Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12096


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Full Text
ANNO XLVI. NUMERO 90.
u-
i

PAR PITAL E. LGABZ^pDE SAO. SE PASA POSTE.
mto arMiotrlos........
j iuein..
MNttero a
6000:
mWO
40OOO
320
SABBADO 23 OE ABRIL DE 1870
y
PARA DJITEO E MEA'DA BOVCIA.
Por tres mezes ffantados................
tr seis ditos dem-..........*.."* '.'"'"
Por nove ditos dem......... '] ]
Pot* art anno idet........J .' ." I l l l% I
6I7SO
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.

Os Srs
i.
SAO ASENTES:
Gerardo Antonio Alves i Filbos, no Para ; Gonjalves Pinto, no Maranho ; Joaqoim Jos de Oveira, no Ccar ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marqoes da Silva, no Natal;
Pereira d'Almeida, cm Mamanguape; Antonio Alcxandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha ; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Ant3o; Domingos Jos da Costa Braga,
- m Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins A!vs, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
Jos Jast
PAETE 0ITICIA1.
Hlalsterio da fazeada.
DECRETO N. 4,503 DE 9 DE ARRII. DE 2870
ayutamente para a iirrecadacao do impobto
dosHlo
Usando da autorisacao do art. 1 9o do decre-
to u. 1,750 de 20 de outnbro-de 18AM, bei por boro
ordenar que se execute o regulamento para a ar-
rcadacao do imposto do sello, que com este baixa,
assignado pelo visconde de Itaborahy, conselheiro
de Pilado, senador do imperio, presidente do con-
selho do ministros, ministro e secretario de estado
dos negocios da fazenda e presidente do tribunal
do tbesouro nacional, que assim o tenha entend-
o faca executar. Palacio do llio de Janeiro, em
'J de abril de 1870, qudragesimo nono da inde-
pendencia e do imperio. Com a rubrica de S. M.
" Imperador.Visconde de Itaborahy.
i;i:u.ak\io paha a .vuukcad.ujo do im-
postq do sello, a que se iiekere 0 de-
CETO..N. i,503 DESTA DATA.
TITULO I
Mo sello proporcional
CAPITULO 1
Dos papis sujeilos a sello proporcional
Art. 1. Os ttulos eoinprebendidos as closses
mencionadas neste capitulo esiao sujeitos ao sello
proporcional fixado mis respectivas tabellas.
1" Cl.ASSE
L-tras de cambio e da trra;. escnplos ordem ;
n-editos e escripturat ou escriptos de obrigacao
9U exonerrirao de sommas e valores.
Valor Sello
. Nao excedendo de 2005 200
De mais de 200 al 400* 400
> 400 > GOt* 600
600 8O0 800
8005 1:0 0/ U000
Assim por diante; cobrando-se mais lOOOpor
cont ou fraego de cont de res.
Gompreliend6ni.se nesla classe:
Letras de cambio e da trra sacadas no im-
perio.
Letras sacadas em paz estrangeiro para serem
aeceitasou pagas no imperio.
Rscriplos ordem.
Crdito?, facturas ou contas assignada?.
Ttulos de emprestimo dedinheiro.
I Contractos de sociedade.
_ Eseriptnras publicas e particulares de dissolu-
i.Io de sociedade.
Arendamenlo ou locacao e quaesquer titulo* de
transmisso de uso e gozo de bens immoves, mo-
ris e semoventes! "
Ttulos da_ transferencia nao sujeita ao imposto
de transmisso de propriedade.
Escripturas publicaste escriptos particulares de
Jianca.
Cartas de crdito e abono.
Cartas de orden?.
Conhec.mentn ou bhetes definitivos do metaes
precime, passados pela casa di moeda na con-
tormidade do art 83, 2* par'.e do regulamento
i!. 2,537 de 2 de marco de 1860.
Ttulos de garanta de mercadoras, passados na
(vnformidade do decreto n. 4,450 de 8 de Janeiro
de 1870.
Bilbetes passados pelos assignantes da9 alfande-
gas.ea- letras de direitos de consumo e de reoxpor-
tacao, a que se referem os artigos 583 Io, 586 e
612 n. 2 do regulamento de 19 de setembro de
1860.
Saldos de contas correntes, quando ajuizados.
fiodossos dos tilulos sem prazo
Oj dos que forem pagaveis visla, sendo fetos
depois da apresentacao os dos ttulos a prazo,
quando fetos depois da apresentacao.
Gs dos ttulos a praso, quando leitos depois do
vencimento dos mesmos ttulos.
Ttulos de deposito extrajudciat.
Crdens para entrega de bens de orphao, jasado
seo licenca.
Termos do Banca prestada em juizo ou em re-
p'i! co publica.
Papis que contiverem promessa ou obrigacao,
n.nJaque sob forma de recibo, intrato oa exone
i de obrigago,delegac.ao, subrogaijo.garantia
6 (ociara ao ou. liquldacao de somma c valores.
2n CLASSE
yolas ao portador e visla
Valor Sello
Nao excedendo de 200 200 rs.
e mais de de 2003 at I -.000 J 500
Assim por diente, cobrando-se mais 500 rs. por
1:0091 ou fraccao de l:000.
3a CLASSE
Fretamentos d navios
Valor do frete Sello
Para den- Para f-
trodoim- ra do im-
perio, perio.
Ma excedendo de 500 13000 23000
D? mais de 500 at 1:000* 23000 43000
i) i mais de l:O03 at 2:0003 43000 83O0O
Assim por diante; cobrando-se mais 23000 por
1:0003 ou fraccao de 1:0003, sendo o navio (reta-
do para dentro do imperio, e 43000 sendo-o para
paiz estrangeiro ou sem declaracao de lugar.
4a CLVSSE.
A plices ou letras de seguro e contratos ou letras
de risco.
Valor do premio
Vio excedendo de......
De mais de 103000 at
< < de 503000 al
f de 1003000 at
10*000......
503000......
1003000......
150*000......
Sello.
3200
1*000
2*000
33000
Assim por diante ; cobrando-se mais 13 por 503
u fraccao de 50*,
Art. 2. O 3ello dos ttulos das i" e 2a classe se-
r cobrado :
1." Nos contratos de arreadamento, sobre o pre-
(,'.) de todo o lempo da loacao e, nao bavendo es-
ti?ulaco de prazo, su sendo este ncerto, sobre a
renda de um anno ; computando-se alm disso ero
ambos os casos a quantia que se estipular sob o
titulo de joias, entrada ou qualquer ontro.
Nos casos de traspasso, sobre o valor corres-
pondente ao tempo que faltar para a termmacao
do prazo, ou sobre o de um anno, se o prazo fr
incerto.
2. Mas flaneas prestadas em juizo ou nasrepar-
tQdes publicas, sobre o valor arbitrado ou estabe-
le'cdo em le ou regulamento.
3 Nos ttulos de arreraatacao de rendas pu-
blicas sobre a lotaco do excesso do rendimento
que o contrato deve produzir e que constitue as
vantagens do arrematante.
4.* as tranferencias de apolices e aecoes de
companhias ou sociedades anonyraas, sobre o pre-
et das. negodacoes ou trans nissao.
' 5." Nos ttulos de contrato em virlude dos quaes
te passarem letras na mesma data delle e que nao
cn9tituirem por si s obrigacao nova, sobre a dif-
f*renca entre o valor do contrato e o das letras.
Sendo o contrato feito por escriptura publica, o
tabelliio dever declarar nella qual a importancia
-lo sello das letras e o modo porque foi paao
No eao de escripto partiiular, igual declara-
cao ser laucada no titulo pelo recebedor e escri-
o do sello,'dentro do praro de trila das da data
6.* Nos contratos de sociedade, sobre o rundo
capital, qualquer que seja o tempo de doracio, e
na* prorogacoes somonte sobre o accreseimo, se o
houver.
7." No contratos de que houterem diversos
oxemplare?, numerados seguidamente, sobre um
delles snente, declarando nos outros o recebedor
n o eserivao do sello o numero do exemplar sella-
do, o valor do imposto e o nome de (aem inutli-
sou a estampilha, ou a data e o numero da verba,
se nao fr sujeito ao sello adhesivo.
Esta disposica nao extensiva as letras.
8. Do capital das companhias ou sociedades
anonymos c"Suas agenciase caixas flliae?, sobro a
iiwpnhifh total das curadas, medida que o ca-
pital se fr realizando.
9. Nos ttulos em que se convencionar o paga-
mento, por prestaces de quantias que se nao pos-
sam determinar, sobre a importancia de urna an-
nuidade.
10. Nos contratos cotn as repartieres publicas,
nao se declarando o valor total, antes da expe-
d cao das ordens para pagamento de cada pres-
ta cao.
11. as notas ao portador e a vista, sobre o ter-
mo medio dos bilhetos de cada classe era circula-
do do anno anterior.
Este termo medio ser calculado, verificndo-
se o numero dos bhetes emittidos de cada classe
cii circulacao no flm d>s mezes do referido anno,
e divdindo-se dopois o total dos bilbetes pelo nu-
mero dos mezes.
Art. 3. O sello proporcional de um titulo com-
prchende o das disposicoes constitutivas do con-
trato e-das que forem consequencias necessaria-
d estas.
Se, porm, o titulo contiver varas estipoJa'jSea
independentes urnas das outra*, de sorte que por
si s consiituam eutros tantos contratos, ser de-
vido o sello de cada urna dellas, anda qea se refi-
ram aos mesmos Contrllente?.
5a CLASSE.
Merces pecuniarias.
Art. 4. Fcam sujeitos ao?eilode2 f0 d 1 venci-
ment de 200* para cima :
Ttulos de nonieacao expedidos por funciona-
rios pblicos e autoridades ecclesiasticas, pelas
mesas das cmaras legislativas e das assemblas
provincias e pelas cmaras municipae.
Os de empreados das corporaQoes de mo
morta e sociedades anonymas.
Os de concessao de reforma, apo3entadoria,
meto sold e outras mercs pecuniaria?.
Art. 5. O sello sera calculado sobre o ordena-
do, gratificado ou outro vencimento de um anno,
comprehendidas as porcentagens, commissoes e
emolume nos, conforme a lotacao.
_ l.'Nos casos de accesso, transferencia, remo-
cao, anda que para lugares de diverso ministerio,
recondueco ou novo provimento para continuar
no exerccio 0*0 mestno emprego, pagar-se-ha o
sello proporcional da meihoria do vencimento, se
a houver.
2." O sello do aferescimo ser devido, ainda
que se nao Iavrem novos ttulos, nem apostillas
averbaudo-se naquelles em virtudes dos quaes se
acharem servindo os empregados.
Art. 6. O ello dos ttulos desta classB devi-
do, qualquer que seja a forma porque fr expedi-
do o-acto d* nomeacao ou inerc. lia vendo mais
de um acto, sera varhado no que dar direita_ao
exercicio do emprego, ou vantagens da nomeagao.
ArL 7." Smente vista dos ttulos de nomea-
q5o devidamente sellados, se abrir a3sentamento
e serJo os empregados incluidos em folha de pa-
gamento ; podendo estes tomar posse e entrar em
exercicio antes de satisfeito o sello.
Art. 8." Nao obstante adspoaico do artigo an-
tecedente, ser permitlido abrir assentamento no
thesouro, sem pagamen'.o de sello :
l." Aos ttulos dos empregados do corpo diplo-
mtico, que o podero pagar as legacoes onde re-
ceberem os vencimento?.
2. Aos dos empregados.e pensionistas residen-
tes as provincias.
Art. 9. O sello das patentes dos militares po-
ler ser arrecadado vista de guias das pagado-
ras di corle e thesourarias de fazenda.
capitulo 11.
Dos ttulos tsentos do sello proporcional.
Ia e 2* classes.
Art. 10. Sao isentos :
I. Ttulos de actos e contratos sujeilos ao im-
posto de tran^nissao de propriedad', salvo se con-
tiverem estipularles independentes, de sorte que
por si s constituam outros contratos sujeito- a
sello (art. 3.).
II. Bhetes e outros ttulos de credifo emittidos
pelo thesouro nacional e pelas thesourarias de fa-
zenda geraes ou provnciaes: excepto as letras sa-
cadas a favor de particulares, ainda que para mo-
vimento? de fundos entre reparticoes publicas.
III. Notas ao portador e vista, emillidas pelo
banco do Brasil, e o fundo capital do mesmo banco.
IV. O capital das sociedades de crdito real, e
as letras hvpothecarias ou a transferencia deslas.
(Lei n. 1,237 de 24 de setembro de 1864, art. 13
12, e decreto n. 3,471 de 3 de junho de 1865).
V. Vales poslaes.
VI. Os conhecimentos passados para pagamento
aos vendedores de gneros para os arsenaese ou-
tros estabelecimentos pblicos.
VII. Concordatas commerclaes celebradas judi-
cialmente (decreto n. 2,481 de 28 do setembro de
1839).
VIII. Moratorias concedidas na forma do cdigo
commercial.
IX. Ttulos, actos e papis lavrados e- processa-
dos nos consulados das nacoes estrangeras, se
nao tivercm de proiuzir os seus effeitos no im-
perio.
X. Contra'os de empreitada ou locacao de serv-
co, em que o empreileiro eu locador apenas for-
neca o proprio trabalho ou industria.
XL Actos relativos desapropriaco por mili
dade ou necessidade publica, por conta do Estado,
das administracoes provnciaes, ou das cmaras
municipios.
XII. Tilulos de concessao de liberdade.
XIII. Obrigicoes, cautelas de penhor e todos os
actos relativos s administracoes das caixas eco-
nmicas, montes pos, montes de pie.da.de ou de
soccorros e sociedade? de soccorros mutuos, e o
capital dos mesmos etabelecimentos, creados na
forma da lei n. 1,083 de 22 de agosto de 1860.
XIV. Contratos de parceria c le rados com co-
lonos.
XV. Ttulos e docarnentos-apresentados em juizo
a favor dos que litgarom per su liberdade.
XVI. Quitarles dedinheiro provenientes de con-
tratos que tenham pago sello proporcional.
Exceptuam-se as que comprehendam pagamen-
to de juro ou de quantia nao computada no titulo
principal, as quaes pagarn o sello do accrescimo.
XVII. Transferencias de apolices, accSes de
companhias e ?oeiedades anonymas e outros Mu-
los para o effeito de sorem recebidos em penhor.
XVIII. Transferencias em litros de apolices e
accSes de companhias e sociedade amnymas, em
consequencia de transmisso por titulo oneroso ou
gratuito, de que se lenha psgo sello proporcional
ou imposto de transmisso de propriedade.
Art. 11. Nao devido sello dos endossos or-
dem sem declaracao de vaior recebido ou em conta,
nem dos passados ato- o dia do vencimento nos t-
tulos a prazo, en antes da apresentacao, quanto
aquellos que forem pagaveis a vista.
Os endossos em tranco reputam-se sempre
ordem com valor rtcebido. (Cdigo commercial,
arts. 361 e 362).
5a classe.
Art. 12. Sao sontos :
I. Vencimentos de empregados do corpo diplo-
mtico em disponibilidade.
IL Ttulos de subuituico temporaria entre em-
pregados da mesma reparlicao e os de exercicio
eventnal.
III. Ttulos de nomeacao interina, ou por mcuos
de anno, e os de emprego de vacmento annual
menos de 200*000.
IV. GratiflcacSes por servicos extraordinarios e
as de offlciaes de gabinete.
V. Nomeacoas de delegados e subdelegado de
polieia.
Vi. Ttulos de ref>mra de pravas do pret o 3*
vantagens de effectividade que Ihes competrem.
VII. Pensos concedidas as familias dos milita-
res e dos offlciaes e pracas da guarda nacional e
voluntarios da patria, que myrerera em conse-
quencia da guerra do Paraguay.
VIII. Gratiflijacie militares inherentes ao exer-
cicio do posto, excluidas as que se derem por com-
missoes oa empregos.
j__________

Ministerio de estrngelfos.
Ro de Janeiro, 4 de abril de 1870.A noticia
de ultimo triumpho alcancado pelas armas alliadas
do Brasil e das repblicas Argentina e Oriental do
Uruguay contra o governo do marechal Lpez,
offlcialuiente confirmada pelo Exm. Sr. conselbeiro
Paranhos em urna communitacao que o governo
imperial acaba de receber.
Est, pois, concluida a guerra do Paraguay; o
eu cumpro o mais grato dever coramumeando olB-
alente este importante fado em nome do governo
imperial ao Sr...
A terminago desta guerra em que os adiados,
victoriosos, foram sempre humanos para com os
vencidos e diligentes em soccorrer os estrangeiro*
opprimdos, nao importa smente a satisfacao dos
aggravos fetos aos tres estados e seguranca de
suas futuras relacoes com o Paraguay. Oella re-
sultm grandes vantagens para o proprio Paraguay
e para o commercio de todas as nacoes.
O governo provisorio, que se acha estabelecido e
cuja installaco foi urna prova evidente da sinceri-
dade das estipulacocs do tratado de allMnca, que
se referem independencia do Paraguay, tem co-
nhecimentoofficial desse tratado; e, consultando
03 interesses bem entendidos de seu proprio paiz,
hadeseroprimeiroa coadjuvar osallado3na rea-
lsaco das ideas qne manifestaran! arespeit da
liberdade da navegacao fluvial.
Neste ponto coincidem naturalmente os interes-
ses do Paraguay, dosalliados e de todas as nacoes
martimas, e um motivo de viva satisfacao para
os alliados que o triumpho de suas armas obtido
a custo de tanta perseveranca e de tantos sacrifi-
cios, seja tarabem o triumpho da civiiisago.
O governo imperial nao duvida um instante
que este benfico resultado da allianca encontrar"
o seu natural complemento na prxima orgaoisa-
caodo governo definitivo do Paraguay, caja iivre
eleicao elle e seis alliados consideram como urna
consequencia necessaria da guerra e como um
meio de chegarem ao eslabelecimento de perma-
nentes relaede* de amisadee boa visinhanca.
Pela sua parte o Brasil, prevendo cem muila
anlecipaco as necessidade* a que tena de atten-
der, ton i* oori>a ri.> (inairo aanos as medidas
que suas necessidades reyuerem.
A le de 19 de setembro de 1800 autorisuu o
governo a reduzir, cerno fr conveniente, as taxas
da tarifa especial da alfandega do Corumb, na
provincia de MattoGrosso, e a conceder por espa-
Co de cinco annos terminada a guerra, isencao dos
direitos de exportacao e de consumo, disposico
que j foi posta em vigor pelo decreto n. 4308 de
15 dejulho de 1869, limitada por emquanto a
dousitnnos a isencao completados referidos di-
reitos.
Tenho a honra de reiterar ao Sr.. os protestos
de.. .Bardo de Cotegipe.Ao Sr...
Legaco do Per.Petropol?, 7 de abril de 1870.
O abaixo assignado, ministro do Per, recebeu
a mui respeitavel communicaco de S. Exc. o Sr.
barao de Colegpe, secretario de estado dos nego-
cios estrangeiro?, datada de 4 do correute, pela
qual se serve participarihe em nome do governo
imperial que se acha terminada a guerra com o
Paraguay, em consequencia do ultimo triumpho
das forcis alliadas do imperio do Brasil e das re-
pblicas Argentina e Oriental de Uruguay contra
o governo do marechil Lpez.
Obaixo assignado fica tarabem sciente de que
tendo o governo provisorio do Paraguay pleno co-
nhecjmento das eslipulacoes do tratado de allianca
relativas independencia dessa repblica e li-
berdade de navegaco fluvial, auxiliar os alliados
na realsaQo pratic.\ de um facto que favsrece os
interesses dos povos martimos e corresponde ao-
progresso da civilisaco americana.
Entretanto o ministro do Per compraz-se de
tomar nota do pensamento do governo imperial
quando este julga como resultado da allfenca c seu
natural complemento a prxima organhacao do
governo definitivo do Paraguay, cuja Iivre e legi-
tima eleicao ser certamente um meiodechegar
ao estabelecimenlo de permanenles rslacoes de
amisade e d* boa visinhanca entre os estados limi-
trophes.
Compenetrado, alm disso, o abaixo assignado
da importancia das resolneoes impenaes a respeito
da isencao de direitos de exportacao e de consu-
mo na provincia de Matto-Grosso, apressar-se-haa
dar conhecimento dellas ao seu governo pelo pr-
ximo paquete.
Entretanto tem a honra de manifestar ao gover-
no de Sua Magestade sua profunda satisfacao pela
lerminaco da guerra, fazendo votos pelos nobres
resultados da paz.
Com este motivo roga o abaixo assignado ao Sr.
baro de Cotegipe I he permita tributar-lhe a ho-
menagem de seu respeito e particular estima como
seu muitp atiento o obediente servidor.Luiz Me-
sones. A S. Exc. o Sr. baro de Cotegipe, minis-
tro e secretario de estado dos negocios estrangei-
ros de Sua Magestade o Imperador do Brasil.
Legaco de Hespanha no Rio de Janeiro, 8 de
abril de 1870.Sr. ministro.-Tenho a honrad.,
aecusar a recepeo da nota circular de V. Exc-
datada de 4 do correte, participando que a noti-
cia do ultimo triumpho alcancado pelas armas ale
liadas do Brasil e das repblicas Argentinas e
Oriental do Uruguay contra o poverno do mare-
chal Lpez foi offlcialmente confirmada por urna
communicaco do Exm. Sr. conelheiro Para-
nhos.
Me grato, Sr. ministro, aproveitar esta oppor-
tunidade para renovar ao governo de S. M. Impe-
rial os meus parabens pelo rosultado obtido, e
para reiterar a V. Exj. as seguranzas de minha
.mais alta oonsideraco.Dionisio Roberts.k S.
Exc. o Sr. ministro dos negocios eslrangeiros de S.
M. o Imperador do Brasil.
Pelropolis, 8 de abril de 1870.Tive a honra de
receber hontera anota circular de 4 doste mez, que
vivo interossf c com tanto maior satisfacao quanto
o Brasil pelalei de 10 de setetnbro de 1866, que
ja tete o sea principio de execuco pela de 15 de
jujno de l9. manifesta a sua solicitude em fas?r
participar o commercio dos beneficios da paz,
que suas jrraas victoriosas asseguraram naquelles
palies.
Tenho a honra do iterar S. Exc. o Sr. con-
?elliejro baro de Cotegipe as expresr-ej de minha
mu4tf-*ta mwi<\cnrM.-Ludof.-k S. Exc. oSr.
baro de Cotegipe.
Petropolis em 8 de abril de 1870.Sr. ministro.
Receb a Ocular com a data de 4 de abril cor-
rente, pela qul fostes servido communicar-me of-
(icialmente qu\ em consequencia dos ltimos tri-
umphos alcarcados no Paraguay pelo Brasil e
seus adiado?, j guerra no Paraguay chegou aoseu
termo.
Apressar-ree^iei era levar o contedo da dita
circular ao conlocimcnlo de ffteu governo, que,
estou cerlo, acoher com viva satisfacao a noticia
da terminaco dtsta guerra.
Trana honra,. Sr'. ministro, de reiterar-vos a
seguranca de minia mui dislincta consderaco
A S. Exc. o Sr. baio do Cotegipe, ele, etc.Saint
Pierre.
Pdropoli?,9 le auril de 1870.Sr. baroTive
honra de receber a circular que V. Exc. dirigi
au corpo diplomtico, annunciando-lhe offlcialmen-
te que a guerra entre os alliados -e o governo do
marechal Lpez es' ennioada.
Posso asseguror a V. Exc. que o gabinete de S.
Petersburgo saber icm viva satisfar que deta
vez a causa da civiltaco obteve o" triumpho o
m;i< eomplelo sobre una cansa nodoada pela per-
versidade e pelos actos os mais barbaros Quan-
do o mundo civihsado onhecer toda a verdade fl-
cara penosamente sorjrendido, veado que actos
taes foram praticados \m nossos das por um go-
verno chrislo.
Esta guerra imposta ai Brasil pela necessidade
de defender o seu territrio invadido e de vingar
a offensa feita sua dignade, exigi pesados sa-
crificios ; mas tambem lia offerece-lhe compen-
saefies de ordem a mais devada. O patriotismo e
a dedicaco causa publica, que os Brasileiros
ntostraram nesta difllcil orova os collocam bem
alto na opinio do mundo.
V. Exc. menciona a humtnidade de que os sol-
dados dos alliados deram tonstantemente provas
durante esta lenga lula pan com seus inimgos;
e sem duvida isso um dos seus mais bellos ttu-
los estima universal.
Queira aeceitar, Sr. bao, os meus agradec-
montos pela commonicaeo official que V. Exc.
fez-me da cessasso da guerra, e receber as mi-
nhas .-inceras felictacoes por esle feliz acouteci-
ment), gloriosamente realizado.
Peco-vos, Sr. ministro, que aceitis ao mesmo
tempo a expresso de minha alta consderaco.
Dimitry Glinka.A S. Exc. o Sr, baro de Cote-
gipe, ministro e secretario de estado dos negocios
*iTjigeros.
am
/
m
S. Exc. o Sr. baro de Cotegipe, couselheiro e se-
nador do imperio, ministro e seiretario de eslado
dos negocios da mariaha e interino dos negocios
estrangeiros, sertio-se dirigirme para informar-
me da feliz terminaco da guerra e dos benficos
effeitos que deiia resultaro, entre es quaes a li-
berdade de. navegaco pelos ros que percorrem o
Paraguay, tambem interes?a directamente o com-
mercio da Austria e Hungra.
CoBgratulo-rae muHo sinceramente com of #w-
no imperial do Brasil por um facto que lunraa
sua perseveranca tasto como a bravura do seu
exercito, apresso-rau a agradecer ao Sr. bario de
Coteg pe urna communicaco, que ser sem duvi-
da acolbtda peto gabinete de -Vienna com o "
ao de Su.i MagBsratre.rui'uyiiw, a-i.
1870.Sr. ministro.Tenlio a honra de
aecusar -a recepeo da circular de V. Exc. de 4
do crrente, communcando-me ofllcialmente a
grata noticia da terminaco da guerra no Para-
guay.
Renovando a V. Exc! as minhas congratulares
pelo feliz restabelecimento da paz, approveito-me
com prazer desta occasio para reconhecer de no-
vo, da maneira mais vehemente, a humanidade, o
cuidado e a bondade que tlveram, para cora os
subditos britannicos no Paraguay, S. A. Real o
commandanle em chefe, os offlciaes e as pracas
das forcas brasileiras n'aqnelle paz, aos quaes
mui tos delles devem a vida.
Concordo inteiramente com V. Exc. em que a
Iivre navegar dos rio?, que baniam a repbli-
ca, deve con'lribuir para promover os interesses
geraes da eitilisaco e d" commercio, e posso as-
egurar a V. Exc! que o governo de Sua Magesta-
de lera com. grande satisfacen conhecimento das
vistas do governo de Sua Magestade Imperial rela-
tivamente a importancia da Iivre elciijo do gover-
no do Paraguay. v
Communicarei inmediatamente ao meu governo
a isenco^concedida por doos annos, dos direiio3
de exportacao e consum no ao porto de Corumb,
em Matto-Grosso.
Approveito-me desta opportunidade para reno-
var a V. Exc. a eguranca do minha mais alta
consderaco. A S. Exc. o Sr. baro de Cotegipe,
etc., etc.Georgc Backley Malhew.
Pelropolis, 9 de abril de 1870.Por quanto des-
de a chegada das faustas noticias da completa fi-
nal victoria, alcancada pelas armas alliadas do
Brasil e das repblicas Argentina e Oriental do
Uruguay contra o governo do marechal Lpez, fl-
casse ed plenamente convencido da sua veracida-
de, de modo que ni tarde em particular e con-
junctaraente com os Exms. meus collegas fdicitir
de coraco a S. M. o Imperador e ao governo im-
perial ; todava nao poda fazer-ine cousa mais
agradatel S. Exc. o Sr. baro de Cotegipe, minis-
tro e secretario de estado da marinha e interina-
mente dos negocios estrangeiros, que redobrar-me
o primeiro contentamento. com a coofinnaco offi-
cial desse ultimo definitivo triumpho, como faz,
com a prezadissima sua circular de 4 do correte,
e recebda por mim no dia 7.
0 xito sobramaneira brilhante e feliz de to
prolongada guerra nao valen s ao Brasil e a seus
alliados a total satisfacao dos recebidos aggravos,
mas ainda Ihes conquistou um novo e mais pre-
cioso pendo de gloria cuja importancia sei re-
gistrada na historia, por ser o cumprimento de
urna das mais valiosas conquistas da civilisaco
moderna. Pois, n'uma contenda j diffkil pela
qualidade do solo o do clima do Paraguay, e mais
difllcil pela obstinacao do contendor, unto que
obrigou os alliados ao emprego da avultadissima
parte dos abundantes seus recursos e ao sacrificio
de grande humero de seus concidados; todava
tivertos de admirar a moderaco na victoria, sen-
do os prisioneros muito bem tratados e largaraen
te sustentados; a lealdade no cumprimento dos
compromissos, flca.ndo escrupulosamente conser-
vada a independencia d'aqnelia repblica ; emflm,
o desinteresse do Brasil e seus alliados por ter rio-
vamente conquistado eusta de sea dinheiro e sen
sangue o a vantagem do commercio de todas as
nacoes, a livr;aavogaco dos rios.
Sao estas as novas glorias que se ligara ao defi-
nitivo triumpho qne S. Exe. se servio confirmar-
me ofllcialmente, e que muito me apraz manifes-
tar-lhe.
Ao passo, pois, que renov a S. Exc. o Sr. ba-
ro de Cotegipe as mais vivas e sinceras minhas
feliciuede, tenho a honra de coolrmar-lhe as
segurancas da minha mais dstincta, obsequiosa
estima e alta consderaco.D. Sanguigm, inter-
nuncio apo-tolico.Ao lilm. e Exm. Sr. conselhel-
ro e senador de imperio baro de Cotegipe, minis-
tro e secretario de estad> da marinha e Interina-
mente dos negocios estraugeros.
Rio de Janeiro, em 10 de abril de 1870.Illnu e
Exm. SrTenho a honra de aecusar a leeepcao
da nota que V. Ext. se servio dirigir-me em data
de 4 do corrate, partieipando-nM que o goterno
imperial duba recebido do Exm. Sr. conselhero
Parantes conurmacao offloul do ultimo trinmpho
obtido pelas amas alliadas do Brasil e- das rep-
blicas Argentina e Oriental do Uruguay contxa o
governo do, arachal Lope*.
Congratulo-mo com o gotorno imperial pela fe-
liz terminaco da guerra, ni qual os alliados aug-
mentaran), o brilho das suas victoria?, sendo pre humanos com os vencid'W n diligentes em soc-
correr os esirangeiros opprimidos.
A liberdade da uavegacao lluvial, que importa
principalmente aos itttarmwug do Paraguay, .' urna
valida conquistai um triumpho completo do? ver-
aadeiros principios economicu contra falsa- dou-
tnnas hoje abandonadas por todos os povos eulto?.
Dou por consegninte todo o apreeo ao que V. Exc.
foi servido convnunicar-me a tal respeito.
Fazendo inteira jnstica aos senfinenMs do go-
verno imperial n dos seus alliado?, esperei sempre
que a organisacao do governo definitivo do Para-
guay seria o resoltado de urna Iivre eloicao ; a
mencionada_ nota de V. Exc, vindo confirmar a
minha opimpo anticipada, causou me a mais viva
satisfacao.
A isencao de direitos de exportac) e de con-
summo na alfandega de Corumb, segundo o de-
creto n. 4,388 de 15 de julho de 1889, demons-
trando que at aquella ponto Iivre a tod-i< as
bandeiras a navegaco fluvial, constiiuc urna im-
portante medida para o commercio e futara p.-os-
peridade da provincia de Matto-Gro3so.
Tenho a honra de reiterar a V. Exc. os protes-
tos de minha mais alia con^dej-aco e muito pro-
funda estima.Malhias de Carvllto e Vasconcel-
os. -A S. Exc. o Sr. conselhero baro de Cotegi-
pe, ministro e secretario de eslado "dos negocios
estrangeiros.
Governo da provincia.
KXf BD1ENTG ASSIGNADO PBLO KXM. sn. SENADOR FB-
DERICO DE ALMEIDA E ALBUQUBROUB, PRRSIDENTB
DA PROVINCIA, Kll 21 DE FEVBREIRO DE 1870.
4a seccao.
N. 678.Portara ao desembargador provedor
da Santa Casa de Misericordia.Approvo a deli-
heraco que tomou a junta administrativa dessa
Santa Casa, segundo V. Exc. me participa em seu
officio de 18 do crreme sob n. 2,478, de mandar
entregar a Jo3 Joaquim de Sant'Anna, a educan-
da da casa dos expostos Thereza Valeriana d is
Santos, visto ter provado ser sua filha.
iN.-679.Dita ao mesmo.Em vista de sua in-
lormaco.de 18 do correnle sob n. 2,470, mande
V. Exc. admltir no collcgio das orphas, a me-
nor Maria, filha de Igoez Cordeiro Leite, de que
trata a certido de dade inclusa.
N. 680.Dita ao mesmo.Kespondendo ao offi-
cio de V Exc. de 18 do correnle sob n. 2,477, te-
nho a dizer-lhe que nesta data passo a dar as n-
cessarias providencias, alim de que nao continu
a serem remettidos loucos para o hospital de alie-
nados, era vista dos motivos declarados em citado
seu ofllcio.
N. 631.Dita ao mesmo.Em visla de sua in-
formaco de 18 do correute sob n. 2,470, auloriso
V. Exc. a conceder a licenca que pede a eduen-
Ja do collegio das orphas rsula Goncalves Ro-
drigues Franca, para retirar-se do mesmo colle-
uio, visto ter mais de vinte e um annos de dade c
dsjar irafai de seu pai Miguel Gonc"lvee Rodri-
,!1S! eS!.bfla^ao j'uiz de paz mais votado do_i
lisiricio da freguezia do Santo Amaro de Jaboalo.
Inteirado pelo seu ofllcio de 17 de Janeiro pr-
ximo lindo, de nao se ter iustallada na terceira do-
rarnga desse mez pelos motivos nclle declarado a
junta revisora de qualificaco dessa freguezia, te-
nho a dizer Ihe, que guardado o praso e mais for-
malidades da lei, convoque uovamente a referida
junta e a rena no dia 3 de abril prximo vin-
douro, que para esse fim fica designado.
W. 683.Dita ao inspector da sade do porto.
Declaro a Vmc. cm resposta ao seu ofllcio de
10 do crrente, que nesla data esta presidencia d
as providensias que propoe no seu citado ofllcio
como necessarias a hygiine publica desta ci'daie.
N. 684.Dita ao Dr. Pedro de Athayde Lobo
Moscoso, inspector da saie do porto.Remlla-
me Vine, o resultado do novo exame medico, que
em 21 do mez lindo, recommendei se lizessc na
pessa de Antonio de Hollanda Civalcante de Al-
buquerque.
N. 685.Dita aos agentes da companhia Bra-
?ileira de paquetes a vapor.Podem Vmc?. fazer
seguir para o? portos do norte o vapor Cruzeiro
do Sal, amanlia a hora indicada em seu oflkio
desta dala.
N. 686.Dit? ao gerente da companhia Cernam-
bucana.O Sr. gerente da companhia Pernaiubu-
cana mande por a disposicao do b.icbarel Ausler-
liano Correa de Crasto, promotor publico da co-
marca de Tacarat, duas passagens do estado,
ssndo urna a r e outra a proa at Penedo, no pri-
meiro vapor que seguir para o sul.
N. 687. Dita ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pernambucana mando dar urna passa-
gem de estado a r at Penedo, no primeiro va-
por que seguir para o sul ao bacharel Angelo Cae-
lano de Sonza Cousseiro, juiz municipal do termo
de Villa Bella.
N. 688.Deliberaco.O presidenie da provin-
cia aitindendo ao que requercu o professor pu-
blico da cadeira da povoaco de S. Jos de Cora
Grande, Carlos Jos Dias da Silva, e tendo em vis-
la a inforraaco do director geral da inatruccao
publica de 15 do corrente sob n. 65, resolve con-
ceder-lhe 45 dias de licenca com ordenado somen-
lo a contar do da 12 de Janeiro prximo findo,
para tratar de sua sa le.
EXPEDIENTE ASSIGXADO PELO SR. DR. ELIAS FREDERl-
C0 DE ALMEIDA E ALBIJQUBRQUE, SECRETARIO INTE-
RINO DO GOVERNO, EM 21 DB FBVERB1RO DE 1870.
2* seceso.
N. 689. Officio aoDr. chefe de polica.-O
Exm, Sr. presidente da'provincia, respondendo aos
ofllcios de V. S. datados de 18 do corrente sob ns.
240 o 241, manda declarar, que a thesouram pro-
vincial, tem ordem para pagar a Manoel Ilelano
de Gonvca, ou ao seu procurador a quantia de
20*473, e a Moreira & Braga a de 273*400, cons-
tantes dos citados ofllcios.
N. 690. Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Agua Prela. Nesta data au-
torisou-se a thesourana provincial a pagar a Al-
Iredo & Cunha, os vencimentos constantes do of-
ficio de V. S. datado de 13 do corrente, o qual II-
ca assim respondido de ordem do Exm. Sr. presi-
dentente da provincia.
N. 691. Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Flores.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda declarar a V. S. em res-
posta ao seu officio de 20 do mez lindo, que ficam
dadas as necessarias providencias para serem en-
caminhados a villa de Ingaieira os ofllcios que lbe
frem enderecados por esta secretaria.
p 693. Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Cabrob.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. em
resposta a seu officio de 6 de dezembro do anno
prximo passado, que acaba de autorisar a the-
souraria de fazenda a payar a Francisco Canuto
da Bi-Viagern, os vencimentos constantes do ci-
tado officio, nio na quantia de 1:709*850, segun-
do os documentos que tierara annexos a seu offi-
cio- e sim na em que importarem taes vencimen-
tos depois de feita a deduco dos dias que do mais
foram calculados naquelles documentos.
N. 693.Dito ao juiz de direito da comarca de
Itamb.O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da declarar a V. S. que nesta data teto o conve-
niente destino o officio de que trata o de f. o. de
i do corrate.
R. 694.Dito ao juii de direito d comarca de
Palmares.O Exm. 8r. presidente da provincia
L manda declarar a Y. S. que leou inioindo pelo
sen ofllcio de 18 de Janeiro ultimo, de bovw Ll-
lecido a 10 do dito mez, o primeiro tatelti i -
oras e escriro do crinip, orph>s, re?oos i r.
pella* do termo de Agua Prela, Jv* Stjfcft C*-
sarto Lima.
N. 693Etal.-Pnla secretaria da pr i fura"
se convida os Sr?. Antonio Germano RigoriraPtu
lo de Sonza, Bcrnardino de Senna Dia?, hm-i
J.-.SI-rtnivi>r MiraiMli, AMowo 4a Ck .V
l.'opoldim. Antonio da !' n.ra Mu iTllliM
de Barros Falrao, a irem ou uiaiiiUrm ai toprvti-
cao do correin, satisfazer as portes dU tmt pe*
Ces eocaminhadas ao goterao imperial por iMvr-
medio do ministerio da justiea.
4" teeeioi
.\. 696 OfD.-io ao Sr. Eduardo de Saray.
Tendo o Exm. Sr. presidente da provincia i Ijii
do no engenheiro Manoel Buarque Ai M-ce*, jm
ra com o perito que por V. S. or Borneado a/b<
Irar a iiidemmsaco que tem de lbe ser pofa ar-
los estudo? graphiros n projectos feito* para ora-
mal de tramrts, rajo contrato ro re-reaHi>; a-
sm Ih'o communico para sua nteilij.. n.-ia.
IXPEDIENTK ASSIGNADO PELO EXM. SB. SF^.taOB rBC-
DKRICO DE Al.MEIO .

