Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12058


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Full Text


I
k
t
:,
ANNO XLV1. NUMERO 52.
------------.------------------------,--------------------J^--------------------------^----------------------------------------------------------------------.
PABA A CAPITAL E LBCARES OKE IAO SE PACA POBTE.
Por tres mezes adiantados.................
Por seis ditos dem...................
Por ubi anno idem.....................
(ada mumero avolso ...... ......

66000
126000
246000
320
DIARIO D
SABSADO 5 DE ARCO DE 1870.
PARA DEITBO E TORA BA PBOVWCIA.
Por tres mezes adiaatados..........
Por seis ditos idem. ".............
Por nove ditos idem................
Por um anno idem................
780
134000
20^360
274000
MAMBIM
Propriedade de Manoel Fignera de Faria & Filhos.
* SAO AGESTE:
Os Sis. Gerardo Antonio Alves & Filbos, no Para ; Concalves d- Pinto, no Maranho ; Joaquim Jos de Oveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, cm Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha ; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Antio; Domiogos Jos da Costa Braga,
em Nazarcth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Bibeiro GasparinhonoRio de Janeiro.

PARTE OFFICIAL.
Gorerno da provincia.
LliPM SIGHA.DO PELO EXM. Sil. SENADOR FR&:
DERILo DK AUIC10 V K ALBUQUERQUE, PRESIDENTA
li V rroVIXCIA, EM 86 DK JANEIRO DE 1870.
I seccao.
ti. Ot y.Portara ao Exm. Sr. general corn-
il aojante das armas.Nesta lata ex peco ordem
aoomtiandante superior interino da guarda na-
cianal deste municipio, para que o destacamento
da f jrtaleza do Itmm seja qnanto ant sobsfltui-
ilo per pracas de outro batalho em vista das pon-
derarles faltas por V. Exc em s ni oIBci-j de 2i
do frrente sob 46, a que respondo.
N. 670Dita ao mesmo. Mande V. Exc. por
m liberdade o recruta de nome Vicente Gomes de
(Jarros, rtsto que f j julgado incapaz do servico
soa n. ;iG.
N. 671.Dita ao director do arsenal de guerra.
-Cm a inclusa copia do offlcio do capitao almo-
jarife do presidio de Fernando do Noronha, data-
do de 1!> do corrente, respondo ao do V. S. de 15
de dezembro ultimo sob n. 236, acerca da falta de
vinte e cinco pares de palos encontrada pela
i-oranissao nomeada para abrir 03 eiixos vindos
daqnelle presidio, os quaes prefazem o numero de
solcenlos e rincoenta, que deviam ter vindo na-
tiaelles caixoes.
N. f 72 Dita ao capitao do porto. Tendo por
lelihfra^ao desta data concedido qainie das de
praia para provar isenro legal ao recruta Jos
Francisco de Lima; assm o communico a V. S.
para sen conhecimento e fins convenientes. **
N. 173. Deliberaran.O presidente da provin-
cia aflandendo ao que requereu Joaquim Francis-
co de Gusmo, resol ve conceder-Ihe licenea para
ir ao presidio de Fernando de Noronlia no vapor
Cururipe da companhia Pernambucana, levando
omsi?'; os gneros constantes da relacao assigna
da pelo secretaria interino do governo, nao po-
dendo, porm, effectuar o desembarque dos refe-t
ridos gneros, sem que por parte do commandan-
tc do mesmo presidio, se proceda a exame, afim
de verilicar se ha agurdenle on caira qualquer
bebida espirituosa.
N. 674.Dita.O presidente da provincia atten-
ilondo ao que requereu Bernardino da Silva Costa
Quipos, resol ve coneeder-lhe licenea para embar-
rar para o presidio de Fernando de Noronha, os
poneros constantes da relacao junta, assignada pe-
lo secretario interino do governo. n3o podendo,
porm, effectuar o desembarque dos mesmos ge
eros, sem que por parle do commandante do
mesmo presidio, se proceda a exame, afim de ve-
rificar se ha agurdenlo o 1 outra qualquer hebi-
lla espirituosa. Igaaes concesse? se fizerara a
.loao FranciscoHe Seuza. Fonseea & Santos, e Po-
cas k C.
2* sacro.
N. 675.Portara ao Dr. chee de polica.De-
claro a V. S. em resposta ao ten ofltaio n. 11S de
24 do corrente, que por emquanto nao posivel
jer augmentado o destacamento do termo de Itam-
b, sendo que opportunamenteeste governo pro-
videDatar sobre a cadeia daquolla localidade.
N. 676. Dita ao commandante superior inte-
1 iuo da guarda nacional do Recife. Exp*ca V. S.
saas ordens, para que urna guarda de h >nra de
um dos corpos da guarda nacional sob sea co li-
mando suprior esteja amanhia pelas dez hora*
do da em frente do convento do Carmo desta ci-
dade, afim de assistir a solemniJado do aniversa-
rio do Instituto Archeologico. e Geographico Per-
namLueano.
N. 677.Dita ao mesmo. Em addilamento ao
iheu oflicio tiesta data.declaro aV.S. que a guarda
de honra que tem de assistir amanha a solemni-
d3de do aniversario do Ioslitato Archeologico
iVcographico Pernambucano, deve ser tir*da da
torca que se acha destacada nesta provincia.
N. 678.Dita ao mesmo.Expeca V. S. as suas
(rdens, para que seja dissolvido destacamento
d? guardas nacionaes que existe no terceiro ds-
tricto de polica desta capital.
N. 62J.Dita ao mesmo.Expela Y. S. as suas
ordens/aflm de que o destacamento da fortaleza
doBrum seja ubslituilo qqanto antes por pracas
de outro batamlo da guarda nacional, sob seu
commando superior, em vista do que representa
* brigadeiro commandante das arma em offluio
de 24 do corrente sob n. 46, junto por copia.
N. 660. Dita ao cominan lante superior da
guarda nacional de Guyanna.Expeca V. S. uas
>rd?ns, para que nina guarda de honra do bata-
Ihao n. 12, sob seu cemmando suoenor, assta a
testa do Ssnhor B un Jess dos Navegantes, que
m dia 6 de evereiro vindouro. se lem de celebrar
na igreja da Conceicao de.sa cidade e acompanhe
a procis^o do mesmo Senhor, que na tarde da-
quelle dia lem de sahir da predita igreja.
. 68.1. Dita ao commandante superior da
guarda nacional de Flores.Em .-esposla ao offlcio
de 2 do corrente, em que V. S. aecusa a ramessa
das folhas relativas aos vencimentos nos mezes de
uovembro e djfembro do anno prximo passado.
do alteres Jos4*Ra\ mando Pereira, commandan e
de guardas nacionaes existentes em Villa Bella,
tfnni a dizer, que deixo de mandar^effectuar o
pagamento de taes vencimentos por nao lerem as
mencionadas folhas acompanhado ao citado of-
licio.
N. 682. Dita ao commandante superior da
guarda nacional de Cahrob. Devolvo a V. S. a
lolha que em duplicata veio annexa ao seu offlcio
de 9 dezembro ultimo, tirando vencimentos relati-
vos ao mez de novembro do anno prximo passa-
do, para o alfere* Cesario de Souza Leao, cem-
mandaote do destacamento da villa do Granit 1,
poiJ, que taes vencimentos devem ser pagos pela
coiectoria da cidade do Crato, na provincia do
Cear, segundo as ordens Jiexpedidas a esse res-
peito. Assm Sea respondido o citado offlcio.
N. 683.DiU ao jaiz municipal da primera va-
ra desta cidade.Transmiti a Vuc. para substi-
luir as irregulares queexistem no presidio de Ft-
nando de Noronha, as guias juntas que me foram
remeiti Jas pela presidencia da provincia do Cea-
riWm "offlcios de 11 e 13 do corrente, dos senten-
ci30Vis Joo de Souza Reg e Jlo Mathias de Sou-
za, que esto cdmprtMo sentenea naquetle pre-
sidio.
N. 684.Dita ao comniMidante do corno provi-
sorio dfcpolieia.Mande Vine, apresentar ao dele-
gado doterceiro distrietAdesta capital, duas pra-
Sas do corpo, sob o sea aproando, qne (Icario a
isp isicao da dita aotorWRe.
isp isicao aa ana
N. 686 DJU ao PJPW>.Mande Vmc. postar
em cada urna das extrlPidades da ponte des Afo-
sados, urna praca do prpo, sub o seu commando
par impedir* pissagecn simultanea de uiuitos
arrose boiaU. atientoana noaca solidez.
3" ocelo.
N. 386.portara ao inspedorda thesouraria de
azenda.Temando em cowideracao o que expoz
no incluso ruquerimento, o escrevente a estrada
ds ferro do Recife a 8. Francisco, Jos Izidoro Pe-,
reir dos Res, antorim V. S. em vista de toa in
lormacip de 21 do corrente n. 35, a mandar pa-
gar a gfatifieacao de 60/ mensaes quo venceu o
siinplieante nw mezes de novembro e dezembro
d3 flwaMQ passado, e tem deixado de ser
i de nova ordem do respectivo
exercicio, segundo constada
desp^za leita com o fornecimento de luz e agua
para o qnarlel do destacamento da villa de Cim-
bres durante os mezes de novembro e deztmbro
do anno prximo passado, mando V. S. pagar a
sua importancia a Malaquias Jos Oaptsla ou ao
seu procurador, conforme solicitou o chefe de po-
lica em ofllco de hontem sob n. 12.
N. 638.Dita ao mesmo.Communica a V. S.
para os de.vidos fins, que segundo participou o ba-
L-harea"Pedr,i G ladian > de Ritis c Silva jaiz muni-
cipal e de nrplios do ermo de A^ua Prela em of-
ficio de 18 deste mez, nessa d3ta reassuj-aio o exer
ccio do dito cargo.
N. 689,Dita ao mesmo.Ao capitao Inaquim
Sverio de Souza, mande V. S. pagar depos de li-
dados em vista da relacao nominal e pret jun-
tos em duplicata, que me remenea o commandan-
te soperbr do muaicipio de Garanhuns, com ofll-
co de 10 do correte sob n. 2, os veocmootos re-
lativos ao mez de dezembro ultimo, dos guardas
nacionaes destacados na villa do Buique.
.Y 690.Dita ao mesmo.Altendendo ao que
requereu o profesor publico de*nstruccao primi-
ria da villa de Barreiros, Tranquillino da Cruz Ri-
beiro, e tendo em vista as Informarles do director
geral da instrircSo publica de o do corrente sob
n. 10 e do inspector da thesouraria provincial de
21 deste mez n. 23, expeco nesta data ordem a
mencionada ihesnraria afim de que faca suspender
o descont de 5 0|0 que offereceu aquella profes
sor dos seas vencimentos para as despezas da
guerra, o que comiuucico a V. S. para seu co
nliecimenlo.
N.691. Dita aoiuosun. Transmiti a V. S.pira
os fins convenientes o roquerimento acompanhado
da respectiva guia de soccorriraento do alferes re-
formado do exercito Enigjio Vieira de Lemos,
que lo dspensado'do servQO da gaarnicao no
presidio de Fernando, afim de que elle ajuste con
las, visto ter elle de seguir para a provincia da
Babia onde vai residir.
N. 692.Dita ao mesmo.Expeca V. S. as suas
ordoos para que conforme solicitou o tenente-co-
roncl commandante do corpo provisorio de pilicia,
em ofli:io de hontem sob n. 37, sejam abonado'
por adiantamenti 3 mezos de vencimentos a con-
tar de 'evereiro a abril deste anno, aos destaca-
mentos de Nazareth o S. Bento. este composto de
um capitao, um alfere e tros pracas, o aquelle de
um lente e 22 pracas.
N. 693.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial Teodo por deliberacao desta dala, remo-
vido ao contador da reparticao das obras publicas
Flix Ramos Lieuthier do 4o districto para o 2", c
deste para aquelle o de nome Joao Pinto da Silva,
assm o declaro a V. S. para sou coahecmonto e
fins convenientes.
N. 694.Dita ao mesmo.Doclaro a V. S. para
os devidos fins. que nesta dala se expedio ordem
ao commandante superior da guarda nacional des-
te municipio, para dissolver o destacamento que
se acha nu 3" districJo de polica desta capital.
N. 69a. Dita ao mosmo.Attendendo ao que
reqaertu o professor publico de instruccao prima
ria da vTlla de liarmrosTranonillino da Cruz iti-
beiro, e tendo em vista as informacOes do direc-
tor geral da nstruicao publica de 5 do corrente
sob n. 10, e de V. S. de 21 leste mez sob n. 23, re-
comineado Ihe que faca suspender o descont do
5 0|0 qu offereceu aquelle professor de seus ven-
cimentos para as despezas da guerra.
N. 696.Dita ao chefe da reparticao das obras
publicas.Declaro a V. S. para seu onheci nento
e devida execucao, que por deliberacao desta data
resolvinomearo conductor dessa reparticao Flix
Ramos Lieuther do 4a distrialo para o 2', e deste
para aquelle o de nome Joaquim Piulo da Silva.
N. 697.Delilicrag'".O presidente da provin-
cia resol ve transferir o conductor da sepirtico
das obras publicas Flix Ramos Lieulhier, do 4o
districto para o 2o, e deste para aquelle o de no-
me Joaquim Piuto da Silva.
' seceo.
X. 699. Portara ao gerente da companhia
Pernambucana.O Sr. gerente da cmpanhia Per-
nambueana. ra\nde por a dsposieio de Justinano
Alvos de Quintal 3 passagens de estado a oroa at
o Rio Grande do Norte, n-> vapor que lem de se-
guir para all no da 31 do corrente.
N. 700.D.diberaeo.O presidente da provin-
cia, atienden!" ao que requertu Mariaona Los
de Albuquerque prafessora publica nomoada para
a villa de Ingazeira, resolve conceder-lhe mats o
praso de 30 dias improrogaveis, contados de 7 des-
te mez, p;ra entrar 11 > exercicio de sua cadeira.
EXPEDIE.NTE ASSIGN\D0 PELO SR. DR. ELIAS FREOERI-
CO DB ALMEIDA E AI.BLQtURQUE, SECRETARIO IN-
TERINO DO GOVERNO, EM 26 DE JANEIRO DB 1870.
2' seccao.
N. 701. Oflkio ao Dr. chefe de polica. U
Exm Sr. presidite da provincia, manda declarar
a V S. que nesta data se expedio ordem ao com-
mandante do corpo provisorio de pjlicia, para
mandar ollocar as extremidades da ponte dos
Afogados as praras de que trata o seu ofllco n.
113 de 24 do correnle.
N. 702. Ditoao mesmo.0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia, manda aeclarar a V. S. em
resposta ao seu offlcio de 22 do correte sob n.
107, que nesta data se expedio ordem ao comman-
dante do corpo provisorio de polica, para mandar
apresentar ao delegado do 3" districto desta capi-
tal duas pravas do dito corpo e ao cottimandante
superior da guarda nacional deste municipio para
dissolver o destacamento da guarda nacional que
all hivia.
N. 703.Dito ao mesmo. O Exm. Sr. presi-
dente da provincia, manda diclarar a V S., em
resposta ao sea offlcio de hontem sob a. 120, que
nesta data autorsou-se a thesouraria de fazenda,
a mandar pagar a Malaquias Jos Baptista, ou ao
seu procuaador, a. quantia de 29097, constante
do citado offlcio.
N. 70iTDito ao commandante superior da
guarda nacional de Garanhun..Nesta data auto-
risou-se thesouraria de fazeoda, a pagar ao ca-
pitao Joajuim Silverio de Souza, os veacimeatos
constantes do offlcio de V. S. datado de 10 do
corrente sob n 2, o qual flea assim respondido de
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia.
N. 705.Dito ao juiz municipal e de orphaos do
termo de Agua-PretaO Exm. Sr. presidente da
provincia, manda aecusar o reebiraento do offlcio
fle V. S. de 18 do corrate, em que participa u-
nessa data reassumido o exercicio do seu cargo.
N. 706.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica. O Exm. Sr. presideute da pror
vincia. manda declarar a V S. em resposta ao
seu offlcio de hontem sob n. 37, que a thesjura-
ria provincial tem ordem para amantar os venc-
meatos constantes do citado offlcio.
4* seccao.
N. 707.Offlcio ao direclor^aeral uterino da
nstruccao publica.S. Ex. o Sr. presidente da
provineia, manda communicar a V. Exc para seu
conhecimento que em vista de nformacao dessa
diretona de 5 do corrento sob n. 10, expedio-se
ordem a thesouraria provincial para fazer sus-
pender o descont de 5 0|0 que de seus venc-
meajas offereceu para as depeza da guerra o
Erofessor publico da villa de Barreiros' Tranquil-
no da Cruz Ribeiro.
Felippe Alves de Souza.Informe o Sr. I>r. ebe-
f-( de polica.
Coronel Francisco Joaquim Pereira Loba.In-
firme o Sr. in-pector A> thesouraria de fazeada.
Jos Soares onteiro.Informe o Sr. inspector
Ja thesouraria de fazenda.
Joo Jos Fidelios.--Passando rocibo entre-
gue-se.
Liurenca Mara da Conecco.Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Luiz Francisco Vieira de Luna.Remanido ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda para man
dar pagar o que for Uevido ao supplcante.
Sabasli) Jos do Reg Barreo.Informo o Sr.
Dr. director geral da iustrucco publica, oavindo
o regedor do gymnasio.
Thora Rodrigues da Cuoha. '>rtiOquc-se o
que constar.
rsula Mara das Vrgens.Prove qae a menor
de que trata sua neta, e que a supplcante tom
a necessara capacidade e os meios convenientes
para a receber, guerdar e manter.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIAEIA.
citada
N. 687.Dita ao mesmo.Depos de liquidado
das dnas eontas j-mtis iui dnplicata, a
BfcPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DIA 2
DEMAMt,
Bacharel Chryslito F^diCastro Chaves.Re-
mettido ao Sr. inspector oa thesouraria de fazenda
para mandar pagar cante o que for de-
i vido.
- Damana Mara daBpVfoforn o Se. Dr. che
te de polica.
SECRETARIA DA PRESID.VCIA.-PeloSr. Dr.
secretario Interino do governo nos foram remeiti
dos os 3eguntes offlcios, para serem publica-
dos :
4' seccao.Palacio do governo de Pernambu-
co, em Io demarco de 1870.Informo o Sr. secre-
tario da presideucia se pela secretaria foi recebido
o requerimento que Eduardo Mornay publica no
Jornal do Recife n. 47 do hontem, como nderecado
esta presidencia, e que vem inserto cm ultimo
lugar depais da publicaco Contrato 3tornay.=
Freierko de Atineida e Albqiwqae.*
"t Secretaria da presideocia de Pernambmo, 1"
de marco de 1870.Informe o Sr. offlcal-maior
com o que constar da secretaria sobre a materia
da portara do Exm. Sr. presidente da provincia,
relativamente ao requermento publicado pelo Sr.
Eduardo Mornay.O secretario interino Elias Fie-
derico de Almeida e Albuquerque.
Illm. Sr.Cumpro o que V. S. determinou na
portara desta data declarando que o requeriineu-
to publicado pelo Sr. Eduardo Moraay ao Jornal
do Recife n. 47 de hontem, nao foi entregue na se-
cretaria, nem a mesma secretaria.te*ve delle noticia
sanio agora pela leitura do citado jornal.
Daos guarde a V. S. Secretaria da presiden-
cia de Pernambuco, Io do marco de 1870.
Illm Sr. Dr. Eli >s Frederio de Almeda e Al-
buquerque, digaissimo secretario interino da pro-
vincia. .4*'onio Annes Jacome Pires.
REGRESSO DOS VOLUNTARIOS DA PATRIA.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, desojando
satisfazer ao pedido da Associaco Comraercial
Beneficente, resolveu modificar o trajelo do corpa
de voluntarios da forma seguinle : Ao sahir do
Arsenal da M irinha, tomar ti ra do CommeTio
at a frente d) palacete da Associacao Comm i
cial, onde sor felicitado por essa corporacie
por todas as demais da provincia que ah se acha-
rana reunidas, s -guindo aps isso p#lo largo do
Corpo Santo a entrar na ra da Cada.
Quando o transporte prolongar-se com e brigue-
barca Itamarac. dar este nina salva de 21 ti-
ros ; fazendo outro tanto a fortaleza do Brum,
quPido o batalho desfiliar do Anenal de Ma-
ri nna.
O corpo palriotico de lncenos do Poco da Pa-
nella tomar parle nos festejos de recepcao, acom-
panhando os volantarios desde o Arsenal de Mari-
nha al a fortaleza das Cinco Pontas.
ASSOCIACO COMMERCIAL BENEFICENTE
Esta distmeta corporacao, em sua reuniao extra-
ordinaria de 3 do corrente, resolveu oraar em
gran le gala o seu salo de honra, para ahi se
reunirem o corpo consolar, commercial, e de ma-
gistratura, as corporaroes rivis e religiosas, os
militares, chefes de los as repartieses, associa
roes scienlifieas, artsticas, Iliteraria* e de henfi-
cenca, que o quzerem, e para o descanco da ofll-
cialidade do batalho de voluntarios, em quaato
se nao po em marcha.
Informam-nos mais que essa corporacao preten-
de distribuir ahi, pelas pracas do 53, o producto
de urna subscripto entre si agenciada.
CORPO PATRITICO DE LANCEIRO* DO PO-
CO DA PAXELLA.Em reuniao de anle-houtoin
foi decidido quo o corpo patritico de lanceiroi,
ir receber em seu desembargue ao 53J corpo de
voluntarios da patria, que, segundo nolicias da
corte, deva chegar esta provincia nestes tres
das ; e foi mareado o lugar denominado largo do
Pombal para a sua formaco, devendo ser ella fei-
ta duas horas antes da que for fixada para o des
embarque dos voluntarios, afim de fazer-se um
exerciciogeral.
O Sr. commandanto pede tolas as pracas do
corpo de lancsiros quo se achar ni promplas, que
sedirijam hoje ao escriplorio do Crrelo Pernam
buCano, para recoberem certas iastruccSos coa-
cernent03 boa ordem e regularidade do mesmo
corpo.
FACULDADE DE DIREITONa congr gaco
do dia 3 do corrate foi destrbudo o servido das
aulas maiores da Faculdade no presente anno pelo
modo seguate:
1." anno.i cadeira conselheiro Slvera de
Souza, das 9 is 10; 2." cadeira conselheiro Cunha
e Figueir lo, das 10 s 11.
