Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12086


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Full Text
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>.

.. XLVI. NUMERO 80 "
-----------------------__. -
A CAPITAL E LGABES OKDE 1A0 SE PACA
l'or trr toeaes adiaulattos................. OAoOO
Por seis fl!tO "dora................... 12J000
Por um anr*o Jai..................... 240000
Dad OMMMro arvulso ......,..'.,......, 320
i n
i.
" SABRADO 9 DE ABRIL DE 1870.
PAA BBITHO E PORA DA PROTUCIA,
Por tres mezes adiantados.................
Porsenfffltosideiii. .......'........ .?
Por nove ditos idem...................
Por u aono idem #..................
um
I3JB0O
271000
Propriedade de Manoel Figuera de Faria & Filhos.
)
. SAO ACEITES:
Os Sr8. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gontjalves 4 Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Mara JaJio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jote
Pereira d'Almeida, era Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Befermino dos Santo Blelo, em Santo Antao; Domingos Jos da Corta Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Aives, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparrabo no Rio de Janeiro.
PAITE OFFICIAL.
Cofcrno da prorlncia.
OISPA.CHOS DA MCMDBNCIA DA PROVINCIA DO DH 5
DR Alilill. DS 1870.
Tenante Antonio Mana de Araujo.Lavre-se de-
hberaco, mandandr/dar a guia requerida.
Padre Augusto Frankiin Moreira da Silva.Ri-
valide o sello do documento que juntan.
Antonio Jos dos Santos Servina.Nio tendo o
supplicanle pago os reactivos direitos, e haven-
do deeorrido o prazo legal sem que usasse da 1-
eonca que ihe ei concedida pe) governo impe-
rial, nao tem lugar o que sequer.
Eleuterio aobertg Tavares do Espirito Santo.
Ao Sr. inspector da thesouraria provincial, com o
incluso allestado do respectivo delegado litterario,
e a parlarla d'ajti data.
Capitao Francisco Leite Cavalcanli de Albu-
querque.Na hypoihese de que o supplicante tra-
ta, mil Ipip lugar o pygam"!'1" da iucu sua.
Francisco Joao de Barros Jnior. Conceda-se,
nos termos do regulamento e do estyllo.
Flix da Cunta Teixeira e Manoel Alves Bar-
bosa.-A planta pode ser tragada por qualquer
agrimensor, e al mesmo pelos suplicantes, urna
tez que o facara de conformidade com o disposto
no i. do art. 2." do decreto n. 4105 de 22 de fe-
veroiro de 1868.
lrmandaae da ordem tereeira de Nossa Senhora
do Carmo desta cidade.Expeca-se ordem para
um batalhao.
Irmand ide de Nossa Senhora do Rosario da villa
de Iguarass. Informe o Sr. thesoureiro das lo-
teras.
Joaquim Jo-e Goncalves de Macedo.Ao Sr.
inspector da thesooram de fazenda com a portara
d'esla dala.
.Jos Antonio de Leio.Volte aoSr. inspector da
thesouraria de fazenda para informar.
Joaquim Jos Rodrigues, e Jos Raymundo Ca-
bra!.informe com urgencia a cmara municipal
da cidade da Victoria.
Joaquim Antonio de Castro Nunes.Passando
recibo, entreguem-se os documentos somonte.
Jos Eslevao de Oliveira.Encaminlte-se.
Jos Pedro Velloso da Silveira JniorSellados
os documentos, volte querendo.
Luiz Francisco Vieira de Lunaa.Ao Sr. inspec-
tor da thesouraria da fazenda para mandar pgar
ao supplicante o que fr devido.
Capitao Leopoldo JoslFelippe de Santiago.Por
deliberacio de 29 do mez'lido, fci o supplicante
aggregado ao 6 batalhao de infamara da guarda
nacional d'este municipio.
Mara Leopoldina.Conceda-sc a remocio pe-
did.
Maria Francisca de Seuna.Drlia-se ao Sr.
desembargador provedor da Santa Casa de Mise-
ricordia em sesso da junta.
Dr. Sil vino Cavalcanli de Albuquerque.Pas-
sando recibo, entregue-se.
Dr. Tristao de Alenear.Araujo.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
o m%wifanft&8 Vote,
ouvindo o juiz municipal respectivo.
DIARIO DE PERNATY1BUC0
RECIFE, 9 DE ABRIL de 1870.
Noticias da Enropa.
Amanlieceu hontam fundeado no lamaro o va
por francez Amazone, da linha de Brdeos, trazen-
do datas : de Hamburgo 20, Londres 23, Paris 2i
e Lisboa 27 do passado.
Hkspaniia. Pormenores sobre o duello de Mont-
psnsier e D. H. de Bourbon. Manifest ardes em
tala a Hespanha contra o recrutamento. Separa-
cao entre os unionistus e os demcratas. Sae To-
pete do ministerio, substituid') por Beranger.
Khanqa.Comee* o inlgamento do principe Pedro
Bonaparte. Escndalo em Tours. O projecto
d'abolicCio da pena de morle foi reenviado As
ommissoes. Conting nle de 1810, nove mil ho-
mens.
Inglaterra.Bill da Irlanda. "Medidas repressi-
ras. Bill de reforma eleitoral.
Roma.Mw M infallibidade do papa. Atti-
tnde de Franca e das potencias catliolicas.
lTM.is..Licenc'eamenlo de 30,000 homens do exer-
do. Economas no orcamento da guerra e no
dos estrangeiros. Assassmatos do general Esc.of-
fitr prefeito de Rivena
Alt.kmaniia.Medidas militares da Prussta. Or-
camento federal de 1911. Poltica do novo mi-
nisterio bar aro. Pena de morle em Balen. No-
va lei eleitoral na Austria. Desintelligencia entre
os ministros hngaros e os austracos.
Ahkrica.Medidas financeiras na America. An-
nexacao de S. Domingos. Neutraliiade na ques-
tao de Cuba. Debellada a insuireicao do M-
xico.
Portual. Resultado da eleicao de deputados.
Mimfesto do centro progressista. Modificacao
ministerial. Diversas.
HESPANHA.
O principe D. Henrique de Bourbon linha 47
unnos : era de pequea estatura, elegante, e apre-
sentava menos idade ; tinha poucos beos de for-
tuna, e devia a maior parte dos seus recursos
generosidade de seu irmao o re D. Francisco de
Assis.
Tinha casado em Roma em I8'i7 com urna fUha
do conde de Castelvi, de quem tinha qualro fi-
lhos.
O principe resida habilualmente em Piris, mas
guando retientou a revolucao em Hespanha, apres-
sou-se em recenheeela, e escreveu violentissimas
brochuras contra a rainha desthronada, sua cu-
nhada.
Os partidarios da revolucao tnostraram-se pouco
disDoatos a acoiber provavelmeote o novo adepto.
As suas cartas ao general Prim apenas recebiam
re8posta. O principe Henrique de Bourbon en-
trou a publicar novos pamphletos, e entre estes
alguns contra o duque de Monlpensier; D. Anto
nio de Orleans em qaanto andou afastado de Hes-
panha nao fezeasodos ataques vivissimos dirigi-
dos por seu primo.
D. Henrique de Bourbon nao alcanzando o seu
intento, islo a remtegraclo no posto qoe Ihe fo-
ra tirado-pelo governo de D. Izabel, fez-se republi-
cano exaltado.
No dia 7 de marco, o principe D. Henrique de
Bourbon mandn publicar nos jornaes de Madrid
um novo artigo reproduzindo a maior parte dos
ataques j dirigidos contra X) candidato ao throno
de Hespanha.
O duque de Monlpensier que se achava em Ma-
drid, nao jnlgou possivel, apezardos conselhos que
iiie davam nesse sentido, deepretar o que nes3e ar-
tigo havia de ultrajante.
O duallo vermeon-se no dia 12 de madrugada,
em pleno campo a 200 metros de distancia de Al-
corcen, que flea a 8 kilmetros de Madrid. Os pa-
Jrinhos do duque de Montpensier eram o director
geral de infamara o lente general Cordova e o
chele da diviso da guarnicao de Midrid o tenen-
te genenral Alaminos. Os padrinhos do principe
D. Henrique eram doos republicanos Santa Maria
o Ortiz deputadot por Sevilba.
Os dous advemriosdeviam collocar-se 10 me-
tros de distancia,proximarem-ieum metro de-
Sois de cada tiro, at um delles ficar fra do cm-
ate.
As sortea favoreceram D. Henrique que foi quem
primeiro atirou.
Os prmeiros tiros nao acertaran). A nove
metros, atirara-se os dm> tiros sem resulta-
do alguir ; a oito metros D. Henrique atiran-
do primeiro, como nos precedentes ataques, a bala
rocou pelo fato do duque; este dsparou e o prin-
cipe cahio por trra sem soltar um grito.
O duque de Montepensier ficou seriamente im-
presionado pelo fatal desenlace da lula ; o seu
cirnrgiao teve de fazer-lbe duas sangras.
O funeral de D Henrique verificou-se no dia 15,
1 hora da tarde; no meio de grande concurren-
cia. Sobre o fretro iam as suas insignias'maconicas
do grao 33, iam 17 carroagens ; os espectadores
eram mullos, houve porra socego, apezar de al-
Surnas manifestac5es populares contra o duque
e Montpeosier.
O clero de Madrid vendo as insignias masni-
cas, recuseu-se a prestar a ehcommendacSo does-
tylo ; foi preciso altos esfor;os para ser concedida
ai priaeipo eepnXnra catholica, e um digno-sacer-
dote que acompanhava o sahimento como particu-
lar foi quem fez as oraedes sobre o cadver do in-
feliz principe. Houve no cemiterio alguns dis-
cursos polticos.
Diz o Imparcial que o governo communicara ao
regente a firme resolucao de faser sahir mmcdia-
tamente de Madrid o duque de Montepens o regento queria que o governo deslstisse desse
proposito ; que en vista lestes desejos havia fica-
do addiada a sahida do duque.
O duque de Montpensier convidou para urna
consulta jurdica es juriconsultos progressistas e
demcratas, mas estes recusaram-se todos a to-
mar parte na conferencia.
O Times aprecia nestes termos o duello entre o
duque de Montpensier e 1). Henrique de Bourbon :
Nao nos aventuraremos a predizer at que
ponto poden influir aquelle fatal duello na pers-
pectiva de Montpensier como candi lato ao throno
hespanbol. Relativamente ao cdigo de honra, sao
differentes as ideas que prevaiecem as nacoes
civilisadas. Era Inglaterra, urna transgresso de
lei fosse debaixo de que pretexto fosse inhabilita-
ra para sempre todo aquelle que aspirasse a ser
seu guarda e defensor.
A Independencia belga aprecia de modo dife
rente : > Em Hespanha ;>s gympathias ficaram
sendo para o duque de Montpensier. O defnnto
deixa poucas saudades, e tambem nao merece
o contrario. Em Hespanha fazem do desgranado
duello arma de partido c os inimigos de Montpen-
sier aproveitam mais esta occasio para o aggre-
dir e insultar. O' cavalheirosa Hespanha, onde
Caldern fez passar a accao dos seus dramas de
capa e espada I >
A rainha D. Isabel e seu mando D. Franc s-
co de Assis resolveram a pedido de algum as
pessoas importantes, submtter a questo que 'os
divide a um tribanal particular composto de cinco
arbitros ; cada uma das partes escolheu dous, sen-
do o ultimo escomido pelos quatro arbitros reu-
nidos.
D. Francisco de Assis escolheu o celebre orador
!..)<, -f-r i. '.' U. l-,l!'.l UJVUlllO. II.il U
e Faure.
Os arbitros decidirara que D. Francisco de Assis
viajasse um anno pelo estrangeiro.
Regres3a a Roma ao corpo de zuavos de que
faz parte o irmao mais novo de D Carlos. O prin-
cipe D. Alfonso tem estado na Allemanha aguar-
dando os acontec memos; o seu regresso a Roma
parece indicar qde por emiuanto .renunciaram
os carlistas a toda e qualquer tentativa revolucio-
naria.
Regressou de Roma o ilho da rainha Isa-
bel. O summo pontfice ofereceu-lhe um magni-
fico mosaico representando a Vrgem, e um livro
preci-sissimo com a oracao dominio*! em 250 idio-
mas e dialectos differentes.
O principe acha-se em Hyeres com sua av a
rainha D. Christina.
Leu-se as cortes uro pedido de autonsacao
para ser mattido em processo o deputado Angela-
da que foi testemunlia no duello d? D. Celestino
Olozaga cora um americano em marco do anno
passado.
O brigadeiro hespanhol Pierrad foi condera-
nado em conselho de guerra perda do seu
posto.
Prim referi as corles as deserdens praticadas
em Madrid no domingo 13 de marco, pela manifes-
tagao contra o recrutamento.
Atirarara-lhe pedradas os excitadores que toma-
vara parte uo tumulto que segundo afflrma era
commandado por deputados republicanos.
Houve tambem numerosos meetings contra o
recrutamento, secundando o de Madrid, em Mala-
ga, em Cadix, em Valeuc em Gaadalajara, em
Valladolid, em Zaragoja, Santander, Salamanca,
Avila, Pamplona, Gijou, Ciudad Real, Medina Si-
dona, Tortosa, Puerto, Rivadeo, Cordova, Reus e
Bejas.
Em toda i estas reuniSes houve completo socego,
concordando-se em resistencia passiva, se o go-
verno nao satsfiz-isse os desejos do paiz.
Em consequencia da divergencia entre os
unionistas e demcratas, tnuitos unionistas tem pe-
dido a demissao dos cargos que exerciam.
O almirante Topete foi substituido no ministerio
da marinha por Beranger; leram-se os decretos
as cortes da sessao de 21. Sardoal pedio a sua
demissao de secretario das cortes.
O ministro da fazenda Figuerola- apresentou um
proiecto de lei pedindo autorisaco para negociar
ttulos do thesouro que existeiu em carteira, desti-
nados a pagar os crditos das municipalidades ao
thesouro.
A discussao foi muito animada; foi retirada
depos de animada discussao a emenda presenta
da pela unio liberal contra o ministerio. O pro-
jecto foi aprovado na sessao de 23 por 129 votos
contra 79; abstiveram-se de vetar 40 unio-
nistas.
As edrtes approvaram a lei que dissolve o
banco commercial de Cadix.
Figuerola leu um projecto da venda das mi-
nas de cobre do rio Tente.
A Gazeta publica um decreto impondo ao clero
a obrigacao de prestar juramento consttuicSo
no praso de 2 mezes.
Prim respondeodo as cortes a um longo dis-
curso de Castellar repeliio enrgicamente a idea
que se Ihe attribuia de um golpe de estado, e disse
que se era alguma occasio a liberdade das cortes
fosse araeacada por causa da eleijao do monarcha
combateria at morrer contra os inimigos da sobe-
rana das edrtes.
Moret foi eleilo vice-presidente das cortes e Reus
secretario.
Comecou a disculir-se a constituico de
Porto-Rico.
FRANCA.
Comecou em Tours o processo do principe
Pedro Bonaparte. No dia 21 comecou o exame do
processo. Todos os jornaes de Pars e amitos es-
trangeros nediram ao presidente do supremo tri-
bunal de justica um lujar reservado para os seus
correspondantes.
No dia 21 foi eoterrogado o prncipe Pedro-Bo-
naparte, que narrou o acontecimenlo da ra de
Autenil exactamente como est no processo, e de-
clarou qae usa va sempre rewolvt r e que naquella
occaMao o tornoa a carregar porque receava ser
agredido por alguem que estivesse na rM.
Milliere e as outras testemunhas nao fizerara
depoimento algam imp-mante; Detatruyre e Cas-
sagnac depozeram ter vis.fo s^imh df urna bofeta-
da na face do principe, e Cassagnac disse que o
principe coslumva andar sempre armado, mesmo
em sua propria casa. O Dr. Plnel depz ter visto
o signal de urna bofetada na face esquerda do
principe, junto a orelha.
l'.isclioal Grousset autor do celebre artigo do
jornal de Corsega transcripto na Marselkesa, cau-
sa- do alternado do principe contra Vctor Noir tes-
temunha de Grousset, sendo perguatado pelo pre-
sidente se tinha alguraas relacoes de parentesco
com o aecusado responden com estas pala-
vras: (textual) >A Sea. Lcetitia teve tantos
amantes que eu francamente nao posso d'izer com
veriade se sou ou no prente de Bonaparte .
Este insulto causn grande escndalo no tribu-
nal. Paschai Grousset foi expulso do supremo
tribunal de justica Dor ultrajes familia do im
perador.
A testemunha Natal Rentier declara ter ouvido
na pharraacia para onde foi transportado o cada-
ver de Victor Noir que o principe fra esbofetea-
do. Fouviolle nega e Rentier sustenta o que
disse.
Wachter declara que ouvio em conversa Fou-
vielle dizer que a calumnia arma que qualquer
tem direito de empregar contra adversarios politi-
ces. Muitas testemunhas declararam ter ouvido.
Fouvielle dizer quedera urna bofetada no princi'
pe; oulras, porra, dizem que Fouvielle j fallo.u
n'um gesto que fez Victor Noir. Fouvielle nega
energieamentte.
E' esperado em Parts na sua passagem para
Nice o re da Hollanda.
Aiada se nao sabe quem ser nomeado era-
baixador de Franca em S. Petersburge em subsli-
tuco do general Plenry, cuja exooera?ao foi re-
sol rida em conselho de ministros.
O governo francez recea eomplicacao exter-
nas. E* activissim a corrospondencia entre o
miuistro dos negocio* estrangpiros e os gabinetes
de Italia, Austria, Hussia e Inglaterra.
8io desmentidos os BotCH de desacord en
tre os ministrosT)aru e Olivier.
Os senadores liberaes apresentaram urna
mocao para o senado fazer completa renuncia do
poder constitmnte, fleaudo em compensado cora a
parte do poder legislativo que anteriormente tinha
a cmara dos pares. Julga a Frunce que o pro-
jecto de senatusconsultus de que se trata nao
cnegar a ser discutido, sendo provavelmente
retirado para ser comprebendido no conjunto de
irabalhos de que o guarda sellos fallou ao corpo
legislativo.
O senado passou ordem do dia depois de um
requenmento tendente a limitar o soOragio uni-
versal, apesar de se propdr no relatono que fosse
enviado commissao de juformacoes.
No corpo legislativo foi apreseatado um parecer
em vrtude do qual os prefeitos dos deparlamentos
nao pdenlo d'ora era diante presidir as sessea.
dos conselhos geraes.
O corpo legislativo decido por 112 votos contra
97, que fosse reenviada as commissoes a propos-
ta de Julie Simn para a abolicao da pena de
morle.
Foi apresentado o projecto de lei Qxando era
9,000 homens a contingente militar de 1870.
reerntamento apresenlado por Kratry.
Reuniram-se no dia 23 os direowres de pe-
da Mancha por caosa do nevoViro. Pereceram afo-
gadas trinta e duas pessas, entre ellas muitas mu-
iherfs.
BOMA.
Publicara ja as folhas estrangetras o schema re-
lativo a deaicito da infaliibilidade, concebido
nesles termos :
f 6tpitulo para accrcscentar ao decreto sobre a
primasia do pontiflee romano, estatuindo que o
pontfice romano nao pode enganar-se na defin-
cao das cousas de f e de moral.
A santa groja romana possue a suprema e
inteira primasia e principado sobre a igreja catho-
lca universal, que ella reconhece verdadeiramen-
te e humildemente ter recebido com a plenitnde
do poder do proprio Senhor, na pessoa de S. Pe-
dro, principe do3 apostlo-, cajo successor o pa-
pa romano.
t E como, antes de tado, obrigada a defender
a verdade da f ; todas as que?t5es que possam
ieyantar-o em materia de f devem ser sujeilas
ao seu julgamento c definidas por ella, atlendendo
a que, de mais a mais, nao podem ser esqoeidas
(prmtermitti) as palavras de Nosso Senbor Jess
Christo, quando dsse : Tu s Pedro, Mr.
< O qne foi dito naquellas ciretamstamias tem
sido provado successivamente, norque a religio
catholica na sede aposlotioa lra-se conservado
sempre immaculada, e.a doutrina tem sido sem-
pre manttida mesma altura (celbrala.)
a Por consequencia, ensinamos com a adhesao
do santo concilio e definimos dogma de f, que
gracas assistencia divina, suecede que o pontfice
romano de quem foi dito na pessoa de S. Podro,
pelo nosso proprio Senhor Jess Christo : Roguei
por ti, etc., nao pode enganar-se quando, obrando
na sua qualidde do dontor supremo de lodos os
chrisiaos, define aqnillo que a igreja universal de
ve observar em materia de f e de moral, e que
esta prefogativa de nao errar (ineirantia) ou de
infallibilidade se estende a todas aquellas materias
em que infallivel a igreja.
Se, porem, alguem oosar (pretsumpserit) o
qae praza a Deas nao saceeda contradizer esta
nossa presente definirn, fique.abendo que se
desvia da verdade da fe.
Diz-se que na prxima reunio dos padres do
concilio se tratar directamente da infallibiiidade.
Parti no dia 23 para Paris ;a resposta de sua
santidade nota do ministro dos negocios estran-
geiros de Franca ; parece que a resposta nao ser
favoravel 3 pretenjes da Franca, pos, se asse;
vera que o santo padre se oppoe resolutamente
interveni;o direu ou indirecta das polancas ca-
tholicas no concilio ecumnico.
A nota franceza, segundo se afflrma, nio se di-
rige questo da infaftibilidade, mas diz que a
Franca pede para ser consultada por meio de um
enviado especial acerca das questes levantadas
Eala publicacao de vinte e um caones que esta-
blecen) uma especie de iheocracia.
> Dz-se que o governo francez ignorava aquella
publicacao quando Msolveu a sua eotnplela abs-
tencao a respeito do ctneilio.
Dizem de Paria que o conde de Daru nunca se
lembrou de coearregar o arcebispo de Paris Mgr.
Dupalnlouf da mssao de jepmeenlar o governo
fiauufan tnruuuulllu, UiaaijUB HU CasO~dO eilltuiX"
Ir*
rodicos e tralaram de combinar as onaerva?6es francez era Roma.
or ser aceito naqnella sagrada reuniao,sera o re-
asentante escolhido o Sr. Banneville embaxador
que ha a fazer sobre a nova lei de impren*a.
Os ministros j tomaram uma resolucao rela-
tiva anystia que se de ve dar ne dia do anniver-
sario do nascimento do principe imperial.
As eleicoes na 5* circumssripcao do Rhodan
devem-se verificar nos das 19 ou 20 de abril. A
junta democrtica do Rhodano offerece a candida-
tura a Ulric de Fouvielle, que representa o papel
principal no drama do principe Pedro Bona-
parte.
Houve novas desordens.em Creuzot, no dia
22 um grupo de mineiros quiz fazer parar os tra-
balbos das offleinas de construccoes e forjas ; os
operarios, porm, repelliram aquella tentativa.
Foram perseguidos os amotinadores por um bata-
lhao, Bisando 'sele prisionerosx
Parle das tropas francezas que estao de guarni-
rlo era Oran receberam ordem de se prepararen)
para cobir a fronteira de Marrocos. Parece que se
notava certa agitagao entre algumas tribus.
INGLATERRA.
O bil da Irlanda foi approvado pela cmara dos
communs por 442 votos contra 11. Os nicos op-
pesitores que o bil da reforma agraria teve, fo-
ram 03 deputados irlandezes.
Os oradores irlandezes, sem negarem que o go-
verno lenha lido boas intencSes, declaram estar
convencidos que a projectada medida nao conse-
guir satisfazer os Irlandezes por isso que lhes
nao concede o praso da posse, nem estabelece um
syslema geral para a Irlanda, e so regula algumas
indemnisaees pelo nial que fizerara os proprie-
tarios.
Sir John Gray disse na discussao do bil, que o
povo irlandez o que pede poder tancar raizes no
seu paiz, que os arrendatarios nio possam ser
expulsos seno pela auteridade da le, e quando
csti ver bera provado que nao querem pagar o pre-
go do arrendamento.
A imprensa ingleza pela maior parte est de
accordo em demonstrar que as medidas de lord
Gladstone foram calculadas para diminuir os en-
cargos que pesam sobre os rendeiros irlandezes,
para as proteger contra exigencias arbitrarias, e
para os fazer viver no solo natal em condicoes
mais aceitaveis, sendo fundadas nos principios da
Justina.
Foram tomadas graudes precaucSes militares
em todas as cidades da Irlanda, para impedir
quaesquer desordens que podessem provocar os
feniauos, em consequencia das fustas celebradas no
dia 17 de margo.
A ordem foi promptamente reslabeleeida, ees-
sando logo as precauedes militare?.
Sir Gladstone apresentou um bil para se
cuidar na proteccao da vida e ber. particulares na
Irlanda, determinando que sejam julgados sem ju-
ry os deudos de porte Ilegal de armas pesadas e
perseguida a imprensa que incitar desordens ; nio
se chegar, porm, em caso algum suppressao
das garantas de liberdade individual, e nao sub-
metter o julgamento dos criminosos tribunaes
marciaes.
O Sr. Gladstone declarou que aquella lei lera
effeito por um lempo limitado, e s nos dislrielos
que lord mayor julgar a proposito submtter a
este rgimen.
A cmara dos communs testemuahou que vota-
ra com prorapiido as medidas annunciadas pelo
Sr. Gladstone.
Na cmara o Sr. Gladstone respondendo ao Sr.
Moore, disse qne o governo nao poda prometler
a. liberdade dos presos (eoianos sem se estabele-
cer completamente a liberdade na Irlanda.
A cmara regeitou por 19i votos contra 113
a proposta do censura ao governo pela demissao
do Sberiff de Minagtum.
A cmara dos communs oceupou-se da pri-
raeira leitura do bil de Mr. Leatliam, que j ex-
tratamos para a introduccio do voto secreto no
svstema eleitoral. Mr. Karlington, como orgao do
governo declarou que favoravel adopcao da-
Suelte methodo de votaeao, e que j tomou med -
as para preparar ura bil conforme com as con-
clusdee d commissao de Dqu'erito ; pedia sad-
diamento da discussao at que fosse presento c-
mara o relatorio da commissao.
A discussao do bil foi ad-jiada, cim, o assent-
menlo do sea autor, para o dia 3 dmaio.
i Houve- um espantoso abalroaraento uo canal
O SV. Banneville pedio uma lieenca e acha-se em
Paris. Julga se duvidoso que volte novamente para
Roma, e diz-se que pedio a sua demissio; indica-
va-se o duque de Broglie para o substituir.
O embaxador i'Austria em Roma o Sr. Tmuns-
dorff recebeu oKlem para apoiar 03 pedid03 do
governo francez ; mas a Austria e as oulras po-
tencias caiholicas resolveram nao enviar embaxa-
dor extraordinario ao concilio, combinndose pa-
ra fazerera respeitar os direitos civis por meio das
leis existeols.
Morreu era Marselha o conde de Montalem-
bert : por ordera de sua santidade foi celebrado
em Roma un offlcio fnebre por alma do conde de
Montalembert. Assistiram muitos poucos bispos
porque nessa occasio havia sessao do concilio.
ITALIA.
O parlamento Italiano approvou os exercicios
provisorios.
O ministro da guerra respondendo a uma inler
pellacao fallou das economas que se tem llto no
capitulo do oxercito, assegurando que essas eco-
nomas nao compromettera nem o exercito nem o
servico publico, e que a contar do Io de abril se-
riara licenceados trala mil homens.
O general La Marmora lamentou as hcencas
concedidas, julgando mais conveniente que se d-
vidissem esses trinta mil homens por todas as cas-
ses em servico ; mas que reservava as suas apre-
cacoes para quando se discutissem os projectos
minisleriaes.
Promettem-se importantes econonmias no capi-
tulo do ministerio dos estrangeiros com a redc-
elo do pessoal diplomtico e consular do paiz a
pioporcoes muito mediocres.
O prefeilo de Ravena general Escofuer, foi
assassinado por um inspector de polica. O Sr.
Lanza respondendo a uma interpellacio nesle sen-
tido do Sr. Faria, que desejava que o paiz sou-
besse se esse assassinato teria sido commettido por
motivos polticos, declarou que o assassino era um
inspector de polica chamado Cattaneo, que o at-
tentad.0 fdra perpetrado no proprio quarto do ge
neral Escofler; que este general no uso das suas
attnbuirOes havia somatado e alcancado por mo-
tivo de saae a transferencia do inspector de po-
lica para outra localidade; que em consequencia
desta decsao Cattaneo se havia dirigido ao minis-
terio para reclamar contra a transferencia, mas
que as suas diligencias haviam sido baldadas
O Sr. Lafta manifestou e mais vivo pezar pela
raorte do general Escoffler, que pelas suas emi-
nentes qualidades tao grandes servicos havia pres-
tado i Italia. ~ '?
Falla-se na substituicao do actual ministerio
por nm gabinete de que faro Prte "attui. o
marqnea do Pepoli, que foi embaxador de Italia
em Vienoa, e que prente de Napoleao I
Foi eleilo presidente da cmara o Sr. Biancheri
por 14i votos contra 117 que teve o Sr. Lairolt.
ALLEWANHA.
As correspondencias de Berln dio noticia, de
grandes moviraentos no exeroito prussiano. Os
generaos e os coronis do estado maior visiiam
frequentemente todas as pracas de guerra. Fui en-
carregada uma commissio militar de percorrer to-
das as costas prussiauas do mar Bltico e de indi-
car os pontos que deverio ser fortificados aftm
de se completar naqueUa costa o systema.de defe-
za da Prnssia. .
O pirlamano da eonfeteracao do. norte nao
admittio a proposta tantas veres renovada, com o
mesmo xito, sobre a execue^o do tratado de Pra-
ga relativamento ao Schleswig do norte.
O presidente da chancellara apresentou o
orearaenta federal de 1871 ; aprsenla um aug-
mento de despeza que coincido porm com uma
diminaicao as despezas correspondentes nos or-
cameatos dos estados confederados.
.O.condede Bray que substituto o principe
de Hohenlohe na presidencia do governo na Ba-
viera de>posou francamente as opinides dos patrio-
tas anli-prussanos bavaros, mostrando-se dispos-
to a modificar o syslema militar imposto pela
Prussia- Baviera.
Tem!havido nesles ltimos lempos activa cor-
respondencia entre os gabinetes de Paris e de Mu-
nich.. -
A primeira cmara do grirdacado de Badn
nao s asaociou ao. voto da cmara, dps deoiaiadoj
sobre a abolicao da pena de morte. Repeliio
aquella votaeao com uma ordem do dia motivada
que manifesla quasi exactamente os sentimentos e
opinides do governo.
Aquella cmara julga inopporluna por agora
semelhante reforma.
A segunda cmara bavara ia discutir'innitas
propostas relativas reforma eleitoral, e intro-
dcelo do suffragio universal e directo O mi-
nistro do interior disse que o governo tinha ten-
cao de apresentar prximamente uma nova lei
eleitoral. A actual lei consagra o suffragio em
dous graos. tDepois desta deelararao a cmara
passou ordem do dia, esperando o projecio.
O roichsrath austraco regetou a proposta de
censura contra o governo cisleitiano, a proposito
dos fados relativos insurreico da Dalmacia.
Estao aplanadas as difficuldades que haviam
surgido por causa do tratado do commercio entre
a Austria e Portugal. O tratado de ve adiar-se
concluido brevemente.
O governo austraco vae apresentar no parla-
minio urna nova lei eleitoral, consagrando o suffra-
gio universal e a eleicao por eserutini i secreto dos
deputados do reiclurath por parte do corpo eleito-
ral, f em a inlervencao das dietas.
A desintelligencia* entre os dois ministros da
Austria e da Hungra, acerca dosconftns militares.
ameaca tornajuma certa gravidade. Os ministros
austracos consentem em dexar encorporar os
confins ao reino da Hungra, com duas condi-
coes ; urna que a Hungra tome a seu cargo ura
augmento proporcional da parte que supporla as
despezas communs, e na divida publica; a outra,
que renuncie definitivamente as suas prelencoes
sobre a Dalmacia.
A imprensa ministerial hngara, pronuncia-se
enrgicamente neste sentido, e faz mesmo presen -
tir que, no caso de recusa, o gabinete hngaro
submetteri esta desintelligencia arbitragem do
imperador-rei.
O principe Couza nio aceitn a eleicao de
deputado cmara da Romnania, tendo sido elei-
to pelo quarto circulo do districlo de Mehedintz;
escreveu uma carta ao presidente da cmara, re-
signando essa honra em termos bem sentidos. A
l-iiura da carta foi entliusiajucamente recebda
pela cmara.
E' o primeiro caso de um soberano desthrona-
do, ser eleilo deputado no paiz donde foi ex-
pulso.
AMERIGA.
O senado de Washigton approvou o bil, autori-
sando a emisso de 1,200 mi|bdei de dollars em
bonds, cojo capital e jaros sao pagaveis em valo-
res iseraptos de impostos, vencendo o juro de 4,
4,5 e 5 */. conforme a amortisaeao em 10 aunes
ou em 40 anuos, e serio permuttados por bonds
de 5 o/, assim como todas as obrgaedes dos Esta-
dos-Unidos que anda nio estio pagas.
O senado confirmou por uma grande maioria a
noraeacao qae o presidente fez em favor do Sickles
para represewante daquella repblica em Ma-
drid.
A commissao dos negocios estrangeiros do sena-
do, recommenda que se regeite o tratado de an-
uexacaodeS. Domingos, e portanto fica duvidosa
a railncayau uu tratado.
Dizem de S. Domingos e do A y ti que o almirante
Postor, commandanle da esquadra americana do
Atlntico, havia chegado a baha do Porto-Princi-
pe, que declarara peremptoriamente que o gover-
no americano eslava em negociaedes com a rep-
blica dominicana, e que havendo razio para sap-
por depois da queda de Salnave, que as actuaes
autoridades americanas eram contrarias a annexa-
cao ou cessio de uma parte qualquer da Iha ao;
Estados-Unidos, devia codsiderar todo o auxilio
dado a Cabral contra Buez, como um acto de hos-
tiiidado que seria repellido pelas torcas dos Esta-
dos-Unidos.
Haviam sido condemnados a morle 70 offi-
ciaes e partidarios do dofunlo presidente Salnave.
Entre elles havia 3 mulheres e igualmente senten-
ciadas a morrer.
A cmara dos representantes dos Estados-
Unidos, pronunciou-se a favor damocio do gene-
ral Banks, emprasando o presidente Grant agguar-
dar neutralidaie na guerra entre a Hespanha e a
ilha do Cuba.
Tem corrido em Paris, o boato de annexa-
gio d repblica do Veuezuella aos Estados-U-
nidos.
Corre o boato de ter sido debellada a insur-
reicao do Mxico.
PORTUGAL.
eFr
De Lisboa escreve nosso correspondente em
26 do passado:
No dia 13 effectuaram-se as eleicoes geraes
para deputados em todo o reiiro, com socego em
Lisboa e Porto, e salvo alguns pequeos distur-
bios, com geral tranquilidade por toda a parte.
t As toabas minisleriaes apregoam plenissimo
triumpho para o governo. Tem gracas estas gi-
rndolas I Nao ha governo que ni) venca, que-
rendo, urnas eleicSes. A questo toda nio ler
maioria na cmara; a diCnculdade 6 conserva-la.
Por isso dizia o celebre estadista Rodrigo da Fon-
ceca Magalhes, que os deputados o as casas,
compram-se depois de feitos. E3te compramst-\
va como figura de rhetonca e nada mais.
t A opposicio desceu as raaiores torpezas, di-
zem os peridicos minisleriaes;o governo viciou
o acto eleitoral, bradara os orgaos da oppo-
sicio.
Quem tem razio ?tCreio qua. uns e outros.
A opposicio ganhando alm d'oulras na pro-
vincia duas candidaturas em Lisboa apregoa a
derrota- do governo. Emfim uns e outros ficaram
satisfetos depois da batalha Deus os conserve
em tao doce illusio.
Rim bienqui tira le desniev.
. Eis a relacio dos deputados eleilos :
c Vianna do Castello Manoel Alfonso Eaper-
gueira. B
c Moncio.Antonio Alberto da Rocha Pars.
o Ponte de Lima.Boaventura Jos Vleir.
Valenca.Bento Jos da Cunha Vianna.
t Arcos de Valle de Vez. Jos Teixeira de
Qaeiroz.
Braga.-i-Manoel Joaquim Penha. Fortuna.
t Villa Verde.Joo.Antono de Sepulveda.
s Barcellos.Manoel Paes |de Villas-Boas.
t Villa Nova de Runalico.Joio Antonio Go-
mes de Castro.
< Povoa de LaabosoVisconde dos Olivaas.
i Fale.Antonio Augusto Ferreira de Mello.
Guimaries,Visconde de Passo Vieira.
Porto.Joaquim Ribeiro Faria Guimaries.
Porto.Francisco Pinto Bessa.
i Amaranto.Joaquim Nogueira Soares Vieira.
PenafieLAntonio Pinto de Magalhes Aguiar.
t Filgueiras.A. Brrelo Lencastre.
Paredes.Joio Baptista da Silva Ferrro de
Carvalbo Marlens.
t Santo TnyrsaBento de Freitas Soares.
t Gondomar. Francisco da Silveira Vianna.
t Villa Nova de Gaya Diago de Macado.
Chave?.Antonio Jos Antunes Guerreiro.
Villa Real.Bario de Ribeira da Peona.
Peso da RegoaAntonio Alves da Fonsees
Valle Passos.Julio do Carvalhal Sonta falles.
Macedo de Cavalleiros.Augusto Maria da
Costa e Souza Lobo.
c Mirandella.Jorge Pereira Leite.
Moncorvo. Ignacio Francisco Silveira da
Molla.
t Aveiro.Jos Luciano de Castro.
i Anadia Joaquim Heqriques Fradesso da Sil-
veira,
Estarreja.Joio Carlos de Asta Pereira !
Mello.
Feira.Anselmo Jos Braaarasnp.
Arouea.Carlos Bento da Silva.
t Oliveira d'Awmeis.Jos Cirlts
Setle.
Arganil.Francisco Wauefler
Ojimbra.Augueto Cesar ferjM
las.
. Soure.Antonio Egypcto Qoaresna e Vea*
concellos.
Cantanhcde.Josc Aagnsto Ffrrrrafiarii
Figueira da Foz.-Jbs de Miran Pa f.\-
meida.
Sinfes. Jos Gabriel Holbeebe.
o Lamego.Visconde Je Valior.
S. Joio da Pesqueira.Aupio P^w *> Sao'
de e Castro.
< Moimenla da Boira.Mhnoet Perir* Mr.
t Maogualde.Francisco de Alineida Carw
de Albuquerque.
Carregal.Francisco Corita do Aanral.
Tondela.Antonio Ayres de G.u."*
S. Pedro do Sul.-Jos Baadcira Corita *-
Mello.
Vizeu.Luiz de Campos.
Guarda.Antonio Telles Pereira de V*na-
cellos.
Sabugal.Dr. Antonio Boavida.
Pinhel. Jos Tiberio de Sampaio KutataaV
Trancoso.Belebior Jos Garrea.
a Cea.Jos de Oliveira Pntala.
< Castello Branco.Javme Cowtaritaa Hoau
Certa*.Jeronymo Pereira da San Bata 4
Bastos.
Co vi l hia.=Antonio dos Santos Vieps
Fundi. Henrique de Maceta
linho.
< Caldae da Rainba.-Maiioel Fe
Ibo.
t Leiria. Joo Cbrysostoa MeJirin.
PombaLJoio Chrysostomo ta Abren f-1
i Figueiro dos VinhosAntonio Al
Costa Simoas.
< Lisboa.Jos Luciano de Castro,
i Lisboa.Antonio Angosto Pereira
< Lisboa.Augusto Saraiva ta Carvatax
Lisboa.Joaquim Tbomaz Lobo d'Av
i Villa-Franca.-Joio Gualberto ta '
Cunha.
Mafra.Francisco Joaqota ta Coaua re-,
c Belm.Claudio Jos Ntmes.
Torres Vedras.Joa Pedro
Almada.Visconde de Carrifiiw.
c Setubal.Joio Rodrigues ta Canta
Mascarenbas.
a Torrea Novas.Antonio llodrlfw* I
c Thomar.Conde ta Thoaaar lAMmin.
t Ahrantea.Joio Antonio tas Sata IM*
i Saniarem.Mariano Ghira.
Portalegre.Diofo Antonio Paloteir Platf
Aviz.-D. Miguel Pereira Contato.
EvoraManoel Alvts do Ri.
t Extremoz.Augusto Ce-ar FaleSo da r"*er>e-.
i RedondaJos Mara tas Saakw
i lteja.Jos Das Ferreira.
llnnri loin fi^iA* tntmm^m f/MrtBta-
Mertol.Fortunato Fredenta > **.
t Tavira.Joaqnim Tbomaz Lobo d"Avila.
c Faro.Jos Maria Lobo d'Avila.
Silvas.Carlos Ribeiro.
Lagos.Francisco Correa ta Mentase.
A commissio central da opposirao e Li
publicou no dia 23 um manifest i*ri|ita ae*
eleitores da capital.
< Conclue assim:
t O centro eleitoral progresista eumrire n mi*
grato de seus deveres, feiiitatao-tos pri **
patriotismo, e agradecendo-vos o serrieo ajo* pee
lajtes naci, pronunciando por a |a>
maioria, na tolalidade dos rirenl.* dr |jsa'. aja
a opposicio bem merece da patria, e qy* p
verno actual se nao fundam as esp^raar-ja e i.-
sympaihis do paiz.
Lisboa, 21 de marc de 1870
E' assgnado pelo? senhores : Aitaelr Cari -
Cerqueira de Faria, Antonio Cabral de .*a \ -
gueira, Antonio Augusto Pereira de Miranda. A'
ionio Jos Marques Leal, Antonio AatwS ta r-
vedo Villaca, Antonio de Vasc aeetlo r>rair
Coutinho de' Macedo, Francisco SiinO
Henrique de Barros Gomes, Joo Jos de
ca Corlea, Joaquim de Vasconeellos G*
Caetano de Campos, Jos Maria Lata >eta
Jos Ribeiro da Caoba, Antonio Rodripae* Tare-
jo, Jos Street d'Arriaga e Cunha. Aaawt* C r-
ra Godinho, Augusto Saraiva de Carvata*. '
nardo de Lemns Tciteira ta Agntar. Osm>*
quita da Rosa, Luiz de Carvalho D. Imr^B, Vn
cisco Antonio da Veiga Beirio, Jos Vai M^^v
Luiz de Almeida e Albuqnerqoe, Man. "I Ataai
de Seixas, M .noel Gomes ta Silva. M;ia> ri Ai-
Machado. Marianno Cvrilto de Carvalto. fata-ri
Lopes de Calheiros e Menexea, Vtaanta ta V# -
Nova da Rainha.
Parece que antes, ou pane tapa ta atar
lora do parlamento, que ser a 31 taeirprn-
seri exonerado o Sr. Mentas Leal tanis*r> ta*
negocios estrangeiros. Aceresoeata-e fae e-i
modificacio urgente para reservar aaaa ta****'
polilica latente, que sabida ta laafertnl *i;.
de Saldanha para aembaixita ta < -.
por bro e dignidade de ambos asar rao Inri .-
nio poder effectuar-sa sendo atatatro o Sr. Mw
des Leal, atlendendo violento aarU A> dta*
rrsposta do Sr. Mendes Leal, aaa *j* a* *
passado por occasio da etonaata rraal
lar. Talvez esta solacio cao .
tem o seu tanto ou qaanto ta'
No dia 19, quando ei-reieSr.P-Uta I-*a.
sava a p do iheatro ta Gyaanata) inta eataas -
para o de S. Carlos, onta la ajsastar aa>tT> #
espectculo, uns operaiws a lriaa)tan,^lw
verdadeiros, persegniraaa a tapnrnanaaaan
para Ibes tomar em cowieracie aaaa
memorial, na occasio aa qne i'
carruagem.
Ao chegar porta ta Ihenrn ta S.
sentarara se novamente os
modos bruxos e penco i
os memoriaes. Appareeen a|
os importunos, mas parece ota :
Jornal do Commeixio ta 23 ta e
0 Diario Popular ta 24>
drada.
Nio acertou felixmeata.
lisa o facto e deienninoa-se i
el-rei fr ao thealro tasa
guranca, para qae nao re i
deita orden,
t El re aacomp
campo o Sr. Folqae.
No Jornal ta Cininrii ta 2S, Uta: jln
o Sx. D. Luiz foi bontea ta til anraOcr
e regresson boolem mmmo,jk ataat aibaatata p
ra o paco da Ajada. Onvtaoa alear ajae r-
se recebara nm teiegraaMM ta i
(orea de cavallaria para
regresso, porque na estrata
mens qae desatientan* a
conaequeocia
vallos de Uneeiroa, on ta
Sando patrulhas peto
irigio-se a Cintra, A
el-rei.
< Nao faco
veis acontechaeMoa, aaaa
delles. Visto, portal,
jornaes os tomaram
denle menciona-loa,"

