta o fundamen-
to da peticio em que Luiz Jos Pinto da Co3ta
pede a esta asserabla, lhe conceda |em aforamen-
to perpetuo o terreno devoluto, com 38 palmos
de Frente, sito ra de S. Pedro Martyr de Olin
da, do patrimonio da cmara municipal d aquella
cidade, no uso fructo do qual se acha desde ja
neiro de 1868. por virtude de arrendamente feito
com aquella cmara sem prazo fixo, e pela demi-
nnta quantia jle 44100 annnaes : e tendo mais
em consderacio a informacio que sobre o as-
sumpto deu a mesma cmara em data de 17 de
janeico do anno passaJo, de parecer que seja
deferida a supplica do peticionario, authorisando-
se a cmara municipal de Olinda, ^conslderar
sem elTeito o contrato de arrendamento feito em
15 de Janeiro de 1868, do dWo terreno, para dalo
por aforamento perpetuo ao peticionario, ou
a quem melhores vantagens offerecer, para o que
offerece a commissio consderacio da assemblea
o seguinte projecto:
t Artigo nico. Fica a cmara municipal de
Olinda autorisada considerar rescendido o con-
trato de arrendamento do terreno devoluto, sito
ra de S. Pedro Martyr, fdto cora Luiz Jos Pinto
da Coste em 16 de Janeiro de 1868, o a dar o dito
terreno por aforamento perpetuo ao meocanado
Luiz .Jos Pinto da Cosu, ou quem melhores
vanugens offereeer; revogadas as disposie5es em
contrario.
Sala das commssSes da assemblea provincial
de Pernambuco, 20 de abril de 1870.Rufino de
Almeida.Dr. Manoel io Reg. Augusto Costa.
E' lido e approvado o seguinte parecer :
t A commissip de agricultura, commercio e
obras publicas, quem foi presente a peticio de
Joao Hypolito de Merra Lima, reclamando urna m-
demnisacio por prejuizos que diz ter soffrdo nos
leos de empedramento da estrada da Victoria
que atrematou, nao achando-se sulflcientemente
esdareeido pelos documentos que juntou o peti-
cionario, e nao podendo conseguintemente emettr
parecer reqaer esta assemblea, que, sobre a re-
ferida peticio 'seja oavida-'a directora |das abras
publicas por intermedio da presidencia da provin-
cia.
Sala das commissoes, 20 de abril de 1870.
F. de Figiieira.Antonio Paulino.
E* approvado sem debate o seguinte requeri-
mento :
Requeiro que pelos canaes competentes se so-
licite da repartico das obras publicas as segua-
le- informales :
1.a Se na execussio do contrato do calamen-
to desta cidade se tem observado o que dispoe a
modificarlo 2' do art. Io da lei provincial n. 558 ;
quaes as ras, bceos e travessas em que tem sido
empregado o sysiema de pedras irregulares; e
bera assim qual a relacio entre a despeza feta
por esse systema e pelo de pedras faceadas;
2.* Se por parte da referida repartico, tem
sido cumpridas integralmente as disposicoes da
modificacio 6' do mesmo artigo;
3.* Se o nivelamento da cidade tem sido execu-
tado por bacas, tendo-se attenco o que prescre-
ve o regnlamento municipal.
Sala das sesses, era 20 de abril de 1870.
Antonio Paulino.
O SR. MELL8 REG pede que seja oomeado um
membro para servir interinamente para a com-
missio de^ orgament >, visto como se acham a ella
affectos negocios importantes, e esl'incompleta
pela ausencia temporaria de dous de seus mem-
bros.
O SR. PRESIDENTE designa para a commissio
o Sr. Almeida Pernambuco.
O SR. PUFINO DE ALMEIDA justifica, manda
mesa e approvado o seguinte requerimento:
Requeiro que se pega ao Exra. presidente
da provincia copia do parecer da commissio de
inquerito, nomeada em viriude de solicitacao da
junta administrativa da SanU Casa de Misericor-
dia, para sindicar dos fastos argidos contra os
estabelecimentos de caridade, pela ex-deputado
provincial Dr. Maximiano Lopes Machado em ses-
sao de 12 de maio do anno prximo, passado.
Rufino de Almeida.
Posto votos o requerimento approvado.
O SR. PRESIDENTE em virtude da autorisacio
que esta casa deu-rae para nomear urna com-
missio incumbida de camprimentar a S. A. o Im-
perador, a S. Alteza o Sr. conde d'Eu, e ao Exm.
Sr. visconde de Pelotas pela feliz terraioacio da
guerra, nomeio os Srs. sanadores visconde de
(amaragibe, bario de-ttrapama; e depuudos Dr.
Antonio Joaqaira de Moraes e Silva, Dr. Joaquim
Pires Machado Portella, e Dr. Joaquim Francisco
de Barros Brrelo.
O SR. MELLO REG diz, que contendo o pare-
cer materia qne lhe parees nio dever ser retarda-
da, por isso que diz respeito ao pagamento de ser-
vicos argentes, deve ser elle dispensado da ira-
pretaao.
O SR. VIEIRA DE ARAUJO observa que nao
obsUnle a justica do pedido feito pelo nobre de-
putado, deve ser o parecer mpresso no jornal da
casa.
Consultada a casa resol ve no sentido da idea
do Sr. Vieira de Araujo.
ORDEM DO DIA.
1.a discussio do projecto n. 13 deste anno que
eleva cathegoria de comarca o termo de Buque,
desmembrado do de Garanhuns.Foi approvado.
1* discussio do projecto n. 19 deste anno que
erige era municipio as freguezlas de Grvala e
Bezerros, passando esta cathegoria da Villa, e
creando outro municipio as freguezias de Paeras
e Quipap desmembrado dos de Garuar e S.
Bento.
O SR. HENR1QUE sJAMEDE pede sos autores
do projecto se dlgnem explicar a sua conveniencia,
para qne a assemblea possa vour com conheci-
mento da causa.
TGontinar-e'-aa.J
servco publico e que do crdito pedido s estio
nesse caso as quantias que dizem respdto ao ser-
vico do expediente de algnmas repart^des puDi-
cas, e de parecer qne apenas se coneeda o crdito
na importancia de 1:692*838, e neste sentido sub-
raette a consderacio da casa o segrate project
Projecto n. W.
A assemblea legislativa provincial de Pernam-
buco resblve : '
Art. 1. Fea o presdeme da provincia autorisa-
do a abrir ara crdito supplemeuUr a le do orca-
mento vigente, na. importancia de 4:6924938, des-
tnbuindo pelas seguinte* verbas :
Ao art ? *....... 9774751
"***'...... 6849611
' "...... 2374660
i> 4084361
Art. 2." Ficara
contrario.
Sala das commissoes, 20 de abril
Mello Reg.Pernambuco Filho.
1:6924938
7
revogadas as disposic,des
de 1870.-J.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLEA PROVINCIALHontem a assem-
blea approvoo, em 1' discussio, o projecto n. 3;t
deste anno, que revoga as leis ns. 139 e 744 o>
17 de juoho de 1862, orando o Sr. Wanderley ;
o de n. 32 autorisando o governo a fazer altera$oes
no contrato da Iluminarn publica desU cidade,
de maneira a ter lugar a mesma tamben as
noutes de luar, orando o Sr. Gaspar Drummond.
e Manoel do Reg ; em 3 o de n. 24 de 1864,
mandando admittir concurso para o magisterio,
independente da folha corrida, os educandos dos
collegios de orphios; em 1", o de n. 25 deste anno,
mandando remover para a igreja de Santa An-
tonio de Itamb a sede da fregueiia do mesmo
nome boje na povoaco do Desterro.
Ficon empatado, era 1* discusso, o projecto n.
13 deste anno, creando comarca no termo do
Buque, depois de orarem os Srs. Vieira de Mello,
Ges Cavalcante e M. Pernambuco.
Regeitou em I' discussio o projecto n. 40 deste
anno, que divide os vencimentos dos erapregados
pblicos em duas partes iguaes, ordenado e gra-
tiicaco, orando os Srs. Gusmao Lobo, Manool do
Reg, e A- Cavalcante.
A ordem do da para hoje 1' discussio dos
p rojee tos ns. 30, 33, 38, 39, 45, 58 e 60, 2* do de
n. 33, 3* dos de ns. 2 o 9 todos deste anno ; do
de n. 33 de 1864 ; e 3* do de n. 116 de 1867.
PARECER JT. 17.
A commissio de Uzeada e orcamento a quem
loi presente o officio do inspector da tnesouraria
provincial do 1 do crrante, pedindo um crdito
supplemenUr a diversas verbas do orcamento, na
importancia de 415271216; considerando qne os
crditos sapplemenures s devem ser concedidos
em caso de resonheckb urgencia e necessidade do
I HEGlm
MEZ MARIANO.Comeca hi.je a fastividade dd
mez de Mara as igrejas da Penha, de S. Fran-
cisco, do Carino, da Santa Cruz e em outras.
Segundo nos informara, a da SanU Cruz ser
este anne> feita com todo o esplendor e magnifi-
cencia, para o que nada tem poupado os respec-
tivos encarregados.
PIRANHAS.Pessa vinda hontem de Penedo,
no vapor Jequi, informa-nos que se acham esta-
cionados em Piranbas o bravo capitao Cabelleira e
seus dous tlhos. destnelos olTlciaes do 33 baU-
Ihio de voluntarios da patria, porque tiveram car-
tas de sua familia, residente na comarca de Ta-
caran!, dizendo-lhe que eram esperados por di-
versos processos e por perseguicio tenaz.
Chamamos a etlencio do Exm. Sr. presidente
da provincia para essa persegnicao feita homens
que estiveram nos campos de batalba por cerca de
quatro annos, e. que dalli voltaram cobertos de
honras, sobretudo o capito Cabelleira cuja f de
oflicio urna das completas que temos visto.
FOGO DE ARTIFICIO.-Amanhia noute ser
queimado, na ra do Visconde de Pelotas, nm
lindo e variado ogo de artificio. Durante a urde
tocar n'um crelo urna banda de msica mar-
cial.
ASSASSINATOS.Das 7 para 8 horas da noate
de 27 de marco ultimo, no lugar GiU da fregu-
za de Papacara, Joaquim Baplista de Lyra assas-
sinou a Jos Joaquim, e ferio gravemente com um
tiro a Candida Mara du Espirito Santo e leventes -
'.e a Jos Joaquim filho do assassinado. O crimi-
noso foi preso.
No da 1" do corrente, no lugar Cavaco, do
distrieto de Pimenteiras, Joo Bernardo de Suza
assassnou a Mara Alves, sendo preso e recolhido
cada.
PRONUNCIAS.Pelo delegado de Cimbres fo-
ram pronunciados, como incursos as penas do
artigo 192 do cdigo criminal, Joaquim Marques
de Azevedo e Manoel Francisco conhecido por Ma-
noel Chico.
Foi pronunciado, pelo delegado de S. Bento,
como incursos as penas do art. 12 3 do cdi-
go criminal, Francisco Ignacio de Paiva Netto.
REUNIAO PATRITICA OLINDENSE.-No dia
28 do corrente pelas 7 horas da noute, em casa
dulllm. Sr. Dr. Manoel Joaquim de Miranda Lobo,
tWe lugar urna reuniao alim de ser organisado
naquella cidade (rica de tradieces gloriosas), um
batlhio patritico para tomar parte no regosio>
que geralmcnte domina todos os coracoes, pela fe-
liz terminacio da guerra do Paraguay ;'o lllm.
Sr. Dr. Miranda Lobo, foi unnimemente eleito
commandante do corpo patritico, c o acceitoa com
o maior prazer, dando assim bellas provas de seu
reconhecido patriotismo ; e lego passou o mesmo
commandante nomear dentro os cidadaos pre-
sentes, os offlciaes que teem de comparo balalho,
cujo acto foi sumraamente applaudido e ultimado
cora respeitosos e entbusiasticos vivas.
ESCNDALORemettemnos o seguinte :
< Continuara os atravessadores de farinba a
exercer a mais atroz oppressio ao povo, vendendo
esse genero de primeira necessidade por pn ros
fabulosos ; alguos, oa quasi todos que se apre-
senura as ribeiras da cidade, vio atacar as fu-
ras da escada e de Santo Amio, de. maneira que
que privara os proprios donos venham piara
veader como era de costume.
c Pede-se as Illmas. cmaras municipaes das cj- -
dades do Recife e da Victoria e da villa da Es-
cada, que lancem suas vistas para esse monopolio
maldito que unto nos persegue e definha. Gene-
ros de primeira necessidade sio garantidos to-
dos os povos por procos regalares, onde impe-
rara as leis municipaes. O povo tem o direito de
reclamar e pedir providencias, porquanto ainda
na perdeu a conviccio de que governado com
justica.
DINHEIRO.Os vapores Jequi e Cururipe treu-
xerara as seguintes sommas para os Srs.:
Joaquim Jos Goncalves Beltrio- 3:100400O
Joio da Silva Faria A Irmao. 1:8004000
Jos Augustod'Arauje.....1:0004000
Thomaz Timas. v 200400O
Simeio de Faro Mendonca.... 804000
Francisco Ferreira Balur. 734120
NOVO ATHENEU.-QuraU-folra funceionou esu
sociedade, sendo approvados socios effectivos os
Srs, Henriques Marques Lins, Joaquim Pacheco de
Albuquerque Maraahiq, e Luiz P. Brrelo. No-
meou-se ama commissio, composu dos Srs. Pe-
reira Lem)s, Rodrigues Cosu, Gaspar Drummond,
Coimbra, e Varejao, para examinar ojtrchivo da
sociedade Foram discutidos e approvados os
arta. 8 a 11 dos novos estatutqa.
aUBD0M0NTEIRO^-HojvfaUsa-sei partida
do eneerramento.
FRSGUEZIA DE S. JOSE.-Amanaia percorre-
^








