Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12076


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Full Text
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MI ILVI. NUMVRQ) 70
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?A1A A CAPITAL l MCAIB OIDE O SE BACA POfTE.
Por 1re eres adianlados
Por seis ditos dem .
Por umanno idem.. .
ada maBMro avulso
6,9000
42.1000
24.JO0O
320
Tgfll FEIR BE MARCO DE (30.
FA&A DEITKO EIDHA DA PBOVIICIA
Por tres mexes ataalado*..........:...... 6#7
Por seis ditos ideo.....................
Por nove ditos idem..................
Por am anno idem*................... 27#0O
DIARIO DE PEMAMDICO.
Propriedade de Manoel Rgneira de Faria & Filhos.
NAO ACIERTES:
Os Srs Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para ; Goncalves 4 Hoto, no MaranhSo ; Joaqaim Jos de Olivis n Cea* ; Antonio de Leos Braga, no Aracaty ; Jo5o Mara, Julio Chaves, no As^; Antonio Marqnes da Silva, no Natal; Jos Jnstia
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba.; Antonio Jos- Gomes, na Tilla da Pet.; Belamiino dos Santos Baloao, em Santo Antao.; Domingo Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em AJagoas; Dr. Jos- Martas Alves, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no- Rio de Janeiro.
' ________ *_________ i ------ ----------
PARTE OFFKIAL
ioverno da provincia.
JiPACHOS DA MES1DBNCIA D.V PROVINCIA DO MA
*2l DE MARCO DE 1870.
Padre Albino de Carvalho Lessa.Estando a
Vitesouraria de fazenda habilitada a effectuar o pa-
gamento que requer, dirjase ao inspector da
uiesma.
Bacharel Bento Jos da Costa.Passe portara
conccdendo a prorogaglo do praso pedido.
Belarmino Alves Arouxa.Informo a cmara
iiijnicipal desta cidade.
Belarmino Altes ArouxaInforme a cmara
municipal desta cidade.
Cornelio Carlos Peixoto de Alencar Filho.Ao
Sr. inspector da thesouraria provincial cora a por-
tara desta data. "
Feliciano Marques Vianna.A vista das nitor-
mages, a obra s poden ser recebida provisoria-
mente e isto depois qne o supplicante uzer m
concertos exigidos pelo engenheiro do districto, e
que constam de oTormacao do mesmo de 26 de
Janeiro do crrante.
Ignacio Gofc da Silva.-Prove o que allega.
Joaquim Bodrigues dos Santos.-Informe o sr.
inspector da thesouraria de fazenda com brevi-
. Bacharel Jlo Bezerra de MelloConceda se a
lieenga pedida de 3 mezes com ordenado somente,
e para d'clla gosar o supplicante depois que o
respectivo engenheiro do dlstricto entrar em exer-
cirio.
Joaqaim Bodrigues Maia de Oliveira.Informe
o Sr Dr. chefe de polica.
Coronel Jos Cava'cacante Ferraz de Azevedo.
_ Informe o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
Jos Ferreira Coelho.Informe com urgencia o
8r. inspector da thesouraria de fazenda.
Jlo Manoel de Siqueira.=Indeferid.
Manoel Antonio Carneiro Gailo.Certiflqae-se
o que constar.
Marcelino Justiniano dos Passos.Informe o
tr. inspector da thesouraria de fazenda.
Marcelino Justiniano dos Passos.Informe o Sr.
uspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Antonio Ferreira Bragf .Informe o Sr.
Or. director geral da instrucglo publica.
Thomaz de Carvalho Soares Brandlo Sobnnho.
Ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda com
a sortaria desta data.
Da 26.
Capillo Antonio Augusto Maciel.Informe o
Sr. inspector da the;ouraria de fazenda.
Bachaiel Chryssolito Ferreira de Castro Chavei.
Inforo e o Sr. inspeeior da thesouraria de fa-
zenda.
Francisco Ferreira Borges.Dirija-se ao f>r.
inspector da thesouraria de tazenda.
Capito Jlo Francis;o da Cunha Informe o
Sr. tenente-coronel comroandante ;do corpo provi-
sorio de polica.
rsula Mara das Virgen.Junte ao requer-
manto a que a supplicante allude, e volte ao Sr.
dMembargador provedor da Santa Casa de Mise-
ricordia para informar.
mas principalmente eonserva-lo onde elle existe.
Exigimos por ventura por isso direitos prohibiti-
vos ? Nia. Bequeremos sequer direitos sufflcien-
temente protectores ? Nem isso mesmo. Ha n v
cos livres que toleram direitos protectores de bl),
70 e 90 por cento. Nos estados moderadamente
protectores os direitos nunca sao menos de 20 por
cento.
As nossas pretenges nem sequer chegam a tan-
to ; mas hei de provar que a nossa industria nao
gosa dos direitos qae prometieran assegarar-lhe :
10 % no fio, e 15 / "s tecidos. Ora, nao ha
paiz onde nicamente so pretenda manter o traba-
iho nacional que se contente de lio mdicos direi-
tos. Sao de certo o'ufncientes.
Percebo a hesitacao antes de promover o desen-
volvimento de certas industrias n'um paiz ; o que
porm nao comprehende que urna vez desenvol-
vidas as deixem perecer.
Arguemnos que desejamos industrias de es-
tufa. Mas quaes sao as nages que se esorgaram
por desenvolver a sua industria ? Sao todas as na-
edes intelligentes e livres. Quando os estrangeiros
Ihes levavam os seus producas, depois de usa-
rem delle-, tratavam de os imitar. As nages que
nao sentem este desejo, sao as nages indolentes
do Oriente. Os dovjs intelligentes e livres procu-
ran! naturalisar os proioctos que os estrangeiros
Ihes levam.
Gitam-nos a cada passo a Inglaterra. Vejam o
exemplo que nos deu esta naca grande e intelli-
gente. Nos seculos XIV, XV e XVI tinham os
povos da Brabante a sua bella industria dos lanm
cios. A Inglaterra, que recebia os productos, dis-
se comsigo, quando comecou a reflecr : E com
as minhas las que sao fabricados estes tecidos. Eu
tenho bracos, intelligencia, materia primeira, e
tilo de ser os estrangeiros que provejam s mi
nhas necessidades ? Guardou entlo as suas las,
deu-se ella mesma ao trabalho, e comecou desde
ento a grande prosperidade da Inglaterra.
E poderemos dizer que os inglezes proceden!
neste caso como barbaros? Porventura renunciou
a Inglaterra logo depois a este systema que adop
EXTERIOR.
Diseiirso de Mr. Th'ers em li-
vor da denuaciaco do trata-
do de commercio com a logia
trra.
Nao tenho necessidade de pedir a vossa allengao
para o objecto gravissimo que discutimos. Se fos-
se preciso attrahir-vos para elle, para isso basta-
riam os gritos levantados de todos os nossos di-
tinct03 industrian, e as queixas menos clamor
sas, mas nao menos justificadas da nossa agricul-
tura, e a tristesa tao natural dos nossos portos,
que vem consternados o pavilhao estrangeiro
substituiodo por tod*>a parte o nacional.
Para todas as naedes tres grandes pontos devem
tornar-se objecto do seu ardeote amor: pnmeiro
a liberdade, depois o sen engrandecimento, e de-
pois e por ultimo a sua prosperidade material : a
liberdade, que nao consiste nicamente para a*
incoes na faculdade de criticar a lorio e a direito
os actos do sen giverno ; mis na faculdade de se
governar pelas suas proprias mos e conforme as
suas ideas; o engrand>cimento, que nao consiste
era submetter os seus visinhos pela torga brutal,
mis em alcancar entre elles bastante influencia,
para que nenhuma questlo no inundo se resolva
que arrisque os seus interesses ou a sua seguran-
ra : a prosperidade emfim, que consiste em tirar
do seu soto, dos seus elementos, do talento dos
seas habitantes a maior somma de bens possivel.
E Djbs nos livre de penar que esta preoecupa-
cao da prosperidade d'um paiz tenha o que quer
que seja de commum com essa paixao do3 interes-
ses materiaes, a que nao deseem os espirilos ele-
vados.
Nao ha nada raais moral que o esforco para di-
minuir a sorama d males que pe3am sobre os ho-
mens, anda sobre aquellis que vivem ns mais
civilisadas sociedades. Fazer os homeos menos in-
felizes faze-los melhores, faze-los raais justos
para cora os seus governos e para com os seus so-
mantantes e at para com a Providencia.
Temos a nosso cargo iimi elevada tarefa, espero
que havemo de ter a felicidade de bem sahirmos
delta: a de restituir ao paiz a liberdade sem
perturbaefles, sem revolucao e sem violencia. Pois
a de resUbelecer a prosperidade aos pontos d'on-
de ella desapparece, nao nem menos importante,
nem menos digna de crescente : que hoje sois v3 os responsaveis por
essa prosperidade.
Houve am tempo que cuidou poder-se arrogar
o direito de He s decidir do systema econmico
do paiz. N5o quero argir o passado ; nao este
o ensejo. Antes devemos esquecer esse passado,
ou recorda-lo apenas para que nos sirva de licao.
A nossa missao fecuudar o presente, e o porvir.
E' todava bem estranha preteoco a de decidir
do systema econmico das naedes I Admilto que
uro goveroo, quando se corapoe dos homens mais
esclarecidos do paiz, possa considerar-se melhor
diplmala, ou guerreiro superior ao resto da na-
ci ; mas, melhor negociante, melhor maaufactor,
melhor agricultor, quando essa nacao se x>mpoe
de negociantes, de fabricantes e de agrico lores,
realmente pretencae insusientavel. Gracas aos nos-
os communs esforcos, a vos que hoje pertence
decidir eate negocio, e reparae, que se em virtude
da vossa resolucao o paiz nao prosperar, sobre
vos que recae toda a responsablidade. Para nos,
x auem vos permittis a discussfto destes graves as-
iimotos nosso dever estuda-los p/ofundameote.
A vos que havei de julgar, compete ouvirlcom
Dacieucia. Tendee de ouvir particularidades cheias
Sriridei, mas sem ellas, nao uhinamos de vagas
rSiWfflrSp aua. o jm a
BSt "SS aTuSdathrrNo
%STo trabalho *^Vg;
mante-lo n pal*, exciu lo onde elle nao exista,
tara ? Ha poucos annos ainda, para conseguir
formosa Industria do lnho, nao a vimos c rcar-se
de pautas protectoras, prohibir a exportadlo de
machinas, e dar premios acs camponezes da Irlan-
da, para os animar na cultura do lnho?
Quizera percorrer coravosco a historia da civili-
sacao: ah veramos que nao existe urna s nac3o
intelligente que tenha deixado de reputar, nao
direi s como ponto de interesse, senao como pon-
to de honra, a natoralisacao das industrias estran-
geiras, quando a isso se nao oppde a natureza.
Nao trarei memoria Colbert, creando a nossa
marinha, a industria das laas, das sedas, das ren-
das, dos vidros e dando para isso, como entao se
dizia, o dinheiro do rei, as trras do rei, e ttulos
de nobreza. Dir-nos-hao que reflro historia ve-
Iha. Varaos, pois, s nacSes mais jovens e mais
livres; e conhecerao que os modos porque se pro
cedia ha dois scalos sao ainda os que se adoptara
hoje. Ura membro do parlamento nglez, sir
Wentworth Dillfe, qne percorreu todas as posses-
soes inglezas, poblicou ha poueo um livro muito
interessante, onde se arha um curioso quadro do
vasto imperio britannico.
Desejaria que quantos se julgara representantes
da sciencia, e zombeteam do systeala protector,
livessem e conhecessem esse livro. E' ah que
pode ver-se que nao smente a America que se
cobre de pautas, no intuito de desenvolver a pro-
pria industria : as colonias inglezas, o Canad, a
Australia, recorreram s raais rigosas pautas, con-
tra a sua propna metropole, no proposito tambem
de fundar e animar a sua jndustria. At a India,
que vive da industria de 500:000 inglezes estabe
lecidos naquelle territorio, reccorre a proieccao
das pautas, para que o seu algodao seja alli mes-
mo nuHufacturado.
E M. Wentworth Dilko repete, tomando-as com
proprias, estas palavras, que a America occidental
profere orgulhosaraente: tm povo agrcola deve
uanar-se de ser raanufactor. Nao nes bastam ci-
dades capitaes do mar, como Nova-York e Bos-
ton ; precisamos de grandes e brilhantes povoa-
cues no interior iguaes a Cincinnato, Chicago, e
para isso indispensavel, pela protecca, aiastar
os productos estrangeiros. E note que Mr.
Wentworth Dilke livre cambista em Inglaterra ;
ma3 comprohende que o systema conveniente a
um paiz nem serapre conveniente a oulro, e que
a liberdade do commercio nao a lei que rege o
mundo.
Deixemos, porem, a theoria por agora: a ella
voltaremos mais tarde, e vamos a discutir os factos
3ue nos tocam de mais perto. E' ou nao yerda-
e qm o systema imposto com demasiada ligeire-
za Franca, lera sido fatalissimo ao trabalho ns-
cional? E' este o ponto da questao. E delle
que vou tratar, descreyendo rpidamente o estado
actual de todas as nossas industrias.
Nem se diga que o meu trabalho intil, porque
se est tratando de um inquerito. Nao intil :
convm que e3se inquerito tenha um prefa-
cio. Depois se ver quem tinha razo. Eu nao me
considero nem um espirito chimerico, nem indis-
cretamente arrojado, e tenho que o inquerito nao
ha de conlradizer o quadro que eu vou traear. Hei
delimitar-me a indicar, com respeito a cada indus-
tria, a circumstancia que define o seu estado.
Pois que todas as industrias teem por objecto e
instrumento o homem, vou tomar como fio para
me dirigir neste debate, a ordera de necessidades
humanas. E' preciso que o homem se vista, que
tenha um tecto em que se abrigue, que se alimen-
te, e em flm que entre em communicacao cora o
man lo. Irei, pois, examinando, segundo esta or-
dem, que a lgica prescreve, a industria textil, a
das construeces e dos ferros, a agricultura e a
marinha mercante.
Vamos primeiro s industrias textis.
Temos quatro destas grandes industrias. a seda,
o algodao, o lnho e a laa.
A seda nao completamente sera interesse nesta
questao; mas este ram) industrial est lio aper-
feigoado, e predomina por tal forma entre nos, que
0 nao supprnosugeito a nenhum perigo; s po-
deria receiar-se que as novas relacoes dos tratados
venham a compromette-lo.
Os tratado nada influiram na prosperidade a
que esta iadustria chegou. Se ella d'anles produ-
tia 500 milhoes de exportacao, nao excede 400
milhes actualmente.
O algodio o grande textil desta idade. Nao
fo desconhecido dos antigos. O Egypto pode
apresentar-nos estofos de algodao, que datam de
quatro ou cinco mil annos. Qual entre nos a
importancia da industria do algodao ? Fabricamos
seiscentas a setecentas mil bailas, que representara
um peso de 90 milhoes de kilogrammas e ura va-
lor de 300 milhSes de fraacos. Quando este algo-
dao est fiado, tecido e convertido em estofos de
estes diversas qualidades, 300 milhes de francos
equiwlem entao al: 100ou l:2O0roilh5es. Nenhuma
industria tem malor importancia, ou ainda impor-
tancia igual a esta. E qual o perigo que a amea-
ga? EF estar exposla a rivalidade ingleza e a
rival idade suissa.
Os inglezes achara a materia primeira parte so-
bre o seu proprio slo, pa/te em paiz estrangeiro;
1 elles teem em sua propria casa um immenso mer-
cado, e nao realmente serio quande nos veem
dizer que possivel fazer do Havre, como mercado
de algodao, o equivalente de Liverpool.
Os inglezes teem sobre os francezes vantagens
Incalculaveis; os grandes capitaes, as materias
primelras, uro commercio enorme, machinas em
muito maior abundancia,. o carvo mais barat <,
porque, emquanfo as minas francezas crtame
urna ramada de 60 centmetros, ou do 4 metro de
ospessura, corta o mineiro inglez urna de 2 ou -s
metros de possanga; emfim, e esta parto 6 funda-
mental, os inglezes teem a barateza qpe- resulta de
urna prodcelo inmensa.
Eraquanto nos fizemos gyrar 6 mhdes de fusos,
empregam elles 34 milh5e<; nos fabricamos 600
ou 700 mil bala, elles fabricam 3 milhfles. D'aqui
a barateza, proveniente da economa obtida na
gran Je produccao, reduzindo as veroas de despe
zas ge rae?.
Ha trinta annos qne en repito aos nossos fabri-
cantes : Vis na! fazeis tudo que podis I O gover-
oo peder dar-vos facis meios de communicacao
e de transportes, talvez ainda capitaes e alguns n-
citameotos; mas nao vos pode dar a grande pro-
dueco ingleza. A Inglaterra prodoz dez vezes
mais que a Franca, e nos nao possuimos as suas
vastas colonias, e os seus mercados immensos, por-
que se nos ganbamos a batalha de Austerlitz, elles
ganharam a deTrafalgar.
Quaes sao as consequencias, com respeito aos
precos de prodcelo ?
Diz-se que cousa difBcil de flxar o prego da
produegao : e verdade. Ha trinta annos que
sendo ministro do commercio eu procurei estabe-
lece-lo, e conheci quanto isso era difflcil. NI o
julgo todava impossivel ; assim o digo de passa-
gem aos que arguem essa difflculdade, mas qoe
fizeram tratados de commercio. Se vos tendes por
impossivel marcar o custo da preduccao, como ha-
veis celebrado estes tratados sem consallar nem a
industria, nem o commercio?
Quanto mim, tenho por certo qne a diflerenca
entre o custo da prodcelo na Franca ella'lngla
trra nao inferior a 15 ou 20 por cento. Ora,
eu nao peco que as pautas cheguem at ahi, mas
entendo que nlo devem flcar tanto abaixo que dei-
xem invadir o nosso mercado.
Do lado da Suissa, o perigo nlo menor.. A
Suissa dispoi do motor hydraulico ; nos tambem
o temos nos Vosges, mas nicamente no inver-
n. O nosso motor permanente nlo pode ser se-
nlo o vapor : mas o vapor mais cara.
O motor hydraulico d Suissa grandissima
vanlgem. Em Berna pela direcelo do Aar ; em
Zurich pela diflerenca de nivel das aguas de dous
lagos ; era outras localidades por quinze ou vinte
turbinas, que ura s homem faz mover, coosatuio
a Suissa amiuirlr e dispor da torca de militares de
cavaltos. Alm diss, goza ella das virtudes do
seu povo, e irapostos de 15 francos por pessoa, era
uanto os nosso3 se elevam a 60 ou 70 francos,
o pois para estranhar que na Suissa a mao
d'obra seja 15, 20, ou 30 / mais barato^ que a
nossa. A differenca entre os dous paizes nao de
certo menor de 2o /
Ora, em presenta desta rivalidade da Ingla-
terra e da Suissa, que nos IW3 apresentamos cora
direitos, que primeiro haviam de ser de 30 ou 35 /,
que o tratado reduzio a 25, que o projecto de cora-
misslo internacional desceu a 15 ou 20, e que de-
finitivamente vieram a ser para os tecidos 15 /;e
para o flo direitos del0% E estes direitos, em
virtude das falsas avaliacoes, ainda se reduzem a
7, 8 ou 9 sobre os tecidos, e 5 ou 6 sobre o o.
Eis a causa do soffrimento da nossa industria. E
ainda por cima, as admisses temporarias vieran
annullar inteiramente estes direitos.
O que fio essas admisses lemportrias? Em
duas palavras se explica. Os estampadores de ra-
zendas brancas pediram licenca para importar da
Suissa joconas como materia primeira, com o in-
tuito de desenvolver o trabalho nacional, devendo
logo ser reexportadas. Fol-lites roncedido.
Qual foi o resultado desta importaclo das fazen;
das brancas da Suissa? E'verdade que ellas so
atravessara a Franca, mas ainda qae a atravessem,
apenas isso basta para determinar os precos dos
artigos semelhantes france2es. O estampador de
Mulhouse pie obter jaconas suissa3 a 31 e32 cen-
tesimos por metro; o fabricante francez nao pode
da-las por meao3 de 36 ou 37 centesimos, pois tem
de resignar-so a acceitar o prego suisso. h eis
aqui como basta atravessar a Franga, para que os
productos suissos venham fixar ospregoda indus-
tria dos algodes em Mulhouse e era Rouen.
E queris vos saber agora a importancia desta
industria, que taato soffre ?
Na ocasiao em que ella requera as admisses
temporarias, allegava que em vez de exportar|20
ou 25 milhes exportara 100 milhoes. O governo
vista disto, deferia ; e sabis o que succedeu ?
Nunca mais as exportages, excederam 20 mi-
lhoes. E queris ouvr porque ? Porque mw
slo as chitas ordinarias que se exportara, mas sim
os tecidos mais fino?, primor da arte e do bom
gosto : estofos que tinham o prego j estabelecido,
continnaram a couserva-lo, pois que 3 ou 4 cente-
simos hada influem, visto que s as classes ricas
empregam esta3 fazendas. As fazendas estampa-
das, nada pois, ganharam cora as admisses tem-
porarias ; mas esta industria que representa 21
milhes, contribuio-para as difflculdades da gran-
de'industria algodoeira, representada por 1,400
milhes. Ha em Mulhouse algumascasasgramles,
muito ricas, muito notaveis, que nos do muita
honra, mas cuja industria expressada por 20 mi-
lhes, affronta 1,200 milhes que sao o movimen-
to da industria dos algodes.
Sabis o que d'ahi resullou ? Os productores
de Mulhouse deram-se a produzir o artigo de
Rouen. Em logar de fiar do n. 80, metteram-se a
fiar os ns. 30 c 40. Deixaram-se de fabricar os
seus finos tecidos, para fazer concurrencia a Rouen,
a Rouen que j tinha que luctar com a Inglaterra,
a Rouen que o commercio livre j tinha despojado
dos mercados que tinha em Afnca e as colonias
francezas E por esta forma que a miseria
nasceu e sfi tem desenvolvido era Rouen at o
ponto em que no presente se acha.
Tem aavido, dizem-nos, algumas mudangas nos
gostos do publico. Os algodes siniplesacham
grande concurrencia nos tecidos de algodao e la,
e os estampadores de Mulhouse qa3 os tem sal-
vado. Mas mesmo tudo isto imaginario.
E' fra de duvida, que os tecidos de algodao e
la teem ganhado muito no go3to publico sobre as
chitas ou algodao simples, que desbotara quando
slo lavados e perdem da sua consistencia ; mas
esta substituigao j couiegou ha trinta annds. Co-
mo pretendem entao que ella seja responsavel na
recente miseria da industria da Normandia ? E
a concorreocia inglea, a concurrencia suissa na
forma de productos da Alsacia que tem sido a
causa destes soffrimentos. Diz-nos o Sr. Ozenne
que os fabricantes de Rouen o nao qaizeram ou-
vir ; fago a devida justiga ao carcter e intengao
de Mr. Ozenne, mas senao quizeram ouvir por
que o seu mal o tornam surdos.
Quantas fahricas de flago estao fechadas 52
dentre 233 : a quarta parte. Pois agora, per-
Sunto eu aquellos que nos declaram que o deus
o progresso exige o sacrificio de victimas haitia-
nas : bastar-lhe-ha o quarto ? Contentarse ha
com a metade ? Com a terco ? Ou quer devorar
tudo ? De 32 fabricas de tecidos, 12 estao fecha-
das ; mais da terca parte.
Na industria das construeces, 13 estabelew-
mentos esto fechados d'entre 17. Serlo bstanles
dous tercos ? Que pretendis ainda ?
Era Lille, temos os roesmos resultados. Em um
milhao e duzentos rail fusos. 150,000 vao parar
quando urna encommenda de velludos de- algodio,
vinda de Saint Etienne Ihes perroettiria continua-
ren ainda por algum tempo. Mas oa precos nlo
sao remunerados.
Em Boubaix 250,000 fusos, eslo parados dpa-
tro'setecentos a oitoceuios ajt; ahi foi necessario
restringir o numero de horas de irabaltu.
E que direi dos tnile* I Tjda a ndjijftria de
tulles de algodao est.perdida. E em que estado
est Amiens ? Nao qaere ser mais longo sobre
esta ponto. Mas, affirmo que a nossa industria es-
t em deplora veis condiges, e nlo prevejo qual
venha a ser ai sort.
Dizei-nos qut ainda nos Oca metade, ou tres
quartas partes dos nossos estabelecimentos, e que
estes continan a laborar t Continuara verda-
de ; mas porque ? Porque pem om vos a sua.
>speranga.
Suspender os trabalhos, ou liquidar arruinar-
se. Um adMe estabelacimento, que tmht casta-
do um milhao, vendeu-se pela quinta parte. As
machinas foram, vendid s como ferro velho, o-ter-
reno oceupado. pelas construeces fot convertido
em predios. Poucas pessoas santera prazer em
reduzir um najlhao era 200 mil francos, e por
isso que nao suspendem os seus trabalhos.
A industria do llano no cornee este seclo re-
presentava 300 milhes, o que equivaleria boje a
500 oa 600. A H .llanda e a Sitada erara nossas
rivaej nos. pannos de linho, mas Tta eramos os
primaros r'Quando a fiaglo mechanica veio subs-
tituir o trabalho mao, esta industria ficou redu-
zida a qnasi nada.
Ene Mr. Djchtel tivemis a di barbara dt
ressiiscitar a industria do linho, Mr. Scrive de
I.He, arriscou se a ir estudar e tirar para assim
dizer as escondidas, a machina inglea de fiar o
linho Creou urna fabrica para esta (lago o para
a do canhamo, e para que essa fabrica vivesse,
propuzemos que se creasse um direito protector
de 5 0|0. Mr. Scrive conseguio por e raovi"
ment alguns centos de fusos.
Mr. Dachalel, que era espirito raais pratico e
tamaem economista cora certa disposigao para a
libeidade de commercio, levantou o direito a
20 QjO. A industria dos linho chegou entlo a
500,1)00 p9303 ; nlo era ainda a prosperidade pri.
mitiva, mas era j urna sitaaglo respeitavel.
Yem o tratado : e dizem a industria dos h-
nhoi :-desenvolve-te cobra audacia. Eleva entlo
ella o sea material de quinhentos a seteoentos fu-
sos, e como a prosperando, todos applaudem o
miligre. A explicad) era fcil ; era que o algo-
dio havia desapparecido.
Qaaa lo o algodio voitou, o linho recahio nos
quiahentos mil fusos.
E quanto pode consumir o nosso mercado inte-
rior ; mas se oplinhos estrangeiros esto na pro
porglo de 107,000 fusos, que admira ver o pro-
ductos franceses abatidos ?
Qaaes slo as consequencias ? Tinhamos 194
fabricas de fiaglo antes do tratado. Estao 52
destruidas. E' raais do quarto. Ser bastante o
sacrificio ?
Fallemos agora dos lanificios. Divide-se esta
industria em tres: es merinos, lecidos mixtos de
lia e algcdlo, e os pannos. A niuslria dos me-
rinos em Franga to bella e tao predominante
como a das sedas; nlo ha concorrencia que Ihe
faga medo : mas a fabricarlo dos productos mix-
tos de lia e algodao foram consagrados pela con-
correncia, virarara-se para os merinos, que tam-
bem 4este modo podiara ser arruinados. Se Hou-
bat alo leve que recear, quanto aos seus meri-
nos, jf eoncorraacia ingleza -lhe fatal para os
rmwietos mixtos.
Emquanto durou a guerra da America, a rari-
dade do algodio deu grande actividade industria
das lias. Entlo em Roubaix lodos eram pela
liberdade do commercio, e de tal modo, que fortu-
nas antigs trataram de mobilisar-se para se en-
tregaren industria : 90 milhes foram appli-
car-se a machinas o instrumentos fabris.
Mas o algodio reappareceu : a lia leve retirar,
e urna quarta parte dos estabelecimentos flcou em
ruinas.
Os direitos actuaes slo insuflicientes ; e esses
mesmos nlo sao cobrados; de 10 % deseem real-
mente a 5 %, e nlo provra isto de m vontade
da alfandega, seaao da propria natureza das cou-
sa?, pela difflculdade das avaliages, de abrir e
verificar as fazendas cora todas as particulari-
dades.
O presidente do conselho consultivo de Roubaix
afirma, que o erro das avaliacoes, voluntario ou
nlo, chega de 18 a 40 /o- O juiz do tribunal do
commercio e arbitro amigamente, tambem refere
casos de erro na avaliagao, subindo a 18 %, e
accrescenta que o erro verdadeiro ainda vai muito
alm.
Com respeito ao tulle, urna casa de Bruxellas
offereceu dar em Lille tulle de algodio, pagos os
direitos e todas as despezas, transportes e commis-
ses com 10 % sobre o prego. Ora, suppondo as
outras despezas iguaes a 3 %, serlo os direitos
7 % ero vez de 15.
l)a mesma forma o direito sobre o fio, que de
10 %, fica reduzido a metade nicamente. Qual
ser a. naeao desejosa de eonservar os mercados
interiores, que se contente de direitos tao peque-
nos ? Voltemos pois, nao j ao que se chama
antigo systema, que feitas as contas o mais ra-
soavel, mas ao mesnos a direitos equitativos, que
defendara e trabalho nacional.
Os pannos slo tambem urna das nossas mais
formosas industrias. Os pannos francezes sao os
raais bellos do mundo, posto que j ejam muito
recommendaveis os pannos que est fabricando a
Austria, tudo devido habilidade dos operarios da
Moaavia, e etcellenca das lias da Hungra. Na
Prussia tambem vai prosperando esia industria,
porque esta grande egenerosa naga) nao asmen-
te dominada da ambicio que revelou em Sa-
dowa : aspira tamben) a ter os primeiros estabele-
cimentos scientifleos, e poderosas industrias. Nao
a censuro, adrairo-a.
Nesta espeiialidade, nos somos tao fortes e tao
habis, que nlo ha motivo para iniuietages; nlo
digo j o mesmo acerca dos tecidos nao lisos e des-
tinados para caigas, coletes, etc.; neste ponto
terrivel a concorrencia ingleza. Nos pannos infe-
riores fabricados com as limpezas, os inglezes
anniquilam-nos.
O mais despresivel e repugnante, o mais lutocto
farrapo pelos inglezes-desinfecto, cardado, trans-
formado em estopa, depois em fio de pouca resis-
tencia, e por fira era tecido; era vez de 10 ou 12
francos, custa 4 francos. Se amigamente fbrica-
vamos para o povo pumos excedentes, todos de
fia, e que nuuca se rompan), hoje damos-lhe
estofos detestavois, em proveito das fabricas es-
trangeiras.
Era resumo : a iadustria do algodio est grave-
mente ferida. Os linhos nlo esto em melhores
condiges, e os lanificios esto tratados cora igual
severidade.
Somos ebegados s industrias relativas cons-
truegao. Nao fallarei das raadeiras. A entrada
da madeira do construcglo perrailtida era Fran-
ga, e justo, aiuda que seja nocivo aos proprieta-
rios di florestas. Os interesse nacionaes turnara
inevltavel esta importado. As raadeiras de cons-
trucglo vio acabando entre nos, e preciso pou-
pa-las; istqprova quanMffoi avisado o Sr. minis-
tro do interior, oppond#se a venda das florestas
do estado.
Quanto aos ferros, verdade que sao victimas
de urna verdadeira revoluglo. Ninguera quer
ferro preparado com lenha; e inconteslavel que
o ferro fabricado com car vio se presta exigen-
cias importantes. Urna columna deste ferro basta
para suster urna casa de cinco andares. Mas o
ferro preparado com lenba tambem serve para
muitos usos. Na construcglo de" carroageas e
carros, elle o auxiliar e o raeio de ligar a madei-
ra. Este ferro tambem o empregado as maM-
nas, nos wagons, na catellaria, as armas, nos
instrumentos agrcolas, etc. Este ferro raacio a
irabalhar, e de grande teoacidade. Apezar oe tudo
6tot esta industria foi declarada velha, e destrni-
ram-n'a. De quinhentos estabeleciraentos existen-
tes em Potou, na Breianua> na Normajdia, no Ni-
vernais, na Borgonha, em Champagne c- no Franco
Condado, 350 perecern).
A industria do ferro preparado cora leaba fo em
grande parte substituida pela do ferro preparado
com carvo, que se foi estendeado para teste; mas
sendo aquella ferro tao-necessario para tantas
appiicacoes, era acaso prudente anaiquillar esta
industria?
O resaltado logo correspondeu. A industria
que nos destruamos, desenvolveu-se l (ora, e
fomis obrigados a comprar ferro da Suecia para
substituir o que nao queramos fabricar. E real-
mente am' faci recoHiinetidavel! Se aquella qua-
lidade de ferro fosse inulil os inglezes nlo o que
reriara para nada. Ora certo que elles conse-
guirn) preparar eora o carvo um excellonte
ierro ; mas como este Ihes nlo valla para tudo o
facricado com lenha e porque mais caro, cora
prarara urna parte- das minas da Suecia. Se ao
presente nos ainda importamos pequea quantida-
de ferro da Suecia, por elle nao ser em barra,
cerno e que a nossa industria emprega; masa
Suecia j vai fabricando em barra.
Dizem-nos que a industria dos ferros facrica,-
dos com lenha vai resuscitando verdade, e temos
entao um aotavel phenomeno: destruimos esta in-
dustria, para v-la resuscitar, mas cora a Suecia
por coocorrente I O preco do ferro subi um
pouco do 17 a 18 francos. Mas esta alia proven)
de certa numero do encommendas de carriapara a
Austria e Hungra; um alivio momentneo.
Preciso dizer alguma cousa sobre o systema de
despacho eora canelo, e entlo se ver se o gover-
no culpado por querer dar um ligeiro. lenitivo
ao sotTrimento da industria raetallurgica. O direi-
to de 6 francos sobre o ferro representa pouco
raais ou menos ura imposto de 25 % Seria mais
sufflcenle, sem o systema dos despachos por cau-
gao.
Esta forma de despachos tem por fim permittir
a entrada dos ferros estrangeiros, que veem para
ser manufacturados em Franga e depois reexpor-
tados. Mas a le de 1836 nao autorisava esta en
trada sanio se os ferros fossem directamente para
o estabelecimento para que eram despachados.
E' o que se cbamava o rgimen do idntico. Era
vez da concesslo nestes termos, permlttio-seaos
fabricantes que requeriam licenga de importaclo o
venderem esta licenca de adraittir ferro com o
direito de 5 francos e 50 cntimos ou 3 fran
eos. Soguo-3e depois flcar direit i reduzido a
metade oa a-dois tercos, e ganharera os construc-
tores urna differenca de 2 ou 3 trancos.
E' por isso que o decreto de 10 de Janeiro nao
infringi a lei; resiaurou o rgimen legal estabe-
lecido era 1836. Nao devemos imniojar conve-
niencias previlegiadas os grandes interesses da
industria.
Em opposigao aoque temos dito, allegam-nos a
agricultura repetem sem cessar : Vos estaes em
minora. Vos representaos apenas tres ou quatro
ioduslriaS, tsm*e, otaco ou seis mil mUhes, e nos
temos comnosco a agricultura, que significa oito
ou dez mil mhes,scnlo quinze mil milhes com
'flhfiins afltrmam.
Bem quizera eu que este elevado algansmo
fosse verdadeiro; mas as mais favoraveis estatisti-
cas nlo deram o seu calculo cima de dez mil mi-
lhes. Falla-se da agricultura com incrivel le-
viandade. Bopete-se a cada instante. Vedo como
a agricultura productiva; ella e a marinha mer-
cante sao as nicas industrias qae alo desfrutan)
proteccao. VJe como ella esl satisfeita e ergu-
Ihosa. Ao ouvir lies asserges, confesso, cheguei
a imaginar que eslava sonhando, mi que tinha per-
dido a memoria, ou em flm que eslava sentiado os
efleitos da idade.
Mas logo centenas de cartas recebidas de toda a
parte me deram a consciencia da realidade. e um
dos nossos collegas acaba de communicar-rae ago-
ra mesmo urna petigao assignada por muitos mi
Ihares de agricultores de Champagoe, que araar-
gameote se queixam. E todava nao podemos
julga-los suspeitos pois que slo vinicultores. Pois
declarara que jraais a agricultura soffreu tanto
como no presente, depois do famoso inquerito de
que se esperava que houvesse de espalhar tantas
luzes e esclarecimentos. Asseguram elles que a
emipraco dos campos para as cidades vai em
rpida progressao ascendeute, que se sentem em
peior estado que uuaca; que o prego das lias des-
ceu 40 %. que a carne de carneiro se vende com
diffieuldade, desde que no mercado de Pars tem
de concorrer com a Inglaterra e a Alloma-
ra. Asseguram mais que a consequencia destes
factos a sensivel diminuido do valor de ter
ra. Era alguns casos esta differenca tem sido 1 /
a 33 /0. Os lavradores, em vez de melhorar as
ragas e a cultura, mal podera pagar as rendas; os
capitaes fogem da agricultura, o rauitas herdades
esto para alugar sem acharem quam as queira.
Os signatarios da petiglo a que me reflro reque-
ren) a denunciaglo dos tratados, a derogagao dai
leis e decretos, que sujeitarara a agricultura s-
meote ao regimea absoluto da liberdade de cora-
morcio. Se os factos allegados se passassem ni-
camente em alguns lugares, poderiam sfer havidos
como desgracas accidentass; mas slo poucas as
provincias da Franga d'onde se nlo levante lamen-
tages iguaes a estas. E liraitar-rae-hei em confir-
mado a resumir alguns factos.
E' ou nlo verdade que as lias vendidas n'outro
tempo a 1 fr. 50 c. a libra esto hoje a 70 e
75 c. m
E' incontestavel.
E podemos reputar esta reduegao de prego como
facto indifferente para a agricultura? -
Se o mal de que fallo fra puramente local, e
nos nao ameagasse dse eslender indefinidamente,
poderiamos olhar para elle, sem perder esta con-
lianga dos autores do tratado que tinham a preten-
gio de cobrir a Franga de beneficios.
Qual a importancia des gados, que nao cess
de recomrneodar como importantissimos agricul-
tura? Em algumas regios do norte da Franga,
onae temos pastagens iguaes s da Inglaterra, i
temos o gado grosso, bem como os carneiros ingle-
zes que dio muita carne e muita lia ; mas em
4/5 do territorio, onde o slo pedregoso, onde
nao se d senlo herva muito fina, nlo ha senao o
carneiro francez para con verter essa herva em
carne e estrame. Ora o carneiro francez esta
ameagado de prompt desapparecimonto.
As laa da Australia nlo teem todas as qualida-
des das lias francezas, tao assedadas, tao finas,
tao fofas e principalmente to tenazes; slo ellas
todava excellentes, e podem fazer-nos terrivel
concorrencia, porque na Australia as pastagens
nlo teem flm, os impostes sao insignificantes eos-
raeios de transporte permittem que essas lias
cheguem aos mercados francezes por prego pouco
elevado.
A nossa povoaglo ovina deseen de 40 milhes a
30 milhes. A nossa prodcelo de laa de 35
milhes de kilog. e importamos mas 90 milhes. A
Australia j produz 165 milhes, e vira a produzir
300 milhes, se forem necessarios. La Plata pode
dar ama quantidade seraelhante.
Quanto aos oereaes, foram desfiguradas as pa-
lavras que profer nesta casa. En nlo dlsse que
nanea mais haviamos de ter pregas elevados'
disse s, pop moment' s, os teriamos- nos annos de
ms colheitas.
A IoglaUara um mercado immenso compara-
vel ao que a Hollanda foi no 15-scalo: all se
acham todos os productos immagtoaveis; all tu
sempre ama desmedida massa de eearaes. Abo-
lindo o direito sobre as carnes, nos demos maior
exteosao. ainde a esse mercad.), e submettemos a .
agricultura franceza aos precos da Inglaterra.
A agricultura franceza nao pode bpje como em
outro tempo contentar-se cor o prego de 18 r.,
porque- a direcglo lastimosa que haveis dado aos
trabalhos pblicos levou pasa as cidades os ope- .
rarios dos campos. Ora. quem slo os regulado-
res dos pregos do mercad) inglez? Sao a Peona
a Russia e a America. Ka Crimea, por exemplo.
|^in hectolitro de trigo pode cqmprar porliou 13
fr.; transporta-lo para a Europa nlo importa em
mais de 2 fr., o que d um prego de a4 ou 15
fr. sobre os nossos mercados. E acaso- possivel
que nos sustentemos a consorrencia em termos
taes ?
Vos dizes que esto do vosso lado os producto-
res do vinho ; pois bem; eu me encarrego de Ihes
provar que nlo aos tratados que elles devem o
desenvolvimentoda sua industria : esse desenvot-
vimento anterior aos iratados. A agricultura
denuncia pois o tratado : ou antes, o systema de
onde elle provra. Esta industria ligase pois a
tedas as outras.
Agora, falta-rae dizer algumas palavras aeerca
da marinha mercante.
Todos ouvmos um membro eloquente da oppo-
sido, cujas opinies nem sempre sao iguaes i<
minhas, mas cojo carcter en respeito, e cojo ta-
lento admiro Mr. Julio Simn, assegurar qae a ma-
rinha mercante eslava padecendo.
At as elevadas regios da philosophia, onde
elle tanto se apraz, e onde est tao bem oollocado,
at ahi foram ouvidas as lamentages dos armado-
res de Bordos.
Mr. Julio Simn l ouvo, e reconhece qne sua
industria esl soffrendo.
S elle quizesse dizer tudo, leria confessado que
a marinha mercante nao s padece, mas est em
extremo perigo.
E quem creon esta situagio? A lei e 1866.
Essa le, que eu aqui impugnei com paixao, nao o
neg, com a paixao do bem publico.
E-sa le descarregou sobre a marinha mercante
o raais desastroso golpe. Bem sei que imputam
este resultado a outras causas. Faz-me isto lem-
brar una expresslo de Montesquieu. Este grande
espirito diz: tHa tolices que sera cessar se repe-
tera, e que o; homens nunca esto caneados de re-
petir.
E' assim que se diz : Se a marrana mercante
est amortecida, isso consequencia dos infelizes
regularaentos de Colert, da inscnpglo martima,
e dos estorvos que elle impoz ao deseavolviraento
da raariuha.
E' preciso coosiderar, que aiuda quando vos
concedan) urna parte do que peds, nunca nenhum
governo nacional se atrever a deixar a ioserlpcat
martima, indispensavel elemento do nosso poder
naval.
Os dous br.-.cos da Franga slo o exercito e a ar-
mada. Sappri'mir a ioscripgao fra cortamente am
delles.
(Continuar-se-ka.)
PEMAMBCO.
REVISTA DIARIA.
IMPORTANTES NOTICIAS DA GUEBRA.- O
Sr. Francisco Alsina, capillo o patacho hespanhol
Marino, chegado hontera tarde de Montevideo
com dezoito dias, declara ter assistido nessa cida-
de, as vesperas de sua sahida, grandes festejos
em solemnisarlo do acabamento da guerra pela
morte do dictador Francisco Solano Lpez, e da
chegada esse porto dos prisioneiros feitos no ul- '
timo combate.
Nlo contando em chegar ao nosso porto tao r-
pidamente, deixou elle de trazer jornaes que nos
dssera completa descripglo desse novo iriurapho
das armas alliadas ; e que nos deve chegar pelo
vapor inglez Oneida, qae devia partir do Rio de
Janeiro a 26 do correle.
ParabensI Parabens Parabens !
TR VSLADACO DA BANDEIRA DOS VOLUX-
TAUIOS PAB.V OLINDA.No domingo as 9 e meia
horas da mauhia chegou Olinda a victoriosa
bandera do batalhlo n. 53 de volautarios da pa-
tria, para ser depositada na cathedral, de ordem
do Exm. Sr. ministro da guerra.
E histricas, theatro de tanto herosmo e religiosida-
de, aguardava jubilosa a recepglo desse precioso
lbaro da redempgao da patria.
Por isso vestio galas, procarou abrilhantar an-
da mais o aprasivel panorama, com que a nature-
za a dotou.
Ergueram-se arcos as ras por onde devena
passar o solemne prestito (como de S. Beato, Ca-
deia, Amparo, Misericordia, Nova at a S); or-
naran) se as vatandas com o pavilhlo nacional, o
das nages alliadas, e de outras amigas ; bemi as-
sim com ricas colxas, de sorle que aquella cidade
apresentava urna perspectiva imponente, um effei-
to maravilhoso.
No cirao da ladeira do Varadouro, junto ao pa-
go da cmara municipal, achavam-se a espera esta
respeitavel corporagao, os principaes funcciona-
rios pblicos, e muilas pessoas gradas da locali-
Tendo ahi tarado a guarda de honra e ofciali-
dade do batalhlo da guarda nacional de Olinda,
3ue acompanhava aquelle deposito sagrado, foram
ados, e repetidos cora o maior enthuitasmo pos-
sivel, alguns vivas naco bratileira, cons-
tituico no imperio, sua magettade o impera-
dor, gloriosa bandeira do batalko %. 53 di vo-
luntarios da patria, ao exercito e armada bra-
sileira. ,
Em seguida desfllou o prestito pela ra de b.
Bento, parecendo, que de todos os lados, a cada
passo, e cada vez mais regorgitava povo, cheio de
prazer, e animado de vivo patriotismo para so-
lemnisar esse acto. n^.K ni
Ao perpassar pela casa do Sr. Dr. Pedro Bel-
trlo na mesma ra, este cidadao deu vivas muito
entusisticos, que foram assaz correspondidos.
Oalro unto succedeu junto a casa do sr; Dr.
Antonio de Drummund (oa mesma ra), donde
foi recitada pelo acadmico da nossa Faculdade o
Sr. Allino de Araujo urna poesa.
Entretanto gyraodolas de fogo sem conta su-
ban) aos ares, repicavara os sinos de qnasi todas
as igrejas, emfira a msica militar da dita guarda
de honra tocava melodiosas symphonias.
Assim prosegoio toda essa magnifica procssac
cathedral, cuja porta principal esperava o
lSr s^rcora7quer7n!D-que as Has franco capitular, .
~ digno chantre
cezas possam resistir? As laas da Australia e de
La Plata tinham ura inconveniente: vinhara pega-
das ao velo smenles de cardo, que nlo se poajam
separar; a chimica alcangou livrar o velo destes
semantes, e assim desapparece esta causa de.inte-
rioridade. .
A industria em Franca nlo pode prescindir do
carneiro, e por isso os tactos que tenho numerado
vero-nos inspirar graves inquietages.
mm
o Rvm. Sr Jos Joaquim Camel-
|o~de Andrade. ...
Depois da devida continencia bandera, ro en
recebida e conduzida pelo mesmo Rvm. Sr. chan-
tre at ao centro do templo, onde se *ehav*J?r.
gnida urna pyramide, com as seguintes inscnp-
ges em letras douradas : .
Na face da frente do pedestal peto poama.
. Solemne receprao na cathedral dt Ofiitdadt