I aiaaaal
^aal


Diario de Pernambuco Sabbado 9 de Abril de 1870.
OH
i


Pan antes de houtem para a luda, como o-
"Vemador geral, o visconde de S. Januario. Vai
em sua iiaaMidiia o di'tincto poeta o Si'. Thoraaz
Ribeiro, secretario gc5l do governo da India, e o
Sr Moraes Carvalho, ajudanlc de ordena do gover-
nador.
Forana neto caminho de ferro al Marselha,
"onde partirlo no paquete oriental.
Greio ter-lhcs dado conta do fallecimento do
nebro marqaez de branles (D. Jos Mari-da
Piedade e encastre).
A imprensa de Lisboa pubiicou urna carta
reuito aotavel'do filho do Sr. D. Miguel de |ra-
ganra ao oipho e.s uccessor do fallecido marquez,
que era o sub-chefe do partido antidinstico, O
principe exilada ten 17 asnos; o filho do marquet
de branles ter 8 annos.
Eis a carta : .
Meu, 12 de margo de 1879.
Meu primo marqnez de brante.*.Approuve
a Deus chamar sua presenca o honra dissimo
pai do marques, e to ioopinada veio a separaco,
Jue a dr e saudade do filho nunca sero adoca-
is pela leiubradca de um ultimo adeus, do urna
derradeira beagio! natural que em lia tenros
anuos D. Joo anda nao possa comprehender a
exien-ao teda da sua destraba ; mas sei que a
presentir, que chorando clamar pelo pai, to ce-
do perdido e que j agora lee servir de unitivo;
mIw que ontros tomara parte na sua dor e a sen-
tem como propria. Eu, mea querido marquez,
que perd meu augusto pai em quasi iguaes' cir-
cuinstancfas, nao s sympalhiso com a sua pena
porque a avaho por aquella que eu sent e sempre
seoure, mas anda tito posso ssegurar que o no;
pe que o veio aterrar tambera a mim me ferio no
mais intimo do corico, pois se lhe roubou o me-
Ihor dos pas, privou uto de um amigo como pou-
r.<>- ha oeste mundo, de um amigo qne me quera
quasi como a um fillio e eu do fundo d'alraa res-
peilava e a nava. Grande pois, a nossa dor, mas,
gran le tambem a cousqlaco, que nos offerece a
lembranca das muitas virtudes e da santa morte
daqnelle que choramos; dio essas a esperanra,
de que j no co gose da viso d3 Deus e ah in-
terceda para nos obter as ericas e heneaos, to
precisa para alcaacarmos a bemaveUuranca. Faz
agora dous annos que, poucas semanas depois da
morte da santa raai do marquez, sea pai me escre-
veu : A cruz a nica estrada para o co.....
nao lia outra cousolaco para as tribnlacoes do es-
pirito, nem para as penas do coraeo, senao o cum-
primento do propalo dever e a resignaeo com a
vontade de Deus por quem, e para quem s Cornos
creados. Estas bellas palavras eram como a ex-
prsalo da vida de seu pai e conforme ellas fol a
sua morte, pois abracada a cruz a encontrou e
nesse signal da nossa redenipeao acboa Corea e
consolacio no combale extrem. Cruzado tambem
tra el-rei men pai; durante a sua vida toda a cruz
f muniuiar e com paciencia, mas, at comanlo
ainor, que, semelhaate ao nosso primeir rei, del-
ta fez a sua empreza e nella achou o maior allvio
i forca nts moitis IribulaeScs da sua carreira e
na hora iremenda da morte. pois, a cruz a
heranca que a ambos nos legaram nossos pas;
beranca grande gliriosa ; mas que nos obrga a
tambem sermos grandes e dignos oella ; dignos de
taes pah e dignos da patria que igualmente ?,
as glorias da cruz aehou a propria grandeza!
Eslou por isso resolvido e fago quanto em mim
cabe, para toma-la por norte da rrrinha vida e de
todas as minhas arenes; espero e confio que neste:
caminho aeharei sempre um fiel compaoheiro no
meu joven marquez e quero que desde ja saiba!
<|ue tm mim encontrar constantemente um cora-
ci de amigo liel e verdadeiro. Devo isto a seu
pai, e, crea-o tambem, a conformidade da nossa
dr e semelhanca da nossa desgrana. Rogo a1
Deus que abencoe e proteja o marquez de Abran-
tes e qne sempre o haja em sua santa guarda.
Seu primo D. Miguel de Bragan.*
No Diario do Gocerno de 18 de marco corren-
te, Coi publicdo o decreto de 17, era 'conformidade
com o art. 52 do decreto com /orea de le de 18
de dezembro de 1869, approvaadcr regnlamrrto
para a cobrarla, escripturarjo flscalisacad dos
emolumentos consulares no imperio do Brasil, que
faz parle dj masmo decreto. Tem este 31 artigos
e 18 modelos. *
< Em todos os consulados, viee-consolados e
agencias estara patente a tabella dos emolumen-
to- para poder ser consultada pelos nteressa-
fos.
Tanto no consulado geral, como nos outros
consulados do Brasil, haver um cpfre onde en-
traro os respetiv;s emolumentos, os juros dos
depsitos melade do que se arrecadar-nos vjee-
consulapos e agencias consejares de sna depen-
de nri i, e quaesquer fupdos cuja transferencia te-
nli.i siii) ordenada para es mesmos cofres. Os
cmi>utes~~s3o respoaravets peros txstrsas -c-T0orer
qoe arrecadam.
Toda a importancia des emolumento?, pprcen-
lagens n juros de depsitos que se arracada no
rrnsuladu geral de Portugal no Bio de Janeiro e
ios consulados da Baha, Pernambnco, Maranho,
Para, bem :omo a me'ade dos emolumentos co-
llados as dependencias dos respectivos consula-
M'ar porluguexda 26 de novembro de 1851, cons-
t:iue receita de estado, na conformidade do que
dispoem os decretos de 13 de abril de 1868 e S6
de abr I tU 1869.
O- t:aoIumentos serao pagos em moeda forte
de Portugal, ou no seu equivalente em moeda bra-
siicira. A reduceo a esta moeda ser feita pelo
:ambio da praca que fixara cmara dos correto-
K-s no jiriiiii iro dia de cada mez. A cobranza
i!cs emolumentos, pertencentes ao estado^effectua-
se por inoio ile estampilhas, as quaes hao de ser
eolloeada nos documentos ou livros de que pro-
venlia a receita, por baixo da verba do pagamento,
e iiiuiisadas com a assignatura do propro em -
pregado que fizer a cobranca, e com a data do
dia rm que ella tiver lugar.
A- e-tamplhas se'rilo dos valores de SO rs.,
Itti, IjO, 200, 250, 400, 300, 800,1*00% 2*000,
3J. 'ti, 3A 10*, 20J. 30*, iQ*, e 505, c estam-
padas aa repariico ao sello da casa da moeda.
- Em todos os consulados haver um Boto de
recoila, conforme o modelo n. 4, que ser pre-
viamente rubricado pelo secretario da legaca
no iu de Janeiro, com termo de abertura e en-
cerrameto, no qual se laucarao, por ardem de
nmeros e datas, as quanlias ^uo se arrecadarem
com deslgnacoes da sua provincia, c do uome
do individuo que as satisfazer. As conlas do
eoosul geral no Rio de Janeiro c dos cnsules
i; Brasil, e bem assim as da chancellaras quein-
tennamfnte exercerem as Conccoes eonsul.ves,
sin sujeitat ao julgimeato do tribunal de contas4
tid i formuladas por annos econmicos em Ijar-
nioiia cora as prescripces do regulamento geral
de eventualdade, e remeUidas ao referido tribunal
at o da de Janeiro do anno econ*uii:o se-
gointe, por iutermedio do ministerio dos negocios
ttraniiciros.
O uso das ..'.-Laupillias para a cobranc dos
emolumentos consulares, no imperio lo Brasil,
dever comecar em 1 de julho do correte auno.
Succumboi d'uma pneumona aguda o vij-
poodo das Nogueiras, eu pregado superior da al-
f.indega do Funcbal (Madeii a) e pai do Sr. Jacindio
Augusto de Sanl'Anna c Vasconcellos. Era do
covsclbo de S. M., fidalgo cavalheiro da casa real,
commendador de Cbrislo, condecorado com a
in lalli i das campanhas da liberdade e ebefe de
servico da alfandega. Tinha sido em 1828 capilo
do milicias, emigrou. n'esse tempe, servio no
arzd do Porto, durante o qaal o Sr. D. Pedro IV"
o encarregou de coramisss imporlpnlea. c arris-
cadissimas. Era baihcm di una edneacio, trato
ainmissimo e de honrado carcter. E" de crer
qae a sou filho, antigo deputado em varias legisla-,
turas, escriptor distincto e empregado superior no
ministerio da fazeada seja feita a mcrc do t
tul de visconde.
No da 19 asignou-se no mfnislerio das
iras publicas o contrato celebrado entre o gv
enio portuguez e o Sr. D3pech-i representante
de urna empreza ngleza. para 7 estabele^imento
le um cabo submarino entre Portugal o Ingla-
terra e Portugal e Gibraltar. Ee contrato pro-
vise ro.
- Pelloren o Sr. D. Nud de Saldante, irraio
do conde de Rio Malor, e ajudante d'oriens de
seu tio o Sr. dnque de Saldariha.
lira geralmente eslimado este cavalheiro por
suas qualldades e distiacco.
No dia 22 foi marcein esquerd* do Tejo a
coninissao encarregada de dar a soa'opiniio
miIji o artilhamento das fortalezas marginan.
Est i roramiso composta do? Sr-<. Fr.incisc
Mara Pereira da Silva, ;aro- T-wta e l^rluna
Jo.t: Barreiro'.
; l-'all.'ceu lia poucos di.b em Lisboa,, a -onbora
aeza de Villa-Cava, sehlwra d,as m^ljh} vlr.-
iiiilfs'e caridade.
Entro as pesaoas uot.'.wU que l*llec - Dr. J.-jj
o* um doj
Approvou aiada, em 1' discuMio, o |
do s coma en; diversas, JegbtftaBs, e o seu
norae astas conhecido em todo o paiz. ______
f Foi agraciado com o titulo de conde da Foz, o &**, Scahafa o O', a ideado temi ST
visconde da Fot, filho primognito do faUecidq WWpo o Sr. Paes Brrelo.
oonde do mesmo titulo, que era ajndaote Be Adiou, remetiendo commissio .
campo de S,. -el-rei o Sr. D. Fernando. 'prote* a; de 1864, que autorisa a
P .
do sul e
< Paree* que o governo recebeu urna
para a exploracao do ciminho de ferro
sues. Foi apresentnda por Mr. Rose.
' Foihojena relacao do Porto Julgamonto
do processo de Jeio Brandio, o famifirado faeci-
aora da Beira, sjgundo a sentenca da primtira
instancia. Nao ;ei qual o resultada dojulgametta
do tribunal de s?gunda instancia. Ouvi que se
est mprimendo em Lisboa um folbeto compeato
por Joao Branda o, em que procura justfioar-ae.
Ananaa em documentos, alguns curiusissimos.
Nao sao minio satisfactorias u ulpmas noti-
cias da Zambezi;. Por cartas recabdas dato-
gambique, diz-st qtw ahiado a owpedifS) da
ariosa de Belohior (4 a $ das do marcha por
trra para a aringa do Bonga) segundo u>ns a 18
de oulubro, e segundo outros a 10 de novembro
de M69, deve a estas horas estar concluido o
negocio da guerra, o qual ua opiaiap de-gnoda
parte dos individuos, conhecedores da localidad*
e do assumpto, nada ser nisto favoravel s armas
portuguezas. Em Tele, diz se que fallecen o ca-
pitao Pon tes, de xandu j orphaos de mai anas
filhas e um lilli.. Ouiras noticias affirmam ter
j inorrido o ma. or que foi mandado da India pan
Mjcambique, conimandandourna fonca expediciona-
ria contra o Bonga: Tambem se diz que o major
que foi de Moc.mbique, adoecea, perdeado a
final o wiz.
* Fallase em que a vericarem-se fataas no-
ticias para as nossos armas, visto que urna boa
parte dos xped^aonaris (em adoaeido pato ca-
minbo, ser mandada de Portugal urna divisao
:omplela I Santo Deus Se esta guerYa com o
Bonga j nos cusa o melbor de 700 o tantos
cont.-, paranlo nos flear a victoria-J
Del a 31 de maio prximo estar aberta .a
exposico annual da Sociedad* Promotora ia$ Bil-
las Artes em Portugal.
No da 14 houve jamar de ceremonia no paco,
dado ao ministro da Italia, pelo anaiversario do
rei da Italia pai de S. M. a rainba a Sra. p. Ma-
ra Pia. Esliverim el-rei o Sr. "D. Fernando,
a Sr. infante D. AugusXo, todo o minsierjo, e
____projecto i j 18 de Pernambnco, Maranktnse a 18 do
3 deste auno, que transfere para o ponteo df Hnira Bortts a 90 de Pernambuco, Laxa 1
Altxandre Bereuiam a 19 de Pernambuco, J<
rtMa//a23 dem; ao PortoArate ja a 9
do Maranho, e Social a 23 de Pernambuco.
AVOS SAHIDOS.-De Lisba-^BRiprfia a 12
rtpara o Cear, Ligara a 16 para o Para, Paraens*
. (vapor) a 20 para o Cear, Bella Figueirense a 21
a*) a eootratar a construcco de urna
mercado.
Reoejlou. em 2* discussip. o proiacte n.
18647que altera os Uspes dM fnSH
Bento e Sarahuns. arando os Sra7
6ui
excepto o Sr. Lobo d'Via', ministro das obras pu- P" tomar pratico, dentro de poucos dias.
guerra, qne tem estado doeule Os Cearusas. residentes
, que altera os
o e 6araihuns.^
gueirtdo Ges Cavaicaati
A ordem do da pera boje : Ia
Srojelos us. 4, 5, 6 e 47 desta anno, e 3ft.de 18#9
' dos de n?. 1 deste anno a 44 de 186)*.
PRBSIDBNCIA DA PROVINCIA Conatartlos
que S. Exc. o Sr. senador Fraderico de Alosaa e
Albuauarque deixa as rdeasdaadministraeao no
din i6;do crrante, ntguindo a 18 pata a Para-
hyba.
CMARA MUNICIPAL.!ta sessao de 6- do cor-
rente tomaou a. cmara ranalcipal do Jladfe ama
commissao, comjiosta dos Exms. Srs. visconde de
Camarambe, barao de Pirapaipa, Dr. Theodoro Ma-
chado Freir Pereira da Silva, Dr. Francisco do
Reg Barros Brrelo e Dr. Joaqun) de Sonta
Reis, para felicitar S. M. o Imperador pela ter-
minacaoda guerra.
MUDANCA DE XOME.Nessa mesma sesso a
cmara municipal resal veu que d'ora em diante
se chame Prafd dos Voluntarios to Patria o ac-
tual largo do Arsenal de Mirioha.
MATHJZ DE SANTO ANTONIO. A missa que
nasta igreja celebrada nos domingos s 11 ho-
ras da manha, enrronsequeocia da soleiunidade
dos Ramos, ser celebrada amanhaa as 9 horas.
NOVO ATHENEO.Esta sociedade, em sua oes-
sao de 7 do correte, approvou para socios eflec-
tivo o Sr. Ascindino Cavalcanti Simes, e cor-
respondentes aos Srs. Jos Femandes Coelbo, em
S. Panto, e Joi i Bastos Mello Gomes, na Baha.
No da 3.1 deve havr sessao.
VOLUNTARIOS CEARENSBS.-Ficava a saliir
da rrte para o norte o transporta de guerra Leo-
poldina, do cji.nmando do nosso comprovinciano
capitab-tenente Maneel Marns de Araujo Castro,
aflm de cenduzr ao Cear o batalhao n. 2fi de vo-
luntarios da patria, deveudj tocar em nosso porto
bcas e interino da
em Beiiilica.
Assistiram tambem os duques de Saldanba, eon-
des da Ponte, de Val de Reis, da Carreira, as es-
posas dos ministros dos negocios estrangeiros (Mea-
dos Leal) da justica (Luziano de.Castro) da mari-
nha (Rttbello da Silva), D. Gabriella Linhres,
marquez de S da Baudeira, e outras pesaoas da
corle.
< Segunda-'era 21 foi a inauguraco do asylo
Mara Pa, em Xabregues, reedilicado, ampliado e
melhorado depois do voraz incendio de 1867. As-
sistiram SS. MM. e numeroso concurso de pessas
de todas as jerarchias.
Anda a i7, ao meio dia, accrescenta esse
nosso zeloso e activo coflaborador :
. Est publicado o programma official para que
a soleiunidade constitucional da abertura do par-
lameiito seja na q inla-feira 31 do crrente.
Veio noticia de urna insobordinaco militar na
India Portugueza.
Em Biclioiim, os soldados do antigo quadro, em
numero de lio, nao quizaram cumpir a ordem de
passagem para a guarda municipal, e declararan)
ao eommandante que nao quorum servir fura de
Bicbolim, onde u linliam alistado. Iuufis foram
as advertencias d js offlciaes. Os soidados sabiram
do quartel, fogiram armados e foram acampar
n'un monte que dista de Biclioiim 3/4 de legoa.
Sao todos gentos os fugitivos. Os destacamentos
que guarncelo a.; alfandegas daqueua provincia e
ionios militares j reuniram-se aos fugitivos, de
rma qae eram de-guarnecidas de Salary eBicu
lim. O goveroador geral usou d-t todos os meios
suasorios, e offereceu-lhes o perdi se voltassem ao
quartel, porin elles nao decidiram logo, e queriam
que o governador publicasse o perdo no Boktim
Oficial, garanlindo-lhes igoanente a coaaervacao
no batalbo, sera seren empellidos a servir na
guarda municipal.
Parece que os insurgentes contavam que os .ou-
tros corpos do exercito adherissem ao lovanlaraen
te, e por isso se rao decidiram a aceitar o perdo
6 as baixas aos ;ue as quizessem. O governador
mandou Coreas des outros corpos para experimen-
ta r a sua tiitolid;d.\ A causa testas perigoeas
ooeorencias a nova orgaaisacao e> exercito, mas
os promotores d'jllas parece que sao os offlciaes.
Continan) o vagar boatos de tentativas de
sediccao militar.
' Antes de hontem foram chamados qua*i
note ao quartel general da t" visao militar os
Srs. generaos de brigada Jeronymo Maldonado,
Reg e Talaya, eommandante das brigadas de aa-
vallara e infantaria.
Foi nomeada urna commissao composta dos
Srs. mrquez de Souza, Assis Rodrigues, visconde
de Menezes, Joo Palba, Thomaz de Carvalho, Vc-
tor Bastos e Fonceca, para prapr um plano com-
pleto de estados na Academia das Bellas Artes e
organisaco do pessoal e material.
O banco de Portugal comeca amanhaa a func-
cionar no seu novo edificio na ra do Ouro, onm
frentes tambera para a roa dos Capitalistas e de
S. Julin (Algibebos).
Fqi nomeado o marquez do Pombal, Manoel
de Carvalho Mello Daun e Albuquerque, par do
reino, gentil-homom da real commissao de S. M.
el-rei o Sr. D. Fernando.
Falleceu o p'imeiro baro de Arrudas, Bar-
iholoraeu de Gamboa e Liz, par do reino e coronel
reformado das extinctas milicias e ex-capito-mr
da Arroda dos Violtos. Nasef ra a 10 do Janeiro
de 1778.
Comecou em Vizeu o julgamemo dos reos
pronunciados pelo crime de moeda-falsa.
Est assignado um decreto que eleva de 80
a 1*200 o direito das farinhas estrangeiras, (lean-
do em deposito a diCfereoga para mais, at que as
cortes legislem definiivamente tobre assumpto.
Se as cortes decidirem contra o augmento, resti-
tituem-se aos despachantes as soturnas dobradas
mais. No caso contrario, embolsa-os definitiva-
mente o estado.
Rocebemos hoje'os seguintes telegrnmmas:
Tours, 24 de marco de 1870.Contioa em
Tours o .processj do principe Pedro Rcmaparte.
Muitas testemunhas atlestam o carcter bumerrto
de Vctor Noir. A proposito do comporlameato
do principe era Zaatena. trocaram-se palavras vi-
lenlas entra o principe e o advogado Laurier. Fou-
vielle interveo gritando : O sekor assassmou co-
bardemente Vctor Noir! A sessao Coi suspensa
por ter terminado o depoimento das testemunhas.
Comecam os discurso-.
Tours 3.O presidente annuncia que pora
como resultante das debates aattenuante da i rovo-
cacao. Laurier ataca violentamente o aceusado.
O presidente v-se obrigado dnas vezes a recor-
dar-lhe que o advogado oo tem direito de insultar
um aecusade, mas smente de provar a culpab-
lidade. Applausos. Continuara amanhaa os de-
bates.
T;urs 26.0 procurador geral previne o Jury
contra as paixoes extranhas ao processo, e pede a
applicaclo da le contra o aceusado. Diz que exa-
minou as ver-3as do prncipe e de Fouvlelle, e nlo
aceita nenhurna J'ellas em absoluto. Cr que o
principe Coi agsrrelido por Noir, e que Fouvio-lte o
conosou. O jula.nciito aindo hje nao termi-
nou. E' duvitloso se amanhaa haver sessao.
em Pernambuco con-
vocan uma reunao dos seus comprovincianos,
Jara boje s 6 horas-da urde, no sobrado n. 44
a ra do Imperador, alim de tratarem dos leste-
jos a tazar por occaso da passagem de&se fia-
talhao.
FESTEJOS PATRlOTJ60S.-^inda nos enviara
os seguinte dsticos, para i serom colloeados nos
arcos, columnas ou pyiamides que se armarem
para comoieroorar a tarrtiaaco da guerra.
A' 8. M. o Imperador.
Sem ver castigada a ra
Nao devaneaste, Senhor I
Foste grandecomo o povo i
E'justica, Imperador I
Eia 1 A-na cao de que as che fe
Medra ao ar da liberdade.
Respeilai nos&oe direites ,
Nosos vossos, Magestade I
Desenvolvidas as Coreas
D'esta gigante nacao
Ser raspeitado o ihrono
tambem o pa vi I bao.
Marcbai co' o povo grandeza,
Confiai s no Brasil
E possa livre este imperio
Ver um iuluro gentil.
Ao coronel Argollo.
Vencer trabaJbos sem conta
K por lim estrada abrir
Qiul a qu'abriate no Chaco..
E' de gloria e-cobrir I
Ao chtfe Barroso. ,
Desesperando na lula
Nao duvidaste arrojar
Tea barconao preparado-
Para o contraro afundar.
.4o barao da Passagem.
Com soldado curaprste
A ordemque a gloria d
Commaodaadasses navios
Qa zouibarara de Haiiiafl I
ao ftcrivms sta>a(*a rui ua^-i.
Ao paiol do Parnahyba
Tu fosteheroicofumar j
Para ticando vencida
Faze la aos ares voar I...
uaoffr.
Fi- BELLA TlGUEIBEN8E.-Ete brigue porta-
Iacz, saM lo a 21 do plisado de Lisboa pan o
discustio dos* nosso porto traz os seguintes gneros; 937 pipas
im bama vinho, 80 dito* axete, SO ditos carn,
25dttoa*8pipas vinagre, 58 eaixas azulejas, ij
ditas conaanvas, 45 ditas cera, 100 eaixas batatos.
100 dita* < bollas, 800 saceos farello, 40 dito*
feijo, 8 ditas tremocos, 14 volumes dMgas, 897
pedras deenntaria. 10 tardos cravo, 210 eaixas
stearinas, ^
GNEROS DE ESTIVA.-0 vapor Crancez Ama-
xtm trotxa-w seguintes vokmes : 40 eaixas
ouaijos a Adloaio Lopes Rodrigues, 10 a Foocaea
Santos, 14 a J. M. da RosaFilhos, 26 a Joao
I.,aVCosta, 40 a J.-J. Gonealres Behrao, 18 a Lima
Suva t C. 33 a Corga Irmos, 6 a Jos Joaquira
Alves, 40 a J.-Correa Braga fcC.75 a Manoel
Femandes da Costa & C. 15.a J. Gerardo de
Bastos, 12 a Silva tJoagnimFelippe, 7 a Bar-
bosa & C.,60 a Gulmaraes & AJcoCorado, 63 a
CorvalboZenha A C, 15 a ordem, 210 eaixas vi-
nho a C. A. Sodr da Malta a, 400 a ordem
MO a Pedro M. Maury, 195 a E. A. Borle A C',
20 eaixas cognac a P. M. Maury. 50 a Flix Sau-
rage, 30 a wilson & Hett; 25 eaixas sardinhas a
E. A. Burie A C, 50 baris manteiga a Corga Ir-
mos
PARA O SUL.O vapor Amazone, le vou para
o sul do imperio 182 pass&geiros, dos qaaes 3
recebidos em nosso porto.
RA DUQUE DB CAXIAS.-A commissao en-
carregada de agenciar nesta ra, os Cestejos para
o final da guerra, pede aos aenbores que subs-
ereveram-se para o mesmo fim se dignem compa-
recer boje s 4 horas da larde no sobrado n. 44 da
mesma ra, afina de trata-se do modo porque de-
vem ser Cellos ditos festejos.
SANTA CASA DEMSEBJCOflQIA DO RECIFE.
O pessoal das esubelecimeatos cargo d'esta
santa casa no mez de marco. Coi o ^eguinte :
Hospital Pedro II.EnCermos nacionaes 179, es-
trangeiros 26, mendigos 22, fimos de enfermos
7, irmas de caridade ,10, ampregados 7, serventes
e lavadoiras 15total 266. ,
Hospital dos Lazaros.Enfermos 2, emprega-
dps 4' serventes 2total 32.
Hospicio de alienados.EnCermos 83, emprega-
dos 10total 93.
Casa das expostos.Educandas no estabeleci-
ment 81, meninos em creaco 8;z, amas externas
82, dem interna 1, irm>s.de caridade8, regen-
te e empregados 3, servente 1total 258.
Collegio dos orphaos.Educandos 7,1, emprega-
dos 11,.serventes 3total 857
Collegio das orphaos.Educandas 134, irmas
de caridade 9, empregados;), serventes Atotal 150.
Secretaria.Empregados 7, adyopados 2, soci
tadores 2, cobradores 2total ,13.
RecapUulacao. -r Enfermos 314, mendigos 32
educandos 293, meninos ero creaco 82, amas ex
ternas 82, idem interna 1, emprogados e irmas de
caridade 78, serventes e lavadeiras .25total 906.
D'aste pessoal 662 pertencem ao patrimonio de
caridade e .235 aos de orphaos.
LOTERA.A qu ss acfaa a venda a 143a a
beneficio da igreja da Sanio Amaro de Serinhem,
a qual corre no dia 12.
PASSAGEIROS.Vindoe de Goianna, no vapsr
Parahyba:
Aquilino Jos Gomes Teixeira, Isidoro Marinho
C, Jos Francisco Brandio, Lanrindo Machado,
Francelno Freir Crespo, lente -coronel Carreira
^om qualro pessoas em sua cmparihia e 3 escra-
vos mais.
Sabidos para os portos do sul no vapor Cran-
ez Amasone i
Dr. Candido de Souza Requio, Colim Campbell
Simpson.
Entiados de S. Miguel no patacho portuguez
HichaeieMse:
Jos de Frias, Joo do Reg Souza, Jos Caetano
de Lima, Manoel Tavares d Molla, Antonio Soa-
res de Souza, Manoel de Rzende, Jos Pereira,
Mariano Jos Cabral, Francisco Luiz de Souza,
Joo Raposo, Manoel Tayares Ferreira, Jaeintho
Raposo de Viveiros, Jos do Reg de Mello, Jos
d'Oliveir*. Manoel Pereira, los Pereira, Antonio
Prasilio Monteiro, Francisco Alexaadre, Joanua
del Sol, Victorino da Costa.
Entrados da Europa no vapor francos Ama-
Mr.'Mayer Louce, sir. noutjuairai, Hr. Joftqmm
pevera de Caeraho?.
CEMITEBIO PUBLICO.-Obituarlo do dia 7 de
abril de #70.
M..uoel Jeronymo da Peuba, 51 annos, casado,
Santo Antonio^ bronchites.
Benjamira, Pernambuco, 7 dias, Boavista; es-
pasmo.
Francisco Candido Corroa Lima, Pernambuco,
39 annos, solteiro, Varsea; rheumalismo agudo.
Othalia, Pernambuco, 18 mezes, Santo Antonio;
interite.
Francisco, Pernambuco, 25 annos, solteiro, San-
to Antonio; tubrculos pulmonares.
Marcos dos Santos, Pernambuco, 30 annos, ca-
sado^ Boavista ; amolecimento cerebral.
Joao Baptisia Rodrigues, Pernambuco, 64 annos,
solteiro, Boavista; paralysia.
Jos Antonio da Rocha, Portugal, 64 annos, ca-
sado, Afogados; paarlysia.
Pedro da Costa Beaerra, Pernambuco, 25 annos,
solteiro, Boavista ; uma Cacada.
Francisco Jos de Gouva, Portugal, 64 annos,
solteiro, Boavista; tnmor maligno.
8
Torquato Marques dos Praieres, Pernambuco,
pul-
monar.
Sebastio, Pernambueo, 9 mezes, S, Jos; con-
vuisoes. -
Leandro Jos Gomes, Baha, 56 annos, Boavista;
tubrculos pulmonares.
1 dia, Sanio Antonio ; es-
pasmo.
Mara, Pernambuco, 5 dias, Boavista ; espasmo.
Mora Catharina, Pernambuco, 48 anuos, viuva,
Santo Antonio : anemia.
tozenas no?V '"****> """ tmbem *
mMrteriimV'y'*?" e rettlh0' Pedin SStaa a"i "^ a a'tcuU.-Iuma iguaas dacu-
-XZ- uelnnlon precedente peticionario.
fV -0 documento sob n. *, volte a petteio.
."iSLK" RabeHo 4tl P P9W.aJ vis^,o,breC"0^^eto^?, *""
Roaa, Basto e tari
Lida, W appj
Apaeilaata,
lado, p
A Martiaa.
re^ettugal
une, e %o
ra no eferreose.-
'eeiro ulii
lar.
Replica o r Jos^Beraardo GaWo Alefondo,
mosirandaaiBpossrbildaan que tama comaanhia
Recife Driienge, fauled-, etn satisfaaei- as exi-
gencias flsoaes raferidas ao despacho de 31 de
margo ultimo.Doeertineado do memorando iun-
to, const que o capital da eompanhia 50 mil li-
bras, divididas em 00 acedes, e pelo documento
annexo nao consta a subseriptao da lotalidade des-
s accSes, pelo qne a supplicante satisfaca o dei-
pacho de 31 do prximo passado mencionando os
Bornes dos subscriptores, quanlias e moradas con-
oraie e'de lei.
COM INFOIUIACAO DO SR. BRSEMBABCADOH FISCAL.
nBqoerimento de Costa & Soares, pedindo o re-
gistro de seu contrato social.Registre-se na for-
ma do decreto n. 4,394.
De Adolpho Francisco Lavra e Gratuliano aos
Santos Vital, contrato tambem social. -Registre-se
na forma dp decreto n. 4,394.
Snmmario ex offlcio contra o administrador do
trapiche Guerra.Recebidos os artigos, manda o
tribunal que o summariado responda no termo de
cinco dias para o que.se lhe enviaram por copia
os mesmos artigos.
Summario tambem ex-offlcio contra o adminis-
trador do trapiche Cunha.O Exm. Sr. presidente
marcou a 1.* sesso para jalgamento, convidndo-
se o Sr. desembargador fiscal para asistir a mes-
ma sessao.
Nada mais sendo submettido despacho, S.
Exc. o Sr. presidente encerrou a sesso s 11 ho-
ras e roeia do dia
SESSO JUDICIAR1A EM 7 DE ABRIL DE
1870.
PRESIDENCIA DO KI.M. SR. DBSBMBAaGADOB A. F. fl-
Rarri.
Secretario, Julio Guimaraes.
Ao meio dia declaron-se aberta a sesso estando
presentes os Srs. desembargadores Silva Guima-
raes, Reis e Silva e Aoceli, e os Srs. depuudos
Aaaanto Moreira
nsa d*Assum|ieio >
jfaan oa Srs. Na
* Srf** -*'
appallada, sendo rota ..
sembargador Mata e Sha e k*
bargador Silva Animarlas.
Appeiiante, Jas Tanfe
palUdo, Joaquim Ijnao
laale, Andr de Abren
ministradores da mase
so, Sanios A C-Adiaaaa a
lado.
AnaUai^ tv.
Ionio Herculaoo de filmoiaa
te Ribeiro; appalados,
C.: appeUaotes, os adi__
lida de Am irm, Fragda,
Domingos Francisco "
postas asta* tras fritos pes
Miranda LeaL ^
aCMfiSACO
Appellantes, Francisco
sasJaaar; *\
e ouiro: apaeitaaan, aa____
aa tallida de Jas de Catar*
Joo Alves Pedro.O
. raasansBi.
Do Sr. des eataargaar
sembargador Accioii
Ferreira A C
rabas.
SSTL_
Ao Sr. dasambargadar.
Miguel Joaqnim da Casta;
iradores da anasaa
Santos A C
umita rara
Juizo especial do
admiMstradores da _
de Mello ; aggravado, o
O Exm. Sr. prasideata _
Eocerrou-se a sesso aaaa
nos dez minutes.
TABELLA DO RENDIMENTO DA ALFANDEGA DE PERNAMBUCO DO HEZ
CORRENTE ANNO FLNANCEIRO, COMPARADO COM O DE IGUAES
ANNOS LTIMOS.
Importacao
Direitos de consumo......................
Dito de augmento de 40 %...............
Dito de dito de 30 />/.......................
Ditos addiciouaes de 5 %.................
Ditos addicionaes de 2 %.................
Ditos de baldeacao e reexportaco.........
Ditos de dita e' recxporco para a Costa
d'frica..............................
Expediente dos gneros estrangeiros navega-
dos por cabotagem.....................
Ditos de 12 % dos gneros do paiz.......
Ditos de 3 % dos gneros livres............
Ditos de 5 %dem........................
Armazenagem...
Premios dos
'" *.......................
assignados...................
Despacho martimo
Ancorageni.
Exportacfio
Direites de i .'i % Jo pao brasil...
Ditos de 9 % d cxportaeao___
Ditos de 2 % idem.............
Ditos de 1 % do ouro em barra.
Ditos de Va /o dos diamantes___
Expediente das eapatazias......
Interior
Sello adhesivo.............,,,........
Dito do papal fixo.....................
Dito do papel proporcional..............
Emolumentos.........................
rnposto das daspachautes...............
Qb de 5 e 10 /, de transmissao de pro-
priedade............................
if9 1870
170.138*818
167:1680893
2:6474393
.100:4681981
024
1968 _ ..*.vl*.--T,..l';< ....
Receila eventual (mullas).
Pars 25.O Jornal de Genov* de 25 extracta V*egoa Lisboa na aoate de 26' do passado de
neajpaj
oestes ltimos dias, cabe umuicmou-u-o Sr. ',
Mana liojo da VJa do M;urao. i'..; un aoi
') bravos do Mindeilo, que muito se dist aguio
na |i nerra civil em que so pfeiteou lia i" anuos
a restaurao da liberdade.
i gorernader civil por varias vetes c deputa-
o despacho de Djr ao cardeal Antipelle. Dar
adduz o direito do governo a ser ouvido na drs-
cuss) das materias mixtas no concilio, mas njo o
reivindica nos limites que ella tinha n'urp concilio
de Trente. Contentar -se -hia queum bispo nacio-
nal pozase no iwncilio a sftuacao e o* direitos
do paiz. Termina propoado a modifleacao do pro-
gramma do coocilio, mas sem Cormu(arj para o
caso'da recusa, nenliuma ameaga. Aqtonelli res-
ponde que un bispo nacional nao saberia como
conciliar o duplo dever de embaixador e padre
do concilio.
Todava nao r^^isa ouvir as observarse; da
Frauja, mas sem se obrigar a reeonheeer-lhes
direito.
PHHAMBUCO.
HEV tSTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIALHontem a assera
blda r^geitou, em sesupia discusslo, o prujecto n,
70'de ioCi, que :rea uma freguraia com a invo-
cacao de Sania Agusda, no termo d.^ Pesqnoira.
Approvou, jc.ii i JLcu*s>, o pVoui'tu n. 1 dcs-
Ji nno, io re i n. 713 de 17 de junli>
a 18CT, ^rajvIt?SS Correa de Araujo o G.
Drummond.
Approvou igualmenie, sem debate, em l'dls-
cusso, o projeeio n. 2 deste anno, que marca
o subsidio e ajuda de custo dos deputados provfn;
ciaes na prxima futura legislatura.
DIARIO DE PERNAMBUC0.-6e cliegar boje o
vapor rooiuiiin., destribuiremos amanhaa nosso
imnioro de segnnda-leira.
GUARDA NAC40MAL.Por portaras da presi-
dencia da provincia, de 5 e 6 do crrente : foi
designado para exercer as funecoas de major do
batalbo n. 48 do municipio de Cabrob, o cap-
to da 1* eompanhia Jos Soares de Mello Ave-
lins; mandou-se dar guias de passagem para o
municipio de Agua-Preta, aa tente Antonio Ma-
ra do Araujo do balalho n. 25 de Santo Anto ;
e mandn se agregar ao 3'btalhao de inantaria
do municipio do Rcife, o tenante cirurgio do 40
batalbo de Ipojuca, Angelo da Costa Mello RosaL
AUTORIDADES POLICIAES.Por deliberaoSes
da presidencia de 5 e 6 do crreme, foram no-
meados ':
Subdelegado, i, 2* e 3 supplentes do districto
de Queimadas, Jos Fr ncisco Cordeiro de Arru-
na;rh1?,nHf.MavC0 t\ M,,W ^c^*.6!!!!0!26*^^''. ol^ro, Santo Antonioj'phtysca
Barbosa da Silva No, e Francisco de Souza Leal.
Subdelegado do districto de S. Vicente.Fran-
cisco Cabral de Mello Cavalcanle.
* e 4 supplentes do delegado de Liraoeiro
Nicolao Antonio Duarte e Francisco Mauricio da
v'supplcnte do subdelegado de S. Beato Joa- -i -JJ** Pernambac0
quim Dantas de Oliveira.
4* e 6* supplentes do subdelegado do 2* distric-
to de Itamb Jos Barbosa Martins de Oueiroz,
e Ludovico Francisco Rodrigues.
4 suptente do subdelegado do t di trete do
Bom JaraimTaurino Launano de Resende Ran-
gel.
1', 4*, 5 e 6o supplentes do subdelegado do Io
districto de ItambJos Henrique de Mendenca,
Manoel Correa de Araujo Lima, Joo Baptista de
Arruda e Jos Francisco de Almeida.
COMMISSAO. Uoje sae o brigue escuna de
guerra Tonelero, alim de verificar a veracidade
da declaraclo, do capito de um navio hollandez,
de ter encontrado na la!, s. 4 47', cerca de 22;
nnlbas distante do Cabo de Santo Agostinho, um
baixio novo na profundidade de 17 ps.
PUOC1SS DE RAMOS.Amanhaa a irman-
dade do Senhor Bom Jess das Chagas expora a
adoraeo dos liis, em solemne, procissto, a mes-
ma imagarn, como de coatume, fazendo assim a
procissio dos Ramos. A procsso percorrer di-
versas ras dos bairros de Santo Aolonio, Recife
e S. Jos.
Dizimo da provincia das Alagiias..........
Dito da provincia da Parabyba............
Difb da provincia do Rio Grande do Norte-
ContiiLuico de caridade..................
2:234*250
l:2il*3*4
38*700
>:694*00l)
f.li90O
3:821*491
1.2024110
1:1251000
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3OJKa30
1181590
2U790
78:1*174
620:88At7
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656*270
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1,0I7:MS*87
11:868*478
12:482*632
*
423*760
1,042:640*437
839*8,
244*070
418*710
14190
1:609*305
9 84:W8X83RI
15:570J*ii
836*235
0-J
533*1*0
1,009:2*0*819
SWaV7H
Alfandega de Pernambuco, 2 de abril de 1870.
Servindo de enefe da 2*
Anselmo Jos Pinto
seerao,
de Sotszm.
PBLiCACOES A PEDIDO.
e padrinho do colleja), qoaoJo mesmo oo
I oatro o titulo do coronel Coriolano.
fc"^j
Concilio,
URUGUAY.Este .napor, da linha de Brdeos,
volia d* Brasil.
OfMJRO.A mala de Sauiampton de 9 do cor-
rente deve vir por este wpor.
AGUSTINE E MARANHENSE.-Estes vapores
das liabas de Liverpool, eram esperados em Liba,
em viagem para o Cear, Maranho e Para, este
a 17 e ageite a 2 d^ corrente.
FUNDOS BRASILEH10S.-Eram assim colados
na praea de Londres :
SO/O de 1865 87 3,4 a 88 1/4
8 0/0 de 1889 3 98
4 1/2 0/0 de 1832-58-60 79 a 03
* 1/2 0/0 d. 1863 80 a 82
COTACOS DE GNEROS. Na? principaes
pracas da Eurojia eram assim colados os gneros
de produce!.) do Brasil :
Londi-es 27 ds 101 2 horas da manha
... 7J^*0 Dca froaxo tos preces: de 11 1/8 a
12 3/4 d. o de Pernambuco, de 10 7/8 a II 3j* o
da Parahyba, de 11 a !! 7/8 o de Macet, de
'/2a 113/4 o do Maranho, de 10 7/8 ib 5/4 l*r
do Rio Grande do Norte, e a 11 3/8 o do Cear.
O asiucar al. m de frouxo, nao tem comnrado-
res.
Havre 16, as O lioras e 39 minutos da tarde
0 algodao de Pernambueo. esta Arme a preco de
?,-c2S2.do Par vende-se de tn. 86 a 87.
NAVIOS A CARGA.=Em Lisbto-Julto, Sobe-
rano, Lata I. Relmpago e Sappho para Pernam-
buco, Linda e Ligeiro para o Para; no Porto--
>aphtra para Pernambuco, e AJelaide para o
Para.
NAVIOS CnEGADOS.-A' Usbti-Belampago a
l'HRONIO Jt'atlfMRIA.
rRIHIWI. I< (OHKi:it(IO
iCTA DA BBSSrtO ADMINHTRATIVA DE 7 DE
ABRIL DE 1870.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESBIIBARGA.DOR ANSELMi
rRANCISCO rERBTTL
As 10 horas da manha, presentes os Srs. depu-
tados Rosa, Basto e baro de Cruangv, faltando
com participado o Sr. deputado Miranda Lea), S.
Exc. o Sr. presidente declaron aberta a sesso.
Foi lida e approvada a acta da sesso de 4.
EXPEDIENTE.
Aos Srs. deputados foram distribuidos es seguin-
tes livres: Diario e Cipiador de Bernardino
Duarte Campos & C, Copiador de Oliveira & Car-
valho, Diario e Copiador de Silva, Figueirdo &
C, Diario de Goncalves Irmo & C, dito de Patoa>j
Nask A C, dito da viuva de Alexandre Jos da
Rosa.
DESPACHOS,
RequeriroeDto de Jos Teixeira Bastos, pedindo
o registro de uma proenraeao bastante, que junta,'
de Jo-- Antonio de Mallos.Registre-se.
De Leoncio Rodrigues Coilae e Jes Ribeiro de
Brito, pedindo o registro de seu distrate social.
Viste ao Sr. desembargador fiscal.
De Bernardino Pereira doBrito, Joo Firmino de
Revordo Freir e Jos Itibeiro de liriio, pedhsste
tambem o do seo contrato de soeiedade em uma
prenca de algodoVista ao Sr. desembargador
tlseal.
De Jos Antonio Basto, pedindo que-no litro de
registro dos documentos nlo previstos pelo cdigo
eotmiiereia! se lhe registre o documento que apr-
sente.Registre-se.
Be Bernardino Duarte Campos, Joaquhn Fernn-
des da Silva Campos e Maaoet Jos da Costa Perei-
;ra, pedindo o registro do distrato soeSaj, ue Jon-
tam, da firmaDuarte, Pereira A C.Vista ao
Sr. desembargador scal.
Deflongalves Irmos A C^ anoeessores da Arma
yjoneaives Para A C, pedindo que se Ihes trans-
o Joto Diario que m acha era braaoo- e per-
ttraceu a Arma extracta.Como requerem.
De foio Anastacio Gomes, portuguez, com 27
nos de idatte, eetabetecldo e residente na oidade
da Fortaleza, com casa de faseadas orosso e a
ratalho, pedindo ser admktido malriooa.Junta
certidfio de i dado, 2 auesiadoe de oomaeroiantaS
d'aquella praca e t' dos commereiantes destaAl-
fredo Henrijue Garca, Mello Lobo A C. Jes S
^eiii Jnior, Joao Licio
O abaixo assignado, advogado de partido do co-
ronel Coriolano Velloso da Silvera, conhecedor de
todas as Cakdades que re tem allegado, passa a
responder ao bacharel Antonio Venancio no terre-
no da dignidade e da honra, com lloguagem fran-
ca e modesta, sem descer ao3 lamacaes, ond9 se;
enlodeiam aquelles que eotendem', queomod^1
virulento o indiscreto o meio mais seguro de i
conseguir a prompta realisacao de seus srdidos e'
mesauinlios ieteresses.
Seja pois este o meu protesto solemne de que
nao me ahastarei destes principios um s mornen
ts,sendo baixo o carcter, raesquinho o proce-
der, daqnelle que transpuier os limites, que na
presente me restrinjo.
Diz o bacharel Venancio .
0 coronel Coriolano, est arrend uma linin
divisoria, ou aviventando seu modo a demarca-
cao antiga entre os engenhos Ribeirao e Minas-no-
vas, isto na ausencia das parles inieressadas.
Que-a aviventaco de rumos, niio importa uma
demarcaco, e por couse^uinte ncnbuma alterar}
na divisao anterior dos terrenos, claro e pres-
cinde de domonstracTo, porquanto aquella nao i
mais do que um novo esclarecimeoto, para a-
quelles que costuiitam todos os das assaltar as
propriedades allieias a titulo, ou sob pretexto, d;
ignorancia.
Apezar disso foi o coronel Coriola.n) por de mais
zeloso e consciencioso, mandando avisar aoSr. Vi-
cente Elias Cavalcanle de Albuquerque, como se
v do documento n. 1, em que so verifica ter sido
o mesmo convenientemente avisado, despeit)
mesmo da sua resposta pouco .clara e subtil.
Prtente falso e inexacto este tpico da cor-
respondencia.
Tal procediinsnto nao de cavalheiro, nao de
hornera .serio, que tanto condemna o degradac.1 j
humana ; e isto sem duvida faltar a verdade.
E" tanto isto exacto, que o Sr. Joo Gncalvcs
da Silva, couseuhor do eneenho Minas-novas, ainda
nao foz a menor reclamaco.
Suppondo mesmo que o coronel Coriolano ti-
vesse invadido terrenos do engenho do collega, se-
ria o jornal o meio de conseguir o respeito a seus
direites ?
Creio que nao, enera o lembrnrei, que receio o-
fenier sua modestia a susceptibilidade.'
Que semolhaoto aviveataro fui provocada pslo
Sr. Vicente Elias Cavalcanle, ver o collega do do-
cumento n. 2, onde se raoslr que foram os terre-
no do engenho Ribeiro invadaos a titulo de igno-
rancia, eoin qual se pede iicenca ao coronel Corio-
lano para plantar nos mesmos terrenos, sem que
constiluisse isto direito de posse.
Ser este o procedimento honesto e convenien-
te, de quem se diz recto e justo ? Parece-nos an-
tes caalneiro o digno o do coronel Coriolano m i
a ludo ceden, guardando as conveniencias de re-
'aedes, sem levar-se por pequeos inleresses, que
pois, a presente com as segis
ro
ha-
ao-
lavras : nao o nos mrnaes que as rrriahoc o di
reito; e oo a lnguagem baila e corriqoajra saje
mancha a dignidade de outrem.
O coronel Coriolano de rolve intactos os :
porque oo desee a respoode-los ; e oa i
tico em meu poste de hopra.
Gamclleira, 6 de marco de 1870.
Francisco Jost de Medeiroe.
DOCUMENTOS.
N. 1.Minas Novas, 14 da marco de i
Sr. Thoraaz de F.Meu llho eacarregad* da* ar-
cnos da casa aeha-so no Recife. era i
panda o coiitdo de sna carta, e isto
r V. S. ao eonhecimente da lllm. Sr.
Sou de V. S., attento venerador V. B.
ti de Albuquei tue.
Pilica forma.
N. 2. -Illra. Sr. compadre e amigo,
agosto 22, de 1838.Cumprime^on .
gar desejar-lhe robuste sade e a Ex's
madre e mais familia ; paseo a
carta de 17 do mez qoe rege, tem que ana pasliin
ler o meu rucado uhrapassado o nosso rtmo, Ib i
averiguar, exacto, a vista do que plantares aa a
senhor compadre consentir, sem qoe ieto aa sir-
va de posse, e delxo de plantar se nao lhe aonvier.
no que conversaremos com nossa vista; sasaace
prompto a seu dispar esiou, parque son corda;-.
mente seu amigo certo. compadre a ntirigaia V~
B. Cavaicaati is Albuquerque.
N. 3.lllm. Sr. compadre.Toado en faite aa
royado na divso de Barra-nova com Caanaeir.
por ignorar o romo, agora convm V. S manar
avivar o rumo, conbeco o rocado, entrou am pt-
daco no terreno oVCaehoeira, propriedade da A'
S., por isto peco a V. & o favor da eoaaaatr asn
plantar este pedaco de rocado, afim de nao aar-
der, do enio favor fiearai ettrnameoie grate,alba
dos raais favores recebido. Estimo que V. aVdav-
ructe boa saude o toda a Exma. familia, para
!t>-p jr de quem varas amisade
De V. S. Comp. Aing, Obr. Servo C
Barra-nova, 12 de marco de 4670.
Jas Alexandre rarasm) dtaSii
N.4.lllm. Sr. capito Joao Pmriaa (iaawa
Teoha a bondade de respondes ao pd danta, asa
que tempo me commascou V. S. que oa unanane
do Minas No vas, havai invadido a liana aaadaai-
de esso engenho daquetle ; assim como o qne ka*
disse eu, e o que se aassou depois disto. -
Permita-me tazer de sua resposta o axt> qa*
me convierSun com toda espina, de V S. atlST
lo venerador criado e obrigado.
Engeauo Ribeiro 10 de marco de iftTP.
... a Coriolano Velloso da Masa.
^ lllm. Sr. coronel.Em rcspwu a caria d*
a tenho a dizerlhe que a punco me coaUan, jar
gootc do Minas Novas estiram tiraado ewaaaaw
n um roado feto em torras deste (lagaoho, do aja*
sou rendero, di a V. S. parle, uve em raapost*
^
Marques c Joaquin Mon-
l
teiro da Cruz, nos quaes abonado son crdito
commernd.Sellado o doeunwnto sob n. 4. volte
- pe'-*
Do
.Irado
nao se annralwm em seus generosos seotimentes. qua me ding.sse ao Sr. Viceoos aias, para
Por tanto a amantaran para tal viswho era pw-; continuar no da ulm eaaapVo as-
eso sor por assim d.zer-d.aria,-principJmenlo taco do luboiro"en medirlg Tsr. Fseeate
^ onHna.Vam 3 "I"0*0? le ,a Me, Ebas em presencte do filho. eli"d.se-me saal
fnn^-,\rJ!' 3'do.JexPQ8o.Poderab91S maJeiras/ porm que agora nao aprasat
con iccer qual das duas digmdides, qual dos doos Sr. uoliaral Veaaacio, estedisie qae so a
modas Ue proceder e o mais honesto. pinas tinlw lirado sem sua ordem, e duendo
'ai para
Vpansa
v i m jhj ^am opop taicw-' '* ^, **"^ aV
iaoi, ijuando for -provocado pelo coilega nos tri son nada mais as deu.Ornis ser de V. 8. ami
tfwos- competentes; alera de que admira que 3 go, obrigado e criado.
coilega. que Cave sor versado as lejs, venMeon-
I a* ft e% i v a iv ^% aa ff^snaa ^% a ^ I x. ^__a?_____ a %
Joao Peten a
iradierttma'JpassoiegUijnademaisdodozeanno,1 N,i.-rJllm. Sr. Manotl da Ganan _____
siiver* Marns da Cuoha, brasileiro, deJ como se dos dacnment >s ns. 3 e 2 (carta do lio Leo, Sua casa 26 de marn de 197 faina a
aananaaV


