Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12098


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Full Text
m
r ~ I i;-t-"i?"Sn5
SS-* id*A
ERO 92.
LGABIS
FORTE.


s
Por tres mezes dia
#or sais ditos idora
JPorumanoo dem..
-Cada mamero valso
6,5000
12#0OO
244000
320
91)
TERCA FEIRA 26 DE ABRIL DE 1870,

PABA OtSTBO E FORA DA PROVUCIA.
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos idem .
Por nm anno idem .
6*750
134500
20*250
27|K)00
DIARIO DE PERMMBIM
Fropriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
SAO ACIBMTE9:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Pilos, no Para ; Goncalves 4 Pioto, no Maranhao ; Joaquina Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracatv ; Joao Mara Julio Chaves, no Assn ; Antonio Marqoes da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, ni Villa da Penha ; Belarmino dos Santos Bokao, em Santo Antao; Domingos- Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alvos, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinbo no Rio de Janeiro.
DIARIO DE PERNAMBUCO
BECIFE, 26 DE| ABRIL DE 1870.
Noticias da Europa.
Ctiegou honteai pela manna o vapor inglez
Doure, adamando 3 dias aos jornaes qae recebe-
mos domingo da Europa pelo vapor iglez Kepler.
sendo as datas ultimas de Lisboa 13 do crreme,
ao meio dia.
Hespanha.Grande insurreicao na Catalunlu por
causa das operares dn recrutamenlo. Repres-
sao. Estado de sitio. Discnssao da le eleitoral
Incompatibildades.
Franca.Senatus-conunltus. Plebiscito. Modi/i-
cagues mtniste'taes. Voto de confianca da c-
mara. Agitacao em Franca.
R iva.Resposta do cardeal Anlonclli ao governo
francez. Annuencia do gocerno francez. Ag-
tacSo em Roma. Concilio.
Italia.Agitacao mazzimsta na Italia, sita lija-
cio com os 'movinuHtos republicanos n'outras
potencias.
I.nglatmra.Morte de Grey. Desmente-se a ca-
Aturra de Gibraltar Hespdnha.
Tuquia Melhoramentos administrativo no celes-
teste mpeaio. Abertura do tnsthmo de Corin-
tho.
Alkjianha.Preparativos da Prussia no Baltibo.
Contina a resistencia de Badn, Batiera e
Wurtemberg. Alicatado contra a vida do re
uilkerme. Crise na Austria. O imperador
recusou-se a dissolver as dietas ; ministerio
demittido.
ai igSUu Quer alargarse para a China e para o
Japo.
Ambrica.Terminou a insinreicao de Cuba. Be-
nemritos da patria Caballero de Rodes, e o
e.zerato hespanhol de Cuba. Votacat em S. Do-
mingos pela anntxacdo America. Noticias de
Venezuela.
Portugal.Trabalhos das cortes. Deputados pe-
los Acoitt. Perda da segaranca. Fatlecimentos.
HESPANHA.
Continuavain as barricadas no povo da Grasia,
j unto a Barcelona.
O pequeo alboroto do bairro de S. Antonio em
Barcelona, foi acalmado sem resistencias.
O telegrapbo de Barcelona foi cortado em Tar-
raga, motivo porque ha falta de noticias.
Parece que Gracia foi atacado no dia 4 de ma
dragada, sendo destruida as barricadadas a tiros
de canho; os insurgentes reconcentraran! se na
praca. Negarara-se a receber o alcaide-e a obe-
decer s suas intimacoes. Havia igual excitacao
en Serri e em Sans, o em Sabadell.
Na madrugada de (i chegaram a Barcelona as
forjas partidas de Valencia e as que partiram de
Zaragoza,j5om cujos reforcos esperavam suffocar
i revoluclo. Chegou no mesmo dia a Barcelona
o general Baidricb.
Aacam-se 5 vapores de guerra as aguas de
Karcelon.
Os insurgentes de Sabadell abaudonaram aquel-
la povoacao dirigiudo-se para Graeia.
Limitada toda resistencia Gracia e sitiada es-
ta povoacao pelas grandes forcas de que ispunha
o general Baidricb foram os insurgentes atacados
.' desbaratados.
O govoruo participou no dia 0 as cmaras, ter
terminado a revolucao em Gracia e haver tran-
quillidade em Barcelona ; compl tando-se as ope-
rares do sorteamento em toda a parte excepto
da Gornnha que deviam ter lugar no dia 10.
Nao se coLhece por ora pormenores sobre o
ataque, e erande resistencia que apresentaram os
insurgentes, por tenm sido por estes cortados os
lies elctricos em grande exlenso.
O general Prim, presidente do eonsel'io de mi-
nistros pedio a suspensao das ses'oes da corles
por dous dias e finalmente addiouas at o dia 19
de abril.
0 motivo, ou antes o pretexto da nsurreiqao
foi as operacoi's do sorteamento para o exercito ;
i poltica do? insurgentes nao era bem defenda,
mas parece que predomina alli o elemento carlis-
ta, que aproveita todas as occasiss de desconten-
tatnentopara ftzer vingar os seus planos.
Ka desaccordo na cmara bespautiola por causa
da queslao das incompatibilidades com o cargo de
deputado, expressa na lei eleit ral que agora se
discute. A maioria da cmara parece disposta a
mauter o principio da incompatidade absoluta da
raissio de deputado com qualquer cargo publico,
mas o governo e orna parte da cmara deseja fa-
mt algumas exceptos.
O governo hespanhnl trata de reunir dados
para demonstrar que o crdito de seis milhoes de
libras esterlinas de que a Inglaterra se diz credo-
ra i Hespanha completamente Ilusorio. Breve-
monte ser remettida ao representante hespanhol
em Londres um, despacho em que se declararo
crcumstanciadamente os fundamentos em que se
apo;a o governo hespanhol para negar a existen-
cia daquelle crdito.
Rcsolveu-se finalmente em Paris le o rei D.
Francisco, de Assis v pas3aralgum tempo na Al-
lemanha, e que a rainha D. Isabel se conserve nos
arrabaldes de Paris. D. Francisro de Assis rece-
ben urna penso annual de duzentos mil francos,
deixando de vivor com D. Isabel.
franca.
O senatus consultas de reforma contitucio-
nal ha de ser submettido a um plebiscito.
O centro esquerdo das cortes lenciona pedir a
ajjpco previa do plebiscito pelo corpo legislativa
e pelo senado.
O senado decidi repelr a interpellacao sobro a
vtuesto constitucional.
Cartas de Pars asseguram que nao sendo al-
guns ministros partidarios do senatus-cmtultus
pela forma que se apresentou, resolveram pedir a
ua demissao e at entre estes, ja o Sr. Buffet a
havia pedido.
O Sr. Olivier declaroa no corpo legislativo, em
resposU a ama interpellacao do Sr. Grevy que
o governo nao quer fazer cousa alguma sem a
approvacio da cmara ; qae a transformaeao li-
beral esta terminada, e que haviam de pedir ao
paiz qae sanecione a constituidlo liberal, da mes
ma nuneira qae sanecionou a coostitairao autori-
taria de 1851 Qae o governo nao tem raqnieta-
cao algamt sobre o modo porque a naco colloca-
da entre a reaecao a revolacao optar pela II-
berdade. ^. .
No dia Sdepois da vanos discursos de Gambet-
u, Emilio Olivier oatros, o corpo legislativo
ad'optoa por It7 votos contra 43, a seguate or-
den do al : < A cmara depois de ter ouvido as
(jecIaracSes do ministerio, e tendo conan^a na
sua aboef acio ao governo .imperial e parlamentar
passs i ordena do da.
Diz-seqneo prncipe Napoleae tenciona apre-
sentar algamas propostas de emenda ao projecto
de senattuconsuUus.
Consta qae o conde de Daru sanira breve-
raente do ministerio, endo sabtituido pelo viscon-
da de la Guerronire.
Esperam oe ministenaes que o senatas-con-
snlius ser pprovado no senado por acclamacao,
equi logo depois teri lugar o plebiscito talvez no
1* de maio.
Afflrmava-se qae o ministerio introdazirt no
ienotns-ctntmltns, um paragrapho dispondo que
o* plebiscitos que par o futuro se venficarem so
poderlo tjrnar-se effectivos obteodo a sanecao do
cono sojfUUUvo e do senado.
Aasegan-se qae dorante periodo da plebis-
cite haver liberdade completa de imprensa e de
rtmicos pubcis.
Foi eleito deputado por Lyon no dia 10 de
abril Mazzini por 15,300 votos contra Fouvielle qae
leve 7,800.
Foram eleitos socios da academia para os
logares vagos pelo fallecimento de Lamartine e de
Saint-Beuve, os Srs. Emilio Olivier, ministro de
estado, presidente do conselho, e o espirituoso fe-
Ihetinista Jules Jamin.
Appareceram afflxados as esquinas das prn-
cipaes mas de Paris pasquins concebidos nestes
termos :
i Gidadog.Attendendo que o povo, segundo
a lei franceza, soberano, declaramos que se no
dia 10 de abril prximo o governo nao tiver li-
cenciado o exercito, diminuido os imposto* e sup-
primido os arbitrios, repelliremos uns e outros e
nos apresentaremos em greve geral, tanto em Pa-
ris como no resto da Franca.
Queremos que a orgamsacao do exercito se
verifique cvicamente e por raeio do snffragio uni-
versal.
Escolhemos o domingo 10 de abril, porque
0 mais prximo ao pagamento dos salario<.
t ludo quanto se faca para adiantar ou retar-
dar esse dia, ser traicao.
O povo nxou a sua hora. Copiar e distribuir.
A polica franceza poz-se em campo para des-
cubrir os autores di conspiracao ; fizeram-se al-
gumas prisoes preventivas ; mas, segundo afflr-
mara os ji>rnaes esirangeiros, a conspiracao nao
teve a importaneia que Ihe ligou a polica e go-
verno francez
Asiegura o Telegrapbo Authographo, que a
queslao entre o imperador Napoleo e o principe
Bonaparte sobre a resistencia que este mostra em
sahir de Franca, terminar-se-ha em familia sem
necessidade de acto algam publico.
Continuam os disturbios na escola de medi-
cina de Paris, por causa da declaracSo do Sr. Tar-
diea no processo do principe Bonaparte : afflxa-
ram-se impressos porta da escola, em que se
diz aos esludantes de medicina que, visto qae elles
sao responsaves, nao consintam pessoas estra-
nhas a entrada na faculdade, e a tomar parte as
modfkaodes, aproveitandose deste facto para
prodazir transtornos.
A faculdade de medicioa resolveu por 16 votos
contra i encerrar a escola de medicina at o 1*
de maio.
Parece que para a Paschoa terminar o
summario do processo dos aecusados de conspira-
cao contra a vida do imperador.
Na casa naneara de Rolhschild -de Paris
appareceu um desfalque que se avalia em mais
de mil contos de ris da no sa moeda. O roubo
foi commeltido por um caixeiro.
R )MA.
A resposta do cardeal Antonelli ao governa
francez trata de provar que os vinte e um cao-
nes, nao teem o sentido que a Franca Ihes altri-
uue ; e diz que os'dobates do concilio pdem na-
turalmente modiOca-los. Diz que a igreja nao
iensa de maneira alguma em se envolver oa po-
ilio.a ; que os canooes nao teem carcter para
fazer sahir a -'ran^a da sua abstencao. Espera o
cardeal Antonelli, que a Franca tatisfazendo-se
com esta explicares, nao julgar ter fundamen-
to para insi-lir ao pedido que apresentou para se
fazer representar no concilio por um delegado seu.
Dizem de Paris que o governo francez resol ven
oo enviar embaixador especial ao concilio nem
Interromper as relacoes diplomticas com a corte
de Roma.
E' nnegavel que o marquez de Bannevle con-
tina em Paris, e que a embaixada est confiada
um encarregado de negocios que o substitue
interinamente.
O jornal a Cirilo Catholica intenta demons-
trar, apoiando-se em varias autoridades, que para
a denicSo dos dogmas, se nao necessita a unani-
midade moral do concilio.
Nos estados pontificios, e especialmente em
Terni, Narm e Orbieto tem apparecido ltimamente
alguns insurgentes. O carde I Antonelli deu ins-
trucces ao nuncio em Pars para chamar a atteu-
C do governo francez para aquellas tentativas.
Sua Santidade para agradecer imperatriz
d'Austria a viageni que ult mmente fez Roma,
destina-lhe a rosa de ouro, que j foi solemne-
mente abencoada.
ITALIA.
Ha agitacao na Italia ; a cobranza do3 impostos
e meramente o pretexto ; a agitacao devida,
urna tentativa de Garbaldi e de Mazzini, que ha-
viam escolhido o da 19 de marco para dernba-
rem o governo de Vctor Emmanuel.
A altitnde do exercito em Paris, Padua, Medena
e Placencia, malogrou esies planos.
Parece, em presenca de documentos apprehen-
didos, que Mazzini quem dirige a grande conspi-
racao republicana, que tem ramificacoes na Ita-
lia, em Hespanha e em Franca.
Dizem as correspondencias de Florenca, que
a maior gravidade da conspiracao italiana ter-
se desenvolvido as fileiras do exercito italiano e
especialmente no corpo de carabineiros (ou guar-
da civil). O plano de Mazzini era chamar a alten-
Cao do governo e do exercito simultneamente a
differentes pontos; porisso no espajo de poucas
semanas houveram tentativas de maior ou menor
gravidade em Paris, Placencia o na Roumania.
As desintellgencias entre a Italia e o go-
verno marroquino esto terminadas de um modo
satisfatorio, gracas aos bons cilicio- da Hespanha,
que servio de medianeira.
INGLATERRA.
Morrea o general Carlos Grey, secretario parti-
cular da rainha de Inglaterra.
O Sr. Gladstone declarou as cmaras que
nao tinha fundamento a noticia publicada pelo Ti-
mes, da promessa qae se diz ter sido feita pelo
governo inglez de se entregar Gibraltar Hes-
panha.
TURQUA.
O governo da Turqua acaba de resolver o es-
tabelecmento do registro civil em todo o imperio,
para a ioserpcao do; nascimentos, casamentes e
bitos.
O regulamento do registro civil da Turqua
moldado sobre anloga instituico em Franca.
Est definitivamente concluido o contrato
para a canalsacao do isthmo de Corintho. As c-
maras gregas ja approvaram o contrato. Muitas
casas francezas de bastante importancia esto in-
teressadas neste negocio.
AIXBMANHA.
A Prussia prosegue cn incrivel activdade nos
trabalhos militares, emprebendidos ha dous aunos
as costas do mar Bltico. Acaba de encomraen-
dar grande numero de torpedos destinados defe-
za dos seas portos, e conserva eompanhias de sol-
dados encarregadas especialmente de aprender o
manejo d'aquellas terriveis armas de guerra, pos-
tas em moda depois da guerra do Brasil com o
Paraguay.
A Gazeta da Allemanka do Sorte publica
um artigo que faz prever a mpossiblidide de
um accordo da Prussia com a Dinamarca, na
queslao do Schleswig.
Em Baien, Wurtemberg e Baviera circalam
peticoes que se cobrem de assigna.turas, rogando
a Franca qae se opponhi toda a ccao da Prus-
sia, ss esta potencia quizer vencer pola forca a
resistencia que aquelles povos Ihe oppoem.
Diz o Telegraqho Authographo, que se con-
firmam as noticias relativas ao alternado contra a
vida do rei Guilherme da Prussia : escrevem de
Berln que no dia 2 de abril ao meio dia, um indi-
viduo, de grande estatura e forca colossal, se
apresentou no palacio do rei, penetrando, sem ser
1 visto, at as primefras galeras; que ah, sendo
interrogado par um criado sobre as suas inten-
coes, Ihe dra um murro que o deitra por trra,
e que so encaminhra para os aposentos do rei,
onde ple ser agarrado forca e preso com
grande trabalho. Comecaram as avergaaedes ;
parece, porm, qae tal individuo era maniaco.
O imperador d'Austria negou-se a assignar
o decreto dissolvendo as dietas; o ministerio apre-
sentou a sua demissao qae foi aceita. Foi encar-
regado o Sr. Potack da organsac5o do novo gabi-
nete.
A crise poltica de bastante importancia; nos
ltimos das de m.rco haviam os denotados da
Gallicia, Bokovina, Corinlhia, Istria, Bohemia e
Dalmacia, apresentado propostas pedindo para
suas provincias autonoma anloga de que
actualmente gosa a Hungra; mas a comroisso
nomeada pir dar parecer sobre este a-snmpto
emittia parecer contrario aos votos daqaelias pro-
vincias. Os deputados que assignaram a proposta
em vista destas dispusieres reliraram-se do
reicbsrath, resignando os seus cargos. De 203
membros, de que se devn compr a eamara, s
oceupam os seus lagares 130, que representan) as
sete provincias de populadlo exclusivamente
allema.
O imperador recusando a dissolucao da dieta, e
procurando constituir novo gabine, e-tar decidido
a fazer as concessoes que Ihe pedem os povos, re-
presentados pelos deputados que se reliraram da
cmara.
Parece qae em vista da atttude tomada pelo
imperador Francisco Jos veremos brevemente a
Austria constituida em coofederacao monarchica.
nussiA.
Conlinua na Russia o processo qae se ins-
taurou a differentes pessoas por delicio de conspi-
racao contra o governo.
O ministro dos negocios estrangeros do czar di-
rigi urna nota ao governo chinez, queixando se
do procedmento de algamas autoridades chinez is
que tem obstado ao commercio do rio Sangar.
Comj sabida, foi a Russia a primeira po-
tencia que celebroa um tratado de commercio e
navegacao com o.Japao, concedendo-se naquelle
acto internacional todas as vantagens a bandeira
russa, em opposicao aos demais tratados concluidos
com as demais potencias da Europa.
Consta que a Russia se apoderon agora da ilha
de Saghalien, ao norte da ilha de Yeso, da qual
separada pelo eslreito de Perouse, mandando para
alli urna esquadra com jropas de desembarque, as
quaes expulsando da ilha a guarniese japoneza,
tomaram posse della em nome do czar, e procuram
fortifica-la.
Est insistencia com que a- Russia procura es-
tender a sua influencia preponderante sobre o Ja-
po tem causado serias apprehensoes entre as
potencias da Europa e especialmente da Ingla-
terra.
AMBRICA.
Participa de Puerto Principe a 3 de abril o ge-
neral governador de Cuba, Caballero de Rodas
que o seu plauo den excedentes resaltados ; que
os rebeldes teem sido batidos e completamente dis-
persos, que se esto apresentando em todas as
partes e com elles se formam eompanhias de vo-
luntarios em Cascorro e Sibancu. N'um reconhe-
cimento serra do Najata foram mortos tres cs-
becilhas. >
O general americano Jordn embarcara fugndo.
Finalmente que a nsurreicao est moralmonte ter-
minada, e que estar mu brevemente terminada de
facto.
as cmaras hespanholas foi approvada por
unanimdade a seguate proposta : Pedimos s
cortes constituales se sirvam declarar que viram
cora viva salistaco e profundo enthuslasmo as no-
ticias quo acaba de Ibes tiansmittr o Sr. ministro
do ultramar e que tanto o general em chefe, como
o exercito de mar e de trra ees voluntarios de
Cuba bem merecern) da patria.
Dizem de S. Domingos que os votos em favor
da annexaco foram na cidade 1,006 e9 contra;
depois do plebiscito foi passeada em triumpho a
bandeira americana.
Em Toro tambera houve grande maioria. A
crenca geral que o governo trabalhou em segre-
do para conseguir maioria.
A revolucao permanece estacionaria.
Noticias de Venezuela de 20 de marco, di-
zem que os voluntarios atacaran) a cidade de La-
guayra e foram repelldos. Rodearam completa-
mente Puerto Cabello e bateram s portas da cida-
de com as forcas do presidente Monga, mas igno;
ra-se o resultado. A opinio geral e que a revo-
lucao triumphar.
Saturara de Inglaterra dous navios cora o
material necessaro para estabelecer um cabo sub-
marino entre Puerto Rico, Saman e Santiago de
Cuba.
PORTUGAL.
Proseguirn) os trabalhos das cortes portu-
guezas, tendo sido eleitos na cmara dos deputa-
dos : presidente o Sr. Palmiro Pinto, e vice-presi-
dente o Sr. A. R. Sampaio, secretarios os Srs. Hol-
beche e Assis Pereira de Mello.
As commissCes de resposta ao discurso da
fazenda e do orcamento ficaram assim compostas:
Das Ferreira, Ferreira de Mello, Boaventura Viei-
ra Bulhoes, Claudio Nunes, Santos e Silva, Fra-
desso da Silveira, Thomaz de Camino, J. M. dos
Santos, Pereira Dias e H. de Macedo, a de fazenda ;
Fre tas e Oliveira, M. Coutinho, Sampaio, Cunha
Vianna, Paes Villas-boas, Barros e Cunha e Correa
de Barros, a de ornamento; Santos e Silva, Mar
tens Ferro, Tbomaz de Carvalho, Ayres de Gou-
va, Alves da Fonseca o Silveira da Molla, resposta
ao discurso da corda.
Na cmara dos pares apenas se compoz i
commisso de resposta ao discurso da cora, da
qual fazem parte os Srs. Fontes e Custodio Rebello
de Carvalbo.
O governo contava cora maioria oa cmara
dos deputados.
Pelos Acores foram eleitos:
Circulo de Pont Delgada.Conselhro Mondes
Leal.
Circulo da Ribeir Grande.Dr Francisco Manoel
Raposo Bicudo Correa, lente do lyceu de S. Mi-
guel.
Circulo de Angra.Jos deMenezes Tost, guar-
da-mr da relacao de Lisboa.
Circulo da Horta.Jos Candido de Moraes, te-
nente de engenheiros.
Circulo do Pico.Miguel Eduardo Lobo de Bu-
lhoes, chefe da reparticao de contabilidade no mi-
nisterio da marrana.
Circulo das Vellas. -Pedro Roberto Das da Sil-
va, chefe da reparticao de contabilidade no minis-
terio das obras publicas.
A infanta D. Isabel Mara seguio de Lisboa
para Roma, no dia 18 do passado, por trra.
m Lisboa aoceu o general Ferreira Pas-
sos.
Falleceu, no Porto, o conselheiro Francisco
Assis de Soaza Vaz, director da escola medico-ci-
rurgica. Cirurgio em 1815, e examinador em
1816, oceupou desde 18x1 o lagar do facultativo
da roda. Emigrou em 1829 e em 1833 era dou-
tor em medicina pela universidade de Paris. Pro-
fessor da amiga escola cirurgica desta eidade, foi
poucos anno depois nomeado director da actual.
Foi medico do rei Carlos Alberto. Havia publcado
em francez um livro sobra o cholera, e varios
opsculos m portugus. Era commendador de
duas ordens.
Perdeu-se na barra do Porto, a J7 do pasea-
do, a barca portuguez* Seguranza, qae ia do Per-
nambuco para esse porto. Os jornaes narran) as-
simo facto:
Qaando no da 27 de marco pelas 10 horas da
manha, vnha entrando a barra do Porto a barca
Seguranca, pegou no Cabedello e fez-se pedacos.
A falta de vento causou este sinistro. O navio vi-
nha de Pernarabuco, em 51 dias de viagem. Foi
logo salva a tripolacao em catraias; o barco sal-
va-vidas conseguio livrar da morte um marinheiro
qae se agarrara a um mastro do navio; poucos
instantes depois, os maslros eahiam e a barca tica-
va de todo submersa.
No hospital do salva-vidas foram prestados
soccorros acs nufragos.
c A barca fra construida era 1855 em Villa do
Conde; teve primeiro o nome de Santa Clara;
era de 975 toneladas.
A carga (3,900 saceos ds assucar, 70 de al-
godao, 90 couros seceos, 10 barris de.melaco e
alguns chifres) estava segura na companbia Ga-
ranta e n'outras ae Pernambaco; naquella fra
segara lamben) o naiiojpor 8:000*. Pertence aos
Srs. Soares Irmos.
f Salvaram-se bahs e algamas saccas de algo-
do.
Receberam-se em Lisboa, ultima hora, os
seguintes telegrammas:
< Paris, 11.Foi aceita a demissao do Sr. Buffet
e. diz-.e que outros ministrjs pediram tambera a
demissao, era consequencia de divergencias susci-
tadas acerca do art. 13 do senatas-coosalto. O
Sr. Olivier contina a ser chefe do gabinete.
< Paris, 11.Confirmase a noticia da demis-
sao do Sr. Buffe!. E' provarel a demissao do Sr.
Daru.
t Lyon, 11.Mongin foi eleKo por 15,300 votos
contra Fouvielle que s obteve 7,500.
Netlclas do snl do Imperio
Temos vista o Jornal do Uommercio de 16 do
correte, trazido pelo' transporte Uopoldina, do
qual extrahimos as seguintes noticias:
RIO DA PRATA.
Chegou no da 15 o vapor ngle Hupparchus,
cora datas dn Buenos-Ayres e Montevideo at 9 e
10 do crreme.
Na repblica Argentina nada occorreu que
menea mencao.
No estado Oriental tudo ia no mesmo p, a
exeepcao de alguin engrossamento das forcas re-
volucionarias. De Entre-Ros tinham passado mais
uiw80 oa 100 emigrados para se reunirem s
tropas commandads por Aparicio e Muniz.
Esperava-se que o governo charaasse s armas
toda a guarda nacional e dizia-se que o comman-
do ao norte do Rio-Negro ia ser confiado ao ge-
neral Caraballo, apromptando-se o mesmo presi-
dente da repblica para 'ahir a campo se as cir-
cumstancias o exigissom.
O senado, em substituidlo do projecto finan-
ceiro que havia regeitado, approvou com ligeiras
modificaroes o formulado pela junta ae crdito
publico o enviou-o cmara dos reoresentantes,
une em sesso de 9 o approvou igualmente.
Do Paraguay a nica noticia que ha de se
aeharem agora reunidos na Assumpco os minis-
ros plenipotenciarios das tres potencias adiadas.
RIO DE JANEIRO.
5. M. o Imper-idor houve por bem perdoar,
na sexta-feira da paixo aos seguintes reos :
Antonio Ribeiro de Meirelles, o resto do lempo
quo falta para cumprir a pena de i 1[2 annos de
prso com trabalho, a que, por crime de fallen-
cia culposa, foi condemnado pelo juiz de direito
da 2* vara crme da corte.
Jos Ribeiro Pereira Villa-Real, a pena de 4
mezes de prsao simples o inulta correspondente
metade do tempo a quo, por crime de rifa, foi
condemnado pelo juiz de direilo da comarca de S.
Joo do Prncipe, na provincia do Ro de Janeiro.
Manoel Moreira Ricardo de Sonza, o resto do
lempo que falta para cumprir a pena de i annos
e 6 mezes de prisao com trabalho e multa corres-
pondente, a que, por crme de ferimentos graves,
foi condemnado pelo jury do termo de Santa Ma-
ra Magdalena, na mesraa provincia.
Marcos Antonio de Moraes, o resto do tempo
quo falta para cumprir a pena de li annos de
prisao, a que, por crime de homicidio, foi con-
demnado pelo jury de Itaguahy, na mesraa pro-
vincia.
Simeao Gomes de Olkeira, o resto do tempo
que falla para cumprir a pena de li annos de
prisao! a que, por crime de homicidio, foi con-
demnado pelo jury de S. Joo da Barra, na mes-
ma provincia .
Manoel Uernardes de Stqueira, o resto do tempo
que falta para cumprir a pena de 20 annos de ga-
les, a que, por cr me de tentativa de homicidio,
foi cenderanado pelo jury do termo do Rio-Claro,
na provincia de S. Paulo.
Americo Joaquira Ramo3, o resto do tempo que
falta para cumprir a pena de 1 anno de prisao
com trabalho a que, por crime de fuga de preso,
foi condemnado pelo jury da capital da mesma
provincia.
Jos Francisco de Souza, o resto do tempo quo
falta para cumprir a pena de 5 aunos e 4 mezes
de gales, e multa de 13 e 1/3 /., Qie. Por cr'-
me de furto de escravos, foi condemnado pelo
jury do termo de Geremoaba, na provincia da
Baha.
Fidelis Antonio Mendes, o resto de tempo que
falta para cumprir as peoas de 8 auuos de pri
sao com trabalho e 20 auoos de gales, a que, por
crime de tentativas de homicidio, foi condemiado
pelo juiz de direito da comarea de Bag, no Rio-
Grande do Sal.
Joao Felippe da Silva, o resto do tempo que
falta para cumprir a pena de 12 annos de prisao
com trabalho, a que, por crime de homicidio,
foi condemnado pelo jury do terma de Maana, na
provincia do Para.
Por decreto de 13 foram reformados vencen-
do sold dobrado de voluntarios da patria, na con-
formidade das disposicoes da ultima parte do art.
10 do decreto n. 3.371 de 7 de Janeiro, e artigo
nico do de n. 3,805 de 4 de agosto, todo de 18M,
visto acharam-se inulilisadas para o servicp do
exercito, em consequencia de ferimentos recebi-
doe em combate, as pracas dos differentes corpos
da guarda nacional abaixo declarados :
4* corpo de cavallara do Rio-Grande do Sal.
Cabo de esquadra Jos Soares Goncalves.
9* corpo dito.Soldodo Francisco Rosa Lima.
21* corpo dito.Soldados Jos Benedicto dos
Santos e Antonio Teixeira Nevos.
Por decreto da mesma data e na conformi-
dade das disposc5es do 8 3 do plano gue baixou
com o decreto de H de dezembro do 1815, foi re-
formado com o respetivo sido por inleiro, visto
achar-se iraposaibiliudo para o sorvico do exerci-
to em consequencia de fermento recebido em
combate, o 2 sargento do 1* batalho de.infantana
Manoel Eusebio.
Por decretos da mesma data foram conce-
didas as honras dos posto militares do exercito
aos individuos abaixo declarados, em attenco aos
relevantes servicoe por elles prestados na cam-
paoha c >ntra o Paraguay :
De coronel, ao coronel da guarda nacional do
Rio Grande do Sul, Jos do Amaral Ferrador.
De capitao, ao capillo do 53* corpo do volun-
tarios da patria Ignacio de Albuquerque Maralo
Gavalcante.
De altere?, ao alfem do 90* corpo do o vallara
da guarda nacional do Rio-Grande oio SuL Antonio
Martins Corra,
PERNAMBUCO.
EEV1STA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL. Honlem, na hora
do expediente, a assembla approvou as propostas
fetas pelo Sr. Io secretario, de Francisco de Borja
e Oliveira, para o lugar de 2* escripturario, vago
pela morte de Francisco Paes Brrelo Lamenha
Lins, e de Manoel do Reg Barros, para exereer o
lugar de collaborador.
Passando ordem do dia, approva em 2' dis-
cusso o projecto n. 13 deste anno, que transfere
para Pesqueira a sede da freguezia de Cimbres ;
em 3* discnssao o de n. 1 deste auno, que revoga
a lei n. 943 de 1867 ; em 2* discnssao addiou o
de n. 8 que altera os limites das freguezia* do
Cabrob e de Sant'Anna do'Sacco, mandando- Si
ouvir o Sr. governador do bispado, requerimento
do Sr. G. Drummond ; entrando em 2* o de n. 16,
que autorisa o governo a mandar reconstruir o
theatro publico, a construir outro, oraram os
Srs. Figaeira, Manoel do Reg\ Gusmo Loboe G.
Drummond, (cando a discnssao adiada.
A'ordem do dia para hoje : 2" discussao dos
projectos ns. 2, 3 e 19 deste anno, 3" do de 24 de
1869 e materias adiadas.
PRESIDENCIA DA PROVINCIADamos em se
guida o discurso do Exm. Sr. desembargador F.
de Assis Pereira Rocha, em resposta ao do corpo
consular estrangoiro :
Em nome do governo, cujo delegado substituo,
cumpre-me responder que me em extremo
agradavel parte que o corpo consular estran-
gero na praca de Pernarabuco expontaneamente
toma as emoedes do jubilo nacional, pela feliz
terminacao da guerra que o Brasil sustentou, cora
notoria justica contra o governo do Paraguay.
As congratulacoes que por este acontecimen-
to, fecundo em resultados benficos, o corpo
consular manifesta pelo orgo do seu Ilustre de-
cano, realcam as festas patriticas qae os Per-
nambucanos eclebram hoje pelo triumpho das ar-
mas brasileiras, e pela esnseguiate paz, cuja auro-
ra surgi bella e resplandecente.
Este agradavel obsequio, que muito aprecia-
mos, aiada exprime os sentimentos de gralidio e
amisade dos nacionaes, dos Srs. cnsules, e nossos
hospedes, para com esta patria que os acolheu co-
mo bia mai, e que do mesmo modo acolehr to-
dos os estaangeiros pacficos e industriosos que
vierem estabelecer-se em seu vasto e productivo
territorio.
A paz, por cuja duracao o corpo consalar
fez ouvir votos, nao ser mais nterrrompida, mes-
rao nao lera fim, Deu< ha de permttr.
A eiviilsacao, por causa da qual derramamos
nosso sangue as inhspitas trras i "'raguy
civilisacao. dizeis bem, Srs. cnsules, nao para,
progrede e na de emfim produzr todos os seus
bons resultados.
As questdes internacionaes devem e ho de
ser decididas pela razao e pelo direito, e nao pela
forca a pela guerra, o maior flagello do homem.
Pelf nossa parte continuaremos a cumprir
nossos deveres para com todas as na(5es. Este
cump imento de deveres consltue a primeira ga-
ranta de que o beneficio da paz, que o Todo Po-
deroso acabou de concedermos, ha de durar era-
quanto durar a nacao brasileira.
O corpo consular me ha de permttr que eu
dirija em particular Igumas palavras aos Srs.
cnsules da Confederaciio Argentina e do Estado
Oriental.
Cora elles me congratulo pelo faustissimo
motivo, que d lugar presento e muito respei-
tavel reuniao.
Fomos, Bra companheiros fiis na grande lula da America
do Sul; e o somos as glorias do triumpho e nos
bonclicios da paz.
< Esta importanto circunstancia ha de sempre
inlluir para que os lacos de amzade e fralerni-
dade, que uuem as tres nacoes visinha?, cada
vez se aperlem mais.
Agora, para completar esta festa, cujas
honras pertencem ao digno corpo consular, eu
lomo a liberdade de convida-lo, e todos os ci-
dados presentes para que vamos salla do
docel comprmeotar o Imperador em sua efilgie,
o Imperador que Gada dia adquire novos ttulos
ao amor e veneracao dos Brasileiros e ao res-
peito e adrairacao dos eslrangeiros.
PRONUNCIA.Pelo delegado do Cabo foi pro-
nunciado, como incurso as penas do art. 201
do cdigo criminal, Manoel Antonio do Monte
pelos ferimentos feitos em Justino Lourenco dos
Anjos.
FERMENTO GRAVE.- No dia 4 do crrante,
no lugar Ramalho, do termo de Iguarass, An-
tonio Francisco de Mello, sendo insultado por
Joo Francisco das Chagas, que se achava em-
briagado, ferio gravemente este cora urna faca.
O criminoso foi preso em flagrante
KEPLER.Este vapor da linha de Liverpool,
chegado domingo da Europa, segu hoje tarde
para a Baha e Rio de Janeiro, fechando a mala no
crrelo s 3 horas da tarde.
SEMINARIO DE OLINDA.-O Revm. Sr. reitor
recebeu mais dous bolos para as obras do estabe-
lecimento: um de 100 do Revm. vigaro Fran-
cisco de Hollanda Cavalcante Chacn, 331020 do
Revm. Jos Luiz Cerveira.
MINERVA PEREAMBUCANA. Fanccionou
honlem soba presidencia do Sr. AgostrahoPonido,
tomando assento os Srs. Raymondo Bandeira el.
de Freitas Henriques, os quaes sendo camprimen-
tados pelo orador, pronunciaran) palavras de agr-
declnenlo occasiae.
Passando-se a 1* parte da ordem do dia, fez o
Sr. Oiticica a leitara de urna poesa sua. Na 2*
parte tratou-se da (hese do Sr. Chaves, havendo
contestacCes entre elle e o Sr. Bandeira. Em se-
guida o Sr. Pereira Franco propoz qae se noraeas-
se ama commisso para cumplimentar ao presi-
dente da provincia, pela feliz terminarn da guer-
ra, o Sr. presidente nomeoa oradores os Srs. Fran-
co e Chaves.
Passando-se a 3* parte da ordem do dia, fallou
o Sr. Antonio Bandeira, como relator da commis)
do redaccio sobre negocios tendentes a sua re-
particao.
Nada mais havendo tratar, o Sr. presidente
encerrou a sesso, marcando a outra para qainta-
feira prxima.
A these ser a do Sr. Pereira Franco, influen-
cia do christiantsmo sobre a escravidao.
CORRECCAO NECESSARIA. Em a nossa no-
ticia de hontem sobre o fogo de artificio queimado
anie-honiem, sobre o rio, entre as pontos de Santa
Isabel e da Boa-Vista, deram-se um engao e um
erro typographico, qae devemos corrigir. Tra-
lando do povo que assislio, foi publicado 90:000
em vez de 50:000deve-so pois ler este numero e
nao aquelle fot esse o erro typographico. O
engao fot ditermos 13 estrellas de gaz dispostas
sobre as pontos e caes, quando foram 12, todas
dispostas de um e outro lado dos caes, e nao
as pontes.
Cumprimos um dever rectificando.
FERMENTO.As 10 o 112 horas da nouts do
aate-hontent, na porta do caf da esquina da roa
da Imperatriz, deu-se um pequeo conflicto, do
qual sabio ferido no rosto por urna escotada
um cidado pacifico quo ali assistia a declamacatj
de poesja de ligaos Srs. Acadmicos.
WNHEIRO.O vapor Corvripe, toou*e :57*
para os Srs. Gregorio Mooteiro A ., e 895* par:
o Sr. Joo Fernandes Lopes.
- O vapor ioglez Dowro levou para o Rio de-
Janeiro 6:000*000.
CRUZEIRO DO SUL.Se naohouver ordem su-
perior, este vapor, que se espera hoje dos porto
do norte do Imperio, seauir Urde par* os de
sal. ^
RA DA CADEIA.-0 plano dn illummaeao
desta |rua foi dado pelo Sr. Joao- Pereira Rabello
Braga, bem como o da praca do Corpo Santo. Nao
e esta a primeira vez qae phraos do Sr. Braga sao
executados com geral aeceitacao, sorprendendo
sempre pela novidade e meslria da coneepeo.
A' proposito, lembram-nos que, para mclhnr
ser apreciada a illurainacao da ra da Cade*, bem
se poderia transfer-la para o eampo da Prince-
zas all da ser ah exposta oas noutes do dia da
chegada do batalho n. 42 de voluntarios da pa-
tria, e as seguintes, com festejo pela sua recep-
cao. Deixamos isso ao cuidado de quera eompete.
GNEROS DE ESTIVA.O vapor inglez Dotir
trouxe : 18 caixas queijos a Lima Silva C.,3
J. M. Palmeira, 15 a Fonseca IA Saotos, 14 a J. M.
da Rosa A Filhos, 6 a Patoo Nash A C, 12 a Silva
& Joaquim Felippe, 60 a Manoel F. da Costa & C,
17 a Barbosa A C, 33 a Corga Irmos, 40 a or-
dem, 30 a Magalhaes Irmos, 41 a Tbomar de
Aquino F. A C, 45, a J. Martins de Barros, 15 a J.
F. Lopes, 65 a Carvalho Zenha & C, 26 a Joo
I. da Costa, 36 a F. A. Monteiro Jnior, 20 a J. J.
Goncalves Beltrao, 40 a J. da C. Braga A C.; 100)
saceos arroz a Joo Martins de Barros; 101 cai-
xas cha a L. A. Sequeira, 7 a Augusto F. de Oli-
veira A C, 97 a Th*naz de Aquino F. A C.
BRIGUE SOBERANO.-ste navib portaguez,
saludo de Lisboa a 29 de marco, traz a seguinte
carga para o nojso porto; 73 pipas e 67 barris
vinho, 50 ditos azeite, 40 ditos carnes, 80 ditos
toueinho, 20 ditos e 6 pipas vinagre, 19 barricas
alpista, 9 ditos drogas, 11 ditos movis, 100 cai-
xas ceblas, 25 ditas conservas, 2080 saecos a-
rello, 919 pedras de cantara, 28 pecas de cabo,
5 voluntes passas.
NAVIOS CHEGADOS.-.V Lisbda-a 7 Jerome
(vapor) do Cear, a 8 Aguia qe Pernarabuco, o a
11 Positivo de Peanambuco; ao Portoa 11 Cfau-
dma e Triumgho de Pernambuco.
NAVIOS SAHID03.De Lisboaa 29 Soberano
para Pernambuco, a 31 Linda para o Cear, a 5,
Auguslme (vapor) para o Cear ; do Portoa K
Saphijra para Pernambuco.
NAVIOS A' CARGA.Em Lisboi-Laia/, Re-
lmpago e Sappho para Pernambuco, Ligetro para
o Para; no_ PortoSocial para Pcrnamhoco, e
Adelaide para o Para,
. FD05 MAaJLim-frM, assm colados
n praca de Londres no da 10 do crrante ;
5 % de 1859 9J a 94
5 % de 1865 88 a 88 /.
4 V % de 1852-58-60 81 a 86
* Vi ^o de 1853 77 a 79
COTACOES DE GE.\ER0S.=-As das principacs
pracas da Europa sao :
Londres, 14 s !) V2 h. da m.
O algodio est regular aos" precos: de 11 '/ a
12 Vi o de Pernambuco, de 10 V a II 3/g oda
Parahyba, de II a 11 V o de Macei, de 11 V a
12 Vi o do Maranhao, de 10 Vi a 12 Vi o do Rio-
Grande do Nono, e a 11 Vi o do Cear.
; O assucar tica frouxo aos precos de 21/6 a 28/ o
branco e de 17/6 a 24/ o mascavado.
O cacao do Para est em apalhia aos precos da
47/ a 86/. v
A borracha firme a 3/, pela fina.
Havre, 12 s 10 '/2 h. da m
O algodo de Pernambuco ordinario vende se a
frs. 138.
EM TRANSITO.q vapor inglez Kepler trouxe
13 passagf iros para o sul do imperio.
- O vapor inglez Douro, levou 120 possagei-
ros para o sul.'sendo um recebido em nosso porto.
PROCLAMASForam lidos anle-hontcm na ma-
triz da freguezia de Santo Antonio os proclamas
seguintes:
1.* denuncUco.
Francisco Xavier da Silva Gomes, com Anyzia
Liberia do Nascmento.
t Firmino Jo.- de Lima, com Mara Thereza
d Assumpco.
Antonio Duarte Machado, com Mara Rosa Mu-
niz Tavares.
Ernesto Christiano Soares, com Amelia Mara
Duarle.
Jos Pereira da Cunha Jnior, cora Mana Mar-
tins dos Res.
Severao da Costa Lisboa, com Henriqueta Flo-
rentina de Jess.
Francisco Xavier da Silva, com Mara Thereza
de Jess.
Francisco Alves de Souza, com Guilherraina
Mara da Silva.
Caetano Teixeira Bastos, com Mara Joaquina
Alves da Silva.
Jos Augusto Rosado de Oliveira, com Leopoldi-
na da Silva Rosado.
2.* denunciacao.
Joaquim Jos de Oliveira, com Antonia Correa
da Silva.
Joaquim Custodio Duarte de Azevedo, com Ca-
liope Pires Falco.
Jos Lucio da Rocha, com Francisca Harta da
Silva Tavares.
Modesto do Reg Baptista, com Mara Adelina d
Siqueira.
3.a denunciacao.
Augusto Annes da Silva, com Laurnda Lepoldi-
na da Silva Cordeiro.
Antonio Jos de Almeida Pernarabuco, com Rita
Amelia de Farias Noves.
LOTERAA qae se acba venda a 144*, a>
beneficio da igreja da Casa Forte, a qual corro
hoje.
LEILAO.O agento Martins,' fax boje lelao dn
movis e livros no 2* andar do sobrado n. 2 da
rua'da Imperatriz as 11 horas do dia.
HOSPITAL PEDRO IIO movimentodesse esta-
belecimento de 18 a 24 de marco de 1870, aleo
de 231 doentes existentes, entraran) 30, sahiram
18, fallecern) 8, existen) 235, sendo 140 borneas,
o 95 malheres.
Advertencia.Foram visitadas as enfermaras
nestes dias as 7 1/2, 61/2, 6 1/2, 6 1/2, 61/2, foto
Dr. Ramos; as 111/2, 12, 12 1/2, 8, 9 1/2,101/,
pelo Dr. Sarment.
Fallecidos.
Manoel Joaquim de Sant'Anna; bopatite.
Ignacio ; amolecimente cerebral.
Simplicio Ferreira de Mello; entorile ehrooica.
JoannaMara Campos; idem.
Mara daCouceicao ; anazarca.
Carlos; gaslro emrito.
Jos Francisco da Silva ; dysentera.
Mara Angela da Concec^o"; emrito.
PASSAGEIROS.O vapor brasileiro Cnruris,
vindo de Mamanguape trouxe os seguintes : Ga-
briel Jos da Costa, Francisco Gomos Pedros*,
Joo Bezerra da Silva, Joaquim Florencio da Silva,
Jos Antonio de Lima, Candido de Albuquerque
Mtntonegro, Joo Jos de Vaseoneclloi, Luis Jos
de S. Lelo, LandeUno Vctor do Olivoira, Manoel
Rodrigues Baracbo. Pedro Gcncalves da Ccinha,
Antonio Francisco de Moura, Florencio mo
de Almsida, Jlo Baptisu Fakio, NjcclioFaWp,
Uurenoo Maw37yietor MarceHia, mgnel A.
FaiciZVieeBte TrWa, Joao Bapusto Mido, 1
colo Bertuci, CbrisJovao o um menor, *