;-a'
. -.
M
;U c
11
de Vernambnco Sbbad 30 de Abril d 1870
* J
i
. '
=
Ti i roas desta fragteaa a procisso o Snuhor gado, coeua lu deoUeaeiee que eeatettla, es
us enfermo.
COMPAXrA 8Q<;KSt'B.-Hoje,opavHhao
Sania Isabel, um vareado espectculo fela eoropa-
nfaia do Sr. Haroo*Cas l..
CLUB 1)0 MOStfiIRa.-H.ij* ha ffera as 8
horas da noul do Recite a Aptpucos, e do Moa-
Miro ao Reata a 1 i/2 hora da noute.
LOTERA.A que se ache a veoda a 145* a
hendido a qual corre no da 4.
PASS AGRIROSSahidos para es portas 49 sul
na vapor Cruuiro do Sol J
Engenheiro em conimis-an Raphael A. Galvo
Fimo, Catodi Gome* de Sanua raga, viaconde
te Camarapib* e 1 criado, Can.'i lo do Prado Pin
> i! sua -.Mili ir.'i, baiao de Aracag, sua seabora, 2
filiios e 5 escravos, Antonio Jos Lopes RUho e i
-tsscravo. Dr. Antonio Jaaqutm di- \k e Silva c i es
eravo, Ji. Hara Garca, Dr. Joaquim Pires M.
I*>rtella a 2 escravos, Alcybiades Li-ao Velloso,
FruKisco G. de Oliveira. Manuel Barbosa Calhee-
ros. 2* sargento do 3 to voluntarios da patria Ma-
nuel G. de Aranji*, Flix Chrspiano da Silva Tei
urira. ngulo Francisco da Cosa, Jos Felippe di
"Casia, Manoel M. da Silva, I%aak Tavares Cosa,
Man Rosaiioada Conceirao. lente Jos Joaquin
la Silva, Joan Lnurenc da Rocha, Andr da Cos-
Mal i; do ttosariu, Joanna do Sol. Jo- do Reg
Mello. Manoel de U-.-z.-ml., M triauo Jos Cabral.
Hawai T. 4*erreira, Antonio Soares de Souza, Vic-
torino da Custa, J(is Cantono, desembargad r
Tri-tao de Aleocar Ararpe e i criado, Dr. Fran-
cisco lUpluel de Mello llego, *aa seabora, i lilha
e 2 ecr.iv.w, Antonio Luiz Pinto -. 1 escrav, D .
I.uiz Jos da Silva, sua -rniio e 2 criadas. Lib-
ralo Romano Jaqu-. ba. narel Manoel P. da Suva
Rrambilla, Jos Guedes Nogueira, capito los
Raymundo Correa e i escravo, Cosma Mara da
Piedad.',ex-vouutario da patria Manoel R. de Bou
u, Joan L. de Abren Lopes, ex-voluntario da pa-
tria Antonio P. Barbos* Segundo, Eroygdio M.
"Vieira, JnSo Teixeira Machado. Custi.dio Puntes Si-
Se, Finnino Leocadio Lima, iveruln de man-
nlm Lourenco de S Oliveira e Antonio Jos Gon-
calve- F. Smitt, Frederico Mealerb, Manoel P. Ri
beiro, Jacinlho 1'. de Meadonca Jaragu e i es-
cravo.
CRUITERIO.-Obituario do da 29 de abril de
1870.
M.iria de Assumycao. Pernambuco, 28 anno%
sok>ira, Boa-Vista ; reumatismo.
Mura, recem-nascida, Pernambuco, Boa-Vista ;
m. nascar.
Candida AgiKtinlia de Barros, Pernambuco, 73
anuo-, viuva, Santo Antonio ;ea'erite.
Jos Pedro de Miranda, Pernambuco, 48 annos,
solteiro. Uda-Vista ; hepalile.
Jorge Guilor Marta, Italia, <3 annos, casado,
Santo Antonio ; enterile obronica.
CMARA MUNICIPAL,
sesso extraordinaria aos 20 de abril
di; 1870.
1 .-sidr.ncia do sr. dr. b4ruo.s 3ahret0.
__ Presentes os Srs. Dr. Su ve, Dr. Pitauga, Dr.
rosta Jnior, Gameiroe Costa Morara, abro-se
a sassao, e foi lida e approvada a acta da antoce-
d'-nte.
I.o-se o seguinte
KXPLDIERTE :
Uffl oBcio d) Exni. vice-presideate da provin-
cia, do 16 do correte, comniunicando havcr as-
sumido a adniuistrayao da mesma naquella Jata,
na qualidade dn prioieiro vicepresidente.Inlei-
mda.
Ouiro do secretario da presidencia, de IUu
corrale, commumcanda, de prdem de S. Esc,
que por dclioeracao da referida dat concodeu a
exonerara > que pedio padre Antonio dos Santos
Oliveira do cargo de caplao do cemiterio publico.
Imoir.ul i.
Outro do mesmo, de 16 do corrate, commu 'i-
cando tambem derdem de S. Exe. que na ulti-
ma dala licain expedidas as coqvenipntes ordens
iiu sentido solicitado pela cmara i-ri sea bflkio
de |3 d'-esw mez, sol) n,. 21.Inteirada.
Oolrq do cirurgio do municipio Francisco Jos
da Silva, resuodendi) o offli'io de 23 de marco ul-
ti :i., i|ie Ihe foi dirigido pelo secretario, d as
raioes pelas quaes nao pola sutisfazer a exigencia
de que tratij o citado otlicio.Inteirada.
Oatro do contador, ujdormand favoravelmente
a |istic\i le Fr.in,eisoo Jos (on^alras da Siiva,
em w\r. raciima resl^niici.) do ftayumntto qe li-
/.r.i Ja i lantia le flHSOO rs., prOTenlrtM de im-
puMo o aojaj pissado.Atlendeu-se e mandou-se
resutuif.
Outro Jj mesmo, iiiforiiiaiido a petfcj em que
Juan lo-.j de Magalhaes pede que se Ihc reslna
a i|iiiriia de ijiOO rs. q:ie pagou do imposto o
ano i ,iai;ado, declara *er exacto o allegado pelo
supplicanti?.Mandou-se restituir.
Outro di) mesmo, iaformaudo a pi'-li^o de Ber-
nardo Comes de Carvalbo, que reclama lar sido
'i!ei-!jd/ com escrptorio no prineiro andar da
casa n. 20 da ru i do Apollo, quand > s tem ar-
in.izein lia .ndar arreo da dita casa, e que na-
qoeH<] primeiro andir u escriptorio de Carneir
& .\.>gu^ira ; diz que da eottaela feila pelo fiscal,
consu que o sQppiicanle asta colieulado nos dous
auil..resQieo fiscal informaste.
Oatro do mesrao, imonnaudo a petico de Ma-
i I Jos. da Silva Lipes, na qual allega tiaver
im das Craies n. 22, como brasileiro, segundo
prova com os coime cimentas juntos, agora, po-
rm, so I He exige o pagamento como estrangeiro ;
decora que o tappticnota tira colli-ctado nos
exerciciiw de 1865 .i 1868, como brasiliro, c de
18 >8 a 1870 como estrangeiro.Ordenou-se ao
procurador que recbese o imposto do suppli-
eanie i;-.mi bra.-ikiro.
Oatro do cgenheiro cordeador, informando a
peticS i lo Albino Jos Ferreira da Ounha, declara
que nada '.em qaeoppor ao quopede o supplieanie
u na ve. que se Ihe tM a cordeaco para ;'azer a
cerca que pretendo.Mandou se cerdear.
Outro do mesmo, infirmando- sobre o reqneri-
iiusaw 'le Bento Joaqoim (unes, tem a di;er que
as aras esto no caso de seren recebidas, e o
.iik'mioi inte tem direito ao reeebimento da ultima
l>: ;-.a;\V).ManJou-se p.igar.
Outro do mesmo, mermando o requerimento
le -leronymo da Souza Leo, declara que nao ha
in.-..,aveniente do que pede o fuppticaate cos-
Iruindo tile as >hras de eonformidade com as pos-
turas. Conceeu-ss.
Outro do mesmo, informando sobre o reqoeri-
in-iil i de Jo Cordeiro do Uepo Ponles, iem, a di-
/i que, a segutr-se a curdeacio qnu foi marcada
para as easas que o suppfcrante pretende construir
na travossa da Ribeira, t^jai de passar justamente
- 4re o cano que existe oa dita, travessa, pelo que,
'; neceasark) alterar-se a cordeaco dada, oni 1864.
-A' e-'inmisso de edicaco.
itotro do mesmo, informando o i e ]uerimeoto
de Manoel RibeiroBistos, que representa vjntra
.i .(.'li-ao lomada em 29 deoulubro do anuo pat-
i 11 leljvameuH ao pagaineaii) do terrenu do
!. vo jo Falco, declara > |iie laui o_,%,.)rrido
tespeilo.A' coramis^o-dii p.lioia.
Outro Jo mesmo, in/irmanrlo s ;bre > requer-
rivoto de Joo Gon^alves do'Souza Bairiio, eanv
pre be dizer qae nada tem a oppr, urna vez que
se Ihe dd a cordeajao para cdijlcar as orneo casas
qa.; pretend.Mandou-se cerdear.
Outro lo toesino, remetteod, a relaijio^dos tn-
m existentes no cemiterio publco, indicando
as djmenses qne tem cada un.A' quem
f. a r |uisi Outro do li-eal do Reclfe, reineitondo o tu.ico
d- v-rsioria qne proceden na casa.n. tt da ra do
Vigario, de propredade de Jos Epiphanio Durix
Ao archiva
Outr > do Qscal de S. Jof, reruetteadp o torm*
de infraccau qne fiiew lavrax contra Boraardino
J '. tao, por ter iifringdo as posturas no Jon-
certo da casa n. 2 da nui.des Ajgaginh.KAo
procurador.
iutro do me9rao, refflettenJo qua:ro tormos de
infrarco comraettida por Andr Blanco, Joai|uim
d* S ma Lio, Jos Luir lanocMid 'PoKfje'e Jof
i -Ao procurador.
Satro do mesmo, infornaiwo o refluerimenlo
do I.uiz Fonseea q Macelov AujrBlanco, re-
Die-entando contra as multas que Ihe forain im-
posiaa ; da as raines por que tlvarunllas lugaiP,
ule apprebendea os pesos vvilh,us je qi^
>>. uva a asando qs suppllcaate:).Qoan>> a mufla
i a Lnn Ponseca d Mac.edo, eonskleron-se
peranlo que a cmara Ihe indkasse i seguir o
presente casaA' cepimissii de pocia.
Foram approv^dos.tres pareceres da corruuuii
de i'difwacio, j priiueiro no sentido de ser de-
ferida a peticao dt Reiarmino Alves d'Arocha, em
|ue peda para construir um telbeiro mo lado ct
acougue publii'o; o segundo sendo de opiaiio
que se iosit tisse no riCW lW* 4 prpuid^f ia em
26 de outuliro do aaao pasMo sobra alo poder
a companhia dos trilho urbanos do eoiu a Api
puco estabeleier estaeoes sap previa Mcenca da
cmara ; o terxeiro SnaJineale que m poda coa-
ceder licenca Francisco Altes Moatetro Jnior,
para fazer copiar na frente de sua casa na ra do
Rio, fr'aauczia do Poco.
Foi Ulubein approvado uai parecer in oomn-
sao da uoli.-ialpiu-a qae (pese adeferida a ptica e
Belanof*" Alte d'Afo*i, olarecena\i m cf
ae ris animal pelo imposto de 80 res por cada
carga da farinha e outros legumes vendidos nv
mercados pblicos.
Foi anprovado outro parecer de comtaissSo de
arb.irsvio, concordando ;om o 1 parecer dado
relativamente a indeiuisacao de IrsOOiOO, que
tem de receber o adual contractaute Manoel Al-
ves Guerra, acccrescontando apenas que deve elle
assignar termo de rescisao do coatructo em fue
se obrigue a niio pedir mais quantla alguma.
Finalmente (oi approvadu nutro parecer de com
missao especial, nomeada para dizer sobre o pedi-
do feito pelos lierdeiros de A. Rodrigues da Cu-
nha, a respeito de d> saprupi ineao do terreno me
possueiu no Campo das riiusezaf. declara a com-
iiii~.-ao, |ue o pre<;j exigid um pouco exagera-
do. Despacbouse a peticao oeste sentido.
Man t. u se renietier a commissao de polica ama
peticao de Frani-jsco Xavier Caruoirode C- Miran-
da, em que pede iudemnisaca) da quautia que Ute
Ifcou na ue-apcepriaei-j i sobrado da ra do Li-
vrameiio
T.unbim se mandn remetter commissao de
sade, uma pec.ao de Alton Patersou & C, em
que pede liceuca para montar urna lundjeij no
caes il) Apollo k> casas ns. 39 e ii-
Despacharam se as segualos p'eliges :
De Auna Augusta da Costa Cavalcaoli, Albioo
da Silva Leal, Antonia Dnarte Caroeiro Viauna,
Rvd. 1>. abbadedo mosteiro de S. Benio. Antonio
Caries Suiuig, Albino Jos.; da Silva, Beruardmo Jo-
mi Leio. Bernardinu Gouitfs de Carvalbo, Benle
Joaquim Gomes. Bellarminu Alves da Arocha, Ca_
millo Augusto Ferreira da Silva, Ciftauo Moreir
Dias, a eommis o encanegada dos festejos pbli-
cos. Domingos los Marques, escrivj Francisco
de Barros Correa, Francisco Jos Goncalves da
Silva, Galdino Antonio Alves Ferreira, Hermillo
Duperon, Jos Luiz Ferreira da Costa, J-ronynio
dd Souza Leo, Joao G. de Souza Lima, Jos R. do
N., Joo Francisco da Souza Pinbeiro, Jos F.j
do Reg, Jt-suitiu Carnelro da Canoa, Joaqun) da
Silva Reg, Joo Jos de Magnlhes, Jos Pedro
Ribeira, Luiz Cindido Ferreira, Luiz Jos da Costa
Ainrriin i2), Mximiano Antunes Tavares Manoel
Kirmioo Ferreia, Maaoel Antoqio da Silva Rio?,
Olympio G..na.I ves Rosa, PrescilU Senborinua
Meodes. Polycrpo Jos Laymo, Ramn Cidaul
Symlronio Cesar Coutinlio, Silvana >Ioreira Lima,
D. TliTezi de Jess Anidiie?, Trajano Joao Resea-
de, Tiiom Rodrigues da Cunba, Vicente Jos de
Oliveira, VieenleTerri-iraPintu, Viriatode Frailas
Tavares. e levaata-se a sesao.
Eu, Augu-to Genuino de Figueirdo, official
maior servindo de secrelarioa escrevi.
Declaro em lempo que quanto Luiz Francisco
de Macoda, mande se entregar os pesos por nao
ter sido multado ; cmocuiniwe fazer o fiscal.
Figueirdo q declarenMmoe de Bultos Bar-
retp, pr-pre-ideiite. Mst Maria freir Gameno.
Caelnno Cyriaco aq Cotia Mcuniru.Dr. Pr-
xedes Gama de Soma Pianga. Dr. Joo Harta
Sene.
avauaua a casa no engonno e a moenda tao so
O
PUBLIGACOES
A PECIBO.
GAMELLEIRA
Delarando o Sr. Carlos Lenidas do Rrgfi Bar-
ros, pela Diario de Virua/tiLun) de 14 di) co rente,
dp nao vnltar mais ao publico a ter contestacies
com Jo.- Pedro Velloso da Silvaia Jnior, visto
nao ter este jusiilicado-.se Jos Inrlus qua comniet-
foram, puoliad.is
conootfo com indas as aspetas do pro
ponda Macaoguaa frauakato, qoaa foi o persa-
faaacawn a amador do Gameileira; chaou-ie
poste 4*"* fctie Macaaana, diz que por mC.
U laita cpw rtef^, qual a avaliaco de resgaflt
Recorrara so rartario de orphos do Bonito : foi
avahada a casa do cngenb.0 e a meeoda lio so
ote, o <|oe a|
ros danos, fot
avaliaco, prevaiaaqpo XMos ana
Qaem Coi, calaaaiaiir. mamador de Gaioeliairal
t o Sr. Carlos nais se* be Be^po, on oram vo-
Hi'g.'t o Maaoel Carlos turf o ton da negra Lina-
aia,- e o pablico qua ;.jqije auea foi que redoli
miseria o hardeiros duQtjfos Crt
Coufr.-seru que |> ssoaa Sr,Clo LeoniJf a
seu to Bar*., de Cailo* Leitagia le saja* Jjerda- nara
res elli s ah esla, e so podem fallar em orna es-
crajra comprada nmito dapo's da gamell
(acaaj|Da, o*otoi vet,.*jWmaB-|lj|e**-
mn iota, como as letras de 2:000ji000, aceitas por
Luiz, que 4os Carlos i Manoel Carlos passa/atn a
voco o fmguc-se, prometiendo de cobra-las e par-
tilharem ?
Teoha mais um pouco de venus nesta mascara,
cara oi.ho.
Aoude toi que o Sr. Carlos Lenidas leve em ad
miwsirai;an la buns que porteaca a *u* lamiiia f
nao seja to sem rebique, o rpita Berilio pres-
to* utema oonlas seu pai, uar ertar vo sorra
piando Os gajos; estas cuntas eslo guardadas
para prevenir os seus assaltos.
Em qoaulo ser ladran a posair bens por con-
tratos tezivo* cum Carina Leitao, diz bem, estar
sto baw applicado ao Degocio ou permuta de res-
gatejoo nao i?
A venda de votos que diz aw o Sr. Carloa, era
preciso que este fos.-e lo deshilado como voc,
Mncaogaiia. que recebeu do Poriguez Joao de tal,
(por alcunh)) Joao, iuppunhamos, iOOiOOO para
nao ser procesado, o que cora sto fcilmente
consegua este Portaguez crimiuoso sulfura.
Em quaoto no poder os conservadores, o Sr.
Carlos sempre eleitor e ouvido por seus amigos;
nao aera isio basu-.nt'e para prov&r quem sao estes
detractores, eis o caso desairse de un moco solteiro
frequenur a casa de duas mulneres com isio
^ue se torna devaso u detractor de familias, nao
julgoe o Sr. Carlas por si.Uicangan, margue (Duita
distancia, devasso e desrespeitador das familias
voc, que priocipiou pela sua prosria casa ; lem-
bre-se da lilru da cega Mara do Carma, da qual
intilulando-se voc tutor, a desvirginou, e reco-
nhecendo-a grvida atirou-a pela porta para ir
miseravelmeote desfructar a paga dos nove metes,
Este selvagein logo OepoU precu/a a manina de
nome Aotcnia, illlia de Tbereza de tal, e a conduz
dizeudo, que era sua tutellada, con poucos dias a
ponre menina vendo qua tambem era victima de
semsJbanle monstro. recorre a mi e Ihe faz ver,
esta a pode f arlar, e logo que foi presentida, o que fez
voc. mise avel, que infeiizmeite era subdelegado?
espalbou tropas e piquetes, sendo frustrados os
seufcdesejos; quem valeu a esta mulber foi o
Rvdm. vigario da freguezia da Una, o Sr. padre
Antonio Jacome, nao enredo, leo-se a publicaco
as folhas publicas as signada por aquello honrado
visario.
Na i ser voc o devasso, o mrooral e o defama-
dor das familias ?
Lembre se mais da moca que voc mandn fur-
tar, Giba de Manoel Montero, estando esta hones-
tamente em ca-a de seus paja, leudo a occulia-
monte 5 dias em a sua propria casa, estando sua
familia no Recifa; sero estes faitos actos de bra-
vuras t
Recorde-se do que fez tambem com a tillia da
pobre Scnborioba, e o ,ue acabon de oran Mr ba
ppeos lempos com a ueniua orpha Joanna Ce-
le-tina, que procurando/orcosamente desvirgina la
esta deila a correr, o seivagein a acotnpanlia, es-
c p mo em urna cerca que passou am um poque
no buraco, livrando se assun das garras dseme
i'iante bruto, nao historia composta, foi dit) pela
propria meuina, ba uns quiaze das, ao subdelega-
do desle districw e mais pessoas-
Era quinto as familias, a educa cao me faz calar.
Estes calumniadores nao saben) de que forma
rnancbem a reputaco do Sr- Carlos, reaolvam este
dilema : principio o trataran) por mscala e be
farinheiro, e tidam dizeudo que postqe tae a
taas cousas 8 tem grandes osteotacoes, etc. .etc.
Para desma-carar os embastes da vilella da
Diogo, justificara o couirario t.nla a popalacao de
qumi qu l-se no iario a IQ do fioproulo, subre
a assignaluia do Rncamfmlecalcfpniandn e ar
guindo relos os quaes i Jos Pedro, os, pode pra-
querendo aura los sobre o Sr. Cirl.s a seu
ti car,
leu e foram, panucados ; recorre este a testa de
ferro, (tal vez arrancados da sem dos innocentes)
prnpriedade esu d,.s sens, para Ormar um pas- Gaiuellelr, e os officios que tem o oapitSo Jrtho
iotueu doiuiz municipal de S>'rnbieiE,^, mou
po?e du danosilo ; o capiau BAribotomeo 4U'pro
cedo comq voea, miseravel, qne receba pc-lijo para
soilar recruta. 7
Oa prets da que traclam, nao precisa requer r,
est) em poder do Sr. Carlos, com a propria firma
de Macanguia; estes perversos pjdeio chamar a
comas quando quizerem que lado ser provad >.
Fallan) em assa^sinos, quem mais do que wk<1-
devera salwr, que anJam cercados do remorso e
dr.
Ha muitos annos flouve m Doas bracos, ou Gi-
qoi, urna mona; ueste '.empo o Sr. Carlos anda
nao era nascido e seu to Bertho tinba 8 para 9
anno;; visto est, que nao podiam ser elles os
assassinos, e se por acaso haoveram morte e rcu-
bps, \<> qne ignoro) foi praticado por voces, e sera
dnvida os autores e cumplices fosssm os que entre
Viraco c D .us-bracos matarara Cara-prela, acora
Boaventura malaraiq a Severiuo.
O Sr. Jo9 Pedro Jnior de tudo isto est muito
bem lembrado; diga, os que morreram e o ma
.mi
nella
fu
e raaa*03-seb orden) ao ii firmham efeao,
iJor para entregaros pesos ; quanto .Andr
o, julgon-se ter efleito deter.:inndo-sc qae
alreb3eos pes* depis .ie t*1t a mesma
. ;t.i.
OulD do Gsaal da Boa-Vi-U, eomrnunlcando
que, acompanitedo pelo sobAdegaifo So da 9 do
correte, proceden a4nrrfd* em v.vria* tabfraas
oni; ciu algnmasanllfcs fop^i^oiireseptadssos
bilhcto* de aferica em outra-. os proprios pesos,
i/iiadn. oa nao -ram apfeaewadoapela raza qne expozeram,
t ij.: foi manaada reazir lrmo pelo ubdefe-
lio a capdao liarthoiomeu, hornera este quonu se
tem euv.d.-ido com polticas e menos em daseonjr
pon.-ndas pela< folhas publicas.
0 Sr. Jos Pedro riesenvolvec o mais esla qup-
lidade de pasi|uineiro, arguindo o calumniando,
nao que se justilica; os noineus sens.Uos, hora
ajuizando, comprelienderao qual o defamador e
verdaJpiro callumuiador, as onscansias do tr.
Carlos Lenidas e da san lio Barlhol'uaea, se
achara tranquillas; sao estes resjdeu,tes peste
termo Je Sennhem ba na:- de 30 annos, p >u >
mais cu menos, e at o presente tem gozada da
syrnpatbia de todos, o qae nao podo dizer o Sr.
Jos Pedro, que a especie docolera morbus
cliegnu a es:e termo a qna'.ro anuos pouco mais
ou meuos par.! fligellq d-s habitantes desumalfa-
uada fregueziH Je Gamelleira, e aHual pas3a i ser
pasquineiro.
Emqaanto dizer que chamara o Sr. Carlq^ Leo
nidas a respunsahilidade, nista nao mais acre-
ditado.
Fallarem immoral, detractor da repulaoo
alheia, sao .qstunies estes qne ornam a Jo> Pe-
dro ; ahi e. tao ai suas pnnjicacoes e pasquins, nao
preciso mais exibir provas.
Emquanto m.ao iib, seria bstanle que o Sr.
Jos Pedro nrueedasse para com seu pai, como
procedeu o Sr. Carlos Le,midas; este nao laucn
mo de bens de seu pai oceultamente, nao venden
pratas a bois, o que fez V. vendando a pra-
ta qne tinha seu pai era a casa de Af igados,
o qna pode jasjificar o seu mano Coriolano que
descobrio. diio- roubo por urna salva de prata
que encontrou cm a casa de am oavives dosu
capital; responda slo, bai-gante, e mais as rezes
que tinba seu pai em Gaueileira; querendo mai.-
exnlicrcoes, declararei o nome dos comprador s.
Horneen .leshumano leus remnrsos sao ana l
fazem fallar em Moraesll!
Maraes assa dado de Joo Rufino; nao ser mais acertado di-
ttr por aquelloqua qncrom ser re.sneiiados con)'.
faudaes de Gatnelleira ? >t aqnelles que Morae
como esiudante, refera fados ignominiosos ? Por
aquelles a quem Moraes nao respeitava como, os
senhores ? Onde morava o facinora Campos ? Nao
ara no ongeuho de sen primo e supplute de sub-
delegado naquelle tempo. ambos seus protegidos ?
0 capitn Bartbolomea nao conheeia o tal Cam-
pos, a primeira vez que o vio foi depois de preso,
para o que empregou tdos os esforgos, sendo
um problema esl? fcil de resolver-se.
Se oi Joio Rufino o m yidante, quera fornecA)
ao asas-no os protetores que o guarda vara I
Recoda-*? Macangaua, o era a voces qna o,
publico mdigiiava como cumpiteesT...
Passemos s fazendas do luascale : estas r.inda
;n*o foram pagas e ja fazem dos annos, seria con-
seibos do capillo Brto? estou que nao, assim, res-
ponde Macangana; quem dasta sorie pwcoda,
vhIIici), ou ladran.
Emquanto a a louceira. nunca a teve o Sr.
>Larlos, appiique-a a si, visto ser alguma cabooola,
tantn que o dote qne sempre s a^ompanha.
MacaDgaiia.casoa tristes revevena o Sr. Carlos
sequizesses laucar mo de snas palavras qua di
nao seren surrateiras.
fcembre-se dos hdroc^ de cavallos que prenden
Ln, qnaes dissaram qne mnravam $m MacangAna,
(eis o seu nome) e como traziam 80#000.'igiraiu
do qaartel, para o que V. retirou s, pravas; sao
estas as suas honestidades o honradez.
Persegnicio a Jos Patricio, ahi est a earta de
jseu pai.o orotel Jos Pedro ao canitao Ber'.o.
,que emanara subdelegadr,, empeuhanflo-se e pro-
vaodoa malvadroa de Palrimn, e pesiindo soa pri-
io ; so as pravas eram falsas, se houve perse-
gu rao* quem fai o perseguidor ?
Vamos i Almaida Fottes, foij)reso e procesaa-
(|o a requerimento de Pedro Nolasco, porque deste
trtara OtaOW); o subdHeoido que firmn o
procoiso o Sr. Flias Cintra ; Fortes, compadra
de Macangana .} protegido de seu piano Corioaiaoo,
nao dava ser processado, e era furiar ara
primo. '
I Acontece ser nnlloo prncasso, Fortes solt,
en'tndmt :?te que nio,.-ra mais do mi do eus
proteoluis, o sabanea detoda Gamelai.-ai, faz
pwbljr em um folna3 o Sr. Coriolano como
riella o jirioeif o ciinpfiHee. i lorwa-saiesm oalraio
0 stu prntegidc, ti com que PefOtd novo quei-
xa. citado Foilea no ilecife, foi pronan-jiado, e
anu* de ser preso fuga. No c. rrer da-te tempo
psta.va o Sr. Cariosa erfa, n2n historia? o. ni j Desceiita4a JatraWOJ0 it UM fMil
enredos, vi cartas do Sr. Ori llano, dhendo : es-1 oncallo Jos
gote todos os nietos afim de Pedro dar nova qaeixa, |. Prsideate
Mesquiu Jnior,
Secretar*
=5
ENGLISH
Rio de Janeiro
"Tptr> ". -' t- -
t BarcelonaBarca he'psnhola A-**Aita, capito Ma-
J tao Pages, carga algodao.
Canal Barra ingleta Dia*na, capito Daries,
carga algodio.
i i ii i
D*#cotiU -lettns da praca
onar.
Limited
taxa i -con J
1" seceaowr-Sewtaria
Rtceba ditabeiro ca coola eonwtte bia arabuco.-Barita aanteta:
IraM fl. ^^ ** EdoardpAj*oDie da A
9m vte oa a praso pobre a cidadn
principa* da Enropa. tem correspoadentf
aa Baha, penos.Ayrps, Mootevd*o, Ne* j
e New-OpiMPs, e emito carta de crdito
os 0MMBGS lugares.
RA DO G0MMERGI0.N. 36-
tadores de aejeio rm ns;gregados o quera foram
os mandatarios ? I
Assassinos 1 ?
Nao p le pegar o labo de assassino era o Sr.
i-arlos e seu lio Bartholomeo e sim em voces vbo-
ras dolosas.
Nao era em Lages, sim em Ribejro qne morava
Cara-prela, foi preso o depois assassinade. desap-
parecen o seu dinbeiro, venda, cavallos, etc. etc.
Foi assassinado Severino e confiscados sens bens.
Foi inort em sea- engeoho tira rnorader dos
Affonsos Capobre, e roubado.
Miguel Bezerra, morador em Ribeiro, foi assas-
sinado, qual o herd-iiro de seus bens?
Antonio Bernardo, morreu deixando urna grande
venda com fazeadas, mol.hados, ele,, e mais caval-
los, plantas de capaa*, tudo isto desappareceu;
qnem commetlep tantos furtos e crimes, Sr. Ma-
cangana, falle," responda/ ser isto eabivei bo-
rneas qae luterom ter pleno iAgresio na -ociedade *
eston que nao.
Ser melhor, Sr. Macangan, arraaxem um i torca
nesta infeliz freguezia, e fazer o quo fazia o ds-
pota do,Paragpy.
Fico espera, e de pan na apparajla, soa eucou-
racado^ np lerno a bala; s falso o que digo,
proveen o contrario, existen) cartas, sero publica-
das, nao fuja, Macangana, apresentando seu mano
Coriolano como autor do pasqun) (como disse em
urna reanio), o qne muito duvido, tanto mais por-
que nao proprio de urna, patente superior e est
condecorada ajjntar si provisao de pasqnineiro.
Gamelleira, i'S de abrijl de 18.
votuntario da patria
Importarn,
Barca portugueza saphviu, ciada do Porto
consifaada Thomuz de Aquino Foncecad: C, ma-
mtftidtnu& / e>
118 canastras albos, 200 rodas arcos de pao, 108
cestos casiaaas, iw> saceos faijao, 7 volnrnes fer
ragens, 29 ditos obras de rime, 2 ditas pinceis, 1
ditt abras aa madeira, 100 ra xas e &0 barris vi
nho ; a J J. Gonralves Beltro.
100 canastras albos ; a A. J. dos Santos Aa
drade.
100 Meas arces de pao ; a L. da Silva Gui-
maraes.
1 caixa carne de porco, a Jos de Azevedo An-
dra4e- .
1 dita dita ; a J. M- F. de Souza,
1 dita dita ; a Bemardinn D. Campos.
1 dita dita ; a M. D. da 84va.
30 saceos feijo a Tasso traaos.
ISO ditos dte, a Paulo Jos Gomes 4 Ch-
maon.
24 barris a 8 caixas fer ragens a gilva 4 Al-
ves.
2 ditas ditas ; a F. Ferreira Barbosa.
15 ditas louca ; a Carvalbo & Rodrigues.
1 dita ira geos a Manoel de Souza.
i ditas liana a J. A. Moreira Dias.
1 dita palitos ; a H. do Castro Soares.
3 ditas pentes; a M. J. Ri 40 tas pomada ; a F. Guadas de Araujo.
36 barris vinho ; a Bal'hir, Oliveira 4 C
66 ditos dito ; a J. C. da Silva Pinto 4 C.
3 ditos ditos ; a J. Duarte das Nev-.
30 dito< dito ; a Mend< s & Coelbo.
1 dito dito ; a J. C. Bastos d Oliveira
3 caixas dito ; a L-hraam frres.
2 ditas dito ; a F. I. Tinoco de Sooza.
57 canastras albo-; a M. Duart Rodrigues.
46 ditas ditas, 101 saceos feijo ; a Veras &
Barbado.
SO rodas arcos de pao ; a A L. de Oliveira Aze-
vedo 4 C
3 caixas calcado ; a Cunha Irmaos 4 C.
300 saceos arroz e feijo ; aos consignatarios.
80 ditas feijo, "> barris viaho, 53 ancoretas
azeitonas, 1 caixa minqazas ; a Gomes, Braga
4C.
1 dito carne de porco, 186 saceos feijo a M.
J. Goncalves da Fonta.
168 dius dito, 5 barris vinho, 133 ancoretas
azeitonas ; > Domingos J. da Cunha Lages.
132 volumes pomada, prego, cerdas e farra
gens ; a Thornaz Fernandos da Cunha.
18 ditos ditas a calcado; a Gregorio, Monteiro
4 C.
76 ditos miudezas a ferragaos ; a Parate Vi.m-
oa* C.
41 dito) ditis; a orden).
90 ditos oomadada e pregas; a Marques, Bar-
ros 4 C
30 ditos errgens : a Jos Joaqun) de Lima
Bairo.
203 dito: loma, pomada vinho a Soares Pri-
mos.
23 ditos linha, pomada, reros e papel; a Do-
mingo* F. Ba-I -.
10 preda*, 31 c.-iixas e 510o pedras de loma ; a
J. J. iU Costa Maa.
Fapsr biitiitiro jequi, viudo de Penedo e
.Vucii, manifestar :
3 barric s cerveja, 4 caixas velas, 5 latas oleo;
a J J. de S-.uia Campos.
40jneios desoa; a Tasso Irmos.
1(1 ditos de diti; a Thomaz Tunes.
130 stceas algoio; a Rallar, Oliveira 4 C.
101 barricas vazias; a F. Itiboiro Pinto Goima-
raes.
Becuna Sorte-allenaa vbritas, cruda de
Uamburgo, consignada a Joo Martins de Barros,
miin^'r'xtou. :
200 fardos papel para embruluo. 100 barris ce-
rnen :o, 50 ditos e 100 caixas vinho. i dita carretas,
10 ditas canella. 20 prancboes ue pinho 10 tonela-
das earvo, 800 garrafe vazios, 300 ditos, 100
barricas e 450 frasqueras genebra, 20 saceos pi-
ni. n'a da India, 250 garrafoes vinagre; ao consig-
natario.
i caixa .abnete.-; a Jos J. Pato d'Azevedo.
10 ditas phospboros; a Corga Irmos.
6 ditas ditos o eslampas; a Bstevo da Cunha
Medeiros.
6 ditas stearinas; a Domingos A. Matheus.
3 ditas espadas; a A. D. Carneiro Viaona.
10 ditas move s; a Rocha, Lima 4 Guimares.
53 ditas conservas, vidros e miudezas a Antonio
Lopes Rodrigue-.
5 dius stearinas, 1 dita sanguesugas; a J. M.
Palmeira.
52 ditas vidros, i barrica drogas; a Bartholo-
man 4 C.
500 frasqueiras o 100 earrafos genebra, x cai-
xas papel; a Carneiro, Zenha 4 C.
5 ditas vidros; a Maturino Barroso de Mello.
4 ditas ditos, miudezas o marroqorni; a D. P.
Wild.
5 ditas drogas e miudezas; a Otto Bohres.
ALKANDBGA.
iendimentodadia2aSK .... 70O:9O7a44
dem do dia .... 48:580>722
80e:4C8A6<6
1
"!' 'M
] Duarte Fernaira
EDITAES.
2.a seceao^Soaielaria dMresi*Mia dafar
.o mmida4aa as
errjrt-Mello, Joa-
auim Francesco de Paula l-Maft ClatMple, Jos
aa Costo* Refo Lima e Maiioal Antunes Correa, a
iiem ou mandar-in adtnmisiracio4 aorro pa-
r o porte dos seas requorimantos ao troverno
perial por intermedio do ministerio dajusli
(Assignado). Secretario interino, Elias Fre-
ico Almetda e AMmgnerqHe.
O Dr. Armioio Coriolano Tavares dos SaDtos, jniz
, omnieinnl da 2' vara pesia cidade do Reeife de
' Pernambuco por S. M. o Imperador, a quem
Den guarde.
Faco saber aos que o presente edita! virem qne
por este juizo se ha de arreinaiar os escravos se-
grate, penhorados por execuco do visconde de
Suas-sima ronera a viuva e beraeKje de Sabastio
Antonio Paes Brrelo.
Andr, de nacae, 64 annos da idade, do serv
co de agricultura, tem urna rotara cima do ura
higo, rendido da verilba dirttta, avahado por
Luiz, crioulo. com 56 annos de .dad*, do mes-
mo servico. soifre de astuma, rundido Aa veri
Iha esquerda e tem uipa bellida M-oJno dir lo,
a va liado por 2003.
Felippe, de na cao, com 44 aimea de idade, e
mestre de assncar, avadado por 800*.
Luiza, de naca), com 41 annos de idade, do ser
vico de campo, avallado por 600J.
Luiza, parda, com G annos de idade, mnito
achacada, do servico domestico, avallada por
3004.
Sil vina, crioula, cem 16 annos de idade, sem
habilidades, sadia, por 1:0001
Clara, dita, rom 14 annos de jnde, do mesmo
servii;o domestico, avallada por i 000a.
Joaquira, ditu, com 16 anq s de idade, do servi-
co do campo, avahado por 1:000.
Os preteadentes sao pelo presente convidados
reruptterem suaa propostas a esto juizo no praso
de 30 das.
E para que chogue ao coobecimonto de quem
convier, mande! passar editaes com o praso de 30
das, qua sero publicados pelos jornaes e affi:ia
dos no lugar do costme mais publico.
Dado e passado nesta cidade do Reeife de Per-
nambuco ans 2'- de fevereiro re 1870.
Rcife 25 de fevereiro eie 1870.
Eu Manoel Joaquim Baptiza, oscrivo o sub--
crevl
Arminio Coriolano Tavares dos Santos.
Santos, Fr.
Parro,
VrtrtM-de
-
Sal
1 satjrro
ferrara
RajemonM'alas
Barros Wanderley, Lio e Araiijo.
O eoearn;rado do reg-tro,
Manoel dos Passo* iMirartar

