Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12059


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Full Text
ANNO XLVI. NUMERO 53.



<< -

e
i
ft.
4
PARA A CAPITAL E LUGARES 6IDE.HA0 SE PA6A POETE.
i^r.tres ees achantados................. 6000
Por seis ditos dem................... 125000
Por um aano idem...................v, 24f?O0O
tada mumero avulso................... 320
DIARIO DE
i

SEGUNDA FEIRA 7 DE MARCO DE 1870.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
PARA DSNTBO E FURA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiaritado -...........,
Por seis ditos idem.................
Por nove ditos idem...............<
Por um anno idem................
RNAMBU
60750
130500
20^250
27,1000
sao AvmvFmn:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A- Filhos, no Para ; Gongalves d Pinto, no Maranho ; Joaqnim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonlb de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo5o Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da P..nha; Belarmino dos Santos Bulco, cm Santo Ajitao; Domingos Jos da
em Nazareth; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alvet, na Bahia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Ro de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
foverno da provincia.
mil ASSIGNADO l'EI.O BU, SU. SENADOR FRE-
DRRiCO DK AI..\llilH\ B ALM QlUll'.'lK, l'RKSliE.NTE
A. i>K0VI.\(.l.\, K.V 27 DK JANEIUO DE 1870.
1.a seceo.
N. 71LPortara ao general cmmandante das
ga-, conforme solicito", o rommandantc superior
do municipio do Bonito, em oflicio de 19 do cor-
ren 'e.
X. 78.Dita ao mesmo. Expedindo nesta data
orJem ao engonheiro das obras militares, para
execueo dos reparos dos qnartcis das Cinco Pon-
tas e do Hospicio, autorizados pelo aviso do mi-
nisterio da guerra de 8 do correte, junta por co-
pia, assim o communio V. S. para sua intelligen-
ca e-fin conveniente';.
N. 729.Dita ao mesmo'.Para cumprimento do