2.a aunoi.' cadeira Dr. Figueredo, das 11 a
meio dia; 2 cadeira Dr. Bandeira de Mello Filho
das 10 as H.
3.a nnc.1." caleira Dr. Pinto Jnior, das 7
s 8; 2.* cadeira Dr. Aprigio Guimares, das 8
s9.
4.' anno.1." cadeira conselhairo Loureiro das
10 is 11; 2* cadeira Dr. Manoel Porteila, das 9
s 10.
6.' anno.l.' cadeira couselheiro Baptista, das
9 s 10; 2." cadeira conselheiro Autran, das 8
s 9; 3." cadeira Dr. Pereira do Reg, das 7
s 8.
Na mesma congregaco foram admittidos a
fazer acto no dia 8 do corrente, os seguintes alum
nos, que deixaram de fazer no fim io anno passa
do : Avelino Ildefonso de Oliveira Azevedo, e Nilo
da Silveira Ramos, do 1 anno; Francisco Pnmei-
ro de Arajo Cit, e Joao de Miranda Ribeiro So-
brioho, do 4 anno.
ANNIVERSARIOS.Hoje o dia do i- aanirer
sario da sagraco do Exm. e Rvm, Sr. Dr. Fon-
csco"Cardoso Avres, hispo de Pernambuco. w
Amanhaa e o dia do 53 aniversario da ra-
volucao de#1817 em Pernambnco .
SERMES QUARE5MAES.Em todos os domin
gos da presante quaresma ba verlo prdicas na
matriz de S. Jos^. sendo orador o Rvfm. pregad-ir
da capella imperial Fr. Joo de Santa Tnereza.
E5TAMPILHAS.O Sr. Jos da Concarlo de
Oliveira Figneiredo, com loja de oarives debaixo
do arco da Concaico, acha-seaulorisado a vender
estampilhas ou sellos adhesivos.
ENSAIOMEDICO LEGAL.O Sr. Joao Walfre-
do de Medeiro, livroiro ra do Imperador n.
79, acaba de expor a venda a segunda edici cor-
reta e augmentada, da importante obra do Sr. Dr.
Jos Soriano de Souza. Ensaiomedtc legal sobre
as rmenlos e outras offensas physicas com ap-
plicacao Itgjslacao criminal patria, de tunada es-
pecialmente- s autoridades crinunaes, que fnere-
cem tao bom acolhimento que dentro de poueo se
esgotoa a primeira edico. Recommendamola
quelles que aprecia o estudo de scmelhante ma-
teria.
LOTERA.A que se acha veada a 139',
beneficio da matriz de Caruar, que corre no dia
8, pelo novo plano. '
ESTABELEC1MFXTO DE CARIDADE. M)v-
menlo do collegm das orptia em Santa Thercza
em Olinda, no mez de fevereir*de 1870.
Exisii.ni! neste cstabelccimento 1-12 elucandas,
entraram 4, sahiram 3, fall ceu 1, existem 132.
Destas educaodas 12 sao poncionistas do governo
e 7 de particulares.
O mordorao de mez,
A. i. Gomes do Cor reto.
CEMITERiO PUBLICO.-untuano^do dia 3 de
margo de 1870!
Flix, Pernambuco, fainos, Santo Antonio ; febre
biliosa.
Joaquim Rodrigues de Campos, Portugal, 40 an-
annos solieiro, S. Jos ; febre typhoide.
Francisco, PernaPbuco, 8 mezes,"Boa-vista; con-
vulsoes.
Mara Joaquina do Vasconcellus, Pornambuqo, 17
annos, solleira, Recife ; pneumona.
Melchiades, Pernamhuco, 10 mezes, Santo Anto-
nio ; onmlsScB.
Maria, Pernambuco, 5 mozos, S. Jos ; varilas.
Jos, Pernambuco, 11 mezes, Boa-vista ; varilas
coull nenies.
CHROMCA .11 l)H I1R1A.
rnilll'^AL DO COUlfltRCIO.
1CIA DA SESS.aO ADMINISTRATIVA DE 3 DE
MARCO DE 4870.
RESIDENCIA DO EXM." SR. DRSEMUARGADOR ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manha, reunidos os Srs. depu-
tidos harn de 3ruansry, Basto randa Leal,
faltando com partecipaco verbal, o Sr. deputado
Rosa secretario, S. Exc. o Sr. presidente depois
de nomear o Sr. depotado baro de Cruangy para
-arvir na falta do Sr. Rosa, abri a sessao.
Foi lida o approvada a acta da sessao de 28 de
feverc-iro com a deSferaco constante do final del -
a a3sim comcebida :t Em tirapo : Nao lendo o
tribunal approvado a redaeco das propostas su-
pra, ordenou que fos'em redigidas pela manei-
ra segumte :
i.* Que nao possa votar no aollegio eletoral
< o commerciante matriculado que nao fier elTec-
tiva profisso de commercio.
!. Quo o facto da rehabilitar) do comoaer-
* eiante fallido nao faca renovar as regalas di
< natricala.
i 3> Qje nao se conceda matricula ao neg-
< eiante que pelo meaos ao-lempo de impetra la
< nao aprsenle ao gelio e rubrica seus livros.
4.a Que ni) sejam admittidos ao setto e rubri-
ca o? livros das sociedades cujo contrato social
i nao estoja registrado, nao so concedendo o re-
*strq quande aquella obrgac;*) n) estiver sa-
I tlSfUiU.'
EXPEDIENTE.
Ofllco do Exm. Sr. presidente da provincia
transmittrado, para qae tenha a devida execucao
o aviso do ministerio dos negocios estrangeiros de
14 de aneiro ultimo e nota do ministro plenipo-
tenciario de S. M. Britannica que allude o aviso
do ministerio da justica de 8 do mez lindo sobre
a facilidad? que tem os tribunaes do commercio
do imperio de currespon1erem-se quanto poderem
com o B >ard of Trade relativamente a questSes
concernentes navegaco, e informagSes e escla-
recimenlos de assumptos commerciaes.Respon-
?la-se dizendo ter o tribunal flcada sciente.
Summario exolflcio contra o administrador do
trapiche Cunha.Adiado por nao ter compareci-
do o Sr. Rosa.
Summario tambera ex-offlcio contra o Irapcliei-
ro Aoacleto Jos de Mallos.Adiado pelo mesmo
motivo.
O Exm. Sr. presidente deu conhecimento ao tri-
bunal de 'er informado em sentido favoravel a no-
va pretenco do amanuense Dr. Villares de 1 mez
de licenea sem ordenado.
Aos Srs. depalados foram distribuid's os se-
guintes livros:Copiador de Luiz Gomes da Sil-
va c Pinto, dito de 9a Leilo Irmaas.
DESPACHOS
Potiro de Thomaz Ferreira da Cunha e Join
Rodrigues de Moura, pedindo o registro de sou
contrato de socedade.Vista ao Sr. desembarga-
dor fiscal.
Dita de Mello & Oliveira, para que so Ihes cer-
tifi jue se Joaquim Rodrigues Tavares de Mello era
memoro di lirma social Mello, Gaimares 4 C
Como requerem.
Declaraco do Sr. Dr. offlcal-maior de nao ser
fiel um dos exemplares do contrato social de Ro-
drigues Fernira & CA'vista desla declaraco
seja reformada a*copia a que allude a mesma de-
clarado.
COM INFORMACAO DO SR. DESEMBARGADOR FISCAL.
Policio de Joaquim Dominguos Feroaoles e
Antonio Jos Braga, pedindo o registro de seu con-
trato social. Como peden).
Dita de I'idio Pereira Baracho e Antonio Fio-
riano de Viveiros Sabugo, tarabem pedindo o re
j-gUtro de seu contrato de socedade.Como reque-
rem na forma do decreto n. 4,39i.
Dita de Maximino Goncalves dos Sanios e Jos
Rodrigues, reiuerendo o registro de seu contrato
social.Satisfacam o parecer fiscal.
Nada mais sendo submottido despacho, S.
Exc. o Sr. presidente encerrou a sessao s 11
bora; e meia do da.
PASSAGEM.
Do Sr. desembargador Silva Gu!maraes ao Sr.
desembargada Reis e Silva: appellante, Joao Pe-
dro Blanchin ; appellado, Carlos Luiz Cambronne.
distrbuiqXo.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares : ap
pellanle, Jos Pnlo Ribeiro; appellado, Maury
Romaguera Ho & C.
AGGRAVO.
Juizo especial do commercio : aggravaotc, D.
Cezara Candida Nobre de Gusmo; aggravado,
Manoel Pires Ferreira.
O Sr. desembargador Silva Guimares jurou
saspeico e foi o feito apresentado ao Sr. desera
bargador Reis e Silva.
Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a
sessao meia hora da tarde.
Eaglish Bank nf Rio de Ja-
neiro l.iniitetl.
Capital do Banco etn
50.000 accoes de 20
cada urna...... i,000.000
Capital realisado .... 500.000
Fundo de reserva. 120.505
Balanco da caixa filial em Pernambuco, em
28 de fevereiro de 1870.
Acfto.
Letras descontadas. I,213:993i>i60
Emprestimos e contas
caucionadas..... 24:383 4 90
Letras receber. 24:1106520
Garantas e valores de-
positados. i 291:109^580
Mobilia etc. do Banco. 18:839^510
Diversas contas..... 304:1045640
Caixa.......... 20:4036230
2,097:0046430
Passivo.
correntes sim-
266:7996040
Depsitos praso tixo,
com aviso e por le-
tras 1,497:0345760
Contas
pies
Letras pagar.....
Ttulos em caucao c de-
posito ........
Diversas contas.....
1,763:833600
3:0005000
291:1095580
39:0615050
2,097:0)45430
Puech que assgnasse a procuraco, que de faci
a assignou, sem indagar ou saber o fim para qne
ea a quera ; mas logo que Ibe consto*, isla .
depos de quinze mezes de qnestoes nos tribunaes.
(Peco ao publico que preste toda a atlencSo para
as datas dos documentos, que lenho de apresen-
lar) que em virtude da tal procuraco se origina
ra em juizo -ama questo entra elle e raeu pai,
apressou-sc em fazer eessar os poderes d'aquetla
procuraco cora o referido reqnerimento, mos-
trando com islo que foi por mim Iludido, que eu
abusei da sua confianca.
Pergunto : Haver ah, das pessdas que me co-
nhecem, ama s que me julgue capaz de pedir a
alguem para me assignar urna procuraco sem
Ihe dizer. o fim para que a quero e sem qne u
pessoa, que assignar o saiba, afim de coro essa
procuraco ir propr urna questo em nome des-
sa pessoa contra quera quer que seja, quanto mais
contra meu pai ?
llavera alguem que acredite que o Sr. Puech
me asssignasse urna procuraco smenle para sa-
tisfazer o meu pedilo. sem iadagar, sem pergnn-
tar para que fim eu a quera f Ninguem acredi-
tar.
Tenho consciencia de que nio ha quem me jul-
gue capaz de um procedimento to infame, proce-
ilimento que o que justamente meu irmo tem
lido para cora raeu pai.
A quest) a que se refere o requermento as-
signado pelo Si. Luiz Puech a seguinle :
O Sr. Luiz Puech foi citado era pessoa, em no-
me de meu pai, para conciliar-se com elle e aml-
gavelmente assignar Puech a escriptura de venda
(sim, da venda simulada.....nanea (<"\ venda.
mas troca) do escravo Araancio e isto em S3 de
fevereiro de 1867, quinze mezes antes d'aquelle
requermento assignado pelo Sr. Paech.
Vejamos o requerimeolo : %
Illm. Sr. juiz de paz da freguezia de S. Fre
Pedro Goncalves do Recife.Antonio Joaquim
de Faria quer fazer citar Luiz Puech para conci
liarse com o supplcante e amigavelinonte fazer
passar a escriptura de renda, que Ihe fez o
supplcante do escravo de nome Amando, ba
t tres para quatro annos, pena de reveliaP. a
t V. S deferimento.E. R. Mee.(A signado)
Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro.
Recifo,23 de fevereiro de 1867.
Este requermento foi deferido c Puech fot ci-
tado.
Eis a certidao da cfaco:
Certifico que citei para a primera audiencia
deste juizo o supplicado Luiz Puech, em sus p>v-
pria essoa, para o fim de que consta a presente
petiro e despacho supra e do que ficou enten
dido.
Freguezia de S. Fre Pedro Gonralves cm 23
de fevereiro de 1867.
Era f da verdade.(Assignado) Albino de Je
sus Bandeira, o file al do juizo.
At aqu fica provado que a questo alladda
nao foi originada por procuraco que o Sr. Paech
assgnasse, e sim pelo requermento cima en no-
me de meu paf.
A questo versava fm que se passasse urna e>-
J. Lambley, Accountant.
S. E. 0.
Pernambuco 4 demarco de 1870.
J- B. Blorhnam'i Manager. friptdra de venda, que se' nao deu, quando devii
PUBLICACOES A PEDIDO.
SESMO JUDICIABIA EM 3 DE MARGO DE
1870.
fRKSIDKNCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADO!! A. F. PE-
RETTI.
Secretario, Julio Guimares.
A's onze horas e meia da imnhaa declarou-se
aberta a sessao eslaado reunidos os Srs. desem-
cargadores Silva Guimares, Reis e Silva e Accioli,
e os Srs. deputados Basto, Miranda Leal e baro
de Cruangy.
Lida, foi approvada a acta da tima sessao.
O Sr. Rosa falln com participco.
O Exm. Sr. presidenta ordenou que se reraet-
lesse para o competente ca torio o feito vindo do
tribunal do commercio da capital do imperio, en-
tre partes, recrrante, o administrador da massa
fallida de Pedro da Silva Reg; recorrida, a di-
rectora do Novo Banco.
JOLG AMENTOS.
Juizo municipal e do commercio do Ro Formo-
so : appellantes ejecutados, Leandro Cavalcante
da Silva Guimares e outros, herdoiros de Joo
Cario* da Silva Guimares f appellado exequente,
Manoel Joaquim Ramos e Silva : juizes os Srs. Ac-
cioli, Res e Silva, Basto e barao de Cruaagy.
Nao se tomn conhecimento da appellaco.
Appellantes, Fonseea & Santos; appellados, os
caradores fisaaes da massa fallida de Antonio Pe
dro de Mello.Adiado a pedido de outro Sr. de-
putado.
Por se nao achar presonte o Sr. Rasa nao foram
propostos os feitos adiados as ses-hs anteriores,
entre partes, erabargmle, Gaspar Cayalcaote de
AlbuquTqae cha ; embargado, Joao de S e
Albuquerque: appellaote, Joaquim Salvador de
Siqueira Cavalcaate; appellado, Salvador de Si
imeira Cavalcaote: embargante, o Dr. Augusto
Carneir) Mimteiro da Silva Santos ; embargados,
os administradles da massa fallida do Siqueira &
Pereira.
Con-ta-me, ha muito, qne raeu irmo Joao da
Silva Faria diz por toda parte que ea propuz urna
questp a meu pai, em nome do Sr. Luiz Puech,
sem que este o soubesse, valendo me para isso de
u"ma procuraca, que a meu pedido o Sr. Puech
assignara ; o, pretendendo a dito meu iranio pro-
var o que allega, mostra um requermento assig-
nado pelo mesmo Sr. Puech ao juiz municipal da
2.* vara, leudo o dito mea irmo mandado extra-
hir copia dos autos da referida questo para com
ella corroborar o qae contra mim afilrma.
Cerlamente nada ha mais interessanle do que o
que o dito meu irmo diz e fazo que elle tem
praticado com meu pai e anda capaz de pratj
car quer fazer acreditar que eu tambera o ptico.
A veriade, porm, que hei de sempre sustentar,
allnal triuinphar a deleito do que meu irmo
pu 1er fazer, j pela ferocidade de seu genio, j
pela nnimaco que Ihe d a proteeco que a elle
dispensa alguns pitentados e um arteiro amigui-
uho, porque o tribunal da opiniio publica, para
onde sempre appellarei, far intera Justina a qum
a ti ver.
Esse reqnerimento, assignado pelo Sr. Puech,
ao juiz municipal da 2." vara, urna das grandes
obras astuciosas de raeu irmio Joo, que, torca
confesar, nunca apparece em scena, mas tem a
habili! i-le de ocultamente maquinar intrigas, mi-
nar lulo ; e quanlo a sua obra est completa,
provoca-lhe manhosamente a exploso, appresen-
tando-se no emtanlo ao publico, como um inno-
cente, que tudo ignora : esse requerimenter prova
que se abusou da boa f, coofian^.a e at ignoran-
cia do Sr. Puech, qae nem sabe ler, como adian-
te mostraremos.
H )mem, que se alimenta de questoes, jotrgas o
vinganras, sem o que nd" pode viver, oo adian-
do bastantes, para satisfazer seu carcter, as ques-
toos, que por qualquer motivo intenta em seu pro-
prio nome, meu irmo Joo, abusando da bo f,
la avancada idade e mais aiuda da dependencia
era que delle esi, tom feito meu pai asignar pa-
pis vergonhosos, feitos cora dolo e in f e pro-
curacoes para propr questSes em nome de meu
pai, sem que este o saiba para que fim quer o di-
to mea irmio esses papis, e por cujas procura-
coes tem appareeido era juizo questSes vergonho-
sas, que muilo depSem contra a probidade e hon-
ra de mea velho pai, que nunca era lempo algum
moveu urna s qaesto contra qaem qaer qae
fosse, pois foi sempre iuimigo deltas e muito me-
nos o faria agora que est no ultimo quartel da
vida, com 80 annos de idade I
Os papis, que lm appareeido contra mim, as-
signados por mea pai tero sido arteiramante ar-
ranjados, ignorando -raeu pai o que contm esses
infames papis e para que fim o eram ; e no enl-
lanto em nome de meu pai tenho sido citado algu
mis vezes e era juizo lera appareeido questes
contra mira, e oa sem poder fallar com meu pai
a proposito de todas essas bandalheiras, que se
tem dado em seu nome e de que talo ignora.
Mea pai, homem probo, hoorado e de boa f
como sempre (of e o confirman) as pessoa?, qae o
coahecem, nunca foi demandista e no emtanlo
boje, que apparece em juizo a promover e sns
tentar pleitos, onde a astucia e a m f rivalisam
com ama cyniea coragem : ser isto possivel ?
Nao, mea honrado pai lado Ignora.
Vejamos o requerimento assignado pelo Sr.
Paech e aprecemo-lo.
Eis o requerimeato :
c Illm. Sr. Dr. juiz municipal da 2.' vara.Luiz
t Paech, constandolhe qae era consequencia de
ama procuraco que assignou o pedido de An-
ionio da Silva Faria se originara ama questo
t em juizo, em que figura o supplicante e Anto-
nio Joaquim de Faria, como parles, vem decla-
t rar pela presente que tem cassado os poderes
da mesma procuraco e, para que couste a to-
t do lempo, requer a V. S. se digae de mandar
t jaotar a presente aos autos.P. a V. S. defer-
melo.R. R. Mee.-(As4goada) Luiz Puech.
R*clfe, 23 de maio de 1868. >
Ora, por este requerimento se v qae ea me
dirig com urna procaracaa ao Sr. Puech oa le
vei-o ao cartorio de algum labellio e pedi ao Sr.
de ser de permuta, porquanlo o Sr^ Puech deu,
em troca do escravo Amancio, de propriedade de
meu pai, urna escravinha e mais IOO4OOO ero di-
nheiro, sendo reputado o valor do dito escravo ero
400,3000, que foi barato.
Este que foi o negocio realsado.
Confesso que torae parte activa nesta queslli
por tres motivos : l, para livrar o Sr. Puech das
garras de urna fra, que dizia que motleria o Sr.
Puech na cada por ler elle feiio urna declarara >
falta dest) negocio, entretanto que meu irmio
Joo tem consciencia de que essa declaraco con -
tm a verdade ; 2, a bera dos interesses de meu'
pais, que foram Iludidos; e 3o, porque nao foi
neu pai quem moveu essa questo contra o Sr.
Puech, e sim meu irmo Joo com procuraco que
fez mea pai assignar, sem quo elle soubesse para
que fin.
Agora vai o publico ver por este outro docu-
mento aba ixo publicado que o Sr. Puech fra de
novo citado en sua propriapessoa, w* vesperadV
sua partida para a Europa, em n>rae de meu pai.
para deixar procuraco bastante para esta ques-
to.
Eis o documento :
Diz Antonio Joaquim do Faria que elle tt-
dera a Luiz Puech em 17 de novembro de 1863
pela quantia de duzentos mil ris o seo escravo de
nome Ainancio, passando ihe o supplcante um rs-
cripto particular, at que o supplicado fizesse pas-
ar a respectiva escriptura de venda, como se obri-
gou a laz-lo.
E, porque o supplicado se recusa isso, vem
o supplicante requerer a V. S. sirva-se manda! .1
notificar para dentro de 48 horas ver passarse a
mesma escriptura no cartoro do tabellao Almeida
e prestar a ella a sua assignatura, com a commi-
naco de ser esta assignatura supprida por este
juizo e de ser o supplicado condemnado em toda?
as despezas da referida escriptura e as castas.
o Outro sim, reqmr o supplicante a V. S. sirva-
se tambem mandar notificar o supplicado, qne fu
a retirarle para a Europa, para que dcixe procu-
rador com lodos os poderes para receber as cha-
ces, al mesmo aquellas quo Ihe devam ser pes-
soalmente feitas, e que se vierem a fazer preci. li-
so!) a pena da lei.
P. detrimento.E. R. M.O advogado, (as-
signado) Martins Riboiro. -
Recife, 28 de fevereiro de 1867.
Eis a certidao da citaco :
Certifico que citei nesta cidade do Rerifo ao
snnplicado Luiz Paech em sua propria pesoa para
todo o contedo desla petiro e despacho retro, do
que ficou entendido.
c Recil'--, 28 de fevereiro de 1867.
t Em f da verdade.(Assignado) Albino de fc-
sus Bandeira, oflkial do juizo. >
A vista deste outro documento (i s provado que
o Sr. Puech foi obrgado pelos meios judicaes a
deixar procurac), para, em sua ausencia, conti-
nuar-so a questo de qae tratara quelles dous re
qu3riuiento3 era nome de raeu pai, a bera assim
tambem fica provado que o Sr. Puech sab;a da
questo, e que nio foi portanto a meu pedido que
assignara a procuraco de que trata o sea reque-
rimento ao juiz municipal da 2" vara, o que se
requerimento, pr.i, abuso de confianca o da ig-
norancia do Sr. Puech.
