Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12090


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Full Text



I!
r
Pl i CAPITAI E LUGABK ONDE AO SE PACA PORTE.
tres mexes a da otados
Hw sis ditos idem
Por um anno dem..
Cada mumero avulso



'
t*t**
12000
24,5000
320
PASA DEITIO E PORA DA PROVIICIA.
DIARIO DE

Por tres mezes adiantados .
Por seis ditos idem......
Por nove ditos idem .
Por nm aono idem ....'.
* t
*



12
271009
Propriedade de Manoel Figueiroa de Faria & Filhos

BAO ACEHTHS:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Filhos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maranbao ; Joaqaim Jos de Oliwira, no Cear ; Antonio de Leaos Braga, no Aracaty ; Jlo Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Nata]; Jos
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Pnha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Anto; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
PARTE OFFtCIAL. .
Hmlslerl da agricultura
Rio de Janeiro, 30 Je marco de 1870.Convin-
do organisar o registro gerl e a estatistica das
trras publicas e possuidas, e exeeat.tr oatros
trabalho* relativos ao inflamo awumntn, tenho de
'liberado nomear para esso fim urna eommiss
sob sua presidencia, composta dos engenheiros
Jlo Nunes de campos, Carlos Riviere e o prati-
eante na iispeec.o eral das obras publicas Jos
Antonio Rodrigues Pereira, a qual se regular
pelas instrucepes a este annexas.
Deus guarde a V. S.Diogo Velho Cavalcante
de Albuqwrque.Sr. Bernardo Augusto Nascente
de Azambuja.
Inttrucjoes a qne se refere o aviso supra.
A commilso cncarregada de organisar o regis-
tro geral o a enatisica das trras publicas e pos-
suidas, e de exeeutar, outros trabalbos deste mi-
tlfsteng, presidida pelo oonselheiro Bernardo Au-
gusto' Nascentes de Azunbuja, observar as se-
guintes instruccoes :
i.* Colligira todas as informaedes, dados e es-
-clarecimento,- existentes neste ministerio acerca
das trras de volutas de que haja conhecimento at
hoje, e de que se possa dispor para quaesquer dos
fias da lei n. 601 de 18 de setembro de 1850, re-
gulamento n. 1301 de 30 dj janeir de 1834, e ou-
tras disposiedes em vigor, a fim de organisar o re-
gistro geral deltas por provincias, municipios e fre-
ijuezias.
2.' Proceder da mesma forma .respeito das
torras, que *e actiarem medidas e demarcadas,
quer as insdicdes tenham sido feitas por territo-
rios regulares, formando quadrados de duas le-
guas por lado, ou contendo rea ejuivalente, com
diviso de lotes, nos termos do an. li da lei cita-
da, quer. por permetros do territorios, de maior
ou menor exlencao de terrenos, com ou sem di-
viso de lotes.
3.* Organizar o registro nao s dessas Ierras
medidas e demarcadas, como das que tenham sido
concedidas, vendidas ou reservadas para os diver-
sos flns da dita lei, e respectivos regulamentos,
devendo esse trabalho ser clasificado por provin-
cias, municipios e freguezias.
4.* Organisar igualmente, e debaixo da mesma
elassiflcacio, o registro das posses, resmarias ou
coacessees, sujeitas^ou nao legitimacao ou reva-
lidio, qnn tenham" sido medidas e demarcadas,
oomprehendendo neste trabalho tanto as trras
pertencentes aos aldeamentos, como reservadas
para os indios ou seus descendentes alli existentes
/ Rever e examinar, sendo preciso, os map-
pas, plantas e diagramma, da> mediedes das trras
devoluta.*, e outras j mencionadas, e confronta-las-
ha com os relatorios e memoriaes de que forem
acompanhados, a' fim de verificar se foram satis-
foitas as ireseripcoes legaes, requisitando a sua
reforma quando, desta carecam, e bem assim a re-
messa dos tr fjturom n pusasun uxisai artaiva
dos as provincias, onde taes trabalbos hajam sido
execQiados.
0.' Reunir > coordenar os mappas e quaes-
quer outros trabalhos topographicos, que existam
na secretaria lilhographados ou nao, com relacao
qaer s Ierras devolutas, medidas e demarcadas,
3uer s postes ou concess5es legitimadas e rivali-
adas, quer aos terrenos oceupados por colonias
ou por aldeamentos, verificando as notas respecti-
vas e additando as que parecerera de mister para
eonhecimento das trras j possuidas e das que
existam disponWeis, com as competentes descrip-
$38s\ ,.
7." Relativamente aos mappas e trabalhos na li-
thographados, discriminar quaes os que estejam
ao caso de o ser com alleracdes ou sem ellas; e
propor os que convenha organisar com as corres-
pondentes descripcoes, para serem publicados e
distribuidos no interesse da emigracao, da venda
de trras e de outras applicacSes indicadas as
disposieos em vigor. Do resultado dos trabalhos
mencionados nos dous paragraphos antecedentes
f)rmar mappas parciaes de cada provincia com
as precisas individuac5es.
8.a Examinar os trabalhos pendentes e outros
(jae se forem executando, e Ihe sejam remettidos
relativamente a medicao, demarcacao e descripea i
das trras devolutas, e legitimacao e revalidacao
das pos Jijadas, procedendo pela mesma forma de-
clarada no 8 5o das presentes instruccoes, a fim de
sobre elles dar o seu parecer, e fazer as annota-
c5es e indicacoes precisas.
* 9.* Organisar o registro geral das trras pos-
midas no imperio, vista dos livros parciaes das
parochias, e dos geraes das delegacias das trras,
ou presidencias das provincias, que tenham sido
remettidos a este ministerio; indicando os que fal-
taren! para serem requisitados, a fim de sa pro-
seguir na execucio deste ramo de servido, con-
forme o disposto no art. 107 do regulamento de 30
de Janeiro 1854.
10. Preparar todos os elementos, que Ihe oue
reccrem os trabalhos cima, ou que puder co-
Iner, par a organisaco de um quadro geral de
todas as trras, segundo suas diversas classica-
coes, e cindicDes, o qual sirva como auxiliar para
futuro cadastro, e eslatislica geral do imperio,
no tocante a este ramo de servido publico.
11. Reauisiur quaesquer djcumentos, traba-
lhos topographicos, geographicos e hydrographi-
cos, e outros dados que parecam necessarios ao
e:tudo do assumpto, e melhor desempenho da pre
?r:aie ctmmisso ; e propor quanto julgar con-
veniente providenciar no decurso de seus traba-
lhos, a fim de que se colham todas as vantagens
possiveis da mesma commissao.
Secretaria de estado dos negocios da agricultu-
ra, commercio e obras publicas, em 30 de marco
de 1870.Diogo VeUio Cavalcante de Albuquer-
que.
Jos Francisco Marlins.D se a passagem re-
querida.
JooManoel Roma Jnior.Inlorme o Sr. com-
mandante do corpo provisorio de polica.
Jos Marinho de Hollauda FalcaoA' vista da
nfiirrnaclo, indeferido.
JoSo Jos Fidoles__A vista das informacSes,
nao tem lugar o qne requer.
Lailhacar &. (l=Informe o Sr. inspartor da ihe-
souraria provincial.
Manoel M>nteiro de Siqueira.Informe o Sr.
commaodantc do corpo provisorio de polica.
Manoel Vicente da Gunha Jnior.A' vista da
informaco conceda-se 3 mezes de liceoca. Quan-
to substituido nao tem lugar o que requer,
por dever a noneacao ser feita pelo juiz respecti-
vo e recahir em escrivo enmpanheiro.
Tenente Manoel Paulo de Souza.Volte ao Sr.
commandanto superior da guarda nacional dos mu-
nicipio de Barreiros e Agua Preta, para ouvir o
commandante do batalhSo n. 55, como deterrai-
nou o dispacho de 9 de fevereiro.
Manoel Alves Barbosa D-se.
Maria Rosa da Conceic.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Manoel Baptista Barbosa.Conceda-se nos ter-
mos do regulamento do presidio.
Manoel Jos de Souza funes.A' vista da in-
formaco conceda-se nos termos do estylo.
Marcelino Justiniano dos Pasaos.Aprsente o
supplicante a thesouraria de fazenda o titulo ori-
ginal, de que juntou copia, e ser attendido.
Dr. Tnstao de Aleocar Araripe.Dirija-se ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda, quem
expedio-se as ordens necessarias.
PERNAMBCO.
iso ver no da provincia.
D8SPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DOS DIS 8
K 9 DR ARRIL DE 1870.
Antonio Maria Marques Ferreira Informe o
Sr. inspjctor da Hade publica,
Antonio Francisco de Oliveira RozellisInfor-
me o Sr. Dr. juiz de direito da comarca de Olinda,
ouvindo o juiz municipal.
Alexandre da Sirveira Lima Veneno.A' vista
da informaco nada ha que providenciar.
Antonio Pedro de S Brrelo.Dirija-se ao Sr.
inspector da tbesonraria de fazenda.
Bernt rdino Jos da Silva Maia.Informe o Sr.
engenliriro chefe da reparicao das obras publicas.
Bach.rel Ghrysolito Ferreira de Castro Chaves.
Requ-ira, se Ihe convier, aogoverno imperial.
Baeharel Francisco Jacinlho de Sampaio.Ex-
peca-sel ordem no sentido que requer o suppli-
cante. j ,
Frapc.isciHgureira dos Santos.Expeca-9e or-
dem.
Bacbarel Francisco do Reg Barres Brrelo.
Prove o supplicante por fallecimento de quem
>'*nbe sua mnlher o terreno de marinha de que
trate.
Baclurel FranciMO Domingues Ribelro Vianna.
Informe o Sr. inipector da thesouraria de fa-
zenda.
Gert -udes Maria da Conceico Mendos.Infor-
me o ?r. maior director do arsenal de guerra.
Hypolito da Silvii.Entregue-se o documento,
que o supplicante junten, passando recibo.
Jote Plato da Cuaba.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Jos Martiniano de Souza. Fiea expedida a
conveniente ordem.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 6 DE ABRIL DE 1870.
PRESIDENCIA DO Sil. DR. AGUIAB.
A's 11 horas da manha, feita a chamada, veri-
fica-se estarem presentes os Srs. : Oliveira Fonse-
ca, Paes Barreno, Texeira de S, Joao Cavalcan-
te, Hermogenes, Manoel Arthur, Guedes Gondim,
Barros Reg, Felippe Figueiroa, Correa de Araujo,
Barros Leao, Ferreira de Aguiar, Ribeiro Van -
na, Cavalcante de Albuquerque, Pinto Jnior, Fir-
mino, Gnalter, Cunta Figueiredo, Gnsmao Lobo,
Miguel Pernamboco, Augusto da Costa, Gaspar
Drummond.
Abre-se a sessao, sendo lida e aprovada a acta
da anterior.
O Sr. 1.* secretario d conla do seguinte
EXPRDIENTE :
Um ofllcio do secretario do governo, transmit-
lindo a esta asserabla as inclucas portaras de 28
de junln, 3, 5, 9 e i't de julho, 7 e 30 de agosto ;
20 de setembro do anno passado e 11 e 19 de fe-
vereiro ultimo.A' commissao de orcamento pro-
Ootro, transmittindo a esta assembla quarenta
exemplares do regulamento do Asylo de &lendici-
dade. A' dislriboir-se.
Outro, remetiendo a esta assembla os balancos
enviados pelas cmaras municipaes das villas de
Bom Conselho e Floresta, com offlcios de 13 de
novembro ultimo e 25 de Janeiro prximo lindo.
A' commissao de orcamento municipal.
Outro, remetiendo a esta assembla o balanco e
contas da receita e despeza do exercco de 1808
a 1869, bem como os orcamentos para o de 1870
a 1871, da cmara municipal do Cabo.A' com-
missao de orcamento municipal.
Outro, transmittindo a esta assembla os orca-
mentos, balanco tabella explicativa, que remet-
teu a cmara municipal da villa de Barreiros.
A' commissao de orcamento municipal.
Outro, remetiendo a e.-ta assembla quarenta
exemplares do regulamento da thesouraria pro-
vincial.Mandou-se distribuir.
Outro, transmittindo a esta assembla o batan-
eo e orcamenlo que remetleu a cmara municipal
da villa'de Granito.A' commissao de orcamento
municipal.
Outro, remettendo os projectos de posturas re-
meltido pelas cmaras municipaes de Cabrob,
Victoria, Brejo, S. Bento, Bnique e Granito.A'
commissas de posturas municipaes.
Outro, transmittindo a esta assembla quarenta
exemplares do relatorio com que o vice-presiden-
te Dr. Manoel do Mascimento Machado. Porlella,
entregou a administradlo da mesma provincia.
Mandou-se distribuir.
Oatro, remettendo a esta asserabla a colleccao
das leis geraes e decisoes do governo imperial do
anno de 1868.Mandou-se archivar.
Outro, transmitiindo a esla assembla o bataneo
da receita e despeza do exercicio de 1869 1870,
que remetleu a cmara municipal da villa de Ta-
caral. A' commissao de orcamento municipal.
Outro, remellendo a esta assembla os orcamea-
los remettidos pelas cmaras municipaes de Ca-
brob, Ouricury, S. Bento, Salgueiro, Flores, Bom
Conselho e Ipojuca. A' commissao de ornamento
municipal.
Outro, remettendo a esta assembla o acto de
19 de setembro do anno passado, approvando a
nova tabella dos emolumentos da companhia Vi-
gilante dos vapores reboque.A' commissao de
legblacao.
Outro tranmitlindo a esla asscmblao exem-
plar da falla com que S. M. o Imperador encerrou
a primeira sessao da 14' legislatura da assembla
geral legislativa.Guarde-se.
Outro da presidencia, transmittindo a esta as-
sembla quarenta exemplares do relatorio com que
o Exm. Sr. conde de Baependy abri no anno pr-
ximo passado a se*so ordinaria.
Um requenmento de Manoel Joaquim da Costa,
arrematante das obras do 16 lineo da estrad do
sul, pedindo indemnisacao pelos prejnizos que sof-
fren com a innundacaa.A' commissao de orca-
mento provincial.
Outro de Manoel de Siqueira Cavalcante, offl-
cial da secretaria do governo, pedindo nm anno
de liceo$a cora venciraentos. A' commissao de
peticoes.
ORDEM DO DA.
2* discussaodo projeclo n. 48 de 1868, que au-
torisa o governo a instituir dous asylos de meni -
nos cegos esurdos-raudos.
O SR. GUSMAO LOBO :Sr. presidente.^ idea
consignada no projeclo, que se discute, nao de
nenhum modo para ser desapreciada. A assembla
comprehende qne nao podemos ser indifferentes a
classe infortunada desses infelizes seres que ana-
tureza privou de preciosos sentidos e ahi andam,
existencias mutiladas, esmolar a candade sem
nenhuma Inz de instruccao, sem nenhum vislum-
bre de educacao. .'...'.
Sabe-se muito que de progressos tem leito a
sciencia para corrigir esses graves defeitcs da na-
tureza. Em todos os paizes civilisados veem-e
hospicio?, institutos, escolas em queossurdos-rau-
dos recebem a mais completa educado moral e
inlellectual. S em Franca contara-se quaren-
ta e oito instituicfles de sordos-mudos de ambos
os sexos. Espirites muito notaveis, professores dis-
tinelos, esenptores de urna certa celebridade,
tem sabido dessa desventurada classe ; lembro
entre mnitosj ontros Claudius Forestler, director
da excedente escola de Lyon, Alphonse Lenoir e
Ferdinand Berthier,! tres surdos mud:s e tres
apostlos da educacao dos companheiros de seu
infortunio.
Um Sr. Deputado :Mae essa classe tao pon-
co numerosa entre nos I
O Sn. Gsmo Lobo :Convenho em que pou-
co numerosa, mas nao. posso convirem que aban-
donemos os poneos qne existem seu ernel desti-
no. Si a Franca mantm quarenta e olto hospicios
que nao podem receber os seus vinte e cinco mil
surdos-mudos, mantengamos nos um s hospicio ;
destnenles esses infelizes, e ;este o meu pensa-
mento, um lugar modesto era nosso Asylo deJlen-
dicidada, ainda na pooeo inoailado entre as hen-
eaos de toda esta popolacao
Um Sr. Deputado :Mas que a provincia ne-
cessita de oulros eslabelecimentos reconhecida-
mente mais uteis.
O Sr. Gusmao Lobo : Eu o reconheco at um
certo ponto, e nao oalra a razao pela qual vou
requerer que seja ouvido sobre o assumpto o di-
rector do Asylo de Mendicdade. All no Asylo,
sem grande dispendio da provincia, sem grando
custo, poder-se-hia reservar um lugar para o
fim que levo em viste. Si a provincia, ajudada
nesta parte por um nobilissmo concurso, poude
fundar e consagra-se inanter urna casa para
mendigos, tomando si neste louvavel empenho
um novo onus, porque desaprovetar as_ propor-
coes que offerece o estabeleciment e nao tentar
alli a educacao e instruccao des es infelizes de que
se trata ?
Nao podemos fazer ludo ? Facamos algum tanto
Em todo caso, Sr. presidente, pens que esie
projeclo nos deve merecer urna cerla attencao.
Aguardemos as informaedes que nos pode minis-
trar o director do Asylo, e deliberemos ento.
Vai a mesa e apoia-se o seguinte requerimento :
t Reqneiro que por intermedio do presidente da
provincia, seja ouvi jo o director do Asylo de Men-
dicdade sobre a conveniencia e possibilidade de
ser rnantido naquelle estabelecimento urna insti-
luico em que se ministre educacao aos meninos
cegos e surdos-mudos.Gusmao Lobo.
O SR. G. DRUMMOND diz que, comquanto reco-
rilicca a generosidade da idea consignada no pro-
jeclo, nc v que a classe dos cegos e surdos-mu-
dos, entre nos, seja tao avultada qne exija a crea-
cao dos estabelecimenlos que pretende crear, os
quaes acarretaro despeza avultada que a provin-
cia nao comporta ; alm de qne existem na curte
eslabelecimentos desse genero, montados conve-
nientemente, e o governo imperial j se dirigi s
provincias convidando-as a mandar para alli os
meninos cegos e surdos-mudos, mediante nma re-
tribuido paga pelos cofres provinciaes. Por esta
forma leva-se a effeilo a idea do projeclo com pe-
queo sacrificio dos cofres da provincia, convmdo
notar qne entre nos nao existe o pessoal technico
habilitado que existe no Rio de Janeiro, e qne exi-
gem indspensavelmente estabelecimenlos da or-
dem dos que se pretende crear. Nestas circume-
tancias, voto contra o requerimento, mesmo por-
que o director do Asylo nada mais pode dizer do
que se existe alli accbmmodacoes para a institu-
gao de cegos e surdos-mudos, o que qualquer Sr.
deputado pode saber, ndependen,te de informa-
coes.
O SR. GUSMAO LOBO :Sr. pedente : volto
materia do projeclo, lando na merecida attencao
as rentados do honrado deputado peto > districto.
Defend e defendo a idea generosa qne o projecto
consagra; mas nao defend e nao venho defender
a forma de realisacao que se Ihe quiz dar. Quero
crer que o meu posamento nao ficou bastante
aclarado; venho, pois, em certo modo comple-
ta lo.
Tambem eu, Sr. presidente, nao dara o meu
voto ao projecto pelo modo que est concebido.
A creaco de dons hospicios para meninos cegos e
surdos-mudos, de dous hospicios regularmente or-
ganisados com todos os cuidados especiaos que es-
te ramo do educacao sollcita, levanta naturalmen-
te a grande e invencivel objecejio que se opnoe,
quasi invariavelmente, lodos os commetiimentos
que se intenta iniciar neste paiz:o estado pouco
lisongeiro das (mancas.
O Sn. Gaspar Drummond :-E pelo axioma mui-
to sabido -.onde nao ha, el-re o perde.
O Sn. Gusmao Lobo :Que o modo praco de
realisacao pensado pelo projecto traria a provincia
despeza mais que avullada, e que muito maispro-
veitosamente poderia ser applicada satisfacao de
outras necessidades ; sto comprehendo eu e todos
o sentera Mas, parece-me muito que poderiamos
nao desaprovetar a idea capital do projecto, sem
que isto cuslasse a provincia o grande augmento
de despeza com que se terrfica o espirito do hon-
rado deputado pelo 3- districto. Eu nSo peco, nem
proponho (insisto neste ponto) um instituto especial
para surdos-mudos; nao daria o meu voto urna
instituicao dessa na tureza com todo o cortejo e
apparclho de meios que a instruccao desses infeli-
zes reclama quo nao eria eu a propor, as actuaes
circumstancias da provincia, a fundacao de mais
um estabelecimento que vira exigirnos pessoal
numeroso, professores especialissimos, o emprego
de mcihodos costosos de cnsino...
O Sr. Texeira de S : Quer um onsaio...
0 Sr. Gusmao Lobo :Um ensaa, muito bem.
Visto que temos um asylo'de mendicdade de am-
pias propones, situado em um importante edi-
ficio... ,
Um Sr. Deputado :Seriara precisos professores
especiaes.
O Sr. Gusmao Lobo -Nao haviamos telos sem
os retribuir; mas, tentando um ensato alli na ca-
sa de mendicdade em proporcSes modestas, nao
temo que avulte unto a despeza, qne nos deva to-
lher a ualisacjio de lao importante insllluicao.
O Sr. Gaspar Drummond:-A idea fica reali-
zada desde que a assembla vote urna quota no
orcamento para a remessa desses infelizes meninos
ao instituto do Rio de Janeiro, onde existem todas
as desejaveis accommodaces.
O Sn. Gusmao Lobo : Sel bem que o instiluito
da corte est em condicSes de offerecer urna edu
cacao regular aos seus educandos; mas nao me
consta que d'aqui se Ihe tenha remellado um s
desses infelizes. Nunca se pensou n'islo ; tem sido
urna indiffereoca pouco deiculpavel.
O Sr. Cunha Figueiredo :E posso, entretanto,
alarmar que ha militas vagas; disse-mo o direc-
tor do estabelecimento que erara baldados todos
os pedidos fetos s provincias.
Sr. Gusmao Lobo :Pens, Sr presidente, qne
iramos caminho mais curto em plantar un ensaio
era nosso asylo. Nao seria assastadora a despeza.
Kr.treanto, aceito com alvoroco a idea de que se
designe quola no orcamento para o fim que se in-
dica. Eu nao conhecia o convite do honrado mi-
nistro do imperio, de que me deu noticia o nobre
deputado pelo 3* districto. Que a Ilustrada com-
missao de orcamento tome si e apadrlnhe a idea
com seu voto autorisado ; de nm modo on de ou-
tro, como a casa melhor o entender, flear satis-
feita urna verdadeira necessidade.
Em todo caso, e para este ponto convergem as
minhas reflex5es, flea reconhecido que a assembla
nao pode, nao deve diffenr por mais lempo a rea -
lisacao do.nobre designio que inspirou o projecto,
permittindo que nma classe tao merecedora de
cempaixo e ternas sympathias, como carecedora
de melos adaptados sua educacao, ahi se mestre
na cruel nudez de sua afflictiva enfermidade, em-
brutecida, desprexada esera possivel rebabiiitaco.
Em todo caso, accrescento.poupar-se-ha aos olhos
de nma grande cidade o espectculo de enferrai-
dades abandonadas, para tem combinado meios de pusstvel correccao Pi
nm s homem ntll ao paiz, qne um da possa sahi
de nm hospicio da provincia, ou do
corte, flear de gohejo compensada,
aqu ou l, tenha de costar
mudos.
De nm modo pu d
semWa atlender nma necessidade at aqu In-
teiramente desenrada.
O SR. GASPAR DRUMMOND insiste as snas
observacoes. lendo as eommunicaees oo governo
relativas ao assumpto.
Encerrada a discussao, rejeitado o projecto e
o requerimento.
3" discussao do projecto n. 12 de 1868 que crea
nma eadeir de instrueeSo elementar na casa
detencao desta cida.ie.
O vSR. CUNHA FIGUEIREDO :-Sr. presidente,
sendo a instrueeSo um elemento de ordem, de mo-
ralidade, e at de pregresso, eu nao posso deixar
de volar a favor de medidas relativas a ella, mxi-
me seado a instracrao de que trata o projecto para
ns desventurados presos, para quem se faz ella
nimiamente necessarla, nao s como meio de edu-
cacao, mas como para servir de lenitivo sens ma-
les, de correctivo a seus vicios e de aperleicoa-
nwnto de snas virtudes (alli timbem ha gente vir-
tuosa) o que conseguiro cora a leilnra dos bous
livros etc. Mas, Sr. presidente, tenho alguinas du-
vidas e desejava v-las desvanecidas pelo Sr. ad-
ministrador da casa de detencar, nosso eollega de-
putado pelo 5o districto. Essas duvidas vem a ser:
auno deve ser exercido o magisterio na casa de
deancao? Em c ou i cada nm dos preso* as suas collas? Se no
stgdndo caso, aproveilar esse ensno e baver o
lempo necessario para que o mestre satisfaga as
exigencias doensino que deve ser distribuido com
todos os presos ?
So no primero caso ser permltdo em vista
das leis e regulamentos da casa de detencao, que
es presos sejam tirados de snas respectivas prisoes
e reunidos em urna sala ou lugar conveniente,
donde em commum possam receber as prelec-
?oes?
Essas-duvdas pezam no meu animo para dar
asrim um voto sem alguma explicacio; por isso
peco aii-nieu nobre eollega que rae eselareoa, tan-
to ais quanlo, segundo ouvi dizer hontem, j
estove em exercicio essa aula de prinwiras letlras
na casa de detencao suas expensas, e deve elle
estar orticamente habilitado para nos dar rainu
ciosas infurmacoes.
O Sr. Pinto : Era s para os filhos dos pretos
que acompanhavam os pas.
O Sr. Cunha Figueiredo :Mas pelo projecto
parece que a aula deve ser para os presos.
Um Sn. Deputado :- para os meninos.
O Sr. Cusha Figueiredo :Se s para os me-
ninos, elles nao estao presos, podem ir para as es-
colas que existem por toda a parto e neste caso
votarei contra o projecto.
O Sr. Pinto Jnior :Eu disse que a escola que
exista na casa de detencao era s para ensinar
aignns meninos filhos de presos qne se achsvam
alli.
O Sr. Cunha Figueiredo :Seja como lr, eu
desojara que o Sr. administrador da casa de de-
tencao nos dissesse, se o exercicio do magisterio
dentro daquelle estabelecimento nao pode alterar
a ordem e ir de encontr ao regulamento e leis
exilente*. -*-
9r*r meu collega esclarecer isto de modo que
me satisfar, dar i o meu voto coaa muito prazer,
como o darei sempre que se tratar de derramar a
instruccao publica, mxime naquelle lugar, entre
individuos, muitos dos quaes para all vio em esta-
do de perfeita ignorancia, sem ao menos poderem
empregar o seu tempo na leitura, raeo poderoso
para corrigir seus vicios e alimentar a alma com
a leitura de doulrnas religiosas.
O Sn. Paes Barheto :A resposta pergunla
do collega necessaria.
O Sr. Cunha Figuhiredo :Espero, portanto,
que meu nobre eollega se dignar esclarecer-me.
O SI. RUFINO 'ALMEIDA faz ligeiras conside-
rares no sentido das nformaces pedidas pelo
orador que o precedeu na tribuna, sobre o modo
por que deveria exercer o professor de primeiras
lettraa as suas funcgOes : entende o orador, que
sem a reforma do regulamento, para o que se
acha o presidente da provincia autorisado pela le
n.511 de 11 de junho de 1861, nao pode o pro-
fessor, que se nomear, exercer convenientemente
o seu magisterio : que, quanlo ao me do por que
dever ello dar lices aos detentos, depende da or-
ganisacao que se drao estabelecimento : que nos
paizes mais civilisados. este ensioo dado, ou em
commum, ou por turmas, ou cada um de per si,
quando a priso pelo systema do isolamento do
detento : que atlendendo ao systema admitate na
detencao d esta provinria, o ensno se poder dar
era commum, divididos os detentos em turmas :
que a necessidade da medida que se discute ur-
gente, e admittida em todas as prisoes dos paizes
civilisados : que a ignorancia que nota-se entre os
detentos em nossa provincia, espantosa : bastar
recorrer aos dados estatisticos.tjue elle orador tem
feilo annexar aos seus relatorios annuaes, e d'elle
se ver a desproporcao entre os analphabetos e os
que sabem lr : pela estatislica feita em 1864 se
v, que tendo entrado durante o anno 3,727 pre-
sos, d'estes apenas 1,044 sabiam lr : e pelaor-
ganisada em dezembro passado, de 2,166 presos,
apenas 508 sabiam lr, e d-este3 tinham instruc-
cao mais elevada apenas 30 : que portante emen-
de que nenhuma opposicao deve merecer o pro-
jecto em discussao.
Encerrada a discussao, o projecto approvad >.
!.discussao do projecto n. 55 de 1869, que
isenta de direitos de exportado o oleo de ricino
fabricado na provincia.E' approvado sem de-
bate.
1." discussao do projecto n. 74 de 1869, man-
dando admittir concurso para o magisterio pu-
blico, indepetfdente de folha corrida, as educandas
do collegio das orphas.E' approvada sem de-
bate-
V discussio do projecto n. 82 de 1869, auton-
sando a cmara municipal de Olinda a aforar
quinze palmos de terreno no becco do Cardim d a-
quella cidade. .
O SR. GUSMAO LOBO justifica e manda a mesa
o siguinte requerimento :
t Requeiro que sobre o projecto seja ouvlda a
cmara municipal de Olinda.
Apoiado o requerimento, posto a votos e ap-
1. discussao do projecto n. 86 de 1869, autori-
zando o presidente da provincia i contratar com
Manoel Flix Calumby, ou com quem melnores
vantagens offerecer, a construeco de urna ponte
sobre o rio Ipojuca na cidade de Caruar, me-
diante privilegio.
O SR. PINTO JNIOR faz algumas consideracoes
ero favor do projecto.
O SR. PAES BARRETO :-Sr. presidente, com
quanto o Ilustre collega que me precedeu, tenha dado
osesclarecimentos precisos respeito da materia de
que se trate, todava eu desejo ouvir tambem
alguns dos nossos collegas- pelo quarto districto, a
respeito d'esla mesma materia, para com maior
conhecimento dar o meu voto, de conformidade
com estes mesmos esclarecimentos.
O SR. VIEIRA DE MELLO responde ao prece-
dtnte orador, sustentando o projecto.
O SR. CUNHA FIGUEIREDO : Sr. presiden-
te, eu nio poda votar contra o projecto que se
discote ; nao s porque nao gostode conceder pri-
vilegios, cimo porque nio eslava informado da
iitiudade d'essa ponte ; mas, depois que ouvi o
ibre deputado pelo quarto districto, que nos diz
ie esse lugar urna passagem necessaria para o
.osito do povo que se rige cidade de Carua-
duvido volar pelo projecto, se elle fr
excluindo-se, de ser o contrato feito
pessoa denoraiopdamente, jorque isto
n'uttr%nibarafl| e nao po-
der aceitar propostas mais vantajosas de outra
qnalqner pessoa.
Um Sn. Deputado :Mas o projecto diz que o
contrato seja feito com o Sr. Calumby, ou com
quem melnores vantagens offerecer.
O 8b. Cunha Figueiredo :Eu pedi o pro-
jecto na secretaria para ver em que termos esla-
va concebido, e rae disseram que nSo havia.
Um Sa. Disputado :O projecto nio se oppoe
concurrencia.
O Sr. Cunha Figueiredo :se nao se oppSe
concurrencia, a que vem este nome de Flix Ca-
lumby ?
D-se ao governo a faculdade de contratar a
ponte, mas com quem mais vantagens offerecer,
sem recommendar o nome de ninguem sem estar-
mos aqui a dar cartas de recoramendacao.
O Sn. Yieira de Mello :Mas o nobre deputa-
ao nao altendeu aos termos do projecto ; nao
manda contratar exclusivamente com um indi-
viduo.
O Sr. Ccnha Figueiredo : J disse que pedi o
projecto na secretaria e nao m'o deram ; nio pude
saber precisamente os termis em que eslava con-
cebido.
Por consegrante vou mandar urna emenda
mesa, e se ella nao passar, votarei contra o pro-
jecto.
Um Sr. Deputado.Na pnmeiradiscussao nao
se apresenUm emendas.
O Sr. Cunha Figueiredo : -Pensei que era se-
gunda discussao ; neste caso apresenta-la-hei na
segunda discussao.
O SR. VIEIBA DE ARAUJO : Sr. "presidente,
cora quanto en seja deputado pelo quarto distnc
to, e por islo esteja sempre disposto a defender os
seus interesses, julgo que nao de modo algum
de ulilidade nem para o quarto districto, nem
para a cidade de Caruaru "a ponte que se' quer % A' viste disto nao posso deixar i* valar
construir. O que dispoe o art 1- do projecto o a0PSRJ.CAVALCANTE ALBUQUEBQUE:-
rFfiB
Em resumo, Sr. presidente, voto <
lo como intil, e por isso contrario ate i
da provincia.
O SR. TOLENTIXO :-Sr. presMenta,
de ouvir a leitura do projeclo que m
cussao, lembrei-me de que ha duna
dos fui procurado para na qualidade
fazer nmr pecr k la assembla ao i
3er construida urna bomba na estrada fi
do termo do Recite.
E sendo necessario mostrar a nulidad* de pa-
jecto, como depnlado rleilo peto I* aariaa ati
algumas pala va*, que servirn Urna para Ja*-
tificar o roou voto em seu favor.
Eu creio, Sr. presidente, que bailar Mr en
peticao dirigida ca para qne liqne reeaaaaate
a ulitidade, a conveniencia e a ndedia*ri wb-
sidado desse melnuramento aa rstraa V
Agua-Fria. Sem o reparo, qne se pede, wmUm ai
os prejuizos a lamentar-se.
As aguas estagnadas qne alteraa ato* sa-
nitario do lugar, as endientes i i"
troem de todo as plantacoes que por ,
os affogamentos, e finalmente o
que fica a estrada, indo isto concorra i
mentar o projecto que ora se difeuie.
Todas essas razes acham-se co
peticao de qne fallei, a qual parar? a lar tai o
valor, visto como assignada por nraaa*w
lugar e ninguem melhor do que elles pea* caaa>
cer a ulilidade e necea.-idade dessa obra.
Peco licenca casa para lr a peticao. (Li
Tem perto de vinte asignaturas.....
O Sn. Gusmao Lobo :Basto.
O Sr. Tolentino :e a reparicao das
blicas em o seu parecer annexo ajelara i
tem a oppr. (L).
presdeme
seguinte : (L.)
Creio que nao de interesse a construeco
d'essa ponte por algnmas razos muito simples :
o sertaoejo prefere fazer nm rodeio, passar p,
em canoa ou em jangada, a passar em urna ponte
tendo de pagar um vintem.
Um Sr Deputado :Sio crea nsto.
O Sr. Vieira db Araujo -.Elle estranha as
barreiras, os pedagios das portas da cidade, como
nao estranhara opedagio de ama ponte que cons-
truida lmenle em favor do privilegio do contra-
tante, que sem durida lomar as suas precaucoes
para nao deixar passar mais comboyos de alguem,
ou de oulros gneros, nao ser pela ponte ?
Por conseguate pode-se dar, eu concedo que
se d nm privilegio, mas com urna restricc&o ; nao
podendo o contratante fazer quaesquer obras qne
privem o transito por fra da ponte, porque natu-
ralmente o contratante ha de fazer a ponte em um
lugar do rio, por onde houver maior transito, fa-
zeodp algumas obras, caos on muro para evitar a
passagem por outros logares. Assim, com esta
restriccao, nao tenho duvida em votar pelo pro-
jecto.
O SR. GASPAR DRUMMOND faz algumas eonsi-
deracoes em favor do projecto.
Encerra-se a discusjae, o projecto posto
votes e approvado.
Primeira discussao do projecto n. 14 de 1868,
mandando construir urna bomba sobre o riacho
Agua-Fria em Beberibe.
O SR. GOES CAVALCANTE:Sr. presidente, nao
estando esta casa convencida da ulilidade do pro
jecto, eu julgo muito conveniente que por interme-
dio do presidente da provincia, se ouca o director
das obras publicas, que poder informar-nos sobre
a conveniencia da medida.
Neste sentido apreseniirei um requerimento a
consideracao da casa.
Vai a mesa e apoia-se o requerimento se-
guinte-:
t Requeiro que por intermedio do presidente da
provincia so ouca o director das obras publicas
sobro a ulilidade do projecto. Ges Caval-
cante. '
O SR. FIGUEIROA:Sr. presidente, sem preten-
der levar eta assembla conviccao da inulilida-
do do projecto, vcu todava fazer algumas consi-
deracoes que, meu ver demonstram essa inutli-
dade.
Devo declarar antes de tudo que nunca tiye
occasiao de anlar para as bandas de Agua-Fria,
e quo s conheco esse lugar pelas informacoes que
tenho respeito do projecto, sendo que a melhor
parte dellas me foram ministradas aqui na casa.
Essas informaedes me dizem, que o riacho
Agua-Fra muito insignificante, quer pelo seu
curso, quer pelo volunte de suas aguas, que no
local indicado para a bomba, ficam cortadas no
vero.
O Sr. Cunha Figueiredo :Nem ha estrada por
all.
O Sr. Figueiroa :Todo3 sabem que de Belm
parte urna estrada de cerca de 2 kilmetros em
inha recia at ir encontrar nao longe de Beberibe
o antigo caminho para esse povoado. O maior
trafego de Beberibe faz-se com o Recite; e nao
crivel, Sr. presidente, que aquellos que se dingem
aquella localidade busquem o velho caminho pela
Cruz de Almas ou Cruz das Mocas de preferencia
nova estrada que Ihes encurta a distancia consi-
deravelmente.
Demais, Sr. presidente, sabido que urna estra-
da de ferro se acha emlconstrucco para aquelle
povoado, e que dentro em pouco tempo ella alli
tocar, facilitando o transporte, quer ao3 seus ha-
bitantes, quer s n.ercadorias destes. E>sa estra-
da evitara o pequeo transito que por ventura
ainda se faz pelo antigo caminho da Cruz das
Mocas.
O Sr. Pernambuco :Nao pssa por ahi.
O Sr. Figueiroa :Nao passa verdade; mas
ineontestavel que a materia dos moradores desse
povoado, que proprielaria alli, nao delxar de
approveitar-se dos beneficios da estrada de fer-
ro ; e para os demais a nova estrada que passa
por Belm Ibes dar meio de communicacao com
o povoado.
Eis, Sr. presidente, as razoes da intil' ade da
projeetada bomba; eis o porque eu neg meu voto
ao projecto em discussao, evitando assim orna so-
brecarga de cinco contos de ris para os cofres
pblicos.
UmSr. Diputado: As cheias inlerrompem o
transito alli.
O Sr. Figueiroa -.Creio, por m o dizer o nobre
collega que me henrou com um aparte; mas alm
de que j mostrel que o pequeo transito por ahi
cessar cora a estrada nova de Belm e com a es-
trada de ferro em construeco, accresce que um
engenheiro, que se acha entre nos, mandado pelo
governo geral para estudar as causas das enchen-
tes do Capibaribe e seus afnenles, ainda nao deu
seu parecer sobre o remedio empregar contra
esse mal, e nao podemos nem devemos consequen-
teniente embarazar por forma alguma a livre exe-
encao de nm plano geral que possa ser apresen-
lando respeito, ou pelo menos, senhores, nao
vamos dispender urna somma nio pequea sem
proveito algum. .
Um Sr. Depilado :Por esla razio nao se devia
mandar construir ponte alguma.
O Sr. Figukira :Nio ten razio o nobre ae-
putado ; e eu repito que, meu ver, certas obras,
que nao tem em seu favor a necessidade mpenosa
e utilidade manifesta, e que podem ficar prejudi-
cadas pelo plano geral de roudancas ou alteracoes
no curso e rgimen de nossos ros, que prepara o
engenheiro Galvao, nao devera ser concedidas por
esta asserabla, quaJsnhQ eoirriccao de que per-
mita zeladora *k fem provincia
jasa pre-
sidente, pedi a palavra para responder
deputado que impugnoo o projecto,
muito que elle o julgasse intil, if
melnoramente material da provincia, e
peito ama estrada.
O Sr. Figi-eira :Trata-se de osan I
O Sr. Cavalcante de Alwuueqce :1
bomba em urna estrada, que,
seja de primeira ordem a nica ae i
para aquella localidade.
Essa bomba de muita necessidae;
vou que durante o invern se tormar
aquella estrada, falla dessa boatba.
O Sr. Figueiroa : Eu allei
macoe9, disse que nao conbecia a I
O Sr. Cavalcante de Auto/ ao* t:la aaav
bem fallo baseado em informacoes; tai m ata
estrada se torna inlransitavel en leaapo aa iawar
no, como se evidencia do reqoeriasenu aa* M a*
na caa pelo nobre deputado peto I* l
assim como sei qne tem spparecido at
tos por falla dessa donaba.
Perianto emendo qne essa obra se 4eve
construir, emaera se consigae i
qne a qne eslava consignada no projecto, I
<|U8 acb exagerada.
Encerrada a discussao o roqaeraaeato pasa *
votos e regeitado, e procedendo-se a votara e pre
jecto d-se empate, pe i que fica adiado.
Tendo dado a hora o Sr. presidale
urdeui do da e leanla ai
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PHOVI.N'CIAL.-Deixoa asaftaa
de funecionar por falla de numero snVieato k
depulados.
SEMANA SANTA.-Hoj> encela a ifrrjaes a**
cominera jralivos da sagrada paixo e morte de
Salvador do Universo, para a remissai ds peer
dos humanos. Ao meio da deve censar sai e
trabalho, tomando ts templos as vessat aegras
ate aurora da ressurreico de Caris*).
Os actos religiosos fio esle anno ap
brados as matrzes de S. Fre Pedro I
(Corpo Santo), e de Santo Antonio.
DIARIO DE PERNAMBUCO.Por estaresa boj*
e amanha fechadas nossas oflicina*, d*i
dar Diario no sabbado, destriboindo
nosso numero de s gundafeira.
CEMirERIO PUBLICOPordebberareitava-
len, S. Exc. o Sr. presi ente da proviariaf.eeare-
deu a demisso pedida pelo Rvm.Sr. paire Aato-
nio dos Santos Oliveira, de capel lao do eunaeni
publico desta cidade.
SEXTA-FEIRA SANTA.Nesle dia na aaif-
rao irens na via frrea do Recite a S. Fraacsare.
TEDEUMA cmara municipal do RecaV
manda celebrar, no dia 21 do corrale, asa Te-
Deum solemne em accio de gracas pela lersaiaa
gao da guerra.
ESTRADA DE FERRO DO RECITE A S. FRAN-
CISCO Esto via de eommnnicaeaa ao presi
lindo mez de marco rendeu
Despendeu 75:4aHaW

