Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12087


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Full Text

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AUNO XLVI. NUMERO 81
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PAiU 4 CAPITU LOfiAMS MBt IA0 SE PA6A PQHTL
r*or les m^es OiaiSfdo................. jooo
. IVr seis ditos idea ...'.................. ljinnn
i'or iim anuo dem.. .
tad omero antis.
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IWOOO
240000
320
SEOOTA FEIRA II DE ABRIL DE 1870.

PttBA MHTRO E FOHA" DA P80VGIA.
Per tres mezes adtmtad
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos dem .
Por um atino dem .
9

.....
.
60750
13^800
20i*28O
271000
Propriedade de Manoel Figueirda de Faria & Filhos.
| SAO ACBNTE9:
Os Sr.-Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gonealves 4 Pinto, no Maranhlo ; Joaquim Jos de Oveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo3o Maria Julio Gbaves, no Assfj ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jostio*
Pereira d'Alineida, em Mamanguape ; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, O* Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulc3o, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
. em Nazareth ; Francisco* Toares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos MartiMJjpves, na Babia; e Jos Ribeiro Gasparinhono Rio de Janeiro.
"----------------------------------------------------------------------------------------1i------------------------------------
PAUTE OFFICIAL
Coverao da p ovlncia.
DESPACHOS DA HBSIDItNCIA DA PROVINCIA DO DA 6
M AHHIt DE 1870.
Antonio AtigjWo dos Santos Porto.informe q
Sr engenhoiro ctiefe da repartico das obras pu-
blicas. '
Antonio Viote da Costa Azovedo.Informo o
Sr. <-oroneI cemmaudante superior da guarda na-
cional do municipio de Nazareth.
Itaro dB Piitinre.Informe o Sr. engenhero
jcal da estr;ida d ferro do Roeife ao S. Fran-
cisco.
Company Drainage Recife.Deferido com a de-
liberario desra dala.
Company Drainage Recife.Lavrc-se delibera-
rlo designando os logares indicados pela cmara
municipal desla eidade.
Deodato Correa de Araujo.Informe o Sr. enen-
te-corone! commandante do corpo provisorio de po-
lica.
Elias Francisco Bastos.-*-A vista da informaco,
conceda se a licenja requerida.
Padre Floriano de Queroz Coutinho.Entrege-
se mediante rncibo.
Teen te Fernando Frtneisco de Aguiar.-r Inoi- uma leer na perna
nv o Sr. inspector dalhesonraria de fazenda.
Tjnente-corenel GuaVtar Martiniano de Alencar
Araujo.Informe o Sr. inspector da thesouraria de
azenda.
Alferes Hermogenes Braulio Ferreira da Cunta.
Informe o Sr. commandante superior da guarda
o vi vial dos municipios de Santo Anlo e Es-
caria.
Henriquet Margarida do Nascimenio^-Informe
o Sr. desembargador provodor da Santa Casa de
Misericordia.
Joo llyppolito de Meira Lima.Remettido ao
Sr. tnspecWr da thesouraria provincial para atten-
dar ao supplieanto.
Joo Hyppolilo de Meira tima.D-se que
constar.
Joo Hvppoiito de Meira Lima.Dse do que
constar.
Joao Manoel Roma Jnior.Aprsente, o sea t-
tuio de divida para poder ser aitendido.
Tenente-eoronel Joao Vieira de Msllo e Silva.
Conceda-se a lieenca requerida.
J '.vino Epiphanio da Cunha.laforme o Sr. Dr.
juiz de diroto do termo de Palmares, oavindo o
juiz municipal respectivo.
Joaquim de Almeida Catanho Sobrinho.Infor-
me o sr. Dr. juiz de direito da comarca de Olinda,
ouvindo o Juiz municipal respectivo.
Joo Menezes Maciel.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Joaquim Rodrigues dos Santo.s.Revalide o re-
quer ment.
Joaquim Francisco Ramos. vista da informa-
cao, soja eagajado no eorpo de polica, expedindo-
se para isso or'dem.
Javeneio Antonio Gaia.Revalide o documento
que juoloa sem estar sedado.
Loureneo de Souza Oliveira.Concedo o prazo
di; lo dias.
Capito Leopoldo Jos Feppe Santiago.Entre-
gue se.
Lanrentino Lopes da Silva. vista da informa-
do expeca-se ordem para o engajamento do sup-
plieantc no corpo provisorio de polica.
Leandro Joaquim de Sant'Anna.Nao pode ter
lugar o que reejuer.
Capito Jos Fau-tino Cavalcante de Albuqucr-
que. Estando precnchido o posto de capito da 5*
companhia, 30 por hora entre o capito dessa corn-
panhia e o supplieante, preeedendo informaco de
seus respectivos superiores sobre o requerimento
que izerem, poder ter lugar o que requer.
Maria Adelaide de Barros e Silva.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial. ..
Manoel Baptisla da Silva. vista da informa-
rao expe jalo no corpo provisorio de polica.
Severino Jos da Costa.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
S'oastio Comes Barbosa.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
DIARIO DE PERNAMBUCO
em Mutumba, Luiz Pereira da Cruz, conhecido por
Luz Bola, dem.
Na noute de 27 de mam, no Jugar Besaba,
dstrcto de Sucatinga, termo 'do Cascavel, um in-
dividuo de nome doao Luiz Pereira deu duas faca-
das em Antonio de Castro Vianna, que falleceu nd
dia seguinte, s 4 horas da tarde. O delnqueme,
que dizem ser sobrinho da victima, tratou logo de
fugir, e por isto nao foi capturado.
No dia 2 do'correte chegou da Europa o
vapor inglez Paraense, da Re Crost Une.
A alfandegf renden no mez demarco flndo
89:1323271, sendo:
Importaco. 53:3713906
Exportado, 28:986*283
Despacho martimo. 16W730
Interior.....4:3883599
Santa Casa. 23,3733
Lemos no Cearen$e :
c No dia 26 de mat^o, no lagar ilulatinlia, do
dstrcto de S. Goncalo, termo do Ip, qnando per-
noutava urna escolta que, por ordem do subdele-
gado, acabava dexapturar Clementino Soares, cri-
minoso no termo de Marvo, provincia do Pauhy,
foi ella sorprendida por um grupo de homens ar-
mados, sem que os individuos que companham a
escolta tvessem tempode pegar as armas,-resul-
tando um des tes ser ferdo logo com nm tiro, a
que o impossibilitava de 'fuga do criminoso e a tomada de algumas armas
pelos aggressores, dos quaes alguns foram conhe-
cidos, mas, cujos napes nao declarou o delegado,
promettendo
duas estradas de Matto^-Srosso, que garanten) as
commanicacSes com a" corte, a do Peqairy, que
passa por S. Paulo, e a de Goyaz que vem is mar-
gens do Araguaya Se consegu^ como de espe-
rar-se do elevlldo conecito que gosa na crt6
aquello destnelo efflcial da armada, a rcalisaco
desta importaolc mcaida. abrir* ao Araguaya um
novo escoadouro com a populacho que fervorosa-
mente concorreri para s sertdes de Matto Grosso.
Em G>yaz algumas intrigas locaes tinham to-
mado, maior corpo talvez do que convnha. Orlgi-
naram-so ellas de dsintellgoneias havidas entre
o presidente e o inspector da thesouraria o Sr.
Antonio Honorio Ferreira. -
t Este ultimo se retirara para a cr^. %
O Sr. presidonte era esperado em Jaropea-
sen em marco ; consta que dallf seguira para
Leopoldina.
t S. Exc. Bvma. o Sr. bspO diocesano era es-
perado em Leopoldina,, d'onae viria embarcado
Santa Maria em junhp.
O dtstineto preflto prega suas ovelhas a
doutriua do trabalho. A' seu be,n*elico inflnxo as
margeos do Araguaya se esli cobrndo de algo-
doaes.
t O capito de fragata Baldbino Jos Ferreira
de Aguar, commandante do vapor Araguaya, es
tava de partida para Goyaz, onde S3 ia tratar de
M
chu*,
RECIFE, 11 de ABRIL DE 1870.
\olIcias do norte do imperio.
llontem pela manha chegou dos portos do ner-
te o vapor Toconlins, trazendo data* : do Para Io,
do Maranho 3, do Cear 6, do Rio Grande 8, e
da Parahyba 9 do corrente.
fiOYAZ.
Chegaram ao Para, no dia 31 do passado,
procedentes de Goyaz os botes, Arif, Rio Verme-
Iho. e Jurupenten, acerca dos quaes diz o Diario
4' Bt-lim :
O primara de 800 arrobas de carga, veio
(.anegado com bestas muars; o segundo de
2,000 arrobas de carga, trouxe bestas muars,
couros de boi, doce de mangaba, conros de vea-
do etc. ; o Jvr%pcruen trouxe bestas muars,
eouros de vea*), pouco algodo e algamas amos-
tras para experiencia.
t O Arica veio de Jurapensen, povoado que de-
mora a t \ Teguas ao NE. de Goyaz, e deseen o rio
Vermemo at Leopoldina ; o Jurupensen e Rio
Vermelho vieran de Leopoldioa. Foram todos re-
blados nessa viagem pelo Chmtovao Colombo,
i; chegaram aqu tendo transposto as cachoeras
cora feliz viagem.
'O Rio Vermelho trouxe sea bordo o sea pro
proprietario o> capito Joaquim Alves de Oveira
e sua sen hora D. urea Mara da Conceico, des-
tnela goyana, eredora de todos os elogios pelo
simples (acto de acorapanhar a seu marido em
urna viagem de que alguns homens anda tem me-
do. Esta deslincta sennora pertence ama das
melhores familias de Goyaz, e irma do 1* vice-
presidente daquella provincia desembargador Joao
Bonifacio Gome de Siqueira.
As noticias que os transmitiera conflrmam
as anteriores que demos ; por estes boles, vtm
pedidos de algamas das principaej casas de Goyaz,
a saber*": dos Srs Luiz da Cunha Bastos & Ir-
ruios, Francisco de Faria Albernaz, Joo de Faria,
Antonio da Cunha Bastos, major Joo Fleury de
Campos Curado etc., Vieram tambem pedidos de
objeclos necessaros para costeio dos navios, al-
faias para a s de Goyaz, mobilia e trem necessa-
no para abortara do seminario episcopal.
c E' assim que a grande va fluvial do Ara-
guaya, apezar de estar anda em comecovai levan-
do Goyaz o commercio e as lzes ; que de ordi-
nario marchara cota o mesmo passo.
a O Sr. Coutojb Hagalhes eslava espera de
espacnar o bote do Sr. Casemiro Linhares para
seguir para a erttt inm de ver se consegue os
necessaros auxilios para desenvolvimento da li-
nas a vapor.
< A nolcia da passagem da subvencao na as-
sembla do Para a navegacao, .foi mu festejada
nm Leopoldina, onde acabou com a indecisao de
alguns.
i Sr. Cont de Magalhes concluir com o go-
venio compra do vapor Araguaya, e propezera
a da i kto mostrada presidente de Mauo-Grosao, gene-
andar,
PARA.
No da 27 de marco foi inaugurada a asso-
cacao phlantropica de "emancipa^o de escravos,
sendo entregues nesse acto as cartas de manumls-
so de quatro escravas, sendo urna de 16, ama de
28 anuos, e duas de menor idade.
O Exm. presidente da provincia fez urna vi-
sita Camet.
Asierras de Cuiantan, as margons do Ana-
jaz, que o governo imperial mandoU vender, fo-
ram compradas pelos Srs. Cesta, Tavares & Dias
por 20:0003-
Na sesso da assembla geral dos accionU;
tas da companhia fluvial do Alto Amazonas, foi
eleita a directora para o aaoo corrate, a
cou assm organisada : presidente, Dr. Anto
Francisco Pnheiro ; secretarios, Alvaro Pinto de
Ponles e Souza, e Antonio Jos Antunes Sobrinho ;
directores, Elias Josa Nones da Silva, Pedro Anto-
nio Machado e Jos Angosto Dias Goerreiro.
Para gerente da empreza foi eleito o Sr. Joo
Cavalcante de Alboqoerqoe Torres.
A alfandega rendeu no mez de marco.......
408:9493539.
Falleceu o commaodante do vapor Madeira,
Alfredo Tito Ferreira.
O cambio regulava : sobre Londres 20 1/8
d., sobre Paris 474 rs., e sobre Portugal 170 0/0.
O descont faza-se de 9 a 10 0/0 ao anao.
Ficavam carga os navios : V. C. Warren
e Charles Tompton para New-York, Alice para
Londres.
MARANH.VO.
No dia 20 do passado eu alma ao Creador
o Exm. Sr. Dr. Braz Florentino Henriques de
Souza, presidente da provincia, victima de una
hemorrbagia cerebral, que o assaltra na vespera,
e qne resisti todos os soccorrw da medicina.
A cmara municipal, de accordo cora a pre-
sidencia, ordenou os dobres continuados de todas
as igrejas durante o dia, e concedeu que fosse-o
cadver sepultado na cathedral ; conservando-se
fechadas as repartieses publicas e todas as casas
coramerciaes, e dando a fortaleza e o hiato de
guerra Rio de Contas um tiro de 1/i em 1/4 de
hora. .
O enterro foi solermssimo, e elle compareceu,
alm de todo o mundo offlcial, o corpudo com-
mercio, os cnsules estrang?iros, carregando o
aixo os desembargadores Souza, Dr3. Frederico
Jos Correa, Salazar e Brando, capito de mar e
guerra Oveira Guiraare?, e o Sr. Ricardo de Car-
valho, e offleando o Exm. e ltvm. Sr. bispo dio-
cesano.
Acerca do finado diz o Pnblirador Maranhense
o seguinte":
c Nascido na capital da pnvjncia da Parahyba,
aos 4 de margo de 1825, elle, hava envelhecdo
e arruinado sua saude forca de um estado atu
rado, com o qual illustrou o seu espirito ponto
de conquistar por si s, desajudado de proteccoes
a brilhante posicao e o grande nome com que
morreu. ,
t Recebeu o grao de doutor em sciencas jur-
dicas e sociaes em 1831, foi noraeado lente
substituto da Faculdade de Direito do Recife em
1834, c lente cathedratco em 1838.
t Era apenas condecondo com o habito da
ordem de Chrlsto.
t Na mprensa jornalistca de Pernambuco fez
um papel vanujoso, especialmente como collado-
rador da Uniao, peridico conservador, e como
redactor do Diario de Pernambuco.
Os seus importantes aserilas jurdicos do-
Ihe direito a ser classificado entre os brasileiros
Ilustres.
Suas obras perpetuarlo o seu nome.
Eis os trabalho3 de que foi autor : traducQo
da obra ds G. Molinari.4 abocao da escravdao;
tradueco da Tratado dos dous preceilos da cari-
dade e dos dez mandamentos de Deus por S. Thomaz;
O casamento civil e o casamento religioso; Da
reincidencia, licco Ai direito criminal; 0 com-
mercio relalho; Licces de direito commeraal;
Do delicio e do delinquente, licao de direito cri-
minal ; Annotaces Constituirlo do imperio;
Annotacdes ao ,codigo criminal; Annotacoes ao
cdigo commercial; AnnotarSes'ao cdigo do pro-
cesso e ao reg. n. 120 de 31 de Janeiro de 184i ;
Poder Modei ador ; Analyse sire o projetco do c-
digo civil; Esludo sobre o rerurso corda; Dos
responsaveis nos crimes de liberdade de exprimir os
pensamentos.'
Assumio as rdeas da adminlstracao da pro-
vincia o Exm. Sr. Dr. Jos da Silva Maa, 1
vice- presidente.
Anda durante a quinzena fallecern! : o
abastado agricultor Joaquim Antonio Catanhede,
e o esenvo do commercio Voriato Cardoso Pires
de Oveira.
A alfandega rendeu no mez de marco
190:7413234.
Eslavam carga os nivkM : Unido para o
Porto, e Ual para Lisboa.
PIAl'HT.
Na villa da Batalha os amigos do chefe local
do partido conservador, taoente-coronel Jos
Amaro, ofJ>recerara-lhe um lauto jantar, no da 8
de fevereiro, sendo promovida nesse acto urna
subscripcJo para a afforria de urna enanca de 4
annos.
ral oarao de Melgaco, hava pedido at sjsj
periatnm eorpo de 309 borneas parag
i
CEARA.
Tendo chogado capital noticia de smeacar
o rio Jaguaribe grande chcia pelo augmento con
sideravel de suas aguas, a presidencia da pro-
vincia tomou diversas providencias, abrindo um
crdito extraordinario de 4:0003 para soeeorro
di populacao pobre.
Foram arrematados os dzimos de man-
cas: do municipio do Cascavel por 4:1783; do
Acarac por 1:4113; do Asar por 2:3703 ; e
de Meeejana por 1:3233.
Haviam chavas geraes no interior da pro-
vincia.
Pela polica foram capturados: em Maran-
guape, Florencio Jos dos Anjos, criminoso de ho-
micidio ; era Serra Redonda, Joao Luiz Pereira,
idem; no Crato, Luiz Ferreira Velloso, dem; era
JL Bertnardo, Jos Vicente Ferreira Gomes, dem;
| ^ Telha, Joo Manoel Ai Araujo Frasio, dem; e
mandar urna parte mais crcum s
lanciada desse acontecimento. >
No termo de Lavras acaba de ser capturado
o criminse de moeda falsa, Joo Antonio Linhares,
pronunciado pelo mesmo crime nos termos do Ico,
Milagrea e no do Cajazeras, da provincia da Para-
hyba : lendo sido effectuan essa priso pelo ci-
dado Theotonio de Sonza Malheiros, esforcos
do major Idelfonso Correa Lima, de intelligenia
com o commandante do destacamento, lente Jos
Roberto de Souza Galvo. >
RIO-GRANDE.
Da capital nos escreve nosso correspon-
dente :
< Urna balsa, chegada dessa provincia, na tarde
do dia 31 de marco, trouxe-nos a noticia do ultimo
e decisivo triumpho de nossas armas nos campos
do Paraguay.
< Pelas 6 doras numeroso concurso de pessoas
reunido na praca d'Alegra em frente do sobrado
do capito Jos Antonio de Sooza Caldas, com a
msica do corpo de polica, tocando o hymno na-
cional, dirigio-se casa do depotado Gomes da
Silva e ah, depois de repetido o mesmo hymno,
dea aquelle cavalheiro vivas naco brasiletra,
aos bravos defensores da patria, S*. A. o general
conde d'Eu e S. M. o Imperador, vivas que foram
entlmsiasticamente correspondidos pelos cidados
agglomerados na ra.
< S. Exc, collocando-se frente daquelles des-
tinctos rio-grandenses, dirigio-se ao palacio da pre-
sidencia, onde o Exm. Sr. Dr. Silvino, possuido
dos mais nobres e patriticos senlinoentos, repeli
os mesmos viva. ?
< Depois dirigiram-se todos i casa do Dr. Es-
pinheira, chefe de polica e e>te, como o presiden-
te da provincia, saudoa os riograndenses, que,
cheios de jubilo, faziam aquella demonstracao pa-
tritica.
c Em seguida offereceo o mesmo doutor urna
ligeira mesa de foaif e ah flzeram-se os seguintes
brindes: do Sr. Gomes da Silva aos valeotes de-
fensores da honra nacional; do vice-consul inglez
nago brasleira; do Sr. Dr. Espinheira em re-
Irbuicao as benvolas expressoes do digno cn-
sul i do Dr. Gomes da Silva raioha Victoria e
na;;io ingleza ali representada pelo digno cn-
sul ; do Sr. Alfredo Weber, vice-consul da Suissa,
ao commercio brasileiro ; do Sr. Dr. Gomes da
Silva ao commercio estrangero e especialmente
ca a dos Srs. J. Graff 4 C, ali representada pele
Sr. Alfredo Weber, seu socio; do mesmo Dr.
Gomes da Silva S. M. o Imperador, cojo coracao
paternal deve ueste momento estar possoido da
mais Justa satisfacao pela esplendida victoria da3
armas brasileiras, qoe nos assegoram o termo
final da guerra de honra em que o imperio se
achava empeahado.
Assm terminaram os fesfejos desse da, quau-
do ao amanhecer do da 2 chegou nosso porto o
vapor pojuca; procedente de Pernambuco, trazen-
do a confirmacao de to gratas noticias.
Ento novas e mais enthusasticaj foram as
manifestacoes patriticas, que se continuara a
fazer.
t Nunca vi tanto rigosjo, tanta auimacao, tanta
alegra, tanto enthusiasmo.
t O Exm. presidente da provincia mandn fe-
char as reparticoes publicas por tres dias; todas
as asas so tem Iluminado, baudas de msica
percorrerem as ras entoando o hymno nacianal e
dando vivas, que sao correspondidos pelo puvo
com o maior phrenezimo.
t No dia 6 terminar-se-ho esses festejos com
um Te-Deura, cantado na igreja matriz, em aeco
de gracas i o Todo Podereso.
t Para tratar da solemnidade do acto, e para fa-
zer os convites s pessoas, que a elle devera assis-
tir, foi nomeada urna coramisso coraposta dos
Exms. Srs. Dr. Gomes da Silva, Dr. Espinheira e
Dr. Octavano Raposo.
A falta de chovas no centro da provincia, deu
logar grandes e incalculaveis prejozos
gados.
< Felizmente apparecen o invern, que vai sen
do copioso por todo o agreste e seria?.
razia horror o estado lamentavel que se
achavam reduzidos rautos puntos da provincia.
Em Angicos chegou a miseria ponto de se
ter ungido e sacramentado urna mulher, sendo a
soa molestia nicamente fome I
f Gracas, porm, Divina Providencia, pode-
mos dizer que j estamos livres de semelhantes
desgracas.
c Pelo vapor pojuca vieram dessa praca, re-
quiscao do Exm. Sr. Dr. Silvino, para serem des-
tribuidas com a populacao indigente das comarcas
do Ass e Serido, onde a secca fez maiores estra-
gos, 150 saceos de farinha, 40 de milito e 20 de
fejo.
< Estes gneros foram immediatamente remel-
tidos para o porto de Maco, donde seguiram seu
destino.
S. Exc. noraeoo commissoes de soccorros p-
blicos as localidades seguintes
t Ass.Dr. juiz de direito Gouzaga, o delegado
de polica, e o Rvd. vigario Mattos.
f Sant'Anna do Mattos. O coronel Souto, o
Rvd. vigario, e o subdelegado de polica.
t Principe.O Dr. juiz de direito, o Bvd. viga-
ro Paulino de Sooza, e o delegado Baptista Pe-
reira.
< No dia 31 de marco transferio-se a repartieao
do correio do bairro da Ribeira para o da cidade
alta, ocoupando a mesraa casa donde hava sido
deslocada, por ordem do ex-presidente Pedro de
Barros, cojo procedimento nio foi approvado pelo
governo imperial.
c O Exm. Sr. Dr. Silvino convocou extraordiua -
riamente a assembla provincial, coja sesso (ai
marcada para o dia 15 de maio vindouro, afira de
se tratar das leis do orcamsoto o llxaco da torca
poblica, leis de que a provincia se acha privada
desde o lempo do Se Dr. Gustavo de Si.
t Do Asiuense ext.rahi a noticia seguinte :
> foi victima da oxplofco. de um raio na tarde
do dia 18 de marc/j, o nosso amigo Jos Paulino
Nobre de Medetros, Albo do Sr. Flix Nobre de
Medeiros.
< Percorren'io atpatl cota mais- dous cotnpa-
*
nhejfos Jos Mendes, conhecido por Jos de Ario-
" e Joaquim Patricio, os pastos da fazendaPo
" em occasio que c novia e j ao terminar a
foram todos fulminados da nm raio, que
instantneamente prodjio a morte daquelle e do
vallo em (jue ia moORdo, tornando estes si
pois d alguns inoojentos, em que estiveram sem
sentidos. ^
_Iodia 28 de fevereiro foi atrozmente assassi-
nado com om tiro de espingarda no sitioEncan-
totermo de Pao dos Ferros, o infeliz Antonio
lavares, sendo o autor do delcto Clcmentino Go-
mes de Moura, cuja priso se nao pode realisar,
apezar dos esforcos empregados pelo digno dele-
gado de polica Joaquim Ferreira Pinto.
. Se diz que o assassino evadra-se do theatro
a colpa, paesando-sc para o territorio da provin-
#i do fiar, em companhia do proprio pai.
E'^esumivel que all seja elle capturado, em
ta das" requisiQoes que ao respectivo chefe de
icia foram follas pelo Sr. Dr. Espinheira, ma-
tado cuj sotcituue c zelo no enmprimento dos
toeres todos reconheccm "applaadem na pro-
vincia.
^ENo ultimo da do mez de marco existia em eo-
W na lliesouraria provincial 57:2783930.
PARAHYBA.
Foi mnito festejada a noticia da terminaco
da guerra, havendo passeiatas com msica, fogue-
tes, poesas o vivas enthusiastcos, durnte dorf
das.
A assembla provincial antorisou a presi-
dencia a despender a quanta necessaria com os
festejos pe|a terminagao da guerra.
A cmara municipal da capital nomeon orna
eoraraisso, composta dos Exras. Srs. conselheiros
Doco Velho Cavalcante de Albuqaerqae, Francis-
co Je Salles Torres Hornera e Antonio Jos Hen-
riques, Drs. Anzio Salathiel Carncro da Ca-
oba e Theodoro Machado Freir Pereira da Silva,
pira felicitar S. M. o Imperador.
Igoal deliberaco tornea a assembla pro-
vincial nomeando para a respectiva corams.'o
os Exm. Srs. senadores Frederico de Almeida e
Albuquerque e bario de Mamanguape, conselhei-
ro,Antonio Jos Henriques, e deputados Drs.
francisco de Assis Pereira Bocha e Anizio Sala-
thiel Carneiro da Cunha.
O Exm. presi lente da provincia nomeon ama
commissao, composta dos Drs. Antonio da Cunha
Xavier de Andrade, Samuel Henrique'Hardmao,
Antonio da Trindade Antunes Meira Henriques,
Eidre Antonio Baptista Espinla e Jos de Araujo
ima, para so encarroar dos festejos pblicos
pela victoria alcancada pelas armas brasileiras
contra as torgas do ex-diclador do Paraguay.
PERNAMBUCO.
5SI
3RI
J
;embl provincial
3ESSA#OE 4 DE AQRIL
PRKSID&iCCIA DO SR. AULTAR.
(Continvacd).
O SR.HERMOGENES.Sr. presidente, nao pre-
tendo trazer luz a este debate, proponho-me ape-
nas a dar algumas explicaces, no sentido de jus-
tificar a mnha assignatura dada ao parecer, que
ora se discute, da commissao de constituico c po-
deres, do qual'soo membro.
A questo ardua e espiahosa, e por isso nao
me julgo capaz de fazer ara discurso, exponho
nicamente as razes porque assgoei o pa-
recer. A,
O decreto de 19 de setembro de 1853, que creoU
as incompatibilidades eleitoraes, declara qoe sao
incompativcis nos districtos eleitoraes, as pessoas
3ue nelles exerceram autordade ; o decreto de 18
e agosto de 1860, art. Io | 13 e 14, considera os
substitutos -das autoridades que cima me refe-
r incompatives nos quatro mezes anteriores a
eleco, quando estes tiverera estado em exercico,
durante esse lempo. Dos termos deste decreto,
de suas disposicoes qoe acabo de citar, se v qoe
a le cegita do exercico certo, determinado e per-
manente, e consegointemente de urna jurisdieco
plena exercida em toda circunscripQo territorial,
e nao de urna jurisdiegao accidental e toda even-
tual, como a jurisdieco exercda pelo juiz de
direito de urna comarca que vai presidir as sesso
do jury da comarca vsinha. (Apoiados).
A jurisdieco que nessa occasio exerce o juiz
de direito inita-se nicamente ao tribunal,
Slgar as causas me Ihe :o ah submettidas, poli-
r as sessoes etc. etc.
O Sr. Veica Pkssoa : Isse nada I
O Sn. Hermoknes :Ora, se a jurisdieco do
juiz de direito se limita a isto, como poderemos
diaer que o juiz. de direito, neste caso, exerce
jurisdieco plenajara toda a comarca?
Se toda jurisdieco tem ama crcorascripco
territorial em que funecona, aonde est acircuras-
cripeo territorial em qoe funecona plenamente
o juiz de dimito que vai de sua comarca para pre-
sidir ao juryde urna comarca vsinha ? Ser ju-
rsdiegao plena exercda era toda a comarca, a
que se exerce dentro dos estreitos limites do tri-
bunal do jury? jurisdieco que anda exercida
commulativaraente com o juiz effeslivo da coraar-
njsLca, pos que o juiz que vem da comarca vsinha
se limita as causas que loe sao apresenladas, para
serem julgados no tribunal, e as qoaes o joiz ef-
fectivo esta impedido,'entretanto qoe este conti-
na no goso de todos os seus dreilos e deveres de
magistrado, exerco todas as suas aitribaicoes f
Pde-m dizer que exerce jarisdiccao plena em
toda coojarca, o joiz de direito que nao conhece
de recorso nenhum, que nao faz o sorteio d) ju-
ry, que nao conhece de aggravos, que nao julga
causa em segunda instancia ? Aonde est a ju-
risdieco plena em toda a comarca deste joiz de
direito f .
O Sfc Vkiga Pessoa : Mas exerce attribuicoes
muto importantes, como nterpor appellacSes, re-
solver questies incidentes peranle o jury etc.
O Sr. Hermocenes :Sim, mas s as apnella-
jdes nao tornam a jurisdiego plena no s mudo em
que me tenho expressado ; e pode rauito bem sac
ceder que o juiz de direito que vai presidir o ju-
rmda comarca vsinha, nao tenha de nterpor ap-
pelhc absolutamente alguma e pode vir no im-
pedimento do outro joiz para causas ja appel-
0 Sa. Vkica Pessoa .Mas quando o impedi-
meuto fr proloogado ?
O Sr. Hermocenes :Que importa sso?_ Se-
ja ou nao o impedimento por toda urna sesso, o
juiz que substitu exerce jurisdieco em toda co-
marca ? Certo que nao.
Ora, se se considerando por esse lado a questao,
nao podemos dizer que o joiz que vem de urna
comarca vsinha para presidir o jary de outra, nao
txerce jurisdieco plena
OSr. Teixeira be S:O tribunal uSo exerce
jurisdieco plena?
O Sr.Hermoenks :O jux de direito que vem
de urna comarca presidir ao jury em outra co-
marca vsinha, nao exerce jurisdico em toda sua
pienitude, Isto como que elle exarceria na sna
propria comarca: em todasjua circumscripcao ter-
ritorial. neste sentido qoe fallo, nem pode ser
em outro.
O Sr. Gcsmao Lobo :Quanto presidencia do
inrv exerce.
" HEaMOGKSEs:Sem davida nenhuma,
esse lado que eu argumento, digo que
juriudlco plena,, porquu nio execoe.
toda a que cabe ao juiz de direito, funcionando
na sua propria comarca.
O Sn. Gsmao Lobo :A cousa precisa ser es-
clarecida.
O Sr. Hermocenes :E nem poda ser de ou-
tra forma. E' Tora de duvida que o juiz de direi-
to nessas condicoes nao exerce jarisdiccao com-
pleta ; assim elle nao pode conhecer de recursos,
"nao pode fazer sorteio do jury, nS> faz processos
de responsabildade, nao pode fazer cousa alguma
senojulgar das causas qae sao submettidas ao
tribunal, para as quaes elle chamado. Ora, se
assim, como podemos dizer que exerce jurisdie-
co plena comarca ? Nao essa, por tanto, urna
jurisdieco sai qenms, urna jurisdieco que aoo
pode incompatibilisar de maoeira nenhuma ?
O Sn. Gudmao Lobo : Nosta distneco que
est a questo ? jurisdieco sempre jurisdco.
O Sn. Hermocenes:Jurisdieco sempre ju-
risdieco, nao contesto ? mas ha jnrisdiego mab
ou menos ampia, que pode' se estender a urna co-
marca ioteira, como a do joiz do direito effecti-
vo ; a Jo juiz municipal que se limita a nm ter-
mo e que nao inesma que tem o juiz de direi-
to, pois que mais restricta. ,Ser por ventu-
ra a mesma jurisdieco que tem a relaeo do ds-
trcto, aune tem o juiz de direito em sua co-
marca (Tumo se acha ento didlculd ule em ad-
mutir jurisdieco plena, por que exercida em to-
da comarca, e nao plena porque se limita a urna
parte della smente, quando ella nao exercida
seno em casos especae*, e s para taes e taes
feilos ?
Importando a Incompatblidade neste caso, a
restricto de direitos polticos, restriccao que s
deve sor reconhecida quando expressa e clara-
mente determinada na re, parece-me que, nao di-
zendo a le qoe regula a materia, cousa alguma
sobre o caso vertente, nao podemos entende-la do
modo porque quer o oobre propinante entender.
Quando se trata de restriccao de direitos, pre-
ciso que a lei seja clara, expressa e terminante,
e, desde que ella nio clara, nao podemos inter-
prela-la no sentido resiricto e odioso, mas no ampio
e benevo-lo. O nobre candidato cenhece raelhor do
que eu, o principioodiosa restringenda, benigna
amplianda.
Sn. Veio a Pessoa :Isso a meu favor.
O Sr. Hermocbnes:... principalmente quando
se trata de direitos polticos, que o nobre candi-
dato sabe, sao os mais importantes do cidado,
to importantes que o magistrado deixa o exercico
de suas funeces, para vir tomar assento nesta
casa.
Ora, se o direito poltico o mais importante de
todos os direitos do cidado, como lavemos de es-
buiba-lo desse direito, sem urna disposicao clara,
expressa e terminante da lei ? De maneira nenhu-
ma.
O Sn. Veica Pessoa :Como que pode neste
caso ter Papplicacjio o principio invocado pelo no-
bre depalado ?
O Sr. Hsrmogenes : No caso d que estou
tratando.
Hfwt : Mm a mu favor.
O SatHermogenes : Desde que a lei nao cla-
ra e expressa, que urna interpretaco ampliativa
vai fenr direitos importantes, esbulhar o ci-
dado de direitos os mais caros, parece que essa
interpretacao nao deve ter lugar.
O Sn. A. Cavalgaxte :Apoiado.
O Sa. Hermogenees :Depois, nao s esta ama
qaesto qoe se resolve perfeilamente pelos princi-
pios1 jurdicos, como quasi que est resolv Ja* pelo
governo imperial, nao por le, mas por avi-os, que
com quanto nao tenham forea de lei, todava ex-
primen] a opinio de homens esclarecidos, como o
conselho de estado que j disse alguma cousa so-
bre esta materia.
Um Sr. Deputado :Disse que era competente
o poder legislativo geral.
O Sn. Hermogenes : O aviso de 3 de Janeiro
de 1856 dizque n i sao incompatives 03 inspec-
tores das alfandegas, porque a le nao falla nelles,
apezar de na lei dizerque sao incompatives os
inspectores de fazenda.
O Sn. Veica Pessoa :E' porque a lei nao diz.
O Sr. Hermocenes :E' por isso mesmo ; a le
nao fallou de inspectores de alfandegas, fallou de
inspectores de fazenda, e com toda razo diz o go-
vernodesdo que a lei nao faBou em inspectores
de alfandegas, nao ha incompatibilidada a respei
to dolles. Ora, pergunto eu.se no_fosse o princi-
pio odiosa restringenda se nao fosso a im-
portancia dos direitos polticos, porque hava o go,-
verno de declarar, que nao se fallando nella era
inspectores da alfandega, nao eram elies incom-
patives ? quando todos nos sabemos que o ins-
pector da alfandega um agente fiscal da orlera
dos inspectores de fazenda, a cuja clas-e elles per-
tencera ?
IIm Sn. Deputado :A questo no est no no-
me, est as attribuicdes.
O Sr. Hermogenes :E' para mostrar que fal-
lando a lei nos inspectores de fazenda somente e
nao nos de alfandegas, nao os quiz comprehender,
com quanto elles sejara tambem inspectores de fa-
zenda e empregados arrecadadores do fisco.
O Sr. Veica Pessoa :Mas nao sao chefes.
O Sr. Hermogenes :A questo nao de che-
fes ; mas se o quer o nobre deputado, cada um
del les chefe de urna repart;!).
Um Sr. Deputado : = Sujeitos ao inspector da
thesouraria.
O Sr. Hermogenes :O ju de direito tambem
sugeto relacao, o juiz municipal, ao juiz de
direito, etc.
(Trocam-se mutos apartes).
O Sn. Presidente : Attenco I
O Sr. Hermocenes :Alm disto, anda corro-
Dora esta doutrina o aviio de 7 de fevereiro de
7861, que diz, que as incompatibilidades nao po-
dem ser extensivas a outros casos seno aquellos
cogitados pela lei. E' anda um avisoquevem de-
clarar, qae as incompatibilidades nao podem ser
extensivas. Desde que a le nao imcompatibilsou
expressamente o joiz da direito que vai julgar uraa
causa ad hoc em comarca visioha, pela uoutrina
queja expuz nao se pode julga-lo tal por esse tacto.
O Sr. Viiga Pessoa :As doutrinas e racioci-
nio* em materia de interpretacao nao sao autori-
dades.
O Sr. Hermogenes :Sem dedugoes e racioci-
nios sabe o nobre deputado que nao se pode fazer
coaxa alguma, interpretar, discutir e conhecer

a lei.
Nos raesmos decretos citados de 19 de novem-
bro de 1855 e 18 de agosto de 1860, venios que no
primeiro se falla dos qoeexercera autoridades
e no segundor-dos quetiverem estado em exer-
cico do3 respectivos cargos.Poder-se-ha, em boa
f, dedozir dos termos deste ultimo decreto, qoe o
Sr. Dr. Correa de Araujo, presidiado accidental-
mente ao jury na comarca vrzinba de Nazareth,
esteve no exercico do respectivo cargo ? O que
se entendera ento pelas palavrasrespectivo
cargo ? Nao ser seu respectivo cargo aquelle pa-
ra que foi nomeado pelo governo imperial ?
O Sr. Viiga Pessoa :E, nao sendo nesta hy-
polhese qne ellev acomarca vizinha em que ca-
so exerce ento Jarisdiccao de substituto ?
O Sr. Hermocenes : O juiz de direito oeste
caso nio substituto de ninguem.
Accresce sobre ludo, que o espirito da lei que
crea as incompatibilidades, e qae todos nos sabe-
mos qual elle seja, foi o evitar a influencia, a coac-
co dos.magistrado* sbreos eleitores do sea ds-
trcto-da sua comarca. Todos nos sabemos quan-
to. soffriara os direitos Individuaos por causa da
.interferencia dos- magistrados as eleicoes, e foi
isto. o que a lei qnia prevenir, evitando, que o ma-