DECLARACQES.
MOVIMENT DA ALFANDEGA
'olumes entrados com fazendas
dem idem com gneros
folumes sabidos com fatondas
dem idem com generas
S3
841
-----1080
86
407
------ 493
Protectora das FamiHiis,
Associacae bra^ileira de seguros otaos
, sobre a vi<,la, approvada por deaeto du
govorno imperial de 13 de junio de
. I8(>4.
Gen da pela bao rural e hypotheoario do Rio de
Janeiro.
Essa assoeiajo cawiona as vas de prosperi-
aae, nao sen) os entrves inherentos i eroprezas
.aeras.
, Em 31 de deaernbro d> 1868 tinba efectuado'
MW associaeo 53i2 contrata.
Inscripto um c: nial A* flhifi- t{u\pt(t()
Capiia.1 reahsadii a coajrertdo m.an<*ces da
divida publrca nacional na <$> iffl4;yW|8W.
Al 31 dedezambro de. 1809 tinb.eftetuado
essa associao T7j*contatc,
Itiscrptoum^apiaJ de. itjar-JtMffa.
Capa| reahsado e rowwiJdo em
divida publica uej94aj.de 6 Para, ma|a escbjrecimentos dirigir
esrnptano deflta aaoeaoao, rna do U
a. 19, i aada*.
Doscarregara boje 3* de abril
Barca francazaJeim flaptista mercadorias.
Barca austracaSints Familiaidem *
Barca inglezaZe-ioradem.
Escuna anstriacaScla farinba de trigo.
Ecuna norte-aMemaoEtnafarinha de trigo.
Galera ingt-tsaHermione mercadorias.
Bripne ingl-zHditmercadorias.
Bngue portaguezBella Fifuetreiueidem.
Patacho poringoezSeiamideaa.
Rrilgue inglezKioabacalbao.
Brigne norte-allmoArflo mercadorias.
Sumaca hespanhola Amabk Botaresvinhos.
Barca inglezaHem-iettamarcadorie*.
Lngar ingiezbine Freiridem.
Eafcacho iaglezIFoolyf*plvora
ataeho norto-aH moCataiasereadorias.
Escuna inglezaEstephaniacar vio.
xhLEBEDUrUA DE REHDAS INTERNAS (ifc-
RAES DE PERNAMBUCO.
tendimento do da 2 a 28. 62:722^58
Idem do da 29....... 5:094*934
Faculdade de direito
do Reeie.
De ordem do Exm. Sr. conselbeiro director in
(rine faco publico que nos dias 3 e4 do vindoun>
ter lugar a defesa de iheses do baeharel Antonio
Owlho Rodrigues, comecando e acto a* 10 horas
da manha ; e que no dia ;t0 da corrntn, as 8
hora* da manha, devera omemo bacbajel com-
parecer nesta secretria para tirar o ponto da dis-
sertaco.
S27
de abril de 1870.
O secretario,
Jos Honorio B. le Menezes.
Pela secretaria da cmara municipal desta
cidade s faz publico quo cootinaam em praca
nos dias 28 do crreme, 1 o 2 df malo futuro,
para serem arrematadas por quem meaor precii
offerecer, nao s a -obra do concert da ponte do
Maduro, oreada em 517*000. como a do pedestal
na frente das catacumbas ltimamente feitas no
cemiterio publico, oread:, erw 212^000.
Secretaria da cmara do Reeife, 17 de abril de
1870.
No impedimento do secretario, o otScial-maior,
Angusto Genuino de 7igneiredo.
Arrematacfto
Segunda-feira 2 de maio, depois da audiencia
do Dr. juiz de rphos. vo praga de venda tres
tasas terreas sitas na Cipuuga. na ra da A miza
de, a de n. 12 avaliad 1 p.r 70(1*. a de n 14 por
750*. e a de n 16 por 700*w00, a reqnenmento
de Flix Pereira da Silva, cre.lor do casal de An-
tonio da Costa Rosal e sua mulher.
Por esta subdelegada do I-eres se faz publico,
que se acham depositados dons cavallos, de cor
rnssa, castrados, tendo um dalles pinta de pe
drez; e quem fr seu dono cornpareca a esto sub-
delegada, que pravando o seu dominio, Ihe sero
entregues, cujos cavallos foram encontrados va-
gando pela a estrada sem conductores.
O subdelegado,
Jo.;, laria de A. Una.
NO
PAYILfliO DES. ISABEL
COMPANMIA
lwestrk mma 1 mmmi
DIRECTOB
D. Marcos Casali.
GRANDE FIINCCAO
Ka fe bario 30 do correa**
As 8 Ii2 da noute. '
A Companhia agradece a nenevolerwa swe*
paUna qu< Ihe tribua o muito Ilustrado-paiteo
pernambaenno, e nao pode deixar da pb>
I execuco espectculos dignos de serem aepiawB-
dos como as anteriores funtpoes.
PROGRAMMA.
1.* Symphocin.
2.* Pala primeira ves, volteio sobre um i
por Argel.
3. Um nova tr-.dttlbo eqnestre, per lua'
sobre 11 m cavalto.
4. IntertnrdK. jocoso, peto pequeaj Jaan
o palbaro.
5." Mnriiho, cavslm amestrado, apies-?3tidb mu
ilberdsde pelo director.
6. Pao \ ador, pelo artista Vicento.
7.* Pela primeira vez a muito applau.Sda sema
bot lesea Mr. e Madame Diniz, ou nm pisseiok
Versames, e;:ect:tada pHos ar istss Luiz. Case
Aldabo, s ere dons cavallos.
nter vali d>- 30 minutos.
8.* Symphonia.
9. Pela primeira vez, exercici-os soora ma
vallo em ftssc, pelo artista Vicente.
10. La Amazona, pela senhorita Acr, --ataesna
cavallo.
11. A barra (ixa, exercicios de agilidade, pmr
Cesar, Aldabo, Vicente e Jnanic.
12. Terminar rom urna pantomima fflflNMrih:
0 boticario da Aldnia, execniada pela seBhotf
Anna, Luiz, Cesar, Aldabo, Vicente e Cesar!.
Os hilbetes de camarote?, caderas e plateas,
vande-e no mesmo circo.
PRESOS
Camarotes com 6 entradas........
Cadeiras.......................
Cadeir8S avulsr..- para senhora.....
Gera..........................
Ao pubioo.
0 director se offerece para mandar dar lic>
de e.;-i!aco e artestnr cavalk
12*fjttt
2*00D
Inspee^o do .trnsal de
marlaha.
Faz-se publico que a commiasae de peritos
examinando na forma determinada no rcgnJamentc
aanaxo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro dr-
1854, o casco, machina, calekira, apparelho
aaastreacao, veame, amarras e ancoras do va
por lpajyxa da companhia l'prnambncana de
navegaejo cosleira, achou todos escs objectos em
estado de poder a vapor navegar.
Inspecco do arsenal de inarnha de rVrnambu
co 27 de abril de 1870.
O -inspector,
H. A. Barbosa de AImeida
O abaixu assignado, lanoador da reoebadwia
desta provincia, previne aos moradores e nego-
ciantes das roas di Imperarior, Campo das Prm-
eezas. Caes 22 de Novembro, Taca de Pfdro II,
ra dourespo e Praca da Iniependerwia, qne te-
nbam promptos os seus recibos e mpeis de arren
dameutos dos predios que oceupam para Iba se-
rem apres -nt.-dos no acto do lancamento dos Im
pastos pessoal, industria, e p.-u'-ses a qne w
proeeiler no da 2 de raaio do crreme auno, re-
lativo ao exercicio de 1870 a IBM
Kecebedoria de Pernambno 29 de abril de 1870
Jjs J*ronymo de Sonza Lacerda.
Domingo 1 demaio
Daas cscolhida fnaco6e
As 4 i|2 da taroe e as 8 i |t d noute
Espectculo de doraing:
s 4 l|2da tarde.
PROGRAJIMA.
! Symphooia.
2. Exercicios equestres, peio uljoU Vicente, so-
bre nm cavallo em isi.
3o Intermedio jocoso, pelo arti.-ti Jornia c o pa-
Ihaco.
4CA percha anal,pelos equilibrista^ Vsart e Vi-
cen'e.
5." A jardinera florista, pela menina ioaoiia,
subre um cavallo.
6." Morillo, civallo amestrado aprasenlado liberdade p'lo director.
1." A divertida seo na burlesca. Mr. e Hdame
Diniz, '?xerutada pelos artistas Luiz, C;ar e Al -
dabo, sobre dous savallos.
I'ilervallo de 30 minutos.
8.' A merenda americana, sobr" i ponto- tlast.-
ca, pelo director.
9." A intrpida volieadora, pela senhorita Anca
sobre nn. naaallo.
10. A barra fixa, exercidos de geires a fcr-
ca, pelea artistas gymnastas Cesar, Vicenta, Alda-
bo e Jnanin.
11 Terminar o espectculo com urna paataaw-
ma bufa, os Torneios de Saint Clond, pelos niro-
cosCesari, AberiHo, senhorita Anna e Casar.
N. B. No domingo as 8 1(2 oras havcr..
mesmo espectculo.
AVISOS MARTIMOS.
t oiupaahia americana e hrravi-
le-ra de paquete* a rapar.
A: o dia 1 de malo esperado dea panr ..
ul o vapor americano North Amarte*, o qa*} *-
pois da demora do rostume segnir para 9tm
York locando no para e S Thornaz, para traas i-
passagens trata-se coin os agentes Henry PWrsSfcr
St C rna do Com murcio n. 8.
PORTO POR LISBOA
Seguir em poucos dias a barca pvttaro*
V .ru Si/mpiukia do el as-e e marcha por ja ar
promplo qneei toda sua carga : para a poma Ihe falta, assim como para passagerroa aos aaati
offerece ricos e ex.vlleules commodos, tzaia-w
com Biltar, Oliveira & C, rna do Vigarc a. 1
prkneiro andar.
IJ8:717*42
CD1SSULADO PBYINCAL
A5naimento do dia t a W.
Idepj do dia 29. .
^zelgjE^^,
COMMEBCH).
flWbCA DO RJECire iW A8WL.
DE 1870.
i*ai/l,nnsi**a*,
Assacar masca vado americano bomJ|iOf>.fa.*or
Arjodiede Maceta,!1 sor ~r itjm rs. per til.
P<*to a borda a freto.de |l*. oopa Pifo
(^W^aalj,
83-813*122
MOVIMENT DO PORTO.
L Nano satido m dia T.
H da PrntaPolaca hespanhola Doe Magdalenas,
capito Felio Boig, carga assacar.
fta/miot saJun* w> dki US
Aastou-Patacao inglai Juhm Mofe, capitio I-
!J>ay, carga ansacar.
twaaagoape- Vapor hraaitoa* QnrwpA com-
maodaoie Si|va, cafgajUereotes ^enaroe,
a.v -w^.,Mfl%'W4>ia?.
^rfcajM.e porio* mhimadws-7.das, vapor bra-
'faM.de.a.toaeJadaa, coamandante K. A.
''a, eauipsgem 22 em lastro ; a compaanta
* i
polaca bosaaaliato ib,*-
capilloFrancisco iM^es-
saamflpeentos gneros^
Hiato KltanX^r
ttei, capF
UO Vicenta F. da Coala, carga vr.os gneros.
0 abaixo assignado, lancador da reerhedoria
I desta provincia, avisa aos moradores e negqcian-
tos da roa da Caduia o Cruz da freguezia de S
_ Fr. Pedro Con vives para que !nham promptos.os
recibos a papis de arrendamoutos dos predios que
occapam para Ihe serem aarf sent'idns no acto do
lancamenio dos impostos pessoal, industria e pro-
flssoes a que vai proceder do t' de maio em dian-
to, relauvo ao i'xercfrio do 1870 1871.
Recebadoria de Pernambuco 29 da abril de 1870.
Jo- Th-odro e Sena
Sabbuo 4.0 do correte, ten de ir em praca
publica peraute o Sr. Dr. juii mnnicipaii da 2'
vara, as 11 horas do referido dia, as benfeilarias
existentes no engenln Hodizio da iri^riMaia de S.
Loa eaco da Mala, av..ludas em &&)&. assim
como um barro de cor branca, avahad por 61'Jt,
tudo.p> execncao do Kxm. visconde de Assuassu-
na, contra a viuva e herdeiros de Sebastia AnU)-
nip Paes Bnrreuv
Admiaisiraco dos crrelos de
l'eraaaibtica 39 de fcr.-l de
1S90.
I Malas pela vapores tiandah o /pajwa da. c.n
pankia PernamfneajMt.
A correspondencia qae toro de ser expedida nq
pelos vapores*acima mencionados; para do norte ate a Granja, ser rerebida pela trwaeira
seguinte :
Sfassoe da jornaes, iropressos de qvjahraer naln-
raza, e cartas a registrar, at as 2 horas da tor.ie,
cartas ordinarias at as 3 hora ve estas, aej 3* 'lr8
pagando norte dnplo.
0 arltnlm'trad'ja
Affonsado Reg Barros.
io de Janeiro.
Para o porto cima eirue em poucos ene o Im
rae nacional Isabel, tem prompta a maar pam-
do seu earregamento, para o resto que Uta tarta
trata-se con os consignatarios Amonio Lukde 14-
teira Azevedo de C ra da Cruz a. 37.
Rto de Janeiro
Pretenda sabir em poucos dias pare ? rthttir>
porto o veleiro patacho brasileiro Pralettar, snr
ter a maior parte de seu carref amento engatado- ^
para ..pouco qae me falu e caerma i tt*\*
trata-se coro o consignatario Joaqun Jos fina-
cal ves Beteio ra do Commereto & 17.
Ilha de S. Miguel
A escuna portngueza Dios, segoe ne^es paacer-
di.s para o porto cima e para o resto da carca
e passageiros para os qu?es tem bons connnodw-
tratase com o seu consignatario Jtfto do Rece
Litna, rna do Apollo n. I. m
Porto por Lisboa
Para o* portas cima sega enea treaidMo o
palhabote portngtiez Karata, tero a manir para
rio san enrn^raroento prorapto, para o rest* qo^
me bita trata-se cora os eooSgaatorans AaeaoV
Luiz de Oliveira Azevedo C, rna da Groan. 531
1* andar.
Relacao.das carta,registradas procedentes ao uJ
e nprto. do imperio e.\ist.ut.-s na repartieao do
correiu qp 28 i!e abril da 1870.
Anna Clara. Joaquina Barretp, BamjamiaPerwi-
ra Bandeira, C. Kato & C, Dtoaiagos,Amonio
Villaca, Francisco Carneiro MacbAdp, Rios.Fraa-
* feaes sn'^tsi
Jj^ardo J. Ceirplb.. Guilhcrroa 'aVto7^w5S,
iq Gomes Gnimeres, Juan Cipistraaan.de- JUtna.
'reir, Jo\> Francisco de Barros. J^yVajfWtoda
ImAiib)moUJoimara>a i^a-A^.Bib.*-
r ue Britn (2), Jos e Souta. C.a*e^XT#W
ereira de Oliveira, Jofpia Mara da'Connde,
Manoel Francisco da Mallo, Manuetla, Maatl
Para Lisboa
Yai sabir enm brevidada o brigiK- pefugne*.
Bella Figxuirense, capito i3arvalho, para cargs
pa.s-apeiro- trata-se com E. B. Rabclt> C, t.>>
do Commercio n. 48.
.
LEILOES.
f~.------
i.
)
De
mm
uiaa poraio da eaxaniek a UWaaa^ mm.
Vpalanaaeda raa rTv,.
O agente Martins fara le lio por, cowae- rtaau
de qneui perlencar da madeira cima. *
A 11 horas do dia na ra Nova.

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tutos -no talar
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,a!i^< iU.-,'i"s tas-mas/a. aHida do Autoni
^^?.rr!io,-ii''arfH' e-WMst ex
>Wtl taan^iv sita'rlia Firita n. 14. Prevnose
*l5W--1r.WW*|li>' ataberan <*t -ilutarla tfoma
* fKi5r<-* Vi fidrtdt para ommera re*-
^^'arhit'e abastecida de genero de pri-
tmr< ittidiil'tulf.
terc-firJSlhritti.
' iW*.'!*r lng-ir u reitfvrta rubina Tatema a*
-) i ii
11*11 i I
AVISOS BWERS8S.
mi
f
Jr
Ta.Mi-.i'.:. asente rt iscravoWwdfSt!) Sitjjucaial1
'< mosv. a-i de ontr* ver i***" s*r
rw s costana dn Ctanasin com Dome de
aVaio, r-unco pniiri era .nordn.w dxquelfe estibe-
emi.i':ii Icaaniim Id* da> Gis. Dttt> esoravo
ex 3 si3'.;te.* i-tf'''"* : )* 'si rwtiai uawi*l>ous, postea twrfca, coH prefc,-
v.#a falta de denVs o Vent. A primeira vez qtte
^tiT-'i'! 11 foi mandado para engedho-lfaltlloso-
JLu enftn mm %d .ig->ra. Riicominenda-s* a sua, appre-
or^'n. < i (ireM a rt iWf" (7rjr**n. 17.'
ftTAWO lMM|EM 1832
Wmkte Bristol.
LK te.V R OfftTINAL
VcoS

tenaudide
t* MuVm do n*n trina > juiz convido ao* nos-
ae*. cW\*'< ifMk eomparaeer'rt no da -1 de
ssjw. a. htw*. d nisnha, no noaveoloide Sau-
'*#f*J*>t-*:m (% Ki'cU* iiiie do >'4iTeiTi i mina'
f- '-.'liu? a'irniflrtti'W manda celebrar
O ser-i'tari.),-
Mannei lo Na cimento.
' I1*w,!*is8v um* prtta (Kr.i vender 'ahe
* asa de TllIJItO CflfelSTl
4rr*au, roa da roz n. S, encor*ranw
tertr. MEJttte todas- as quaiidades-de' vint
ftonfcittu Bourengne do F.heno.

Kle- un preventivo seguro cerlo contra
fila ealvfa,
o l.mra forra 0 saniOado a pelle
^tl' de Hionipio 'fazcessar.upieda prema-
d--- .: t> candios.
: :.i:)p ri(|iiftza de lustro aos ca-
li >108,
"We qur.i^u-- furnia e posico que se deseje
t'\v.:\ sl;nlo fnimosf. liso e inicio.
hicrwow 08 cabellos bastos e cobh
priiins
Hite cortea a pella e ) cseo da cabera
a;-- e ivf oe irxia a especia de caspa,
BIM p.o".i:*c os cabellos de ifl tornaren)
:.:': S.
lte o?iS-rva a cab*cl n'uaa testado defsaj
cu;., rwirigeranto 8 agradavet, ,
ttfc :r.: ( Aemadae>iHefite oleoso, gordo-
!(':': ja pegadico,
K5ie i.o dcixa o mer.or ohej-o desagra-
arcl,
?iie t o melbof e o rruis aprasiveV artigo
pan'., boa oMefUtae c arraojo dosca-
oello tU seahoras,
Ote anco artigo proprio para o pen-
lead dds cabellos e bvbatda senho-
ihuw *ocaflor tto senhora se podecon-
:.' 'car como completo sem o
O CABELLO.
Tnico Oriental
qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
Aofa;' a venda nos cstabelecimeritos de
A. (.i-,.-, 1. da C. Bravo & C. P. Maurer
,> <;, M. Barbtest; Bartholomeu & G., e etn
>-!;>< priapn lojas de perfumarias
', blicas.
Toaqu n Jos Gon-
v'alTOs Beltrao
A TWtfKHE N. 17, 1. ANDARi
ha..,. ..i.riodos-ospaquetes sobre'oBa
m do'MiuhOf era Braga, o sobre os-
>".e logare vaapjWwtugal:
LUdotj
Port*
Valcnra.
Cnimartet
CoiioJJr
Cfeaves.
Villa J.> Conde
xcoa de Val do Ve*.
Vianna do Castelew
ilt do Lirn*.
Villa leal.
"Vffla-Iow de^Famalie.
Lejonego.
',agos.
Covilhia.
Vasea! (VApassos).
IfiraoiddUa.
Buji.
larcelloa.
OGRANDE ;PURJrtCADft DOSANGEl
Esta excent e adniravel medicinaj e
preparadh"d^una matira a otis setentii-
ca' por Chinwcus i Droguistas raui doutos e
d'uma iustruccab profunda, tendo (do mv-
tos annos de eperieticia ao par d'ma tai-
ga e laboriosa pratica.
A*sua conipoio'nSb consiste d'uhr siii--
pie extracto'dlmi s artigo; toas- sim,
compostad'extraclos d'ura numero de rai-
zes, herves,:,c>csv e ftHHas, poseJndeHe-
das ellas,- sua virtude especial ou- poder
lencM asi iHrileitias as quaes teem sede
-00 essn'to', trr Singue ou nos humores;
e esteffdiffirtoitijs intraets rtgetaes, acham-
se perlina tal forma combinados ponto
de conservaren ein toda a sua faW o cu-
rativo especial (de virtude, que cada uiu-de
per s possue. A raz da planta de Satsa-
parrlllt, prodozida as HOndurae, a que
nos usamos nesta preparacSo, sentlo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Ka .composiro da alsa-
pawrilhav4lte nrK*4 entra mais de 80
.porcento dest c nao encerrJr-em si cousa-algoma, qoe pos-
sa por leve ser perigosa ou injeresa
sade: e tantb n-este-, como em qoasi to-
dos os mais respeitos, ellar inteiramente
diversa de-todts- esss mai- preparaces
as quaes debabeo do nome de Salsaparr-
Iha, sao aocondicionadas oo postas em gari
rafas pequeas, suido reccitada em dotes
mui dimiHutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPABWBA'DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vaotagem alcanzado por aquelles
que acondteionam sua preparaco em gar-
rafas |>equenas. Cada um dos frascos da
nossa ttafgflparrllha de Bristol
oonteem a messa quastidade igual porco
contida naquellas garrafas pequeas, e alm
Jisso, possue anda muilo mais forca e
sj^bk
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa adiar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Per-
ianto mui natural, que aquelles, que se
acliam oceupados em preparar e vender as
suas prodceocs, em garrafas pequeas,
murmurem egrtem contra os nosses fras-
cos grandes proclamando, que a nossa al-
saparrllha d RrSitol nao possue a
menor virtude; porm quilo effectivamen-
te sao ellos poos etn silencio, quando indi-
camos, ou simplesmenle referimo-nos para
com essas centenares de certidoes e tes
femunhos autbenteos, por nos recebidos
d todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o pxler curativo e vir-
tudes maravdhosas da nossa.
SALSAPAtmiLHA DR BRISTOL.
A taatageda de tnraaos os dossob pro-
prios agentes naqelles lugares aon as
diferentes ratees, drogas, bervas, e plan-
tas de que se Compem as nossas medicinas,
sao produ/.iila.-, trae nos habilita e\er-
cer aquelle constante cuidado e disu-Ho na
minuciosa escollia: e o que assegura e ga-
rante uniloiniiJade de excellcncia.
Em quanto que. por oHtro lado, nos nao
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
co; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva conianca; que po-
demos afoutamente dker aos doentes de to-
das as naces, e de todos os paizes, que na
Salsaprrilha de Bristol. possuem
um remedio mais effleaz e seguro; do qne
nenhum ontro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qoar*por crto nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e eflectiva cura das seguintes enfermidades:
Em tempos modernos neiitium descubr-
ment opertiumnior revolucSo no modo de
curar anterioftsente em voga do que o
peitorvl t& kmwm
TAKTO-m TiatAMENTO DA
TOSSK, i y CHOPO,
ASTHM.V, THISICA,
ROL'QUIDO. RF.SFnrAMCNTOS.
BHO.CtttES,
T08SK OO.NVfl.SA,
nbRES-DrPHSTO,
EXPICTUIIACO DPSWT.DE.
Como ealeda a granule serie de enfermi-
dades da gamanta, do pEito e dos orgaos
da respiraco, que tanto atormentan! e fa-
zem soffrer a humanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geralmente na appir-
caco de vesicatorios, sangrias.sarjar ou ap-
plicarexteriormentc ungentos fortissimos
compostos d. snl)stancis vesicantes, alm
de produzir em|>oIhas: cojos differentes mo-
dos-de curar, nao laziam seno enfraque-
c;r e diminuir as forras do pobre doente.
contribuindo por esta forma d'uma maneira
mais fcil c certa para a enfermidade a*des-
truico inevitavel e sua victima Quem dif-
lerente nois o elTeito admiravel do
PEITORAL DE ANACVIIUITA I
V.M e'eZ DE 1RRITAII, MrumFlCAR E CACZAK
j.n;ai:ditos sofkrbii-j ros ko doente,
CALVA, MODIKICA E SUAVIZA A DOR.
Aftaru a iniuTACo
DESnfTOl.VK ENTENDtMENTO,
FORTIFICA O COUPO
e faz com que o systema
Desaloje d"uma maneira prompta e tapida
at o ultimo vestigio da enfennidade. Os
mclhores votos em medicina da Europa (os
LenU^s dos Coflegiosde Medicina (U; Berlim
testificam seix'm exactas e verdadeiras estas
rclaces analgicas, oualm disso'a experi-
encia de miHiares Je pessoas da America
Hespanhola, as quaes l'oran cuiadas com
ste maravilhoso remedio, sao mdis que
sufficiemvspara sustnntan*m a or>ini3o do-
PEITOR.VL DE ANACAlIt'ITA!
Deve-se notar que este remedio se acha
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm.
alguns d'cstes ltimos, e psirticularmentc
aquelles que. sao dados sob a forma de Opie
e Acido Hydrocinnico, formam a base da.
maior parte dosXaropes, cornos quaes to
fcilmente se engaa a credulidad!; do pu-
blico. A Coraposico de Anacaliuita Peito-
a adia-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de celcT de meio
quartilho cada um,e como a dote que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applicacao d'um ou dous frascos
para aeffectuaco dequalquercura.
Acha-se venda nos estabeeciffiei.tos de '
P. Maurer A-C, J. C Bravo iV C. A.
Caors, B. M. Barboza e Bartocdomeo i C
jttWcacgo
quantidadeejdl. "aerttl#a*)rbifice HtK
ment cirTQT^^pSmautJs pw* systeirA.
isto cttsadb-pelo W0 da ftlstWIWWIa;
ffereste foniia-fcil a vottaw'' ^roclo
normal da*p|eJ#aM'fildf)naes,
Acha-seMfie||ifc,Wllelecimentos d*
A. Caors, Ht An mi JC, P. Majsm
., W]jft&- A.ai-bVfsa. BarmolomWi C &,
to da guezia de ft
O escrlvio da refortfcl irmandade convida a tt^
dos os 3a\Uan#nli fWps^jirJ coiapareco-
rera dontinpo l'de'iiiaio, 7 hura da iiunha-,
lim de om(>aafcai' a^okwne proeis d San- ^*r(JrnJ'L^""7 -ZT.
t.Kin Viatico os >*Mm*ti**\iA finaii-e'J ? T4* m,,ls l*rd ,ss0.
mu i- uothinei
Commntatio dQ'C^iiga Commkf AinV-
IfHt BtosHeiro;
?flpde^e m joja dn rito d* Cn$pe> o.
kmwaifab OoenKah, akV*-
"'ohfa-to otifnlo to li-
to tontlhffdto portwguri
i Exra. Sr.' cootellieiro
TOI^iz de Sani^ato Pl-
|icl| na ItoivrsMat*
ismiBo crolito^de qbe
gowwoito meroHraaaetre fuelle esinlio
coffinVTciMlsia por sTsiV basWrtam pafWre-
boofandar* t3o^. imaertttH^ ObTlJ qado
Oio ijoocorres^e mais pera isso a grtfide
vanahfteity:decaer ua;- o^imo cortUneiari
So cdigo conimercia bFasiWro- (na falta-
ab*eu*>}lfe Ha (lo^V}ae^o^tftaielaiWf>
xima bancdade de eBtro militas da^
suaydWxisViesHJ'as- do*itllHoitMlo cdi-
go pw*tott-Q%e'Hesene de tejto.
(oYr> pfessorosb,- d^defa' moctdade-
do Jtf rtne # Funlfocte f'Birelto dsts'
Wdade e notareis, iiinsconsultos, a prtefer^
VosWlse't^ftt<. Auitfort M %-Olsos
rabalhos da sciencia. ep*lo |>reco-comiMn
de 13. toda a <*iw eirr6 'toli-
e |rbWiHn^Bw' Nmii la
so o tifalo de frmorh do
i*e*n **u t, Mente, em
raSa.
Arbe-ne vetMa>n l/ d rftl'db Cres-
po n. 5 A, esquina da do Queimado a.pfi
mfirt'Mlumtla' [im JSsfis dft'itentpem
liraqa, ornad de' gravaras linas, seguadf
edico. obrftda- penna^leowo tk) mui il!e&
iradn-ttwe d TuArSdide d Coimbrao
Exra. Si-, conselneiro Di. iogo Pereir
Forja-/ d Stnpi. Pimeritl. Q'uem tvfet
noticia da extraordinaria devo<;b queexls1
te eoi Portugal para com aquella nagro-
sissima imagi-ro, alfulrtdo sempre para: o
seu majestoso templo em romaria o nume-
roso povo do todas as partes desse reino;
quem souber avahar as brlianles dbsenp-
coes, e o belfo'esnido dquelle i-onsnrama-
do jurisconsulto e eximo litterario portugus
nao deixar de procurar, qnant artes pro
ver-st de um exemplar da dfta mmoria:
pelo diminuto prefo de, ;{$. na loja indica-
da, onde ha pequeo numero dolas.
Na mesma loja cima ha onlras estampa,
rauito perfeitas e grandes do dito Senhor
Bom Je*its de Braga, por pceo commodo
MSWS
DsTSTANTAXE3S
Travessa doCorpo Sanio n. 23
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, oja Antonio
IVdro i\o Souzn Scmres.
Bandeira' Machado & ij. avi-srn > respeitire
pnblico que no- lopares Virria encentrara no mes-
mo sempre granile ynnnlidudo de> ditos pocos, (
que so arham habilitados pan vender por meim
que oirtro qna! reetwwcete di fabrican!- N"ri"i, de landres.
A vantagens que offf ir-cem "s micos instant-
neos 3o : primeiro, poderfm ser cotlocadns den-
tro de casa ou fura, com o irabatbn de urna a dtias
hora; segando, farntoerem os mostos apua pu-
ra e abundante, podendo serum removidos de um
para outro lugar, qcanrio ssim cunvier.
O* aimanciaotea rreci-b ra i a iaipartancia do?
r^fe-io- (Micos dep.H> e enllocad vs, fatisiaieodc
Sjeciafeva do comprador.
mil
c ?
3^ _, ^
03 s ^
S X -3 =
b 2 c -. 3
XAROPE


m
VEGETAL AMERICANO
E S A LIDADE
BA RT H O LO M E O & C
Cara a cara' certa ht teun antigs e recanes, catarro pulmonar, asthoi; los Voockiii, e em gonl contra torln os snUrimentos das ras mpinterili.
DEPOSITO .FU II.
SOTZCA XS T=r\0 G J-V*.IS
34, BOA LARGA DO ROZARIO, 34
PERNAMBUCO
Escrfulas,
Chagas antigs.
Ulceras,
FerMas-Ulcerosas.
Tinha.
Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Honores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Pminino,
ffervosidade,
Debilidade Geral,
Pebra e Malignas e
Febre e Sezbes
Biliosas,
Ama
rumores
AbBcesses Apostemos,
Enmeoes,
Herpes,
Salsagem
Inipigens,
Lepra, febres intermitientes e remittentes,
bydropBtio e ietricia, etc., etc.
Ontro-siaa^ aehai"se-ha, que para o bom
resultado-pBrftitOcuKivo de todas aquel-
las enfermidades cima'' apontadas o adian-
tamento da envai grandemente promovi-
do e apressurado: usando s ao mesmo
lempo da> nossas mui valiosa pllnlans
vegetan hssaicaradas de Bristol,
tomadas envdses moderadas em conneo
"pao ou conjubetamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
Precisa-se atacar urna ama para fater compa-
nhia a una senhora. hier ennpraf na ra e co-
zinliar, que tenbft boa conducta : i|iiem etiver
uestas circumstaocias procure na ra reina de
Santa Rita n. f>6, qne sedirqnjm precisa.
Auga-se c 6i(de-setanpioji para
gao : na roa Direita n. 77.____________
illumlna-
Fogio do eagentiu Pitimb na comarca da
villa do Cabo no dia 24 de abril o escravo crioulo,
acabralhado, de n'ome Ptslro, de idade de 18 a 20
auno-, pouco mais ou menos, com os signaos se-
guintes : altura regular, bem feito de corpo, rosto
om tanto coropndo, olhos grandes, othar amorteci-
do, foi agarrado no da -"i do corrate na estrada
de Santo Anto, tendo-f e evadido ds maos dos
portadores, julga-se que eguio novainente a mes-
ina estrada, indo em segu ment para S. Dent no
lagar denommado'Poo d'Albo, aonde tem miti, ir-
roaos c o* amigos senbore>; pede-se as autorida-
des policial s e capilaes do campo a captura do
mesmo escravo e enti*e!fa-lo no mesmo engenho a
seo senhor, Ddmingos Monf/ l%reira Mnnteiro, ou
noReeife na roa da Moeda n. 5 segando andar
escriptorio de Manocl Aires Fernandos & C, que
serao generosamente recompensados.
Precisa-se nma criada-de boa conducta, para
lodoto servii;.) ordinario de urna cisa: tratar
na rna da Crt'u n. 20, eu na Capnnga, porto La-
cerre n. 26.________________________________
Precisa-se de um escravo para todo servleo
de casa: na rfla das Largiras n. 10, hotel fra
eez.
^ 55-Kua S Tinge, iMa, !mna, Jn-tr.i e acNMhalo- ^
r.jg la -se, com a maior prfeica, f.izouda> em og
i pecas e cui ohra* de Inda." as quadaden : ^
i^ como sejim : si-,la. lata, aigodSo. liuho, ^
*^j chripns de leltroe de palta ele. etc. eg
ltt-se rtoltiis e limpa-se a cecosem SS
^ molhar os twiJos, conservando as-i:u lo- ^
^ do o hrilho da tnends. $g\
Tintura pretS nta Mreaf b wxtas feii
O CIL:(1AS) DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientiicar ao resoeita-
vei publico e.-a geral. e aos seus clientes
em particular que, elle minlou o seu gabi)
netede consultas da ra Dirett n. 42 para
a do Queimado n. 31 primeito andar, coro
a entrada pelo pateo de Pedro II. onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profisso, todos os dia uteis das fl horas
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes n> s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicao de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commo'hdades d* precos.
Precis8-se d um menino lorr* ou escravo
para fazer. compras : na ra do Duque de Caxlas
outr'ora doQueiinai n. I", loja.______________
Precisa-se de mu menino com alguma (ira'tf-
ca de raiudeas: a tratar na ra do Cabuga n-
mero 1 A. _______________________ ______.
EKtMMADElRA.
Precisa-se aHigar urna escfva perfit erlgdtn-
madera para casa de r.imilia, paga-se betn : qnem
tiver anrmncie para ser procurado.
A ih*rpentica ihs dtrersas molestias do peito.desde
i pharrngiic oo mal di garganta at a tnbercalaeo
pctmqnr, pasamano pelas ditersas bronebites caUrrhaes
o empbjsema acaba de ser nreqoecida com mais
eate medicamento, qoe toaaari a primeira ordem eotn
iodos st boje conhecidos. O xarope Vegetal Americano,
(arantindo paramente vegetal, nlo contm em ua
wmpoyicio om somatme de opio, sim somante sac-
an da puntas ioaif esas, cajas propriedadss beaeflcas
cora da molsilos que*pertenci-m aos orgios de res-
pira(4o foram por dos obaenadas por longo lempo,
com ptimo* resaltados cada Tez mais'crescentes; pelo
qoe nos jilgamos autorisados a compor o xarope qn
agora apresentamos, e a Bereee lo aos mdicos e ao
poblico. Frotamos com os attestados abano o qne le-
'amos dito, e contamos qne o conceito do qae ji gosa
o xarope Vegetal Americano crecer do dia a dia,
jenando msito apos de si todo* oa peitoraes em voga.
Illa. Sr. Barthalomeo t C,O xarope Vegetal Ane-
ocanu, preparado em saa eonceitoadissima pbarmacia,
i nm ntil remedio para combater terrivel aathma.
Sofra eo aquella molestia ha quatro meus, sem ainda
ter combatido os ataques mensaas qne tinba; este nlmo
qna tire foi fottissimo que ma prostoa por 8 dias, csai.
portm o-sea milagroso xarope, tomando apenas tres
dses. a at o presente alo foi de novo atacado. Crasa
Dees, ua Bqoa rtstabelecids por ama vas. Bando-
Ibe, pois os mens agrdesimaatos por me ter aliiisdn W
to horrivel mal. Coa a mais signiDcaiia grai-dl*,
snbscrao-me deVmcs. afleelooso e reconhecido criada*
Seeerae Cuarie. Sna Casa 14 de fevereiro de 136.
Iltma Srs Bartbolomeo IC Depois de qoast sea*
metes de soffrimento com ama tosse inaessanu, tata
extraordinario, eipeetora^lo da um catarrho amarttta-
do, e perda total das forjas, qo o menor patsaat
me fatigara completamente, cansado de tomar mu a*.
tros remedios sem resollado tire a felicidadede saber SMt
Vmcs. preparatam o xarope Vegetal Americano, e cao,
elle, gracas a Dens, aeacho restabelecido ba maiada.
dois mezea, o robusto como se nada titease soff-id. a
gratidio me forca a esta declarado, qae poderlo Vasca
facer o aso qae qaiierem. Soa com estima de Vmca
anitos respeitador e criado. Antonio Jot^wm *
Caitr t Silva. Becife 8 de fetereiro de 1868.
Atiesto qne nsei do xarope Vegetas Americana, V
eomposifio dos Srs Bartbolomeo k C para cora da wat
forte detnxo qae me troaie ama rouqaidao, qae asa al*
faia edtender, uflammaeo e dor na garganta, U
grande falta de respirado, e llauc completamente i
tabeleeido com om s tidro do mesmo xeropa; (
que Ibes protesto eterna gratidao. Recite 1 da Ja-
neiro de 1868. ;*oui Pirtut lrtnUt*Ju*m. -
Esto raconbecido.