vk>U
S. par.
f. ALBrOCEROL'B, T
Ii V PROVINCIA, KM ti DE FEtEKMCO K l>470.
2* secrao.
K. 701.Portara ao presidente da rebeo.
Em vista do que nfunnou o inspector da thesoaro-
ria de fazeiMa em offl .-io n. 83 de 8 do tutrtao
estando esgolada a verba para ilespeza duexatr-
diente desse tribunal, e nao me serado licito aeae-
risar o pagamente, sob minba respeto*
da? quanlias de que tratam os ofllcios de T.
de 27 do mez findo, e 3 do corrate, deixo per era
quanto de mandar effectua-lo, pedtodo eaMIaai
nesta data ao governo imperial crdito para aV
satisfeita essa despeza.
N. 702,Dila ao ebefc de polieia.Itesfoadra-
do ao officio de V. S. de 14 do corrente soi o. 23!
tenho a dizer-lhe que se ao carorriro daeadeta 0
Goyanna for mais conveniente receber
vencimentos pela collecli>ria da dita ridodc,
r requerer isso ao inspector da tbes jarana e
fazenda qne o alten Jera.
N. 703.Dita ao jniz municipal da I vara dr-
a cidade.Transmuto a Vmc. as torteas gao-
dos sentenciados Henriqn: Dias do .tasriif*>
Joo Jos da Serra, que se acnam ao prtaifa *-
Fernando cumprindo senlenca, aira de ejuejoa*
liiuam as irregulares qne exisiem all.
3' secrao.
ti. 703.Portara ao wptelor da ll
de fazen la .Depois de liquidados, ra
folhas a pret?, juntos em duplcala, oe
do official e pracas da guarda nacional
Da villa Tacaralu, a contar de oatnbro
prximo passado a Janeiro uliinso, nuade T. 5. pa-
gar a sua importancia a Apolinar Goaaa da Sil-
va, conforme solicilou o r>mnvndint4 satoBier
daquelle municipio em officio de I do correa**.
N. 706.Dita ao mesmo.Aporovo a ;
Cao dos reparos de que necessila a
diada do edificio em qne funerioana a Fa
ue tfireito (testa capiLil. os quaes Roco
inatadosr sgnuo,, "- JfcJ
renle sob n. 131, por Antonio Jaeath Srijeearli
quantia de 10.499.
N. 707.Dita ao inspector da tltesouraria pro-
vincial.Declaro a V. S. i-ara .-eu.eoaaeaaajraiar
lins conveniente?, que o ch-le d repartira da-
obras publicas partir pon em officio de aoowa.
sob n. 46. que por acharem se no raso de serse
definitivamente recebda? as obras do I*
estranda de Goyanna a Pedra? de Fogo,
vrar o competente termo e entregar nr*Bectiv>
certificado ao contraciante Luiz Fraoci la Cvale inte de AlDuqucrque Lcenla,
N. 708.Dila ao mesmo.Declaro a T.
?eu conhecimento e lins cunvenieate?, i
querimenlo do vigario da freguezia de
Gamillo de Mendonra Furlndo, sob que versos*
sua ioformaco de 18 do correnle sob n. 114, hav
ce nesta data > segoion despacho : A vista da io
formaco da contadura procurador fiscal, auloriso o siipoUeaiite- a dW-
lender com a eontlniiein da? obras de ene Hada
at a quantia de 2:000S votada pelo Vairi
16 do orcamenro vigente, devendo pr-ur epaur-
tunamunte coulas na niosoia thesonraria a ipiea
se communic.T esla deliberaco.
N. 709.Dita ao chefe da repartir das oes-
public.s.Picando Iletrada. pe*"> **"" oalrio *
honlem sob n.* 46, do liavcr Vuk- p>r
s^ no caso de serem recebidas dttinit!..ia
obras do Io lauco da estrada de G-^yaon; a FVdra-
de Fogo, mandado lavrar o coiaptteat-- tenas
enlregou o respectivo certificada ao eoctraactaae-
Luiz Kiancis.M de Paula Gavalcante de A'ib'iqsjti-
i|iie Lacrrd.i, lenho a dizer em respocta qji; dei
scencia do mencionado offibio a ib isooraru pro-
vincial, para os lins conveniente?-.
4" e
N. 712.Dito ao presidenie da pmviacio da-
Alagas.Nesla data remello ao Dr.
Machado da Cunha Cavalranli a roai
que para tr esse destino V. Exc Me tavian e sea
ofllcio de 8 do correnle.
N. 713.Portara a cmara municipal d> Reir
Declaro a cmara municipal do Recite tpno pe*-
contractar como propoz em ofacvo ds M da eat-
rente sob n. 8, o servio de fapelia>> para o eaan-
terie publie > com algum sacerdote, qne se e*i-
gue a estar n'aquelle ef4abrlecaMfti das i burac-
as 9 da manha e das 4 as 6 da 'arda.
N. 714.Dita ao bacharel Ambraat
da Cdnha Cavalcanli.Remello a V. Exc. a
sa communicaco qne Ihe dirigidn, peta i
(aria d'estado dos negocios do isapertoseaw
esse deslino me foi enviado mm eresiikii
provincia das Alagoas com oasao de 8 di
rente.
N. 715.Dita ao Dr. Maaorl Ruare
do.Concordande com o qne Vane
seu officio de honlem aceren dan
para as indemnisacoes qne se
Eduardo de Mornay lenho a
tratar juntamente de ambos oa
que fura normado e para esse
lidos as plantas, orcameatos t
diz respeito ao assumpto.
N. 716.Dila ao bario de
V. S. alim de fazer enriar as
brosio Machado da Canta
communicaco qne lbe
de eslado dos negocios de
tXPEDlBNTE ASSIGNADO
DE ALMEIDA ALiLQCtWE,
00 GOVERNO, BU S M V
1
N. 717.Ofllcio ao
guarda nacional de Taearain
sidenle da provine, manda
resposta ao seu officio da 4 do
souraria de fazenda loa
Imano Gomes da Silva oa
do citado ofllcio.
N. 718.Dito ao eoaaonaaJ
sorio de polieia.O Erna. Sr,
vincia manda declarar a V. %
nientes que por
exoneraoo pe*Jo o
Ferreira da Silva, do
deS."

. 71.-OaO
Sr. presidosie da
genheiro Uan
quaeate



aado arbitramento aura de podo: dar o sea
fado na indemniza cato a .iue V, S. ti ver direito.
raanEaBiaanMirii da rsetelo o contracto de. 13
naio de 18 iri'a manda, communicar
para sua iatelligHRia, e. alin de aa< noraeie
ooiro arbitro.
EXTEEIOR.
ASStJMt'CAO, M BE HA 8*0 DE 4870.
e para sempre taeraoravel
o-C'ji
Sobre o brilhante
frito da armas de Ccrro-Cor, nada tenho que ar-
crereealar ao que disee em mmha correspondencia
4a 14 do correte. B" natural que j teoba ido
publicada abi a parte offieial do general Cantara,
aran, cora pequea modilicaclo, confirmaos por-
awww que al a dala supracilada eram conhe-
Cdf*S JKJUi.
Apenas rectiltoarei os seguintes pontos das noti-
cia* que dei. Delvalle, ijne eondazia as carretas
de Lepe: na vanguarda nao ugio, mas foi .norte;
Sala, muratorao de Lynch, nao morrea -em Corro-
Gr, mas acha se doente nesta cidade, onde che-
ajon ha tres dias cora muitos prNionerroe, e fui por
guex anratrar a hosuedagem que fea oaereceu em
sua cas* oSr. cotsetheiro Pannhoi, e de espe-
rar que o me.-mo procedjmento tenha o Se. Dr.
J se agito a jui .ceta algam ardor a qoeslio da
rotura presidencia da repoblica, paveado jalarnos
eaadldilos e oalroa untos circuios. E' nefocio
erro este, porque os elementos sao Traeos, igno-
raste* das liberdadea publicas e, por isso mesmo,
atis exaltadas do que coavdm en ama sil telo
era que s se deveria pregar uniato e concordia
entre os tristes fragmentos deste batel destrocado
pelo foracio da ivraamia. Appareceu aqui ara
novo peridico it titulado fe* del Pwtffo. O re
dador argentino, e argentinas sao as ideas que
sustenta. Estas sio o echa das da mareosa de
apeos-Ayres, a qaal ntaade que os atliados de-
vera esperar, de arma ao hombro, tas proximida-
des do Paraguay (em Comentos pro va ve I mente)
que se organiae d .'flnitivameBte este paiz, para en-
tao faierem os tratados de pal. Esta theoria podia
ser til aos fomecedores do exercho, mas duvmto
que os goveraos a aceitera.
Nossa opinilo, 1110*0 humilde oa venlade, que,
se p governo imperial entender que Jera eix; r
alguina fonca as proximidades do Paraguay, con-
vera que a enlloque na nossa pobre e devastada
provincia de Matto-Grosso. t) dinheiro que se
Teem bogado esta cidade nos 300prisioneros
ae Cerro Cora, entre chefes e soldados. Os prn-
paos, como os genera*s Resquia e Delgado, pa
are Maz e outros, est.io guardados borlo de na-
vios da nossa esquadra. No navio ebefo acha-se
tambera a celebre Lynch cora quatro fihos, o u.ais
vaho dos quae>, que alferes, lera '1 annos.
Vive oceasilo^de vr_e.-ta familia Lynch, uraa
rra. Quem a Juvir nao a leva presa, como dzem
entre nos. E' raulher de raais de quareuta annos.
poica muilo bem conservada, mostrando em sua
conversa talento e iastruccato superiores. A ouvi-
la, a novo paraguayo s Ihe deve beneficios.
Sua Alteza mandiu proceder a inventar o de
tudo quanto ella trazia. For.im encontrados em
seu p..Vr timas 400 nicas, algumas jolas de di-
minuto valor, um albura dtfouro ri^ui-simoe uraa
espada tainliein de ouru eravejada de brilhantes.
E-iaw dupa uMirnus dije tos foram oulr'ora offere-
ta loa a Lpez pelo seu povo.
Vi laoitVra a ResUin. Moral e pliysicamentc ]
uinentcabj'cto. In-tnimnto dcil as matos de
Lozten, ilo quera era un djs mais inleliigentes au-
xiliares eni suas crueldades, a pnnicira vez que
vio o miinigo de frente, p >rtou-se cobardemente,
la-.u;.ui i > fr.i lmete espada, e |>edindo Ja raaos
po-ias eorapaixao !
De Maz, Awiro o ontras fras nao vale a pen
fallar.
Tamben se achara nesia cidade a mai e 13 duas
irrais ile Lpez, viuvas estas uraa do general
Barrios o a nutra de Saturnino Bedoya. Estas so-'
nh .ras perdurara tudo quanto trabara e tora t-
malo pelo lyranno, ojiando as mand iu prender,
acontar e omlemnar raorte, e mais so agitrava
a sua miseria em crasequeaeia do decreto que
ac:b:i de promulgar o governo provisorio da rep-
blica, mandando '.nlurgar todos os bens perten-
itente.s familia Lpez.
Co decrefo inju-io pelo que respaila ao me-
os .ios b;ns que a mai do tyraono possnia antes
de casar cmn Lpez p:i. Q ie embarqaem e con-
bsqiien) os bens do Lpez illho, de sua amasia t
de 'II- prjneipaes agente--, eompreheo le-se ; mas
estesger essa medida contra pobres mulheres que
eohaaia parte tomarain Dos sueeessos qus des-
truiram o Paraguay, por em pratica o svstcma
que por aeeul w regeu esta iuMiz torra, e que hie,
a* menos da pabivra, tanto estygmatisam os Para-
gasytMMiertados pelas arma* amadas.
O mele e patritico coronel Juo Nunes da
silva ravares (cmhecaio plo Joca Sihra). qaj
comuiandava a vanguarda ia, uiu.j-,-!l Camar
apha-se h i iliaso-A-^"'" "'- -^.ll.im fr
,.t-* u.*....ii a irciiie uo uin brigada do
i-avill irla. A laic_a d'ste bravu foi o instrumento
de niorte lo lyranno goaranv Elle a ufeiecea ao
masdi militar do Brasil, para onde fi serie-
meoida pH Sr. general Jos Anio.
S. A. Real o Sr. conde d'Eu, di pois de ir
I TrnieioD, -omo annunciei, veio directamente
ii.illi.i Assampeo, onde enegon na raadrbgada
do dri 19 do corrate. Bospedoo-te em ea*a do
Sr wnselbeiro Paraubos, t no da 41 pelamanhaa.
segplc para Humaili, onde estibeleeea (; seuquar-
l l-g-neral.
O nosso augusto general em chele, concluida
romo esta a guerra, tetn-se oeeupado cm alineo
da retirada de iirca; pa o imperio.
Dep. is da brigada do brigadeiro Paria Rocha,
j i seiqirjin para o Rio de Janeiro tres balalhoes
.! voluntarios; no dia TO nsrfc de Hutnaita urna
ontra tingada cpmposta de tres corpos e -ominan
dad pelo coronel Franeis,-.) LimreoM. Por lorra
leen topara o Rio Grande do Sul os segoiotes
rorpis. ,1o cavallarla da guarda nacional ; 2 ao
mando do coronel Bueno, o formando ama bella
.ivisao nimmandada polo general Jo- Luiz Menna
llarreto e 3 que eguiram direcUmente do Rosario.
L-lao aproraptandu-se para seguir nestes dias
duas brigadas de tres corpos cada um, que se-
rn eomniandadns pelos coronis J,,.^ Nunes da
Silva Tavares. e Benio Wartins de Menezes.
Saa Alteza tera concentra lo em Humana a maior
parte i,m batallirs de voluntarios. Na Coocep-
Noa o no R'sario fica pequea torga para guar-
dar o material de guerra e depsitos.
Em S. Pedro, era virlude de urna policio dos
respectivos Habitantes, deixou Sua Alteza flcar
tima ala de. batalho de nfan-aria, era quanto o
governo provisorio nao mandar para alli alguma
torcji que garanta a vida o pnpriedado dos mes
moa habilanles, ameacidos por quaonlbas de sal-
ii-itires lormadas pelos dispersos do exercite de
J.opez. Supp5e-so que algumas dessas quadri
Ibas >nham assassinado os inglezei* HuntereNes-
rdnn do Sr. conselbeiro Paranhcs rcolhido ,
om de ooasos hospitaes wm rcaHnmenaacao para ser bem tratado. Sol.s ebespanhol de nascimento ; p
ezerA'nda oespinh>$a cirgo de mordomo da ama-
zi do tyranno, leve a habiltdade de conservar a
vida, sem pactoar com as crueldades que teem
frito esretbecer a tiuraanidide. Limitava-se a
rxereur O dopuimento, que naturaleienle Iba ha de ser
tomado, laucar grande luz sere o procediiaento
de Me Mahon, Cuverville e Cbapperon, e dos
conimandantes da* canhoneiras neutraes VHoce e
DrJ&e. Todos os prisioneiros de Cerro Cora, que
sio os mais ligados a Lpez, oonfessam que os
tres primeiros seahoies levarara grandes quantias
iiertncentes a Lpez, a Lynch e ao povo para-
guy*. As referidas canhoneiras quebraram a neu-
rmJade, que ao passar nosaas lii.has, solemne-
naaia pp,iniuoram guardar, nao s forneceado
*. pezarande quanlidade de vveres de toda a es-
pacie, raa< levando eaixses com dinheiro.
prorno
provincias, que nao pode prescindir do auxilio de
snas risas irmiali. 3,000 homens de guarnico
em Matto-Grosso, um bom arsenal montado em
Conmina, levantariam em poaco tempo essa po-
voacao do abatiinonto em <|ue a deixou a vandlica
invaso de 1863, e chamaran) para o futuro em-
poro do coxnmercio d> stas regioes a emigracao e os
negociantes estrangeiros.
DeiMiis de cinco ana s de guerra devastadora
preciso que cuidemos de nossa casa, e s delta I .
IHTERIOR.
rio iu: f \I.IHO
8 DE ABBH. OE 1870.
Por carta imperial de 2:
Foi Horneado Francisco Rodrigues de Baredlos
Fwire para o cargo de secretario do governo da
provincia do Espirito-Santo.
Por decreto da mesma dala :
Foi concedida a exoneradlo que pedio Jos Mei-
relle3 Alves Morra do cargo de secretario do go-
verno da mesma provincia.
patria, i
mannard nal
Assittlram ao deposito o Sna. cabidoetfSr
ajndante geoaral.
-11-
-- Por oprtas Imperiaes de 9 do corrate:
.Foi aprasentado o padre Pelippe Nr\ Dias
em urna cadeira de conejo da irapgrui ca-
pella.
Foi naturaliaado o todito portaguez Clandino
Magno terrena Sampalo.
Por decretos de 23 le marca e 9 do correte fo-
ram nomeados:
Ofllcial da ordem da Rosa, o capillo do 3* tegi-
ment de cavallaria, eonimis;ionadi) ni posto de
msior, Cesar Augusto Brandao.
Lavalleiro da ordem de S. llanto do Avia, o
(.* tenante da armada Hipolyto e Simas Bitn-
coort.
Por decrete ainda de 9 do cerrante foram cao-
eedidas as segpintes peesoea, qoe icam ndenles
de approvaoio da aseembla peral t
A D. Rita Correa Braga, vinva do capillo do 6
oorpo o>a vallara da guarda nacioa4 da provin-
cia do S. Pedro do Rio-Grande do SuL Antonio
Ferreira Braga, a de 30* ineosaes.
Ao particular furriel do 49* corpod. voluntarios
da patria Jeo Angelo do Amaral, a dt 300 rs,dia-
rios.
Por portaras de 6 do correte foi exonerado o
capillo da guarda nacional Speridiio Baptista Ro-
quete Fres do lugar de eocarregado do deposito
de arligos bellicos da provincia de Qojrat, e no-
meado para substitui-lo o alferes do corpo de esta-
do-mator de 2* classe, Antonio Jos da Costa
Brandao.
Por titulo de 6 Jo jrrente f ii n.imeado o ama-
nuense da thesourara das Alagoas, Rhardo Bene-
dicto de livar, para o lugar de 2* escripturano da
mesma thesourarja.
Poraute a coagregaco da escita central confe
rio-se no dia 6 o grao de bacharel formado em
sciencias mathematicas, physieas c naturaes aos
Srs. engenheiros:
Affouso Pires de Caminos e Alhuquerque e Jo
Joaqun) dePinbo Junior (Bihia); Lniz Pelro-Dra-
go (llio de Janeiro); Antonio Carlos-Eones Ban-
deara e Erne-to llenrique Enoes BanJeira (Rio
Grande do Su;); Joaqnim Duarle Murlinlio CMatto
Grosso).
Palleceq na tar Je de 2 do corrente, era sua fa-
zenda do Tiibob, fregunzia de S. Gin'alo, provin
vmcia do lie. de l.ineiro, o Dr. Feliciana Jos Vi-
digal deMedeirs, comando 103 ann^s de ida-
de. Doiilorou-se na aniversidade de Coimbra em
1800. Conservou at os ullimos dias de vida o
uso pereilo do suas fa.-ulJades intellectiiaps. r>al-
cula-se oue sua"fcrtuna monta a 800:000*, in.;lu
siye cerca de 200 o trato. Nao f.-z te-lamento a
nao tem herdeiros directo-, mas apenas duas col-
latera?,, bimetai de um seu irma*i. Resida na
fatenda. que lie.i a duas leguas de Nlherov, mas
hivi.i 18 aanos que nao ia a esta cidade, e 3i
anuos que nao visitara a corle.
A 25 de marco tilimio' loi sapnltada no cemite
no de Nova-Friburgo, Maria Thereza da Silva, fal-
lecida com 116 airaos, 1 mor. e ii dias de ida-
de. Era nascida na cidade de Barbacena. Foi
casada com l.oi? V.ir. i'!UA- f.r.c'R.,.'dura oito meninas e promoveu
Deu liberaade a qnai todos os sous escravos.
L inservou as larullades Intelloctuaes al i hora
da morte, e ha dou- anuos passados alada vinlia a
pe de sua casa vil, distando mais de legua e
meia.
9
Por decretos de 9 de marco ultimo ibraoi remo-
vidos ;
Pjnte de direito Caelano Jos de Aorado Pin-
to, da comarca de Guaralin^uet, do l" enlrancia,
para de aantos, de 2", na provincia de S Paalo.
Marc u-se-lhe o t)raso "de ires inezcs
ira eraexenicio.
O juiz ile direito America Vespneo Pinheiro e
I r.nto, da comarca da Cruz Alia, de I1 enlrancia,
na provracia.de S. Pedro do Rio grande do'Sul,
para do Loreoa, do 8a, na de S Pullo. Marcou-
ae-lhe n praso de cin:o meze c n aiudas lie custo
da ItflOOjOO.
0 juiz de direito Joaquim Podro Villa^.!, da co
marea de Lorena para a do li, arabas de 2' en-
tranefa, na reiend provincia de S. Paulo, por
assim o ha ver jiedidi Marcou-se-lbe o praso de
tres mezes.
Por decreto de 9 do crrente fui xraceoula a.
Dr. Miguel deTeve e Argollo, a era'ssao que pe
dio do lugar de presidente edectivo do imperial
instituito bahiano de agricultura, sendo por outro
itecreto da mesma aata uomettoa par substitui-lo
bu roferido lagar, o desembsrgador Aatooio Cal-
mon au Pin e Almeida.
Por decreto da mesma data foi ooKedida ao
lesete coronel Alexaadre Jos Leite a exooera-
cao que pedio do cargo de director geral dos iadios
da provincia de Maito-Groso. *
4*ur decreto de ipual data foi Borneado para o
mesmo cargo o inajor Antonio Luiz Branda?.
Por decretes de 9 do correte foraro nsoea-
dos :
Inspector em comniisso da thesoonria do Cea-
r, o i' escripturano da Babia Jos Liiz da Costa.
2. escrptorario da thesooraria de S. Pedro do
Rij-Grande doSl, o 3. dilo Rapbae' Tiburciode
Azevedo.
Por decreto da mesma data oi concedida a
Joao Xavier Praxed&s Medalla, a aamis-lo que
pedio do lugar de 3 escripiurario lo Ihesouro na-
cional.
para en-
prmcipios jai.iuyo, levando com-igo quantias p.rtncenies ao
tvraieii o imi.i amazia, o documentos valiosas,
l.oii.o nao tenliag mais apparecido, do presumir
qw tives-em ,) insto Um a que acabo de refe-
rir-me.
A reiira.la do antsas fonja< atoro cr acompa-
nhada da supprcssao de rmrilai despezas inuteis
coran sejam : a junu de justica militar, qu
minea servio paramuito e hoje para nada serve,
grande numero da audikres de guerra, de medi-
co?, nao su do corpo de f a'de, mas sobreiudc
contratado., os numeroso* esiados-maiores, as
-^mltiplieadas reparti<;oes de fazenda c.,m os s.cus
numerosos pessoes. os vaoores-fr todos para
navegarem nos ros, uro sem-numero, emfim, 'de
vertws que vio sugaado o sangue do povo brast-
l ro. Estamos convencidos de qao o governo im-
perial e o dosso augusto genrral em ehefe toiia-
rao com prompiidlu as medidas necessarias para
azer ce?sar tedas essas donria, boje inuteis.
Urna das eoosas eni que, na miuha opinilo, se'
nevera pensar desde j, na rvtpOfSo du enorme
ii-iterial do rtilbana e do inmenso deposito de
munices que temos accnmulados nesta repubh
ra Bsies objectos podeiiam seguir para o impe
rioem navios do vela, qne Injo podem jar freto-
dos porbaixo pre^.
Arabada a'guerra iveomeca agora a cam-
paban daaloqiatica, que, atestado das cansas, ieve
eslSi bem drilaidoe e o v.oi eido tom lo suieur-se
a elles. l/imprehnndeiKlo bem isso, o nosso- minis-
tro pin inuteao tfeekal, aoovMou os ovemos aHia-
doy mandaren i Aiuompto os rus pleni-puten-
ciajas para Orma-,e com o govt-nn paraguayo o
lrai nrelRninar de paz, ^em o qoa nopodVm
H*)s retirar loda ao mm forras da Aoairo
ais gloria* o sacnllcMie.
AocanVReduSr.edtawlboinParaniua annuiratn
os gowrno* awdof, a antc-hoobni iticgou a eta
rjpiUI Sr. Dr l>. Adolfo RadaigiMj, rafarstir.
oriental. O Sr. Dr. D. Mariano Vrela dovia so
gnir ao mesmo lempo rjsje o seu col ega para
-i -umpcaii, mas onigi-ande incaramtdo de pesssa
nerar por algn*.'
lias sua latiera, t apradp deatro tm poa
O tres pieinpoi.ciarfcW sio arnte*, e entre
los reina a maior coxdialidade. 0 Sr. Dr, Rodri-
0 paquete (vapor, entrado hontera dos portos
00 sul, tronxe dalas de Porto-Alegre at 31 do
passado, Rio-Gran le 3 e Sania Catharina 0 do
correnle.
Em todas as pnvoacaes da provincii de S. Pe-
dro do Sul eraenlhusiascmenie festejada a :er-
mmaeao da guerra.
Nato se tendo reunido uumero snfticiente dede-
ptitadus, foi adiada a installacao da as-embla le
gislativa da mesma provincia'para o i" de outubro
do correle atino.
O Jornal do Commtreio de Porto-Alcgre de 24,
noliria:
Hontera .10 atracar na doca o vapor da car-
reira de S. Leopoldo, duus ni?fageiro* que nelle
vinhain, Carlos Dielil e Domingos Ferreira Bastos,
logo no desembarraren) travaram renhda lula, da
qal resultoii ser fendo gravemente lirios Diehl
guarda da alfandega do Rio Grande, com duas fa-
cadas do la lo esquerdo, abaixo do coracao.
Ooffensor posto em fuga e perseguido pelo
clamor publico f.i preso pela polica na ra de
Biaganca.
O i'ffendido quasi moribundo loi recolhido
Santa Casa de M incordia, o
Na PjJha do mesmo titule publicada em Pelotas,
le-se : '
- Un horrendo crime fui praticado, sexla-feira
a I hora da tarde, as immodiaySes do passo do
Retiro a quatro leguas dista cidade.
O mulato J< lo Pedro, de SS onno?, c?cravo oV
Seraphira dos Santus, barbara traicoeiramente
eriodemorto a espesa deste, B.-niardina <10J
Santos, e assassinou am seu fllhd de 5 para 6annos
chamado Aniero Antepio di s Santos.
Wmahora di.peis, jpresen'.on-so o malvado
- 1 0 naodo ademado, revestido de todas as
eirrumstaocias agi avantes, o propio moDStro
Joao Pedro com o manr sangue fri eimpassibi-
|)dade, conta da giiinte forma t
Preveni me de cma faca, collnquei nm caval-
lo dentro do mato, e quando minba sanhoia ter-
cia ama n-aji.i no curadnuro, avaneei-me a ella e
dci-lhn urna lacada debaixo do bra^o querrJo.
Ella atirourse agua denma ranga (mi mch) e
eu anda Ine i.ft re.-.i um gamo de arvore aim
de ella sabir para.fra e eoacabar de d ala-la.
Aos gritos da victima aaode um pequeo ho,
qup-aie pfde que na mate soa sai, e reir gri-
tando eccorro ; eu- lanen-me si bre a orianra e de
um golpe, atravs da barriga, daixei-a tem vida;
depfii m< nici a cavajfo e vmi para a oadeia.
Naufragara na costa do norte to Rio-Grsnde,
no ipgar denominado Tres Cafides, o patacho al-
enlo Marte Imus, (u* tinha sabido aTao mar-i
co para Falmontb ca carga de cooroa falgados.
bap-ou** Iripolur*
Era Sansa Caibanna nslaKva-se no dia 26 do
referido mez a assemW^a legtslaliva provlnria). A
me:-a fici.u assim 01 gansada :
PrFidi-nte, Dr. Maavel do iNascimenlo da Vi n.
Por decretos do 9 do correnle forara concedi-
das as honras dos postes mlilans, era atfenoao
aos relevantes sei vicos prestados .ia guerra contra
o governo do Paraguay, aos segirates officiaes do
26 corpo de voluntarios da pair:
De major, ao maior Israel Bezerra de Me-
nezes. 1
De capitn, aos capules Carolno Bolvar de Ara
ripo Sycupira, Antonio baste Ba-bosa, CioeLnaio da
Malta l'adreira, Raymuado Buirte Bezerra, Ale-
jandre do Bi lo Paiva.
Aos tenentes Francisco Pedro dos Santos, Joa-
quiu FvaneUco Braga, Anto&o Eva/isto da Ro-
cha, Zacaras de Araojo Saufaio, Lourenco Pires
I'razio, Benigno CainpellodeAlbuquerque, Roge-
rio Malhias do Espirito-Santo Sivestre Pereirado
Nascimento, e aj tenent aj.iaiile-Pedro de Arau
jo Sampaio.
De alferes, aos-alferos M.ooel Pendra de Almei-
da Raphael, Francisco de dsis Facanha, Fraucis-
co Jos das Veves, Leoiitirp Anuncio de Lima,
Anlouio Teix.'ira Barros, Js Ainaucio de Lima,
Jaj Leonel do Nascimeato, Raymuado Valerio de
Souza, Joaquira Gomes Cuitniho, Juaquim Je Pau-
la ferreira Chaves, Maonti Benico Mara, Joa-
quira Auto lio Olympi) de Muraos, Saciano Lpez
de Gjueroz, Ainplirisiu Brpes doCarvalho, Anto-
nio Manoel de Almeida lrandio, Cecilio Antonio
lo P.uva, Joaqun) Ferreira dos Santos, Simplicio
Rodrigues El vas, Auunio Patricio Torres, xo
alferes secretario Joaquira Jos dos Prazores Ju
mor, quartel-meslra Misael Francisco de Lemas.
Por decreto da mesma data foram concedidas as
h unas dos postus militares do exeicilu, era altan-
ciu aos relevantes aervcas prestados na gn-rra
contra o governo do Parajua-y, aos ^eguinies olB
siaes:
De raajor. ao major do i>" corpo de voluntarios
da patria Jos Claro Ferrara da.Siba.
Ao ex-raajor de curaraissao de voluntarios da pa-
tria Joao Lopes Cinieiro da Fontoura.
De capitn, ,u cpitoi .lo 36' corpo dito Ray-
mundo Joaqun Pnheir > Hornera.
De (enante, ao tenenie do 31 corto diiaGerw
ue atieras, aos alferes dd 2i corpa dito J.^
aagosi > Batbofa da Silva, do 8Sf dito ojenci 1
Rodrigues (iiulnlio. do 30 dito ilometerio Rodri-
gues Pires Jalona, do cxlinctoft dito Jos Augus-
to da Fr.ta Menezes.
Piir portaras Je 9 do crreme loi exonerad 1
Tlioiiaz Cameron Goaliag, lo lugar Jo profesar
ioteriao do inglez da escola preparatoria, anottxa
a mihtar; o noineado Antonio Alfrodo Fleury de
Barns para o lujar de coadjuvarue interino das
aula- de ingiez e francez da mesma escola.
para se ajuslar o traUa da
paY.
Da Repblica Argewina nida da frisortancia
tenaos para noticiar. Em Buenos-Ayres Jdavam-se
alguns casos de febre amarella, o na ooute de 31
cabio sobre a cidado um violento temporil acora-
panhado de saraiva, com que se inundarara as
mas, cahiram algumas casas o houve grandes
premiaos.
No Estallo Oriental a revolucao capitaneada
>r Aparicio, com quem se havia ligado o coronel
moa, se nao se podia dizer que ganhava ter-
reno, pote que apenas oceupava. a povoacao do
Serr Largo, limitando-se a entrar e sahtf am
nutras, e percorrer diversos departamentos, pare-
ca entretanto engrossar as tilelras com os ele-
mentos ana Ihe fornecia o partido blanco. En-
coatros de forca nao se tinhara dado ainda, an-
dando as diversas partidas das duas parcial ida -
des ora continuas carrerias, urna atrz das outras.
Dizia-se comtudo que os revoltosos nlo maltrata,
vara a popnJacao pacifica, cootontando-se mesmo
com tirar as armas qnelles que apanbavam com
ellas na mato.
^0 governo de' Montevideo, alem de outras me-
didas, charaou is armas o i* hatalbao do i* regi-
ment de guardas nacionaes, e nomeou chefes para
cuiumanda-io. O general Caraballo publioou urna
especie de manifest declarando que, se o povo
o nao va testa das torcas que deviara suffocar
a rebelhao, era purque o gowerno nlo julgara ne-
cessario aproveitar-lhe os servioos.
Ao mesmo lempo a questlo financeira nao dava
um passo. O senado rejeitot redondamente o
projecto votado pela cmara dos deputados, e em-
bora se dissesse que ambos os ramos do poder
legislativo estovara de accorrio para adoptarem
com ligeiras modificaeoes outro projecto, o -pre-
sentado pela jun;a de crdito publico, receiava-se
que esta questao hcasse ainda adiada para nutra
sesslo, raesmo porque o estado do paiz trazia in-
quietos e irresolutos lodos o* nimos.
Demittidos, como noticiamos, os rnembros da
junta econmica, o governo ainda nlo havia no-
meada outros que os substituissem. Era terceira
questao que augmentava a geral perplexidade.
as ultimas lomas de Buenos-Ayres sao de 5
as de Montevideo de 6.
-
O transporte Isabel entrou hontera no nos o
porto, conduzndo a seu bordo o 42 batalhao de
voluntarios da palria da proviocia fe Pernambuco,
e a ala esquerda do 53 de S._ Paulo ; ao todo 639
pr..Qas.de pret e 16 offl.'iacs.'
,S. M. o Imperador, acurapanhado de sous se-
manarios, dirigise 'ogo a oordo do transporte,
era seguida assistio ao desembarque e aquar-
telamento- daquella forca no quartol da Armaclo.
Devem aqui chegar no sabbado, 16 do correnle
os transportes S. Jos e Atice, que flearam era
Sania Catharina ; aquelle vapor eondtu o 46" ba-
talhfio de voluntarios da Baha ; e este a ala di-
reito do 33a de S. Paulo.
auri-veedn.
se
Na face 1
ackMk-fe
Os Srs. caniraeodador Jos Luiz Cardlo dsSal
les \ntoni > Carlos Ja Veiga Jnior, Jos Ruliiml
Rodigues do Vascoucellos e Joaquim Lourciioda
Costa Guiuiaratos, i'undaram nesta curte uraa so-
eiedade anunyrna cora o fn de emancipar es
cravos.
Foram acciainailor. presideulo o Sr. enramen-
dador Salios e secretario o Sr. Rufino de Vascon-
celos.
Por este senbor foram apre;Ofliadus osaslatulos
e umi.i exposieio acompanliada do tabellas deraous
irativas. ua nal se acha desenvolvido todo o pla-
no e pensamento dos furadores. Sendo approva
dos os estatutos, aiposi^i o toballas, os referidos
seuhores d.vlararam funJada a sociodade Eraanci
padnr d.i Elemento Servil, tendo por capital...
24.000:0003. e por bases :
1.* Rei-petar o direito de propriedade pagan-
du aos scnlures o importe da liberdado doa es
cravo .
t. Nao onerar os cofres pblicos com a indem
msacaodas alforriasdos escravos.
3. Principiar a manumissao pelas mulheres.
i." Encarregar-se da amamealaeato e criarn
dos re:emnascidos, educacau e uslru:cao dos me-
nows, fundando para esse lim estaheieera'-ntos
apropriados.
S" Completar a oraaucipacao de todos os escra-
vos em todo o imperio no praaa raasimo de 32 an-
nos, estabelecendo para esse Jira caixas provin-
ciaes.
6. Obrigar os libertados ao trabalbo para in-
demuisavao do coste de suas liberdades.
Dep.iis dfl approvadns e assignados os esta-
tutos resolveu-se que fossem submsttidos 1 ap-
lirovacao do governo imperial, na Corma da
lei.
Escrevera nos da villa de Saquarema:
< Vou comrnunicar-lhes um facto, qne me pare-
ce nao devor pajsar desapereebido. O Rwn. Sr.
Raphael Teixeira do Azevedo" Machado, vigario
collado desu fregnezia, tendo em sua casa duas
zo e enlregryu a importancia era que tinbam sido
ells avalladas, aura de qne se Mas concedeise a
hberdade, no qne toi attendido. Mais duas creatu
ras foram assim resgatadas do captiveire 1
Por decreto de u du correle (oran promavido
em alinelo aos relevantes servieas prestados na
acluai g erra contra o Paraguay, oa ffieians abai-
xo declarados :
Corpo de esfaao-maior da artilaiaria.Para te-
neptecoronel, o major do 8 bataao da attJsha-
na_a p Fli.riano Vteira Detenta.
- Na noute de 31 de marco ultimo cahio sobre
a cidado de Buenos-Ayres um tremendo temporal
que csusou espantosos estrago. Referiodo-se a
esse temporal, diz o Telegrapho Martimo de Mon
tevido, ora dala de 5 do crreme :
< Nao conhecemos ainda toda a extenslo dos
estragos causados pela chuva de pedra, mas os
detalhes que mencionamos em seguida dio idea
do que se passou nessa noute de angustias, em
que a torrente que cahia acompanhada do ten
censantes relmpagos, troves o alguns raios for-
mava urna inassa que nlo deixava ver a luz do
lampease, dos quaes a maior parte ficou apagada.
As pedras que cahiam eram de lamanho puuco
corainuin, e seuselTeilos as vidracas f iran nmi
ti>sirao destruidores.
0 qnadro desolador que apresentivara as fa-
milias dos naitrns inundados, casas em espan-
to-a desurd ni, vozes pedindo soccerro, gritos dp
angustia qun partiam das roteas, onde se, tinhara
refogi ido os moradores, ludo isso causava horror
e'profunda entapabxio.
Praticaram-so actos de herosmo para salvar
vitas.
' O edificio era fonstruccao na ra do Monte
vnio n. alo Jesmoronou se e cabio sobro urna
casinha que havia ao lado, llcando nesta occasiao
f*ida gravemente urna senhora de idade. Para
salvar-se no a inu.her com tres filhos que resfdiara
nessa casa Id preciso abrir um espaco por onde
foram lodus tralos. %
Na roa do Cuyo cabio ura rancho ; a mulher
que o habitava sahio, npandonaudo o. fiiho ; e-Ja
cra tica iiiilagrosamentff escapou. e na manbaa
segiiinie fui reconhecidaipelos viz olios.
Muitas familias das mas do Tmioloe de Mon-
tevidO ab jiiiram suas easas. eum r>'.'o>a Oa iaun-
dar.io e do desabamento dos tectos. O mesmo
ti'.e'ran as que uioravara as ras do Peni, Com-
nivrcio, Bolvar e Europa.
'liliirara raios na casa do cabildo o-na ra
de Entre-Ros.
.No norte da cidade a inundacato loi horrivel,
soiTrendo muito as casas particulares e de neg
cj. A seguint carta, escripia por una pessoa
moradura na na das Art.s, d idea doi desai-tres
que houve :
O espectculo que apresantava esta casa du-
rapio a inunilacao era imponente o horroroso.
Mais de urna vara de agua nos pateos, de 2/3 de
vara nos aposento?, pranlos-e gemidos da familia,
os movis boiando e os kilos cobertos d'agoa, tal
jra, meu amigo, 9 quadro lgubre o desolador
que eu tinha diante dos ollns.
Alem destes o do muitos outros desastres que
omittimos, cita a raesma l'olha a segainle :
Na ra Bolvar um individuo, querend 1 evitar
a tnuadacli de seu quarlo, sanio para ra' ; mas
a crreme era tao alta o impetuosa, que, pa.'a nao
ser arraslad, leve de agarrar-se a uraa porta.
Era breve a agua chegou-lhe ao peto ; a suapo-
sieuo era critica quando, gracasao arrojo de ura
ltojiapp, foi salvu.
A ponte da ra do Chito loi arraucada pela
jrrenle.
Na fabrica de cerveja a vapor de Jlo Iiulhor
entrou agua nos grandes depsitos : calcula-se em
5:0 0 pipas.
Por loda a parte se enontram movis que-
brados e abandonados, gneros diversos, pecas de
roupa, pianos inutilisaJcs, cnanjas o mulheres
mal cobertas o cora a desolacao pintada no
rofto.
'< Em um armazem da osquina do C*mmercoa
agua arrastou tres pipas; q e matara a raulher
do dono do armazem e urna crianca.
- Cahram muitas paredes e casas e morreram
af.igados, feridos pelos raios ou esmagados muitos
aniaiaes.i
- 15 -
Por decretos de 9 do correte :
Foram nomeados :
O bacharol Manoel de S e Souza, juiz munici-
pal e de crphatos dos termos reunidos de Santaretn
e Franca, na provincia do Para.
0 bacharel Samuel Pbilippo de Souza Ucha,
juiz municipal e de orphaos do termo de Granja,
na provincia do Cear.
o bacharel Miguel dos Anjos Barros, juiz mu-
nicipal e de orpbaos do termo de Ingazera, na
provincia de Pernambuco.
Antonio Lino de Almeida para o posto de eapi-
lao quariel-mestre do mesmo q>tado-raaior, o te-
do fco-de Janeiro # da Batan MH
rnonn JAxeiB
Pelo ministerio da marinba foram putaeados
os dous seguintes decreto
c Commlterando-rae das circumstanrias am qne
te acham aa|filTeredtes pracas dos corpos da ar-
mada, imperiaes marinheiroa, Baulhio naval a
niariiiliagem que livcrama infeiicidadedednsartar
da esquadra impcrtnl, apartando-so dejsuas han-
deras; hei por b3m, por enaltes de aamna teaperial
clemencia, indultar as referidas pracas, com ex-
eepclo das que desertarara para o inimigo, eri-
me de desrcao a presen tando-se, porm, oa petos
s autoridades militares ou civs dentro do praso
de noventa dias contados da pnblicacio do presen-
te decreto, em cala urna das comarcas do iraperio,
ou nos lugares em que houverera capitanas de
portos, estaede* navaes ou navios sottos, indurado
neste indulte 05 reos scnlecalos e os que esuto
por senienciar.
O barato de Cotigipe, senador do imperio, do
meu conselho, ministro e sccreuno de estado dos
negocios da marinba, assira o tenha entendido e
faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2 de abril de
1870, 49 da independencia e do imperio.Bardo
de Cotegipe. .
Altendendo ao que me reprasentou o imperial
marioheiro Jos Coelho de Carvalho Dias, cpn-
deranado a um anno de prislo cora trabalho pelo
crime de desercao em que parecer acorrer, por
ter estado ausento da guarniclo da corveta Nic-
theroy, a_quo pertncia, o prazo marcado para
quahtieacto de tal crime, verificando-se depois de
dada a respectiva sentenca que esu ausencia nao
tora voluntaria, porque o sobre-dito imperial ma-
rinheiro tinha sido recrnlado pelas autoridades da
repblica Oriental do Uruguay, e obrigado a as-
sentar praja era um dos curpos do exereHo da
mesma repblica, hei por bem perdoar-lhe a pena
que Ihe foi impoita, era vista das circunstancias
referidas.
O bario de Cotegipe, senador do imperio, do
meu conselho, ministro e secretario de estado dos
negocios da marinba, assim o tenha eul raudo e
faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2 de abril de
1870, 49 da independencia e do importo.Com
rubrica de Sua Mageslade. o Imperador Bardo
de Cotegipe.
Peto ministerio da fazenda foi publicado o
decreci n. 4505 de 9 do crreme, dando novo re-
glamento para a arrecadacao do imposto do sello.
A airndola da corte renden de 1 a 14 j
corrento 852:596*788 rs.
O cambio sobra Londres regnlava 22 3/ a
23 d. por 1*000 rs.
Os soberanos () vend a rase a IIJSIOO rs.
cada ura.
Sahiran para Pernambuco: a 9, a sumaca
Xa Ca'"Un a ,0' ')"'aCa *'** ve* *>
baha.
Prosegua era seus irabalhos a assembli'-a
provincial.
Arribou, no dia 18.1 barca inglcza Qurii-
ganshirc, que ia de Montevideo pan Barbadas.
No da 7 do correnle, fallecen ha'casa de
pn-ai cora irabilho o reo de morte Ignacio to
Rbeiro, C"ndemnado pelo jury de ilereuioabo a 7
annos de prislo cora trabalho e molla, c qoa se
achava alli eninprindo a respectiva pena.
No 13 noite. no beeco do Bserrega, o ca-
bra Manoel Sebastian,empregado da liinpeza di Ci-
dade, deu una iiuuhahdi ni crnala Mara lo-e-
pha da Conccicao. ipie ful recolhiJa ao hospital
da Sania Gt*a de Miseii'ordia.
O cambio sobro Londres reguiava do 23 .1
23 1/4 d.
A alfandega rendeu de 1 a 18 do correnle
383.5924643 rs.
ALACIAS.
Fallecen, a 4 de crrente, o rifarlo la Mata-
Grande, padro Pedro Alexandrino da Nalividade
Amaral.
Lomos no Diario de.llagos :
Partieipou o delcado do termo d'Aaaa'mbsea
que 110 dia i.') da marco ultimo no lugar dennmi-
ralo tapado, daquell,' 'termo, Manuel Ferreira de
Azevedo e nm seu cuahad 1 de neme Ignacio de
Barros, adiando se era um divertiir.enlo muito
embriagados, liveram urna alteroadsto e cm seguida
uraa lula de que resolten ?ahir Man el Ferreira
gravemente fendo cora algumas fa cadas, e Ignacio
de Barros com alguns ferimento? levos; esie ova-
dioso logo, e o delegad depois do corpe de elde-
lo, irtstaiiiMti a compleme processo.
No da 4 do corrate, no qiiarleirato do Jun
di do mesmo termo, ten lo pascado coito Ajilar
Frnnci'..,) ,in Anjos com Pedro Marque", o res-
tando oste aquelle 280 rs, negou se ao pagamento,
pelo que Franci-co Jos Anjea desearngpa urna ca
celada era P dr. Marques e este na fuelle 7 fami-
lias de que falleceu I iio. O criminoso conseguio
evadirse paia o Altnho da provincia de Pernam-
buco, mas o Dr. ch-fe de policio j nqoisitou
para alli sua prislo. >