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ffafio d* Pernambuco Sabbado 0 de Abril de 1870.
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mwm1:
com jo Boros
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------ 48 lf
ia
..**? HEm ,e||sft.A-carti acuna, t
duwlbV^nanm;i*fc>c*tfa qne na
annos : cerres V. S., de acordi com mea cirilu-
H XSWR Sl, entre" b sea e o cngMIM del,
IMT'^nHei^iW se sefsttrtn>. acerca de don
anno3 corrern ootra lioha polo lado que devid
om o sitio do Rocha, propnedade do seu pai; sei
Qtt* todo eftpre'ida para qne ch'gam truel
nfenWe; cedeoda mais aljama- bracas no brej
<)o Peri, teodo ieado para o I-ido de Miaas Novas
a-casa que su pai tinha mandado taier; V. S.
flanregoa loddg os nfelos para sor retirada' a
**a, o m da me pedio para ou ir ver se se
iiavia dcsmnebvto dita casa. < nao achanflfo ea
rtesraaacluufc, 8IISB : Mtow! Alv^, eneairegado
Quanto a ajtaracio da liuha gento Caehoir, olt feftl poro tnsmo'lagar por
onda cmprtfeiiasei que surida powahawr.
Ganto a,o modo coqt-tmo'V. S. tem tratado a
JMs cunhado Vicente Elias c sobriho Antonio
Tlppwo, WKbW'o qu haja-e ais; peyese no
teBjpo'que V. S. p)Teroou sempre houve arajsade
ncoi.elle'e riem'os teas moradores nala' sof-
tnrm. Pode V. S. fataV tiesta n*iha respoila<*
aso que IIh eonviar %*iMV* cl*Hfrt deV. S.
amigo, patrialtt'fcrt!de'Srvo.wtfic/ do Canwfr
CarutiT* Leo.
iistavara sellados e reoulif. i i <>.
() Pamphjlo Julio da Co?ta Cvrne e Joao Venan-
clft WaVnado da' Paz Jnior, inspectores do 10-
qcwrteiri de Sant*Atini, _trequera do Poc da
Vaaetta c os den abaixos assigaado, proprie-
larijs c moradores no mesmo quarteiro, n*i po-
dsfcdo deixar pasar sea conlstaeSo a notteia
qae m sAiistk Oina d o Diario <* de 30 de marco prximo passado sob a epigra-
tita iadroas veem por isso protestar solem-
aeateate contra tal noticia, por falsa e infundada.
S*- infoinrate d oHrid'*.) (uem-apalparnm
)A\ Mleif i*S#d*,n!df' provldHclaa
ruad* pdliciil.
M also "tugbr 6 rdh*id-> compre pelos dits
lrtsHiMi panhados pelo subdelgalo i esportivo, podem
^flanear que no lugar de Sani'Anna nao existe
qtudrillia alguma de ladrdes como sfr pretenden
fazer acreditar pela referida noticia.
Pamphilo Julio da Cosa Cyrne.
ion Venancio Machado da Paz Jnior.
Joaquina Francisca d>; Miranda.
Alberto Amonto Mauvi'rnay.
Joao Mara Cordeiro Lima.
Luciano Mauvernay.
Abrogo i-i Joao Venancio Machado
los da Silva Bodrifaes.
A rogo de Angelo l^c de Senna
Loiz do Franga Babia.
Jof Mondes da Silva.
Manuel Francisco das Chagas.
Protectora das Familias,
Assuciafao brasileira de seguros motaos
sobre a vida, approvada por decreto do
govorno imperial de l.'! de junbo do
1864.
Uori'ia pelo banco rural'e hyp'Rhfario' do Rio de
Janeiro.
Cssa associncao caminha as vas de prosperl-
dle, nao san os entrave* inhlenles emprezas
novas.
Km 31 de dezmbro j I8ti8 tinha effectuado
.es*a a?socaejli 5342 contratos.
ascripto uih cspital de 8 Oir2:lOi890.
Capital realisado a convertido em apolices da
divida publica nacional de 6 0. ,35'i:700OOO.
Al 31 de dezemhm de 1831) tinbl effectuado
ca ;?ociacao 7722 contratos.
inscripto m capital de 11,rj37:330a58.
Capital realisado e convertido em apolices da
divida publica nacional de 6 0/0 3,774:700,8000.
i'ara mais esclarecimerilos dirigir-s-hao ao
scviplorio dessa associacao, ra do Livramento
?. 19, t* andar.
O agente.
fiiircizo Fr-.uuisca & Vida!.
rea rncez
antisidam.-
Vla trigo.
M(tdale*aT farinhai
Motnaf
'loiiafdt-l
amaca hespanbolaDa*
da triga.
Paiaeno tioHndetiWa^ida.
Barca ponucueaa.'>'. Jf/jjumercadorias.
Btiae 'itfgfzOanit baTo:
Barca inglea-^^rtt'sefcn-cossos:
Brifcue norU-allemao Auyuatoid#m.
Pattoha iuglezJuvmU*Lrilbos.
-HWSBSDORfA'DB' MTOXS I*TBB OTAS
RAS6 DB PERNAMBOQ(J.
HUdimcmo do dia 2 a 7 ... 13:338#9."7
dem do dia- fr ....-.-. l:M5d7
14:564*323
CONSLABO PftOVNCAJi, il,
ae*nwnto'doTUla7 J:G*o,88o'
(deo do dta'8'.
ftm
i.>:fi90jSJ
i ii
IVIWWIITIlIl
'0 DO PORTO.
ca o capital de
Francisco Antonii d- M
praca com W^^^^^^^KKUt,^ sflb a lm soda
deOlinii* 4-CrrJlBo, oocaphal de IW9SJS6
93t fjnealMiWtt
Contrato da Igjaciqjkaaa f
quim 'Scve, esftlHlfcBrj!1 na vina
nncia do Caari, com
estrangeiros,
10:000/ fon
Distrato deV^^^^^VdWHk Perreira Di-i
niz o Francis4^BW WBWddTSoaa issol-
va^aoctatede-que frfrart atb-a irma de Van
aa- fc>GMaf!las, caja liqaidaoae tica a -argo do
e-eeeto'.Oinh.
DktrMo de Antonia Domaiofl de- Atawida Pocas
e Bento Jos de Macedo Pocas, dissolrend *o-
cieddeqiie gyroa sobaUrmade PocarftC:,en-
jaliquidaco flea a eargo do ex-soeio Macedo1
poijas.
Contrato de aooel Antook)' Monteiro dos San-
tos, Joaquina ataateiro. da CriMffifirdforio Paes do
Amaral e Jedqaitn de Sddrt wfctc?^ ^stabeleci
nos nesta ciiMe sob a Unta de Jftteiro Grego-
rio 4 C. cowii^^HB^^^^^HMPBionaes e
olrangeiras/e^llawiJ'aaWa^adBalWS 132:00o t\
para o qual entrou o socio Mootelro dos Santo)
com 50:0004 em'etfiBmAidfa.'
Contrato de Narciso Jos Monteiro e Manoei AU
ves CdrtalaeltbletloVs n*t* cfa* eom neg-
ci totTOSm!rNl*fax\WM!fa*> & Cor'
reia, e o captaMo11 3M73fft7"T fornecido po
da recebaran) as|
llfra>d|a'r-se.ha pti sgUn e. rumio aapliodW drliro em % aclo, W-
Esperase a Jodn o memento o brigue nacha
nal Uubel, capaSki JaU'llarqnes Vianna, e segal
r loa/o para o porO^ima per teta maior p^rte Aluga-f~ d ebrnpra-sa,m eserato com
da carga engajada, pari reato une Ihe falta tra- praca da safneo dumwoico ta-se con es coMainWarlos Attonio Luiz de Ol- ,annos de i dado : na roa 5. Francisco n 71
veira Azereda *& roa da Oteb. 37.
CiPU BRASfLEIRA
DE
PaquBtes a vap^r.
C0MMERC10.
PBACA DO RECIPE 8 DE ABRIL.
DE 1870.
AS 3 i/i HORAS DA TAHDI
Alfodio 1* sorto837 rs. per kil. (honlem).
Algouao de Macei 1* sorto933 rs. por kil. posto
a bordo, frete de 3|8 e > 0|0 (hontem).
A?.;odao de Pernambuco 1" sorte850 rs. por kil.
(aoje).
Caabo sobre Londre? 90 d/v 22 1|8, 22 I|i e
do baR :o 23 d. por 1*003 (honlem).
Cambio sobre Paris 90 div. 438 e 433 rs. por
franco.
Dbaeoato Pelo presidenta,
Mesquita Jaaior,
Pelo secretario,
A. P. de Lemos,
ENGLISH BANK
\}f Rio d /aneiro Limited
Descoata lettras da pra?a tasa a con-
racionar.
Recebe dinheiro em conta correnlft bii
4 raso ffito.
Saca vista ou a praso sobre as cidades
procipaes da Europa, lem correspondente!
ia Babia, Buenos-Ayres, Montevideo, NB*>
o New-Orieans, e emitte cartas de crdito
p>ra os raesmos logares.
ItA DO COMMERGIO N. 30-
ALPANDEGA.
'r-ndimento de dia 2 a 7 .
Man do dia 8......
182:937*103
31:493*P56
214:i90i30
(') A pessoa que ministrou redaccao desle iia-
-r9 as nformacoe3 em que se basearam a noticia a
Aata e tida geralmtmte em boa coala; poris&o
acreditamo'lo. Hoe porm que essa noticia con-
testada por pessoas muito competentes, nao lo*
paliamos pelo bem publico e somos amantes da
verdada
A REDAcgXo.
Wavios entrados no dia 8.
Baha'7 dia?, brigu esenna, nacional Mentor,
. de 163 toneladas, capitSo Domingos A. da Silva,
eqbips|Bm 10, carga 2500'aiqueires de farlnba
de maadioca; a Atnorim Irmos & C.
Barcefona39 dta; patacho hespanhol Assitmp-
cion Fomento, de 190 toneladas, capitn I. Alss-
ho, eqnipagara 13, cirga1 vinho e onlros gene1
ros ; a Amorim Irmos & C.
Barcelona58 das, sumaea hespanhola Amable
Mores, fle 64 toneladas, capo Pablo Codind,
(Hjuipagem 10, carga vinho e outros effelts; a
Amorim Irtuao & C.
Rio-Grtne do NortelOias; brigue 'brasihiro
ABcrto, de S4 toneladas, capital J 1. (ion\-al-
y-n Penna, eqtiipageui 12, carga algodJj-e ou-
tros gneros : ao hafie- do t,ivramento.
Barcelona 39 das, sumaca hespanhola Purtottas,
do loa toneladas, capito Pedro Isern, equipa-
gem 12. carga vinho e outros gneros; a Perel-
m Carneiro & C.
Santos24 dias, escuna ingleza Aberfeldy, de 202
toneladas, canito \V. Evans, equipagem 7, en
lastro e caf ; a Pereir Carneiro & V.
?fw-York 39 dias, barca ingleza O/indis de 151
toneladas, capillo Samuel l'row-e, eqnipagem
12, carga 200 barricas com farinha de trigo e
outros generqs; a Jbhtiton Pater & C.
Liverpool10 dias, patacho inglz Gttde, de 215
toneladas, capito Dewdney, eqntpagem 9, carga
differentes gneros; i Sawnders Brothers & C.
Rio do Janeiro13 dias, brigue hespanhol Amable
Thereza, do 212 toneladas, capito J. Julio, equi-
pagem 12, em' lastro ; a ordem,
Rio de Janeiro18 dias, barca dinamarjueza
Flora, de 280 toneladas, capito I. N. Brasck,
equipagem 11, em lastro ; a ordem.
Bordeaux o portos iniermedios14 dias, vapor
franjez Amazone, de 1907 toneladas, commart-
dante Joro., equipajrum- 131, carga (azen'dae
outros genero ; a Tisset Frcre.
Terra'Xova37 dis, escuna ingleza Strphatva,
de 114 toneladas, capillo S. W. Veram, equipa-
gem 7, carga 1800 barricas cotn bacalhao ; a
Simpson Drader \ C.
tilia de S. Miguel31 dias, patacho portuguez Mi-
fihaelense, de 144 toneladas, capito Jos R. da
Costa, eqnipagem 10, carga mHho e lastro ; a
Machado & Almeid.
Navios sahidos no mesmo dia.
Portos do norteVapor brasileiro Cruzeiro do
Sul, comraandanto Alcoforado, carga varios g-
neros.
Rio da prala e portos intermediosVapor francez
Amazone, comraandante Jorot,. carga parte da
que trouxe de Bordeaux.
tm09,"
Contrato de Alfredo Cardoio1 Pereira e Jo Al'
ves Barbosa Juator, estaaelecilos nesta cidadt
com negocfdrf*i1ibrbadorfie1tac>na's e estrangeit
ras, e o capitrt de' ItOtOOO forneoldo por amMa-
Secrdtariadn Tribnnai docommercir) de Peri
oambuco 6 de abril de 1870.
O Gffletal-malar, .
Jotto Gufcnares.
EDITAES.
O inspector interino da alfandega faz publiec
que no dia 8 do crreme, depois do meio dia, e a
roqnerimeato de Mills Latham 4 C, ser leva I >
hasta publica, livre de direitos ao arrematante, na
porta desta repartido, um fardo da marca 1L n.
576, vindo de Liverpool na vapor inglez Saphire,
entrado em 28 da mez prximo passado, conloado
100 pegas de madapolo at 15 nos de urdidura,
com a varia de agua do mar, com o peso real de
145 kilogrammos, no valor de 132*920.
Alfandega de Pernambuco 6 de abril de 1870.
O inspector interino,
Luiz de Carvalho Paos de Andrade
O r. Francisco do Carvalho Soare Brando, juiz
de orphios do tormo doRecife, por S. M. Imp:-
rador, ele. etc:
Fago saber aos que o presente edital viran e
d'ello noticia tiverem, que da data do mesmo a 30
dias, sero recibidas propostas em cartas fecha-
das, que sero entregue; no cartono do escrivo
que este subscreveu, para serem abertas em au-
diencia lindo o dito praza, para a arremata .ri > do
eseravo Fernando, de naco, em metade de seu
valor de 600* pertencenle' aos bens da finada D.
Angela Rosa de Miranda, a requerimento do in-
ventariante Joao Jos da Silveira.
E para que cltegae ai conhecimento de todos,
mandei passar o prosete, que ser alRxadO no lo-
gar do costume e publi :ado pela impronta,
Dado e passado nesta cidade do Recife. aos 0 de
abril de 1870.
Bu, Joao Facundo da Silva Gaknafes, eserevi e
subserevi.
Francisco de Carvalho Soares Branao.
DECLAFACOES.
Calxa Filial do Haneo do Brasil
em Per Bambuco, em l'qnida-
co. SO de mraco de 18 o.
A Caixa Filial do Banco do Braril, tendo
de proceder sua lipuidaco, vende por com-
modo preco o sobrado sito a ra Imperial
n. 64, com grandes o cxcellenles acomo-
dac5.;s, assim como vend; a casa terrea
contigua, n. 66, a tratar na mesma caixa a
ra do Gommereio n. 34,
Tribunal do coiamercio.
Por esta secretaria se faz publico que fieam ar-
chivados competentemente os seguintes contratos e
distratos de sociedades ;
Coatrato de Jas Leandro Lopes de Oliveira
Tribunal de oemmer-
cio.
Por est sedretarfa se faz pnMcoqab-nesla data
fot admittido matricula na quatidade de com-
niercKtntu o Si*.' Antonio dos Santos Braga Jnnior,
clddSo brif6Tfo, esUfWfttao edm rasa de coid
mercio de tondas em grdsso e a rrtlho, na ci-
dade "d Fortia, provincia dcr-Cear!.
Secretaria do tribunal' do Mmitocrem de Per-'
nambuco 3f de margo de' 1870.
O;ontcil-maior,
____________________Julhv Guwrraraes.
ImperBle e regito consulato
d'Austria e Unghf* i, in
Peruammea.
Con decreto d.a 14 Dicembra 1869 vena orde-
nata uu'anagrafe dei suddi AtUtro-Uagarichi si
trovano all'estero.-
I medesimi vengono quindi jnvitsti col prsente,
di annunziarsi, nci termine di tro mesi dal giorno
d'oggi, presan questo L e R. Consolaio, moniti dei
documenti comprovanti.
La iscrizione h luogo libera d'ogni spesa, ed
a-ieura agii interessatl il diritto di nazionaliti
presso l'. e R. fflci Consolari nel Brasile..
imperiale e Reglo Consolato d'Austria-Ungaria,
in Pernambuco, ti-Mano 1870.
L'f. e R. Consol,
Barone do Livramento.
Pela reoebwdoria de rendas internas se faz
publico que oeste corrate inez e no de abril
prximo futmnv, jae os contrlbuintes do imposto
jobre industrias e prollssdes toeinde paga-lo, li-
vre de multa, e qne Ando o referido praso ser
cobrado con a multa de 6 0(0.
Rece hedor ia do Pernambuco, 3 de marco de
1870.
O administrador,
Manoei Carneiro de Souza Lacerda.
P* Jf^SPP*88 PUf* serao deseMperfhadc* tela
fh. O. Mam de Lacera uah., 0. OrvTYipta os
Bn-Xisto Babia Prgriso e'B^ga.
Sefo^a a eib cao da Iluda- oibedia em 1 acta
onoTOBouAra
dft^penhando os pHriHpaeV papets *a Sra. D.
Wtodr Lansrdafiabn e psSra. X.stobahta e Pe
Depois represeaiar-se-ba a giciosa comedia
em 1 acto i .
ft m m tru
Ejecutando os prlncfpats papeiSaas Srs. Babia
a Peregrino. ^*^
Jerimnar n ejpectaul com a 3* representa
cao do espiriinoso dialogo fnebre:
^ satt> dt fymi
Cn^'ternnanrjrTOni uuj_i?ujfjg.idu
m
Preclsa-se para compra
pVsoas : ra da Cadeia
;Troca-se duas riq
Dos portos dd norle*spBfa>i' dv-tifeha, e rende-se d
aff>dia9do corrariaa o-rnof'-
ToeaMht, commanSdme J.MVF
Ptinm,ottiial (fepTMs,tki-denw-
ra tW edMihie segBpaM <*
rpaaWageiros e egfjljse j
te**- cnBduzr. a iesuaiebegada. EacdiAdatf
ateas dtes horas do didr
owinhar para arav
Rw.
mV
cada'no
_ eTflnbeiro a f(
tt sabida.
se reeebem como encomnendas',8bnd ob-'
de pequeo valor eoue nao excedJrn a 5
obas dpeso ou 8panfaV~ caicos de" meo>
(3o.
Tude que passa#'dat*--limifts dever $W-
.-abarcado como cana. I
. Trevine-se aos Srk passageir# quemas passi;,!
rmagens viadas
W dos raelbo
reanta/e>, leudo queid Af4reawr, com to-
de*-offtos e por preco mjjfc>em coma, aa aaes-
m caita-coaetse "-'''J"TafrJnrrrnfi Aanl
tin*md h particnlares ; lpOaai se sada ara
charope vindo do sertSo pana catar nMlaslia 4
pHr-e bebba de criar eabsltos: ra rto Corre-
dor db Bipcrcasa do 3r. J4 \Meaiim VilW.
wa aw?ax5ar.. fnW^5K^)JlB
Aiwsiari
H
O hachad A4jtttoCBffosVaz de Olivoira!
tem o seaarMWa>i- rnb do Imperado
n. 67, pf~
XafDpe*pitoral
DE
Santa casa da misericordia
do Recife
A lllmar. junta administrativa da santa casa de
misericordia d Recife, na sala de suas sessdes,
as 3 horas da tarde do dia 14 de abril conlina
a receber propostas para a arremataoao da renda
do armazem reedificado rua ireita n. 33, pei-
tencente aos estabeleci montos de caridade, ser vin-
do de base o proco de 600i aunuaes, dando-se
preferencia quette qne, alem desta,- entras van-
g*ns offerocer. t
Secretaria da. santa casa do misericordia do
Recife 6 de abril de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigaes de Souza.
UfcMo peda" Srsv Babia e Wrdgrl&eY-
A direcco atindanlo a-Innutneros pedidos de
possoas que dese|am assistir aos espectculos des
te tbeatro, resotven raoaiflear os preps doa bi-
Ihete?, vigorando d'ora arante a tabella aboeo
mencionada :
Camarote, eom 6 ingreso?, inclnindd passagem
em wagn, antes e depois do esoectaculo, 15J6
Cadeira, com aiissagem nales e depois do
espectculo, 25500.
flatea, com passarem para aitles e depois do
espWtacuto, lWO.
Os brlheres acbamJse na festaco do atecie
no theatrO.
Prinriptera s- 8 horas.
''- '-
Domingo 10 de abril
4* e nllima represeolaco dofxeeNeme e muito
appiandwlo drama em 5 actos, intitulado :
embarcado como cafea
jPrevimMe aos Sra>passageirtn que suas pass*-
lns so se reeebem rtt agenciadlia daCrnzn. 57* WW*:
! andar, escriptorio dMaaMfmlo Luiz de Oliveir
Azevedo & C.______
PORTO P0KB6M RAaoimTAT
Seguir em poucos di* a-barca 'pfirlugata rvirrtri a iJ>tic*-a
Noca Sympathia d classe e marcha por j ler comra d ptIBii
prompto quasi todb sua carga : para a pouca que nico deposito na p'.iannacia- do Finid, roa
Ihe falta, jasim coa* para paisafrros aos quaef lfga do Rosarlo n. 10> iutlto aowiaitel do
mT.lfoliveit'a.'t rS^aSTt S'f ^^ ^'^ "* ** ^^
primeiro andar. Is'-
o II
uu
LEILOES.
MEDICO DAS GRIiHCAS
Terminara e espaclicnta coht a repeSentaco
da graciosa me* em-i act* denominada :
O marido vict?aia; tas modas
Tanto no drama como na comedia, os princi-
paes papis rerad) de*inarth:.d,s pela Sra, D.
Mara Baha e os Srs. Babta'e Peregrino, toman-
do ignamacnte parto asSns. D -iilympia, Dt Joa-
quina e os Srs. Bnga, Eduardo; Freirs etc. etc.
Os bilhetes acham-so na esiac.o do llevife e no
theatnb, petos presos estabeleejd'is, harMndo. irem
depois do espectculo, cajo tocar cm todas os
ponfos do'stylo.
O espeolaculo principiar s 7 3/i em ponte,
para terminar s II.
AVISOS MARTIMOS.
GOMPANIIA I'ERNAMBCVTW
DB
\'avefi:?o costeira por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso 'e
Tamandar.
O vapor Parahyba, segotr* psra os portos ci-
ma no dia 10 do correnK meia noite. Recebe
carga, er.cooimendas, passageiros e dinheiro a fre-
te no escriptorio do Forte do Maltas n. 12.
8 SANTA GASA D.V MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Illm.a. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suas sessdes, no da 14 de abril, pelas
i horas da tarde, tem de ser arrematadas a quem
mais vautgena offereor, pelo lempo de um a tres
annos, as rendas dos predios cm seguida declara-
dos-:
ESTABELEeiMEMTO DE CARIDADE.!
Roa da Alegra.
Casa terrea n. 7, por anuo. 360*000
Rua do Mathlas Feneira (Oliuda)
Casa terrea n. 14.......965000
Roa da Vira cao.
Casa terrea n. 7. '. 193000
Hua do Padre Floriano.
Casa terrea n, 43......171*000
dem idem n, 63.......2i7$000
Roa de Hortae.
I.oia do socrado n. 41 ,. 121J0O0
PATRIMGNIO DOS ORPHAOS.
Rua do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 2i0$000
Raa do Rangel.
Casa terrea n. 88-........360*000
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 101 8" 2020000
Raa da Lapa.
Casa terrea a. 2.......240*000
Os preteudentes devero apresentar no acto da
arremaiaijio das suas Piaocas ou comparecercm
aeompanbados dos respectivos fiadores.
Secrataria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 6 da brw de 1870.
O escrivio,
Pedro Rodrigues de Souza,
COMPANHIA PERNAMBUGANA
Dg
Ya regado co*te5r* por vapor
Mamanguape.
O vapor Cnrurtpe, commandante
Julio, seguir para o porto ac mano
dia 12 do crrente as 6 horas da
tarde. Recebe- carga, cncommendas, passagei-
r se dinheiro a frete al -s 3 horas da tarde
do d!a da sahida : escriptorio io Forte do Malos
n. 12.
Al o dia 14^do crrenla mal espera-se' dos
portos do sul o*vapor francez Giivne, comman-
dante de Somer, o nual depois da democa, do cos-
tiirae segnb* para Brdeos ticando era Dakar
(Gare) e Lisboa.
ParacondQoos, frelcs e passageas. irala-se na
agencia rua do Cimmeroio n. 9.______
Ittaranho.
Para o referido porlo segott em poucos dias o
ltale Rosita por ter k maior parle da carga engao
jada ; e para o resto qne Ihe fifia trata-se com -
consignatario Joaqun) Jos Goncalves Beltrao
rua do Commercio n. 17.
GYMAS10 DRAMTICO
(No Monteiro)
80B A DIBEC^AO DO ARTISTA
DKIOVMI.
sahludo V de abril de 1894.
Espectculo em regosijo chegada do

CO.MPiVNHIA PGUNAMBUGAN.4
lavrga^So eosolra por vapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, cornmandanlt
Azevedo, seguir para os porto.'
cima no dia 13 do correle aa S hora.'
tarteT; Recebe carga at o dia 12, encom-
iendas, e passageiros e dinheiro a frete at a
2 horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio do Forte do Matos n. 12.
Companhla amcrlcaoa e braei-
letra do paquete a vapor.
At o da 15 da cor Ante esperado) de iVew
York por S. Ttiema e Para < vapor americano
yorth America, o qual dopois da demora do eos-
tomo segajra pera ota/rtoB do. sol, para frptes
e passagens trata se com os ageftes Henrj' Fors-
ler dt C., rna do Commercio n. fc__________
J|Tiriiniayitiw
Segu com bre vicia de para o porto acuna opa-
Ihabole Jown \rthur, p.ra o rosto da carga que
ihe falta trata-so con os coHsigoalarios Antonio
Luiz da Oliveira Azevedo & C. rua da Cruz n. 57.
LEIUO
Pe nua sobrad de 9 andares e
soto.
O agente Pontaal competentemente aulorisado
Tender era leilio um sobrado de andaTes e so-
to, quintal, cacimba etc., sito' ra do Rangel n.
39, edificado em solo proprio.
HOJ
No |" andar do sobrado n. 62, rua da Cruz.
Precisa se de um criado para- compra
mais servico interno de urna casa : na rna do Inv
perador d. "/3, 2' andnr.
Manotl arbosa Ki eiro, subdito portofuex-
reiira-se para Prtugul, deixaado per procurado-
res de seos negeett nesta cidade aes 8w. rYan-
ciseo Goncalves Bastos eS o Migiel Joaquina Car,
los Cardosot ^^^
Preiisa-se de un lli>'iro : na rua esarei.a
do Rosario n. 2, l andar, das 10' horas- tema.-
nhaa as 3 d tarde, achara cmn uoem tratar.
Batalifio p truitico Ai Boa
i Vista.
Sao convidadas todas as pessoas qne qainren
fter parte desse oatalhao para compareceren ao
pateo da Santa Crnz n. 24, I andar, e rnadfeS.
(Joncalo n. 22, aliiu de se nli-lamn, o tomar ao*
nliecimento do uniforme.
Da refinarho da na de Horta
i.iiatoro 9.
O agent Martins far IcHao por ordem de Bar-
ros fc Salos Pinto da rc'nnar;ao da rua de Hirtas
n. 7, constando de cnixiies, balanzas com pesos,
moinho para caf, taixos e mais ntencilos, cuja
refinaeao se acha muito bem collocada e afre-
guezada.
Segunda-feira 11 do eorrenle.
Na mesma relinacao ao moio dia.
Dech da India, manic'gt ln-
Kleza em latas, e vintio chan-
panba.
A II do correle.
O agent Oliveira far leilao de 90 caixas de
cha .verde da India, de cerca de 20 libras e de 10
ditas de 67 libras cada urna, 09 latas de 6 libras
cada ama de superior mantaiga ingleza e de 6 cai-
xas de 12 garrafas da ptimo vinho champanha.
tudo para fechar contas.
Segunda-fcira
as 11 horas da maoha em ponto, ne seu escripto-
rio rua da Cruz n. 53, andar.
Tinturara Francez
.VI tu* da la. eratrlf-SSfll
O proprilario des:e estabeleci mente *tf
previne as pessoas que depositaram
n'elle algnns objeclo antea do primeirro
de Janeiro do anno ntrenle, que os vio
bascar impreterirelnienle no praso de
um mez da data da presenta publica-
can, do contrario serio os ditos objectus
considerados como abandonados para pa-
gamento do traballio, o seus don>s na i
tero dircilo nenhum em reclama los em
lempo aljfum.
Recife, 29 de maroo de 1878.
mmm ~
Precisa-se alagar un oseravo de boa con-
ducta para o servico de mna leja de fazendas : ua
rua do Cretpo n. 20 A.
i
a
-
mmi
LEILAO
De tres partes do sobrado de 2 and res e
soto da rua da Penlia n. l> (as quaes
parles correspondis a m is de metade)
edificado em chaos proprios.
Terc.a-feira 13 de abril as ti horas.
Por iatefvengao do agente Pinto, em seu escrip-
torio'rua da Cruz o. 38. i
M
De urna mibia de amarello a l.aiz XV con-tan
do de 12cadeiras de guarnicao, 2 ditas de bra-
cos, 2 consolos, jardineira e 1 sof, urna meia
commoda de amarello, 2 cadeiras da balanco, 1
mesa de jantar nova, 1 cama franceza de ama-
reljo com colxao novo. 1 rico retogio com figu
ras douradas e redoma, 1 grande espelho com
m Idura dourada, 5 cadeiras americanas e 1
mesa decosinha.
Terci-feira 12 do corrente.
O agente Martins far leilio por conta de urna
familia que se retira desta provincia do? movis
cima ao 3 andar do sobrado n. 13 da rua da
Cruz do Recife as 11 horas do dia.
TIBTLim EMNCEZA
55-Rua da Imperat:iz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e aebamalo-
ta-se, com a maior perfeicao, fazendas cm
pecas e em obras-de ludas as quli.la.les ;
como sejim : seda, lia, algodao, lintio,
chapos de feltro c de palha etc. etc.
Tira-se noiois limpa-se a seecoscm
molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho.da fazenda.
Tintura preta as tercas c sextas f i-
ras.
Co-turcii\.s.
Na fabrica de chapeos da, rua larga do Rosario
n. 24, 1* andar, precisa-se de costureiras.
fl
i

INSTAFr ANEOS
Travessa do-Corpo Santo n. IS
ARMAZEM
Rua Nova tu 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Dandeira, Machado & C, avisam ao respeiUv
publico que nos lugares cima encontrara no mes-
mo sempra grande- qoantdado de ditos poco, e
que se acham habilitados para vender por mono
que outro qualqoer, por isso que os reeebem di-
rectameale do labricantH Narton, de Londres. ,
' As vantagens que offiererem os pocos instant-
neos sao : primeiro, podeivm ser col locado-den-
tro de casa ou tora, eom o trabalho do urna a duas
hora3; segundo, fomecerem os mesraos agua pu-
TerQa-feira 12 de abril as 11 horas, ra e abuLilante, podendo serem removido de um
O agenle Pinto far leilSo por conta e risco de para outro lugar, qnando assim conver.
quera portencer denm fardo marca XXP n. 1716 Os annunciantes sreeeb.-rao a imprtasela,dos
com madapolo avariado a bordo do vapor inglez referidos pocos depois de collocados, sattstattodo
Oteida, eaj contiauacao vender Umbem algumas espectativa do comprador.
pecas deca'omira de cores e pannos finos com -----
pequeo toque de avaria, as II horas do dia ci-
ma dito em seu escriptorio roa-da Cruz n. 38. I
de fazendas avariadas
AVISO.
fya un^CiibrMe afljerjeano coberto de
rodse pan um ou dous cavallos e
fem
bril ao mej Ha.
te Pinto eui frente
n n. 38.
O ubaixo asiignado faz sciente ao respeitavet
publico e especialmente ao corpo do commercio,
que tem justo e contratado para comprar a taber-
na sita raa da Srizala-nova n. 6, pertencent ac
Sr. J :m Dative-daa Passos astos : OjSacn aejsl-
gar com dir.-ito a mesma apireeeofc alas contas
no praso de tres dias, a contar dasta data em
diaste, na maaraa rua a.- 2 Recife 9 de abril de
Antn Victorino ds Rocha.
i
ar-
a caima
^1 aejaina
ilda rna larga do
Eosano.
BKl
no seu genero, tem sempre um aUn^mentG sem igual,
veode por "prepos que nenliuma outra casa pode vender. L.
i vista da qualidade e do prwjo das jeias cada um p Garante-se ser tndo de lei. Compra-se euro, prata e peiras flna por pwjoa mntb ete-
vadoe. ;S3E
A loja est aborta at as 9 \m& t *mte>
SSBSBFSST