Dando de sardoris U:1
Na despeza est coraprehendi*a a verba >
dfferengas de cambio por 33.717*164 r.
A despeza oi de 76,28 por eeoto da rarcila.
No mesmo periodo transilaraa aa liaba nj9h
l/*4>assageiros, e foram iransportodi* t.Wl -
lumes de bagagem, pesando ll3:W4^ka!airasa-
mas e 70:806,613,5 kilogranmas *e iilinii *
633 animaes. _._^__ a
as mercadi ras estao eompraaaa*aae J^m
saecas de algodio pesando 249.4W Mim >
e57,808 saceos de assncar. pesiis i*/#-
logrammas.
FESTEJOS.Os qne a soeieaaV parlaaea 0
?a, quejmhQ co
de setembro promove pelo ac
terao eomeco no dia 21 do
igualmente deve ter logar o IV-f.
nieipaltdade desla capitel maa'
mesmo motivo.
AGUAS ESTAGNADAS.as proa
igreja de S. Miguel em Alojados, aa
;ao d'aguas estagnadas e ja em vtos e
si^ao. E'coDveniente que, qnem
remover esse foco de miasmas.
GUARDA NAaONAL. Por
presidencia de 11 e 12 do eorres
Mandou-se dar gnia de
quartel-mestre do batalbioa. ibas
Nazareth, Joo Carneiro da C
e ao alteres da quarto
reir Lima, esle para o
aquelle para o de Goyaaaa
Foram privados dos poetoa, por ao I,
citado as respectivas paleatos a ana
seguimos offlciaes do balalha atls*
do Cabrob : alteres porta
bsa de S, alferes da segoada
Urbano dos Santos, alteres
mes de S Batioga, alferes da
do S Correa, alferes da
Coelho.
Foram nomeados:
Para o baialbao a 48, i
poria-eslandarto M
sa alteres da set
HdeGodoy, aliena da
iSBatinga, alferes
as Torres bilva e PT
Asiai da sexta Prooapte
Para o batalhao a 18, d
itoka





f
'

z
-i
1 THjllQDario de Pernambuco Qtfinta fera 44 de Abril de 1870.
ow
i4
eirurgao Joan Angelo Lopes Lima, taerte qaar-
tet -mostr;
al. res-
al'eces
vrira
Leal, %\
Ohvcira
VREI
mi^sdes
ires Jlo Bezerra Vieira de Mello,
u Francisco Pinto de Souia Neves,.
fa compaa Jos Gomes de Qli-
alferes da quarta Severino Corra
_ stima o' atieres Manoel Tbom de
-Iteres Domingos Dias de Araajo.
SERAPHlM DE CATANIA.Sobre as
d'esle llvm. pihaicnari eapachinhwm
nutramos no Liberal dd Norte, da provine* do
Hhi Grande, o srguJato oficio do Rvro. arcipreste
dYssa provincia, em 10 do mez Tjassado.
Offlelb ao Exm. governador do fcHfadb.
E*m. e RVm. Si\Tendo ehrgado ne*rRad*Pe-
nha, em principio de Janeiro d'esle aneo, *Te9pe-
iavei mssionanc eaptichinho o Hvm. prefeiio da
rNirtia Frei Seraphfm de Catan i a, para ndsSKtaar
nesta provincia: eu guardava o resultado dos seus
tr hamos apostlicos, pura- mant(e*a-lr'fc*mo me
eiunpria, a V. E. Rvma.
t Cnmecando elle a sua missao naqueNa villa,
onde infelizmente serve de matriz orna Indecente
asa de ora cao, conforme j communis.uei V.
E IVyma. em meu relatorio do adno passado, o
sen principal cuidado foi a edlfleaeao da igreja
matriz, cujes alicerees linbam sido Janeadas lia
nmitos-anoes, sob sna influencia, per occasiao de
outra missao, sem que em tao grande lapso de
Vmpn tivesse tido o menor incremento I
(i Parece que tudu dormia, para que gloria
ello o fondadur dos alicerces, se unisse a de ser
o i'xtrenuo continuador da obra da igreja.
A presenil d'e. "virtuoso missionario foi aa
vrrdade o mais poderoso auxiliar no servido da
matriz. Enipenhado no augmento d'esta igreja, as-
sim wmo la reforma dos costumes, sua vez e
fervor cederam Mas as iflieuldades, que se di-
zian kwnperaveb ; a aeqr.i-icAo e eonduecio de
mtertaes, principalmente de madeiras por man-
gues e mallas impervias tornaran) se interamente
tacis : todas as classes, ricos e pobres, Iwmens ti
mumeres, enipwhenderam e desempenharanj os
mais redes tratiaNios. Em ama palavra, em pot-
co mais de uu, mez eoncluo se a gigantesca obra
da eapella-inor : e o qne muito se -deve notar,
trae as enfermidaies d'este ineansavel religioso
nomine diminotMm o ardor e assistenea aolra
b.ilho, nem o lo no coofessionarin e no palpito
Amestrado na s.ieneia do pulpito, elle expli-
eo'j *n toda a lucidez pv rniarnts as materias
ios seus eaitatsmos e meditacoes, bas*nndo-se
sentare na* Sagradas Fseriptoras, na douttina dos
santos padre e nos Evangolhos.
Na explieaco dos sacramentos, principalmen-
te o baptisvno e penitencia, admitlio o metbodo
rtialogico, cemratendo assim ao t os abasos po-
pulare, ramo tornando besa accesslveis ao enteu--
4m onlo do-seu numeroso abditorio as explieaefles
claras e methodieas.
D'aqnella villa passon->e para esta no da 17
d> pascado, e abri a sna misso a i do mesmo,
a (pial durou at 7 do confente.
Aqni, como na Penba. mostron>se infatigavel
no rnnfessiooario e n > pulpito,vsendo assistido em
amos os lugares por iim concurscrexeessivamente
nameroso, e que exeedeu a minha expectativa.
D'aipii o Hvm. Fr. Seraphim teriade seguir
pira S. Jos de Mipitc e oulras fregnezias da
orle, |iara onde o litvava o ilii distribuir aos fiis a pao da palavra divina, se
a grande secca^o sobretudo a pidetnia das febres
texigas o nao i>hriase a voliar agnardanila'
urna outra poca favoravel no oxercieio do seii
Miafeferie. Kegreado para i, villa da Penlia,
onde fii esperar >ppiirtnna occasiao de seguir
vra PrnaniUuco, novo impulso e-=t dando con-
tifuacao da obra da matriz, a qual sob sua direo-
cao e reconhecida iaSucncia vai leudo rpido pro-
gres so.
Paz.-ndo esla communieacao 'V. Esc. Hvma.,
posso deixar de consignar acjni os meus
LOTEWA.-A aae > W *vWa a M',
beneficio da igreja da fea Forte, a uuai corra
quando se anounciar.
PAS9AGEIB0S, Sabidos para os podo* d paHaawi aclore, os administradores d> m
illa-
norte no vapor J*iropani Antonio Lo Frrera da Silva e 1 criado,
*? Antonio da Silva Costa, Joft Afexabd
d'Albnqnerque, Manoel da S. Barbosa, Jlo Pe-
caira Lima e i criados, -Niaajo M. Antonio Si;
Mano* TbeAotheo, VicedM Gonare- -Ferrefra,!
Francisco de Paula Canuto, Mjct A. Pires, Do-
mlnfo Comancio, Abiago Y. PereW, Justino C.
VHIar, Frattcbco .1 da Gttta, Joa^ilni J. dOti
velra Apolin, Alejandre vieira, Jaao F. de
Sonza, Ranto A. ila alva, Maria das Nevos M. de
Mello, Antonio M. da Silva, Joaqnim da Silva
Neves e sna filha menor.
- Sahtdos para os pjjrl do sol no vapsf Si-
Joaquim dos S mies, Jos C. de Moura Le te*
Jesuino Francisco dos Santos, Pedro da Silva
Lima, Antonio Baarqae de Gusmo, Alexaudri-
no A. da Silva.
Sabidos para os portos do sul no vapor Ib-
cantins :
Agostinho Hnrtins, Amonto Joaquim Surges de
Barros I escravo, Antonio Pereira Ramo?, Ha-
noel Ferreira da Silva e aea mano Antonio Ferrol-
ri da Silva, Manoel Cordeiro, Aogusio A, Gui-
maraes, e Doming da Silva, AuguSo Ferreira da Costa, Telmo
Almoexn Lopes, Jos de 8on*a firndxo, Manoel
G. Cahnon, Manoel M. V. Franca, Apolinario ^Li-
berata de Mette. Lournco" T#Hdfi da Albuquer-
qne, e 1 escravo de Manoel F. da Suva Novaos,
1 criado do 'Br. Candido de Sorna Requio, Fran-
cisco Ferreira Vianna Baudeira e i escravo; 1
escrava do JlanoeT Joaquim Baplista, Lodorico Jo*
de Avlar-e escravos a entregar. AJfredo Seve-
rino Duafte. 5 pracas do corpo de polica, Josa
Uuniz de Castro, recruta Jos Madoira, Joo
Flix Poreira, Joao lloderto Silveir, Antonio
Fernandos Porto, Manoel Jos de Azevedo Barros,
voluntario da patria do 38 Jos Manoel Baplista.
Praneeiiuo B. de Figueredo e Joao Antonio Soares,
Entrados do vapur Tarakyba viudo do Rio
Farinoso :
Antonio da Silva Braga e ni familia, Inocen
ci da mi Cordeiro I filia e i es:rava, Hollaada
Cavalcante, 2 pracas e 1 pre o.
tHttOXK Jl'DimRRH.
na<
^inrflros agrad-cime-ntos ao Rvd. prefeilo Fr. Se-
rapliim de Cataoia, pelos in-ffuscaveis strvieps
por elle prestados cansa da religiao e da huma-
nidad* nesias duas Ireguezias d'este arcipres-
te
Aproveito esta occasiao para reiterar a sega-
ranea il w meu* respeilos V. Exc. Hvma.
EXWSfCiO DO SACRAMENTO -Hoje noite
haverj sepulcro as grojas : do Corpo Santo, na
fre*aeai do Itecife ; do Paraizo, de S. Francisco,
da matriz e da ordem ten-eira do Carmo, na fre-
gunziS .te Sauto Antonio da matriz, na fregnezia
de S. los ; e da matriz, na freguezia 'da Boa-
vi-ta.
UATALUO PACRI0T1C0.-A*ba-se em orga-
aisacao o a frognezia do Santo Antonio, para o
qual foi eleito commanilante o 8r. major Miguel
Jim da Almeiil'i Pernaintiueo.
THRSOURARIA DE FAZE^DA.--Tendo-se des-
eneamiiihario as eolleec.oe- do Diario Ofjkiul dos
sr!r sires de julho a dozembro de 184, e do Ja-
neiro a jimhode83e, perteneentes i thesouraria
de blenda d'e.-ta provincia, o Sr. conselheiro ins-
rect ir ptde, quem os tiver, o ob-equio de ir
Tc-Stitlli-lS.
IMPERIAL FABRICA DE CIGARROS.-No lu-
gar eompeMUtt publicamos hoje nina longa expo-
sica. obro esie importante estabelecimento dos
Srs. Souza, Nuoana A C, sito em Nictheroy. na
provincia do Rio do Janeiro, dos grandes molliw-
rameiitos ah inlroduzidos, e do eojprego vantajoso
ijiip letn esses -Srs. dado er scido numero de
cria.nc.as, que redunda em benefiio das familias
necessitadas, sem nenhum auxilio dos cofres pu-
Mtfos.
O zeio na esculla do fumo e do papel, o esmer
na preparaco do cigarro em si tornara esse pro-
ducto preferivel (jualquer nutro, como reconhe-
ceu nina commis*ao de homens competentes da
ass'riilila provincial do Rio de Janeiro, e os con
MiniMore* em geral.
MORTEACCIDENTALAnte hontem.s Choras
e meia da larde, guando sabia para Apipucos o
irem d'es .a via fewea, foi esmagado no lugar do
Maoguinho, unde ha urna curva bein pronunciada,
Marcos Ferreira d; Silva, servente da thesouraria
de faz, oda, sendo pres) em continente o machi-
nisia do Irem.
Segund> nos informam, foi esse Iwnem vijtima
do sua imprudencia, porque, estando do lado es-
Jnardo da estrada prximo am muro, entepdeu
e airavessar a linba de trilhis no momento em
que o trem vinha em tao diminuta distancia, que
nao foi mais possivel ao machinisu fazc-lo parar
antes de o esmagar.
Emqnanto hraveretn imprudentes, liao de appa-
rece;' des THBATRO DE SAWTO ANTONIO.as noutes
de sabbado, domingo e segunda-feira, laverao
biles pblicos ueste tbeatro, eom a mesma or-
de'n d(V costme.
PAVILHO SANTA ISABEL.Acerca da com-
panha gsmnastica e acrobtica do Sr. Marcos
Ctt^nli, enviam nos o-seguinte, pedindo saa pu-
tilicacao :
Achando-so quaai terminadas as obras que
fui iie.-esjrio proceder-se ness pavilbao, afim de
pntfcr ahi exhibir os sene trabalhos a cimpanhia
de cavalliiftos do Sr. Marcos Cassall, dar essa
-e.oinpanhia o seu priraeiro e variado espectaculfl
no prximo sabbado.
O circo Jlcou mnk eapacoso. Tem urna or-
d"m do ampios camarotes.-geracs e cadeiras.
Segundo anformac5es seguras, a nmpanbla-
equetre do Sr. Cassali uioa das memoMS deste
genero.
Antes de vir mostrar-se m publico pernam-
bunatio, fea a Jli ;iae da eidade do Porto, onde
eom geral appianao irahalhou-oo palacio de orisial.
Sotnos levados a crr qoe Sr. Caaaau nao
ser.i mal succeido em f ua emprea entre aos,
mh>, mais i/tianto, ha bastantes aunos nio teflios
oqaf diverimentos da ordem dos que agora os
ve 'i ofTcreeer.
OLINDA.-DomiDgw havera ptoeis-o
ruiRi \ %e. do c onm.iu io
CTA DA SESSrtO ADSnNISTRATIVA DE II DE
AKIflL DE 1870. %
'RESmENCtA DO ElSi. SR. DESEMB.UtGADOR AKSIUfG
FHAMCISCO PERETTI.
As 10 horas da manla, presentes os Srs. depa-
lados Rosa, Basto, Miranda Leal e bario de Cruan
gv, S. Exc, o Sr. presidente deelarou aborta a ses-
sao.
Foi lida o approvada a acta da sess.au de 7.
EXPEDIENTE.
CommunicacJo do ministerio di justiga de 26 de
mareo ultimo i.e liav. r S. M. o Imperador por de-
creto de 9 do mesmo mez, concedido ao amanuen
se deste tribonal Francelino Augusto de Hollauda
Chacn a gratifica?ao animal de 200OOO na con-
formidade do art. 44 do regalamento que baisou
corn o decreto n. 738 de 25 de novembro de I8o0.
Offlcio do presidente e secretario Ja jun.a dos
corretores, datado de 9 do correnle, apresenundo
as 12 horas do dia, acompanhando o boletn) com-
mercial da semana prxima passada.Ao archivo.
Fui a rui)ri^ar-se o livio Diario de Alfredo A
Barbosa Jnior.
DESPACHOS
Requcrmento de Antono Fernandes de Figuei-
rdo Paiva o Antonio Doarte de FigueirJo apo-
sentando para ser registrado o seu contrito social.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Joaquim Silverio do Souz & C, aprcsenUn-
do para igual flm n seu contrato lambem social.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Bernardino Duarle Campos c Joaquim Fer-
nandes da Silva Campos, aposentando tambem
para o mesmo flm o seu contrato social.Vista ao
Sr. desembargaior liscal.
De Antonio Gonealves de Aztvdo, Manoel Jos
Monteiro Torres e Marcelino Gmcalves Azevi^
offerecendo para ser registrado o seu contrato *W-
cial que por duplicata juntam.Vista aiSr de-
sembargador liscal.
De Joaquim Jorge de Souza, por sea bastante
procurador Bernardo da Cunha Teixeira e Manoel
Jorge de Souza, olferecf ndo tambem para ser re
gisirado o seu contrato social.Vista ao Sr. de-
sembargador fiscal.
De Manoel Carpin'eiro lujo e Romao Cirpiniei
ro. apresenlando eom e^taupilha a dnpjicata do
sea distrato, conforme fe Sxigira por despacho de
29 do novembro prximo passado afm de ser re-
gistrado o papel de dissoluoao da sociedaie que
iiveram em urna taberna sita no Varadouro da ei-
dade de Olinda.Apresenuda a duplcala a repar-
tigflo do sello, volte a pelijo.
De Cunha A C, olferecendo registro urna pro-
cura cao bastante.R.-gistre-sc.
De Mills Latliam A C., offerecendo tambem
registro outra procurado bastante.Registre-se.
De Avila Irniao & C, mostrando ficar cumprido
o despacho de 1 do correnle, aflm de ser archiva-
do o seu contrato social.Cerno requerem.
De Jos Luiz Gonealves Ferreira, apresenlando
registro o seu contrato de sociedada.Vista ao
Sr. desembaigador fiscal.
De Manoel Murcira de Souza, apresentando para
igual fim duas procuracSes bastantes. Regs-
trern-se.
Da Francelino Ferreira Crespo e Gregorio Esia-
nislao Ferreira, submettendo registro o seu con-
trato social.Vista ao Sr. desembargador fiseal.
* Joaquim Mor'eira Res e Antonio Gomes de
Moreira de Soiua ;. appel-
da Fbnfec4e outro ; ap-
Accioli, Silva Guimaraes, Basto
firmada a sentenca ppellada.
!S d> "
Wlld*de Antoriro, Fragoso, Santos h....
ftama'io : jflft
Srs. Reja e Sftva, Acc.oli, Sajtoje Htanda Leal.-
Foi reformada a seotenca appellada, sendo voto
venc*) o St\ JBnmd,"*
1a2Pa eS?,r.d2^,ml I: fpell* ro,
Andr de Abrau Por#j^ppMttis utpres, os ad.__
ministradores da mana fallida de Arnorm/FragoJ
so, Sahtoj & C : jAjtes os Sra, Reis e Silva, ac-'
ctoli, Daro de Cruangy e BMto._Foi mlrmada
4 senteMpft appcnada.
AppWjite, Franci
lados, ifancjsco Col
P^'^ff^8 adtfciiistfifcres da msga faHid de
*M >'roJ|todtmdo appeHado, Joaqnim Al-
yes Pedrdso : appellanles, Manoel Alve Ferreira
k C^ appellados, D. Agostinfca Joan fc Fiihos:
appetiiote, Joaquirn SalMr Peasdb de finir
GavATOnte; appeTrao, Sallador de Siqueira CV
valcante.Adiados a pedido dos Sra. deputados.
PASSACESs.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sf. desamtar-
gador Silva Guimaraes : appellantes.Tasso Irmaos;
appellados Matoel Nes Parreiri 4'C.: appel-
lantes, os administradores da massa fallida de Joa-
quim Jos Silvaira; appelladds, osf herdros d*
Diogo Jos da Costa.
WSTRtBLICOKS.
O Sr. desembargador Silva Guimaraes iurou
stupecS e dlsIribiHo-se ao Sr. desembargador Ae-
coli o (sito entre paites, appcUaaUw, os dmiois
tradores da massa fallida de Antonio Jas de Fi-
guoirdo; appellaaa, D. Pnnfina Ansias de Godoy.
Ao SiVdesembargador Silva Guimaraei: appe-
lantes, CTemente Jos da Silva Nune& A C; appel-
lado, Jos Pedro de Carvalho : appellante, Lui
Ribeiro da "uuha ; appellado, Antoniu Piabeiro
Castello-Branco-
Ao Sr. desembargador I lea e Silva : apneilante,
Andr Barbosa Soares; appeliada, D. Candida Ma-
na dos Prazeres: appellante, D. Gertrode Ange-
la Joaquina; appellado, o hachare! Joaquim
Franci'co de Miranda.
Ad Sr. desembargador Accioli: appeUaote, D."
Mana Jerenyma Vieira Pontos; appellado, Anto-
nio Jos Alvares.
AGGBAVO.
Juizo especial do commercio : aggravaate, Joa-
lifa Jos Gonlves Beltrae; aggravada, a com-
qmm
panhia Vigilante, representada pcTo reapetrvV-
renle.
O Exm. Sr. presidente negon provimento.
Declarou-se que estavam dadas as ferias.
Encerron-ae a sessao a urna hora e moia da
Urde.
PUBL1CAC0ES A PEDIDO.
Gamelleira
Senkireg redactores.Vn\U> ao pttbllco pelas ca-
lumnias argidas por Jos Pedro Velloso da Sil-
veira Jnior j publicadas no Liberal e tambem
no Diario de Pernatnbuco. Fiz declarar no Dia-
rio de Penumbuco de 2i do mez prximo passado
as suas falsidades, tanto que Jos Pedro nao as
pode provar visto serem lio sement filhu da ca-
lumnia e da mentira ; conjo lambem O lembrar a
Jos Pedro a9 suas ratonices que tem sWo publi-
cadas, e das quaes nfio se tem juslifleado, fe nem
e Rosa.'M eon-j ^ 0 jobre.oiho, agocou o denlo, e nao podendb
ferir, tontou iisnar-no a repntaoie, justa e hones-
tamente granfoada.
Vieram entao as poblicacoes anonymas, eaga
praga da aprensa I Nao sendo possivel contestar
a superiorijUde dos nossos cigarro, attribpiase o
seu Usoj| uneemelbor aabor a urna composi-
regada no farao e papel.
Inacia 1 |-
da calumnia respondemos cora o
9Instituto Medico, ao qual reaueremo
diatimente minucioso exame em todos o pa-
Ms e (amos existentes no* nossos depsitos.
Ei.-io :
PARECER.
sao deste Instituto encarregada de in-
er sobre a materia do reqnerimento
.NovaesA C, no qoal pedem prsi-
pVovincia quesejam snbmeltidos apre-
ciacao desta associacao os fumos e papis dos ci
garros preparados em sua fabrica, aecusadoj de
eoMere&'ophi vera hoje ap#eatntar-vos o retnJta
lo de seus trabalhos, que foram divididos em
duas par'es: na pnmeira oceupa-se a comraisaau
do exame da fabrica e, seu material, pessoal, or -
^nisifw interna, distribuicao no servcp, polica e
hygienne do estabeleciraeolo, etc. ; na segunda,
exppe a aanlyseealmica a que ao proceden para a
pesquiza do opio, quer nos fumos, quer nos pa-
pis} qne se aervernma fabrica,
A commissao, na falta de um laboratorio con-
venante para este ultimo aifter, e descj.ndo fa-
zer acompanhar este parecer de maior autordade
na especi, soccorreu-sc da proPcienCia c conhe-
cimentos peculiares do Sr. Dr. Theodoro Pokolt,
que so encarregou, eom a melhor vontade, da ana-
lyse chimica em sea laboratorio, adoptando o
processo, cuja integra faz a segunda. parte desie
trabalho.
PRIMBIRA PARTE.
A fabrica de cigarros de que tratamos, perten-
cent a Arma social de Lizaur, Novaes A C. hoje
suWituida pela firma Sonza, Novaos & C. est es-
tablecida no vasto predio da ra da Praia, es-
quina da de S. Jo3o.
O pavimento inferior oceupado pelas oficinas
onde trabalham os offlciaes, e para cima de cera
meninos, pela maor parte aiuda aprendizes, pelos
refeitoros, pela edzioha, e pelo deposito de fumo,
e tamb>m onde esti a oftteina do empacolilhar fu-
mo a scmcfhanca do contiendo por caporal, e
tambem pelo processo usado pelos hespanhes ;
por tres apparelhos, dos quaes o primeiro, por um
simples machinlsmo, corla por hora 210,000 mor-
talhas para cigarros; o segundo comprime de ca-
da tiragem S libras de fumo; o terceiro, finalmen-
te, muito msis complicado, e occapando relativa
mente um espaco grande, tem misteres comple-
xos, taes como cortar, picar, secear e peneirar o
fumo, preparando 5 arrobas por hora.
O primeiro destes apparelhos poupa o servico de
seis operarios diariamente, e o terceiro economisa
o trabalho de 23, no mesmo periodo.
Ha mais dous pateos, dos quaes o maior tem,
em um dos ladjs, o gazometro onde se fabrica o
gaz para a illuminacao do estabeleeimento, e em
um canto as latrinas pelo processo commum, as
quaes sao diariamente: desinfectadas. A casa dis
poe de ama penna d'agua.
No pavimento superior est a grando sala da
frente ocenpada pela escola dos aprendizes. As on
tras salasservem de dormitorios eom camas de
ferro.
Nesse pavimento funecona tambem a offleina de
lithograpbia, e est o deposito de papel e linhas
para a fabrieacao de cigarros.
0 proprieta ros, alm dos offlciaes que tem na
a sua fab
modos d
para po
dos preel
pode) enterweu em saa rosposta de 31 do mesmo p|irca, idmlttoin menores para aprendizes eom as
r..?0KWr S"aer iu,l0;lf),i ^ilore.s Intitulan- seguinte9 condiofles : obrigam-se por um contra-
do-se de homem delicado e de alta sahedoria, es-''
torquiudo direiros que Ihe nao caraelerisam ; mas
De
no Liberal do mesmo da 3< fez publicar eom
aquella cara educacao do cosame improprio con-
tra minh pessoa s digno de Jos" Pedro; em
quanto apregoar-se o mesmo do liberal preciso
que se justifique, porque at o presente nao se
pode colligir liberalismo algum do Sr. Jo< Pedro,
antes pelo contrario das publicacoes se collige ser
um alicantinoiro.
Portento, de novo pondere ao 9r. Jos Pedro
que nao quero discussdes e nem as aoccito sem
que primeramente se justifique das menliras que
tem publicado e das ratonices que eommetten as
quaes foram publicadas no Diario de Pernambuco.
poisji nao justificarse ser o despreso a respusta
de suas publicaedes ; emquanto dizer que as
aguarda, i|ue logo vira tem^t para justificar, j
btje nao ha cabra cabriola e nem nisso se acredlia.
pois agora decidir, m ver.Iade o que escrev'eu
juiiftque-se, e so o que loe imputan e falsoejAtne
a responsabilidde, assim que se aerenTdyem
a sua sabedor*, em seu grande prestigio e se
existe sentimntos liberaos; do contrario para se
acreditar em seus palavrSes era preciso que todos
fossein tortas And olhos como- o Sr. Jos Pedro
para deuarem de enxergar a boa razio ; e por
lano para polmicas jamis nao vollo, se quizer
continuar procure algum papello que Ihe seja
parajlello.
Carlos Lenidas e^Rfgn Barros
Miranda Leal, apresentando para ser archivado o
seu distrato social.Vista ao Sr. desembargador
fiscal. "
De Joao Anastacio Gomes, apresentando eom
elh adhesivo o documento, a que se referi o des-
pacho de 7 do correnle exarado no reqaerimenio
em que solicita carta de matricula de commercian-
te.Apresentado o documento n. 3 reparticao
do sello, volte a petieao.
De Silverio Martina da Cunha, apresentando
igualmeite eom sello de estampilha o documento
a que tambem se referi o despacho de 7 do cor-
rente exarado n> requerimento ero que impetra
matricula de commerciant*.Aprescntado o docu-
mento n. 4 reparticao do sello, volte a petiejio.
De Manuel Barbosa Ribeiro sabmettendo re
gisiro una procurajo bastante em que di poderes
a Francisco Gong.ilves Bastos e Sa para encarre-
gar-se de seus negocios nesta eidade durante sua
ausencia em Portugal Reginre-se.
Duvlda do Sr. Dr. ofUcial-maior sobre o deposito
do distrato sojar de Jo- da Silva Lnyo, Filho A
C., por se nao ter firmado em dito distrato Jos da
Silva Loyo Pfho.Procede a duvida, devendo ser
o distrato assignado por hoyo Filho.
con intohmaqao do sr. drsbmbaugador piscal.
Requerimento de GonQalves Irmaos A C re-
gistro de um contrato de compra que fizeram ao
cnsul portuguez.-Mostrem os supplicantes se os
herdeiros de que Iratam os documentos juntos sao
ascendentes, descendentes ou collaterae".
De Bernardtoo Pereira de Brito, Joao Firreino
Freir e Jos Ribeiro do Brito, coa-
ir fiscal.
Ribeiro de
----------- ..egisire-ie oa forma
do decreto n. 4,394.
Nada mais sendo snbmetftdo
Eac. o Sr. presidente encerroa
ras e meia do da.
SESSAO
despacho, S.
a tewao-a 11 ho-
-urreieio na igreja doBom-flm. a grate iieoerario. lideira da Sd, rna Nova ladei-
ra e rna do Amparo, ra dos (Jaatro Crtntox, la:
vieira da Ribelm. rna de 8. Btmto, ras deS. Pe-
dro ede Maihias Ferreira, Jadelra da Misericordia,
3. ref.uher se!
DINHEIRO.-f vapor Jequta levoa hmm para
Mye !3-O00gCB0 W.
GHAVATA'.No dia 0 do oorrento cabio un
raio sobre a casa em que terff lab*ma nee lo-
gar o Sr. Luiz Augusto Cezar, matando nni hd-
i, tornando looeo um ootro, e molestando pon-
ida ontro:
JURARA PR0VRCIAL.-Prnnte a juo-
ministrativB.dela reparticao vae a praca, no
12 de raaw prximo obra do areamenlo do
r": t*, de Cna RiaehSozraho, ava-
i cm 2:4205, devendo o arrematante coocluir
dentro do prazo de dous mezes, coudos
ita em que o liscal dogovem i iuiimar o es-
ment da area oa estrada.
PltOFESSOBATO PUBLICO.-D.r.-. comaejr
Cjjnd-feira (1) o epaeasso para privimeto
cadeiras de nsUnccIo primaria do sexo m,
que. foi ir, asferido para o dia i da con
l-'I TRANSITO.-Cora 37 receido*
loin
JODfaARIA FM 11 DE AB&IL Dfi
1S70.
da Rw- ?nES,DCKCU D0 *** DESBMBABcanon a. f. pb-
BGTTI.
Secretario, Julio GuimarCtet.
Ka meio dia ijeclarou-se aberta a sesso esUndo
presentes os Srs. desembargadores Silva Guima-
raes, Reis e Suva e Aceiofi, e os Srs. deoutadjs
Rosa, Basto, Miranda Leal e baro de Cruangy.
Lida, foi_approvada a acta da precedente aessSo.
0 escrivio Alhuujierque registrou o ultimo pro-
tes 'j) de lejra a 9 do correnle sob o numero 2,023 ;
e o e*crivao Alves de Brito a 5 do dito mez Job o
numero i,9i.
ACCOnDO A681CKAD0.
Appellatues, Taas Irmaos; appellado, Airtohio
Moreira Reis.
Jovj.uiErros.
Joizo moniVipa! o do commercio da villa da In-
dependencia, provincia da Paral,yba : appellante
autor, Jos Gomes Villar; appelladb re\ Antonio
Herculano do Almoida: jaizes os Srs. Silva Gui-'
maraes, Accioli, Miranda Loal e'Basto.-Fui refor-
mada a senten Joizo especial do eommereo : appellaate reo;
lo Pinto Ribeiro ; apoeflados autores, Maury Ro-
guara Mijo A C. juizes o Srs. Silva Giinna-
*, Reis o Silva, baro de Cruangy e Miranda
LFoi eoglirnuda a senlenya apoellaa.
CLAMA NiO CESSES
Por embargos ao memorialista Jornal .lo Reeife
n. 65 de 21 de marco prximo passado, diz o
embargante pela let a nutkot e forma segrate :
J*. o. 1N,
P.Que nao sendo a qaestao eom o proprelaro
da casa, e un'camente da cubranja dos alugoeis
da padaria existente na raesma, ha mais de 30 an-
dos, e alugada nicamente ao memorialista, e
tendo em 1866 lindado o celebre arrendamento da
casa, feito em Macei sem scieneia do embargante,
c como propiieiario legitimo, que hoje nada mais
lera eom a mesma, como ludo foi julgado nada
3uerer cora sophismas e argumentos sobre o pre
lo, ou seu actual proprietano, nem este passou
procurado para se argumentar eom o seu prelen
dido dimito.
PQue, o deposito de ama pequea parte dos
atencilios, movis da padaria n. 38, s existente
no papel que lano se tem apegado o mmnona-
lista, para_ se exigir de pagar os alugueis da
padaria que sugeiloa como cessionario de
Moura, sem nioguem Ih rogar e sem inter-
vencao do embargante, s era valiosa in totun.
ilo pela classe do estabeleeimento, como foi re-
querido a fl. 80 v.
PQue, nao haveria cousa meihor do que por
lotaes esperteia* licar-se o memorialista cora urna
padaria pela qoal s recusa 6:0001 alera djs alu-
gueis vencidos, superiores a 3:U0< pela ninharia
ae iw de augmen'o no aluguel da casi, offeretu-
osemMacei, por delraa da cortina.
r(Jue. nao tendo o memorialista produzdo na
presente causaprovaS robustas ou mesmo {rocas;
e lendo o M. T. despresado o predilecto dep>ist..
por so exislr no papel), e condemnado o memo-
rialista cm todo o pedido dos alugueis da padaria
na priraeira questu decidida em 1865, cujo julga
ment nao foi entburgado e arrestado, como de
direito, e, o recoahece o tal hroe memorialista
i espilla do digno juiz propretario da vara com-
raercial deve estar descansado que jamis o T. de-
cidir de outro modo a causa que a mesma-a
nao querer perder o que lenr ganho na opiuio
pnblica, confirmando um estelionato to cla>v e
patente.
P ~<2ue> ns presentes embarg se devem rece-
uer pelo alto tribunal publico e serem impugnados
ueste lugar, e da mesma formanao eom wa
aenatii-.a e estranha aluvao carunchosa e imtgi-
uari* de ordd.,ao., oliiv^ e dea. Constandbx e
vlaseos, e-sim pela legisla^ moderna riohado-
ra daquella e especial cauta ui commeicial
e nao civil, sendo affnl jrgadus'provalo, e
embargado conslrangido a restringir a padaria
usurpada (pois n2o est neHa Horrado), a voRar
ao seu lugar de gula de carrosa donde aabio pela
mal entendida generosidade do embargante, em o
o a ehsinar os diVerscs trabalhos que se fazein no
estabeleeimento, e a forneeer-lhes alimento, roaiia
e sna lavagem, calcado, domicilio e tratamento
medico, bein como instrueco, dada por profes-
sor competene/neme habilitado, e que consiste em
primeira letlra-, caligrapbla, contabilidado e pra-
tica religiosa.
O responsavel pelo menor obriga-se a deixa-lo
persistir no estheleeimento pelo tempo de don?
annos, podendo sahir duas vezes em cada abno,
nlo excedendo de tres dia i em cada vez, salvo u
caso de forea maior, tal como molestia, no qual
licito ao responsanel preferir tratar o menor em
sua casa, ou oudo melhor Ihe convenha.
Na hypothese de abandonar o menino o estabe-
leeimento, por deliberaca > sna ou suggestfles de
nntrem, o responsavel e obrigado a indemnizar os
proprietarios. .
Terminado o prazo do contrato, o menor poder
eonlinuar na fabrica ; msenla) fCTi remunerado
segundo suas hbil incoes e aclividade, sendo-
Ihe permittido continuar a frequentar gratulu-
uiento a aula.
Nao obstante nao serem os proprietarios obriga-
dos a bsd pelo sen contrato, elles abonam, Com-
tolo, urna gratifieaeao monsal de5*000 a 103000..
segundo o merecimento de cada um desses apren-
dizes.
Os qaej tem cumprido o sen contrato perce
bem mentalmente de laOOO a 45'i000, segando o
sea merecimento.
Esta fabrica tambem fornece trabalho um na
mero consideravel de familias, que vivem de f
zer cigarros : algumas na que tem ganhado em
um mez at iOOJtOOO ; e o miru'mo, no mesmo pe-
riodo, pago a cada urna dessas familias, nio des-
ee de 503000.
Depuis da celeuma que se levantou no norte do
imperio, onde se acoimou de conterem opio o fu-
mo e os papis dos cigarros da fabrica, de que nos
oceupamos, dtminuindo por isso o consumo dos
seus productos, de 101 familias que viviam do ser-
rico da fabrica, os proorielarios viram-se forca-
dos a suspender o trabalhoja 73, continuando tao
somente a 28.
Este estabeleeimento funeciona desde as 6 ho-
ras da manha al s 5 da tarde, havendo 2 h)-
ras de interrupcao, das 8 s 9 da manha, e de I
s 2 para a releicao do almojo e jantar : o pri-
meiro composto de caf com leite e pao com man
teiga, e o segundo de fejj, carne secea, arroz e
verduras, s segundas, quartas e sabbados ; carne
fresca, btalas, arroz e verduras, s tercas e qain
tas-feiras e d >mingos ; pexe salgado, feijao e ba-
tatas s sextas feiras ; fariuha em todos os dias,
discriejio. No jantar bebem vinho os que pedem.
A' cela tomam cha ou caf e pao.
Tivemos occasiao de visitar a cosinha inespera-
damente, e verificamos nao s a abundancia de
alimentos, como a boa qnalidade dos gneros, e
asseio as prer/araeoeS calmaras. Os proprietarios
nao limitam as quantidades para consumo ; os
aprendizes comem tanto quanto Ihes parece as
horas detern nadas, de maneira que ba considera'
veis sobras diaria monte.
Sendo a cada menor dada urna tarefa, termina-
da esta, elle nao tem obrlgacao de trabalhar at
completar as hora3 que sio marcadas; -lhe fa
cuitado, porm, continuar, vencendo ue^se caso
nova gratincacao por es4e accrescimo de tra-
balno.
A polica interna do estabeleeimento feita pe-
los mestres das offleiuas e offlciaes de confianca ;
o d irmitorio destes situado era compartimentos
completamente separados do dos menores, os
quaes sao Iluminados durante a n< ule, para me-
lhor garantir a moralidade. At agora esta fabrica
nao tem registrado crime algum ahi commettido.
A uriiea pena corporal imposta ao menor, e isto
so no caso de falta grve, ou muita reincidencia
eocatlg de urna a seis palmaloadas.
. Esiio esubelecidos- premios pecuniarios, que
sao distrtBjiidos' mensalmenle aos meninos que
tembom comportametito.
Os" meninos banham-secm geral no mar e mu-
dara roupa semanaimente. O servico medico fei-
la pela casa de sade Nictherohyense, por conlra
'o d,ue ldi a fabrica cora esso Usuilal. Durante
quttro annos o estabeleeimento nao perdeu pe
nbum dos seus. domiciliados
ter consentido o sen eauWb>eimAi,,;.^^iru."u,iuus us. uoraicinaao3 : este anno, porfim,
iustica.iu(ira e8taoeteeimanto.-/Kiifa> tve Jgnaia8 perdas, era peqneno numero, devi-
^' W~a____j..-.-_____.._....._ da\ ifebre typhofde e varila. As epidemias
que ahi tem reinado saogeraes, tes como ophtal-
0 avogadQUigmr^tHjfUmisla.
BnoicsaAs ni f.
ma causa, distingue.,
[ulzo esoeeia do comtnerjie; appellautc autor, fio, provoo-o o
Targmo (encalves ^^^^Kpeilado rao. ti vi.
Iagnacjo Ribeireflttior 1 juzes o? Srs,' Mal A i
inaljse Marica daloiperlal Va-
brlea de Cigarrn 4e m. Joao
de *tetberey. dr Wouca. \-
vaea A C.
O producios desta fabrica atlbgirara nerfeicio
desCohhetaa no paiz al a data presente "
O consumo que delles se faz em todo o imaerio
e no estrangiro, a sua procura activa e seW
cre.^cente sao prova diseo.
Tao prospero resaltado devidb ao emoreEo de
materias primas de superior quaJidad, ao esme-
ro da manipuiacao, ao incessante labo?a qU8fl0#
entiogaraos, nao poda deixar de merecernos as
iras da inveja.
Dahias falsliicacSesgroaaeiras, rauelldai
consumidor, que se nb wommendam oa nri
tos da nossa industria pela belleza da aaoar
s:m poto que >2o, Sm ou pAajwaa
orna illude, a o
da fraud
inveja nao desisti do tea proposito.
iniag, catharras, srampad, e&. O estado sanita-
rio, ao visitarmos a casa, ora bom.
Alm das praticas religiosas feitas na aula pelo
proressor, que am sacerdote, sempre que pos-
sivel, os aprendizes s2o levados, acnmpa ibados pe-
los taestres e debaixode forma, nos dia santifica-
dos a ouvir missa.
. A aula faneciona das 6 As 9 horas da tarde dia-
riamente. .Terminada a tarefa, os meninos tem di-
rita ao recreio nos pateos da tasa, e os de bom
Caiportarnenjo tem Jicenfia para ver as familias,
M *oi moram lonce da fabrica.
Desde a sua fundacao, que data de mais de 5 an-
nos' "estabeleeimento tem dado por promptos em
8eu,iofl?'o Para mais de 300 meninos, dos quaes
a pluralidad,} ou trahalha agora sobre si, ou est
IiWregada em outras fabricas.
Actualmente o numero de aprendiz sobe de
m os aprondizeas aecu-
,.\a Econmica, de ina-
lelecltflnlj. elles tia-
orrional ao sen trabv
ia das pessoas que sao
sio orphos, e em grande parle remetidos pela
secretaria de polica da provincia.
Os generosos proprietarios, nao se esquecend
do soldado brasileiro, que pleitea a honra nacional
nos inhspitos eampos do Paraguay, por mais de
nina vez tem roraottido, para serem destribuidos
pela tropa, varias partidas de cigarros, cojo nu-
mero total j exjjede de 50,000. ^_____
Os Srs. Soya, Ruvaes A nutros jpplores
desejos de aug,i.enwr o ed'flcio ei* qne foaeclona
nao para mlhorar anda oa eom
endizesque j estao na caM, como
eber maior numero, sem prrjuizo
les.'
Descrevendo n, anda qne a traeos rpidos e
incompletas ente, a .fabrica de cigarros de 8. Joo
de Nicthoray, a commissio tere em vista, prestan-
do no cstreito limite de suas attribuicdes, homena-
gem de reconhecimento aos Srs. Lizaur, IWae?
A C. pelos importantes serviros que tora felto
esta eidade, proporcionando meios de subsistencia
honrosa a mais de cem familias, e dando educa-
c a 400 meninos qae tem aprendido, com a ins-
truccao elementar c religiosa, a lunar amor ao
trabalho e economa, faze-los ennheridas em to
vantajoso estabeleeimento, digno de figurar enlre
os primeiros d'esta provincia.
SBGUNDaPARTE.
ajultse chimica feita pelo sr. dr. thr0d0ro
pikolt (ij.
Propondo-me a analysar s-is differentes qualida-
des de cigarros, cora llm de saber se continham
ou nao opio, proced do modo segrale :
Substancia semeihanle chlorophylla, 0,706
gr amatas.
Extracto, mucillagem, substancias inorgnicas'
fibras, etc. 97,279 graramas.
Rio, 13 de novembro de 1869.
Da. TiiEODoao Pekolt.
CONCLUSAO.
AlCOMMISSAO, TIHIMINANDO, DE PARECER :
1.* Que a fabrica de ciga ros de S. Joao de Nic-
theroy, de propriedade dos Srs. Lizaur, Novaes
A C, hoje Souza, Novaes A C, ura estabeleei-
mento dos mais importantes desta provincia, bem
montado, e que presta vaotajosos servicos a esta
eidade, sem quo receba subvencio dos podere
pblicos.
2. A analyse chimica, a mais rigorosa, naode-
nuncii u a presenca de opio nos fumos dos cigar-
ros de todas as e.-pecies, da fabria de Lizaur, No-
vaes A G, boje substituida pela firnnSouza, No-
vaes A C.
Assignados ot membros da commissCu.
Esta fabrica nao sraente ura estabeleeimento
industrioso. Alliando ao nosso interesse, llm a
que ende todo aquello que trabalhando arrisca
grandes capilaes, creamos all urna aula nocturna,
onde a infancia desprotegida da fortuna encon'.ra
o pao do espirito na hora do repouso.
Durante o dia aprenden) esses meninos, que a
familia, na3 suas cundiedes de pobrezatalvez mi
serianao podera alimenlar o vestir, a fazer ci-
garros, adquirindo hbitos de ordem e trabalho ;
a noite rece bom lices do educar j primara c mu
siCa.
Durante dous annos s5o essas creansas ensna-
das, vestidas e alimentadas a custa do estabeleei-
mento; no llm delles pjdera dcixa lo ou licar ga-
nhando de 20 a 30j mensaes, segundo a idade,
desenvolvlmenlo ou aptido de cada um.
A assembla provincial nao foi indifferente
idea humanitaria que insprou a creacao desla es-
cola.
Aqu repioduzraos o que se passou na sesso
daquella cmara, a requerimento do Ilustra!)
Exm. Sr. general Castrioto. pedindo um voto de
agradecimento aos cheles desta facrica, o que nao
sendo permittido pe regiment, officiou a assem-
bla ao Exm. Sr. prndente da provincia pranos
agradecer tao importante servico prestado ao pu-
blico sem onerar os cofres provmciaes nem termo
em mira qnalquer distincco himorifiea. Eis aqu
o que so disse na assembla provincial.
Suppleniciito u. :i.9 ilii Jor-
nal do i oiumerctode 3# de
dezesubro de ll.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESSA0K4 16 M DKZKMI1I10 DR 1867.
O Sn. Castrdtj :Sr. presid.nte, sob a in-
fluencia a muid agradavei possivol que lomo a pv
lavra para relatar a asamblea um fado de que fui
testemiinha.
Honiem, por occasiao de ouvir missa na matriz
desta eidade, preseuciei que entrava na igreja ara
C'irio de pe ti de cem meninos, vestidos com mni-
la simpiicidade, mas com luda n decencia, os quaes
marchavain na melhor ordem e silencio, e se com-
portaran) com Uio o respeito devido ao lugar em
que s araavam, e assim assistiram missa, con-
servando sempre o respelo proprio da semeihanle
sacramento.
Este acto tocou-me, o tocou-me o mais que
possivel. Voltando-me para um dos assisientes da
missa, dase eu : pois anida ha professores que
tragam os seus discpulos a igreja f
Respomleu-mu esta pess< a : Nao, senhor, este-
meninos nao pertencera a nenhum collegio, mas
sim a um estabeleeimento creado nesta eidade por
um cidado pnrtugnez.
Hije, Sr. piesi tente, dirigindo-rae a este estabe--
iecimento, fui all recebido pe.o cdadao portugnez
o Sr. Deruardino Gomes Novaos, o qual fez-me. o
fa?or de mo.'trar toda a casa cora as competentes
officnas e objectos a ella relativo*.
Na realidade, ura estabeleeimento muito im-
portante; oque, porm, sobretudo me ineravilhou
fui observar com prazer que lral>alh.tm as offlei-
nas mais de duienlas pessoas, entre ellas cento o
des meninos hrasileiros, pertenceaies classes me-
nos favorecidas da fortuna.
Vsitei a sala do refeilorio, os dormitorios, a sala
onde o professor da aula, a enfermara provisoria,
tudo qusnto tom reiacao com os meuin> s pobres,
encontrando ludo, Sr. presidente, na melbor or-
dem e asseio possivel, o que prova exuberante-
mente a humanidade e inleresse cura que all sin
tratados esses raeniuos.
Fui informado de que mnitos delies j perce-
Bem ura jornal de 203 por mez, uniros toem me-
nor jornal, todos porm percebem ura jornal cor-
respondente ao grao de adiantamento que teera no
ollicio ; fui mais informado que o jornal daquelle!
meninos que teem familias entregue a estas, o o
daquelles que sao orphos de pai e inai sao depo-
sitados na caixa econmica com audienciadomui-
to dislinclo magistrado, que felizmente para esti
eidade o seu digno juiz de orphus. Anda fe i
informado do que os proprietarios do estabeleei-
mento con Ira tarara com os digno* proprietarios da
casa de sade desta eidade o tratamento dos me-
ninos que adoecerem de molestias graves, sendo
putera curados na enfermara provisoria os de en-
ferraidades menos graves.
O prufessor enca regado da educacao desses
meninos, em todos os sentidos, sio da educacao
mural e religiosa, e de ensinar Ihes as materias
que constiluem instruccAo primaria, o Rvd. Sr.
padre Miguel Joaquim do Araujo, um dos sacer-
dotes mais Ilustrados do nosso paia (apoiados), n
qae j leve assenlo na cmara dos Srs. deputados:
a escolha de to respeitavel sacerdote para o cargo
fie exerec e no qual se esmera, ciunprlndo reli-
giosamente seus devi-res, urna garana de mora-
lidade e ii aproveitameuto.
Tem por seu adjunto urna pessoa convenienie-
mente habilitada, de quem me nao record agora
o norae.
Fui finalmente, iuTormado pelo socio presente,
qne os meninos pobres de que trato sao alimenta-
dos e vestidos expensas do eslabeiecimento, d >
.|uai sao proprietarios a Arma commeicial Lizaur.
Novaba A C. como me uformn o Sr. Bernardio-i
Gomes Novaes.
en favor de_____
classe pakveTa mm
urna ves leabo awhwa ae
Das snbsuncias activa* i
qne melltor se caraetensa
sio propinas; ptoee*. peta;
desse alcaloi'
adMo actico 7 epotf
com acetato da efeunM
as materias corante-,
Fillrei de novo, e
do gaz bydrosawr
do para livra-to Catpil
quido com carrito anhaal
do fumo entregad-',
horas; fllirei, Iratei o carvo I
ciento quantidade de alcool ferve
liquido anda qoenle.
Distiliei a soluco alcooliea en
apresenlar um residuo seceo
com ether ammooiacal a%p de Mr toen a i
tina (no caso que coolivesm);
alcool, evaporei a soinejto al a
extracto molle, onde devia existir a i
cuja dcmonsiraeao divid-* em
proced s reaecoej abiixo
O liquido separado do earvo aa.
examinado pela morphina. (qne se i
no carvao) pela nicotina e outra*
ganicas.
Procurei isolar a meoaaa *ee
tilladlo, e triture! a niconaa
sulfureo purisf imo, timo em i
dis tillada : 0.158 granan* dnu
fxigem 0,2132 grammas d*
Tratei a outra nietade do fono i
de 32 partes d'agua di-ifada e
drochloncu : depoi<. de HMW,
urna quantidade de chtorasvS* i san (
parte o fumo empregado ; dnxe
tre, raisturei o liquida cus etnr aahyrita i
moniaco, vascolejando repet* ven*,*!
fluido ethereo; a nicotina evm
da no ether, e a morpbna sranria i
do ; e preciptalo que oWve tai n
cante), o dito precipitad* tai"
fra, dissolvido em aieaol Inwna
proced enlo s reacfan de i
foram negativas.
Tr.r.ri o residuo do fon* das anaJyn* aaaan-
dentes repelidas veies con atcoW, an **
encontrava algnma outra sais
opio e ao fumo.
As reacfoes a qne ss
que cima falloi com o fin de i
morphna, foram a* segantes :
1 Misturei n residuo ron na |
do de manganez, e janla ana
sulfrico; se honvcssc mor
ani
bem misturada cora os reagnsta*
violeta, semeihanle da sirve
condiedes.
2. Reunindo-se urna s*ia
sal do morphna uu cl.luroreto (_
lugar o apparecimenio de ama cor;
apparece cora qnalquer rido.
3. Una xiluci) de ceaio d* i
da a algumas 'gottas de miras i
prala ; so depjis de filtrar, aj-intar-sc i
de acido ntrico, raanil^-lar-se-ba *na eir i
gue ; para que esta reaero livme l*rr I
quo o liquiJ'i mvessc (Ota
pliina,
4. A mistura de nma soto?." de i
ferri cyanoreto de potane*, snaa n>
urna ou duas horas, urna cor do cereta.
Os resultad a das reaecw s*t*c a
foran todos neg.livos : con:iu., pe*.aae a* safla-
tancias quo amilyset i in i u niHSinosni
ouali.'ades sos cisaaasa o anuas s-mu sm-
i j san.
N- 1- Cigarros feitos con papal P*t*. tajas pa-
rece papel de fumoV envoltorio i
marca, feitos com bom fon, a
% de nicotina, n nao coatmlum
eslranlu ao fumo.
N. 2. igarros de pape; pard,
envoluirio de estando con o
of. CAn.BALi. O fumo parec j
de u. 1 ; continua 1.002*. Ae
nhuraa substancia eslrasna.
N. 3 ijgarros d papel branca.
Chambo cam a marca v
obibn:aks e Ar...f.srwos.6 fnaa,nfcriur
ns. I e i, cooiiiiba 1050 de n* li*a. t
na sub-Unca c-iraulra.
N. 4. Giparro- de papel pardo dar*, asa
com a marcaacARitos raiman a*