I
r 30 03WM
*3%in
de Pernambuco Ter< feira 29 de Marqo de 1870.
Jf
mw
iv
rm
victorioso tstandarte dos voluntarios' tta baf-
lkao53.
Loro ah|ttftfca-se :
Ndo r M(gl*'o cwhAo rfn virtade que se
chega ao WWJto m gloria.
Na face.4 sol ;
t E1 pela religido e pe* furia, qne i necesa-
rio combater. ^v""v u.
Na face do uaseente
* AnWk de I oda at espatos o bom to-
ral.
Na face do norte i
Sti
jwroi, m os corromper.
Outro aun, cima des?a- quatro in-cripeoe, liara-
! do norte %
re/iflido cetholica capaz de civSsaf os
, i, -~. ----------------------
maginou um duello original. Dirigi ao seu adver
.sirio a segninte carta;
Nao tenho nenhum desejo de o matar,a me-
nos de ser morto peio senKor. Ahi vai, pois, o que
Iheproponho : V-ao bosque mais prximo. Pro-
cure urna arvore -da mesma corpolencia qne en.
Colloque-se a rincoenta passos, ou a trinta, se
quizer, e faja fogo sobre ella. Se aceitar na ar-
v"re, concordare! era quetoio tive ratio o eu Ihe'
dnrei as mlnhas satisfacoes. No caso contrario,
< stou prompto a aceitar as anas.
O oficial desatoa 1 rir quando se vio assim des-
armado. Gonvidou o seu adversario para ceiar, e
fcz-se a reconciliacSo fle copo era pacho.
ais segrales |>alavras :
. Heliuiao, Patria, Direito, CivilisacSo.
No vrtice da mesma pyramideera cada um
dos seto lados achava-se eseriptn
. Conde o"Eu
ftm da designacio d- fetos gloriosos daquel-
les nosses bravos patricios, sendo que para este
aprepriado ornato, muito concorreu, cem a maior
expirffrmcidade e dedicado possivol, o Rvm. Sr.
Dr. Tipparoni,zelo;o rerldr do sc.nnario episcopal
aquella cidade, assaz coadjuvado pelos seus -es-
" tiniavci* eollegiaes,
O templo eslava no seu maior explendor, croa-
ta em toda a magnificencia ; para oque aquella
corporaeao nada (iOnpou s de^pezas pruprias, e
a p rfi entre ni, priacipalmenjeos Rvm. Sr. chan-
tre e conegos Marcelino A. D mellas e Tranquilli-
no Cabra I do Vasconcelos.
A conconvnoia Toi extraordinaria. Aquelle tem-
- po esva litteralraente ebrio de quasi toda a fio-
pulacao deOIrada, e de muilas pcsseas do Rccife.
Culloc ando-se a<|iiello venerando uriverde es-1
lindarte, syraholo de tantas glorias, apezar de es-
tar todo envado de balas, e deshotado pelos rigo-
res das intemperies das e-tacoes que elle all atns-
vesfou, sabio a tribuna sagrada o Rvm. Sr. conego
Joan Ghrysostoiuo, oqual instancias, e como flu
orgio do justo jubilo que repassava os enracoes
dos seas dignos companheiros capitulares, era um
decurso, que durou qua-i nina hora, levou i
maior evi leocia pos-ivel, como perfeita e legitima -
mente so consorciou a religiao com a defeza da
nos-a patria, tao injustamente ultrajada, os grao-
des beneficios que deviamos Deas por lar pro-
' legido nniMprn o brilhanie triuinpbo das armas do
Brasil ; I ;m con j orai) civismo e heroica per-
everang do nosso idolatrado monareba, nessa
iaevitavel lut.irq-io temo*, -ustentado.
Tendn-acaba o a oraran, eomec3u o solemne
Te-Dewn cantado pelo dcstincto chantre, acompa-
nhad.-i pelo corpa capitular, e por todos os se-
minaristas, (que faziam um coro mavioso), sob
* presidencia do seu Ilustrado reitor o Rvm. Sr.
Dr. Lipparoni.
A orchestra fui dirigida pelo Sr. Trajano Bar-
ckILh, eoddjuvando-o o Sr. Guias pai.
l'*ioalmi nte esteva bom leaU-rcgiosi e patri-
tica sohMiinissima, como alli raras vezes succede.
Loavores sao devidos era parte cmara muni-
cipal de Olinda, e em oatra parte ao corpo capjtu-
lar da raspee!ira diocese, e todos os cidadaos,
quelle sagrado penbor, e verdadeira reliquia pa
'tria.
ASSASSINATOS.No dia 28 de fevereiro" Jos
-Joaquini do Santa Anna, conhecido por Menquem,
assassinou a Joaquim Rodrigues Baptista, uo se
^ando districto do termo de Santo Antao, pondo-
sc em fuga.
lim Miras do engenho Macaco, do termo de
i'p ijaca, no di:i i lo correle foi encontrada as
sassinada, dentro de sua casa, a parda liberta no-
afeaaria I'.o-a de Lima do Espirito Santo, com o
crneo e rosto partidos, nao so tendo podido deseo-
brir o autor ou autores.
MISSAS FU.VEBRES.-H..je, das 7s 8 horas da
manhaa, serio celehradas missas pelo repouso
d'alma do Dr. A. Vicente do Nascimento Peitnsa,
fer aef o jeguodo anniversario de seu passaincnto.
ara esse acto sao con idadus os amigos do finado.
REVISTA COMMERCIALPor engao da typo-
prapliia nlo foi mencionado o pre^i do algodao de
Pernamhuco, na semana de 21 a 27 do correrte,
o qual foi lofi por 13 kilogrammos ou 1 arroba.
PROCSSAO GS M.VRTYRIOS.No domingo,
percorreu al'gumas ras daf freguezias de S. Jos,
Rccife e Santo Antonio, a solemne exposicao do Se-
nhur Bom Jess J-js Martvrios, que foi este anuo
feilacom todo o esplendor, sendo acompanhada
uor diversas ir.nandades e coafrarias, na melhor
ordam possivet
NOVO ATHENE.-Esta sociedade fncetu, no
domingo, os seus Irrb.iliios com urna sessao solem-
ne, na qual uraram es S:s. Argemiro Galvao, Vi-
cente Simijes P. Je Lemos, Eduirdo Jayme, Arge-
miro Arrouxa, meaihros da casa,* Dr Godofredo
Autr.in, A. Penido, A. de Souza Bodileira e F. I.
Renguea da feta.
* ni -.'na d (iffereeido ao Sr. Dr. Godofredo
Autr..i o diploma de socio honorario, felicitando-o
parm pro! de apreejo Sr. Oaspar Drummond.
,l.\'A FALCO.Das cartas de nosso cor-
nspiinl.-iil; ile Lisboa extrahimos 03 segnintes
trechos dir os thealros :
Vai hoje (12), scena pela prlmeira vez a Se-
raphiua !' Victoriao Sardn), no theatro do Prin-
cipe Ke.il, em bi aeflcio da talentosa actriz D. Ca-
rrini 1 '.i'eo rles loxe da boa liospitaiidade pernambucana,
!ion corno sen marMo Cesar de Lacerdn. A tra-
ducco do Sr. Feppe Leite. O desempenho, a
julga/ |i"io 1 ii.-.ili peral a que assisti, rivalisa e
itoesmo < xePte em slguns lances o que esta come-
da aqu teve em majo do anno passado no thea-
tro da Trindadc pela companhia franceza. Do pa-
pel de Serapltina, que o principal, ecarrega-?e
D. C Falco. A comedia tem cinco actos.
- O Denle da Baroiieza, em tres actos, original
do Sr. Ti ixeira de Va?concellos 6 urna verdadeira
joia litteraria que para o theatro do Gyrnnasio tem
ido boa mina. Anna Cardoso, faz em papel c-
mico do mais fino rococ. Lucinda, a gentil filha
di actor Simdes prima em elegancia e mfate.
H"j que se faz alli o beneficio de' Arma Cardoso
a pritneirn representarlo da Botina Verde de
Teixcira de Vasconeelios. Ja se dizem maravilhas
de.-u nova produe^ao.
Vai entrar em scena no gyrnnasio o drama
9AcroEvangellu) eia a^-o do Sr. Braz Martin?.,
Est prouipto o scenario d<* primeiro aeto. E' ap-
p-.'raU*o c ile grande magnificencia. Voltoa no-
vamente a Harpa de Deas de Cesar de Laeerda no
gyrnnav: 1. Teve favoravel e quasi enlhusiasso a-
Hombu.
Ga'au Minar< C. c urna bonita comedia
corn qoea empreza de B Mara e Trindade fez as
uiicias da platea no entrado e se tem conservado
para dar paUo hilaridade publica ; tem tres ac-
tos em que Theodorico o jovial e y mpathico au-
tor, que os Jiossos tanto estiraam, faz rir a bandei-
ras despregadas os espertad* res.
Acha-se impressa, para ser destribaida j nou-
te ni ilieatre do Principe Seal, a segrate poesa
do Sr. (miz Felippe Leite, destnela artista D.
Falco de Laeerda:
LNTERESSANTE SOCIEDADE.Segundo temos
e#u folha de Hespanha, trata-se de organisar
era Pars urna associacao que recol|a todos os
dias grande numero de adhesdes, e que se intitula
Soctedade dos facetes reunidos, viudo provavel-
mculo a trocar este nome pelo de Lia da orden.
O nnico fim que esta sociedade tem era vista
dispersar paulada sera* que a polica, a guarda
de Pars e muito menos oexercito intervenham
nisso, os perturbadores da orden, logo que haja o
minimo indicia de tentativas como a de Belleville,
que ararla ha pouco teve lugar.
Para Isso todos os babii?.ntes de m bairro e os
dos bairros visinhos, sendo preciso, so devem re-
unir ao primeiro signal.
as listas dos adherentes encontram-se cidadaos
de todas as classes : advogados, commcrcies, fa-
bricantes, pequeos industriaes, muitos operarios,
escudantes, ele.
Os influentes na organisac,ao d'esta liga do or-
dera teem j recebido algumas remessas de bons e
Fallecidos.
Andr Jbs ttuioel de Sant'Anna: inhercttlos
pulmonares.
Germana ; anoplexia.
Maria'Xeaqainada Conceieao ; enterte chTonlca.
Mana Gotonho ; apoplexia.
Francisco das Chagas Barros ; tulieroalos pulmo-
nailftv Mmmmr-
loanna; anatarra.
Maximiano tes Passos tubereuk.s pulmonart.
J010 EvangeHsta de Sant'Anna i bexigas.
LOTERA.A que se acha a vtnda 3 145* a
beneficio da igreja de Santo Amaro das Salinas,
que corre no dia 4.
solidos pqL
5LZFOF
Agitam-se os dias no giro incessanto
Ii'epheraeros nada?, que dio existencia
Montona lida. Mas quera nos traduz
Da vida assim feita, a imagem cambiante
Pintando os affectos com viva opulencia
-De cores, de sombras, de forja, de luz 'I
O artista inspirado,qne a scena que pisa
Qcier lagrimas suas, quer (orea e verdade,
Que sonha o poeta, fae vivem do autor
N gest qne fmpera, no tom que suavis,
Na frase que morfe "nao persuJ.de
Infindos segredos d'affect e d'amor f
Asperrima seudaJ que mil incertezas
Povoam d'abysraos, ericara d'abrolho3
Aue o artista no sent,' nao teme : k9jljA-
Se a idea da gloria, que mSi d'affout-z*!-.
Lhe aplana as agruras, saprime os eseolfios
Sustendo-o no espaco co'as azas gentis I
O applanso ao silencio decorre um tostante ;
Oas Bares o aroma, o'am dia fenecs;
(Uo cbos apenas, sio meros claroes f
Alas sao gloria, que o ariista lidando jonstaate,
vt>an?a na frigoa em que a vida estremezo
Go'o embate violento d'albeias paixCes ?
remos o esforz! Mil bravos I Mil palma* I f
Victoria ao tatemo formoso da arsta,
Oiio o estado conduz ao triurapli immortal,
0 fea das Rvtori, dos Rossi, dos Taimas
l.uzeiros da eona, pt^rpHaa conquista
S-,\ lina, do genio co'a vida real I
QUE TAL.O XewYork Herald affima qua
us tolas da pequea cidade de Lowistuo, no Ha)
m>, juraram solemnemente nao abracar iiiijui
boraeni qno fume. Km compensaoio, os rapaieii
preatetteram nao consedor era sequer a asmla
11 olbar as mullieres que asarero de cabelle
lato de juramentos, ba amito temp que
nao inspiran) a menor contianoa I
MOO DE EVITAR M DUELLO.-Utn Uto ne-
gociante de Valparaso, provocado por um officiai,
INFELirFORTUNA.Traduzimos do Jornal do
Havre a segninte noticia, em qde se expoe um fac-
i que e-ta folha appelfida de indilo e nue prope
como problema qne lia de fazer trabalhar muitos
cerebro-. Sera d'aquelles wapetes cora qne os
jornac? e-trangeiros costumam enlreler os leito-
res ? Em todo o caso ahi vai :
Ha quarenta annos que m operario chama-
do Marcellet, com o intuito, sem duvda de arran-
jar fortuna, parti de Pars para a America, dei-
xanJo em poder de um tabellian orna somma gor-
dinha para, no caso de infortunio, ter, como vul-
gannente se diz, urna fiera com qne mitigar a
Jde. A 1 passo que os seus negocios iam prospe-
rando, Marcellet, como hornera de prudencia, en
viava novas remessas de fondos ao tabeliiao....
qne os i seinpre guardando.
o Ha vin'.e anuos, porm, cessaram de repente
aquellas remessas, e nao tornou a apparecercarta
alguma que dsse noticia do expatriado.
K Marcellet nao era casado, c dentro de i3o
largo espaco de lempo fcilmente foi esquecido
pelas pessoas das suas relaefles, excepto o tabellian
quem a qnantia depositada ja ia parecendo pe-
sada de mais para a conservar.
- Nao obstante continuava a guarda-la, e ao
mesmo lempo fazia activas diligencias para saber
da sorte de seu antigo cliente.
Afinal acaba ha pouco de ser informado a tal
respelte. Marcellet. denoi* de se ter arruinado
alistou se no exerciio federal e foi mortoem I8G3
durante a g erra da seoaracSo.
A licranca de que depositario o tabeliiao ele-
va-se a desosis muos duzentos e trinta e sele
mil seiscentos e quarenta c dous francos e qua-
renta e cinco cntimos (mais de 2,900:0003) e os
esforcos empregados em procurar os henleiros
teem sMo infruetiferos.
n Ja nao leem prenles directos, e alguns mni-
to remotos que possa ter, como primos, segundo
primos, etc., tambem nao apparecem.
FRANCA Damos em seguida o texto do pio-
jecto de lei sobre instruecio gratuita obrigatoria,
apresentade n corpo legislativo pelo deputado Ju-
lio Simn :
Art. I.9 A instnico primaria, em todas a
escolas communaes, ser gratuita.
Art. 2." Todo o pai ,de familia, ou tutor, CUJ03
filhos, fllhas. ou pnprlos, de 6 a 13 annos, nao so-
goteem os cursos da escola communal, on de um
escola liyre, ser obrig ido a fornecer ao cooselho
municipal, no decurso do mez de Janeiro da cada
anno, a prova de quelhe'd ou Ihe faz dar a ins-
truccSo no domicifio.
Arl. 3." Todo o pai de familia ou tutor, cujo
filho, filha oa pupilo tiver completado treze annos
de idade, no decurso do anno, ser obrigado a en-
tregar ao conselho municipal um attestado, assig-
nado pelo instituidor publico ou livre, mostrando
que a crianza desempenhon a?siduame.nte o dever
da escola desde os seis annos; falta dote ages-
tado, a crianza ser examinada pdY urna commis-
slo eomposta de einco membros do conselho mu-
nicipal, presidido pelo maire. O instituidor cooa-l
raunal ser aggrgado a esta commissSo com vof*
consultivo. Todos os instituidos e institaidores d 1
canto terao direito de assistir aos exames.
Art. i." Os pais on tutores que nao liverem
feito cumprir a seus iilhos on pupilos o dever de
escola, serio chimados perante os tribnnaes, os
qnaes poderao pronunciar a interdiccao de todas
as funeces' communaes electivas por um tempn,
que nao poder exceder a dez annos. O tribunal
peder alm uiso pronunciar se par urna multa
de cem a mil francos, applicavcis para o eolre da
escola da commun. O julg;ment estar affixa-
do durante um me: a porta da mairie do domici-
lio do condemnado.
Art. 5*. A escola nao ser obrigatoria senao
para a classe da manhaa.
1 Art. 6. Todo o patrao que empregar em sua
ca a, ou na sua offlclna um rapaz do menos de
treze annos de idade, obrigado a vigiar se elle
frequenta urna escola pubci ou livre durante
dez horas por semana. Em caso de negligencia,
ser perseguido ao mesmo lempo que o fr e pai
ou tutor, e condemnado na mesma pena. Neste
caso, as circumstancias attenuantes nao poderao
ser admiltidas senao para o pai ou tutor.
Art. 7." Po lerao eslabelecerse cursos de en-
sino technico, e ser professados por qoaesqner
pessoas, que estojan) no goso dos seus direitos ci-
vis, com a nica condieao de deverem prevenir o
maire, e o conselho municipal com quinzo das de
antecipaijao, fazondo conhecer o assumpto dos
cursos, o local aonde deverao ter logar, e as horas
das lines. O maire e os conselheiros municipaes
terao sempre o direito de assisr s li?5es.
Art. 8, Urna verba provisoria de um milho
ser inscripta no ornamento, e posta disnosico
do ministro do commercio, para er dividida todos
os annos entre os principaes estabelecimentos de
instraco tecbniea, segundo avisa do conselho ge-
ral das artes e manufactura?, e do conselho geral
de agricultura.
NOVA TINTA PARA ESCREVCR. A maior
parte das tintas do^serever, as mais escoras que
se achara no commercio, repassam ou diluem-se
quaado sSo molhadas, fican lo illijiveis os carac
teres oscrptos. Mottas de-sai tiotas tornam-s?
amarcllae com o tempo c cabam per desapparecer
quasi completamente Jo papel.
Com o um de eacoctrar urna tinta exempta a>
todo* esees defeitos, o Sr. Sace, doater e membro
da academia das sciencias de Pars, eetregou-se a
variadas investi^aeoes, ( formula seguiute:
Digere-se durante 2i horas, a calor brande,
por urna parte i'.'iO graramas de aoz de.galha em
po com rneio litro de alcool do 82 graos; e por
outra parte: 90 grammas de, sulfato fenroso e 90
gfltenmas de gamma arbica 'cora um litro e meio
de agua pura, -budos dous licores, por eio de
cxpressu atravez de um panno de linho, mistu-
rara-so, pem se a assenur durante oito ias, e
coam-se por um panno.
O autor ailirma que esta lala nao se docompoe
o nao forma p ; o quo muito mais duravei do
que todas ate nejo eonhecidas.
PROCLAMASForam lidos no domingo na Ka-
(rit da fregnezia de tanto Antonio os proclamas
seguintes:
!.' denunciagao.
Francisco Jos de Saut'Anna, com Rita Maria
dos Prazeren.
Fractuoso Goa^ilves Ferreira, com Thereza de
Jess Maria Rodrigues.
2.' denunciacao.
Joaquim da Silva Maeiel, com Mathiide Maria
Guimares.
Joi Nepomuceao Colho da Silva, com Senhori-
oha Thereza de Almeida.
Domingos Joaquim da Cesta, eom Ignacia Tei-
xeira da Costa.
X* denunciicao.
. Jos Ferreira do Paula, eotn Jeronyma Franoisea
la, tocha Pereira.
Joio Suares da Rocha, com Isabel Theodora
Alves.
HWITAL PEDBO IIO motlmentodessc esta-
betesjmento do W a 27 de marco ao 1870, alm
de W9 doetrles existentes, entraram 20, sahirtm
17, falleccram 8, exislera 334, sendo 137 bomens,
91 momeres.
, ASrertenca.Foram visitadas as enfermarias
oestes dias as 7 1/f, 7 1/2,7. 7, 6 l/l, 7, pelo Dr.
Ramo; as 101^,1(1,1,11 1/1, pelo Dr. Sar-
ment.
r.'.f"i #jm n w a
d2S
Tilff 'A ItSt
CHROMCI JUDMUim.
num vvi d < OYitiiui 10
VCTA DA SESS.-yO ADMINISTRATIVA DE i DE
. M.\iigo de m<).
KsroiNciA no SXJI. sr. DISeWHIlOADOR anslmo
FTiANcrsco prtSfir.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. depu-
tiaos Rosa, Basto, Miranda Leal e bario de Cruan-
gy, S. Exc. o Sr. presidente abri a sessao.
Foi lida e approvada a acta da sessao de 21.
EXPBBIINTK,
Oftlcio do Exm. Sr. conselheiro presidente do
tribunal do commercio da capital do imperio, ac-
cusando licar entregue da copia do relatorio dos
trahaHjos deste tribunal do anno prximo passado.
-Inteirado.
Jemal Oficial de n. .15 a 61.lo archivo.
O Sr. secretario remetleu con fflcio an inspec-
tor da thesouraria, copia da caria de registro do
brigue Tkerezinka.
Aos Srs. depulados foram distribuidos os segra-
les lvros:Copiador de Marques, Barros & C,
idem dos inesmos, Diario e Copiador de ilaeoel
Monteiro da Cunha, Diario de sabidas do agente
de leiles Francisco Gomes de OliTeira, Copiador
xlo Jos Francisco Moreira & C.
Mandou se juntar ao respectivo simmario e dar
vista ao Sr. desembargador fiscal a resposta dada
pelo administrador do trapiche Cunl.
DBSPACHOS
Requerraento de Jos Leandro Lopes de Olivei-
ra e Frauciseo Antonio de Carvalho, olTerecendo
registro o seu contrato social.Vista ao Sr. de-
sembargador fiscal.
De E. R. Raoello i C, para que se ran Je a
junta de Torrotores altestar-lh.es qual o cambio
vista sobre Portugal que vigorou durante o mez
de fevereiro ultimo, e vigora no corrento mez.
Pode altestar.
De Gongalves, Irrao tt C, liqnidahrios la r-
'aG.mcalves Para & C.,requerendo o registro
do contrato da compra que fueran) ao consta por-
tuguez, como representante dos herdeiros ds oao
Rento Para, da p irle que este coube como socio
da extincta firma.Vista ao Sr. deseuibargador
fiscal.
De Monteiro Gregorio 4 I, requerendo t.inbcm
registro para seu contrato social.Vista ao Sr. de-
sembargador fiscal.
De Paulino Carnlho do Reg Barro, Jos Fran-
cisco Moreira e Manoel Martiuho Alves Garca,
apresentando registro o seu aontrato do scela-
de.Os supplicantes dizera em sua prtcao, que
juntara o seu contrato de sociedade era triplcala,
quando da mesma se o mesmo contrato em du-
plcala ; juntem pois a 3." copia que se referem.
COM INFOIIMACAO 00 SU. DF.SEMBARfiADOR FiSC.tf,.
De Alfredo Cardoso Pereira e Jos Alv,>s Babo-
sa Jnior, contra:o de sociedade de Alfredo & Bar-
bosa Jnior.Archive-se de conrormidade ecm o
decreto n. 4,391.
De Antonio Domingos de Almeida Pocas e Boa-
to Jos de Macdo Pocas, distralo da firma social
de Pocas & CDeferido na forma do decreto n.
4,394.
De Antonio dos Santos Braga Jnior, caria de
matricula do commcrciante.*Como requer.
HKSOIXQAO.
O Exm. Sr. presidente suumeiteu considenco
do tribunal a petieo la cdhipanhia de seguros
maritimos e terrestres Phenix Pernambucana, so-
bro a qual o Exm. Sr. presidente Ja provincia, por
despacho de 16 do eorrente, mandou informir, e
na qual pede a dita companhia presidencia que
pura acautelar quaesqner Juvidas digne se dBCUV
ra-la constituida como prescreve o art. 15 di de-
creto n. 2,711 de 19 de dezembro de 1860., embi-
ra ella.reconheca que essa JisposieSo s tem ap-
plicacao s sociedades bancarias. E depm's de
discutida a questao foi o tribunal de parecer con-
tra os_ votos dos Srs. Rosa e baro de Cruangy,
qne nao sendo as opefa^Ses desta compannia as
de (pie trata o 9rt i." 3- nmeros i, 2, 3, 4, o
c 6 do citado decreto combinado com o urt, i'l o
seu .o( nao Ihe i applicavel adisposicao lo urt.
15* de dito decreto, entretanto que, convrado pe-
ticlonaria acautelar duvids.*, a presidencia delibe
re como entender mais acertado. E neste sentido
o Exm. Sr. presidente firmou, nesta data, o oncio.
Nada mais sendo submettido despacho, .
Exc. o Sr. presidonte encerrou a sessao.
SESSAO JUDICIABIA EM 24 DE MARCO DE
1870.
>REMDENCU DO EXM. SR. DESEMBARGADOR A. T. PE-
RETTI.
Secretario, Julio Guimares.
Ao meio dia declarou-se abena a sessao estando
reunidos os Srs. desembargadoiKS Res e Silva e
Accioli, e os Srs. deputados Rol!, Basto, Miran-
da Leal e barao de Cruangy, fallando ?em partici-
par o Sr. deseinbargador"Silva Guimares.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior.
O Exm. Sr. presidente ordenou que fosse remel-
tido para o eartorio competente o feto vindo do
supremo tribanal dejustica, entre partes, recr-
reme, Joao Pinto de Lemos Jnior; recorrido, Ma-
riano Xavier Carneiro Ja Cunha.
ACCORDOS ASS.IOSABOS.
Embargante, Jos Nunes de Barros Leite ; em
bargado, Luiz Caetano da Silva Campos : embar-
gante, Alexandre dos Santos Barros; embargado,
Manoel Jos de Mirinda : appellarrtes, os admnis-
tradores da massa fallida de Joaquim Jos Silvei-
ra ; appellados, es kerdeiros de Diogo Jos da
Costa.
JLGAMENTOS.
Jizo especial do commercio : embargantes ap-
pellados reos, Augusto Prederieo de Oliveira & C.;
embargados appelhdos autores, Augusto Octavia-
no de Souza & C. : -juizes os Srs. Acioli, Heis e
Silva, Basio e Rosa.Foram desprezados os em-
bargos, sendo *ito vencido o Sr. Basta
Appelloute, Joo Pinto ds. Lemos Jnior; ap-
pellados, os administradores i*a massa fallida de
Mamede k Martins.Adiado a pedido de um dos
Sre. deputades.
Nao estando'prsenle o Sr. desembargador Silva
Guimares alo foram propostos os fetos adiados
nas sessoes anteriores, entre partes, appelIvMe,
Manoel Torquato Ramos; appellado, Antonio lys-
Bes de Carvalho : appellante, Joao Pedro Blanchin;
appeHado, Carlos Los Carabrone.
BESK3NACA0 DE 01A.
Xppellante, Dr. Augusto Carneiro Monteiro
da Sslva Sanios.; aupellados, os administradores da
massa fallida de Siqueira O primeiro dia til.
Nada mais- havendo a tratar, foi encerrada'a'
sessao a meia hora da tarde.
Nao procedeu assim a ficta exequento, mas re-
ouereu citarlo da executada para a primeira au-
diencia para o lim de ver assignar-se Ihe dez dia^
para pagar, ou nomear penhora bensde promp-
taxecucao e bastantes para pagimento do val-ir
doTbens exprasameote determinadn pela senfe-
ga exeqnenda, ficando para mais tarde a li^uida-
eiio dos valores dos dermis.
Accusada era publica audiencia essa citacao, e
sendo presente a executada por sea bastante pr >
curador, o solicitador Figueiredo, e assigaados os
dez das para o dito lim, inmediatamente foi
verbalmente pediJa vista para embargos mesma
citacao por parte da executada ; e sendo-lhe con-
cedida, nao mandou o escrivao do feito es utis
cora vista ao advogado da executada at o tercei-
ro dia do curso do decendio assignado ; mas, pelo
contrario, nesse mesmo terceiro dia passou o es-
crivao (por virtude de despacho do iuiz) manda-
do oxeculivo para por-elle ser requerida a execu-
tada que pagasse ou noraeasse penhora bens de
prompta execucao, o.qual mandado foi ex catad i
no dia seguinte ao nascer do sol em qualorze es
crdvos nao offerecdos pela ex' culada, que np-
meou penhora a seu, mesme engenho Ibura, onde
mora, mas nos ditos quatorza escravo*, para a ap
prehenso dos quaes foi dada violenta e Ilegal
busca em todos os repartiraentos da casa de vi-
venda da executada.
Comecada es-a odiosa e Ilegal busca mandou a
executada a toda a pressa Um porUdor ao seu ad-
vogado, morador nesta cidade para Ihe expdr vo-
ealaienteesses factos. Immediatarnente os expoz
era breve petcao o advogado da exeeutad, con-
ciuindo por pedir que fossera depositados os escra-
vos em poder della mesma, ficando ella Abrigada
sobas penas de fiel depositara a dar ernta delle-,
(juando julgada lega> a du peahora (que eviden-
temente era Ilegal e milla por direito) os dovosse
entregar. Deferio o juiz favoravelmente a dita pe-
tieo, e ao chegarem os eteravos a esta cidade, pa-
ra serem entregues pelos ofikiaes da diligencia,
em deposito, a> boticario Chagas, foram logo an-
tes disso entregues ao procurador judicial da exe-
cutada.
R'o sogundo da seguinte, porm, isto no dia
20 Je dezembro do anuo prximo passado, foram
tirados judicialmente os mesmos escravos do po-