i

4
Biario de Prnambuc .Sabbado 9 de Abril'de IWfO
3,, ,.,,> C
i ESMERALDA
i
O. Mara. Angelina Filgueiras Machado, ]
casal par fallecimeuio de seu marido, _
darla a ra da
Santa Cruz n. 6 da freguexta da Boa-vista
avisa a quem qiier que se julgue credor
da casa cono do casal, que te 'aprsente
cutri tea titulo de "credlonor piase de 15
dias da data do prsenle, lotr piulde na i
poder inais ser attendido no ioiw do in-
ventario, o da 2* vara munleipal e prove-
doria dos residuos. Igualmente faz scien-
te a seus devedores, que em se nao pre-
sentando a pagar seus dbitos dentro do
raesmo praso de 13 dias, sero loistran-
gidos a (aze-lo pelo meioi judfciaes. P.e-
cife 4 de abril de 1870.
=?
fi
se
CASADA FE.
Aos 20:0004000.
Bilhetes 4o Rio venda : TU do Cabugi n. 1
reade Vleira & Rodrigues.
PEDIDO
Pede-se encarecidamente aos Srs. Domingos
Tneodoro Rigneira Ariatide Florentino Caval-
canli de Alboquerque (de Sennhaem), que venham
ra do Vigario n. 14, a negocio que se precisa
ultimar
^
Un
IM DE JOIAS i
mm-mmmmxmmmm
Amassador.
Precita-se de um amassador: na ra -dos Pires'
o, 5ft ______________________.
Na praca da Independencia n. 33 se da di
iheiro sobre penhores de ouro, prata e pedra.*
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesma
:asa se compra e vende objectos de ouro e prata.
) igualmente se faz toda e qualquer obra de en
ommeadt, e lodo e qualquer concert tendent
i mesma arte.
DI
NOBEIRA HAIT & C.
Este antigo estab ele cimento, completa
lente reformado de novo, est as condi
oes de servir vantajosaxnente os seus fre-
.;uezes, visto que a cha-se prvido com um
plendido sortimento de obras de ouro e
tirata de le, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, cujos presos sao os
aiais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
46 em troca ou compram-se com pequeo
mbate.
H 5 RIJA DO CABIJGA PL S
O MARAVILHOSO REMEDIO DO
DE. CHAS. DE GRATH.
de
Crnzes
narmore
a. ti.
O* artista Gamitto acba-se estabelecido na casa
cima, onde pode ser procurado para lodos os
misteres de sua procissao.
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Ba da Cadeia do Eecife51
' Chama a attencjto dos seas innmeros regnezes, e do respeitavel publico m
geni, para a seguinte tabella dos precos de soa casa, os qnaes sao vinte por
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabellaras para senhoras a 250, Cadeias para relogk a 50, 60,
70, 80, 90, 124 e.
Corte de cabello, ....
Corte de cabello com frcelo.
3
5
Advogado.
O bacbarel Francisco Augusto da Costa
muduii o fea escriptorio da casa n. 69
pi/a o de n. 34 na ra do Imperador,
onde ser encontrado das 9 horas da na-
nha as 3 da tarde.
Nesta mesma casa se encontrar urna
pessoa que se propoe a fazer cobrancas,
e que se encarreg de quesioes no inte-
rior da provincia.
ELCTRICO
KING OF PAIN
o re da dor
PARA USO I UTERINO E EXTERNO.
Cura cholera e cholera morbus.
Na travessa da roa]
das Crnzes n, 2, pri-
mevo andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se osmesmos rae-
taes e pedras.
AMA
saDgue, em um dia.
dores do ouvido eai
Diarrhes, Huso do
Dores de cabera, c
tres mnalos.
Dor de denles, em um minuto.
Neavralgh, em cinco minutos.
T>es!oca'ces, em vinle minutos.
Gargantas indiadas, em dtt minutos.
Clica e culvulscs, em cinco minutos.
Rheumsiisrao, em um dia.
Febre e febre intermitente, cm um dia.
Dor as cosas e nos lados, em dez mi-
nutos.
Tosses perigosas e refriados em um dia.
Plueresia, em um dia.
Surdez e a,thma.
Hemorrhoidas e-bronchites,
Imflamaco nos rins.
Dyspepsia, erysipelas.
Molestia do figado.
Palpitago ce coraejo.
Reserve sempre este remedio na sua familia
AS DOENCAS SE APRESENTAM, QUANDO MENOS SE ESPERAM.
OLEO ELCTRICO O King of Pain (O Rei da dor) aquieta e positivamente dis-
' "*ipa mais de differentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos e produz um
mis perfeito equilibrio no systema humano, o que nao se pode effeituar no mesmo tem
po, com ijaslquer oulro remedio medicinal.
Ifeto muito popular rem-dio est agora usando-se geralmente, pela razo que
aniares de pessoas se tem curado gratis com o dito remedio pelo Dr. Gralh e outros
atis.
Este importante remedio nao se offerece para curar todas as doen?as, porm
tSo someaie para aquellas estipuladas as nossas direcces.
Est operando nos principios da chimica e da eletricidade e por isso, est
pplicavel para o curamento e para a restaurado da accSo natural dos orgSos que so-
flrera da irregular circulaclo dos fluxos dos prinoipaes ervos. Oleo elctrico O King
rf Pain opera directamente nos absorvenles, faiendo desaparecer as incbaces das
glndulas etc. era um tempo incrvel, breve sem perigo do seu uso debaixo de qualquer
jrcamstancia.
O remedio urna medecina para o uso externo e interno, composto dos ele-
mentos curativos, raizes, bervas e cascas, taes como se tem usado dos nossos antepas-
ados, e das quaes tem grandes existencias no mando, pir 'rnente s jlwndo-se quaes ellas sSe,
Foi um grande e especial desejo da Taculdade e medicina durante amitos an-
uos de experiencia para aprender os melhores nodos que se deviam adoptar para curar
m segi:tes doengas, e que proporcees de medicina se flk via usar.
NICO DEPOSITO Effl PERNAMBUCO
NA PttAWIACIA E DROGARA DE
Bartholomeu & C.
34Ra Larga VESTIDOS P3ET0S
Preeisa-se do ama ama para comprar e cuzi-
nhar para duas pessoas : a tratar na ra Nova
d. 52.
de melhor e d
Supeuore* cortes de gorgurao de seda pre^a bordada?, o que ha
naior goeto em Pernambuco.
Rons ^.rosdenaple pretos de seda, de #QGO a 74000 rs. o ovado, na loja das
ranas ra do Crespo n. 13, de Antonio Co. reia de Vascellos.
ME
Qoxarop Vegetal Americano espccialdade Je Barthofomc C
34.RUA LARCA 00 ROSARIO.J4.
Cabelleireiro i
Ra da Cruz n. 24, i andar, por cima da
botica.
Antonio Rudriguas Ramalho acaba de abrir
concurrencia publica um espa^oso c asseiad > salo
para barbear e cortar cabellos, e afianca que nelle
eocontraro seus amigos, antigos ti cguezes, e em
geral todos os que quizerem frequeata-lo, agrado,
aclividade e bom desempenho do trabalho.
AO ARMAZEM
DO
Ra Mota n. 9,
acaba de chegar pelos ltimos vapores novas re-
messas dos segointes :
Calcado francez
Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou
tras multas dilTerenles cores i ultima
moda.
Para meninas.Botinas das mesmas cores e qua-
lidadjs cima.
Para homens.Botinas de cordavao, bezerro, ver-
oiz, pellica, o melhor sortimento que se
pode desejar.
Para meninos.Botinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para homens.Botas rucianas, meias-botas e per-
neiras.
Para homens, senhoras e meninos.Sapatos de
tapete, avelodados, charlte, clsemira
preta, tranca de Lisboa etc. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
muitas qualidades.
Quinquilharias
Finos artigos de Pars, de gosto e phantazia,
como sejam :
Leques para senhoras e meninas.
Luvas de pellica (do fabricante Jouvin.
Espelhos de ditferentes tamanbos.
Perfumaras finas do fabricante Coudray.
Caixinha de costura com msicas.
Albuns e caixilhos para retratos.
Pulceiras de ouro bom de lei.
Brincos e traneellins.
Gorrenles e chaves para relogios.
Botes de punhos e de abertora.
Correntes e brincos de plaqu.
Bolcinhas e cofres de seda e velludo.
Caivetes e ihesourinhas finas.
Lunetas, oculos e grvalas.
Chicotes d baleia e de outros, sortimento.
Bengallas de canna, baleia e junco.
Ponteiras de espuma para cigarros e charutos.
Escovas para fato e para cabello.
Escovas para denles e para unhas.
Pentes finos de marlim para tirar caspas.
Pentes de tai la ruga para desembarazar.
Malas e boleas de viagens.
Estojos com naval has l para viagens.
Carleirinhas para notas.
Gaiolas de rame para passarinhos.
Abaurt-jo transparente para candieiros.
Oleados para mezas.
Molduras domadas e quadros.
Estampas de santos e eidades.
Berros de vimes para enancas.
Cesnhas de vimes para braco de meninas.
Caxinnas de msicas e realejos.
Cosraoraraas e lanternas mgicas.
Esteriocopos com nteressantes vistas.^
Objectos de mgicas e cordas,de violo.
Jarros e flores de porcelana para santuarios.
Velas a gaz para lanternas de piannos.
Accordions e concertinas.
Diversos jogos fraucezes e allemes.
E nutras quinquilleras semelhantes.
Brinquedos para criangas
Carrinhos de 3 e de 4 rodas para passeios, bo-
ecas de todos os gostos e precos desde 460 rs.
at 20000, e um sem numero de brinquedos de
differentes presos para intretmento.
Para evitar massante leitura de tantos artigos
expostos venda nesle eslabelecimento, o dono
pede ao publico em geral que se digne entrar de
passeio afm de verincarem nao so a grande va-
ridade como os precos baratsimos por serem
odos chegados de conla propria._____________
30^, 35# e......40000
DiUs ara bomem a 350, 400 e 50)5000
Coques a 12& M, 180, 200,
250, 300 e.....500000
Crescentes a 120,150,180,200,
250, 300 e 320000.Corte de cabello com lavagoi *
Cachos ou crespos a 30, 40, 50, champoa. .
60,70, 80, 95e. 100000 Crt*'^e cabello com bmperida
Tran% de'cabello para annel a cabecapela machina.electn-
500 e. ..... 10000 ca, nica em Pernambuco. .
Tranca para braceletes 'a 100, |Friado inglexa ou i francesa.
150, 200, 25 e.....300000 Barba. ,......
JlSSIGNATUrrAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solres
O dono do estabelecimento previne s
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ba um
salao para tintura dos cabellos e barba, as-
sim como um 'empregado smente oceupa-
do nesse serviep.
00I
501
titm
IIOM
50
Recommenda-se a superior TINTURA XA*
PONEZA para enegrecer os cabellos e ban
ba, nica admittida na Exposieio Unrfsrss)
como nao prejudicial i sade, por ser tc
latil, analysada e approvada pelas atada*
mas de sciencias de PARS E LONDRES
Imperio do Brasil.
Grande exposiqo na cidadede
Cordova,
REPBLICA ARGENTINA.
No dia 15 do outubro de 1870 ter lu-
gar a abertura da cxposic5o nacional em
Cordova.
Previne-se, portanto, a todos os produc-
tores, agricultores, fabricantes, artistas e a
todos aquelles que exer^am quajquer indos
tria, que na dita exp siro se recebem tod s
os productos da industria e agricultura
brasileira, assim como todas as machinas e
utensilios que quizerem reme'.ter.
Estes productos estao isentos dos direitos
da alfandega na Repblica Argentina e po-
dero ser dirigidos cidade ao Rosario, de
onde sero tranportados pelo camraho de
ferro central.
Para mais expcacSes dirijam-se em Per
nambuco, ra da Cruz* n. 3, ao consulado
argentino.
No armazem da travessa do Corpo Saoto n. 25, ba sempre asi completo
sortimento de objectos para carros, e que se vendem por precos muito rasoarceis, como
3ejam:
Vaquetas de lustros, grandes e rauito boas.
Solas idem dito.
Oleado preto e de cores.
Colleiras de lustro o que ba de melhor.
Guarnic5es de fino lati para arreios, completos.
Lanternas e vellas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaqim Lopes Machado & C.
35RA ESTRETTA DO ROSARIO35
Fornece-se comidas para fora com asseio
e promptido e' manda se levar em suas
casas na ra estreita do Rosario n. 35, ca-
sa particular confronte a casa do uarbeiro.
Na mesma casa faz m-se flores para en-
feites de aojos para procisses, sipos de
flores, rosas, capacetes enfeitados, e todas
as flores de panno e papel, para ornamen-
to de igrejas e andores ludo por barato
preco, boquets para noivas com fitas bor-
dadas a ouro, bandejas de bollos finos cora
armago para casamentos e bailes, pudins,
p5o de .16 enleitado para presentes e' toda
a qualidade de doces de ovos tambem en-
feitados, vellas ricas para baplisados por
barato preco, bouquets de flores de cera
para t nfeites de bollos e para offertas.
A LOJA D )S ARCOS DE ALVARO AUGUSTO~DE ALME1DA dC i roa do
Crespo n. 20 A, alm da grande variedade de fazendas de pbanlasia de que sempre se
acha provida, tem actualmente um completo soi tmenlo de fazendas pretas, proprias para
os actos da quaresma, como sejam :
Ricos corles de seda preta de superior qualidade.
Gorgurao de seda pretos de diversas qualidades.
Grosdenaples pretos de differentes qualidades.
Sedas lavradas. '
Basquinas de seda preta de modello inteiramente novos.
Ditas de guipure ricamente enfeitadas.
Pelerinas.
Fichs e mantas de fil para a cabeca.
Mantilbas brasileiras ou mantas de fil para cabeca, de modelo atoraa^c*
novo.
Eil de seda branco e preto.
Guipure branco e prelo.
Baldes a victoriense modello inteiramente novo.
Chapelnas enfeitadas de preto.
Luvas de pellica preta para homens e senhoras, e outros rauito* rtico- It
bons gostos e qualidades o que tudo se vender por precos rasoaveis
Tambem contina a ler um grande sortimento de lapetess, alcatifas e as *er-
adeiras estea dras[Iparandia forrar salas.


HENRIQUE PFLAEG1NG
ESl'EOiL AFINADOR DE PIANOS
recem chegado do Rio offerece seus pre. timos ao Illm. publico lano na cidade cosas eo
mallo ou nos engeahs, pode ser procurado no salo de pianos e de msicas aa ina
Va n. 58 lo andar.
Em casa de THEODORO CHR1ST1
ANSEN, roa da Cruz n. 18, encontram-s<
sfactivamente todas as qualidades de vinbt
Bordeaox, Bourgogne e do Rheno.
O abaixo assigoado avisa ao publico que tend
otrtido licenca do Exm. Sr. eonselheiro inspector
da thesourana da lar.end gejal, para vender es*
tampilhas em sea eslabelecimento a rna do Crespo
n. 23. pelos meamos precos que se vendem aa re-
oebedoria geral; assim, pois, podem as pessoas
residentes nesta cidade e fra della dingirera ao
abaixo assigoado, suas encommendas em qualquer
qaantidade que sera prometa mente satisffeitas.
Hanoel Hartins Fiuza.
Precisa-se
na rna do Rangel n. 6 de um caixeiro que tenha
pratica de taberna, dando provaa de boa cond. cta.
SW cMnuMi foearn ttetUtUf fw* credinr
iiiui ft*pmo$, iMao> qo iu pplk*Jo e o
yyy^y** P*UpMoMqoe tatum cceiu-
l"? .**! ; porqo* to Mmprt M
MMUfct ewMijUrwto, Milito., ittt *m 1k
jBS**4StrliUBMio; mm u mr4o eSwdvL f**-
?!gyttwy1'1 oAhmim.m m Saixo
Hf-J"- ^^*t i tm a m.,. mDU.
wutfasa* V* **U mt um* Amtmm Si m
lfi ni exUioNiuria, pou qn loffreaiU ka diw m
imma tMM, i boMo U no podor dorair loiti
mfn ueMuo a adiciiiaatoi a/u Umnt, IU
Karr aa leraira csthar fai iIItwiU, t todo dm
m toja rMtiMoeiSo coa o dm Matute de quii
lftaanteo; (ralo poii mm retalud* BaaifMo
"', S. *eu recuibtcuamto- Di V?. Si. Muco, .
mmaim t oLn,;do. HaaMi Antonio ttecM Jenior.
ama* SO Jettriide 1S6S.
SMM. Sn lartliolomeo $c C. Pefihertdisitmoeo
ior que uit iiienm de icoostibro om do utom
Vegeut Amtnem, de tu coBpotJio, qaudo m
iebm Utuata daeole i um. comUmcAo, mm m
torno eonpleumeiu roneo e qnt innit nina foru
tMM. e M mpotuMlM M MOMir o* MM MTOTM
tSS'ilSf"* ****+ "********
wpteto iMUMeeiBWito, qM oblir. coa na t tidn
do meta* ume. lepoit m hmr Mcorrido aiitM
tnuaentM. Dmomm cm oatrot eoao rwoma
10 mi un* mn m ira .Tiidot i, Uo Ucrittl
neoaaodo, ti. kltl hw mi. Cra w ctotid*.
oMgdo. L..X UMW. RkiT. SS MMUffltC*
Illat Sn iMiholeteM C.O nropo Tt*ta| ai
ricMo qie Tv. Si. tea upotU Mu e di l*4t tfl.
eteit ptri o enratiro d'utkai, Maftrat oMtrvtl af
plicMdo-o mei tllho Jotqiia. ataor m caor
tnnot; Tictint d'M fltjello. qnt al tntlopor i..
eiccdeau a don ai not kaia rttittido ealrot xarsMt
raM MMadi. QMiraa poit Vt. Si. aceiiur
a aUaafU imctfa di ata rtconMoiatiti m
iraii Mineo qnt Ibt prtturaa coa o indicad
laropt. .acrtditwddnt para Mapn a Vt. Si. cOMa,
tiento obngadt. r, imerico Nalto di MecdoaM. -
Beeii Sdt jotojuc ato i SU:
CASA DA FOITUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
K. roa do Crespo n.23 e casas do costme
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
tras sones, um inteiro n. 3260 com yOO000 da
lotera fue se acabou Be extrahir a beneficio da
igreja de S. Amaro das Salinas (1(2*), convida
aos poswaidores virea reeeber na eonfori-
dade do Gestme sem descont algum.
Acbam-M a venda oa felizes bilhetes garas-
tidfli da I'" parte da loterfa benefldo da (reja
de Santo Amaro de Serinhaem (143-), que *e -
trahir lerca-eiralt do crreme mez.
Procos.
Bitfcete 6*000
Mete. 3j6M
. QahBa lliOO
Em porcae de MbV para cima.
Slbete .5*500
Meia 4*750
Quinto 1*100
. U%q4 .yarns Ruau
Cfli TONI PURGATIVO E DEPUMtlVO
DE
CIliHUiK.
Composto das plantas as mais odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais elevados, o cha
toni-purgalivo de Chambarij possue um gosto a-
boroso e um aroma suavissimo, e as propriedades
as mais notaveis sobre os embaracos do estomago,
dos intestinos e do figado o desobsiraente por
excellencia na constipacao do ventre e nao tem
resguardo nenham.
Depurativo especial e directo da wns e dos hu-
mores, lefresca o sangne depurando o.
O uso do ch-Ckimbard pode ser continuado
por muito tempo sem o menor receio e sem m-
commodo nem mudanca no modo de viver.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
NA
^PHARMACIA E DROGARA
Df
llartbolomeu st C
34-RUA LARGA CO ROSARIO34.
Ama.
Precisa-se de urna ama de leile : a tratar na
roa do Imperador n. 65, 2 andar, ou Passeio Pu-
blico n. 60.
PHENIX PERNAMBUCANA.
Companhia de seguros martimos e terrestres
Ra do Commereio n. 31.
Capital Reis 1,500:000*000
SeguraMovis.
Mercaduras.
Navios de vella.
Vapores.
- Predios.
Em vapores at res 100:000*000
Em navios de vella at reas 75:000*000
Em cada predio al reis 100:000*000
Pernambuco, 7 de mareo de 1870.
Pela companhia Phenii Pernambncana
J. J. Tasso.
F. F. Borge,
J. H. Trindade.
BZAR AC DEM1C0
13 Rna da Imperatriz 13
Ulysses A- Ira aos proprieta ros deste bem conhecido e acreditado estabeleciast r
tem a honra de participar ao Ilustrado corpo ACADMICO e sos seos sasmerasso frtv
guezes, tanto desta praca, como de fra, que tendo sido elegantemente retoase tuso
estabelecimento acba-se completamente sortido e em condicBes de b*m ser-ls* dos
segnintes arligos:
r.
Manoei Pedro de btoolia retira-ee para
Portugal com sua senbora, e deixa como pjeu-.l
de ana
r encarref ado de
commerelalaoSr
Saab, Jos Pinto Ribero e Jf__.
Catmibo. Redle 4 ie abril de 1470-
arregaaio de velar pelos destinos
i commercial sos Srt Anteojo Franfsco
Oobraa^a de alugueis.
Ha quem se escarregue da a branca dos allu-
g'ueis de predios deeta cidade por mdica porcen-
tagena incluindo os servicos de solicitador nos ca-
sos de -espejos judictaes, podem procurar na rna
da Gloria n. H das 6 is 9 da manhaa.________
Preei-ga de umaeecrava. quesaiba cozinbar
a facer enmaras e o mais servicn de casa : na ra
da Cadeia da Recite n. L^_________________
l'recisa-se de nm trabalhader para tratar Se um
para morar, e
arra-
dosJ sitio pequen d-se asa pi
i-Hcadel^gas aseeeo, pretertedononieBasado
Mar na rus Nova n. 19,1* andar.
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamburgo, Bahia e
Rio de Janeiro ele.
Cigarros
de palba de S. Paulo, de 30500 a 7,4500,
o milheiro, Daniel do Rio Novo, Mauriiy,
Imperiaes, Tenentes do Diabo, Duque f
Casias, Gandou etc.: de papel, de fumo
de Daniel, General Osorio, Conde d'Eu,
Rocambole, Radicaes, Acadmicos, Macham-
bomba, Montevideo, Orientaos, Baependy e
muitas outras qualidades.
F umos
Afamados de BAEPENDY em caixOes de
20 libras 1^1400 rs. a libra, em pacotes
a 20, de 20 para cima a 10800 e em maior
porcio 10500 o pacote de 1 libra, dito
em latas dequarta a 640 e 500 rs., e ontras
muitas qualidades como sejam: Daniel do
Rio Novo, do Para, de S, Panlo, Caporal,
etc. etc.
Alm dos artigos mencionados encontrarlo nossos fregoexes outros
ero de nosso negocio, qne se vende em grosso e a retalbo s que
serio satisfactoriamente bem servidos : bem como nos encarregamos
commendas de nessos cigarros de seda e linbo, etc.
13Ra da Imperatriz1$^
Variedades
PONTEIRAS para durlos e cgame e
todas as qualidades gostos e precos.
CACHIMBOS de superior esptama. as mt
deira (raiz; de 30 at W, s a s t ou-
tras qualidades a retalbo.
DITOS p de gaUibbados msmorn ye
ba neste mercado a 30 tlptiD a s. s
com grande abalimenlo em maior petran,
ditos de louc-a, gesso, barro, esc.
BOLSAS de borracha e cooro o> Smtk.*
gostos e precos, para guardar
CARTEIRAS para cigarrss de
systemas.
PHOSPHOROS de cera, em eaisss lo-
dos os tamanbos, ds asgaram a safls #<
' PAPEL de milbo, de a*roa, aa
san, pintado, de linbo efe.
Fernando a melbor

BAZAR BA MODA
SO RA MVA-50
Os abaixo assignados proprietaros deste eslabeiso isa,
que, continuam a vender muito bartlo e em vista F *
miudezas da melhor qualidade chaman a atiene* "
de retalho afim de comprarem o que Iba for conveoisais
,0C|0-pagamen,ore,tod7<,^,l;c&*. so, ar.l





Diario de Pernambuco Sfobbado 5' de Abril de I9ib.
-r-r-
FONDAS PARA A
LO JA DO TR
JARESMA
IMPHO
7=Rua
do Queimado7
DE
mcoo sejam:
Grosienaples pretos de todas as larguras e quaJdades.
Gorgoreo pre^o para vestidos, o que tem vindo de mais superior nesta fazend*.
Peqoia ta China, de teda pura preto com listras de setim o.aue ha de mais moderno
em fazenda preta para vestidos.
Manlhas brasileiras de renda de seda preta o que tem vindo de ma!s moderno a
este mercado.
Meteroiques de croch preto com ricos lacos de seUm e de mdello completamonte
or.
Casacos de croch pretos, compridoscom grande roda e de regaco que finge segunda
saia sobre o vestido.
Ricas mantas pretas para cabeca de senhoras.
Um grande sortimento de fil preto de seda com flore, neste mesmo estabeleci-
mento tambem ha um grande sortimento de poupelinas de ricos gostos, sedas lisas de
1 nda* cores, saias bordadas, finas para senhoras, luvas de Jouvin de todas as cores
para homens e senhoras, grande sortimento de cortinados bordados para cama e janeilas,
tapetes para sof, canas, pianos, janeilas, e grande sortimeito das afamadas csteiras
da India para forrar sala, so existe na ra do Queimado n. ?.
Loja do Trinmpho.
i usuras* iimuniiai bmmks
srs
Sublime
iobo
Be-l
Brag
Acha-ne venda na loja da roa do Cres-
po n. 28 A, esquina da do Queimado a
morosa Memoria do Bom Jess do Mont'
Braga, ornada de grjjij i finas, seg
edigao, obra.da peona de )uro domui il
trado lente da uiversidade de Coimbr, o
Exm. Sr. conselbeiro Dr. Diogo Pertira
Forjaz de Sampaio Pimentei. Quem lve
noticia da extraordinaria devocao que, exis-
te em Portugal para com aquella milagro-
sissima imagem, affluindo sempre, para o
seu magestoso templo em romana o nume-
roso po?o de todas as partes desse reino;
quem seber avaliar as brilhantes descrip-
c5es, e o bello estado degelle consumma-
do jurisconsulto e eximo litleraropoTtague
nao, deixar de procurar, quanto artes pro
ver-st de Um exemplar da dita memojia,
pelo diminuto preco de 30, na loja indica-
da, onde ha pequeo numero dellas.
Na mesma loja cima ha ontras estampa,
muito perfeitas e grandes do dito Senhor
Bom Jess de Braga, por prego commodo
S i
f*}j|l
O O I
Quera precisar de um moco habilitado para
ensinar as priraeiras letras fra da capital: pro
cure na ra da Saudade, casa n. 2.
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a a
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O
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I
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
eslabeleciment de joias, onde os freguezese amigos enontraro ludo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, rneios aderecos, pul-
coiras, hi neos, alunles e armis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, cnllicres, paiileiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
meiui mar.
<;ii,Tinra-sc ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
quo em entra qualquer parte, treca-se e concorta-se tocio e qoalquer objecto