Quer o publico saber que papel e=se de venda
pelo que o Sr. Puech chmalo para ver passar
a escriptura que o substlla ? w
E' um papel passado com dolo, m f, um
abuso de confianca, pois nao s se abusou da con-
fianca de mea pai, fatendo-o assignar esso papel
sem o ler, porquanto, se otivesse lido on ouvd>
ler, certamente o nao leria assignado, como tam-
bem se abusn da boa f do Sr. Puech, que nao
sabe ler, fazendo o receber esse papel, que por s
s prova de quo o Sr. Puech nao sabe ler.
E se atrever meu irmo Joo da Silva Faria a
dizer que ignora como est esse papel pasad, fe
que foi meu pai quem effeclivaraenle o passou t
So o disser importa o mesmo que afflrmar qui-
mn pai um homem doloso, de m f, e qae abu-
sou da confianca e ignorancia do Sr. Puech.
Por muito lempo meu irmo Joio fez altas dili-
gencias para oblar nma assignatura do Sr. Pu
cora a qual me podesse omprometter, e para isto
conseguir intimidava-o, dizeolo que o meir na na
cada, por ler feito ama declaraco falsa; mas o
Sr. Puech nunca a isto se qniz prestar. Entreten
lo aproxima-se a viagem do Sr. Poech para a ^u-
.#


SfcDiario de Per^PiWoo Sabbado 5 de Marqo de 1870.

. j
(> tudas as forjas de que pojesse dipr. E dc-
pois !.
Esses sentaros nao meditaram as consecuen-
cias qae podia ter um tal desatino, nao se lembra
rain de que menos combuslivel, tera prodnzido
.iodos expljsoes. Ata Sr. Seve..........Sr.
Seve..........
E' forcoso confesar que o Sr. ten rafe-coronel
S-Jve tem representado um importautisslmo papel
em minlia familia. .
Se meus irmaos Joio, o llaiioel da Silva Pana,
con o seu alado tenente-coronel Seve, pensam
que nao de facer eotnigo o mesmo que tizeram
rom meu irmao Adriano, enjanam-se perfwia, e
radicalmeale.
Nessa citada pnblicacSe narrei todos os ractas
que se dorara por occaeiao desso nuMistraoso pro-
cesen*, para contar cireumstauciadsmcnie os
fictos, talo inclu at es iiomes de mes irmSos.
Defend meu irmao Adriano da Silva Faria uessa
misaravel : infame perseguicao, que sotreu por
ser esfe meu dever e com s que muiio me orgu-
Iho; dofendi-o, inda niais, porqnetei provocado
e injuriado publicamente peto Sr. tenente-coronel
Francisco de Miranda Leal Seve, que o ameacara
dp,metter-liio o chapeo de sol na aro, por elle nao
ter corrido de logo que o avfcftmi; defendi ainda porque alm
de- ser meu irmao, de meu carcter defender o
fraco contra a forte, seja o fsrte quem for.Este
proeedimente para 03 meas irmios Joao e Manuel
um eri.ne horrlvel que deve ser punido severa-
111 ;ute e urna oirtude defender o forte contra o
ropa, e era preciso todo o transe obter so a sua
assignatura para esse lim, o tambem para matar a:
questio. pHiiUBfnto meu irmao Jao lembrou-jai
de um amigttmhe,i pessoa em quem o Sr. Po^n>
(topo-rta plena coufiauc, o prvavehnente por u
icrmedio de algttmttfutoiy, pode conseguir que o
amiguinho se eneacregasso'des.sa misso, e taes fo
tan as palavrinhas ad.cicadas que dirigi ao Sr.
Paech, taes santidades lim (liase, que. o Sr. Puech
cabio na tsparreUa eui asaignar aquella requer-
mente, que o comprometa pelas falsidades iue
conten, como o publico acaba de ver.
fi desia ni ni .i p.yie- meu rniio Inste obier a as-
signalura do Sr. Puech no tal requerimentn ao
jim municipal da T vara, o defle se serr para
diter que en, em aome do Sr. Puech. pronnz urna
questio a meu pal, pretenden lo eom islo descon-
<-ein:ar-me,quaa4u pelos documentos cima publi-
s se v qof a quesli) tra proposta ni uomo
: meu pai ao Sr. Pocen.
A verdade tem uluia (orea !
Seo Sr. Paech soubesse ler, de certo nao tena
assignado acuelle requerimonto que tanto o com-
prometi.
E quem molhor sate- do que o amiguinho, que
<> Sr. Puech nao sabe le 1...
Agora va 1 o publico ver um importenlissimo re-
querimento feito anda e:n nome de meu pai, e ad-
mirar como se abesa da as-ig mtura de um veho
pai, para com ell* se oxeroer urna vinganja.
lii-lo : em nome d" meu pai apparece em juizo
o seguintc reqnerimento :
Illm. Sr. Dr. juiz municipal snpplente da 2
vara.Di/. Antonio Jiaquim de Paria que na ca
coirf que liti& p>r este jvico, escrivao Motta, CoM .fraco, ainda que o fraco seja seu proprto irmao,
-Luii Puech. haveudo e>ie deeahido da mesma M
Sao, e estando pois obrfado pelos effeitos da con
emnafo a s.uisfazer a~ cusas da causa, tfimtece
i-hegar, agora, ao conkfuaenlo do xnppUc-mte que
suplicado tem de se retirar de vez para a lu
ropa no vapor francet quo se espera M porta do
sul al o dia 30 do coi reate.
t E porque nesse caso nao possa ler higar a
sabida do supplioaio, estando como est obrigad
polos effeios da condeinnaca > e sujeiu, ao paga-
mento das costas, vem o supplieante requeier a
V. S. sirva-se dtv/ficiar ao Dr. iefe de poltaa,
iUcitando as prreisas providencias a/im deque
teja imped'da a sahida do sitpplieudo denla euMt,
ciKianJo theo p< isaptite, qaanio pnrcimturn j o
lenhm oblidn rnt, qtumdo niio, seja -elle abrigado a
pintmrfian.a lionea
P. defe'linelo.-E. R. M.(Assignado) Mar
lias Kibeiro.
ecife. 27 de abril de 1868. .
Em virtud d-> requerimenta supra, p.'dindo iue
fosse erabar|la a viago.n do Sr Puech, ufflcioa-
b a caefe. de policia para este Cm a no dia da
partMa para a Enropa, e na hora em que o Sr.
Paech tnha de embarcar, v -liando da freguezia
de Santo Antonia paii a do llecife, foi ello ngar
ra4o na poate por u:n soldado e levado a secreta-
ria de polica.
Oeste modo embancado, doeate como se aehav.i
o Sr. Puecb, e justamente na hora em que 1a am-
barcar, lembrouse de mandar chamar o anvf.u-
nlio, petana em aaepi, como j disse, o Sr. Puech
depo>i:a plena eonfiaea, para o desembarazar dea
apuros em que se aebawi Bsse momento, e o ami
jhhJio ahi MapeesentoQ e disse ao Sr. Puech qu;
era preciso prestar fianza, oque fez o Sr. Puech.
oli'er la pnifa, que de boa vuntadj a isso se pre--
larani.
Nao fui par o Sr. Puech prestar flanea pelas
despeza j lieiaes, que meu irmao Jo3m ludo Uto
praticou, u;io, por |ue o Sr. Puech homeni de
fortuna, deixava a "|ui beM e procuradores. O lin
de meu irino era do nMior alcance, era to-nar
urna vinganea do Sr. Pueefi, embargandolhe a
viagemjustamente na bora do seu embargue, fa-
zwiJo-o passar pelo desgo-t 1 de ser agarrado por
um soldado de polica, como se o Sr. Puech ofse
bomem de fuga
E tudo isla foi imaginado por meu irmSo Joao!
Homenrlerrivel .Nao despreza una o.-ea>io que
ie peesa proporcionar um meio de vinganea !
Veja o publico at que ponto pode chocar a pro-
tervia de um boiiem, que em nome de "in reBio
pai, que tudo ignora, praticaacios os mi;- repug-
nant-s.
A< pessoas que embecem meu pai, sal mu per-
foitaiilente que nada disto parte delle, e que tudo
ignora.
NSo obstante aaber-se que o Sr. Puech naa sabe
lr, e especialmente o amiguinho que mais que
ninguem sab todava meu irmao, para fazer crr
qne o Sr. Puech dera <:m,jaiz>) urna dec aro-3
falsa, quando a requrmenlo meu disse, nao -alier
lr, arranjou um abaixo a-wisnadQ^de 13 peasnan,
bareea tenantes-coronis e ja se sabe o Sr. Seve,
trapiclieiros. coffeotore, biincarios, eet., eic, que
declararaa jurar, se fasse precia en como o Sr.
Punch sabe ler e escreoer o^ortitgnez!
E' na realidale este procedimento bem extraor-
liinrio em pessoas, que -evresam mas mu irmao
Urna nao receia ante qual uo se importa de comprometter a quem quer oae
s*ja, com tanto que, coiiuga-eaus flns:lia'a vista
o que praticou o dito meu irmao foa nesse men-
!ru "-0 e ridiculo pr"'e-s> MilUar qie nosso
irmao Adriano da Silva Raria respondeu aacoanaa
11 rhitpo de sol o Sr. fenente-corooei Fransco
de Miranda Leal S;ve.
Agora vou Inzer ao coahecimento do publico o
que se tem dado onde mim e meu pai, sem que
eile e saiba e ido por procuracues. que mea irmao
4 lito tera feilo meu pai assigaar sem dizer para
que lim sao.
(i lerendo meu irmao Joio inulilisar ttra docu-
mento que obtive de meu pai perante cinco pessoas
em conceituadas, o que nanea conseguir, cha-
mou-me a juiz-j em nome de meu pai para peran
te "o jnizo nMnicipal entregar o referido docu-
mento.
Mandando tirar a contra f da citaejio, vi que o
reqnerimenlo em que era citado conlnha as mes-
mas infamias e miserias que urna correspondencia
publicada contra tafeo no Diano de Pemumbiuo
de 31 de agosto de 1867 sob as assigna turas de
MM pas, sem estes saberem o que tiubam as-ig
nado.
Dons ou tres das dep-jis de eu ter recebdo a
ltaeao, meu pai vai a casa de .neo cuuhado <",a-
daui, como era de seu cosame c entao pergun-
t'i-lhe se me tinha mandado citar para entregar o
documenta que delle eu tinha oblido c elle re*pon
deu-me que nao :li-lhe a copia do requerimen-
lo e perguntei-lhe se era verdade o que ahi se
dizia; e elle disse-me lamben que nao, que meu
irmao Joao fazia-o asiignar papis sem que elle
soubessepara que lim eran, posto ibe assev^rasse
loeu irmao Joio que es: es papis nao prejuJica-
hama pessoa alguma.
Eniao disse a meu pai que sem embargo delle
aala saber, eu por ter sido citado em -u nome
tinha de su-teniar eom elle urna pie mosir.u nao acreditar no que cu Ine diia, tao
aiaei 1 era a tudo isto e de facto fui abrigado a
sustentar o referido pleito.
Pr.ip.ista a quesuio e continuada, ella o aflnal
jntgada milla por nao ereomecado pelo meio con
ciatorto.
Cumpre desde j notar que meu pai por iuuep-
eia de uie'.i irmii Jo.i 1,debcM de ir a casa' de meu
cimbado adault, para ahi nao se encontrar e
faltar comigodesde o diadaquella infame eosrep-
p.ndeocia que meu irmo Joao fez publicar tontra
mim soo as assignaWras de meas pas.
Fui, aponas a quesiae foi julgada aulla, citado
n nome de meu pai para levantar a importancia
das custas da questio, cuja.importancia mand.ra
meu irmao em non de mea pai recqlher ao de
|i .sito geni, cousa qne nao nrocutei e nao proeu
ro ; e fallando cu com meu pai sobre esta nov
caci1, elle disse-rae que de nada sabia.
.v ~se tempo f!z no Diario de Pernambaa de )
1 de 18G7, urna pulilicatjao contra o 5r,
tcnenle-corooel Francisco de Miranda Leal Ser
em virtudo de urna viqganca misecavel, q:ie_de
ma quiz tomar, de coiriliiai;ao cota rpeus raos
Mn f Manoel da Silva Fariv em virlirle de eu
'ornado a efezade mea irmao Adriano daSil-
v.i F rseguc3o que ;offreu p.>r causa d>
provocado e injuriado publicamente pelo forte e
Mo em jtcesenca de seo proprio pai I
E meus irmaos J.wts e Manoel que bem estreos
iteran contra o nos rmio Adriano; meu irmao
Joio tratialhando eenvidando tolos os meios asen
alcance a ponto de apresentar-se perante a conse-
II10 a depr contra Adriino e contra a verdade
dos factos inventando cousas, qu se niio deram
eom o infernal intento de fawr carga ao accn*ado
par* ue fosse cowd Mimado; e Manoel passando
una f de oflicia, em vez de urna eertidao, que
par* sua aefeza havia requerido o nosso irmao
A Inano, f de nllicio que o nosso irmao Manoel
tem ciiusciencia de quecontm as maiores Hlsida-
dus e miseria-, c que se fosse apresentada a esse
MafcpiCM tribenal s serveria pai a fazer carga a
uosso irmao I
J v o publico, que essa miseravel e infame
persegoicao oliegou a panMj de se aegarem vic-
tima o- meiis de del'eza.
E nao tremen a niao de Manoel, quando cscre-
veu c assignot esse miscravel papel!
Por este motivo meu faino Joao altamente des-
peitado comigo, asegundo uscu.systema de escon-
der-se por del Paz de alguem e especialmente de meu
pai, paramis molesnr-rae c sQppoade assim pre-
judicar-me, em represalia mansa fazer, poucos
lias depots, pelos jornaes aquella pabiieacio om!o
appareceram as assignatnras de meus respeitaveis
pas, sen que e-t. s gQiibeunm p>ra que |i,n '"es
lora ainda arrancado o seu nome!
Polo correr desta discussio ou questio perante
os tribunae-, como mea Innio Joio quizr ; enn-
frontarei esse infame artigo com o documento que
UB .ive de meu pai e com otilros muitos que exis-
ten) nos autos, para o publico poder bem apre-
ciar o que levo dito Hei de privar nio s com
d .cnenlos, como tambem com testemunhas as
f Isidades, e miserias de que se compoe essa cor-
repondencia; nella iieu rmio Joio promelleu pu-
blicar e aualisar os depoioientos das testemunhas
por parte do Sr. Puech. Eu o provoco para que
o faja.
Se meu irmao Joio julga que, Lineando mi d-
meu veno pai, co no sea instrumento contra mim,
alera de oulro inslriunenlo que tem n hoco de al-
gnus vnlens que llie da a ganhnr, eu me aballo e
iei-uo, engaoa so porque sem embargo de rauito
respailar a assign^tura de meu pii, hei de repu-
lir a infamias, aleiv.isias c injusiicas que contra
mira taes artigas contiverem, esiimulando me mais
p*ra fazer sobresabir a verdade.
No dia seguinte ao des-a inmunda correponden-
cia fui ainda chamad;, j se sahe em nimo de
111M pai, peraule n jurzo de paz, para estregar o
ducumeuto que dele obtive.
Apresentei-me na audiencia do referido juzo
eom o meu advogado que era o Sr. Dr. Aotinlo,
Justino, em lugar do Sr. Dr. Joao Francisco Tei-
Keira, que te havia retirado para o Rio de Janei-
ro, como deputado.
Cbegand 1 a casa do juiz de paz que era entjli
o digno tenente-coronel Decio de A quino Poneeca,
eerto de ahi nao encontrar meu pai, pois qne igno-
rava todas aa bandalheiras em seu nome feiLis
por meu irmao Joao da Silva Paria, ahi encon-
tr, o procarador le mcir irmao Joao, o Sr. Leo-
poldo Martins e, perguntando por meu pai, disse
me o Sr. Martins que meu pai nao poda vir a
eouciliacao, apreseotaodo um atiestado do Sr. Dr.
E releva nofllr que o procedimento do Sr. te-
nente-coronel Deco tanto mais digno de lonvor
quanto S. S. foi abalroado por em|enlios de ppde
rosos senhores da trra p ira que a conc.iKacao se
flzesse entre mim e o procurador do mea irmio,
sendo de lastimar que pessoas de efevada posicio
se intromeltessem em negocios particulares, entre
membros de ama familia, e sao para acabar, n\as
para a/.imar, prtcgendo as bandattieiras de um
em prejuizo do utro, a lamo tato mais indigno
quanto os taes potentados couheeqm ptrfciamente
meu pai e tem conscieacia de qne elle ignora to-
das essas bandalheiras em sen nome feitas por
meu irmao Joao.
Nio fui, i vista da centln -ta honrada do Sr. tc-
nentecoronel Decio, mais .hama > 10 juiroeen-
ciiatorio por mau irmao cm nome de meu pai;
mas tambem meu irmio Joio tem tudo feito para
evitar qae meu pai comigo se encontr e isto ha
j mais de dous anuos desde o da cm que foi
publicada aquella infame correspondencia que
meu rai. Joao obrigeo meu pai assignar contra
mim.
Na da 7 de oulubro do 18G7,dics deapis da
ultima auiiencia, de que fallei, apparcceainrJ'i
m Ae Permmbuco n. i ,0, urna outfa pabkcacio
de meu irmao Joao contra mim, sob o pseudony-
inoo nmiao da verdade, (bem amigo da verdade
que meu irmao Joao) em que fui atrozmen'o in-
juriado e calumniado, quer positiva, quer irnica-
mente : imite miseravel artigute falsos se levan-
tam a mea pai!
A isso, poderia dar cabal n>sposta, mas me a-
guaro para oecacie mais azada c creio que meu
irmao Joo ma proporcionar
Convm porm nctar que meu irmao Joao, quer
neste artigo, quer no oulro asagnado por meu
pai, nio se esqueceu de fazeratam pomposo elogio
a si proprio.
Qaiz chamar a responsabilidade aquel'e artigo
sob oaiumymj; mas para que? Para se me
apresentar um testa de ferro-? Meu irmao Joao
sij inaqnina as trovas ; um conarde, incapaz
de a-sumir a responsabilidade do que diz <; publi-
ca contra mim, j cncobrindo-se com o nome de
meu pai, j v.ilendB6e de pscudonymo.
Tenha mu irmao a dignidade di arcar comigo
(rente a Trente que nio recuare; sem embargo
dena poderosa proteceSo do que elle tanto alar-
dea : J que c lio nale nos trbunaes de jus
tica, porque tao eibanle perante o tribunal da
opinio publica ?provoco a meu rmio Joao a
dizer por esttajornal sol seo nome, o que disse
naquelles dis artigos s, bpseudonyrno e nome de
outrem. %
No dia seguinteo da publcaeao do artigo, as-
signado coutra mim por meu pai, sem elle saber
o qne assignra, sahio um artigo publica lo pelo
iiHiodu de meu irmio Jjao, o !#. tenele-coronel
Seve, responden.lo au meu artigo c de tlizer que o Sr. t. nente-coronel Seve acompa-
nhou meu irmao na sen la dos destinos e diatribes
ditas por meu irmao Joio nc-referido artigo ano"
uymo contra mim; mas infelizmente o Sr. tenen-
:'.-coronel Seve eseroveu s para lora da provin-
cia, porquanlo aqu somos orno conlieci los e en
nio me arreceiodenm parallelo entre mim oS. S.
e nio -erio por certo ps opini^os do Sr. Seve e de
meu irmao"tinao, qne poderao prejalic.u-ni>. o
ere.lito u a repaiacao.
Nio ennvindo a mea irmao Joao que meu" pai
se encontr comigo, pois eniio ser elle sabedor
do que em sea neme* tem feito meu irmio, rotem
0 respeilavel elho em casa, niocongen!inlo que
d os seos passeios, como era de seu cosame
todos os das at ra da Imperatriz, a djstrahir se
e conversar em algunas lujas com pessoas de seu
amigo conhcimeiito, qne uorali apparcchm, Bem
mesoio vi a casa le meu cun'iado Gadault, aade
se:n;iie a 11a volta de seas passeios, visitar Mas sj
lipas, sendo de notar que no decurso de majx de
dous annos nio as vi i, morando ellas na nresma
rui em que meu pai mora.'
E no emtanti usquero fallar com raenpai:
quero eom ello entemer-me e ninguem duvidar
da ;inceridade de .ueu respailo para co;n el e e
da necessidde dessa conferencia pira* por urna
vez acabar se o loo e-tar a servir-e do nome de mea pai como
instrumento na lula entre mime edil-i iiiu ir-
mao.
Son eu filho e com tal lenho n diccte e de
que ninguem me pode privar de fallar nua meu
pai; e, se ossas bandalheiras, que tem apareci-
do em seu nome, tem p.irtido d'eHe, meu irm)
Joio dove mesmo proporcionar-me eccasioes de
eu me en;cntr;r eom meu pai diante de miiila
flasle para que elle me reprehenda severa e pu-
blicamente imi a rnos:na energa com que em seu
nome'se procedeo em jirzo contra mim, o yue se-
ria para meu mul Joio urna prran le gbjria. f
Ein todo esse longo praso de dous .unos s
umi vez encontrei-me tora ni -u pai, qu.; viaha
1 loipanhad 1 de meu irmi) Ji'ioislo Foi na p-oi
te da Uoa-Vista em ii de agoslo de 1868, apeo
Teixeira medico, no qual dizia que meu pai eslava xmei-nie de mea pii, beijei-lho respeitosaiiiente
chai o de sal do Sr. Se .3, deste senhor
Sor que
'-se ue 11
i bastante para vingar-se do niju
de seas gale-.
ch.iuar-in aguarda i-
i*!, coiiiu guai designando-qje
guerra, c d lem tenm-
iute para qn 1 no rah-
1 mea ir-
1 que fon con
i., bavia soffri'io
ihor par..
-quero, p
1 do Sr. Seve de m
(auibem esivasso
. eom a differenea que
doial, eslava a
HK^1. como.para
0 defendido ira tam-
1 prisa.).
para
4-
a le;

solTrendo de urna molestia nos ouvidos, e pelo qu
Ihe havia presrri(>to o uso de remedios e se com
effeito os estar tomando, nao podia expr-se a
intemperies, i-to 6 sol forte, chuta e sereno.