ai
, ru 1, u
1 itua se
lie mi
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
FESTEJOS.Conlinuaram houtera os "estejos,
iniciados aniB-honteni.e pelo acabamento da guerra.
Alem do que abaixo dizeraos, houverain punte
bellas e patriticas passaialaa, com mu-ica frente,
to;aram varias mnslcas era os coretes das roas
houve geral
pret. alagada*, rujojenhor tinha de soflVer exe- eP?e ^Manoel da ocha Thurv uara o' poste
cuaoemuna qnestao va,apre8entou-seemjui. g^^Ji!^F%Z ffi
de infdniaria da guarda nacional da provincia do
Amazonas.
Foram reconduzidns
0 Bacharel Jos Ricardo Gomes de Carvalho,
no lugar de juiz municipal e de orphins do" termo
de Santo Antlo, na provincia do Pernambuco.
O barbara) Fraacifco Leopardo d Souza Mi-
rapda Cont, no lugar de Joiz municipal e da or
toi*?8 do termo de Braganea, na provincia do
Para.
Foi romovido
o major do 26 batidbao Praneteqo BUnaao da Cas-
tro.
Por deereto de 9 do cortante faram concedidas
6batalho oairttenlfa;_^g.|-Mll,e.eor<1Iiel MS1{"i^(,e direit0 Carj Esperidilo de Mello^ ^
_.:_- a .. altos da enmarca do Rane, na provincia 1
rajiyba, para a do Paraoahjba, n de Goyaz
altos da enmarca do Rane, na provincia da Pa;
'-hyba, para a do P
Fram concedidas
as honras de intento do ex.rVite, e'pio"a7drcr ta d fLAilH* *!*os? miJ*T oowmannda.n-
piiao como por eniano re 'publicou honiem, aos .l^J^S0 f J?fc,lh12a d' S^rd& L*T
pal"!!"69 ^ W *T .* '**'** itrS
Tenentes Franeisro Peda atoa Bastea, Jaaanim
coca latvio-; vi.'a-pwtUste, Mannel hs de Ol-
veiraj aaoratarioi, nc.-dra-Hey-da-a|ideiroa a Ovi-
dio Datra.
Publicava so na cidade do Desterro un novo
poriodtea pontioo, litnraio, ioJnsVial e ntonrioso,
mtinlado Ctmititmimal.
Foi deposiiada na .apella imperial a bandoira
Francisca Bra^a, Antonio tt*ari*fe *a Ih-oha Za-
carias de Awujn Sampain, LenrasiM Maca Viiihi,
Benigno raaprHo de AlhaoooranV, Itearm Ma-
4hi3s do Espirito-Santo, JMv^taa^wteh^rilaa
cimente, lente ajndante Pedia da Arante 8ani-
p310.
14
Enteuu hoatem o transporta hakei whdp a 31
pascado ge Humayai onde, se achava 8. A- a
do .
Sr. onde d'Bo, apressado aambaanl* W a.
tentarlos da patria, qoa pui, reto pm ahiar ha-<
viam reunido. Calmlava-sa t* tnrnts auie
uma ligada I a atS antra para o qoaahaateai
freado algnnj vasares e pToeuravaavsa atu
alen) dos transpririf* da geverna,
-o miuisi : da n< imblta Atgeatina ra
esperado na AuuiUi,cto, onde J havia chegaio o'
A Manoel Diniz Villas Boas,, da serventa victo-
Iwia dos ocioa de 3 labflao'd netas e t es-
nvao privativo da orpkatos do lerme de Laranjei-
* ras, na provincia de Sargipe.
ilontem de manbaa felleeeu repentinamente o
Sr. mejor Luiz Jos de Ahreu, morador ra da
Gepdelaria n. ft ..rio.
Comparetram afli oa Srs. subdelegado do dis-
Ittoa cajpWJttMiqneg Solsrinbo, ama da tama-
- eraiaoimento do faci o darem as providea-
necessarias.
que se ornamentaran! especialmente
lliiminacao.
Os negociantes da na da Cadeia do Becife man-
dar a m cantar uma ladainha s 6 horas da larde,
a H. Sra. da Conceclo do arco, e,. depois d'cssa
cereraonia religiosa, que assis o grande con
curso de povo, altos fuucciunarios publica*, e ores-
cido numero de negociantes, o Exm. Sr. preajdante
da provincia, o presidente da As^ccucao Commer-
cial e os directores dos arrenaes de guerra o ma-
rinha rasgaram o veo quo obiia o retrato
de S. M. o linpciajorna illurainacao d'aquelto ra.
Poi essa uma b lia e cloquenle fesla, digaa por
corto d'aquelles negociantes.
Durante a noute e at horas avancidas a mu'.-
tidlo de povo foi extraordinaria.
ILLUMINA^OESltepelir.iin-so honiem |s illu-
miiiaoe de anle-hontem, melhor organusadas e
augmenladas em muitos pontos, e hijo e amanh^a
anda continuarlo. A cidade ostentava um as-
pecto sorprehendente sol) o seu manto de luzes
diversamente coloridas e dispostas cura arto e oro-
fu.-ato.
Algumas casas particulares fizeram lindas illu-
mmacoos em suas fachadas, e a dos edificios p-
blicos correspondeu geralraente adiuittida c nra-
ucad*.
Varias ras prepararam-se especialmente para
a fesla, que-foi encelada ante-honiem, primando
entre outras as do Viseonde de Pellas, da lapc-
ralrz, Nova, da Cada do Becife prara do Corpo
Santo e ra da Cruz e do Commercio.
Os moradores da ra do Viseondj de Pelo-
tas, alera da llumioatlo da fachada de suas casas,
mandaram con Iruir: de um extremo ao onlro da
ra, duas filas de arcos de falhagem, niargeando
os passeJus lateraas, lendo entre as nascenjas do
arcos successvos pequeas bandeirolas do varias
cores; ura grande arco recortado ora duplo3,
no centro da ra, de um passeio ao outra, leudo
no fecho ura quadro com a figura batalhas, e as nasceacas dos S, de um lado ura
soldado, e do oulro um marinheiro ; e quatro pe
quenns arcos, servindo de portas de entrada para
as calcadas ou passeios, as extremidades da roa.
sobre os quaes estao basteadas bandeiras das co-
res nacionaes sobre um retabulo cora a corda:
brasileira. A illuminacato dos arcos feita com
hieos de gaz.
Na praea do Conde d'Eu, alem da Uumioa-
clo dos edificios, circulon-se de grande numero da
bicos de gat a grade que /echa o bello e men-
mental balriz qoe alli posse a companhia do
Beberibe.
_ A ra da Imperatriz produz um bello afeito.
Est ornada com cinco grandes reos, que vito da
um outro passeio da roa, sobrepostes a columnas
do madeira piuladas i marmore. Todos oa arcos
tm pendentes arregapis de selim das cores nar'io-
naes. Ni Ocho do arco do lado da punte ceta o
retrato do Imperador, no da
do Imperador, darasa1
do Harval; da Jai
oa sogniates
vtecoaate de rw
entra os dona
e am aojo pifando aan
nasa fita em q* esta
I nasa os genrate Censan*
Comtra. No ateo fas raetesnan i
o coreto achara se diversa* datea
veis da guerra. A raiairli m
feita gaz.
A roa iaCada do Pertt, ai
nos> ver. prima em gaste a riaaaa
tocio, aprsente ana aspas
prehendente e risoobo. Esri
guinte, eamnhaado de oaaai
Na entrada da nra. daas
oiiavadas, pin todas d.- vrate
bre oa capitr, a da nnfwda ara
direito ura mante in-. pita Jai 1
um bello recinto fichado pur tX
onze por banda e ara na fajada.
No raeio d'esse recinto eraaa aa
ment, composlo n> ajanara sar
formando degrw, em tavara da
drangular. S ire u n.'tiaw eetodi
tteanha era forma rio a roa, a ajaal
grande circnlo tm sparrasr,
caixa de guerra, onde aa acbaai
de oeste os uowe ao* hnasa
mais se desimpuiran
nasceme os rime, \.s va
louros onquisaraiu. Reet*
com tinta de duas cure,
com preta os dos menos .
d'esse crculo transparente
as columnas, solare aa
anjos u*pcndendo 1:1.a nn'da de
em fitas, contendo estes distaras: Casita me-
to Gloria a armada.
O priuteiro itegrao serve de
que circulado por nana basa.
as faces do segundo degro
mais laeraoravett cumUtes da lena e
coiiii-cto da guerra contra u l'-r^oaj.
los d esse degrio e-lato di-pnla*
sobre a* quaes dwaaatjsj
aera bellos rainalhet-s d.. gi^TS, a>
ergneiu magestesa > oijvute.s da gao.
as faces do teremo il- era aaM
asasaapaaajna cas
memora n amn mente.
Na face d; 1 -sfo f 1 ,j un > degr aaha-ea asa
lado um trophoto d'aruu- ran tetes 1, a do haV> V
leste u n troplito d,aiuaaa de lena.
Na ,eai.h. acba-se iictipla, A lad-> dt
1>*.4
Drebsrmrim de %*<,.
'ot APt.mh Srmewm
do lad< 1 de leste:
iiludo de paz
h. '/ tri* ii'i Silft Pi, tmA-x.
A p irtir das columnas segu, de ca*. ... .
na ordem de portic a) 1 ia amare ate i i.
vio ligar j um puntea central, asa cuz faa>.
> '.-la a retrata du Imperador eatrf w do
conde 11 Eu e du daqua de Gaa*.
A' o cepea 1 Ai ultimo prtico da cada lia. aja*
se referen) corlo e a ura do^i outros representa urna prostucu. 1 ta*
as do sil e (Onrua c as do 11 ti a Prec ^
alio dojeada p-o tico l-sa esa orne? ralo, cadteaa
Usuraria 01 proJucios prnpriuo de rada nr.
nomo {le sna eapataL Mai- abxo. id rctoaa
mente, acham o nome da prv.aca, os +
senadorf-s e > citado:- geraes, e o .Jo atastdeaa
actual. I
Sobri os p i! ticos rorrespm tent-s i ?ortf ana-
nicipio|nentro, e que estao is lados aVcszCTa.
achara so os retratos do vi-tomte de l'e>ta.s o av.
1 raarqui z do Herval e>qnerda, tenis baj 4
Amazonas e da PauMOfam .1 direh-i. O
deudo a cada ipn dasaatt retrt-s aos do1
I central aciuui; estes disiick:
I Oui'ii ,
Condoi os exerciws victoria.
Conde 'Kh
Prepara 2<>s Brasileiroe a g.ora.
Here.il
Valent e anda?, enja invicta *>paJa
Abre o passo mareiaj jorna ta.
imizonas
Calmo o soraao, roas d'anira fcrte,
Varre das agua-; a inmiga rahafflr.
Pelotas
Para cora de tonta heroieidade
Abale o lyranuo, planto a liberta i".
Pnsitgei.
Coaira a opiuilo do aanasaa espectanto
Elle vence o impossvel, passa avara--.
Sobro cada ura dos prticos ca, ergrauc pavilhlo nacional, tendo aos lad >s uma laad
la. No pavilhlo rural ha sobre o
Imperador ura lindo Ifatdtia >U armas.
Nos p-i.-iicus que dizera respeito ao aaamteipio
neutro achain-se os mines lo actual gahiaaie, a
bem assira os do to-las os nunistr-is da goarra o
da m-irnlia e providentes do conselh 1 desde oav
raeci) aleo fin da gue.ra.
O ponteo central, onde esta o retrato 4o kan
radur, tem esenpto no ver.-.Imper o ate ateas*.
e 110 rever-o Os moradores da frefttezim ate aasi-
e em signal de regasijo pelo ncalnimenlo da aturra
Ligandj os pinicos, achira- > liada fwaias ato
llores ; e, prendando os do municipio aaatra ao
central, pequeos escudos contend soa as res-
pectivos emblemas estes dsticos : ftelio. Ceaw-
ttluifw, berdade, Ordem, Justira e Pntriotamt..
O iodo dessa ornamentocao como ja dmcan*
lindo e inoninn-nial, e sua di rnmac/i > da am of-
feit sorprehendente, e luda eita gaz.
Alera dessa iliuinm icajo. muitos e.lilicios \ ara-
eulares osienurn Lelas coinbnuc.es Ja hv, a la-
das as casas eslo ornadas com bastearas teapc-
riaes, handiras, 'landeirolas e gamardeles.
O iKiisainent) que pre-idio esta raoaaBae>>
o ornaraentacao ioi: reunir as provimtims em
omgresso em torno do imperador, para semsreme
prestarem komenagem ao* he-oes, rujo* nemes #-
tao etlamp-idus nos transparentes que /Vana m
lympanos do tambor que caria o montimemm pasa
midat do centro da decoraco.
A praca do Corno S rato taratna aa aata
galliardaraente ataviada para as testas da a, m
-na illurainacao a velas bem linda a ate aSatea
lisongeiro. Acba-se a praca circnlada as
Coa iguaes, por 23 arcos, syrabulteaade a
amigas quo enlreira rriarptos coraaaarciaai
Brasil. No alto de cada arco qoe
as cores da naci qoe se refera, sa
do de armas dos seguintes estados : PortaranL _
pan ha, Estados-Unidos, Pmssia, Inglaterra, atete))
ca, Italia, Franca, Suecia, Rama rapaatsana Ar
gemina o Orienul, H< llanda. Peni,
llussia, Chile, Turqua, Grecia, Batyia,
c Hamburgo.
Entre os reos se acham dispostea
v
retraa v

tros, com bandeira bresileiraao n'pe a tai
lliardeles, em forma de angates, da mate para ate
DE PERNAMBUCO
a]m ffjaaj ^# lMJPCrl#-
Chag<>ulMMaoi a vapor brasileiro irtwr, tra.
ontr.i extretnidpde
esto, oto ura lado o do duque de Casias, do outtoiigualmente circoiara asaaaasa. Nato
odo conde dEu. No techo dos outros arcos es- oito columnas r -rjiaj- urna cpate,"
50 escriptos em cirauloa hifrea das maiores batalhas; o as nascaofaa posto, sobro tres grandes drgraos, mas 1
de todos os araos aatao igualmente etenpa nado pdas armas laaaisairas esa atea
os raimes dos genera-s o offlrtaos qna mala eomposto atoe retraten : da nm raa '
se destinguiram na guerra. Sobro as aohun. lando o Brasil, do latewador, da
as da illumma0a a gaz estao basteadas tera- duque de Casias, raeraari do Ni
atefraa naciunae.% e aas ladee dessaa nmiaas,' idq Pelotes, viseonde da teshaaaa a.
pejidentes dos lravess3esachsm se gkms dt-JU- mas. Estes oito retratos fcnnara ooi
pe decores que sato aceasoa a noite. Abi a illa- cada nm corresponde i orna fue do
-minacao das casas foi geral, sohresabinda aJanrm (*edificios da raa ate Ora eeieajtai
|.d ellas; a illaminacto dos apena i fatea oran vela* pavilbees smakmaas, Iwndairas a
lestearinas cm globos do crjaW. No centrada raa tiersos, e tem sido gerahaente bata aaaaa*
ha um corete para a mudca. 1 como as dais roas e tergos de ajan*
Na ra Nova, aira da illutnninacato particu-] oeeupado.
se, repre-enundo igual numero de varea 1
quadra imperial. Essas maslros Ugaaapa av
luranas dos arcos per frtiini da atoran, a ca
do sua aluira eslo dispoatas divarsas f
mora veis dos mis nota vete coathates.
Em face da igreja rala ergaido am
pnico, em cujo rroatato aeha-ae o ._
parador, circulado pr molduras doaradaa. Maat
te do_ prtico ostentase a corda imperial e aaa atea
pendi nacional.
Ao lado da igreja e deatro da
cantara, armn-se um coret-i para a
Esta ornameniacato e illuminacao
feita expensas da Associaclo Varairrid
Em maio da ra da Cruz, i cha-te
a expensas de seus moradores, ora Itera!
da ordem ccrapeaite, dioaninado i.
raonumente octegno e acha-se manlt 1
11 m estrado, |vara o qaal aa sobo par aaatre 1
das, munidas des competentes kilaraurea,
i
i


a?

l
f
.