sanan ta dr
>>
e-
Sr. presidente, o procedmeato dos donos daquel-
le estabeleciraenio por sem duvida digno
de apreco e louvor de todos os bomens que leein
ura eoraoao bem formado, qne respeilara a ret-
gio e a moral, e prezara os bons cosinmes. As-
sim pensando, Sr. presideate, nao poda deixar de
transmitlir o quo presenciei assembla provin-
cial do Rio de Janeiro, composia ds lamas Itas-
traoSes, e em su grande parte de moo* talento-
sos o Ilustrados em quera o paii tom bem funda
das esperancas, e para quem actos da nalurea
dos que vendo de expender nao podem ser indffe-
reates, e antes dovem merecer o maior apreco,
tanto mais quanto sao praticados com a maior mo-
destia e desiateresso, visto como seas autores nem
exgem, nem pensam no menor auxilio dos cofres
publico?.
Sr. presidente, ludo quanto observei naquelln
estabeleeimento me sorprenden, o com cffeito, Sr.
presidente, para admirar que nesta poca, om
que o egosmo e o indiffcrmtismo invade quasi
todas as classes o carnadas da sociedade, tppare-
cara homens quo praliquom actos de verdadein
Tirtada, taes como aaasitos fle que lenho tratado,
(I) O exame chimico foi faito tres mezas depois
de se apresentarera as amostras, de forma que
com esta demora os fumos seccaram algnma cou-
sa, perdende assim a frescura o o perfuma que
tom quando tan manipulados os cigarros, apfzar
dlsso o Sr. Dr. Pokolt eocoutrou nesi-as amostras
a melhor qualidade, mas que terla de a ealtar
8 lem, porquanio, mujios i .qiais se ellas vessftra a .tus frescura primitiva.
cao D3 1867. O fumo, de ao
dos ns. I e i, continua 1,090 -. d
uliuma substancia eslranha.
N. G. Cigarros de papel parla, m Harte
chumbo cora I ir irn nnana isisania
tialu apenas o fumo d'estes OJH / *
apezar de tor carcter de bom m ao, e
quena quantidade do nicotina, a punan** m
xar do -lass ficar cono ma* a ata agarra a 5
falta va Ihes o aroma e a matar pana
cas extractivas ; pareaa nm
sido tratado pela agua queme au
ahuma subsi.uicia cstraaka.
N. 6. Qgarros de papel pardo rtora, msa
bo, nem leireiro ; o sen romo enaata
nicoliaa, resina, e matarla extractiva
fumo. Estes cigarro* continham
unca resinosa do que o fumo
mele.
Pelas analyses de fumo publicada*
gado conclusa j de qne este vegetal
termo medio de 0,270 a 0.400 /. |ia i _
rm achei era nossos fumos as *\J0* a I %t a-
sina.
Como a resina de fumo solnvel i
liquido, exlraiii por esse anta, _
3,480 '/ de resina, da qoal 1,003 % na
sina do fumo; a parto iasolovei
iinporlava em 2,480 % julgaado
oba ao fumo.
As reacrfi, que ohtive rom esta i
lliam-se s da resina de urna piaa mi tata sa-
ne nos, e conhecnla vulgar
Panco ; mas a rrarces das
dessa plauta uo sendo anda
abstenho-me de lirar qualqner
cjiitinha o fumo destes cigarros
qnan;dnde das materia extractrox
se encontra nesti [danta; mas
se o fumo dotes cigarro na
se tem mistura cora fui has de i
aXo ccriTiNHA.
Em conclusa i: as wnunTn
i IM CI A.VALTSE! .N\0 DTIMMa -
OPIO ALf.M.
PAPEL PARA CIGARROS.
Proced doa< analyse, urna s
cobrir a morphna, do' caso ajan*
opio; mas nao pudede*roaftra*
pnraa, apezar do obwr da exiraera*
dulala e por meio da ammoob na
qoe se obtem nos fluidos txt
A segunda analyse fbraere
oleosa-resinosa, que parce* ser
sendo empregada para aronuiinr a
substancia id -ntica a chlor,>p4yaa,Mi
origem de nm sueco > p',
para tingiro papel pardo, por
ueste, ; vestigios de acid
ser originado do haluno _
400 grammas de papel re
Resina oleosa-aromtica, e
grammas.
O Sil Monikiho u* Son \
misamos.
O 8a. CvsTnioTo .-Certa
collega, que ousei oceapar por
teoe>> da casa, coaando ana T.
asjembla me inuiiiannnas'H
se ae!ia possuido moa coracta
tao meriton. s, faado com aa*
parta um teste mu ata) aarae* aea ta
autores dmses aelos, com ** aiata
o fr.n de galardoar anata*
seas amores, e cono anatas
cetiv.i e estimulo
tinndo actos de id
Sr. presidote, aprsenlo an
mqnto.
E' ido, aptiado c enlra
reijuerimeiit i :
Requeir que na acta das
Mea ,-eja censigoado o nome do
Oaraardrao Goaies Nortes, cono
pellos importantes servicos ana
hflmanidade e a esta prorinrm.
estabeleclmentoImp rial Fabrtaa
sils nesta eidade. toaos os
a ello recorren), aos qnan*
trata-5 em suas enfe
cipios da sia moral
aa materias que eoasrtari a
e um offlcio polo anal nata
p 1-'m havar o> natos de
do-lhea leftaipa jornal na pr
recimtintoi sen que para tudo isas
-


