Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12097


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Full Text
.
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*
mn III
X*M
INDO XLVI. NUMERO 91.
J------------_.------------------j------------------1----------------------------_-----
> t r PABA A CAPITAL *E LUftABES OIDE IAO SE PACA POBTE.
' Por trae roeiet tdiantdos.................
Por Mis ditos irJejn........./.........
Por oi^juno, idem.. a\..................
/ 7 -
4SJ000
24,0000
320
SEfiRW FEIRA 25 DE ABRIL DE UTO.
<,_


A -P.A1AD
Por tres meses adjoto*os .
Per seis ditos iflem.....
Por note ditos idem
Por am asno idem .
E FOHA DA PaOVWCIA,
v
i
V
I

r!
1750
13*500
20#280
27*000
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
NAO AETE:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gqpcai:ves & Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Mara Jalio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva
Pereira d'AImeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, M Villa da Penha; Belarmino do Santos Buko, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Brga
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoa ; Dr. Jos Martins Alvg, na Babia; e Jow Ribeiro Gasperinho no Rio de Janeiro. "
no Natal-; Jos Justino
PARTE ornciAi.
Ministerio da fazenda.
REIJLAIENTQ PARA A ARRECADACAO DO IM-
POSTO DO SELLO, A QUE SE REFERE O DE-
CRETO N. i,505 DESTA DATA.
(Conttnuacao)
TITILO II.
Do sello fixo.
('. KWTLLO I
Dos papis sujeitos ao setto fixo.
Arl 13. Estfio sajeitus ao sello rlxq os papis,
'..-tos e ltalos comprehenddos as seguales
classes :
i." CLASSE.
Papis que pagam segando o numero defolhas.
3 1.*Papen forenses e documentos citis :
Autos de qualquer natureza,coraprehen-
didos tos que correen ante o juizo .
^eclesistico, delegados, subdelegados
e juizes de paz; requerimentos, me-
morias e niamoriaes dirigidos a
qualqaer autorldade; eschptos par-
ticulares, ou por instrumento publico"
fon das notas, em que directa ou in-
directamente se nao declare valor
certo; traslados, certdes e punli-
cas-frmas; sentengas e sobre-sen-
lenras extrahiilas de processos, in-
cluidas as de formal de partilbas;
cartas testemunbaveis, precatorias,
avocatorias, executorias, de inquiri-
rlo, arreraatago e adjudicacao, ain
da que expedidas a favor da fazenda
provincial; provsoes de tutela e
oulras nao especificadas; instrumen-
tos de dia de apparecer, de posse,
protesto e oatros fra das notas;
editaes e mandados judiciaes; pro -
curacoes e apud-ucla, nao contendo
clausulas que torne exigivel o sello
proporcional; substalecimentos das
uiesraas, quando nao outorguem po-
deres para a venda de escravos;
aitestados e recibos de menos de
50* ; testamentos e codicillos; com-
iromissos ou estatutos de irmandades,
ordens terceiras, confraras e socie-
dades; contratos, ttulos e papis nao
.-ujeitos ao sello proporcional, nem
a taxa fixa maior do que a designada
neste paragrapno................. 200
5 2.aLiaros:
De termos de bem viver, de seguranza
e os de rol dos culpados; dos cofres
de orphos; das ordens terceira?.
irmandades, confiarlas, fabricas e
liospitaes; de notas, de protocollo
das audiencias, do apontamento de
letras e de registro de tabellioes e
escrives de qualquer juizo; de pro-
Meollo dos officiaes do registro ge-
ral ; dos distribuidores judiciaes e
depositarios pblicos: de registro de
nascimentos, baptisnTos, casamentes
e obras.......................... 100
h que sao obrigados a ter os commer-
ciantes, companhias, corretores,
agentes de leiles, trapcheiros e
administradores de armazens de
depsitos (cod. com. arls. 11,13, 50,
71 e 88); os dos despachantes...... 5010
As taxas estabeleridas nos ss 1 e 2' sao devidas
por meia lolha de papel, toda esepipta ou em parte,
nao excedendo de 33 centimetros de comprimento
e 23 de largara. Excedendo esta medida, cada
meia folha pagar o dobro da respectiva taxa.
Nao permittido escrever em cada meia folha
de papel dous ou mah actos, salvo pagando-se o
selta de cada um, excepto os que forein escriptos
em consecuencia oupara complemento dos actos
que os piecederem.
2.* CLASSE.
3.*Documentos diversos :
'.' ipeis que pagam na razo da qualidade do acto.
lie ibos ou quitares particulares, de
Al para cima; recibos de dinheiro
depositado, em conta corrate, nos
bancos e casas bancarias, de 50
para cima; cheques e mandatos ao
portador ou pessoa determinad;'.,
passados p3ra serem pagos por ba-
il ceiros na mesma praga, em yirtude
de cootas correntes, na forma do
art. 1, 10 da le de 22 de agosto
d 1860; ttulos de concesso de
Pinnas d'agua dos aqueductos p-
blicos; diplomas de habilitago,
para ser nomeado juiz de direito
(dec. n. C87 de 26 de julho de 1830);
Pasaportes, guias de mudanza de
domicilio e ttulos de residencia ;
conheiraentos de carga........'
Hartas de registro de embareago.....
Substabelecimentos de procuracoes.que
outorguem poderes para a venda de
ura escravo......................
Sendo para mais de um, a taxa ser multiplicada
pelo numero delles, "com tanto que nao exceda de
1:006*
Ttulos de posse de terrenos devolutos
(le n. 601 de 18 de setembro de
I8o0)....r..................... 3*000
Excedendo de ura quadrado de 300 bracas por
lado, cobrar-se-ho tantas vezes of quantos forera
os qadradados de Igual numero de bracas, exclui-
das as fraccoes.
i \.Licencas:
A erapregados pblicos at, 'i raezes...
Por mais de 3 mezes................
Para aceitar emprego, penso ou con-
decoracao de coverno estrangeiro...
Para abertura de Iheatro, concedida
por autorifcde policial............ 40*000
Para espeetaftk) publico, de que se
anfir lacro, idem,........... 30*000
Licencas concedidas pelas cmaras
municipaes para o exerccio de in-
dustria, proflsso, arte ou offlcio ;
licencas' e alvaras nao especifica-
dos.....g..,....................
$ S.Loteras:
Bilhetes de loterias, segundo o numero
de inteiros do plano approvado.....
6.Ttulos e tratamenos :
Cartas de merc do titulo de duque ou
duquea.........................
De majnez oa marqueta...........
Deconae ou eondessa, visconde ou
baro com grandexa..............
l>e visconde ou viscendessa......
De bario eu haronea........*......
De honras de grandeza..............
De conselho........................^
D tratamento de excellencia
De tratamento de senhoria...........
i l.'Noh-eza e brama : -
Alvaras de merc de fidalgo esvaileiro
os moco fidalgo oom exerccio.....
De Idalgo escaeiro, ou moco fidalgo
e caralleiro fidalgo, oa escodeiro
De brazao de'armas................. 70i*000
8."Officios da casa Imperial:
Mercs do cargo de morcomo-mr 50000
De capello-mor, estribeiro-mr. ca-
mareira-mr e qualquer offlcial-mr '
da casa imperial.................. 400*000
De gentilhomem, dama de palacio e
veador.......................... 300*000
De moco da imperial cmara de guar-
da roupa.....................v.. 120*000
De mordorao....................... 80000
Deagafata..................f...... 60*000
De offlcial-menor................... 70*000
De moco da imperial cmara..... 30*000
Qualquer oalra nomeaco de offlcio ou
emprego da casa imperial.......... 20*000
Honras dos referidos officios, metade do selle
correspondente ao titulo de effectividade.
9.'Condecorares.
Mercs de graa-cruz de qualquer or-
dem.............................. 300*000
De grande dignitario da crdera da Rosa. 400*000
De digaatario da ordem imperial do
Cruzeiro o da Rosa................ 300*000
De commendador da Rosa............ 200*000
De offlcial do Cruzeiro e da Rosa...... 130*000
De commendador das outras ordens 120*000
De cavalleiro de qualqnar ordem...... 60*000
Os agraciados com disLincgdes de qualguer or-
dem pagaran mais metade do sello correspondente
aos graos anteriores, que Ihes-nao houverera sido
especialmente conferidos.
10.Diplomas sci'entificas e outros.
Cartas de Dr. e bacharel............. 50*000
Cartas de bacharel em letras, de appro-
vacio do curso de institutos cominer-
eiaes, de engenheiro civil ou geographo
e de pharmaceutico...........> 20*000
Outnos ttulos de habilitai;ae scienlilica
cu de prolissao................... 2*000
As apostillas nos ttulos scientificos, passados
por faculdades estrangeras, pagarlo o sello ci-
ma estabelecido para or que o taran no im-
perio.
De advogado do conselho de estado.. 50*000
Provsoes para advogar, quem nao se-
ja formado pelas facuidades do im-
perio :
Sem declaracao de tempo, ou com a
clausula deemqhanto e nao man-'
dar o contrarioou semelhante:
as cidades em que houvar relatoei. 130*000
as outras cidades e villas.......... 90*000
Sendo prvido temporariamente, cada
anno......................... 5*000
Provsoes de solicitador dos auditorios
das cidades onde uouvr ralacSes 80*000
Das outras cidades e villas........... 30*000
Sendo temporarias cada anno ou frac-
gao de anno..................... 2*000
i\'omeac5es de escrevente juramentado. 5*000
Diplomas de matricula de negociante. 60*000
100*000
300*000
4200
14000
0*000
I 11.Privilegios.
Diplomas de concessao de privilegio a
qualquer empreza :
Por dez annos, ou menor prazo.......
mais de dez annos, al vinte......
mais de vinte annos............. 500*000
Pagarse-ha o sello esubeleeido neste paragra-
pho, anda que o privilegio seja estipulado nos con-
tratos e estatutos de companhias ou sociedades
anonymas.
12.Outras mercs.
Ttulos de concessiio de lionras de mi-
nistro do supremo tribunal de jus-
tica; ditos de honras de desembar-
gador; ditos de honras de monse-
nhor; ditos de honra de conego da
capel|a imperial e cathedral do Rio
de Janeiro ; ditos de pregador da
capella imperiol e.de honras deste of-
flcio............................
Ditos de honras e dignidade das outras
cathedraes; nomeaco de addido de
2" classe s legacoes..............
Titulo? de commissao sem veneiraento
ou de emprego renumorado, mas de
exerccio eventual; t tulos de no-
ineacao interina, ou por menos de
anno, e os de emprego de venc-
ment annual menor d j 200*......
Ttulos de remocao de embrego ou para
continuado de exerccio, sem me-
lhoria de vencimento............-
Patentes concedendo honras e grada-
coes de postos do exercito e da ar-
mada :
Official general........:............
Dito superior...................... SfSSS
Capitio ou subalterno..............
Sendo as graduacoes concedidas a of-
ficiaes do exercito e armada.....
Pateutes de officiaes da guarda'nacio-
nal, quer de effectividade, quer de
reforma, de cea esso de honras ou
de passagem da activa para a reser-
va ou vice-sersa:
Gommandante superior ou coronel...
Tenente-coronel.
2*000
4*000
30*000
50*000
304000
1*000
*200
50*000
11006
120*000
96*000
2*000
4*000
Major............................. 80*000
Cap tao, teuente, alferes ou 2* tenente. 20*000
Cartas de naturalisacao, excepto as que
forera isentas dos emolumentos de
secretara....................... 30*000
Cartas de autorisacao de corapanhia cu
sociedade anonvma e de approvatjao
dos estatutos.................... 60*000
Sendo concedida a autirisacao por acto dslinc-
to do da approvacao dos. estatutos, cobrar-se-ha de
cada um metade deste sollo.
Actos de confirmacao do compromiso
de confraria, irmandade e ordem ter-
ceira ; alvaras de sapprimento de ii-
cenca de paion tutor para casamen-
to ; dispensas de lapso de temqo... 30*000
Cartas de perfilhacao e adopcao, tan-
tas vezes (mantas as pessoas conten
piadas.......................... 40*000
30*000
20*000
1*000
*130
1:000*000
800*000
600*000
400*000
300*000
300*000
130*000
300*000
150*000
100*000
110*000
Ditas de supplemento de idade, idem..
PcovisSes de opere Aenolieno.......
Diplomas de qualquer merc nao espe-
cificada...... T................... 2*006
| 13.Diplomas ecclesiasticos.
Bullas de confirmacao de hispo titu-
lar.............\7............. 80*00
Breves concedendo honras, graeas e l-
talos especiaos a clrigos seculares
ouregnlaree..................... 50*000
. ue aaatgo escuMiro, oa moco naaigo. wwv w "= -^. -~ r-, -
I e cavalleiro fidalgo, oaescodro ^\ dase ifVo^n^f
Ditos concedendo graeas espirituaes...
Cartas de ordens de prebytero.......
Provsoes de confinacao de compromi-
so de confraria, irmandade e ordem
terceira...........................
Dispensas de intersticio oara ordens, ou
de idade; ditas de lapso de lempos
concedidas pos bisi...........
Ditas de impedimento e pregad para ca-
samento, excepto as concedida? a po-
bre declarada taes pelos parochos
e asme **forem paru casamento de
cmteoel.........',.....
Ditas de flanea de banlios, aa chama'
das e tmporas, irrejularidade, etc.
:io ; djtai
10*000
10*000
10*000
15*000
10*000
de illegiiimdade para o provim-nto
de beneficios ; outros diplomas pas-
sados por autoridade eclesistica,
nao especificados neste aargrapho.
Licengas para oratorio particular :
Por tempoi de um anno..............
Por mais de um anno ?
as povoa?5es..................... 30*000
Em outros lugares................. 10*000
10.Titutos de agentes auxiliares do commercio.
De trapiebeiro e administrador e de
armazenagem ; de corretor e agente
de leudes........................ 20*000
De despachante da alfandega e ajudan-
te ; de interprete do commercio___ 10*000
De guarda-livros; de caixeiro despa-
chante .......................... 5*000
Art. 14. Se um titulo contver dfferentes mer-
cs, de cada urna das quaes seja devido o sello
fixo, pagar o imposto somente da merc sujeita
taxa maior.
CAPITULO II.
Dos ttulos isentos do sello fixo.
Art. 15 sao isentos :
I. Ttulos, condecoragoes. honras e dslinccoes
concedidas a officiaes e pracas do exercito, arma-
da e guarda nacional em destacamento ou corpos
destacados, por servigos militares ; declarndo-
se esta circumstancia no proprio decreto de mer-
c- salvo quanlo s condecoragSes da ordem de S.
Bento de Aviz.
II Mercs conferidas a principes e a subditos
eslrangeiros.
III. Lvros das caixas econmicas, montes-pos,
montes de piedade ou de soccorro, e das socieda-
des de soccorros mataos creadas em virtude da
le n. 1,083 de 22 de agosto de 1860.
IV. Os das casas de caridade e de misericordia,
os dos termos das multas a jurados e das correi-
goes, e outros nao especificados no afL 13 i 2.*
V. Processos em' que forem partes a justga ou
a fazenda nacional, os traslados e selengas delles,
os mandados e quasquer actos promovidos a ex-
offlcio em juizo, sendo, porm o reo, quando afi-
na! condemnado, sujeito ao sello.
VI. Processos de desappropriagao por utlidade
ou necessidade publica, promovidos por conta do
estado ou das administracoes provinciaes e pelas
cmaras municipaes.
VIL Actos promovidos, ttulos ou documentos
apresentado* em juizo a favor dos que litigarem
por sua liberdade, sendo porm a parte contraria
sujeita ao pagamento do sello, se fr vencida.
VIII. Processos do conselho de direegao, inqui-
ricao, disciplina, investgagio de guerra e outros
que se instaurarom no exercito e armada, nos
corpos poliraes e na guarda nacional.
IX. Recibos passados em ttulos sujeitos ao sel-
lo proporcional e s differentes vas dos mesmos
recibos, excepto no caso de serem juntos a reque-
rimentos ou apresentados a autoridades.
X. Ttulos ou papis sujeitos ao sello propor-
cional, e os que delle forem isentos, pagando estes
ltimos o sello fixo do art. 13 1, quando exhi-
bidos como documentos em tribunaes, juizos ou
estacoes publicas.
XI. Aitestados dos mdicos e guias da* autori-
dades para sepultura dos cadveres.
XII. Documentos do expediente das repartieres
geraes, provinciaes e muaicipaes.
XIII. Nbmeagoes de delegados e subdelegados,
e as de inspectores de quarteiro.
XIV. Requerimentos e papis de presos po-
bres.
Art. 16. Os papis de que tratara os ns. 11 a 14
do artigo antecedente pagarlo o sello do art. 13
Io quando apresentados a autoridades, aim de
produzirem elteto diverso daquelle para que fo-
rera passados.
TITULO III.
Da cobranra.
capitulo i.
Do sello adliesico.
Art. 17. Ha ver estamplhas de sello adhesivo,
cujos valores, formato e signae3 caractersticos
sero determinados pelo governo.
Art. 18. O sello adhesivo serve :
| 1. Para os ttulos da Ia, 3' e 4" classes do
sello proporcional, excepto o do capital das com-
panhias e sociedades anonymas.
2." Para os actos e papis sujeitos ao sello fi-
xo, a que se refere o art. 13 1, 3o e 4o.
Art. 19. O sello ser inutlisado, escrevendo-se
a data e a assgnatura, parte no papel e parte na
estampilha.
l. E' competente para inutilisar o sello :
1." as letras de cambio e da trra, o aceitante ;
pas que forem saetadas tista sobre paiz estran-
geiro, o saccador.
2." as que se protestaram por falta de aceite, o
escrivo do protesto.
3." Nasjtransferencias de apolices e aegoes, o
transferente, os lvros em que se lavrarem 03
termos.
4. Nos contratos lavrados em notas e em re-
partigues publicas, o contrarente que o assgoar
era primeiro lugar ; collocando-se a estampilha no
proprio livro.
No caso de que trata o art. 2o n. 10, o escrivo
do sello inutilisar a estampilha as guias expedi-
das- pela repartigo onde se houver celebrado e
contrato.
5. as facturas oa cootas de gneros vendidos,
o comprador ; nos crditos e outros ttulos de
obrigaco.o devedor.
6. Nos fretamentos de navios carga, colheita ou
prancha, o capito ou mestre na nota do' despacho
martimo, em que dever declarar o valor total do
frete.
7. as contas correntes, o eserivo do sello on
qualquer dos signatarios.
8." Nos demais ttulos sujeitos ao sello propor-
cional, nos cheques sobre banqueiros da mesma
praca, nos coohecimentos de carga e nos recibos
de 50* para cirna^o signatario.
9. Nos ttulos extrahidos de processos, as eer-
ti&Ses, traslados, pablicas-frmas, traduccSes e
outros documentos omciaes, o erapregado publico
ou de corporagao de mio-morta, que primeiro
subscrever taes documentos.
10. as procuracOes e substabeleementos por
instrumento publico fra das'notas o as apud-acta,
o tabellio ou escrivo.
11. Nos actos judiciaes e administrativos, a par-
te que assignar os arrazoados, articulados e at-
legagdes ; as demais folhas, o escrivo do pro-
cesso.
Exceptuara se os de execncoes da fazenda na-
cional, cojo sello ser inutlisado^ na guia para o
pagamento da divida, pelo escrivo do sello.
II Nos requerimentos, o signatario, a autori-
dade que os despachar ou o erapregado que, an
tes de despacho, Ibes dr andamento ou inor-
maco.
13. Nos testamentos oa codicilios, o escrivo
que lavrar o termo de aeettago da testamen-
taria.
11. Nos ttulos sujeitos ao sello do art. 13 $| 3*
e 4% passados as secretarias ae estado, do sena-
do e da cmara dos deputados e as directoras
do Ibesooro nacional, o escrivo do sello da esta-
cae a qua forera remettidos para a cobranca dos
en olunafjQtos.
Nos que expedirem as secretarias das presiden
oas d.e provincias^ dos tribunaes e das cmaras
morjjcipaes, os respeevoa secretarios.
'Sendo passados em ontra repartigo, e aignana-
'tario do titulo.
TS. as proeuraeoes particulares i
empremdo a quem forem
duzireraeffeito.
apresentados para pro-
de reparticoes publicas e
, sem tereri pago a taxa,
kvrados em autos judiciaes,
liles, nao sero assignados
avo ou official competente,
2.* >,os bancos e assocagoes bancarias fa-
cultado iiutilisar o sello pormeio de carimbo, que
imprima Onome/do banco ou da firma social e a
data.
3." Quaity forem diversos os signatarios de
um papel, inttisar a estampilha oque o assignar
em primeiro ngar. .
4." Para ccopletar a importancia da taxa devida
podero ser aliadas em ura ttulo estamplhas de
diversos valor).
Art. 20. O silo adhesivo ser vendido as re-
partigoes ene-anegadas da cobranga do imposto e
em casas parfculares autorisadas pelo thesouro
e thesourarias.v
\ CAPITULO II.
o sello de verba.
Art. 21. Deven ser sellados por verba :
8 1." Os papeino sujeitos ao sello adhesivo.
S 2. Aqueiles ya qne nao se empregar o sel
adhesivo, por nolo haver no lugar, sendo isto
declarado pelo efcrvo do sello que langar a
verba.
S 3. Os ttulos, iujo sello porporcional exceder
ao de estamwllia di maior valor, se o contribuinte
nao preferir o modode pagamento estabelecido no
art. 19 g 4.
4. Os que nenrerero em rivalidago, na con-
formidade do art 31
Art. 22. Os contros Ique forem obrigados ao
sello proporcional ni sero lavrados em lvros de
notas do tabellio, m
companhias anonym
conforme o art. 29.
1." Os que forem*
ou offlcialmente fra
ou subscriptos pelo e
sem que estejam sellad
1* Os que forein jpr particulares, onde hou-
vor repartigo arrecadalora do sello ou desseju-
gar distante at tres lanas mtricas, pagarn o
imposto dentro de trntaflas da data, concedendo-
se mais trinta di as para| cada nova distancia de
tres leguas mtricas. Fiom, porm, salvas as dis-
posgSes seguintes:
!. as letras de cambo e da trra, sacadas a
das ou a mezes de vista, conta-se o prazo para o
sello da data do aceite.
2. Os saldos de contas torrentes pagaro o sello
antes dejoizados. \
3. Os titulo* a prazo nfinor de 31 dias serao
sellados at vespera do vincimento.
4.* IHenhnma obrigago rodera ser olvida, sem
que esleja devidamente sellada.
3." O.sello do capital das companhias ou so-
ciedades anonymas ser pago no prazo de trinta
dias, contados'do m que finlar o termo de cada
entrada.
4.* O das notas ao portador e vista pagar-
se-ln animalmente, at 30 de julho.
5 5." los fmumentoe, na hvpothese do art. 1
g 1, *, 6?*8raivhdo o se|io a nota do. despacho
martimo. '
Art. 23* G papis sugeitos ao sello fi
sellados :
1. Osantes judiciaes antes da conclusao para
sentengalioal, ou interloculeria com torga de defi-
nitiva.
2. Os titulo* extrahidos de processos, certi-
does e aitros documentos officiaes, antes de subs-
criptos.
3. Os cheques e mandatos, antes de cumpn-
4* 01 conbecimentes de carga, dentro de 8 das
da data. .
o. Oi testamentos e codicilos.antes de subscrip-
to o teroo de aceitacao da testamentaria.
6. Os requerimentos, antes de despachados.
". Os demais papis assignados por particulares,
antes de juntada a autos e a requerimentos, ou de
apresenheo autoridade ou offlcial publico para
produziiera effeito. mm
8. Os lvros, antes de rubricados, ou de se co-
raegar miles a escripturago.
9." As loterias, antes da venda dos o.lhetes.
Art. O sello das gragas concedidas pela san-
ta s a\erbar-se-ha no beneplcito imperta!, e o
dosoutios diplomas ecclesiasticos no despacho
ou tituU da concesso, antes de produzr ei-
Art. !5 O imposto ser arrecadado c escritu-
rado naireeebedorias, mesas de rendas, suas agen-
cias e cfflectorias. ... .__.
Nos osos em que permittido o sello de verba
sertaqbem arrecadado : ...
l.-JEm qualquer outra repartigo publica, au-
torisadatpelo ministro da fazenda.
S 2(0dos pas3aportes de embarcagoes e docu-
mentos pertencentes ao despacho dellas, as alfan-
degas e mesas de rendas esuas agencias, por onde
taes deipachos se expedem. .....
3." O dos papis e documentes sujeitos ao sel-
lo lixe me se expedirem eprocessarem Pelosju.zes
de paz e autoridades policaes de lugares onde nao
houver alguma das referidas estagoes, pelos res-
pectivos escrives. .
4.' O dos titutos passados por bancos e asso-
ciagoes bancarias, pelos mesmos estabelecimentos ,
assignindo arespectiva directora ou gerente ter-
mo no thesouro e as thesonrarias, era que se
obrigae a entregar estacan fiscali nos jWMttoa
dez das de cada raez o producto do mez antece-
denti e a exhibir, quando exigidos os hvros aa es-
Cr'sP3ao dos bilbetes de loteras pelos thesourei-
ros lefias -sendo entregue o producto no tbMouro,
thesaurarias ou esuco do sello do lugar da ex-
traaco, antes que esta se verifique.
ArT26. O pagamento do sello constara de urna
veri rubricada pelo recebedor e escwvao, conten-
do numero do assentodo livro de recolta, o valor
da laxa em algarismos e por extenso, o nome ud
111 in i* o 3 (i 3 fc'i v
Art. 27..Apresenlado qualquer papel esugao
fiscal e sendo entregue ao recebedor a importancia
do sello, escrever este em algansmos o valor re-
ceido, lancando depois o escrivo a partida no u-
vro e em ultimo lugar a verba.no papel. .
Art 18. Quando se houver pago taxa interior a
denda, e o titulo fr de novo, apresentado ao sel-
lo no prazo legal, cobrar-se ha a dfierenga smen-
te } laacando-se no livro de receita e na veri as
lettrasDif. a
Art. 20. A verba de safio dos ttulos lavrados
nos livros de nota, nos das repartiges publicas e
nos de transferencias de acces de companhias, se
lngara em urna nota croumstanetada assignaaa
por algum dos Interessados, ou pelo tbelliao, em-
pregado ou corretor; mencionando-se no acto que
s vista desta nota se poder lavrar o numero,
quantia e data do sello. .
Art. 30. O numero de folhis de livros levados
ao sello ser declarado na ultima folha por quem
delles se deva servir.
CAPITULO III.
Dn-frenfidaco.
Art 31. O papis nao sellados em tempo e
aqueiles em que o sello adhesivo nao (dr comple-
tamente inutlisado, ou de que se cobrar taxa in-
ferior i divia, sero revalidados, pagando;
1.* No nrltamro e segundos casos, o decuplo do
sello marcado na respectiva tabella; no ultimo, o
decuplo a diffennea entre o uWmo sello e o que
houverea naga no praso legal.
' l* 0 dtobvo das, taxas designadas no numero
antecndenii os qua estao sujenos ao sello propor-
deste artigo, no dia em que forem pagos, proles
tados ou aju izados.
Art. 32. A disposico do artigo precedente nao
appcavel aos titutos da 5' classe, nem aos da
2' classe, g$6 a 14, do sello flxo.
Art. 33i Au* litlos sem dala, oa que a tiverer
Mnarutada, sem qne no mesmo papel tenha. o pro-i mta^ a
I i.* Os rec irsos, tanto voluntarios como i
sarios, sarao interpostos dentro de 30 dias, coatt
dos da intimacao ou publieacao das decisoes, na-
do effetto suspensivo os que versaren sobre res~
tuigo
Art. 5ft Ii
prio dignatario rectificado a emendo^ applicar-se-
ha a disposico relativa aos nao sellados em tem-
po, exceptuados aqueiles cajo praso para o sello
nao se cony- da relaro.
Art. 34. A revalVdago ser calculada com re-
lago ao valor, de que se devora pagar o sello pro-
porcional, aindn gue o mesmo valor se ache dimi-
nuido por qaiuico ou por oatro inoro legal.
CAPITULO IV.
fa fiscalisacao.
Art. 35. A estegoes' encarregada da cobranga
nao podero fazer exames nos carinos on em re-
partigens, para averiguarem faltas de pagamento;
devendo, no caso de infraego, requistar das au-
toridades certidSes ou exames para procedern
contra os infractores.
Art. 36. Os delegados, subdelegado* e juizes de
paz sao llscaes do procedimento do seus escri-
ves, como recebedores do sello.
Art. 37. O juiz, chefe da repartigo publica, ou
qualqner autoridade civil, ecclesistca e militar,
geral, provincial o municipal, a <|aem fr pre-
sente algum processo administrativo ou judicial,
no qual existam papis, que nao teuham pago o
sello otf a revalidago nos prasos legaes, exigir,
por despacho no mesmo processo, antes de lhe dar
andamento, que a falta seja supprida.
Os processos, de que trata o art. 59, e os que
nstverem submetttdos aos tribunaes judiciarios,
militares e ecclesiasticos, s thesourarias de fa-
zenda geraes e provinciaes, ao thesouro e s secre-
tarias de estado, pode/ao todava ser despa-
chados antes de pago o sello, ti cando deste depen-
dentes os efleitos dos despachos.
Arf: 39. Os directores od gerentes de socieda-
des anonymas sao obrigados a apresentar, quando
o chefe da estago fiscal o exigir, os litlos de no-
meago dos respectivos empregados, consideran-
do-s verificada a hvpothese do art. 44 3, no
caso de recusa.
Art. 39. Os contratos ou estatutos das socieda-
des anonymas nao sero recebidos nos tribunaes e
conservatorias do commercio, sem que conste
delles o assentamento do sello do capital.
Art. 40. As autoridades, empreados, juizes, ta-
belies, escrives e officiaes pblicos, a quem fr
presente titulo ou papel sujeito revalidago, ou
donde conste algumas das infraeges de que tra-
tara o* arts. 43 a 47, o remetero ao chefe da es-
tago fiscal, do distrieto ou a quem competir pro:
ceder sobre elle.
Art. 41. As decisoes sero dadas por despacho
no proprio titulo, no requerimento da parte ou
communicago offlcial.
Art. 42. Se o cpntnbuinte nao pagar logo o im-
posto, ou se alero oa revalidago, houver multa,
ser-lhe-ha, nao obstante devolvido o titulo, fijando
copia aulhentica do mesmo e do despacho nelle
proferido para os effeitos legaes.
!. De autos e escriptos lavrados ou registra-
dos em livros de cartorio* e repartiges publicas
e de papis de grande veame nao se extrahir
copia, mas sim extrato contendo os factos justifi-
cativos da decisao.
g 2.* Este artigo nao applicavel aos ttulos e
papis, de que trata o art. 45, os quaes, decidida
definitivamente a questo pela autoridade admi-
nistrativa, sero enviados a quem de direito fr
para a inslauracao do processo criminal.
CAPITKLO V.
Das multas.
Art. 43. Ficam sujeitos multa de 5* a 25,
alm das penas do cdigo criminal, os emprega-
dos na arrecadago do seUo que receberem ou lan-
carea no livro do receita taxa maior ou menor
do que a duvida.
Art. 44. Ineorrem na multa de 10* 50*, aim
das pena* do cdigo criminal:
1." Os juizes que sentenciaren autos ou as-
signarem mandados e quaesquer instrumentos e
papis que nenhum sello tenham pago, ou em que
a verba tiver sido feta e o sello adhesivo inutli-
sado por pessoa incompetente.
g 2." Os empregados qu% sem previo pagamen-
to do sello, fizeroin assentamento, em folha, de-t-
tulos de nomeaco.
g 3.' O juiz, autoridade civil, eclesistica, mili-
tar ou municipal, chefe de-re|>aviico de mo-mor-
ta ou director de sociedade anonyina, que der pos-
se e exerccio a qualquer empregado publico, qne
nj tenha vencimentos dos cofres publicos sem
que o titulo de nomeago esteja sellado.
% 4." O chefe de repartigo publica, juiz ou ou-
tro funcionario que assignar contratos ou no-
neares, attender offlcialmente ou deferir reque-
riment ou papel instruido de documentos nao
sellados, ou fizer guardar o cumprir o que pro-
duza effeito, titulo oa papel sujeito a sello, sem
que tenha pago.
r.- O offlcial publico que lavrar ^contrato,
subscrever ou registrar papel sujeito ao sello, sem
previo pagamento deste.
g 6." O thesonreiro que extrahir loterias antes
de pago o sello.
Art. 45. Ficam sujeitos multa de 40 200*
alm das penas do cdigo criminal :
' 1.a Os que fateificarem o selU ou emprega^
rera estampilha falsa, ou de que i se tenha fetfo
uso e os que escroverem verbas falsas.
1" 0 escrivo ou oatro empregado as osta-
ges do sello, que antedatar ou alterar verba, com
o fim de evitar o pagamento da evalidaco.
Art. 46. O que negociar, aceitar ou pagar letra
de cambio e da Ierra, escript ordem, eheque
ou nota proraissoria, antes de pago o sello em
tempo>ou revalidaeao. quando devida, sena sujeito
multa de 5 V *> Talor da letra, escripo ou no-
ta, e ao dobro na reincidencia. Se o negociador
da letra, esetipto ou nota, fr corretor e houver
procedido de m f, ser na reincidencia destitu-"
do do offlcio.
Art/ 47. O que vender sello adhesivo, sem a
competente autorisacao, perder o valor das estam-
plhas que lhe fore encontradas e incorrera na
multa de 20*000 a 1*000. No caso de reinci-
dencia a multa ser duplicada.
Art. 48. As multas sero impostas :
1.a Pelas recebedorias de reodas internas, alian
degas, mesas de rendas e collectonas, cada urna
em relacao aos papis que nellas se possam sellar,
a quaesquer infractores qne nao sejam autorida
des judiciaesa eccleaiasticas, militares e vis, in-
cluidos os vereadores e os chefes das repartiges
administrativas geraes e provinciaes, quando pro-
cedan) em razio de seus cargos.
2.a Pelos presidentes de provincias s respecti-
vas autoridades e (unecionarios, coraprehendidos
na exeepgio do numero antecedente.
3," Pelos ministros' da miado s autoridades e
chefes das repartiges da corte.
CAPITULO VI
Das reenrso mtttuicoes.
Art. 49. Das decses proferidas pelos chefes
das repartiges fiscaes,'sobre qneatoesrji
1.a De nomej
posse do no:
2. De acto
3.a De eo
kita:
Art. 51. O
resttu;, fican
nisac.ii > pelo fi
go, appliar a
que o devido,
verba.
Art. 52. O
restituido o sello de verba denta-
do : .
igo, que nao prodnzfr effeito pela
do ou pelo ejercicio do empreo.
contrato que- nao se efectuar.
lo nullo, se a- nullidade fr *-
lio adhesivo' em nenhum cae te
salvo parte o direito
accionario qne-,. em raza da
algum papel estampilha e
cajo imposto deva ser
o
TITULO IV
Disposires geraes-.
deposito' central' das estanmanes
estar na casa da inoeda, e os depsitos piiw
ciaes as thesourarias de fazenda, sob a adn-
mstragio do rovedor e dos inspectores, e sob x
guarda dos tbetourciros.
Art. 53, Daeasa da moeda serio as estamp-
lhas remedidas recebedoria, raesas de resine e
C'illi'Ct iras da porte e provincia de Mode
e s Uiesourariis das demais provincias, de
formidade coro as ordens do director geral i
rendas publicad
Das mesmas tbesoorarias far-se-hn a
gao dellas pelas estagoes tiscaes-enearrefani
cobranca do se *>.
7 nico. A dsposigao d'e-te artigo nao
remessa d i re-t. das ditas estamplhas a
das mesmas esl leoes, dando-se aviso
ra competente para debitar os resoorwave
mar Ihes conta i.
Art. 54. Os vendedores partrraiares
se-ho das est irapilhas por meie d compra i
repartiges competentes, e ten direit i n
commissao mareada pelo ministro da
sendo deduzidaf do valer das eslampilba*
da compra.
Art. 55. Havler. na casa da meeda m :
d'.mdi conste o anno e mez ero qne i
distribnigao para a venda pnbMea de
Ihas de cada vilor, com desitinacao des i
caractersticos i por qne se distingam. D"e
gistro dar o urovedor, per despach, as turtees
requeridas.
Art. 56. Os ltalos das meret. de qew tramo
art. 13 584a, a 14, sero remetndw* a iisato-
doria do Rio de Janeiro, ou esince arreeadannra.
do imposto na capital da provinoia em qae
rem os agraciados, afim de Ihes serem
depois de sellados.
g 1." Terminando o prazo, era que os:
vera ser sollicitados, sem que os interesa*
tenham feito, ti estago ffcea! os devolver re-
partigo qne os houver expedid.
g 2.a A disposico d'ast art: 6 apptieavirl ae
actos do governo, da roordomia da casa imperial *
dos presidentesi d provincias ; os entre pagaro
o sello antes ae assignados.
g 3.a Aos ltalas de nomeao pan emyrefo
com vencimenio dos cofres pblicos, appieaMi
o art. 8.a
ArL 57. Os crives, empregados, soe*i>
Ihesoureiros das loterias e quaesquer oaaro Cea
sujeitos s pebas do art. 43--da le a. 514 de 9
de ou inoro de[ 1848, pela iadevida ewmro >
producto do c-rfilo.
Art. 58. O producto arrecadado, no terse a
art. 25 g 3.a, *r remettido no lim de cada se-
mestre, com i competente guia, s-43co liwai
do distrieto, p ilos escrives, que lefio pr i
encargo a cm iimisso de I por rento do
producto.
Ar:. 59. ^o ser retardado o ja!samen i
procussos eria nnet e nnaanaa em qualquer ins-
tancia por fa ta de sello, o qual ser* pago 4*pn*>
pelo interessace no andamento do proev*'>.
An. 60. O >lalor do sollo di* revab multas, que n io fr pago voluntar'amite,_
arrecaado p r meo exucutivo ; pros
quanto s- mu las, na conormidaile do decreto a
2,486 de 29 de setembro de 1850, art. 33. _
Art. 61t s nfractores das k* ereg
do sello sao s< lidariamente respoiHsvets
nacional pela mportanoia da revalutaco dos
los e da* innii as. Terio, porm, dtiHht re.
un? contra os outros. na ordem da respoosabihan-
de contrahidaJ ^__
Os funcciojiarios responderio smente pata
multas, quanto procederem ea razio de seas
cargos
Ar 62, Sejo admittidas denuncias sobre a
infraxges d'e^te ngolamenlo, jabendo ao aaaa-
cianle metade das maltas.
Art. 63. Fidam revogadas as disposires am
coiuiario.
Rio de Janeiro, de abril de 1870.liieanreV
Itatoraky.

| .
DIARIO
DE PERNAMBUCQ
RECIF, 23 DE A8RIL DE 1870.
NrflilelM ate Koroaa
Chegnu honiem de Liverpool e Lisboa i
inglez Kcplet; trazendo data* do uliimo porta-
do crreme, adjantando 10 dias s nf
recebemos peo'vap)r francez Amazom.
S.A.I
i memos nao especincaos nos nmeros antecanto Ju'ao. Os Ht
I o siguaiarw, ou na falta, o eserivo do wlt
taneinaaato.

ao imposto do selld e sobre as mollas commina-
das neste regulamento, caberio os recursos facul-
tados pelo deerlo n. 2,34% de 29 de Janeiro da
1859. art. 3a, .. Ia e 17. j ^
11.a Os coUeetores e admimstradores de mesas
de rendas raeorrerio ar-ojJ4cjo na panelncla o
FR.\>gAvbsolvicae- da principe
parte. Senatus awulhss sobre a msind
dtret, Horneara de senadores.
Roma.fesposta m nota franteza.
concilio.
Italia.Agitay* na Italia. Hito i
taha as dectsoet io concilio.
HkspaTiha.Corre o boato e qne a |
panhol quer propor candidato m i
o Sr. D. Lniz Augusto e S'txe Cjkm i
esposo da princeza a Sr*. D. Leofttmm O ana*.
tro Becerra substitu* peto ir. Bant m mi-
nisterio > Ultramar : mesma
pellaco sobre o entino
declara que a sua ominiao
ensino e urna relifto posittwa
d> das escolas pagas pele-estado. Ai
prora em totacSo nominal pr 7 i
ios, que ouvto com satisface* ae
ministro. Schegarag me mu
recusa. Grande tnsurrmfo em
tro as oper ardes do retrvaaaaaaA
Montpensiei- tai ter faf~
guerra.
Irglatkrra. Afprmado
o bul da Irlanda. Tete
da tranouMdadt aa Irlanda. O J
' pedir um parlamento especial.
DemusO oministerio.
America.Detritns no Te\
Norte. Dtto-te cea
de tuba en Mxico.
Poutoal.Abeiiura o
do re. ofertes io btspo
ge Boquete. Desastre nai
ta. Diversas.
etoal nao fefem rivada|.oa antes do dia dotWoue l^ro Para rmun^Jbaa^e as
otras provincias para s tbesouraria, Has
praso e os passados d
ala. censideramrse vencaos, par o eWtos
I
cises ravorayois
das ujultas.
Foiabsolvido
27 de mareo
obre re^lu*5io do imposto el jusligaa 1 bota
'a^daBaf
dT a <
\ HBnH
II I III"!