derda exccuiadH, e couduzidos para esta cidade,
Torain aqu depositados era mo e poder do so-
bredi!) boticario Chagas.
Antes da penhor i, que nao foi seguida do de-
posito dos escravos em mo e poder do boticario
Chagas, j tinha a executada dado comeco aos tra-
badlos da moagem da canoa do seu mesmo enge-
nho lbura cora os seus ditos escravos oceupanoo-
se ins delles era cortar a canna nos cannaviaes, e
ontros em eonduz-la para os pcadeiro-pvoximos
ao mesmo ciigeuho, em que devia ser rhoida. A re
nvjcao dos escravos do poder (la executada nara o
poder do depositario Chagas foi executada depois
de comecadas as ferias geraes de 20 de dezembro
ao ultimo de fevereiro seguinte.
Para evitar, pois, o enorraissirao prejuizo da
perda de toda a sua safra, cujos caunavues \ es-
tavam seecando por forca do excessivo calor, con-
tiauod a exccuuda, mesmo no corarlo das ferias,
requerir o seu direito, allegando e provando co-
mo era absolutamente millo por direito a penhora
e arretnabea) dos escravos empregado3nas fabri-
cas de assncar de seus senhores por dividas infe-
riores somma dos valeres das mesmas fabricas e
dos seus accissorios, domo seus instrumentse
utensilios, escravos, galo vaceum e cavllar, et.-,
etc., exceptalas somente as dividas hypothecarias
retro declaradas.
A' frca, pois, de incessantes instancias da exe
cauda josta h^via conseguido do juiz da exe-
co|o antes do findarcm as ferias, despachos pelos
quaes declarava nullo quanto havia sido proces-
sado a requeriment da lleta exequento por nao
se ter previamente habilitado nos autos da execu-
eo at entio movida por seu marido como sea
legitimo administrador, e mandava passar manda-
do de levantamento do deposito dos escravos. e
entrega delles executada o qual anda foi pro
craslinado por muitos dias, e s foi passado e
executado depois de lindas as fer as geraes.
Entao a ficta exequente, que tinha guardado
il esse lemp m perpeiuo silencio aerca do privi-
legio, que a executada oppoz contra a penhora,
appellou desse despacho, ou sen tenca interlocuto-
ria, e nao Ihe sendo recebiJa, aggravou, e final-
mente, poique o juiz mandou tomar o aggrav >
em auto apartado, pedio carta iesiemunhavel,a
quaipor dpleixo do juiz subi para o superior tri
bunal da retacao sem resposta do juiz e at sem
resposta da executada, que Ihe requereu a licen-
ca para -responder depois delle e que elle Ihe
negou.
Eis-abi, pois, fiel e exactamente expostos os fac-
tos como elles s dram, e demonstrada que a fic-
ta exequente os altero cm sua essencia no seu
rdito avisoAo publico.
A execatada, pois, confirma o reforca todo o
contexto do seu precitado annunco, e protesta
haver ndenraisaclo da ficta exequente de todo o
prejuizo que Ihe vifir da falta da verdade nos fun
dan utos da carta (cslemunhavel.
Becife, 28 de marco de 1S70.
Dr. l.'iureuco Trigo de Loureiro.
A incompelencia,
SS,!fr? quun Pereira Bastos, que appellou d*B para o
supremo tribunal da relacao, e que sobrevivendo
ao nllimo accordo ah dado nos filos da appei-
lacao, propoz perante o juizo municipal, ondo a
accao tmbacBnecado a execocao da referid sea*
tenca na mesma qualidade de legitimo admiais-
trador de sua dita mulher D. Isabel Maria de Mo-
raes Basto; e sendo tambem que, prlneipiaodo
o mesmo Bastos a execucao da sentenca' por arti-
go de liquidarlo do valor dos heos qno no tinha
sido expresstmente determinado pela sentenca exe-
qnenda, faBeceu antes de lindad liqoldacao, e
discutidos e Julgados os respectivos artigos, como
*e v dos mesmos autos da execucao.
Sendo, pois, es do fallecimento do marido da ficta exequente D.
Isabel Maria, incumbi a esta, segundo direito e
praxe forense, habilitar-se qps'mesoios autos, e
proseguir nos termos ulteriores dos artigos de I-
quklacao, diseussao delles entre as partes, proras
'dadasbor um eoitra, razoes floaes, e julgamen-
tc'definitivo.
PUBLIGAOOES A PEDIDO.
Refutacio do aviso qae fez Ao publico por
meto do viario de Pernambuco d quinta-feira 24
do correte nvz de roarjo de 1870 ( pagina se
ganda, columna segunda) o Sr. Francisco Odilon
Tavare8 Lima, na qualidade de genro da Sra. D.
Isabel Maria de Moraes Bastos, vluva do fallecido
Joaquim Perera Bastos, alterando profondaraeite
a verdade dos factos, que e tem lado a reqaeri-
rrlcntode saa dita sogra perarrte o juizo raanicipil
da prlmeira vara desta cidade e sen termo, contra
a executada vio-a D. Maria de Cysneiro Freir de
Moraes, e interpretando errneamente (em pro
velto de sna dita sogra) as leis citadas por aquella
em sea annancio publicado no mesmo Diario (o.
63 do 22 do mesmo corrale mez de marca, e lia- J
gindo-as revogadas em vez de derogadas somente
a respoito das dividas hypotccarlas, ou garantidas missa.
WMtcIro de m. Rento de Oltada,
tS de mareo de 1890.
Senhores redactores.Vimos no Diario de 24
do corrate, as mais cruas aecusacees fetas aos
beoediotinos desta provincia, por um anorrymo,
certamentc inraigo rancoroso o desapiedado das
instituc^es monsticas.
Quizramos condemnaressas aecusacoes ao mais
soberano desprezo, como deve fazer lodo aquelle
que asMn soffre de um inimigo oceulto ; mas a
gra.vidade dos factos que alli sao imputados tora-
nos a pedir a publicarlo das seguinte3 linhas, pelo
apreso e respetto que votamos ao publico.
O culto divino entre os benedictinos, diz o ano
nyrao, perfectamente nullo: a igreja conserva-se
fechada, com exeepeo do tempo d#missa con
ventual, ouase sempre dita por presbyteros secu-
lares, etc.
A injuatica do qae vem dito, senhores redacto-
res, manifesta se desde que se flzer patente, qno,
acnando se o mostetro de Olinda,redolido quatro
religiosos, oceupa o sea exiguo pe-soal oa satisfc-
Co dos encargos; dicenio-se a? missas nas difle-
rentes capellas das fazendas do Mosteiro, onde cada
um religioso obrigado residir e administrar
Entretanto, encarregando se um das missas con-
veotuaes, tem-se feto opprir em seus impedi-
mentos, oa qaando se dirige dizer rnssa em al!
guma das capwlas do mosteiro. fO mosteiro tem
aerea de sete capellas, e es factos sao notorios).
Bis talvez por que o anonynio s aos domingos
e cas santificados enxerga abortas as portas da
'^f* ^ mosteiro; eehd, enlretanto, iojosto em
i22L t^ec,arar ^Hfl pred*yteros seculares tem
CBe"fl',0 no niostelro em dias de semana.
beaoores redactores, as capellas sobredis fa-
zero parte do moateiro, e nao se pode dizer com
eacargos- a um numero que podesse ser satisfeto
por cada religiosp annualmente; e o raottejro,.sa-
tisfazendo, tem sempre prestado contas ao poder
competente, que nao em pJe ser esse Inimigo'
implaca vel.
A obra dajgBMU destape Senhora do Monte
vai ter lugar : nao daquelts i|ue pdem se.
mecadas do improviso e com qualqner despexa; e
a dos Prazbres tem sido at boje conservada pelos
religiosos, como confessa o anonymo, em sua mal-
vola publleacao.
Nao existe urna escola, diz ainda o mesmo ano-
nymo, era acto algura de caridade realisado pelos
monjes desta provincia, etc.
Os monjes de Olinda, senhores redactores, nao
devem allegar beneficios, que por ventura tenham
feito: nao devem imitar a ostentacao judaica, que
tocaya a trombeta, quando tinha de esmolar, nao:
a mo dirlta deve esconder a esmola, por forma
arte a esquerda nao veja, (Ev. de S. Malheos cap.
o v. 3) o se o procedimeoto contrare nao pode
dcixar de sor um erro, procure o anonymo infor-
mar-so melhor, afim de que reforme o conceito
que faz dos monjes desta provincia.
Diz finalmente a publleacao do Diario de 24 do
correte, que por urna deliberaco unanyme de
um conselho solemne da ordem benedictina, se man-
dou passar carias de alforria a todos os escravos
dos raosteiros de Olinda e Parahyba; e que esses
escravos soffiera anda o duro jugo da escravido,
despeito de terem os prelados autoridade de lhes
passar carta, como se v dos avisos de 16 da se-
tembro de 1831 e de 13 de maio de 1868. (Vem
transcripto um documento sob n. 2; bera como os
avisos).
Senhores redactores, o documento citado na so-
brediia publicaco nao prova deliberaco alguma
de conselho solemne da ordem benedictina ou capi-
tulo geral da congregarlo; nao: o documento
citado prova deliberaco de um conselho do con-
vento, destituida de fegalidade e nulla; porque
nao licito aos prelados locaes resolver cousa al-
guma sobre o patrimonio da congregado : (Vid.
a resolu^o de consulta abaixo transcripta, sob n.
1). Prova deliberaco'de ura conselho de con-
vento, que reviven sobre liberdades sem liccnra
do poder competente, commettendo excesso de po-
der, incompetencia^ etc.; como dem resolveu, em
caso idntico, o aviso de 13 de maio de 1838, infe-
lizmente citado pelo anonymo em sentido contrario.
E se o reverendo geral da congregaco, resolven-
do a consulla que se niel liante respeito fizeram
as monges de Olinda, mandou que se considerasse
nullo o meneonado conselho, nao pdem ser cri-
minosos os moujes deOlindi. (Vid. documentos
ns. 1 e 2)
E' assim, senhores rodadores, que um inimig
procura plantar prevencoes entre o publico e urna
corporaeao: E' tambem citando avisos com pala-
vras de me.ios, para nao se v que sao contrapro-
ducentes : O aviso de 13 de maio de 1868 nega
autoridade aos priores de conceder liberdades; o
o mesmo aviso publicado pelo anonymo concede
essa autoridade, por qne se Ihe supprmia a pala-
vra nao........ E' com armas desto calibre que
um anonymo vem ante o respeitavel publico af-
frontar e envergonhar urna corporaeao religiosa,
que Ihe perda do fundo do coracao.
Fr. Eugenio de Santa Escolstica e Suca,
D. ahbade do 5. Bento.
DOCUMENTOS.
N. 1.
BAHA. 10 l)K SETK.MBRO DE 1866.
Rvdm. padre rnestre D. abbade.A' consulta de
V. Rvma. sobre a validade da acta do conselho ce-
lebrado nesse mosteiro de Olinda, aos Jo de Janei-
ro da 1831, sendo D. abbade o padre-mestre Fr.
Jos de S. Bento Damasio, e na qual se resolveu a
liberdade de todos os escravos, assim'd'esse mes-
mo mosteiro, como dos da Parahyba, respondo do
seguinte modo:
O conselho mencionado nullo, tanto em si como
em seus cffeitos.
Os abbades ou prelados locaes nunca tiveram a
attribuieao de forrar escravos, por s c seus con-
selhos: este poder pertenceu sempre ao capitulo
geral, ou aos Rvms. geraes da ordem, por dele-
gario do mesmo capitulo, nicos aptos pelas nos-
sas oonstuiees monsticas para trataren) e resol-
veren) tudo o que disser respailo ao patrimonio de
qualquer especie perteucente congregaco.
No captulo geral celebrado aos 7 do junho de
1829, o primeiro que teve lugar no Brasil, e do-
pois de separada a nossa congregaco da de Por-
tugal por breve apostlico d 1 de julho de 1827,.
se le a II. 7 x. a seguinte determbiaco.Ordena
o presente capitolo, que nenhura escravo se possa
forrar, sem obler primeiro despacho do oco revi-
rendissimo D. abbade geral o qual nao pora outro
senao estellemeltido ao M. R. padre D. abbade
este despacho porm, ficar sem vigor, at que o
mesmo N. Rvdm. ou o visitador Io ou 2" se achem
em acto de visita na casa que pertence o suppli-
canle, para que ento cora o prelado local, e seu
conselho, examine, se o pretndeme ou nao
merecedor desta graca, e sendo qae a merega,
mandar qualquer delles proceder s mais solem-
nidades.
Esta ordenafo reproduzda em todos os captu-
los da ordem at hoja, e que vigorava com toda a
sua forca quando se celebrou o conselho em ques-
tao, basta por si sd para demonstrar a sua nulli-
dade.
E com t-ffeto, o D. abbade de ento nao tinha
poder para libertar escravos, c era dispr, qual-
luer titulo, de parte alguma do patrimonio : nao
foi apresentado despacho algum do N. Rvm. D.ab-
bode geral, cuja presenca alli se nao deu, e ncm
i de seu commissario, cujas assignaturas sa na.*
encontrara entre os diversos signatarios, e nao
tendo autorisacao alguma especial o respectivo
prelado de entao commetteu urna llegahdado por.
exhorbitancia de poder e compoten-ia de pessoa.
O mesmo D. abbade, o os demais signatarios
desse conselho, bera convencidos de sua nullidadc
nao s nunca o pozeram era pratica, mas sempre
procedern), como nao exlstindo elle.
O raesrao D. abbade que conclnio o seu governo
era 17 de tunho de 1832, deixou de passar as
cartas do liberdades, como no conselho se deler-
miniu, e nem s as nao passdU como eontiuuon
considerar os escravos, como laes, que o pas-
saram aos seus successores.
O Rvd. prelado Fr. Antonio de S. Bento Nuno?,
entao presidente do niosfoiro da Parahyba, o qual
igualmente propoz a alforria dos escravos delle,
nenhuma carta do liberdade Ibes passou, e conti-
nuou a gozar de seus servicos, como verdadeiros
escravos que eram, o nao so assim o pratlcou no
referido mosteiro, como nesse de Olinda, onde suc-:
cedeu cm governo, e o administrou por espaco de
doze annos, ou quatro triennios.
0 notorio desse conselho Fr. Galdino do Santa
Ignez, signatario do mesmo, e que administrou
tres triennios o mosteiro da Parahyba, e um o de
Olinda, nao procedeu de diverso modo que os an-
tecedentes.
O quarto signatario Fr. Antonio do Carino, que
governou esse convento nos annos de 18331838,
austero em seus costumes, e cumpridor de seus
deveres, nao juigou, era consciencia, cumprir se-,
melhante detenninaco, que, nulla em si, e seu
effeitos, nao o fez desviar da conducta de seus,
predecesores.
O mesmo pratieju o selimo signatario Fr. Ant
nio da Rainha dos Anjos, quando D. abbade da
Parahyqa o o D. abbade Fr. Joaquim do Desterro,
que governou de 1831 a 1834, c em cujo tempo
re jueresam alguos escravas a certido desse con-
selho, nao s procedeu, como os seus ntepassa-,
dos, antes e depois da corlidao requerida, como
em cousa alguma altern a ordem eslabelecida, a
por ello encontrada.
O mesmo proceder seguio restrictamente o pa-
dre frei Feppe de S. Luiz Paira, que o suscedeu'
ao governo, e administrou por lojipo de seis annos
desde 1834 a 1860 : com todos os livros do mos-
teiro era seu poder, teaio a mais clara noticia de
todas as suas detonuinacoes, jamis duvidou do
mencionado coasetfao, nem tambem do requer-,
ment dos escravos, que o pedirara por certido,
o que pertenciam fazenda de Jaguaribe, que em
algum tempo administrou, e entretanto nao s se,
nao. deslisou da norma de seus predecessores;
do (velado local com o
irdado dos escravos: a
determinado t'l.v -. tiva dos eapitalos geraes
a lemelhante respello, t proceder sempre cons-
unto e -uniformo' de tatmvrpmtdos, qne ahi
tem governado at boje ; a certeza dos escravo*
por que tem-
monstram con
oruelho foi, e
codsnlta qne me
r de norma em
sobre sua condie
a raaior evidenr
nabo, Irrito o sem effeHtt
E' perianto a minhk rtlpsH
dirigi V. Rvma., a qual deve t_
sea ulterior procedimeoto.De V. Rvma. eompa-
nheiro e amigo, Fr.lttoW de S. Caetano Pinto,
D. abbade geral.
... N, 2.
Illm. Sr. Dr. jniz manicipalO D. abbade do
mosteiro de S. Bento precfca a betn de sen direito,
que o Sr. escrivao Chagas, em vista do livro dan
actas capitulares da ordam Benedictina, Ihe d
por eertidao o quo o sapplicanle apontar : por is-
so pede a V. S. se digne mandar.E R. Mee.Go-
mo reqtier.-oitnda, 26 de marco de 187d.-Coe-
mo di Silva.Joaquim Hermillo Candido das Cha-
gas escrivao do jury crime, execucoes crimina,
escrivao de orphaos, residuos e capellas e ausen-
tes, offleial do registro geral de hvpothecas por 8.
a e c".,'ue DeQ3 cuarde. Certifico camprindo
o aespacno supra exarado na iietcao retro que
por parte do D. abbade do mosleiro de S. Bent
ine foi apresentado o livre das actas capitulare
da ordem Benedictina, assim como me fot aconta-
do um periodo da acta do capitulo celebrado em
de maio do anno de 1869, que d Ibeor se-
grate : Confirma o presente capitulo a resolucao
dos passados .quo uenhnm prelado pnssa dar car-
ta de liberdade senao debis j das seguintes condi-
coes: No mosteiro da Bahia o N. Bvm. levando
ao conhecimento da communidade os escravos qno
julgar merecer sua liberdade, e sendo estes Jnlga-
dos por favas brancas, e pretas, convocar o con-
selho afim de estipular o preco que parecer insto,
e verificadas estas condiccoes, lhes mandara pas-
sar carta de liberdade, e nos ontros mosteiros ne-
nliura prelado propor escravos para liberdade,
sem que estes Ihe apresentem despacho do N.
Rvm., o qual nao poder ssr outro senlo o se-
grate :
Remettido ao M. R. P. D. abbade.Approvadf>
por este despacha proceder o prelado da mesma
sorte que so determirou a respeito do N. Rvm.
podendo ser isto feito em qualquer occasiao. Ac-
contecendo porm, que preencBidas as c0udt5r.es
supranao se veriquo a liberdade do escravo
dentro do triennio, em que requeren, e querendo
da novo lihertar-se, nao precisar mais novo dis-
pacho de N. Rvm. devendo novamente sngeitar
volacao da santa commnnidade, e arbitramento do
conselho, isto no caso de j haver decorrido dous,
annos contados da dala do conselho-em que foi ar-
bitrado o preco. Nada mais consta do periodo
da acta do capitulo que me foi apontado no livro
das actas capitulares da ordem Benecdictina a fie.
5 e verso ao qual me reporto, u qual lermina a
entregir com o presente que vai sem cousa quo
duvida faca pssada nesta cidade de Olinda ter-
mo e comarca do mesmo nome, aos 26 de marco,
de 1870.
Em f de verdade, o escrivao
qutm Hermillo das Chagas.
do civel. Joa-
por hypotheca.qualiuadaarje nao tema obrigaeio,
o di'-ida, pela qaal f|pntada a dit viuva D.
Maria de Cysnerrb.
A executada, porem, passa a refutar o dito avi-
soAo publicopor intermedio do sen advogado
abaixo assignado pele modo e nianeira seguin-
tes :
Primeira mente, quanto ao terceiro membro do
jnnunclo do Sr. Francisco Odilon Tavares Lima,
oppoea exeeutad por intermedio de seu.dito ad-
vogado que falso, que fosse directamente inten-
tada contra a anuuneiante D. Marta de Cysneiro
Fra| de Moraes pela dita sogra do annuncianto
Taflres Lima, a fallada accTu de sonegaos, e nel-
la tivesse sentenca fyvoracel em 20 de dezembro
d anno passado porqaanto ba mais de Mis
oito anno*, qne a dita afSo foi internada,! nio di-
rectamente pela dita sogra do annuncianto, mas
por seu marido Joaquim Pereira Basto, como tea
razaa, que nao ha julio divino em ura estabeleci
meato, onde se celebra aacim o santo sacrilQcio da] mas anda libertou os escravos Cypriano, Candida
""f83- e Rnna, tres dos requerentes da certido desse
be por ajgama cirenrastaacia urna resta nao po-
de ser Inta em ama Accsiul. faz-e m nnin um
Frei Seraphim de Gaiania na
villa da Penha.
O dia 27 de dezembro de 1869, apresentou urna
inconlestavel superioridade com a tocante entrada
d'aquello missionario, cheio de ardor pela gloria
da Santa Religio.
Dez alios eram decorridos, que elle havia esta-
do por aqui com applauso geral, mostrndose o
espelho vivo das virtudes pela palavra, peloexem-
plo e pelo trabalho.
Os beneficios, que ento nos prodigalisoo
maos cheias, ainda o sempre o liguravatn presente
aos que o tinham visto e ouvido.
Perpetuado na memoria de todos pelos dotes
intellectuaes e pela sabedoria de suas missoes,
corou a estima e a geral vencracaa com o esplen-
dor de sua voiu provando assim com repelidos
sacrificios, que sen coracao possue rasgos de pas-
mosa gratido.
A dedicacao ao trabalho na editicacao dos tem-
ples,essa dedicarao, que o segu con3tane, a
eloquenca pouco vulgar, com que explica o san-
to cathecismo o ensiua a doalrina chistaa
essa eloquencia imparcial, que o eleva cima dos
oradores do conveniencias, j o haviam tornado
sagrado para esta populaco, que sempre o servio
como senhor e que sempre o ouvio com respei-
tosa e humilde atienro.
Os christaos nao conhecem longos para aconi-
panha-lo : distancias, queseriam suilicientes, para
enfadar viajres cercados de commodidados, nada
sao e se cucurtam amenisadas pelo praicr, que
todos experimentara ao contempla-fo.
Grandes e peqnehos, homens e niQlheres de to-
das as idades, por mais filustre que fosse sua ca-
lliegoria, ao saberem da aproxraiacao do Rvm. Fr.
Seraphim, disputaran) de um momento para outro
entre si a prioridade do encontr c maier nume-
ro de leguas palmill.ar. Sentfl-se, nas nao se
descreve, a alegria. que dominava todos os sem-
blantes d'ajull), que formavam essa procisso,
como nenhuma outra, que se destinguisse ptela
variedade das irmandades; porqnanto o numero
quasi incalcnlavel, igualan amor que o constitua,
eram bastantes, para deslumhrar as pompas co-
gitadas e praticadas nas procisses, propriamerrte
fallando.
Se o actual prefeito da Penha j teve motivos
de orgulno, esse deve ter sido um. bera justo ,
porque em nada se parece cora a vaidade.
Seguiram-se os c.thccismo os sermoes duran-
te 45 noites.
No desempenho de lao santa missn, elle apena?
manejon urna anna. porm a mais poderosa, qw
foi a persnasao ; aquella arma, que S. Izidoro es-
tranhon nao ter sido ompregada para a cottrer-
sao dos jadeos sob o remado de Sisebut na Bes-
panha dos Visigodos: .Emulationem quidem ka-
bvit Si.tfbHtus, sea non srcvndum scienttnm. T-
lstate enim comjmlil, ipws provocare fidei ratio-
ne oporluit.
O infatigavel missionario promoven a confersa
dos peccadores com a obra da persuasao e'nao da
violencia, seguindo c observando assimlo disposto
no concilio VI Je Toledo, can. LVII, diz: Nonemm
invit salvandi svnt, sed volenles___ tren ti;sed
libera arbitrii facltate, ut convertantw svoderii
sunt.
So era esta a sna oceupacao durante as ftoutes,
nao menos imporranre era ella durante os das.
Encontrando pdcs palmos de paredes ergui-
das sobre os alicorees da cape!la-mr da matriz,
dentro em pouco elevou-as a urna anra que ja
aununcia um templo magestoso.
Precisando voltar ao seu convento, nao poe>
concluir obra; porm deixou-a com o arco ft*t
e qnasi em estado de receber as madeiras, fican-
do bastante adiantadas ,is paredes das sacristas
Dclineou um plano, que revela de sna parte,
perfeitos conbeermentos de architeetnra, e sfenlta
destribair o trabalho per 'urna forma tSo snave e
til, qne nunca esse trabalho fatigeu, nnnea fa(-
tou pessoal e este sempre numeroso.
lima cormr.issio pApnlar, tendo por orgao o Dr.
Januario Montenegro, dirigio-se ao Ilustrado fltts-
.-ionario, rogando a caridade de se demorar mais
alguns das; porm lao imperiosos foram os moti-
vos, que actuaram no animo do dito misrinaarfb,
zelos de seus deveres como prefeito da Penha,
Ijne qnasi compungida, responden, que era absolu-
tamente impo'sivfl. tanto mais quanto se tinba
comprometti*) com o Rvm. visitador, para ir pre-
gar alguns dias em Goyaninha, para onde segnio
do da 17 acompnuhado to festivamente corno
qnando chegon.
Saa sahlda foi tao locante, qae bastara contem-
ph-fa, para avaharse da estima e veneraitm,
qoesoube captar,-assim como dos servidos que #e
trignou prestar christandade em geral e aos 1W-
bitantes desta vrtta em particular.
Consoloa-nos eom a promessa de tornar a vir
em ontubro, podeudo. Deas o pennitta,
Penha, 24 de fevereiro de ISTO.
em ama occasiao, faz-se om outra, sem
que tenna o anonymo direito de dirigir injurias*
e alTrootas, COm0 abkadecadot, ominosos, des-
grabados o ontros doestos, quo s pdem revelar
ara odio deubtido. Felizmente confessa a exis-
tencia de um religioso benemrito.
Cumpre dizer, senhores redactores, que a exigni
TjL ^r*-oal fc'*tero de Olinda un cul-
z!!L *!*1?508* "^i d uasco da prohibico
o noviciado e quanto deejaracao do anonymo
no sentfo-o d aerm mutas missas couventuaes
dius por pr^bSteros sMiIares, s prova que os
poacos roirglojo soccorrera se de estranhos, para
qne tranca soffra o dsempebbo das suas obriga-
Prbsegulndo o atlonymo em suas invectivas,
aprsenla nm documento de missas, que diz terem
sido esquecida pelos religiosos!
cooselbo. e cujas liberdades se reahsaram, nao em
viruide d'ee, mas como recenhecimento e dee-^
pacho do ento i), abbade geral fre saturnino da
Santa Clara Antones, conforme a ordenacao das
actas capitulares, e praxe seguida al boje.
Os mesmosescravos jamis duvidararadesna con-
dicao, e nao s continuaran) reconbecer-se como
taes at a poca do ennsetbo. c cm que reqaere-
ram a sua certido, como ato hoje qnando se Ijm-
braram, ou Ihrjs fizeram lembrar urna nuilrdade.'
de ha muito reconheerda nesse espaco de tempo,
c decorados trinta o' einco annos, nnhum d'elle
se tsra libertad) sem reW*r o despacho do gB.
ral da ordm o seu conseiimonto, ou do eapiraW
geral; e es prelados dos mosteiros nao s aJ
sira a tom pralicado, mas tem sido muitos os pro-;
prfo portadores da somBlhantes requerimentos,'
cnios despachos tem obtido para as alforrias pe-
Prolcctoi-a das familias
ASSOCUr..VO OO SBtURO MUTUO SOSBE A yittK
Movirnato do trimestre de ontubro de 1860
hscripcao
689 contratos no va-
lor do
Citranco
De cambinacoes un-
14:990*000
&61UI66
0:000*880
1,131:3654000
cas
pe annuidades
De multas
De juros de conta
corrate
o09#100
Saldo do trimestre
lindo em setem-
bro prximo pas-
tado
oTtHllOW
:78J*449 Wl:8B#Mlj
v
\
\
I
ILibiiD.