.-
'ti fanenda a expedica-i deordens para um ere
d.lo de 7:7181310, para os reparos de que preci-
san! o quarleldo Hospicio, oreados ern 4'7ti>070
e. o do da Cinc^ Pontiis em 2:980 240, por j ter
sido autorsado. por aviso de 2o de agosto do an-
no passado, o de 3:7215820, para.0 da S dedade,
tirando adiados os do deposito especial de instruc-
<;"!'>, nesta data determino ao respectivo engonhei-
ro a exeenejo daquclles reparos ; o que a V. Exc
cnmiminico em resposla ao seu ollicio n. 672 de 13
ile n-vembro ultimo.
N. 712.Dita ao mesmo. -Informe V. Exc. com
urgencia se o primeiro cirurgio do corpode sali-
do do xercito Jos Honorio Hezerra do Menezes
_\1 se acha restablecido e em estado de entrar no
exercicio de suas funecoes
. 713.Dita ao engonheiro militar.Nos ter
utos das disposices cm vigor, mande Vme. por
em basta publica os reparos de que precisam os
ijuartis do Hospicio c das Cinco P ratas por Vine.
oreados, os deste em 2:902iO, e os daquelle em
'1:7354070, autorisados peloavjao do ministerio da
ira de 8 do correute, juoto por copia, e sub-
ti -ta -o resultado a approvacso dcsta presidencia.
N. 714.Dita ao onseiho de compras navaes
Ple o conselho de compras navaes promover
a aequi-iro ds objeoos de material da armada,
coatante"do seu oflicio de 12 do corrale, visto
m precisos para provimento do almoxarifado
marinha.
K. 713.Dita ao mesmo. Ficam approvadosos
confalos que o conselho do compras navaes cele-
brou com diversas pessoas para fornecirem ao
airnoxarifado do arsenal de marinha os objectos
mencionados no ollicio do mesmo conselho de 18
do corrente.
2" seceo.
N. 716.Portara ao Dr.'chefe de polica.Em
additamento ao meu oflicio de 25 do corrente re-
lativamente ao individuo de cor prea que fot es-
cagado pelo irem de cirga da qnarta scelo da
is'rada de ferro, transmiti a V. S., copia do que,
'ni 25 e sob n. 26, me dirigi o engenheiro fiscal
da mesma estrada com referenei a a ootro do res-
pectivo superintendente.
N. 717.Dita ao mesmo.Respondendo ao offl-
eio de V. S. de 25 do corrente sob n. 123, tenho
a dizer-lhe gue nesta data ordeno ao commnndan-
t superior da guarda nacional d"s municipios de
Bonito e Caruar, que providencie no sentido de
MT contido e punido o eapito Joo Tiiemoteo Almeida, no caso deserem provadas as rgnicSes
qce Ihe sao feitas.
N. 718.Dita ao commandanle superior interi-
no da guarda nacional do Recife. Devendo ter
logar no dia 2 de fevereiro prximo vindouro, a
testa de Nossa Segfejpa da Satide do Poco da Pa-
nilla, expeca V. SrSoa< ordens, para que orna
guarda de honra do 4 batalhao sob seu comihan-
do superior^ esteja postada em frente da respecti-
va matriz, afim de assislir aos actos da mesma
testa.
N. 719. Dita ao commandante superior da
guarda nacional do Limoeiro. Para que possa
esta presidencia deliberar sobre o que representa
-o commandanle do batalhao n. 22 de infantaria
desse municipio em ofiirio junto ao de V. S. de 9
do corrente, relativamente a diversos offleiaes, qu i
tendo patente nao so fardaram no prazo da lei,
ronvm que sejam os me-mos ouvidos a respeito,
tratendo esse command > superior ao conbeci-
mento desta presidencia a resposta dos mesmos so-
bre que iaformar.
N: 720-n Dita ao commandante superior da
guardS'aacional de Caruar.Constando dos of-
ticios juntos por copia do delegado de polica des-
se termo de Caruar o do subdelegado do dislric-
to de Panolla-, que o capitio da guara nacional
sol) seu eommando, Joo Themoteo de Andrade, se
ha desviado do cumprimento de seus deveres,
creando obstculos a'autoridade policial do lugar
praticando outros actos criminosos, cumpre que
V. S. depois do ouviro mesmo capitn, por in-
termedio do respectivo commandante do batalhao,
me informe com urgencia e circumstnneadamcn-
te a este respeito : dando entretanto V. S. as pro
videncias, que a vista da lei, forem noeessaris
para conter e punir dito capito, no caso de se-
rsra exactos os lacios referidos nos citados olll
ios.
N. 721.Dita ao juiz de direito da comarca de
Olinda. Remondefldo ao offieio a V. S. de 23 do
corrente, tenho a daer-lhe que nesta da!a ordeno
;io primeiio supplente do juiz municipal de Olin-
da, que sem perda de lempo assumindo o exerci-
cio do dito cargo, designe de conformidado com a
lei qoem sirva interinamente o ofcio de oscrivao
de orphos do dito juizo, que se acha vago por ter
fallecido o serventoario que o exercia, visto adiar-
se auzent ha dias o juiz eltsctivo, e nlo ter pro-
videnciado a respeito, apezar de avisado como V.
S. informa em dilo-ofOco ; c nvindoque por este
beto seja o mesmo juiz responsabilisado.
N. 722.Dita ao primeiro supplente do juiz mu-
aucipal/ de orphos de Oljpda. -Constando de of-
fieio do juiz de direito da comarca de Onda de
2o do crrente,.que nao obstante ter sido avisado,
contina auzente o juiz municipal desse termo, re-
saltando desse facto estar .inda por prover, com
prejolm rsnn'co publico, o offleio de eserivo
de orphos de^e juizo, rago por fallecimento da-
quelle que o exeroia, ordeuo a Vm:. que logo que
este receba, sem perda de tempo, assuma o exer-
cicio do dito cargo, e na fuma da lei designe pes-
soa idnea fue interinaveato sirva dito ollicio.
N. 723.4)ita ao 2" supplente do juiz muncipal
de Olinda.Continuando ausente desse termo o
respectivo joiz municipal, como informa o de direi-
to em-offleio de 25 do corrente, nao obstante ter
lid aviso de haver fallecido o cscrivo de orphos
respectivo, cujo offleio nao Coi anda prvido tem-
porariamente, como j derera ter sido, com detri-
mento do servico publico, ordeno Vmc. que no
caso de tambero achar-se ausente desse termo o
i supplente do juiz municipal, quem nesta data
offleio, asiuma Vmc. o exercicio do dito cargo, e
sem perda de lempo designe quem exerca dito olll
co temporariamente e na forma da le.
N. 724.Deliberaco.O presidente da provin-
cia attendendo ao que Ihe Veqaereu o bacharel
uiz Antonio Peres, juiz municipal e de orphos
do termo da Escada, rrsalve conceder-lhe 30 dias;
de licenca com ordenado na forma da lei para tra-
tar de sua saude nesta cidade.
N. 725.Dita.O f residente da provincia atten-
dendo ao qne Ibe requere o capitam da 2' com-
panhia do batalhao de infantaria n. 24 da guarda
-nacional do municipio da Eseada Jos Sancho Be-
zerra Cavalcante, resolve conceder-lhe 6 mezes de
licenca para tratar do seas negocios particula-
res.
3*seacao.
N. 727.Portara ao inspector da thesooraria de
fazenda.Expeca V. S. ?nas ordens, para qne de-
pois de liquidados, ero viaa dos inclusos documen-
tos, os vencimentoa relutivos ao mez de deaembro
do anno prximo passado, do ofcial e pracaa da;
guarda nacional, destac los na cidade ie Caruar.
seja paga v C. e Bri
niercio e obras publicas de 12 do corrente e poder
este resolver sobre os reparos urgentes oreados
em l:37.i'-i de que precisa o caes da escadinha da
alfaudega desta cidade, reclamados pelo inspector
da mesma alfandega em oflicio n 831 de 11 de no-
vembro do anno prximo passado e pelo engenhei-
ro encarregado das obras geraes acerca dos quaes
informou essa inspectora em offleio n. 5i8 de 10
de agosto daquelle anno, conven que V. S. infor-
me com brevida.de quaes os servicos que presta o
sobredito caes o por conta de que ministerio cor-
reu a despeza de sua construeco.
N. 730.Dita ao mesmo.Tendo nesta data ap-
provado os contratos que o conselho de compras
navaes celebran com diversas pessoas para fiirne-
cerea ao almoxarifado do arsc.ial de marinha, os
objectos mencionados no termo junto por copia,
assim o commumeo V. S. para seu conhec-
mento.
N. 731.Dita ao chefe da roparticao das obras
publica.-i-Depois dos convenientes exames, infor-
me Vmc. o que se me offerecer acerca de cada
una das 7 inclusas propostas para a construeco
de una estrada desta cidade villa do Limoeiro,
cun ramaes para as cidade da Victoria e Naza-
reth, apresentadas pelo barao do Civramento, en-
genheiro Manoel Buarque de Macedo, Dr. Antonio
de VasconcellosMenezes de Drummond, Andre de
Abreu Porto, Miguel de Figueira Faria, eng-nhei-
ra Gustavo Adolpho Wanil'oain, Theodoro Just,
Manoel de Barro3 Barreto, Jacques Bonnefond, ba-
cnarel Rento Jos da Costa Jnior c Jos de Vascon-
celos.
N. 732.Dita ao mesmo.Em resposta ao of-
cio dessa repartico de 28 du dezembro prximo
Bndo, tenho a dizer que, em vista do que expoz o
secretario da Escola Normal na ausencia do res-
pectivo director, em oflicio de 2o do e urente, ctm-
vm que sohr'esleja al ulterior deliberaco desta. <^o da
presidencia, na caladura que se mandou fazer, no
edificio onde funeciona aquelle estabelecmenlo.
4* seccao.
N. 733.Portarii ao governr.dor do bipado.
Compelindo esta presidencia a nomeaco e de-
misso do cargo de capello do cemiterio publico,
conforme dispoe o art. o e g Sdo art. 7 do regula-
ment provincial de 2 de junho de 1834, o padre
Leonardo Joo Grego, nao pode deixar de oceupar
o emprego para que fura nomeado, sem que seja
demittido, sob pena de commetter um crimo pre-
visto pelo art. o7do cdigo criminal o tenho nes-
ta data offlciado ao mesmo padre, scientifieando-o
do que acabo de expor V. S. e reitero a mema
reconrnendaco, alim de qne naja V. S. de propor
a quem deva substituir o padre Grego naquell
emprego, visto como para a nomeaco necessa-
ra a proposta do Exm. e Revu.. diocesano. Quan-
to ao inconveniente que V. S. pondera relativamen-
te a residencia do capello dentro dqs muros do
cemiterio desde s 6 hor?s da manhaa at s 6 da
tarde, conforme determina o 5 i do art. 8 do cita-
do regulamento, estando o mesmo regulamento ap-
provado pela lej provin :al n. 357 de 2 de mao de
1855, s a esta compete altera-lo.
N. 734.Dita ao padre Leonardo Joao Grego.
Nao podendo V. Rvm. deixar de ocenpar o cargo
de capello do cemiterio publico desta cidade para
que foi nomeado por esta presidencia mediante
proposta do Exm. e Rvm. diocesano sera que pela
mesma presidencia seja exonerado, sob pena de
incorrer cm um crime previsto pelo art. 157 do c-
digo penal, convrn que continu a exefeer o re-
ferido cargo al que oblenha a sua exonera-
do.
N. 735 Dita a cmara municipal do Recife.
Ai-abo de recommendar ao Rvm. padre Leonardo
Joo Grego, qne continu no exercicio Jo cargo de
capello do cemiterio publico desta cidade at que
seja delle exonralo por esta presidencia provi-
denciando ao Jiiesmo tempo parsSJBB seja proposto
quem o deva substituir ; o que comnuinico a c-
mara municipal do Recife, em resposta ao seu ofli-
cio de 7 de dezembro ultimo..
N. 736.Dita ao secretario da Escola Normal.
Inteirado do conteni do seu offieio do 25 do cr-
reme, tenho a dizer em resposla. que nesta dala
recommendo ao chefe da repartico das obras pu-
blicas, que sobr'esteja na catadura que se mandou
fazer no edificio em que funeciona esse estabele-
cimen o at que o respectivo proprietaro faca os
concertos que se tornam necessarios na coberta
do mesmo edificio, o que sendo realisado deyer
ser-me communicadopara providenciar convenien-
temente.
. 737.Dito ao jniz de paz mais votado do 1"
disiricto da parochia de lguarassit.Inteirado
pelo offieio de Vmc. do 17 do corrente, dos moti-
vos pelos quaes deixou de ter lugar no dia marca-
do por lei a reunio da junta de reviso da quali-
lieaco de votante dessa freguezia, designo para
esse (im o dia i5 demarco vindouro.
N. 738.Dita ao engenheiro encirregado das
obras geraes.Para cumprimento de aviso expedi-
do pelo ministerio da agricultura, commercio e
obras publicas, em 12 do correle, e poder este
resolver sobre os reparos urgentes por Vmc. orea-
dos em 1:375^000, e deque precisa o caes da es-
cadinha da alfandega dista cidade, informe quaes
usserviQos que presta aquelle caes e por conta de
que ministerio corre a despeza de sua construe-
co.
N. 739.Dita ao geronte da companhia Pernam-
bucana.O Sr. gerente da companhia Pernarabu-
cana mande dar urna passagem de estado a r at
Macei, no vapor que tem de seguir para o sul no
dia 31 do corrente; ao escriturario da thesouraria
daquella provincia Francisco deAlbuquerque Hol-
landa Cavalcante.
N. 740.Dita ao mesmo.O Sr. gerente da com-
panhia Pernambncana mande dar transporte para
Macei, em lugar de proa destinado passageiro
de estado, no primeiro vapor que seguir para o
sul, a Carlos da Silva Ferreira.
N. 741.Dita ao mesmo.^OSr. gerente da com-
panhia Pernambucana mande receber e transpor-
tar para o presidio de Fernando no vapor Corurt-
pe, por conta do ministerio da guerra, 500 saceos
com farnha de mandioca, comprados pelo correc-
tor geral Francisco de Miranda Leal Se ve, por con-
ta da fazenda nacional.
N. 742.Dita a Henrique Augusto Millet, 3 juiz
de paz e presidente da junta de qualificaco da
freguezia de Nossa Senhora da Puritlcaco de S.
Goncalo de Una.Fico inteirado pelo seu offieio de
!7.do crrenle, de haver Vmc. no impedimento do
1 juiz de paz, e por nao" ter comparecido o 2",
installado no dia 16 a junta revisora da qualifica-
co dessa freguezia.
N. 743.Deliberaco.0 presidente da provin-
cia, attendendo ao que requeren Joaquina Ribeiro
de Aguiar Montarroyos Jnior, pralicante da se-