i
m
\
BssVBBbsisH
isVHM^BHH


i
Mario de Pefamboco *Ter<$ eira 2a d Abril de 1870.
UyiMLMaitnowas
oen'
naci dos
Joao J.
mmdo Newton,
Francisco Barro JonTo:
. Jos R. da Mocha, Joo
Manoel Jatigida Lopes, lg-
ho, Amerieo Jos de Pranca,
r Gaulano V. Lima, Ray-
Jaaqujm. daSilveira, Her
n>encgido de Souza Lobo, Quntino Paviode Vas
Umeellos, Antonio Bajista Delbon, Antonio Galdi-
Cap
o da Cunha e o criado, tose s\dro
miro. F JF*
Muidos no vapor ioglex touro, da Europa:
lUwlinscm, 3 fimos e 1 criada, Charles W. lly-
der Wiiam fl. W'yatL William Liddington, sua
senhora e urn filho, W. Lauden, Jnho Marshall,
John George Galightly, Antonio Teixeira, Alexan
drc Alves Ferreirr, J*Pepne, vmoel Meudos,
Francisco -le Ass.a Cabral e ello, Joo Aofcnio
Machado, Francisco Jos Rcallo Braga.
Entrados no vapor ingler. Kpks, vmdo da Eu-
ropa : Joao Firmino Delgado, Guilherme Duarte, e
Luii A. da Rocha Freitas.
Sabidos para o sul no vapor Dovro: Joao
Francisco da Silva Novaes, J. O. C. Doyle, uro fl-
Iho Tima rima, e F. Sawndtrs.
Cf.MITEMO.-Obituario do dia 23 de abril de
1870.
Gerlrudes da Cuaba, Pernambuco, *5 anuos,
.oiteira, Santo Antonio ; gastro iriterite."
alaria, Pcrnanrbuco, 1 ano. Boa-vista ; he-
natitc.
Manoel, America, snltciro, Recife ; afogado.
Antonio Alves de Fonseca Jnior,53 annos, ca-
sado. B>a-vista ; pstula maligna.
Jos Francisco da Silva, Pemambuco, i anuos,
soltciro, Boa-vista desyateria.
S'-raphina, Pemambuco, (I meies, S. Jos ; eon-
vulcSos.
Alejandrina Mara da Conceicao, Pemambuco,
46 anuos, solteirn, Boa-vista ; tubrculos pulmo
nares.
e uro cri-
minoso conservado um custodia. Extranb
subdelegado o Mu procedlmento, fiz enVctrA a
prisao de-Rufluo,- e o fliconduzir para a cadeto
d'esta villa, spraetteado em seguid* ao Dr. juit
municipal o auto de rosistenoia, e mais informa-
c8es correlativas, all.n de que este magistrado, a
quera compettia, instaurasse o processo porcrime
lie rlstolfaCia.
SoUbe depjis que ftuftno Jos de Almoida cri-
minoso de morte na comarca de Goyanna, e ella,
mesma j couessou na prisao que desertor d
maridha.
Cumpre advertir f)sanente, que Rufino Jos de.
Almena, nao s nao tinha, quando veio da S. Vi-
cente, vistigio algum de centasdes ea terimentos,
mas ao coutrarb, i'enotava gosar de sade per-
feita.
Isto, que ahi Rea- relatado se verirte do doeu-
cumentos abaixo transcriptos so ns. i e 2.
Nu ledo eu, cont effoclivamente nao tinha
nem teuh > retocos inais intimas cora o suppleate
do subdelegado Espirito-Santo do que com o sub-
delegad Pedro da -Guana, come supoor-se-qu* o*
quiz antes satisfacer os caprichos do Espirito-San-
tu do qae cumprir o meu dever ?
S para os protectores de Rufliio terei eueoru-
mettido am erime.
Quanto a dospachos disparatados, bera possi-
vel que o< tenha dada, o que nao sera de admi-
rar em um jais leigo, quando, na ruinlva mmpya
jurdica, os tenuo percebido bem man disparata-
dos de houieus ululados com diplomas acad-
micos !
II
PUBtICACOES A PEDIDO.
Ifamb.
En os ns. 110 e 111 d Liberal do Recife, de 31
e ti de mar;o prximo passado, loi publicada urna
cqrrespuidencia, ditada desta villa, o assignada
pelo p;eudonymo Jdomciu, na qual o seu mil
desf.'rijado auclor articula contra inim, coibu dele
gad de polica o como particular, as soguiule.-
accusaldes : *
1 Qu", Lmdo sido inju-tamente pre-o, em S.
Vio.'fiU-, e cruelm uto estancado o unocenU Uu-
lim J.is de Alm.MJa pelo 6" supplente em exeroi-
cio da suadelegacia J-is Joaquiin do Espirito-San-
to, o tepoh cuadurido pelo ubdelegado effectivj
PVko da Guaba para sua casa, flm de o tmetar,
e;ii frkao que la tiuha, dos fbrimentoa que rece-
li i o, on, para sati-fazoi- caprichos do G" suplien-
te do subdelegad tnaadei por em cerco a casa do
subdelegado, Pedro da Canha, tirar do l o preso
Ruiiuo de Almeida, traiii-lo para esta villa, de
onde, Jepois de ler Jado.despachas disparata los, *
de ter tonta lo processa-lo pelo crime de resisten-
cia, o riiietti para a :idade do Gi yauna.
i." Que, t-and pernoitado em aaeu engeuho um
fraKei, <[<<, trazia comsigo um rewulver, ijue,
i".i- (i,i) a i|ua Ihe ii', me fdruima o raaia vezes
c(Terei-do, eu, deixando de acecnar a ifferta, o'.li
ciei a i subdelegado do Carera, urdenanJo-iUe 4ue
qaaido por al passasse o frtmaz o correase, ap-
!.'. -iiuesse o revolver, c ui'o reme'.tesse, o uue
ludo se fez, vis 11 eu assim a conseguir, por ni o
d i a na iolenci.i orewolver, quedeixara de accei
lar como presente.
.'I." Que, tenlu perseguido e rnalira'ado o cap
tai Itia Fernandes Vieira ile Mello, pelo simples
acto de se ter este Degado, cuntu eoinm-mMante
interino dobatalhao da guarda nacional desta villa,
a djsignar gara a anndueco do preso Automo
Joa:| iini Xavier Biirijos para a cidade do Recife u
Oli;ia! Tiaj.uiO Evaristo Fer/a.i Castello-Brauco
em s;ib<(i!un;a) do alfares Antonia Gomes, e isto
porque me c i:ntava irueeste alteres preteodia con-
dunr o preso sem ser escoltado. Couslstirara as
pT.-egui.-' que : ao capifl i JoSoF-rnamlcs em
cercar de u:na ve/. -2i casas de fureiros seos, ho-
in :.- inuffensivot, ipcapaze doser'ijo das anuas,
ai t.'. i. aflnal um individuo casado (eaibora
aenar.< I, da mulliei) que era o uco arrimo de
unta lillii:itia.
1 Qii.;, conservo era meu cngenio Tuixeira i
dii:. assassino*, taescomo Maooel do P.iivi
qu: u tal domeen diz ter assassiaalo um indivi-
dao na i iHijadeii'i; e a Jos Carlos, que eonj ais
tola mi U- sssassmira o sarg tto Armmio, enlru
asta v lia.
.'i" Q.ie, ja fji pro ia 11 p auaij do urna voz,
na ciJadj do G .yauna, por assassimtos que li-
sera.
j.j 'inalii! me, quo atada lenta i pnoasso em
ab n i., ?.o de direilo de Gvyanna, por crime
de resistencia.
Para |iii' estas ariuisae.5us mefbssem ornis
ii mhmm elogio, bastara quo eu viesse declarar ao
n'ilico, pela iaiprensa, queo meu detractor o ba-
re lsi tatabsi da Cf MBA vaxLO. muitirsimo
:id> a sla provincia a na daParahyba. a a
re-, iti do qual corre impresso u:n eaoaqp i
/i/;'-i uo cloqueute e incisivo Di forma, quanto
m-: i.i.i.iiM na sub-lam-ia.
i'.n.i as paasoas, que me t inherem, lamben nio
i a aacaasario produzir nen'iuma defza; por pie
i que nunca pra'quei e neta -ou capa/, je
ear as d.iiius .pie me altribuem, e porcun-
i1.' lale nao podem davjdar de quo o falso dome
< r i.i fal-i oo ps.uljoymo como nos tactos
qae coutra mim articular.
I iTeiitiaeate, pordtj lia multa gente .;ie ainda
ao muera o meu indigno detractor, multa gente
que anda nao leu otsbofo bio/raphico, muita gen-
i nilini, que tarnhiiii me nao conhece, e nao
que eu sou incapaz de praticar as vilezas e
iu i il la lea qae me tliibue o mais vil ciniquo ds
lodos os bomeiisx
Juk'o, portanto. de meu dever defender-me para
que :.- a gente nao fa^a Jo mim am jtuzo esfevo^
rav.'l. e tiara justificar prante ella u bom concei-
tj em que sou ticJo pe!o governo que me namei n
e ine conserva em um sargo de 3onfianga. E,
pois, ti actaiei de cada urna das aecusaeaes e na
na orden em qae fbram pobiieadas no Liberal
i: reproduiidas no principio dest- arttj .
I
- aqu o que ha mu relacao ao acto da pri-
to te Itulino Jos de Almeida : E-ta innocente
restara, arhando-se, no dia 1* do jauoiro desie
auno, ua povoajao de S. Vicento, armado do um
cbi jo do cabo dopu e, una faca de pouta, e -o
Ruramenle eketnsado, comveon a dirigir insultos
e palavras oBansivaa da inora'l publica i Manoel
Ruinnos do Souza, a quem a principio ameaeava
a il'p -is quiz dar com o chicote, o que nao ebegou
a re i|i>ar porque Maaoel Hodrigues eutrou pru
(1 ntementc para a casa do cidad'io Joao de Amo-
riai Lima. Estani ahi presente o alferos Joao
Pcrc.ira Hiedes, den voz de prisao ao desordriro
Rufino Jo-,; de Almeida, que nao soaosequii
ar i prisao, si nao que contiaiiou a profer;-
insultos o immoralidades. No mesmo momento
ap. e.-yaiou-se no lugar o Mibjahgado 6o sunplen
te em ejercicio Jos J laquim do spirito-Sanio
com o seu escrivao, e mandaado intimar a BuJi <
loa'Aa Almeida que se entregasse prisao, este
desobedecen formalmente orden da autiridade e
a iiijiiriou lambem. O subilelegado Espiito-San-
to appmxinia-se delle pira o agarrar, e elle fere a
faje esquerda do subdelegado eom o cabo do ehi-
ceta; > que, alo obstante, cooseguk) o subdelega-
do, com o auxilio de alguaias pesioas, agarra-lp'
e mtte lo na pnsio. Eflectuada a pnso, com-.
ninijou-m* o aubdolecailo Espirito-Santo o'oe-
eorrido e pz o preso mialia disposifi.) Dar que
eu orocedesse a seu respeto eonio fosse de lei.
E' orovavel, ou autes s e>ti que appareoeram
Jojf i pessoas empenhadas pela soltura de uflno, e
como nada podassem conseguir do ubdeaaaada
supplenta Espirito-Santo, que declama j oslar o
j*< i a minha disposicao, l se foraai ter com a\
subdelegado effeclivo Pedro da Cunba, o qual. nao
deceno por Jesejo ou ao proposito de proteger
um criminoso, maf antes no intuito do ^.isfazer a
exigencias compromeUedoras de amigo des. rra-
:, appareren, no dia 3 oo 3 de Janeiro na
pov, aiuio de S. Vicente, assomio inesperadamente
j exerclefo da subdelegacia, manda lirar da prieii
o criminoso Rufino Jos de Almeida e o leva eaaas
tlgo pira sua casa, onde o - lalli me dirige oca ofQcki, em quo me enramo
Teuho hospedado tanta gents de diversas naci
nali'1 arle; no meu engenho, que nao podoria saber
de que franca falla na sua correspondencia o Ido-
menea, si nao fose 0 decantad rewolver appre-
hendido pelo subdelegado do Garec a um italia-
no e remetilo oficialmente dolegacia, ca cujo
exercicio me achara.
C Miio, porin, se referen ao publico fados des-
tes, inverosimeis, contradictorios, extravagantes ?
Si eu (aae um liomem lo fallo de delicadeza,
que recebendo um hospede em miuha casa, me
animaste a gabar urna c umitas vozes um objecto
seu, con a proposito do me sor offerecido, que
escrpulos ate teriain embargado do receber e9?e
objecto, qnand i me fosse ullerecido por sou dono ?
Kecebendo-o quando me foi offerecido, o rewol
ver, bom ou mal adquirido, ikava sendo meu.
Mandaado-o eu, por.n, appreiieuder na estrada,
eseudo-me elle nllicialmente remeltiUo pelo sub-
delegado do Carece, o rewulver ao era meu esim
um deposit i pertencent delegaeia.
E', pois, invero.-iuiel que, pretendeudo eu o ra
wlver, o teado aesso intuito felo muilos elogios,
deixasse do o receber quando me fosse offerecido,
para depois o mandar approlieo I r o recebe U
officiaimaiite, sendo ceno que, asceitando-o, elle
era raen c man Jan Jo-o apjreheuJer, uio o seria.
G uno se menie com Unto despejo e inepcia I
Si algutu los estran'eiros, que tem pernoitaj>
em raen engeflh i, trazia comsigo algum rewo'vcr,
nao o >ei ; urotavel que sim, mas o que certo
que nao vi. e si visse nem o teria elogiado para
se me offercer, o meaos ainda teria coinmettide
a baiXcZa de o maudar apprehender.
O que se deu acerca de um rewlver appre-
heudido, nao aum francez, mis a um italiano, a
que deu lugar estpida invencao do falso do
menen, consta do documento abaixo transcripto
sob a. 3.
III
Tendo-me o illni. Sr. Dr. chele de polica Ja
provincia, em cuinpriinento de ordenj recebidas
da presidencia, expelidas requi>icao do presi-
dente da provincia da Paratnba, recotninendado
insiantemente, em oJBcte raaaavdo da i de ja
nen o do oorreote ano >, qoe empn^gasse as mais
activas a seguras providencias para qm fosse cap-
turado e con seguranca remen.>b para o Recife o
individuo d noine Antonio Joaquim XaviiT Bor-
ges. que acrapanhado de um grupo de crimino-
sos, tmJo em ns do anuo prximo passado ac-
eommetaato subdelegado do disiricto de lia-
bayanna, em sua propria casa, e sendo por i.-s i
perseguido, so retirara jiara um sitio de sua pro-
priodaie denominado Caniutanganesle termo ;
tendo-mo sido, repito, feita esia inslanto recom-
meudacio, e tentiea conseguido aplurar o in-
dicado Bornes, okiei ao capito Joao Feruande-
Vieirade fello, me cuminafl lava inleaiaaaBaata a
haialho da guarda uuc mal, re"qui*iland Uio que
desigoasso um uffleJal do onfiaoca, que poaosse
servir para coiumanJar a escolla que. ovveria Con-
Juzir o preso ao Recife, ao que mo respundeu o
m m i cajiltai, desigaando o alfares Autuniu i!o
m ; mas, ..oi.s Je me chear s maos o oQeid d .
eapliao Joilo cernandes, j corra de plano a no-
ticia da de.-igiMcao com a circum.-taucia de ter
sid) feita para que o preso fosse sollo e desembi-
racado daqqi para u Bejie.
Ora, en vista dista, que infelizmente era verda-
de, e em vista das recommeudacSes muito in- tan-
tos do Sr. Dr. chele d polica, que exigir que o
preso fosse reinetti)o _co/;i toii a seatiranca, o
que deveri eu fazer ? o qae faria em lal con-
juntura, qualquer homem prud nte que estivesse
em meu lugar ?
Eiie:idi ine como Sr. Joao Feraandes, expon-
Jo-ll:e|ia!ti.'ulanneu!e as recomman la^oes espe-
ciaes que tiuha cerca do preso, a noticia que
corra, o qae elle Jlo FernanJes nao contestuu,
do quo o alfares Antonio Gomes pretenda coudu
iir o preso sem seguranca alguma.e ultimei po-
dindo llie que rabsliaisse o alferes Antonio Go-
mes por nutro qualquer oflieial que fosse capaz de
desempenhar a comnissao do modo porque me
llalla sido ordenado pelo Sr. Dr. chefe de polica ;
e como o Sr. capitn Joo Fernandes se obstinas-
se em man ter a sua inconveniente desrgoago,
o nao quiSBsse eu ver burlada a diligencia,
tomei o expediente de delxar a d legaca e assn-
mir o commando do liatalho, com o proposito de
Je ignar nutro offlteial, que conduzsse o preso pa-
ra o Recife, com as seguranzas, queme tinharn
sido recommeadadas pelo Sr. Dr. cuefe de polica.
ntrela ito. nao por obediencia, mas cedendo a
rofli'xu is, que me loram Mas por alguns amigos
meus, qae empenliaram a sua palavra, assegu-
rando'me que o alferes Antonio Gomes a presenta-
ra fielmente o preso ao Sr. Dr. chefe de potista,
nao fu uova de>ignac>).e ao mesmo alferes Anto-
nio Gomes loi entregue o preso.
Nunca fall.i no olficial Ferro Gastelio Branco,
alias muitUsimo capaz de desempenhar cabalmen-
te essa commis-o, c tamben falso que eu o ti-
vesse chegado a designar, e sau ente para desoi-
tear o preso, contra u qual cu nao liaba a mais
leve indisp iHc.o.
Porque razo me havia eu de irritar contra a
obstinaco do capitn Joo Fernandes em mauter
a designado por elle feita, si eu tinha, como tive
em minhas maos, o meio legid de a destruir e an-
nullar, si o ti vesse querido, e principalmente se
tivesse sido movido por capricho
.Nao me irrite, pois. antes, tom
do batalho, mantive
te pela ordem geral e indotertninada, que lum,
de recruiar hoioaos aptos para o exercii
uei que o hornera ara
lo, pef itarrogatorio quo Ihe fl?, e informa-
gfle*quaicaiei arespeito, mandei-o logo por em
l i bardad o sem oandico aiguma, que tanto vate
riapo-lacouR) nada.
E. tal a impudencia de domeen em mentir, e
deafc^atez
3 ** se
o taz com lal daacaramenio
ga a afllrraar que esse uamam I fsqjPradqH
malher par esta se ter prostituida e estar ama-
siada com ou*,* assim lamben que eese bo-
mem o uotea arrima do una Mtiinha I O in-
terrogatorio Mo ao horneo, o que vai abaixo
transcripto safen. 8, prova precisanonto o eontra-
rio, Isto prora qua,a separar) foi oceasionada
por urnas eajanda-. que e iatorrogado deu na mu-
Iher, por Hm constar simplesmeole que ota Ihe
-era infiel ; prova que o arrimo aoioo da lilhi-
nha do interrogado o av,i, era cuja companhia se
ada desde a soparaco dos pas, o della recebe
toda aiiaaeatacao e vestuario.
Una pessa de vergonha nao mentira ; mas se
ebegasee a mentir, e fosse assim publicamente des-
mentido, esconder sc-hia de modo a nao sor sun-
ca mais visto, domeen, porm, soffreeom a-lm-
passibilidade do marmore estes solemnissimosdes-
mentidos I
IV
Maaeel Cezarro e uio Mansel de Paiv eom
etTaito morador em meu eugenho, o tinha ants
residido no districto de Hbsso Senhora do O' de
Goyanna, em que fica o sillo Jangadeira, que o
domeen diz ter si Jo o thetro do crime de opmi-
cidio pratieado pelo dito Manoel Cetario, ou Ma-
noel de Paiva como e emausteiro Ihe chama.
Lea-se, poreiu, o documealo abaixo transcripto
sob d. 9, e por elle se ver que o pretendido assas-
sino nao comiuetteu alti nenbum crime.
Jos Carlos, assassino do sargento Arininio,
nunca morn nem mora em trras minhas, e nem
jamis teve oecasiao de ver, quanto reais de usar
de pistolas minhas. O documento, que publico
sob n. 10, prova que v&t consla do Iprocesso ins-
taurado contra Jos Garlos e Goncalo do tal pelo
assassiaalo do sargento Arminio 'lintidio Jos
Machado, qae as pistollas encontradas as ralos
dos reos fossem, minhas.
Mal so comprehende que o Sr. Dr chefe do po -
licia tivesse ordeuado ao Sr, delegado Joaquim
Gtiedes (juejiozesse cerco ao meu engenho, para a
captura de criminosos e consentisse que ea eon-
tinuasse e continuo na lista dos supplentes do
mesmo delegado, e que, alem d'fsso, estivetse no
exercicio quasi cliectivo da delegaca I Um'acoi-
tador de criminosos, lido e havido por tal pela
primeira autoridado policial da provincia, e apezar
d'isso manlido u sustentado em eargo policial,
facto de que s so leve innmeros exemplos no
nefasto dominio do partiilo progressUlu. Baje isso
absoluta e formalmeute iinpossivel.
V
E' eerto que j fui processado. Quem este
livre de o ser, em nuesas lacias yertiginosas d
poltica, em no a arma dos processosum ex-
pedieuie acceito e applaudido pura mulilisar um
adversirio prestigioso, ou ainda simplesinente iu-
jommolo '
Fui orocesjud \ ai ; mas a minha innecencia
foi proclamada pelo ver diclum do tribunal com-
petente. -
VI
Teobo processo em aberto I Dude ? Utopia
comarca de ttamb T 0 dojumento transcripto
sob ti. II ilz peremploriament* que nao Na co-
marca Je G yauna .' Tambem nao, como se ve-
rifi;a pelo documento abaixo transcripto sob
n. 12.
Ficoaqai; e corno tenha niuitfcsimas cousas
serias de que me cempar, nao voharei a imprensa
para dcfouJer-me de aeC/U-ajoes d'esta orden.
A nnica resposta que prometto dar aos desafo-
ros do basharel Jos Tavarcs da,Cunlti MeUo,
fizer publicar, pelos j -rnae- e om avulso, urna se-
armafa a mesma prisao, que nao Iba
va vestigio algum.
^ko a cadaia, remetti ao Dr. juiz munici-
pal dli eomarca, o acto de resistencia o rtais infor-
Maces a resuello, para proceder fla frna da lei.
Aaasar de saber, que o subdelegado. Pedro da Cu-
nba Cavalcante havia instaurado umproeesso por
erime de ferimento leve, desvertuando o facto de
ti que che- (cr sida ana ferimento fetto em acto de resis-
tencia.
Teaho asain procedido nlo por despeito ao sub-
delegado Pedro da Cunha Cavalcaati, apenas para
castigar o orine e nao consentir que aesta comar-
ca a aotoridado seja redcuiarisada no exercicio
das funcedes de seu emprego, e a lei ultrajada
com escarneo a moralidade publica.
Nao me taco a cargo de defender o subdelegado
6 supplente, e aera de accuaar o proeedimento do
subdelegado Pedro da Cunha Cavalcante, apenas
informo a V. S. que o seu protegido Rufino Jos
de Alneida.reputado criminoso de morle na eo-
marca de Goyanna ; disertar da oossa marinha no
Rio de Janeiro, como verbalmente confessou,
um desordeiro insolente, eomo te maoifostou no
Pillar da comarca de Goyanna, e que finalmente
iodiriduo sem ubi certo, Completamente vagabun-
do. Por seraelhante monstro nao valeria apenas
que o 8r. subdelegado Pedro di Gnofta quebraste
lo robusta lauca, quando devia coadjuvar a puui-
0o logaL
Outros pontos do offlcio do sabdelegado Pedro
da Gnnha, e o motivo do ferimento que face o subdelegado G supplente alegado pelos pro-
lectores de Rufino Jos de Almeida sao to futeis
que nao devem demorar urna refutacao ou res-
posta.
Sao estas as inforraaedes que offereco a V. S. de
quem espero justica
Deus guarda a V. S. etc.
N. 3
Publica forma
Illm. Sr. Cosme Francisco de Ara ujo.Tendo
um meu desaffecto publico publicado pelos jornaes
que eu oficiara a V. S. para prender um fraucoz
que pernoilava em nimba casa, e que tomasse
a este am rewlver, quizera que V. S, se digoasse
responder ao p desta, se com effeito se deu este
faci qae me attribaem, oa se foi V. S. qae por
amor a seos deveres prendera dito fraacez, por
usar de arma prohibida.
Gonvm que retira o.occorrido com toda since-
ridade, e que me conceda permisao para usar de
sua resposta como me aprouver. Sou com vor-
dadeira estima ealta consideracao. t)e V. S. ami-
go aliento e obligado, criado. 8 de abril de 1870.
UrriUino Cavalcante do Reg Barr s.
Iilm. Sr. major.Em resposta a carta supra de
V. S., tenho a dizer-lhe o segrate : Estando o
inspector Venceslao Marlins, de piquete por ordem
minha aGm de capturar a um iedividuo que se
desconfiava ser criminoso por se me ter dado de-
nuncia que andava neste districto do Garic, arma-
do com armas offensivas, ssuccede porm qu ci-
i no piquete um italiauo, a foi preso com um
rewulver que trazia comsigo, vista das autorida-
des, abusando assim das ordens poiiciaos; ten.lo
eu recebido um officio do Dr. chale de polica,
aliin de fazer cessar estes abusos de armas prohi-
bidas, -fiz prender a este eslrangeiro, afim de so-
licitar do mesmo se trazia ou nao licenca para an-
dar armado ecomo nao tivesse a mesma, passei-
Ihe urna sarabanda, e deixei-o seguir viagem fi-
cando o rewlver em meu poder, e depois liz en-
entrega a V. S. para Ihe dar o competente destino.
Pude V. S. usar desta minha resposta da molh, ir
forma que Iho aprouver. Sou com lodo raspai
loD V. S. amigo obrigad i s criado. 10 de anril
de I870.=Cjnt Francisco di Araujo. "
N. i.
guada edica i d liAico Bioyriphico. pablicad
nica ter eotrado no exerciei da nubdelegaeia par
a.das ocenrrenciaa do dia 1*, refere o tao da
-e jiebap preso RnOoo de Ahrieid; c, declaran
i qae m'o remeMeria ipportmamente, visio
-se miaa dieposiean, acerctaeaaa qne ira
marlabUt syodBar do faci p f mata de pro-
-
JJia* dapois, senlo ea in lar nudode-que oertox-
oe Rufiav< ora coaservado sm pteoa liaenfada,
como un bosjtooiitfo saadelsja lo PkUo da Coalas,
n
de
ante-, tomando o commando
a desigoacao feita ; e at o
preste iiao tonbo futo uerseguicio aiguma ao ca-
pito Jao Vieira, de quem sou aparentado, e com
quera teuho sempro enlrendo boas rela^-oes.
E certo que ao engenho do capifo Joao Fer-
nandes fui urna escolia, o ah efleciuou o cerco,
uao de vinte e quairo, mas unicauente d duas
casas de moradores do dito engenho, sondo presos
ambos alies, um do nome Vicente Ferreira do Na*-
cimeio e outro de nome Manoel Gonja)ves da Sil
va, aconhecido por Mauool Paraguay. A diligen-
cia nao foi ordeuada por mira, que della uao Uve
scieacia seuo depois de relisada ; mas sim pelo
Sr. subdelegado do Carece, como consta do docu
meato abaixo tran^ripto sob n. 4, em razo de
queixa verbal que Ihe lizeram Joaqnim Tavares e
Manoel .Vepouiuceuo coutra os sobreditos ala noel
Paraguay e Vicente Ferreira do Nascimento por
crimede furto do lavallog. Desos de eflectuada
a prisao qae o Sr. subdelegado me deu conla
da diligencia e me remetleu os dous presos, ruja
vtsmtMia o publico ajuisai pelos.autos de pr-
gunus a eles feias. e que abaixo vio transcrip-
tos na documento sob u. 5.
. Note se ano do farfo do ca vallo de Joaquim
cavares tinha ea conhecimenta desde flns de Ja-
neiro, em que recebi o bitbrte que val abaixo
transcripto sob n. 6, e dras depois pela carta, que
jai transcripta sob n. 7. Sabia mesmo de oniros
Tactos oeeorndos no engenbo Grumom. com mo
radorw dalli, que davam a entender que o Sr. ca-
piao Joao Femande*, ou era pouco escrupuloso,
oa era muito infeliz na escoma e moradores. En-
tretanto, nao quiz aili foaodar fazer diligencia al-
iona, gara que se nio considerar o Sr. Joilo Feroanden, aguardando me
para effeciuar a prisao aW JidrSes de avallos,
que all moravam, quando fossin, encontrados na
airada, o qae era fiw-e-eVItirla maiores razSes
4 queixa.
No cerco, da duas casas do moradores do
enpaho Gorumam,
em 1S63, em a supprssan da parte genealgica,
e com o acrapeimo d^s gentilezas praticadas peUi
illustro- persoaageai quo ahi figura, desde a lata
d'aqualla pi vijsa pubiieacao at o tvrrento anuo
de 1870.
Isso cont elle e cont o publico que o arei,
si o bacbarel l:- Tavaros me quizer ainda in-
comm olar con os seus imbu-tes.
Itanib, 20 de abril de 1870.
l'm'icliai Cae ficante do egitVaseon-:'tt>s,
DOCUMENTO
N. I.
Subdelegacia da polica de S. Vicnte Io de Ja-
neiro de 1870.illm Sr.Es'arido Rufino los de
Almeida dirigmda insnl'.os o palavras injuriosas a
yiaiio-d Rodrigues de Souza na ra principal desta
povoacio proxhu a casa da Rufino Vieira da
Uur.bi, anejando com um Jchicote ao mesmo
Rodrigues atraz do quem correr para dar-lne
(o que nai realizo1^ pir ter este entrado na c.,
ao Jlo de Ainorim Lima) a sa ach-ndo ncst.i oe-
ca-J pr"- r,-. alfer s Joo Pereira Gi !-
deu-Ihe voz de prisai em nome do sublolegad
em viriuJc da lei ipie permitte a qualquer ci-
dadlo prender afutro em fltgranle deHcto.
Mas o referido criminoso Rufino nao querentfo
render se e pra-iguindo n. insultos qne nao s
offen la ao dito Manoel Rodrigues ; masa mora-