-Bjarit fe Pernamkico abbatjd, 23 K^facU de Wfl.
BllU i

" unas ;. i a
nart
rio,
IM que
da q
ra-se para
cao sobre
*yeSb fftaaesoeloido, quaalh nao no da 1
4 Pnlfwil., fuefmar-so-ha no largo d Corso
aWa^rM'de Genmiereio, ft fojDpres) que A*-
erciD(o*Conimorei3j m.iDdou preparar.
SUA PtfQUE DE CAXIAS.-liinitt.iw qae ed
feciejoa dasia ra leo lujar no da S8 da cor-
ante, aDnivrrsarw naulieia de 3. A. o 9r. conde
irm. wf>rnwrm'-aos que m preparan rlquissimos'
ornatos e grande illuminacac para esaa roa.
PASSEIATABOA VIST ANA- A. eeatnaatae de
iMtgMno, incumbida de Qrganisar urna passeiata
cwa carro triumphal, avisa qae ter lagar ama-
abaa ossa* passeiata, que m compon do re-
salido carro, triumphal, condacido pof WW
.4ae imsiM de guerra e marinha, como repre-
eittado o exeraao o a-armada, e dos aatalhSes
patriticos qn para uso j foraui convidados.
Olf'ISAO PATRIOTICA-Damos em seguida a
<*d*sn do dia n. 3 do ominando general, da divi-
f*o patritica da mat Je Dbse dr Setembro-. -
O comwanrtailn da divisa patritica- aba xo
a*s*gB*do, louvando a briosa divisan que tem a
mar de commandar, pelo eothusiasmo, patrio-
trssno, ordena e disciplina com que marchon na
passeiata dodia SI, vem agradecer mesma d-
Viao apromptidio com que obssrvau sempre as
atas orden durante a ma* expleadidav manifesta
fio do jubilo que a hesnta e briosa populacae
tiesta liado leve uccanaVda dir.
que de ennformidade com o progrmala da socie-
dada Dote de Setembro, ter logar, a secunda pas-
seiata da divisao boj': s 2 horas da tarde, deven-
do para este mn ol>-ervar-s* o 'guate :
i.* A divisao formara na ra do Imperador
em Itnha as S horas da Urdo de hoje (231, donde
s.,hirs o carro detriumpuo.
2. Seguir em direilur* do palacio da areai-
lencift, cuaioraar o Hampo das Prineozas e desli
larv pela-fu do imaeradttr, largo da D. Podro I!,
mas Duque do Caam LivrMnimto.Mnitav Terco-,
Augusta, Hurta?, Cumia, Caaiboa d Carmo, Pt-
res. ponte da Boa-Vala, taperairiz, Conde d'Hta,
Ohircira o, l Masas) Pesetas, hnosratri, Nova, Ca-
li ug, Crespo, imperador, adebaudar.
J.* A brigadas mareharao na mesma ordetu
anterior t -mando a i* tugar as
upa na patin-iaia
freaieiaAicarro, u S1, na rcnjwnfek Approvei-
iio mesino Sr. commandanto da diviso a occa-
at&) para louvar ds Sus. eommandanjus das briga-
da- pela pericia e galhardSa cnoi qae eondusirara
as suas brigada."e agradecer-Ibes o sen concurso
-para o brilbamismo da divisao.
Recire, J.T de abril de l87r).-A?siguado.
Jo* Mara Ildefonso Jacowu da Veiga Pist* e
M.Uo, coronel commandante. Conforme. Jote
Lwin Dtreir. *
^ FELICITACAO,-Eis a allocuco que o Sr. Dr-
Franeiseo Pires Machado Portella, presidenta da
rommisMio central da sorielado patritica Doze
f Setembro, dirigi aoJKxm. Sr. presidente da pro
vir.cia, por oeraio de ir a mesma commissao fe-
l'-ii-io pea terminaeiio da guerra, aq chegar a
diviso patritica ao palacio da aresidoncia :
Faiii. Sr.A sociedad3 patritica Doze de Se-
lembn*. iasiituida n anno passado nesta cidado para
s4('Wiir o- termo dfaMt lula gigante, que to
!-riosa e esforcalamente s.tube sustentar o Bras!l
aus campos do "Paraguay, sente-se boje, repassada
<$ mais fervoros > jubilo, vendo ehegada a feliz
octasMo de rcattsar > aobre Qatde sua institaieo.
9hB, Fxm. Sr., e-ta heroiea provincia sempre
.'.'[mida por gloriosas tradieoes, enobreeida por
bnliMnfk**mO(i listos, e que pr"e>9urosH acudi em
mVoatt. dus brios patrias, coin o valioso con-
-cnr-o do r.itr.'piJe- pbattnges de seus dsnodado;
flh'V*, cnebria-se nos inanrfesWcSe* do mais fr-
vlo MMAajaiasmo pola solacio de lao porfiada
campa ola.
K i y. Ese. que tem hoje a subid i honra de
t-r.sidi-la. veta a commissao central dat sociedade
r". do Seteobro aaresefllK sitas f-dicitacoes,e
i v^ra'ui.ir-si- cv;r V. E::-!. pela nova e risonha
Hurora que boje surge para o Brasil.
("ni pan qne a*mda Joven snabe em una sangrenta
lata re quasi seis .mies mpregar com geral admi-
racao os mais aperfeir>>ad >< motos da arte de guer-
ra, con inistando imtas e iiii.narcessiveis loaros,
oliera timbem no rem.in>> do honrosa paz, apro-
v.-ii."!--.- de seus ubrrimos rQflorsos naturaes u
; mgir allpgr i llefeeunda prospeiidada,
- r, intetnpfand a upi a nac&o brasoira, nos, 1'ernanibucdno
(.'.redes dWHa, oxulumoa d praaer e jubilosos fes-
'-jano- o ejarioso b'iump'j i e esplendida victoria
da mvt saacta das cinsasa di civilisacao.
S. Rxc. digno-sc raspoader que era com
o mesnto prexer e eotliosiasmo qna ic jebia, em
nnme de 8ua llagestade o Imperador, as felicita-
i-- da omnilsalo tontrai ti sMiedae pairioiica
Doze i* Si'lrmhro., >
vul.l.Ni'AlilO.S PEO CAMilUCANOS.No dia
l'i I i i'.renle cbegoQ corle 0 baalhai 0. 42 de
voluntarios da patria (o I' de Pernatnbucoy, sob o
r mmand> do Sr. major Jos do Reg Barros,
i.'.r ".'.mu,ule (ievii partir para esta provincia.
V0LU.YTARJ03 CEAI'.KN'SES.-Sahia da core:
ie sahdadu de Alleluia (16 do corrente), o tran<-
d I vilun arios, do C-tara., Roja ;ior todo o
esta navio t usar em notad porto.
nigWbis 8 boas do dia, la**?0 Mofcrol da hutica; om at faUtt,
^Mil tm desjes tos arrancados do e^ | Fllate a
AAtoa d'essa ordem nao se commenttm: nao p-
denlo calar, noesa p.;nna, imp5e-os o dever de
reglatra-io e felicitar a sociedade recreativa Ja-
i'itliiftrpelo acertado marco qtte esclheo pan
sellar seu regoatjo pcl*glorla que boje v o Ira-
|sil possuir,
Piale-*aqne lemaremes los Sr?. baios da
mesma sociadade para comaarecerem ao acta, e
e depei sede da sociadaete onde tem de lavrar-
se a cufepetaute acta (lo a^tylo. -
Achando nos, tanta justo quo razoavel o pedido,
estamos eerlos que "eseidu numero do pessoas
alb se adiar.
NOVA PAAliIA.-No ba ranko que abrio-se
ra da Malrnr da la-Vista ama nova padaria,.
cujos arodoctos se fazem reeommandaveis ac-
cekacSo puBliea : quer pela especialidade da pa-
aifleicio, quer pela qnaiidade da materia ueila
enspregada.
Effeotivamente o pao que ah se fabrica, d su-
perior ao cotnmum das demais padarias, ou islo
soja o resultad do proeeeso admittidO, eutejai
proveniente da farinba, sendo certa todava qae o
producto aprsenla, ama qualidado preferida pelo
paladar.
a? per ttnto, um progresso que entre nos laz a.
panificacao, davido ao Sr. Rameada, a-quem per
tenee a-referida padaria.
PASSAGEIROS.Entrados d s portes do snl no
paquete nacional Aritin:
Francisco.Jos Fialhn e un escravo, Banoel
Rodrigues do Souea, D.. A|xandrina de Magalhaes,
Cndido Aupusto Uarinfio, Domingos Antonio Soa-
res Tinoco, K. Carnjebno e sua familia, Herma
Limjlgren, ReinhaKl Litdgren, Francis Sanders^
Felippo Santijgo d'Almuda, Izacc Esnatv, Jos de
Seixas, D. Carlott Seixis, D. Marcolina Maya, Mi-
guel J. de Lomos, Justina da Silva Guimareg e 1
lilho, Dr. Antonio C Antunes Guimaraes, M. B.
Calheiros, J. T. Machado, A. de B. Palmeira, Jo3o
F. A. P. Jnior, Pedro Prank Smith, A. L. Pinto,
Isaac T. da Costa, F. J. de Magalhaes Basto, L. P.
da Cunha, tenente eoronol P. J. Flix o 1 escravo,
A. da S. Brito, major J G. Nogueira o- 1 lilha, Q.
Bandeira Pietro, F. Morel, F. L. de Brito, J. L. de
Abreu Lage.
CBaUTEMO.-Obituario do dia 21 de abril de
*870.
.'."<
-
Mara da Penha de S, Pornambuco, 63 aonos,
solteira Recife ; herizipela.
Pedro Raphael dos Santos, Pornambuco. 96 an-
nos, viuvo. Boa-Vista; veliee.
Joanna Mara de Camilos, Pernamboco, 4o annos
solteira. Boa Vista j'enterite ebronico.
PUBLICACOES A PEDIDO.
C'orpo tlsflieo patrlotleo.
Hoje, 3 do corrente, s daas horas da tarde,
dever reunir-se este corpo, no Campo das Prin-
ceza, em frente do theairo de Santa Isabel.
6e eoeajo, ao bem fazer, penhate, ac* 1
J ptir lea prasme coabaecodo todos
/Jm Ar. ciaros Feitos, jmpaasados
Malbor, se dio ga.
Da conscteneht a paca pnwr nap
Desfneta-o dWaWeltd Victo*I fefer!..,
Escuta... Sao*apptaoao*asBoaiaaao?
Ao leu fcHa Oauatna,
____4. .Me Hila
lloara a* aaerlto.
Nao vamos tacar um praoegyrico a pessoa d- Sr.
tenste commandante, subdelegado desta fregu-
zia, Joaquim da Silva Mbtla.
Mas tao fomente preteudenws, como apreciado-
res do morile e amigo da ustiga recta, (por meio>
destas linhas) nuuifestar-lhe a extrema.avrnpathia.
de que nos aebamns pewuido*, oo*equcncia esta,
descenleute do seu bello u moral cwnportamentOi
no lugar onde habitamos.
Nao precisamos dizor, f ae sa oom distinco e
moradade (como simples ciadio) se tem portado,,
ainda mais se tem lauceado pela sua forma de
governa policial, Isto con' autoridad honrad
que deste lugar.
Praza a Deus que sempre tenbaraos bomem desta
ordem para nosso governo e nttsa guia.
- Honra, pois, a este disncto compatriata, qu
lio brllamentc sabe dar comprimenlo>aos sens de-
veres.
Desra vez, pois, nos aprensamos tambera, chamar
a attencao db S. Exr. o Sr. presidente da provin-
cia para que em vista nao s do bello comporta-
mentt de Sr. tenente Molla, mais ttmbem- da-ore-
pria e intima satisfazlo de que nos acharaos repcelos
pela sua estada Reste lugar, dignar-se facer det-4
por aqai, por algum lempo mais.
Povoaco do Vlcencia, SO de abril *e 1870.
Os fieenciunos.


iioji:
aniiiu
UKUA
. I**'0 <* alguaa eavattrairos qae fazem par-
te do crpo patritico de laneeiros, o propri itario'
***?* **nojP.nm exalaadMo bae.
O baile acaba asi horas dvEnahia.
Pre Rio de Janeiro
fretinde aaWr enl millaadas (>ara o referldd
oarto o veletra paiacb brasilero PraUtor, por
ser a matar pattedenea carr-ganfento engajado^
para o pooco que (be falta e cscravos frete
ata-so com o consignatario Joaquim Jos Gon-1
ealres Beltrao k ra do Goaonarcio n. 17.
POWO POR LISBOA
MU e quinhentas doziae do bgoa do ar a* aaaa
e tres bombas'. aa roa Direitt n S3. iaia au fa
ragens.
Precisa-se
N
PA5SAMBNT0.Dea hontem alma ao Creador
o fcr. JiiMiniro Augusto do Almeida, amanuense da
trarja pcovioeial
neotos.
IEIRO.-0 vap
i< s quaolispara ns Sr-.
ira, Carn m A C.
8ol '- Vieira
Bal k il Bi' de Janeiro
liseu Ignacio Pinto
'.."i:'i!;i'i frraa
Manocl Martins Finia
Antonio Gomes frito
Piulo Barbosa C.
'>{ \iitonio Pinto
)* J laqiiim Alvcs
cuma de longos padeci-
- i w iroaxe as seguin-
40:0001000
2:200,8000
2:000000
1:3371060
1:2005000
l:SflO000
- 8(M)3000
500000
3605000
aooooo
Para e provincias do norte Irouxe esse vapor :
Pirabyba 3000!)0
lar 10:717*:i40
Marale 4:6i05000
para 500000
MLNERVA PEBNfMBGAXA.- Funcciona ama-
taa esta sociodaie, em sessao ordinaria, sendo
.<-cutida a these do Sr. Cliaves ; A subida de
. AaBtf 'o Ihroiii fui justa e legal f
PRQCBSO DOS ENFERMOS.Amanhaa sabe
no tnirro da Bia-Vista o Senhor Sacramentado
a Aeane praciseao aos. enfermos d'aquella fre-
A commissao incumbida pelo governo,
dos festejos pblicos pela feliz terminacao
da guerra, tem a honra de participar ao
publico que hacera na.noute de 2i do cor
rente (permitiindo o lempo) um grande fogo
de artiliio sobre barcas, entre os caes do
Sol e da Aurora, e as po les da Pedro II
e Ho;t-Vista, os qttaes sero Iluminados
gaz. Nos caes tocarlo alternadajnente 6
muzicas.
Convidando o publico desta cidade as-
sislencia desta festa, espera a commissao
que guardar elle.a maior ordem.
Ser pennitii lo, no espaco do rio desti-
nado ao logo, o i.igresso de escaleres e
botes, que para maior esp'endor deverao
estar empaverados e iluminados.
A commissao roga a^s moradores das
roas do Sal e da Amara que adornera e
illominemas fenles de suuscasas
A iiluminacSo dos caes e pontes conti-
nuar nos das 25 e 6, Imvondo lugar na
tarde do dia uina regata.
Junlu eslacao dos tnlhos uroanos era
Api pucos h.tver um crelo para as autori-
dades eir c militares, chefes do repar'i-
coes e mais pessoas que S Exc. o Sr.. pr-
ndenle da provincia dignar-se. convidar,
que tetivj tambero ingresso do corlo da
COromj&s89, situada nn da Aurora junto
casa dos herdeiros do Dr. Dantas.
Opporlunamente se. publicar os nomos
das pessoas que concorrerem para essa ex-
plonijidafesla, cm a n.anifestacao de rego-
sijo publico.
Da tnembros (la commissao especial.
\0 tUM. E EXM. SU. FHEDERICO DE AI.Mi-.lD\ E
AUHnrEIlQUE, SENADOR DO IMPERIO, AO
LAflOAR A l'KESIDENCIA DA PROVINCIA 1E
PER.NVMtlCO.
Ode
Sociedadep riotcaDoz^de
Setembro.
A commissao central desta seoiedad.^, nao teta
expresse? nata agradecer hriesa e enthaeas-
tica popal-i cao desta cidade c vadoso concurso
que preston-ilia pana a ron lisio desta manifesbi-
?ao de jubilo, que com tanto esplendor teva lu-
gar no dia 2t do correle.
Ao Sr. coramandaete em chefe da diviso, jkt-
nambucano legendario, typo de patriotismo e dis-
tmceao, aos bnfvos cominandantes de brigada h-
roes desta campanha girintesca e gloriosa, com
mandantes de cornos, oibviaes- de estado-maior, o
a esta plyade de aacioaaas e estfangeiros que no
auge do enlbusiaetno coneorreram a asmar parte
na IVsta que offcreeeu ao publico, vem a com-
missao eentral dar um solemne protesto de sua
gralidot
A commissao agradece igualmente aos bravos
iuvilidos da patri-i que tiinram o carro de triiuri-
pho- cenduiiudo o sajo da victoria que os coroou
nos eampjidus combats a todas, pessots que os
auxiliaram na c..:idu<;.'io lo catro, e aperla fe*
diaimente as nios do entbusiasta e aneen pn-
triotaMinoel Gonc^lvcs Agr, qae com tanta de-
dicacao e esfosco 'tncarregou se da confecgo do
carro dp tryumpho, e o Sr. Julio Cesar Pereira da
Rocha, pela boa vontade com qae preston a sua
encantadora liihinha que com tamo gosto symbo-
Mean o aojo da Vk-toria.
Unjo tem lugar a segunda pas.-eata e a eonvuis-
alo espera que aaaj frita com todo o brilhantismo.
Secretaria da Sociedade patrie tica Doze de Se-
tembro 23 do abril de 1370.
Presidente.
Dr. Francisco Pires Machad Portella.
1* secretario,
Adolpho Lamenha Lins.
2o -ecret rio,
Lniz Connives da fra.
Thezoureiros,
Jos Antonio Pinto.
Dr. Jisquim Correada Arau>.
Dr. Francisco de Paula Salb'-.
Manoel Jos da Silva (inimares.
ii
PAVtLHiO B S. ISAREL
CoroiyaalHa M,pjt).stn' gyaastica e acaalaatica
do palacio de chrysUl do Porto.
DaBSCTOn
h. Mareos CasnH
Duas eseothdas fuasc/ws. nos dias 11 e 24, seadb
uiann sabfiado as 8 li? di noate o outra
-Di domingo s 4 l|2da tarde
Func^io d s:\hbiKlo notite.
PRor.r.AMMA.
I. Sympnooix
i Pita primara et os saltos dos arco forra-
do dt uapel, puhi artisui Lua, sobra um cavallo.
1* Pela primara vi o gallo a ga liada, inter-
medio jocoso, pelo artista Alifciho e o palhaco.
V Sulivan, caialW amesaado, apresentado pela
primeira vn pek dirertor.
5. Paastfiiinpos orientae, aula, senhirita Anna
Casali.
6. A< posturas di alnite pela menina Juanita
de 7 aunes, swlne- um cavallo.
7." triple tranaziu, |ieh>s gvmnastas Al labo,
Cesar e Vicente.
Intervatai de 30 miiutos.
8. Syaiphona.
9." Pela primeira viz, as manobras mintares,
m tildadas pelo cabo bumb, exeeulad pelo direc
lor.
10. pela pri.neira \m, Mr Konholet e Pa'caro,
secna burlesca, pelos arli-tas Lulz Cesar e Aogel
sobre tr .< cavados.
f 1. Traspasso das trincqeir^ e dos arcos, pela
senh-irita. Anna, aulHe um salo.
12. Pett primeira vezo nninho infernal, pelo
gymnasta Aldabo.
13. El Canean. earicaD) (rancer.
Seauir em pooroe da a barca portagoeiji' ~ Proclia-ae de um nyv -de t a
tova Synpalhin de 1- clasee e marcha por ja ter nSii0' Q"e ,enn praUea'* iaj^raa
pfoeaate qaasi toda aa canga : pan a pouca. qne |no V***" 'io Canno n. <3. "-,
*e falta, assim eomo para panageifos aos qacs! Antonio Benundes .le Fiaaeired
oferece neos, o excellentes coeamotais, tratt-*e tlra-se para t>^reoa' o delta avr
wmWtor, Olivera* O, ra ao Va/arto u. 1, snas casas cemmweiaes os SrT ____,
P" andar. Macedo, Antonia gancio A-rera Coetha
ftriaA-------"*~*~-----niaiio Antonio Alves fttares.
LE ARA i~ 2a ""'"MeSauu AoaTo K-ra Betaa, ti-
~_______^ ___" l a rama canoa de carmr.
?egat^o ewatelra por vapor f iiim-. Sr. Dr. jolz eomuierriaL-inx
Mamanguape. '?anes Leita, a orador e negociante
O vaoor Caruripe, cotamaadaate nrMt P'"8**' Ia* *tado neia mea-
Silva, seguir para u perla ae tu ne Gnnieroo n. O, utt toja da
_ *a 28 do corrente aa 5 horas da fcem a5sim uraa oulra ni villa do Pj
trele Decebe carga, eneommenaas, paasagei- Sjfe a flra* eommeicial de Visconcaltos,
r.s e dinheiro a frete al s i horas da larde *" 'lal n5 nl oniralo escripto, e
do d'a da sarada : eseriplorto no Porte do Matos '**' <>a nrma eommercial o sa
a- 12. como tal Dgurava eom a nrmai
COMPAWHIA PERNAMWJCANA------->** "*" <""
transaecoes sob a mesma Arma como se o
SI*Wegaiajo caaleira axar vapor. I auno se havla retirado, e
Goianna. de toda e qoalqoer tranaaecao, damant, fe
caite fosse socio, quando desde 18 de reare
se desncpaamM
aV
O vaprr Parahytoi, sesnir para r prejuuos, e e lodo quanto possa rasnlur _
porto aeirna no da 26 do corrente ou de mal em tovor da Qrma, e eonsiawW
as 9 horas da norte. ao suppheawee qae nao s na frente da K ja
carga, encomnendas, passageiros e di- n_ua.a permanecer nrma c immercial,
nheiro a frete no escriptorio do Forte do Mattos
BvB.
Espebticulo d do
s4 l|Jda tirde
IHItlgJ
C3MMERCS0.
Se em mar de leito a Barca se desusa,
Hntre as azas fagueira> da Bonanza,
,Naa Me pode nocer a certa rota
Bisonha? mao ao lernc.
Has se MOIM contrarios bramao, luctam,
E tiimiiltuio verde-negras ondas,
O pulso douto i de hbil Piloto
He quera pode rege-la.
T, Frederico, foste o hemmandado
Moderador para o governo justo
Do Navio Olindenso, que ondas larvas
Da borrasca ainda agitao.
E seguro o ti mao com sabio tino,
Ccmpnnha fallaste : O norte he a honra,
K o porto a liberdade bemregrada,
Nobre filha dat tuzes.
Tapando, como Uli ses, os ouvidos
celeumas, c prfidas serbias,
Vinos galharda a/hau vogar segara
Entre scyla, e caribdes.
Bordo o sul, bordo ao norle, urgem os tempos
A soberba amainar cumpre das velas ;
cavar agora Probidade ; agora
Ouvir o esperte aviso. .
ENGLLSH BANIU
O Rio de Janeiro Limited
Descoata lettras da prca i Ut3 a con-
endosar.
Recabe ainv!?iro c;n loota oorreDjB bia
Inso ftX:>.
Seca :i \isla ou n praso sobre as c' !ri
jrcipacs da Europa, fea torTesoondpntt!
ia Baha, Bnenos-Atres, Montoviflfto. No1*'
; Ncw-0rl<\~.ns, e riitir. eartas ii ereHo
Dar os mesmos higares.
UA DO COMMEHCFO N. 3H
-PROGRAM.tA,.
1." Svmphoiia.
t." Ejercicios equestres, pelo artista Laiz, sobre
um cavallo a can -eir.
3. O %o c a gallinha, pelo artista Aldaba e o
paHiaeo.
Vo Evoliiftes |estr.'>. aela menina Juanita,
de 7 annos, sobre um eavall.
o." Morilho, cavjll i amestrado, apresen'.ado r
Rberdade pelo director.
fi." A petirao, os asustas Uii. e Casar aejeanta-
rao os dnus henajes, grupos pyramidaes, sobre
dona cavallos.
litervallo de 30 minutos.
1 Pela primeiii vez, o rector dancari com
di ns maainns atados a is pea.
8." Mr. II motete e Pascaro, scena jocosa e bar-
jle-ea exeCDIada pelos arti-t.n I.iiz, Cesar e Vi-
*enie. sobre 3 cvalos..
, fl. L i Amaxona, pela senhorila Auna Casali so-
Vieeit;.
II. lima divertida pamlomima, (f l'errot cni-
nheiro
O- bhetos do eaaaarute*, eaddaat e plateas,
venda-s no dmsbm eiwa
Cim i-6eni.Ji-........ 12*000
adeiws....................... 2*000
Geraes.......................... 1*000
Cadeiras atabas para Heaiiem..... 2*ooo
Ao pubico.
Casali durante o lempo i.e se deiDorar aeata
cidade redohrar em cada rept*cswta$&o os seus
esfor-w n ieln para s t. nwt rred>r dos stiffra-
gios e ai;j!aus > disinelrt publico Pernaeabo
i-ane.
COMPANHIA PERNAMBCANi
aa
VavetacSo coatelra por rapor.
Parabyba, Nata', Maco, Moasor, Ar>
caty, Cear, Maijahrj, Aearae* t
ftcanja.
O vapor Ipoptft, comn%aodante
Monra, seguir para os porto*
_ cima uo dia 30 do corrento as chra-
la tarde, ftecebe carga at o dia eaeora-
aendas, e passaaeiros o diuheiro a frete at a
m
transaecoes conttoaa a mesma arma; e i
conste aue o sopaneanle nada maia tea de
mum com a dita firma, e neo tero resp__
de alguma, por isso rem de coiiformidade <
artigo 391 do re-pilnaiento commereial
contra o arocedimen de Maooel Piolo aTaa-
coocellose Luiz Mana Pinto de VaseooceaW pa*
asarem da lirma do-snuplu-anti- e requeres" apa
V. S se digne mandar tomar o sen jaranearan, e
bem assim tomar o se protesto na forma iU Ir,
para o que requer qne soja citado a Manoel Piala
de Vasconcellos que aqai reside, e por prmljfia
Luiz Mara de Vasconceos, que reside aa vaia.
do Pilar.
Nes'es termos pede a ?. S. que se
e
i horas da tarde do dia da sahida no escripto- I dar tomar por termo o protesto reqaerHk
rio do Forte do Mattes n. l. de feitas as inimajoes, ludo dj conformida4a
a lei de que R. M.
Macei 9 de abril de IWH.Assignado.
Iko Jos Nuiles Leite.
LEILOES.
Sellado.
Despacho.Tome-sc por tvrmo fazrndo-se ara-
querida intimar'.
Macei 9 de abril de 1870. Assigaado
Parizo.
AMA
Precisa-se para comprar a eotjaaar
pessoas : na ra da Cadeia n. t.", loja.
para iras
Sociedade Patritica Doze de
Setenio o. ,
i
COiPO CO^Sl'LAR.-flije ao meiodia o corp i Que Argonauta, ou dormente Palinuro
-v.n roniBriiaratar S. Exc. o Sr. presidente da pro-
i, pela terminacao da guerra.
SO EDADfl JVBNTUOE. Tendo diversos
unios desta sociedade resolvido alforriar algamas
crianc-H, como prova de regosijo pela terrainagao
'residir poltica manobra
Mais sabio, e til ? Os cachopos cegos
Fatacs tem sido a muitos.
! No afn robaslo da viagem larga
Fixaste sempre proveitosa a vista
Navios entrados no iia -~J
Rio de J metro e porto* int;rm diosG di ta
0 19 horas, vapor brasHoiro ArinBS, do
fiOO toneladas, coinauidanto o Io tenent1!
1 C Duarto, u^ut agim 5, carga varios
gneros; Aitonio L. do O Azeved
Rio Formoso(> horas, vapor Brasieiro
Paralu/ha, de 1 4 toneladas, cominan
danle Oiveira. equipagam I i, em lastro ;
companliia peniambtic.iin
Montevideo33* dias. patacho portuu z
Jos, cipilao Fernando Pereira, equipa-
gem 9, carga 3200 quintaos de carne
bespanbes : Joaquim J, fi. Uiltro.
iVario snarfo no mesmo dia.
Baha.Barca ingleza Olinda, capitao Pro-
cose, cirg parte da que trouxe-de New
York,
Porl s do norte.Vapor brasileiro Arimif,
commandante o i lente, I. G. Duarte.
DEQLARACOES.
VM
ltio do Janeiro.
Para o porto cima seaae em poneos das a bri-
gue nacional h'ibe!, teai pratapii a maior parle
do sea earregamcilo. para o re>to que Ibe falla
iraJa-aa com os aaasiiUiattTias Amonio Luiz de
Oiiveira Azovedo A C. -coa da Cruz n. 57, primei-
ro andar.
Pela recebedoria de rendas internas se faz
publico que neste corrente mez e no de abril
proxm-i futuro, que os contribuintes do imposto
sobre industrias e proflssdes teem de paga-lo, li-
vre de multa, e que lindo o referido praso ser
:obrado com a multa de (i 0|0.
Recebedoria de .Pernarabuco, 3 de marco de
1870.
0 administrador,
Manoel Carneiro de Scnza Lacerda.
coiiPAiiA mmm
Paquetes vapor.
Dos portes do norte esner.id(
a: o dia 2" do corrate o vapor
Cruzeiro do Sul, commandaule J
P. (inertes Alcoforarto, o qnai
depois da demora do costume se
gira para os portos do su i.
Desde j recebern-se passaceiros e engaja-se
sarga que o vapor poder cnnduzir, a qual dever
ier embarcada no dia de sna enojada. Encomraon
las e dinheiro a frete at as 2 iiuras do dia da su
*ahida.
Nao se recebem como enco'nmendas seaao ob
ectos de peqaeno valor e que nao excedan a dua,-
.irrobasde peso'ou 8 palmos cubcasete meicao
ruda que passar destes limite dever ser embar
ado como carga.
Previne-se aos senhoros passageiros- que suas
passagens s se -recebara na agencia, ra da Cruz
u. 57. I* andar, escriptorio de Antonio Luis de
OHveira Azevedo 4 C
LEIL10
de movis e livros.
Urna mobilia de jacaraml com 16 cadeiras de'
guarnicao, i de bracos, 3 do balanc, 2 consolos
cum pedra, mesa de meio de sala e sof, um es-
mllente piano forte, um guarda roupa com porta
Je ospelho, um dito de mogno, um rico guarda I
vestidos de raz de amarelio, 2 ,'espelhos grandes
para cima de aonsolos, um guarda loucade ama-' A commizso central desta sociedade faz paati-
rello, ama mesa elasiiea, 1 grande apparador l'o que para evitar inconvenientes, o rarro a>
eom lampo de pedra marmore, 18 cadeiras de .riumpho, na passeata de luje rsian..nari ornen
Jacaranda, 1 importante rel-^io para cima de me-, ^ em frente ao palacio da presidoncia, raa Nava.
sa,-2 marqnezas, banquinltas, um berco dj ama- rua da Imperatrii, e Visconde de Pelote", aToaaa
relio, candelabro, serpentinas, figuras, eneites loderao spr recitados as pwaias e diseurn-.
para consolo-, jarro* ae crystul e porcelana, qua
dros avalaos, i machina de costura, urna banca
para alvogado e diversas o1>ras de direilo e lite-
ratura.
Torf a-feira <* do rorrete.
O agente Martins aulorisado por um seu ami-
go que se retira para o uorte far leilao de todos
os movis cima no segnn Jo andar do sobrado n.
2 da rua da Imperatri? que faz esquina para a
rua da Aurora, as 11 horas do da cima.
A
Limsnl,
! secretario.
K
Pap igaio fgido.
V.-u'u da photographia allemiia, tunan lo a di
receao da rua dis- Cruz-n. tevaasM um pelaeo n
corrente d9 latao de 8 p^legadas: quem o resti-
tuir ser rcconioensadit.
*Joaquim llodrKue.s lavaros de M>-llo, praca.
do Corpo Santo n. 17. Io andar, lejn p.ira vender
cal de Lisboa, potasa da Itnssia da mais aova.
viuho Dordeaux saparinr qaaadade, c lariaaa de
mnndioca.
I
De um conps elegante, com ri:as lanter-
nas e arreios de metal principe.
Um cabriole! americano de i rodas, co-
berto, com Linea para um e doas caval- j Pardese no dia 21 d rorreota pilas i horas
los e arreios, da nianhaa. uiu cinmendo da ardan da rosa: a
]>n iH'i-e! a 2 2 lie ahril aa II P6*5"'3 que a tiver arhado, qu'-rendo -nirrgala
senaria iei^ a ae aurn aa a a (|a M B feianre-
lioras eiu poalo. 'compensad-,
Por ntervenco do agente Pinto, no largo do -----
Corpo. Santo lado da sombra.
Precisa se di ama ama para casa de ponca
familia : na rua estrella Jo Horario a 3i, priuiei
ro andar.
AVISOS DIVERSOS.
O fogo
horas.
AVISO
d Ijrgo di C-irpo Santo hojeas!
Permutase a re-idincia de um priraeiro andar,
com bons commodos para qualquer familia, silo
em um dos melinres pateos do burro de Santo
Antonio, cuj alagele 22O00 r?. mensaes, por
outra que seja tambem primeiro andar e ni mes-
mo bairro, embora pague se superior aluguel. O
motivo se dir ao prelendente, que pode dirigir-so
-J^*^.^-^M,froa.i
' Precisa-so de orna ama uue saiba fazsr asla
servieo de casa de ama familia de 2 pessoas : ao
travessa de S. Jqmj n. 3.
Di-te algum dinheiro a premio sobre hgrpo-
theca em pedrios n'ests cila'Jo : ruado Cie-pi
! n. 12, loja, >e dir quem d.
Precisa-se de urna ama que compre e eosi-
Cozmheira
Precisa-se alugar urna cozio eir para casa de
pouca familia, paga se bem : na rua do Apollo n.
2i. 2 andar.
Amanhaa, 23, nm amigo e comprovioettaa 1*0
fallecido Jos Gabriel de Mello Pinto, manda cele
brar missas por sua alma no convento de S. Fran
seo, a 6 1|2 7 e 7 1|2 horas._______________
I AMA
Na rua Nova n. 11, primeiro andar, precisase
de urna ama forra ou- acerara, mas que saiba bem
cosinhar e engommar ; na mesma casa, cr.mpra
se urna escrava rB a? mcs*i.;.s :bilidadrs aeima:
quem tiver apresente-a.
los Joaquim dos Santos Jnior, desde 20
de alril corrento deix>n le ser caixeiroda loja
Fragata Amazona, onde esteva ltimamente ea-
earregado da cobranza.