cretaria do governo, resolve conceder-lhe 3 mezes
de licenca com a graliflcaco que percebe, para
tratar de sua sade onde Ihe convier.
EXPEDIENTE ASSIfiNADO PELO SR. DR. ELIAS FREDKRICO
DE ALMEIDA E ALBUQUERQUE, SECRETARIO INTERINO
DO GOVERNO, EH 27 DE JANEIRO BE 1870.
2.' seccao.
nolica.i-O Exm.
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S., em resposta ao seu oltlcio de 26 do corrente sob
n. 131, que ficou inteirado de ter sido dispensado
pelo delegado do termo do Cabo, no dia anteceden-
te, a forca de 30 pragas da guarda nacional da-
quelle municipio, que fra mandada reforjar o des-
tacamento d'alli.
N. 745.Dito ao commandanle superior da
guarda nacional do Bonito.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda declarar a V. S., em res-
posta ao seu offieio de 19 (Jo corrente, que a the-
souraria de fazonda tem ordem para pagar a Mo-
reira & Braga os vencimentos constantes do citado
offleio.
N. 746.Dito *ojuiz municipal lo termo da Es-
cala.O Exm. Sr. presidente da pn vtaeia manda
declarar a V. S. que ficou imeirado por seu offleio
de 24 de Janeiro de 1870, de ter sido designado o
capito Thomaz- Rodrigues Pereira pan exercer
temporariamente o offleio de escrivo de orphos
desse termo, no impedimento do serventuario
eTectivo.
DIARIO DE PEBNAMBUCO
RECIFE, 7 DE MARCO DE 1870.
O regrcfcso dos voluntarlo.'*.
Depois de Mitro longos annos de fadigas e pri-
vacoes de toda a ordem, cis que volla, ainda em-
balado pelos echos das victorias, uina porco de
nossos bravos compnvincanos, que, trocando os
cominodos da vida particular e do familia pelas
inMJluo'idades de una vida publica e de guerra,
ft^Hfcuista^immarccssivris loaros para a pa-
IrraBlmente Hendida por um desnaturado eau-
dilhfl|re adquirir maior renome para si.
Nesse nefasto periodo, o bravo corpo de volun-
tarios de Pernambuco, hoje sob o n. 53, pra.icou
actos dc*verdadelro herosmo ; c sua marcha,
atrave; d'aqucllas invias regioes do Paraguay, foi
urna serie brilhantc de feitos, cada qnal cKdor
por si s da elevaco do um altar no coracao de
seus irmos agradecidos.
Para essa brava e valente phalange sero pou-
cas todas as llores com que Ihes possamos cobrir
os pasaos, sero defllcientes todos os hymnos de
lpuvor "que entoar Pernambuco no aliar reveren-
tad'j da patria.
^W presidencia j Ihe tracou o itinerario aps o
desembarque, e convidou o mundo ofcial ir
levar-lhe o seu qunhp-de respeitoso tributo; a
destnela Associaco Commercal envida esforras
para commemorar esse acontecimento, sem du-
vida importante para a provincia, j obsequiando
os voluntarios offerecendo-lhes presentes, japro-
curando reunir no palaeete onde funecrona o
raair numero possivel de eidadosr para dar
esses egregios filhos do imperio da Santa Cruz as
mais eloquentes pravas de amor e respeito ; jtM
noss:. edilidade ainda nao despertou 1
E' nossa opimSo. qne potba a presidncJa abrir
mao de algumas raigalhas dos coffres provinciaes
para tornar a festa digna di provincia, elevando-a
altura d'aquelles seus lillios. Cromos qne para
Isso ainda haver algum tempo, visto como na-
tural que o vapor que deve trazar os voluntarios
se demore na Bahia, s aportando aqut aminha
ou depois. Mas confrange-nos sooreinodo o co-
racao ver que a (lima, cmara municipal, essa
corpjraco que por sua natareza devia se por
sempre testa d'essas raanifestacoes patriticas,
nao tenha dispertado o enthusiasmo publico, de-
cretando festejos e convidando os seus municipes
ase Ihe unirem na expanso de seti3 jbilos por
to grato e feliz regresso !
Somos d'aquelles" que pensatn que as ovagoes
e todas as demonstrares do alegra com tal fim
devem ser de iniciativa particular: devem partir
do povo para o povo. Mas est to arraigada no
animo publico a convieco de que sem a inicia-
tiva official tudo se atrophia entre nos, que pza-
nos devras quo se d pouco apreco volla dos
bravos voluntarios de Pernambuco ao seio de
suas familias.
E j que essa iniciativa official mostrou-sc to
parca, c j quo a noss.\ municipalidade descui-
dou-se de assumir a posico que Ihe competa ;
appellamos para o bom senso dos nossos compro-
vincianos, appellamos para o seu nunca desmen-
tido nem excedido patriotismo, afim de que seja
um verdadeiro dia de gloria e de jubilo aquelle
em que tornarem a pisar o solo de sua trra na-
tal os honrados e benemritos eidados que foram
desaggravar a honra nacional nos campos do Pa-
raguay.
Para isso, para que a festa seja grandiosa c im-
ponente, basta que, aos festejos preparados pela
AssociaQo Commercal, se junte o seguinte:
1." Que concorram todos os nossos comprovin-
cianos ao lugar do desembarque e ras do trajelo
at Cinco Pontas. levando todas as llores, qoanlas
poderem, nao s para tapetar essas ras, como
para atirar sobre os voluntarios ;
2." Que em diversos pontos do trajelo eslejam
postadas bandas de msica marcial para saudar
com o hymno nacional os bravos pernambucanos
quando passarem em sua fronte ;
3. Que durante o trajete soltera fogo do ar
qnanto possam, ao som dos repiques dos sinos;
4. Que sejam recitados breves e eloquentes dis-
cursos e poesas, anlogas ao acto, em diversos
pontos;
5. Quo se ornem as varandas, pftrlas e janellas
das ras do trajelo com colchas, vasos de flores e
bandeiras imperiaes;
6. Qu se Ilumine a cidade noute, parcorren
do-a bandas de msica, e indo novamenle saudar
os voluntarios no quartel, onde se vo estabelecer;
7." Que se fechem os estabelecimentos coramer-
ciaes e repartieses publicas.
Quasi todas essas lembranc^s sao de fcil exe-
cucao, e a maior parte s depende da boa vonta
de de cada um. Para outras forjeso que haja
combinacao de esforens; mas tguns pequeos
grupos podem alcanza-las sem grandes difflcul-
dades.
Por essa forma, a festa, feta por toios, tomar
um carcter especial, e dar a medida do immen-
so jubilo que sent Pernambuco ao ver rogressar-
Ihe aos bracos esse punhado de seus bravos filhos.
Deus quira que nossas palavras achem echo no
coraco daquellcs a quem sao dirigidas; e quo
Pernambuco, falta de raelhor iniciativa official,
nao faca triste figura perante as suas irmiias
do sul, que to brilhaoteraente tem recebido os
corpos de voluntarios, que vo regressando do
Paraguay.
Be alguma falla houver nessa festa, nao recahira
ella sobre nos : assuma sna responsabilda le quem
tiver contribuido para ella. Pela nossa parte
cnmprlmos o nosso dever : cumpra cada um o
seu.
SI Jaitas de direito, 31 juizes municpaes
olores pnhlicos, divididos por 19 comar-
gendo 30 termos.
CA.Escrevem-nos desla localidade :
u -festejada, a 13 do passado, Nossa Se-
iedade, com milito esplendor, soltan-
ule um lindo f<.-go de artificio. No dia
Iba ladainha ao Senjior Bom Jess dos
sendo formulada uina elcico de pes-
festejem esta milagros magem no anno
i;,i lembranca do mnilo digno Rvm.
de Sani'Anna Lcio.
INACO DE PRASO.Amanho finda-se
k 3dias uteispara pagamenti sem mul-
"erentes impostes provinciaes, iiertencen-
rrente anno financeiro de 186970.
0 ML'.NICIPAL.Tem lugar no corrente
arrecadaei a bocea do cofre do imposto
al sbre estabelecimentos de porta aberta.
ENDO.Cineca amanhaa a ssr pago o
ndo da companhia Pernambucana ulti-
autorsado.
10.as maltas da propriedade de Bar-
frezuezia de S. Lourenco da Matta, foi
o no dia 24 do mez passado o cadver
relo escrav do dono dessa propriedade,
o quai se suicidara enforcando-so n'uma
Das ia-laga(es que proc
polica vei'ilicou-se ter o preto
t apto u'um accesso da alie
ASSASSIXATO.Na freg
dia 28 do mez passado, fin
tiro e cinco tacadas Joo Dias,
crime los Vie.orino RabeIJo e,
'i loeal conseguio a cap
ciap* daquelle.
ANNIVKllSAIO. Fazem hxe 62 :.nnos que
cheao ao Rio de Janeiro, vindi do Portugal, a
fariHt real portugueza.
iXSTitl'Ci.'.VO ITULICA.-A aula
minino de Santo Amaro das Sal
Interinamente pela Sra. D. Ui
da Ccuceico Vieira dentello, acha-se"
do naobrado n. 44 do caes do Santo A
POTCSTD DE LETAS.O eserivo dos pro-
testo Jos Mariano est de seotaaa ra de Santo
lo e >
iturrd
autores do
ua mulher. A
lsta e dilegen-
bhca do
is, que /s
na Afra
an-
ITERIA.A que se acha i venda 139" a be-
a da matriz de Caruar, a^qual corro no dia
^o novo plano.
^SAGKWOS.0 vapor Coruript sabido para
ndo levou os seguntes:
ia Isabel da Incarnacao, Felifipe A. de Souza,
jo Augusto Pereira da Silva, Frederico H.
veira 'avora, 2 sentenciados, 2 pracas e 1
ahidos para o Aracaty no hiite Deus te
rnco Colares o Manoel Jos da Cunta.
10 PBLIC.UDiuarto do dia 4 de
aatrcae. 1870.
Auna. Pernambuco, 50 annos, soltora. Boa-Vis-
ta ; tubrculos pulmonares.
Izidor Rita do Livramento. Pernambuco, 90
anno?, solteira, S. Jos; cancro no peito.
Mara Jo9ofa da .Conceda), Peraambuc, 25 an-
Jios, solteira, Santo Antonio ; alienaco mental.
Josepga, Prnanibuco, 60 annos, solteira, Olinda;
dosintena.
Agiwtinho Dias da Silva, Portugal, 28 annos,
solteira, BaarVista ; febre perniciosa.
Lvino.. Pernambuco, i mi.':es, Boa-Vista ; c-
mara de sangue.
Antonio, Pernambuco, Recife; ao nascer.
Francisco de Paula, Pernambuco, Oannos, viu-
vo. Boa-Vista ; entorile chronico.
Joanna Joaquina Bzerr3 da Silva Costa, Por-
nambuco, 74annos, viuva. Boa-Vista; gastro en-
tente chronico.
Francisca Celestina de Carralho, Parahyba. 36
annos, casada, S Jos ; varilas.
Nesta resposta anda procurou esse ingiez ferr-
ine, e foi desatencioso para com o meu chefe.
Digo procuran fair-me, porque nao de su-
bordinado o titulo de que me acho revestido na-
quella estrada de ferro; mas de. facto nao me fa-
rio com isto o Sr. Mann, porque nao me desdoura
por forma alguma ser subordinado de quem difie-
re tanto de um ingiez falto de edocacao, quanto
difiere o ar puro dos saloes do ar-viciado das la-
vernas.
A' vista da resposta do Sr. Mann, o Sr. Dr. Bu-
arquo dirigi ao Exm. Sr. presidente da provincia
o oflfaio abaixo (doc. n. 2), e em resposta Ihe foi
dirigido o sob n. 3, no qual sobre tudo satisfez-me
a palavra iaquahficavel baplisando o espirituoso
procedimento do superintendente da estrada de
ferro do Recife ao S. Franenco.
Que eu obre dentro da espliera das miohas at-
trbnic5es'di7.em-n'o|aramente nao s os ofilcios
do Sr. Dr. Buarque, cmo tambera o do Exm. Sr.
presidente ess eavalheiro, qyjuti cumpre-me
dar a pii um^Rolico testenyp0%> gratdo pela
energa cora que toraou a minha defeza nessa oc-
curreiicia
ffw. o Sr. presidente levou n occorrdo ao co-
nheciineato do governo imperial, alim de que este
ir directora de Londresajle onde
da o Sr. Mann recebar o merecido pre-
ia espirituosa bravata.
aera que ser-maha dada plena salisfa-
lesaggravo, (cando a m disso regulado o
|ue tora os agentes do govorho jnnto
via de commnnicaco de intervrem em
is negocios da companhia que raplcarem
aco, como no caso vrteme ; porque a fal
ta de lugares, para pasaageiros que pag
dica dcsleixo da cumpahhia e Ihe
crdito a acoasequSBtB diminuj
redunda enwprej'uijr este obrgado a jigajL!'garautia do juros.
Devo aida lyna explicarlo ao publico.
0 Sr. "' r^gifijitostare looga data. Elle
sabe qne %k, ukjMR''''o de Pernaiitbuco,
e intolerante nrn^pcios de imprensa : julga-se
invulneravel. Eu tenho-lhe feito varias sensuras,
olinda em dezembro ultimo quando escrevi uun
serie de artigos sob o titulo=0 Sr. ministro ia
agricultura e a estrada de ferro do Recife ao S.
(rancsco=no Ih'as poupei, e dei alera disso opl-
nio contraria sua sebre fortes negocios da es-
trada de Ierro.
Estas causas ganharam-me a sna antipata, que
devo dizer nunca mo incommodou, 0'4ahi se-
gnio-se o ter elle se aproveitado de urna espiri-
tuosa oceaaiao para desacatar o lunccioirario pu-
nlico [>elo mal que porventura Ihe "Ihera o jor-
nalisia.
Fique porm scienle o Sr,
da me altera o
sensurar sua a Jm
o merecer,
de que, qua
COMMUNICADOS.
do que em na-
poriiue lie-do
as vazes que ella
seienle *o Sr. Mann
seja desaggrvado pelo go-
verno do meu paiz n'eslatnem nutra emergencia,
onde eu tenha carradas de razio,. saborei des-
affrontar-me, dando llic a lirio que me occorrer
na occasio.
Recife, 5 de marco de 1870.
I'clippe de Fijueoit Furia.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
GUARDA NACIONALExistemactualmente na
provincia 19 comraandos superiores da guarda
nacional, comprehenjendo 33. municipios, subdivi-
didos assim : 13 es^Bllroes, 4 corpos e 2 compa-
nliiasavnlsa de cavallaria: ibatalnSes de artilha-
ria; 58 batalhes de infanuria da activa; 11
batalhoes, 12 seccoes de dito e 3 companbias avul-
sas de reserva.
MAGISTRATURA DA PROVINCIA.Existemna
lustrada de ferro do Ueclfe ao
w. Francisco.
Docr-mc-hia a conscloncia sob o peso de umi
grave falla, se eu nao trouxesse ao-conhecimento
publico umi oceurrencia liavida, 2o do passado,
entre mira e o S.\ Mann, subintendente da estra-
da de ferro do Reoife ao S. Fiancisco.
Cuno sabido, sou ajudante do engenheiro fis-
cal da fuella via de coinmimicacao, que gosa do
privilegio d i .garanta de juras; e no exercicio de
minbas funceis fui Una 24 de fevereiro, re-
gressando 2* no irem ordinario. Neste dia o
irem (razia dous carros de I." classo, um dos quaes
se achava alogadodesignadamente urna familia;