",
Preeisa-se de um bxMn crpiro o mn cozi-
nhelro : tratar na rua 4- Trapiche n. 46. .
- No nllegio di (Jinceig precrsaJse
homein iaoso para porteiro.
de om
, A LOJA DOS AUCOS K ALVARO AUGUSTO DE ULttlDA & C, a ra .Jo
Crespo n. 2U A. -'ilui de grandi^variedade de plimiasia d if seraore m ada prvi-
da, tem actoalnfritte nm droifrfii soriiuien'.i di 'ateods prt'ta, pr-iprias para os ac-
tos da qoersma, cieno srjrm :
Bjcos corles de s !n prota de Mipertor qnaJjdtV>.
Gor^urlii'de seda prelios de diver>as finalidades.
Gr6sden:rp'.'s prelos de ditl/rcntes qiiad.ides.
Sedas lavradas.
Basquims d seda pri-ta de mod'-llos nteinnibrile novos.
Ditas de guipnre ri"_'men1e enfeilai'.as.
Pelerinas.
Fichts e tnnta- d tifo para a rabeca.
Matdilli.s liras lelras on in-intas de lil para a cabera, d mode'.o inteiramente
ovr.
Fil de.seda liranco e pelo.
Guipare blanco e preto.
Bales a victoriense modello inteiramente novo.
Chapelinas enfeitadas de preto.
Luvas de pellica preta para hornen e seohoras, e oUtros muitos artigos de
btos goitos e qualidades o qu tudo so vender por precos rasoaveis.
Tambem contina a ter um grande sortimento de tapetes, alcatifas e as venia
deiras esleirs da India para forrar sabs.

j&quina
B&ta n^ortsjs eBtabelecinwnto- noe genero, tm sempre nm Mitimeato eem igtMd^j- *4ttlfltt
9 X tiata. fia nnalidade e do oreco das ifliayadft roa poeier-se-ha convencer da ^erdade.
Bowrini (hxsatov*e ser todo de lei. ^eampra^e weo, prata e pedrar toas pw presos milito ele- teaffio
vaos. ,

iajanajl'1
1 vm


Wam d. PernaidMico afebbad tt b Jfetf di 1*70


.


*"
Attencfto*
O Sr. Galvao, academieo, tem urna carta naroa
larga do Rosario n. 4*.____________^____
OSA DA FORTUNA
Aos 5:(
Bilhetes garantidos.
A roa do Crespo n.23 e casas do costme.
O bateo atsignado, tendo vendido alm de qu-
ina aortes, 1 meio n. 2980 com ortOO* da lo-
tera que se acabou de extrahir a beneficio di
igreja da Casa Forte (144*), convida aos possiudo-
rra i virem receber na conformidade 4o costa -
me sem descont aigatn.
Acham-se a venda os felires bilhetes garan-
tidos da 1' parte da lotera i beneficio da igreja
de Santo Antonio de I tamb (145*), que se extrahi-
r quarta-feira 4 do mez vindouro.
>,*H Preoos.
Bilhete 6*000
Meio 3/008
Quinto 15200
Emporeao de I00 para cima.
Bilhete 5*300
Meio 21750
Quinto 1*100
Manoel Martins Pinza.
Precisa-se de urna creada coiinheira : na
roa do Imperador n. 37, 2 andar, entrada pelo
lado da ponte 7 de etembro._________________
Precisa-se de dous trabalhadores forros ou
captivos para servico interno ; tratar na ra
larpa do Rosario n. 31, botica.
Mudanza.
O Dr. Carolino Fn w seo de Lima Santos mu-
dou sua residencia .-unsuUoro para ra do
Imperador n. 37, 2" ailar do sobrado cujo arma
zeni conserva anda boje o nome de Alianca,
tendo a entrada, que pelo lado da ponte Sete de
Setembro, o inesmo numero 37, da frente. Abi,
continuando o dito Dr. no ejercicio de sua pro-
tissio de medico e de operador, pode ser procu-
rado a qoakque r hora do da e da noute.
0 i, CUMA
Medico homeopatha, pode ser procurado no seu
consultorio especial nomeopatbico no largo da ma
triz de Sanio Antonio n. 2, 2 andar.
No mesmo consultorio tem sempre grande sor-
timento de medicamentos de homoepathia, tanto em
globos como em tintura.
Perdeu-?e na noite de 23 do correte um
alfinete de ocro em forma de flor, e com enfeite
de coral: quem o acbou, querendo restituir, pode
dirigirse ra do Imperador n. 30, 3 andar, qne
ser recompensad'.
COAFRIIMV
DO
Patriar cha S. Jos d'Agonia
Erecta no convento do Carmo.
Por nao se ter reunido no domingo passado nu-
mero legal para a eleicao de nosso Patriarcha sao
de novo convidados todos os nossos charissimos
irmaus para domingo Io de maio comparecerera
pelas 10 horas da manha em nosso consistorio
par o mesnj" flm.
Secretaria 27 de abril de 1870.
O secreta io,
Francisco de Medeiros Raposo.
' Precisa se de urna ama para cozinhar : na
ra do CaMeireiro n. 68.
Nutrimento
MEDICINA!
PREPARADO pon
.atinan & Kemp
PARA
Tisica e toda a
jualidade de do-
iMicas, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
E x p r e s s a-
mente escolhido
dos nielhores li-
gados Jos quaes
.se extrahe o
leo, no banco
'da Terra Nova,
parificado ch-
micalmente, e
suas
p ropriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitanien-
le puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos ciiimicos de mais tale-n
t, do govetno hespanhol em Cuba.foi de-
vulgado por elle e conten
MAIOR PORCO DTODINA
do que oulro qualquer oleo, que elle tem
examinado
I0D1.N ETM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado de bacalho,
e naque He no qual conten a maior porco
i Testa invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES,FIGADO,
Tisica, bronchites, asma, catarrho, tosse.
resfriamentos,etc.
Uns poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista.e da vigor a
todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaco tem sido
destruida pelas affeccoes das
ESCRFULAS O RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigestao se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
S
O'Bft. SANTOS MELLO
Medico hoiwopatha, recem chegada da
corte, llxou a tua residencia nesta
capital, i ra estreita do
Rosario n. J2, 2*
andar.
Di consultas todos es dias das 9 s 16
horas da manha, e recebe recados por
escripto qualquer hora do dia ou da
noute.
Ao*pobres di eonsulias as mesma*
hora e-medicamentos gratis.
&
iiiiinrai
Precisa-se do urna ama nmeamente para tratar
de urna criancu : na ra Nova n. 44, ioja.
' ADVOGACIA ?
6> hachare! Augusto Carlos Vaz de Olivehra,
tem o seu escritorio ra do Imperador
n."67, primeiro andar.
sMAS '
Precisase de duas amas, sendo urna para
engommar e outra para cozinhar, para casa de
pouea familia : a tratar na ra Nova, casa nu-
mero 22.
Precisa se alugar um bom preto para ser-
vico interno e externo de urna casa de homem
soneiro, paga-se bem : na ra da Odeia n. 20.
Prscisa-se de um caixeiro para taberna, de
12 a 14 annos: a tratar no pateo do Terco nu-
mero 63.
Rap Paulo Cordeiro.
Constando ao proprietario desta fabrica que se
tem vendido rap falsificado com a denominaba >
do de sua fabrica, e imitarlo dos rtulos, sellos,
medalbas das exposic5es de 1861 e 1866, emencao
honrosa da exposicao de Pars em 1867 ; previne
por isso ao respeitavel publico naja de o examinar
com toda a attencao alien de nao ser Iludido, e
por esta frm i fcilmente poder distinguir o va-
lor do verdadeiro rap Paulo Cordeiro, que tanta
aceitacao tem merecido. nico deposito, ra do
Vigario n. 11, sobrado.
Ps de coque! ros
a 300 rs., e o cento a 23*, o melbor tempo oos-
sivel para plantar : na ra Direita n. 45*
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro : na ra de Brum
n. 63, taberna. _________
ATTENCAO
VIDA DE SANTA VERNICA JULIA.NI.
Aeha-se venda olivrinho da vida desta santa
serva de Dos, traiuzido do italiano em portuguez
a 1600, o resto d s ejemplares que existen! na
livrana universal, ra do Imparador n. 54.
AVISO
Precisa-se alugar ou comprar urna escrava de
meia idade, que cozinhe e lave bem, faz-so todo e
qualquer negocio : na ma de Hartas n. 30, sobra-
do, das o horas da tarde em diante.
Ama.
Precisa-se de urna ama para o servico externo
de urna casa de pequea familia : a tratar ca ra
do Imperador n. "9. toja.
Aviso s autoridades policial
e a quem competir
No dia 29 de maio do correte anuo
fugio o escravo Ezeqniel, crioulo de 30 3S
annos de dade, estatura regular, reforcadt
cor bem preta, cabera redonda, trajava ca
mi-a azul e calca de cassemira cinzenta
durante o dia costuma andar ganhando nai
ras, ou em armazens de assucar ou as ta
bernas a conversar e a beber ; dorante i
noite recolhe-se a telueiros abortos, ou pe
netraveis, a casas em construccao e a outroi
quaesquer lugares, onde se possa abrigar;
quera o apprebender tenha a bondade de <
conduzia a ra da Aurora n. 26, ou na d<
amperador n, 20, onde ser gratificado.
I*ara eartorlo ou qualquer esta-
helcclnieuto
Aluga-Nse a Ioja do sobrado n. 48 da ra das
Trincheiras, aonde o finado escrivao Motta teve
cartorio : trata-se no Io andar do mesmo sobrado.
Copeiro
Precisase de um criado bom copeiro, e que seja
escravo, paga-se bem : na ra do Comaercio
numero 3.
AMA
DE
l.anman k. Mei
Se que desejam ver-seliv
ele enfermidades
res e exepasm
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
axa parrilha
Cura ulceras o cnagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Punas cathartleas.
Puramente vegetaes e sem merengo, cura se-
zoes, curam e purificam todo o vp em i humano
Vende-se effectivamente em cas de Samuel P.
obnstoo & C. ra da Santall Nn> 2
SEGUROS
MARTIMOS
(0\TH4 F4M.O
k Compubia Idaaisadora, estabetoddi
MU praca, toma segaros jnarifimos aobct
xot seua carregameotoe e contra fofr
n adificioe, mercaderiaa a obvias: a
mt yjfafa, *, pwmmU) ter e.
Preci^a-se de urna ama para
familia, e que saiba cozinhar :
econmica, ra do Crospo.
servico de casa de
dirija-se livraria
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
iheiro sobre penhores de onro, prata e pedrat
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesma
usa se compra e vende objectos de ouro e prata.
3 igualmente se faz toda e qualquer obra de en
wramenda, e todo e qualquer -concertOv tendent
i mesma arte.
Precisa-se de urna ama que compre e cosi-
nlie para duas pessoas: na ra Augusta n. 74.
Bartholomeu & C.
de 'otarmorr-
al, tfl.
O artista Gamitto acta-a aabelecido na casa
cima, onde pode ser procurado para todos oa I
nwteres de sua procsao.
ajyjajaj fajMM MWBH Mp*WM
Na travessa da rua||
Crazes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nlielro sobre penhores
de ouro, prata. e brilhan-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na nesma easa com-
pram-se osmesmos
taes e pedras.
; me-
AOS HMHIB DO
Imperio do Brasil.
Grande exposiqo na cidade de
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter lu-
gar a abertura da exposicSo nacional em
Cordova.
Previn-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, Tabricantes, artistas e a
todos aqoelles que exercam qualquer indus
tria, que na dita exposicao se recebem todi s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem remetter.
Estes productos estSo isentos dos direi'os
da alfandega na Repblica Argentina e po-
der3o ser dirigidos cidade do Rosario, de
onde serlo tranportados pelo caminho de
ferro central.
Para mais explicaces dirijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz n. 3, ao consulado
argentino.
V. PALHARES
Centelhas
Colleccao de versos sobre a guerra do Paraguay,
venda "na livraria Franceza, na livrana Pari-
siense e na Ioja de madama Falque.
?iV\
MU e quinhentas duzias do fogos do ar de urna
e tres bombas: na ra Direita n. 53, Ioja de fer-
ragens.
D-fe algum dinheiro a premio sobre hypo-
theca em pedrios n'esta cidade : ra do Crespo
n. (2, Ioja, se dir quem d.
AMA
Na roa Nova o. 14, primeiro andas, precisa se
de urna ama forra ou escrava, mas que saiba bem
aosiahar e engommar ; na mesma casa, compra
se urna escrava com as mesmas abilidades cima:
quem tiver apresente-a.
EM MOEA
Tem para trocar na Ioja de ourive3 do a reo de
Nossa Senhora da Cooceicaono Re:ife.
1
VERDADEIRO f.E RO?
de Nievtir, Doctrur-M^loi
Ru do Seino, 81, A P/.HIS.
CAA A FE.
Aos ^(heO(^000.
Mbatu do Rio venda : roa do Cabugi n. 1
rende Vieira & Rodrigues.
PEDIDO
'pede-se encarecidamente aos Srs. Domingos
Wieodoro Rigueira o Aristidee Florentino Caval-
rnti de Alboquerque (de 8ennhem), qoe venbam
ra do Vigario n. 14, a negocio que se precisa
ultimar
CHA TONI 'PURGATIVO B DEPURAtlVO
DE
CHAJIBARD.
Composto das plantas as mais odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais elevados, o ekd
toni-jmrgativo de Ckambard, possue um gosto sa-
boroso e um aroma suavissimo, e as propriedades
as mais notaveis sobr os embarazos do estomago,
dos intestinos e do figado o desobstruente por
excellencia na constipacao do ventre e nao tem
resguardo nenhum.
Deporativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, refresca o sangue depurando o.
Q uso do c-Ckambard pode ser continuado
por muito tempo sem o menor receio e sem in-
commodo nem mudanc no modo de viver.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
KA
iPHARMACIA E DROGARA
N
Bartholomeu dk C
34RA LARGA CO ROSARIO34.
Panno de algodao da fabrica Todos os
Santos do Illm. Sr. commendador Pedroso, j
chegou ao escriptorio de Joaqnim Jos Gon^alves
Beltro : ra do Commercio n. 17.
GUSTAVE
CABELLEIREffi FRANCEZ
51Biut da Cadta do Eecife51
Chama a attencJo do seos innmeros reguezes, e do respeitave publico e
geral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa,' os quaes s3o Tinte por cev
mais barato do que em outra qualquer parte:
Lisboa e Porto
Carvalho & Nogueira na ma do Apollo n. 20,
saccam sobre as pracas cima vista e a praso
Preisa-se de urna eriada qne seja perfeita
engommadeira. para casa de pouca familia : na
ra do Imperador n. 51, 2 andar, ou do Crespe
n. 8, Ioja de 4 portas.
45
Zapatos le borracha
A'1*000.
Para senhoras e rapazes djue calcen at 37
rua Direita n. 45.
45
Ama de leite.
Precisase de urna ama de leite sem fllho :
ra do Queimado n. 49.
Cabelleiras para senhoras a 250,
M, 350 e. 4O0OOQ
Ditas para bomem a 350, 400 e 500000
Coques a 120, 150, 180, 200,
250, 300 e .....
Crescentes a 120,150,180,200,
250, 300 e .....
Cachos ou crespos a 30, 40, 50,
"60, 70, 80, 90 e. .
Tranca de 'cabello para annel a
500 e.......
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25 e .' .
500000
320000
100000
10000
Cadeias para relogio a 50, 6&
70,80, 90, 120.e...... oiOOf
na
GARINETE MEDICO-CIRRGICO
DO
Dr. Ignacio Alcibiades Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora do da ou
da noite, prestndose a de, com toda a promptido. Pratica operaoSej.
D consultas das 6 s 9 horas da manha, na
ra Nova n. 45, Io andar.
Precisa se de um criado de 10 a 12 annos,
Iivre ou escravo, para compras ; quem o tiver di-
rija-se a ra da Palma n. 34.
Pela prmeira vez se expoe venda nesta pro-
vincia um magnifico e primofoso sortimento de su-
perior papel o mais lindo possivel, desde o mis
simples e modesto at o mais rico possivel, e pro-
prio para forro e guarnicao de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E preciso ver para admi-
rar-se a lindeza dealgumas pegas desse artefacto
A novidade e esquesitisse dos arabescos, o mimo
dos desenhos, e o capricho do doirado, encanta os
olhos e convida a cmpralo. O mdico prego
por que se vende sorprende ao senhor compra-
dor, que apenas ser ohrigado a dar nma peque-
a commis.*o alem do primitivo custo da fabrica,
addicionado com a importancia dos direitos etc
Nunca a modicidade do precu esteve tao junto da
belleza e bem acabado de um objecto de luxo. O
respeitavel publico convidado a certiflcAr-se de
todo o expendido no escriptorio de Candido Alber-
to Sodr da Metta & C, a ra da travessa da Ma-
dre de Dos n. 14.
Joaquun Pereira de Carvalho e Joaquim Cor
reia dos Santos fazem sciente ao respeitavel corpo
do commercio e a quem mais interessar possa, que
na presente data dissolveram a sociedade qne ti
nbam no eslalieiecimento de taberna sito roa do
Mondego n. 32, que gyrava sob a firma social de
Joaquim Pereira de Carvalho & C, Picando d'ora
em diante o socio Carvalho na posse exclusiva de
dito estabelecimento com todo activo c passivo, e
obrigado sua liquidacao, sahindo o socio Santos
pago e satisfeito de seu capital e lucros. Recife
19 de abr) de 1870.
Ama.
Precisa se de urna ama para casa de homem
solteiro na ra da Cadeia n. 59, para cozinhar,
comprar e fazer todo servico de urna casa.
p rl :-n| \
^C z.
I-
Em rtda garrafa, ri. rotre a n'ln r
que lea o uk-u aiinte, noi i-udilo :ti...rf!n.
itltoeoni wa lamiu M tu?-., r<
n n-
*- tcii4.-M ur.a
ir .S'-fl rvu.i. m>-
brl':iri.arr.i:...>i
a t ig* v wij|
ao rn ixi'im. r/^ ^
4% b.. .m i.t o
aaaJur cacoatn

DOCTEUR-KuECIN
LT PHARMACIEN
.No da 4 de maio, as j l horas, depois da au -
diencia do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da 2* vara
civel, tem de ir praca por venda um sobrado de
dous andares n. 27, sito a ra das Cinco Ponas,
avahado por 6 000; o qual vai praca a reque-
rmenlo da viuva meieira e inventarame dos bens
doixados por morte de Manoel Isidoro de Oliveira
Lobo : os licitantes podem comparecer no dia e
hora cima dito.
VlNHO, PlLULAS, XXROPE B TlMTUIU
de .lurubeba simples e ferruginoso j
Oleo, Pomadas Emplastro da mesma
plamta preparados por
BARTHOLuMEO & C
PHARKACr.UTICOS-DROQUIBTAa
i'i:h\ajib A Jorubeba : ata 0NK* boj* raeoahaeial*
cota o mais poderoso tonteo, coa* o -iilin
jasbstnieate, a come (al appiicaoV ao* padecioMataa
do ligado baco, Mpatitea, Maju, lanarta iour-
no* c apeeialmtaU da aura, hraroauiat, trjA-
pella, ttc; aasociada ao (tm atil aaa pallaa
corea, caloroaea a falta 4a aianMrnacao, desama-
jo do eelomigo, etc., s o que diseajos altasUe
-innumeraa coras imporuntes oadaa asa somos
preparadoa j baja eookKidos a asados aeka auu
distinctoi aosVcoi da paii a ronagsl. E todas oa
easoa dayasilaa disuiaaiasos Bti$ (aikovaa fas
s*or raMsjsMtbaqar a mbt aasi Manalos
A^lisveia.
Novo Atheneu
A mesa usando das attribuieSes que Ihe eonfere
o 2 do art. 23 cap. 10 convoca nma seesao ex-
traordinaria que ter lugar amanbaa 1* de maio
as 10 horas da manha, esperando o compareci-
mento de todos os socios, porque tem de tratar-se
de negocios tendentes ao progresso" da Sociedade.
Recife 29 o> abril de 1870.
Kdnardo Jayme Gomas de Araujo,
______ 1 ?ecretario interino.________
CUBA RAPIDX E INFALIVEL DOS CALOS
PMADAPGALPEA.
Deposito especial
Pharmach e'Bartkolumeu $.C.
34ftita larga do Raaario-34^,
Precisarle
alugar um moleque de dade de 12 a 14 annos
para serv -o interno de estamioet, paga-va bam :,
na ra do Imperador n. 32.
Cosinheira.
Precisa-se de um cozinheiro que tenha pratica
de casa de paste : na ra estreita do Rosario nu-
mero 14. .
0 abaixo assiguado, achaodo-se (l-
ente, e de sabida para sea eogenbo em
Brreiros, e oo lbe sendo possivel pagar
as visitas, que pessoas d'esta cidade s dig-
nram fa/er-lhe, pede todas essas pessoas
perdao por semelhante (alta e a tao Ihan )s
cavalheiros offerece os seus fracos serviros
n'aquelle lugar.
Reci'e 29 de abril de 1870.
AiU'inio da Rocha Hollando Cavalcante.
Precisa-se de boas costureiras para cozer e
enfeitar vestidos : tratar na ru* do Imperador
n. 48.
Precisa-se comprar urna casa com quintal,
prefere-se as mas do Sebo, Hospicio e mesmo na
Soledade: a tratar na ra do Livrameuto n. 10.
Ama
Prtcisa-se de urna ama forra ou captiva,
para comprar e casiuhar, na ra de S. Francisco
n. 54.
.Protectora das Familute.
Em eumprimemV) do prevenido no art. J9 do
rafalamento, se coawida aos ,--, eosHribuislea
dessa associaco que nao tiverem apreaentado as
certidSes de idade dos seguros, para que masdem
foter entrega d'el.as na roa do Livramento n. 19,
i* andar, aflm de ser expedidas o mais brswe pos-
sivel par. inspectora geral da.flm dff.Jaawifo
Aa cerW8es devem ser elladw e nzotmiu
P UbeliSo^. .^_____
WfeBe, W *>o
Aluga-se urna excellente escrava : tratar
na ra Velha n. 22
____________________________________l_______
O Illm. Sr. inspector da tbesourara defazenda
desta provincia, em virtude das ordens em vigor,
manda,fazer publico que tem marcad > o da 26
de abril prximo vindouro para o concurso que
se tem de abrir na mesma tbesourara para pre-
eochimento das vagas nella existentes de prati-
cantes da mesma, assim como da alfandega e da
reobedoria de rendas : versar o exame sobre
as mataras de qne trata o 1* do artigo 1* dv
decreto n. 3114 de 27 de junbo de 1863. a saber:
leitara, analyse grammarical e orthographia, ari-
tbroetica e suas applicaeCes ao commercio, com
especialidade reduccao de moedas, pesos e me-
didas, calculo de descont, jaros simples e com-
postos, theoria de cambios e suas applicaces. Os
concurrente* deverio previamente apresentar seus
requeriraents fostruidos de documentos que pro
vem Idade completa de 18 asnos, isencSo de pe
oa e colpa e bom comportamento na forma do
art. do decreto n. 2549 de 14 de marco de
tm. w
Secretaria da tbesourara de fazenda de Per
aambaco, 4 de marco dr 1870,
Serviodo de offlcial-maior,
Manoel Jos PintP
Acnou-ae urna correte de ooro para relo-
gio : a quem fler os signaos certos e pagar as des-
pezas do preaenle annuncio, ser-Ihe-ha entregue :
aa estrada dos Aflictos, sitio n. 33.
Corte de cabello, ,..,.. COI
Corta) dfe cabeilo com friccao. 60ft
Corte de cabello com lavagem a
cbampoa...... l^OOf
Corte de cabello com limpez da
eabefa pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. \#XA
Frisado ngleza o franceza. 501
. 30^5000'Barba......... 259
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e sotores
0 dono do estabelecimento previne s I Recommenda-se a superior TINTURA 3k
Exmas. Sras. e aos cavalheiros qoe ba um|P0NEZA para enegrecer os. cabellos e bar
sato para tintara dos cabellos e barba, as- Da> unica admittida na ExposicSo Unrversai
como n5o prejudicial i safjde, por ser ve
latil, analysada e approvada pelas acadea
sim como um empregado smente oceupa-
do nesse servico.
mias de sciencias de PARS E LONDRES
BAZAR ACiDEMICO
13 Rua da Imperatriz 13
Ulysses 4 IrmSos proprietrios deste bem conheciflo e acreditado estabelecimento
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos re-
guezes, tanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acba-se completamente sortido e em condicoes de bpm servi-los do
segtiintes artigos:
(HAKITOK
superiores de Havana, Hamburgo, Babia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarro s
de palha de S. Paulo, de 3,5500 a 70*500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurity.
Imperiaes, Tenenles do Diabo, Duque oV
Casias, Gandou etc.: de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaes, Baependy e
muitas outraa qualidades.
Fumos
Afamados de BAEPENDY em caixSes de
20 libras j l>iOO rs. a libra, em pacotes
a ~l-$, de 0 para cima a. 15800e em maior
porco I500 o pacote de 1 libra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
muitas qualidades como sejam : Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
Variedades
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e presos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raizj de 35 at 6#, a duaia e de oa
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gailinhados melhores que
ha neste mercado a 35 e 35300 a dnxia. e
com grande abatimento em maior porro,
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e eouro de diverso?
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS.para cigarros de todos os
systemas
PHOSPHOROS de cera, em caitas de to-
dos os tamanhos, de seguranra a "talo etc.
PAPEL de milbo, de arroz san-i ora, Per-
san, pintado, de linbo etc. palha de mi :ho de
Fernando a melhor possivel.
Alem dos artigos mencionados encontrado nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas preseDcas
sero satisfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer ec-
commendas de nessos cigarros de seda e linbo, etc.
13Ra da Imperatriz13
BAZAS BA IBA
ra mn~
Os abaixo assigqados proprietarios deste esiabetecimento, particip
que, continuam a vender muito barato e em vista ao grande sortimento
miudezas da melhor qualidade cbamam a atienco dos Srs- commcrciai
de retalho afim de comprarem o que Ihe for conveniente ; com descont
10 0 o, pagamento realisado no mez da compra.
Jos de Souza Soarea & C.
art
i*
tes
*
tt
I
*
*
ft
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*
A ESMERALDA
l
tt
m
A
LOJA M JMAS
DS
Aviso
Na ra da Imperatriz n. 41 desoja se fallar com
o Sr. Jos Jaciott Tarares de Arruda a oafocio
de sea interesse.
Manoel Dias da
Europa.
Silva Sanio retira-se para
Oozinheira
en flonnncion
eoisar de urna perfeita co-
ste 35# mensaes,
.lar,
1BEIBA BOABTE & C.
Este antigo estabelecimento, completa-
aente reformado de aovo, est as cpndi-
}5es de servir vantajosaraente os seus fire-
^ezes, vista qne acha-se prvido com nm
plendido sortimento de obras de onro e
prata de le, assim como brillantes e on-
iras pedras preciosas, enjos pre nais mdicos qne se pode encontou-.
As joias compradas nesta casa recebem-
ie em troca on compram-se 0 pequeo
ibata
\ 5 BW DO C4BJG .