gistrado interviesse em eleicio. Ora, se o |uit de
direito vai neste caso exercer urna jurisdieco que
se limita ao tribunal do jury em ama sesso, moitas vezea a un nico processo, como se pode
suppr que elle possa exercer essa influencia, isa.
coaccao, tanto quanto olla possivel na- exerckt-
pleno de sua jurisdieco em toda sua romarra t
Me parece que nao.
Nao sel se me fiz bem eomprebonder. Di*
que a le quiz evitar a influencia do jniz e de ou-
tros empregados, a coaccao que podiam, exercer
sobre os eleitores, decdindo caucas de mae#ir*
que nao deviam decidir...
O Sr..Veiga Pessoa :E' a razo philosopbic.
da le. -
O Sr. Hermocenes : Essa influencia nse>
pode suppr que seja exercida plenamente sena.
por meo de j arsdieco em toda comarca, quan-
do o juiz esta no goso de todas as suas atiriboi-
ces, e nao por um que vai a comarca vizinha
presidir urna nica sesso do jury, aonde talven
elle no_ tenha nem do nterpor um recurso ia
appellacao. Se anda assim, elle a exerce, lance-
mos antes o defeito a i jiperfeico das coasas hu-
manas, do que a lacuna na le.
A prova de que, a influencia do juiz era qiUM
impossivel na hypolhese figurada, est no faci d*
ser elle simples juiz municipal de Pao d'Alho,d>ser
preciso quesedsceaevenlualidadede estar interi-
namente na vara de direito dessa comarca, qne o
da comarca vizinha deixasse de presidir o jui>,
para que elle fosse ento chamado para exercer (*
cargo de joiz de direito no jury dessa comarca.
Que influencia, repito, poderia ter um juiz de di-
reito," que para presidir ama sesso do jury, pre-
cisa queso de esta serie de eveotoalidades que
se nao podem esperar calculadamente ?
Se essas eventualidades que se deram nao po-
dem neutralisar a grande influencia do joiz, en-
to ai do tribunal do jury Porque confiamos to-
dos no tribunal do jury Por causa destas even-
tualidades, porque nao se conta com os juizes de
factos qne tem de julgar a cansa, porque sao ti-
rados sorte. Se estas eventualidades sao o forte
fundamento da imparcialdadedaquelle,porque nao
ser a negaco da influencia do juiz direito no ca-
so de qne tratamos, ama vez que o joiz municipal
assumio o exercico de juiz de direito, por meio de
sna looga serie de eventualidades. Qua.-i todo o
que tenho dito com relacao ao juiz de direito de
Pao d'Alho, se appca perfeuameute ao Sr. Dr.
Pernambuco. depotado pelo primeiro districto. Um
aviso de 1864 decide sobre materia idntica a do
Sr. Dr. Pernambuco, deputado pelo primeiro dis-
tricto.
, Um jniz municipal do Hio Grande do Sul julgou
ama eaam ad hoc, o presidente dessa provincia
decidi qoe por e jjilgaiuento se tornara elle
inco npativel a eleicao, e deeate de assim o dece-
dir, submelteu, como era obrigadtt, a&ua dee^a
ao governo imperial ; at resolvea qne e-enea era
duvidose,- que dependa de interpretacao antee*-,
tica da assembl geral, e que a presidencia nao
tinlia decidido bem, visto qne a qaesto era dnvj-
dosa. -
Se a questo nle clara, Como diz o tobre de-
putado, se difScil, se nao est exprs.- na lei,
multo melhor para deeedirmos em favor daquetfa
de qae trata o parecer, "porque nao havemos de
esbulhar de ura direito, de o expellir desta ras.\
sem om fundamento forte, robusto e determinado'
oa propria lei.
Sr. presidente, qoando levantei-meprometti ni-
camente dar explicaces e nao fazer discurso :
contento-me com isto.
O SR. VEIGA PESSOASr. presdante, bem
poda de milito bom grado renunciar o direito une
anda tenho de fallar nesta discnsso ; por junto
os argumentos que tive a satisfacao de produzir
combatendo o parecer, nao foranrdestrudos. En-
tretanto para fazer dissipar alguma impresso cjuo
talvez tivessem causado no espirito da casa as ex-
plicaces que foram produzdas pelo honrado mem-
oro da commissao, resolv neste intuito, aventurar
mais algumas considerarles em ordem a respei-
ta-los na parte principal. Os meus argumentas
esto era vigor, nos tres pontos em que os estabe-
leci, isto que sao legtimos substitutos, qae o
exercico da jurisdieco est fia comprehonsao d.
lei, e coaseguintemente dase a incompatblidade.
O honrado membro disse as snas explicaeoe*.
que o juiz de direito, quando vai comarca vsi-
nha, substituto, mas que oo.'exerce jorisdii-,
cao plena ; d'alli soggerio-me fazer ento urna
pergonta : se nao sendo este caso, que estatelece
a lei, de ir presidir ao jury da comarca visinba.
quando qne o juiz de direito substituto ?
Para o juiz municipal a hypolhese figrala no
parecer pode darse ; mas na' hypothese do juiz de
direito da comarca vsinha nao ; porque naos.-iido
no caso de impedimento, qnando d-se a outra hy-
pothese de exercico ?
O Sr. Hermogenes. :E' ama substltuied tii
generis, porque o juiz de direito nao substituto
de outro.
O Sn. Veiga Pessoa :Eu nao se qoando se
possa dar, porqae o caso do joiz municipal nao (;
idntico. Por conseguinte para este ponto s-
mente que chamo a a.tencao do honrado collega
Sr. presidente, quanto ao outro argumento, oli-
zer-se que a jurisdieco que exerce o juiz de di-
reito o'estas condicoes nao motivo suAlciente
para elle considerarse incompatiblsado, por na>
dar-se a razo philosophca da lei, de poder in-
fluir no animo dos eleitores, nao tendo aocAo di-
recta sobre s seus jurisdiccionados. porquanU a
soa jarisdiccao nao plena, mas sm parcial ;
entendo que este argumento tambem nao preva-
lece ; peeca em sua origera e consecuencias.
Dizer-se, senhores, que o presidente do jury
nao pode influir no animo d'aqnelles contra os
quaes tem de exercer autorMades", nao argn-
mento valioso ; porqae ao eootrario motivo po-
deroso para acreditar-se aa influencia, e inspeceo
contra aquelles queestverem sob sua guarda.
Em tbese, nao poder muto bem acontecer qu
o juiz nestas condicoes, vesperas de eleicao v
ama comarca visinha e agete-se de tal maneira
que possa obter votos, iusioaaudo-se cora o re-
cursos da autordade de qoe dijpe ? E' isso jus-
tamente qoe a lei quiz prevenir em suas salni.n -s
disposio&es.
Um Sr. Deputado :Isso deleito das leis hu-
manas, nenhuma perfeita.
O Sn. Veica Pkssoa :Pois isso o que a k-i
quiz prevenir, nao ha defeito ; essa a razao phi-
losophica da le, e nos interpretando-, devenios
procurar talos os elementos constitutivos para
qoe a interpretacao seja natural e lgica.
Digo Uto com referencia ao argumento do nobre
deputado.
O Sr. G. Dhummond :Esse argumento nao pro-
va nem pro nem contra, porqae tambem o gover-
no pode ageitar nma substituico pan incompati-
bilisar um individuo.
O Sr. Viiga Pessoa :Se tiver antorsaco 4:
poder legislativo geral ; porqae, coa sabe o mea
llusirado amigo e collega o govereo s Taz cum-
plir a le.
0 Sn. G.Drummon :As substitnisoes naoper-
teneem ao poder legislativo.
OSlt: Veica Pkssoa :Mu o poder legislativo
concede ao governo a faculdade de regular as
substituiedes; logo as substituieSes de qne falla o
decreto de 1885 sao legaes.
Um Sr. Dbactado :Qaal foi a lei que deiermi-
oou qae o governo podesse fazer substituir o jan
de direito pelo da comarca visinha T .
Q Sr. Veica Pessoa :-A lei de 3 e >*emhr
que dia que o governo na corte e o pnwwwe* nu
r



;, .*-


i
-at
0T8I 30 JIMM 30 II AHI31 Ai JW ***?<****&*<* -. Segunda feira 11 de Abril de 1870.
*
.n .iwa
OrHI
-

provincias rcgunrio as subsiituigoes. Foi
-a d'esta le qae baixoa o decreto de 7 de
el*. I IB ,
O 3. G. nnrttiftw :-Mas por torga des*a
me.-au lei pdilapvejno agoftar as substitulges
par,. incompaliMhwtlguPrn.
OunioSa. Dtotfaook Este argumenlo- tres,
pon.livel.
O 8b. Phksidbsk :Alteiffio. i_^-^.
O Sa. Varna PKsoa :-Rinanto, Sr. presidente,
o queeu pude cMligir da at^mentacio do honra
do collega raambro da eoawissito, foi rile menle
aprosentar como argumento principal que a juro
diecao era seini-plena. Perpunte ao nebro de-
pul;:do, qual a disposigao de lei em pie podia un-
dair.antai essa sue asserco, disse-m que era o
. mesi-o, essas consderaedes de orden, de raler-
preoeao, os principios o regras da seenci or
oieneulica.
Entreunto, Sr. piesidente, comas armes des-
ms aiesnaos principio da ciencia, comeres ms-
enos principios de ordein, e interesse publico, que
en ja joguei e agora jogu para sustentar a miniia
rguiue iitt^ao.
B, ainda quando, Sr. presilente, a lei de Incom-
panliilidade fosse obscura e duvido-a, o principio ;.
vuir-w) para a esclarecer om sua litleral disp-
sti;* i. Dio era nutre sen*i. > da propiia le, que
pr jh*e os folicciotarlos designado?, e seus snb--
tituiis exergam jurisJigio e autoridade m>.praz>
proliihiivo dentro dos coflegios do districto eleito-
Tal; p irque tolas as cousts, e principios se regu-
lara por suj natureza o motivos, e quando se tor-
nam frafew muren-se da* furias sympntetoa;.-ura-
jeas que Ihes Qeain mais prximas, e nunca de
principios e torgas contrarias.
Conduindo, Sr presdeme, eu tenlio de fazer
lima ouira considoraclto coin re lacio tonmpl
to, qM iiiuito pede influir no animo d'esta casa.
_A Minara de azareth, por occasiao da apura
' 0o, Jetiberna que se tomasse em separados os vo-
tos dadot ao Sr. Dr. Corra de Araujo nos. colle-
gios de Limoeiro e azareth.
Un Sn. Dettado : Exorbil u de suas attri-
buieoes.
O Sr. Veiga Pkssoa :Fstabeleceu a cmara
por eooseouiiiie que devia ha ver sorteio para dmi>
lugares ir entre os tres empalado*, eu, o Sr. Dr.
Barras Reg e o Sr. Dr. Caidinba, o depois d\>te
procesado proiedeu a cmara ao sorteio, segun-
do c ni -la da acia qae serve de diploma, e fui eu
segundo sorteado.
Um Sr. Deputado :O nobre deputado eslen-
ganado : nao liouve sorteio cora relacao ao Sr.
Dr. forrea...
O Sa. Veioa Pbssoa :Estoa fallando a respeilo
do que se falln na camera, a de l, bem IM,..
Prrcedeu-se ao sorteio, que foi feiio pruni-caa-
inente, em uin s acto, e sabio o Sr. Dr. Barros
Reg e eu nes.-e sorteio dos tres, soui a cunara
declarar que ia proceder ao sorteio para preeucrier
a vaga do tal ou de qual.
O Sr. Barros Hego :Mas consta que eu fui
sorteado eu primeiro lugar, e o nobre depulado no
segundo.
0 Sr. Vkica Pessoa -.Quid tmlel Eu quero
trazer o proeedimento d.i casa mosmo pira elogia-
la. Quero dizer que liouve apenas um sorteio.
O Su. Barros Hego : liouve uui sorteio, mas
eu fui o priiueiro sorteado.
O Sr. Veiga Pkssoa : Bu e o nobre depulado
fonios sorteados ao mesmo lempo ; no entretanto
lera u-iue miin eomo substituto do Sr. Correa.
illa nm oolro aparte.)
O Sa. Vkiga Poso*. :Eu quero tirar a Donen-
qiu-ncia do pnicedimenlo da casa, quero dizer que
esta casa ja prnlefia urna dediia muito ju porijue esta verreida, approvou o acto da cmara,
a de-peit i de ser considerada nuda a trapea por
ella seguida ; porque exorbitou, no entretanto jul
gou se lepal o sortero.
(Troearn se apartes.)
uSn. Vwga Pessoa :Eu tenho, Sr. presidente,
de invocar em meu favor esse proeedimento. isto
i';, se ja foi aj'provado es-e acto da uara, a ai-
sembl deve ser coherente e justa em nas deoi
sTies, f.zendo oom que o acto da cmara munici-
pal do Nazaretli soja sancoionado en sua pie-
ni: ud o.
O SK. MIGUEL PERSAMMJCO faz largas con-
deracdei em sustentacao priuieiro de snaeleieii
pela egondo di>lrirto.
O SK. MANOEL DO REG : Sr. presidento,
ven querer impugnar a adopcae do parecer da
cominissao, passarei no emtanto aaxpr algama*
duvi las, que se me aotollum, mesmo depjis de
ler lio ese parecer.
Diz a oouHataefn as suas coiiolusoes (l).
Enti'nd pelo contrario i|ue a lei muito ex
pra*sn a respjito do easo controverso ; o nobre
candi lato peto 1 Ostricto couitist>a que ex>'xcei)
urna jurisdi'c especial, e i cummissio de pn-
deres o recmbece tamben. Ora, eu nao cnui-
prehodo que se pussa exer^er juriscc.ii oiij
estar uia exercicio, e a jurisdiegi), r|per Sfja
plena, qiier parcial, n sempre, jurisdiccao, e, na
niinhi. opinia.i,.bastante para tornar in.Minpitiv.'l
aqn-lle que a tiver exercido no pi'azQalal da lei.
O Sr. Vkiga Pessoa :Apoiado.
i) Sis. Manuel uo Rkgo :lsto memn se corar
prava p -I i loitura da $ 13 da lei de 18 de agosto
te HO, a que 5occorreu--o a illu.-tre candidato,
ijne diz assim : as iiicompalibiliilades e-labelecid s
poto $ 20 do art. Ia da lei de 19 de setembro de
1855, ciimprrheiideni dV inizes Je orpbos e seiis
tubslilnti, btin como os dos funeciounrias desigaa-
ili- no nti'sma art. que tivemn esludo em ejerc-
< '', i'U:
tira; i dis-e, e repito qiieui est em, eev:iw,
errirt! juritdifqSo; eo nobre candidato afflnuando
que fu jiiz (-ni u na causa especial dove cuim
con ei|itoacia inevilavcl admiltir que esteve om
exercicio, pirque coai que direilo exereia juris-
diecao, que tanto importa ser juiz em cansa es
periaf, se nao enava em exercicio ?
Nao poiso appruvar a distinecao quo quer lazer
o onhre caudidato ; e para mostrar que nao tem
rxzao. lerei as proprias palavras do art. 9 tas
in-trun-i.- expedidas em 22 de agosto de 1860
para cxccuco da lei de 18 de agesto do ine-ii.i
anao, que sao as seguales: as ncuinuaiiliilidade
dos fu ccionarios especificados no g iO da' lei de
III de setembro de S'J'i e no 13 da lei de 18
de agosto de 1860, enniinuam a subsistir em todo
distrito sluitoral, em qbe ti cenia exercido juris-
dicciio, etc.
Ve se pois que a le refere-se nao s aoJ efTecii-
vos, mas tambem aos substitutos, envendo case
tcha-ie o uobre candidato, e qu- alen d'lsso con-
sidera synonimas as palavras estar em exercicio e
extreer jartsdiccao, pois as eniprega iudisliucta-
mente, em apoto da miuha opiniao.
Se o n-ibre candidato nao inga que exerceu
jurisdiccao, e por conseguidle rpie esteve em ex-
ercicio, claro que iacompalivel.
O Sil Pernambuco :Nao.
O Sr. Manoel a Reg:Naq pode noa-lo,
perqu dizeulo |ue foi juiz ad,koc. em urna causa,
eoafe-sa jmpliciiauenlo que estove em exercicio,
porqu" ni i possivcl que se posea dar aodiensia
mu wtar em exercicio.
o Sr. Vbio Pessoa : Assim comonao so pode
presidir o jury seni estar ein exercicio,
O Sn. Ma.nokl do Reg :- Enin tanto, aprar
relacio a eleicSo do 1* districto, pofrJne da leta
do arj. 13 da le. de. 18.de agosto de 1810, e do
art. i das Instruetfes Bar* xocucio d'esU lei, n*stiUHo t^pacialeu adikoc, o qnal nao^S jpdd
onde lalla-se. in hitInMintoHlh em tvtrmk- iurttnif.- abSOlUbflMinlA ivvioia.,n nn ,-.,..:..,_ j. C__
onde talla-se in Ifstinctamcttlb em extreer jurtsdic-
(9o e-estar em txtitkio, nSn se pode deixar de
concluii que andiee c*tas>ptirases, eiprimem o
mesmo sentido. (Mi apoiado).
l?.xpli4Ue-ineenl,o o nobre .demudo a distinecao
Sue deve eaistir, veja s ponoacoidraroutra
efinicao de jurisdiccao, da qual se possa tirar o
euMllario qae quer o nobre depotado.
0 Sr nttNAMRAi: Aprsente urna eertidao
de que eslive em exercicio.
O Sr. Manoel to Rmo : E" fado que osla
o dominio d puMico ; alem d'lsso o nabre can-
didato ja o reconheceu. assim cerno a nobre c.orn-
aiissao. (Nao apoiado).
Imporu o menino, visto a filmar o candidato
que fot juiz em causa pspeclal, d dizer coltl-
mi-sio em sua quinta conclusao : nem leve em
mele fallar de vm acto wdado do juiz pr
absurdo, inadmisivel a distinecao, para nitm
capciosa, que so pretende estibeleecr entre
prattc'ir oizum acto solado c extreer jurisdic-
cao Jurisdiccao, como j dsse, o direilo do ina-
Kistrado nu juiz de fazer Justina; ora distribuir
jusca a um un muitos, sempre dMtribni-la ;
ach que de boa f ninguem pode contestar este
principia
O Sh. Gi'smao Loso: O nobre depulado quer
dizer que qu.iu exercita jurisdiceioesla em exei>
cicio.
O Sr Maxoelbo Reg : Sera dtiTitbi, porqoe
sem-estar eu oxercicio, o juiz nao pode julgar
nem portanio ser juiz ad-htt.
Sanliores, nos somos os uaicos competentes
para decidir da validade das eleigoes dos membros
d'esta asstmblda; lomos n'est usumplo um p/hler
quasi discrecionariu, e deveinos portaato usar do
oosso direilo do modo que em nossa coasciencia*
parecer-nos inais ju*to, al que o poder lgjslalio
geral, ao qual ioi aBacto este negocio, deaccordo
eom a on-ulia do conselho d'ostado de 3 do de-
zembro de 1863, tome urna deciso quatiuer
re-peito.
Diz anda a comraissao. (L).
Admitte n principi >, ma< emendo que s deve-
mos_ inlerpreiar a. lei qnando ella duvidasa^
e ni quando 6 clara, como respeiio do ponto
em qjestao, pus usando a lei nicamente das
palavra-', que 'xercer jurisdiccao, sean aceres-
centar plena ou mlricta, mostra que nao adimite
a* distinecoes, que usUbeleceu a Bobre :oramissao.
Sendo portanlo -incuutotavel, vista do que
tenho ponderado,'qne.o nobre candidato peto !
distrjcto esleve era exercicio, ou exerceu juris-
diccao, que equivale ao mesmo, dentro do prazo
legal que pr>duz a incompalibililade, nao me
peesivel votar pele parecer da corumissao em re
laco ao Io dislrieto elciloral
liimito-ma por ora estas coa*ideracoes, espe-
rando quii a nobre coinmisso queira esclarecer
o parecer em di cussao-
0 SR. A. CAVALCAXTf.Nao son o relator da
coinniisso, mas coucurdu inteiramenle com o pa
weer presriitad; dfsrjava esqnivar-me de fallar
ne-ia quesiao, que alias nada tem para miin le
idiosa, nen coni-iderada pelo lado pessoal, com.
rpbios nao ortm juj^n- municipaes nem de V
reito para serem c^UiNlisados; tambera se
h!i52* ^ipor'denlid,de de rt* I"8
' M
nba me e turnado boje para presidir o jury, era
nrtttdedo decreto de 1863, o qnal era rae chama
stttstitmo. Eite decreto teve por fim uMonaente
tirar a presidencia do jury ao juiz sapotate, o
qoal anas contina cora essa limitaca? no exr
cleio d rara
8enltoTe8, qae torca pode ter o juiz de comar-
ca estranha, quando todos os acensados, todas as
Uitemunbaa, toda as pessoa do lugar saiiem qul
no moannio em que elle dr a costa*, o juii df.
--* parque, jeieurln poda desmanchar tuda quaoto no sentido
elte so determina e o tefriterio. m n^ossalfl lioiaaacia o oatro tiver falto ? Qae forcTpode
qtseesuaelefpparaqu-ne^jt*^.^ u^| ^ 0joU muoielpai su6stituto que julgauna cau-
c^jurDscripr&onnalquer, denteo da qnal o indi- aceideaulraeoie, porque o etTeclire 4 suspeito
absplmimenle considerar no exercicio da .
nao ii camprehendido Ras palavras da leis
Ututos'que tenh slado em exercicio dos
pee ti vos cargos.
fe*
viduo que eterce autoridadev_tenh* torca de obri-
gar todos oe^cidados que otila raorain^
Esta condieao de lerritorio que 6 easenciaL
como disse, para cnnsiitan* a jurMkco, tli 4
completa em relacao fuelle que julgk' especial-
mente una causa (Apoiado* e nao apoiadosj:
Esse juiz tem jorisdicc^o sobre aquella causa,
io a tem em todo_tnrritor*>; e sendo urna
egue-se-
m no-
- elle no
exercicio da vara.
Se a jurisdlcao pode ser completa ou nicamente
envparte e ella entendida subjeeliva ou objec-
livamente em relacao s pessoas ou as localida-
des
se ainanha*tproprietario ou o sabstitiitople
eitrar em exewto c po-lo fra i Que forea tem
ese juiz ad /leeqno julga ama causa, exeroendo
ama funccaoespecialisfima, se por qualquer cir-
cumstancia arnaohaa elle qo julga essa inesraa
causa ?
Um Sa, Deputado : Enirou ero exercicio.
O Se. A. Cavaoaote :8lm, mea eaercteio qoe
se roe pode entender compfeto ; porque este soo
tora o substituto quando o juiz de direilo ou mu
nicipal nao est no lugar, e 6 elle quem faz as
suas veaes. O substituto tiestas circumsuncias tem
toda a forga da autoridade ; mas quando julga
urna eaua-eni que o efteetivo suspeito, sua ju
risdicea se limita s partes que litigam nessa
des se o exerciow do cargo pe.o juiz ad hec t% causa,
atpeiJnfteilder "^vaiHente, ?o passo Como, pois, quer dar-se urna torca tamanha a
que ai le (aUatula de cargo, lernkipempfego te,. JSMtuaqo* acoidentalmento enlra'co exercicio
>o poae ser entendida objeclivamnte, segue-se- pTum caso irruilo especial ?
que a junsdiccarj, sem uvida considerada espe .'o sei, senhares, su disse ludo quanto deseta-
*'. ri3!681* le^,n"^ite,n," comprehendidaem va, ou quanto era misier, mas me pareco que res-
n ^. ^ ^oild aoque foi allegado era contrario.
flra, se se entra em duvida. s ibre a natureza da ^ Sr. Vciea Peswa : -Eu quero <
Jurisdiccao, do que trata a le, isto'bsta para qn
se nao ttrem direitos queltes de quem a lei n
fez expre** mensab ; se ha duvida, senhores,
concedendo mesmo que exerce jurisdiccao o subs-
tituto do juiz municipal, que no impedianwito de
outro vai julgar urna causa qualqaer. ; tendo ju-
risJicca nesta causa, mas nao em qualquer lu-
gar do territorio que serve de limite ao exercicio
aquella vara ; csu duvida basta para que se de
cida, a exemplo do que se emenden a respeito dos
juizes do orphaos, para cola incompatibilidade/oi
preciso que a lei de 1869 vtosse considera-los
compreheiili.'os em urna hypotbese que clara-
mente inclua.
Se a interpreaijao por torca de coraprebensao
excluio os juizes de orphaos na inelle lempo,
maioria de razio deve boje excluir 03 suosi
t js de que se traU; porquanto o juiz de orphaos
tem jurisdiccao completa, inleira ne tsiriiei'i> do
seu termo ; est as masillas eondicoes ]ue os
juizes municipacs, es qnaes em regra accumulam
as funecoes respectivas.
Quando a lei falla da exercicio do respectivo
cargo, de ve-so entender lgicamente que se refere
jurisdiccao exercida dentro da circumsoripcao
territorial que esia assignada ao juiz,. e nunca ao
exereeno do cargo para urna causa especial e de-
terminada, 0 lm principal da lei eviUr os ma-
nejos que possa exercer urna autoridade qualquer
para conseguir ama eleico que nao poderia obter
por ontro modo. Ne>tas coiidc3es nao est o jsiz
de occasiao, nem o que reside em comarca diver-
par.ee inr-rir se de algumas palavras de um dos sa : o que preside urna sessao do jury. (u que
roneurreutes ao lugar de depulado pelo 2. dis- julga urna causa qualquer.
Que influencia poderia exercer o juiz n'ama lo-
Toulio melhor disposicao a respeito de ambos
os candidaiiii, desejo dectdir-mesmentpelajus-
tica, e assmi acredito que prucedem lodos os nos-
sos collegas.
Pens que a cemm*sao e-tudando suBcicnte-.
mente o negocio 011c foi. sugoitu sua conside-
racao. deu o.parecer de accordo cora a legis|aco
do paz, e os principios que regem a materia.
Ouvi cmn attoncai'.'poucoou nada interroiiipen-
do m mgnacao do parecer e nao sei se com a-
uotasque ioniei, nui organisalds como esto pede-
i*i responder sali-bctommente
Nao tenho a vaidado de pretender convenir a
asse^biija.mas Lerei ao menos a satisfacaode ficar
tranquillii so estiver convicto de ter fcito quanto
as miuhas forgas pei-rnitlirm.
Prmcipiei aualysando tanto quanto fr possivel,
o discurso que primoiro se pronuaci iu n'est.i casa
ar-speilo daquesto ; e declararei de passagem,
que o de-ejo da coniuiuso conceder^) lug*r
jpjelle a quem de d reito perlence.
SI por um lado se.pJe dizer que a inteliigencia
d;ida produz o effeito de rasgar um diploma;
tambera .1 interpreficao contraria tem comoresul
tado iauuUsar a Qleicau de quem em segando I o.-
gar fi i volado nesse distrinto.
O 8r. Veja Pbssca :Como infractor da lei:
O 8n. A. i'.ATACCAsrt: Infractor da lei. aindj
Ui o nobro deputado, mas a comialssSiJ que pfo-
emou exarninar a q/Jesto e que se convence de
que essa inc irapatibihda le allegada nao esta ter-
iiiinaiiteineiito es'tab.d cida na legislacio do paz,
dtciara cjue nao houve infraccao algunia de le.
E depois, como se 110 le chamar infractor aquel-
le que recebe votos .Va* infringe lei senao queraj
pratiea acto contrario a sua letra.
Eu considero o tsrmn infractor 1a lei muito
improprio da quest>, apho que nao tem applica
cao aigama a bypothea'e.
Pode-se dizer que a individno nao deputado,
que nao tem lugar a sua eleici que nulla. ma*
hamar infracto da lei a um humera por um acto
que nao prali* 0 Su. Gi'smao 1jb3 :Pode ser urna phrase in-
conveniente, mas emllm exariie pensameoto.
0 Sn. A. Cavalcasti : Ni digo que sej n
c inveniente, digo que uo tem applicaylo absolu-
tamente.
O.Sr. Corroa de \raujo nao culpado"r)e que
os eleitores do 2.a di-trido Ihe tivessera dado vo-
tos recebaos, aceita-os. A cmara municipal
entendeu qoe elle nao era legtimamente eleito,
que o Sr. Dr. M iscc-so era o verdadeiro deputado a
commis-o sem que deixe de respeitar e acreJiUir
nos bons sentimeuths daqnella cmara, enlende que
lia eiTnu, que exorbitou de suas ailnbuicoe-, e
pirece-lho que o Dr. Correa de Araujo foi eleito
regularmente.
Nem se pede dizer que houve urna infraccao de
lei por parle do candidato, nem a commisso pen
sando assim faz lujuria, a cmara.
A commisso, senhores, tem o dever de escla-
recer tanto quanto possa casa sobre a materja
em discussao.
Examinando a legislajao convencen se de que
a-quosio conjra.versa, e que de difflcil so-
IUV*>, que. nenhuma opiaiao pode d>z-r ex cath'
(que a outra absolutamente: falsa; mas tendo
de emiitir urna opiniao esc..Ihe a que Ihe parecen
uais jurdica. Nestis condiegoes eu prncurtrei
quanto possa convencer-nos de que a commiss'
nao errou.
, Trato-se da urna interpretacao apelar do illuf
tre propinante, a quem estou resumiendo enten
der jue a Jei era expressa a seu favor, nao ad-*
mitiind i absolutamente interpr^tacao alguma.
Senhores, das diver-as spcies quecouhecem a
heryeneutica, a ntrepretacao por forea do com-
prehen.jo referida pelo Sr. Dr. Raptosta en seo
tratado, que me parece irais, applicavel ao ca-o.
e justamente por essa interpreta cao, que nos
na podemos docidir em favor do nobre can Jidal-
t, n\'UA Trt mi>i'\de "i^J"!' a ,n-,te"Ui|u8i repondq; c, senhores, no artigo da lei de.
ba-tane illucidada pela | de 18de ago-!, iStUquo rege a natflrit, disp sico que eu n'
ffiM "** ,'",-** mbre anaiJat" rt' nosso considerar int.rpretativa da lo, de lStf; m
tSEZ lS!!^'SSS^'Sf ^ ^^^cipaJmentepara adverar que api
ealidade onde vai julgar urna causa, quando o juiz
effectivo ou substituto quo exerce avara pode
nuHifiear depois os actos que elle pralicar ?
O.Sr. Veiga Pjjssoa ::E' urna estatua jur-
dica I
O Su. A. Cavaicami :Nao, senliar, tem todo o
valor na causa, mas nao se pode servir d'essa
influencia quo a lei quer evitar, da influencia qtte
poderia exercer n'uma eieigo se nao olitivesse
sor eleito do outro molo.
A eleicao, senhores, nao deve ser erabaragada
pela autoridade que. servindo-se do scu carreo,
pretender tirar aos eleitores a libordade que lbe?
deve ser garantida ; esse justamente o pensa-
meoto da loi quando incompatibilisou os magis-
trados.
Eu em these me pronuncio pelas incompalibili
dades absolutas ; quero que o magistrado absolu-
tamente nao possa ser deputado ou senador ; de
" jo qw eropref^o- publico npohnm pae**-se
i-I ito, que o deputado-meen nin pessa ser n<>-
meado para cmprogo.iiubfceu algnm durante ade-
gislatu a...
0 Sn. Vtica Pessoa :E?t boje no outro ex-
tre n- di sua optnin>
O R11. A. CAt.vL-cANrt:Sempre--ponsei' aspira
Mas niMJ esta a d^oictua da '"lT"tlr T'f-----'
le apjilicar, em face > qnal di o que o juiz qqe
chimado a exore*r"ur*ei(co Recid^walineriU-
na comarca viiinn, para julgar ame,>causa muito
especial em um lugar onde nao o e&perou, me.pa-
rece poder ahi ser votado; esse juiz nao p6-e
exercer a influencia que a lei quiz evitai* decre-
tando as incompa ibilidades. Nao se polen evitar
por i-xemplo as transaccoes que fajara o jnlz de
Redras de Fogo para Itainb, o de P-> d'Alho para
Nzareih -ic.
O Sr. G. Dt.i MMo.m :E-sas transaccoes de
ordinario s as fazem as autoridades superiores.
O Sr. A. Cavalcanti : Mas abstrahinl- di-tso,
a lei ufo teve em vista incorapatibrlisar absolula-
raento os empregados pblicos e os magi'trados;
teve por fin apents incorapatibilisa-to' as locali
dadis, om que -lies teem forga e influencia para
obngar. aundcpJem duninar.
Tanto a respeito"do primeiro distrreto cmodo
segundo, se nao verifica a hypoihese. O juiz 'subs-
tituto que esta em pleno exercicio da vara, bem
como o juiz effecjivo, pode era qualquer localidade
de sua jupis liceo exigir volaeSu, fazer promessa,
tomar desforeoi, ameac/r, etc.; por isso a prohi-
bicao de ser eleito, se nos quatro ou seicnwzes
antes da elpigao nao deixar o ex por fin assegurar ao eleitor toda, a liberdade du-
rante esse tempo, comprehenderse, tem razio de
?er. Mas o juiz que julga urna causa, porque o
elTeetivo nella suspeito ; ou que vai presidir
nina sesso do jury em comarca visinha.; para
o que o juiz do direito do lugar o chamar se
apilar...
UmSr. Deputado :E' obrigatorio.
0S. A. Cavalcati":Eu digo que nSo e
V. Exc. me apreientarj a lei que obriga.
L'm Sr. Dkpotado :Ftca-lhe smente o direito
de nao Ir, dando parte de doente.
. O Sn. A. CwAt.cAsri: Por ora quero comple-
tar este argumento. O juiz substituto ad froc, as-
sim coma o que vai presidir urna sessao do jury
na comarca visinha, s exerce essa junilie(a'>
aspedalissima, que Ihe nao Rde dar initiencia
bacante para coagjr o corpo eleitoral." De a*ordo
com estes prncnos,.quau,to a lei tratou de juris
que o nobre
10 responda se o juiz de direilo nao vai
ut>stiiur o da comarca visinha, porque a lei nao
ezmais do que dizerem lugar deste seja aquelle.
W Sr. A. Cavalcnte: Respondo que snbsiitue,
j o dlsse, a questao saber se esses substitutos
estao no mesmo caso daquelles de que falla a lei;
porquanto a lei iucompatibilisaado os substitutos,
nao fez nem poda fazer raenso d^sses que o sao
por. forea de ura decreto posterior. ,
.0 nobre deputa que se >enta defrante d
mira, meu companheirode districto, deu um apar-
te, qoaedo orava o nobre deputado, membro da
coinmisso a que uertenco, que muiltr me auxilia.
Dizia esie, refnndo-se inftaencia ou a torca
que. ttm o uugistrado que substituo a outro,
qtw esta incompatibilidade' nao poda dar-se, por
issn que nao dependa'da vontadnado juiz ir ro
rnjR'oa visinha exfreer ura acto de juri acrescentando o aparte, que o goveruo poda agei
' tar as substliuc^e-, de forma a incapatibili-ar
um juiz. Esto argumento no sentido de evitar
qae o goveruo possa ageitar urna incumpatibilida-
'ljb.lem bastante torga. Nos, que queremos legal'-
inente ser eleitos, por forga das noss.is relagoes,
das sympalbias que contamos no districto, a pre-
texto de conveniencia do servigo publico, podere
moa multas vezes ficr fra do cmbale ; desde
que om de nos seja juiz em sen termo ou comar-
ca, eogoverno emenda dever ufbomptibilisar.
Amanha determina o governo que seja o juiz da
comarca tafo substituto de tal outra, tornando-o
asmn incorapativel; quando, a seyuir-se a orJeai
natural, era compativel para a eleicao. EuTrlo
que se deve temer meno a influrncia do um
substituio que julga urna cansa ad hoc, ou do que
vai presidir ama sessao do jury era comarca vi-
sinha, para influir na eleicSo ; creio digo, que se
dJ|e receiar menos da influencia desses sub-iiiu-
f'v do que da que pode eeroer o governo. 0
juiz nao est livre de se tornar ineumptivel de um
dia para aalto, se o governo o declarar, e isto o
que nos nao devemos consentir, corno corpo le-
gisl'Uivo.
il.'itr
Josr,
dl.-gao, fallou em comarca e termos ; logo, qand
falla em. exercicio do cargo, refere-se a caso era
que o Juiz tem jurisdiccao plena, cmprela ou per-
manente no tusar.
UmSr. Drwado :Isso9o effectivo.
O Sr. A;_ Cavalcanti :O substitpto quando o
effectivo nao esj^.eiq exercicio, tem toda a juris-
luecao p|una ou permauedl, nl'j importa o termo,
o que vale. a idea.; tem jurisdiegao era todo o
..e
mauifesUineiile incompativel, porque confesa
que exerc-u jurisdiegao ou eslevo em exercicio.
urna vea que affinaa que funeci non em una
cau~a especial, vi cora pa*uq^que a nobre cimh ni-sao .pina pela appfovao do sa etoigaa
(Trocara se muitos apartas).
Mas o que cerlo .que'o conselho d'^udo re^
onheiou que a materia era impnft mi, declinando
debenr sobre esta materia. Senlo parara pela
tei, nos os competentes para veriliearmos os po-
deres dos meinbcus d'esta casa, pojomo* resol-
ver a respeito. o>mo melhor ntendoruios, era,
quinto a asserablea geral nao o fiz^r
mpregando as leis iolistiacLinenio- qa Hieren*
Tercia jurisdiccao, fue tira' e.<".a c tenio o nobre candidato oslado em exercicio
como j iz ad hoc, embora em um exercicio ros-
trii'.o, mas que todava nao deisa,de sore.s-roi-
fAft, tornou-se incoint.^-t,ivolmenle iuioaiplivc
para a eli-gibilidado.
Mj 3r. Du-utaoo :-O juiz mnniciial ciectivo
derxou o exercicio do eaijjo?
. O S;t. VIasoeldo Redo:-N:Io delxou, mas o
s.;)il.;iite, conWsadb qu fanectonou o'ni ama
musa especial, elarrj que eslereeo amtM'm o
cargo.
O quo exercer juriiJic.;*) > o dineilo
de fazer justica : o pobiro
vra substituto*, no sentido geneiico que a I i"asa
mo ple cmnpr'eberjier os sub-tl.uts esieciaes
oa adkoc
. Eu iereLaleJ le i.1,1, bera cjmp a de 1860 a
remieiio deste jwrlo.
A,tei do I800 sobre.cleicOes diz: (l)..
Em consEqaericia Jesta disposig.V' entrn em
duvida se o' junes de orphaos e os substitutos dos
junes de direilo 0.municipal erara tambera iu
eu.-npati.vej8; o governo o3) podia resolver a
qumiij na exeeugii, o os juizes de ur:haoa se
ennsideravan nao inO|npativeis, porque so nao
,e tapa expressaineal: jerramado, na Jei, Ora,
qoeoj'.az.du'orplio juiz municipal ou ile di-
reito, 5 icip sobro que uio ha a. menor duviila
l>orqiiaato ou, tem eile a rathegoria de juiz do di-
'.1-',nrTl i'1 I* J'l,Z 'Unic.pal. porque
tejn aiit>ndad3^.fiJMc.pi.,;osiuUes,iVuu oipios
nnosan :.rasa ditTerT&te dosie orpntos, so as at-
UriUni^es l uns sao exclu-ivamente'relativas aos
neglos dos orphaos e as dos ontro; 2. -iveis
crimiBaes, commercues etc., todos saViJizes mu'
iucioics, no rigor dajalavra ; tailo que una ou
jutra van do. orjdjaos o especial ; goralmenteo
Mz raunicipaf o u tambem do orpiiios
. Sc^o j.ui.-. do orahaoi juiz de direilo, como o
;da, mis. eomareuaod'jdu un quadro di m-igutra-
dq Jmanao so j,u-w dar ab>urqVi de Copsidera-I.i nao
ten Sn, Dei-otaoo :Se tormos ao argumento
dos abusos?
(fin. A. Cavalcante :Qual arazo porque
o. j lit inciimpati.ei?. E' pelo abuso que pode pra-
tiear. Mas entre esse abus que pode praticar o
juiz, e o que pode praticar o gjverno, qual mais
perigoso 7
Ojujz obrigilo pelo juramento substitbjio,,
S) nao pode ir so allegar' que est oceupado era
outro servico.
Um Sr. DertTAoo :Pode dar parte de doente
fcta nao ir.
OSa. A. Cavalcanti; : Ma=, se elle nao esli-
ver (loedte, falta a verdade, u que se nao dove ad-
initr no furwcionaria
O |uiz supptoate em falta do effectivo, pode nao
entrar em exercicio por ser candidato, ma o juiz
da comarca visinha, que c chamado, para prtsidi
" ***?$ W'te'"p,i' |il>eri1:,;*e-
R'pujroa admiltir urna ineompatibilidade. quan-
fdoda pane do ineompatibitisado nao se d o di-
reito de opgao. Como so pode forgar um juiz a
renunciar a eleicao porque o servigo publico, exige
q;ie elle v presidir ao jury de outra comarca ?
Itop-iis senhores, o juiz que ncompalivel, o
era todo o districto, nao se Ihe descontara votos,
como enfeuden a cmara de Nazarath.
Um Sil Deputado Annde exer*er jurisdiegao.
O Sa. A. Cavalcante : \ tei expressa.
Q'ial a aTazao porque a lei decreLiu a in-
compatilldade dos juize? E'por. causa da influen-
cia que o juiz podo exercer sobre os seus jurisdic-
cionado*, sobre os seas conterrneos, porque
enten le que o juiz effeciivo leva bastante torca
para impor se como candidato ; mas o juiz da
comarca visinha que vai presidir o jury, c o subs-
tituto que julga urna causa ad hoc teem bstanlo
forja para impor-se era todo a districto ?
Creio qae nao, seria dar muito pouca impor-
tancia independencia do corpo eleitoral de um
districto inteiro !
Sr. presidente, fallei mais tempo do que desc-
lava, temo fatigar a paciencia d casa (nao ansia-
dos)- Nao sei se as n-fl-xoas que flr calaram no
espirito dos nobres depulado?, pois nao tenho
in*eiencia de ter fallado satisfactoriinente. (.Nao
apoiados.
OSr. Vbiga. Pessoa :En nao fiquei salisfeito.
OSr. A. Cavalcante :Por minha parte dese-
v.i fallar at a noite, se fosse possivel oonvencer
P V. Exc.
ito-me, pirtanto, as observarles que tenho
Reg que me descnlpera o desalinho deste
djsetirso. (Nao apoiados.)
0 Sr. Manoel do Reg:Com pezar discord
anda da opiniao do nobre deputado, que acabon
de responder-me. Segundo mea modo de pensar,
confundem-se duas questes muito differentes, pois
o candidato pelo Io distncti nao esta no mesmo
caso do do 2", e bazein a minha conviccao na iet-
ira das leis, qae regulara a materia, das incompa-
libilidade.i.
Diz o j 13 da lei de 18 de agosto lie 1860, e o
li da mesma lei (l).
V se pois pelo ultimo que acabo de lr, que
,0 candidato do J-districto, o Sr. Corroa de Arau-
jo, nao pode estar no caso figurado pela lei, por
que esta oceupa-se unicanunte dos juizesr -e sv
*unsn\}utos, que exercerem on liverein exrcidu
jurisdiegao era seus respectivos termos, como st
a_ joris- |'da.duz da leltra do li, onde diz : seno tiverem
ixado o exercicio dos respectivos cargos em vir-
lude de renuncia etc* o que s pode ter referen-
cia ao candidato do 1 districto, o qual podia re-
niuiciar ao lu^ar pelo f cto de nie prestar jura-
raento, e mesmo pedir delle deraissao, o que nao
ao candidato do Io districto, pois a lei diz:"...
e oa substitutos dos mencionados na lei de 1855
(juizes munlcipaes) que liverein eilaaV em exerci-
cio, ou exercerem jurisdiegao.
0 Sr: Pernambuco :Eu nao sou effectivo.
0 Sn; Manobl do JIeuo :Rxerccuqurisdieco;
lornou se por tanto juiz erTectiw, ao menos em,
uoifticcasio qualqMeet jj_^
rwpcan se muM apaptes,.
Sn. PRESiDEijlS-AUeBgo I
O Su. MANOEin.EG.-:-Na# a> ptdia dar o
mesmo a respiito do Sr. Correa ue-Aranjo.
O Sr. Pernambuco : Iks corou renuncia ajai
snbttitoto a julgar urna causa, que o nao pn le ser
peto juiz elle itivo ? Dando-se de -u pasto t
O Sr. Manoel do Reg : Refiro-me smente ao
caso previsto na lei: pode renuuciar ao cargo dei
xaado de pre-ur juramento.
Era fim o que certo que a lei diz:.....que
exerceu jurwdiqjo no seu respectivo termo, o que
applicavel unieameute ao candidato d<** dis-
trreto.
V* Sr. Deputrdo : A lei nao manda renunciar
ao cargo.
O Sr. Manoel do Reg :Mas prev esta hypo
these, pois diz : que nao tiverem deixado o exer-
cicio do respentive- cargn, em virtude de accesso,
remoco, renuncia ou demisfao.
Um Sn. Deputado .: Lei para dianle.
O sn. Manoel do Reg :Pelas palavras da lei,
e claro .Me na* deve da ser appeadeao candi-
dato do 2 districto, porque este nao podia renun
ciar a attrfbuicao de ir presidir ao jar y na contar
a visinha, na falta do respectiip juiz-e seas subs
Ututos* como j prevei; e se consideraeraos
incoiapativel por isso, amnliariamos. as disnosicoes
das is das incompatibilidades, qae lo as* de 19
de setembro de 1833 e *8 de agosto de 84A, usau-
do assim de nm direito, que comw-te exetasiva-
mente a assembla geral, o para pr0va-to, atar, i
um precedente : tendo -. lei de 19 de setembro de
18J3 tornado apenas ineompativeis os juizes de di
reito e raumeipaes, e nao tendo fallado dos substi-
tutos destes, >s quaes jelo menos quando ostao em
exercicio, nao podem deixar de >ee equiparados
aos fiffeciivos, deixaram, nao obstante, os subslitu
tos de ser julga ios ineompativeis, al que a lei de
18 de Mosto de 1860 os declaras** taes.
Ontro siuj, tendo sido a lei de 7 de Janeiro d-
1863 que decretuu que na falta dos juizes de di-
reito,e seus substitutos, fos-em chamados a pre>>-
lr o jury os juizes da coinarca vu>inha, nao poda
a lei de 18 de agosto de 1860, coufeceionada.c-inco
annos antes daquella, refernlie ios que roo pre-
sidir o jury na comarca visinlta, querido orapregipi
a palavra-it&fVruto*
Um Sa. Deputado : -Se o juiz tem de exercer
jurisdiccao era um lugar onde foi votado, incom
pativel, ua pode recebi-r^ssa vutacn ?
O Sn. MANoat*ao Reg r-Nao e sa a minha
luaflftg; nessa-liypothose por^n claro que nao
-e dSptacompatibiliilade, pos a lei s-prohibe o
exeroiein anterior eleicao, e nao posterior.
O Sr. Pernambuco : -A) candidato do 2o distrirto"
exerceu jurisoiocao em districto onde foi votado.
O Sr. Manoel do Reg :Mas as leis das-in-
rompalabilidades s scoecupam duS juizes on Jubs-
liutos, que exercerem jaiisdicca em seus respec-
tivos trrmos.(iu coiiurcas, e faci mooiito.-iadu
quejd candidato do 2o districto nao exe ceu juris-
Uicgau em sua comarca, mas em comarca estranha
lurisdicrao de seu cargo ; nao pode portanto ser
coiuprehen lido na leltra da lei de 1800.
E' tiisto que me anoio para afflrraar que nao
tm pandado as questoes dos candidatos do 1" e
2" disirictos.
de, lendS i sntaTl I
(Trocam se .apartes).
0 Sa> Manoel do Reg : Nao podemos ampliar
a i'i, o* o.recoubego, eat sustento este principio,
que me forliflca anda mais em minha.* crengas ;
>4as nao preciso l-to ; basta altender s pa-
lavias da le para cada um eouwncer se de que o
candidato do Io dustricto, ex-rceiidi) jurisdiegao em
seu respectivo termo, airlia-se mi caso figurado
pela le ilas incoinpaiiiulidailes, o que '.ao succede
com o do 4 oistricto, que exerceu jurisdiegao. em
districto nao pcrlencente Ma jurisdiccao pro-
pria.
evo declarar que nao tenho m vonta le quanto
,ao candidato pelo l' distiicio, cuja eleic>) impng-
ua; estou ineemo contrari do por dever pronunci-
ar me deste modo, a at declaro que nio votarei
contra elle ; mas entendo que em materia de-ta or-
dem, nao devemos levar-nos por alTeicgoes, mas
m'ui pelos principios de jusliga e de direito.
O Sn. Goncalves Lima : -Vota a favor delle,
mas auxilia os que vhMiii contra.
O Sn4 Manqui, do Hego : S&i ha incuhereneia
no meu prufledimento ; argwaeoto baseedo na le
UM S. EPufAoo :Nesse caso deve votar con-1
ira.
Dore*, comprehridjeaje toda4 atn a-1 _
do modo segrate : Desde a fazenda Lage >
(nos limites dettaace eom o PajeJ peto 1
de Plores al S. eronyme, d'onde !
uio direilo ao sio Muces M'aMjfeeMa pato
riacho deste norae at a estrada aVnbNto, aa-
guindo p >r esta at o sitio I
r o d'ahi Mawdircn
eoitrar afjato de Fi
menciorjoada nesta |
smente da fazenda 1
penenner' VJIa BeH.
Art t Pf>a efarada
eom adenominecao de villa
na puvueeao de Baixa pfrde. Irado a I
raesraoe da nova fregaeaa.
ArL 3. etetan retegadas ai
contrario.
< Paco da assemWa, de abril de '70. i
calces Lima,Ribeiro Viavwt.- Alenem.OHmi-
ra Fonceca. -Firmtno de Nones.tma t M-
menta.
Art. I. Fiea transferida panaporoatia ala
Beirolma a villa da Boa-Visti.
t> Art. 2. Fiea igualmente transferida
indina a sede da fregmaia d Sent-Mar I
dos Anjos dataclioejra do Roberto. '
Art. 3 A esta freguezia fleaperton.-eadbI
o nacho do Puntal, eom suas aguas e
bent assim a ilha denominada do Puntal.
< Arr 4.* Pica creada em Petrobaa, :
deira de instrnccao primaria para e:
nine.
Art. '. Pica revogedae
oeaatovto.
Pago da assemble, I de abril
Lma.AIcucar A.9*eiro ranea*
vats.Oliteira Fbmtwa.R. de At
a Art. 1.a Fiea transferida a soda
freguezia de Nossa Senbora das
Cimbres da povoarao deste nome pan Ai_,
de Nossa Senbora Mai dos Rom-ns da rWa de I
queira, que servir- Inope raramente de
al que seja concluida e couvemeatetneale j
te utensilios a igreja de Santa gueda da l
villa. Ficam revocadas as disposices eaa
ira rio.
Paro da as-embla, 4 de abril de VTTtLtt
UmiL-Ribeiro Via*a.AUacar ArmiM .
Ft-Htica Firmino ttocaes. Rufino eV linrida
9 Artigo nico. Fiea revirada a tei a. MP a>
13 de marco de 1864. Revgadas as rifiiirili.
em contrario G. Drummond.
< Artigo nico. Fiea revuelo o art f na lei ex
79 de 2 de mam de 1870.G. fYiimeiiind *
O Sr Presidente convida ue fenherr sorrrteeM
.-upptentes a darem entrada mn Srs. toMueto fmm-
ci-co Corre de Araj... membro eteito pely*
districto, e Ur. Miguel Am de Atoato Patmetom-
co, eHt) pelo 1.
Os i ilustres monillos, sendo ilnuMirJea enea a
formalidades do esiyf 1, presta toceaento a to-
ma 111 assento.
OKDtti 00 DtJL '_
Procede-se eleicao da conmiHe ete> aV
torga poiiciaL e corrido o ewr '
os Srs Gusmao Lobo, Gaspar
Alimso.
avira-A
R to Jto
I
i
rv
0 Su. Manoel do Reg :Nao voto eontra nem

