Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12101


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Full Text



V
>K
\
\
>

*"B*
PARA A CAPITAL l LGARSS OIDK IA0 SE PACA FWTE
*or tres mezs adiantados...........
or s ditos idem......... \ \
Por ufflrHnfto idem.. v ; ] j ]
Cada mumero avolso. 'i .... .
.....
80000
12)9000
244000
320
- MI" JA
SEXTA FERA 29 ut adeiil uc ioiu
PABA DEITRO % FOIA DA PBOVCIA.
Por tres mezfts adiantados .
>or*ei8 ditos idem. .
Por jibre ditos idem .
Por um nno idem .



12
27*
i
Fropredade de Manoel Figueira de Faria & Futios.
8AO ASENTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Gonfalves A Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty; Jo5o Mari Jatio Chayes, no Assq ; Antonio Marques da Sito, no Natal; Jos
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penba; Belarmino do Santos Bofcao, em Santo Aoo ; Domingos Jos da Costa Braca,
* Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Altes, na tanta ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
em
PARTE OmCIAL.
inlsterlo dof negocios estran-
gclros.
Legaba de Italia no Brasil.(fio de Janeiro, 10
de abril dV 1870.
fxcellencia.Tive a honra de receber a circu-
lar pela qual V. Exc. participou-ine offlcialmente
que, era consejuencia dos triumphos alcanzados
petas armas aladas no Paraguay, chegou a guer-
ra a seu termo.
la cnmpri o dever de communicar ao governo
do rei a noticia deste aconlecimento to glorioso e
satisfactorio para o Brasil. Nao duvido que esla
noticia ser rebebida cara prazer, qae ser maior
sabendo-se ao mesmo lempo que o governo impe-
rial tornou medida* ulrlissimas para o commercio,
come sao as que V. Exc. me annqncia da isenclo
de direitos da alfanlega em Corumb e da livre
navegado do ric Paraguay e seus affluentes.
Rogo a V. Exc. que aceite a expresslo de minha
djstincta e alt i consideraras.
A S. Exc. o Sr. conselheiro barao d* Cotagipe,
ministro dos negocios estrangeiros.Rio de Janei-
ro.A. Gonella.
Legaco dos Estados-Unidos.Petropolis, 12 de
abril de 1870.
Secbor.Tenho a honra de accusar a recepcio
do vosso despacho de i do correte, e de assegu-
r.u-v.s que o governo e o povo dos Estados-Uni-
dos hlo de saber com grande satsfarlo que o Bra-
sil e as repblicas visiohas gosam" outra vez de
paz e tranquillidade.
A guerra torna-se per todas as razes mais hor-
rivel proporcio do progresso que faz a civilisa-
cao do mundo, e a triste experiencia do Brasil, e
recentemente do meu proprio paiz mostram tanto
ao imperio, como repblica que so se deve re-
correr tal neeessidade, quando a conservadlo da
vida e honra das nacoes o exigem imperiosameo-
te Digo isto com o maior respeilo, certo de que,
na digna e honrosa poslo i|ue os Estados-Unidos
occupam para .-om os belligerantes durante toda
esta guerra, terah visto o seu amor aos principios
e justica e urna estricta conformidad*; com urna
poltica establecida.
Nao tenho deixado de fazer sensiveis ao governo
'los Estados-Unidos as provas de humamdade para
coa os Paraguayos de que hei tido conhecimento,
e a minha Broie convcclo de que o Brasil foi in-
: Jiramente bou'sto em suas boas inlencoes para
om um povo, hoje arruinado, cuja bravura e
desinteres9ada dedicacao ao seu governo e cujos
sacrificios, feitos.a um despota descuidado e sem
principios, nao tem exeraplo na historia.
Creio. Exm. Sr., que este ha de ser o sentjmen-
to predominante no povo dos Estados-Unidos, o
tftiaJ, sempre disposto a sympatbisar com aquellos
ri.' lutam pelos principios que tao caros Ibes sao,
nao se deixa Iludir pelo nome sem a realidade do
republicanismo.
Nao obstante o que se possa dizer das causas
.ie'-ta guerra e das terriveis perdas que occasio-
noa, um grande principio parece ella ter estabele-
cido para sempre, eeu consordo com a maior cor-
dialidade, como sei que concordar o meo gover-
no, em_ tudo quanto digo daquelle tnumpho da
civilisacio, que assegura a livre navegaco do
Prata e seus tributarios nao so ao imperio e s" re-
pblicas riheiriiihas. mas a todo o mundo, e que,
en confio, assegura aos alliados e ao Paraguay lon-
gos annos de paz e prosperidade, fundados em justa
onsideracao e em mutuo respeito.
Eu faria, senhor, aoajor injustira ao meu go-
verno,-se nao manifestasse desde j ao governo
imperial e a seus alliados minha alta apreciadlo
di amor liberdade e da considerarlo para com
as massas de que elles dio prova," deixando ao
pvo paraguayo, em su fraqueza, o direito de
-tabslecer a forma do seu governo e de escolher
seus governantes por meio de urna livre elei-
>;.io.
A repblica do Paraguay, firmemente estabele-
cida (mediante o cuidado especial dos alliados e
no que soja posta em perigo per qualquer delles)
- i i de novo prospera e feliz, e, sendo ella urna
uradoura demonstrarlo da absoluta necessidade
OUB ha de retaques tranquillas e pacificas no Rio
ia Prata, amigos e inimijos folgarao igualmente
cota s uuica compensaran que llies ple vir da
tora prova pela qual todos elles passaram.
Aproveito esta opportunidade para renovar a V.
Uve. as seguranza? de minha mais alta conside-
rado.
A S. Exc. o Sr. bario de Cotegipe.Henry T.
Blm.
Uegaco da Blgica.Theresopolis. l de abril
de 70.
Sr. ba,rao.Tenho a honra de aecusar a recep-
to da nota que V. Exc. servio-se dirigir-me em
do correte, para dar-me conhecimento da noti-
cia official do triumpho dos ejrcitos alliados e do
tim da guerra do Paraguay.
Felicitando sinceremente ao governo imperial e
a V. Exc por este motivo, espero, como V-Exc,
)ue os grandes sacrificios feitos pelo Brasil traro
vanujoso resultados para a civilisacao e para o
commercio do muedo.
Aproveito-me desta occasiao para renovar a V.
Kxc. as segorancas de minha al:a considera-
rio.
A S. Exc. o Sr. barao de Cotegipe, ministro dos
negocios estrangeiros.E. Atspacli.
EXTERIOR.
ODTEVIDKO, 9 DE ABRIL DE 1870.
Vi-me obligado a fazer urna viagem a campa-
ulia, e por este motivo deixei de escrever ltima-
mente a resenta das principaes oceurrencias deste
'tado. Preencherei hoje a lacuna pintando o
estado actual do paiz. que digno de seria alten-
cao.
O movinieato blanco encabezado por Apparicio
<: Moniz nao So insignificante como se pensava,
e o proprio Bustamante j est alarmado com a
su* exlencao. Elle foi combinado nao so na cam-
paaha, como at na capital, onde nao arrebentou
urna revolugo para apoia-lo, por causa da ener-
ga e vigor desenvolvida por aquelle ministro.
A occasiao foi be*i escelhida para esta tentati-
va. De um lado o partido blanco, perdida a espe-
raoca que tnha na coadjuvagao com que contiva
da parte do tyranno do Paraguay, reconheeou que
s por seus proprios esforijos poderia reconquistar
o poder e sabir do ostracismo em que vegeta ha
cinco annos. Esta convjccio influio no animo dos
mais tibios para obriga-los a sabir campo. A
viagem recenta que o ministro citado fez a En-
tre-Rios, e os obsequies que racebeu 4a parte de
l'rquiza Ibes dissipou tambero alguma illusdes,
provaodo que este caudilho, I inmensamente rico, e
no ultimo quartel da vida, nao pensa agora senao
om desfructar a regia posicao que soube crear
para si, sem querer mais envolver-se as nter-
mina veis dissidencias de seus compadres do estado
vizinho.
Por otro ladp o desespera do partido blanco
coincide com a divisao profunda do partido colo-
rado, distingoindo-se cada ira dos grugos pela
intolerancia e odi que reeipreamate so vo-
tam.
Os Ramrez com seas provoeacoos. em primeiro
u,'ar; Bostamajite com sqas wltxttiiS depoi. e
Bartle com sua hesitaco e pannos quentes consti
tuiram urna situacao indefinida, que se revela pela
importancia e esterilidade e que anima os verda-
deiros adversarios della a aproveita/em-se da bre-
cha feita por aquellesque a deviam defender, 4>ara
galgar o oder.
Ninguem com fundamento pode anda dizer o
que sahir deste embroglio. O governo (az publi-
car que a campanha toda est em p para casti-
gar Appariiio; aoumera as fonjas que voluntaria-
mente se reunem era todos os departamentos para
defeza da legalidade; indica os nomes doschefes
de mais prestigio que Ihe iuram fldelidade inaba
lavel. Entretanto Apparicio passa impunemente
em toda a parte; entra em pleno da em Florida,
o sorprende o cnefe poltico, que e coronel Enea
ro, e o deixa farido; corre ao Cerro Largo, j ni-
nossa fronteira, e consegue que a polica e algu-
mas torcas all existentes se pronuncien) a seu
favor I Os chasques (correios) cruzam-se em
lidos os sentidos. Manduca Carabaial, Henrique
Castro, Mximo Prez e outros caudilhos da mes-
ma importancia arrebentam cavallos na persegu-
cao das torcas revoltoas, e ellas esquivan) o cora-
bate, entrando aqu, cceultando-ss acola, mas
engrossando sempre e trazendo tudo em celeu-
ma.
Por ora ellas tm respeitado a propriedade es-
trangeira, e nenhuma queixa appareceu contra o
seu procedimento, mas esta bbndade nao pode du-
rar muito, e nao tardaremis em ler que registrar
os excessos de um e de outro lado.
Emquapto isto se passa no interior, onde todas
as transaccoes e trabalhes (fainas) licam parau-
sados, na capital se descobre urna conspiradlo si-
nisira, da mesma natureza daquella que foi diri-
gida pelo desgranado anciao D. Bernardo Berro.
Immedatamente Bustamante faz recolher priso
lodos os blancos de consideracao que aqu se acha-
vam e qae nao puderam escapar-se gracas ra-
pidez e sigillo com que seus agentes cumpriram
as ordens recebidas.
A seguinte relafo prova "a importancia dos
preso?:
Generaos : D. Andr A. Gomes, D. Lucas Mo-
reno, D. Juan Cerania, eommandanle Amllibia ;
coronel Picard, coronel Hermenegildo Fuentes,
Dr. D. Pedro Fuentes ; majores : Jaci tho Lopes,
Antonio Prez, Francisco X. Acha, Jos R. Dar-
ra, o Donato Espno : commandantes : Buena-
ventura Vasques, D. Pedro Rebollo, D. Jos
Curbello, D. Clemente Linares, D. Antonio Bric-
tos, D. Fermn Sanes ; isommandante Lzaro P-
rez ; coronis 0. Faustino Mndez. D. Juan Jos
Erausquin, D. Juan Francisco Pampillon, D. Be-
nigno Prez, D. Vicente Marrupe, e D. Gregorio
Sbacra (hijo) ; Drs. D. Jayme Esraullas, D. Pedro
Velasco, D. Carlos Rodrguez, D. Gualberto Mn-
dez e D. Alanacio C. Aguirre ; coronis D. Miguel
Fernandez, D. Pedro Brun, D. Amaro Sicura, D.
Gregorio Brun e D. Jos Luiz Antuna ; eomman-
danle Demetrio Lagos; Dr. Juan Jos Vewera ;
capitao Porto.
Entre estes nomes os leitores encontraro os de
mulos conhecidos antigos, que figuraran) na ques-
tao oriental que deu ongem guerra do Para-
guay.
Dep >is de proceder a um minucioso interroga-
torio, o ministro qne tinba conhecimente do fio do
trama pela correspondencia que interceptou e to-
Ion, o que, (entre pirenthesis) nao aqu nego-
cio para muito escrpulo, mandou soltar os menos
comprometidos, e deixou ficar anda detidos os 17
figuroes que fazem parte da lista.
Alin desta medida de rigor lem elle adoptado
outras, e tambera tomado algumas preventivas.
Em consequencia da deslealdade do coronel D.
ngel Moniz, que se uni aos revoltosos, foi elle
eliminado da classe militar, e destituido de seu
posto cora a nota de traidor.
Foi armado era guerra o vapor Rio Uruguay
para cruzar no rio do mesmo nome, e prohibir a
passagem continua dos blancos que sahem clara-
mente da Concordia para o littoral era frente, afim
de reunir-se a Apparicio. Mandoa-se aquartelar
o Io batalho de guardas nacionaes da capital, e
sua officialidade, principiando pelo eommandanle
foi qnasi toda'substituida ; o que indica que o go-
verno nao depositava mui;a confianza nelle.
0 general Caraballo, em um manifest a seus
coneidadaesi procura explicar a causa porque em
momentos tao difficeis para o partido colorado elle
cruza os bFagos, e deixa desiruir a obra que com
quatro cempanheiros iniciou para remiro paiz.
Segundo este manifest o governo cul >ado pe-
la falta de seu concurso, e de outros chefes pres
tigiosos que consideran) o movimento revolucio-
nario mui grave, mas niio podem auxiliar urna
administraco que s vive pela cxploraco de al-
guna ambiciosos vulgares.
Bustamante, considerando que esta alluso lhe
era dirigida, responde em artigo de fundo da Tri-
buna com urna verr na furiosa, e interroga o ge-
neral para que lhe diga desde quando existe a
vergonhosa obrigacao para o governo de urna re-
pblica, de collocar-se de joelhos ante a racbilica
pessda de um caudilho nes momentos de' perigo,
quando o inimigo se acha em frente ? Por este es-
tylo contina a Tribuna, a pde-se conjecturar o
effeito que lera produzido
Emquanto o governo assm fracciona mais o
seu partido, e torna irrec'oncilaves os grupos, o
inimigo trabalha em reunir todos os elementos,
em aproveitar lodos os dsseontentamentos, e pro-
cede de modo a indicar que conta com o prin-
cipal recurso para lazer a guerra, que o di-
nheiro.
Na Concordia, villa Colon, Gualegay. e em ou-
tros pontos de Entre-Rios, fronteiros a cosa do
Uruguay, trabalhase com actividade, e o comit
revolucionario que se acha installado em Buenos-
Ayresf tmbern nio descanca.
Este comit compoe-se de iu Reis, Aurelio Pa-
lacios e Palomeque, que se prepara para ir collo-
car-se frente das torcas blancas, como chefe do
estado-maior.
ltimamente esta va pro npto um contigente de
130 bomens, a maior parte paraguayos engajados,
para marcharen) para o outro lado do rio. Este
contigente est armado como infamara, e o go-
verno, recelando que elle accoramettesse Paysan-
d, mandou reforcar a guarnicao daquella praga
com mais 70 bomens.
Continuamente passou aos dous e aos tres por
Fray Bentos, soldados recrutados para Apparicio,
que sao pagos com anticipacao da metade do pre-
mio de engajamento. Estes estorcos sao inquie-
tantes. Donde tiram os agentes blancos o dinheiro
que est despendendo com tanta ostentadlo t Eis
a pergunta que todos fazem aqu, e a que ninguem
sabe responder.
Um jornal de caricaturas, que se publica nesta
cidade com o titulo de Ortiga, pretende resolver
a questao, indicando o general Urquiza como o
fornecedor de fundos para Apparicio, ao mesmo
lempo que dirige cartas amaveis a Bustamante,
assegurando-lhe sua adhesao.
Este caudilho tem pescado tanto em rio revolto,
principalmente nossa.cusa, que bem podesuv-
eeder quj, vendo tranqilisarem-se as aguas cora
a terminadlo da guerra do Paraguay, as procure
agitar outra vez, para continuar o seu pingue ne-
gocio de vender cavalhatias. S um inlecesso dea-
ta ordem poder presentenwnte influir no procodi
monlA Ha armllnt, 4 C' l_..J _- _T. ,__. '11,
ment do ermitlode S. Jos, mas nao urna idea
poltica. *
O conftito entre a jauta econmica e o governo
terminou como eu prevlra. Bustamante. a dissot-,
veu, e den conta de seu procedimento a ssembla
geral, que aind/, nao deliberou sokre a comrnuni-.
ca?lo do pody,- execattvo.
A questao bancaria tambera
cida.
O senadq rejeitou o projecto da cmara dos de-
putados e approven o da junta do crdito publico,
reformado e ampliado por sua maipria. Para evi-
tar a difflculdade desta divergencia chegaram as
das cmaras a um accordo prorogando os effei-
ts da le dejulho de 1769 at que o corpo legisla-
tivo resol va a questao relativa! commissao de bi-
Ihetes dos bancos de curso legal. E' um adiamen-
lo indefinido, mas que se tornou indispensavel ues-
tes momentos difficeis era que a divisa* tao pro-
funda nos representantes do paiz em todos os as:
sumptos.
Espera-se aqui brevemente S. A. o Sr. conde
d'Eu : os Brasileiros colisaram-se para fazer-lhe
um brilhante recepclo, e nomearam urna com-
missao composta do Sr. barao de Mau, do Sr.
Antonio Fernandes Braga, socio da firma Concei-
cao A C., do Sr. Dr. Ges, e do Sr. Jos Antonio
da Silva, encarregado da consulado geral do Bra-
sil, para dirigir os festejos. Deliberou-se juncar de
flores_ as ras por onde passar Sua Alteza at
legago imperial. Das casas brasilelras atirarao
as senhoras tarab m rauitas flores sobre o Ilus-
tre vencedor do Paraguay, e as 6 horas da tarde
ser-lhe ha offerecido um grande jantar para cem
talheros no tb atro Solis, sendo preparado o sallo
expressamente para este Am, e devendo assisir ao
banquete o governo da repblica, corpo diploma-
tico e consular, commandantes das torcas navaes
existentes no porto e outras pessas respeitaveis.
Os Brasileiros receberlo Sua Alteza no desembar-
que com msicas, e o acompanharlo casa em
que for hospedar-se. Havta desejos de fazer muito
mais, porra, nao possivel atleadendo as cir-
cunstancias do paiz.
14 de abril
Para prova do que aciraa disse sobre a gravi-
dade da situacao do Rio da Prata em geral, acaba
de chegar-nos urca noticia extraordinaria, cora a
qual ninguem contava, e que pode ser o germen
de grandes complicagoes, que, Deus permuta
possamos escapar.
No sabbado 11, s 7 horas da noite, eslava o
general Urquisa, na forma do seu costume, brin-
cando com seus filhos no pateo de seu palacio de
S-. Jos quando o vieram prevenir que a casa es-
tava cercada de gente ; elle mandou avisar a
guarda logo, mas esta parece que nao se raoveu.
Entao o general assustou-se, e longe de desenvol-
ver se o valor que sempre o distingui, apressou-
se a encerrar-se em um quarto.
Poucos momentos depois all penetrou um gru-
po quearrombou as portas e lhe disparou um tiro
na bocea, a queima-roupa. A bala prostrou-o
logo ; ao barulho a familia correu para o quario.
Sua filha Lola, vendo-o banbado em sangue, o
abracou. e voltando-se para os assassinos lhes
disee : < matem-me tambem com meu pai.
Novas balas acabaran) de matar Urqniza, sem
que felizmente tocassem na moga. Alguns assegu-
ram que ella apoderando-se de um rewolver o
disparara, matando um dos aggressores e ferrado
outro. Nao verosmil qu assim procedendo fos-
se respailada pelos malvados que acabaran) com
o infeliz general a sua vista-.
l'le-sa cora fundamento dizer que este ajine
espantoso foi realisado por ama verdadeira sor-
preza. O general Lopes Jordao, creatura de Ur-
quiza, e hroe das debandadas de Basualdo e To-
ledo, foi qnera o concebeu e executou, dirigindo
os assassinos. Parece que depws d'este nefando
filo elle proclamou-se governador de Entre-Ros
e de*lituio todas as autoridades que dependan) da
administraco anterior.
Quando se teve noticia d'este feloera Buenos-
Ayros e aqui, toi profunda a sensaclo e o susto.
Ha em todos os negocios que se succedem lti-
mamente urna ligacao cujo alcance anda nao se
pode medir. A morte de Lopes, no Paraguay, de-
terminou a explosao que ora se manfesta, que
ainda produzir muitos males.
Conhecido officialmente o assassinato de Urqui-
za, o governo argentino ordenou que marchasse
para Entre-Ros urna expedicao composta do 6
batalho de liaba, do regiment de cavallaria S.
Martin, e de urna brigada de artilharia. Outras
torgas para all se encaminharao, medida que
chegarem do Paraguay, d'onde eslo descendo.
Commanda aquella expedicao o coronel D. Luiz
Mara Campos
O movimento na repblica argentina grande.
Urquiza tinha muitos aleicoados em Entre-Rios, e.
a lula all ha de ser tremenda. Os blancos espera-
vara este acontecimento. Apparicio, segundo as
ultimas noticias, approxmava-se do littoral, afim
de receber os retornos que lhe pdem prestar os
revoltosos de Entre-Rios. Receia-se que os Ta-
boadas, ao norte da republiea, tambera se pro-
nuncie u, e que um duello de morte se sustente
d'esla vez entre blancos e federaes, contra colora-
dos e liberal.
O grande numero de prisioneiros paraguayos
que vaguean) pelo Estado Oriental e Confederadlo
e um viveiro de soldados para esta nova campa-
nha que o elemento brbaro emprehende contra a
civilisacao no Rio da Prata, distinguimlo-se, como
sempre, por assassinatos, e quantos horrores se
pdem imaginar.
O Brasil nao se deve descuidar de suas fron-
teiras. Nos estamos to identificados com a sorte
d'estes paizes, que a soluclo d'esla luta muito e
muito nos inieressa. Demais, ainda nao consoli-
damos no Paraguay a obra dos nossos sacrificios
de cinco anuos, e preciso muita attenclo para
nao comprometa-la.
Os blancos na costa do Uruguay roovera-se em
todas as direccSes, em bandos numerosos. No
arroio denominado Xancay, abaixo de Gnaleguaye-
b, reunia-se grande numero de emigrados com
inlencle de invadir o Estado Oriental. No vapor
Rio de la Plata, seguio para Concepcin o coro-
nel Bastamica e mais oflkiaes, para porem-se de
accordo com o general Medina, que dizea vai as-
sumir o coinmandj das torcas invasoras.
Algumas partidas* de Apparicio j tinbam appa-
recido prximo ao Salto e Paysand para prole-
gerem a passagem d'estes emigrados.
Em Buenos Ayres foram presos todos os mero-
bros do comit revolucionario, isto Niu fteys,
Palomeque e Palacios.
Yol Mu j aquella capital o Sr. Varellaque tinha
ido Assumpelo negociar o tratado preliminar de
paz. Segundo, a Sacian este plenipotenciario con-
c >rdou com os seus collegas do Brasil e do Estado
Oriental no siguile :
I" Reeonhecimento do actual governoprovi-
^sorio, como governo do Paraguay, focando sem
effeito as* liraita^os postas pelos protocolos da As-
sumlo.
2." Fixaeaa de um praia para eleger urna con-
venci constituinte, que dte a constituiclo do
Paraguay, devendo fazars-se as. eteices na frraa
que o governo provisorio julgar mais conveniente,
sujeitando-se, quanto fr possivel, s leis do paiz.
' 3. O Brasil deixar um corpa de exercito no
Paraguay at que se organisem os poderes cons-
tituidos.
4.a Os tratados, que os alliados devem negociar
com o Paraguay. Bcam i diados.
;i. Cprao garanta da livre navegaba* da rio
Paraguay, e em quanto nao se flzerem os tratado*
definitivos, a brasil em Humana collocar as tor-
cas qae Oca.
Aggrega. o mesmo peridico que consta va nio
haver o governo approvado este ajuste. Em sua
opiniao, a nota inesperada do rninistso argentino
prove^ de falta de instrue0es para efociar com
o Sr.. Paraobos no tertano em
ainda nao esl de- tra-se desgostosa pelas derrotas qne tem ultima- [ da da mazorca e do Cerrho esl levantado e em
rfiido a dipjomacia argentina as neg- constante emboscada sobre os tossos peito gene-
rosos. Alerta I
Eis aqui os telegrarmnas recebidos :
Montevideo, 14 de abril, s II horas tfet ma-
nhaa.Hctor P. Vrela Tribuna.Nesfe mo-
ciacoes de Assumpr. Devemos, porra, recor
dar que este prnal hoje esl em opposiclo, e que-
per isso talvet falle assim.
A febre amarella appareceu em Buens-Ayres
e rapidaraente desenvolveu-se. Apezar de cuidado
cora que se oceultara os seus estragos, sabe-se
positivamente que o obituario nos ltimos dias
tem sido de nais de vinte pessoas. A imprensa
motra-se inquieta, e pede ao governo que faca
urna convenci sanitaria para que a quarentena
seja efficaz desde Montevideo at o Paraguay, para
nao apparecer a peste pela retaguarda, em quanto
smente se ciida de guardar a frente. ,
Esqueci-mede referir um facto que mais um
indicio do estjdo de exaltacao em que se acha o
partido blanco que nao recua diante de um crime
para assenhorjar-se do poder. No dia 8 foi preso
e recolhldo afl carcere o Dr. Bond, tilho, por ter
sido o goveru informado de que este medico
pretenda envmenar todos os membros do poder
exocutivo. Esp informaijlo foi depois confirma-
da por duas caltas escripias a Apparicio pelo pro-
prio punho do, Dr. Bond, e que foram tomadas
pelo chefe politko.
Devo notar ue elle era medico de polica, e
ganhava 400 ptsos por mez, nao contando a ren-
da que tinha pelas visitas domiciliarias que fazia
s Camelias, coib a qual seus veoeimentos se ele
vavam a 600 a 700 pesos. Todo desprezou
por ser blanco. st hoje sollo em atlenco aos
pedidos do almirante e cnsul americano, e do
presdanle do senado.
O governo satecionou o projebto abolindo o
castigo corporal io exercito, e todo e qualquer
que importe tortura, e poz veto lei sobre con-
versao de bilhetes naciomflisados adoptados pelo
senado. \
O presidente achs-se dieposlo a marchar cam-
panha, se a revolucio dos blancos nao diminuir.
Coraprou-se tambtm o vapor Tygre por 60,000
patacoes, para ser armado em guerra.
ment recebo directamente por um vapor, feto
sabir expressamente de Gualegnvch*, a inespera-
da
i
DIARIO DE PERNAWBUCO
RECIFE, 29 DE ABRIL DE 1870.
Noticias do nl do ioaperio
Hontem pela manhaa chegou o vapor inglez La
Plata, trazendo jornaes de Buenos-Avres e Monte-
video at 14, do Rio Grande at 6, do Rio de Ja-
neiro at 23 e da Bahia at 26 do crreme.
RIO D.U'IUTA.
Relativamente ao Pararuay, a noticia de maior
interesse, a de ter chegado Buenos-Ayres, de
volia da Assumpcao, o plenipotenciario argentino
D- Mariano Vrela. A verdadeira causa deste re-
fresso nao esl assaz averiguada. A Nacin, ao
passo guc publicou urna correspondencia d'As-
snmpcao eu> qoe se assigna como causa o facto de
nao haver podido aquelle ministro enlender-se
com brasileiro e o oriental, allegando fulta de
ioslrucces para um tratado definitivo com o Pa-
raguay, pelo que se retirava, noticia logo adianto
que Dr, Vrela bavjarido portador de um.pro-
jecto de tratado provisorio, e a ultima hora ae-
cres ;enta qne este projecto acabava de ser rejei-
lado pelo governo argentino. Verdadeiros ou sup-
loslos, os artigos deste projecto podem ler-se na
carta de Montevideo publicada sob a rubrica Ex-
terior.
Sobre este particular a Tribuna de Buenos-Ay-
res, orglo do governo, diz 14 :
i Os plenipotenciarios do Brasil e das duas re-
pblicas do Prata tiverara na Assumpcao tres con-
ferencias para se concertaren) sobre a interpre-
tadlo do tratado da trplice allianea e modo de
executar-lhe as diversas clausulas. Nao podiara
coratudo estas conferencias ter outro resultado aim
do estabelecimento das questoes que cumpre deci-
dir entre os alliados, visto nao se adiar munido
de autorisaclo suflkientc o Sr. Mariano Vrela,
ministrlos negocios estrangeiros na repblica
Argentina e representante do seu governo naquel-
las conferencias.
Alera disto, o Sr. Mariano Vrela, sentio-se
indisposto no Paraguay, e ha tres dias chegou de
volta a. Buenos, onde vera submetter ao governo
da repblica o projecto por elle formulado sobre
as quesioes pendentes. E como, pelo menos se
gundo um peridico que se tem por bem informa-
do, parece que o Sr. conselbeiro Paranhos, minis-
tro plenipotenciario do Brasil, vai deixar o Para-
guay para voltar ao Brasil, passando por Boenos-
Ayres, onde aguardado at 20 de abril, devemos
esperar que as questoes que ikaram pendentes
as contoreucias da Assumpelo serio aqu defini-
tivamente resol.'idas por occasiao da passagem do
illusire diplmala brasileiro.
t S. A. o Sr. conde d'Eu tambem esperado a
todo o momento em Buenos-Ayres, onde vem vi-
sitar o presidente da repblica >
O governo provisorio do Pacaguay drrigio-se
ao Sr. conselheiro Paranhos apoiando urna recla-
macao que transmitlia de algumas senhora3 para-
guayas que pediam a restituidlo das joias encon-
tradas era poder de Elysa Lyncb, allegando terem-
Ihes sido ronbadas. A* respsta foi que as autori-
dades brasileiras, debaixo de cuja bandeira Liucb
bavia cnido prisioneira, naopodiam conslituir-se
excutoras de medida tao arbitraria e violenta ;
que ainda menos podiam condemoar sem ou-
tras provas aim da palavra do aceusadar; qa,
quando Elysa Lyncb se visse era plena liberdade
de defeza, poderiam os interessado- intentar as in-
deiiinisares civis, que se julgassem com direito,
e que cavam assaz seguras com os bens que a
aecusada possuia em territorio paraguayo e ha-
viam sido sequestrados ; que almente os beos
movis encontrados era poder de LyncU e que a
generosidade do vencedor havia respeitado, nao
csnsiuiam grande valor, representando com cer-
teza muito menos do que a mesma Lynch poda
ler Legtimamente adquendo no Paraguay.
a j citada carta encontrarlo os teitores
os pormeaores que at a ultima >kta erao co-
nhecidos sobre a morte violenta do general Ur-
quisa, causas e effeitos pro va veis que se prendais
a este successo. A lrib*na do ModteviJo pur
blicou una bolatim daido a noticia nestes ter-
mos : m *
e Com senttroento publicamos o telegramm?
qu&abaixo vai ler-se. Se o que contm exacto'
como provao os. multiplicados detalhes que j se
dao sobre o dito aconlecimento, nos, e comaosco a
si opiniao dopaz vera que o systema do punhal
exclusivo patrimonio dessa escola, que formada
aos antros de Jlo- Manoel Rosas, e cutos proles-
sores cbamam-se mazor^ueins, teve no. Cerrito
bons discpulos, que, manejando esta arma prfi-
da, a eravaram a 19 de fevereiro de 1868 no uo-
bre coracao do general Flores.
. Acabara agora de fazer urna nova victima no
general Urquiza. Os horneas de coracio, e que
nao, se ddfara dominar por' pesversas paixdes,
nao Dodem deixar de anathemisax um facto to
odioso.
Nao tomos cegos partidarios, da poltica do ge-
neral Urqttia mas, pertencendo, como pertence-
mos, a urna escola distincta, condmnamos aburta-
meaw tamanho crim; a, se nos toase dado pro-
litlmo grito de alarma, exclama-
da e extraordinaria noticia <$o assassinato do gene-
ro! Urquiza na si estancia <* S. Jos;, que foi ro-
deada por urna tercia de 400 bomens.
Cuidado agora' com Entrs-Rlos.
Buenos-Ayres, abril 14; 2' horas da tards.
O-coronel onenjab a S. Exc. o presidente da re
publiea:
O' general Urqnha toi assassinado; Lopes
Jordam- proelamou-se governador demittmdo as
autoridades do Uruguay. O'governo nacional man-
da torgas- para alli.
Bueoos-Ayres, abril-14, s 2 hora? da tarde.
0 ministro das relacoes exteriores ao Sr. D. Joan
Lltompson-, encarregado dos!negocios argentinros :
O capitao do porto de Gualegaveh enrama-
nica(a 13, q/te H,s 7 1,2 danoile bi assaltada a
casa do general Urquiza por hma torca de 300 ho
raens s ordens do general Lopes Jordam e assas-
sinado aquelle.
Buenos-Ayres, abril Rv s quatro horas da I
tarde.
Conhecido ofDeialmente o assassinato de Ur-
quiza, o governo nacional acaAo de ordenar que
marche ao Unguay o batalho' t> de Imha, o regi-
mento de cavallaria S. Martinj e urna brigada de
artilharia.
Ordenou mais que as forj procedentes do
Paraguay, lego que ehegareraao Resarirjy sigam
viagem directamente ao Uruguay.
< O coronel Luiz Mara Campos coram;.nda a
expedicao.
No Estado-Oriental a revola^ae pareen to-
mar incremento, preparando se ja o president* da
repblica par sabir a campo frente das tropas.
Sobre este ponto anda a correspondencia contm
detalhes interessantes.
Do Rio da Prata eontava-se cora a sabida- de
S. A. conde d'Eu d Humayl a tft do corraate,
vindo no transporte Galgo.
Era Montevideo fazm-se por parte da populaej
brasileira grandes preparativos paro receber con-
dignamente o principe victorioso.
RIO GRANDE.
De Bag escriviam em 31 do ssado que
bario de SerroAlegrelazia grande tiniao de torca
e qoe ia seguir para a fronteira, estando jl eis
marcha o corpo do commando da Facundo, isto
por temer-sea approximaeao de AngeloMuniz cora
urna torea de blancos.
L-se no Diario, 1 ultima data
Hontem, pelas 4 horas da madrugada, mani-
fesloo-se um incendio na casa commercial dos
Srs. John Prondfoot A C, ra Pedro M.
O-Sr. Henry Crawtord, socio gerente dessa
firma commercial, que s ochava entlo acordado,
presenlindo o incendio, por causa da fomaca que
se introduzia no edificio, chamou seus empregados
e immediatamente trataran) de ver o htgar d onde
parta o fogo, o que promptamente reconheceram
ter e um deposito d enl*a, onde j iavrava com
intensidade; porra, com a presteza com que acu-
dirn), destruindo logo as meias-agaas, qae podiam
eonduzir o incendio par o resto do edificio, deve-
se a salvacooda propriedade e dosgraEos valores
que ella continha.
Ao chamado do Sr. Crawford aeodiram env
auxilio os visinbos, e mais tarde a polica, que nio
tiveram occaslo de prestar servicos, porque
quanto alli compareceram j eslava o'inceodio ex-
tracto.
Presume-se qae a oausa do incendio seja de-
vida a alguma ponta de cliaruto all alirada ao
acaso por algum dos criados, quando foi ao depo-
sito da lenha.-