por tanto s se achava disposicao do coinmum
dos passageiros um carra de I.* classe.
Ao chegar o trem era Garaelleira poneos passa-
geiros dessa classe trazia, mas, ao tocar era
ttibeiro e Aripib, enheu-se por tal forma o
carro-de I." classe que mais de um terco dos pas-
sageiros foi obrgado a fazer a viagem de p, por
nao hsverem mais as-eatos disponiveis. Em Fre-
xeiras esse numero augmenlou ainda.
Tendo feito essa observaco, onvindo as justas
queixas dos passageiros, e julgando que o seu nu-
mero iria sempre augmentando at que chegasse-
mos ao Itecife, da-eslacao da Escada dngi ao Sr.
Mann o seguinte telegramai'1:
Fiyueirn ao Si: Mann.Commnnico V. S.
que os carros de 1.* classe que descem no trem or-
dinario, um dos quaes especial, estao cheios. V.
S. tenha.a bonuie de providenciar respeito apm
de que nao fa tem lugares para os pass'tgeiros da
1.' secrio
Meu im era, nao s dar lugar quem eslava de
p ou tinha ido sealar-se na 2.a classe tendo bi-
Ihete & 1.a, mas tambera evitar que os novos pas-
sageiros que entrassem, partir das offleinas, on-
de o deposito dos carros, fossem obrigados sof-
frer a mesma pena de viajarera de p.
Ao chegarmos s .offleinas um empregado da
companhia entregou-me um envoltorio fechado,
dentro do qual enoontrei o meu telegramma de-
volvido, e mais esta resposta, que nao me foi dada
pira a Escada por ter eu desodo no trem :
Mr. Mann ao Sr. Figueira.Compete ao con-
ductor do trem de passageiros pedir mim. ae che-
fe do trafego ou ao superitendente das locomotivas
augmento de carros quando sao necessarios.
Confesso que o desacato que a mim havia nesse
procedimento cegou-me durante alguns segundos
por tal forma que ti ve impetos de saltar do trem
na piala-forma da estacan do Cabo e imprimir
forca de pulso ambos os lelegrammas as faces
daquelle atrevido ingiez. Sobrava-me boa vonta-
de e disposicao para o faser ; e s nao levei ef-
feito esta justissima repulso da offensa, porque
lembrei-me de que era empregado pnblico, e de
que o meu procedimento devia ser todo official e
laxado pela prudencia.
De facto segu tranqullaraente para o Recife^e
aqni chegando narrei o occorrdo ao Sr. Dr. Buar-
que, engenheiro fiscal da estrada de ferro; e este
digno funecionario, enchendo-se de indignaco,
tomou a minha defeza, e logo no dia subsequente
dirigi ao Sr. Mann um offleio (doc. n. I), no qual
pedia-lhe explieacoes do seu procedimento.
(inmediatamente respondeu'-lhe o Sr. Mann com
urna carta em ingiez cuja substancia esta: que
envoivendo o oflicio do Sr. Br. Buarque urna ornea-
ca, dei&ava de dar as explicares qu elle solicita-
oo em prol do seu sunoaaix.voo.
N. 1.
Via frrea do Recife ao S. Frontis.
; Repartico fiscal, 2G de f.iveroiro de 1870.
Illm. Sr.Tendo mandado o meu ajudante eo-
nheccr de alguraas irregularidades que se me di-
iiam commettidas na estacan de Una, em sua vol-
ta para esta cidade dirigi a V. S. no dia 2o do
corrente, e da eslacSo da Escada o reglate tele-
gramma :
tFigueira ao Sr. Maiin.Communicoa V S.
que os carros do Ia classe que descem no trem
ordinario, um dos que especial, esto cheios. V.
S. tenha a bondade da providenciar a respeito
afim do que nao fallera lugares para passageiros
da 1" secea.
A este telegramma redjgid^. era tormos conve-
nientes, responden V. S. com que segu :
" Compete ao conductor do tremole passagei-
ros pedir a mim, ao chefe do trefe! ou ao supe-
rintendente das locomotivas augmentes de carros
qu? i do sao necessarius.
A esta resposta, que s foi entregue na estacan
do Cabo, quando alli passou o trem de passagei-
ros, era que se achava o meu ajudante, aoompa-
nhou o telegramma por aquelle dirigido a V. S. e
que f i devolvido.
Com o mais profundo pesar li os termos do tele-
gramma do V. S., c fui informado da raaneira of-
fensiva porque foi o mesmo ajudtnte tratado.
Alni d'isso nao pMe ser posta era duvida a
competencia do meu ajudinlo para, na minha au-
sencia, requisitar de V. S. urna providencia ur-
gente, e que na occasio em que se > solictava
eu a nao poda reclamar, sobretudo quando o fa-
zia nos termos os mais attenciosos.
O facto de ter o conductor obrigago de recla-
mar mais carras para o trem nu.inhibe a um
agente da fiscalisaco desta estrada de pedir pro-
videncias a V. S. que evitis a accumulaeao e in-
coinmodo dos passageiros nos trens.
A impresso desagradavel que sobro o meu es-
pirito fez esta deplora vel occurrsncia.obrga-me a
solicitar doV. S. os necessarios esclarecimentos
antes de a levar ao conbecimento do governo,
como ser do meu dever se porventura nao forem
elles satisfactorios.
Deus guarde a V. S. Illm. Sr. G. O. Mann, dig-
mssimo superintendente.Assignado.SI. Buarque
de Macedo, engenheiro fiscal.
N. 2.'
Y ta-frrea do Recife ao S. Francisco.
N. 50.Repartico fiscal, 28 de fevereiro de
1870. Illm. e Exm. Sr.O meu ajudante, o Sr.
Dr. Felippe de Figueira Faria, acaba de ser des-
acatado pelo superintendente d'esia estrada de fer-
ro, de urna maneira to inslita que nao posso
deixar de levar ao conbecimento de V. Exc., de
quem venljo solicitar as providencias que o caso
exige.
Tendo recebido alguraas reclamaeSes sobre o
servicp d'osta estrada de ferro, e sendo algumas
d'ellas relativas estacan de Una, mandei alli o
meu ajudante, poi nao poder ou ir pessoalraente,
visto adiar-mo ata refado com outros trabalhos ur-
gentes.
De volta de sua viagem observou o mesmo aju-
dante na estaco da Escada que os carros de pas-
sageiros de 1' classe vinhara cheios e nao havia
mais lugares para os passageiros das 2" e I" sec-
c5es. Nestas circunstancias dirigi o seguinte
telegramma ao superintendente.
t Figueira ao Sr. Mann.Communico a V. S.
que os carros de 1" classe que descem no trem
ordinario, um dos quaes especial, esto cheios :
v". S. tenha a bondade de providenciar respeito,
afim de que nao fal tem lugares para os passageiros
da 1" seceo.
Este telegramma redigido nos termos os mais
respeitosos teve a seguinte e inconveniente res-
posta.
Mr, Mann ao Sr. Figueira.Compete ao con-
ductor do trem de passageiros pedir a mim. ai
ou ao superintendente das loc-
lo de carros, quando sao neces-
den lugar unais simples provocjoV julfruei -
meu dever dirigir ao superiutendawe o oflicio in -
cluso n. 1, para o qual peco respetosamente a at-
tenco de V. Exc.
A lingnagom de que me serv no citado offieio
respeitosa e conveniente. N'elle s uve por fim.
como m?nifestamente v-se, fazer sentir a com-
petencia do meu ajudante para proceder como
procedeu, e pedir esclarecimentos sobre urna oc
correncia altamente olfensiva ao carcter de nm
funecionario publico desacatado no exercicio de
suas fuaecSes.
Entretanto quando espora va que esses esclareci-
mentos me fossem dados, recebo a carta inclusa n
2, na qual o superintendente diz que parecen
do Ihe que o ultimo paragrapho do meu offleio en-
cerra urna ameaca recusa-se a dar expheacae*
do seu procedimento para eom o meu aubordf-
nado. >
Ainda nesta resposta ha desconsideraco para
comigo e para com o meu ajudante que alli tra-
tado de simples subordinado, quando o titulo quv
olficialmente Ihe compete outro.
O paragrapho a que alindo o superintendente
o seguinte:
i A impresso dsagradavel que sobre o meu
espirito fez esta deploravel oceurrencia, obriga-me
a solicitar de V. S. os necessarios esclarecimentos.
antes de o levar ao experimento do governo. co-
mo ser do meu jlavfsi por ventura nao forem
satisfanorios. v-
Lenlo-sejpdo o o^co. e attendendo-se nata-
reza do dfcato que sofl'reu o meu ajidaote, tal-
tiridJBneu dever si nao tivesse esta Iraguagem
perintendente, linguagem que entretanto
longo de encerrar ameaca, porqnanto
ido que eu dou scienea ao governo e para eUe
reclamo do todas as decisocs on esclarecimentos
dados pelo superintendente e que nao me satisfa-
zem.
A carta do superintendente em rceu conceito.
urna evasiva, porque o acto por elle pralicado nao
tem explicaco possivel, nem excusa.
De tudo que acabo de expr v V. Exc. qne a
posico em que cu e o meu ajudante nos adiamos
nesta estrada de ferro sobremaneira desagrada-
vel, expostos como nos acliamos a sermos desaca-
tados, se porventura V. Exc. nao vier em meu au-
xilio para raanter a forca moral de que carero no
di;se.i pe.nh de minhas funecoes.
Devo anda informar a V. xc. que nenhum pre-
cedente de minha parle autorison o procedimento
ilo anperintenle.nte, com quem mo achava era in-
tir^Harmonia at o dia da occorrencia a que me
tenfi referido.
E' o que me cumpfe levar ao conhecimeuto de
V. Exc. '
Deas guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. senador
Frederico de Almeida e Albuquerque, dignissimo
presidente da provincia.
(Assignado).Jf. Buarque de Macedo, engenhei-
ro fiscal.
K. 3.
Seceo 4.'Palacio do governo de Pernambuco.
em 1 demarco de 1870.Hespondertoao seu oflicio
de hontem, tenho a dizer-lhe que secdo-rae asss
desagradivels as occorrencias havidas entre Vmc, o
engenheiro seu ajudante e o superintendente da
companhia da estrada de ferro, obrou Vmc mui
regularmente tomando a defeza do seu ajudante..
que fra desacatado pe > mesmo superintendente
de um modo injusllicavel, visto que tinha o aju-
dante indubitavelmente direito a reclamar eonlra,
um inconveniente que se dava no servico doa trens..
tanto mais o tendo feito em termos mui attenciosos.
Na resposla do superintendente a Vmc. lia ainda
como bem observa falta de altenco e considera-
do, visto como nao houve ameaca na proposicTiD
Wqu Vmc. emittio de lev^ar o occorrdo aoconhec-
raento do governo imperial, no casa da nao se-
ren os esclarecimentos que Vmc pedia, satisfac-
torios.
Sendo, porm, qualquer medida que eu tenha de
lomar directamente incompleta, vou levar lodo o
occorrdo ao conheeimenlo do governo de S. M. o
Imperador, que de certo nao consentir que func-
conaros pblicos do paiz, obrando na rbita de
suas attrbuicoes, e sera que de sua parte honvesso
a menor provocaco, estejam expostos a ser mal-
tratados pelo mencionado superintendente.
Dous guarde a Vmc.
(Assignado).Frederico de Almeida e Albuquer-
que.
Sr. engenheiro fiscal da Estrada de ferro do Re-
cife S. Francisco.
chefe do trafeg
motivas, ao
sarios. .
Nao:
dendo
Esa
do Cal
achava,
mesma i
m esta resposta que, j nao po-
o meu ajudante na estaco da
tosamente entregue na estaco
de passageiros em que elle se
mdente devolveu Ihe pela mes-
o telegramma que tinha recebido.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Porto Calvo.
No Jornal do Recife de 7 do corrente mez, sob
a epigrapheao publicose l, alera de outras
aleivozias, que, parece, nao se coadunaren cora o
carcter de quem se quer apresentarjustuse
seguinte ;
Havendo urna familia, composta de pessoas
livres, que injustamente esto sob o captiveiro
do Dr. Joo da Rocha Hollanda Civaicante, o
digno ?r. Dr. Guenes, noraeando curador tu
c litem a esses infelizes, esle, (o Dr. Joo da Sil-
c va Reg o Mello) tentou a competente aeco de
c liberdade, c estando esta em Jarraos de ser en-
caminhad3, foi o Dr. Gueneaverbado de sus
< peito; e porgue nao havia motivo para essa
< suspeico decabio o reculante ; mas nao ficou
ahi o negocio, porque a poltica favorecendo os
interesses do Dr. Joo da Rocha, exigi d'aquel-
le juiz de direito, inimigo capital do honrado
t juiz municipal Dr. Gueaes, a inutilsaco deste
na causa, e em resultado um processo de res-
ponsabilidade sob frivolo? pretextas se instanrou
contra o Dr. Guenes, e foi pronunciado; e eni
t consequencia suspenso do exercicio do cargo
c para o fim de nao poder julgar aquella causa
i de liberdade de urna familia intera. >
E' inexacto, que exista urna familia, composta
de pessoas livres, sob o injusto captiveiro. 0 qur
ha de real, que exislio urna escrava de meu
pas, que, querendo so libertar, deu para guardar
a meu pai parte do preco por elle exigido, at
que, adquirindo ella outro tanto e lh'o entregan-
do, obtivesse delle sua carta de liberdade. Meu
pai, guardador, a pedid-letla, de tal dinheiro.
passou-lhe urna clareza, eompromettendo-se, a si>
dar Ihe a liberdade, quando ella Ihe en'regasse o
mais que Ihe faltava, concedendo-lhe desde logd
(notte-se bera, concedendo-lhe) urna semana alter-
nada, para com mais facilidade ella se habilitar ao
fim, que dezejava. ... .
Meu pai nao Ihe negara desde logo a liberdade.
se ella para tal estvesse preparada ; mas negou-
Ihe a pe Arme,% principio ou parte de liberdade -
estes deus pensamentos sao os dominantes em di-
ta claresa, quando nella assim se expressa : E es-
te s servo de uma4clareza, em como recebi della
dito dinheiro, e da semana, que Ihe concedo.
E de feito, depois de 19 ou 20 annos, habihtan-
d>se a dita escrava com o mais que Ihe faltava,
receben eoto de meu pai sna carta de liberdade.
em cujo contexto se referi a claresa, que houve-
ra passado, dizendo : que, como em dita claresa.
se houvera compromettMo, a s Ihe conceder a
liberdade, quando ella Ihe inteirasse o dinheiro, <
tendo ella o feito na occasio, dava elle cumpri-
mento ao que se havia obrigado. Com o quo evi
dentemente comprovou ainda o seujinmeiro pen-
samento, a sua primordial intenco, e a firme (