Atten^o
Ao Sr. Antonio Pires da Silva Jnior, portuguez,
de Villa Franca, desoja-se entregar urna carta
ehegada de Portugal pelo annunciaote : na rua
das Cruzes n. 9, 2 andar.______________-
Club do Monteiro
Hoje baV reunfo familiarr
P. J. hayme,
Empresario.
MARTIMOS
s
COaIRA FOCaO.
A Conpanhia Indean i saetera, es
testa praca, toma seguros aaaritimos
avioa e seus carregamentos e contra faga
m edificios, mercadonas e mobibas:
roa do Vigarion. 4, pavimento ter ee.
I CABG
Wl esquina
da rua larga do
Rosario.
?
D,aa*D .^ DDaK DOM^S
GABUGA
esquina
te importante estabelecimento no seu genero, tem levipre um sortimento sem
e vende por presos que nenhuma outra casa pdfe vender. ,^ larira
vista da qualidad e do pre$o da jeias cada um poderH5t>ha oonvemeer da rerdade. ^^
Oarante-se ser tudo de lei. Comprarse raro* prata e pedras fin^r, por pretjos multo ele- Rosario.
A tala, est aterta sit te h*& fe^qflte,



*
4
Wxti kviPerJlkkfc) Ubacfo** Abl* "rtho
mn preventivo seguro e certo contra
** ivice>
toh d e restaura for^a. e sapidade a pellt
da cabeca, #
EJle de pfmpto fezcessara queda prema-
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos a-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos era
qualquer forma e posico que se' deseje
n'um estado formoso, liso e macio,
lile faz crescer os cabellos bastos e com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornaren)
brancos.
Elle eonserva a cabeca n'um estado de isoj
cura refrigerante e agradavel,
EHe nao demaziadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadizo.
Elle nao deixa o menor cheiro desagra-
davel,
Elle o melhor e u mais aprasivel artigo
para a boa conservarlo e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o pen-
teado dos cabellos e barbas dos senho-
res,
lenhum toucador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Tnico Oriental
o qual preserva, limpa.fortifica e aformosea
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, 1. da C. Bravo & G. P. Maurer
A C, M. Barbosa, Bartholomeu G., e em
todas as principaes lojas de perfumaras
e boticas._________________________
George Starr, testamenteiro do finado C.
S'arr, hx publico ao respeitavel corpo commercial
de fundido sito na cidade nova de Santo Amaro.
continuar a ser da mesma frma gerido pelo an
nunciante sob a mesma firma C. Starr & C em
liquidacao: <> que para compra vendas e rece-
tmenls tambem continuar o antigo caixeiro
Joaquim de Ovdra Mello.
I Medico ?n.DR\-iM&ME
1 MeX falls, Yecem cn*Wo- da
.*, ftxon & a residencia nosta
vapital, i roa. (jstreita do
osario n. 32, 2
noas da maohai, e relb
nscripto qualquer hora do da ou da
nonio.
Aos pobres d eoosalua as mesmas
horas o medicamentos gratis.
ra
n. ti.
tcha-se etabetcdo
cima, onde pede *w procirndo para todos
misleres de sua procisao.
huhl.
Napracada Independencia n. 3J se da ai
ibeiro sobre penhores de oaro, prata e pedra
oreciosas, seja qual a qaaotift; o na raesms
jasa se compra e vende objectos de ouro e prata
i igualmente se fai toda e qualquer obra de en
OTbmenda, e todo e qualquer concert tendent*
i mesma arte.________' ______.____________
Aluga:se unja endiento luja na ra
Nova, propria para um grande estabtlci-
mento de fazendas, i tratar na ra daCruz
n. 48, i" andar.
IHHWHMWI
CASA nXFB.
Aos 20:000)0000.
Bilhete do Rio a venda : roa do Cabos* n. 1
ende Vieira A Rodrigues. _______________
PEDIDA
S
TINTINARA franceza
55-Rua da Impeati iz-55 1
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo- \
i te, com a maior pereiso, faiendas em j
a pecas e em obras de todas as qualidades;
J como sejam : sida, la, algodao. hnuo,
a chapeos; de felt.ro e de palha etc. eto.
Tira-se noioas e limpa-se a seccosem
| molhar os tecides, conservando assim to-
2 do o brilho da fazeoda.
Tintura preta as tercas e sextas tei-
S ras.
mm-mwm
aKtma waaamamtaTMamm
Precisa-se
VMA.
Na Iravessa aa roa;
das Craics n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nklro sobre penhores
de boro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a quan- g
lia. Na mesma casa cora
pram-se os mesmos me
taes e pedras.
Pede-se- encarecidamente aos Srs. Domingos
Theodino Rigueira e Arstides Florentino Caval-
canti de Alboquerque (de Sennhem), que venham
ra do Vigario n. 14, a negocio que se precisa
ultimar rifeol*________
CABELLEIREIRO
51-----Ra da Cadeia do Eecife-----5
Chama a attenc5o dos seus innmeros fregueses, e do respeitavel pobnco e
geral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os qnaes sao vate por *
mais barato do que em outra qualquer parte:
8 250,
4O0QOO
50^1000
50,5000
Cadeias para relogio a 54, 6#,
70, 80, 90, 120 e. .
urna ama : na ra do Pires n. 5.
AIVOGACIA
O bacharel Augusto Garios Vai de Oliveira
tem o seu oscrutorio ra do Imperador <
n. 67, primeiro andar.
m
Cabelleiretro
tlua da Cruz n. 24, Io andar, por cima da
botica.
Antonio Rodrignas Ramalho acaba de abrha
concorrencia publica um espaijoso c asseiad > salao
para barbear e cortar cabellos, e aianca que nelle
encontraro seus amigo?, antigos liegueies, e em
geral todos os que quizerem freqnenta-lo, agrado,
actividade e bom desempenho do trabalho.
COMPANHIA
DOS
TEMOS RBAOS
DO
REC1FE A OliODA.
Porordrm da directora sito convidados
lodos o* Sis. accionistas para -o dia 29 do
correte, as 10 horas da mai.ha, no salao
do Club l'.'innmbucano, se reunirem em as-
srinbl i '.' ral, segundo estabelece o art.
13 dos estatuto* da compahhia.
Bscriplorio da companhia, 1(3 de abril
de 1870.
Joo Joaquim Alces,
\ secretario.
Jii .luii') do Amorim com sua familie convida
ao seus parentefi b amigos a;sistiri!m a urna
missa que, p>r alma de mo pa'zado irmaoManuel
Joao de AmoriiD. manda celvbrar na greja do
Oorpo Santo, no dia 26 do corrente, as 8 horas da
manhia, primeiro annivorsarlo do seu passa-
nwntn.
Mudanpa.
' O Dr. Carolino Francisco de Lima Santo* mu-
lou sua residencia e consultorio para ra do
Imperador n. .*i7. i" andar do sobrado ojo arma
zein conserva aioda heje o nome de Alianca,
lendo a entrada, que pelo lado da punte Seto d>'
Seternbro, o mesido numero "", da frente. Ahi,
continuando o dito Dr. no ejercicio de sua pro-
lissao de mdico e de operador, pode ser procu-
ado a qualquer hora do dia e da noute.
* No segundo andar do sobra jo n. 23 da ra
estreita do Rosario precisase de urna ama forra
oa eserava.
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Santo n. 25
ARMAZEM
Ra Nova a. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado & C, avisam ao respeitave
publico que nos lugares cima encontrar no mes-
mo sempre grande qnantidade de ditos pocos, e
que se acharo habilitados para vender por menos
que oulro qualquer, por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante. Nertt-o, de Londres.
As vantageosque offerecem os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocadoa den-
tro de casa ou fra, com o trabalho de urna a duas
horas; segundo, l'ornecerem os mesmos agua pu-
ra e abiiLdante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciantes s reeeb.Tao a importancia dos
referidos pocos depois de collocados, salistazendo
espectativa do comprador.
0 C1RLRGIA0 DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scienljfiear ao respeita-
vei publico esi geral, e aos seus clientes
em prim aini uu/cii-o mu.iiiu o seu gabi'
netc de consultiis TU raaimtiui n. i- por-
a do Queimado n. Z\ primeiro andar, core
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profisso, todos os dia; uteis das 9 horas
da manlia s 3 da tarde.
Tambera previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serao precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeico de
seus trabalho?, o que j bem conhecido,
assim como as; eommodidades dos precos
VOS HABITAXTES DO
Imperio do Brasil.
Grande exposiqao na cidade de
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter lu-
gar a abertura da esposlo nacional em
Cordova.
Prcvine-se. portanto, a todos os produc-
tores, agricultoies, fabricantes, artistas e a
todos aquelles que exercam qualquer indos
tria, que na dita expesicSo se recebem tod' s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem rcme'.ter.
Estes productos esto isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
der3o ser dirigidos cidade ao Rosario, de
onde sero tranportados pelo cammho de
ferro central.
Para mais expcacoes dirijam-se era Per-
nambuco, ra da Cruz n. 3, ao consulado
argentino. ______^_^_
AO ARMAZEM
DO
lina Alora a. 7,
acaba de chegar pelos ltimos vapores novas re-
messas dos seguinte) :
Calcado francez
Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou-
tras muttas differentes cores i ultima
moda.
Para meninas.Botinas das mesmas cores e qua-
lidad^s cima.
Para homens.Botinas de cordavao. beierro, ver-
niz, pellica, o melhor sortimento que se
pode desejar.
Para meninos.Botinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para homens.Botas rucianas, meias-bolas e per-
neiras.
Para homens, senhoras e meninos.Sapatos de
tapete, aveludados, charlte, casemira
preta, tranca de Lisboa etc. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
muilas qualidades.
Quinquilharias e Brinquedos
para crianzas.
Cabelleiras para senhoras
303, 35,5 e. .
Ditas para homem a 35, 40(5 e
Coques a 12,5, 15,5, 18^, 20^,
250, 304 e .....
Crescentes a m, iU, 18<5,200,
253, 30a e.....gjaooo Corte de cabello com lavagem t
champon...... .
iOAOOO ^rle de caDelloccm hmpezi da
Corte de cabello,
Corte de cabello com fricco.
5*.
Cachos ou crespos a 30, 40,
"60, 70, 80, 90 e. ,
Tranca de 'cabello para annel a
500 e.......
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25 e
501
501
monos
GLOBOS
GLOBOS
De papel de cor para as grandes Iluminac5es
geraes que devem ter lugar nos tres das dos
festejos; vendem-se baratos no armazem do
Vapor Franoez ra nova n. 7.
Lavas v Luvas de Pellica
Luvaa de Pellica
f)o vordadeiro fabricante Jouvin, brancas, pretas
e de outras muilas cores, bonitas ao ultimo gosto
e chegadaj de novo ao armazem do Vapor Fran-
cez ra Nova n. 7.
cabeca pela machina electri-
15000 M, nica em I'ernambuco. I0OO*'
, Frisado ingleza ou i franceza. 50i
300000 Barba. ,....... f
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e soiifrres
O dono do estabelecimento previne s i Repommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha umjPONtZA para enegrecer os cabello* bar
,* para Untara o. cbe,loS barta, -i Jj* *-* *2g*ST?,
sitn como um empregado smente occupa-{]am(. analysada e approvada pela acad*
do ness* servico. mias de sciencias de PARS E I-ONDRES
DOllOJliMrL
GRANDE COSMORAMA
28--Camba do Crmo--28
Paraguay.Visla da passagem- de Curapaity, bombardeio e temada de Curm, pas.'agf ie B-
mavt, abordagem dos encoura?ados, passigem de Mercedes, abordagem do enecura-a
do Alegos, combate de Riachuelo o passa era
vidro.
Urgencia.
Pede-se ao Sr. Francisco de Salles e Silva quei-
ra app-irecei a negocio que Ihe diz respeito, no
Bazar da Moda, ra Nova u. 50.
Bartholomeu & C,
AMA.
22 precisa-se
Na ra da Cadeia do Recite n.
de nma ana para cosinhar.
Hospital I'ortuguez de Beneficen-
cia em Pcrnamliiico.
Tendo de so ministrar o sagrado viatico aos en-
! rmos dcste hospital na domingo 24 do crreme,
a 7 horas da manhaa, manda o Illm. Sr. prove-
ilor convidar aos membros da junta administrati-
va e aos senhores socios de todas as classes, para
aastirern a i-ste acto, conorrendo assim para a
sua maior solemnidade.
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em Pernambuco 21 de abril de 1870.
O Io secretario,
Joaquim Xavier Vieira Ligo.
0 DR. cmiM
Medico homeopatha, pode ser procurado do sen
consultorio especial homeopalhico no largo da roa-
'.i iz de Sanio Antonio n. 2, 2o andar.
No mesmo con-ultorio tem sempre grande sor-
timento de medicamentos de homoepathia, unto em
globos como em tintura.
TERDADE1R0 LE ROT
de IClliaBET, Docteur-Nriffln
Ru de Saine, 51. & PARS.
AVISO
DA
Tinturara Franceza
imelte
sitaren!
U piu.
'~* previne as pe=soas que deposil
S nelle alguns objectos antes do primeirro 8
8^ de Janeiro do anno corrente, que os vao E
lg2 buscar improterivelmente no praso de 2
jjffi um mez da data da presente publica- 3
sil cao, do contrario sero os ditos objectos
22, considerados como abandinados para pa- S
P|t gamento do trabalho, e seus donos nao ^
a| ter&o direito nenlium em reclama-los em |
H lempo algum. B
ffi Itecife, 29 de marco de 1870. ;l,
mwmwmmwmimmmm
A ioiperatriz regente.
Com esta denominado chegaram a loja do Pas-
so pelo ultimo paquete os mnis ricos chapeos de
palhinha-nretos com enfeiles de cores, objecto es-
te o mais moderno de Paris, cheguem antes que
se acabem : a ra do Crespo n. 7 A.
CIliTONI PURGATIVO EDEPUBAWO
DE
CHAMBARD.
Composto das plaas as mais
Paraguay.Glorias do ejercitobrasileiro e tomada te lombas Va'cntnas.
Rio de Janeiro.Vista do Castello.
Portugal.Vista do Porto.
Italia.Presa de Palermo por Garibaldi.
Iiatia.ViiVa de Miln.
Hespanha.Vista de Madrid.
Franca.Seena da opera de Pariz.
Inglaterra.Vista geral de Londres.
Todas as vistas sero mudadas aos fabbados e segundas-feiras.
de Cuevas. Tudo ser vi?to em nm v
DEMICO
Imperatrz 13
odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais elevados, o <7h
toni-purgativo de Chambard, possue um gosto sa-
boroso e um aroma suavissimo, e as propriedades
as mais nota veis sobre os embaraces do estomago,
dos intestinos e do ligado o desobslruente por
excellencia na constipacao do ventre e nao tem
resguardo nenhum.
Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, lefresca o sangue depurando-o.
O uso do cha-Chumbar pode ser continuado
por muito tempo sem o menor receio e sem in-
, commodo nern mudanc^ no modo de vi ver.
--^r-pTOJiiciano ^este eslabelecime
Engenho para arren-
dar.
Arrenda-se ou vende-se o engenlio Conceicao,
outr'ora Gananduba, na freguezia de Jaboalo, dis-
tante da povoaco tres quartos de legua, moendo
com agua e copeiro, com abundantes trras na
extencao de legua e meia em circunferencia : a
tratar na ra da Cadeia n, 4, ou no mesmo enge-
nho com o seu propietario Jos do Reg Damas
Coutiobo.
vlnho, pllulas, xarope e tintura
de jtjrubeb^. simptjes e ferruginoso j
Oleo, Pomadae Emplastro da mesma
planta pf;eparados por
BaRTHOLOMEO & C"
Pharmaci: uticos- Droguistas
l'IItWHBK O
A Jurubeba : est* plauu t hoje recoobecidt
:<>\u o mais poderoso inico, como o melhor
lobsiruenle, e como tal applicada nospadecimenloa
do ligado e baco, hepaliles, durosas, tumores inter-
nos e especialmente do alero, bydropesias, erysi-
pellas, iic; e associadi ao trro e til as paludas
corea, chioroses a falta de menstraacio, denrran-
jos Jo estomago, etc., e o qne disemos atteaUt
innmeras onras importantes .obdes oom nossoa
preparados j beo conhecidos e osado* pelo* Mais
dislioctoa mediccs do paix e Portugal. Em todbs os
nossot depsitos distribuimos gratis folhetos ou
melhor faaem conhecer a Jambaba seo* resultado*
applicaclo.
Aluga-se ou ebmpra-se um escravo com
pratica de servido domestico que tenha de 15 a 20
innos de idade : na ma de S. Francisco n. 72.
Contina agenciar-se a c mpra e venda de
predios em particular, na roa Direila n. 112, em
cuja casa ha para venderse urna grande casa na
freguezia do s Jos : pode ser procurado das 7
horas at as 9, e das 4 at as 8 ; no andar
terreo.
j preto ga
Goi
ir WO frr.iKin so^
brePars sccilatc!
ai4*as
4CMWU.
rendo se entregado boje W, a um
nhador com um bilbete para Partan Gomes da
roa do Queimade 16 pecas de nttapulao com a
marca na peca de M. O. e como at esta data nao
apareija o preto o nem a fazenda pede-se a quem
souber lsuma cousa a este reapeito> -participar
na casa de James Reyder 4 C. ra d Cruz n. 6,
que ser gratificado ; outro sim, gde-s qae e
por acaso algum logista tenha reeeFido esta fa-
zenda,.quetra por favor pan
acuna
AVISO
M ctnvalescentet is pastas
iracas e debilitadas
"
0 Ql INIUM UUMUailt tppTOTCd*)
pete Academia imperial de mediciaa te
Pieut o tnico por excellencia
NA
34-
PHARMACIA E DROGARA
Bartholoiuen & V.
-RA LARGA CO ROSARIO-
-31.
Ama.
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar na
ra do Imperador n. 6o, 2o andar, ou Passeio t'u-
blicc n. 60.
eitor.
Ulysses IrmSos proprietarios deste bempnhocico e acreditado eslabelecimf
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seos numerosos re-
guezes, tanto desta pra^a, como de fra, que lendo sido elegantemente reformado i
estabelecimento acha-se completamente sonido e em condicoes de bfm serv los 0 s
seguintes arligos:
Jos Vctor da Silva Pimenie!/ seus lenros lilhos
e D. .bernardina Francehna de Carvalho, pungi-
dos do mais doloroso sentimento. vetn do intimo
d'alma agradecercm a todas as pessoas, e com espe-
cialidade aos Rvms. Srs. Carmelitas e Francisca-
nos, e a irmanilade de Nessa Senhora d Terco a
prova de caridade que deram, em assiftirem ao fu
neral e a;ompanharem aocemiterio publico, os
restos morlaes de sua mui prctada esposa, inai e
lillia. D. Mara Mxima de Carvalho Pimentel, eno-
varaente os convida a lodos os seus parentes e
amigos para que se dignem comparecer sahbad
23 do corrente as 7 horas da manha, na igrja
matriz da Roa-vista, para assistirem a tnissa e
memento que mandam celebrar por sua alma,
pelo que desde j antecipam o seus agredecimen-
tos.
V. PALHARES
Centelhas
Colleccao de versos sobre a guerra do Paraguay,
venda na lvraria Franceza, na livrana Pari-
siense e na loja de madama Falque. _________
Precisa-se do um trabalhador para tratar de um
sitio pequeo ; d-se casa propria para morar, e
paga-.'e a secco, preferindo homem casado : a ira
lar na roa Nova n. 19, 1 andar.________________
Panno de algodo da fabrica Todos o
Santos do Illm. Sr. commendador Pedros, j
chepou ao eseriptorio de Joaquim Jos Goncalves
Beltrao : ra do Commercio n. 17.____________
Precisa se de tima ama para cozinhar : na
ra do Caldeireiro n. 68._______________________
Offerecese urna senhora habilitada no ensi-
no primario, para leccionar em al&uma casa par-
ticular, nesta cidade ou fra della : quem preten-
der dirija-se a e-ta lypographia._________________
Pre:isa-se de urna criada que seja perfeita
engommadeira. para casa de pouca familia : na
ra do Imperador n. 51, 2 andar, ou do Uespe
n. 8, loja de 4 portas.___________________________
Assassinato
O abaixo assignado, senhor do engenho
Malary, do tormo de Goyanna, recommen
da a todas as autoridades policiaes desta e
outras provincias, a captura de um escravo
que Ihe servia de criado, de none Belarmi-
no, de idade de i annos pouc mais ou
menos, cabra escuro, de cabellos carapi-
nhos. pouca bai ba, olbcs empapussados e
amortecidos, falto de um dente na frente do
queixo superior, tem urna sicatriz no rosto,
de estatura ordinaria, cheio do corpo, o
qtial na madrugada de 7 do corrente mez,
assassinon no referido engenho a um par-
ceiro de nome Francisco, e se evadi, n5o
tem sido possivel a sua captura, mesmo a
despeilod s raeios empregados pelo abaixo
assignado e pelo sob-delegado de polica de
Goyannnha, enjo districto pertence o lu.
gardo delicto. Engenho Malary 11 de abril
de 1870.
Seraphim Velho Camello Pessade Albu-
qtterqtie. -___________________-
Um escravo.
Vende-se nm escravo nardo de idade de 13
30 annos. boa ligura, bastante inteiligente, pela
quantia de 1:000*000 ; a razo de.se vender por
esta quantia o escrtvo ser inteiligente de mais
para sua eondtecio e nao servir para todos os
Srs.. e lambem por ter de remetter-se a conta da
venda nata,o mwahor n.vCear : tratar na
ra do Crespn. 17, loja, ou ra da Penha n. 1,
3 andar. W. T
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Bahia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarro s
de palha de S. Paulo, de 3*5500 a 7A500,
o milhoiro, Doni. 1 do Rio" Novo, Maurily.
Imperiaes, Teneies do Diabo, Duque a
Caxias, Gandou etc.: de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaes, IJaependy e
muilas outras qualidades.
Fainos
Afamados de BAEPENDY em caixes de
0 libras IfJiOO rs. a libra, em pacotes
a 2$, de 20 para cima a 10800 e em maior
porco lf>500 o pacote de 1 iibra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs., e outras
muilas qualidades como sejam : Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
ele. etc.
Variedades
PONTEIRAS para cuarolos e cigarros !e
todas as qualidades gostos e preces.
CACHIMBOS de superior espanta, de i
dera (raz; de 35 at W, a dtizia e de a i
ii as qualidades a retalho.
PITOS p de gailinhados memores
lia nt'ste mercado a 35 eS^OO a tkuia, ;
com grande abalimenlo em maior ftm
ditos de lo tica, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e eooro de diveros
gostos e prefos, para guardar fnmo.
CARTEIRAS para cigarros de UkIos I
systemas.
PIIOSPHOROS de cera, em caixas de
dos os lamanhos, de Mfmfl a baio
PAPEL de milho, de a roz. san, pintado, ce linho etc. palha deaNli
Fernando a melhor possivel.
Alm dos artigos mencionados encontrado nossos freguezes oolros mnitos N| -
ero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com soas prew >
sero sati. factoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Boa da Imperatrzlo
i uuiumi
I SO-MJA MVA--53
5 Os abaixo assignados proprietarios oeste eslabetecimento, paiikip
^ que, continuam a veuder muito barato e em vista ao grande eortimenlo de
g miudezas da melhur qualidade chamam a altenc5o dos Srs- commercianles
^K re retalho aflm de comprarem o que Ihe for conveniente ; com desconlo de
0 10 Ojo, pagamento ralisado no mez da compra.
tt* n Jos de Souza Sonrt* & f. %
SOCIEDADE MIAO BERTICEITE 1A-
BITIMA
Pela directora sao eonviadM Mu m *om*
para comparecerem a auetnMa geni w taMp
2i do cerrente, as 10 horas da aaahia, m sai
de suas sessOes, para se rratar dos ialeru'u da
m sin a.
Secretaria da sociedade Vatio BeMraate Ma-
ntilla em Pernambuco 19 de abril de HM
O 1* secreta
Joao Rodrigue
V
Publicado na corte pelos Sr?. Angelo Thmuiz do
Amoral e Eduardo Augusto de Oliveira.
Esa folha em cada numero coptm artigos de
fundo sobre a polticaGaietilhaEcho da cida-
de FolhetimVariedades-sRevsU com;nerc;al
annun:os, etc.
Assigna se por anno14*000
Seis meies 7 #000
Tres meies i#000
.Nao se aceilam assignatura* sem previo paga-
ento
LVRARIA franceza.
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Apipucos.
AVISO.
Da segunda-ieira 18 at sabbado 23 do corren-
te sarao supprimidos os trens de 7.20 e 9 horas
da noile do Itecife e de 7.20 e 9.50 de Apipucos,
sendo suppridos pelos seguintes :
Do Recite 7.30 8.30 9.30 10.30
e Apipucos 7.35 8.35 9.35 10.35
E nos das de festejo 21, 22 e 23 haverao tren.*
de hora em hora das 6 horas da manhia a meia
nite tanto de ida corso de volt*.
Em virlude de prohibirlo do illm; Sr.
Dr. chefe de polica, no dia 24 do correte
O abaixo assignado, morador nojwcco do Tam-
ba do bairru da Boa-vi*ia, sendo frequentemen-
te eocommeda lo por algias de sem viwotios, qne
pwcuram manchar a .ua reputocao, manifesun- ri tarrlfl at aue se inde o
do al a uillo <|Ue se passa no Interior? de s a U
casa ; pede as autoridades brasileira? qne re dig-
nem de faier Ihe a justica de que precisar, para
o que invoca a sua aUencao.
He:ifek50 de abiriLde 1870.
hnwel 94 Wtedra IJarraUo.
para a mesma.
~mkw~
e
fogo artifrcial qoe se tem de queimar oo
rio. entre as ponies de S. Isabel e da Boa
Vista, 09 treos partirSo da estacJo das offi-
cinas, e at. ah-smente ebegarao na volta.
Eseriptorio da compaobi, . 8Hb "" saSP
43
Sapatos dto hrn
A 11000.
Para senhoras e rapazes qne rakesa al T
ra Direila n. 45.
DE FIGADOS FRESCOS DE BACALHO -*-
lr*>, ,ti f jl
* PH*
v rMribM^-<>^< O oteo parto. (i'imi cln-m- :-'r;r. u um liuiias jtn *
ii,uii, taes como o tiyuru, a urruia, u pt*+a, a itxj, u< oleni na* "<'
o M ulton *rni /*, l'tram iii n^i'iaiio pra suidiituir o fr>-oc .,.1 1 induMila (> >r precio mui bios, em (uanio i)ii s fi SmdfW'** *J
AjVlih) n-lSlivaiup:ite muilo aro, \M(p 'iue pr obtei-k' frr*to*_*_
, f
'ArM *i u>r . Ii (i k;tn de 1S4. K*Ms ol-o-< paro d B*c"lhW
prnciOM RK'dicmnwtiui uu.t (tai univonai .****
I, IMf/rVM 1
prS ut 1
PPNlale l'imphu
- U oleo do Bogs mui fi
..'ha, o -00 rltr-iro *uae e delki
( 1'H.VtOIUO fator--tel do d.fe do* tr*.bluo
.0010 tcgiie : O ?! o*V d pclk*
HM.otc.e por a|'
di
enua
diMinfui
sardinh* frote*.
raCDLOAOB
M
;,.!..<. ate*
mu! do
oitm* paria* t
_ HoneaitUm um* krf* j
tfrcMA* alfum a,-----------
-



WPdiPmL&o -Sbbalo 23 de irAl'>'\%.


No armazem da travessa do Corpo Sanio n. 2o, ha scmpre um completo
sortimeBto*de objectos para carros, e que se vendempor precos muito rasoaveis, como
* sejam: m
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
Solas idem dito'.
Oleado preto e de cures.
CoHeiras de lustro oque ha de melhor.
Guarnieses de Uno lati para arreios, completos.
Lanternas e vellaa para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaquim Lopes Machado & C.
B JWHKHMK SSHklHHHiWniliI

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SJ.N S U (t "
A. roa do Crespo n.23 e casas do cos
O abaixo assignado, tendo vendido alm de
tras sones, dous quintas a. 609 com tiOOf
lotera que se acabuu de extratur a beoe
igivja de S. Amaro -do Serinbaem
aos possuidores virera receber. na conform-
dade do costume sera descont algum
Acham-se a venda os feltzasbilhetes garan-
tidos da i1.parte da lotera wecio da-igreja
da Casa Ferie (141"), que se extrahir na-terca-
feira 20 torrente mez.
Probos.
Bilhete 6*000
Meio 34000
Quinto 1*200
Em porcSo de 100* para cima.
Bilhete 3*300
Meio r| .<> tt> ,
Quinto 1*100
Manoel Martns Finza.
api
em
Precisase alagar um moleque de 12 a 14 annos,
poaco mai8 ou menos, de idaae, para mandados e
alguns servcos de casa, que lenha boa conduela :
na ra da Roda n. 48, sobraco.
Attentflo '
Na ra da Praia n. 34 ha para Yender grande
quamidade de saceos de farioha de mandioca da
Ierra or menos prego do qn em outra parle.
Ama
Precisare de nmaama para o servico interior
de pequea fmilia : na ra da Amizade n. 21.
Capnnga.
Ama
Precisa se de urna ama que cozinhe perfeita-
raente para casa de h. mem soltero, e paga-se
bem : a roa da Cadeia n. 89. _____________
Pede-se ao Sr. Jos Alves Ferreira, morador
noengenho MattoGrosso, o favor de.apparecer
na ra do Brum n. 34.


o
\;.\Ui4NGm'fi.4 -i
o
o
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este anligo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo quanlo
a moda e o bom gosto tenj inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venlia ver o que existe (le melhor em
aderados de brillianles, esmeraldas, robins e perolas, meios aderemos, pul-
ceiras* brincos, allineles e anneis de todas as qnalidad.;s, prata de lei faquei-
ros, collieres, paleiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilliantes e pedias finas, pownaror preco do
que em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente o esta arle.
Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos mudou sna residencia e consultorio
para a ra do Imperador n. 5', 2o andar
do sobrado, cujo armazem conserva anda
hoje o nome de elianca, e onde v-se
bem estampado o dito n. 57. AW, conti-
nuando o mesmo Dr. no exercicio de sua
proQssao de medico e de operador, pode
ser procurado a qualquer hora do dia e
da noite.
Alaga-se oprimeiro andjrdo sobrado da ra
da Scnzalla velha n. 50 : a tratar na loja de mes-
mo.
Fcrguolase ao lllm. Sr. Dr. juii muuicipal
do termo de Agua Preta, porque razao anda nao
poz em concurso o ofllob de ubeliao e escrivao
do mesmo termo, vago ha qualro uiezes por iner-
te do serventuario Jos Noberto Casado Lima ; e
qnal o alease publico, parcular ou local, que
prevalece ao cuuiprimento da le.
O Curioso.
Cosinheira.
Paga-se 300G0 por mez a u.na escrava para
ser empregada nicamente na cozinha, para pe-
quena familia : a pueiii convier annuncie para se
procurar._______________________________
Precisase de non ama para comprar e co-
zinhar : no pateo do Terco n. 63, padaria. _____
IR0 CHRIST1-
encontram-
des de vmh(
-*k5& aras
YOGADO
Pedro FeHra L>
m. ao Rio, de
criplDrio de
RcaOi^w'do Impe-ador a. J2, Io
f. onde pode ser procurado para o
o di toa profl?s5o, das 10 horas
da miaba as 3 da Urde.
Irmitidde das almas erecta nawtriz
SS. Sacramento da Boa-vista.
De ordem da mesa regedora convido a todos
nosso3 rmaos para comparecerem erar}586 con-
sistorio domingo 24 do crtenle, pelar* horas da
ma/ibai. a;lm de encorporados irmos acompauhar
--toissao do SS. Sacramento
de sahr damesma matriz
Consistorio da irmandade das almas erecta na
Hiatriz do SS. Sacramento da Boa-vista 20 de abril
de 1870.
O escrivao,
Manoel D. da Silva Jnior.
IfGfcO
.ftilEtE oJtlC
Pode sor procurado a qualquer hora do rtu ou
da,noite, prosiando se a de,' com toda a promplidao. Pratica operce?
D consultas das 6 s 9 hora
ra Nova n. 45, 1 andar.
da iiinuhaa, na
lentes de
para cabe
es para alisar Jdi fyv
rs
do
prpdssao do SS. Sacramento aos enfermos que
Jas dos Santos*Oliveira, sna mulher e Antonio
dos Santos Oiiveira, rogam a todos os seus amigos
o especial faTor de assistirem a uua missa que
por alma de sea presado pai e sogro Manoel dos
Sanios Oliveira, fallecido na Una de S. Miguel, no
dia 22 de uiarc,o, que mandara rezar .na matriz
de'Santo Antonio, segunda-feira S do corrente,
s 7 eras da manhaa.