Piarjo tde ptitpnftyfp Quipta eira 14 de /Abril de 1870
eiija o
R.Ca/
OS*. Vi
pronae oeste
otea (apoiadns
.abclecer
serupol<__
4rpw*Mi(e
ni
provi
lustrado i
iH|i
^ H"* de I
pBBte mu
anda a for
Til
i
occasiao, cumprtndo a rolsflo
tfi* e pro venosas ao"
r:V MPV^WIQ"e estabule-
oto palavras J amSflaBnvando-os pela
i porque prpowflH^B pira ora os-
pobres que admitlium pn sua fabrica;
com .para rom iaJamilias a quera distribuiami
i t tabal ho Vl'iI I eratryo. Su apegas decorridps
O bqsso atfiaMnto- nao >mifa estas *e*cJes. rriiaps d dpus uinos.e litemos a prazer de vijr,
0u. UM>NJfioTDAilUs ta:nf*in nao prohibe.
O S*.*ieiiia Soit;i-0 ridado pdftfarertudo
quanfcrt*i-*folbo,nrojiibe-: ttiiiordade nao fax
scao o'que a quc' le Ihe manda raxer (apota-
jos). O regir.enU) da assembia nao o *uloi i.-;i a
\ut oque o requorimento quer que,W faca ; im-
pugno, portant, o requerimeuto do honrado
mimbro.
jei que haexemplos da assembla, votar agra-
.docimentos, etn.lei,.poc servicos,re.levaotes,feito<
provincia como a construida) e offerecimentos de
itmi igreja matriz : ou de passar um requerinjeii-
lo para que o presidente da provioeia agradecji o
^nativo de urna estrada ou outro servio d'e.-ta
ordem.
O aue an.la nao .vi fui ,:on-guar-se na acia um
iogio destes; caso novo; nao s/j enentra nos
oessos precedentes de M anuos (apiados); por-
tanto convni' que este requeriroemo sja madu-
ramente examinado. Como strodigido, no voto
-.por elle.
O Sb. Jos Hkredia:Sr. presidente, voto pelo
requerimeuto, porque com prebendo que (actos
(COmo este aprcjontado pelo nolire general, sao no
sculo XIX extraordinarios, cni esoeeialidade
pralieados como S. Efc.'.a jberCd>: faier ver, par
um estrang.-iro que uo tem .spjetjes poli-
ticas. "
O Sn. Castrioto :Q-ie no exige a menor re-
nuueracao.
O Sb^Fehn voKS.-rHa muos serviftJ*relevan-
tes que nao sao consignados na acta da, assembla,
inais relevantes do quo ase.
D,Sa. Jos Hehkdi.v :Mais ^elevante do que
esse, mpu collega, V.Exc.t?r mu.ua dJQculdadc em
privar-me. O liomem que, como o uobre general
dir, abre a sua bolsa, franquea a sua fortuna para
favorecer atlasso pobre, a. meninos fimos ,de
Cuntias desamparadas pela fortuna, o bomem qne
trata do dar a me linos pobres > pao para o futuro,
que os trata com,. dj^I^cTi >. decencia e de-velo,
cim.i acabuu d r niniliri general, oJiothem
apenas espere io'eopaia,recompensa, pratieajde
corlo un servido relevalU-'iuo, que >e pode con-
jdei^r extraoTfJinfrio po.seu.ulo XIX, pesse secu-
.io d doscrenca e auibicao I
C Su. Si:c,iJNDp(o1'GoiEXv no :A questo .do
consignar-se o agradefcimento na acta.
O Sn. Jos Hkredia: Na) vejo inconveniente
algum cm ser este acto consignado na .acia.
O Sr. Segundino uomex&jro :Isto _o que so
quefe saber, se p regiment permute ou nao.
,0-Sr. JosA.IIebkda : Se o regiment nao-facul-
ta, lamliein nao prohibe. Nao sei qual seja o in-
convenienio em ser con-ignado na acia o noine
desso benemrito; na. sei qnal a razao porque
nao possamos estabelectr esle precedente, e cni
que elle nos pos-a ser prejudicial.
Por todas essas raziV-i declaro qua voto pelo
requerimeoto do uobre general, porque o acho
muito judicioso.
O Su. astbiot faz algouias considerdroes cm
respatta s ubiervafSe feitas pelo Sr. dpuiado
Vieir.i Souto, acerca da forma porque deve ser
redigido u reqaerimcntii que offereceu, conchundo
por acoiiar a forma indicada pelo mesmo senhor
ilepiitado, vistn como ni) altera ella seu lim, que
v BZCf partir da asseniblea Dio vuio, pelo qnjtl e
manifest o apreco cm qoe ella (em o seericos
prestados huinaniJade. e a esta provincia, pelos
Srs. Iiizaur, .Vovaes & G.
A tbseussio do requerimeiUo fica adiada pela
boca.
0 5b. lluniuci.-.'cs Ja'jiu faz algumas observa-
?ve--.
*iorunl do CoiusktrreSo uc S de
dezcuibro de 1SB9.
ASSaiBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL
Stf$3 em n iU dezembn il* 1W7.
Prosegoe-se a disenasao do requerimeuto doSr.
Castrioto que hontem Reara adiada pela hura. E'
lido e apoiado o sogaiote subslolivo.
Kl |.I|"KHD1E.\T0 DO SH. CAST1OT0.
t Baaneiro que por intermedio do governo da
provincia ; dirija um voto de louvor firma so-
cial Unur, Novaos & <;., praprieurioa do esiabe-
lecimeiuo Mo ne.-la ciJade,Imperial Fabrica de
Cigarros, pelos importamos servicos que pros-
tam namanidade e a esla [irovincia, rccelendo
no mesmo estabeledmento, todos os meninos po-
bres bfasilbiros que a olios recorren), aos quaes
aumenta, da vestoario. irata-oa em aaasenfermi-
dade-, educa-os nos principios de sai moral o reli-
eio, inandam Ibes ominar as materias que consii-
(Oeuva i ii i -efi i primaria, e um olicio mechani-
Co, peie qual vnli un a ginliar os meios de ?ub-
sisteueia, pagaado-lbes desde logo que sao admi-
tidos um jornal que vai augmentando medida
que se wi adiantand i no oflicio, sem que por
s cofres pblicos.Castrioto.
Encerrada a disciis-a>, approvado o requeri-
meoto substitutivo.
Em seguida da us copia do honroso oDeio do
Elm. Sr. presidente da provincia e do que Ihe di-
rigi a aaseraUa.
N. S84.Secretaria do governo da provincia
do Rio de Janeiro.S* ec^.Nictheroy, i\ de
dezerabro de 1807.
films. SrsS. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia erdena-me i;ue transmita a Vv. S-. para os
Uevidos afbilos a inclusa copia do oulcio pelo qual
a assembla legislativa provincial, resol ven man-
dar loo va-los por intermedio da mesnu presiden-
cia. -Deus guarde a Vv. Ss.-films. Srs. Lizaur.
Novaos & C.O secretario, Nuno Alvares Fermra
c Souza.
Cnpi vincial do Rio de Janeiro, 20 de dezembro de
867. -X. G. lllm. Sr.A assembla legislativa
provincial resulveu que por intermedio do gover-
no, se louve a Lizaur, Novaes & C., propietarios
da Imperial Fabrica de Cigarros ds Nictheroy pe-
los servir. >s que prestam, recebendo no seu estabe-
ieciinont todos os meninos pobres brasileros, que
a ellos recorren), aos quaes alimentara e vestem,
tratara as enfermidades, educam, inandam dar
mstraceo primaria e ensinar um offlcio que Ibes
venha a proporcionar meios de snbsisteneia, pa-
gando-lhes desde uue os admitiera um jornal que
augmenta a medida que se adiantam no oflicio. O
que V. S. se dignan! de levar ao conhecimealo de
S. Exc. o Sr. presidente da provincio.Deus
guarde a V. S.Sr. secretario de governo da pro-
vine; .Antonio P. Limpo de Abren.
A irapre isa tambera nos dirigi palavras de ani-
macao c louvor, e para nao cangar o espirito dos
4108SO.1 fregucics c amirros s damos copia do arti-
go do Correto Mercantil de 29 de dezemlro de
1867.
i.tDVsrniA nacin \i..Em fevereiro de 18156,
hornos nesta folha urna su cinta noticia da fabrica
de cigarros cstabeleeiia na provincia com o titulo
de Imperial Pabrica de Cigarros de S. Joao de
Nictheroy, e pertoncente ao3 Srs. Lizaur, Novaos
que o jjigno.depuado projrncial b" *S>r. general
Aslrioto einelpqjjentoj e.iocanies pilabas vmo-
fivara um requenmento' qyc jpresentou as-
wraota prqvjncial para que o ginerio da pro
vincla man'dass'e lavar os importantes'serviros
prestados, por aquello estabeloejipejBto sem onus
dos ^cofres publico e si.ii pretenepes a favores
ou disiinc^oej.
E cm offoUo, no lempa deeorrtdo da nossa
primeira netieia at haje, a Imperial Fabrica de
Cigarros de. S. JoSo do 3iclneroy..|em bastante
progredido (jji* que actualmente .conta mais de
100 meninos, como sfflrrnou b honrado Sr. general
Castrioto), graca- incansavel actividado, zelo e
tino adminislrativo. do socio principal o gerente
do estabelecmJeflUi. o Sr. D.Jos Miguel, de Lizaur.
governo provincial, segundo a; dellberacao da
assembla, acaba jie dirigir aos Srs, Lizaur, No-
vaes A C, os- louvores' de que.se tornara dignos
pelos seus bons servidos, o folgajuos de ver assim
apreciados os actos meritorios de.cidadaos bene
mritos.
Continuem os Srs. Uzaor, Novaes A (',,, a .bem
merecer do, pajz, e creiam quo nos ser semprc
grato jegistrarras nesta flha todos os eocomios
de quo se tornara dignos.
O passado despi grande eslabelecimento hon-
roso o .prooiettedor.
Desment-lo-Da o futuro? -Na).
Os suecessores de Lizaur, Novaes & C, esliio
habilitados rom maiores capitaes e mais atiplas
relacdtts a aiiaiica- o conirario.
Redobrando do zelo na cscolha dos fumos, le-
vando al a ittpertwncia a indagat/io para jdes-
cobrir o meio de obter melhor papel, esraerndo-se
por dar o nltimo apuro, o maior miran, a oxlrima
perfetcao manipulacao, temos certeza de con-
seguir a contindacao do bom nome conquistado,
cora proveito para o consumidor, inters.-c para
nos e proteccao aos meninos ne'ce> sitados, que
na nossa fabrica encontrara trabalbo^ pao, ensino
e esperanca de mais risonho porvir.
Nao recommendamos aos nossos freguezes cui-
dado cora as fal-ificac5os ; ellas denunciara-so
por. si. Quera, conhecendoosnossos fumos, fumar
urna vez taes cigarrosdir com seguranca: ests
nao sao da Imperial Fabrica de Cigarros de S.
Joao de Nictherov, tal a diUernca de perfume
c,sabor,
ik
llevando eTeciuar-a pa gftlf' na
repblica Argentina*, em T beoWBwWfw Un ren
le anoo, a inanguiarao de ama oxp#a-dB.Bro
ductos agriculas o manotaotarados, piara qu*l
so~convidadbs os ^rfculjite e ftbrlcante? bra-'
sileiros, cojos prodpolos adibaos as mesmas
condicOes doaj|iiacioaes sern dalli renieitidqs jnttp,iUj|eoqf esem direitos.
s- do.aifcm-lega, peJo cmww.ttMro cqptral, ,al
o- a mepecwnadA ioade .de Corjova ; de oroero fie
- S, Exc o Sr. cjftse,ihfiirj, nunistro e secrotario de
estado dos.aegocios da agrjciilipra, comraercio e
obras publicas, assim oTaco publico deClarjljap^
para eonheeiment dos ituaressadas, que o govfr-
no imperial est no proposito de auxiliar no trans-
porte dos productos at a cidado do Rosario os
expositores bnwjjejroa que oMcorrerrra esse
certamen industrL,oo qual sute que as actuaes
eireum-tancias jinaneoi'Eaa do paiz Ihe.nao per-
mit un tonar parte directa.
Con lia entretanto o fliesmo f ovarno em qne os
expositores bra -quiialand) a vantagens
reaes que devem provir ao oaiz de sua co-parti-
clpa?*) nessa fest de forcos para que, na exposicao de Cordova, seja o
lirasil.copibgnaotenio tu-presentado.
Secretaria de esta*) os eoci.-da- agriiul-
tura, eoininercio e obras publicasen) 9 de maro
de,fc870.-r0.director gwal, M.Agottinkp iloret-
ra Gnimaraes.
(Huaica Uopeirtina)
lliluW
:l,H7iel8
jfipbbnio.dp liio'ia.
Pomingo de fr*it\\^.
Segunda-feira.
O mprezario deste lacatro. auiorisado pelo
UJm. S^r. Dr ebefe de polica, d-tres dias ddi-
veriimealo no,gener
A enmura ippjifcipql duste mun'cipio
tcodo do uaniLir celebrar yrn Tc-Dcin
Lau/Jamus no da ai do eorreule
meio da na igreja matriz de Sanio Antonio
desta edade,.em acr;3o de grar^s ao Tedp
Poderoso.pela feliz terminar,ao da guerra
11 o Paraguay, convida a, ledos, os seus mu-
nicipes para comparecerem a esto acto.
Paco da C3tpara municipal do Recite 43
de abril de 1870.
Manoel de Barros,(Jarreto,
Pro presidente.
Dr. Jtiao Maria Seve.
Denlo Jubo.da Cosa Jnior.
Ignacio .Pessoa da.Silya.
Gaelajio C/riaco Costa Morgira.
Dr. P. de Alha*dc L. Moscosn.
decoia-
COMMERCIO
ENOLM BANK
Qf Rio de /aneiro Limited
Descoata lcttras da praca taxa a con
Mncionar.
Recebe dinheiro em conta corrate hi
I raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidade;
prlncipaes da Europa, tem correspondente!
ia Baha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-
j New-Orle.ans, o emitte cartas de crdito
jara os mesmos lugares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDEliA
iendiroentododiaS a il 358:o70a687
W do dia 13 48.1983891
400:769*578
MOVIMNTO DA ALFANEGA
/olumes entrados rom fazendas
fdem idem cem gneros
/olamos sahidos cera faiendas
fdera idem cora gneros
17
241
-----238
144
230
----- 374
Descarregam boje 16 de abril
Barca inglezammjenemerendonas.
Barca ingleza Olindaraercadorias.
Patacho in lezClidemercadorias.
Bripue norte allemo.irjo plvora.
Calera inglezaHermionemercadorias.
Barca ingleza Talismntari ola de trigo.
Patacho hespanhol-----Portollas vinhos.
Barca perlugnezaS. Miguelmercadorias.
Sumaca hespanholaAmable Dolores idem.
-EGEBEPURIA DE RENDA3 l.NTERi\AS ti-
RAES DE PERNAMBUCO.
rtendimentr: do .-lia 2 a 12. 23:2775703
lien, do dia 13....... 3:189*896
O aiao aeftarife-
mezTo d"' ^PW^Bdo gitffoo.
A ordem oior.lidada ^ro mentidas tomo
cotuma (azer o empresario em todos os seus es-
pee tawrios e divotfroeaU)*.'
llavera lugar destinado e garantido para fami-
lia-.
Tocar nzstas tres nontes a banda marcial do
t bauiho de infamara, da qul director e
mestre o S. M*ndow;a.
As 9 l|2 horas ser.dado.o^signal para comeoo
do baile, tocando a mniioa urna esemairia peca,
como.preludio ao divertm uto.
As JO horas a soeieoade
GariM iina
magestosa, ao som de urna
O Dr. Francisco de Carralho finares Brandao, juiz
de orphaos do termo doReeife, por. S. M.ilmpi-
rador, etc. etc.
Faco saber ros quo o-preseate edital virem e
d'elle'noticia liverem, que da dala do mesmo a 30
dias, sciao reeshidas prupostas em cartas fecha-
das, quo serbio entregues no cartono do escrivao
que este.sub^creveu, para serem abertas em_ au-
liencia frailo o dito prazo, para a arretnatacao do
escravo Fernaudo, de nacao, era melado de seu
valor de 600 pertencente aos bens da finada I).
Angela Rosa de Miranda, a rcqueriinentudo in-
ventariante Joao Jos da Srtveira.
E para que- eliegno ao conbecimento de todos,
mandei passar o presente,que ser afflxadO no lu-
gar docostume e publuadn pela imprensn.
Dado e pa-sado tiesta cidade do Recife, aos 6 de
abril de 1870.
Eu, Joao Facundo da Silva Gnimaraes, escrev e
subscrevi.
Francisco de Carvallio Soares Brandao.
far a sua entrada
maroha
Triuuvphal
Em seguida eome^ar
IECLARAC9ES.
Pela secretaria da cmara muuicipil desb
cidade se faz publico que continua m era praca no
dia 13 do crreme para sercu arrematadas por
quera menor preco olTeree.er nao s a obra do con
corto da ponte do Maduro, oreada em o 17*, como
a do pedestal na frente das catacumbas ltima-
mente feitas no cern te ro publico, oreada < Secretaria da cama- a municipal do Recife 9 de
abril de 1870.No impedimento do secretario,
O offloial-maior,
Augusto G. do Figueiredo.
Caivi Filial < cm Pcrnain-n o, em I qnitl*-
co. SO de uaraco de I HSO.
A Caixa Filial do Banco do Braril, tendo
4e proceder Ma lipuidacSo, vende por com-
modo prego o sobrado sito a ra Imperial
n. 64, com grandes e excelentes acomo-
dacesf assim como venda a casi terrea
cotrt'gua. n. 66, a tratar na mesma caixa a
ra do Gommercin n. 34.
26:467*.99
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 12.
Jlio Formoso6 horas, vapor brasileiro Paraliyba,
do 101 toneladas, commandania Olivcira, equi-
pagem li, era lastro ; a companhia Pernambu-
cana.
Navios entrados no dia 13.
Rio Grande doSul40 dias, hiate pjortumez Pen-
samento, de 138 toneladas, capito Francisco
Joaquira da Trindade, enuipagem 8. carga 9,062
arrobas de carne ; a Balthar & Oliveira.
Montevideo33 dias, barca irigleza Lindo, de 334
toneladas, capiio I. Carraichael, equipagera 10,
carga couros o la ; a ordem. Veio refrescar.
Navios saludos no mesmo dia.
Granja e portos intermediosVapor brasileiro Pi-
rapama, commandanto Azevedo, carga varios
gneros.
Aracaj e portos intermediosVapor brasileiro Gi-
quia, commaodante Costa, carga varios g-
neros.
EDITAES.
4." SECgAO.SEGRKTABIA DA PRESIDENCIA DE I'Klt-
NAMDUCO, 8 DE ABRIL DE 1870.
' De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, e era cumprimento de aviso circular do
mioisterio da agricultura, commercio e obras pu-
blicas de 10 de marco prximo (Indo, so faz pu-
blico para conhecimento de quem interessar nos-
sa, o annoncio que vem inserto no Diario Ofjicial
daquella dala, e que abaixo se transcreve convi
dando os expositores brasileiros a apresemarem
productos agriculas e manufacturados para a ex-
posicao, que tem de effectuar-se na cidade de Cor
dov, na repblica Argentina, em 15 de ouubro
do correte anno.
O secretario interino Elias Fredcrico de Almi-
lla e Albuquerque.
ImperiTJ'e e regio coiisulato
d'Austria enghea, in
Pernaiiibuco.
Con decreto dd.a 14 Dicembre 1869 venne ordi-
nata un'anagrafe dei suddi Austro-Ungarichi si
trovano all'estero.
I rnedesimi vengono qnin-Ji invitati col presente,
di annunziarsi, ncl termine di tro mesi dal giorno
d'oggi, presso quest > I. e R. Consolato, muniti dei
docomenti comprovanti.
La scrizione ha luogo libera d'ogni spesa, ed
a-ieura ag interessati il diritto di nazionalita
presso l'l. e R. fflci Con^olari nel Brasile.
Imprtale e Regio Consolato d'Austria-Ungaria,
in Pernambuco, 12 Mano 1870.
L'l. e R. Consol,
Barone do Livraraento.
Relcao das cartas registradas procedentes do sul
e norte do imperio, existeutes na repartigo do
correio em 7, 10 e 12 de abril de 1870.
Anna Engenta de Queiroga, Anna Ferreira dos
Santos Bulgsr, Anna Clara Joaquina Brrelo, An-
tonio Buarque de Gusmo, AntoDio Jo Rodrigues
de Souza, Alvaro Ueha Vieira Brasil, Barao de
Guararapes, Claudino de Araujo Guimares, Cy-
priano F. Guedes Alcoforado, Dinamerico Augusto
do Reg Rangel (3), Francisco A. das Chagas,
Francisco Garneiro Machado Rios, Francisco de
Assis Pereira Rocha, Fr. Fehppe de S. Luiz Palm,
Francisco Miiniz da Silva Ferraz. Francisco Fer-
reira Borges, Fortunato Ribeiro Bastos, Francisco
de P. Bezerra Cavalcanti, Gabriel Alfonso Regnei-
ra, Guilhertne Costa & C, Gentil Augusto de Mo-
raes Bitancourt, Hermenegildo Antonio B. de Al-
meida, Joaquira Ferreira dos Santos, Joaquina Ma-
ria do Sacramento, Jos A. S. Galvao, Jos Anto-
nio de Figueiredo, Jos Augusto de Araujo, Jos
Jeronymo Monleiro, Jos Joaquim Pereira de. Oli-
veira, Jos Alfonso Monleiro" Joo Gabriel Baplis-
la, Joo Chrisoslomo G. Rosa, Joao da Silva Ra-
mos, Joan Jos-do Espirito Santo, Joao Fraacisco
de Barros, Luiz Jos de Oliveira Diniz, Luiz Fer
reir Maciel l'inheiro, Luiza Maria do Rosario,
Lu/, de Carvalho Paes de Andrnde, Luiz Antonio
de Sequeira, Manoel G. de A. Araran, Mano I
Francisco de Mtt>x, Maria Joaquina da Silva MeL
lo, Manoel Jos Domtngues Codeceira, Manoel Al-
ves Barbosa, Manoel G. de Mello, Manoel Mximo
dos Santos Torres, Narciso Francisco Vidal, Octa-
vio de Souza Leito, Placido de Pinho Pessoa, Pe -
llar reto
aw, Yunua .fwarae*
\ t Araujo, iitd de Paula Baha,
ftejicarrettlo do resiro.
Manoel dos Pasaos Miraatc.
ii. rerflfHtrao esjfetfaiffild com ama pTTofffl-!
m balados F>1o dikSata| Ctood. pelo; mmi-
cos Cdsafl. JOfifi^, filforija inta^e Osar.
N.f.f% domflf as*f liThoVasRver. 0!
me8n|>#|f*fH.j.T .^I'If
mrmi
DK
Mt^

CYWIASIO DRAIATCO
(o aoaiterp)
SOB A DIRECT/Xo DO BTTSTA
nmm.
ftfde abril de IStO.
10 REOITA BE ASIGNATURA
BriBMint represeutaejo do excellente e raora-
lissimo drama e n seis quadrur, intitulado :
os seis nmm no fifiE
nE.V0*KSACA0f>06 QfADROS.
i.A orgia.
!As molherojs.
if^Qt'fitlo.
4.*Oireobo.
5.*ri-0 ostassioato.
.(/-rOioadfcalso.
Personagent
Julio Dornell\
Miguel, cooheoido po Ho-
tnem Negro
Paquetes vapor.
Dos portos de aarte i
at o dia 13 d* mu. _
Cnatiro o SaLmmmam
P. Goedaa Miian^ ,
, dtepoi dadeaomi!
gira oara oe portos ido sol.
Desde ja recebem-se fT
;arga que o vapor poder i
ter emjarcadano and* Bal-
das e dinheiro a frete' at as 11
sahida.
Nao se recebem conj* enconunesrfaa
leeioMe Jfgotn vatoV fejw
raiaadeipeeo on'ft patatos raucas u
JiM* qne pasear desta liaste rmk i
aoo como carga.
Prerme-se aos senhorss prnataiimii sus as**
pAsofens s m receben a afsana, raaB rsai
n. 57, andar, aniipnnu de Ataste ua< ,
Oliveira Aaevedo ti

Saue com braviade para o poi
Miabote Joven Artkur, para o resto li caita sja
Uie falta trau-se com os cooMgiutaHs Mb
Koiz de Obreira At*1o A r. raa (
0 BAILE
A >ociedide Garibajdiiv) vem vestida a carc-
ter, sendo 8 guerreiros o 8 vivandairas, o execu-
larao as seguiutes quadiilhas-:
AHinda quadrilhaGanbaldi.
* >
A quadrillia La-Raine.
3.'
A quadrilha Sytnpatuia.
O empresario pvwip i aos seus amigos c pro-
tectores que nos intervalios a sociedade Garibaldi-
na exemtara as qmdrlias nnraaciadas em um
quadro seu, nao sendo preterido aos dancantes
for:narem ouhos em que possam divertir se.
0 Sr. Ferreira d-n Pantos lera una bella idea,
que servir do iniciativa para oniras i-ocidades
nesle genero qns sero o garanto o diver imen-
tos poblie.os carnavalesco.
O emprezario Combia, desde j agradece aos
seus numerosos amigos c freqcentadores dos seos
espectculos a sua assiduidade, e moral dado com
que se portara durante os seus divertimentos, dig-
na de toda a oonsideracao.
O bailo acabar s dnas horas.
pininos.
As senhoras mascaradas gratis.
As seuhoras nao mascaradas fOOO
Cavalleiros 3*000
(^VJlheiros vestidos de dama 2J000
CIRCO
NO
CAMPO DAS PRIRCEZ4S
Companhia crjaestre rjymslici e aerob3tic3
''. do palacio de chrrMal o Porto.
DlIlECTOli
D. Marcos Qisali.
Tres escolhidas todjrefles, nos dfos 16 o 17, sendo
urna iio*sabbado'as8l|2 dj uoute e duas
no dominpo i da tarde e as
8 l|i da nonte.
Funcqao d- sabba lo noute.
PROGRAMMA.
1. Sytnphonia.
2. La Datada americana, pelos saltadores da
companhia, os Srs. Catar, Ahlarbo, Luiz, ngel,
Vicente e Jtianni.
;i.'> Volteio rpido, sobre o earWto mosca.
4.* Exerccios eqnestres, pei->- artista Luiz, sobre
um cavallo carreira.
o. Murilho, cavilo amestrado, apresentado en",
liberdade pelo director.
6.3 As posturas do chaile pela menina Juanita
de 7 annos, sobre um cavallo.
7. 0 carnaval de Veneza, cena de transfo-ma-
cao, pelo Sr. Luiz Casali, sobre um cavallo.
lotervallo de 30 minutos.
8. Sviriphonia.
9. Equilibrios obre a corda tesa, pelo director.
10. La Amazona, pela senhortta Anna Casali so-
bre um cavallo.
11. O trapesio, pelo gymnastico o Sr. Aldarbo.
12. Terminar com os dous hrcules, grupos
pyramidaes e da maior difflculdade, pelos manos
Luiz e Cesar, sobre dous cavaiios.
Espectculo de domingo
s4 i|2il.t tarde.
PROGRAMMA.
! Svmphonia.
2." Pauh e ViTginia. pela senttorila Anna e o
Sr. Luiz, sebre dous cavaiios.
3." Volteio, sobre c cavallto mflsca, pelo artista
Vicente. d
i.c Saltos por entre arcos, pelo Sr. Luiz, sobre
um cavallo. ,
3. Murilho, cavallo amestrado, apresentado em
liberdade pilo director.
6. Urna visita improvisad?, pelo Sr. Cesar, so-
bre um cawfto.
7. A carda tesa, pelo director.
fnterrallo de 30 mnalos.
&. Symphonia.
9. A batuda americana, pelos artistas Cesar,
Aldabo, Luiz. ngel, Vicente e Juann.
10. La Amazona, pela senharita Anna, sebre um
cavallo.
H. O trplice trapesio, exerceios da maior diQl-
culdade, pulos gymnasticos, Aldarbo, Cssare Vi-
cente.
Braga.
Carlos Xisto Babia.
Francisco Eduardo.
Fernando Emiano.
Um magistrado KreH.
Berthier, dono dn casa aV
jogo Sen na.
Lacailli, ladrao Gil.
Roberto, dit) Santiago.
Jos, criado Lyra.
kiza D. Je-uina.
lomira D. Maria Rabia.
Doucet f>. Olympia.
Sol lados, jugadores, ladres- etc.
Terminara o espoctacnlo com a representacSo'
da graciosa comedia em 1 acto denominada:
Discordias de coneordia
desempeolwndo .03 principaes papis a Sr. D.
Mara de Lcenla Baha o os Srs. Xisto Babia
Os bilhetes acham-se na estaeao do Recife e
no theatro., pelos presos seguintes: 1
Camarote, com -6 ingresaos, incluindo passagem '
em wagn, antes e depois do espectculo, i'i. I
Caeira, com passagem antes e depois do
espectculo, 23 00.
Platea, com passagem para antes e depois d)'
espectculo, tifiGO.
Camarote, nao ineluindo passagem, 12.
Cadeira, sem passagem, 25.
Platea, sem passagem, if..
O espetracnlo principiara 7 3/i em ponto.
DOMINGO 17 DO CORRENTE.
Haver representacSo
do se o programma na vespera.
N. B.O espectculo em rego*ij<> chegada do
heroico Batalffao 30, ter Ingar na prxima sema-
na, visto anda achar-so doente o actor Peregrino
Lemos de Menezes.
1 1 1
Mores
De-GtovauDi,
Lisboae Porto
A barra Flor 9. SrmOn aaw
te para os portos acliaa a>r o dia
tente : para o resto dn carga s |
se com os consignatarios Carvalho 3
ra do A|hiIIo n. 20.
ttsafte*ar
Rio tle Janriro
Pretende sabir em peoras dias paa^al
porto o velciro patacho brasileiro
ter a maior parte de sea r ;m gamenio
para o pooco que Ihe falm e c:
trata-se com o consignatario Joaaaeai Jar
calves Belirao ra do Coinmere a. .
PORTO POR
Seguir em poneos isas
Soca Stjmpatkia de 1* classe e ntarcaa por JMar
promplu quasi toda sua carga : pata a puaea sbk
Ihe falla, assim como para passogeiros aas sjaas*
offerece ricos e excellente* eotamon*. Iraa**
com Baltar, Oliveira t G, 1 rm m fajan*a. a.
urmein andar.
LE1L0ES.
LEIliO
De nm importante ^it^o intitulado W ak
Vidro c-im tim niapnilio predio d as
andar, coxcira etc.
O agente Puntual curnprTmiKfnriise ai
veulei em leilao pnlilir .,} irramle mSm
neste theatro; publican^, j0 oiho de Vidro, silo s estradas da Cruz
AVISOS MARTIMOS.
Liverpool Bracll ov III ver Pate
Hall Wcamcn.
At 22 do correte espera-se de Liverpool por
Lisboa o vapor inglez Kepler, de 14il!) toneladas,
o nual se fdespach-ir cora toda breviiade para
Bania, Rio de Jtneiro e Santos.
Recebe-se dinheiro e encommendas a freto na
agencia,
'Este vapor tem excellentes .wco-Bmodar-jes pa-
ra nassageiros : os agentes Sannders Brothers
t C., largo do Corpo Santo n. II. _______
COMPASBIA IIIWSILEIRi
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sol esperado
at o dia 21 do oorrehteo vapor
Armas, commondante o primeirj
tenente Jos C Duarte, o qual
depois da demora do costume
gira para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
carga que o vapor poder contfuzir, a qual deven
ser embarcada no dia desuachegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia i
ua sahida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
lectos de peqneno valor e qne nao excedam a 3
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
co.
Tado que passar destes limites dever sei
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
feas s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
andar, ecriptorio de Antonio Lniz de Oliveira
Azevedo & C.
Almas o Parnameirim, o qual tem am
predio de um audar, cor-in, raeiatha e
arores fructferas, nma rarettanto baa 1-1
capiui, deitando o predio a i.-ntepara a**tradb)
e tendo o sitio dous mil < tanto- palmos do fr*M
punco mais ou tneno< e fundo at a aneaba
que passa a linli 1 jferrea e o encame asa u
aguas >le Reberibe, diviili -I > o dito sitm e*Mt o
sitio da Jaqaein, mas se quiz-rem os preteajMMas
veader-se-ha tambera o terreno que nafta* fanaV
para a estrada de Sant'Anna e a frente para a
linha forrea nu fundo d terreno d-> situ. Aasnt
de o sitio ser um *M im-lli->r- s dos arrabal Ws m
cidade, acresce que muito suda tica entre as estaedes. de Sant'Anna e Pantaaei-
rim.
Os Srs. pretcmlentes po^oro o examinar e eoa-
correrem ao Ifilo.
Terra feira 19 do rorrenl.'.
No 1" andar d 1 sobrado 11. 02. .i rui da Cruz %
11 horas.
AVISOS DIVERSOS.
Compaahla amerlcaoa e brasi-
leira.de paquetes a vapor.
At o dia 15 do correte esperado de .Vew-
York por S. Thomaz e Tara o vapor americano
North America, o qual depois da demora do cos-
tume seguir para os portos do sal, para fretes
e passagens trata se com os agentes Henry Fors-
ter & C, raa do Commercio n. 8.____________
Hl< le Janeiro
Espora-se a todo o momento o brguo nacio-
nal Isabel, capito Jos Marques Vianna, c segui-
r logo para o porto cima por ter a maior parle
da carga engajada, para o resto quo Ihe falla tra-
ta-se con os consignatarios Antonio Luiz de Oli
veira Azevedo di C. ra da Cruz n. 57.
Maranho.
Para o referido porto segu em poucos dias o
hiate HOtfa por ter a maior parte da carga engao
jada ; e para o resto quo Ihe falta trata-se com -
eonsigoaario Joaquim Jos Goucalves ieltrao
na do Commercio n. 17.
Precisa-se comprar os nleoeiu* para
oartaria, prrfrrlnrto-se ji asados, crino sejam I
se'yndro, 1 mssseira, 1 tenda taha, tafea crta-
dairas, 1 bal nra grande. < dita pe-iuwia, ele.: a
tratar na rna di Klir^ntina n. 3, padaria. 5a
mesma precisa-se do aoi esenw para todo o ser-
vico.
Precisa se de ama ama para j'jzisbar e ea
gommar : na raa da Roda n. 16.
Joaquira Rodrigues Tavares de Helio, praca
do Corpo Santo n. 17.1 andar, tem para vender
cal de Lisboa, potasa da l'.ussia da mais novn.
vioho Bordeaux superior qualidade, e forinua uV
mandioca.
O abaixo assigoado previne a quem ruavier,
que o engenho Dous Bracos, sito na fregneii.i -
Serinhem, nao pode 'er vendido 00 alieaft t
qualquer modo que soja, por qnaato o mc/io
abaixo assignad 1 tem de [ir por litigio a qu-rn
possue, pelas letles e ontros vicios radicaes bai-
\ 1* na exeeurao promovida contra o paido esm
abaixo assignado Joaquim Comta de Araujo, -
im como ue accordo em julgamentos do snprei.
tribunal de justica, os quaes nao teera sido asen-
tados pelas criticas crrnmatasdas do me>in
abaixo assignadi, principal victima de todcs e-s
consideraveis prejuizos. Recife 1' de abril de 1871
_________Joaquim Orreia de Araajo Joaier.
Antonio Correia de Va pa uo vapor Gironde que sahe hoje, e despede se
pl) presente de alguns seus amigos de qoe por
falta de tempo deixou de despedir-so pessoa linete,
pelo que pede descnlpa.___________________
O abaiio assignado participa ao re-pekavrl
corpo do commercio que coraprou ao Sr. Aniaaio
Martins Saldanha a sua taberna da- rna do Hospi-
cio, livre e desembarazada de qualquer nos :
quem se julgar com qualquer direito, a presente-se
no praso de tres dias, a contar da data deste. Re-
cife 11 de abril de 1870.
Henrique Jos Vieira da Silva.

/
i
s
ADVOCADO
O advogado Antonio Pedro Perreira Li-
ma, de volta de sua vhgem ao Rio de
Janeiro, contina em seu escriptorio de
advocada ra do Impe 'ador o. 32, i*
andar, onde pode ser procurado para o
exercicio de sua profissao, das 10 horas
da nianhaa s 3 da tarde.
iiMWaf iiaaMaffMM
A1A
Na ra do Amorim n. 35, i* andar, prescisa o
Domingos Tasso de nma ama para coser Cago-
mar.
;
RC1
esquina
jl da ra larga do
Rosara

Este importante estabelecimento no sen genero, tem sempre nm sortimento sem ignalj esquina
e vende por presos qne nennma OTtra easa pode vender. (^ & larra d<
vista da qualidade e do pre Garante-s ser tado de lsi. Compra-se ouro, prata e pedras[finas por presos
vades.
Rosario.

A loja est aberta at s 9 horas &> sonto.