lidade putttiea, offndeudo assim a lei, eu na qua-
lidadeae subdelegado me dirig ao mesmo Rj-
lino a quem iattmei que se reudesse a prisao por
meio do eserlvo ae meu cargo que commigo se
aihava ; porem o dito criminora nao obedeceo
ordem legal c plo contrario resisti a mesma pro
seguindo nos ditos insultos dirigidos ao dito Ro-
drgaos injuriando juntamente a mim com pala-
vras insnl!ao=3s, e apunhaodo um chicle fizm
com este um ferimento na minha face esquerda
na occasio em que o quiz agarrar visto nlo .que-
rer elle obedecer. Entre anto com o auxilio de
diversas pessoas qae acodiram s minhas vozes
se effectuou a pristi do dito eriminoso o quai
ponho desde i a disposifa de V. S. para pro-
ceder eootra elle como for de justica, cumprindo
observar que seg-audo me informaran) anterior-
mente prisao do mesmo elle criminoso le
morte. Fico a espera da patrulha que mandei
unificar para c^nduz-lo a essa villa como me
cumpro.
Deas guarde felizmenteIllm. Sr. delegado
do t-rrao de Itarab, Jos Joaqnim do Espito Santo.
Est conforme. 0 escrivao interino.Francisco
de Araujo Lima.
N. 2
Delegaeia do polica etc.Illm. Sr.Tendo em
toda consideracao o nffieio de V. S. n. 357, data-
do em 22 do mez di Janeiro Ando, no qual me pe-
do informaees sobre as occarreneias qne se ae-
rara no districto de 3. Vieente, no dia primeiro do
mesmn jane ro, e suas secuencias; respeito do
que offlciou o subdelegado do referido districto i
V. S., ageitando urna aecusacap ao subd^legedo 6
supplente, que prenden a Itulioo Jos de Almeida,
e depois mim. por ter ferio effectiva dita prisie,
como se l du seu proprio offlcio em original, in-
cluso nooffliio de V. S., a que dvo informar, cum-
pre-me dizer o s. gninte :
Desconhejo favores e protecedes, qnaado com-
pro devere?, n. sto proposito, sendo-me commani-
cada pelo subdelegado 6 supplente em exercicio
a pnso de Rufino Jos de Almeida, e as oeciir-
reacias que antecederam a sua prisao, e que e
passara a mioba disposicao, como se v da sea
offioja-pnr capia jonlo n. 1, aguardava a opportu-
iiidade para tomar coabecimeato do acto.
No da 3 da janeira, dona das depois do aconte-
c ment, recebo o ci n. i do subdelegado Pe-
dro da Lunha Cavaleante, que njadaclara ter assu-
ando o exerecio da subdelegada per causa das
mesmas otcurreacias e que encoairou o preso es-
pantado e o paz Hvre do tronco e das cordas com
que e>tava amarrado, aVclaraado-me anda que
PIxM-tuBamenie mu o iematteria, nsto eoma esla-
va a miaba disposjao, atlarcaajionnponco este
dito, e acorwceaaauda> quo irla syudiear o facto
por meio de prosesso.
NoH, que si o freso eslava a miaba disposi-
cao pelo subdelegado qne o prendeu, como trar-
Ihe proeesso o subdelegado, qae assnmio o exer-
cicio sem ordenr mioba.
Posteriormente sou informado, que Rufino Jos
i.j T ,?' i!8. fr? preso' 6 lim BB) bospede do
sabdeh-gado edro da Cinha Canlcaate. que para
colionesrar sua proteccao formava umproeeasoes
pectal a Rufino, despresando os acto cono ae
deram.
Tendo entretanto recebido o oaacio de V. g em
que me recommendava a praJo do eriminoso de
morte Francetino I "
existir em
aquello lagar.
eonhm qae
Publica forma.
naadsdo
aclM
^aanaataate-t
ba airan nYMaa
Os si ffrimaitioa do aatn
Illm. Sr. Oesme Francisco de Araujo.Por am)r
a ver Jado quizera que V. S. se servisse da respon-
der ao p desta sequanloV. S. na qualilade de
subdelegado do desrielo de Garic do termo delta ni-
b mandou no engaano Germum do capillo Jo)
Fernandes prender a-guns individuos, foi por or-
dem minha mi por deliberar)-propria, o se no
ciimprimcoto desee dever se fez cercar todas as
casas dos moradores daquelle engenho, e soniente
algumas, espaomeanao quantos preiiden, e a rnSo
por que. Qualquer que seja a resp >st* de V. S.
pero-llie licenr-a para usar della como mo aorou-
ver. Sou com lodo o respailo e consideraijio de
V. S amigo e obrigado. 8 de abril Jo 1870. Ur-
salino Caoalcant' do lego Vasconcelljs.
llim. Sr. major. -Ue,po:i leu 11 aatta de V. S.
tenho dizer-he que, tendo J i.aqiiiin Tavires e
Manoel de Npomueen dado parante mim urna
queixa contra Manoel da Silva Paraguay, Vicente
de tal, moradores no engenho Gerimiiiii "pelo crimo
de farto de cavallas, e sen 1) eu infrmalo, por
pessoas fidedignas, que a li aman muitos indivi-
duos que u'avara desta pesahuasprofissao de fur
tos, me delibere! a mandar cercar as eam dos in-
divdaos e cora effeilo foi cercada a casa de daos
monlires do dte engenho, (wnseguini) prenler
apenas a Manoel de t il, conheci lo p .r Paiaguay, e
a Vicente de tal, os quaes depois do reccibidos
prisao puz disposicao de V. S. para proc 1t
como fosse de di reno. Pede V. S. u--ar desta i es-
posia como jalgar conveniente. Sou eom todo o
respeito do V. S. amigo obrigado e criado.Cosme
Francisco de Araujo. Cane, 10 de abril de 1870.
E mais *e nao coatiuha em dita carta que bem
e lielm me fiz exirahir por publica forma do pro-
prio original, qual me repino.
Eu, Francisco de Araujo Lava, segundo tabellio
publico, a .-ubserevi e asigno.
Em testemuuho de verdad3 a '..Francisco de
Araujo Lima.
N. i.
Certifico seren os autos de perguntas de que
trata a peticao supra do theor -egainte;
Auto de perguntas feito a Vicente Ferreira do
Nascimento.
Aos 21 das do raez de fevereiro de 1870 nesla
villa de Pedras de Fugo, em casa das audiencias
no delegado em exercicio o major Grsuno Caval-
cante do R. go Vasconcellos, onde eu escrivao inte-
rino de seu cargo, abaixo nomradn, veio ahi pre-
sente Vicente Ferreira do Nascimento e pelo delega-
do Ihe foram feilas as seguinles perguntas:
Perguntado qual seu nome, idade, estado, natu-
ralidada, liiiacao e profisso ? Respondeu chamar-
se Vicente Ferreira do Nascimento, de 2o annos
de idade, casado, natural de Cacboeira de te ter
mi, Albo de Manoel Girra do Nascimento, agri-
cultor.
Perguntado porque foi preso i Respondeu que
por causa de urna queixa qoe contra elle foi dada
por Joaqnim Tavares pelo crima de tarto de ca-
vallos, que Ihe atlribuem.
Perguntado onde estava quando se diz terse
furtado um cavallo a Jojqu'uu Tavares ? Raspn
deu quo na casa delte respndeme.
Perguntado so sabia onde estava o cavallo de
Joaquim Tavares, qnand foi furtado? Respondeu
que nao sabia.
Perguntado se conhecia Maaoel toucalves da
Silva, coahecido por Maooel Paraguay, o se tein
com este relacoaa intima* de amisade?' Respondeu
que conhece e que entretinha com o dito Paraguay
relaces de amisade taulo qne este va sitara centi-
uuadaoteote; e por diversas vezes tinha convidado
a elle respndeme para fuar carillos, mas que
elle respndeme nunca aceilou. os seus convites
apezar datar ficado um pouco propenso aceta-
lo : o que nao se realisou por conselnos do sua
niulher, de sua lia e de um compadre do nome
Anioaio Alexaadre dos Santos, aecreacanlando que
o dito Manoel Paraguay imtoa com elle muitas
vezes para furtar, mosirando-lhe doasjcabrestos,
um novo a uro loo, ama pea da sola e um
santinho e disse que os cabreaos tinham sido bea-
tos em una saxti-feira da Paixao.
Perguntado a razo porque elle tem oeeuludo
ludo is,to que narrou-lbe o dito Manoel Paraguay
em v!Lf6 denuncia lo 1 Respondeu qae patea-
teou esses faca- i diversas pessoas o como mo
nzesse, capito Joao Fernandes ralben eom elle
respndeme, e botou-o para fra do suas trras
parque nao guoraara segredo nem Iho dava pro-
Pergantado se sabia mais alguna eausa con
relaeau A Uaaeel Paraguay t Responden que ae
Ipsibrava ur-loe dita Manoel Paraguay qua traba
agarbas anadiadas na casa de Jase Martiabo
funde podan ser tiradas cora facilidade para
""V*?r eaaaltos que furtassem e que no
artel deau vtMa ba poucas baras o dito Manoel
ifVu^ ehaH>* Joaquim Tavares ena presaa-
ca delle reapUBfente, nn pottoo afaotado dos ob-
esos, .pedio que ala o perseguisse pois H
IsSrrO a aooil fJbn
Silva.
Aba ti das do mes de ftrven iro do anno 8u
Nascimento de Noso Senhor Jess Cbristo de 1870,
nesta vla de Pedras i Fogo e comarca do Itam-
b, em casa das aadieirias do delegado fm exer-
cicio o mjor Ursullno Cavalcante ib Reg Vas
concellos, comigo escrivao interino de seu cargo,
abi presente Maaoel Goncalvea da Silva, peto de-
togado Ihe foram fritas as perguntas segaintn:
Perguntado quil seu nomo, idade, eado, natu-
ralidade, lia^W e proflasio ? Responden chamar-
se Manoel Goncalves da Silva, de 20 annos de
dado, soltelro, natural Be Bananeiras, filho de
Ignacio Goncalves da Silva, agricultor.
Perguntado onde se achava qnaado se diz ter-se
tartado o cavado de Jdaqaim T*vares? Respondeu
qae nao sabia precisar se estava em Sant'Anna ou
oro sua casa.
Perguntado onde foi que se furtou o cavajlo ?
Respondeu qne ouvio dizer que em Cachoeira.
Perguntad se' sabe quem furtou o cavallo?
Respondeu que dizera ter sido elle respcndenle.
Perguntado se sabia de rnais algum i pessoa a
quem se tsm suspeitado este crime? Respondeu
que altribuem o furto do referido cavallo mais
duus individuos de nome Vicente Correa e Manoel
de Bem que se ansenlava do Ingar de sua residen-
cia quando se furtou dito cavallo.
Pergnntado se conhece a Vicente e Manoel de
Bem referidos ? Respondeu qua os conhece.
Perguntado se tem relacao de amisade e o que
foi que a poucos das dissera mesmo delle respun
dente em rdaco ao furto do cavallo? Respondeu
que disseram ter sido elle respndeme o autor do
furto de cavallo de que se trata que elle respn-
deme cabe onde est o mesmo caoallo, e que eos-
tuinava furtar e vender para repartir o dinheiro
com o seu protector Joo Fernandos moco.
E mais nao disse nem Ihe foi perguntado den se
por Ando este anto depois de Iho ser lido e achar
conforme assgna rogo delle respondente o Dr.
Maxlmiano Jos de Inojosa Varejo com o delega-
do, de que tudo dou f.
Eu, Francisco de Araujo Lima, escrivao interi-
no, o escrevi Ursulino Cavalcante do Reg Vas-
concellos.Maximiano Jos da nojosa Varejtk
E mais se nao continha em ditos autos de per
guntds que bem c fielmente liz copiar de proprios
or.ginaes aos quaes mo reporto p dou f.
Eu, Franeseo de Araojo Lima, escrivao interino,
o subscrevi e assigno.
Em f de verdade. Francisco de Araujo Urna.
N. 6..
Sr primo e amigo Urijuli'io. Aqu veio o Sr.
Joaquim Tavares pedir-nie para eu Ihe escrever.
que elle nao foi at la porque Joo Fernandes foi
para ahi, elle teve me do que Joao Fernandes nao
barulhasse sua historia on brigaasB coradle, parj
V. dar providencias am de que e.le podase ad-
quirir sen cavallo que foi t'urtalo esta noite e o
rasto foi at o engenho Giriin. desconfa que foi
o tal Paraguay : u rasto do cavallo foi ar a baga-
cjira e elle, ja Irnje es te ve aneanada a Tavares
para nao procurar seu cavallo V. faca o favor
dar ai providencias para e>io pobre nao pardal
um cavallo.
De seu primo, amigo e Abrigado,
Joaquim Cvale inli da Cank Vascon:ellos.
N. 7.
Sr. primo e amigo Uroulino. Lagamir 17 de
fevereiro de 1870. at.',.i.. ..iim > ,,.,i;./.-.
de
Muito estinn a oatiinac
tola Exma, familia a quera
ningue foi eshordeado
na nesma oecaskio urna ordam nem tendo, bumaur casado, qua o enbus- ^
ehefe de polkia para a captura ae tatodo/downru di ra-ala- preso, foi preso em cxr auaaioHnob _
ajas coa-lava 3fbat' no districio sagras de minba propitadadea por un inaprctorjaoies odio e bem sud. .. _______________,
ijr a eaac logar, onde Uve a de quaiteirao, que nio tinba para isso ordem mi- de sua prisao-e nio foram de puro invento
de qaeRufmo era nha, era do Bojjitelefado repoctlvu, mas someo- ram o ridiculo sai relacao as dasordens wain/ciiainjai^
o reama eai eoatmlia-eMava. alte aan ama att de aaa^qoiWftJiu322 *M|i"1
ii^uia am-. ~--~ por naaa este auto qua depon da Iho ser
En, Francisco de Araojo Lima, escrivao iatarino,
fiMtoeniLUnuIhu Cavaicante do Reg Vas-
de sua sm le o
comprimeiito.
Nada do cavallo de Joaquim T ivares, e elle tom
toda certeza que, seu cavallo e-tevn noGirim. isti
por iudicios verilicos, e nio aprsenla tastemu-
nha porque est privado de ir ao Girim, para
o levar ccelo como levou um morador de
Gaxoeira, e elle quasi leva para nSo procu-
rar seu ca/alo; Joo Fernandas emende que
deve levar ludo a caceie principalmente a quem
procuractvatio por aquele coito; s ass.n .-
pode pa^ar a quem -e d'eve, boa maobina para os
cobres; V. como delega lo pdo por lerm a esta
alluvio de escote, a lambiera para quo Joaquim
Tavares adi|uiia sen cr.allo.: o V. euipregasse
todos os rOfii'M justos eu le licana rouito obliga.lo,
tinto pira corngr o n sso parete Jo i Fernando-
como para Joaqun Tavares nao perder um ca-
vallo.
Sou com toda estima e consideracao :
Sou nrimo, amigo brigado,
Joaquim Cae tic. m ida C Vascoiicetlo<.
N.S.
Certifico ser o auto d-t perguitas leito a Manool
Soaros d Rocha, de que trau o supplicante em
sua peticao, supra do theor suguinte :
Auto de perguntas fetas a Habuai Soares di
Roclu.Aoj 3 dias do mez i de 1870,
nesta villa de Pedias de fogo e comarca do Itanibe,
ea casa das audiencias do delegado, ahi pre-enie
o menino o major Urculino Civaleaati do Reg
Vasconcelli* contigo acrivao intaripo de seu
cargo abaixo uomeado ahi presenta Manoel Soares
da Rocha pelo mesmo delegado liio [oran fetas as
seguinles perguntas:
_Perguntado qual seu none, ijada, estada, filia-
gao, naturalida le e proli>so. Respoadea cha-
mar-se Manoel Soaros da Rocha, do 2' aiinos de
idade, casado, lillio de Hilario Stares da Rocha,
natulal desu Iregoezia, agricultor. PargBOlado
se viva maritalmente com sui niulbr? Kespou
deu que ha dous m toa pouco mais ou nien>i, oa-
vindo fallar mal do proeedinviilo de sui nullier
deu-liie unas sipuadas pelo que ella sabio de sui
casa, ello pois con quanto o pai delle responden-
te empregasse os ineios para eo ..-pondeute vi-
ver maritalmente com sua nulhcr, elle nao a quiz
receber. Perguntado onda mora o pai dola res-
ponlonte? Respondeu que no engeuu Sao 8e-
basti. Perguntado se liaba lilhos e cm poder
de quem se achavam ? Responden quo tinha
urna filha de nome rabelina, a qus.1 vive com o
pai delle espondente desdo que sua niulher del -
xou de viver cora elle a;rtsceatanJo que o pai
delle respondente quera alimenta o da-1 be todo
o necessario para sua substancia e educaco.
E por nada mais responder non Ihe ser per-
guntado deu-se pir lido este aillo de perguntas
que depois do Ihe ser do e achar conforme, as
sigua a rogo delle respndeme por nao saber es-
crever Manoel dos Santos Peroira como delegado
de que dou f.
En Francisco d'Araujo Lima, escrivao interino o
escrevi. Uiculiuo Cavalcau'.i o Roo Viscoucel-
los, Manoel dos Santos Pereira
E mais se nao c mtinha em dito auto que bem e
fielmente fiz copiar do proprio original ao qual me
reporto e dou l.
Eu Francisco de Araujo Lima, cscrivad interino
o subscrevi e assigno em f de veril de.
. Wancitio de Araujo Lima.
N. 9.
N consta por esta subdelegacia for crime al-
gum o supplicante, o que afllrmo em f do meo
cargo.
Subdelegacia de polica de Maesa Senhora do 0'
de Goyanna, li de abril de PtS*X
O subdelegado supplente em exercicio.Joao
a Co N. 10.
Certifico que revendo o processo de que trata
a peico supra, d'elle nao consta que a pistolla,
com que foi assassioado o sartjejifo Armmio Can.
lidio Jusd Machado, pertenceu ao supolicante ma-
jor Ursulino Cavalcante do i'.ego Vasconcellos,
do que tud) dou f.
Villa de Pedras de Fogo, 9 de abril de 1870.
Ueemao interino do jnrV, Balduino Amando
bretre.
Certifico que doprecesso que alinde, nao cons-
t qae as pis ollas encontradas em nao dos pro-
nunciados Jos Carlos e Gonsale de la!, perteacem
ao supplicante, do qne doa t.
Pedras de Pgo, 11 de abril de 1870.O esen
vao interinado jurv, Balduino Amando Freir,
M
O doutor Felinto Henrique d'Airaeida, eommenda-
dor da ordem da llosa, e juta de direito da ce
marea- de lumb, da provincia da Pernambu-
oo, per 8. M. o Imperador e eontineionaJ, qoe
Dea guarde, ele.
Mandr aos escrives desta vilia, que costanam
tallar a fdba, fallem do major Uraalioe- Caval-
cante do Pego Vasconcdfos, casado, morador no
engaabo Teixeira deste termo, eom culpa ou sem
ella.. O qoe cunprom
Villa de Pedras de F< go, 11 de abril de 1870
Ea Balduino Amando Freir, escrivao interino
do iury o ecerevi Hentpu d Almeida.
Nada de meo Cartorio.
Pedras de Fogo, 11 de abril de siW.-Mserivae
do geral, Francisco de Arnujo Lins.
Nada de meu cartera.
Podras fe Pote, II do abril f* 18700 eseri-
Tlo fe paz, Antonio Uigm de Barr.
Nada pelo mea cartorio. E certico que aatta
Tilla aao existen mais eseriviaa qoe faltona fe-
Ma, da que don f.
Villa de Padraa de Fo 0 oaorivAo ioterino da jary, Dntmm man4$
Frewe.-
N. *
O Dr. Francisco Goncaraaa da llaaMau oficial
imperial ordem da (tosa o juiz de direito nesta I
Pernanbuco, por S -mlor e constitu-
cional qu Daos arfe.
Mando aos fseririas .esta cidade
a quera for ste apresenla m assig-
nado, que em vista dos seas re ados, ftd-
lam a foHia lo r.upptleaate watk-arp^W sera ella.
Cumpram.
Cidade de Goyanna, 19 de aia da-1870.
Eu-Jarenal Aatoaio da Albnqaarque, escrivao
ratertoo do jury escrevi.Goncaltm ia Rocha.
Nada do sup|icante palo rol "f> culpados do
noui cartorio.
Cidade de Goyanaa, 19 de abril da 1870O es-
crivao do geral e delegada, Joaquim Jos da Cos-
ta Leitr.
Nada do 3111(011*8016 pelo rol e culpados do
cartorio do escrivio cnmpaaheiro Joaquim de Mat-
tos Alcanliiado tocbedo.
Cidade de Goyanna, 19 de abril de 1870.O es-
crivao, Joaquim Jos da Costa Leit'e.
Nada do supplicante pelo rol de culpados de -
mea cartorio do que don f.
Cidade de Goynna, 19 de abril de 1870.0 es-
crivao do crime, Migue'- Jopquim de Furia Braga.
Nada do supplicante pelo ro! de culpados.
Oda de de Goyanoa, 19 de abril de iSlO.O es-
crivao da subdtb gacia, Jos Nunes Moneiro.
Nada do supplicante pelo meu cartorio.
Cidade de Gjyanna, 19 de abril de 1870.-0 es-
crivo Interino do jary, Juvenal Antonio de Albu-
querqne.
Certifico nao haver mais escrives do erime
desta cidade que fallera a presente folbado sup-
plicante, do que dou f.
Cidade de Goy.mna, 19 de* abril de 1870.O es-
criva, interino do jurv, Juvennal Antonio tAl
buquerque.
Re le. 3 de abril de 189.
0 chronista do Gyrauasio Provincial, posto que
tivesse confesado, quando deu espaco as colum-
nas do Liberal ao seu primeiro artigo sobre este
eslabelecimento *que s sabia dita a verdade, que
era maro a quem ainda as tricas nao cresturam vs
senlimentos puros do corneo, nem as gracas de-
poder embotaram a intelgencia' nao merece-me
todava aquella conftanca que pretende inculcar
para levarme imprensa, etravar ah comigo
discusso, sen primeiro deixar o anonvmo c fazer-
se bem conhe;ido.
A- arras que elferecea como penhor da intei-
reza de seu carcter, e jnsteza de seus sentimen-
103, foram exageradas, e eu ptbre como soU, nao
posso deixar de desconfiar de to grande es-
mola.
Pode o chronista do Gymnasic resumir em si
todas as virtudes, quo inculca; ma=,em todocaso
bom declinar sempre on>me, porque quero sa-
ber a rjif-m resjondo. se vale a p?na responder,
ou si, pelo contraria, 'atir.vlo ao monturo, ssim
como tenho feifb cora os seus artigos.
Posto que revestido do manto da mais refalsada
beablo.de, o historiador, que tanto tom enrequecfdi
as columnas da imprensa liberal, nao tirar par-
tido de sua calumnia, to negra quanto a fontc
d'onde emana, "tom lera tercas para arrastar-rae a
discuao, e obrigar-me a responder-fbe, em quan-
to nao descer a mascara.
Decline, pois, o seu nome, se quer resposta;
pnrquo dasejo saber se a bandeira cobre, ou nao a
carga,e siteiiho dejdirigir-ne algucm. Em quan-
to nao o fizer, nao o escutarei, muito embora tire
de ai de sua malilba todas as suas mazellas, o
lance minha coma.
Quero antes correr o risco de cous'itur-me com
o meu silencio re> dalia immoralidade, do que
dar pa!has a comer ao C. II,rus do Liberal.
Alvaro UchB C<;valcanti.
4"
O Cici'ivo dos feos cafazeatla
u:oeiuutl de --cuumbaeo eo
foraal de Cosnsnercio de fl do
coi't; ote.
O correspondente d'esta cidade para o Jornal
do Commercto da corte, em sua misslva publicad;-.
era o u. )7_de G do crranle raez, danlo noticia d
arrematas! i dos bens do rxtioito cncapellado de
Itanib, que t:.e lugar em abril do aano proxim.
passado, sob a presiden ;ia do Illm. Sr. [)r. jaiz
dos feitei ,a fazenda d'esta provincia, faltou com-
pltame, ito verdade, nao s quando asgeverou,
qaa'o escrivao por essa oecasiao eommetlra ex-
lor^oes contra es arrematantes, fazcudoos pagar
cusas exageradas, e pelo modo que Loto Ibep3recla,
seoo tambera qnaado expoz outros tocto, relati-
vos mesma arrema age.
E cora quanto eteja cu convencido de que
essas to ousadas, quo revoltantes aleivosias Bao
parten seno de algum arrematante mal succed:-
do em suas injustas e infuniadas pretences, e do
qual o correspondente, que alindo,"lornoa-so
Ci-go e passivo inslrumeato ; todava, m qualida-
de de escrivao, qqe fuuccionju em dito processo,
julgo do o eu dever, por amor d'osjs cargo e in
miaba repatacio dlz-r duas palavras, aum de re^-
tabile er a verdade dos fictos lo sa'.anicamento
adulterados.
Tenl., era cumprimento d de receber das partes as cusas de juizo pela dita
arreuiataeao, 0-h>, como senpre costana proco.
ler en taos cas s, om o raaior escrpulo, rjoa-
bendo nicamente as cu-tas marcadas no respec-
tivo regiment ; sendo que por essa oecasiao
at o Sr. Dr. juiz dos fallos, para raaior esclareci-
menlo das parte?, minis.trou-mo urna nota por
elle rubricada das costas que cada arrematante
devia pagar, a qual cu conservava sempre sobre
a mesa, c apresentava cada um, quando tinha
de satisfaier as despezas da arrematacao. Essa
nota eu a tenho em moa poder.
E' falso, pois, que eu tivesse pra^cado exler-
(joes, e menos esfolado os arrematantes, na phra-
se maliciosa do correspondente, echo certameute
de algum odenlo e espiitaiio informante; pelo
contrario alguna dexaram de pagar as cusas e
at boje ainda nao otjzeram.
E' falso ainda, quo o Dr. Lins Cavalcaati, qoo
arrematen as comprehensSes Pao Amareilo, Tijnco
e parte da de Bu vista,tives-e pago quairocent*
e tantos mil risde custas smente pela ai remi-
ta cao di Pao Amareilo, como mais tarde he tic
provar c>m o proprio testemunho do procurador
do mesmo Dr. Lins. O Sr. major Augusto Geoai-
ii(. de Albuquerque Gusmao, para o qual rou ap-
pellar, e de quera recebi as respectivas custas,
deixando de faze-lo, ja por jue s hontein fo qoe
live uolicia da correipondeocia que respondo, e
mesmo porque o dito major mora grande distan-
cia d'esia cidade,sendo tamben falso, que eu
ii'zesse menor exigencia um arrematante somonte
pur ter este erguido a voz contra a cobraoca exa-
gerada de custas. Isso una para invencao 1 ,
Ha mais de sete anno que sou escrivao; e no
exercicio dessa misode rceber as cusas do
juiz sempre me ten o havido com o maior es-
crpulo e desinteresse, observaodo .fiel e restric-
tamente o regiment d- cusas ; de modo qi
ate boje, Deus muvado, nenhuma s queixa lew
aparecido contra mim por exigencias rigaos
nesse sentido, nem tao pouco ainda re>pond a
processo algum criminal por detraudar a fazenia
publica ou particular.
Quanto demora, de que lambem falla o cor-
respondente, em assiguarem-se as letras para os
ari enlatantes poderem entrar na posas dos seas
arrematados, ella em nada os |irejudioa, porquo
eiles continuam oa posse, om que esto, dos mas-
uios bous; e pelo que respeia aos interesses da
fazenda, j o Sr. Dr. juiz dos feitos deu as provi-
dencia.-, que esuvaui ao sou alcance, (^licitando
do ihesouro nacional as ordens neces-arias fiara (
fazercm as dospezascom o transporte dus erapregi-
do.% sendo que por nao larem ainda chegado diUs
ordens, deixou elle de proceder s diligencias ten-
dentes conciuso d'esse negocio, cunfwrase j ca-
via determinado nos editaos e anuuncios, qne-
aandou afflxar e publicar. 0 govarno nao qu* r
nem exiga que o juizo faca essa viagem sua,
casta, tanto que para tal Qm abri na tbeseufar
ria um crdito de seis cantos de res, ae qual i.e
tem usado mais do urna vez, e cujo saldo, por u.t
cabido em exarcicios fiados, nao pode agora ter
appliccao.
Eis, portento, explicada a causa da demora.
Parece, entretanto, que os arrematantes ra
teeni incoramodado com ella, a a prora
d'entre Untes outro.', apenas apparece u Sr. ]
Maranbo requerendo para so passar cesta cid
cidale a esenptura de hypulheca, que tem de
prestar fazenaa.
Essa pretencao, porm, (que cortamente asta*'
maisno. sen proprins mteresses, ana amdhto-
xenda) foi indefensa pelo Sr. Dr. juix fes tottoa do
aecordo oom o pareeer do ttr fataaalo fe pro-
nrador Qsral ; e essa deciso foi laojoato))
o ir. MaraaMo roeorraofo 'eau
denoto, lave all a masma sorte,
jndctol oonflrmada pelo Eam.
viacia Oe aecordo com as i
raria, nio Ihe podendo valer aeatt
apata de seas llastres sdragaist
Agaiar a Portotia, lio contraria ara
'qlo s terminantes ordens do
fl
I
J se te\ pois, qoe da parte
cidade e comarca do.Guyaana da provincia da I seos ompragados alo ten havido, elns na o na-
I MELHOR EMPIRR ENCONTRADO