vm fe 5fflta^' r| r*-2$,te I
1869. X <,*_**-.
de 200*000 a 80
por eento '
Dezerobro ^mfff
ditas delir
a-6ipor Rento
Stldoera
CaNtw&to
'"Si
RMQES.
crai cor-
f
reme
(74:0*01000
(37:560|Oai
681:893.5815
Jlio de Janeiro 13 de Janeiro (la 1870.
M Jutt'uiiuno Rodrigues,
Inspector geral
T. 1.As plices compra^- ero 31 de dezem-
bro de i839,51brara 900 de 1:030*.cada urna Jas
Santa casa da misericordia
Reeife.
Pela socreiaria da santa casa de misericordia do
quaes 78 foram por eona dos juro* ji receidos, I Recif.j, d.; ordeni" da Illma. junta
;},a.')i:7.4 valor uamioal das aplleos i|Be esto
vsociaeaoj possue.
Agua Florida de Mnr~

ray & Lanman
Ja li vai o-.se lempo ero qno por roeio de liem
elaborado- e cugenhosis nnimncios nos Jornaes-
pblicos, alcntara o Htptlmsr-so e mirada-
e-sc lira artig) inferior a aeceitacao publica. As
ocias Ordinarias e d'uma omanacao acerba,
rubricada? boleos haratog, sanhoje em -Ala Mi-
versalmente rejeitadas em le-?!>eito de toda-as
impressas certidoes eompnvy.ivas; em quanto
que este admiravel e riqui-pi..> pirfume eos
met'co, compo:to e extranida i*or ura* respeitavel
c esponsavbl nnade raras deliradas flores e
plantas naturaes, e sobremanera estimado na
America do Sol e Mxico, di preferencia tndas'
asmis perfumarias u aguas cheirosaayai gran-
jeando e. adquiriodo para si de dia em dia nocas
firwis nnvos trfitmpkm, por indo de todas as
Usses do mundo eiviHMdu, som ouira reeommen-
dagio raa'.s do que a sua incomesiavel exceden-
cia. N&lwma senhora, a qual naja espargido
atgumas p)JJ d'esla delirioi essencia florida
breomu lene", oa haja usado a mesma n'um
utod^de diluido, como nm cosmtico ; por corto
taortfir tiri s instante em perteitamaniecoincldir
un as sennoras o sonitonta- ./Amrica liepa-
tifcote as Taes a ten asado p>r. maisdfe vin
amos, moJ.ante urna enmaleto exclusao de todo
c q'iafir!'T ontro pifian.
publi-1
cabrato eom a
Becebaofla
rnas se faz
e no de abril
Jjointes do imposto
ssoffeem de paga-la, li;
ntfclff raiferido peaso-seri
moor 9 de mareo de
!*>*<_*
administrador,
o do Soma Lacerda.
do
administra tfva,
saViSividadosTos prenles-das e mentidas do col-
lacio- das ofpbas era seguida, declaradas, pera
que venham requerer a su retirada daquelle es-
Ubi'lecimemo, visto qoe j tndo mais de 21 an
nos d idade, deven ter o-destino reeomtrrendado
pelo artigo 48 g 3 e 4-da respective regula
inento :
1 Maria da Gonceieao Aievedo.
2 Anna Beierra Cavalcanti.
3 Amelia Joaquina de Oveira.
I Emilia da Mallo.
18 (ordolina de Castro Cirne.
"6 *jphia Maria da Coneeirao.
7 Francelina RodrigueB da Gonceieao.
Secretaria da santa e^a de misericordia do Re*-
eife 12 do marco do 1870.
JO escrivao,
PedVo Rodrigues do Souza.
COMPA
VTU-.11
.SILERA
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte* esperado
urrente o vapor
'ins, conimandante J- M.R
Franco, o qnal dpofc Sa demo-
ra db co gidrfeMt bipwfcs do sal.
> j recebem-se pasBapeiros e eagaja-se
carga que o *aj)or poder condfliir, a qual deven
er embarcada no dia de sua Aeglda. Encommen-
Jas e dinheie frate'at as anas hora.* do dia d
ua_sahida. *
Nao ae racebem como encommendas senao ob-
lectos de peqoeao valor e que nao excedam a 3
irrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
Tudo que' passar destes limites devora sel
embarcado con earga.
Pnivme-se; Sw. paftarairos que snas passa
feas sij se recebem na rtwnina ra da Gru n. f
k andkr^esxriptorio de"Antanib Luiz de Oliveln
\roveo A C.
de caixa de Jacaranda, I mesa para
jamar 06 cadrade*lirt de cosjflft M
dos bens stfpra Tlfaclont*)?^
-ra ireita n. 45) i? adar.
.71G:
iitACA DO HECIFH 28 OS MARGO
DE 1870.
AS 3 1/2 H0HV-: P\ TARDK
Aswicar americano nruto 2/1800 rs. por 13 kil.
,'...1 I r.(| ,';
Asaear Caral2/700 p r i."i kil. sabbado).
Assucar de Maeeid Mtl4 posto a bordo.
Afeoaau de M.ieei l* porto14061 por kil. posto
a bordo, frete Algodao da Parahyba I- sorle1J50M rs. por kil.
I, isto a lo.-., i a froto >ie 38 d. e5 00
" i .midraa 'i djv. O 3|i d. por li I
(sabbad.j d.^-is de t I. ras o luje).
jorn;alio Jos Affonso,
Presidente.
M< stj .i'.a Jnior,
Secretario.
ENGLSH BANK
f)j Rio de /aneiro Limited
oata lettras da praja taxa a con-
''VK'Hiar.
iic^o'oc dinheiro ea cooW corrente hj
ii..ft(> i:;o.
Saca i vista ou a prasosobra as cidadt
i!i. paes da Europa, tora correspondentes
aa Bahi3, Bueno's-Ayres, Montevideo, New-
a :-;;-y-iknuis, e cn.'.e cartas de crdito.
para os mesinos
HA DO COMMEBXilO N. 36-
ALTANDESa.
AeedlraontododUl a 56. .
lo dia 8. ...... .
8I*;:7PU038
05:5334847
Santa Casa (le Misericordia
do Recite.
inlteir > vl*t;i.
A Illma. junta administrativa da santa casa db
misericordia do Reoila no intuito de alargar o
circulo das peseoas que concorrem a arremata^ao
do forneci ment de gneros que teem de consu-
mir os estabelecimentos pios seu cargo nos me-
zes de abril a juulio, manda fazer publico que o
noBtno-foroeciineato daquaatia de trinta contos
e tantos mil annnalmcnte, c qe pifo metsal-
iiii nto com dinheiro vista.
decebe portante a mesma junfe proposlas para
0 feroecmiento indicado na aafii de suas sessoes,
pelas : horas da tarde da dia 31 de marco cor-
reate.
Asntca' refinado, kilogramrao.
Dito 2 .orto idem.
Dito de Urro, idem.
Alolria, iem.
Arroz do Maranbo, idem.
Azele dece, litro.
Agurdente, idem.
Aieite de uarrapato, idem.
Bacalho, kilogrammo.
Batatas, idem.
Cb verde, idem.
Cha pelo, iiem.
Gh hjMM, idem.
Cbolas, cent.
Carne seeca, kilogrammo.
Farinha dnj^jJIOBa, litro.
Fumo do Rio, "kilogrammo.
Feijr. mnlatinho,. litro.
Farelio, sacco.
Hant iga franceza, kilogrammo.
Peix-. irosco, dem.
SAau idem.
Sal. litro.
Vi as de carnauba, kilogrammo.
6;ta= slearir.as, idem.
Vinagr', litro.
tiiit... de Lisboa, idem.
Dito branco, idem.
Tuoclebo, kiliigrammo.
(>.- concurrentes apreentarosua? propostas em i
cartas 'diadas, as quaes devero ter a urdera es-
tabel wida do presente annuncio.
telarla da Santa Casa de Misericordia do Re
ti de mano de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
1 SSi'A CASA .V MISBHICO RD1A DO
RECIPE.
A lm.a. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recite manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no da 31 de marco, pelas
i iioras da larde, tem de ser arrematadas a quera
881:324*88.
- ,a ...antagens ^n.or, peloterapode um a tres '^ffSSSZm ruido"ApotS
5 anuos, as rondas dos predios em seguida declara------------6_ __ .-._. ___
i.' leira de paquete* a vapor.
Al o dia 1 de abril esperado dos portos do
su| o vapor americano South .Huerica, o qual de-
pois da demora do costunie seguir para |New-
York tocando ao Para e S. Thoraaz, para fretes e
passagens trata-se com os agentes Heniy Forster
& C, na roa do Commercio n, 8._______
Porto e Lisboa
Vai sabir at o fin do corrale mez de mareo a
barca1 Flor de S. Simad, recebe carga e passagei-
ros, rjartr o me frarajse com os consignatarios
Garvalho & ygiratra,na rna db Apolb n. 20.
COMPON IIIA PEUNAMBUCANA
DB
Navegando costetrapor vapor
Macei, escalas e Penedo.
0 vapor Giqui, commandante- Costa, segui-
r para os portos cima no dia 31 do corrate
a Iioras da larde. Recebe carga at o dia 30
encommeodas, passageigeiros e diobeiro a freU
at s 2 horas da tarde do dia da sahida, no es-
eriptorio do Forte do Mallos n. 12. _____
GOMPANH1A PERNAMBCCAM "
BE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
oaty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
B*^?y O vapor fpojmti, commandanu
/?1\_m Mullir, seguir para os porte
'oH cima nr, dia 31 do crrente as 5bo
la tardo. Recebo"carga at o dia 3>, encoin.
mendas, e passageiros e dinheiro a frete at a*
2 horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio do Forte do Mavt*s u. 12.__________________
COMPANHIA PEBiNAMBCCAN^
DE
.\'avcgaco eostelra por Tapor.
Porto de (alunitas, Rd Formiso e
Tamanilaic.
O vapor Parahyba, seguir para os portos ci-
ma no dia 31 do corroute meia nnite. Becehf
carga, cneommendas, passageiros e dinheiro a fre
te no eseriptorio do Porte do Mattos n. 12.
i'ara o Forto por Lisboa
i seguir em poneos das a barca portugu'-za Nota
Sympalhia, de r e w e marcha, por j ter
, prompta a mair parto de sua cirga ; panto fiou-
I co que lhe falt e passagoiros, S quaes offerece
| ricos e excellentes commodos, irata-se ecm I'.;.
lar, Oliveira & C, ra do Vicario n. 1, primeiro
andar._____________________________________
Para o I'ortO
a barca F7or de S, Simao sahir brmente, por-
que j tem parto da carga engajada : para o resti
e passagens, trata se com os consiguatarios Car
n. 20.
effertaado o teilV
nalnmcada casa, a
LEILIO
de movis e relngios.
O agente i'onlual compelentemente auonsado
vender em k-.il5o nrrn mobilia de mogno com
poueo nso a Lir XV, 1 armnri'i, diversas peras
da oleado para forrar salas, 1 guarda ronpa de
nogueira, l nie lo, 1 mari|ujza, I rele?io para engeoho, 1 dito
com musii-n, 2 diros, \ apparelhos para Tazer agua
fSTAt%, 1 armaran pmiada, 20 r^lojios anierlca-
nos, 1 tiasso de viuloucelU, 4 caixtes com instru
melos de pbysica, 1 porcSo de therinometros, 1
caixao cora vidnts aiue?, i Uerco do ferro, u urna
cama de ferro, urna estante c'otn porM de vi-
dros e oulros mullos objectos.
Qninta feir 3\ do crranle.
Bcver ter rngar o lello no armazem n. 14
ra da Iniperairiz.;,
COMPSIHIA
de.
la, eree^a mm
Iiirpoitaiitirsimo ecrysta^s do B carat.
Sabbado "i de abril
0 agente Pinto far leilao por conla e ordem dos.
Srs. A Milliet Filho C, do Rio de Janeiro, de
t>d#j us arligos existentes n<> seu grande estbe-
lecimento na roa da Irrfpenrtriz n. 47, 1 andar,
que comprehendb o maior ;ortimento qoe so pode
1 imaginar de riqnissimas porcelanas e cr\-taes do
afamado fabricante Bacarat, como seja apparelhas
ompletos para putar, ditus para cha e cal, em
crysraes ha o maia rico e variado sorlimento que
selem visto nesia cidade-, o qual com muitos ou-
tros olt ectos de lno-e nao menes apurado gosto
serio expostos do dia do IoSj ao respeilaviH pu-
blico.
0 annoncianle chama a allego do talas as
pe.-soas do h'm gosto para qjfejrprovuitenl o en-
sejo que'se Hirs onefece para se praverera de
muitos artiaos noooocwrios poi* que sendo,este
importante letKlo fril nara liquidar a casa aqui
estabelecid ha pour-s meze, serlo os objectos
vendidos nimio em conta. *
lincipiar as 10 Inras em ponto por screm
mullos os Liles. /
de casa dos abaixo assignado=, no dia 24 do cor-
reate, um menino branca coro 12annos de. idade,
de nome Joaquim, filho de Joaqun) Goncalves da
l'osta Lima, do Curato do Ron -Jardn). Os annun-
ciantes ficarao muito grats a nuem der noticia;
do referido minino, a rna do Crespo n. 8.
Andrade A Reg.
I'recis-S3 (Je um i com ur-
gedci: a iua slreiti do Ro-
_wo n. 32. t^reeiw and r.
Semeiites
DOS
raiLHOs Biifos
DO #
ftEVIFK A' OIiIVA
Porordomea directora sao convidados
os Sfs. accionistas para, no praso de 10 dias
uteis, contad'os do dia 2fi do corrente. a
tbrminar em 8 de abril, eflectuarem a 8.a
nresacao de suas aceites a razo1 de 10 O/O.
Para esse fim ser encontrarte o Sr. ttre-
sourelro, das H horas da manb5a s 2 dtt
larde de todos os dias, no escritorio da
companbia ra Nova n. 35 1 andar, entra-
da pela rna das Flores d. 4.
Reeife 20 de marco de 1870.
Joao Joaqmm Akes,
Io secretario.
.liaJMfei-c'ntft a* Cara
, Por ordem da mesa ugedora sao convidados
tedia oat-so torios i riimpjMi i miMajamim
consistorio no dia 1" de abril, pelas 2 112 horas da
tarde, afim de encorparado?, acompanbarraoa ai
procissao do Senliur das Passos, qoj tem de sa-
bir do mesme convento, para o qoe'foraos cenvi-
dados.
Secretarla da confraria de S. late db Agona 29
de marco de 1870.
0 secretario,
Francisco de Medeiros Raposo.
----------------!-------TZEXCil----------*----------
Pede-se ao 9r. JoSo Francisco rlemetete- Fbr-
lella 6 favor de apparecer na rfia Direita 2f,
armazem d) Pescador, a negocio.
O Pescador.
_
PreciM'se de urna aa para conprwft
zinhar : no pateo do Terco n. 03, padaria. .
Pre,ciSH-se de um eitor ou tratialliador %i>
ehtenda de plantacjtes : sa ra da Cadela n. 36j
armazem.
Precisa-se de orna ama nue tenha abundan-
te leite, u.uo seja sadia e toaba filho, e este a
acompanhe : a tratar na ra da Imperalrir, lo ja
n. 44.
Dase 6XX13 a 7003 por um sitio perto da
prara que tenha muitas frucieirn?, urna boa baixa
de capim, o a casa tenha 6 quarlos e estribara :
na ra de Santo Amaro, taberna nova junto a ma-
chambomba.
los Henrique da Silva Gjiina'raes precisa
de urna pessoa livre ou escrava para criado : na
ruaestieita do Rosario n. 2, no Io andar, uu na
Passagem antes da ponte grande n. 40.
Frei F da Silva l'iinentrl, iraspassado da mais pungente
dor, pela infausta mirle de sen prezado irraao
frei Antonio de Santa Anjelica Pimcnlel, na cida-
de de Lisboa, convidara aoa seu< amigos o aos do
fallecido, para que se digoem comparecer na igre-
ja do convento duS. Francisco desia ciaade, pelas
8 boros da manliaa do dia 30 do corrente, alim de
assislircm ao funeral do trigessimo dia do seu
fallecimento, por cujo .c de caridade tlcaro
aaM8 pralos._____________ _
M0VI-BNT0 DA ALFA.NDEGA
" tttradoa corr. fazendas
B iiem com goteros
: .- Eom lazendas
dem cora gea
243
48i
____ 72
107
760
21
867
Descarregam ho]619 deraarp
10 ingltZJuventa ir.nrer.di.rias.
n iglezaImogenemerca-lorias.
Bate 1 fran eiaSolide
te iugleePeh/rinidem.
Hiata americanoSTorj.'i Tribueh\em.
Lugar iotgtezCnthutine Lniie farinha de trigo,
ttriirn" ioglezW F. Bell-timo.
liugueza.S. .Iftjui*cadias.
ingfte bapkiradem.
OORIA DE RENDAS INTERiNAS US-
RAESUEP'NAMRCCO.
intente do dia 1 a 26. 72:Si>7Ai:io
tem Jo dia 28....... 3:9853845
ESTABELECIMEMTO DE CARIDADE.
Uua da AJegria.
Casa terrea n. 7, poranno. 3603000
78:5423980
CONSULADO PROVINCAL
lo do dia 1 -'.
; ion do dia 28 .
108:1803017
7:639*696
115:839371o
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios [entrados no dia 28.
Hio de Janeiro26 dias, barca norte aliema Me-
da, de 216 toneladas, capitao Niemann, equi-
pagem 10, em lastro : a Johnston Pater A C.
Sin'a Catharina31 dias, barca ingleza Diana,
de 32o toneladas, capitao J. Devis, equipagem
9, em lastro ; a Rale Schmeltau A C.
M*ntevido-20 dia?, barca franceza MerlUon, da
239 toneladas. ca;)itao J. Rose, equipagem 9.
carga gado c carneiros ; a ordem.
rpooj por LUboa21 l|2dias sendo do ultime
: lo 17, vapor inglez Sapphire, da 436 lolte-
ladas, ommanJante Williams, equipagem 25.
carga -fazendas e ouirus gneros; a Saunders
Jrothers & C
Xentevido18 dias, sumaca hespauhola Marinu,
de 170'toneladas, capitao Francisco Alcina. equi-
pagem 6, carga 4000 qutntaes bespanhes de
carne ; a Pereira Carneiro & C.
s-Ayres28 das, barca ingleza Selest. de
:7 toneladas, capitao Fatlerton, equipagem 13,
em la-tro ; a ordem. -
rje 30 dias, pescando, hiato americano
HeneesAilayn, de 106 tmeladas, capilo R. H.
Gllss, equipagem 23, carga azeite de peixe : ao
raesrao capitao. Veio refrescar.
ObservacSo.
Nio houverara sabidas. *
Suspenden do "lamarao para West Indles a bar-
f% pieza .iiirt'fls Xualqsl. capitao Mosay, com o
uies_o lastro que irouxe do Rio de Janeiro.
Uua de Mathias Ferrara (Olinda)
terrea n. li.......965000
Ra da Gloria.
Casa terrea n. 25.....8 190
Uua da Vira cao.
lerrea n 7.......192^000
Ra do Padre Floriano.
em terrea n, 43......iJi^JS
dem ideai 11, 05.......21/3000
Ra de Hurtas.
!/a do serrado n. 41 ... 1213000
PATRIMGNIO DOS ORPHAOS.
Ra do Vigario.
Primeiro andar do sobrado n. 27 2103000
Ra do Rangel.
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 102-1......2023000
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 2.......M
Casa terrean.08.....0 3603000
Sitio n. SnoForno da Cal. 0 150*000
Os preleudentcs deverao apresentar no acto da
arrematarlo das suas flaneas ou comparecerem
acompanh'ados dos respectivos fiadores.
Sscrataria da Santa Casa da Misericordia do Re-
ciff. 26 do marco de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza,
casa da misericordia
do Reeife
A Ulma. junta administrativa do santa casa de
misericordia do Reeife, na sala de suas sessoes,
as 3 horas da tarde do dia 31 de marco contint a
a receber propostas para a arrematarlo da renda
do armazem reedificado rita Direita n. 33, per-
tencente aos estabelecimentos de caridade, servin-
do de base o preco de 600| annuaes, dando-se
preferencia quelle que, alem desta, outras vanfa-
gens offe-ecer. .....
Secretara da santa casa de misericordia do
Reeife 26 de marco de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigaes de Souza.
Rio de Janeiro
Espera-se a lodo o momento o brigue nacio-
nal Isabel, capilSo Jos Marques Vianna, 0 segui-
r logo para o porto cima por ter a maior parti-
da carga engajada, para o re-to que lhe falla lea
la-se con os consignatarios Antonio l.niz de Oli
i veira Azovedo A C. rna da Cruz n. 57.
Maranhao.
Segu uestes oito dias para o indicado pe lo o
palhabp e nacional Emilia : tem a quasi tulali-
dado da carga, e para o diminuta numero do vo-
lumes que pode anda receber : trata-sc com Joa-
quina Geraldo de Ra-tos, ra do Vigario n. 16.
Io andar.
De liortalicas nov;>s t -:; i a 120 reis aJibra.
nu Ha I isa, ra do Livraineio n. :>8.___________
Vende-se tuna parlo do engenlio Purgaterio,
ue grande produccao para agricultura, sin na
freguezia de Igiiara's.-ii. assim cwuo se vende ou-
tra parta do eugenho Corlo do Cima, annexo ao
purgatorio, que muito conven) comprar ambos : a
tratar no Remedio com o Sr. nonio MenelioCor-
deiro de Goe-ie.____________________________
Alaga se on eompra-se um escravo cem
pratica de Frrico dufmstieo me tenha de 13 a 20
aunes de idade : na rna de S. Francisco n. 72.
A im\
l'rvisa se de una ama : na ra d> Vigario n.
3:!. -i air.'ar.______________________
O abaixo assignado previne so respeitavcl
pu lico que a sociedade commcrcinl sob a firma
Duarie Perefra A C, de que cite c os Srs*. Bernar-
dina Duarle Campos e Joaquim Fernaudcs da Sil-
va Campos sao socios no estabolecimento de loura
roa do Crespo n. K, aeba-se em Kqaidaco a
rmenlo do riesmo abaixo assignado ; pelo
qno 3 dita sociedade au pode elTeciuar iransac-
ca aiuma de qualquer nainreza que sej, son
pena ile nnlfidade, orno hem sabido. Reeife 28
Je marco de 1870.
Mano'I Jos di d. la Pereira.
Santa
Ainda contina fgida desde o dia 19 do no-
: 1 prximo passado a escrava Rerluleza, ja
annunciada ne:te Dirrio, com ns signaes segra-
les : cor parda, caneftos carapinhos, alta, bocea
refnlat, oe{o jtossos. muito ligeira quando anda,
talla muim e alio tem um sigaal de queimadura
na nuca do lado direito ou eequerdq, cosiuma mu
dar o nome para Francolina, de idade 25 annos,
pouco osis ou menos, ; queni a prender pode
levar no Remedio que reeeber -">0 de grauhea-
<-'\) em casa de settsenher Aafeeie Menelio Cor.
Pra o referido porto segu en poueo; dias o deirn de Gusmaa.___________________________
hiale Rosita p^r ter a maior parte da carga engao .\j da 19 de abril do c:: rente anuo deve-
jada ; c para o resto que lhe falla traa-se com -., rrtJ cr arrematadas peraute <> xm. Sr. Dr. juiz
cansignaiario Joaquim Jos Gongalves Beltrao i. ,(,. ,fireio especial do commercio. os escravos Lou-
rua do Commercio n. 17. renco, pardo escuro, do pouco mais de 30 annos,
e Valentina, crioula, de 22 anuos, ambos de boni-
ta figura, e esta ultima
pretender arrematar
Maranhao.
Para
O hiate portuguez Sympalhia, capitao Antonio
Jos Casado, receba carga miada a frete oarato :
trala-se eom Pereira Vianna A C. ra do Vigario
n. H.
mnito prendada : quem
es-es excellentes escravos,
LEiLOES.
EDITAES.
THEATRO
GIMNASIO DRAMTICO
(No Monteiro)
SOB A DIRBCgO DO ARTISTA
aian
LEILAO
pieira enviar suas propostas raziaveis perante o
nesmo EMB. Sf; Dr. jUiz de dirio especial do
__ --i -----9 a J- .1 .iniii,)!,! 11 IhM.i
mesmo _
commercio, na conformidaJi
de 15 de selemb^o de 1869.
perante
do uecreto n. 1695
D. MarU Barbosa da Silva e seus linios agrade-
cen) cordiaimente a todas as pessoas que se dig-
naram assistir ao acto fnebre e acompanhar ao
ultimo jazigo os .reste? mortaes de seu finado ma-
ride e pai Cbris&no Jos Tavares; e de novo
eonvidam e rogam s essas pesoas e a todos os
amigos c parerites daquelle finado asMstirem a
missa do stimo din, que ter ingar na igreja da
wneravel ordem lerceira do S. Francisco, as 6
horas do dia terca-feira 29 do corrento; o desde
jii se confessam gratos.
Benedicto, muate, com Idaile de trtn
tantos annos, j vai piolando, lem a esbecfr
na, cabellos quasi bons, altura regular, grosso,
bem barbado, tem fallas de dentes, lem no ros-
uns panos prelos, e no braco direito urna cicatriz,
consta que este mulato est com o nome modado
para Joao,e tem andado entre trras do Fragoso e
cidade de Olinda trabilhandoe pastoral*) gados :
roga-seas autoridades ou particulares-'* captura
desle ecravo 1 rttendo entrega ao Sr.lanoel Ca-
valcanti'dfe Abuqu^qui" GadeHra, rrfoador em
Jova Cruz (antiga Maria Farinha), termo > Igoa-
rassi.qne ser bem re-ompan^ado o sao titrair .
ATTENCAO-
l'recisa-so alagar urna casa torre boa.
e que tenh? gabinete ao lado, oa ur so-
liradialiu bom, na eidade de Olinda, cm al-
ijuias ras soguintes ras : S. Beulo, la_ei-
ra -da Misericordia rita do Amparo, tjh la-
deira do Varadouro ; a pessoa que rrver, o
qu/.er alujar, deixe carta fccliadi com as
iniiaes F. F. n'esia iypcgrapliia, pois nao
se dovida dar bom ntogud agradando.
Preei-sa de urna e-erava quesaiba cozinhar
a fazer compras e o mais servicodo casa : na ra
da Cadiia do Reeife n. I.____________________
Cabelleireiro
Rna da Cruz n. 24, Io ndar, por cima da
bolica.
Antonio Rodrigos Ramalho acaba de abrir a
concorrencia publica um espitciiso o asgeiad sala
para barloar e cortar cabellos! e afianca que nellc
enconlrarSo seus amrgn?, antlgbs fiegnozes, t em
geral-todos os que qnizer ai fri-qiunta-lo, agrado,
actividade e bom desempenho do irr.balbo._______
O b.icharel Jos G' iicalve da Rocha ha re-
solvido eslabelecor sin eseriptorio de advogaeia
nesta villa do Cabo, onde p Jera ser procurad
em qualquer dia e hora para o' ixcrcicio do sua
pivflsfao. Eni arrega se nao de negocios rela-
livus ao foro de>la comarca o seus termos, como
lambera pcrlrnc.nks as c.marcas e termos da
Escada, Ilio-Formoso e Agua-Prela, n mesmo de
qualquer oulra comarca que \.erienca ao dislricto
desle tribunal da relacao. .
Precisa-sc de urna ama paia comprar e eoz-
nhar para duas pessoas : a tratar na -ra N va
n. 52.
Precisa se de una ama que compro e coz-
nbe para casa de pouca familia : no ra nova de
Santa Rila n. 41.
Perdeu-se da estaeao dos trillis urbanos,
trajelo pelas ras de Santo Amaro, Nova, Cabu
e, praca da Independencia, Qucimado at a ra
do Livramento, um leque de seda parda c sndalo
com lentijoulas de ac, tendo no centro as ioiciaes
J. _.: quem o achon e quiz r entregar, venha
ra da Cadeia n. 53, Io andar, que se gratificar.
AVISO
Os Srs. Meuron A C, fabricantes de rap, pre-
cisara mais de algumas mulheres para trabalhar
na sua fabrica ; a quem convior pde-se apresen-
tar na mesma. ra do Mondego n. 107.
AMA
Precisa-se do urna ama para engommar e para
servico de urna pequea familia estrangeira : a
tratar na ra do Torres n. 12. ___
Quarta feira 30 de marco
OITAVA RECITA DE ASSIGNATURA
ReTresentar-3e ha o interessante drama em 3
actos
LUIZ
Perente a cmara municipal desta cidade
m prac* aoa dias- K, 28 e 30 do eowe_.
e para seren arrematados por quem menor preco
cer, nao s a obra do conceno da ponto doj
M adoro, oreada na quantia de 51*7> eeme a de
jai pedestal na frente da cataeqmh llimameai,
le c^utruidas no ceraiteno publico,, oreada, na
^uaOM'a de 242* : aqoelles qw pretenderen ar
ri-matar taei obrae, comparaeam no* wferidW
em o paco mumcipaJ, rauaidos de. flaiHfctBa.
rta da lei.
Varcamentos acham-e na secretana da me3-
ua oaiuara, ao-tise* apmi-Wada aom^m^ui-
lerem cflusulUtles, ., T
Paco oa camaraiminicipal db Recite S3 de mar-,
le 1870.
Jgnacio-Jo^ de^Soij Mac.
Fraftewwa Ca_at da oavagWU
lrminar o espectculo com a rcpresaniacao
da graciosa comedia era i acto denominada:
uma chwem be m
ftu9r ne drama quer na comadis, oa prineipaes
papis serao inierp/etados^ielos dktiaclos e muito
applaodMos artistas D. Maria de Lacerda Baha,
9UN&Ma PeregrlaeLemoede Menezes.
_ Oaoitroepereonageas- serao executados pelos
Srs. Braga, Gil Braz, Silva e Freilas
OsMlb%aehsmt^ffrfaestac5o-do' Recifle no
\kmitn, petoBT-eeas awn-olawdw, liaoend trem
depi-i do espeotacala
', (f aJVertimenlo principiar s-8 horas.
De uraa parle do engenho Bar-
ra, freguezia da Escada
IH0JE.
O agente Pinto, levar leilo por des-
pacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, em virtude do que requereram
os curadores fcaes da massa fallida de LbSe
de. Oliveira Lima Jnior, a parte do engenho
Batra freguezia da Escada, que perlence a
mesma ijhssa a qual venda se torna recom-
mendada j por ser naquelle engenho que
tem excellentes obras e ootras vanlagens
consideraveis, alm de ser prxima da es-
trada de ferro, j por ser terreno de gran-
de fertitidade : o leilo ser effectaado ao
meio dia do dia cima dito porta da Asso-
ciaeTio commercial. __________
No dia 27 de fevereiro deste anno, tugio do
engenho S. Pedro na freguezia de Barreiros o es-
cravo crionlo de nome Luiz cora idade de 27 a
28 annos, bonita figura, boa altura, de bom corpo,
bracos pernas alguma cousa linos, heleos grosos,
falla nm pouco jpressada, d.ntes miados e redon-
dos, j;i com muito penugem de barba no beiQo su-
perior, e tambera na pona do queixo, tem dous
dedos dos ps encostado aos dedos grandes mais
comprido que o grande, nao perde funecao algu-
ma ne lugar por onde anda, costuma trazer sem-
bonet na cabeca, muito prosista, capaz de
sar por forro, tem poucas marcas de cliiote
as costas. Recommenda-se aos Srs. capitaes de
campo desta provincia ou qualquer pessoa qae o
pegar, de conduzi-lo casa do abaixo assignado
ra do PHar n. 99, que reeeber 1005 de gr.lai-
cacao. .
Alfredo S. A. da Freir.
principiara
B_ESB
l "t-
wmutfmnaoa
-nrraTn-td
*Wgjijtf*rx o porto cima opa-
<.-- Arrl Wk0 resto da caroa que
agflteIMtti nonti i Tl-^eal,los Antonio
1 Luiz de Oliveira Azevdo A C. roa da Cruz n. J7.
de predios, terrenos e mofilia.
A 29 do corrente.
O agente Oliveira far leilao por mandado do
Illm. Sr. Dr. jolz da drreito da' pnmeira vara cri-
minal e substituto daao ooramercio des ti cidade,
e a requerimen dos aminlstradore da massa
fallida dt An nio Mar O'Conell Jersey, dos
bens pertencentee a estam.sea e sm es sequo-
tes :
2|o' partes do sobrado da resWendia e estabele-
cimento do fallido roa Direita n. 45.
Um sitio em Motoeblrmb' a b ira da estrada
pasnndo a ponte, bem plantado^ de coqneiro;
nevos, com viveiros e em sitoacao amena,
lm lerreno no mesmo Idgarcom 4 castehas por
acabar, bem plantado de eoqneiro e com vi-
veiro.
Ontro terreno neraesn'lugar ser beneficio com
frente para a estrada e no fundo a estrada de
' ferro ao S. Franelsoo.
l'ma-casa de talpa na povoaipfe dos Montes, em
bella localidde e com.*t*elecimento eom-
merdai. _.,
Urna dita com frente de t|olos a ra.,da Concei-
eao da mewna povoc*e.
Ontro terreno no meso logar.
'Cma mobitMe^caa-Hfc v na U 12 ca-
mesa damede sal co fedra?, e umjpn*
lho mMm**mrtt**.
Ferdeuse no dia 18do Corrente una letra
aceita por Manoel Jo- Marques da Silva no valor
de cem mil ris ; desde j se previne ao aceitan-
te que- nao pague a dita letra se nao ao seu verda-
deiro dono.
Reeife, 28 de marco do 1870.
Theodoro Jos dos Santos.
AYISO
DA
UHM
I ra 1 nade de ntviao i:*oir,to
ulo do convento de S.
Francisco do Rcc fe.
De ordem da mesa regedora convidamos a to
dos os nessos ebarissimos irmns para compare-
cerera sexta-feira Io de abril, as :i horas da tarde,
no consistorio da nossa irmandade, para encorpo-
rados, acompanharmos a procissao do Senhor Bom
Jezus dos Passos, para o que lomos convidados.
Consistorio da irmandade d) Divina Espirito
Santo de S. Francisco 27 de marco de 1870.
Claudio Ideburque Carneiro Leal,
Secretario.
SINOPSIS
DE
Eloquencia e potica
nacional
Acompanhadas de algnmas noeSes de critica
lltterarls,
Extrahidas de varios autores e adiptadaa ao cnsi-
no da mocida le bra-iliia
pela
Conego Dr. Manorl d iosla Minralo.
"Preco... UOOft.
DES0RIP0:_0
1 i'ia.Jede
DA
Ilha do Bom Jeaws da
Corrientes
E DO
Asylo dos invlidos da patria com urna es-
tampa e mappa
pelo
Conego Dr. Manoe! da ('.osla Honorato.
Preco... :)iOOO
Acabam de chegar estas obras recontemento
publicadas no Rio de Janeiro o vende-ee na livra-
rla ecnnoraie.i, ra do Crespo n. 2 defronte do ar-
codeSamoAutonio.________________________
Agencia em Fernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthysica c todas as molestias do pcito.
Nasa parrllha
Cura ulceras e ehagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Blluias cat*. rticas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
zes, curam e purificara todo o systema humano
Vende-se ellectivamenie em casa de Samuel P.
Jolmston & C.rua da Sanzaila Xova n. 42.
Precisa-sc alugar um escravo de boa con-
ducta para o servico de urna loja de fazendas : na
1 na do Crapo n. 20 A.____________________
sr
3 TiulHfaria Franceza
^55-Rua da Iiuieratrl?-55^|
gw 0 proprielario deste eslabelecimente |
gg previae aa pessoas que depositaTam 9
I u'elle alguns objectos antes do primeirro 1
de jaaeiro do anno corrente, que os vao SKt
_, buscar impreterivclmente no praso de 5
I um inez da dato da presente publica- 91
cao, do conMario serao oa ditos objectos |
_. considerados como aband mados para pa- S
jr gamento do trabalho, e seas donos nio"J
g tera.i direito nenhnra em reclmalos em |
lempo algum.
Recffe, 29 de marco de 1870. H
IMMM'ttff&VHMi
imianddc ac_dwiea de IV *.
do Bon cousel o
De ordem de m sso ir.inao juiz convido a todos
os irraaos dasta corporaQao para acompanharmos
a procissao do Sr". Bom Jess dos Passos, que deve
sahir da igwlajlo Carmn,no dia ia^de abril as 4
horas datarte.
Consistorio d irmandade"acadmica em 4e
mareo d,MNl
Servirte de aserenmo
i ________ffwrtboataar-aana Scrtiaho.
CMiMinni
-Preeis_.se de ama coilnfceira o eoztnkMA,
Sara cae de patee oHniros ; ca na da Cadas
d RotJf m. 57, rmate.
Aulonio Carlos de Pinho Borges, Luiz Antonio
llodrigues de Aloaeida, Fr. Jorge de Sant Auna Lo-
rio e mais sobrinhos, agradecen) a todas as pes-
soas qjie se dignaran acompanhar o corpo de sua
tinada tia I). Brgida Eugenia de Lucio e Silbles
ao ultimo jazigo; e roga aos raesmos e a todos os
parentes para assislirem a missa do stimo dia
(i9) as 6 horas da manhaa, na matriz da Boa-visto,
pelo que serao et3rnamenje_jratjjs1________-
TSo^TroaquTn^auncio WaoderleinjTrar
cisca Joaquina Mauricia Wanderley e rasillano
Correia Possoa de Mello, lilhos e geiro do finado
tenente-coronel Joaquim Mauricio Wanderley,
agradecem cordiaimente as pessoas que se dfena-
rara de acompanha-lo ao eemiterio publico em o
dia 24 do corrente ; e de novo rugam-lhes o obse
uni de assislirem a missa do stimo dia, que por
sua atona tem de celebrar na matriz da Boa visl
as 7 hora da manhaa (qnarto-feira;
OSA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bhetes garantidos.
i ra do Crespo n.23 o casas do costme.
0 abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
tras sortee, nm rabio n. 1957 com 900^000 da
lotera que se acabou de extrahir a beneficio d
matriz de Agua Preta (141*), convida aos pos-
smdores virem receber na confbrmidade do
cosame sena descorno algum
Aehala-ee a vend os felites bilhetes garan-
tidos da 2 parte da lotera benedeio da igrftja
de S. Amaro das Salinas (14f), que se extrahlra
segunda-feira 4 do mee vmdouro.
Prcgos.
Blmete 6f000
Hato 3H0D
Qrtrtn 1*
Em porcjfo de!O0*spara cima.
sir S
Qaarto l**
Uaneei Martto Fiuza,
O abaixo assignado avisa ao publico que tendo
obtido licenca d > Exm. Sr. coaselheiro inspector
da thesouraria da lazenda geral, para vender es-
tampilhas em sen estabelecimenlo rna do Crespo
n. 2:). pelos mesroos presos que se vendera na re-
cebedoria geral; assim, pois, podem as pessoas
residentes nesta cidade e fra della dingirem ao
abaixo assignado, suas encommendas em qualquer
quantidade que sera promptam.mle salisffeitos.
Manoel Martins Fiuza.
4-
NGK THLA.
INSTANTNEOS
Travcssa do Corpd Santo n. 2
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado & C, avisam ao respeitavel
publico qtte nos lagares cima encontrara nomee-
rao semnre grande quandade de ditos P"*;
que se aobam habilitados para vender por menos
que outro qualquer, por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
\s vantagens que offerecem os peco instant-
neos sao : primeiro, poderem ser coHocados den-
tro de caa ou fra, com o trabalho de urna a duas.
hora* segundo, fornecerem os mesmos agua pu-
ra e abundante, podendo srem removidos de uro
para ontro lugar, guando assim convier.
Os ai-uncante* s reeeberao a importancia do*
referidos po?.oa depois de collocados, saustozewto
espectativa do comprador.
Anta
Prociai-M do na a"" naruadeS. Franc,,
-; m-____________ ___
-|^4Wdnra';Ixer?d Lal? 'i^

^
Kv
Ao Sis:
Francisco de SaNe fi Silva.
BooUqaio Jos das Ctiagas. .
o'obsequio de apparecemn, a negocio d
seus intere&e, no atar da Mod. nsrua
Nova n. 50.
ma
Va roa da Cadeia Recite n. 1, precisa-se
.a'itia! no pateo do Ter^o n, T d uraa ama para cormnar e engommar.