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A. .
Diario de Pernambuco Safcbao 30 de Abril de klO.
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Ama
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-T^~r
Precisare de urna una para ezinhar ; na ra
Direitrfn. aO,Haa(hr. JA
Perdeuse um lonco de labyriutho na noitc
o fbpvna praca do Corpo Santo e dahi at a no-
te de Santa Isabel: qnem e achon querenf~
irega-|o a sua dona, pode leva-lo ra da
mado na jpja da Boa Fama, que sepa recom
do com quasi u, valor do mismo lenco. __^^^B
Precisa-se de un bom uaaiahtiro, sendo lirre
para alagar, e sendo-ciptivo compra-se on alaga-
se: ama Ja Cnizjt 48, armatem.
Precisa-sw de urna ama que mi|omme bePi:
na ra do Crespo n. J!), loja.
Precisa-se de uin amasador : na padaria da
ra do Rangel n. 9.
A
--------
0
Sitio.
Precisa-se arrendar um sitio com casa de mo
radia soffrivel, arvores fructferas e baixa de ca-
pim,,nos lugares: Arraial, Balem, Aflictos e
Boa viagem, poiendo nuetn (iver pira arrendar
dirigirse era carta fechada sobre as inielaes C.
L. na casa n. 83, as Cinco-Puntas casa de Jos
(.arneiro da Silva._________ ______^^
Candida Wiria Bocha de Vasconcellos, faz
ver ao respeitavel publico, que a casa sita no
Monteiro, freguezia do Poco da Panella, perten-
cente D. Carlota Joaquina de Lima, se acha
vendida desde 21 de leven ro d'este mesmo cr-
rente anno, como prova com todos os seas docu-
mentos lecaes.
l *! 'lugar b noleque de 12 a 11 annos,
VjwmaMs ootneo, de Idade, para mandados e
aignns servicos de casa, que tenba boa eonducta :
;na ra da Roda n. 48, sobraco.
Ama ~
. ? le urna ama para o servico interior
dftequana hmua : na ra Ua Amizade n. ai.
capunga.
i ?i 'S*!}"**-* *> Itlm. Sr. Dr? jou municipal
o de Agua Preta, porque razu ainda nao
concurso o offlcio de tabellad e escrivo
mesmo termo, vago ha'qua tro mezes por mor-
e w erventuario Jos Noberto Casado Lima ; e
qual o interesse publico, particular ou local, que
prevalece ao cumprimento da lei.
.____________________0 Curioso.
Acha-se justa e contratada a casa n. 16 da
ra uireiu dos Affogados, se alguem se julgar
com direjt* a mesma, nestes tres dias ententenda-
se_narui das Trincheiras n. 30.
COMPRAS.
Casa terrea.
Compra-se urna casa terrea : tratar na ra
da Madre de Deas n. 16, loja.
Compram-se raoedas de ouro e prata de to-
los os valores, ooro e prata em obras mutilisadas,
orilhantes e niais pedias preciosas : na loja de
)urives do areo da Conceico, no Recife.
i
VBS&tt MMMXM MHIIIinill
Dinhiro achado
Na roa do Qoeimado, boje Duque de Ca-
xias, loja n. -*, achou-se a 15 dias algum
dinhiro que se suppe ser de nm voluuta-
rio chegado no 2 batalho, dizendo a quan-
tia e as n.'tas lhe ser entregue.
Na ra larga do Rosario n. 20, precisa-se
fallar com o Sr. Manoel Jos de Campos Barbosa.

_____________ _, __ r pasa >-''- ie un; ieicor, procure no niesroo.
Y 3 \ RA DO CABCf. 1\ 3 4. f ^m<^m

lt
o
>
Com este titulo acha-se aberto e nteiramente transformado este antigo
estabeleciraento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo quinto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesana, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderacos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, trcca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
Trabalhadores.
^ Precisa se de 2 homens para o Rio-Grande do
Norte, que se queiram dedicar ao trabalho de
amassadores ; quem quizer dirija-se ra do
Amorim n. 37, en) casa de Tasso Irmios & C.
Precisase de um caixeiro para taberna de
12 a li annos : a, tratar no pateo da Terco n. 63.
Feitor
No sitio do arco da travessa da Ponte de Ucha'
precisa-se de um feitor, procure no mesmo.
Correspondencias com desino para Europa
. Aviso Importante
As InstrucoSes dos correios franceies prohibin
ao a seus agentes de fazer seguir as cartas que
Dao Ins sao entregues directamente pelo correio
ora-iieiro, carta alguraa com destino para Europa,
poaera er recebida de hoie em diante na chan-
cellara do consalado de Franca ou na agencia do?
vapores francfzes desta cidade.________
Propinas para padaria
Alagara se duas catas sitas qo lagar da Soleda-
de ns. 14 e 16, proprias para nm estbelecimento
de padaria, pois ja leve esse negocio por mais de
20 annos, pelo que acham-se bem afreguezadas :
quem as pretender dirija suas propostas mesa
regedora da irmandade de N. S. da Soledade da
Boa-vista,* em sesso de quinla-ieira 3 de maio ;
e para informacoes ao thesoureiro da mesma ir
mandade, na travessa de Joo Fernandes Vieira n.
6 A, oa na igreja lodos os dias as 7 horas da ma-
nbaa e 3 da tarde.
0 inuzeo de joias
Na ra do Cabuga n. i compra-se onro, prata
i pedras preciosas por procos mais vantajosos do
rae em outra qualquer parte.
Wffl-11 V1
Compram-se e vndanse diariamente para fra
dentro da provincia escravos de todas as idades,
ores e sexos, cora tanto que sejam sadios: no
arcejro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
reguezia de Santo Antonio.
Com muito maior vantagem coraprara-se
noedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
acao de Ouro n. 2 D, ra do Cabuga.
Compra-se
una preta do meia idade, que seja sadia. para
servico de campo, assim como urna com habilida
des : quem tiv^r pode levar na praca da Inde-
pendencia n. 39.
Compra-se urna balt nca decimal usada, que
Eese at 3 arrobas : na ra da Guia n. 36. ta-
erna.
Lembranca.
Roga-se o favor a pessoa que mandn buscar
urnas perfumaras ra da Imperatriz n- 82. casa
de cabelleireiro, para escolher como prova do bi-
Ihete a bondade de restituir estes objectos ou a
importancia delles, do contrario ver seu nome
por extenso com a publicacao do seu bilhete uas
paginas deste jornal.
Achado
conenhor de duas partes do eogenho Mo-
cambique. visu da declaracao do Diario de sex-
ta feira, 29 do corrente, declara para evitar duvi-
das, que elle nao sujeita aquellas suas partes
permulta ou venda, e mesmo a contrato de renda,
a nao ser previamente ouvido.
VENDAS.
capao
Fugio no dia ."! do iiorrente da povoacao de Ca-
poeiras do termo do Bonito, o eseravo Benedicto,
preto, crioulo, idade de 26 annos, altura regular,
tem feicoes tinissimas, falla na e um penco afeu-
da, costuma vislir-se em trajo de mulber para
poder passar, tem no joeixo 'inferior duas cicatri-
zas de taino bem visiveis, foi eseraro de Jos An-
tonio de Maria, morad ir em Taquareiinga do ter-
mo de Limoeiro : auem o pegar pode apresenta-lo
na dita povoacaa de ilapoeiras ao abajxo assigna-
do, ou nesta praca aos Sr<. Goes 4 Bastos, na ra
doQueimado n 46.
Manoel Viet >r da Fonseca Marques.
Achou-se urna carteira contendo porcao de di-
nhiro : quem for seu dono, dando os sigriaes da
carteira e a quantia, e pagando a importancia
desle annuncio, pode dirigir-se a ra do Lavramtn-
to n. 12, loja de Leal & Lemos, que lhe ser res-
tituidp.
Cozinheira
Precisase de urna cozinheiro que seja perita,
prefere-se escrava, sendo boa nao se olha a preco,
ara urna casaastrangeira : no largo da matriz
de Santo Antonio n. 1 an 'ar.
Antonie Fernandes de Figueiredo Paiva re-
tirando-se para Europa, deixa em sua casa com-
mercial da ra Direita n. 129, Francisco Lourenco
da Silva, socio gerente da firma Figueiredo Paiva
Lourenco.
Na ra Direita n. 53 precisa se de urna arra
para o servico de casa.
Ama.
No armazem da travessa do Corpo Santo n. }:>, ha sempre um completo
fortimento .le objectos para carros, e que se vendempor precos muito rasoaveis, como
sejam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
Solas idem dito.
Oleado preto e de CMH.
Colleiras de lustro o que ha de melhor.
Gnarnices de lino lato para arreios, completos.
Lanternas e velhts para as mesmas
Eixos patentes para ?ebo.
Joaqun Lopes Muchado & C. .
O arreazam do VAPOR FRANCDZ ra nova n. 7, lemlira e oerece por commo-
O preco aos dgaos moradores da ra do DUQUE DE CAX-lAS, os lindos GLOBOS de
papel.de cores : verdes, amare lo^, encarnados, e cor de rosa, para ornarem todas as
varaodas e abrillantar issim a bella e grande iluminaco qne tencionam fazer, que por
maior que eHa seja, nao dispensar de ser matisada com as differentes cores dosn men-
cionados globos.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
o servico de urna casa com pouca lamilia, ra
Nova n. 52, 1 andar
VIVA
A WACAO BRASLEIRA
KsquadrSo patritico Doze
Sao convidadas todas as pessoas que se
inscreveram neste esquadra a se forma-
rem no rnesmd lugar do largo do Ho%pi-
cio, 2 horas antes da marcada para o de-
sembarque do batalho n. 12 de velnota-
rios da patria, que brevemente se espera
do sol!
Este batalho merece todos os festejos
no seu desembarque, nao e por ter sido
o 1* corpo de voluntarios que d'aqui
marebou. como tambera pelos seus im-
mensos feitos gloriosos na cruenta campa-
nha que acabamos Je sustentar contra o
Paraguay.
0 Sr. commandante espera que nao fal-
tem a esta fesU, pelo qne des^: j se an-
tecipa i agradecer-lhes.
Em -27 de abril > 1870
O secretario,
Luis Gont;alves da Silva.
Attenpo.
Vende-se a armacao da taberna do pateojda
Penhan.8 : a tr.uar junto n. 10.
Farinha de mandioca
Vende se de superior qualidade. no escriptorio
de Joaquim Rodrigues Tavare- de Mello, largo do
Corpo santo n. 17 ou no trapiche do Gunha, For-
te do Mattos.
Cabriolets.
Vende-se doos cabriolis, sendo um coberto e
de quatro rodas, e outro Dogcart, ambos com to-
dos os arreas e p^rtences : n.i cocheira de Thr^
maz Lins, ra de Santo Amaro.

ilvm uumit.il.
A ruadoDuqaeclCaxtsii2!.
(A1TCIGA BA DO OUEIMADO)
Nao foi sem fundamento que a NOVA
ESPERANCA tem deiailo ile f^zer os se t
annuncios, a razao simples, ella znir.uk
que tudo em demasa aborrece... por **;
como j tinha dito e scieiiliicado ;i sua
freguezia o que constantemente ia reerh. -.-
do, on livesse feito muilas vezes. rece. .
tornar-se massanle, assim pois n.;ulliei-M'
um poeco ao silencio, mas nunca dei.u
d'eojpregar os venladeiros esf.ucos. j coi-
tratando maior numero de corrcspondeii'-i
na Europa, j descobrindo i-bjectus lio :um
apurado gosio e finalmente assignando -
Jornal das Familias, o qual vena MbCKi
ornado com igurinos, modernos moldes para
vestidos ele,, etc. para desta forma menw
servir a sua constante freguezia ; e com e--
pecialidade ao bello sexo, ;i quem a NOVA
ESPERANCA ufana-se em effereoeF-lt*
seus servicos, apressando-se desde (-.
declarar que tem recebido ullimamere
enlremeos e babados bordados transp^'r:-
tes e tapados, chaposinhos de setim para
baplisados.
Finas toucas de cambraia bordada pm
o mesmo fim.
Meiasde seda e lio de escocia para crias-
ras.
Dedaes dosso, mailim, ac e madu-
rla.
ptimas navalhas, afiadores o maS2 paja
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
ndos.
Bonitos sapatinhos com biqueira, S i
com salto, para meninos e meninas de i
a doze annos.
Roas lentes com cinco metaelroi,
contar-se os Gos de qualquer fatenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestid
Moflas para segurar costuras.
Bonitos linteiros de novos moldes,
Meis8 de la para bomens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para avias.
Fil de linho e de seda, sendo pie e
branco, liso e de salpicos, e outros ni.
objectos expostos a venda a na Dpq ie
de Caitas n. 21. na NOVA ESPERW; i\.
-MLITA PERFL'MAUIA.
A NOyA ESPERANCA, a ra Doque
Caxias n. 21. acaba de receber muita p-;
MJ-|
Precisa-se de urna ama, preferindo-se (escrava,
para casa de ponca tamiia, qua saiba cozinbar
bem : na ra da Madre de Dos n. 7, Io andar.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a S.Francisco.
AVISO
Festa dos Prazeres.
Domingo i." de maio de 1870. alm dos
trens ordinarios baver os seguinles espe-
ciaes :
Prazeres para as Cinco Pontas, 3 horas
da tarde e *i horas da tarde.
Escriptorio da superintendencia, villa do
Cabo, 9 de abril de 1870.
G. 0. Mann,
SuDerintendente.
j
Prara do Corpo Santo
N. 17.
Te para vender:
Cal de Lisboa.
Potassa pafussia.
Vinho Bordeaux de 1.'
qualidade.
Farinha de man-
dioca.
Farello df Lisboa,
Club do Monteiro
llavera hoje trem do Recife as 8 horas da
Bouie e do .Monteiro ao Recife a I e meia
hora da noute.
P. J. Layme,
Empresario.
Hi para a.ugar urna escrava nel que com-
pra, ensaboa, engomma e enzinha soffrivel, ha de
acompauha-la mn h'lho que ja anda e nao incom-
moda ;. na travessa de S. Joao n. 8, perto do ira-
zometro, ca
Aloga-M daaa' e*craTlnhas que abem cozi-
nbar e coser, re :olhidas, proprias para fazer ;om-
panhia a alguma senhora pisada,: a tratar na Ca-
punga porto do La^serre n. i3.
ALUGA-SE.
Na Magdalena, entre as duas pontes, urna boa
rasa, com duas sallas, quatro qua'rtos, gabinete e
cosiuha, tendo ao lado portao e noquintal dous
quartos : quem pretender dirija-se a ra da Im-
peratriz n 1.
Quem quizer alugar urna escrava moca para
o servico interno de urna casa, dirija-se praca
la Boa-vista n. 12.
COK! BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. H-RUA NOVA-N. 11
Tnaomi D. J -~ ~ T ^!iumaria ,os melhores e mais afamados'1
JOaqUimliOdrigUeS la- g|>i cantes, como sejam finos extractos par
vare< de Mello,
cabellos, e bonitos vasos com boabinba,";
dissimos vasos com pos de arroz, sabone>
de dillerentes qualidades etc., etc., assim
pois os apreciadores do bom, venbsmsati*-
fazer suas paixoes na NOVA ESPEP.W '
PARA ALVEAR E CONSERVAR OS AESxs
( P de carvo de rosas: vendem-se r .
Duque de Caxias n. l na NOVA ESPE-
RANCA.
Para acabar com as ardas ou panjoos
? recebeua NOVA ESPERANCA. na Du-
g I que de Caxias n, l, o verdadeiro leite
I rosas brancas.
^, Ha.'Klc dacatriio.
>X Vendc-se na na Duque de Caxias ti. i'.
PARA LUTO.
Brincos, broches^voltas, pul-ciras, vei-
las, pentes, boioes para punbos e cad
para itIojjos.
A NOVA ESPERAN!:v. quorendo si
zorsua freguezia. naosmento em objooi >s
-^ ... d alepna ou d Inao, quer timbcm acox-
lJlO O rOrtO panha.- nqueiles. <],i. iriieli/mente pene
alguem de .sua familia, ou aignem de -
amizade. precisan de la'S oDjectos, mi
pois a NOVA ESPEBANCA, mandn f
que ha do melhor neste genero, pon
sendo laes objectos de cor negra, 'se
de m qualidade, nao soaienlc tornatf-
tristes como al repugnantes, o que
acontesco aos da NOVA ESPERANCA *
qne apenas exprime osentiminto pela ,
porem como que traz um lenitivo pe j <.
' perferao com que (aes objectos sao !-
m -i
Milho das Ilhas
E
eni saceos grinJe-, das qualidades abaixn men-
cinalas, e pr -'Bos proco do que em outra
pane.
MILHO NOVO
Feijao mulatioba Feijo preto.
Ditobran:o Dito robado.
Dito amar ilio Dito frade.
% VENDEM
Jos do Reqo Bornes A 0., a ra do Viga rio n. !i.
ATTENCAlT
Vende-;e oa troca s-: um sitio na travessa do
Lucan. 10 unto It. povoado da Map lalena e peno ,
de onde tem do pasas a .-strada de ferro de Ja-1
boatio, om baixa de ?apim para sustentar diaria-1
mente ijuatro oav.Ulos e com lugar proprio para
se plantar mais. todo -'ercdo de aotiro, com ;,\-
guma-i irvores d- fracte. casa, cacimba de muito
bja agua e ierren para qualquer plantario; por
urna casa que r-md i de USi a 30 mensaes, sondo
as freguesas de Santo Antonio, S. Jos ou Bov
visia : a tratar do m^smo sitio.
Ralbados.
GUARDE
Vende--- u.ia peqnena casa tearea na Es-
trada Nova, fhsgueaa dos Afogados, a qual de
pedra e cal.
Vende-se a->'i-ar retiido muito alvo de ti
sorte a 200 rs. a libra e tilogramma 440 rs., e de
2* sorte 180 a libra kilogramma 400 rs, do 3
sorte 140 a libra, kognmma :20 rs., e caf mui-
do puro a :it)0 a libra e kilogramma 800 rs. : na
ra larga di> Bosario n. 3. defronie do quartel fe
polica refinado nova.
Globos
Globos
Globos
De. papel de cores crdes, amarillos, encarna
dos e. cor de rta, i ara a illuminacio das varandas
da rna do Imperador amanhaa de maio : ven-
de-^ barato no ar::,i;-ni do vapor francez roa
Nova n. 7.
BRACO
dft be tata^'rStoto U^' ^ o "nsposica. ou sfm *, d, Em os mais Uta 'nU pd.ao,>[con,o SP,am : os
i
AFFONSO BLQNDEL

^^^to^Trib? 1 ,UmC ST T prVa Cm docamento ab8i' transcripto e ass gnado pelo dito Sr. Brondel. Estes pumos, fabr-
Sa^XriStff^S^-l^!f,4i,OOBAIII,,CM ^ offesrecem."mfla f"nt egunfc^duracao. Elles sao aqui basUnte coohecidos desde t8H, plaque
HDhom pTnteta". supenondade. As soas vozes s5o moito flautadas e melod.osas. Elles possoem um teclado qne se presta a todos os caprichos do
tntdado do om^l^SSt oTe ISS^*" ^ ****' ^ ^^ *'"**"" mmii ** rgem **& **l Sr B,0Dde, afim de "* a 8oa

AO PUBLICO
9-i
do Redfr k RlIA %f^l^i^?^Pn^i T,P^IS* deIara.ao ^speiuvel publico de Pemmbuco, qu o nico deposito de seus pianos na cidade
wdo^'mlm. AMVed0, Utr0 Sm que td0S S Mo8 ,,aROS ir5 aocompanhados de um certificado de origem assig-
Paris, 24 de julho de 1869. (Asssignado) Alphoaie Bloodel
O anoDCiaoto tamben troc* e aluga piaoos. E tem o maior e mais expleodido sortmeou>.:e noVog aaos .
MUSICAL PARA PIIION
-*. tk 4 i? T"!8!^ d*tctam*nt* <** EorP *> Ri< de Janeiro; das acreditadas Isas dos Sr*, Felioon' & TJornichi. Narciso Arthur Nacoieo A C
. v*5,d,e1'*e -'" "tiwa-se uma casa na e-trada
de Pao d Allio. i, ijgar denominado Campia
&r*ide, sendo ama da-; melhores casas do Ingar,
tanto para ne? l-m mido para coaimodos de fa-
milia, tendo basiaiK"-- frocleiras, Hiaixa para ca-
pim e bom banho quem pretender dirija se ao
tugar indicado, que e fai todo negocio
Vende-?H aun toniia es-rava moca, sem li-
cio algum : na ra Ilreita do> Afoi-ado n 68.
O
Ra do Im jDerador n. 26
Os donos desle estahelecimento deseia -
do por em pratica nesta capital os costo-
mes das confeitarias das primeiras espitaes
da Europa e Brasil (Rio de Janeiro) azer-
sciente ao illnstrado ppbhco desta capitel
que na pro\ma semana santa tero ei
estahelecimento primorosamente deedi
e enfeiudo com um completo e wttm
sorliraento de caixinhas de dill'crenles qo?-
lidados o gosto, um compet< so-liment.-.
de amendoas confeitadas de todas as nuli-
dades, confeitose pastilhas as qoars ser-
vem para encln'mcnio das mesmaseahtinbas
adverlindoao Ilustradopublico quena ctda
des, cima mencionadas est nleiranwMt-
em tizo brindar seulioras com este delicao.
presente e vendo nos que atea poca pr<-
sent anda nao houve alguem que tivesfe
a lembran';a de proporcionar nos amantes
do bello sexo nesta cidade o ensejo de dar
suas denioustracoes de estima, gratido e
amisade com um bello presente, nos tom. -
mos a nosso cargo to ardua i arela atlen-
dendo as dnvidas do b--m ou tno resoiu-
do. que podermoa colher.
O publico encontrar ludo mak. que re-
latava o antigo annuncio neste Diario, <
Exraas. familias na occasie de visitar os
emplos pnderaq vjr fot talecer-se rom boi:s
Vende-se o reudnmmio annnal do' peda fo da lanches, \inlios, licores, Ghampagne. Nr
a da Fontede UchoaSaofAnna: ja e-refrescos tudo do meloor le e pos--
a traiar no sifio do airo.
Vende-se tima boa taberna bem afregucw-
da, com noucf* ftjodo-, e muitos com modos : na
ra das Larangeir.-.s z. 16 a tratar na rea das
Crures n. .'13.
Vende sh a ineni qaizer possnir nm bonito
copeiro, bom pigem e bulieiro, idade 10 annos,
nm Merayo veljo mastre de assuear, um mole-
que de 18 annos, ama boa escrava pessa e insig-
ne ongommad-ira, ama dita de meia idade boa
cosinhpira : dirija-se a travessa do Gsrmo n. 1.
vel. Esperamos pois da concurrencia do
respeitavel publico em geral.
Rna do Quemado n. 31

Venda,
Vende-se a barcada denominada Academia, to-
ja depnjneira viagem a ette p< rtj e de lotatio
de C000 arrobs, caero a pretender derija-se ao
escriptorio de Alfr 'do A Barbosa Jnnior, no lar-
go do trapiche da -ompannia.
anfeitkrJH .dos intuiazes.
Kua a Cruf n. 16.
Ha superior pr*5.'i'o, e presunto em Hambre.
O
I-Acellentes chapeos de caslor,
brancoj e pretos, pelo bafatiSMu*j
preco de lOiOOO.
*C.
Loja de Aatonio de M'oura Rolim
RuadoQueimadon, 31
Attenpo.
Vemli1-.-'' na ra.do Din:
aa do Ou^lmadr>Vv. W. el
mirr ,m




.



6
Diario de, fefia^jWiX) abbado 30 Je Abril de IB7Q.
55
Rua JJuque de Casias n.
lia leja da VERDADE cootinna-se a ven-
der por baratsimo presos lodos os arti-
go^de miudezas o perfumaras do sea
grande e variado sortia?ntt,garautodo ios
compradores toda a sinceridad*.
Lindas nonecas do cera o massa por ba-
ratsimo preco.
Espeibos doorados para pendurar a
1601*.
Agulhas de osso para crox a 200 rs.
Peutcs Gnos para segurar cabello, a
320 r*.
Chamins para gas a 626 rs.
Garrafa cora tinta aiizarine a !}f 00.
Dita cora agua florida a i<*k().
Dita com dita dita a 1&M).
Tnico de Jayme a \ 5590.o frasco.
Frasco comoleo expresso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia da 300 a 10DOO
Dito com extractos finos a 1.5000.
Mf com smidalo verdadeiro a 1(5200.
Latas com bautu muito lina de 120 a
240 rs.
.'.'ujnets muito finos e diversas quali-
dade* a 80,100, 240 e 320 rs.
Finas escovas para denles de 320 e 503 rs
Ditas para facto de 500. e 600 rs.
Ditas para cabello a 5'JU rs.
Paitas para asar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos do bafalo a 240 e 320.
Pintes para tirar piolode 160 e 240 r3.
Parios para paz, dBzia a 240 e 320 rs.j
brincos de cores, injeiranjeate moderaos
da 160 e 240 rs.
Pinnas caligraphicas moito finas a !5i00.
Ditas de lanca e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e ntremelos de 500
e 1300.
Gusas de bH9aa de louca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
. i i v a com pape! amizade a 700 rs.
Ditas com envelopcs a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo donrado a
280 rs.
Tuesoura para costura a 240 rs.
L'.nha de marca calza a 230 r3.
: irritis da liahas da Aloxaadre de n. 70
a 200 a 10 rs o
Grampos rutilo fiuos, com passarinhos du
z.3 209 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 34000
Ditas portogOPzaa, dozia 1*5400
Papel almaco superior qualidade resma
4 i5000.
Lam mu>to fina para bordar .libra 6?S500
I' tas para debrura de spalo, pessa 160 rs
Ditas de lam para dtb'uui de vestido peca
400 rs.
Caivetes gr ndes cora molla a 400 rs.
Ditos grandes cctn 2 folhas por 320 rs.
Posttas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas do lato do caracol branca e de
cores de 40 a 100 rs.
Fitas par coa, peca 490 rs-
Atfloetes de latao, earta 100 rs.
Sanatinhos de lam para cranla de 400
a 800 rs.
Galcadeiras a 40 rs.
Grawitss di sed:i pret di OTJ"e800 rs.
Ditas de tuilci Iwestase decoras 500rs.
Dita de. gorgoro de cores a ^OO-rs
Na Verdad rn* Deu|ue de Ca-
lta* b.
Veede*e.oiaa rnica do mulla para cavallo
com os pertencente jrreios: a,ru d Braii au-
aero 70. _^_^_____^_
Eatampilhas.
Vando-se na rna da Cnu a R. t andar.
COGNAC
da milito acreditada marca Ronyer Gaillet & C de
cognac. nico deposito eui Peraainlmeo, em ca
de Carlos P. de Letnos & C, rua do- Vlgario Da-
mero 10.
Milho e arroz de casca
Vende-se milho e nrroi ds capea boj em *ac
ros, no trapiche da contpanhia : a tratar na rua
da Cadeia-vflha, caga n. 1, 2* andar.__________
RJaPjEl POPVJL %f
DA
nmk msim-u um
DB
Teixeira Ulduric.ofrC-
Acha-sc venda este ptimo rap, oateo qk
Sude ?uppnr falla do princesa de Lisboa, por t*
e mai agradavel perfume,, viajado, e apreso <
mais mdico possivel; e flor isso tena sido assa-
acolbldo as pracas da Bahia, do Rio da Janeiro
em outras do impe io : no escriptorio de Iraqu
Jos Gonealve* Be!trio, rua do Commerao n j
mero 17