pcrlonccritc a esta arl<.
m
\mm
VMA
L
Preeisa-se de urna ama. forra ou escrava : no
pairando Paraizo, a. 29, prhneiro andar, defronte
da igreja, esquina.
AMA
Na ra do Amwim n. 35, indar, prescisa o
Domingos Tasso de ama ama par* eozer e engo-
mar.
Na ru estrena do Kosario n. li, fornecese
comidas para (ora, reeobe-se assignatura, e mesmo
para mezas acarrega-se de qualquer jantar ou
qualquer prato perlencente a su a arte de pasle-
leira. Continua nos sabbados a ter mao de vacca
o farrabulho poriuguez e oulrai iguarias ; assiin
como eoconirac o respeitavel pablroo um varia-
do sertimento -de serveja e outras muitas bebidas,
jueijo e doce.
.Na ra Xova n. 43 ha, para alagar quatro
encllenles escravos para todo o servlcn.
COMEERCI.
Os abaixo asignados declaran ao publico e es-
pecialmente a.1 commcrcio d'esta praca, que em
31 de marco aimo dissolveram Mnigv-'lmen'c a
sociedade que tnham aa loja e fazendas e rou-
pas pretas sita i ra Nova n. 10, e que gyrava sb
a razio social de Gomes & Silva, retirando-se
d'ella o socio Silva Cardoso pago e sattsfeito da im-
portancia de sau capital e Jucros, completamente
desonerado de qualquer compromlsso contrabido
pela mesma sociedade, fleando cargo do socio Go-
mes todo o activo e passivo d'ella.
Pernambaco, 5 de abril de 1870.
Francisco da Silva Cardozo.
Antonio Gomes de Oler eir Silva
Fogio no dia 4 do crrente o mulato Satur-
nino, offlcio de arreiro, cor awmelhida (especie
e ac par ler os cabellos vermelhos), estatura me-
dia e forte do corpa, cara oa testa rugosa, falla
apertando os cantos da bocea, dado 25 a 30 an:
nos, pos chatos vesttdo de ceroula a camisa de
panno de algodao trancado de ores, natural do
serto. O anno pausado este mulato esteve fgido
1 aaezes, e foi pgalo no engeaho de S. Joao de
Pao do Albo, depuis de ter vagado as roas d'etta
cidade, por ba-iante tetapo ; tem eonheeimf uto na
ra da Senzalla, etc. : pede-se aos capiaes de
campo autoridades poliaaes a captura do mes-
roo, para -ter entregue a oo tenlior a sitio da Sa-
pucaia, era Beberibe.
Precis-se.
alogar para ana Camila pequna ura andar de um
s>brado em bom estado, em ama das melhores
mas de Santo Antonio ou Boa vista : a tratar na
photograpola allemia. _______________I
Prensase de ama ama'para coobar; o
roa do GiMimb-o 0. 68. i
AVISO
Ao commercio.
Custodio los de Oliveira & C tem justo e con-
tratado a compra ia armaeao e gneros existen-
tes na taberna do largo de S. Pedro n. 1, da qual
proprietario Mainel Jos Marques da Silva, roga
s pessoas que se julgarem credoras do mesmo
esiabelecimento, e que nao tenham sido consulta-
das nesse sentido, de se apresentar no mesmo es-
tabelecimento com suas contas para seren alten-
dida?, tsto no praso de tres dias 8ndo este praso
o comprador fechni suas cantas com o vende
dor, e declara nao attender a reclamacdes. Reci-
k 8 de abril de 187a
Aluga-se um sitio na estrada nova do Ca-
sanga, com casa d ? pedra e cal, quatro quartos,
duas salas, cacimba, fructeiras e cerca nativa : a
tratar no sitio da viuva ViHa-Secca, ao mesmo
lagar.
CaSJTFELiZ
Aos 20.-000^000
A casa feliz de arc-i da Cooceicio vendeu nos
seus muito felizes bilhetes da lotera 314 em be-
neficio da santa i!asa de misericordia da odrte,
as surtes segu otes :
028 4:000*000 %
1045 800*000
3820 200*000
2684 lOOOOO
Preeisa-se de umi ama para o servida interno
de urna casa de tamilfa : a tratar ni ra do Vi-
gario a. 18, 3 andiir.
AMA.
Preeisa-se de una ama: na ra do Pires n. 5.
Irmandncle do Senhor Bora
Jezus d .8 Ghagas.
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jetas das Chagas identifica que domingo 10 do
eorrenle oxpSe v sta dos deis em solemne pro-
cis<3o seu padroeiro, percorrendo os raas princi-
paes das freguwia!, : Santo Antonio, Rociw e S
Jos. A mesma convida a todos os seus irmios
a coranareeerem no consistorio da irmandade no
referido dia, palas i horas e 1)2 da tarde, para
eoeorporados aeoiopanhareui a mesma aroeissao.
Consistorio 9 de ibril de 1870,
O seeretario,
Laiz de Franca Pereira.
0 CMGIO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico ea geral, e aos seus clientes
em particular que elle mudou o seu gabij
nete de consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profissao, todos os dia* uteis das 9 horas
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serlo precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicSo de
seus trabalbos, o que j bem conbecido,
assim como as commodidades dos preco.
Preciosa ublica jurdica,
Commentario do Cdigo Commercial Portu
guez e Brasileiro.
Vende-se na loja da ra do Crespo n.
25 A esquina da do Queimado, a impor-
tante e moderna obra sob o titulo de ah-
notaedes. ao cdigo do commercio portuguez
em 6 volumes pelo Exm. Sr. conselheiro
Dr. Diogo Pereira Forjaz de Sampaio Pi
a en tul, lente; cathedratico na uiversidade
de Coimbra. OsJJsubidos crditos de que
goza muito merecidamente aquelle eximio
comuiercialista por si s bastariam para re-
commendar tao importante obra, quando
nao concorresse mais para isso a grande
vantagem de ser um ptimo commentario
ao cdigo commercial brasileiro (na falta
absoluta que ha de qualquer outro) pelamo-
xima homogeneidade de entre muitas das
suas disposices, e as do mencionado cdi-
go portuguez, que lhe servio de texto.
Correi pressurosos, distincta mocidade
do 4. anno da Faculdade de Direito desta
cidade e notareis jurisconsultos, a prover-
vos desse poderoso auxiliar para vossos
trabalhos da sciencia, e pelo preco commodo
de20, toda a obra em6 vol.
B> prevenUro seguro e certo contra
actvice,
la e rtstaura forca e sanidade a pelle
a eabega,
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos em
qualquer forma e posico que se deseje
n'um estado formos'o, liso e macio,
Ele faz crescer os^ cabellos bastos e com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da cabeca
bmpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem
blancos,
Elle conserva a cabeca n'um estado de fsej
cura refrigerante e agradavel,
Elle naor demasiadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadico,
Elle n5o deixa o menor cheiro desaera-
davel, B
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a bfla conservago e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o pen-
teado dos cabellos e barbas dos senho-
res,
Nenhum toucador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Tnico Oriental
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, I. da-C. Bravo A C. P..Maurer
A C, M. Barbosa, Bartholomeu & C., e em
todas as principaes lajas de perfumaras
e boticas.
Ama ~~
Precisa-se de orna ama captiva oa forra :
ra de S. Francisco n, 84.__________________
A imperatriz regente.
Com esta denominado chegaram a loja do Pas-
so pelo ultimo paquete os mais ricos chapeos de
palhinha pretos com enfeiles de cores, objecto es
te o mai moderno da Paris, cheguem antes que
w acabem : a roa lo Crespo h. 7 A.
AMA.
Preclsa-sealugar orna eserava que corinhe e eo-
omme, urna negrlnba e ura moleque, paga -^e
iem ; na roa do caes de Capibaribe, casa neva
com porio de faro ao lado.
. D-se 10:000* a premio sobre bypoibeca iu
predios nesta idade : ra do Crespo n. 12 loia
M dir quem d.
ATTENCAO
As novidades do Fasso
CEMENTO
PORTLAlft). .
Vende-se no armaxem aiaarcllo 4a TiceBit Ptr-
reira da Costa & Pilbo, detalla 4a mm 4 Cas-
caicio, em barricas graadaa._______
Milho e arroz de casca
Vende-se milho o arrot 4a rasca aat san-
cos, no trapiche da rotapiaai: a tratar aa r ja
da Cadeia-velha, casa n. I, a> atdar.
PARA A QARBSMA.
Chegaram pelo ultimo paquete os
Ih6es de gorgorao preto?, basqnlnas
ricos posti
pretas com
ricos lacos de setim, neste artigo ha doas especies,
de gorgorao e croxe, e niantilhas brasileira, ditas
compridas para cabeca, chales de touqtiim e me-
rino pretos e bordados, gorgoroes pretos \ist-s.
de cordio de listas assetinados, de tTores, 6 lant"
o sortimento neste artigo qne o comprador poda-
ra escomer a vontado. Setim preto macau muio
superior, sabida* de bail de merino infeitadas de
tetim.
gMW-aWMM
I O DR. SANTOS MELLO
I Medico homeopalha, recem ehegado da
corle, flxou a sua residencia nesta
capital, ra slreita do
Rosario n. 32, 2*
andar.
D consultas todos os dias das 9 s 10 gf
horas da mauha, e recebe recados por Sfi
escripto qualquer hora do dia ou da 2
noute.
Aos pobres d consultas s
horas e medicamentos gratis.
Venda de lampeSes
l^ra illumina^o.
Na loja de funileiro de AMowo Korera Pa?
na travessa da rna do Vitara a. 3. kai
der 300 a 400 lampen promna,
micos por serum para paz liquido, i_
te lur : elles antes que se acaf*u, Mafeam en-
earregados de illuminaaSe*. oue m~
niesmas
D. Francisca Mara de Jezus, senhora da pro-
priedade Duas Barras da fregueria de Gamelleira,
fais:iente aos emphytentos Guilherme Jorge da
Molla e D. Gracinda da Molla, para que venham
ou mandem entender- se sobre os foros vencidos,
no praso de 15 dias, p r j terem cahido en con-
djsso os feus terrenos.
600$ a 700MK30.
Da-se 600 a 700<000 por um sitio perto da
oraca : na ra de Santo Amaro, taberna nova jun-
.t a Machamboraba.
Ama.
Aluguel
Alpga-se um grande sobrado por acabar, tra-
vejado sem assoalho, com porto de embarque,
proprio para qualquer offlcha, sito nos Coemo?
defronte ao hospital Pedro II tratar a ra do
Mondego, olaria n. 13 ; tambera serve para mo-
radia.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica
de taberna : na ra do Sebo n. 84.
Precisa-se de um moleque de 15 a 30 annos
para servico de urna retinado, entregar caf e as-
socar : na'rua Imperial n. 201.
Do casa de seu senhor ra Direita n. 91
fugiram os escravos segumtes : no dia 28 de mar-
go prximo passado o escravo de nome Viclof,
mulato e?curo, cabellos estirados, idade 17 annos,
rosto redondo e com algons pannos, baixo, cheio
do coro bons dentes, ps e mos pequeo?. No
dia 6 do correte, a escrava de nome Daua, negra
fula, idade 20 annos, b jeca pequea, com os la-
bios gressos e arrebatados, ertatura e carpo regu-
lares, seios grandes, mitos tiradas o bem feitas, e
cabellos carapinhos : quem os apprehender o le-
va-Ios casa cima dita ser recompensado
^
.ILJIIIVI
Precisase de um caixeiro que teaha pratica de
taberna : na ra do Raugel n. 41.
Precisa-ie de urna ama escrava que salba
engomar e cozinhar para urna casa de 4 pessoas:
na? Cinco Ponas n. 136.
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e da barba, foi a nica admiltida
Exposico Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparacbes at
boje existentes, sem alterar a sade..
Vende-se a iJOOO cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
____1. andar.
CUBA BAP1DA E INFAL1VEL DOS CALOS
MbA
POMADA GALOPEAU.
Deposito especial
Pharnmcm de Bartholomeu $ C.
34Ra larga do Rosario34.
ATTENCAO
Fugio no dia 11 do crreme o escravo Francis-
co, cabra, idade de 30 annos, com os signaos se-
guintes : cabellos carapinhos, rosto descarnado,
* com marcas de beehigas, intitula-se ser livre,
fevou calca branca, paletot de alpaca de cor, cha-
peo do Chile ; dede j se protesta contra a pes-
soa que o tiver occullado : roga-se aos senhores
capitaes de campo que o tragam ra Direila
n. 16, que serao generosamente gratificados, assin
como as autoridades policiaes.
Urgencia.
Pede-se ao Sr.. Francisco de Salles e Silva quei-
ra apparecer a negocio que Iho diz respeito, no
Bazar da Moda, rna Nova b.O.
No dia 6 do cerrente ao desembarcar no
arsenal de marrana o 30 corpo de voluntario, ten-
do o cantarada do tenente Gustavo Lustosa Quina-
quina do referido corpo entrgado ah a um ganba-
or urna mala eontendo roupa e certos papis de
importancia para levar ao quartel das Cinco Pon-
a?, econtece o camarada perde-lo de vista em ra-
zo do grande numero de pessoas que alli exista
e o ganhador por se em fuga.
Por isso roga-se s autoridades poilciaes toda a
altencao, e s pessoas que della tiver noticia quei-
rara fazer o favor de dirigirse ra Augusta n.
43, que ser generosamente recompensado.
Gustavo Lustosa Quinaquina.
Pelxe de prlmelra qualldsde.
Curimaas, camorins e carapebas : no Atterri.ro
do Giqui, freguezia dos Affogados, viveiro de Jos
Buarque Lisboa; de segunda-feira Santa a sabba-
do de Alleloia.___________________________
JKrotectora das Familias.
Em cumprimento do prevenido no art. 29 do
legulamtnto, so convida aos Sr?. contribuate?
dessa assoeiacao que nao tiverem apresentado as
ceriiddes de idade dos seguros, para que mandem
rozer entrega dellas na ra do Livramento n. 19,
1 andar, afim de ser expedidas o mais breve pos-
sivel para a i aspe doria geral'do Rio de Janeiro
As certidSes devem ser selladas e reconhecidas
por tabeliao.
Recife, 30 de mar^o de 1870.
_______ Narciso Francisco de Vidal.
JoaquimJosGon-
palves Beltrao
JA DO TRAPICHE N. 17, !. ANDA,
Sacca por todos os paquetea sobre o Bao
:o do Minho, em Braga, e sobre os seemn
es logares em Portugal:
Lipo%
Porto.
Valen?a.
Guimaries
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
ViUa Real.
Villa-Nova de]FamalicIo.
Lamego.
Lagos.
Covilhia.
Vassal O'alpassos).
Mirandella.
Beja.
Bareellos.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOCO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecid
uesta praca, toma seguros martimos sobw
a^Jtot*>iSTffil no^^SriS152R5 _t50^.ftv
Quem precisar de um homem ehegado do
Rio para feitor de algum sitio, ou para tratar do
jardim, dirija-se na da moda n. 33 ; ou se al-
gum senhor de ettgenho precisar de um adminis-
trador, dirija-se a mesma casa n. 33.
Sociedade patritica batana Dous de
Jnlho.
llavera boje sessao ra da Aurora em casa
do presidente da mesma sociedade.
BaUlhao patritico da ra do Duque de
Caxias.
Si convidadas aa pessoas que estilo designadas
para este balalhio, para comparecerem no Do-
mingo 10 de afcril pelas 7 horas" da manha na
mesma ra n. 44, afim de tomar conheciraento do
farda ment. ,
Para o commercio.
GaTerece-se urna pessoa eom as habiliiajaes ae-
cessarias por tci a devida pratica do commercio
tanto de armazeas de estiva como de cobrancas
e despachar ; tem soffrivel letra d conheciraen-
to de sua conduela, tambem tem o mesmo pra-
tica de gneros a retalho ; quem de seu
serico precisar queira procurar na ra da Glo
ria a. 116, das 6 as 9 da manha e das 4 as 6 da
tarde ou annuncie por este Diario para ser pro-
curado.
Luiz da Silva Ferreir, portuguez, val a
Portupal e deixa por seas procuradores Jlo da
Silva Ferreira. Jnaqnim.Jos da Silva e Antonio
de Ateveds Maia.
Solicitador
Maaoel Luiz da Veiga, so citador provlsionado
aceita partido das casas comraerciaes, para ludo
que disser respeito ao sea emprego, c feto por
mdico Bfeco : pode ser proenrado em oa casa
roa da Gloria n. 94, todos os dias das 6 as 9 ho-
ras da ntanbaa, ou ao meio dia na sala das au-
diencias nos dias uteis.
Aviso
Precsa-se de ama raulher que se encarregut
dos arranjos de casa de um homem (menos com-
prar e cozinhar) e que seja ielosa no servico a
seo cargo : ra das Cruzes n. 9., segundo an-
dar.
Antonio Jos de Medeiros retira-so para Eu-
ropa tratar de seus negocios, e deixa como seus
procuradores, em Io lugar Felisberto de Medeiros
Barbos, em 2* Joao Martins da Silva Ville, e em
3o Joao Amoral Raposo.
AMA
Vinte mil ris.
Precisa-se de urna ama que cozrahe bem o or-
dinario de urna casa de familia; assiin como oulra
para engommar, forra ou escrova: na rna do Pi-
res, sobrado n. 27.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro que tenha bailante
pratica de taberna : na rna da Sehzata-nova nu
mero 22.
Precisa-se de ama ama escrava que saiba
coznhai e la ar bem : na ra da Cadea de Re-
cife n. 51, 1 andar.
COMPRAS.
Gasa terrea.
Compra-se urna casa lerrea : tratar na ra
da Madre de Deus n. 16, loja.
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, ouro e prata em obras inutilisadas,
brilhantes e mais pedras preciosas : na loja di
>urives do arco da Conceicao, no Recife.
Compram-se e veudem-se diariamente para fra
dentro da provincia escravos de todas as idade.'.
jores e sexos, com tanto que sejam sadios : an
erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
'regaezia de Santo Antonio._________________
Com muito maior vantagem compram-se
noedas de o'aro e prata : na loja de joias do Co-
racao de Ouro u. 2 D, ra do Cabug.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prau
i pedras precicsas por presos mais vanlajosos d.
jue em outra qualquer parte.
ompra-se
duas casas terrea? as ras Concordia, Palma,
Caldeireiro, Santa Thereza e Santa Rila : a tratar
na ra estrella do Rosario n. 35, cartorio.
Compra-se um escravo de 15 a 20 airaos de
dade : na roa de S. Francisco n. 72.
Vende-sa oa negocia-sc o eaftaa*
moente e correte, silo na ffgwzia a
prximo a estrada de ferro, fen*> excefleaar -
cado, malas e as melbores ierras ala phatiiia
Este engenho, alem de ma* iakm de aera-
dores, tem dez grandes partidos de U eaata, mi
um dos quaes leva mais de 150 carros da-------
le, sendo oito desses paridos exrlaaivaaaraae *
fertilissimas varzean, me eom ca daa nwOnt-
vapores, assonudo esle anno, e leal a menr-M
preparos para nwer com aniuues ; as aaaaa <*C>
era bom estado, o passadio irniti taaa a i>-
fazer-se bons nrraes no rio Ja*, siso, iaai h> *
desti lacio com um dos melbores -'-m'aija t
engenho pode safrejar naualmenle ^ara aaia
5,000 pes de assacar, depu dos fraadaa bmmi^
ramentos feitos em saas trra*.
Quem pretender dirija-re ra da OacorJia p
23, das 8 horas da manaaa ao aaiio dto.
Bixas de Hamburgo
Por menos do que em
vendem re e al ligara-se :
28, armazem do Campes.
VK-Mnp.cp......ni|T |f| r>t|>j
S. Gaspar, silo na freguezia de ScrbSem
comarca do Rio Formoao, picxiaao do em-
barque, com grandes partidos de pan! t
massap i nxh da moenda, mattos aogsiM
para madeira necssaria, bou pasto, efar.
a tratar na ra d'Aorora n. 6, oc oa c<
imperador o. 20.
ATTENCAO "
Vende-se urna machina rnatela de bavic..:
aguas gazosas com lodos os seas apaarrlao, ta
pouco compiada as le rea cIBciks da ir. 3U-
tbeus de Xora-Yoik. A mackina lucrada a>
porcelana cm urna capacidade dr- W) mrrt.-
is que suficiente para prodozir 100 dealaa s
lias por dia. E.ia actualmente ira
<>u:ra quafiaer par*
na iua do laaarrad r a
garrafas por dia.
na corte, na ra do Lavradio a. 62, teda *e ,:-
examinar : para iLfurmaces dinjara e rea
S. Pedro n. 2*. no Rio de Jam ir.
GRANDE ROVDADE
VNDAS.
Vende se a armaeao da taberna do pateo da
Penlia n. 8 : tratar junto n. 10._____________
Vende se a taberna bem afreguezada da ra
do ilosptcio n. 26 por seu dono ler de ir tratar de
sua saude. Na mesma se precisa de um caixeiro
que d flanea a sua conducta.___________
Engenho S. Manoel
a' venda.
t do crreme, e fieoa ao lugar o Sr. Braz Fernan-
das de Feij, aub io bajpaohol.
un edificios, mercaderas e mobilias:
aa do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Vende-sc o engenho S Manoel, junto a estacTio
de Una, tendo este tirado nove safns, e com mui-
to boas trras, moente e crreme de animaes, e
querendo bota-lo de agua o pode fazer, por ter
agua sulliciente do centro e cora outras vaniagens
multo convenientes de ser junto a povoacao de
Trombeta, que querendo ter vaecas leiteiras, m-
pula-se o leite por bom preco, vendendo-se este
por 240 e 280 a garrafa ; alm disto, a lenha que
se acha pelos recados j velha, vende-se por bom
preco. O proprietario roga as pessoas que pr>
tihuerem o referido eogenbo de se dirigir ao mes-
mo, cujo preco fario avista da propriedade, que
alianca agradar aos pretendentes, e vende-se pelo
motivo de seu proprietario dezejar retirar-se para
esta praca a* bem desu a saade.
Aos forradores de carros, e donos de co-
cheiras.
Na cocheira de Vieir C, ra Nova n. 51>,
tem para vender o segrale: pelles de vaqueta
muito grandes, encerado grosso para guarda chu-
ya de carros, dito fino pelo, e cor de rap para
forro dos carros, seda azul e panno pafa forro,
galao largo e estreito azul e edr de rape, boldes
braucos e azues para alcoxoar, pregoe de cabeca
de raarliin, escoras de palha para lavar os ca-
va] los, lanternas para carros e vellasproprias pata
as mesmas, bonitos chicoies para carros e para
cabriotet. pelles de capurca, tapete pintado azul
para o fundo dos carros, encerado grosso pintado
pata o mesmo llm, latas com graixa para lirapar
os arreios, mollas para carros, ferragens compe-
tas para arreios branca c araarella, e muitos ou-
tros ohjeetos proprios de taes estaoelecimenios.
DO
BRACO DE (URO,
Rimdu Imperador n. 26
Os donos deste esulielecimento desejac
do por em pratica nesta capital os costu-
mes das coowttaries das primtiras capitaei
da Europa e Brasil (Rio de ir.x'iro) (axen
sciente ao illu.-lrado publk-o dtstacapit. i
que na prxima serrara saeta lrrii> ette
estabolecimei.lo piimoru^aforute dea-rari
e enfeilado com um rueafdett e uisal
sortimento de caixinbas lidades egosto, um oinpkt wtsjMata
de amendoas CGiifitadas de U)s u qiu
dades, coefeites e pastilhas as jaa s ^er-
vem para enchiinenlo M MkaVMaMM
adverlindoaoilustradopiibi-o j^eti" rii>
des, ccima mencionadas i-st nttr: ui
em uzo brindar stithoras <<>m s:e WaVd >
presciiU e vendo nos i|t:e -tea poca .
sent anda nao tiouve alguia; *|ue tai
a lembrsnr,a de proporcionar acs aaaiiitt
do bello sexo nesta rt'ade o eosejo de (lar
suas demotu-ti?!oes de mfeaV. gratkfio -,
amisade con bu bello prseme, nsiria:
inos a nos*' cargo l" ardua lart-la Iter.-
dendo as duriaetlo b ra i fea lesulla-
do, que p! I--rmo* coln r
O pubee cncontrarj lado BMal ijue re-
lalava o anligo annnnrio ajeelt bkirh, a^
Exmas. familiar na uccasiao le visitar
lempUs potlirao vir foi tale >.->e rom U>i>
lanches, vinhos, licores, Ghir.pgne, serve-
ja e refrescos ludo do melhor que pe**i-
vcl. Esperamos pois da concorroiK-ia i i
respeitavel publico em geral.
Rrozeguis pretos fantasa para senhor;
a 4-^000.
Ditos de duraqne de <:6r enftitadoe parz
senhoras a islOOO (lodos em perfeito esta-
do).
Drozeguins de lustre para boaaeaa a
i000, c vende-se na Praca da Indepen-
dencia n. 39, loja de calcado de Porto A
Bastos.________________
Cortes de vestidos de
blond.
Acaba de chenar i loja
Crespo n. SO A. de Alvar A
& C, os mais ricos cortes de
que tem vindo a este mercado para
assim como corles de vestidos ae
gostos inleiramente novo?, a
sortimento de chapaos de* vello**
a raa *
aa ajaaaaia
a hkn
Farinha de mandioca
Vendem Pocas 4 C, na raa estreita do Rosara
n. 9 junto a igreja.
Vende-se ou troca-se por raas nesta praca
o sitio denominado dos Dorilii, amiga casa da 1a-
vagem de roupa, eom grande casa de vivenda,
seozala para preto?, e^ti ibaria, baneiro de pedra
e eal cera agua correte, baixa para capim o
grande terreno para plaotaeOea : quem o preten-
der dirija se praca da Independencia d. j3.
Vendein-se tres preto*,
cozinheiros, estes da t annos eio a*a\
de 30 annos lodos bonitas
Horlas n. 96.
SSJBPS
Ogaras: raa raa !-
SEMANA SANTA
Madame B. Adonr
receben pelo ultimo vapor, ea^arfaWta >ft ar-
to de seda Frnufroa rfcar
mantiltias da mesma fazenda :
do Imperador n. %\, I* andar.
Mez de Hara
Cnticos e hymnos devatos aara o mn
' *o Maris. ^
Ira ntido volara onciaViaiJi Si urna
laeto.
De raarroqaini aeraeo
Ifatt
UVRARIA FRAXCE2A.
No eogenbo S. Francisco
i Vana*, te W
Vende^mHoTa^^B
regar assacar oa geacnaa- a
Ramos n. oam Aalaaw las.
tar para retirar-se para Baa
*>
04-
Vende-se aoaerlor vfako
teehfl A St. Julien : na roa aa *1aeai
non ero 5.