1
uita attenc&>
Preciosa ublicapao
jurdica,
Commentario do Cdigo Commercial Portu
guez e Brasileo.
Vende-se na loja da ra do Crespo n.
5_A esquina da do Queimado, a impor-
tl e moderna obra sob o titulo de an-
notaces ao cdigo do commercio portuge2
em 0 volnmes pelo Exm. Sr. conselheiro
Dr. Diogo Pereira Forjaz de Sampaio Pi-
iientel, lente cathedratico na universidade
de.Coimbra. Osi-subidos crditos de que
goza muito merecidamente aquello eximio
commercialista por si so bastariam para re-
commendar to importante obra, quando
nao concorresse mais para isso a grande
vantagem de ser um ptimo commentario
ao cdigo commercial brasileiro (na falta
absoluta que ha de qualquer outro) pelamo-
xima homogeneidade de entre muitas das
suas disposicoes, e as do mencionado cdi-
go portuguez, que lbe servio de texto.
coirei pressurosos, dlstincta mocidade
do 4. anno da Faculdade de Direito desta
cidade e notareis, jurisconsultos, a prover-
vos desse poderoso auxiliar
O Pavilho da Aurora, ra da Imperatriz n. 2,
acaba dereeeber pel uili.uo paquete um variado
sortimento de fazendas proprias do tempo, assim
como luvas de pelica prelas e de cores, para ho-
raenj. enhoras e meninas.
Gratificj-se gneros mente a quem
liver acbado e quizer entregar na ra do
Imperador, n. 45, i." andar, o primeiro
tomo das annotaces Waldeck, (obra de
direito Romano ) por Manoel Mara da Silva
Brosqni, edicrao de 4845, dti imprensa da
Universidade de Coimbra, que cabio do po-
der de um criado do paleo do Paraizo at
a ra do Sebo, hoje do Marechal Victorino.
- Aluga-e urna escrava para todo servico de
casa : na na Jo Imperador n. 30, 3* andar. "
CUBA RPIDA E INFALIVEL DOS CALOS
- pklA
pomada galopeau.
c|osfv> especial
Pharmacidi de farthohnneu C.
34ftua larga do Rosario34.
Precisa-se de ama ama para coaiahWe com-
prar para ama pessoa : na na estrella do Rosa-
rio n. 27, Io andar.
SU%'
I*s *5e eoqucliM
a 300 r>.. e o ': to a 23*, a melhor lempo uos-
ivel para plan <- : na ra Directa n. 4S
CONFRARA
do iftlriarcha S. Jos da Agona, erecta no
convento de N. S. do Carmo.
Pe a secretaria da mesma contrara sao convi-
dados todos os nossjs irmaos a comparecerem m
nosso consistorio no domingo 24 do corrente, pe-
las 10 horas da manhaa, r.lim de reunidos em
mesa geral, darmos cumprimento ao disposto no
artigo 48 do nosso compromisso.
Secretaria di confraria do patrarcha S. Jos da
Agona 20 de abril de 1870.
O secretario,
Francisco de Mederos Raposo.
Joaqu im Jos Gon-
ijalves Beltro
MJA DO TRAPICHE N. 17, I. AND Ai i
Sacca por todos os paquetes sobre o Bac
jo do Ifinho, em Braga, e sobre os sc^ud
88 logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valen^a. v
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa uo Conde.
Arcos de Val de \'ei.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova dejFamalico.
Lamego."
Lagos. r
- CovhSa.
Vassal (VaJpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
irabalhos da sciencia, e pelo prefo commodn
de i0$, toda a obra em 6 vol.
Sublime pnbllcaefio Iliteraria
sol o titulo de Heinoria do
Bom Pesias do Monte, em
Braga.
Acha-ne venda na loja da ra do Cres-
po n. 25 A, esquina da do Queimado a pri-
morosa Memoria do Bom Jess do Monte em
Braga, ornada de gravuras finas, segunde
ediyo, obra da penna de ouro do mui Ilus-
trado lente da universidade de Coimbra, o
Exm. Sr. conselheiro Dr. Diogo Pereira
forjaz de Sampaio Pimentel. Quem tiver
noticia da extraordinaria devocao que exis-
te em Portugal para com aquella milagro-
ssima imagem, affluindo sempre para o
seu magestoso templo em romaria o nume-
roso povo de todas as partes desse reino;
quem souber avaliar as brilhantes desenp-
ces, e o bello cstudo daquelle consurama-
do jurisconsulto e eximo litterarioportugue?
nao deixar de procurar, quanto artes pro
ver-se de um exemplar da dita memoria,
pelo diminuto preco de 35, na loja indica-
Ma, onde ha pequeo numero dcllas.
Ha mesma loja cima ha ontras estampa,
muito perfeitas e grandes do dito Senhor
Bom Jess de Braga, por preco commodo
O
Aviso s autoridades policiaca
e a quem competir
No dia 29 de maio do corrente anno
fugio o escravo Ezeqniel, crioulo de 30 3
annos de dade, estatura regular, reforcadi
cor bem preta, cabeca redonda, trajava ca
mi.-a azul e calca de cassemira cinzenta;
durante o dia costuma andar ganhando nai
roas, ou cm armazens de assucar ou as la
bernas a conversar e a beber; durante ;
noite recolhe-se a telheiros abertos, ou pe
netraveis, a casas em construeco e a outroi
para vossos i quaesquer lugares, onde se possa abrigar;
quem o apprebender tenha a bondade de (
conduzia a ra da Aurora n. 26, ou na d>
amperador n, 20, onde ser gratificado.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a pbthysica o todas as molestias do abito.
va sa pan liba
Cura ulceras e cliagas antigs, iuipigens e dar-
tros.
Tonteo
Conserva e limpa os cabellos.
Pllntas cat';rticas.
Puramente vegelaes e sem mercurio, cura se-
zoes, enram e purifican) todo o systema humano
Vende-se (lectivamente em casa de Samuel P
Johnston & C, ra da Sanzalla Nova n. i2.
dilos ditos fe
l a|eU! i
d*iO.
DH
Peni
320 ra
DitJ
320.
Pentles^ara tirar pblho de ICO e 240 r?.
Pavi.)sp*rpaz;.*izli i 4T e $i r
Briosos de cores, nileiraiWiitc iole
de ii) e 240 rs.
Penf. as caligrfica; m iit i.is ;i l|i
Dita; dr lanca e m3osinha a 800 rs.
Lind)s babadinhis e entremeios d>
e i 450 3.
Grosjs de botos de louca de ifiO e
2G0rs.
D'tos dilos para calca a 2W) rs.
Caixi com papel amizade a 700 rs.
Dita; com envelopes a 4f0 rs.
Ditas com obreias a 4t> rs.
Ditas com agulnas fundo douradoa
280 rs
Thesoora para cnsjlwa a 240 rs.
Linhi de marca c^ixa a 280. rs.
Carr teis de lionas de Alexaodre de n. 7o
a 200 1100 rs.
Granipos muito finos, com passariohos du
zia a 2 X) rs.
Cartas franoezas para jugar du/ia :t 00*
Ditasi porluguczas, dnzia 1-5400
Pape almaco superior quadade resm
4,9000.
Lam
Fitas
Ditas i
400 rs.
CaniVes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Roseas (tretas para luto, o ,ppr J00 rs.
Tramas de lam de caracol branca e d-
cores dte 40 a 100 rs.
Filas para cs, peca i80 rs.
Alfinles de lato, caria ICO rs.
Sapalinhos de lam para creanya de
a 80 k.
Calfappiras a 40 rs.
Gravitas de seda preta Ditas) de rom, braOc e de > ores fitWr*.
Dila de gotgurlo de ires i HO Ka Verdade a roa nfne de l'a-
xfas n. h&.
muito fina para bordar libra B
para debrurn desapato, pessa 100 rs
de lam para debrurn d' volido p:; i
fregu?]
do, ou
INACAO
Lindos GLOBOS de vidro de cor, e brancos com flores, para illuminaces a gaz carbnico e para gaz porttil, -assim
como machinas de papel de dilTerentes tamannos e cores, vendem-se n;uito barato para liquidar : na ra da Cadeia do Recife n.
00, ARMAZEM EXPOSICA ) BE LENDRES.
D. Rita Duarte Vidal de Menezes, Manoel Duar-
te, Pereira. D. Francelina Duarte Vidal de Mentzes,
D Mara Elibia Duarte Vidal do Menezes, 1). Mar-
colina Duarte Villasboas.D. Argemira Duarte Fer
reir (auseule), D. Umbelina Duarte da Porciun-
cola, Vicente de Paula de Oliveira Villasboas, An
tonio da Silva Ferreira Jnior (ausente), Lniz Al-
ves da Porciuncula, D. Anna Constancia da Por-
ciuncula Menezes, D Adelade Felismina Porciun-
cula de Menezes, viuva, filhos, genros e netos do
finado Manoel Duarte Pereira, repassdrs do mais
doloroso senlimento agradecem eordalmenie a to-
dos os seus amigos e prenles, que se dignaram
assislir aos ltimos sulfragios e exequias que se
prestaran) alma daquelle linado na matriz da
fregueza da Boa-visi, e acompanharam o seu
corpo ao Uitimojazigo nocemiterio publico ; ede
novo rogam-lhes o caridoso acto de assistirem a?
ir isas do 7 dia. que tero lugar naque!la mesma
matriz na manhaa do dia 23 do corrente, as 7
horas, pelo que Ihes cencederao os nolvos se
augmentaren) os seus sioceros agradecimenlos.
Ama de leite.
Precisase de orna ama de leile sem filho : na
ra do Queimado n. 49.
Joaquim Speridtao da Silva Guimarac, Jo5o de
Casiro Oliveira Gaimares, Ra\ mundo Nonato da
Costa, Jos J laquim Fernandes'da Silva, Joaquim
Lopes Ferreira e Josi4 Ignacio do Val.
'roteclora das Familias.
Em cumprimento do prevenido no art. 20 do
regnlanunto, so convida os Srs. contribuidles
dessa assoctacin quo nao liverem apresentado a?
rertidoes de idade dos seguros, para que mandem
fozer enlrena d'illas na ra do vramenlo n. 19,
Io andar, alim de ser expedios o mai> breve pos-
sivel para a inspectora geral do l'io de Janeiro
As cerlidoes devem ser selladas e reconliecidas
por labelia.
Recife, 30 de marco de 1870.
Narciso Francisco do Vidal.
Casa terrea.
da Madre de. Deus n. 16, loja.
ELEPHANTE COM BOTAS
Grande armazem de pianos, msicas e instrumentos
DE
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 11~ RIJA NOVA-N. 11
Partecipa ao respeitavel publico desta ddade e das mais
si.Jacaba de ebegar um grande e explendido sortimento de
provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditado armazem de instrumentos "para musi-
0 que ha de mais moderno, de teclado fixo e moble, e com transposic3o ou sem ella,
afamados bem condecidos pianos da fabrica do Sr.
de autores os mais acreditados 'nesta Jcidade,-j:omo sejam : os
AFFONSO BLQNDEL
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, ouro e prata em obras inutlisadas,
orlhantes e mais pedras preciosas: na loja de
mrives do arco da Conceicao, no Ilecifo.
GOMPR.IS-SE XlMMl
Compram-se e vendem-se diarameniepara (ora
t dentro da provincia escravos de todas as iddto,
cores e sexos, com tanto que sejam sadios: no
rceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
fregoezia de &tdto Antonio._________________
Lom muito niaior vaniagem compram-se
noedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
.acaode Ouro n. 2 ra do Cabug.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se qurc, prata
pedras preciosas por precos mais ventajosos de
jue em outra qualquer parte.
Comprase una casa terrea em algumas das
melhores ras da freguezia de S. Jos, ou mesmo
Santo Antonio trata-se na ra Dircita n. 32.
luja de calcados.
r;NDAS.
de Paria, de ^aem'o aftuunciante e 0 iwico agente nesta cidade, como prova cora o documento abaiio transcripto e assignado pelo dito Sr. Rrondel. Estes pianos, fabri-
cadoteapecialaiente para o clima deste paiz, sSo os aicos que offerecem urna garanta segura de saa duracSo. Elle6 sao aqu bastante conhecidos desde 1844, puraque
seja aecssarie insistir sobre sua superieridade. As suas vozes sao muito flautadas e melodiosas. Elles possoem um teclado que se presta a todos os caprichos do
senbores pianistas. '
Todas as pessoas que comprarem pianos nesta casa, bao rogadas a exigirsm o certificado de origem asonado pelo Sr. Woodel, aflm de provar a sua
wteocidade do kamero de piano com o de rierttficado.
AO PUBLICO
d i Recife, RA
nido por mim.
Mr. Alptonse Blondel, fabricante de pianos em PARS, deeclara ao respeitavel publico de Pernambuco, qufe o nico deposito de seus pianos na cidade
NOVA N. II, armazem de Antonio Jos Je Azevedo. Outro sim que tedos os seus pianos iro aecompanhados de am certificado de origem assig-
Paris, 4 de julho de 1869. (Asss gnado) Alphonse Blondel
O anoaciaBie tambem troca aluga pianos. E tem o maior e mais explendido sortimento de novos piauos.
JHUiilCAS PARA PIAMOS
' Aa quaes recebe directamente da Europa e do Rio de Jantirof das acreditadas casas do* Sre.'Feiipone & Torafigbi. Narciso, Arlhur Napolelo d C,
le. Tamben tem grande softimente de papel para msica e desenbo; corda para todos 06 instrumentos, ricas gravuras e qoadros para ornamentos de salas, oleados para
tfsoalbo de salas, ricos espeihos dourados qudradps e wufy caixinhas d* enluta com nrasicas e sem efla,'estojs pata a|em, ripgios exm ilAauarudar, videos para
eijselhoi de todos os tamanhoj, talagarra, lias e a^ulba-para bordar, e muitos eotuf^artigoe que o respeitaSfe! jbeo ortmir:*mmg*-
aberto todos os das at as 0 horas da noute, aini das Esai*. familia? poderem ir apreciar os reus pianos.
Bem, o qual estar
Vende-se urna negripha de idade de 12 an-
nos, propria para andar com enanca, e compra-
se urna nega de meia idade que saiba cozinhar e
engommar : na ra do General Victorino (antiga
ra d'> Sebo) n. 29.
A VEBDADE
Rita tiuque de Caxiasn. 55
Na toja da VERDADE contnna-se a ven-
der por baraissimos presos todos os arli-
gos de miudezas e perfumaras do seo
grande e variado sortimento, garanlindo os
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
ratsimo preco.
Espeihos dourados para pendnrar a
160 rs.
Agulbas de osso para crox a 2CO rs.
Pentes linos para segurar cabello,- a
20 rs.
Cbamins para gaz a 320 rs.
Garrafa com tintavatizarine a ItfCOO.
Dita com agua florida a 1(55(0.
Dita com dita diU a iiJOt 0.
Frasco com oleo expresso de babosa, de
240 a-040 rs.
Dito cora agua de Colonia de 300 a I #100
Dito com extractos- finos a 1*0C0
Dito com sndalo verdadeiro a 10:200.
Latas com banha muito fina de lO a
440 rs.
Sabonetes m'jrto finos e diversas <]imp
dades a 80^ ICO, 240 e 320 rs.
.1 M:l .
A ra cfo Duque de Caxiasn 21.
(ANTIGA RA CO QDEIHAIO)
Nao fot Si m fundamento que a .NON A
ESPKRANCV tem dentado de l'-zer os seus
anatas os, a razao simple:-. <;lla Ofende
qce l|i:lo em demasa rborrece... por ;
como j tinba ditn e ia o fine constantemente ia receten-
ivesse feho mokas vtzes, receiou
tomai-fee mastSBte, assim poia reeolfcw t$
um pofcco ao silencio, mas niiBfa deixand>
d'e^-ppgar osvrdadeiros eeforcos, ja cor-
tratandj maior numero de correspondentes
na Eu i opa, j descohrindo i-njotUmdow
apurad) gosto e fnalmente assipnodoo
Jornal das Familias, o ijnal vena sen;ir
ornado crin ligurinos, modernos muldes parn
urna melbor
e com es-
m a NOVA
ESPEtANCA ufana-s em ofiferecer-Uii
seus serviros, apressando-fe desde j em
declarar que tem reeebido uliimanv
entremeios e babauos bordados transpar
les e lapados, cbaposinhos de setim pan
baptisados.
Pinas toncas de cambraia bordada para
o mc.-mo fim.
Meiasde seda e fio de escocia para crian-
cas.
Dedaes dosso, marim, ico e madre-.-
rola.
ptimas navalhaf, afiadores e massa par.!
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ha-
nhos.
Bonitos sapalinhos com lii.jueira, sendo
com salto, para meninos e meninas de d .
a dozo annos.
Boas lentes com cinco melimetros, para
conlar-se os fios de qualquer fazenda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas pira tirar moldes de rostidas.
.Mollas para segurar costuras.
Bnitis linteiros de huyo* i bies,
Meias de l;la para homens e senhoras.
Finas a bonitas lisas | ara. meias.
Fil di! linlio e de ;ed?, se lq | r lo e
branro, li.- >' de s:i';i
objectos expillos a vi ma >.
de Casias n. 21. na NOVA l
MUITA PERFUMARA.
A NOVA ESPERANZA, a i ua Duque d:
Caxias n. 21, acaba de receber muita per-
fumaria dos melhores c mais afamadi s fa-
bricantes, como sejam finos exlractos para )
lenco, essencias concentradas de muitas qoa-
iidades, olbos de agradaveis che i ros para os
cabellos, e bonitos vasos com boabanlia, lin-
dissimos vasos com pos de arroz, saboneles
de dilTerentes qualidades el-., etc., assim
pois os apreciadores do bom, venham s.'-tis-
fazer suas paixoes na NOVA ESPERANCE.
PARA ALVEJAR E CONSERVAR OS DENTE*.
P de car\5o de rosas : vendem-se ra
Duque de Caxias n. 21 na NOVA ESPE-
RANCA.
Para acabar com as sardas ou pannos
receben a NOVA ESPERANZA, na Du-
que de Caxias n, 21, o verdadeiro leile de
rosas brancas.
Mabao d'aleatro.
Vende-se na roa Duque de Caxias n. 21.
PARA LUTO.
Brincos, broches, voltas, puleiras, fivel-
las, pentes, botSes para punhos e cadeias
para relogios. .
A NOVA ESPERANgA, quer^ndo salisl'a-
zer sua freguezia, nSosmente.era objoc'os
d'alegria ou de laxo, qur lambem acom-
panhar squelles, que infelizmente perdendo
algnem de sua familia, ou alguem de sua
amizatle. precisam de taes objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandn viro
que ha de melhor neste enero, parque
sendo taes objeclos de cor negra, sendo
de mi qualidade, nao someute toroam-se
tristes como al repugnantes, o que n5.
acontesce aos da NOVA ESPERANCA,
que apenas exprime o senlimento i'e'a cor
porem como que trar. um .lenitivo pelo gosto
e perfeifSo com que taes objectos sao ira-
bal hados.
Vendo nm annunc
Barros inferido neste D
era o negocio que a ra
mavao
3ne o Sr. Jos'
e.se
dar ala^^H
cal as;,
ao l*a|^^H
/

1
1


/
Diario de PcMiainbuco Subbado 23 de Abril de 1870.

BRACO DE OURO,
Ra do Imperador ,n. 26
Osdonos desie esubalscimento desojan-
do por em praca nesta capital os costu-
mcs das confeitarias das priraeiras capitaes
da Europa e Brasil (Rio de Janeiro) fazem
cente ao Ilustrado publico desta capital
qne na prxima semana santa tero este
estabeleciinento primorosamente decorado
e enditado coa um completo e variado
ortiiuento de cauunbas de diffYentes qua-
lidades e gosto, um completo so; amento
de amendoas confoitadas de todas as quali-
dades, conferios e pastilhas as qua s ser-
vem para enchimento daj raesmas caixinhas
advertindo ao Ilustrado publico que na cid*-
des, cima mencionadas est ioteiramente
em uzo brindar senhoras com este delicado
present e vendo us qae at poca pre-
sente ainda nao bonve alguem que tivesse
a lembranca de proporcionar aos ornantes
do bello sexo nsta cidade o ensejo de dar
suas demonstragoes de estima, gratidio e
amisade com um bello presente, nos toma
naos a nosso cargo t3o ardua tarefa atten-
dendo as duvidas do b ra ou m.io resulta-
do, que podermos colher.
O publico encontrar tudo mais qae re-
tatava o antigo annontm ueste Diario, as
Extnas. familias na occasio de visitar os
templos poderao vir fortalecer-so com bons
lanches, vinhos, licores, Ghampagne, srve-
la e refrescos tudo do raeloor que possi-
vel. Esperamos pois da concurrencia do
respeitavel publico em geral.
da maito acredtete marta Ronyer Goiet & C de
eoraac. oico deposito em Pernamooco, em casa'
de Carlos P. de tamos C, ra do Turnio na- i
mero 10.
NEGRA
Milhoe
Vndese milho e arroz de casca novo em sac-1
eos, do trapiche Ai oompanbia: a iraiar na ra
da Cadeia-velha, caw al,r andar. i
Vendo ara aanuoeio de Sr. Jo^ Gandid de'
Barros inserto nesie Otario, tosejando saber qual!
era o negocio qne a ra das firmes n. i se ena-
mava o senhor seiifllho TtwaMce como, aes eooa
ta que o Sr. Jos Candido ruide na cidade de
Olinda, e sendo panoso l irinos, podimoj a S. S.
mandar algnea nlemer-se a respailo
RAPfS POPUliA*
DA
FABRITA NACIONAL DA HABA
DE
Tetxera UldtrtcoftC
Acha-se a venda este ptimo rap, nico q
pode supprir falta do princeza de Liaboa, por aa
de mui agrada ve 1 perfume, viajado, e a pesen i
mais mdico possivel; e por isso ten sido assi
acolhido as pracas da Baha, do Rio de Janeiro
em outras do imperio : no escriptorio de* Joaqai!
Jos Gongatves Beltrio, i ra do Commercio n
mero 17.
Travessa do Corpo Santo n. 25.
Os acreditado* cylindros americanos para padria, por dous dlfjtemrte systemas.
Machinas para descarocar algodSo pelos melhores fabricantes de Ito* fdrir.
Machinas de vapor systema de locomotiva e polias para as mesmas.
Carnnhos americanos para transportar volumes em armazens. T*) por pre
eos razoaveis.
Venfle-s farello muito novo, saccas grandes,
gaz de priireira qoaJidade, barris com banha de
porco de Ballimore, tudo por precos razoaves e
porcoes a voniade dos compradores : no armaiem
e Ma'heus Austin 4 G. ra da Sanzalla Veiba
n. 00.______________
Veude se nina carroca de molla para cavallo
com os perrtencente arreios : ra do Brum nu-
mero 79.
Estampilhas.
Vendse na ra da Cruz n. 8, Io andar.
LOUCi
Grande armazem na na da
Imperatriz n.
Neste grande arraazem veodc-se louca ingleza
fin ts e ordinarias, appareili .s de porcelana para
jantar e para cha, jai ros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assirn como grande
>ortim se vender tanto a relalho como por atacado pelo
mais barato prego que era ouira pualquer parte :
clirimarnos a attenco dos freguezes, que serlo
convenientpnisnte frvidos tanto nns ccramodo.
prrc.w como na una quslidade das fazendas.
Vendc-s;' urna casa terrea em chaos proprios
na freguezia de S. Jo.- : na ra de Hurtas n. 30
ie dir (pieni vende.
Vead fe doce ino de goiab.i em latas de
q'iairo libras e meia o em arroh.., por preco
tnu.lo mdico : no pateo do Fercn n. 2, luja do fu- !
nileiro.
venda i a luja de fonileiro da ra Direita
n. 08 : a tratar na metma roa n. 31.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos o pa
ijuetes translanticcs bichas de qualidade superior
e vendem se em caixa ou porco mais pequea,
e mais barato do ipie em ontra qnalqner parte :
na ra da Cadea do Recife n. I, { andar.
Cigarro da imperial
fabrica, de S. JoSo
de Nictheroy.
nico deposito um Pernambuco caes da altan-
dega velha n. 2, i" anda.
5;000
A roa Nova n. 60 vendera-se botinas
para senhora a 3(J000 o par : a ellas em
quanto "nao se acabam.
Cantara de Lisboa
Soleiras, hombreiras, e capiteis, o qne ba de
melhor para frentes de predios: venia lio ar-
mazem da travessa do Corpo Sanio, de Joaquim
Lopes Hachado & C.
LJllJlI IJS1
Vndese po sen justo valor na ra da Ca
deja lo Recifen. 38, loja do Azulejo.
eCHABO a: c,
A; AlIA IfCPR* aniauda com o bem-aecolhimento que tova em seus aturan-
Aos, vem novo participar a seos freguezes que, acaba de receber om variado sorti-
nento de objectee de gosto os q&aes serlo vendidos por precos muito raioaveis, pois
|uando fez o sews primeiros annucios, foi o que asseguruu, e sem mdo de errar,
)orque como j disse os inlerosses ligada a ama casa importadoradesta praca, e
jor s podw 4e*tudo especial vender-por precos admiraveis.Chama pois a atten-
io de seas fregaeies |ra os arttgos possa descrever:
Livros- com o tatapo de-aiarfim, madre- Um variado sortimonts .de charuteiras e
'erla e tartaruga; proprios- paca missa.
Garafinhas vacias prnprias para presentes
.ousa de gosto.
Indisptnsavoisdo paliaba'a decouroppn-
jrios para senlioras e meniuas trazer aos
HtQM*
Binculos do madreperol?, marfira e lar-
iruga todos esmaltado.
Cinto largos de setim, coosaiiateiiamen-
i nova. >
Fita 4e sarja de toda a erw e largu-
is pan tacos.
pallltoiros de porcplana
Tantos para vollarete.
BengaHas com tnarflm, coasa especial.
Sabonetes de alcatrSo.
Cofres de follias para dinheiro.
Lindas caitas para costara.
Om completo sortimento de lavas de pe-
ca,
Taltgoree para-borar.
Din completo sortimento de eneitc3 de
TRAVESSA DO CORPO SANTO 25
Toacas, sapatinho meias de seda e mais seda para vestido,
ertencee para boptisados. Perramarias de todos os autores os mais
Fitas com inseripcSa propria para bou* acreditados em oxtractos, pomadas e leos
iaet de noiva, e Analmente outros maitos objectos qae nao
Ricos vasos conr p do arror. possivel mencionar ; mas- com a vista se
Um variado sortimente de jarros de por- certiflcarSo do sortimento deste estabele-
:slana. cimento.
Agida Negra, ra do Cabug n. 8.
E
Farinha de mandioca
Vende se de superior qualidade, no escriptorio
de Joaquim Rodrigues Tavaro de Mello, largo do
Corpo ->anto n. 17 ou no trapidio do Gunlia. For-
! te do alattos.
11/V li
Broz^guins preros fantasa para senhora
a 45000.
Ditos de duraque de cor enftlados pora
senhoras a 4#C00 (lodos em perfeito esta-
do).
Brozeguins do lustre para homem a
45000, e ventle-se na Prara da Indepen -
denota n. 39, loja de calcado de Porto &
Bastos.
Chegou a loja de Parefles Port, a na da Imperatriz n. 52, (Porta Larga) um bo-
flito sortimento de toalhas de linho para mesa, assim como os competentes guardanapos
que se venden? a precn baixo.
PAREDES PORTO veude iBasinhas a 240 o covado, fazenda de 500 rs, para acabar
na ra da Imperatriz n. 52.
PAREDES PORTO vende algodSo com pequeo toque de avaria a 33500 e 4^000,
a peca roa da Imperatriz n. 52.
PAREDES PORTO vende cbila preta para luto a 160 rs. o covado na ra da Im-
peratriz n. 52. Porta larga.
CHALES
Vende-se chales preto de merino a 30000 fazenda superior, na ra da Imperatriz.
PARiDES PORTO veDde meias para senhoras a 20500 a duzia pr ter um peque-
no mofo, na ra da Imperatriz n. 52 porta larga.
PAREDES PORTO vende cortes decalca de casemira preta a 30300 e 43000.
PAREDES PORTO tem para vender panno preto superior e casemiras de cores o
pretas que vende por prerfs commodos.
CHALES, GRANDE PECHINCHA.
Che?o a loja da ra Imperatriz n. 52 de Paredes Porto um bonito sortimento de
chales chinezes fazendas muito.boas para senhoras trazerem em casa, est vendendo
por 50000, eslo acahando-e ra
Loja do Leo.
1AMS PARA
COSTURA
Acabam de ebegar ao GRANDE BAZAh
UNIVERSAL, ra Nova n. 2V-carneiro
vannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
ndecidos, as quaes estilo em exposigo no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com peifeiclo
a todos os comprado>-> a. Estas machinas
sao iguaes no sen traualho ao de 30 costu-
raras diariamente, e a sua perfeico. tal
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentam-so trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.
Vende se a armaeao da taberna do paleo da
Peoha n. 8 : tratar junto n. 10.____________
Candido Alberto So-
dr da Motta & C.
com escriptorio e armazem na travessa da Madre
de Dos n. li, tem para vender o teguinte :
Cemento Porthnd de 1' qualidade, o melhor que
tem vindo ao mercado, barricas de 12 a 14 arro-
bas por i0000.
Vinhos Bordeaos das seguintcs qualidades :
St. Julin.
Fronsac.
Lormanl.
St. Bmilion.
Margaus.
Chatcau do Boycherelle.
St. Lambert.
Lalonbere.
Duplessis.
Cauor.
Dearsesai.
Viuho do Porto de qualidade muito especial.
Aziite doce refinado em caixas de 12 garrafas.
Fumos de todas as qualidades, se encontrar
neste estabelecimento em latas, rolos e fardos.
Papel de todas as qualidades proprios para ci-
garros.
Jojqitiin Kopes 3tietod) i .
Brincos e enfeites
I de papel, obra delicada e vista peta primetra fn
nesia cidade ; feitos per ttm carioao, vende r
U500 a eca, na loja da agola negra, ra do Ca-
bug n. 8. ______^^
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de rhegar loja des aros ra oV-
Crespo a. 20 A. de kVnti Augusto de AlroeHU
& C, os mais ricos curie de veatidos de bkid
que tem vindo a este mercado para casamentas,
assim como cortes de vestidos de aeda de cor de
i gostos ioteiramente novo?, e tambem um fraude
sortimento de eliapoos de veHndo para sen huras
Vende-se ou troea-se por catas nesta prac
o sitio denominado dos Bcritii, antiga casa da i-
i vagem de milpa, com grande casa de vivendjt,
senzala para preto?, estribara, banheiro de pedra
jacal com agua corrente, baixa psra capia e
i grande terreno para planUces : quem o prd
dor diiija se praca da Independencia n. TI.
Vende-se nm boi e carro pmprio para car-
regar assuear ou genero* : a tratar no eaes do
llamos n. 2t, com Antonio Jos Farrujo, por ea-
tar para retirar se para Europa.
| Cal nova de Lisboa
descarregada hoje do patacho Mmia ; e vende
Joaquim Jos Ramos, na ra. da Cruz n. 8, pri-
n.eiro andar.
edr ^
e 1
ten- m
o ai
Ycude-se nina parte do engenho Purgatero.
e.grande produccSo para agnesltura, sit> n%
freguezia de Iguarass. assim romo se vende o-
tra patito do engenho Corte de Cima, annexo ao
purgatorio, que muito convem comprar ambos: a
tratar no Remedio com o Sr. An onlo Meneiio Cor-
deiro db Gusmao.
PARA AFESTA
3 portas, loja de ferragem
53-Rua Direita-53
Nestel grande estabelcciroento, ha para vender
. um completa sortimento de ferragem, e miudezas
finas e, grossas, como sejam bandejas chineas
quadradas e ovaes, facas e garfos de 1 2 bo-
toes, bataneo inteiro e i/2 balanro; panellas, cha-
lheiras, cacarollas, frigideiras, assadeiras, tanto
de ferro como de porcelana, moinhos para caf de
diversos tamanhos do fabricante Japy, pesos lo-
gra amo i, tanto de ferro como de latan, metro?
para medir fazeuda tanto de ferro como de latao.
, salitre, 1 reu, barbante, enxofre, papel marca via-
; do, do v
gem, mi
ta se ve
o., ra
rdadciro Picardo, machinas para desca-
rocar altodao; aljn de outros argos de (erra-
dezas entilaras finas, que s coa a vis-
'iCca; na ra direitj n. 53 loja de 3 por-
tas de lanoel Henta da Oliveira Braga* (I
gaz m CAZ
^ Chegcln a antigo deposito de Henry Forster 4
do Imperador, um earregamento de i
de pricnteira qualidade; o qua! se vende em partida
e a reta ho por meces preso do que em ontra qua:-
quer pa le.
60RA DA IMPERATRIZ
N' <' grande estabelecimeoto onoBtnA o respeitavel p
" r 'i 'lo vis! que os novos socios desta Brota adoptaram o syitema de s vennderem
a arinatem poderao lazar os seos sortimentos polos mesraos precos que compram as casos estraneeiras
derem escolner. .
OMMbrala suh de 131900 rs. cada um, peebiootn.
.KMBCB *&l
presos muito mais baratos do que
iico, u-u ran lo sortimento ile fatendas, do mais apurado gosto assim,como de todas as de pnraeira necessidade que se ibes prometi vender por
!>a.\afelio ; para poderem vender pelo custo, Hj itando-se apenas a ganharem o descorito. As pessoas que npciain em menor"escaHa","nesla loja
Par'a maior commodidade das Esmas. familias, de todas as fazendas se d5o os livros das amostras, ou se mandam lew etn'suas casas, para melhor po
COM 8 PALMO DE LARGURA A 1:600,
3:000 : fcSW'RS.
Cbegaram as finissimas cambratas saissas
trsnparentea, sendo o que ha de mais fino
para wslidofle wnde-se pelo tanto preco
de 1460 '. 30000 e Vtm o metro, tendo
tambem das m satas, [>ru\~ iogteaB com
a mesma largara qne so vender.a l;J0t0,
e l-)280o metro, send ipenaa precisos des-
ta larga futen da para sj fazer um vestido
I a 4 1/2 metros, pe.-.hincha,
SAIAS BORDADAS
Vende se um bonito so> tirnento de saias
bordadas com 4 pannos, as?m como ditas
j prom^taa, de linbsha, eneigadas com
boiilas barras bordadas a la par precos
M >to era con'a.
PANO PARA SAFAS \ tjOOO, 1-5330 e
<5C00 RS.
Verrie-se bonitas fr/.erdas jproprias para
alas sendo com bordados e pregas a um
lado, dando a largura da fazenda o corapri-
lento da saia e vende-se pelo barato proco
ds I-$000, |3S0e 1530, cada metro son-
do preciso apenas 3 ou .' 1/2 metros para
cada saia' pecbtrieba.
Colarinhos.
Vende-se nm homio sortimento de cola-
rinliostanto de 1'mhocornado algodio pro
priospara honvna, assim como tambem'um
bonito sortiniK.tc. dos mesmos para meninos
e erdoraa e todos vendem-se por proco
muito barato.
CHALES DE MOGAM1QUE A 1:280 RS.
Vendse urna grande quantidade do cha-
les de inccumbiquc., com padroes escossezes,
sendo nr.ito grandes e levcsinhos pelo ba-
ratipreco'de"I&iR9, cada um grande
pecliincha per se tor feito urna grande
compra.
1 anos e casemiras pretas.
O Prvlo vende grande porco de pannos
pretos do mais baixo at o mais fino, por
preco que admira, assim como um gratde
srfimento de casemiras pretas para calcas
que se vens por preco mais barato do que
effi outra oalqoer oar^.
GORGrtiO PRETO.
Vendo-so o mefftor gttgurJo de sada
prea para colletes e vestidos, sendo nesfe
genero o mMhor que tem vindo ao mercado,
mais baratododue em ontra qnalqner parte.
Vestfito braaem a 1T000 ra.
O Pavo venda Boissimos cortes de vea
irdos d cambraia ar*ict, ricamente borda-
das e com iMtiftftaMdt p#rbantd preco
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
0 Pavo tem boi as casemiras cscosse-
zas com quadros grados e muidos c outras
lisas com listras ao lado, senda fazendo
amto -hna que se veade mais barato, por que em outra o alquer parte.
IvJVCll* rtranrln nni^.rt ^
haver grande pono.
GANGAS D2 LLXHO.
Vende-se ganga de linlio com quadrinbos
'muito boa (asead 1 para roupas de bomens
e meninos pelo barato prec- do 000 rs. o
covado.
PECHI.NCHA EM PANNO PtiTO A 2 iOO,
O Pa ao vende superior panno preto fin
para pato'.s, caigas colletes etc., pelo ba-
ralissimo preco de 35i')0 o covado.
CORTES DE CASE\IIRA PRETA A 4:500,
O Pavo tem os superiores cortas de ca-
semiras pretas enfeita las pulo oarato preco
de 4->0O rs. o cort,
PECAS DE MADAPOLAO A 3*300.
0 Pava vende pessas do muito bom
CROCHS PARA CADEIRAS E SOFA'S. ALTAS NOVIDADES EM SEDAS
O Pavao tem um grande sortimento dos] chegou um grande sortimento das mais
mais bonitos crochs para cadeiras, sois j modernas poupelinas ou gorguro de seda
mesas, almofadas etc., proprios para co- e linho, com os mais elegantes padroes que!
bnr prsenlose vende-se mais barato do:;tem vndo a csle mercado : 3endo miias!
HlA *m nutra n.nlminr nirln ~ __ t ___.ri.J
ie gradas, lano cm cortes para vestidas
como para vender em covados, assim como, ment de grosdenaples pretas de pura seda
lo nm bonito sortimento das mais bonitas se- qne so vendtm de l#300 rs. o covado at
madapolao, tendo ,13 jardas cada urna, neo;sendo nesje arli?0 me,QOr W* ten ^do
h ao mercado, assim como urna grande por-
Algodao eafestado.
Vende-se urna grande porco de algoda,
smho americano om 8 palmos de largura, das listradas, que se vende tudo muito
proprio para lences e oalhas, tendo liso e em conta.
trancado, que se vende por preco muito em j Merino de eorilo.
PANNO rF i ivim Vende-se merino preto de cordo, pro-
rhiinAn nmlenri;Jw.nJ i a Prios P^ra calcas, pditols e colletes, pelo
no Sn^n ? ***** ft P"' baratissima proco de lOOO o covado.
no de linho do Porto, que se vendem de
700 rs. at l #000 a vara, garantindo-so
que em fazenda de linho nao ha nada melhor
nem mais proprio para lences e toaihas.
PECIIINCHA EM CHAPEOS DE SOL.
Cbegou uin grande sortimento dos me-
lhores chapeos de sol de seda, inglezes
Grosdenaples.
Sedas pretas lavradas.
Fazendas pretas ela.
Para o Pavo chegou um grande sorti-
barato proco de 3,-j300.
P3CHIXCHA EM ALGODAO A W6 US.
Cao de ditos de alpacas de todas as cores
O Pavo est vendando pecas do algdao- je tod?s se v,endera Q PreC0S muit0 ra"
'zoaveis per haver grande porco.
sinho francs, tendo 4 palmos de largura e
com 11 metros cada peca, polo barato pro
de 4-5000 rs.
CAMBRAIAS.DRAXCAS A 4000, A PECA.
So o Pavj vala pecas de camlaraia
branca transparente, tendo mais do vara de
largura, com IO jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeua7#e8#X)0, liqui-
dase pelo barato preco de 40000.
ALPACAS BRILHANTES A I5000 E 800 RS.
O Pavo tem o mais bello soilimento de
alpacas labradas, com as cores mai deli-
cadas que tem vindo ao mercido e tendo
bastante largura, vendem-se pe > barato
prtco de I #000 e 800 rs. o covado.
Com paSmas de seda a l#t0O.
Para o Pavo chegou um rico sortimen-
to das mais bonitas lasinhas com palmas
de seda teado de todas as cores e padr5es,
sendo fazenda bastante larga e vende-se a
I #000 o covado.
Iloufta para eseravos.
OPavo vendo um bonito sumoento de
roupas para eseravos.
AS POUPELNAS 00 PAVAO A Oo Rs.
Chegaram as mais lindas pTupounas de
la com imitaclo de jonpalinas dfc seda.-nma
fazenda muito leve, com as rnaktintas co-
res, sendo : verde, Rismarck, ros, azul,
lyrio,cmzeuto.'perolaetc. etc., e vende-se
pelo baratissimo prtco de 600rs. o covado.
A loja do Pavo esta
OS BALOES DO PAVAO A #9O0,
Chegou um grande sortimento d* bal5es
ou crinolinas do feitio mais moderno, muito
proprios para vestidos enesgados. que se
vende pelo baratissimo proco de 2#0O0 rs.
cada um, grande pecliincha.
CRETOXES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 6i0
E 800 RS,
Para o Pavo chegaram os mais bonitos
crotones escuros matizados, proprios para
vestidos, roupo, chambres etc. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padr5es claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 640
rs. o covado, sendo os padrbea mais mo-
dernos qae tem vindo so mercado.
OSSETINSPOPAVAO
Vende-se es mais bonitos aetine de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo do diversas cores.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respeitavel publico neste es-
labelecimen'o um grande sortiawhto de fa-
zendas pretas, como sejam csssis france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de lia de todas que
tem vindo, proprias para Juto, sendo llasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, caatao, bom-
basinae, merm*, at. que taio-ae'*ade
por preco barata.
stantemente abeite^
CRETONES COM 10 PALMOS DE LARfiRA A
25000 RS.
O Pavoo tem urna nova remessa aa mui-
to acreditada cretone, propria para lences
tendo IO palmos de largura, dando na lar-
gura o comprimento do lencol e vende-se
pelo barato proco de 2JOCO o metro, sendo
preciso apenas para um lencol um metro e
urna quarta on metro e meio.
Chapeos'a I.#000.
Chapeos a t#000,
Chapeos a 10000.
S o Pavo vende bonitos chapeos de
tor^s as cores pira liomens e areninos com
a forma mais. moderna que ltimamente
tem chegado, pelo barato preco du 10000,
cada um, por terem ebegado com nra. pe-
queo loque de avaria, grande pechincha.
iEC'UlVC III
EM CAMISAS DO PAVO A 4,jBQ0 RS.
Vende-se um bonito sortimento de muito
finas e modernas camisas inglezas com pei -
to e coliarinhos di linho e puuhos, pelo
baratissimo preco de 4>00 rs. cada urna
U e C$000 ; sedas pretas lavradas de dif-
frentes procos e qualidades, lisinhas pre-
tas, alpacas bombasias, cantes etc. etc.
assim como nm grande sortimento de pan-
nos pretos finos e casemiras pretas de todos
os procos e qualidades que se vende muito
mais barato do que em outra qualquer
parle.
NOVAS POUPELNAS A 400 RS, O COVADO
0 Pavo vende um grande sortimento
das mais bonitas poupelinas com listrinhas
de todas as cores e com Instre ;i ImitacSo
de seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se um bom vestid) de muita fantasa
por pouco dinheiro, isto por ter-so feito
urna grande compra e vndese a OO rs.
o covado.
ROUPAS PARA H0.MSNS PARA TODOS
OS PRECOS.
Preste grande cstabelicimenro encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, calcas e coletes de
brm bronco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que cm outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceronlas tanto
de linho como de algodao e abundante sor-
timento de meias cruas.
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazer qualquer
640, 800 E
ALPACAS LAVRADAS A
1,000 RES.
Chegou para este grande est3belcimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que.
se vendem a I3, 800 e6i0 r'eis o covado.
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas d^ todas as cores
CELEZIAS E BRETANHAS.
Vendem-se as mris finas celezias de
linho puro ou pessas com 28 metros, assim
como, finissimas bretanhas de linbo com
25 varas, por precos que fazem admirar
cm relaeco qualidade.
Basquinas.
Chegarlo as mais modelas basquinas
ou jaqoetinh'as de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos os modellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-se por precos
muito razoaveis.
ORGANDY COM SALPICO.
Chegaram os mais ricos organdys de co
res com salpicos o mais bonito que tem
vindo para vestido, que se vende a 10280,
o metro ditos brancos muito finos com
listras
rgasa 10000.
Cambraias brancas
e aos freguezes que comprarera duzias se .|--....i.,-11D,1,ra Muji4,in
Ihe far um abatimento. garantmdiHW -que Peca de obra a vontade do freguez, para o
i.. m.,;n maic ainhoit./. quo tem um perito alfaiate, responsabelisan-
fazenda que vald muito mais dinheiro,
liquida-se por este preco por so ter mito
urna grande compra: assim como se vende
um bonito sortimento de ditas tambem com
peito de linho bordadas e ditas da algodSo
para todos, os precos.
BRAKACTK PARA LEXCOES A 2*08*, COM 10
PALMOS DE LARGURA.
O Pavao vende superior bramante de al-
godSo tendo. 10 palmos da largura, cuja lar-
gura d para o comprimento do laafoL
sendo preciso pera- cada om, san i ca de
do-s os donos do estabeliciroento por qual-
quer falta que possa haver, quer per de-
mora, quer por qualquer defeito na obra;
e para isto encontra o respeitavel publico
um grande sortimento de todas as faiendas
troe desejar.
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lences, dan-
do, a largura d'esU boa faaeada o compri-
------- Oteto do leocel, sendo preciso para cada
***** '*/ I* */* *. gajgaaa f e l/ metros oo f el/4 p>
. pesmua pBfe pre^o.
Vendej-se um grande sortimento das me-
lhores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 30500 peca'at a mais
fina que vem ao mercado. -t
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende se um bonito sort'mento dos me-
lhores e mais modernos espartilhos tendo
do barate proco de 5000 at 8000.
CH1T\S FINAS DE 32Q A SOO-RS.
Vende-se o mais elegante sortimento das
mais modernas e bolitas chitas ptepsnr-
das como gradas, com cores claraste es-
curas, d; ndo-se de todas amostras.
FUST|SS BRaNCOS A 640, 800 E !*M0r
Vende-jse muito bonitos fustSes braaei.
muito fletivel proprios para vestidoa de
senhoras le ronpa para meninos e vende-aa
a 640, 800 e J0SOO rs. o covade.
( mu i rak
Psvflo est vendendo bonitas eassaa 4
caree fixas a 40, 0 3re. n cevade.
\
k
\.