Biaro de Pemmbneo Tercja feka 29 de Marqa de 1870
r-
aoi umans do .
Imperio 4o Brasil.
Grande expolio na cidadede
Cordova,
HEPBUBA ABGEITIHA.
No dia 15 do oaiubro de 1870 ter lu-
-jara abertura da exposico nacional om
Cordova. .
Previne-se, portento, a todos os proonc-
toros, agricultores, ffabricantes, artistas o
todos aquelles fue exercam qualquer indus
tria, que na dita exposico se recebem todcs
os productos da'industria e agricultura
brasileira, assim como todas as macbwas e
utensilios que^uieremremetter.
Estes productos estilo isentos dos dirertos
Attenc&
Nairavessados Expostos (ra -4a air de
Santo Antonio n. 18) forneee-se comodonas para
fora coro -asseio o promptidao.
Cosinheiro.
Preeisa-se de um para ponca geirte:'no bec-
co da Beia n. 8.
ATTENCO
Jos da Silva Moraes, tendo alugadojB cavalloe
arreados, um melado pequeo, antro > russo pe-
drer>outro castanbo castrado, a tres etrangeiros
que'disiam serera francotes, mas sao allemaes,
com o destino de irem a fabrica de serveja, e
voltario mesmo dia, dedara-se que t a pre-
sente dala nao sao apparedos ; ,pede-ee as auto-
ridadesou qaem os encontrar, azersin o favor
deos'Jevar em minha coxeira a ruada Roda n.
60, que serio bem recompensado. 6s nomes e
da afand'ega -na Repblica Argentina e po- (-signaes dos individuos, sao os segointea: um de
** w> Mu > *.> aa&a&rss a rwss;
onde serlo tranportados pelo camino -oe ahura regQiaI.i ^^^ ^j^ e cabrios ruivos, e o
ferro central. tercero chama-se Frederico Duwey estatura bai-
Para mais explioaeoes dirijam-se era Per- va, barta nenhuma, e lytogcapho.
nambuco, ra da Gruz n. 3, ao consulado
argentino.
_
AMA
D. Rita Mara da'-Natividade Magalbae,
viuva do majo^Felix-Franeisco de Sonta
Magalbies, tendo dei proceder inventario
dos bens deiaado pelo nesmo seu fallecido
esposo, convida, pois a todas as pessoas que
se julgavem ercdor-as -do referido casal para
apreseaUrem seos ttulos e coritas, afira de
serem verificadas e contempladas no inven-
tario, ao8 deste, (indo es quaes nao se attonder a
reclamado alguma. Ontro sim pede a to-
das as pessoas que- sm devedoras ao sesmo
casal de virota iquanto antes saldar mas
contas dentro do nenio praso, tindo os
quaes estregar ao seu procurador para
cobrar judicialmente.
Recife, 22 d > Antonio Joaquim Lopes de Car-valho vendeu
ao Se Joao Francisco Reg j Lobo, a sua venda,
sita do Affogado n. 83, por vao* queaa se julgar
crador apresente-se no praso de trex dias : que
se j media lamento pogo.
Precisa-se de um caixeiro qe tetina pratica
de taberna : na ra do Sebo o. Si.
AMA
O abaixo assignado ilendo o annuncio hoje.su-
bHcado no Diario 4r-f-raambuco sob a assignatu-
ra do Sr. Bernardina Ruarte Campos, em que
avisa ao respeitavel v*rpo do eommercio desta
cidade nao s haver sido dissolvida e partilhada
desde 28 do mez ultimo a sociedade sob a Arma
social Duarle, Pereira < C, eom estabeleciment
de loui;a i ra do Crespo n. 16, na qual era,
socio commanditario o Sr. Joaquim Fernandos da
Silva Campos senao tambem ter ficado a seu cargo
todo o passivo da mesma sociedade, apressa-se em
declarar, que jquelle aneando falso nessas suas
assercoes. por quanto, embora a dita sociedade
nouvesse nalisado a suaduracao naquelle da 28
.de fevereiro do corrente auno, e procedido ao ba-
Janco de lodo o activo e passivo para veriflearem-
se os compromisos e lucros sociaes, nao houve a
ffeclividade da partilha destes, e a deelinacao da
responsabilidade daquelies* qualquer dos respec-
tivos socios como o mesmo r. Bernardino Duarte
Campos nao poder contestar com prova alguma
escripia, para o que o abaixo assignado o convida
muito directamente, sob pena de pausar por ca-
lumniador. E tanto exacto o que afirma o abaie
xo assignado, que todo o desaceordo existente en-
tre os socios tem consistido no modo pratico de se
ffectuar aquellas duas operares, ou alias sobre
qual (Mies dever succeder no mesmo estabeleci-
roento Msumindo a respectiva responsabilidade, e
indemni ando os interesses de cada um, para o
que ao nesmo abaixo assignado (que de longa
dala tem seus lucros accumuladoe na mesma so-
ciedade. e por conseguinte com prerogativas es-
peciaesj fui .dito, que seria chamado a juio, onde
oeeessariamenifi essa questo dever ser decedida
como tambero nao se recusara faze-lo amigavel
mente o meemo abaixo assignado, fundador do
dito estabeleci ment social, se alguma pruposta
ratoavel e justa Ihe houvesse sido feita.
Recife 2i demarco de 1870.
Mu noel Jos da Costa Pereira.
0 abaixo assignado, socio da sociedade que
tem gyrado sob a firma Duarte Pereira & C, eom
estabelecimento de louca ra do Crespo n. 26,
previne ao respeitavel publico, que nao estando
ella dissolvida nem partilhada, como inculca o so-
cio Sr. Bernardino Duarle Campos, nao est auto-
risado para por si so, ou por sua conta effectuar
qualquer compromisso, ou recebimenlos que an-
da sao relativos mesma sociedade, son pena de
considerar-se todos elles de nenh m effeito, como
de primeira intuicao. Recife, 26 de marco de
4870.
Manoel Jos da Costa Pereira.
Ama
Na ra do Codorniz n.
ama que saiba cotinhar.
8 precisa se de urna
Solicitador.
Mi noel Luiz da Veiga solicitador provisionado,
WMella partido das casas commeroiaes, para ludo
que disser respailo ao seu emprego, e isto por
mdico prec i : pode ser procurado em sua casa
na da Gloria n. 91, todos os dias das 6 s 9 ho-
ras da manlia, ou ao mcio dia na sala das au-
diencias nos dias uteis._______________________
Ama.
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar na
ra do Imperador n. 63, 2 andar, ou Passeio Pu-
felice n. 60._________________________________
PHEfffX PERNAIIBUCANA.
Compiiiihin de seguros martimos e terrestres
Ra do Coramercio n. 34.
Capital Reis 1,300:000*000
SeguraMovis.
Mercadorias.
Navios de vella.
Vapores.
Predios.
100.000 000
7:O00*000
00:000000
Precisa se de urna ama para cozinba e en-#
gommar : na roa do Caldeireiro/82._________ >
Bede-se muita atten-
go.
-Constando-me que alguem so tem-valido domeu
pobre nome para com elle negoeiar em negocios
de padaria, venho em tempo declarar ao respeita-
veJ publico e com especialidade ao oerp commer-
cial, que eu nunca Uve nem tenho negocio de pa-
daria e nem nenhum outro a nao -sor urna peque
na.casa de pasto sita ra da Mue n. 33. De
claro outro sim, que at esta data na deve quan
ta alguma nesta praca ou fra delta. Recife 26
de>awFco de 187().
Francisco Romea.
Precisa-se de um caixeiro para taberna,
ra do-Cotovello n. 49 : a tratar na mesma.
na
Prccisa-se saber se existe tiesta provincia
Angusto Jos Baptista, filho de S. -Siiio da Jun-
queira, a negocio de seu interesse : Jia ra da
Gloria n. 95.
AMA.
Precisa-e de urna ama
para urna casa de familia
ra do AragSo n. 37.
que compre e cozinhe,
de duas ,pesoas : na
Ama
Precisa -se de urna ama que cozinhe bem o dia
rio de urna casa de familia, prefere-se captiva
na ra dos Pires, sobrado n. 27.
TRILHOS
DO
URBANOS
Em vaporo? uto ris
Em navios de vella at res
Em cada predio at reis
IVrnambuco, 7 de marco do 1870.
P"la companhia Plieni:. Pernambucana
J. J. Tasso.
F. F. Borges,
J. H. Trindade.
Mo mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingia os cabellos
da cabera e da barba, foi a nica admittida
Exposico Universal, por ter sido reco-
ubecida superior todas as preparacoes at
hoje existentes, sera alterar a sade.
Vende-se a i^KM) cada fiasco na
Ra da Cada n. 51,
1. andar.
Pintor.
Precisa-se de um pintor, a quem se lar traba-
lbo constantt mente : na Companhia ernambu-
eana.______________________________________
Offereee-se um homem para criado ou co-
peiro: quem precisar dirjase a ra .larga do
Rosario n. 34, botica.
Recife a Apipucos.
Teudo principiado o novo systema de
venda de bilbetes as estacoes, cessando
assim a venda nos trens, roga-se aos Srs.
passageiros o obsequio de coadjuvarem a
empieza em levar a effeito este systema,
comprando seus bilhetes com a precisa an-
tecedencia, para assim evitarem a demora que
pode apparecer no caso de nao estarem del-
les munidos.
As pessoas que tiverem de tomar o trem
nos pontos de paradaRa Formosa e Por-
ta d'Agua tero a bondade de levar comsigo
seus bilhetes, visto que nestes lugares n5o
ha estacao para venda delles.
Escriptorio da companhia, 24 de margo
de 1870. -
IV. Rawlinson,
_________________Gerente._________
Ama
Precisa se de urna ama para engommar : na
ra do Queimado n. 12, 1 andar.______________
Ama.
Na ra da Cadeia do Recife n. 50, preci-a-se de
urna ama para coznhar.
Na travessa da ra
das Crnzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de euro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a quan-
tia. \a mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
iaes e pedras.
Precia-se -de urna asa que saiba lavar e co-
znhar para asa de. peuca familia : paga-se bem;
tratar na ra dovVigacio n. 9, 3* andir.______
Na praca da independencia n. 33, se da di
heiro sobre fienhores de ooro, prata e podran
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesma
asa se compra e veade objectos de ooro e prata
i igualmente se faz>toda e qualquer obra de en
ommenda, e todo e qualquer concert tendenU
mesma arte. .
Precisa- de' urna ama pare o servico interno
de pequea familia -. na ra do Vigario n. S, ter-
oeiro andar.
CASA DA FE.
Aos 20:0004000.
Bilhetes do Rio venda : na do Cabug n. 1,
valide Vwira tttodrignes._______________
GUSTAVE
CABELLEIREIR FRANCEZ
PEDIDO
Pede-se -encarecidamente aos Srs. Domingos
Theodoro'ftqjueira e Aristides Florentino Caval-
canli de Albnquerque (de Sennhaem), que venbam
ra do -Vigario n. 14, a negocio que se precisa
ultimar ______________________________
'Ne.coltegio da Conceicao precisase de um
homem idoso para porteiro,
ALUGA-SE.
Urna das lejas do sobrado da ra Velha n. %,
que faz quina para o pateo da Santa Cruz, muite
xia para qualquer negocio : quem a pretender
dirija-se a na do Sebo n. 20.
A Ai A Precisase de urna ama para casa de
All A pouca familia, no pateo- do Terco n. 1,
taberna.
?1
de marmore.
Crnzes
na das
di.
O artista Gamillo acna-se estabelecido na cas*
cima, onde pode ser procurado para todos o
misteres de sua procissao.
Jos Mara Pedroso de Lima retira se para En
ropa a tratar de sua saude.
(
51-Una da Cadeia do Recife51
Chama a attenco dos seus innmeros fregueies, e do reapeitaveh publico e
geral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os quaes sSo vinte por cent*
mais barato do que em outra qualquer parte:
Gadeias para relogio a 50, 60,
n, h, w, m e. .
Cabelleiras para senhoras a 250,
300, 350 e...... 400000
Ditas para homem a 3fi0, 400 e 500000
Coques a 120, 150, 180, 200, Corto do cabello,
LSiat.nk.hi. "^i'sasigrSf
250, 300 e..... 320000 UrU> de <***>&) com lavagem a
50,
Cachos ou crespos a 30, 40,
60, 70, 80, 90 o. .
Tranca de 'cabello,, para annel a
500 e.......
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25 e
100000
10000
champou.
Corte de cabello eom limpezi da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado 4 inglesa ou francesa.
300000 Barba. -.......
15000*
Sf
50-
4 0001
1000
50>
25*
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solres
SEMANA SANTA
Grande sortimento de livros para os officios da
Semana Sania
Encardenados de couro, marroquim e velludo.
'________Livraria franceza._____________
Os hachareis padre Estanislao Ferreira de
Carvalho e Joao Augusto do llego Barros, tem a-
berto escriptorio de advocada a roa do Impera-
dor n. 57, entrada pelo caes Vinte Dous de No-
vembro, onde podem ser procurados para os mis-
teres de sua profissao das 10. horas da manhaa s
3 da tarde.
Advogam assim no foro civil, criminal e com-
mercial como no ecclesiaslico para o que se vo
habiliter com as provsdes do estylo.
BELOGIOS PATENTE IXGLEZ PARA PAREDE
49RA DA CADEIA DO KEC1FE49
E. A. Deloucbe.
Acaba de ehegar urna porcao de relogios paten-
te inglez proprios para sala ou escriptorio, dos me-
mores gostos, tera tambem grande sortimento de
relogios americanos para cima de mesa e parede,
por prego razoavel.
Advocado.
O bacharel Francisco Augusto da Costa
mudou o ?eu escriptorio da casa n. 69
para o de n. 34 na ra do Imperador,
onde ser encontrado das 9 horas da ma-
nhaa as 3 da tarde.
Nesta mesma casa se encontrar urna
pessoa que se propoe a fazer cobranzas,
e que se cncarrega de quesiOes no inte-
rior da provincia.
GURGS
I
i
MARTIMOS
E
COMTRAFOCiO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecid*
testa praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra foge
em edificios, mercadorias e mobilias: ;
ra do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Os abaixo assignados, membros da commis-
sao encarregada dos festejos da recepcao do 33
corpo de voluntarios da patria pelos moradores da
ra Nova, julgam nada restarem das despezas re-j
lalvas aos ditos festejo*; mas se ha alguem que
nao fosse pago, queira apresenlar ihesaconta, que
immediatamente a sati-tfarao.
Thomaz Ferreira de Carvalho.
Manoel Moreira deSouza.
Jo Leandro Lopes de Oliveira.
Cobranza de alugueis.
Ha quem se encarregue da ce branca dos allu-
gueis de predios desta cidade por mdica porcen-
tagem incluindo os servieM de solicitador nos ca-
sos de despejos judiciaes, podem procurar na ra
da Gloria n. 94 das 6 s 9 da manhaa.
AO ARMAZEM
DO
mwa mmw
Ra STou n. 9,
acaba de chegar pelos ltimos vapores novas re-
messae dos seguintes :
(Meado francez
Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou-
tras muitas differentes cores i ultima
moda.
Para meninas.Botinas das mesmas cores e qua-
lidad cima.
Para homens.Botinas de cordavao, bezerro, ver-
niz, pellica, o melhor sortimento que se
pode desejar.
Para meninos.Botinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para homens.Botas rucianas, meias-botas e per-
neiras.
Para homens, senhoras e meninos.Sapatos de
tapete, aveludados, charlte, casemira
preU, tranca de Lisboa etc. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
muitas qualidades.
i Quinquilharias
Finos artigos de Pars, de gosto e phantaza,
orno seiam :
Leques para senhoras e meninas.
.uvas de pellica (do fabricante Jouvin.
Espelhos de differentes tamaitos.
Perfumaras finas do fabricante Coudray.
Caixinna de costura com msicas.
lAlbuns e caminos para retratos.
Pulceiras de ouro bom de lei.
Brincos e trancellins.
Correntes e chaves para relogios.
otoes de punhos e de abertura.
Correntes e brincos de plaqu.
Bolcnhas e cofres de seda e velludo.
Caivetes e thesourinhas finas.
Lunetas, oculos e grvalas.
Chicotes d baleia e de outros, sortimento.
Bengallas de canna, baleia e junco.
Ponteiras de espuma para cigarros e charutos.
Escovas para fato e para cabello.
Escovas para dentes e para unhas.
Pentes finos de marflm para tirar caspas.
Pentes de tartaruga para desembarazar.
Malas e boleas de vagens.
Estojos com navalhas f para vagens.
Carteirinhas para notas.
Gaiolas de rame para passarinhos.
Abat-jour transparente para candieiros.
Oleados para mezis.
Molduras douradas e quadros.
Eilaaipas de santos e cidades.
Bercos de viraes para crianzas.
Cestinhas de vimos para braco de meninas.
Caixnhas de msicas e realejos.
Cosmoramas e lanternas mgicas.
Esteriocopos com interessantes vistas.
Objectos de mgicas e cordas de violo.
Jarros e flores de porcelana para santuarios.
Velas a gaz para lanternas de piannos.
Accordions e concertinas.
Diversos jogos francezes e allemaes.
B outras quinquilharias semelhantes.
Brinqudos para crianzas
Carrinhos de 3 e de 4 rodas para passeios, bo-
ecas de todos os gostos e presos desde 160 rs.
al 20^000, e um sem numero de brinqudos de
differenles precos para intrelimento.
Para evitar massante leitura de tantos artigos
expostos venda ueste estabelecimento, o dono
pede ao publico em geral que se digne entrar de
passeio afim de verilicarem nao s a grande va-
ridade como os precos baratsimos por serem
odos chegados de conta propria.
0 dono do estabelecimento previne s
Ex mas. Sras\ e aos cavalheiros que ha um
salo para tintura dos cabellos e barba, as-
sim como um [empregado smente oceupa-
do nesse servico.
Recommenda-se a superior TINTURA JA'
PONEZA para enegrecer os cabellos e bart
ba, nica admittida na Exposico Universa)
como nao prejudicial sade, por ser vof
latil, analysada e apprevada pelas acadflt
mias de sciencias de PARS E LONDRES)
No armazem da travessa do Corpo Santo n. 25, ba sempre um completo
sortimento de objectos para carros, e que se vendem por precos muito rasoaveis, como-
sejam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
Solas dem dito.
Oleado preto e de cores.
Colleiras de lastro o que ba de melhor.
(iuarnices de lino lato para arreios, completos.
Lanternas e vellas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
Joaquim 1/ipes Machado & C.
(
28Camboa do Carmo28
Das seis e meia horas da tarde as onze da noute.
Nicolau Pungitore tem a honra de annunciar ao respeitavel publico desta ca-
pital, que diariamente estar aberto a concorrencia publica um grande cosmorama cora
variadas vistas e passagens dignas da attenco de todos por acharem-se entre ellas-
as differentes batalhas dadas pelas forjas sitiadas contra o governo do Paraguay, como
abaixo se ver,
0 annunciante tem empregado todos os seus exforcos para que o respeitavel
publico encontr all um bello passatempo mediante urna pequea esportilla, tendo
entretanto direito a um objecto, gratis, de mais ou menos valor.
Todas as vistas serao mudadas duas vezes por semana, sendo as quartas o
sabbados.
BrasilVista do Rio de Janeiro tomada da Tijuca.
PortugalVista de Lisboa.
FrancaVista de Paris.
ItaliaVista de Roma.
DitaVista do bombardeamento de Gaeta.
HespanhaVista de Gibraltar.
InglaterraVista de Londres.
AllemanhaVista de Ruda e de Pest.
NoruegaVista da caga da baleia.
28Camboa do Carmo=28
DAS S S E MEIA HORAS DA TARDE AS ONZE DA NOUTE.
L
0 CIRURGIAO AENTISTA
Frederico Maya
Tera a honra de scienticar ao respeita-
vei publico em geral, e aos seus Chentes
em particular que elle mudou o seu gabi|
netede consullas da ra Direito n. 12 para
a do QueimadoV 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro U, onde po-
de sor procurado para os misteres de sua
profissao, todos os dias uteis das 0 horas
/la manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
le a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serio precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeico de
seus irabalhos, o que j bem conhecido,
assim eomo as commodidacias dos precos.
O baixo assignado declara ao publico que s res-
ponder ao eslulto annuncio inserto do n. 63 des-
te Diario, depir ijoe o seu autor tirar a mascara
asignando o eu orne, pojs que nao qaro per-
der tempo com anosymos.
Manoel Luiz da Veiga.
Ama.
Precisare de orna ama que saiba bem cozinhar
e comprar, forra ou serava, para cwa de fam) -
lia : a tratar na. loja da ra Nova a. 11.______
Carvalho d- Nogueira saccam sobre
Lisboa e Porto vista e a praso, na ra do
Apollo n. 20.______________________
Agrade cimento
u abaixo assignado declaro que no dia 13 do
corrente deixei urna carteira com a quantia de
200*000 em urna nota do banco do Brasil, na loja
dos Srs. Figueiredo & C, e por me constar pelos
meus cantaradas do batalhao dos voluntarios, a
quem os mesmos seohores diziam, taco o presente
agradecimento em que me assigno.
-Fraocitco Jos de Sant'Anna.
)K0fiBSGK $88f68rjG8$tttt
O Dr. 'Josta Motta de volta de sua via- gf
geni da Europa onde dedicou-se s mo X
I ostias de senhoras, a partos e afleccoes 9
de pelle, pode ser procurado em sua casa Ifit
ra da Imperatriz n. 9. D consultas c
das 10 horas ao meio dia, sendo gratis
Precisa se de um copcir ^ forro ou escravo,
de boa conducta, ou urna ama forra ou escrava
para cosinhar e fazer compras, para urna casa es-
trangeira de duas pess(a: a tratar na ra do
Crespn. 19, 1> ja de fazendas.
AMA.
Precsa-se de urna ama : na ra do Pires n. 5.
Preeisa-se de um eocheiro que lenha prati
ca de taberna : na ra da Cadeia-nova n. 7.
Precisa se de um caixeiro de 14 a 16.annos
Que tenha alguma pratiea de taberna : na travs-
sa da ra do Queimado n. 3.
massador.
Precisa se para o Rio-Grande do Norte, de um
massador que saiba cortar bem bolacha ; quem
esliver no caso dirjase ra do Amorira n. 37,
em ca-a de Tasso Irmos & C.
COSTUREIRAS.
Na chapelltrie des dames ra do Cabug
12,1* andar, precisare de rostureiras.
n.
As 51 rodas
de reos para pipas.
Veende-se no trapiche do Cunha a 7 de dez
rodas para cima.
O agente de leudes
F. G. de Oliveira, mudou seu escriplorio
para a casa da ra da Cruz n. 53, primeiro
andar, aonde seus amigos o acbaro promp-
to para bem servi-los como sempre.
HISTORIA
DA
Guerra do Brasil
CONTRA
As repblicas do Uruguay e Pa-
raguay.
Os dous primeiros volomes assignam-se por
10*000 reis..
Pagos adiantados.
Livraria franceza.
35RA ESTREITA DO ROSARIO-35
Fornece-se comidas para Tora com asseio
e proraptidlo e manda se levar em suas
casas na ra estreita do Rosario n. 35, ca-
sa particular confronte a casa do barbeiro.
Na mesma cafa faz-m-se flores para en-
feites de anjos para procisses, sipos de
flores, rosas, capacetes enfeitados, e todas
as flores de panno e papel, para ornamen-
to de igrejas e andores ludo por barato
preco, aoquels para noivas com fitas bor-
dadas a ouro, bandejas de bollos finos com
armaco para casamentos e bailes, pudins,
pao de l enfeitado para presentes e toda
a qualidade de doces de ovos tambem en-
feitados, vellas ricas para baplisados por
barato preco, bouquets de flores de cera
para enfeites de bollos e para offertas.
Advertencia
A LOJA D )S ARCOS DE ALVARO AUGUSTO DE ALME1DA & C, ra do
Crespo n. 20 A, alm da grande variedade de fazendas de phanlasia de que sempre se
acha provida, tem actualmente um completo sortimento de fazendas pretas, proprias para
os actos da quaresma, como sejam :
Ricos cortes de seda preta de superior qualidade.
GorgurSo de seda preos de diversas qualidades.
Srosdenaples pretos de differenles qualidades.
Sedas lavradas.
Basquinas de seda preta de modello inteiramente novos.
Ditas de guipure ricamente enfeitadas.
Pelerinas.
Fichs e mantas de fil para a cabeca.
Mantilhas brasileiras ou mantas de fil para cabeca, de modelo nterameu;e-
novo.
Eil de seda branco e preto.
Guipure branco e preto.
Bales a vicioriense modello inteiramente novo.
Cbapelinas'enfeitadas de preto.
Luvas de pellica preta para homens e senhoras, e outros inuitos artigos ce
bODS gostos e qualidades o que tudo se vender por precos rasoaveis
Tambem contina a ter um grande sortimento de tapetess, alcatifas e as ver-
adeiras estea diras|Iparandia forrar salas._____________________________
HENRIQUE PFLAEfilNG
ESTECI.iL AFINADOR DE TUNOS
recem ebegado do Rioofferece seus pre. limos ao Illm. publico tanto na cidade como ou
mattoou nos engeahos, pode ser procurado no sal5o de pianos e de msicas na rr.a
va 1.581o andar.
A casa n. 34 dama dos Pescadores foreira ao
patrimonio dos orphos e nao pode ser vendida
em que seja pago o respectivo laudf mi
AMA
Precisa-se de urna ama para comprar e cozi
nhar para dms pessoas. : no largo da mrtriz de
j&uto Antonio n. 19.
il
Ra da Imperatriz n. 15
Gaspar Itute tem a honra de participar
ao respeitavel publico que acaba de abrir
a nova padaria allema na casa supra-men-
cionada onde todos os dias desde as. 6 horas
da manhaa se encontrar o bom conhecido
appreciado
PAO FINO ESPECIAL.
Encarrega-se tam.bnn.de qoaesqu?r en-
c'ommendas. BuiJ
. i
Precisa-se alugar ou compra-se urna casa
wrrew' co om quintal, ou sitio,, desde a matriz
nova e Por toda ra Imperial, ate o fim da mpsma
ra : a 'tratar a cua dos Osos tis. 22 e 24,
Precisa-se de urna
sadia, na praca do Corpo
andar.
ama de leite que seja
Santo n. 17. segundo
PULULES
DE VALLET
As Flalas ae Tallet, IpprOTldas pela
Academia imperial de medicina de Paria,
sao" empregadas com o maior
exHo para curar a chlorosis,
tfortificar as constHuicSes
cas. Nunca este ferrugi-
noso ennegrece os denles.
Pan a garanta da sua authenticidade,
o nome do inventor v gravado em cada
puia como i roargem.
n Rio-;.mimo, DupaiuktiU; CtHtM.
n> Pnniitcp, Utrrr C1*.
aawaaaaaaaaaawMWl
um un raiu,
Dfitsiti
COA TONI PURGATIVO E DEPLRAtIVO
DE
C HA MBARD.
Composto das plantas as mais odorferas e as
mais virtuosas dos montes os mais elevados, o eh
toni-purgativo de Chambard, possue um gosto sa-
boroso f um aroma suavissimo, e as propiedades
as mais vjotaveis sobre os embaraeps do estomago,
dos intestinos e do ligado o desobstruente por
excedencia qa constipacao do ventre e nao tem
resguardo nenhum.
Depurativo especial e directo da bilis e dos bu-
mores, lefresca o sangue depurando o.
O uso do ch-Chzmbard pode ser continuado
por muito tempo se.fi o menor receio e sem in-
eommodo nem mudaiic* no modo de viver.
NICO DEPOSITO' EM PERNAMBUCO
Ka
PHARMACIA fc? DROGARA
M
BnrtlioloBien t C.
34RA LARGA CO ROSARIO34.
" T^ecisase de um caixeiro |para taberna : no
largo da Santa Crw n. 12,
QUINIUM LABARRAQUE
APPROVADO PELA ACADEMIA OE MEDICINA DE PARIZ
O Qainlam La bar raque, eminentemente tnico e febrfugo dte ser
preferido i todas as outras preparares de quina.
Oa vinhos de quina ordinariamente empregados na medicina preparam-se
com cascas da quisa cuja riqueza em principios activos extremamente
variavel; i parte disso, em razio de sea modo de preparacSo, estes vinhos cob-
tem apenas vestigios de principios activos, e em proporcoes sempre variaveis.
0 Qnlnlam Labarraqu, approvado pela Academia de medicina, con.
stitue pela contraro um medicamento de composicao determinada, rica em
principios activos, e com o qual os mdicos e os doentes podem sempre contar.
0 Quininm Labarraqua prescripto com grande xito as pessoas fracas,
delibitadas, seja por diversas causas d'esgotamento, sejt por antigs moles_
ti as; aos adultos fatigados por urna rpida crescenca, is meninas qui tem diffi.
culdade em se formar e desenvolver; s mulheres depois dos partos; aos velnos
enfraquecidos pela edade oa doenca.
No caso de chlorosis, anemia, oSres plidas, este vinho um poderoso
auxiliar des ferruginosos. Tomado junto, por exemplo, co as pihuas da
Vaur, produi effeitos maravilhosos, pela sua rpida accio.
Deposito em Pars, L. FRERE, 19, rae Jacob
B-Jmmr*; DDPONCIELLI; CHEV0L0T. Ptnumbueo, MARER tt C
IBttTI


Diirio de Pemambuco ~ Tea feira 29 de Mar<*> de 1870.
> ----------------________________________
COMPRAS.
Compra-s
doas M tres veneziaaas em segunda mo,porm
que estejam perfeitas: a tratar na loja da roa Nova
o.iS.
Casa terrea.
tratar na ra
Compra-se urna casa terrea
da Madre de Deus n. 1C, loja.
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
do* t niores, ouro e prata em obras inulilisadas,
ftrtBttitt e mais pedras preciosas: na loja de
ajrivw do arco da Cpnceicao, no Recite.
GOIPRAM-SE1 \Bl-i
_ BSCKAYOS
*npnm-se Tendera-se diariamente para fra
0% 4 provincia escravos de todas as idades,
orwjo pos, eom unto que sejan sadios: no
ere* andar do sobrado n. 36, ra das Gnes,
tregaeiia de Santo Antonio.
^~ om muito maior vantagem compram-se
tMWdas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
ftfVde Ouro n. i D, roa do Cabuga._______
O museo de joias
Na ra do Cabng n. i compra-se ouro, prata
podras preciosas pdr precos mais vantajosos do
que em outra quaiqner parte.
Oompra-se
doas casas terreas as ras Concordia, Palma,
CaWeireiro, Snta Thereza e Santa iflfa : a tratar
na roa edtreita do Rosario n. 36, eatrtorio.
riTiLiu m intu
A RA DA IMPERATRIZ tf,
Esquina da ra da Aurora, em (rente do caf Iraperatriz.
N'este novo e sumptuoso eslabelecimento de lazendas encontrarSo as Exmas.
amihastudo quaotopossamdesejar.tantoem ariigos do mais rigoroso luxo, como em todas
mais qualidades de fazendas,
Alera de se acharem prvidos do que de melhor se encontra aeste mercado,
jor todos os paquetes da Europa, recebem directameate o que em artigos de moda e
lo mais apurado gosto se eacontra emParis, o que vem cadadia augmeotar s propor-
oes de que dispoe este estabelecimento para bem servir i sua numerosa freguexia.
jajgg"^**^
rf
*
Attenpao,
Compra-se urna casa com 2 quaftos e que esteja
toem estado, preferir era S. Jos ou Santo1
Antonio : a tratar na ra de Alecrim n. 4.
Registro para gaz.
Compra-se um em segunda mi, na ra da
vruz n. 26, armazem.
Compra-se um escravo de ib a 20 anuos del
ad: ama de S. Francisco n. 71______
Comprase na raa do'Rangel n. 17 orna es-
erara oue 'tenha bonita Afora, boa conducta, e
que sama ozinhar engoamar, agradando nao
"e repara o preco,
VINCAS.
Atteeipao.
VenBem-se as ctecces do Liberal) dos
annos e 1852 1681, eneadernados: A
Jmprmsa, periodioopeblicado em:!852, a
colleccSo encademaa de Janeiro a -setem-
bro do mesmo awn : O consttlagnal, a
collcccao encadernada do anno de 1S6I :
.quemquizer comprar, dirija-se a esta typo-
grapfeia.
ATTENCAO
Vende-se o engenhe Mussayba, *vre -e desem-
baraoado, e bem come a propriedade 'Poco preto
separada do mesmo engenho : a tratar com o eeu
proprietario na raad Apollo n. 17,1o- andar.
- Vende-se ma^aarte do engenhoTimb, sito
na! freguezia de Maranguape do termo de Olinda,
eom gcandesm atas, oente e comente'oora agua :
os pretendentes dirijam-se ao 3 andar do sobrado
n>'36 a ra das Cruces, que acnarao -com quera
traur.
AlgodSo largo parTTncoes e toalhas de Gase com listras de seda e flores, fazen-
.odas as qualidades que costuma vir ao mer- da iateiramente nova para vesdos de baile.
,*? I Gravatas para seahoras e horneas, o mais
Alpacas de todos o padroes e qualida- completo sortimento que se pode desejar.
les tao vanadas que se nao podem descrever. Guipure preto e branco, diversas largo-
Albons com msicas para eollocar retratos, ras e differentes gostos.
lelicado presente para qualquer pessoa de Collas e punbos bordados para seahoras.
as'mal. ... I Guardaoapos de linbo pequeaos e gran-
Atoalhado de linho e algodo, branco e des.
le cores proprios para toalhas. i Gorgurlo de seda preto e de cores.
D____k. j533 .. Grosdenaples preto e de cores, havea-
Basqumas de seda pretas e muito moder- ^ diversas qualidades e gostos.
ja, bem como de crochet ludo de apurado (j.
<0SKe TeJtl0, ... I Japoneses para seahoras, o melhor ges-
Bafces de musselina, mtdapolao, braacos to, e fazenda prepria para as festas nes*r-!
de cres, para seohora e meninas, rafraldes e paswros a tarde.
Bareges de cores variado sortimento. j^
Balbadinhos ou tiras bordadas em todas as LSazinhas de todas as qualidades, -cores1
a2,?,\ gostos,naoficando nada a desojar-, tal:
Beftutma de todas as cores. o sortimento que existo para escolber.
Bolsas de tapete para viagem, grande Lencos, tud quaojto pode ha ver lesde
'ariadade de tamaihos e gostos. esguio ao algodio oommum.
Jombazina prdta de todas s qualidades. Leqaes de madreperola e osso, t> mais ve-
Bramante de 'rmbo de H palmos defar- riado sortimento.
?ara, e todw as mais qualidades. Ligas d seda, "bordadas, pamsenhora.
Bretanhas de abo e lgodJo, grande sor- 'Larvas de Jouvia, chegadas pertodososva-
""?"10^ ^ L Porw' snpre w>vo sortimeaXo, quer em
Unas de 'linoo brmr/> e de cores, do mais peMiea para'hoeBs e seohows, queremlfio
mmodoao'mais caro emqualidade, afilan- "Escocia, 'bnwcas e de cores. I
jando o que toa de melhor na especie. I n>
Brins d'dlgodao completo sortimento e Madapotto-; indescriptiwl o-graae sor-
rariedwJe'de prefos. Omento qewtfaa neste genero, desden mais
-. c*. levado preco ao menor, que s vende em
Lassas e cores, o aior sortimento, pri- tpeca e mawlo feto bom gosto e barate, attentae tra qualquer parte,
ts qwatiBades. Mantas de blonde paratioivas : o apurado
tambreas brancas, tapadas, efraasparen- gosto doswossos correspoodentes-en Paris
******* ** ^^a'les e precos. habilita-nos a dizer que temos -om nosso
Camtsinhasdecaiabraia demho ecassa estabeleeimento o quede melhor se dese-
twrdaOas ricamente enfeUados para Sras. ja para vestir e ornar-ma aeiva.
Camisas para berens e eninos, lao-va- Mantas prelas de'Mead,
iedo sortimentoqae vai do mais ordinario Mantee para carros, om odes pbturas.
hti
-7 ^