6
Diario de Peniambuco Sabbado 9 para segurar ca-
55Ruado Queimado55
A VERQADE tendo era deposito grandi
quantidade de miudezas e perfumarias, e-de
sajando aparar dmheiroeariquerir b6a *et.; Alflnetes de |at3c, a
Pestes finos
bello a
Ditos ditos de bvalo para alisar
a 440, 320 e......
Ditos para aparar peona a .
Rosetas pretas, par a .
Tranca de 13a decaracol peca a 40 e
Fita de coz peca a 480 o .
gezia est rssolvida a vender muitiesimt
barato, ; por esaa razo convida ao respe-
tavel publico a vir competentemente mun>
do a sortir-se do bom e barato. Pois quarj
p a Verdad apparecn, todo mais des-
apparece....
Grande sortimento de bonecos de cera
raassa as mais lindas ppssiveis vestidas a c*
racter.
Abotoadaras modernas para col-
letea ....... 32(
Espetaos donrados pepnenos. 26(
Agulhas de osso para crox a 20(
Peutcs pfa regaco cora? esotas a .32*
Ricos globos para candteiro de gaz a 1 (580
Ghamins a....... 32(
Grande sortimento de objetos de
louca parairinquedo de menino
Garrafa cota tinta a.....
Dita com agua florida verdadeira a
iOt
801
4*30l
15001
72f
50t
1550
I O
32t
50t
i
10(
10C
58t
10C
80t
20
81
Sapatos de la para crianca a 400e
Grvate de sedas de cores a .
Calcadeiras a.......
Grande sortknento de rendas das Unas.
Um par de suspensorio de- borracha po?
lOOrisimitl
Xa Verdad ro do ilnelniada
1G<
32
6*
250LX
321
70(
50(
24(
, 20
8(
60(
i&M
1(540
40(
Dita com dita dita a .
Frasco com oleo de babosa a 500 e
Dito com agua de Colonia a 300 e
Garrafa cm agua divina a.
Frasco com extractos finos a .
Lats pequeas com banba nimio
fina a 120 e......
Sabonetes de diversas quali lades a
80,100,240e.....
Finas escovas para dentes de 120 a
Jimias coques modernos a. .
Pavios para gas, dazia a 240 e .
Escovas para fado a 500, 600 e
Ditas para cabello a.....
Pentes para tirar piolho a 160 e.
Brincos de cores, bonitos a 160 e
Pecas de tranca de 13a com 8
varas por.....'. .
Oleo para machina de costura,
frasco a........
Pennas d'aco finas caixas a 800 e
Dita d'aco Perry, caixa a. .
Galo de algodo paca
Liados babadinhos e entremeios
peca de 500 a......105OC
Ditos de louca muito fino a 120 e 20(
Ditos para calca a 160 e. 24(
Caixa com papel amizade a. 70t
Ditas com envelopes a. 48(
Ditas com obreias a..... 4(
Caixa com agulhas fundo dourado 28<
Ditas de ditas ditas a..... 16(
Thesoura para costura a 240 e 50(
Caixa com linha de marca a 28(
Linha de cores em novel los (li-
bra) a........ 5(X
Carreteis de linha Alejandre de 70
at 200....... 10(
Grarapos muito finos com passa-
ros, duzia a...... 2
Cartas portuguezas, duzia a 1540!
Ditas francezas a 25200 o 3500X
Papel almaco e de peso, resma a
35OO, 3*500 e 4550
La muito fina para bordar, libra t>550(
Fita de algodo para debrum de
sapatos, pepa a..... 16(
Ditas de 12a para debrum de ves-
tido, peca a...... 48'
KAPfi POPUIa %*
DA
nmn wsmmjam
os
Teixirc>, ldunco&C.
Acha-se venda este ptimo rap,, nnico ql
pode supprir (alta do princeza de Lisboa, port
de mu agradavel perfume, viajado, e ipMn'i
mais mdico possivcl; e por isso tem sidj-ant
acolhido as praeas da Bahia, do Ro de Janeiro i
em outras do imperio : m e3eriptorto Jq*i
Jos Goncaltes Belti-au, rna do Cofflmarcia al
mero 17.
bm mmm&-c,
do Corpo Sftnto n. 26.
Os acreditados cylindros americanos para padaria, por dous differentes
Machinas para desearocar algodo pelos memores fabricaotes de New York.
Machinas de vapor systema de locomotiva e polias para as roesmas.
Carnnhos americanos para transportar votamos em amasaos. Todo por pro-
cos razoaveis.
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25
Joaquin Kopes Machado A 6.
Galnm de IM*
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito reeebe-se por todiw os pa-
qneces translantices bichas de qpalidad stjperior
e vendem-se em caixa ou porcao mais peqUena,
e mais barato do que em ostra qoalqner parte :
na roa da Cadea de Recife n.'Bt, t* andar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. efbSo-
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambnco caes da' alfa-
dega velha n. i, i' anda._____________
5;00ft
A rna Nova n.'OO vendem-se- botinas
para senhora a 35000 o par : a ellas em4
qoanto nao se acabara. _______
Cantara-de Lisboa
Soleiras, hombreiras, e capiteis, o que ba de
melhor para frentes de predios: venta no ar-
maran da travesea do Corpo Santo, de Joaqulm
Lopes Machado te C. ______
Sal do Assn'
A bordo do pal ha bote
volta do Porte de Mallos
mo & C.
Garibaldi ancorado na
tratar com Tasso Ir-
Farinha d mandioca
Vende se de superior qualidade. no escriptorio
de Joaquim Rodrigues Tavare-< de Mello, largo do
Corpo Santo n. 17 on no trapiche do Gunha, Fon-
te do Mattos.________________________________
Conslderafde genes aobre a
EMANCIPADO DOS ESCRAVOS
No imperio do Brasil e indiracao dos mers para
realisa-lo'
Por Peheoto de Brilo.
1 volme 8 brortnra 500 rs.
LIVRARIA FRANCEZA.
k AGUIA'NBRVaiHal cem o bom acculhimeht que t,ve em seus annan-.
oe, vem-.nrjvo participar a seus fregueis pe, acaba d reCeber um variadd sorti-,
nento de objectos de gosto os qeaes sera vendido por preijos muito razoaveis, pois
mando fes oese3-piieiros annocios, fot o que asseguro, e sem mCdo de errar, i
jorque como j-diese* oai'intrsse* ligada a urna caM* importadoradesla praca, e
jor isso podor tertedo especial efrender por m-ecos admiraves.-^-Ghfflapois a atten- j
;io de seos freguezes para os arttgwpo*sa- Atsrvr:
Livro como lampo^ do-m*rfiHh adre'- m'varfado sortlmenls .de chardte;ras e
>erola e lartarogar proprios-pen missa. .palliteiros de porcelana,
I Garafiohas va*is proprias para presentes
-.oasa de gosto.
Indispeosaveis-ie pelinh* o-de couro pro-
jrios para senboras e meninas traier nos
traeos

Tentoypara'VBlarete. g
Bengallai colirfim, cosa'especial.
Sabonetes de alestlrSo.
Cofres de foRtas para dioheiro*
Lindas caixas para costara.
Um completo sortimento de luvas'd'pe- j
Binculo d ;iru?a iodos esmaltdost -
Canto largo dd soUm^ coosa inteiraaieo-'' J"
IDOVI- i *
Fitas de sarja de todus as cores rlargn- W-goree para-bordar.
wpara lacs. r Um completo sortimento de enreiles de
ToceaaY sapalinhos meras de'sefia e raaie seda para vestido,
^ertences para % baplteadue. perfumarias d lodos os autores os mais
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZA*
UNIVERSAL, roa Nova n. 22carnero
viannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nhecides as quaes esto em exposicao no
descarregada hoja do patadw Mfta; %
ioaqnim Jos Ramos, na roa 4a Cratf a. S,
meiro andar.
Vnde-se nina parle de i
de grande prodcelo para agricultura,
f.eguezia de Ignarassii. atsim coa aa
tnt parte do engenbo Orte de Com,
purgatorio, qne muito coartn- eoroarar
tratar no Remedio com o Sr. Aa
deiro de Gnsmio.
Cer-
Fitas (Attinsewpoesfreprtas para bou> acreditados em oxtroctos, pomadas e leos mesmo Bazar, garantindo-se a suaboaqua-
njet"d nva\' e Bhalm'ento oatros' mullos objectos que nao
Ricos vasos^com>-p6 dO'apro pseivl neocionar ; mas com a vista se
Um-variado sortirtentefde jarrwdopor- certillcar3cJ do sortimento dste estabele-
stoB/ cimento.
Agua Iffbgta, ra do Gabug n. 8.
u
Vende-se o emjenho Mn?sayba, I^tc c dflsem-
baracado, e bem como a propriedade POcopieto
separada do me>mo engenho : a tratar cor o seo
proprietario na ra do Apollo n. 47,1 andar.
Chegod a loja d Paredes Porto, a ra da Imperatrlz n. 52, (Porta Larga) um bo-
nito sortimento de loalhas de linho para mesa, assim como os competentes guardanapos
qne- se vendern- a p^eco baixo.
PAREDES PORTOvende laasmhas a 240 o covado, fazenda de OOrs, para acabar-
na ra da Imperatm n. 52.
PAREDES PORTO vende algodo com pequeo toque de atara a 3*500 e IflOOO,
a peca ra da ImpeAirin. 52.
PAREDES PORTO vende chita preta para luto a iGO rs. o covado na ra da Im
peratriz n. 51 Porta larga.
CHALES
Vende-se chales preto de merino a 35000 fazenda superior, na ra da Imperatnz.
PAREDES PORTO vende meias para'senboras a 2^500 a duzia pr ter um peque-
no mofo, na ra da Imperairiz n. $1 porta larga.
PAREDES PORTO vende cortes decalca de casemira preta a 35500 e 45000.
PAREDES PORTO tem para vender panno preto superior e cnsemiras de cores e
pretas qne vende por prtos commodos.
OJALES. GRANDE PECinNCnA. .. mtn (. Fumos de todas as qualidade?, se encontr
Chegou a loja da roa liperairiz n. 52 de Paredes Porto um bonito sortimento ue nPste e=tabeiecimento ero latas, rolos e fardos,
chales chinezes fazendas muite boas para senboras trazerem em casa, cst;\ vendendo papei de toda* as qualidades proprios para ci-
por 5*000, eitao acabande-se^na earros-
lidade, e tambem ensina-se com perfeicio
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costu-
reiras diariamente, e a- sua perfeico tal
como da melhor costureira de Pars. Apre
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devera agradar aos preten-
dentes.
i ____
Candido Alberto So-
r& da UTotta- &rG.
com escrptorio e rmazem na travessada Madre
de Dees u. 14, tem para vender o segtitnte :
Cemento Porllnd de 1" qualidade, o melhor qne
tem vindo ao mercado, barricas de H a ti arro-
bas por 105000.
Vinltos Bordean* das segaintes qualidade? :
St. Julia.
Fronsae.
Lormant
St. Emlllon.
Margaus.
('.hatean de Boycherelle.
St. Lambert.
Lalonbere.
Duplessis.
Ciinor.
nearsesai.
Vinho do Porto de qualidade muito especial.
Azjite doce refinado em caixas de 12 garrafas.
encontrar
a PIRA A FESTA
.'] portas, loja de fvrrtgm
53-Rua Dfreittv*3S
Neste granea estabelecimento, ha i
um completo sortimento de farrafeaa,
laas a groaaaa, como aajaa aaaataj
qnadradaa e ovaaa, facas e garfea a* I i
toes, bataneo inteiro e 1/J bajases; paadann?
lhciras, cacarollas, frifleiraa, asaaderaa, feaa
de ferro como de porcelana, THhrN* para cagf a
diversos tamanhos do fabricante Japy, awui ifeu
gra vimos, tanto de ferro como da lata, aaana
para medh* faiendt tanto de ferro
salitre, bren, barbante, enxoVre,
do, do verdadeiro Pieardo,
rocar algodo; alam de octree
gem, nadezas cutttarla* f3ns, qne itaaa a^lv
la se verifica ; na rna dlreita n. 3 Iota de 3 aar-
tas de Hanoel Reato de Olrreara Braga* C
Engenho venda
Vende-se o engenho S. Matheoa, monta er-
ren le. com boas obras e em perfrito sudo, san*
com agua e est a um qnarto de legoa da esOelad
via-ferrea de Gamelleira. Vende se por anVHPi,
sendo 8000*000 vista c U:0'i en aag
tos de 2:0004 ananaes. Os pretendesaas |
dirigir-se a rna do Mvramento n. 19, a ir
Lurenlino Jos Miranda.
GAZ
Vende J aqnim Jrs Rasaos
n. 8, l' andar.
Vende Joaquim Jos
n. 8, l' andar.
M
Ramos: na rna da Craa
AVISO
Em casa de Mills Lalham & C, nn da Crac
38, vendem-se folbas de ferro garraaisadao.
GAZ GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Beary Fa
Loja do Leao.
Vendo-se tres venezianas em
na ra do Queimado n. 15, botica.
o., roa do Imperador, um
de primeira qualidade; o qnal se vende t
bom estado, e a reulho por menos preco do qne em
quer parte. ^- .
vi. JH
DO PAVAO

60RA DA IMPERATRIZ60
!^
SILVAa FIGIIEIRKIIO.....* jCa
Neste grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico, uSTcrande sortimento de fazendas, do mais apurado go'sto assim como de todas as de primeira necessidade que se Ibes promette vender por procos maito mais baratos da tpt
era outra qnalqoar parte, visto quo os novos iodos fiesta Grata adoptaram o systema de so vennderem DVRiaO ; para poderem vender pelo custo, lixitando-se apenas a ganbarem o descont. As pessoas que negociara
c ariijzem podorao f.?.cr os seus sortimentos pelos mesmos presos que compram as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Esmas. familias, de todas
ilerera escolber.
Cambra Va sisa
COM 8 PALMUS Dii LARGURA A 1:600,
2:000 e fcfM RS.
C'-iegaram asfinissimas cambraias suissas
trasparentes, sendo o quo ba de mais fino
para v->stidoso vende-se pelo barato preco
de (600, 2$000 e 2.^500 o metro, tendo
lambea das mesmas, porm inglezas com
a nasiav laagara que ^e venJom a t90(0,
e 14280o m*)lro, a^odoapanaf precisos des-
ta larga fateaa para se tasar um vestido
4 O' i 1/2 mct'03, pec'.liincha,
SAI AS BORDADAS
v.-ode-seum bonito sortimento d3 saias
bonltdas com 4 pannos, ossim como ditas
j profllMas, de Hs#Bba, enesgadas com
bonitas barras bordadas a la pir presos
muii' en costa.
PANNO PARA SAIAS A 15000, L*280 e
IWOO RS.
Ven ie-se bonitas fazend is jproprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lad*\. diodo a largura da fazenda o compri-
men!" da saia e vende-se pelo barato preco
de liJDJO, 1(J20 e lG0), cada metro sen-
do preciso apenas 3 oa 3 1/2 metros para
cada saia pecliincba.
Cnlnrlubos.
VesoVse um bonito sortimento de cola-
rinbos tanto de linho crimo do a'god-i pro
pr. n;'r.i lorfl.m, assim como tambera um
bonito soiiimsnlo dos mesmos para meninos
e .'-"inoras e todos vendem-se por preco
mu'n barrio.
CHALES OE ;MOg\MBIQUE A t:280 RS.
\".:nde-se urna grande quantidadedocha
les da mocambique, com padrees escossezes,
sendj rmi'io grandes e levesinlios pelo ba-
rat-preco de 1I2R0, cada no grande
peclH'nclia por se ter ferio urna grande
compra.
fcMuaos e casemsras preas.
0 P^va vende grande por^o de pannos
pjretoi do mais baiso at o mais fino, por
proco que admira, assim como um grat.de
sorti mela de casemiras pretas para calcas
quo e vend por1 preco mais birato do que
em outra qmlquer oarte.
GORGUUAO PRETO.
V'-nde-se o metbor goigurao de S6(Ia
prpi para colletes e vestidos, sendo nesfe
genero o melbor qne tem viado ao mercado,
nrai-i unto do que em outra qoalqusr parte.
Ve sll^s brauco a ltt06 rs.
O Pavao rende flnissiraos cortes de ves
(idos de cambraia Oranca, ricamente bandi-
das ti cora ria*a fiwarala pelobfrato orejo
de 12,-?000 rs. cada am, 6 poebincha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavao tem boni as c;i remiras escosse-
zas com quadros gratados e midos e oulras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito tina que se vende mais barato, por
haver grande porc'o.
GANGAS DS LINHO.
Vende-se ganga de linho com quadrinhos
mnitT boa fazend i para roupas d homens
e meninos pelo barat) pre?o de 0O0 rs. o
covado.
PECIIINCHA EM PANNO PRETO A 2*100,
O Pa lo vende superior panno pre:o fino
para palito!s, calcas colletes etc., pelo ba-
ratissimo pre?o do 20 o covado.
CORTES DE CASE OTRA PRETA A 4:500,
O Pavo tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeita las pelo barato preco
de 4#500 rs. o cort,
PEQAS DE M\DAP0L.\0 A 35500.
O Pavo vendo pussas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 3,)500.
PSCHINCHA EM ALGODO A 41009-RS.
OPavJo est veideado pacas de algodo-
sinho francez, teftdo 4 palmos de largara e
com 11 metros cada paca, palo barato pie
de 40000 rs.
CAMBHAIAS BRANCAS A 4*000, A PET.A.
S o PavSo ven ie pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais do vara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a "fS e 8*000, liqui-
da-se pelo barato preco de 41000.
ALPACAS BRILHANTES A iOOO E 800 RS.
O Pavo tem o mais bello sortimento de
alpacas la vradas,, com as cores mais deli-
cadas que tem vindo a mercado e tendo
bastante largura, veadem-se peto barato
prtco de'4$000 e 800 rs. o covado.
Cora palmas d seda a 9SOOO.
Para o Pavo chegou am rico sortimen-
to das mais bonitas lasinhas com palmas
de seda teado de todas as cores e pirtres,
sendo fazenda bastante larga e vende-se a
I $000 o covado.
llotipa para soravos.
0 Pavao vende um bonito sorti nento de
roupas pira escravos.
AS POPELIMAS DO PAVAO A 800 RS.
Cnegaram as nats lindas p.xipcnas de
la com imitacSo de poupelmas efe seda, urna
fazenda muito leve, com as maii liadas co-
res, sendo : verde, Btsmarck, rxa, asul,
lyrio, clnzento, perolaetc. etc., o vendase
pelo baratiesimo |>reco deSOOrs. o covado.
CROCHS PARA CADKIB.A3 E SOFA'S i ALTAS NOVIDADES EM SEDAS
O Pavo tem um grande sortimento dosj Chegou um grande sortimento das maisi
mais bonitos crochs para cadeiras, softs | modernas poupelinas ou gorguro da seda
mesas., almofadas etc., proprios para co- j e linho, ~com os mais elegantes padres que
br ir presentes e vende-se mais barato do tem vindo a este mercado: sendo milas
que em outra qualqucr parte. legradas, lanto em cortes para vestidos
Algodo eafestado. Scomo para vender em covados, assim como
as fazendas se do os livros das amostras, on se mandam levar em'soas casas, para raeibar pr>
ALPACAS LAVRADAS A 640, 860 E
Grosdenaples.
Sedas pretas lavradas.
Fazendas pretas de la.
Para o Pavo chegou um grande sorti-
mento de grosdenaples pretos de pura seda
stnho americano com 8 palmos de largura, I das listradas, que se vende tudo muito
proprio para lences e loalhas, tendo liso e em conta.
trancado, que se vende por preco maito em! Heriuo de cordo.
Cnta' auaaaa nv raaaaa Vende-se merino preto de cordo, pro-
PAiNxMU uc lkiHU. pr06 para ca|fas p^ijtols e colletes, pelo
Cbegou um sortimento de pecas de pan-
no de linho do Porto, qne se vendem de
700 rs. at 1#000 a vara, garantindo-so
que em fazenda de linbonoha nada melhor
nem mais proprio para leacoes e toalhas.
PECHINCHA EM CHAPEOS DE SOL.
Cbegou um grande sortimento dos me-
Iboras cliapos de sol de seda, inglezes
sendo neste artigo o meliior que tem vindo
ao mercado, assim como urna grande por-
cao de ditos de alpacas de todas as cores
e todos se vendem por precos muito ra-
zoaveis per haver grande porcao.
OS BALES DO PAVO A 2^000,
Cbegou um grande sortimento de baldes
ou crinolinas do feitio mais moderno, muito
proprios para vestidos ene3gados, que se
vende pelo baratissimo preco de 2#000 rs.
cada um, grande pecsincba.
CRETONES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 6i0
E 800 RS,
Para o Pavo chegaram os mais bonitos
crotones escuros matizados, proprios para
vestidos, roupo, chambres etc. que se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padroes claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 640
rs. o covado, sendo os padrea mais mo-
dernos que tem vindo ao mercado.
OS SETINS PO PAVAO
Vende-se os mais bonitos selins de cores
e mais encorpados, proprios, para vestidos
tendo de diversas cores.
FAZfflfDAS PARA LUTO NA'LQJA PAVO
Encostra o respoi-tavel publico neste es-
tabeteciraento um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejara cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazeftdas de 13a de todas que
tem vindo, proprias para luto, sendoilasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, caato, bom
basina3, merinos, etc. que tudo se venda
por preco barato.
baratissima preco de 1#000 o covado.
CRETOJES COM 10 PALMOS DE LARGURA A
2000 RS.
O Pavo tem urna nova remessa oa mui-
to acreditad) cretone, propria para lences
tendo 10 palmos de largara, dando na lar-
gura o coraprimento do lencol c vende-se
pelo barato preco de 2060 o metro, sendo
preciso apenas para um lencol om metro e
urna quarta oo metro e meio.
Chapeos a 1^000.
Chapeos a 1)5(000,
Chapeos a 100.
S o Pavo vende bonitos chapeos de
todas as cores pira homens e nninoe com
a forma mais moderna que ltimamente
tem chegado, pelo barato proco do 1(5000,
cada um, por terem chegado cora ura pe-
queo toque, de avaria, grande pechincha.
FECHIVC IIA
EM CAMISAS DO PAVO A 40500 RS.
Vende-se om bonito sortimento de mnito
finas e modernas camisas inglezas com pci
lo e coliarinhos da linho e pannos, pelo
baratissimo proco de 4J500 rs. cada urna
e aos freguezes que comprarera duzias se
Ihe far um abatimento. garantindo-se que
fazenda que vale muito mais dinbeiro,
liquida-se por este preco por se ter feito
orna grande compra: assim como se vende
um benito sortimento de ditas tambem rom
peito de linho bordadas e ditas de algodo
para todas os precos*
BRAMANfE PARA LENCES A 2000, COM 10
PALMOS DE LARGURA.
O Pavao venda superior bramante de al-
godo tendo 10 palmosde largura, cuja lar-
gura di para o comprimento do lencol.
sendo preciso para cada um, senlo cama de
soluiro, 1 1/4 e para casal i 1/2 metro,
pechinesa.
Vende-se urna grande porcao de algodo um bonito sortimento das mais bonitas so- que se vendem de 15500 rs. o covado at
5$ c 65000 ; sedas pretas lavradas de dif-
ferentes procos e qualidades, lisinhas pre-
tas, alpacas bombasinas, can toes etc. etc.
assim como um grande sortimcn'o de pan-
nos pretos finos e casemiras pretas de todos
os procos e qualidades quo se vende muito
mais barato do que em ou!ra qualqaer
parte.
NOVAS POUPELINAS A 400 RS, 0 COVADO
'O Pavo vende um grande sortimento
das mais bonitas poupelinas com listrinhas
de todas as cores e com lustre imitaco
de seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se um bom vestid) de muita fantasa
por pouco dinbeiro, isto por ter-se feito
urna grande compra e vende-se a 400 rs.
o covado.
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'esle grande estabeltcimenlo encontrar
o respeilavel poblico um grande sortimento
do roupas; sendo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, calcas e coletes de
brim branco e de cores, qne todo se vende
mais barato do que em outra qualqaer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, -e ceronlas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
Roupa por medida.
Na loja do Pavao maada-se fazer qualqaer
peca de obra a vontade do freguez, para o
quo lem um perito alfalate, responsabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
qaer falta qne possa haver, quer por de-
mora, qrter por qaalquer defeito na obra;
e para iato encontra o respeitavel poblico
um grande sortimento de todas as fazendas
qae desojar.
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lences, dan-
do a largura d'esta boa fazenda o compri-
mento do lencol, sendo preciso para cada
om apenas le 1/2 metros oo 1 e 1/4 pe-
chincha pel preco.
1,000 RES.
Chegou para este grande esUbefciasento
o mais bonito sortimento das mais asoeVr-
nas alpacas lavradas de todas as corea, tasa
se vendem a 1-5, 800 e 640 res o
assim como um grande sortimento de
cas lizas de todas as cores
CELEZIAS E BRETANHAS.
Vendem-se as mais finas celezias
linho puro ou pessas com 28 metro, aa
como, finissimas bretanhas de bobo
25 varas, por precos que fazem
em relaeco qualidade.
Basquinas.
Cbegaro as mais modernas
ou jaquetinhas de seda preta, rkaaacitte
enfeitadas a vidrilho, franca e setim preto
tendo de todos os modell, oa avab aova
qoe tem chegado e vendem-se por pceos
muito razoaveis.
ORGANDY COM SALPICO.
Chegaram os mais ricos organdvs da co
ros com salpicos o mais bonito aa* leas
vindo para vestido, qoe se vende a 11380.
o metro, ditos brancos muito fiaos coaa
listras largas a 15000.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento daa ate-
Ibores cambraias tanto victorias i
prenles tendo de 35500 i para ata a
fina que vem ao mercado.
ESPARTILHOS A 5*090.
Vende-se um bonito sortmanla eos
Inores e mais modernos espartimos
de barato proco de 55000 at 8080.
CHITAS FINAS DE 310 A 98f M. .
Vende se o mais elegante sotlaaanto eae
mais modernas e bonitas chitas taate mia-
das como gratulas, com corea dars es-
curas, dando-se de todas aaaostras.
FUSTBS RRANCOS A 640, Ht I !*
Vende-se muito bonitos
muito flexivel proprios para
senhoras e ronpa para
a 640, 800 e IjWP rs. o
O Pavao esta
cares toas a M>*ttJ
loja do Pavo est constantemente afterta, das 8 horas da manhSa s 9 d nonte