1
laiii de Iltk,uco Q&ita feira" U e Abril e' 870
Quersa alagar c
nna de 12 a 5V- "* orgenojaj orna escrav
andar com p* --0. P"uc& "Wp ou menos, para
no larfco'do Corpo San
to n. ^9 -"a criaflca"
Precisa-se da im criaflo o criada, fprro ou
escravo : na Gamboa do armo n. 11, 1 andar.
I'roclsa-se de urna ama para oorinhar e
comprar para casa de ttomem soueiro : na ra de
Sanio Amaro n. 90.
hlnlns mmm^, de jris,a|.
CttNHO tEM NSM .aLOMELANOS NEM NKNHUM
OUTBO MINERAL.
A. 0Rrt necessidade e falta de um ca-
jharUCj ou 0 uma medicina purgativa, ha
^TDttvto que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, wmio mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o goslo e
praier que sentimos, em pdennos com
toda a confianca e seguridade, recommendar
as pilulas veyetaes assttcaradas de Bristol,
como uma excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essencraes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nlo composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
wposicao dessas pululas, que por ahi se
veudem, mas sim, slo preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, bervas e plantas, depois de se
haver chimicamentc extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdideiro valor medicinal,
daquellas porc5es fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
dfiphgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
"laravilhoso possivel sobre as regioes do
Jtyado, assiin como sobre todas as secre-
roes biliosas. Isto de combinaco com o
ieptandrin, e mais alguns extractos vege-
laes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam uma pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer uma outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegelaes assucaradas
de Bristol, achar-se-hlo sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes com
sejam as seguintes.
Dspepsia, ou indi-
gstlo,
dAstringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
Azia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Precisase para asa de homem solteiro de
uma ama para o tarrifo interior de cozinhar e
engommar : na roa de Santo Amaro a. 30.
Na praca da Independeneu, n. 33 i d t-
heiro sobre penhores de ouro, prata peirat
jr^ciosas, seja qnal for a tjaantia; e ta raesmi'
usa se compra e venda objectos de ouro e prata
4 igualmente se fax toda e qualquer obra de en
jommenda, e todo e qualquer concert tendente
t mesma vte. mmKmm*^^~-*~~>~^mm^am>
II
CASA DA FE.
Aos 20:000^000.
Bilhete do Rio venda : roa do Cabuf n. 1
da Vleir A Rodrigues.__________________
PEDIDO
Attenco
No pateo da tere n. 31, loja, coit-se com as-
seio e prsmpo todas as costuras perteoeentes a
senhora mais en cent do que em outra qualquer
parte. ''tj *i _^____^_
Hydropesia dos mem-
bros ou do corpo,
Affeccoes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino.
Dores de cabeca.
Em todas as molestias que derivam ?
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo;
os purificadoies deve ser tomado conjun
lamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona uma
rom a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menor duvida cm dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
amanear nao s um grande alivio, como
tambem uma cura prompla e radical, isto
4-st bem visto, quando {o doente nao se
ache n'um estado milo alm dos recurso?
humanos.
MARTIMOS
ferrauta-se
por uma soravinlia crioula, de 8 tonos de idade,
mais ou notaos, uma outra tamben- crioula de t
a 23 anuos, om um filho de um ano, sabendo
lavar, vender bem na ra, e entende lguma cousa
de oosndM ; quem convier indique por este
Diario 9* morada para se tratar, e nesta occa-
so se dir o motivo da permuta.
iimuii!
O DR. SANTOS MELLO
Medico homcopaiha, recem chegado da j
corte, fixou a sua residencia nesta
capital, ra estreita do
Rosario n. 32, 2
CONTRA FOCO.
K Companbia Indemnisadora, estabelecid;
esta praca, loma seguros martimos sobn
navios e seus carregameutos e contra foge
em edificios, mercadorias e mobilias: }
roa do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Aluga-^e ou compra-s um escravo com
pratica de servico domestico que tenha de 15 a 20
anuos de idade : na na de S. Francisco n. 72.
Bartholomeu & C.
Vinho, Pillas, Xarope e Tintura.
DB JunUBEBA SIMPLES 12 FKMLL'GINOSO;
OLEO, POMADAE EMPLASTRO DA MESMA.
LLANTA PHEPARADOS POR
8ARTH0L0ME0 & CA
Pharma<:euticos-Uroqui8tab
PCRIWAMBI i O
A Jurubeba : esti planu e boje recunbecid
r.asH> o mus |dcrus(> tnico, como o melbor
< ils jaOoe bajii, bepaiues, Jureaas, tumores nter-
>** e eapecialineute do ulero, hjdropwUi, erysi-
tUa, etc.; associada ao ferro ntil nal palllda
certa, ehloroies e falta de menatrnaeio, desarran-
kM V> eatoiua^o. etc., e o qne diaemoa atteaUo
inamuieras cvrai taponantes obtidaa eom nosaoa
ptqarailos i hem eoahecidos e osados peloa auii
diuiactoa naedicos do aaii e Portugal. Em iodo 01
naasoa depsitos distboimos gratis folhatot aaa
aselhor faaesn coobecar a Jurubeba seos resalladoi
a applietfia.
CADET
U RA
^ERTAeINFALLIVELI
TRES
de uaarBtore, ra das Crizw
11.
O artista Gamillo acha-se estabelecido na casa
cima, onde pode ser procurado para todos os
raisteres de sua procissao. ,
Pede-se encarecidamente os Srs. Domingos
Theodoro Rigueira e Aristldes Florentino Caval-
canti de Albuquerque (de Sennhlem), que venham
ra do Vigario n. 14, t negocio que se precisa
ultimar________
andar.
D consullas todos os das das 9 as 10
horas da manhaa, e recebe recados por
escripto i qualquer hora do dia ou da
noule.
Aos pobres d eonsultas s mesmas
horas e medicamentos gratis.
8
Xarope peitoral
DE .*-
RABO IIG TAT
contra a phtisica
nico deposito na pharmacia do Pinto, ra
larga do Rosario n. !0, junto aoquartel do
corpo de polica, (outr'ora ra dos quar-
teis).
TINTURARA franceza
55-Bua da Imperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a maior perteico, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, laa, algodio, linho,
chapeos de feltro e de palba etc. etc.
Tira-se noJoas e limpa-se a secco sem
molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ra*.
CURA RPIDA E INFALIVEL DOS CALOS
PELA
POMADA GALOPEAU.
Deposito especial
Pharmacia de Bartholomeu C.
_______34Ra larga do Rosario34.
AMA.
Precisa-se de uma ama : na ra do Pires n. 5.
>^a#^M ^tf^Bh ^rfa^ja/^ak/ ^a^ ^^aaB^^atflBBaf^Bar>aW
00f 000! 0000000
I ADYOGACU *
>g O bacharol Augusto Carlos Vaz de Ollveira^
25 tem o seu escristorio ra do Imperador
w n. 67, primeiro andar.
00000 0HWt*0^
Protectora das Familias.
Em cumprimento do prevenido no art. 29 do
i egulamento, se convida aos Srs. contribuintes
dessa associacao que nao liverem apresentado as
cerlidoes de idade dos seguros, para que mandem
fuzer entrega del as na ru do Livramento n. 19,
1 andar, alim de ser expedidas o mais breve pos-
sivel para a inspectora geral do Rio de Janeiro
As certidSes devem ser selladas e reconhecidas
por tabeliao.
Recife, :J0 de marco de 1870.
Narciso Francisco de Vidal.
Troca-se duas riquissimas imagens vindas
de Lisboa, c vende-se dua? machinas dos melho-
i'.- autores, tendo quem ensine a cozer, com to-
dos, os ferros e por preco muit em conta, na mes-
ma casa coze-so vestidos para casamentes da ul-
tima moda e particulares ; tambem se vende um
charape vindo do sertao para curar melestia de
peito e hanha de criar cabellos : ra do Corre-
dor do Rispo casa do Sr. Joao Valentim Villela.
POtlIS HUS
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Santo n. 25
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado & C, avisam ao respeitave
publico que nos lugares cima encontrara no mes-
mo sempre grande quantidade de ditos pocos, e
que se acham habilitados para vender por menos
que outro qualquer^ por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vantagens que offerecera os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa ou tora, eom o trabalho de uma a duas
horas; segundo, fornecerera os mesmos agua pu-
ra e abDLdante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annunciants s reeebcrao a importancia dos
referidos pocos depois de collocados, satistazendo
espectativa do comprador.
0 lio DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico em geral, e aos seus clientes
em particular que elte mudou o seu gabi|
nete de consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
do ser procurado para os misteres de sua
profisto, todos os dia* uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde:
Tambem previne, que contina a prestar-
se a voatade dos clientes nlo s na cdade
como nos seos suburbios, para onde as
das sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bou desempenho e a pereicao d
seus trabalho8, o que j bem conbecido.
assim como as commodiddes dos presos
f
DAS
[PI BDtiiMa7]
ATTENCAO
As novidades do Passo
PARA A QUAPESUA. ,
Chegartn pelo nltimo yaqute os ric postr-
Ihdes de gorgoreo pretos, basquinas preta com
ricos I ajos ie setim, neste artigo ha duas espacies,
de gorgoro e croxe, e iiiantrraas brasileira, ditas
compridas para cabeca, chales de touqoim e me-
rino pretos e bardados gorgorees preos lisos,
de cordao de litiisasseiinados.de flores, tanto
aorlimento aetto artig que o eeoiprttlor po*r-
riatcciUer a vonude. Selrm prelo mtean.mm'to
superior, .Aldas i* fcail^de merino tnfejtaas de
etioa.
Na travessa da ruajj
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a qoan-
lia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taos e pedras.
atttiwn ttSiH wuimi
AMA
Precisa-se do uma ama para comprar e cozi
nhar para dnas pessoas : a tratar na ra Nova
n. 52.
Cabelleireiro
Ra da Cnw n. 2i, Io andar, por cima da
botica.
Antonio Rodrignas Ramal lio acaba de abrir
concorrencia publica um espacoso e asseiad > salo
para barbear e cortar cabellos, e afianca que nelle
encontrarao seus amigos, amigos fi eguezes, e em
geral todos os que quizerem frequenta-lo, agrado,
aclividade e bom desempenho do trabalho.
Impe
m HABITANTES DO
rio do Brasil.
Grande exposiqao na cidadede
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter lu-
gar a abertura da exposigSo nacional em
Cordova.
Ptevine-se, portante a lodos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos aquelles que exercam qualquer indus
tra, que na dita exp: sigao se recebem tod s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem remetter.
Estes productos estao sentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
dero ser dirigidos cidade do Rosario, de
onde serio lranportados pelo cam.nho de
ferro central.
Para mais explicaces drijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz n. 3, ao consulado
argentino.
A pefsoa que annunciou querer permutar
por uma negrinha do 8 annos pouce mais o me-
nos, uma outra escrava com uma cria, dirlja-se
ra do Imperador n. 43, terceiro andar, que acha-
ra o que pretende. __________
O abaixo assipnado avisa ao publico que tende
obtido licenr^a do Exm. Sr. conselheiro inspector
da thesourana da lazenda gerai, para vender es-
tampidas em"seu estabelecimento a rna do Crespo
n. 23. pelos mesmos precos que se vendem na re-
cebedoria geral; assim pois, podem as pessoas
residentes nesta cidade e fra delta dingirem ao
abaixo assignado, suas encommendas em qualquer
quantidade que ser promptam?nte satisffeitas.
Manoel Martins Finza.
Peixe de prlmefra qualldade.
Curimaas, camorins e carapebas : no Atterri.iho
do Giqui, freguezia dos Ahogados, viveiro de Jos
Buarque Lisboa ; de segunda-feira Santa a sabba-
do de Alleluia.
GUSTAVE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Ba da Cadeia do Recife51
Chama a attenejo dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico m
geral, para a segninle tabella dos presos de sua casa, os quaes slo vinte por ceou
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 25(5, Cadeias para relogio a 5, 6f,
30*, m e......40(J0O0
Ditas para homem a 35, 40 e 50(5000
Coques a M. m, 18*5, 20,5,
U, U, 93, IU e.
Corte de cabello,
15*5001
501
Urgencia.
Pede-se ao Sr. Francisco de Salles e Silva quei-
ra apparece: a negocio que Ihe diz respeito, no
Bazar da Moda, rna Nova i. "iO.
Precisa-e de um moleciue de 15 a 30 annos
para servico de tima refinayan, entregar caf e as-
sucar : na ra Imperial n. 201. ________
Manool Pedro du Noroiha retira-se para
Portugal com sua senhora, e deixa como procu-
rador encarregado de velar pelos destinos de sua
ca Santo*. Jos Pinto Ribeiro e Manoel Pereira de
Carvalho. Hecife 4 de abril de 1870
AVISO
s
DA
Tinturara Franceza
5.-iina da luiperatriz5fi
SM O proprietario dos'.e estabelecimente
S^ previne as pessoas que depositaran!
n'elle alguns objectos antes do primeirro
de Janeiro do anno frrente, que os vo
~ buscar impreterivelmente no praso de
1 um mez da data da presente publica-
ci, do contrario serio os ditos objectos
considerados como abandonados para pa-
gamento do trabalho, e seus donos nao fl
terao direto nenhum em reclama-los em SB
2 lempo algum. S
Recife, 29 de marco de 1870.
iiisiii-imii@i
COMEERCIO.
Os abaixo assigoados declaram ao publico e es-
pecialmente ao commercio d'esia praca, que em
31 de marco nltimo dissolveram amigavelmente a
sociedade que tioham na luja de fazendas e ron-
pas prets sita roa Nova n. 10, e que gyrava sob
a razao social de Gomes & Silva, retirndose
d'ella o socio Silva Lardoso pago e satisfeito da im-
portancia de seu capital e lucros, completamente
desonerado de qualquer compromlsso contrsbido
pela mesma soeiedado, Picando cargo do socio Go-
mes todo o activo e passivo d'ella.
Pernambuco, o de abril do 1870.
Frmrftco da Silva Carino.
Antonio Gomes de Olevetra Silva
> m ------------ i
A iniperalriz regente.
Com esta denominado cngarara a loja do Pas-
so pelo ultimo paquete os mais ricos chapeos de
palbinba pretos com enfeites > cores, objecto es-
te o mai moderno de Pars, cheguem antes que
se acabera : a roa do Crespo b. 7 A.
Aluguel
Alagase um grande sobrado por acabar, tra-
vejado eem assoalbo, com porto Je embarque,
propno para qualquer olflcha, sito nm Coelhos
defronte ao hospnal Pedro II tratar* ra do
Mondego, alaria n. 13 ; tambem serve aira
r?dia.
IDO-
AO ARMAZEM
DO
Rna Mova n. V,
acaba de chegar pelos ltimos vapores novas re-
messas dos seguintes:
Calcado francez
Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de en-
tras mmtas differentes cores i ultima
moda.
Para meninas.Botinas das mesmas cores e qua-
lidadis cima.
Para horaens.Botinas de cordavao. bezerro, ver-
niz, pellica, o melhor sortimento que se
pode desejar.
Para meninos.Botinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para homens.Botas rucianas, meias-botas e per-
neiras.
Para homens, senhoras e meninos.Sapatos de
tapete, aveludados, charlte, casemira
preta, tranca de Lisboa etc. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
muitas qualidades.
uinqnilharias e Brinquedos
para enancas.
Globos
Globos
Globos
De papel de cor para as grandes Iluminares
;eraes que devem ter tugarnos tres dias dos
i'stejos; vendem-se baratos no armazem do
Vapor Franoez ra nova n. 7.
i-uvas de Pellica
i.uvas de Pellica
i.iiva de Pellica
Do vordadeiro fabricante Jouvin, brancas, pretas
e de oulras muilas cores, bonitas ao ultimo gosto
e chegada* de novo ao armazem de Vapor Fran-
cez ra Nova n. 7.
25*, 304 e 504000 ^ ^ d ^^ fr J()# ^
Crescentes a m, 154,184,204, I i J2L-. .
254, 304 e.....32,5000 Corte de cabello com Iavagem a
Cachos ou crespos a 34, 44. 54, L.j cbampou. 14001
'Corte de cabello com hmpezi da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
CHA MI PURGATIVO E DEPLRAtIVO
DE
CHAfflBARD.
Composto das plantas as mais odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais elevados, o cha
toni-purgativo de Chumbar, possue um gosto sa-
boroso e um aroma suavissimo, e as propriedades
as mais nota veis sobre os embaracos do estomago,
dos intestinos e*do ligado o desobstruente por
excelleneia na constipacao do ventre e nao tem
resguardo nenhum.
Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, refresca o sangue depurando o.
O nso do ch-Chimbard pode ser continuado
por muito tempo sem o menor receio e sera m-
commodo nem mudanca no modo de viver.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomen & C
34RA LARGA CO ROSARIO34.
Ama.
Prpcisa-se de uma ama de leite : a tratar na
ra do Imperador n. 6o, 2 andar, ou Passeio Pu-
blico n. 60.
Feitor.
Precisase de um trabalhador para tratar de um
sitio pequeo ; d-se casa propria para morar, e
pagase a secco, preferindo homem casado : a tra
lar na ra Nova n. 19. t andar.
Panno Santos do Illm. Sr. commendador Pedroso, j
chegou ao escriptorio de Joaquim Jos Gon^alves
Beltrlo : ra do Commercij n. 17.
Precisa se de uma ama para cozinhar
ra do Caldeireiro n. 68.
na
Sociedade p triotica Doze de
Setembro.
A commissao central desta sociedade faz publico
que rica transferido para o dia 21 do corrente o
seu festejo pela terminacao da guerra. Em lempo
competente ser publicada em ordem do dia do
Exm. Sr. general commandaute da divisao patrio-
tica^e mais delalhes.
Secretaria da Sociedade patritica Doze de Se
tembro de J870.
A. Lamenha,
Secretario.
Attenpao.
Candida Thereza de Jezus declara a seu marido
Francisco Gongalves Fortes, que o relogio e a cor-
rente que flcou em seu poder quando fugira de
casa, vender para dar de comer a seus fl los.
Ama
secca.
Na ra do R.ingel n, 1118, Io andar, do lado que
nao esquerdo, se aluga uma excellente ama para
todo o servico, cm bous costumes ; para melho
res informaces podem aquelles que a des^jarem
drigirse ra do Livramento, loja nova n. 1116.
para casa de
a tratar na ra da
Cosinheiro.
Precisa se de um bom cozinheii o
pouca familia, e paga-se bem
Cadeia n. 20.
Ama
Precisa se ae uma ama para servico de uma
casa de pouca familia, que saiba cozinhar : diri
ja se a ra do Crespo, livrana econmica.
Irmaodade do Senhor Bom Jess das Por-
tas na igreja da Madre de Deus.
De ordem do nosso digno irmao provedor e em
nome da mesa administrativa, convido aos nossos
charissimos irmaos para que se dignem compare-
cer nesta igreja sexta feira 15 do corrente, pelas
5 horas da tarde, e domingo 17 s 6 horas da rna-
uliaa, alim de encorporados acompanliarmos as
procissoes de enterro e ressurreic;5o, que teem de
sabir da matriz do corpo Santo, para as quaes fo
mos honrosamente convidados.
Secretaria, 12 de abril de 1870.
O secretario,
AUxandre Amtrico Caldas Padilha.
AMA
Precisa-se de uma ama, forra ou escrava : no
pateo do Paraizo, n. 29, primeiro andar, defronte
da igreja, esquina. __________^____________
Pre:isa-se de uma criada qne seja perfeita
engommadelra, para casa de pouca familia : na
roa do Imperador n. 51, 2o andar, ou do Crespe
n. 8, loja de 4 portas.
A nieta que diz ueste hnvio que eruMita
orna escrava de 21 annos com um fiib*e ow
simo \v orna de 3, pWe kVifiMe t roa define deteT*florece os ens'mTnutos prestimos
Horias t. 96. J-aindep desuse onduzlr.
Theat o de Santo Antonio
Manoel dos Santos Mello avisa ao respeitavel
publico que tem para alugar vestuarios para os
bailes mascarados do theatro de Sanio Antonio,
casa onde se vonJem oj bilhetes. Acha-se preve-
nido de doramos ouiros irajos proprios para o
divertimento, por lodo preco, e por preco comino-
do, menos de graea.
Mieet Pedro de Noronha e sua senhora
tendo se retirado para Europa, e nao podendo
peasoalmeiue despedir se de todos os seus amigos
rapiUes 4e sua viagem, pede desculpa por
64, 74, 84, 94 e. .
Tranca de 'cabellojpara annel a
OUv #
Tranca para braceletes a 104,
154, 204, 25 e.....
104000
14000
Frisado 4 inglesa ou i franceza.
304000 Barba.........
140M
501
25*
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e folrea
0 dono do estabelecimento previne s i Becommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ba um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
salJo para tintura dos cabellos e barba, as-|ba uni> admittida na Exposiclo Universal
K i como n5o prejudicial i saude, por ser vci
sim como um [empregado smente occopa-1 til, analysada e approvada pelas acadt[
do nesse servico. 1 mias de sciencias de PARS E LONDRES
IHMIIM.0.17 DE ABRIL
GRAJVDE COSMORAMA
28~Camba do Crmo-28
Paraguay.Vista da passagem de Curupaity, bombardeio e tomada de Curus, passagem de Hu-
mayi, abordagem dos encouracados, passagem de Mercedes, abordagem do eneonraca-
do Alagas, combate de Riachuelo e passagem de Cuevas. Tudo ser visto em um s-
vidro.
Paraguay.Glorias do exercito brasileiro e tomada ce Lombas Valentinas.
Rio de Janeiro.Vista do Castello.
Portugal.Vista do Porto.
Italia.Presa de Palermo por Garibaldi.
Itatia.Vista de Milao.
Hespanha.Vista de Madrid.
Franca.Seena da opera de Pariz.
Inglaterra.Vista geral de Londres.
Todas as vistas serao mudadas aos sabbados e segundas-feiras.
A LOJA D )S ARCOS DE ALVARO AUGUSTO DE ALMEIDA & C, ra do
Crespo n. 20 A, alm da grande variedade de fazendas de phantasia de que sempre e
acba provida, tem actualmente um completo sortimento de fazendas pretas, proprias para
os actos da quaresma, como sejam :
Ricos cortes de seda preta de superior qualidade.
Gorgurao de seda pretos de diversas qualidades.
Grosdenaples pretos de differentes qualidades.
Sedas lavradas.
Basquinas de seda preta de modello inteiramente novos.
Ditas de guipure ricamente enfeitadas.
Pelerinas.
Fichs e mantas de fil para a cabeca.
Mantudas brasileiras ou mantas de fil para cabeca. de modelo inleramet'.e
novo.
Kilo de seda branco e preto.
Guipure branco e preto.
Baloes a vicioriense modello inteiramente novo.
Chapelinas enfeitadas de preto.
Lavas de pellica preta para homens e senhoras, e outros muitos artigos de
bons gostos e qualidades o que tudo se vender por precos rasoaveis
Tambem conlina a ter um grande sortimento de tapetess, alcatifas e as ver-
daderas esteiras da India para, forrar salas.
BAZAR AC
13 Rna da Imperatriz 13
Ulysses Irmos proprietsrios deste bem conheciffo e acreditado eslabf lecimento
tem a hanra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus numerosos fre-
guezes, tanto desta praca, corto de fra, que tendo sido elegantemente reformado dito-
eslabelecimento acba-se completamente sonido e eai condicSes de b^m servi-los dos
seguintes artigos:
CHARUTOS
saperiores de Havana, Ilamburgo, Baha e
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 34500 a 7o00,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Mauriiy.
Imperiaes, Tenenles do Diabo, Duque de
Casias, Gandou etc.; de papel, de fumo
de Daniel, General. Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaes, Baependy e
muilas otitras qualidades.
Fumos
Afamados de BAEPENDY em ^xes de
20 libras 10400 rs. a libra, rm pacotes
a 2^, de 20 para cima a 10800 m maior
poroao I."i00 o pacote de 1 ibra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs.. e oulras
muitas qualidades como sejam : Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,
etc. etc.
Variedades
PONTEIRAS para charutos e cigarros de
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma
deira (raz; de 30 at 60, a duzia e de ou.
tras qualidades a retalho.
DITOS p de gallinbados melhores que
ha neste mercado a 30 e 30*00 a duzia, e
com grande abalimento em maior poreSo,
ditos de louca, gesso, barro, etc.
BOLSAS de borracha e cottro de diversos-
gostos e precos, para guardar fumo.
CARTEIRAS para cigarros de todos os
systemas.
PHOSPHOROS de cera, em caixas de to-
dos os tamaitos, de seguranca a bailo etc.
PAPEL de milho, de arroz, san-t om. Per-
san, pintado, Ce linho etc. palha de milbo de
Fernando a melbor possivel.
Alm dos artigos mencionados encontrarlo nossos freguezes outros muitos no ge-
nero de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalho e que com suas presencas
serlo satisfactoriamente bem servidos: bem como nos encarregamos de qualquer en-
commendas de nessos cigarros de seda e linho, etc.
13Ra da Imperatriz13
BAZAR DA MODA
51-RU4 NOVA-50
Os abaixo assignados proprietaiios ueste eslabetecimento, participam
que, continan, a vender muito barato e em vista ao grande sortiento de
miudezas da melhur qualidade cbamam a attenclo dos Srs- commerciatrfes
de retalho afim de compnrem o que Ihe for conveniente ; com descont de
$ 10 10. pagamento realisado no mez da compra.
0 Jos de Souza Soares & ^-^_
VESTIDOS PRETOS
Superiores cortes de gorgurio de seda preta bordadas, o que ha de ae|6or e d
aaior goslu Bro, Pernambuco. ___ .. .
Bons roadenaples pretos de seda, de 0OOO 70000 rs. o colado, di loja das
*rivfi* n. 13, de Ant , ra



,
Diario de PeTliambuco
nU eira 14 de Abril de 170.
FAZENDAS PARA A QUARESMA
LOJA DO TRIMPHO
7=Rua
do Queimado-
DE
i BASTOS.
1
i

r
Cbegou pelo ultimo vapor da Europa o mais bello so -limento de fazendas prcta
mcoo sejam :
Grosienaples pretos de todas as larguras e qualidades.
GorgurSo preto para vestidos, o que tem vindo de mais superior nesta fa senda.
Pequio da China, de seda pura preto com listras de setim o que ha de mais moderno
em fazenda preta para vestidos.
Mantilhas brasileiras de renda de seda preta o que tem vindo de mais moderno a
este mercado.
Meterniques de croch preto com ricos lacos de setim e de modello completamonte
DOTO.
Casacoe de croch pretos, compridoscom grande roda e de regaco que finge segunda
saia sobre o vestido.
Ricas mantas pretas para cabeca de senhoras.
Um grande sortimento de fil preto de seda com Dores, neste mesmo estabeleci-
mento lambem ha um grande sortimento de poupelinas de ricos gostos, sedas lisas de
1 ndas cores, saias bordadas, finas para senhoras, luvas de Jouvin de todas as cores
para bomens e senhoras, grande sortimento de cortinados bordados para cama e janellas,
Upeles para sof, camas, pianos, janellas, e grande sortimento das afamadas csteiras
da ludia para forrr salas, s existe na roa do Queimado n. 7.
Loja do Triumpho.
nammmmmsm nnnnii a
S-3g-geg
Ama.
Precisa-se da nma mumer qaa ie enqaftfpe
dos arranjos de casa de ira hornera (JM| 0W"
prir e cozinhar ) e que seja los no aervico a
sea carp: ra das Criues n. 9, segando an-
dar________________________
mtm
Precisa se de am eaixetro branleiro de idade
de t a 14 annos, qne tenha pratica de taberna :
na ra das Calcadas d. 3.______________
>
TRILHOS
DO
URRANOS
naoba-w de
irar, e fazer o m
Ama
ama ama para cozinhar e com-
prar, e razar omil ser vico de casa de um homem
vlnvo e m nlhii : na ra de Hbrtis n. 20.
Ama
Precisa-se de orna boa ama para comprar e co-
zinhar : na ra do Crespo n 7 A, Io andar.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro que tenha pratica de
molhados e que d fiador a sua conducta : na na
da Florentina n. 31
Ama
Precisa-se de ama ama que saiba bem cosi
nhar e comprar, forra ou escrava para casa de
ftmia : a tratar na loja da ruaNoTan.lt
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9