^ aaY
Diario de Vfii&mbuco
I*

ej
V
-^


Segunda
elta 2d d Abril de
K70
Hado oio estar pro (os qoJjR
bre a criada: i processoi
-v-srbal eni me rcl.imava para
1 < Vctor >ioir i de ccm mtt
fran nodo a 25 rail frah-
"Vreeo1hendo- s* rerebW^TmBlico grande* tesiemuntios de
sympathia, havendo grande conurso de povo ae-
fronte do hotel.
attsao de pe abril foi regritndo por iGi vo-1
tos Cintra 4t urna interpellacao de Figuerat, pedir
w> enclareciupiotos ao governo .-obre a crii
dcpoipd'um djscnrso de Rlvee. __
a ense, e outro e Srfgash appellan
'ciliafcld'nrjs partidos adra de seren sainos 05
cipios da revolueao, *
A Gazeta do da 6 publica um, decreta tasan-
i-i do a deanisic pedida por Eiemrav.,
imperador Nap#.laao j^rethou o pttnoipT Na dia i houve barrir^js Vfc&no p ded
por este seuatm-
Peiro Boaa parte a sabir 'deVranea.
A Martdhtia de Roche fort diz qno dse ja va
toqueo principo Pedro Bonaparte bise ab
swrvieV, mas que nao s atreva a espeaf tanta
Ventara.
O QmsMniionel, simal imierials:a, diz que
absutvirao do principo Pedro Bonaparte nao era
um 3f* uli,ri:V*sto, nem afortunado, mas que
coBTisetva que apear disso tai desenlace
a diara bastante fros.
Diz-se que no dia 31 do marco fnratn presas
m Pars mais de 30 pessoas, em vonsequenria de
urna conspiraran contra a seguran-a do e^ado e
txmbra a vida do imperador. Foram mesados
marMados""* priso contra Flix Pyat, Sazzioi e
ohtqui.
O Dr, Tardieu ace representou um papel ira
iHirtaate nQprocessodo principo Pedro B-maparle,
Ka muit- mal reccbido na escola de medicina onde
"abante, os alumnos nao o deixaram lecciunar dan
do >ivas a Vctor Nir. e gritos de fura e morra
TiAeiaeai vendido D.zem de Pars que se vao suspender nova-
j mana as essoe& do corpo legislativo, sendo o pro-
'tento da suspensas poderem os ministros seguir
-cm soeego a discusso no setoa Jo da qaestao da
ref.m* constitucional, a de dar lugar ao mesmo
lempo a que as umitas eomniissoes do corpo le-
gislativo estadera a diversidad*, de projectos de
uj> oxame estao respectivamente cucarrega-
slas.
No carpo legislativo o Sr. Jules Favre apninu
Ora uroj^cto d- reforma eleitoral em vi-ta do urna
jrwina dis^oluca da cunara. Eraile Olivier dis-
icaa o governo eootinuav.i a eonswerar inoppor-
tuna a di-soluco. Acamara rcjeitou o projecto de
Joles PaVre. t
OSr.'Ernest Picard pedio que se discutis-e a
su* irtteriM H'.rao -obre A poder consli'ninte. O
Sr. Olivar dissa quj ss neeesMdid-'s Coostiiueio-
naes f as conveniencia- nao permitliam discutir
pr ag .r a.|Ui-Ua mterpullacio. O Sr. Picardva i
sistio. "Sr.Miviar pedio acamara, como >ron-
de. conflanca, que addiasse a interpelarlo : se re-
otuaitfieiiaremts o mmMtrio.
Oroip,, legi-l.iiivo addiou a interpellacao por
W7 votos contra 48.
A imprrii-.i liberal (ranceza acoliten cora
verdadeiro emh i-ios > o ,* nutm-constMo apre-
seoudo no di fi^iv. marco. Aj rof irmas ntro-
duztlas na cii rranceza i
conu|ioj as seguate*
L* "i poder consirtuinte volre nacan;
m0 i!iifi.'ral ir, em virtudo do ari..*i da cons-
tftowg&i conierva o dinMo do chaoiameato ao cita-
do pifer con-iitnii'ie:
'!.' O p-mIit L'gulaiivo divide-se entre o senado
a corpo kfg 4." 0 stsuajo lera a iniciativa .las Jei* do m^smo
mn o:ii; o cor i i ilativo ; mas as lei> --.'>:c
imjiosuis ero innne liat tmonte -u'onwtiidas este
nltinMxyrpo^
"i O numero de sonadores ti :a reduzida dua-
tercas partes do .'...; deputados;
i".' O WHwn : ir nao podera uornear inais de O
sead tes pwrnimn
-C-rre o-ItMiodo que o Sr. Dam, ministro
o [(.((s e-ir.'.nse ros. vai bre.veiiieme ser-ebs*
litutd|i|K* Sr. Dr.Miyn de Lliuvs. Diiia-se tara-
beo que sahiri i (> mJuisteri.i o Sr. Ciiivandier
de Vao lr.*.no. -o ido -ubst luido pedf Sr. Picard.
_-- Rm consequHn<'ia das ultimas counnaaica-
di|inmaiicj- qun se tem rrosado eotre <* ga-
bxteto de Pars c de Vienna, ,t te que u arcoido
entre as das* Qotr-neias em nl.ico i-ttque-tes Je
liorna, (o:narbrciv:n.:uie um carcter mais de
cedid d que ft'e i |O.
!)ir;r |q K.jovi '!lo actoa a can lid itura ^|ue
lii- .i. iill-rcid.i i' los -Bus c TBigiaariija d.
defMfiaQMBto do Biadann; ,.;n vista Je-ta ten-
tac r'iir.ram-M! tolos os candi tatos republica-
nos (iii"! m> apreaeMavam a MmtHur a eletfto,
r.'i;'..'.ni a Pars Ledru Uulliii.
O it.-n.lfi do Baunevi-i lleve partir breve-
mete para l>, ana r.i tomar po.se do s-u eargo
aeem'-.aixlliir de franca, oni Roma. Receben a
luissai da levar ao mil eiuimtd iema aantidade
os parig ajaa ir. i para a iijreja tfmra acorta
r-nrinia ^o,ir.... ;, .-i., eoueiho de certas lis-
pusicdos Cuajidaa m sylfibut.
ROMA.
O nuncio de Ba sauada leem Pari'comaiD-
nii-oii a BKKNitro d-n n-gHti-is' estrangeiros um
d.'~uio, K-garaadolke i|jieas deosdas do con-
i-ii -. nao reftalF.) em eosa ijoe pe bar .s retagVii eslabelecidas pala eoDeorearta en-
w rao fr.-mvz o Vaticano.
- \--.,gK:a se qo.' ^a toreeira aessaa publica
a c/mkiJiu m colebraria'no domiagude Ramas.
- \ coii^-eu'Kj,:. aeral v.rfwa m da 29 lados
"'' i'- de (di .we 'stavam ja .;>.-i!idos. No
'I* euatcou a Ji-cu-aj -obro s restantes
-: tas.
U deJiaencias > \i-pacli. jumo da rfirte
- .i :il., .i i..;or do-armenios separatistas, bjw
ha-n rebultado -rio. pm- i->o que o p )>.-
f ..'ir I .da< a< preposias qiw tu.: forem enva-
i jwlo:,'rsio-v,.jr.
a > t-[: ;. lo as provin.-ia- de 13.doma S Ve-
lasal agora as niau-istacoes uo lewn
i'd'e i oguniao pdbl-ca eouuuarepeiliodo
'o io.ana.;a. .a< excitajo-s dos perturba lores.
Ma cunara dos epatado? de Flon-nca o de-
pnt ido Dabniii aecgitatoa ao guvern-) qtal era o
>iii. rtaiiieeto i-jI;-iv.iniente a-t cmirilu. 0
ministril o gaMBete, eontiaudo na aoioridate das lew e da
liberdade -eiigii.sa, e-(Banlendo a sa resotoein
rfarrri'-'i
% oKiaw x hm
BaiJerar como ominada a reroto^oj flKasattH|
fMLaaaV
Barcelona pop eausa recrntomenio, sendo to-
madapa|as tiTjias e Brtndo tun hornera morto
nove rids. 0$ turgentes, faxiaarara o primel-
roalqejae e doixaramfi-rido o segundo As barri-
^parcel.-.na foram laolmente destruidas,
ficiifllo fcridui sd 3 soahdos. Os insurgiles for
ttcara-fe un Gracti o capito general e-t 6r
ganisando urna, colaran para os atacar. A pro-
vi ca. de Bare-slona fot declarada era calado de
sitio.
Fui ucmittido o governador civil, pertor 9usij8'
dido o recruta liento.
0 governo espedio ordens sevefas pai,a scteM
castigados todos os que en qualquor parte pre-
lenderem perlobar a ordem.
izera que na manhaa do dia 6 os voluntarios
monarchicos repelliram os insurgentts m Barcel-
lona.
0 depHtailo o Sr. Suner, condemnado pena
ultima oiu cons-quencia do inonmento foderaL e
qnesoachava ;ua^ente. apresentou-se as cortes
no da 1 sna entrada fex
^in-arpaifio
0 almirante,afaj(icani
Pkt-ait-h-imaVe4 doi
timoua bgolnnos'sca
viessem m qaeatao e
principias as hostilidadeaB
- Saget respondeu que, $m
biam quaes eram 03 sefjT
enderiara do. hwihor m
uingaem os pedera impedir 'de
gumpjfls por si mcsqos,
0 governo haitiano mostrousc otendido por
pnuitiv.. dse absler dw qaalqoe* tiiterveuc,
<; limitar a applaudir os esdreta meiliadores
d-s bispiM italianos; mas ,juf,conr.rmaido-secoiii
o principiada -eparaeoda ignjado estado,del-
\ar.: a igreja definir hvronit'nla us dogas.
1 <-:ni!:*ra approvau a urdein do da pedida olo
tnmaneria
r- As ileaintc!lieaciasenlre a Uaiia o governo
de MajrMeoancnam-M regularlas* urna manei
n salist ictiiiia devjdy
li -iMutii ijue nesla
n-rira.
Mu IW bons
quetao sania
ifiMos da
de aedu
."ianh*.
\ Caztt* de 1 !> abril publica a demissao pe-
owa uH 1 .-.r. tecerra, e a aomeami de 1). Segis-
w M rete Prendezgat, para'minislro d-. ul-
') Sr. Shrvt xleelarna as cmaras que
projerto de constitaicat de Porto Rico
Tamar-
aedjcava
prop sta tt-Ut "sen antecessor.
K' i.'iU.;-aju o Sr. Becerra para a presidencia do
eonsmi c de estado.
TMi iap cunaras do 2 de abril o mi
rastro do iinoolo, o r. Ecbepnrav. resp.Htdeudo a
urna pergnta d-> dopnrado oSr B-i isl que lh.'
.liorguiitava .e era can. que ia >er pruiubidu o en
>mo da rWij nis escuias a rteoiais e*lele-
meatns d ..nuino, respwideu que a bavia t -nud -
Jrsaiuea, altuma nwte sendo. mas que a sua ..pi
wao, como prtirular, era qop, asesar do que a
*ou.UUiajJM eVtarmiaa, se nao dvia ensioar r*
:-t^;l^eiioenafJ e mstrucijao pagos pelo estadi
uenbiiiua relia*a,p -tiva. ...
Anijiuejando o Sr Bapallal nnu interpaHaei.
sobre -te assompto, responden a nuoirtro d tb '
tu que -6 reupondena i ella 00 da segninte
- paoCunda sensacaK
us scus correligionarios quizeram-no persuadir
que saisso o naj arronias>8 a opiniio publica, e o
iiireiir. ao governo em tazar cumplir umasentenca
passada emjulgado. O Sr. Suner re-i-o, maso
seu amigo o Sr. Balaguer c- nseguio faze-lo sabir
da sala o acomianh-mo. Ignora-so so ainda .se
eonserva-sejem Madrid.
Chegon a Madrid o Sr. Lopes aniajninis'.ro do
imperador Jo Bra>il jnuto uela corte.
' Diz o Giutos que ainda nao eit feito a ac-
corri entre D. Isabel d Bourbon a seu mi'ridp'
D. Francisco de Assis; os arbi'os deviam reunir
?e no dia 10.
A Potitica c aConespoudenctu de fospanha,
desmenieiM ps boato* de planos o ncebidos pelo
general Pnm para o oslabclecimouto de urna ro-
'ublica unitaria.
0 ','enoral Lersundi tero coi seu peder aab-
dicarjo da rainha D. Isabel em seu hu I). AfTon-
so, com ampias laculdad> para a publicar quan-
do julgar conveniente. 0 conde de Cuesteeu vis-
la desie accordo re-uncu osen cargo o rettiuaVM
paraBirddoa, Q prlicipe D. AITunso vai ulrar
c-m. mteruo emaim coilecie franeen, para termi
nar a sua educaran. (
Curro o b candidato 10 .lirn 1 o asse'vera-sa sor um -ios
akeinbros d.ifamiiii Cebmirgo, S. A.. oSr. D. Liux
Augusta Mara do Elides da Saxe-Cobimrgo il-tba,
casado con a prior -za I). leopoldina Tiwrea. Illha
d- iomcraJor doBrasd
N.ii sabe.nos o f.iodiotonto dasta noticia.
A qao-iai d iduatai do duque de M.;a!peasier
vae ser snbtneltidd um trjbuual militar.
INCL.VTKBBX
A cantara dos cominuusapprovouem toreara le-
tura a lii sobra a Irlanda.
Tcvh segunU le tura no dia 39o bil para a
manutencao da tranquibidade na Irlanda.
A Inauda n> parnce querer trauquilisarse
pesar da le agraria. Houve no candad de Tip
|erari un lueeitiig milito numeroso, e muit-i enUia-
slastico, que adtfuUHi urna proposta do Sr, Btttt, que
C'iiivid.i o povo a assiginr u na p^iu^a nacional
para s conseguir un pirlaaieuto irlands
A cmara dos cutnmmw adoptan um bil profai-
bin lo as aroeiiudas publicas na IrlauJa. 0 miin--
iro nao ju.t;^ tal lu. p ico liberal, inas ainda n-
leoda que nao sullicicute, o proutelle apresontar
outro depois da Pasclma.
AO.EUAMIA.
Corre o boate da prxima disslucao Ja3 cama-
ras prussianas.
Cartas do Kinicb, Stutlgard e do Qa l-rihe
aniiu.ici.im que usp.vis da liaviera, Wurleinbeig
a do gran-locado de Haden so aaflam das ideias
-t-s sane respectivos govevuos, para pedirom a coa
seryarao da aut-i 11,1111 d'aq4tllos estados.
F.iroiarain-so co.ii ai*ias e eslal mantnj entre
si iiuti correspondencia activa, e consta quo os de
legadas das 0PSM)i**oas da Bavieni Wu.cuibe:g
de lia leu se reuiuu ragnUrmeiUe para c >uma;ui>
rea chegar a um ac curdo si.br,! :i iiirecc 410
lovi'in Jar aos negocios.
Uizeo do Huuiocb qoe n'uma larga dlacisii
que na dia :,) boa va ua amar dos couta.l.s, o
-luiii-in da'guerraarialtaviera sa prjunucioo c-n
ira toJt a iimdiltcac&i 110 exercito.
A Gnzrta d". Avgsburgo publica um pro
jecto da i-unf.id Taij.ii .l.-s K-t.dos ila AH- n.i^h.
!> sul, que cooipreiiender a Btviera, o Wurle.n
berg, o gr.i loca !. do Haden, a a p.ria njeciJi a
lo gran-dueado d. Hasse. As bases dcsu confoia
raeao seriao as seguitttM;
i.' (Jaraiiiia reciproca de lerritorio.
2.' Regulaiiicnta:;.) em coiiitnuiu dos negocio
axieri.ires.
3." Organisaco*militar coaimum, sob 03 auspici-
os de u na coiaiiii.!.-"-o miniar.
4." Repra-oiiia-'a 1 diplomtica commum.
i.' D-reitu civil c dimito criatin.il communs, cm
qnanto seja nosajvi I sobre a l)asa do direttO escripia
da cmfoJ.r.ic do norte..
B"-ai-pareceu o confl rto que anteaeata li-
terrunaer as boas relacaes da lus-ii om a ap-
iri motivado pel3 concnir.g'io d- loJ mil horan-
Je iMpas russa na fro.iteara do uaMe da Polonia.
II1 i-ri-a ministerul em Vi.mna d'Au-tria.
O inperalor uai quiz assignr o docreto m du
"ducao das dietas; o ministerio pedio a sua da-
mi--ao no da >.
esineiite-se a noticia de que o Sr. de Beust se
eiii-arregria la rurmacn -lo n-.vo mmi.-terio, lar
gando as sua < fuoc.;."ies do chancellar.
Fui encarregado da form.igao do mitiistcrio o Sr.
Potocki.
Desmente-se a noticia da conferencia r-nlre a
rei da Prnssia e o imperador d'Austria em Cariaba 1
...VF.I1ICA.
Vao aiigment indo as di sordens nos estados
no Tennessee e Carolina do Norte. 0 gvernad-.r
leste declaran cinco provincias em estado de -i
li-i.e pedio ao governo de Wa-lnngt n Curen sulfl
cienes para restabeleeer a ordem o fazer'cumunr
as lea,
-VoTeon ssaenio vi) as tusas melhores: rs
r-preseniantes eiiicegaiam-seem raaos do general
Rutler. Qiiizeram pedir tropas ao governo. mas
a conmiuicao nao permute qua haja all mais far-
?a armada, quo a da milicia daquelle oslado ou
dos scus iiimir piie*.. Como aquella sa, cojnpoe e
Ku Kmxes, e a -loa estados liinitrophe's tem pas-
ta te que fazer nos seos respectivos estados, ee
lecessario enviar trapa> todo o transe, craeor
dou-se em qua estas va 1 para proteger 09 recebe-
dorrsda conlirl.uiciti dos,Estad -s unidas.
Du h ChroHista de Sova York que o Sr. Fish
assistira a sessau ren-brada p;ia r-ommissao do-
| negocios e>trangeircs da ongresso, a qual o lia-
via convidado para ventilar a <|nestaa di reeoobe
caliento da beligerancia em favor dos insurgenie>
da ilba de Cuba. Oiuinisir) americano proann
cut um discurv) eni quo disee que, segundo do-
cowento mu -iaes extra-offlciae*, do toda a par-
le dailha nao existia j insaneicao armada, e s
bnaa band-Kdegue lilha-, que ostao muito loa
ge da ser dignos do ree.jnbeeimeBto pelas uoleu-
cias etiraofwraB.
Um o* luniNiros da commispio narcnnioa se
era verladeqoe o gi-vemo de Madrid honvesw
prajwsta* de vtoda. O nausfaru americano
ja .. ^..
. Intnrgin-
liMes,
la fraftl que Saget foi pclamado, no
da 20 de margo, presidente par qiatto annos.
tp"-sa%
:,otar %
[na*;
ios.bp
tuecos -.'
e que
os seas as
cala ameaca acumpauiadaj" de fosca armada.
- 0 flasidefita di repdblica^iivdrii W
James Rayl, tonion posse do seu cargo'
POrTOAJ.
Abriram-se, no dia 31 do pasadn, as cortes
portuguezas, lendo el-ret o seguinla lscdltf?
Dignos pares do reino e senhors-' jlepul
da uadao pormguaia.Ao- sel* da represen
nacional vetilio boje otercer um dos mais gra
deveres da realeaa. onsfituciaoat, teado sido '
novo consultada a v-rataf da paiz e 3 direito ej
toral dasas-mhrdamdnle xerd-io no meioda
geral tranquilidad/.
Continuara sem alteracSo as nossas mlgtvels
relagoes eom as pote.iaias estrangeira?.
Ser-vos-hao presentes as reformas pelo.m.au
govorno offectuadas as diversas provinjas da
publica admiuistVago, n-> poriodo respecto, ota
desempeaiio ilas faculdades ponferMas pelt carta
de lei de 23 de agoste ultimo.
< Igualmente vos, dar coala o mei governo
do oso que fez, assiajj da autoiisaca? gal para
aroissao do empr'estimo, eomo das do; mais que
pela iiiesnii forma llio (oi'confiada.
Alm das pro|Kisicoa j numendas,e esoe-
citicadas ao abrir a anterior ses-/ legislativa,
empenhar-se-ha a raen governo na dorna-da c-
mara dos dignos pares, de accordo can a lettra d
eoslituicao, cim o conveniente aprfeicoamenio
das mstltuic-es parlamentares e os rabaliios para
esta li n eo i\rt ctentemm'e elaborada
Pelo mesino govarim ves sen presentada pa
ra complemento do art i04 a da osatu-io-
nal, a piopotta que fixa a responsiiilidade dos rai
nistros.
Serio tambera submeuidas fossa -esrlaroci
da apreciaran us orcainam is recificad- s cm vir-
tudo las reducer.-s verificadas.
1 A organisaco linanceira, .cnliores, alicer-ie
de todas as nutras, ivin.dn.ao di crdito, neae-*i-
dada de honra c p-nh-.r da exisencia das n.icoes,
osla lia muito socitando a ac/va coopenaaau) o
Ilustrado patriotismo e a dedntxo uiaa complata
dos mandatarios lecitimos do pa. ,
Nenia intuito sarao eniregsiao v isso iuniat-
cial juizo as convenientes resp.Mac, precedidas le
um rolaorio quo descrevo a Ixacta sitnacao da
fiwnda poblana. ,
C-mheccis a gravidade da/onjunejura, a gran-
deza eas responsabilidades oV*ossa niissao.
< Ao desempenlio dessa nevada- missao, tan.
to mais gloriaaa quanto'uiis arua, dedi-arei
oertamehle o desvel 1, a eannejWta, a illustraca-f
a o esforen qua alflancatn e lazem esperar a mai-
ju-ta soluco. i
< Nesse alio e hbnroso fncarga vos acampa
nhe e alumie o Divino Auxjio, como vos acompa
abara os maus votos o osdapatria.
1 i'.-\\ aborta a ansia.* ,
Nosao correspondente escreve-nos o segninte
em 8 do crrante I
< Por estes dias tem cirmladn altctradoras to
tlcias sobre a ex pedirn oa,(Zi:iibezi a. A vitrifica
rain 43, mao e muitj i>i< i-so, parque, sendo
4 a a terct'ira nu anartalentativa contra B-mu,
deploravel o elTaito m-npl que resollar para
nosso exercito, e cada vel mais diln-il se tonara
a organisaco da outra fn-ca eipedkioaarta, Vo
gon, pois, em Li boa, l)g< -i-noi- da remata noli-
ca do lallecimento (por-!oonc) do governa|lnr g..
ral de SaafamMqoa (FrmiWo da Costa Leal),
bav, onargiea, e honra lissimo raiiitar, qae Cu a
-nbstitoir o lambem ftilecido goWrwdor geral
An'/.aio Augusto i> rrftd*fcicardaj e que .1 f >r-
ca dizimada pelas d-ien;as e tallada iver,es e
desmorarisad.), retirara para M-ieaainiqn, an
n'uma sedtcao haviam os -odadus fzilaJo ti
cominandante g.-ral da'olea T.ivares da Al-iie.i Ja.
< Este boato, ila que to-la a iinpren gfnte.o qpe aindadlmals, s-' oacupa ha cbcaoi
seis das, n) sa Jizii pir nndn v.ora, airnando
3', porm, quo o telegrapho o trans.niia la la
lia por Inglaterra. ->
As sirtes abrranmu a 31 do pas-ado, 1 tem
uor ora funecionadoacamara d. depu'ado-: na
jnuta preparatoria para a venficicao de jw eras
alaico il-ts nfirries quo team de cimptr 1; n
l'iiotupla sara a pre-iden'a, e omns tralilrio-
pre I minaros. Aicsar. poi-, den|) ser jusfai
interrogar o governo en imita prepiratoria.b da-
plalo Mariano Cyrilta da Carvalho. na sessii d
bontora assnn o faz, tal e o paoici'proin ividj po
semelbantes noticia'. Dos mini-tros aci14v1.se
ap na presente na cmara o S Jos Luciai-i -I-'
Castro (la iusli^aj, e deu una reposta qua inj:i
mais aggraviHi as receios gene-, porquiqioi cin-
gio. i-.-a cnnalidaleou incirialida-lo da petgan
la ou inte p llacao, declarou que nao era L es
lylo que em jama preparatoria so dirigissa ao
g>vern-) perguotas ou interoellagoes, e quem.s
mo nunca fallara com os seus coilegas tal res-
pciti.
Ora i-to. !cnJo-e divulgado que o miaiVr->
se reoaira ha (oacos di s para resolve* d-
prompto, pelo paquete de 5 do correnta, pjra a
frica ocidental ; cm-tan-l) que se ordnala ai
Sr. Coelh do Amaral.govirnadar gemida Angola
pira se apromptar inmediatamente a ir tomar em
Mocambicjua o lugarten-m #,ia daqnella vastsima
&donia,sendo orl-in acompanUa-Ia da nma tarta
d'el Rei oSr D Luiz ; qundo tuda isto coista
va. nao era crivel que as ministros nao houveamm
tallado da desasizna expedico da ZimbeJQa, e
quanto qnesio das formalidades parlamennre-
Taz lembrar a ancdota, trgica daquelle re; de
Hcspanha, que se deixou on que daixarara as|hy
xiar porque nao app. recia o ulico de servim, a
cuja calhegoria palaciana competa apagar oilu-
uie dos regios brazeiros.
Na folaa offlcial de hoja, porm, -depois da
um pequeo prembulo em que se alluda ao* bia
tos assu.tadares que tem corrida sobre a>exp co da Zambezia. livlara que* ao governo s
ch g -u o seguinte despacha teiegrapliii da In-
dia, e que mesmo se nao palera reputar aniheni
cas as noticias p-ns nao f iram expedida directa-
mente de M-icafnbi'iue. Eis o telagrararaa que t
Diario do 'otervo (de Ih-je) insire^
Goa, 2 de abril de 1870: O -governador di
Mocarabique fallecen em 29.tedezanib o. A ex*
pedtro da Zamjjrza Mirn, em conseqencia*
da falta de uianlimentos e das doencas.
E mais
atan-.
pquflleBtes aos vncii4en/f^
[Portogal, mas emjowda d
^pracas du pret rnde^jrfio
nelra os seos veoi.entns
os de igual poeto dos do
exercito de Portugal, tarabem Vm rooeda
do paiz. Aa praras, que senireci na caa
20 ris diarios de gratificacao.
tt Os cwpos conservarip as sual mus
cas comoat agora tinh.
?1 N5o lerto obrigada as pravas a ir
servir fura do paiz,, ma lim tro volunta-
riaoiente. com as vantagens aoe forett es-
taoelecidas.
Aspocas, tendo servido os annos da
3:
i-Men jo julgaila* incapaies de todir o
respectivo venpi-
cora o
para suas casas
taento.
* OtifA)*atn vou propor approvaijlo
do governo de Sua Magestade (conclue o
governador) a seguido supp^a do mesmo
oxercito:
j'ihe S. M, llie.mande dar os vene-
orentos em moeda forte, como' "nn'utras
provincias ultramarinas ;
2o Qtw os musiets tfenham as vanta-
gens 4o exercito de Portugtl.
A data .esta ordem e de 23 de feve-
rero de 18.'O,
* A folha de Marg3o,quc tenlv i vsta,ac-
cres enia qne era justo'o angiuent-i de ven-
cimeotu* das pracas de pret, mas o modo
como se cuncsileu nao pode meroce.r a sua
appBOvaf j nem Ibe parece qae muito se-
guro.
O mesmo joro I traz os pormenores
da urminacrj- da revolta rail lar no campo
de V Ivoy. indo varios raetnbros do cn-
selbo do governo parlamentar ci-m os in-
siiramtttS, os propo tas ao goveroador geral.
. Eis o estado em que o \sccfnde de S.'
Jnua:io, novo g-ivernador geral da India
portugimza a vai encontrar.
fc' natural que o Sr. Pestaa nao po-
ilesso resolver a crise d'out-o molo, mis
couBSsamos que' um pessimo precedente
Kis o mus importante do nosso ultra-
mar que nao muito animador. A guerra
le Civ, era Timor, contina ; Mico em
socego. Da frica occidental nao ha mais
noticias.
a Fallecen em Coimbn, com set?n'.i e
nove ann^s de idadd. o ftvm. bi-po d'a-
(jueila diucese, o Sr >. J -s. Manoe.I le
Lem is, reitur que f i por muit<>s annn da
UV sidade, at ser apresantado o confir-
nado hispo \le lraganga e Miranda d'uadn
loi tran.-ferido ha annos para CoimOra.
Fui eleito; vigario capitular pe!o respertiv
caudo sr. conego Pina, qae se diz ser
ipresenlado bisp .
* Fallecen em Sontarem o Sr. J s
Ignacio Roquete, autor de murtas obras
da edueutau que publicou etn Pars dq-
.ame .us longos annos qne alii permaneceu.
desde'4834 em que teve de emigrar em
cuoseqoe.icia de seus principios pn'iticos
um Uulo entliiisjasticameate uiattifo-iad-is
ii'essus idm)eh.tuusos lempos. Lira actual-
mente proi'.ss'ir de eloquenew saarada ou
si-ini-idrii) patrrarebal d- Santir^m, e tinha
nma furl 111a de uns 60 contos, fructu d
N, reunido/-6m ptisdn virios- da
lados geraes a provinciaes, magistrados' e petSoas
radas da capital, e a quai tct.i|id'ada da offlCiall-
ide da puar-la nacionnl, ido eninnmere de cer-
pa_^e 30t?. pessoas, enmuareceram as Src.Joal
Jlo deAnmrim c-n-ul das repblicas Argentina,
do Chile, Barao do Livramento censal uAustria^
Candido C. Guedes Alcoforado cnnsnl da Bolivia,
liam Orto cjffslMIa .HAa g^lin conjeT da PpamJwr^ Sumas, Saalmai
M-ffet cofsnl dos R-tadna-OnidoafOsmiaLa-
1 porte c-nsul Jde Franca** A. a\andwr i Brandis
epnsul da lloadda, Dr. Clanrti> de Araujo fioi
maraes c- nsWs4e Portnfal,.F. Linden ftwisol da
Saissa, A. V. da Silva B-.sroeaou^ul do Uruguay,
L. A. Siqueira Consnl da Belgiea. A. L de Oliveim
Atevpdo vice-consul dos &lados Pontrri.-ios, D.
Joan Busou dita de Hespanha. 0 J-isdJ T--so dito
daRer. e pelo dcano da eorperaajat-o Sr. I. J.
de Aiuorim foi hda a.seguinte felicitacio :
Exui. Sr.i-0 crirpo con.-ular estrangeiro resi-
iledl esq nkaca nao o nem poda ser indiffe-
rentis enMcdes le jubilo que, na occasiioactual,
fazem puUar os eoweoes bra^iieiros, fieles glo-
riosos triumpbos com que acaba de ser terminada
a gnerra sur|entada pelo Brasil contra o governo
do Paraguay.
Cabendo-rne ser,tu qualldade de'sM deano,
o orgao dos s-ntimentos que animara neurpo con-
sular strangeiro' residente nes'ra pronrta, tenho
* '."nri- ae. r com os metis cull--gas presenca
de v. rixc, aflm de ongratnlarmn-bos com elh.
pelo fau>to aci-nti-cimentn da conclusaoda guerra
do Brasil contra o governo do Paraguaj, e, para
inanifealarmos, conjuntamente com a^ nossas feli
citaces, os votos da mais sincera adhesJo aos
deseas ,^ue- ntitrem todas os Brasilejro de que,
unovo p-rvir de paz que sj abre na bishriado
imperio dir Brasil, Sja longo e fecundo para o
eugraiidecimenlo da acao brasileira.
Em um lempo Ionio o ni que vivamos, em
nm heculoemque o vapor e a electrir dade az-m
li.dos os povos da trra irmi-s ; i.s,xjne sumos
encarregados de fomenur o mais pos.ivel, a imca
aos productos dos paizes que representamos com
os do paiz em que' vfJemos, eremos na. poder me-
mor a reconhwer noVbt*dade que o Brasil nos
dispeusa. senao desejandodbe quo a guerra do
Paraguay sej.i a ultima. ^
S- Kxe. o Sr. des itibargador Assis Rocha re<-
pouueu que ai-hava se p-ssnido do mai-.r jubilo
,-or esse acto d-coipo Consular, que ao governo
imperial Cana proente as felii-ilcoVs qne acaba a
de receber pela c-mciuso da guerra, e que con-
gralulava-se com os Sr<. consoles pea paz de
qae vn gos.ir o Brasil, a qnal do esperar que
seja durad-mra, nao s para o engrandeci-
metito to imperio e suas pYospetfedia, endw
para ad -las nieo.-s amftpm, |acm o Brail re-
aiLheeido pela sua frtna do prornlr a quadra
wpthftosi por que p -sou ; c. dirigindo-se rsiie-
eiarmenre ao Sr. cnsul argentino, disse-lli- que
c-iiigraiiiliva se com pf pela aurora de paz
que ramo alioal para as :aco-s silladas, qae agora,
mus do Ira" nanea, devem unir-o em pensa-
oienti e arcao para que na-) ma'!3 sejam la
loados p'ivos e campos, com verdadeiro itnin-n-
-o prejuizo dos paizes.
O m\ J. I. de Aoiarim agVadt-ceu S Jxc. a
inaneira Honrosa cora que se dignoa receber ao
Coru-i cdniilar.
rerminauo esse acto, S. Exc. convidan todas as
pamias presantaa a assistir ao rnMHJn anta a cfli-
gie de S. M. o Imperador, o qua :oi unto eim as
solemnitades df) otyll.
MAMJilWS'). A soi-i-.i--ir rfr9'iva irW>
tude pr ce-leu h -;;lem pelas 9 h iras da manha ..
ua igrcja ,1o EspnU) Santo, > 1 'jionsmo de irc*
crianca que alforrion ei\ c-mm-on, ra-5o da'ler
mlnacao da gnerra |ue iofl^uanv MMfa o Pa-
r,;gjay. 1:0.0 .1 Hssytemjta -.;'.. ndooaioria de
-c-is uncir e (! diversas |)e#soas gr.-vdfS, indo em
~ ii.la tolo- i sede da soeiedade, on-le. em ?e>-
so solenne, aps irl partvo presidente*, e depois de orarem oi* ^r>. aca-
le-nic-i- Penidn e Slsael -la Silvira, c oSr. Fnn
elsoe Pereira i'.-melio, foram nrregnaa as cartas
;l-i liber-lad -i w ir- novi> iuem' dade prasileira ; es quaes ch,in,:n He Pedro. Vic
toria ti D iroth -, sen 1 > -cus pirany.nph-.-t 09 Sr.
Dr. jan, d d<> Figiiewda Faria e sua snnflira,
Fraocrsro Per, ira Camell i e sua ",';ih -ra. e SU
i