<
1
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I
4
Diario dft Pfernkmbttc Saiibado 23 de Abril de
1870.
i m .
acz:
I X I
A m%A BA IMPfiRiTRiZ M, *
^HiuadaruadaAniw^em frenado caf Imperatriz.
m*M*^2T!S? estab,tint de fondas encontrarlo as Exmas.
- lsM8nrdrar't8ntemar^08 d0isri*** luxo,comoemtodas
nr todo, AtI!j!!?08VC?,'em Provillos <5o que de melhor se encontra neste mercado
SS3Fo seLTif;arre,'n d'rectanle o q em artigo.id"SS
ie aispoe este esUbelecuneato para bem servir ana nnmAa r*m>.: F
.Ck
para bem servir sua numerosa freguezia.
Jilff !n!S0afara ,enCes e toalhas de Gase can listras dlleda e flores faten-
ta as quedes ,oe costoma vir .o mor- da inteiramente nova para vestidos de bafle.
Ataaca fa tnd .^t ,- Grvalas pra senhoras e homens, o mais
jJjE ,r-2 padroes e 9aa,,da' completo sortimento que se ode deseiar
esto wmd*Aqe se nao pedem descrever. Guipure preto e brinco diversas Su
AfcansoomMosicas para cohocar retratos, ras e differentes gostos 8
presente para ijualquer pessoa de
branoo e
cucado
sarna.
ttoalhado de linho e algodSo,
*ecores propiios para toalhas.
fiases de sedare muito moder- ^
as, bem como de crochet, lodo de apurado qualidadeae gostos.
v de cores, oara mfa-r, w.,. raba(Jes e pasgeFg ^^
Gilas e punhos bordados para'senhoras.
Guardanapos de linho pequeos e gran-
des.
Gorgurao de seda preto e de coros,
Grosdenaples pelo, e-de cores, haven-
de cores, para senhora e meninas,
Bareges de cores variado sorlimonto.
Babadinlios ou tiras bordadas em todas as
larguras.
Belbutina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande
ariadade de tamanbos e gostos.
Bombazina pret3 de todas as qualidades.
Bramante do linho de 14 palmos de lar-
cara, e todas as mais qualidades.
a*
GRANDE MftlMDE
Qoapdo a AGUIA BRRNCA, mais -precisa scieotificar ao respeitavel publico em
tferal, e em particular a saa boa frefaezia, da knrnensidade de objectos que ltimamen-
te tena recetado, jastamenteqoaado ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ih^a atlendero e relevarlo,
continuando portante a dirigirem-se a bem conhecida Ir ja da AGUIA BRANCA rea do
Queiraado n. 8, onde sempre actaro abundancia om sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em precos o o sea nanea desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica ditos corbeceqoeo tempo de- que a AGIHA BRANCV pode
dispr, empregado aperar de seus custos no desempeobo de bem servir a aquelles que a
honram procurando provase em dita loja do que necessKam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegsncia e noviade os tornam recommendaveis, como
Laziahas de todas as qualidades, cores
e gostos,-nao ficando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para /scother.
Lerdos, tudo quanto pode baver desde
esguio ao algodaocommura.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
riado sortimento.
B,tanhasdelinhoea,od3o,grandesor.: aX^rfe^l^^
Brins de U. branco e de cores, do mais $& ZZZ^ZT^IJZ
snodo ao mais caro emqualidade, aflian- d'Escocia, brancas e de c?" querem-o
vando o que ha de melhor na especie. escores.
Brins d'algodao completo sortimento e MadapoISo; indescripti velo arando sor-
vanedade de pre;os ment que ha neste genero, dlsde o mais
r,. a cs- elevado prego ao menor, que se vende em
tassas de cores, o maior Sorlimento, pri- pega e retaiho por
inaT,.K V SUI,"eui0. Pr|- P^a ea retamo por menos do que em ou-
mando pelo bom gosto e barateza, atientas tra qualquer parte
'"rTm?eV Manlas de b,nd P noivas: o apurado
* es de todas as qualidades e precos. iiahiia.nnc o ,i, ..... ...__
Camisinhas de cambraia de linho <
bordadas ricamente enfeitados para
bem seja
Corpinhos de cambraia, primoresamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicao de ador-
nos os tornam apreciados.
Fkas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
Por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, jnas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de'
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
finas.
de dita,
e pinsel,
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento
sempre me|hor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com i8 vistas, as
quaes s5o movidas por ura machinismo
Veos de seda para chapelinas e monta-' uma.s substituem as outras.
precos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
isde cambraia de linho e cassa estabelecmento o que de melhor Te
Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
dese-
.amisas para homens e meninos, to va-
ado sortimento que vai do mais ordinario
aiadapolo ao mais j)erfeito bordado de li-
Camis.as de meia, de flanella, brancas o
Je cores para hornera.
Casemiras pelas e de cores, o melhor
rae se pode imaginar, sendo d'isso a me- l)arat0 ao ibais superior, por prego
.10? prova o grande consummo dolas na cmmodo.
Mantas prelas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trangados e Ksos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
s pretos e de cores, desde o mais
muito
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meoioos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Vistas para stereoseopes.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de.madeira envemisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
criangas.
i Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeites de mesa e de lapinhas.
officiua da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
desde a mais candida flor de larangeira at
a mais interessante grmalda.
Chapelinhas no melhor gosto.de todas s
cores hoje preferidas pelas senhoras de
ciis apurado rigor na moda. .
Chapeos pretos-de velludo, para senhoras,
uitimo gosto de Pars.
Chapeos de sol, para senhoras e homeos,
ce todos os pre;os e variados gostos.
Chaly com ricos padroes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultadu
numero e n5o menos variedade de gostos,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretas c ^e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fa2enda lindissima.
Peiheiinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragantj
e suave iio olphato, tem o PAVILIIO DA
AURORA, desde a verdadera agua Flori-
i
SORTIMENTO COMPLETO
aOJA
M
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo n. 9
Os propnetaTios dcste bem conheeido eslabele-
cimeyte, aJcm dos muito bjectos qne tinliam ex-
postos a apreciacao do respeitavel publico, man-
daran) vir e acabam de receber pelo ultimo' vapor
da Europa ura completo e vanado sortimento de
finas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
li resolvidos a vender, cono daseu costume.
por presos muito baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e de inin lindas cores.
Mui boas e bonitas goflinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais mqderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e nquissimos enfeites para cabecas da<
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Inos e sem elles; esta faienda o qae pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marrim sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muiio superiores meias lio de Escossia para se-
nnoras, as quaes sempre se venderam por 30*000
a duaia, entretanto que nos as vendemos por 20/
aim destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
linas.
Boas bengalas de superior canna da India c
casiao de inarlim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor s i
pode desejar ; alm destas temos tambem grand.
(}uai.(idade de outras qualidades, como sejam, ma
aeira, Itelea, o?so, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicolihhos de eadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas? do 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marflm e tartaruga para fazer
barba sao muito boas.e de mais a* mais sao ga-
rantida pelo fabricante,- e nos por nossa-vez tam-
bem assegurames sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores aguihas para machina e para crox
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrratho.
Bons baralho? de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo m.
Grande e variado sortiraentc das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas. -
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
fa/'ilitara a denticao das innocente criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigioso-
collares, e continuamos a recebe-los por todos o.-
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
tomo ja tem acontecido, assim pois poderao aquel
les que delles precisarem, vir ao deposito do galb
vigilante, aonde sempre enconliarao deste3 verda-
deiros collares, e os quaes altendendo-se an fin
para que sao applicados, se Tenderao com um mu
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamo;-
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren,
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do r.resnn n. 7.
=X
NOS GRANDES
AUAZI\S DE SKCCOS
HOI IIAltOH
$o e variedade "de padroes e novos ?ostos,;da at o mais lino Bouauct d'Amour, fiual-
'an.6^ artlgt') quanto se pode desejar. mente tudo quanto deve cecupar o touca-
Cintos para, senhoras o que se pede nia-
giasr de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos entei-
v8s, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado g'isto e lavor.
Ditas de fustao branco e de cores por
*re$os commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente bsrda-
ilos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
fil,o que de rrHhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
maior sortimento.
Damasco de la de 9 palmos do largura
todais cOres e ricos padroes.
a&
Espartilhos bran;os e de cores, para se-
nhoras e meninas, o^ melhor neste genero ;
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, braceas, lisas e de cores
com folhos e sem clles, o melhor possivei,
Sabidas de baile, de todas as cores
Sedas pretas, de qnadros, lavradas, lisas.
de listras de todas as ures e qualidades e
o mais barato possivei.
Sarcrelim de todas as cores e qualidades.
a
Tapetes grandes, lindas pinturas para S
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em pega para co-
vados.
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter?o.N. 23.
DE
>1MA0 DOS SANTOS & C.
PROGRESSO
10 Pat.o da Fufca 10
DE ,
SANTOS & FERRE IRA.
Os proprietarios destes bem sortidos armazens participam aos seus innmeros
COGNAC.
I Bu do Queimado il 31
O Etttl\tam chapeos do -cawr,
O branco e prftos, pelo baratsimo ?*
^ peco de ira
o
ii Loja de Antoo'-o de Moura Rolim
Ra daQueimado n. 31
XAHOPB D F.DrG0>0, DO PINTO
K do uii'aifllcaciuvenladeininicato mar-
viin.isa como caJir.anlerlo>iystema nervoaoe
applicado contra n tmruhVia, Hsthma, tome
convulsa ou ooquelucho,i09so recentes ou an-
tigs suflocnciA, calan hos bronchiooa, etc. e -
a Una! contra lodoe os aolTrimenlos das viaa
respiratorias, e naplisica pulmonar.sua vir-
tude con Ira o ttano 0M espasmos, o convulcow
incontcslavel e ningem ha que o desconheoa.
nico deposito, ru larga do Rosario, n. 10.
junto ao quartel de polica. Pcrnambuco.
continuadamente se nos upreaontam nowa
bucomUB pfncacia do fedegoso Pernam-
PILLAS, VIKHO E XAROPK
o: jnuBKBi
rr.KPt'M>s ru huhiuckjtico
J04<|MM Wl tlHFmt nVM '
As preparacoes de jurubeba sao hoje vanto-
losamenle conhecidas e prconi^adoa pelos
mais habis mdicos, tonto da Europa como
rto paz, pela sua efficacin nos casosde anemia.
cliloroze, hydropesia, obstruroao do abdomir
e tarnbwm nosdomenslruaoaodifflcil.catharro
na bexign, ele. t-;c. .M^iorm
Vnndem-se em porco e a retaiho na cidada
ao tiecile, pharmacia do seu compoaitor, roa
larga do Rosario, n. 10, junto ao quartel de-
pO I (_' i ii.
PINTO l'HAHMACKUTICO
XAROPE DE SALSA PARRILHA DO PARA
OH
DEPURATIVOdoSANGUE
Usadas naj molestias de Pelle, impigens/ dores
rnpumaiicas, e ulceras venreas.
lUA I.*IS.l o KOK4IO, ft. f.
Mo mais cabellos brancos.
A tintura japoniza para tngia os cabellos
da cabeca e da barba, foi a nica admittida
Expostpao Universal, por tr sido reco-
nnecida superior todas as preparacoes at
oje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a t/OoO cada frasco na
Ra da Cada n. 51,
1. andar.
no a
De superior qualidade da mui accrediU
la fabrica de Bisquit Dubouch A C, en
<*)gnac urna das que mais agurdente d.
cognac, fornecem para o consummo d<
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. roa d-
:ojumercio n. 32.
ceMeSto
0 verdadeifo portland. S se vende o
ra da Madre de Deus n. 22j armazem d
Julo Martins dp Barros.
fregu
eos as
do que 0* uu ld .juai.jut-r pane, aranuaao-se portanto a s p-nor qu
quer genero comprado i restas dous estabelecimenlos. Mencionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes sao coropreendiJos os outros, porque enfadonbo seria men-
cina-los.
'
Toalhas de labyrintha, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tamanhos, li-as e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
^r
enhuma Sra. dexar por ceno de muir t^^*-* &* Mato po-
39 de to precioso auxiliar perfeicao de *
erm corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escora i Iba preta.
Enieit's para cabeca, ultima moda do
Taris, reoebida no ultimo paquete.
Esguio de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
Cade de gostos e lindos padr5es,
Fi;hs de crochet, modernos com cintos
t capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodSo, de todos
os gostos e padrees.
Se alguem duvidar venha ver.
Vinagre bronco mandado vir por conta
proprii vndo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o D.lro.
dem! tinto Figueira,
320,2( 0, 2iO e 200 rs. a garrafa c 480 300 8arrfa em porfao faz-sa grande abalimen-
Lisboa e Porto a
Gaz americio marca Deves a 8^800 a
1 ta, 380 rs. a garrafa e 560 o 1 tro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e 1^M)0 a
rs. o 1 tro. to.
Vinh i Figueira, Lisboa, Porto e Estreo
a 560, 500 480 c 400 a garrafa litio a840lDra klogrammo a 480, 540
760, 7: 0 e .600. 175000, 7tfSG0 e 8?>8O0 arroba.
Caf em caroco a 220, 240 e 2-0, a li
o 600, e
Vistuarios bordados de fust5o brancos e
decores para meninos, de cambraia para
baptisados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto o forma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores cora 2 saias, tudo intuir-
jjovidade, trazem os modellos juutos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para uoivas e pretos para
iuto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras nossas Exmas. fregue-zas, que
Fuslaode todas as cores e qualidades 'somos os nicos em Pe'rnambco quepode-
frande sortimento. mos offtirecer ao lluslrado bl
mZ*lRZ LdA C6res'- apurado gosto em semelhante materia, gra-
Flores, o que ha de mais rico, quor cas.ao bom gosto do nosso fornecedor %m
odas, quer era ramos, tem oPAVILHaO Pars, podemos garantir que ninguem neste
permanente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
Di AURORA am
(iisposico das Exmas. familias.
conta.
ctiuIa ni umnn 8 Vdr... >ult",lt3nt0 Ia* propnetanos do PA-
yjLMA 1M AtRORA se apresentam ao publico declarando desde i que a sincerida-
de e o bom costoo movel nico de sn* nA0n-n
.? .~P?P^ d o grande e variado .-ortiraento que os proprietarios do PA-
i declaj
gostoo movel nico de sus negocios.
Prvidos de tudo e promptos sempre a prover-se do que por ventura mo
teja ne.:essano, os proprietarios deste suroptuoso estabelecimento recomraendam-se
aera receio de serem contradctos e protestan esfonjarse por continuar a merecer
proaegao que se Ibes tem dispensado ; certos de que do seu estabelecimento nao sahira
o negoez descontente.
A mJ^tta.Mmpre a officma de 8lfaiate diri?ida Pr UIB dc,s raas habis artrs-
SZrP?i?^?.Conipr?Blptid509 bom gosto qualquer tntbalho que lhe seja
ff^riJn. m'if f Pecialmenle oceupada nos trabaihos do PAVILulo DK Atf-
o^TMeVSe a mau aS^Tf60?3' garaDle Pr seo apurado gosto epromptidlo
oa execmfd e a mais completa perfeicSo nos seos trabaihos.
^Ama ca aLTI0" freguezia. 2Tn08 boare uma Prova de que merecemos o con-
T toFi^r7XT^mn[ 2,Bcete Ploraremos firmar cada
ll^m^^Za^^Tf0 d0 It oos propomos, temos no nosso
XSSS^^^ Por todos os paquetes, os
Vinh ) branco puro do Lisboa a 6i0 560
a garrafa, em porgao ha abatiraento.
Vinho do Porto, engarrafado das melho-
res e mais acretadas marcas a 1^000 e 1<$200
4;?500 e U a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. Jabeo a
7,51500 e 6^(500, a duzia e 640 rs. a garafa.
Genebra de Holl uda e laranja doce aro-
maticaa 65500, U, ||>500, a frasqueira.
Serveja Bass, Illers Bell a 9^800 du-
zia em jorco ha grande abalimento.
'demjra rea W e T e outras marcas a
0 q 6, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros mnitos
passas q figos, charutos finos de
sas qua
S. Gasp
comarca
barqne,
Miiho alp.ista 200 rs. a libra e 440 oki
logramma e 5800 a arroba, em porco ha
j batimento.
Oueijos frescos do ultimo vajx>r a 3&200
e 3#00 cada um.
Aletria, macarro, talharim a 500 rs. a
libra e 10100 o kilogrammoem caixoba
abtimento.
Sab3o massa de I* e 2* qualidade a 220
" 240 rs. a libra em caixa ha abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 okiogrammo, em arroba ba
grande differenca..
gneros, vinjio em ancoretas, azeitonas,
qualid-uX. Perola, ^^^t TS^S^^lS^^
^^Sf^rT^^l tode goiaba fina, i^^SR&
.dades, wnella. pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breo! lt
de todas as qualidades, farmha de miiho amerca^ p-aodes molhos d S
n, SS^f*1* "'"i9 Umbem 8ran^-sortimento de loucn propnu L?n
goiio, qie pelos seus commodos prego faz vantagem aos compradores
VNDE-SE ou arrenda-se o engenm
"" ir, sito na freguezia de Serinhem '
do Rio Formoso, prximo do em
i grandes partidos de paol
-.MW, wm (iouuos paruaws ae paut (
masap i roda da moenda, mattos njanguei
para madeira necessaria, bom pasto, etc
a tratar na ra d'Aorora n. 26, oo na dt
Imperador o. 30.
P1LULAS, VJNHOs. UttQm OE JVRB&
BADfi PWTO.
, Superior a todos os tookos cwlieeiil< cvonira a
anemia, colorse, hydropisia, obslruccio do an!
domoo. E lambem empregado nos casos demens.
traacao dtfcit; as catbarro xbetip eta
Ru larca do Rofario o. 10
lum tw- tptmfcl da cerpn d* pelr,
(Qutrora-ra.des Ouail*)
Venda de lampeoes
p railluiBna Na loja de fuoileiro de Antonio Jfcireira Paito
na iravessa da ra do Vigario n. 3, tem,para ven-'
di>r 300 a 400 lampedes promptos, -muito econ-
micos por serem para gaz liquido, e do excellen-
le lu: elles astea qoe se aeabem, saobore? en-
carregados de illumiuaoes, aue sao baratos.
Mez de Mark
Cnticos e bymnos devotos para o mez
da Marta.
Um ntido volme encaderoado de couso
De raarroqwm doomdo
l VEARIi FRAXCEIA.
^srsssLrr^AT" msms f~aa ***** wr^F
ml.a V *> TO ndS apreseotamos paliado a proteccao do illnstraftr
mu Lu3, Scbmtke &G.
deposito ffeelito dos producto* ia eampunkirr 17
aai, de. Vckf emo iqam :
Superior vinho Bordeaux
da Caeia do
Oia. Ghl tdo etc. etc.
Saas de A icik par batihes.
RastiJbas Vicby etc. eta., tnde por
to em con a, em casa de Tlsset fries, ra <
'mefeio n. d.
! :T'* 5* tB,,P* v"er cognac superior
vin|Nti*lvemaODlirtades. ^ '
St. Estephe A St. Jofen; na ra
Reuife-numero 8.
Aberto dajj 6 s 9 horas da norto.
tend-se urna, casa de sobrado oom tercaco,
wndo no Batimento terreo dona grandes armozen
MU- e cammodos para faiaiUa detaix do dita ferrado.'
o Con> aaodaaenMM^itor nm oeTaar da 80 rntSa
defno,ieioileptO(kted98rBBrido annaaaa,
cozinta fika. quatto aar* Uobo, caeimba. estriba-
P n* nttm- ^mmm-ttu, pnaprietartoJaBtlMartm
3 eordeirc prevident(
Ra do Queimado u. ltt.
fovo e variado sortimento de perfumara
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perft
marias, de que efectivamente est prvida
ioja do Cordeiro Providente, ella acaba c
receber um outro sortimento que se ton
lotaver pela variedade de objectos, superior
tade, qualidades e commodidades de pr.
;os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
e espera contornar a merecer a aprecia?
Jo respeitavel publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nao se ai'a
tando elle de sua bem conhecida mansidi
i barateza. Em dita loja encontrarlo <
preciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray 4 Laminan
Dita de Cologne ingleza, americana, fra,
eza, todas dos melhores e mais acreditad'
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para coservacao i
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior quahdade e cht
'os agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, cc
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, ransparen.
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ch*
-o de violeta.
0utra3 concentradas e de cheiros igua,
nente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad.
join escolhidos cheiros, em frascos de che-
entes tamanbos.
Sabonetas em barras, maiores e menor*
para m3os.
Ditos transparentes, redondos^ em fig
ras de meninos.
Ditos muito fines em caixioha para barb.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitanc
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo i
aas perfumaras, muito preprias para pr
entes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, ta
oem de perfumarlas finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e i
oldes novos e elegantes, com p de arn
- boneca.
Opiata ingleza e franceta para dentei.
Pos de camphora outra3 differeau
poalidades tambem para denles.
Tnico oriental de Kemp.
I Alada nal coque*.
tn ontro sortimento de coquea de n
#M e bonitos moldes com Aleta de vidrilhi
alguos d'eiies oraados dt flores e flu
jsfio todos expostae apreciacao de qui
, os pretenda comprar.
[. GOINHAS E PUNHOS BODADOi.
Wwre omio gocto pwetcJo.
mmim emtmm para elatoaw
Bono e variado soruaiento de ttm objw
tos,picando a toaetcolbaaogosto doce*
de, mandioca ltimamente chepada, vende-tea bor-
do do l.ri(ue efrima .Ventor fuodiad.. entre o caes
do Hamo> e traphrbe Hura., do I kramtMe a tra
Ur com o eapuo a bordo e com Bernardo Jo^
oe Araojo, no armazem do Aunes d-fronie da al
fandeea.
Bi inc s e
...neles iie.pafi, -bra d lirada e
Tisl pela pnmeira vez nesia cidade. feit.* p.-r nm
runo. vende-e a 1M!0 a pe^ : na loja da
Aguia Negra, rea do Cabula n. 8
ESCRAVOS FG.EOS.
Fu/io do enjrenlio lina-vista, na remarca de
ramaragibe e niwrlncla da- AtagAaa, o e. iMrolao, idade :ii anuo, aliura reanlur, gn wo do
eorpo, andar banreiro, lem fa la de denle* na
rnmtp, m i., largo, barbado, cosinna as Tetca fa-
ler toda : barbo, e tem urna eieairiz na lesta e
os ptfa prossos ; este esera o anda fncid.. desde* e
oa ib de Janeiro do crrente armo roga-epnr
tani-as autoridades poliriaes e-aos raniiae de
campo a prisin deste escrav. e o entregar no en-
gnnho aemia menemoado, en ne dn Vhjario n. 12. ou iravessa do O rp Santo n
25. pnmeiro andar, que se gralicar generosa-
*llt< II I I .
, ~o F"V~ d en^nh.. Camaraslfle na fregneaa
le Ser.tdraem pertewentes a Gaspar Maorick,
Wanderley os esrrffros segointes : Samuel crioo-
o baixo. proco, n-riz chalo, diz ser da Cosa por
ter sido c inprado pequeo. Jo,, Cab<^rulo de ida-
de irinta e tantos annos, pes chai. s. venta*, arre-
bitadas, estatura baixa, c6r feixada.' pouca barba
e esta na pr-nta do qneixo, IMippe mulato de da-
de de 10 annos p.mro mais ou men halxn oros
so. sem drfeito algnm, leve bixns em pequeo dc-
rem ponen apparece ; por s.0 pede se as antor:-
dades poh.-ir.es c capiiaes de carnpi a captura dos
n*raWw c lvalos no mesmo encenho en na rna
da Moeda n. 2" andar escritorio de Maooel Al-
ves Ferrclra A li. que serao gratilieados.
Fugio do en.aenho Minh'Cis, da eon.area de
banlo Anlo, no da 20 de junho do anno passado
o eseravo de nome Ftancelino, representa <.er 35
annos de idade, com os signaos sepuintes cor
preta baixo. corpo reforrado, cara larca, bastante
rarbado nlhos |iequenos, nariz muito .(i'ado, boc-
ea regular, denles curtos e limados, muito prosis-
ta e andar apres-ado ; consta andar p.los subur-
bios da cidade de Olinda, engenho Fragoso Carn-
ea, Behenbe ou Apipaos, aroulado iwr Joaquira
Jos de Sari Anna, sen irmao liberto, a qualI tem
em sua cimpanhia nma cab. c\h. e fllhos da mes-
ma, e por outro irmo de nome J-.s Bagoia, qoe
o conduztra para os lugares cima inndieadU
alem de um outro so'io de nome h Z^charias
da Silva, coflhecido por Jos Paj". por ter vndo
daquella comarca. Boga-se auu.ridades e oa-
pitaes de campo que o apprehendam e o leen i
ra do Bangel n. 17, ou no engenho Mtnhoras, a-
en i regar a seu senhor J..ao (^irreia de QuMroi-
Monleiito, que serao generosamente gratificados.
FUGA
Fngio da oaaadar.a de Santo Amaro,
n 22,j no dia 3< de marfi do cnirVn'e anno
o preto crioitlo de mime J.13.1 ided* d 3(r
ann s pooco mais oii-u etxr, con- os sighaes
sepuinto: baixo, ebeo do cm-p ., pnur
barba, rosto com marca de b< xifpa, um
dedo de menos na n.o dtvla. o qhal H
escrevo do Sr. AnKmio Climart Moreia
Temporal, e jcrtga-s ssstir o'dma jM
quatro frfguez da cidade. R^a ?e pois
s autoridades competentes e p-nfulsres o
obspquk) de appreheOn>fem e Ka-!o tua
do Crepo n. 5 qae geierossmenl' se oob-
pensar.
m wmwmiMtilm c,' rna rja Cria n
138, vendMHse fomas de forro galvanisadao.
k
grumo e pies, rotrox preto lUferior.
'i, FOHHiAMIX
Venae-ae no armaaem sauroHo Vieeato Fer-
em Yara da Cosu it PHke, derente do arco da Con-
I eai^io, em barricas frandes.
E-^l rugido o escraw Pnireinon qae M do
Dr. Joao Honorio, pardo claro de S ano 8 dn
(dado, estatura regular, secen do cofp ronto ra-
sudo e com urna peon** e artiga sfcafrh ptt*.
do do naria, sabio rom* eafc parda, rarriisa e ja-
queta bravea, e ebapo redondo e harxn d* alpa-
ca preta. S*pp3< -se que anda pelo bairro da
Boa-vma o arbaldes, ondebnisid vi>to Ro-
gase prtis as autWrirtlter nrtlfc-iaes, 00 a qnal-
quer parrtfulr o ffcwr d* o prtwtwr e lrt.|o a
casa nova orto* as offlciMH dea irilhm urbana
d Apipncoe. ou a ru da Sedaalla -noV* n. 38*
escriptorto, ftftd se dirt a gratifieacao de c-oi
eoenfa mil rWi
-* Fugl > no da
o eseravo Fraaci,
coto os si
roMo d1
ota w ser Mni,
alpaca de edr e-
Parah.yba, e W
Hala, morador
para o mesrao l
aemoa^u
'Sea- do cam
eiaes qoe o tragvnj
geaeroiaawnt
mmmm