Diario de Pernambuco Sabbalo 9 de ALril de 1870.
se
iJi'it /THti ;M
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*l


I

H
inu s de ladu' ^*S ** tl"s l160'wo l';w>o todas
r tod^>^s"fB^rtmd xlL^:rrira,r,eHme'Sa"-
do n* apando .goSlo se J, ,P acv cMbl^S? 1" 2 e
es 4m*. es.oeeu.be^me^^r,' M^&tgfiZS**
**! nnnr i tr
^xjttr.^^:t-
de
Jtf,>Bw para colfocar retratos, ras e differnteS gostos fl,vwsas ^8-"
t-WM (retente para qualqaer pesia de Collas e punbus bordados para sentaras.
^SSlMe-deiM.0-. algodao, bramo e' ^dia^ l ^ p^ueoos e-grao-
de cores proprios para toalhas.
Gorgurao de soda preto e da coras.
* de ^alrbtas e muito oder-' do^dSeSl 32 tt^**'' *"*
s;. bem eno deeroeht, ludo de apurado qaainiaijwe gostos.
t^de^etrSd^rito. ^^P-i^rde:
i^STi,WiUlmb0rdad"!nl0dls*s "^sdetcdasasqulMades, cores!
gostos, nao Otando nada a desejar, tal
mm
Quaado a AGUIA BRRNCA, rnais precisa ciaotificar ao respeitavel pabhcoem
geni, e em particular a sha tloa ffegiietU.-da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem receido, justameotefjoandoeila menoe'O pede fuer* porque essa aHa invo-
taalaria ella confia e espera a*benevolencia de todos que lh'a attentlerao e relevaran,
continuando. pertaBto a dirigipeawe a bem conbecida leja da AGUIA RANGA raa do
Qneimado 8, tde sempre acharSo abundancia era Sortimento de superioridade em
qaalidades.-modicidade em' precos e oea nunca desnienttido AGRADO ESINCEWDADE.
> Do -que < cima fiea -dito so conhece que o dtspr, etnpregado apesar deseos cultos nodesetnpenbo de bem servir a aquellos que a
'hooram procorando prover-se m dita loja do^ue necessilara, entretanto semeanume-
rar os objectos que por sua natureaa sao' tois conhecidos al, ella resumidamente iodi-
caraquehes cuja importancia, elegancia e aOvidade o* tornam recommendaveis, como
bem seja -
Bettatina de todas as cores.
ioltaside tapete paca viagem, grande
afiaede de umaobos- e postes.
Bomaeaaa preta de todas as qualidades.
BraaMote de Mo de 41 palmos iara, e todas as mais qualidades.
^retantes de liaho e-algodo, -grande ser-
^anento.
o sortiment que existe para escdlher.
Leligos, todo quanto pode baver desde
sgdiao ao algoiio cornmum.
Leques'de Tnadreperolae osso, amis va-
riado sortimento.
Ligas d seda, bordadas,'para sehhora.
Lovasde Joovin, ebegadas por todos os va-
pores, empre novo sortimento, qoer em
^"J.l1-'-! ^^e dei^fes, doa.s pelhca-para homerse senhoras, qoerem'fio
maedoae.TOaiscaro emquahdade, afflen- d'Esoecia, brancas* de'cores. '
aado o fae ha de melhor na especie. I irr-j-
Brme'eigodao completo sortimeBto e MadapblSo; iedescfiptivel o grande sor-
wiedade de pre?s. titneeto que lia este genero, desde o mais
CauMita ^a-^ *" ^- elwado Preco o menor, que se vende em
-.'SfS- ^ offlawr eortimente, pn- peca e retalhtx>r menos do que em ou-
^SJ, g0&io e;i)W*teza' lentas tra qoalqner parte.
**c?B s7SC Vantas de blinde para noivas: 'Caonrado
^fSS^^V^ e4rlBSParen- ** Kw'waso. correspordentes em Paris
ISSa a W*1****--* preces. ibabilita-nos a dizer que temos em mm
^SSTlU^de*MI*r"M,-d6hl,b<>--e cassa estabelecimeirtooqoe demeihor se dse
bordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e orlar om?SS.
Camisas para honcens e meainos, tio va- Mantos pwtas da blond.
aado sorbmeirtoque wi do mais ordinario Mantas para carros, com ndas pinturas.
Gorpitihos de cambraia, prRBorpsmente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de moldo e perfeiGo de ador-
oes os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer qoerendo descre ve-Ios minuciosamenle
por suas cualidades, oreee desenlios, tal
o grande e variado sortiraente que acaba
de ebegar, mas pars nao massar o pretn-
deme se Ibe apresentar o que poder de
melhor.
Entremoios em fcfa9 de 1-2 tiras.
Guipure bmco> e preto de diversas qua-
lidades e deseabas.
Ditos de algodto' cem floree e Ksos.
Gapellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sor lmenlo de dita,
sombre melhor quajidade.
Lindos vasos cora p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de raadreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbeeooras para frisar babadinbos.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com 48 vists, as
quaes sao movidas por ura machinismo
Veos de seda' para chapdinasemonta-1 "nas-subataem-as onlras.
na.
madapolio, ao mais pareito bordad de li-
Camisas de meia, deifianeila, brancas e
e cores f ara heanem.
^etsewras freas ede cores, o melbor
Merinos pretos, trancadoeetisos.
Mu8seliaa braneae de odres,lindos e va.
riados padrees.
33
Pannos pretos e de odres, desde o mais
que se pode imaginar, sendo d'a'sso a e- [ Darat<> ao mais superior, por. preco muito
inor prava o. geande consuma*) delas na coramode.
effieina da casa.
Metas de seda para noives.
Ditas abertas de fio dEscossia.
Costumes ou .uniformes para .meninos.
Enxovaes completos: para baptisades.
' Vistas para stei eosoopos.
Donitas caixinhas do vidro enfeitados com
peoras.
Ditasd:madeira envernisada com vispo-
ras- e com domines,
Bollas de borracha para brinquedo de
IiOJA
GALLO VIGILANTE
alna lo Creupo d. 9
Os prephetarios deste bem condecido esubele-
cimaate, lm dos imiiios objectos que tinham ex-
postos a apreciaco do respeitavel publico, man-
daran] vir e aeabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
finas o mu delicadas especialidades, as quaes es-
to resotvhios a vender, como de seu coatume,
por precos muito baratobes e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas o de mui lindas edres.
Mu boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
ahora, ueste genero o que ba de mais moderno.
Superiores pentes de tartaroga para coques.
Lindos e riquissimos eneites para cabecas da-
Exmas. sennoras.
Superiores tranca pretas e de edres cora vidri-
inos e sem elles; esta aienda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superires e bonitos leques de madreperola,
marl m, san.lalo e osso, sendo aquelles braceos
com lindos deseulit>3, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para e-
nnoras, as quaes sempre se venderam por 30*000
a auza, entretanto que nos as vendemos por 20*
aim destas, temos tambera grande sortimento de
lutras quaJiaades, entre as quaes alguma muito
Boas bengalas de toperior eanna da India e
castSo da marflm cora lindas e epcanudoras figu-
ras do mesmo, ueste genero o Que de melhor s i
pode desejar ; alera destas temos tambem grandi
quanudade-de outras qualidades, como seiaai, ma
aeira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Fmos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos'de idade.
Navaihas cabo de marfim e trtaruga para Tarer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa ver tam-
bem asseguratm sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas^apellas para noiva.
Superiores agu lias para machina e para crox
Linna murto boa de peso, froma, para encher
labyrintho.
Bons' bafitlhof de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
fumaras e dos. raelhores e mais eonhecidos per-
fumistas. *^
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convuls5es, e
ra^ilitam a denti^ao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destas prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afira de que nunca faltem no mercado,
ja tem acontecido, assim pois poderlo aanel-
Grande mniftoSL
O Campos diad* hapmi.j a. m >
respeitavel publico o nf-riihai aw i
merosos f egutips qne rm vista a
peixe fresco no mercado desta provaKM
guio fazrrem tea arman ana |
de p^ixes da diversas qaatiaaaes a
diflercnles maneiras a saber : tai sal
molho e em arene, da<
Jinda?, i-avi.llinhas, batf qaw.
cheine. savel, pasci batafo,
congro, >alnwn, Ugosta, ete^ et*, *.
A rile!!
Adktt
No snurn a
Aproveitem a oeasio
Vender alaben. da raa Aapata. Lll
armaban da fabrica de -hartMn* M baca a IV
que n. 7, ambas livrea
se todo o negocio a prasn i
me e conveneionar : a tratar
lo Mana Palaiea Ira para
fea escnjiu.no no largo da Corpo
atar.
Vnbo Bordeanx fine, eaiu 4e tt
Aze te <\oce, idem idnu.
L<>na de I' qualiJaae, da hostia.
llniu.Cc-. iJf-rn idem.
Brins, idem idem.
K>iampas de Santos em quadrmao*.
Pianos (ic pxeeHenies vons.
Fio d veHa.
Enxofre.
Salitre.
Omento PorRabd.
Oiin Rr.nwno.
Vellas slearuus fnjMraMMaM.
Pelles de carneir .
Estojta pa a fardos de a I goda).
Cha IlysAin Ia qoalidad".
Oleo d<> linhaca.
Lia hanigud.
Canella da India.
Fardos de fumo em folba, { c vende de
do? para cima.
Ba do Queimado n. 31
o
Ex.-ellentes chapeos de ralor,
brancos e prelny. pelo baralis^inio H-*
preco de iOjOVO.
I- ja de Antonio de Meara fWKa
& C
Ba do Queimado n. 31
Touquinbas de fil, sapatintros -bordados criancas.
e naeis para eiU98. I Diversos objectos de porcelana, proprios
liamistaaas bordadas, para .ditos. i para enfeites de mesa e de lapinhas.
apellas de llores, .para noiaas e bailes,
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito .finos para
?Mflde amis candida flor de larangeira at mesa-
^lSJ?TMa,>te*!.Qaia- P6ites bordados ^ Hnho, lisos e de al-
^Uwpelufkas ao meikur gosto^de todas as' god5o para camisa.
cores hoje preferidas pelas senhoras de Prmcetas pretas e a cores.
m.s apurado 'rigor aa moda. Popelina do seda e linbo, com listras e
CbapteafratMdevdludo.para sennoras, flores; fazenda^ hnd.ssima.
^W*0 ?*"** u I Pemerinas para sennoras, do
t Chaieos de. sol, para senhoras e borneas, J gosto.
PerfiMaarias ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
ukimo
de todos os pre;oi e variados gostos.
Cbaiy com ricos padroes para vestitlos.
Chalas de_ todas as nunMAe. 9uit.io Hoontror nesie ffenero. "da ma fa^
Cumero_ e^ao-, BS awadade de gostos, | ^J^^^S^Ji^gSSSM
AnMA&EMS
NOS GBANDES
BE ^f-X'<;S
tomo ja tem acontecido, assim pois podero aquel-
es que delles precisarem, vir ao deposito dogaic
vigilante, aonde sernpre encontraro destes verda-
deiros coUares, e os quaes aitendendo-se ao flm
para que sao applicados, se venderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren,
comprar por presos muito razoaveis loia do callo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Venie-e n*lo sen joslo valor u raa da Ca-
dea do It eif n. 58;h>ja do Anlein.
Estampilhas.
Vendo-w na rna da Cro n B. jwtsr
*: uoijiahos
"I
m. 23Largo do Ter^o.W. 23.
f t c.
111
Chitas, impassiweldescreverosortiiBen.
tu e variedade; de padroes a nevos gastos,
.I pasto atfigo todo qwtoto se,pdd desajar.
Ciatos para senhoras o que se pode ima-
giaar de memor.
Coques, o,meJlh(r no gosto e nos enei-
tes, varios lmannos.
Colchas de seda com borlas, o. mais apu-
rado gosto e lavor.
Ditas de fusto branoo e de cores por
precos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamentb borda-
dos para senhoras.
) Cortiaados de cambraia bordados e do
fii.o. que. de melhor. se pode desejar.
?RfU*"^dr a -v da ateoraai3.fmo?oMe d'Antmr, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touc*
dor de urna senhora de- gasto.
Saias bordadas, brancas, lisasie de crese
com folbos e sem elles, o melhor possivel,
Sahidas de baile, de todas as cresj
Sedas pretas, da quadros, lavradas, lisas,
de lisiras.de todas as cores e qualidades e
o majs barato possivel.
Sargelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os U-
10
}Q
l'ako datPrta
DE
us propnetarras oestes bn sortirin.? armaaon partlctpam aos seos innmeros
ireguezes tanto desta praca como do matto que tendo fetto grande duninuico de pre-
sos as soas mercadorias estSo p*>r isso resolvidos a vender por menos de t e 0'i0,
do que ea: oatra qualuer parte, garantindo-se portento a -s psrior-aaaddde de qoal-
quer genero comprado, uestes ous cstihelecimentos. .Mencionamos aignns dos nossos
gneros e a vista destes sao coaprehendidos os outros, porque enfadonho seria men-
COGNAC.
De superior qualidade da mui accredit*
da fabrica de Bisquit Dubouch C, en
cognac urna das que mais agurdente d
cognac, fornecem para o consummo di
Reino da Inglaterra.
Veflde-se-em casa de Th. Just. roa di
ommercio m 32.
EIBET5
Vende-se a cas-a da roa do Livi acento a. 73:
a iratar com ot Henrique di Silva, aa raaa-
treita do Rosario n. 2, Ia andar.
ESCRAVOS FGIDOS.
0 verdadeiro portland.
ra da Madre de Deus n.
Jlo Martins do Barros.
So se vende n
22, armazem d
cina-los.
StiSS^***"* IUos. nbos'desejavds. eem peca aB co-
Toalhas de labyrinlho, domaipr e mais
fino trabalho ao mais barato".
Toalhas de linho e algodao de todos
Daniasco'de la de 9 pahnos|de largura
lindas cores e ricos padroes.
Esparilhos branoos e de cores, para se-
nhoras e meninas, o melhor oeste genero ;
senhuma Sra. deixar por certo de muir
se de tio precioso auxiliar i perfeico de
cm corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Eneites para cabeca," ultima moda de
Paris, recehida no ultimo paquete.
Esgui3o de linho, completo sortimento de
:otos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padrees,
Fimos de crochet, modernos com cintos
e capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
os gostos e padrCeg.
Fusto de todas as. cores e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca e de cores.
Flores, o qne ha de
Se lguem duvidar venha ver.
Gaz americano marca Deves a 8)J800 a
Sementes de hortali-
ces.
5 aRna da Imperalrlx
Na botica de C Catao & C.
Acha-se fra da casa te aa ^enfeora i__
dia 3 de fevereiru pnximo pagado, oeseram Fr-
lunato, ci m i anuos de idade, e i alo, estatura
regular, corpo reforrtdo, em alenma matrm da
becliigas um pooeo apagadas n rosto,
bons. dedos grosos e rombodin. ,-iim certa
no fallar que bem se nao pode dlimr e segoi
parece, com faltas de cabello na cabe,a e
barba alguma. Indo com cargas de s-near da
ingenh Cune ir. de ttaribrea para o Rm-,
aparu>u-se do comN.y para ir a eM da oai taa
padrinho, Joio de Uarrn- Netlo, con tslaac re-
menlo de concertar e afinar piano*, na rea da \m-
peratriz n. 47, des^pparecendo de-de enta..: re-
comnienda-se a recompensa a qaem o levar a din tafea* C a-
oeicao ou de He dt r noticia o Sr. Maaoei Eleole-
ten.> do Reg Barros, na rna do Aleerim a 30;
protestando se qne e proceder rrmii
centra i|Um o ti ver amulado.
aa.
os
tara3nhos, lisas e felpadas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gastos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos e i res e mais acretadas marcas a 1,J000 erOO
de cores para meninos de cambraia para 1^300 o 20 a garrafa,
baptisados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vinagre branco mandado vir por conla
propna vjudo de. Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o -toro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Purto a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs- o litro.
1 "ta, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
Azette doce de Lisboa a OO e (o>KK)a
garrafa em porco laz-s3 grande abamen-
to.
Catam caroco a 220, 240 e 2*0, -a li-
e 000, e
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estrello,
a :>60, 500 480 c 400 a garrafairo a840; bra k'logrammo a 480, 540
760, 720 o 600. 7*090, -74500 e-8i00 arroba.
Vinhobranco puro de Lisboa a-640-560 "Jihtaipista 200 rs.-a ibea.e 440.o-ki
agarrafa, em porjaoba abatimeato. igrama e 580O a.arr-ftba, emporcjoiha
Vinho do Porto, engarrafado dasimeiho-l abatuftet0-
Queiios frescas douitimo vapor, a 3^200
e UOO cada.um.
disposfo
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelo padrio, gosto eforma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inleira
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blood para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. freguzas, que
somos os nicos em Pernamboco que pode-
mos offerecer ao Ilustradopublico, o mais1
apurado gosto em semelhante materia, gra-
co, qucr|casaobomgosto do nosso fornecedor em
mosgarantir que uin
possue melhor, nem i
Ti^'J^S^Wi &?&^*ZZ*
conta.
das Exmas. famiKas.
Vft Hin nf SSffif t3 ^nde e var[^o*5ortimento que os proprietarios do PA-
VLHAO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde ii &ZZ&
de e o bom gostoo movel nico de sous negocios.
.*: Prvidos de todo e promptos sempre a prover-se do c por ven
I! J!?88?1 0S ProPnetar,os ^ste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
^Secaoan1'ff.f0D^d,Ct0S,e ***** "forcar-se por continuar a merecer
? ^z^scmtSuf dSpensado; certos de ^ae do.seu esUb.lecimento nao sahira
tas DromntoS,^^pre a offlci^ de alfaiate dirida Por um '3os mais habis artis-
Sdo P Urna mS ,fm t>rVte bom gosto qualquer trabalho upe lhe seja
RORA iiriie os nlS ^pec,ameate tapida npsgalbos do PAVJLho DI SR
c^que se di^ao SS^S^SSTJ nWa prova de ^ mrfcPGS C?'
vez mais. ParTfacilitar ainda a'SSSS fi0"?* ^ W*WW* h cada*
stabelecimento os ltimos figuinosTpad, JSflS* n0S WWW*,-!* no pesso
quaes enviaremos para serem vis as miii nSS*TS Pr todgS 0S P3.^6^. S
com o padrio da fazenda o gesiTa forma "38 Fegaczas' afim de ^hV>
pa.ab^nTquf p^ol^ emente os figurinos
.publico e TSiySS^ *> ilustrado
larem o nosso estabelecimento, certas deeiSSS noiioe0cf,le3tlss,'masSras.a v.si-
tao qne {lodem desejar. encontrarem nolle pelo menor preto possive-
n.0 n^ss^^ atsemras earaostras nde forem p^. *
. o Luiz, Sobnuho & Q
Aberto das 6 as 9 horas da noite.
dem Bordeaux, JJedoc .e St. i|*l:en a1 Aletria, macarrio, talharim a 500 >n. a
7^500 e 65500,.a duzia.e 60 rs. a garafa. tbr.a e *^100 kilegrammoem caixaoha
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M*W.'wm,SS?J? Wp* mitos geros, ^iabo .em .aocoreta/, azeitoaas,
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!? t Sl'-J??rl3' Ff^^y-cracyriel.a, b, c, Median, niud'. soda Fansy-nionac, pa-
lace de Vanetees,combmation,.Bntama, dqoe dejaba fina, choiirkas, mantas finas
fZmm:tt fiSSr ph08*- ,<^^STdSS!
sa qualidades, canella, pimenta do reino, frvadoce, pomada, eoiofro. breu Beix
ifls nestes dousarmazen ex.ste tambem grande sorieato d loucas prqprias oaraZr
gocio, que pelos seUs cpmmQdos pieco vantagemlos comprad^. P'^
PRODUCTOS de X-P. LAROZE ?
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XAROPE DEPURATIVO
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oa^odK !^XSSr>M,t4^ tlt co.taa,1perX2aoel*ea. tomZSSi
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XIROPE TNICO WI-NERVOSO
oaeM a* laaaajaa amsvcaa.
3S aoaos de suceeseeaaitaetto a so* effi-
caei* para curar: ai oenpa* ntrvom
WW*WaiWft 9 w, facilitar a digacio.
XiROfE FEHB86I0S0
docaaaaaar| raiila aaiaiaa.
E' seb afcMMlicpida aae ataie laeilmea-
te m aiawla.0 ferro; a'atta forauarafa
rivel as pilaUsepastilbuenuklatOMaM
em que sio preaeriutoe o ferrogiaoMe.
** ^itim, para a alvura e con- i tt Jlnilfiiii. -"t hmr fin -
servaclo dos dente curando as dores pa a Xvura a cooswtmL doT
I^Valorc.'doUrir^,,M P M_VW ?&g
saetits a Bioi* /aaeiee,
I trtaro de qae ompede a reprodacio.
0*M4M; est fwMSsIan, ax Maaa-ii a*; Hflish
"!Sr------------
\WZtS5s2ai
3 cordeiro previdenti
Ra do iielsnado n. 10.
Novo e vanado sortimento de perfumara
finas, e ouos objectos.
Alm do completo sortimento de perfi
manas, de que efectivamente est provida
loja do Condeiro Previdente, ella acaba
receber um outro sortimento que se ton
aotavfil pela variedade de objectos, superior
dado, qualidades e commodidades de pr.
cas; assim, pois. o Cortero Previdente pee
e espera continuar a merecer a aprecia?
do respeitavel publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nao se aiai
lando elle de sua bem conhecida mansid
a barateza. Em dita loja encontrarlo t
apreciadores do-bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dtta-verdadeira de Murray d Lamman.
Dita de Gologne ingteza, americana, fraj
cen, todas dos melhores e mais acreditad
fabrica* tes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita i dos Alpes, e vilete para, toilet.
Elixir odontaigtco para conaervacao t
tsseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e cha
ros agr da veis.
Ck>pos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina.para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparwn
a outras qualidades.
Fmos extractos ingleaes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel che
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual
mente finas e agradaveis.
Oleo philocme verdadeiro.
Extracto d'olso de superior qnahdat
com escolhidos cheiros, em frascos de dth
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em fifi
ras de meninos.
Ditos muito finos em carrnba para barb.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitanc
fructas.
Ditas de madeira invernisada contando i
aas perfumaras, muito proprias para or
lentes. r
Ditas de papelio igualmente bonitas, tas
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, i
mides novos eelegantes, com pode am
a boneca,
OpiaU inglexae francezpara dentei.
Pos de campiora e ootrai differenu
qualidades tambem para denles.
Tnico oriental de Kemp.
Alada teais coques.
Um airo awtimento de comas de a
vos e bonitos Baldes coa ilets de vidria
s alguns d'ehes ornados de fiares ? Otar
Ho todos ftTfPatsi apreciaco da qw
*>s preteada coaprar.
JjOtLBHAfl B PUNHOS BORDADOS,
(de maogosto e perifeiceo.
Flvaliau c filas para chHoa.
Bello a variada sortimento de taet ohm
os, ficando a boa escoma ao gosto do coi
pwdor.
Anda rugido >vde i6 do feverpiro ar-i
mo pausado o esrravo Mn, preto, daaetara ba
fdn picado de beiigas nel.i rnNoe futa a>
les : levou veclido ramisa branca, e tevoo aaaia
on tra de rucado de lirtaa Qana o prgar leve-a a
praca da in<1e p^ndenwa toja de lAirto k ~
que sera reroatapiado.
A useiilnu-.-e a pt>rto de dooi> otan e u-
de seu sennor a erava preta fula de aaaae Hara,
com per lo de 50 anuos de idade, al,t>roa, mi.
to rcirrista, f.-i escrava do Sr. Dr. Amaro, dwata
aue anda nesta hdade e tem sido vfMa rio bairr
da Boa-vista e em S. M c.hh tabnirir aa ea-
b> ya : quem a pprebeoder e delta poder Sar ao-
ticia exacu, dirija se ao pateo de S. Pedro o H,
que f era iraiificado.
Pofio do engrnho (jnwrapibe na (reaiieaia
de berintiem pertencentes a Gaspar 1orm
Wanderley os esrravos seguintes : Samuel
lo baixo. grooo, nariz chato, diz ser da O-ta
ter sido comprado peoneno. Joio Caboeolo de L-
de iriuta e tantos ames, pr ebau.s, venta* arra-
uitadas, eslalura baia, cor imada, poora barba
e esu na ponta do queixo, PeHppe mnlato de a-
de de 10 annos pooeo mais oo men, bar, iras-
so. sem deleito algum.teve bixos em petionta pa-
rrn pouco apparece; por isso peaV-se as autori-
dades eolieiaes e eapttie e eamp> a raptara aaa
mesmos e lvalos no mesmo engeoho on na rna
da Maeda n. 5,-f andar eseripfc)rio de Manoel Al-
ves Ferreira & l. qoe svrio gratificados.
o*
Fugio no dia 26 de fevereiro, pela J* ves. a
escrava eriMila de nooie fieliraria qoe rraannali
ter 40 annos, estatorabaxa, com araae1ah> e
denles e un ana nieatriz de qoeiauora no bra
?o direilo, tendo levado dous chales, sendo na
verde e oulro listado de azui e branc.) (ineo
a capturar sirva-se leva la a Ponte de Urboa
sitio de Joao Jos Rodngnes Henies, oa a raa
da Madre de Deus n. 28, que sera ernerosamente
recompensado.
Fugio do eogenho Minhfcss, da ermarra e
Santo Antao, no da 20 de jonbo do ao panada.
o escravo de nome Francelino, representa' er 3
annos de fdade, com os sjoaes segrntes cor
preta baixo corpo resjreado, cara (arpa, hastaab)
narbado, olbos pequeos, nariz moito fiado, buc-
ea regular, dentes curtos e limados, muito prsta-
ta e andar apressado ; consta andar pelos sober-
bios da cidade de'Ohnda, ngraho Prattiso. fara-
ca, Beberibe oa Apipacos, ScdoMo per Joaootta
Jos de Sart'Aona, seb irntfo liberto, o qoal Pa
em sua companhia nma cabf elhi e fllhos da mea-
ma, e por outro irrriao'de no'ine Jos Bagnia, qoe
o condozlra para os lagares cima inndica*
alem de nm mitro sotro de nome J< Zrbanas
da Silva, conhecido por Jos Pajs, por ter onde
daguelki enmarca. Rogase i- autoridades e ea-
pitaes de campo que o apprehendam e o leven
ra do ngel b. U,m m engrano linhoras, a
entregar a >eu senhor Joao Orreia de Qwrrec
Moateiro, qHO serio gener smente praiiRca-s.
as
AVISO
aattorlitaea axiIlclarN.
taca le eaaipa e a ejuea*
aaiaia emmpt r.
No dia 29 de marco ultimo, fugio o escravo Ivo
creoulo, do 3o anuos de idade pooeo mais on me-
nos, bsnrt*. felbtiade,cr tror ponto fate. cabea
grande, mos carias e os dedo d-s as am taaa
abertos ca-luma estar ganbando pela!- traplrhaa,
arii,azens e ras, onde troca o sen verdadViro no-
me pelo de Jns Joaqtrim, e anda fe orSoiri'- cm
roopa de algeao (m a setoetaaSa "mV e*ffipa
quem o Hjaebander, lerande o* ra da Aomra
n. ita, qoe ser bem rrtnagi|iiiJ .
Fugio do engenbo Boa-vista, u abarca de
Oamaragibe earovineia dar AJagias, o eseraia
Nicolao, jdad annos, ajtur reaiilar.im-san de
corpo, arriar bra**, tem TtH* dc'SnXiU
freate,, resto larpo, barbada; oostoma s ve fc-
er leda a barba, e icmaaaa crrMnr na testa, a
os ps arossos est escra e anda fpgido .-le e
ala 16 de jatieiro d6 nno .
tanto as autoridades pWieiaes e as
ampo a priilVfdUsta'eacnr.
I surte cima iitenaoneeap n I
l Vigario n. t, oa travessa do
M.-pnmetr aullar, qfcf e gratl
mete.
e por
no ea-
a roa
aatoji.
1


Pernambuco
Sabbado
i tt.l.iir.