li.etricto mar -ado ao exercicio da vara que *ub<-
tilue ; jiirisdirgai e-ta que ihe nao cabe, quaajo
chamado para julgar raa causa deterraitoMlv
m,^J iBPrf,n>ento>o.susjHIcio. Tpode acontecer com.relacaoaoSr: Correa de Arau
ir-m t -T a.WWto .tVa4o,-aV. propnu de- j^.que nao exerceu jur&ircio e,
creto de 1863 e da le judiciana em favor de rai- ------ -
una opraio. O decreto diz : (Lfl.)
A lei de 3 de dezembro de 1811 creen.as subs-
juiz de uvd jujiea-: q nobo. canifidata feilftijoininavel,' quando eranos outros erJ7aT-
dade do ..ircunislancias,
Kto n.is^i, rfpawr a juiz di wtfim ara i\.r.
ruin, eco, : era auir.' s termos nao incarqpatviil,
pfecia uma.ineQn;e((uoacia .
Eatretanto cntr>r3i so que ora meloi nao ap
'Ppcar a nierpreUgo ,) ir isen que so tratava de diidito*.
polticos, i- no doyia .jstar augeiti o fuaociopario
a pefde-ios, quando a lei nao fallou expressamente
a seu respeito. Se se entendeu quo os juizes de
di ciysao, ti inicua iute. ur a apprq-
vag.to di parecer, mas can. i;ui. sus.-
on ei'.i meu espr.'to varijs duvida.-, julgnei de
an.-:i l;er euuneia-la^ para que sejam ,,
das por pes Cas mais aMUpeteatis.
Pe a apreciago qne.flz das 'eis que r.-gulara a
materia ia iuosaipitbilidades, nao me possi-
liaes, e naja mais; o regilaioenjfi de 31 deja
neiro ue 1812 mandn qua os substitutos dSs jui-
zes mnnicipaes servissera .tambera de substitntis
dos Juizes de direilo na falta d'aquelles e nao
filia de substituirlo pelo jui? de dlteitoda comar-
ca visinhrt.
O Sr. Manoel di Reg (Ja;, uto aparf).
O Sa. A. C.yvajLOantk : -K' a mesma cousa, e#
se aviso que se apresemou aqui na resolv cou-
sa algunn. Ninguent pega quo seja suJwtU.uiu, a
liiesio que na esta comprehenjido na letra da
loi, porque ni-in a lei de 3 de dezembro nem o, re
Kulajnento de 31 .le Janeiro, fallam nessos substi-
tuios, accrescend j que o priprio dejretoqite man.
dou aos juizes de direito das comarcas vizinna.s
presidir o j.ury era d-ierraiuaips cases, n%> os
chama substitutos ; diz.presidir) era falta.de
suhsiulre.
Ora, se as palavras- dtf lei'nao pqdettt. ser enten-
didas, tratando se de direito poljcos, senao em
sentido restricto, o termo Sob la a lei eleitoral, s pode compreendef atbeOe
de que tratara a le o regulamento citados. Embo-
ra ura aviso depois diga, que os.juizes 4e lreitiJ1
de provincias differentes ni devein substltur-se,
mas sim os da mesraa, pravinoia,*sendo as craar-
ws viziuha? d;.b uada sa conclae era favor da
opinian do honrado rherobro.
A objeegaj que aprossnlo fundada qae pata-
iras da le eleitoral '.substitutos dos jtarzes de
lireltd e municipaes. (Juem sao os substitutos dos
J1U3S do dir.ito e municipios ? Diz a le de 3
dezembro : -o* juize- de direito sao os m.
paes, e dost* o' resp etlvn* snpplenteS. !
Nio se tratava anda do juiz da comarca
em seu respectivo
termo, porem em termo alheio, na comarea de
Nazareih, a cujo ju y presidio por forea do decre-
_to de 7 do jan iro de 1865, e nao poda renunciar
tituicoes dos_ luizes dff direito pelosjpise mainel' i esta ittribuigao, porque est inherente aos deve
res do cargo que oceupa, de jui municipal de Pao
d Amo.
E' evidente portanto que sao dous casos essenci-
atraente diversos, que a commisso nao procurou
distinguir, como devia.
Sao sei- se terei razio, mas esta a minha per-
slSlk;l v f"0 qnal nin se pode ;oncluir consa diversa.
( Nao podjndo ser ampliada a lei das incompati-
bilidades, como o declaram difirante- avisos, e en-
tre outros os de 9 de feverefro de I84C de 7 de
gtfrto do 1880 e de 7 le favereiro d 186t, qne
;ite docidem que os presidentas s pndera amplii-
las nos casos expressamente declarados na le, nao
dt-remos nos faze-lo.
As hyp.itheses dos dous, candidatos erq questao
sito mu diversa?. Quanto ao candidato do 1 dls
trelo, insisto em dizer, e com profunda conviccao,
que elle ncompalivel, apezar das explicacoes do
e- raembro da cnmmisslo do poderes, pois I
a tayor; disse que nao votara, slo que me
abstena do votar, e o lago lo > nenie para mos-
trar que nao sou levado por espirito de malevo
lencia, quando sou nico .nesta casa a impugnar
a eleigo do nobre cimlidtto, afnaiice que estou
arpuine-iiando de boa f.
. O Sn. Prrnamiioco :Eu reconheco isso.
.0 Sr. UaMueldo Hego: E eniendi que pela
lettra da lei, o caudidato pelo districto maair
restaniente inamipalivel.
O Sb. Pernamb'co .S adm.ro que, aceitando
os principios, tire eonsequenei.is diversas.
0 Sn, Manoel bo Heuo :E' porque argnmfnto
cora a lei, e e;tou convencido de que della nao se
pode tirar outra consequencia, alera da qoe lirei,
pois -illa falla dos que exercerem jurisdn-cao cm
seus respectivos termo-, o que succedeu tni-
camente ao nobre candidato, e ni) ao Sr. Correa
de Araujo.
O SR. Peunajibiico : Era termo em quo elle foi
votado.
O Sb. Manoel no Reco :Por consegrante, es-
tando provado que a< quesles controversia sS
beterogeni-as, nao tenlose no entonto a commis-
so oceupado de>te ponto, nem tirado ds princi-
pios eslabeiecidos os collorarios, que delles dima-
na vara iniplicitamenle, nem mesmo procurado jus-
tificar o pirecer netos nicos argumentos irrefra
gaveis; e que nao se pode em ca>o algum equi-
parar a hypotbese do candidato do Io districto
do 1", porque este nao exerceu a jurisdirga >, que
se allega, era sen respectivo termo, e porque nao
e substituo, visto nao haver lei alguma que as-
sim o. qualifique, manifest que uao elle in-
corapativel.
Se fosse possivel admiltir a qnalificagao di subs-
tituto, para o juiz a qnem perlence a preidcnrin
do jury da comarca visinha, na talla do respecti-
vo juiz e seus substituto-, dar-se-hi 1 a anomala
de ser u:n. juiz de direilo. autoridade superior,
substituto de uma autoridade subalterna, poN o
juiz de direito da comarea visinha s chamado a
piesidir o jury n falta do juiz ou juizes aianici-
paes da respectiva comarca.
Persisto pois as mesmas duvidas que expuz ha
ppuco, e sou de opraiio que to manifesta a in
.crapatibilidade do candidato do I- districto, como
a nio incompatibilidade do canlidato do dis-
tricto, o que i-e infere necessariamente da lei-dm
incompatibilidades.
O SR. 4. CAVALCANTE faz ainda alguraas corj-
sderages om sustentigao do parecer, responden-
do ao procedente orador.
Encerrada a discussao, o parecer posto a vo-
tos e appmvado.
O Sr. PnesiDKNTJ!, preclama deputado* pelo 1*-
districto ao Sr. Dr. Miguel Jos de Almeid Per-
namDiico e pelo 2o ao Sr. Ur. Anlouio Ffancrsco
Corren de Arante.
Tendo dado 1 hora, o Sr. presidente designa a
01 dera do dia e levanta a sessio.
O SR. G. DRIIMMO.M): (pela or-tVto a>-
pensa o a conimi>sao para que acaba ele sw 1
Con-ultada a-casa m-ga a dispensa
Primeira discussao do prnjert n. S de
revoga a lei n. 783 de II de abril de
SIL G. DRIM110ND diz que na
no passado offereceu a considerar' d<
ieete que se a-ha em di.eeajio. seea
bem certo dos ti unos em que estar "lefifciJa a
le qoe o pmjreta pri tendo revogar,
esiaiidalo que se ti ni 1:1 pn.ucado enea a
gao des.si lei, que nada menos ieapecta
conceder previtogto a um individae da
Goyanna para < lie s wgociar cu
<|Ue Ihe coijslasse ler havid pr p.Ha eu
Ua respectiva cmara, porque wenndu |
brado, a iniciaiiv.i da idea parti de eaa 1
pelo 2 districto, o Sr. Ur. Arminia.
Vendo liiJH com sjrpreza qoe mu eri eai
que fui ella promlgala em vi rinde tei
da cmara, eniendn dev r ouereenr on 1
nenio para que seja omina a cmara 1
de G >yauna. sem prejuizn d 1 i e t- dlsi _
projeeio, aiim de que a resposia da ramera
de proposia n.,ra que a assemMa possa reeeaji
lei, raso a julgue inrenvenienle.
Vai a mesa
ment:
< Mequeiio qae peto
onvida a cmara munirpnl to 1
jjuizo das 1' e 2* disciueoto to'p 1
approradoe
appiova-se o legaiato teojRtri-
M>>

SwL
SKSSAO ORDINARIA Em 5 OE ABItrL DE 1870.'
PRESIDENCIA DO SK. AGUJAR.
A's-ll e meia horas dajnanha, feila a chama-
da, aehara-se presentes os Srs. Paes Barrete,
at'J*a *f "o caso pretisto peta lei, visto ser subti-
ftS- respectivo termo, em quo ejercen juris-
.* k faet0 danomeaglo, e por ter prestado
,aIan"' naj ,eB0 preciso ampliar se a lei a
*f Twpeito. Quanto uorm ao candidato -to 2*
dlstriato, entend-qae se nio pode anpliear-lh a
msDQsigo da le, qo ro previo a hypoihese era
rrae-ian, nern podra fat lo, visti como na oceasiSo
u3a tl Mtt PromolBad, nio se da va a pojsV
blfidafle de.exercr uro juiz jurisdlfgSo em vi
de rima comarea.
Sa. Depot Alio :--B ni9 podamos ampliara
A*ibl do Rboo : De certo, nao; e quem
desprevenido os termos da lei, sai con vencer
Gnaiter, Gueiles, Gondin, Gumo Lobo. Cnnha e
Fi/neiredi, Vieira de Araujo, Goes Canteante,
Pinto Janinr, rgnacio Leo, Vieira de Mello, Felip
pe de FigueirAa, Augusto Costa, Teixeira de S,
Mnoei .Arthur. Manoel do Reg, Ama ral, Antonio
Luiz, Alfonso Kerreir 1, Caval ,.mte de Aihn inerqn*.
Henri^ue Mamede, Barros Wanderley, Ferreir de
Aguar, Gongalves Lima, Oliveira Fonseca. Rufino
de Alineida, Eduardo de Oliveira, Miguel Pcrnaia-
buco, Correa, de Araujo, Firmino, Pauiino Caval-
cante, Mello Bago, Cuaha c Albuquerque, IUbciro
Vlanua, Barros,Hego.
Abro-fe a^esao, e lida e approvada.a acta mte-
Reoo.
Enrerrada a discussao
melo e o projei'lo.
Ia discii.-sau do projeeio n. M de M
lonsa o governo a dispender a quaalia
cora a cnustrurgao de um agude 1
da villa do-Kom Jardim.
0 sr. GOBS cavalcante -.-s*.
en na > pretendo impugnar o prvjeclo
sentado '.m.-ideraca 1 da casa,
nos s devemos otar sobre eita,
mos bem informados acerca da
iulgo, pois, cjjnvenienie qne, algnns do
kmutads pelo 2* districto fomrtaaii
mag>s a ra-prito, ou ante que e i
autoridades do Bnm Jardini. ata de
iiiojirem a ntilidade do pr se de votar uma somina alguma 1
vel para con-tru -gao de mu acude,
nos nio devemos votar assim a
projeeio st-melhanle. |.u%irrto
apresentarei um reqiiorimealu a 1
casa.
0 SR. AMARAL:-Sr. presidente,
que a uttiidade do pmjerto qoe se da
nitosta.
E>ta casa nao ignora qne as proal
fregutzia do Bora Jardim nao esi-te
guia perenne, e cim-.-iiinleim-nle me 1
torna-se desnecessaria a demonstacao dai
de do projeeio.
Entretanto nao acho incenveniente t*f em>
que osto piujecto m >rra, vttle eome mvtei e er-
gamenio que se cou.-ignar qaotas para 1
natureza. Assim, enmonante e veta
to, uio parece quo nao bavera swyw
1 a a mella localidide em que detae el
OSn ^' *'-------r-Ta- lea, vmu
vaeao -ita pelo meu u.hre coMega 1
2' destricto, deixo de aprsenlar o 1
Encerrada a d*eu?-ao foi o profeci*pna> a ?-
tos e ajipruvado
1" discu>ii do projeeio n. 15 de 1
da Mear umacadeirade innirorcaoi
o sexo femenino ua povoaoao da Awaece.
0 SR. GUSMAO I.OHU :-Sr. pcTJtali ; M
i
rfor.
O Sn. Ia SBOTtKTARio d conla do seguinte
KxPEDiEjnr.
Um iBcto, da cmara municipal, dosta, ciclade,
'rcmotten+i oslmpresso? do relnjo/io da inesme.,
camtra relativ-nente ao oxerncro d 188MW, 3' voto/o apnmv.id^.
A CoH)mis:ir) qc riegnrios de-cavaras.
a Urna [letigao de Antonio earvalbo do.*SanlQ!iv
redindo previlcjjlo para o proparo eexporracio da
laa do carnclro por vinte anno?..Vcommissao de
orcatnerlta
Sao julgados.rjtjiectos do deliberar-*) e raandado-1
imprimir os segrjintes projectos: '*
Art. 1." Ftcv cread na povoagio deriaix^
Verde, do tormo e freguezia de Flores, uma fre-
se tratando da instruegao
mente na tribuna.
Discuto se um projeeio que eran
AJIangij comarca. Ue NazareUi,
inirucgii priuaru para o sexo
nosso senao votar om Lvor do pr jera*
dada e conveniencia sao al ana certa.
es.ta>?.
- Mas, Sr. presidente, iWjando cooeorrejr
dos os possiveis concursos paca.
di iii-truciji, desojo ae mesmo
orificios, [' -i imii iril de ipni oatod
fazer a proviueta, sojam corresponAdMa, psritom-
uVios roaes,
Nao eonheoenda. a tocadade
a iusutuico. sou. levada por *Ttoa
goes, que pn leriam ser de j 1
algum U41S 11. bren c>lli-gas. do t> eM4rieaa2HH
tentar o requeiimenlo qut maneo
Vai i nie-a o apota-se o segnieatw
. Rcqqeiro que por internvdw 4
da provincia s- pecara inforinapes ao
r^l oa ia-truccao publica sobre a o
creagao da eadeira.Cusma* Leaa. "
OSR A MAtUL.-Sr. presidente, nfc me
le hahibi.do para dar as informar*.
dio o meu nobre rollega. nao tendo- emtorcmatato
da pov ingao de que se trata, nio satom
esta ou nao no caso . conoedir!. p b, projeeio) ronenrde em eje se p-
g,un as ippirniaso* exigidas m, nejaeratmte,
nulo o prejoctj adiado ate que e-.as ana|
*iftbam a casa. Nulo senlidd voa ajajejpr nes ai-
"**" A
pitajueHio.
OS. i'rtKsiMKm: :Passaae ra irmwri
qne se ai-h^tia mesa, fes o pteltoto Mm.
0 Sr. AmaHal :-Veq- caso M
lar o addilamento.
*" Bboerrada a. dienssao, o rciptllanaa-
1? dlscussa rln p
sindo.i censtmecao
para inbuiiiaeft-* dns _.
MmMnTa ecnJeslasiicn.
rrpfWo
n. Ida)
m cemiterto
veres qoe cj
A-UfBtBA:-:
a. disrtwse,
comhater o
. porm
4
ItHmtn


BiarJi4ii PeThtnAm* *^"tegumia 4m*nHi*dk kaMhH 1870.
.Oife.'

A. Cavalcanli.
orai
wio, o projjto n. 0 piar* i^islWtfrianr N. por E. listan-*, Santos
de da frkuexia PtiMKftT -|alo|^Hlr
ueira, manando- HMff* NK. i/t'. dislW< ~
e depois de ara,- jojlb*.-.
f*naM-* o Lobo, fw dis- anteas.
tf dtos* anno. T pfca/qtl'toa .rE. 3/i E. distante
ffl,,b"-2iLi^i
70
r46 fe 8C7
file Concede
O 4W4WW1 #Preto, cora spala
vras 2eAonSili >** ltu*s brancas nos coste-
M ; lew tres fiworto, e-n>l0no 4*miro gr
acnde coatrwdp paiaabtleeinwo ^j do mer/d* ferrairo, levando corasjgo una das
A *fi'?4S ^r rtBMia~.n Pra e poieia qae u eseoltavam.
wm?1i. S,;^'EE 'CAPTURA.-Pete Sobdek*dode-Flrds M cap
adeudo a a^oit)!:i't8jsiar fflDre atfdHte pe
"'iWp'^yift;r) - *Bjh*W^v* "sor vida a rapaativa. amara.
Vaa i mesa e apoia-e o segainto requeriiueuto ;
Requebr qne pelos coacs competentesseja ou--
jwa, suaVprwjuizo dn 1' dtocasstte, mamara nu-
-daap-l dcsla cjdad sobre .prometo ato disous-
SaO.-lfcWo ftrtJO.
Bacq-rada a disensio, aDpro.'aio o projecto,'
bem orno o requerinscnio. *
l* dlscussao do projecto n. 31 de l8G9,.quonu-
wrtsa o pnvwmo'da* provincia n-despender quan
na te i.mi tetri a desapropru;ao Acirrenos,
weximo* ao ajnde construido
d'agus. potavel
O SR. (V)ES
sendo 441 3".-najtri6te,-e lispondo o'
.projecto ejj ribeussa o, que se auterise o presiden -
te da provincia a Tespeatter a rrmntia de i:*W
>ni a tewppitpriafao dos larrenin,Q*>farem in-
vadido pela* aguas do riacho Natuba, eoi cuja.
leito se ada eonstruindo-unr acudo par o abaste-
amento d'?na plml ara Sbflto MnLVvoatendii
le ile im-u ri;artO dever mostiur a.-* a m-
dade do i pr^oelo.
TdoS[(nt qjo tecra' irttsueniado a bldnio
da Victofci, saheiu que all ha prarttte imorssllaite
tfafir. |>vKafil ; aarnoontoims tetaos' de ario
quasi sempr fsse riacho, que abastece a cidade,
*-oa t>teVrt,' vendase os *tn haoikiut^na rlgo-
ru (MCJ'-iiljdc de-mandifi buscar agitana
listancra tt um.i li'gua e mais totge anda.
Ta*io ?o i veTadc, qac para se evitar seme-
lrairwmal i awmli'.ca prorinria! apppirou aqai
!Wi.p(-iictt*,.jiP.foi ptjsio ca execuijio, autori-
-sandi) o presidente da provincia a cnnlractar a
ronstroc^So de ara ao*ide nc richo Natuba.
De L..'td, esta obra f >i conlradtta e j tave pnn-
^^ ..**/ r
!|ma:'ti'*T(Iepii--, j. toad-: as obras o. aoo-
*'le jk> riacho Nimba pntfeslaram por neBMs-adam-
tfus, fundafi*>-.se ent i|;e u' tm fnitft aquella
obra, necessariainenle as aguas do riacho teriam
le inri untar seus terrenos, e asshn ticartam clks
prejiidicados.
WMte "sentido estou infirmad) qn o prosi-
dnte da prowpcia determinon que esses terre-
nos fofsrm expropiados i; devi!,Ti)ent inderani
sado< os eus'pvopriicanos que prjtestaram por
lardas ^dimnos ; cr*io a;: que o presidente sob
%ua respoiisabilidade, ja moudou pagar aos refe
ridos nri.priettnos.
lias nao pndondo nes!a parte afirmar bem, isto
^, so i'din i'ITi.-i!,) tssos proprietarios foram ou no
indeni!ii-ad>s sob a respon-abiliiUde do presidente,
i a( ,'t-t'ntarfi amos de ser rotado o pruje;to u:n
n'q'ieriTeiiiii i eonaidora(ao da asa.no sonido
le se pedjr informacoes ao presidente a tal res-
pnil". ^
V.-.ia mesa c apoi.vsc o scgainte'requerimento :
1! Ik-iv> qu,! se.pjca at> presidenta da pro-
viacia fotmacos acera do aijude que se est
consiriiinJo uo riaelio Natuba da cidade da Victo-
ria, se foram oxpropriados os terrenos invadidos
iota* agua* do referido M&e, e devidaiaente in-
demnisiidjos <>< proprioianos.
Soladas Bessfi -, ,: :.<:.bril de 87W-*tt Cu-
vafea -t*.
Earorm la a-discus-11 ; o re luerimento posto
a rilos e annrtivaili'
1 discusso do projeef) no X) de 1869, auo-
rtsandoO gorerno a mandar e;n a roa Rolla da cidado kl lli< I-tjrntoso.
O 8. OHiHdO.N!) dit, auo'tondo sido eon-
;-i(;nnilri verba na ffi do orremetlto vigente para
reaSsatao da ebra de qun trata o projecto, nao
usmao Lobo e
commisto OB lK09*'tn|K)ir'tK*oVart>m os SHT
OtoMira; ^easeco, fon naaitidtv
itulrufif,!o puUica.
Adiou, atv ser irapr^sp edisitibuido.o projecto
u. W* 4MV, reiurSodk. a arrecadac3 dos im-
postos piveinriae.
A oedam do. dia. pata boje c primlra.dioussao
dos proiecos as. ,10 e 11 d este anuo, ID.,40 o 43
I8o8,t4 de-486-); e 2* a de ni-4 e {7 d'este
anuo. -
EVASAO DE PnESOS.-MJttaodo era-eon.ki/.ido
por un escolta, de Fapacaoa para Garaahun?,
aradio-se acriminse Maauel Jcec da Silva, ao dia
ojecto n.4ft do tlm frindobaHo preto, ele ferim e^votoa
-nano je>ira ...l, o\m^; .appailada. ,
ca. Appelantel jemitlose'jouiros; appeliaria
i J?i,,2^*,.,^*,,*I Antonio Correa de Alrtwi-
_ rASS.\lB!S.
wml.armido'r Oittf:tna ao Sr. lesem-
ra.AppellafOe eivls : amellante,
, Jrt*r Utettitih (Wrlefio: appfraaa, D.
Paes-Piok, da Silva; piAad.? **ai4re Ber-
.''dwodo^Mao. Aptellanto, flelvnder Hinque
prximo se'dar-un tiro dtt peoa-em cida qwarto; de /Ubiifitrqui-; amella dos, (iowiarfc's A Olivei-
ifado durante odia, o> aoite im fraade Tui
glofeunr, na allora de 30 ps uan d'aftia, que
cora tempo claro ser visivel na distancia de C- mt-
Ibas ; uma luz de eharama tambim ser vista de
lo oni (o minutos durante a noite, desde una ho-
ra depois d> sol posti., at uma hori aates de ama<
nhecei.
Eai torapo de nevxtTia o aoite, um sino*)-
caa por ineio minuto m cada puerto de hera, e
nos priraeirus seis nter.es ou t* u 1" do outabro
-bppel-
W-i' .lSna IJrm : eppell.f
ri'Qsfica.-^Nutl ,*t
idSriol* Qnri!K>-a,o 8rr (Wserrtbaftaulor pro-
]>: *we.law. e-MMao; ppolWlsj,
Laareotin.. Jos Antonio. Apf^MrHV; b proma-
or: npNU^k^kt^m rnle. A
lante, o ji
jalcanto.
5; lo
t d Hollaodn
50 das Chagasi ffeh-
Appellante, ApeH
nbdeleigftdo turada-furtocia Uite, mulher do criminoso do
roubo Francisco David Gomes de S, como cm-
plice d'esse crime.
NAIPRaOIO.^-No rMa 4 do corrento,.?* <4 horas
da tarJe, socobrou na 'barra >> SuApe/ do termo
i!o'(labe,,a barona Flor do Mar, ero cjisequenaa
do, rnfV>'|utn},iu, iornmdo o tripolante .MaoooKR*- i
drigues, cu o radaver fui ancootrado no dia se-
irflWle.
'HlMhVAr.O A GAZ S. Exc. o Sr. presi-
ttaMe da. provincia ojio eunrluio por ora o centra
to de illuminafao d guipara as cidades deQ!inda e
Goyahna oem o-Sr.engenheiroGuHavoWutlifrbain.
REUXJO E CEAREXSES.Sabbado tere lu-
gar esta rettnlao, o nomcaram-se conjmi3s5s on-
oarregadaa de agine ir os quanirtativo para os
festejos com a recepejio do bstalhao 2G" da toMin-
tarios da patria, e uma especial encarrujada de
dar appltca^ao ao dinheiro.
As commi^oes.compocm-se dos segumtes srs. :
CnmmUsao\tratlemica.Francisco P. do Araujo
Hito, 'Wwiavteo G. F. Lima, Feraandes Vieira e
'Jos Monde.
v&>awjrslo..-F. Wira'Peitigo.'Slirioira Ponas
uF. de A.1 Castro a SiLva.
Mfn-tf r empitneos publums.Drs. Fran-
klin Tavora, Go nes Prente, Chrisolilo Chave e
tapido Domingues.
Encurregados dos esUjos.Desembargador F.
Domirgues Dr. Tnsiiio Araripe, consell^iro Bap-
tista de Castro, Alfredo Garca, Dr. Jos Bernardo,
Dr. Lome Prente, Candido Alc*forad;>, Severino
Uiiae, Dr. Alvaro Caminha, Dr. Joao Tlwni, A.
do Moiira Rohm, .Satyro Seraphim, Juaquim
Gajcia.