romper,
ritmos
per em um legil
Presidente da repblica- Artentina, presidente
da repblica Oriental, nobres defensores dos sacro-
santos principios da liberdade a da. civilisacao as-
que hbilmente! regioee do Prata, veto sobre-o unto deposito,rae a
coll'joou este diplraatt^Mao'. A "Skoii l(i)g.id*dedos;riovo^B* confiou. 0 punhal ratricL-
MI V^ GER\ES.
J se sabia o resultado da votarlo de todos
os collegios eleiloraes da provincia de Minas Geraes
para a formaclo da lista sxtupla de senadores,
que tem de ser subraeltida escolha da cora.
lisia composta da seguinte msneira; indurado os
votos tomados era separado:
I. Conselheiro Lui Carlos da Fonseca-.. ^.'&Q
2 Dr. Antonio Candido da Cruz Machado 1,886
3. Conselbeiro Juaquira Ailo Feraandes
Lelo............................. 1,729
4. Dr. Joaquim elphino Ribeiro da Luz. 1,687
5. Dr. Agostinho Jos Ferreira Bretas... 1,37.8
6." Commendador Mariano Procopio Fer-
reira Lage___>.................... 1,338
Dr. Jeronymo Mximo Nogueira Pe-
nido............................. UM
Excluindo os votos tomados era separado, a lista
ser esta :
! Luiz garlos....... 1.897
2. Cruz Machado...... 1,838
3 Aatao............. 1,682
4. Joaquim Delpbino.. 1,469
a." Bretas............ 1,363
6. Ferreira Lage..... 1,308
Penido............ 1,270
S. PAUI.0.
Alcntara 20 do crtente os joinas* desta
provincia.
A presidencia da provincia nomeou urna
commissao composta dos Srs. bario de S. Jlo do
Rio Claro, bario da Limeira, bario de Itapelenin-
ga, barao de Tiet, commendador A. de Aguiar
Barros e oapitao. Benedicto da Silva, para promo-
ver os festejos pela volta dos voluntarios pakis-
tanos.
Fallecen em Iguap, o capitao do porto raa-
jor Antonio Amado Junqueira.
L-se no Diario-de S. Paulo :.
Era Santo Amaro, Elias dos Passos deu urna
facada em Benedicto Branco do Araujo, que falle-
cen poueas horas depois. Elias toi inmediatamente
preso.
i Bm Santa Isabel, Mathias Rodrigues Borba de
Oliveira tambera assassinou tacadas, a Venancio
do tal, sendo logo preso.
Ignora-se o motivo que tiveram para crame-
terem seraelhante crime.
Ha mezea lera ppatecido urna enfermidade
pelo bairro da Moca, a qual lem feito algumas
trinta e tantas victimas, sendo de natar-se que s
agora chegasse ao nosso conhecimento, quando
este lugar tao peno desta cidade. A molestia
tem-se desenvolvido pelo lado do corrego Guass.
A pessoa atacada dura de 6 a 8 dias.
< Consta-nos que o subdelegado da freguezia do
Braz oflbiara ao chefe de sade, dando parte dis-
to, e qu* tambera o convidara para proceder a
exame n'um cadver feito por essa epidemia. E'
caso de ser averiguado, inormente quando a mo-
lestia tem este carcter : dores na cabeca, na bar-
riga das pernas e no ventre, e assim vio at mor-
rer, estando as victimas de perfeito julzo e deliran-
do apenas muito poucos momentos antes de falle-
cen.
L-se no Diario de S. Paulo de 14 do cor-
rente :
Publicamos hoje um edital pelo qual S. Exc.
o Sr. presidente da provincia convida os proprie-
tartos de escravos de 2 a 4 annos de idade a ven-
derem-os provincia, para o rim de seren decla-
rados libertos, nos termos e com as condices da
lei n. 47de 14 dejulho do anno pretrito. Auxi-
liando cora a quantia de 20:000* 9 movimento da
emancipacao servil, foi, sem duvida, a assembla
provincial inspirada pelo sentimento de humauida-
de, que est no espirito da populaclo. Dando exe
exeeuoao a essa lei philantropica contra coja re-
vogacoergueu nwte anno su mi
Rvd. Sr. vigario Vallada, no rwrt* da
blea provincial, cunprio o digno 9r. Dr.
Candido da Rocha sea dever, e ->
do* votos da epinia pabSca, qoe ><
como em todos os entro*, lena acMSd
ra os aetw de sua beaigan e Hhawrma
tracao.
Sua Wagestade o 'laperador, a
de seas semanarios, vi>iia, > da ti o
le, as oOIrinr de macbinas do arseo^'d*)
nha e o quartel da Armario.
Por deoretr de II, 13, \'>, 18. 2 SI
corrate :
Foi exonerado seu pedida o /-apiri dr kafat
Lniz en Cunha Jioreira do lugar de imarcfcr
arsena) de marinha da prorir* VPar:
Fui nsmeadu par* o referid tofrar o
fragata Manoei Carrr-iro da P-och -.
Foram- concedidas aos oIIcms dn 26*
de voluntarios d patna as >??uirvs njj m
ce?, pelo relevantes serviros pksU*h aa gierr
do Paragaiay:
Ordem imperial- do Crnifiy?.? jvalMfu:
major Israel Bezerra de Meoezcs 3 1 j u.fte frm
cisco Pedro dos Santos.
Ordem di RosaOOriaes : os e-*aita>s> lo*.
FranWin de-Alencar Lian e Ita.maadu Doart
Bezerra.
CavaUeiros o sapiCao Aloxaafe de iri^
Paiva.
Os t. .-irrites. Pedro dt Araujo Ssmpa-w Aatwn
Evaristo da R*eha r Svestre Pexira 4 ***-
melo.
Os alferes, Jos Amomri* de Lina. .
\ alerto de Sonza, Joaquim tiomes Ojttnb,
nio Manoel de Altneida Braada, Jnaomm>
dos Santos e Simplicio Kudrigoes E>a<.
9rdem de Christo.tavacsrus : crcaptSiw t^-
rolino Bolvar dr. Ararip* Sieapira, AMobm Lev
Barbosa e f'.ineinato da Mbtta Pedreira.
O lenles, J&Mjnim Fpatxtsco Lraga; Zacka-
ria- de Araujo Sampaio e Lourerx-. *ir^* Traca
O* alfares. Franebco de V+*a Fccoha e-Fraa
cisco Jos da* Nevss.
l-'o.-am noaeadoi:
O bario do-Goaltfr Boiileao, envial
dioario e miaistro ?lenipotenea/K. da ?
Per, commendador da or.W da Rosaw
Emilio Vioc e ccode .S; Jgoadar, bmi
da legaeao do Per, e Feron, viee-rooxil *> Ira-
sil em Duaker?oe, cavallems- da roesou Mas.
Francisco Jamario de Santiago, pri-ante
thesouraria de fazenda do Cear.
Foi nomeado commendadar a orden da Basa
o professer emrito da acadesBia de Gaaata A.
de la Itr.-e.
Foi concedida ao bacharal Indi i O^mm V
Araujo lima a demisaao qoe pedio de car^>
presidenta da provincia de Santa Cathar.na.
O coronel Francisco Loureof de Arao) la
agraciado com o titulo de bario de Sarp, par aV-
crelo de 21 do cerrente-, om attaafo *?* raarraav
tes servicos prestados na gnewa do Paraguay.
Em attearia aos servicos prestados xa gnerr
contra o joverno d Caraguay, luram nnaiiidi-
as honras do posta de tenmio-comai a maior *
34' corpo de volaataria da patria FraseaseCa-
rnes Machado, e de majar ao capitao do O oaa
dito Eduardo Augusto da Coate.
Fui concebida a, dispensa do lapso de "unaj aa
tenentecoTonel Tilo PertHra de Miranda, iftaa r
poder tirar o diploma de cavaiiev da I .^
Foram concedidas as honras d>* posas naica-
res do exercito, em aitea^ao aos relevar ia atrt-
eos prestados na guerra centra o govei-x d Pa-
raguay, aos seguales offlciaes
B.i brigadairo, ao coronel honorario exemk
commandaote do 'i& corpo de voluotanoj da pa-
ma Francineo Loaren^) de Araato.
De major, aos majlas, 1! 3> corpo dito Va-
noel Antonio Camino
Aggregados ao dito corp Tri.-tao f'r
Almeida e Manoel Anloni ds- Litaa Vieira.
Do 46' corpo dito, Joaquim Antonio
Vianna.
De capitao, aos oapaes do i> cerpo dito Car-
los lioucault, Joao Antonio Twira, Ani:r>; >ard>
de Vasconcellos, JoaiiuMi IVreira de Mjtu. Aa*>-
io Lopes-Guimaraes, Belisario Amrnsn deSena^.
Alfonso Aurora Torra, Jcaquia Tnutrnxf **as>
Mello.
Do 'ii;'.' corpo dito Maaoel da Pai
Galvlo, Herminio da Costa Xuaes, K
lo ltodrignes Pereira d't'l'.ra, Trajan M RiUnre
de Freias, Francisco Luii ferreira. Guncai>> Mar-
tins da Silva, Joao Ferreira dos Santos Gasta, ft-
dro Borges de Barros.
De lenles, aos lenles do 35 corpo da Jn#r
Xavier de Mallos Salles, Elias de >!,- :ra Macha-
do. Jos Antonio Vieira Christo, Je*-' Bfcdngx*
Pereira de Miranda, los BaptisU Cnrislo. Aa*w
Jos de Oliveira. Sampaio Jnior, Anaraw Joaqain
de Pinho, Jlo Rodrigues do Prado, ajmlaale Jua
Baplista Ebikan, quarlel-mclre It iVofhiaa
dos Sanios, secretario Jos Emiliano Clara de Saav
t'Anna.
Do 46 corpo dito Pedro Gomes de Abren Ita-
nolpho Anlunes dos Santos, Francisco Joaqajea
Peteira da Costa, Benevenuto Rodrigues Catw-I
Noia. Elpidto. Borges de Barros, Prineisco lgaari>>
dos Santos, Joao Chrysoslomo Ladislao e Sily...
Jos Ignacio de Oliveira, seeret-.riw SaljT R-
lix Vieira, quartel-meslre Man011 XareeNin de
Souza.
De al feces, aos atieres do -IV corpo dito HaaoH
Caetano de Abren Jnior, 11 canoa.* Herrataa
Guerra Leal, Manoel Jos de Carvalbo, R.Maaai
Ocuviano Guuealves Salgado. '.Mympto Leste ia
Meirelles, Manoel Aleixo Goncalves, Bedaft Ai-
gusto de Souza, Jos Correa de Mallos, batas An-
tonio Teixeira,- Joao BaptisU do Campa* Lria.
Thomaz Augusto de Oliveira. Alexandre Lou dn
Mello, Joao Jos de Araujo Faria, Carioa Jos Utas.
do Nasciraenlo, Pedro Monteiro do Ama!, Satyn.
Pereira Passos, aggregados ao dito emoo Haiavl
Paulino da Silva Santos, Joaquim Jos V Si na
Pacheco, Bernardo Antonio de Araujo, Joio Beato.
da Silveira.
Do 46* corpo dilo Aprigio Jamsario de
Henrique Jos Ferreira, Porfirio Mandes de
Pedro Fernandes Lrahares, Ernesto
Silveira, Luiz Franeisco da Silva, Angosto
Cardoso, Antonio Fex da Cmara, "
Hornera de Souza Maribondo, Aalomo
Aaevedo, Romualdo Antonio Vellasqoes,
Pereira de Mesquita, Jlo Domingoes da
Joao Brrelo da Silva Maia, Candido
Barros.
De major, ao major do (8* corpo dito Joio Ca-
pistrano de Agaiar Moniarroyos.
'i.-BJtm* dr
Suelea 4
SarvV
De capitao, aos capilaes do dilo corpo Pardo
Hygino da Costo, Felisardo do Reg Tneeaae do
Bnto, Ponciano Brrelo Ferreira Saoao,
Hollanda Albuquerque Marannao, Pl
fleo de Aguiar Montarroyos, Sot
bosa, Euclydes de Carvalbo Rets,
de Azevedo Pimental.
De lente, aos tenantes do dito corpo na
Herculano do Reg. Joio Paulo Bobo Ma**,
tovao Francisco de Paula Cavalcaoto, A
Machado Revoredo, Frandco < CarajearaC
valcante, Joaquim Velloso da SiUawa, P m
Mapolead do Rogo Barroa, Joio Cnrtoa 1M,,**
nuino de Hollanda Caraleaiti, ajBiadi II*"
Nery da Silva a secretario Heleooro Aveto de
Souza Monteiro. _
De alferes, aos alfere do dito eor| rnpn*
Ignacio de Moura Gondm, Jatundno de pm
1 iiMom
j