ra'm nm as pedo
O eonearso do poro .
quo 'para mais-de 5000* 1
aaij nos caes, p*ies, iiurma, |
daaansa qne malfaawi 1
Sobre os caes ama vara 1
tocaraj-ymecasi-a rj
bindam mu-ieaT
No nana di Antar
qimvaBlo : odj
tro da sodedadei
va osala do lado 1
ihoi nrbanss, um <
naea civis e mmanres.
ApontedeftrtniwlrHaw
afeLi00"1-""^^^t ** P^kaatia'l
Ascasas partieoferes qne I
verdn tambera eeganHnw-ate L
atando algunas pela riaaina a 1
de (taz com que Se ataviaras.
C rio, no eapaco compreheadaf
*\kt dos balsas do fngo, eoMialm
de mies, escalores, f ?lua* e Mi
semeihan!e. at -p-lados de gem> |
ges osa iiota. 7das estavaan
den as e galhaiffws, e ve4ian
ver las nm rico manto de Inz,
do ttimero de IsMernas e atobaa in adres Kmm
evo urdes prsticadas em todo* aa .eas**, ai
pon -o c-incorreraro para a acia dTessa M m>
teir imente renesiana.
C aspeen* do tugar (enarin aaa>d m 1 ma-
no 1 te fogn agitanrm-M ea*4Vr*arc|aV, -n man
0 di cemenares d- Mtrpenar da ataja Kaafvaaafa.
se 1 abra urna seperfleje de rrystal.
A ffsta acaL-ia tanto.
RBGATA.-raja ba-eri, no lagar aavi +m-
mai a o fugo, nma regata pro sao geral de f-sp-ioa, a tarde, ifnalimto aa i
noit n bella i:lumiiar c^nafet. nsada san
pa?*. a qual ser ai-ida repetida anuabo.
SOCIEDADK iJZt DE SETEWMWiEafa, aav-
triotica sojkda-le conclu a Ir aa
fe por ella org ..oaada.
Como da primelra vez,
moviiiii-ii.'. s estando garba t geatti
dignos de v-ilb.is soldaaVja hah m *.- 11
ss i-x-ircn-!,, a 1 ratoan das mi**.
cirro thumpbal, com a agotada;
unas no alto, t-.ndo aos talos pav
dos do Brs-H na cuerra amatra -. ?rajuaj
levimd > ni iloitr o pavi.ban *arw>| 4an> <*-
listra coras.de loara, .'iiarmmewtraae <
gidis, nra.1-1 \wl .nares di
Aa brigada- |ir,.|i-"-m em iva, aaaVma to-
zarria, ii::rcl:ir.im yrfeaw ato, .^antoanaa
njiar .1 haruuaia .o-- un* rn>i#aaBaaa.
En fivi.'e .-jo pi'ac .1 nr- Visdm-I" -i- !'.-;.m ,, Ja I nrfrairtoa >Ma, aato>
da- K'i.-i.r..- i,.- -. una 1 fniidlt i. im
l" I- rain >-:.; re ei: l .1; iistiraasaatf t ^ri-ato. aa>
ino
(
tica
"ni
tar
tul
O
vict
all.
feito
tt^,a$tntUoas.;Pr^1H ittSff*" ** h^'
respmideti que rteohiima-abs.dutaineni&
iem.daHavaiia qa fui preso o ebefe do*
LoizAr
sen-
diss.i q^-Hemethaiite medida nrodaziria nina pef-
iuiba?*.) a>< semiinHitos religiwtos do paiz.
. mfrfcBfy do fomento sn-lentna qu* iiingnan
linlia a direm de penetrar no fundo das suas n-
tencoe*j que, euroo daputado, nneria aseparaea,.
da igrcja do a'tado (uiuitoa aiiplaOsos dos repti-,
fc'.icanus e deaneraia- )a tarabem qu- ria que em
nenhum estab,-leeimento pago pelo estado, se> na-
rnsicaisa re ijn ala una poidtrva; att que, como
niiii ;lru, yej ia qaaado era oppurtnno realisar a*
mus upimVa levaado-a ptavien.
') Sr. Bne.llal reron o seu pedida de interpel-
lacio. Alglni- depatadas apratma^agtoa^agtMn-
te p .f.-sta : As irlavoavindocu i-atishcaoa
rrspnsta do Sr. mini-tro do fomento, pnsMrr? a or-
a pniimata foi tomada em conwderaco, em
-1 manmai por B8 dos. contra fl.
:iia.i em disensso-nenva acalorad-adisrnr diri, eram carrejados
una e outra parte, apnruvandetana sessi* *
il-i noitoem vetacao aomiaal por 78 votos eoo
ira 75
O mini-tros e mnitos diputados pr 'gressistas
nf!-;;v.,- da votar; nt demucrataa-pragicssi-
iWieanos vnlarami lavar-da proposta, os
*:.( ahwilo6la' volaanme-mfra
olUii j peqoeaaiai 3r E"-beg:.ray apre*ealuU ao regeOM.ui
o i deiuK-o.
. Foi^uaunadii pelos iwnrfeatea.' o ngeotio
V ^^eeson, e mais *3s oagenbos de Sandi-Spi-
aiZ^ ,aff*so Que f/aeie das rasara mes
Que-ada pobii vu em Nrw-Vork deflara,aie, p.r
T35f* ffln>a,a d,,s r4MMtoPiea a
in>uTrmcao, decretara 10 ^e antobru uln.no
que lonseiii r.indi-mnadiM morte todos- o ori-i >
utu- B.oV guerra en.-ie.otes ao terriiro de Cuan!
* apanina lowem apri.ioaado* dalnem diante,*
confesa que era virta-le desm a>e>a elle Q-iesa-
da tena iruudado fuzlar um dia ;0 prisioueiros
be^panboes.
Oizein1 do Mxico qne tiima havido, prximo de
S. Liiiz do PuioM, i n-a aiinulimJaota batam.1 entre
os rebelde e as tropas do pavertw. f>, inwirean-
tes ganbaram au uraacipio Tandea vantagaa.*, e
nnando lavara poulo de ,bter a vicu-ha do
diri, uram carregad'* pi^a ro^a du aovernu a
bainna|a.-senin desbaratadan WxanaoTo mortus
a fardos, mais de mil nriiiwiro. K"m
par com SoObomeas. T.dado ten Aulrna tantos
a o que reata da axcrcib dns ia^argenlss.
e*e. a.-do ja ajarenar para Miaboacan, oade
msnrgenWji tiimam eonceatrad-i ato tur-
.'iDatapparecerun os levojocionarios de Cuad
jara.
O prefeito de Pwaalpa /ai enforcado
tetim do Gorenw d- Yoc mbique ande vera r*la
tado o faci, a con'stitmcao do conselho de gover-
no, as honras funebjes prestadas ao fina to, osas
teoiunhos honrossimos de agentes con alares es-
traageiros e de casis comraer-iaesrespeltav^s--!-
bre as d stinatas qnalidad*1* governavas d tadl*-
eidoeh -fe superior da piella provincia ultramarina
Na-1 hapnrtanto, Infetizmeate qu* durdar.
Q laoto a outra parte, rivel .pois j as pa-
nultimas noticias eram amito ms. K os carregaflores e ftulma linbun fcg!* >
eamioho. A aringk do onga a 140 legoas do
litoral, e todos -ahem que 0 raarenar ewn ara
forca mal disciplinada e sem meios de traaspora*
liara viv-ras e mun edes pelo savia aVntro. 8m-
un, veremos mo s providencia iem caeoaV tan
to melindre para a honra oaetnatr n dettnto
int< res-e para a integrMaaV do territorio aortu-
gnez alem mar.
O camft de VoTo^dTcon (tjiz "o
Ultramar,* e o govenebr' er] etn' on-
aelho saoc- rounu a (ej seguinte.:
I* Amawla oncdiila a pravas do
antipo 3o bataihSn 1e infantorif; jarnp1fr
-S'iis ro.'iu -s trabalhos litt.raii.is. Asna
vasta crudicon, serwdade e inn-za de ca-
a ter o inraavam tvspeitab Its.shtio. O
Piliecidb patriarcii.i de Lisboa o tinha con-
idddi para seu se'iT bro.
Pareca que o mais vntido para a pre-i-
iMucia da cmara is o\?pi!tad ''insoliieirro de estado P-dmeiro Pinto, qu
na ultima legislatura ocenp ni coui mita
il'giidade esse lugar importante. Apezar
ua imimidade com o bispo de Vizeu.
mo-truti-se de tal m-)do imparcial quo o
giivn nu e maioria actual diz-sf esiaretn de
jccurdiijem eseollier este cavalheiM.
< l'iepara-se um contingente -de 300 pra-
?as para Macan O governo abri coocbrs'li
p ra d traospurle da trapa, mis nenhumi
das propustas foi approvada, por falla de
ouas cund.6s nos navios mercantes que
s apresontaram. Proceder-se-ba oiivu
eooctirso, sendo smene admiiiidas a-jaei-
1 is propoitas qae disserem respeito navios
movidos por vapor
M.iidou-se proceder aos estados neces-
sanos para a consirueco de ama estrada
entre as te ras dos Tr-ns-VaalBoers e as
du districrode'L urenco Marqnes (frica
occidental). Cada vez maior o alcance
de vincular por boas e amigaveis relacoes
a espontanea sympathia que nos offerece
aquilli morderuis.iina repblica, cnjovsl<-
e riquissim em minas aurferas o outios
producios.
Foi nomeada ha .poucosrdias ama com-
mi'So cnmpeienti sima para examinaras
esping rilas do sjstema Marlini llenry, qtf
s-i piopoe para o nusso exercito.
" Foi puidicado o derreto establecendo
'pie a- fanubas importadas pelos portos
m->lhadt)s do coatinente do reino, alem du
lueiio de 80. reis por cem kdogramowsV
estjbeleci lo no decreto com forca de lei
'! II de abril de 186J, pagam mais 0(i'
reis por "100 kilogrammas, ncando em de-
posito o produelo d'este ultimo direilu,
a que as corles resolvam este assumpto.
Foram absolvidos em Viz.'pvb' corn-
il ie| liodrigues -le Menonca e Nossa Se-ilwra d->
Bo o Parto. *
O atetfi foi fei'.o com toda a soleranidade e mag-
niiude. Felicitamos a 3oehVdade7vr!.'mfe por e*e
passo grmlio-j quo a^aba.. Ua &<.r ua rirada d->
progr-'-s-o.
CItCO KQETR.-Temos assistfdoi vario*
saeeiacnlos da con ianhia equestre e gfinnastifla
>do Sr. Mareos Caaali, qno trahalba no viral -
Santa i-abel, e tem-no- agradado o trabalhn que
digna eser apreciado pelo" amadflp?s d'esse ge
n.-ro de diverliiiientos. A mmdn 1 J,ian u, de 7
annos do id.idn.'a Sra. Auna Casao os jovens Vi
cent", flamr e Loit ao RruVla> de m-rito.
VnLuNTARIO.iCEvRBN8E8.-No sabbado, s
7 bufas e meia da noiie, fund iw no pofn o trans-
porte de guerra bra^adru tcopo/aVan, do rom-
E mais nada. Ora, nnanto se fai'ecimentnl ftv^.,i. ? .. 1 j- j 1 .
do Sr. Costa Leal, v esta tarde o numero do fio-lPhelfclto ^'oal, tres individuos, JoaaCoe-
mo de Freitas, Mamn?l Pereira Brazo e
Manoel Cslevos de Figueiredo, acensados
lo crme de fdbncayao de moeda falsa, o
da a todas as pracas de'qififctifer
groduacaq qn.al-boje s lihs a
qua 1 teis 'sen ordem.
attprteim'b' s
"; de"I
corpo
dos seus
efrWip
pracag
x,tco fota^U'do, .
" fermsnecei 5-i m cunaos me xistiaat
emeyvJ'ordem do '
ipio perante o juiy se 3o rovog, O mi
nisteri- publico appeilou da aentnca.'
* Fallecen < Sr. Antonio Gaspar Gomes,
iprofossor jubilado do iyceu nacional de
Lisboa.
< J celebrnu a sua primeira m ssa o Sr.
Ayres de'Gouvea, que uitimamdte se or
denou no Ijisqado de Vizeu. Este cavalbeiro
F'i ministia do* negocios da josca e
orador jiiota vel.
'- Ha cinco canonicatos vagos na s pa-
Ofii-ctlk de Lisboa um bejaBcio, e tres
llares de capeliao cantor. Ofivtn. cone-
*i' Tota., da s d'Bv'ora "est pargosamente
noTenao.
iMomeou se urna commibsir para prestar.
fyua a direccao e apojo aos industriaos
rUJBr^epurem 'oocouvr tsposcjjg d'
ras martimas, que brevemente se
itJp''-'!!' pof a^t; PBir mJHI-ift)
_____________fe
ICCL "
mando do Sr. eapitao-tenente Manual Mun* de
Araujo Castm, traz-ndo btdha-i n ladavulan-
tanos da patria, da provincia do Ceara. A offl-'tali-
d.idi, acompanBada por --rescido amara de seus
comprovinciano* aqu residentes, deseiiib-riou r.o
caes da Liogueta ; *\ precedida de nma bnnda de
msica,^ foi para a casa do Sr Dr Jos (tornar-
do Galvia AlcforaJo, onde Ibes eslava preparado
um lauto Anea.
PRAGA DO CORPO SAVrO.-Qo*'in.on-pe. no
sabbnt noile, nesta praca, um li-ijo f go de
artificio.
A lluminar-io e o fogo nesta prnc, foram fei-
to? expensas de diversos coinmerc nte< tendo
sua frv u e o Sr. Jos Mar a Pestaa, que nesse lu-
gar tem um caf.
RA D!) V SiXJNDE DE PELOTA S. -A' decora -
can que dtscrevemn* d'ewa ra, eiunpre- ios ac-
enwcentar rjnu no graade arco rceorjadu em du
po S, quo so ergitii. em meio da ra, baviam as
s-'uintes inseripijes conimcmorativaU 1a pc?soa
allu-iida :
Na cpula Jo nn-cente :
Ao Coiidq 'Eu.
Da Marrncns no cmbales
Apren-lestes a bataihar.
Pira na patria adoptiva
Vir a victoria firmar.
Na copula da puente
, Jo Visconde de Pelotas.
Transpondo os dsenos, banhados e rios,
Trt enlranbas as sorra- tem nunca parar ;
I Qu.il ajju da raorte, c'o o sanguo da fras
iujuria> da patria >oubsle lavar.
Ao nascente, lado direito :
Ao Bunio do Amazona;.
Trava-se a Ineta tremenda,
Trovi-j 1, fervo o ciuban ;
A's bicadasdo .4/;oifis
Vence o no Ao ascente, lelo e-querdo_:
A' Pedro Affiuo.
De freato ao inimigo, soldado brioso,
Horren pelejau lo, qtiai bravo Irai;
Foi martyr da patria I vertendo seu san. Si heroica defea do seu pavilh >.
#Aopoente, lado direilu :
Ao Mrquez do Serval
Quera resiste a tua tenca t
O 1-111 um mono tem iguitl f
IV has tornado Ingandarie
Bravo dos bravos, Herval.
1 Ao poente,lado esqnerlo :
,ac, Puitlino tomarfl.
Da patria aJIr-rntaJa, ouvado o realamo,
rechastes o livra para o f-rre luiuarmaap *
O cxeiapln f-- grande I Milpares de Bravos
Do slo fecundo, flzestes brut r (
TXJO DE ARTIFIilil -Queimou-se boatem
no taitar des gnado, entre as p,es Santal ab-t
da BoaVhta e os caes- da Aurora a du Capibanb .
n fraude f-gn preso, qao a oommissj gtral de
fe-tejin 111 nd-'U preparar. 1:, >...,.
O fWgu fo grande, lido cmase poda .desajar,
a cotnp'mto de prcaai iatainmeiita Ojiada abe
a4f, A oircuinstaniia ia ser quairaado no rio
sonre balsas, deu mn realce aorprendenta a pbaa-
tastico.
A peMAs e raes eniverara brilbantemenle illa-
aulladas a gaz a espeaa'-at#,,repre naaando>aaa>
de 10.000 luzes. A illumirwci* a gaa n.mmana-
se de 13 liadas e enormes estrrnaa (eitas a bieua
de caz. s+ndo 3 em cada ponte inclusive a. da
de ferro, >a>ar banda* d.
p foram v:o; ':': z
aun na o estrilen!.--* aivaa, q:w
foram pr itUw las r... -antoiaeaar.
Eis as i| 11 Iras.
Fatab
i- i das anvaaj doespaf*.
Surg tas vanas a arar
'.' ra ie laiosV per di.-
<' BrasiMn)croar !
') prado, a raa'.a. a moafcrba.
\- 1 -rucas, aandan,
A.iiitun n-rplai-lM-ealaa
Jo triuupho na i-\ jJ--io ?
V mais afinada
Da l\ra du- )'.b.-riibin.
s.-o i-a Ique venb aa> Grn-nrt
.k"j..r-lH' es vnte mndav
E tas enrdas qne aripaj
r'or.-.rn U'cidaa an* caa f
Accita-as, p-.vo de bravn*
J :o sao a^ b. a-jue d Dana I
A divi3n poz em rrjrrba as 4 9(5 Pra t*
lardi, e quaodo aration do pereorrer -> na- t :-
cada no pr,-;rai,;:ia, era para ja J 9 a
la n-ite. Ii-ir-nc- 0 seu loajja trajaatn, BsJ*(-
ram l ssias p -r onde p.i-
A ociodaleparnit.ca f>n de Smai a-
d-ira dos mal .res eloaioa por srns br,raatae- te
lotos, mxime se attander-aa i fiara a na* frc
ella nao se socorra au aftMajitdaViaL -
apoiaiid-t-sa no p-ivo pira joym ap^ea i. eV
-piciii mereceii lodo a a-txilm e loda aVf-ae5
t
pa
ave
daca
*et^citde mu minninfiO
di:u
i-urlra pl.Ti.in.eii'.e o sra tr:'
e deu .-inii3~ do muito ipaa pdit e lera _
n pr-il da uf 1 ?? t-?l pn p're-Mw aa IV
-!iab'i!!io$ c.-iiditiimrntffnrm f-ne* rr-fr
mu lenkrr oa>
os prodg.m dr > leea no* cu apt do P.n'ifHry.
Craiian, ic.i.os vifa f, |ua aaa iar aa traii
"ara r-im o po.-, > no n.ii h;v r h-rnao** P
naiiibicrio i|oe recose ma otml, a^r aaraar .;
ello spja, para a reaiisaeaa aT
oiuiilo-le amor as gionaa patrias a da
por iquelles que succuiiibiria
nesaa lu'a de quatro anrun, jas
inundo I
No intuito de dirigir se a lorien a aabiaaaarsrie
Parnambnco pnra lbi-s pedir e*a aa^aanM aaa
I-1, a ri>;ii DozeAi Sefmhiv, ful inkrpreta ao
do -ua a->embla, ni* r c-rreai a larda
Diario do pov> tai.1 <--e foleja ajae
Tn-lo que ella poda rtespcaaer da
gastnpara abriihaniar e*sa
vai s--ar a hora de t:rn.ar as
111 u,;i boll-i iiiunii'iieuto qne.
de. a so n.-dai'a? e.-\i ra eod-ntrar an> aaaa asa
dedir.icao le q:e credAra aa
sa como es-a d 1 nmnumeaiii
\ sociedad*' Doze de SetVaatm raf i ba, >>
dia 27 -11 eoirenti', s ti bras aa laavaa, aaa sa>
lo -s ao Club IVrnairbocaau, aaaa ae
a'sumpto to jalerenie, a para n-at
iodos os sra> a>sociados. eaaa
nuncio em ut- lugar rferidla,
qno ser nuhiira.
E' L ji:v.\VEl..-0 Sr. Dr. Mi aHHiaia, a>
bMIo, re,tascado da juMIo .
ment da t-rmnaei- d.i garra. -p
do o Brasil p da brnu aggrnaaV a<
guayu. e desejando |K-r jai 1 abaala
car um acto que bem e fiebsveaay
sa 1 ilss si-utiineaios de son roraeja*,
ier baptisar hootem, como farra, 1
Boa-vi-ta d'esta rila-le, i-nie
n^piracii propra e tem qae

remunera;;..) algnma, lima
mezes I-- idade e do r iTia Ser,
parda Francelina, ecrava dT
Dr., aada p.-.dinh h da n*
filhns Adjilpho r Dmbeima^aa por
aais, serio os tutores e prdeaetnraa
m erianca. *
Esta, pela extrema alvnra a
di-tinada pela pnivi-irnuia
lo ultimo jja jo* fc.-tej.i-t, am ajan
vestida de gilas c > n-aemorava
pagina da uwssa historia.
FESTEJOS. C iBdonaramaaa?
os lisu-jo pela 1-Tniioacio di
afn por essas dcmmistracSes
acre litamos que ellas sa
mnito* du*.
Ante hootem, alem da
visao pilriot ra da sociedad*
aaovera-n varas nutras cora
rii-s .foirits dansaales am
iif*simou-w o fogo a> art ftVia
awroiai no largo do corpo f
H mlem honre, a pasa* a's
tnnnticia la, e n-otc
ajo do artificio da rom
fetft* sotvrha ilioaainaaS
B)..-i-Vi>ta e de Santa l-a&Lf
as nonUM de a aaoa^l
illuminaco'-s, quer aaraiaaHiaa
geraes, as mas q.w ae
0 anncnrso da povo,
atwp-'taa as mas.
qer aa*ro.
0* fastejn c.
Inral. repeiindo-se
da oimaissio geral ai es
^bIa^o
a>- fe. Rmbatd C
f a pgvincia, na 1
ate. araba
ae psapararaai
10, qae.eea. aaataa aa antas*
M. aaaaav a asda ^
al
MELHOfi EKEMP1AR ENCONTRADO



"Miao 1
no ppVio parwe-
raajaira e para separar a
-"liara doascr'ff'taaehlnismo deve s.r simples,'
torta, dnravel rde pouc* ea^o ; trabaHwr com
animaos, agua oa vapor. O pedido para esta I
bra o gra**. pele presenta ofleraco oaeiJel-
leacia o fownador gerel da tedia um premio de
X S.D00,' qe todo multad ptjc ooebrrer, para
a machina e proeesso que melhor preenei os fio
cnenciouados.
Constado britannico, Pernambaeo, 16 de abril
\de W7j. (A.si*adi.-ftKA cnsul bnt&nnicu. >
l'ASSAf.ETHOS.Segiraro para o norte no pa-
quete nacional Arinot:
Tesante Denigno Campollo, ro|.tr UmtaL. da
Gama, tenante Brai Ferrara, da^ransa Velloso,
Mana Dioliada e uuu fllha, Mara R. da Apresen-
ttjao, Maria da Aojos e urna tilo. Luisa Mara
da CoDcegtet Marta %a dvConewcvi, Xaoe1Jos
do Cant lenle Jos Antonio de Mtcedo Amo-
iin, J*jree.Anfcio.Caruielro *ewla>i_a e trinta
pracas.
Vieran do Hia\Pa-sa3o n> tfor *ctanal |
ParaJii/i/a
I.uii Ji.'.>,'dfeiO:iilrs;' niajor Joauim Francisco
Dniz e un criado, major Fra ncem--djn arres H.
-at criado, capo Francisco Liu WaaderUy,
Angosto Rufino d Almeida, capillo JM Carlos
Cavakaole de Albnquerque emm'oriado, Joj
Manos! de Barros Accioly, Dr. Joii Coirabra o um
criado, Je o Braga, Antonio Man:! Perreira dos
Santos fieserabargador Jos Kiguaira Costa com
ooio pasaras da familia, urna criada e dnas esera-
vas; ijw> l'aBcisca Rigueira, Prau sjo Percira de
Brit'o e Aleiandrin**lyppaliia.
Clf >TKIO.~Oi)iiaar. da dl*a do abril, de
i87fl.
Lino da Gru Santos, Peraamboeo, 31 annos,
SDltero, B.M-waUvJWra hepaui;
Automo Jos Alve Forren a, lornambuco, 38
annos. at'teiro, Santa Antonio, tubrculos palmo-
nares
IWifo Joa M*ija.-PetpiMbuco 79 anno, eol-
teiro, Boa-vista, inflanvifao.
DjIQna da S. Pedf^ Aenuu)bno, 65 annos, sol-
teira, Itecife, abeesto purulenta.
Miuma, Pernambuco, i mei !;2, Sanio Anto-
nio, phtwica.
Maria da Conecird, Pornambuco, 20 aunes, sol-
ieirt- Icivvista.'aadtHn.
Mari,-, Peruambuco, 2 anuos, Santo Antonio,
vermes.
I de Ifoaso Cactos Ferreira, Pernambaco, 15 an-
uos, solleiro, S. Jos, menengite.
Zaimira. Peruambuco, 4 in-.-es. Boa-vista, es-
Juviua, l'emambuco, 7 meses, S. Jos, espasmo.
Perpeta, Penumbuco, 23 inno?, solteira. Reci-
te, tuhercukM palmonares.
F.-a'isro Antonio do Vi.'iit, Pernambncp, 20
aun.;-, .->!ieiro, Sanio Antonio, tcb-reulos pulmo-
cai
Ju!.ia. Proambneo, 5 mezas, 3oa-visla, coavul-
soes.
Merendada Cameiro da Silva, Pernarabuco, 70
auno;, viavo, Sanio Antonio, plan rite cora derra-
mar.
[.usFernanes de Masquita, Rio Grande do Sul,
38 ztun silteiro. SaOto AoMnio, -!onsnpeao.
Belmiro Aogosut de Almeida, ."ernambuoo, i
unas, sattaiiH, Ptteo, eatosig.
Maaoel, Pernaai'ouco, (j raez*;?, S. Jos*'1, febre
faatfci.
V6i- TT^^oncyi*
aa- ma de G >acaies Para
v mgtoi* r.-ato q ap
suB*ele*ia. o fllo'deJBjafa da teranp
a sasar: 3, rt q^ue compTammxa8- ifoflWf-
O'WWagiV^** tr-e.
Ros nHMaos, m#rti4ido com # (Mrtidao de
juntara lirar latisfeita a axigcocia do despacho1 de.
II d(*orrite.^Re;Utr.-se.
De Jtos* BemMpue Perefraf' fos Oonealves
Kefuffe, pedfndo o regblro da sen dhtrata social.
-Visu ao-Sn 0>!mb>iicrfiB-al.
De Antonio Joaqoim Barbosa vianna, Augusto
de Ca-tro Pagel** 03mfBgos Jos de Castro e
i Silra, pe diada o registro d HOoDato-sodal.
Visu ao ,Snde#eaHrtrg*lor Qcal. ,.
De JoaO AoaslAcio Gonios, em que pede ser *d-
mttido A ralrirula de (jaramcrciante, Tnlistraado
ter satisfeito1 a' eickreiicit do oVspachO'de-4! do
andante.T-Vita ao Sr. des mbarfador seal.
Do Silverio Martins da Cunha, pediodo tambern
ser matriculado commerciatiie, mostrando igdal-
mente Atar cumprido o- ddspachi de-M'do n-
dame. Vita ao Sr. desetnbar^tdor Gseal.
Da corapanhia de seguro1! martimo* q Ierre*
tres Phenix Pernambucara de novo devolvida pe-
lo F,xm. Sr. presdante da provlnein irwwta'do o
'
mtr
'RAGA ^mcmi *B H8R1L-
as iffmtikt okTkUbt
Afttfflaff'e'Macei ?"sorte-WIHa95l'(>f.'portkl
posto a bordo a frete de 3j8 d. e 5 0|O(Whttrfl>.
lambo sobre Londres. 90 div. 23 Iri c 23 lft
d. por IluOO.
Itesqufta Jnior,
Pal presidente.
I llorant, ftinoframmo.
W*ffit>8a,framma.
fitein.
BoobadiaiL
Cabacinbar, dniia
abaasa>,
Caixas para
'el
A. P. da Lemos,
Pela wlretnu,
EMSWM
Jf Rio de > /aneio Limited
OescOhfci ftti *pnr I Vxa a cbn-~
oncionar.
Recebe dinheiro eor coala correte hk
(raso fixo.
mesmo Exm. Sr. que lossaoutido o Sr. desem- ^aca avista G I prasosoore as Ciaadw
barcada* scai^Visia ao Sr. desembargador lis- xlncipaes i Eor-Opa. tpj correspondenteP
,... aa Baha, BuenosnAyre, MoQtevMo, Nvf.
ADIADO DA SRSS\*^>E 7. -t___Xli____ j. __ JLM
Cevadinba
CHRONIf A JUfiMURI.l.
'T552I!-\.%J. IPO t91IUR(IO.
AC'iA !.A SESS.iO ADMLYSTJIATIVAJ3E 18 DE
Altltll, DE 1870.
aMSIDKVCIA DO KTM. Sl. H:SEMBARADOR AK58LMO
PRAKClOO PKKBTTL
A- lw doras da maa'i.vi, presentes os Srs. depu-
ui!> Basto e bario Je Cruangy, fal'audo
rorr pardpaeio o Sr. deputado Miranda Leal, S.
F c. o Sr. presidente abri a sessao.
F<, ida : approvfa a acia ia sessao de 11.
BKWH)ULN7r.
Oflli"io do secretario do tribunal do comnfercio
dac!.,, datado de>4 d> C'jrrente, apresentanflo a
relar ommareiantes aii matricalados no
ini" I : irea ultimo.Archive-te e aecuse se.
Q3Uio d>> Dr. Trstio '!.' Minear Ararip*;. data-
do de*!."' du corVente, (i clarando haver wij 11 m
exen li tara especial do e imoo ircioam virtu-
d. rte r.-;.! i pomeado deumbargader da relaeao
ii la!:.Acnsese o ofIS:io, felicitando-o pela
oras
t)3Bi ii do presidente n -^"retario da janta dos
< rretores, enviando a m.:'..ao rommercial da se-
mana prcilraa^assada.Ao archivo,
WOSeie do ex-amanuense Fraiwelmo Augusto d
olianda Chacnn, ptrtecinando ter entrado noe
exercici de sen novo emprego de solMitaior dos
eit is da fienda para qae fra nomeado pjr de-
creto di 3! de mareo prximo pasado.O tribu-
r :l fteoo iateiroo.
.' -irnl Oficial de n. 72 81.Ao archivo."
vh Srs. depatados foram distribuidos os se-
jf.'iiintes livros : Copiador de Augusto Cesar de
floren, dito de D. P. Wild.
O eserivb Albuquerque, regstrou o ultimo pro-
lesto d.: letra ob o. 2,030 era 13 do frrente.
DCSPi
liequeriraento d.> porteiro da secrelaria deste
ribuual Antonio Correa Maia. pediudo ser provi-
'.' no lugar que se aeha vago de amanuense da
??ma si-1 retara.Adiado.
1),' Antonio Francisco de Moraes pedindo tara-
U:'ni ser prvido era dito lugar.Adiado.
He Jor.qaiai Milito Maria.
'' .':aoel Eloy Meode-.
e Joiio Elisio de FgaeirJo Crux, pedindo o
tr.esnio provhnento.Adiados.
De Antonio Gome< de Oliveira e Silva, Antonio
lina Fernaodes Silva e Franeisco Gnedes de
iraujo. p.;dindb o registro de sen contrato so-
:wl.Vista ao Sr. desenibargador fiscat
Dj Francisco da Silva Cardlo e Antonio Gome?
ls Oliveira e Silva, pedindo o registro do papel de
distraa da sociedade que tinham na loja de fazen-
das c. roupa feila sita a ra Nova n. 10.vista ao
Sr. ydaserubargadoi! fiscal.
De Joo Jos da Silveir e Joaqom Ferreira da
f iha, pedindo igualmente o registro dr sen c n-
tratn social.Vfcfc-a.) Sr. deembar*ador fiscal.
De Antonio le Souza Braz, pedindo o registro
do papel de dissoluco da soeiedade que nli.v
com L>mrenfo PoggiVista ao Sr. desembarga
dar OcaJ,
Du Dr. Ifoekj Joaquim de Souza Leo. peJindo
o registro da pjicuraeao que Ihe oubrgira o com-
-rcisole Astoajo Correa de Vascoacelles.Ro-
t*trese.
De Jo&quim Duarte Campos, pedindo igualasen-'
i' o registro de oaira procuracao do sobreito
Snfnmario cx-olDmo eontfa- administrador do
iraptcbftGgnha.Cmln adiado.
eo.M INFOHMAgAO UO SR. IIBSEMBVnOADOR FISCAL.
Reqtierimento' i Antoim Oontalves da Az*rd
do, Manoel Jos-Monlero Torres e Marcelino-Gon-
?alves de Azeve"do, contrato fle soeiedadc sob a
Ik-ma de Goocalvej Irm.ao 4 CKegislre-se na
forma do decreto n. .39i.
De Antonio Femandea de Figneirdo Paiva e
Antonio Duarte de Figiisirdo, contrato social su|
a urina de Antonio Du*rte de FiguireMd & II
Satisr.iran o uajecer liscal.
De'- IfmartilolJiat^ (Jampo< e Joaquim Fer-
nandas da Filfa Campo, contrato d* socie-lade
sob a Urina de Bornardino Duarte Campos 4 C
Deferido.
De Jos Lni Goncalve Ferreira 4 C. contrato
tambern de socfedad'e.Satisicain o parecer fis-
cal.
Do Joaqitm Sllvrio' de Sfiuza C. confrtoso-
cial. Registrare na/ornn do decreto n. t 394.
De Joaquim Jorge de'Souza e Manoel Jos d*
S..nza. contrato tambrm scial. -Deferido.
De Joaquim de Souza Res o Antonio Gomes Mi-
randa Leal, distrato de sociedade.Como reque-
rcm.
Nada mas sendo subraetSdo despacho, S-
Exc. o Sr. presdante encerrou a sessao s 11 ho-
ras e mea do da. j
______ r m^h.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Rcopasta ao I,i toral.
Acabamos de ler no Liberal una nov":kmentira
sob o titulourna arilrartedade qtis por
uuss'i dignidade respondemos
O publico e o Dr. chefo de polica sao os nossos
juizes.
E' cosiurae d > Dr. subdelegado rondar cora
seus inspectores todas as uontes, e n'oma segunda
feira encontrando nos um senhor depois de 10
horas da noute, fomos eorro-lo (como temo*
ordem de fazer); mas chegand > a ;u I a antori-
dad.1 disse que dnliefia o tal sennor, que nao era
hnmem de andar armado, e portanlo deixamo-
lo ir.
Este i ) faci :
_ Admira como orna lollia que se diz orgao de
um partido poltico, escreve desas cousas !
Os pitlietos de ntnli'ida owuUtlka devolveino-los
inlael. s.
I! eiu 22 de abril de 18*0.
Cada um di o qu lera.
Os inspeol >res.Innncencio Jos d? Miranda.
Joaquim Au.cencio d'Alb*qverque. Manuel de
Souza Cirne..iiriur! dot Santos Mello. Jos-}
Martint dr Araiqo.
E tu fui o faci.
Reeife 22 de toril de 1870.
Attencao
Tend desistido da accS de nalldad* do
testamento d;: miuha irma Leimarda Maria
de Jess, or me achar convencida d;; que
n ha vantageni cm se sustentar qufatoea
as ppbpoe, dedaro pe prsenle annundo,
que lica de nenhum el ito a procuraro que
para tal mtster passei ao Sr. Dr. AHnso de
Alhuquerque Mello, quem nesta dacta me
dirijo pnr escripia cassando a referida pro-
curarlo, que nenhum valo poder ter desta
dacta em diante : declarando mais, que esta
nullo e liear de nenhum effeiio, e;n vista
desta raiOtia resoluco, um pap", de trato,
jque passei ao Sr. coronel Andr Dias d'Arau-
o pira snpprir os dinheiros necessarios na
sustentar) dessa questao, que saparece-
ra por coseihos e suggests desse Sr. e
do Sr. Dr. Arrada Falco, se me nao resol-
vesse abadona-la, como conscienciosamente
o fago.
Engenho S.'va, 21 de abril de 1870.
Assigno a rogo de minlia mi Antonia
Mafia de Josas 'MonorMo Alces de Jess.
Como testeraunh3S Joaquim Antonio da
Silva Mella Donato Albes de Jess.
? New-Orleans, e emitte tarta* de credita
janro* teeswo tugares.
UUA DO COMMERCrTi N. 36-
MOVIMENTO DO PORTO.
----- I i T
Navios entrados no dra'Ji
Ssnta Catharina24 das, briguc-toglez: &?
beca, de 202 toneladas, cjrjjitao Jenkiu,
e(j'ii|qem 8, em lastro ;'D. Oittii A
Lisboa32 dias, torigua ponuguez fla Fi-
, yueirome, de 2i4 toneladas, capitio 5. C.
Sobrino, equipagetn lo. carga vmbo e
outroi generrJs ; a Eusebio Rapbael Ra-
bello.
Barcellona3t; dias. saraarja^bepanhola Ca-
raquea, de 149 tanards, cipito Se-
gundo l'iges, eouipagem" 11, carga vnho
e outr.'s etieitos a 'Pedro Maurr.
A'jrtos sakiio* no mesrni din.
Rio da Prata Patacho norteNheino Uctta,
capttS II. Hottgers, carga assucar e agm-
'"' ardente.
fiisbea-'por Marjobao Barca portuguesa
Zulmim, capit > Teive, em astro.
Navios entradas no di 2't.
Rio de Janeiro e Babia 7 da?, transporte
nacionaPLco/>*M/n, commandante cpitao
tente Castro, conluz o-hatalbSo 26 de
voluntarios'da patria do Cear, composto
de 50 peanas inclusive olliciaes.
rjvefpool porLisbt22 dias do 1." porto
. e 16 do n., vapor inglez Kepler, de
1019 toneladas, comminiante W. H. Ellis,
e>40ipagein 45, carga fazendas e outros
leros; a Sandars Brothers A G.
Macei2 das, patacho norte-aliemo Ber-
nari, de 2)0 Wnefadas, capito B H.
Krauser, em lastro; Saunders Bro-
thers A C.
Ravio saludo o mesmo da.
Rio da PrataPata :ho dinumarquez Wilhel-
mine, capitn F. Frantzen, ctrga assucar
e agurdente.
U JuIIgnunroo.
fmic9Xas> grti.
miuo,
, granioa.
;ofWfsjflde;
!-.
C2ntliarites,em po, gramiaa''
GHMp Mjcopltulwj car
Carbonato de magnesia, ki
Aidenj.
Cevadiiiba, ide>n.
Iilanl. tlMerro.I'irii
im^K^tfmm"