te hora, ftndo e?e pMso o tfru ser um em cada,
hora.
O Cdigo Commrc t de Siijnaes pira aso de
todas a~,na^oei, sur i uado bordo, com Oieiu-
slo 3e-todita osotros e tlt ncabura outro se tara
caso.
t A'disrdocias s5o mapnetleas.
o Yarrair9o *J*)esre om WO.
t Secreta'ia de hydrojrrapliia almtrswatla,
dres. 01 dejboeiii) do Htm.
X. B. "Ej-'a noticia ntercssa com as segiinte?
caitas do almfranlado :
Canal :e htgltrra ns. t,.f99-ir 2,67o. a
s Atianti o do norte ns. 2,CR c 2,0fi0.
Filias firffaimicas n. 2.
libas Jiritannicas do Mediterrneo n. I. .
DUAS.DLVSAS.-A' ra -Nova n. 60 acab*4!e
abrfr-se um novo estabelocimento de razendafl-
oa, ao qual se aoha addicionada uuui offlcinh-.de
alraiate.
^Jt x5,T'seo,bar8a*ilr Lomapco Santiaf.Ap
rieilacad^vel app||aiito, aWtaC.asa&^isefi
Eja ; appellados, os herdeifns de JosA'Cunha
Nra. AwKllacfes trim* : ^fllarite. Joao
c oos santos; appcilada, a justica. Antonio
pelo qne pede a sua
a i-asa, acceda a retirada do pro-
tem elle mais razan de ser,
retirada.
('.in-'iltada
jado.
2.* di jtn-ao" do pralect) n. 2 de {H69, autori-.
aado n gorerno a mandar estaheloeer no rain do
sul do hospital Pedro II e a-ylo de mendicitiado.
O SIt. M. JlEGo observa qneacbande-se creado
" asylo Je mendicidade e funcciuiiando em jHtdio
proprio, o projecto se torna iantil.
O 8B. PINTO justifica e manda mesa o se-
guinte reqorrimeflto:
Adiando-se cstabelecido o Asylo de Mendi-
cidade i*m predio pr< prio, reqneiro que seja julga-
do preicdicad o projecto. -Pin:) Jnnior.
O Sil. OUVE tU PONSECA pondera que o
tneio mais conveniente a em pregar, visto achar-se
j Cteado o Asylo de Meadioidadii e funecionando
cm ooiflcin proprio, mtar-ae contra o prnjeeto.
Eneerrada discussSo o projecto posto a vo-
tas e rejoitado.
2." di-ea do craa* unu cadaira de instracflo elementar na
cisarle detenejln desta cidade.
O SI!. Gl'SMlU) LOBO :Sr. presidente, se hem
q'e a nulidad* e conveniencia do projecto dispeo-
*cm. pela' nattireza o fms da insiitnie;io qne eHe
o pr.^uj'- realisar, qualquer detnoBsiracao, V. Exc.
me p"frt;iHir que expenda algumas brevissimas
S'efl.'xoe; sobre o a>sumpto.
lVr a pSC.Ia na prrso, Sr. presidente, c uma
bella e eewerosa idea ; por o remedio junto do
4iwl; ;:r, all n'aquella casa de expiacao, um
contraste vivo de incalculavel elTeilo moral para o
cspiito dcsinfezes que sao arrestados, as mais
das ezes pela Ignorancia, aquelle estabeleci-
ntcMei roja propo-cj-s matenaes nao esto por
neiih'.int modo de accordo com o que se pode cha
ejRirn jas-propo#?fle! oioraes.
.1 i!ro i ponto e a proposito invocar um factoem
.pi.-in dii prejeeto. Sei de boa onte, e o digo em
lioofa do htelfigeOtc administrador da casa de de-
i uo, i|ie j elle inrioii suas expensas urna
esetrfa 'i 'aquello estau'fi'eimento e vieram d"ahi
bons (Nielo*. Varios presos que havjatn entrado
iateiramente aajphab'etoa pira aquella casa, ap-
urcndprarn nidimentos de instrnc^o primaria e
signis ebegaram a fer e (scrover enm Certa cur-
if-e(o; varios meninos, fimos, puentes do presas
e onlros que ordinariamente visitara as grades
das pii-o.ss, freqnentaram com algutn approveila-
tncnlo essa esrula. Foi um ensaio que acabou :
liics um ensafnque nos pode servir de utibaviso.
Milito Ilustrada como e folgo de recoaheee^
'lr a assembka votar sfgoramentp pelo prsjecto,
Jando por e^te modo urna bella copia do seu amor
j>b ahramento da instruccJo publica.
Kiicerrada a discusso o projecto apprerade,
c di*pensaad. o intersticio a reqaerimento do-r.
GasiiSrPrummond.
ir discntwSo prometo n. 23 de 8G8qtie an
torii o f i-idente d provincia i ci*r mn curso
IheoriO -le aurieultuia.
O Si }. i'UUMMOND dizque r-conhectudo o
alcance e mportanoia da medida consignada no
.njeeto, Qareeeridolho e>tude seri e apurado sofire a idea sujeita a sua
consf'.'raejfc?, nao podendo assim deliberar con-
veirW*!men!e.-a menos que algn. Sr, debutado
-se julgu? habilitado a ociarece-lo sobre as van<:a
pens cu svantagens das mCilidas, sobre a sua
(rtif.ahi'lilftde as actuaes circumsmneias da pro
vimxa, p.*f#ce-i.! de toda conveniencia que p pro-
4#t9-cja enviado a coramissao de agricltnra,
pan Que c estode e olferetja a? eonsWera^as qo>
jic estu io'tbe sugerir.
V mesa a apoia-so o seguiote-renuerintento;
I Requiire ^a o projecto v commisspo de
ogrietrltuia eseja impresso com o parecer'antes
ubmettido a nova discusso. rjrdfffr
f rH^iund.
Kncarr.ida a diicasso o reriaerimento de
;iddlamen;o approvalo. "
O Sil. PRElENTE convida os Srs. deptados
;> exaranr oa trabalhos que exislero as postis
te oemmi -ri fcwar ssjJrte para a discas3o.
Tesln dado a hora, o Sr. presidente designa a
irieindo dia elevaito *ese*j.
AxSF.MBLEA PllOVINGlAL.-*abbailo |dM4-
>'ou a aasembla provincial os pareceres adiadas
'aa aamtiaaoesde exame de poituras, o primeiro
'tNlwno segumlo sabr asfde Ga-
30:OOOJOOO
20:00l)3CQD
14-4 I;io'.iO
lo:079G0()
J0:80()000
'J:U000
5:000 OO
3:04630*0
2:200*000
i "878 <0
7;>0000
273-o80
2004000
!t"3000
trouxe mais esse
T.it
ew
etftai, o pfojtcto o
Apritav
. 1T iPaste snao, que asteria
tratar a. *errtra>#o r*noya
i^paatua o ara
W"
villa na povoatl tar
irte o gtmrasjfi '
o intefsmjtoi
ta.
DINHRIBO -O vapor anAt*i levou para Ma-
cei 40:000*.
O vapor Tocanliit* trouxe para nossatpraca
as segiiinles quanlias para os Srs.
Augusto F. de Olivcira & C.
Kefler & C.
H. Korster & C.
Joaquini Jos Goncalvas Bellro
Pereira Vianna & C.
II. di: Lagrange
Lehman frres
Jos. Duarte das Neves
Campiano A Cordeiro
A. L. de.liwua Azavedo & C
loaii'iii Geraro de Bastos
Jos Joaqun da Luna Bairo
Dominios Alvos Matheus
Cunsul ipglez
Para o sul do imperio
vap.r :
Wria 7:9G2C00
llio de Janeiro 147:7l5ii>00
MJSSAS FUNEBBES.A viuva, lillios e genro
do finado major Jos Pedro Celeslino de Mendonca,
raamhim celetirar sabbado missis fnebres e 1111-
ck) parocliial na matriz de S Jos.
POTPXGI.Este vapor da companhia Pernam
bocana, sabio do porto da Fortaleza para o nosso,
pelas escalas do costume, no dia 4 do correte.
FSSTEJOS PCBLICOS.-Pedem-nos que leaibre-
mns u cmara municipal, associaeao commercial e
deinai.- commissoea de festejos, a vantagem que ha
em serem estes feitos cm das seguidos, e nao ;om
intervallos, como se achara determinados. Adian-
do rasoavel 0 pedido, demos-fhe lugar, esperando
que seja acolhijo.
NAVIO EXCONTBADO.A galera ingleza //er-
ionc. rinda de Liverpool, faltea : no dia 20 de
marco, na lat. Ni 13 10' e long. 0. do Greenwich
-27", cora o brigue inglai Ganges, indo de Londres
|ia-a Calcuta ; e a 5 de abril, na lat. S. G* 18'
r Inris. O 30 33' com o brigue hollandez Gerna-
nta, indo para Rotterdam.
J iGl'ARIBE.Chegou lionlera de Scrgipe e Ala
gas este vapor da companhia Pernambucana,
trazondo datas d'aqui al 8 do crrenle, e d'alli
al 36 do passado.
I*o dia 2;* de-mareu os deputados provin-
ciaes de Sergipe inauguraram uma socied*lo'Tje
emancipar-ao de eacrivos, com a assistencia de
iodo o mundo oflirial, e de creseido numero de
pe-sofls gradas da capital seodo entregues nessa
occasiao as cartas de Ijherdade de tres erianyas,
escravas do Sr. Salvador de Sauza. Brendao. ma-
jor M. A. do Souza Morcira o Dr. Alexandre
Ptuto Lobao.
A bolsa de carldade contava j cora a qoaqtia
d.1 2:44->A da subscripc^io.
Era Macei nada occorreu que mereja mencao.
JUNTA DA SANTA CASA DE MISERICORDIA.
Por ser qninu-fetra lia santificado, asta eorpo-
racao transferio a sessan'da presente-aemana para
boje.
TRIBUNAL DO COsf.MEriCIO.-Aclia-se fuje-
cionando oo primeiro andar do sobrado n. 20 da
roa do Iiaperador.
VERBA TESTAMEXTARIA.-O finado negocian-
te de nossa praja Joao Matheus An.Min, por dispo-
wcao testamentaria ordenada em naaio de 1857, e
que agora dave ser execatada, deixou libertos to-
dos os seus escravos em numero de 16, dando
lOOOOO cada nm derles, ao de nomo Flix
1:000*000 e uma casa par morar em qnanto vi-
ver, e d,e nome Thereza. 500*000 e outra casa
com a inesraa cmdteao.
PROCLAMASForam Hilos nohonte.n na ma-
triz da freguezia de Santo Antonio os. proclamas
segaintes:
I. denunci.ico.
Augusto Anaes da Silva, oora Liurinda Lepoldi-
na da Silva Cordeiro.
Antonio Jos de Almeida Pernambuco, com Rita
Amelia-do Parias Neves.
2.* denuneiaco.
Josv Cariieiro Maciel da Silva, com Celecina da
Silva Gi'.-mao.
Joao Gualbcrto da Silva, coinAlelina Mara
Franci>ce Ferreira de Mello, com Landelina
Henriqueta das Neves Kraus.
los Augusto Ferreira, comWalfrida Idalia Pe-
reira Lobo.
Francisco da Costa Veiga, oom Amalia Eofrozina
Cesar de Lima.
Gatdino Jos Pedro, cora Mara doCarmoAn-
drcCa da Conoeigo.
Julio Cardoso da Coa, oom Laura Andrelina
de Arante Cid.
Diogo Angosto dos Res, com Francelia Joa-
quina de 9onza Tavares.
'' Jos Simplicio de Castro, com Graciana Maria da
Goaoticao.
3.' denuneiaco.
Manoel da Cunba Rcis, cora Amelia Ramos de
Carvalho.
Manoel Joaqnim da Costa Carralho, oom Maria
Amelia de Azevodo Vianna.
Francisco Jos de Sant'Anna, com Rita Mara
Praures.
roctuoso GonijalTes Ferreira, eom'Tttcreza de
MariarHodrigua.
KAtBGAflTlS.Damos em seguida o ira-
a vito do lord fode nm navio tclegrapho na entrada do
Inglaterra, por raeio ao qual os navios,
de qualquer parte do motado, que
esse canal, podero parltaipar aos
itarios pu consignatarios alfjtm Tacto
occorrido durante a viagem ou mesmo
e-'ahperar ordens, sem ser necesshrio arri'
um porto :
i Aviso aas mariaheiros.N. 10. Cwjal da a*
entrada.Navic latefraphe.Par esto se
Tiente tqlegraphica, sera eataciajjado peta
aeteMl telefraphiea JM Chan-
ri entrada dti acal d loglaarra,. a\
ejgn*.
para o-puato, na galera portuguoza
LOTERA.'A que ti acha a venda a 443* a
beneficio da igreja de Santo Amaro de Scrinhaem.
a qual corre w dia 12.
LEILAO.--0 apente Martins .faz hoje lefio da"
reanac^o d* rea de Rodas rt. 7,tao mete dia, na
mesmaireUrMCao.
PASS*GElRO.^Vindos de -'Maraanguapc, no
vapor oacioaal Gorurrjie :
Joao Ferreira Passos e f IHh-i menor, J. Alvap
deSalles, Antonio-Lopes Tcixeir da Costo, Basilio
Pompilio de Mello, Jos Lopes -Pessoa de Macedo,
Jos Franei)**- SaMos, Nfoto AntonibPrrira.
Jos Goelho Moreira, FlerehCteiVerssfn de Al-
meida, Custodio Rodrigue PerFeira Miia, Oiyote
Pompilio te Mello e ama (liba menor, Pedro Fran-
cisco de Meflo,-Ji4 Antonio Coleen- Dia*, Manoef
Seve Filho-CxtrbiniaTKi Franciseoife Barros, Anto-
nio Joaquim Brlto 'de Oliveira, ManoCl' Meades de
Carvalho, Alfonso Franel3co-Cfiertora.
Vndos de Pinedo e'Macei'no vapor Jeqni4:
Ananiasda Gusta Lvra esna senhora Maria da?
Dore^ de Cssfifo, D: 6eefna Handeliz Ferreira
Campos; 3 ftllws menores e 1 criada, Anwa Jose-
phlna deOliwlr.r, Dr. Jadntbo Paes de Mendonca
capito Adolpho Jos Correa, Antonio Fernando-
Porto, baiza da Costa Canlao,Contao Josepha, Andr ds Rosta firnga,'! eseravo do Tho
aaz'Mnniz, Thodoro CavsJcanti de Una, Joao An-
t mo Soares, 1 eseravo de Antonio Jos de Souza
FloriwlijAfrieano), 7 prnas do ebrp de polica
1 enminesoe 3Teotu!as.
SaWdos
Lisboa *
Jos ite'Gestro Redondo e sua sWihora, Antonio
Augusto de Lemos Nogneira.
Viudos dos
cantis :
Trajano .Theodomro do M.mra, Bruna Paulo
Danim, Antonio Rodrigues, Dr. Joaquim Cirra
de Olivara Andrade e t criado, Jos Correa de
Oliveira e 1 escrava, Jos Moreira da Silva, Rav
mando Jos da'Sra, Dr. Francisco (>rdeiro da
Rocha Campello, Sergio da CruzMimiz e i osera vo.
Amonio Cebino, Jacinthaie Oliera Cainho, Joao
Guedes de Monra, Francisco de Paula Rodrigues,
padre-doaqnfm Severiano Rfbeiro Dantis. Joaquim
Severiano Ribeiro Dantas, Pedro Ant nlo da Silva
Lins, Manoel Pmneism Ferreira da-(/ista, Antonio
Joaiinim Nobre Cmara, Manuel dos Anjos Mendos,
Norberto Paulino dos Santos, Francisco Candido
do Amafal, Leonardo Bezerra Cavalcanti. padre
tere Mana lisperanca, Antonio G-iliino il'AIraeiila
Mendonca, Ttitodoro Roque, Joaquhn da Silva
.Ve-ves e t IHha me.nor, Manoel Antonto Pires, JJns
Cardoso dos Santos, Joaquim da Costa Prtrira,
Antonio Manoel da Silva, Jos Annrtet-f Torretr
Brasil, S-bisno Antonio de Mello Reg, sua
famtita o 3 criados, Dr.Joo Rodrigues Chaves e
I criado, Graciano dos Santos Chave?, Tarain >
Candido dis Nev.s, Antonio Pereira Villela, Ma-
noel d'Amcida1 Bastos, Jos de Barros Salustino
Epuygenio Carneiro da Cunba, Ismael Vielor .Pe
reir, teclao-Brandan.
S cuera para o sul:
Jos Vidal Ribeiro, Francisco Jos de Mello. Ma-
cario Jos de Miranda, Dr. Angusto Elysio de
Castro Fonsecfl, sua familia e 4 criados, Antonio
(Ernost Ferreira, ca|iitr> Estevo ioaquim d'Oli-
veira, Jo > Barbosa da Silva, alteres Jos Flix
ww'l?*,, aPda-'AngelB: ltppllada,
vfHi ZeiMnJe> P.'rn>ira.
de "Mi/Ves:' asmelrado,
tesealatt1dor Asumida .\Jlier|je.-JApp?Ila-
vso*rl: -aop.-tomv Ji,*t'lrf*-ij de OliVefra;
appellado, i ominaos Jo |);,rros Br..ndo. Appel-
***.c?,ra'sr **nte, ftjurto; .iplelladir,
A,'' JoBO'dB Barro-: appllai!i, a justica-
CosvUto dk juRisDigiAo.Entre os.Juizcs-de
j*!*"*" tnuiiiciptl o de diio desta'cidade.
'Do Sr. desembargador .Vlinehia 'Allmqtierque ao
sr; desembargador JJtette.-^Appnllaaoes rimes:
appellanlu, o jum; {ipr^Mado, Gasrae,' esora-
vo. Appeliaiiu-, Joao Fraucucodos Santos ; ap-
pellada, a justieja.
Do Sr. di'sembarfrlrtr Motta ao Sr. desembar-
gador Assii.-^JrijHsintao crime: appeHaote, o
jnizo; appellado, Eloy Gomes da Silva.
9o Sr. dcs-uitiargaHof Assis ao Sr. de*embar-
Milar Doria.Ap|i>ltacri(. trlmc: appellante, Jos
Francisco Carneiro Munleire; appellada, n justi-
ca. AppHIafes ijiVeis : appellaute, D. Thereza
Carneiro Lina do Mir.indr ; appellado, Hermqne-
gildo Eduardo RegobmTOiro. Amiellaiile, Joa-
quim Monten o.6ue*fS Gondin ; appellado, Virgl-.
tiio Il'rleio do'KreitaF.
Da bb artAnnoEn.AppeHado, Juse Gnedes No-1
1IM3M ; appellantt, Jos Antonio Pm:Ih'Co.
Ao Sr. desembargador I) noiognes da Sil-
va.- AppeHaeo civcl: appelltinte, Miguel KTan-
isi-o da Costa Machado; appellada, D.-Anna Joa-
quina Xavier de Coito.
DoSr. d-jsemtrargador Oria ao Sr. desembar-
,'aJr)oininMttes da. Suva. Appdlaeo crime :
appellante, Aquilino Gom.-s de Mello; appellado,
Antonio Aurrmi'i da-Silva.
Do Sr. desembargador Dooiingims da Silva ao Sr.
Jcsembargadir Smnta h<.to.A|mellaf3o evel:
appeUantes, os bsrdeirm do carao do Bujary; ap-
pellado, Francisco Xavier Pesloa de AlbuqneT-
que.
DoSr. dcfehiliargador P-eauoira Costa ao Sr.
desembargador Surta LeiVr.ApnclkieAcs crime*:
appHdnle, o juizo; apjtellado, MarcoHno tes d^s
Prazeres. Appellante, o juizo; aiipellado, Rogerlo
da Costa aues.
KM 9 DI Att HORAS Di T\tf/L
C.xtm<&~&fefait' sewc Londres de 24t;t
j{ d.-por it; aaobre Lisboa de 43 a 456 rs.
por fr. elevando-se os caques a' 5f>,000.
Axooo.Io.-O ile;prMfnWtco de s'fte ven-
NetWW de 850a8STr9. prtrWI, eede Mcete.
posto t bordo, a 53 por kil. eom o frote de 3/^
AssncAB. Vendcu-se o mseaVado brbto a
2JT7RO por t5 kil. e i M*i a'2j!6f.
Atmoz.o piladoaafhdra vetideu-so a 3*430
?iirroba e o do Maranftao a a#4*>-
AtsrrB-aocB.Venden-fse o de Lisboa a JjtOD
por galo.
BAruLBn.-iRetarbon-s de Mfi a 23f a barriea.
'mttHA tK ronco. ViBdew-se a 00 r. os
id kil.
Batatas.Vendern**) a 2* a arroba.
Bolachi.nhasdem a^ita larriquinha.
Caf.Veudeu-.-e de G00 a 6A90O a aroba.
U.-Rtem de *#200 a A900 a Hora.
t>.nvFjA.-i!d-em de 5/1800 a 8/1200 a duxia de
irarrafas ou botijas.
KKnosann.Vendeu-se a 7700 a lata de cinco
galoes.
Log^-a-feaden-e a fngleza ordinaria com 440
rs. por cdhto de premio sobre a factura.
Manir*.A ingieza veodeu-se da 1*200 a
1**15 a libra e a franceza de 760 a 77f>rs. ,
Masas.Venderam-se ^ 7*500 a caisa.
Otros. tiNHAijAdem a*300 por galio.
Piassas.dem a i 1*500 a eaina.
Pbpsntosdem a 18* por arrobe.
Qokijos.Os llaraengos venderara-se a 2*700
rada um.
Saau O inglez regulou a *70 rs. por libra.
Toucinho. Vondeo-se o de Lisboa a 13*0)0
\dmiirHlricio dr corr Ai Pe
4l4s)abiil.
dfcmw pelo vofor latmlin t i
stlatrm
A eorresponimtrii sjBtesn de ser eiptriM iwte
p4o vapor acimn ratianaratpnijs piijod
sol, aera recehdi pslat
Macos de Jornaes,
tw." cMlfiM !%
pagando perle darte.
As cartas ipie ternrn dirigiera pnn
ma pegara rviamente n saa
IjTframmas ou fraero de &m
Mecida na tabetteC NMWKaa-a i
de dejembro de J8ffi.
O adnsiassirador,
Affonso do jp/o Barro*
Vjnacrf
jnaorr.O de Portugal vnde-se a 130S a
pipa.
Vlnhos.Os de Portugal venderain-se a 220*
e os de oulros paizes a 205* a pipa.
Vblas. As de eompoSicao vendeCam-se a
300 rs. o paeote de 6 em libra.
"!>BRfcoNTa-^) rebato de letras regulou a 10
por cerno ao anno.
MnWMENTO W0RT67
(Runda Florentina)
Stabbaio de Atelnia.
I>i)iningo de Pafchoa.
Sejrnnila-feira.
O emprezario deste tueatro, autorwa pata
lllhl. Sr. Dr rttefe de polica, d iresraraTtla a>-
vertimento no genero
Do Sr. desembargador Souza Leao ao cr. des-
porto* do norte-no vapor -3W ^mbargador Gitirana.-Appellacao crime: appel-
lante, Jos Pinto de Mosquita; appellada, n justi-
ca. Appellacos veis : appvllantes, Victorino de
Rezcnde & C.; appelladis. Monleo Correa &
C. Appellante, Gabriel Germano de A. Montar-
rovos ; appellado, EstevSlo Jos PneS Barrete Ap-
pell..nie, a 'Sante Gasa da Misericordia; appellados,
os herdoros de teso da (kinha Tcixeira.
Assiguou-se dia para julgainoato dos soguintes
.eilos :
An-1- r.LAcrrEs civeis.Appellante, Francisco An-
toaioManiz; appellada. Mora .las Dores Caval-
cante. Appellanle, JustinUno Mues de Mello;
apji 'Hado, Manoel Nones de Mello.
ApFEtLACAO cniMB.Appellante, Sergio Ciemen-
tino Soutomaior Albuquerqne; appelrado?, Bene-
dirti. da Silva Souza e outro
A' 1 hora da tarde encerrou-se a sesso
un i
WBL1CAC0ES A PEDIDO.
Owarcla iiAAMona^
LenJo
paramos
uina proposta feila pelo
um dos uatullics da gtytra naciooil do
municipio do EfcMtfo, nomcando para alferes
a om horaem qne rtixem, na fregarzia' d*s
!facios entrados no dia .9.
Rio Grande do Sul-24 das, brigue nacional S/-
auera, de 191 toneladas, capitn Jos Francisco
Aires, equipagem 12, caria tilOO arroba*
carne ; a David Ferreira Bailar.
Rio de Janeiro17 das, barc;. brasilea Malina,
de 382 toneladas, capital Antonio !. P. dos San-
tos, equipagem 12. carga 5,000 quintaes hespa-
nhiies de carne ; i J. J. Gont-alves Bellro.
Montevlo2-j das, lugar hespanhol Themoteo
III, de 272 toneladas, capillo Francisco Casis,
euuipagitm 13, carga 265,749 kilo^rammas de
carne ; Pereira, Carneiro biv>rpno49 dias, galera ingieza Hermione, de
383 toneladas, capiSo J. Gregory, equipagem
l(i, carga earafi' e outros gneros'; Simpson
ndtr A C.
Londres33 dias, brigue nnrte-allemao Argo, e
200 toneladas, capito II Mahlmann, equipigem
10, carga I,2(i0 barrs cora-plvora e nutres ge
eros ; H. Oettly A C.
Aracalv10 dias, bate brasilero Kove Inrtnrkel,
de 42 toneladas, capitn Vicente F. da Costa,
equipagem 6Kcarga vanos gneros.
Nnrio snhido no mesmo dia.
Em coramissaoBrigue escuna brasileirodegner
ra Tonelero, commandanto callao lente Joa-
quim NOlaso da Fontoura Pereira da Canha.
Navios enlradnsmo dia 10.
Portes do norte9 das e 8 horas, vapor brasi-
leiro Tomntins, de 7S0 toneladas, oommandante
Jos M. F. Franco equipagem 02, carga diferen-
tes genems ; A. L. de O. Azevedo A C.
Mamangtrape de 222 toneladas, commandanto I. 17. da Silva,
fquipagm 14, carga varita gneros ; compa-
nhia Pernambniwir
Penedo e portos hrerraedius- 3 dias. vapor brasi
leiro Jeqni, de 223 toneladas, commandante
Costa, equipagem 3 i, carga varios gneros ;
companhia Pernambueana.
Navios STtidos no mesmo dia.
l'orto p^lo Maranhan Gdera pnrtngueza Fortuna,
capitn Domingos Pinto de Castro, em lastro.
PortoGalera portugneza Lisboi, eapitilo Antonio
A. de Olivefra, carga assucar e atgodio
Rio de JaneiroPata-o liespanlnl Fomento, oapi-
tao Alsina, com a mesma carga que trouxe de
Barcelona.
BarcelonaSumaca hespanhola BorJgua, capitn
Secundo Marislany, carg algodo.
O salo acbar-se-ha convenio
do, e illuminade a ginrno.
A ordem e mordHade sero man.'idhr
costuma fazer o empresario em UnU* t
recuentes e dirertimentiH.
llavera lugar destinado e garantido
lias.
Tocar aestas tres noute-> a bamiv morciU
2' liataHiao de infamara, da qn..| V
mestre o Sr. M> nJunga.
As 9 ||2 horas sera dado o signal aara
d i baile, teesndo a nroMca nma escomida sx-ra*
como preludio ao divertim uto.
As 10 horas a soctenade
Garibal lina
mage-tosa, ao soraV
pllill
far a sua entrada
marcha
TrhuD
Em seguida comecar
0 BAILE
. ...... < a aegunuo aiinsianv, carg aigoauo.
O 0 .-/liffm de 6 .lo comente,, '(te- CanT-Barca nnrorgneoM Amazme, capito R.
8 COm lima publicarlo acerca (le Malmelme. carga algo.lao._____________^^
commandanfA) de
Affogaaos, ser liberto.
Passando a indagarm )s do facto. s )U-
bemos ser verdico o que dise o articulista,
e aiuda mais, qti?, r-a nii'sma propo>ta
a.:lia-M> incluido tambem paia alferes, um
oulro hoam as mesmas coudjcoes, sendo,
nos, viuva, B a-vsia ; dyrrha- I P0 tanto, dutlS libCrtus propot jS para olll
Graciana Francisca de Aguiar, 23anoos, sultelra, fciaes.
Mendcs, Bento' Ferreira Barbosa, tenente Manoel
Firmino dn Gosta, Candido do Prado'-P'm'to fe sua
senhora, coronel Jos Manoel Cavaleinte, Manoel
Francisco Pastas. 3 reerntas.23 eseravo* a entregar
CEMITBRIO PLTMJCO.-Obituario do dia 9 de
abril de 1870.
Maria Olindina da Conceiei, Pernambuco,-45 an-
Boa-vista tubrculos pulmonares.
Diogo, recerh-nascido, Pernambuco. Boa-vista ; o
nasoer.
Francisca, Pernambuco, 1 anno, Boa-vista ;
sintaria.
Casio ira Carolina de Jess, Pernambuco, 30
no?, solteira. Poco ; tubrculos pulmonares.
Damiana, Pernambuco, 10 auno's, Bia-vi-ta ;
orophnlas.
Joao, PeraambtiJo, 7 mezas, S. Jos ; convulsos,
Gertrudes Mara de Ot*ira Cardoso, Pernambuco^
63 anuos, viava, Boa vista ; amlecimento ce-
rebral.
do-
an-
es-
CHRONICA JlIiMIiRI.t.
ntHllT-MAI. IIA RKLAVlO.
SESSOEM 25 DE ABRIL DE I8T0.
'BESUJEMCIA DO EXM. Sil. CO.NSELHEIRO CAKTAKO
SANTIAGO.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desero-
.argadores Gilirana, Lourenco Santiago, Almeida
AJbuquerque, Motta, Assis, Doria, Domingues da
Silva, Souza Leao e Regueira Costa, (altando o
Sr. aesembargador Guerra, procurador da cora,
abrio-se a sesso.
Passados os feitos, deram-se os seguintes julga-
memos:
Recursos chimes.Reccorrenlc, Manoel Teixeira
Macliado; reerorrido o juo.Relator o Sr. des-
embargador Gilirana, sorteados os Srs. aesemhar-
t'adores Souza Leau; Molla o Dimingues da Sil-
va.Negaram pravimento. Receorronte, o juizo;
reccorndo, Joao Bapista- da Rocha Baixa.-*Ra-
tor o Sr. desembargaJor Lourenco Santiago, sor-
teados os Srs. ilesombargadores Assis, Doria e
Almeida Albuquerque. Improcedente.
AncnAvos de t>ETrgxo Aggravante,IgnacioLnir.
de Bruto Taborda; aggrando, o-jaizo.fielator o
t>r. desenrtiargador Loureaco Santiago, sorteados
os Srs. desembargadores Domingues da Silva e
Regueira Costa.Negou-se provimento. Aggra-
vante, o bar3o de Una ; aggravado, o juizo.KeU-
tor oSr. desembargador almeida e AMjQquerque.
sorteados os Srs. desembargadores Assis q Gilira-
na.Negon-so provimento. Aggravante, Antonio
da Cunba Soares Guimaraes; aggravado, o jui-
zo.Relator o Sr. desembargador Motta, sorteados
os Srs. de-ernbargadores Domingues da Silva, e Gi-
liranaDeram provimento. Aggravante, a'Santa*
Casada Misericordia; aggravado, o juizo.Relator.
i- Sr. desembargador Asig, sort ados os Srs. des*
embargadores Motta e Lourenco Santiago Deram
provimento. Aggravante,. Antete de Paula Mei-
l<>; aggravado, o, julio. -irRelator o Sr. desembar-
gador Doria, sorteados o* Srs. desembarga |ores
Gitirina eAipieida Albuquerque.Negou-se pro-
vimento. 1
Carta testbkuxhavel.Aggravante, D. l-abr
Maria da M*raes Bastos-; MfraMdOrO Jutap^Re*
lator o Sr. desembargador Gttirana, sorteados or
Srs; desembargadores Doria e Abneid Albuquer-
que. Dea-se provimeirto.
Aooravo or. tN'MUieiMMTo.-^Agiffraratite.'Alexan-
drlno Moaf Corra'Btfrros; agravado, io jai-
to.Relator o- Sr. desdmbwgBdor tlrana.-iortea-
dos os Srsi doaambaf-saarea- Atenida Albuquer-
que a fiegueira Costa.-*Beu-s arovimaato.
Habrs conrcs.--Geaoailraai,ordem a teio Pe-
reira Dattra de Olivewa 0 a Joao Forren
Lacerda para 10 dfa ^ d& eorrette, on
autfidades rnrapfl
pelAjS.ao^Fer
Dr. ufadof Alm de que os dit is Ijberlos nao estao
4ua!iJc*ios guardas do sor\if;o activo, ra
zo esta, para nao poderem ser ofltciaes.
Esperamos pojs, que o Sr, commandan-
te superior nao submefta tal proposta a ap-
ftvafo do Exm. Sr. presidente dn pro
vjjncia, alim de que o baiaili- nao se iornc
iteior do que se acba.
Dohs moradores dos Afogadns.
COMMERCIO.
PRAGA DO RECIFE 9 DE ABRIL.
DE 1-870.
>S3 1/2 nORAS DA TAROK
Assucar Canal2i00 p t 1"> kil.
Algoaao de Macei 1* sorte939 rs. por kil. posto
a bordo, fret de 3|8 e 3 0,0
Accojs do banco do BrasilICOS eadi uma.
Cambio sobre Londres 90 d/v 22 -l|l, 22 3j8 d.
por I4OOO hoje e honlem).
Cambio sobre Pars UO div. 43o rs^por franco
banco (hoje).
Gamteo sobre Portugal 06 d|v. 140 0(0 de
premio.
'.oncallo Jos Aflooso,
Presideizte f
Mosquita Jnior,
Secretario.
I
AfJPANDBGA
Aondimemodcdia2a8 Jli;W0/689
id dia 9...... 50:081*936
:2oi:572a594
MOVMENTO DA ALFANDEGA
lolumes entrados cora fazendas
Idea Mam ca ganaros
folojaes sabido cwn fazendas
dem dem cero gneros
147
483
-----63
197
650
----- IT
Daaaarregambojeil de abril
-arca ingteusmojiiimeroadosMs.
Pilaclio ngtezJulio Blachmercadorias.
Batea pertOfuezaS..Jfcp*nJraetcadorias.
Bafea fraueaaa-rMoai! ie Santosidem.
BarcarfngIeza-T-/asperiior^farinUa de trigo.
Palacio bollandexGeraldintfarinh; dftiilgo.
Sumaca banuaohola Unas Mudalews farinha
(te trigo.
Patacho baltendoziltiaidem.
-ninc |lez Dante bacaUii.
Escuna wiku-Sttipktnut-inm.
PatacTw injtei Jwraalatrilaoa.
Barca intezaAm-----sebo-a ossos.
Brigue nor-allemoAugHsidem.
Barca iagteza- Otinda-inercadorws.
Brigue notejdleMi)-w4rRt-- Pataubo te WGffc -maradortas.
Esc
*eaa Aberfetd\
~ A DK 1
IUESDE
Q tumo.

SECLARACOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A llim.a. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no da 11 de abril, pelas
4 horas da tarde, tem de >cr arrematadas a uem
mais vaniagens offcreor, pelo tempo de um a tres
annos, as rendas dos predios enseguida declara-
dos :
ESTABELECIMEMTO DE CARIDADES
Ra d Mathias Ferreira (Olinda)
Casa terrea n. 14.......965000
Ra da Vira cao.
Casa terrea n. 7. '. 102*000
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n, 43......1713000
Idem dem n, 65.......247JOO0
Ra de Hortas.
Loja do socrado n. 41 ... 12U00O
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 2iOS00O
Ra do Rangel.
Casa terrea n. 58.......3603000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 102.....8 20211000
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 2.......240*000
Os preteudentes deverao aprsenla r no acto da
arreuiaiacao das suas Jianras ou comparecerem
/icorapanbados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cite, 6 de abril de 1870.
O escrivao,
_________Pedro Rodrigues de Souza,
Cali t Filial de aneo do lfra.il
em orunm-mco. em 1 uiil 1
cao. 30 de mraoo de 1S90.
A Caisa Filial do Raneo do Bratil, tendo
de proceder sua lipuidaco, vende por com-
modoprcoo sobrarlo sito a ra Imperial
n. 64, coto grandes e excellentes actilo-
llagues, assim como vende a casa terrea
contigua, n. 60, a tratar na mesma caixa a
ra (teQonmercio n. 34,
ImperMe e Fegio consulato
a Austria eUngheiia, in
Pernambuco.
Con decreto M' 14 Dicembrel869 venne ordi-
nau uu'aowgrafe de sudditi Austro-Ungariebi si
trevano Jdl'eetero. |
I' medesmi vengono quindi invitati ool presente,
di atMntmtarsi, el sermine di tre mesi 4al gterno
d'ofgi, presao-qnestn I. e R. Consolato, nmuiti dei
docamenti eompixivaoti.
La Iscrizteae ha loego libera d'ngni spesa, ed
a-icura agli interessati il diritlo di aazionalil
presso IT. e H. Cfflci Consolari nel Brasile.
Imperial* Regio Consolato d'Austria-Ungaria,
n Pernambuco, 12 Marzo 1870.
i'l. H. Gotele,
Barone do Livramento.
A MK-ifiloli' Garibaldiiia vem sarilla a
ter.senJo 8 guerroiros e 8 vivandenw, a
I a rao as seguintes qnadiiiha :
I.'
A linda qoarilliaGanbabli.
A quadfilba La-Raiixv
3*
A qnadnlha Sympatliia.
O ompreiario partii-i;i> i> s.-us anaissM c *rn-
ttetores qne nos intervallos a .eiefc CaaiawasB
ni exacnt.ir.'as qnadri.'has aimnneK. q ladro seu, na 1 sondo |reteHs1u aaa taa
furo-arem outros em que pi>sMin liv.-rt* s.
O Sr Ferreira dos Sanias tem w ti-dta atea,
que servir oV^ iniciativa \nn oatn-
m ste gimen qu) Mate o t ir-nte Aja
tos publicas carnavali-sr".
O emprezario Coimbra, d le j aaradswa ae
seus numerosos ami^i s e (n-<|u<-Maaof* sata
espectacalos a soa assMlui que se portara Jarata os aaa* iiv--raa'x, *ir-
na de toda a eonsi b-raco.
O baile acabar as d ias horas.
PKKQOS.
As senboras masraradas 'cralU.
As senliiras nao roupnTBl >s
Gavalleros
Cavalheiros ve-tidos d d una ,*m
AVSfl? MRltiniO.
COMPA.MILl PERNAMRtXA.N.t
PE
.\av-egt**o cnalcra pr y
Porto de G.iin'id.s, Ka Farinoso
Taaiaiii'i.in'.
0 vapor Par-tkyba, segoira para aa
mi no dia 10 dn contrate na*ia
carga, encommenste'1, passag>>iroa e
te no escrptorio do Forte do M nt -a
8nta
casa da misericordia
do Recife
AUlaa. junte administrativa da santa casa de
misericordia de Recle, na sala de suas sessSes,
as 3 horas da. tattW do dia 14 de abril continua
raeaber prnpoataa para a arreroatae8o da renda
do armaiA-m reedidcado i roa Direita n. U,. per-
'irvt *"XS leneente aos a&ubeteeiiMntes de caridade. servitr'
.i. m .n do de base o- araao-df* 400# annuaes, dafidnjaft
VapMWa jis> m4*w* de inaenoordiA do
IVdr*
Mcrbjaaadt So'um.
COMPANHIA l'ER.NAMBCralll
DE
\'avegar*Sr eoAielra
.Mamari.su ipe.
1 p>irio ae
a* 6
tarde. Recebe carga, encniomen-la-,
r se dinlieiro a frete a' s ", botraa ate
do da da saWda : eserfpaaria o Forte a
n. 12.
a-*"|>r O vapor '.ri/'/v
/X.tt_ Mm> ^cgna par*
mmf Ka 12 dn rorr-nte
Iti de JaaxHr
Ks|H'ra-se a lodo o momento o khgsje amia
nal Is'diet, eapito Joa fenan Viaaaa,e asfaa-
r loga para o porto cima > r t-r a 1** a.rte
da caiga encajada, para o re-to que Rm U. ar>-
ta-se con os coii-ignatario- Anl-r.i) Loit e OS
veira A ae vedo A C ra da >ii n. <.
aaa
lessageries imperiales.
At o dia 14 do iMr rente um espesa ag
portos d> sul o vapor fram- ?. Grenle, cmm
dante do Sorner, o (|oal d*)>-'i 'la djaaarj dn
turne seguir para IterAeo-* t inaa
(Gr.re) e Lisboa.
Para cwdir fretos > pt-safaM
agencia roa do Gommerco n. V.
Maranhao.
I-ara o referido porte segoe eaa
hiale Monta por ter maior parte da-
jada ; e para o reste que Ibo talla trate oeasipaalario Joaqnim iose Goa^atena M
ra do Commercte n. 17.
COMPANHIA PEKAIWCAIU-
N
\aveaeo coaielra
Parahyba, Nata', Maoo,
. caty, Cear, ?land Granja.
O vapor Piraamt, eoaam
Azevedo, seguir para aa
_ cima no dia 13 do corrate 1
la tarde. Receba carga at o dia JA maaate
meadas, e passsgeiros e dinhiro a tala 2 horas da tarda do da da
rio do Forte do la^steain^.
4
CoaarnaalHa
letra de paaate- a
Al o dia 15 do correte e
York, por S. Thomaz e Para o
.Voi-IA America, o qual aapnis da
lama seguir para os portos i
e passageas fratase eom
Utaboie Jotvu Arlkar..