. *#

>
M
Heateirn Regadas, Jos Pies Barbosa, LuizGonza
ga do Ges, Manoel Caetano Thiira da Paz.
francisco de Barres Lessa, Joaqnim Boa Vista da
Silva Mane ira, Joan Rodrigues Souae, Jos Ber-
nardino l*ereira de Brito, Manoel Moldes da Silva,
los PereiraUi Silva liiiimaraes. Antonio Cordeiro
. de Carvalho, Kwnwaao' Jos de Barros Jnior,
i Antonio Jos Menrique de Vasconcellos, Damin
LopeiPereirauumares, Antera Tavares da Silva,
Podro Gnucalves Ferraz, Antonio Flonano de Met-
i, Gfroncio dos Santos Teixeira.
Foram in deferid as as (letrcSes de graca dos R-
gnintes reos:
Bscbarel Rayrr.undo llartiniano Alves de Souza
Vilerio Public)l;i Alves do Souza, condemnedos
- pelo jury da curte, por crime de rapto.
Joo Antonio de Padaa, iJem pelo inesmo jury,
por rimo de estellionato. %
Pelisberlo, cabinda, idera pelo jury de termo de
Campiajas, na provincia do S. Paulo, por crime de
Htioiii iridio.
' Ju. Alves do Aadrade, dem pelo jnrz de direito
da comarca de Jaguary, na provincia de Minas
(<(Vraes, por crime de prevarieacao.
Aprgio GiTaldo, idem pelo jury da capital da
Baha, por crime de insurreiro.
Vor" recondatido o bachure! Herminio Francisco
do Espirito Santo, no lugar de juiz municipal de
-oriihos do termo de Cruz Alta, oa provincia de S.
Medrarlo RioAJrnn.le do Sul.
Em attenrjao ao servicos prestados na guerra
coulr o governo dj Paraguay, foram concedidas
as honra* 4o posto de tenente-coronel ao inajor
do 31* coreo de voluntarios da patria Francisco
"Jotaes Machado, e de major ao capitao do 33'
corpo dito Eduardo Augusto da Costa.
a conformidad e da inmediata e imperial reso-
lucao de 9 do crtente, tomada sobre coasulla do
con-elho supremo militar, foi reformado com o
respectivo sold por inteiro. visto acltar se com-
prehaudido as dispustfies da 2' parte do i do
art. 9 da lei n. 648 de 18 de agosto de 852, por
Soffrer molestia incuravei adquerida em campanha,
i" cirurgiao do corpo de sade do exercito Dr.
Ah-ebiades Jos de Aaevedo Pedra.
Forana reformados, vencendo sold dobrado de
voluolario da patria na confcrioidade das dispo
sicoes da ultima parte do a rL W do decreto n
3,371 de 7 de Janeiro, e artigo nico do de n, 3,50!
d 4 de agosto, todo de ISfio, fleto aeharem-s.
inutilir'dos para o serrino do exercito em conse-
quem-ia do feriinentoe reeebidos en combate, o
cabo de esquadra Geralfo Jos Gowiy e o anspe-
cada Manoel Francisco da Silva, este do 16' e a-
i|ii"l!-' do 13' colos de eavallarfi da guarda na-
cional do Rio Grande do Sul.
Foi reformada, vencendo o respectivo sollo por
'Metro, na conformidad.) das disposco-s do 3*
do plano que baixou com o decreto de II de de-
gerabro de 1813, visto adiarse imposibilitado
para o sorvico do exercito, em c onseqaeinia de de
santre oceorride em aeran de servico o soldado do
bttalhao de engeuhtiros, Manoel omiugos Per-
reir.1.
Na conformidade rh ^ 3* do plano que baixou
com o decreto de 11 de dezernhre do 1815, foram
reformadas com o respectivo sold por inteiro, vis
to adiaren se. mpossibilitadas para o servido do
exercito, em consequencia de fennvmtos recbidn
env emana'.'', a- praxis s difiereotes corpas di
niesmo ajtercito abaixo dedaradas :
Io batalhao de miantaria.Soldados : Martinia-
no Pereira do Nascimento e David da Silva.
fi* batalhao Jilo.Anspeeada Juse Moreira da
Silva.
12* batalbao dito.CaBO de esquadra Manoei
Sev.;riano Pe->a, o moldado Antonio Jos da Cu-
aba.
16* aauiho dito.Soldado* Jos Bertulino do
Espirito Santo.
:' regiment de cavallari ligeira.Forriel An-
tonio Borges.
Keunio-se no dia 21 a asamblea geral d)
Banco do Brasil, presidida pelo Sr..coinmendador
Militan Mximo de S-.Kiw, .-rtlm do proceder vo-
lafiu dos estatutos apreseutaJjs pela actual direc-
tora, e cuja disensuo Qi'aiu eucerrada na ptima
ms*So, e das emendas offe#e*idas pelo accionista o
Sr. des Lisboa.
Esrinlo presentes lil accionistas reore-entando
33,993 1/2 aecoes, approvou-se a acta da anterior
sess.) da assembla geral, e depois de urna ijues-
tao do urletn em cuja disco !so toinaram parte os
Srs. Drs. !U:sc:h Var-dla, Patanga eGabagMa,eTei-
'"II la Carvalho, ppsxu-|p votaeju por escru-
uni, |ue n em iesliadi> 179 votos a favor do
pnijel i e 19 contra, e 186 a fivor das emendas e
li' contri.
Le os no .'oriMl rfo Cunimercio:
< Ftitecea nontetq (1$ o Dr, Joan Joa Couti-
ho, actual tlieso.ireiro da direct tria geral dos
olivis, ex-presidente ''a pmvindade Sauta Ca-
ih.irin i. ni lo htvio elVi-tivainenio mais de nnve
auno-, e ex-administralor d> eorreio da corle.
Era riignitarif da imperial ordem da Rosa, cum-
io nd 11:: da de Chnsto e cavalleiro da Legiao de
Honra. Distipgaio-se sempre p*r sea carcter
recto o honrad e proverbial bondade. Lega pu-
lir-.:' honrada sol numerosa fanilia composta
oe aiiiilier e II -ilhos.
Os emprpgados da mesma diroctoria resolve-
rn:! 'limar luto por oi!o dias em signal de senli-
m-vitn. >
'.o entrar hontem (l*i) no nosso porto- a cor
veta aorta americana Beniaa, va, foi sobre
gtlera 4a mesma nacao linde Toby. que estiva
Fondeada no poco, p fez Ihe avarma importa otes
no naropa e maitreai;ao. A eorvata tambem sof-
fren estragos na boma e em alguns e?caleres que
estavam nos toreos. >
li 'iitem 18) s 3 horas da tarde achavarr-se
no ar-ifial de marmha os tres batalho s de S. Pau
l<>, llatii.i Pernambuc). recentemente chegados
do Paraguay, que em passeio militar por algumas
i uas devi;im f izer a su. entrada solemne na cida-
de. s. Ji. o Imperador, com os sena ajudantes de
ampo semanarios, all os esperara, e, i.a pre-
sen .a dos ministros de estad.) mu'tos offlciaes ge-
neraos de mar e turra, altos fanrsioparios pbli-
cos. ppgstiM Je distinecao e grande numero de ci-
dataos que se haviam reunido, fallou-lb.es nestes
termo :
Sr-'. coraraandantes da brigada s J^s batalboes
de voluntarios da patria, awitai esse abraijo para
vos o vossiis cantaradas.
Os brasileiros axoitaoi de jubilo ao receber*
ves cobertos de gloria. Cumpristes vossa heroica
mfesin, e Deus continuar a al "m; .ir na paz o
* mor que seoipn volareis nosaa patria.
Vivam os Volunllrios da patria !
Vi varo o exercito e a armada aadonaes I
Urna commUsao do jovens paulislas em norne
das -enlitiras paulislas residentes nesta corte otle-
receu ai> batalhao da sua provincia urna linda co-
ro* ile louroe entremeiada do Mhas de carvalho,
rematada por um laeo de (ka verde franjad
'lie, com a seguui'.e inserip;o em letras de
unr i:
< As jpveBS paulistas, residentes na curte, aot
briros volanurios dof35 I
< lena c;!'imna eomposta de laliez mais de
300 leales malfeitores, de diversaa cores e con-
oii'iiee, inarcl.ava impvidas antvhnnlem (18)
i na frente d<* deas baialhoes de voluntarios,
ijuo depids do passeio por diversas ras da ci*-
rtidc se reculluam para o eu aijuartelatnento do
C riume.
-Nao tend) sido dispersa, como altis conviria
para seguranza dos transentes pacficos e mo-
radores das casas situadas as ras do transito,
uSo bou ve tropela que imppnemente no prati
casse. Familias insultadas, armazens invadidos,
aiteiros espancados, k>ucas e vidros despedaza-
dos, forraaram a primeira parto de suas facanhas
a > onjto do Aterrado e da ra da S. Cbrietova >.
',) principal campo da bataiha fot, porem, na pro-
lado do quartel das dous lesidos tiatalbdei
' III, nao encontrando mais a auem aggredir, ira-
cou-ae, como de eostume, a luta entro o pror.
pros capuelras, e, segund nos informam, hit.
renhida. Um delk's de neme Luis iV.-ki, pofl
ario
meo Sexta feira
eiecutoo divertaj mudantjas e frente < e.posun-
de-se ero liabas parallelas de baudhoes. formn
com rapidez um qualredo an)ne o batalhao
frente. O do centro, e M, a quem cadp^BH
major na evolucao, iesempenhou-a com rp
nada deixando a esejar.
. Tornando ordem primitiva (liabas paralelas
ou successivas de baUlhOes), a brigada raetteu de
novo enrcolunnia de pelotoes, formou qiadrados
parciaes. ruettev oe tuvo en iinha % den urna bo-
nita carga.
Finalmente formou columna cerrada de pelo-
toes, e abriodo-a a distancias inteirasjpara a frente,
mandou em passo ordinario, em revista dando a
direita a SS. MM. e A. Itnperiaes, depois do que
retiron a qurteis.
t Btunidos hontem (iO) em casa do Sr. Jes
de Souza o Silva Braga os Srs. Dr. D.' Antonio de
Saldaaha da Gama, Joaqoitn Zozimo Bjbciro, Dr.
Luiz Caetarm Peieira Guiraaraes Jnior, Joao Fer-
reira Lima, Dr. Jos Bernardo Figoeiredo, Dr.
Ascanio Ferraz da Molta, Dr. ,Luiz Fortnate de
Brito Filho, Dr. Francisco Fernandes Padilha, Al-
fr. do Braga, Dr. Antonio Jos Ribas e Dr. Joao
Bernardo de Azevedo Coi > bra ; resulveram creat
urna Associacao iibertadora. Invocando o auxilio
de touas as elaesAC da sociedade afina de je darem
algumas liberdades, conforme-os recursos de que
puder dispdr assoctaco, por occasiao da le-
gada de S. A. o Sr. conde d'-Eu. Em seguida
foram escoltados : presidente, o Sr. Dr. D. Auonio
de Sal Jinlia da Gama ; secretar >, o Sr. Dr. luiz
Fortunato de Brilo Filho; e *esoureiro, o Sr.
Alfredo Braga.
Ante houtem (19) pelas C horas da tarde ati-
ruu-so ao mar, da puate da praia da Gamboa, Se-
bastto Jos Je Figueiredo, -^ue se afogou, nao
obstante i^ esforeos de varias pe^soas, que pro-
curaram salva-K Figueiredo eslava embriagado
e attnbue se a desgoslos domsticos este arto de
desesper .
A ..;;'.ondad<: proceden a corpo de delicio e
continua em inw^tigneoes.
< Fal.vceu no da, 25 de mareo prximo passado
Mari Theresa da Silva, moradora nos suburbios
la \iil: de fova-Friburgo, na avanceda idade de
114 annos, victima de una paralysia dos membros
eecaaiouada pelo deslocamento de um fomur que
llie knpi ssibilltou os movimentos do ejercicio e a
prostiJii de cama per' quasi um anno. Antes
diste desastre ia ella a pe do lugar de sua resi-
euua meia legua villa e a outro quakjuer lugar
que Ihe fosse preciso, sem apoio alguna. Foi a
primeira mulher branca que vio habitar o dis-
tri;tu de Caulagallo (eniiio sortees da villa de Ma-
caoV), no principio do presente seculo em 1 00 a
1801, oa fazeoda do finado Lourenco Correa Das
com seu marido o fiuado Luiz Vaz, onde boje a
villa de .Nova-Friburgo, fazeoda que foi depois
comprada para o eslabelecimenlo da colonia.
Eiiti o mesmo Corre i Dias tendo-se muda Jo para
as aba* da trra, abri all a fazenda, Aguas Cum-
plidas, onde ella contmuou a habitar e reger a
ca.-a da f i; onda at o anno de 1830, poca do
lallecimento do Sr. Corroa Dias, e depois pasando
ftazeooa ao dominio do sobrinbo deste Joo
os Cerrda Dias, ella fui habitar sua anga mu-
rada do lim do seculo passado e prncipio deste,
no lugar denomina lo Ctete, onde ora se Gnou.
r'.'.i muliier de t>>dos estimada, c resucitada pelas
sua boas qualidaJes e virtudes, natural da pro-
viucia de Minas, vendo depois em redor de si
inuitos pareutes jue do l vieram habitar estes
lugares; casada :om o finado Luiz Vaz nao teye
fllhos, mas crio i muitos albeios e exposlos.
Coiiiervau, a excepcao de urna leve surdez, todas
as mais facilidades al ultima hora, de saudusas
recordagoes para tod^s os que a couheceram e
apreciaran).
Ao Sr. ministro Jo imperio dirigi o presiden-
te da junta de !iv'ieiio o segu nte uOkio com da
ta de 18 :
Jllm. e lixm. Sr.Touno a satisfaeSo do fazer
cliegaiao cenlieci.nenio de V. Exc, que a vista
dos poiicu^ casos oe febre amarella registrados no
obituario diario, e do pequeo auir.ero da doenies
encontrados nestes ltimos dias pela visita sa miara
a burdo dos uavios estacionados no porto, tem a
molestia perdido absoliiUimenle o caractei* epid-
mico; e do crer que ui recrudecer, atlen
la a marcha gradual que tem seguido em sua de-
islinuco.
' Avinado pelos acontecimentos anteriores, e
couhecendo quauta prudencia mdispensavel na
enunciacio de um juizo sobre a mareha de qaal
quer epnlnnia, pela faciidade con que nos pode-
mos illudir. tomando por alto os tactos que occor-
rem, osem aproejar devidameote as conui^oes ne-
cessarias a garanta de urna opinio rasoavol, por
is-o s agora me animo a leciarar aV. Exc. que
a epidemia est exliucia, e que tu toda a prebabi-
lidade de que os casos anda observados em pe-
quena useata desapparepero com a mudancu de
staco.
Bous guarJe a V. ExcIllm. e Exm. Sr.
conselheiro Paoiino Jos Soares de Souza, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios do lm,
perio.Dr. Jos Perctra fego, presioente.
Eis as noticias cominerciaes da ultima
data :
Incluindo transaecoes regulare;, efectuadas
hoje (23) em cambio sobre Londres a 33 '/i d.
pauel bancario, 23 '/, 23 7/n e 24 d. papel particu-
lar, i pequeas sobre Franca de 403 rs. por fr.r
siiromam os saques para o paquete inglez Ut
Pate :
Sobre Londres cerca de 390,000 de 22 /a
23 V2 d. papel baucarlo, e de 22 '/s a 24 d. papel
particular.
Sobre Franca cenca de rs. 2,250,000 de 432 a
396 rs. por fr.
Sobre Hamburgo cerca de 70,000 de 74o a
742 rs. por fr.
Sobre Portugal regulou o prsmio da tabella
guate:
' 140 a 129 % vista,
s 139 a 128./ a 30 d/v.
138 a 127 /. a 60 d/v.
137 a 126 O cambio sobre Londres rMmla
Vi d., e sobre Pars 3E3.I&
84 '/ j A theseara a sessfcfjeguinte ser a do Sr. H
-iWo a frtku de gmerno,
enanea cent a reojo t
a liber-
jIEVISTA DI4HIA.
ASAMBLEA PROVINaAi-Honlcnn fune>
rionou pur falta de numero legal d^rs debu-
tados. *
AUTORipADBS POLICIAES.-Por^Lberacio
da preslehcia de 28 da correte, forjira nomea-
dos : t a 6-stipp!entes do sob-lelegads do i> dis-
tricr. da E cada Antonio Gon?alvs Ferreira,
tietirique Marques da Silvoira Lins, Bomarico An-
tonio de Barros e Silva, Jos Gomes da Silva Cu-
mar, e Joao Florentino da Ponceca Mi|p.
GEME DO COBREIO. Por pe'rlaria do rainis-
ttfrio da agricultura, de 16 do corraite foi no-
meado Jur Florentino da Fonceca Leo. agente
do eorreio na villa da Escada.
INSTITUTO ArtCHEOLOGICO EGEIGRAPHTCO:
Reunio-se hoptem esta sociedade, em sesso or-
dinaria, sob a presidencia do Exm. Sr. cun.-elh'e-
ro monsenhorJJuniz Tavares, e con awisteneia
dos Srs. Drs. Anrigio Gaimarief; Iniccencio Se-
rapluco, Regueira CusU Jnior, Koncrca de Atu-
querque, Soares Brandao,' Jainlhb oe Smpao,
Ayres Gama, e os Srs. padre Lino d Moote'Car-
melo e major Salvador Henrique.
ff lida e approvada a acta da antecedente.
Nao se adiando prtsente o Sr. secreario perpe-
to, o Sr. 2* secretario passa sttbstitui-lo e da
conta do seguue expediente t
Dm. ofllcio do Sr. secr tario perpetuo, comtnu-
Inicanao nao poder comparecer sesso. Intei-
rado.
Outro do Sr. Dr. Antonio da Cruz Cordeiro,
offertaodo um excmplar da obra Etudos Litera-
rios, de que antor. Inteirado e que se archi
vasse.
O mesmo Sr. 2o secretario d conta das seguin
tos offertas : varios us. do Diario PernatnBuco
pelo consocio Dr. Figueira ; diversos ns. da Oj.
itiao Nacional, Assuense, e Cren^a lelas respecti-
vas redactes.Todas estas offertas sao recebidas
com agrado e mandam-se archivar.
Vem mesa e manda-se imprimir um parecer
da commis o de fundse orcamentos approvan-
do o seguinte bahnjo de receita e e-ptza, verifi-
cado no 3* trimestre de ontnhro a ^ Receita.
Mensalidades SI y 000
Pendimeuto da revista 53000
Jolas de socios lOOOO
Ben ficios da lotera 2:016$ 120
Subreecao 3i000
Saldo em 30 de setembro 93*345
Saldo coetra a caix' 163*535
Despeza
Expediente
Ordenado do amanuense
Dito do continuo
Porcentagcm ao mesmo de 66*
Impressao da revista h.J6
Saldo em deposito
3:641*6O
341*300
7o*'K)l)
30*WH
13*200
1063000
2:0163120
' tnha o francei, sucenmbio a nm treinendw'
'iltie de macbadinba ; om til -Feii.-bfrto Jos
'.ei'e, soffren graves ferimentos e -ooi* este outros
is nmnes no oos sonberaiii dizer. Um sl-
dalo do civallaria do corpo policial qao tentvu
apartar um dos grupos do coatendorgs, foi det'-
nbado do cavallo as cacetadas.
llouve ornas quatro ou cjn.'o pnses, e di-
loai noqee sa fajeui diligencias para a captura
iguns dos maifi Tlenles, ja evaiiecidos da po-
a.
llouve lentem (20) em S. Ghrislovo, na
aivja de Pedro I, urna revista da brigada da vo-
lunflrios ehegada uliimaroeDle do I'aragaay.
t Em soberanos nao hnuve alteraco, continuan-
do a venderse a 10.5500 cada um.
Venderam-se h-je pequeos lotes de polices
geraes de 6 % a 86 '/< e 87 /, 180 ae{oes do
banco di Brasil a I7:>5.*W0, e 200 ditas a 176*,
cada urna.
Sahiram para Per.iarabuco : a 18, brignfl
portuguez Cotete ; e a 22 galera portugueza Ten-
tadora.
Ficara qarpa para Pernambuco, o brigue
portuguez Aprigio.
BAmA.
No dia 25 do crrente passou o exercio do
2o districti. naval ao capitao de fragata Silvino Jos
de Carvalho Rocha, o cfiefo de divisa Moraes e
Valle.
Afim de. tomar carvo para o macbinismo
re faz funeciooar as bombas, arribara a galera
nmarek, que ia de Guanap no Per paja
Cork.
Lemos no Jornal :
Hontem (21) procedeu-se a eleico do Banco
da lahia, depois re urna pequpna discusso, em
que lomaram par; es Srs. fiscal do governo Dr.
Innocencio Ges, director Souza Vieira e acdonis-
ta Gomes Costa, a respeito de poderem ou nao to-
dos os cinco membros da d'reecao concorrer a
nova leicao, ou de dever ier excluido nra
Relies.
A elicao Ibi feilano sentido da nao exclusao, e
dea o resultado sjguinte :
Presidente.
0 Sr. Gonealo Alvs Guiraaraes..... St5 votos.
< Vicepre-dente.
O Sr. Francisco Mibelro Morelr.... 236 .
Directores*
Os Srs. Joao L. de Abreu e Suva.... 279
.Dr. Augusto Cesar de (1 Hene-
2:641.J60
E' {ida a seguale indicacao,;
Indicamos que !wja abr* 1 o escrlptn fechado
e lacrado, que se ach no arctivo deste Instituto,
reinetiido pelo Sr. Dr. ATon de Auinquerque
Mello, para ser aben- e lido miando tenninasse a-
guerra contra o g 'verno do Taragvay.Sala das
sesses, 28 de abr I do 1870. ~ Dr. Aprigio Guia
raes, Seraphico, Ayres Ganajacinlno de Stmpnio,
Fonceca de lbuquerque, 8. Menriguedc Albuquer-
que, Hegueira Costa Jnior. 1
Approvado e que se olfleit ao seu antor para
comparecer e as.istir abertura eieitura na pri-
meira seso.
E' lito e approvado um parecer da commiss-i
de admissio de sucios, e en seguida eleiO socio
correspoxiJenie 0 Sr. Dr. XdolpE Lamenlia Lins,
O Sr. Dr. Soares Bran iv>, anles de principia!
rem os trab.lhos, decl iranio ijne.lhs nao era pos
sivel assis ir a presente sesso pelos muitos afaze-
res que tinha, rwirou-se. ',
Nao haveudp mais nada a tratar, levaata-se a
se-sao.
D1NHE1R0.O vappr Cruiarj do Sal levon as
seguintes quiui.s :
lara a Babia IOg:8bOi000
Para e Rio de Janeiro 14:600^000
O vapor igjfz La Piafa rocie as seguintes
mmio n-ir-i a? *fj *
29:9V*'iMI
B^oo^eoQ
15:000-3000
I2:(X)0000
10:000000
5:000*000
srs.
AC.
fommas para o
Tasso IrmSos
Pbdro M. Manry
Pereira, Carneiro
J. Carrre
,Joc da Silva LoyuFilbo
Pereira, Vianna 6, B.
EMBAIXADA FP.ANCEZA-Passaram hontem
para a Europa, a tordo do vapor inglez Jm Plata,
o conde Artbur de Gobinau e o visconde de Rene
de la Marliere, aquelle ministro plenipotendario, e
este adddo de primeira ciasse, junto a corte do
Brasil.
PARA A EUROPA.Amda nesse vapor segm'-
DUQUE DE CAXIAS.-Do Jornal do Com-
MMpto, da corte, copiamos o seguinte:
Hontem (22) de tarde urna oammsso'^e
a!m todas as c,a99es. precedidos de urna
banda de msica, foram casa do Sr. duque de,
Cax.las elicita-io pelo restabelecimento da sua
saufe. Tendo sido escojhido pelos coapanheiros
de armas para erador, o Sr. maior Sotero de Cu-
ito falloajiestes termos:
,* Sr. general.Os offlciaes do exercito de tr>
lantarios da patria aqu reunidos, sabendo que .
Exc. regressra corle restablecido e aeus gra-
ves mcammedos do saude. o vem fellcar por esse
motivo e assegurar a V. Exc. a eonfianca e adhe
sao que Ibes merece o chefe preetmoso a quem
o paiz deve urna boa parte das victorias alcanca-
das o sanguinolento pleito a que poz termo a
raore de um cruel.
A guerra do Paraguay apresenton tres pha-
ses lio dift^gentes, cercadas de circumsiancias tao
especiaes, qtio a razio calma no pode dotxar de
divid la em tres campanhas destinctas, pprm
Igualmente grandes, igualmente notaveis, igual-
mente gloriosas, e urna dessas foi a de V. Exc. .
Esta opinio Sr. general, evidentemente a de
todo o exercito tambem anossa; repetindoa
en, exprimo apenas o pensamento dquelle que,
accedendo promptamenle a um simples convite
qne Ihe dirig no sentid i de virmos comprimenlar
aV. Evc, conslituirara-me seu orgao.
a Sao offlciaps que esliveram na campanba do
Paraguay.e que, l, onde o ranho impoltico do
nimgo do distingua o credo dos combatsntes.
entre o sybillar das balas e os gemidos dos marty
res a quem sobrevivan), aprenderam nos ses a
julgar os sacrificios alheios apreciando-os devida-
mente.
E' por isso que elles vm saudar na pessoa
de V. Exc. o general que emprehendeu e execu-
ton operacoes que, conquistando o applauso da
naco, sobre a qaal refleciem as glorias de seus
tilhos, deram em resaltado triuuiphos immoredou-
ros para as nossas armas.
Separando-nos absolutamente do termo das
discussoes e da analysc, nem sempre justa, e s
vezes demasiado severa e apaixonada, s vemos
I em V. Exc. o raerecimento que exalta e enobrece
lo soldado de coraco.
Ainda bem que nesta manifestaco, que ape-
nas revela de extraordinario alguma independen-
cia qe nossa parte, nao se poaer enxegar um
fundo poltico em favor de quem qner qae> seja,
quando tratase de um acto paramente patritico,
promovido e posto em pratca por nma corpora-
cao que, melhor do que nenbuma ontra, est no
caso dej)ronnnciar-se acerca doassumpto.
V. Exc, toe sabe desligar a farda do raare-
chal da casaca dopaitidarh certamente ha de
nos fazer justica, nao nns considerando, mesm->
em favor de V. Exc, cripnisde um cacufe me-
nos diiigo para no-, improprio do fim que aqu
nos irnxe, sem carcter offlcial, mas incorpo-
rados.
Todo o homem intdiigente, Sr general, todo o
eidado d^no deste nome tem suas crencas mais
m menos arreigadas: sem partidos, nao ha vena
governns regularmente c instituidos, e o systema
seria urna utopia mais cruel que os abusos c a
intolerancia-, q ie matam s wzes militas aspira
cues nobres. Urna naco impoltica fura um ihe-
souro entrege guarda do acaso, privado, pela
au-eneia dos dous parlidos.de duas sentinellas que
sevigiam mutuamente ; para isso mister que
concorram todos os cdadis ; e os militares nao
c-tio excluidos da communho g '.ral.
Quaesquer, porm, que sejam as nossas con
vicfe^j neste momento nn prestar sincera hraenagem xum tn va roes il-
lastres de um paiz livre, para .1 desaffronta d 1
pial tanto concoi reram o patriotismo e o valor de
V. Exc
Os Srs. roaj. Brrelo e tenente Paulo Alve
drigiram tambem algnmas palavras congratula
Jtorias a S Ex:., que com voz ommovida a?rade-
eeq esta prova ie coasideraco e interesse que
acabava de nceher da parte daqnelles que elle
fo;nm m lar.i n'uma ardua campanha.
\ ABOLf^AO DA ESr.HAVATURA NO PARA-
GUAY.O e-criptor francez Raymond, diz o Jor-
nal ia Bahia, n'um artigo da Revista dos Dous
Mundos, publieou a carta, abaixo transcripta,
que S. A. o Sr. conde d'Ea dirigi a respeito da
abolicao da eseravatura no Paraguay ao governo
provisorio d'es-a repblica.
lllms. e Bxos. Srs.En varios pontos do ter-
ritorio d'esta repblica, que tenho per corrido
frente dis (breas brasileras em nperacao contra
o dictador Lpez; por vezes tenho enc.untralo in-
dividuos que se dizetn e- era vos de ouir-is, e quan-
tidade d'elles t"m se dirigido a mim pedinlo-me
qne Ihes conceda a tiberdade, e que Ibes d ver
dadeiro motivo de se associarem a alegra que
sent anaci paraguaya vendo-se livre do cruel
governo que a opprimi.
Conceder Ihes o que queriam fura para mim
um- gratajDCcasii desa'.isfazer os sentimentos de
meu coricao se o podes-e; mas ao governo pro-
visorio cargo de Vs. Ekca., e felizmente j con
tituido, compete decidir todas as questies relati-
vas administrar*! civil do paiz.
O que posso fazer de melhor dirigirme *
Vs. E\cs., como o faco, chamando a attncao de
Vs. Excs. para a snrt desees infelize* no momert
faaquirn jfAndrada Machado, foaqmm Da de
Smza AWxa Juior, Manee! Marqnes, Mane! An-
tonio da SilW. (Sistodio Ramos, J. Ferreira Barbo-
sa, JoaquirndF^arbosa. J. M. Torres, Antonia Al-
bertina da SlIvF iuas filhas fJtadida e Antonia,'
M % Gome, J. R. Gomes, Antonia R., Augusto
de Souza, A. J. Mmteiro, A. de S. MeaniU, J..C.
Lories, Franoisco R Barros, Frederlco Ellecot, C
da Silva, Malhias,Gomes P.. J, Gomes Aives.Jas
"Francisco de C Guimaraes.
Sabidos na mesma barca :
Antonio D. Campos Jnior, Antonio Joaquim de
FKueiredd.
Viudos de Penedo no vapor Handnh :
Constantino Rodrigues L. de lbuquerque, A.
de Brito Miranda, Justino da Silva -Torres, V. P.
Nunes Pauta, Francisco de Yasconcellos Men-
donca.
Sabidos para a Europa na vapor inglez La
Pala :
Lzaro M. de Souza, Cypriano J. P da Silva, A.
G da Costa, Simio J. da Silva Lopes, J. P. da Bo-
cha, A de A. Viliarouco, J. A. de Souza, A. F.
de Figueiredo Paiva, Giovani N., Luiz A. Duprat.
Bento Jos da Costa, Joao L. Gonealves Ferreira,
Francisco A. de Oliveira, Joao Manoe! da N. Sei-
xas, Adolphd flabzenbach, Emigdio J. Felippe, F.
Jos d i M. Bastos, Dr. Christovao P. de M. H. Ca-
valcante, Luiz M Francisco M., Antonio C. P.,
Victor Marsi ia, Mignel A. Farcone, Nicolao Falco-
ne, Antonio F., Joo B. Falcene, William Grant,
Matheas Andr. Fredereo James Corbet, Joaquim
Lopes Anglo Genneily e ?oa senhora, L Bow-
man, Richard C. H Britchett c urna criada, R.
H. Conallv e sua senhora.
CEMITRIO.^-Obituario do dia 38 de abril de
1870.
Silvana, 4 anuos, Pernambuco, Boa-vista ; inte-
rile chronica.
Francisco, frica, SO annos, Boa vista ; ma-
rasmo.
Anna Joaqoina de lbuquerque, 26
da, Boa-Vista ; ascile.
Felid, Pernambuco, 5 mezes, Boa-vista
pasmo
Mara, Pernambuco, 1 dia, Santo Antonio ; es-
pasmo.
Adelaide, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos con-
vulsSes.
Francisco, frica, 84
dyarrhea.
Alfredo, Pernambuco, 5 mezes. Recife ; con
vulsSes.
annos, casa-
es-
annos, soileiro, S. Jos
261
243
RUADO CRESPO.lnformam-nos que taorado-
, res 1! proprietario da ra do Cespo, endereca-
, rain acamara mnsicipal urna peticao em que ex
primein desejo de glorificar o acontednienio de
Auuidaban, dando-se essa ra o nome de 1* de
Margo.
Fui nesse meuioravel dia que as armas brasi
leiras feriram o golpe, dcisivi que deu em resal-
talo a mortero ex-Q'iclador.do Paragoay.
INSTITUTO HISTRICO E PHILOsOPHlCO.-^
Amanha, s 4 horas da tarde, rcune-fe esta so-
cisdade em sesso extraordinaria, para tratar del
negocio argente.
ANSIVEBSABlt.-Completoa hontem 28 annos.
deidad S. A. o Sr. ende d'Ett; bavendo por
isso a salva do estyllo auna hora da tarde.
TRANSPORTE LEOPOLDINA.-Seg*, hontem
para o Cear este navio de guerra, conduzindo o
2t batalhao de voluntarios da patria
FESTEJOS PUtfLIOOS.Awmmissu en rre-!
gadados festejos da ra do Imperadoi aepubl
co que, no da Io de maio, realiir-5e-ha p peque-
no foge de aroficio, que mandou preparar com os
exiguos meos de que Jisjiunha e pede aos mo-
radores qne iluminem suas asas, dorante a
apa le.
iLLUMINACAO. Dirigemrnos si segninle nota,
sendo convemeule qne se d remedio ao mal, que
e|ia acensa :
Ha muitos dias que deixam de acender os
lampeoes, que fleam na igreja do JSIar, e o pri-
meiro da roa dos Guararapes, acerescendo que j
ante-hontem o mesmq fizeram eom o tereeiro.
< A proposito, sena couveniente qne este auiun
lampeo fesse destocado da sitnafo em que est,
com transferencia para a esquirla do peeco, ama
vez que a edificacao de um caixe, qoe nKima<
menie ahi se eonslruiJ,ideixa o neceo em comple-
ta escund.1, e asin vai coavertendo o era deposi-
te de imndieiAs.
PAPEL. Foi inventado na Chinadlas seclos
ante de Jess Cbristo a papel de seda ; masod
trapos proeede dos Gragosem JO, o s 4ornou-
se geral o seu aso na Europa por rociados do se-
v,ulo XIV.
As primeiras (abrkas de Franca atabeieoeram-
se em 1340, e a deaNurembg.data de 1380.
ran os Srs. engenbeiro Manoel da Cunba Galvio, t- em qno todo o Paraguay tanto se oceupa da
e C'Jnstrur.tur Trajano Augusto de Carvalho. emancipar:*); se Vs. Excs.
. ihes concederer a li-
berdade que elles peden, rompem solemnemente
com urna inslituicoque infelizmrnte fei legada a
alguns povns da livre Ainejica por seculos de des-
potismo e de deploravel ignorancia,
Tomando essa resolucao, que ponco influir
snbre a p*>dnrcao e recursos materiaes do paiz,
Vs. Eiv!. inauguraro dignamente um' governo
destinado a reparar todos os males causados por
nma lunga tyrannia, e a condutir anaci para-
guaya na senda d'essa civivilisacio que arrasta
os outros pnvos do mnndo.
Deas guarde a Vs. Evcs.Gastao d"Or/rans.
< A' esta carta simples e nobre respoodeu o go-
verno provisorio ne dia 2 de outubro seguinte.
com um d--creto em quatro arligos ordenando a
abolicao imrhediala e completa da escravido em
todo o territorio d repblica.
JUNTA DE JUSTICA MILIVAR Por decreto
do ministerio da guerra, p. 4504 de 2 do corrate,
fot exmela a junta de ju.-|ica militar, creada pro-
visoriamente na provincia do Rio Grande do Sul
em 18 de julho de 1-65, e qua passou a funceio
nar junto ao expelo em operaqoes no Paraguay ;
devendo os processos, que estiverera >endendo de
,seu julgamento, ser remettidos ao conseibo su-
premo militar de justica.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Betificacao.
No expediente do tribunal do commercio, publi-
cado no Diario ie Pernambuco de lo do c< rrente
mez vem incluido uin-rcqu rmenlo ieito por Goo-1
calves Irmo A C, liquidatario da firma Goncal-
ves Para A C, para que se Ihe registre o recibo
que apresentam de plena quitacao de paga da he
ranea Jo finado Joao Bon'o Para, que coropraram
ao Sr. cnsul de Portugal; e cuino da redacc"
do requerimento so pussa deprehender um juizo
inexacto sobre o facto, rumpae nos declarar qne
nao bouve compra de heranca do dito Para, ma)
accordo ou convenco sobru a nipirlaneia qoe
deviamos pagar pelo saldo que ao dito Ja- B-nio
Para pertencia no estabelecimento commercial
que pertenceu a firma de Goncalves Para & C,
enjo saldo f que o prejuizo provavel na liquidaco da parle
das divi las que loe pertenceram e o da demora
da sua liquidaco; sendo e-ta convenci sabr o
modo do pegamento, feta om o Sr. cnsul de
Portugal, precedida de deliberaeao tomada pelo
conselho consultivo e deliberativo que funedona
n> inventario dos bens do dito Para.
Recife, 28 de abril d 1870
Goncahxs Irmo C.
Protectora das Familias,
Associa?o bra-iletra de seguros mutuos
sobre a vida, approvada por decreto do
govorno imperial de 13 de iuabo de
1864.
Gcrida pelo banco rural e hypolhecario do lio de
Janeiro.
Essa associacao caminha as vias de proseeri
jado, nao sem os cntraves inbecentes eraprexas
novas.
Em 31 de dezembro d 1868 tinha eOedoado
;s3.a associacao 5342 contratos.
Inscripto um cpital de 8 042:104*890.
Capital reaKsado a convertido em polices da
iivida publica nacional ue 6 0/0 2,33:700*000.
At 31 de dezembro de 186U tiuba effeciuado
essa a'ociacao 7722 contratos.
Inscripto um capiul de 11,337:330*580-
Capital realisado e convertido em apolir.es da
divida publica nacional de 60/0 3,774:700*000.
Para mais esclarecimentos dirigirse-bao ao
escripterjo dessa associacao, roa do Livramento
n. 19, Io andar.
O agente.
Narcifo Francisco de Vidal.
13 ditas ferraros : a S^P
1 fardo junco; a Nna
aeaixasbeeeeas. ~
Wdasstan*
2 dilas-mluL
30 ditas phosi
TjddaseH
woeaixas
algodio, miu
re.
rcaixas chapeos ; a ChriMaM Hto.
J ditas espoletas ; a Dominan P.
9 ditas ditas e niudezas ; a Caeta
121 ditas armamenti. ferrafafli
perfumaras, ns^lbos miadezas a
ionio de AraoieAC.
SI feixes e 20 calzas ferrageas
obras de barro e de vidro ; a orfera.
4 dita. phospboros ; a e L omM
2 ditas ditos : a J. M. da Rom A KHh
13 dius e 5 feixes cboMtM, lunm
phoros : a J. A. Moreira Dias.
i% ca xas ditos ; espoletas, mtmitxt 4
a Bourgard A Paria.
1 dita miudezas, 894 ditas, 100 barr s, I
queiras e 973 garralo.s graeto: as
taos.
liEUEflEOl.iA DE RENDAS INTE*AS
RAES DE PERNAMBUCO.
tendimento do dia 2 a 27. *7
dem o dia 28
/
consulado prvin:al
tauiijiento do rfa i a 27.
d>m do dia 23 ...
7*7t2glM
43
83:
MOVIMENTO DO PORTO.
Ti
LH
COMMERCIO.
PRAGA DO RECIFE 28 DE ABRIL
DE 1870.
aS 3 1/2 HORAS DA TA3DK
Asguear bruto americaio23330 rs. por 3 .kil.
Asscar Canal2*400 p r 15 kil.
Algydo de Macei 1' sorte888 rs. por kil. posto
a bordo a frele de 7)16 sem capa.
Algodo de Pernambuco sorte863 rs. por kil.
(iojom).
Landres 90 d[v. 23 i\t a 24 d
Cambio sobre
por loOO.
Cambio sobre
Hauoel da C. Rodrigues Vianna..
U ia para o conselho, fiscal e para mesa "da assem-
bla geral.
O rosultado l.\ o seguinte :
Constmo fiscal.
Os Sr?. Dr. Joaqoim Jernimo Fer-
nandes da Cunha........
CotnmeOdador A nimio Fran-
elCO deLaeerda.........
Arnaldo Lupes da Silva Lima.
< Mesa.
Presidente.Dr. Francisco Jos da
locha...................
Jyicc-pivsjdento.O Sr, Joaqnim Ely-
sdu Pereira Marinho.....'..
i!f ts tarr,e* ,ac.haBa-se em Secretan js.Os Srs Antonio Carva-
Imha e d fllclras abertas toda a firrj, composta
.;atalhdrs 3a, 42 e 46, chegarari'S,S. 5. o A.
Impcriaes, a que^foi f.-u a uiitmeocii do estilo.
S. M. o Imnerador, a cav-ajio, aconipannad
de 3eu9 ajudanie's de campo o sr-m semanarioe,
fletcrmimia qne a brigada flzesse algumas maooA
ius foram satisfactoriamente ex,ecula-,
das, ?ob a dvecao do Sr. dqque de Caxias, de:
quem fecebia ai respectivas rdeas o Sr. coronel
Fr:.ncseo Lonrenco. j
A brigada, meneado em columna de peloi&ei,
209
SOV
19i
VOLlNTABiOS PER.VAMBUCAN03.-0 baU-
lliao 42 de voluntarios da patria, d'esta provincia,
do commando do Sr. teaente coronel Jos do Reg
Barros, ficava a partir de 23 26 do correte,
bardo do transporte Itapicurt, devppdo ebegar ao"
nosso poro domingo 00 segn Ja-felfa.
Para a recepcio d'esse corpo, S. Exc. o Sr. vi-
ce-presidente da provincia resolven qoeseexeeute
o segnime programma :
* A firtaleza do Brum, apenas reconhecer o
troosperte que cooduz esses bravos, anaanciar a
sua ehegada por tres tiros seguidos, e as torres
do arsenal de marinha e do telegrapho sero ar-
voradas bandeiras imperiaes.
Se o vapor chegar pela manjiaa, o desenliar
que se effeetnar s 4 horas da larde ; se, porm.
chegar depois do Sneio dia, o desembarque ter
lugar no da immediato, 8 horas dn manbia.
' Desembarcando o enrpo no arsenal de inari-
nl) 1, o qne ser annunciado pea fortaleza por
ma salva, recebet as continendias de nra dos
rpos da gua.rda-naelnal, que para esse flm e
A^prim-ira f.dha de ppele se conree, de ^^K VmT V ^ ^dX
Ru 00 ann
sendor0.(^,AyP,i,,,n*' roi aferWeeada er*?ra
Ca entre 1804 aA8t8. -rv--
O oechanismo adoptado pnoeeao, saman
xilio de bracos, de papel de urna dimensao i*J "
nida, foi mvenudo pe meehanieta de Es rene c
Kmad. Lmz Roberto ero 1799.
MINERVA
190
185
U10 Silva Leal............ 186
l,:n> Porfirio da Silva....... 18*
No da 24 cliegoo a crvela NietJui-og, etk
yiagenj para a ilb da Trlndade.
1 -r- Fallecen, na'Iba da Barra de rio do Contad,
o administrador dn'mesa de rendad capitao Joa
a,uim Jos *
daa Sha
ahi perecea
maraes.
vottava da eidade para a sua fezen-
Ti<:as, ao dia II, cabio ao mar ej
9 fejendeiro Cassiaue Alves Gal*-
PERNAMB^CANA. -. Fnnccidnoa
hontem esta sociedade em'sess ordinaria, sob a
presidencia do Sr. Agostinbo Penidoi Duois-di
da e approvada a ae|a da anterior, offlrTntel
B.udeira 1- secretario, fez a Wtora do etpediene
que se aehava sobre mesa: Peito fttf>, ST5F
sidente c.nviduu a commisso nomeada pva B*
primenur a S. Exe. o Sr. presidente da wwrncia,
dingir-se i palacio, saspendendo a seCio al a
iwftd
sua volta a sala das ses1es.
De veta dr pslaeio, o Si\|
eommissio, pede a paiavra, e
missao. Pissise i narte da
hre a qoal nada! ttjfctt
0 Sr. Franco defende a ,
do christianim* &bfe a ey>
|ra O ^r. Agostinbo PeiMo,"
tes entre elle e o'Srf'evBiL
lugar fallou o Sr. Oiticica "favor Tlbese"
ea relator**
o xito de
di
il-se ?
t
WPW ;pbr ime pifmnm 0H corp-0, ns;J8 e 30.
OrnesmeRtm. Sr. convida todos os cidadaos
a^tomarem parte as demonstrantes de regosijo
o- regrese desses Pernambne*ilwi, qoe titilas e
gloriosas pravas deram de seu jleroismo na
(zao p2 e na sustentacan da honra na-
?>JSaAaHoje 29, a 11 horas em pqbw effec-
1 ?s a?ente Plnt0 na Pra'!a do CorP Sm,,,;)>
le.lao de qma victoria com Uteftia e upa carro
americano d 4 rodas.
COMPAJSHfA PEItNAMBUCANA-Hoje o a)'-
timo dia em a.ue reeebem carga, 03 vaneres Jpoju-
^u e Jeqiti, para os portos doniorte o sul, wnfer-
Mimltiicio da mesma companhia. ~
LOlSRlA.A que se aeha a wnda a 148 a
08oerleio,da igreja de Santo Antonio de ..itanbd,
jqual corre no da 4.
JVAS^GnpopB.*-?mdoi na hara portBgoea
o*|piin da Silva Moreka, Luiz Antonio de he-
s Bar**,*** Pertfra, Antonio
intode Otlveira, Peaocisco Va?
Fain ls!Q de *ne|rnV limm
'rphao, Manoel Bodrigues da Cruz,
Paris99 d[v. 397 rs. por franco,
oncallo Jos Afonso,
Presidente
Mosquita Jnior,
Seerefano.
EIMGLSH BANK
Jf Hk) de ./aueiro Limited
Oescoata letras da pra^a tasa a god-
eacicoar.
Recebe dinheiro era corita correLte b
I raso fixo.
' Saca vista ou a praso sobre as cidadf
jrincipaes da Europa, tem corresporadeatet
ia Babia, Bueuos-Ayres, Montevideo, Ne-
i New-Orleans, e emitte cartas de crdito
jara os mesmos lugares.
UA DO COMMERCIO N. .%
ALFANDEQa
tendimentododia2a27. 734:9971378
dem do dia 18 ...... 28. 10*566
Navio entrado m Ha 99
Rio de Janeiro n Bahia5 das, vane
Plata, de 1757 tonelada*, eommanda
equipagem 118, carga dHbrmtes
Adamson Hoovre A C.
Porto32 dias, barca portmueza Saman; *>
282 toneladas capitao Jos Frani-o iTci*,
equipagem 16, rargi diflerente generas ; aTW
maz de Aqmno Fonceca A C.
Lisboa30 dias, brigne porlagn^s inatrmma, 0a
240 toneladas, capitio Maaod Beraarn ~
ganga, equipagem II, carga AfarnMs
ros; En-ebi R. RaiHio A C
Marinhq29 das, escuna braeilaica
de 140 toneladas, rapilio Manoel P. 4
equipagem 11. rar farinna de 1
tros ; Tasso Irman.
Penedo por Mario20 hora, vap.>r
Mondakm, de 22! toneladas, ecminai
da Silva, equipapem 14, em lastro ; \
Pernambucana.
Hamburgo40 dias, escuna norte-alletsaa Va
de 98 toneladas, capitao FLGrosi,
6, carga varios gneros Joao
Brrros.
Bahia4 dias, patacho noro^goense
264 toneladas, rapio Walng, 1
lastro; Keller A C
Naoio* sahido* no
Ho brande do NorteBarca ingtaca ,
pitao Down, em lastro. .
Buenos AyresBrgae Oespaohol FmMM,
P. Mas, carga $motm.
CearTranspone vapor h-asitVir
commanil.-.nt* capilo lenenhi Guaira, 1
batalhao de voiuntarios da pijia perifent
aquella provincia.
BahiaVapor inglez KrpUr, roaaanadaate W
Eills, carga parte da que iruxe de Lierp*'
Sonhampton e jiorins im-rm^di.Vapor hf>-
Ln Plila, commandanle Hola.
Rio da i-';itaiarca bra-ileira Amizmit, <
I. F. Pinto, -riga asaear.
Observaro.
Sbspenden do laman vara Mace* a baa mor
t allema Seluva, capitao W. Dno, ana aanna*
lastro que trouxe do Rio dr. Janeiio.

,
DECLAMCtEl
Faculdade de direito
do Eecife,
/
De ordem do Exm. Sr. con n.nathrn dareeiar iit-
trne faco pnblico que nos das 3 e 4 4o 1
ten lagar a defesa di- tbeses do hartan I Al
Coelho Rodrigues, comeeando o acia a
da manha ; e que no dia 30 de comatr-, a *
horas da manha. dever o mesmo arfcui I can
parecer nesta secretarii para tirar pean da -
sertaco.
Si cretaria da tacnldade de direito '
de abril de 1870.
O secretaria
____________Jos Honorio B. le
Pela secretaria Ja cambra
eidade e faz publico qoe
nos dias 28 do cerrante, !* e 2 da
para serem arrematadas por quena
ferecer, nao s a cura do enarene da
aduro, oreada em 517*000. coma a da
na frente das catacumbas niiiiounMMn
cemiterio publico, oreada en 242jMa\
Secretaria da cmara do Reaie, 17 da
1870.
No impedimento do secretario, a
Augusto Genuino de Fi
Pe-a secretaria da cmara
publico que a mesma cmara
sao (rdinaria de-te anno no dia 27
continuar nos sevaintcs.
No impedimento 'to secretario, a
Aagnsto 'iennino de
Con.Miiad* de 'orinijal W*r
a uj>nc.
Por este consulado ae taz pohiaa en
pi imeni 1 da lei, que havead fanVoida anal
de o subdito por tuguen aUaoel Bstpan da
sao pelo presente ronvidados todas a> apadam >
dito fallecida, a apreseniareaa saao aaanaa dnaar-
do praz de nito dias, a coalar da Vntn da ar
para depois de verificadas serna pagaa.
Cmsulado de Portugal a PeraaanBara Sa da
abril de 1870.
Por ordem de Sr. cnsul,
Artkur A*reH**o Ft
Ctnaceiler

I

760^07*944
3UVMENT DA ALFANDEGA
'oiumes entrados com fazendas
g;b idem com gneros
olamos sabidos com fazendas
dem idem cora gneros
las
271
X79
abT
iMB-
51
Dewarregam hoje 29 de
Vapor inglezkspler fazendas.
Galera inglezHermione mercadorias.
Barca ingiezaZeiorn idem,
louaa anetriacaSeta farinha de trigo. '
Escuna norte-alie nao/tocafarinha de trigo.
Brigue inglezJuditmercadorias.
Brigua portuguezBella hgut&nsiteai.
Patacho portuguezSeirasidem.' '
Brigue inglez Secabacalbo.
Srigue norte-allemodrffo-meroadoriae.
Samaea liespariholaAmable Dolorivioh<*i
Barca ingiezaHenriettamercadorias.
Lugar inglezLune Veireplvora.
Pawoho ingli-zWoolpcdesaercadorias
Patacho norte-all-moCaloidem
Barca francaza Jean Bitpistaiam
Importar io.
tingue norte allemo Cato, vi*,
bprgo, consignado a A'Jl. de tieeifa
C. maniffsteu :
3 caixs marroqnin?, toditas cerye)|aiiaJB.,J|
obras de barro ; a Matutino Jarreso
o, de
Pela snbdelegacia de ponda da
S. Jos do Recife se Tai pa liea qae
deposito um cavallo cuta caagalna, a
con'.rado vagando sem dupa pesia
guezia ; assim como cm carnaH
por suspeita de er fuftado, a aja
conduzia, na dia 18 do corrate, a
tanto haver esta subdelegada
guem anda o recJamoa : qaea si
reiio, grovaud Ibes ser
O
Antonio M
laspeeeo m
onarimau.
Paz-sv. publico qne a coaaiaeaa de
examinando na forma deianaiaada na
annexo ao decreto n. 1324 de S da
1854, o casco, machina. 1 ildari,
thastreaoo, veame, amarras a _
por Curunp* da eompaaaia
aavegaco costeira, acbou todos
estado do poder o vapor navegaf
Inspeccao do arsenal de maciaaada
co 28 de abril de 1870.
H. A.
**#!
t
Arrematjici
Segunda-feira 2 de mato. depM
da Dr. jui dairphos,vo p*afa
casas terreas sitas oa Caaaaga. a ri
de, a de n. 12 aviliadi p 7504, e a de o 16 por .
de Feiix Pereira da Sflaa enadj
ionio da Cosa Rosal esaa ajj
a tapa.
p-r 7BU*aeaa tapa*
MajMnX a mnaruaanjn
Acha-se
ordeiJ1
i fardos papel para 'nhnjttr. *3
abo ; a Theod..r Jo-L
3 diias papel e quinquilharias ; A|mI. Carla
wahdiluidni
Corr-ia'
Ljuarn


H
i
I
IQ*a da &u MiffueL |Iriudrt*i^8ft'Srtcwnito-
Diario d?. Ferairahcco-*- Sfltfa fcim-.2>- de-.A^rii de. 1470
jardefls
appareee,
<> subdetefte suptente, 4
____________CtWfMa &ua.
i-irta* ifeKtraas oro^cileMede s-4
i Wter-44if'ipr existente* na repafjelo do
areiiB Si de abril do 18T0.
AMa'Om JoaquiH Brralo, Adrj.Lu.Pe-
reir di Sirva (i), An.onie Borges da Fonseca, An-
noto JoSqnmi le Mi raes e Silva. Antonio Pedro
FiWfrMb Lim. Afionso Ootaviano Pinto tuimaraes,
Adelnfco Cario, rtalhim Rutina da C. Piqtjeiro, lia*
Uemj.irViin Pen 'ira iUndeira, Csar Quinao da ^
.SU*a, J iming < Antonio Villana, Emiliana E. dfti,
VHfo Tamborn, Francisco Oarneiro Machado
1*S Francisco dos Ris Annes Viao.ua, Ferreira
limantes & C.. Francisco Igoaoio I!. Lima, F *Hfl Figueirme, eapito Car.valbo, para-carga, o
B.-ederede de Atidrade", Francisio Ignacio Pinto passajeiros trata-se otm & R. flabello & C, ra
Geagartf. liuRrique Jos de Sallas, Hecoeterio Jos
V. a Silveira. loan Francisca) do Barras, Joanna
f. dcijii-iiiio L. Vital, Jos Joaqumi Pereira de
Otrveira, Jtts RibyirovBrito. os heli da Silva
Bragos ...Josepha Mara da Conceicao, Luiz Aurus-
t< C. Cintra, Lourenro Freir de M. Dantas, Luir
fWreira VLtciei Pinneiro (i), Maneel G ornes de
Multo, Manuel Fraucieu do Matos, Maoueila, Ma-
t>*jl Ikiarte HVrreira Ferro, Matu-el Qnintiliaoo*
rn'tvjlo Filifiirtir.is. Man.iuiu Itirteiru da Lapa, liar-
su Franci-c.o Vidal. Prenlo V'umu iC, Pedro
AttlrtR iia M. Aihuqiwrtjiw Vieonte F. Barros
W*uier:<>, Luifce Aranjo.
O eiiearrega lo do registro,
Manoel dos Passos Miranda.