CECLARACOES.
Tributo ao mer'to
Os h;J)itantes da povoaco do Vieen;ia se apres-
sam era vira coofiar irapreusa, orgio legitimo
da opiuio, sua exprossao sincera do estima para
c5m o'Illra. Sr. Joaquim fla Sfitta e Silva, tenente
de policia e actual subdelegado d'esta localidade,
felo diodo porque esse disiinclo cidado tera-se
coadnzido em suas fuucQes publicas e como ho-
mem particular.
E-taraos de tal modo affeitos a ser victimas do
autoridades violentas, verdaieiros Instrumentos dos
odios o fiaixes locaes,, quf, qaando apnarece o
incontesiv.'l nipreeiraenio preonhendo essas lupc-
pjas de confianca, sentse a tonscieneji instar
pela madifcstae'i pnfclic.i e sofemnd de nm justo
r^conhecimento.
Santa Casa de Misericordia
do Ueciit.
nin- ciru vista.
A film:, junta administrativa da Santa Casad-1
Misericordia do Reeife, no interesse do alargar o
circulo das pessna* que concorrem arromagaco
do forneciineriio de madicamentos a botica 11 II >s-
pital Pedro II, manda fazer publico i|iio diio for-
ueeirocnio sobe quantia de .*>:000000 nnu;il-
ineut>%e que pago cora dinh' iro vista.
Recebe por tanto proposas para fornedmento
dos mezes de maio junho vindouros.
Absinthii, killograramo. /
Acafrao, grairmo.
Acido actico, killogrammu.
Acido ctrico chrystalisado, idera.'
Dito manaho, idem.
Din nlMeo paro. idem.
Dile oxlico, idem
Ditu sulphnrieo, dem.
Rito tartrico, idem.
Dito bensoieo, idem.
Dito plienico, gramto.
Ato preparado, idem.
Acnito, klllogrammc.
^goa de colonia, dum.
Dita de flor de laranja, idera.
Dita de rosa1, idem.
Dita oe Sdelitz, garrafa.
Dita de Seltz, idem.
Dita de Viehy, idem.
Rila Iogleza, idem.
Dita raz, litro.
Alcalro, idem.
Alcool d 36 graos, idem.
Alecrtm, killogramrao.
Alfazema flor, idem.
Algalias ingleza* de gomaia elstica, dazia-
Alraenga, gramraa.
Aloes, killogrammo.
Alvaiade de chumbo, idera.
Amexas passalas, idem.
Amoniaco liquido idem. i
Angelim em p, idem.
Aniz em p, dem.
Arsnico, idem.
Assaftida, idem.
Assucar candi, idem.
Una de Ieie em p, idem.
Avenca, idem.
Azougue. idem.
B.gas de zirabro, dem.
Balsamo de copahyoa, idem.
Dito' de Xulu, '^ramroo.
Dito PruVJano, dem.
Aceudindo a'estess reclamos, e acompanhindo, *
n'isto o cc-neoo geral desta populacSo, aqu d.^i- uno tranquillo, ki! ograta'me.
xames enunciado ojiosso vofo, filho da espohta- 8 anba (le porco, Idem
neidaflMjne esperta a conducta da autoridad. Bardana, idem.
raorasatia e conhecadora |le seas deveres. I q eiioim dem
A popular o da Vcenftii faz votos para que as f BeDa-d'ooa, idem.
Cyamoretde potassa> gramma.
Digeta?, killogratntl!*
Dalcamara, rdem.
Era jHasiro de aqnilj
"Ditrgomrmllo, kffl
Dito eonuBUin, dem."
Krgotiua pura, grammo,
Espainfasdeaco, urna.
Sjiermacee em rama, killhgranfuw.
Stpanjas'AhasIraoeeias, gnaiMaa.
Issencia de amz, idera.
Dita do canea, dem.
Dita de ridr.iv idem.
Dita de flor da laranja. Idem.
Dita de hofletSo pimenta, dem.-
Di la de rosan, idera.
Dita de amenJoas .^narjas, idtnu
Dita de bergamota, Mein.
Dita de tereb'tiiiiiina. garrafa.
|-I)iW de salsa afrilba, vidto.
Escamonea de atjm, grarnma.
E^toraq e, kitlngtiutmo.
Estramonio, idiny ..
Ether eloridlei; grammo.
Dito sulfrie<, idem.
Hito aitrieo. (jeni
Extracto' d-; aci>rio, dem.
Dito de alraniz. idern.
Diio d bellad"na Mem.
Dito de e.'invuiilij. M,i.
Dito de cicuta, ida>.
Dito d doce amarn, Idem.
Dilodo favas da r;iVibar,'ideni.
DiDde fumaria, idtm.
l>ito do genciana, lietn.
Dito de gramm:-., dfli.
ktridto do ipepaeuinba, grahmia.
Dito de jurabeb'i, idim.
Dita de eabaca, i-leai.
Dito de noz vuniica, ifem.
Diio de nogueira, derh.
Dito de opio gommoso, idem.
Dito de rollgula, id.-tih
Dito de quina, idem.
Dito de rathania, idera.
Dito de scilla, dem.
Dito de salsa-parrha iiem.
Dito de saponaria, ideo;.
Diio Je scane, ulero.
Dito de tridaeio, dem.
Dito de valeriana, idem.. '
D.to de njelmendo negn,.ifm.
PeiM de batan, killogrammo.
l-'ezes dt> uro, idem.
ligado de cnxofre, dem-.
Pioravame ( balsamo) Mero.
Flor de ail, idem.
Dita de enxufre, idem.
Dita de rnica. Mam.
Dita de malva-, idem.
Dita d salgoeiro, idtin.
Dita do tilia, idera.
Dia do violetas fra-ieeas.' id"in.
Follias du capellina, i
Dltaj seccas de '.abaco, Mein..
Fumaria, idem.
Fondas direitas e e^iuerdas, duria.
Ditas dupla, urna.
Funiz do vidro de 2 e 1 onea*, ura.
Pttniz de looca para 2 e troncas, um.
Oalbas da loa.a, Liogranirao.
G o i.oa, dem.
Glceria branca, idem.
Gorama rayrra em lagrima, idem.
Dita gutta inteira, iiem.
Dita alquitira etn p6, gramraa.
Dita amoniaca, killogrammo.
Dita batata, id&nt.
Dita araibica inteira, Idem
Dit i dita em j. idem.
Grao d^ vidro para 4 e t o;i';as, um.
Ditos d porcelana, dora
llera terrestre, kdl'igrammft,'
Hyiro chlororalo d? morpbiaa, gramma.
Ilysi po, kill-igrainmo.
Iodo puro, ginmmo.
Incens, killogrammo.
nula campana, ideui,
lodureto do potassa, cranima.
Dito do chumbo, idera.
Ipepacusnha preta, idem.
lalapa era p, idem.
Kermes mineral, idem.
Laara, kilfbgrainm".
Le Roy purgante, garrafa.
Dito vomitorio, vidro.
Licor de (abarraque, garrafa.
Liuhaea em p, killograramo.
Dita inteira,.dem.
Lnpano, idem.
Maceila gallega, idem.
Magnesia calcinada, dem.
Magnesia de Henry, vidro.
Mana commum, kilogrammo. *
Ditoem lagrima, Mein.
Manteiga de ea^o, Me.
Massa caustica, idem.
Mol de abelhas, garrafa.
Mercurio doce, kilogrmino.
Mesirio, idem.
Moslarda, idera
Musgo islndico. dem.
Nitrato de prata em lapis. gramma.
dem idem christalisado, idem.
Sitro puro, kylogrammo.
Xoz moscada, idem.
N'oz-vomca era p, gramma.
Oleo d'alfazema, k.iIograinmo.
dem d'ameridoas, idem.
dem part, idem.
dem de batput, idem.
IierBufe eravo, gramma.
Idera de ligado de bacalhac, vidro.

kTliigrammo.
pi* brote, gramma.
Dxido tf'ztoco,' hilogrammo.
Papel azul para erabrulho, ftsma.
Mera brinco, dem,
dem fiofcdo pari escreveir, Mem.
dem para filtro, hilogramtao.
PanetaYta, idem.
I'astilhas de fiellocb, calxa.
fdem de Ipepacoanhs, gramma,
dem de Kerap, vidro.
Mera de kermes mineral, gramma.
"bji a Naf, caixa.
dra divina, kilograramo. '
dem ume, Idem.
Peneitas de cabello urna,
dem de seda, urna.
"'essarlos, duzia.
'arehloreto de ferro, klogrammo.
-olas de Ether',' vidro.
Ps de borgonha, klogrammo.
flhospbaio de ferro Leras, vidro.
PMph'KO em cilindros, gramma.
PUuhs de Missons, eaixa,
dem de carbonato de ferro e magnesia, vidro.
dem de Holloway, caixa.
Potoa de tamarindo, kilogrammo.
DoifMda fnnreorial, Mem.
Pontn do veado calcinadas, idera.
Pos d Rflgg, vtro.
fotassa' caustica,'gramma.
les da i a 8 oneas de barro, duzia.
Lieeepiladu rubro de mercurio, gramma.
Froto iodnreio de mercurio, Mera.
Quassia, kilograramo.
'Juina ara casca, idera.
Ideai era p, gramma.
Kaiz de Alcabuz, kil'jgrammo.
dem de cnica, idem.
Idera de alteia, idem.
Mem de'espargo, idem. a
Idem de genciana. MeaiA
Hde ltalania, idera.
de turbito, idem.
* de angico, dem.
Mem de batata, gramma.
lUillus de cortina purtugueza, cenlo.
Ruybarbo em p, grararaa. ^
Sabio braneo aroydalino, kilogrammo.
dem de alcalro,'duzia.
Idem para opodeldoek, kilogrammo.
Sal amargo, Mem.
Salsa horiense, idem.
dem parnlha, ideal.
Saeurelo de oleo de beealhao, caixa.
Sassatrs. kilogrammo.
Semne, Mem.
Serpentaria idem.
Saluclo de peiwaganato de potassa. vidro.
Idem de proto odoreto de ferro, killogrammo.
Snb nitrato de bismulh, gramma.
Sueco de grosel .as, garrafa.
Sulfato de soda, kilogrammo.
Idem de quinina, gramma.
Mein de magnesia, klogrammo.
Idera de ferro puro, idem.
dem neutro de atropina, idera.
Suspensorios eserolaes, duzia.
Tansagera, kilogrammo.
Tafet inglez, eartera.
Tamiz, nm.
Taui o, gramma.
Trtaro emtico, kilogrammo.
Tartarato da potassa e soda, idem.
Terebentna, de Veneza, klogrammo.
Ungento de llolbvay, pote.
Vidros para opodeldoc, um.
dem ordinario de 1/2 a 0 onras, du7a.
Mem idera com reinas de 1/2 "a C 00 idem.
Xarope de Bourgois, vidro.
dem de eodeina de Bonli, idem..
Idera liNdrophospulo de seda, idem.
dem philandrico, idem.
dem anti-coburtieo potal, dem.
Mem de pontas de espargo, idem.
dem de Qoz, dem,
dem de Lamoroux, idem.
I lem de Rafe, idem.
dem peitoral inglez, idem.
Mem de quina franetza, dem. .
Os concurrentes deverao apresontar suas pro-
poetas etn cartas fechadas, as qnaes terao a ordem
stabeleeJaa nesta annunrio, pelas 3 horas da
tarde do da 28 do crreme na sala das sastOei da
junta.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia d^
Itecife, 12 de a^ril de 1870.
O eserivao,
Pedro Rodnaues de Souza.
Santa Gasa da Misericordia
do Reeife.
Di.il f o v'sla.
A Illm" junta administrativa da santa easa de
misericordia do Re:fe no interesse de alargarlo
circulo das pessoas que concorrem a arreuialaeao
do f-rnecimento de gneros que tem de consumir
o estabeleciraentos pos sgu cargo, manda lazer
publico que o mesmo fornecimenlo da quantia
ile 30:0005000 annualmente.e que pago mensa!-
mente, com diulieiro a vista.
Recebe, portanlo, a mesma junta propostas para
o fornecimenlo indicado nos mozos de maio e ju-
nho. na sala de suas sessoes, pelas 3 horas da tar-
de do da 2S do corrente.
Assucar-retinado kilogramrac.
Dito de 2' sorte ide n.
Dito de lorro idera.
Aletria idem.
Arroz do Maranhao dem.
Azeite do:e litro.
Aguarden'* idem.
[.Azeite de carrapatn idera.
Alho resteas.
Bacalho kilogrammo.
Batatas idem,
Cha verde dem.
Ditoprelo dem.
Dito hysson Mam.
Ceblas eento.
Carne secea kihgramm,')
Fa/inhade mandioca^ litro.
Fumo do Rio kilogrammo.
Fejjao mulatiuho litro.
Prelo sacco.
Manteiga franceza klogrammo.
"Milho sacco
Peixe fresco kil.
Potassa Mem.
Sabio idem.
Sal litro. .
Tetas e carnauba klogrammo.
Di las stearinas Idem.
Viaagre litro. t
Vmiio linio Mera.
Diio braneo idem.
Tonciaho kilogrammo.
0 concurrentes apresntario suas propostas era
cartas fe-'udas, as quaes'deverao ter a ordem es-
belecioa no presenieaitnopcip.
Secretaria da Santa Casa de Misen cor di a do Re -
eife M da abril de I70. O esorivaV),
Pedro Bodri&m ie Sonsa.
I Santa casa da misericordia
A film1 junta ailrmj
misericordia da Mi^L-
pelas 3 horas da tarde
cebe proponas para o
des qde hooverem de
tos pos jen cargo
vindouro.
Secretaria da santa casa
Cife 23 de abril de 1870.
u
Pedm BnoTtenes a
Tribunal
mercio.
Ife3ta secretaria nVam
menta :
O distrato da sociedade de Lenae
Collero o Jase Ribeno de Briea,
para a compra e venda a>
nim Arma ocial.
O contrato de AdolphoP
tu lia no dos Santas Vital, t-tabesXridoe
com easa de eommerdo de tanndaa
reulho, sob a lirrna de Larra 4 -irv
pilal de 3:000i f.irnecMo por
O cntralo de Jo- da Co4a Bbp* a
de Ca eisa de eoaucreio de loara e ery*
ma de Cosa 6 S-xires, e nata! i
fornecido m>r amleis.
O contrato de h* fmein AHBa
DeWo.ht o Antonio V.rtiriao de Ai
cidoi nest.> eidr.de e>nn labri -a de
rarfa de Mkdtira-. *4> a Arma de A
C., e com capital de WfJOi.
Srcretam do tribunal d- n>niraT nambuco t> do abril de WIO.
O aflrl-Banr.
Jolio
Pela subdelegar de pohVn da
S. Jos do Red.'e *e faz pn 4m fn
deposito nm eavallo com cangaflu,
con'rado vagando sen dono peto*
guezia ; a-.sim como nm raraain ;
por suspeila de er lunado, a ora
condnzia, no di 18 do corvante, e
tante harer esta subdelegara
gue.n anda o n lamon : qn-ta se j
rciio, provaud > Ihes seri enUTjnr,
O-nbdr*
________I____Antonio M reir
Pela recebe pnhlico que ne-le eorrenie
proNiuiH futuro, qoe os r-ntnboiedes d
sobre industrias e proffcsiie* leei
vre de mulla, e que lio lo o
cobrado com a mnlta de 6 0*K
Becebedoria de Pern.trnbaeo, 9
1870.
O
Manoel C rnv.rxle
AVISOS MARimm.
0SPA1IA BatillISl
DL
uetcs a vapor.
Do* por: dmnrtr |
al a dia i di>
Cruzeiro o >'. i
'. tote*
ik'[.'ii< da dcm'M'a >
rtos d" ul.
Desde j|reei-li-t earga que o v:,."ir poder ceidmr, a
ser embarcada no da OV sua rbe|aa>j
da3 e dinbeto a freU1 ata as 2
sabida.
Naoserarebemcom cnconnki
Jectosde pequ'no v?!or e arrobas de iieso ou 8 palazos cubitos da
Tudo queppssar destes lrai'es devera .vr
:a.V> eonoTearfa.
Previne-**- a >- -a'. .: ;: '-'ris
pas^agans %>> se rrcebem --a nf- -va. nv -til
n. 57, andar, escr pton de Altana Utut ?
Oliveira Atevedo \ (*.
coiiP.VNH;. i :i TViilTv
.a
Xavesavao rostelra
Pao rje Gallin'ws. ; > Fjrjaxnr c
Tutmatmk
O vapor Para! .ara m tarta-
ma no da :t do crreeitfc meia m!
carga, encopini e Ja/^-ia a ]
te no p.rrirH-r"' '' *orta 4* 5Ia* < a. ri
U,Ai\A~~Fi't>' A";IBT
M
Nauecfacdo cosfeira por
Fernando.
nvtViait, <;oman''anfp Sh,
para o-port urina no dia i Je iiuio
Recebe carga at- o dia 3.
geiras e dinheiro a ftv'f u- as W
da sahid, po -rriptorio da cinp-.abeam
do Malt is m 12. ________
COMp.VNIA PERX.im<--4j
jyacr.gact') co.sfcrn por
Mic.m, escalas, a Penado.
O vapor Giqvi':. comman Jante Ob.
ra para os porMs cima n-> dia *)
s 5 Iteras
  • encominendas. pas.-agr-igeiro r dtaheipe a
    at s i horas da tardV do dia da
    criplorio do Fotae do MaUa> n. IS

    CEARI
    O palhabote GaribaUi -- era poaeoa
    tratar com Tvso Irmos '..
    per |.tar
    P -RTO POR LlSIOl
    S-guir era pmeos das a barca
    Nora Sgmpnthi'i de cas- e
    irompto quasi toda sna car, i :
    he falta, assim como para pa
    offerece ricos e exivllentes e
    com Baltar, Oliveira & C, ra
    prmeiro andar.
    COMP.VNUIA l'EiL\JJISUC__U

    Vavega enatefra par
    Goiaooa.
    a*J|y O vapi r Parchaba, i
    ^^<|4 P0110 -cima no dia
    5___E as 9 horas da lytte.
    R cebe carga, encomiaeneas, i
    nheiro a fret no escriptorio do Peal
    n. 12.
    -i.
    |j| et^irina
    Ulda Ma lai^a
    K_ Este importante estabelecimento no sen genero, tem %mpre
    vende por presos que iieiiitata ott fl-* ~sia Vi_h__r
    vista da qualidade e do prpb I____________________
    Eosario. iGarante-ee ser tado doiei. Gompra-se eu, pft\k % pedras
    y*i
    iWIHilHa iial igual
    JUM^taja^-aj^
    Boiifbicer
    por fNQO'B
    CABGA
    esquina
    da terdade.a "*'ta|lfc*
    HTS Boanto.