ILI


'.OTBlWre PerMmimco Segunda feift UvAp iU>r d*
Rio de Janeiro
PraUBSi sabir em poneos Olas pan o referido
parto o veWro pauebo brarileiro PrettcU* or
lar a maior parle de sea camgamento engajado; e
para o pco .ue K MU o cseravo 1 frele
trata-te eoaa o eeatltnatario JoaqoKn Jet Gon-
calrea Manto arta do Commercio n. 17.
POBTO POR LISBOA
Seguir* em poucos dias a barca* portagnen
Joim dgmfatkia de I* classe e marcha por ja ter
prompto s*a*i (oda sua carga : para a pouca que
Iba falta, asMtn como para passageirns a*o> qnaes
4&ann ricos e excellentes commodo?, trata-?e
com Bailar, Oliveira A C, roa do Vigano n. 1,
priraeiro andar.
J-kOK.
LEILAO
Mbrad le aadares e
soio.
O atente Pontual competentemente autorisad
dar ero leilao un obrado de 8 andares e so-
llo, qtiinUS cacimba etc., silo roa do Rangel o.
38, edificado oca aolo proprio.
HOJS.
No-i* andar do sobrado o. 61, ra da Crut.
LEILAO
Da reflnacao da ra de liortas
nu.<:cro 9.
O agente Martins l.ir;i leilao por ordem de Bar-
ros & Santos Pinto da reUnacio da ra de Horlas
n. 7, constando de caixoes, balancee com pesos,
noinbo para r*f6, taixos e mais utencilios, cuja
refioaca) se acha muito bem collocada e afre-
cueada.
HOJE
Na mesma reflnacao ao meio dia.
Fugio da casa da roa* Santo Amare,
o. 22, no dia 30 de mar? do corrente anno
o preto crioolo de aome J5o dade -de 30
aonos pooco maisoa ifleimP. cornos signaos
seguintes: baixo, cheio do corpo, pouca
barba, rosto com marca de bexigas, um
dedo de menos na mi dirrita. oquil fot
escrevo do Sr. Amonio Climaco Moreira
Temporal, e jolgasn assistir rfama das
qualro fregoexii da cidade. Roga-se pois
s autoridades competentes e particulares o
obsequio de apprehenderera levavlo a ra
do Crepo n. 5 que generosamente se com-
pensar.
LEILAO
Hecha da india, snautelga la-
glezarm latas, e vlnho cham-
panha,
A 11 do corrente.
O agente Oliveira (ara leilao de 90 caixas de
cha verde da India, de cerca de 20 libras e de 10
ditas de 67 libras cada urna, 99 latas de 6 libras
rada urna de superior manleiga ingleza e de 6 cai-
xas de 12 garrafas de ptimo viuho champanha
ludo para fechar contas.
.HOJE
as 11 horas da manhaa em pento, no seu escrito-
rio ra da Crn n. 53, 1" andar.___________
LEILAO
De tres partes do sobrado de 2 andares e
sotao da ra da Penha n. 19 (as quaes
parles corresponden! a m is de metade)
edificado em chaos proprios.
Ter;a-feira 11 de abril as 11 horas.
Por iotervencao do agente Pinto, em seu escri-
torio rna da Cruz n. 38.____________________
LEILAO
De ama mobiiia de amarello a Luiz XV constan
do de 12 cadeiras de guaroicao, 2 ditas de bra-
;os, 2 consolos, jardinelra e 1 sof, urna meia
commoda de amarello, 2 cadeiras de bataneo, 1
mesa de jantar nova, 1 cama franceza de ama-
rello com colxao novo, 1 rico relogio com liga
ras douradas e redoma, 1 grande espelho com
ni Idura domada, 5 cadeiras americanas e 1
mesa de cosinha.
Terci-feira 42 do corrente.
"SO agente Martins far leilao por conta de urna
familia que se retira de^ta provincia dos movis
cima no 3 andar do sobrado n. 13 da ra da
Cruz do Recife as 11 horas do di?.
D. Anna Francisca Aeciufy Lias, muito agrade-
ce a tedas as pessuas que assistiram ao enterro
de f eu fllho Francisco Cantidio Crrela Lins, e
acompanharam o corpo at ao eemiterio, rogando
anda a graca, tanto aos que assistiram ao enter-
ro como a lodos os parentes e amigos, para que
se dignem assistir a mise do stimo dia, a qual
lera lugar no convento de Francisco, quaria-
feira 13 do corrente pelas 8 horas da manhaa,
pelo que ain-la mai grata ser.
. Na grasad Independencia n. 33 se da di
ahairo aoanr>enoore de oro, prau e podras
jrectosa, eej* qoal for a quantia ; e na mosm
o vende objectos de ouro eprata.
iaiiodae qualquer obra dees
o qualquer concert tendenu
de marmere, rna das Croaba
- 11.
O artista Garartto acba-se estabelecido na casa
cima, onde podo sor procurado para todos os
muleros de sua aroeiesao.
EttWftSiMM*!
CAIADAFB.
Aos 20:0004000.
Bilhetee do Rio i venda : ra do Gabng a. 1
rende Vlofra 4 Rodrigues._________________
PEDIDO
Pede-se encarecidamente aos Srs. Domingos
Theodoro Rigueira o Arislidet Florentino Caval-
canli de Alboquerque (de Sennhaem), que venham
i ra do Vigario n. 14, a negocio que se precisa
ni limar
de fazendas avariadas
Terca-feira 11 de abril as 11 horas,
O agente Pinto far leilao por conta e risco do
quem pertencer deum fardo marca XXP n. 1716
com madapoln avahado a bordo do vapor inglez
Oneida, em contiuuaeao vender lambem algumas
pecas de casemira de core? e pannos finos com
pequeo loque de avaria, as 11 oras do dia acL
na dito em too escriptorio ra da Cruz n. 38.
Precisa-se de ama ama que compre o cosi-
nhe para duas pessoas: na ra Augusta n. 74.
Precisase dj um caixeiro que d fiador a
sua conducta, preferindo-se com pratica: na pa-
daria da ra Direita n. 24._________________
Na fabrica de calcado da roa do Jardim n.
19 precisa-se de um homem que corte calcado.
Ao commercio
Os abaixos assignados declaram ao publico e
com especialidad ao corpo do commercio que
dissolveram amigavelmente n'esta data a socieda-
d que tinham na taberna sita a ra larga do
Rosario n. 23, que gyrava sob a firma de Justi-
no & Delphim, retirando-se della o ex-socio Jus-
tino pigo e satisfeito de seu capital e lucros,
e completamente desodorado das exlinctas firmas
de Ferraz de Henriques e de Justino & Delphim,
ficando o ex-socio Delphim responsavel pelo ac-
tivo e passiva e a liqaidaclo das exlinctas firmas
cima mencionadas.
Recife, 9 de abril de 1870.
Justino Francisco Henriques.
Delphim Lopes da Cruz.
De um cabriole! americano coberlo de 4
rodas pira -um ou dous cavallos- e ar-
reios.
TeiQa-feira 12 de abril ao meio dia.
Puf inierveneao do agente Pinto em frente ao
teu escriptorio ra da Cruz n. 38.____________
LEIO
De 11 eaixas com brlnquedos.
Terca-feira 12 de abril ao meio dia.
O agente Pinto fai leilao por conta e risco de
quem pertencer de 11 caixas com um variado
.ortimento de brinquedos para crianzas, ao meio
dia do dia terca-felra 12 do corrente mex, em
aeu escriptorio rna da Cruz n. 38.__________
LEILAO
, De um importante itio intitulado Olho de
Vidro com um magnifico predio de um
andar, coxeira etc.
O agente Pontnal competentemente anlorisado
vender em leilao publico o grande sitio intitula-
do Olho de Vidro, sito s estradas da Cruz das
Almas o Parnameirim, o qual tem um magnifico
predio de nm andar, coxeira, cacimba e muias
arvores fructferas, ama excellente baixa para
capta, deitando o predio a frente para a tstrada
e toado o sitio dous mil e tantos palmos de frnt
pooco mais oo meno< e fundo ate a bomba em
qoe pasan a linha frrea e o encanaroento das
agoaa de Bebcribe, dividindo o dito sitio com o
sitio da Jaqueira, mas se quizerem os pretndeme*
veoder-aena lambem o terreno qne deila o fundo
para a estrada de Sant'Anna e a frente para a
Imba frrea ou fundo do terreno do sino. Alm
de o sitio ser um dos melhoros dos arrabaldes da
ridade, acresce que muito saudavel, ameno a
tica entro as estaedes de Sant'Anna e Parnamei-
rim.
Os Srs. pretendentes poderao o examinar e con-
orrenm ao leio. ^4
Terca-lsira 19 do corrente.
No I, andar drsoorado n. 62, ra da Crui as
ii horas.
De .tima parte do sobrado n. 22 da ra dos
Cuatro Cantos em Olinda,
Urna dita do sobrado n. 21 da mesma ra.
O agento Martins far leilao a requerinnnto dos
administradores da massa fallida de Manoel de
Sorna Carneiro Pimplo e por mandado do Exm.
Sr. Dr. Juiz especial do commercio das partes dos
sobrados cima dertencentes a mesma massa.
Quarta feira 13 do corrente.
No armazem da rna do Imperador n. 16, as 11
horas do 4>a.
AVISOS DIVERSOS.
Alaga-se, ou compra-se um escravo cem
Platica dVi servico domestico que tentia de 15 a 20
annos de idade : na roa d Francisco n. 71
Reflnapo
Na da ra da Senzalla Nova n. 4, precisa-
se de trabajadores livres ou escravos.
COZLNHEIKO F. COPEIRO.
No collegio da Conceico precisa-se de um co-
zinheiro e de nm copeiro.
Uespedida.
Francisco da Silva Cardso, retirndose para
a Europa a tratar de sua saude. nao podendo pela
presteza de sua viagein despedir-se de todos -es
seus amigos, serve-so deste meio para offerecer-
Ihes o seu diminuto presumo em qualquer parte
em que se nene.________________
Panno de algodo da labrica Todos os
Santos do Illm. Sr. commendador Pedrosa, j
chegou ao esriptorin de Joaquim Jos Goncalves
Beltro : ra do Commercio n. 17.
10:000#000
Precisa se juros >. quantia supra, dando-se
para garanta utra hypttheca em escravos ;
quem convier annuncie, indicando a morada para
ser procurado._____________________
. ferrouta-se
por urna escravinha crioula, de 8 annos de idade,
mais ou menos, urna outra lambem crioula de 22
a 23 anno?, com. um ttlho deum anno, sabendo
lavar, vender bem na ra, e entende alguma coura
de cosinha ; a quem convier indique por este
Diario sua morada para so tratar, e n'esta occa-
sio se dir o motivo da permuta. ________^^
Irmandade das almas crela da
matriz do s*. Sacramento da
Boa-vista.
De ordem da mesa regedora desta irmandade
convido a todos es nossos irmaos para compare
cerem em nosso consi:toro_ quarla-feira 13 do
corrente, as 7 horas da manhaa, afim de encorpo-
rados, acompanharmos a procissao do SS. Scra-
menlo aos enfermos, para a qual tivemos convite
da irmandade do SS. Sacramento.
Consistorio da irmandade das almas erecta na
matriz do SS. Sacramento da Boa-vista, em mesa,
6 de abril de 1870.
O escrivo,
Manoel D da Silva Jnnior.
Desen'caminhou-se urna letra da quantia de
760*000 aceita por Elviro "da Silva Caldas, per-
teticente aos Srs. Jos Luiz Goncalves Ferreira &
C. desta praca,sacada em 16 de dezembro de 1869,
cuja letra nao eslava firmada pelos sacadores, pelo
presente declaro que dita letra tica sem validado.
Recife 2 de abril de 1870. A rogo de Elviro da
Silva CaldasViviano da Silva Caldas.
Pede-se ao Sr. gerente da companhia dos
Trilhos Urbanos do Recife Apipcus, tenlia em
mais concideracao o comtnodo do respoitavel pu-
blico, mandando correr mais alguns trens nos dias
de festividades religiosas ou profanas, para nao
succeder como vimos as sextas-feiraj de Passos
e Triumpbo (1 e 8 do corrente) virem senhoras
empe at as platalormas por faltado lugares nos
wagons, e descer de Apipncoe para o Recife, as 3
horas e 3o minutos da tarde somonte nm trem,
quando a companhia presentemente dispoe de tan
tas locomotivas e wagous. Emendemos que a
companhia tem restricta obngacao de bem servir
o pnblice. e nao conduzir passageiros como sardi-
nhas empilhadas, e sobre ludo nesses dias era que
viajam tantas familias._____________________
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Devendo ter lugar no dia 14 do c >rrente, na
igreja de N S. do Paraizo, pelas 10 horas da ma-
nhaa, mprettrivelmente a missa solemne qne na
de preceder a exposicao do SS. Sacramento, con-
vida, de ordem da junta administrativa, i todos os
irmaos para qne eomparecam nesse dia e hora
afim de assislirem a semelhaule acto.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia de
Recife, 11 de abril de 1870.
Pedro Rodrigue* de Souia,
Escrivo.
- Fugio do engenho Jardim da freguezia de
Serinhem o escravo crioulo de nome Ignacio, e
com os iiguzes seguintes: cor fula, altara e corpo
regulares, olhos pequeos, nariz chato, bocea gran-
de, e o beico superior um pooco fino, desdentado
na fr nte, barbado, o toro mareas de feridas das
canellas, ps encbados, os dedos dos ps cortos,
deve ter signaes de castigos, natural da freguezia
de Bezerros, onde tem parentes, tendo a falla como
os naturaes desse logar, cantadlo, o trabalha de
banqueiro ou mesmo mostr de asaucar : quem o
prender ser recompensado generosamente na ci-
cade do Recife pelos Srs. Leal & Irmao, e no en-
genho Jardim por Mariano Xavier Carnairo da
Cunha.
Pedido
A quem for o dono de um pequeo siti na es-
trada do Arraial, que ha muito est abandonado,
em casa, e qae se diz ser de robaos, o foreiro
ao convento de S. Rento de Olinda, de declarar o
lugar que se pode fallar ou de fazpr o favor din-
gir-se a rna de Mondego, otaria n, 13, de Mar.eli-
no Jos Lopes.
Ama.
Precisa-?*: de urna ama para casa de homem
solteiro : na ra da Praia n. 2

AttencA-o
Nd roa d.t Praia n. 34 fca para veiier grande
quanlidade de saceos de farinha de mandioca da
ierra oor menos preco do qno em ouirS parte.
. ------ ,- ..i.....J. ii., i ......|..... -i
Precisa se de um criado para compras e
mais servico interno de urna CQa : na rna Jo Im-
perador d. "3, anArT- ^ '
Na (ravessa da roa)
das Cruzas n, % pri-
raeiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prala e brilhan-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na mesma casa com-
i pram-se os mesmos me-
taos e pedras.
sMwmBiM vil m
AMA,
Precisa-se do urna ama para comprar e cozi-
nbar para duas pessoas : a tratar na ra Nova
n. S8._________________________ ,
Cabelleireiro
Ra da Cruz D. 24, 1 andar, por cima da
botica.
Antonio Rodriguas Ramalho acaba de. abrir a
concorrencia publica um espacoso e asseiad > salo
para barbear e cortar cabellos! e afianca qae nelle,
encontrarlo seus amigos, antigos fteguezes, t em
geral todos os que quizerem frequenta-lo, agrado,
actividade e bom desempenho do trabalho.
Imperio do Brasil.
Grande exposiqao na ridade de
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do oulobro de 1870-lera la-
gar a abertura da exposicSo nacional em
Cordova.
Preyine-se, portante a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos aquelles que exercam qualquer indas
tria, que na dita exp >sic3o se recebem tod s
os productos da .industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem remetter.
Estes productos estao isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
derlo ser dirigidos cidade do Rosario, de
onde serlo tranportados pelo caminho de
ferro central.
Para mais expcacoes dirijam-se em Per-
nambuco, ra da Cruz n. 3, ao consulado
argentino.______.__________________.
Em casa de .TJEODORO CHRJST1
VNSEN, ra da Cnt n. 18, encontram-
infectivamente todas as qualidades de vfohr
8ordeaux, ourgogne e do Rbeno.
CABELLETREffiO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife51
Chama a attencSo dos seas innmeros fregones, do reat
geral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os qnaes sao
mais barato do que em outra qualquer parte:
ARMAZEM
DO
Roa Xova n. V-,
'acaba de chegar pelos ltimos vaporea novas re-
raessas dos seguintej :
Calcado francez
Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou-
tras maltas diffrenles cores i ultima
moda.
Para meninas.Botinas das mesmas cores o qaa-
lidadjs cima.
Para homens.Botinas de cordavio, bezerro, ver-
niz, pellica, o melbor sortimenlo que se
pode desejar.
Para meninos.Botinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para homens.Botas rucianas, meias-botas o per-
neirajs.
Para homens, senhoras 'e meninosSapatos de
tapete, aveludados, charlte, casemira
prea, Vanea de Lisboa etc. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
nanitas qualidades.
Quinquilharias
Finos artigos de Paris, de gosto e phaetazia,
como sejam :
Leques para senhoras e meninas.
Luvas de pellica (do fabricante Jouvin.
Espelhos de differentes-tamanhos.
Perfumaras finas do fabricante Coudray.
Caixinha de costura com msicas.
Alliuns e caixilhos para retratos.
Pulceiras de ouro bom de lei.
Brincos e trancellins.
Correnles e chaves para relogios.
Botoes de punbos e de abertura.
Correles e brincos de plaqu.
Rolcinhas e cofres de seda e velludo.
Cauivetos e thesourinhas finas.
Lunetas, oculos e grvalas. -
Chicotes d baleia e de outros, sortimenlo.
Bengallas de canoa, baleia e junco.
Ponteiras de espuma para cigarros e charutos.
Escovas.para falo o para cabello.
Escovas" para dentes e para unhas.
Pentes finos de marfim para tirar caspas.
Pentes de lai taruga para desembaracar.
Malas e boleas de viagens.
Estojos com navalh^s [paraviagens.
Carteirinhas para notas.
Gaiolas de rame para passarinhn;.
Abaurt-jo transparente para candieiros.
Oleados para mezas.
Molduras douradas e quadros.
Estampas de santos e cidades.
Bercos de vimes para enancas.
Cestinbas de vimes para braco de meninas.
Catatabas de msicas e realejos.
Cosmoramas e lanternas mgicas.
Esteriocopos com interessantes vistas.^
Objectos de mgicas e cordas do violao.
Jarros e flores de porcelana para santuarios.
Velas a gaz para lanternas de piannos.
Accordions e concertinas.
Diversos jogos franeczes e allomaos.
E outras quinquilharias semelhantes.
Brinquedos para crianzas
Carrinhos de 3 e de 4 rodas para passeios, bo-
necas de todos os gostos e precos desde 160 rs.
al i0000, e um sem numero de brinquedos de
diferentes presos psra intretimento.
Para evitar a massante leitura de tantos artigos
expostos venda nesle eslabelecimento, o dono
pede ao publico,em geral quese digne entrar de
passeio afim de veriicarem nao s a grande va-
ridade como os preej baratissimos por serem
odos chegados de onta propria. ________
Cabelleiras para senhoras a 25,
30*, 350 e......40i$000
Ditas para homem a 35, 40(5 e 50)5000
Coques a 12,5, 15)5, 184, 200,
m, W e ..... 500000
Crescentes a m, 150,180, 200,
250, 300 e.....320000
Cachos ou crespos a 30, 40, 50,
60, 70, 80, 90 e. .
Tranca de 'cabello para annel a
500 e. ..',.. .
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25 e.....
Cadeias para relogia a 50, M,
70, 80, 00, 12# e. .
Corte de cabello, ....
Corte de cabello con frcelo.
Corte de cabello coa
champoo. .
Corte de cabello coa
cabeca pela
ca, nica em
Frisado i inglesa oa i
300000 Barba.....,
100000
10000
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
solerees
Bailes e
O dono do estabelecimento previne s
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um
sal5o para tintura dos cabellos e barba, as-
sim como um [empregado smnte oceupa-
do nesse servico.
Recommenda-se a superior TffiTJU Xf>
PONEZA pan ecegrecer as casales t bjp
ba, nica admittida na Eipsaatls Osresfast
como n5o prejodicial ssis, par ssr *
latil, analysada e apprerasa
mias de sciencias de PABB K
O abaixo assignado avisa ao publico que tende
obtido liceuga do Exm. Sr. cooselheiro inspector
da thesouraria da lazenda geral, para vender es-
tampiihas em seu estabelecimento a rna do Crespo
n. 23. pelos mesmos precos que se vendem Ba re-
cebedoria geral; assim. pois, podem as pessoas
residentes nesta cidade e fra della dingirem ao
abaixo assignado, suas encommendas em qualquer
quanlidade que sera premplam?nte satisffeitas.
Manoel Martins Fiuza.
ATTENjAO
Fagio no dfa 11 do corrente o escravo Francis-
co, cabra, idade de 30 anno>, com os signaes se-
guintes : cabellos carapinhos, rosto descarnado,
e com mareas de beehigas, intitula-se 3er livre,
levou caiga branca, paletot de alpaca de cor, cha-
peo do Chile ; desde j se protesta conlra a oes
soa que o tiver oceultado : roga-se aos senhores
capitaes de campo que o tragam ra Direita
n. 16, que serlo generosamente gratificados, aasin
como as autoridades policiaes. I
No dia 6 do cerrente ao desembarcar no
arsenal de marinha o 30 corpo de voluntario, ten-
do o cantarada do lente Gustavo Lostosa Quina-
quina do referido corpo entrgado ahi a um ganha-
dor urna mala contendo roupa e cortos papis de
importancia para levar ao quartel das Cinco Pon-
las, acontece o camarada perde-lo de vista em ra-
zio do grande numero de pessoas que all existia
eo ganbador por se em fuga.
Porisso roga-se-s autoridades poilciaos toda a
atlencao, e s pessoas que della tiver noticia qnei-
rara fazer o favor de dirigirse ra Augusta n.
43, qne ser generosamente recompensado.
Gustavo Lustosa Quinaquina.
Pel\e de prlnaeira qualldade.
Curimaas, camorins e carapebas : no Atterri.iho
do Giqni, freguezia dos Alogados, viveiro de Jos
Buarque Lisboa ; de segunda-feira Santa a sabba-
do de Alleluia.
Urgencia.**
Pede-se 'ao Sr. Francisco de Salles e Silva quei
ra apparecei a negocio que I he diz respailo, no
Bazar da Moda, ra Nova 30.
Precisa-se de nm caixeiro que leona pratica
de taberna : na ra do Sebo n 54.
Precisa-se de um molegue de 15 a 30 annos
para servico de urna refinado, entregar caf e as-
sacar : oa ra Imperial n. SOI.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A roa do Crespo n.23 e casas do costme
O abaixo assignado, tendo vendido alm do ou-
tras sortea, nm tateiro o. 360 com 9601000 da
lotera qae se acaboa de extrahir a beneficio da
igreja de S. Amaro das Salinas (lll*), "convida
aoa possmdorM virem receber na conformi-
dad e do costurae sera descont algum.
Acham-se a venda os elizes bilhetes garan-
tidos da 1" parte da lotera & beneficio da igreja
de Santo Amaro de Serinhem (143*), qne se ex-
trahir terca-felra 1* dp corrente mez.
Precos.
Bilhete 64000
Meio 3X000
Quinto lSOO
Empotcio de Kw/ para cima.
Bilhete 31500
Meio 24750
Quint 14160
Manoe] Martins Fiuza,
Manoel m Pedro de Noronaa retira-se para
Portugal com "sua sennora, e deixa com proco
radar encarregado de velar pelos
esa ooBtBierelal aos Sr*. Atii
Santoi, Bas Pinto Bi
Carvalho. RecffMWftri! de I
35RA ESTRE1TA DO ROSARIO35
Fornece-se comidas para fora com asseio
e promptido ,e manda se- levar em srjas
casas na roa estreita do Rosario n. 35, ca-
sa particular coofron te a casa do Darbeiro.
Na mesma casa faz:m-se flores para en-
feites de anjos para procisses, sipos de
flores, rosas, capacetes enfeitados, e todas
as flores de panno e papel, para ornamen-
to de igrejas e andores todo por barato
preco, boquets para noivas com fitas bor-
dadas a ouro, bandejas de bollos finos com
armacao para casamentos e bailes, pudins,
pao de lo enfeitado para presentes e toda
a qualidade de doces de ovos lambem en-
feitados, vellas ricas para baplisados por
barato preco, bouquets de flores de cera
para t nfeites de bollos e para offortas.
CHA TOS PURGATIVO E DEPtRiatlVO
DE
IIAUBIAKH.
Composto das plantas as mais odorferas e as
rrrais virtuosas dos montes os mais elevados, o c/w
toni-purgatiro de Chambard, possne um gosto sa-
boroso e um aroma snavissimo, e as propriedades
as mais notaveis sobre os embarazos do estomago,
dos intestinos e Jo ligado o desobstruente por
excellencia na constipacao do ventre e nao tem
resguardo nenhum. ..... u
Depurativo especial e directo da bilis e dos hu-
mores, refresca o sangue depurando o.
O oso do ch-Clnmbard pode ser continuado
por muito lempo sem o menor receio e sera in-
commodo nem mudanca no modo de viver.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
NA
^PHARMACIA E DROGARA
H
llartholomen t G.
31RA LARGA CO ROSARIO34.
Ama.
Precisa-se de ama ama do leite : a tratar na
rna do Imperador n. 63, 2 andar, oa Passeio Pu
blico n. 60.______________________________
PHENIX PERNAMBUCANA.
Companhia de seguios martimos e terrestres
Ra do Commercio n. 34.
Capui Reis 1,500:0004000
SeguraMovis.
Mercadorlaa.
Navios, de Telia.
Vapores.
Predios.
Era vaporea at ris 10O:599f595
Em navios de vella al ris ZW
Em cada predio al reii 100:0004000
Pernarabuco. 7 de marco de 1870.
Pela compaonia Plieni^ Pernambucana
J. J. Tasso.
F. F. Borges,
J. H. Trindade.
Cobrantja de alugueis.
Ha quem se encarregue da ce tranca dos -Ma-
guis de predios desta cidade por mdica porcen-
tagera incluindo o* servicos de f olicitador nos ca
sos de despejo judiciaes, podem procurar na ra
da Gloria n. 94 das 6 s 9 da manhaa.________
Preei-a de ama escrava ^uetaiba cozinbar
a facer compras e o mais serv4ca*B casa : na ra
a Cadeia do Recife n. 1.
Fetor.
r pan tratar de nm
~ para morar, e
casado : a tra
No armazem da travessa do Corpo Santo n. 25, ba
sortimenlo de objectos para carros, e qae se vendem por precos
sejam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas. .
Solas idem dito.
Oleado preto e de c&res.
Colleiras de Jusiro o que ba de melbor.
Guarnices de fino latao para arreios, completos.
Lanternas e vellas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaquim Lopes Machado A C
E ALMEIDA C,rsa<
pbantas de
par
A LOJA D )S ARCOS DE ALVARO AUGUSTO
Crespo n. 20 A, alm da grande variedade de fazendas de
acha provida, tem actualmente um completo sortimenlo de fazendas pretasi
os actos da quaresma, como sejam :
Ricos cortes de seda preta de superior qualidade.
Gorgurao de seda pretos de diversas qualidades.
Grosdenap!es pretos de diflerentes qualidades.
Sedas lavradas.
Basquinas de seda preta de modello inteiramente novos.
Ditas de guipure ricamente enfeitadas.
Pelerinas.
Fichs e mantas de fil para a cabeca.
Mantilbas brasileiras ou mantas de fil para cabeca. de
novo.
Eil de seda branco e preto.
Guipure branco e preto.
Baloes a vicioriense modello inteiramente novo.
Chapelinas enfeitadas de preto.
Luvas de pellica preta para homens e senhoras, e ootros
bons gostos e qualidades o que tudo se vender por precos rasoaveis
Tambera contina a ter um grande sorlimento de lapetess, alcatifas
adeiras estea dirs Iparandia forrar salas.
HMMiK arare *
e&> *r-
HENRIQUE PFLAEG1NG
ESPECI.iL AFINADOR DE PIANOS
recem ebegado do RiooTerece seus pre timos ao Illm. publico unto na<
mallo ou nos engealios, pode ser procurado no salo de pianos e de
vi n. 58 lo andar.
;u>
BAZAR AC DEMICO
13 Eua
Variealrs
Ffss.
PONTEIRAS para
todas as qualidades
CACHUMBOS de superior
deira (raz; de 3f| al GJ. a
tras qualidades a retalbo.
DITOS p de galliaaaios
ha neste mercado a 3# s3|9lt
com grande abalinaento
ditos de lonca, gesso,
BOLSAS de borracha i
gostos e precos, para
CARTEIRAS para
systemas.
PHOSPHOROS de cera,
dos os lmannos, de segas
PAPEL de milbo, de
san, pintado, de liofao
Fernando a
Le
da Imperatriz 13
Ulysses d- Irmaos propietarios deste bem conhecido e acreditado estabaatcisi : :i
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e aos seus ssaarrese*
guezes, lanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente refsnaads to
estabelecimento acba-se completamente sortido e en condicBes de basj sansa fos
seguintes artigos:
CHARUTOS
S8periore8 de Havana, Hamburgo, Babia e
Rio de Janeiro etc.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 30500 a 7500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Maorily,
Imperiaes, Tenenies do Diabo, Duque de
Caxias, Gandou etc.; de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaes, Baependy e
muilas outras qualidades.
Fumos
Afamados de BAEPENDY em caixoes de
20 libras 10400 rs. a libra, em pacotes
a 20, de 20 para cima a 10800 e em maior
porclo 10500 o pacote de 1 libra, dito
em latas de quarta a 6i0 e 500 rs., e outras
muilas qualidades corri sejam: Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Paulo, Caporal,

frsjr
de>
ate* ato '
Alm dos artigos mencionados encontrarlo nossos fregoetes
nro de nosso negocio, que se vende em grosso e a retalbo e qaa
serio satisfactoriamente bem servidos : bem como nos eocarregal
commendas de nessos cigarros de seda e finho, etc.
13Ra da Imperatriz13
ftC^CAatfiMtKXi mm ViltiftftfiGt sat
um U HB1A
59-RIJA NOV
Os abaixo assignados proprietaiios oeste
que, continuas a vender muito barato e em
miodezas da melbor qualidade cbamaia f
de retalho afina, dft
.10 Ojo pagamj


(I
Diario de Pemambuco Segunda feira 11 de Abril de 1870.


ARESMA
Xarope peitoral
PHO
ropej)
U
\
=Rua do Queimado7
DE

?s
A BASTOS.

I
V

Cheuou pelo ultimo vapor da Europa o mi bello sortimento de blendas p reta
mcoo sejam :
Groalenaples pretos de todas as larguras e qualidades.
Gorgorao preto para vestido, o que tem vindo de mais superior nesta fazenda.
Pequin da China, de seda pura preto com lisiras de setim o que ba de mais moderno
em fazenda preta para vestidos.
Mantilhas brasileiras de renda de seda preta o que tem vindo de mas moderno a
este mercado.
Meterniques de croch preto com ricos latos de set.m e de modello completamonte
noto.
Casacos de croch pretos, compridoscom grande rada e de regato que finge segunda
saia sobre o vestido.
Ricas mantas pretas para cabeca de senhoras.
Um grande sortimento de fil preto de seda com flores, neste mesmo estabeleci-
mento tambem ha um grande sortimento de poupelinas de ricos goslos, sedas lisas de
1 ndas coros, saias bordadas, finas para senhoras, luvas de Jouvin de todas as cores
para bomens e senhoras, grande sortimento d 'cortinados bordadospara cama e jan ellas,
tapis para sof, camas, pianos, janellas, e grande' sortimento das afamadas esleirs
da India para forrar salas, so existe na ra do Queimado n. 7,
Loja do Triumpho.
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\ r \ Rl 4 DO CABKiA V. 3 A.f a
DEIS
>~
Com este titulo acha-se aberto e iaioirainente transformado este .anigo
estabelecimento de jotas, onde os fregueses e amigos eocn-itraro ludo qoanto
a moda e c bom gost tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de uro
observar delicadeza no trato e senciridake modecidade nos precos.
Espera <]ae o respeitavel publico venaa ver o que existe de raelhor em
aderaos tk. brituaiHce, esmeraldas, rbios e perolas, meios aderecos, pnl-
ceiras. brincos, allini't ros, cihefes, palileiros sake outros muitos objectos mencmfur.
C qui' eiu ouira qualquer parte,.lrcca-se e ceucera-se todo-e qualquer objecto
- pertOTcente # osla arte.
AMA
Pre pai.do Paraizo, n. 2'.l, iinmeiro andar, -dfronle
da igreja, esquina.
AMA
N ra do Amorim o. 35, 1 andar, precisa o
Iwraingo Tasso de urna ama para coier e engo-
uiar.
Na ra esu-eila do Hosario n. 11, (omece-se
comidas pata fra, nvebe-se asignatura, iitecmo
paca mez. encarruga-s de qualquer jaolar ou
qualquer prao periem-t!Bt a kica, ConUaa nos sabbadoe a ter mo de raoca
e -aabulho 4>or(uguez e outta* iguarias ; assim
coma encontrar o respeitavel jwblico ura varia-
do sertiuieuio de serveja e outras jnuitas belcd*s,
queija e doce.___________________________
Xa ra Nova n. i'l ha, para alug.tr quatru
i>xcellee C0MEERC10.
Os abadM assigados declaran) ao publieo e es-
pbcialmeae ao comraercio d'esta prara, que em
31 de mareo ultimo dissolveram amigav-lmene a
soedade qae linbam na loja de fazeodas e rou-
pas pretas \U ra Nova n. K), e que gyrava sob
razio social de flomes S Silva, retirndose
d'ella socio Silva Cardoso pago e satisfek da im-
portancia de seaca#t(al e lacros, conipkiimpnte
desonerado de quaJtjuer compromlsso conlrahido
pela mesroa so^iedade, cando a cargo do soetofo-
mei todo o activo e passiro d'ella.
Pemambuco, 5 de abril de 1870.
Franciteo da Silva Carduzo.
Antonio Gomes de Oleceira f. Silee
Ama
Pesa-se de ama ama captiva ou forra :
ra di S, Francisco n, 54.
A taperatriz regente.
Com eta denominacio chegaram a loja do Pas-
so pelo nlirao paqaete os mais rieog chapeos de
najfciaba pretoa eom enfeltes de cret, objecto es
o mais moderno de Paris, cheguem antes que
tt, acahcni: a roa do Crtspo H. 7 A.__________
Alugruel
nde obrado por acabar, tra-
porto de embarque,
(jia, tito nos Coelhos
tratar a ra de
AIJ^B
vejai
proprlbl^
defronte
MODfcM
radia.
Alug&-! e um sino na girada nova do a-
xang, com -casa de i,edra e cal, quatro quartos,
doas salas, cacimba, fructeir-.s tratar no sto da viuva Vilta-6ec:a, no mesmo
Jugar.
CSATELZ
Aos 20:000^000
i. asa fe! ii do arco da Conceicio vendeu nos
seos uiuito felizealillietes da lotna .'ili em be-
neficio da santa eaa de misericordia da oorte,
as surtes seguales;
5028 4:000*000
1015 8004000
3810 200*000
2681 100*000
I
Precisa-se de ama ana para o servido interno
de ama casa de (imilla : a tratar n ra do Vi-
gario n. 18, 3* andar.
AMA.
Preeea>se de ama ama : na roa do Pirs n.*5.
Preesa-se alugar um eterno
ducto par, o lervico 4* um loja
.roa do Cretpo n, 20 A,
Precis-se.
alagar para ama famila peqaeoa um andar de um
sibrado em bom estado, em urna das melbores
roas do Saito Antonio ou Boa vista : a tratar na
pbotographia aliemla.
' 4DV0GACI4 *
barliarel A
',
m r*
ros Yaz da Ollveira
ra do Impet!
contra a phtisica.
ico deposito na pharmacia do Piolo, ra
larfa do Rosario n. 10, jonto ao quartel do
corpo de polica, (outr'ora ra dos quar-
teis). **m ^L
!**
TISTMABH FRASCBA I
r55-Rua da Imperatriz-55 j
Tinge, lava, limpa, lustra e achamajo- j
~U-se, com a maior perfeicio, faxendas em
pecas e em obras de lodas as quaudadesfi
eomo sejam : seda, 15a, algodao, linbo,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se noioaae limpa-se a seccosem
molhar os lecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
-aa-L,
Predlis.18^
sediraquemd
tio sobre bypotbeca em
ta do Crespo o. II, foja,
T~
m
Tintura preta as tercas e sextas fel-
fas.
mmmmm-mmmmmmm
AVISO.
AVISO
Ao commercio.
Castodio Jos de OUveira & C. tsm justo e .con
tratado a compra da armadlo e gneros existen
les n.vtal>eriia do largo de S. Pedro n. i, da anal
proprietario Manoel Jos Marques di Silva, -rqga
s pessoas q ic se julgatem credoras do mesmo
estabetecimento, e que o 4enham sido coosulla
das nesie sentido, de se aptesentar no memo es
Ubelecimenlo com suas cenias para serem aMen-
didas, iste. nj praso de tres dias, fimlo c-w, praso
o comprador lechal saae cantas com o vende-;
dor, e deoiara nai attender a reclamacSes. Reci-.
fe 8 de abril de 1870.
-O abaixo assiraado faz sciente ao respeitavel
publico e especialmente ao corpo do comraercio,
que tem justo e contralado para comprar a taber-
na sita ra da Senzala-nova n. 6, pertencente ao
Sr. J>s Dativo dos Pasaos Bastos : quem se jul-
gar com direito a mesma aprsente suas contas
no. praso de tres dias, a contar desta data em
diante, na mesma ra n. 28. Recife 9 de abril de
1870.
Antonio Victorino da Rocha.
De casa de sea senhor ra Direita n. 91
fugiram os escravos seguales : no dia 28 de mar-
co prximo passado e escravo de nome Vctor,
mulato escuro, cabellos estirados, jdade 17 airaos,
rosto redondo e com alguns pannos, baixo, ebeio
de corp bons dent^s, ps e maos pequeos. .Mo
dia 6 do correnle, a escrava de nome Dau'a, negra
isla, idade 20 anuos, b)cca pequea, com os la-
tios grossos e arrebitados,estatura ecarpo regu-
lares, seios grandes, mos tiradas e bem feitas, e
caliellos carapinnes : quem os apprebender e le-
va-Ios a caa cima dita ser recompensado
II
Precisa-se de nm caixeiro qoe tenha pptlica de
taberna : m PrecIsa-se de nma ama escrava que salba
engomar e cecinhar para urna casa de 4 pessoas:
as Cinco Pontas n. 36.
CUHA RAWDA E INFAUVEL DOS CALOS
pfxA
POMADA GAtOPEA.
lUepo^Uo especial!
Pharmacia de Bortholomeu fy C.
34Ra larga do Rosario34.
Quem precisar de um homem chegado do
Rio para Wtor de algum sitio, -ou para tratar de
jardim, dirija-se ra da moda n. 33 ; ou se al-
gum seBlwr de engenhoprecisar de um adminis-
trador, dirija-se a mesma casa n.' 33.
j
sionaJo
Pava o commercio.
Offerece-se urna pessoa eom as habilitacoes ne-
cessarias por ter a devida pratica do commercio
tawto de armazens de estiva como de cobraocas
e despaciar ; tem sofrwel letra e d conhecim<*n-
11 de sua conducta, tamb.'in tem o mesmo pra-
tica de gneros a retalho ; quem de oca
servicoiprecisar querr procurar na ra da do
rta n. fi, das 6 as 9 da manhaa e das 4 as fi da
tarde oa annuncie por este Otarte para ser pro-
curado.
'Luiz da Silva erreira, portnguez, vi a
Portugal e deixa por seas procaradores Joan -da
Sirva' I errara. Joaqun: Joee da Silva e Antonio
de Azevedo Maia.
Solicitador
M8el Luiz da Veiga, soicitadv provi:
aceilfl partido das casas commerciaes, para "tuio
4rue disser n'speito ao eu 'emprego, e slo for
mdico proco : pode -ser procurado em sua tsa
ra da'Gloria n. 94,'teds os-dias da- 6 as tito-
ras da-manhaa, ou ao meio dia na sala da*u-
ienciae nos dias uteis.
Aliso
Antonio Jos Ferr-eira Alves .despedio o-seu
criado e cobrador Candido Jos da Ounlis no dia
1 do -carrate, e ficou no lugar o Sr. Braz Feman-
do de Feij, sublito hespanhol.
Protectora 4as Familias.'
Rm.cumprimentrt do prevenido no art. 29 do
regulutr.ento, se convide aos Srs., oontribuintes
dessa associagao que nao tiverem presentado &3
cerlidoesde idade dos sepuros, para que mandem
f.oer (tnoua d'ellas na ra* do Livramento n. 1S,
1* andar, alim de ser expedidas o ma breve pos-
sivl pata a inspectora ^oraI do lito de Janeiro
As ertidSes devem ser -selladas erei-onhec.idas
por tabeliao.
Recife,JO de marco de *870.
, Narciso Francisce de Vidal.
AMA
Preeisa-se para comprar cozinhar para tres
pessoas : ^rua da Cadeia n, tg, loja.
Troca-e duas riquiseimas iraagocs vindas
de Lboa, evvende-se dua< machinas (iui melbo-
res autores, siendo quem ensiae a cozer, com to-
dos oe ferros-e por preeo miiit .em coma, na mes-
ma casa eoae-ae vestidos para .basamentos da ul-
tima tneda.elprxtiealares ; usibem se-vende um
charape vindo do serto para corar meletia de
Seito e itaab* de criar cabellos : i ra do Corre-
or do Ikspo casa do Sr. J>ao Valen ti m Villela.
Preasase de urna ama para cozinhar : na
ra do Caldeireiro n. 68.
ATTENCA
ridades 3o Passo
HwInjRaRESMA.
Chegaram pelo ultimo paquete os ricos poMi
w de gorgorito pretos, basquinas pretas eom
de setim, neste artigo ba duas especies,
oro e croxe, e mantilhas biasileira, ditas
mis para cabeca, chales de louqnim a me-
rino pretos e bordados, gorgorees pretos lisos,
de eordio de listas assetinados, de flores, tanto
o sortimento neste artigo que o comprador pode-
r escolher a vontade. Setim preto macan muito
superior, sahidas de baile de merino infeitadas de
setim.
O DR. SANTOS MELLO
Medico homfopatha, recem chegado da
S corte, flxou a sna residencia oesta
capital, ra estreita do
Rosarlo n. 31, l '
andar.
Di consultas todos os dias das 9 as 10
horas da manhaa, e recebe recados por
escripto i qualquer hora do dia ou da
BS noute.
Aos pobres d eonsultas s raesmas
5S horas e medicamentos gratis.
91-ttllS-HlMtt
600$ a. 700^000,
D-se 600 a 700*000 por um sitio perto da
ora >ta Machambomba. ___________
Ama.
Precisa-se de ama mulher que se encarregue
dos arranjos de casa de nm homem (menos com-
prar e cozinhar ) e que seja xelosa no servico a
sea cargo : ra das Crntes n. 9., segando an-
dar.
Antonio Jos de Medeiros retira-se para Eu-
ropa tratar de seus negocios, e deixa como sens
procuradores, em 1 lagar Felisberto de Medeiros
Barbosa, m 2* Joao Martins da Silva Villa, e em
3o Joao Amara! Raposo.
AMA
Viole mil ris.
Precisa-se de ama ama que cozrahe bem o or-
dinario de urna casa de familia j assim como outra
para engommar, forra ou escrova: na ra do Pi-
res, sobrad a. 27.
Caixeiro
Precisa-se de m caixeiro que tenha bastante
pratica de taberna : na ra da Senzala-nova nu-
mero 2.
Precisa-se de urna ama escrava que saiba
eozmhaj e lavar bem : na rna da Cadeia de Re-
cife n. 51, andar.
AVISO S
DA
Tinturara Franceza
S55-Riia da Imperatriz-55^
| O proprietario deste estabelecimente B|
previne as pessoas que depositaram g
n'elle alguns objectos antes do primeirro S
de Janeiro do anno correte, que os vo IB
busoar irapreterivelmente no praso de S
um mez d data da presente publica- ]
cao, do contrario serio os ditos objectos |
considerados como abandonados para pa- 8
gamento do trabalho, e seus donos nao M
tere direito aenhum em reclmalos em |
lempo algum.
Recite, 29 de marco-de 187a
Batalhfto p. rkitico t Boa
Vista.
Sao convidadas todas as pessoas que quizerem
fazer parte desse oataluao para comparecerem ao
pateo da Santa Cruz n. 24,. I4 andar, e roa de S.
Goncalo n. 22, aflm de se lisiarem, e tomar -co-
nheciaento do uniforme.
COMPRAS.
Casa terrea.
Compra-se nma casa terrea : tratar na rna
da Madre de Deus n. 16, loja.
Cotupram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, ouro e prata em obras inutilisadas,
orilhantes e mais pedras preciosas : na loja de
)urives do arco da Gonceicao, no Recife,
I
Compram-see vendem-se diariamente para fra
i dentro da provincia escravos de todas as idades,
ores e aexos, com tanto que sejam sadios: no
rceiro.aadar do sobrado a. 36, ra das Cruzes,
'reguezia de Santo Antonio.
Com muito maior vantagem compram-se
uoedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
racao de Oaro n. 2 DT ra do Cabug.
0 muzeo de joias
Na roa 4o Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
pedras preciosas por precos mais vaotajosos do
rae em outra qualquer parte.
Comp]
INSTANTNEOS
Travessa diCirpo Santo h. 1%
ASWAZEM
K*ia Nova n. Z9, loja Antapio
Pedro de Soz# Soaree.
fiajrfeira, Machado k C avisam ao respeiteve
puobes que nos lagares adata encontrara no mes-
mo semnre grande quanlidade de ditos pocos, e
que se aeham habilitados para vender por menos
qae outr qualqoer, por isso qe os recebem d-
reetameate do fabricante Nettoa, de Londres.
As vantafens que onereeem os poros instant-
neos sao ; primeiro, poderem ser eollocados den-
tro de casa oa fra, com o trabalbo de urna a duas
horas; secundo, foroecerem os mesmos agua pu-
ra e abundante, podendo serem removidos de um
para outro lagar, quando assim coarier.
Os annuociants s reeebcro a importancia dos
referidos P0509 epois de eollocados, satistazendo
espectativa do eamprador.
0 CifilliO DENTISTA
Frederico Maya i*
Tem a honra de scieotificar'ao respeita-
vei publico esi geral, e aos seos clientes
ent particular que elle mudoo o sen gabi|
rete de consultas da ra Dircita ti, 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado' para os misteres de sua
proftssSo, todos os dia* nteis das 9 bora
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem prevne,jjue coritinia a prestar-
se a vontade dos clientes n5o s na cidade
como nos seos suburbios, para onde a?
idas sero precedidas de ajaste. Slle
-- -----------------------------------------------------------------------------------------------
assim
.ra-se
duas casas terreas as mas Concordia, Palma,
Caldeireiro, Santa Thereza e Santa Rila : a tratar
na roa estreita do Rosario n. 35, cartorio.
Compra-se um escravo de 15 a 20 annos de
dade : na ra de S. Francisco n. 71
VENDAS.