^
-
oor
faz-
b*m- -----------
WHWN> resranwhtfidade je iao arro-
".i assigoatur." rpita a ei-
?um inodd positivo nos tortaes
ira de que m arrasbodio pe-
nbunaes, posu ojkgir-lhR c insto cas
^ aerace, {diprimiailo^im na fronte o fer-
wvarde e calumniador.
_. Vid abril da 8UQ Bsorko do
Fetles.da Fazooda Nacional -le Peruarabuco,
Luiz Francisco Brrelo i'Almeida.
JWGCA1W PRUv'lMML
Leado a 'Libtnl de W 4a mareo ohin ama
Odtrespondencia era ijuo ana vitaeate maltratado e
calumniado ; apresso-me em pedir ao respeitavcl
Jubileo que suspenda o ?ou juizo acerca doa factos
e que sou argido, posta cabal ao meu calumniador, u enlo julgar
'vidamente entre nansa elle.
. Garanliuns 2 de auril de 870.
Pedro do Reg Lhaces.
Agua Fkirjda d* Murray e
L^nman.
O* prtame* comp&em a parle potica, a verda-
aeira pcesia do tiilet, e as senhoras de elegancia
refinados gosto3 sao de ordinario mais ou me-
aos fastidiosas o difflonllcss de contentar, relati-
vamente a iMcolln (heles arlis As bellas ha-
bitantes da.Afueriea do Sal, as quaes sao percit
conhscedoras de laes ohject j.*, teem dado para
mais de vinte annos esta parlo, una deoessiva
vrrfjrcucia esta refrigerante e odorfera agua
pira o tmeador. Ella tem sido inaouaclurada
qiasi que exciusivamenat para o consumo da
Amoric* Central e do Sul ; porm bem poaco
tempj ha que ne^te pas se fez a descoberta da
saa avant Jada luperioridade sobre os perfume
Turna qualidade imperfeita e demasiadamente op-
(i'essivos importados- d i Europa; em ooosequen
cia peadesie novo augmento em sen consumo, o
DrieUra estao empreando lodos os seiia as-
s fin de satisfactoriaun-nto supprirera to
Ya*lt> pcJido. AKm de suas umitas virtudes, cm
quaridde d'um delicioso e vivificaato perfume,
elia tmia-se, quando misturada n'unia pouca d'a-
gaa, urna e*eellente>repnraefo para a pelle ; as-
sim oimo p.)de servir como urna admiravel lava-
geni aara o* den tes o gongivas, deixando um
agiMdavol aromtico cluiro na bcoa.
6.-13943II
10:966*076
73:1834^
eWtVUrlTO M FOUTO.
Nato entrado no da 34
abia10 dias, p.iUohi brasileifo Akihjb, de 241
toneladas, eapilo vital Augusto de Arriara
era lastro; a Maary tforster & C.
Navios Irado* o dta 25
MamaBguape-rli hora?, vapor fraaileiro .Coran ar,
de m toneladas, commandante Silva, equipa-
gera li, carga algodle-T; a compaohia pewwm-
bucana. J
Rio Grande do Sul.26 dias, barca braailaira
Pombinka d W toaefadas, capito Antonio
Alves da 8ilva, eqaipagem H, sarga tMOO ar
robas de carne ; a Amorlm Jrraie A (L
Terra S>\\ns das, fcrigue ioglez Neo, 4e 3Ai
toneladas, capillo John Jenkeni. aquipagem
t Beeir, Ttim:
Balsamo fk>rafitf10|
Bron
.
e,
Gabaca pnpoulag, fcillogramm.
Gaixas para plalas franeazan, grwa-
Cal virjeni.kl gatuma.
Calomelanos rayale, gramnia
Camphora, killiraoarao.
Casca de ralwda ^tPBjoeso, iJam.
i #** le caaalla, kle*a.
tanseo litmt tubo, vro.
Caatiarlas ui p, grajwu.
GapuJas de copalaaa, cautas.
Carbonato de magnesia, klfogrammo.
rto de potas*, idea*.
Carona, dem.
Centaurea menor, dem. .
Cera branca pm graaamo, dem.
Dito nmaraa. sOMB.
Cevada, iem.
Cevadinha.J,
Chlonto de aotitssa, dem.
n' 13,
esrga JS0O barricas com bacalho : a Jonston
Pater 4 C.
Rio de Jioeiro16 das, sumaca hespanljola Car
ww.de 141 toneladas, capilao Mateo Pages,
eqnipagem 9, earga fcrtnha de mandioca e uu-
tros geoeros; x Pereira Carneiro A C.
Marseille414ias, barca austraca Sacra famlia,
de 230 toneladas, capitlo Cercich, equipagem 9,
carga varios gneros; a Tisset Frers.
Soutamplon e portointermedios16 das, vapor
inglez Donro, do 178o toneladas, commandaale
Thwaits, tquipageai 117, carga fazendas e qu-
tros genoros; a Adomson Howio A C. Seguro
para o Rio da Prata e portos rotermoiios.
Obtervago.
Suspendeu do laraaro para Bahia a sumaca
he^paabola Caraqueita, oapito Segundo Pages,
com a mesma caiga que trouse de Barcelona.
Naobouveram sahdas.
DECLAftACSES.
Attenco
Tcndo (Insistido da acijlo de nullidade do
lesiamenlo de miaba irma Leonarda Mara
de Jess, por me acbar convencida de que
ni" !ii vantagem em se sustentar quesloes
de ordinario ruinosas e preju'uiaes quera
as Droput), declaro pelo presente annuncio,
que lien tlenniibum effeito aprioura^So que
para tal misier pasad aoSr. Dr. AITonso de
sbaqmrqoe Mello, quera nesta dacta me
dirijo per escripia eassaode a referida pro-
u h;;].!. quenenhum valor poner terdesta
dacta em diatite; declarando mais, que est
nato e Beata de nenbum eifei'-o, em vista
deeta ui.ulia resolueOo, um pnpe> de trato,
j]m' i.tisei ao Sr.coronel Audro Dias d'Arait-
o pita supprir os dinheiros r."cessarios na
8ttstfmlac.31 dessa queslo, qaos appareoe-
ti.. ;Mr coDSelbos e suggestoas desse Sr. e
do Sr. i;r. Airada Falc3o.se me nao resol-
i se nbmdona-la.corno cooscienciosamente
o fo$rj
'Engeoho S'\a,2i do abrii da 1870.
Aeiigno a rogo de tainfea raai Antonia
Naria da Jess Honorato Alces de Jesus.
(orno tostemunhasJua./nu.i Antonio da
StliYt. !,HloDonato Alves de Jesus.
\
;\VA DO RECFR 23 DE AQHIL.
DE 1870.
AS 3 1/2 HOHAS Da TXUDB
Camr.o >bra Londres 93' d/w 23 1|2 por 1-3000
(ab'j !' dapois da 3 horas).
Canv flaris 90 &\i. 403 e 408 rs. por
abbaflV depois d- .'! hora.-).
Ha '.i i > ibre Portugal S i[v. l 0|0 de pre-
Deseo letras10 0/0 ao anuo (boja).
jtesqaaa Juuior,
Pelo presidente.
A. P. do Lemos,
Polo sjeretirio,
SGLSO BANK
O Rio de Janeiro Limited
oota lettras da praca taxa a con-
n ii.iot.ar.
Recebe dinheiro era conta correte hia
A raso ixo.
Saei vista ou a praso sobre as cidades
priacipaea da Europa, lem correspondente.'
na ihia, Buenos-Ayres, Montevideo, New
e New-Ot eans, e emilte cartas de crdito
oar.- s sesmos lagares.
UA DO COMMERCIO N. 36-
ALPANDEGa
oui: ;aiododia2 a ?:). 590:01)8*985
iden 1 > -lia 15.....41:8i|321
631:353*306
MOV1MEWTO DA ALFANDEGA
415
674
-----111
.120
683
803
Vc'uui* entrados com f?:eadas
fdesa idea com gneros
Voluraej sabidos com razendas
Idam dem com gneros
Descarregam noje 26 de abril
Galer nirlizallcnmoneraercadorias.
i ;fi;;iezaZeloradem,
Brigiis norte-allemaoIntelfarinha de trigo.
Bseana mgleza-Marti Ann~farinha de trigo.
Eaen fta aastriacaW-Sraidefi.
Patacn norueguanseFat&ritadem.
EGl-iEDORlA DE ABMDAS LNTERNAS GE-
RAES DE PERNAM O.
end! nento do dia 2 a 20. 43:275*143
f lem lo dia 25....... 5:634*863
48:910*008
e SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Illm.a. junta administraliva da Santa Casa de
Misericordia do Roeife manda fazer publico que
ua sala de suas sessoes, no da 18 de abril, pelas
4 horas da tarde, teni de ser arreniatadas a quem
mais vantagens offerecor, pelo lempo de um a tres
annos, as rendas dos predios em seguida declara-
dos :
ESTABELEC1MEMTO DE CARIDADE.]
Hua do Pilar.
Ra do Pharol.
Casa terrea n. 80.......1803000
Ra do Padre Floriano.
dem idem n, 15.......2175OO0
Ra de Hortas.
Loja do socrado n. 41.....121*000
Ponte Velha.
Casa terrea n, 31 .' 151^000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Casa terrea n. 110 ....... 2043000
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 240*000
Ra do Rangel.
Casa terrea n. 58........ 3603000
Ra do Pilar.
Casa terrc n. 102......180z000
Casaterrean.110......192*000
Ra do Pharol.
Casa lerrea n. 7?......-. 180*000
Casa terrea a. 102.....8 20211000
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 2.......240*000
0^ preteadentcs deverao apresentar no acto da
arrenularao das suas flaneas ou comparceerem
acompanhados dos respectivos fiadores.
Seerataria da Sama Casa da Misericordia do Re-
cife, O de abril de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza,
Santa Casa de Misericordia
do Eeeife.
.Jiai eir vista.
A Rima, junta administrativa da Santa Casa de
Hiserleantia do R eife, no interesse de alargar o
circulo das pessoas quo conurrera arrematacao
do fornecimente de medicamentos botica do Hos-
pital Pedro II, inania fazer publico que dito for-
neeimento sobe quanlia de 5:000i000 aunual-
mente, e que pago com dinheiro vista.
Recebe por tanto propjsas para fornecimento
dos mezes de mato junlio vindouros.
Absintho, killogrammo.
Acafrao, grao'ino.
Acido aceijeo. klograinmo.
Aciio ctrico chrystalisado, idem.
mi i raarinho, idem.
Dito nitrico puro, idem.
Dito oxlico, idem
Dito sulphurico, idem.
Dito tartrico, idem.
Dito bensoiro, iden:.
Dito phenico, gramrao.
A50 preparado, idem.
AcoBile, killogrammr.
Agua de colonia, duzia.
Dita de fljr de larauja, idem.
Dita de rosa?, idem.
Dita ae Sdelitz, garrafa.
Dita de Seltz, idem.
Dita de Vichy, idem.
Dita Ingleza/idom.
Dita raz, litro.
Alcatro, idem.
Alcool de 30 graos, idem.
Aiecrim, killogrammo.
Alfazema llor, idem.
Algalias inglezas do pomma elstica, duzia.
Almenga, gramma.
Aloes, killogrammo
Alvaiade de chumba, idem.
Araexas passadas, idem. ,
Amoniaco liquido, iilem.
Angelim em p, idem.
Aniz em p, idem.
Arsnico, idem.
Assafetida, idem.
Assucar candi, idem.
dem de ieite em p, idem.
Avenca, idem.
Azougue. idem.
Btgas de zimbro, idem.
Balsamo de copahyba, idem.
Dito de Tolu, gramnto.
Dito Peruviano, idem.
Dito tranquillo, kiLeurauaao.
Banha de porco, Ideta.
Bardana, idea.
Beijoim, idem.
Bella-dona, idem.
Bicarbonato de soda, idem.
Borracha do gamma elstica, duzia.
Botoes de rosas, killogrammo.
Barbante uno. idem.
Dito grosso, idem.
U imforniit 5e i-awa<;a, gi
Cochlearia, kilogrammo.
Codeina, gramme.
Colla de Flandre, kiUogrammo.
Confeito da lalaeto da forro, dosia.
Cremer trtaro em p-'v, kilsframato.
Cuhbas em p inglaz, i#em.
Cyamuretado poiassa, gramma.
Digetalis, killogrammo.
Dulcamara, idem.
Emplastro de aquHJo esteadido, jarda.
Hito gommado, killogrammo.
Dito eonuaum, idem.
Ergotina pura, grammo.
Esptulas de ac, urna.
Spermacete em rama, klogramioo.
Esponjas finas franeezas, gramma.
Essenoia de aniz, idem.
Dita de canella, idem.
Dita de cidra, dem.
Dita de flor de kiraoja, idem.
IHta de hortea > pimenta, idem.
Dita de rosas, de.n.
Dita de amemhws a.nargas, idum.
Dita de bergamota, idem.
Dita de tereb nlhim, garrafa.
Dita de salsa parrilba, vidro.
Escamonea de alipo, gramma.
Estoraq .e, killogrammo.
Estramonio, idem.
Ether cloridico, grammo.
Dito sulfrico, idem.
Dito ntrico, idem.
Extracto de acnito, idem.
Dito de alcaeuz, dem.
Dito de belladona, idem.
Dito de camomila, dem.
Dito de cicuta, idem.
Dito de doce amargo, idem.
Dito de favas da calabar, dem.
Dil) de tuiparia, idem.
Dito de genciana, idem.
Dito da gramma, idem.
Kxtracto de ipepacuanha, gramma.
Dito de jurubeba, idem.
Djte de eabnca, idem.
Dito de noz vmica, dem.
Dito de noguoira, idem.
Dito de opio gommoso, idem.
Dito de rollgula, idem.
Dito de quina, dtm.
Dito de raihania, idem.
Dito de soilla, dem.
Dito de salsa-parrilha idem.
Dito de saponaria, idem.
Dito de seane, dem.
Dito do tridacb, idem.
Dito de valeriana, idem.
Dito de meimen lo negro, idem.
Fsala debatan, killogrammo.
l?ezes de ouro, idem.
Figado de enxofre, Jem.
Fiuravante ( balsamo) ij\m.
Flor de aml, idem.
Dita de enxofre, idem.
Dila de rnica, idem.
Dita de malvas, dem.
Dita ile salgueiro, idem.
Dita de tilia, idem.
Dita de violetas-fiancezis, idem.
Folhas de capellana, idem.
Dilas saccas de tabaco, ilem.
Fumaria, idem.
Fundas direius e esquerdas, dtu|a>
Ditas dupia, urna.
Fnniz de vidro ile 2 e 4 oncas, um.
Pais de lean pare 2 e 10 mcas, um.
Galbas da India, kiUogrammo. '
Genciana, idem.
Gliceria branca, irlein.
na myrra e:n lagrima, idem.
Dita galla inteira, 1 dcm.
Dita alqiitira cm p, gramma,
Dila asi miaca, killogrammo.
Dita batata, idem.
Dita araibica inteira, idem.
Dita ditaem p, idem.
Grao* de vidro para 4 e 6 oncas, um.
Ditos do porcelana, idem.
Hera terrestre, killogrammo.
Hydro clilororato.de morphina, gramma.
llyscpo, killogrammo.
Iodo puro, grammo.
Incens, killogrammo.
liiul. campana, id.m,
loduroto de petasen, gramma.
Dito de chumbo, idem.
Ipopacuanha prela, idem.
Jalapa em p, idem.
Kermes mineral, idem.
Labaca, killogrammo.
Le Roy purgante, garrafa.
Dito vomitorio, vidro.
Licor de [abarraque, garrafa.
Linbaa em p, killogrammo.
Dita inteira, idem.
Lupano, idem.
Macolla gallega, idem.
Magnesia calcinada, dem.
Magnesia de Henry, vidro.
Man commum, kogrammo.
Ditoem lagrima, idem.
Mantoiga de cacao, dem.
Massa caustica, "idem.
Mel de abelhas, garrafa.
Mercurio doce, kilogrammo.
Mesirio, dem.
Mostarda, idam
Musgo islndico, idem.
Nitrato de prata em lapis, gramma.
dem idem christalisado, idem.
Nitro puro, kylogrammo.
Noz moscada, idem.
Noz-romica em p, gramma.
Oleo d'alfazema, kilogrammo.
dem d'amendoas, idem.
dem poro, idem.
dem de batiput, idem.
dem de cravo, gramma.
dem de Ogado de bacalho, vidro.
Idam idem ferrugineso, idem.
Idem.de linlia;a, kilogramma
dem de ricino, idBm.
dem vermfugo, vidro.
Olbano, kilogrammo.
HU
DO
M
Oxido de tln
ar

*^ &****
,^Hhto da Belloe; xa.
dem de KemP> *3ro.
f^iWdeSKilpiima.
iMlto de aeda^uns. ^1.1 I
P^eborcenha, kilogrammo.
nSS"0 *ferre Lta, vidro.
SS3Sh $* C'Undro*. gramma.
'iMUdeMjtsons/caiu. ft
! d '!!a!tio do ferro magnesia, vidro.
Idea de HoUoway. caisa. 7
tt^de taaril'>.cMofrarnmo.
Pomada mercurial, idtot
2th^ o *^d9 calcredea, idem.
Pos de Kflgg. vidro ~"
&1 W6. &'*
n l^.?8J a 8 ""8 de b*rr. duzia.
5??W rubM e*erur,,afiraina.
Proto odurelo de mercail>, fiem
Quaasia, kilogeaajmo.
(Juma em MseB.'idw.
idem eai u, .aramma
laizdaAIcasta.lKgnnmo.
dem de canica, idem
dem do alteia, idem.
dem de espargo, idem.
dem do genciana, Ide 11.
dem de Ratania, dem.
dem de turbito, idem.
Resina de angico, iain.
dem de btala, gramma.
Boinas de eortica portugueza, ceuto.
Ruibarbo em p, gramma.
Sabo branco amydalino, kilogrammo.
Idem de alcatro, dwaa.
Idem para opodeldock, kilogrammo.
Sal amargo, idem.
Salsa hortense, idem.
dem parrilba, ideai.
Sacurelo He oleo de becalhao, caixa.
Sassafrs, kilogrammo.
Scmne, idem. Arre
Serpentaria idem.
Salucio de permag!Miato de potassa, vidro.
Iden de proto lodureto de ferro, killogrammo.
Sub nitrato de htsmuUi, gramma.
Sueco do grosel as, garrafa.
Solalo de soda, kilogiainmo.
Idem de ituinino, gramiaa.
idem de inagnosia, kilogrammo.
dem de ferro puro, idem.
dem neutro de atropina, idem.
Suspensorios (serqtaaa, duzia.
T.uisag.n, kilogrammo.
T.ifet inglez, carteira.
Tamiz, um.
Tani 10, gramma.
Trtaro emtico, kilogrammo.
Tarlarato de potassa e soda, idem.
Terebentiua, de Veneza, kilogrammo.
Ungento de Ilolbvay, pote.
Vidros para opodeldoe, nm.
dem ordinario de 1/2 a 6 oncas, duzia.
I1I1111 idem com rclhas de 1/2 a 6 0/0 idtin.
Sarupe de Bourgos, vidro.
blern de codeina de Berth, idem.
dem h',dropho*phili) de soda, idem.
dem philaudrico, idem.
Idem aiv.i-coburlico pntal, idem.
Moni de puntas de espaigo, idem.
Id.-m de Quiz, dem.
dem de Lamoroux, ideas.*
dem de .N'af, idem.
dem peiloral inglez, idem.
Idom de quina franceza, dem.
Os concurrentes devera) aproentar suas pro-
postas em carias (senarias, a< quaes terio a ordem
estabeleeida necio annuncio, pelas 3 horas da
tarde do dia 28 do correle na sala das sessoes da
junta.
Secrelaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 12 de ibiil de 1870.
O escrivao,
Pedro flodriitues de Souza.
Santa Gasa do Recife.
S3a">eJ o vfsa.
A Bim* junta administrativa da santa casa de
nsericordi do Rezife na intorasse de alargar o
circulo das pessoas qne Bonewrem a arrematacao
du fornecimento d3 geueros i|ue tem de consumir
os estabelecimentos pius sen cargo, manda lazer
publico que o me-m 1 t'irne.'imeato da quantia
de 30:0003000 anniialmenle.e .jue pago mensal-
menle, com diaheiro .i vista.
Recebo, purtant", a mesma jttnta propGstas para
o fornecimeato indicado nos oezes de maio e ju-
nho, ni sal la suas Rssffes, petas 3 horas da tar-
de do dia 18 il 1 c irreate.
Assucnr retinado kilogramo
Ditj de 2' sorte ide >.
Dito ile lerrSe dem.
Aletria idem.
Arroz do Haranbio ilem.
Azeile doce litro.
Agurdente idem.
Azeile de carrapato idem.
Albo resteas.
Bacalho kilogrammo.
Batatas idem.
Cha verde dem.
Dito preto dem.
Dito hysson idem.
Ceblas cento.
Carne secca kil'grammj.
Farinha de mandioca litro.
Fumo do Rio kilogramme.
Fejao raulaliuho litro.
Farelo sacco.
Mantoiga franceza kilogrammo.
Milho sacco
Peixe fresco kil.
Potassa idem.
Sabao idem.
Sal litro.
Velas do carnauba kilogrammo.
Ditas stearinas idem.
Vinagre litro.
Vinho tinto idem.
Dito branco idem.
Toucinho kilogrammo.
' Os concurrentes apresentaro suas propostas em
cartas fechadas, as quaes devero ter a ordem es-
tabeleeida no presente annuncio.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
cife 23 de abril de 1870. O escrivao,
Ped/V Rodrigiiet i Sonta.
! uilsuiliioTlHa Ao Red/e, na sala daaou --
^ RJ?S
-Jn>lwra^TBPBaawlCTilo de carnelier-
laorewm de foneirmir os esiibelecl m-
sea cargo nos meses de naaio e *mhn
vindooro. "7
, Seeretafia de saaa casa de misericordia do lte.
ife J3 de abr de 1870.
,"0 escFivo,
Pedro Badrignes de Souza.
a 72l'tf*!i**iei.*,de ***** ** fregSn;
b. los de'Reerfe ne fas prnteo qoe seachaem1
deposito, um eavallo com cangalha, o qual foi en-
cotttado vagando ero dono pelas ras desta ln-
uezia ; aasim eonro nm oareeiro apprehendido
*orsuspeita de ser furtado, a um individuo qoe o
aumnX.nodia !8do crreme, e qnonioots-
meiureT esta subdelepela onnunciado, TJta-
gnem anda o Teclamou : qnem se Jolgar com d|-
relto, provandj Ibes seta entregue.
O subdelegado,
Antonio Moreira de Bfendonca.
C0MPAIBUn BIAWLEIRi
Paqfetos a Vapor.

Pela reeebedoria de rendas internas se faz
pamico qoe nesle crreme mez e no de abril
f"m3juturo,queos contribnintes do imposto
sobiMirla eprotlsses teem de paga-lo, II-
vre de muia, e que Ando o referido preso ser
cobrado com a multa de, 6 0|t).
187^****"* d" Pern,rob,MO mar? (e
O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Laeerda
AdmmislracSo do correio de Pernambuco'
a de abril de i70.
Mala pelo vapor inglez Kepler da Hnha de
Liverpool.
rA correspondencia qae tem de ser pedida
J vapor acuna meacionado, para Bahia e Rio
wnwo. sera reeeWda pea maoeir scgulnto
acorde Jornaes, Impressog de qualquer natu-
reza e carias a regirar, at as 2 Horas da tarde,
cartas ordinarias at as 3 horas. I Para
Dos. portos do norte espenda
ate o da S5 do correl a vaaor
..Crutfiro do Sul, wmaMmdaaleX
i1^ Guedi oT o qnat
^ epois 6mof Wtmhn* se-
guir para os portos do sol.
Desde reeebera-se" paasageiro e niapH ju a
wga oue o vj|Wr twdei> condotir, a mg5wMa
wr embarcada no ala de snaehegada. Enwiaav
MB^inlieiro a freie at as horas dddn^asBa
Hfceerecebemeprno encommendaa xmoo ob-
>***f'lJ"Wto valor eqnenoexcedaa a doa
arrobas de peso on 8 palmos rnbico de iidlH
Todo quepassar destes Innltes deven! sretW-
ado como carga.
passafeos s se receben, na agencia nTda5w
n 37, ^ andar, eserrptono do Anlomo Loia do
Oliveira Azevedo- A 67
COMPAWHA FERSAMBUCAIf*
DE
%avcg:i9i eMteir por fner.
Porto de Gllinhas, Rio Formo e
Tamsndar. .
0 vapor Proliyba, seguir para os portos'*
ma no da 30 do corrente meia noite. Receba
carga, encommendas, passageiros edinhe+m a a*e-
te no escriptorio do Forte do Matt S B. It.
COMPANH1A PERNAMBUCANA
D/avegagdo costeira por vapor,
Fernando
01 vapor ManiUi, commanlente Silva, seguir
O administrador,
. Affimso do Reg Barros,
itoiacao das cartas registradas procedentes do so.
e norte do imperio existentes na repartirao dj
correio em 22 de abril de 1870.
Ana Oir leaqnina Rarreto^ Adriao Luii Pe-
reira da Silva (2), Amonie Borges da Fonseca, An-
tonio Joaaoim de Moraos e Silva, Antonio Pedro
ferreira Lima, AITonso Octaviano Pinto Gnimaraos,
Adolphn Luno, Halbina Rufina da a Pinheiro
Beaijaraio Ferreira Bandeira, Cesar Quirioo da
u !*"min8oa Amonio Villaca, Emiliano E. de
Mello Tamboritn, Francisco Carneiro Machado
ios, trancwco dos Reis Aunes Vianna, Ferreira
biuimaraes: C, Francisco Ignacio B.Lima, F
ilTo^ ** A,ndra'1'5- Francisco Ignacio Pinto
(2), Omilherme Lorie, Gabriel Soares Raposo dr.
Cmara, Henrique Jos do Salles, Hometerio Jou,
v. aa hilveira. Joao Francisco de Barro*. Joanna
KdeGusmaoL.Vit.il, Jos Joaquim Pereira do
liveira, Jos Ribeiro Brito. los Flix da Silva
Fragoso, Josepha Maris da ConceicSo, Lniz Augu'-
lo (,. Cintra, Leurenno Freir de M. Dantas, Lui
Ferreira Maciel Pinheiro (2), Manoel Gomes de
Mello, Manoel Francisco de Mallos, Manuella Ma-
noel Duarte Ferreira Ferro, Manoel Quintiliano
da Silva, Manoel Ferreira da Sriva, Maria da Con-
ceicao Fil^neiras. Marianna Rineiro da Lapa, Nar-
ciso Francisco Vidal, Prente Vianna & C, Pedro
Aturan da M. Albuquer/jne, Vicente F. Barros
Wanderley, Luiz e Araujo.
O encarregado do regiuro,
________ Manoel dos Passo< Miranda.
o porto cima no da i As maio ao meia di*
- i-----------.~. .*v > ua iwoiu .lo iu
Uecebe casca at o dia 3, encommendas, naesa-
geiros e ffffiheiro a frete at as 10 horas Ibdiai
da sabida, no escriptorio da companhia no Forte
00 Manos n. 12.
PftRTO POR LISBOA
Sguir em poucos dias a barca portogu-n
Nora Sympathin de l' classe e marcha por a ter
prompto qnasi toda sna carga : para a poaeaqne
ine ralla, assim como para passageiros aos onaes
offerece ricos e excellentes commodos, traia-se
com Bailar, Oliveira & C, rna do Vilano o 1
primeiro andar.
COMPANHIA PEHNA.Y1BUCANA
DE
.\;ivcgac5o eosteira por raa>or.
Goianna.
O vap< r Paiahyba, seguir para
2C do c '
^
corfouto.
THEATRO
GYMMSIO DRAMTICO
(No Monteiro)
SOB A milECfjAO DO ARTISTA
porto cima no dia
_ as 9 horas da nuite.
B -cebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete no escriptorio do Forte do Mallos
n. 12. ________
COMPANHIA PEUNAMHJCaNA.
DE
Javegarao osteira por vapor
Mamnunuape.
O vapor Cmuripe, commandante
Silva, seguir para o porto ae ma uo
_ dia 28 do o urente as 3 horas da
larde. Recebe carga, encommendas, passasei-
r se dinheiro a frete at .3 2 hnras di tarde
do da da saluda : escriptorio ro Forte do Matos
0. 12.
QUINTA FKIRA I DO CORRENTR
Espeetncnlo em grande galla, para solamnisar '
) Gustoso anniversario .natalicio de
H. 0 % (M \m !
eom a valiosa ooadjuvacao do Ilustrado
Governo da provincia
A' chopa la do Erm. Sr. presdete, a Sra. 1) Je
suma c indos is artistas cantarao
O hymno nacional
anto a augusta effige do
. SEREXBSIMO MIMIP
Segumdo-se a 2 repre-erlacao do magnifico dra-!
maem o actjs, intitulado :
0fiS00G0RC0NDA
Tomara parteas Sra. D. Mara de Laeerda Ba-
ha, D. Olympia, D. Joaquina e os Srs Xislo Bahia,
Peregrino, Braga, Eduardo, Freirs Lyra c De-
Giovanm.
Terminarn espectculocom a representado
de unta interessante
COIflLEDIA
O divertimento principiar chegada do Exm.
Sr. presidente da provincia.
A direccao deaejando aposentar este espectcu-
lo com todo o brilhantismo possivel, viu-se na
conligencia de fazer urna pequea alieracjio nos'
precos dos bilhetes, par.- dest'arte conirabalanijar
as grandes despejas que sobre si tem de pezar.
PRECOS.
Camarote, com 6 ingresaos, racimudo passagem
em wagn, antes e depois do espectculo, 20J.
Cadetra, com passagem antes e depuis do
espectculo, 4J000.
Camarote, nao indurado passagem, lo.
Cadeira, sem passagem, 3A.
Platea, sem passagem, 2.
Em todas as nacoes cultas, as festividades que
Ihes dizera respeito, sao realisadas em theatros,
por consequencia, tendo nos o gymnasio dram-
tico, nao coherente, deixar njssa dosapercebi-
do o aniversario natalicio do principe, a quem o
Brasil tanto deve.
Os bilhetes achara-se na estaco do Recife e
ne theatro.
Rio lie Janeiro
Pretende sahir em poneos das para o referido
porto o veleiro'patacho brasileiro Protector, por
i ter a mainr parte de sru rarirgament engajadn; o
, para o pouco que llie falta e cscravos freta
1 trala-se com o consignatario JoanQim Jr,*^ Gon-
! calves Deltro ra do Commercia n. 17.
COMPANHIA PEHNjV.ML"CANA
M
.Vavesaco costeira por vnpor..
Paraltyba, Natal, .Mao'10, Mossor, Ara-
C3ty, Gear, Mnndah, Acarac e
Granja.
JV O vapor Ipojura, commanujau
Miiura, seguir para os porta*
cima ne dia 3d do corrente asThuta>
Recebe carga at o dia i% civ
mer.aas, e passa?eiro= e diubdro a tfttt a*1 *>
2 horas da larde do da da 3ahiia no esaripla-
rio do Forte do Maits n. 13.
Santa casa da misericordia do
Recife.
A Ulm* junta adminL-traeao da santa casa de
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK .
Navegacdo costeira por vopor
Macei, escalas, e Penedo.
O vapor Giquii, commandante Costa, segui-
r para os portos cima no dia 30 do correte,
e Shorts da tarde. Recebe carga at o dia 29;
eaceramendas, Bassageigeiros o dieheiro a frete
at s S hars La tarde do dia da shida, u o es-
criptorio do Forte do Mattos n. 12.
de movis e lvros.
Urna mohilia de Jacaranda com 16 cadeiras de
gnarnicao, 2 de bracos, 2 de balance, 2 canslos
com pedra, mesa de meio de sala e'sela, ninex-
eellenle piano forte, um guarda ronpa com poru
de ospelho, nndito de mogno, um rico guarda
vestaos de raiz de amarello, 2 espelhos grandes
para cima de eonsolos, um guarda lou{ade ama-
relio, urna mesa elstica. 1 grande apparador
com lampo de pedra marmore, 18 cadeiras de
Jacaranda, 1 importante relogio para cin de me-
sa, 2 itiarquezas, bauqoinhas, ura berco do anw-
rello, candelabro, serpentinas, figuras, enfeites
para consolos, jarros de crvslal e porcelana, qua
dros avulses, 1 machina de costura, urna banca
para advogado e diversas obras de direito o li;e-
ratura.
HOJE.
O agente Martins auiorisado por um sen ami-
go que se retira para o norte far leilao de todos
os movis cima no segnndo andar do sobrado n.
2- da ra da Imperatru que faz esquina para a
ra da Aurora, as II horas do dia cima.
DE
207 barricas cora farinha de trigo, com
a varia
HOJE.
Terca-feira 26 de abril as II horas.
O agente Pinto far leilao por cont e risco da
; quem pertecer, de 207 borrica* cora farinha de
i trigo, cora avaria bordo da barca ingleza Olinda,
u sua ultima viagem de New-York este porto,
s 11 horas do-dia cima dito em o arraazem dos
Srs. J. QuarinO- de Agtilar A C. ; caes do Apollo,
in. 67.
P* intervencio do ageote Pinto, no brgo da
J Corpo Santo-lado da sombra.
rti
tsquBia ) Me importante estabetomento no sen genero, tm sempre nm sortimeiito
lda.imterwd)e *** *? ^^ S^eJ*^ pde^i
W*^ ^L ***+HW *k pre^o da jma. oaft nm }.
rwmub. mmmmtmo d le. ,ltaLpH|i'o^^t|^.^
A leja est afeerta ate ^lwt