-.
,

Era vista d to esfranho proceder, a que nao inabalavel constancia de sua persistencia em todos



rvr"*-
Diario de PewambCO Segunda feira 7 de Marqo de 1870
~~.
o< pensameiit u, al- cor boradn por outro*
betas, do que passare a oeeupar-flle.
H* mais, ?e a vmttami na raen il fosse conce
ler-lhe ra*ia lib-T t.-v J-. cm vez lo p.ssar-lho una
elarcsa, na qual so leve por (l:n. (axer-lhe dous
Iwtresgnarda d'ajnoHa parte do dinheiro o
lina sumaria alternada, qie lhe conced, Ihe te-
fia passado ama eartt de meia liberdade.
E tanto k i-t 1 cabalmente x ict", que, soregado
cm sos coaseieneia, ui.indou baptizar como
iseravos os fllhos da aun escrava, lide* depois d-i
Teferida enrosa ; Uestes filhos vingaram tre.
Josefa, Viriato o Innocencia (* depositados coin
nrad'ir in Utem) dos quaes den im-u pai un
tatda um dos seu- tres filti-m, por ocea-iao dosscu-
Ti"ammiln*. dos qnaes o nlliin fui o ra*u no lia
5 ArfHRmVo 'le I8V7 ; dia em un--, entrenan do-
lbo faltava, pas-
ELEljW
dos Hevoos e d otas que teem
ile f nt jar a Senhoru da ^a-
de uo convenio de Santo An-
tonio d'esta ci.lade no auna
de 1870 a 1871.
r cfcieao.
Dl>
[aTB*
Jui'a p i
Sra. I). Cusma
do lllm. Sr. Maiiu
a do N'ascimento
ptista do Nasci-
Ch.
COMMERCIO.
DE MARCJ
as 3 1/2 nonas da tarde
?KACA DO HKCl!-h o
DE 1870.