Peixe de viveiro.
Nos dias 11, 13, 13, lie 15 do correnle
veader-se-ha excedente (peixe dos viveiros
da apella dos Remedios em Affbgados.
! ;------ r------;
Engenho S. Manoel
a5 venda.
Vende-seo engenbo S Manoel, junu a
de Una, tendo este tirado nove safras,,!
lo boa trras, moenie e corrente de anrmaes e
querendo bota-lo de agua o podo fazer, por ler
agua su luciente do centro e com outras vantagens
multo convenientes de ser junto a povoacb de
Trombeta, que querendo ter vccas leileiras, re-
putarse o kite por bom preco, vendendo-se este
por 240 e 280 a garrafa ; alm disto, a lenba qae
se acha pelos rucados j velha, vende-se por bom
preco. 0 proprietario ruga as pessoas que pre-
tenderen) o referido engenho de se dirigir ao mes-
mo, cujb preco fario avista da propriedade, qae
aflanca agradar aos preieodentes, e vode-se pelo
motivo de seu proprietario dezejar retirar-se para
esta praca a bem desu a saude.
Aos forradores d carros, e donos de co-
cheiras.
Na cocheira de Vlelra &C\, ra Nova n. 39,
tem para vender o seguinte : pedes de vaqueta
muito grande, encerado grosso para guarda cha-
Va de carros, dito fino preto, e er de rap para
forro dos carros, seda azul e panno para forro,
galio largo e estreito azul e cor de rap, botdos
Braucos e azues para alcoxoar, pregos de cabeca
de marflm, escoras de palha para lavar os ca-
valios, lanternas para carros e vellas proprias para
as mesmas, bonitos chicotes para carros e para
cabriolet, pelles de camurca, tapete piolado azul
para o fundo dos carros, encerado grosso pintado
para o mesmo fim, latas com graixa para limpar
os arreios, mollas para carros, ferragens comple-
tas para arreios branca e amarella, e muitos ou
tros objectos proprios de Ues estaoelecinientos.
Farinha de mandioca
Vendem Pocas & C, na rna estreita do Rosario
a. 9 junto a igreja.______________
Vende-se ou troca-se por casas ne*ta praca
o sitio denominado dos Bcritiz, antiga casa da i-
vagem de roupa, com grande casa de vi venda,
senzala para pretos, estribara, banheiro de pedra
e cal com agua correnle, baixa para capim e
grande terreno para planlacoes : quem o preten-
der dirija se praca da Independencia n. 33.
t CEMENTO
POUTLAND.
Vende se no arnmiii arrite Vi
reir da Corta fisao, iesYcati ar
ceicio, en lomeas |
iiu*-
Milho e arroz de
Vende-se milho e arrac de
tos, no trapirhe da campante!
da Cadeia-vWba, cava n. I, *
en --
ti Mi
Venda de lampedes
p-ira illommav^k*.
Na loja de fonHeiro e Alian* Mmki ftm,
na travessa da rna do Tignfte B. J, amanar* ven-
der 300 a 400 lampedes pramnnn, aate ftnan
micos por serem para gaa Bf/t4sy nn> onH-
te luz: elles anti>s qne se a-aketa, wnter. m-
carregados de illamina ;oes, que s > "~
Superior viulio
Bordeaox
da Cadeia
do
Apipi
ucos
Vende-se um sitio margero do rio Capibaribe
e Camaragihe onde a ebeia nao chega, com un a
exceHente casa jouco acabada de pedra e cal,
a qual tem muitos con:modos.
O sitio est bem plantado, tem 30 oes de hran-
geiras e muitos outros arvoredos fractiferos en-
tre elles um grande sapolizeiro, pelo que de-
nominado Sitio do Sapolizeiro, o qual Oca na fren-
te da estrada qae vai para o engenho Dons Ir-
mos o qual pode ser visto a qualquer hora :
tratar em Apipncos, oa no caes 23 de novemhro
n.31
Yenda
Algnns rolos de sienpira para obras de cirro-
cas, mandando-se entregar ao comprador: a tra-
tar na estrada do Arr ial, sitio de Marcelino Jos
Lopes no principio da estrada-
Vende-se um boi carro propno para car
regar assucar ou gneros : a tratar no caes do
Ramos n. Si, com Antonio Jos Prroco, por es-
tar para retirar se para Europa.
Malta atten^ad.
O PotilkOo a Aurora i roa da Imperatriz n.
if acaba de receben pelo ultimo paquete um va-
riado sortimento de fazeodas proprias da lempo,
assim como lqva de polica protas e de cores para
homeji, senhoras e meninas,
eade-se
^a, sotava da 16
.awnnsnhom acbairoe
vicio, Wgnmmi coanha bem e 30 eamprador
se dir o uwvo por que se vende.
St. Estephe & St. Jullen : na rna
Recife numero 5.
A ra do Duque de Caxias n 21.
(ANTIGA RA DO QUEIMADO)
Nao foi sera fundamento que a NOVA
ESPF.RANCa lera deixado de fazer os seus
annuncios, a iazo simples ella entrale
que ludo em demasa aborrece. por isso
como j liaba dito e scienliHcado a sua bo<
freguezia, o que constantemente a receben-
do, ou livesse feito muitas vezes, receion
lornar-se massante, assim pois recolheu-se
um poico ao silencio, mas nunca deixaado
d'eipregar os verdadeiros esforcos, j con-
tratando maior numero de correspondentes
oa Europa, j descobrindo objectos do mais
apurado gosto e finalmente assignando o
Jornal das Familias, o qual vem semprc
ornado com ligurinos, modernos moldes para
vestidos etc,. etc. para desta forma melhor
servir a sna constante freguezia,; e com es-
pecialidade ao bello sexo, a quem a NOVA
ESPERANCA ufanase em olerecer-lbe
seus servidos, apressando-se desde j em
declarar o que tem recibido ullimamente
ntremelo e babado bordado transparentes
e tapados, chaposinhos de setim para bap-
tisados. *
Finas trancas de cambraia bordada para
o mesmo lim.
Meiade seda e lio de escocia para crian-
Cas.
Didais d'osso, marfim aro e madrepc-
rola.
ptimas navallias, afiadores e massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
ndos.
Bonitos sapal/nbos com biqueiri, sendo
com sallo, para meninos e meninas de dois
a doze annos.
Boas lentas com cinco melimelros para
contar-se os dos de qualquer fazenda.
Tdesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar, moldes de vestidos.
HJ-Mollas para segurar costuras.
Bonitos tinteirxis de novse e ominad is
moldes.
Moial de la para bomens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de iih.i e de seda, sendo preto e
branco, liso e de salpicos, e outros muitos
objecto^ expostas a venda ra Duque
de Caxias n. 2f, na NOVA ESPERANZA.
MUITA PERFUMARA.
A NOVA ESPERANCA a ra Duque de
Caxias n. W, acaba de receber muita per
fumaria dos meldores e mais afamados fa-
bricantes, como sejam finos extractospara o
lenco, escancias consentradas de raudas qua
liaddes odos de agradaveis edeiros para os
cabellos, bonitos vasos com boa banda, lin-
dissimos vasos com pos de arroz, sabonetes
de differentes qualidades etc., etc., assim
pois os apreciadores do bom, vendara satis-
fazersuas precisos na NOVA ESPERANCA
PARA ALVEJAR E CONSERVAR OS DENTES-
Po de carvio de rosas : vendem-se rui
Duque de Caxias n. 2i na NOVA ESPE-
RANCA.
Para acabar com as fardas, ou pannos
retiebeo a NOVA ESPERANCA rna Du-
que de Caxias n, 21, o verdadeiro leite de
rosas brancas.
Sab&o dalcatro
Vende-se na ra Duque de Caxias n. 21.
PARA LUTO.
Brincos, broches, voltas, polceiras, fivel-
las, i entes, botr3es para punhos e cadeias
para relogios.
A NOVA ESPERANCA querendo satisfozer
sua freguezia, n5o smente em objetos
d'alegiia, ou de luxo, quer tambe m acom-
panhar aquelles, qne infelizmente perdendo
algnem de sua familia, ou a'guem de sua
amizafle, pr.cisam de laes objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou ver o
que ba de melhor neste* geoero, porque
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qujlidadc, nao sonriente torcam-SH
tristes como at repugnantes, o que nSo
acontesse aos da NOVA ESPERANCA. por
que apenas exprime 'o sentimento pella cor
porero como que traz um linivo pelo gosto
o perfeicao com que taes objectos sio tra-
baldados.
A NOVA ESPERANCA a ra Duque de
Caxias ti. 21, j tez um anouncio em que
convidara aos Srs. piis de familias a viren
comprar seus collares, visto que elles eram
(e sio) os verdadeiros recebidos directa-
mente, e por consequencia de am sffeilo
efflcaz... cmo dosnecessario mais apre-
goar, assim opis aqnelles que correretn a
NOVA ESPERANCA quando aos seus flhi
nhos coraecar a nacer-Ibes dentes, birlo o
prazer de vel-os em pouco lempo livres do
.lejrivel mal das convoyes (s orem ac-
commeltidosj o que Dio acconlocer, aqun
por experiencia corhpral-of em casas
onde vendan os nu'eis talaos llares.
!'.-
m > j
-
me .
Vende-se on nrgoria-w
moenie e corrente, silo na trfgauia
prximo a estrada da ferro, leao
cado, matas e as melbores Ierra* di
Este engenho, aleas de nMtoa stta* bB*
dores, tem det granda partids de U endn,
um dos quaes leva saMs de 179 rarrw na rr -
le, sendo oito dessea ptrt en* rxekaaWasnnr*
frtilsimas vaneas, nao* coa* ca dan m* ..
vapore*, asseniai ff le anna, t t<-m aa
preparos para moer cosa aninuas ; na
em bom estado, o pn*a fazer-se bons enrraes no rio Jan
ilotilaco com nm dos ntelnarct
eneenbo pode afrejar annoalatrai
",000 paes de assnrar, nanis das ;r;
rainentos feitos em inas Ierran.
Quem pretender dirija-se i m da
23, das 8 horas dn nnda a swindna._______
Bixas de Hamburgo
Por menos do qae em en*rn faaasjner .
vendem ?e e alngam-se : na rna na lanana^
28, annaieni'no Campes._________
VENDE-SE on armub-ne jageafi
S. Gaspar, tito oa freguezia de Scrtof>V
comarca do Rio Fonaono, ptouatadto nr
barqoe, com grandes partidos de pao.'
massap i roda da moenda, atsfjas naof>:
para madeira necssaria, boas aast,
a tratar na roa dAorora n. 26, n r>
Imperador n. 20.
ATTEMQlO
Vende-se uqu marhina ernakm da fci-
agaas gazosas com lodos as sen* aggafll
pooco comprada na* W*rs rlBrout ?r. X--
iheus de NoTa-Tnrk. A machina jrr. '
porcelana om nma capacidaa de W n-
mas qae sulll Mente para prodnzir ISO Snau* nt
garrafas por din. Rula irtnilmrnlB sratasnaate
na corte, na ra do Lavradio n. 6i, endn M
examinar : para in(rnuciies diiijan-se i na
S Pedro n. 18, no Rio s> Janeiro.
GRAWDE
BRACO
RuadoImpera!or n.26
Os donos (leste estal)ete**.imecb) fleseja
do por em pratica resta capiu! os roste-
raes das confeitarias das pnmeira* capita* -
da Europa e Brasil (R; > itotiro) z-r.
sciente ao il'utrado pcbl'oo t* c'\
que ri'i prxima semana sai;!j | estabflecimeiito p.imorii.-srarnte aVc> rad
e enfeilado com nm riirp!.:> e SnvW
sortimento de caixirtbas ('.' Jkei'
j lidades e gi'sto, um trajpleij so tiita>->
de amendoas concitadas de tojas ai jdade?, confeitose paslilhas as qna s att-
vem para encdiinento das me.-i:U cahio*-.*
advertindo ao Ilustrado publico qu*: o 1.
des, cima mennonadas rst rnteit awr- i
em uzo brindar senhoras coarte c'alic*; >
prese!il( e vca pr-
senle ainda nao boove algotir ipw i-.r
a lembranca de proporrinnar ao? asaai
do bello sexo nesta ridade o easejo o> a.
suas deninralrarrs de ij-rim?, graiktto i
araisade rom ura bt'Uo prfsr-nl-. r.israi..-
nrios a D"s-' cargo tao arrisa tartfa .itlrr-
dendo as duvidasdo b rr ...j y rehalla-
do, que po.!. rajoa colh r.
O lubcu encontrar'. jr.e rc-
latava o ango ajaajaciVi uerf fimro, a
Exmas. biunias na occas i -e finilar -
templos poderte rlr Cprtalevti-N rom bocs
lanches, vindos, coks, Cl.aiu^a^&e. serve-
ja e refrescos ludo do oielbor que pos-
vel. Esperamos pois da o iKuxrearia i;
respeitavel publico em geral.
JlllIVU Uilll I
Brozeguius pretos fanlasia para senhor a
a 44000.
Ditos de duraqne de cor eofeitadot para
senderas a iJOOO (lodos em perfeo safa-
do).
Brozeguins de lastre para bomea a
i000, e vende-se na Praca da Indepen-
dencia o. 30, loja de calca-Jo de Purto
Bastos.
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de rhegar i saja das arras a rna *
Crespo n. SO A. de Altarj anaasa de Almeife
& C., os mais ricos- corlas de resuda de Miad
que tem vindo a este Barreado gura csaancaa*.
assim como cortes de atino* de asna n> ror >
pistos ioteiramenfe atas, e tanasa as gran**
sortimento de cliaaaoa n rtttmin gara :
Vendem-se tres ara,
dozinlieiros,estes dan ana
#30 aun-, iodos bonius fignras
Hortas n. fit.
o
i roa
SEMNA SANTA
Madaaie E. Adoar
reerbeu afl Mino vapor, casaooinbo aft nrr-
to de soda Pr<*fraa rieamme intaaial i. e
mantilhas da saesnu fasnda:
do Imperador n. 11, I* anear.
Mez de Mam
Cnticos e hvmno devota para o rn
de Marta.
I'm ntido volante tneaarads de ranr
\m.
De marroqnhn donrado
!J __
LtVRABIA FltLXCEZA.
o angenno S. Frandaa a Vana,
arlos da
10
odeas dfiMcn roana
Merco no, rna na Isapsiairt n. Sn^ i [rente i
matf-iz, as mni nroenra lora a aqoeta pnrn
senhor. ditas p.ra bomm, e garaafcsw ara
das mui frescas por leam vado no vapor Tanca
ultmame ote cnajado a este porto.



....Diario de Peuuyubuco Segunda feira 11 de Abril, de.1870.
AVERDADE
55Ba do QueimadoU
A VEKDADE tendo em deposito gras*
qrjantidade de miudczas e perfumarias, e de
sejar.do apurar dinhoiro e adquerir boa fre
guezia est rssolvida a vender nraitisaim
barato, ; por osea raso convida ao respe
tave! publico a vlr competentemente mtra>
do a sortir-se do bom e barato. Pois quac
do a Ventado apparee, todo mais de
appirece...
Grande sortimento de bonecos de cera
masa as mais lindas possi veis vestidas ac
reeter.
Aboloadnras modernas para col-
letea....... 32(
Espelhos donrados pepnenos. 26(
Aguisas de osso para crox a 2(X
Peni s para regace con cuntas a 32'
Ricos globos para caadietro de gaz a itjtSO
Gfeauiate a....... 32(
Grande sortimento de objetos de
louga para brinquedo de menino lOt
Garrafa i:om tinta a..... 80
Dita 'Xnn agua Hrrela ?erdadeira a 1030;
Dita cora dita dita a 40001
F< iU. oomo'eo debabosa a 500 e TU
Ditu con agua de Colonia a 300 e 50(
Garrafa com agua diflna a. 1)950
Frasco com extractos finos a 40001
LaU pequeas com banha muito
tina a 120 e...... 46<
Sabonetes de diversas qualidades a
80,160,240e...... 32
Finas escovas para denles de 120 a 60
Lmd'js coques modernos a. "8800
Pav.us parag*. diizia a 240 c 32(
Escovas para tacto a 500, 600 e 70
Dita;, para cabello a..... 50
Penim para tirar piolho a 460 e. 24(
Brincos de cores, bonitos a 160 e 20
Pecas de tranca de laa com 8
varas por........ 8(
Oleo para machina de costara,
frasco a........ 60
Penias d'aco tinas caixas a 800 e 10OO(
Dita d'ago Perry, caixa a. ." 4|J40(
Gaiode algodo pega .... 40
Lindos babadinhos entremeios
peca de 500 a...... W50
Ditos de louga muito fino a 120 e 20
Ditos para calca a 100 e. 24f
Gusa cea papel amizadp a. 70(
Di'as com envelopes a. 48(
Ditas com obre as a..... 4(
Caixa comagulas fundo dourado 28<
Dita* de ditas ditas a..... 16(
Th^oura para costura a 240 e 50
Caixa com linha de marca a 28(
Lint a de cores em* novelios (li-
t-ra) a........ 50(
Cnrotets de linha Alexandre de 70
at 200. ....... lO
Granpos muito finos com passa-
ros, duzia a...... 2fl(
Ca. las portuguezas, duzia a 1$40
Ktas fraacezas a 2jte00 e 3*00
PapT-1 almago e de peso, resma a
;U90, 35500 c 4050
Lia rumio fina para bordar, libra 650:
Fila do algodo para debrum de
sapatos, peca a..... 16(
Ditas de 15a para debrum de ves-
tiJo, pega a...... 48(
-VSSanBUSs "pata seguYar ca-
I bello a ....... 8*
[Ditos dttds dlufalo paraalftaT
a 240>180 ./.... SQL
I Ditos para aparar petna a lO
Rosetas pretas, par a .... lOt
Tranca de laa decmcol pecaa.40 10t
1 Fita de eos peca a 480 e ... 56C
Alflnetes de lato a. 10C
Sapatos de 19a paia crianca a 400e 80
Grvala de sedas de cores a X
Calcadeiraa a....... W
Grande sortimento de rendas das libas.
Um par de suspensorio de borracha .pot
lOOrisllimt
Ka Verdad i ni* do tueaavad*
B. &A.
liAPE^POPUIi jjb"
DA
'<*
fABRIfAIAMAlDHffllA
DE
Teixeira lduncoty'C.
Acha-se venda te ptimo rap, onlao -,
Sde snppnr falta do prmceza de Lisboa, por*
e mui agradarel perfume, viajado, eapNOo >
mais mdico possivel; e por isso tem sidowe
acolhdo as pravas da Babia, do Rio de Janeiro (
era outras do imperio : no escriptorio de Joaoaii
Jos Goncalves Beltiio, ra do Gommereio a
mero 17.
Bichas hamburgxiezas
Neste novo deposito recebe-?e por wdos os pa-
quetes translanlicos bichas de qwlidade superior
e vendem sp em rar. oo porgo mais pqena,
e mais barato do que em nutra' qmrfqner parte :
na ra Ja Cadea di) Recife n. 51, 1*-andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
UnicO deposito em Pernambnco caflvfla altan-
dega velba n. 2, 1* anda.
oo
s
5;000
A roa Nova n. 66 vendem-se botinas
para seabora a 3;J0OO o par : a ellas em
quanto nao se acabam.
Cantara de Lisboa
Soleiras, nombraras, e espitis, o ne ba de
melhor para (rentes de predios: venia no ar-
maren) da Iravessa do Cortio Santo, de Joaquim
Lopes Machado 4 C.
Venie-pe pelo seo justo valor ama da Ca-
deia do Reciten. 58, loja do Azulejo.
Farinha de mandioca
Vende -se de superior qnalidade, no rscriptorio
de Joaqaim Rodrwuos Tavarc de MeNo, largo do
Corpo Santo n. 17 ou no trapiche do Gunha, Por-
te do Mallos.
Coasldera^es ecraes *olre st
EMANCIPAf.AO DOS ESORAVOS
No imperio do Brasil e ndicacao dos meios para
realisa-fo
Por Peixoto de Brito.
i volume 8 brochura Kf rs.
LIVRAlifA FRAS^CEZA.
nn
>
Vendc-se o engenho Mussayba, li^Te e desem-
barazado, e bem como a propried.ide Po(;o-proto
separada do mesmo engenho : a tratar coi o seu
propiietario na ra do Apollo u. 47, andar.
S
m
A AGlA NBiflA animada can o bom aoculliiuiento que't.5ve em seos annun
ww, *om nova'paiticifar'a^cus-SreBBeees que. acaba de receber um variado sorti-
nenio.rfc objectos 'de ,o*to os qnaes serao vendidos por i precos muito rasoaveis, pois
mando fez os.aeus primeiros annlftios. f5i 'O' "rrd?- asscptirou, e sem mdo de errar,
X)fQjue como j disse osla ittterestes lilaila a uaia casa i*poitadoradesla praga, e
jot isso poder'tertiM'o especia1! vender por prt|c'*'c*rai*'s-*-Cbama pois a alten-
^So 'de seos fregtnaevpara os arttgos possa de*er :
ivros com o tuajpo de marfim, madre- Um variarlo sortiments _de cbaruleiras e
erola e ir^ & pontana,
Garqfinhas vazias proprias para presentes beatos para voltarote.
Bugallas com marflm, cousa especial.
Sabonetes de alcatrSo.
'Cofres de Tolhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de tovas de pe-
ionsa de -goslo.
Indispensavcis e palinha- e de couro pro-
>rios para senhoras e mnmas trazer-Bos
iracos.
Binculos 9e rnr:lre.[ierola,' marim e tar-
nnia todos esmaltados.
Cintos iaj-fGB'deelim, cousa itUeiramen- ; "
noTa. r,ca'
Ue'4e-etja-*>'*9daB^t^*re* larga- ^^agowe-f^* *<**
is pata 1acos. | Um completo sortimento fle esfeites ele
Toncas, sapatinlios minias de seda erna seda para vetido.
wrtences para baptrsados. Perfumaras de todos os autores os mais
Filas com inscripfesrpreprias para bou- acreditados em detractes, pomadas e leos
inet de aona. !e finalmente ootros moitos objectes que n5o
Ricos vasos com p do,arroz. .i..possivel mencionar ; mas com a vista se
m Tariado sartrraentR dc-jarnrs de por- certificar do sortimento deste estabele-
olana. cimento.
Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
itvmMsa do Corpo Santo n. %L
Os acreditados cylindros americanos.para padaria, por dons differenks svstemas
Machinas para descarogar 4lgodao pelos nwlhofos fabricantes de New York '
Machinas de vapor systema dsloconiova e polias para as mesmas.
Carnohos americanos para transportar volume* em annazens. Todo por Dre
(jos razoaveis. ^ F
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25
Joaqaim Kopes Machado & C.
AMAS PASA
COSTURA
'Acabam de atetar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n.4Bcahneibo
vian.naum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
ndecidos, as quaes esto em exposico no
meemo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se eom pe foigo
a lodos os compradores. Eetas machinas
sao -iguaes no seu trabalho ao de 30 costu-
reirs diariamente, e a sua perfeigao tal
como da melhor costureira de Paris. Apre
sentam-se trabaluos ejecutados pelas raes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.
Chegnu a loja de Paredes Porto, a ra da Imperatriz n. i>2, (Porta Larga) um bo-
nito sortimento d to3lias c4nho para mesa, assim como os competentes guardanapos
qne se verrdem a prc<;o baixo.
PARLW:S PORTO veude .Ua&ionas a 240 o cavado, fazenda de 000 rs, para acabar
na ra da Imperairiz n. 52.
PAREDES PORTO vende algodo cow pequeo tuque de avaria a 3^500 e 4^000,
apega roa 'da-Irapnralriz u. ~oi.
PAIGDC9 POIiTO vende chita prcta para luto a ICO rs. estovado na ra da Im-
peralriz n. vi. Piffta larga.
CHALES
Vende-se chales preto Ide merino a 3JOO0 fazenda superior, na ra da Imperatriz.
PAROES PORTO vendo raeias para senhoras a 2^300 a duzia p r ter um peque-
no mofo, na ra da Irap-rati ie n. 52 porta larga.
PAREDES PORTO vende cortes de calca de asentir preta a 3,$500 e 45000.
PAREDES PORTO tem para vender panno preto superior e casemiras de cores e
protas que vende por prros coannodos.
CHALES, GRANDE PEGHINCHA.
Che?ou a loja da ra Imperatriz n. 52 de Paredes Porto ira bonito sortimento de
chales chinezes fazendas muito boas para senhoras trazerem em casa, est vendendo
por 5^000, cslo acabndo-se na
ia do Leo.
Loji
Vende-se a armacan da-nham-i do pateo Penlia n. 8 : a tratar junto n.'tO.
Candido Alberto So-
dr da Motta &C.
com eseriptorio e armazem na travessa da Madre
de Dos n 14, tem para vender o seguinte :
Cemento PorlUnd de 1" qualidade, o melhor qne
tem viudo ao mercado, barricas de 12 a li arro-
bas por <0000.
Vinhos Rordeanx das segnintes qualidade; :
St. Julin.
Fronsac.
Lonnant.
St. Emilion.
Margaus.
(^hateau de Boycherellc.
St. Larnbert.
Lalonbere.
Duplessis.
Cauor.
Dearsesai.
Vinho do Porto de qualidade muito especial.
Aziite dnce retinado em caixas de 12 garrafas.
Fomos de todas as qnalidades, se encontrar
neste estabeleciment, em latas, rolos e fardos.
Papel de tedas as qualidades proprios para c-
girros.
Cal nova de Lisboa
descarregada boje do patacho Jlfdr/a ; e vend#
Joaquim Jo9 Ramos, na roa da Cruz d. 8, pri-
roeiro andar.
Voflde-se una parte do enge4io Purgatwio,
Se grande produrcio para aaricnltara. Bit) na
freguezia de Iguaras. assh:i cixno se vende oa-
tra parte do engenho Corte de Cjim, aniwxo ao
purgatorio, que muito convem comprar ambos: a
tratar no Remedio com o Sr. An mi Menelio Cor-
deirodeGuitajo.
PAIMAFESTA
3 portas, loja de ferragem
53~Rua Direita--63
Neste grande estabelecimento, ha para vender
um completo sortimento de ferragem, e miudeza
finas e groseas, como sejam bandejas ehineza
quadradas e ovaes, facas e garfo ae 1 2 bo-
t*, halanco iatro e
l)wT*> ca(taro*fa frigideiras, assadeaai, ttak>
e rro como" de porcelana, raoinhos para caf a
diversos tamaahos do fabricante Japy, petos kilo-
graximos, tanto de ferro como de latao, metros
para medir fazenda tanto de ferro eemo .de lati,
salitre, breo, barbante, enxofre, papel atarea via-
do, do verdadeiro Picirdo, machinas para desca-
nsar algodo; alm de outros artigos de lerra-
gcirr, miudezas eniaria^ finas, que s aan a vis-
la se verifica: na raa-direita n. 53 loja J 3 por-
ta de Manoel Bentn de Qlrveira SratraX.
Enguato a venda
Vende-se o engenho S.'Mtheo*, m-jente e cor-
rente, com boas obras e em perfeito tstado. m
com agua e estia um quarto de legoa da e^taeitode
via-errea de Gameilelra. Vende se por tl):(X)Oa,
sendo 8 000*000 vista e 12.0:!0* em pagamen-
tos de :*003 ananaes. Os pretendentes podem
dirigir-se a ra do Livraraenio n. 19, a tratar com
Laurentino Jos Miranda.
GAZ
Vende Joaquim Jrs Ramos : na ra da Cru
n. 8, 1 andar.
CAF
Vende Joaquim Jos Ran^
n. 8, Io andar.
na ra da Cru
AVISO
Em casa de Mills Latham & fl, rua da Cruz o.
38. vendem-se fitinas de ferro calvanisadao.
m GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster *
C, rua do Imperador, um carregamento de ca
de primeiraqualidade; o qual se vende em partidat
e a retalho por menos pre^o do que em ootra qoal-
quer parte. ^^
Neste grande estabelecimooto enr.ontrar o respeitavel publico, um gran ^
a nutra qualquer parte, visto que os oovos socios osla firma adoptaram o systema de s vennderem
n. Tizem pndero f;izer os seas sortimentos polos mesmos precos que compram as casas estranceiras.
por precos
e
derun escoiher.
Cantbraia sn|ssa
CO.M 8 PALMUS DE LARGURA, A 1:600,
2:000 o 2:500 RS.
Ciiegaram as finissimas cambraias suissas
tranparentes. sendo o que ha de mais fino
pa'd vestidos vende-so pelo barato proco
de 11009, 25000 e 20300 o metro,- tendo
tambero das mas-uas, porm inglezas com
a p.i.'sina largora'qne se vendem a l^OCO,
e l(jt*Oo metro, sendo apenas precisos des-
ta larga faienda para se fazer Hm vestido
1 ou 4 i.'2metros, pccbineha,
SAfAS BORDADAS
Vende-se un bonito sortimento de saias
bordadaa com 4 pannos, assim como ditas
j;i i'iomptas, de lasiaha, enesgadas.com
Bonitas barraa bordadas a 15a
Mito lita conta.
PANNO PARA SAIAS A IflOOO, 1,4280 e
1)5(500 R.
Veo le-se bonitas raeobdks jproprias para
ssia) s'ido com bordados e pregas a um
lado, dando a largura da fazenda o coaipri-
ment da saia e vende-se pelo barato proco
de 10OO, 152S0 c 11606, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/ metros para
cada saia pecbineha.
Colariiilos.
VenCe-se um benito sortimento de cola-
rinbos tanto de linho como de algodo pro
prios p.'ra homem, assim como tambem um
bonito i-ortiment dos mesmos para meninos
e senhoras e todos vendem-se por preco
tito barato.
CH\LI-S DE ^AMBIQUE A 1:280 RS.
Vrtnde-se tima grande quantidade^p cha-
les de .iiocambique, com padrees escossezes,
sendo mono grandes o ievesinhos pelo ba-
ratpp-ro de l<5S0, cada na grande
pecbineha por **er. fitu urna grande
compra.
Puos e eagenlras preta*.
O Prvo vende grande por^ito de pannos
pretos do mais baiso ato o anais fino, por
preco q adatra, assim cerno um graode
sortiraeuto de casimiras pretas para calcas
que se verfdo por prefo mais barato do que
em outiT. qiulqoer oar'.e.
G6K6UH0 PRtTO.
Venc'c-fe o tihor gotguro de seda
preta para rolletes vestidos, sendo nesfe
genero o owwor.que tem vindo ao mercado,
mais hiratodo quu em mitra qualquer parte.
es tirio* t rameo a 1 toeo rs.
^ P*ao eft4e finiesiflios cortes de tes
tilos de cambraia Jrnca, ricamente borda-
das e cm maita faienxla pelo barato preco
presos que compram
de 12,-iiOOO rs. cada um. pechincha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavo tem boni as' casomiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, seodo fazendo
muito fina que se vende mais barato, por
haver grande porco.
GANGAS DS LINHO.
Vende-se ganga de linho com qoadrinhos
muito boa fazeodi para roupas de homens
o meninos pelo baratj prego de 000 rs. o
covado.
PECHINCHA EM PANNO PRETO A 8*400.
0 Pa-ao vende superior panno preto fino
para palitots, caigas colletes etc., pelo ba-
ratissimo prego de 24 i0 o covado.
CORTES DE CASE IRA PRETA A 4:500,
O Pav3o tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeita las pelo oarato prego
de 400 rs. o cort,
PECAS DE MADAPOLO A 3*600.
O Pavo vende pessas de moito bom
60RUA DA IMPERATRIZ
DE ___
FIGUaEniLEDO fe :.
sortimento re fatendas, do mais apuradu goslo assim como de todas as de primeira necessidade que se Ibes promette vender por precos muito mais baratos do qne
i 2>i \m:i lio ; para poderem vender pelo casto, liaitando-se apenasa ganbarem o descont. As pessoas que negociara em menor escalla, nesla loja
estrangeiras. Para maior comtnodidade" das Ex mas. familias, de todas as fazendas se d5o os livros das amostras, ou se mandara
CIIOCHE-S PARA CADEIRA3 E SOFA'S. | ALTAS NOVIDADES EM SEDAS
barato prego de 3><>00.
PSCHINCHA EM ALGODO A 41000 RS.
0 Pavo est vendendo pegas de algodo-
sinbo francez, tendo 4 palmjs de largura e
com 11 metros cada paga, pelo barato pre
de 4:$00 rs.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4j000, A PECA.
S o Pavao vende pegas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada pega, fazenda
que sempre se vendeu a 7,-> e .sAOO, liqui-
da-se pelo barato prego de 4j>000.
ALPACAS BRILHANTES A iiUOO E 800 RS.
O Pavo tem o mais beo sortimento de
alpacas kuradas, com as cores mais deli-
cadas que tem vindo ao mercado e tendo
bastante largura, vendem-se pe) barato
pr*--co de 1000 e 800 rs. o covado.
Com palmas de sed j a i OI).
1ara o Pavo chegou um rico sortimen-
to das mais bonitas lasinlm cota palmas
de seda tendo de todas as cores e padroes,
sendo fazenda bastante larga e veude-se a
lJOOO o covado.
Itociit i para es ravos.
0 Pavo vende am bonito sortimento de
roupas para escravoi.
AS P0UPEL1\AS DO PAVAO A SW RS. "
Chegaram as mai? bodas p itipcibaas.de
laa cem imitago de poupelmas de seda, orna
fazenda muito leve, cora as mai < tarjas co-
res, seodo : verde, Btsmarck, roxa, atral,
1 ALTAS NOVIDADES EM
0 Pavao tem um grande sortimento dos Chegou um grande sortimento das mais'
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs modernas poapelinas ou gorguro de seda
mesas, almofadas etc., proprios para co-!e linho, com os mais elegantes padrees que
biir presentes e vende-se mais barato do tem vindo a este mercado : sendo mielas!
que em otitra qualquer parte. e gradas, tanto em corles para vestidos
Algodo eaiestado. ]como para vender era covados, assim como
Vende-se urna grande porgo de algodo'. ura bonito sortimento das mais bonitas se-
smho americano com 8 palmos de largura,r das listradas, que se vende tudo muito
proprio para lengM e :oalhas, tendo liso e' em conta.
traogado, que se vende por prero muito em \ Merino de eordo.
piviva nP iivha Vende-se merino preto de eordo, pro-
rw .-l. a \ a prios para caigas, pditots e colletes, pelo
nn C^n >T ^^ f p3l" fi***** W da 1 *X>0 o covado.
no de linho do Porto, que se vendem de jPftcvrrtv^ ,, V .,,,r... ./-,r
700 rs. at I#Q0O a vara, garantindo-so
que em fazenda de linho nao ha nada melhor
nem mais proprio para leges e toaihas.
PECHINCHA EM CHAPEOS DE SOL.
Ghegou um grande sortiaiento dos me-
Itiores chapeos de sol de seda, inglozes
*-r v/ >'.ti i1.. Liuaoao \ik 1Ulilil lJUiIl j **-------
madapolo, tendo 12 jardas cada-ama, pe|0f*^^<^,d'*rto<>,i"wr'TW ao mercado, assim eemo urna grande por-
go de ditos" de* alpacas de todas as cores
e todos se vendem por pregos muito ra-
zoavias per haver 'gratule porgo.
OS BALOES DO PAVAO A i#)00,
Chegou um grande sortimento dj bales
ou crinolinas do feitio mais moderno, muito
proprios para vestidos enesgados, que se
vende pelo baratissitoo prego de 2;>0O0 (s.
cada um, grande peenincha.
CRETOXES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 640
ESOO RS,
Para o Pavo ebegaram os mais bonitos
cretones escaros matizados, proprios para
vestidos, roopSo, chambres etc. que se
vendem 830 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda eom padroes claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 640J
rs. o covado, sendo os padroes mais me-"
dernos que tea vnrdo ao mercado.
OS'SETNS PO PAVO
Veode-se os mais bonitos aetios de cores
e mais enaorpados. proprios para vestidos
tendo de diversas ores.
FAZENDAS PARA LUTO N\ LOJA PAVO
EncoQtra o respekavel publico oeste es-
tabelecimemo um gran le aortiraanto de/a-
zenrtas pretas, ooao -Mjaoi cassas fraftee-
zas e inglezas. chitas pretas de todas as
qtudades, faeodas do lia o loda^ ique
tem viado, proprias para Tato, -sendo liasi-
nhas" alpacas lavradas e lisas, caato, boa
lyrio, ciozento, perola etc. etc.y e. veode-so oasbws, merinos, etc. qm todo W tendo
por prego ralo.
CRETOXES COM JO PALMOS DE LARGURA A
25000 RS.
O Pavo tem nina nova remessa da mui-
to a:redkad* crOtone, propria para lenges
tendo 10 palmos de locura, dando na lar-
gara o corprimento do rengol e vende-se
pelo barato prego d 25(O00 o metro, sendo
preciso apenas para um lengol um metro e
urna quarta ou metro e meio.
Chapos a 1#000.
Chapeos a I 000,
' Chapeos a 1)5000.
S o Pavao' vende bonitos chapeos de
todas as cores p ira homens e nenios com
a'forma mais moderna que ltimamente
tem chegado, pelo barato prego de ifSKXX),
cada una, por terem chegado com um pe-
queo toque de a*aria, grande pechincha.
FECHIMCHA
EM CAMISAS DO PAVO A 4,J500 RS.
Vende-se um bonito sortimento de muito
Anas 'modernas camisas inglezas com pei -
to e cobarinbos de linho e-pnaos, pelo
baratissim preco de 44500 rs. cada urna
e aos fregaezes fute comprarem duzias se
Ihe fara-wa batiroento, garaotindo-se que
(aseada que vald muito mais dinheiro,
liquida-se por este prego por se ler eito
urna grande compra : assim como se vende
um bonito sortimento de ditas tambem cora
peito de linho bordadas e ditas de algodo
para todos os pregos.
BRAMANTE PARA LENCOES A SjOOO, COM 10
PALIOS DE LRtXJRA..
O Pavo vende superior bramante de al-1
gura di rpara o comprimento dofeicol.
sendo preciso para'eada ura, senlo cawa de
soltoiro, 1 1/4 o para casal 1 1/2 aaetro, 6
foshincba.
Grosdenaples.
Sedas pretas lavradas.
Fazendas pretas dela.
Para o Pavo chegou ora grande sorti-
mento de grosdenaples pretos de pura seda
que se vendi-m de 1)5500 rs. o covado at
55 e G)50O0 ; sedas pretas lavradas de dif-
ferentes pregos e qualidades, lisinhas pre-
tas, alpacas bombasinas, cantos etc. etc.
assim como um grande sortimenlo de pan-
nos pretos Anos e casemiras pretas de todos
os pregos e qualidades que se vende muito
mais barato do que em oulra qualquer
parle.
NOVAS P0UPEL1NAS A 400 RS, 0 COVADO
O Pavo vende um grande sortimento
das mais bonitas poupelinas com listrinhas
de todas as cores e com lustre imitago
de seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se um bom vestid.) de maita fantasa
por pouco dinheiro, isto por ter-se feito
uui3 grande compra e vende-se a 400 rs.
o covado.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PftECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico om grande, soriimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, caigas e colotes de
brhn branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que era outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
Roupa por medida.
Na loja de Pavao rianda-se fazer qualquer
pega de obra a vontde do freguez, para o
que tem om perito alfaiate, responsabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
quer falta que possa haver, qtrer por de-
mora, quer por qualquer deleito na obra;
e para isto encostra o respeitavel publico
om grando sortimento de todas as fazendas
pie desojar.
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
evar emsuas casas, para melhor pb-
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 E
,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que
se vendem a 1^, 800 e 640 reis o covado,
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
CELEZIAS E BRETANHAS.
Vendem-se as mais finas celezias de
linho puro ou pessas com 28 metros, assim
como, finissimas bretanhas de Imho com
25 varas, por pregos que fazem admirar
era relaego qualidade.
godo tendo lOpmosde largura, cuja lar- nos de tarfra, proprio para lenees dan-
do a iatgora d'esta boa fazenda o compri-
mento io teigoLdSiBdo preciso para cada
om penas 1 e 1/t metros Ou 1 e l/l p-
pelo barassimo prego de 500 rs, o covado. ^ rivyviwm pwnu**. mena peio preco
loja do Pavao este confttiuitamttte aberta, das 6 horas da manba s 9 da tate-
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquinas
on jaquetinhas de seua preta, ricamente
enfeitadas a vidrilbo, tranga e setim preto
tendo de todos o modellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-se por pregos
muito razoaveis.
ORGANDY COM SALPICO.
Chegaram os mais ricos organdys de co
res com salpicos o mais bonito qo'e tem
vindo para vestido, que se vende a l o metro, ditos brancos muito finos com
listras largas a 16000.
Cambraias brancas
Vende-se om grande sortimento das me-
Ihores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 3^500 pega at a mais
fina que vem ao mercado.
ESPAMILHOS A S$000.
Vende-se um bonito sort ment dos me-
lhores e mais modernos cspartHfces- tendo
do barato precd de #000 at 8000.
CHITAS PINAS DE 320 JMPBORS.
Vende se o mais elegante sortimento das
maisaaoeroas -Aonitas litas tanto mi-
das cmo gradas, com cores tiaras e es-
curas, dandr>S6 de todas amostras.
FfSTfiES BRkSOOS A 0, 000 4H0O.
Vende-se muito bonitos fustoes ,
muito flexivel proprios para'-^resfrdos
senhoras e rounf.an aaeninoi e venda-sa
a tt40, 800 e l#WO rs. covado.
Casaats a ro.
0 Pavo esta veaa^ado1>ooaa caesas de
carea fixas a *&, WO ftiave-emdo.
t
I
i
a
<\
III