b6 ^tMA6
5^a
Joaquim Ronrigues Tavares deMledll),
praca do Corpo Santo n. 17, Tem para
vender cal deiLboa, polassa datlussia
da mais wva, vinho Bordeanx -de i*
qnalidade, < fuenba de mandioca.
i
ESTAMPILHAS
do selle adhesivo
A" venda na nu do Vigario n. i, priiDeiro en-
-lar.
Agaii
ii negra
Chegataoi afinaparaa aguia negra 3 maelwus para costura. E' iaulil qaalquer
Fecommeadacao em ^uacto a bondade e eemmo-
didade deslas machinas, for serem | bem conhe-
cidos dopofelico : roa doCacnir n. 8.
Vase se diversos e-cravns pecas, vindos do
Gear edotianhy, propmos para ogenho; as-
sim .como dreersos cabeoc&as de 14 a 18 aenos,
cora abilidi^s e sen el!*-! c um casal de es-
cravos parda* i-arariiindo-se a condurta : tratar
na raa da Gni? n. 33 e 3i. 3' andar.
Eo^enho venda
VenV^c o engentlO-S. Malt.eus, mueiite e Cur-
ente, enwJioas obras fi em ^erfeito (*la4.. me
cem agu e esto un quarro de legua da etagode
via-ferrea de Gaim-eia. Veirfe se por S0:000|,
sendo 8OW*()0O ritt e :>i03 em pagamen-
tos de 2:00ijl anr.uaes. 0> -(H-etendentes podem.'
dirigir-se a taz do Livr.iUiento a. 19, a tratar cora
Laureutinc tose Miranda. I
Bxas de Hamburgo
Por enos do que em outra ^aalquer parte
vendem-te e alugam-se : na ra d* imperador n.
. 48, armaiem do Campes.
BadnpoUo aomais perfelto bordado de1 -
ee cambrata.
Omisas de a, de flanea, brancas e
le eAres para bemem.
<2asemiras prelas e de cores, o melfeor
Ke se pode imaginar, sendo ti'isso a me-
Aer prova o grande consommo dolas na
rfBoioa da casa.
fiapellas de flores, para'noivas e bailes,
tesde a mais candida ilordeiarangeira at
i mais interessante griaalda.
^Chapeliohaso me4horg06to,de todas as
tres hoje preteridas pelas seaboras'de
tras apurado rigor na moda.
'Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
fltimo gosto de Paris.
Chapeos de sel, para seahoras e homens,
de todos es pre;os e variados gostos.
Chaly com rios padroes para vestidos.
Chales de todas as quaiMades, avultado
Mauro e nio enos variedade de. gostos,
Chitas, iflapossivel desenever o sorleo-
-e variedadede padroes o novos gostos,
aatieste arlig4udoquant0 8epde desejar.
Cintos para seahoras oque se podciica-
eioar de melher.
* Coques, o melhor no goste-e nos entei-
tes, varios lmannos.
Calchas de seda com borlas,, o mais apu-
rado gosto e laver.
Ditas de fustio branco e de cores por
oreos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos.para senhoras.
Cortinados de cambraia bordedos e de
il,o que de melhor se pode desejar.
Colarinhos de Itabo bordados je lisos, o
saior sortimento.
Damasco de la de;9 palmos|de largura
.indas cores e ricos padroes.
i-5i
Espariilhos braocos c de c6res, para se-
ahoras e meninas, o melhor neste geuero ;
Merins pretos, trancados lisos.
Musselina branca e de cres,lindo e va-
riados padrSes.
GRANDE NOVIDADE
Quaodo a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da nmensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebido, justamentefquando ella menos o pode faaer e porque essa falta invo-
umtari eHa confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderlo e relevarlo,
comjroando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGBIA BRANCA roa do
Qwimado 8, onde sempre acharao abmdancia em sortimento de superioridade em
jwidades, modicidadeem procos e o sen nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
: Do que acaa ica to se cmmece que o tempo de que a AGUIA BRANC V pode
*P*rve emprega*j apeear de seus costos no desempeoho de bem servir a aquellos que a
honran procurando prover-se em dita loja do que oecessitam, entretanto sem ennume-
rar-es objectos que por sa aaturet slo mais co*ecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos cofa importancia, elegancia e novMade os tornam recommendaveis, como
bem seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
onfeitados com fitas de setim enbras essas
cuja novidae^e-molde e peffetcao de ador-
nos os tornan apreciados.
Fitas mm largas -Ge diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto omito se poderia
dizer querendo dcscreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, "tal
e o grande e variado sortimento que acba
de chogar, deme se Ihe presentara o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Goipurehranco e preto de diversas qua-
lidades e fiesenhos.
Ditos fie algodio com flores e 'lieos.
Veos-de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meios de seda pera noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costamos ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de "fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
*Camisinhas 'bordadas para ditos.
LOJA
Capellas brancas para meninas.
"Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
perfumara
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes donrados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de raadreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes slo movidas por um machinismo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
crianess.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeites de mesa e de lapinhas.
Panncs pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofis.
Ditas de casenura muito finos para
mesa.
Pejtus bordados de ltoho, lisos e de al-
godao para camisa.
Priocetas pretas e de cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores:; fazenda lindsima.
Pelherinas para senhorts, do ultimo
gosto. '
Perfomarias ; os tois finos extraetos-^ui
que de melhor e mais agradavel se pode ;
encontrar neste genero, ede mais fragante
e suave no olphato, temo.PAVILHO DA
AURGflA, desde a verdadeira agua Flori-
da atomais finoflo^.o"4nOMr, flnal^j
mente todo quanto deve oceupar o touca-
dor de orna senbora de gosto.
Saias bordadas, brancas,-lisas e de cores
com folhos e sem efles, o melhor possivel,
-Sahidas de baile, de (todas as cores.
Sedas pretas, de qoadres, lavradas, lisas,
de listras.de todas as crese qualidades e
o mais barato possivel.
Sargelim de todas as crese qualidades
Tapetes grandes, lindas.pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos osta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
lados.
SORTIMENTO l'ABA A FESTA
Vende-se por menos de 10,*20 e 30 t0
SO' NO
ARMAZEM CONSERVATIVO
F. 23Largo do Terco.N. 23.
SIMAO DOS SANTOS a C.
Os propnetarios deste bem sortido armazem de secco e molhados est3o re-
solvidos a fazere urna grande diminuicio de precos as suas mercadorias, como se apro-
xima a festa e sempre se razem avultadas compras para o cenlro e praca, por
isso previnem ao respeitavel publico em geral, que mande Tazer suas despencas cer-
cos de que verlo a grande differenca em precos mais do que em outra qualquer parte
GALLO VIGILANTE
Roa d Crespo n. 9
Os propnetarios deste bem couhecido esultj"-
cimente, alera dos mnitos objectos que tnhn
postos i apreciacao do respeitavul publico, m?.n-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vajuT
da Europa ura completo e variado sortimento oe
Anas e mui delicadas especialidades, as quaes <
to resolvidos a vender, como de seu costo
por precos muito baratinhes e eommodos para io-
dos, com unto que o Gallo.... %
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau-.
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punbos para *v-
nbora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coquee.
Lindos e riquissimos enfeites para abecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores eom viri-.
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode havtr
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperofa,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles branna
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por JO^OtO
a duzia, entretanto que nos as vendemos por JO,
aim destas, temos tambera grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muuo
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
casto de marfim com lindas e encantadoras figu-.
ras do mesmo, neste genero o que de melhtr >
pode desejar ; alm destas temos tambem granilo
lantidade de outras qualidades, como sejara, ma-
ta, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicolmhos de cadeia e
de ostras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracLa .
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos d&idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fa;r
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ca-
ramidas pelo fabricante, e nos por nossa ves tam- -
bem assegurames sua quajidade e delicadez?
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e^>ar?. oros
Linha muito boa de peso, frouxa, para dicbtr
labyrntho.
Bons baralhof de cartas para voltarete, assim
como os ten tos para o mesmo ilm.
Grande e variado sortimento das melhore per-
fumarias e dos raelhores mais conbocidos ptr-
fomistas.
COLARES DE ROER.
Elecrricos magnticos contra as convulsfles, e
facilitam a dentico das innocentes enancas.' So-
mos desde muito recebedores destes prodifios s
collares, e continuamos a recebe-los por toase r-s
vapores, aflra de que nunca faltem jjo roeicado,
tomo j tem acontecido, assim pote podero aqm -
les que delles precisarem, vir ao deposito do galo
vigilante, aonde sempre enconrraro destes vera-
deiros collares, e os quaes aendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectes que deixamos
declaradqs, aos nossos fregueses e amigos a virem
comprar por precos muito raioaveis loja do galio
vigilante, roa do Crespo n. 7.
COGNAC
De superior qualidade damuiaccredit
da fabrica de Bisquit Dubouehi 4-C, ea
cognac urna das que mais agurdente dt
cognac, fornecem para o consummo dt
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra de
commercio n. 32.
e garantindo-se as superiores qualidades.
GAZ AMERICANO 9500 a lata, e 440
rs. a garrafa e 660 rs. o litro.
VTNHO VERDADEIRO FIGUEIRA 560
a garrafa, e 4^500 a caada e 800 rs o ti-
tro.
SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
620 rs. o kilogrammo.
FARINHA DE ARARUTA VERDADEIRA
640 a libra e liOO o kilogrammo.
BOLAXINHA INGLEZA MUITO NOVA a
DEM DE LISBOA das melhores marcas, 400 rs. a libra e 800 rs. o kilogrsmmo.
Toalhas de labyriutho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tamanlios, li-as e felpudas.
Tarlatana-brenca cora palmas ede cores,
inhuma Sra. deixara por ^rto de unir p^^jg1"0"'6*^^6^^"
w de tio-precioso auxiliar perfeiSo de *
am corpo delicado.
**^'
DO CAMPOS
Ao jrmazemdo Campos, ra dolmpera-
dor n. ^8, chegou nova remessa do ese-
jado peije secco e em salmouras \iaAo do
norte do imperio c que se veadj em dito
.armazem ^)or mdico preco
A ELLE ELLE!
Amc qne e aeabe
riaaz^ m do Campos.
Entremeios bordados.
Escomilba prnta.
Enfeites para cabeca,' -ultima moda e
Pans, receida no ultimo paquete.
flsguiao de-nho, completo sortimento de
Ifxios os numetos.
Fitos largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padroes,
Fijhs de crochet, modernos cora cintos
i capas, o que na e melhor.
Fil de seda, unto e algodo, de tedos
os gostos e padrees.
.Vistuarios bordados de fustSo braocos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptisados, o quede melhor tem vindo a
este meneado/
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade {Mlo.padria, gosto e forma; ditos
e linho cera barras de cores, e de cam-
braia de cores com J -saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forana de ostfazer.
Veos de bisad para aoivas e pretos para
luto. *
Vestidos de bfond para noivas : podemos
asseterar as nossas Exmas. freguezas, que
400, 440 e 500 rs. a garrara, a 2^800 e
35200 a caada, 660 e 720 rs. o litro.
DEM BRANCO DE LISBOA a 40000.
a caada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 10400,
I4800 e 20200 a caada,
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 70 a caada, e 10340 o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 10400 e
Um a libra, 30060 e 20780 o kilo-
grammo.
DITA FRANCEZA 960, 980 e 850 rs.
a libra, e 2,5100, 10980 e 10860 o kilo-
grammo.
DITA PARA TEMPERO 560 rs. a 1 I
bra, 10220 o kilogrammo, em porclo se
far abatimento.
BANHA DE PORCO DE BALTiMOOR
FustSo de todas as cores e qualidades somos os nicos em Pernamboco qu oocle-
grande> socbmento. mos oferecer ao iltastrado pablico, o mais
| apurado gosto em semelhante materia, gra-
neo, quer cas ao bom gosto de oosso cr.iecedor em
e de cores.
Flores, o que ba ,de mais
PO ALLEfflAO
Vende-se ua c mWtaria do Rraco de Ouro n.
26, roa do itsperador melhor pao que se lera
fabricado nea pmvinci..
- Vende-se
-- venae-s .j.aa prela tfe trala annos que co-
zraba bem e lava soffrivel : na ra Direita n. 3
segundo andar. '
Ao cofliinercio.
Vende-se nm ubeleeimento de molhados em
urna roa mullo bo3, em cujo estabelecimento se
vende annua! ceuto e lanos contos de ris est
muito acreditado e tem muito boa freguezia para
o mito, nao poder exceder-te iO.OOOi : a peswa que
quizer fazof negecio", puder ibixar caria nesla
typographia com as mciaes C A D para ser pro J
corada.
AVISO
Em casa de Mili .iiiiam & C, ra da Cruz n.
38, vendem-e folhas de ferro galvanisadao.
-----
4ntes que se acabe
Prtlne-se ao respeiuvel publico a aos nossos
fregomas a virem munir-^e de boa farinba de,
man*^, Po armazem Indspouleucia, ra do Ban-
r?^C*" ram3' tem oPAVILHaO Paris, pedemos garantir que ninguem neste
L)A alrora am perrfianente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
disposico das Ecmas. familias. costa.
vmuin nFiJnSL1?0 d gnrie e X3rMo $ortimeito Y^Ua ua AUlvfiRA se apresentam ao publico ieclarando desde ja que e a sincerida-
ie o bom gostoo movel nico de seus negocios.
Prvidos de todo e promptos sempre a provece do que por veatura lhe
teja aecessano, os propnetartos deste sumptuoso estabelecimento reaommendam-se
em r%jo de serem eootradictos e protestam esforcar-se por continuar a merecer
.wteflo que se ibes tem dispensado ; certos de que do seu estabelecimento nao sahira
) freguez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artig-
as, prompto eiecutar com promptidjo e bom gosto qualquer trabalho que lhe seja
^ntiado. Urna modista especialmente acopada nos trabajos do PAVILHAO Di AU-
RORA, dirige os que lhe sao concernerrtes, garante por seu apurado gosto epromptido
aa execucao e a mus completa perfeiclo jioa seus trabalhos.
A numerosa fregoezia que nos honra urna prova de que merecemos o con-
eito que se dispensa ao nosso eshbeiecimento, conceito que proeuraremos firmar cada
^ez mais. Para facilitar anda a concecucto do fim que nos propomos, temos no nosso
istabelecimento os ltimos figurinos de nris, qus recebemos por todos os paquetes, os
raaes enviaremos para serem vistos as familias tfHas freguezas, afio de escolherem.
Jom o padro da fazenda o gesto na forma.
Na officina de alfaiate, junto ao estabelectmto, ha igualmente os figurinos
para homens que por todos os vapores se recebem.
tinhn o e&t modo porque nos apresentamos pedindo a protcc2o do illastrado
(mi COm m^ Pfofuodo respeito convidamos s eieeUentissimas Sras. a \'m-
ffqueBr^^^?amento' C6rtaS de encontrarem Mlte ^ **r Pre* P066ve-
a*, ^S^S^^ VZ^ *mm" de /repedida8'vist0
a noite.
720 rs. a libra, o 10560 o kilogrammo, em 800 rs. a garrafa
poreao se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
I20e rs. a libra, 260 rs. b kilogrammo e
30400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
iiogrammo, e 60000 a arroba.
CAF EM GRAO i 60 e 60500 a arroba,
300,240-e 260 rs. a libra, 440 e 520 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABAO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs. o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA-
LHARJN E ALETRIA, 560 rs. a librare
10220 o kilogrammo. .
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS CUALIDADES, bem como perola bri-
Ihante, combiaation, Francy-cracynel, mixed
Britania. Mdium, Fancy-nic-nac, a, b, c, e
soda a 10000 e 10400, cada urna lata.
Assim como ha outros muitos
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso, em caixa ha abatimento.
PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, 280, 400 e 560 rs. o masso,
30200 e 60500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAb
DE MUITOS TAMANHOS 10280, 20500
30500,40500,. 50500 a lata e a retalho e 10
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso, e em caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
a libra, em eaixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 50500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IHLERS -
BELL, 800 rs. a garrafa e 90 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 10500, 10200, 10 e
GENEBRA DE HOLANDA E HAMBUR-
GUEZA 70 e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM de laranja doce aromtica,
110 a frasqueira e 10 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
30000, 20800 e 20400 em caixa ha abati-
mento.
TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 110500 a arroba.
LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 10000 rs. a lata.
LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP-
TO a 1-0000 rs. a lata.
CHA FINO. GRAUDO E MIUDINHO
30200 e 20800 a libra, e 60100 o kilo-
grammo.
DEM proprio PARA NEGOCIO 20000,
20200 0 10800, rs. a libra.
DO
BRACO DE OURO,
Ra do Imperador n. 26
Neste novo estabelecimento enconh-a-se
diariamente ura variado sortimeuto de bo-
linhos para cha, pastis, podins, bollos n-
glezes, pes de l, presuntos, ditos bre, superior cha Ilvsson, preto, o miudi- -
nho. Vinhos finos de todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-
veja ingleza, fructas muito boas, por-
tuguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento de-
caixinhas de todas os goslos e preces para
mimosear senhoras, estas caixinhas reeen-
temente chegadas de Paris s8o de primora-
do gosto, offeresse-mo-las aos galanteadores
do bello sexo pois ncllas acharSo nm digno
e serio presento para as donas dos seus
pensamentos. Tambem os apreciadores da
boa fumaca encontrarfio charulos dos me-
lhores fabricantes da Baha o de Havana
sganos do Rio de Janeiro ele. etc.
Doces d'ovos seceos, christalisados e de
calda, ditos de caj e do outras qualidades.
Nesla casa recehem-se encommendas para
bailes, casamentes e baptisados e quaiqner
encommendas avulss, como soja pao de lo
e bollos enfeiiados e outros umitas couz&s
que enfadonho mencionar.
CEiETiO--
0 verdadeiro portland. S se vende c
roa da Madre de Deus n. 22, armazem
Jo5o Martins de Barros.
- gneros, vinho em ancoretas. azeitonas
rnuito novas, passas e figos novos, eharutos de diversas marcas, marraelada fcita oe
melhores consrvenlos era Lisboa gela de marmelio, pcego, nilhas era Ss wr-
tuguezas e francezas, vraho verde engarrafado retalho. "peixe em latas? bem i
pescada, taraba, pargo, goraz, lula, coi-vina, vezugo, cavalla, wda e sardinhasi Nan-
tes. Oanelia, cravo, ervadoce, cominho, pimenta, grandesmolhos de sebolla 10500
Finalmente muitos outros gneros que enfandonho menciona-lo
Leqne de madreperola com seda, e todos d*
madreperola, nraito proprio para nias, ebegi-
rara a loja do Passo a ra do Crespo n. 7 A, as-
sim como remiissimos chales de touquim de le-
das as cores, vestuarios bordados de cambraia
para baptizados, meias de escocia (novidade) mui-
to bonitas para as Exmas. Sras. que gofilam andar
de sapatinbo raso e outros mollas ariigos de .>
to que os proprietarios deste estabelecimento teem
recebido.
Estampilhas.
Vendse na ra da Crux n. 8, 1" andar.
O
Abft fls 6 s 9
oras <
CEMENTO
PORTLAND.
- Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
rara da Costa dt Pilbo, defronte do reo da Con-
eeicao, em barncas grandes
PARA A FJESTA
3 portas, loja de ferragem
53-Rua Direita--53
Neste rand estabelecimento, ha para vender
um completo sortimeeto de ferragem, e miudezas
pST^Z.KS^ilK s 7?DJr*E ? arrendTV fD'
Ses, balancp lnteiro e 1/2 baJanco; paneas, cha- b' b,sParj s,to a freguezia de Sennhaem,
Ihefras, cirollas, frigideiras, assadeiras, tanto coa>a'ca do Bio Formoso, prximo do em
de ferro omfr de porcelana, moinnos para caf de barque, com grandes partidos de pal
1S!SLtUiaS!Jf t^!T^at0 a7' JM,0S kll- massap i roda da moenda, mattos manguei
farn^aSrferro^c^ necssaria, bom pasto, ele.:
satitre, irtm, barbiuite; enxofre, papel marca va- ia lrar na m* d'ABWra c. 26, ou na d<
do, do verdadeiro Picardo, machinas para desaa-- j Imperador n. 20.
*~to ramad ferrar __
Para a quaresnm.
\a loja do Passo
Os proprielarios defte imprtame eslabelecimea-
to receberSo pelo ultimo vapor francez ricos pos-
tilases do gorgurao preto muito bem enfeitados,
inteiramoule novidade, sedas e gorgurdes pretos.
temos soriiiuento completo, o melhor a destejar.
Dirijam-se, pois, todas as pessoas que precisara de
comprar estes ariigos, roa do Creipo' n. 7 A.
Scieoles de que, em precos nio se deixar deia-
zer negocio, islo motivado pelo muito sortirnemo
que temos.
Eefinapao.
SfmHwSm
i I* Mj roa drjta n. 83 loja de 3 por-1 feito estado, por mdico pre^ : a ra'r na praca
,' tas de Mwoel J3eoto de Ollyotr Bragai a
Vend
-se um MKndr'7 para padsria em per-
por mdico prp{.
i d Sania Gra, padaria n. 0.
Vende-se a reflnacao da ra de Hortasn. 7,
muito propria para principiante, por ter poacos
fundos : a tralar na mesma.
Sementes de hortali-
ces.
* Roa da imrperatrl*
Na botica de C. Clao A C.
Xelhas de Vrro.
Na ra d
preeo mnito rasvel, nm gran
telhas de ferro galvanisado de diversos tan
para cobrir casas e lelheiro*.
mais barato do que as telbas d
mai limpo c aformoseia muito n



T
I i
6
Di^la de Peu*bi Jw euu 29 e Marc;o. de 1870.
55Ra do Queimado56
A VERDADE tend. em deposito gran*
Pontos fiuos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 240, 320 a,.....
Ditos para aparar pena a
Rosetas pretal, par a ... ..
Tranca di T3a decaracol pe** a 40 a
quantidade demiudezase perfuniarias, e d* !p de ^ pecaa480*e
seiaado apurar dinheiro e adquerir t ifi.QO a i,^ o
cuera est rssolvida a vender muitissinv
fcarato, ; por essa razio convida ao respe)
tavel publico a vir competentemente mua>
do a sortir-se do bom e barato. Pois quai
, app.irece. ,
Grande sortimento de bonecos de cera
nwssa as mais lindas possiveis vestidas a ca
raeter. .
Abotoadnras moderuas para col-
lotea.......
Espolbos donrados pepnenos. .
Afumas de osso para crox a .
Pautes para regac com csntas a
Ricos globos para candieiro de gaz a
Cbaonsa
Grande sorUmento de objetos de
totica na" brinquedo de menino
Garrafa com tinta a.
Dita com agtii florida verdadeira a
Dita com dita dita a
Frasco com oleo ue babosa a oUJe
Dito oom agua de Colonia a 300 e
Gairafa com agua divina a.
Frasco com extractos finos a .
Lates pequeas com banba muito
Gna a 42e
Sabonetes de diversas quah iades a
80, iti0,240e.
Finas escovas para dentes de120 a
Lindos coques modernos a. .
Pa.-osparagaz.duzia a 240 e .
Escovas para fado a 500, 600 e
Ditispara cabello a. ...
per-tes para tirar ptolho a 160 e.
Brincos" de cores, bonitos a 460 a
Pegas de tranca de 15a com 8
varas por.......
Oleo para machina de costura,
frasco a......
Pennas d'aco finas caisas a 800 e
Dita d'aco Perry, caixa a. .
Gaio de algodo peca -
Lindos babadinhos e ntremelos
peca de 500 a.....
Ditos de louca muito fino a 120 e
Ditos para caica a t(>0 a.
Caixa com papel amizad a.
Ditas com envelopes a.
Ditas com obreias a.
Caixa comagulhas fundo dourado
Ditas de ditas ditas a......
Thesoura para costura a 240 a
Caixa com linl.a ue marca a .
Liaba de cores em novellos (li-
bra) a........
Carreteis de linba Aloxandre de 70
at 200........
Grampos muito linos com passa-
rot, daa a.
Carlas portuguesas, duzia a .
Ditas francezas a 25200 e .
32t
iOC
1X
1(X
56l
10
80(
20
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32(
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1*80
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10c
80;
1530,
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50(
1050
10001
16(
32v
eo<
2500'.
32i
7(K
5(K
24(
20
8(
60
10OX
104O
4fX
, Al finetas de lata o a .
Sapatos de laa para enanca a 400a
Grvala de sedas de cores a .
Calcadeiras a -~._
Grande sortimapto de randas das mu.
Um par de wsieasori de borracba po.
iOOrisMIIlTl .
Na verdade rn* do H*eia4*
Vendera em sens anapan*. no tW do ApM>
n. 7, Escadiuba n. 1 e roa do Amown n. 57, o
spgaintes eros:
Ac de Milio- _
Milbo em saccas grandes.
Farello em sacras de 90 libras.
Chumbo de manicio sortido.
Mew' amarello para forro de navios*
Machinas para descarocar algodao de it, ***
sorras.
Kerosene em latas de 5 galoes.
Champagne do afamado fabricante Krng.
Hormooih. .
Vinbo do Porto engarrafado.
Coac do afamado fabricante Gautier Frere?.
! Fogo da China, caixinhas, 40 cartas n. 1. Extra.
' Genebra ingiera Od ton
Cimento Romauo.
Ciineito Hidrulico.
Cimento PorUand.
Gesso para estuques.
Cannos de barro para esgoiM.
Gradeamentos de ferro para jardins, calcadas w
Carros de mao para servico de armaiea?.
Garrafoe3 com 5 galoes de vinagre tinto.
dem com 3 galoes do vinagre tinto.
Chumbo em barra.
Lonas da Russia.
Brinzoes.
Estopa superior para saceos.
Cabos alcatroados de linho.
Alcatrao da Suecia.
Pi.xe da Suecia.
Esteiras da India. .
Potassa da Russia.
Agua Florida. .
Balances decimaes de forca de 150 a foO kilbs.
Travessa do Corpo Santo n. 25.
Os acreditados cylindros americanos para padaria, por dous differentes systemas.
Macbinas para descarocar algodo^elos melhores fabricantes de Hew lora.
Macbiuas do vapor systema de locomotiva a polias para as mesmas.
Carriabos americanos para transportar volumes em armazens. Todo por pre -
eos razoaveis.
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25
Joaqtrm Kopes Machado & C.
MINAS PARA
COSTURA
150(
2(K
24(
70(
48(
4(
28(
16(
5CK
28f
50(
10
15401
3^00(
BAPCl POPUIiA
DA
FABMf A NACIONAL DA BABIA
DE
Texetra Uldurtco ^* C.
Acha.se venda este ptimo rap, nico q
dc supprir falta do princeza de Lisboa, por t*
e mui agradavel perfnm.% viajado, e a pre?o
mais mdico possivel; e por isso tem sido as
acolhido as pracas da Babia, do Rio de Janeiro
em outras do imperio : no escriptorio de Joaquii
Jos Goncalves Bellrao, ra do CommerciD ni
mero 17
Hacend ehegodo ul-
tima mente de eueoiu-
menda nova remessa
de pocos instantneos,
pape] almaco e de peso, resma a
30400, 3^500 a ....
La limito fina para bordar, libra
Fita de a'.godSo para debrum de
sapatos, peca a.....
Ditas de 13a para debrum de ves-
tido, peca a ......
40501
ic'
48i
Bichas hamburgneeas
Neste novo deposito recebe-?o por todo? os pa-
quetes iranslanlicos bichas de (fualidade superior
e vendem se em caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do que em ouira qualquer parte :
na ra da Cadea do Kecife n. 51, 1 andar.
L -
Vene-se pelo sru justo vnlor na rus da Ca-
deia do fecife n. 58, loja do Azulejo.__________

Cevada
do Lisbca e de superior qualidade : vende se ua
ra do Amoro) n. Si.
az scleiife ao public
em fferal desla proviii-
cia, e especialmente as pessoas que por fal-
ta dos mesmos deixaram de prover-se, que
ja se acham a disposicao de todos a' ra
Nova n. 21, onde se daro os esclarecimen-
tos precisos.
Acabam ebegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 22 cabneiro
viANNAum completo sortimento de ma-
cliinas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes eslo em exposigao no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade. e tambera ensina-se com peieifo
a todos os compradores. Es^as machinas
sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costu-
reiras diariamente, e a sua perfeigo tal
como da melbor costureira de Paris. Apre
sentan-se trabaihos executados pelas mes-1
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes._________________________________
Candido Alberto So-
dr da Motta & C.
com escriptorio e armazem na travessa da Madre
de Dos n. 14, lem para vender o seguint :
Cemento PorlUnd de 1* qualidade, o melbor que
tcm viudo ao mercado, barricas de 12 a U arro-
bas por 10*000.
Vnhos Bordeaos das segumtes qualidades .
St. Julin.
Fronsac.
Lormaot-
St. Emilion.
Marca us. *
Chateau do Boycherelle.
St Lamben.
Lalonbcre.
Duplessis.
Cauor.
Dearsesai. ...... .
Vinbo do Porto de qualidade muito cspea.l.
Az;ite doce refinado em caixas de 12 garrafas.
Fnmos de todas as qualidades, se encontrara
neste etabelecimerito em latas, rolos e fardos.
Papel do todas as qualidades propnos para ci-
garros._____________________
Vendem se as casas da ra do Progresso ns.
25 e 27 (na Soledade) : a tratar na ra da Soleda-
de n. 56.
a loja do Passo
Os requtssimos cortes de blondo de seda con
manta o eapelU para casamento, sendo nette ar-
tigo o que se pode desejar de melbor e mais mo-
derno, tambero chegaram'os cortes de seda de co-
res novidade, e outras umita* fazendas do gosto
que chegaram pelo ltimo vapor francez, s pan
a loja do Passo a ra do Crespo n. 7 A.________
Tamancos do Porto
' Vendem-se tamancos e chinellas do Porto pro-
pnos para a e-laeao invernosa, tamancos da trra
para homem o senbora, de superior quaJidade :
na ra da8enzala-nova n. 1. _____________
Aproveitem a occastdo
Vende-se lirre e desembaracada a taberna da
i na Augusta n. 1, e a armacao da fabrica de cha-
rutos do becco do Dique n. 7, fazendo-se **4o ne-
gocio, a prasoou a dinheiro, conformo se conven-
cionar : a tratar na mesma taberna.
Engenlio venda.
Vende-se o engenbo Conceico, ontr'ora Cian-
duba, distante da povnocao de Jaboatao tres toar-
los de legua, me com agua, o copoico, tem bs-
tanlo malta virgem, e de circunferencia legua e
meia de ierras, a dinkeiro e a prazo : a tratar no
lieeife, com o Sr. Barroca na ra da Cadea n. 4,
ou no mesmo enjjenho, com o seu proprietano.
Jos do Reg. D iotas Coutinho.______________
r. .
GAZ
Vende Joaqoim Jrs Ramos : na ra da Cruz
n. 8, Io andar.
Vende Joaquim Jos
. 8, 1" andar.
CAFE
Ramos: na ra d* Cruz
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Niclheroy.
Coico deposito em Pernambueo caes da alfan-
dega velba n. 2, 1 anda.
m m m
Chegon ao antigo deposito de Henry Foxsler 6
., ra do Imperador, um carregamento de na
de primeira qualidade; o qual se vende em partidas
e a retamo por menos preco do que .em outr qual-
qtier parte
Sal'do'Assu'
Vede-se a bordo do palhabote Emilia : a tra-
tar com S Leitao Irmaos ra da Madre de Dos
numero 1.
6 0R A
i
DA
IMPERATRIZ^60
DE ____- __
-__r _a_ T M _P T^
PJ lli j HSJ-H--B II m__T___- J___P^lL k-. P Jl II --i dHr_ei"raSessidade que se lr.es prometi vender por procos muito mais baratos do que
Neste crande estabeleSto onrSanToTspeitavel publico, um grande sortimento de tiendas, do ma.s apurado gosto assim com Je toda as u j ^ q ^^ Ag pessoag eg0C|am em meaw eswlta, nesu. Iqa
em outra quaiqu.r ?_. vito que&os novos socios des.a Br_. adop'taram o%ste_a de s vennderen, ***W^te^<^ Je oda ^ndas'se dio os livros das amostras, ou so mandara levar erabas casas, para melbor po-
nrmazem podero fazer os seus sorlimentos pelos mesraos precos que comprara as casas estrangeiras. Para ma.or ccmraod.dadff das Exmab. laminas.
GVSEMIRAS ESCOSSEZAS. 0 Pavo tem um grande sortimento dos'. Chegou um grande sortimento_ aas vui*
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs modernas poupelinas ou gorgurao de seJ
Casnbraii saisa
COM 8 PALMUS E LARGURA A 1:600,
2:000 a 2:500 RS.
Chegaram as rmissimas cambraias suissas
tranpar-ntes, sendo o que ha de mais uno
para vestidos o vende-se pelo barato preco
de 4(5000, 2($000 e 2*500 o metro, temi
tamben das mesmas, porm inglezas com
a mesma largura qiio se vendem a t(50C 0,
e t#280o metro, sendo apenas precisos des-
ta larga faienda para se fazer um vestido
4 ou 4 1/2 metros, pechincha,
SAIAS BORDADAS
Vende-se um bonito sortimento de saias
bordadas com 4 pannos, assim como ditas
j promptas, de lasinha, enesgadas com
bonitas barras bordadas a laa por precos
muito eui conta.
PANNO PARA SAIAS A 15000, 1*280 a
1,5(300 RS.
Venle-sc bonilas fazendas Jproprias para
saias sendo com bordados, a pregas a un
lado, dando a largara da fazenda o compri
ment da saia e vende-se pelo barato preco
de 1*000, 102SO a 1^600, cada metro sen-
do preciso apeoas 3 ou 3 1/2 metros para
cada saia pechinoha.
Colariahos.
Vende-se um bonito sortimento de cola-
nhos tanto do linho como de algodo pro
priospara hornera, assim comotambem um
bonito sortimento dos mesmos para meninos
a senhoras e todos vendem-se por preco
muito barato.
CHALES OE MOZAMBIQUE A 1:280 RS.
V-mde-se urna grande quantidade de cha-
las de mocambiqoe, com padroes escossezes,
sendo muito grandes e levesinhos pelo ba-
rato preco de 1J0, cada nm grande
gecbincha por se ter feito urna grande
compra.
t* naos e easemlra pretas.
O Prvo vende grande porco de pannos
pretos do mais baixo t o mais fino, por
preco que admira, assim como um grade
sortimento da casemiras pretas para calcas
que se vende por preco mais barato do que
em outra qualquer parta.
GORGURAO PRETO.
"Vende-sa o melbor g*igor3o de seda
preta para cohetea e vestidos, sendo nesfe
enero o melhor qm tem vindo ao mercado,
ais baratada fKB-e_ outra qualquer parte.
vestidos brawe^ a 199 rs.
O Pavo vende flnisaimos cortes de ves
idos de cambraia Wanca, ricamente borda-
bas e com mita aienda peto barato preco
O Pavao tem bonicas casemiras escosse-
zas com quadros grados o muidos e outras
lisas com listras^o lado, sendo fazendo
muito lina que se vende mais barato, por
haver grande porco.
GANGAS D3 LINHO.
Vende-se ganga de linho com quadrinhos
muito boa faz^ndi para roupas de homens
o meninos pelo barato preco de G00 rs. o
covado.
PECHINCHA EM PANNO PRETO A 2400,
O Pa To vende superior panno pre to fino
para palitots, calcas cohetes etc., pelo ba-
ralissimo preco de 2(51''0 o covado.
CORTES DE CASE \1IRA PRETA A 4:500,
O Pavo tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeita-ias pelo barato preco
de 4#500 rs. o cort,
PEQAS DE MADAPOLO A 3500.
O Pavo vende pessas do muito bom
madapolo, lendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 3?500.
PECHINCHA EM ALGODO A iOOO RS.
O Pavo est vendendo pecas de algodo-
sinho francez, tendo 4 pajinos de largura e
com 11 metros cada peca, palo barato pre-
de 4#000 rs.
CAMBKA1AS BRANCAS A 45000, A PECA.
S o Pavo vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais do vara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a 7-5 e 8$000, liqui-
da-se pelo barato preco de 4fj000.
ALPACAS BRILHANTES A 1^000 E 800 RS.
0 Pavo tem o mais bello sortimento de
alpacas lavradas, com as cores mais deli-
cadas que tem vindo ao mercado e tendo
bastante largura, vendem-se pe) barato
prtco de l->000 e 800 rs. o covado.
Coaaa palmas de seda a i-SOOO.
Para o Pavo chegou um tico sorlimen-
,o das mais bonitas lasinhas com palmas
de seda toado de todas as cores e padrees,
sendo fazenda bastante larga e vende-se a
16000 o covado.
lio upa para escravos.
0 Pavo vende um bonito sorimento de
roupas para escravos.
AS POUPELINAS DO PAVAO A 300 RS.
Chegaram as mais lindas pvmpahna de
13a cou> imiuco de poupelinas de seda, urna
fazenda muito leve, com as maii kaaa *o-
res, eodo : verde, Bismarck. rftxa, atol,
Iyrio, ctozeoto, perola#fc. elc" ft vende-se
pelo baratissimo preco da COOrs. o covado.
mesas, almofadas etc.* proprios para co-e linho, com os mais elegantes padroesque.
br ir presntese vende-se mais barato do? tem vindo a este mercado: sendo muljaSj
que em outra qualquer parte. e gradas, tanto em cortes para vestidos)
Algodo entestado. como para vender em covados, assim como
Vendaje urna grande porco de algodo 'nm bonito sortimento das ma,s bo",ta^ Jf*
siubo americano com8 palmos de largura,,das hstradas, que se vende tudo muito
proprio para lences e toalhas, tendo liso e era conta. -
trancado, que se vende por preco muito em iierln de eordao.
conta. Vende-se merino prelo de cordo, pro-
. PANNO DE LINHO. : prios para ca[cas, palitots e cohetes, polo
Chegou um sortimento de pecas de pan-! baratissima preco de 1^000 o covado.
5! CRETONES COM 10 PALMOS DE LARGURA A
2S0OO RS.
0 Pavoo tem urna nova remessa da mui,:
to acreditada cretone, propria para lences
tendo 10 palmos de largura, dando na lar-
gura o comprimento do lencol e vende-se
pelo barato preco de 20000 o metro, sendo
preciso apenas para um lencol um metro e
urna quarta ou metro e meio.
Chapeos a 15000.
Chapeos a 10000,
Chapeos a 1*000.
S o Pavo vende bonitos chapeos de
todas as cores p*ra homens e n eninos com
a forma mais moderna que ltimamente
tem chegado, pelo barato preco de 10000,
cada um, por terem chegado com um pe-
queo loque de avaria, grande pechincha.
FECHIMCHA
PAVO A 4(5500 RS.
loja do
no de linho do Porto, qua se
7lU rs. at 1000 a vara, garantindosa
que em fazenda de lin&o nao ha nada melhor
nem mais proprio para lences e toalhas.
PECHINCHA EM CHAPEOS DE SOL.
Chegou um grande sortimento dos me-
lhores chapeos de sol de seda, inglozes
sendo neste artigo o meloor qu tem vindo
ao mercado, assim como ama grande por-
co de ditos de alpacas de todas as coras
e todos se vendem por precos muito ra-
zoaveis por haver grande porco.
OS BALfiES DO PAVO A 200P,
Chegou um grande sortimento da bales
ou crinolinas do feitio mais moderno, muito
proprios para vestidos enesgedos, que se
vende pelo baratissimo preca de 20000 rs.
cada um, grande pechincba.
CRETONES MATIZADOS PARA VESTIDOS A 640
E 800 ItS
Para o Pavo chegaram' os mais bonitos
crotones escures matizados, proprios para
vestidos, roupo, chambres etc. qne se
vendem 800 rs. o covado. assim como o
mesma fazenda com padroes claros proprios
para vestidos e roupas de meninos a 640
rs. o covado, sendo os padres mais mo-
dernos que tem vindo ao marcado.
OS SETINS PO PAVO
Vende-se os mais bonitos satina de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Eucootra respeiiavel publico neste es-
tabeleeimen'o um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejara cassas france-
zas e inglezas, chitas pretaa de todas as
qualidades, fazendas de 13a da toda* que
tem viudo, proprias para luto, sendo rias-
nhas alpacas lavradas a lisas^oantao, bom
basinas. merinos, etc. qua do se vende
por preco barato.
i constantemente abe
5>aa\ \ Qnaaassaa
Grosdenapfes.
Sedas pretas lavradas.
Fazendas pretas dela.
Para o Pavo chegou um grande sorti-
mento de grosdenaples pretos de pura seda
que se vendem de 10300 rs. o covado at
50 e 60000 ; sedas pretas lavradas de dif-
ferentes procos e qualidades, lisinhas pre-
tas, alpacas bombasinas, canles etc. etc.
assim como uin grande sortimenio de pan-
nos protos finos e casemiras pretas de todos
os precos e qualidades que se vende muito
mais barato do que em ouira qualquer
parte.
NOVAS POUPELINAS A 400 RS, O COVADO
O Pavo vende um grande sortimento
das mais bonitas poupelinas com listrinhas
de todas as cores e com lustre imitaco
de seda, facilitando esta bonita fazenda a
fazer-se um bom vestidj de muita fantasa
por pouco dinheiro, isto por ter-se feito
urna grande compra e vende-se a 100 rs.
o covado.
ROUPAS PARA HQMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'e3te grande estabelicimento encontrar
o respeiiavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos a sobrecasacos de
panno preto e cazemira, calcas o coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do qua em outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento do ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
EM CAMISAS DO PAVO A
Vende-se um bonito sortimento de muito (timento de meias cruas.
finas e modernas camisas inglezas com pei- J#Trt
to e coharinhos de linho e punhos, pelo, JtOUpa P0r nuJulua.
baratissimo preco de 405001 rs^ Ja una | Na dj pav-o manda.se fazcr qualquer
e aos freguezes qua comprarem uzas se d do f a 0
loe far um abat.mento, garant.ndo-se que l ^^ responsabelisan-
fazenda que vala mu.to ma.s dmheiro, d do estabelicimento por qual-
Hqoda-M por este preco por se ter feito f ,, quer w de.
urna grande compra: assim como se vendeijj^
quer ralla qua possa haver, quer por
rSflbra, quer por qualquer defeito na obra;
um bonito sortimento de ditas tambera com "n
pHto de nbo bordadas e ditas de algodo
para todos os precos.
BRAMANTE PABA LENCES A 4000, COM JO
PALMAS DE LABGUBA.
O PavSo venda superior bramante da al*
godo tendo 10 palmos de largura, cuja lar-
gura 'd para o eomprimento do lencol.
sendo preciso para cada um, sendo cama de
soRerre, 1/te para casal 1 1/2 metro,
pechincba.
i para isto ncootra o respeiiavel publico
um grande sortimento de todas as fazendas.
que desejar.
BRAMANTE A 1809.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lences, dan-
tfo a largura d'esta boa fazenda o compri-
mento do lencol, sendo preciso para cada,
um apenas 1 e 1/2 metros ou 1 e 1/4 pe-
chincba palo preco.
ALPACAS LAVRADAS A 6'i0, 800 E
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, que
se vendem a 10, 800 a 640 res o covado,
assim como um grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
CELEZAS E BRETANHAS.
Vendem-se as mais finas celezias de
linho puro ou pessas com 28 metros, assim
como, inissimas bretanhas de linho com
5 varas, por precos que fazem admirar
em relacco qualidade.
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilho, tranca e setim preto
tendo de todos os modellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-se por precos
muito razoaveis.
ORGANDY COM SALPICO.
Chegaram.os mais ricos orgaodys deco
res com salpicos o mais bonito que tem
vindo para vestido, que se vende a 10280,
o metro, ditos brancos muito finos com
listras largas a 10000.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
lhores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 30500 peca at a mais
fina que vem ao mercado.
ESPARTILHOS A 55000.
Vende-se um bonito sort'mento dos me-
lhores e mais modernos espartilhos lendo
do barato prd?o do 50000 al 8000.
CHITAS FINAS DE 320 A 500 RS.
Vende-se o mais elegante sortimento das
mais modernas e bonitas chitas tanio mu-
das como gradas, com cores claras a es-
curas, dando-se de todas amostras.
FUSTES BRaNCOS A 640, 800 E ItfOO.
Vende-se muito bonitos fustoes brancos,
muito flexivel proprios para vertidos de
Sras e roupa para menmos e vende-se
a 640, 800 e 10*30 rs. o covado.
Caauaa a
n Pavo asta vendando bom*s cassas de
cares fixas a 240, 280 a 300 rs..a,W*to.
'
V