    Bavcfftfio contelra por Tapr
    tanto. Rece
    DI
    tetra, pr
    Mamanguape.
    0 vapor Gururis, commawfeflte
    Silva, seguir para porto ac mane
    dia 28 do oorrente as '3 horas ta
    cebe carga, enosnanendas, passagei-
    r.sedtnheiro a frote at as 1 horas da tarde
    dod'a da sahida : escriptorio do Porte do Malos
    -11____________________________________
    Rto de Janeiro
    Pretende sahirem poneos das para o referido'
    fofto o veleiro patacho trasileiro Protector, por
    ter a maior parte de sen carregameoto engajado; e
    para o poucu trae lhe falta e cscravos afrete
    trau-se cor o consignatario Joaquim Jos Gon-
    cah-es Bettrao-j ra do Commercio n. 17.
    COMPAiNHIA PERNAMHUCANA
    M
    aTega^So costeara por vapor
    Pajafctfba, Nata, Maco, Mossor, Ara-
    caty, Cear, Mandaba, Acarac e
    Granja.
    O vapor Ipojuca, ommandantt
    "Maura, seguir par* os "portel
    cima no dia 30 do corrente as 5 hora;
    . tarde. Recebe carga at o dia 29, enoom-
    Beodas, e pasaageiros e dinheiro a frete al a>
    S horas da tarde do dia da sahida no escripto-
    rio do Forte do Matas n. li.
    -m.
    0 DR. SANTOS MELLO
    Medico horaeopatha, recera ehegado da
    corte, flxou s sua residencia nesta
    capital, ra eetreiu de
    Rosario n. 32, fr-
    audar.
    B consultas todos os das a 9 s 10
    i horas da manhaa, e recebe recados por
    escripto qualquer hora do da ou da
    notrte.
    Aos pobres da eonsius as mesmas
    ! horas e medicamentos gratis.
    i
    s
    4e
    toarmorc.
    B.
    roa das
    11.
    Cruzes
    0 artista Gamitto aeha-ee estabelecido na casa
    cima, onde pode ser procurado para todos os
    misteres de sua procissao.
    Mi-ans-sMHHKa
    Na praca da Independencia n. 33 se da di-
    jfceiro sobre penhores de onro, prata e pedras
    preciosas, seja qual tor a quantia; e na mesma
    jasa se compra e vende objectos de ouro e prata.
    i igualmente se faz toda e maltraer obra de en-
    lomraenda, e todo qualquer concert tendentt
    i mesma arte. __________
    Aluga-se urna excellente k>ja na ra
    Nova, propria pera um grande estabtleci-
    metlo de razeB<*as, trata/na Tua da Cruz
    n. 18, 1" andar.
    Bilhel
    vende Vi
    CAS/a DA FE.
    2/0:000^000.
    Rio i venda : roa do Cabofin. %
    r & Rodrigues. .______________
    PEDIDO
    LEILOES.
    LEILAO
    tle movis e livros.
    Urna mobilia de Jacaranda eom 16 cedeiras de
    guarnicao, 2 de bracos, 1 de bataneo, 2 censlos
    com pedra, mesa de meio de sala e sota, um ex-
    cellente piano forte, um guarda roupa com porta
    de ospelho, um dito de mogno, um rico guarda
    vestidos de raiz de amarello, 2 .espelaos grandes
    para cima de eonsoios, um guarda taca de ama-
    relio, urna mesa elasiiea. A grande apparador
    com lampo de pedra marmore, 18 cadeiras de
    Jacaranda, 1 imporianie relogio.para cima de me-
    sa, 2 uiarquezas, banqnimas, um berro de ama-
    relio, candelabro, serpentinas, figuras, enfeites
    para consolos, jarros de crystal e porcelana, qua
    dros avulsos, 1 machina de costura, urna banca
    para advogado e diversas obras de direito e lite-
    ratura.
    Ter?a-felra do-corrate.
    O agente Martins autorisado por um seu ami-
    go que se retira para o norte far leilao de todos
    os movis cima no segundo andar do sobrado n.
    2 darna da Imperatriz qne faz esquina para a
    ra da Aurora, as 11 toras do da cima.
    tinturara rojura a
    55-Rua da ImpeFatriz-55
    Tinge,' lava, limpa, lastra e achamalo-
    ta-se,-com a maior pereicao, fazendas em
    pecas e em obras de todas as qualidades;
    como sejam : seda, ISa, algodio. lintio,
    chapeos de feltro e de palha etc. etc.
    Tira-se nodoas e limpa-se a secco sem
    molhar os tecidns, conservando assim to-
    do o fcrilho da faieoda.
    Tiatura preta as tercas e sextas fei-
    ras.
    Pede-se encarecidamente* aos Sra. Domingos
    Theodoro Rigueira e Aristides Florentino Caval-
    canti de Albnquerque (de Sennhem), que venbam
    i ra do Vigario n. 14, a negocio que se precisa
    ultimar
    AMA.
    Preoisa-se de urna ama: na ra do Pires n. 5.
    ' ADVOGACIA -
    O bacharel Augusto Carlos Vaz de Oliveira
    ^ tem o seu escritorio ra do Imperador
    W n. 67, primero andar.
    Na travessa da roa|j
    das Crines n, 2. pri-
    raeiro indar, da-sc di-
    nheiro sobre penhores
    de ouro, prata e brilhan-
    tes, seja qnal for a quan-
    tia. Na mesma casa com-
    pram-sc os mesmos me-
    taes e pedras.
    vmmmmmm mmm mH
    Cabelleireiro
    Ra da Cruz n. 24, Io andar, por cima da
    botica.
    Antonio Rodrgnas Ramalho acaba de abril a
    concorrencia publica um espacoso 3 asseiad) salo
    para barbear e cortar cabellos, e alianca que nelle
    encontrarlo seus amigos, antigos fiegoezes, e em
    geral todas os que quizerem frequenta-lo, agrado,
    actividade e bom desempenho do trabalho.
    " ~^ -
    r.(----------- i. ----------------- '
    GUSTAVE
    CABELLEIREffiO FRANCEZ
    61Ba da Cadeia do Eecife61
    Chama a attencSo dos seps innmeros freguezes, e do iiipWiial paaie a
    geral, para a seguinle tabella dos procos de su
    mais barato do que em outra qualqaer parte:
    DE
    207 barricas com familia de trigo, com
    a varia
    Terra-feira 26 de abril as 11 horas.
    Oagenie Pinto Tara leilao por conta e risco de
    iuem pertecer, de 207 barricas com farinha de
    trigo, com a varia bordo da barca ingleza Oi'mda,
    na sna ultima vwgem de .New-York este porto,
    is \ 1 huras do dia cima dito em o armazem dos
    Sr->. 1. Quarino de Aguilar & C. ; caes do Apollo,
    n. 6".
    II
    LEILAO
    De um coup elegante, com ricas lanter-
    nas e arreios de metal principe.
    L'm cabriolot americano de i rodas, co-
    berto, com lan^a para um e dous caval-
    los e arreoa,
    4|r.tar(a-feira de abril as U
    horas etn ponto.
    Por Intervengo do agente Pinto, no largo do
    Ojrpo Santo lado da sombra.
    DE
    Movis, If.uca, vidrns e prata.
    uarta-felra 99 de abril.
    A saber:
    Uoia mobilia de jacanrad, 1 ospelho grande, 1
    Hogin, i serpentinas, 1 candelabro, i casticaes s
    mangas, 2 eandieiros, i jarros, 1 lavatorio, 1 co
    noja, 1 cabide, 1 apparador, I guarda-lonca, 12
    eadetras, I apparelho de porcolana para jantar, 1
    lito para ahinco, copo, garrafas, 1 'juartinheira,
    diversos livros, colheresde pra, i cama franceza
    e outros objectos de casa de familia, existentes na
    casa do pateo do Terco, n. 78.
    O agente Pinto far leilao por conta do Sr. Ma-
    nuel Pedro de Nufonha, o qual fot para Europa
    cora sua familia, dos movis e mais ubjectus ci-
    ma mencionados, existentes na casa do pateo do
    Terco, n. 78.
    Principiara as 10 horas.
    AVISOS DIVERSOS.
    Mudanza.
    O Dr. Carolino Francisco de Lima Santos mu
    imperador n. 87, 2o andar do sobrado cujo arma
    em conserva anula hoje o nome de Alianca,
    tendo a entrada, que pelo lado da ponte Sete de
    -Setetnbro, o inesmo numero 37, da frente. Ah,
    'ontinianil'i o dito Dr. no exercicio de sua pro-
    issao de medico e de operador, pode ser procu-
    yado a qualquer hora do dia e da noute.
    No segundo andar do sobrade n. 23 a ra
    wtreita do Rosario precisase de urna ama forra
    mu escrava.
    0 DR, C4S.UIVA
    Uedteo homeopatha, pede ser procurado no seu
    consottririo especial hoaeopathico no largo da ma-
    triz de Santo Antonio n. i, andar.
    No mudo .consultorio tem sempre grande sor-
    timento 4e meuicamentus-de homoepatnia, tanto em
    globos eoHio em tintara.
    Wm cad* prrafi, i, tatrt rolh o*mI
    qm lera o mot liactc, mi rotula Impruao <*m i
    Ntatcon Silu lawtea *> iwaiM i.vactz.
    rf N.B.\mtt-
    UCIEi^atOECIII^
    FHARMACIEtl
    > aOO franca, a-
    MPaficaerila.Kl
    M 4iw 4c iaat.
    aoaiaximc^cu-*
    4*>akallmrnUew
    mmt tK4l.
    INSTANTNEOS
    Travessa do Corpo Santo n. io
    ARMAZEM
    Ra Nova n. 28, loja Antonio
    Pedro de Souza Soares.
    Bandeira, Machado & C avisam ao respeitave
    publico que nos lugares cima encontrar no raes-
    mo sempre grande quantidade ,de ditos pocos, e
    que se acbam habilitados para vender por menos
    que outro qualqoer, por isso que os recebem di-
    rectamente do fabricante Nerton, de Londres.
    As vantagens que offerecem os pocos instant-
    neos sao : primeiro, poderem ser collocades den-
    tro de casa ou fra, com o trabalho de urna a duas
    horas; segando, fornecerem os mesmos agua pu-
    ra e abundante, pudendo serem removidos de um
    para outro lugar, quando assim convier.
    Os annunciantes s reeebcrao a importancia dos
    referidos pocos depois de collocados, sanstazendo
    espectativa do comprador. ____________
    0 MO DENTISTA
    Frederico Maya
    Tem a honra de scientificar ao respeita
    vei publico eai geral, e aos sus cuentes
    em particular que elle mudou o seu gabi|
    nete de consultas da ra Direita n. i para
    a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
    a entrada pelo pateo de Pedro II, onde p
    de ser procurado para os misteres de sua
    profisso, todos os dias uteis das 9 horas
    da manha s 3 da tarde.
    Tambera previne, que contina a prestar
    se a voniade dos clientes nao s na cidade
    como nos seus suburbios, para onde as
    das sero precedidas de ajuste. Elle ga
    rante o bom desempenho e a perfeicSo de
    seus trabaihos, o que j bem conhecido.
    assim como as commodidades dos dtpcos.
    Bartholomeu & C.
    vinho, pllulas, xarope e tintura
    de jcrlbeba simples e ferruginoso j
    Oleo, Pomadas Emplastro da mesma
    planta preparados por
    BARTHOLOMEO & C"
    Ph a rmaceut icos-Droguistas
    PERXANBliCO
    .4 lurobeba : esta planta boje reconhecid
    como o mais pederoso tnico, como, o melhor
    desobsirueate, e como tal applicada dos padecimenloa
    do ligado e baco, hepatiles, daresas, tumores oter-
    009 e especialmente do alero, hjdropesiis, ervii-
    pelUs, etc.; e issociada ao ferro til na* pallidas
    corea, chloroses e falta de menstrnacao, desarno-
    ioa de enomago. etc., a o qne diaemoa ailesllo
    innmeras coras importantes obdat aom noaaot
    preparado* ja bem coohecidos e asado pelea mala
    distincios aiadicoa 4* pan Ponafal. En todo o
    nosaoa aaaaiu aUarikaiaaoa gratis aaOtaUa qo*
    aoalkor (aaaaa caaaacar a iarababa aeoa raaaitadoa
    Aluga-M ou compra-se um escravo com
    pratica de servido domestico que tenta de 15 a 20
    anuos de idade : na ra d S. Francisco n. 72.
    Sap Paulo Cordeiro.
    Constando ao proprietaro deata fabrica que se
    tem vendido rape falsificado com a deuominacao
    do de sua fabrica, e imitacae dos rtulos, tollos,
    medalljas das exposieoes de 1661 e 1866, e raancao
    honrosa da ezposieo de Paria em 1867 ; prewne
    por sso ao respeitavel publico baja de o examinar
    com toda a atttocao am de nao ser Iludido, e
    por esta forma fcilmente poden distinguir o va-
    lor do v.!rdadero rape Paulo Cordeiro, que tanta
    aeeitaeao tem merecido. nico deposito, ra do
    Vigario n. 11, sobrado.
    P* de eoqaelr**
    a 300 rs., e o cento a 23#, o melhor tempo dos-
    siveMpara planUr: na rna JaVta n. 46
    AVISO
    to$ ccmtifcmfe$ e i ftuoat
    (fMVUtadu
    9 QUmttm UaKWWOQin nrow>
    fttnmhmfmtietatdin
    Parii etonic* ner caltearia.
    o, atotrer* C
    ' AOSHBIMSDO
    Imperio do Brasil.
    Grande exposi<*o na cidade de
    Cordota,
    REPBLICA ABGENTINA.
    No dia 15 do outubro de 1870 tere lu-
    gar a abertura da exposicSo nacional em
    Cordova.
    Previne-se, portanto', a todos os produc-
    tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
    todos aquelles que exercam qualquer indos
    tria, que na dita exposiejio se recebem todos
    os productos da industria e agricultura
    brasileira, assim como todas as machinas e
    utensilios que quizerem remeter.
    Estes productos estao isentos dos direitos
    da alfandega na Repblica Argentina e po-
    dero ser dirigido cidade do Rosario, de
    onde sero tranportados pelo caminho de
    ferro central.
    Para mais expbcaces dirijam-se em Per-
    uambuco, ra da Cruz n. 3, ao consulado
    argentino. ____
    AO ARMAZEM
    M
    Ra \nva n. V,
    acaba de chegar pelos ltimos vapores novas re-
    messas dos seguate*:
    Calcado francez
    Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou-
    tras muitas differentes cores i ultima
    moda,
    Para meninas.Botinas das mesmas cores e qua
    lidadis cima.
    Para homens.Botinas de cordavb. bezerro, ver-
    niz, pellica, o melhor sortnento que se
    pode desejar.
    Para meninos.Botinas das mesmas qualidades
    mencionadas para homens.
    Para homens.Botas rufianas, meias-botas e per-
    neiras.
    Para homens, senhoras e meninos.Sapatos de
    tapete, aveludados, charlte, casemira
    preta, tranca de Lisboa etc. etc.
    Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
    muitas qualidades.
    Quinqnilharias e Brinquedos
    criandas.
    Cabelleiras para senhoras a 250,
    300, W 9. '...... 40,5000
    DiUs para homem a 350, 400 50*000
    Coques a 120, 150, .80, 200,
    250, 300 e.....500000
    Crescentes-a 120,150,180,200,
    250, 300 e .... 320000
    Cachos ou crespos a 30, 40, 50,
    60, 70, 80, 90 e. .. 100000
    Tranca de 'cabello para annel a
    500 e.'...... 10000
    braceletes a 100,
    casa, os qnaes sio rftt par
    v
    Cadeias para relogio a
    r 70, 80, 90, 120 e.
    rte de cabello, .....
    rte de caballo coa friego. .
    irte de cabello coa lavafca a
    cliampou......
    Corte de cabelaocosa umpen 4a
    cabeca pela machina
    ca, nica em Peraasabsco.
    Tranca para
    150, 200,
    JWI
    Frisado ingleza ou i
    25e. 7 "'. 300000 barba. ,...... fli
    SSIGNATURS MENSAES
    Especialidade de penteados para casamento
    solres ^^^
    Recommenda-se a superior TBV1T1A JA
    PONEZA para enegrecer os cteles kv
    ba, nica admittida na
    como n5o prejudicial i
    la til, analysada e an
    mias de sciencias de PJUS I
    Bailes e
    0 dono do estabelecimento previne s
    Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um
    salSo para tintura dos cabellos e barba, as-
    sim como um empregado somonte oceupa-
    do nesse servico.
    para
    GLOBOS
    GLOBOS
    GLOBOS
    De papel de cor para as grandes illummacoes
    geraes que devem ter lugar nos tres dias dos
    festejos ; vendem-se baratos no armazem do
    Vapor Franoez ra nova n. 7.
    l.uvas de Pellica
    l.uvaj de Pellica
    i.ii va de Pellica
    Do vordadeiro fabricante Jouvin, brancas, pretas
    e de outras muitas cores, bonitas ao ultimo gosto
    e chegadas de novo ao armazem do Vapor Fran-
    cez ra Nova n. 7.
    IIOlllMiO. 17 DE ABRIL
    GRANDE COSMORAMA
    28Camba do Crmo-28
    Paraguav.Vista da passagem de Curapaity, bombardeio e tomada de Curen,
    mayl, abordagem dos encouracados, passagem de Mercedes.
    do Alagos, combate de Riachuelo e passagem de Cuevas. Trae tari
    vidro.
    Paraguay.Glorias do exercito brasileiro e tomada ce Lombas Valentinas.
    Rio de Janeiro.Visja do Casteilo.
    Portugal.Vista do Porto.
    Italia.Presa de Palermo por Gribaldi.
    Itatia.Vista de Milao.
    HespanhaVista de Madrid.
    Franca.Siena da opera de Pariz.
    Inglaterra.Vista geral de Londres.
    Todas as vistas serlo mudadas aos sabbados e segundas-feiras.
    a
    Urgencia.
    Pede-se ao Sr. Francisco de Salles e Silva quei-
    ra apparecer a Degocio que lhe diz respeito, no
    Bazar da Moda, ra Nova b. oO
    AVISO
    DA
    Tinturara Francea
    ftasV Ra da Imperatrlz5S
    Sta O proprietario deste estabeleciraente ffifi
    *S previne as pessoas que depositaram ^S
    H nelle alguns objectos antes do primeirro l^
    S de Janeiro do anno corrente, que os vio 8B
    55 buscar impreterivelmeote no praso de S
    Kg um raez da data da presente publica- $38
    fifi cao, do contrario serio rs dito< objectos Sg
    S considerados como abandonados para pa- ^
    Eg gamento do trabalho, e seus donos no ^
    S tero direito nenhum em reclama-los em g|
    ^~ lempo algum. 5
    !^| Reeife, 29 de marco de 1879.
    A imperatriz regente.
    Com esta denominado chegaram a loja do Pas-
    so pelo ultim paquete os mais ricos chapeos de
    palhinha pretos com enfeites da core?, objecto es-
    te o mais moderno de Paris, ebeguem antes que
    se acabem : a ra do Crespo n. 7 A.____________
    V. PALHARES
    Centelhas
    Colleccio de versos sobre a guerra do Paraguay,
    venda na livraria Franceza, na livrana Pari-
    siense e na loja de madama Falque.________
    Um escravo.
    Vende-se um escravo pardo de idade de 2o
    30 annos, ooa figura, bastante intelligente, pela
    quantia de 1:000#000 ; a razio de se vender por
    *sta quantia o escravo ser intelligente de mais
    para sua condiccao e nao servir para todos os
    Srs.. e lambem po'r ter de remetter-se a conta da
    venda para o seu senhor no Cear : tratar na
    ra do Crespo n. 17, loja, ou ra da Penha n. 1,
    3 andar.
    wbia
    Mil e quinhentas dazias do fogos do ac de urna
    e tres bombas : na ra Direita n. 53, loja de fer-
    ragens. _______________
    Precisa-se de um rapaz de 16 a 18 anno de
    idade, que tenha pratica de taberna para caixeiro:
    o pateo do Canno n. 13. '______
    Antonio Eernandes de Figueiredo Paiva re-
    tira-se para Europa, e deixa por procuradores ue
    suae casas cemmereiaes os Srs. Luii Fonseea de
    Maoedo, Antonio Ignacio Pereira Coelho e Justi-
    niaao Antonio Alves Soares.
    Na estcfda de Santo Amaro para.Belem, si-
    tio u. %, ha tara alugar um sitio com urna boa
    casa de vivenda : trata-se eom Antonio Alves
    Barbosa, roa dos Guararapes n. 52. ________
    Na ra de S. Gonealo n. f9' precisa-se aln
    gar urna canoa 4e carreara.
    Perieu-se no dia 21 Je corrente pelas 11 horas
    da manhaa, nana commenda da ordem da rosa: a
    pessoa qne a twer achado, qaerendo entrega-la
    ra da Matriz da Boa-vista n. 20, ser bem re-
    eonjvefnado. w mmm
    Pr familia. na ra estreita do insano n. 34, prisaei-
    ro andar.
    IBrU
    do
    :
    largo do^Corpo Santo e hoja as 9
    i'estf cidiar
    I, loja, se or quem da.
    emio sobre bjpo-
    : Irtis do Crespo
    Precisa-se de urna ama que compre e oosi-
    uaa pejaoas: pa rn^hijmita n 7L
    ' ftecfea
    CHT0N1 PLRGATIYO E DEPLRAtIVO
    DE
    CIIA7IIIAIU.
    Composto das plantas as mais odorferas e as
    mais virtuosas dos montes os mais elevados, o eh
    toni-purgativo de Chambard, possue um gosto sa-
    boroso e um aroma suavissimo, e as propriedades
    as mais notaseis sobre os embaracos do estomago,
    dos intestinos e do ligado o desobstruente por
    excellencia'na constipacao do ventre e nao tem
    resguardo nenhum.
    Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
    mores, lefresca o sangue depurando-o.
    O uso do chd-Chambard pode ser continuado
    por mnito tempo sem o menor receio e sem ra-
    commodo era mudanc^ no modo de viver.
    NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
    NA
    PHARMACIA E DROGARA
    DE
    BartholoHien *.% C.
    34RA LARGA CO ROSARIO34.
    Ama.
    Precisa-se de urna ama de leite : a tratar na
    ra do Imperador n. 65, 2o andar, ou Passeio Pu-
    blico n. 60.
    Feitor.
    Precisa-se de um trabaIhador para tratar de um
    sitio pequeo ; d-se casa propria para morar, e
    paga-te a secco, preferindo homem casado : a tra
    tar na ra Nova n. 19, 1 andar._______________
    Panno de algodo da fabrica Todos os
    Santos do Illm. Sr. commendador Pedroso, j
    chegou ao escriptorio de Joaquim Jos Gongalves
    Beltro : ra do Commerci.t n. 17.
    Precisa se de. urna ama para cozinhar
    ra do Caldeireiro n. 68.
    na
    Offerece-se urna senhora habilitada no ensi-
    no primario, para leccionar em alguma casa par-
    ticular, nesta cidade ou fra della : quem preten-
    der dirija-se a esta typographia.
    Presisa-se de urna criada qoe seja perfeita
    engommadeira, para casa de pouca familia : na
    ra do Imperador n. 51, 2o andar, ou do Crespe
    n. 8. loja de 4 portas.
    Illm. Sr. Dr. julz commercial.Diz Jacintho Jos
    Nunes Leite, n orador e negociante matriculado
    nesta praQa, que existindo nesta mesma pra?a, na
    ra do Commercion. !00, urna loja de fazendas,
    e bem assim urna outra na villa do Pilar (filial)
    s b a firma commercial de Vasconcellos, Irmas &
    C, do qual nao ha contrato escripto, e tendo-se
    retirado da firma commercial o supplicante, que
    como tal tigurava com a firmaCompanhiae
    continuando a mesma casa a fazer contratos e
    transaccoes sob a mesma firma como se o suppli-
    cante fosse socio, quando desde 18 de marco deste
    anno se havia retirado, e se desresponsabilisado
    de toda e qualquer transaccao, dainos, lucros e
    prejuizos, e (e tudo quanto possa resultar de bem
    ou de mal em favor da firma, e constando porem
    ao suppeante que nao s na frente da loja conti-
    na a permanecer a firma commercial, como as
    transaccoes contina a mesma firma; e para que
    conste que o supplicante nada mais tem de com-
    mum com a dita firma, e nem tem responsabilida-
    de alguma, por isso vem de couformidade com o
    artigo 391 do regulamento commercial protestar
    contra o procedimento de Manoel Pinto de Vas-
    concelos e Laiz Mafia Pinto de Vasconcellos por
    nsarem da Arma do supplicante e requerer que
    V. S. se digne mandar tomar o seu juramento, e
    bem assim tomar o seu proteste na forma da le,
    para o que requer que seja citado a Manoel Pinto
    de Vasconcellos que aqu reside, e por precatoria
    Lnix Mara de Vasconcellos, qna reside na villa
    do Pitar.
    Nestes termos pede a V. S. qne se digne man-
    dar tomar por termo o protesto requerido depeis
    de feitas as intimacoes, tudo de conformidade com
    a le de qoe R. M.
    Macei 9 de abril e 1870.AssignadoJaeen-
    Iko Josi Bhmtt Unte.
    Sellado.
    Despacho.Tome-se por tarmo laieido-se a re-
    querida intimaco.
    Macelo 9 de abril de 1870. Assignado Souza
    Parmizo.
    AMA
    Precisa-se para comprar e cozinhar para tres
    pessoas : na ra da Cadeia n. 45, loja.
    a di-
    Papagaio fgido.
    Voou da pawtographia aUemaa, tomando
    receio d nu das CruaM, levando un sedaco de
    correle de latao de 8 potegadas: quem o resti-
    ttair M^wynpepsado.
    Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, praca
    toMimo. 17. i andar, tem para tiaijC
    cal de Lisboa, pou-sa da Rnssia da mais W>i*,
    vinho Bordeaux superior quaiidade, e farinha ae
    mandaoea.
    Atten^o
    Silva Jnior, portnguez,
    na earta
    BZAR ACIDEHDCO
    da Imperatriz 13
    Ba
    Yiririifa
    Ulysses & Innos proprietarios deste bem conhecido e acreditado estteie rae.
    tem a hora de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seos nnasrft*o-
    guezes, tanto desta prara, como de fra, que tendo sido elegantemente reforma'
    estabelecimento acha-se completamente soi tido e em condicoes de tem
    seguintes artigos:
    CHARUTOS
    superiores de Havana, Hamburgo, Rahia e
    Rio de Janeiro etc.
    Cigarro s
    de palha de S. Paulo,' de 3500 a 7f5oOO\
    o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maurityi
    Imperiaes, Tenenles do Diabo, Duque d-j
    Casias, Gandon etc.; de papel, de fumo
    de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
    Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
    bomba, Montevideo, Orientaos, Raependy e
    muitas outras qualidades.
    Fumos
    Afamados de RAEPENDY em caixoes de
    20 libras 1(5400 rs. a libra, em pacotei
    a 2fJ, de 20 para cima a l3S00e em maior
    porgo 1?5500 o pacote de I libra, dte*
    em latas dequarta a G40 e ."iOO rs., a outra
    muitas qualidades como sejam : Daniel do
    Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
    etc. etc.
    PONTEIRAS para charolse ca|*:n .-*
    todas as qualidades gostos pre;os.
    CACHIMROS de superior esposa. -e
    de ira (raiz; de 3*5 al 6-5, a duza e -- i
    tras qualidades a relalho.
    DITOS p de gailiDnados aven
    ha neste mercado a 3f5 e 36500 a l...,a.
    com grande abalimenlo em bdjh i
    ditos de lonca, gesso, barro, ele.
    ROLSAS de borracha e cooro <>
    gostos e precos, para guardar fim
    CARTEIRAS para cigarros 'k I
    systemas.
    PHOSPHOROS de era, ea c>\*
    dos os tamaitos, de segurarla a tul,
    PAPEL de milbo, de arrox, *ar.
    san, pintado, Ce linbo ele. pal ha de d
    Fernindo a melbor pnM
    Alm dos artigos mencionados encontrar3o nossos freguezes outros mu* -
    ero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retamo e que cmb soas rr*>-i*-.
    sero satisfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qw*$:r ,i -
    commeDdas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
    13Ra da Imperatriz13
    BAZAR BA IDA
    -RIJA i\OYA-50
    Os abaixo assignados proprietarios deste, esubetecimento,
    que, contnaam a vender muito barato e em vista ao grande mk
    miudezas da melhor quaiidade cbamam a attenfo dos Srs- CaaaHnraan^s
    de retalho am de comprarem o que lhe for conveniente ; ccmKtbOtc >
    10 Ojo pagamento realisado no mez da compra.
    Jos de Souza Snaren fc .
    SOCIEDADE IIAO
    i'
    Publicado na corte pelos Srs. Angelo Tkomaz do
    Amanilo Eduardo Augusto de Oliveira,
    Esta folha em cada numero contm artigos de
    fundo sobre" a polticaGazetilbaBpho da cida-
    de Folhetim\ ariedadesRevista comaiercial
    annunjios, etc.
    Assigna-se por anuo14*000
    Seis meies 7*000
    Tres mea 4*000
    Nao se aeeitam assignatnras sem previo paga-
    ento,
    LIVR.^RI* FRANCEZA.
    Pela directora
    para comparecerem a
    24 do corrente, as 10
    de suas sessoes, pan se
    mesma.
    Secretaria da ocieda* ObV
    Peraamboo) 19 As al
    O r
    ntima em
    4* =** Je h*
    A1HH.
    Para senhoras e rapazes
    ruaDireiU n. 45.
    a
    i:i'im
    DE FIGADOS FRESCOS DE BACLHiO -*

    ouidv* na
    'rra.
    Ai. vamuraJmtqtm, os Ja pardos, d'uira dieim forte, i >
    d- pt.* (..nniJTis, taes como orsguaw, < arralo, o pkocu. a Usa, tatiemt
    i* oepe aaytau, foraM^iHii^WjJafarybaiiiiiir a iiiaHialv
    por presos mu bajos, em quanto jan o i
    ite muito caro, tiato que par obtel-oa {rttm e
    >*ci

    ^O RFt
    \ shunte n
    5 ea preeiete anifime
    inpkanca, amttreut dm memn*,*c,t
    oa malares AaaWdoa noo proprloa lunrea da
    de 18*9. Este* leo* payaa* m M
    O olea m
    eheiroi
    WWBtWBtWW^WtW**


    ano
    de Permambuco Segunda eira 25 df'Abril de 870.

    5
    8
    __ A commissQ central desto sociedade coavid i todos o$ associados para
    ~~! wunirem-se no sallo-do Club Pernambucano no dia 27 do crrante as G horas
    I a tarde para tratar-se de negocio imporiaotissimo.
    A commis>5o considera como associados da Sociedade Patritica Dose de
    I Setembro a todos aquelles que tomaram parte nos festejos que proraoveu e rea-
    l'sou. ^ .,,. .
    . A urao publica e rQga-se a todos aquelles que qoiserem eoneorrer para
    realisacao do mais nobre ejmportante fimestaassociacaoo obsequio de compa-
    recer a esta reunie.
    Secretaria da Sociedade Patritica Dose de Setembro 25 de abril de 187.
    A. Lamenha,
    r 1 secretario.
    s
    CASA DA FORTUNA
    Aos 5:000* ;
    etes gftbrtidos.
    A roaNlo Crespo n.23 e casas do
    O abaixo assignado, tendo vendido alm
    tras sorles, dous quintos n. 600 eom WO*-
    loteria que se acabon de extrahlr a beaeflc
    igreja de S. Amaro de Serinhem (1M), coama
    aos possuidbros i rirem roealae- Jia conrormi-
    dade do costume sem descont algnm
    Achaa-se a venda o felisss bhetes-faran-
    tidos da 2' parte da lotera bene&eto da igreja
    da Cas* Forte (144"), qne se extrahiri ni terca-
    feira 20 corrente mez.
    Precos.
    Bilhete 6J000
    Heio 3*000
    Quinto 1*100
    Em porcao da 10QJ para cima.
    Bilhete.. ,. 34300
    Meiot\ .O 11760
    I f MO \\Al
    Quint
    Manoel Martina Fiuza.
    No armazem" da travessa do Corpo Santo n. 28, ba sempre nm completo
    aortimento de objectos para carros, e que se vendem por presos muito rasoaveis, como
    sejam:
    Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
    Solas idem dito.
    Oleado preto e de cores.
    Colleiras de lustro o que ha de melbor.
    Guarnieses de fino lati para arreios, completos.
    Lanternas e vellas para as mesmas
    Eixos patentes para sebo. m '
    Joaquim Lopes Machado & C.
    ESsssmsnniMii
    iiimii
    Bfifi a. r>
    =2
    ATTENCAO
    Precisase alugar um moleque de 12 a li annos,
    ponco mais ou menos, de idade, par mandados e
    algn* servicos de caa, que tenha boa conducta :
    na ra da Roda n. 48, sobraco.______________
    AttencSo
    Na ra da Prata n. 34 ba para vender grande
    quantidade de saceos de farinha de mandioca da
    trra oor menos preco do me em outra parte.
    Ama
    - Em casa de TBBODORO ,CHRISTr-
    ra. da Cruz n. 18, encontram-st
    *n toda aj qualidades de vinlv
    c, Boargogne tic Rheno.
    p-niffiffiffissi-Mi!
    fc> ADVOGADO
    O advogado Antonio Pedro Ferreira Li-
    ma, do volt* de ana viagem ao Rio de
    Janeiro, contiena em seu escriptorio de
    [Jdv6vl> roa uo Irope-ador n. 32, Io
    dar, onde pode ser procurado para o
    torcido de sua profissao, das 10 horas
    i manhaa s 3 Ja Urde.
    'ociosa ublicapao
    jurdica,
    Oommentario do Cdigo Commercial Portu-
    guez Brasileiro.
    Vend-se na loja da ra do Crespo n.
    25 A esquina da do Queimado, a impor-
    tante e moderna obra sob o titulo de an-
    notaces ao cdigo do commercio portugtm
    em 6 voluntes pelo Exm. Sr. cooselheiro
    Dr. Diogo Pereira Forjaz de Sampaio Pi-
    mentel, lente, cathedratico na universidad?
    de Coimbra. OsJJsubidos crditos de que
    goza muito merecidamente aquella eximio
    commercialista por si so bastariam para re-
    commendar to importante obra, quando
    nao concorresse mais para isso a grande
    vantagem de ser um ptimo commentario
    r ao cdigo commercial brasileiro (na falta
    W TtSV JSSeTif absoluta que ha de qualquer outro) pela mo-
    de pequea fimilia
    Capunga.
    Ama
    sIS.'Sb
    a o m
    3
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    6 'y- < vi Cw
    Sstr* o g
    ISlIsl
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    2 S o"3
    S2-S SSi"
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    w en _,
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    ti- N
    3 V3
    a> as <
    iMH
    co
    le
    o
    ^5
    ' lima horogeneidade de entre muitas das
    | suas disposices, e as do mencionado cdi-
    go portuguez, que Ihe servio de texto.
    Precisase de urna ama que cozinhe perfeit-', Correi pressurosos, distincta mocidade
    mente para casa de himem solteiro, e paga-se do 4. anno da Faculdade de Direito desta
    bem : na rna da Cadeia n. 39.______________ cidde 6 notareis jurisconsultos, a prover-
    Pede-se ao Sr. Jos Alves Ferreira, morador vos desse poderoso auxiliar para vossos
    no engenho Matto Grosso, o favor de apparecer
    na ra do Brum n. Si.
    8H9S813S _
    m 0 Dr. Carolino FranciscVde Lima San
    5 tos mudou sna residencia e conjnltorio
    H para a ra do Imperador n. 37, 2o andar
    OT do sobrado, cujo armazem conserva ainda
    2g hoje o nome de elianca. e onde vti-se
    1 bem estampado o dito n. 37. Ah, conti-
    nuando o mesmo Dr. no exercicio de sua
    ^ profissao de medico e do operador, pode
    H ser procurado a qualquer hora do dia e
    da noite.
    trabalhos da sciencia, e pelo preco commodo
    de 20i, toda a obra em 6 vol.
    Perguntase ao Illm. St Dr. jiz municipal
    do termo de Agua Preta, porque razao ainda nao
    poz em concurso o oflcb de tabeliao e escrivao
    do mesmo termo, vago ha quatro mezes por mor-
    te do serventuario Jos Noberto Casado Lima ; e
    qual o interesse publico, particular ou local, que
    prevalece ao cumprimento da lei.
    O Curioso.________
    Cosinheira.
    Paga-se 30,>000 por mez a ujia escrava para
    ser emoregada nicamente na cozinha, para pe-
    quena familia : a puem convier annuncie para se
    procurar._______________________
    Precisase de una ama para cemprar e co-
    zinhar : no pateo do Terco n. 63, padaria.
    P3
    ,4R1AD0CABIG4R
    ISTIIO*
    0
    A.I
    Ai
    >
    C m te li./io acba-aa aberto e inteiramente transformado este antigo
    estabelecimento jk ioias. onde os l'reguezes e amigos encontraro ludo quanto
    a moda e o bon/gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
    observar Jelicweza ao trato e senciridade e modecidade dos precos.
    Espera q o respetavel publico venha ver o que existe de melhor em
    adero.-os de r/llliaales, esaieraldas, robins operlas, meios aderemos, pul-
    ceiras, brinca, afinetes e amis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
    ros, colbor.s/palileiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
    mencionar. /
    Comprase ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
    que em, oufa qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecio
    pertencent/ a esta arte.
    Amanhaa, 23, um amigo e comprovinciano do
    fallecido Jos Gabriel de Mello Pinto, manda cele-
    brar missas por sua alma n<> convento de S. Fran-
    seo, as 6 1| 7 o 7 1|2 horas.
    LMWBttgraBtWKtbmmm^fcJ
    Coznheira
    Precisa-se alugar urna cozinneira para casa de
    pouca familia, pagase bem : na ra do Apollo n.
    2, -2" andar.
    JoaquimJosGon-
    (jalves Beltrao
    RA DO TRAPICHE N. 17, l. AN'DAfi
    Sacca por todos os paquetes sobre o Bao'
    zo do Minho, em Braga, e sobre es s^tij
    es logares em Fortugal:
    Lisboa.
    Porto.
    Valenca. *
    Guimaresi
    Coimbra.
    Chaves.
    Viseo.
    Villa do Conde
    Arcos de Val de Vez.
    Vianna do Castello.
    Ponte do Lima.
    Villa Real.
    Villa-Nova de]Famalido.
    Lamego.
    Lagos.
    Covilhaa.
    Vassal (.Valpassos).
    Mirandella.
    Beja.
    Barcellos.
    Sublime publica^o Iliteraria
    sob o titulo de Memoria do
    lio ni Jess do tlon te. em
    Braga.
    Acba-ne venda na loja da ra do Cres-
    po n. 25 A, esquina da do Queimado a pri-
    morosa Memoria do Bom Jess do Monte em
    Braga, ornada de gravuras finas, segunde
    edicto, obra da penna de ouro do mui Ilus-
    trado lente da universidade de Coimbra, o
    Exm. Sr. conselheiro Dr. Diogo Pereira
    Forjaz de Sampaio Pimentel. Quem tiver
    noticia da extraordinaria devoejo que exis-
    te em Portugal para com aquella milagro-
    sissima imagem, affluindo sempre para o
    seu magesUiso templo em romaria o nume-
    roso povo de todas as partes desse reino ;
    quem souber avaliar as brilhantes desenp-
    c5es, e o bello estudo daquelle consumma-
    do jurisconsulto e eximo litterario portuguez
    n3o deixar de procurar, quanto artes pro
    ver-se de um exemplar da dita memoria,
    pelo diminuto preco de 35, na loja indica-
    da, onde ha pequeo numero dcllas.
    Na mesma loja cima ha ontras estampa,
    muito perfeitas e grandes do dito Senhor
    Bom Jess de Braga, por preco commodo
    GABINETE MEDICO-CIRUKGICO
    no f
    Dr. anaci Alcibiades Velloso.
    Rde ser procurado a qnalqner han do da ou
    danoit, prestndose ais chamados fra da cilla
    de, eom toda a promptldao. Pratica Operacfles.
    D consultas das 6 ai 9 horas da manhaa, na
    ra Nova n. 43, 1 andar.
    Muita attenc&'i
    O Pavilho da Aurora, ra da Imperatriz n. g
    acaba de receber.pelo ultimo paquete um variag
    sortimento de fazendas proprias do lempo, assim
    como luvas de pelica preta? e de cores, para hu-
    men?, senhras e meninas.
    gneros?mente a quem
    Gratiflca-se
    tiver achado e qnizer entregar na ra do
    Imperador, n. 43, l. andar, o rimeiro
    tomo das annotacSes Waldeck, (obra de
    direito Romano) por Manoel Maria da Silva
    Brusqui, ediccao de 18i5, da imprensa da
    Universidade de Coimbra, que cabio do po-
    der de um criado do pateo do Panizo at
    a ra do Sebo, hoje do Marechal Victorino.
    Aluga-se urna escrava para todo servico de
    casa : na rna do Imparador n. 30,3* andar.
    Aviso s autoridades policial
    e a quem competir
    No dia 29 de maio do corrente anno
    fugio o escravo Ezeqniel, crioolo de 30 3S
    annos de dade, estatura regular, reforcadt
    cor bem preta, cabera redonda, traja va ca
    misa azul e caifa de cassemira cinzenta:
    durante o dia costuma andar ganhando na:
    roas, ou em armazens de assucar ou as ta
    bernas a conversar e a beber; dorante ;
    noite recolhe-se a telheiros abertos, ou pe
    netraveis, a casas em construccao e a outroi
    quaesquer lugares, onde se possa abrigar:
    quem o apprehender tenha a bondade de (
    onduzia a ra da Aurora n. 26, ou na d(
    imperador n, 20, onde ser gratificado.
    .1 MI BHIUC.
    ATr.ua do Duque ele Casias n
    (A9TIGA RA DO QVZflUMi
    i.
    Agencia em Pernambuco
    Do' Dr. Ayer
    Petoral de Cereja
    Cura a phthysica e todas as molestias do peito
    Mafsa parrllha
    Cura ulceras e cliagas antigs, impigens e dar-
    tros.
    Tnico
    Conserva e limpa os cabellos.
    Pllulas catbartlcas.
    Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
    zoes, curam e pnrifkam todo o systema humaon
    Vende-se effectivamente em casa de Samuel P.
    Johnstoo A C, ra da Sanzalla Nova n. 42.
    D. Rita Duarte Vidal de Henezes, Manoel Duar
    te Pereira. D. Francelina Duarte Vidal de Menezes,
    D Maria Eiibia Duarte Vidal de Menezes, D. Mar-
    colina Duarte Villasboa?, D. Argemira Duarte Fer
    reir auseute), D. Umbelina Duarte da Porciun-
    cala, Vicente de Paula de Oliveira Villasboas, An
    tonio da Silva Ferreira Jnior (ausente), Luiz Al-
    ves da Porciuncula, D. Anna Constancia da Por-
    cmncnla Menezes, D Adelaide Felismina Porciun-
    cula de Menezes, viuva, lilhos, genros e netos do
    finado Manoel Duarte Pereira, repassdes do mais
    doloroso sentimento agradecem eordialmente a to-
    dos os seus amigos e prente, que se dignaram
    asistir aos ltimos sulragios e exequias que se
    prestaram alma daquelle finado na matriz da
    l'reguezia da Boa-vista, e acompanharam o seu
    corpo ao ultimo jazigo no cemiterio publico ; e de
    novo rogam-lhes o caridoso acto de asMstirem as
    miisas do 7o dia. que tero lugar naquella mesma
    matriz na manhaa do dia 25 do corrente, as 7
    horas, pelo que Ihes cencederao os motivos ase
    augmentarem os seus siuceros agratleciinenios.
    Ama de leite.
    Precisa se de urna ama de leite sera lilho : na
    roa do Queimado n. 49. _____________
    Na ra do Imperador n. 75, primeiro andar,
    deseja-se fallar aos seguinles senhores negocio
    de interesse : Jos Rodrigues Fernandes, Manoel
    Luiz de Limn, Francisco Jos Corro* Guimataes,
    Joaquim Speridiao da Silva Guimarae', Jlo
    Castro Oliveira Guimaraes. liaymundo Nonato
    Costa, Jos Jjaquini Fernandas da Silva, Joaquin
    Lopes Ferreira e Jos Ignacio do Val.
    George G. Starr, twthmeoteiro do linado C.
    Starr, faz publico ao respeitavel corpo commercial
    e a quem possa inter>?>ar, que o estabelecimento
    de fundic.ao sito na cidade uiva de Santo Amaro,
    continuar a ser da mesma forma gerido pelo an-
    nunciante sob a mema firma C. Starr 4 C. em
    liquidadlo:e que para couioras, vendas e rece-
    bimentos tambem Mntinuar- o antigo caiseiro
    Joaquim de Oliveira Mell).
    COMPANHA
    DOS.
    TRILHOS URBAIfOS
    DO
    KECIFE A' OIjI^jTOA.
    Porordem da directora silo convidados
    todos.os Srs. accionistas para ro dia 2!) do
    corrente, as 10 horas da maolia. no salo
    do Club Pernambucano, se reunirem em as-
    sembla geial, segundo estabelece o art.
    13 dos estatutos da companhia.
    Escriptorio da companhia, 1(3 de abril
    de 1870.
    Juo Joaquim Alces,
    1 secretario.
    Nao foi sem fundamento fat a S'fk
    ESPERANZA tem deado le fcier ta son
    annu icios, a razio simples, ella eafMt
    qne Indo em demasa bornee-. iva
    como j;i linlia dito e scientirkaV) a su* H
    freguezia o que consiantemeate a kct'
    do, ou livesse feito mnias ezes, retac *
    tomarse mascante, assim piis rocotSK
    um pioeco ao silencio, mas nunca eisaoro
    d'ea pregar os verVUdeims estrcoa. j
    tratando maior numero de o
    na Europa, ja descobrindo fy.-ctoei
    apurado gosto e fnalm<.'ute aeajftaafr *
    Jornal das Familias, o qja vea Ntr
    ornado com ligurinos, modei-oos moMea
    vestidos etc.. etc. para desta forma
    servir a sua constable freguezia; e<
    pecialidadi' ao bello seso, .i qoeai aJBM
    ESPOtANr.A ufanase ,-.ia ifilimafci
    seus servicos, apressatidi e.a
    declaiar que tem rucebido >aMmac!
    eiilremi'ios e babados bordados Irawper-
    tes e tapados, chaposinhos >le setal c.*
    baptisados.
    Finias tuncas de cambraia bordada f, i
    o mepmo fim.
    Mejas de seda e fio de e-^x pora c -
    '.-as.
    Dedaes d'osso, marfira. *;o e madr-
    rola.
    ptimas navalhas, aliadnre? e raassa t
    as mesmas.
    Finas esponjas para o Mto e para ma-
    nilos.
    Bonitos sapalinhos rom bineira, se
    com s^llo, para menines e nk-ninas de
    a doze an;,os.
    Boas lentes com cinco rr-'nvtros, para
    conlar-s1 os fios de qn.iiquer famma,
    Tesouras para frisar vestid'.
    Carretas para tirar moldes de iestd.;
    .Mollas para segurar cosfnras.
    Bonitos linteiros de nov. acides.
    Meas de Ba para homens e senhera
    Finas e bonitas liga* para nteia*.
    F\(t de linho e de s-da, sendo pr.-' e
    branco. liso e de salpico, e oulros m-.
    objectf)* expostos a venda i na Du-i---
    de Catias |, na NOVA ESKfcVKA.
    MUTA PERFIMARIA.
    A ftOVA ESPERAN :\, a roa Huro-
    Caxias n. Sf, acaba de recetar moita |
    i fumaria dos melhores e ma^ afamad-
    bricantes. enma sejam lino* .-\traclr.s p.
    leneaj esseacias concetitr1js dr onus
    lidades, oihos de ajradavej .ii-ir.is bm
    cabellos, eb- nitos vasos ': la bn.. .
    c?; di^sinios vasos cc>m pea de arroz, sab I
    l de dilTorcncs qnalidail-s '..-.. ,-:.
    Permuta-se a residencia de um primeiro andar,
    com bons commodos para qualquer familia, sito
    em um dos melhores pateos do bairro de Santo
    Antonio, cujo aluguet J2000 rs. mensaes, por
    outra que seja tambera primeiro andar e no mes-
    mo bairro, embora pagese superior aluguel. O
    motivo se dir ao pretendente, que pod dirigir-se
    ao pateo do Paraso n. 29, primeiro andar, defron-
    te da igreja, esquina.
    poisqs apreciadores do ama, raiam
    fazer seas oaixdes na NOVA ESKMA!
    PARA ALVEJAR E (.\SERVAR 06 DC
    P de carvo da r. m : vaadnmai *
    Duque de Casias d. l na NOVA L-
    RAN(.\
    Para acabar com as arlas ni par
    receben a Nuv \ ESPl'.W \. I na
    que de Caxias n. SI, O verdadeuo mM
    rosas braorsa.
    Maho lafeat/fo
    Ve tde-se na rna Daifas la Osiaaa. -
    PARA !.l ro.
    Brincos, broches, fsM -. | il .i. s. 6"'.
    las, ocntes. Iioloc-s pata i
    ; para rettfios.
    A X)VA ESPEiLYNCA, q
    zer s i.i ftcgupzia. n< -
    d'alegria u panbar rquelks. ipns ::.i--l. :: !: ;:;
    lalguan de saa familia, naj aigaam ':- *
    lamizade. precisan i!'- u< I
    |jois 'a NOVA ESPERAN. A. maaai
    que ba do melbor neste : n- r->. [
    sendo laes objectos de o r ..era. s
    de mS qualidade. niio truena tora;
    triste i como a! repngnanl a, o qi
    aconlsce aos da NOVA ESPEftA3CA.
    que abenas exprime oseui |e..
    porem como (ue traz tan lenhupelo
    e pertfeicao com que mes oafeclBa si
    ballidd-
    Jos Joao do Amorim com -ua familin convida
    aos seus prenles e amigos a'sistren a una
    missa que, por alma de sea prezado irmSo Manoel
    Joao de Amorim. manda celebrar ua igreja do
    Corpo Santo, no dia i6 do corrente, as 8 horas da
    manhaa, primeiro anniwrsario Jo seu pasa-
    mento.
    CURA RPIDA E INFAVEL DOS CALOS
    klA
    POMADA GALOPEA.
    Deposiio esjieeial
    Pharmacia de BarthoUmeu 6f C.
    34Ra larga do Rosario34.
    EPHANTE COM BOTAS
    Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
    DE
    ANTONIO JOS DE AZEVEDO
    N. 11- RA NOVA-N. 11
    Partecipa ao respeitavel publico desta cidade
    de chegar um grande e explendido sortimento de
    e das mais provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditado armazem de instrumentosr'para musi-
    NGVMDE
    UU
    Precisa-se de urna ama paraoosinhar e com-
    prar para urna pessoa : na ra estreita do Rosa-
    rio n. 27, Io andar.
    Sao convidados os -vnhores que se encarre-
    garara dos festejos que se evem fazer na Capun-
    ga pela lerminacao gloriosa da guerra ; assim co-
    mo todos aquelles senhores moradores no lugar,
    que se interesso pelos mesnW festejos, a compa-
    receris na casa do Sr. Alfredo Henrique Garcia,
    as 7 horas da noite de 26 do corrente.
    AMA
    Na ra Nova n. 14, primeiro andar, precisase
    de orna ama forra ou escrava, mas que saiba bem
    easinhar e engommar; na mesma casa, compra
    se ama escrava com as mes.nas abilidades cima:
    quem tiver apresente-a.
    COMPRAS.
    O que ha de mais moderno, de teclado riso e mobile, e com transposicao ou sem ella,
    bem conbectdos pianos da fabrica do Sr.
    de autores os ms acreditados fnesta cdade,l{*como sejam : os
    AFFONSO BLQNDEL
    M