MMSMBO&C,
Travessa do Corpo Santo n. S5.
GS acreditados, cylindros americanos para padnria, pordous diferentes Minas.
Machinas para descansar algodo pelos'melbores fabricante de Fie* Tos
Machinas de por systeoBr de locomova e polias para as. mesmas.
GarrMfcs americanos parrtratsportar volames em arnmens. Tu*>-^rtpre-
i.oanfaaaaveis.
TIAVESSIi D0 CORPO SANTO N. 25
I Jaiqm K*pi$ \tk*\il) C,
I ^ CorteB de vestidoe de
Bichas hamburguesas
Neste ovo deposito reeebee rwr Iddd* oa:a
quetcs translanoes bichis do qa:ilid?de superior
e vendem se em eaixa. ou porfi mais {tatfena,
e mais barato do qno em outra qaalmier parte :
na rua da Cadea do Recite h. 51, t andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
(Juico deposito em Pernambuer. caei da alfan
dega velha n. 2, 1* anda.
A..Afifti.Nr!tSffAi animada ou o Dom Bcolliiniifc.ipjt'UVB em sena annoa-1
ios, vaii.jwvo^ppPitipa-taseusfreguerw'qiTt1!, araba d'reerMer um v.irtad sorti-
aboaode-objectos^e gsto.osjaj*sse*3o vaBditloa por precos moflo r0a*i8, [wis .
mando fez K:SPuspriBierr8- annoolc, M o que assugnrtrOy e sem mdo d errar,
)orqr^'coriroj*d}s*-(rst*interoasft libada a. ua. casa importaddrad*sia-pi-aca,e
?or so poder ttudOiospecJ e i>recos admiravem.Cliamapois-a-atten-
o.da sou frega*6 para os arBgos poss dt^rever: ,
Livros com-0'1aiitP'ditriw erla a-tatanifai proprkwipara mtssa.i
Gafafiahas.-vazias propria para-preenlcs i
'.0088" de gosttf I'
rdispensaTeis le palinba e d8 couro pr>o-
>rics para senLoras.e: naoaiBat traaor iwsf
traeos.
Bhiocnti d-.VmadTeptT'oia, marHm e tar-'j
;arui?a Uidos esaiaitads.
Vende-se para pagamento e divida? o se-
guiri te :
1 ca3a terrea nova com ."! quartos, ifuas sala*,
gabinete ao lado, bom quintal, cacimba ele. na
reguezia de S. Jos.
Algnmas ditas de 22 palmos com 2 quartos e 2
sallas, e bom quintal, na rua da concordia.
Um terreno com algnm principio de edifleacao,
contendo 200 palmos d frente, na ru Imperial
defronle do sobrado que loi do Sr. mnjor Gasmio.
Urna canoa de carga de i.'iOO lijlos grossos.
A tratar ciimJfanoel Firniino Ferreira, rua da
Concordia n. U3.
Gtarraradd sortlmerrtfe *& cbaratiras e
sdc pon;ehma> r
Teotopp voliaret.
Ban^alUs com martina, cousa esporial.
SafeonffMs-de alcjftro.
Cifres de folhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento da lovas de pe-

blond.
MGinWS l'Alll
COSTURA
Acaba de chegar loj\ dos ancos TU do
'Crespo n. 20 A. de Alvar> Auguro de AlAeida
' A C, os mais rieos- cortas de vestidos de Mrnd
que tefll viudo a este mercado para calamentos
i assim como ci'irte* de vestidos de seda de efr de
gostos iatciramtnte novos, e- tambem um grande
' sortimento de chapeos de veHudo para senhllls
Vende-se oo troca-* parafas nesta^oraca
' o sitio denominado dos i:miz, amiga casa da la-
vagem de roupa, com grande casa de rienda,
senzala para prcto?, estribara, banheiro denedra
e cal eom agua crreme, baixa prra rapan e
grande terreno para plantacdes': qoem o preten-
der dirija se praca da Independencia n. 33.
Vende-se um bol e earro propno para car
i regar acucar ou gneros: a tratar no caes de
i Hamos n. 22, com Antonio Jos Farrnfo, par es-
tar pan retirar *e fiara Europa.
Cintos langii do seUm* wwsaitiranMiT-V^
A nova; i**"* Acabar! de cheaar ao GRANDE BAZA*
-Mm*m+t+m***~****] WgWjrtlr.-lKrtar. UNIVERSAL, rua Nova o-V^n ^^ZT. nfr^SsTS
as para lacos um-cowpleto sortimento de enfettes oe viannaom completo sortimento de ma- se dir qnem vende.___________________
Toucas, amtinar* rtmmre serte emais sedapara vestidr.. chinas para costora, dos aotores rnaisco- Veode-s a loja de frteiro da ruffireiu
rtences para-: b*pt*ad.w. i Perfumarias di trnlo* os autores os mais nhecidos, as qnaes esto em exposipao no n. 38 : a tratar naluestna ma n. 31.
Ftatom-ms|i*b^ f\\ *, An T oh/io
(aetdenoiva, e flhaldwnie outros amitos objectos qne nao ^ !"< T' P^ K/S ^^ JjlW)tfa
Bicos vasos com pdrrarroz.A rpesah-er-menciomr ; mas-tom a vista se aodfia^ ^Kh^S? J, SZ **;*!* jj* P**o Mara evmd.
Um variado .orntLnt. de jarros-de por-.cortilicarao do sortimento deste estabe.^, SSiJ^^X S 3ff;Jg.*~""m*nM ** *
elana.
cimento.
Aguia Kegra, rua do Cabug. 8.
como da melhor costmeira de Paris. Apre- Vende-se urna parte do engcniw Purgatorio
sentam-se trabalhos execuiadfs prtas mee- <* gnmfo producra.. pan agriemtura, sfto na
mas, que muito devem agradar aos pmea> ^tfSffic^toSL"S&'t
dentes._______________________________' pnrgMori, qu mnito convem comprar ambas: a
Yeode-M nuas maquinas novas e de iiwtho- tratar no Remedio com o Sr. An onio Menelto Cor-
do novo, nnnea vindas a Pernambuco, de urna dliro tte Gustnio. _________________^^^
novo,
duraco eterna e vindas ha pouco de Inglatetra ;
por p're^o commodo. linas imagens muilo beini-
PIRIIFESTI
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da sorra d'Aram-
nha, Cear: rua da Cadcia do Itecie
u. 5.
Nao mais cabellos bancos.
A tintara japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, foi a nica admitidj
Exposico Universal, por ter sido reco-
nbecida superior todas as preparaces at
hoje existentes, sem alterar a sande.
Vende-so a 15>000 cada frasco na
Rua da Cada n. 61.
Chegou a loja de Paredes Porto, a rur da Imperatriz n. 52, (Por* Larga) um bo- ^^Z^^^^^^^l^ V^^, Ija de fT^gm
nito sortimento de loalltaS'4e linhopara#mosa, assim cemo os competentes guardanapos de a uuica hanha contra a queda dos cabellos, e ^^."Riiq T*lt*Atfl--1a^
que se vendem a prejbaixo. um chprope vindo do serla para cura da moles- VJ bll<* SJXLGlva W
PAREDES PORTO vende aasifihas a 240 O covado, fazenda de 500 rs, para acbar '1 do P&a : no Corredor do Bispo n. 55, tambem tNeste p-ande estabelecimento, ha para vender
" /t im,.t-iti--7 n t* se engomma rtropa d? hom.-m e d<- senhora. nm completo sortimento de ferragem, e mindez**
Vaancaa 'tia* e grossas, como sejam bandejas chinwza
eawmlBada e grandes para c .berta de carros :' padradas e ovaes, facas e garfos e i bo-
1. andar.
na rua da Imperatriz n. 52.
PAREDES PORTO venda nlgodo com pequen toque de avaria' a 3,5500 e 45000,
a peca rua da Imperairiz n. 52..
PAREDES PORTO vende cuita prea para luto a 160 rs. o covado na rua da Im-
peratriz n. 52.. Porta'larga.
CHALES
Vende-se chales preto de merino a 8/5000 fazenda superior, na rua da Impf ratriz.
PARDES PORTO vende meias p3ra senhoras a 250 a duiia p r ter um peque-
no mofo, na rua da Impwairiz' n. 52 porta larga.
PAREDES PORTO vende cortes de-calca do casemira preta a 35500 45000.
PAREDES PORTO tem para vender panno preto superior e casern as de cores e
pretas que vende por orcos commodos.
CHALES, GRANDE PECHINCHA.
Cliezou a loja; da.rua Imperatriz n. 52 do Paredes Porto nm bonito sortimento de
chales chinezes fazendas muito boas para seolioras trazerem em casa, est vendendo
por 55000, esloacabando-se .ra
Loga do Leao
vende-se na rua da Cadeia
n. 24.
do
do carros :
Recite, amana
LOUCi
Cirandc armazeui na rua da
imperatriz n.
Neste grande armazem vende-se louca mgleza
finas e ordinarias. apparelh>>s de porcelana para
jantar e para cha. jarros para flrcs os mais boni-
tos e do gestos modernos ; assim como grande
tortimmro de viiros linos e ordinario*, que ludo
se vender tanto a retalho como pr atacado pelo
mais barato preco qne era outra pualquer parte-:
chamamos a atieueao dos freguezes, que serio
convenientemente strvidos tanto nos cimmodos
precos como na boa aualidade das fazendas.
tes, bataneo inteiro e 1/2 balanco; panellaa, eha-
I Iheiras, cararolla?, frirtdeiras, assadeiras, tanto
! de ferro como de porcelana, moinhos para cal d*
diversos tamanhos du fabricante Japy.pescs-kilo-
graxiiaos, tanto de [erro como de latao, metro*
para medir azesda tanto de ferro como de lato.
[salitre, bren, barbante, enxofre, papel marea vi-
! do, do verdadeiro Picardo, machinas para deaea-
rucar aigodao ; alm de outros arugos de ferra-
' gem, miudezas enlarias unas, que s con atris-
ta se verlnca; r.i rui direita n. 53 loja de 3 por-
i tae de Manuel Rento de Oliveira Braea* fl -^
GZliAZ^GAZ
Caejou ao uHgb deposito de Henry Forster t.
C, rua do Impt'rador, um carr8$imento de gat
de primeiraqualidade; o qnal se vende em partidas
e a retaliio por menos prego do que em ontr* qnal-
quer parte. /^
6 0RUA DA IMPERATRIZ
D
M^Mi,
i:hho. fc si
Neste gruido estabelecimeato encontrar o respeitavel publico, un grande sortimento de faiendas. do inais apurado gosto assim como de todas as de primeira nece>sidade que se ibes prometi vender por precos muilo mais baratos do q*\
ooa ootra qualquer parto, visto que os novos socio*riesta firoa.adoptaram o systema de' s vennderem DIWISHftO : para poderem vender pelo custo, lia-itando-se apenas a ganbarem o descont. As pessoas qoe negociam em menor escalla, nesta loja
e armazem priderSo f.-T.er os seis sortimentos pelos mesmos presos que compram as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Exmas. familias, de todas as fazendas se do os livros das amostras, ou se mandara levar em suas casas, para melhor p
dei >m escolUer.
CaMbralii auSas-a ;de 125000 rs. cada um, pechincha.
COM 8 PALMUS M LARGURA A 1:600, j CASEMRAS ESCOSSEZAS.
2:00i> e 2;o00 RS. > | 0 Pavao tem boni'as casemtras escosse-
Coegaram as inissimas cambraias suissas zas com quadros grados e midos e outras
tranparmtes, sonda o que ha de mais fino I lisas com listras ao lado, sendo fazondo
para vestidos e vende-se pelo barato preco I maito lina que, se vende mais barato, por
de 1550 >, 2pi0 e 25500 o metro, tendo; haver grande porco.
tambem das m&smai, porm inglezas com
a anima largura que se vendem a 10OCO,
e i (5280o metro, sen3oapeii3s precisos des-
la larga fat?nda jiara s-j fazer um vestido
i oo i 1/2 mel'O, pechincha,
SAIAS BORDADAS
Vende-se um bonito sorlimento de saias
-bordadas com 4 pannos, assim como ditas
i i prometas, de tSasinha, enesgadas com
bonitas barras bordadas a 13a por presos
bmM em conta.
PANNO PARA SAIAS A 10000, 1,5280 e
1(5300 RS.
Vende-se bonita fazendas 'proprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lad>, dando a largura da fazendt o compri-
ment da saia e ve.ide--se pelo barato preco
de-i(50K>, 1520 e 10900, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
cada saia pechinsha.
P*mros e caseatiraa pretas.
O Prvu vende graod* porcia de pannos
pretos do mais baixo at o mais fino, por
'proco que admira, assim como om grtele
soi tmenlo de casemiras pr tas para calcas
que se venda por preco mais barato do que
om-outra qulqoer parte.
Veatlitos branca* a 1SAOOO rs.
O 'avao vende fiaissimos cortes de ves
tilos de cambraia jranca, ricameote bordi-
da e com mnita fazenda pelo barato preco
PANNO DE L1NH0.
Cliegou um sortimento de pecas de pan
no de hoto do Porto, que se vendem do
7 qu. em fazenda delinhonaoha nada melhor
CORTES DE GASEUIRA PRETA A 4:500,
0 Pavao tem os superiores cortes de ca-
semiras preta3 enfeita las pelo Oaralo preco
de 4#500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
VADO.
0 Pavao ende escolente fazenda de pura
13a com as cores escuras muilo proprias
para caigas, palitots, colletes e ronpa para
meninos que frequentam a escolla por ser
urna fazeuda leve, escura e Oe multa dura-
ci, pechincha a 80J rs. o covado ou a
58t)0 o corte de calca para tomem.
FINAS BARGES A 610 RS. O COVADO.
O Pavao tem as mais lindas bareges de
la sendo niias transparentes, com "urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rosi Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqut-
da-se por 640 rs. o covado, por.se ter ei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estrellas de urna s cor com listras
mitaco de seda aJ>60 rs. o corad, e pe-
chincha.
ALGODOSINHO A 8300 COM 2i JARDAS
0 Pava ve-ide pecas d^ superior aJgo-
daosinbo largo proprio para todas as obras
por ser encorpado e fino, pelo barato pre-
Co de 8i50J0, pechincha.
PEQAS DE MADAPOLO A 34500.
O Pavo vende pessas de moito bom
madapol5o, tendo 1* jardas cada urca, pelo
barato preco de 3#500.
PSCHINCHA EM ALGODO A OOO RS.
O Pavao est vendendo pecas de algodo-
sinho francoa, tendo 4 palmos do tatgura e
neto mai proprio para lences e toaihas. 5m.ll/?etros Mda P3?a. pe'0 barato pre
C0RT1N\D0S PARA CAMA E JANELLAS '
de 8. 10^. li e 163000.
Chegiw para a loja do Pavao um grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bn d idos, proprios par mas t> janeltas,
qa' se vendem de StfQOO ovpar. at o mais
ren nue vera ao meicado, e venden mais
bs--to"qu em outra qualifixir parte.
COAPOS DE SOL DS SBOA A 10^0 X).
o :>av3oftt osM|rraada p de sol de pdTa soda, irtf tezw, com as
Ira tras pararla. ssnAr lente genero os
iores que tem vindo ao mercado,
de 4*000 rs.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PEGA.
S o Pavao vendo pecas do cambrai
branca, transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
qoe sempre se vendeu a 7)5 o S^J00, ijqHJ.
da-se pelo barato preco de 4400y
Com palma de seda a !>ooo.
Para o PavJo ehegou um rico sortimaa'-
a das mais bonitas lasinhas com (pahnas
do seda leado de todas as cores epadroes,
sendi fzenda bastante larga e've)we-se a
ti5000 o covado.
CRocrors para cadeiras e sofa's.
O PavSo tflm um grande sortimento dos
maisbonilos crocites para cadeiras, solas
masas, armofidas ele., proprics para co-
brir presantes e vende-se mais b3rato do
que em oatra q^ialquer'parte.
^godlo enfestado.
CRETOXES COM 10 PALMOS DE LARGURA A
2*000 'RS.
O PavSo tem urna nova remssa aa mui-
to acreditada cretone, propria para lences
tendo 10 palmos do largura, dando na lar-
gura o comprimento do lencol e vende-se
pelo barato preco de 25000 o metro, sendo
Vende-se urna grande porco de algodSu preciso apenas para um lencol um metro e
sinho americano c)m 8 palmos de largura, un quarta ou metro e.meio.
proprio para lences e toaihas, tendo liso elrimia.M.Mf,, mtyk nF Sfinn ati> 7\om
trado, que se vende por preco moito mf^}^^$%
CRETONK MATIZADOS PARA VESTIDOS A 6i0 Pub.,co um g^nde sortimento de grosde-
E 800 RS, I f'plos pretos de todas as larvoras e qoa-
Para o Pav5o chegaram' os mais bonitos dades, tendo de l^'OO o covado at 75000
e li-
la piteo de loooo.^ j0ja ([q pavao egt&
crotones oscuros matizados, proprios para
vestidos, rouplo, chambres ete. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda ern padres claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 640
rs. o covado, sendo os padroes mais mo-
dernos que tem vindo ao mercado.
03 SETINS DO PAVO1
Vende-se es mais benitos satinsde cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
.ios dez mllgcovados.
De lasinhas a 400 rs.
O Pavo vende pelo barato prego de 400
rs. o covado, urna grande porco de lasi-
nhas com listras miudinhas tendo as mais
lindas cores e lustros imitarlo de pouoe-
lina de seda, pecnincha,
Poupelinas de soda
. Poupelinas de seda
Poupelinas de seda.
Chegou para a loja do Pavo pelo ultimo
vapor, um bello sortimento das mais bri-
llantes poupelinas de verdadera seda e
linho, sendo todas de padroes novos e 1-
q ida se por menos preco do que esa olra
qualqoer parte por Jiaver grande p?ao t
assim cerno tambem se receben om b mito
sortimento|do sedas de listras,. grosdena-
ples lisos e setins de todas as cores.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Eoconlra o respekavel poblico neste es-
tabelecimento om grande sortineato de fa-
tendas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qnalidades, fazendas de 15a de toda* qne
tem vindo, proprias para luto, sendo lasi-
nhas alpacas lavradase lisas, eaatSo, bom
bisinas, meriad*. etc. que todo s vandal
por preco Uarato.
en-
e 8i500o, que se vende por preco muito
em conta.
PARA BAPTISADOS
3.Yt loja do Pavo vende-se bonitos
chovaes para baptisados.
Cortes de chita.
com 10 covados a 35O00.
Venda-se cortes- de chitas finaa tendo
escoras e alegres com cores futas, sendo
fazenda "de moito mais dinheiro, pelo bara-
to preco de 35O0O, tendo 10 covados cada
um. pechincha, .para acabar com CASSS FRA.NGPZAS.
NOVAS POUPELINAS A 400 RS, O COVADO
0 Pavo vende um grande sortimento
das mais bonitas poupelinas com listriahas
de todas as cores e com lustre imitscSo
de seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se um bom vestid) du maita fantasa
por pouco dinheiro, isto por ter-se feito
urna grande compra e vende-se a 400 rs.
o covado.
ROUPAS PARA HOMSNS PARA TODOS
OS PR1C0S.
N'este grande eslabelicimenlo encentrar
o respeilavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, caigas e colotes do
brim branco e de cores, qoe ludo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavo vende urna grande porcSo de
cortes de vestidos indianos, tendo doas
saias. e tendo bastante fazenda, com os gus-
tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
a 54000, tendo cada um aeu competente
Chegaram para a loja do Pavo asmis!
lindas cassas francezas com delicados pa- CASEMIRAS MESCLADAS A 3C O COVADO
droes, tendo para todos os precos e quali-: o Pavo tem para vender bon-tas case-
dades, dando-sa toda*amostras, .ssim como miras mescladas e bastante encorpada para
um Bonito sortimento das mais lindas chi- roupa de homens e meninos pelo barato
tas francezas escuras e alegres, que se ven- preco de 3^000 cada covado ou 5i500O o
dem muito em coqta, e tambem so do corte de calca-para bornea,
amstras.
Cties de casemira a 4,5000. cadaiim pnnnQ -*, moAida
Vende-se bonitos cortes de caieaairas JKrOUp& JJQY metllUa.
claras e escoras pelo barato preeo de 4?5, _
ou a 24QO o covado, tendo doas larguras,' Na loja do Pavao manda-se fazer qualquer
^ | peca de obra vontade do fregoez, para o
PECHECHA. 9,,e lem um. perito alfaiate, respousabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
EM CAMISAS DO PAVO A 45500 RS.'quer (alta que possa haver, quer por de-
Vende-se om bonito sortimento de moito' mora, quer por qualquer defeito na" obra;
finas emodernas camisas inglezas -com mi- e para tsk encorara o respettavel publico
to e coliarinhos de linho e, pqssos, pflo grande sormento de todas as fazendas
barau'ssim preco de 4(5500 fs; eadrf na qw desejaps f
J Iregneaes qoecomprarem dorias se BRAMANTE A 1800.
Ihe far um abatknento, garantindo-se qoe
fsaenda qoe vale maito mais dinheiro, Vende-se superior bramante com 10 pal-
liqaida-se por este preco por se ter fdto mos de largura, proprio para lences, dan-
magiande compra: assim como se vende do a largura d'esta boa fazenda o compri-
mo bonito sM^ dJbiJrnMr meato ft tthcoL eeado preciso para cada
r^^dalhab#ft|w.e dius.de abjodlo um apeoss 1 e lf% trosoul .e 1/4-i.,
M, U)do*^s.praps. bwbafrelo-preeo,
berta, das 6 horas du marASa s 9 da nxmte
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 E
1,000 RES.
Chegou para este grande eslabelicimentr-
0 mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, qne
se vendem a !,$, 800 e 640 reis o covado.
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas d- todas as eres
CELEZIAS E BRETANHAS.
Vendem-se as mais finas celezias de
linho puro ou pessas com 28 melros, assim
como, inissimas bretanhas de linho com
25 varas, por precos que fazem admirar
em relacco qualidade.
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basqninas
on jaqqetinhas de' seda preta, ricaments
enfeiladas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos os modellos, os mais noves
que tem chegado e vendem-se por precos
moito razoaveis.
ORGANDY COM SALPICO.
Chegaram os mais ricos organdys de co
res com salpicos o mais bonito que tea
vmdo para vestido, que se vende a 14280.
o metro, ditos brancos moito fieos com
listras largas a 15000.
Cambra&s brancas
Vende-se um grande sortimento dasme
Ibores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 35300 peca at a ma
fina que vem ao mercado.
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
mores e mais modernos cspartilbos tanda
do barato preco de 5*000 at 8000.
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS*
Vende-se o mais elegante sortimento das
mais moderna e bonita chitas taot spj
das como graudas, com cores claras e es-
curas, dando-se de todas amostras^
FUSTOES BRaNCOS A 640, 800 B 1*200.
Vende-se moto bonito fusgedtiiwta
muitoflexivet proprios parr^aspa-da
senhoras e roupai>era meninos e aebde-s
a 640 80Oe iMOrs. o covado.
caasaa a 14 ra.
O Patio.esasianelsrjdo boniUs eaisas da
ceas fiw't te** i0rfco c^ad.
1 vm 1
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HHflNHH
7
III.IUlllllllllllll........

Diario de Pernambuoo Sabbafo 30 de Abril de 1870.
S
\
*'
\
\
s
I
)
==3!
rf..1 ;;.- ,, ,-,i t -it=x

-H-
X HIT* BA niPKHVIIU/: Y, *
Esquina da ru da Aurora, om frente do caf Imperatriz.
|W. N'este nevo e suraptuoso eMabefcimento de faxjfcndas eocuntrario as Exmas.
ttamn todo quantrrpuss-jmdesejar,tanto emartigus do mus rigoroso, luxo,goido em-toda*
4i mais apandadas do*fazendas,
. ^., Alm-de se actwem prvidos do que de mellior so encontr ueste mercado,
por ros paquetes da Boropa, recebem -directamente o que eni artigos de moda e
taasa* apurado-gosto se encontra em Parte, o que vam cada dia augmentar as prepor-
joea -arque dispoeeste estabefeeiinetjto para bem servir sua nornerosa freguezia.
Aiid largo pana tences e toalhas de Gase com listras,de seda e flores, fazen-
lOdas-as qualidades que eostuma virao mer- da Inteiramenle nova para vestidos de baile.
'*** Gr.vatas para senhoras e homens, o mars
a pacas ue todos os padres e qualida- compioto sortimento que se pode desojar.
criadas que se nao podem descreer. Gaipnre preto e branco, diversas larco-
AtDanacom msicas para ceHocawetratos, ras e differentes gostos:
tabeado presente para qualquer pessoa de Gollas e probos bordados para senhoras.
***?**,. ,. Gaardanapos de linho pequeos e gran-
Atoalhad de linho e algedao, .branco e des.
te Aras (proprio8 para toalhas. Gorgorio. de/ seda preto e de cores.
d.~ a. F& Grosdeoaplls preto da cdras, ba^ca-
atas jomas d seda preta e muito raoder- do diversas aalidades-e eostos.
ias, bem como de crochet, nido do apurado jj.
**9ix ^ti0" i- 'pontzw para senhoras, o--melhor gos-
Baloes de musselma, madapolo, brancos to, e fazenda propria para as festae oos ar-
da cores, para senhera e meninas, rabaldes e passeios a larde.
Baragos de cores variado sortimento. r*-
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as Lazinhas de todas as qualidades, cores
rgnra6. e gostos, nao kando nada a desejar, tal
*Q f^tlMAfi
Quaado a AGllHA BRRNCA, mais precisa identificar ao jespeiUvel publico em
geral, e em particular a stia boa freguezia; da imioensidatfc de o6jectos que ultimamen-
te tem recebido, justameutegoando ella menos o pode fezer e porque essa faa invo-!
luntaria ella confia e espera na'benevolencia de todos que Ih'a attenderao e relevarlo,
continuando portento a dirigirtm-se i-bem conhecidalrja da AGUlA BRANCA ra do.
Queimado n. 8, onde sempre acbarao abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade era presos e o seo nunca dcsmenttido AGRADCVESINCfiRlDADE
Do que cima fica dito se'coGaeCeque a teftipo tu que a A GUIA BRANCVpde
[dispftr, emprt^daapezarde'seeiS'C^snodfteTnpwbode bem servir a aifaeiles que a
honrara procurando proveMfe em d laj do qu* aecessHam, entretanto sem enname-
rar osobjectos que por sua naturcza sjo mais conhecidos ali,' ella'resumidamente indi-
cari aqpelles cuja importancia, elegancia e ndvidade os Mruaia recotnmeBdaveis. como
bt-m seja :
Gorpiohos de cambraia, primorosamente-t
o sorumeuto que existe para escolher.
Lencos, tudo .juanto pode naver desde
esguiao ao algodo commura.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
Belbutma de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande
variadade do tamantios e gostos.
Boabazina preta de todas as qualidades.
Bramante de hnho de 11 palmos de lar- riado"sortimento.
fura, todas as mais qualidades. Ligas de seda, bordadas, para senbora.
Bretanhas de linbo e algodo, grande ser- Luvas de Joavin, chegadaspor todos os va-
amento, pores, sempre novo sortimento, quer ejj
Brias de linho branco o de cores, do mais pellica para horneas e senhoras, quer emjio'
commodo ao mais caro em qualidade, afilan- d'Escocia, brancas e de cres.
taodo o que ha de melher na especie. i T.ry
Brias d'algodao completo sortimento e Madapolo; ndescriptrvel o grande sor-
vahedade de pre;os. limento que ha neste genero, desde o mais
CB elevado prero ao menor, que se vende em
Cassas de cores, o mwor sortimento, pri- peca e retal! por meaos do que era Go-
mando pe bom gosto e barateza, attentas tra qoalquer parte.
w qualidades. Manas de blonde para noivas : o apurado
Camferaias brancas, Upadas, e trausparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
tes 4a tedas as qualidades e precos. habilita-nos a dizer que temos em aosso
Camismbas de cambraia de linho e cassa estabelecimeuto o que de melhor se dese-
>ordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
IiOJA
na
GALLO VIGILANTE
Raa do Crespo n. 9
O* propietarios deste bem conbecido estabeits
, tmenlo, alm dos muitos objectos que tinham ;-
postos a apreciacao do respeitavel publico, matf-
flaram vir e acauam de reccber pelo ultimo vapor
da Europ nni cumlelo e vanado sortimento de
finas e mui delicadas especialidades, as qnaes es-
lo rcsolvidos a vender, como de seu costume.
por preces niuito baratinhos e commodos para to-
dos, eom tanto que o Gallo....
Multo superiores luvas de pellica, pretas, brau-
cas e de mui lindas edres.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Snperlorspeutes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos afeites para cabecas da-s
Exmas. senhoras.
Sapejiores trancas pretas e de c6res com vidri-
lhos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de memor' e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola.
raarfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
cem lindos desenlio, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escossia para se-
nhoras, es quaes senipre se vendoram por 30^000
a dnzia, entretanto que'nos a? vendemos por 20,
aim dosjas, amos tambera grande sortimento de
ontras qnaliaades, entre as quaes algOmas muito
feas.
Boas nenalas de superior canna da India e
'casto dfe artini con lindas e encantadoras figu-
ras do tnesmo, aesw genero o que de melhor s
podo -nesgar ; al destas temos tambem grani
Camisas para homens e meninos, tao va-
iado sortimento que vai do mais ordinario
madapolo ao mais perfeito bordado de li-
4a cambraia.
Camisas de meia, de flanolia, brancas e
Caeemiras pretas e de cores, o melhor
Mantas pretas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Mermes pretos, trancados e usos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
CP
Pannos pretos ff de erus, desde o mais
apu-
im se pode imaginar, sondo d'isso a me- Daral mais superior, por preco muito
'or prova o grande coasummo dallas na
.fficica da casa. *
Gapellas de flores, para noivas e bailes,
*esde a mais candida flor d larangeira at
i mais mieressaote grioalda.
Ohapenbas no melhor gosto,da tedas as
corea hoje preferidas pelas senhoras de
mais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senboras,
ltraio gosto de Paris.
Chapeos de sol, para s-nhoras e bomens,
de todos os pre;os e variados gostos.
'jhafy com ricos padrdes para vestidos.
Coalas do todas as qualidades, avultado
amero e nao menos variedade de gostos,
Chitas, impossivel descreverosermen*
o a varte.iadc de padroes e noves gostos,
La oeste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-
gioar de melhor.
Coques, o melhor no gosto o nos entei-
tes, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais
rado gusto e lavor.
Ditas de fusto branco e de cores por
precos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados de
3I.0 qoe de melhor se pode desejar.
Calariooos de linbo bordados e lisos, o
maier sortimento.
CD
Damasco de 13a de 9 palmos de largura
ndas cores e reos padroes.
i
Espartilbos bramos e de cores, pera se-
aboras e meninas, o melhor nesie genero ;
^enhorna Sra. deixar por certo de muir
ae de Uto precioso auxiliar pereicSo do
am corpa delicado.
Entremeios bordados. *
Escemilba preta.
Enleites para cabeca, ultima moda de
Paris, recebida no ultimo paquete.
Esgoiao de nho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Qp
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padroes,
Fiihs de crochet, modernos com cintos
a capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodJo, de todos
Fnsto de todas as efires e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca e de cores.
Flores, o qoe ha de mais- rico,
quor
cotnmodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sos.
Ditas de casemira muito fines para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretas c ^e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda ndresima.
Peloerinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais Anos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAVILHO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquet d'Ammr, final-
mente tudo quanto deve eccopar o looca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
coin folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sabidas de bate, de todas as cores.
Sedes pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de lisiras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sar*elim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, Rodas pintaras para 8
cadeiras, mais pegenos e de todos os ta-
manhos desejavets, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e aJgodao de todos os
tamanhos, li-as e felpadas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto braceos e
de cres^para meninos, de cambraia para
bapti-ados, o que de melhor tem viudo a
este mercado.
Vestidos de !3a escocesa de 2 paias,
novidade pelo padro, gosto e forma; ditos
de linho com barras de cores, e de eam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade* trazein os modellos juntos para
mostrar a forma de-os fazer.
Veos de bload para noivss e pretos para
iuto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. reguezas, que
somos os nicos em Peruambuco que pode-
mos oflerecer ao Ilustrado publico, o mais
aparado gosto em semelhante materia, gra-
tas ao bom gosto do nosso fornecedor em
enfeitados cora fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde eperfeico-deadoi-
hos os tornara apreciados.
Fitas mui largas de diversas odres e qos-
Itades para cintos.
Leques oesse objecto molA se pedera
izer quereado descreve-los minuciosamente
por suas qcalidades, coree e desenbos, taLj
o grande e vagado sorumeuto .que acaba
de chegar, mas para ?sio massar o pretn-
deme se 5he apreseniara o que poder de
melhor.
ntreselos era pecas de ti tiras.
Guipare branca e preto 4& diversas -qa-.'
lidades e desenhos.
Ditos de algoufio cora flores e lisos.
Veos de seda para chapelioas e menta-
ra.
Meias de seda para neivas.
Ditas abortas de fio d Escossh.
Costumes ou uaiformes para meninos.
^ovaes completos para baptisadas.
Grandes sortimoato de flores finas.
Fil de seda, preto.
i PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melbor qoajidade.
Lindes vasos com p e arroz e pinsel,
(>aixmhas cora ditos aromatices.
Bonitos e modernos pentes dourados
pura circoiar o coque.
Docttos brincos de plaquee.
Aderemos e "brincos de madpeperolr.
(aaivetes fiaos para abrir latas.
Thesoaras para frisar babadinhos.
Aspas para balso.
?ovos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por un machioismo
ansas substttuem as-outras.
Vistas pera stereoscopos.
Bonitas aixinhas de vidro enfertados yedras.
Ditas de raadeira enverni&ada com vispo-
rts e com domin6,
Bollas fie borracha pare brinquedo de
Touquinhas de fil, eapatinbos bordados i trancas.
e meis para ditos. Diversas objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordada* para ditos.
para eneites de mesa e de lapinhas.
mam mrm o
SOS GRANDES
HE serceos
IflffAZElS DE SRt^OS E IIOI IIAIHS
COJV^RVATIVO
N. 28lai^o do Vfmm* W. 23.
DE
SIMAO DOS SANTOS* C.