'
~X.
r
coa
me >,



* _?-
14T*


Diaria de Peraamfcuc fer i-\
Movis, ionCa,
a.sjariafelr
Idro e prata.
99 de abril.
A saber:
liwamobla dejacanrad, 1 espelno grande, I
retoSi i wrpeDtinas, 1 candelabro, S castres s
22S, 1 eaodieiros, 4 jarros i Uvalono i co-
Srl wbide, 1 appartdor, 1 guarda-louca, 12
leiras 1 apparelho de porcolana para Jantar, i
Toara almoco, I*. Barrafas-,1uarWhe.ra,
diversos livros comeres de prata, i cama francesa
< nitros objectos de casa de familia, existentes m
casa do pateo do Terco, n. 7.
O agente Pinto (ara leilao por conta do Sr. Ma-
noel Pedro de Noronha, o-qual fui para Europa
am sua familia, dos movis e mais objectos aci-
im m-ionaos, oxisttntes na casa do pateo do
Terco, n. 78.
Principiar as 10 horas.__________________
---------afttlMMl
ti DR. SANTOS MELLO
^ Med'.'co homtopatna, recem ehegado da
corte, flxou a sua residencia nesta
W* eapiml, ra eslrela do
Rosario n. 3*> 9*
andar.
D consullas todos os dfas das 9 as 10
horas da ma&ba, e recebe recados por
escripto qualquer hora do da
noute.
Aos pobres d eonsulus as mea
horas o medicamentos gratis.
'TUL
de mariuore, roa das C'riaiea
. 11.
O artista Gamiltoacha-se estabelecido na casa
cima, onde pode ser procurado para todos os
raisteres de su* tarocissao.
MWM WM WW WHI
De ama importante victoria com artei )S
paralen B dous cavallos
O agente Marns far leilao de urna importan-
te victoria coa muito pouco uso e trreos para
um dous cavallos.
Qainta-feira 8 do corrente.
Se arnufzein da ra do Imperador n. 16> ao
rdia.
toe iTeis,
LEILAO
de owk e
objectos
prato.
De urna mobilia de aman o a Luii XV, 1 dita
yje Jacaranda gosto antigo, 1 guarda looca de ama-
, I cama franceza de Jacaranda, I appara-
dor de amarcllo obra de moito go*ts i mesa
elstica com 6 taboas era perfeito estado, 1 toa-
lhete de Jacaranda com pedra mannore, i ricos
cuadros com finas gra-viiras e molduras dorates,
3 espelhos ovaes com molduras doradas, i san-
tuario, 1 mek) apparelho de lou iantar, diversos opos-e clices derorystal, 2 pares
de eanafas de rvstU diveros pares de unter-
nas, 4 jarros grandes 1 par de campotcffas, 1
noria queijos, diversas cadeiras*vulsas, l cama
franceza de amarelle, 1 mesa grande para o ser-
vico de cosioha,! cadeiras era bom estado para
la de ianwr, 3 marquezoes,-! sof de amarello
1 cofre fmcez,Sanis com'brilhantes, 1 adereco
de ouro em brtlhantes, 1 Vva do prata, 1 pa-
lileiro, as-ucareiro e poreo de comeres para cna,
sopa, arroz !tude de prata te lei e otftros mul-
los objectos.
Quirita-feira 28nlo corrale.
O agente Martins far leilao por despacho do
lllm Sr. 'Dr. juiz de orpfcaos, dos movis e*-
iectosde euro e prata cima no armazem da raa
do imperador n. 16, as H horas do da acii
JI-lllHHIMi
Na praca da Independencia n. 33 se da di
heiro sobre penhores de ouro, prata e pedra
jreciosas, seja qaal for a quantia; e na mesma
usa se compra e venda objectos de ouro e prata.
i igualmente se faz tote e qualquer obra de en
:ommenda, e todo e qualquer concert tendeatt
i mesma alte.
***$$ i $ mwsm
* ADMACIA *
0 bacharel Augusto Canos Vaz de OHveira
tem o seu escruterio ra do Imperador
n. 67, urimeiro ndar.
U TUBULARES
INSTANTNEOS
IravessadoCorj Santo n.2
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
CASA ftA TE.
Aos 80:0004000.
Bilhetes do Rio i yenda : ra do Cabugi n. i,
vende Vleira & Rodrigues.______ ______
PEDIDO
Pede-se encarecidamente aos Srs. Domingos
Theodoro Rigueira e Aristdes Florentino Caval-
canti de Albuquerque (de Sennhiem), que venham
roa do Vigario n. 14, a negocio que se precisa
ultimar_________________
Bandea, Machado 4 C avisam ae wspeltave
publico-que nos lugares cima encoMrar no mes-
mo sempre grande quaotidade de tes pocos, e
que se acham habitados para veier por menos
que entro qualnoer, por isso que os *ecebem di-
rectamente do fabricante Nerton, de ILondres.
As vantageos qoe offerecem os pocos instant-
neos sao : primeire, poderem ser collocados den-
tro de casa afora, com o trabalhode uma duas
horas; segundo, fornecerem os mesmos agua pu-
ra e abur.daBte.'podendo seren -movidos de uro
psra oatro lagar, quando assn oonvier.
Os annimciaiiaes s reeeberio a importancia dos
Teferidos pocos depois de oollooados, atisUzendo
4 espectattva' lo comprador._____________.
urgiao wtm
Frederico Haya
De umcoup elegante, com ricas ianter-
nase arreios m cbriolet americano de 4 rodos, co-
berto, com lanca para um e doos caval-
los e arreios,
ta-folra 99 de abril asll
horas em ponto.
AVISAS DIVERSOS.
ISSTITUTOMEOLOGICO E 6HfilAPBM
Haver seeso ordinaria quinta-feira, 26
-to correntecbril, petes 11 horas da ma-
nbaa.
obtikm no da
DiscussSo do orcaraento que tem de vi-
-gorar de l7071;
Pareceres e niais trabalbcs de oom-
misses.
Secretaria do InAituto, 25 de abrfi de
>870.
Jos Soares d'Azecedo.
Secret-rio perpetuo.
Tem a bonra de sciealificar ao respeita-
vei publico em geral, e aos seus clientes
em particular que eite mudou o seu gab',
rete de consultas da rua'Direita n. 12 para
a dto Ooeimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de-ser procurado para os misteres de sua
profisso, lodosos Mas uteis das 9 boras
da taanha s 3 da tarde.
Kambem previne, que contina a prestar-
se-a vontade dos clientes nao s na cidade
corao nos seus suburbios, para onde as
idas serlo precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeiclo de
*eus trabalbos, o que j bem conhecido:
assim como as commodidades dos precos.
Rap Palo Cordeiro.
Constando ao proprietario desta fabrica que se
tem vendido rap falsificado com a denominacao
do de sua fabrica, e imitacao dos rtulos, sellos,
medalhas das exposieoes de 1861 e 1866, emencao
honrosa da exposigao de Paris em 1867 ; previne
por isso ao respeitavel publico haj*de o examinar
com toda a aWencao afim de nao ser Iludido, e
por esta ^rm fcilmente poder distinguir o va-
lor do verdadeiro rap Paulo Cordeiro, que taota
aceitaco tem merecida nico deposito, ra do
Vigario n. 11, sobrado.
Da iravessa da roa|
Croies n, i, pri-
meiro andar, da-se di-
phclro sobre penhores
de onn, prata e brilhan-
t<% seja qiial for a quan-
tia, Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
laes epedras.
Cabelleireiro
iRua daGruz n. 2i, Io andar, por cima da
botica.
Antonio Rodriguas Ramalho acaba de abrii
concorrencia publica um espasosoe asseiad) satao
para barbear e corur cabellos, afianca que aelle
encontraro seus amigos, amigos ieguezes, e em
geral todos os que quizerem frequenta-lo, agrado,
actividade e bom desempenho do trabalho.
ITlffiiS DO,
Imperio do Brasil.
Grande expositjo na cidade de
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outobro de 1870 ter lu-
gar a abertura da exposic5o nacional em
Cordova.
Previne-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos aquellesque exercam qualquer indos
tria, que na ditaxposic3o se recebem todos
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem remelter.
Estes productos est5o isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
derSo ser dirigidos cidade do Rosario, de
onde serao tranportados pelo caminbo de
ferro central.
Para mais explicaces dirijam-se em Per-
nambuco, raa da Cruz n. 3, ao consulado
argentino. _______________^
1 GUSTAYE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife51
Chama a attencSo dos' seus innmeros regoezes, e do respeitavel publico e
geral, para a seguinte tabella dos precos de sua eai oa nnn mais barato do que em outra qualquer parte:
casa, os quaes s3o vinte por" cenia
Cadeias para relogio a
70, 80, 90, 120 e.
Mudanza.
O Dr. Carulino Francisco de Lima Sanios mu-
dou sua residencian comultono para ra do
imperador n. 57, 2o andar do sobrado oujo arma
ten conserva ainda hnje o nome de Alianza,
eado a entrada, que pelo lado da ponte Sste de
Setembro, o mesmo numero 37, da frente. Ahi,
continuando o dito Dr. no exer^icio de sua pro-
fisso de medico e do operador, pie ser procu-
rado a qualquer hora do dia e da noute._______
0 H. CASANOVA
Medico Iwnieopatha, p onsultorio especial honieopalhico no largo da ma-
triz de Sanio Antonio a. i, 2 andar. ,
So mesmo consultorio tem sempre grande sor-
timento de medicamentos de hom^patbia, tacto em
globos como :',m tintura.
*fl noui: de. satibaih par o do-
mingo de meta uout'', ot 1 hora
da madrugada, des ie a entapa'n
dos tnlhos; urbanos no Monterro
pelo beceo los Quiabos, atosi-
tio no lugar dos coquetros no
becco do Acude; um relogio de
ouro h-irisontal, de repitiqdo,
destdberto, com mostrador de
prta cuelad*, tendo as costas
do eaixo etUrtlacadas as t'ni-
ciaes dj proprietario L. H,
juntamente cem urna corrente
comprtda de ouro qu&radaem
urna das argollas.
Quem o twer achado queren-
do restitu lo ao dono divya se a
ra da Cruz n. 42. Io. andar das
9 horas da manha at ai 4 da
tarde ouno sitio que faz esgun*
do caminho para o Brejoepara
9 Aeuie.
Gratificase gtnerosamente dio
portador porque tsse relogio
de muito valor para o proprieta-1
rio s como lembranca de familia
apezar deserj bastante velho,
(M do lonleiro
Sabbado 30 do correle ter lugar a par-
tida do eaeerraamento do mesmo club.
Terfo ingresso os Srs. socios da 1* as-
faltara.
0 emprezano,
P. J. Layme.
a 300 rs..
sivel.para planta
Vi's de coqueiros
e o cento a 23, o o melhor lempo nos-
itar :
na ra Direita n. 45-
ATTENCAO
o
Pontes & C, establecidos com loja do alfaiate
na travessa do Ouvidor n. 1, avisam ao respeita-
vel publico desta cidade, que se acham promptos
a receber cncomendas de obras de todas s qua-
lidades, para o que se acham prevenidos de boas
fazendas, corao sejam cazemiras preta e de cores,
alpacas finas, brins etc. Assim como tambera ae*
ceitam fazendas garant/ido presteza e bemfeitoria.
ATTENCAO
Pede-se ao Sr. Joaquira Salvador Pessoa de Ci-
queira Cavalcante o favor de declarar a quem
se refere em seu annuneio, publicado no Diario
de 22 do orrente em resposta ao que fez constar
que nioguem comprasse o engenho Massayba por
existirem contra aquello -fenhor diversas execu-
coes. K preciso que nao fuja a responsabilidade
das suas iiiputacoes aleivosas e atrabiliarias : ex-
plique-se : diga precisamente com quem ellas se
devem entender, para se Ihe dar a merecida res-
posta
Cozinheira
Para urna pequea familia precisa-se alugar
urna escrava que seja perfeita cozinheira, pela
qual se garante 354 mensaes: a quem interessar
pode annunciar.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro : -na ra do Brum
n. 6o, taberna.
Fredericc Chaves precisa saber quem -o
correspondente do Sr. Jos Soares, senbor do en-
genho Camaleao do Sul, freguezia de A ua-Preta,
para se Ihe entregar ma carta de importancia.
ATTENCAO
VIDA DE SANTA VERNICA JULIAXI.
Acha-se venda olivaobo da vida desta santa
serva de Dos, traduzido do italiano em portuguez
a 1*600, o resto d s exemplares que -existem na
liviana universal, ra do imparador n. 54.
AO ARMAZEM
DO
Ra Nova n. 9,
acaba de chegar pelos ltimos vapores novas re-
messas dos segnintes:
Calcado francez
Pata senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou-
tras muitas differentes cores i ultima
moda.
Para meninas.Botinas das mesmas cores e qua-
lidads cima.
Para homens.Botinas de cordavao, bezerro, ver-
niz, peluca, o melhor sortimento que se
pode desejar.
Para memnos.Botinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para homens.flotas rucianas, meias-botas e per-
neww.
Para homens, senhoras e meninos.Sapatos de
taere, avelndados, charlte, casemira
preta, tranca de Lisboa etc. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
muitas qualidades.
QuinquiHiarias e Brinquedos
para enancas.
(LOBOS
LOBOS
GLOBOS
De papel de cor para as grandes illuminacdes
geraes que devem ter lugar nos tres dias dos
festejos; vendem-se baratos no armazem do
Vapor Franoez rea nova n. 7.
i.uvas de Pellica
Larvas de Pellica
Lnva de Pellica
Do vordadeiro fabricante Jouvin, brancas, pretas
e de outras muitas cores, bonitas ao ultimo gosto
e chegadas de novo ao armazem do Vapor Fran-
cez ra Nova n. 7.
Cabelle-iras para senboras a 250,
300, 350 e...... 400000
Ditas para homem a 350, 400 e 500000
Coques a 120, 150, 180, 200, Corte de cabello,
250, 300 e ... BOflM'rorte de cabello comri ccao. .
Crescentes a 120,150,180,200, \, ... ,
250, 300 e I 32,5000 Core de cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 30, 40, 50, a l?i ,' l a' *^
60, 70, 80, 90 e ^ooo'crtedecabellocomhmpezada
150004
501
504
Tranca de 'cabello para annel a
500 e.......
10000
Tranca para braceletes
150, 200, 25 e
a 100,
10004
504
261
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado iogleza ou franceza.
3O0OOOBarba. .......
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solres
0 dono do estabelecimento previne s i Recommenda-se a soperior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que haum.PONEZA para eDegrecer os cabellos e bar
sallo para tintara dos cabellos e barba, as- *>a, ica adinittida na Exposicao Umver)
v como nao prejudicial saude, por ser voi
sim como um empregado rnente occupa-jiat|f analysada e approvada pelas acadtf
do nesse servico. I mias de sciencias de PARS E LONDRES
BAZAREIDEMO
13 Ra da Imperatriz 13
Ulysses & Irm5os proprietarios deste bem conbecirlo e acreditado estabelecimente
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
guezes, tanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente reformado dito
estabelecimento acha-se completamente sortido e em condices de bem servi-los dos
seguintes arligos:
l'rgcncia.
CHARUTOS
superiores de Habana, Hamburgo, Bahia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 30500 a 70500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurity.
Imperiaes, Tenentes do Diabo, Duque de
Casias, Gandou etc.; de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Pede-se ao Sr. Francisco de Salles e Silva quei-
ra apparecei a negocio que Ihe diz respeito, no
Bazar da Moda, ra Nova b. 50.
AVISO
DA
Tinturara Franceza
j. Una da Iniperatrl*
8 0 proprietario deste estabelecimente
_ previne as pessoas que depositaram
I n'ello alguus objectos antes do primeirro
8 de Janeiro do anno corrente, que os vao
- boscar impreterivelmente no praso de 9
I um mez da dala da presente publica- g
| ao, do contrario serao os ditos objectos B|
5 considerados como abandonados para pa- g
I gamento do trabalho, e seus donos nao g
i terd direito nenhutu em recianu-los em gj
tempo algum. H
Recife, 29 de marco de 1870. lii
"."I118B
A imperatriz regente.
Com esta denommacao chegaram a loja do Pas-
so pelo ultimo paquete os mais ricos chapeos de
palhinha pretos com enfeites de cures, objecto es-
te o mais moderno de Paris, cheguera antes que
se acabem : a ra do Crespo h. 7 A.
V. PALHARES
Centelhas
Colleccao de versos sobro a guerra do Paraguay
venda na livraria Franceza, na livrana Pari
siense e na loja de madama Falque.
CHT051 PURGATIVO E DEPLRAtIVO
DE
CHAMBARIL
Composto das plantas as mais odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais elevados, o eh
toni-purfativo de Chambard, possue nm gosto sa-
boroso e um aroma suavissimo, e as propriedades
as mais notaveis sobre os embaraco do estomago,
dos intestinos e do figado o desobstruente por
excellencia na constipacao do ventre e nao tem
resguardo nenhum.
Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, lefresca o sangue depurandoo.
O uso do ck-Chzmbard pode ser continuado
por muito tempo sem o menor receio e sem in-
commodo netn mudanza no modo de viver.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
^PHABMACIA E DROGARA
DE
Bartholouieu A c .
34RA LARGA CO ROSARIO34.
Variedades
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raizj de 3$ at 0-5, a duzia e de ou
tras qualidades a retalbo.
DITOS p de galnhados melhores que
de Dame, General Osor.o, Conde dfcu, ha negte mercado a3 Rocambole.Radicaes, Acadmicos, Machara- ahamntn p.m maior nnrrr,.
bomba, Montevideo, Orientaes, Baependy
muitas outras qualidades.
Fumos
Afamados de BAEPENDY em caixes de
20 libras 1-3400 rs. a libra, em pacotes
a 2(5, de 20 para cima a I 1800 e em maior
porco 10500 o pacote de I libra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
muitas qualidades como sejam : Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
com grande abalimento em maior porco,
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e couro de diversos
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de tedos os
systemas.
PH0SPH0R0S de cera, em caisas de to-
dos os tamanhos, de seguranca a balo etc.
PAPEL de milho, de arroz, san-uom, Per-
san, pintado, e linbo etc. palha de milho de
Fernando a melhor possivel.
Um escravo.
Vende -se um escravo pardo de idade de 36 a
30 annos, boa figura, bstanla inteligente, pela
quantia de 1-:000OO ; a razao de se vender por
esta quantia o escravo ser intelligenie de mais
para sua condiccao e nao servir para todo* o?
Srs.. e tambem por ter de remetler-se a conta da
venda para o eu senlior uo Cear : tratar na
ra do Crespo n. 17, loja, ou ra da Penha n. 1,
3 andar.
i>iV&
MU e quinhentas duzias do fogos do ar de urna
e tres bombas : na ra Direita n. 53, loja de ler-
ragens.
Precisa-e de um rapaz de 16 a 18 anuos de
idade, que tenha praiea de taberna para caixeiro:
ao pateo do Garmo n. 13.
Antonio Eernaudea de Figueiredo Paiva re -
tira-se para Europa, e deixa por procuradores de
suas casas commerciaes os Srs. Luiz Fouseca de
Macedo, Antonio Ignacio Pereira Coelho e Justi-
niano Antonio Arves Soare?.
AVISO
Precisa-se alagar ou comprar urna scrava de
aaeia idade, que eoziabe e lave bem, faz-so toda e
rlquer negocio: na ra de Aortas n. 30, cobra-
das 5 horas da urde em diaote.
Ama.
Precisa-se de urna ama para -* servico externo,
de urna casa de pequea familia : a tratar ea raa
do Imperador n. 79. loja. ____________
M
teaa por traa anaof, oa **t: i irn*r cb o
yroprbuno no ammo
Precia-se 4e tuna ama para comprar e cozinhar
para casa de rapaz solteiro : oa raa do Queiraa-
do toja. __________
- ,i jr i i
Precisa-se na raa do 'mgerador n. 18 de
apmndizas wra o officio de ma
.n II i .'--------------------------------' '
Na estrada de Santo Amaro para Belem, si-
tio n. 8, ha para alagar um sitio com urna boa
eaea de vivena : traia-se com Antonio Alves
Barbosa, ma dos Guara rapes n. 5t__________
Na ra de S. Gonealu n. 29 precisa-se alu-
gar urna canoa de carreira.
Perda-e no dia 21 do eorrene pelas 11 horas
da manilla, uso* commenda da ordem da rosa: a
4>essoa que a tiver acbade, quereodo entrega-la
roa da Matriz da Boa-vista n. 10, ser bem re-
compensado. a '
Precisa-se de urna ama para casa de ponca
familia : na ra estreiu do Rosario n. 3i, prime!-
ro.aadar. .
AMA
O fogo do
horas.
AVISO
Feitor.
Precisa-se de um trabalhador para tratar de um
sitio pequeo ; d-se casa propria para morar, e
pagase a secco, preferindo homem casado : a tra
tar na ra Nova n. 19, 1 andar._____________
Panno de algodo da fabrica Todos os
Santos do lllm. Sr. commendador Pedroso, j
chegou ao escriptorio de Joaquim Jos Goncalves
BeItrao : ra do Commercio n. 17.__________
Lisboa e Porto
Carvalho & N'ogueira na ra do Apollo n. 20,
accam sobre as pracas cima vista e a praso
Pre;i^a-.se de urna criada qne seja perfeita
engomraadeira, para casa de pouca familia : na
ra do imperador n. 51, 2o andar, ou do Crespe
n. 8, loja de i portas.________________-
AMA
Precisa-se para comprar e cozinhar para tres
pessoas : na ra da Cadeia n. 45, loja.
Papagayo fgido.
Vf ou da photographia allemaa, tomando a di-
receao da ra das Cruzes, levando um pedaco de
corrente de lato de 8 polegadas : quem o resti-
tuir ser recompensado.
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, praca
do Corpo Santo n. 17.1 andar, tem para vender
cal de Lisboa, potasa da Hussia da mais nova,
vinho Bordeaux superior qualidade, e farinha de
mandioca.
45
4 5
apatos de borracha
A UOOO.
Para senboras e rapazes qne calcem at 37 : a
ra Direita n. 45._______________________
Vendo um annuneio do Sr. Jos Candido de
Barros inserido oeste Diario desojando saber qual
era o negocio que a ra das Cruzes n. 9, se cba-
mava o Sr. seu filho Themaz, e como no s consta
ue o Sr. Jos Candido reside na cidade de 01 in-
a e sendo peos l irmos, pedimos a S. S. man-
car alguem entender-se a respeito.
Alm dos artigos mencionados encontrarlo nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presencas
serao satisfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer en-
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Ra da Imperatriz13
BAZABBA MQBA i
JO-MU MA-53
Os abano assign.idos proprietarins deste estabelecimento, partioBaal
que, continuam a vender muito barato e em vista ao grande sortimento de
miudezas da melhur qualidade chamam a attenco dos Srs- commerciai I a
de retalho afim de comprarem o que !he for conveniente ; com descon:*: ft
10 0o, pagamento realisado no mez da compra.
Jos'de Souza Snnres & C.
BALDA
i
i
*
largo do Gorpo Saato hoje as 9
i
Publicado na corte pelos Srs. Angelo Tnomaz do
Amoral e Eduardo Augusto de Oliveira.
Esta folba em cada numero contm artigos do
fundo sobre a polticaGazetilbaEcho da cida-
deFolhemVariedadesRevista commercial
annuncios, ele.
Assignase por anno14*000
Seis mexes 7*000
Tres meses- 4*000
Nao se aceitan asignaturas sem previo paga-
ente.
LIVRARIA FRANCEZA.__________
Fugio do eagenho Dromedario, termo da
Escada, no dia Kido corrente, o escravo por no-
me Antonio, com os eignaes seguintes : cor taioca,
alto, as nemas um pouco arqueadas, taita de um
dente na frente do lado de cima, e tem urna das
p nm poseo mais grossa do que ou-
" gosta de an-
._., ainda nao
dTvuigaalguns cabellos pen-
la do qneixo: pede-se as autoridades polieiaeee
capities de ampo a captura do mesmo, e leva-lo
ao me*mo enganho on no Raeife na ra da Moeda
n. 5, 2 andar, criptorio da Hanoel Alves Fer-
reir A C, que serio bem recompensados.
laatas dos ps um pooeo mais grossa
tra, repraaenu ter 20 e tantos annos, t
dar liapo, um pouco conversador,
tem barba, mal se divulga alguns cabel
D-m Mgtan dinhairo a premio- sobre bypa-
tbeca em pedrio* n'esta cidafle "
n. 12, loja, se dir quem d.
i : ra do Crespo
Precisa-as de urna ama jara servico de eaea de
Precisa-se de urna ama que compre e cosi-
is: na roa Angnsu-a. 74.
IKi-
sa-se
alugar onft esvava e saja' pariu Mdaaaira,
taraate-aa Unt itea latvia Um
Prcs-#e de ama m*: na raa do Pires n. J tar no larfo da aatnr e Saato Aatamo n. 2.
Veneravel confraria
DI
LOJA DE JOIAS
DB
Santa RiU de Cassia.
Por sbvaeao da asesa regadora convido a to-
dos s irmlos a comparecerem hoja as 6 nona da
urde ao ocnsissorio da igroja. Dar reunidos em
mera garal, tratar te de nefo arteato.
Canaalortt da daafraria de SaaU Ru de Cassia
M da abril i^M
1 Cot Laa,
=*
rer mu & c.
Este antigo estabelecimento, completa-
nente reformado ie novo, est as comfi-
f5es de servir vantajosaraente os seos fir-
jraezes, visto que acha-se prvido oom m
ixplendido sortimento de obras de ove
>rftta de lei, assim como brilhantei
aras podras preciosas, cujos presos
nais mdicos que se pode encontrai
As jmm compradas nesto casa
ie em troca on eompram-se com
ibate.
MI) A
ir.
4 .
J
aaasj
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Diario de Pemambuco Tercia felfa'6 d Abril de l70.
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^li^aan 3>4V?aiQ?)$&
T^TaTiirkrrv^^i'^A
12 DE SETEMBRO
A commisso central desta sociedade convida ;i todos os associados" para
reunirem-se no sali do -Club Pernambucano no da 27 do corrente as 0 horas
da larde para tratarse da negocio importaotissimo.
A coramissao considera como associados da Sociedade Patritica Dose de
Setembro a todos aquelles que tomaram parte nos festejos que promoveu e rea-
lisou.
A uniSo publica e roga-se a todos aquelles que quiserem concorrer para
realisacao do mais nob*e ejmportante flm desta associacao o obsequio de compa-
recer a esta reuniilo.
Secretaria da Sociedade Patritica Dose de Setembro 2 de abril de V .
A. Lamento,
i? secretario.
No armarem da trvessa do Corpo Santo' n. 25, ba sempre um completo
sortimento de objectos para carros, e que se vendem por precos muito rasoaveis, orno
sejam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
Solas idem dito.
Oleado preto e de cores.
Colleiras de lustro o que ba de melbor.
Guarnieres de fino latao para arreios, completos.
Lanternas e vellas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaquim Lopes Machado A C.
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le '.lulo acba-se aberto e iateiremente transfermado este antigo
estah. :i engo de loias, onde os freguezes e amigos encontrado tudo quanto
a moda e o b-etn gesto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato-* senciridade e modecidade nos precos.
:r.i que o respeilavel publico venba ver o que existe de melhor em
ader?<-os de brabantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, ailinetes e amis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, palileires salvas o outros rauitos objectos qua seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qu em outra qmlqaer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencaote a esta arte.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000*
Billetes garantidos.
.i roa flo Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vdido alm *0*
iras sOTles, dous quiutos o. 660 eom y0OW
lotera que se acaboa de extreeir a beme
igreja de S. Amiro de Serinhem (1431), convida
aof possuidores i virem receber n oonfcrmi-
dade do costme sem deteonto algum
Achaffl-se a venda os feliz* bhetes paran-
tidoi da i' parte da lotera i beneficio da igrftji
da Casa-Forte (!), que se eitrahir na leroa,-
feira O corrente mez.
Procos.
Bilhete 6*000
Meio 3|000
Quinto 1*500
Em porco de 100J para cima.
Bilhete 3*300
Meio J }!. W780
- Em casa de THBODORO CHPJSTI-
MSEN, roa i**z i. 18, encontram-i
flectivamoite todas as qnalidades de vinhc
Bordeara, Boorgogne e do Rheno.
ADVOGADO
O advogide Antonio Pedro Ferreira Li-
ma, de volta de sut,%Ugem ao Rio de
Janeiro, contina em tea escriptorio de
advocaci a roa do Impe -ador n. 32, l'
Mtdar, onde pode ser procurado para o
xercicio de ana profisso, das 10 horas
da manhaa s 3 da tarde.
Quinto
11100
Manoel Martins Fiuza.
ATTENCAO
Precisa se alugar um moleque de 12 a 14 anno,
pouco mais ou menos, de Idade, para mandados e
alguns sarvicos de casa, que tenba boa eonducta :
na ra da Roda n. 48, sobraco-_____________
Ama
Precisa-e de nmaama para o servico interior
de pequea fnnilia : na roa da Amizade n. ti.
Ca punga. _______
na ra do Brum o. 34.
Pon
do termo
MMimMMMi m i i! m ii 11 rm a 11 m'
MmmmMm-mmmmmmmWl
Preiosa ublicapao
jurdica,
Qtmmentario do Cdigo Commercial Portu
guez e Brasileiro.
Vend-se na loja da ra do Crespo n.
25 A esquina da do Queimado, a impor-
tante e moderna obra sob o titulo de an-
notafSes ao cdigo do commercio portuguez
em 6 volumes pelo Exm. Sr. cooselheiro
Dr. Diogo Pereira Forjaz de Sampaio Pi-
mentel, lente, cathedratico na universidade
de Coimbra. Os Jlsubidos crditos de que
goza muito merecidamente aquelle eximio
commercialista por si s bastariam para re-
comraendar tao importante obra, quando
n3o concorresse mais para isso a grande
Pede-se ao'Sr. Jos Alves Ferreira, morador, vaotagem de ser um ptimo commentario
no engenho Matto Grosso, o favor de apparecer ao cdigo commercial brasileiro (na falta
' absoluta que ha de qualquer outro) pela mo-
1 1e entre muitas das
scriv do mencionado codi-
do mesmo termo, vago ha quatro mezes por mor- go portaguez, que lhe servio de texto,
te do servenraario Jos Noberto Casado faima ; e Correi pressurosos, distincta mocidade
qual o interesse publico, particular ou local, que 0 40 anno ^ Facu|dade de Direito desta
prevalece ao cumprimento da le. cidade e notareis jurisconsultos, a prover-
vos desse poderoso auxiliar para vossos
trabalhos da sciencia, e pelo prego commodo
do 20|ji,' toda a obra em 6 vol.
gunta se ao lilm. Sr. Dr. juiz municipal x\mi homoffeneidade de
de Agua PreU, porque razao anda nao rlisnnsirM n as do
menrm n ofnD de Ubelio e escrivao suas awposicoes, e as ao
0 Curioso.
Cosinheira.
Paga-se 30i000 por mez a urna escrava para
ser empregada nicamente na cozinha, para pe-
quena familia : a puem convier annuncie para se
procurar.
Precisase de urna ama para cemprar e co
inhar: no pateo do Terco n. 63, padaria.______
Irmandade acadmica de Nossa Senbora do
Bom Conselho.
Be oTdem de nosso irmie juiz face saber, que
se acha vago o logar de capellao desta corporacao
por tever renunciado dito lugar o Rvm. padre Dr.
Estanislao Ferreira de Carvalho.
pretndeme deve entender se eom o nosso
trmao juiz, ou requeror mesa administrativa da
mcsina Irmandade.
Consistorio da irmar.dade a:adeinica aos 23 de
;"brl de 1870.
>>ervindo de secretario,
Francisco Jos Meira Sobrinho.
Pergunta-se a lllma. cmara municipal des-
ta cidade se exacta a noticia mem empregado no cemiterio de Jaboatao para
coveiro, mediante a paga de 6W reis diarios, por
isso mesmo quaado ha all algum enterro paga-
se a quem quer que seja para esse flm, o como
que o respevo administrador d cunta d'essa
despeza "cujo valor sem envida chamar a si.
Portasto a lllma. cmara mande tomar conta
disso.
Recifo, 20 de abril de 1870.
t'n morador da ra da Conquista
Perdeu-se no domingo 24 do corrente,^ un a
pequena pulseira de juntas eom urna pedra en-
carnada e circulada de esmalte azul : a pessoa
que acbou queira restituir na roa de Santa There-
za m. S8, que ser gratificada.________________
Acha-se justa e contratada a casa n. 16 da
raa Direita dos Affogados, se alguem se julgar
eom direit a mesrna, nestes tres das ententeoda-
s na ra das Trincheiras n. 50.
Cosinheira ,
Prscisa-se alugar urna cozinneira para casa de
pouca familia, paga se bera : na ruado Apollo n.
Si, 2" andai\_________________________
Joaquim Jos Gon-
^alves Beltrao
RA DO TRAPICEE N. 17, !: ANDAfit
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os seguin
:m logares em Portcga!:
Lisboa.
Porto.
Valenga.
Guimares.
Coimbra.
Chaves. -
Viseo.
Villa do Conde
Arcos de Val ce Vez.
Vianna do Casic. -.
Ponte do Lima.
Villa Beal.
Villa-Nova d]Faraicsc.
Lamego.
Lagos.
Covilba.
Vassal (Vapassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
SiiMioie pnblica^So Iliteraria
sol o titulo de Memoria do
Bom Jess do Monte, em
Braga.
Acha-ne venda na loja da roa do Cres-
po n. 25 A, esquina da do Queimado a pri-
morosa Memoria do Bom Jess do Monte em
Braga, ornada de gravuras Anas, segunde
edigao, obra da penna de ouro do mui Ilus-
trado lente da universidade de Coimbra, o
Exm. Sr. conselbeiro Dr. Diogo Pereira
Forjaz de Sampaio Pimentel. Quem tiver
noticia da extraordinaria devoro que exis-
te em Portugal para eom aquella milagro-
sissima imagem, affluindo sempre para o
seu magestoso templo em romaria o nume-
roso povo de todas as partes desse reino;
quem souber avaliar as brilbanles descrip-
roes, e o bello estudo daquelle consumma-
do jurisconsulto e eximo Iliterario portuguez
nao deixar de procurar, quanto artes pro
ver-se de um exemplar da dita memoria,
pelo iminuto preco de 3#, na loja indica-
da, onde ba pequeo numero dellas.
Na mesma loja cima ba ontras estampa,
muito perfeitas e grandes do dito Senhor
Bom Jess de Braga, por preco commodo
Gratiflca-se gencos-mente a quem
tiver achado e qtiizer tntregar na ra do
Imperador, n. 5, i. andar, o primeiro
lomo das annoiaVSes Wajdeck, (obr d
direito Romano) por Manoel Maria da Silva
Brusqui, edicejio de Itia, da imprensa da
Universidade de Coimbra, que cabio do po-
der de um criado do pateo do Panizo al
a ra do Sebo, hoje do Marechal Victorino.
- Aluga-se urna escrava para todo servido de
casa : na ra Jo Imperador n. 30, 3* andar. *
Aviso s autoridades policiaei
e a quem competir
No dia 29 de maio do corrente anno
fugio o escravo Ezeqniel, crioulo de 30 3i
annos de dade, estatura regular, refbrcadi
cor bem preta, cabeea redonda, trajas a ca
mba azul e caiga de cassemira cinzenta
durante o dia costuma andar ganhando nai
ras, ou era armazens de assucar ou as ta
bernas a conversar e a -beber; duraDte :
noite recolhe-se a telheiros abertos, ou pe
netraveis, a casas em construcco e a outroi
quaesquer lugares, onde se possa abrigar;
quem o apprebender tenba a bondade de (
onduzia a ra da Aurora n. 26, ou na d(
amperador n, 20, onde ser gratificado.
-1 MI RflWft
A ruado Duque le Orxias ni!
(ANTIGA RHA lili (IIIMIHl
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
Narsa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas catbartlcas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
zoes, curam e puriflcam todo o systema humano
Vende-se effectivamente em casa de Samuel P.
Johnston & C, ra da Sanzalla Nova n. 42.
Na ra do Imperador n. 7o, primeiro andar,
deseja-se fallar aos seguintes senhores negocio
de interesse : Jos Rodrigues Fernandes, Manoel
Luiz de Lima, Francisco Jos Corroa Guimares,
Joaquim Speridiao da Silva Guimarae', Joo de
Castro Oliveira Guimares, Raymundo Nonato da
Costa, Jos Jjaquini Fernandes da Silva, Joaquim
Lopes Ferreira e Jos Ignacio do Val.
George G. Starr, testamenteiro do tinado C.
Siarr, faz publico ao respeilavel corpo commercial
e a quem possa interessar, qoe o estabelecimento
de fundicao sito Da cidade nova do Santo Amaro,
continuar a ser da mesma forma gerido pelo an-
nunciante sob a mesma Arma C. Starr & C. em
liquidacSo:e que para compras, vendas e rere-
bimentos tamben continuar o antigo caixeiro
Joaquim de Oliveira Mello.
COMPANHIA
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite sem filho
ra do Queimado n. 49.
na
GABINETE MEDICO CIRUKGICO
DO
Dr. Ignacio Alcibiadcs Velloso.
Pode ser procurado a qualquer hora do da ou
da noite, prestndose a >s chamados fra da cida
de, eom toda a promptidao. Pratica eperaedes.
D con3altas das 6 s 9 horas da manhaa, na
na Nova n. 4o, 1 andar.
Ao commercio
DelQno Martins de Aranj > avisa ao publico eom
especialidade ao corpo do commercio, que de ac-
eordo eom seus credores tem vendido a sua taber-
na sita ra Imperial n. 163, ao Sr. Antonio Au-
gusto de Vasconcellos, livre e descomedida de
qualquer onus : se alguem se julgar prejudicado
eom dita venda, queira reclamar no praso de tres
das, findos osquaes nao ser attendida rec amacao
alguma. Recle 25 de abril do 1870.__________
Quem annunciou por S9te Diaiio precisar de
una escrava para ser empregada nicamente na
cozinha, pode procurar na freguezia da Boa-vista,
ra do Ataltw no oitio da caixa d'agua, casa ter-
rea n. 13.
Rogase a quera achou urna pulseira de ou-
ro esmaltado de azul, que hontem foi perdida de
urna figura que foi na procisso do Senhor aos
enfermos da matriz da Boa-vtsta, a qual foi per
dida do hospital militar at confronte a casa do Sr.
Viegas, onde sedeu por falta : roga-se, portanto,
a qaem a achou o obseqnio de levar ra do Ro
sario da Boa-vista, casa n. 13. que se licar eter-
namente obrigado e se recompensar querendo,
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A* OL%I>A.
Por ordem da directora sSo convidados
todos os Srs. accionistas para ro dia 2!) do
jrrente, as 10 horas da manhaa, no salo
do Club Pernambucano, se reunirem em as-
sembla geral, segundo estabelece o arl.
13 dos estatutos da eompanuia.
Escriptorio da compauliia, 1C de abril
de 1870.
Joo Joaquim Alves,
i" secretario.
A pedido de ana familia em Lisboa precisa-
se saber noticias de Jaime Celestino Peixoto. Este
senhor esteve em Bom-iardim: pede-se dirija no-
ticias eaas ra do Duque de Caxias n. 18, loja
4e .Manuel Ribeirode Carvalho.
Precisa se de um criado de 10 a 12 annos,
livre ou escravo, para compras; quem o tiver di-
rija-se a ra da Palma n. 34.
ELEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
DE
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. U-RUA NOVA-N. 11
Partecipa ae respeitavel ublico desta cidade
si facaba d fibegar m grande e esplendido sortimento de
e das 0 fu ba de mais moderno, de teclado jho e mobila, e eom transpoacSo ou sem ella,
liaBados t bem oobeeoe pianog da fabrica do5r.
de autores os mais acreditado [nesta [cidade,[como sejam : os
AFFONSO BLQNDEL
da Paria, cados recialmente para o clima deste paiz, s5o os nicos que offerecem urna garanta segura de sua daraco. Elles sao aqu bastante conhecidos desde 1844, para que
seja necssario insistir sobre sua superioridade. As suas vozes sao fflflilD flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado qae se presta a todos os caprichos do
senhores pianistas. -.
Todas as pessoas qoe comprarem ptaos nesta casa, sao rogadas a engirem o certificado e origem assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar a sua
*nt*ncidade do flamero d piano cem o de certificado.
AO PUBLICO
Mr. Alpbonse Blondel, fabrioanto de pianos em PABIS, deedara ao respeitavel pabli"0 de Femanlbuco, que o nico deposito de seus pianos na cidade
do Reeife, RA MOTTA N. H, armazem de Antonio Jos de Azevdo. Outro sica que todos os seus'pianos :ro accompanhados de um certificado de origem assig-
nado por man. p^ g4 ^ .^^ de lg69^_ (AMgnadoj AiphoBe mimmel
O aanacante tambem troca e alaga pianos. E tem o maior mais esplendido sortimento' e lovos pianos.
MSICAS PARA PIAJOS
te caaes reeebe directamente da JEonopa e do Ro de Janeiro; o>a acreditadas casa dos Srs, Felipdoe Tornaghi. Naroso, Artbur Napelelo C,
*tc Tima-nr tem grande sortimento de papel para msica e desenho; cordaa prt todo^ os instrauentos. ricas gravaras e qfladros para ornamentos de salas, oleados para
uaoalho de salas, ricot espelbos doorados qaadradoi1 evaaa, caiiinhat de ostma coMJ>^MJ# **, W* paM^iMe^.-fela^^im^i^oartadof, videos para
erjieUioa de todos os tamanhos, talagarca, lias e agomas para bordar, e muitos ortrosart^sv qw o rosrjeUvel rnrbli
abftrj* tod<>8 os diis ate ai 9 horas da noute, afim las Eioaas. familia! poderem ir apreciar os reiT.' F*vh.
los Jlo do Amorna cora ao? seus prenles e amigos tvistireni a urna
missa que, por alma de sea prezado irmao Manoel
Joao de Amorim. manda celebrar na ijjrej.i du
Corpo Santo, no dia 26 do corrente, as 8 horas da
manhaa, primeiro anniv'rsario do sen passa-
mento.
CURA RPIDA E INFAL1VEL DOS CALOS
PH.A
POMADA GALOPEA.
Deposito especial
Pfiarmacia de Bartholomeu fy C.
_______34Ra larga do Rosario34.______
Sao convidados os senhores que so encarre-
garam dos festejos que e deven fazer na Cnpun-
ga pela terminadlo gloriosa d.i guerra ; assim co-
mo todos aqueHes senbores moradores no lugar,
que se inleresso pelos mamas fostejos, a compa-
recerem na caa do Sr. Alfredo Hcnrique Garca,
as 7 horas da noite de 20 do 'Trente.
Nao foi sem fundamento qoe a IOVA
ESPERANCA (em deixadn de f.zer annuncios.'a razio simples, >ira enamde
que tudo em demasa aborrece... por toe*
como j tinba dito e identificado i soa Um
freguezia o que consiantemenle ia ref
do, on livesse feito muitas vrzes, rece
toroar-se massanle, assim pois rerofbe
um poeco ao silencio, mas nunca dma
d'eaipregar os venladeiros esfrros, ji cxr-
tratando maior numero de com-spoiir'*
na Europa, j descobrimlo r.bj''rt.j do -
apurado gosto e finalmente assignaat*
Jornal das Familias, o qnal Tem sempre
ornado eom figurinos, modernos moMfS pan
vestidos ele,, etc. para desta '-rma m*t,nf
servir a sua constante fregne ; e coas
pecialidade ao bello sexo, ;i quem a VA \
ESPERANCA ufana-se em offxreeerat
seus servicos, apressand')-* oVsde j e.n
declarar que tem recehid nltimamen'e
enlremeios e babados bordados transpsr
tes e tapados, chaposinhos de setim para
baplisados.
Finas tuucas de cambraia bordada pa*a
o mesmo flm.
Meias de seda e fio de escocia para r
cas.
Dedaes d'osso, marfim, api e madrea-
rola.
ptimas navalha?, afiadore^ r ir.issa f
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Bonitos sapatinhos eom biqueira, ser
eom salto, para meninos e meninas de da i
a doze annos.
Boas lentes eom cinco melinptros, |
conlar-se os Dos de qnaiquer fazenda.
Tesouras para frisar vestid'*.
Carretas para tirar ir obles de tesiid
Mollas para segurar coutnra?.
Bonitos tinteiros de novo* midd'*,
Meias de 15a para liomens e seehra?.
Finas e bonitas ligas para mpiav
Fil de linho e de seda, sendo pRP i
branco, liso e de snlpicos, e ontro* ni.
objectos exposlos a venda i roa Dir-in;
do Caxias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
MUITA PERFUMARA.
A NOVA ESPERANCA, a ra Itoqac d i
Caxias n. 21, acaba de receber mnita [*.
fumaria dos mclhores e mais afanad-tt > -
bricantes, como sejam finos extractos para
lenco, essencias concentradas de moitas qaa
lidades, olbosde agradaveis aWasMli
cabellos, e bonitos vasos eom ba banha, !i
dissimos vasos eom pos de arroz, sal*>aaes
de differentes qualidades etc., etr.. aaaia*
pois os apreciadores do bom, ventaros
fazer suas paixoes na NOVA ESPER\?W
PARA ALVEJAR E CONSERVAR 08 DFMK
P de carvSo de rosas: vendem-se a n i
Duque de Caxias n. 21 na NOVA ESPE-
RANCA.
Para acabar eom as fardas on pamv
recebeu a NOVA ESPERANCA. i rna !>
que de Caxias n, 21, o verdadeiro ;.-ile '
rosas bnr.cis.
Mnho dalcatro
Vende-se na rna Duque de Caxias n. i
PARA UTO.
Brincos, broches, volta?, puleira*. i.
las, pentes, botes para punhos c tdaa
para rologios.
A NOVA ESPERANCA. qiirendo
zer sua fregnesia, Diosoaai ala tai liaasas
d'akgria nu de luxo, quer tamherri
panhar aquelles. jh infelizmente r
alguem di1 sua familia, i d i'gntai d m*
amizade. precisam i'f la.'s ol>i
pois a NOVA ESPEMNCA, rnaaian vir i
que ha de melhor nesfe genero, pr r
sendo laes objectos de cr aafra, ando
de m qualidade, nao ;om<'nS.' i
tristes corr.o al repagnaotcs, n mi
acontesce aos da NOVA ISI'EliW \. i
que apenas exprime o sentinvnto pe'a
purem ciiim que traz um oriitivi- ;>-!.. z
e perfeirSo eom que tacs objeama A '
baldados.
AMA
Na ra Nova n. 14, primero andar, precisa se
de urna ama forra ou escrava, mas que saiba bom
oasinbar e engommar ; na mesma casa, compra
se urna escrava eom as raesaias abilidades cima:
quem tiver apresente-a.
Precifa-se dous feitores portuguezes para
engenho : tratar na ra da Saata Cruz n. 4.
Precisa-se de ora criado para casa do mui
pequea familia : na ra estreita do Rosario nu
mero 28.______________
Precisa se de urna ama para cozinhar : na
ra do Caldeireiro n. 68.
2f
COMPRAS.
Casa terrea.
Compra-se urna casa terrea
da -Madre de Deas n. t, loja.
tratar na ra
Con)pm-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores,"ouro prata em obras nutilisadas,
minantes e mais pedras pichosas: na loja de
mrives do arco da Conceica-i. nonecife^ /
1
Compram-se e vendem-se diariamente para fra
t dentro da provincia escravos de todas as idades,
oree e sexos, eom tanto que sejam sadios: no
'.eroeiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
fregnena de Santo Antonio.
Com muito maior vatsgem compram-se
noedas de ouro e prau : tu ic ja de joias do Co-
acao de Ouro n. i D, rna do Cabug,
0 muzeo de joias
Na roa do Cabug n. i compra-se ooro, prata
i peoras preciosas por precos mais vantaiosoa do
qae em outra qualquer -
parte.
VENDAS.
Yendemse cinco casaes de escravos vindos
de lora, propnos para armazem de assucar e ser*
vico de campo, mojos e robustos, sem molestia .
na ra da Cadeta-vellia, casa n. i, f e J m
di res.
Atten^&o.
lic ^tSnVr*Wijmit eam^irtt^, o qual estar
\ende-se a taberna da roa Imperial n. >6, bem
acreditada, cera garapeira, ba poneos fuados ;
qaonva pretender dirija -te i naeafta uberna.
Vtnde-se urna boj taMrqa bem afregoeada
esa maitos eomaoos, sii roa das Laran-
gakaaa. 16
a traur na ra das Grates n. 33.
r
Yenm-m
raa vaeea de IfllW 9 unaa revjiha
Afljicto a. 47.
na estrada
Ra do Imperador n.
Os donos deste estahelecftmaate
do por em praiica nesta capital a c**
us das confeitarias das primaras capita*
da Europa e Brasil (Rio de Janeiro tova
sciente ao Ilustrado publico destr r;Aa
que na prxima semana santa v>ro esr
estabelecimento primorosa^ieaii aVaai id
e enfeitailo com mu completo e
ortimento de caixiobas de liTiiaaHi
lidades e gosto, na caaplet mi
de amendoas confeitadas de todas as
dades, confi'os e jastilhae a tjr
vem para enchimenlo das i_
adven indo ao il lustrado psbiiro
des, cima mencionadas est
em ozo brindar senboras com <
presente e vendo dos qae al a
sent anda nao boove atgwaa qae
a lembranca de proporciim asa
do bello sexo nesta cidade o i
suas demonstrantes da
amisade com um bello
mos a nosso cargo Uto a
dendo as duvidas do b oa
do, que pdennos eolber.
O pollico encoolrar
latava o antigo ai
Exmas. familias oa
templos poderi) firu.
lanches, wnhos.liajres, Gl
ja e refrescos tuda do
vel. Esperamos pois da
reapsavel pabfico em j
-Veade-M
Penhan.a : ktnm
- Veodc-se dota Ho
quatro libras aasfe at
muito modieo: aopaisadpliama^
nileiro
Farinha de
Veadesede
Vende-se ptimo cjfe da
nba. Gaar: raa da
o~8.