A escuda pjrR? ni Dws, segajTnestes poucos
dial para o porto cima-*) para o resto da carga,
o paasageiros para es qtiaea tem bons commodera:
trau-se cora o seo consignatario Joo do Regoi
Un, a roa il Apollan. 4.
Bbrto por^ lfcoa
Para os portos cima sewe com btevidade o,
palbaboto portugiiez tnico, tem a raaior parte
Jo seu carregaraento prompto, para o resto que
Ihe falta trata-se Com os consignatarios Antonio
Luiz de Olivera AieveJo A C, rua da Cruz n. 57,
ndar.
Para Lisboa-
^tai sabir eofli bre-vidade o brigue portuguez
do Commercio o. 48.
-- cjebbado iO do torrente, tem de ir em praea
tiubica peranle o Sr. l>r. juiz municipal da 2*
vara, as t| tmr-.s do relVrui da, a* hetnfeitorias
*.viotis> ii.i i'iigji >*Rodi7.io ila l'reguezia de S.
Lim iieo da Mita, avahadas'cm t.920, assira
f^ino crn burro de er hranca. avaliado por 603,
uAi p.ir'exccnral do Exm. visconie de Assnasau-
na, .ultra a viuva e Iwrriros de SebaslioAnto-
nm H.*ti Rani'i".


Contrata- coinquem por mnnos lizer, para
virar o brigiie norte allemao Aufusto, de ambo}
os lados, sewio o centratador ofirigado a apromp-
tar o navio sua cusa sem ndnhuma assistencia
do eapilao ou da-tripolacao, e respensaei por
qnalquer avaria ou damno que p issa naver no
caace ou apparplho do mesrao iravio, propoatas era
carta fechada recehem-sa no consulado da conr
feleraro da Atlnmanha do Norte, hoje 281 de
abril de 1870. at o meio da.
ffo H.ecife.
O escriviio da referida Irmvidadu onvida a to-
do- os seos eluriseimoa irmo pira coraparece-
rem domingo-l de dijo, as 7 honp da manhaa,
aflm de aeompanur a solemne procissSo do*San-
tisNow Viaiep M eiiferiuos de sua frejuezia,<0';
nn> cosiume.
A Tiuva de Ignacio Adnano Munteiro, decla-
ra ao.respeila^el pnbheo que. nie se respoosabi-
lisa por debito algum que suasoria Miguel con"
traiiir, o> fxna de icarem no dcsembOftiOi
I
Pr.*vme-o a qualquer pessoa. que pretende
comprar o engenh9,Ma ubiam ijue o mesiao eogenbo esla sujeo a tres
annes do arrendamento, conforme a condifa i
exarada naoscriplfira respectiva, e bem como
raetade das bemfoiturias que esta fazendo o actual
rendeiro.
LE1L0ES.
PerAm-se oa onte d.23:do crreme da ruaj
rio Imperador a matriz do Santo Antonio e poute
da Boa-vieiaj urna puloeira ue ouro : quera u-
ver achado, quereudo restituir, p-.rte ivalaa roa
do Vigatio n. a, seguoiiu aiidnr,- que se gratifi-
car.
1
De um coup elegante, com ricas lanter-
nas e arreios de metal principe.
Um cabriole! americano do 4 rodas, co-
berto, com lauca para um e dous cabal-
los e arreios,
HOrlli.
exta-feirii 9 do abril a I l
hora* em ponto.
PAYLHO DES. ISABEL
CMPANHU
E0EBTIE fiMASta E ACtUHATKA
DIREOTQR
D. Mreos Casali.
CUNDE Fr.v:r,;o
*>ha{i9 3 2o eorrente
As 8 i) )a nnu.e.
. iTpanhia agradeee a benevoteoeia e sym-
ni lite tributa o moho Ilustrado publico
u&Sflii, n.i od.' ii'ixsr de por em
i-,,,-M- !..; -landos dignus cfcm applauJi-
anteri res funcc3es.
I'HOC.UAMAIA.
:.- .-. uphonia.
.'1 i i i prlmeira vez, volteio sobro am cavallo,
ioi- Ai tel.
- ikjwi trabatp equestre, pur Lu; Casali,
i-avallo'
4." nteiuevliu jocoso, pelo poqucuo Juanin e
< '*o:
i, rav.ll i ameetrsdo) a^reeeaUb ctr
i\h ;lii i'tor.
i vi.riiinr. pi-lo artista Vicente.
':' i '.-. o:, vira vez a mu'.' appiaiidida scena
r.i Mr. o Ma-iainc Diuiz, rn um passeio
V -. exeiUla pelos ;"-isia3 i.uiz, Cesar e
; ll II- '-..V. HilS.
f:( al!ii df ) rainnlos.
i ."'niiioiiia.
171
Da arraacSo e gneros existentes na taber-
na sita ra Direita n. 14.
O agente Puntual vender em leilao por man la
do do Illm Sr. l)r jui: de direito da primeira va-
ra e interino do coinmercio, a requerimento dos
curadores scaes da inussa fallida e Antonio Joa-
quim Fernandes, armacSo e gneros existentes
na taberna sita ra Direita n. H. Previne-se
aos Srs. licitantes que s. taberna est situada n'uma
das n.elhores !o:aiidadi.'S para commercio a reta-
llio e que acha se abastecida de gneros de pri-
meira qualidr.de.
HOJE
Dever ter lugar o leilao na mesraa taberna as
I i horas.
AVISOS DIVERSOS.
11 primeira vi z. exen icios sobre un ca-
i-o i.-lfl .- r.- :t Vi i.
'..* i
i m ;sj;i;i. pela Minh. r.u Arui, sebre um
.: i
i; /. barra Bxa, exereicir-s e agidale, por
Vsi, ,\|d <'-.-,A Jii;\:;tO.
i .. t ti ow i 6mh urna pantomima intitulada :
. -. j.-i-i. eseeuUdA pela senborita
.\.,'.'. .-.r. M abo, Vicrir.ee Cssari. _
:i SBW ClI'CO.
W9$
i... '> entra las........
.......................
....-,. v&qu para >cnhor.i.....
..........................
Ao pbico.
r fe IT- -1 -. tai.. m indar Car
n -'i ir r ivallos.
50(M)
saooo
2(KK)
1000
ligues
Estando era ferias, nao tinhamos pressa em res-
ponder a ora rtttfai, tao miaeravelraente rasga-
do, coma o que supoaios ser autor das publiai-
f5?i a prdido do otario de Pernambuco de 20
do mez que arnanii i Bode,
Nao recoobeeendo o tribunal a que recorren o
rasgado, Ibes diremos que netnao decate al
lerear em joraaes com um trapbo >em eir nem
beira, nem ramo de flgueira, declarando smente
aos bomens dr bem, que nenhuma falta eomelle
quem tendo arrendado urna propriedade por sois
annos, por escriptura publica, trasnassa esse ar-
rendamentu com as vautageos, que^nd:*r colber.
Loucura, ladroice se d em qoetn sublnca mi
de qu.ii.ur modo aliena bem que nao frm, c
sem coneniiroin!'i de seu dono.
E porque cana <-.iai di o que em, v e raxg que jamis poderenos der-^he o que proenra, iia-
ta outra porta, mea albo, >nu burro.
Itecife, 29 de abril de 1870.
BrosxUi* dn F.
.w
ITIM
osn^aalila ameres a c brasi-
e.-a de paquete-- a vapor.
ba I* dj ioaio ep porto3 do
ir iv.ricaiM .Vo'i .; rica, o qual de-
tioi- dapjbiaora do cuMume seguir para ew-
i --.:. iCHodo no Para e S. Tbo. az, para fretes e
traj-Se com os agentes llenr) Forster
6t C.,n.i .i Coiodaercio n. 8. .________
m por osBoF
ratea em poocoa das .. barca portagueza
Na- >' mp'Mhia de 1J elasse : aiareha por j ter
npto qoMi toda sua carga : para a pjuca que
o-iio como para ia s.igeiro- aos 'quaes
- ,-ii'is e exceiientes cexmnodus, trala-se
com l liar. Oreira & C raa d'- Vigano n. 1,
irn indar.
Rio de toieiro.
rr.i o porto cima .eaoe em pouos dias o bri-
gue i mal lsn//, tm pr/Knp'.a a raaior parte
D i. xr- gainentn, iiva o resto que Ihe taita
-j(r-:c roa os conaignatariw Antonio Luiz de OK-
Veir Azevedo & C. ra da Crez n. '61. ^^^
!'}'<> de Janeiro
v (pode sahir em poneos dias pan o referido
purtn o veleiro patacho brasileiro Protector, por
ir a raaior parle de seu carregamento engajado; e
para ti pouco que Ihe falta e eseravos frele
trata-si -.in o consignatario Joaqnim Jos Qod-
calve H"ltrao ra do Commercio a. 17.
Sociedarte \}Xir<*l caboz? de
Setembi'O.
A coml!lis^:i i central desta s-ciedade faz pubi-
eo, que as desmn IWta epm o anjo da vichfia,
que sabio no c;.rro de trijimpho.palanquepara .-in-
sistir ao fog i do artille o, luchas do eera ouuas
lespezaa esiae saldada : entretanto, so alguem se
julgar credor denla commissao aprsenle sua con-
ta ao thesooreiro Jos Vi:toaio* Pinto, ra da
Cadeia.do Recife n. 39, 1" andar, que depois do-
visto desta secretaria, se pagar immediw-
mente.
Secretaria da soeiedade patritica Doze de se-
tembro, II de abril de 1870.
A. Lattienha,
Secretario.
ATTE
1
Contina ausente o e=cravo Benedicto Sipncaial
o n esmo que de outra vez esteve senindo como
forro na. cozinha du Cymnasio com o nome de
Joo, quaado entSo er; mordomo daqaelle estaba-
lecimenlo Joaqnim Jos da Costa. Dito escravo
tem os signaes seguimos : altura regular, nemas
tinas e pouco gambetas, nouca barita, cor prea,
tem falta de dentes pa (rente. A primeira vez que
se ausenton foi maniado para o eogeabo Manlwso
do Porto Calvo, para onda se desconfa quo fra
mandado agora. Recnmmenda-se a sua appre-
bensao, e a entrega ra das Cruzesn. 37.
Irmandade
da Waata Cena dos Canoeiros.
De ordem donosso irmaojuiz convido aos nos-
sos charos raos cumparecerem no di :' de
maio, as O Horas da nunha, no convento de San-
to Antonio do Recife, aflm de assistirem a missa
que de ci "turne a irmanda le manda celebrar.
O secretario,
_________Manoel do v'ajcimen'o.
Joaquiai s-alvadur Pessoa de Siqueira Caval-
canti repugna declinar o amo do annunciante a
quem respondeu ne Diario de 22 do correBte, a
sua p'opria dignidade o repelle, decline perianto
esse aununcianic encapotado por si mesmo o sou
nome proprio, se qun nao tem peija de 'desco-
brir-so, se que com isto salva a dor da bem me-
recida respcta 'que Ibe fot dada. Isto feito nao
ha mais do que confirmar ; tu o dicesies.
Precisa-s* de um escravo para todo servico
de casa: na ra das Larangeiras n. 10, hotel fian
cez.
jurichW
Coir.mt-ntaroWCadigo Cothmercial Portu
guez e Brasileiro.
Veftrse ni loja da-rua do Crespn,
9 h .esquinti da do Queimad^ a impor-
(ailte e modera* obra tsib o titulo de an-
nokyfos ao cdigo do commercio portuque
emjvotomw peh Exm. Sr. conselbeiro
Dr> JJToa fVreii Foijaz de Sraipaio Pi-
metel. leoby cattitsdratico na uoiversidade
de Ginaibr.., Osliubkio.s iiedos de qae
gozyrauito mercidametifi! aqt^IJe eximio
comstflrciafota por si s bastariam para re-
commendar t3o importante obra, qoaodo
nio comjorrease mais para sso a granda
vanl|ro de ser nm [iiimo commentario
ao cdigo eammercia! brasileiro (na falta
absoluta qq* ti, de quaiqaer ou4ro) pela mo-
xima homo)?eMida* de entre militas das
soasujisposices, e as do mencionado cdi-
go portngnez, qup Ihe serv?} de texto.
Lrrui presswosos-, distmeta mocidade
do 4." anno da .Jfaculdade dB Direito desta
cidaffce notante jiwwconsiios, a prover-
vos dftsse poil.-roso auxiliar para..vossos
ln!ia!r*sila soieii'ia-. ep'lopro^ocoaamodn
de 20S. toda a obra em.l vol.
8u|>liiue~tublicaeo Iliteraria
sol o titulo de Jfemorla do
Boau JrMi. do Monte, em
Braga*
Afbaroe. venda na loja da ra da-Cres-
po n. 25 A, esquina da do Queimado a pri-
morosa Memoria do Bou, Jess do Monte em
rqga, ornada de pavura* Tuins, segunde
edicto, ohra da penna de ouro do mui Ilus-
trado lente da uniTcrsldadu de Cormbra, o
Kxm. Sr. conselbeiro Dr. Diogo Poreira
Forjas de Sampaio Pimentel. Quem tiver
noticia da extraordinaria devorao que exis-
te em Portugal para com aquella milagro-
sissima imu^em, aflliiimb) sempre para c
seu magestso templo em romaria o nume-
roso povo de todas as partes desse reino ;
quem suulier avaiiar as biiUtmtea desenp-
res, e o bello estudo daqo'lle consumma-
do jurisconsulto e eximo litlerario portuguez
nao teixar de procurar, quanto artes pro
vrr-s^ de um exemplar da dita memoria,
pelo diminuto preco de 35, na loja indica-
da, onde ha pequeo numero delns,
Na niesma loja cima ha ontras estampa,
muilo perfeitas B graadea do dito Senhor
liom Ji-stis de raya, por pieco commodo
INSTANTNEOS
Travessa doCop[M> Sanio n. 25.
AIUIAZEM
Ra [Vova n. 28, o^a Antonio
Pedro de Souza Son res.
HanJeira, Machado A ('. avisam ao respeitave
mblicoque no- Ingaro cima -.'orinara nomos-
me setnpre grande qnantidade ii ditos pocos, e
quo se aebam habilitartoe pr? vender por men. -
que cairo qualqter, pnr isso que os repeliera di-
reclno-nte do fabricante \ irt n, de. Landre.
A- v.:n!:!p.--n poros instanta-
iieos sao : brimeiro, podrcra ser collucados den-
irmiTArt, uORTincAR KTirtai oa^r, com uiraURto rte oma1TM9
h'U; s.-guudo, rornecerem ns m>-sinoii agna pu-
ra e al-.i.dante, pudendo aeren removido de uir.
para ootni lugar, qnardo aaaiiii i-onvier.
Oh anaunclantes s refeberaV a importancia dos
refflrldos poces depois de qdlncad^ satistazeudc
pectativa do comprador.
,- 5^S*
Em tempos modernos nenhum descubri-
tnenln opernu inaior revolucao no modo de
curar anteriormente em voga do que o
PEITORVt DE AMCABIITA
T.VNTO NO TRATAMENTO DA
tossk, cnoro,
ASTIIMA. THISICA,
OCOIIUO, BESFIllAMfcNTOS.
IIRO.NCtUTr.S,
TOSSE CONVLLSA,
DORES DE l'EITO,
r:xi>rcri:R\cA(i de sami:.
Gomo em toda a grande serie de enfermi-
dades da GAiiOANTA, do teito e dos orgaos
da Riisi'ir.AoAo, quu tanto atormentam e fa-
zem soffrer a humanidado. A maneira an-
liga de onrar consista gerahnente na appli-
imio do vesicatorios, sangrlas.sarjar ou ap-
plicarexteFiormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
le produzir empo'bast cojos differentesmo-
dos do eurarj nao ksm senao enfraque-
fer e 'Litnitinir as forras do pobre doente,
xintribuiido por esta forma d'uma maneira
mais fcil corla para a enfermidade a des-
troico inc\iUvel de saa .victima Qoem dif-
)orei!l-'. doso ell'oilo admiravel do
i'KITOKAL DE A.\ VCAIlfTA !
\ mm&-m
m
l.NAI'DITOS SOlTIiIE.vros AO DOENTB,
C.U.MA, MODIFICA SUAVIZA A Don.
AI.I.IVIA A IRRITACO
nESEilVOI.VE t^fTENDIliENTO,
FOUTIFIC.A O CORI'O
e faz con i que o systoma
Desaloje (Puma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfrmidade. O ; m DDivr)?7l
neiban-esvotos etmedicina da Europa (os ^ \iA'1 O.-ihU Iuy-.,L
Leatoa dos (oliegios da Medicina de Berlim) r:;:_ Oi>-Kua (ialmpe at r/-.
testificara sercm exactas e verdadeiraf estas
relarcs analgicas, oualem dissoa experi-
SBcia de milhares de pessoas da America
espanbola, as quaes foram curadas com
aste maravitboso remivjio. sao mais que
suflii ii -s para sastentarema opinin do
PEITORAL DE ANACABHA!
D.e\e-se notar que oslo remedio su acha
S3J<
"SI
Ti :-.' Ii va. lim :i, lu-ii-i achamalo-
-, copia oaioi per ca>. razeodas em
iqalidadea;
pecas e era obras de loO .-
como sejan : seda, laa, aijtodsi).


ebapos de feproe de palba ele. ele.
Tira-se naJoas b liropa-sc a recto seo
i wlhar i s ucidr.s. conservando assun lo- $
d o brho da faenda.
Tintura paita as tercas
ra*.
i^xtas
:nU'ii',::io'iih: izontodo vi-iionns, tantn mite-- T-"'_:' -'"''n
raes, cont vogolacs, em quanto (pie portu. in^nliSSpirw
algutts d estes ltimos, e particularmente U liitliiiilill DlfTiIMA a
Frederico Maya
aquelios que sao dados sob a forma de Opio
3 Acido liydrociariieo, formam a base da
maior parte dos Xaropes, com os quaes > to
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
lilii: i. A Composico de Anacahuita Peito-
aacia-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meio
quarlilho cada um, e como a doso qm' se to-
ma os d'uma colher pequea: basta gt-
lalmenio a apptiearo d'um ou dous frascos
para a effectuaco de ipialquer cura.
Acha-sc venda nos estabelecimentos de
P. Maurerd-C J. C Bravo 4- C. A.
Caors, II. M. Barboza Bartholomeo C.
AO PUBLICO
Pede-se pncarecidamfnle a oessoa que achou
urna pulceira de camapheu, encasloada em ouro.
no largo du Gorpo Santo, perdida ca noute de 2:
do correte, em occasio do fago, queira ter a
bondade de levar na rua do Vigario p. 20, 3* an-
dar, que ser generosamente recompensado.
Ama
Precisase atugar urna ama p'ara fazer compa-
nhia a uina senhnrf. fajer compras-na rua e co-
zinhar, que tenba boa conduela : quem estirar
nestas eircumstaacias procure na rna velha de
Sania Hila m 66. que edir quem precisa.
Alnga-se e vndese lampias para ilhimina-
cao : na rua Direita n. 77.
Tem a honra.de scientikar ao respeita-
vei publico et gcral, e aos seus clientes
em rJarticuiar qae elle mudoa o seu gabi|
ne de consaiUs d; rua Direita n. 12 parz i
a do Qneimado n. \ primtro andar, core
a entrada polo patoo do Pedro II, onde p-l
de ser procurada para os misteres de sua
profissc, lodosos.di ute-is das > horas
da manhaa s 3 da tarde.'
Tambem previae, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas s&ro precedidas de ajuste. Elle ga-
raote o bom desempenho e a nerfeico de
seus traballios, o que j bem conhecido,
assim como as commn.bdades dos precos.
C SALiDADE
BA R MOLO M) &C
Para a cara certa n tojse antigs e reteid, marran palmtnar, tsltaM;
Sroueliius, o em go.-al contra todos o toffrimtBln if. ras mpinierita.
DEPOSITO GERU.
SOTZCA JB I3nc C/VRIA
34, ROA LARGA DO ROZARIO, M
PERNAMBUCO
50^000
I>-sa 30* de gratificaba) a quem apprehender
oiirelo Luiz, baixo, magro, e tem a cabera gran-
de : escravo do Sr. Alfredo Gibaon : quem o
prender leve-u ao engenlio Pomo da Qal ou a
rua tstreitado Rosario p. 23 ao Sr. JooFeilosa,
que ser recompensado eem aquanliaaciraa.
Brecisa'Se de um menino forro on escravo
para faier compras : na rua do Duque de Casias
outr'ora do Queimado n. 17. loja.
-t Precarse de ummeuino com alguma praii-
ca de miudezas : a tratar na rua do Cabug nu-
mero i A.
A th trapn tica das diversas molestias do peito, desde
pliai-yngite OD nal da garganta at a tuLerculno
pulmonar, passando pelas diversas bronebiles catarrkats
e o emph;sema acaba de ser eareqoecida com mais
este medicamento, qae toaar a primeira ordem entre
todos al boje conbecidos. O xarope Vegetal Americano,
garanlindo pnramente vegetal, cao contm em su
composicio um s tomo de opio, e sim .rnenle soc-
eos de plantas indgenas, cajas propriedades benficas
oa cora da molestias qae pertencem sos orgaos de res-
piraco foram por nos observadas por longo tempo,
com ptimos resaltados cada vei mais crescenles; pela
qae nos julgamos autorisados compor o xarope qo*
agora apresentamos, e a oflerece lo aos mdicos e ao
publico, Provamos com os atiestados abaixo o qnt la-
vamos dito, t contamos que o conceito de que ja gosa
o xarope Vegetal Americano crescerk de da a da,
deixando mnito apos de ai todos os piloraes a voga.
Illm. Sr. Barthalomeo t C,O xarope Vegetal Ame
licano. preparado em raa conceitnadissima pbamacia,
om til remedio para combator i termal aathma.
Sofra eu aquella molastia ha quatro meus, sem anda
ter combatido os ataques mensaes qae tinha; esta nlmo
qne tive foi fortissimo qae me prostoa por 8 da*, use,
orm o ara milagroso xarope, tomando apenas tres
oses, e at o prsenle nio fui de novo atacado. Prisa
Dmu, qaa ai fiqna raaukelocido por ama vox. Beodo-
Ibe, pois es meas aardeeimeni..* por
to bOrrivel mt\. Com n*is ai]
aobscrao-me deViuei. afela** i
StHfiM Dutrlt.Sm Casa 14
Illm* Sr* BanladooBooftC.
metes de soflriaKBto coa ana*
extraordinario, expectante* 4*
do, o parda total 4a* torca*.
me faligava ccmplelaaeente, ca
tro* remedio sem anaaltaalo nv< a
Vine*, pnpanvaaa taran* Vtfatal
ello, gracas a Oca*. ac* raaur
dois man*, robasio con* *
gralidao na* torea a asta aeclaraca*. aau
f.uer o aso qae qaiierom. So* ana
nimios respeiudor e criada. 4i
Car* i Stha. Recif* t 4* Iwwata 4*
Atiesto qae asai 4* una* Tea al _
compoaiat* 4a* Srs bartaatonaa* C aaai
forla defini qaa ote troate aaa
fazia edteader, intaaaaafaa i
graode falla ieraspiracJ. a Eqtwt caafefa
Ubel*ai4* coa na sonare
que Ibe* protesto eterna gralid*.
neiro 4* 1368. ~
laka
AMA
Precisa-se de orna ama para eozinbar cm casa
de pou a familia: na travessa do arsenal de guer-
ra n. 13, armazeuj.
Precisa-se nma criada de boa conducta, para
todo o servico ordinario do urna cisa: tratar
na rua da Cruz n. 20, ou na Capunga, porto La-
cerr n. 26.
Para-se bem
Pro.*isa-se alagar nm mol'-im' de
ta para o servico de tima loja : ta roa
mero 10.
Pr-TiS'-se de um rn.iH deba
qne sirva para compras e ma* *
casa : ;i rua di UnperaiVor n. .n, 1
irada pelo lado da tole 7 de i
ilda
esquina
larga
nux
Este importante estabelecimento no sen genero, ton sempre nm sortimento sem igual,
nade por preqos qne nenhnma outra casa pode vender.
. convencer da srerdfede.
toas por presos mnito de-
(14TOA
Rosario. Sarante-se ser tudo de lei ^Gompra-se onro^ prata
vados.
H



p

'V
\J&>-
*"


5f
4
Diario de Perammlrace
Sexta ieira-29 de Abril de 1870
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000*
Bilhetes garantidos.
4 rna do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo as9ignado, tendo vendido alm de ou-
tras sortea, 1 meio n. 2980 com 5:000* da lo-
una que se acabou de extrahir a beneficio di
iireja da Gasa Forte (144'),- convida aos possuido-
rM a virem receber na conlbrmidade do cosa-
me sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 1* parte da lotera beneficio da igreja
de Santo Antonio de Itamb (143*), que se eitrah-
r quarta-feira 4 do mes vindouro.
Presos.
Bimet 6*000
Meio 3*000
Quinto 1*200
Era porcao de 100* para cima.
Bilhee 5*500
Meio 2#750
Quinto 1*100
Mannel Martins Fiuza.___

8 0 D'\. 8AIT0S MELLO*
Medico homiopalha, recem chegado da
corte, flxou a sua residencia nesta
capital, roa estreita do
Rosario n. 32, 2"
andar.
D consultas todos os dias das 9 as 10
horas da msnhaa, e recebe recados por
escripto qualquer hora do dia ou da
noute.
Aos pobres d eonsultas as mesmas
horas e medicamentos gratis.
___
marinare, rna 4as erases
n ti.
O artista Gamillo acba-se pstabelecido.ii casa
cima, onde pode ser procurado para lodos os
misteresdesua procissao.
M
CASA DA FE.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio A .venda : roa do Cabug n. 2,
vende Vieira & Rodrigues. ________
CEDIDO
Precisa-se de urna creada cozinheira : na
roa do Imperador n. 57, 2o andar, entrada pelo
lado da ponte 7 de Arrenda-se o engenho Tranquilidade, nom
e agua, teremo para 2 a .1 mil pans, na reguezia
da Escada por tres anuos, ou seis: tratar com o
proprietario tk> mesmo._____________
Precisa-se de dous trabajadores forros ou
captivos -para servico interno ; tratar na ra
larga do Resano n. 31, botica.______________
Mudanza.
Precisa-se de urna ama nicamente para tratar
de urna enanca : na ra Nova n. 44, loja.
* ADVOGACIA *
O feaoharel Augusto Carlos Vaz de Oliveira I
a tem o seu escritorio ra do Imperador '
W n. 67, prinwiro andar.
tt*a8 ***
Qaem precisar de urna ama para -casa de
homem solteiro ou de pouca familia, dirjase a
ra da Conquista n. 18.____________.
O Dr. Carolino Fia m isco de Lkna Santos mu-
ion sua resulencia consultorio para a ra do
Imperador n. 57, lar do sobrado cujo arma-
eem conserva ainda ti. je o nome de Aliauca,
rendo a entrada, que pelo lado da ponte Setede
Setemero, o mesmo numero .'i7, da frente. Ah,
continuando o dito Dr. no exercicio de sua pro-
fisso de medico e de operador, pode ser procu-
rado a qualquer hora do dia e da noute.
TlUSlPT
Medico homeopatha, pode ser procurado no ?eu
consultori.) especial homeopathico no largo da ma-
triz de Sanio Antonio n. 2, 2o andar.
No mesmo comultorio tem sempre grande sor-
timento de medicamentos defcomapathia, unto em
tobos como em tintura.__________________
Perdeu-:e na noite de 23 o crreme um
altinete de ocro em frma de Dar, e com eofeite
-de coral: queui o achou, querendo restituir, pode
-dirigir-sea ra do Imperador n. 30, 3o andar, qne
v?r recompensado.
COftFRAMA
DO
Patria-cha S.Jos d'Agoma
Erecta no convento -do'Carino.
Por nao se ler reunido no domingo passado nu-
mero legal |iara a eleicao de nosso Patriarcha sao
de novo convidados todos os nossos cbarissimos
irmaos para domingo Io de maio comparecerem
pelas 10 liaras da manhaa em nosso consistorio
jar o mesRin fim.
Secretaria i" de abril de 1S70.
O secretario,
Francisco de Medeiros Raposo.
iI48
Na travessa 4a na|
das Cruzcs n, % pri-
metro andar, a-se di*
nfeclro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
4es, seja quai Tor a quan-
ia. Na menina casa cora-
pram-se es mesaos me-
laes e pedras.
Pede-se encarecidamente aos Srs. Domingos
Theodoro Rigueira e Aristides Florentino Caval-
eanti de Alboquerque ra do Vigario n. 14, a negocio que se precisa
ultimar
akm PLK1AT1V0 B DEPUAUVO
DE
ciiAniiAiin.
Composto das plantas as mais odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais elevados, o eh
OTH-purgafrce 4e ChambarA, possue um gosto sa-
boroso e um aroma suavissimo, e as propriedades
as majs notaveis sobre os embaraces do estomago,
dos intestinos e do flgado o desobstruente por
excellencia oa constipacao do ventre e nao tem
resguardo nenhum.
Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, refresca o sangue depurando-a
O so do ck-Chvmbari pode ser continuado
por multo tempo sem o menor recet e sem in-
commodo nem mudanza no modo de viver.
MCO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
KA
^PHARMACIA E DROGARA
DK
Bartholomeu di C.
34RA LARGA CO ROSARIO34.
GUSTAVE
CABELLEIREffiO FRAMSZ
51Ra da- Cadeia do Becife51
70, N, 9 12| .
Corte de cabelle......
Corte de cabello com frcelo. .
avagea a
Precisa-se -de duas amas, sendo Tima para
engommar e outra para cozinhar, para casa de
pouca familia a tratar na ra Nova, casa nu-
mero 22._______
Precisa-se de urna ama para coziuhar e com
pr'ar para ama pessoa : na ra estreita do Rosa-
rio n. 27,4* andar.______________
Precisa se alugar um bom preto para ser-
vico interno e externo de urna casa de homem
softeiro, paga-se bem : na ra da Cadeia n. 20.
COMPANHIA
DOS
DO
A*
URBANOS
Precisa se de urna ama para cozinhar :
ra do CaldVireiro n. 68.
na
RECITE
Por ordem da directora sao convidados
todos os Srs. accionistas para ro dia 29 do
torrente, as 10 horas da maiiha, no saio
do -Club Pernambucano, se reunirem em as-
sembla geial, segundo estabelece o art.
13 dos estatutos da companbia.
Escriptorio da cempaobia, 16 de abril
de 1870.
Joo Joaquim Altes,
1* secretario.
m muras no
Imperio do Brasil.
Grande exposiqao na cicladc de
' Cordova,
REPEB1ICA ARGENTINA.
No dia 15 do outobro de 4870 ter lo-
gar a abertura da exposic3o nacional em
Cordova.
Previne-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos aquelles que exercam qoalquer indus
tria, que nadita expesicoserecebem tod<
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem remetter.
Estes productos esto istos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
dero ser dirigidos cidade do Rosario, de
onde sero tranportados pelo cammho de
ferro central.
Para mais explicacoes dirijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz *. 3, ao consulado
argentino.
Panno de algodao da fabrica Todos os
Santos do IHra. Sr. comraendador Pedroso, ]a
chegou ao escriptorio de Joaquim Jos Goncalves
Beltrao : ra do Commercio n. 17.__________
Lisboa e Poito
Carvalho & Nogueira na ra do Apollo n. 20,
saccam sobre as pracas cima vista e a praso
Preisa-se de urna criada qne seja perfeila
engommadeira, para casa de pouca familia : na
ra do Imperador n. 51, 2 andar, ou do Crespe
n. 8, loja de 4 portas.______________________
Chama a attenc5o dos seos innmeros fregueses, e do respeitaTel
geral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os quaes alo Tinto por
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a i-H, Cadeias para relogio i M,M,
30)J, 36/ e......400000
Ditas para homem a 350, 400 e 500000
Coques a 120, 150, 180, 200,
250, 300 e.....500000
Cresoentes a 120,150,180,200, .
250, 300 e.....324000 Corte de cabello com
Cachos ou crespos a 30, 40, 50, champoa. L .
'60, 70, 80, 90 e. 10^ Corte le cabellos hmpeii da
Tranca de cabello para annel a <**>**. P6' mach|D "*
500 e.' 10000 ca, nica em Peraamboto. .
Tranca para braceletes a 100, i Frisado inglexa ou i fraseen. l
150,200,25 o.....300000 Barba......... f
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penieados para casamento
Bailes e solreo ____
O dono do estabelecimento previne s, Recommeoda-te a superior TRtTHU 2k
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos bar
salSo para tintura dos cabellos e barba, as-,ba> onicj **nHtida na Epoacao Unmm;
^ como n3o prejudicial i sonde, por ser ve i
sim como um empregado smnte occupa-,iailt analysada e approvada petoa
do nesse servico. i mas de sciencias de PARS E
I
II