Il II I I II '! I IIH
Diario de PemtfSn&^ & Terija (eir 2fr
A QUARESMA
LOJA DO TRIMPHO
7-=Rua
do Queimado-
DE
< i
BENTO MACHADO & C,
A AGUIA NEGRA animada com o bom accolhimento que teve em seas annun-
eios, vem novo participar a seas freguezes que, acaba de receber um variado sorli-
mento de objectos de gosto os q&aes serao vendidos por precos muito razoaveis, pois
quaado fes os seos primeiros anuncios, foi o que assegurot, e sem mdo de errar,
porque como j disse osla interesses ligada a urna casa importadoradesta praca, e
jwr isso poder ter tudo especial e vender por presos admiraveis.Chama pois a atten
6io de seas freguezes para os arttgos possa descrever :_*
Livros com o tampo de marfim, madre- Um variado sortiments de charuteiras (
jeroia e tartaruga, proprios para missa. palliteiros de porcelana,
Garafmhas vazias propria* para presentes
coasa de gosto.

Iadispensaveis ie palinha e de couro pro-:
prios para senboras e .meninas trazer nos
Hra$os.
Binculos de madreperola, marfim e tar-
tara?a todos esmaltados.
Cintos largos de setita, cousa inteiramen- *
4 nova. ilica'
Tentos para voltarete.
Bengallas coa marfim cousa especial.
Sabonetes de alcatrSo.
Cofres de folhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-

fitas de sarja de todas as cores e larga- Talagorce parabordar.
is para lacos. Um completo sortimento de enfeites de
Toacas, sapatinhos meias de seda e mais seda para vestido.
Mrteftces para baptisados. perfumaras de todos os autores os mais
Fitas cora tnscripcoes propnas para boa- acreditados em oxtractos, pomadas e leos
raet de noiva, e Analmente outros muitos objectos que na"o
Ricos vasos com p do arroz. possivel mencionar ; mas com a vista se
Um variado sortimente do jarros de por- certiflcaro do sortimento deste estabele-
flana. cimento.
Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
mm

mm\u k bastos.
Cliegou pelo ultimo vapor da Europa o mais bello sortimento de faiendas prctas
mcoo sejam : /
Grosienapls pretos de todas as larguras e qualidades. .
Gorgorao preto para vestidos, o que tero, yindo de mais superior nesta fazena.i.
Pequin da China, de seda pura preto com lislras de sctim o que ha de mais moderno
cm fazenda .preta para vestidos.
Mantllhas brasileiras de renda de sedi preta o que tem vindo de mas moderno a
este mercado.
Meterniques de croch preto com ricos lacos de setiq|* de madillo completamonte
novo.
Casacosde croch pretos, compridoscom granJeroia e de regaco que finge segunda
saia sobre o vestido.
Ricas mantas pretas para cabera de senhoras.
Um grande sortimento de fil preto de seda com flores, neste mesnio estabeleci-
mento tambem ha um grande* sortimento de poupelinas de ricos gestos, sedas lisas de
lindas cores, saias bordadas, Qnas para senhoras, luvas de Joavin d todas as c- res
para bomens ef1 senhoras, grande sortimento de cortinados bordados para c*ma e jan-lias,
tape'es para sof, camas, pianos, janellas, e grande sortimento das afamadas esteiras
da India para forrar salas, so existe na ra do Queimadon. 7.
Loja do Triumpho.
TOALHAS E SUDDL
Chegou a loja de Paredes Porto, a ra da Imperatriz o. 52, (Porta Larga) um bo-
nito sorlimento^de loalhas de linho para mesa, assim como os competentes guardanapos
que se vendemTa precotiaixo."
PAREDES PORTO vende lasinhas a 240 o covado, fazenda Je .'iOOrs, para acbar
na ra da Imperatriz n. 52.
PAREDES PORTO vende algodao com pequeo toque de avaria a 3i>GO e 4)5000,
a peca, ra da Imperatriz n. 52.
PAREDES PORTO vende chita preta para luto a IGO"rs. o covado na ra da Im
peratriz n. S. Porta larga.
CHALBS
Vende-se chales preto de merino a 3KK)0 fazenda superior, na ra da Imperatriz.
PAREDES PORTO vende meias para senhoras a 20500 a duzia p r ter um peque-
no mofo, na ra da Imperatriz n. 52 porta larga.
PAREDES PORTO vende cortes de caifa de casemira preta a .o,$500 e 4#000.
PAREDES PORTO tem para vender panno preto superior e casemiras de cores e
pretas que vende por prcos commodos.
CHALES, GRANDE PECHINCIIA.
Chegou a loja da ra Imperatriz o. 52 de Paredes Porto um bonito sortimento de
chales chinezes faeendas muito boas para senhoras trazerem em casa, est vendendo
por 5->000, esto acabando-se na
Loja do Leao.
Milho novo chegado
da America.
Jilale nhimn e PrctcrraUTa, abMluUBeoto i nica Me cura um oenhum additio. Veiide.
^ IMB, ommmm auaaau, t
Jos Mara Palmeira tem para vender em
sen escriptorio no largo do Corpo Santo d. 4, 1
andar.
ViDtio Bordeaux ITno, caixa de 1-2 garrafas.
Aze te doce, dem dem.
Lona de i* qualidade, da Rnssia.
Urinte?, dem idem.
Brins, idem dem.
Estampas de Santos em auadnahos.
Pianos de excellentcs vozes.
Fio d8 vella.
Enxofre.
Salitre.
Cemento Portland.
Dito Romano.
Vellas stearinas (spermacete).
Pelles de carneir .
Estpa para fardos de algodio.
Ch Hysson l*,qualidade.
Oleo de linhaoa.
| Laa barriguda.
Canella da India.
Kai-dos de fumo em folha, (so se veude do 28 ar-
dos para cima.
Divertimento.
Acha-se i venda um grande sortimento de folhe.
os, sendo Magalona, Porrina, Joao de Calais, Vic-
tima da inquisiejio, Malicia das mnlberes e outras
muit?- muitas que nao so enumeran* por nao alon-
gar o arinuni'io na ra do Imperador n. 1 ">, de-,
fronte de S. Franciscr.
Vende-se urna escrava de trinta tantos an-
nos, sendo sadia, faz todo o servico darij de urna
casa; lratar-se na ra Augusta n. 92.
Vendem se saceos com milho da melhor anata*
dade, e ltimamente descarregado : no armazetn
de farinha do caes 22 de Novembro, por baixo do
fa bnete Portngnez.
OURlVES.
Na offein de ourives, na ra d Penlia ven-
de-se urna taboleta e urnas 200 peca? de obras
miudas de prata, e tambem vendem-so aiguns fer-
ros para trabalho de ourives : a tratar na mesraa
offieina
Cal nova de Lisboa
deacarrefada hoje do patacho Mara ; e vende
Joafluim Jos Ramos, na ra da Cruz n. 8, pri-
rceiro andar.
Vndese a casa terrea n. ti, sita em Olinda,
por detraz do Amparo, junto ao sobrado do falleci-
do commendador Figueroa, com quatro quartos,
corredor ao meio e bom quintal, slo proprio :
tratar na ra da CadOa do Iteeife, sobrado n. S.
Aviso aos fumantes.
Charutos da Baha.
Cigarros de S. Panto.
Fumo caporal iCivette. >
Papel Job.
LIVRARIA FRANCEZA.
F nmito barato. Farinha de mandioca
Da-sc por 300^000 nm avallo caslanio foveiro, Vende se de superior qnalidada, no escriptorio
gordo, manso, proprio para senhora, anda o me- de Joaquim Rodrigues Tavare-de Mello, largo do
Ih or que poftvl de passo, mu conhecido nesta Oorpo Santo a. i7 ou no trapiche do Gunha, For-
eidade por muito bom : roa da Reda o. 59t te do Mallos.
Dcordeiro prevident
lina do Qnetmdo o. I.
Hovo e variado sortimento de perfumaru
finas, e oulros objecin.
Alem do completo sortimento de pw
manas, de que efedivamente est provm.
loja dqCordeiro'Previdente, ella acab;.
receber m outro sortimepto que se tu
aotavel pela variedade de objectos, supu.*.,
iade, qbalidades e commodidades de c
?os; assim, pois, oCordeiroPrevidente p
e esjjera coninaar a merecer a ap;
do respeita^pl publico em gerai e de
boa freguezia em particular, nao g
ando elle de sua bem conhecidamansid.
d barateza. Em dita loja encontrar
tpreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman
Dita de Cologne ingleza, americana, fr?
eza, todas dos melhores e mais acreditad-
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toet.
Elixir odontalgico para conservaclo
isseio da bocea.
Cosmetiques do superior qualidade e che
os agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, co
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparem
i outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavelh*
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extradlb d'oleo de superior qualidai
om escolhidos cheiros, em frascos de difli
i*entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menon
para maos.
Ditos transparentes, redondos o efc fig
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb
Caixinhas cqm bonitos sabonetes imitan
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo I
oas perfumaras, muito propri para pr
entes.
Ditas de papeio igualmentAonitas,
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e *
moldes novos e elegantes, com pe arrt
8 boneca.
Opiata ingleza e franceza para dente.
Pos de camphora e outras differeau
jnalidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mili coques.
Um outro sortimento de coques de m
os e bonitos moldes com filets de vidrilbi
e aiguns d'elles ornados de flores e fits
ast2o todos expostos apreciaclo de que
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicjlo.
Flvellas e fitas para cintoi.
Bello e variado sortimento de taes ob;*i
tos, ficando a boa escolha ao gosto do coi
prador.
150^000
Fogio o engenh l n, fn gaezia tta id-
eada, o pret M .mi mai
iu menos, estiiura rt*polr. .wgao\5, i-3H-}a* li-
na, pe pequen >s, pmica bib, muito !aHnter
lem falla de um petlan .< nina das iirclbas d.. U-
do de cima, amia se'mpre com o rliapo tambado
lra es?e ladu para enobrir a falta do pedaib da
tita oniha, de ve estar acoutaiin em uta Jugar'cha-
madii Tira ih Paca, eni cunflns da Estada < lont-
t", fin nm liifar qnasi diserto, com urna cronla.
'orra preii, gurda, e nant ehaiu, con qu o-
mi smo^intn fngo, de>CoSa-e e.Mar no Ingar
ariroa por dita negra ter ah m irmao ; roga-se
IHiruntii a- atitoridades pi'liL'iars e ai>s ^ethore^
rtpiM d*1 campo a raptara de dito eserav, e o
iHiiidDSMn a. dito engenho cima," oa a t-niregar
nu Rerife < Srs. Rrdripues Almpda St C. a
H>ireita do Rosario n. 47 ao voltar para o paleo
o t.arnio, (|i)e srr recompensado com a quantia
'le - Auseniwu- e a p. no de dons ineies de eaft
de sen senbor a ererava pr.'ia fula de n&mn Maria,
com ptu d; 50 annos de dade, alta.g.-rda, mni-
to roiTisia, fi escrava doSr Br. Amaro, consta
qa>' anua ueMa cidade o tem sido vi>ta no baim
da Boa-vista e em S. Jo- com tsbolfiro na ea-
bi?a : qiiemaapprrhfiidere delta pod<^r dar no-
ticia oxact, dirija se ao pateo de S. Pedro D. U,
quesei gratificado.
Fuaio do engenho Camaragiho na freguWia
de Serinliaprn pertencentis a Gaspar Maoricio
Wanderley os escravos seguiates : Samuel fric-
lo baixo. grnco, nariz chato, diz ser da Cesta por
ter sido c. mpradn pequeo, J(,ao Caboculo de ida-
de trinta e lanos annos, ps chal s, ventas arre-
stadas, estatura baixa, cor fcixaJa, ponca barba
e esta na pona do quexo, F.lippe mulato de ida-
de de 16 anuos pouco mais d men a, baixo, cros-
so. sem dt-fi'ito algum, teve Liaos em pequeBo, po-
rra pouco apparece ; por isso pede se as autori-
dades polo-iaes e cipiiaes de camp > a captura do
mesinos e lvalo no mesmo engenho pu ua rna
da Mucila n. 5, 2* andar escriptorio de Manoet At-
ves Ferreira A C. que serao rratiticados.
Vndese um mninbo de moer caf junto com
o torrador, por preco commodo : a tratar na ra
da Glora n. 95.
ESCRAVOS FGIDOS.
Continuam fgidas, a> escravas pardas, de no-
rae Mara e Anna, que se auseotaram em 14 de
Janeiro ultimo, da casa de spti genitor na'povoa
5o do Montero, A prmera de 2o de idade,
pouco mais ou menos, estatura baixa-, grossa do
corpo, naris chato, cara larga lo-ta estreta, e
beic<)s linos, cabi-llo carauinhado. Anna de 16
annos da idade, estatura regular, cabellos cachea-
dos, que usa levantar na frente, nariz chalo, cara
larga, testa estrela. cor paluda, um pouco snrda
do ouvido direito ; levaran) ambas vestidos bran-
809, e cosiumam andar calcadas Devem estar
acoitadas, e desdo j protestase proceder com
todo o rigor da le, contra quem as houver homi-
siado. Quem as apprehender, ou der noticia no
largo do Corpo Santo n. 10, ser bem recompen-
sado.________________
Anda fgido desdo 26 do fevereiro prxi-
mo passado o escravo Joao, preto, ostatura baixa,
todo picado de bexigas pelo rosioe falta de den
tes : levou vestido camisa branca, e levou mais
outra de riscado de lisias. Quem o pegar leve-o a
praca da independencia loja de Porto & Bastos,
que ser recompensado.
Fufio do eogenhu Boa vista, na c marcad
Camaragire, provincia das Alagoas, o escravo Ni-
colao, de idave 34 anuos, altura regular, grosst
do corpo, andar baraeiro. tem falta de dentes na
trente, rusto largo, barbado, cosluma as vezes a-
zer toda a barba, tem urna ccatrie na testa, e o
ps grossos ; este escravo anda fgido desdn t> dia
16 do Janeiro do crreme anno : ruga se portanto
s autoridades polcaes e bqs capii-s de campo a
apprehensao d-sse escravo, a entregar no enge-
nno cima mencionado, ou nesla praca ra do
Vicario n. 12, ou travessa do Corpo Santo t. 25,
l" andar, que s gratificar geneross nenie.
Fugio un da 26 de fevereiro, pela 2' vez, a
escrava crioula de neme Belzaria que repnesenta
ter 40 annos, estatura baixa, com grode falta de
dentes c com nina sicatriz do queimadura no bra-
go direito. leudo levado dous chales, sendo nm
verdee outro listado deazul e hrano; quero
a captura^ sirvas? leva la a Ponte de choa
sitio de Joao Jos Rodrigues Menes, ou a ra
da Madre de-Deus n. 28, qu ser generosamente
recompensado.
Fugio do engenho Minh> cas, da comarca d
Santo Antao, no da 20 de junho do anno passado,
o escravo de nome Francelino, representa cr 3a
annos de dade, com os sgnaes seguintes cor
preta, baixo, corpo reforcado, cara larga, bastante
rarbado, olhos pequeos, nariz muito ; fi ado, boc^
ca regular, dentes curtos e limados, muito prosis-
ta e andar apres>ado ; consta andar pelos subur-
bios da cidade de Olinda, engenho Fragoso, Catn-
c, Beberibe ou Apipacos, tcoolado por oaqnim
Jos'de Sart'Anna, sen irmro liberto, n qual tero
em sua ompanhia urna cal) clh. e filhns d*mes-
ma, e por ooiro irmo de nomo Jos Bagoi?, que
o conduztu para os lugares cima inndicados,
alem de um outro sojo de nome los Zacbanas
da Silva, coBbecido por Jote l'aje, por ter vind
daquella comarca.' Roga-se s autoridades c ca-
piles de campo que o apprehendam e o leven; ;.
ra do angel n. 17, ou no engenho Mmhncas, a
entregar a sen se.nhor Joao Correia de Queircz
Mnnteiro, que serao generosamente gratificados.
Fugio do tngeeliu Cedro, freguezia do Cubo,
hoje 21 de margo, o escravo cabra, de nome An-
tonio, altura regular, rorpulenti, espadando, bar-
ba nova, todos os dentes, porm limado-, cabellos
carapinlios, olhos grandes, nariz grueso, bocea re-
gular, pese pernas bemTetas, tem la'la macia t-
olh. r baixo, filho de Pianc da Parah\ba do Nor-
te, e foi escravo d) Sr. J-s Mreira de Oli*Bira,
pai do reverendo padre Saturnino ; leven uro ca-
vallo rodado rxo, inteirn o gordo, ura acco de
couro com roupa e urna rdde : gratifica--e bem a
quem o levar aq referida engenho, ou ra' da
Praia n. 59, 3* andar.
Fugio do enpenho Tapera, ire.^uezi.i do Ja-
boatao, no dia 20 do corrente, o escravo Joaquim
que tem os signaes seguintes : boa flgnra, bern
preto, 30 annjs mais ou menos, sem barba, ape-
nas com alpuns cabellinhos no quexo. fUta du
dente na frente, baixo, grosso, ps pequeno-i i
cavados, tem urna cicatriz de um talho de ma-
chado no dedo grande de um dos ps, rosto e ca-
bega um pouco comprida, ventas grandes, por
tomar rap, devo vestir pale.tot preto, calca pre-
ta ou brauca, chapeo de bati sinzento, e secut?
o eaminho de Guyana, de onde foi, e onde dei-
xou a mulht r ( forra ) no lugar a que rhamam
Pontinha. Quem o pegar e tmuxer a sen s?nncr
em dito engenho ser bem gralitloado.
LISTA GERAL
141.
2.
DOS PREMIOS DA PARTE DAS LOTERAS COiNCEDIDAS POR LE PROVINCUL N. 481, A BEx\EFIClO DA MATRIZ DE AGUA PRETA, EXTRVHIDA EM 28 DE MARCO DE 1870.
S. PfiEMS. Nh PREMS, SN. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. S. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
i 400* 181 64 390 6/ 577 64 758 64 941 6* 1107 0* 1307 6* 1501 64 1688 6* 1860 6* 2048 64 2234 104 2465 64 2587 Gi 2803 64 950 6J 3115 64 3288 64 3434 64 104 1004 4
G 6* 86 98 81 65 42 13 8 3 91 65 52 35 64 .13 92 14 81 40| 18 93 36
9 91 401 87 66 47 104 1.) z II 1 95 72 70 43 14 96 15 55 64 19 95 37 39 41
11 98 2 88 69 40* 49 6* lo 10 1 95 75 71 52 17 __ ?603 16 60 20 104 64 98 -
23 209 3 90 71 6* 55 28 15 - 8 97 98 -p 82 ->- 79 53 20 _ 16 21 mmt 03 2f 3300
2i 10* 10 ' 8 96 82 56 104 29 19 15 86 -i 83 56 22 1 20 24 __ 65 24 2 44 "
2G 61 17 10 20* 98 98 59 6* 30 . 22 19 1VU3 92 84 ' 57 :t9 _ 22 26 _^ 73 _ 28 3 45
30 2o 14 6# 99 804 60 31 2i 23 b 95 85 65 40 ^ 27 30 - 77 34 U 47
40 i 26 - 16 602 10 , 62 34 28 29 9 96 86 68 41 __ 28 32 __ 84 f. 45 20 f
40 ^ 39 19 3 19 63 42 29 37 30 1901 97 :^70 43 __ 57 .^ 34 -i 93, 46 - 26 401 53 _
47 _ 51 24 4 25 05 50 36 - 38 41 2 98 75 44 __ W _ 36 96 5! 27 64 56 _
52 ^^ 53 _ 27 7 26 5 66, 10* 52 37 41 43 6 2100 86 204 46 60 42 3001 54 28 57 _
56 b^ 5o _ 31 12 28 07 6* 54 41 104 45 46 9 1 95 6* 84 61 43 6 _ 58 ^_ 29 77 20*
Ci 59 38 14 30 60 10* 59 . 43 6* 51 48 11 4 2809 61 67 46 7 59 ^_ 35 204 78 84
6o m| 64 __ 41 II 37 70 64 61 57 62 49 14 15 25 10 64 79 _ 53 14 __ 64 amam 36 64 80
66 MB 69 __ 44 _ 16 38 74 70 59 69 l 34 14 66 82 _ 55 16 ^_ 68 ^_ 37 87
C8 __ 71 MM 49 20* 82 - 40 77 79 60 70 b2 18 39 18 __ 70 84 _ 57 17 _^ 9 mtmj 43 96
76 7o __ 59 61 ' 31 41 82 86 63 72 56 32 40 24 81 1 86 . i. 62 19 74 ^ 47 99 .
78 1 87 --- 62 43 44 86 87 78 75 58 34 41 29 87 93 __ 64 26 90 104 49 _ 3501 ,,
80 92 71 04 45 45 88 93 11 83 79 61 37 43 ; 31 89 95 _ 67 29 95 64 59 _ 3 ,
81 10# 300 -- 74 64 46 47 ^ 91 96 1400 L 93 100* 64 38 44 34 90 2705 _ 9 Um 34 .i 3205 60 ^_ 4 J^
8U 10* 3 76 48 48 92 1200 5 _ 1600 64 74 43 49 38 91 12 mm 71 --- 36 , 6 63 ^_ 6 ^_^
W) 6* 8 82 59 _ 50 94 2 22 9 75 j 50 55 - 39 97 17 lOf 76 --- 38 , i T- 69 __ 8 -j
1*3 12 85 63 __ 53 97 7 29 10* 11 76 52 59 43 98 24 64 0 --- 39 . 71 _ 16 wm
101 13 - 86 ^^ 68 ^ 56 1007 20 30 6* 14 77 57 900* 64 44 _ 2503 33 85 --- 40 ' 18 __ 73 12 m
8 17 >88 93 _ 73 59 _. 9 22 -4 31 15 78 59 64 73 . 50 _ 8 34 86 44 _ 21 mm* 78 16
9 19 5:9004 80 64 16 - 16 36 _ 24 79 61 77 51 12 36 88 47 mil 23 81 22
10 23 96 64 89 , 70 __ 27 32 _ 37 __ 35 87 404 63 80 62 __ 21 37 89 53 _ 18 _ 82 17 ^^
!? 25 97 91 _ 80 _M 30 *mi 40 40 _ 36 88 64 69 - 81 53 23 - 38 93 56 ... 38 --, 84 36 *. *
33 87 201 98 ^m 99 H 82 _ 31 48 41 40 1800 76 85 -r 57 23 52 2901 _ 61 _ 43 88 38 ^^
56 29 6* 501 701 _ 85 --- 33 m 50 **" 62 41 2 80 86 58 % 204 65 20* 5 __ 63 M 46 --- 91 50 .^
66 33 m 4 * 16 . 87 --- 41 6* 52 67 - 43 7 81 89 67 4 68 64 6 __ 70 --- 49 93 20 51 ^^
62 34 6* 9 18 " 88 42 56 -t 80 44 19 82 104 91 76 30 75 9 _ 71 --- 5 96 61 _
63 41 14 --- 24 __ 96 43 _ 60 - 69 45 10| 20 83 t 93 '77 32 79 _2. 14 mm0m 82 -- 57 3400 62
6i 42 2G 30 6 2* 48 rO* 6,2 70 ^ .46 6* 24 94 2204 80 36 80 18 ,__ 84 89 4 8* 64 _
Z r- w 27 32 901 6* 54 * 63 74 55 4 27 96 Jtt 85 44 86 22 87 61 11 67
66 _ 96 m, n - 36 2 64 64 _H 77 61 28 200S 16 86 60 87 24 --- 96 -r 65 12 -* 10 "?
67 62 46 _! 38 15 W 83 -* 7 _ 72 30 '5 17 89 61 89 30 -- 91 70 -- 16 71
70 'Jm 67 _ C8 M 23 MU i*l 93 "W> 74 *M W# l] 3. 92 74 96 i 32 -- 92 71 JJ 18 M 76
71 _. '*" _ 63 42 24 6*) 83 _ 95 1 i 76 -f 35 6* 24 ^T 94 1 77 '87 35 I 94 76 20 86
s _. 62 ^ 67 m 44 26 !88 W _ 91 4 81 46 -1 31 22 400 79 98 1 310 80 "t 22 91
84 _ 68 64 4o 36, -- M 1903 r 96 - 84 4 1 ~ 38 24 2 10* 64 99 10* 8 11 s 29 _l 9!T
78 89 76 104 46 --- 37 1105 5 96 85 .56 47 --- 29 " 4 4 86 2802 16 6* U ik W