i a
Diario 4e; ^ei aaiubuco Tepja feira %& Je Abril de 1070.
A VEROADE
Rna
de Caxiasn. 55
a 2C0 rs.
cabello, a
uqtM
Na toja da VERDADIi continna-se a ven-
der por baratissiuios precos todos os arti-
gos de miudezas e perfumaras do seu
grande e variado sortirrunto.garautindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e massapor ba-
ralissiino prego.
Espelbos doarados para peadurar a
160 rs.
Agulhas de osso para crox
Peales fiaos para segurar
320 rs.
Chauins para gaza 320 rs.
Garrafa coui tinta alizarine a liJOOd. "
Dita cora agua florida a t5C0.
Dita com dita dita a iiO.
Frasco coaioteo expresso de babosa, de
210 a, 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a 10000
Dito com extractos tinos a 10OCO.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas cora banhi milito fina de 120 a
240 rs.
Sabonetes muito finos e diversas quali-
dado a SO, 180, 240 c 320 rs.
Finas escovas para denles de 320 e 500 rs
Ditas para facto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 510 rs.
Feotes para a'isar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bafalo de 240 e
320.
Rentes para tirar piolho de 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, inteiramento modernos
de 160 e 240 rs.
Pennas caligraphieas muito finas a 1#400.
Ditas de langa e raosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e ntremelos de 500
e 1(5300.
Grosas de bolds de louga de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Pitas com agulas fundo dourado a
280 rs.
Th.ssoura para coslara a 240 rs.
Liaba de marca neta a 280 rs.
Cinitcis de inhas d Altxaodre de n. 70
a 200 a 10 rs o
Grampos rauito finos, com passarinhos du-
ziaa iOO rs.
Carlas fraDcezas para jogar duzia 3-5000
Ditas portagoezas, duzia l,->400
Papel almago superior qualidade resma
4#000.
Lam muito fina para hordar libra 6^500
Filas para dehrura de sapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para dibrum de vestido peca
400 rs.
Canias gr ndes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 follias por 320 rs.
Rosetas pelas para Into, o par 100 rs.
Trancas da lam de caracol branca e de
cores de 40 a 100 rs.
Filas para cs, peca 480 rs.
Aifinetes de lalo, carta 100 rs.
Sapatinhos de larn para cranla de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Grvalas da seda prela de 400.e 800 rs. |
Ditas de croxc brancas e de t-Ofes-iOOrs.
Dita de gorgurao de cores a 800 rs.
Ha Verdade i rn* Duqne de Ca-
___________*t# n. ftrt.___________
Cantara de Lisboa
Soleiras, hombre'ras, e ca pitis, o que bja de
raelbor para frentes de predios: vala no ar-
omara da travesa do Curpo Santo, de ioaquira
Lopes Machado i C
Vendo se uro. carroca de molla para cav.allo
com os oertenceotes arreaos : ra do Brum nu-
mef o 79.________.
Estampilhas.
Vendo-se na ra da Cruz n. 8. 1 aodar.
COGNAC
da muito acreditada marca Rouyer Guillet &. ('.. de
cognac. Uoico deposito em Pernambuco, em ca-sa
de Carlos P. de Lemos C, roa do Vigario nu-
mero 10.
Milho e arroz de casca
Vende-se milho o arroz de casca novo em sac-
eos, no trapiche da companbia : a tratar na ra
da Cadeia-velha, casa n. i, 3* andar.
I1CIIHI
RAPfi POPITIjA*
DA
FABRICA NACIONAL DA BA1IA
DE
Teixeira Uldunco $f/.
A cha-so venda este ptimo rap, nico qi
Siic suppnr falta do princeza de Lisboa, por m
e mni agradavel perfume, viajado, e a preoo i
mais mdico possivel; e por isso tera sido assa
acolhido as pracas da Babia, do Rio de Janeiro
em outras do imperio : no escnpiorio de ioaqti
Jos Gencalvis BeJtrao, ra do Couuaercio ni
moro 17.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todo* os pa-
quetes translanticos bichas de qualidade snperior
e vendem se em caixa ou porco mais pequea,
e mais barato do que em outra' qualquer parte :
na ra da Cadea do Recife n. 51, 1 andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deporto em Pernambuco caes da alian-
dega velha n. 2, 1 anda.
5;00)
ra Nova n. 60 vendem-se botinas
para senhora a 3tO00 o par : a ellas em
quanto nao se gcabam.
Vende-se urna mukca pee com idadp de 10
annos, propria para casa de familia : a tratar as
Cinco Punta* n. 85.
BETO MACHADO ft C,
A AGUJA NEGRA a*#ada coco o iiomixoMmejito que te ve em seos annun-
ios, vem aovo participar a seus freguezes que, acaba de receber um vanado sorti-
aenio de objectos de'gosto osqaaes sero vendidos por pregos muito razoaveis, pois
mando fez- os seos primeiros anoucios, foi o ,qoe assegurou, e sem mdo de errar,
KtFfue omo ja disse osla interesses ligada a urna casa importadoradesta praca, e
)ot isso peder" ter ludo especial e vender por pregos admiraveis.Chama pois a atteu-
o de aeus frg*9ses pa,ra os .arttgps ,possa escrever :
Livros com o lampo de maj&ai, jiadro- Um variado sortiaMiits ,de charuteiras e
;"
palliteiros de porcelana,
Tantos para voltarete.
Bengallas com marim, cousa especial.
Sabonetes de alcatro.
Cofres de folhas para dmheiro.
Lindas caixas para costura.
.Um completo sortimento de lgvas de pe-
nca,
Talagorce para bordar.
Um completo sortimento de enfeites de
em ootra qaalqoer pa
arla e lartaroga, proprios para niissa.
Garafinhas valias propria 5 para presentes
ousa de gosto.
Indispensaveis de palita o de couro pro-
jrios pera senioras e meninas trazer nos
ragcs.
flinoeulos de madroporoia, ,mar?lm e tar-
iruga todos esmaltados.
Ciatos largos de selim, coasa inteiramen-
a noN-a.
Filas de sarja de todas as cores a Iargu-
is para lacos.
Toucas, sapanhns meias de seda e mais seda para vestido,
jertences para baptisados. i Perfumaras de todos os autores os mais
Fitas com insenpebes propnaiqjara bou- aoreditados em oxtractos, pomadas e leos
juet do noiva, e flnqlmente outros muitos objectos que nao
Ricos vasos cora p do auioz. possivel mencionar ; mas com a vista se
Um variado soriunente de jarros de por- certificaro do sortimento deste estabele-
e'ana. cimento.
Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
lAlFliAPi
Chegon a loja de Paredes Porto, a ra da Imperatriz n. 52, (Porta Larga) um bo-
nito sortimento de loalhas (!e linho para mesa, assim como os competentes guardanapos
que se vendem a preco baixo.
PAREDES PORTO vende lasinhas a 210 o covado, fazenda de 500 rs, para acabar
na rea da Imperairiz n. 52.
PAREDES PORTO venda algodo com pequeo toque do a-varia a 3^5C0 e 4^000,
a peca ra da Imperalriz n. 52.
PAREDES PORTO vende cliila prela para luto a 160 rs. o covado na ra da Im.
peratriz n. 52. Porta larga.
CHALES
Vende-se chales prcto de merino a 3000 fazenda superior, na ra da Imperatriz.
PAREDES PORTO vende meias para senhoras a 2-5500 a duzia p'r ter um peque-
no mofo, na ra da Imperatriz n. 52 porta larga.
PAREDES PORTO vende cortes de calca de casemira preta a 33500 e 4-J000.
PAREDES PORTO tem para vender panno preto superior e casemiras de cores e
pretas que vende por prcos commodos.
CHALES. GRANDE PECHINCIH.
Che?ou a loja da ra Imperatriz n. 52 de Paredes Porto um bonito sortimento de
chales cliinezes fazendas muito boas para sentaras trazerem em casa, esta vendendo
por 5$000, 'estro acabande-se ca
Loja do Leac.
MACHINAS PARA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAn
UNIVERSAL, ra Nova n. 22 carnero
viannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nnecidos, as quaes eslo em exposicSo no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-sc com pefeicSo
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costo-
reirs diariamente, e a sua perfeico tal
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentain-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos pretcn-
dentes.
Travessa do Corpo Santo n. 1.
Os acreditados ylindros americanos para padaria, por do T
Machinas para descarocar algodSo pelos raelbor^ fabricaste
Machinas de vapor systema de locomotiva e pobas para
Carrmhos americanos para transportar volumea em
eos razoaveis.
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25
________________/n/'W'/i Kpss Mickid, ic C.
Cortes de vestidos
blond
Acaba de rhegar luja *m arw i
Crespo n. SO A. de Alrar^log.Zfc
& C, os mata ricos- crt** dt nuliij
que tem rindo a wie mercado aara rm
nssim como cortes de tcsMw de vdn i
gostos inteiramenle noro*, t tambem
sortimento de chapeos de reMnd m
Vende-'e on troca-se por e* as y
o sitio denominado dos Ooriliz,
vagem de ronpa, com rrand
senzaia para preto?, estrilara. __
ecal com agua corrate, Mu m
grande terreno para plantacoes : mam i
der dirija se praca da Inlrainduihi a.
Vende-se om boi e carro
regar assucar on geaeroi : a ...
Ramos n. ti, con, AMobm Jos tntm mt m-
Ur para retirar se aara Earapa. ^^
Vende-se nma casa terrea em et
na fregaezia de S. Jos : na rna
se dir ouem teode
Vende sa a loja de ftuler da ra
n. 38 : a tratar na mesma roa a. 31.
JMJCA
4>iran Ituperatrlz a.
Neste grande armazem vende-so louca inglezn
finas e ordinarias, apparelhus de porcelana para
jantar e para cha, jarros para dures os mais boni-
tos e de gostos modernos; assim como grande
sortimento do vidros finos c ordinarios, qne ludo
se vender tanto a retatho como por atacado pelo
mais barato preco que em outra pualquer parte :
chamamos a atteucao dos fregaer.es, que ser,
convenientemente servidos tanto nos commodos
precos como na boa oualidade das fazendas.
Rap Paulo Cordero.
Abatimenlo no preco
Vende-se rap Paulo Cordeiro fino, viajado,
meio grosso e vinagrinho : no deposito, ra d>. Vi-
gario n. U, sobrado. Paz-e vantagera a quem
comprar porcSo, e troca se o rap que nao servir
ao agrado do comprador.
' Vende-se una morada de casa de paira
cal na ra do Amparo n. 13, em chao proprio 9
quem quzer comprar podo dirigir-so a mesma
casa, que achara com quem tratar.
Cal nova de Lisboa
descarregada hoje do patacho Umim ; t ata
1 Joaquiui Jos Ramos, na roa da Criu a. t, aaV
nciro andar.
Vende-se nuia parle do eaaemV ..
de grande produrcao para agrenla***,
fregnexia de Iguarassu. assn como m
tra parte do engenbo Curie de Cima, ;
purgatorio, qne muito eonrem comarar m
; tratar no Remedio com o Sr. Aa oao kaenoCor
i deiro de Gusoao.
portas, leja de fer agem
53-S.ua Direita-53
Neste grande estabeleeimento, ha para
; nm completo sortimento de ferragna, % i
finas e groesas, como sejam bandeja*
quadradas e ova*, facas e garios el Ww
i toes, balando inteiro e l.i balanro; rmillm, rna
i Iheiras, cacaroas, frigideiras, Vssdeira, tan
, de ferro como da porcelana, mtishoj para en >
diversos tamanhos do fabricante 'inj. paamlli
graximos, tanto de ferro como d lamo, mefm
para medir fazenda tanto de ferro rom* ia fr*
I salitre, bren, barbante, enxofre. papel
do, do verdadeiro Pcardo, macaiaaa par
, rogar algodo; alm de outros artigo* da i
, gem, miudezas cnJarias tinas, qne o m a i
la se verifica; na ra dire.u n. 33 l-ia J* 3 ar-
tasde Manoel Rento de Otiwiira Rra^^A C
GAZ GAZ GAZ
t Chegon ao ant'go deposito de Honry f ornar
u., ra do Imptiador, nm earregamect) da r\
de primeiraqu-.'alo;oquai se venM em partea
e a retalho por iLen ja pre^o do une em vBtt ana
qacr parte. ^^
WA
IMPERATRIZ
DE
PAVAO
, h______W^-m M^MilLJaBMnRjBKalC^ fc C^J.
tem SotwT sortiment,, pelos raesmos precos que compram as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Exmas. familias, de todas as fazendas se dao os livros das amostras, ou se mandara
^ .?? ,KI* "n!**a ;de 124(000 rs. cada nm, 6 oechiocln.
Cm 8 PALMOSDE LARGURA A 1:600,1 CASEWRAS ESGOSSKZAS.
:00J e :O0 RS. o Pavo tem boni as casemiras escosse-
Gbegaram as ntssimas carabraias suissas zas com qnadros grados o miados c nutras
iranpar-ntes, sendo t qno ha de mais fino;lisas com listras ao lado, sendo fazendo
P3r! -f;f !!i^ y,6'1 ^".?," Pe, bara!a Preco;muito fina que so vende mais barato, por
do 1030), ;>000 c c2t,U o metro, tendo haver grande porco.
tjmbem das raesma?, porm i'iglezas com GANGAS D2 LINHO
a Desraa largura qne se vendem a i&M 0, Vende-se ganga de linho c-mquadrinhos
e !80o metro, sendo apenas precisos des- rauito boa fazend. para roupas de homens
ta Ijrga faionda pira st fazer um vestido
4 ou i/i motros. pechincha,
SAFAS BORDADAS
Vende-se nm bonito sortimento de saias
bordadas rom 4 pannos, assim como ditas
jj promMs, d lasinha, enesgadas com
boiia l??rras bordadas a
15a por precos
,5000, imo e
mnito em&rSl-
PANNO PARA SAt
l*C-00 _
Venle-se bonitas fazendasSjroprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lado, dando a largura da fazendaNo compri-
ment da sm e vende-se pelo bart8.preco
V l$0:>0, r^TSO e 1^500, cda metro sen-
do preciso apenas 3 on 3 I/I metros para
cad t saia pechtn.-.ha.
Vende-se um bonito sortimento de cola-
rinbos tanto de linho cimo de algodo pro
pri'-spara hora'm, assim como tambem um
bonito sortimento dos mosmos para meninos
e SHt-ihoras e todos vendem-se por prefo
rauto barato.
CHVLES OE MOZAMBIQUE A 1:280 RS.
Vende-se urna grande qnantidade de cha-
les sendo mnito granitos e levesinhos pelo ba-
olpt prego de 180, cada nm grande
^M'-chincha por se tor feitp urna grande
compra.
l'mnos e casemiras prela*.
O PrvSo vende grande porco de pannos
pretos do mais baixo t o mais lino, por
prego que admira, assim como om graide
sortimento de caatniras pretas para caigas
que so vende por preco mais barato do que
em outra qualdner gario.
GORGURAO PRETO.
Vende-le o melhor gotgurlo de seda
a paraMete^e v^jAj. ^endo.nesfe
irewroo tneUor^ae temando ao mercado,
mais barato do que em outra qualquer parte.
v/evti4M bvaaeM a lt^tMftO rs.
'?> PaTio TWrtfe'lIrmsrmos coetss da ves
tid> d^e^nhetia-lrtoe, /tetjajente bordar
4/* e cam-oiitalaaenili^eo-barato preco

1 e meninos polo barato prego de 000 rs. o
covado.
PECHINCHA EM PANNO PRETO A 2*100,
O Pa o vende superior pannopre.o fino
para patots, caigas colletes etc., pelo ba-
ratissimo prego de 2,-54')0 o covado.
CORTES DE CASE tfIRA PRETA A 4:300,
O Pavo tem os superiores cortes de Ca-
semiras pretas enfoita Jas polo iarato prego
de 45500 rs. o cort,
PECAS DE MADAPOLAO A 35500.
O Pavo vendo pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada ama, pelo
barato prego de 3.-S500.
PSOHINGHA E\1AL60D0 A 45000 RS.
0 Pavo^^Va vendendo pegas de algodo-
"Shihff'francez, tendo 4 palmos de largura e
com i I metros cada pega, pelo barato pre
de 45000 rs.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA.
S o Pav5o ven le peg;ts de cambraia
branca transparente, tendo mais de. vara de
largura, com 10 jardas cada pega, fazenda
que sempre se veodeua75e85000, liqui-
da-so pelo barato prego de 45000.
ALPACAS BRILIIANTES A i J030 B 800 RS.
O Pavo tem o mais bello sortimento de
alpacas lavradas, com as cores mais deli-
cadas que tem vindo ao mercado e tendo
bastante largura, vendem-se pe > barato
pngo de 15000 e 800 rs. o-ovado.
< om palmas de seda a l.*dlo.
Para o Pavo chegon am.twe aeHimea-
o dds mais bonitas tasinhas com palmas
de seda tendo de todas as cores .e-p.idroes,
sendo fazenda bastante larga e..vende-se a
15000 o covado.
Roupa para eseravos.
O Pavo ?ende nm bonito sortaena de
roupas para escravos.
A5 POUPEIiNAS DO MVO A 500 RS.
Chegarara as mais lindas p-iq^alinas de
la com imitacio de poupelmas daseda, ama
fazenda muito leve, com as 0KvUa4as!co-
res, sendo : roede, Boaurck,^}, azul,
lyrio,.cinzento, jteroiaetc. etc.10mawada-.se
CROCHE'S PARA CADEIRA5 E SOFA'S.
O Pavo tera um grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, solas
mesas, almofadas etc., proprios para co-
br ir presntese vende-se mais barato do
que era outra qualquer parte.
muito mais baratos &> m-
pessoas que negociara em menor escaila, nesla Sa
levar em^suas casas, para melber p-
ALTAS NOVID.ADES EM SEDAS
Chegou um grande sortimento das mais;
modernas poupelinas ou gorguro de seda i
e linho, com os mais elegantes padrees que
tem vindo a este mercado: sendo mi-ias;
e gradas, tanto cm cortes para vestidos i
Grosdenaples.
Sedas pretas lavradas.
Fazendas pretas de la.
Para o Pavo chegou um grande sorti-
640, 800 B
v,iii.i ejjLsiaao. como para vender em covados, assim como ment do grosdenaples pretos de pura seda
vende-se urna grande porgo de algodo nm bonito sortimento das mais bonitas se- que se vendem de 15500 rs. o covado al
sinho americano com 8 palmos do largura, das listradas, que se vende tudo muito 55 e 650OO ; sedas pretas lavradas de dif-
-.'
proprio para lences e (oalhas, tendo liso e \ em conta
trangado, que se vende por prego muito em
conta.
PANNO DE LINHO.
Chegou ura sortimento de pegas de pan-
no de linho do Porto, que se vejndem de
700 rs. at 15000 a vara, garantmdo-sa
que em fazenda de linho nao ha nada melhor
nem mais proprio para terigs e loaibas.
PECHINCHA EM CHAPEOS DE SOL.
Chegou um grande sortimento dos me-
Ihores chapeos de sol de seda, inglezes
sendo neste artigo o melnor que tem vindo
ao mercado, assim como urna grande por-
go de ditos de alpacas de todas as cores
e todos se vendem por pregos muito ra-
zoaveis por haver grande porco.
OS BALDES DO PAVAO A 25000,
Chegou um grande sortimento da bales
ou crinolinas do feitio majs moderno, muito
proprios para vestidos enesgados, que se
vende pelo baratissimo prego de 25000 rs.
cada um, grande-pecnincha.
CRETONES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 610
E 800 RS,
Para o Pavo chegaram os mais bonitos
cretones escuros matizados, proprios para
vestidos, roupo, chambres etc. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como q
mesma fazenda com padroes claros proprio
para vestidos e roupas de meninos a 640
rs. o covado, sendo 03 padroes mais mo-
dernos que tem. OS SETINS VO PAVAO
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respeta vel. publico neste es-
tabeleciraenio ura grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejara cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qaalidades, fazendas de lia de todas que
tem vindu, proprias para loto, sendo Jiai-
nhas alpacas lavradas e lisas, caatao, bom-
A loja do Pavao esta constafftejrjuto abarta, as 6 ion i iaJaa
lerla de cordSo.
Vende-se merino preto de cordo, pro-
prios para caigas, pslitots e colletes, pelo
baratissima prego de 15000 o covado.
CRETONES COM 10 PALMOS DE LARGURA A
24000 RS.
O Pavoo tem urna nova remessa aa mui-
to acreditada cretone, propria para lenges
tendo 10 palmos de largura, dando na lar-
gura o comprimento do lencol e vende-se
pelo barato prego de 25O0O o metro, sendo
preciso apenas para um lengol nm metro e
ama quarla ou metro e meio.
Chapeos a 15000.
Chapeos a IJ000,
Chapeos a 15000.
S o Pao vende bonitos chapeos de
tor'^s as cores pjra homens e neninos com
a forma mais moderna que ltimamente
tem chegado, pelo barato prego de 15000,
cada um, por terem chegado com om pe-
queo loque de avaria, grande pecnincha.
rECIHYCIIA
ENCAMISAS DO PAVAO A 4,(00 RS.
Vende-se um bonito sortimento de muito
finas e modernas camisas inglezas com pei
to e eoliarinhos de linho e pimboe, pelo
baratissimo prego de 45500 rs. cada tuna
e aos freguezes que compraren! duaias se
Ihe far um abalimento. garantindo-se que
fazenda (fue vale muito mais dinheiro,
liquidarse por e9te prego por se 4er feito
urna grande compra : assim como se vende
um bonito sortimento de ditas tarabea cara
peito de linho bordadas o ditas de algodSo
para -todos os pregos.
BRAMANTE PA'RA LENCOES A_1Jfl00,.G(S.lO
ferentes pregos e qualidades, l^siohas pre-
tas, alpacas bombasinas, cantoes etc. etc.
assim como um grande sortimento de pan-
nos pretos finos e casemiras pretas de todos
os pregos e qualidades que se vende muito
mais barato do que em oulra qualquer
parle.
NOVAS POUPELINAS A 400RS,0 COVADO
O Pavo vende um grande sortimento
das mai bonitas poupelinas com lislrinhas
de todas as cores e com lustre imitago
de seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se nm bom vestido de muita fantasa
por pouco dinheiro, isto por ter-se feito
urna grande compra e vende-se a 400 rs.
o covado.
ROUPAS PARA HOMENS PAILA TODOS
OS PRECOS.
Preste grande estabelicimento encontrar
o respeilavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo pats e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, caigas e coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais baralo do que em outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e crcalas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
ALPACAS LAVRADAS A
i,000 RES.
Chegou para este grande estabeliciavaas
o mais bonito sortimento das mais aver-
nas alpacas lavradas de todas as corsa, mm
se vendem a.15, 800 e 640 res o ra3&
assim como um grande sortioaeolo de aW
cas lizas de todas as cores
CELEZLVS E BRETANHAS.
Vendem-se as mais tinas eelezias
linho puro ou pessas com 281
como, nnissimas bretanbas s
25 varas, por precos que tucas
era relaego qualidade.
I
Ronpa por m
PALMOS DE LARGURA.
0 Pavo vende superior bramantau||J| ,Van4fcga nerior bramante com 10 pal
godo. tendo 10 palmos de largura ^
Na loja do Pavo manda-so fazer qualquer
peca de abra a vontade do freguez, para o
quo tem nm perito alfaiate, responsabelisan-
do-se os denos do estabelicimento por qual-
quer falta qne possa baver, quer per de-
mora, qoer por qualquer defeito na obra;
e paw'isto encontra o respeitavel publico
um grande sortimento de todas as fazendas
qne desejar.
BRAMANTE A 1800.
ra lenges, dan-
inda o compri-
jcso para cada
< all/ metilos oa I l/i pa*
pelo f*8?o.
Basquinas.
Chegaro as mais modernas
on jaquetiohas de seda prela.
enfeitadas a vidrilho, iranga s
tendo de todos o modellos, os _
que tem chegado e vendem-se por precw
muito raaoaveis.
ORGANDY COM SALPICO.
Chegaram os mais ricos orgaodjrj aa c
res com salpicos o mais bonito qa* fcrsa
vindo para vestido, qae se vende a IJHO.
o metro, ditos braneos moho Caca casi
listras largas a 15000.
Cambraias brancas
Vende-se om grande sortimento das sas-
lhorcc cambraias tanto victorias i__
prenles tendo de 35500 i peca al a
fina que vem ao mercado.
ESPARTILHOS A
Vende-se um bonito
lhores e mais moderaos espa-
do barato proco de 55000 at!
CHITAS FINAS DE 32a A 800 BS.
Vende-se o mais elefante sortamsato aa
maismoderoas o posaras causa |Ma asa-
das como gradas, cosa cores Jmi es-
curas, dando-se de todas aa tuina,
FUSTOES S ANCOS A 64, SSS B
Vender moito bonitos
muito flexivel proprios
senboras e roupa para
a 640, 800 e i** rs. a
O Patio asta sndeado
ceras Bxas a UyUla)i