AMA
Precisa-se para comprar e coiinhar para tres
pessoas : na rna da Cadeia n. 43, loja.________
45 =Sapatos e borracha 45
AU00O.
Para senhoras e rapazes que calcem at 37 : a
ra Direita n. 45._______________________
Vendo um annuncio do Sr. Jos Candido de
Barros inserido ueste Diario desejando saber qual
era o negocio qne a ra das Cruzes n. 9, se cha-
mava o Sr. seu filho Thpmaz, e como no s const
ue o Sr. Jos Candido reside na cidade de Olin-
a e sendo peos l irmos, pedimos a S. S. man-
car alguem entender-se a respeito.
BUZAR ACIOEMICO
13 Ra da Imperatriz 13
Ulysses & Irm3os proprietarios deste bem conbeciffo e acreditado eslabelecice-:ic
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seos nnwrooM fre-
guezes, tanto desta praca, como de fura, que tendo sido elegantemente reforawo dito
estabelecimento acha-se completamente sortido e em condices de b^m #r;;-loi doo
segnintes arligos:
Nutrimento
MEDlblNA!
PREPARADO POR
/. PARA
Tsica e toda a
qualidadc de do-
encas, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
Expressa-
mente escomido
dos melhores fi-
gados dos quaes
tse extralie o
leo, no banco
'da Terra Nova,
parificado cbi-
micalmente, e
suas
p ropriedades
conservadas
con todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
maitosevero, pelos chimkos de raais tale-n
I, do governo bespanltol em Cba,foi de-
\u!gado por elle e conten
MAIOR PORCAO D IODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
v xa ainado
IODLNO E LM PODER SALVADOR
Em todo-o oleo de flgado de bacalho,
e naquelle no qual contm a maior porcao
desta invaluavel propriedade o nico
meio para :urar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES,FGADO,
Tsica, bronchites, asma, calarrho, tosse,
resfriamentos,etc.
Uns.poucos frascos d carnes ao muito
onagro-que seja,clarea avista.e d vigora
'lodo 9 corpo. Nenhum outro artigo co-
.nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutr merlo ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaco tem sido
destruida pelas affecces das
ESCBfiFULAS OU RHEUMATISMO
i todas acuellas cujadigesto se acha com-
jjletamente desa'rranjada.devem tomar
Q OLEO DE FIGADO DE BACALHO
tUanmnn A Kenip.
$e que desejam ver-selivres eexepasm
de ennnidades
Precisa-se de um caixeiro pra taberna, de
l a II anno^ : a tratar no pateo do Terco nu-
mero 6-3._______________________________
Bap Paulo Cordeiro.
Constando ao proprietario desia fabrica que se
tem vendido rap falsificado com a denominacao
do de sua fabrica, e imitacao dos rtulos, sellos,
medalhas dasexposicoes de 1861 e 1866, emencao
honrosa da exposica de Paris em 1867 ; orevine
por isso ao respeitavel publico haja de o examinar
com toda a altencao afim de nao ser illudido, e
por esta frm i fcilmente poder distinguir o va-
lor do verdadero rap Paulo Cordeiro, que tanta
aceitadlo lem merecido. nico deposito, ra do
Vigario n. 11, subrado______________
F's de coquelroe
a 300 rs., e o cento a 25/5, : o melhor lempo oos-
sivel para plaaiar : na na Direita n. 45-_______
AYISO
DA
Precisa-se de um
n. 6.", taberna.
Caixeiro
caixeiro,: na ra do Brum
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a pithysica e todas as molestias do peito.
wauaa pariilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Kinlco
Conserva e limpa os cabello-'.
Plalas .rahartcas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
2des, curam e purificara todo o systema humano
Veode-se > (lectivamente em casa de Samuel P.
ohnsron & C., rna da SatuiHa Nova n. 'ti.
SEGUROS
MARTIMOS
E
COSTRA FOCO.
Companhia Indemnisadora, estabelecidj
^eata praea, toma segaros martimos sobre'
uviol e seus carregamenloa e contra foge
eaj edificios, mere ador ias e mobiliis-' '
jm ATTENCAO
VIDA DE SANTA VERNICA JLIASI.
Actia-se venda olivrinho da vida desta sania
serva de Dos, traduzido do italiano em portuguez
a 1 600, o re*to d s cxemplares que existem na
livrana universal, ra do Iraparador n. oi.
AVISO
Tinturara Franceza
5i"lliia da Imperatriz-*S
O proprietario deste ealabelecimente
s previne as pessoas que depositarara
1 n'elle alguns objfcclos antes do primeirro
Sde jaaeiro do anno crrente, que os vo
, buscar impreterivelmente no praso de
) um mez da dala da presente publisa-
| cao, do contrario serlo os ditos objectos
2 considerados como abandonados para pa-
| gamento do trabalho, e seus donus nao
!ter> direito nenhum em reclama-los em
tempo algum.
I Recife, i9 de marco de 1870.
m
m
5
ADVOGADO
O advogdo Antonio Pedro Ferreira Li- f
ma, de volia de sua viagem ao Rio de ,
Janeiro, contina em seu escriptorio de i
advocacia ra do Impe-ador n. 32, Io j
andar, onde pode ser procurado para o ;
exercicio de sua profisso, das 10 horas J
da manhaa s 3 da tarde.
I?fiol
Ama de leite.
Precisase de urna ama de leite sem filho
ra do Queimado n. 49.
na
A imperatriz regente.
Com esta denominacao chegaram a loja do Pas-
50 pelo ultimo paquete os mais ricos chapeos de
palhinha pretos com enfeites de cures, objecto es-
te o mais moderno de Paris, cheguem antes que
se acabem : a ra do Crespo n. 7 A. ____
V. PALHARES
Centelhas
Colleccao Je versos sobre a guerra do Paraguay,
venda na livraria Franceza, na livrana Pari-
siense e na loja de madama Falque.___________
GABINETE MEDICO-CIRURGICO
no
Dr. Ignacio Alcibiades Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora dG da ou
da noite, prestndose a s chamados fra da cida
de, com toda a promptido. Pratica operacCe?.
D consullas das 6 s 9 horas da manhaa, na
ua Nova n. 45, Io andar. ____
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Babia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarro s
de palha de S. Paulo, de 3(5300 a 7,5300,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurily.
Imperiaes, Tenenies do Diabo, Duque de
Casias, Gandou etc.; de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Machan-
bomba, Montevideo, Orientaes, Baependy e
multas outras qoalidades.
Fumos
Afamados de BAEPENDY em caixes de
10 libras 10400 rs. a libra, em pacotes
a 25, de 20 para cima a li5800e em maior
porfo 14300 o pacote de I libra, dito
em latas de quarta a 640 e 500 rs.. e outras
muilas qualidades como sejam: Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
Varirdades
Precisa se de um criado de 10 a 12 annos
livre ou escravo, para compras ; quem o tiver >ii
rija-se a ra da Palma n. 34.__________
PONTE1RAS para charutos e cigarra di
todas as qualidades gostos e pr^os.
CACHIMBOS de Superior espeosa. de sa-
deira (raz; de 34 at 64. a dor e 4 mi
Iras qualidades a retalho.
DITOS p de gailinhadns Inores fie
ha neste mercado a 3 com grande abatimentoeaf *..- 9rZn,
ditos de Iou.;a, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e coaro
gostos e presos, para guardar ftaao.
CARTE1RAS para cigarros 'Je J)im M
systemas.
PH0SPH0R0S de cera, ea c\m a> to-
dos os tamanhos, de seguranza i -o
PAPEL de milho, de arroa, s oa, Hr-
san, pintado, ce linbo etc. palha de ni*c >
Fernando a melbor possrvel.
Predsa-se alugar ou comprar urna escrava de
meia idade, que cozinhe e lave bem, faz-su todo e
qualquer negocio : na ra de Hortas n. 30, sobra-
do, das o horas da tarde em diante.
Ama.
Precisa-se de urna ama para o servico externo
de urna casa le pequea familia : a tratar ca ra
do Imperador n. 79. loja.___________________
Preci?a-se de urna ama para comprar e cozinhar
para casa de rapaz solteiro : na ra do Queima-
do n. 12, loja. __________^^^_
AMA
.Precisa-se de urna ama para servico de casa de
familia, e que aiba cozinhar : dirija-se livraria'
econmica, ra do Crospo.
>ia praga da Independencia n. 33 se da di-
iheiro sobre penhores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia; e na mesma
Msa se compra e veode objectos de ouro e prata,
a igualmente se faz toa e qualquer obra de en
ommenda, e todo e qualquer coneerto tendenfe
i mesma arte.
Precisa-se de urna ama que compre e cosi-
ahe para duas pessoas: na ra Augusta n. 7i.
Bartholomeu & C,
Vl.NHO, PlLULAS, XAROPE E TlNTURA
de .lrubeba simples e ferruginoso;
Oleo, Pomadae Emplastro" da mesma
planta preparados por
BARTHOLOMEO & C
PHARMACEOTIC08-DROOUI8TAa
PERJWAMULro
A Jurubeb : |*U pltnli 4 hoj* nconlwcidj
como o mi pMerow tnico, como o melhor
eobetrtieiUe, e como ul pplicd oot pdUcioMoto*
io lindo o tajo, oepaiilM, dar*, Uom iaur-
ao e specialiBcnu do ourt, hfdroMW*, err.i-
pelU, etc.;' i socid Uno til mi mIIi4u
xret, chloroM falu d* MWlrMco, detrnu-
* do Mtoaaco. u., o qoa diurnoi altattit
iBUdoieru (htu imprtanle! oaiMu tom mwm
prentrado* JW)o^Mihocidof nuM pteM*
di MU ". .uinhentas duzias do fogos do ar de urna
e tres bombas : na ra Direita n. 53, loja de fer-
ragens.
Precisa-se de ama ama para casa de pouca
familia : na ra estreita do Rosario n. 31, primel-
ro andar.
Pela primeira vez se expoe venda nesla pro-
vincia um magnifico e primoroso sortimento de sa-
peria* papel o mais iindo possivel, desde o mais
simples e modesto at o mais rico possivel, e pro-
prio para forro e guarnicao de salas, gabinetes,
capellas e santuarios. E preciso ver para admi-
rar-se a lindeza dealgumas pegas desse artefacto
A novidade e esquesiiisse dos arabescos, o mimo
dos desenhos, e o capricho do doirado, encanta os
olhos e convida a cmpralo. O modiso preco
por que se vende sorprende ao senhor compra-
dor, que apenas ser obrigado a dar urna peque-
a commissao alem do primitivo rusto da fabrica,
addicionado com a importancia dos direito etv
Nunca a modicidade do prega esteve to junto da
belleza e bem acabado de um objecto de luxo. O
respeitavel publico convidado a certiflcar-se de
todo o expendido no escriptorio de Candiio Alber-
to Sodr da Molla 4 C, a ra da travessa da Ma-
dre de Dos n. 14.
ro annar^________________
D-se algum dinheiro a premio sobre hypo-
theca em pedrios n'esta cidade : ra do Crespo
n. i, loja, se dir quem d.________________
AMA
Xa raa Nova n. li, primeiro andar, precisase
de urna ama forra ou escrava, mas que saiba bem
eosinhar e engommar; na me*ma casa, compra
se urna eneran com as mesmas abilidades cima:
quem tiver apresente-a.______________
&m&
EM MI EDA
Tem para trocar na lojajle ourives do a reo de
\o?*a Senhora da Cooceicao no Recife. _____
PROTESTO.
Constando ao abaixo assignado- que o seu es-
cravo Miguelvcabra escuro, une foi do Sr. Manoel
Fernandes de tlliveira, morador na Serra da Raiz,
na i rovincia da Parahvba, que est fgido desde
2 de novembro de 1868, protesta com todo rigor
da lei contra quem o tiver acoutado, e gratificar
com 200* a quem oapprehender e levar roa da
Senrala-nora n. 38.
JoSo Luiz Gongalves Ferreira.
Aloso Juse da Olivara avisa ao sr.'Pedro
Alpiano Marinho Falco, que priano, hontem, depois das compras do costume
me desapparecera de casa.
. H. H. SuiJ, wcio gerente da casa commercial
de Henry Forster A C, retira-se para os Estados
Unidos, deixando o Sr. Antonio Marques da Costa
Soares, com proenracao bastante para dirigir os
negocios da mesma ca-a. Recife 26 de abril de
1870.
iouot doporilM UthtariJM* mittttkmm m
hor fatm :oftmn t luiMf H<>* nmittiof
t pplieele.
CURA RPIDA E INFAL1VEL DOS CALOS
PELA
, POMADA GALOPEAU.
Deposito especial
Pharmacia de Bartholomeu jf C.
34Rna larga do Rosario34.
Preciare
alugar um irloleuue de idaFde 12 a li annos
para serv ^jnterno de estaminet, paga-se bem :
na ra do lmpejador,n. n;k
ctot
.32.
.1
as, F
preveni
lili
arailias.
Frotecto
Em cumprinwnto do prevenido no art 29 do
regulamento, a convida aos Sr?. contribuales
dessa associaco oertidoes de aade dos seguros, para que mandem
fozer entrega d'ellas na ra do Livramento n. 19,
1* andar, aflm de ser expedidas o mais breve, pos-
sivel para a'inspeetoria geral do Rio de'Jaaeiro
As cerdCe* aevem ser selladas a reconhecidas
loor tabeliao. **
f Pecifr, 30 de mareo 4*J870. ------------------------------------------------
Nirei7FrtBeillp de VWat* dWja a roa da Aoroa a M, t andar.
Vlm*dos artigos mencionados encontrarJo nossos regueies outros ma-
ero de no?so negocio, que se vende em grosso e a retalho e que eeaa roas ; r-S-tca?
serao satisfactoriamente bem servidos : bem como nos encarregaaos de .; .> r e-
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Ra da Imperatriz13
BAZAR DA MB1A
50-HA \0VA-5
/

Joaquim Pereira deCarvalbo e Joaquim Cor-
rea dos Santos fazem sciente ao respeitavel corpo
do commercio e a quem mais interessar possa, que
na presente data dissolveram a sociedade que ti-
nham no estabelecimento de taberna sito ra do
Mondego n. 32, que gyrava sob a firma social de
Joaquim Pereira de Carvalho & C, ficando dora
em diante o socio Carvalho na po?se exclusiva de
dito estabelecimento com todo activo o pasivo, e
obrigado sua liquidarlo, saliindo o socio Santos
pago e satisfeito de seu capital e lucros. Re.'ife
19 de .abril de 1870.
Um moco casado e sua sennora, am-
bos com bastante pratica de ensino, seoffe-
recem para leccionar em algum engenho
primeiras lettras, grammatica portogueza,
arithmetica, geometra, geographia, inglez,
a fallar a lingua franceza, costuras e bor-
dados de diversas qualidades : quem qtii-
zer deixe flear nesta typographia carta fe-
chada com as niciaes M. R. S.
Quem annuuciou querer urna escrava para
cozinhar, dirija-se ra da Imperatriz n. 4.
Club da Hontciro
Sabbado 30 do correte ter lugar a par-
tida do encerraamento do mesmo club.
Ter5o ingresso os Srs. socios da Ia as-
signatura.
O emprezano,
P. J. Layme.
Profesor pnrariigenho.
Que alem de portuguez siba francez, precisa-
se na ra dos Pires n. 64, ou ra do Imperad, r
n. 73.________________
Des'ppareceu no dia 21 do corrente urna
caxorra da raca galgo, marca pequea, branca e
coar-urnas malhas pardas claras: quem a tiver
pegado, queira entrega-la a seu dono, ra da
Cnua.,46, 1* andar, que ser recompensado ge
neroaaraente.
Ama.
se de urna ama para casa de homem
solteilK'na ra da Cadeia n. 59, para cozinhar,
comprar e fazer todo servico de urna casa.
Cosinheira.
Precisa- de um eozinhero quft tenha pratica
de casa de paste : na ra estreita
mero 14.
do Rosario nn-
No dia 3B de madrugada tem-comeco o mez
marianno na igreja 4o convenio de S. Francisco,
com o tenor e reeolnimento do coHurae e assis-
encia do? fiet.________^_ _________
Manoel Dias da Silva Santos rera-se para
Cozmneira
Queta annooeioa precisar d ama jwrfeiu co-
zinheira, dfcreceao a quaniia de 35| gkao
par

Os abaixo assignados proprietarios deste estabetecimento,
que, continuam a vender muito barato e em \isia ao grande waI
miadezas da melbur qualidade cbamam a attecco dos Srs- coam-.
de retalho afim de comprarem o que Ihe for conveniente ; coa daicer'o
iOOjo. pagamento realisado no mez da compra.
Jos de Souzu Son*** & C.
ESMERALDA
A
4
9
~\

a
4

LOJA DE JOIAS
Di
i
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado le novo, est as condi-
ioes de servir vantajosamente o seui fre-
jnezes, visto qne acha-se prvido com nm
ixalendido sortimento de obras do ouro e
rata de lei, assim como brilhanteo o on-
iras pedras preciosas, enjos proyo* *&*
nas mdicos qne se pode encontrar
As joias compradas nesto af
io em troca ou coppram-rt con. wp
ibate. m
\ S RIJA DO CAIUGA H Sfe



I)
, Diario de Pemamjmco* Se*ta eira 29 de Abril de 1870.

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a, o." X
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Ama
Precisa-se de, unja fama para cszinhar ; bi rna
Direita n. 26, i aaJg. _______
Perdeuse um lenco de labyrintbo na noile
'o fogo, aa praca do Corpo Santo e dahi ateSpon-
te de Santa Isabel : querae aehou uuerenoo en-
trega-loa saa dona, p5de leva-lo ra do Quet-
mado na joja da Baa Fama, un ser recompensa-
do com quasi u valor do mesmo tengo. ________
Precisa se de um bom caiinheiro, sendo llvre
para alagar, e sendo cipiivo compra-s oa ala*-
se na roa da Cruz n. 48, armazem.___________
Precisa-so de urna ama que eugomrae ben :
na ruado Crespo n. 19, loja.
4TTENGA0
Precisase alagar um moteqae de 12 a 11 annos,
pouco mais oa menos, de idade, para mandados e
alguns senricos de ca>a, que tenha boa eonducta :
na roa da Roda a..48, sobraco._______________
Ama
Precita-te de unta ana para o servico interior
de pequea t. milla : na ra d< Amizade n. 21.
Ca ponga,
Precisa-se de um amansador :
ra do Ranyel n. 9.___________
Preeisa-se de urna ama forra ou escrava
saiba cosinhar bem : na ra das Croa n.
2" andar.
dara da
tj
ne
i,
Sitio.
Perguma-se ao Iltm. Sr. Dr. juiz municipal
do termo de Agua Prela, porque razao anda nao
poz ei t concurso o offlcip de tabelio e escrivo
do mesmo termo, vago ha quatro metes por mor-
te do serventuario Jos Noberto Casado Lima ; e
qual o interesse publico, particular ou local, que
prevalece ao cumprimento da lei.
0 Curioso.
Precisa se arrendar um sitio com casa de mo
radia soffrivel, arvores fructferas e baixa de ca-
pim, nos lugares : Arraial, Belem, Afflictos e
Boaviagem, podendo quera tiver para arrendar
dirigirse em carta fechada sobre as ioiclaes C.
L. na casa n. 83, as Cmeo-Pontas casa de Jos
Carneiro da Silva.
iim imnn Hmmm
! 0 COLLAR OE OURQ
.88
fcc

u
mnummu
a
O
O
s
er-
es
J
Pergunta ingenua.
Alguns socios inslalladores pedem ao Sr. Joa-
quim Gerardo de Bastos, muito digno secretario
do Monte Pi Portuguez, de responder 'publica-
cjto inserida nesta folna de 2 e 4 do corrente, at-
tribuindo-lhe exclusivamente a demora da convo-
cado da assembla geral. Esperamos ser atlen-
didos sem falta.
Caadida Mana Rocha de Vasconcellos, faz
ver ao respeitavei publico, que a casa sita no
Monteiro, freguezia do Poco da Panella, perten-
cente D. (Carlota Joaquina de Lima, se aeha
vendida desde 21 de fevertiro d'este mesmo cr-
rente anno, como prova com todos os seus docu-
mentos leiraes. ________^_
Dinheiro achado
Na rna do Queimado, boje Duque de Ca-
xias, loja n. i-i, achou-se a 13 das algum
dinheiro que se snppoe ser de um voluuta-
rio chegado no i" batalbao, dizendo a quan-
tia e as olas lhe ser.entregue.
Na ra, larga do Rosario n. 20, precisa-se
fallar com o Sr. Manoel Jos de Campos Barbosa.
>>.
Cora este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavei publico venha ver o que existe de melhor em
aderacos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros rauitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
Trabalhadores.
Precisa se de 2 homens para o Rio-Grande do
Norte, que se queiram dedicar ao trabalho de
araassadores ; quem quizer dirija-se_ ra do
Amorim n. 37, em casa de Tasso Irmaos & C.
Precisa se de um caixeiro para taberna de
12 a li annos : tratar no pateo do Terq n 63.
Feitor
No sitio do arco da travessa da Ponte de Ucha'
precisa-se de um feitor, procure no mesmo.
No armazem da travessa do Corpo Santo n. -25, ha sempre um completo
sortimento de objectos para carros, e que se vendem por precos muito rasoavois, como
sejam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
Solas idem dito.
Oleado preto e de cores.
Colleiras de lustro o que ha de melhor.
Guarnies de fino lat5o para arreios, completos.
Lanternas e vellas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaquim Lopes Machado & C.
VIVA
A RAtfO BRASILEIRA
Esqnadro patritico Doie
de Setembro.
Sao convidadas todas as pessoas que se
inscreveram neste esquadras a se forma-
rem no mesmo lugar do largo do Hospi-
cio, i horas antes da marcada para o de-
sembarque do batalho n. 42 de volunta-
rios da patria, que brevemente se espera
do sul.
Este batalh5o merece todos os festejos
no seu desembarque, n5o so por ter sido
o Io corpo de voluntarios que d'wjai
marchou, como tambera pelos seus im-
mensos feitos gloriosos na cruenta caynpa-
nha que acabamos de sustentar contra o
Paraguay.
0 Sr. commandante espera que nao fal-
tem a esta l'e&ta, pelo que desde j se an-
tecipa a agradecer-lhes.
Em 27,dear4rilde 1870
0 secretarlo,
Luiz Goncalves da Silva.
OS HABITARES
)
ILl
0 armazam do preco aos dgaos moradores da rna do DUQUE DE CAXIAS, os lindos GLOBOS de
papel de cores : verdes, amare'los, encarnados, e cor de rosa, para ornarem todas as
varandas e abrillantar assim a bella e grande illuminaco qne tencionam fazer, que por
maior que ella seja, nao dispensar de ser matisad com as differentes cores dos men-
cionados globps.
Acha-se justar e contratada a casa n. 16 da
ra Direita dos Affogados, se alguem se julgar
com direita a mesma, uestes tres das entntenda-
se na ra das Trinche! ras n. 50.
Eesposta.
Em resposta ao annoncio que pelo Jornal io
Becife, publicon o africano Felisberto sobre a
separaijio da sociedade que tinhamos na casa de
barbeiro ra do Visconde de Pelotas; cabe-me
dizer que se concordei na referida separacao foi
por nao ser possivel conservar em nenhum esta-
belecimento um bomom permanentemente ebrio
e incapaz de trabalbar : previnam-se os meus
collehas de arte para nao aceeitarem em suas ca-
tas um bomem tal, e venha o Sr. Felisberto
quando quizer receber o que ea lhe dever.
Rccife, 28 de abril de 1867.
_____________Manoel Pedro de Castro Lima.
A fcessoa que annunciou precisar de urna
escrava para ser empregada em casa e na coz-
nba, pagando o aluguel de 35* mensaes, pode di-
rigir-se rua das Cruies (hoje do Duque de Ca-
xias) n, 41,1 andar, das 10 horas da manbaa as
3 da tarde,
Correspondencias com destino para Europa
Aviso Importante
As instrucedes dos correios francotes prohibin
do a seus agentes de fazer seguir as cartas que
nao Ibes sao entregues directamente pelo correio
bra-ileiro, carta alguma com destino para Europa,
poderser recebida de hoje em diante na chan-
cellara do consulado de Franca ou na agencia dos
vapores franwzes desta cidade.
Proprias para padaria
Alugam se duas casas sitas no tugar, da Soleda-
de ns. 14 e 16, proprias para um estabelecimento
de padaria, ps j teve esse negocio por mais de
20 annos, pelo que acbam-se bem afreguezadas :
qnem as pretender dirija suas propostas mesa
regedora da irmandade de N. S. da Soledade da
Boa-vista, em sessao de quinta-feira 3 de maio ;
e para informaooes ao thesoureiro da mesma ir-
mandade, na travessa de Joao Fernandos Vieira n.
6 A, ou na igreja todos os dias as 7 horas da ma-
nhaa e 5 da tarde.
Lembranga.
Roga-se o favor a pessoa que mandou buscar
urnas perfumaras i rna da Imperatriz n- 82, casa
de cabelleireiro, pata escolher como prova do bi-
Ihete a bondade de restituir estes objectos .ou a
importancia delles, do contrario ver seu nome
por extenso com a publicaran do seu bilhete uas
paginas deste jornal. _________
ATTENCAO
Pergunta-se ao machinista Manoel Ramos da
comnanhia dos T. U. R. A. se elle tem o direito de
conduzir na machina qualquer objecto por sua
ordem, nao ignorando que ha um trem proprio
para este Ara, prejudicando assim os interesses da
companhia. __________________^^^
Achado
COMPRAS.
Casa terrea.
adi
da Madre de Dens n. 16, loja.
tratar na ra
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
lo* os valores, ouro e prata em obras inutilisadas,
orilhantes e mais pedras preciosas : na foja de
Hirives do arco da Conceigao, no Recife!________
0 muzeo de joias
Na na do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
pedras preciosas por precos mais vantajosos do
iue em outra qualquer parte.
- -j
3ESCRAYOS
Compram-se e vendem-se diariamente para fra
i dentro da provincia escravos de todas as idades,
ores e sexos, com tanto que sejam sadios: no
.erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
Yegera de Santo Antonio.
Con muito maior vaniagcm compram-se
noedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
acao de Ouro n. 2 D, ra do Cabug.
Compra-se
urna preta do nicia idade, que seja sadia. para
servico de campo, assim como urna com habilida
des : quem tiver pode levar na praca da Inde-
pendencia n. 39.
Compra-se urna crioula peca, de 16 a 2o
annos, perfeita engommadeira, nao se olha a pre-
go, agradando : na ra de Hurtas n. 96.
VNDAS.
Vende-se a armaco da taberna do pateojda
Penha n. 8 : a tratar junto n. 10.
Farinha de mandioca
Vende-se de superior qualidade. no escriptorio
de Joaquim Rodrigues Tavare* de Mello, largo do
Corpo Santo n. 17 ou no trapiche do Gunha, For-
te do Mattos.
Vende-se para pagamento de dividas o se-
guinte :
1 casa terrea nova com 5 quartos, duas sala?,
tabnete ao lado, oom quintal, cacimba etc. na
reguezia de S. los.
Algumas ditas de 22 palmos com 2 quartos e 2
sallas, e bom quintal, na ra da concordia.
Um terreno com algnm principio de edificaran,
contendo 200 palmos de frente, na ru Imperial
defronte do sobrado que lo do Sr. major Gusmao.
Urna canoa de carga de 1500 lijlos grossos.
A tratar com Manoel Firmino Ferreira, ra da
Concordia n. 113.
REFINAC O.
Vende-se um3 relinacao" na ra da Esperanca |
n. 7 : a tratar na mesma.
Milho novo e barato
Mais barato do que em outra parte, para ver
no trapiche Dantas, e tratar ra do Apollo nu-
mero 4.
Achou-se urna carteira contendo porcao de di-
nheiro : quem for seu dono, dando os sigoaes da
carteira e a quantia, e pagando a importancia
deste annuncio, pode dirigir-sea ra do Livramen-
lo n. 12, loja de Leal & Leaos, que lhe ser res-
tiluidp.
Collegio de S. Francisco
Xavier,
Na grande e linda capella do cnllegio, dedicada
ao patrocmio.de S. Jos, na qual com tanto de-
coro se aterrero as funecoes religiosas, o Rvd. pa-
dre Thomaz Vtale dar'principio aos exerccios
do mez Mariano, ve lempo que se passa cada da das 6 > 7 p.
m. ; a bella festa do patrocinio de S. Jos, a qual
o mez Mariano serve de preparaco ; o nobilissi-
mo objecto do cult) que se honra com esta de-
voran ; o modo aigum tanto novo de fazer estes
exrcicos na dita capella; o silencio perfeito que
se guarda ; a perfeita separacao das pessoas de
differentes*'sexos sao todos motivos suffleientes a
excitar a devocii de todos os pernambucanos.
'H* para alagar urna escrava Bel que com-
pra, ensaboa, engomma e cozinha soffrivel, ha de
acompanhala um filho que j anda e nao incom-
moda ; na travessa de S. Joo n. 8,- perto do $a-
zometro. casa da esquina ; da 6 as 9damanhaa.
Cozinheira
Precisa se de urna cozinheiro que soja perita,
.preferese escrava, sendo boa nao se olha a preco,
para urna casa astraogeira : no largo da matriz
de Santo Antonio n. 2, 1 an 'ar._______________
Ao publico.
Corto nada mais tenho no engenho Minas-No
vas, por sso que as duas partes que nelle tinha,
urna per parte de meu sogro Joao Antonio da Sil-
va, e outra por parte de meu cunhado Joaquim,
as vend ao Sr. Dr. Antonio Venancio Cavalcante
de Albuquerque,_e para evitar duvidas, faqo a
presente declaracao.
Engenho Limo, 25 de abril de 1870.
Joao Goncalves da Silva.
jao se tendo apresentado propostas nenhu-
'ma em termos decisivos para virar o brigue norte
allemao Augusto de ambos os lados conforme o
annuncio de hontem, de novo se recebe riropostas
para esta obra em ennformidade com o dito an-
nuncio at hoje 29 de abril de 1870, ao meio da,
no coesulado da confederacao da allemanha do
Alugas duas escravinhas que sabem cozi-
nhar e coser, recolhida, proprias para fazer com-
paahia a atguma senhora usada :. a tratar na Ca-
punga jiort i do Lasserre n. 23.
Antonie Fernandos de Figueiredo Paiva re-
i.rando-se para Eurepa, dexa em sua casa com-
mercial da ra Direita n. 129, Francisco Lourenco
da Silva, socio gerente da firma Figueiredo Paiva
Lourenco.
Cabriolets.
Vende-se dous cabriolets, sendo um coberto c
de quatro rodas, e ouro Dogcart, ambos com to-
dos os arreios e pertences : n.i cocheira de Tho-
maz Lins, ra de >anio Amaro.
Joaquim Rodrigues Xa-
vares de Mello,
Pracja do Corpo Santo
V. 17.
Tem para vender:
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinho Bordeaux de
qualidade.
Farinha de man- i
doca.
Farello de Lisboa.
Milho das Ilhas
E
1 OVA BrtUK.1
A ra do Duque de Calas:
(AITIGA SA 00 QOlAMi
Nao foi sem fandamecl* que a
ESPERANCA leu de*xi> ile Um o
annuncios, a r.:zio simples, eil
que tudo em demasa aburrce___poc
como j tioba ditu e >cii'ntioV freguezia o que coiistatiterneutr a
do, ou livesse feilo umita rzet.
tornar-se mauaoie, assim pi$ n
um potco ao silencio, mas na&ca
d'ea.pregar osverria<)eir tratando maior numero le com
na Europa, ji descobrndo :Um
apurado gusto e fnaimenUs
Jornal das Familias, o *|ual v
ornado com ligurinos, modern***
vestidos etc.. etc. para desta forma
servir a sua constante fr'-_'0'ia : e I
pecialidade ao bello Mso,* ijtkrn a &7*
ESPERANCA ufana-se em oO-recr-fec
seus servicus, apressajid->s d^sd*
declarar que tem recebulo aHmwxn,>.
entremeios e babados bonlatlos \no*<[n,
les e tapados, chaposinh's de sell para
baplisados.
Finas toncas de camjraia bordada pan
0 mesmo lim.
Mt-ias de seda e lio de escocia para
Cas.
Dedaes dosso, mariim, aj e adr-.--
rola.
ptimas navalha., aiiadores c auto.
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto | para g-
nitos.
Bonitos sapatinhos om Mpakaj ua
com salto, para meninos e ateaaai de
a doze acr.os.
Roas lentes com cinco tcliotlros,
contar-se os los de qualipin f.zeoUa.
Tesouras para frisar veatts*.
Carretas para arar ir.o!-les oV \e
Mollas para segurar c utura*.
Bonitos liuteiros de patai miWef,
Metas de la para liotm-ns e seoburas.
Finas o bonitas ligas para iupus.
Fil de linlio e de seda, sendo pre: > a
branco, liso e de salpico:-, e oulriw iu
objectos exposlos a venda na I.
de Casias n. 21, na NOVA KSHfcRA.V \.
MUTA PERFUMARA.
A NOVA ESPERAN! A, a ra boque '.
Caxias n. 21, acaba de racabtf nniu .
fumaria dos melbores e mais Uma -
bricantes, como sejam Bm 'Muelos pw
lenco, tssencias concenlradas -le moita>
lidades, ollios de ajnaaaets cicirut parj
cabellos, e bonitos va.^nscom rH*abaol.a.
dissimos vasos cun pos de arroz, saaooc.
de differeutes qualidades -;U\, ele., ?;_
poisos apreciadores do bom, venbams
fazer suas paixes na NOVA ESPERA V '
PARA ALVEJAR E G0S5ERTAR OS EMe.-
P de carvio de rusas : iiniew-se Duque de Casias o. 21 na NOVA E-v
RANCA.
Para acabar com as sardas wi paoo- s
recebeu a NOVA ESPER.\Nt:\. roa I
que de Casias n, 21, o \erdadeiio i< -
rosas brancas.
Kabo d'alcatr*.
Vende-se na roa DaaM k G -
PARA LITO.
Brincos, brochas, voRaj, pulei.-as.
las, [entes, botOH para pticnos e
para rekfios.
A NOVA ESPERANCA. |t|M*aa atf
zersua freguezia, aS timatU ea <>
d'alt'L'iia ou i:- lu\o. i;ut.
jjwnliar aquel les, qo meUaaaaAi parH
algaem de sua famu, ihi a gana Ai
amizade. piec^am jpois a NOVA ESPEBA.M A, aaM vi
^:que ba de mellior neste genero, parque
gisendo taes objectos de : ile m qualidade. nao omento loro;-
tristes como ;ile repugnantes, o qoe l>
acont.'sc.! aos da NOVA ESPERAI^i. |
que apenas txprime o se:iliine:Uo pela
poiem como que traz um lenitivo pelo f
i e perfeicao com que lae< objectos sao
1 alnados.
1."
0
Attenpo.
Precisa-se de urna ama, preferindo se ;escrava,
para casa de pouca tamilia. qus saiba cozinhar
bem : na ra da Madre de Dos n. 7,1 andar.
\
ELEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
DE
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 11- RA N0VA--N. 11
Feijilo do Porto
era tascos grande, da? 'uaiidades abaixo man-
ciona-las, e por meaos preco do parte.
MILHO >"0V0
Feijao malatinha Feijo preto.
Dito branco Dito rosado.
Dito amarello Dito frade.
VENDEM
Jos do Reg Do>?e A C, a roa do Vigario n. U.
VBiDE
Partecipa ao respeitavei publico desta cidade
si,|tcata de ctegar vm grande e explendido sortimento de
e das mais provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditado armazem de instriunentosvpara mosi-