a
Diario de Pernambuo Terqa feira 2 de Mar OHERATRA.
DliCRETO MODIFICANDO AS LETTRAS APOSTO"
LIGASINTEH MVTIPI.ICESDE 7 DE NO-
TEMBRO DE 1860, E QUE FOI COSIMONICADO
AOSPADRES DO CONCILIO NA ai^CONGREGA-
CO.
Pelas letras apostlicas de 27 de novem-
bro do anno passado, comecaudo por estas
palavras : Multplices nter, o soberano Pon-
tfice determinou a ordera geral que'devc
c'iservar-se na celebradlo do concilio, e
deu em particular certas regras formaes,
oncernentes maneira porque os padre?
tl'vem discutir.
Mas boje o nosso muito Santo Padre, de-
sbando acancir mais fcilmente o Qm que
se propoe, e tendo em conta os pedidos
que llie tem sido muitas vezes dirigidos
pela maior parte dos padres do concilio,
sobre que as discusses conciliares cami-
rihavam mais vagarosamente do que era de
razio, resolveu, na sua solicitude aposto-
l.ca, dar algumas regras particulares acerca
das discusses das congregafes geraes;
regras'que. maniendo sempre a ordem
gecal precedentemente eslabelecda, e con-
servando a inteira Iiberdade das discusses
que convm aos bisposda igreja calboca,
.ermliiriam, fias discusses e as delibera-
pes, o examinar as questes a tratar de
urna maneira mais- expeditiva e coro-
plela.
E' isto porque, teido-celebradoconsclho
cjiu os cardeaes presidentes das congrega-
res geraes, e tendo alm disto tomado o
parecer dos padres da congregaco particu-
lar, instituida para receber e examinar as
proposlas dos bispos, o nosso muito Santo
padre ordenan que se pubKcariam o se
observariam as disposices seguintes :
i* Tendo sido destribuido o sehema aos
padres do concilio, os cardeaes presidentes
das congregacoes geraes fixaro um tempo
conveniente, no qnal os padres, qqe creiam
dever fazer algumas .observacoes eerca do
sehema, devero entrega-las por escriplo.
2.a As observarles devero ser escriptas
na ordem seguiute : ao. escripto contera pri-
meiro as que concernem, o sehema. conside-
rado naseu conjuncto ; depois as--roavasrl
cada urna das partes 'osdiema, desig-
nada* pelos presidentes, guardando a raesraa
ordem que o sclienw.
3.a Aquelles dos padres que creiam-dever
'""" Observacoes, seja sobre es ter-
mos, sejam sobre os. paragraplws do sehema
i.roposto, apresenVato uma.nova formula
destes termos oodestes paragraphos, para
ser substituida so Jugar da que se ama-no
primeiro schstw*
1.a As observacoes escriptas desta ma-
neira pelos.padres do concilio, e munidas
da sua propria assignatura, serlo entregues
ao secretario do concilio e transmitidas
pelo-seas cuidados s comnussoes-respec-
tivas do9 bispos.
K Logo que as observares desta sorte
teniam sido desenvolvidas na reno*) da
commissao que deve <:onhecer-de las, ojete-
ma modificado ser destnbu.do jada par
dre, com um relatono summano em que se
far menso das observacbes pro^5-
6 ~0 shma, tendo sido commumcaao
simultneamente com o dito relatono aos
padres'do concilio, os cardeaes pifies
tixarSo o dia da congregado geral emtque
se abrir* a discussao.
7. A discussao versar pnmeiro sobre o
sehema considerado no seu conjoncto; to-
car depois cada urna das partes designa-
das pelos- presidentes; e sempre nesta dis-
cussao de cada parte se ligar a formula a
substituir proposta pelo orador a obrase,
ou ao paragrauho do sehema. -discutido e
ser entregue por escriplo ao presidente
depois do discarso.
8.a Aquelles que quizerem fallar acerca
do sehema modificado, tendo sempre tido
o cuidado de indicar aos presidentes a sua
inenco de discutir, devero igualmente
fazer conhecer se se propem a fallar sobre
sehema em geral, ou sobre as suas par-
tes em particular; e se sobre urna parte,
sdbre qual. .
9.a Ser permittido aos bispos de caen
commisslo, depois de ter obtido a auton-
saco dos presidentes, de responder s ob-
iecoes e s observares dos oradores; de
maneira, entretanto, que tenham a faculdade
de fallar logo depois do discurso de um
orador, ou de replicar ao mesruo tempo a
muitos oradores que tiverem discu ido o
mesmo objecto, e isto nomesmo da ou em
"lO. Que os dircursos dos oradores se
encerrem nos limites da questo trayada.
Se acontecer que algumdos padres se a t'Ste
pertencer aos presidentes o chama-lo a
questo.
11.a Se a discussao, depois de umexame
suuente, se prolongar alm do conveniente,
os cardeaes presidentes sobre um pedido
esTipto, apresentado por dez padres celo
menos, poderlo perguntar congregaco
eral se quer que o debate continu. De-
pois de ter requisitado o voto por assen-
tado e levantado, elles terminarlo a dis-
cussao se tal o parecer da maiona dos
padres presentes.
12.a Qaando sobre ama parte do sehema
a discusslo est terminada, os cardeaes
presidentes, antes que se tenha passado a
urna outra parte, recolberao os suffragios
ia congregado geral, primeiro sobre as
diversas emendas propostas nesta mesraa
discusslo, depois sobre o conjuncto do texto
da parte examinada.
13.a Os sufragios, tanto sobre as amen
das como sobre o texto de cada urna das
partes, serlo dados pelos padres do con-
cilio, de tal maneira qae os presidentes
convidem a levantar-se successiva e se-
paradamente, primeiro aquelles que ao
o seu assentimento ao texto ou emenda,
depois os qae lhe slo oppostos. Os suitra-
gios tendo sido verificados, o que tiver sido
aceito por maior numero de padres sera
decretado. .,
14.a Qaando os saffragios tiverem sido
dados deste modo sobre todas as partes do
sehema, os cardeaes presidentes pedirlo o
jaizo dos padres sobre o sehema inteiro.
Estes jaizos serio expressados de viva voz,
pelas palavras placet on non placet; en-
tretanto aqoelles qae ererem dever ahi ajon-
tar alguma conlico, deverlo dar o seu
suffragio por escripto.
s brUhantet do Brasileiro
Pr
Canillo Caetello Branco.
(Continuaco)
Nio jamamos, r
carne assada, fiambre, salame, e peixe frito
para mesa. O c fe bei de ir faze-lo eu.
Aqu, quem quizer estar em miaba casa, ha
do comer beber, passeiar e dormir. D-
vertimentos nlo nos ha, a nlo seralgama
chulata c dos labrostes da trra. A gente
aqui passa tres mezes na chcara, e depois
vai em a cidade passar o invern, que eu
tenciono l abrir escriplorio de consigna
coes, c fazer dous *ou tres navios para rae
enlreler, que gfagas Deus, nlo preciso;
sou solteiro, e os meus prenles, nlo fal-
lando c na Rila, s5o os dentes, diz l o
ditado.
Hermenegildo era loquacissimo d'esle
f-it o, e de certo modo pittoresco na lin-
guagim. .
Angela engrarava com aquella rudesa in-
dicativa de bom peito de bruio. O sorriso
crella nlo era mordenle, nem o lance d
olhos observador. A novidade do lypo, o
plebeismo do dizer, a redondeza da pessoa
f caraos pirrando alegra e urna saude oleosa,
tudo isto qae acerara a satyra da mulher
de um alfaiale de Lisboa, produzia na 6-
dalga bem condicionada urna inoffensiva bi-
laridade, com a qaal o brasileiro se com-
prazia.
Dobraram-se das bonancosos para Ange-
la, Esses seram, por ventara, os mais
qnielos de sua vida se, revezos, loe nlo
iiinublasse o espirito o incerto deslwo de
Joanna e ses irmo. Rita, sm ser rogad1*,
mandara Janear incaicas no Porto sobre
descobrir se all viviam os doos irmlos-.
r3o coibera indicio algum. Apenas soubera
que FRiicseo Jos da Costa comecra a
freqwentar ew 1839 o primeiro anno da
escola medico-cirurgica, e abandonara os
esuidosjera meio do anno. Quanto Joanna
vestigio- nenbum levoa os jndagadMS ao
soto da lft Escura. Vietorina eslavsem
pre enconrando co indiciosas reflexes
cuidado qae dava a sua ana o destinada
familia do ercieiro, afim de a ir desaiamdo
4e recordaces prejudieiae areconciliar-s*
com o genera'. N'este loavavel designio
pedia Rita cjie, se descobrisse a paragem-
de Joanna, se ealasse com o- sesredo para
alfa star no vos issabore,- e a pewr das ca-
lamidades, que seria. a fidalga easar com'
Francisco. ,
Credo !exclamou irm e Her-
menegildo, doos^roezes aates-eoaiabeira da
abbades*a.Credib An)e da guarda! pois
urna fidalga assim*filha db am geeral, e
linda coroevos amores, ban-ia d^easar com
um pobrelao ?! Nao me diga* mr Sra.
Vietorina Esta senbora, se' qoiaer casar,
encontra marido qae mde o dioteiro s
rasas, e tem quintas e palaciosy e tudo
quinto cobre a rosa do sol, eqe se pode
comprar com dinheiro. Vmc. a e en-
tende ?
Vietorina pareca n3o entender-
Pois Vmc. nao rae entendfe lt tor-
nouRita aconchegaddo-se dfeHa.oto eu
lhe conio o que se passa, e Vmc. vai ficar
espantada. Faz boje ti^ semanas que
chegou a fidalga, n3o faa ?
verdade.
Pois n'este pouce tempo meo irmo
ganhou urna tal sympalbia, menina que nao
Caz outra cousa senlo dizer-roe que ella
moito bonita, que muito discreta, que
muito bem teila de corpo, que isto, que
aquillo, que aquel'outro. Nlo faz idea,
Sra. Vietorina. E o!be l que en caia em
lhe dizer os amores que ella teve com o
tal Francisco N'essa ^io cae a Rita.. .
Hontem era ama bora da nonte, e elle anda
esta va no mea quarto a batalhar para que
eu lhe dissesse se a fidalga ainda viria a
gostar d'elle. O' mauo, ea sci o que
ha de acontecer! dizia-lhe eu, e elle fez-
me i-tna pena, que Vmc. nlo faz idea, quan-
do disse muito triste: Oxal que eu nun-
ca vase esta creatura Nunca me sent
apaixonado c do interior senlo agora.
Estoa d'esta idade, e a primeira vez que
pegou em mim o amor verdadeiro f S ot-
me oulro homem c por dentro. E, se
nlo muda de rumo, eu nlo hei de ir. Ion
ce Tu vers que esta paixlo d comigo
na cova. Sabe Vmc. ? peguei a esbaguar
lagrimas como punhos...
Rita limpou os olhos aguados, e prose-
guio sensibilisada :
- t O' meu querido Hermenegildo, dis-
se-lhe eu, tem juizo I Tu nlo te deixes
apaixonarpor urna pessoa to nobre I \er-
dade que ella pobre ; mas tem pai
muito rico, sem outra filha. E de mais :
ella ter vinte annos, se livor ; e tu j vaes
nos quarenta e is, porque eu sou mais
velha que tu quatro, e faco os cincoenta
pelas cerejas. E vai elle levantou-se da
cadeira, e sabio pelo quarto fra sem dizer
palavra. Eu Qjuei muito afilela, e fui-me
ter onde eslava elle.e comeceia dizer-lhe que
nlo perdesse a esperanca, porque se ti-
nham visto casos man milagrosos. Nlo lhe
digo nada, Sra. Vid ria ; estive al ma-
drugada, e nao'puzolho, porque afinal meo
irmlo, de se affligir, comecoa a doer-lhe o
figado, e cu fui arranjar-lhe a cataplasma
de linhaca. Assim que o vi descanfadinho,
fui resar minha Senhora dos Remedios,
e fiz-lhe urna promessa qoe nlo digo, se
Ha, das duas urna, ou varresse da cabeca
de meu irmlo esta dea, ou movesse a fi-
dalga a casar com elle.
Vietorina ouvio sem pestanejar a com-
movida nnlhert A impresslo da confiden-
cia nlo lhe era irrisoria nem mesmo de
grandes esfranhezas. A criada, tanto oo
quanto participante da luz do seculo XIX,
j estava altura da idea democrtica e ni-
veladora quanto nascimentos, resalvada
a profunda desigualdade quanto fortunas.
Pelo que, a uniao do plebeu ricasso com a
fidalga pobre nlo se lhe afigaroa absurda, e
muito menos milagrosa, como dizia a cons-
ternada Rita, na sua expsito. Possuida,
por tanto, d'estes sentimentos indicativos
de illjstraclo innata, VicKjrim respondeu
d'este modo consolativo :
Sri. Dona Rite...
" Nlo me chame Dona. Eu sou Rita
de Barrosas, j Ih'o disse um cento de ve-
zes, e mais sua ama. Meu pai era ta-
manqaeiro, torno a dizer-lhe. Se um ves-
tido de seda e am relogio de ouro d dom
a quem o nao tem, em pouco esl o dom,
e nlo o quero.
Pois sim, seja como quizer. O que
eu lhe digo qae seu irmlo nlo deve des-
corchar. Minha ama tem-me fallado d'elle
com ar de amisade, egosta maitode oavi-lo.
Quem amiga pode ser o resto. Deixe estar,
Sra. D. Rita...
E ella a dar-lhe...atalhou a outra
Rita, Rita...
Esquecia-me.. Deixe estar qae ea hei ae
sondar a minha ama...
Por que olhe vopeceacudi alegre-
ma d'estas senboritas c de Barrosas, que an-
dana a annar-lhe a redosca com presenlitho
de queques e ramos de nres. Odoutor das
Limellas j c trouxe tres Albas de visita,
urnas espiaifradas com uns grandes pentes!
a darem-me senhoria mim, e por de traw
Era coufurme, Uns regulavam tustlo
por da e noitu. Oatros seis vintens.
E mais diz ara que era por favor, por
que linbam me'.hor e mais barato.
Sallaram-lhe as lagrimas dos olhos.
minha mil, se tu me vistes cho-
a escarnecerem de meo irralo. Pois que
vocemec* saber 1 doutor leve* descoco
de dizer ao meu Hermenegildo qae as suas
ilhas eram todas muito amigas d'elle, e que
qualquer d'ellas se daria p")T feliz ficando
n'esta casa! Eu as arrenego Longo v o
agouro t Mea irmlo, que fioorto, all onde
o v, respondeu que eslava j velbot"para
casar, e que era muito doente do interior.
O homem nlo tornou c, nemas peliotrons'
das filha?, queblode por a cara onde a Sra.
D. Angela pe os ps para serena idalgas.
E. coatolbe eu ia contando, meu irmo
muito doente do figado, e diz elle qoe nlo
ha de viver muito. Oxal que se engae;
mas a mim baeoreja-me que aquella moles-
lia de dentro oo se cura. Se elle morrer,
ea j sei que a mira me deixarj>touma co-
sa para a minb decencia; mra riqueza1
qoasi toda vae para o Alhaaasio do Porto,
qoe foi socio d elle, e slo mu rio amigos. Ora
diga-m% vocemec : W3o era metoor qoe esta
riqoeza ficasse Sra, D. Angelainba ? Fa-
zia-lbc mal ficar com esle pilacio, com esta
quinta, e om o diobeiSo que-o meo Her-
menegildo tem nos bancos, que petes- odos
me disse o la* Aluaoasio qtie era metatib d'om
milhao Metade dura imirao Sra. Vieto-
rina Vocemec j vio riqoeza assim f
Com effcito!disse a intbrlocolera
eisincero aesombro.MHade d'um mi-
lhao f A fidalga, ainda que feasse herd-
ra do pai, nao tMia tanto, aubo ea' l'
Nem somras d'isso !' meio mdMo
acbo qoe nesle noodo s o 3*m- as- pea-
soas reaes. Quer vocemec s^ber outra?1
J desde que meu1 mano chegoo -oas vezes
o govemo do Porto- lhe escreveraw para elle
ser bariv. Vocemeo bem sabe que bario
isto Vser grande- e maioral do- reino; o
fica-se Jago fidalgo. Pois saber qoe o
meu irmto nioqoiz sXk agora, ptrqbe lhe
pediam arreo contos pela fidalguia,. e elle
offereceu meladfe. Estacaos a' ver se se ar-
raojar o tegocio ; mae;. ponto qoeror a
fidalga que otte seja bario-, que isso meada
elle logo ao governo do Porto pager os
eico contosi Conte-He vojemec tn^-islo,
lieomo coisai'sn. E o*e qoe, seooasa-
raerrto se ebega a fazer, vocemec tasibem
ha de apanhanuma boa yechincha.' Iw-d
do mim dou-lhe om cordo de vinte raoedas
e eu irmlo aeeapaz de Me- comprar orna
ea&a p'ra saa velhice.
Velha estoo on, Sra. Ritmhaatafto
Vietorinae. se- Deas quiaerj- htei de mop-
roi no casa ondV viver a ooha ama.
Pois isto om medo de fallar ; q*e
vocemec ha de ficar sempoo- comnosco em
qjauto for viva.
Pooeo depois>. Angela seutava a exposi^
Cao- de Rita fielmente reprotoidoi pela cna-
da>. tirante as ridicorelas qm-v sagaz Vto-
toeki omittio cemo^desconweBio^es 'gra-
vitado do assumpta.
CBo. obstante a. compostuw-da velba, An-
goja sorria-se, erdaas vezes- abafoa os freo*
xos-d-a gargalhad- Finda atrelafe, afilj
de h. Maria d'Antas reconteatroa-se, apa
nlioa as fontes aaa mimosas- mios e mor-
muroo:
Qual vira a ser o moHsdostino
rarf.. .*- exclamou a filha do general
inclinando a face para o seio ajoejanle.
XVI
POR CAUSA DO FIGADO
Escreveo Angela loo Pedro pergun-
tando-lhe se o pai responder. Teve res-
postfnegativa-. Que o fidalgotivsse ptio-
rado suppunha o escifeiro por ter lido
n'anm gazett de Lisba que o bravo gene-
ral Noronha estaa em Paris sofrendo,
alnrde amigos achaques, os grabes incom-
modos do urna ophtalmia, qae o ameacava
de cegoeira.
Neo era j a heranca que a jrfvoTocava.
Cbntena-la-Wa a entrega das jofa, como
um soccorro nwoediato, para poder, agra-
decida a hosplalidade do Brasileiro, pro-
curar 9 vida nutras coodicSes. Mas
at est*isperanca se fechara* a pebre se-
nhora !
Na condoleza cstes succeosos, acoo-
teeeu adoecor d hepaCile Hermenegildo Fa--
Iho. Bm pede sY que o amor contribus--
se a sobreexcitar a ioflammaclo chrosica
do figado, eotranha que se reseote das
pertrba?5es raOres por esqoisita sympa-
thia. Alguma razab, pois, linha a mortifi-
cada *a. Rita pora attboir a doenca do
irmo pura pakb d'ahaa.
A enfermidade ^ggravoo^se. ViSran as
inlermiteales, a iatomecenoia da viscera,
o fastie- o a rapU*. ma^reso os suores
nocturno* e o delirio, emfinr o estado m
qne a medecina capitula assusfcdorainente a
obenca.
Nos deK, o braieiro rosmwa o non*?
de Angela, caso que fSa sen repudiar
cbaarizes e-lagrimas olhos- a irm*,
ao passo qoe rosto*dfe Angeia se intriste-
oia> eompassiramenie.
lima vez qae o doente- desagrad nota-
vehwnte ao medico. ta lanfouwse de
jodhos aos pfcl bospede, e clamo:
Meu anjinbo, faca um "voto > Nossa
SerAora dos Remedios qut ha de casar com
meo< irmo, se ellfe melhorar I Facaj pelas
chagas> d Chriotov e por atoa de so mai-
zinka' f
-Levante-ses- Sra. Rila Idisse-An-
gela,- HMinande^so para ergue-la nos- bra
Cos.-
N5o me tevanio, sem vossa exoellen-
cia proraetter Ewssa Senhora que lio de
casar como mea'pobre Hepmenegildoqoe
morre de paixo pola senhora.-
. Jsos I bolbuou a attribuladet me-
nina.
atto?inetoo a supp'.'fmte veln
Entio, minha senhorai...
Voisa Sra. Rita cuida que a-miaba
promesa salva seoirmo ?!argumentoo
Angelax.
Cdido, caidcv-porque Nssa Sesbora
ha do eovir a promessa d'um anjo-l'
- Poi... simgasuejou a .violestada
senhorav
Casa com elte-?acudi Rita,- radiosa
de esperanca.
f Sim. ..caso--
Levautou-se Ria*com exaltaeo de me-
lecapta^eotro no qfjarto do inferno,, e
chamoo-o 41o estrondosa e vertiginosame-
ver vi uva ; por qae ello, dizia a criada,
d'outro ataque mi-se embora.
N'uma tragedia d'esta ordem, como te
, o cmico est sempre negaceando i
gente por detraz d'aqoelle Fralbo, o qual,
apesar dos cbacoteadores, tinba ares de
bom bomem, e talvez dsso de s om ma-
rido regular, se se ajoujam urna mulher
de sua especie.
Ir por cortar demoras, nlo aos deteYemos
a descrever, a bolha que a felicidad de
Rila e do irmao fazia na casa. Fialho
sahio logo para o Porto a prover-se dos
aprestos para o noivado, e entlo comprou ^orao a ^j ,ja paree.
fallam, Ea me arranjarei como fazem todos,
Airraia dea-lbe boos cooselhos, e re-
comaeiidoolbe piciencff e joizo.
Lembra-te, dizia ella, qae a pobre
menioa fez ama promessa para te salvar da
morte, e easou comtigo sem amor.
Entlo nao casasse.
Ea dWt'o, e ta disseste qae o amor
vinha depois. Entlo espera qae elle venas,
meu filho.
Agora vem t olha que ella esta-se a
fazer velha; e de aborrecida J* nem parece
a meama. Est mais amagrala, o branca
Esta" perguBta.era o epHogo de mil cea, te que o. homem atrio os^olhoor: n"
e a bocoa, tudo uov Umpo o- meaonna-
f isas ideas qae se lhe eoabapamavam xa-
alma, urnas stlimes, outaas bokxas t a*
villissimo lodo- que originariaraeote foi eos-
Ulla do homefflr Com a qpal eostella bem
p'de dar-nos ncara as malfadadas quem
xchamos de satyras, qusndo uns fomos
iriados do presiigio, que Ibes doira a nos&a
poesa, se raaefazem.
Qual vira ser o meu. destino ?
Que interrogaglo!
E a mulher sem.pareotes qoe a faz.
a mulher que conheceu a pobresa^
E o desamparo.
E o despreso dos seas.
E as injurias calumniosas, sem que Deus
ou a sociedade a vtngassem e a ilUbas-
sem. -
a mulher que nlo. v aurora demeinor
dia.
Que um mez antes quasi esmolra o custo
da passagem d'um albergue de caridade
para outro;
Que se despenhra das candaras a um
primeiro amor mais rasa, mais estranha
e imprevista miseria.
Qual vira a ser o meu destino ?
Ha nesle interrogar-se un abdicaclo,
um alienar direitos de dispot .do que quer
que seja aspiraces felicidade.
Por que ludo escuiidadc e amargu-
ra em sua alma. Amargura, se se re-
corda ; e escuridade, se olha adiante.
A riqueza, que se lhe offerece, nlo a
que ella desejava. O meio milhlo d'este
homem nlo servir a resgatar da pobreza
a familia do homem assassinado por sua ta.
Mas, Vietorina...
eostella do homem! oiro que a ba-
ba da serpente converteu em lama 1...
Mas Victorioa repisara n'aquellas pala-
vras de Rita: Ora diga-me vocemec ?
Nao era melhor qm esla riqueza ficasse-
Sra. I). Angelaztnha ?
E Angela de Noronha, interrogando o si-
lencio da sua alma, poz os olhos lacrimosos
em Vietorina e disse:
Se to pedisses Deus que me levasse
d'este mundo!.-.
Porque, minha senhora ? porque quer
morrer ?
mente..
ma qie a Sra, D. Angoja tet a
Nossa Senhora dos Remedios. a* pro-
messa de casar Gomtigo, se tu meibo-
rasses*
Hao de comer do que hoaver. luta,
Porque me julgam to sem amparo
que j me aconselham o casar-me com este
homem... E, na verdade, eu sei que sou
muito, muito infeliz! Nao tenho nada,
nao sei trabalhar, nao tenho outras ami-
gas, senao ta, e esta mulher qaera devo
beneficios qae me collocaram inferior
ella... Quem sou eu, afinal ? Urna gran
de senhora que. nlo pode guardar a inde-
pendencia de sua alma, 4 custa dos mais
rudes trabamos... At boje, a minha pu-
reza foi tao smente manchada pela calum-
nia de minhas tias; mas amanilla em que
posiclo me collocar a Providencia ? Toda
a gente ter direito de me considerar ou
perdida, ou no trance de perder... E de-
pois, Vietorina? Quando sahumos d'ami,
onde iremos ? Se, ao menos, meu pai me
mandasse entregar j as joias de minha
mai.. ainda teriamos com qoe vive/, e eu
iria trabalhando nos bordados
Os bordados.. marmurou Vieto-
rina.
Sim... L
Os bordados, minha senbora... Vos-
sa excellencia sabe quanto eu recebia de
mentr^rmVdoVraSHeiro-eo tenhomuitoicada bordado em que a menina jn"
medo qae meu irma se apaixone por algo-|horas todas do dia e algumai di qoite I
Mtm.. .tea Hermenegildo, que-
dou se estalico.a olhar para a jubHosa cara
de Rita, e ella a repetir-lbe at-quairta vez
a,noticia.
E, ao mesmo tempo, ngeUv socava e
estabotejava com os dentes vibrados por
am fcio nervoso. E Vietorina afen de
consota-la e tirar-lhe a cargst da. promessa,
dizia-lhe :
N3o se aflja, menina, qae o homem
n3o escapa! Quando. vossa. excellencia
casar com elle, dou licenca que me enfor-
qttem.
Yollou o medico segunda, ver n'aquella
dia, achoo o.bomem meaos febril, e a
lingua mais bnmida. No.seguinte, a febre
foi menor; e o suor da noute quasi insen-
sivel. Ao outro dia, como o doente j des-
emperrasse a lingua para-dizer que a dor o
deixava respirar livremene, o medico, vol-
tado para Rita e Angela, declarou, coa.vai-
dade de ter restaurado, um moribundo, que
ojioentfr estava.livre-do perigo, e ia entrar
em convalescenca.
E, dentro em pouco, entrou a bolear-so^
a arrodondar-se, a pelle a encher as ore-
lhas a inconchar-se com um escarate coralinas, o nariz, a vestir-se de tegumentos,
o todo em fim do carao a luzir e a estilar
serosidades de sanguenovo que.pareca urna
espumadeira de tomates.
E Angela va tudo aquillo com o falso
contentameato das viuvas djo Malabar que
assistem disposiejio das achas para a
gueira que ha de assa-las.
Hermenegildo esperava que a sua hos-
peda lhe dsse azo a faltar-se em casamen-
to ; ella, porm, esquivaba os leos prepa-
rados pouco engenhosameote pela irma do
noivo.
Era fatal e uidocluiivel o calix !
Urna vez, o brasileiro, esporeado pela
mana, affoitou-se a peguntar a D. Angela
se quera ser saa esposa.
Sim, senhorbalbuciou ella, rpida
e lacnicamente, como o suicida que fecha
os olhos, e se despeoha, antes que a reflo-
x3o lhe pinte os horrores da queda.
Hermenegildo imparveceu mais que o
commum nos sugeitos da saa natureza. O
sorriso que lhe entreabri as queixadas pa-
reca escancarar os alcapSes d'aqoelle peito
carecido de ar, como se o jubilo o afo-
gare.
A careta era feia; mas amorosissima.
Havia all msela de satyro cupidinos e
de amante soez. Angela nlo vio a fachada
do coracao que senhoreava. Se n'aquelle
instante o encarasse, bem pode ser qae
a Senhora dos Remedios fosse lograda.
Dado o dilacerante sim, a ideal amante
de Francisco Costa, a maviosa scismador
das Esperancas, entroa oo sea quarto, e
nlo p&de chorar. Senta um peso de es-
tupidez, orna sensacao na cabeca, como um
capacete de lama, permitta-se a figura.
Vietorina for^minentissima em insartar
argumentos sobre argumentos convincen-
tes de que Angela havia de ser feliz, em-
bora nio amasse o marido, e simplesmente
o estimasse como homem que a levanta va
com sua riqueza independencia, i can,--
sideraclo poblica, e ao fetqro gus to **
os 6.-5OO-WO0 de brabantes, como consta
do primeiro capitulo d'esta chronica so-
cial, e cortes de seda, e pecas de veludo,
e quanto lhe depararam as casas francezas,
e modistas escripturadas qoe levou com-
sigo para a quinta.
No meio d'esla azfanw, Angela estava
como insensfvel, e na camv oode urna
febre leola a prostrara.
Vicloriaa, exagerando o susto-, j* era de
parecer que se desligaste a ama da sua
palavra, e nao casasse.
Qoe me importa' mim?!' dizia
Angela.D'om on de entro modo- hci de
acabar breve- O corac j nlo o sinlo.
Nao tenho saudades de nada. 'Morro; sem
fallar minb palavra. 9r Deus me nao
dfer melhor vid* depois, qoe nlo ba-co.
Angela engaiwu-se. Ao fim de qaioze
das estava cansada de pensar na sua des-
grana, e indiffreale, senao identificada.
Estas refundc5S' sao vulgarissimas.
minha opinio qr. as lagrimas deslacaro
erompem os lame de certas-erencas e
esperanzas; porenr como vida se fazen
mister oolros, opera** urna reaovaclo de
vrncuoe- qoe nos alna outra preocco-
pacoes: as ndoles^ feminis slo por va
de regr* taes renovaeoes mais 'tmporla,
emrasao-de operarem" D'ellas as-lgrimas
em maior copia. E, se me nlo engaoo, ha
ahi corceo de senhora qae pode fruificar
colheitas- variadas ai- anno, duao, tres
e'mais, consoante rga- de lagrimao. E
una alervosia que o muwdo ignaro Ibes
assaca da verstil idade-5o ma que
Itosoes qwseafogam e-reovosque diesa-
brocham aosmt que as-lagrimas s* es-
taocanii'
Ststas estas cousas como explicacao-de
outras relativas a filha do general Noronha,
enmare saber qoe no dia- i de novernbre
de 18ily pelas 9 horas d* manhaa, con-
traftiram o sacramento da-matrimonio 5>.
Angola de Noronba Rarbosa^ com Hermore-
gildo' Fiaibai.
Eblre as-tesemnnhas d'este consorcio,
invejado das damas e cavalheiros do con^-
celbo, .estava aquello Jo3o Redro, mordom
do general.
E; que elle- anba chegadb- na vespera
entregar -D*. Angela o eofro i
D. Minia d'Antas, e a mostrar orna carta,
escripta de aris, em que o general
dizia :: Sr sotueres ondpra a senho*
t ra'que ptrmou n'essacoasa, entrega*
lhe' um cacifro de objectoe de ouro -e-
c ped/ta que est no mev pifarlo, e cob:
* recibo.
Jo3o Pedo. informado--da riqueza do
noivo,-. antes de o ver, feHciteo a filha da
seu patr.ao ;. mas, depois qe vio, coccuj
as farripas da calva, e disse, puridade,
Vietorina :
Oh leo dez milheisosde diabos !.-
-- Entao que ? permintoo a criada..
E' que, se a fidalga nao f6r santa,,
aquefle bomem ba de ser...
1; ca!lo*-se, porque adeviobou que eu
tinba de contar fidelissimamente estas pas-
sajpns...
XVII
sroeA nos bwiiiuwtks
Ebi janeieo de !S12fc Hermenegildo
Fialho passo a residir no Porto era oasa
sua, mobilada luxuosamanle, na ra do
!spo.
Diga-sa- desde ]{, p^ra anteparar es-
taanhezas tuturas, que o -Rrasileiro andava
scismaliso e modo de qwlancolico.
Nao se descosa coajiingoem, porque a
irma, sua confidente, ficq a govecaar a
quinta dos Cboupos, E^, todava, fcil
entrar aas cavernas d'aqoelle p9itOy sem
embaego do eaxundisso. arnez.
FiaJbo conjectura que Angela o aborrece.
Nem om sorriso, nem ama caricia, nem
urna palavra que n2o seja resposta. concisa
e secca. Elle nao.ousa argui-la ; mas, se
mansamente se eneixa, Angela responde
cwb um franzir de testa e ura silencio
totrico.
Principia o arrependwnento a desbastar-
le as opulencias.musculares, e o figado &
dar rebates de desordena intestinal. Re-
corre aos emofientes ; mas a esposa, como
elle revelou ao compadre Athauasio, manda-
Ihe cingir as papas por um gallego.
Angela faz isto innocentemente. E, tafcvez,
que, matrimoniada com um arebanjo nao
pozesse raaos em linhaca, se os arebanjos
podessera. soffrer do figado.
Debaixo. das telbas do prximo pas-
sam agonas ridiculas que* nao vio o D. |
fo* Clefas de Le Sage.
Vietorina est semere a procurar na
cara d) amo signaes de morte. Se o v
mais amarello, ou mais vermelbo, com o
nariz-, meaos suecos e os olhos mais in-
covados, diz logo Angela: O liomem
nlo tarda! A parase era illipticamente
econmica: o ndo, tardar oca ir depressa
para a sepultura,
Resolvido a Mvas^|^sU-ahir-se, Fialho
abri escriplorio aapKoleira e comprou
navios. E distrahla-se. A' bailes e theatros
n3o ia, nem Angela os desejava. Como
j notorio, em substitoicao missa, comprou
oratorio para uso da esposa. Hermene-
gildo, em materia de religiao, era bestial.
Decorreram seis mezes. Angela foi mu-
dando salntarmenle para ambos. Estava
affeita. Conversiva com melhor sombra ;
mas acariciava um galo para sentir o prazer
nativo de suas aveludadas m3os. Herme-
negildo olhava para o lombo Insidio do
bicho, e espuraava urnas coleras que en-
golia azedas como vomito de digestlo der-
rancada.
Na primavera d'este anno, o brasileiro
foi torra, e s para queixar-se rala
nlestes termos:
0 Ella nlo me tem casta de amor aen-
hum. Passara-se dias que nlo d palavra,
e noites qae adormece a resar e l fica. Este
casamento foi o diabo! Cabecada assim
nunca a deu homem de jaizo bonita, mas
de qne serve ? como quem tem am pai-
nel em casa. Se fidalga, isso c 4 mim
qae me faz ? Fidalga a burra. Emfim,
desde qae me desenganei qae nlo ha volta
a dar-lhe, lancei c os meus clcalos, e j
sei o qae hei de fazer Nada de me
apaixonar. MlM*S que me queiram ufo
Coitadioba f atalbou Rita condoida.
Coitadinho de mim I
M3 tu ests bem gordo, Hermene-
gildo r
Rem baja eu podara n3o f ,Vou fa-
zendo pela vida.
Mas nlo mortifiques, que elfa um
anjo.
* Nio me cantes lrias, Rita! Aqaella
mulher tem l no- interior outra paixlo an-
tiga. E queira Deus ou o dia%0' qae eHa
me nlo pregue alguna, que ea* nio soo
para gragas. primeira que me fizar,
ponho-me ao largo.
Jess !'tu ests abi a asnear^ bomem1
de Deus f pois urna senbora lio boa; to
resadeira..-.'
Ora eontos, minha amiga ; a qae
resam muitoyl sabem porque o fazem Se
ellas nlo tees peccados para que resam'.'
Responde l, se s capar r
Ta s Hereje, Hermenegildo!
Qual hereje! sou vhimofko, o qae
eu son.
E era.
Em quanto elfo pbilosopha>v' em lingua-
gam correntia mrito de que nao se ga-
bam moitos de seos confrades,lances ex-
traordinarios passavam na vid de Angela.
Esteva ella jaaella, em um domingo de
roanbaa, quando vio sobir da Praca Nova
uraaratriher de maotba, que a fe'z- estreme-
cer v+sta de longe; Deseen de corrida ao
priateiro andar e abri a janen tempo
que a molher passowa defronte. Dovldou,
acredite, hesitou, e emfim disee em \oz
alta loriada que segoira assustaia:
Ser Joanna TV
A Kslher, que peesava, volto** o- rosto
rpidamente, deu d'elhos em Angehvaes-
tacou.
-'ela, ella !confirmou Vctorma.
Suba, Sra. Joann disse a senho-
ra aguadamente, correado a recebWa no
pateo.
(>mmha senbora.!-exclamou Jaaaaa.
mea' Deus! pois-eo encontr aqpi a
Sra. D. Angela! ainaVtora a ver etta= se-
nhora I
Abracanaa-se enteraeoidas e subinm-sem
'tse desenlaflarem.
o eofro das joias da | Como ella est aaabada! dissa Vie-
torina bernaado-se.
Estou muito velba a muito doento.
e vossa exaeHencia anda to formse, mas
mais descoradinha!-----Ka vim de Vtanno
ha tres raeaes, pergaatel por vossa exoel -
loncia, e ninguem ma- soebe dizer oada^pa-
rava. E estava aqui te ea sem o saber!:..
Eolio tem tido muitas amargaras na
sua vida^v-pergaotouiAngela com osemos
afogados em lagrimas muito filos n'el.
Ob.Pse tenho,. miaba senborat'Ha
perto deoflalro annos-a vvennos d'am tra-
balho pouco rendoso.. .
A viverem... atalbou Angelaentao
seu irma,..
Mea irm3o est comigo, minhaaenbo-
ra. Nunca nos desamparamos um ao ou-
tro, e Deoa tem sido misericordioso com-
nosco deixando-nos viver juntos-----
Aquella morte- d seu marido....
balbuciou a .sobrinfca- do D. Reatrk.
N.me falle n'isso, minha senhora,
que ainda se me parta o coraca^.quando
me lembro de o ver cheio de vida e Hi-
tando com a desgraca, para podcr> pagar
Sra. Di Beatriz, sem vender a casa,; a, em
poucos dias, mato*- a paixlo da se ver
deshonrado e.,.
Sei lodo, sei ludo...mum>q^uAn-
gela, apertando-la asmaos pardoan-me,
sim?continuouella com a voz.tremente
perdoe quem.foi a causa de swrer seu
marido...
A causa, minba senhora, nao foi vossa
excellencia ; foi a m estrella que nos perse-
gua. Ninguem pedia prever o que acon-
teceu. To culpada foi a senhora, como eu,
como o m?u pobre Franciseo. Por causa
d'elle tambera, vossa excellencia paleceu
'muito, segundo l ouvir dizer em Vanna

a urna criada que foi do convento. Affir-
maram-me- que vossa excellencia chegra
a sentir a precsao de trabalhar... Quem
dira !..,
E. que tem isso? Peior seria se o meu
trabalho> me nao chagisse para o po de.
cada da... reflectio Angela.
Quando contei isto meo irmlo, pare-,
ca que a luz dos olhos se Iba apagava njs
lagrimas...
As duas senhoras referiram mutuamente
a sua historia, desde o momento em que so
apartaran).
A lei tora sensivel antes quer ignorar mi-
serias que all, se revelaram as duas amigas ;
que farla tristezas sao j sabidas paja pie-
dade e svmpathia.
Tinham decorado tres horas do pratica,
entre sorrisps e lagrimas, quando Joanna se
levantou e disso :
Deixej-me vossa excellencia ir fazer. o
jantar d meu irmo.
Espere...atalhou Angete, e foi ao seu
quarto.
Parou entrada, e exclamou, como sa
houvessa medo de entrar:
Ah!
E. chamando Vietorina, perguntou com
afflicc3o:
As joiastle minha me Acarara na quin-
ta, nl> ficaram?
Sim, minha senhora, vossa excellencia
dsse-me que as fechasse na oommoda, por
que eram cousas antigs que j se nlo usa-
vam ; at seu marido, n'essa occasilo, lem-
brou que o melhor era troca-las por enfei-
tes modernos.
verdade!... recordou Angela com
muita amargura
Como hade ser isto ? Ea quera dalas
a Joanna.
DaVas ?... e, se seu marido perguntasse
por ellas ?
Responda que as dei.
O tom severo d'esta rasposta orcou a
criada silencio.
Angela voltou sala, apertou entre as suas
as mos da viuva, e dsse-lhe com vehemen-
te solemnidade:
(Continuar-se-ha).
TP. DO ||IA*HrRA 1>1$ IRCXf? |, ^



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