    \/y
    a Paral. daq*iem o anounciaote o nico agente uesta cidade, como prova com o documento abaho ta-aoscripto e assignado pelo, dito Sr. Rrondel. Estes pianos, fabri-
    ados sjaaolmeBte para o clima deste paz, sao os nicos que offerecem urna garanta segura de sua duracao. Ellos sao aqu bastante conhecidos desde 1844, para que
    . jwEsario insistir sobre sua superioridade. As suas vozes ao muito flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado que se presta a todos' oS caprichos do
    Zlonr pmntstas.
    Todas as peesoas que comprarem pitaos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certificado de origem agsigna^o pelo Sr. Blondel, afim de provar a sua
    **tMirii&9 numero de piano com o de certificado. 9
    ^^ AO PUBLICO
    Mr. Alpboose Blondel, fabricante de pianos em PARS, deeclara-ao respeitavel publico de Percambi^q, qae o,'nico. deposito de seus pianos na cidade
    o RAofe, a tA NOVA N. U, armazem de Antonio Jos de Azorado. Outro* sim que todos os seus .pianp ir5o accompintados de um certificado de origem assig-
    ^mm' Pans, 24 de jolbo de 486. (asignado) Alphomae Blomdel .'
    O annacianto tambem troca e alaga pianos. B tem o maior e mais explendido sornmento de novas piauos.
    MVSICAS PIBA PIAMOg
    Ha quaas-racte direotaoente da Eorepa a le Tanrfrtft toavtnam mrJmYatn de papel para msica e deaenaa v corita para todos os instromentos. ricas gravarat qaadros para ornamentos de salas, oleados para
    abtotodos 03 das at a) 9 bos da nouto, afim das Exmas. Xamirias poderem ir apreciar os reos pianos.
    Casa terrea.
    Compra-se urna casa terrea
    da Madre de Deus n. 16, loja.
    tratar na ra
    */$ a#a;

    I
    para.
    o qual estar
    Cmpram-se moedas de ouro e prata de to-
    los os valores, onro e prata.em obras inntilisadas,
    Drilhantes e mais pedras preciosas: na loja de
    mrive do areo da Conceicao, no Recife.
    mmu i h
    ESCRAOS
    Gompram-se e vendem-se diariamente para fra
    dentro da provincia escravos de tlSas as idades,
    ires e sexos, com tanto que sajam sadios: ao
    terceiro andar do sobrado n. 36, roa das Cruzes,
    Yeguezia de Santo Antonio.________________
    Cora muio maior vantagem compram-se
    noedas ds uro e prala : na toja de jolas do Co-
    racio de Ouro n. 2 D, ra do Cabag.
    0 muzeo de joias
    Na na do Cabag n. i> compra-se onro, prata
    i pedras preciosas por precos mais vaatajosos do
    jne em outra qualquer parte.
    Ra do Imperador n. 26
    Os dorios deste estabelecimento M~t ^ -
    do por em pratica nesta capital os costu-
    mes das coofeitarias das primaras eap;j.-<
    da Europa c Brasil (Rio de Janeiro) nzam
    sciente ao Ilustrado publico desta capu
    que na prxima semana santo tero est -
    estabelecimento primorosamente decorad -
    e enfeitado com um completo e varia i
    sortimento de caixinhas de diflerentes qna-
    lidades e gosto. um completo sottimeoo
    de amendoas confeitadas de todas as qual -
    dades, confeitos e pasliibas as qoaes aer-
    vem para enebimento das mesmas caixialms
    advertindo ao Ilustrado publico que na oda -
    des, cima, mencionadas est rnteiramente
    em tizo brindar senboras com este delicada
    presente e vendo nos que at a poca pre-
    sento ainda n3o honve alguem que tivesse
    a lembran'.a de proporcionar aos amante-'
    do bello sexo nesta cidade o ensejo de dar
    suas demonstrares de estima, gratidao i
    amisade com um bello presente, cus toma-
    mos a nosso cargo to ardua torefa atten-
    dendo as duvidas do be m ou mo resolta-
    do, que podermos colber.
    O publico encontrar ludo mais qce ti-
    latava o antigo annuncio neste Diaria, a*
    Exmas. familias na occasiao de visitar o<
    templos podero vir fortalecer-se com bons
    lanches, xinbos, licores, Champagne, sero-
    ja e refrescos tudo do melnor que c pos* -
    vel. Esperamos pois da coocurrencia di
    respeiUvel publico em geral._____________
    Vende se a armaco da uberaa do aaa d
    Penha n. 8 : tratar junto a. 10.____________
    Vende-se doce Bao degoiateem atas i*
    quatro libras e meia e em arrobas, por avef
    mnitlo mdico : ao pateo do Terso n, S, loja de ta-
    nileiro
    V^WAt.
    ee-ie tima muieca
    annos, propria para casa de
    Cinco Pontas n. 89.
    . eom idade de 10
    milis : a tratar as
    mnil
    Rap Paulo Cordelro.
    arfe
    Abatimento no preco
    Vsnde-se rap Panto CotMnJm,
    meto grouo e viasfok : ao ism, rsa i
    gario n. il, sobrado. Fax-ss vaalsfem a qae.'
    comprar porcio, e troca se o rap qw nao sem -
    ao aswo do comprador.;
    tendsm-se eineo easses de sernos nuk*
    de fon, proprios pan anaaom de usaar e ser-
    vico de campo, moco e robusto, snotoMu
    na roa da Cadeia-vfta, casa,a I, I e T ao-
    daras.

    m





    Diario de P^nambuco Segunda feira %h e Abril de 1870.
    A
    Raa

    Casias n.
    5&
    Duque
    " Na toja da VERDADE continna-se a ven-
    der por baratissitnos procos todos os arti-
    gos de miudezas e perforo arias do sea
    Gravatas de ?eda preta de 400 eSOfeqp.
    Ditas de croxc, brancas ade .ores 500r?.
    Dita de gorguro de^cores a 800 rs.
    Xa Verdade rn% mtquA de Ca-
    xlaa- n. *..
    Cant ria de Lisboa
    Soleiras, hombreiras, e c pitis, o qne b|a do
    melfcor para trentes de predios: venia no ar-
    grande e vanado sortim.nto, garautindo aos SXlSoTc.d ^ ^ de Jaqnim
    compradores toda a sinceridade.
    Lindas bonecas de cera e massa por ba-
    ratissimo preco.
    Espelhos donrados para pendurar a
    ?60 rs.
    Agalhas de osso para crox a 200 rs.
    Peutes tinos para segurar cabello, a
    820 rs.
    Chamins para gaz a 320 rs.
    Garrafa com tima azaiine a I-J000.
    Dita cora agua florida a l>50O.
    Dita cora dita dita a f&HO.
    F rasco coni oleo expresso de babosa, de
    2iOa6iO rs.
    - Dito cora agua de Colonia de 300 a 1 #000
    Dito cora extractos finos a 100'. 0
    D.to cora sndalo verdadeiro a 1$200.
    Litus cora dj.hl.i muito una de 120 a
    240 rs.
    Sabonetes omito finos e diversas quali-
    ':z i80,t0,i0e 320rs.
    Finas escovas para deutes de 320 o 503 rs.
    Ditas para facto de 5 K). e tOO rs.
    Dtlas para cabello a 5i0 rs.
    Pontos para a.isar com costa de metal a
    320 s.
    Ditas ditos ditos de b il'.iio de 240 e
    32o.
    Peoies para tirar ptolho de 160 e 240 rs.
    Pavios para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
    Brincos de cores, -inleiraraente modernos
    de 160 e *4J rs.
    Paonascaligrapucasmaito fioaa a 1)5409.
    Ditas de anca e mosinha a 800 rs.
    Liados babadinhos o entremeios de 500
    e t800.
    Grosas de botoes de looca de ICO e
    200 rs.
    Ditos ditos para calca a 240 rs.
    Caixi com papel atnizade a 700 rs.
    Ditas com envelopas a 4S0 rs.
    Ditas com brelas* 4o rs.
    Citas com aguisas fundo doorado a
    280 rs.
    Tliesoura para costara a 240 rs.
    Linea da marca eatxa a 280. rs.
    Garriteis de liabas ie Aleaaodre de n. 70
    a 200 a 10 rs.o
    Gtampos nimio finos, coro passarinhos du-
    Etaa UO rs.
    Cartas (tarazas para jugar duzia 3,?000
    Ditas porluguezas, dozia 1(5400
    Papel atmaco superior qualidade resma
    4*000.
    Lam rcnito fi:ia para bordar libra C>00
    Fitas para debraia desapato, pessa 160 rs
    Ditas de lam para debrum de vestido paita
    400 rs.
    Caoivea grandes rom atolla a 400 rs.
    Ditos graodea com 2 folbas por ?20 rs.
    !' setas pretas pan, lato, o par 100 rs.
    Trancas de lam de caracol branca e de
    C:'.'. s de 40 a tOO rs.
    Fitas para eos, otea ASO rs.
    Mmeles de Jalao, carta 100 rs.
    8a| atinbos de lam para orenea de 400
    a 800 rs.
    C Icadeiras a 40 rs.
    Vende-se urna carrocade motil para avallo
    cora os neriencentej arreios: i na d Bruta nu-
    mero 79.__________________ .
    Estampilhas.
    Vendo-se na ra da Gru n. 8, l. andar.
    da muito acreditada marca Ronyer Guille! A ('.de
    cognac. nico dpposito em Perauibueo e-.n casa
    de Carlos P. de Lcmos & {'.., ruai do Vigahft nu-
    mero 10.
    Milho e arroz de casca
    Vende-se milho e-arroz de casca novo em sf-
    eos, no trapiche da oompanhia: a tratar -na ra
    da Cadeia-velha, casan; 1, 2* andar.
    RAPfi POPULAS
    DA
    FABiWA NACIONAL DA BAHA
    DE
    Tcixetra Uldurted$C.
    Acha-se venda este ptimo rap, nico o
    Sdc suppnr falta do princeza de Lisboa, por s
    o mui agradavel perfume, viajado, e a proce i
    mais mdico possivel; e por isso tem sido aura
    acoihido as pracas da Baha, do Rio de Janeiro
    em outras do imperio : no escriptorio de Jostra
    Jos Goncaive fleltrao, i raa do Gomm^rrlo n
    mpm 17.
    Bichas hamburgiiezas
    Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
    quetes translanticos bichas de qnahdade superior
    e vendem se em caixa ou porco mais pequea,
    e mais barato do que em outra qnatquer parte :
    na ra da Cadea do Recifc n. til. t andar.
    Cigarros da imperial
    fabrica de S. Joo
    de Nictheroy.
    nico deposito em Pernambuco caes da alfan-
    dega vclha n. 2, i- anda.
    5;000
    A roa Nova n.' 60 vendem-se botinas
    para senhora a 3O00 o par : a ellas em
    quanto nao se acabara.
    mm.hachado a c,
    A AGIi NEGRA animada com o bota aotfethimento que te ve em seus annu-
    ios, vem novo participar a, seur freguezes qne, ataba da receber am variado sort-
    nento'de objectos de gosto osqaaes sio vendidos por. preco multo razoaveis, pois
    ruando fez os seas primeiros anpucios, ioi o que assegumu, e sera mdo de errar,
    wrque como j dtsse 09t hj>teresse8' ligada a wat casa importadoradesta praca.e
    *>r isso poder ter tudo especial e vender por precos admirareis.Chama pois aatteo-
    o de seas fregaezes para os arttgps possa -deserever :
    Livros com o tampt de matftra, madre- Um variado, sortimonts ade charuteiras e
    .erla e tartaruga, prpprios par missa. pft|liieiros da powtena, *
    GatiflDhas vaZ.aS propnas para presente* TeQtos para ^^
    Er7eBsa do flfepo ,-BaatojLdi
    Machinas para descarocar algodSo pelos mMhores fabricantes- Machinas de vapor systema d^locomotlva e pollas para as mesm*T
    rmnos americanos para transportar volantes em armazens ^odo poffra-
    cos razoaveis.

    TRAVESSfl DO CORPO SANTO M. 15
    Joaquim K)pes Hachad) &.C.
    ousa'de gosto-.
    Indispensaveisde paliaba er de couro pro-
    ;rios para senhoras e meninas- troier nos
    -raQos.
    Binocqlos de madreperola, marflra e tar-
    iruga todos esmaltados.
    Cintos largos de setim, cousanteiramen- "
    Bengailas cera marfim, cousa especial.
    Sabooetes de. aicalro.
    Cofres de olltas para dinheiro.
    Lindas caixas- para costara.
    Um completo sormcnto de loras de pe-
    1IAGHINAS PARA
    COSTURA
    Acabara de ehegar ao GRANDE BAZAB
    UNIVERSAL, ra Nova n. 22carneibo
    viannaam completo sertimento de ma-
    chinas para costura, dos autores mais co-
    :* iwva.
    Fitas de sarja de todasas,c*res alarga-' TalaajKeepara bordar.
    as para lagos. Um completo sormcnto de enfeites de
    Toacas, sapatiabos mutas de .seda e mala seda para vestido,
    lertences para baptisados. i Perfumaras de todos os amores os mais ntiecidos as anaes estn pm viviir5f> #
    ^^rnt^propriM ^ bU' aCredt(,0S 0XaCl0S> Pmad3S e le0S nic^BaaarT^nndM?."^
    luei ue notva, ; e finalmente outros mnitos objectos qoe nao '
    Ricos vasos cora p do arroz. ,' possivel mencionar ; mas com a vista se.
    m variado sormente.de jarros de por- certificaro do sortimento deste estabele-
    ;elana. cimento.
    | e finalmente outros mnitos objectos que nao lidado, e tambem ensina-se com perfeico
    a todos os compradores. Estas machinas
    sao iguaes no seu traballio ao de 30 costu-
    reiras diariamente, e a sua perfeico tal
    como da melhor costureira de Paris. Apre
    seutam-se trabalhos execulados pelas mes-
    nias, que muito devera agradar aos preten-
    dentes.
    Cortes de vestidos te
    blond.
    .Acaba de chejrar loja 4m arcos anudo
    Crespo n. QA. de AlvaTji ttannd da, Ateeida
    & C.,vo mais ricos crtes-.de vestidos >4e )tond
    (ne ten rindo a ste merokdo par* eM%mtos
    asiin aosio ortei d" vestido! de sedailf fox de
    gostos ioteiramente novo?, e tambem nm grande
    iortimeuto de chapeos de vellndo-para senhsras.
    .....< m-----------------------------------------------------------------______,_______
    Vende-se on trora-sp por casas neta praca
    o sitio denominado dos Boritiz, antiga caa da la-
    vage^n de reapa, com grande casa de vivenda,
    seala para preto?, etribaria, banbeiro de pedra
    e cal m agua correte, taixa para apn e
    granan terreno para plantai-oes : quem e preteo-
    der dirija se nraca da ladapendeneia n. 3.
    Vende-se unt boi e carro propino para car
    regar assncar ou gneros : a tratar no caes do
    Ramos n. t, com Antonio Jos Farruco, por es-
    tar para retirar se para Europa.
    Veude-se urna casa terrea em chaos proprio
    na fregoezia de S. ios : na ra de Hortas n. 30
    se diia qoem vende.
    Agnia Negra, ra do Cabug n. 8.
    -- Vende-se a loja de fonileiro da ra DireiU
    n. a ; a tratar ca mesma ra n. 31.
    Cal nova de Lisboa
    descansada hrje do patacho Marta ; 0 vend
    Joaquim Jos Ramos, na ra da Cruz n. 8, pri-
    neiro andar
    Farinha de mandioca
    Vende-se de raperior quadade. no escriptorio
    re- de Mello, largo do
    piche do Gunha, I-'or-
    .raracac ucsujiiiur qiiiiuu
    de Joaquim Rudnpues lavare de Mello, largo do
    Corpo Santo n. 17 ou no trapic"
    le do Mallos.
    Cbegou a loja de Paredes Porto, a ra da Imperatriz n. 52, (Porta Larga) um bo-
    nito sortimento de toalbas Aa linho para mesa, assim como os competentes guardanapos
    que se vendem a preco baixo.
    PAREDES PORTO venda lasiuhas a 240 o covr,do, faienda de 300 rs, para acabar
    na ra da Imperatriz n. ''>-.
    brande ormazem na rna da
    IHc alri ni e
    Xeste grande armazem vende-se louca inqleza
    Vende-se una parte U* enenho Purmterio,
    e graade prodnecao para agricultura, silo na
    freguezia de Isuar.-.ss, assim como so vende 00-
    tra part do engenho Corte de Cima, anno ao
    purgatorio, que multo convera comprar ambos : a
    tratar no Remedio com o Sr. An onio MenelioCor-
    deiro de Gusmo.
    PARA AFESTA
    3 portas, 1 ja de feragem
    53-Rua Direita-53
    Bruzf guins pretos fantasa para senhora
    a 4#I00.
    para senhoras a zs>.>X) a uuza pr-r ter um peque-
    no mofo, na ra da Imperatriz n. porta larga.
    PAREDES PORTO vende cortes de caiga de casemira prela a 3/S00 e 4$000.
    PARIDES PORTO tem para vender panno prelo superior e casemiras de cores e
    Ditos de dnraqoe de cor enfettados para pretas que vende por prcos comrnodos.
    scnlicras a l^OOO (lodos em perfeito esta- CUALES. GRANDE PECHTNCHA.
    tl Che^ou a loja da ra Imperatriz n. ">2 de Paredes Porto nm bonito sortimento de
    *ze8a,BS tf* '"site para bnmrm a chales ebinezes fazeodas muito boas para senhoras trazerem era casa, est venciendo
    OOO, e vhi(.S6 na Pratja da Irulepen- por 5^000, eslo acab:ndo-se
    dencia n. 30, loja de calcado de Porto A'
    Vendo um annuncio do Si. X> Candido do
    Barros inferido neste Diario desejamo saber qiial
    ora o DttEOOO qur a ra das Cruzp*y 9, se i-ha-
    mava o Sr. sen li'lio Thom.iz, c cmodo s conta
    ue o Sr. los Candido reside na cidadexde Olin-
    qa e sendo penr l ratos, pedimos a S.i. man-
    ar alguem entender-so a respeito.
    do, do verdadeiro Picardo, machinas para desca-
    rocar algodo; alm de outros artigos de feTra-
    gem, miedezas entilaras finas, que so com a vis-
    ta se verifica; na ra direila n. 53 loja de 3 por-
    tv de M.it;oe1 Rento de Oliveira BrarraA C.
    ra
    Bastos.
    Loja do Leao.
    GAZ CAZ GAZ
    ^ Chegon ao antigo deposito de Henrv Forster &
    C, ra do Imperador, um carregamet.io de ga;
    de primeira qnalidadf; o craal se vende em partida
    Vndese ama monda de rasa de p^rtf
    cal na ra do Amparo n. 13, em chao proprio\
    quemqnizer comprar pJo drigir-se a mesm.\ e a>etlhopr menos preco do que em oa'f* anal-
    casa., qne achara eoin quem tratar. \quer parte.
    y



    6 0RA 1)A IMPEI ATRIZ
    N -'
    srande
    aci ootra qu t'qn r ptri <,-
    rae os iM?l>S>M'SSSLm '"speit^e! publico, u-u grande sortimento de fatmdas. do utnis apuralu oslo assim cpnio (le todas "s de primeira nece.ssidade que se ibes prcmete vender por nrecs
    na ad.ptarara o systMa de ennderem DIHHI 'o ; r tra poderei vender pelo costo, luitando-se apenas a ganharem o descont. As pessoas que negSw J
    ' raaar os seos sorlitnentos pelos mesmos ^^o^Z^*^
    ramJtaafa saSwi
    COM 8 PALMOS Ol UAGURA A i:G00,
    &OO0 e 2:500 RS.
    1 garam as doissiraas cambraiaa aoissas
    traopar otes, sendo o qoe ba de mais fioo
    !; iS^SSSP, f'T'fV ^o^quV'^^QdVraa^'naato:
    tW 20J0 o tym o metro, tendo haver grande porCo.
    tatabetn das mesma porem piezas eomj GANGAS D? I INHrt
    Mo'Sa? SSmSSS. .m*>\ V!nde"se 'W da '^o cora quadrinhos
    f SS a 8ead'MPePas P'ec'30s des-;muito boa faz-md. para roanas de -horneas
    da para s, fazer um Vestido e meninos pelo barato preco de 600 Ts o
    Paramaiur commodidade das Esmas. familias, de todas as fazendas se ao os livros das amostras, ou se mandm levar em
    de 1*5000 rs. cada um. pechinclta.
    CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
    O Pavo tem boni as casemiras escgsse-
    z';s cora quidros grados e miftlos e outras
    istras ao lado, sendo fazendo
    por
    4 ou 4 ifi metros. 6 perhincha.
    SAIAS BORDADAS
    Vende-se om bonito sortimento de saiss
    bordadas cora 4 pannos, assim como ditas
    ja promptas, de laasicba, enejadas com
    bonitas barras bordadas a 13a por pregas
    ntnito cn coala.
    RWHO RARA SAIAS A 1;?000, 15280 e
    HIOO 113.
    Venlw bonitas (aae. das propraspara
    satas sendo com bordad >s e pregas a um
    Iad\ dando a largara da fjzandi o co-spri-
    moto da saia o vende-sa p?!o barato preco
    de im% imo e 1(5300, cada metro seo-
    do preciso apenas :) cu :i \t metros para
    ceda saia pecbtacba.
    ' CftHrjahos.
    Vende-so um bonito sortimento de cola-
    nohos tanto de linho como de algod5o pro
    priiM para hora m, assim como tambera om
    a r>-:iito sorttmento do: mesmos para meninos
    e senhoras e todos vendem-se por preco
    ranto barato.
    GH'LKS fS MOCAMBIQUE A 1:280 RS.
    V.mdc-se urna grande quantidade de cha-
    les de mocatnbiqae, com padresescossezes,
    sendo m-j'to grandes e levesinbos ^elo ba-
    rat preoo de !I280, cada am grande
    p<- Lincha por se ter feito um grande
    compra.
    anos e easemlras pretas.
    O Prvo vende grande porco de pannos
    pr ton do mais baixo at o mais fino, por
    pr-co qoe adira\ assim como om gra, de
    Jiormeoto de casemiras pretas para calcas
    qu ' om outra qualqoer aarte.
    GORGURO PRETTO.
    V'nde-se-o melbor gurao de seda
    preta pana Golletes, vestios, sendo nesfe
    giiiwr.10 meloor que tem vindoao mercado,
    bralodo que em outra qaalqoar parte'
    9>s14 fcsainos l O ?4n vende fiaissimos cortes de ves
    ti*
    da *
    eovado.
    PEGHINGIIA EM PANNO PRETO A 2^400.
    0 Pa ao vende superior paunopre\o On
    para paiitots, calcas colletes etc., pelo ba-
    ratissimo preco de 254 0 o eovado.
    CORTESUG CASEHIRA PRETA A 4:!300,
    O Pavo tem os superiores cortes de ca-
    semiras pretas anfeita tas pe'o barato preco
    de 45500 rs. o cort, '
    PECAS DE.M4DAPOLO A3#00.
    O Pavo vende pessas de muito bom
    madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
    barato preco de 35500.
    PSCHIXCHA EM ALGODAO A 44000 RS.
    O Pavo est vendeudo p.egas de algodo-
    sinbo francaz, tendo'4 pannos de largara e
    cora 11 metros cada peca, pelo barato pre-
    de-44000 rs.
    CAMBKAIAS BRANCAS A 43000, A PECA.
    So o Pavo ven le pecas de cambraia
    branca transparente, tendo mais de vara de
    largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
    que sempre se vendeu a 75 o 85300, liqnU
    da-se pelo barato preco de 45000.
    ALPACAS BRILHANTES A 1 000 & 800 RS.
    O Pavo lera o mais bello sortimento de
    alpacas la .-radas, com as cores mais deli-
    cadas que tem vindo ap mercado e tendo
    bastante largura, veodem-se pelo barato
    prtco de 15000 e800 rs.o eovado.
    Com palmas de seda a 100.
    Para o Pavo chegou om rico sortimanr
    to dds mais bonitas lasinbas coa palmas
    de seda tftndo de todas as cores -e parias,
    sendo fazenda bastante larga ?ende-se a
    15000 o eovado.
    Houpa para eseravo.
    0 Pavo vende nm bonito suraaeote de
    roupas para escravos.
    AS POPEIJNAS DO PAVAli A 5O0 RS
    Chegaram as mai. iradas rwupelioas de
    la cora imitac3ode poupelmas desHtta;atpa
    fazenda muito leve, com as raait-talas do-
    res, seodo : verde, Bismarck, rtai, ?*.
    I CROCHE'S PARA CATMRAS E SOF.VS. f ALTAS NOVIDADES EM SEDAS I
    10 Pavo tem um g-ande- sortimento dos chegou um grande sortimento das mais
    m! T\Cf ieS para ca.de,1'as> SOias i modernas poupelin=ts ou gorguro de seda!
    hrSn' adas Cr prop"0. para ?'le linl10' com osmais elegantes padrocsque:
    ,a L ?Se Vl?Je"Se mm barato 0\iem vildo a este mercado: sendo milasl
    que em outra jnalqwrpam. e gradas, tanl0 em cor!es para veilIlJesi
    Algodao eaiestad. Scomo para vender em covados, assim como ment de grosdenaples pretos^de pura seda
    Vende-se urna grande porco de algodo am bonito sortimento das mais bonitas se- que se vend.m da I550O rs. o eovado at
    sinno amoncano com 8 palmos de largura, 'das listradas, que se vende tudo muito 155 o 65''00 ; sedas pretas lavradas de dif-
    proprto para lencs e .oalhns, tendo liso e em conta. ifereutes procos e qualidades lisinhas pre-
    trancado, que se vende por preco muito em j Merino de cordo. Ita- alpacas
    Vende-se merino preto de cordo, pro-
    luas casas, para melhor po-
    pasa a QBaaaaaa
    Grosdenaples.
    Sedas pretas lavradas.
    Fazendas pretas de la.
    Para o Pavo chegou um grande sorti
    Chegou um'sortimeLLd"pecas denarl.'-para calas' tSL? SP* pe'
    nodeliDhodoPorto, que se Venden? de '
    700 rs. at 15000 a vara, garantindo-sa
    queem fazenda de linho nao ha nada melhor
    nem raais proprio para lences e toadlas.
    PECHINCIIA E.\I CHAPEOS DE SOL.
    Chegou um grande sortimento dos me
    Ihores chapeos de sol1 de seda, inglezes
    sendo neste artigo o melhor que tem vindo
    ao mercado, assim como orna grande por-
    co de ditos de alpacas de todas as cVes
    e todos se vendem por precos muito ra-
    zoaveis por haver grande porco.
    OS BALfiES DO PAVO A 25000,
    Chegou um grande sortimento da bal jes
    ou crinolinas do feitio raais moderno, muito
    proprios para vestidos enesgados, que se
    vende pelo bantissimo preco de 25000 rs.
    cada um, grande pecnincha.
    CRETONES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 640
    E 800 RS,
    Para o Pavo chegaram os mais bonitos
    cretones escaros matizados, proprios para
    vestidos, roupo, chambres etc. que se
    vendem 800 rs.o eovado. assim como o
    mesma fazenda com padroes claros proprios T!^ST$ rXL^lL"^ f
    para vestidos e reupas da meninos aVn L *^,a**s ****"** 4**<*. p
    rs. o eovado, sendo os mais b8Val,s?,m> ?"** *.. cada oa
    baratissima pre?o dd 15tX)0 o eovado.
    CRETONES COM 10 PALMOS DE LARGURA A
    2000 RS.
    O Pavoo tem urna ntva remessa aa mui-
    to acreditada cretone, propria para lences
    tendo 10 palmos de largura, dando na lar-
    gura o comprimento 9o lencol e vende-se
    pelo barato preco de 250C0 o metro, sendo
    preciso apeaas4>ara nm lencol um metro e
    urna quarta ou metro e meio.
    Chapeos a 15000.
    Chapeos a fgOOO.
    "-Chapeos a 1^000.
    S o Pav3b vende bftnitos chapeos de
    toi^^s as cores pira homens e neninos eom
    a forma mais moderna que ltimamente
    tem chegado. pelo barato preco 'de WOOo,
    cada um, por *erenr chegBdo com tnn pe-
    queo loque le avaria, grande pechiaeba.
    FECHIJVCHA
    EWI CAMBAS DO PAVAO A -BBO RS
    vij|e4e dn> bonito soitimeoto'oemuito ntnto d
    Soas (Jtoodemas camisas inglesas com pei !
    bombasinas, cantoes etc. etc.
    assim como um grande sortimeniQ de pan-
    nos pretos finos e casemiras pretas de todos
    os precos e qualidades que se vende muito
    mais barato do que em ou'.ra qaajqaer
    parte.
    NOVAS POPELINAS A 400 RS, O COVADO
    O Pavo vende um graflde sortimento
    das mais bonitas poupelmas com listrinhas
    de todas as cores e com'lustro imitaco
    de seda, facilitando esta bonita fazenda a
    fazer-se um bon vestid) de milita fantasa
    por pouco dinheiro, isto por ter-se feito.
    orna grande compra e vende-se a 400 rs.
    o eovado.
    ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
    t OS PRECOS.
    TV'este grande cstabeicimento encontrar
    o respeitave pnblico nm grande sortimento
    de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
    panno reto e cazeraira, calcas e colotes de
    brim braaco e de cores, que tudo se vende
    mais barato do que em outra qnalqoer parte;
    assim como um grande sortimento de ca-
    rnizas franceas e mglezas, e ceroulas tanto
    i de linho como de algodSo e abandaote sor-
    meias croas.
    ALPACAS Ul
    l,<
    IDAS A 640,
    RES.
    800 E
    Chegou para stV grande estabccimento
    o raais bonito sortifcento das mais moder-
    nas alpacas lavradastde todas as cores, qoe
    se vendem a t, '80f.e64O reis o eovado
    assim como um gran sortimento de alpa-
    cas lizas d todas as Wes
    CELEZ1AS E
    Vendem-se as mni.
    linbo paro oa pessas co
    como, flnisstmas breta
    25 varas, por precos
    em retaccSo 4 qnalidad
    Basq
    Chegaro as raais m.
    oa jaquetinhas de seda
    enfeitadas a vidrilbo, tranca fl setim preto
    tendo de todos os modellos, i* mais novos
    qoe tem chegado e vendema por precos
    muito razoaveis.
    ORGAND COM :
    ETANHAS.
    finas celea'as de
    28 metros, assim
    de linbo eom
    a fazem admirar
    tas.
    cipas basquinas
    ateta, ricamente
    oernos que tem vndo a mercado.
    OSSfiflNSDOPAVO
    .Vende-se es raais bonitos setins de cores
    e mais encorpados, proprios para vestidos
    tendo de diversas cores.
    FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
    Encontra o respekavel publico neste es-
    tabelecimen-o um grande sorttaaeato de fa-
    zendas pretas, como sejam cassas france-
    zas e rahezas, chitas pretas de todas as
    qualidades, fazendas de lia de toda* que
    tem vindo, proprias para loto, sendo lasi-
    nbas alpacas lavradas e bsat cantto*om
    de cambras ^. rifam^bonT, ^SS^SS^.^i& SSSS^SX %M%tZL
    con mta| >lo
    orna
    Soupa per mecida.
    aos regoezes'qae comprarem Razias se Na loJa do Pavo manda-se fazer qnalqoer
    Ihe far am abatimsnto. garaotindo-se qoe ^.6e obra a yont?d? do frewz, para o
    e fazenda qoe vale muito mais dinbeiro",
    liquida-:* por este prego por se ter feito
    ama grande compra: assim como se vende
    um bonito sortimento de ditas tambem com
    pedo de linbo bordadas e lias- e fetoed*
    para todos os preeos. ^ *
    BHAtlAWEPAllA LE.^DES A 2*000, COM 10
    PALMOS DE LARGDRA.
    O Pavo vende superior bramante de al-,
    godlo u-ndo 10 palmosade largura, ctlar;'
    gwa di |kara o comprimeto da;lencoL oo a
    iJ M* pira aol A li/d .m*s,

    irtaatmwiiLm 6 hm
    que tem om perito alfaiate, responsabelisan-
    do-se os dono8 do estabelictmento por qaaU
    quer falta qne possa haver, doer per de-
    mora, qoer por qolqaer defito na obra;
    e parsito encentra o respeitave public
    Ora grad* sortimento de todas-as fazendas
    tjoe desejir.
    BRAMANTE A 1800.
    Vende-se superior bramante com aO.pal-
    raos de largara, proprio para lences, dan-
    -a d'ssta boa laienda o compri-'
    ,;*en)t|iei9o para cada
    Chegaram os mais ricos orgaolys de co
    res com salpicos o mais bonitoT que tem
    vindo para vestido, que se vendfe 1|J280,
    o metro, ditos brancos muito lites com
    listras largas a 1#000.
    Cambraias brancas
    Vende-se am grande sortimento das me-
    lbores cambraias tanto victorias comotrans-
    parentes tendo de 350O peca at Vt mais
    Apa que vem ao mercado.
    ESPARTILHOS A 58W.
    Vende-se om bonito sortimento des sa-
    ibores e mais modernos csparmos
    ' barato-preco de 5-000 at tMO.
    CHlfAS'rlNAS DE 320^# BS-
    Vende-seo mais elegante sfratento
    mais modernas e beodas ebitsjj
    das como gradas, 'com cor* I Ww e es4
    curas, daodo-se de todas amostras.
    FI/STOES BRaNOOS A **>, 9001
    Vebde-se mKo booHfts fbsdl
    muito flexivel proprios, par
    sentaras-e.aparra nesooa OJae-se
    *sO, 600e Wfyrs. ocova*).
    cassas a- tii^m>