dado em I
Lfehoje a go ir
leis aa sentinre*.
-ja a
a esso act I
escrip-
ue a KBa
riade uem
ife, a fami
uki*tam<*n'e
rtocha H l-
alo mei e meio peta
>. parase lhe i-
eeuhecendo o pro
rain ile suspeito a
cap.'rehaga vindicta,
lhe iBMi est-rava o mais q-
son lar arta de Irberda I
Por tanto, si o pen*arnen
de neo pai, n f"
nan la 11 baptizar por sen* e>
qa"i'a esrrava, c nao os teri'
mis filhos'. '... E lomo*
*? parle do nlviro, c a ronce**'da sema
tornada em mVTd.ele si neptenn I ^r v
tara estar innitiido p
de fazeren favor ao
nunums-is quando
le favor acanipanham
las e fados rendid-is e
latmiai c auntale io ''
plena, o^^^^mplei i
Eis. poflffc'usos lo Jur
lia, composta de yessoas livrc-
e-lio sob o eap"iveiro do l)r. J ao
lana Cavad^Mit-.
E' Uiiibem io.-xa-.lo, que lives*e.o Dr. Joan da
Silva Rugo < Mell i (lomeado candor m lita)
ado a compleme arfa de Idwrdadn. U Dr.
da Silva Kego e Sello, (alus meu gratuito
lecto, sinao inimi?o, lal-z (virque, qnamli
ido de polica cm 18trt lavroi urna despro
oncia, pela qaal Unto se emp mlira, st illm
mi'tu Nom levh fuiste n favor de seu lio, rnno
de seu pai, Ciirisi.vao Tiieolonio Hefo e Mullo,
smente o que fez, >ra tein feito na questo, foi
ler niaudado eserever por outiem a petirao,' eni
que o meo eseravoan encor lU'Teu para-i
o para os seus d iBearao do eun4orit Utem ; w tnea^ao essa, que
elle -ahia pnoieiro, que o iuiz. que hayia de re
alir em sua pessna, nao so pirque ojuizGuene-
cmscorda eom ee-em genero, numero e caso, d-
por Musa ilus reja sito-*, que o ornaiu, a >a-
ber: illustraca > fariahomng*neidade para eom
o juiz de pnucipjo^, ineios e tlnse*'bre ttufci
maita lionestid*1e Nada mais do que i*to te n
leito at h.'ju ctfti relaco qu-lao u Dr. Rento e
1Mb.
E' inexacto anda, que. tive--e o recuzante d
cabido il i arcjpi de suspeieao, posta a tal juiz, p t
falla de motivo.
O nMiuaates, tendo
pnipoatur i da competen
porem. como fos.se de di
posito do earador i Vt
um juiz qu-' por e-pirito
nutre WMIlwaentos de n iloria o in;ialidad.ti cao
sa, qae se recude agitar. E-=se j iiz peqi
s^ue nao presa nutras eon-ilera^des siftl
maior valia qo mi o m iis os justo- eteinfm
dos rocei'is, que te-ni os recavles do sua pa
tente parcialidad i, nao. s quiz ivcunhecer u-
jxiito; muro juiz, que ni fora elle, ao simple"
Tarto, da 4he deelararem os recuzantes, que elle
acliav.i-se para cora ivruzante ei/ado de e-|ii
rit'i de vjnga.'iea e por consiguite legal a c ms
ciencjosaraenl- ineapaa do IhW fizer justiea. Irtria
se averbalo d Mi-p. i n ; mas o juiz Gueu quiz f i'rr, o sen prop i-ilo estiva tomadooca
prichn de vinyanca can irma de "U a raza o sua
i'onseaencia d> "ta nMino de sua diguidade.
Foi isto, p a, o que li mve ; e comoesse juiz -6
Iwioliasse ao cartorio .iranios coai o sen de-oa
cho antidaudo (cerca de 10 dias) depois qullie
fo instaura la a proiiuiicia. temos esjieralo p r
sna rotabiliueai uo puOn, para llv ser. m aiue-
""u'.alns os artizo" de ^u-ii-rtlo, sein nos qn.-ivr-
n. m aproveitar denles >eus moiiieut >" i niiropicio-.
p.;.a requerer coira aUu niria-tede vacante.
E* Uuibein anda n.-xacto', que tivts-e sido n
Sr. Dr. Gui'ne- pr.ices**! i em ertme de reipmsa-
'^lilaie, por causa da queslo de.liO--rdale do-
iii-us escravos, por |uarta o faci, porque foi el-
le pneanado muito anterior a sediMco, m\.i se
f z, do meu oscravo linioireii'Mo. O facto foi de
o s-ieiad > pelo prora tur publico nos principiOH de
ju1i i ds 69, inqurico de lestenunhas am mea
lepes, coaeJnsao do eacrivio nos lias de setem-
bci;dVpois do qti adtar.do-me en na vlla de
Porto Calvo li peti.;oHS do accusaln, requerendo
. a i |ah de lireijo o seu despacho Anal no preces-
i-'- n-s-no allegou que quera queixar-se do
i juiz de dir.-ito perante a re icao ; ^mquanto que
a se.I-i-.--a i d'aquelle meu dito escravo Innocen-
no, cmarnoit no da tO de mimbro,*qac 6 a
i t. do m snoravel despicho d > juiz (nenes, c m
r^-iemle leposfto, o n orneando curador i a Utem
Sctmm nioeesso foi feit > ao juiz Gueors depois
i) i -ede. r.ii, pela qaal alias inui Peni inereci un
os "emeiires; o accus*lo, suppli|-audo arr-
! i|ielle pnie-sso. foi attendido ; e como que
ite tal ;-jiz proce-alo por causa da librdyde, que
rile i ains querem dar aos meue-cravos 11
vjbirei inais de ponto o n o meu raciocinio.
fie um t-. jaiz. qii' se a-liava proeessado anlenor-
auente., ;vt-^e sida proiionciado p ir causa da b
berdade, qae ,11- e oiitros querem dar toa BMfei
-escravos, te-lo-hiasilo lugo depo;s da luanipalaga
d"a juello -3u momiravel de^acbo, e nao d'ahi a
d.nis ineaes e meio t -
Deinais, e uno que tendo silo um tal juir pro-
-^os-aiioa pronunciado, e 0 MMMMPfla >us-
P<"hsij do exercicio do- cargo, afim de nao poder
jalgar aquella causa do urna familia uteira ; e
i, durante a su* va-ancia, nada ab olutament"
li :i requer Jo perante <> sbsttuto ?ll Causa asco
omelhiiitp mol o le dopr Jas cousas edis pe-
soas ; e d'este jaez lado uais, que lem origen)
a mente escandascealo de l^es P.raguayos, para
ruja biograptiia, inse ti por pessoa m-uspcita no
ltiirio praplieAl.qtoano>remedo leiUires, que s
jaMeraoi instruir dis fados topographicm d'esta
ociidade para esst, nauaaeial de riqueza do
ivno animal remello tambera o noticaador de Por-
to ("alvo, que ranisca para o.liberal d'esta pro-
vincia, sem que me eHipeea d^ dingir gaal re-
mis-ao ao Sr.4ustusdo Jorntt do Recife ;"aa*e-
garo-lhes de pie nao perderlo o seu lempo.
T preciso concluir. J l vio.cinco mezo que
en ininha ini e meu- irmds nos.achamos priva-
d sliusofrucio lo- uoss escravui',que nos forara
lirado- M-.-ii ser por souleuca. Um imples despacho
inlnndado e arbitrario, exarado m nina petoao
nu i, o, a u\ ^retencao. nuib'iu no a propnedade, euja
posse, alias, a M nian-la rejpeitar, anda que in-
V Exma.
esposa
tent.
Juiz beinfeitor.
0 Rvm. Sr. paire mestre Fr. Antonio do Espirito
Santo Titara.
Jniu beraMUira.
A Exma. Sra. D. Thomazia UmbeRna de Lima e
^. esposa do Imn. Sr. Jos Antonio da Costa
e S.
Juizes protectores.
Os Man. Srs. :
Frtnftiawi Lanlelinoda Silva.
Rento Eleoteri.i de Souaa Castro.
Ignacio Becerra Pe-soa.
Juiws protectoras.
As Bxums. Srai:
D. Luiza iHlherinma de Mello e Souia, esposa do
Sr. Dr. Tarqumio Bnmlio de Sotua Araarantho.
D. Francisca d Saina Ch.ves.
D. Auna loaqnina .le Uevelr. Padilha.
Kscrivaa por elei^ao.
A Exma. Sra. O. Mana do Livramento Marrano.
Juizvs por devojao.
Oslllms. Srs :
LtM de Frasca Victoria.
Rvm. Sr. padre mestre frei loao da Maternidade.
Alferes Jos*; Mara Remira da Cunta Jnior.
Ju>zas por devocao.
*.s Exmas. Sras. :
D. Angustia llosa itt A"sis fllha do Illm. Sr. Faus-
tino KTanci-co de .\s"i".
I). AtM de Tnereza li ttencourt, esposa do lllm.
Sr. Cimillo P-rena "rlende".
D. Ma-ia Dinithea los Santos Lima, esposado
Iilui. ir. Kn-taquio Glycerio da Penha.
K-crivaas por devoco.
As Exmas. Sras. :
D. "Emilia Carolina-de Barros Lima, esposa do
Pin. Sr Andr Avlino Hibeiro Lima.
D. Maria Mutdalen Tiiereza de Jess. ,
D. Malina Tliereza Biitencudrt.
Escrivaes por devecao.
Os lllms. H< ^
Franci"eo Pereinr4a Silva.
Hanoel llamos de Sonta.
Vicente Alves M;:chado.
Mordemos.
Os Illms. Srs. :
Pedro Hads de R irge* Mendes.
lo Francisco Rente.
RJlias da (locha rVrHra.
KelipjKi J. da Costa.
Mordomas.
A< Kxmas. Sra. :
f). Man oiria Sunca Mannh'.
D. Mirciouilia daSilveira Mello.
D. gugenia Zefei ina de Aveilar.
da Sil ven-a M -W*
Mara d. Prazeres.
D.IB vla|(|ai.f. I! iieiro dos Prazeres.
I). Aq-ilma d'Wi1" Mendonja, filia do lita. Sr.
Innocencio de Paes Mendona.
D. 11 ilma Iti'h'iio Luna.
I). Antonia Miria do E pi ito Santo.
I) H-iiriquela rraiei-eaaamj*.
1). Isabel Mina d is l'razer*-*
I). Remarla Fran -i-<-a Jnior, esposa do Illm. Sr.
Fiaiicelmo da Silva Jnior.
I). Olympia Lin" R:bciru
E-crivai por ele:cao.
Manoel i-'rancisco (! Souza.
Fr. Lottrrneo Plegador e gaardiao.
Algodo i sortc-980 ra. por ktl.
oncallo Jos Alfonso,
Presidente
Mosquita Jnior,
Secretario.
ENGLISH BANR
>f Rio de Janeiro Limited
Deseoata lettras da praga taxa a con-
'enciontr.
Recebe dinbeiro em conta corrent na
4 raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidades
prlncipaes da Europa, tem correspondenles
ta Baha, Buenos-Ayres, Montevideo, Ne'*-
i New-Orleans, e eraitte cartas de crdito,
jara os mesmos lugares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
CONSULADO
<-n(tmento do dia 1 a i
fdem do dia S .
PRuVLNCAL
0 611116^7
'2 91348:9
20 515*386
ALFANDEGA.
ndimentododialai 153.8161612
dD do da o 39 650*320
193:407*132
MOVIME-NTO DA ALFANDEtA
/olumes entrados eom fazendas
dem dem eom genero 3
'olnmessafiido eom fazendas 99
dem idem cora gneros 637
i6
736
boje 7 de marca
merca lorias.
T
emor-
ELEl^O
los juizes, e>criviles
dom )S4jue hrlo de festejar
a Virgem Seuhora da Pie-
Juiz
Descarregam
Barca ingea Gtselie
Patacoo dinamarqueztKttrrwiae^-merea orias:
Brigue franeezPa/'Sfro mercad irias.
Barca inglecaS'ruta Floridadem.
Batea nglecaMisa Strerrdem.
Patacho hollaadezlledile -ideoi.
Brigue portaguezUntan idem.
Hiate americanoIsm Olivieridem. *
Polaca hespanhola -Cfinn-wa vmhos.
Escnna inglezaConratinercadorias.
Escana inglezaf7ea P idem.
TABELLA dos prkcos dos oenehos scibim k di-
RE1T0 DB EXP0RTAQA0. SEMANA DS 7 A 12 DE
HARfO BB 1870.
Mercaduras: Unidades, valores.
juta sfj-i : e paranuo
para se- fazer gasia
"din.eiro, prdero*s de aervico n-,-3 nossos es-
Mvus. pa"sarraos, seno vio qoeraado- apregoar,
^iw horneas, como i elle, periido na opiniao
P ihtea ; e para que mais ,.. para p-la ; or
d-h 11 *r. Dr Joo da Silva, Rege Mello, que
fj i'eila lee .motiva de Mas carias e papis para
a cinco pr.rlK do inoNv I
J.-t -i^ninra, que oe "ed.nl* h a honra, qtiando le m de pasnar son as
Mus caudmas de taes ibero-lijueroji, .aSo sao
dir-ii.), sagrados, "o pa'auras vaas, estarap idas
asu-ate por I Uo mis nosso cdigos de le ; s
mente .i liberdade, convertida na mai alrabilaria
|m i, tu 11 quaivl i, bem estendido, nao vai de
itro de i hjtuetros de Portoalvo
-alvor.o^ Hnstradoa, juize- invwneiveis,
. m li h i ..mes di iib'-rdade dos escravos que
aao tu d'.-ll s. > pan Je familia le urna bonea.i
1 tf, qu- ii o peeci la demasa. Felizraenle t*do
i i ('. -i h fat' a devida justiea em lodo"
tM-1 rana' attr a -jieoio tiu II i es t|i i Wiimveis ,-> iao polic,o m lividuo.
rUi Calvo i"v" a dili de ver, apalpar e
-----
'i ii d'- te ae i partir infalli-
l < i '. fr'isiioir.s tilos ...
lia t" ter o seu dia d<-
.. i) i ip-ri i. de amparado
"la meia Aine-
uniremos Palmo
-.il" i :
lia que
B .:
, mviiln, um v..|
tos d--
liiy muido
imii IHtfi -o Sa-
je po-
li de vii {a-f'-rrea
queijaudos
O Film. Sr. Francisco Augusto de Araujo.
Juiza
A Exm.' Sr." D. Maria Seuhorinha Persererana de
Albuqnerque L;i-erda.
Juiz por devocao
0 Illm. Sr. Pedro J sida Costa CasteHo-Draneo.
Juiza por devocao
A Exm.' Sr.' D. Flavia Augnst de Souza Leao.
Escrivaes
Os Illms. Srs. :
Manoel Jos da Cruz.
Al x.mdrino J.* Alves de Ara >rira.
l'rol'e-sor Man -el Pereira da Silva.
Escrivaas
As ixm." Sr :
D. Maria XavierCanmirc da Cunba.
D. U.ifceiina Fortunata de Jess.
D. Mara das Dores Cesta Beo Lima.
Mordimos
O- Illms. Srs. :
Manoel Francisco Eluvirgero.
Antonio da C >sta II -go Lima.
Joo Hermenegildo das Candelas.
J.io Tbom de Jess.
M uioel Marlintino I>ite.
Zacaras Correa d > Espirito-Sauto.
Antonio Franci-cu de AZ' vedo.
Cipitu Andr de S Albuqoerqae.
leiaroiino Louri-ngo da Silva.
Jo- Francisco da Silva Barro?.
Jos Xieolao do Overa Pinto.
J.-s aquun Pereira dos Santos.
Francisco Correa Barbosa
Autouio Joaquiui Pereira de Oliveira.
Manuel Martinho Santiago.
Mordomas
As Exm." Sr.":
D. Clauiina da Costa Borges Ucha.
D Maria da Costa Pires Ferreira.
D. Caro'na, "esposa do lllm. Joo Pinto de Mello.
D. Marcelina Arcelma da Cotjceiijao.
D. Balbma, filha do lllm. Sr. Manoel Gregorio Pae-
de A mira de.
D. faaquina,- epo?a do lllm. Sr. Anro Jos da
Cruz.
D. Perpetna Mara da Coorei^io.
D. Joairaa Marta da Cunate,* >.
D. Kosa, esposa do 111ra. Sr. Francisco Chaveiro.
D. Candida, esposa do flim. Sr. Francisco dos
Saat.s.
D. Maria Joaquina da Concejera
D. Perpetua, filha do Uto. Sr. Manoel Jos Perei-
ra lia -Cunta.
D. Paala, o"posa do llhn. Sr. Alejandre Jos de
Barros.
D. Mara, esposa do Dios. Sr. Miguel Nunos Cr-
rela.
D. Francisca, tuna o llhn. Sr. capitao Jos Maxi-
miano de Albuqnerque.
Juizes protectores
Os Hitos. Srs. :
Dr. J oaqmiu El virio da Moran Camino.
Dr. Miguel de Figueirea Faria.
Juia protecujraa
As Exm.- 8r." : *
D. Maria Joaqaina Mendes da Silva.
D. Rulitia Rosaiina Freir.
Oppor,
Fre FOie.
Quasi ftt8onvda tiva.
Queiu na i ouvio fallar do caso de (Moro* Mnq
tez, de Lima ? Fii e|(a alafeada do escropbula de
u n aspecto e naiureza a mai asquerosa o rpida-
mente mortal. Grande ulcera", que cada dia se
lonuvam oai" profundas, coa*unsira a carne de
sen.- ti-.' libros mfenores, e at os ossosse Ibe apu-
itr'erani. E-tevc dez vaina de cama convertida
ii'um es |aol-i i. Cliamarau se mdicos de tuda
a" parte-, e t-i los elJes, a denengarara, nao Iba riw
tarnl. portaiuo ontro recurso oo que esjerar sela
luorte.
A'"i- em tan criticas circmniancias
lhe rece n iiendarain quo loinasaa asis parrilba
de Bri-tnl, e -sta a ^alvo^, pomo j antas della ha-
. :s mil. Reprimi se a caJaaii-
cliagas; recuperou a
.: .vra, a.sal-', a aje