,.*

*

J
V
Pernamboco Segunda eira i\%
lifiilVyH
tuiV
e Abril de 1870
V.
ll^ttiia"ta ruathi Aurora, ero (miedo caf Imperatriz.
.:. j N'**-^^owptaoso estabdticimcDki do fazendas enoatrara as
--------**.
'"i* i......
<
Exmaa.
s man eaaKrfab d* faldas,* "J ""* Wg0ruSO luxo-CQmo>WB td*'
Alm'dese-harem
rtodwwis-'pequetes da Ejrrop
oes do que dtspoe esto estabeleeimeRto para bem servir sua numerwsa fregu.
^^t^fS,1^ S d<^ue '1e me,hor se 9ncnrUra neste merca**
PlrtMMnSStiE rece2 d'"tBteito..o.que em- arUgos-de-moda,*
*ie wrcotrfr* era Haris, o que veo cada dU augmentar s propor-
CJ
Gaseyjon listras de s^d* flores, finen-
da, inaeiramente nova para vestidas de bail.
Grvalas p. ra semioras e bamuns, o mais
AljptBo Jateo para leoce*.e toabas de
wdas a (jualidadesque costema vir ao mer-
cado.
Alpacas de todos 04
des tfe variadas (#tiu e neo dam dwnw
Albunscom msicas para ,collocar retratos,
cucado presento para quaJjwer pessoa de
sin.
Atoalhado de linho e algodao,
4acoras.propr.os para toaiaaa. Tl>l.a lWl|i>| |j|>
BE"** d sectasacomodar- ^SgJ^fl*p. *"?
as, bem.como do crodiMuJo da apilado "*"***^"j fBalsfdemfisenBa.madano.3,, h *.^S:^'^^0^ ^"
de ores
IOJa
padiSes, equaJida, com|italOiSoriiiiei^'qo**"pM"dieTa7
.- -u v, se o podam ttescreven. Guipure nreto e br*n rii\w!w Kn
GoltaB e puobos bordado para senhoras.
Guardanapos de lloh pequeos e eran-
branco a des.
0 QttttMM*
R0V1MDE
para senhora. e ineanas,
Baragos de cores variado sortimento.
Bahadinhos ou tiras .bordadas era todas as
arguras.
Belbmina de todas as cores.
Balsas de tapete para viagem, grande
rariadade de tamaitos e gostos.
rabaldes e passeios a larde.
Liaainbaa de todas as quaiidades, cAres
e gostos, nitefioaado nada a desear, tal
o sortimento, que exista ipara esecdher.
Lencos, ludo,quanto, pode haver desde
esguiio ao algodao commum.
,. OaaadO a AGUIA BRANCA, mais prensa scientificar ao, respeitavei publico em
eral, e em particular a sua boa freguezm, d iramensitlade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, justamente'quando ella menos, o- pode fazere porque ejsa falla invo-
luntaria ella conGa espera na benevolencia de todos qu lh'a attendero e relevaran
continuando,portanto a diriginemjse a bem conhecida U ja da AGUIA BRANCA a tua do
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de soperioridade emJ
quaiidades. modid'dadeem procos e o seu uuuca desmenltido AGRADO E SINCEODADE.
. Do qoe aeima- 8c* dfto se eouheeeqae o- tempe e-qae. a AGUIA BHANC V poda
diDr, eiBpregadoapeftr'desetfseostosnodesewpeoode bem servir a aqaelles qw a
hunram procurardo prorer-se enrdrtaiotrTro qw Jiece*srtam,- entretanto sera entrame-
rar os objectos que por sua natureza s30 mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aqoeltes cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recoramendaveis como
b-m seja :
BoJdiaz.na preta de todas as quaiidades. Lequesdrrwdr|ieroJa e osso, o mais va-
Brtoaoto de- linio de H, palmos do lar- riado sortimento.
|USf8i-mKS ^^es- m Ligas;dseda, brd.das, para-senhoca.
an!2v' C *^ graDt3e SOr" LUMS ,le JUvio' ^'das po?lodosos va-
S'^ i;k i P0,1*6"' "PPeiWvo surtimento, quer era
^^fe- branC0 e de c,0,;es' d0 ma,s Pellica P" l,0ns senboras, quer era fie
commodo aa mn.s caro em qualidade, afllan- d'Escaeia, branca e de cores,
ando o - Brins completa sortimento e Madapol5o; udesc ipiivel o ifrande sor-
variedade de pre;os. lmenla, que ba neste genero, desdeo mais
r-,, a, a aa. levado proco ao menor, que se wnde em
2? t T .ma'rK sortiment0' W* P*W i relatho por meaos do que, em ou-
mando pelo bom gosto e barateza, altentas tra qnaiquer parte.
38cTmbtisSDrancas lanadas e trar,nai.n JH*T de b,,,ode para noiv,s: aPradoft MHas de seda para wivas.
.*. I^t u uranca*r.uPa<,^>e traesparen- gosto dos nossos.cofr'spodenies em Pars
ies de todas as quaiidades e precos. i.-k:i;. J_
Corpiubos de carabraia, prrmorc.samente
pnfeitados com litas de setime obras essas
'cuja novidade de molde e perfeicSo de ador-
nos frS tornam apreciados.
Filas mtji largas de diversas cores e qua-
iidades parar cmtos.-
Leques uesse objecto muilo se poderia
dizurquerendo descreve-Ios minuciosamente
por suas quaiidades, efiree o desenhos, tal
e o grande o variado, sortimento que acaba
de chegar, mas para na/> massar o protea-
dento se Ibe apresentar o que poder de
melfuor,
Entremeios em pecas de 12 liras.
Guipure braaco o preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Dilos de algoaao com (flores e lisos.
Camisinhasdecambiaia delinbo e casSa estabdeeimeotooque'de melbor
babilita-nns a.dizer que temos em nosso
sa jjeae-
Iwrdadas ricamente enlejiados para Sras. ja para vestir e ornar ama noiva.
Camisas para boaens e.meamos,,Uio-va
-ado,sortimento que vai do mais ordinario
madapolo ao mais perfeito bordada de li-
(a cambraia.
Camisas de meia, de flaaaila, brancas e
de cores para homem.
Caswairas pretas e de cre^, o meltaor
qne se pode imaginar, sendo d'isso a me- barato ao mais superior, por preco
laorpnovao grande oonsummo dallas na commodo.
Manas ptetas de blond.
Manas para carros, cora liadascpiolnras.
Merinos pretos, trancados e usos.
Mussena brayea e de cores, lindos e va-
riados padroas.
s pretos e de cores, desde o mais
muilo
('apellas brancas p.ira meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA .
Grande o constante sortimento de dita,
sempre melbor quajidade.
Liados vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos per.tes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de raadreperolr.
Caivetes.finos para abrir latas.
Thesouras para Irisar babadinhos.
Aspas pa/a,balo.
Nevos steroscopos com 48 vistas, as
quaes so movidas por um maclimismo
Veos de seda pira cbapelinas e monta-iXmAi substituem as outras.
na.
Ditas abenas de fio de Escossia. #
Costumes ou uniformes para menioos.
Eoxovaes completos para baptisados.
Vistas para steroscopos.
Ronitas.oaijiuhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de mzdeira envernisada com vispo-
ras e com,dminos
Rollas %>. borradla para brinquedo de
Touquinhas. de fll, sapatinaos bordados, enancas.
e meis para ditos. | Diwarsos objectos de porcelana, proprios
Camisinlias bordada para ditos. pa*a enfeiles de mesa e de lapinbas.
fficina da casa.
Capailas de flores, para noivas e bailes,
Pannos de crocbet, para cadeiras e sofs,
Jilas de casemira muilo finos para
N
Hmao rpoa. 9
0$ 4wej>nelari(^ deste bem coaWiao esubele-,
cimate, alm dos njuitoa, objectos^e tinham ex-
postos a apreciado do respeitavei publico, mau-
araravir e acaban derecober pelo ultimo vapor
aftBuropa um oompieto e vanado ortimento i-
mas e Qiui delicadas especialidades, as quaes es-
ta resolvidos a voader..como de.seu costume,
porpre?w muito baratmnes e commodos para to-
w* eom tanto que o Gallo....
i Moho superiores lava de pellica, pretas, brau-
ca e de mui lindas cores.
Mei Loas e bonitas gollinha e punhos para se-
imora, neste genero o que ha de mais moderno.
wpenetes pentes e tartaruga para coques.
Itandos e rifutofmos en/eUes para canecas da'
Bxmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores cora wkt-
inos sem elles; esta fazenda o que pode baver
de meaor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de maireperola.
marliB, sndalo. osso, MDdo acuelles brinco.
com lujaos detenaos, e estes pretos.
Muito snperiores meias Ho de Escossia para se-
naras, as quaes sempre se venderam por 30a000
a*rT*T''*m (|Ue n *8 vendemos por 20*,
aiBudestas temos tambem grande sortimento de
atrs. qaaUdades, enlre as quaes algumas muito
Boas bengalas de superior canna da India e
cauto da mxlka com liadas e eucarruiioras ligu-
ras ao;meemo, neste genero o que de melhor s
poae Juantidade de outras quaiidades, como seiam, ma-
eira balefa, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chlcotinhos de cadeia e
de outras cualidades.
Linda* a superiores ligas de seda e borracha
para segurar a meias.
B38 metas de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 anuos de idade.
NaraUns cabo de marfiai e tartaruga para fazer
oarqa; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantida pelo fabricante, e nos por nossa vez ta
nem assegurames sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas |>ara noiva.
Superiores agulbas para machina epara crox
Lmha tomto boa de peso, frouw, para encher
labyrmtho. .
Bom baralhor de cartas para volurete, assim
como os teios para o mesmo fim.
Grande e variado sortimenio das raelhores pei<
lumanas e dos meikores e mais conhecidos per-
fumistas. *^
, COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convnlsoes, e
U^dttam a denticao das inuocentea crianeas. So-
mos,.desde muito recebedores dertea prodigiosa-
collares,,econtinuamos a reeebe-loe por lodosos
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
eomo ja tem acontecido, assim pois podero aquel-
ios que delles predsarem, vir ao deposito do gali<
viguante, aonde sempre enconlrarao destes verda-
deiros collares, e os qSaes attendendo-se ao fim
para que sao aplicados, se vendero com um mui
diminuto Inero.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos tregaezes e-amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis toja do gallo
vigilante, rna do Crespo n. 7.
reunan!...
0 Campos da rrtw'A^infwnRlnr-o. revisa ao
resppitawl ppblico e e.-picialmcuie a-a fen* nn,
meMos. t ep***.qife rm vista da ewo^pz de
peixe fresco so meneado deiia pravincia com.
guio fazer ero stn armezero uma grande r-moe
'leP'tt din>rentes maneiras a sabir : cm saltrnura, en
nmllH) e >-m a7t>i diiilms, cavailfnhas,. hareaoMf), cavadas, govaa,
chernes. savel, pescada tesugo,- chicharro, Uu&faes
congro, salmn, lagusta, ele., ele.. e;c.
A Hle t f
AeNeft
No armazem do Campos.
Aproveitem a ocasiS
^'e'-/ ,,"ben a da rua Aaeu*la d. I, e a
arma, da fabr^-ad* jbar(ulos nobeco do Aa-
<|ue n. 7. a i ni* livre&e de-emharacadas, azendo-
mb tarto o negocio a priso u a dfiheir.', confor-
me k conveci,)Dar: iraiar na m^ma Uberna.
~~ ,0. Mari* Palm'eira tem paca vender
eii i'scripi..:rlo no rgo do Corno Ssuto n. 4,
andar. '
Vnho Bordeaux fino, caixa de l garrafas
Sv te -lice, tdt-n dem.
L>-na de I* qualMade, da Uoisia
Brinzoe, id-m dem.
Brins, idi-m idem. I
Estampas de Sanies em euadaphos.
Pianos di> excelleutes .voage.
V* d vella. ^^
Enxofre. *
Salitre.
amento Porand. *
Dilo Rumano.
Vellas siearinas (spermcete).
P'lles de carneir .
Brtpa pa a fardas de algodo.
Cha liysson 1' o/ialidade.
Oleo h Jinhaca.
Laa barriguda.
CaneJIa da In.lia.
Faidos de fumo em folia, ( se venia de 2fcr-
"os para cima.
Rua d^Qneimadoix^
? .
o
o
o
2
Ex-'elleoles chapeos de castef,
brancos e prelns, pelo baratsimo
preco de lO^OiO.
Loja,de-Antonio deiMoura Rohm
de C.
O
O
o
Ba do Queimado n. 31
Estanririlhas.
Veado-snna rua da.Ciuan 8, Io andar.
ESCRAVOS FGIDOS.
DE
esde amis candida flor delarangeiraaie,mesa-
i mais inieressante griaalda. pdtos bordados de linho^ lisos a de al-
Lbaolicmas no melbor gosto.de todas as gedo para camisa,
/res, boje preferidas pela* senboras d* Prmceta pivta* e ^ cores,
mais aparado rigor na moda. Popelina do seda e linho, com listras e
cnapaos pretos de velludo, para senboras,., flores; faaenda ndissicaa.
rh,i^^ d 1P3r'S- I Pelherinas para seafaoras, do ullimo
Cba^sde sol, para s*nboras homeos/gosto.
de tti^os os pre;os e variados gostos. Perfumar as; os. mais finos estrados o
>Ji3ty,com.rieos padses para vestidas, que de melhor e mais agradave| se pode
chalas da todas as (fsalidades, aiqitado encontrar oeste genero, e de inaisfragaaL
:umejo.-e,Q3o meaos variedada de:gostns, e suave no-obpoato, tem o PAVJLHO- DA
Chitas impos8ve.dasGreverosortimen- AURORA, desde a verdadeira agua Plori-
o e vartedade de padroas a nvos costos, da at o mais r\o Bou*ttetd ha neste artigo tudo quanto se pode desejar. mente tudoquanto deve oceupar o touca-
CmlM-para senhoras o que se pode ima- dor de urna senbora de aosto.
gmar de melbor. ^
Coque, o melhor no gosto e nos cntei- Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
te?, vanos tamanhos. com foihos e sem eiles, o melbor possivel,
Colchas de seda com borlas, o mais apu- Sabidas de baile, de todas .as cAres
H
AHTIliC! \S
Na 23Largo do Terpo.
NOS GRANDES
s^rc:os E HOf II lIOS
N. 23.
ado gistoelavor.
Ditas d fusto branco e de cores por
precos- commodos.
Corpinbos da carabraia, ricamente borda-
Jes para senboras*
Cortmadcs de cambraia bordados e de
01,o que-de m-lhor se pode desejar:
Sedas pretas, dequadros, lavrSdas, lisas,
de listras de todas as cnes e qoaiidadese
o mais barato possivel.
9rcelim de todas -as cores e quaiidades.
O
Tapetes grandes, lindas pinturas para. 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
Fat o fa
DE1
SlirnS. & FERR IRA
O propietarios destes bem sorlidos armazeus partictpam ao seos innmeros
freguezes tanto desta praca cmodo mato que tendo feito grande dittinuicSo de pre-
cos as soas mercadotiasestao p-.-r isso resolvidos a vende- por meno< de <> e 20'"i0',
do que o ou ra qualquer parle, Knanti:idu-se portanto a s p rior qua idade de qtial-
quer genero comprado iest^ dous (slacleciaiDuis. Mencionamos algons dos nossos
ueneros e a vista destes sao comprebendidos os outras, poique onfaaonbo seria men-
cina-los.
Se alguem duvidar venha ver.
Gaz: americano marca Deves a 8fJ800
De superior qualidarb da mui accredit*
da fabrica de Bisquit Duboncb 4C, en
cognac urna das que mais agurdente d-
cognac, fornecem para o consummo*
Reino da Inglaterra.
Vende-se era casa de Th. Jnst. rua d.
commercio n.' 38.
Acha-se fra da casa ie-sna senhora dwde a
dia 3 de fevemro pwsimo pafsado, o ewhifr For-
tunato, c m.22 atmos de idade, c moto, e>laiura
regular, corporef-rcada, cm algun.as n arcs de
berhigas um pouco apapadas uo rosto, d^ntes
bons. dedos |rosoy%Mmmidris. .v-ni cerra nusa
no fallar que bem se nao pode deflnT e segondo
parece, trnii faltas da>cabello na cabe a e. sem.
barba alguma. Indo com cargas de assurar. do
engeuh Conc ica de Muribeca para o Re.ife,
aparlou-se do comb-y para ir a ci?a de nm seo
padrinho, Jao oV Barrw Keno. cm (-labefei'
memo de concertar e afinar piano*, na rua da Im-
peratriz n. 17, desappaieceodo e^de eoiao : re-
coinmenda-se a >ua captura, e prompie-se boa
recompensa a onern o levar a dit > enfenhn C, n-
reicao ou dnlledfr noticia ao Sr. Mam*! Eleute-
ten-> do Hegn llarnw. no na do Atecrim n 30 ;
lirotesland.i se q-ie se proceder criminalmente
cOTlra >iuiin < twcr amulado..
O verdadeiro portland.
ruada Madre de Dns n.
J S se vende n
22, armazem d
Sementes de hortali-
i.
ees.
**Roa da luperatriz 71
mflotfea de C Cata & C.
Colannbos de linho bordados Je lrsos, o manhos desejaveis, e em peca para co-
ma:cr sortimento.
?X
Damasco de 15a-de 9_palmos|de largura
lindas cores a ricos padroes.
Espartilhcs br3n:os e de cores, para se-
chpras o meninas, o melhor neste genero ;
oehuraa Sra. deixar por certo de muir
e de to precioso auxiliar perfeicao de
nm corno delicado.
Entremeios bordados.
Escomiraa preta.
Enteit| para cabeca,
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato..
Toalhas de linho e algo'dao de todos os
tamaitos, li-as e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
faseoda muito nova, e gestos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos e
decores para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo a
I la. 38G ra a arrafa e.56D oltro.
Azcite doce de Lisboa a 900 e IflOOOa
Ivinafaem porc faz-sa- grande abatimeo-
to.
CafAem caroca a 220, 240 e 2 O, a li
e 600, e
ultima moda de'. Ja"mercado.
S^Jiii* ^^P'^^^ntode novidade pelopadrSo, gosto eforma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
:odos os mmaere.
Fitas larga* escocesas para cintos, varie-
<3ade de gostos a lindos padroes,
F tobs d croobetj modernos com cintos
e capas, o que ha de melhor. '
Filri de serta, Uefao e algodao, de todos
os gostaa e padrees.
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos junto para
mostrar a forma de os fazer:
Veos de bload para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
,asseveraras nossas Eltmas. freguezas, que
Fos^ojl*; todas as cores e qaalrdadas somos os nicos em Pernamboco que pode-
gr,afir!J,0-a a ^' i ^ Merecer ao IHustrado publico, o mais
apurado gosto, em semHiante materia, gra-
, Vinagre branco-maiulailo vir por conla
propna.Miido do Lislioa, a 320 a carrafa e
'480.0 1,1ro.
dem ti.Hto FJgJABira, Lisboa e Porto a
320^280, .2*0 e 200rs.a garrafa e 480.300
r>. o litro.
Vinlio Figueira, Lisboa, Porto e.Estreitoi.
a :iGO, 500 480 o 400 a garraU litro .a 840 bra mlogrammo a 480. 540
760, 720 0 600. TOOO, 75C.0e'8)j8fJ0 arroba.
Vroho branco puro de Lisboa a t40 560 MUho aloisia 200 rs. a libra e 440 oki
agarrafa, em pircaoba abatimento. logramma e 5^800 a arcoba, em.porcaq ha
Vinbo do Porto, engarrafad* das wcMhw abameato.
res e. mais aereadas marcas a 1^000 e i mo .&?!08 r,esco& do uItimo vapor a -3,5a0O1
1-5500 e 25 a garrafa. |e ^i0 cada um-
ilem, Bordeaux, Medoc e St. Julien a) Alelria, naaoarrio, tarbari a 500--rsj a
7#o00 e 65(!0, a dnz.e MU rs. a garafa.llbr9 e l*m kilogrammoem caix5o ba
enehra de Ho nda e laraaja doce aro-
abtimertto.
SabBo massa d I* e 2* qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abatimftto
Flores, o o qo'ba da mais rico; quor cas ao bom gosto do nosso frnacedor em i.
MMJPy. ramo'/ tara oPAVILHaO Paris podemos garantir que ninguem neste' '^^s--d^ar^z^--,*A-tam^ia-RrandH sortimento de oucas proprias para ne-
WRA um permanente, ardim a.genero o possue melhor, nem mais, em g<*,0'q0fi pp|ns P c/rrm/.^s preco fa vSHuwmao* rmaanKiArfs..
permanente, jardiaij.
disposicaa das Exraas. familias.
contal
VILHAO
de e o bom
Providos^le todo e proraptos sempre a prover-se;do qo' por ventura Iba
eja necessario, os proprietaros deste sumptuoso estabelecimento recoramendam-se
aem raceio.de serem contradistos e protestaa esforcar-se por continuar a merecer
?h^zdt^eL^mMm$!i0 '' CCt0S ^ qua do m tabeleaoiento n3o. sahira
ia nrm JI)l!fRa.Sempr8 a 05cM de ablate.dirigida por um dos mais habis artis-
2^Tm?SrtW,ra PrJf^a5o a bom gosto qualquer trabalho m laa m
SrSrJ?'^T' f P6^*016 u exec3 eTSs^LSTT0^ g3nm por sea .apurado gpsto.e promptidSo
na execucao a a mais.complea perfeic3o,nos,seus trabalhos.
^^ A. nuf^safreguezi,qe,nos,aoQra.uma.provade que merecemos o con-
?tatie4eeiito os oltinmr flgwin
quaes enviar, o pe na. serem vistos as mfhk* nos; ip'fl^ibrejn.
com -Na^effirioaidaialfaiato, jDslo ao eetitwleoimento, ha ------
pira horneas que por todos os va poros sffTecebem.
E'este o modo porque oes apreseotamos pediodo a
publico ecom p makjirolimdo respaile; convidamos, s excall
urem o oosjrj estabWtoento, certas da encontrarem nelle oew
todo que polmde*ef,ir
matica a 0500. 73. H5500, a fra^queira,
Serveja-Bass. Mor? Oell a 95800 du-,
pa em porco ha grande abalimeolo- Tnucinho de Lisboa muito alto a 400 rs
JT "lca f e-T 2Jm:iS mrc*s a a VK* o kiograamo,.em arroba ha
54300 e b$, a .dezu e 50tt rs. a garrafa, grande dilTerena,<;
Assim, coma, ha outros moitaa. geaaros, vinbo ^m ancoretas, azeitonas,
passas e figos, charutos fino,de divsas marcas, raarmeiadaj.bolacainhasde.tedas as
qualid des. perola, Francy-crar-.ynel, a, b,.c, Mdium,.mMd..goda-FaDcymic-nac, pa-
Jacd. de Varetees, combioalioo, Britaaia, doce de emUha-fina, chouricas, maateicas finas
franceza e ingJexa. banha de Bahnuor, posphnros. aa, quaiidades coalla, pummu do reino, ervadoce, pimaday eaxofre, breu, peixe
latas de todas as quaiidades. fannba de raimo americaoa..grandes molbos.de sabol-

lLC^n rwmos dB'P*ri,que recebemos por leona os paqnet, os,
!vistoss -famflHis nosa- frimiT. of j'l^iiSrm
O
b
tocJodoillqslrado
-nisiiaas^ras. a visf-
menor preco possive-
Aborta A- s 'O- lloras da iioite?
* PRODUCTOS de Ji-p. LAROZB
imajucttmco., wi ot uaas-uiBTPm, raan.
XAROPE DEPURATIVO
M CASOS DE L4JUSJASi4JUa(Ui;
Cae muro raTisiia
-+*JT*** w ropa-d. oaacauad* laramjta amaro", taiea
i pan Mu* u cMaelletoee oaa ^*rtM eaoeaM_
m um aooiaente. lnarmiuoa^^>ea alto 'ua*
U o mu poderow contra as doen^ag r
I"
XIROPE TNICO INTI-NERVOSO
ouou d* UranjM aoMi%M.
udm de suceetuietteao-a mu effU
!ee*ia par*, cniar: u in*m ntnostu,
*fudtumrkr*nu:tu,H foitritu, puituL-
XIROPE FEUBtfGIOSO
i.cWMtlUMM|Haltuiro.
8'iob a form liqnia qae maia facilroeaw
Hteummpm+ia-mimmmm i
metas pilulase paslilbuen tootMeaaw
em qa sie presvip^ 04 Urrtflaooa.
DENTIFR ICIOS
caai f! tyausa'eav a J~*% *. fmuytmJHu'
a. sm.mIi Mm1mIi!--twZ% .
\~H _P><\ i. ll| I,,,,............
*!*<

'
J eordeiro previdenti
Rua Vvo e variado sortimento de perfumari
fina, e outros objectos.
; Alm do completo sortimento de perli
narias, de que effectivamente est provida
oja, do Cordeiro Providente, ella acaba o
recebar um outro sortimento que se ton:
iota val pala, variedade da objectos, superior
tade, quaiidades'ecommodidades da pr.
;os; assim, pois, o CordeiroBrevidente pee
' espera, continuar a.marecer aapreciacr
.1 respeitavei publico em geral a de se.
ooa. freguezia em particalar, n3o se afa
wndo elle de sua bem conhecidamansidi
'barateza. Em dita foja, encontrarlo c
ipreciadores do bom:
i Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray Lamman.
- Dita de Cologne ingleza, americana, fraj
:eza, todas dos melhores e mais acreditad<
'abricaatesj
Dita-daflordelarangeiraa.
i Dita dos Alpes, e vilete para toiiet.
Elixir odonlalgico pa/a consarvacio i
isseioda bocea.
i Cosmetiques de superior qualidade a cha >
ros agradaveis.
Copos, e latas-, maiores e menores, coi
pomada- fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparem
i outras quaiidades.
Fiaos extractos inglezes, americanos
ranceees em .-frascos simples e enfeitados.
Eseencia imperial do fina a agr id ave 1 cha
-o de violeta.
, Outras conoeatcadas e de cheiro* ign,
mate oaaa ', Oleo philocome verdadeiro.
z Eilracte d'oleo de- superior quahdad*
M>m escolbidos cheiroa, em frasco de difl.
'entes tamanhos.
Sabonetas- am barras, maiores a manar
tiara .mitos.
Ditos>.transparentes, redondos e em figt
ras. dajaeaiaos.
Ditas muito fino* am caiiioha para barb.
Gaixiahasicom,bomtos saboetes imitan
roctea.,
Ditaa 4a maaira invernisada conteodei
oas perfumaras, muito proprias para pr
iaatea.
Ditas de papelao iguabuante bomUs taa
ieai-de perfumaras finas.
Bonitos vasos da metal,. colorido, a a
noidea novos e elegantes, com po da arre
nihjafii
Opiata- iaglaza a franceza para dental.
Pos, de camphora e outras differenti
ioadodee tambem para dente.
u Tonco oriaataida Kemp. ,
Alada nala coquee.
Um i outro sortimento de coque 4a.nl
/oa a baaitos. flaaldes com filets da vidrlat
a -algauavallaa: ornados da ora a fita
isto toaos expostos apreciara de qnei
.* (pretenda oompon:^ .
; 60iUdllB*KElrfflOSi^BIMJ>OS,
Obrtarda muitogoatoe perfeito.
FJTllaa e Ota para late*
. Bello e variado sortiaaatode'taes'at jai.
osificando a boa escolha ao-fwto do coa i
pridor.
- AusHitnu-.-e a [ rui. de don* rnew- d casa
de seu senhor a ecrava preta fula de reme Mara,
curt pprt) do fio anrrc* de idade, alta, jn-rda. mui-
tn rcprisla, fui eaerava doSr Dr. Ain,.ni, rima
qa>- aila resta eidade e tem sido vi>ia rm h.irro
da-Boa-vista e em S. Jos com tabi-lna na ca-
btca : qoem a apprMlemler e delta pi-dr dar no-
ticia exacU, dirija se m pateo de S. Pedro n. II,
quefer gratirlrao;
Furrio do enfceno Catnarwibc na rregnm
de Serinhem pertencentes a Gaspar Mauricio
Wanderley os escravos st-goinles : Samuel criou-
lo baixo. grnc(\ nariz chato, diz'ser da Oi-ia por
ter sido c< mp'rado pp<|neDo, Joan Cabocnlo de ida-
de trint e tantos aunes, psxhati.. venias arre-
bitadas, estatura baixa, crnixada. ponca barba
e esta na pinta do queixo, Felippe mulato de ida-
de de 16 annos pouco mais on men >s, baxo, gros-
se, sem defeilo aljrnm, teve-Wxos em pei|mno. po-'
rm pouco apparece ; por isso pede se as autori-
dades policiaes c capitaes de camp > a captura doe
inesmns e lvalos no mesmo engenho on na roa
da Moeda n. J>, 2o andar escriptorio de Manuel Al-
ves Ferreira A t;. que serao gralifleadns.
fugio uo dia 26 de rVvereirn, pela 1- vn, a
psera* crk.u'a de rime Beliiaria que rppapspnta
ter4frannos, eslatorai baixa, corr grande falta de
dentes e com tima sica(rz do queimadura no bra-
co direito. tendo levado dods chales, sendo um
verde e outro listado de arul e bruno j qupm
i capturar sirva-se- lava la- a Pbnte de' Uchoa
itio de Jlo Jos Itodrigues Meodes, oa a rua
da Madre de Deus n. 28, que ser gc-nerosaioeule
recompensado.
Fugio do engenho Minlx cis, da comarca de
Santo Anto, no da 20 de junho do armo passado,
o escrtvo de nome FrancnMo, representa er :i5
annos de idade, com o signaea segtiinies cor
preta, baixo, corpa reforjado, cafa: larga, hanle
barbado, nlbos peqeenon, nariz muilo ali ado, boc-
ea regular, dentes curtos e limados, muito jtn'sis-
laa andar apressadn ; consta andar pelos bios da eidade de-Olinda, enfenlio Frag-so. Carn-
ea, Beberibe on Apqiaoos, acontad por Joaonim
Jos e Sari'Anua, senirmio. liberto, n qual tem
em sua ompanhia urna abtcllu e ffhos da m^s-
ma, e por outro irmao de nome Jos Baguia. qn*
o conduzlra para o lupare* cima modica-i.*,
alem de untontro so'io denome Mu Z-o-hanas
da Silva, conhecido por Jos Paje, por ter vind
daquella comarca. Roga-se-? autoridades e ca-
pites de campo que o apprihefidam e o leven
rua do Rangel n. 17, ouno engenho Minhocas, a
entregar a seu senaof Jm6o Corrria de Qi>iroi
Monteiro, que serao generesamene gratificad- a. '
a antoHaadts pllcla<>. capl-
tfj. do enaipa e anra>
atis c*inpct .
No di8'2d8*tiaie-itoiiifafOTescral*s
creonkvda3; anuos da, idade-pouco mais on oc-
noe, baixe, re/orcado-cOr nm,pouco fula, rabea
grande, maoscurlMeos dedrJs dts pe>-um tanto
abertoe ; eWma'esti''gnhaH*J pelni trflchev
arrrazens o ras, ondelroca o seo ventodet no-
me pelo de Jos Joaaoisi,*rinda de ordinario com
rowa i de algodo oa a semelbanca de estopa :
qtfm o aprehender,, levando p rua da Aurora
a 26, que ser* berrt-tvcWmp^itoo
- Fu^io do e'ngeSlld'Bda-^Wcorirca H
faaairagihe a provincia das Alagas, o p'cravo
\jrnlar. iriaq-fl corpo, iniin- l'*'*W^ Y*TMTIIF nf^Br^^y*
frente,- ro-lo largo, QWsfMMwW^lf''* fa-
lentnda a barba, uAmJSUmkamflJtW fp*ta. e
QP'psigrowos ; osla narra o and-fugadadesde e
dia 6 de Janeiro do corrente anno : roca-e por
faoto as 8iilorid9 'prihiia-fi* rairffijfe f
campo a priso deste eifJOftv P prw*egac n-'-en-
aenfeh-cima menefntnNHrW Besta'prta'-r'Yo
do Viga rio n,. 12, "MrafaaBj^jiCm 3tfQiB.,l
25, prinieiro andar, que se g/aiirlc'rl
runo, ofllcio d eiir
iw
a me-
de ac p4r trros' lftulWPlWHIilioy),- S
dia e forte docerpoJ carti-oo'tairftr>*,:6t**:
a#ertaado -os. qaaaaa^df piQm&kfii
ova, ps Chalos,
oaouo de a Igual
sertio. OatmoS
metes, e fot pegad*! _
Piado Alho, ^HdoJ^^m
4e, imr bastante lempo; tem
da Senzalla. ole.
po {' Miorlda'IM palWaV >\
par;, ser enjri>|K)aaeasolH
pucaia, am Beberibe.