O que ha de ais moderno, de teclado fixo mobile, com transposico ou seui ella, de autores os mais acreditados [aesta gcidade,\[cmo sejam : os
aauudoe e fcem conbecidos pianos da fabrica do Sr.
AFFONSO BLQNDEL
*
:
de Pars, de qaera o anaanciante nnico agente nesta cidade, como prova oom o docamento abaixo transcripto e assignado pelo dita. Brondel. Estes pianos, fabri-
cados especialmente para o clima deste paiz, sao os nicos que ouarecem urna garanta segura de sua dura^ao. EHes sao aqu bastaot eoubecidos desde 1844, para que
seja necseario insistir sobre sua superioridade. As suas vozes sao muito flautadas e melodiosa?. EHes possaem um teclado que s presta a todos os caprichos do
senbores pianistas-
Todas s pessoas que comprarem pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certificado de origem assignado pelo Sr. Biondel, afim de provar a sua
jiotencidada do camero de piano com o de certificado.
AO PUBLICO
Mr. AJpbouse Biondel, fabricante de pianos em PARS, deeclara ao respeitavei publico de Pernambuco, que o umeo deposito de seus pianos Da cidade
do Recua, KA I*(>VA T?. -11, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Outro sim queTSedos os seus (pianos rao accompaahados de um certificado de origem assig-.
nado c r mim. '
Pars, 24 de jnlhode 1869. (Asssigoado) Alphoaae Bleaidel .
O fjmocianle tambem troca e aluga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimeoto^do aovos pianos.
MSICA PARA PIAMOS
As quaes racebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs, Felipone dr Tornegbi. Narciso, Arthur Napoleo di C.J
Tambem wem grande sortimento de papel para moajea e desecho; cardas para todos os instrumentos, rife gravaras e qaadrpAfara ornjamentos s para
"i-Iabal de costura com usicas esam ella, stojos.para.ttfl reloaios com dasfarfll
r, e muitos outrosartiges que o respeitavei publico encontrar semnre oeste armazem, o qual estar
poderem ir apreciar os reu^ pisnosl ^ ______'
etc.
asoalbo de salas* ricos espelnos doarados. quaerados e ovaes,
erpelhos de nanbos.'uiagarca, Has e agitas para
aborto A da lote, afim das Ex mas.
^AMMm
ATTENCAO
* .
Vende-3e ou trocare am sitio na travessa do
Luean. 10 junto do poveado da Magdalena e perto
de onde tem de pausar a estrada de ferro de Ja-
boatao, com baixa de <"pm para sustentar diaria-
mente quatro cavallos e com lagar proprio para
se plantar mais, todo cercado de notivo, com al-
gumas arvores de frucio, casa, cacimba de muito
boa agua e lerreno para qnalqner planta(o; por
urna casa que rend de i3 a 'Mi IDMMM, sondo
as fregaezias de Santo Antonio, S. Jos ou Boi-
vista : a tratar no me->rjo sitio.
BRACO
Vende-se una pequea casa tearea na Es-
trada'Nova, fregaezia dos Afogados, a qual de
pedra e cal.
Vndese oa permutase por predios nesta
praca ou seus suburbios o engenho Mozambique,
sito na freguezia de S. Lourenco da Matta, cora
boa casa de vivenda. d purgar, de destilaco, sen-
do o seu alambi r.ie de capacidad* para destilar
60 caadas de agurdente por dia, machina
vapor, ierren >5 para safrejar para mais de 2,000
paes do assucar, nioeute e corrente ; nogociando
?e com a safra criada oa sem ella : a tratar era
Santo Amaro, no obrado junto ao cemitorio ingles.
Vende-se unta preta qne cozinha e Uva bem,
jrarante-se nao ter vicios nem achaques : na ra
Direita n. 3, i" andar.
En.renh
Vende-se engente Srnta Rita na fregnezla do
Cabo, s tres leguas da p='ai;io da Ola. muito
bom de trras, e me com/igua sem precisar de
acode, tem trras para 1,500 pSes : traiar no
engenho Pimental juoto do itesmo.
Vende-se umamobilia de Jacaranda, em bom
estado : na rna da Palma n. 101
4* A A^aJll _
Vrnde-se ensacar refinado maito alvo de 1*
sorte a 500 rs. i libra e kilogramraa 440 rs., e de
i' sorte 180 a libra e^ilogramma 400 rs.; de '
sorte 140 a libra. kilcgraT.ma 3J0 rs., e caf moi-
do puro a 360 a libra e kilogramma 800 rs. : na
ra larga o Rosario c 3, defronte doquanel de
polk-aa. refinaco nova. _________________
Attenpo.
Vende-se fia ru;. ao Duque de Caxia (amiga
ra do Qoimado) n. 19, chitas de* bom panno e
bonitos padrfle a 00 rp. e eovado, pechincha.
en venilla
vende-se na rna
a..
Vaquetas
uaS do R
Ldo carre :
armazem
Ra do Imperador n. 26
Os dorios desle estabelecimento desfijar-
do por em prtica nesta capital os costo-
mes das confeitarias das primevas capita*.;
da Europa e Brasil (Rio de Janeiro) fase.r.
sciente ao Ilustrado publico desle cap;
que ita prxima semana santa tero e-
eslabelecitneuto primorosamente decorar
e enfeitado com um comleto e rarta.
sortimento de caixinhas de difieren!** ipia-
lldades e gosio, um couplet sottiaeaii>
de amendoas coufeitadas de todas aa faal>-
dades. coofeitose pastilnas as qoaes sef-
vem para enchimento das mesmas calimbas
advertindoao Ilustrado publico qoe na cid
des, cima mencionadas est inteiraasen.
em uzo brindar senhoras com este delit-
present e \endo nos qoe atea poca pr -
sent anda nao boove alguem qoe trces?c
a lembranca de proporcionar aus aaaaaass
do bello sexo nesta cidade o ensejo de dar
suas demoustraces de eslima, gntiso e
amisade com um bello presente, nos toma-
mos a nossb cargo to ardua tarefa altee-
dendo as duvidas do b m oa aaao resalta-1
do, que podermos colber.
O publico encontrar tudo ma ^joe i
latava o aitligo annuncio nesto D*arm, as
Exmas. f.iunlias na occasiSo de \isitar os
templos poderao vir fortalecer-*e e
lanches, \iulios, licores, GbampagM.
ja e refrescos tudo do meiaor qoe i p**.-
vel. esperarnos peis da coocurreocia -j
respeitavei publico em geral.
Ra do Queimado il 31
o
chapeo i raor,
pelo
O
Exeellentes
branco e preto,
preo de 10*000.
*C.
loja de Antonio i* Moara Koba r-~
Eua do Quemado il 31
Venda-se Mae tam v
idade, com IwliMilw o> MfBMr.
car, e oos erls flfes as fawaN em ^H
metet, moho linda e nc
se urabeni ana negra a^^^^H I
madeira e cozinbeira : i raaaBBfriiii a 4*.
3aniar.



t

'

Diario de tfewanjjkwco Sexta eira 29 de Abril de 1870.
A VEROADE
de Caxias n. 55
Rna <)uque
Na loja da VERDADE continna-se a ven-
der por baratsimos precos todos xs arti-
gos de miudezas e perfumaras do scu
grande e variado sortinunto, garautindo aos
comprad jres toda a sinceridad*.
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
ratissimo preco.
Espelbos dourados para pendurar a
160 rs.
Agulhas de osso para croxc a 2C0 rs.
Pautes linos pura segurar cabello, a
3it>ts.
Cbauiris para gaza 3?0 rs.
Garrafa com tinta aliznrine a 15C00.
Dita com agua florida a 155C0.
Dita coa dita dita a 15.0.
Tnico de Jarme a 1 5500 o frasco.
Frascocomoleoexpresso de babosa, de
240 a 640 rs.
L)uo com agua de Colonia de 300 a 1)5000
Dito com extractos finos a 15000.
Dito com sndalo verdadeiro a 15200.
Litis com banhi muito fina de 120 a
240 rs.
(fleten muito finos e diversas quali-
dades a 80, 100, 240 e 320 rs.
Finas escoras pan dentes de 320 e 500 rs.
D'tas para fado de 500. e (500 rs.
Ditas para cabello a 50 rs.
Peales para a'isar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bafalo a 240 e 320.
Nm para tirar piolho de 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramente modernos
de 100 e 140 rs.
. Pinnas caligraphicas muito finas a 15400.
Ditas de lanca e tnosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e ntremelos de 500
e l|500.
Giosas de bilas de louca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com pape! amizade a 700 rs.
Ditas com enrelopss a 480 rs.
Ditas com objetas a 40 rs.
Ditis com agutina fundo dourado a
280 rs.
Theoara para costura a 240 rs.
Liaba 3 marea caixa a 230 rs.
C irritis de liabas de Alexacdre de n. 70
a 200 alO-rsp
Gi ampos muito finos, com passariabos du
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 35000
Ditas portuguesas, duzia 15400
Ppel almaco superior qqalidade resma
45000.
Lam muito fina para bordar libra 65500
Fitas para debrom de sapato, pessa 160 rs
Dius de lam para debrum de vestido peca
40! rs.
C-fiivetes gr-ndes com moila a 400 rs.
Dito grandes com 2 folhas por 320 rs.
bacetas prelas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
cores de O a 100 rs.
Fi ;is para cs, peca 480 rs.
Afneles de lalo, carta 100 rs.
Sapatmhos de lam para creanca de 400
a 800 rs.
Calcadciro.s a 40 rs.
Grvalas d*sda preta de 400" e 800 rs.
Ditas de eme, brancas e de cores 500 rs.
Dita de gorgurao de cores a 869-rs.
Na Verdado rtiA Duque de Ca-
ita u.
Cantara de Lisboa
Soleiraa, hombroiras, e capitets, o que b'a de
melhor par frenti de predios : venia no ar-
mazom da travessa do Cjrpo Sanio, de Joaquim
Lopes Machado de C.
Vende-se urna carroca de molla para cavallo
com os pertenceot33 arreios : rila do Brum nu-
mero 79.
Estampilhas.
Vendo-se na ra da Cruz n 8. Io andar.
.. M
da muito arredilada marca Rouyer Guille! & C. de
cognac. Tnico deposito eni Pgrnsinbuco, em casa
de Carlos P. de Lomos mero 10.
Milho e arroz de casca
Vende-se milito e arroi de casca novo em sao- ,
eos, no trapiche da companhii: a ratar na ra ?or?e como Ja ,hsS: mi nteregj
da Cadeia-velba, casan. 1, 2* andar.
BENIO MACHADO a* G,
Travessa Os acreditados cylindros americanos para padaria, por Eh!n Sara desc3r5ar a'8od5o pelos melhores fabricantes de Netr York.
riK. va5r 8ytema de locomotiva e polias para as mema.
eos raioSs amflncan08 para transportar volumes em armazens. Toda por pa-
TMVSS1 m CORPO SANTO %
. Jaii/itim-Kips* Xivkili t C.
I
K1P POPIELJR
DA
FABRICA NAGIOML DA BAilA
DE
Teixetra UidurtcoQr O.
Acba-se vend este ptimo- rap, nniw) qi
pdc snppnr falte do prineeza do Lisboa, or s
de mni agradavel perfume, viajado, o a preco
mais mdico possivel; e por isso tem sido atril
acolhldo as pracas da Babia, do Rlo'de Jaasiro
em outras do imperto : no escripiorio de oaqiii
Jos Goncaives fiettrio, roa do Commercio na
mero 17.
Bichas hamburgnezas
Nesle novo deposito rerebe-se pnr todos os pa
qnetes translanticos bichas ile qualidade superior
e vendem se em caixa ou porfo mais pequea,
e mais barato do que em entra qnalnner parte :
na ra da Cadea do Recif.- n. 51, I sudar.
Cigarros da imperial
fabrica^ de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambnco caes da alfan
depa velha n. 2,1 anda.
A AGUIA WiGUA'animada com o bom accolbimento que t*ve em seos annun
ios, vem Tiove p*rtittpf*-seus fregnezes qoei acaba d receber ura variado sorti-'
nentode objectos de gosto os qanes sern vendidos por prucos nitiito razoa>ei/ pois!
mando fez os sens primerros anaueres, foi o que asscguroi. & sera mdo d errar,!
porcrae como j disse osla interests ligada a urna casa imfVrtadoradesta praca, e !
)or isso poder ter tudo especial -e-vender por presos adnriraveis.Cbaroa pois a atten* I
io de 8eu$ fregoeaee dwos arttgbs poSsa desr,rewer:
Livros'com o tatepo de marflwf,-madrea- Um variado sortiments de charoteiras e'
*rota e tartaruga, proprios para rmssa. paJlitiroide porcelana,
Garafinaas razias propna para presentes i ^._.."_...; _.ui_..
ousa de gosto.
Indispcnsarei d'palih' e douro pro-
)rtos para senbtras e raeniaas-traacr'nos'
iracos.
Binculos de madrepero'a. nuu-fim e taiv;
iirega todos esmaltados;
Cintos largos-tie setm'C)nsa jnteiraman-
1 nova.
Fitas de sarja de das as cWes' largo-
13 para lagos.
' ti
Cortes de vestidos de
% blond.
Acaba de che jar lija dfts aren
Crespo n. 90 A. de Airan Aota-i<> de i
& C, os mais hros corre- de ina de
(que tem rindo este mercado para ea
assim como cortes de vestidos de seda di
postos inteiramente novo, e tambes nm .
sorliment de chapeos de velludo para seebsrie
=* /
Tentos para voltarete.
Bsngallas com marfim, cousa especial.
Sabuaetes de alcatr3o.
(fKfes de folhas para"dinh?iro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-
nen,.
Talagorce para bordar.
L'm completo sortimento de enfeites de

H4CBWAS HU
COSTURA
Vende se ou troca-se por rsas anta
I o silio denominad-) *u Br.ntiz, anfipa casa da b-
i vagem de ronp, com jrrande casa de
senzala para [.retos estribara, banheir de i
, e cal cem asna corrale, baa para
frrande terreno para plarttacOs ; quem o L
der dirija se praca da Independeeria a -tj
Vende-se um boi e carro pmpno parai
regar assncar on reaeros : a tratar a
Ramos n. ti, com Aninmo Joe Farrnce,
lar para retirar se para Europa.
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carneibo
vianna-un completo sortimento de ma-
Toncas, sapaunhot netas de seda, e mais seda para vestido. chinas para costura, dos autores mais co- i -vendeja "ioia
?8Slcei'* b*PH.sad(** I Perfumara de lucios os autores os mais onecidos, as quaes esto em exposic5o no; n. 38 : a tratar na mesnu na "ai "*
tm com inscripoes proprws para bou- acreditados em o.Uractos, pomadas e leos mesmo Bazar, garantindo-se a snabdaqua-
Veade-se urna casa terrea em chaos
na fre^nerJa de S. hm- na roa de Hortas a.
se dir quem vende.
5;000
A ra Nova n.' GO vendera-se bolinas
para senhora a 35000 o par : a ellas em
quanto n3o se acabara.
Caf do Ceara'
Vende-se ptimo caf da serra d'Araia-
nba, Cear: ra da Cadeia do
n
raet de nona,
Ricos vasos com p do arroe. possivel mencionar : mas com a vfctt se
Um rariado sostaeata de-jarros de por- certiCcaro do sortimento deste estebele-
alanarf cimento.
e finalmente outros muilos objectos que nao iidade, e tambera ensina-se com pqf/eicia
a todos es compradores. Estas machina*-
Cal nova de Lisboa
e i
Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
sao iguaes no sou mbalbo ao de 30 costn- i ^ffi BioaVSta *
reiras diariamente, e a sna perfeicll tar neire adar.___________________
como da melhor costureira de Paris. Apre- Vende-se mna pane do roenh-> rn^rnik.
sentam-se trabalhos exeeutados pelas mes- e grande produ.-^ii para aprimitura, s* aa
mas, que muito devero agradar aos preten- [regBP>*a |e 'tnarasa a-sna eome se veade ^pntp r ira parte do engeuho luirte de o, aai ss a*
" _______________________________. Purgatorio, qnn mnitr, convem oxaprar ambas: a
Vende-se rtua> maquinas novas e de uietno- ""alar no Remedio cm o Sr. An on Xeaeito Car-
do novo, nnnea vindas a PerBamboco, de nma > deiro de-Gtwmatf.____
duracao eterna e viudas ba poueo de. Inglaterra ; i Baa,at a Bracaafan*---------
por preco commodo. Duas unagens muito bjni-! -lila^m rtlA
Imperatriz n. 52, (Porta Larga) um bo- ts Christo e NostaSenhora, de-pedra, obra mni-ij? HOTtR lifl flp f^rrivcrmn
mo sortimento de -toiihade linho para mesa, assim como os competentes euardananos ,0 bein feiIau Uma cania franceza tamoem se ven- "_r_x r?r> l" J^
que se vendem a preco b>n'v.o. de a ?niM bnnha ,'nn,ra ? l|,e1a dos cabellos, e
Dini?nrnnnTn., i\i-- w- Qln ^ um eharope vindf do sertao para cura da moles-'
FARtJJhb FURTO vende laasinhas a 2*0 O covado, fazenda de 500 rs, para acbar ta do pello : no Corredor dirBispn n. So, tratan Neste
na ra da Imperatriz n. 52. se engomma ronpa de homem e de senhora.
PAREDES PORTO reaa> algodo com pequeo toque de avaria a 3J5O0 e 4^000,
Chegou a loja do Parfdes Porto, a ra da
53-Rna Direita-53
).
Nao mais cabellos brancos.
peca ra da Imperalrtz n. 52.
PAREDES PORTO vende chita preta para'lutoa 100 rs. o covado na ra da Im. KKJ
Recife peratnz n. 52. Porta larga.
CHALES
Vende-se dalos preta 'le merino a 35000 fazenda superior, na ra da Imperatriz.
tura iamnaaa m-a i PAREDES PORTO vende nieias para senhoras a 20300 a duzia p r ter um peqne-
-JSS W PH-'3 tmS'? os 9abellos no mofo, na ra da Imperatriz n. 5 porta larga.
PAREDES PORTO vende cortes de calca de casemira preta a 3-5300 8 45000.
PAREDES PORTO tem para vender panno preto superior e easeniras de cores e
pretas que vende por preos commodos.
CHALES. GHANDE PECHINCHA.
Che7ou a loja da rua Imp-ratriz n. 52 de Paredes Porto nm bonito sortimento de
;chales chir.ezes fazendas muito boas para senhoras trazerem em casa, e$t vendendo
por o-OOO, esloacabando-se ra
prand- cstabelecimento, ha para vea
nm completo sonimento do ferragem, e cunda
alas de fin* e grossas, como sejam bandeja* cbiai
reC quaradas e ovaes, facas e garfos de I 91
Vende-se doce lino de guiaba em
qualro libras e meia e em arroba?, por p._
muito mdico : no pateo do Terc,o n. 2, loja de f- ^e?, balando rnteiro e 1/S bataneo; paaellas,
OUCA
t>
Iheiras, ca?arollas, frifn'deiras, 'arsa'deiras, .
de ferro como de porcelana, moinhoa para eaJt de
diversos tamanho- co '.(.ricante lapv, pes.iskfla-
graimos, unto de ferro cono e atao, aMraa
para medir arenda lano de ferro como -le I
da cabeca e da barba, fot a nica admittida
Exposico Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparacoes at
boje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 1;KKX) cada frasco na
Ena da-Cada'n. 51.
1. andar.
la
sature, bren, b:-.rban'o, enxofre, pap. I marra lia-
1 do, do vertadeirc Picardo, machaus para daata-
rocar algodo ; aJda de oatres arntos de aan-
C?m. m.i: mu ^<..-_ _i-
Ciracde armazem na rna
Imperatriz a. 6
Nestegraudea-ma^ vende-se louca mg.exa Rt&SZStig?ffipftf
ta* de Mir/u'i ::,; ., .], Oaira Rraci* C
m w caz
Loja do Leao.
tinas e ordinarias, apparelliDs de noreciana para
jantar e para cha, jarros para fl-ires es mais boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande
sortimento e iLJros finos e ordinarios, que ludo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo Cnegcn ao antf r> deposito d mais barato prega qoe em omra pualqner parto : C, rua do Imperador, om carre<-"nra> da
chamamos a aUenfo dos freguez?s, mc eri> de primairaqTUlicadH.oqral aereadeeataa
convenientemente servido* lano n^s cmmodo3 e a retalho por menos preco do rae emeafl
precos como na boa nnalidade das fazendas. quer parte.
.
-Aiii.v.^axa
I rtt
RUA DA IMPERATRIZ
^^^_____ DE_______
FIGUEIRE
kt ,,zr Mrtime"t"5 ^im e^^^^^^ ss'^oS^iLs^g sarttstfrtts tjau vazs Ss.-ss.'SSS
;:anilir*?s snafasA
COM 8 PALMOS DE LVKGRA A 1:600,
2:000 o 2:503 RS.
de 125030 rs. cada um. pichincha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pjvao tem boni as casemiras scosse-
,rle as nn.ss.mas cambra.as su.ssas zas com .pia-ros raudos e midos e outras
% Tvr;SfnVqU6bla demats fino j lisas con, listras aa lado, sendo fazendo
K i w A I -nrf810 b3!:at0 S"P' ?uit0 lina qa 3e veaJe mai Por
u 1* ~'* e 25j0 metro' tefl(l haver grande potro
porm inglezas com CORTES DE CASEdlRA PJtETA A i:500,
O Pavo tem os superiores cors de ca-
semiras pretas enfeita las pelo barato preco
de 45500 r. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
0 Pavo ende excellente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para calcas, palitots, colletcs e roupa para
meninos que frequentam a eeolla por ser
uma fazeuda leve, escura e -;e muita dura-
Co, puchincba a 800 rs. o covado ou a
2#8u0 o corte de caiga para homem.
FINAS OARGES A 640 RS. O (.OVADO.
0 PavSo tem as mais Iinda3 b3reges de
la sendo mias transparentes, com uma
s cor, tendo : lyrfo, azul, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo muiterboa largura e liqui-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de uma s cor cora listras
raitaco de seda a 560 rs. o corado, e pe-
chincb.
ALGODOSINHO A 8^00 COM 24 JARDAS
O Pav> veude pecas de superior algo
dSosinho largo proprio para todas as obras
por ser eocorpado e uno, pelo barato pre-
co de 8)000, pechincba.
PECAS DE MADAPOUiO A 35500.
O Pa5o vende pessas de muito bom
madapoto, tendo 12 jardas cada uma, pelo
barato prego de 35500.
PSCHINCHA EM AIJJOBO A 4*000 RS.
O Pav5o est vendeudo pecas de algod3f>
sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
com 11 metros cala peca, pelo barato pre-
de 45000 rs.
CAMBRAIAS B|.VNGAS A 4|000, A PWA.
S o Pavao ven te oacas de cambraia
branca tranapareae, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada peca, far.enda
da-se peto birato pvco de 14000.
tm palta* Je *Via a tAOOO.
Para u Pj-: sQftimca-
o d4S mais (tunitin riTila ctn palmas
ddHtjrii te ido de lo.las as cores o padres,
>*mAbV1i baa^nie,larga-e TtM-se a,
iiMaWB.covadou
a mesraa largura qae se vendem'a 150(0,
e J5-83o metro, sendo apenas precisos des-
ta larga fazenda para s; fazer um vestido
4 ou i i/i metros, pechincha,
SAIAS BORDADAS
Vende se um bonito sortimento de sai?s
bordadas com 4 pannos, assim como ditas
j promptas, delasinha. enesgadas com
bonitas barras bordadas a la por precos
muito em conta.
PANNO PARA SAIAS A 15000, 15280 e
15800 RS.
Vende-se bonitas fazendas proprias para
satas sendo com bordados e pregas a uro
lado, dando a largura da fazenda o compri-
mento da saia e vende-se oelo barato preco
de 15000,152S0 e 15600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/2 motros para
cada saia pechincha.
Colariuhos.
Vende-se ura bonito sortimento de cola-
rinhos tanto de linho como de algodSo pro
prios para hornera, assim como tambem ura
bonito sortimento dos mesmos para meninos
o senboras e todos rendem-se por preco
muito barato.
Pannos e caemlrag pretas.
O Prvo vende grande porcio de pannos
pretos do mais baixo at o mais fino, por
preeo que admira, assim como om graiide
sortimento de casemiras pr-tas para calcas
rae se vende por preco mais barato do que
em outra qualqaer parte.
.GORGURQ PRETO.
Vende-se o naelhor gotgoro de seda
preta para coHetes e vestidos, sendo nesfe
giei> melhor que ten viedo ao mercado,
mais baratodo qoe em outra qualquer parte
Vestidos brancos a isaooo ra.
O PavSo vende Unissiinos corte de ws
tidos de camj>raia jranca, ricamente bordi-
la. e com muita (fazenda polo barato nraca
PANNO DE LINHO.
Chegou um sortimento de peas de pan-
no de linho' do Porto, qrje s Tendea* de
76rs.at* 15000 a vara, garantmde-sa
qoe era' faaenda de bobo nao ha nada melhor
ui mais proprio para lences e. toalbas.
CROCIIE-S PARA CADEIRAS E SOFA'S. t CRETOXE3 COMI PALMOS DE LARGURA A
O Pavo tem ura grande sortimento dosf 2*oeo RS.
mais bonitos crochs para cadeiras, safas O Pavou tem urna nova remassa aa mui-
mesas, almofatks etc., proprros para co- to a;reditad3cretone, propria para lences
bnr presentes e vende-se mais barato do; tendo 10 palmos de largura, dando na lej-
ana em nutra illlllmur mr. ....___:_.__._ J, l___.1 __j. __
que em outra t'jalquer parie^
Algoio eafestad.
Vende-se uma grande porcao de algodao
gura o compritento do lencol e vende-se
pelo barato preco de 25O0O" o metro, sendo
preciso apenas para um lencol um metro e
smno americano eom,8 palmos de largura, i troa quarta ou metro e meio.
proprio para lences e :oalhas, tendo liso e "___
trancado, que se vende por prego muito em 8W5fK P-Ell ^ '^ ATE 100?
conta. Na loja do Pavao encontra o respeitavel
CIIETONES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 6Mh
E 80 RS,
Para o Parlo chegaram os mais bonitas
cretones escuros matizados, proprios para
vestidos, rouplo, chambres etc. qoe se
vendem 800 rs. o covado. assim comp o
mesma fazenda cora padroes claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 640
rs. o covado, sendo os pad/es mais mo-
dernos que tem vindo ae raereado.
OS SETINS PO PAVO
Vende-se os mais bonitos setinade cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
Ao dez nailjcftvados.
' De laasinhas a 400 rs.
O Pavo vende pelo barato preco de 400
rs. o covado, uma grande porco de laasi-
nhas com listras miodinhas tendo as mais
lindas cores e lustros imitacSo de pourje-
hna de seda, pecnincha,
PoupeKnas de seda
Poupelinas de seda
Poopelinas de seda.
Chegon para a loja do Pav5o pelo ahimo
v^ior, um bello sortimento das mais bri-
Ihantes poupelinas de ve^deira sedae
Imbo, sendo todas de psdres opyps e j.
q idase por menos preco do que em ootra
qualquer parte por haver gsande poro3o
assim cemo tambem se rbcebeu um benito
sortimen|o|le. edas de listras, arosdena-
ples Usos e setins de todas as cores.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encoatra o respeiuvel publico neste es-
Ubelecimen'o um grande eortimeoto d fa,
zondas pretas, como, sejaa cassag frajjW.
zas p inglezas, chitas pretas de todas as
qoalidades, fazendas de 13a de todas que
tem vindo, proprias para loto, sendo laasi-
nhas alpacas lavndue lisas, caatSo, bom-
basraa, merinos, etc. que tado se vende
por preco barato.
respeita
publico um grando sortimento de grosde-
naples pretos de todas as larguras e qoa-
lidades, tendo de i00 o covado at 75000
e 85000, que se vende por preco muito
em conta.
PARA BAPTISADOS
i Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortea de chitas.
com 10 corados a 35000.
Vende-se cortes de chitas finas tendo
escuras e alegres com cores fixas, sendo
fazenda de muito mais dinheiro, pelo bara-
to preco de 35O0O, tendo 10 covados cada
om, pechincha, para acabar com o resto.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
droes, tendo para todos os precos e quali-
NOVAS POUPELINAS A 400 RS. O COVADO
O Pavo vende um grande sortimento
das mais bonitas poupelinas com listrinhas
dfe todas as cores e com bistre mitaco
de seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se um bom vestid) de m:ita fantasa
por pouco dinheiro. isto par ter-se feito
uma grande compra e vende-se a 400 rs.
o covado.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelcimento encontrar
o respeiiarcl publico ura gnnde sorlimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, calcas e coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ce-
mizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodao e abundante sor-
timento de meia3 cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavo vende uma grande porcio de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo-bastante fazenda, cora os gos-
tos mais novos que tem vindo, e Iiqaida-se
a 55000, tendo cada um seu competente
Bgurino.
CASEMIRAS MESCLAOAS A 35 0 COVADO
O Pavo tem para vender bonitas case-
ALPACAS LAVRADAS A C40. 800 t
1,000 RES.
Chegou pnra este grande eslabehciro-ntt
o mais bonito sortimento das aais moder-
nas alpacas lavadas de todas as cores, ra*
se vendem a 15, 800 e 640 reis o coTado.
assim como nm grande sortimento de alpa-
cas lizas (J todas as cores
CELEZIAS E BRETANHAS.
Vendem-se as mais finas celezias de
linho puro ou pessas com 28 metros,
como, finissimas bretanbas de linho
25 varas, por precos qne fazem admirar
em relcelo qualidade.
f
Basquinas.
n^?. ?? das amostras, assim como | mjra8 meScladas e bastante encorpada para
um Borato sortimento das mais lindas ch.-jronpa de homens e mefllnos pe|0 balral0
Xm m^M8 e8Curfe a,e2rls: ^ se ven-preC0 de 35-JOO cada covado ou 54000 o
amttru U0emC00ta' e talbem sed3oicorte de calca para homem
Cortes de casemira a 45000, cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pelo barato preco de 4,
on a 25400 o covado, tendo dpas larguras.
FECHIftCHA
Roupa per medida.
Na loja do Pavo manda-se fazer qoalqner
peca de obra a vontade do fregqez, para o
qoe tem om perito alfaiate, respnsabelisan-
do-se os donos do estabelcimento por qual-
EM CAMISAS DO PAVO A 45500 RS.!qaer falta que possa baver, quer por de-
Vende-ae mn bonito sortimento demnit mora, qner por qualqner defeito na obra;
anas emodernas camisas inglezas com pei-je para isto ennontra o respeitavel public
jo coliariohos de linho e pupfcos peo: onj grande sortimento de toda as fazendas
barabssim preco de 45500 r*, cada uma que desajar
Chegaro as mais modernas
ou jaquetinhas de seda preta,
enfeitadas a vidrilho, tranca setal preto
tendo de todos os modellos, os mais
que tem chegado e vendem-se por
muito razoareis.
novo*
?kw fe*',ae8 io compraren! dorias ae
ir jmabaimQto garantindotm^Q
e ranada que vale muito mais dinheiro,
liquida-se por este preco pof se ter fao
WMkgraadft
nm bonito
ieito de
n todo*
se vende,
A loja do Pavao est eanstantemente aberta. da*
ORGANDY COM SALHCO.
Chegaram os mais ricos organdvs de ea
res com salpicos o mais bonito que tea
vindo para vestido, qoe se vende a 15280.
o metro, ditos brancos muito fiaos coas
listras largas a 15000.
Cambraias brancas
Vende-se ijp grande sortimento dasaw-
lbores cambraias tanto victorias como
parentes tendo de 35500 peca at a
fina que vem ao mercado.
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende-se um bonito sortimento dos
Ihores e mais moderos cspartbos
do barato preco de 55000 at 8000.
CHITAS FINAS DE 320 ANOE.
Vende-se o mais elegante
mais modernas e bonitas chitas
das coma* gradas, com cores < ras al
curas, dando-se de todas amostras.
FUST6ES BRaNGOS a 0, 8* aSOt.
/
/
mos
i BRAMANTE A 1800. VendM8 moto ^^
Vende-se suprior bramante com 10 pal- maLt0 fl^h!LKS J^
s de lar^nra: proprio para lcSX TSa^T
do a largara, d'esta. boa fazenda o coapri-
n nato .o leocoi, seado preciso para cada
aapeoas,la !/>inetrosj l e 1/4:4pe-
chincha, paj
heras da manhfta 9 t noute*
640, 800 e lafJ0 rs. a cotad'e.
Caaaaaa >
avo'estl wadtado benitas eastae i
<^fesfi^a24(>,e0eyo0ri.oarvaa%.
mi