Becife a Apipucos.
Na manhSa de quinta feira santa os treris
andarlo conforme a tabella ; a tarde have-
ro os tres seguintes parando em todo os
pontos:
Do Recife a Apipucos 42 i/i, 1/2, 4 \%
6 1/2, 8 1/2 e 10 1/2 li
De a Apipucos ao Recife 1/2, 3 1/2 5,
1/2, 7 1/2 e 9 1/2 horas.
Na sexta feira da PaixSo s haver5o os
trens seguintes:
Ma haa, do Recife Apipucos s 11 h.
f de Apipucos ao Recife s 8 horas.
Tarde do Recife Apipucos s 5 1/2 e
9 1/2.
de Apipucos ao Recife s 4 1/2 e
8 1/2.
Qtiinla e sexta feira fleam supptimidosos
trens de carga.
Durante a semana dos festejos haverJo
trens extraordinarios, os quaes ser3o an-
nunciados nos jornaes de sabbado.
Escriptorio da companhia, 12 de abril
de 1870.
W. Rawlinson,
Gerente.
Precisa- se de urna ama que compre e cosi-
ohe para duas pessoas: na ra Augusta n 74
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de oa-
tras aulas, dous quintos n. 660 com DOOJOOO da
lotera que se acabou de extranir a beneficio di
igreja de S. Amaro de Serinhaem (143*), convida
aos po9suidore8 virem receber na conformi-
dade do costme sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da i' parte da lotera i beneficio da igreja
da Casa Forte (144*), que se extrahir quando fr
annunciado.
Procos
Bilhete 6*000
Meto 3*000
Quiuto 1*200
Em porcao de 100* para cima.
S300
MSBiRis^me8cai &g&K55**f*
c3
O
o
llhetc
Meio
Quinto
SJ7S0
i a (00
Manoel Martina Fiuza.
Precisase 4> om caixeiro que d liador a
sua conducU, preferindo-se com pratica: na pa-
daria da ma Direila n. 84.
Farfolla nova
de mandioca ltimamente chegada, vende-fe a bor-
do do brigue escuna Mentor fundiado entre o ca;s
do Ramos e trapiche Bario di Livramento : a tr.i
tar com o eapmo a bordo e com Bernardo Jas
de Araujo, noarmazem do Annes dpfronte da I
fandega. ____
GRANDE ROVIDADE
Vndese unta casa torro nov;menta
cada, tem $ qu irlos, i salas, orredor ao lado, bom
quinal, cacimba, etc., simada na ra de S. Joo,
freguezia de S. Jo^ : a tratar na ra da Concor-
dia n. 113.
Atteocfto
Na roa da Praia n. 34 ha para vender grande
quantidade de saceos de farinha de mandioca da
trra oor menos preco do qne em oulra parte.
C0Z1NHEIRO E JCOPEIRO.
No collegio da Conceicio precisa-se de um eo-
tinheiro e de nm eopeiro. ______
I
Precisa-se de ama ama para o servido interno
de ama casa de familia : a tratar na ra do Vi-
garlo n. 18, 3" andar.______________________.
AMA
Vinte mil ris.
Precisa-se de urna ama que cozmhe bem o or-
dinario de ama casa de familia ; assim como nutra
para engommar, forra ou escrova: na roa do Pi-
res, sobrado n. 87. _____________^^_
Cutileiro e armeiro
0 abaixo assignado proprietario da oficina de
cutilaria da roa Nova n. 34, avisa aos seos fre-
guezes e as demais pessoas que quizerem se utili-
sar do.4 seas servicos, 'que madoa a dita offleina
da ra Nova para a da Gamboa do Carmo n. 36.
Joao Francisco de Oliveira Santos.
600$ a 700^000.
D-se 600 a 700*000 por um sitio perto da
ira^a : na ra de Santo Amaro, taberna nova jun-
.ta Hachambomba.
o
Vende-se ou negocia-se o engenho Comportis,
moente e corrente, sito na freguezia de Muribeca,
prximo a estrada de ferro, tendo excedente cer-
cado, matas e as melhores trras de plantacao.
Este engenho, alem de mullos sitios de lavra-
dores, tem dea grandes partidos de fa enda, cada
um dos quaes leva mais de 150 carros de cemen-
te, sendo oito desses part dos exclusivamente de
fertilissimas vaneas, me cora am dos melhores
vapores, assentado este anno, o tem os necessarios
preparos para moer com animaes ; as obras estao
em bom estado, o passadio muito boro e pode
fazer-se bons curraes no rio Jaboato, tem toa
destilacao com nm dos melhores alambiques, e o
engenho pode safrejar nnualmente para mais de
5,000 pies de assucar, depois dos grandos meltio-
ramentos feitos em sais trras.
Quem pretender dirija-se ra da Concordia n.
23, das 8 horas da man haa ao meio dia.
Vende-se uina casa terrea em chaos proprios
na freguezia de S. Jos : na ra de Hurtas n. 30
se dir quem vende._____________________
45 =*apatos de borracha 45
A UOOO. v
Para senhoras e rapazes que calcem at 37 : a
ra Direita n. 45._____________________
Vende-se urna casa de sobrado com terraco,
tendo no pavimento terreo dous grandes armazn?
e commodos para familia debaixo do dito terraco,
sendo a entrada por um corredor de 80 paliaos
de fundo, e independente dos referidos armazens,
cozinha fra, quarto para banho, cacimba, estriba-
ra e quintal com sahida para o rio, na ra da
Ponte n. 20 da cidade de Mamanguape : a tratar
na mesma casa com sea proprietario lose Martins
Fernandes Nogueira.
Superior
vinho Bordcanx
da Cadeia
St. Estephe A St, Julien : na ra
Recife numero 5.
do
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife S. Francisco.
AVISO
Tamanc.'S do Porto.
Vende-se tamancos do Porto para homom c se-
nhora, chinellas ditas, tudo de superior qualidade,
ebegados ltimamente ra da Senzalla Nova
n. .
Precisa-se alagar um escravo de boa con-
ducta para o servico de urna loja de fazendas : na
ra do Oitpo n. 20 A. __^_^___
Altaga-fe um sitio na estrada jwva do Ca-
xang.com casa de pedrae cal, quatro quartos,
duas salas, cacimfca, fructeiras e cerca nativa : a
tratar no sitio da viuva ViHa-Secca, no mesmo
lugr- ._______________
Nfto so descuidtm
'Como at hoje que nraitos soows pedem di
reotoria do Monte Pi Portugus e relaQao a con-
voca?ao daassembla geral, mais cuidado e acli-
vidade, cesse a indifforeoca e cumpra o Sr. se-
cretario o ort. 49. _____T
X
*1
J
USl'\ 1)0 CARI liA x:i
1
osq
ta
Com estabeli;ciraento dejoias, ondeos fregnezes e amiosncorHraro Uido epanto
a moda e olwm gusto tem inventado ni arte de' ourrvesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos presos.
Espera que o respdtavel pHblico venha ver o que existe de meHi&r em
aderaros de Sirillianies, esmeraldas, robins e perolas. meios aderecos, pul-
ceiras^ briw us, ailinetcs e anneiu de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, cnflicntaj paiUiroB salvas c eutros muitos objeclos que seria enfadonbo
meni'i u.ir.
Cuipra-sc ouro. prata, brilltantes e pedras finas, pormaior preco do
que em mitra qualquer parle, licca-se e concerla-se Udo e qualquer objecto
p^-lciiecaii' a esta arle..
Precisa-se de urna ama para-casa de daas pes-
soas : na ra das Calcadas 'n. 16. ^^^^^^
Wfik
m
ms
mmmw
XA ROPE
Prectsa-se de orna ama para co^nhar e
comprar; a ra de S. Francisco n. 46.
Despedida
Os abaixo assignaalos nao ipodendo despedir-se
de todas as pessoas de su* viajem, o feeem pelo^rcsonte, oferecenflo
seus servemos em Portugal.
Manuel l.tti: da Cosa.
______Jote Tavaret Pinheiro._________
CAS/TTELIZ
Aos 80:000^000
A C'.a Feliz do arco da Gonceiyan venden nos
seus maB felizes hirhetes ta loteria 915* 'benefi-
cio da 'finandade do Santissimu SacrAmeato da
anliga s as-sortets -seguintes:
449 2:000f000
3245 t0000
FiumUedo hule.
Nao haver trens na sexta-feira Santa, 16
do coraente.
Escriptorio da superintendencia, villa do
Cabo, 13 de abril de 1870.
Or. O. Mann,
Superintendente.
Irmandane de Nossa Senhora da ConceicSo
dos Militares.
A mesa regedora desta irmandade recebe no-
vamente propostas at o dia 21 do corrente para a
pintura e douramento dos dous altares lateraes e
arco da capella-mr da igreja de sua excelsa pa-
droeira. Os proponentes devero apresentar suas
propostas acompaohadas da competente flanea.
Censitorio da irmandade 13 de abril de 1870.
O secretario,
Emiliano Tamhorim.
Irmandade acadmica de Nossa Senhora do
Rom Conselho.
De ordem de nosso irmao juiz convido a mesa
administrativa desta corporacao reunir-se no
dia 18 do corrente, as 11 horas da manbaa, em a
igreja de S. Francisco, para tratar-se de negocios
relativos mesma irmandade.
Consistorio -da irmondade acadmica eos 12 de
abril de 1870.
Servindo de secretario,
Francisco Jos Meira Sobrinho.
Vende-se urna plurmaoia bem montada e si-
tuada oa ra da Ponte n. 20 da cidade de Ma-
manguape : a tratar na mesma cora seu proprie-
tario Jos Martins Fernandes Nogueira._______
Grande reuni&o!!!...
O Campos da ra do Imperador n. 28 avisa ao
respeitavel publico e especialmente ao3 seus nu-
merosos feguezes que em vista da escassez de
peixe fresco no mercado desta provincia, conse
guio fazer em seu armezem nina grande reuuio
de penes de diversas qualidades e preparados de
differentes maneiras a saber : em salmonra, era
molho e em aceite, das seguintes qualidades : ?ar-
dinhas, cavallinhas, harenques, cavadas, govas,
chernes, savel, pescada besugo, chicharro, tambas
congro, salmn, lagosta, etc., etc., etc.
A elle I I
A elle 11
__________No armazem do Campos._______
Ra do Queimado n. 31
o
o
o
1
Excellcntes chapeos de castor,
brancos e pretos, pelo baratissimo
preco de iOiOOO.
Loja de Antonio de Moura Rolim
dt C.
FUGA.
VEGETAL AMERICANO
ESAI.IDADE
BARTHOLOMEO& Ch
.fui a cura rU das Immi astifu e retentes, catarrhti pnlmonar, aslhmi; -tosse cobtuIm, atarrbw
VoDebiat, o eu gorl tontra ledos m soffrimeulos ds vjs retpinltrf.
DEPOSITO GERAL.
BOTICA. BS DROGARA
34, MA LARGA DO ROZARIO, 34
PERNAMBUCO
Roga-se pela segando vez ao Sr. Thociaz llar-
reto.Lioe de Barros, que .fui cu empreado em
casa do Sr. Tlieo: Jesl a comparecer no Io aniar
l da ra as Cruzes r. 9 a negoio que nao ignora,
rucando Mito que o aao fazend -se publicar ijual
aej o negocio.
Perd-aa-se hoje da ponte da Boa-vista al o
Jiotel de Fraace, ra do Commorcio, um pequeo
(Mibrulbo cn?endo ui rrrH de ouro com bri-
ti/inte : a .pessoa que ti ver achado ser bem re
unpensada,na imperial fabrica de cerveja, ra
o Sebo._________________________________
Antonio'Gun<;alves Costa retira-se para cu-
mpa e deivi por seus -procuradores, 1 Domingos
A-lia Silva Barriz, 2-> Manoel Jos Guedes Maga
Ihes e 3 Itaioei de Oliveira Jnior.
Xo dia o de abril de 1870, do sitio do Arco da
travessa di Ponte de Ucha, f gio o preto Izidoro,
de naro Angola, de idade 42 annos, pouco mais
ou menos, barco, oorpe r^jgular, cabeca pequea,
rosto redondo, com alguma barba no buco e no
qnerxo, maos e ps peiuenos, caneHas finas, anda
apressado, porm cora os pessos. curtos, levou
vestido blusa carta de algedaozinho, calca de es-
topa e chapeo de palba de carnauba com abas
largas, potm -consta que anda ocm camisa de
raadapolao ordinario, calca de brira trigueiro, e
chapeo de feltro.: roga-se as autoridades policiacs,
apitaes de campo ou qualquer pessoa, que o
prenda ou raatrdem prender, que levando ao mes-
mo sitio ou na ra das Cruzes n. 32, sero bem
recompensados. ____________________^^
O
O
o
o
Ra do Queimado n. 31
Para assistir aos actos da semana santa.
Chegaram para a loja de miudezas denominada
o Mercurio, ra da Iuiperairiz n. -G, defronte da
matriz, as mu procuradas lavas duqueza para
senhora, ditas para Iwmem, e garante se serem
das mui frescas por terem vindo no vapor fraucez
nlitmamente cliegado a eslo porto.
* itWMpeutica df diversas nlfsiias do pcilo, desde
a -pbaryngile oa mat da garganta at a tukerculafo
pntaaonar,fiassando pelas diversas-bronchiles caurrhaes
o emptj4ema acaba de ser eareqoecida coa mais
este medicamento, qne tomara a primeira ordem entro
lodot at boje conhecidos. O xarope Vegetal Americano,
farantindo paramente vegetal, ni conten em sua
compoHfio an s tomo de opio, o aim aomente an-
eos de plaataa indigenaa, cujas propriedades benetteas
aa cara da molestias qoe perlencem aoa orgAoa de res-
firacao faram por nOs observadas por longo lempo,
tora optiasoa reaullados cada vez mau ctescentes; pelo
ijae nos jalgaaaoa antoriaadoa a eompor o xarope qaa
agora apreseolamM, a a alerece lo aoa medios o ao
publico, Proven* com o aUeatados abaito o qaa le-
aaes dito, e contamos qne o conceito de o iimm Vegetal Americano erescera do dia a dia,
eUixaado muito apa do ai todo* oa pailoraoe m voga.
JUan. Sr. Barihaloaeo C,-0 atrope Tegetat Ame-
fieono. preparado am ana eoocoitudiaaima pkarmacia,
nm ttil remedio para combater i terrivel a>thma.
Sofra fiella molestia ba tjnatro mezea, sem anda
lar combando oa ataques meoaaea qae linha; este aluno
va fot tertitaimo qoe ma prostot por 8 das, ioej.
So aon milagroso xarope, tomando apenaa traa
o at p proMDte nao fai da novo atacado. Prau
Btm. iw en nano roatabolooido por uu vas. Rendo*
loo, pois oa meas agrdecimoBloi por me ter aliviado d#
Uo horrivel mal. Com a maia significativa gratidio
aobserovo-me de Vmea. arTeotnoso o reconkecido crudc
Severtno )uar.-gua Casa 14 do fevereiro de 1861
Illms fin Bartbolontoo i C. Depois do qowi mi
mena de soffrimento coa orna toase incessanu, Castia
xuraordinario, expectoracAo de um oatarrho amarella-
do, o perda total daa torcas, qoe o menor pissai*
me faligava completamente, cansado de tomar mus -
tro* reanedioa aero reaoltado tive a (elicidade de aaberqn*
Vmcs. preparsvam o xarope Vegetal Americano, e com
elle, gneas a Dena, me acbe restabelecido ba mais i*
doie matee, o robaste como se nada tiveaae sotlndo. A
gratidAo me torca a esta declarecta, qae poderAo Vaici
fazer o nao qne qnierem. Son com estima de Vm.
muitos reapoiudor o criado. Antonio Joaqvm t.
Catire i Silan. Recife 8 de fevereiro do 18M.
Atteato qae nsol do xarope Vegetal Americano, di
eoanpoaiaAo dot Srs Barlbolomeo k C. para cara de un
fono deflaxo qoe me trono amarooqaidAo, qnanvt n
axio odtonder, inOammocAo o dor na garganta, Musa,
grande taha do reapiracAo, e llauei camplelameato rar
tabdeeido com nm to vidro do meamo xarope; p*l.
qne Ihot protesto eterna gratidAo. Becife 18 de *
neiro de 1868. Jotquim Ptrtu ArtmUs+Jtmttr -
EaUo roeaobecidot.
ATTENCAO
.Prooisa-se alaajar um moleque de 12 a 14 annos,
I muco mais ou menosj de idade, para mandados e
| algunsaervicos de.ca i:j)a ra da Roda n. IW, ^obraeo.
i-'r*aasa-se
de nm meaino brasiiqjro de 13 a 11 annos deidade,
i|ti tenha oa nao pratica de taberna : na ma dos
Pescados-es n 43.
Offerccovse urna senhora para coser e en-
gommar ; na ra da GoDeordia n, 9
O abaiso assignado previne ao publico que
nao facam transaccao algwua cora urna casa na
liba, povcaao nn 'Monteiro, ertencente D. Car-
lota Bosade Lima, tni de Antonio Jacmtho Perei-
ra Jnior, que a meuna casa loe etf Jhyjjatliecada.
Maseiraino da Silva Gnsmao.
lic^fto de francez.
Urna pessoa bstanle habilitada offerece se para
ensraar a lingua fraweza. tanto neeta praea como
fra delta ; proenro-se oa oaia do Caideiro n. 31
junto a urna tenda de marcioeiro.
^PILUUSoe
VERDADEIRAS
3EIRAS ~^l
BLANCARD
!
COII IODURETO DO FERBO HIALTvUVl
APPBOVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DI PARS, ETC.
PofMiOOO M priprierladesdo lgo I do forra, convem espnclalmsate lu AmccoAs
isc*oi"Tt/)sA. FatTA x cih. anOBRHEA.awn que precitaREAOJaVOBw: o 8Ai*GUE teja para reatttutr
lht a 5U ri-uza e tf'jjfnat Qorrcae?. ou para protocart regular o toaerjrs^ r4ariodlee.
eY B O )v'dnrsw de ffTro irrpnro on sltenido 6 mn msdicnmontt infiel, _jfS" ** *
limVite. &>~>e erava de pn'razns do oth'itritade das mrolatetoirOMi M-
atsl* m "1sk \ri, Here-ss exigir no.so selle atn. sia> reate tinas S
noatc tvr. f.v* reprodovid, q?t teha n< j)r|s lafcrtor do nm
,.to> *r I mm .6*e ** aattuasU^, Phnrmumtlico. nss loastynrC, AO,
sitan" MsinWr~nTW---------------~~^^
v n"S( *r
Manoel Ferreira da Silva Vianna, Maria Anna de
Vasconcello Vianna, Jos Joaquim de Vasconcel-
os Pinto, Joaquina Leopoldina de Vateoncellos
Pinto, Manoel Franoisco de Vasconcellivs Pinto, e
Francisca M. de Vasconcellos Pinto,agradecem cor-
dialmenle a todas as pessoas que se dignaram
acompaohar e assisiir-aos altimos-fuffragios na
igreja desta Ireguezia, a seu s"gro.e pai Joaquim
de Vasconcellos Pinjp ;a de novo coOvidam a a9
sistlrem a um> mitsa que i alma tm de
ser celebrada no dfa 18 do corrente, pelas 7 horas
da mauliaa. Gamelleira i i de abril do 1870.
Ama.
Na ma da Cadeia do Recife n. 30 precisa-se de
una ama para coziuar.
i__________ ...j I
COMPRAS.
Casa terrea.
ra-se ama casa terrea : tratar na ra
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de chegar loja d^s arcos ra dn
Crespo n. 20 A. de Alvar.) Augusto de Alrneida
A C, os mais ricos cortes de vestidos de bl nd
que tem vindo a este mercado para casam;nlos,
assim como cortes de vestidos de seda de cor de
gostos inteiramente novos, e tambem nm g-ande
sortimento de chapeos de velludo pr.ra schsras
Ves de eoqueiros >
a 300 rs., e o cenlo a 25, o melunr tempo pos-
sivel para plantar : na ra Direila n. 45*
Pa a a semana santa,
Nan'ihas brasclras.
A' ra Nova n. 60, as Duas Dianas, encontrara-
se as verdadeiras mantilhas brasileiras que se
vendem mais barato que em rjlilra qualquer parte.
Caiaquinhos d: seda para a se-
mana santa
As Duas Dianas, ra Nova n. 60, veniem ca-
saquinhos de seda preta com cinto, para senhora,
dos mais modernos, por menor preco que em uu-
tra qualquer parte.
Luvas pretas de Jouvn.
Vendem se ra Nova n 60, as uas Dianas,
lavas-finas de Jonvin para homem senhora.
Cotn
da Madre de Deas o. I, loja.
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, ouro e prata em obras inutilisadas,
arilhantes e mais pedras preciosas: na loja de
ourives do arco da Conceicao, no Recife.
m\m i'
Gomprani-s e vendem-se diariamente para fra
< -Uro da provincia escravo de todas as idades,
sores o sexos, com tanto qae sejam sadios : no
.erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
'regneza de Santo Antonio.___________________
Lora muito maior vantagem cotnpram-st
noedas de op.ro e prata : na loja de joias do Co-
raco de Ooro n. 2 D, ra do Cahng._______
0 muzeo de joias
Na ra do Gabng n. 4 compra-se ouro, prau
i pedras preciosas por preoos mais vanlajosot do
iue em oatra qualquer barte.________^_^^__
Comjn'a-se
duas casas terreas as ras Concordia, Palma,
Caldeireiro, Santa Thereza e Santa Rita : a tratar
na ruaestreita do Rosario n. 38, cartorio.
Comprase um escravo de 15 a 20 annos de
dade : na ra de S. Francisco n. 72.
C/mpra-te urna escrava de meia idade que
saba cozinhar e lavar bem : a tratar na ra de
lortas n. 30. sobrado.
ViNDAS.
Brincos e alfinetea de papel, obra delicada e
vista peta primeira vez nesta cidade, feilos por um
curioso ; wnde-se a lVrf)0 a peca n3 loja da
Aguja Negra, ra do Cabug n. 8.______________
Bai es d mancaras
Grande tortiraenlo de eanelieiras Nenon. i
Luiz XIV e Lnit XV : Andr Delsuc, cab-llei-
n?, ri^a dj^esprj u. 7 ,1 andar.
feixe de viveiro.
Nos lias 11, 12, 13,14 e 15 do corrente
vender-se-ha escolente peixe tos vivaros
da capella dos Remedios em AlTogados.
M1LH0
Vemle-se milho mais barato do que em outra
qualquer parte, tambem serve para plant;.r : no
caes 22 de Novembro por baixo do Gabinet Por-
luguez._________________________
Apipucos
Vndese um sitio roargera do rio Capibaribe
o Camaiagibe onde a cheia nao chega, con un a
i'xcellente Csa i joupo acabada de pedra e cal,
a qual lera muitos con inou >s.
0 sitio est bem plantad >, t.'m 50 ps de I; ran
geiras e muitos otaros arvorodos fructferos en-
tre ellos um grande sapolueiru, pelo que de-
nominado Sitio do Sapolizeiro, o qual dea na fren
le da estrada que val para o eugcnbo Dons Ir-
mos o qal pode ser visto a qualquer hora :
tratar em Apipucos, ou no caes 22 de novembro
o.3i
DO
BRACO DE OURO,
Ra do Imperador n. 26
Os donos desle estabetocimeolo dewjio-
do por em praiica nesta capital os cobUi-
dks das confeitarias das primeiras capitaes
da Europa e Brasil (Rit) de Janeiro) faam
sciente ao Ilustrado publico desta capital
que na prxima semana santa terao este
estabelecimento primorosamente decorado
e enfeilado com um completo e variado
sortimento de caixinbas de dilTerenles qua-
lidades e gosio, um compkl > so. tmenlo
de amendoas confeitadas de todas as quali-
dades, confeilos e paslilhas as quas ser-
ven) para enebimento das mesmas caixinbas
ad ve i -lindo ao Ilustrado publico que na cida
des, cima mencionadas esl inteiramente
em uzo brindar senhoras com esle delicado
present e vendo nos que at a epca pre-
sente anda nao houve alguem que tivesse
a lembranca de proporcionar aos amantes
do bello sexo nesta cidade o eosejo de dar
suas demonstracoes de eslima, gratidao e
amisade com um bello presente, nos tema-
mos a nosso cargo tao ardua trela atten-
dendo as duvidas do b- m ou mo resulta-
do, qe podermos colher.
O publico encontrar ludo mais que re-
iatava o antigo aununcio neste Diario, .i-
Exmas. familias na occasio de visitar os
templos poder5o vir foitalecer-se rom bons
lanches, vinhos^licores, Gbampague, serve-
ja e refrescos ludo do melnor que pos.-i-
vel. Esperamos pois da concurrencia do
respeitavel publico em geral._____________
OTP-
A ra do Duque de Caxias n 21.
(ANTIGA RA DO QUEMADO)
Nao foi sem fundamento que a NOVA
ESPERANZA tem deixado de fazer os :-eus
annuncios, a razo simples ella entende
que ludo em demasa aborrece... por sso
como j tinha dito e sciuntiticado a sua Imm
freguezia, o que constantemente a receben-
do, ou livesse feilo muitas vi-zes, rtcetoa
tornar-se massanle, assim pois recolheo-se
um poeco ao silencio, mas nunca irisando
d'empregar os verdaderos esfoicos. ja con-
tratando maior numero de correspondentes
na Europa, j descobrindo object.'S do mais
apurado gosui e finalmente assignando o
Jornal das Familias, o qual \em sempre
ornado com ligurinos, modernos moldes para
vestidos ele,, etc. para desta forma melbor
servir a sua constante freguezia ; e com es-
pecialidade ao bello sexo, a quim a NOVA
ESPERANCA ufanase em olerecer-lhe
seus servicos, apressando-se desde j em
declarar o que tem recebido ltimamente
enlremeio e babado bordado transparentes
e tapados, chaposinlios de Betta para bap-
tisados.
Finas trancas de cambraia bordada para
o mesmo Om.
Meia de seda e fio de esencia para crian-
Cas.
Didais d'osso, ruarfim ;n;o e madrepe-
rola.
ptimas navalhas, afiadores e massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o reato a para ba-
nlios.
Bonitos sapatiuhos com biqueira, sm:>
com sallo, para meninos- e muiras de dois
a doze annos.
Boas lentas com cinco melimetros para
con(ar-se os fios de qnalquor i'azcnda.
Thesouras para frisar vestidos.
Carretas para lirar moldes de reatittos.
ff Mollas para segurar ctftnras,
II initis (inteiros d<> novse e ominad >s
moldes.
Meis de liia para liomens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para RKias.
Fil de linhfl e de sed, sendo preto e
branco, liu e tte s.ilpi.-o?, e outroi muitos
objecto ex postas a vi-mla h i na Duque
de Caxias n. 21, na NOVA ESPERANCA.
MITA PERrL'MVIll\.
A NOVA ESPERANCV a ra Duque (H
Caxias n. i, acaba de receber muita pe -
fumaria dos melhores e ma'is clamados fa-
bricantes, como sejam linos exlraclospara o
lenjo, escencias ninsentradas de muitas qua
lioddes ollios de a-iadaveis cliciros para i>s
cabellos,.bonitos vasoscen ba banba, lin-
dissimos "vasos com pos de arroz, sabotietes
de dilTerenles qualidades etc., etc., assim
pois os 'apreciadores d> bom, veobams lis-
fazersnas precisos na NOVA ESPERAMIV.
PARA ALVKJAR K CONSERVAR OS DE.NTES
P de carv5o de rosas: vendem-se roa
Duque de Caxias n. 21 na NOVA ESPE-
RANZA.
Para acabar com as sardas, ou pannos
recebeu a NOVA ESPERAN.: \ a ra Du-
que de Caxias n, 21, o verdadeiro leite de
rosas brancas.
Mabo d'alcatrao.
Vende-se na roa Duque de Caxias n. 21.
PARA LUTO.
Brincos, broches, tollas, pulceiras, fivel-
las, pentes, bnOes para punhos e cadeia*
para relogios.
A NOVA ESPERANCA querendo salisfazer
sua freguezia, n5o smente em objectos
d'alegria, ou de luxo, quer lambe m acom-
panhar aquelles, qne infelizmente perdendo
alguem de sua familia, ou a!guera de sua
amizafle, pr cisam de taes objeclos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, manJou ver o
que ba de melbor neste genero, porqne
sendo la; s objeclos de cor negra, sendo
de m qiulidade, u5o jmente loroam-s*
tristes como al repugnantes, o que nao
acontesse aos da NOVA ESPERANCA. por
que apenas exprime o scntimenlo pella cor
porem como que traz um unitivo pelo gostr
o perfeic5o com que laes objeclos sao tra-
bajados.
3Ia recebeu pelo ultimo vapor, casaquinlio defll pre-
to de seda Fruiifrou riramenle enfilados, e
mantilhas da mesma fazenda : vende ss na ra
do Imperador n. 23, i andar. .
Vende-se ou.troca-se por caas usta praca
o sitio denominado dos Borltiz, antiga casa da la-
vagem de roupa, com grande casa de rivenda,
senzala para pretp-, etribarla, banheiro de pedra
e cal com agua correte, baixa pira capim e
grande terreno para plantacdes : quem opicten-
der dirija ae praca da Independencia n. 33.
reiro
_
le-se urna oMa terrea ni roa da Espe
ranea : qnem pretender dirija-se a esta lypo/tra
pha, que te indicar quem vende.
Mulla att>n?a.
O PacUM*} da Aurora ra da Imperatriz n.
J. acabadareeeberpelo ullimo paquete yn va-
nado sortimento de fazendas proprias do lempo,
assim como luvas de pelica pretas e de cores para
bornena, senhoras e meninas,
I]
senhora
Brozeguins pretos fantasa para
a 45000.
Ditos de doraque de c?k enfeilados para
senhoras a 4#000 (todos em perfeito esta-
do). .
Brozeguins de lustr para homem a
4jJ0OO, e ven da todepn -
dencia n 'le Porto A
Bastos._______ _______
Ven
Cao anvidracad da tabert
piteo tljaer prin-
cipiante ; a tratar junto n. 10.
..._..
^H




6
Diap ie ^e^ai^uco ,_ Qu^ta feira 1,4 de Abril de 1^70.
_______________ ______________;__________
A VERDADE
55Ruado Quehnad5i
A VERDADE tendo em deposito grand-
quanlidade demiudozase perfumaras, e de
tejando apurar dinheiro e adquerir boa fre*
pnezia est rssolvida a vender muitissim<
barato, ; por essa irizo onvida ao respei
tavei publico a vir corapeleutemeute moni
do a sortir-se do borne barato. Pois quao
do a Verdade apparece, tudo mais de
apparece-----
Grande sortimento de bonocos de c-.-a
raassa as mais lindas possi veis vestidas ac
raeter.
Abotoaduras moderuas para-Gol-
letea ....... 32<
Espelhos donrados pepnenos. 5MK
Agulhas de osso para crox a 80(
Peales para' regaco com csntas a 32'
Ricos globos pana candieiro de gaza 4080
Chatninsa....... 32(
Grande sortimento de objetos de
louca para brinquedo de menino lO
Garrtfa com tinta a..... 80(
Dita cora agua llorida verdadeira a li>30(
Dita cora dita dita a *iS0(M,
Frasco com oleo de babosa a 500 e 72(
Dito com agua de Colonia a 300 e M
Garrafa com agua divina a. 4f350
Frasco com extractos finos a iiJOO
Latas peqoenas com banha muito
fina a 120 e...... 16<
Sabonetes de diversas quali iades a
80, 100, 210 e......- 32i
Finas escovas para dentes de 420 a 60(
Lindos coques modernos a. ijSOO
Pavios para gaz, dmia a 240 e 32(
Esccvas para fado a 500, 600 e 70?
Ditas para cabello a..... 501
Penles para tirar piolho a 460 e. 24<
Brincos* de cores, bonitos a 460 e 20(
Pecas de tranca de 13a com 8
varas por....... 8
Oleo para machina de costura,
frasco a........ 60
Peonas d'a?o finas caixas a 800 e 4$00
Dita d'aco Porry, caixa a. 4(J40i
GM5o do aigodo peca .... 40(
Lindos babadinhos e entrameios
peca de 500 a...... 405Of
Diios de louct muito fino a 420 e 20(
Ditos para calca a 460 e. 24(
Caixa com papel amizadc a. 70(
Ditas com envelopes a. 48(
Ditas cora obreias a..... 4(
Caixa com agnlhas fundo dourado 28(
Ditas de ditas ditas a..... 46(
' Thesoura para costura a 240 e 50(
Caixa com linha de marca a 28(
Linha de cores em novellos (li-
bra) a........ 50?
Carreteis de linha Alejandre de 70
at 200........ 40(
Grampos muito fino com passa-
ros, duzia a...... 20(
Cartas portugnezas, duzia a I04O
Ditas francezas a 20200 o 3f$00
Papel almaco e de peso, resma a
30400, 3500 e .
Lila muito fina para bordar, libra
Pita de algodao para dabrum de
sapatos, peca a..... 46(
Ha verdade ru* do QiaeSmadt
D. &.
Engenho .. wnda *
Vende-se o engenho S: -MaHrens, moente e cor-
rente, com boas obras e era ,porfeito cora agua e esta a ura quArto.de legrada crt*cade
Tia-ferrea sendo 8 000*000 visl* o l-LO'-O* era pajaraen-
tos de 2:000* annoae. Os pretendontes pdete
dirigir-se a roa do Livramento n. 19, a traiar cora
Laurcnlinu hf Miranda.
Em casa; de Miili Ulium A C, ra da Cruz a.
38, vendem-se folbas,de forno ga|vanisadao.
---------r
Estamp!
Vendo-sena roa da Cruz n. 8, i8 andar.
rape: popil
DA
FARRIfA H4C1MU DA BU
DE
Teixeira Uidurtco Acha-se venda este ptimo rap, muco
0*
Travessa 4o Cojrpo
Os acreditados cylindros americanos para padaria, por dous diferentes systemas.
Machinas para descarocar a)god$o pelo memores fabricantes de New York.
Machinas de vapor systema de locomotiva e polias para as mesmas.
Carrinhos meiicapos para transportar volumes ,em armazces. Tudo por pre
eos razoaveis. .->** i r
TRAVESSfl DO CORPO SANTO N. 25
Joaquim Kopes .Machado & C.
AAGLlAJffiflLVjLtmjda comlo1.ftow,acpolhimeptp,aue te ve em seas annun-
los, vem novo participar a seus fregueses,que, .acalja a'a.reCebtr ura variado sorti-
fr^nto4eobjectos1 pdc suppnr fajta do pririceza de ijsfaoa, pota, fuando fez os sous piimeifps l anncips,.foi p que' assegurou,.e sera mdo ^prrar, i
raaiT'mod'iSfSSwPSf teVsidKi' ?WeGmuJ oisse ofiti rteiesses,ligada a urna casa importjoradesta praca, e
%SmISKiTdi BaPhia, Ko SR*.' Porlsso,pQder; teniudo,.especial e vender,por preeos.adm.ravejs.-Chama pois a atten-
em outras do imperio : no escriptorio de Joaqnii JSo de seu8-'fpegueze6para-o.,aiiUgoa possa descrever :
_Lxos.com o.tanindde_marni^inadre-- ,:ynjfyai;iado,s.or,timents ,de charuteiras e
;erola e tartaruga, ;protprios para missa. fpalliteirosde porcelana, '
Garafinhas va|iaa|)ropriaj para presentes ,Tento8 para ?0Uarete.
;oosa de gosto.
Jos Gon^alves Beltrao,
mero 17.
To
. ra do Comtaeriiio. n
Bichas hamburgnezas
Neste. novo deposito recebe-se por todo os pa-
quetes translanticos bichas de qukdado superior
o vendom se em caixa ou porgao .ruis "paqiienai
e mais barato do que em outra qnalquer parte :
na ra da Cadea do Recite n. 51, t,* andar.
Cigarros da imperial
fabrica de 8. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da altan-
depa velha n. 2, anrfa.
A roa Nova n. :60 venderarse. botinas
para senhora a 36000 o par : a el! is em
quanto n3o se acabara.
Cantara de Lisboa
Soleiras, hombreiras, e capiteis, o que. ba de
melhor para frentes de predios: venJa no ar-
mazem da travessa do Corpo Santo, de Joaquim
Lopes Machado A C.
.1
450(
f>550
Venie-se pelo seo justo valor na ra da Ca-
"lea do Reciten. 38, toja do Azulejo.
Farinha de mandioca
Vende se de superior qnaJidade, no escriptorio
de Joaquim Rodrigues Tavarc- de Mello, largo do
Corpo Santo n. 17 ou no trapiche do Gunha, For-
te do Mallos.
t'ODsiderafoes geraes fore a
EMANCIPACAO DOS ESCRAV03
No impBrio do Brasil e indicacao dos meios para
realisa-lo
Por Peixoto de Rrito.
1 volume 8o brochura 500 rs.
_________L1VRARA FR A ACEZA.
ATTENCAO
Inr,:--rnsavid-paluha e de couro pro?
>ri(;. A ura tenherae e meninas traze nos
i reos.
Binculos d*madreperola, mafSm e tar-
;iruga todos esqaaltados.
Cintos largos,de. setini, cousa inteiramen-
8 nova.
Rtaa de sarja de todi^^^res largu-
18 para-tacos.
Bengallas com marflm, cousa especial.
Sabonetes de alcatrSo.
Cefres de. folbas para dinhe,iro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de luvas.de pe-
. lica,
Tilagorce para-bordar.
Um cofj^eto .sortimento de. eq,feites de
Toncas^ s.apatinhos.jneiasde.seda emais seda para vestido,
erices para .baptisados. Perfumarias de todos os autores os mais
IIACIHMS U
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZ\R
UNIVERSAL, a ra Nova n. 22cahnkiro
viannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
ndecidos, as quaes eslao em exposico no
Vende-se nm bol e carro proirio para car
regar assucar ou gneros : a.tratar no' caes do
Ramos n. 22? com Antonio Jos- Farruco, ,po*-fs-
tar para retirar se para Europa.
Gal nova de Lisboa
descarriada hoje rdo patacho Mara ; e veade
Joaquim Jos Ramos, na ra da Cruz u. 8, pri-
n,eiro andar._____________^_______
Vende-se umajwrte do engenlw Purgatorio,
de grande producQao para agricultura, sil) na
frepiiozia de Iguarass. assim como se vende ou-
tra parte do engonho COrte de Cima, annexo'ao
purgatorio, que muito convem comprar ambos: a
tratar no Remedio com o Sr. An onio Menelio Cor-
deiro de Gusmao.______________ '
Filas wrajuscripcoesprpprias,para bou- acreditados em oxtractos, pomadas e leos rae8mo Bazar, garantindo-se a suabaqua-
(aet de noiva,
Ricos vasps com p. do arroz.
Um variado,sorniente; de, jarros de por-certiflcro do sortimento deste estabee- S3
slana. cimento.
(e finalmente outros muitos objectos que nao
epossiyel mencionar ; mas com a vista se
Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
Chegou a luja- d* Paredes Porto, a rua^ da Imperatriz n. 52, (Porta Larga) um bo-
nito sortimento de toalhas de linho para mesa, assim como os competentes guardanapos
que soveadem aiiprecpbajxo.
PAREDES PiRTO vende laasinhas a 240 o covado, fazenda de 500 rs, para acabar
na ra da linperairiz n. fj:'.
PAMiBES PORTO vende^lgodo com pequeo toque de avaria a 3^500 e 4000,
a peca. rua; da Iroptratriz n. 52.
PAREDES PORTO vende chita preta para luto a 1G0 rs. o covado na ra da Im'
peratriz n. 52. -Porta Jarga.
CHALES
Vende-se diales preto de merino a 3J000 fazenda superior, na ra da Imperatriz.
PAREDES PORTO vende meias para senhorasa 2^500 a duzia pr ter um peque-
no mofo, na ra da Imperatriz n. 52 porta larga.
PAREDES PORTO vende cortes de,calca de casemjra preta a 3(5500 e 4;>000.
PAREDES PORTO lem para vender panno preto superior e casemiras de cores e
! pretas que vende por prcos commodos.
CUALES. GRANDE PECIUNCUA.
Chezou a loja da roa Imperatriz n. 52 de Paredes Porto um bonito sortimento de
Vende-se o engonho Mussr.v j chales chinezesfazendas muito boas para senhoras trazerem em casa, est vendendo
bararadP, e bem como a pn>pricdnde Pco-prcto por 500O, eslao awbando-se Da
separada do mesmo engenho : a tratar cora o scu T no rln T no f\
propnetario na ra do Apollo n. 47, i andar. AiUJd UU JJCCtU*
lidade, e tambem ensina-so com perfeico
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costu-
reras diariamente, e a sua perfeico tal
como damelhorcostureiradeParis. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos pretea-
dentcs.
Vende se a armacao da taberna do pateo da
Penhan. 8 : tratar junto n. 10.
Candido Alberto 6o-
dr da Motta & C.
com escriptorio e nrmazem na travessa da Madre
de Dees n. 11, tcm para vender o seguintc :
Cemento PortUnd de 1' quahdade, o melhor qu
tem vindo ao mercado, barricas de 12 a 11 arro-
bas por 10000.
Vinhos Bordeanx das seguiutes qualidades :
St. Julin.
Fronsac.
Lorraant.
St. Emilion.
Margaus.
Chateau de (loycherelle.
St. Lambert.
Lalonbere.
uplessis.
Cauor.
Dearsesai.
Vinho do Porto de qualidade muito especial. I
Azite doce refinado em caixas de 12 garrafas.
Furaos de todas as qualidades, se encontrar
neste estabelecimento em latas, rolos c fardos.
PARA A FESTA
3 portas, Lja de ferragem
53-Rua Direita58
Neste pande estebejecimento, ha para vender
um completo sortimento de ferragem, e middezas
finas e grossas, como sejam bandejas ehioezas
quad radas e ovaes, facas e gartbs de i '2 bo-
toes, bataneo inteiro e 1/2 bataneo; paneHas, eha-
Iheiras, cacarollas, frigideiras, assadeiras, Unto
de ferro como de porcelana, moinhos para cal de
diversos tamanhos do fabricante Japy, pesos kilo*
gravinios, tanto de ferro como de aiao, metros
para medir fazenda tanto de ferro como de lati,
salitre, bren, barbante, enxofre, papel marca via-
do, do verdadeiro Picardo, machinas para desca-
nsar algodao; alm de outros artigos do ferra-
gem, miudezas crjtilarias finas, que s Com a vis-
ta se verifica; na ra diretta n. 53 loja de 3 per-
tas de Manoel Rento de Oliveira Braga* (1
Jo> Maria Palraeira tem para vender em
seu escriptorio no largo do Corpo Santo n. 4, !
andar.
Vinho Rordeaux fino, caixa de 12 garrafas.
Azo te doce, idem idem.
Lona de 1" quali Jade, da Itussia.
Brinzoe, idem idem.
Brins, idem idem.
Estampas de Santos em qtiadrrahos.
Pianos de excellentes vozes.
Fio i vella.
Enxofre.
Salitre.
Cemento Porlland.
Dito Romano.
Vellas stearinas (spermacete).
Pelles de carneir ..
Estopa pa_a fardos de algodao.
! Cha Ilyssnn 1- qualidade.
Oleo db linhaca.
| Laa barriguda.
Canella da India.
.Fardos de fumo cm foiha, (s se vende de JO far-
dos para cima.
GAZ GAZ GAZ
Chegou ao amigo deposito de Henry Forster &
c, ra do Imperador, um carregamento de ra
de pr un eir qualidade; o qual se vende em partida*
Papel de todas as qualidades proprios para ci- e a retamo por menos preco do que em outra quai-
garros. quer parte.
60RA DA IMPERATRIZ
DE
Sfi? ?[a"dl.!s!ab!le.c'm-al? e[11,;ntrfa respeitavel publico, mu grande sortimento .Je' faiendas, do mais apurado gosto assim como de todas as de primeira necessidade que se ibes promette vender por preces muito mais baratos do croe
s vennderem DI\ili;ino ; para poderem vender pelo custo, liaitando-se apenas a ganbarem o descont. As pessoas que negociam em menor escalla, nesta loja
em outra qualquer parte, visto que os novos socios .iesta firoia adoptaram o .val
e arraazem poderao fazer os seus sortimeotos pelos mesmos precos que compram as casas estrangeiras.
a o nt??,^br^^ *"issa !de mm rs- cada um. pecliinclia.
COM 3 PALMOS DE LARGUKA A 1:600,; GASEMIIWS ESCOSSEZAS.
2.-II03 e 2:503 HS. O Pavo tem boni-as casemiras escosse-
Uie?nram as flmssimas cambraias suissas zas com quadros grados o muidos e outras
tranparntes, sendo o que ha de mais uno lisas com listras ao lado, sendo fazendo
para vestidos e vende-se pelo barato preeo muito fina que se vende mais barato, or
de imo.\ 23000 c 25300 o metro, tendo haver grande porCo.
tambp-n das mesmas, porra inglezas com GANGAS D2 LINHO.
Vende-se ganga de linho com quadrinhos
muito boa fazendi para roup.is de homens
------------- ii i i--- r------------ --------- i -"i .. ..-..-- -- o---------------- --------------- ---- ,----- ^uv> ,,._..,,..ii. wu iuvuui cotana, IlUta I|
Para maior commodidade das Exmas. familias, de todas as fazendas se Gao j)s livros das amostras, ou se mandam levar em soas casas, para melhor po-
a mesina largara que se vendem a 1^0(0,
e 15280o metro, sendo apenas precisos des-
ta larga far.enda para s fazer um vestido ,e meninos pelo barat) preco do 600 rs. o
i f.il 'i l/-*mi>lrn /> n.chltifKo ,__J_ r v
4 ou i 1/2 metros, e pechincha,
SAfAS MUDADAS
Vende-se um bonito sortimento de saias
bordadas corn i pannos, assim como ditas
j;i promptas, de Baaioba, enesgadas com
bonitos barras bordadas a la por precos
muito cm conla.
PANN > PAM SAIAS A 1;5000,
1*600 HS.
Venle-so bonitas fazendas gproprias para
S3ias sendo com bordados e pregas a um
lado, dando a largura da fazenda. o conpri-
memo da siia e vonde-se pelo barato preco
de I0OJO, 14280 e 1,>Q00, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 I/i metros para
cada .lia pecliinoha.
f'oiarinhos.
Vende-se tira bonito sortimento de cola-
rinbos tanto do linho como de algodao pro
pri", para horn^m, tssia como tambem um
bonito ortimento dos mesmos para meninos
e senhoras e todos vendem-se por preco
muito barato.
GULES DE ;\U)g.\M)IQUE A 1:280 RS.
Vende-se urna grande quantidadedecha.
les de mocambique, com padroes escossezes,
sendo muito grandes e levesinhos pelo ba-
rat preco de irJB), cada um grande
pecai/icfea por se ter feito urna grande
compra.
Pmnos e caseiuiras preta.
O Prvao vende graode porcao de pannos
pelos do mais baixo at o mais fino, por
preco que admira, assim como um gratde
sortimt'ntr/ s casemiras pretas para caifas
que se vendo por pre?o nail barato do que
em ootra qtialqoer oarte.
GORGURAO PRETO.
V^nde-se o melhor gniguro de seda
peala pan clleles e vestidos, sendo nesfe
genero o melbor que tea viudo ao mercado,
mais h -rato do que em outra qualquer parte.
VesiM braceos a lf^ooo rs.
O Phvo vende fiaissimos cortes de ves
titos de camorra araaca, ricamente borda-
das t! com muita fazenda pelonarato prero
covado.
PECIIINCII.V EM PANNO PRETO A 2#i00,
O Paao vende superior panno pre:o Gno
para patots, calcas colletes etc.,. peloba-
ratissimo preco do 2l'0 o covado.
CORTES DE CASE MIRA PRETA A 4:500,
O Pav5o tem os superiores cortes de ca-
0 e semirai pretas enfeita las pelo barato preco
do MMSQOrs. o cort,
PEAS DE MADAPOLAO A 35500.
O Pav5o vendo pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 3 >.'i00.
PSCHI.VCIIA EM ALGODAO A 4*000 RS.
0 Pavo est vendendo pecas de algodao-
sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
com 11 metros cada paga, pi3lo barato pre
de 4fO00 rs.
CAMBRAIAS BRANCAS A -SOOO, A PECA.
S o Pav3o vende pecas do cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeua7 e 85000, liqui-
da-se pelo barato preco de 4J0O.
ALPACAS BRILHANTES A 1*000 E 800 RS.
O Pavo tem o mais bello sortiraento de
alpacas lavradas, com as cores mais deli-
cadas que tem vindo ao mercado e tendo
bastante largura, vendem-sc pe) barato
prfeo de 1,5000 e 800 rs. o covado.
Com palmas de seda a 1000.
Para o Pavao chegou um rico-sortimen-
lo dasmais bonitas lasinbas com palmas
de seda toado de todas as cores e padroes.
sendo fazenda bastante larga e vende-se a
1)5000 o covado.
Konpa para escravos.
O Pavo vende um bonito sortimento de
roupas para escravos.
AS POUPELINAS DO PAVAO A 800 RS.
Chegaram as mais lindas poupauas de
laa com imitacao de poupon is de seda, uma
fazenda muito leve, com as man. lindas co-
res, sendo : verde, Bismarck, c&xa, azul,
lyrio, cmzeto, perora etc. etc., o vende-se
pelo baratissimo preco de 500rs.o covado.
! CROCHE'SPARACADEIRASESOFAS. l ALTAS NOVIDADES EM SEDAS
O Pavo tem um g*ande sortimento dos! Chegou ora grande sortimento das mais
mais boaitos crochs para cadeiras, sofs modernas poupelinas ou gorgurao de seda
mesas, almofadas etc., proprios para co- e linho, com os mais elegantes padroes que'
Drtrpresentese vende-se mais barato do tem vindo a este mercado: sendo mii?s:
que em outra qualquer parte. e gradas, lanto em cortes para vestides;
Algodao entestado.
Grosdenaples.
Sedas pretas lavradas.
Fazendas pretas de la.
I" b'"-"^ ""- v.ii wH [. ..i Para o Pavo chegou um grande sorti-
j como para vender em covados, assim como: ment de grosdenaples pretos de pura seda
Vcnde-se uma grande porco de aigodo (om bonito sortimento das mais bonitas se-! que se vendtm del5500 rs. o covado at
sinho americano com 8 palmos de largara,
proprio para len?es e loalhas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco maito em
conta.
PANNO DE LINHO.
Chegou nm sortimento de pecas de pan-
no de linho do Porto, que se vendem de
700 rs. at llOOO a vara, garantindo-so
que cm fazenda de linho nao ha nada melhor
nem mais proprio para lencs e toalhas.
PECHINCHA EM CHAPEOS DE SOL.
Chegou ura grande sortiraento dos me-
Ihores chapeos de sol de seda, inglezes
sendo neste artigo o raelhor que tem vindo
ao mercado, assim como orna grande por-
fo de ditos de alpacas de todas as cores
e todos se vendem por precos muito ra-
zoaveis por haver grande porco.
OS BALOES DO PAVAO A 2,
Chegou um grande sortimento de balos
ou crinolinas do feitio mais moderno, muito
proprios para vestidos enesgados. que se
vende pelo baratissimo preco de 2??000 rs.
cada um, grande pecnincha.
CRETONES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 640
E 800 RS,
Para o Pavo chegaram os mais bonitos
cretones escuros matizados, proprios para
vestidos, roupo, chambres etc. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como
mesma fazenda com padroes claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 640
rs. o covado, sendo os padroes mais mo-
dernos que tem vindo a mercado.
OS SETINS PO PAVAO
Vende-se os mais bonitos setfM de cores
e mais encorpados, proprios pira vestidos
tendo de diversas cores.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA-PAVO
Eocontra o respekavel publico neste es-
tabelecimen'o um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
sas eiaglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de 15a de todas que!
tem vindo, proprias para luto, seado lSasi-
nhas alpacas lavradas e Hsas,.*anto, bom
basinas, merinos, etc. que tudo se vende
por preco barato.
das listradas, que se vende tudo muito
em conta.
Mej-in de eordo. '
Vende-se merino preto de eordo, pro-
prios para calcas, pilitots e colletes, pelo
baratissima preco de 1#000 o covado.
CRETONES COM 10 PALMOS DE LARGURA A
23000 RS.
O Pavoo tem urna nova reraessa aa mui-
to acreditad cretone, propria para lences
tendo 10 palmos de largura, dando na lar-
gura o comprimento do lencol e vende-se
pelo barato preco de 2#)0O o metro, sendo
preciso apenas para um lencol um metro e
uma quarta ou metro e meio.
Chapeos a 15000.
Chapo3 a 10000,
Chapeos a 10000.
S o Pavo vende bonitos chapeos de
todas as core3 pira homens e neninos com
a forma mais moderna que ltimamente
tem chegado. pelo barato preco de 10000,
cada um, por terem chegado cora nm pe-
queo loque de avaria, grande pechincha.
FJECIIVTYCIIA
EM CAMISAS DO PAVO A 40500 RS.
Vende-se um bonito sortimento de muito
finas e modernas camisas inglezas com pe -
to e coliarinhos de linho e punhos, pelo
baratissimo preco de 40500 rs. cada uma
e aos freguezes que comprarem duzias se
lhe fer um aba'timento. garantindo-se que
fazenda que vale muito mais dinheiro,
liquida-se por este preco por so ter feito
uma grande compra :,assim como se vende
um bonito sortimento de ditas tambem com
peito de linho bordadas e ditas de algodao
para todos os precos.
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 E
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimenfo
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que
se vendem a 1$, 800 e 640 reis o covado,
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas da todas as cores
CELEZIAS E BRETANHAS.
Vendem-se as mais finas celerias de
linho poro ou pessas com 28 metros, sim
como, finissimas bretanhas de linho com
25 varas, por precos quo fazem admirar
50 e 60000 ; sedas pretas lavradas de dif-
ferentes precos e qualidades. la isinhas pre-
tas, alpacas bombasinas, cantes etc. etc.
assim como um grande sortimento de pan-
nos pretos finos e casemiras pretas de todos
os precos o qualidades que se vende muito ,
malbaratado que em oulra qualquer em relaeco qualidade.
NOVAS POUPELINAS A 400 RS, O COVADO
O Pavo vende um grande sortimento
das mais bonitas poupelinas com lislrinhas
de todas as cores e com lustro imitacao
de seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se um bom vestid) de nanita fantasa
por pouco dinheiro, isto por ter-se feito
uma grande compra e vende-se a 400 rs.
o covado.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico om grande sortimento
de roupas, sendo palitos o sobrecasacos de
panno preto e cazemira, calcas o coletes de
brira branco e de cores, que tudo se vende
mais barata do que em outra qualquer parte ;
assim como tfot grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de lgodo e abnndante sor-
timento de
meias cruas.
BRAMANTE PARA LENCOES A 2i000, COM 10
PALMOS DE LARGURA.
O Pavo vende superior Diamante de al-
godao tendo 10 palmos de largura, cuja lar-
gura di para o comprimento do lencol.
sendo preciso para nada om, sendo cama de
soUefro, 1 1/4 e para easal 1 i/i metro,
pechincha.
Roupa por Mierda.
Na foja do PsvSo manda-s f*zer qrrakjnfer
peca de Obra a vottade'do iTreglez, pdra o
quo tem um perito aifaiate, responsabelrsan-
do*e os'donbs'db rtfabeiicimento por qual-
quer ftfta que possa haver, qaer per de-
mora, quer por qualquer defeito na obra;
e para isto heontra o respeitavel publico
uffl'grande sortimento de todas as fazendas
que desejr.
BRAMANTE A 1800.
Vende-se Superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lences, dan-
do -a teflrWa d'ea boa fazenda o conpri-
mefcto lo lencol, sendo preciso pata cada
uro*perias 1 ei/2 metros bu 1 a 1/4 pe-
chKha pelo preco.
Al j tj -, ~~\ *" *""*" pcwimwja. cuacna peto preco.
loja lo ravao est constantemente berta, das 6 horas da martite, 9 da noute-
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquinas
ou jaqnetinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos os modellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-se por precos
muito razoaveis.
ORGANDY COM SALPICO.