Abanos......... duxia
.Algodo era caroco..... kog.
dem era rama ou em la.
Carneiros vivos........ um
Porcos idem........
Arroz cora casca...... kilog.
dem descascado on pilado *
\ssiicar teuico......
Idem raalBvado. .....
dem relkiado .......
Gallinlias ..%..... urna
rapagaios .. .% .... .
.Azeite de amendoim ou men-
dobira......... litro
dem de coco ....*.' *
dem de mamona......
Batatas alimenticias. .... kilog.
Bauoilha.......
Bebidas espirituosas e fermentadas:
Agua*MRe cachaca..... lite
dem (te caima.......
Idem genebra......
Idem restilada......
dem alcool........
dem cerveja .......
euivinagre.......
dem vinho de caj...... >
Bolacha Ima. comprehendidos os
biscoit s......... kilog.
'dem. ordinaria, propria para
eraharqae..........
Caf bom....... >
Idem esculla ou restolho ... >
Idem torrado ou moide. ...
Cal brancal.......
Idem preta........
Carne secca ( xarque ).
Carvo vegetal.......
Cera amanilla........
dem de carnauba cm bruto.
dem dem ora velas,..... >
Cha..........
Cocos seceos....... cento
Colla......... kilog.
Couro? de boi, seceos salgados,
dem idem espichados....
dem idem verdes..... >
Wem de ealir.is curtidos ura
Idem de ouc.\.......
Doces em calda ...... kilog.
dem em gela oa massa.
dem seceos.......
Esquiadores de pennas gradea dozia.
Idem pequeos...... >
lem de p;ilha ........
Esleirs de carnauna cenlo
dem propria para forro ou estiva
de navio. -.......
Estopa nacional...... kilog.
furiana do araruta......
Idem de mandioca.....
Fcijo de. qualquer qualidade. >
Jumo charutos...... centro
Idem cigarros......
Idem era folha bom kilog,
dem em follia, ordiBario ou rea-
tollio ........
Idem em rolae em latas bom
dem, ordinario ou restolho.
lUp..........
'.Inmuta de mandioca, (polvilho).
Ipacacuanha ( ra'iz ).....
ngico (toros)...... dnzia
Caibros ........ um
Euxaina........
Frecliaes........ i
Jacaranda (coucoeiras) duxia
Lenha ew achas...... cento
30(1
238
923
440
2*000
. 68
177
320
200
436
000
3*00(1
937
675
525
10
5*450
195
390
33
3u0
337
600
300
660
476
.201
47o
442
959
39
27
PRACA DO RECIFE
M O DE ARCO DB 1870, ',8 3 HOKAS DA TAUDB.
I1K% 1STA HHA\AL.
C.vMDtos.-~Sacct)ti-9 obre Londres de 20 I/i a
20 3/8 d. por 14 ; ?.eudo u v.jl ir d is sa^ues effee-
tua.ios para a Eu-, opa de 73.0OD.
Algodo.Vondeu-se o do Peniarabuco de I
sorte a 987 pc.r kil.
Assucar.Vendeu-se o mascavad.t purgado de
2*900 a 3*150; e o do Canal a 2*800.
Aquaibnte.Vendeu-se a 92* por pipa.
ARBOr0 pilado da India vendeu-se a 3*600
.por arroba ou. lo kilot'ra:nmas
Azbite-doce.Vendeu-se o de Lisboa a 3*900
o gallo.
Bacalho.Era atacado vendeu-se a 19*34 e
a Malho d3 185 a 23* p.ir barrica.
a.nha oe pobco.dem a 6i0 rs. por libra.
Batatas.Veuderam-se a 24200 a arroba.
BotACHWHAS.Vendeu-se a 4 a barriquinba
io 20 libras.
Caf.Idem de-3*800 a 74 a arroba.
Cha.dem de 2*200 a 2490Q a libra.
Ckrvwa.Idem de 5*800 a 8*500 a duzia de
-{arralas ou botiias.
Kbbosksb. -Vendeu-se a 85000 a lata de eme
galdes.
Louga.A ingleza,vendeu-se eom 460 por cen-
to le premio sobre a factura.
Ma.nteiga.A ingleza veudeu-so a 1*100 par
libra e a franceza a 8zo rs.
Massas.Venderam-se a 7* a caixa.
Ollode LiNuagA.dem d-- 2*200 a 2400 por
galo.
Passas.dem a 105300 a caixa.
Presuntos.dem a 18* por arroba.
Qukuos.Os flamengos venderam-se de 2*700
a 24800 cada um.
Toucinho. Vendeu-se o de Lisboa a 11*300
pnr arroba.
ViNAGRfi.7-0 de Portugal vendeu-se a 1405 a
pipa.
Vinho3___O" de Portugal venderam-se de 223*
a 2303 a pipa, e os de outros paizo.- de 203} a
210*.
Velas. O parole de 6 velas das de composica"
vendeu-se a 640 rs.
Drscomto.0 rebate de letras regulou de 12 a
15 % ao auno.
Fuetes.Para Liverpool carregando em nosso
p To 3/8 d. por tonelada de algodo, sem capa, e
15/ por tonelada, sem c pa, pelo assucar; para o
Canal 20/ p>r tonel ida 5 '0, e para llarseille 25
frs.
E ido ha vendo lajicador que cubra o
ireco da avaliacSo, a arrematado ser f-ita
Oelo preijo ila ailjuilicafo na f-rmadi M"
E liara que chegue ao conhccimeuio de
todos mandei passar o presente que se'
publicado peta imprensa e affixa lo no lu-
(far do custuine. Recife 15 de fevereiro
de 1870.
En, Mmoel Maria Rodrigue do ftasci-
mei'to Hacriv3 Rjcifo 16 de fevereiro d 1870.
Tristo 'le Menear Ararip*.
vi I s.tlv
p desde c
^H do d
__m
rbeuma-
asprinei-
por fcraeladaS %
M0V1MENT0 DO PORTO.
Mario sonido no dia 4
BarcelonaGalera he>panh da Aretuza, capita >
Antonio Coreo, carga algodo.
.Varios entrados no din 5
Ass13 das, hiate brasileiro Graciosa, de aa to
uelada, capital Jiaquim A. de. Figuairado,
o.uro genaros ; a
dem em torne.......
Linhas e estatus...... um
Lour s (prancboes)......
Pao Brasil........ kilog.
dem de jangada...... un
Quiris......... duzia
Viahatico costadinho de 23 a 30
nUimetros de grossura. am
dem pranche* do duus costa-
dos ale 50 utliuititros do gros-
iisura.........
dem taboado de wenos do 35
miilimetros ae grossura duzia.
fboado divorso......
fatajoba........ kilog.
Pravos -......... tuna
Varas para, pescar..... duna
dem para acuitada ... -.
Idem para canoa..... una
Cvenlas de sucnpira(em obra) >
Eixosd-eicupira para carro. par
Mlac......... lkig.
Mei dnaaelaa.......
Maim..........
0sus..........
Palha de carnauba..... molhos
Peclayy......... kilog.
Podas de amolar ......
ueui da lilirar .......
ideiQ ae rebollo >
Pennas de enja. ...'.
PUssava......... tn^Jlies
Puntaa vaeca......... oento
iabao......... kikig.
ial........,
ialsaparrUu.......
Zapatos da emitu braac. par
sebo ou graxa em rama kilog.
laura a velas. .-..-.
gaa a vareta......
rapioca..........
Jnhas da boi...... ceoio
Vaasauraa de carmuiba duzia
ias ae piassava .
Ideen ae timb ...
*ltftarf"C" de Penttsit ui-o
0 1. WUlei' ill. /">
01* diHt, J Thm iz aV .1
mprini. .v
442
436
763
4*300
4*000
114:58
566
640
340
350
1'1*000
1*133
784
2*180
48*000
24*000
12*000
16*000
12*000
136
681
92
272
3*01X1
320
M0!>
613
681
545
,2*180
170
U703
00*090
360
1*300
54000
95*009
3*090
12*000
6*1900
10*000
102
5*000
6*000
16*000
equipage-u 7 ca'g "il e
Barthoiomiu Lourengo.
Terra Niva3i das, escuna inglnzi Eva, de 181
toneladas capdo W. Harris, equipageio 9, carga
2873 barricas eom aacatbaii; a drga Ir.nos.
Terra N.wa 3i da-, brigua iuglez Vira, de 221
tonelada--, eapliin A. Oils^m, equipagem II
carga 3110 barricas eom bacalbi; a Johnstoii
Pater & C.
Rio .le. Janeiro 31 lia, barca portuguesa Sym-
pnlhia, de 391 toneladas, capitao G L. de S.
Lob. eqttipagem 13. carga dillerentes genero>;
a Billar. Oliveira & C.
Bacei1 da, br'gue ingle'. Talbot, do 199 tone-
ladas, capitao W. V Smpsou. eqiiuagem H,
carg assuear ; a Jinston Paier 4 1 SegT
pira New-York.
Sanfcs.35 lias, bnga inglez Kmigona, de 261
tone idas, capitao Whanes, eqmpagem 8, en
la-tro. a uleui. Sigui para West la lie".
Navio* sonidos no nut'no dia.
Livnrno-d Barca ingleza Shelburne, capilio
H v.ell. carga assucar e algodo.
W'st ladiesBirca ingl.-za Devonvak. capillo
Hun'eyer, em lastro.
ParaEruna aorteallemii Betty, capitao Kroger,
carga sssuear 0 outro-* gneros.
Lisboa Brigue p irtui! -z Ooarense, capitao Au-
umio Bernard.i Carneiro, carga assucar e ou
tms geoei'uS.
Araeaty -Hiate bnsilero Deas le gaarde, capitao
Min-Kl C. da Coat, carga dillerentes genero*.
Ilha do l'ornand 1 Vap ir brasil ir Coruripe
iimandante II. Ja Silva, carga difieren! s
gi-aoMS.
Obsrvac$o.
Suspenden do lamuo para Uontcvido a barca
ingleza Florence capitn M. Bm-1, cun a me;ma
attga q e troiixe te S. Tli ma'.
Navios entrado* no dia C
Terra N iva34 lias, bngue iuglez Bertha, de
257 toneladas, capitao J-mn Bnen, equipagem
10. carga 3745 barricas eom bacalho; a Jotras-
ton Pal r A C.
Terr. Nova30 dia, escuna ingleza Doitro, de
1941 .nchdas, capil. A. Tiyl ir, equi;i .g- n 10.
carga 3500 barricas cjm bacalho ; Johhston
Pater C
Novios sonidos no mesmo din.
Buenos \yres Patacho dinamarqus ATo/dij/, ca
pitan J. P. Brock, carga as"iicar.
P.jrtoBarca portugneza Corp, eapitau Antonio
Lucas Sobral, carga c-uros e mtros gneros.
Observaeo.
Fnndr-oii no lamaio nma barca, e nm patach
ambos ingleses, e al m io dii nao tveram eom
'.iiimca^u eom a Ierra.
0 Dr. Abnii JitsTavares da Silva, ufli.aai
da Imperial ordem da Rosa, o juii di
feitos da fa:etida nacional dcsta proviu
cia de PernairJbuco, por S. M. Imperial *
Contituicional a quera Deus guarde, ele
Faco saber que em -iiiude 110 art. da
ordem do lhe.souro.de 13 Je dezembio de
18(30, em quanlo nao tiverem destino o>
terrenos da povnac3ti de Tiiubaba eComu-
taoga e da villa da ltamb, periHiceotes ao
oncapellatlo desle, nome, ser > elle* arn n
l.ido.s em hasta pubii- a, por esp en d >
anuos na forma do art. 4o das introog6iw
de 30 de dezembro de 1865, segundo a
avaliar5oqu> previamente lera lu-iai'. 'leven
do ser f -ita a mesma arraiiatafiSo por lute
ua villa de It-imb a contar do da 15 de
marco prximo futuro em diant-, e minio
a comprebeesao denominada Cane proce-
der-SK-ha a sua divisan em divtrsos e me
ores lotes, segundo f r mais convenieuu.'
aos interesst's da fazeipia, istt 1 m virtud'
de autirisagao concedida pela presidencia,
de cooft.rmidade -eom o 4o do art. 1"
das instrueces ci'adas.
Outro sim na jrrematacSo que prxima
mente se ha de fazer das compieiiensoes
eiitfenho Novo, P.mgati e, Combe, no dia
13 do mesmo mez, e acceitaro. nos ter-
mos da lei de 15 de eiembro do annn
prximo pi-sido, propostas para venda dos
escravos, Bazilio, parta, eom 215 anuos d
idade, carreiro. avahado por 1:C0U$"00.
Concordia, parda escura, eom 15. avahad-
por 6005000, Aquilina, parda.com i annos
avahada por 2il).-?l)00, Damiana, parda eom
' meies de i tod s periencentes ao dito encapailado.
E cumprindo co clulr se as arremafcJCjbes
que liveram lugar em abril do anuo passa-
do, as qua-s foram nllimamenti a provadas
lelo goveroo : faco i^iia'menie saoer ans
arrematantes praso que d- n 10 de :io dia?
contar de 15 d margo pruuojo liittuo
tlevem elles. para podeiemobter as coiipe-
tentes cartas d iTPeUMtacM, prestar hipo
theca convencional, a qual s-r celebrada
tioreseriptura publica, e inscripta nolug.u
da situarao das bens hypotlii'c dos, km
termos ila supradita oidem do thesonro.
exhioiudo os mesmna arrematantes previa-
mente, parante este joizo os docunieutos
ecessarios qqc pr vem a idoneidade t
siillicieocia tos bens que dao para >*araiitia
dos val' res p>rqin sao responsaveis e isto
S4 h pt-na de lirar.-m sem effeito as mes-
mas arrematacSes.
Compre tambem que os arremalantes a
dinheiro, dentro do mesmo praso o sob a
mesma ocinuna uo. lecolbau a estaba
competente o restante do preco porque
eonpraram as comorehenses de que se
achaiQ de posse oheitando as respectiva^
carias de arreinatac5o,
E pira que cheque ao C'Shecimi'nlo di
todos mandei passar o presente idual que
seri publicado pela imprensa e affixado nos
lugares do cosame, bem como tus enmar-
ca* de Goianna e Itamh, e seus povoados.
Dado e passado nesta cidade do Recife
de Pernambuco, aos 17 de fevereiro de
1870. En, Luiz Francisco Barrete de Al-
m<'ida, escrivo u escrivi. Pagar afiual
i00 rs. de sollo.Luiz de Almeida.
Abili Jos Tacares da Silva.
Inspeceio do arsenal de marinha de Pernambu-
co 4 de marco de ISTO.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida
aixa Filial do Banco do Brasil
em ernambuco, em liqui-
^atjao, 7 4 ievereiro de
1870.
De ordem da directora do Banco do Bra-
sil se faz publico qu detta data a 30 das
ser publicada pelos jomes i lisia dos de-
sdores desla caixa e annoneiado o letia
dos titulo." em liquidecl >.
As pessoasque pretenderem concorrer ao
Ieil5i.iu entrarem em, alguma conveocao,
iKiderSo na mesma caixa examinar a refe-
r da list e entender-se eom o liquidante.
ArTCBataeo.
Escripto p rtre< pratjaa
0 p irtei o do jttizo, Francisco Manoel de Airad-
la, traga a pregao por tres pracas, aflm de ser
rrematada por queiu maii der, a propredade
gomia : um granJe sobrado de um andar n.
W,' na raa da Praia, e-quina *do Carioca, fregne-
zia de Santo Antonio, cm chaos proprios, eom
16 palmos de vo na largura, 14i de fundo, sen-
Jo o pavimento terrea aecupado por um e>labo-
leci'iicnto de molhados, e ao-lado desle por ino-
radla, e em cima dtvkkdo em nina graade sala
na frente, duas menores araz, um quario, tendo
um pequeo terraco e quintal, a qual casa eom
cornija moderna ; vista do estado em que se
cha, foi avallada em :000*000, e vai a praca
din o abaiimi-nto legal, qae 6 pela qnanlia ds
11:200*000; penhoradt a Gailherme Augusto Ro-
iliiguesSette, par eiecuQao do Dr. Joaqun Jos
la Ponseca.
Curapra.Cidade doj Recifa 24 do fevereiro de
1870.Escrev e assigio.
Pedro IVrfttfirino du Cunha.
A ultima praca no (ha 5 do corrento, na au-
diencia do Sr. juiz municipal da i' vara________
No dia 7 do corrale, Gnda a audiei ca <*>
juiz de paz do 2 dislricto da Boa-vi t, Um do
erara arrematadus differentes uiuvdis por execu-
^ode Viriato 'le FrsitasTavares coma Liao Ma-
iv>ei do Nascimento ; a ultima praca.
O lllm. Sr. inspeeicda thesourana defazenda
insta provincia, em virtude das ordens em vigor,
nandt fazer publico que tem marcad o da 15
de abril prximo vfetfBWD para o concurso que
se tem de abrir na mera lliesonraria para pre-
enchimento das vagas sella exisleu'es de prati-
cantes da mesma, assim como da alfandega e da
rec bedoria de rendas : %Ti?ar o exame sobre
is materias de que tral o Io do ariigo 1 de
i3creto n. 3114 de 27 e junho do 186-1. a saber:
eitura, analyse gramniatical e orthoir;phia, ari-
thmetica e suas apolicncoes ao cominera, eom
specialidade redueco de inralas, peaoa e me-
dulas, calculo de descont, juros imples e coni-
ixistos, tneoria de eaabion e suas applicacees. Os
ciint'urrenles devero previamente apresentar seu
requeriinentos instrnidc3 de documentos que pro-
ve idade completa de 18 annos, isencao de pe-
na c "culpa e bum conipurbunento na forma do
art 3a do decreto n. 249 de 14 de mareo da
I8B0
Secretaria da thesoararia do faxenda de Per-
nambuco, 4 de marco de 1870, %
Servindo de ifficial-maior,
Manoel Jos ^nto.
O*000
144*100
964000
33
6*000
UiOO
. 6*000
1*000
3*500
16*0 HI
SO
310
68
16
i*ont>
_ 817
31
' 1H
4#7'.i6
ItKi
2*1*-'
M*
tt' I
30.
f,\
LITAES.
OOr. Manoel Jos da Silva .Viva, rammendador da
imperial ordem da Rosa. Oavalneiro da de Chris-
to e juiz de direito da 2' varo crimn il desla co
marca do Recife. por S M. o Imporid -r, etc.
Faz ?alnT, que pele Dr. juiz de direito da co-
marca da cidade d > Natal, da provincia do Riu-
rande do Norte, lh* fui dirigido por ca la preca-
toria d 32 de fevereiro Bn I, recebido nesta dala
> edilal do tlieur seguab*:
O Dr. Sebastin do llego Barros de Lacerda, juiz
de direito da comar :a do edade do Natal, por
S. M. Imperial e constitucional, a quera Deas
guarde etc.
Paz -aber que no lia 10 de mar'o vindouro as
10 horas da mana, na casa da cmara munici-
l>al e sala das audiencias, t m de ser jalgadti d
proraajo de respou-abiliilade em que reo o juiz
municipal desft termo Dr. Joa (oim Maria Carnei
ro Vilella, que se acba ausente :'e para que che-
gue au seu conhecirnento man iou passar o presea-
te que ser lulo alllxado a lugar mais publico
desta capital, aflm de ipie compareca nesto joizo
no la, lugar e h-aa acuna de-ignados, para assia-
tir a>> seu julgameulo, sob pena de revelia ko
< iiii|iareenifo.
a.la.Ie do Natal, 22 de fevereiro de 1870.
Bu Joaiiuim J. s de Saw'Anna Macano escri-
vo o escrivi.Satastio do Kego Barn.s ta La-
c-rla.
E para to chegue ao conh-cimeato do nteres-
sail', m.-indon o dito juiz passar o pres--ute qat-
se.r alllxae no lugar do costuiue e publicado
.*: iiupresa.
D'i'l' e pa>s..do n-'sta cidi-lo do Recife, aos 5 de
moco de 1870.
Ka daooel Antiines Cirri, escrivo ujterino o
e-cievi.
M'iiioel Jos, d* Silva Neiva.
') li. Frisii d" jwiicr Vmriiie, uifiei-u
da l'upiT',-l rdeai da Rosa, itii/ e dt-
-iti 1'. o-"'' c ii d'i 0''"nu ifio n i\ ci-
ife -le Pi imhui.....>. p i' S
I 1 -1,1^1 id o S D !, a i-Ml
M 15 a 1 1 i't'-'.
K i; 1 -ili o- an% qu
o presume
ni-trce de l*<
. ion** di
I' '"11 -y ra.
iVriiainburai, a u
4) 1*20. ule
iinaaitu 1 de Me-lairot.
JA Or 1 .NTKH.NA
RAfiDEPKH'.ManCO.
\*adiplo dndu 1 a i H-itM iW
1*1*0-ir 5..... i.^'AH*
iP:8M*8i
' MtltM
' ssie is ,i
edita*
I r oto
p t* ila Vi
m a 1 o
it"
573, rr>7(.. -*77
7 arrobas 1*40'O isww arr-dn.
uiolal de toda* a ^flHa do (i-7r.ll(Hl
fuaes for;-: >'" ;ic5o
lie Bjaaii;i 1
Iho Lejte.
Augusto Coe-
Peraule n aawara inanimpfil de-ta riiaue,
e-tar em b ista publica nos das 3 10 o 17 do nva
le marct proximo vindouro, para ser arrea dado
por uoem mais olfereeer. am terreno optiluo para
edificar na ladnra da S do lado do puente, -con
leudo trezentos o viute palmos de frente, eodo
160 palmos do lado do std. de urna casa de taipa
silaa mesma laleira, e igud numero de pajinos
do lado di aorte de dita casa, cuja frente do ter-
reno, Oca oloando para o mar, conteudo de fuod"
do lado do sul 200 palmos e do norte menor nu
mero de palm is. por formar o terr-n urna corva,
servindo de base a luratia de 25*600 res annoal
mente, na ra&ia d^ 80 rei- o palm .
Paco da caara municipal do Oimda, 24 de fe-
vereiro da 1870.
Maaoel Antonio dos Pa.-sos e Silva.
P-i ^resllenle.
Marcelino Dias de Araujo
Secretario.
DECLARACOT
Santa Casa da Misericordi
do Recife.
Ula-el o a v la.
A Illms. junta adonisiraiiva da santa casa de
misericordia do Recife. na sala de suas sessSes.
pelas 3 h'Tas da tarde do dia 10 de marco cont
oda a reeeber proposias para o forne meato A*-
acucar quo ti ver de consumir o hospital Peer*
II nos mezes de marco, abril e malo viadouro,.pa-
gando eom dinheiro vista ; sendo aennear
braneo retinado de sorte, e refinado somenes.
As prep'Wtas sero abenas no dia designada em
presenca dos proponentes, os qnaos deverao ir a
hospital, auu de veretn a qualidade do assuear
que all se gasta.
Secretaria da Sama Casa de Misericordia'
Recife, 5 de mar^o do 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigue* ie Souza
Pela r jcebedorta de rendas internas -e faz
publico que nc-te correle mez e. no de abril
prximo futuro, que os centribuintes lo mipusto
obre industrias e profissoes team de paja-i j, li.
vro de multa, e que linio o referido praso ser
c.ibradb eoni a multa de fi 0|0.
K< .ebedoria da Pernambuco, 3 de marco de
1870.
O adminstradi r,
Manoel Carneiro de S.nza Lacerda.
Sauta Casa de Misericordia
do Recite
A Lima, junta administrativa da sania casa de
misericordia do Recife precisa coutratar eom
quem por menor prc>co fizer a obra de que preci-
sa o >obrado n. 37, p rtencente ao patrimonio dt.n
eelabeleclmentos de caridade, sito a ra da Mooda-
Essa ohra consiste aa deiuolieo te parte da
freou anterior de tod?. a frente posterior h de par
la do oito pelo lado do naaoaate at o lugar era
q a se a-ha a parede tendida, e recon.-truindo o
predio >le um su endar e sota coaformo as postu-
ras mumeipaes em vigor.
O pavimenti ierra daver ter tres portadas
cora so'eiras de pedra e aortas de costaoinhu de
amarello para o lado da roa, e para o do fundo
duas janellas e urna porta ao centro tambem eom
soieira de pedra, seadu a mileira igualmente do
costadinho de amarello, todo o iadnlhn d tijol
do airea ia batida.
O primeiro andar tleverter Iros portadas eom
sacadas, lastro de amarello, varandas de ferro,
'akilbrts e portas taroaem d* amarello para a la-
1.1 da ir- ote, e para e do fundo tres janeUas il
(leilonl enm vidracas e aortas de dita madoira,
tendo cada n a dellas nunca menos de 5- pahuas
de largura e 7 1|2 de ahora.
A sotea em ambas as iranes dever ter tro
janellas igu- Imeule romcaixUfaos a iiortas.
No tiavejamenlo doprtoeiro anlar e do sotio
sement sa empregaro travs da qualidadr. tea-
do eada tima 12 poiagadas ijuadrada* de grossi-
ra, e os respectivos se albos sero consiriiidos de
amarello oa Inuro. As escadas seio da amarello.
O prnvir 1 andar nevara ficar em salo. e a -otea
sera repartida da maaeira uue fdr dctermii ada
pala, santa ea. O* rehoeos exterkire* serao
guarnecidos de cal branca.
O contratante peder aproveitar a telbw eaf-
bros, eachanis, soalhos travs wrt se acharew
em perfeilo estado a jaita toa seahores 11 ..rdomos
da nredsos.
Todo o material de ferrabas ser orneciot pal
eoalratanle, cuio rargn fi'cr lainbem a caiaco.
Os pietendenles devera afreseBtar -ua pro-
postaa am cartas feduuhs aa secrejaria al .' da
t* de marco docorronto.
Secrelana da Sania Casa de Misericordia o
; Recife, I* de marco a 1*70.
Oeacrrvao,
Pedro ttrmet de Sohmm.
Recife 17 de fevereiro de 1870
O t-scrivi&i,
Luiz F B. <1h Altrutda.
SANTA C\SA D\ MI^EIUCORUU DO
RKCIrE.
A Illm a. kmta ailinraistrativa ila Sania Casa de
Misericordia do liedle manda fazer piiphco que
na sala de suas se>.-oes, no da 10 1I0narco, pela-
4 horas da tarde, ti-m de ser arrematadas a quem
mais vantageas offt recar, pelo temim de nm a tres
airaos, as rendas des predios em seguida declara-
dos: .
ESTABELECIMEMTO DE CARIDADE.
Hua da Alegra.
Casa terrea n. 7. i>oranno. ... 360OW
PATHIMGMO DOS ORPHAOS.
Roa do Vigarin.
Primeiro andar do sobrado ti. 27 210*000
Ra d Rangel.
1'.asa terrea 11.88. 0 3W)20flO
m'io n SiioP -rno da Cal. 0 150*000
)- pi ii-udenlcs ile*eio apresentar no acto da
1 opailados dos respeciiv" s flai
SSeer.-laria da Santa Ca*a da Mi-ci.c o Jia do Re
ievereiro de 1870.
O escrivfio,
Pedro Rodrijne~< ile Son
las>jcc<'4o lo ArsieuMil de
raarluha.
Paz-ae publico que a Coiiniis>o de peritos.
mando na lrma de'erminada no re^ulamenb
aiui'xo ao derreto n. 13*4 de 5 de fevereiro t
, o easco, machina, caMnira, apparvlho
-acao. veame, amarras e ancoras do va
/'.yonj/fta da compatihia Periau,bucana de
aavegasiM c i-leira, aolwu tud n
Pata contadura da cmara 11 .unieipai destn
idade, sp declara aos prepretrio-' de entabvier-
citoentos do porta aberta, mjfiit* ar> pagamento
do imposto municipal, qae aa a z de maree pra-
xjmo vindouro, principia a aWecadac. a burea
do- cofre d mesmo imposto
Oratodoria da cmara nencipal 4<> RcWTe, 2R
de favereiro da 1879.
O oentader,
BypoKtn Cassiana de TascoamBia A. Maranhia.
LEflOES.