8 .


LrrnfrATm
POUCO DE TTTDO.
GLANDE NAUFKAGIO.O MormnpPost
publicou um despacho de Bombaba expedi-
do em 3 do corrale, acerca 3a abalroagJo
que boove entre os vaporea Bombay e Oneida
Era oile o mpleamente escura. O Oiirida
ta a toda forca da machina e com lodo o
pao telendo 13 mllias. 0 Bomba y ia com
a proa ao vento, e s impellido pela funja
da machina, com a marcha de 8 milhas.
Pela posigo em que estavam encbbriam-
so reciprocamente os pliaroes, e quaudo qui-
zoram virar de bordo era j nevihvel o
aoulroamento.
O Bu i nba y senliu um choque to lgeiro
q ie o capitSo julgou que o Oneida nao teria
ndo grandes avaros, e continuou su i der-
rota para Yokama ; mas o Oneida fiera cora
a tolda arrorabada e sossobrou d'ahi a pou-
eos instantes com 115 pessoas. Duas em-
barcacis salvaram-se com 61 homens.
Nao se sabe o nome d s officiaes que
morrerara afogados. *Sa.varam-se 57 rmheros e soldados de marinha, um contra-
uaostre, o eirurgao e secretario do capitn.
0 Bombay nao soffrfu a varia.
8CENA CONJUGAL. No theatro do Ai-
)car de Paris deu-se um successo curioso,
que interrompeu por um pouco a represen-
tadlo.
A muiher d'um negociante eslava sentada
com. sua filha na superior, quando avislou
em um camarote o marido em companhia
d'outra muiher. O marido linha sahiilo de
da havia diasi,dzendo ir provincia.
Subir ao camarote, esbofetear indistincta-
mente a sua rival e o infiel, foi tudo obra
j um minuto.
O publico encheu-se de rir d'esta comedia
inesperada, a a representaco, esleve sus
pensa durante doz minutos.
O MAM VELHO DE TODOS OS PROCES-
AOS Em Franca corre o vento favoravel
aos processos anligos. Depois da successo
Rohan-Guma, segae-se a de Jean Thieny;
mas esta'questo data apenas de 1782, em
quanto que o famoso testamento de Jean
Thierry de 1654.
um processo que tero, dazentos e deze-
seis anco*.
ltimamente surgram alguns pretenden-
tes a esta successao.
J nos flns do seculo XVIII, irezentos sos-
sonta e qtiatro herdeiros, o que se diziain
oomo taes, tinham sido desapossados ; mas
rsto nao impediu que muitos outros se apre-
s.'ntassem, nio sendo mais felisjs do quj os
seus antecessores.
Os ltimos; os esposos Coten, intentaram
como os outros, perante o tribunal civil/lo
Sena, urna aeco de restituico contra o go-
verno francez. Naturalmente, foram des-
presados em seu pedido.
0 texto do jolgament nao demonstra vic-
toriosamente que o estado francez nao foi
realmente devedor. Este ponto vago. O
que parece mais certo oque o estado nunca
pagar.!
Em todo o caso os Bonapartes s3o fataes
aos herdeiros Thierry. O tio confiscou o
tnesouro da Zecca, aonde eslava consignada
a fortuna de Thierry ; e sob o reinado do
obrrabo, os ltimos herdeiros veem desva-
aecer as soas supremas esperanzas.
DOIS COLLEGAS. Havia n'ootro da
nm esplendido baiie em casa da certo figu-
ro.
Chega-se um simples amanuense a um
director de reparticao e cumpriraenta-o :
Como vae, charo collega ?
O outro sente-se offendido com aquella
(arailiaridade e replica-lhe :
Voc sempre um grande pedaco
d'asno I
. Pois por isso mesmo que Ihe chamo
sollegsl...
MONTALEMBERT. Este hornera por
tantos ttulos Ilustre, que falleceu em Pa-
rs, nascra em Londres em 1810, onde vi-
va seu pai Marco Rene, conde de Mor-ta-
lembert, emigrado do exercito de Conde, e
que mais tarde foi par de Franca, e sob o
governo de Carlos X embaixador em Sto-
ckolmo Desde os 18 annos compartilhou com
Lamennais a idea da allianca da liberdade
a o catholecismo, e fundou em 1831 com
Coax e Lacordaire a Escola livre cuja crea-
rlo os levoa polica correccional. Eleva-
do, porm,* a par da Franca durante o pro-
cesso, pela morte de seo pai, reclamou a
jurisdiccio da cmara alta, e pronuncio alli
um discurso que ficou sendo dos primeros
que ftz na sua vida poltica, e em que bem
acentuadas Acarara as suas conviertes libe-
raes. Durante todo o reinado de Luiz Fe-
lippe, se entregou aeco poltica e ira
1: dhos histricos, escrevendo a Historia de
Santa Isabel de Hungra, combatendo Ville-
main na le sobre o ensino secundario, e
levantando eloquentes protestos em favor da
Polonia, da Grecia e dos chistaos da Syria.
Depois da revoluto de 18i8, combateu o
restabelecimento do deposito dos periodi os,
e o estado de sitio, defendeu a idea da ex-
pedirlo de Roma, declarou-se adversario
persistente de Victor Hugo, e tomou parte
na elaboraco da le de 31 de maw/restrin-
gindo o suffragio universal. A sua posic3o
com relaco ao imperio foi digna e seria.
O opsculo.: DtscHsso sobre a India no
parlamento inglez fe-lo comparecer em 1858
nos trbonaes que o condemnaram. O im-
perador comrautou-lhe a pena mas o des-
tincto escriptor negou-se a aceitar isto, sendo
necessario que NapoleSo Ihe impeesse esta
grana
Ao mesmo lempo publicou Montalemberl
Os monjes do Occidente e Urna naco de
lucto. (A Polonia).
VAWEDADE
JULGAMENTO DO PRINCIPE PEDRO BO-
NAPARTE, EM TOURS.
Comenaram asertivamente na segunda-
feira 2 de marco os debates do processo
Bona parte.
O principe reside preso as habilacoes do
director da prisio. A princeza, sua esposa,
anda joven, pois apenas conta 35 annos,
a nica pessoa roe est sen lado ; alta
e ama excellente mSi. Os seas conselbos
ti vera m grande Influencia na attude tran-
quilla e respeitosa do acensado.
Rochefort ainda nSo tinba chegado
Toan.
Ha mais de sessenta testemunhas j cita-
tas para a accosicao e para a defeza.
No grande sallo do palacio, que vai ser-
vir de tribunal, eol#e otros retratos, como
sao os do l'HdpitaP o Malesherbes, ve-se o
de NapoleSo I, em fronte do banco dos ac-
ensados que vai ocopar sen sobriabo Pedro
Bonaparte.
Os jurados,"em numero de8i, j esta-'
vara todos em Toprs Na lista das pessoas
de elevada posicao social, vem-se alguns
dos nomes mais conliecidos na Franca.
Desde as!) horas da manha qu era
immensa a multidao nos arredores do tri-
bunal. Havia na turba um silencio rspei-
toso.
A guarda do exterior era formadapor um
piquete de infantaria e um destacamento de
bombeiros; a entrada fazja-se com excel-
ente ordena e era'fcil, porque os lugares
reservados j estavam cheios muito antes de
principiar a audiencia.
As 10 horas o tres quartos abriram-se
as portas ao publico, que invadi o fundo
do auditorio.
As 11 horas entraram na audiencia os
Srs. Laurier e Floquet, acompanhados pelo
Sr. Bernhem, advogado, acompanhando os
membros da familia Noir, e tomaram lugar
no sitio que Ibes era reservado.
Pouco depois forarn assentar-se no banco
da defeza os Srs. Emilio Leroux e De-
mange.
Eslava cheia a sala. Assistiam de toga
todos os magistrados do tribunal de Tours.
A imprensa tinha numerosos lugares re-
servados, e tevealli representantes de todos
os pontos da Franca e at do eslrangeiro.
Por traz dos logares do tribunal viam-se
o marecllal Baraugy-d'Hilliers, o prefeilo
Paulze-d'Ivoy e officiaes superiores.
A sala da audiencia nio grande, mas
foi bem dividida. ,
N'uma galena mais elevada accommoda-
vam-se duzentas pessoas.
s 11 horas e 25 minutos entraran^ na
audiencia os jurados.
Cinco minutos depois, entrou o alto tri-
bunal de togas encarnadas, composto do Sr.
presidente Glandaz,*e dos Srs. conselbeiros
Zangiacomi, Boucly, de Carrires, Gastam-
bide, o Savary.
O procurador geral Grandperret, e o Sr.
Bergogni, seu substituto, oceuparam a ca-
deira do ministerio publico.
Fez-se immediatamente silencio em toda
a sala.
O escrivo Coulon, auxiliado pelo Sr.
Guerault, escrivo do tribunaj de Tours, leu
o decreto que convcava em Tours o alto
tribunal de Justina para o dia 21 de margo
do 1870, com o fim de proceder-se ao jul-
gamento de Pedro Bonaparte.
O presidente declaroa conslitoido o tri-
bunal.
Convdou o escrivo a fazer a chamada
nominal dos jurados. Seis n3o respon-
deram. *
Foi dada a palavra ao procurador geral
para turnar validas as suas requisicoes de
escusas de jurados.
O Sr. Salve (Baixos Alpes) est actual-
mente encarregado d'om servico publico
em Consiantinopla. O tribunal dispen-
sou-o.
O Sr. Buis (Orme) tera mais de oitenla
annos. O tribunal dispensou-o.
O Sr. Priva (Hrault) tem setenta e qua-
tro annos, e est doente. O tribunal dis-
pensou-o.
O Sr. Carlos Rouxin (llle-et-Vilaine), mem-
bro do corpo legislativo. N3o estavam an-
da verificados os seus poderes. O tribu-
nal dispensou-o.
O Sr. Bessetaux (Kureet-Lor), mandou
certido de doente. O tribunal dispen-
sou-o.
O Sr. Rollet (Sane-et-Loire), doente. O
tribunal dispensou-o.
OSr. Pgnot (Indre), doente. O'tribu-
nal dispensou-o.
O Sr. Demetz (Seine-et-Oise) apresentou
propriaraenle um pedido de dispensa. O
tribunal autorisou-o a retirar-'se.
Os jurados foram conduzidos cmara do
conseibo para se proceder tiragem sor-
e dos trinta e seis jurados dojulgamento
dos quatro jurados fupplementares.
O alto tribu,aal, asiim como os defenso-
res do reo, seguiram-n'o' cmara do con-
selho, para presenciaremaoperaro.
Ao meio.dia e um quarto, voltaram os
jurados audiencia.
A' chamada por nomes, os jurados desig-
nados pela sorte e nao recusados, tomaram
lugar nos bae1 s do jury.
A imprensa acbava-se assim represen-
tada :
Os Srs. Rene de Pont Jest e Emilio BJa-
vet, do Fgaro ; Rocher, da Independance
e do Temps ; Victor Cochina!, do Moniteur
Universel; C. Marcliand do Parlemeht. Os
Srs. Schnerb do Paris Journal; N. Betir-
theret da Union Librale ; Sixt Delorme, do
Petil Moniteur ; Epstein "da Presse ; Flor
O'Squar da Cloche. O Srs. Louis Rat'rs-
bonne e Emile Le*grand dos Bebis; Rogat
da Patrie; Covielle do Nort; Gallenga,
correspondente do Times ; Pwssant da Mar-
scillaise; Augusto O'Scbea, do Standart;
Dro do Avenir Nacional', Graildrot, dese-
nbador da Illustration. Os Srs. Baissas,
Buzerolles, do Journal d'Indr et Loir;
Maras Roux do Petit Journal; Camille
Pelletan, do fappel; Max do Centre Gau-
che ; dous redactores da Agencia Havas.
Os Srs. Dommartin (Henry Marsey do Gau-
bis); Queniln da Reveil; Feliz Bouchot do
Journal de Paris; Sala, correspondente do
Daily-Telegrapho ; Manneim, do Soir; Car-
bonnir, do Sicle; e da Gazette des Tribu-
naux, (e decanos dos jornalistas) Lehoox,
Forni, Roger e Dnis do Droit e da Gazette
des Tribunaux; Escande, da Gazette de
France ; Gallaud, do Temple Francais.
Estavam mais no tribunal, Gil do Eclypse,
A. Mortier do Gaulots-, e redactores de ou-
tros jornaes. Ponson du Terrail estava
tambem l. Viera de Bordeaux, e a *aa
apparicJo fez sensaclo, diz um peridico.
Estavam tambem muitos colaboradores
da Marseillaise.
O alto tribunal encetoo a audiencia ao
meio dia e qaarenta minutos.
Um jurado, quem n5o tocara a sorte :
Sr. presidente, os Srs. jurados nao teem
lugar.
O presidente: Eu tenho dado sse
respeito as ordens mais terminantes. J
vao ficar muitos lagares livres em se reti-
rando as testemu'ihas.
Foi introduzido o reo ; vinha vestido de
preto; sobrecasaca abotoada ; estava muito
pallido e pareca commovido. Trazia n'uma
casa a roseta de official da Legiao de Hon-
ra. Tinba na mo um caderno vermelho.
O presidente ao reo .Levante se; diga
o seu nome 6 sobre-nome.
Reo:Pedro Bonaparte.
P.Que idade tem ?
R. Cincoenta annos j feitos.
P.Onde mora ?
R.Ra d'Auteil n. 59, em Paris^ .
P.Assentsfs; vamos stcelfer o jura-
mento dos Srs. urados. JV Wm^r
Os-jurados, nos aps outros, prestaram
juramento. Jr*
Eis a composrcSo dflnUi*a do jury :
Jurados efectivos : os Srs.- Regnault (pje-
sidente), Picn, Laraotte
Blenc, Le Ray, Chapn, flrent, Mesny, Al-
quier Bouffar, De Dreux, Brie, Peretti,
Bouffar, Rolland, Maolet, Giraud, Verca-
der, De Picnrre, Lanzan, DeRour, Roossel,
Kochlin, Tougnot, Bach, .Phaveroas Ri-
gaud, Chabrey, Amat, Perret,' De Bosse-
ville, Besson, De Lartigue, Lapeyrie, D
Dalmassy, Poissonier, Lemaitre, Chabert,
Do, Faure, Belon. rw/i i Jurados supplementares : es Srs. De Ja
Guronnire, De Ruz, Schramm, Morel.
Apsisso diz o presidente ao aecusad :
Principe Pedro NapoleSo Bonaparte
sois aecusado :
1." Do ter em 10 de Janeiro ultimo,
em Auleuil, commeltido. o crime de homi-
cidio voluntario na pessoa de Yvan Salmn,
dit Victor Noir.
c 2. E de ter no mesmo lugar, commet-
lido na pessoa de Ulri.h de Fouvielle, urna
tentativa de homicidio voluntario, manifes-
tada por um comeco de execuco. Ides ou-
vir as accusacSes feitas contra vos.
O porteiro, cllocado no meio da sala,
chama as testemunhas que foram citadas a
comparecer.
Roidot, Lallement. de Fouvielle, Grous-
set, Millire, Chabrillat, MM. Gillet, Joffinet,
Pinel, de Labrnyre, de Cassagnac, Casano-
va, de la Roux, de Grave, Morel, Bergeron
Jeune, Jtan Louis Morel, Tardieu, Vallien,
Jobard, Henry Raimband, mad. Mor, Four-
prin, Montreux, Zamazenith, Roiistan. Bd-
ladrn. Rallams, Wachter, Doilleux, Balag-
na, Boissiere, Franceschi, Contru, 3ouple,
Champagne, Lechantre, Mourgoin, Chiate,
Carn, Perinet, Chapounet ;42.
Peta defeza: Le Petit, conde de la Salles,
Defrne, Brnivet, CoflScia dit Bonrguignon,
Badigeon, Bordevillers,Badigeon, De Sainl-
Julien, Servoin, Terrien, Gallard, Piqui,
Plombin, Touchc, Boodet, GiacommeHi,
Dormano, Bousquet, Hers, Givert de la
Garde, Delauaay;22L
Pela parte civil: Rochefort, Arnould, San*
ton, Singnerlel, Vacquerie, Siebecker, Cla-
retie, Fauch, Dove, Legrand, Vannez*,
Henry Morel, Caval, raad. Salmn, mad
Noir, Blouer, Kergosnarr Mosset;18.
Todos responderam chamada menos Ro-
Segunda
O magistrad > onvio rae at o (lm sem
interroraperma. Pairava em seus labios
nm ysiritWifpoif ^ T'" augmenta va arada a
enlio jsentftto, e por conse-
quencJ: exagerado da-minha narracSo.
i que fosle roubado? (fergun-
tou-me o jnz. M^^ *
as matta's prximas cdade de
Iton.
O magistrado olhou para os seus empre-
ados, todos pozeram-se a rir.
Nio comprehendo, exclamci furioso,
o motivo, porque a narrado de faclos taes
possa provocar a hflaridade de nm magis-
trado. As vossas gargalhadas,' senhor,
gio- mais que indecentes, e parecem provar
que toleris essos crimes, que alias nao ig-
noris.
Certamente, senhor, responden o ma-
gistrado, que nao os ignoro; mas nao pode-
mos remedial-os. Esses salteadores, que
ittentaram contra vo.-sa bordado e dinheiro
s5o osjovens fidalgos do collegio de Eton.
Elles usam de um previlegio que nao se Ibes
tem podido tirar; todos os annos costumam
roubar os viajantes que sao encontrados na
jurisdiego do collegio. O produelo dos des-
pojos, que fleam em seu poder, serve para
pagar o diploma daquelle que, no fim de
teus estudos, deve passar por um ultimo
concurso para obter o titulo de Sensor.
A todos os nos.-osesforcos para abolir e
arrecadacSo desla singular contriboiQo op-
pem estas palavras, cujo poder irrevoga-
vel: E' o costuine.
Mas, senbores, essas tentativas de as-
sassinalo ?
S3o meros gracejos.
E esta pistola ? -
Ede pao, e os punhaes nao teem folha.
sentenca na priso de St. Pfclagia.
Luiz Noir recusara se a eropenhar-se com
o ministerio do interior para obter a trans-
ferencia de Rochefort para-Toars. Foi pre-
ciso que o Sr. Laurier, depois da chamada,
se ergoesse em nome da parte civi', e dis-
sesse :
Mr. Rochefort urna* testemunha im-
portante. A sua presenta aqoi argente-
mente aecessaria. N5o estS presente e por
isso nao responden chamada. Peco, pois,
que se lomem protestos, i menos que o Sr.
presidente nao resolva ordenar a comparen-
cia immediata.
O presidente, usando da sua aotorldade
descricicnaria, declarou qo#o pedido sendo
como era legitimo, e estando Rochefort
preso em Paris, ia manda-lo cooduzir a
Tours e ao tribunal urgentemente.
Em seguida o presidente Glaudaz leu nm
extenso discurso expondo a* condic&es ex-
cepcionaes do processo, a necessidade de
aflastar delle as paixes pelitiea, aconse-
jando os jurados e conchando : t unidos
no pensamento do mesmo dever, nos tere-
mos um desejo so, e um s- fim temos tam-
bem ero.vista : a.verdade,. e nicamente a
verdade.
Proc8deu-se leitura do- auto de aecusa-
C.3o, interrogatorio do reo e das testemu-
nhas. Sobre isto fallaremos largamente.
Madama Noir, profundamente compungida
procurava nao ver o asaassino.
cenas Jo Paraguay.
AVEmaAS E PADECIUBNTOS DE UMA. EMKHIADA
FIA.MCEZA NO PAR.WI'AY. ESCRIPTAS POR
ELLA MESMA.
Exposicao de Borathea Ouprat Lanerres.
(Conclusao).
A' nossa casa vinhai tambem alguns po-
bres homens (espies), que sem malitia, e
s por nos terem servido- ootr'ora, aonta-
vam o servico que faziara>r e as ordeno que
recebiam sobre esta ou aquella pessoa..
Mas do que se disse em nossa casa ain-
guem souly palavra, porqe tudo alli era
segredo.
A nica pessoa a quem cootavamos o qe
se passava em Franca era o chanceller fran-
cez, Mr. Parcos. Mas pass3wam-sedias sem
chefort, que como saSfcto est cumprinde* que meu pai fallasse com csse senhor.
Os salteadores do collegio i: Para o viajante a Inglaterra um paiz
muitas vetes agradavet e serapre singu-
lar.
Era parte alguma o culto do progresso
lao sincero e to ardente, nem mesmo na
Allemanha; a patria classica das tradicSes,
onde se conservara com o maior respeito
os usos do tempo passado.
O amor s formas gothicas alli levado
at idolatra, e nada to singular como
as formulas que acompanham os actos so-
lemnes do poder legislativo e da adminis-
trado.
Mas, principalmente as corporales e
universidades que se conserva mas ar-
raigado o*ardor tan tico por todas excen-
tricidades que encontrem cora a palavra
ocostume.
Enviaja va, ha annos, em urna das pro-
vincias mais pitorescas da Gra-Bretanha, o
Buckinghamsire.
Una manhSa tinha sahido de Windsor,
e ia pelo camiubo mais curto, porm
mais agradavel pequea cdade de Eton.
Moco, cora ponco dinheiro, e sem peza-
res, caminhava a p por um atalho estreito,
sombra de urna densa raatta, quasi ina-
cessivel aos raios do sol.
E se bem que enlb, como hoje, a poe-
sa nao fosse o meu fraco, seduzido pelas
maravillas naturaes do lugar,' ia a princi-
piar a compr umidyllio, quando se apre-
sentaram sinistramente adiant de mim
tres homens.
Os salteadores de Schiller, com snas ca-
ras ennegrecidas, e suas armas penduradas
cintura, nada eram em comparado com
esses tres tocinorosos, cujos olhos, como
os da hyena, brilhavam debaixo de seus ch-
peos de abas largas.
Minhas ideas* virgillianas tinbam-se evapo-
rad), e sentia-me mais morto que jfm'
quando me conduziram para o cume de
um outeiro sobranceiro matta. Depois
de ter caminhado alguns minutos, fui apre-
sentado ao ebefe da quadrilha, que teria
dezenove annos.
Tanta perversidade em tao tenra idade
fez-rae arripiar as carnes.
Um salteador imberbe com urna bandeira
encarnada, agitou-a tres vetes, ao que os
outros appcoximaram-se de mim. Fechei
os olhos, e desmaei.
Quando tornei a mim estava deitado em
um prado verde a alguma distancia da
cidade em que devia jantar. Esfreguei os
olhos, e achei junto de mim urna pistolas
um punhal.
Peguei nestas pecas de convicio e levei-
las presentada autoridade competente.
que era o nosso melhor amigo.
Nenhum dos tres se importa va cora a po-
ltica de Lope, fazendo todo o^ossivel para*
nao chamar sobre s a attencio de pessoa
alguma, e nao- dizendo nem bem nem mal
del la.
Se fizmos aJgom bem aos desgranados
ft sem ostenta?3o e com as precaocoes ne-
cessarias para nao ofiender nemvexar nin
goem e para nao se dizor que soctorriamos.
pessoas a quem< se qaeria fazer padecer.
Meu marido era to delicado- em suas
dadivas que eu> mesmo ignorava a maior
parte dos beneficios que fazia.
Os agradeciaientos que mais tarde recebi
de varias pessoas, me tizeram contaecer que
era era meu nome que dava essas- esmolas,
qaerendo assia> que os beniBciados fossem
menos mortificados, recebando esee pouco
kon que os amiavamos, e tambem para
chamar menos a atteacao do monstro que
condemnava- a morrer de miseria certos
homens, aos quaeo-ninguem se atrevia a soc-
corrsr.
. Para reformar a sua vmganca era neces-
sario parecer apoiar-se tantas crueldades.
Mmha familia^ dectarou-se completamente
neutra!, pelo que,- tenho a saptisfac3o de
nunca m ter rebaixado, e a consotaco de
saber positivamente que os tres martyres de
minha familia morreram sem se prestarem
s infamias e baixesas que d'elles se exigiu.
A polit:ca de Lpez principiou a, ser ter-
rivel; assim acontecen desde que comecou
a perder essas fabulosas batalhas que elle
sempre dava por gaahas. E desde entao
foi-nos preciso estar muito prevenidos e
alerta para saber o que se devia responder
a certas palavras immutaveis que se dirigiam
a todos, quer viessem de amigos, ou de
conhecidos, para o que era necessario men-
tir ou mudar de conversarlo.
As senhoras de maior representado eram
espreitadas as suas relaces com certas
pessoas e vice-versa, e bem assim suas cria-
das, de modo que Lpez recebia diariamen-
te tres coraraunicacoes.
Um dos espides pertencia A polica, outro
ao ministerio e o terceiro era urna celebre
raulher que se tornou notavel no desempe-
nho do papel que Ihe coube.
Se esses espiSes fallassem sempre a ver-
dade, nao se teria prendido tanta gente,
mas como esses cargos servem sempre pira
exercer vingancas, foi o que aconteceu des-
de que Lpez subiu ao poder.
Lpez desde entao deu ensanchas ao seu
odio, dando crdito a qoanta denuncia re-
cebia, protegendo dessa modo alheios odios
pessoaes.
Os desgranados a quem caba essa sorte
eram arrastados s prisoes sem a menor for-
malidade e at sem se Ihe dizer porque se
proceda assim com elles.
Os carceres eneberam-se de reos dessa
especie, sem distinecao alguma, e quando
ficavam atopetados eram d'elles tirados e
mandados para diversos pontos do interior,
sem se importarem que vivessem oo mor-
ressem.
O cnsul francez M. Laurent Cochelet
mostrou sempre o maior ioteresse por to-
dos os presos estrangeiros: visitava-os, ali
mentava-os, a asa dos ministros para ave-
riguar sua9 cansas e pedir que elles fossem
julgados, mostrando sempre o maior zelo
por elles, como um digno agente que era;
distinguindo-se alm d'isso pela sua buma-
nidade para com os desgranados e porque
se tinha imposto, como um dever de honra,
salvar o direito de entes'que pareciam aban-
donados de Deus.
Foi elle o nico agente que se fez respei
lar de Lpez, e estou certa que se se Uves-
se conservado em sen posto at o fim da
guerra, se teriam evitado mil calamidades,
pois s nm carcter firme impunha a Lpez,
e s Dens sabe se receioso da honrada pes-
soa de M. Laurent Cochelet, esse tyranno
n3o procurara encobrir sens crimes.
A desgraca dos estrangeiros residentes no
Paraguay nascen de M. Laurent ter sido re-
movido de cnsul. Elle m'o disse enterae-j
cido quando se despediu de mim e Ihe com-
muniqnei o receio que tinha de que a nossa
posicao peiorassa,
Sempre pensei que o joven M. Paral do
Candiere drCuveiville fosse ao menos um
ora faag*. j | !I |
Engsnapio-noj. $ comigo muitos infeli-
zes franelas que julgandoxe protegidos Ihe
contavam o que se izia com a confianca
que merece um pai, s alm d'isso porque
suppunham camprir um dever dando-lh
conta de tuda w
D'esss modo sabia M. Paral do que se
pasSava.. .*% de nonte nSo faltava quem
o magnetsasse com differentes especies
do vjnbb, deque infelizmmte era o Sr. Cu-
verville um grande apreciador, einsensivel-
mente e par artimanhas saccava d'elle quan-
to sabia.
Como foi triste o papel que representou
o nosso cnsul, que sem tino e s por amor
ao vinho servia de intermediario para os
francezes e outras pessoas que, pela eslima
que consagravam ao seu ttulo, depositaban)
nelle a sua contianga, on com elle discutiam
sobre os azares da guerra I
Pareee-me que se elle uo gostasse tinto
de vinho nao. teria servido to indignamente
aos desunios de Lopaz.
Dous das' antes da evacuando da capital,
dissemos a M. de Cuverville que nao sabi-
riamos de nossas casas se nao bos dessem
! assaportes para irmo3 para onde quizesse-
mos.
Sua opnio foi no principio esta, mas
depois que esteve ero certa casa mudou de
parecer offerecendo-se para convocar todos
os francezes para darero cumplimento pon-
tual ordem
Assim aconteceu ; e no dia 22 de feve-
reiro participon-nos que havia ordem para
sahirmos n'essa mesma tarde, e que nos
alistassemos; fizemos muitas observaces
este resperto; mas tudo foi inotil; soli-
eitamos-lbe que pedisse passaporie3 para
sabirera para fra do paiz aqwelles que nao
qaeriam retrar-se para o campo, estribn-
dole em rases jpuilo plausiveis. Nada o
pode convencer; era negocio decidido que
teamos de dexar nossas casas e interesos
para ir vver onde a Lpez approuve ir f
lodos os estrangeiros foram chamados
a polica onde j estavam impressos os pas-
saportes, e o chefe qoe j tinha umarsla-
no de nomes com o logar designado para
onde devia ir cada pessoa, comecou a cha-
mar ara por um, ordenando que sahisse s
2 horas da tarde desse mesmo dia, e en-
tregando Ihe o que Ihe pertencia.
O primeiro chamado* foi meu irmeo : o
seu passaporte era para Peribebuy. Meo
irmo reclamou contras isso flizende-que
viva sob- o dominio patesoo e tinha a seu
cargo su familia, que vivamos juntos e
nao tinneaos meios para> viver separados.
O chefe nos deu ento ordem para irmos
para Valenznela. >
Meu pai veio annunciar o rrsso destiao.
Nao tnbamos meios para sahirmos nesse
mesmo dia-,. senSo deixano- tudo abamfo
nado.
Pareca-nos impossvel fazar a viagera
sem levarmos colchoes e Boopa. Resolve*
laos esperar por alguma carreta.
Entretanto, publicou-se- um bando en>
que se dizia> que dabi a 48^ horas a capital
dearia desoccopada ; que rindo esse praso
seria fuzilado todo aqnells- que fosse en-
contrado na capital : que sol* pena de mor-
te era prohibido bater na3- portas alheas,
imp ndo-se a mesma pena a todos que ti-
vessem relagoes com o inimigo, e aos que,
sabendo-o, nio o commuaicassem auto-
ridade.
Fizemos toda a diligencia para se nos
marcar outro logar para oode fossemos, e
por intermedio do cnsul designou-se-nos o
Limpio onde tubamos amigos.
Para alli fotnos com a familia de Golier-
rez, e alli vivemos em paz. at sexta-fera
Santa.
Nesse dia deu-se ordem a lodos estran-
geiros para apresentarera-se ao juiz do
lugar, onde se apresentou um papel em que
se ordenava qoe ninguem poda retirar-se
dal sera passaporte do [juiz de paz, que nao
poda tambe da-lo sem ordem do chefe de
polica que se achava em buque.
Isto collocou-nos em apuros, porque em
Limpio nao havia mercado, nemcousa algu-
ma, pel que tinhamos de mandar a Luque,
para nos sortirmos de tudo, importando
essa disposieao urna dissimulada ordem de
prisao para todos os estrangeiros que viviam
no campo.
Valiamo-nos de um ardil para dar
conta ao cnsul do que se- passava, pedn-
do-the qoe, por intermedio da polica fi-
zesse chamar meu marido,, proporcionando-
nos,, com a sua ida a Luqoe, meios de mu-
darmos de residencia, como aconteceu.
O cnsul prestou-se com amabilidade a
IstOy e com tanto nteresse proceden, que
tudo conseguimos em pouco tempo.
Mudamo-nos para urna casa de campo si-
tuada em urna illia pertencente ao districto
de Luque, pelo que fomos obrgados a nos
separarmos da familia de Gutirrez.
A nossa oceupaco atli era destillar canna.
Vivamos arredados de toda a socedade,
mas contentes por estar tola a familia rea
nida.
A miudo ouviamos fallar em prisoes-. j
de paraguayos notaveis,- j do estrangeiros,
e sem embargo nunca fallamos nisso, por
que sabamos que para Lpez era um gran-
de crime fallar as prses que mandava
fazer.
Raiou para mim o dia fatal I No dia 6
de julho de 1868 s O horas da noute che
gon nossa casa um soldado dizendo que o
Sr. jmefe de polica quera fallar cora o Sr.
D. Narciso Lasserres.
O Sr. Lasserres parti para nunca mais
voltar t No dia segrate, muito cedo, mi-
nha rai foi ao cnsul para le pedir que
fizesse diligencias para saber onde se achava
meu marido.
O cnsul ficou sorprendido quando mi-
nha mai Ihe disse que -julgava que meu pis
lora preso.Cest ce que je craignais! eO
Clamou.
Estas palavras soaram mal aos ouvido
de minb\ m3i, que Ihe perguntou porque
O receiava; o que havia contra meu pai, e
em qoe se fundava para exprmir-se assim.
6 cnsul calou-se ; mas empregou os
maiores esforcos para salvar meu pai, re-
sultando das diligencias que se fes saber-
mos que o Sr. Lasssres nao estava preso
por crime poltico.
Foi meo pai, em companhia do chancel-
ler, quem me veio dar esta agradavel noti-
cia naqual acredtei, porque sabia perfeita-
mente que meu marido nunca se tinha oc-
eupado nem compromettido em consa al-
guma.
Varias vezes fui ver o cnsul e o chefe
de polica, que sempre me respondiam por
monosyllabos.
No dia 12 recebi alguma roupa que, meu
pai me mandava, paja ser Uvada.
ORK>? qu
ira a roupa limpa.
aesses pipis liase o segainte :
On menferm id sane mt rim din, jnne
m'i pas encor hisivoir te hefikpblki :
e no outro : je ne sais r^n, (fn M JlVa.p-
encor intersrogi.
Fui procurar o consol $ oubaAfae meu
marido n5o eslava mais em Luqoer tondo ..
partido a cavallo na vespera para a capital.
Esta transferencia afiligio-me atuilo.
O cnsul mostrou ignora-la ; mas depois
deQonciou-se, dizendo queja sabia do qoe
to ha occorrdo.
Estando eu presente, foram chamados ao
ministerio do3 negocios estrangeiros os cn-
sules de Italia e Franga, que quaado dalti
voltaram, dsserara que se Ibes tierna lido
urna ordem mandada pelo telegrapho por
S. Exc. nestes termos :
Ialime-se aos cnsules de Italia e Fran-
ga que entreguem como presos todas as
pessoas de suas casas. Se cao o fizerem
por bem, serab compellidos a isso pela
forca.
O Sr. Cuverville ficoo furioso, vociferan-
do contra Lpez como costumava fazer sem-
pre que fallara comigo.
Desped me aterrorisada porque compre-
heodi que todos em geral iam ser presos.
Cbeguei a miaba casa debnlhada em la,
grimas, e participei a meo pai e a meo ir-
m3o qoe igual sorte os esperara.
Moravam coranosco dous carpinteiros
francezes; s horas da madrugada tres
soldados vieram bnsra-los, e dabi duas
horas veto outro buscar meu pai.
Na mesma occasiSo participei-o ao cnsul,
que me respondeu amistosamente que1,,
todos serian presos naqueile dia, aceres-
lando, juizes, empregados, e estrangeiros
tambem o sero... e que antes de anoote-
cer elle mesmo .o seria... mas que 99 as-
sim nao acontecesse, dispozesse da sua boa
vontade e de soa casa.
Passarei por alio o muito que soffri eotab.
Nao posso conservar a serenidade necesa-
ria para referir lab tristes acootecimentos.
Miniiu mi acbava-se ento moribunda :
fiz. esfornos sobrenaturaes para eccultar-lhe
as minhas angustias.
Passei o dia lt> esperando que viessem
boscar meu pai, oque nao aconteceu, pas-
sando mais urna noute juntos e sob o mes-
mo tecto.
Apromptei una malazinha, em quemet-
ti alguma roupa e esmida- para que nao sa-
hisse de casa to desprevenido como os
outros dous.
Aduas horas da-madrugada do dia 19
ouvi fortes pancadas na porta, ruido de
armas e (ropeis de oavallos, perguntaado-
se em gritos se Arislides Duprat estaba em
casa.
Nao esperaram qoeabrissemos a porta,
arroraearam a fazendo saltar efechadura.
Entraram depois tres soldados que-car-
rancudos olharam para< nos, como se fos-
semos oimgos.
Todo esse apparato- sorprendeo-me ex-
traordinariamente, porrme tendo as outras
sido levadas com o maior socego, nao espe-
nava que se empregasse tanta azafama para
prender o ultimo.
Ai nossa prudencia e- presenca de espirito
aoalmoo os; mas, apezar disso, nao deram
tempo para meu pobre irmo vestir-se e
sellar o seo eavallo.
Gm irona perguotiram-me se eraum
avallo tordilho, ao qoe respond que seria
esse, ou outro qualquer.
Responderam-me qae-traziam nm cavallo
para elle.
Acompanhei meu irmSoat ao pateo para
despedr-me d'elle 'e vi que o obrigaram a
montar em nm dos cavallos em que tinham
viodo, ordenando se-lhe qoe rompsse a
marcha.
Na occasio em que me recolhia ouvi um
movimento ruidoso, voltei, e cheguei no
momento em qne atavam menrfrm5o
Proteslei contra isso ; mas'me irmo
pedio-me que tivesse coragem e paciencia e
que nada dlcesse aosa mi.
Al hoje ella o ignora. Obrigaram meo
irmo a apeiar-se e piizeram que atado
saitasse sobre o seltm r ,v^
Disse-lhes que era intil leva lo amarrado,
porque em quanto eu (sua irma) e nossa
raai existissemos, meu irmo seria nm c t-
deiro. Mas qne logo que nos desappare-
cessemos do mundo, elle saberia viagar-se.
Procurei sempra suavsar a sorte dos
martyres de minha familia, para poopa-nos
dor de nossa separano, mas desla vez
nao pude conter-rae ; e de,sde eotSo tenho
[vertido copiosas lagrimas, e o meu -vifer
(em sido amargurado.
Dirigi-rae ao cnsul, que apparenlemente
compadeceu-se de mim, dizendo-me : que
sabia como meu irraio fora tratado, mas
que sua prisao nao fora ordenada-por L-
pez, attribuindo-a antes a um abuso do sar-
gento.
Mais tarde soube que tinham chegado a
estaciio do ferro-carril s 3 horas da ma-
drugada, e que alli os esperava o chefe de
polica Sanabria, que fez tirar meuirmSodo
carro mandando-o com um sargento para a
capital, donde sera, conduzido para S.
Francisco, coro os outros.
O consol ofifereceu me soa- casa para n3o
vver sosinha com minha mi, agradeci-lhe
a offerta nao aceitando-a nessa oecasiSo por
notivos particulares ; mas disse Ihe quft
aceitara quando houvesse necessidade, poE-
do-me ento sob sua protejan, a qual tan^
tas vezes me tinha offerecido.
Offereceu-se tambem ser intermediario
pana as remessas que eu qnizesse mandar
aos presos, e julgando qne riam coH mais
sfguranna com o serlo do consalado, acei-
te! osea obsequie no dia seguinta aprom-
ptei um caixo com destino a meu pai.
Nao ti ve noticias da remessa at o dia 29,
3m que fui ver o cnsul para consulta-lo
se seria bom pedir no dia 24 a liberdads
dos meus presas.
Approvou a lembranca, a com
myseiro disse-me que havia um
muito grave e de muita importa
se refsriam as prisoes qw tsham 1
oaqaelles das.
Perguatei-lbu que mysteriaBra asas, qns
tanto affligia ; respondeu-ms, coa sr tbea-
tral, que era orna grande conspiraelp.
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