Nio me, sorprebendendo com esta evasiva, pois
sabia que ora meio para oceultar-se o facto ver-
dadero de mea pai tudo ignorar o que se tinha
feito e se pretenda fazer em seu nome, disse eu
cali o que mea pai saba todos os dias, nao estava
impessibjlado, que elle ignora va o que cm seu
nome se eslava fazendo e que portanto s com
meu pai me con.'iliaria.
0 Sr. Martins Ribnro, no inleresse do meu ir-
mio Joio, quiz que a concacio se fizesse, ao que
se oppoz o meu advogado, allegando que visto ser
a questio mu ineliudrosa, de pai com filho, e vis-
tu o fiilio s querer conciliar-se com seu pai, que
era mudo rasoavel que o pai viesse a conciliaco,
tanto mais quando no requerimento so dizia que
eu tiuha feito meu p.ii assignar talaidades, sem
que ella o soubesse, e eu dizer que meu pai igno
rva a questio por elle mesmo dzer-m'e, conclu-
indo o meu advogado por pedir o addia.oenlo da
conciliacio al a seguinte audiencia, devendo em
todo caso comparecer em juizo meu pai, para o
lim de conciliar-so comigo: o digno juiz de paz
deferio osle requerimento. Eu florec ao Sr.
Martins Hibeiro cirro para mea pai comparecer
a audiencia.
Na audiencia seguinte aprsente!-me de novo,,
acompaohado de meu advogado, ainda certo de
nao me encoutrar em juizo com meu pai, e, de
facto, de novo ahi se acava sement o Sr. Leo-
poldo Martins, que reproduzio o que tinha allega
do na priaicira audiencia, apre.seuiau.lu oulro al-
testado medico, re itivo molestia de meu pai e
dizendo o mesmo que o primeiro attestado.
Insist cm nio conciliar-me senio com meu pai
cm pessoa, e para qae meu pai viesse a concilia-
rio ; alguem, que eslava prsenle, asscgurou que
tinha visto meu pai, na ra, a pe, aa dia antece-
dente.
< Sr. Martins Ribeiro faz todo o esforco, para
que a conciliacio se fizesse com elle, como pro-
1 curador c dis*e que ella se bavia de fazer uestes
' termos, porque era urna questao de vida e morte
ai qae o meu advogado anda se oppoz allegando
de novo j motivos legaes, j motivos de conveni-
encia, que nio podiara ser contestados, de so con
ciliarem era pessoa pai e (Iho, dando a entender
que a insistencia do procurador de meu irmio em
nao querer que eu me couciliasse com meu pai
oni pessoa era indicativa da ignorancia de meu
pal sobre o que se,passava e se pretenda em oeu
nome fazer.
Depois de renhida discussio o meu advogado
requereu ainda o aditamento da conciliacio para
a audiencia seguinte, o que foi deferido pelo mu
(o digno'juiz.
E meo pai sem saber o que se eslava passaadu
em seu nome que infamia I
A molestia, tantas vezos, allegada como mntiv.,
de nao comparecimento mais iuna,tica d.- nvu
irmio Joio, pois, a molestia do que oieu pai >of-
fre. ha Jo' annos, e una eujpi^eui as orlu.-,
que apparece e desapparece periodicaiiient.' e qu.
nunca o privn do apanaar sol, pois, morau lo na
.geni da Magdalena, (lo sold meio di.
d'abi, vinha a p para o Recie ; alm de qu-, m >
ramio o juiz e meu pai a raa lo IJospicie, e sendo
a hora da audiencia as i da tarde, e, awndo su u
bra a essa hora em toda a exteoijao Ja ra ; meu
p>i bem po i 1 ir i audiencia seta apanhar ti ai
ralo de sol, si quer (nao posso fallar cm so! sem
me lembrar do chapeo desold Sr. Se.v).
No dia seguinte ao desta adicpcia, fui a oasa
do Sr. Dr- Teixeira med.co.para saber ao ivri .
se meu pai es;;va ca estado de nio podej alur
a ra e re-ponuuu-me que nio e com. Ihe obser-
vaste qae co n atiesta \o* seos era ijae.se pr ivava
pretendida impossibilidade, 'li"se-ne que, se
eslava em uso dos remediu3 por elle roceitados
ara boui nio apaolur rol forte, ciiuva .; sereno,
Cbegado o diada iereeiija judieneja, c;iu,
iiizo, pois era. meu dver e meu unsejo c com
,aaaior aouiira5> vi ilo nenio Sr. .'tfariui Ri-
beiro ahi apparecei| I
E porque 1 Poique meu irmio entonirou um
iuiz recto, prudente que nao se prestou ana pla-
no* de viuganja wu elle haviacontrfc mim for-
jado.
a mu o permiuiei Ihe qual a razio .'la qual
.l!e, havia mais do um anuo, nao ia ver sa.'s lUtoasf
.10 que responJeu-me, Ualbuciando, quelogo l.i
ira, nio se animindo a dizer a ana : torno-llie
a |ierguiilarque quesles erara estas, que em
seu noin* estavam em juizo contra mim .' Respoa-
drtu-me que nao sabia; e dizendo Ihe eolio eu
ae tinha sido chamado a juzo por elle e que eu
tinha exigido asna preaoeca para com elle em
pessoa conciliar-rae, que tinha olferecido ara car
ro para con laii-lo audiencia, respondeu-rae que
de oa la sabia.
Perguntei finalmente a mea pai quando appa-
recia em casa de meu cunhado Gadualt, porque
eu quena conlar-be o que se tinha dado em seu
nona, disse-me que logo, qualquer dia e at boje
nunca mais o vi, S'-uao urna voz, que foi na occa-
siao en qua mnha infeliz rmaa Henriqueuesta-
va moribunda, isto treze mezes depois daq jelfe
encontr; e que, con o publico sabe, era impro-
pria para ue faltar com mcufai sobre essas ques-
toes de i|ue trato.
E quem causa de meu pai nao se encontrar
comigo mea irmi Joio, que retom-ao para esse
fim em casa J
Digam e-ses legistas da ra da Imperatriz onde
meu pal ia quasi todos os dias conversar, se ja
nina vez o viram depois daquella infame publica-
ci que ora seu nome meu irmio raandou publi-
car contra mim.
Releva notar que pan* meu pai poder ver sua
filha enferma, foi-me preciso encommodar urna
pessoa rospeitavel a 1 liara da noute o que se
prestou d boa vontade tiara fazer-me o favor de
ir a casa de meu irmao Joio dizer a meu pai quo,
se quera ver sua Uta urna "vez, anles Julia ex-
pirar, que viesse porque ella estava morrendo:
Meu pai vejo e nio foi contrariado porque meu ir
mi Joao nio se atreveu perante essa respeilavel
pessoa a contrariar meu pai, probando qne -Hr
fosse, o que ofallivelmento tea ti lo ligar, se o
portador fosse da casa do meu cuuhado Gadault
Se mea irmio Joio lem eonsciencia de que tudo
que lem apparecid > contra mim com sciencia de
resolacao de raen pai, consinta que meu pai se en-
contr comg mesmo peanle muitas pes>oas,co:no
desejo, para que elle articule suasqueias, exprobe
o ro 'U procediiueuto; mas oieu irmio sabe do
a certeza aue tera de ser deseo
No dia marcado para essa operacio discutirain
mu tu os mdicos sobre o caso e, ltenlo o eaiado
de fraqueza da doente, assentar?m un nio fazer
anea occasiio a operacio, tendo sido a doente re
ceilada para ver se melhorava e sendo aconselba-
da que fosse tomar banhos salgados em Ohnda.
Para all foi a doente e esteve algnns mezes:
durante todo esse lempo nao veio um portador da
parte de meus Dais saber eoino passava sua filha,
porque ? Porque, meu irmio Joio prohibi, que
de sua casa onde esto meus pas viesse alguem
do meu cunhado; os escravos tem asa pro-
bibicio sob pena de castigo, so a iiifringiren).
Do que levo dito, de duasuraa : ou meus pas
leemcomelleilo abandonado com pela mente suas fl
Ihas, nioas visitando.nem as soccorrendo em grave
estado de molestia, em qae ellas se acharara, a pon
to de nena eeqatr man Jarem saber noeias deltas,
orohibindo al que suas eacravas veoham 4 ca-a de
meu cunhado, e para isto se dar 6 preciso que te-
nha havido motivo gravissimo, ou tao estranho
procedimaolo devido .coa^io, e em lodo o casu
importa saber-se a verdee.
Se esta irmia umbem tivesse a nfeheidade da
fallecer, raen irmao Joio se apresentaria hd > .
horoso, e mandara collocar urna lapide sobre pa pubheaei
sua sepultura como lembranca de nosso* pas.
para d este modo ostentar no publico sua hypo-
crisia.
No entaato meu rmio Juio que faz tudo islo e
que evita que men pai comigo se encontr, quem
propalla que meu pai nio vem casa de niiuha
irmaa, porque nio qner ver-me e nem de mim
ouvlr fallar !
E no entanto, como o publico v, pelo que (lea
dito, tudo isto nma calumnia.
Restila meu irmao Joio a liberdade meu pai,
deixe-o fallar comigo, como desejo, perante muitas
pessoas e al mesmo dos seus proprios amigos e
protectores, que veremos a verdade e d'onde par-
lera as infamias e miserias.
Teoho ahsolula necessioade de fallar com me
pai tambem a proposite de negocios tendentes
morte de minha irmaa, eme parece que serel tor-
eado, bem contra a minlia vontade, a usar dos
meios judicia-s para :so conseguir, pois qnando
meu pai nio apparece nem |>or occasiio de moles-
tias* graves de suas filhas, isso faz-me crer ;ue
nunca mais o verei. >
O facto do Sr. tenente-co'-onel Decio nao se ter
curvado aos empenhos dos potentados, prolecto-
res de meu irmao Jo.io para admittir que a con-
ciliacio comigo fosse feita por intermedio do pre-
tendido procurador de man pai, foi isso basta rt
para quo meus rmiaa Joio e Manoel se consti-
tuissem inimgos do Sr. tenenie eoronel Decio e
logo raeu irmio Joao concebesse o plam e aiunen-
las^e o desejo de vingar-se do Sr. lente coronel
Decio.
Tendo chegsdo esta provincia a noticia da su-
bida dos con-ervr.dores ao poder, consta-rae que
meu irmio dispoz se a trabalbar e a gastar para
que o Sr. tcnenle-corouel Decio soffresse algum
dissabor ou desconsideracao do governo.
Nio tudo : tendo lugar em >ete:nbro a eleicao
para juizes de paz, consu-me tambem que meu
irmio Joio apresenira se na freguezia da R. a-
vista e insuflou algumas pessoas do pavo snrrate-
rameute para enxovalhar e desmoialisar o Sr. De-
cio, que presidia a mesa par cbal, como juiz
de paz.
Eu irei para onde meu i'mi Joo quzer levar-
me, j para os trbunaes judiis ros, ja para o tri-
bunal^da oploiio publica, finando ceno meu rmio
que nio rocuaru, e que lerei coragem para sus-
tentar o que disser e para informar o publico do
que faz e fez meu irmio.
J que meu irmio puchou por Untas cousas,
jueeerlamente nio tera feito se tivesse juizo, e
reflectido cura calma, tentia paciencia,
provoco-o para que me responda as seguales
pergenias :
So o Sr. Puech vendeu a sua escravnba o nio a
troco 1 pelo eseravo ue meu pai. quando fji e em
i|ue oci-asiao receben elle a importancia da osera-
vinha T Foi anles de se lavrara escriptara des^a
venda simulada ou foi na occasiio em que o Sr.
Puech assignou.essa escriptura ?
(Joantos dias ha de differenea dessa escripturfi
ao do papel da venda tambora simulada do es-
eravo ?
Se o eseravo foi ven lido ao Sr. Paech e nio tro-
cado pela sua escravinha, quanto foi que se rece-
ben em dinheiro, o que raeu irmao tera procurado
oceultar ao publico, por quantas veas e quanto
por cada vez ?
Quanto foi que o Sr. Puech deu om dinheiro,
(piando se assgnou esse papel da simulada venda
do eseravo ?
Cora quem foi que o Sr. Puech tratou e fechon
o negocio Jo eseravo? ,
Em que parte anigaon meu pai esse papel ?
Ncssa occasiio esteve, ou nao presente meu irmao
loo ?
Meu pai j morn, em algum lempo, mais longe
do que a Passagem da Magdalena, emre as dnas
uontes ?
O eseravo Amnelo en empregado ni servico
ilo oesiico, ou no de campo
Por quanto se vendeu a negriiba poucos ibas
depois do negocio feito i
Finalmente qnal o bomem do bro que se vafe
do favor legal da prescripcio, para allega-la em
juizo, e as>im evitar pagar o que de ve f
Meu pai nio l jornaes, e este especialmente Ihe
ser occulto para que nio chegue ao seu conhici-
mento o que digo ; 110 entanto veremos o quo far
e dir meu irmio.
Naturalmente maridar l'azer outra puhlicacao
era represalia a esta, com as assignaluras de nos
sos pas, aiuda urna vez arrancadas sob a pressio
sem elle) saberem o que assignam ; mas pode fi-
car corto que inmediatamente Ihe darei a res-
posta.
Aproveito tambem a occasiio para fazer urna
pergunia aos Srs. tenentecoronel Seve, Silvino
GuJhernie de Barros e a meu irmao Joo, ainda.
como o mais ioteressado ; ei-la :
Porque nao se raandou ainda tirar copia dos
depoimentos de meu cunhado Gadault, do meu ir-
mao Adriano e do meu, depoimentos que demos
por occasiio do ridiculo processo que meu irmio
Adriano soffreu por terca do ch peo de sol do Sr
Seve, para serem remedidos ao Sr. juiz municipal
da segunda vara alim de proceder criminalmente
contra nos conforme se l nessa celebre sealenea
lavrada pelo Sr. Silvino Guilherme de Barros con-
tra meu irmio Adriano ?
Vamos, meus senhores, aeabem logo com isso :
porque lia de continuar por mais temp esse es
paniilbo, essa espada de Damocles suspensa sobre
nos^as cabecas ? Foi sraente para nos intimidar,
urna careta que nos quizeram fazer ? Enganam-
se I Eu os provoco para que o faeam. Fkjpe
certo mea irmao loio que sua ferocidde, embora
aculada e protegida pelos tenentescoroneis, Ba-
lees e pelo amiguinho, em quem so fia, nio me
atemorisa. Fique tambem corto o Sr. Seve, alliaJ >
de meu irmi., que suas caretas, seu chapea de
sol. eu tamanho e seus gaioes nao rae metiera
mlo. E ao Sr. Silvino Guilherme de Barros___
Nao vale a pena oceupar-me d'est senhor.
Lembro a meu irmio Joao da Silva Faria de
mandar tambera tirar copia do depoimento que
meu pai deu conjunctamenie comigo, para ser re-
afim
vela a sua requintada perversidade: dnas artas
concebidas tu termos injuriosas e assignadas, (I;
a smente por meu pai, o a 2 por meu pai e
minha mae me forara dirigidas por meu irmio Joao,
e o que mais espante que a mais infamante
escripia pelo proprio punho de minha mi, qne
conta perte de 70 annos de idade !
A primeira Arta, nao -ei por quem foi escrip-'
(a ; porque nio. caubeco a letra. Seria mesra>
meu pai, quo pedio a um estraaho para ere
vela.
Meu irmao-ipio eir que nao tomo parle li-
gnina nessat cartas, qae ignora que me fosstm
dirigidas o que foram meus paes quem espont-
neamente as esereveram o m'as mandaran!; no
entanto tudo obra delle.
Para prevenir que contine meu irmio a abu-
sar do nome de raeo respeitaveis paes, desde ja
previno ao publico de que qualquer panol que
a]iparecer assignado por raeu pai contra mim nao
tem o valor e alcance que deve de ter, pois que
a as*ij(natura arrancada, valeudo-se para isso
meu irmio Joao di posijao em que meu pai se
acha de dependencia para com elle.
Terminand, peco ao publico desculpa por fazer
*). o que meu irmao Joio "
sem que possa ella ser
te, an previa licenca
tem feito
contra mim, j valeudo-se do nome de meu pai,
ja do nome fe Sr. Puech, como no tal requerimen
to de que a principio fallei, oara assim expr-me
a eensunT publica, me terca a vir i mpreasa
para restabelecor a verdide des tactos.
..Convido meu irmio Joao da Silva Faria a que
me conteste'e melhr ser que o seja perante os
trbunaes, onde os factus se liquidaran, certo di-
que irei dando conta ao publico do que all fr
iccorrendo; porque a calumnia e a intriga sio
armas sem gume contra a verdade.
Se men irmio Joio der lugar, levarei tambem
apreciadlo do publico o depoimento do Sr. ca-
pillo Manoel do Na-c.monto da Silva Bastos dado
11 sia questio, para que o publico continu a f
lo na conta de hornera honesto e incapaz, por tan-
to, de dar um depoimento falso sob juramento.
E' com constrangimento que faco esta publica-
ijao, mas os motivos sio taes que, exposlcwrTomo
ja foram, expliea'cio e juslficam o meu proce-
dimento.
E, domis, o respeito e a amisade que iribnto
a meu pai rae forQnn a protestar contra o que se
diz de ser elle quem em juizo sustenta causas coaf
tra mira, e que en certo disto, por m ndole e ca-
rcter, nio s as alimento, como as proponlio al
abusando da boa f de outrem, como diz meu ir-
mao Joo que eu lizera com o Sr. Puech.
Finalmente ha dous annos e meio que nio pos-
so fallar com meu pai*, quero fallar'Ihe tenho
necessidade disso e, hei de sempre brillar que-
ro fallar com meu pai e Deus permita que aos
ouvidos delle chegue este meu desejo sincero.
O cavalhen-o da inste figura, que se mir-i e se
alimente Oosta sua grande obra.
Recife, '1 de marco de 1870.
Autoiuo da Silva l'aiia.
priado do qanaqm-e que recorda umarVau glo-
riosa da her tugueza.
Vem, pois, 0 abanto asslfttado, offererer ao Ga-
binete o seu modesto trabalho, como prova de de-
dicacio a essa uiiliseima instittieio.
Em breve serioMnettidas a v. Ss. a corope-
tenle partitura e partes da crcheslra, que Acara
pertencendo ao Gabinete,
exeannda fra draff recil
dessa Ilustre titti^im
Hawfiuardea Vv. 3i -Recife, 28 de seterabro
dei8M
lllmi. Srs. director e nambros da directora do
Gabinete Portugus de Lelturaem Pernambuco.
Francisco Libanio CoUs. ~
Illm. Sr.Ettre as provas de estima r codnde-
ra^lo n^iiradas por nobres sentlmentos, com que
tem sido distinguido este cslabelccimento, nao l
pelos seus compatriotas, como poc milites BrasP
ieiros dislinctos e Ilustrados, tem lugar muilo hon-
roso a elevada offerta que V. S. se dignou fazer ao
Gabinete Portuguez de Leilnra de urna marcha in-
titulada-Primeiro de dezembro de 1640-, por V.
6. expressamente coinposla para ser ejecutada na>
festas auniwrsariis de-te estabelecimente. offerta
esta j de h estimavel. e sobremodo realcada pelo
ollcio de V. S. datado de i8 de selembro'prximo
passado, tanto mais ; preciavel e estimado, quanto
nos recorda os glorii-sos feitosdos nossos antepas-
sados, no que sobrer r.nei:a nos honra.*
Nesse inestimavei brinde de V. S. rvnlisam a
phrase e o importante trabalho, a intencio c a
arte.
A directora desia associacio guardar a pre-
ciosa offerta de V. S. como um dos bullanles di-
plomas, que fazem a- delicias de quem es posse,
e empeamm a gratidio de sens peiwiiuiea,
E^.a directoria agradece a V. S. as suas ben-
volas expressues, .,ue buscar sempre nerecerte
justificar.
Deus guarde a V. S. Secretaria do Gabinete
Portuguez de Letura em Pernambuco, 15 de no-
vembro de 1809.
Illm. Sr. Francisco Libante ColasO director,
Joao do Reg Lima.O 1" secretario, loaqutm Xa-
vier Vieira Ligo.
Falsificiicio de autos.
Quando espera va revpnsta doSr. Dr. Amaro Joa-
quim da Fonseca e Albuqnerquc ao meu artigo in-
serto no Jornal do Recife de 1 do correle marco,
relativo a falsifieaoio de um dos documentos pro-
batorios de debito que exhibi em juizo contra o Sr.
Felicio Jos Vaz de Oliveira, eis que este apresen-
ta-se no Diario de hoje contestando o mesrao ar-
artizo, ob o pretexlo de que o vieio argido nao
resulta em ii beneficio, mas se Ihe destina a im
itntri visto como era 1869, dttta qae hoje jal-
<( smente representa o documento 'le qae se trata.
nio podia j fallido, r. ceber quanla algutua
. tendente ao debito rameit'liado.
Diz anda*o Sr. Felicia que, se assim o fizesse,
alm de prejudicar seus credores, praticaria per-
feito estellionalo.
Respondeudo ao Sr. Felicio, cumpre-me ainda
esta vez repelir, que me nao de proteito subs-
ta a dala de 18ii'.), emque o Sr. Felicio ni) podia
obrigar-se ; porm, a d 1887 que expresiva o
d iciimeiito. anles de ser viciado, quanto mais que,
conforme dilucide! no indcalo jornal, sem;lhan'.e
data de ISt'.'.i extranna a que Ine reconhe-
cem o lib !! e diversas pecas que o inslruem ;
muilo superior a em qu* flz sellar esse dncu-
ment ; chamei o Sr. Fciicio a juizo coniiliato-
rio para me pagar a respectiva importancia ;
data finalmente que se harmonisa com a djs
documentos, a que se acolhe o Sr. Felino"para
i esquivar se a acro da lei.
Ora, se assim o uiss?, e de minha parte se tem
sustentado nos autosque o documento e-:ava
com adata de 1867, nomo que o Sr.,Felicio
atrevi'-se a subscrever que me interessa a falsifi-
caeio do mesmo documento f
Dar-se hia que cu, ou algum interestado, fosse
lio necio para alleiar Ihe a data, subsiituindo a
por outra em que o Sr. Felicio, j fallido, nao
poda conlratar 7
Asim. confessando que a falsiticacio destna-se
a figura-lo de responjavcl n'uaia poca era que
estava interdicto admn>lraeio de seus beti*, e
ior conseguinte emque era aulla a sua naspon-
sabihdade, o proprio Sr. Felicio diz muilo alto que
o documento foi viciado em seu exclusivo pro
veito.