\
k
V
I,
\
\
iario de Permtco Sexta feira 29 de Abril de 1870.
*
k tfKA. 9A OIPK ATBKK Ha
Esquinada r.tia da Aurora, era Crate do caf Imperatriz.
lartii** h,dnNtf?0 8 Slin,lltu080 staWecmentu de Pendas dneoutrarao as Exmas.
sss SidqSTCn&ar'7to em a,iigs dmas ri^oso ,ux<<* **
~ tHa ^A,m ; se *c5,arem pr STi* 2ffilda*EUT' ""60! dita*^ o que em artigo* de moda
2S2?^2? "^ncootra em Paris, o que vem cada da augmentar s piDpor-
wu ira le
esa-
J5f?! lar80 Para' leqces e toalhas de Gase cota listras tuTseda e flores, fazen-
Was as quahdades que costuma vir ao mer- da inteiramene nova para vestidos de baile.-
,' Aa tn, _. Grajratas para senhoras e homeos.omais
aims de todos o padroes e qualida- completo sortimento qu se pode desejar.
ie? Eo variadas que se pao podem descreer. Guipure preto e branco, diversas largu-
AJouos com msicas para collocar retratos, ras e differentes gostos
delicado presente para qualquer pessoa de Collas e punhos bordados para sentioras.
fjiK,^ a ,r k i ,. Guardanapos de linbo pequeos e gran-
Joalhado de linho e algodao, branco e des.
de cores proprios para toalhas.
Gorguraode seda preto ede cores.
Grosdenaples preto' e de cores, haven-
aas, bem como de crochet, todo de apurado ^ *"a'u"k
t0^?J klUo- ,. .. Japoneze3 para senaras, o melhor gos-
Baloes de musselma, madapolao, brancos lo, e fazenda propria para as festas nos ar-
de cores, para senl)ora e meninas, rabaldes e pasaos a tarde.
Lizinhas de todas as quadades, cores
e gostos, nao ficando nada a desejar, tal
o soriimeuto que existe para eacolher.
Lencos, tudo quanto ,pode haver desde
esguio ao aigodiiotoinmum.
Leques de madreperela e osso, o maisva-
riado sortimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinhs ou tiras bordadas em todas as
larguras.
Belbutma de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande
variadade de tamaitos e gostos.
Bombazina preta de todas as quadades.
Bramante de tinbo de H palmos de lar-
pira, e todas as mais quadades.
Brtanhas de linho e algodao, grande sor- Luvas de Jyuvi,"chegads''porlodosos va-
aclen.t0-, ,. Pres> sempre novo sortimento, qoer em
Bnns de linho branco e de cores, do mais pellica para homens e senhoras, quer em to
commodo ao mais caro em quadade, affian- d'Escocia, brancas e de cores,
cando o que ba de melhor na especie. rt^
Brins d'algodao completo sortimento Madapolao; indescriptivel o grande sor-
variedade de pre;os. timento que ha oeste genero, desde o mais
- 33. elevado preco ao menor, que se vende em
Cassas de cores, o maior sortimentp, pri- pr:ga e retalho por meaos do que em ou-
mando pelo bom gosto e barateza, atientas tra qnalquer parte,
is quahdades. Mantas de blonde para noivas: o apurado
'.ambraias brancas, tapadas, e transparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
tes de todas as quahdades e precos. Iiabilita-nos a dizer que temos em
Camismhas de cambra ia da linho e cassa
QqaQo a AGUL\ BRRNCA* mais precisa scientiflear ao respeitavel publico em
feral, e em particular a sua boa freguezia, da inunensiflado de bjectosf que ltimamen-
te tem recebido, justa/nentequando ella meaos o pode fazr e porque essa falta invo-
luntaria" ella confia e espera na benevolelcia de todos que lh'a attenderao e relevarlo,
continuando portanto a dirigir m-se a bem conbectda. leja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acbarao abundancia em sortimento de superioridade em
quadades, modicidade em precos e o seu ounea desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica dito.se coitheceque o tempo le que a AGUIA BRANCA pode
dispor, einpregado aposardoseuscustoinodesempenhode bem6ervir a aquelles que a
honram procurando prover-se em dita foja do que oecessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que porsua natureza sao mais conhecidos ali, ella*resumidaraente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia t aovidade os tornam recommendaveis, como
btm seja :
Corpinhos de C3mbraia, primorcsmente
bordadas ricamente enditados para Sras.
Camisas para horneas c meninos, to va-
*iado sortimento que vai do mais ordinario
madapolao ao mais perfeit bordado de li-
Camisas demeia, de flanella, bracease
e cores para homem.
Casemiras pretas de cores,
oosso
dse-
estabelecimeoto o que de melhor se
ja para vestir e orear urna noiva.
Mantas pretas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padres.
s pretos i3. de cores, desde o mais
muito
_ o melhor
que se pode imaginar, sendo d'isso a me- barato ao mais superior, por preco
!bor prova o grande consummo dellas na i -jmmodo.
oflEctoa da casa. I Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Capelias de flores, para noivas .e bailes, | Ditas de casemira muito finos para
desde a.mais candida flor de larangeira at mesa
mais interessante grinalda.
Chpelinbas no melhor gosto.de todas as
Ares boje preferidas pelas seahoras de
oais apurado rigor na moda.
Chapos pretos de velludo, para seahoras,
"Jtimo gosto de Paris.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godao para camisa.
Princetas pretas c ^e cores*.
Popelina do seda e linho, com stras e
flores; fazenda ndissima.
Pelheriaas' para senhoras, do ultimo
enfeitados com fitas de setini e obras essas
cuja novidade-de molda eperfeiejo de ador-
nos es tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qaa-
dades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente'
por suas quadades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentara o que poder de
melhor.
ntreme ios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
dades e desenhos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de lio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Capelias brancas para menina?.
Grandes sortimento de llores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Cakinhas com ditos aromticos.
Bonitos e moderaos pentes dourados
para circular o Coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Adercos e brincos de raadreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinhs.
Aspas para bal3o.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um macjiinismo
ornas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caisinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de raadeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas Ce borracha para brinquedo de
Touquinbas de fil, sapatinbos bordados \ criancas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinbas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
NOS GRANDES
AIlTfAZEXS DE SECCOS E
COUPLET O
ti o i nios
Chapeos de sol, paia sfuhoras e horneas, 'gosto.
de todos os pre;os e variados gostos. Perfumaras; os mais finos extractos o
Char? com ricos padroes. para vestidos.! que de melhor e mais agradavel se pode
Chales de todas as quadades, avultado (encontrar neste ge:iero, e de mais fraganu
iumefo e a3o menos varieda Chitas, impossiwtjjesorever 0 sortimen-, AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
*.o e variedade de padres e novos gostqs, da at o mais fino Bouquet d'Amour, final-
oa oeste artigo tudo quanto se pode desejar.' mente tudo quanlo deve oceupar o touca-
Cmtos para senhoras o que se pede ima-
ginar de melhor.
Coques, o melhor' no gosto e nos enfei-
tes, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gusto e lavor.
Ditas de fusto branco e de cores por
precos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhora?.
_ Cortina/ios de cambraia bordados e Je
Ci.o que de melhor se pode desejar.
Cokrnhos de linho bordados e lisos, o
maior sortimento.
Damasco de la de 9 palmos de largura
indas cores e ricos padres.
Esparthos hranws e de cores, para se-
ahoras e meninas, o melhor oes genero ;
neohtfma Sra. deixar por cert de muir
e de to precioso auxiliar a perfeico de
amcorpo delicado.
ntremeos bordados.
Escoofilha preta.
Efeil>s para cabera, ultima moda de>j
Paris, recebida no ultimo paquete.
Esguio de Unho, completo sortimento de
todos os nmeros. *
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e yodos padroes,
Fibs de crochet, modernos com cintos
e capas, o que ba de melhor.
Fil de seda, linho e algodao, de todos
oa gostos e padres.
, Fustn de todas as cores o quadades
grande sortimento.
Flanella branca e de cores.
dor de urna senhora de gosto.
ta
Saas bardadas, brancas, lisas e de cores
com folbos e sem elles, o melhor possivel,
Saludas de baile, de todas as cores
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de lisiias de todas as cores e quadades e
o mais barato possivel.
Sareelim de todas as cores e quadades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pegenos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato. *
Toalhas de linho e algodao de todos os
tamanlios, li-as e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito.nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vstuarios bordados de fusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
bapti.-ados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 sias,
novidade pelopadro, gosto e forma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 'saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos juntos para
nwstrar a forma de os faaer.
Veos de bload para ooivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. freguezas, que
somos os nicos era Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
DE
SIMO DOS SANTOS ft C.
PROGRESSO
10
10
PatcQ'da Penha
DE
SAHTns r FE11EUA.
Os propnetarios destes bem sortides armazens participan aos seus innmeros
freguezes tanto desta praca como do matto que tendo ferto grande dimmuico de pre-
cos as suas mercadorias esto por isso resolvidos a vende' por menos de tO e 20 %,
do que en. ou ra qualquer parte, garanthido-se portanto a s prior qua idade db qnal-
quer genero comprado uestes dous estabelecimentos. Mencionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes sao compra hendidos os outros, porque enfatonho seria men-
cina-los.
Se alg-nem duvidar venha ver*
Vinagre branco mandado vir por coota Saz amoneno marca Deves a W a
propria viudo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito
a 360, 500 480 e 400 a garrafa Otro a 840
760, 720 e 600.
Vinho branco puro, de Lisboa a iO 560
a garrafa, em porco ha abatimeato.
IjOJA
DO
VIGEANTE
Raa do Crespo'. 9 >
0$ propnetarios deste banreonhecido estabele-
cimente, alm dos miiitos objectos que tinham ei-
Sostos a apreciagio do respeitavel publica man-
aram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa nm completo e vanado sortimento de
Anas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvidos a vender, como de sen costume,
por precos muito baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cures.
Mui boas o bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissiinos enfeites para cabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Inos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonito* leques do madreperola,
marra, eamlnlo c osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio do Escossia para se-
nhoras, as quaes sompre se venderam por 30,SCOO
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
aim dcstas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidade?, entre as quaes alcumas muito
linas.
Boas bengalas de superior canna 8a India e
castSD de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ueste genero o que de melhor s i
pode desejar ; alm destas temos tambem grandi
Suantidade de outras quadades, como sejam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras quadades.
Lindas o Mipen'ores ligas de seda e borracha
para segurar as nioias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba ; sao muiio boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegurames sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capelias para noiva.
Superiores agullus para machina e para crox.
Linha muiio boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralho de cartas para voltarete, assim
como os tectos para o mesmo llm.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convnlsoes, e
fa>-ilitam a denticao das innocentes criancas. So-
mos desde muiio recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, aflm de que nunca faltem no mercado,
eomo ja tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
es que delies precisaran, vir ao deposito do galb
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deros coilares, e os quaes attendendo-se ao flm
para que ,1o applicados, se venderlo com um mui
diminuto lacro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precus muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
XA10PE Di FRDEGOFO, DO PiHTO
E' de umuefflcacia venluleirumente man-
vilhosacomo caln.nnlcdosystemnnervosoe4
applicedo contra a paralis, aslhma, lonp
convulsa ou coqueluche, losse rrccnles oo an-
tiga suffocaces., catnrrhos bronchicos. etc. <
a final codtra lodos os sorTrimenlo? das viao
respiratorias, e na phtisica piilmonap.sua^ir-
tude contra o ttano ou pasmos, e convulco
incontestavel e ninpem hnqueodesoonhc.
nico deposito, ru larga do Rosario n.10,
junto ao quartel de polica. Pernambuco.
Continuadamente s nos npresentaro dotw
testemunhos da t-flcacia do fedenoso Pernam-
buco.
PILLAS, VTHO E XAROPI
DE JliKIIRKBl
"""'"| rrio ritnatciOTica
JOAQLIM DE ALMEIDA I*ITT
As preparacoes de jurubeba sao hoje vanU-
josamente conheoida9 e preconizas ,>loa
mais habis mdicos, tanto da Europa como
do paiz, pela sua efficacia nos casosde anemia,
:hloroze, hydropesia, obstruccao do abdomen,
e tambem nosde menstruacaodifficil, caUarro
na bexiga, etc. ele.
Vendem-se em porco e a retalho na eicada
Jo Recife, pharmacia do sea compositor, nu
larga do Rosario, n. 10, junto ao quartel da
polica.
PINTO l'HARMACETICO
XAROPE DE SALSA PARRILHA DO PARA
00
DEPURATIVO DO SANGE
Usadas as molestias de Pelle, impigen, dores
rheumaiicas, c ulceras venreas.
KLA L.AROA DO ROSARIO, lt. 10
FE5C0S.
COGNAC.
Fuiio di wp i.i... Boa-tula, ba n u aica de
(amaragibe e provincia das Alago;.?, ^-cr.-ro
JNicolo, idade 34 armo?, aliura regular, gr. .-o do
corpo, andar banteiro, l.m falla de deili- m
Irenle, recto largo, baihado. cosiuna a- mu* fa-
ertidaa baria, e trm cma mtrit na Mita e
os pes grosof ; pf| cscra o anda fug.du desde e
(lia ib de Janeiro do crreme anno : n--e por
lano as autoridades noliciaes e aos opiiats de
campo a |iri>5o deslc escrav p e o entregar no en-
genho cima nnnpi(n*do, ru nrsia prai-a a roa
do Vigario n. 12 ou iravessa do Cbrj
25. primeiro andar, que se gratificara
mpnte.
Punta n.
g( nei osa-
De superior qualidafle da mui accredifc
la fabrica de Bisquit Dubouch & C, en
oognao urna das que mais agurdente <
cognac, fornecem para o consummo d-
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra d<
;ommercio n. 32.
CEMENTO
O verdadeira portland. S se vende n
ra da Madre de Deas n. 22, armazem d
Mo Martins de Barros.
l'ta, 380 rs. a garrafa e 660 o Itro.
Azeiie' doce da Lisboa a 900 e *'XM) a
garrafa em porcio l'az-se grande ahatimen-
to.
Caf em caraco a 220, 240 e 2;0, a li-
bra o kilogrammo a 480, 540 e 600, e
70000, 70500 e 8,5800 arroba.
Milho alpista 200 rs. a libra e 440 o ki
logramma e 54800 a arroba, em porco ha
apurado gosto em semelhaute mSteria, gra-
Flores, que ha de mais rico, qner cas ao bem gosto do nosso fornecedor em
fr^i^Sa*"1 ramS' tem PAVILHaO Paris, podemos garantir que ninguem neste
DA AUROHJl am permanente jardim a genero o posue melhor, nem. mais em
hsposio das E E' dispbndo d 15o grande variado sortimento que o? proprietarios do PA-
VILHAO DA AURORA se apresentara ao publico declarando desde j que a sincerida-
de e 9 bom gostoo movel onico de seos negocios.
ProtiflQsde t4o e prompos sempre a prover-se do que por ventura me
eja aecessano, os proprietarios deste suroptuoso estabeiecimento recommendam-se
en) repeip de serena coatradictos e proteslam esforfar-se por continuar a merecer
protecao que #e Ihes tem dispensado ; certo de que do seu estabeiecimento d5o sahira
i fregueziiescootente.
Contiaa sempre a officiaa de aJfaiate dirigida par um dos mais habis artis-
tas, prompto necntar com promptidao e bom gosto qualquer trabalho que lhe seja
joftiao*. Urna modista especialmente oceupada nos trebalhos do PAVILhJo DI A-
AW\, ai eiecoco e a mais completa parfeieaG-uo* seos trabalhps.
4 Wierosa freguez* qae nos honra urna prova de que merecemos o con-
^toquesedtpe^aoDossoestaneleciiaeaio, conceito que procuraremos firmar cada
^ W-- Pwa aay.-ar m~* a. ceocecuco do fim que nos propomos, temos no nosso
stbeleaBeato os ulumos 6gi*rinos de Paris, .que recebemos por todos os paquetes, os
quaes enviaremos para seren wstos i* famias nossas fieguezas, afim de escolherem,
wtnoDadro di fawfflda o gasto na forma. 71
4N ^Cqjoa de alfaiate. junto ao estabeleciinento, ha igualmente os fieurinos. ?u H^W* ^ J":,
panfaomens B* este o modo porque nos presentamos pedido a proteceo do iltastrade
2SPAW 9 mm protmfo resMjte convidemos s exceUenssfawsSras.a vist-
^^^^fijWec^eato, certefencQotraem neiie pelo menor preco possive-
Mancaremos caixetro* lovaji# fuendas e amostras ohte forem pedidas, visto
pwMrjpos especificar todo quanto temos.
Jete Luiz, $ Vinho do Porto, engarrafado das meloo-1 abf.UmeDt0;,
res e mais acretadas marcas a 10080 e 10200
10500 e 20 a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. Julien a
70500 e G05OO, a duzia e 640 rs. a garaa.
Genebra de Holl nda e laranja doce aro-
matcaa 60500, 70, 110500, a fra*qoeira.
Serveja Bass, llers & Bell a 90800 du-
zia em porco ha grande abatimento.
dem m rea H e T e eutras marcas a
50500 e 60, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha- oatros muitos
2 ag0S* PT fiROsrde d!versa8 n^rcaV, marae'da', boTachinhTs delodas as
quahd.des, perola, Francy-cracynel,a, b, c,"Mdium, mixed. soda Fancy-nic-nac, pa-
;StVf'el?eS'TbKmti0D,^ntaD,a' de guiaba flna^chouricas, manteigas finas
5 TJ^"'.Sf* d8 B""0r' .Poosphoros de Sycrvt, Cognac, chJ de diver-
saS quedados, paella, pmieata do remo, ervadoce, pomada, eniofre, bren,.-pee
Queijos ffesens do ultimo Vapor a 30200
e 30400 cada um.
Aietria. macanro, talharm a 500 r?. a
libra e 10100 o kilcgrananio em cako ha
btimento.
Sabo massa de 1* e 2a qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki ogrammo, em arroba ha
grande ditzereoca.
gneros, vinho em ancorlas, zeitonas,
las nenies dans armazens existe tambem grande sortimento de lonjas propr:as para ne-
gotio, que pelos seus commodos preco faz vantagem aos compradores
lo
Aborto da* 6 as 9 horas da aoite.
VENDE-SE ou arren/ia-se o engenm
S. Gaspar, sito na freguezia de Serinjiaeni
eomarca do Rio Fonnoso, proxiuio do em-
barque, com grandes partidos de pal t
massap i roda da moenda, mattos mangues
para madeira aecssara, bom pstemete.:
a tratarla roa d'Aurora n. 26, on na de
Imperador n. 20.
PILLAS VJNHO, X.4ROPB dfilRB
BA DE PINTO.
Superior todos os tnicos eonlweitKs contra a i
anemia, chlorose, bydropisia, obslrqcc^o do ab'.!
domen. E tambera emprejitdo nos casos de mms-'
truaoio diffitil ; nB eatbarros danaxig, ele
Ra larga do Rosario n. 10
JwttQ ao quorttl de con de Kti
________(Qmroja ra dos Qaartew.)
Deposito fffectiw ^mhat .i^mtpmiilS
aguas de Vichy auno man
Agua Soure Celestins.
Dil* uto Haatfrive..
Venda de lampeSes
p ra i!luniiua<,'o.
Na Joja de fuoeiro de 4ntnio Mpreira Pinlo,
na travessa da ma do. Vifario n. 3, tem para ven-
der 300 a 460 lampeoes promptos, mnito eeono-
mios por seren para gas liquido, e dao excelen-
te ha : i alies antes que te aeabem, hores eo-
earreidos de luminaoes, aue sao naratoe.
Uz de Mara
Cnticos^ jamaos devotos para o soez
de Mara.
Um siti*1 volume encadenado de couro
14600.
De marrpquim dova)
L'VRARqf FRAKCEZA.
S^ior vinho forirnx
St. Ertepbe 4 9t Julien: na ma da Cadeia do
Raeife numero 5.
Pastilbas de Vjchy etc. etc^ ludo por
to em coma, om casa da T&en'rrea, r
mereio >. 9.
Os mesipos teom par vender oamaaaunHrmf a
loS
-WWnT
Admirem
Gbitas escuras, corej segnras. que se \
fUf ra. .o ovado, on OMgQpeom 4J eora*)s,
M4te I
,-vendeai-se ftaas
erro
.atleadendo a quantidade ros ilveu-se a venr ptr
I loia coa o tMoJo d# laio, jjutatT^
leja de oapv^.
seanlev
,t pela prinjcira vez nesta eldie.
rnx l, -crlpas J vei4* i#0 a pena
Aiuia Negra, roa do Cabugo. 8.
J cordeiro previdenti
Ruado Queimado o. fi.
Novo e variado sortimento de perfuman
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perft
.arias, de que effectivamente est provida
ioja do Cordeiro Providente, ella acaba <5
receber um outro sortimento que se tora
otavel pela variedade de objectos, superior
iade, quadades e commodidades de pn
^)s; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
a espera continuar a merecer a aprecia^
do respeitavel publico em geral e de se
boa freguezia em particular, n3o se afa
wndo elle de sua bem connecidamansid*
i barateza. Em dita loja encontrarao t
preciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingteza, americana, fraj
;eza, todas dos memores e mais acreditad!
'abricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toiiet.
Elixir odontalgia para conserva?5o i
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e cii,
os agradaveis.
Copos e latas, maiore3 e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen^
a outras quadades.
' Finos extractos inglezes, americanos
francezes em irascos simples e enfeitados
Essencta imperial do fino e agradavel cnt
-o de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igua.
diente finas e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior aualidad.
iom escoibidos cheiros, em frascos de diff<
entes tamanhos.
Sabonetas em barras, maiores e menor
oaramaos.
Ditos transparentes, redondos e em gi
ras de meninos. *
Ditos muito finos em caixinba para barb;
Caixinbas fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo t
aas perfumarias, muito proprias para pr<
tentes.
Ditas de papeio igualmente bonitas, tai
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos d metal coloridos, e i
moldes novos e elegantes, com p da arre
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de campbora e outras differeau
cualidades tamnem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada niais coques.
. Um outro sortimento de coques de m
yes 4) bonitos moldes com filete de vidrilh
e alguns d'elles ornados de flores e fita
astSo todos expostos i apreciacSo de qu
os pretenda watprar.
GOLUNHIS E PUNHOS BORDADOS.
Obras di muitogosto e perfeico.
Flvcilaa e Atoa para ciota.
Bello e vanado sortunento de tees ob
tos, ficando a boa escolna ao gosto do oo
prador.
OO^OOO de grat fi-
es cao.
Fugio no dia 3 do onrrente da povoarao o> Ha-
pnf iras do termo do Bonito, o raeraro B -ne'irio
preto. crionlo, i-lado de 20 annos, ahora i guiara
Um feirofs lini-simas, falla lina e um p>......, an-ia-
da. costuma vistir se em tra/i de mulht-r |>ara
poder pascar, tem no |oiixo inferior las t-i<-,- tri-
zes di; talho bem visjveis, foj nenivo d h An-
tnniu de Mara, mor.idjr e.ii Taimareiiinta ii' t^r-
mo de Limneirar iinem u pepar po i> ipre nia-lo
na dita povi.acat de Capoetrat a' abaen s- gna-
do, ou nesta praca aos Srs. Goes A- Basto?, n. ra
doQueimaUo n 46.
____ Manoel Vict r da Fnisi-ra Ma-tiaM.
Fug i do enfeudo Hnb< rjs, da nm > .1-
Santo Anio, no 'da ?0 de junbu do annn |!*--adn,
o eseravo de nome Francelino, reprrs. na S :iS
annos do idade, com os signaes spgi:iii|i s c.ir
pela, baixo. eorpo reforjado, cara larga, haH r>te
barbado, olbos pequeos, nariz muiio .fi do. buc-
ea ropular, dentes runo- < Hoados, mofee i is-
la e andar apresado ; pons'a andar pobo f bnr-
bios da cidade de Oltnda, encenlio fnaptn, Cjttu-
e, Beberilip. ou Apipocos, acontado por Jo*oiai
los de Sait'Anna, seu irmso liberto, i. .mal *.m
em sua ompanhia nma esb- clh:- e filhns t\-> b^s-
ma,.e por oulro irmode nome Jns Bap>4. qm
o conduzra para os lugares cima ioiidif
alem de um oulro samo de nome lr.: Zrbriw
da Silva, cinhecido pi-r J;> Pajui. por I>i tina
daquella comarca, itica-su s autoridad) i -a-
piles de campo que o apprehendan do!
ra dn Rangel n. 17, ou no engenbo ifinl. .,s, a
entregar a seu senhor Juio Concia de Qu.iruz
Mnnteiro, que serSn generosamente gratificad, s.
FUGA
Fngio da casadana-rie Santo Amaro,
n 22, no dia 3" de marco do duren e auno
o preto crioulo de nome Joo idade di- 30
ann s~ponco mais oo enos, com os tipnaes
segnintes: baixo, cfieio do eorpo, D"flM
barba, rosto com marca de btxigas. nm
dedo de minos na miio dinila. oqmri fii
escribo do Sr. Antonio Climaco Mcwa
Temporal, e jqIm-m awietir n'un.a as
quatro frrguezia da cidade. ton-M- p..jg
s autoridades competentes e [articulan i o
obsequio de npprclipnderem e leva-l.i ma
do Crepo n^ 5 qae generosamente se com-
pensar.
Fugio do eBgeoho Dromc-wrio, termo da
Escada, no dia 20 do frrente, o e cn |Nir n.i-
roe AnUmio, com os aignaes senuintes : ror tai. ca
alto, as nemas um poueo arqueadas, taita rie uro
ente na frente do lado de cima, e u?bj um >ta:
juntas dos pea um pr.uco mais grossa do que nu-
tra, representa tor ifl e tantos annos, gosta d. an-
dar hmpo, e e um p uco coniersadnr, aind nao
tem barba, mal ?e divulga alguns cabello na p. n-
tado queix: pede-se as aotoridades policio-e
eapilaes de campo a captura do mesmo, e lea lo
ao me mo engenho ou no Recife na ra da AJ.fda
n. 5, 2* andar, e eriptnrio do Manoel Alves Fer-
reira & C, que serao bem recompensados.
Fugii no dia 11 de marco do correte anno
o eseravo Francisco, cabra, de idade 30 anno
com os signaes >eguintes : cabellos carai.inb.
rosto descarnado e com marcas de beigas, inti-
tula se ser livre, levou falcas brancas, palito! de
alpara de cor e rhapo do Chile, natrral da
Parabyba, e foi comprad ao Sr. JTJelmiro Alves
Maia, morador na Parabyba e jnlga-se ler ide
para o mesmo lugar ; devte j protela-se fonmi.
a^ pessoa que o tiver ruado. Roga-se aos eaf>l-
les de campo, assim eomo as autoridades poli-
ciaes que c iragaui ru* Direita n. 16, que s.r5o
gfiierosamenle gratiffcadiis.
Contina a estar i'ngido o mi.leque Gregorio,
de 17 ainos de idade, crenlo, com falta de din-
tes na frente, testa rednml, olhos vivos, om tima
marca de qoeimeduraaa barriga, e ootra m rxa
oe urna estrepada jantif>: gosta de andar c-m
caximbo : quem o pegar pae levar ao engenho
Lahfornia em Sermhaem, a seu senhr Jo Flo-
rentino O. de Alboqarqoe, oa a ra da Praia b.
dt. que ser bem refompemad*.
7.
TO
ND.
retrl_
wis4o,Bai
arello de Viejo ftr- P*" branot: re
do aren ai Cea-
Fugio no dia 2 do crrente, do engenho
Dromedario, termo da tocad*, o eseravo de nome
Antonio com os signaes seguinie.- : idade de vio-
le e tanta annos, fr tatsca, alto, as pernas um
pucb arqueadas aiu-the um deote oa fren e, rio
lado de cima e tem ama da* jutas*) pes um
pouco roai* grossa d ana otra, gasta de andar
hmpo, e um ppuco coversadnr. aioda nao tem
barba, mal se divulga afguns ribellas na ponta
do queixo : roea-ra iw: antHoridado peBriaeft e
capiifs de tatnpoa cayaara do roeaan'l>'va-la*
ao mesmo engeaao o a R*hV, raa da Moetla
n. S. segundo andar, eseriatnrio de Manoel Alves
Ferreira de C. tjue serio recompensados.
Fngio no dia ido correte mez de abril, o
engenho Constantino freteia r S. Louieaco da
Matti, o eseravo Laurinoo, coa) os signaes segnin-
tes : cor cabra, cabatos alcana conaa earapi^
oboe, oltos frito e itntm, ecuiava baixa,
rous e pes pequeos, bigoda. a C ,anbc, ten-
do pouca suissi, taa um siinal cara, terbtico que
urna mancha proa qtOihe enbre um dos pei-
tos, com aajuns ratMa>a1nneos por sobre o mes-
mo : quem o pt^daWffaia ao. pateo da ribeira
taberna do Jo do flonto finia traes, qae abi.seca
recompensada
-- Desappareceu da- ota nova de Santa Rita n.
14." no da 23 do correte, u amato de nome Be-
aedicto, idade d llaaaaa, noalo. com
oaea segniotos
bailo, rnein de
eseravo, e lera-lo
kr recompensado
orno, nnrto
misa branca
a rapt