Chegaram os mais ricos organdys de co
res com sarpCos o mais bonito que ten
vindo para vestido, que se vende a 10280,
o metro, ditos brancos muito finos com
listras largas a 10000.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
mores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 30500 pega at a mais
'fina que veta ao mercado.
'E8PART1LH0S A tfOOO.
Vende-se um bonito sortimebfc dos me-
Ihores e mais modernos cspartrtlros tendo
do barato'preco de 50000 at 8000.
CrHTAS'FINAS DE .120 A 500 fcS.
Vende-se o mais elegante sortimento das
mais modernas e bonitas chitas tanto mui-
das como gradas, com cores claras e es-
curas, dndose de todas amostras.
FUST5ES BRaNCOS A 610, 800 E 1<200.
Vende-se muito bonitos fustes branfeos,
muito flexivel proprios para vestidos de
senhoras e roupa para meninos e vende-se
a 640, 800 e 10200 rs; o covado.
Casau a 9*Q rs. 0
O Pav3o estA vendendo bonitas cassas de
ctres fixas 240,280 e 300 rs. otidoi

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JT
1 ;
I
Diario de Pernambuco Quiuta- feira 14 de Abril de 1870.

cr

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I "
"'" ".....'
ARCA I IMPERATRTX ^ *
Esquina da-wa da Aurora, em frente do caf Itoperatriz.
"Hrartanano e aumpluoao estabelecimento de faaendas encontrar* asExaas.
im to) qaautopossaoiidtseMr, tanto em a/ligos domis rigoroso laxo,como enlodas
Hit qualidade de- faaeoda*.
Alm d* se acharern prvidos do que de mellior se enceaira neste mercado
por todos os paquetes, da Europa, receba- dtrectainruto o que em artigas de otada e
4o mais apurado gosto se encontra era Paris, o que- vew, eadad augmentar as prear*
5et on qua dispoa este estobeJaeimeato. para.beca servir sua numeresa freguezia.
C2>
Ajgodao fatgo para feneces e toalhas de Gase comKstras rteVda e flores, faten-
tonas as qualidades qae costana vir ao raer- da inteiramente nota para Testados de baile.
Gravatas p-ra sen oras e homens, o mais
Asacas Je todos m padrees e qnalida*- completo sortimeato qae se pode deserar.
es Ho vanadas que se nao podem descrever. Guipare preto e branco, diversas largu-
Aloonscom msicas para collocar retratos, ras e diflerentes costos".
delicado presento para qrjatqoer pessoa de Gollas e punhos bordados para seoras,
98?**.. ,. Guardanapos de linho pequeos e irran-
AtoalhadO de linho e algpdo, branco e des.
le cores proprios para toalbas. Gorgoreo de seda preto e de cores.
n ,M P&' .4 Grosdenaples prelo e de efires, haveb^
B punas de seda pretos e moito moder-- d0 diversas qoalidades e gostos.
oas, bem como de crochel, lo-io de apurado ^ 8
gosto e feitio. Japonozes para senhvras, o melhor gos-
Barocs de muselina, madSpolSo, brancos to, e fatenda propria para as festas nos ar-
de cores, para senhora e trwninars, rabales e passeios a tarde.
Bareges de cores variado sortimento. r^
Babadinhos oa tiras bordadas em todas as Laazinnas do todas as qualidades, cores
larguras. e gostos, nio ficando nada a desejar, tal
0&j2Em**z\
Quaado a AGUIA BRRNCA, mm precisa, scteBuflcar ao reapeitevel publico am
geral, e en particular a sua boa freguezia,! da immensidade de objectos que ultimamen*
ttem recebido, justaaiwitejquando ella menos o pedefoiere porque essa faKa invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todo qae Iba atteoderao o relevarla,
continuando portento a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA rea do
Queimado a. 8, onde sempre acharo abundancia en sortimento de superioridade en
qualidades, raodicidade em prego* e o seununca desmenttido AGRADO E S1NCERIDADE.
Do que cima fica dito se cuubece que o lempo de qoe a AGUIA BRANC V pode
dispr, empregadoapeaar de seus custos uo desempenho de bem servir a aquel les qne a
hooram procurando prover-se em dita loja.do qae necessitara, entretanto sem ennuine-
rar o's objectos. que por sua natreza sao mais condecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia & novidade os tornan recoramendaveis, como
bem seja
o sortment que existe para escolher.
Lencos, ludo quanto pode haver desde
esgai3o ao algodo commum.
Leques de madrepcrola e osso, o mais va-
Blbutina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grnete
variadade de tamanhos e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante de lirrho de H palmos de lar- riado sortimento.
ara, e todas as mais qoalidades. Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Bretanhas de linho e algodlo, grande sor- Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
timento. pores, sempre novo sortimento, quer em
Brins de linho branco e de ores, do mais pellica para homens e senhoras, quer em'fio
efBfllodo ao mais caro em qualidade, afGan- d'Escocia, brancas e de efires.
Cando o que ha de merhor na especie. i Tv~m
Brins d'algodSo completo sortimento e Madaporao; indescriptivel o grande sor-
variedade de pre;os. timento que ha neste genero, desde o mais
CSt elevado preco ao menor, qoe se vende em
Cassas de cores, o maior sorlimento, pri- peca e retalho por menos do que em ou-
arando pffo bom gosto e barateza, attentas tra qualquer parte.
ib qoalidades. Manas de blonde para noivas : o apurado
Cambraias brancas, tapadas, e trar.sparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
tes de todas as qoalidades e preces. habilita-nos a dizer qne temo em nosso
Gamisinhas de cambraia de linho e cassa estabelecimento o que de melhar se dese-
oordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar ama noiva.
Camisas para horrens e meninos, t3o va-
nado sortimento que vai do mais ordinario
tnadapolSo ao mais perfeito bordado de li-
te cambraia.
Camisas de meia, de flanella, brancas e
Casemiras pretas e de cores, o melhor
que se pode imaginar, sendo d'isso a me- aialo ao mais superior, por preco
borprova o grande consommo deltas na camodo.
oSEcina da casa.
apellas de flores, para noivas e bailes,
desde a mais candida flor de larangeira at
i mais inieressante grinalda.
Mantas pretas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e Nsos.
Musselina branca e de efires, lindos e va-
riados padrees.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
muito
Chapelinhas no melhorgosto.de todas as godo para camisa.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de ai-
afires hoje preferidas pelas senhoras de
fiis apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
altimo gosto de Paris.
Chapeos de sol, para spnhorase homens,
de todos os pre;os e variados gostos.
Cbaly com ricos padrees para vestidos.
Chales de todas as quididades, avallado encontrar oeste genero, e de mais fragante
Guraero e nao menos variedade de gostos, e suave no olphato, tem o PAVILHAO DA
Chitas, mpossivel descrever o sortimen- AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
:o e variedade de padrfies e novos gostos,! da at o mais fino Bouquet d'Amour, Anal-
ta ueste artigo tudo quanto se pode desejar.' mente tudo quanto deve oceupar o touca-
Cintos para senhoras o que se pode ima-! dor de urna seohera de gosto.
Princetas pretas c ^e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
Afires; fazenda lindissima.
Pelherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhore mais agradavel sepde
apu-
g:aar de raeUior.
Coques, o melhor no gosto e nos entei-
res, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais
rado gusto e lavor.
Ditas de fusto branco e de cores por
precos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
filfi.o qoo de melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
maior sortimento.
Damasco de 15a de 9 palmos|de largura
indas efires e ricos padrfies.

Espartilhos bransos e de efires, para se-
nhoras e meninas, o melhor neste genero;
cenhuma Sra. deixar por certo de muir
se de tao precioso auxiliar perfeico de
om corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Enleites para cabeca, ultima moda de
Paris, receida no ultimo paquete.
EsguiSo de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas, largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padrfies,
Fi :bo.s de crochet, modernos com cintos
capas, o que ha de melhor.
Filfi de seda, linho e algodJo, de todos
os gostos e padrfies.
FustSo de todas as efires e qualiiades
grande sortimento.
Flanella branca e de efires.
Flores, o que ha de mais rico, qoer
Saias bordadas, brancas, lisas e de efires
com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sabidas de baile, de todas as efires.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de lis'.ras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sanrelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pintaras para 8
cadeiras, mais pequeos e d todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algod5o de todos os
tamanhos, li-as e felpudas.
Taiiaiana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gosto6 delicados pro-
' pria para baile.
Vistuarios bordados de fast3o brancos e
de efires para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de 13a escoceza de 2 saias,
novidade pelopadr5o, gosto eforma; ditos
de linho. com barras de efires, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
no.idade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de btood para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Ex mas. (recuezas, que
somos os nicos era Pernambuco qoe pode-
mos oSerecer ao Ilustrado publico, o mais
apuradogosto em semelbante materia, gra-
pas ao bom gosto do nosso ornecedor em
oltas, quer em ramos, tem o PAVILHaO Paris, podemos garantir que ninguem neste
DA AURORA om permanente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
4isposic3o das Exmas. familias. i coala.
E* dispondo d tao grande e variado sortimento que os propietarios do PA-
VILHAO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
Prvidos de todo e promptos sempre a prover-se do qoe por ventura lhe
eja necessario, os proprietarios deste sumptuoso estafcelecimento recomnendam-se
tem receio de serera contradictos e protestara esforcar-se por continor a merecer
protejo que se Ihes tem dispensado ; certos de que do seu estabelecimento nao sahira
o freguez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
tas, prompto executar com promptidSo e bom gosto qualquer trabalho que lhe seja
confiado. Urna modista especialmente oceupada nos trabalhos do PAVILHAO DI A
30RA, dirige os qae lhe s5o concernentes, garante por seu apuradogosto epromptidSo
na execueo e a mas completa perfeic5o nos seus trabalhos.
A numerosa freguezia qae nos honra urna pro va de que merecemos o con-
cito que se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
T*f ??,s* Para facilltar ain(la a concecucSo do flm que nos propomos, temos no nosso
esUbelecimento os ltimos Agarraos de Paris, que recebemos por todos os paquetes, os
KeTnm?! T! ^rem visl08 as fami,ias nossas.fregnezas, aflm de escolherem,
com o padrao da fazenda o gesto na forma.
Na oficina de alfaiate, janto ao estabelecimento, ha igualmente os figurinos
parabomens que por todos os vapores se recebem. aWPf U5 "K""uus
A.ft n ,.EleSt m0 publico e com o mais profundo respeito convidamos s exceflentissmas Sras. a visi-
tX^^m^^' CerW8 deeBWDtrafem neHepe, e^r preco possive-
.Mandramos caixe'os Ii?var as fazendas eamostrai
jo podaos espocSflcar tqd(> quaato temos.
Jjolaiz,
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim c obras essas
cuja oovidade de molde e perfeicao de ador-
os es tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas efires e qoa-
lidades para cintos.
Loques uesse objecto muito. se poderla
dizer querondo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimeato que acaba
de chegar, mas para nao massar o prcten-1
dente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecat de 42 tiras.
Goipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenos.
Ditos de algodlo com flores e lisos.
Veos de seda para cbapeHoas o monta-
rla.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptiaados.
Touquinbas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Gamisinhas bordadas para ditos.
CdpeUs brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita;
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinuas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos peotes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Adereces e brincos de raadreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para bailo.
Novos stereoseopos com 48 vistas, as
quaes sio movidas por um macbinismo
urnas substitnem as outras.
Vistas para stereoseopos.
Bonitas caixinbas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de raadeira envemisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
enancas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
I para enleites de mesa e de lapinhas.
S0RT1HT0 COMPLETO
1R1IAZF\S
I?
N. 23Largo do Ter^o.N. 23.
NOS GRANDES
DE SKCCOS
K HO I H AIIOS
DE
SIMO DOS SANTOS & C.
PROG
10 Pat?o da Plfeuha 10
DE
SANTOS & FERR IRA
Os proprietarios destes bem sortide* armaiens participara aos seus innmeros
freguezes tanto desta praca como do matto que tendo cito grande diminuicao de pre-
cos as suas mercadorias estio por isso resolvidos a vender por menos de tO e 20 "lo.
do que eac ou:ra qualquer parte, garantindo-se portanto a s pjrior qoaidade de qual-
qaer genero comprado uestes dous eslabelecineotos. Mencionamos lguns dos nossos
gneros e a vista destes sao comprebendidos os outros, porque enfadonbo seria men-
cina-los.
Se alguem duvidar venha ver.
Vinagre branco mandado vir por contaj Gaz amencono marca Dves a 8)J800 a
propria vindo de Lixboa, a 320 a garrafa e', ... ...
480 o litro |1,ta> 380 rs- a 8arrafa e S6 ,itro-
dem tinto Figoeira, Lisboa e p^ a | AzeRe dow de Lisboa a 900 e l^JOOa
320,280, 2M)e 200rs. a garrafo e 480 300 8,rrafa em P01*^0 faz,S9 rande abaum6n-
rs^ o litro. t0-
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estrato eaf,.e,ra car0(?0 a ^ 2S.6 r* ,
a 560, 500 480 e400 a garrafa litro a 810 5^ %r"mm *Lj80' ^40 e 600' e
760, 720 e 00. 7. 7*0 e 8J800 srroba.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 360 Miioalpista 200 rs. a libra e 440 o ki
a garrafa, em porcao ha abatimento. ^gramaa e 5800 a arroba, em porco ha
Vinho do Porto, engarrafado das melho* -abatiaento.
res e maisacretadas marcas a 1^000 e l*ft A os Jf8" do ultuno vaPor a 3200
tmOoU a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc
MaOJA
no
GALLO VIGILANTE
Rna Crespo o. 9
Os proprietarios det bem -ouhecido estabele-
cimento, alm dos mu i las objectos que tinbara ex-
postos a apreciaco do respeitavel publico, man-
daram vir e acatan de reCeber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento dr
finas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvidos a vender, como d seu cosame,
Sor precos muito baratinhes e commodos para to-
09, com tanto qiie o Gallo....
Muito superares- luvas de pellica, pretas, brau-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas golliuhas e punhos para se-
nhora, ueste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissrmos enfeites para eabegas da.
Exmas. senhoras. -
SuperioreS'traiKas pretas e de corea cora vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonito* leqnes de madreperola,
marfm, sndalo e osso, sondo aquelles brancop
com lindos, desenho, o esta pretos.
Muito superiores meias Ho de Escossia para se-
nhora*, as quaes- sempre se vendern por 30#000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20*,
aim destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entro as quaes algumas muito
unas.
Boas bengalas de superior canna da India f
castao de marira cora lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor s i
podo desejar ; alem destas temos tambem jrrandi
Suantidade de outras qualidades, como seja ni, rna-
eir, baleia, osso, borracha, etc. ete. et.
Finos,-bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora o para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfitu e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, o nos por nossa vez tam-
bem asseguranus sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agullias para machina e para croxe
Linha muito boa de-peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralho de cartas para voltarete, assim
como os tantos para o mesinu flm.
Grande e vanado sortimento das raelhores per-
fumarias e dos memores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convuls5es, e
fartlilam a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigioso;
collares, e continuamos a recebc-lo9 por todos os
vapores, afim de qne nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois podero aquel-
les que delles precisaren, vir ao deposito do galle
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao flm
para que sao applicados, se venderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objeotos que deixamo*
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Bixas de Hambur go
Por meia*. d que mu unir, qualquer parle
venden e e alugam-se : na ra dolmperador n.
38, ainmzea do Campos.
FSCRAVOS FUGiDOS.
Fugio no dia 26 de ferereiro, pela 2" vet, a
escrava crioula de nome Belizaria que repaesenta
ter 40 arnios, estatura barxa, com grande falla da
denles e com mna sicatriz de quetiiadara no nn-
?o direlto, tendo levado dons chales, sendo un
verdee outro listado de azul e hranc; quero
capturar sirva-se leva la a Ponte de chp
llin(1 J5o Jej RodrigHes Mendes, ou a roa
da Madre de Deus n. 28, que ser generoaameo*
recompensado.
Fngio. di- eageiilia boa-iku, a enmarca de
Carnaragihe e provincia das Alag.-.., o escravo
nicolao, idade 34 annos, altura regular, grosso do
corpo, andar banzeiro, ten fHa de dentes na
frente, rosto largo, barbad, eostun a as vezes fa-
ler teda a barba,- e lea um cic*iriz na testa,
os ps grnssos ; este escra- u anda fgido desde e
dia 16 de Janeiro do cor rente auno : roga-se por
tanto as autoridades policiaes e aos espitaos de
campo a psao dc?le wcrav i e o entregar no en-
genho acuna mencionado, ou ne.-u praca a roa
do Vigario n. 12. ou travessa do Cupo Santo a.
2o. priineiro andar, que se gratificar generosa-
mente.
Ausentou-se a prto de dous mezes de casa.
de sen senhor a eterna prea rala de uone Mara,
com |>rrio de 60 annos de idade, alia, gorda, mui-
toreiirista, fui escrava doSr. I)r. Amavo, consta
que anua nest mlade e lew sido vista no bairr
da Roa-vista e em 5. l- eom tabclflro na ca-
lcn : quem a apprehender e delta poder dar no-
ticia exacta, dirija se ao pateo de S. Pedro n. 11,
queffi graiiliead'i.
Fuyio do engeiihn CamaragilK! na freguezia
de Sennliem periencentes a Gaspar Mauricio
Wanderlcy os ecravos seguiutes : Samuel criou-
lo baixo. groen, nariz chafo, diz ser da Costa por
ter sido comprado pi-quetin, Joco Caboculo de ida-
de trila e tantos annos, ps chatos, ventas arre-
hitadas, estatura baixa, cor feixada, pouca barba
e esta na pona do queixo, Felippe mulato de ida-
de de 16 annos pouco mais ou n:en >s, bato, gros-
so. sem defeito algum, leve bixns em peiueuo. po-
rm pouco apparece ; por isso pede-se as autori-
dades policiaes e capitaes de camp- a captura dos
mesmos e lvalos no mesmo engenho ou ua roa
da Moeda n. 5, 2 andar escriptorio de Manoel Al-
ves Ferreira 4 (,. que sero gralilirados.
COGNAC.
De superior qualidade da mui accrediU-
da fabrica de Bisquit Dubouch & C, en
gnac urna das qne mais agurdente
cognac, fornecem para o consummo
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra
commercio n. 32.
CEMENTO
0 verdadeiro portland. So se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem d
Jiio Martins de Barros.
e St. Julien a
7^500 e Wm, a dmia e *>iO rs. a garafa.
Genebra de HoWaiida e laranja doce aro-
mtica a 6^100, 7|>, 411I6OO, a frasqoeira.
Serveja Bass-, IHers A BHI a 9S0O du-
zia em porco ha grande abatimento.
Jdem raxrca H el* o outras marcas a
5500 e 0, a duzia e 50 rs. a garrafa.
Assim como ba outros muitos
Aletria, macarrio, Uiharim a 500 rs. a
libra e l abtimesto.
Sabio massa de l'e 2a qualidade a 220
e 210 rs. a libra em carxa ba abatimento
Toucinbo de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o ki'ogrammo, em arroba ba
grande dillerenca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
paseas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmelada, bolachiahas de todas as
qualidades, peroa, Fraocy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nionac, par
lace de Vanetfea combioaUon, Bntaaia, doce de goiaba boa, chouricas, manteigas finas
franceza e mgleaa, banoa de altimor, pliospboros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidade*, Ganarla, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, brau, peiie
em latas de todas as qualiiades, farinita de milho americana, grandes molhos de sebol-
las, nestes dous armazens existo tambem grande sorlimento de losas propriw para net
gocto, que petos seos soBMaodos pre^o faz vantagem aos eepradors.
&C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
jios forradorgs de carros,.e donos de co-,
cheiras.
Na eocqeira de Vieira 4 C, ra Nova n. IW,'
tea para vender o sesruinte : pelln de vaqueta:
muito grandes, encerado groaso. para suarda chu-
va de carros, dito fino prelo, e coa e rap para
forro dos carros, seda azul e panno para forro
galo largo e estreito azule cor de rap, botSea
nrancos e ames para alcoxor, progos de cabeea,
de marfkt, escoras de palha para lavar
- ----- osea- uan-au
I? ml'-i?!!^ ?"ral*rrOT 6 '"^ Pfnpr,a8 *" corte, naraa do Lavradio n. 62, onde
as mesinas, bonitos eticte* para carros e para
cabriotet. palles de camurea, tapete pintado azul:
para o fundo dos carro?, encerado grosso pintado
para o mesmo tira, latea com graixa para I impar
os arreios, mollas para carray fearagena comple-
tas para arreios branca e ama/ella, e muitos ou-
tros objectos proprios detaea.estapeleciraentos. '
Vende -se orna machina completa de fabricar
aguas gazosas com rodos oa seos apparerhot, ha
posee carnerada as Cf lebres nfneinas do Sr. !
theus de Mona-York. A machina 4 aurrada da
porcelana com aaa opaci4ade de 8D medidas,
mas que suAhieute para producir 100 duzias oe
garrafas por dia. Est actualmente trapalhanda
podo
examinar : para informaedes dirijam-se rna da
S. Pedro n. 28, no Rio Oe Janeiro.

MiUio e arroz de casca
Vende-se milho o arroz do casca novo n> sac-
eos, no trapiche da companbia: a tratar
da Cadeia*vaibe, casan. I, 2* andar.
VENDE-SE ou arrenda-se o engenpt
S. Gaspar, sito'na freguez^ de SerinhSem
Venda de lampedes
p railluraiuatjfio.
Na loja de faarileirb de Antonio Moreira Pinto,
oa travosida na o Vigario n. 3, tem para vea-
et 300 a iOO lampeSeu proraptos, muito, econ-
micos por seren para gaz liquido, e do excellen-
na ra; te ]UI elles antes que se acaben, senhores en-
earregnfld* e ilmtnina^s, aun sao baraos.
comarca do Rio Formoso, -proiiajo do em
barqne, com grandes partidos do pal V
massap i roda da moenda, mattos manga
pafa.madeira necssaria, bom,pasto, eV-:
onde orem pedida, visto a tratar na ra d" Aurora n, 2tJ; ou m db
^nperadprn,20.
!' t"" nuil I n .ii.i. .......
r^rinrhi de maiidooa

icqs e hyipnos deyoios para, o rne
Qmajtido vome ana apernado ie-couro
De naarroqnim dourado
Iv'VItARfA^raANCEZA.
Veaden>faeafevna.miefltre*tt itossrio A/i^W./prapipta pVa tranall : ba rua
a. 9juntoaigreja. rial n. 243,
Impe
J cordeiro previdentt
Roa o encimado a. i.
Novo e variado sortimento de perfumarii
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perft
marias, de que effectivamente est prvida
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba o
receber um outro sortimento que se tora
aotavel pela variedade de objectos, superior
iade, qualidades e commodidades de pr
^)s; assim, pois, o Cordeiro Previdente peo
e espera continuar a merecer a apreciag
io respeitavAl publico em geral e de se
boa freguezia em particular, nao se afat
tando elle de sua bem conhecida mansidJ
a barateza. Em dita loja encontrarao o
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingieza, americana, frai
ceza, todas dos melbores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservadlo
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e cha
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
(rancezes em frascos simples e enfeitadoc.
Essencia imperial do fino e agradavel cha
ro de violeta.
Outras concentradas e de ebeiros igtui
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidadi
com escolbidos ebeiros, em Irascos de dift
-entes tamanhos.
Sabonetas em barras, maiores e menor*
para mos.
Dftos transparentes, redondos e ote figt
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinba para barb
Caixinhas com bonitos sabonetes imrtand
fructas.
Ditas de maderra invernisada contando f
aas perfumaras, murto preprias para pr<
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tai
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e i
moldes novos e elegantes, com p de arre
e boneca, '
Opiato ingleza e francesa para dentei.
Pos de camphora e outras diiereaU
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada naU toquen.
Um ontro sortimento de coquea da ni
?os e bonitos ardides com filete de vidrilbx
9 alguns d'elles ornados de flores e fite
esto todos expostos apreciacJo de que)
os pretenda comprar. .
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeiclo.
Flvellaa e fitas para dato..
Bello e variado sortimento de tees objet
tos, ficando a boa eacolha ao gosto do coi
prador.
CEMENTO
pemrLAivi).
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Coata o Filno, defrente do uto & Con-,
ceicio, em uarncaa pandea.
Fiipiji do eneenho Minh< cs, da comarca A
Sanio Ama.i, no da 20 de junho do anna passado,
o escravo de nome Francelino, representa ter 35
annos de idade, com os signaos seguiutes cor
preta, baixo, corpo reforcado, cara larpa, bastonte
barbado, olhos pequeos, nariz muito afiado, boc-
ea regular, dentes curtos e limados, muito prosis-
ta e andar apres>ado ; consta andar pelos sobur-
bios da cidade de Olinda, engenho Fragoso, Catn-
ej, Beberibe rv Apipucus, acoutado por Joaquim
Jos de Sarl'Anna, sen irrnao liberto, o qual tem
em suacjmpanhia urna cabrclh;. e filhos da mes-
ma, e por outro irmo de nome Jos Bagla, qoo
o conduzlra para os lugares cima inndicado,
alem de um nutro serio de nomo Jo: Zachanas
da Silva, conhecido por los Pajni. por ter vindo
daquella comarca. Rogase > autoridades e ca-
pitaes de campo que o apprehendam e o levem
ra do flangel n. 17, ou no engenho Ktabos, a
entregar a seu senhor Joio Crrela de Queircz
Monteiro. que ser?" generosamente piaiificad-s.
Fugio do engenho Jardim da fiegnezia de
Serinhem o escravo crioiilo de nome Ignacio, e
com os >gnros seguintes: cor ful;., alturae corpo
regulare?, olhps pequcuos, uariz chale, bocea gran-
de, e o bcieo superior um pouco lino, desdentado
na fr nle, barbado, e tem marcas de rendas as
candas, ps cuchados, os dedos dos [- curtos,
deve tersignaes de caslipos, nalural da freguezia
de Hezerros, onde ten paicntes, leudo a falla como
os naturaes desse lugar, eannlb, e trabalha de
banqneiro ou mesmo meslie de a^suear : quem o
prender ser recompensado generosamente na ci-
cade do Itecife pelos Sis. Leal & Irmao. o no en-
genho Jardim por Mariano X.ivi i C.nnwiru da
Cunlia.
No dia B do eerrenie ao desembarcar no
arsenal de marinh o 'J0 corno de vt.lnntariu, ten-
do o enmarada do Menle Gustavo Lanosa Quina-
quina do referido carpo enlrgado ah: a um gai.lia-
dor urna mala coniendo roii( e certos papis de
imprlaneia para levar ao quarlel das Cmco Pon-
as, econtece o c.marada per de-lo de vista em ra-
zao do grande numero de pessoas qoe all exista
e o ganhador por se em fuga.
Por isso roga-se s autoridades poildass tuda a
allencao, e s pesseas que della iiver noticia quoi-
ram fazer o favor de dirigir se ra Augusta n.
43, que ser generosamente recompensado.
___________Guttavo Luxtosa ijyin'iipiitia.
100$ de gratificaco
Fnrlaram do engenho Arand de laixo, do ter-
mo de Santo Anlao, 3 Qkvallos, na noute de 6 pa-
ra 7 do corrento os quaes tem os signsoi seguin-
tes :
1. Castanho claro, grande, nutrido, castrado,
com urna cstrellinlia ua testa e -.om a letra C em
cada un a das ancas.
2. Preto andrino, castrado, bom c rpu, nutrido,
com igual ferro, tarrbem sobre as incas.
3." Anda poldo, in eiro. eardao vermelho, gor-
do, crinas pretas, curto, bom corpo. com o mes-
mo ferro dos outros, mas sobre os dous quartos,
em vez de ser as ancas, andador bateo.
Quem os pegar e trouxer ao abaixo assignado
no referido engenho, ter a gratificar') de 504
por rada um, e se prender o ladro o o entregar
a autoridade competente ter mais gratificacao
de cem mil reis.
Arand de baixo, 7 de abril de 1870.
Amlrroso Machado da C. Cavalcanti.
FUGA
Fugio da casa da rna de Santo Amaro,
n. 22, no dia 3< de marco do crreme anno
o preto crioulo de nome Jo3o id: de de 30
ann s pooco mais ou n enos, com os signaes
seguintes: baixo, chekt do curpu, p-iuca
barba, rosto com marca de bixigas, um
dedo de menos na m3o direila. o qual foi
escrevo do Sr. Antonio Climaco Moreira
Temporal, e julga-sa assistir n'uma Das
qualro freguezia da cidade. Regase pois
s autoridades competentes e p.n-ticulai i s o
obsequio de apprehenderem e leva-lu iua
do Crepo n. 5 qoe generosamente se com-
pensar.
n
No dia 3 do crreme por volta da> 2 horas da
tarde fugio o mulato Manoel, segoindi a e irada
de Sanio Amaro de Jakwato, em seguida ao ser-
tao de Papacaca, d'onde veio vendid.. em 865
pelo Sr. oo Cavalcanti de Alboquerqne, onde
An ten pai livre, e *m es siams ae^nles : M-
xo, grosso, eom bastante barba, cahel'o corrido,
rosto comprido, falta de mites dantas, ma.* < ps
pequeo?, idade -4* M annoi, muito n-perio e
alegre, consta que comprou caiga de bro, brai co
e pa etot de lirim pardo, sapatos, e I voii cliapeo
de sol de alpaca usadoehopeodeeabecaHe nuia
manilha j usado, leven pata neis oe tifia em ,l-
nheiro que tinba rocobino de di er.-* f1.g1.e7ea
onde venda pao e levava bolachas, ha noiieas
que seguin com alguns volnmario oa 1 alna da-
quellas parageB9 com anem tialm rersees iodo
os das quande ia venaW p> na* a di- do Gi-
qnia, nos Afogados : pede-se s autoridades poli-
ciaes, capitifs.deeamp^ etneMe Sr. Alfetquer-
que de Papacara.captura do dito escr-v.., e re-
melle -lo a seu senhor na ra Direila Vs Afoga-
dos n. 66 A, qa aera ttem- t'ewmpeagadu.
Esii f of Ido o escravo PiHemon qoe ^-i do
Dr. Joo Honorio, DdQ aro-de 18 non s de
idade, estatia.afulai^toane da> ms*. nm '
sudo e com nma JMqpqjaa.a atina swafia p*'tla~
do do nariz, satiQ com calca parda, ramisa e ja-
queta branca, a rtaneo redondo e baixo de alpa-
ca preta. Suppfr-a'apa fln* pete barro da
Boa-vista e arrabsldes, onde ttni aai Mo-
ga-se pois as autbtiriiaiw pnliaea. on a qnal-
qner particular o farr<<4ai o preavtw a atavio a
casa nova junio as ufflcuw .d> nos
de Apipncos, ou roa da Serrzall 38,
escriptorio, onde s dhfi a gratlfifafA cin-
coenta mil reis.