Ouanto a imposta do Sr. Antonio Domingos Pil-
lo, nio de utilidade para o Sr. Felicio.
Ao Sr. Pinto dei sciencia do recebimento da
quantia de que trata a sua resposla, e S. S. con-
cordou que a reservasse para o nosso ajuste de
cuntas, quo esperavamos se nio .femorasse, por
isso que em caria de 13 de dezembro o sea deve-
dor, aecusando a reeepgio das que Ihe dirig a 11
desse e a 31 de novembro do atino prximo pas-
sado alm de oulras, affianeava que om poneos
dias Iho daramos recibo "de saldo ; o que nio se
realisou at o presente, por cujo motivo ainda na
prestei conlas ao Sr. Pinto.
Sou muito conhejido, verdade, Sr. Felicio ;
porm. acredite que o muilo mais o taverneiro
coslumado a declarar-sd fallido em preju'zo 11.a-
fisto de seus credores.
Recife, 3 de margo'de 1870.
Honorato Josepli de Oliveira Fiaixelrtdo.
O 53 de voluntarlos da patria
ADra-se urna pagi.1.1 de sangue, mas honrosa o
gloriosa para o Brasil e para PernamLuco.
Rememorem-se factos passados linios emsan-
qne, humetados de lagrimas, porm auriolad. s
pela myslica cora da glora e do martyrio.
O 53 de voluntarios aa patria breve aportar as
nossas plagas para gu.-ar o dcSCanco devido
quatro longos anuos de vi Ja do fadigas, de priva-
?6es e de dores.
Piucos, bem poneos dos que partiram desta o-
dade 9 de dezemLrc de 1865 ebegarao at no-
a rom descancar no lar patrio de seu insano, o
agro labor I
Historiemos a 53 de voluntarios da patria.
Foi elle, organised nesta cidade no anno de
1863 pelo dislincto peraamoacaM O coronel Fran-
cisco Joaquim Pqrdra Lobo, sendo presidente
desta provincia o ilustrado conselueiro Joo Lu--
tosa da Conha Paranagu e commandanle d .s
armas o g.ueial Francisco
Sergio de
Oliveira.
Monte Pi Portuguez.
contraro e tal a certeza qae tem
berto e desmascarado que o nico remedio quejgueuido ao juiz municipal da segunda* vara,
hoje temiovilar que meu pai comigo s^i eucontre, Te ser meu pai tambem processado : sim,
diante de dgem, e tal o v?xame em que meu
pai .vive por se ver assim segregado de sbus Albos
e tudo por obra de eu irmio Jo5o que por cinco
inezes, cousaiucrivei, a miuha iriuaa estivera com
gravissuna utoleslia ite que viera suecumbir e
p la durante tenga.enfermidado por men- pas por,
ueu irmio J,.., nio couseiitr, seudo militas osj
1 -ejos qu^ meu pai ti' h.i de ver sua lilha.
I) 'pms de se tor opchIIo a meu pai o e-Ulo de
minlia tro i. ffillmonte ete-gm a> ;uliecime.n-
te fal.quiz visita-la, v-a, ep't mais que padissry
it churaudo /ara ver sua ti|lo, meu irui* > Joio
9 mais alguem p.hibi am-llio que as-mi o fliesse
por pie para i-so era preciso ol vir a casa de
,meu cunhado Gaanlt .le cu m. ro, o que meu
irmao J-jS>* nao euamto.
.Eminb' iiife'.z irmii fallecen sem lar ste
-;u pai que auto doseitva veio junte a si, ao
men. dui-iiife a mloj)ii !
Ent.i'e-se lo ig.. i,tiii,)o de>ua iimrmidade
meus p.a ( m oei'..>| !) ni' Ihe uaadaram
lima .galoib 1, u na bol.ixhiha (s qu-r pua a su..
Ii anda tuitei pas. \,,d.i absolui mente C per
que? P.oque iiieii irmi 1 Ji> lulo tem prohi-
b te. o d'/Wi iVJIa mol a ;i,ov-e .tt s" em pu
tilico, t..1. tiiiili 11 em lagrima', e manda assra-
tar v-;u> lajpde sbrM> sepultura como Icmbran-
ci de nossas p-iif.
Jjteiimda hypoi'eaiA. J
F. onov.-u)iio I-. 1309 aiinha iim^a laais v^iha.
uudlwr.uo Sr. liypoiyto Gadault, gra-
Vfineiil'- nteiiiii, lano que o mdico assisteptep
Sr. Dr. Teiseira pedio uioa con'erenjia e nella de-
eidiram os me uca, que foram o a-sistenta o os
Srs. Drs. Puauga e o faUeoJdo Dr. SWreira que
devia a enferma ser operada, operacio este .grave,
melindrosa e at arriscada.
pre
o que elle seja bem. castigado, porque depoz a
verdade como teslcmunha oceular e em favor de
seu lllho contra o genealgico Sr. teuente coronel
Francisco de Miranda Leal Seve.
ilci.de apreciar e coinmenter ainda essa curio*
sissima sentencia e a tal celebrrima f do oflieio ;
sctiii de notar que m tal processo em quanto en,
meu cunhad'i Gadault eeaen iiai, depunhamos con-
tando vurdadeiramente os hotos, meu rmio Joao.se
apresenion em opiMsi^ao a nos, e para favorecer o
Sr. lente coronel Seve, ale vusamento depoz con-
ira o que meu pai aetovetua em seu depairaeato.
D.ga o publico se o bomem que le n um proce-
diieiito lio indigno, ou nio capaz do tudo pra-
I car.
E tal a pre.ssio que meu irmio lato exerce
soiire meu pai, (jue o forca a ter relacoes com o
Sr. tenenie coronel Seve, a apertar-lho anjq, para
iuese veja ^ue meu pai lem relacoes com o Sr.
^>e ri(jU sea filho, tanto que existe entre 0 Sr. laen-
corinel Se.e e meu pai r laeoes de a.nizade, e
' nJo certo qae meu pai Cora leatemunJja oceular
' "insas lo Sr. limen e coronel Seye *gfeo
Blijo. tanto qqe as .iffinn u e n -en ej umeni
1 seotim'u! .s .le on-u uai ; mas
ajnese obngado a saff.er s us bros o 1
- nii.orutes, parque a isso 11 obriga mea iru ao
J ao.
O facto do Sr. Seve ter pnbheanei 1 anencado
111-u irmio Adriano de Ihe luemr o -topeo de sol
na cara, por oao o ter amprimeutado ; para
meus irruios Joo e iLio--l >U -Silva Faria, longe
Je ser urna injuria Uceada a Tace de oossa lann-
la, em um de seus mniibros, foi tima fineza, urna
honra, qjxi o genetloaico Sr. taenle-coroncl Fran-
cisco de Miranda Leal Seve, por sim demasiada
bom~de, quiz dispensar a uussa humilde famila.
Ante do terminar devo ainda torear bem pa-
tente raais um acto de meu irmio Joio e quo re-,
Aproxiraa-se o dia 30 de marco, e com a au:\raj
delle completara seis annos em que a grandiosa
dea da estabilidade desta til e santa associaco.
f- numerosamenle applaudida, e desde sua ins-^
tallacio lem sido tantos ossoccorros que teio pres-.
lado, que desnecessario tecer elogios aquelles,
que a tera dirigido.
Nos em tempo vimes lembrar a actual liresto-,
ra, qne em observancia do quo dispoe o ar', 75"
dos estatutos, dever fazer solemnisar o anniver-
sario.
Nona le/nbranca nao c empreza diflleil de rea-
lisar para 05 di-linctos caracteres que compite al
directora, tonto mais quanto ser esle opiimeiro,
anniversario que far durante stla decorrda ad-
ministraro, parejeos impossivel iue e-laudo
prxima a sua missio, segundnos informan,, dei
xe de segir esta formalidade a sua successora. A
indeferecia a morte das grandes ideas, baveDooJ
portento unidade de pensamento, urna forca de
vontade entre os dislinctos membros da directora,
aossa lembranca fcilmente ser realisada, para
cujo flm confiamos extremamente em todas as ra-|
tenees de cada um dos membros da dfcjecloria.
No entretanto, Ipedimos deseulpa se porventora:
nossa lembranca j problema resolvid.. pela di-
rectora.
Muiloi socios.
Hoje, s
11 horas
DJhiaa,
da mu-
dis ter lugar na sala das audiencias, perante o
integerrimo senhor doutor juiz municipal da 2"
vara, o exame de meus bvro coinmerciaea.
Convido, nortanto, a todos o> meus amig.-s e ao
publico em gerai, alim de assstirem e com es seu-
proprios olhos verificar a quem approveitao uici,
as falsificarles, da docamento jMtbdo aos aot si
de libello civel, por meu contendor JIonorata Jo- o de eterna gratida
bote fallecido.
Foi Incansavel o coronel l.obo aa organisacio
dofi3 de voluntarios que tiesta provincia tevo en-
tio ndenominaeio ou numerario de 3". Os per-
nanibucanos diversas vi-zes tver.ira o prazer do
verem de-lilar pela- ras de '.a cidade os volun-
tarios do 3, que emb. r.a lusonhos recrutas, linhara
o garbo de sol la los de Unha, volhos e aregimen-
tatlos.
No da 2 de desembro de 1803 por occasiio ou
parada cm frente palacio, tevo o 3 elogios do
diversas pssoas entendidas principalmente do
coinmanJante das armas, hornera sobrio e avaro
em elogios.
Aples de partir o > para o sul reciben urna
rica bandeira de seda bordada a oulro, que llie
foi ol. recada pela patritica sociodade humanita-
riaC ineiliaipte
Rica e magnifica offerta, digna dos pernambu-
canos, que a receherara, e honraran, e brillurato
padrao dos impetes .patriticos da generosa e li-
brrima associacio I Possamleus heroicos restos
ainda verem o solo d'onde desraldada as auras,
te emlMireasle no vapor Agnes Arcklet no dia il
le dezembro de 18(>.'>, passando por entre alas de
muuraeros pernambucMics, que lo sau lavara, e
to profetisavam lio ricos futuros que tio bella-
mente realisasle t r
O baialhio 3 de Pernambuco desembarcou na
corle no da 16 de dezembro de 1665, e ah leve a
numera cao de 21 de voluntarios da patria.
N i dia 23 do mesmo uiez cm presuiien de S. M.
o imperador quo fez conforma o estilo, o coronel
Lobo, presten jocamente sobro a bandeira do-ha-
talhao, embarcoiia2Q.no vapor inglez Brasil e
seguio para o sul.
(megado o 21 MonluvidoO passou-se para o va-
por Apa,^
Ah recebeu elle a ata lircila do corpo do po-
lica desta provin.'a que Ihe foi addda.
A ala direita da polica so .-.chava em Montevid 1
sob o cumulando entao do leiieu.e coronel em
eommissiu .\lexandre de Barros Vasconcellos,
qoe nessa occasiio entr- gen ao coronel Lobo, se-
gurado este para o Paraguay, (cando aquello ein
.Montevideo.
O 21 chegou i Corrientes 20 de Janeiro de
1866, e poucos dias d.p is foi unir-sa em Lagoa-
Brava ao grossodo exrcito.
Na patsagem de Passo da Patria achava-se o
21 sob o cumulando do bravo in^jor Genuino
Olympio de Sampaio,. e partencia 6* dividi da
vanguarda, coinmaudada pelo denodado general
Victorino, que tinha na sua-divi?o a 14' brigada
coramandada pelo dislmcto e beneiuerio pernani-
bucano coronel Lobo, compesto do Si e dQ per-
nambucanos, o 38 haitiano,; e 18* brganP cora-
posia do 31, c iimnandado polo brioso lenle co-
ronel Fras Villar, e de mais dnus corpos ba-
hianos.
No dia i de maio de (6o cm Estero Bellaco se
chava o 21 de proucr-o ao 7 de liuba comroan-
dado p*lo bravo e heroict -lente, coruniil Bedra
liojebrigadero, e recebeu nesse da o baptismo
de fogo c sangue, tendo do-.xadono cilio da peleja
perte de 200 horaens I
No dia 24 da mesmo jaez asaistiu o 21 aba-,
taina de Tuiuiv e-tando de proteccao a artilharia
de Mallet.
No dia 18 de julho do m*SXfl anno foi o 21 de-
simaJo pete fugo do .iaimigo. Unlniu em fogo
com 41M) pracas a sabio do combate com cen o e
poucas I De' 17 ofuc-iaes aptnas 7 voliaram par*
09 abayacameni is I
Nesse dia cruento e cruel o 21 de wluntarioe
dapalria raostrou sua -ccragem denpdo e sangue
fro. *
..Si durante os conmaodos dos generaos Oxo-
rk) o Pulydoro conservou a numeracao, porm
com o caminando do general dugue de Catias
lumou annraera^ao do 3.1, que boje .anda con-
serva.
Suateotou ello oci o -U-r:vel bombjrdeio di
loimigi.durante seie meaos do flanco esquerdo de
luynty I
Fea. as marchas de Tujuicu, Parabu e Pal-
mas.
Assistio as balaibas de dezembro de 1868, e as
te ageste de 1869.
Durante tedosestes couiate soube o 53 susteo-
las cun deood 1 galhardu o hibtuneo valor
brvpra dos peinainbuciuo.
Br.ve e.terio entre nos as ftoH|Uais dease ba-
1*11 lio, comporte de bravos fonianhuemn.s, .>
lesee j preparenvisinon .pata reeeber eR%s u,s-
fus inni..s, que lio etiudriaananWb paK ia e a nacao.
Cirpramoa de dores a-Aot*as ciratrizes def-
ses hroes perumbucaiius, jue a iV paita do tn
CoBteariedades, e aUoicu mTi i, varan
i desmamara da alu-ao)nona1lie-*l>r..-jlerl.
(.om jubilo abracemos csses pritneiro/ > si- te
Kuiuinnrus patrci.Js^iee^Kilveaamao mi! a vingar
a aroota da mii paira qnrpuada.
Aciien ellos a norma,.yec,,,-. iuu 1 oaj^conv
plexo, *mt noss. .s bbwsjafc^ aeja
seph de Oliveira Figueird.5.
Recife, 5 de marso de 1870.
Felicio Jmr Vos de Olives: a.
Gabinete Portuguez
de Leitura.
Illms. Srs.O abaixo assignado. sumnismente
peiihocado pela consideracio com que ha sido hon-
rlo pela Ilustrada associacio do Gabinete Portu
lia swvicos a que a
gra*>xaa.
MljMi
ib poile saf de$-
guezdo LeiiM, em Pernambuco, convidanda eM g^ nsommia, eDChaOWCJl f) lia
a'guns anuos para enanregar-se o\' organisar e -'.. ^i .," _,_. ^
para enajpregar-se u>' organisar
qeger a orcli-stra quo nscotoaanas nokes do les*
do anniversaria da instanacao 4esso importoalr1
estaboieciawaia, cumpui-ama marcha
luuPrimeiro de dezombro do 1640.
Compusia eapreenmente para ser execotoda ti
somente asTestas anniversarias do GaUoelt Per-^
tuguez ds 1 niium titule seria mais apro-
Valerianato d'-tteio-
iliaco de Pier6t.
. JMkatU, appr^andn, pela a.wtemj*
do medican 1, e expn LihuIko '...i pre .
boa ranina*) na i^pe^r. la/fb-stejAor-
ia da qualquar torma,
Tunn-ae urnatm 0 ion col
quo intiui-Jti^ia waidiSe e eutra da *w** bkwh
4*a^ua ftia.
Na ptaara.iv: ': Ceutnl, i\v dltoporador
n. 38. (7
oaH*


Dafto de Pernamfcnco Sainado 5 de Marco de 1874).

-
imiiiiMiiM
/
DE ftUtQO
ueneanoUiOO rs. por
Assawr aifaio3*100 p^r kil. i |
Mgod-o P rt.'-f987j^por kil.
llera i -m MeJtft- i 9 rs.Aor kil. pasta
do,; S|(rfhojron e hcje)
i'Mtim sobre Londrua 00 Jv. le lifrd
f0W.
ooaHo Jos Afronto,
y Presidente
Me'squfta JbBIot,
Secretario
jfjlg^^ ojliixt^ycra o mar, eontendo de fundo
i e do norte menor nu-
(9djfcas, por formar afcnvno urna curvn,
serviodo de base a quantia dd p600reis anuual
, na rasao de 80 rei-
nara muftWpal de Olinda, 31 de fe-
de 1870.
M#toel Antonio do* Passos c Silfti.
IVo.presMnti.
Marcolio Itias de Aranjo f.
Seeefaro.
H!

ENGUSH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Desco-.ita -leltra* 4a praca taxa a con-
vencionar.'
Recebe dinheiro ein conta corrente hia
iraso fixo.
Saca vista prlncipaes da Europa, tem correspondente.'
aa B;iliia, Buenos-Ayres, Montevideo. New-
e New-Orlans, e enitte cartas de crdito,
para os mesmos rugares-.
KUA DO G0SMEAC9K) N. 36
M&AMWa-
Kendininlodc-dia I a3 .
hlom .i o da 'i
VHII
1, .,1 .1
DEGLARACOES.
Caixa Fiial do Banco do Bfasil
em ernambuco, ern liqui-
daqao, 7 de (mereirode
1870.
Doordemdi directora do Banco do
sil se faz publico qae desti data a 30
com a qaantia i 10;000J, tirada dos seas bns,
gandj ditaquanlnf do privilegio dotaL.
Secretaria di trinuiil oinmercio do Per
nanihuco 3 de margo A>-, 1870.
O oflci't maior,
ciando
Julio Suraiarles.
Por esta secretaria ? que em data
do 1 do corrwfl^ffirnHMHna matricula o com
merciante brasileiro Matv-pl Francisco da Cunta,
estbelecidb na cTtlda do Afcaty, provincia do
Cear.
Secretaria do- Tribunal do eomrertio de Per
nanBueol de marco'de IVl
i<*9 (flHavrnaior.
_____________Jnlio fiur-narcs.
OIlliu. Sr. inspertorjda Ihesourara defazenda
desta proVrocd, e:n virio* das ortlens em vigor,
mande fazer publico que ten marcad o da 2o
de abril prximo vindouro para o concurso que
se tem 3e abrir na me-ma Ibesouraria para pre-
enchimento das yagan nella existentes de prati-
eanfes da mesma, assim como da alfandega da
rec bedoria d-> rendas : versar o exame sobre
as materias do que trata o 1 4do artigo l1' A
Urna casa terrea o. i da ra do Santa Tbcrza.
n4e 21(14,
da ma 'I Sof mira, solo fo-
re.
ITrnaditad; na m Afs Verde*, ao-
io tambe
n fi II Ai corrate.
V''1 far leilao per iutorisaeo do
i V"_? JGu,,,0S de Araujo procurador de
fiu -"*"93 D"nrt? lifrd-iro universal de seS
rallen*) bibo Antonio Fernandcs Duarte de Al-
meion, dos predios acir, a polla do "predio que
toi Assnciacao Commercial no litigo do Carpo San-
i'), as II horas do dia, os pretendenles podem
otci qnalqner informacan do r^rMo agente.
mi
AVISOS MARTIMOS.
-
ser publicada pefos joroes a lista dos de- decre, n- 31 l de 7 dejonlio de 186i, a saber:
vedore desa caixa e annuncdo o leilao J?*^/?^.^^!!!^ 1 ^SSS^^L
dos ttulos em liquidar i.
t53:8!6^6I2
OVIJli.VTO DA ALFANDSGA
Volurnes eutrads oom fazendas
dem dem com gtneros
78
483
-----563-
Voluntes sahtdofl Mm faf.endas 113
dem Idoni com gcaeros 895
----- 1018
l)esc*rr>-gtlTi boje -'i de njurcp
lartti iigaK:pd--CJ.!jW>''-*-mei"aJoi'ia~.
Harca inglczaS'iuta Flor idadem.
Baica i ugl^zaKl.su StuntsitaL
Barca fraliCexaFgarodem.
Patacho hollandoRedite idem.
tlarca inglezaMeteorbaoalbo.
Patacho dinamarifu.WiUrFmnemerca nrias
Hrigue fran.-.'z >dk<'ni >read iras.
l'.rigue portiignezUntan ilim.
Hiato auiTii'a iotr !w: idem.
Polaca hespanliola Cariosavintios.
RECEBEDfJlUA DE ttENDA* LNTH.NAS t-
ItAS DE PERNAMBUCO.
As pessoasque pretenderem concorref ao*
fetlo ou entrarem em ajgffia convenfSo.
poderao na mesma caiva1 examinar a refe
r;da lista e entender-se com o Hqufflante.
O ini^rior mftrino da alfandega faz publico
ma mpartigaa, r depuis do-nwlefdia, serao levado'
a haia publica, livro de direitos ao arrematante,
ivn poindaste e una porcao de follias de zince.
abafxo declarados, que foram extratiidos do trapi ,
cba>do algndao que se aclia reconstruindo,Ticandc
a ai-n- "ataban dependente da approvarlo do Rxm
preeidente da provincia, a saber :
tTm guindante avaliado em 40000.
Urna porcSo de folhasde zmeo em nao e;lado
awatiada em 20/000.
Alfandega de Pernambuoo 28 de fevereiro de
187.
~ Ota^etor inuiiu-.,
Lofc de Carvalho ftes (Te Andrade,
Conselho de compras navaes
Rondirajr.to do dia 1 a 3
1 iem do da i .
-
r*r?b*Do
iten. a -
I i -iiD ":'ii dia \
K):408386
2:8o3i0il
t:t:Gt#6i7
=====
!A'.
13:719lfi5'7
;J:887.388
17:577**45
M0V1MEMT0 PO TORT.
AtenjtM sahidot no da 4
['oUieqbiirf Ejeuna dmiuiacqueza Aura, caitao
A. Carlsn, earsa coun*. "
Terra S-Lri^tit) i;i-'l'i Saxon, capitio SrcPn,
em ltsfR\
Lisboaarca portumeza Qijlid,), capitao An-
tonio i-eiera rir-i' s l'-uma. carga' .tsstfcat,
coaros e algesia i.