F

SAUDACO AO O* CORPO DE VOLUN-
( TAMOS DA PATRIA.
* Eis que chegam os bravos
Qae libertaram os escravos
Do torro paraguayo:
Trazem rolo, cafarrapado
O pendan auri-bordado
Invicto semprc.Reparai-o.
Essa phalange de hetcs
Imitou a nossrts avs
Pela patria c iinbateiido.
E urna pagina de ouro
Para a historiagran-thesouro-
Em cada lica obtendo.
I

No meio do mor perigo
E frente do, immigo
-jao vencer ou morrer
A divisa desses bravos
Que quelles ignavos
Foram dar luz e saber.
9im, que o brasileo soldado
Nao recua nunca ao brado
Da patria quando ultrajada,
E das plagas da tyrannia
So volta, e com bizarra,
Quando a nodoa est lavada.
Essa cohorte de bravos
Que libertaram os escravos
Da rego paraguaya
Deixai pasar e juncai
As ras de lloros, cantai
Hymnos mil, e admirai-a.
Tudo stente. a hamanidade frgil
Busca inerte o dormir, cede ao cansaco j |
Pon ara neblina} na* campias verd5s,
Unindo o co terrt em tenue laco...
Foi-se o bulicio que traduz a vida
Em sea inquieto o festival ruido ;
Apenas entre a nevoa o mar distante
Vai na praia esi:ender-sc n'um gemido.
Nem um cntico s .. Errando s vezes
Passam nocturnas aves peregrinas;
Funda queixa murmura entre mysterios
A brisa a so'ucar as casuarnas...
C de abril de 1870.
SI. R. T. A.
AO REGRESSO DOS VOLUNTARIOS DA
PATRIA.
Silencio! Ei-los chegados
Ao ninlio patrio, gentil,
Nossos bravos denodados
Entre a luta, entre o fuzif I
Tendo nos peitos gigantes,
Bronzeos. fortes, palpitantes,
O enthusiasmo, o prazer;
E alguns por maior certeza
Da magnnima empreza
A chaga deixando ver!...
Que lulas, immensas lutas
o assislram de p !
Firmes... com as faces enchutas,
Na gloria e em Deus tendo fe !
Fazendo quelles escravos,
quelles povos ignavos,
Que vinhamguerra gritar
Fugirem como o assustado
Cndorque o raio apressado,
V do infinito tombar !
Ei-los! Em cada urna erguida
Fronte altiva, senhoril,
Trazendo muito querida
Da gloria a c'ra gentil!
Em cada folha argeuteada,
De bayoneta ou de espada,
E no cume do pendo,
Da espedaQada bandeira
Auri-verde, brasileira
Vendo a gloria a rir ento 1
Ei-los da patria os soldados!
Magnnimos hroes 1
Nossos irtnos denodados
Que da guerra virara os ses!
Por elles altos effeitos,
Sitam enlo nossos peitos,
De enthusiasmo e fervor 1
Ilajam palmas, muilas flores,
Luzes, festejos, louvores
Em honra, gloria e valor!
Amaro de Souza Pessa.
YARIEDADE
do declara a Xalsidade da asseveraclo de S.
Exc. quanto, opinio do almirante em re-
.------------------------------------- lacao a n
BARTJgfaMEU NTttfflftt*W
Oft FM&/WJJ m as
O GENERAL D. BA
SA CARTA*
SIlVEk DA MOTTA, E SUA APTIDO
MILlTjjsV
r (ConfltKEL
Em taes circofestancias assomia ocom-
manjo o maredi .brasileiro Tuy-Coe,
^campamento onjppi sua barraca, sob o
fogo do ininv'go conmuta, conversiva o Sr.
Mitre com o Sr. Silvetr da Molla, como
em sua carta tomba S. "Eic. i este- distinc-
to official, fbt origuisTa do valente dwra
de Caxias, foi posirao 'ocupada depoif da
sabida d Sr. Mitre. O general brasileiro fama infeliz.
Exc. quanto, opinio do almirante em re- muiiier vao ;i rira, e como qescoojiavam isilefd.^
lacio raanutenco da posico conquistad!. 4oju lerriv*l criado, ilsseram-lhe t I ft, su um* dalas!
ksm cdfce*Mbre a dos officiaes da esquadra, Fi< en asa, mal nada facas de toa" fe no o niu *r
Jhl|iJ>rr'i 1" officiaes da esquadra.F
_ lilis t3 qoe'f *o ejoso alliado, que,
ojo tendo feitos qne o flrostrem em senj
>ngo conuaRdg, soccorre-sa^i taes meios
lira roubarTHPweria da lerminaco dessa
eampanba, excepcional pela natureza do ter-
reno des onoecido, pela importancia do for-
tifleac5es de primeira ordem, pelo fanatismo
do raimgo, aguerrido de rauitos annos por
ara chefe semi-barbaro, que barateou o san-
gue do um povj valente,- matando quasi a
nacionalidade paraguaya,'em proveito de
urna coosa crac era srnente sua, e de urna
MANHA E TARDE.
MEU 1RM0 LUIZ AGAPITO DA VEIGA.
A' noite vela a trra : em sonhos dorme
De um suave repouso a natureza,
Cala os descantes a floresta muda,
Foi-se o prazer com a luz, reina a tristeza.
Tudo calmo e travesso, mas ao Ionge
Trmula um raio de morlipa luz,
As nevoas se adelgacam, surgem puras
A' dubia rtaridade os cos azaes...
Vai crescendo o clar3o; a pouco e pouco
As aves se despertam na deveza ;
Aqu um pi, alm raais um trioado,
N'iHti liymno aps se acorda a natureza.
Aljofrada de orvalho, o calix virgem
Ergue aos beijos -da luz, a flor loucia ;
Rompe-se a escurido, somem-se as trevas,
E entre risos de amor surge a manh5a...
Ei-la vem a sorrir; sempre cantando,
Noiva do sol, nos ares se balanra ;
Quantos annos j pesam-lhe na fronte,.
E ella surge a brincar sempre crianca...
Manilla... idjl'o eterno, eterno riso,
Mocidade do dia, i-la a brilhar,
Coroam-lhe a cabera rosas brancas,
Traz no seio o calor de ignoto amar:
Tranquilla assiste dos jardins do co
Os fcsponsaes da luz e da alegra;
E a trra d-lho o incens ; o tloce aroma
Das flores, e das aves a harmona...
Mas... o dia se foi; no pardo co
Treme em nuvens rosadas o arrebol;
Findam cantos, no vaco > do infinito
Alera da serra azul descamba o sol...
Agora a tarde; a poesa triste,
O recordar, c a palala saudade ;
A morte do prazer, cbamma que expira,
A 'el!,ice ao cahir da mocidade...
as orlas do horisonie flocos tenues
Franjam de rubro o firmamento baco:
O da m ii re, o surge nivea estrella,
Divina lagrima a rolar no espaco...
a estrella da tarde, a merencora
Itainha dos scismares e dos sonhos ;
O facho que conduz a phantasia
Do passado nos aditos risonhos.
A manha tem mais hymnos, mais alegre
Surge luura manga era bei\.j iofindo ;
mais potica a tarde, e mais tristonha,
Traca na trra e cos um poema lindo.
*
A manha tem mais risos, mais fulgores;
Mais mysterios traduz o co da tarde,
E a nuvem branca, qual um veo perdido,
Chora prantos blenles de saudade.
Aurora e anoiiecer... o symbolo da vida...
Romeiras sideraes, um ergue-se, outrecahe ;
A aurira a luz que surgo, o sonltoda esperanza,
A larde, o dia fiado, a creuca que se esvat*.
Urna sf-nlia, outra lembra ; urna o futuro espera,
S no passado a outra alentos vai acuar ;
K bufcamse a fugir em rpida earreira.
T que no veo da noite embrulhara-se a chorar.
Aurora... mocidade, anheles arrojados,
Aspiraeoes sublimes... a crenca a refulgir.
Anoiterer... martyrio, o renrdar sem termo,
Saudades no pausado, descrent;a na porvir.
P'ra ti surgi a aurora, o firmamento brila
as cores divinaes da alegre javentude ;
irroja-te ao futuro, e luz da tua estrella
Caminha sempr; audaz na senda da virtude.
Se fallo-te na tarde, se lembro-te os pesares,
E' que na vl.da espinhos escondemse as flores ;
Se alguemdisser-te anadia que o mundo so de risos,
Nao creas, que mentira ; o mundo marde dores.
Caminha... vai teurumo...o campo vasto, immenso;
Trabalha, qae c labor alenta a felicidade ;
Ters longo viver... a paz aqui na trra,
E aps... no fim da vida o co na eternidade.
FOLHETIM
N
OS DRAMAS DA ALDEIA
POR
Ponson du Terrail
v
(Continuago do n. 79.)
Todo correu como elle prevra.
A Martina passra tres fastidiosas boras
unto do ferido, que, contorcendo-se na ca-
ma com agudas dores, naocessra debas-
pbemar.
Depois, como se queixasse de urna ar
dente sede, descera ella para lbe mandar
fizer um cha de tilia.
O pequeo Augusto, j entSo dos seos
sete annos, conserva va se ao p do enfer-
mo.
A Martina correu porta da cosinha,
mas deparando com Miguel, quevinha a>
cender a luz, dea o tempo preciso a Saurn
e ao cora para desapparecerem na spiral da
escada.
Deve dizer-se em abono da Martina qae
e.la exclamara, chorando:
o medico ?
verdad*, respondeu Miguel
mas aquello broto de Saurn deu-me tal
e.npurrSo, que me fez cabir o candieiro.
Aqni est esteacudi ella dispondo >.
*e a subir a escada, com a cbavena de cb
da tilia.
Miguel agarrn a luz, e dirigio-se rpida-
mente para a escada.
A Martina seguio-o.
A' esse tempo j a porta do quarto do
commandaata se abrir e tornara a fechar.
Miguel e Martina ouviram a recrudes-
cencia de grito* e blasphemias que o com-
mante soltava.
No quero padrecas 1 dizia elle
lieixem-me ao menos morrer em paz I
Estavam n'aqoella casa to habituados a
oiiwrem o commandante vociferar contra
os padres, e Saurn era inimigo to decla-
rado da sotaina, que nem Miguel nem a
Mirtina se admiraram do que ouvam.
Como haviam de imaginar que Saurn,
era lugar do medico, trazia um padre ?
Didimo Jnior.
em dois mezesrealisava o que a inacco de
seu antecessor, a sua falta de aptida) ( per-
mitta S. Exc. que O digamos) julgava iro-
possivel, ou prejudicial. Seu successor para
logo comprehendea que era preciso feps-
sar o Paran, depois de anniqnilados ], no
memoravel combate naval do Riachuelo, os
recursos fluviaes do inimigo, pela perda to-
tal de sua esquadra, ou dar invaso o ca-
rcter resoluto das guerras de tal natureza;
viu o perigo da ina gao, a insalubridade do
acampamento querido do Sr Mitre, as febres,
as molestias desimar em as fileiras; avan-
cen, combateu, venceu, oceupou posiclo van-
tajosa, o ponto estratgico do Taiy : e, sem-
pre victorioso, ja por oante, quando mar
chas forcadas, no vigor do invern, o Sr. Mi-
tre, abandonando as complicacois internas da
confederado, qae com parte de seu redu-
zido exercito seu paiz o chamavam,"apre-
sentou-se em Tuy-Cu assamr anda o
commando em chefe. A critica, se combi-
nar as palavras da carta de S. Exc. ao offi-
cial da nossa marrana cora a precipitaco,
com o afan.com que elle, tanto lempo inac-
tivo, correu Tuy Cue, nao poder entrever
os motivos que deram logar tio precipitada
volta ? De volta, no novo acampamento,
devido aos esfnrcos, ao lino militar de seu
successor, o que emprehendeu o grande ge-
neral, o homem das extensas memorias mi-
litares, o cabo de guerra inestimavel, que
tem a faculdade &assegurar o qoe ninguem
pode ao menos dar como provavel ? Para-
lisou as oporaedes encetadas. Foi preciso
que urna circumstancia imprevista chamas
se-o de novo seu paiz, para acabar o
desar das sorpresas, e da defensiva em
urna guerra de invasao. Ento realisou-se
o grande plano ; Humayt foi abandonada ;
a traba)hosa estrada do Chaco, nico meio
de fazer subir o exercito alm das fortifi-
caces, com vantagens para as futuras ope-
rarles, e economa di sangue e tempo, foi
urna realidade. O acampamento as Palmas
era o preludio das gloriosas jornadas de de-
zembro. O pavilho aureverde, tendo aos
lados os das duas repblicas alliadas, tre-
mulou victorioso nos histricos campos de
Itoror e Avaby, como as ameas de Angos-
tura e as bateras de Lombas; sendo irado
logo depois no palacio do lyranno, n'essa
cidade de Assumpcao d'onde haviam parti-
do todos os barbaros insultos aos vencedo-
j res T^es as glorias do nunca vencido, do
sempre feliz em sua earreira longa e bri-
lnante, taes os inmarcessiveis louros com
que alirilhantou sua cora de primeiro du-
que d'este imperio o Ilustre raarechal de
Caxias, o here de Iloror, Avby e Lombas,
e grande estratgico que condnsiu a eampa-
nba xito feliz, o nico dos dom generaes
em chefe dos exercitos alliados que salvo* a
honra das armas alliadas n'essa eatkpa-
nha, comprotnettida peta falta de aptido
militar de S. Exc. o general D. Bartholo-
meo Mitre: o nico, diremos, porque o va-
lente e inteligente principe que lest con-
clulndo a victoria nao r.nmrnanda em chefe
os alliados.
O que dizer da asseveracao do Sr. Mitre
sobre a subserviencia do nosso almirante,
(que do tmulo j lbe n5o pode responder)
s suas ordens, de sea juizo sobre a impos-
sibilidade de manter-se na posico conquis-
tada pelo feito d'armas naval de Curupaity?...
A vida inteira de Joaquim Jos Ignacio,
como marinheiro, repelle o desar que sobre
a memoria lhe atra" o general argentino;
sua representac5o ao governo contra a in-
tervenco do Sr. Mitre as operares da es-
quadra, representarlo conhecida no parla-
mento, nao deixa duvida sobre a dignirJade
do almirante brasileiro em taes conjuntu-
ras.
A palavra do Sr. Silveira da Motta quan-
O vencedor do Pavn
d'essa eampanba.
n5o foi o here
neos dias vdapois o fawwteiro c su| dettatembro de *W9 p*to exercito bra-
mtilher v3o fjpra, e como desconfiavam l gile
C onto bohemios
ESTAS SATBFEtTO ? 0 HISTORIA DOS NAIUZES.
Nos suburbios de Praga, em Diwirtz, ha-
Est variado disse Miguel.
Meu Deus, meu Deus Idizia a Mar-
tina. Vai succeder-nos grande desgraca 1
Porm foi grande a sorpreza de ambos
quando, ao chegarem porta do quarto,
encontraram Saurn a vedar-lhes a en'rada,
dizendo :
Agora impossvel ir l dentro.
Saurn era homem enrgico : posto que
nao livesse nunca travado luta com a Mar-
tina, d'esta vez protestara nao se deixar
vencer.
O commandante vocferava sempre, fa-
zendo resoar as suas blasphemias atravez da
porta.
G porqu) nao sepde entrar ?disse
a Martina em tom ameacador.
Porque o cirurgio quer estar s por
algum tempo com o sentaor.
Dar se-ba caso que a nossa presenca
seja prejudicial ? pergunlou Miguel admi-
rado.
sim.
Mas porque ?
Nao sei.
O commandante cessra de gritar.
Retire-so para a cosinha, minha se-
nhoradisse Sanrin, o qual era sobrio no
uso de tal trcitamento, que s lhe dava
quando quera obter d'ella alguma conces-
sao.Chama-la-hei quando se poder entrar.
O tratamento de senhora applacou a Mar-
tina.
E tu, Miguel, vai recolher os cavallos
que vem muito fatigados.
Miguel desceu a escada e Martina se-
guio-o sem difculdade.
Safa Idisse Saurn comsigo. Nao
me custou pouco 1
E applicou um olbo ao orificio da fecha-
dura para ver o que se passava no interior
do quarto.
Expliquemos agora porque motivo o
commandante se caln de repente.
Sanrin, que avaliava a importancia do
tempo em tal conjunctura, entendeu que nao
podia perder um s momento; por isso
abrir precipitadamente a porta e impellira
o cura Duval para o interior do quarto.
Depois, recebso de que toda a furia do
commandante recahisse sobre elle, dra-se
pressa em sabir, fechando a porta.
va amigamente um rico e caprichoso fazen-
deiro, o qnat tinha urna filha casadeira. Os
estudantes de Praga (e cerca de vinte e cin-
co mil havia nssa poca) passeiayam com
frequencia por essas bandas; e mais de um
de boa vontade teria guiado a rabila da
charra para alcancar a talo da finia do
fazendeiro. Mas qoe fazer ?
A condico imposta pelo camponez era a
segninte :
Engajo-te por um anoo, isto at
qae o cuco annuncie a entrada da prima-
vera, se de hoje a'. l disseres, urna vez
que seja, que nao ests satisfeito, corto-te a
pona do nariz. Tarabem accrascentava
rindo : doute o mesmo direito sobre a mi-
nha pessoa.
E se bem o dizia, melhor o fazia.
Praga estava cheia de estudantes de na-
riz remontado, o que n5o obstava motejos
impejtinenles, ficando a cicatriz. O voltar
de Diwirtz mutilado ridiculo era de sobra
para arrefecer a paixo.
Um certo Coranda, pesado de membros,
mas fro, fino e astuto, qualidades indispen-
saves para fazer fortuna, quiz tcnta-la.
O fazendeiro acolheu-o* com o agasalho
do costume, e concluindo o ajuste, envioo-o
ao campo trabalhar. A' hora do alrrco
chamaram todos os irabalhadores, sendo
adrede olvidado o nosso estudante : ao jan-
lar o mesmo. N5o se deu Coranda por
achado ; volta casa e em qaanto a caseira
ancava milho criaca, alaparda do fumei-
ro um enorme presunto, saca da arca um
grande pao e safa-se para o campo, janta
como utn abbade, e depon dorme sua boa
sesla. Quando voltou noite :
Ests satisfeito? grilou o fazendeiro.
Muito satisfeito, respondeu lhe Coran-
da, jantei melhor que vos.
Eis seoo qusndo vem a caseira gritar
ladro I o o nosso homem a rir. O fa-
zendeiro empallidece.
Nao ests satisfeito ? disse-lhe Co-
randa.
Um presunto, nao seno um pre -
sonto, replicn o mestre, no fago caso de
ninharias.
Mas desse dia em diante b^uve o cuidado
de nao deixar o nosso estudante em jejum.
Chegado o domingo, o fazendeiro e sua
familia metlem-se no carro para irem igre-
ja, e dizem o pretenco fmulo :
Cuidars no jantar; lanca na panejla
este pedafo de carne e junta-lhe alhos, ce-
nouras, ceblas e salsa.
Bom, disse Coranda.
Havia na fazend um pequeo c5ozi-
nbo chamado Salsa.
Coranda mata-o, esfola-o, e lanca-o na
panella. A senhora em chegando casa
procura pelo favorito ; oh! s encontra
urna pelle ensanguentada estendida ja-
nella.
Que fizestes ?
O que me ordenasts, senhora, tem-
ierei a panella com alhos, cenouras, ceb-
as e salsa.
N5o est satisfeito? disse Coranda
sacando a faca do bolso.
Malvado, tolo! gritou o fazendeiro,
tiveste animo de matar esta innocente crea-
tura que era a alegra desta casa ?
Nao digo isso, replicou o bom ho-
mem. Um cao morto n5o seno um cao
morto.
E suspirou.
O pequeo Augusto, que de certo nao
vira ali ainda padre algum, espantra-se de
ver entrar aquello homem de vestes negras,
e fugio para um canto do quarto.
O commandante tambem ficou sorpren-
dido e deu um salto na cama ao ver em
frente de si uro padre, quando careca de
um cirurgiao.
Vendo, pos, um padre e mais ninguem,
exclamou:
Com os diabos Um padre !
Havia bem trila annos que os dous ir-
mos de armas se nao viam ; por isso na a
de admirar qae o commandante Ricardo nao
reconhecesse logo no padre da aldeia o es-
belto capito Duval de Champerret
Com um milhao de diabos I Sucia
de canalhas !... Para que deixaram en-
trar aqui um padreca?gritava o ferido.
NSo o quero ; sou philosopho, tenbo a li-
berdade do pensamento ; sou materialista I
Nao creio em Deus I Julga o senhor
que o commandante Ricardo alguma frei-
r ? Saurn, Miguel... mim I Ponham
l fra este padreca... No preciso d'elle,
no o quero ?
Esl* acervo de iniurias encontrou no cura
completa impassibtlidade. Encarando o
ferido eom benevolencia, dis^se-lhe :
ferdo, senhor, mas no venho aqui
para o confessar.
Ento o que quer ?berrou o ferido.
Sei um pouco de cirurglaredarguio
o cura.Enconlrei o seu criado, que ia
chamar o medico, e, como me disse que
era grave o seu estado, por sso me ani-
mei a vir aqui.
pois os padres tambem so mdicos 1
vocferava o commandante,Isso colo-
rido para vir c fallar-me da vida eterna e
ootras chimeras... Deixe-me tranquillo,
senhor, e retire-se.
Depois de rhe ter pensado as eMdas
retirar-me-beidisse o cura em tom firme.
E, desabocando a sotaina, tirn da al-
gibeira um estojo, que abri sobre mesa.
Nao quero 1repeta o commandante,
qoe, todava, se fra apasiguando gradual-
mente.
E o cora, sem faier caso, foi buscar a
luz qoe estava sobre a chamin* e p*J
examitur os instrumentos crurgicos p
achavam no estojo.
isa, mas nada facas de to
aras exactamente o que flzerem
os eotros
. Bom, disse Coranda.
Havia no poleo um alpendre cojo tocio
ameacava rema.
Veem pedreiros pira conc*rta-lo, e se-
gundo o costme, comecam pr demolir.
Eis o meu Coranda que tanca mo de urna
escada e galga o telhado da casa que era
nova ; telhas, ripas, pregos, caibros, tudo
arranca e deta por trra. Quando chega o
fazendeiro j a casa estava em temporali-
dades.
Palife! que nova peca me pregas
t?*
Obedeci-vos, senhor, continuou Co-
randa. Ordenastes-me que fizesse o que os
outros fizessem. No est satisfeito ?
Satisfeito, disse o fazendeiro, muito
satisfeito, e porque nao Algumas telhas de
mais ou de menos no me empobrecen!.
E suspirou.
A* noite o fazendeiro e sua mulher con-
cordaram que era tempo de despedir esse
diabo encarnado.
Como eram gente de bom senso, nada fa-
ziam sem consultar filha, sendo de oso na
Bohemia terem os filhos mais juizo que os
pas.
Meu pai, disse Helena, logo pela ma-
drugada, ea irei esconder-me na grande pe-
rera e imitarei o canto do cuco : dirs en-
to a Coranda que o anno est concluido,
visto cantar o cuco, e contas com Jorge,
Jorge na ra.
Dito e feto. Desde pela manha ouve-se
6 grito queixoso da ave da primavera.
Quem mais se admirou ? foi o fazen-
deiro.
Ora poi, meu rapaz, disse elle a Co-
randa ; eis a nova estaco, o cuco ji canta
sobre a pereira; vamos ajustar nossas con-
tas e separmonos como bons amigos.
Um cuco 1 nunca vi esse passaro.
Corre arvore, sacode-a com forca ; ou-
ve-se um grito, cahe da arvore urna moca,
e gracas a Deus, com mais susto do que
damno.
Malvado 1 gritou o fazendoiro.
No est satisfeito ? disse Coranda
puchando a faca.
Miserando, matas-me a filha e. ainda
perguntas-me se estou satisfeito ? estou lou-
co de colera, vai-te se no queres morrer
s minbas mos \'
Partirei depois que vos houver corta-
do o nariz. Sustentei mnha palavra, sus-
tentai a vossa.
Ola 1 disse o fazendeiro, pondo as
mos diante do rosto, proponho o resgate
do meu nariz.
Vejamos, disse Coranda.
Queres dous carneiros?
-r- NO.
Dous bois ?
No.
Dez vaccas.
No, tenho mais prazer em cortar-vos
o nariz.
E poz-se a amollar a faca na soleira da
porta.
Meu pai, disse Helena, commelti o cri-
me, eu o repararei. Coranda, acceitas mi-
nha mo em vez do nariz de meu pai ?
Sim, diz Coranda.
Imponho, porm, urna condico disse
Helena ; o primeiro de nos dou quo uso
estiver satisfeito cortar o nariz ao outro.
Bom, disse Coranda, estimava mais
que rosse a lingua, mais depois do nariz l
ebegaremos.
Nunca em Diwirtz se havia visto nupcias
to bellas e nem conjoges mais felizes.
Coranda e Helena foro esposos comple-
tos.
Nunca queixarara-se, quer um, quer outro;
amavo-se de faca fra, e grafas ao enge-
nhoso con enio, conservaran), durante urna
longa unio, seu amor e seus narizes.
O commandante calra-se.
A luz reverberara em cheio na face do
padre.
E o commandante observava-o espantado
e dizia comsigo:
' Onde vi eu j esta cara ?
E comecou a invocar a sua reminiscencia.
O cura Duval recusara tirar a sotaina
para entrar n'aquelia casa ; achava o expe-
diente indigno do seu carcter e posicio.
No querendo, porm, mancharse de
sangue na operaco, re&olveu tirar a so
taina.
Desembarcado d'ella lestamente, arrega-
Cou as mangas. Depois encaminhou-se para
o leito, com urna baca n'uma mo e o es-
tojo na outra.
De repente o commandante deu um
grito.
Acabava de ver a cruz a Legio de
Honra sobre o peito do cura, e ao mesmo
tempo rasgra-se o veo que obscureca a
sua memoria. '
Duval I*xc'amou elle.
Ora, poie, sim, sou eu mesmo^rodar-
g'iio o cura.E agora qu me connecesie
socega e deixa-me desempenbar a minha
tarefa cirurgica.
VI
Tu f tu feito padre exclamava o
commandante.
Agora no son padre, sou cirurgiao.
E n'um momento aflaston a roopa da
cama, deixando descoberto o corpo ensan-
grentado do commandante.
Este soltou um grito.
Darsebacaso qne te tenhas tomado
covarde ?prosegoio o cura.
Esta interrogaco fez corar as faces pal-
udas do ferido, que em tom de mo humor
responden :
Se te visses n'este estado... Tenho
as duas cargas da mnha espingarda met-
tida8 n'este lado direito ; se fosse no es-
querdo.j no existia.
Ento como foi isso ? perguntou o
cura, com o intuito de dislrahir o ferido do
seo ferimento.
Ao saltar orna sebe, a espingarda em-
baracou-se as silvas, que pucharan! os dons
gatunos e a teram disparar contra mim.
O cura arrancou o curativo provisorio
qoe Saurn e Miguel tinBam.applicado.
Sienas du Paraguay.
AVENTURAS E PADECIMEXTOS DE UMA EMIGRADA
FRANCEZA NO PARAGUAY, ESCRIPTAS POB
ELLA MESMA.
Exposicao de Dorathea Duprat Lanerres.
As senhoras destinadas a morrer de fome,
por ordem de Lpez, foram salvas, no dia
as crueldades e aoffrine
victimas.
Deus nos d momentos de vida para po-
dermosl patantear gwss* rafUd|* pelos be-
neficios que recebemos das mos de um
santo sacerdote. Talvez que lile, goiado
por Deus mesmo, nos arrebatasse do mi-
migo feroz, esoondendonos em lugares re-
motos.
Da re urna idea dessa terrive! tragodJa, em
que o papel final de quasi todo* s adores
foi perecer em horriveis tormentos.
O meu destino era tamben soffrer ana
morte cruel. Soffr orna longa agona, du-
plamente dolorosa, porque vi desapparecer
minha pobre mi, a qual, gracas ao Todo
Poderoso salve. .v
A idea de tornar a ver nossos "esposo nos
reanimava e nos fazia sobrevlver. Tinha-
mos resolvido firmemente soffrer -todos os
tormentos com resignaco, alimentadas com
a esperanca di que algum dia seriamos re-
compensadas de tantos padeciments,encon-
trando os entes queridos, por amor d* quem
existamos.
Os mais duros ecrueis trabalbos nos eram
indifferentes, porque a lerabranca de pessoas
to caras a nos, nos dava forca* o animo.
Mas, qual foi o noss> deseng*, desen-
gao espantoso e cruel para nl todas, por-
que todas foram m rtas... E d*i joo mido,
meu Deus I Devo acaso escrever esta mcri-
vel verdade; esta historia palpit ote de
horrores commeltidos sob a liypoerita cri-
minosa capa de bondade e clemencia, de
que eram revestidos quelles .-horrores, e
que s ao recordal-os sinto o fri da aliada
lanca qne se cravou no coracio de Untas
companheiras de trabalho e penortas, entre
as quaes, temo e nao ouso p*n*al>o, deve
encontrar-se, como urna das victimas, urna
intima amiga e mais duas filias?. Mas
talvez que Deus em seus designios incalcu-
laveis lhe deparasse algum meio de sal-
var-se.
Esta consoladora idea alluciua-me : des-
vaira-me e o corafo se confraogejjuando
pens no fim fatal que talvez livesse.
Porque me separei eu da minha querida
Eugenia, to desgracada tao digna da
graca de Deus ? Talvez que tivessemos sido
mais.felizes se continuassemos a permanecer
juntas. E quo crueis so as, reeordac5es
que ora me assaltam, e me alimentam a
vida l
Quando principiou a guerra no pensamos
em sabir do Paraguay, porque nunca sup-
puzemos que Lpez concebesse a idea de
exterminar sua naci.
A maoeira porque elle a enctou nos fe/,
crer que sua intenco era soccorrer Monte-
video, que estava em guerra coft o Bra-
sil. .
Daquella repblica e da Argentina nos
garantirn) isso mesmo; os preparativos
e planos que se faziam nos levaran a pensar
assim. Por isso no noe movemos do lugar
em que estavamos e continuamos: no giro
dos nossos negocios sem nos importar com
o que se dizia e fazia.
Meu marido recommendava-me sempre
a maior reserva e segredopara com as mi-
nhas amigas, e muita discripco sobro o que
publicamente se fazia; e em nossa casa
no se proferia urna s palavra sobre esses
assumptos, com receio qoe fossemos nal
ontotkdiJoo o rktoi-pratilffc* gilas pooooa:
que nos serviam. **'
Vivamos completamente retirados de toda
a sociedade ; mas a pesar disso, e por di-
versos motivos, sem perguntartnos nada a
pessoa alguma sabamos dos tramas ver-
gonhosos do poder.
Meu pobre irmo era quem despachavi
os freguezes que vinham aofiosso armazem.
Joten muito circunspecto e muito eslimado
de todos que o conheciam, recebia as con-
fidencias de algumas mulberes que compra-
vam no armazem o que precisavam.
Nem todas ellas sabiam 1er e escrever:
por isso valiam-se delle, que escrevia-lhes
as cartas que ellas mandavam para o exer-
cito, respondendo tambem s qoe dalli vi-
nham ; servico este que desempenhava com
paciencia e desinteresse, de modo que, sem
querer, sabia de muitas cousas, que all se
passavam, e que erara ignoradas pelas pes-
soas que viviam arredadas do exercito.
' (onttnuar-se-ka.j
As duas cargas tinham penetrado emba-
ladas, sendo para admirar que o comman-
dante-no tivesse morrido logo.
A ferida era urna nica, profonda e hor
rival.
O ministro de Deus reassumia o denodo
do soldado, e o soldado revestra-se da co-
ragem stoica do operador.
Desafoga vontade a toa dr 1
disse elle ao ferido.
E comecou a sondar a chaga para ex-
trahir os zagatotes e a bala. Os primeiros
tinham encontrado as costeilas e ficado ah.
O cura sentio-os sob os dedos e extra-
hio-os um por um, em quanto que o pacien-
te gritava bom gritar. Mas a bala, en-
trando no abdomen, fra alojar-se-lbe nos
intestinos.
No meio de prolongadas dores; o com-
mandante no perdeu a presenca de espiri-
to e segua com o olhar a physonomia do
cura, que passava alternadamente por todas
as pnases da esperanca e da desesperaco.
No principio, e medida que tirava os
zagalotes, o rosto do padre mostrou-se
animado, mas logo se annuviou. Reconhe-
cera como impossvel a extraeco da bala
oo pelo menos de extremo perigo.
O commandante, fazendo um supremo
esforco, -domioou a dr, e, pondo a mo
sobre o hombro do cura, disse-lbe :
Mrquez, deixemo-nos de tolices f Tu
viste-me em fogo e sabes se tenho medo da
morte... Dize-me a verdade sem rodeios.
Eotendes que estou irremediavelmente per-
dido ?
Entendo, sim redarguio lacnica-
mente o padre.
Que tempo poderei viver ?
Urna oo duas horas.
Ora, pois disse o commandante.
Em vez de rae estares ahi cortando a carne,
fazendo-me soffrer mais, pensa-me a ferida
como poderes, senta-te e conversemos.
O cura fez o que o ferido pedio.
Em quanto elle lhe lavava a ferida e pu-
nha os fios, ouvio-se a voz de Saurn di-
zendo l fra:
Repito-lbe, minha senhora, que no se
porte entrar.
E se eu disser que liei de entrar ?-^
gritava a Martina furiosa.
No entrar t -
, O pequeo Augusto, quem os gritos
do commandante tinham gelado de susto e
que se conservava immovel um canto do
quario, poz-se logo a gritar:
Mam, mam .
E correu para a porta, qoe pode abrir.
A Martina quiz precipitar-se-no interior
do quarto, mas o pulso de ferro de Saurn
susteve-a. Porm, leve occasiio de ver
sobre urna cadeira a sotaina e o chapeo tri-
corne do cura, em quanto que o rapaz,
passando por debaixo das pernas de Saurn
se lhe foi laucar ao pescoco.
Meu Deus,exclamou ellano um
medico, mas sim um padre que ali est I
Vai-te d'ahi r-gritou o commandante
furioso.
J v que no ha licenca de entrar
disse Saurn.
E tornou a fechar a porta.
A Martina agarrou o filho e fogio, gri-
tando : ,
Um padre a'esta casa I... E mao
agouro I.. Estamos perdidos I
O cura Duval entrevira a Martina por
espaco de um segando, ma no disse pala-
vra ao commandante tal rspeito. Porem,
este, tomando-lhe a mo, e com voz tremo-
la e iraca, disse-lhe :
Viste esta mulher 7 :
Vi.
o meu anjo mi I
Bem sei redarguio ,* cura.
Foi ella quem fez sahtf de casa minha
sobrinha. Se sonbesses...
Falla... No sooeu o leo velho
amigo ?
Sim... verdade; minha sobrinha
ausenloa-se. .
E depois ?
Desherdei-a.
Desgracado I
Forcado pela Martina, fiz testamento
proseguio o commandante com voz quasi
imperceptivel.
E esse testamento?pergootou o cura.
institue o pequeo meu legatario un-
tlll
t
i
i

r
c
V

(Continuar-se-ha.)
[P. HA DkAHlO RA DUQUE DE CAXIAS


Full Text
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