*^

8
Diario de Pernambuco Quinta feira 14 de Abril de 1870.
_____________________________________________________ ________________________________________

a
^
UTTERATUM.
O Ohrfoto no (olgotha
Et post Miomain uxagmla
. duas occiditiu- Christui.
Daniel, Mp. IX, V. z6.
I
Debaixo das paliueiras de Israel os cau-
tos haviam einudeeido nos atades e o
Evangelista escrevia o ultimo verso no sen
livro sagrado.
0 deserto desdobrava a sua sombra en-
torno do Calvario, cumo o prenuncio de
grande calastrophe.
Era urna especie de luctuoso manto, es-
tendido nocaminbo por onde tinba de diri-
girle a victima sacro-santa do Synedrio ao
sen. ultimo supplicio.
Ihz das estrellas da Asia deixaram de
fulgir os diamantes que os falsos deuses
espalharam em sua passagein.
E o Ibis, pousado no cimo das pyrami-
des e escondendo a rabee, a debaixo da -iza,
nao mais aninhou-se na cpula des mau-
soleos.
O Gelbsiraani, como o peregrino que para
no raeio da noute conservra-se triste e si-
lencioso, e a torrente do Cedrn se desu-
sando de manso, cborava urna elega do-
lorida. "
Os cbos de Josaphat eram tristes, e
Sio, immersa em urna saudade profunda,
coniemplava o archanjo da destruido que
lhe sacuda na fronte a poeira de seu dia-
dema.
As setenta semanas estavam quasi a ex-
pirar e no itrio de Plalos o Christo va ap
proximar-se o seu dia extremo.
voz dos prophetas echoando no seio
do passado desenrolava-se urna escada de
estrellas por onde o Homem Deus havia de
subir seu pai.
No horto das insomnias o calix foi-lhe
amargo, mas o seu pensamento, errando
pelas ruinas das crelas moras, levantava
os espirito* de luz.
E o Geihsimani, como o peregrino qne
para no meio da noute, conservava-se triste
e silencioso, e a torrente do Cedrn, desli-
sando-se de manso, cborava urna elegia do-
lorida.
II
Como o ocano agitado pela aza torva
dos veudavaes, o povo judtu tumulta va
no meio das pr.iras.
A inquietago transluzia em todos os
eihos, a anciedade do desespero convulsava
em todos os semblantes!
Os sacerdotes e os juizes, decretando a
morte do Chisto, condemnavam-se s mal-
diees de lodos os scalos, e a humanidade
ineira refugiava-se sombra do lbaro sa
grado.
Como a torre de um rei mago em dia
de festa, o Calvario j eslava coroado de
espectadores.
E o anjo da melancola, debrucando-se
dos borisontes, carregava o aspecto di na-
tureza.
Lgubre como um c aneo, descobria-se
a riuipa dascalvada da montanha e logo
aps assoma a victima celeste rodeada dos
seus algozes.
sua presenca calaram-se os alaridos
daquelle povo, sdenlo de sangue, como
calam-se os rugidos do tigre, depois que
empolga a presa.
E o Senhor, com a fronte radiante pelo
brilho dos milagres, tinba nos labios a des-
cor e a frieza das rosas do invern.
Sobre aquelles hombros onde firmara os
seus primeiros alicerces o bello edificio da
mica religio verdadeira, pesava um ma-
deiro de ignominias, e symbolisando os
criaies e innmeras geraces; e sobre
acuella cabera onde se fermentavam as
ideas substanciaos de todos os seclos es-
treitava-se urna cora de espinhos.
A palavra do propheta devia cumprir-se;
o caminho da execugo havia chegado.
III
O Redemptor do mundo, coberol de af-
frontas e escarnecido pelas turbas comegava
a ser pregado na cruz.
As marteladas do algoz sobre os cratos
surgiram faiscas que illuminaram o mondo,
e os gemidos que a dr lhe arrancava, eram
palavras de perdo s iniquidades daquelle
povo : Pater demitte Mis.
E como um propheta eleito, recommen
dando o discpulo amado, n'um grito pro-
fundo, como um trovo subterrneo, entre-
gara o espirito Jehovah.
Rasgou-se o veo do templo; a trra, es-
tremecendo, como se um drago de fogo a
suspendesse no dorso, escancarra os abys-
mos.
Os morios, levantndose dos sepulcros
e esrndendo o rosto as dobras poentes
das suas mortalhas, estendiam a mo, como
para conler a torrente das abominares
que os horrorisavam.
Os mares, ergnendo-se das suas profun-
dizas aliravam-se rugindo por cima das ser-
ranas ; e a noule, apertando em sua dextra
tenebrosa o imbo do sol, vertia no espago
um raio avermelha lo como um cyrio mor-
tuario para o funeral de um Deus.
O ultimo verbo da sciencia humana es
tava escriptoConsummatus est.
('uoMimiuatum est !
Filbos de Christo, consummoa-se agora
o horrendo crime d Israel na cruz !
Trmula se abre a trra t o sol descra I
a igreja chora, que morrea Jess I
Levanta o soterrado a loosa dura !
do templo augusto se espedaca o veo I
noute completa negrejou na altura t
densa negrura nos esconde o co I
Cumpriram-se as prophecias !
entre affrontas e agonas
troou da morte o prego f
Compungida a natureza
vestio do luto a tristeza I
parou d'assombro o Jordo.
Rei, pobre, escravo, pranteia I
lava-te em pranto a Juda t
chora, perdida Sio !
Quem dea loz vossos olhos
porque visseis os escolhos
da vida, olbai... j nao v f...
Quem dea agua rocha dora,
sustento raga perjura,
que sempre, sempre descr,
morreu no Calvario exange,
para vos lavar com sangue
as nodoas da vossa f I
Nem o canto de Isaas,
nem a dr de Jeremas,
te lembroa, Jerasalm !
nem foste pedir conselho
s aguas do Mar-Vermelho,
nr'm as ras de Solem,
nem as torpes M dianitas,
nem aos falsos Gabanitas,
nem ao sangue de Sichem !
NSo le serviram de guia
as pedras de Samara,
o castigo de Cor,
a Arca santa da allianca,
a soberana pujanca
do braco de Josu,
nem Dalla, a m serpente,
n 'ni a serena corrente
da ffile de Bersab !
Pois de Sal a inclemencia,
de David a penitencia,
de Salomo o saber,
d'Absalo as concubinas,
do Templo as vastas ruinas,
os magos ottios d'Ester,
nao te arrancaran) a venda
da tua cegueira horrenda ?
nao te lizeram tremer ?!
Tantos annos de tormentos,
tantos fiis monumentos
na ierra como nos cos,
Nao dzem que o Nazareno,
lo forte, e sabio, e sereno,
era u Messias dos leus ?
Pergunta ao liel Caleb,
pergunta sarga de Horeb,
pergunta se elle era um Deus!
D'Isaac pergunta esposa,
pergunta Lia chorosa,
pergunta casta Rachel,
pergunta formosa Dina,
ante a qual um re se inclina !
ouve as filhas de Raguel,
ouve Dbora aguerrida !
pergunta o prego homicida,
da forte, heroica Jahel!
De Moyss pergunta vara,
pergunta s penas de Sara,
e aos mil desprezos d'Agar.'
vai de Geth s sepulturas,
vai do Thabor s alturas,
vai a Thar pergunlar l
v Chanaan, veo Egypto !
e has de achar seu nome escripto
no co, na trra, no mar!
Que breve sao esqaecidos
os Lazaros resurgidos
da ingrata Jerusalem !
allivios de tantas penas!
wj-s) amor, Magdalena !
os pastores deBethlem !
e essa estrella peregrina
que o berco de Deus ensina
aos Magos que adorar vem !
Ai 1 tu perdeste a memoria
das propnecias, da historia,
madrasta sem corago !
mas, de sangue salpicados,
Serio leus ridos prados
espelho de maldigo !
teus montes nao tero selvas ;
leus plainos flores, nem reivas,
Clethal, estril Sio t
Como de arbustos damninhos,
colhers smente espinhos
das rosas de Jeric !
vero seculos inteiros x
em toda a ierra estrangeiros
os mos fi'ihos de Jacob !
Embora ao co, que te esmaga,
pega perdo cada cbaga
do manso, divino Job !
Ai de ti 1 que penitencia
Poder ganhar clemencia
para o teu povo, Israel ?
Idolatra, m, perjura
desde Pulipbar, a impura,
desde a corrupta Babel !
altiva, ingrata, descrente
desde o Horeb e a sacra ardente,
de sempre sempre, cruel.
Um sepulcro dilatado
as ondas do mar anciado
abysma o Egypto opressor!
De Ilemor culpada a cdade
paga em sangue a castidade
d'uma virgem do Senhor !
as faldas o monte santo
costa um crime ongo pranto,
multo sangus, e mnita dr !
Pelo ultrage dos Levitas,
o crime dos Benjamitas
faz o espanto de Jud !
De Babylonia a torpese
cresce e reina em torno meza;
junto a meza a morte est !
Tu... mais que todas perdida,
a tua sorle, deicida,
que sorte horrenda ser ?!.'..
a triste mi traspassjda,
cae na Ierra ensanguentada,
e ao p da cruz se abracoi
Nos olbos tem
nos labios tanta
que o anjo poro qWisse
Ave ilaria chorou t
Todo est coocluido,
Segundo vos, prophetas de Sio I
O verbo ei lo comprido:
Os prodigios f o crlms !... a redmpcao
.*
Soneto.
Naquelle sacro madeiro arvorado
Vs o Autor da vida estar pendente,
E ao mundo dizendo tcitamente,
Qne foi para te salvar n'elle cravado
A vista deste tormento impiedado,
Que constante soffren humildemente,
Como ests na cnlpa renitente
E deste Divino Amor to deslambrado ?
Nao te penetra o peito endurecido.
O ver correr do sed lado, ps e bracos
O sangue, que ti mesmo tem remido ?
Perdoa, Christo, se urna dr mundana
vem fallar de castigos neste dia t
Tu bebeste por toda a bumanidade
o calix da agona I
No trislonho jardim das Oliveiras
(tu s velavas, tudo o mais dorma I)
eu vi-te approximar dos labios trmulos
o calix da agona!
O amargoso do fel'te lacerava
fibra por fibra I a dr te consuma!
e lavaste com prantos mais amargos
o calix da agona r
Pois quem se vinga? O homem! Deus perdoa
S a vontade humana -se entibia
da morte nos umbraes: s Deus acceita
o calix da agona t
Nos somos d'Israel filhos impuros,
cgos luz do sol em pleno dia !
Tarde venda cabio, mais (arde o pranto
pela tua agona !
Senbor tu que (aneaste olhos bondosos
ao discpulo vil que te venda,
oh salva os desterrados filhos d'Eva
pela tua agona !
Na eminencia do Calvario
morreu de Deas o Cordeiro !
eo soluco derradeiro
foi o perdo de Jess !
Treme em seas eixos a trra,
que nos parece tamanha ;
e fraquissima peanba
para suster Deas e a cruz !
De urna dr sem semelbante
Pensa melhor,
E, como vs
mortal, emenda os passos 1
Jess por ti ferido,
Teu duro corago fazo era pedagos.
A RedempcSo.
Christos, ao Calvario ao logar do gran-
dioso sacrificio, onde a bumanidade vae ser
regenerada con o sangne d'am Deus, e on-
de um Deus Homem, no meio de espanto-
sos tormentos, vae expiar as iniquidades
dos perversos filhos d'Ado!
Ao Calvario I onde a espada da justiga
inexoravel do Eterno vae ser partida pela
obediencia at morle do sea Unignito t
Ao Calvario I onde Jess vae rubricar
com o seH sangue essa allianga sublima en-
tre Deus offendido o o homem culpado, e
abrir aos peccadores as portas da eterna pa-
tria, que ojpeccado lhes tinha fechado I
Quatro mil annos d'universal expectaco
sao j passados ; e eis que o acontecimento
extraordinario, to desejado pelos patriar-
chas, to suspirado pelos justos, predicto
pelos prophetas, se realisa : as nuvens cho-
veram o Justo, a trra germnou o Salva-
dor ; as semanas de Daniel estam Andas, e
um sceptro estrangeiro pesa sobre o povo
d'Israel, e o lempo marcado pelas propue
cias para a realisago da obra estupenda da
redempgo do mundo pelo Filho de Deus
humanado, tinha expirado j.
E Ei-lo! Ei-lo que l vae sabindo as es-
cabrosas veredas do Calvario, qual outro
Isaac, levando aos hombros a lenba para o
sacrificio! Ei lo vergando soh o peso da cruz,
caminhando com passo lento e vagaroso,
exausto de forgas, esgotado de sangue, co-
berto d'opprobri s, saciado de affrontas, co-
roado d'agados espinhos, qae Ibe rasgam a
cabega, penetrara no crneo, e cujas pontas
lhe vem sair pelos olhos e ouvidos I Ei-lo
um Homem Deus, sem aspecto nem figura,
disforme, sangrento !. .
Quem dir que Elle o rei da gloria,
alegra do paraso, a imagem substancial do
Eterno Padre, o sea amor, o objeeto das
suas divinas complacencias ? Ninguem !
Porque vae Elle assim em to misero es
tado ? Porque foi Elle condemnado morle ?
Que crime se lhe provou ? Nenhum I Os
trinta e tres annos da sua vida mortal, em-
pregou-os todos a fazer bem, a consolar
todos os afflictos qae Elle se approxima
vam; a enxugar as lagrimas aos desjraga-
dos, a dar vista aos cegos, movimenio aos
paralticos, vida aos mortos. Ninguem,
com verdade, pode accusa-lo de qualquer
falta. E todava a sua morte pedida em
altos gritos por aquelle mesmo povo, de
quem tinha sido o maor bemfeitor, e que
ainda poucos das antes, Lhe tinha saido ao
encontr acclamando-o seu Rei f.. as
sim o povo 1
Mas, Deas que se serve da maldade dos
homens para executar os altos e incompre-
hensiveis designios da sua Providencia, dei-
xando seu Filho as mos d'aquelle povo
ebrio e furioso, tinba na mira o grandioso
pensamento da regenerago do mundo e da
expiago do peccado, dar cumprimento s
prophecias e realisar a reconciliago entre
o co e a trra.
Sim, o homem decaa do seu primitivo
estado, em que foi creado, em castigo do
crime de rebellio contra o seu Senhor
Creador: o sea crime era d'uma malicia in-
finita, porque tinha offend do com elle um
Ente infinito ; e exigia por isso urna repa-
rago tambem infinita, um sacrificio d'um
valor infinito. Islo sao verdades de primei-
ra ntoigo que a f nos ensina, e a razo
confirma.
E quemter urna razo to cega, um en-
tendimento to obscurecido pelo odio con-
tra o christianismo, qae se atreva a negar
essa catastropbe terrivel, que ha seis mil
annos no paraizo terreal langou nossos pri-
meiros pas, e com elles toda a sua descen-
dencia, nos abysmos da mais espantosa
miseria ?
O peccado original 1... quem o nao v,
quem o nao apalpa em si proprio ?
D'onde vem essa repugnancia que natu-
ralmente se d para o mal, essa luta que se
trava dentro de nos mesmos, gostando do
bem e da virtude, mas sentindo ao mesmo
terapo urna forca quasi irresistivel, que nos
mpelle para o vicio que aborrecemos, des-
viando-nos do bem que amamos ?
D'onde vm essa desordem qne reina na
natureza humana, e esse cahos immenso de
maldades em que vive afogada a humanda-
de ?
Seria o homem assim creado com esta in-
nata propenso para a maldade, que o tor-
na o miseravel ludibrio das mais miseraveis
paixes ? NSo I Um Deus infinitamente
Dora tal nao poda fazer ; repugna s suas
infinitas perfeigoes o ter creado um tal com-
posto de miserias e iniquidades, como o
homem.
So Deas, como evidente, nao creoa o
homem neste estado de degradaga physca,
intellectual e moral, em que o vemos ; cor-
tamente que o bomem se precipitou no
abysmo em que se encontra, por culpa sua,
e em castigo de alguma maldade qae prati-
cou, o peccado, a desobediencia contra a
sua lei.
Esta verdade nao a proclama s o chris-
tianismo, apregoam-na os mais insgaos phi-
losophos do paganismo, como Plato, Cice-
ro, e todos os povos da trra d'ella estive-
rein convictos; eom* o confessa q mesmo
Voltaire, (Essaais tur les moettrs, c. 4.)
I apeala crenga geral e an ,tiva, |raduzia se em sanguinolentos
fletos, qae se enoontram por toda a
parte establecidos, e estes Sacrificios ti-
> em vista applacar a tlivindadi
irritada pelos peceados dos homens.
Se percorrermos a historia da bumanida-
de, havemos de encentrar sempre por to-
da a parte,- victimas degoladas junto aos
altares, expiaces e s cnlioios, tanto enlre
os selvagens idolatras do novo mundo, como
ntre os sectarios policiadoe do antigo pa-
ganismo. -* ^\/ **
Todos- tem estado na conviego, de qne
sem a effuso de sangue nao podiara ser
remettidos os peceados, e parecendo-lhes
pequea expiago o sangue dos animaos,
em quantos povos nlJ eslava e nao est
ainda em uso a immolagi de victimas hu
manas!
Esta verdade apparece na historia cerca-
da de tanta evidencia, qae o mesmo Voltaire,
apesar de seu furor satnico contra o chris
nanismo, fot forgado a confessar, que de
tantas rcligides diferentes nao ha nenhuma
que na-) tenha tido for fundamento princi-
pal as expiaedes. O homem tem sempre
sentido que precisa de clemencia. (Essais
sur les moeurs, CCCX).
E porque carecer elle de clemencia,
seno porque altrajou Deas ?
Ahi temos, pois, os dous dogmas fun-
damentaos do christianismo, sobre que s i
eleva iodo o magnifico edificio dos seus
admiraveis mysterios,o peccado original
e a necessidade da redempeorecontiecia
dos por todos os povos, e confessados pela
mesma incredulidade I
Mas qual a origem dos sacrificios que
apparecem em todos os povos, ainda os
mais separados de lodo o contacto com
oulros ? Porque qne em nenhutn canto
da trra tem deixado de haver immolages
de victimas ?
Eis a anica razo plausivel:
Deus, tendo resolvido resgatar a humani-
dade pelo sangue do Messias; para perpe-
tuar entre os filhos de Ado esta crenga,
mandou instituir os sacrificios das victimas
que lbo deviam ser immoladas, e que nao
eram mais do que urna representago do
grandioso sacrificio, que se havia de con-
suraraar no Calvario.
Ado e seus filhos foram os primeiros
a offerecer estes sacrificios, por ordem do
Senhor. Abrao, Isaac, oe e todos os
patriarchas imitaram o seu exemplo, e
como estes foram os progeniore* do ge-
nero humano, os seus descendentes, em-
bora fossem pelo correr dos anuos perden-
do as nocoes da verdadeira f, misturan-
do-a com superstiges ridiculas e despresi-
veis, sempre conservaram o oso dos sacri-
ficios, que tinham visto praticar seus
pas, e de que a tradigo Ibes dava no-
tic a.
Eis ahi a nica explicago rasoavel da
universalidade dos sacrificios.
Entre o povo escolhid > do Senhor estes
sacrificios eram fetos com toda a pompa e
com todas as formalidades do r.to ; mas
estes sacrificios nao eram mais que som-
bras, figuras do grandioso sacrificio, que
havia de consummar-se as alturas do
Golgotha.
Eis abi agora prestes a consummar-se o
e4upendo sacrificio, que havia de fazer
desapparecer todos os outros ; como os
resplendores do sol fazem desapparecer
ligeiras nuvens.
Ei-la, a grande Victima, levantada alm
sobra a montanha das caveiras, suspensa
enlre o co o a trra, para applacar
aquelle, e purificar esta com o sea pu-is-
simo sangue.
Ei-la, a grande Victima,. e que Victi-
ma! ....
E urna victima de immenso valor, capaz
de desarmar a dextra do Omnipotente
e applacar a sua infinita justiea!
Deus e Hornera um temp, para sa-
tisfazer pelo homem calpado, e para
o sacrificio ser digno d Deus!
Mas quebremos nos aqu os bicos da
penna, e deixemos um dos mais bnlhan-
tes escriptores catholicos da actualidade. o
desenvolvimento do assombroso mysterio
da redempgo:
Na obra da redempgo, diz Augusto
Nicols, o Verbo de Deus nos apparece
reunindo n'uma umea pessoa as duas na-
turezas divina e humana, separadas pelo
peccado, pira as fazer eneontrar-se e recon-
ciliar-se em seu sacrificio, por orna unio
mais intima, do que antes do mesmo pec-
cado.
Na plena posse e todos os direitos da
justiga de Deus, e encarregado por outro la-
do de lodos os interessesda humanidade cul-
pada, e este grande plenipotenciario (Jess
Cbristro) avanga para essa grandenegociago.
E vede como ella comega a consummar-se
logo desde os seas primeiros passos: um
Deas se faz bomem, se taz da raga dos
culpados, se faz, se tal permitlido dizer-
S4, creatara; e por esta primeira humilha-
go, expa o primeiro peccado do homem,
que consiste essenciaimenle em se querer
igualar ao seu Creador, cedendo esta sug-
gesto do mal: Eritis sicut dii. O orgulbo
do homem foi repassado pelo abatimento de
Deus : Verbum caro factum est. E como
este abatimento completo I O verbo de
Deus nao se faz smenle homem, mas elle
vai tomar esta vida do homem, na origem
onde os homens vo esgota!-a, no seio d-
urna mulber.' Elle se aniquilou em um me-
nino, se aageita ao desenvolvimento da pri-
meira idade, e at aos trinta annos vive na
obscuridade. Isto ainda nao todo ; a con-
cupiscencia nao se tinha demorado em seguir
o orgalho na queda do homem ; e da revol-
lugo do espirito contra Deas surgi a re-
bellio da carne contra o espirito. E
para expiar este segundo grio do mal q le
o verbo de Deas se reveste d'uma carne
soffredora. Emfim, do orgalho e da concu-
piscencia, o homem cabio na escravido das
creaturas, como am rei desthronado por
seus subditos.' para eneber a medida de
todos estes desregrame itos e de todas estas
miserias, que o Deus salvador se faz pobre
e mortal
se todas as perfeicC i da natureza divina ; I da nema religo se ostentara
e,es!e dous movimentog vo operar-se pelo 8ea brilho e eipkwdor !
- enejando *HC
com todo o
mesmo meto, a maniferlar-se pela mesma
expresso. Jess Christo em sua aixo
tratado como se tratav?m entao os escravos.
Isto aioda nao bastante, elle igualado
com os mais vis malvados, escarnecido
por sens inlmigos, abandonado por seas
amigos____flagelado-----coroado de espi-
nhos.. .escarnecido pelo povo por quem d
a vida, objecto e testemnnha de dr d'uma
mi e d'um amigo, de que elle so despoja,
ligando-os um ao ouiro... abandonado
por seu Eterno Pai, que sobre elle descar-
rega todos os golpes da sua jostig>.. .mor
re abandonado do co e da trra. Certa-
mente eis aqui o sublime do infortunio, e
como o occeano de todas as dores. Mas por
outra parte e no mesmo quadro, vede Deus:
que resignado! quecorigem! que do-
cura que pacieucia! que dignidade! que
bondade que esquecimento de si mesmo I
que abandono I que morte !
No sacrificio d'este Divino Mediador, a
humanidade, coberta do mrito de seus sof-
frimentos, pode approximarse d'este Deus
fermidavel, que tinha offendido ; e este mes-
mo Deus, sem encontrar embaragos na sua
justiga j satisfaita, pie reconciliar-se cora
o mundo.
Christos! eis ahi a explicago do estu-
pendo mysterio que vaefconsummar-se as
eminencias do Golgotha, e para cuja medi-
tago a santa igreja to affectd)samente vos
convida, pondo-os di inte dos vossos olhos.
coma magnificencia de suas magestosas so-
lemnidades I
Oh I e como Elle digno da mais pro-
funda atteaeo Como Elle merece ser me-
ditado bem profundamente!
Que sublimes liges nao ha l que apren-
der I Um Deus aniquilando-se at ao bomem,
para que o hornera se elevasse at mais
intima unio com Deus, nao formando com
Elle seno urna cousa vos unum estis in
Christo Jessl O homem, este bichinho,
que aqui rasteja por entre o p da Ierra,
engrandecido al partecipar da natureza di-
vinadivinae consors factus naturae'.
O homem, ha pouco, reprobo e maldito,
justamente fulminado pelos anatbemas do
Eterno, contra quem ousou rebellar-se;
agora cidado do co e herdeiro da g oria!
O homem, ainda ha pouco horrivelmente
manchado no lodo inmundo da culpa:
agora purificado no sangue de um Deus 1
O homem, nao ha muito escravo de Luci-
fer agora exaltado estupenda e innefavel di-
nidade de Filho de Deus-t-ufefe qualem cari-
talan dedit nobis Pater, ul filii fei nomi-
nemur et sutnus.
O bomem, que pelo peccado dcsceu at
o infinito da miseria ; agora est sublimado
at ao infinito da grandeza I
O homem, separado do seu Creador, por
um abysmo immenso; ei-lo identificado com
Elle!
O hornera, detestado e aborrecido por
Deus, por causa de suas iniquidades ; ei-lo
j to amado de Deus, que para resgata-lo,
nao hesita em sacrificar seu proprio Filho
suo Filio non pepercit! Eis ahi esle Filho,
como que louco d'amor pelo hornera, des-
cendo de humiihago em hamilhago, at
soffrer o ultimo dos supplicios e dos mais
ignominiosos, nicamente para resgatar o
homem e para significar lhe a grandeza in-
finita do seu UBMquum dilexisset suos
in finen dilexit eos!
Eis um Deus fazendo laes sacrificios pelo
bomem, como se o homem fra um Deus,
para me servir das expresses d'um santo
doulor da igrejaquasi homo esset Deus !
Eis abi o Filho do Altissimo, Jess Chris-
to, familiarisando-se com os homens, vi-
vendo, cometido, conversando com elles,
communicando-lhes os seus segredos, como
se elles fossem os seas amigos mais ntimos
jam non dicam vos sercos, sed amicos!
E tedas estas estupendas maravilhas se
realsam hoje no Calvario, ondeoh! pro-
digio d'amor e misericordia d'um Deus !
um s sacrificado e todos sao libertados
e Deuj sacrifica seu Filho innocente por
amor dos homens culpados!
Oh I christos! se to estupendo sacrifi-
cio vos nao commove as entranhas, e vos
nao faz brotar dos olhos abundantes lagri-
mas ; que os vossos cragoes se conver-
teram em marmores!
Christos! Ao Calvario, para receberdes
a asperso d'aquelle sangue divino, que la-
va os peceados do mundo !
Ao Calvario Abragarmos a cruz d'igno-
minia, qae o Eterno escolheu para throno
de seu Filho I
Vamos, neste dia de perdo e misericor-
dia, chorar as nossas iniquidades,que sao
a causa de tantas dores e angustias que di-
laceran! o corago do Amantissimo Jess,
e nao nos apartemos d'alli, em qaanto, por
meio da dr e do arrependimento, nao esti-
verraos reconciliados cora Deus!
Ao Calvario chegando all, ajotlhe-
rftos! oscalems iqnelle chao sagrado re-
gado com ngue do Cordeiro Im mistaremos eom elle aljamas UgrmUde
dr e arrependimento ; e debracados em
Ierra, concentrando o espirito orfmos eme-
ditemos !
POUCO DE TUDO.
CANALISAQAO NO EGYPTOO gover-
ho egypcio rejeitou o plano propoelo or
George Elliol para a canalisago das catara-
tas do Nilo, por ser este plano contrario ao
que apresentou Hawkshaw.
CARTAS E NOTAS DE LEIBN1TZ.-*A
imprensa da academia imperial da Russia
vai publicar urna serie de cartas e notas es-
cripias por Leibnitz, que foram encentradas
nos archivos da bibiotheca do Hannover.
Estes documentos sao muito interessan-
tes. Occupam-se quasi exclusivamente de
Pedro o Grande e da Rimia contempornea
ao reinado deste czar.
OFFERTA PAPAL.Pi IX offertou ao
principe das Asturias ara magnifico mosaico
representando a Virgem, e um livro com a
orago do Padre Nosso, impressa em 250
dialectos differentes.
CULTO NOVO.A Semaine Lithurgique
confirma, com documentos officiaes, que a
curia romana, por insistencia do bispo de
Marselha, e por mais trinta prelados estran-
geiros, aatorisoa o culto de Urbano V, ulti-
mo papa francez, fallecido em Avinho, e
sepultado na abbadia de S. Vctor, em Mar-
selha.
HESPANHA.Descobrio-se em Barcelo-
na um crime horroroso.
as immediages da cada, perto d'amas
casas levantadas no terreno oceupado pelo
antigo jardim botnico, encontraram-se res-
tos humanos, qne revelam um assassinio
commettido cora as circunstancias mais vis
e barbaras que podem imaginar-se.
Achou-se alli o tronco de urna pessoa
horrivelmente mutilado. Falta-lhe a parto
inferior do ventre, ambas as pernas e am-
bos os bragos, as orelhas e o^iariz corta-
dos, os olhos arrancados, toda a cara desfi-
gurada, e em tal estado que nem ainda pode
averigoar-se se era homem oa mulher a in-
feliz victima de to crueis tormentos. Os
intestinos e todas as entranhas da victima
estavam espalhadas pelo chao.
O espinhago estava partido, as coslelas des-
pedazadas, e o conjancto apresentava um
monto informe de carne humana que hor-
rornava e ericava os cabellos. A justiga
procede.
CARNAVAL.A' 16 para 17 de margo
comecou o carnaval dos israelitas, que em
hebrea se chama Pourim.
Celebra-se em memoria do livramento dos
judeus pela rainha Esther, mulher de As-
suero, e sobrinha de Mardochea.
E' costume antiquissimo regozijarem se
nesse dia.
Era certas synagogas, durante a leitura
da Meghelah (livro de Esther) quando o ce-
lebrante pronuncia o nome de Aman, famo-
so perseguidor dos jadeas, os fiis batem
com o p no cbo, como signal de maldiclo
para aquelle nome fatal.
s noites, entre as familias jodias do
Meio Dia da Franca, ha o costume de se
entregarem certas refeiges tradiccionaes,
como por exemplo: o arroz com amendoas,
e os fritos, especie de fatias albardad^s,
feitas com pao torrado e xarope de avenca,
ou capil.
CORACOES FROS COMO A TEMPERA-
RA.Um dos dias passados pjimhava
grande multido n'um tanque perto de Lon-
dres. Urna joven aveiura-se ir para um
silio perigoso, o glo cede, e ella cae
agua.
Um desses individuos que se improvisara
em professores de patinhaco v o perigo
que corre a sua discipula, va em seu soc-
corro, agarra-a pelo chignon, e quando ella
est quasi fra d'agua, pergunta- he :
Quanto me d por a tirar d'ahi ? Dez
shillings cinco I meia cora !
Como a pobre menina, meio aspbyxiada,
nao lhe podsse responder, largoo-a, e ella
tormo cahir agua. Se nao lhe acudis-
sem teria perecido na agua gelada.
Mas todo isto nio sao seno prepa-
rativos. A-sim, carrejado de todas as nossas
enfermidades como homem, investido por
outro lado de todos os attributos de Deas,
como seu filho e'seu igual, a grande victima
marcha para o sacrificio, para ahi consura-
mar a obra da nossa redempgo. Ahi o
homem e o Deas devem encontrar-se at pas-
sar, por assim dizer, am para o outro e nao
fazerem mais qae um todo indissoluvel. O
Deus vai descer at as ultimas profundida-
des da miseria humana, o homem vai elevar-
Oh christos, porque havemos de con-
tinuar ainda a ser insensi veis to extremo-
so amor de Deus para com os homens ?
r-ara que sermos ainda por nossa propria
vontade escravos de Lucifer ? Para que
perdermo por lijeiros prazeres, que pas-
sara fugazes como o relmpago, deixando
atraz de si astrevas da culpa e a escurido
do remorso, que punge a alma, essa heran-
ga de infinitos merecimentos, que Jess hoje
nos legou sobre o CaUario, e nos deixou
em virtude do testamento, que l rubricou
com sea proprio sangue ?
Accordemos, accordemos, emfim, de to
profundo e lethargico somno, e vista de
tao grande excesso d'amor de Deus para os
homens, reconhegamos a nossa monstruosa
ingratido, e coraeceraos a corresponder
devidamente um amor to ardente, e
acrisolado I <
No valor infinito d'aquelle sacrificio,
aprendamos a conhecer o valor das nossas
almas, para remir as qnaes um Deus morre
de amor n'um patbulo d'ignominia ; a
terribilidade dos eternos tormentos do
inferno, pois tio tremendos elles sao que
o Filho do Eterno se commoven 13o pro-
fundamente sua vista, que para liber-
tar nos de l, se sugeitou s maiores
dores e humiihages ; aprendamos a apre-
ciar a gloria do co, para nos comprar
a qual, dea at a ultima gota do sangue das
veas; aprendamos a temer a justgi divi-
na, para applacar a qual foi preciso que
um Deus morrease; aprendamos a olhar
o peccado, como foi capaz do fazer expirar
o autor da vida; aprendamos finalmente 3
honrar, a amar e servir um Deas qne
esgotou para nos todos os recursos infi-
nitos de sua caridade !
Ao Calvario I ao Calvario I E' l a gran-
de escola, onde tudo se aprende, e onde
todas as terriveis e consoladoras verdades
NAUFRAGIO.Urna carta de Amberes
da os seguintes pormenores acerca do nau-
fragio de urna barca ingleza, que sabio re-
cenlemente de Newhaven para as ilbas dos
Agores.
Esse navio levava bordo nove pessoas.
sete marinbeiivs, o capilo e o immediato.
Durante o trajelo ti ve rara que luctar com
um tempo borrascoso, e, tendo principiado
a fazer agua, os tripulantes descerara para
os escaleres a 400 railhas da costa.
Os nufragos apenas tiveram terapo para
levar alguns vveres, e iam em dois escale-
res ; n'um d'elles o capilo e tres marinbei-
ros, e no maior o immediato com quatro
homens.
Era menos d'uma hora o frgil esquife do
capito, arrebatado pelas ondas, perdeu-se
de vista, e igoora-se ainda onde para; mas
o escaler tripulado pelos demais nufragos
continuou a aguentar-se em cima das ondas,
impellido por um vento favoravel.
Toiavia, alm de soffrerem fome e sede
tinham que luctar com o fri, e qualorze dias
depois da perda do navio, o marinheiro mais
mogo morreu nos bragos dos seus compa-
nheiros.
Depois de breve orago, atiraram o ca-
dver ao mar; dois dias depois, falleceram
oulros dois marinheiros.
Os que sobreviveram, extenuados pelas
privages e cora as forgas esgotadas, nao ti-
veram outro recurso para prolongar a mi-
srrima existencia do que alimentarem-se
com os restos dos seus companheiros.
O immedialo e outro marinheiro comeram
alguns pedagos da pera; mas outro, cha-
mado Raylef, sentindo-se ainda com forga,
negou-se a tomar parte n'aqnella horrivel
comida.
Tres dias depois, quando morreo o quar-
to companheiro, dicidio-se a cerner carne
humana. ,.
O immediato morreu quatro das antes
de tocar em trra, escapando coicamente
Raylff. M
Raylef, cujo verdadeiro nome Pedro Jos
Solary, est no hospital pe Santa Elisabeth,
atacado d'uma pleuresa, mas os mdicos
esperam salva-lo, gracas sua robusta Vms-
titnreo.________________________
TYP. DO DIARIO- RA DUQUE" BK CAXIAS



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