Ol>serv:t$e. 81
.sao l i:veram, estradas. Apparccem duasem-
barea :ste.
O consf ih i codtrala eia 5 do corrente mez. sob
as conuco^ d i dRt>11 e a vi-ta de propostas rec
bidas nesse dia at as II horas da rnanhaa, o for-
nec i ment us natos da armada e e.-tabelcimen
to< dapriiili.i, no trinwsire proxim i vinduuro de
abril Janho, de vi*ere. i
de consumo seguinies :
Arroz di Maranh', azeitedoco de Lisboa, azei-
te de dit-i Inferior, anardente 1o 20 gros, assu
car brarteo retinado, aletria, araruta. assucar bran-
:co grrjR-o, hachan, b >la<'lia, biladiinha america-
na, cangica ou mimo pil em gran, caf
"iodo. cha hysson. carne verde, cevadlima, carne
secca lu Jo grande d i Sul, Carnauba em velas,
fejfc, t'nrrnUa de mandi^aBraicra, galinhas,
lenlh, mal, mam. i^ainpl.-za, manti-iga frsnceza,
lia ', -aban mi- i, lijlos de alvcnail.i ?r*' i. vtnh" de l.-b
gre de Lisboa, vda> >;.-1n.ia>, 'Vela- slearinls de
8 em libra. .
Sata das stsievdg ebnselbo'de compras navaes
1 de marco de 1870.
O societario,
Alejandre II i'rfetes des AnjcA.
thmet'ica e suas appticac3es ao commerco, com
especialidade redacoao de inoeJas, pesos e me-
didas, calculo de descont, juros .'imples com-
trastos, theoria de cambios e suas applicacoes. Os
concarrctes dverao previamente apresentr seus
reqoerimeiitos instruidos de documentos que pro-
vem idade competa de 18 annos, seero do pe-
na e carpa e m comportunento na forma do
art 3o do decreto n. 23i9> de de marco do
I8S0 (
Seeretaria da Hiesour'aria de fazenda de Per-
nambco, 4 do mareo de 1870,
Servtndo de ifflcial-maior,
M-irioel Jos Pinto.
Arfmlnlstra^M dos crrelos e
rernambnco de miireo de
Mala pelo vapfcr Cuntrepe da enmpanhia
Pernambncana.
A coirespomlencia que tem de ser expedida boje
pelo vapor cima mencionado, para a liria de Fer-
nando, ser recebida Jant as cartas como je rnaes
at as il horas da rnanhaa.
0 administrador.
Alfonse do Reg Barros.
i
aloes do raes do Raaos.
0 administrador dos sal5e< do Caes do llamos,
tosejando tomar parte pus festejos pblicos que se
tas, e outros obje;lo. preparan) para rci ber os bravos do 53 corpo de
COMPANHU PERNAMBUGANa
Para MaranBo ePar
O brigue aifi
no AI ves Uvas,
vidade poiahiTpaTa Maranhu- c Para, por \n
parte da carga fromb, engajaso a cjue precisa
e recebe passaaairos, a tratar com os consgnala
rios Marques Sarros & C, no largo do Corjio
Santo n. 6, 2* adar
mami o Prto~~~
a Daro portn|e5ft *Ni>vn Silencio seguir fwr
a brevMide possrvrt; para carga e passageros
Irata-se com os eoritrsatarios Qiiveira Pillaos A
C, no lartado Corpo Santo n. 19, ou comoca
pitio iu pragi do commnrcio. ______
Brande d
faeha-
VdVegacSo eostira por rapor !m
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara- A
caty, Cear, Maodati, Acarac e
Granja.
*ff|V 0 vapor FirapanM, commandantf \_.
14 Alcedo, seguir para os porto.*
iBpB cima no dia 15 do crrente- as 5 hora
I tarte; Recebe carga al o dia 14, encom
Metidas, e passagoiros e *meiro a frete ate at
J horas da tarde do dia da sahida no eteripto-
rio di Forte do Maltas n. 12.
? O patacho portuJKS Matn, capita P. M. BraU-
co vai sahir com fcnrndaJe emeebe carga fre-
te ; !rau-se cem db coosigoarios E. R. Ralwtio
& 0. rna do Commercr) n. 4*.
3L
COMPANHIA PEUNAMBCANA
DE
Savegaclo cosleira por tapor.
fioiannn.
O vapi r P"i ahiftia, seguir para e
porto cima no dia 6 do crrante.
_ as 9 horas da aoite.
R eebe carga, encomineudas, passageiros e di-
nheiro a frete no esuriytorio do Forte do Mallos
n. 12.________________________________
C0MPAN11IA PEHNAMBLCANA
D
Navegando costerra por vapor
Macei, em direitura o*enedo.
0 vapor Giqttuf, commaRdant? Osta, segui-
r para os norma cima no cba 8 do corrente.
as 4 horas da tarJlf Recebe carga at o dia 7.
encommendasi passageig,>inis e dinheiro a frete
at s 2 horas da Urde do da da sabida, i,o es-
crfptorio do Pjfte do Mafbv n. {*.
COMPJNH'IA PEINAMBCASA
voluntarios, qne veltam da campanha do Paraguay, Vavegaco COfilelra por vapor.
Porto de Gallinftas, Ro Formse e Taman
dar.
Married.
EPTAES.
0 r. Aliflio Jos lavares da Silva, oficial
da Imaral onl m da Uo$a>. o jue dos
fuitos da fazeada aci< nal do?ta provin-
cia de PeiuJtuUuuj, por S. \. lmpenai e
Con ; luicioaal a qutsnDeus guarde, etc.
Fac.o saber ijue em ^irlude no art. da
orden do thesouro de 13 Je dezembro de
18G0, coi (uinto :i5o tiverem destinos
torren .- ''i n-vorirao de Timbr.ba eCnmu-
langa e da villa da bamb, perleMerteg ae
iincapelladf>doste nomo, serao olies arren-
dadd era hasta pnlv,'-n, por eapico e '>
annos ni forma do art. i" dM instrueces
de ;'.0 do dembro do 18(55, segundo a
avaliac iqn previamente lera lugar, deven-
go ser feita a mosma arreni?taco por teten
na villa le Itamb a contar do dia 15 de
marco proxim > futuro em diante, e quinto
a compraheesao denominada Catic proce-
i)"r-so-lia a sna div,fto em diversos e me-
nores !c vio for mais conveniente
aos i s da fazenda, sto em virtnde
de autuiisai.Tw concedida pela presidencia,
de conformidade com o | 4o do art. i
das instic;5es citadas.
Oui."> sim''na arremalaco que prxima-
mente se ha io fazer das comprehensoes
ongeuho Novo, Pangau e Cumbo, no dia
13 do rnesmjamez, e acceitarao, nos tor-
mos da Id de 15 de setembro do anuo
prximo pasudo, propostas para venda dos
oserav.-. BaZftio, pardo, com G annos de
ulailo, etnv -, a\:iado pot l:G00i000,
Concordia, par.h escura, com 15, avallada
por 'JOOIOO, Aquilina, parda, cijm 4 annos
avallada por 2f>0ji0U0, amiana, parda com
fi mW^dc idadd ari'iadi por lde5005,
tod >$ perteucentei ao dito encapallado.
E enmprin lo co cluir-se as arremataces
que tiverm lugar em abril do anno passa-
provadas
pelo geveroo: fajo igualmente saber aos
arrenuttar.tes' pra%o' qne dentro de 30 dias
contar de lo demarco prximo futuro,
par poderemobter.as compe-
tentes cartas de anvinataco, prestar hipo
theca coiivt'nfiflna!. a qoal sera wWwada
por SCrlx fura publica, e inscripta no logar
da sttir.u dos bens hypothecados, nos
termes da supradHa ordem do tliesouro,
exhilindo os mesmos arrematantes previa-
peranie este juizo os documeatos
sarros que provem a idoneidade e
acia dos bens que d5o para garanta
bl< res porque sao responsaveis isto
en de -QcaVett som effeito as mes-
taas itaces.
Cwnprc tambum que oa arreraatantas a
dinhro, dentro do mesmo praao e sob a
inesaa c--inmin3o, recolham a estacSo
competer.te o restante do prego porque
- imttaram as comurehensoes de que se
de pos-e afeitando as respectivas
de arremtemelo,
jara que chegue ao cenliecimeoto de
[rnandei pas^iar o presente edita) ijueA
publicado pola, imprensa eaffiudo
s de costu*evtww^'iao4Mt Goianna fPfktbi, e si pVmSf.
At the British (''iisnlate, Pernanibuco on th*
lst. mst. bv Captain B Un *k Wi-lbore Do\le and
af UTW.arUs at tii- Bnw*U Cousutar Qiafiei by the
H'evd. ['"ranci- II. W'i uyhtoiiAriliur lcliarilsnn
Ui Isaueili ."i. ilaughlfi- of Ib* lafe Y S. Merri
lW Rrf." SolicftbrdfWlfiWet'AII Saints Lin-
colnshiiv.
NO CAHDS
At hume 2fst.22rd e 2Jrd. in-t.
PernaaUimco 2rd. ifarch 1H7.
= N'n'dia oido Cnnvnti aiez'if mareo tem de
ir praca por venca, depms -t linda aaudLncia
io Illm.sr. Dr. juiz municipal': da 21 vara, uin
salteado de dous ailares sito Ai a das Hiocd Poa-
las n. 87, avahado por 8^W0|v0 ; cuj sobrada
vai a prira a reijliermi*nte de D Francisca Mo-
reira He i.? I. >!>.>, i'iwitaririite "dbs bens deixados
pur morte de seu marWo Manoel Izioro Je Oli-
veira Lobo.
Arrematadlo.
E-crijjto p r tre praqas
O portel o do kzo, Francisco Minoel de Almei-
da, traga a prega i por teas [wwm. afim de ser
arremalada por quem mili der, a propriedade
soguinte : um gran le sobrsdi de um andar n
20, na ra da l'raia, e-quina do Cariaca, fregue-
/ia do Santo Antouio, em chaos proprios, com
'i5 palmos de vao na largura, IM de fundo, sen-
dj o pavimento terreo oceupado por um estabe-
lociiuenti.1 de molhados, e ao lado deste por mo-
radia, e em cuna dividido era umn grande sala
na fr-inte, duas menores a raz, um guarto,
um pequeo torraco e quintal, a iual casa com
cornija moderna ;" vista do estado em que ge
acha, foi avahada em lt:000000, e vai a praca
com o abatid) ato legal, que 6 pela quantia de
H:200000; penhorad. a Guilherme Augusto It >
drigues Sette. p-rexecu^aj da Dr. Joaquin Jos
da Fonseca.
Cumpra.Gidade doj Recifa 2i de fevereiro de
1870.Escrevi e assigno.
Pedro Tertuliann da Cunha.
A ultima praca no dia 5 do corrente, na .au-
diencia do Sr. jui/ municipal da 2-' vara.
o dia 7 du corrente, (Inda a audiencia d >
juiz de paz do 2 districto da Boa-vista, tem do |
seren arrematados diferentes movis por exocu-
$o de Viriato de Freitas Tavares contra Liao Ma-
nuel do Nascimento ; a ultima praca.
I3es, gratuiti ao respeilivel publico, por isso des
de ja o convida a apresentarem-se decentemente
vestidos, bam como as illutres damas, para maior
hrilhantismo du dito bail ; logo une a fortaleza do
Bniin der o signal nmveneon.adn, ser icado no
malro do referido saino o signal do baile"; os sa
loes acham-se ricamente ruados com os emble-
mas nacime-, e o com do baile ser annun
ciado com urna rtranda4E-de fugo. Previne-sc des
deja i|ue ser pn-iiibida a entrada a qualquer pes
soa (pie nao fr dcceni imeiite ve-tida on que for
reconhecida por desordeira. Ser mantido o regu
lamerlo policial.
I
da armneo c-ulencilios dr. refinaeo da rnalm-
peiial n. 201, constando de taixos, pipas para
calda, banca, moiiilio, baiau^as t> |misos e mai>
pertences para o fabrico do asnrar, cuja n-lina-
eao se acha bem col loca da tanto para as com-
pras dos assucaresn puta, como para as ven-
das de mesmo.
Srgunda-feira 7 do corrente.
O agente Mrtins, competentenienle anterisado,
far leilao da reinacao cima, s 11 horas do su-
[iradito da.
Esplendida e vanado ftida de
flor< s.
Segunda-f.'ira 7 do corrtnle.
IIvrtiulra' ft-isceza prodiie-
to d Afrfcu
HE
l'IANTAS camelias, magnolias, peoui's,
iirioncias, resas.
ARVOBESfrucleiras de todas as qnalida-
des, dalias, arnuellis.
S MI'.NTISileorlaliasfrancezas e flores.
KOS^Sde toilas as qualidades para era-
veiros.
Mr. E Pellorce fiorticultor e florisla em Mis
tmdu chegsdo a esta cidade em direitura de Fran-
ca aproveita a oeeasiao de apre-entar au publico
una numerosa diversidade de plantan arvores
rniciciras. sementes etc., e assegura ustarein mui-
lo frescas e prompta^a serem aqu plantadas sein
o ii-ii ir receio, pira o que ni) se nawKiu ao
bom a-Mudieionamento o boa qn.ili laac das mes-
mas, e tendo de retiVar-se no pnmeiro vapor, o
ieilao sori effectuado no lia segunda reir 7 do
corrente, as 11 Inoras da ntanha, na ra das
Cruzes, casa nova.
LEILAO
Tribunal do comuiercio.
A secretaria do tribunal do commajeio de Per-
narr.buco faz constar qae foram archivados os se-
gaintes contratos e distratos de sociedades :
1)8 FrancefJno Xavier da Fonseca e Joaquina
demenlano de Arroda, que gyron nesta praca sob
a firma de Fonseca & Arruda ; fleando todo o
activo e passivo ) estabelecimeuto a cargo do
socio Fonseca, e o socio Arruda pago de seu capi-
tal e lucros, em letras a vencerem-se.
D Antonio Ferreira Praca e JJernardino de Sil-
va Costa qae gyfoa sob a ttrma de Antouio Fer-
reira Pr.ica & C, ticando o socio Praca responsa
vel pelo activo e passivo, e o outre socio pa;o de
seu capital e lucros em letras a vencerem-se.
DeDoiB|o FraneUco Hamalho e Antonio Jos
de Souza Magalhaes, sob a firma de Ramalho A
Guimarei, em commerco de compra e venda de
molhados c gneros de esttva, com o capital de
5:489*669, sendo 3;W9*669 fornecid) pato socio
Kamalho e 2:000* pelo ontro socio.
D MhwI Francisco de Garvalho Santos
Rodrigues de Souza, sob a Urina de Car
Souza, em commerco de gneros de estiv
e capital de 8:778/948, fornecido 4:847J(I
socio Santcs, e 3:931*835 pelo socio SouzaJ
De Justino Francisco Henriques e Djlpbtn Lo-
aes da Cruz, sub a tirina Justino & Delphi, em
pommercio de taberna ra larga do Rosario n.
[23, com o capital de 2:781*860.
De Antonio do Reg Jfdeiros o Luz Cawal de
Medeiras, sob a firma de Reg & Cabral, era cotn-
mercio de gneros seceos e molhados, cora' o ca-
pital de 3:857*790.
O dis rato de Jos Pinto de Magalhaes, e Ger-
maao Pinto de Msgalbes, que gyrou nesta praca
i firma de Pinto Magalhaes & C, recebando o
prifneiro socio o lacres arte !he pertenciara.
O contrato de sociedade de Manoel de 'Souza
{^favares e Joao Jos de Medefros, sob a fitina de
Manoel de Sonta Tarares & C, em commefcio- de
comprar gado e expra carne venda, com" o ca-
ta! tfe -MSt, setfo-8466* a entrada do pri-
ierro sedo,- e 4:000* a entrada do segundo.
Oialsfirato de Gregorio Paos do Amaral & "., de
JUS&UUU uoova viuauo w mura ,,-xI.
;boco, m p J ^mM mSSiMMi edMMH m-
. Lua Ftimicwco Barreto t Ai- < que foi escripto ao livro d
raam
Eo..
, escrivao o escrivi. Pagar
s. de sollo.Luiz de Almeida.
AttoJto famru *9Hm#
afinal
Parar.
^.a oiuoicit
il.ca nos dias 3 10 e 171
i vindouro, para ser aW
reeer, um/arrfo
deira d S do lado doj
)9 de
ual numero de patoes
iou,co> fraot>Kc
coja fltma faziam parte a dito Gregorio e a-viava
o~e passado nsta cidade (0fffc Jj^J ndtario olerme da Silva Gui-
Tfl* mesma edMafli M-se igualmente publ-
. que foi escripto ao livro da matricula de com-
aaerciantes Jos Joaqam-dt Cunha, cidadao portu-
guez, estabelecido nesta praca com ajanazaB de
ae secca e esiripterio de comm.
-ecTtatla do tribunal dtreolM*fcio di Par
pT O oflciaJ-maior,
Julio Gnixuaraes.
Por asta secretaria se faz poblico que em data
PFP d cofretOe fiooa regstrta a escriptara de
ooBtrato aatennpcial celhrajtajj Ma o
eJaote Aurelio dos Santos i fea e
IIBfiiaa
De predios e terrenos.
l",na casa terrea n. ti sila na Baixa Verde Ca-
punga. com 1 porta e 1 janclla de frente, 2
sahs, 2 quartos, cosinln fora, quintal murado,
solo proprio.
Dota dita dita n. 13 contigua a casa aeirr.a com
2 salas, 1 quarto, cosinha fora, quintal mura
do, solo proprio.
Um terreno proprio no m.^mo lugar senJo parte
alagido oom 56 ir2 de frente e 232 1(2 de fun
do a contar do oito da casa n. 11.
Um dito dito no mesmo lugar, ludo aterrado com-
J6 k|2 palmos de frente e 83 de fundo a contar
do alinhamento da estrada at ehegar ao oitiio
da casa n. 13.
Urna qnarta parte da casa terrea n. 6 sita na ra
da Esperanca no lugar do Caminho Novo, em
solo proprio".
O agente Martins far leilao por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos dos predios e ierre
nos cima para pagamento do- credores do casal
do finado Isidoro dos \njos da Porciuncula.
Segunda-feira 7 de marco.
No armazem da ra do Imperador n.
i ti.111(".
(ador n. y, a- 11
--------------------------------------------------------------------.^^_
Da urna mobrtia de Jacaranda com 12 cadeiras
de gnarnic >, 2 ditas de bracos, i ditas de batan-
eo^ 2 censlos, 1 jarduieira com pedra marraore
e I sof, 2 ispelhos com ricas molduras duna-
das, 2 pares de laoteprnis, 2 banqulnbas para p
de cama, 1 costuroira de Jacaranda, 2 toalhetes
de Jacaranda, 1 guarda vasos de jasar anda com
pedra, 1 bidet, I tapet; para forro de sala 4 di
tos peqaenos, I dito pata sofe, 1 cabide de faia,
1 dito de amarello, 1 rama franceza de Jacaran-
da, 2 descancos para ps, i apparador, 1 lavato
rio com espelho, 1 marquesa, 1 moldura doura-
da, I m sa de jantar, ( jarr de pedra, 1 guatd
roupa de amarello, t guarda vestido de dito,
1 mesa elstica, 1 meia commoda de artarello
usada, 2 camas de ferro com rolxdes de mfjla> 3
armarios.1 mobilia de amarello, 1 fogao de fer-
ro, porgao de esleir para forro do sala, 1
portante binculo e muitos ontros objectos
poderao ser examinado pelos pretendentes^
Terga-feir 8 do correte,
O agente Martins far leilao por ordem de urna
familia que se retira para Europa dos imprtan-
les movew cima descrintos o transportados para
o armazem da ra d t Imperador n. 16, aonde le
r lugar o leilao as 10 horas do da cima;
INB FKEMIOS
das Agttks Verdes,oto Toreiro, reafc 860*. por
anno. IL
Uaidito dftomaadkr n: 28 da ra de Hortas,
solo totwo, reade tiW*.
O.vapor Parahy'xi, seguir para os portos ci-
ma no dia 10 do correnU iitia noite. Recebe
carga, encotmicndas, pasajeirdS e dinheiro a fre-
te no cscriptrtrio do Porta ob Mallos n. 12.
00MPANU1A PEUNAMBCANA
Xa vegada costefra por vapor.
a Mamanguape.
O vapor M'iml'th, commandante
Julio, seguir para o porto ac na no
dia 12 do crente ns 6 hotos da
tarde. Recebe carga, encorame-ndas, [ialsagei-
r se dinheiro a freie al s 3 horas da tarde
do d a da alifcla : efccripforio o Forte do Malos
M. 12.
OOJMPAffHI/L
DAS
Slessagerics imperiales.
At o dia 14 do enrente m-z PBpar*se dos
portos do sul o vap&r fraoom [Viijaimj. com-
mandante Massenet, o qnal d-)p hs da demora do
cosunno seguir para it.ide)- io-andoem Dakar
(Gore) e Lisboa.
Para cuadivoe-, frete* e'passagens trata-se na
areneia ra do Coiimercio n. '.
.-=,
At o da lo doeofrete mex espera-se da Eu-.
ropa o vapor francez Girondc, o qnal depois da
di m ira do eme sejlir para Buenos-Ayres,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
l'ara .".ondicoes. frotes o pa-agens irata-se na
ag-mcia ra do Gommerwo n. 9.
DE
Pctquetes a vapor.
Dos goruis do sul o esperado
da S de marco o vapor
Gwfr, eetivp.ondante o capitao-
t II Duarie, o qnal
depois da demora ate adOnex
-esura para S portos do norte.
Desdo .i reeebeiii-se passageiro9 e engaja-se <
jarea conduzir, a qnal deven
ser embarca Ja no diado suachegada. Encommen
das e dinheiro a frote al as 2 horas do dia dasua
sabida.
Nao se recebem como enccnr.mendas senao ob
|ectos de pequeo valor, eqne nao excedam a dua-
arrobas de peso ou 8" palmos cbicos de mdico
fudo que passar destes limites devor ser embar
:ado como carga.
l'revine-se aosSrs. pas-,igeros, qne suas as
lagens s se recebem na acenca a rna da Cruj
a. 37 primoiro andar, oscripu-rio de Antcnio Lai
ic Oveira Azevedc & C.