Diario' de Feriambco Tei^a jetra 2G de Abril de 1870.
.
.*
1.1
A MITA DA IMPERA TI1IZ \, *
Esquinaba ra da Aurora, em frente do caf Imperatriz.
*wr .., reste1novo e smnptuoso estabelecimento de [azoadas encontraran as Eimas.
S 5 iL?rSdraMa"'em arli80i d0 mais 'i60rS0 lrao'corao m ldas
^ *^i Alm de *cnren prvidos do que do melhor so encontra neste mercado,
por todos os paquetes da Europa, recesen, directamente o que em artigos de moda e
lo mais apurauo gosto so encontra em Pars, o que vem cada da augmentar s propor-
toes de que dispoe este estabelecimetito para bera servir sua numerosa freguezia.
Algodo largo para lencoes e toalhas de Gase com listras de seda e flores, fazen-
toaas as quaMades que costuaia vir ao mer- da inteiramente nova par vos'dos de baile.
?' a- a Gravatas para sennorasohemens,o maia
a pacas ae todos o padides e qualida- completo sortimento quo se pode desejar.
les to vanadas quo se nao podm descrever. Guipure preto e branco, diversas largu-
Albtmscom msicas para collocar retratos, ras edifferentes gobios.
oehcade presente para qualqner pessoa de Gollas e punbos bordados para senboras.
"s^fa-. Guardanapos de linho pequeos e gran-
Awatuado de buho o algodSo, braaco e des.
<1e odres proprios pava toalbas. ", Gorgurode seda preto e de cores.
533 Grosdenaples preto e de cores, haven-
Bas punas de seda prelas e muito tuoder- d0 diversas qualidades e eosto.
aa, bem corno deerocbet, tu Jo do apurado 5^-
Baloes de massehoa, madapolo, brancos to, e fazenda propna para as feslas nos ar-
rabaldes e passeios a tarde.
6* ^WrtMAfc
N,
O
Laazmbas de todas as quadades, cores
e gostos, nao ficando nada a desejar, tal
o sortimento ojie existe para escolher.
Lencos, tudo qaaalo pode haver desde
esguiao ao algodo commura.
Leques de madveperola e osso, o mais va-
de cores, para senhora e memoas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinios ou liras bordadas em todas as
larguras.
Beibtttina de todas as coros.
Bolsas de tapete para viagem, grande
variadede de tamannos e gostos.
Bombazina prelado todas as qualidades.
Bramante de linho de AA palmos di lar- riado "sorlimento.
fura, e todas as mais quabades. Ligas de sata, bordadas, para senhora.
Bretanbas de linho e algodo, grande sor- Luvas do Jcuvn, ehegadas por todos os va-
limente. pores, sempre novo sortimento, quer em
Brins de linho brancoe de cores, do mais pellica para hmense senboras, quer em Go
commodoao mais caro em qualidade, aflian- d'Escocia, brancas <-> de cores.
filado o que ha de melhor na especio. -y^
Brins d'algudo completo sortimento e Madupolao; inlesc iplivel o grande sor-
variedade de presos. tmenlo que ha ueste genero, desde o mais
CB elevado prego ao menor, que se vende em
Cassas de cores, o maior sorlimento, -pri- p-?a e retalho por menos do que em ou-
anando. pelo bom gosio e barateza, atientas, tra qualquer parte.
^8 qualidades. Manas de hiende para noivas : o apurado
Caaabraias brancas, lapadas, e transparen- gosto dos nossos correspondentes em Pam
;es de todas as qualidades o presos. habilita-nos a dizer qae temos em nosso
Gamisinhas de cambraia do linho o cassa esfableciniet:lo o que de melhor se dese-
Dord-adas ricamente enfeiiados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para borcess e meninos, lio va- -Manas prelas de blond.
do sortimento que -vai do mais ordinario,
aadapolo ao mais porfeito bordado do li-,
Camtsas de meia, de flaaea, brancas e riados pa* oes.
de cores para hornea*. | 5
Casemiras presas e de cores, o melhor Pannos pretos e de cores, desde o mais
se pode imaginar, sendo Mata a me- DaralP ao mais superior, por preco muito
ior pro va o grande consummo delias na ^'""nodo.
-lficina da casa. Pannos de croclwt, para cadeiras e sofs.
Capellas de flores, para noivas e bailes,' Dilas tic casemira muito finos para
desde a mais canaula flor de laFangeira at mesa-
i.
I
Quaado a AGUIA BRRGV, mais precisa scienflcar ao respeitavel publico em
geral, e em particalar a sua boa freguezia, da immensidade de objoctos que ltimamen-
te tem recebido, justamentelquando ella meaos o pode faser e porque ossa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a atlenderio e relevar Jo,
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANXIA ra do
Queimado a. 8, onde sempre acharfo abundancia em sortiiaento de sopetlorids io nm
qualidades, modicWade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINC! til) J:"..
Do que cima Oca dito se conhece que-o tempo de que a/AGUMr URANC V pode
dispr, empregado apezar deseus costos nodesempenho de bem^ervir a aquellos que a
honrara procurando prover-se em dita loja do atre necessitam, entretanto sem ennume-
rar osobjectos que por sea natureza s3o uns conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles coja importancia, elegzncia e aovidade os tornara recommendaveis, como
bra seja :
Coipinhos de cambraia, primero smente Gapellas brancas para memnas.
eafeitados com fitas de sim e obras essas Grandes sortimento de flores finas,
cuja novidade de molde e perfecao de ador- Fil de seda, preto.
nos os tornam apreciados. PERFUMARA
Fitas mni largas de diversas cores e qua- Grande constante sortimento de -dita,
lidades para cintos. sempre methor quajidade.
Leques uesse objecto muito se pedera Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
dizer querendo descreve-les minuciosamente Caixinbas com ditos aromticos,
por suas qualidades, coree e desanos, tal Bonitos e modernos pentes onrados
o grande e variado sortimento que acaba para circular o coque,
dechegar, mas para nao massar o preter- Bonitos brincos de plaquee,
dente se lhe apresentar o qae poder de Aderecos e brincos de raadreperolr.
neelbor. Caivetes nos para abrir latas.
Entremoios cm pecas de l- tiras. Tiesouras para frisar babadiRbos.
Guipure -branco e pveto de diversas qua- Aspas para balo.
iidades e desenhos. Kovos stereoscopes com 48 visas, as
Ditos de algodao*com flores e lisos. T^es sao movidas por um macbsmsno
Veos de seda para chapelinas e monta-* Bid5 substitnem as outras.
o Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
IiOJJk
na.
.wi4tu.i j/j vino to Ui'iiU.
Mantas para- carros, cora lintas pinturas.
Merinos pretos, trancados e'sos.
Meias de eda pora noivas.
Ditas aberlas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meBinos.
Enxovaes completos para baplisados.
Touquinhas de fil, sapatiahos bordados -criabas.
pedras.
Ditas de madaira enverntsada com vspe-
ras e com domines,
Bollas de borracha para brinqoedo de' P:
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Bvereos objectos de porcelana, propri'^ffiJT^I^SS
para enieites de mesa e de lapinhas.
1EMAZEXS
NOS GRANDES
SME SECOS
o
E
mais interessante grinalda.
Chapelinhas no melhorgosto,de todas as godao pira camisa.
lores boje preferilas pelas senboras de Pnncetas poetas c
mais apurado rigor na moda.
Chapos pretos de velludo, para seuhoras,
timo gosto de Pars.
Peitos bordados de linho, lisos-e de al-
e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindsima.
Pellierinas para -senboras, do ultimo
Chapos de sol, para S3nhpcai e Lomeas,' gosto.
de lodosos pre;as o variados gttm. I Perfumaras ; os uiais finos extractos o
Chary com ricos padrees para vestidos, que do melhor c mais agradavel se pode
Chales de todas as qualidades, avultadu eadertrar neste genero, e de mais fraganl^
numero e nao menos va; ieda-ie de gostos, e suave no olphao, tem o PAVILHO' DA
Chitas, impossvel descrever o sortimen- AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
;o e variedade de padres e noves roslos, da at o mais fino liouquel d'Amour, linal-
a neste artigo tudo qaanto se pode desejar. mente tudo quanto deve oceupar o touca-
Cinto-; para wAant o que se pode ima-. dor de urna sentara de gosto.
giaar de melhor. 3
Coques, o melhor no gosto e nos entei-
tes, varios taraanoos.
Colchas de .-.ida orna borlas, o mais apu-
ado gosto e lavnr.
Ditas de fusto braaco e de cores por
precos commodos.
Corpinbos de cambraia, ricamente borda-
dos para 63nhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
fil.o que de mrlhor se pode desejar.
r.di.T.-'irilinj i't linhn hnfiitA,.o a li/)a n
para noivas e pretos para
Coiarinhss de liaba bordados e
maior sortnento.-
QD
Damasco de 15a de 9 palmos de rgura
das cores -a ricos padres.
Espartilhos bran:os e de cores, para se-
nboras e meniaas, -o methor nesto genero ;
.enhuraa Sra. deixar por corto de muir
j-e de t3o precioso auxiliar perfeieSo de
am corno delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Enteites para cbeca," ultima moda de
?aris, recebida no ultimo paquete.
Esguio de liobo, completo sortimento e
iodos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de goetos e liados padres,
Fiibs de crochet, modernos com cintos
fe capas, o que ha de melhor.
Fil 'le seda, linho e algodo, de todos
os gostos e padrei.
Fusto de todas as cores e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca e de cores.
Flores, o que ha de mais rico, quer
ollas, quer em ramo3, tem oPAVILEUO Pars, podemos garantir que ninguem neste
DA AURORA am permanente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
disposico das Exmas. familias. 'canta.
E* dispondo d to grande e variarlo >ortimento que qz proprietarios do PA-
v'ILHAO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
tie e o bom gotoo movel anico de seus negocios.
Prvidos de todo e promptos sempre a- prover-se do que por ventora Ibe
aoja neeessario, os proprietarios deste sumptuoso ertabelecimento recommendam-se
em receio de serem coatradiclos e protestara esforjar-se por continuar a merecer
roteeio qoe se Ibes tem dispensado ; cortos de que do seu estabeleclmento n3o sahira
o freguez descontqnte.
Gontrnoa sempre a ofBciua de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
at, prosnpto exeeutar com promptidio e bom gosto qualquer trabalbo que lbe seja.
onfiwio. Urna modista especialmenle occopada nos trabalhos do PAVILHAO D V A-
HORA, fige os que lbe s5o coocerneates, garante por seu apurado gosto e promptido
:a eiecnfo e a mais completa perfeicooos seus trabalhos.
A numerosa freguezia qae nos bonra urna prova de que merecemos o con-
i^iteqoe se dispeasa ao nosso estabeleeimento, cenceto que procuraremos firmar cada
rez mais. Para facilitar ainda a coneecucSo do fim qpe nos propomos, temos no nosso
cstabetecimento.os uHiraos figulinos de Pars, que recebemos por todos os paquetes, os
qaaes enviaremos para serem vistos as familias nossas freguezas, afim de escolberenu
com o padrao da fazenda o gosto na forma.
Na oflciaa de alfaiate, jaoto ao estabeleeimento, ba guabnente oa flgurinoa
para bomens que por todos os vapores se recebem.
E' este o modo porque nos apresentamos pedindo a protecepo do Alastrado
poWieo e com o mais profando respeiio coqvidamos s excellentissimas Sras, a vfsi-
tam-OBosflo esubelecimeoto, certas de enoontrarem nelle pelo menor preco nossive-
Mandaremos caixeiros levaras fazendas eamostras onde lbrem pedidaj, visto
m po4ennot eapefcar tudo quanto temos.
A^w>, Sobrau dk_C:
Aborto das 6 e 9 horas da aoito.
Satas bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem elies, o melhor possivel,
S .:i las de b::i!e, de todas as cores
Sedas pretal, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de tudas as cores o quadades e
o mais burato possivel.
Sar2;:i dollas as cores e quadades.
5Or>
Tapetes grandes, lindas pintaras para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalbas de labyrntho, do malor e mais
fino trabalbo ao mais barato.
Toalbas de linho e algodo de iodos os
tamanlios, lias e felpudas.
Tar!alana branca com palmas e de cores,
fasenda mudo nove, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuaros bordados de fusto brancos e
decoros para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza d 2 salas,
novidade pelo padrSo, gosto e forma; ditos
de linho cora barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 salas, tudo inteira
novidade, trazem os raodllos juntos para
mostrar a forma d%os fazer.
Veos de blond Dar noiva
luto.
Vestidos de blond para noivas -: podemos
asseverar as nossas Esmas. freguezas, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em seraelhante materia, gra-
cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
HOLIIAUOS
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
DE
SiMAO DOS SANTOS ft C.
DO
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo 9
Os proyneLirios deste bem conheeidu eaubelu-
cimente, alm dos niuitos objectos que tinham ex-
postos a apreciaclo do respeitavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
Unas e mni delicadas especialidades, as quaes es-
lo resolvidos a vender, como de seu costume,
por precos multo baratinhos e commodos para to-
dos, com unto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mu lindas tres.
Mu boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
anora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeiles para canecas da.'
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Inos e sm elles; esta fatenda o que pode haver
de mlhor e mais bortito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
raarfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito supcriorri meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30*000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
aira destas, temos tambem grande sorlimento de
outras qualidades, entre as quaes alguruaa muito
dnas.
Boas beagalas de superior canna da India e
casto do niarGia com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor s
pode desejar ; alm destas temos tambem grandi
asantidade de outras qualidades, como sejam, ma
deira, bareia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de caduia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de ?eda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 aneos de idado.
Na vainas cabo de marfim o tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas.e de mais a mais sao pa
rastidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asegurarnos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bollas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para croxe"
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrntho.
Bons baralho; de cartas para voltarete, assiri
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das mclhores per-
fumarias e dos memores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convu!>3es, e
tacilitem a dorrticao das innocente* criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodifiiosu:
collares, e contiiuamos a recebe-Ios por todo? a.
vapores, allm de que nunca faltem no mercado,
como j tem ontecido, assim pois poderao aquel
les que deltes'-precisarem, vir ao deposito do gaili
vigilante, aoede sempre encontrarao destes verda-
deiros collares, e os quaes altendeudo-se ao fin
Ruado

n.31
<3>
Excellcntcs ehap/oi
brauc>s e prtKw, yeto
preco de lOCO.
*(].
I. Ja de Antono de Mooni
diminuto lucro.
Rogamos, pots, avista dos objectos que deixamo>
e amigos a wwn
comprar por precos muito"razoavei* loja do gall<
vigilante, na do Crespo n. 7
COGNAC.
De supsrior qualidade da mui accrediu
da fabroa de Bisquit Dubouch & C, en
cognac orna das que mais agurdente d-
cognac, fornecem para o consummo .i
Reino ds Inglaterra.
Vecdc-se em casa de Th. Just. ra A
commercio n. 3a.
10
Patto Aa Penha
DE
10
0 nerarteiro portland. S
ra da Badre de Deus n. 22,
JoSo Martins se venca r\
arma;:em d
SARTAS & FERR IBA
Os proprietarios destes bem sorlidos ermazens participara aos seus ianomeiros
.reguezes tanto desta praca como do matto que teudo feito grande dimiuuico de p.'e-,
ros as suas mercadorias est5o por isso resolvidos a vende por menos de 0 e 20 r0,
do que eo.'ou ra qualquer parle, garantindo-se portanto a s p-rior qua dade de qual-
quer genero comprado i est* dous estabeleciments. Mencionamos alguns dos nosse* I ^;'a^,^87oCdfc^vMfflto n
generse a v.sta destes sao eompnheudidos os ou!. os. porque cnbdonho seria men- eespera continuar ^cw alrStSci
O o respeiUvel pubco em geral e de r
be alguem duvidar venha ver.
0 eordeiro prevideut*
Rea do Qneiusada u. le.
Novo e variado sortimento de perfumar
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de pert
arias, de que effectivamente esl provids
oja do Gordeiro Previdente, ella acaba c
receber um outio sortimento que se ton
aotavel pela variedade de objectos, superioi
iade, quadades e commodidades te pr
Ra do Queimado n.31
XAR0PEDEFDF6O50,DOP]lri
E de uv.iaffU'.n'avtTJadcirbmen'.einats-
vilhnsa como ciln.anlelosys'ima D^rrome
applicado con Ira a nanilisia, Mthaa, tmm
convulsa ou roqucluche,Iobc n-nmlcn ao aa-
tigns suffocng.-. catan brs bronchGt,*,ele.t
a final contra lodos os oTrme tos da viw
respiratorias, e naphtiai pi!n^onar,if>.
tude conlrn o ttano ou esp-ismo-.e coavulcia
inconteslavel e ningem ha qm f. Utrttmkm^t.
nico deposito, ru larga do Rosario. .1l
junto ao qiinrtel de poln ia IV-naabo.
Conlinuadamento sno?nprn^ntazni
teslumunhos da c-ffcaci do fudtgoso 1
buco.
PLLAS, VSHO ZAUR
\n: js IBKB4
JOAQLIM E ALllFIltA
AspreparacoesdejurubebaslolMit
josamente conhi-cidas e prconbadM
mais habis medico?, tanto da Eoropa
do paiz, pela sua cfBecM nos rnno&d*
chlorozc,hydropesia,obslrucciodo
etan!b"mnosdemenstruacaodinciJ,
na bexiga, ele. ele.
Vndt-m-seem por^o c a rctalbo _
do Ri.-ciii-, pharmacia do seu compositor,
larga do Rosario, n. 10, junto ao qmrW i
polica.
PINTO l'HAHMACKUTICO
XAROPE DE SALSA PARRILHA DO PAII
DEPRATIVOdoSARGE
Usadas as molestias de Pelle, iipiyj, mrm
rhcomaiicas, e utreras venere*. '
BA L4RC1 DO ROSABIO, S. l
Nao mais cabelirMiu*.ie.
A tintura jnpon. za ora i;
da cakfa e da birba, f-. a u:,;.-a admitida
i Exposro Ljiwrsal, por ler ido vr*v-
ahecida superior todas a. IwflM
boje exntentea, m atoar a .-ade
Vende-c a uwj rada hmt na
Rna da Cada n 61,
1. andar.
Farinha no. a
de mandioca uli nemrnie -Ik ?a,i,i. -. ior
do do liiipue -i- 11 ,-.'. nfj
dn Ramo? e ir. i i. ba n- riu 1
tai eoin n rapHl : lio:,: i i :
le Arauj \ no ..:
fandeffa.
Ir
!-
Biinr. s c f,l!lr.."r ,-. p| .. .vfcrxta
lela priinrini re? reci.UH>. u-|.i-
curioso : vei .-ea l.T0 p l
Agui;i X.-j a. i ta do Caboian. 8,
l- k ja di
E;
S3RAV0S FiJGiat:
Fuji d rnfrflboA .
JamarapLe, ,.r. vinci;, .
Nfla,sl,la,te:iVSnnn,,imr, .
eorpo. andar banr-iro, t 10 f^ i, d- i,,
r"T!"'r< '' --.Illa -- ir Vi h
du 16 depnetr.i d., c^ren,
J{ V.,.rin n l2 ,,. travv-, ,f(, fii
me., c "r aDdar' ** M lSt
rener.a-
Ri(do do
Vinagre branco mandado vir
propna vindo de
480 o litro.
dem tinto Figueira,- Lisboa
Lisboa, a '!0 a" garrafa e
e Perto a
Gaz ameno no marca Deves a bpSOO a
I paasas e figos, charutos Gnos de diversas marcaV.'maraelada, bolacbiha? eTods ai
quahd-des, perola, Francy^racyaei, a, b, e, Mdium, raixed, soda Fancy-nic-nac, na-
frar^o^TW^*^ d0Ce de S na, ehouricas, manteigas finas
fonJiiSiS^iSf SiT' ^^^os de Svcuryt. Coga,c. cha de d
30,280, 240 e 200 rs. a garrafa c 480 300
rs. o litro.
Vnho Figueira, Lisboa, Torio e Esreito i
a .i60, 500 480 e400 a garrafa litro a840'
760, 720 o-600.
Vinho branco puro de Lisboa a CIO 560
a garrafa, era porcao ba abatimento.
Vinho do Porto, engarrafado das melho- i
res e maisacretadas mareas a Ii5008 e il20O
I 500 e 2 a garrafa. |
dem Bordean*, Medoc e St. Jallen a1
7300 e 6590, a dnzia e 6i0 rs. a garafa.
Genebra de Holl-mda Jaranja doce aro-
mtica a 6500, 7, II 500, a frasqaeira.
Serveja Bass, Ilters d Bell a 9800 du-
zia em por?3o ha grande abatimento.
'dem m rea H e T e outras marcas a
5^500 e t, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ba outros amitos
charutos linos de
Ir o.
e i KM) a
abatimen-
1-ta, o80 rs. a garrafa e 560 o
Azei'.e doce d* Lisboa a 000
garrafa era porco faz-sa grand
to.
Caf em caroco a 220, 240 e 2-0, a li-
bra o kogrammo a 480. 540 e 600, e
7OO0, 7560 e 8800 arroba.
M.lho a'pista 200 rs. a libra c 440 o ki
logramma e 580O a arroba, em por^So ha
abatimento.
O^eijos frescos do ultimo vapor a 3200
e 3400 cada um.
Aletria, macanrao, talharim a 500 r6. a
libra e !100 o Mlogramaio em caisaoba
abtimento.
Sabio massa de 1* e 21 qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
Tueinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki ogrammo, em arroba ba
grande difierenea.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
em ffiafd^i.^'^f'r1? d\"> S^oa, enlofre, b en" "pe
S p?ddM quahdade1s' m? de milho americana, grandes molhos de sebol-
o^!^TaraUZen8 ^ <**** W'andi. sortimento de loucas propr.as para ne
gocio, que pelos seus commodos prego fn vantagem aos compradores P
VENDE-SE ou arrenda-se o engenot
S. Gaspar, sito na freguezia de SemhSem ;
comarca do Rio Formoso, prximo d> em
oarqoe, com grandes partidos rJe' pal <
massap roda da moenda, mattos mangue*
para nadeira neessaria, bom pastt>, etc.:
a tratar na ra d'Aurora n. 26", 00 nado
Imperador n. 20.
PILULAS, VINHO, XAROPE DEJlfRUBE-
BA DE PINTO.
Superir atados os tnicos coobecides. contra a
anemia, calorse, hydropisia, ohsirucco' do ai>-
aomen. E tambem empregida-nos- casos de menv
troaco difflcd ; as thatm dxkn^, eU
Ra larga do-Rosara ni tO
Venda de lampeoes
p ra iJIunnuago.
H& loja de funileiro da Antonio Moreira Pinto
na trareesa da ra do Vigario n. 3, tem para ven'
der 300 a 400 lampt-oes promptos, muita eeorto-
mieos por serem para gaz Hqatdo, e dao exeellen>.
to loa: elles anles que se acabara, sensores e-
carregadus de llumina?5e*, que ?ao baratos.
JjmUo ao qmrtti dm>earpft e^iai >
(Outr'ora roa dos QnaMi7
Mez de Maria
Cnticos e hymnos devotos para o aei
fe liara.
Um ntido volunW encadernado de couro
#6b0.
rx raarroquira doarado '
2*300
LVRARIA FRANCEZA.
Qepotito egwHivoAtt woiwtm a eomfu^ux . agm deVichfcomsijam.:
Agpa Source Celestins.
Dita dito Hanterive.
Dita OMUtdoo ele etc.
Saesjl# Vichy nwa baohos.
Suprior >inhe Kwtem
SL Eslepbe & St. Julin: na roa
ReeiBWero5.
Veade-se urna casada-sobrade cernterraeo,
lando na-paaimentn terreo dou ftaodss arr^ateas
ftoa freguesa cm particular, nao so afa
sando elle de sua bem Qonhecida mansidi
e barateza. Em dita loja encontrarse (
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman
Dita de Colegne ingleza, americana, fr;
-wa, todas dos melhores e mais acreditad
fabricantes.
Dita de flor de Iarangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para oilet.
Elixir odontalgtco para conservado
tsseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e ch
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparem
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano!
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel cht
"o de violeta.
Outras concentradas e de cheiroa, igm.
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad
com escolhdos cheiros, em frascos de difl
entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menorc
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figt
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb.
! Caixinhas com bonitos sabonetos huitan
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo l
aas perfumaras, muito proprias para pr-
entes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tu
J^oera de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes nijvos e elegantes, com p de arrt
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentei.
Pos de camphora e onras differenu
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental d- Kemp.
Anda mls eoqaes.
Um ontro sortimento de coques de q<
vos e bonitos moldes com filets de vidrUM
9 alguns d'ellea ornados de flores e fltai
aatao todos expostos 4 apreciacSo de oqw
da Cadea do ^ nretenda comprar. *
GOLUNJUS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de mmtdgosto e perfetcl.
de Serinhacm rertencente, ,,.,,-- ^J3
S"*"*T ^ travos sep lB'
tobaja pro,,, n.ri, cha,!;, dh m *7Z?Z
Fugjo du eogeobo Hnl> a.-. da
Sanio Ando, no d,a SO de jimba o atM m
o fw-rava de nonie Frar.celino, reptfJetto er
annos de ,dade, cm os g.,, '......JL ,
.marra ic
?s
preu.. L,.xo, crpo dbn>SS '2SZJZ
arbadn oibni reqoenos, narir muu, JT "-
f. rejrnljr, deni-s curtos e l.mad,.-, mnH ,^
ta e andar apresado ; eonsu arular i*|,- a,,.
Jse de Sart Auna, seu irmio liberto. uZ
oin s^a c^mpanhia nma cap. elfc r mmVZ
ma, e por onlr irrnao de nonw ], ^ n.,,,^
oronduztra para os lugares acin,a ioSfaZT
alen, de um nutro so-io de no,ne J **tSSt
da Silva, cnnherid ,r h Pajeo, p.-r Ur.hZ
pllae? de can.po que o aprehendan.
e
o (ere,,
ra do Rangei n. 17, ou no engrnho ifinlw^
entregar a ,,u senhor J,So CoVrA QTn
Monte.ro, que serao generosamente rnmlZ?.*
FIGA
Fogio da casadan.a de Santo Amaro,
d 22, no da 3u de maro do aunte no
o preto crioulo de nome Ji.5o idade de 30
ann s pouco mais ou n enos, con. os siena*
segrales: baixo, cheio do eorpo, Lm
barba, rosto a.m marca de bexigaa, uoj
dedo de menos na mo direita. o qtial f.)i
escrevo do Sr. Antonio Climaco Morena
Temporal, e julga assislu nunia las
quatro frpguezia da cidade. Riga se p.s
s autoridades enmilente e p-u-colartao
obsequio de apprehenderem e leva-to i iU
do Crepo n. 5 que generosamente ae
pensari.
COOr-
Pastilbas de Vichy etc. etc., toda.or pieaos mui
S^t"^*^J^^S-c^.3Bdo Relio e varado8orTeFto"d obk
vicho d* direrm (mktdn.
38, venaem-se foibaa de ferro galvanisaiao.
na. a narnta cuta urkU* para o ra, na roa da
Poote 9ft da idade de Uaaaoga* : a traur
na meania casa con sea proprietario Jos arUns
Feraahde ^ogoaira-
E:fl. RabUoifJ 'tam para vanderem era
MBescriptorio, roa dff']orrrmercio n. Jf; os ge-
gtintcs aitjfos : cara am valas e bafia*, dita em
grumo e paos, re-oa preto superior.
prador.
vende-ae no arnem amaralle da Tcente Ft
Mu-a da OoM & Fnho, de/rento doarcodaCon-
ceiso, em barncaa fraadas.
E"t fgido o esersvo Frrtiemrm que IW do
Dr. Joio Honorio, pardo alara de 18 aun s di
idade, estatura renoiar. seceo do enrp^ rosto rt.
mdo e com urna pequea e amiga sicatrix paiUn-
do do nar, sabio c>m ralea parda, camisa a ia-
queta branca, a chapeo radobdo e bar de aJeL
capreta. Supp&->e qoe anda pelo barrro A
Boavita arrabaldaN ow u m s.d ti r,h
ga-se pois as amb/ ridade. policts, oa a qoU
quer particular o faw de. o prepler e loa o a
!9a.2wiunt0 a2 "^WJ" "flboanrbwina
de Aplacaos, ou roa. da Snaalla-ao*a a
escripiono, onde se dr* a ataVaain d* e-ai
coento mil res.
Fujgi > no da 11 da di
o efcravo Fraaalseo, atML<
com os slgnaes egwaal
rosto deseamado om _,
lula se ser livre, levoo cal
rpaca de cor e chapeo
m
para o mesmo logar ; d ^p
aoessoaoju
eiaes oda o trafitai avaaa^S
generoaaoenle grauncada,




8
d Pernainbco Terqa ef 26 de Abril de
LTTOATORA.