LEILA0
da armaQaoe ntvacioa panal o. 101, ccnimaiti a>-aaiaoi. (upas paaa-
mkla, banaa, ui iaihanl*mHai a p^-i a mala
paataaces para a hrmam>Mmar,ciiji.rttlmi
oi se ach bami aammm% para as roa>
aras dos assocares na a-ala. aomo pata ai vem-
daa do meamo.
HOJS.
9 acanta Martias, aomaravaJcaarnta *ittoritirte.
rara leilo da refinacaaasina. II br-rn.-d> -o*
proailaiHa._____________________^
Baptendidi c *m+t> fatJtfr &
ortlcallura fraaeeza i>i aiiac-
to d" trw
a.
PWNWS-camelias agaolw.s.
orteiicias rusas.
ABVORESfruclriri*>lodas as
d**. dalias, araaivlms.
Sf-a-KNTfiSde:ortlatMrimTWs fl
HU8ASde ludas a oilatmles par
vam.
Mr. 8 ******* bar*ajl*r a Abr
tcaaa rteirsdo a esta aMaa> em dlrnrnra de >
ca aprmaMte a oocaslo de apraueomr ao puiuioo
t
O U.J1-
SP*

V.


Diario de Pernambac*} SgoiK_a fir "7 de Mar^ de 1870.

orna numei
fnir.'
i ftww e
men >r rec
bow ^
tu i-, e tea^fl
"Ti'(tli>, a. II 1.
Cma**, casa
plaoias, arvores
jira eiarem niui
|i!)U(Ki a
iaSNM*-
por; n
anuda foira 7 (I.
a, ni ra das
De predios e terrenos.
rnn c.i.-i Iitm n>tl siia na Bata Verde Ca
Minga t'nn 4 porta o 1 janell.i d# frente, _
k, i <|nartJ,eosinba fora, quinal murada,
s.Jo prupria.
h m dita dita n. 13 .' lOHtm a rasa r.ciir.a cu
2 sala-, l fBarto, c< ha fura, quintal mura
d>, >.! i prpri i
imii terreno ajmrio on nfesie.logar sonad parte
atag 111 r > n 56 i\t de frente e i Iji de fut
il-i roaurdo nio da casa n. II.
t'-tu lito dito _a BMmu logar. Iota aterrado coi
S6 k)i pannos de frente o 83 de fundo a contar
do ;ili ilianeMto Ja estrada at ebegar ao oiia
da ci-a n. 13.
'(tu aparta parte di ton terrea n. 6 sita na ra
. 4k Esperanza a lugar d#.Caanhu Novo, en
sto proprin.
O agente Martn farn lc-fa por mandado du
lllui. Sr l)r. juiz d? orpbaos dos predios e torre
w*ui para pagamento do c'rcdores do casal
Jo fi iaio Uiioro dos alijos da Porciuncula.
rHOE.
So armaren da na do imperador n. 16, as II
tioras do di.
Urna dita dita n id uts Verde?, so-
-o t
SfXla-feira I! oto.
O ag-nle M-rt ii- fara leiliu por autorisaeSo du
'r4iieisco*_oedes de Arauj procurador de
Fernn lo Duart.' Iicrdelro universal de
tallecido tiln Antonio Femando. Uiiarte du Ai-
llos cima, h |k)|I;i do predio que
fui A-s- ciaca i Gwiunereial n,i largo do ('. rpo S.m-
II horas do da, os jireien.temes p->dem
obteT qualqner informaclo do n-f rto an
de-kerosene avariado
A 7 do corrente.
O aganU-.Obveka fari leilao ara presenca do
tiln .Sr. c o?.I (. -I'-mj -m p r -nrer e por or em dos respec-
.p-iv !e 7S;i cantas sol diversas mareas.
nntfiJi eida n.n. latas d; 5 gal'.'S de kero
-*n (gazi avari-do d'agna salgada a bordo da es
rrnii a .i-ricou tfi'\v I. U.i/i'ioi. capt i Par-
. recostnonte chega-ia de New-York.
Sexuada fura
. Ufa rn di manilla cm poato, no largo da
11 A i >it>. anta ao arma u Jos Srs. Tasso
jimios.______________________________.
LKLAt
de f-trinlia de trigo*
Te;',-,: '-a 8 do torrente.
a t apmle Pinto !ev.,r:i a letra i p..r coala e risco
. I I orneas < ni tarjaba J_
i N v V >rk na eseana Btary .1
lo dia i i oa li'o, no arma-
; Qainkiq do ,\( ilar t C, caes
i ,. 67

j. rauda 12 csJejrv
brgi 2 di a> de halan-
. ra e i'ii p< n-i ii.anuore
a ricas o ii lora.- doma-
. )ii'| iibas para |i
d MI.i, 2 Id IhVtf
i i i vas jae iratjd |
\) [f para n d sala 4 I i
i, ral,ido de f.o.i.
1 cama Ira ie n jacarm-
' .- i [-'-, i ai ara lor, 1 lvalo
. I ; e-a, I ikiI lora Abura-
r, 1 jan le i .,!, i gualda
; ii de dito,
i.i 'i ainarvll
i-a .1 rro i tola, H
n I i'i lia de ara i i de fer-
|i ir i f i i i la, 1 iin
:.| .ijtf o..j,.,,|,)S qu-
' lentaa,
T I di CM Ule,
1 i p i. r.l -m de una
aparaEurupi df Inportan-
tr ni-j)-rtailos par.i
' av i;- n d 11 lilnparadoi u. iC, aondete
n lu ir Frragns e sellins
agrille l'-iktual, com| ato autorizado.
: tj .i M i j. i e i i; i do qaeni per
du i das coui liman tnrtidkp, com t>-
i' J is |/j vinui.-; dellaiu-,
i :.. Jkttg, Va roesina o-na.-iao ven
| irf >s sendo
ni e lizo* e caivetes d? divetsos
. I s c foiti >:, para fechar fac-
Q do corrate.
r. i Sr. t.iwiel P. lohnst;s, raa
X va n. 42, s II h .ras.
1U2 JFA5B3,t.S
J ii u-feira d i ni in;o.
J Car: io far I iii'i por int-Tvenc/io do sgent.
Pint do wa ,_eomplato r rt uicut de fazenda-
rauc-'zasprnp ias do mere uto, em con equeneL
x m mu linca d> sen ar azem i* andar
'ira I-i a roa do Vigario n. 5, para o anua
> J. largid. Poiounnh n. 7, o lorian priae
riari ^< 10 hir0sba I* andar dj sobra o da ra
."> VigaitorB. h.
lillLll
LEILO
DE
PREDIOS
O agwi'e I' ntnal vender em loao, pr auto-
ri>agao lo Sr. franehafci Ooedes de Ar.ujo, cobio
barUnte pr>.curador do Sr. /ao F'-nounlns Dnar-
[e (residente em Portugal) um iliaglrftcu predio de
d'ins andar*, sito ruado Q uimado n. 7
for.'iro, o nift.ido do predio de d >us andares sito
ra da 'w do lente n. 61.
Terca-feira, 15 do crreme,
no andar do sobrad* n. 62, ra da Crnz, s
H horas.______________________ _____
LEILAH
Importante nos cyslUns, olas d- praia e ouro com
briimt's h perolis, uur cirro e una
vi t'iita, a s.ilirr :
U.n mam fite, i nioliiiia de Jacaranda, I wftV
I mesa 2 consol s com pe Ira- grindo-* espi'lhos,
16 Mdeiras de gttarnio, 1 cad ir*- Imco-. 1
poltrona, 1 cadoira de alaig r 2 s >f* estfalos
fornidos de damasco cuca ruado.. I c.vl''ira para
ola ion, .1 lu-!fe, 1 candelaiiro e i serpentiu.i, i
iiaslimw de electropiato com mangas npaca, jar-
ros, tnasroa e tapetes.
Urna cama francaza, I mesa de cat.eceiri, 1
guarJalouea eguirdi ve-thlo de mugnae iguies,
I rico e-pelh i c hi ci luitnian, I locador. I rel->giu
;oui llg.ira e redoma, I cohid.., 2 sofas de jaca-
ran la, I moa oval, 2 b meas de j. go, t candieire
;az, 10 cadenas e i jarlmeira.
Urna me> elanica, 1 guma l'UCi. t apardor.
I lanc", 1 reb'gio de pa cd-. I caixa una cha.
Un appardliode p'iceaoa iloiirali para jan*
tar. i dila para alm c i, 2 pon. qo -iju-, 4 con-
poUras, lparrafis, 21 cauces, 20 copos el hrnr<
letras. .
ma burra <\$ U-\r- (ci.fr.f, 1 realejo c I gamio.
I adereco com briltiante- e per> I., I apparelhu
para cha, rtfl prta, i r.iStiejiH-. 1 salva, coih TfS,
garliis e laeas Mdn d pr.ita.
Una xct-lli'i:te ucl SU t til anei >, I conp e
I pardo lantern .s p,ra c oo.i ( >>i i lo ao Se\t-i*-n- 1 | le ui:i!<
Gfia 0 ajeiSe Pinto le ai a ;i .. la pi -e lil.i a coto.
p-.'tenti' aiilons.ico. n hiovc loica, vilitos, pia-
la, ouro, ca.....> e u ais ob|. i-to ucioi: ni .eioii..-
los, i-.-.ii'iHi'S nfteas.. qo- ei vio le lesile'ncia Ou
Sr l/iis'Antonio V>-,r rol l Guariiraie n.
76. i>ude se enVriuai I. ;i. bo da acm a d tu
O I -na i p:in>'ipia as II) huras em iioiit,
-erenioiuito> !< -.
msiuHtt
DE
Paquetes a vapor.
Dus" Mrtoa do mirle esperad
o dia i I do crrente o rapm
^Crun-iro do SiI, cotmnandante ir
P. G ue des Alcoforado, O qna
dopois da demvra do costume se
gira para os portos do sul.
Desde ja recebem-setpassapeiros e eugaja-se .
.-arga que o vapor poder conduzir.-a qua dever
er embarcada no dia de sua dudada. Encomixieii
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia .
na sabida.
Xo se recebem como eocoraniendas senSo.o#
9 de peques val'ir e qun nao fcxcedam a
irrApas de peso ou 8 palmos cbicos do med
rudo qu? passr (lestes Jiraites dever se
embarcado como carga,
prevtne-scaos Sr-vpassageirosqnesnas pass
ens s se recebem na agencia ra da Cruz n. S
I* andar, eseriptorio de Antonio I.uiz de Oliveir'
\zeveda&f!
~/r.e?'so A S caixeiro para venda, #a 1

Ha nit quo prepa/a-; un esplendido
Jo Sanio,
tina, em regosijo a cliegada dos
."tria. C espora, so, A imm
cantado pelo iibigne^arii^i o*. lio e
ftrrespondido por um coro de
___ '0 apologista.
------
CRIADO
Para o t rto
i., |. r
AVISOS HlAT.ITIiV.GS.

COMPAiNlIU .'h.Nv.Vi. aV
$af;aA ira |r i;ijii
iyba. Nata", ilacao, M..>.o.i, Ira-
c*iy, Oear.i. Al iihlalui. \r.a..nti e
tiiain
v () vapyr I'ir.if.c(/in. counitau lauu
Azeve lo. .cp.i i para ns
, i33rf a.'iiu.. no da l-"> lo torrente ..- > u -.'i
.-aiira ii.- ii.. IV, eacnii.
las, e pa-s i;,''>r ; limnro a rri |
'i libeas la tarde lo lia la -ao da -o unpto-
no d> Knrle do \U '- n. .12.
' t:o.MiAi^i \ rfcNAtti:.\N \
DE
Xave?a5o oslcira por vapor.
(i IMIIia. t
O vp r Puahjfia, seguir para -
po t(. acuna uu dia 6 do corrent .
Ii iras la n ote.
li cubo carga, encommenda, passageiros e di
nneiro a froto no esuriploio do Forte do Maito.-
n. it
JL
O.MI'.VlTIllA HlillNAMUUCANA
DI
Nnvegacdo costea por vapor
Machio, #10 iliicitura "e Pi'iiedo.
Ovapir Giqtf, coinnaiidante Costa, segui-
r para os oclos cima no dia 8 do corrente
s i Iior.u da tarde. Recebe carga al o dia 7
jncommendas, pas tato s 2 horas da tarde do dia da saluda, o es-
riptorio do Fort-' do Mili i- o. 12. ^^^^
COMI'ANIIIA l'lRNAMKLM^NA
DE
%avcsao costeira por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formse e Taman
dar.
Omvapor Pnr/ihyba, seguir para os porto
ma no dia 10 do corrento, meia noite. Receb
arpa, encommendas, pa^ageiros e dinheiro a fre
(o no eseriptorio do Forte ds n. 12
HOMt'ANHlA l'liRNAMBUCANA .
DI
't'avcga^o cowtelra por vapor
Mdinanf?anpe.
0 vapor Mnndah, commandante
Julio, seguir para u porto ac ma no
dia 12 do corrente as 6 horas da
larde. Recebe carga, encommendas, passacre;-
r se dinheiro a frete at >s 3 horas dt tarde
do da da sahida : eserioHirio o Forte do Halos
":_______
JL
i*B PRG *WOH
V o oradi < i andaros e sotan n. 70 na rna!
das AguarV.rl-s, ilo foreir., rende 860* por;
i:* dito do um andar n. 28 da raa de Hurtos.'
.1- foretri, rende 6V0.
e-isa K-irea n. 1 da ra de Santa Ttjereia,J
f roiro.f^nde H*.
1,'m.dila dita n 21 dafpa do Noffneira, solo tr
reir, rende 360*.
ara o Porto.
| Dore hir no dia lo to corrente abarca por
lujucia Amelia de priuieira classe e marcha por
" i tar prnmpta qua< tod \ a sua carga ; para o
naco qae Ihe falta e pa-sageiros, ao> quaes <.ffe-
r.-ce os melhores rommodos : trata se com# con-
ii;n.larioe Bailar Oliven a it C, ra do-vi
a. I. primernandar.
figario
Para'
Pretende seguir em poneos dias pare o indicada
porto a barca portuguesa Despique II, por ter <
uior parte de seu carregamento prompto, e para
6 restoqne Ihe falla, que recebe a retej moho ba
rato: trata se com o consignatario* Joaqun Jos
Goocalves Beltrao, ra do Commercio n. 17.
Pretende seguir o mais breve possivel, para (
Porto, a barca nortngueza .S Hauo I 11 capillo
J.iw' Antonio dos .Smitos ; r.-e.-b- caiga frete i-
passageiros : tratar com Muques, Barros k C.
na praga do Corpo Santo.n. 6. 2" andar, ou com n
.apHSo o>rdii.
COflPiMHll
DAS
Messageries imperiales.
Aleo da I % do corrente mea esperase V
portos do sul o vapir francez Urwjmy. c.im-
iiiandante Massen-t, o qualdajnis da demon do
enstuuii! s-g.iiipara B'.rdeos tocando em D.kjir
iGorel e liiqbo.
I'aia c.....Iicow*. frote e passigans trata-se na
agencia-ra do C > ninercio n. 9.
At o dia lo .oc irrenpi oikz espera-se da En -
opa o vap irfcanevz C, i ronde, o .pial d.-pois da
di-mora d-> cxiooie seguir para Renos -Arres,
toca ido n i l tu i, li. i le Janeiro e *donb video.
Para.-.....leo- Ifetes e pai"agens t<\e na
ag"neia rin do (/imnerCio n. 0.
Proctsa-se dft una pess.t i, era va para
tizer qdBlpras para casa de pmea familia : a tra-
t nr- .....ra.lorn 7i).lojaif
t-03inhe ro.
I eisa-8ealu.2arumprei.jjme cosibe regu-
mente : a tratar na ma d^oraMercio n. 48
tTB.i^a Aiuisaden. 18 (Capuga).
LACOS AURI-VERDE
o*
WfTO ./
V-nd-56 roa du Quei ado n.% cas d3 l^abeilWreim,
A' TES0BA DE OURO
fi
Atteapo.
luga-se-ou vondeat nma casa com baslaolfs
commodos, na cida tu nova do Santo Amaro:
Talar cm Joaquim de Sonza aoves, a ra dss
Lruzes n. 36.
eofea-
Pa a Porto Calvo
proewa-so de um caixeiro que IcdIis a'guia pra-
tiea de f.izendas e molh .dos : a tr. tar no^eVrlp
loro, de Joaquim liodrign.es lavares do Mello,
largo du (.orpo_Sani i n. 17, I andar, _______
- No sesudo andar oVi sobrado n. IB da ra
#>treita do Rosario, (>rec.sase de urna ama forra
ou escrava, paga se b"in. ^
Ama
fecisq-e de urna aim para casa de ponva fa-
la : n;> ra das Crozes n. 25
^MMiiiSinaitt '
m
ODr. Lniz.Jos Crrela de S conti- S
na no exerciciu do riia profi-sao inedi- fjff
c-, e reside roa das Nymphas (Solodade) gg
n. 17, udepouer ser procurado. S
W
;i
mn\\\\\ KKASlLEIRd
DU
Pa vapor.
los pertos do
Full Text
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