Para Uto rande il < Skil
se pYoposto o brfrrm portugnel Uniap : para
e pasagelros, trata se com os cotasigoata-
homaz de Aquino Fsmeca ario n. 19, t .mdar.
tTJRhtrj assfgnado aviW'aiTpnblico que tw^fa
oblido brenca do Exm. Sr. conselbeiro inspector
da thesourarta da tazentJa, geral, para vejader es-
tampilhas em sen estabelecKnnto a rna dorferaspe
n. 23. pelos mesmos preoa-juc se venden aa re-
cebedoria geral; assiin pois, podem as ijainm
residente-: oesta ridade e fora della dingifeti ao
abarxo assignado, -naseiHMToVnflndas em qkMqoer
qnantidade (pie sera promatain^nli; satisftaHas.
_________Manuel Martins Fwximt.
Insferuc^io pritttia parti-
cular.
PARMKBOA
Porto.
Vai sahir breve a baret IAuhi para carga
passageiros, trata-se coto oj coostgaatarios Carva
Iho & Nogneira. na ra de apriHo^S. lo. V1
lha te ^titeiiU ~^
O pataelio porfagnez J^r? segae coai moi-
ta breviilide para o porto cima : anda'recebe
alguma carga fwf, bem corno pssageiros pa-
ra os ^|oaes tem.bello': coramodos : a tratar com
o seu consignatario, Juan do Heco Lima ra do
AKHo n. V_____________________
Para o PortO
a barca Flor fe S, 8imao sabira brevmente, por
tme-JS tem parta da carga engajada : para oreM
e passageus, trata se com os consiguatarios Cat
valho 6t Nogueira, a rna do Apollo n. 20.
Anea 'Senhoriiiha Monteiro Hsssa, oompetente-
mente habilitada, de conferiBidatfc com mdaajirbn i
da praaidem-ia da provincia de 23-, e da difectoria-
geral da mstrucrao public3tvde 24 da feveieco nl-
timo. a presenta aos senhores pas amala chefes do
familia a su'aula particular que se acha aborta em
a ra das Cruzes a. II, 1 andar, das 9 hars da
rnanhaa s 2 da tarde.
lberias de ensino.
Leitura, arithajetica, escrrpta, etc.
Costuras de todas as qualidades: pono Kaar-
ca, bordados diversos (inclusive de oure), labyhn-
tho, e finalmeate mires.
Afamnas extarnafro'3000 mensaes.
Aqaellea ^dllferaf que residirem distante da ci-
dade, podem, qoereado, confiar mesma profes
bura nsVrla, Melada*, etc. que serio imadas
com o maior cuidad-, y.-i- .- ^mero que for pos-
jjiyel, mediante nrviu ainaif
AMA.
Cear,
Sege para o indicado porto at o dia o do cor-
rente o brote Inven carrgar ou ir de viagcm, poner tratar ra do
Vicario n. 14, 1" andar, eseriptorio de Jos Lopes
Da vi o. -XI At-
AVISOS PlVERSffS.
Procisa-sc (te urna ama para pottea
familia : no pateo rio l>r$i n. \, talierua
Feitor e ciaio.
. 4
Offerece-se dous homens, um para feitor
ile algum sitio, e oulro para criado de qual-
quer casa, dio fiador d sua eoiducla:
nosta lypograpliia se dita.
Preciso-se lugar um t-scravo de boa con-
ducta para o slrvieo fc urna luja de fazendns
ra do Crespo n 20 A.
Ama
Precisa-se de urna molher para tomar centa de
nma cate de um homem e um irunin e fazer
eerviQo de casa e comprar : na rna de Dorias n.
120.
Associa^o Commer-
cial Beneflcente.
A ''direceo da Asso< iaco Commercial
Bcnuficente como interpetre do corpo com-
mercial desta praca, a quem anima i-s
mesmos senlimentos c, alogria e gratido
quti sentem todos os pernambucanos com
i noticia da proxim i cliegada dos seus
rompiovinciatins, |ae voliam dos tajii|)ns
da batalha cocerlos de gloria, tem resolvi-
'lo festejar o 'leseml.arque dstes bravos
sollados, e para dar maior realeo a festa
que prepara apressa-so em convidar pelo
presente, visto nao haver lempo para fazer
convites especiaes, a lodosos rs. cnsules
estranoij:os magistrados, corporaees re-
ligiosas, officiaes ae linha e guarda nacio-
nal, cheles de repartieres publicas, direc-
turia das associaces scientificas, artstica!,
Iliterarias e de beneficencia, pira compa-
reccrcm no salo do ediiicio d Ass.n-iac.3o
as botas em que for annttncialo o desem-
barque.
IlCife 4 de marco dd 1870.
Daniel Car Ramos,
Secretario.
Anda se precisa de urna ama para coziohar.
comprar e fazer/nais algiim servico de casa na
tinturara franceta, rna da fmperatrz n. 53.
Da-se a quantia de 3:000*000 a juros sob
hypotlieea em algnrn predio ne-ta cldado : <|uem
precisar se dirija rna do Jardiii' n. 37, que se
dir quem da. ^.3
Lar
Precisa-se d
urna ama
AM4
de humera aolleiro, que
roa de Crespn. 12.
para cozinhar ero casa
tem p<>nea taimka : na
Os abaixo a-siguado^ declara pelo presente
ao respeitavel corpo do commerco, que por in-
commodos de saude do s> co Plores, amigavelmen
te dissolveram a socielade qoe imliae na loja de
JzenJas rna do Cabng n. 11 que gyrava sob a
urina de Flores & C, fleando tojo o acU*> pas-
sivo da mesma sociedade a cargo do prinit-iro
abaixo assignado, Ira vendo o segnado retirado o.
seo capital e lucros que Iho pelenaiam. & abo-
x.i assianados nada ocVom nana prca nnn Tora
della ; caire-tanto se algum jnlgar-se e\redcr,
convidado 8 ir em predita loja para ser pago isto
dentro do praso de tres dias. a contar da anblira-
cao do presente aviso, lie i fe .'! de marco de 1870
Antonio Joaquina Vaz de Miranda.
^^^^ Joao de Sonaa Leal Flores.
Matriz de 8. Jos
Haver*nos defnrlngos da preseale quaresma,
pelas 10 huras da maiili cantada com
sefmio, como d' costme, seodj "radar1 o prega-
ilor da .-apella imperial Fr. Joo de Santa Totreza,
digno retigioso Franciscano. Ontro sim, a "mis-a
que se; celebra as II horas, fiea trartsjetra para
as 9 1|? durante o lempo qnaremal.
Yoluntii'ios 3 patria.
Con da nos qoe no Manbiro se pretende fazer
um grande festejo pela ohi-gada dus bravos volun-
tarios. Louvores seiam dados a quem para isto
concorrer, poi rntuTo mcrecem este? dignos ?om-
patriotas.
Ama de leite.
COMPANHIA BBASILBIILl
7 DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperadl-
as o dia 41 do corrente o vapor
Cruzeiro do -S*/, commandanle J
P. Gnedes Alcoforado, o qna!
depOis da demora do costme se-
guir para os. portos do sul.
Desdo j rocebem-se passageiros e engaja-se
carga que o vapor poder conduzr, a qual deven
ser embarcada no dia desuachegada. Bncoinmon
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia d:
ma sahida.
Nao se recebem como oncommeadas senio ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a i
arrobas ele peso ou 8 palmos cubieos de medi-
cao.
Tudo que passar destes limites dever sei
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
ens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 37
* andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir
izevedo & C.
Para o P rto
Pretende seguir o mais breve possivel, para o
Porto, a barca nortugueza iS Sfcno 1II capitao
Jas Antonio dos Santos: recebe carga frete e
pwsageiros : tratar coi Maaau,'*, Barros & C.
na praca do Corpo Santo n. G, 2" andar, ou com o
c.apitao' bordo._______________
GOMPANHIA PEKNAMBUCANA
DB
Navegagdo costeirapor vapor
Fernando de Noronha.
*r*y O vapor Comripe commandante-
,#14 Silva seguir para o porto cimo ne
aEHKdia S de mire >, ao meio dia. Recebe
carga at o da- i, eneommonds, passageiros e
dinheiro frete, at as 10 horas do dia da salu-
da no escriptorio da Porto do Mattos n. 12:
Para'
l'retendo seguir em pocos dias par o indicado
rali: trato.-se com o consignatario Joaquim Joa
Goncalves Eeltrao, rqa do Commertio n. t.
Para o Posto.
Devo sabir no dia 15 do corrente abare* por-
lataaa" Aii^ia, depritiieira.<*iase o marcea por
Un adfcra*) de i aadtaw o aotao n. 70 da roa'ja- proapta ^nasi toda, a sua carga; para
Precisa-se de urna ama com leite sem (Iho, pa-
ga-se vinte rail reis mensaes na ra da Palma nu-
iii'n 79.
lrmandade do J^ivino Espirito
Santo, da igreja do Collegio
us domingos da prsenle quaresma haverao os
exe. cirios da Via-Sacra, comessanlo sempre as
6 horas e meia da tardo, para cujos actos, de or
dem do Irmao jorz, convido a toaos os nossos ir-
raaos.
0 escrivo,
Luiz Epifanio Mauricea.
.Na ra Nova n. 43, ha para alugar una es-
crava boa osinheira e engommadera.
0 padre Antonio da Cunha Barbosa, ex-co-
adjutor da freguezia do Cabo, vai a Portugal tra
lar de sua saude; despede-se seus amigos o col-
legas agradecendo a todos o honroso acolhimento
e tantas finezas de qne Ihes devedor.
________wmm
Precisa se de um caixeiro para venda, na
ra da Uiuao n. 53, no aloc Vigilante.
Con*ia-oo8 que prepara-se um explendido
baile no theatro de Santo Antonio, roa da Floren-
tina, em regnsijo a chegada dos voluntarios da
patria, e espera-se que o hymno nacional ser
cantado pelo insigne artista o Sr. Jos Coelho e
corrasiKindido por ura Jro de virgen*.
__________. O apologista.
CRIADO
Precisa se de urna pessa lvre ou escrava para
fazer compras para casa de pouca familia : a tra
tar na ra do Imperador n. 79, htja.
rreci.-a-se alugar nm preto qne eosinh* regu-
larmente
ou na ra
Jl regi-
: tratar na rna a da Amtsadc n. j^|Cap?jfta) -J
Atten^ao.
Ah^|Se ou vendo-se urna casa Cuw bstanles
commodos, aa eidade nova da Santo, Amaro : i
tratar coas Joaqaim de Sonta Noves, a roa das
''.ruzoa g. 36.
Fa7in^H|^HHE
ares de fldo.
Ama
Na roa-da C
de urea ama par
liara FrafleiscadeVnraes, ;:-nros Manoel Luiz
Alves Vianoa, loaqoil Luiz Alves Vianna, e suas
lilhas Genoveva Joaquina Alves Viann e Francis-
ca Joaquina Alves Vianoa, a^radecom cordialraen-
te a todas ;w pessoas que >e dignaram acompa
nhar ao ultimo jazlgo os restos mortaes de seu
fallecido marido, sogro e pai ; assim como convi-
da os de iiovamciite, e a todas as pessoas de sua
amizade, a assfstirem a missa do stimo dia pelo
seu repouso eterno, que t'-r lugar no dia 7 do
corrente, as 7 horas da manilla, na capella do ce
miterio publico.
Mara Francisca de Monos, viuvvi dj falleci-
do Jos Francisco Marinho, avisa a todas as pes-
soas quo lhe foram devedora-:, a viran s tisfazer
seus dbitos no pfaaa de 13 dias,_ da data deste ;
assiin corro quem 'ver peniwres'a virem resgata-
lus no mesmo piaso, do contraro serio vendidos
para pagamento, aao.se atiendendo mais a recla-
maea< alguma. Avisa *e tambera a quem o mes
mu fallecido di-ver, ti-rera a !i idad" deapreseatar
suas contas no praso d" tres dias para serem con-
feridas e pagas, lindo o que, a ueninn a reclama-
cao tamben >e atienden. Hecife II de mareo de
1870._____________________
m\ da Umm
Aos 5:0001
BiLlietes garantidos.
A rna do Crespo n.23 e casas do costme.
0 abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
tras sorlcs, 1 inteiro n. 273 com 4:000(1000 da
lotera que se acabon de extrahir a beneficio
da igreja de Nossa Senhora dol.ivrameolo do Bio
Fomioso (138") convida aos possiudores virem
receber na conformidade do costurae sem descon-
t algum
Acham-se a venda os elzes buhles garan-
tidos da 3' parte da lotera beneficio d igreja
matriz do Caruar tJ39'), que se estrahir terca-
fera 8 do corrente mez, peto novo plano.
Precos
Bilhete 61000
Meio 3*060
Quarto 10300
Era porcao de 100 pata cima.
Uihete 5900
Meio 21780
Quarto 375
Manoel Martins Fiuza.
o
A-viuva e filho do tsnente-coronel FJoreoco
Jos Carneiro Monteiro, anda veem contesnir todi"
quanto ro declarado pelo Sr. Symphronio Oitiaoio
*QeIroflooD*ia2}db torrente, em res
posta do qae dilrtm oa coatestaaies, sem vena-
de e exaeWlo, no Diario de 24 do mez prximo
Ando ; aeomo r>esrao senhor conclue, asseve-
raido ojw nada raais responder, aguardandr se
parai pe meios competentes, ventilar o sea di-
reito, e mesmo fro,' o contestantes, deixand por
isso de antrar em novas considerares, tanto mais
qaaato nao foram alto os provocadores, trizendo
m peadeoola para a Imprensa.
PrmuMa-
oerra
ehefiada dos volunt
ojos da
isar e>
nmedia-
ifere-s
fe qnizei-
Mb. 3B,ou
aoaao qoatfaa Uta e pa*sagoiro, aaa qBae ofie-
reos raetlaores conunodoa ; trataco<*%.
sif!tario4 Dallar C*v. ra. On VamHo )'
b. t, friaielro andar, ^ubertta
fc^ +\
de sobra
m
m i


Diario de Peraambuco Sbbalo 5 de Maf^o de 1870
A ESMERALDA
9
i
4


rttfSS1*
LOJA DE JOUS
DK
M01EDSA MU & G.
Esto antigo estabelecimento, completa-
mente reformado ie novo, est as condi-
1068 de servir vantajosaraente os sens fre-
fuezes, visto que a cha-se prvido com um
x pendido sortimento de obras de ouro e
rata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, oujos presos sao os
ais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
4 em troca ou compram-se com pequeo
Elle um preventivo segur* a calvice,
Elle d e restaura forca e sanidade a pelle
da cabega,
Elle de prompto fazcessara queda prema-
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
berlos,
Elle doma e faz. preservar os cabellos em
qualquer forma e posicio que se deseje
n'-wm estado formoso, Uso e macio,
Ele faz crescer os cabellos bastos e com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da eabeca
lipo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornaren)
brancos.
Elle consena a eabeca n'um estado de fsw
cura refrigerante e agradavel,
Elle nao demaziadamente oleoso, gordu-
reno ou pegadico,
Elle nao deixa o menor cheiro desagra-
davel,
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservaco e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o pen-
teado dos cabellos e barbas dos senho-
res,
Nenhum tflucador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Tnico Oriental
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
Acha-se a venda nos estlbelecimentos de
k. Caors, I. da C. Bravo A C. P. Maurer
& C, M. Barbosa, Bartholomeu 4 C, e em
todas as principaes lojas de perfumaras
e boticas.
*bate.
H 5 RIJA DO (MM iV 5
No armazem da travessa do Corpo Santo n. 25, ha sempre um completo
sortimento de objectos para carros, e que se venclem por precos muito rasoaveis, como
s^jam:
Vaquetas de lustros, grandes e muito boas.
Solas idem dito.
Oleado preto e de cores. s
Odienas de lustro o que ha de melhor.
tluarnigoes de fino latan para a reios, completos.
Lanternas o vellas para as mesmas
Eixos patentes para sebo.
O MMAVILHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GRATH.
ELCTRICO
KING OF PAIN
O RE DA DOR
PARA USO lVTtiRXO i: extrrno.
Cura cholera e cholera morbus.
Otrrbea, fiuxo do sangue, em um dia.
Dores de eabeca, e dores do ouvido em
;.s minutos.
Dor de denles, em um minuto.
Neuvralgia, em ciico minutos.
Oeslocaces, em vinte minutos.
Gargantas ochada, em d*z minutos.
Oolica e colvuls5es, em cinco minutos.
Rneumaiismo, em um dia.
Febre e febre intermitente, em um dia.
Dor as costas e nos lados, em dez mi-
nutos.
Tosses perigosas e refriados era um dia.
Plueresia, em um dia.
Surdez e atlnua.
Hemorihoidas e bronchites,
Imflamacao nos ros.
Djspepsia, erysipelas.
Molestia do figado.
PalptacSo de :oracSo.
Reserva seoipre este remedio na sua familia
AS nOENC\S SE APRESEXTAM. QUANDO MENOS SE ESPERAM.
OLEO ELCTRICO O King of Pain (O R^i da dor) aquieta e positivamente dis
sipa mais de dilferentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos e produz um
raais perfeito equilibrio no systema humano, o que nao se pode effeituar no mesmo tem
po, com qualquer outro remedio medi inal.
Este muito popular rem dio est agora usando-se geralmente, pela razao que
militares de pessoas se lem curado gratis com o dito remedio pelo Dr. Gralh e outros
raais.
Este importante remedio nao se olerece para curar todas as doencas, porm
to soraente para aquellas estipuladas as nossas direccSes.
Est operando nos principios da chimica e da eletricidade e por isso, est
applicavel para o curam^nto e para a restauraco da acc3o natural dos orgSos que so-
irem da irregular circulado dos fluxos d-is principaes ervos. Oleo elctrico O King
of Pain opera directamente nos absorventes, fazendo desaparecer as inchacSes das
glndulas etc. em um tempo incrivel, breve sem perigo do seu uso debaixo de qualquer
drenrastancia.
O remedio urna medecina para o uso externo e interno, composto dos ele-
mentos curativos, raizes, hervas e cascas, taes como se lem usado .dos nossos antepas-
ados, e das quaes tem grandes existencias no mundo, para curar todas as molestias
somente sabendo-se quaes ellas sao.
Foi um grande e especial desejo da faculdade de medicina durante muitos an-
uos e experiencia para aprender os mehores modos que se deviam ado jtar para curar
as s< guinles doencas, e que proporcoes de medicina se devia usar.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
NA PHARMACIA E DROGARA DE
Bartholomeu & C.
34Ra Larga do Rovaro^-34
Ot fadadelios OTXMM mOTKM, m Mieos apptoYados pela
kr*IUmh de MHdn, ten tura cea* M Batea mires producto
attrtMcto spides do* aristsfcadorw, que pera facilitar u* crimino
' sosspejao,asarscsit8. iiiilir w*t falsos Omites
mmmtmm. t prermo m nueiltM para laWresMf de mi libe*
pa fritar UsUeaeon, nea exigir, qm etuOwtiiM ibas
i Ttndfdoi eal earna de tajases eayene e.eetretM eafcertat
ft-ft Orud. m
* ii.mmhi,. rttato per a bhIsIio* oleHreJrt.
COIUIWTM. Bm il-Iirt I. Par.
MUIDO
Pede-se encarecidamente os Sr?. Domingos
Theodoro Rigueira e Aristides Florentino Caval-
canti de Albuquerque. (de Sennhaem), que venham
roa do Vi gario n. i i, a negoeio que se precisa
ultimar.
AO ARMAZEM
DO
Ra NoTa n. 9,
acaba de ebegar pelos ltimos vapores novas re-
messas dos seguint :
Gallado francez
Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou-
tras multas differentes cores ultima
moda.
Para meninas.Botias das mesmas cores e qua-
lidadjs cima.
Para homens.Botinas de cordavjo, bererro, ver-'
nii, pellica, o melbor sortimento que se
pode desojar.
Para meninos.Botinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para homens.Botas rucianas, mcias-botas e per-
neras.
Para homens, senhoras e meninos.Sapatos de
tapete, avetudados, charlte, casemira
preta, tranca de Lisboa etc. etc.
Para meninos e menina?. Abotinados fortes de
niuitas.qualidades.
Quinquilharias
Finos artigos de Pars, de gosto e phantazia,
como sejam, leques. espelhos, luvas de Jouvin,
caixinhas de costura com msica.', joias de ouro
bom de lei, ditas de plaqu, cofres de seda e bol-
cinhas para braco, estojos para viagens, bengalas,
chicotinhos de bleia, oculos, lunetas, correntes de
relogios, e perfumaras de Condray e de Piver.
Brinquedos para enancas
Carrinhos de 3 e de 4 rodas paira passeos, eos-
moramas e realejos de diversos tamanhos, e um
cem numero de brinquedos francezes e allemes
para entreter meninas.
Para evitar massante leitura de tantos artigos
expostos venda neste estabelecimento, o dono
pede ao publico em eeral que se digne entrar de
passeio afim de verilcarem nao s a grande va-
ridade como os precos baratsimos por serem
todos chegados de conta propina.
Methodo Castilho.
Manoel Jos de Faria SimSes, professor particu-
lar do instrucQao eilementar pelo methodo Cas-
tilho, tendo chegado i mato, onde foi tratar de
sua saude, avisa aos paes de seus lumnos e ao
respeitavel publico que uo dia 24 do corrente
abre de novo a sua aula, na ra da Sentala Ve-
Iha n. 124. segundo andar. Em dita aula lecebe-
se alumnos internos e xiernos.
GUSTAYE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Redfe5%
Chama a alinelo dos seas innmeros freguezes, e do respeitavel publico
geral, para a segiinle tabella dos precos de sua casa, os qnaes s5o vinte por cent*
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 250, Cadeias para relogio a W, 6,
30!, W e......404000 U, 8j, of, i e. .
Ditas para homem a 3o, iOo* e 50,5000
Coques a iU, 15^, W, 20,?, Corte de cabello......
2W, 303 e.....500000 rAtA 77, ,.
Crescentes a 12!, i5!, 18!, 20!, ^^ de cabel!o com fncl- *
25!, 30! e.....32!000 C01^ &* cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 3!, 4!, 5!, champou......
6!,?!, 8!, 9!e-. 10!000 Crle de cabellcom limpez da
Tranca de cabellolpara annel a I caheca pela machina lectri-
500 e....... 1!000 ca uluca em Peraambuco. .