ibuco Sahbado
I
Sofl'reu >*'
o Kiffh- do pampeh-o
Ol !|V" P,Vr
Esse bia.i e jrie
Resbvo i or lo l.i a paqp
Foi Qosso guao estandarte
'raguay -foi o n irte.
O convito cr.i agrado,
Kguem o braco esaisou ;
Hhiambueo tlcnoiiado
Para a campanha marchou !
E alli quando nm irmo
Tombava na lula, exange,
Tinha dado todo o sanguo
Em holocausto naco !
Em cada combro de areia
D'ioimiga plaga estrangeira
Triamos urna epopeia
Em pro! do nossa bandeira!
Da piopria Europa senil
Vinbam as auras velozes,
Saldar-os cora esta' vozes:
E's nwneivelBrasil!
Sempre co'a fronte serena
No patritico afn
Vimos a ultima scena
A margem do Aquietaban!
Juntamos novo laurel
Aos D03S0S louros de outr'ora
Levando a luz redemptora
Ao povo ingrato e cruel!
Terminada a lula homrica
Surgi ridente e vivaz
Nos bot sontos da America -
A nova autora da paz !
enmudecido o canho
Extin .ta a hydra funesta
Da victoria a grande testa*
Corre a brasilea naci!
Apoz sangninea porfa
Brillia a nossa magestade
Cabe por trra a lyrannia
D um passo a liberdade !
Nova gloria se dilata,
Nova luz o peito aquece,
A immensidade estremece
Do Araazon a ao Prata 1
O povo em bostes guerreiras,
Segu as bandas mnrciaes,
Erguetii-se indytas bandeiras
Tropbos, arcos triumphaes!
Os ares rompem louvores,
Tado fesia e alegra !
Salve, aurora, cujo dia
Convert espinhos em flores.
Perpetuar nossa gloria
Nao pode o bronze ou granito,
Dos grandes feitos na historia
O poema fica escripto!
One vale, pois, um Iropheu,
Um monumento marmreo
Perante a lancea de Osorio
' E o gladiodo conde d'Eu?!
Nem os seculos vindouros
Cobriro de ingrato p
O diadema de louros
Do here de Iloror !
De sua espada a memoria
O tempo em vo gastar.
Cada pedra d'Humayt
Attestar sua gloria!
Nessas margens ignotas
Onde Lpez snecumbio
O bravo, heroico Pelotas
Um monumento eregio!
Em lula franca c leal
Da paz o verbo proclama
So elle termina o drama
Da vi .ganca nacional I
Paz! verbo que desata
Povo heroico e varonil
Desdo as ribeiras do Prata
T aos confhs do Brasil!
Aps fadigas e dotes
Surge o astro radiante,
Sobre este imperio gigante,
Do proprio co c.hovem flores!
O Paraguay hurnilhado
J nos implora perdao!
Exulta, povo soldado I
Mil parabens, oh naco !
Resplende emfim a verdade
Na trra da tvrannia
FOLHETIIW
OS OUIAS DA ALDEIA
POR
Ponson du Terrail
(Continuaco do n. 88.)
XII
Orleans recorda se ainda d'este drama
judidario.
A ra Bretonrtlrie, urna roa melanclica
o deserta, onde a herva brota por entre a
calcada, esteve durante dous dias coberta
de immeasa multidao.
Passava-se isto dous mezes depois dos
acoolecimentos que acabamos de relatar.
Os debates duravam ha dous dias, tendo
attrahido a populacjo da cidade e do de-
partamento.
Quando a opinio publica se pronuncia
pro oa contra, absoluta e nao admitte
discussSo.
Ora a opiniao publica j ba dous mezes
seantecipra em condemnar Rouxinol, de-
nominado o Escbilo.
Aaalysra e agrupara os fados, aecumu-
lra as pravas, deduzira face da mais ri-
gorosa lgica o effeito de cada urna das cau-
sas e provra com certeza mathematica que
Rouxinol fra o assassino de Saurn, de
forma que, quando os jurados tomaram
assento, a opiniSo publica considerava in-
til que elle* pronunciassem o veredictum,
visto que nio havia a fazer oulra cousa mais
do que apptacar ao aecusado irrevog-:vel-
meote a sentenca de morte.
Kat re tanto abrram-s<3 os debates.
bar.co dos advogadas estava sentado
um dos pr.meiros oradores de Paris, e,
todava, Rouxtaol era um d'esses criminosos
a q-jem ordinariamente se no-
i'fffffffffffffffffffffflBO PT-rf
di um principe da
ra defnde-Io
raratiens! Benvinia aur
ios traz
asfwT coros, agora
n-se os louros da paj!
Saudemos, p>ois com fervor
Di nossa-patria os soldados,
Nossos firmes alliadis
O povo, o imperad r !
A I.AMKMIA.
RECITATIVO KM OfCASlAO DA CUEyVDA DA NO-
TICIA DA MOITE DO DICTADOR LOfEZ.
iorreu o tyrannno vil dictador,
A. fra maldita nao existe no mundo ;
Aljfirain-su as portas d>) nliysmo infernal,
E cil o as ohammas cnvollo no fundo.
Paraguay liojo livre, gnlhdes ja nao sent,
Liberdade ja gosa ijhal nunca gosou :
De niiserus escravos parliramse os ferro?,
E do monstro a existencia j a morte ceifou.
Mor re u sim morreu, jamis pode fugir !
Aos golpes das armas por trra cabio t
Para os nossos hroescaiem llores do co,
Para Lpez trbarbiroo inferno so abri.
A Ierra que nntr'orn s era de escravos,
Com sangtu de livr ja f i libertada;
A alTnmta, a nfnunia do misero eliefe,
O imperio viogoasi na pona da espada.
Embora que o mmistro sorris I),; nada serviolb* do bosque a espes-ur.
Os brizos valentes d hroes brasileiros
o campo de Mario desfezlho a figura.
Viva a IW9M Religiao.
Viva ft n;.Qo Idasileira.
Viva nos-u Imperador
Viva a plialango guerreira.
Yiya, o sempro viva a arma
De&e here, desee Clao
Qae entre as sombras da morte
ltojoa a fra no chao.
C. F, F. Jtinlor.
-'
I M BBADO SCIKNTIEICO CONTRA OS FALSOS
H.NSAMKNTOS DA LIGA ANTI-VACCIMSTA. RE-
CENTEJ1ENTE OROANISADA AS ll.HAS BRI-
TA.WICAS, PE.O DR. AMERICO ALVARES GUI-
HARARS.
Le dsir de faiteronnaitre re
queje crois lre la veril tjwde
senl ma plante.
LaPlace.
II
(Concluso)
Mas, que importa sciencia, que alguns
vaidosos contemporneos de Jenner, qui-
zcssem infamemente roubar-lhe a glora do
primelro descubridor da vaccina ? Que im-
porta sciencia, que os mulos desse me-
dico soberano, vidos de" jactancioso cen-
me, hajam dito, que descobriram no
Sancteya Grantham provas authenticas, de
que a inoculaco da vacoina era de ha mili-
to pralicada na India Oriental por med eos
pagaos? Qoe Bruce, cnsul em Bashire, em
urna car ti, enderefada Ersknie, de Bom-
baim, liouvesse dito, que esse humor e suas
qualidades preservativas cram j conheci-
das na Persia entre as tribus Elliantes ? Que
alguem declarasse, que os povos dos Andes,
de Holstein, decklembourg, e arredores de
Berlim, eslavam j inteirados das qualida-
des do puz do cow-pox? Que importa, em-
fim, medicin?, que o Di'. Sutlon manifes-
tasse. que propagou o puz varilico em di-
versos indios, que, segundo elle, j baviam
anteriormente contrahido a vaccina,-' e o
acadmico Salger tivesse revelado, que es-
tava em uso, ha longo tempo, a pratica da
vaccinacao, na familia Jansen, rendera de
urna quintada Allemanha, em lili ?
Que valor lem para a historia, que a
Franca e outras potencias de igual jaez, ha
jara disputado a honra da patria do primei-
io descobridor e propagador desse humor
bovino ? Que Husson tenha dito, que seme-
llianie idea daiioeulacao vacciniea parti de
Mr. BabantPommer, ministro protestante
em Montpellier, que em 1771 communi-
coo-a ao Dr. Pew, c que houvera este em
Inglaterra revelado Jenner, e que isto seja
confirmado pelo conde de Lasteyrie ?
Em quanto as sciencias nao possuirem
provas bem authenticas, ou dados que evi-
dentemente, e de um modo cabal, demons-
troil) a veracidade dessas asserces, propo-
sialmente enunciadas para extinguir-se a
impcreeivel gloria de Jenner:em quanto
as sciencias obviamente conhecerem, que
taes revelaccs nao passam
vaccinae como
cujo nome e glo
consummaco d
Acerca da or
embora fosse eba
de vesculas, semelfflM ^Bplas.
desenvolvidas
a! o preser/MCr nsaVerMg^^Swnbro*
da citada liga, nragfHhli ^ftn contestar,
deprehendo-se da parte historift leMia o segninte. t Os Drs. Tanner, Case-
nave, Duges, Decarro e Godin ju'garam
principio, que a vaccina era Iransmitlida s
itas das vaccas por raaos de pessoas, que
tinham seu cuidado -o trato de envidio?
affectados de cedema ou inchacSo das per-
nas isto do predito gabarro, ou con-
forme os inglezes," de greassy, e segnnd)
os italianos, de gardoni; t mas que, ao
depois pelas reiteradas experiencias da ino-
cul c los em diversas pessoas, e sem o mnimo
resultado positivo, os Drs. Wocridville, Sim-
mons, Buniva, Frank, Bertholini, Pearson,
Scarpa, Alibert, S3cco, Fiard, Husson, Du-
puytren. e mais tima immensa cohorte de
ahalisados facultativos, condoo/n. em razo
de tao manifesta n.'gativa, exhibida por
essas suas cuidadosas e continuadas expe-
riencias,que o f'-M'-poajon vaccina urna
alTrcao eruptiva sut generis, e especial
raca bovina.
A respeito, pois, da origom desse humor
vaccinieo, o qu se infere da. historia, es-
cripta por horaens distinctissimos as scien-
cias medicas, e por cavalheiros. que tim-
braram sempre era ser conscienciosos e
verda liros na revelaco e exposigao de
suas minuciosas observace-.
Jamis alguem conseguintemente disse
que o gabarro, ou (edema das pernas dos
cavados, molestia alias mu ponco frequen-
te, symptoma de tubrculos pulmonares
nesses quadrupedes. O raormo que, se-
gundo o anlorisado parecer de Flaminy e
outros muitos notaveis veterianarios, quasi
sempre se mostra em taes animaes, quando
eslo affectados depbtysica pulmonar.
De tudo isto intuitivamente deduz-se, que
os membros da mendonada liga e seus
adeptos vivem em perfeita inopia de conhe-
cimentos relativos medicina humana e
aquella do3 aoimaes irracionaes ;e que
semelhante embroglio, ou conjuncto de ex-
presses sem sentido algum coherente, com-
pletamente aerias no passa d'uraa exquisita
utopia, ou entilo d'uma crassa necidade.
Sobre o que dizem elles, concernente-
mente falsa immnnidade. ou prophylaxia,
em que ficam os individuos vaccinado.s, re-
lativamente s varilas, isto igualmente
mais urna franca exhibiejio da falta de ele-
mentos selentifleos, em que laboram, e que,
mo grado, ostentam. Se elles tiv-^ssem
esses elementos jamis se aventurariam
emillir to grandes e desordenad s absur-
dos, mostrando dest'arte que desconhecem
'o queidyoiiicrasia, isto essa dispo-
sicao, ou susceptibilidade orgnica e pfrti-
cu'ar, que cada pe-soa posse em si ; essa
m.ftieira si propria de ser influida pelos
diversos agentes capazes de impressionar
d'uraa maneira qualquer nossos orgos.
Esses fados solados, que de vt-z em
quando apparecem, de pessoas bem vacci-
nadas seren, nao obstante, atacadas pelas
varilas, s demonstrara qoe em taes sugei-
los exis:em idyosincrasias idneas acqui-
sico de semelhante molestia, e nada mais;
que esses individuos, em raz3o dessa
avidez orgnica, que possuera, ainda que
n3o fossem vaccinad s, e houvessem tdo j
as vanlas, estavam sugeitos conlrahir,
i vida; e qoe
^K~j8fRaffeci
(5) Posthumamente, e ainda n3o ba mili-
to, em 1865, a Franca, desejando reparar
os remorsos de actos to injustos e vergo-
nhosos pratcados pelos seus avoengos, re-
lativamente a Jenner, e conhecendo nolier-
namente os altos serviros pre>tados ao ge-
nero humano por to beneficente medico ;
levantou Iho em urna de suas formosaspra-
Cas, em Boulogne, urna estatua colossal, em
cojo pedestal, em caracteres bem frisantes,
l-se o segninte e bem expressivo distico :
de aleivoslis A Edward Jenner. La-France reconnai-
arieiramente nogadas ao nobre carcter de
lo distincto esculapio; que ellas nao sao
mais que tenues penumbras, que fcilmente
dissipam-se logo ao approxmar-se ao fulgor
emanado do nome de lo eminente here :
sanie 11 de Septembre de 1865 .
Fo este, de feto, um acto magnnimo e
de alta Justina e nobreza, praticado por esse
paiz, que boje tanto destingue-se e eleva-se
pelo cultivo das sciencias. _,
Porque Rouxinol, sem o sabor, tinha um
protector, um homem que acreditava na
sua innocencia, quando lodo o mundo o ac-
cusava ; um horaem que quera que aquella
cabeca fosse defendida com tanta m-is ener-
ga e vigilancia, quanta era a pertinacia da
opiniao publica em condemnar antecipada-
mente.
Antes do dia de julgamento, em quanto
o clamor universal dtzia: tS Rouxinol pode
ter assassinado Saurn e l se encontrou a
sua espingarda; ha muito que elle odiava
Saurn e por vezes jurara vingaoga, um
hornera, um nico hornera, elevara a voz
para dizer : rNo Rouxinol est inno
cente!
Este hornera era o cura Daval.
Era que baseava elle esta defeza ?
o que n declarou -a ninguera, porm
fra elle que escrevera ao advogado dis-
tincto urna carta eloquenle, como urna re-
presentaco.
Esta carta de um pobre padre da aldeia
impressionra o advogado a ponto de o re-
solver a vir.
Estudou a questo, leve larga conferen-
cia com o cura e quando se sentou no tri-
bunal ia convencido de que defenda um
innocente.
Durarara dous dias os debates.
A cidade de Orleans enebera-se sbita-
mente de ruido, de murmurios de gente
afadigada e enthusiasla.
Os botequins sstavam cheios, as pravas
e ras regnrgitavajn de gente.
Gomo a sala das audiencias nao poda
contar seno imitado numero de pessoas, a
maior parte estadoara fra do tribunal,
mas todos eslavam ao alcance do que se
passava l dentro, e cada incidente inespe-
perado, cada fado novo qoe se produzia na
audiencia, corra de bocea em Docca e cir-
culaba logo em toda a mullidlo.
Foi longa e mcarnicada a Inta.
As lestomunbas da accusacJo eram nu-
merosas e as provas irrefragaveis.
O acensado ora bomem de inteligencia
obscura em tudoque nao dissesse respeito
suaprofissao de ca?ador noturno.
Desde o comego dos debates defendeuse
mal e perdeu a cabeg.
Na noute do priraeiro dia nao havia urna
s pesso que duvidasse- da sua condem-
nacao pena ultima.
Nao havia test^munha alguma ocular do
assassinato, mas tudo se comtnavj par
demonstrar o culpablidade de Rouxinol.
At a pbysionomia miseravel do aecusa-
do serva de argumento contra elle.
Os arrebatamentos e accessos de raiva
que experimenlou acabaram de o compro-
metter na opinio publica.
Na noute do primeiro dia Rouxinol pare-
ca condemnado, mas na manha seguinte
abertura da audiencia o advogado, da de-
feza pedia o depomento da nica testemu-
nha de defeza.
Em todo o departamento nao se encon-
trara out<-a igual.
Esta testemunba singular era o cura Du-
val.
A provincia orleaneza essendal mente
re igiosa; com tudo as ideas novas l se
vo implantando pouco a ponco e a influen-
cia clerical encentra ali j robustos adver-
sarios.
Outro padre que nlo fosse Duval teria
provocado urna assuada, porm havia qua
renta annos que aquelle vebo era a Provi-
dencia de toda a populacSo que dreom
dava o campanario do seu humilde pres-
byterio. -
Parte da sua vida era conbecida.
Sabia-se' que fra militar, que o seu as-
cimento era n bre e que altado renunciara
para envergar o singelo uniforme dos de-
fensores da palavra de Cbristo.
Quando ele appareceu no banco das
testemunhas, com aquello aspecto respeita-
vel, aquella fronte encanecida, bonve urna
espede de tranformado ao espirito do au-
ditorio. N'aquelle dia o padre nlo occol-
tara bumldemente a cruz ganba nosesm-
pos da batalna. Ao contrario, coocra-a
orgulhosameate s%e o peito, como quem
incipe Ar
yae ciwm os mera-
iros ca liga, e que,^o obstante haverei
o bem vacetpados, solTreram atrozmente
lassa nolestia. Em consequencw da idio-
lyncrasia ou avidez orgnica desses dous
entes para a acquisic* i d' semelhante doen-
, jamis nelles poderia ser immtinitiva a
vaccina, e nem mesrao o- puz varilico :
ergani-mns taes sfio sempre aptos accei-
tar (hias e mis vezes os elementos mrbi-
dos, que se fazer desenvoher-se essa mo-
lestia.
Nao vemos lambem algtimas vezes ndi-
vidoos, que nunca foram vaccinados, e nem
tveram varilas, servirem de enfermro3
em hosptaes de bexiguenlos, d'ahi sahirem
inclumes, e failccerem em avancada idade,
sem jamis soffrerem dessa alTeccio ?
* Estes formam a completa antithese da-
quelles :sao seus verdadeiros antpodas.
O que de tudo isto colligir-se ? O que tu-
do isto significa ?
que pessoas ha (mui poucas), para as
quaes nao se conhece meios preservativos
das varilas; tudo o que se emprehender
em tal sentido ser intil, baldado ; que
ha outras (mu raras), cojos organismos re-
fractarios, repellem naturalmente a aeco dos
e'ement03 mrbidos das varilas, havendo
para estas longa, completa e natural iaima-
nidado;e que ha, emfim, outras pessoas,
o que se aprsenla mais extensamente, que
sao nccjsiveis a-co fas varilas urna s
vez na vida,c para estas especialmente,
que a vaccina propnylactica, ou immun-
li va.
Ora, querem os membros da allnd da
liga e set*s proselytos com esses casos lo
excepcionaes, to solados, lo dubios, des-
truir um3 regra geral :querem comraeia
duzia da fados, idnticos aos do principe
Arthur e Dr. Woodville, concluir que a vac-
cina o5o preserva das varilas. isto um
audaz commettimento, um mero charlatanis-
mo, urna muto torpe mentira lancada a
face da sciencia, coruscante foco de ver-
dades.
Demais hodiernamente notorio ique
o bumor vaccinieo alteravel pela aeco de
diversos agentes physicos;que a falsa
vaccina nao preservaliva;e que, em
sumraa, a virtude mmunitiva desse humor
nao tem igual duraco entre os diversos in-
dividuos. Em uns, por exemplo, dura ella
tres ou quatro anuos, em outros, oito ou
dez, em outros, quinze ou vinte, em outros,
toda a existencia. Nao se pode, pois, de-
terminar precisamente a escala thermome;
trica da duraco das virtudes ptophylacticas
da vaccina entre os diversos entes bu-
manos.
Foi por isso que ba tempos, alguns go-
vernos do centro e norte da Europa, muito
judiciosamente del beraram por em praxe
entre seus povos a revaccinaco no fim de
cada quinquenio, ou septenio, apresentando
leis nesse sentido ; medida essa, que nao
sendo pesada seus governados, deve tra-
zer grandes vaniagens aos em que seme-
lhante virtude immunitiva haja j se ex-
lincto.
To sa'utar exemplo deve ser abracado
por todas as nacionalidades, visto as vania-
gens bem patentes que disso pjdem resul-
tar aos povos.
Agora cumpre-me responder e refutar as
arguicesda liga,que fazem da vaccina o
principal motor do abaxamento da escala de
vitalidade ; do incremento, que ltimamen-
te se ha notado, da phlysica pulmonar, do
desenvolvimiento e freqnencia de epidemias
de cholera-morbus, etc.
Inexactas, e sempre inexactas, sero as
desordenadas asserces de semelhante liga,
visto a notavel ignorancia de seus nfelizes^
e audaciosos membros, respeito do que~
concerne a medicina. Na etiologa e hist-
rico das molestias sao elles inteira e espe-
cialmente hospedes.
A phlysica tuberculosa, cujo medonho es-
pectro assorabra o mundo, e que boje infe-
lizmente grassa de urna maneira assusta,dora
pelos diversos centros da populaco do glo-
bo, sem destincCo de sexo, idade, profis-
so, temperamento, compleieo, raca, clima,
etc., teve sua origem na primeira geraco
do monte Sinai; fra, portanto, conhecida e
estudada por Hyppocrates, Celso, Galeno,
Aetius e Areto, por toda essa pleiade A*
mdicos Ilustres dessas longinquas eras :
do
no flobf
ebTiilaDt iu corn luz meridiana de-
monsirt-se pela vida e natqra! tendencia,
que em tuno neste mundo observa-se,
excepeo, porm. do espirito para a estti-
ca, para o equilibro. Ora, havendo pro-
gresso manifest em as partes social e mo-
ral, isto nessas partes, que se oceupara
era arranjar, dispr os elementos para me-
Ihorar o estado do horaem, loo evidente-
mente lgico, que hajam tambern fei'.e pro-
gressos as partes anli-social e immoral, isto
, as paites que organisam os elementos
para peiorar, destruir a estructura humana,
nfim de procurar cquilibrar-seaquell'outras,
c d'ahi o bem definido sentido das segra-
les e sentenciosas phrasesLe monde mar-
che. pois, do incremento destas ulti-
mas partes, que ha nasciJo o incremento
das causas debilitantes, e inductivamente o
incremento da phtysiea' pulmonar, cujas
cansas em synopsis passo exhibir.
O abuzo de fumo sob diversas formas ; a
syphilis: a alimentaco insufBcion'e ; as vi-
gilias, por bacchanes, bailes, theatros e
trabamos proficuos; o pauperismo; o abuzo
de lquidos alcoolicos ; o abuzo de condi-
mentos excitantes; o nocivo uzo dos espar-
lbos, as senhoras; as mpresses moraes
tristes; as perturbares cataraenies: a m-
nemelo e outras profisso.'S nocivas saude ;
as moradias hmidas, escuras e mal areja-
das ; assuppressoes sbitas de transpiraco ;
as vicissitudes atrnosphoricas, etc, etc.
Eis a mxima pane das cauzas, donde
procede o augmento da phthisica pulmonar,
e o abaixamento da escala de vitalidade ; e
nao da vaccina, qiu jamis poder ser causa
eficiente de to exicial molestia, s si admit-
lir-se a hypolhese, de poder ella entravar o
desenvolvimiento orgnico infantil, o que
nicamente poderia ter visos de verdade, si
se jnlgassc esse exanthema necessario a vida,
o que boje esl priori e posteriori de-
monstrado pela negativa, em todos os pon-
te s da Ierra, onde ha cultivo das sciencias
medicas.
Quanto ser o humor de Jenner urna
das mais vigorosas cauzas da freqnencia de
epidemias de cholera-morbus asitica, um
dos stus germens nao passa isto da espbera
puramente deial, d'uma manifesta patranba,
que s pode achar apoio entre os membros
da citada Liga, e que a pratica e theoria sci-
entificas formalmente repellem.
Similhante molestia mortfera, que ordi-
nariamente affecta o carcter epidmico, e
que zomba das la iludes, longitudes e alti-
tudes, das racas, sexos, idades, ele, ori-
unda dos pestilencaes deltas do aziaticj rio-
Ganges, d'onde ha s'irradiado para todos os
pontos do globo, e data de tempos imme-
moriaes, segundo as remotsimas tradiccoes
da Biblia, que a denomina cholerain-rain,
doenca, com que Deus punia os povos in-
doceis, e conforme o authorisado teslemu-
nho de Zacuto, Celso, Gelio e outros famo-
sos escrpl.ores antigos, que d'ella se ocen-
param.
Assm, pois, ve-se pelo exposto, que a
cholera-morbus nasco com a bumanidade,
e nao depois da propagacao da vaccina, cuja
descoberta deo-se no seculo prximo passa-
do : e quanto sua cauza determinante,
ella derivada de miasmas, emanados de fo-
cos de infe.-co, quando so appresenlo con-
dicoes geolgicas e meteorolgicas idneas
sua engendraco e desenvolvimenb, e em
epochas, em.que se fazem opporlunas as
coostituices medicas re nantes; isto ,
quando acta um concurso de modiicaces
atmosphericas, de harmo'nia com outro con-
juncto de crcumstancias geolgicas, ambos
propicios ao desenvolvimento e transmisso
dos elementos de tal molestia.
Dando aqu termino este meu artigo,
supponho ter obvia c convenientemente re-
futado essa alluvio de falsos pensamentos
da Liga antvaccinsta, essa propaganda de
verdadeiros embustes, em que mal querem,
sem duvida, basear-se seus poucos membros
e obscuros proselytos.i.para infelizmente in-
festar e mover a plebe ingleza, para concitar,
tumultuar a classe menos sensata do povo
da antiga Albion, trnala revolucionaria,
contra as ordens do seu" robusto govgrno,
tendo em mira a urdidura do estratagema
poltico, ou ento srdidos interesses indi-
vdua'es. Dest'arte supponho, finalmente,
ter preparado os espirites i -.expertos, e fal-
tos de noces medicas, para s prem ao
abrigo dessa perniciosa cruzada d'iraprope-
rios, audaciosamente atirados faco da sci
aspfcr
eritotY contemporneo, come
pnceder.
Fevereiro de 1870.
.segno-
(ueote es-
e-rae
VARIEDADE
pretenda n'estes tempos de scepticsmo e
livres crencas, abrigar a autoridade da sua
palavra sob a dupla egde da respeitabli-
dade do padre e das honras do soldado.
E foi o soldado quem fallou, com aquel-
la simplicidade convincente e liberdade de
linguagem que sempre seduziram as mas-
sas,
'Contou como o acaso Ihe depar/a o en-
contr com Saurn e como fra ter Ra-
poseira.
Fallou -das suas antigs relaeoes com o
commandante Ricardo.
Relatou minuciosamente todo o dialogo
que Uvera com Saurn.
Em quanto teve a palavra, reinon'na
sala profundo silencio.
Era que baseava o padre a sua convic-
Co ?
.N'um fado nico.
O commandante fizera hora da morie
um testamento, que confiou a Saurn.
Saurn partir, levando-o comsigo, e urna
hora depois era assassinado.
Quando o cadver foi despojado do fato
nao se Ibe enconlrou tal testamento.
Quem, pois, matara Saurn, a nao ser
pssoa immediatamente interessada na des-
apparico do testamento ?
Ora, Rouxinol nao era por certo amigo
dos herdeiros do commandante, e tanto
assim que fra a Martina quera contribuir
para o expulsaren! da casa n'outro tempo.
Este depoimento produzio grande im'pres-
so no auditorio.
Em quanto tudo aecusava o Roufcinol,
um hornera vioha ali resoluto dizer :
Se Rouxinol fosse o autor do crime,
achar-se-hia no cadver o testamento.
Depois do cura tomou a palavra o-advo-
gado.
Desenvolveu este um talento transcen-
dente, fci eloquente e sympatbico, descre-
veo com orna implido de estylo e urna su-
blimidade de argumentos a vida tormentosa
d'aquelle velbo coocado entre umaaflei-
Co Ilcita, qoe elle se creara nos ocios da
velhice, e est'outra, a de sua sobrinha, a
filba do urna irma larga e amargamente
deplorada, a qual descera ao tmulo con-
fiada na sua palavra de bomem de bem.
Poz em relevo, cm o arrojo e tactiva
magistral de hbil orador, a sbita trans-
figuraco da Martina, furiosa e insolente
una hora antes, humilbada, arrependid e
devota urna hora depois.
Nao lheescapou fado algum, por insig-
nificante que parecesse primeira vista.
Nao despresou o menor delalhe.
Aquelle grito de caca, cora que os caca-
dores costumam significar amorte -'e-um
veado, resoando a urna hora inslita pela
floresta, nao seria um signal convencio-
nado?
Saurn fra assassinado ; era assim que
isso se noticiava aos interessados no ne-
gocio.
Eram dez horas da noute quando o pre-
sidente do tribunal fez o seu relatorio e deu
por encerrados os debates.
Comecou-se na sala a admittir a possibi-
lidade da innocencia de Rouxinol, mas l
fra a opinio publica nao variara. Rooj:-
nol era sempre o culpado. E, depois, um
argumento apresentado na .defeza pelo Cura
Duval convertia-se contra o aecusado.
O commandante Ricardo, dizia-se, tipba
feito um segundo testamento, pelo qual ins-
titua sua sobrinha herdeira de metade da
fortuna; mas, n'esse caso, porque nao des-
truir elle o primeiro testamento que ins-
titua o pequeo Augusto universal ber-
deiro ?
Ora este testamento, que no primeiro da
se suppoz dever estar em poder de Mar-
tina, foi encontrado na secretara do com-
mandante quando se romperam os sellos
postos pela justica, e, na ausencia de ou-
tro, ficra valendo este testamento.
Para todos aquellos que dSo trabara en-
vido o cura Duval e que nao se havam
sentido impresstonados pela autoridade da
sua palavra era isto, como dizem na aldeia
um grande salva*>rio parva rapariga.
Desde que a Martin* era rica, tiaha
Machinas a vapor para estrada
ROAD-STEAMERS
(Conchiso)
Para provar que a machina nao estraga o
ciminho, tem se la cado por onde ella pas-
s varias substancias taes como pedaeos de
c: rvo, batatas cenouras, etc. e quando fe
ti m levantado teem-se acbado que nao fo-
rera esmagadas. Tm-se comprado mokas
>zes os aros da borracha s patas dos ele-
p lanles pelo seu piso suave e elstico. Estas
n achinas sao muito appuradas eemopactas.
Andam sobre 3 rodas,duas grandes e urna
n ais pequea na frente. Os aros de borracha
d is rodas para as 3 rodas de urna Jmach'ma
diforcadelO cavallof pesam 44 cwts (<>
c vts tem 112 lbs. inglezas).
Para fundir esta enorme massa de borra-
cha vulcanisada susctaram-se duvidas que
su a persistencia, esludo e vontade podiam
v mcer. Os aros esto defendidos por bar-
r s flexives de ac abertas. que servem de
encllente presa.no terreno, eemquanto nao
ostam aeco elastcida borracha, forne-
ctm-lhe tanta proteceo que as tornam vir-
il almente isentas de se arruinarem. Estas
b irras de afo, que sao de por e tirar, dSo
si i emprgara para passar sobre nev ou
n ve gellada porque o ferro nao pega nes-
t;s superficies, e aqui a borracha de
inmensa vantagem porque lhe passa po-
c ma com a maior faciltdade e sera escoro
rsgar. Em terreno arenoso, e no EgypU
dispensam-se as barras inteiramenle.
Alualmente*con?truem-se estas machinas
pira os mais variados fins, tanto pare u
ptizcomo para o estrangeiro, e esto se
n andando para os pontos mais remotos.
Para nos, com as nossas empresas collos-
stes e quasi Ilimitados meios de produc-
<; o, sero de immenso beneficio as vanta-
gins d'estas machinas, emquanto que, nos
oitros paizes e as colonias, onde osjneios
di condueco nao esto inteiramenle desen-
v lvidos, a esphera da sua utilidade parece
ii calculavel. Em Franca ser de grande
vtlor. Os francezes, e n'isto no*se pare-
c m comnosco, fazem os seus caminhos de
ferro productivos. Gontentam-se com li-
n las principaes que atravessam as grandes
cidades, e dispensam, quanto possivel, ra-
n aes que absorvera os dividendos. Mas se
b m que isto seja muilo vantajoso para os
afcdonislas deve retardar o progresso dos
a ;r nitores e dos fabricantes distantes da
eitrada principa!, e para elles estas machi-
nas devem ser extraordinariaraente lucrati-
vas. Mo.lfou-se recentemente urna d'ellas
en Pars por onde andou du-ante algumas
semanas com um dos grandes mnibus de
Versailles levando cincoenta passageiros
S ubio urna ra cilgada almdo Trocadero*
ejom a elevaco de 1 em 9 ; atravessou o
lond Point a horas em qoe estava ebeio de
3edculos e de cavalleiros, e as bellas rua.>
lanas de Pars altragio fcilmente urna ve-
locidad; d 12 mlhas por hora. Foi ento
enviada para urna cidide da provincia, onde
a metteram em trabalbos pesados, e onde a
sua grande forca motriz, fcil conducho, c
pequeo consumo de combustivel se mos-
taaram plenamente.
Foi recebida com o maior applauso em
Franca, e promette naturalisar-se alli pr-
ximamente, tendo os fabricantes francezes
combinado construirem'd'estas machinas
de differentes tamanhos. A machina mo-
delo, temporariamente admitlida por auto-
tisacodo respectivo ministerio, teve devol-
tar para aqui, por isso que pelas leis fran-
cezas sobre patentes, o objecto de qual-
cuer patente tem de ser fabrica ioem Fran-
ca e nao pode de forma neubuma ser im-
portado,. Para a condueco de passageiros
e merendonas sobre os Alpes nao ha nada
due possa convirmelhr do que estas ma-
chinas, pela facilidade cora que conduzera o
duplo do sai proprio peso era rampas de
1 era 12.
(Cowniwr-$eha.)
_____________________?_____________'__
tantos aduladores como Uvera raimigos em
quanto pobre.
Estes aduladores fizeram o resto.
A multidao, por um momento abalada
as suas conviccoes, vollou primitiva
idea :
Rouxinol era culpado.
Porm urna das grandes instuicoes que
ha em Franca a do juy.
O jury entrou na sala e pronuncion o
seu veredictum absolutorio.
Ainda urna vez essa sublime iastituicio
consignou o santo principio de qoe, falta
de provas, vale mais absolver em crimi-
noso do que condemnar muitos innocentes.
Rouxinol foi pos lo em liberdade.
Na manha do dia seguinte orna joven,
vestida de preto, apoiaodo-se no braco de
um sacerdote velho, passavam por entre
essa multidao abalada anda pelas commo-
Ces da ves pera e sempre convendda da
culpablidade d'aquelle que a justica absol-
ver.
Atravessaram ambos a praca Martroi,
desceram pela ra Real e entraram D'uraa
travessa, em cuja extremdade se acba urna
casa religiosa de educaco.
O cura da aldeia reconduzia ao ollegio
pobre coulra-meslra desberdada, e qeaodo
a porta se abri indicava-Ibe elle o co e
dizia-lne :
-* Nao cesses de esperar e orar, minba
filha. Deus justo, assim come bem;
e a sua justica, que s vezes vem tarda,
nem por isso menos ieexoravel.
\ porta tornou-se a fechar sobre i
bardada e o velbo vollou pr
onde se metteu n'uraa humilde t
que devia ires horas depois pase
mo ao sou presbyteno.
E entretanto a opinio pul
vairada, ficava dizeodo s
L vai o velho ver se araa^H
truir o testamento i
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