m


V
. I
Diario e Yermmbco Sexta eira 29 de Abril de 1870
. VARIEDADE
=
h
cenas do Paraguay
VENTURAS E PAOECIMEVTOS DE USA EMK.HA-
DA FRAMCEZA NO PARAGUAY, ESCRIPIAS
POR EtLA YF.SWA.
Exposifao o> hrotha Dnpral Lasscrres
(Conclusjo)
28 de novemhro, ouvindo-se algum ru-
mor, corremos r saber que novidades ha-
via ; eram indios que tinham chegado -orn
'.veres e todos cahiam-lhe era cima, c cora
patacoes, roupas e nutras cousas adqniriam
es precisos alimentas. Por" isso esses sel-
'affens lornaram-se muito cai'eiros. Isso
erafim ajudou-nos passar.
Nos dias seguales foram elles. caca e
trooxeram carne muito- cara. Era tal a' fei-
ra que toda- a gente passava a noite'as bar-
racas.
Por duag vezes nvrtyrisei os ps, pois t-
nba de caminhar tres leguas, e nada conse-
gu porque me era arrebatado das ni3os lu-
do quanto compravat como 6* costume entre, instante a instante
lomar mate ai ao morro coa outras mapas
cnlner fructas.
Tiramos a felicidade de -encontrar ura
coco, e com elle voltaraos ao, rancho, onde
preparamos um boro caldo d'agua de coco
e couro, qae comemos perfeitamente. A'
larde/ui ao morro com urna companheira
<-' Iher fraotas. eflepois deapanharmos al-
gomis, voltams, en por ana lade, e ella por
un tro*.
Disse-llie ento que ella errava o cami-
nho, e como me respondesse que nao, re-
solvi-mo a segui-la. Fomos andando e de-
mos tantas voltas que nos perdemos entre
as raacegs. Quando escurecen quasi mor-
ri (V: dor pensando em que afflicco nao se
adiara minlia mi, n3o vendo-me voltar.
Cfaorei e gritei semi-louca! Parecia-me que
de longe ouviam-me e gritavam. Mas como
nao cessava de gritar, nada oavi, e fomos
nos internando no morro.
Quando escurceu de todo e n5o pode
caminbar mais, nem para traz, era para
liante, deixe de gritar, e ento me respon
hora ; d'all fonaos* directamente a A-j do principe urna misso desinteressada T
a o caminho que'Nio contrario aos osos pratiaos d'esta es-
pecie d8 negoqtos. qu as tesiemunbas se
urna
leoil
tomamos ; pirece-me com tudo que pass
mes ao longo do Sena e em frile do Tro-
cadero.
Poaco tempo antes de chegamos a Au-
teuil, n'ura ponto qae nao poderei precisar
Noir chamou Sanron, que entrn na carrua-
gem comnosca.
A nossa chegada em frente da casa do
principe, apelamo-nos todos qaatro.
Grousset e Santn flearam passeiando em
frente da casa, e Noir e eu entramos; fal-
lamos a dous criados, pergontando se o
principe eslava, em casa ; responderam-nos
quo sim, depois ae nos ter derguntado quero a Ugne direte, de que soa redactor em
deram. Servio-me
os paraguayos; digo isto porque eram se-
uiioras ou passavam por taes as qae anda-
vam atropellaodo as maiy tmidas. Nestas
duas vagens voltei com os ps cheios de
espinhos, e nao quiz saber iais dos in-
dios.
2 de dezembro ao amanhecer sorbe-
mos haver grande sensac3o no nosso arraial,
jorque faltavam tres das principaes familias
qae se achavam comnosco, pessoas que
das antes tinham trocado rbupa, dinbei-
ros e outros objectos- por comestiveis.
A fuga dessas senhoras muito nos atemn-
nsou, e esses terrores nio erara infundados
porque conheciamos- os terriveis exempios
de Lpez, e tremamos no pensar, que logo
roe rile fosse sabedor dessa deserco nos
mandara para o Panadero, onde seriamos
victimas. Nenlrama de nos tinha forras
psra fazer urna marcha de dezenove leguas.
Como poderiamos emprehender urna de
trinta ?
Nao havia outra alternativa, morrer de
forae ou morrer lanceadas ; escolhemos a
nos termos mutuamente consultado, man-
damos um emissario ao campo, aim de
que nos enviassem um indio cem quera Ira-
Ussemos.
Reanimnos por grupos de cinco e seis
iimlias, e convencionoo-se ento pagar-se
desde logo um tanto, e o resto quando j
e^tivessemos no acampamento brasiieiro.
Foi urna locura ; ao cahir da noite sahiram
mais le dozentas pessoas, mulheres e nre-
ninas. J tudo eslava prontpto para a raar-
eha, quando regressou a Sra. Leite do mer-
cado, aonde tinha do pe'a manhaa com-
pra de gneros; trazia um pedazo de carne.
e :ne disse que Ihe parec susieito o com
yortaraento dos indios, que desconfiava del-
le?. e que eu poda fazer o que quizesse.
i' rea que ella nao se movera. Minha mii
desanimoa e mandou dar parte s outras
que nao riamos.
Amnnhecerara muitas casas vasias, pelo
que mais nos enchiamos de terror. As la-
nnjas se acabaram ; ento a Sra. Leite re-
iveu-se a fugir. Chegou tambera um sol-
'.' do da guarda que nos disse que o sar-
gento a dar parte que todas as designadas
ra:a fagindo ; isto nos resolveu a tratar com
otro indio, a quem entregamos rouua. re-
I i, ponches, e fugimos.
Isso se passou na noite de 14 dedeaem-
; ao atravessar um banhado molhei-me
; da, assimeomo a Sra. Joanna; porm, em
uto as outras passavam, mudamos de
;pa. D'ahi a um instante ouvmos gritos
ie soccorro ; a Sra. Leite tinba-se atolado
. meio corpo no barro, o qae me pareceu
de mo agouro. Seguimos, entretanto, em
Silencio, o indio que nos fez atravessar urna
: inmensa queimada. que nos roacerou os
e nos dilacerou as pernas; porm con-
namos a andar sem soltar um gemido
tt alta noite. Assim chegamos ao alto de
um morro, onde nosso guia nos disse que
jescansassemos at elle voltar.
Poaco depois voltou dizendo-nos que era
mais prudente voltarmos ao rancho, porque
a guarda aprisionara todas as senboras que
tiofaam partido antes de nos; julgamos que
isse urna astucia do indio para roubar-nos
j.- cargas, mas infelizmente era a'pura ver-
dade. Regressamos ao rancho.
As companheiras entraram ao amanhecer,
porm en nao me julguei com animo para
itravessar o banhado de noite, e szinhas,
eu e minha mii, esperamos que amanhe-
cetse; vimos ento passar dous indios com
as cargas que Ibes tinhamos dado. Ao ama-
nhecer entramos no campo e fomos tomar
BUtte com urna vsinha. Que noite que
assamos!
Voltavaroos resolvidas a morrer sem mais
nos movermos do desterro : porm nao
quiz mais vver no arraial, julgando ser
mais prudente morar fra do povoado, jun-
io ao monte, onde nos seria mais fcil es
condermo-nos no caso de sorpreza.
Foi com minha mi ao rancho que havia
deixado D. Olivia Corvalan, que era o pe-
nulmo, longe dos outros; a Sra. Leite Pe-
reJra approvou muito a minba idea e veio
comnosco; ella e mraha mi cahiram doeu-
tss, resultado de nossa mallograda fuga.
Todos os dias creavamos novos planos,
como o de ir residir no terceiro monte de
Uranjaes ; porm ao accordar vinha sempre
o desengao. Assim fomos passando at
22 de dezembro, accommettendo-nos de no-
vo o terror, noticia que nos mandou nma
ienbora qae se escapara da tropa que ia
para o Panadero, e qae nos dizia nada ha-
ver no Cerro, e que Lpez quando disper-
sasse a sua gente faria terriveis cousas, e
que fugissemos em quanto era tempo.
Reunimos cinco familias, e no da 21
noite estavamos caminho. Chegamos a
um mente habitado por indios, onde repou-
samos aguardando o da : meia noite
principiou a chuver, e Acarnos sob a folha-
gem de ama arvore. Logo que amanheceu
fui preparar mate para minha mi; foi ah
que vend a ultima colhr de prata para
comprar um poaco de mel de abelhas, e
sustentamonos ento de aos pedacos de
couro assado.
J era tarde. Tinhamos camnbado quin-
te quadras- quando nos sahiram ao encontr
algamas sen aras qae na espera nos ti-
nham passado adiantoe que htviam idate
o Cerro. All tinham visto chegar tres es-
pas que aprisionaram algamas pessoas.
Voltamos pela segunda v2, caminhando
at muito tarde com modo do banhado, e,
dormindo ao retento, acordamos molbados
pelo orvalbo. Nao sabamos como arranjar
fogo pera tomar mate; dirigimo-nos ento
pin um ranche visinbo, onde tivemos fogo.
Abrigamo-oos sob una arvore, e depois de
isso de consolo. De xmo
grilava; e, como a roi-
que as leras nao
nha companheira, julgava
tardariam a assaltar-nos.
Passei urna noite horrivel. pensando era
minha mi e chorando. Ao amanhecer,
griiei e responderam-me; rompemos as
nlacegas em directo voz amiga que me
chamava. Sahimos: abracei minha pobre
mi, que havia passado a noite chorando
tambem, comi a cea que me tinha guarda-
do, depois de descansar um pouco fui de
novo ao morro apanhar coco.
, Dous dias depoi^. ao anoitecer, veio-nos
a noticia de que Josepha Rojas vinfca do
Cerro nossa proenra, que os brasitetros
estavam 'nossa espera. Estavamos inde-
cisas se deviamos ir nu nao. porque receia-
vamos din ardil de Lpez para acabar com-
nosco. Deitamo-nos muito tarde e aperos
dormamos, quando nos acordou urna voz
que grilava : t A caminho. a caminho. P$>
Passo j se acham muitas senboras espe-
ra Ligeiras nos levantamos, e pegando-
as trouxas, sahimos-.
Eu chorava amargamente. Minha man
perguntou me se eu julgava que era Lpez
que nos fazia condiair. Etese-He- qne nao.
que eram nossos salvadores; porm que
para mim era a hora cruel do desengao,
que em breve saberia que se reduziriam
lanas esperancas, mas- que- proecetiia re-
signar-me vontade de Dea qe me salva-
va da terrivel morle pela foroe.
Chorando, caminhei at meas salvadwes;
passamos o arroo onde nos receben o or-
denanza do capito Monra, qae-noe espera-
va com pa'avras de consolace* no mitro la-
do do banhado; aphsionou-se ento dous
espas entre as pessoas que- vinham com-
nosco.
Foi isso na noite de 2i de dezeaftro.
Sahimos com urna bonita lea, caminba-
moa las leguas, parando para'tomor mate.
Ao romper do da caminhamoe de novo, e
amos to ligeiras, que era irapossivel aTe-
ditar-se, deixandu aqu de menoiooac os in-
cidentes de urna viagem que faziamos- cofa ,
prazer e temor.
Chegamos guarda, e foi alli que owvi
dizer ao eommandante dos presos qae toos
tinham morrdo. I^eceb esse terrwel- gol-
pe, e no entanto nao enlouquci
Caminhamos o dia inteiro sem parar. O
sol era fogo, a dr nos ps nos fazte perder
os sentidos; porro, o desejo de salvaeo
era mais poderoso. Fizemoe um esorco e
apresentamo-nos ao principe e sea estado-
maor, que, com o maior interesse, e mos-
trando a mais sonsivel compaixo^ no& re-
cebeu.
Dous franceses offereceram-rae suas- ca-
sas, que acceitei agradecida, pois rae acba-va
to s e desprotegida que essa vo'rta. vida
me fazia chorar.
Passamos ao qnartel-geceral onde deixa-
mos os nomes ; depois fomos ao pateo onde
recebemos raco de carne, sal e farinba.
Quando me achava all sntada vieran ans
senhores que comigo conversaran!, e eatre
elles o Sr. coronel Pnheiro Guimaraes que
pedio-me algumas notas. A' elle dedico
esta triste recordaco de minhas recentes
desgranas, que elle me fez tantas vezes ol-
vidar nos dias er que tive a dita de passar
sob seu hospitaleiro tecto ; as, mais delica-
das attengoes, os maiores cuidados, me fo-
ram prodigalisados por elle e seus' compa-
nheiros, fazendo-nos esquecer nossa passa-
da agohia.
DOROTHA LASSEBRES.
P. S.Chegando a Caruguaty tive a tris-
te certeza deque os tres membros da mi-
nha familia foram execulados em S. Fernan-
do, meu irmo era 9 de agosto de 1868,
meu pai e meu marido no da 22 do mes-
rao mez.
Proecsse
Accusado :-
de assassnos
de Pedro lio apar te
(Cordtmtaro)
- a vos que compe'.e fallar
! Lembrai-vos das bombas
d'Orsni ; assassino sois vos.
Pergunta a testemunba : Para que te-
nheis comvosco aquella pistola ?
Resposta :Se eu nao tivesse urna pis-
tola, nao estara aqu para testemunhar a
verdad? ; nao estara aqu. Nao tinha cai-
tamente esquecido que um duque havia tei-
to bastonar o Sr! Codt por um dos seus
criados..
Pergnnta : Se suppunheis que corrieis
perigo em ir a casa do principe, para que
fosles ? porque nao |mandastes all teste-
munhas ?
Resposta : Fomos alli como testemu-
n'nas; se tinha urna pistola na minha algi-
beira, porque ando sempre armado quan-
do saio ; nao em minha casa, o que um
pouco mais grave. Se nao estivesse arma-
do nao estara aqu.
Presidente : possivel ; mas nao era
oecessario ir alli ento. A America pode
ter-noj dado muito boas coosas, mas- oe-
cessario nio trazer de l o uso do rewolver.
A pedido do Sr. Leroux, defensor do
accusado, fez-se a leitura dos depoimentos
do Sr. de Fouvielle. O primeiro depoi-
ment concebido n'estes termos:
Fui eocarregado, assim como o meu
collega Vctor Nuir, pelo Sr. Pasraal Grous-
set, jornalista, nosso commum amigo, de
fazer coohecer ao principe Pedro Bonaparte
que estavamos encarregados de lhe pedir
urna reparaco por meio das armas, por
sso que Grousset pretenda ter sido gros-
seirameote insultado por elle.
Encontrmo-Qos n'essa maaha, Noir,
Grousset e eu, reunidos do jornal Im Mar-
mllam. Noir tinha carruage de praca
cojo numero me nio record.
Chegamos aq jornal La ManUaise pela
i
e Fainos.
Entregamos os nossos bilbetes : alguns
instantes depois fizeram nos entnu; nxum
quarto no primeiro andar, qae eu creio ser
um grande s-alo.
Assentjo-nos, esperhdo.
Poucos instantes depois, talvez seis mi-
notos, o principe sabw fle um qWto'pro-
estava de calcas largas e de falo de
casa.
Senhor, lhe disse, o meu amigo Vtctor
Noir e eu, vimos db parte do Sr. Pasqual
Grousset, cumprir urna missa, que esta
carta vos explicar.
Ao roesmo tempo entregoei-lhe a carta
sjue me apresentaes, e que consinlo em
assigoar o ne vartor.
O- principe pegoo na carte e respondeu-
me : Po vindes pois da parte de Roche-
fort ? Nao sois por tanto dos seus man-
las ?
o Dlgnai-vos !er a ca?te, senhor, e
veris que se nao trata do*Sr. RocbeforL
Pegou'na carta, approximoa-se de oraa
janellai e leu a ; depois. rasgando-a em
dous pedacos, lanrou-a para ama caixa, e
avancou pranos.
t Pfovoquei o Sr. Rocbeftirt, disse
elle, porque o Sr. Roebefort o porta es-
tandarte da crpula ; quanto ao 9r. Grous-
set, nada tena a responder lhe. Sois vos
solidarios d'aqoelles'miseravcis?
< Senhor, lhe respond en), vimos
leal e oyrtezaaente. pedir-vos urna res-
posta.
Seis vs solidarios d'ess* gete ?
replicn elle.
Vctor Noir responde : c-Somos- solida-
ios de nossos amigos.
O principe deu orna bofetada en Vtetjr
Oiir, fez um oo dous passos para- trae,
tirou bru3oamente um resvorver da saa al-
gjbeira, e ffez fogo contr>1foir.
Este ula'me levou a mo ao peito, o sabio
a porta por onde t'inbamos-entrado.
Logo depeis, o principe apontoo a-^sea
ptotola para rain, e fez fcgo segunda vez,
ia quanto eu procarava tirar a minba 'pis-
tola, que se achava em am estojo na algi-
beira do mea paletot.
> principe colJocou se em trente da porta
e encarando-me descarregou- pela terceira
vea a sua arma, e eu sab gritando ; assas-
sino '
Atravessei- ante quarto. Desci a es-
cada pela mel tiubamos subido, e encontvei
em baixo Nr, expirando.
ConduzimO'lo para casa de om pharma-
ceutico ; mas-todos os cuidados foram inu-
teis ; elle dea o oltimo suspiro quando all
chegou.
Desejo qae- oacaes os doatores Pinel e
Samezeuil, que assistiram aos ltimos mo-
mentos de Noir, e vos podero dar indh-
caces a respeito da ferida qae elle rece-
beu.
Accrescento, a pedido voseo, que ignoro
se Noir tinha pistola corasigo ; em tode
caso, nao lhe vi fazer uso d'ella.
Eu leva va urna pistola fechada n'um es-
tojo, da qua! nao fiz uso, porque a n
tre
Esta, pistola estava cawegada ; trago-a
constantemente comigo.
Levava tambem urna bengala com um pu-
nlnl ; mas nao o desembainbei.
Deixei aquella bengala com o meu cha-
peo no.salodo principe..
Pergunta :No vosso systeaa o ptjiccipe
foi qjuem primeiro coraecou as vas de fac-
to dando urna bofetada era Noir. a narra-
Co do principe est em coetradejo formal
com o vosso depoimeBto n'este ponto.
Elle apoia a sua verseo de qne fra ferido
primeramente por Noir, eom um oxame
que desde logo lhe fizeram dous mdicos.
Persists no que [haves- dito ?
Resposta :Ajminba verseo a expres-
so da verdade.
Nos, juiz da ins&"ucQos aprehendemos e
sellamos, como peca de convieco, com a
nota indicativa que assigomos Com aieste-
manba, o paletot com que estava vestido, e
que est despedazado em dous pontos do
hombro esquerdo pela perfuranio de urna
ou duas balas.
Feita a leitura, assignou.
Segundo depoiwento do Sr.. ite Fouvielle
Persisto no depoi ment que fiem 10 de
Janeiro, perante o juia da instrucQo.
Apresentmos testemunha a pistola, as-
sim como o estojo que a centraba: deelarou
reconhece-la.'
Apresentraos-lne tambem urna bengala
de pubal, encontrada dapois do acontec-
ment oo salo do principe. A testemu-
nba declaroa reconbece-la como a de. que
era portador quando entrou em casa do
principe.
Apresentmos-lbe, afinal, o paletot com
os sellos, o qual tem dous. buracos, um na
gola do lado direito, e o dutro do lado de
cima. A testemunba declaroa tambem re-
conhece-lo.
apresenlem armadas em casa da pessoa a
quera se dirige o cartel ?
Resposta : Nao pegue* era armas, para
me dirigir a casa do principe ; mas ando ha-
bitualmente armado, i trago quasi constan-
temente o meu rewolver na argibeira, e Orna
oengala de psnbei na mo.
fistas precaucSes so-me "exigidas pela
natareza das Alonas occtrpacSes ; sai do
escriptorio do jornal, algumas vezes as duas
horas da roahSa, e.viajo muitas vezes na
estrada de Digppe a Pars para o jornal
chefe ; accrescento que saio pela manba,
e nao vo4to seno para me deltar.
Pergunta : Qualq 1er que seja a per-
sislencia d'esle habito, deverieis te-lo aban-
ncia c
ado^)a
Pergunta : No meio da desordem e da
commoco legitima quevdedeve ter cau-
sado o acontecimento que acabaes de referir
nao seria possivel qae tivesseis confuaddo
o tiro dado pelo principe em Victor Noir,
quando pelo contrario ferira o principe ?
Resposta : Persisto as minhas pre-
cedentes declaracjJes, e afflrmo de novo
que foi o principe que, depois de nos ter
injuriado, e sem provocarlo alguma da
nossa parte, sem que lhe tivessemos diri-
gido urna nica palavr qpe o offendesse,
ferio Victor Noir.
Perganl : A pancada que segando di-
zeis, o princips dea em Noir, n5o foi com
grande violencia ?
Resposta : A pancada dada, foi urna bo-
fetada vigoroso, e com tal forca que Victor
Noir deve ter supportado grande commo-
co.
Pergunta : Coa que mi deu o principe
em Victor Noir ?
Resposta : Deu com a mo esquerda,
em quanto que tinha a mi direita o algi-
beira da calca, da qual tirou, a pitilla de
que se servio.
doBtdd^ara cumprir a misso pacifica que
vos foi coofiada?
Resposta : Devia talvez te-lo feito, mas|
oo lamento ter conservado esses raeus
habites, por 9so que n'estas crcumstancias
elles me salvaram a vida.
Peraanta :Sabindo da cae do principe,
nao tinheis a vossa pistola na- mo, e nao
dissestes : ah f canalha, se a minha pisto-
la nao tivesse falbadp,, te-lo-hra morto ?
Resposta :Recordo-me muito distncta-
mente do que se passou no interior da casa,
las quando vi o mea amigo morto, a per-
turbado de espirito que sent com aquella
desgrana nao me permiite recordar-me das
palavras que pronunciei.
Feita a leitura, etc.
Declarado do Sr: de Fouvkll
Chamo-me Ulrico de Fouvielle, roa' dos
Abbesses, 50, emMontmartre.
Pergunta : Em que occasio tirastes a
vossa pistola, e n'esse reomento estava ar-
mada ?
Resposta : Foi quando estava enllo-
cado atraz da grande eadeira de bromos.
N;essa occasio o principe tinha j dispara
do contra mira um tiro cuja' bala atravessou
o meu paletot. Foi para o ter em respei-
to, que armei a rainha pistola.
AproveHando-me da pertarbaco que a
minba attitude lhe causa va, sabi do salo
pela perta que d para a sal do baile ;fbi
d all que eo me eooaminhei pera a esCada.
Sahindo, vi Vctor Noir cahido no chao:
foi este transportado-para casade um pbar-
maceutico, onde rendu o ultimo sospiro.
Foi^se procurar o dootor SaiBmazeuil>;
dirigi-rae depois, acerapanhado de um po-
lica, ao.posto, onde estavam rouitos outros
agentes- de polica.
Pelo pedido qne me fez, refer como as
cousas se passaram, oonforme o depoimen.-
to que fiz noute na presenta do juiz da
instruefo.
Voltei a easa do pharmaceut'ico- onde o
corpo asta-va depositado; encontrei ahi e-
doutor SanuDazeuil, assira como o doutor
Pinel,.eum certo numero de pessoas, qae
estavam reunidas na pharntacia.
Sahi cornos Srs. Pinel, Saimand, e Grous-
set, par acompanhar o cprpo a Neiolly.
Contei ao Sr. Samnwaeuit a maneira por
qne o acoRtecimento se Uceha passado ;
provavel que eu lhe tenha referido na se-
gunda vea com mais pormenores quando
voltei do pasto de palicia.
Feita a leitura, assignou. de Fouvielle,
Amadeu cHOnts e Colea.
A pedido-do Sr. Demanche- o presidente
indicou testemunba a segrate contradi-
Cao.
Na vossa declarag dissestes que o se-
gundo tiro tinha sido disparado da porta do
salo ?
Testemanh : Nao disse isso.
O Sr. Demanche : A testemunha diz:
Depois-de ter atirado o-segando tiro, o
principe collocou-se em fsenie da porta,.e
encarndome, descarregou pela terceira
vez a sua arma, e eu san gritando : assao-
sino.
Testamunha : Disse : sabi, mas nao
disse que sahi d'apjaHa. casa. Se me le-
vassem a .'aiteuil, poderia precisar raai as
cousas, ped constantemente, e nunca o
poude conseguir.
Mr, Demanche : Qoer a testemunha
dizer-nos se, em alfuma occasio n'aquelle
dia,(disse que o principe tinha recebido urna
bofetada de Victor Noir ?
Testemunba: Com enorgia : Maaca
disse outra cousa seno o que acabo de de-
clarar aqu; estou prompto a jurar sobre a
campa de Victor Noir ; nao disse seno a
verdade, e nunca variei na rainha a a reacio.
Mr. Laarier: Perdao, Sr. presidente ;
o meu honrado confrade passa mu rpida-
mente do urna idea para outra. A bala res-
valou na prcede da sal do biliar : foi pois
na sala do bilhar que se disDaroa contra
elle.
Mr. Leroux : -Sea duvida, mas trata-
se de saber se as deciaracoss da audiencia
asto conforme s prmeiras. Eis aqu,
todo.
presidente a restringir-se aos fados acerca
dos quaes chamada a esclarecer a Ustiga,
explicou primeiro qual a orfcenj da ua
pendencia com o principe Pedro Bonaparte ;
a fundaco da Revanche, a sua polmica
com o Avefir de la Cors, e em sooma a
carta do principe a esse jornal. Todos es-
tes pormenores se encontram mais adjante
na declaraco escrpta do'Sr. Grodsset, que
foi lida, e que nos vamos reproduzir. Che-
gando* scena de que foi testemurha, o Sr.
Paschoal Grousset conlinuou assim :
Era quanto Fouvielle e Victor Noir esta-
vam com o principe, passeava eo com San-
tn por defronte da casa. De repente, vi-
mos, a grande estatura de Victor Noir appa-
recer no hnmbral da porta.
Espera I disse eu a Santn. Olba Victor
Noir cambaleando f
No mesmo instante, cabio o pobre Victor
Noir, de chapuz para diante, e nao tornou
a levantar-se. Corremos para elle, e nessa
occasio qae Fouvielle apporeceu com os
bracos levantados e gritando contra o assas-
sino.
Ha aqu um pormenor que devo referir :
Noir estava de luvas calcadas, e evidente-
mente conservava o chapeo na mo d-
reRa,
A vista do chapeo ilharga delle tornou-
se para mim de reparo, por causa do orro
branco; era de certo o chapeo que compra-
ra para o sea casamento. Mandamos trans-
portar Noir para a pharnacia e bradamos
por soccorro. Os criados estavam porta,
olhando para a gente com indifferenca. Eu
gritei: um republicano morto por ana Bo-
naparte ( Os criados raetteram-se para den-
tro, com ares de qoem tinha mdo. Kun-
ca senti Gom nwis ajfflicco nem comprehen-
di mais custosaroente af que ponto os de-
zoitn aonos deste governo rebaixaran;- os
espiritoe era Franca... (Movaiento).
O procurador geral .-Senhores, nao es-
tamos diepostos a fazer requiscoes. A tes-
temunba que acabara de ouvir foi condem-
nada priso; est novamente processada;
nesta sitoago, somos de parecer qne se de-
ve reconduzir smplesroente a testemunha
penitenciaria onde est presa, oque o tri-
bunal ordene a leitura do seu depoimento
escripto.
O presidente acceden rquisicao do pro-
curador Srandperret.
Os dous gendawnes que trouxeram o Sr.
Grousset e que. durante a soa inquirico,
carara ao p d3 porta das testeroonbas,.
vieram pora ao p- delle e levaram-Vo.
Terminada a leitura dos depoimentos que
Mr. Groireset fez so processo preparatorio,
fechou-se-a audienota s 5 horas da tarde.
No di 22 a andien:ia eomecou sH ho-
ras e 20 minutos.
O presidente pergnntoo ao aecneado o
qae significava a phrase:, Tinha o braco
esquerdo meio levantado, em urna attitude
Mu. Laurier : Senhor presidente, qoer
se dignar perguntar testemunha se Victor
Noir, quando foi ferido, tinha o chapeo na
mo, e se o tinha anda quando caho na
ra?
Testemunha: ^Se davida, cada um de
as tinha o sea chapeo na mito.
Pasqual Grousset, vinte e cinco annos
redactor da Marseillaise :
O presidente presentoo teste manha as
qnestoes, de forma, a qual pergunta nao
sois prente do accusado ? respondeu :
< Sua mai teve bastantes amantes para que
eu possa saber se sou sea prente t *
Aquella palavra produzio um grande sus-
surro no auditorio.
O procurador geral levantoa-se e censu-
rou com algumas palavras aquella resposta
ultrajante para um hornera collocado na
situaclo do accusado, e ultrajante para a
corte. Se a testemunha renovasse um se-
melhante inconveaiehte, o procurador geral
faria r^joisicoes contra elle,
O presidente : Ouvmos esta resposta
e queremos proseguir, sem fazer reparo
n'ella porque suppomos ,que nio foi enten-
dida de todos. Entendo porm dever di-
zer que oecessario depor com a tranquilli-
dade que convem e urna testemunha, e nio
tornar a ampregar termos, que se nio pro-
duzem, nem le comprehendem aqu. Nao
sei se sio admittidoe n'outra parte, mas aqui
pi se permute que sejam pronunciados.
A testemuaha ;_A violencia das minhas
palavras explica-se tambem pela attitude
que a juetice tomn para comigo em todo
este processo* Fui tratado hio como tes-
temanba, mas como.verdadeiro reo. Ve-
jn-se os termos do uto de accoJicio, e
digam-me te o Sr. procarador geral nao
mo trata como reo.
Pergunta ; Postes desempeab sace A testojaoaba, ovamenie coavidada polo
enrgica.
O principe respondeu qae nao signifteava
ama ameaca.
Continoou o inqnerito as tesmunas.
Mr. MKro expoz os factos que preced-
ram o homicidio. .
O presidente "xprobroa atestemaaha ter
excitado a mullida,-) a arrornbar as portas
da casa do accusado.
A teslemnnha disse que nao sabia que o
eommissaiio de polica tivesse tomado co-
abecimento do negocio, e que tinha cedido
a um movimento espontaneo de indig-
aacao.
O presidente perguntou-lhe porque estava
armado.
A testemunha sse : qae s tinha urna
arma defensiva, e era urna pistola dealgi-
beira qae sua mulber lhe deu no dia dos
seus annos.
O accusado, interrompendo a testemanha,
disse : que armas-defensivas eram capacetes
e coaracas, e qua a testemunha nao mere-
ca coafiaiica, porque teve a triste coragem
de diaer na Marseiheza, que elle accusado,
quer fosse absolvido, qoer fosse conderona-
do, havia de ser morto.
Mr. Millire desmentio-formalmente estas
asser?oes, e pedio ao tribunal que o defen-
desse- dos ultrajes do accusado, a quem nao
teve intenco de offender.
O advogado Floquel requereu que Mr.
Millire ficasse na sala da audiencia.
O-procurador geral oppoa-se, porque a
testemunha esl soffrendo a pena do priso
por outro processo.
O tribunal retirou-se para deliberar, e
voltou com a deciso que Mr. Millire ficas-
se no tribunal.
Henriqae Cbabrillat, redactor do Figaro,
disse : que V. Noir lhe dissra no dia 9 de
Janeiro qae ia proQurar- o prncipe como'pa-
drinho de Mr. Grousset, pedindo-lhe qae
nao desse esta notica.
Gilet, criada do principe, introdazo Noir
e Fouvielle na sala do accusado.
Coffioet^ criado do acensado, disse : que
o principe lhe havia dito que o mais alto
dos dous que o procuraram lhe tinha dado
orna bofetada.
Pigne!, capitalista, levou V. Noir phar-
macia, e disse : que Fouvielle lhe havia di-
to que elle e Noir nao estavam armados, e
qae o principe atirou o primeiro tiro.
Fouxille acareado negou aprimeira as-
serco.
A testemanha snstentou e seu depoi-
mento.
Mr. de la Rrajrre foi visitar o principe
depois da morte de V. Noir, vio-lhe na face
urna nodoa arrxeada.
Adolpho Piulo de Cassagnac, escriptor
publico, foi eocarregado com Mr. de la Hor-
ca de pedir satisfaco em nome do principe
a Mr. Tomasi, presidente da ordem dosad-
vogados de Basta, e redactor em chefe da
Revanche. O principe o nomeou tambem
padrinho na queslo com Roebefort. Quan-
do soube da morte de V. Noir, foi ver o
principe e vio-lhe o signa I de urna contuso
na face.
O capito Casanova foi tambera casa do
prncipe e vio-lhe o signal da contuso.
Mr. de la Rocca depoz em conformidade
com Mr. de Cassagnac.
Mr. de Grave, redactor do pequeo F-
garo, foi ver o principe, qae lhe cootou o
caso, e poblicon-o no jornal de 12 de Janei-
ro. Vio na face do accusado o signal da
contuso.
O Dr. Pinel fez a autopsia de Victor Noir,
foi depois i casa do principe, vio-lhe .na re-
go masteidiana urna contuso, e na parte
superior orna ecchymose.
Foram acareadas as testemunhas que
aflirmavam ter visto no principe o signal de
contuso do rosto por haver divergencia no
sitio que indcavam.
) Dr. Morel, medica ido principe, levou
oiDrs. Pinel e Samawieai!, para verem o
principe, e verificoq cota elles a eiteoeia
dos vestigios di hmbsSq,
Villioo, marceneiro, disse: que ouvio di-
zer na loja de Prudbomme.ao caixeiroRim-
kbeaux : que o principe ft ser desafiado,
e se recuaasse que o matavam.
Jobard, caixeiro, negoa. ter oqvido taes
palavras, e Rimbeaox negoo t-lardito.
Morin, jornaleirO, e Fonrqoin, marcenei-
ro, onviram repetir a villioo o que elle ti-
nha oovido.
O Dr. Tardieu relatou o esame que fez
em Vctor Noir e no fato de Mr. Foovielle.
Em quanto contuso do principe, nlbe
fez exame, mas pelos relatorios qoe lhe fo-
ram presentes, julga que receben ama
offensa corporal, e que nao.foi urna bofeta-
da, mas um murro.
Disse : que Victor Noir nao tinba vesti-
gios de contuso, qae nio tinba annel, e
que estava com lovas pretas, justas, abotoa-
das, sem o menor estrago.
O Dr. Rergeron depoz no mesmo sen-
tido.
O pharmaceutico Mortreux recebeu na
saa loja o cadavef o> Victor Noir, e oovio
dizer a Foevielle "que o principe dra ama
bofetada em Victor Noir, e depois Ibe atir-
ra om tiro de rewolver.
O Dr. Sammazeoil foi o primeiro medico
chamado para ver Victor Noir, qoe morrea
logo que elle ebegou. Ouvio a Fouvielle o
mesmo que referi Mortreux.
Roustan, carteiro, vio sabir Victor Noir
da casa do principe, e cabir na ra; vio
tambem FouvieNe com urna pistola na mi;
a testemunha pedio-lhe qoe Ibe desse a pis-
tola, estava carregada, mas Fouvielle amito
conmovido nao poda desear regar.
Valladon, architecto, oovio dizer a Foo-
vielle : qae se poesse armar a pistola teria
matado o principe, e qae este dra urna bo-
fetada em Victor Noir.
As 5 horas e 5 minutos da tarde, fechou-
se a audiencia.
No dia 23 foi aberta a audiencia s 11
horas e 50 minutos.
Continuou a inqunelo das testemnnbas
de aecusagao.
Mr. NataL capitalista disse : joe depois
da morte de Victor Noir ouvio diaer na
pharmacia de Mortreux que o principe tinha
levado urna bofetada.
Acareada esta testemunha com o phar-
maceutico Mortreux, este disse : que a tes-
temanha era estraogeira e que nao enten-
deu o que ouvio; e que nio era verdade
ter-se dito na saa loja o qoe elle afir-
ma va.
Mr. Natal sstentou o sea depoimento.
Mr. Wachter, jornalista, disse : que Fou-
vielle, conversando com elle, lhe tinha dito:
Acalumnia urna arma que nos temos
direito de empregar contra os nossos advej-
sarios polticos.
O'advogado Leroux lembroo testema-
nha-qoe ella no seu depoimento escripto
havia dito que Victor Noir tinba ura carc-
ter violento.
A testemunha disse que apenas conhecia
Victor Noir de vista.
Darloux, polica civil, disse : que tinba
visto o vestigio de urna contuso no rosto
do principe, o qua! toe disse que lhe tinham
batido, e pedio-lhe para ir chamar o com-
missario de polica.
Baiagnat, polica civil, disse o mesmo, ac-
cresceatando que Mr. Fouvielle lhe tinba
dito que Vctor Noir havia feito om gesto
qoe elle testemanha nterpretoo como ama
bofetada, ou ameaca ao principe.
Boissiere, polfoia civil, e Francescbi, em-
pregado no commissiorado de polica de
Auteuil, disseram que tinham oovido fallar
de ura gesto de Victor Noir, mas que nao
ouvram proferir a palavra bofetada.
Mr. Fouvielle, acareado com estas teste-
munhas, deelarou : qae nunca lhes disse
seno o que referi a toda, agente, porque
era a verdade.
O advogado Floquet requspeu a aprrseo-
laco do relator original de Baiagnat, que
nao estava nos autos.
Champagne, polica civil, r.ada accrescen-
tou de novo.
Lecbantre, carnceiro, disse: qae oovio
dizer na ra : < Elle matou o meu amigo,
mas levou urna valen te bofetada v; e qoe
depois ouvio fallar Fouvielle na pharmacia,
e reconheceu ser delle a voz que proferto
as palavras por elle ouvdasDa, ra.
Fouvielle, acareado com esta testemunha,
diss : que nio era verdade o que ella de-
paoha.
Lechantre sustentou o seu depoimento.
O presidente perguntou testemanha
porque guardou para to tarde denunciar
este facto.
Lechantre disse: que estava oceupado
no seu negocio e nao podia perder o seu
tempo. *
O advogado Floquet lembrou testemu-
nha que qnando f( i interrogado pela pri-
meira vez pelo commissario de polica de
Auteuil nao fallou destes importantes ditos,
que s referi mais tarde.
Lechantre negou que lhe tivesse sido
feito tal interrogatorio.
O advogado Laurifr disse: que a teste-
munha no summario deelarou que havia
sido interrogada- pelo commissario de po-
lica.
Maurgoin, architecto, disse: que Foe-
vielle fallou do gesto de Vctor Noir, mas
nio se cecordava de ter dito qae havia dado
urna bofetada.
Foovielle, acareado, negoo, e a testema-
nha sustentou o seu depoimento.
Chiappe disse: que Mourgoiri lhe tinha
contado que o principe havia levado ama
bofetada.
Carnet disse o mesmo.
Vinvollet, architecto, Chaponet, mestre
d'obras, e Dancet, trabalhador, disseram:
que tinham ouvido dizer a Foovielle na
pharmacia qoe Victor Noir tinha dado, urna
bofetada.
Archambeaux, architecto, fez ai plantas
que ambas as partes recoobeceram estar
exactas.
Terminou o inquerito das testemunhas
prodnzidas pelo ministerio publico.' A au-
diencia foi suspensa.
Comecon depois o inquerito das teste-
munhas prodnzidas pela parte querelante.
Mr. Arthur Arcoull, redactor da Jfarse-
Iheza, referi a provocacio feita pelo prin-
cipe a Roebefort.
Mr. Henrique Rochfort fctrou na saja
entre urna escolta, referi a pjovocacio qoe
lhe fez o principe em urna carta que lhe
escreven.
Madama Luii Noir, cunhada da vicioM
disseTque Victor Noir fallando-lhe da Mr
misso junto do principe, moatrava dwposi-
coes conciliadores
(Contutar-teJ*.)
TYP. M blAJUO' ROA .DDUE 01 CASIAS
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