t
10
10
Vinagre branco-mandado vtt .par conta
propna viado do Lisboa, a 330.a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
30,280, 240 e 200 rs. a garrafa e *0 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Harta a stre a ;W0. 500 480 eiiO
Patto da Penha
S AUTOS & FERREIBA
Os proprietanos UM bem sortidt armaitns pailicrpam tos seus innmeros
freguezes tanto desta pra^a cerno*do nurtto que teudo i'eito grande diminuicao de pre-
ces as sous mercadorias esto pT tesresollidos a vende- por meaos de 10 e 20 %,
do que en. ou ra qualquer parte, garantindo-se portanto a s p^rior qua idade de qoal-
quer genero comprado uestes 4eos estabdecimenlof, Mencionamos aiguns des nossos
gneros ea vista destes sao compreheadidos os ostros, porque -eoadonho S9ria mea-
cina-los. /
Se algnem dimdar venha ver.
Gaz araonono marca Devls a 8^800 a
Saaatidalo de'watras qualidades, como sejam,ma
eira, bafeia, os**, borracha, etc. etc. etc.
Pinos, bonitos -e airosos chicotinbos de cadeia e
de outras qoatidftdes.
Lind&s e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias 4e seda para senhora e para meni-
nas de I a tt annos de idade.
Ka\-lhas ctbo de marfitn e taitaruga para fazer
tarka; sao aiuito boas,e de mais a mais sao ga-
randas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam
bem asseguraanus sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agnlas para machina e para crox
Lint icoiio boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons fearalhos de cartas para voltarete, assun
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortiraenio das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
ftmjinrw
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convnlsSes. e
fa^ilitam a denlicSo das innocentes enancas. So-
mos sde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e contnaamos a recebe-los por toues os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
como-j tem acontecido, assim pois poderao acuel-
les crac delh precisaren!, vir ao deposito dogalli
nSaate, aoade sempre encontraro deste9 verda-
deros collares, e os quae9 attendendo-se ao fim
paraspie sao applicados, se venderao com um mui
Muirte lucro.
Rogamos,pots, aviste dos objectos que deixamo."
deeiarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gaik>
vigilante, rna do Crespo n. 7.
COGNAC.
De superior qualidade da mui accredit*
da fabrica de Bisquit Dubouch 4 C, en
tognac ama das que mais agurdente d<
cognac, fornecem para o consummo
f-ftino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra
;oramercio n. 32.
d<
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende u
ra da Madre de Dos n. 22, armazem d
oo Martins de Barros.
l'ta, .iSO rs. a garrafa e 960 o litro.
Azeite doce de Lisboa a- 00 e !4Ml
garrafa eai jorcio faz-se grande aba tmen-
lo.
Caf em carOco a 220, 240 e 2^0, a li-
bra o kogra'mmo a 480, 540 e 00- e
75000, W00 e8J800 arroba.
a garrafa litro a 840'
760, 720 e 00.
Vinho branco puro de Lisboa a<&40 560' Mho alpista 200 rs. a libra e 440 o ki
a garrafa, era porejo ha a batimento. iogramma e 5800 a arroba, em porfo ha
Vinho do Porto, engarrotada das iaeho* batimehto.
res e mais untadas mana a IIBOO- 15300 < $T ^scos dli ullmo vaPor a ****
e 03400 cada um.
IkK) e 24 a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. Jalien a
34500 e ti500, a dozia e 610 rs. a garafa.
Geoebra de HolLoda e laraaja dooa aro-
mtica a 64500, 7!, I|J600, a frasqoeira.
Serveja Bass. Illers & Bell a 94800a du-
zia em porcao ha grande abatkaento.
dem m rea ai e T e outras marcas a
O5$500 e 6,5, a daaia e300 rs. a;tfurafa.
Assim como ha ontroa muitos
Aletria, macarrao, talharim 3 500 rs. a
libra e 15100 o kilogTamuioem caixoba
abtimento.
Sabo massa de 1* e 2a qualidade a 220
e 240 fs. a libra em caixa ba abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto* a 400 rs.
a libra e 880 o ki'ogrammo, ea arroba ha
grande difereBca.
J eordeiro previdenti
j Rna do Quelmado o. 1.
j*Novo a variado sortimento de perfumara
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perh
narias, de que efectivamente est prvida,
oja do Cordeiro Providente, ella acaba <
receber um outro sortimento qoe se ton
lotavel pela variedade de Objectos, superior
lade, qualidades e cornmooidades de pn
os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
e espera continuar a merecer a aprecia?
do respeitavel publico em geral e de st
oa freguezia em particular, nao se afai
ando elle de sua bem coabecidamansidi
-i barateza. Em dita loja encontrarte c
preciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de llurray fcamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, raj
eza, todas dos memores e mais acreditad!
fabricantes. *
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
* Elixir odontalgico para conservadlo t
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e che
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparem
* outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
(rancezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chi
'o de violeta.
* Ontras concentradas e de cheiros ignaj
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalidad.
XAROPWKlttGOrO, DO PISTO
K' de u ni a f fflcac'm vrdadei nimcnte mam-
vi lhosa corno cam.ante do sytema nervosoe
applicado contra n f.imlisia, asthma, toase
convulsa ou coqueluche, tosse recentes ou'an-
tigs suflbcacSes, caturrnos bronchicos,ftc. e
a final contra lodos os sonrimnlos das vine
respiratorins, e naphtisica pulmonar,sua vir-
tude contra o ttano eu espasmos, e convulces
incontesl a ve I e ningem hn (pie 0 desconheoa.
nico deposito, ru larga do Rosario, n. 10,
junto ao quartel de polica. Pernamboco.
ConDuadamente se nos apresen tam notoa.
testemunhos daefficacia dofedegoso Peraarn- _
buco.
PILLAS, ffJHO E XAROPE
DE J 8UBKBA
Ffnnos pklo rBAiatcnrrico
J04QI lll UE AUHEIDA IMTO
AspreparagoesdejurubebasaonoJeTanl- ,
josamente conhecidas e prconiaadas palos
mais habis mdicos, lano da Europa como
do paiz, pela sua elficacia nos casos de anemia,
chloroze, hydropesia, obstruccao do abdomen,
e tambem nos de menstruacao difficil, catharro
na bexiga, etc. ele.
Vendem-sera porgoea relalhonacidada
do Recife, pharmacia do seu compositor, roa.
larga do Rosario, n. 10, junto ao quartel de
/polica.
PINTO PHARMACKUTICO
xarope de salsa parmlha do para
DEPURATIVOdoSANGUE
Usadas as molestias de Pelle, impigens, dore
rheumaticas, e ulceras venreas.
raa \ larga oo rosario, .t. 10. .

Vciidc.-i- mi peiit |> ir preflW4 nauta
praca ou wat soburbio o fOgenho IbfmMqaa,
sito na frepuezia de S. Lourunc > da Mua. ou
boa casa de vivends, ce purgar, de destilaran, *6tk-
do o ara alambi|ue de e.pacidad para dwttlai
60 canadi de agurdente por da, marhia
vapor, terrenos para safrojkr para aaiS de tfiW
paes do asMicar, moene e crrente ; nogncianri >
epom a safra criada ou sem ella : a tratar em
Santo Amaro, no sobrado Jnnto aocemitmo inr ez.
Milito
Mais barato do iue cni nutra paite, para ver
no trapiche Dantas, e tratar ra d;. Apollo nu-
mero 4.
n'Voe ba- to
ESCRAVOS FGIDOS. ~
Fugio do enpenbo Boa-tisln, na comarca ds
fainaragibe e provincia das Alapoas, o escrave
Nicolao, idade 34 annos, altura recular, rn s&o do
eorpo, andar banzeiro, tem falla de denles na
frente, rosto largo, barbado, costun a as vezes fo-
ter toda a barba, e tem urna ciratri na testa, e
os ps grofesoe ; esti^ torra o anda fgido desde o
dia l de Janeiro do crreme anno : roga-e |>or
tanto as autoridades pohciaes e os eapilae.- de
campo a prisio des-te eserav i e o entregar no ea-
genho cima mencionado, ou nesra praca a ru
do Vigario n. 12. ou travessa do C. r;i Santo n.
25. primeiro andar, que se eraiiiteara ganerosik-
mente.
50^000
Dase o0 de gratifnyco a qiirm apprehender
o preto Luiz, bario, mapro, e lem a cabeca gran-
de : eseravo do Sr. Alfredo Gibsnn : quem o
prender leve-o ao engenho Forno da Cal u
ra (streita do Rosario n. 23 M Sr. Jo F-i'oa,
que ser recompensad, cem a qaantU cima.
Fugio do engenbo Minhirs, da comarca Jf
Santo Aman, no da 20 de junho do ai,no pagado
o eseravo de nome Francelin, reftresenta er i
annos de idade, com os signaes seguirles eot
preta, baixo, corpa reforjado, cara larga, basta:*
turbado, olhos ;tequenos, nariz maito :.- ado, bv.
ca regular, denles curto* e limados, mnito un.,>
a e andar apres.-ado consta andar pel bius da cidade de Ohnda, engenho Fraaoso. ralo-
ea, Bebenbe ou Apipucos, acontado por Joaqun
Jos de SartAnna, seu irmao liberto, u qual t.n
em sua ompanhia una eah clhi e filhos da mes-
ma, e por outro irmo de neme Jos Bag. a que
oconduzra para os lugares cima innd>do*
alem de um ontro soo de nome Jos Zaehanao
da Silva, conbecido por Jos Rije, por t.r ind
daquella comarca. Rogase fc autoridad.-s e u-
pitaes de campo que o apprehendam e o leven ,
ra do Rangel n. 17, ou no engeulio Minl-r;.. a
entregar a seu senbor Joao Correia de Ou.:
Monteiro, que ser?o generosamente praiificad. s.
FUGA
aolt, qoer em ramos, tam o PAVILHaO Paris, podemos garantir que niaguem neste
DA, AURORA am permanente jardirfl a genero o possue atelhor, oem mais em
disposifao das Exmas. famHias. I conta.
E' dispondo d to grande e variado sortimento que os proprietarios do PA-
vTLHAO DA AURORA se apresentam ao publico declarando des Je j que a sincerida-
de e o bom gostoo movel uni< da seos negocios.
Providos de todo e promptos sempre a prorer-se -lo aj necessario, os proprietarios deste suroptuoso estabelecimento recommendam-se
em reeeio de serem wntradictos e protestam esfoi^car-se por ntinoar a mere^r
protejo qoe se mes tem dispensado ; ciertos de que do seu estabelecimento nao sahira
o fregte descontenta.
Coatrna sempre a offidna de alfalate dirigida por na dos mais habis artis-
^s, prompto execotr com promptidSo e bom gosto qualquer trabalho qoe lbe seja
confiado, ma modista' especialmente occopada nos trabalhos do PAVILliAO D l AUr
RORA, dirige os qoe Ihe s3o concementes, garante por sen apurado gosto epromptidao
aa ecocao e a maw completa perfeicSo nos seus trabalhos.
A numerosa freguezia qoe tos honra orna prava de que merecemos- o con-
3eHo qoe se dispensa ao nosso estabelecimento, cobeeito que procuraremos firmar ada
tez mais. Para fadhtar anda a roncecucSO do fim que nos propomos, temo no nosso
stabelecimeoto os uttimos figunnos de Paria, qua recebemos por todos os paquetes, os
aaaM envtaremos para serem vtslos as amias nossw reguezas, afim de escolnerem.
vm o padrSo da fastenoa o gasto na forma.
Na offlciM de alfaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente,08 figulinos
Para homens qoe por todos os vapores se recebem.
E' este o modo porque nos apresentamos pedindo a pfoteccao cfo Ilustrado
TvBwxt e cota o mag profundo respeito convidadlos fe uxoeUentissima&^ras. a vs'h
tt2"-o o^o estabotecimento, cartas de encontraren! otile pelo menor preco ocsive-
* W* Ha anejir.
-MandarWK caltefros levar as ftzcr.das e amostras onda forsui-pe4ldaf vista
ain pooermo eapeciflear todo quanto temos.
Judo Luiz, Suhrwh* C,
Aberto das 6 s 9 horas da noit*.
gneros, vinho em ancoretas, azeitoaas,
passas e figos, caarutos finos de diversas marcas, marmelada, bolachinhas de todas as
quabd-des, pero*, Fran^-cracynal, a, b, c, Median, mixed, soda Faucy-nionac, pa-ioom escolhidos cheiros, em frascos dedifl
lace de Vgrietees,oombioaiioD, Britania, doce de goiaba fina, ehourioas/manteigas finas antes tamanhos.
franceza e mgleza, banba de Balltmor, paosphoros de Sycuryt, Cognac^ cb da diver-
sa qaaudadea, Oanella, pimenta do reino, ervadooe. pomada, eniore, brau, peiie
em latas de tedas u qoalidadea, fariaha de milbo americana, grandes melos de sehol-
las. ne^tes dousarmazens eiiste Umhem grande sortimento de loucas propnas paraue
go-io, que pelos seus commodos preto faz vaotagem aos compradora.
VENDE-SE ou arrenda-se o engennt
S. Gaspar, sito na freguezia de 8erinh5em
comarca do Rio Formosa, proam do em
barqtie, com grandes partidos de paol
massap i roda da moenda, mattos manguei
para madeira ne^ssaria, bom pasto, etc.:
a tratar na ra d'Aurora n. 6, oo na d
Imperador n. 20.
Venda de lainpeoes
p ra illumioaco.
.Va loja da ruoMeiro de Antoni Moreira Pinto,
na travessa da ra do Vigario n. 5, temperaen
der 300 a 400 laoeees promptoij, nae econo-
mitos por serem para gaz liquido, e dio exceJleit-
te Hn : eftes antes qoe se aeabem, senliorM en- f
Deposito efeclipo dos producios da co>npn&ia rfa.v
agnot de Vichy como itjam :
Afptt Source Ceiettiua
Dita dito iianierive.
Dita Chatoldon ele etc.
Saes de Vichy para banbos.
Pastilhas de Vicby etc. etc., tudo par precoz ui-
lo em conta, en casa de TMt frret, roa do Coa-;
mercio d. 9.
Os raesmos teem para vender eotjaats, superior.!
viono de diversas qualidades.
_' carrejado* de illnminaeoes, qoe sao kartlos.
Sabonetas em barras, maiores e menor
para moe.
Ditos transparentes, redondos e em fifi
ras de meninos.
Ditos muito finos em caiiinha para barb;
Caixinhas coin bonitos sabonetes imitan
rnictas.
Ditas de madeira invernisada contando)
M8 perumarias, muito preprias para pr.
antes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, Ua
oem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, a i
h ugio da casa da roa de Sanio Amato
n 22, no da 3't de marn do com>u e anno
o preto crioulo de nome Jo3i idade de :iu
ann s pouco mais oo n enos, com os signaes
sejiuintes: baixo, cheio do corp.t pu,-s
barba, rosto com marca de IWxigss, um
dedo de menos na m5o direila. o qnal f.
escrevo do Sr. Antonio CKmacn Murein
Temporal, e julga-s assistn n'un.u das
qualro freguezia da cidade. Bon-ar p..is
s autoridades competentes e partirnlai. s o
obsequio de apprehenderem e leva-h a >na
do Crepo n. 3 que generosamente se com-
pensar.
tugio do eBpenho Dromedario, temi da
bscada, no dia 20 do correte, o e cravo p.r no
me Antonio, com os signaes segninies : Mr ii. c;.
alto, as pemas um pouco arqueadas, taita ile un'
denle na frente do lado de cima, e tan urna oa--
juntas dos pn um pouco mais grossa do jue .u-
tra, representa ler \ tantos annos, g, i .|. ,.
dar limpo, e um p uco cunversador. aindn nao
tern barba, mal se iivolga aiguns cabello* ,-, P, n-
Udnqueixo: pede->e as autoridades polici.e- e
capitaes de campo a captura do mesn o, e eva o
ao me mo engenho ou no Recife na ra a -eda
n. o, 2o andar, e criptorio de Manoei A>m Fer
reir & C, que sero bem recompensados.
Mez (te Mara
CanUts e-eymaes devotos para o iei
de Mana.
Ui ntido volaaae etcaderuatlo de e?oro
<#6(0.
De raarmqTjim doutado
i%M
LVRAR'a FRANCEZA.
foperior vinho Bordanx
SLEetepbe & Su iaim: na ra da Cadeia
(.aire numero 5.
---------------1------_^__ "----------------------------
I :
Admirem!!!
Em casa de Hs Latham AC, na da CfULn
38. tendem-fl Mkae de fcrre fthtmimkh- '
TfJd.iXi^uJSSS^ *
Qbius. oacuras, cores sigura> que se. yeadeaia.
Cafco,
hm de trras, mi'e cog
acode, tem trras para 1
mtm# fi mea** ja nW &
roa da
gaaiz n. 52, loja eom o titulo de leao, junto a a
ios
Direito'a. 3, 3* andar.
-e 3T9>m a pejr-:
Aguia Negra, roa do Cabugn. 8.
tnoides nevos e elegantes, com p de arrr
a noneca.
Opiata ingleza e franceza para dentas.
Pos de camphora e outras difiaranu
jnalidades tambem para dentas.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mala coqueM.
Um ouiro sortimento da eoqaes da nt
vas a bonitos moldes com filets da vidrht
a aiguns d'elles ornados de floras a fita
tio todos expostos aprecia^ da qm
)S pretenda oomprar.
0LL1NHAS K PDNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicSo.
Flvellaa-e fltas para efcatM.
Bailo a vanado sormento da taea objst
tos.fiando a boa escoto ao gosto do coa
**tar- ____________
CEMENTO
PORTLAND.
;Veaiie- no amiazam amarello de Vieente Pvr-
tn da Goew & PUho, defronte do arco da Coa-
ceicio, em iiamcas grande.
Fugii no da II de mar?* o eseravo Francisco, cabrav de idade 3(1 am
com os signaes seguintes : cabellos r*r iirl>.-s,
rosto descarnado e eout marca de beii^a-, n-n-
tula se ser livr, levod calcas brancas. | aliioi de
alpaca de cor e chap* cfo Chile, e nal' .-.l da
Parahyba, a foi comprad ao Sr. Delmiri. Ai\e
aia, morador na Parahyba e jotga-eier ido
para o mesmo lugar ; desde j protesta -e rcwira
a_ pessoa que o tiver Ocultado. Roja-se a"> fu-
taes de campo, assim como as auuri.bde- m-
ciaes que c tragam ra Direita n. 16. ine s rae
generosamente gratificados.
Continua a estar ingro o mizque firi(,.fin,
de 1/ innos de idade, orionlo, com fa la d. d n-
tes na frente, testa redonda, olhos vivos. ni nina
marca de nieimedura na barriga, e oot na 'xa
oe urna estrepada ja amiga gosto de an.i^r r m
caximbo : quem o pegar porte levar o enjMiljo
California em Serinhaeo, a seu senhor J F >
rentino O. de Albuquerqu, ou a ra d. i >
31, que ser bem recompensado.
Fugio no da 2*5 do corren^, d ij',h Dromedario, termo da BaiM e escr-.v. de r< r.p
Antonio com os si|pat seguiut* : oi.-ot de n*.
te e tanus annos, cor taisfa ah, .|.. r j..n
piuco arqneadaj fa/ta-tieK un dent- na .....%
lado de cima e tem urna das- junta? d. (-
pouco roai gressa de v r
hmeo, e um pouco converader. aind.-. :
barba, mal se dfvnlg* a%tn mb oa
do queixo : rosa,.e s autaoridad.- u i e
capuaes. de campo a eapwfa cto me>io.. i v -io
ao mesme engenho oq do *>lfe, r>*n n.- 5. segundo andst, fertptnrto de M^.,.\ A1
Ferrcira A C. fue aeran reowpfosul -
' Fii?bnrt eagenho CoatauipK
Malla, oeacraee La
tes: cor cabra, ea
oboe, olhos pretos e
n$.e pes pequeo^
do 9Uea snwsa, tem
una mancha
tos. Cora algon>>-----
mt: qmoi h prtWf lew1 a* pat-o
taberna de X do Couto Guimarae?; <|i:
recompeosado.
I


t
i

:


m-f

Diario de Pefnambuco
Sabbado 30 *d Abril de f870.
71RIED1DE
*
*
^*ecs
de Pedro enaltarte
(Continuaco)
Depozeram diversas testemunhas sobre o
nracter de Vctor Noir, sstentaodo que
re bondoso e prodeote. i ontras disseram
que tmhain ouvido Mr. Vinvrollet. e Le-
chautre contar o que Fouvielle havia dita,
;aas que nao ouvraa fallar da bofetada
'ada por Vctor Noir. *
Cnniecou a inqnirico das testemuiihas
ie defeza.
O visconde de Clary disse : que o p-ioj
*:pe costumava andar empre eoni pisto-
la*.
A audiencia fechou-se s 5- horas da
Urde.
No dia 21 a audiencia abrio-se s i I ho
ras e 10 minutos.
Contnou a inquirirlo das testemunhas de
iefeza.
W. Tterrieu commissario de polica disse,
qne fot depois do crime a casa do principe,
e que he vio no rosto o vestigio de uma
ojatus5o; que o principe Ihe dissi que
viotor Noir Ibe baleu; e que Fouvielle o
tncacava com um um tiro de pistola
0 advogado Floquet notou que a teste-
mana no sen seu prmeiro depoi nenio
rJWllou do vestigio da contus5o, e parque
i i levantou auto contra o acensado.
Mr. Turnea disse : que o motivo f-i por
rer tfjffir attenfo a outras circuatshneias
mais irop jrtantes, e que nlo levantou mito
por saber que o poder judicial tinha coma
;j) swatinvestigac58s.
Mr. de la Grade, redactor do Paiz. disse
) mesmo-que mr. Granierde Cassgan.ie.
Mr. Delasalfe, coronel reformado disse :
que ouvio dizer no caf Helder: Vctor
Otr nio ha de perder esta oc:asiode dar
:^bo de ura Bonaparte.
Mr. Defresne dono do caf Helder, oj-
io o mesmo, e disse : que Vctor .Noir
teve duas altercacoes no seu estibeleei-
"eiitu.
Mr. Bouvet, dono do caf de Madri 1. vio
caa desordem entre Vctor Noir e outra
p-?ssa, chegando ha ver pancadas.
Mr. Constant com casa de past > em
Montparnasae pedio militas vezes a Vctor
Noir que sahisse dos seus bailes por de-
.ordens.
Mr. Devilers
acciuado injori-issd un grande partido, que
nlo e u i! i i'i :c">o, e oppoz-se ao reqier-
inejto do pr,)crad.rgeral, requerendo que
Fouvralle fosse adihittido na sala da au-
diencia,
O tribunal recolheu-se para dliherar so
bre este incidente.
Lou-se a de-toraclo escripia do Sr. Pas-
cual Grousset:
Prmeiro depotttunta.
Jjj Francisco Pasqual Grou'&et, de
viole cinco annos de idade, jornalsta, mo-
railor na ra de Rennes, n. 75.Cinco se-
minas antes do aconteeimento, principiara
uma polmica das mais vivas entre o Ave-
nir ik l'i C)rse, jornal ni) sellado e nlo
habilitad) que se publica em Paris, ea
{canche, jornal demosralico da Coreega,
que se imprime em Bastt.
O principe Pedro Bonaparte veio intro-
era ir a casa deftojhefcrt. na roa drfro-
ven:e, R* 57.
Eocontrei no caminho, i esquina dajroaJ
Droaot, o Sr. Rochefort^frtljf deTH
era perto de onze e mito.
As primeir* pala Tras de Rochefort,
me vu, forta estas:
la agora procura-lo;. acabo de receb
ama provocaclo do.Sr. Pedro jtonaparte:
quer ser meu padrinbc lllre ?
Observe a Rocbeity-t que me vil obriga-
do a declinar a sua proposta, por ter eu
tambera urna pende icia de honra encetada
com Pedro Bonaparte.
Concordou-se entlo que pedira ao Sr.
Arnoult para ser seu padrinho, e fomos
Marselheza.
Pelo caminho. tentu Rochefort decidir-
me a n3o enviar padriulios -ao principe
Pedro Bonaparte ; respondi-lhe que as nos-
casa do prncipe a ehegada inevtarel dos
padrinhos de Rocbefort, para os informar
Va.
Mml^aj eslava vio sabir
elle ia bafeas Dr. Pinel
JH ^-0,
dizendo
porta:
s pessoas que se
0 principe ten-a
metter-se, no dia 30 de dezembro passado, sas pendencias eram perfectamente destine
nessa polmica, publicando do Avenir deta las e de Denhum modo se cootnriavam.
chimico, ouvio duas pes-
soas, que iam em uma carruagem, dizerern:
Tens um rewolver, eu levo uma bengala
>m espada Galland, fabricante de ar-
oae iJisse : que o principe andava sempre
.a. do.
3 gpiwral Plombir disse : que o principe
:. porou valerosamente uo cerco de Ziat-
i.
Q i(lvoado Laurier perguntou porque
ivo deixou o principe de pertenec- ao
ezercito.
I twmaaba respondeu porque foi inoum-
r. 'o de urna commisso.
O advogado replicou : se tinbi Invido
iemiasao, ou commisso.
O advogado Leroux confessou que o
r.efa tinga commettido' uma falta, inais
$16 Hwipre se portou com valor, e em
ftSfflv *> iiiimigo nao pedio a sua damis-
v genera! Plontbim perguntou o qii3 se
a em Franja, se o primo do presidente
leixasM matar pelos rabes.
d advogado Laurier: diriam que tinha
i o seu de ver valorosamente.
Qs capites Teuter e Llopis disseram o
no.
principe disse : que a testemunha teve
m ,is valor do que a faeco a que perten-
Maa os aivogados.
Sossorro e approvaco).
adogade Laurier disse : que sex pro-
.-i') alguma foi insultado pelo aecu-
i
O principe disse: que o- advogado se
. ,'.ia rdo.
[feste momento ME de Fouvielle poz-
' eiop e gritou ao principe: O aecusado
tssinoa cobardemente V. Noir.
Estas palavras produziram grande agi-
U-. jo e altercares no auditorio. Fouvielle,
Lodeado pelos gendarmes, foi levado para
ii i da sala. O aecusado tambem se ret-
;.
\ sessio suspensa por algun? minutos
.linuou depois.
O procurador geral Grandperret reque-
.. qne se formasse auto a Fouvielle.
O advogado Laurier requercuao tribu
,. que Uzease com que a discusso corre>-
jvquiilimente e nao consenlisse que o
Cors uma carta de requintada violencia;
os redactores da Ffevanche eram especal-
mente alcauhados de fardani (mendigos),
de cobardes, de judas- d'opproirio do seo
paiz, de miseros a quem os mariolas do
mercado deveriam encarregar-se de dar
uma lifSo tocante e a quem os mottanhe-
zes corsos teriam j posto as tripas ao sol
se Ih'o nao vedassem.
O numero do jornal Avenir de la Cors,
que advogava essa carta, chegoo a Basta
uo dia ou 5 de Janeiro, o produzio- al t
a mais triste impressSo, n"uor paiz dividido
como a Corsega pelos odios seculares, onde
as dissences politices ou peseoa esto a-
ailaMpte se ensanguentam. tTaanimimente
se considero i a provocago a&- assassin
cptida na carta como um perigt> dos-mai
seiios para a vida de todos os redactores-
da ttevanchc.
O Sr. Tomasi, redactor em chefe da Re-
canche, apressou-se em escrever a todos
osj circular, na qual Ihe indicava o artigo do
principe Pedro Bonaparte com o pedido de
O'apreG ir como elle mereca : ao mesmo
lempo, outro redactor da Bwmmke. o Sr.
Fannolet membro do conselho da ordem
dos advogados de Basta, enva ra-me para
Paris, onde son encirregadi de -epresentar
a Iiecanche, o numero de 30 de dezembro
do Avenir de la Cors, e acom panhava a
remessa d'uma carta onde especia Imen se
encontravam as seguimos palavras bem sig-
nificativas :
Condece este paiz, meu caro1 amigo,
sabe qpe importancia podem aqu adquirir
as antearas de morte emanadas d'an ia bocea
principesca. A partir d'hoje, tinha como
cert) que andm seriamente ainec; idos os
nossos .lias..
Os nossos dldees nk> sabem discernir
o justo do injusto. O que ros ferir, jtilgar-
se-ha d'antemo eerto da imponidide
llavera violencias, sen duvida nenbuma.
Estes documentos cttefirara a Pa ris no
sabbado 8 de Janeiro. Logo vi a gravidaJB
da siluacao em qjoe estavam collocados 06-|
meus collaboradores da Rerancke, e disae
comgo que s bavia um meio de dar a
essa polmica de alto ton unta solucab-j
simples e definitiva ; era pedir a Pedro B-
naparte uma saptisl'aco por meio das armas-,
em nome de todos os redactores da Recava-
che, ultrajados no seu artigo.
Fui nor consequencia ao escriptoiio da
Marselheza com tencao de pedir aos mese-
amigos Vctor Noir e Fouvielle que me se^
vissem de testemunbas.
S la encontrei Vctor Noir, que acceitoai
inmediatamente a missio de que eu tei>
cionava enearrega-lo, e adiamos para o da.
seguinte domingo, o nosso accordo deflniti-
vo com Fouvielle.
No dia inmediato, domingo, 9 de janeir*
s quatro horas, encontrei no escriptorio da
redatco os meus dois amigos: FouvieHfe
acceilou a commisso, como a acontara Vc-
tor Noir.
Dirig all mesmo minbas dua3 teste-
munhas a carta que havia de ser lida ao
principe, e que acabaos de me apresentor.
No dia seguinte de manhaa, segunda fei-
ra, 40 de Janeiro nejas 9 horas, levou um
moco ao meu domicilio uma carta de Fou-
vielle, informand>me de que Rochefort, o
nosso redactor em chefe, soubera na ves -
pera noite a raissao que eu confiara ao3
meus dois am'gos e qne Ihes denunciara o
d^sejo de nao levar por deante as penden-
cias, emquanto elle nao fallasse pessoahnen-
te comgo.
Fouvielle advertia-me tambem que me
esperava uma hora da tarde no escripto-
rio da Marselheza com Vctor Noir.
Dei-me pressa, logo depois do almoco,
FOLHETIW
0S DRAMaS DA ALDEIA
POR
Ponson du Terrail
Gontinuacao do n. 91).
XVI
S. Florentino uma formosa aldeia as
margens do Loire, um pouco cima de Or-
a, que tem cerca de tresentos fogos.
A igreja est (n'uma encosta e a povoa-
cj\o estende-se em amphitheatro pela mar-
gem do ro.
Em baixo fica o caminho por onde os
barcos slo conduzidos sirga.
No alto comea a parte agrcola do ter-
reno, que n5o deixa de ser um pouco are-
noso, como todo o territorio de Solonha.
\: d-se bem o pinheiro, e a vinna en-
cootrt uma trra ingrata e siliciosa.
S. Florentino povoa?5o de a^tiquissi-
m origem.
Encontram-se n'ella restos de um cas-
trtlo da/idade media, de um templo romano
e duas- ou tres casas, cojo prtico de ar-
cada conserva brazes antigos.
Estas velbas babitages de ha muito per-
eram seus primitivos dooos e s3o boje pro-
pnedade de lavradores.
Em S. Florentino ji n5o ha fidalgos.
O ultimo que orgulhoso tinha esse titulo
retirra-se para Orleans.
Anatole de Missany era o derradeiro des-
cendente dos antigos senhores de S. Flo-
rentino, linhagem anga, raspeitvel e bem-
%aista. qne dos seclos pasudos dra offi-
oaes do exercito, magistrados e um presi
ente do parlamento.
Esta familia era orleaneza dos tempos
mais remolos, e seus meabros nsarim al-
ternadamente da toga e da espada*
A sua ndole era bem conhecida doi
mus conterrneos.
Gbegados Marselheza, encontramos ah
o Sr. MiWire, que na mesma manba abrir,
na votamos correspondencia do jornal, a
carta de provocaco dirigida pelo principe
Pedro Bonaparte a Rocbefort, e qne logo
Ih'a enviara.
Mlllre e Roehetort partrm ent3o em
hosca do Sr. AruooU, que mora na roa das
Voges, ao pe da- pra^a Real-
A tenc3t> formal de Rochefort era bater-
se n'aquelle mesm dia, se podesse chegar
a Auteuil coi os set padrnbos antes das
tres horas.
Eu esperer no eserptorio do jorpal qne
chegassein- os meus padrinhos. Vieran a
orna hora menes un* qparto ; partimos in>-
mediatamente para Aoteorl oo trem deseo-*
berto dfe- dois logare qoe os condzira a>
Marselherja.
Fomos pelo caminho o mais alegre pos-
'sivel.-
Vctor .^oir, cojo carcter era- sempre
muito a berto e expansiva-, eslava de uma
alegra panicurarinenle netovel.
Ao entramaos er: Auteuil avistamos o
nasso comcaono amigo Jorge-Saotor, redac-
tor do Revt', que pareca' andar paseeandb.
Mandamos-para o trem, e-perguntmos-
!he o que estova alli fzendov
Dwse-nos cjue procurava' ama cao de
campo.
Btssemos-!he qual era o motivo-da aessa
ida Anteui)P e convidmo-lo' ir ter com*
nosco ao d." -i> da Roa Grande,- onde me
acompenharia:. durante a-visita- das nainbas
testemnnbas.
Dpois o trem.contiimou ajuiando. Te-
na mo* caminbado ons cem passos, quwdo
nos lembrmo* que poderia-o'de nos- ae-
sentar-se ao p d cocheiro, e dar logas ao
Sr. Santn, o oaje se fez.
Assict ebegmes defrente ta porta de
uoraero 59- da Ka Grande -dVAutenH, onde
o tre parou.
A [meta estava aberta>;. fumavam os
creados encostados- s hombreipae ; Fovi-
elle e Wctor Noir apearara*se iaaedia*J-
mente e entraras- ra casa.
Santso-e eu fomos a p aoestanco situa-
do efltraxta do bosque de Be leona, junto
da estao ; acoendemos charuto e voitanos-
con versando.
Saiu depois da r-edacc5o coo-Tietor Noir,
para saier- no sesso do iTaleys- Boyal a
morada do Sr. Bonaparte, e vollei pera
minba ccsa:
Chegados- diante do n. HV da casi do
prncipe voltimos esqnerda-e coalinuosns-
o passe pela rea do lado, qae fica qaasi
defronts da casa de Bonaparte.
Ao veitannos ra Grande ( bavia cera
de dez minutos- qjue~ os noseos-aniges nos
haviam dexado), vi Vctor Soir appareoer
no humbrai da parta e cair n passeio de
cabera para diante.
Espesa, disse eu para Santcn. Olha Ntoir
cambaleando; ha.de estar feudo, accrescea-
tei quasi, logo ao M>r que se nai) levanta /a.
Corremos para elle. No mesmo instante
appareceu Fouville gritando contra o assas-
sino.
Levantamos o nosso infefit amigo, e s
tratamos- de o levar pharaacia visiaha ;
nao da.va accord de si, e u j osuppunha
morto todava s-deu o ultimo suspiro
quando o punham no cblo ea botica.
A hora que se segoio foi destinada, s ve-
rifiea?oes medicas e legaes. Proceda a
ellas o Dr. Pinel con o Sr. Lalmaod, se-
cretario do commissario de polica de Pas-
sy, quando foi chamado peto Sr. fttorel, me-
d|co particular de Pedro Bonaparte, para
fazer- neste uma verificar;ao medico-legal.
Pode ser importante lembrar que eu, im-
mediatamente depois do assasinio, tinha
pedido a Santn que esperasse diante da
simulando com as duas m3os
de vinte centmetros de raio
Avara para consigo mesma, liberal para
com os outros. nem orgulhosa nem hu-
milde, a familia Misseny (ora rica por mui-
to tempo.
A perda de uma demanda sm 1760 e a
revolug-o de 1789 occasionaram a sua
ruina.
O ultimo tronco (de quem 'se fallara na
vespera no caf Universal para lisoogear
Vlaurel, o aristcrata adventicio), Anatole,
aem sequer tinha mil e quinhentas libras
de renda e viva com uma velha ta, ou-
t'ora freir e agora saa nica parenta.
O castello ainda conservava a antiga tor-
re e era uma d*essas constroeces de lijlos
vermelhos como ha muitas na margena do
Loire.
Quem descesse o rio ao cahir da tarde
vera aquella amiga habitacao solada na en-
cost, reflectindo-se-lhe as janellas ogi-
vaes os raios do sol, e ainda altiva |e do-
nosa.
Ao longo do valle e das planiciea de So-
lonha dstinguia-se a torre ponteagnada,
dominando lodo o territorio adjacente.
Para quem passava ao longe de S. Flo-
rentino era aquelle edificio sempre um cas-
tello ; mas, penetrando se ali, mudavam as
cousas de aspecto.
O atrio convertera-se em pateo de gran-
ja, cheio de pocas de agua povoadas de
patos.
As gallinhas andavam ali livremente.
O que n'outro tempo fra sallo era ago-
ra daposito de carros e charras.
O castello transformra-se em granja e
s no prmeiro andar que ainda se viam
uns traeos do antigo esplendor.
Uma sala entalhada em madeira de
prego, com tapetaras anadas, tinha meia
duzia de retratos denegridos representando
conselheiros cobertos de arminhos, mosque-
teros de gbao escarate e altos dignatarios
da igreja com sotainas roxas
Eram o avoeogos de Misseny.
Anatole viva remediado com o seu
pouco. >
Era uma rapaz di vinte e seis annos, de
estatura elevada, magro, barba castanha
comprida, que Ihe dizia perfeitamente sobre
um rosto destnelo e sympathko,. em que
sobresahiam dons oaos azues um pouco
amortecidos.
Fra educado no- semnaro de Orleans
e'completou depois osetudos nolycea^
Nao tinha ainda vinte annos quando- veio
para S. Florentino, onde receben o ultimo
suspiro de sua mai.
Nao deixou mais a aide'ia e tei-se dili-
gente- agricultor.
A ta estava velha, abndonra-a o vigor
das.pernas, roas conservava o vigor do es-
pirito e uma reminiscencia de admirar em
taes idades.
Irma mais velha do pai de Anatole, or-
gulhosa do seu nascimento, suspirava pelo
esplendor passado, e, apezar da resigna?*)
christaa qoe a animara, tinha momentos de
mdignac3o ao ver o ultimo da sua linha-
gem reduzido quasi miseria.
Aquella celibataria, cuja mocidade se
passra no interior do claustro e o resto
da vida no campo, ignorava o estado da so-
ciedade actual.
N5o perder a esperanca de ver cedo oo
tarde restabelecida a ana nobreza e presti-
gio.
Fa?o bem mal lizia ella em me
affligir por causa do ten futuro, meu filho.
No m de contas, has de ser sempre um
Misseny : alguma rica herdeira se ha de
um dia apaixonar do seo tympathico rosto,
de tuas nobres maneiras, meo fidalgo, e
dar-te-ha o seu coracio e a posse de cem
bellas mil libras de renda em boas trras.
Se ao menos Deus me penmjisse ver tal,
morreria tranquilla.
Anatole sorria-se e calava se.
Havia n'aquelle mancebo om grande fun-
do de philosopjica resignaco, donde re-
sultava cootentar-se com a ana modesta
sorte.
Um rico proprietrio dai vismhancas, qne
usava um dos nomos mais histricos da
Franca, toraira-se adjudicatario do direito
agnipivam
cara assm ,
uma grosora
pelo mepos.
Viera entretanto a maca: eu tinha es-
crjplo familia do-meu iafeliz amigo para
a prevenir da desgraca que a feria, e nos
tinhamos entrado, Fouvielle, o Dr. Pinel,
Lalmand e eu n'uro trem para acompanhar-
mos o cadver do nosso amigo ao seu do-
micilio, em Neuilly.
Pouco tempo antes da nossa partida, o
moco que guardara o rewolver de Fouvielle,
levra-o a Lalmand, que diante de nos ve-
riScou ter todas as balas e que nao fra
disparado recentemente.
Pelo caminho eontou-nos Fouvielle os
pormenores do drama onde elle estivra, a
ponto de ser victima tambem.
0*Dr. Pinel disse-nos enlloque chamado
junto do principe Pedro, fra elle a primei
ra pessoa estranha casa, que ouvira as
suas explicarles do prmeiro instante ; que
versao do principe concordava absolota-
meftfe con* a de FouvieHe, que estava ain-
da, q.uaqdo> o vira, violentamente- excitado,
que ihe dissra com exaltacao ter chamado
aos padrinhos canalhas e lazarentoe, e qoe
nao fra- incapaz de determinar a occasio
da bofetada qoe dizia ter recebido.
O Dr. Pinol accrescentou que no seu en-
tender a ecchymose apresentada na regio
mastoide esquerda de Bonaparte, n3epodia
resultar d'uma^bofetada.
Eis afinal arelacao do-Sr. Fouvilfe, tal
qnai m'a fez em casa do boticario, e depois
no trem que nos levava a Neuilly.
Ao-entrar na easa do principe, entrega-
mos os nossos- bilbetes de visita a um cria-
do; que nos condozio ao prmeiro andar e
nos mandou entrar para orna sata d'armes.
Alguns rainiits depois inirodiaziram-cos
n"um salo ;- estivewos sos algunsinstantes,
depois-entren-o prncipe.
Por ser mais vetbo, tome a palavra, e
disse ao principe : Senhor,-vimos da par-
te de Pasqual Grousset traaer-lhe uma car-
ta ; eu tinha a-carta na mo drreitav o cha-
peo- e a bengala na mo esqserda.
(^principe disse-nos :
Entlo no'veem da parte do Sr. Ro-
cbe3&rt ?
c NSo, dissemos-Wie nos, -urna-penden-
cia differente. >
O" prncipe pegew aa carta e approanou-
se da janella para a lr.
Vkoo-se emsegiMda pranos, esfregan-
do-a aas mos com- ira, e draendo :
Bu qnero bater-aie com i Rocbefort, e
nada tenho que ver cora os- seus mario-
las. 3~
Respondi-lbe::* Senhor, vimos eortez-
mente tratar o?ua caso de heara, temos di-
reito tnesma cortezia da sua parte.
Disse ento: -Soie solidarios desees la-
za rentos-?
VictorNoir, qae aiada nao-allra, redar-
guio iuMnediatamente: Somos soBdarios
dos nossos amigos.
O prinope ieu; una grande- bofetada em
VictorNoir, qae-estaba diante-delle e d-
reita, estando eo- esqoerda, a n'iir movi-
ment- rpido, tirando-da algibeira da-caita
a ma-direita, onde a conservara desde qoe
entroo disparo sobre elle quasi queima-
roupa un tiro de rexrolver.
Noirvirou-.se immediataiaente, e sabio
pela porta por onda baviamos entrado;
Eu, vendo o prncipe dirigir immediata-
menle para mim o C3o do- rewolver, res-
guardei-aae comuna poltrona, e procorei
na algibeira de dentro do meo sobretodo o
rewelver, que sempre trago- comigo no seu
estojoi
A este moviaient que de certo- devo a
vida, porque a bala que tesse instante me
alcaneoo furou a aba do sobretuds. esten-
dida pelo gesto que eu Qira.
O'principe correr logo para entre a por-
ta onde acabava de sabir Victor Noir, de
mieira que me tomara o-passo.
Eu dava cabo dos dedos a ver se podia
abrir o estojo do rewolver, e sen, o conse-
guir.
Avistei no mesmo estante outra porta,
para onde corr. Dava para a sala do bi-
Ihar, onde o prncipe me perseguio, dispa-
rando trceira bala.
Tinha conseguido afinal engatimar o meo
rewolver, que eu conservava apontado para
elle ao retirar-me, e o de certo vista
de cacar na floresta real no districto de S-
Florentino.
Bastante cioso d'este direito, autorisra,
com todo Anatole de Misseny. cacar nos
seus dominios, sob- condiclo de Ibe poupar
os veados e javalis.
Analole era bom cacador e certeiro ao
tiro, e chegado o outomno entrava no ejer-
cicio da permissl concedida pelo rico pro-
prietario. .
No. pobre solar de S. Florentino nlo dei-
xava entlo de haver sempre um cabrito
montea e algumas faizoes- pendurados no
gancho de ferro da cosinha. mas durante
a poca dos servicos agrcolas o nosso fi-
dalgo nunca abandona va os trabaja-
dores.
Terminados estes trabalhos e recolhidas
as searas, sabia todas as manhias aeompa-
nhado dos seus dous podeogos, espingarda
sobracada, levendo por nica refeiclo na
bolsa de caca um pouao de p> e queijo, e
s voltava hora do jantar.
Goma possuia poucas trras e nenhnmas
mattas, nlo era odiado dos catadores peoes
e os caladores furtivos saudavam o amiga-
velmente.
Aaatole conhecia-os quasi todos e mais
de uma vez recebera a sua coadjovaclo
na cacada de um cabrito montez mais
feroz.
No dia inmediato aquello em qoe o cor-
r I ho de Juval np caf Universal se dra ao
prazer de abocanhar o joven castellao, era
j nonte e ainda este nlo voltira do matto.
Os seus dons ces tinham dado, em om
silio bastante remolo, com um bando de
cabritos mnteles que se compunha de
mli e filhos. Esta, sem os querer abando-
nar, deixra-se cercar como um coelbo n'uma
espessa sarca, de forma que o cacador sup-
poz ser aquillo orna raposa. Afinal tomou
o partido de se desencovar, e, atravessando
uma vereda com a rapidez do relmpago,
metteu-ae MU vasta afamada.
O# podencos, de pernas curUi, posto
que fraeoa corredores, sio buscas tenazas.
Sempreincansaveis* na' pista, rarat vezes
dessa arma qnt; hzeno tremer a mSo do
pricipe, imoediorque eu fe*se feridoj jpela
terceira bag-
Accrascdata, cor-o pormenor compfamen-
tar, qoe Vltor Hair, ao cahir no limhr da
porta da ra, tinha a tovas calcadas, a na
mi direita o chapeo, que rebolou pelo
meio do chao.
Disse-me Luiz Noir, irmao de* Vctor, que
a victima possuia um rewolver, que nlo le-
vara comsigo a Auteuil.
Segundo depoimeuto.
Pasqual Grousset, j inquerido :
Pergunta.V se do seu depoimento ou-
vido hontem, que o principal motivo do
conflicto que rebentou no dia 10 de Janeiro
proven de uma polmica travada entre o
Avenir de a Cors e a Re canche, dons pe-
ridicos dos qoaes o prmeiro se publica
em Paris, e o segundo em Bastia ; porque
interveio o senhor pessoaimente n'uma po-
lmica, que s dizia respeito aos redactores
da Rerancke ?
Resuosta.Em prmeiro lugar, a origem
da polem a era anterior j jipar<;ao da Re-
ranche ; era, por assim dizer, pessoal entre
o redactor em chefe do Acerm de la Cors
e eu.
Em segando logar, eu era om dos fun-
dadores do jornal a Revanche e o seu nico
representante em Paris. Eu estava encar-
regado formalmente e por eseripto pelos
meos collaboradores- de os representar em
qualquer occasio.
P.Comprehende-se o fim dessa emisslo
quando se trate dos interesses do jornal,
mas nao se entende qoe o senhor julgasse
dever antepor-se ao colaborador a quem
essoalmente diaia respeito a polmica.
. Urna provocago a dnello nunca deveria
resultar de uma polmica mais on menos
violenta acerca de cousas; s se explica
quando ella fere directamente as pessoas, e
a pessoa offendida que deve ser o nico
juiz da natureza da- satiseco que desejar
pedir.
R.O artigo pub'icado por Pedro Bona-
parte no Avenir de la Csrse, era insultante
para todos os redactores-da- Revanche, e nlo
para nra especialmente.
Pedro Bonaparte chama va-nos a todas co-
bardes-, mendigos, traiores, judas, oppro-
brio da-naci, homens que precisavambas-
tonadas, e nlo fallando na provocaco ao
assassioto que est no mesmo artigo.
Estes insultos offendiam pessoalmente
a mim que sos o redacacr mais assidooda
ttevanckt:- B demais, o- artigo de Pedro-
Bonaparte, principalmente dirigido contra os
detractores de Napoleae Ij offendia par-
tkolarmeate- a mim que publicara havia- um
mez apenas um livro acerca do golpe de
e*tado de brumaire do aano VIH.
Finalmente, em presenta do legitimo
a'alo, dos temores, por demais fundados,
qae o artigo de Pedro 3naparte levantara
na Corsega, cuide que toaiava oo achava a
sotocao mais simples e menos sangrenta,
convidando Pedro Bonaparte a om comt ate
que, entre pessoas honradas,- terminara de-
finitivamente a qpestlo.
P.Sabia qne o Sr. Fouvielle, ao ir com
Vctor Noir levar ao principe a carta que-o
senbor Ibe essrevi, estivesse armado de
urna pistola e de urna bengalla de estoque ?
ReIgnorava completaoente que Fou-
vielle estivesse armado nesse dia, mas ba
muito tempo qae Ibe conbeeo o eostumede
traser urna bengaJla de estoque, e desde
que viaja va fraquentements na qjoalidadade
redactor em chefe do jornal a tinha dincta*
dc-Dtkppe, tomara o habito de conservar
sempre na algibeira um rewolver.
AInfere -se do seu depoimesto que hou
ve- pelo menos-umagranda imprudeacia.oos
preparativos a.provocaco-e na escolha dos
padrinhos.
Er regra seguida, cuido eu, aeste geaero
de-pendencias, que escolha jdo-se aslsste-
muflhas d'entre os amigos, sejam estes pes-
soalmente ostranhos aos eoUvos que origi-
naram o duch.
Ora, esses motivos eram poticos, inte-
ressavam a redaefao do jornal a Maraeihe-
zci.de que es seos.amiges eram collabora-
dores. O senhor devia receiar que, anima-
dos pelos mesmos sentimentos, n > conser-
vassem a placidez e a moderaco necessarias
no papel de padrinhos desinteressados que
deviam representar.
Accrescento qoe acoaipanbando-os at a
casa do principe, o senhor conservava-os
ras mesmas-alsposices-.
A escolha^ de Victor Noir, de 21 annos de
idade, cajo carcter pareca violento, ha-
via de envenenar as relac&es que natural-
mente se estabeleceriam com a pessoa que
era objedO da provocaco.
*
perdem o rasto da caca, e, se ella lhes to-
ma grande aono, nem por isso deixam
de a seguir obstinadamente.
Anatole seguio os caes.
Um guarda de mattas que o encontrou
disse-lbe :
O- senhor d3o alcancari titubeado o
cabrito, porque elle leva a direcelo de
Curcy deve cortar pelos Oilo-Caminhos
talvez antes de dez horas da noute nlo torne
voltar aqu.
Segui-lo-hei redarguio Anatole re
sol ut amen te.
Bem o creio, proseguio o aldelo
mas o senbor nlo passa som apanhar
chova.
E apontoo-lhe para o firmamento, no
qnal se viam correado impetuosamente
grossissimas nuvens.
Anatole proseguio no seu intento.
Por duas ou tres vezes parecen a caca
voltar, mas os ces, qu Ihe nlo perdan a
pista, obstavam a que ella se acootasse.
Horas depois o animal tinha descripto o
gyro annunciado pelo aldelo e dirigia-se ao
mesmo ponto d'onde fra desencovado pelos
ces.
Anatole oceultra-se n'uma vereda es-
pera.
O cabrito appareceo, e, extenuado de fa-
diga, caminhava aos cacapos escota do
ruido.
Q cacador es;orvou e fez fogo, mas o
animal desapparecen sem que elle podesse
disparar o segundo tiro.
Aquella erro de pontaria era cousa rara
em tio bom alirador, mas da- certo fra
obra da Providencia, qne se amerceoo das
agoniard'aquella infeliz mli.
Sendo j noute, deu voz de regresso aos
ces.
A chuva comecava a cahir em grossas
gotas.
A'cem metros de distancia, na clareira
do bosque, destinguio elle uma casa : era o
Sapal, a casa da viova onde no comaco
d'esta historia vimos o cora Duval encoq>
trar-se coro Saurio.
os meus padri-
qne constitua a
diante da casa-do
caso mais iantil.
K. t natural buscar os padrinhos entre
mente estraalios peni
Banaparte e os rodador da Revmhe.
Entlo s bavr na M$eBeza om artfgo
coDcernente a Pedro Bboaparte, e.^sse ar'-
tgo ara de Lavigne.
Quanto provocaclo dirigida por Pedro
Bonaparte a Rochefort e que este receben
na segunda-feira 10 de Janeiro, as minbas
testemunhas s souberam disso por nm :
contei-lh'o quando amos para Auteuil.
Accrescento que Victor Noir, que
jornaes teimam em a presentar cooKH ca-
rcter violento e arrebatado, tinha pe con-
traro o carcter mais suave e maU .mo-
derado ; as pendencias de rapazes. davam-
Ibe sempre o papel da conciliador.
Apezar da sua mocidade, tinha o espirito
mais serio, e nlo se esqueea que desdo a
idade de treze annos, se va entregue a si
proprio e aprender a guiar-se saiofco na
vida.
Se acompanhei os meus padrinhos a Au-
teuil, estava absolutamente no oseo direito,
e a minba idea era saber mais rpidamente
o resollado da entrevista.
O cocheiro do trem que nos levou a Au-
teuil poderla, se fosse preciso, affirmar qne
nossa conversacio nlo era a de quem se
excita mutuamente violencia.
P.O principe eslava prevenido da ehe-
gada de seus padrinhos ?
R. Nlo, que er> saiba
nbos levavam-lhe a carta
provocaclo.
P.A sua presenca
prncipe tornava-se nesse
porque o principe, ignorando a visitados
seus- padrinhos, nlo podera escolher os
delle, e a hora a que lchegaram torneva
impossivel o encontr aaquelle dia.
R.O encontr naquele dia j era efie-
tivamente pouco provavel, mas nlo era im-
possivel, e eu dfesra aos meus padrinhos
que apressassem uma pendencia, queja
durava bavia dous das.
P.9 senhor disse qus o uso neste ge-
nero de pendenciae prohiba o encontr
depois das tres heras da tarde. lor conse*-
guinte, sendo hora e meia quando os seus
padrinhos estavam eocn o principe, nlo res-
tava tempo bastante para este arranjar os
seus pacriobos, p-dos era presenca dos
seus, discutir a escolha das armas, as con-
dicoes do combate, e especialmente o sitio
do encontr, que havia de ser por forca
aflastado *
R.A probibiclo bs dueMos depois das
tres horas nao se observa rigorosamente ; e
dentis, repito que o- combata me pareca
pouco provavel para aquelle meso dia :
mas que dS era impossivel, e eu-no que-
ru juntar mai tima dilficuldade, estando
longe do sitio- da entrevista.
Depois dtsta leitura levanloo-se a au-
diencia s cinco boras, Seando adiad para o
dia seguinte s onz horas.
Durante a-audiencia consrvense grande
mialdlo pelos arredorodo tribunal.
Estava, cerno no dia antecedente, grande
povoleu em torno do tribunal. Em- todas
as caras se a ota va muita curiosdade. Um
piquete de tropa eontinha o puboo certa
distancia.
Na audieaoia, a sala cheia. Discutiam-se
os- diversos incidentes da audiencia prece-
dente.
No bemiriolok por traz 4o tribuna*, riam-
se: o mareshal Baraguey d'Hillarde, o pro-
curador gera!-junto do tribunal de Orleans,
o prmeiro presidente de mesmo tribunal,
o prmeiro presidente do tribunal' do Bou-
pes, o mairs-de Lours, o presidenta do tri-
bunal civil de Tours, o prefeito Paulze
dlvoy, o coronel do 2o regiment de infan-
tera, etc.
Ars onze horas e cinco minutos> tomaran
lugar os jurados nos seus-bancos.
Falla va HBt jurado, que cliegoa s onze
um qnario.
Consliiuio-se iuiuiediaiamente o tribu-
nal.
Foi intreduzdo o reo, acompanhado por
um capite- da gendarmera.
Presideate :Keu, temos que Ihe pedir
uma expcacao que o Sr. j deu talvez,
mas que passou desapercebida. Disse que
ao fallar com os Srs. Fouvielle e Noir,, o>
Sr. responder eom o braco-esqoerdo meio
erguido n'uma attitude enrgica. E ato f
Reu.Fiz esse gesto, como faz quem
quer apoiar o que diz.
P.Por conseguinte, nlo foi com inten-
Clo ameacadora ?
R.Nao,, de certo.
Continuar- ge-ha.)
---------1--------------------------------------------
Anatole refugiou-se ali.
A Ceifeira j nlo tinha as febres ; reco-
mecra.asna laboriosa vida, e, gracaspor
certo s consolaces do cura, a pobre viuva
readquirira a sua coragem.
Anatole foi bem recebido. Accendeu-se
grande fogueira e o cacador sentou-se a
ella com os seus dous podengos aos ps.
um grande aguaceirodisse a Cei-
teira, examinando o tempo janella.Den-
tro de uma hora estar o co limpo de
nuvens ; mas, em todo o caso, aqu nlo
chove e o senhor poder comer da nossa
sopa.
O mancebo agradeceu com nm sornso.
O criado velha estava na eir e a Criada
vesga nlo regressra ainda do campo.
Achava-se, pois, ali a Ceifeira s com os
filhos e Anatole.
Bateram porta e logo| entrou ou bo-
rneo, dizendo :
Ta Rosa, Vmc. tem sempre sido ea-
ridosa e nlo recusar uma fatia de po 4
quem nlo come ba dous dias.
De certo que te nlo recoso acudi
a viuvanem po nem um cildo, e, se nlo
livores onde fiques. dar-U-hei pouseda.
A lia Rosa uma boa alma !disse
o recem-chegado, qoe ficou trmula ao
encarar com Anatole.
Os infelizes auxiliam-se uns aos ou-
trosnroseguio a viuva.
Vmc. nlo me tem raiva, como todos
por esse mundo ?
Nlo, meu rapaz, por quanto, ba um
santo verlo, om bom serr de Dos, qoe
me affirmoo estares tu Innocente do crime
que te attribuem, e creio mais n'esse s, qne
te absolve do que em todos quantos te con-
demnam.
O recem-chegado era Rouxino o Esquilo,
a quem a opinilo publica nlo coasava de
apontar como o assassino de Saurn, apezar
do verodictum negativo do jury.
fCon/twiar-w-Aa.)
Ttr\ DO UIO -flUA WJOJJt DE G4X1S
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I
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