A TlctorU
P0KS1A RECITABA Dt PALACIO BM MENTE' DO
CmitO TIUUMPHAL, E DA BRIGADA DOS BA-
TAdldES PATniOXICOS NO DA 2! DO COI\-
BEJfrE.
Foi um da om tiranno dictador
$u' atiri-verde pendi looco ultrajou.
Eni negra hrenha a fera afapardada
Um povo do guerreiros provocou :
Mas qaando do povo o grilo
Lhe ferio o coracio
Do povo que a punirlo
Dessa lera decretou,
Tre meu de medo o covarde
Embora Szesse alarde
De jorrar o sangue humano,
Era do monstro a virtude,
Amado da gente rude
Escravsada ao tyraono.
Altas soberbas muralhas,
Profundos e largos fossos
Zombaram de tudo os nossos
as mais bilhantes jornadas L
Hnmayt a formidave
Que se disse inexpugnavel
Por toda gente estrangeira
Kcndeu-se ludibmda
Jim bombardeio estragada
A' marinha brasileira:
E por que nao ? Quando vultos
Da n ais nobre valenta
J'rabalharam noute e dia
Em negro fumo envolvidos.
Londrina torre, as muralbas
De granito, essas metralbas
Que de l vinham mandadas
Respeitavam marinbeiros
De ferro firmes guerreiros
Pregados as amaradas.
.. At que um dia o Genio Tutelar
Das' soberbas victorias empunhando
A palma vividente
Gaixa risonbo s plagas brasileiras
Comterapla urna naci de povo heroico
E lb'a d de presente:
BR\S1LEIR0M0NARCHA! Invicto conde
Calentes capiles de mar, e trra !
Valerosa corhorte!
Evos, oh I MANES dos Hroes da patria!
Cuja parte melhor, memoria eterna
Zombou da le da morte
A palma desfclbal qite tos peftence
A naci vo-la d, sois irasiteifos
Este nome de gloria,
De titulo, e brasao claro gravado
06 presp 2 jg e para sempre
as paginas da historia.
Leopoldino Antonio da Fonseca.
VARIEDADE
Nocuah do Paraguay.
* NTl RAS E PADF.CIMENTOS DE UMA EMIGIU-
NO PARAGUAY, ESCRUTAS
Lasserres
DA FRANCE7.A
POR ELLA MESMA.
Ixposirao de Dorotha Diiprot
t esta'a mulber que eavolveu a todos_ em
ctutea de aranha, da qual nao sabem
Sr sodrendo os maiores
do i nao sao necessarros, e sendo ate ac-
c "idos de quererem soccorrer com vveres
5 dSfheiro aos brasileros pr.s,.ne.ros, que
s6 se alimentan* comlaranjas azedas.
OSr. Chapperon responden, por escripto
J nlo poto mandar os animaos, porque
mri narlicuar o creado, disse-me que o w.
f SrSS tinha chegado nessa mesma
Suie de Penbebay, e qae ele me d.sses o
Lpez tinha escapado milagrosamente
KlSS^^fs^Z!!^
heiraUs'"qeaeVexercito braleiro tinha
o completamente o exerc.to paragua o
apoderado de todos os presos vivos,
.neo e"pelo creado, aconselhou-me que
me Sndesse durante dous das, porque
apresosTvres naturalmente voltanam para
nrnrsraSoquehaviadefazer;cPa-
rindome -m?lhor cumprir a ordem.do
ueTpoMne a ser maltratada pelos espites.
iUl9S, mP montamos a cavallo, cada
me montamos
trouxa com duas mudas de
s 2 horas da tarde do
2 de Janeiro casa do commandante de
I que escoltadas por dous soldados armados.
eu e minha
urna com urna
roupa; chegamos
SecebeuSios com m catadura e pergun
ion-nos quem governava a casa; dissa-lbe
que e.a mnba me. a quem disse que nos
feriamos retirar de onde estavamos antes
deReespJondi-lhe que nlo tinbamos ordem,
devlamos ter re-
tirado mesmo-sera elli.
fiado o interrogatorio, escreveu um passe
que entrecot! a ora sargento de urbanos,
velho, a quem nos entregou para levar-nos
i polica de Peribebuy, accrescentando com
amabilidade que dahi'a pmico nos alcanzara
nocaminho, porque ia desoecupar esse ponto
cora toda a soa gente.
Com effeito, o resto da tropa e os poneos
urbanos que existiam, estavam formados,
aguardando as oliimas ordens.
Acompanbamos o sargento, e chegamos
s 4 horas ao novo arsenal de Yquey, onde
bawi grande alvoroco.
Canoas carregadas de machinas de wagons
iam e vinham, e a mudanza que se tinha
feito era completa.
Fomos dormir dahi a tres quartos de le
gua em urna casa desoecupada.
As 11 horas da noute, pouco mais ou me
nos, ouvimos algum rumor, tropeis de ani-
maos e passos de gente.
Apeou se um official, ferido, qae chamou
sua gente nomiaalmente, mas poucos foram
os que respondern), porque quasi todos
tinham morrillo : peruatou quem eramos,
respondemos-lbe, e pedio que I be deixasse-
mos armar sua maca debaixo do telheiro :
depois que o (ez, deilou se nella e mandou
I var urna ferida que tinha e que j eslava
araaterada; depois despachou espies, cot-
locou seolinellas em varios logares.
Com o barulho nao podemos- dormir; a
cada passo chegavam soldados urbanos que
illi se reuniam.
De manhaa havia mais de cem almas, che-
gando tambem o commandante de Luque
com alguraa gente.
Passaram os wagons carregados de tras-
tes e objectos dos arsenaes com uns 66" em-
p regados e alguns inglezes; deram-nos or-.
dem para marchar
Mandamos ensilhar os animaes, faltando
um; seguimos nosso caminho no meio da
soldadesca que levava agurdente e a bebia-
a cada passo.
E assim ebegmos estaoSo de Aregu,
onde paramos em um i casinha solada para
descancar.
Mandei matar urna ovelha, e emquanto se
cosinhava comecou a chover, e a chuva con-
tinuou toda a noute sem parar.
Tinhamos esperanca de que o exercito
alliado nos ve3so alcancar all: a Sra. Gu-
tirrez tinha adoecido : mas s 8 horas de
manhaa melhorou o lempo e como n5o ha
va mais descnlpa montamos a cavallo e
dirigimo-nos ao passo de Reveoton, da la-
gda Fpacary, em Tacuaralee.
A laga estava cheia, e nenbama de nos
conhecia o perigo que corramos.
Vimos embarcar gente em urna eaaa ;
mandei o meu criado saber o- que era :
pouco depois voltou elle e nos disse qpe
podamos tambem atravessar nella.
O mais diflicil era dar passagemaos ani-
maes. Embarcamos, e quando a canoa
chegou a certo lugar ensilharam os caval-
los na agua, e da canoa nelles- montamos*
O sargento n i conhecia o passo, e nos ia
guiando : s vezes o animal, emque ia, afan-
dava, e nos que queramos evitar operigo-
davamos volta: os nossos cavallos. eotSo
patinhavam na agua, refugavam, "bufavam.,
etc., d? modo que o meu criado cabio na-
agua para puchal-os pelas redeas.
Vim)l-o algumas vezes desapparecer e
surgir em oulro lugar.
Minha mSi perdeu os semidos, e as- an-
gustias que passamos durante essas horas
de martyrios aggravou o estado de sua
sade a ponto de ser accommeUiaa de
urna febro intensa.
Depois da laga, anda passamos por al-
guns arroios at chegarmos casa de D.
Luiza Gel y, (ta carnal de D. Juan Gelly y
Obes) onde havia urna guarda paraguaya.
Foi ah que nos hospedamos. Toda a
noute passou por alli gente da est cao de
Tacuarales trazendo roupas e obyectos de
panno encontrados em urna quantidade m-
mensa de bahs, que uns ofciaes para-
guayos tinham despedazado, para que os
inimigos nao se aproveitassem do seu con-
tedo, e que, enlrtianto, foram saqueados
por outros paraguayos'.
Desappareceram urna mua e um dos
nossos cavallos; mas felizmente passou urna
carreta onde pude aceommondar minha mai,
e fomos andando urnas duas leguas at ou-
tra casinha abaudonada.
Alli chegamos na o:caso em que passa-
va muita gente, gritando :ahi vn os ini-
migos !
Tivemos ua vislumbre de esperanzas,
que infelizmente se maograram.
Nessa occasio, um soldado roubou-nos
um embrulho com cinco macas finas; foi
perseguido e apanhou-se-lhe o roubo.
Desculpou-se dizendo que o levara para
que os negros nao se aproveitassem.
macas.
FOLHETIM
GSDRalASDaALDEU
das
Os paraguayos^ ninguem p
sao uns raioneiros mnito engranados!
No ontro dia, um sargento roubou-noe
ontro cavailo, de moda qutt^K^ne era
mos cinco, Acarnos com.um s animal.
N3o sabamos como nos haviamos de
m>ver dalli.
. Um sargento do lugar disse-me qae tinha
licenca de apoderar-se da roupa e do pon-
che de qualquer pessoa( e de lado quanto
quizesse, e que Ihe agradocessemos o n3o
fazel-o.
Esse sargento inotfmbio a outro de ir
procurar urna carreta ; e este foi para Pe-
ribebuy para ess fim.
Entretanto fui accomioettida de febres, e,
depois, de um forte catbarral.
No fim de tres dias quaodo anda me
achava bastante incommodada, appareceu
um sargento, que nao conheciamos, e nos
ordenou qoe subisemos a cordilbeira.
Fizemoi-o no nico animal que nos res-
tava, sendo obrigadas- a revezar por falta
de conduccao, eaminhaodo a p aquellas
que j tinham andado a avallo.
Cbegamos ao cume da eordilheira s O
horas da manl/Sa pouco mais ou menos:
tomamos um caldo, e quando me apparecia
urna pona de febre apresentou-se-nos o
sargento qoe tinha promeitido arranjar urna
carreta, tomou o me nome e os de todas
as minbs companheiras de viagem; remet
ten o papel para Ascarra ; mandou jungr
a urna carreta alguns bois aneados qoe
volta vam do-ser vico, c ordenou qtoe, en-
trassemos Bella. .
E eu e minha m5i, que estavamos; itais
moitas do que vivas, sujehlamo-nos a* mais
ejse sacrificio t
Adiante da carreta iam dons soldados e
outros- tantos- atraz, e assim' fomos aos tram-
bulhoere tristes-, como se fosseinos ornas
condemoadas, e sem parar.
MuifiMmpo depois, chegamos a um-te-
gar, onde se achava o sargenta qne tinha o
nosso paese e ume> ordem do chefe de po-
lica, pava se nos fornecer carretas- ate
chegarmoo a PeribeftajT.
Mas os nossos condoctores nao qoizeram
demorar-se, e nos fram guiands pressas
at Peribebuy.
Passamos por Ceop, onde preseneia-
mo o quadvo mais- hediondo e horri-
velf
Naoea pensei ver tanta miseria> como a
que alli vi!
U conjuncto de peseoas de classe entre una fetidez-, qae nos obrigou
a tapar o nariz.
A estrada, desd a embocadura dSPi>ada
at Pefibebny, eslava^ alaelrada (tecorpos
moitos-'
(:hegj)os em Peribebay a 11 de jinetro,
edfipoi8-de um longo inerrogatoriO"feito
por doft-sargentos-fomee eoBsideradas-pri
sio&eirae-?
Dous-nrancezes qe meforam visar, dis-
seram-BOSr que o cnsul, dtpois de fces>ler-
prometidto" qae na"sahirian> de Lu^uo, e-
gou-se a< protege-tos, a pretexto da qae o
consulail>o3k) era logar d pomada, que di-
as depoto os Vigilara afSmando-lbas (fse
Ibes tinbam alagado urna casa e que-dan* a
45 dias elle voltaria; mas qua nessa mesma
noile ella mi preso com Carlitos, noaieado
segreta. io do coasoi'italianov e que por in-
termedio deste (que-arromboo um cerca)
foi que ambos poderam escapar das- garras
de Lope*.
Outras pessoas nos foramvisitar na nou-
te da noesa cnegada; mas nao consenttram
que nos aUassem.
Foi oesim que passamos alli a prkaeira
noute I
No di seguinte amanheceu muto doente
a filha de Gutierres P.edi um medico: man-
daram ehama-lo, e este disse-me que nos
era preciso descancar, pelo menos oito dias,
porque estavamos em muilo mo estado.
, Fui procurar Solalines. que me aegoo toda
a assistencia e com bastante grosseria.
Retirei-me, e tao molestada fiquei que a
febre reappareceu.
O sol era to forte que senua-me morrer
abafada,
Solalines deu ordem ao cabo para recu-
sar-me tudo quanto eu pedsse, porque n3o
q eria ser incommodado por minha causa :
dormimos outra noute alli. No. dia seguin-
te perguniei se podia mandar lavar a roupa,
respondeu-se-me que nao e que ao meio dia
parteriamos para bu.
PerguntSi porque me mandavara para alli:
responderam-me que por ordem do governo.
Perguntei mais cumo ira: responderam
qae a p.
Disse que era de estraabar que depois de
se me ter roubado todos os cavallos. me
mandassem a pe, e para to. longe.
Solalines, que foi quem quasi sempre res-
pondeu, lancando-me um olhar fecoz, disse-
me que o Estado nao tinha carretas para o
meo ser qo.
Reflecti um poaco e pedi-lhe licenca para
rrer a povoaco afim de coiuprar alguns
anianwi ou llagar carretas, ao que annuio.
Sau tais mora do que viva, entrando
pela primeira vez na micha vida em casas
jmo se esmolasse, atra* de ca-
vallo* e carretas. ^
Banbada em lagrimas, apezar dos esforcos
que fazia para sopita-las, nao me foi possi-
vel encontrar quem me alugasse um cavallo
ou ama carreta.
D. Benito Rolan, qae se compadecen de
mim. consegua comprar um, e om soldado
eomprou tambem para mim ama egua.
J tinha tres animaes, mas como nao bas-
tavam, e nlo soubease onde encontrara ou-
tros, dirigi-me casa do ministro Falcon, a
quem contei o que havia.
Acooselhou me que me dirigisse ao jui do
povoado e Ibe pedsse urna carreta.
Cumpri suas ordens; recebeu-me muito
bem, e prometteu-me a carreta.
No dia seguinte compareeeu Solalines na
casa em que nos achavamos- para lavrar o
passaporte, e nessa occasiacr perguntoo-me
com que condices ped a carreta aojuir.
A carreta alugada, Ihe respond, porque
s pedirei esmolas quando nao trver um rea^
Disse-me entao que eu tinha dfe pagar oito'
peso* pela carreta at chegar ao meu desti'
no, o que mencienou no passaport. Pedi
para sustentar os conspiradores" e remettea
ama f,.rte sorama para fYa; finalmente o
Sr. Aristides Duprlt tinha sido escolhido
entre os conspiradores |ra cravar tfpanhal
assassino no coracSo da aograsta pessoa de
S. Exc. Por aqu pode Ym. ver o mal que
tem feito a si mesma acompaobando essas
Sras., podendo a esta hora estar ao lado de
sen esposo. >
J se v que se me attribura a pris3o de
Gutirrez.
Como j disse, igaorei at certo lempo
tudo islo.
No fim de dez dias, seguimos viagem,
s endo depositadas em mitro lugar cbamado
la Escueta, onde n3o havia quartos nem
galpn.
Recolhemo'-nos debata da carreta : co-
mecou a chover e quasi msrri com a molba-
della.
Mas eu querit viver a todo- o transe para-
tornar a ver o meu Narciso, e creo que a
esperanca me saivon em omita circuns-
tancias.
Tivemos de ficar nesse lugar espera de
carretas.
Descubrimos orna casa vasia e nella nos
bosperlamos em om galpn todb-aberto,
aonde vivemos om mez e seis da.
Os criados da Sra. ftutierrez desgostaram-
se, e o mea eslava com as pernas em ari-
que, na dsse destino aos creados^eque osseravel estado de sarme, de modo qne nos
salSo tinha urna mobili
de velludo amarello de
POR
Ponson du Terrail
n. 91).
jeixasse- acompanhar-nos, ou nao : nao me
aiteoduv e no passaport menrionoa que
eltes aos> acompanhavanv como se residisse
em Ihhu.
A carreta parliu para- S. Jos no difr II de
Janeiro, na occasio em- qae fui acommelti-
da de um actesso terrrwl de febre.
Era all que dbviamo mudar de carreta,
al* chegamos sem tropeos.
O chefe mandou acommodar-nos debaiio
de ora galpn, no da segninte, recebend-
dos cora muita amabilidade.
Maraamos todos para Ajes-mu lo doent-
les. Soiibe alli qoemoitas estraogeiras tinham
tamben recebido ordm para- se reunir
nesse logar.
Foi entao que atinei com e-motivo da or~
dem de desterro do dia 2 de Janeiro, dada
eu Ascarra.
Nb segando dia deram-nos carretas, e nos
despacharam em ?culiram-nos- um grande susto qoando j
ao achavanaos enterradas na*'-arretas; e a
tafc> nos resignamo.
Efectivamente chegamos da* a dous dias
a aa estero medonho, que a ravessamos vo-
aado.
OF-sasto qm delle tinhamos-era la) que,
dsaois qoe o deixamos pelas costa, rimos
do> nosso temor!
Passamos o-Tasatyny em caaa-: o juiz de
GaKiyo veio peceber-nos .al> noe acom-
modoa em uaes casinbas perto -do. rio, em-
quanto nos maodva carretas parai coduair -
do a? regueziav que dmta dairwduae- leguas.
leomnendou-nos aos donos dessas ca-
sinha, qua no trataran} muilo-be, e no
dia segpint maadou otto car rata- mailo boas
busoac-nos.
Chegamos a-Garayo, onde-nos-acommo-
doa muito ben,' e nos iratou oavalitoiramen-
te, o Sr. Nicolao Larrose, especialmente a
mim,' porque fora amigo intimo de meu
irmo.
Agradec-Ihe duplamente tantos favoses,
porque estava farta de solfear mos tuatos
po# perteeer a un familia.de- traidores ;
ao pfcsse que por ser inna de um desses
traidores esse desnete cavalheiro enchiarme
deobsequios.
Alli eslive gsavemeote doante, e senarme
morrer.
Pfe da segumte prtimoi-dessa povoaco
para Sant'Anna, jurisdieco de S. Joaquim.
Alli chegamos sem o menor incidente.
Apenas encontramos ires- carretas- em es-
tado da poder levar carga,, por isso- d*mo-
rmo-nos nesse- logar dez dias.
A Sra. Gutirrez recebea, quando alli es-
tava, uma encommenda de Mine. Lyncbcom
urna earta qu nao rae quiz mostrar ; mais
tarde, esiand ella^doeate, Uve de revistar
seus papis, e encontraado meu nome em
um delles, li-o.
Nessa carta dizia que tinha feito mal em
fallar as suas cartas das Sras. de Doprat e
Lasserres, que sua inteoco nao .era influir
em as suas amisades, mas que nao podia
deixar de dizer que fizera mal em pronun-
ciar o nosso nome. Quero crer dizia Mme.
Lincb, qjaa essas Sras. ignoran*.a parte que
seus esposos tomaram na coaspirac3o ; mas
exporei- as declaracSes por elles feitas: o Sr.
DupraW pae, foi um dos m#is activos cons-
piradores, e servia de espio brasileiro na
correspondencia com o baro de Villa Maa.
Encoatparam-se muitas cartas- escriptas por
ella e muito comprometedoras; mas S. Exc.
fecbou. os olhos e deixou em liberdada. O
Sr. Lasserres, agente perigoso da conspira-
co, recebeu muito dinheiro da alfandega
(ContinuacSo do
XIV
OSr. Quirambault, tabetliao em Orleans,
foi qaem redigio a escriptara de venda ; o
seu primeiro escrevente, o Sr. Izidoro
Chalamel, foi o encarregado de assistir s
assignaturas : o tio Boatevdle recebera da
Martina em boa moeda de oare o preco
aiasUdo ; e Maarel, vulgo o Malot, tomara
nwse da propriedade da Bella-Vista.
V Este dominio da Bella-Vist, um poaco
depreciado pelo o Boolart, e, segando a
sua opmiSo, vendido por um terco mais do
que vaha, componha-se de prado, trras
Iavradias e vinha, e era situado i entrada
de S. Florentino, na esqaerda da estrada
de Lorris ,..._,
Occupava uma superficie de tnnta geiras
de nao grande reodimento; o rendelro cus-
tava-lhe a aparar mil e cem francos.
Como dissera o to Booteville, tinha
casa aobre, e, segando a exprsalo do Sr.
CUalamel, mi bom ponto de vista.
E q5o era exau*ac*o-
Decobriam-se d'ali dez leguas qaadrada
de terrenos e em dias lmpidos de estio
dungaia-se ao longe o campanario de
Saavimy, em Solooha.
A casa de retideneia era om pequeo
pavilbSo qadrado coostraido oatr'ora pelo
solteirao o Sr. Cirnot.
A sala do janUr era torrada de papel re-
pesoQtaDdo uma paUagem coa is ventoras
de Antinous ; o
antiga estofada
trecht.
Nos quartos de cama do primeiro andar
havia relogios de cima de mesa e vasos de
flores dentro de redomas de vidro.
Tudo faado, escarapelado, arruinado
pela humidade, mas no fim de contas mag -
nieo para uma aldeia com S. Florentino.
O Mulot, que estava as boas gracas da
irma, principalmente depois da morte do
commandante Ricardo, fra ver a casa da
Bella-Vista e appetecera possarta.
A Martina offereceu-lhe difficuldades,
mas no fim de contas, como era extremosa
pela familia, no dizer do tio Boateville, re-
solverse a comprar a quinta daBelta-
Vista. ... ,
Oito dias depois de assignado o contrato
achava-se o Malot ali Detallado.
Quem o vio no seo viver selvagem nao
o conheceria agora.
Nao pareca o mesmo bomem.
Apresentava-se como grande senhor ; ja
calcava com esmero, elle qoe anda ba pou-
co andava descalco, ecoosa de espantar!
at solicitara am alvar para cacar.
Emfim, oito dias depois de installado na
Bella-Vista, o Sr. Maarel, por urna bella
tarde, dea entrada nobotejoimde S. Flo-
rentino e pedio ruidosamente om copo de
vinbo quente.
6 camponio nasceu cortezo. Extincto o
feudalismo, e nao podendo por isso saodar
j o sea senhor, o camponio saada qualquer
que techa dinheiro.
Em quanto a Martina era apenas a go-
vernante do commandante Ricardo, nSo fal-
tava qaem Ihe roeuse na.pello. Tambem
se nlo ensaiavam para dizer que o Mulot
era um velhaco capas de todo, porm a
Martina e o Malot tinham-se convertido em
proprietarios. Por taso tambem o'etle. q*
aitimos dras determinei' fazer um esftr?o,
indo al nb*$que, sto ; procurar vida.
Montei em um cavallo qoe mal se podia
ter as perno, e vencendb atoleiros e bar-
rancos, camodo aqui elevantaodo-me acot,
andeiproewaftdo o que comer : trouze oi-
to espigas de milho e tres-panes de mari*-
dioca.
Chegon aSoaf a carreta qae iws tinha do
levar at a fregnezia.
Os oamnho eram pessmms,
A sabida da"serra foi maito dUBcil para-
as carretas, mas- chegamos sem' trepemos.
Cbegamos ai Joaquim a>mei aoite ; o>
jniz reesbeuflo bem. Deu-no om bom
qaarto, otereceunio tudo qnanto qoizesse-
mos, mas-nada aeceitemos porque estovamos
dsejosasde chegar a Ihu, perqu-o dinhei-
ro eslava quasi acabado.
Demoraroo-no don dias na- viagem, e
anegamos na fregaos a l de marco de
869.
As Sras. de-RWand e Susmi nos hospe-
daran), depeis-apresenamo-nee- ao jiri, que
no receben perfeitamente, insreve-nos
con moradoras- db Pagar e di*se-ao que
podamos andar-se passe at- umi legna
em' redor da? fregutsziav qae prooureeeemos
terna (ou checara> para cultivar>e qoe-nos
dado sementes.
No dia seguinte vieram uns- 3argeatdo
luear, querende obrigar-nos a. ir pessoal-
msn.te ao maMo corlar madeicapara faer
gamellas : deseulpame-flos eom-- quantos
preteiUos podemos- acbar; mes viao-nos
maito mortificadas a atormentadas;
Bramos senaera delicadas e vi amo-nos
mais mal tratadas db> qoe se fossemos-es-
crava, por aqnelle que tinham ordem de
nos faaer solfeen
Bui queixar^me ae-iz, que-mei da6oqiiiie
ne podia intervirnoqaefaziamos-sargeo-
tosr.que sendo-povoadoras erames obriga-
das a trabalhar na abiras publicas.
duaodo estava alli'fioi que a Sra. Gutir-
rez .me communico o contedo da caita
do madama Lyneh.
Separei-me, portoato, della, visto como
a minha compenhiapadia prajudica-la, oque
vista disso madama Lynch a tornaste ad-
raitlir em suas boa gragas.
Fui viver em. urna casa retirada da re-
gjezia quas um legua, onde, sob certas
condices, dav8n>me comida.
Mioha criada abandonro-me porque nao
pedia comer sem sal, nem temperos ; mas
ea como nao tinha outro recursos, snjei-
toi-me a comer oque havia.
Minha criada foi procurar a vida onde
quiz. e nos-fomos morar nessa casa,, onde
easinavamos-qaatro meninos a 1er e a es-
cpever.
Ajudavauos. a dona da casi no qoe po-
damos.
E tudo ella mereci porque tratava mi-
E tudo.elia mereca, porque tratava mi-
nha mi cem o maior carnbo e eom rauiio
desvelo, o que fez durante cinco ezes que
fomos suas hospedes. Nunca me hei da
esquecer dessa amavel senhora.
Afilada eentendida, eom manoiras nolres
o bondadosas, reaoia em si lodas as quali-r
dades- de uma seahora destnela, digna de
figurar nos mais altos circuios.
Parece-me v-la com o seu sorriso ang-
lico osea porte gracioso, e ao mesmo tem>.
po magesioso, trazendo o almoco de minha
mna cama.
Essa senhosa era paraguaya, e chamava-
se- Maria Anoa- de Villagca: tinha nascido
e fra creada em iba, e em sua cempanbia
ment se vi i logo rodeado de amigos, cer-
cado de homenagens.
Fez s:rvir sua custa bebidas a todos e
n3o faltava qaem desejasse levantar-lhe am
brinde.
A conversa comecou sobre negocio da
communa.
Em S. Florentino havia dous partidos:
O do cura, a qae estava ligado o maire, e o
de Juval.
O maire, um bom homem, e o cora, qae
j conhecemos, caminhavam ambos de ac-
cordo.
A autoridade civil e a religiosa davam-
se as mos.
O Sr. Juval contava no sea partido com
os espiritos revolucinanos, os opposicio-
nistas e os descontentes.
Quem era o Sr. Juval.
Um proprietario abastado, antigo com-
prador de predios, espirito bulicoso, que*,
sonbando ha mnito com a posiclo de maire,
tora derrotado na eleic3o o se jaxtava de
nlo ouvir missa.
Odiava naturalmente o con.
No anno antecedente consegaira entrar
para o conselho municipal, onde represen-
tava o elemento opposicionista.
Quando o conselho propunha a creaclo
de ama cadeira de raestra, elle votara con-
tra. t
Votando o conselho duzentos francos
para reparadlo do presbyterio, no qual'cho-
via como na roa, tambem votou contra^
Tratoa-se de augmentar a rea do ce-
miterio e o sea voto foi inda negativo.
Era instinctivamente opposicionista.
Tinha sea eorrilho po uoteqaim Univer-
sal ; assim se chamava o nico que ali ha-
via e onde se reuniam os espiritos liberaos,
os qoaes entenderam do utilidade alistar o
Mulot as bandeo-as do Sr. Juval.
Pura isso dssoobrio-se om bello meio.
passamea dias alegres, na ldo
at o principio de aelembro nadl
IavaI
No da 2 oo 3 desse mez appareceram
algans soldados gordo e bem trajadoo,
montados em cavallos regalares.
Desconfiaran! dalles, mas por fia fonal
bem acolbidos, porque eram paragotj'os do
Lpez. Pedram fitas ammellas e verte
para enfeitar suas barretinas, e todas as se-
nhoras Ib'as deram. O offlcial que os com-
mandava leve uma conferencia com o com-
mandante de Ihu, a quem disse qae sea
corpo compunbase de 500 praeas, que an-
dava procurando o presidente, qoe tinha
vindo ver se a estrada estava limpa e qae
tivesse a bondade de dar-lbe om bomem
para mandar avisar aos ootros qne podiam
seguir, por nlo haver Iropecos.
O officral accrescentoo qoe tinbam sabido
s pressas de Villa-Rica porque o inmVgos
estavam prximos, e que se alcaocasaam
as torgas1 elles as teriam derrotado.
Que nao podia certificar quem ebegaria
pnmeiro, e qae por isso aconselhava'elle'
commandaDe qm se por vettora fosenos
inimigos, se- rendesse oa mandasse sna goo-
te eseonder-se no matto. E eom isso ifes--
pedio-se e reHrou'-se com a so'gente, dbi*
xando a povoaco assostada.
O sacerdote de 9. Joaquim mandn um
proprK dizer qwe prepara va pera roceber
os inimigos.
Os paisanos forern mvocado para nm'
reunilo.
Dobraram-se as guara, e na dfcvida se
seriam paraguayo" ou Srasileiros qoe vi-
riam, os espirites aoalmaram-se a ponto de'
dizer-se qoe se fossenr eo inimigos, seriam
recebidos com bandeira branca pan nao
bombardea.-em a povoaco.
O juiz fez- reanioes-emqae se proclaman
que procedendo assim' elle se lornariam
dignos libertadores, e chegeo1 a loocun ao
poolo de se apromptar core com a$-c6*-
res bnsileiras para reoeber exercito do
Brasil.
Boave qaemee offerecesse em altas vn-
zes pan vingapse do commandlaaM.
EHe sonbe-o, e acreditando que o mau-
ria te para vingar-sa- dos chefese e particular
das fammas, ob;;gando o jorz-'a acempanba-
to, ineatado-lhe mdo de-Loper dos ini-
MigO.
E foi assim quer todos e-retiaram, del-
xando-no sos.
O*juii vonoo ooite com'orde para que
certa pessoas, designadas-, se dgi3sem
para Goragnaty ; mas elle estava la assns-
tade e amedrontado qne nao reuni a gente
pan. dar essa ordem : apenas traoamiitio-a
a algumas pessoas que a toreo ommnni-
caado-a otras, e dtfpois cttsta ra>ao-se a
todo o galope ; maa como nao ha#ia no lo-
gar um verdad* iro represeataate dalei, qoe^
oblgase agente a marchar,.peuoapessoas
obedecer am a orden;
Du dia depois vem um> sargaat man-
dado pek juix para dizer qaa oaaerava a
gente no arroto Ibiaoy, e qae nos tesemos
pressa em obedecertbe, sene pracedera
de outro modo.
Algumas pessoas designadas- fbnmcom
ella-, nutra pozeraK^se a caiainho para re-
unir^se-lhe, e por fim-nos nos-movamos len-
tamente, esperando do hora em har qual-
quer oovkade.
O.juia autranhou-sfl pelo maU, por isso
podamos, se por ventura as trepas qoe
vinham t ssem de Lpez, desculpar-nos di-
zende qoa considera vamos o juiz fagido por-
que caminhava para diantesem se importar
se eos o acompanhavamos-ou nao, e se fos-
sem soldados brasileiros estavamos sal-
vas. Assim camiobavamoa dando lempo
ao lempo.
Duas companheiras noseaa escreveram ao
commandante do exercito,. qa se ap^roxi-
mava, pedindo-lhe que se nV> fosse possi-
vel chegar quanto antes em Ibu, madasse
alguna torca cercar-nos.
A earta foi entregue a. um joven official
paraguayo, que foi agarrado e lanceado, sem
descobrir as autoras da carta.
Afina! chegou alguma cavallaria comman-
dada pelo capitao Aqaino, homem de cor,
qoe appareceu pelo lado, em que estavam a&-
l'araihas encostadas ao matto. A todas aga-
salhon muito bem, dizetdo-lbes que tos-
sem para suas casas, que o juiz era um
traidor que as quera entregar ao inimigo,
que nao podia existir semelbante ordem do
Lpez para a nossa ida, porque, Lope, nio
era encontrado.
Contentes voltamos todas pan nossa ca*
sas e para nossos trabalhos.
Nlo presenciei os bailes que bowenm
na freguezia, nos- quaes nao- se desea vi-
vas.
O Sr. Juval protestara contra a nomea-
clo da mestra, mas ficra vencido.
A nova mestra vinda de Orleans. nlo era 1
ootra senJo a sobrinha desherdada. dp com-
mandante Ricardo e esta circumstancia de
via de ser poderosa para attrahir Mulot ao
campo do Sr. Juval, porm os espirito
liberaes de S. Florentino equivecaram-se.
O Mulot, qoe nlo conhecia a anteceden-
cias do negoci em relaco ao. Sr. Juval e
que vicha agora ao botequim. pela primeira
vez depois qoe habitava a quinta da Bella-
Vista, ficoa sorprendido sabendo que a jo-
ven espoliada era a humilde mestra de S.
Florentino, mas passado o primeiro momen-
to de sorpreza usou de uma lingaagem que
derrotou o plano dos especuladores.
Disse o melhor possivel do cura Duval
e de Paraella, e, lamentando que ella nlo
tivesse querido ficar em casa da irmaa, ter-
minou declarando qae.se Pamella quizesse
nlo liaba davida em Ihe offerecer a sua
mo.
Um silencio estpido acolheu aquella de-
claradlo e os partidarios do Sr. Juval per-
deramo seo tempo.Com lado, comon'ama
reanilo de boteqoim nlo pode passar-se
sem se fallar das vidas alheias, eatendeu-se
qae deveria sacrificar-se i vaidade do novo
proprietario am sea vizinho, oSr. Anatolio
de Misseney, nico tronco de uma familia-
nobre d'aquelles sitios.
Era este am bello rapaz, serio de carc-
ter, sem ser orgulhoso, pobre, mas resig-
nado cem a sua sorte. *
Todo o sea reodimento andava por uns
mil francos, qae Ibe produzia ama pequea
bardade, nico despojo da grande fortuna
qoe saa familia possuira ; moslrava-se atten-
aoso para com toda a gente ; vi via com
orna velha fia, antiga freir'; poucas vexes
appnreeia na aldeia o sotan de excellente
repotacio, wtmq paire .os espiritos libe-
raes, que de opinilo antecipada, execravam
a nobrezav rica oa pobre.
O cura Duval tinha por* elle s-ympathia,
mas Anatolio, apparecendo rasas vezes, s
visilava o cura uma vez por anno, qaasi
sempre no principio de Janeiro.
Como Anatolio nlo fazia mal a ninguem,
mas antes dava mais esmotas do que as
suas circumstancias comportavam, e como,
em memoria dos seus antepassados, se con-
trauasse a chamar castello sua pobre e
velha residencia, qual ainda restava de p
am trrelo na margem do Loire, o Sr. Ana-
tolio tinha os odios dos espiritos liberaes
da localidade, presididos pelo opulento Jn-
val.
Cahio, pois, a conversa sobre Anatolw,
com grande satistclo de Maurel, que foi
prodigo em sorrisos moteja dores.
Quando sanio do botequim com o esto-
mago e cerebro escandecidos pelas bebidas,
sentia-se possuido de odio profundo a Ana-
tolio.
Anatolio era seu vizinho; os terrenos da
propriedade d'aquelle oonfinavam com os
deste.
O Malot, qae at eotlo nlo fizera caso
d'aquelle casebre feudal, cujas paredes es-
tavam cobirtas de heras, lembrou-se agora
de qae aquella vlzinbanca Ihe era desagra-
davel.
Entlo disse comsigo:
Se ea Ih'o comprasse ?
E desde aquello momento esta idea tor-
nou-se-lbe fixa.
Devia de ser bem rico o Mulot.
As dez horas da noute no campo todo
o mondo dorme, e o toque para apagar o
lumo, qae de ha seclos se acha abolido,
parece ainda subsistir no oso.
Em S. Florentino nio havia lampeos
as roas, as oasis eram negras, e o Malot,
qae de carneo ia caotarolaedo a m can-
(Contiomr-u-ha).
Co de caca, reparou que pela janella da
uma casa ao rez do chao, qua Ibe ficava do
lado esquerdo, brilhava- ama luz.
Vio que era a casa da mestra de meni-
nas.
Mtachinalmente approximoa-se.
As portas estavam meUs abortas.
O Mulot lancou nm olhar para o interior
aira vez das vdracas.
Uma joven eslava sentada junto da orna
mesa e trabalbava de costura.
O Mulot reconheceu Pamella, qpe> na
via ha tres annos.
Depois da moit do commandaata a do
mysterioso assassinato de Saurn alo lora
elle Raposeira em quanto Pamella ali es-
tove.
provavel que o espirito de Malot, oa-
tr'ora absorvido pela nica paixao da caca,
tivesse agora desabrochado com a muden-
ca de fortuna, por quanto, pondo-se a con-
templar a joven, achou to formosa, qoe a
CabriU, aquella filha dos bosques, tea
nico amor at ali, Ihe parecen horrivel.
A riqueza assim: tem a propriedade da
desenvolver instantneamente certas inteUi-
gencias.
O que se passava oa alma de Malot, em
quanto s furtadellas ia espreitando Pamel-
la, a qual, entregue ao trabalbo de costa-
ra, nem presuma ao menos que alguem a
visse ?
Mysterio.
Mas, affastando-se, ia duendo :
E oo fim de tudo para qoe ?
O miseravel manchara com a vial
fronte pura do aojo e o ladrlo da beranca
pensoo em ofierecer a mao infclix d
herdada.
(Gmtt
fjf, J^WABJO-KUA^UV


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