    <


    t
    V
    >
    /
    i >ario d Pernambuco
    '1 <..
    Segunda ieira 25 de Abril de 1&70.
    ,.. ,_______________
    :
    -*-
    EwfWuuaa-ua,ik Aurora, ni frente do cal Imperatrz.
    1 todoS o^mvtpf/rCm pr0V'a06 d ,^ue de a*"* encona neste mercado,
    !* P,^Me* dagropa, recaba directamente o quo n artijos de moda
    &8Sk??V lfl*?:r^ ^ ** "P" VW "da da augmentar s propor-
    oe que dispoe este festabeliciiento para bem servir sua nouarbsa -topeo*'
    fiargo^M emje tosftas de Gase com lstras d5*eda e flores, fazen-
    im* vir aomor- da rateiratttente njj,va para, vestidos de baile.
    Gravatas p ra s'nhrs e tomens, o mais
    LOJA
    7
    afc==
    *S$lMAfc6
    jMod)3^?:padrees e qualfda. completo sormeniu que.sa pode desejar.
    ZSlT** Da,iPm ''***<* Guipare prto e branco, diversas targu-
    iSCoamuaL*sparbcnHoc81- retratos, ras e diferentes gostos u>>"^
    gostos.
    Cofias ,piropos burd^das-para senhoras.
    taft*
    AtpVNi cto todos 05
    etfUoiwi
    Atbwi
    dthcado>preste para'jualot,er possoa de
    '^Wtfo de linho e algodi*. branco e Juardha*3 de '*'' $**
    deWttes tirios paratoalb; Gorgurao de seda prelo e de cores!
    rabaldes e passeios a tarde.
    de cores, para senhora e meninas,
    BhregeRdecores variado sortimento.
    Babadiahas ou tiras bordadas em todas as
    argarasi
    Belbatma de todas as cores.
    Boisas de tapete para vigem, grande
    ^ariadade de tamannos- e gestos.
    Bombazina preta de
    Qnaado a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientiicar a respcitavel publico em
    gerat, e am particolar a ana boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
    te tem receido, justamenteFqaando ella menos o pode facer e porque essa falta, invo-
    luntaria eiia confa e espera na benevolencia de todos quo Ih'a atteoderio e relevarao.
    continoando'portante a dirigaem-se a bemoonhecidaltja da AGUIA BRANCA ra do
    [Queiraado.n. 8,ondesemare acbro abundancia em'isortiBent. dosnpcriorid.-' em
    qualidades, modicidade em precos e o seumuir datmanilirln \ftn>nAff alrrtr.Rib... 2
    l>o que cima fica dito se coueoe yae o tempo -le 31* a ,WWU BRANC v pode
    dispr, empregado apeaar de seu* mistos no desempenho do bdBWaerxk -a aqaBiles que a
    b(ram procurando prover-se endita toja do qae necessftw, v'ntrettntcr $em ennume-
    rar os objectos que por sua naturesa sao mais cophecidos-ali, ea resumidamente indi-
    car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os torna.reeommendaveis, como
    b> m seja :
    ?i
    Liazinuas de todas as quadades, cores
    e gostos, naVficando nada a desejar, tal
    o sortimento que existe para escolher.
    Lencos, tudo quhto pode haver desde
    esguiao ao !gnit3( cummdrt.
    Loques do madrepcrofa eosso, o mais va-
    todas as qualidades.
    Bramante de iinho de i I palmos dailar- riado'sortimento.
    fat,ea^VS>mK'3 I"*05' L&s de seda, bordn-las, para senhora.
    i Jf,!fT8 de nh0 aJgodaa.-grande sor- Linas de Jouvin, chegadas por todos os va-
    pores, sempre novo sortimento, quer
    'rocoto.
    .JS?6/* Mi branC09 de ^ d0'm's pH,il>a Pra hWnwnse s.-nhora37que7emrQo
    vwitnodo ao mais caro em quaiOiaoe, afilan- d'Escocia, brancas e de cores.
    ando o que ha de meloor na espece.
    Brins d'algodao completo vanedado de pro;os. Umento que ha neste gener, desde mais
    r.MM,lllpM, csa. elevado preco ao menor, que se vende em
    mfs ore?' *: soriimento, pri- prca e retatbu por menos do oue em ou-
    aando pelo bom gosio e barateza, atientas tra qualquer pa'rte. q
    Mr3Inh^r,, .4o ,' "Mi,n!as (le b!"nde I)3ra noiV3S : o apurado
    -c ^ 1 brancas, tapadas, e transparen- gosto dos nossos con-sponrientes em Priv.
    -es de todas as qoahdades e pre^s. habjJit-nos a dizr que temos
    umisirihasde cambraia de hubo e oa&sa estabdecimerdo o que de mefh
    Cordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e
    Camisas para borrens
    Corpinhos de cambrai, primorcsmente
    ofertados com fitas de setime obras essas
    cuja novidado de molde e perfeico de ador-
    nos os tornam apreciados.
    litas mni largas de diversas cores e qua-
    lidades para cintos.
    Leques uesse. objecto multo se poderia
    dizer querendo descreve-los minociosamente
    por suas qualidades, coree e desanos, tai
    o grande e variado sortimento que acaba
    Q de chegar, mas para nao maasat o pneten-
    . dente se ibe apreseutar o qae poder do
    melhor.
    Capellas brancas para meninas.
    Grandes sortimento de flores finas.
    Fil de s^a. preto.
    PERFUMARA
    Graade e constante sortimento de dita,
    sempre mellar quajidade.
    Lindos vasos com p do arroz e piase!,
    Caisiahas com ditos aromticos.
    Bonitos e modernos peates dourados
    para circular o coque.
    Bonitos brincos de plaquee.
    Aderemos e biucos de madrcperolr.
    Caivetes tinoa para abrir latas.
    Ttiesouras para frisar babathnhos.
    Aspas para balo.
    Novos stereoscwpos com 48 vistas, as
    quaes- sao moldas por um macbinismo
    nosso
    dese-
    mentr.os, tao va-
    nelo sorticu-nto.jiK! vai do mais ordjnario
    adapol^o M'mm pcrfeltb bordado de li-
    Camisas de mela", de fl.-jdla, brancas e
    ,e cores para homem.
    Casemiras pretas e de cores, o melbor
    Tie se pode imnginar; sen.lo d1s?o a me-
    bor pr-.va o
    vfficina
    grande
    da rasa.
    codshmjno 'delas
    na
    Capellas de Bnrra", para o'iVas e bailes,
    desde a it>^>>-' mnSiA o^j a.^ i__.__ ._. ...
    era
    >yf se
    ornar urna noiva.
    Mantas preias de'blond.
    Mantas para carros, com lindas pinturas.
    Merinos preto*, trancados e lisos.
    Mussplina hraucae de cresjindes' e va-
    riados padi oes.
    Pannos pretos o de cores, desde o mais
    barato ao mais superior, por preco mnito
    c.mmodo.
    Pannos de crochet., para adeiras e sofas.
    Ditas de
    pam
    casemira muito finos
    e a mais candida flor de larangeira at mesa-
    * SiMr'T'55"'^0 ^hMu I P,!itfis brdadoS de linho, Usos e de al-
    unpeliMas no melour gosto,de tod^s as godao para camisa.
    ntremelos em peca? de 4 2 tiras;
    Gofpore branco e preto de diversas qua-
    lidades e desenhos.
    Ditos de algodao com flores e lisos.
    Veos de seda para chapelinas e monta-'nmss substituem as outras.-
    ri. Vistas.para streoscopos.
    Meias de seda para notos.
    Ditas aberias de fio do EscoSiia.
    Costumes ou uniformes para mebos.
    Enxovaes completos para baptisados.
    Boaitas csixinhas-devidro enditados com
    pedras.
    Ditas de madeir envernisada com vspe-
    ras e com dminos,
    Bollas de borracha para brinquedo de
    Touquinhas de fil, sapatinos bordados akaam;
    e mes para ditos. | Diversos objoctos de porcelana, proprio?
    Camwnhas bordadas para ditos. nara enVites de mesa e de lapinhns.
    AK1]PIAX!^TS
    -ores hoie preferiiijis pelas senlwras ce
    aais apurado rigor na moda.
    Chapeos pf*toi de vsludo, para senhoras,
    -Itiroo posto, de Pars.
    Chapos de sol, pira r,,oras a horaens,
    de lodosos pre;os o variados gostos.
    Chaly com ri*is padres para vestidos.
    Prmcetas pretas c ^e cores.
    Popelina do seda e lir;ho,' com lstras e
    flores; fzenda lindissima.
    Peliierioas para senhoras, do ultimo
    gosto.
    Perfumaras; os mais finos extractos o
    . qu de melhor e mais agradavel se pode
    anales de tortas as qunhdades, avallado encontrar nesie genero, e de mais- fragant
    omero e nao menos .vaneda-te de gost/>s, e suave no olpftto, tem o PAVILHAO" DA
    Chitas, impossivcl^escreverosortimeD- AURORA, desde a verdadeira agua Ftori-
    .0 e variedad? de padrees a novos ?ostos, da at o mais MoBouguet 'Amour, fill-
    oa neste artigo tudo quanto so pode desejar.' mente tudo quanto deve ecupar o'touca-
    J^ntos para senhoras o que se pode ma- dor de urna senhora de gsto.
    aS3
    Salas bordadas, brancas, lisas e de cores
    com folhos o sem elles, o melbor possivd,
    Sahilas de baile, de todas as cres
    Sedas pretas, de quadros, iavradas, lisas,
    de lisiras de todas as cores e qualidades e
    o mais barato possivel.
    Sargem de todas as cores 8 qualidades.
    Tapetes grandes, lindas piaturas para 8
    caifeiras, mais pequeos e "de todos os ta-
    NOS GRANDES
    DE 8R?OS
    XIOL^IAIMIS
    eALtO lGlUNTE
    IVna lo Crespo n. 9
    ; Os propneiarii^ deste bera ebnhecido esjatftie-
    cunate, alin dit* muitos objectos que tinbam ex-
    postos a apreciacao do respcitavel publico, man-
    daram vir o acanam de reeeber pelo ultimo vapoi
    da Europa um conipleto e vanado sortimento di
    linas 0 mui delicadas especialidades, as quaes es-
    tao resotatdos a vender, corno de seu costume,
    por precos muiii baratinhos e eammodos para to-
    dos, com tanto que o Gallo....
    Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
    cas e de mu lindas cores. -
    Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
    nhora, nesto goncro o que ha de mais moderno.
    superiores pentes de tartaruga para coques.
    Lindos e riquissimos enfeitcs.para cabecas da.-
    umas. senhoras. ,
    Superiores trancas pretas e Me cores com vidri-
    los e sem elles; esta fazenda o que pode haver
    de melhor e mais bonito.
    Superiores e bonitos leques de madreperola.
    marfim sndalo e'osso, sendo aquelles branco?
    cora lindos djennos, e estes pretos.
    Muilt superiores meias o de Escossia para se-
    Qhoras, as quaes sempre se venderam por 3OOO0
    a duza, entretanto que nos as vendemos por 20a
    aim destas, temos tambem grande sortimento de
    outras qualidades, entre as quaes algumas muito
    Boas bengalas de superior canna da India t
    eaetaodo-nurrim cwm lindas e encantadoras fiu
    ras do mesmo, neste genero a que de melhor s
    pode desejar ; aim destas tomos tambem grand<
    juantidade de nutras qualidades, como sejam, ma-
    deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
    Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia f
    de outras qualidades.
    Lindas e superiores ligas de seda e borracha
    para segurar as meias.
    Boas meias de seda para senhora e para meni
    nasf de 1 a 12 anuos de idade.
    Navalhas eabo de marhm e tartaruga para ftizei
    barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga
    rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam
    bem isseguramus sua (ualidadc e delicadeza.
    Lindas e bellas capellas para noiva.
    Superiores agulhas j>ara machina e para croxi1
    Lmha muito boa de peso, frouxa, para encher
    labyrintho.
    Bons baralho? de cartas para voltarete, assini
    como os tentos para o mesmo im.
    Grande e variado sortimento das melhores per-
    fumarias e dos meihores e mais conhecidos per
    fumistas.
    COLARES DE ROER.
    Elctricos magnticos contra .\s convulsoes. e
    tViIitam a denticio das innocente enancas. So
    QM8 desde muito recebedores destes prdigiosi-
    cnliares, e coutinuamos a recebe-los por todos u
    vapores, afim de que nunca faltem no mercado.
    Ra do Queiinado n. 31
    O Ex-clientes chapeos de castor,
    O hruncos e pretos, pelo haratis^ima l*
    ^. preco de JPapro. O
    i-H Loja de Antonio de Moura Rolia
    tllIRUISKBl
    eomo ja tem acontecido, assim pois poderao aquel
    les que delles piecisarem, vir ao deposito do gnll<
    vigilante, anud sompre encontraro destes verda-
    deros coHares, e os quaes attendendo-se ao fin
    para que sao applicados, se venderao com um mu
    diminuto lucro.
    Rogamos, pois, avista dos objectos que dcixamo:-
    declarado.-5,, aos nossos freguezes e amigos a viren,
    (omprar por precos muito razoaveis loja do gall<-
    vigilantA. ra do Cresno n 7.
    MJNAIL
    o
    o
    Ra do Queimado n. 31
    XlMPEDEPflDEfiO^DdPIlfB
    JL* f"ln,fl,lMm veridei'umente mar-
    apphcado contra a ,-aralisia, astbma, tosee
    t.p sijTocngo,, eatanhosbronchico,etc.e
    a Una! (iontra todoa oP soffrimentos d4 va
    resp.ratonas e na phtsica p,, Imonar. sua ti!
    lude contra o ttano ou espasmos, o convdete,
    incontwlavel e nngem ha que o Jesaonheoa!
    , nico deposito, ru nrffudoRosano.n.lO.
    junto ao qunttel de polica. Pcrnambuc
    Conlinuadamente se nos npresontaai novos
    testemunhos da rfficacia do fedegoso Pernam-
    buco.
    PILLAS, VIIvHO E XROPE
    ; iiiriib
    fcyr\-Aoo* pulo pnumceoTica
    JOA^B Sil |>e il Mt)l>t 1 _
    As preparncoes dejurubeba sao hoje vai
    josamente conbecidns e prconisadas icios
    na,s hnbes mediros, tanto da Europa orno
    do poiz, pela sua elcacin nos cnsosde anemis
    chloroze, hydropeaia, obstruceio do abdomen'
    e l'mDemlnosdemenstruacaodifficil, catharro
    na bexig.nl, etc. ec
    V.ncl(.ai.se em porcao c a retalho na ciade
    i He5ll,5iPMrmacia do seu compositor, ra
    SSa r09ano*D'10'junt0 ao quartel ^
    ,r,^IX'r 'FARMACUTICO
    XAROPE DE SALSA PARRILHA DO PARA
    00
    OEPURATIVOdoSANGUK
    Usadas as molestias de Pelle, mpigens, dores
    rlii'umancns,n ulceras venreas
    RA LARCA DO ROSARIO, S. |*
    Jfao mais ciMlie braiicos.
    A tintLiia japonesa para tingia os cabellos
    da cabeca'e daAarba, foi a uaica aomiitida
    a Erpvtefo Universal, por ter sido reto-
    ubecida sqperior a todas as preparares at
    hojb eiistdntes, sem alterar a saude.
    Vende-89 a i^OOO cada frasco na
    ina fia Gada n, 515
    1.

    pisto
    e nos cntei-
    apii-
    desejaveis, e em pe?a para" co-
    a;!nbos
    vados.
    Toalhas de labyrintho, do maior e mais
    fino trabalho ao mais barato.
    Toalhas de linho e algodao de tod03 os
    tamanlios, lias e felpadas.
    Tarlatana branca com palmase de cores,
    fasenda muito nova, e gostos delicados prd-
    pria para baile.
    pftr de melhor.
    Coques, o melhor no
    tes, varios"tanunhos.
    Colchas d sda com borlas, o mais
    rado g >s!o e lavor.
    Ditas de foKto branco o de cores oor
    precos commodos.
    Corpinhos de cambraia, ricamente'borda-
    dos para senhoras.
    Cortinados de cambrsia bordados e de
    fil.o qoe de ra-lhor se pd,e desejar.
    Colariohos de linho bordados e lisos, o
    niaior sortimento.
    Damasco de lia de 9 pafmos de largara
    liadas cores e ricos padres.
    ai
    Espartlios bran*.os e de cres, para se-
    "^ora.s o meninas, o mohor nes:e genero ;
    enhraa Sra. deix;ir:i por certo de manir
    e am corpo delicado.
    Entremeios bordados.
    Escora i I na pr-ta.
    Eoteit^s para cabeca, u-ltima moda' de
    Pars, recehda no ultim paquete.
    Esguio de linho, completo sortimento de
    todos os nmeros.
    Fitas largas escocesas para cintos, vari-
    !ade de gostos e lindos pa.lrfes,
    Fjmns de crocbt, modernos com cintos
    capas, oque ha,de melhor.
    Fil io seda, linbo e algo os gostos e pales.
    Fasto de todi as trfls c
    fraude surt raentp.
    Fla^ell brancj'e de cores,
    Flores, o qj ha de mais rico, qner
    n^r)SieT}nm03' \m Wr ?*.. Hemos garant7qVe Ep
    JA AURORA am permaneote jarlim a g^ro o possue melhor, nem maii
    N. 23Largo do Ter^o.
    DE .
    PBOGI
    N. 23.
    C.
    O verdadeiro pnrtland. SO
    ;ua da Madre de Deus n. 22,
    J"Io Martins de Barros.

    19 Pat
    o da Penha
    DE
    10

    H T ^ S & FERR IRA.
    Os propriotanos desiws bem sortidt s araaztns prti.ip.im aos s'us innnmeros
    jdio de.na prsea c< mor-do mato quo Loodo feito gi- lo-
    idade de qnal
    0uns dos os-ins
    destes sao comprehcodidus os outros, porque enfauonho seria men-
    cina-Jos.
    C&s as suas mercadoriaseso p,r issoresolvdos a vende por meno< de O e -20'"
    do qae eu ra qualquer parte, uarantiudo-se p<.-rtauto a s p rior qna.'(
    quer genero compra -o i s> doos estab^lecinieliis. Mencionamos algn
    gneros e a vista destes sao ciniornhnndidus ns cmtrns hrnA anh.u^
    De superior qualidade da mui accrediu
    la fabrica de Bisquit Dubouch 4 C, en
    oognac urna das que mais agurdente d<
    cognac, fornecem para o consummo d
    Reino da Inglaterra.
    Vende-se em casa de Jh. Just. ra di
    :oramercio n. 32.
    se vende n
    armazem
    Se alguem dnvidar venha ver.
    Vinagre branco mandado vir por eonia
    prnpna vindo de Lisboa, a 320 a g*rra'"a e
    480 o btro.
    dem tintoFigueii a, Lisboa o Prto
    Gaz amenc no marca Deves a 8^800 a
    I t*. 380 rs. a carrafa e SAO o 1 tro.
    Azeije doce de Lisboa a 900 o l/J'X)Oa
    es
    disposico das Exmas. familias.
    Vstuaros bordados de 'ustao brancos e
    de cores para meninos, de cambraia para
    bapti-adas, o que de melbor tem vmdo a
    este mercado,
    Vestidos de laa escoceza' de.2 saias, e
    novidade pelopadrao, gosto e forma; ditos
    de linho com barras de cyres, e de cam-
    braia dQ cures com 2 saias, tudo inteira
    no^'idade, trazem os modellcs junios para
    mostrar a forma do os faaer.
    Veos de b!o;d para noivas e pretos para
    luto.
    Vestidos de blond para noivas; podemos,
    asseverar as oossas Exmas. tretzaezas, que
    .sonaps os nicos em Pernambnco qae pode-
    mos offe-recer ao Ilustrado publico, o mais
    apuradogosto. em semelbante materia, gra-
    cas ao bom gasto do nosso fornece'dor 'm
    peste,
    mais em
    4bO
    ;Q0'garraf3 em porcao faz-Ss grande abatimen-
    to.
    320,280, 240 c 200 rs. a garrafa
    rs. o litro.
    Vinho Figuera, Lisboa, Porto e Esreitoi' Caf em csroco a 220, 240 o 2 O. a li
    a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840'bra k'fn'ammo a 480, 540 e 600, e
    76o, 720 e 600. 17J000. 75< O e 8,5800 ; rroba.
    Vinho branco paro de Lisboa a 610 560! Milho aloisia 20o rs. a libra e 4W) o ki
    agarrafa, em porcao ha abatimento. jlogramma e 5fJ800 a arroba, em porcao h)
    Vinho do Porto, engarrafado das mclho-' abatimento.
    res e mais aereadas marcas a IO cf 3200! ^"e'l"s frescos do ultimo vapor a 3200
    1^00 o U a garraf. 7 ,e 3^i0 da um.
    Mem Bordeaux, Medoc e S. Jalien a! Ahitra, macarr3o, talharira a 500 r*. a
    7 (ienebra de Holl oda e laranja doce aro-
    mtica a f$500,14, I IiJoOO, a franqueara.
    conta.
    m'Sn nF^Sffl^ t5 ^AV3W sortimento qae o* propne'arios doP.\- s: Gaspa* sito na freguezia de Se.
    ^S^ desde i que a spcehda- ^^?Lftl^ SSM
    -ej d^^H^J^^ ^^!p^el qoe por'vonplbe
    Serveja Bass, Illers 4 Br.l| a 9|80 du-
    zia em porcao ha grande abatimento.
    'd*mra rea HeT e piras marcas a
    5-J500 e 05, 9 dazia e 500 rs. a garrafa.
    Assim como ha outros muitos
    ipassas e figos, charutos fios de
    abtimento.
    Sahao massa de i1 e 2a qualidade a 220
    e 240 rs. a liba em caixa ha abatimento
    Toncinhe de Lisboa mnito alto a 400 rs.
    a libra e 880 o ki ograorfuo, em arroba ba
    grande differenca.
    gneros, vinho em aBcoretas, azeitonas.
    as
    diversas marcas, marmelada, bolach ohas de todas as
    Jle iV^^J!SS^3!tt-*'}' e' Me,1imn> mixed' wda ^ncy-c.nac, pa-
    St rffs,combmation, Bfitaoa, doce de guiaba fiDa, chauncas, mantpins ms
    IK,j wneil. pimenu.do remo, ervatjoce, pomada, enxofre, brea. oee
    ^'o np tT"mm T?t3,,lbed, Sraod" wrtimento de lencas propras para ne-
    ,g VENDE-SE ou arrenda-so"o
    commodos preco faz vantagem aog compradores.

    iknvpf. JLP^^^l deste su"*tuo50 estabelecimenV) recommaod'w-se
    X^OTlf^' esforcar-se por continu-r 7mereer
    olngwz^nSfSS^m*se*k*0 cert03 ^ 1e do sen estabelecimealo Bfiof saSra
    oto0! SffS'-3 4fe^a^tedi^da ^r om dos ^s habisartA-
    S .S^9W.ifc,!r?tMoPO traits do PaVILHO D l AU-
    coSfeb OT^*8' garaDte p0rsl5u aPurad<> gosto epromptidSu
    barqne, com grandes partidos d& pni t
    'naassape roda da moenda, miftts manga*
    para madura neofissaria. UMii iWWk f, .
    i, dirige os
    aa execucio e a
    Venda de lampeoes
    p ra illuminaqao.
    Na loj 4*fopilfm d Aninnio. M reir PtBto
    ImjjIttdTJr'rf; 20. *to$ "n-,(ttaai8hi,aatari!rfie
    U5 ..V1IMP. XARM>ft DE JUROB
    d BA DK PINTO. J
    3??*,r *io ili-r >r
    .fpmpretaJjtoTpwonp seus tra.baihofv
    &
    > honra' ama prova de qae merecemos' o con-
    rr.
    [^de
    anemj
    A'QW.SSI^
    Jlecitni'ulo ,
    eiviarems1 pfl
    sos o padrao da fa
    NVtS^B
    para homens que
    ate*
    tm i cooeeito que procuraremos jjrmar cada
    doifim qoe qps propimos,;tmsoq nosso

    mmmiis 9 horas da nSte.
    frakciu difficll
    Jtao a.^mutu mrpwpmti
    (Outr'ora roa m 0*rn.)
    ]s catliarros da bexi
    !*4Pisanf) ri.
    mens-
    etc.
    : bfalo nm** prttaii, M 'Mi&iiFU
    i a Sonrr*. Celetlns.
    m dito Hant-rive.
    oto, ba igaabnenie"osfigurinos ?
    aria.
    Caaticos e bymops dovoto para o tnei
    ^m., o Mara.
    L WBo vtn ttP/dfrtt'do;i emr>
    Demarroqnun'doonSlSi
    2*500
    Ti.
    fe* libas de
    fauMbg.
    raa da

    ap
    rmmttkf
    *"*?*
    |J cordeiro prevideni
    Ra do Qaeimado n. a.
    Vovo e variado sortimento de perfumari
    finas, e outros objectos.
    AJm do completo sortimento de peri
    oarias, de que effectivamente est providi
    oja do Cordeiro Previdente, ella acaba c
    -eceber um ou'lro sortimento que se ton
    iotavel pela variedade de objectos, superic;
    lade, qualidades e commodidades de pr
    ;os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pet
    e espera continuar a merecer a aprecia?*
    io respeitavel publico em geral e de s
    >oa freguezia cm particular, nao se afa
    ando elle de sua bem conhecidamansidi
    i barateza. Em dita loja encontraro (
    mreciadores do bom:
    Agua divina de E. Coudray.
    Dita verdadeira de Murray d- Lamman
    Dita de Cologne ingleza, americana, fra
    ;eza, todas dos melhores e mais acreditad*
    abricantes.
    Dita de flor de larangeiraa.
    Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
    Elixir odontalgko para conservacao c
    sseio da bocea.
    Cosmetiques de superior qualidade e ce*
    os agradaveis.
    Copos e latas, maiores e menores, coi
    jomada fina para cabello.
    . Frascos com dita japoneza, transpareD-
    a outras qualidades.
    Finos extractos inglezes, 'americanos
    rancezes em frascos simples e enfeitados.
    Essencia imperial do fino e agradavel cbi
    -o de violeta.
    Outras concentradas e de cheiros iguj
    nente finas e agradaveis.
    Oleo philocome* verdadeiro.
    Extracto d'oleo de superior quabdad
    m escolhidos cheiros, em fracos de din
    entes tamanhos.
    Sabonetas em barras, maiores e menon
    jara m5os.
    Ditos transparentes, redondos e em fi|"
    -as de meflinos.
    Ditos muito finos em caixinha para barb
    Caixinhas co bonitos sabonetas mttanc
    fructas.
    Ditas de madeira iaveroisada toatendo
    as perffiaaariasj amito proprias para or
    ientW. r
    Ditas de papdUo igTjalmente bonitag, tu
    iem de perfamariaa finas.
    Bonitos vaso* de metal coloridos, e i
    Rooldes noTW eetegaute, com p de *rr<
    S bdiM .
    Opiata mjtewefrancezapara dentet.
    Pos de camphora e outras differeutj
    raatdaes tambem para deotes.
    Tosioo oTiMIf di Kemp.
    Alada mift| coque.
    Cm ontro sorthrieoto de coqoes de B.
    'os -Mnlta molde com fijets de vidrW
    s algoDs d'elles ornados de flores' e Uta"
    nstttf toefoe expestos apreciacao de EW10SB0liaa08
    le, muito gosto e perfrieim
    Flvellaa e fltaa para !***
    BeUo a vanado soiammua e taet obte
    s< Sosmaa ate essem ao pesa dacoa
    finri;
    Fannha nina
    do mandioca
    du dn brcad
    do Itaii'd f ir;
    l?.r curii (i c;i
    de Araojo, nb ?rniazeni do Annm
    ult mameiiie rodeada, vender a bi>r-
    (M-iiim Mentor fuadiadu ei ir o raa
    Jrho Baiiii (| i | vnuiifnto a ira-
    lai t buido e rom Bernardo Jn
    d. fronie da'al-
    Biinr s iliincvs ce pfW, .
    'si-i pela (irimnni vez nfvtaeidadr
    .orine,. V( ild.-- e a l.y.tu i.,-.
    Afiuia N g ;,. roa d<> Cabina n. 8.'
    i'i
  • leiliig pi r um
    na luja da-
    Finio ( cnppnlin Brm-rfsta. na c narc- de
    ramaraphe p^ivinria dan atoan, o t^arnto
    Nirulfi, idadji 31 ann.-s, altara rebujar, pn -<- a
    '"tpn, gndaf banzeiro, t-m lilla do' di i-. na
    fienip, ro-i- arpo, barfwdn, rostaifa a- vnm tA.
    'cr t. da a Mrba, e lom 0a airMrii na h*to e
    >-s pp pr.s^op ; .si,' cn-ra .. an.la fnpidn VMe e
    oa de Janeiro do corrala aran : na-e pr
    Un" as anioridarics poiiriaes e aw rapilaej da
    campo a prisao deste Pscrav e o nirop.ir n,, i-
    gpuho acuna pMncN-nado, rn nest:. ptara a rra
    d.. Vi?no a. i. (1U irama do r, M. s.- ni.- n
    2S. primeiro andar, que se gratificara generosa-
    mente.
    ,l ,|n
    Fiilmo do engi-nho Cmara1-'il' u Vtiiraa
    de P.-rmliaPin pertencenv.. a Gamar Mauricio
    wanuerle* o* esrravo spgoinles : Samuel crna-
    lo baixa prncA, nariz rhalo, diz ser da Costa (,r
    ter sido e. mpi|ad> pefitieno. Jlo C8b. ruin de ida-
    de innM lautos anm>?, pea chai. a. v, ntns arre-
    bitadas, eatalnra baixa, cor feixada. pnnm b rha
    e esta na p< nlji rio qneix, Fclippe mnlaf delda-
    de de IG arinos ponfo mais ni inen >s. halxn, gn,<-
    so. sem defeilo algom, teve blxon em peuMeno p..
    rem pouco appareee ; por isso ped^ se as aoinr>-
    dades policiaen e capilaes dp camp a ca-tur di.?
    mesmos c li-valos no mesmo cnt-enh.- ni ra r:ia
    da M"pda n. S. 2" andar p.criptorl de Manuel Al-
    ves Ferreira & u que serao graiificados.
    FiHrio do ensenan Mmh- ra, (.-. ro m e
    Santo Anta, no d.a 20 dejnnho do arnn pascado,
    o f scravo de nome Frarcelino, repnsenia e. .15
    annos de idade, com os signa es eynlMe n
    preta, baixo. corpo reforrado, cara lar?, basi-.me
    hartado, olhos pequeos,'nariz n.uito l ado, hmj-
    ca regular, denti-s curtos e limad"-, mull i ,.r *
    ta e andar aprestado ; consta andar o. I-, hnr*
    Idea da cidarie de Oljnda, engenho Fi.-g- sn. Can-
    c. Belwliei,n Apipupns, acnniadu por Jo;,n ra
    Jos de Sart'Anna sen irmso liberto, o qnal ti-n
    om sua c impanhia una cab- clh- e f-lhns da n.
    ma, e por oniro rmo de nome X ? Bagoi qua
    o condnzira para os lagares aciV ii-odir- '
    abm de um outro so,-io de nome J Z-<4ianas
    da Silva, conhpcido por Jo> Paj-. p. r ir ido
    daquella comarca, li.fa-se > ani> ridades e >n-
    pitaes de campo que o apprehendam e n leven a
    ma do Rangel n. 17, cu no engenr- Mlnti'M-a-. a
    entregar a seu senhor X ao Correin de Qn^r>-
    Monteiro, que serr generosamente praiifleadif
    FUGA
    n
    Frigio- da casa da r a de Sant-i Aman,
    2, nodia3" deiarc o preto criolita de nr.mi- J.g. id. de d.- ;o
    aun s pour.o mais oa en'S, con- os s^n- >s
    semilles: baixo, chpfo do rmp.. ,',,,
    barba, rosto cm marca de h- xigas. i,.i
    dedo de nvoosna nio direila. oqn.i f.j
    escrtvo do Sr. Antonio din-.-cu MrV..|
    Temporal, e jnlpa-se assishi r.'im.a ?
    rjiialit) fregaezia jl cidrde. R ga se j>
    Ssaitoridadesrororetentes e p ifirnf; s >
    obaxjoio de af>pr hfrt*rem e leva-b. a llV
    da Cifpo n. S que generosamente se c-f
    pedsar,
    i
    -- Ef-i fngidoi- esern ftitenV* t"
    Df. X-n Honorio, paro claro de. rt ai
    idade, eslttrra repfiMr. srttt( do
    udo c cmr. nwa i^)nei;e alifig
    dw do narv jbi c m e'atea par*' .
    (ineta tranca, e raapo redondo e baixi- H.
    c brota. Sh'pp& -se qne anda p-
    Bna-vMa e arrabaldes rtflWl. i
    5a ni ^># a.* a*<* rWde* poli
    *(* iwrtienlar o teter dro'fre-
    casi nova jauto as ^krinaa .oV
    hsw!BRi V %fa' rr!
    eneMfimff^eiai.
    1
    e
    ___ "ft%

    TJID.
    grumos pies, retroz prtu perior.
    ^pw"** ilH_
    "ff. g^^yw do r di Con-
    fcuflt ypn <% i de marco di
    / esrivo Fracico. cafcra.
    [rogj t* Mgwaej egnintes :
    paatNfcwliBov e1 MW aiii'c'is ov
    w vr Mir. PvtieMa< ftnil
    ra de cor o chapen do Dnlej
    mearon logar
    i>p*lQr<*M o>ttftfvaM
    campo. a faaes qQe,c. irag m ma Direita n. lt!
    generoiaaeaie grauficadvs.

    >


    8

    UTTERATRA.
    :r
    Diario de Fernambuco Segunda eira 2$ de ^Abril de 1870.
    scripUk por mim
    pandas
    O 1 mpcrador e a Corte.
    esse o titula da poesia abaixo tran-
    recltada rt> povo das va-
    do palacio da presidencia da provin-
    cia no dia 21 do corante. ? rogo de in-
    nmeras pessoBS, que me honram com sua
    wmpthia, repetida ra Nova.
    ' Daudo-a imprensa nao posso, n3o quero
    deixar de dirigir anticipadamente ligninas
    palavras ao publico que, desde que me ou-
    vo pela primeira ve/, aos meus dexesete
    annos de idade, tem-me sempre al lioje
    bureado de applansos, com certeza, imme-
    recidos, todos filhos de seu generosissimo
    crtelo: e no posso, nem quero, porque
    nao devo.
    Muita gente, digo mal, alguns homncu-
    los acoiaiam os meus versos de inamve-
    ?. cutes, de rebeldes, finalmente, de astil-
    vmos ao monarcha.
    Nao se pode julgar desle modo sem se
    slr muito imbcil ou muito adulador, que
    quasi a mesma cousa.
    Fui eu, porm, e tenhoorgulho em dize-
    l>. oanico. que nesta cidade do Hed-
    a, levantou-sc de sua humildade, e, aureo-
    lando os cyclopes da palavra, ousom na
    pbrase rude, mas pura, mas verdadeira do
    bomem do povo, que sou, louvar o patrio-
    tismo do 9r. D. Pedro II consegundo ar-
    i locar, merc de eus, desse ocano que
    so chama multidoum rugido de applauso
    phrenelico ao grande patriota Fui eu.
    Ouem me censura, meu Deus? Os lio-
    mens que andam de j )elbos, as pragas do
    paga; os vampiros-que sugam o sangue Je
    lodosos goverro<; os'homens que alaran
    com os farrapos de sua dgnidade lacerada
    3 peticao de urna pretenco que jamis
    liada !
    E porque me ceosuraram elles ?
    Porque nsei de um estylo spero, vio-
    leto, oceupando-me do Imperador.
    Sim, exacto que nao usei da palavra
    tioce do cortezo: sim, exacto que n5o
    fui procurar o Sr. D. Pedro II na sala do
    locel, com a cora na cabeca, o sceptro na
    Dio, eo manto imperial nos hombros, cer-
    cado pelos arminhos da grandeza, pelos
    b-azes da nobreza ; n5o, porque ah eu
    f.3o saberia fallar: o homem do povo s diz
    a verdade, e a tribuna da verdade a pra-
    ra publica.
    O que fiz eo ?
    Busquei o Imperador no sea dia de
    maior gloria, aquelle em que sentindo em
    seu peito bater angustiado o corafo do im-
    perio, trocou o manto imperial pela blusa
    do soldado, a cora de imperador pelo bo-
    .et do militar, o sceptro de monarcha pela
    espada do guerreiro, o throno da realeza
    pelo corsel da guerra.
    Porque busquei o Imperador no dia cm
    aue elle, defendeu de ba'de, peante urna
    corte vacillante, assombrada j pelo espectro
    do dictadoros seus direitos dedefensor
    perpetuo do Brasil.
    Porque busquei o Imperador no dia em
    que elle, como simples brasileiro, lancava-
    se aos bracos do povo, que o recebia arrou-
    imlo de enihusiasmo e gralido, poisfoi
    de certo a persistencia heroica de S. M. o
    Imperador na continuado da guerra com o
    Paraguay o que occasionoo o seu fim pela
    gloria, e nao pela infamia : nao havia meio
    termo all.
    Fallei, como entend que devia fallar ;
    disse o que senta, e o que sinto; e, nao
    nono mdo de aflirmar, vaidade ou loucu-
    ra, pouco importa; que se o Sr. D. Pedro
    II podesse conhecer cousas insignificantes
    como esses pobres versos do moco pernam-
    iracano, pequeo, como sou, embora, elle
    enviar-me-hia por cima dos mares a graca
    de um sorriso ; e, a nica que eu accei-
    taria.
    Ser crime respetar a monarcha sem
    lisoogea-la ? Encarar o throno a olhos ns ?
    I itar a cora sem ser pelo prisma da adu-
    .Ho ? Subir ao throno sem ser de rastros?
    I aliar sem tremer ao primeiro bomem da
    cacle? Si eis o meu crime ; confesso-o
    t.anqoillo.
    Ser crime sonhar com a grandeza popu-
    lar ? Sonhar, reparai bem. Sonho com a
    grandeza deste povo, de que descendo. E
    i jo me condemnem por isto ; seria con-
    uemnar um filho que adora seu pai.
    Eu podra fazer urna analyse de toda a
    poesa, mas fra insultar a illustracao e cri-
    X'.o de um publico a quem devo tudo. Aos
    que a nao compreheoderam, oa nao quize-
    ram .comprehende-laf, d'irei apenas que.
    como moco, como operario me gio pelaj"azap ; s me carvo a verda-
    de. Preso pela anisada. e pela oratdlo a
    liomens drtodas as espheras sociaes, a po*
    uticos de todos os partidos, a crentes de
    teles as religias. estimo-os pelo que sao
    para comigo; nada tendo com suas convic-
    C5es ou crticas, e a nenlium delles sacrifi-
    cando o que considero como verdadeiro.
    assim que pens que deve' ser o homem.
    Nn pcrionco &bando algam; n3q estou
    anda atre lado.niem a carro de triumpha-
    dores,, nem carreta de condempados; per-
    tencq a caravana que espera com os olhos
    Di levante a aurora do futuro.
    Eis os versos I para nlelbor explicar o
    meu pensamento accrescentei poesia duas
    estrophes, sao a aate-penultma, e a ul-
    tima.
    FOLHETIM
    OS DRAMAS DA ALDEIA
    POR
    Ponson du Terrail
    (Continuaco do n. 90.)
    XIII
    l'm anno pouco mais ou menos, depos
    i absolvc3o de Rouxinol, a diligencia de
    Gien, tendo partido de Orleans s sete
    horas da manhaa, suba por volta de seis
    ii iras da tarde a encosta de Bel-Ar, situada
    urna legua quem de S. Florentino.
    Depois que os caminbos de ferro mata-
    rn as diligencias, j se n3o encontrara,
    especialmente no centro da Franca, sen3o
    pequeos vehculos puchados a um ou dous
    cavallos, tendo frente um cabriolet, se-
    parado do resto do carro por urna cortina
    ae cooro, no qaal vai sentado o conductor
    t os viajantes.
    Ha muito que desappareceram da circu-
    laco as estrepitosas mala-postas tiradas por
    cinco cavallos, que relinchavam sabida
    das povoaces e arrancavam s calcadas que
    percarriim myriades de centelhas.
    Desappareeeram igualmente as bellas di-
    1 gencias Lafflte e Gaillard, que, ao entra-
    ren nouie as povoaces, se faziam an-
    uo ociar por meio do clarim de pistn.
    Restam, pois, as pataches.
    Consistem estas n'um singelo vehculo,
    q :e anda, i muito puchar, duas leguas por
    hora ; toma passageiros at pela estrada,
    acolhe o carteiro fatigado do seu gyro, sa-
    tisfaz eocommendas do acougue e do pe-
    reiro, subordinando-se a limiudos precos.
    Por via de regra, o conductor o dono
    io carro e dos cavallos.
    Faz a modas n'uma granja beira da
    estrada, da qual rendeiro o filho mais
    veibo.
    s vezes elle proprio memoro do mu-
    nicipio na sua aldeia.
    Pode chamar-se-lbe urna entdade impor-
    ate.
    Ou se triumpba, ou abdico I
    Proclama D. Pedro um dia,
    Qnando ao p delle trema
    Um bando de cortezos
    Cobardes, degenerados,
    Cheios de lama e brocados,
    Brilhantes, porm manchados
    Do sangue de seus irnios.
    Foi grande o re nesse dia,
    Porque o re fo brasileiro ;
    Tao grande que o povo inteiro
    Saudou-o com phrenesis.
    V a c'ra ennodoada ;
    Repelle-a co'a mao crispada,
    E pede ao povo ama espada,
    E guerra urna cicatriz.
    Juntam-se as larvas do paco,
    Medrosas de um abandono ;
    E atrellam o re ao throno,
    Como um escravo a pol.
    E nesse tronco dourado
    Sentindo-se o re chumbado
    Blaspbema por ser c'roado,
    E inveja a sorta rel.
    Porque nao ha de um monarcha
    Si homem, si tem coragem,
    Emprehender a viagem,
    Que ao Capitolio condaz?
    Prmeiro homem do Estado !
    Seja o primeiro soldado.
    S o povo crucificado,
    Morra o re na mesma cruz.
    Porque nao ha de um monarcha
    Por cima da c'ra d'ouro
    Poder atacar um louro,
    A aureola do vencedor ?
    E aos olhos da natureza
    Mostrar-sc como grandeza,
    Nao pela sua nobreza,
    Porm, sim, por seu valor.
    Ah Si um rei pedsse esmola
    O. Pedro nos pedera
    Essa palma que irradia
    Do patriota as mos!
    Dar-lh'a-ia o povo ingente,
    Mas p'ra v-la incandescente
    Chiar na face dormente
    Desses torpes cortezos.
    Oh re! Vossa persistencia
    Foi urna espada de fogo ;
    Debalde a apagaram logo,
    Vra-lhc o brilho a naco.
    P'ra que geram aggravos
    Entre o senhor e os escravos,
    Quando os puvos sao to bravos,
    E os thronos tombando vao ?!
    Um povo Dio se ajoelha,
    E nem agita o thuribulo ;
    Sorrindo sobe ao patbulo
    Mas nao adula ao senhor ;
    Si o rei, porm. se desprende...
    E em prol do povo contende,
    O povo os bracos lhe estende,
    Que dever, e nao favor.
    Sim, o povo reconhece
    O vosso patriotismo!
    Sonhastes com o herosmo ;
    Louco sonho que este foi!
    Vossa rbita prescripta
    Ao throno s. Le maldita!!
    Tem tudo um re, nao a dita
    De suecumbir como here!
    Que leoHarii lodos dirito
    De conquistar o seu louro,
    Menos aqu He que d'ouro,
    Tem c'ra, e coras d ;
    Oh t triste I O re sem calma,
    Porque o rei tambem tem alma,
    Dra o sceptro pela palma
    tColhida em Cerro-Cora t
    Eu moco, filho do secuto,
    Vesso irmfio, pernambucanos,
    Si a liomens americanos
    Eu soube fallar, dizei:
    P'ra D. Pedroo brasileiro
    que eu audaz, verdadeiro,
    Vos peco um brado altaneiro,
    Pois nada temos com o re.
    Sim, que apenas do monarcha
    Justicao povo pretende;
    Que as gracas que a corte vende
    Nao as compra, o povo, nao.
    E o povo que nada allega,
    Pelo olhar daquella cega
    Em troca, sorrindo entrega
    Tudoo braco e o coracao.
    Victoriano Palhares.
    VARIEDADE
    Machiaas
    a vapor para estradas
    liOAD-STEAMERS
    (Concluso)
    as colonias onde o valor dos
    gneros depende principalmente da facili-
    dade com que podem ser condolidos aos
    portos de embarque, e onde a dilBculdade
    de trazer as colheitas ao porto muitas ve-
    zes de desesperar, deve ser inmensamente
    apreciada a vantagem d'estas machinas.
    Este invento ha de necesariamente chegar
    s minas aurferas, s minas de cobre, mi-
    nas de carvao, e ha de prestar servicos in-
    calculaveis aos agricultores.
    A importancia d'estas machinas para o
    exercito, attendendo sua grande forca, ao
    seu diminuto peso, e ao-facto de n3o recla-
    mar construeco regular de estradas, foi
    logo apreciada por differentes engenheiros
    militares, que teera acompanhado os seus
    trabalhos com o maior interesse, e logo no
    comeco de sua historia, a sua especial ap-
    plicacao para servico militar foi assumpto
    hbilmente desenvolvido n'um pamphleto
    pelo capito Trench.
    T .Ivez que o seu principal merecimento,
    no ponto de vista militar, seja o nao estra-
    gar as estradas. Nao podemos cancar-nos
    de re pe ti l-o, mas nao s passam pelas estra-
    das sera as prejudicarmasat as reprame
    melhoram. Alguns officiaes de artilheria
    licaram muito surprehendidos com isto
    quando vram umagd'estas machinas, com
    um pesado vehculo engatado, levando-oem
    torno de unas trras completamente satu-
    radas com nev derretida. A machina
    deixou apenas o mais ligeiro reg no ter-
    reno emquanto que as rodas do vehculo
    que vinha atrz o cortaram em grande pro-
    fundidade. Mas quando a machina, na
    volta, passou por cima dos regos pelas ro-
    das do vehculo, apagou-os, e depois, ten-
    do icado s, e tendo-lhe passado novamen-
    te por cima, reparou a superficie e ficou
    maca e nivelada. E' pois evidente que se
    se empregassem estas machinas para arras-
    tar pecas de artilheria, seja qual fr a ratu-
    reza do terreno passando urna segunda ma-
    china pelo caminho que a primeira houves-
    se tomado; em lugar de aggravar os regos
    e buracos feitos pela artilhei ja que a hou-
    vesse precedido, indireital-os-bia e poria a
    estrada em bom estado para as que lhes se
    guissem.
    Consta-nos que o governo da India est
    para inaugurar um novo systema de trans-
    portes militares por meio da bem organi
    sados comboios d'estas machinas,' e que a
    primeira machina a empregar para este fim
    est para ser mandada pelo canal de Suez.
    At estes ltimos mezes reputaram-se as van-
    tagns d'estas machinas como consistindo
    inteiramente na sua forca de traeco; mas
    n'este ultimo ver3o abrio-se lhe urna nova
    era cue veio augmentar consideravelmente
    o seu valor.
    Os juizes do Royal Hghlaad e da socie-
    dade de agricultura reuniram-se terca-feira,
    17 de agosto n'uma quinta em Limberton,
    prximo de Edimburgo, para experimentar
    arados, e machinas de ceifar e de moer,
    all apresentadas na sua ultima expsito ;
    na sua presenca e na de urna numerosa as-
    proprietario-postbao-conductor da ear-
    ruagem de Orleans que passava em S. Flo-
    rentino chamava-se o lio Bonlart.
    Era um bonacheiro anda fresco, a quem
    os caminhos de ler;o, que elle muito la-
    mentava, haviam enrequecido, por quanto
    ao lempo das malas-postas era elle simples
    postlbo, e ao presente tinha um trem e
    accessoros de propriedade sua.
    O to Boulart era um companheiro folga-
    zo e de espirito animado.
    Dava lngoa e exercia o bom humor
    com a facilidade com que chicotea va o gado,
    e tinha por costume distrahir os passageiros
    com ancdotas.'
    Eslava em dia com os negocios da poli-
    tica e da agricultura ; previa cora um mez
    de, antecipaco que a eleico de certo su-
    geito no conselho geral sera derrotada por
    oulro influente ; censura va a ultima pasto-
    ral do bispo ; approvava a circular do pre-
    feito ; dizia que urna tal granja fra ven-
    dida por urna ridicularia, e que o general
    Tres-Estrellas, possuidor de um palacio si-
    tuado n'uma eminencia, faria melnor man-
    dando semear pinbal do que tentar a cul-
    tura da vinha n'um terreno arenoso ; co-
    nheca a historia de cada campanario, e a
    pequea chronica dos maridos qe vviam
    mal com as mulneres e das raparigas que
    tinbam pretencoes.
    Quando se commettia um crime, t ,o to
    Boulart dizia, applicando ao mesmo tempo
    urna chicotada aos cavallos :
    Eu bem sei quem foi o autor 1
    NIo s passava nada nos tribunaes de
    que elle nao desee f.
    Critieava os discursos do advogado da
    defeza e ekwiava o ministerio pablico.
    De resto era bom homem, honesto, com-
    plceme e dorante as jornadas era moito
    affavel para com os viajantes.
    N'eate dia o cabriolet da patache era oc
    cupado por quatro pessoa : o t Boulart,
    Izidoro Cbalamel, primeiro escrevente do
    Quirambault, o ante de vinhos de S. Diniz, e o
    lile, que entrara com d escre-
    vente. _
    Este ultimo ia vender orna propnedade
    uiuuru uudu
    tioH
    sembl* de agricultores e de engenheiros,
    fez a machina o que tanto se havia desejado,
    "l eoto se havia reputado, no se
    *JP iMbito, isto lavrar por frac-
    co directa. Comecoa as suas operares
    engatando-se-lbe um arado de dous regos,
    e sem o mais leve obstculo, djfficuldade
    ou impedimento, abri quatm largos pro-
    fundos e uniformes regos. Foi direita de
    ama "extremidad* das trras outra, vol-
    tou ent9o com mjiito maior facilidade e em
    meaos tempo do que os cavallos estavam
    occopando, e lavrou outra vez de volta,
    tendo no seu regresso de lavrar um monte
    com elevacao de 1 em 42. Era urna ma-
    china da forca de 6 cavallos; mas a sua
    forca era muito superior ao seu trabalho,
    deforma que fo pre;iso deixar a porta da
    fornllba aberta, porqua era evidente que
    teria aberto 6 regos em lugar de 4. Algu-
    raas vezes a sua velocidade era demasiada
    para o bomem que andava lavrando; mas
    bastava entao um simples signal para lhe
    diminuir a velocidade. Era agradavel ver
    o contraste entre a smplicidade e facilidade
    com que a machina fazia o seu trabalho, e
    osesforgos dos cavallos que estavam la-
    vrando ao lado d'ella atravez o tarreno in
    greme e pesado.
    O trabalho feito pela machina ficou o mais
    perfe to que era poesivel fazer-se, entrando
    o arado o mais profundamente possivel,
    sahindo os regos uniformes e exactos. A
    admira vel capad dada d'estas machinas de-
    ve-se ao facto de que, em consequenca dos
    aros de borracha, as rodas nao profundam
    no terreno mais macio, e ao mesmo tempo
    agarram-se na superficie com tanta tenaci-
    dade que n3o se observou a mnima escor-
    regadella mesmo as rampas maisingremes.
    A machjna anda na frente do arado no ter-
    reno por lavrar, o que torna impossivel a
    compresso do terreno depois de remechido
    em quanto que no terreno por lavrar nao
    se faz endentacao alguma : porque as ma-
    cias almofadas de borracha o livram de to-
    da a presso. Quando a machina concluio
    o seu trabalho, todos os que estavam pre-
    sentes exprimiram a sua satisfago, e apon-
    taram os beneficios que os agricultores ti-
    nbam de derivar d'esta nova invengan. O
    lavrar a vapor tem sido at boje to dis-
    pendioso qae s poda ser empregado este
    systema por grandes lavradores. A machi-
    na em questo nao custa a terfa parte do
    prego das machinas pesadas actualmente em
    uso, e acaba tambem com a despeza que
    se est fazendo constantemente com a repa-
    raco do rame, corda e apparelbos. A
    primeira vista pode parecer que se consom
    mais forca com urna machina qoe semove
    do que com ama que fica estacionaria, e
    trabalha por meio de urna corda ; mas nao
    assim porque a frieco do rame, corda
    tirantes e apparelho qae lhe esto ligados
    consomem mais forca do que necessario
    para impellir a machina inventada para diante
    e para traz no terreno.
    Isto muito claro para os engenheiros de
    caminhos de ferro que sabem quanto mais
    dispendioso puchar um comboio por urna
    rampa cima por meio de urna machina
    fixa e corda, dd que leva-lo mesmo por
    grande subida por meio de ama locomotiva.
    Porm o principal merecimento d'estas ma-
    chinas para os agricultores ser porque
    poderlo dispensar mnitos cavajtes, o qae
    nao podem fazer com as chamadas machi-
    nas portaleis. Estas machinas portateis j
    Ibes nao custa pouco poderem comsigo, e
    mesmo preciso levar-Ibes a agua e o cora-
    bustivel. A machina em questo pelo con-
    trario, corre com a maior facilidade sobre
    qualjuer terreno, volta em menos tempo do
    que os cavallos,, e vai buscar o seu com-
    bustivel e agua. Pode nao s lavrar, mas
    mesmo executar todas as ootras operaces
    agrcolas, pode conduzir a machina da de-
    bulhar, a machina de ceifar e de moer ;
    pode trazer ^strume, levar os cereaes ao
    mercado, de forma que, em attenc3o aos
    variados fins a que pode destinar-se, habi-
    litar os agricultores a reduzir o numero
    dos seas cava!los,a um mtnimum que nes-
    tes tempos em que a raco custa cara nao
    ser pequea economa.
    cousa im
    urna peta
    ri-me. Isto J ganla ordeno, me avisarla inmediatamente,
    entei^ os ParWyj^s^Jpaw eo saber o que devlrafaaer; e re*
    posiej no Paraguay,
    ta, UVesceotei, os paraguayos nao 1 p^w e[
    sao tao'gupos que serao capazos de% zeirt)0.8e
    No d
    Scenas do Paraguay.
    AVENTURAS E PADECIMENTOS DE UMA EMIGRA -
    DA FRANCEZA NO PARAGUAY, ESCRIPIAS
    POR ELLA MESMA.
    Exposico de Dorotha Duprat Lasserres.
    ' (Continuaco do n. 81).
    E como isso me pareca um sonho e urna
    urna coasp^racaoi e quanto aos estrangeiros
    nem bom pewar que elles tornera parto
    nela. Os paraguayos s3o uns cordeiros e
    nao cahem nessa.
    Respondeume que poucoseram oa com-
    prme nidos, eque Posoly e oulros (que em
    tudo se mettiam) eram os canecas.
    Discut com elle como se fosse urna pes-
    soa que conservando seus cinco sentidos
    poda ser a sombra de um bezerro nessi
    conspiracao que me pareca urna farca :
    mas que, qnando o3o fosse conceba an
    maiores esperancas de que os meus paren-
    tes seriam postos em liberdade, porque
    ellas nao tinbam tomado a menor parte
    nisso.
    Retirei-me, e fiz a peticao que mandei no
    dia 23 ao consol, pedindo-lbe, em cumpri-
    mento da sua palavra, que a enviasse a
    Lpez.
    Alguns das se passaram espera de
    qualquer resoluco e em um delles fui a
    casa do cnsul que me disse que nlo tinha
    mandado entregar a peticao ao soberano
    porque este dissera que n3o recebia sup-
    plicas de ninguem : que Lpez estava fa-
    oso e que era melhor esperar o dia 16 de
    outubro..
    Offendeu-me a maneira indifferente e
    secca com qae falloa nos martyrios dos pre
    sos, o que lhe pareca urna injustga.
    E sabendo delle que nao havia outro an-
    iversario mais prximo, retirei me.
    Apromptei outra encommenda, e o criado
    que Ih'a levou disse-me que a tinha depo-
    sitado sobre a primeira, que havia quinze
    dias eu lhe tinha remettido, e que alias
    anda conservava em seu poder.
    Quandj vollou disse-me que todos os
    meus estavam bons, que n5o precisavam de
    cousa alguma, e que essa m mulher con-
    tra quem eu tinha fallado se constituir pro-
    tectora de todos os presos estrangeiros, a
    quem fornecia charutos, carne e roupa,
    quaado disso careciam.
    Mas cumpre observar que elle me disse
    isto depois que o presidente passou a resi-
    dir em Lomas ou Villeta, e que ora sei que
    aDtes da sua sabida de Fernando j o ver-
    dugo tinha dado cabo de todos os presos.
    Ignoro se o cnsul o sabia ; mas o que
    certo que elle me enganava.
    Continuei a mandar as encommendas, e
    quando appareceu em Angustura a canlio-
    nera franceza, o Sr. cnsul teve de voltar
    para o campo de Lpez, passando antes de
    partir por minha casa para dizer-me que o
    ministro francez residente em Buenos-Ay-
    res, o Sr. Noel, mandara a canhoneira bus-
    car os francezes que merecessem alguma
    considerac3o.
    Respondi-lhe que nessa occasiao todo o
    francez, por menos que valesse, era dign
    do maior interesse, porque tratava-se de
    arranca-Ios de urna priso ou de urna morte
    certa, fome.
    Perguntei-lhe tambem se tinha certeza de
    que os meus parentes estavam vivos, por-
    que tinha mandado ao exercito varios es-
    pies que me baviam dito que elles nao
    existiam.
    A estas pergunlas mostrou-se contrariado,
    e disse-me varas vezes que nao sabia o que
    havia de dizer para convencer-me; que nao
    s os meus, como os oulros presos estavam
    vivos e muito bem tratados; que respon -
    dia, com sua cabeca, por minha familia, o
    que me fez dizer-lhe que nesse caso eu fi-
    cava no Paraguay, porque se me retirasse
    d'alli tema a vinganca de Lpez.
    Que resignava-me aos soffrimentos que
    poderiam sobrevir se subissemos a Cordi-
    Iheira, porque estava convencida de que
    passariamos muitas miserias.
    Respondeu-me que nao acreditava que
    Lpez exercesse vingancas contra os presos
    por me ter eu retirado, mas que nao me
    aconselhava que o fizesse ; que nada havia
    a temer da ida Cordilheira, e que quando
    menos se esperasse entrariam os nimigos,
    nao dando tempo para se poder mudar de
    lugar.
    Que em quanto a elle, tinha recebido or-
    dena do ministro francez para nao mover-se
    de Luque seno com destino a Assumpcao.
    Perguntei-lhe se seus subditos n3o se-
    riam potegdos por elle, que n3o se retirava
    d'alli..
    Respondeu-me que nao tinha recebdo
    instrueces a este respeito do ministro, mas
    que eu podia Ocar descansada que n3o ira
    para a cordilheira, e que, se recebesse al-
    consideravel que possuia em terreno vinha
    teiro, junto de S. Florentino.
    O Sr. Cbalamel trazia na sua pasta de
    chagrn preto a escriptura de venda j pre
    parada.
    O interior da patache era oceupado ape-
    nas por urna viajante, urna joven vestida
    de preto, que tinha sido acompanhada por
    duas religiosas at praca Martroi e qne
    pagara a passagem at S. Florentino.
    Esta joven, que pareca ter vinte annos,
    lia um livro da oraces desde o momento
    da partida e nao prestava attenco ruidosa
    conversa entabolada no cabriolet, bem que
    a cortina de cooro estivesse corrida ; com
    tudo chegou orna occasiao em que certo
    nome lhe ferio o ouvido, e, fazendo-a estre-
    mecer, voltou a cabeca.
    Sim, dizia o tio Boulart como-
    tnho a honra de lhes dizer; apezar de
    todas as verses sobre essa historia, o ver-
    dadeiro culpado era o Rouxinol. %
    Todava disse-se... observou tmida-
    mente Samsonnet.
    Dz-se moita tolice. O cura de S.
    Florentino que arranjou essa historia.
    Aqu estou eu que Ibes fallo, que fui ama
    vez Raposeira, ha boje dezoito mezes. O
    commandante Ricardo nao disfarcava a sua
    affeicao pela Martina e pelo pequeo. No
    fim de tudo, era seu filho. Deixou-lhe os
    bens e fez o qoe devia. Cada qual se-
    nhor io seu dmbeiro e das suas terral.
    - E que foi feito da sobrinha ? per-
    guntou Samsonnet.
    N3o sei.
    Pois sei eu acudi o tio Boutevilie.
    A Martina, cerno lhe chima vam eolio,
    por quanto agora se chama madama Richard
    posto qne o nao seja legalmente, a Martina,
    digo eu, quiz conserva-la em sua cpmpanhia
    e at lhe disse: Sea to n3o Un deixou
    cousa alguma, mas isso nio impede que
    fique comnosco e vivamos todas juntosi
    Efttlo ficoa ella oa Raposeira ?
    Quem falla n'isso ? O cura interveio
    na conea. Este gente matte-se em todo...
    A pequea enebeu-se de bros e retrou-ae.
    Para onde ?
    Nlo sei.
    Dizeawne qae era formosaacudi o
    Sr. Izidoro Chalamel, que, posto queja
    durazio, m pouco calvo, arqueado de cos-
    tas e tomando tabaco s maos chelas, era
    amador do biello sexo.
    N8o sei respondeu o tio Boutevilie.
    Nunca a vi.
    Nem eudisse o conductor.
    E a Martina que qualidade de mu-
    lher ?
    Um demoio! disse Boulart.
    Asneiras!acudi Boutevilie urna
    mulher s diretas, que faz bem sua fa-
    milia, e a prova que estabelecea urna
    pensao ao pai e tomou o irmao para casa.
    Bem m firma, o tal irmao Iacudi
    o tio Boulart.
    Vamosproseguio Boutevilie. Era
    um pouco libertino e cacador furtivo, mas
    isso crime ? Porventura a caca nao de
    quem a apanba ?
    ' Bom! acudi, sorrindo-se, o Sr.
    Samsonnet.
    O tio Boulart desatou a rir e proseguio :
    Se o Sr. Samsonnet se dispe a escu
    tar o Sr. Boutevilie sobre o assumpto, tem
    qoe ouvir anda cousa melbor I o pro-
    tector dos acadores furtivos desde que o
    sea visinbo Ville-Perdue lhe promoveu um
    processo sobre objecto de caca.
    Nao morro de amores pela gente da
    sua classe.
    Mas morre de amores pela Mirtina,
    por madama Richard, como disse, seu ma-
    gan3o !
    E realmente ella n3o e orgolhosa.
    Pois tambem o seu procedintento,olhe
    que nlo foi dos melbores.
    Na soa classe ba muito quem a te-
    nha imitado I resmungou Boutevilie des-
    confiado.
    Porm ao menos casam.. .
    O velho tomou calor na deleza da Mar-
    tina a em conclusa disse :
    Oepoisde todo, isso nlo 6 da conta
    de ninguem.
    fganlo, vi! rapeou Boalar! is
    gargalhada8 O senhor aW fallara assim,
    se nao fosse vender o sea cerrado Mar-
    tina. Nio listo t-verdadeJBr. Cbalamel ?
    E Boulart voltoJUe para Jfaorevente que
    se sorrio. ,. j,n,
    No dia seguate veio despedir-se de mira
    um francez chamado Theopbilo Yante, qoe
    meoffereceu diaheiro e gommaf porque
    sabia que eu nao parta para a Franca, e
    havia Se precisar de urna e outra eoosa.
    Agradec a offerta, dizendo qoe acceftaria
    a gomma quando podesse mandar busca-la,
    por quanto tenho-me esquecido dendizer
    que no dia 2 de agosto o chefe de polica
    mandn buscar todos os meas cavallos, e
    que antes os fornecedores j me tinbam to-
    mado todas as muas, de modo que s fi-
    quei com urna carrocinha, de que nlo po-"
    dia fazer uso senao quando achava quem me
    emprestasse animaes.
    Esse francez diss que o cnsul tinha
    aconselhado a todos os subditos de ana aa-
    c3o que ficassem no Paraguay, fazeada mil
    reflexes a este respeito; que muaos del-
    les n8o se reliravam por serem caras as
    passagens; que elle Ihtfofferecta dmbeiro,
    mas que n3o accetra a offerta porque ti-
    nha com que custear a viagem.
    Estranhei muito isto, porqne sempre ou-
    vira dizer que os vapores de guerra man-
    dados de proposito, como esse, ojfo cobra-
    vam passagem das pessoas que nelles em-
    barcavam.
    N3o sei como isso foi, mas o qne tdrto
    que alguns nSo s retiraran por nSo te-
    rem meios de pagar, nem no Paraguay, nem
    em Franca, suas passagens.
    Quando o consol voltou de sua viagem, a
    que o acompanharam bem poneos francezes
    que se retiraram, entrn em minba casa e
    disse-me que era portador de urna noticia
    que me havia de alegrar muito, e era a de
    que S. Exc. lhe mandara dizer que se podia
    escrever aos presos.
    Com esta nova pude verificar o que j
    sabia em particular, isto que os conspira-
    dores nao eram muitos, nomeando-me doze
    que pareciam estar mais comprometidos.
    Contou-me muitas historias sobre certas
    declarares de uns e outros, menos dos
    meus, offerecendo-se por flm a mandar-me
    o processo da conspirado para que eu visse
    e me certilicasse de sui existencia, o qae me
    pareca incrivel. bastando, para apagar a
    menor.sombra dessa idea, saber-se qoe en-
    tre os que se achavam presos coma conspi-
    radores, figuravam os meus parentes!
    Se ha declaraces dos meus, aceito-as.
    lhe disse, porque estou anciosa por conhe-
    cer os crimes pelos quaes foram julgados ;
    mas se nao as ha, n3o quero lr essa col-
    lecgo de in'ences.
    Por mais esforcos que fizesse para con-
    vencer-md, encontrava sempre verdades san-
    grentas com que o contestava, provando-lhe
    que tudo aquillo era urna comedia ou urna
    tragedia para roubar os cofres pblicos, e
    confundir o mundo inteiro com a perda certa
    dessa guerra, demonstrando ser ella oc-
    casionada por traces, quando o principal e
    mais importante motivo era fazer desappa-
    recer os empregados que serviam o tyranno,
    para ficar sepultado e segredo na pessa que
    os mandava.
    A prova de que eu Uqba razo j est pa'
    tente, porque Lpez contina a candar de-
    gollar a todos aquelles que mereceram sua
    confianca ou mallograram suas instrueces,
    substituindo-os por ignorantes qae pouco
    tempo depois de cumprirem saas ordens pon-
    tualmente, sao lanceados, a pretexto de
    terem commettido esses horrores por sua
    conta e por estupidez.
    Oh como urnas vezes t3o clara a pol-
    tica de Lpez, e ontras vezes to obsenra.
    necessario que os paraguayos que te
    acompanham sejam alrahidos pelos olhares
    dessa m mulher que te tem enbratecido e
    brinca com tigo como se fosses am Lope-
    zinho ou um manequim, emquanto ella
    desempenha o papel de presidente, de ge-
    neral em chefe do exercito, rodeada de ge-
    neraes bonitos, com quem despende seus
    bons ofiiejos, e a quem apparece quando sao
    engracados ou feiticeiros, dispondo assim
    de tudo a seu bel praser e caprichosamen-
    te... a ponto de jogar as cristas com os
    diplomatas estrangeiros!
    E este o anjo de M. de Caverville e de
    Mac-Mahon, a quem converteu em aio cari-
    nboso dos Lqpezinhos, como publico e no-
    torio.
    (Continuar-se-ha)
    _________a------------
    De certo que levo aqu o contrato e
    n3o voa por outro motivo a S. Florentino.
    Ah !exclamou o Sr. Samsonnet
    Martina qae o Sr. Boutevilie vendeu
    a herdade e a tapada da Bella Vista ?
    Sim, senhor.
    Por bom preco ?
    N3o grande cousa : urna fatia de
    p3o... sessenta e tres mil francos ao as-
    signar a escriptura.
    D bem para um almoco a tal fatia
    de p3o !disse o tio BoulartGrande ma-
    gan3o, v !
    E, batendo-lhe no estomago com as cos-
    tas da mao, proseguio :
    Bem se v que o dinhero da Martina
    todo novo ; atira com elle pela janella
    fra I Anda qae eo estivesse em circums-
    tancias d'isso, n3o dara quarenta mil fran-
    cos pela sua propriedade da Bella-Vista...
    O qae tem ella ? Trinta e duas geiras,
    das quaes seis s3o de vinha de pessima
    uva.
    E a casa nobre que eu n3o quiz de-
    inolir quando comprei os bens do infeliz
    Tarnot, o jbiz qae se arruinoa ?
    S a bella vista que tem... acudi
    o escrevente.
    Isso de vista negocio barato, pois
    qoe n3o tem rendimento disse o tio Bou-
    lart-
    Dar-se-ha caso que essa mulher ve-
    nha habitar em S. Florentino ? perguntoo
    Samsonnet.
    N3o para isso que ella compra a
    propriedade.
    Entao para qae ?
    Para o Sr. Maurel, seu pai.
    Ser bom esperar que o dinheiro lhe
    caa na unha disse o Sr. Boulart e en-
    tao fallar alto... O Sr Maurel! Pode
    chamar-lhe Mulot, qae foi sempre como o
    conheceram.
    Em quanto assim falkanm, o Sr. Izido-
    ro Cbalamel lancera urna "olhade lia fel cor-
    tina do cabriolet entreaberta e vira a joven
    viajante.
    Safa 1 -aromftrejou elle ao oovido do
    conductor^-Temoe. por ci o bello sexo ?
    QQoaa fin* proaogoio o tio Bou-
    lart.
    Para onde se destina ?
    Para S. Florentino.
    Para casa de quem ?
    Tanto n3o sei en, mas n3o me admi-
    ro, se fr a meslra regia que ha dias ali
    esperam.
    Pois tenbo pena de saber 1er,con-
    tinuou o eservente, rindo-se porque lhe
    pedira para me leccionar I
    N3o se n assim ; olhe que ella est
    de luto.
    Esta observacao suspendeu nos labios do
    escrevente algum gracejo de mo gosto, e
    a conversa recahio novamente sobre a Mar-
    tina, o Mulot, a quiota da Bella-Vista e o
    cura de S. Florentino.
    O trem chegra encosta do Bel-Ar,
    onde o panorama que se deaenrolava era
    encantador.
    esquerda as longinqaas, ondulaces
    da floresta ; direita o Loire," cajas aguas
    pareciam jorros de prata sob os raios do
    sol ; alm do rio os grandes choupos e os
    ferteis prados ; mais adiante as cumiadas
    deSolonba povoadas aqui e ali de pequeaos
    edificios de tijotos vermelhos oa de ama
    alva granja cercada de pinheiros mansos ; e
    finalmente l mais ao longe, onde a estrf-
    da terminava, via-se, meia occalta n'uma
    curva do valle, limitada ao sal por trras
    de vinha, e ao norte por m circulo de
    prados e trras Itvradas, a risooha aldeia
    deS. Florentino, cojas ultimas hatatfcoes
    se miravam as aguas do rio.
    O tio Boulart fez estalar o sea chicote,
    os doas sendeiros retomar am omof
    trole e meia hora depois o trem par va a
    porta do Cbariot-d'or; ta) era o nome Oa
    anica estalagem d S. Ftorenno, onde o
    ^rmernV^'1^1116 ^
    receber a nova meslra. da aldeia, a <*!.
    como o leitortera previsto, era Paelts, a
    sobrinha do fallecido cdmmaadante Ri-
    cardo,
    -* (mtimm-***-)
    V
    -.i
    rl


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    :


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