Tranca para braceletes a 10!, Frisado ingleza ou i franceza.
15!, 20!,.25 e.....30!000 Barba. ,......
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e soires
isiKX^
0 dono do estabelecimento previne s
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ba um
salo para tintura dos cabellos e barba, as-
sim como um [empregado smente oceupa-
do nesse servico.
Recommentla-se a superior TINTURA JA
PONEZA para enegrecer os cabellos e bar-
ba, nica admiltida na Exposicao Universa)
como n3o prejudicial sade, por ser \o
latil, analysada e approvada pelas acadt
mas de sciencias de PARS E LONDREf >
TEZOUM DE OURO
DO
JAYME
A' ra do Queimado n. 6, prim-iro andar
8 pessoas para o servico e o maior icceio nos trabalhos de barbeamento.
O salo estar aberto, nos dias uteis das 6 huras da manhaa s 9 da nou-
e, e nos dias santificados das 7 a 1 hora da tarde.
%
AMA
POCOS TUBULARES
(INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Sanio n. 25
ARMAZEM
Ra Nova n. 28, loja Antonio
Pedro de Souza Soares.
Bandeira, Machado & C, av>m ao respeitavel
publico que no? lugares cima encontrar no raes-
mo sempre grande quantidade de ditos poco*, e
que se acham habilitados para vender por menos
que outro qualquer, por isso que os recebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres. '
As vantagens que offerecem os po?os instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa on fura, com o trabalho de urna a duas
horas; segundo, foroecerem os mesmos agua pu-
ra e abnnnante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assim convier.
Os annuociantes s reeeb.rao a importancia dos
referidos pocos depois de collocados, satistazendo
expectativa do comprador.
Precisa-se de urna ama para o servico interno
de pequea familia : na ra do Vigario n. 5, ter-
ceiro andar.
Ama
Precisa-se de urna am: para casa de pou a fa-
milia i na ra das Crtuaa n. 23.
Nfto mais cabellos brancos
A tintura japoneza para tingia os cabello;'
da eabeca e da barba, fei a nica admittid*
Exposicao Universal, por ter sido reco-
nbecida superior todas as preparacoes aU
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 1^000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
1. andar.
O Dr. Luiz Jos Correia de S conli
na no exercicio de sua profi-s*b medi
ca, e reside ra das Nymphas (Soledade) Ok
d. 17, onde peder ser procurado.
mnibus de Ca-
changa'
Para melhor commodidade hoje em diante o mnibus denominado Passagem,
partir para Cachang as i horas da tarde, e de
manhaa vira as 7 1(2 para o Recite
O proprietario,
Antonio Jos Coelho Carneiro.
Collei^io Rna do ilospic o ns. 99 e 94.
As aulas deste estabelecimento admiltem tam-
ben) esturtantes externos e ostaro completas des-
de o dia 3 de marco.
Alem de instraccao primaria ensina-so as ser
guints linguas:
Portngueza.
Latina.
Franceza.
Ingleza.
Aritbmelica e geometra.
Geographia e historia universal.
Fhilusophia e rhetorica.__________________
Prtcisa-se saber a quem pertence vinte e
cinco caixas com papel vindas de Triestre na bar-'
ca ingleza Mary Cook com a marca S. XX. M. e
J. T. W. A C. no escriptorio de Matheus Austin
4C: rna do Trapiche n. 36. _____
Na rna da Concordia, padaria n. 9, se pre-
cisa de urna amt^______^______________
(Jasa de commisso de escravos
Na antiga casa de commisso de escravos, d
ibaixo assignado, ra do Imperador n. 4a, conti
iua-se a n ceber escravos por commisso, lanti
lo mato como da praca para serem vendidos, i
{arante-se o bom tratmento e prompta venda
ra o que se emprega todos os estorbos aflm di
latisazer era tudo s pessoas que o quizerem non-
ar com sna confianza. Nesta casa ha sempn
>ara vender eseravos de ambos os sexos, velhos i
noces, assim como ha t da seguranca par 9 **'
Antonio Jos V. de Souxa.
Trilhos urbanos do Recife
O inda.
Continua-se a comprar dormentes de sicupira,
oilicica, amarello e cutras vnadeir,as de durac.au
para o chao, com as dimensoes seguintes : 10 pal-
mos de coraprimemo e 3 112 p.llegadas de grossa-
ra, de 7 i|2 de largura : para tratar, no telhelro
da ra da Aurora, desde as 6 horas da manba s
4 da tarde.
O superitendente,
Andr de Abren Porto.
Advogacia.
I
O advogado Ayrts Gama coutiua ler
sea escriptorio na ra larga do Rosario
n. 26.
Ciannuatiea nacional
Primitivo de Miranda, es udanio do 5 anno, d
litoes ra da Conceico n. 12 ; pode tambem
ser procurado no escriptorio do Dr, Jacobina, ra
do Queimado n. 33.
CASA DA FE.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio venda : ra do Cabug n. 1
'ende Vieira & Rodrigues.
Alnga-se o 1 andar do sobrado n. 5 da ra
Imperial : a tratar no andar terreo.
' .orrespondencia de Portugal
Os Srs. que inda devem suas assignaturas de
u.ii, dous, e at 3 annos, nao obstante a deligen-
cia que fe ha feiio para rpceber. queiram mandar
pagar no escriptorio de Tasso, Iimao- & C. at o
fim do mez de Marco, quando ser enviade so
editor da me>ma folha urna lisia dos devedore
que nao o tenham feito aj aquella data._______
Grande sitio para
alugar.
Aluga-se um grande sitio na estra-
da do Rosarinho, o qual tem muitos
arvoredos e grande baixa para ca-
pim ou crcacio de gado, podendo
sustenlar20 vaccas por ter um grande
brejo no fundo que vai quazi estrada veiha de
Beberibe no lugar Agua-Fra, tendo o sitio urna
grande frente para a nova estrada de Beberibe
fazendo quina na ponte que alli existo. A casa
nova, tem dna< salla* e qnatro quartos, grande
copia ,quarto de creado, cocheira. e estribara, tu-
do do pedra e cal e edificada ha pouco tempo.
Quem pretender queira entenler-se cora o seu
proprieiario o comraendador Tasso, era seu sitio
na Cruz das Almas al i> 9 horas da manhaa e
depois no seu escriptorio na ra do Amorim nu-
mero 37.
Precisa-se de urna ama : no pateo do Parai-
zo n. 29, defronte da igreja. Io andar, es juina.
Ama.
Na ra do Contena n.
ama que saiba uozinhar.
8, presa-se do urna
AO PUBLICO
O Sr. Manoel Lopes Ferreira e D. Bemvenuta
Delphina Mara da Conceicjie, ambos credores do
espolio do fallecido Jos Felippe Martina, acham
se pa<>3 e satisfeitos pelus herdeiros do mesmo
fallecido e pro.-u adores reconhecidos pelo cnsul
de Hespgnha, oa Srs. D. lon Guerra e D. Bartho-
lomeu E-leves, cojos creore* haviam demandado
. Sr. D. Joan Buson, por litas dividas. E par.
qtM nSo pctM haver raais reclaaucio algama da
Cdos ditos Mflhores faseroo? e presente viso.
5 2 d mareo de 1870.
TRILHOS URBANOS
no
Becife a Apipucos.
A venda dos bilhetes nos carros conti-
nuar at o dia 20 de mar$o entretanto
roga-se aes Srs. passageiros o favor de
compraren] os seos billretes as estacSes
antes de embarcaren! nos tr ns.
A condueco de bagagem principiar boje
partindo o trem do Reofe Apipucos ao
meio dia, e de Apipucos ao Recite a i h. e
15 m. da tarde.
Recebe-se bagagem e carga nos dias uteis
das 6 horas da manhaa as 6 da tarda nos
seguintes pontos:
Rrife.
Olficinas.
Mnguinbo.
fc,S. Jos (casa defronte da igreja).
Torre.
? Casa Forte.
Caldereiro.
Monteiro (no hotel).
Apipucos.
A bagagem para os pontos de Soledadc,
Poniede Ucha, Jaqaeira, Parha-meirim
Sant'Anna e Porta d'Agua, s ser receoida
com a condicc5o do remetiente mandado
receber na occasio da passagf m do trem
por n5 haver ali quem o recolha nem es-
tacos proprias para esse fim.
Qualquer reclamac'i dirigida por escrip-
to*an gerente ter Hnmediata ttWrc5o.
Escriptorio da ffdtmpanhia, i" de marco
de 1870.
W. Ratelinson,
Gerente.
i- 1" FALQOI
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
>
IICHTI1 II CMITIITHIRTI 101 GIIFLITI 1IIT1IIIII II
CHAPltl DE SSL:
De todas as qualidades I
D todos os feitios t
De todas os presos I
RA DO CRESPO N' 4
9 --RUA DA IMPERATRIZ" 9
0 proprietario deste estabelecimento acaba de receber um completo sortimen-
to de pianos do afamado fabricante Herz, entro os quaes lem alguns pianos de grande
formato e contem mais de que sete oitavos.
O proprietario deste estabelecimnto offerec ao publico maiores vantagens
que outro qualquer, fazem-se todas as qualidades de concertos e afnaces segundo o
melhor systema com o maior esmero e promptidao possivel. Henrique Vogeley
IS-Rll DAS FLORES-25
O dono deste estabelecimento tinge, limpa e achamalota com a maior
perfeicio possivel todo e qualquer objectode seda, 15a, algodao, em pecas
on em obras, chapees de feliro, palba e manilha etc., tira mofo das fazen-
das e fz todo o mais concemer.te sua orofissao, tudo com brevidade, visto
como se acba prvido dos necessarios macbinismos e petrechos.
Otto Schneider.
SOFFRIMENTOS DESTOMAGO. CONSTIPAQAO.-
Cura em pouecs dias pelo canvlo de iclloc md p ou em pastiUws.
ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. Essas.(TecgOcssiodi^
ipdas rpidamente pelas PENLAS D'ETHr SI'CUIIIJ.
ANEMIA, A PALLIDEZ e es wrfrimcntos qu necessiUmdo
emprego dos ferruginosos slo sempre corabatidos com o melhor resultad
pelas PU.ULAS OE VALLET. Cada Pilula tem incravado o nome ViLLtT.
PO DE ROG. Basta disaolver um fraico deste p em meie
garrafa d'agua para se obter urna limonada atradavel que purga sem ft-
icr clicas.
VINHO DE QUINIUM de llmrfu. Este rinbo, um dos
poucos cuja corpposiio garantida constante, t urna das melbore* pre-
paracei de quinino, sem aclo noUTel sobre os coiiTalescente, dando-
Ibes Coreas e apresando i Tolta a stude. Cura as febres antigs qw re-
sisti ao sulfato de quinino. )(C
MOLESTIAS DA BEX1GA. A maior parte d'estas malas.
Ccono as sciaticas, iombigos, catarros, tatoles dores nerrosas om
geral sao curadas pelas CEBLAS OC seWCUt OC THEUta htina do
Dr. Clertan. O professor Trousseau em sen TroMeV i* tlitrapewie* aoso-
seUM as pera serem tomadas m otcasiio dojauur, na dae de 4 i 12.
OLEO OE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH.-
Garantido pero e de primein qualidsd*, en dos poucos aprotados pela
Academia de medicina.
AVISO. Todot estes medicamento* fmmikafrovtdH pe Actdemi*
imperial de median* ie Pars. .
**
DBPOSIIO
tss Varia, I* V*aS, S, tw Jacak
RiorUnirt.
Doroxatua; Bms
Tissosra.
Uiim et O.
Vacua et C.


Diario de Pmanibuco j- Sabbailo 5 de'Marc/) de 1870.
s
v
AGUIA NEGRA
00
3
I
BENTO MACHADO ft C,
A AGUIA NEGRA animada cona o bom accolhimento que teve cm seus annun-
tfos, vem novo participar a seus freguezes que, acaba de receber um variado sorti-
mento de objectos de goslo os qoaes serao vendidos por precos nauito razoaveis, pois
loando fez os seas primeiros annocios, foi o que assegurou, e sem mdo de errar,
oorque como j disse osla interesses ligada a una casa importadoradesta praga, e
por isso poder ter ludo especial e vender por precos admiraveis.Chama pois a atten-
'lo de seus freguezes para os arttgos possa descrever:
Livros coor o tarapo de raarfim, madre- Um variado sortiments .de cbaruteiras e
Travessa do Corpo Santo n. 25.
Os acreditados cyndros americanos para padaria, por dous differentes systemas.
Machinas para descansar algodo pelos melhores fabricantes de New York.
Machinas de vapor sy.-tema de locomoiva e polias para as mesmas.
Carrinhos americanos para transportar volames em armazcns. Tudo por pre
eos razoaveis.
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 26
LO.IA DAS MACHINAS
oerola e tartaruga, proprios para missa.
Garaflnhas vazias propinas para presentes
soasa de gosto.
Indispcnsaveis le palinha e de couro pro-
pios para senhoras e meninas trazer nos
uracos.
Binculos da madreperola, marfim e lar-
ana ?a todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteiramen-
% nova.
Fitas de sarja de todas as cores e largu-
is para laoos.
Toacas, sapatinhos meias de seda e mais
oertences para baptisados.
palliteiros de porcelana,
Tentos para voltarete.
Bongallas com raarfim, cousa especial.
S.ibonotcs de alcatrao.
Cofres de folhas para dinheiro.
Lindas caixas para costara.
Um completo sortimento de luvas de pe-
lica,
Talagorce para bordar.
Um completo sortimento de enfeites de
seda para vestido.
Perfumaras de todos os autores os mais
Frtas com inscnpcOes proprias para bou- acreditados em oxtractos, pomadas e leos
^uet de noiva, e finalmente outros muitos objectos que nao
Ricos vasos com p do arroe. possivel mencionar ; mas com a vista se
Um variado sortimente de jarros de por- certificarlo do sortimento deste estabele-
*elana, cimento.
Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
^m. CTO f C -'O liri ^ "14
Acabara de chegar grande quantidade das verdadeiras machinas americanai
iara descarocar algodio de todos os systemas e tamanhos seguintes:
12 sorras 12 sorras
i i ditas 14 ditas
ditas 15
ditas 16
ditas
ditas
dttas 22
ditas 25
ditas
ditas
tu
a o a a f
llslfp
nr35-g3ss"
3-2 2 ^ a'"a
3.8. B g cr 3
oaOSg
3 S Sr. 52.
a i. as 0>
2-a ST 3 -.
sao" o g
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T3 -O
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B as a.'.
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19
(6
18
20
22
25
30
35
40 ditas 40 ditas.
is qaaes se vender por precos commodos e roga-se as pessoas que dolas fizeram en
ommendas de alguns tamanhos, obsequio de as mandarem basca-las o mais breve pos
tivel afim de nao haverera faltas.
ROA DA CADEIA N. 56 A
ditas
ditas
18 ditas
20 ditas
ditas
ditas
30 ditas
35 ditas
55Ba da Impera.triz5 5
F. de participar ao respeitavel publico que acaba de chegar da Europa para on-
de linha ido especialmente para contratar peritos oficiaes e que conseguio
contrata-Ios na primeira rasa de Paris, por isto julga que todos ficar5o satis-
feitos dos trabaihos do sea estabelecimtnto cujo excellente material anda
foi augmentado com novas machinas que ja recebeu e tambera muitas drogas
novas com as qiwes se obtem estas maravilhosas cores modernas t5o apreci-
das em Franca e era todo o mundo,
Tinge, lava, limpa, histra, achamalota com a maior perfeiejo fazendas
em pecas e om obras de todas as qualidades como sejam: seda, la, algodio,
linhss, chapeos de feltro edepalha etc., etc.
Ttra nodoas e limpa secco semmolhar os tecidos, consen'ando assim
todo o brilho da fazenda.
Impressoes sobre tecidos
cora este novo systema, os vestidos de seda e outras fazendas que at agora s
pediam tingir-se de cores lisas, podem receber um bonito desenho de cor
diversa, a escolha, o que realca a fazenda o lhe d mais merecimento.
Tintura preta, terqas e sextas-feiras
As pessoas das provincias limilrophes que quuerem utilisarse do seu
estabelecimeoto podero mandar o que tiverem, na certeza de srera t5o bera
servidas como no Rio de Janeiro ou nr Enropa, e cora mais prestesa por
causa da distancia.
53
t|iWei]mffi)9i||9V^pW iili9
34,RA LARCA 00 R0SARI0.34.
K
VERDADEIRAS
PILULAS
DE
3EIRAS "^|B
BLANCARD
COM IODURETO DO FERRO IHALTF.RAVCL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DI MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo h propriedades do leda et do frro, eonyem especialmente un Amccots
escrofulosas, a Tsica no principio,* fraqwia temperamento e Urabemnot caso de
Falta dr cor, AMENORRHRA.em que precisa rfagir obre o sawgub seja para restituir
Ine a sua riqueza e abundencia normaos, ou para protocar a regular o seu curso peridico.
Af. A. O iodoreto de ferro imparo on alterado un medicamento infiel, jff >k
Irritante. Como prora de pnretn o de authencidade dai *ev*m*trm* IH-
* *>Waaw4, dere-M exigir noM oell* 4* praUt reaetira e
mo a, aqni reprodniida, qne h acha na parto inferior de la*
vocal* vero*. DoTe-oa descontar dai falaificaeoi.
HtmrmatmMeu, nw
NoS coiuinamnj procurar attcetides para acreditar
dos.os preparados, e-dcixamog que sai ipiicaco c os
resaltados obtidos pefe6 pessoas que se dignsram acceita-
lo, Ihes deera crdito e or ; porque fo sempre os
ettes'.ados considerles gratuitos, e dellrs que lao^a
mSoocharlatauismo; mis ni querendo ofleoder as pes-
toasqne espontanea mate nos offereterain, os qoe abano
*o transcriptos, os (asemos publicar meaifestatido-lbes
nossa gratadlo pela attencio. esperando qne Tenbam
?lies corroborar o cooeeito, e acceitajio que tem mere-
cido Beata tarop. BonHo/ameo A C.
TTEJTADeS.
Illms. Srs. Bartholomeo A C. com a mais snMBa
latisfaclo qne declaro ser o lar-pe Americano de urna
fficacia ejtraordinaria, pois qns foBreodo ba dies de
intenso tosse. a ponto de nio poder dormir a noite a
lespeito mesmo de mediramenos qoe tomava, a elle
recorr e na lerceira eoHicr fui aiviado, e de todo me
icho boje resta belecido com o oso sement de qttasi
meio Ipasco: grato pois a esso resallado manifest a
vt, Ss. meo reconuecirento. De Vt. Sa. amigo, ve-
aerador e obrigado. Manoel Antonio Viegas uniar.
Sua caa id de ahrildc ff.S.
Ilins. Srs. Bartliolnaieo 4 0. Penlioraissimoaim
favor que me fizeram eSAaronfelhar o ose o jarlPe
Vegetal Americano, de sua composi^ao, qnando m<
ai heva bastante doente de urna constipadlo, que mi
tornon completamente rouco e que trouxe una forte
tosse. e me impussibilitoa de cumprir os meos deveiei
de cantor da emprrza lyrica, vou atradecer-lbes mea
completo restabelecimento, que obtive com um so vidre
do mesmo xtrope, depois de hover recorrido a muitoj
tratamentos. Desejarei que outros como en recorran
ao seu zarape para se verem aliviados de to terrvel
iacommoda, tio fatal neete paiz. Com malor conside-
relo contwo a ser de Vt. Ss. atiento, venerador
obrigado. Lniz Cremona. Recife 25 de setembr*
de 1868.
Illms Srs Barlholomeo AC.-0 xarope Vegetal Ame-
ricaoo qoe Vv, Ss. t*m ezposto 1 renda de toda effl-
cacia para o crstico d'askma, canforme obserrei ap-
plicando-o a mea lilho Joaquim. menor de qnatre
annos; victima d'esse flagello, qoe at entlopor espaee
excedente a dous annos bavia resistido a outros tarop*
de grande nomeada. Qoeiram pois Vr. Ss. aeeeitar a
expressio altamente sincera de mea reconhecimenlo a*
meritorio servico que lbe prestaram com o indicad*
xsrope, acreditndome para sempre de Vr. Ss. criado,
altalo e obligado. Americo Mello de Mcodooca.
Uecife 2 de outubro do 1S68.
ELEPHAMTE COM BOTAS
GRANDE ARMAZEi DE PIANOS, MSICAS E INSTRUMENTOS
QL O Dr. ;ota M'>tu le vulu de su* fia- t
J? geni da Europa ond dedcou-sa s Bio
J9 fctlas de senhoras, 3 >)art)s e affee$5;s Q
jfj de pelle, pode ser procurado ero sua casa t
Ct ra da Imperatriz n. 9. Da consullas X
59 das 10 horas ao meto dfa, sendo gratis %t
para os pobres. gv
mmmmi \ $$*&$
Selecta brasiliense.
Acaba de MiMfcar-se i c ;undo e ullimo tomo
d'esla obra, i volunte. 8' br. OOOO, conlern bio-
graphias, trechos de autores narionaps ele
Livraria Franceza.
Pede-se ao Sr..... que com ?ua senhora o
e urna menina a.|ui enliaram e compraram cor-
tos objectos neste deposito de ou;* da Cabo
ra dss Cruzes p. 2. e que depois maodou bas-
car por urna cscrava mais un algtiidar por e
urna doceira por 800 rs., moradores a ra do
Queimado, queiram mandar sarisfafer este restan-
te de U80 rcis que tal vez, por esquecimenlo o
nao tenham feilo, e como j l'a;a lempo sulucien-
le por isso lembro por roeio deste.
Precisase de urna ama do leite que seja
da, na praca do Corpa Santo n. 17. segundo
andar.
Pappgaio .
Do 3o andar do > ,bradp n 5,
ibgiu um papagaio oonirafeitu : .. n lewi i
d'to andar, sera recompen.-ad ..
A pessoa quo lem
prestimo a ollecriode Janeiro a pelambro de iP'-O
desto Diario.riueiVa mandar les.itui-la no escri-
torio da typographia.
OMPRAS.
Cottipira-se
Pngio no da 4 de marco o escravo Antonio
preto, de idade 18 aones, llos grandes, refor-
eado, tem todos os dentes, etn barba, foi vestido
de jaquet* parda, camisa I /.anea, calc;i de case-
mira amarella cota vivos ebap4o do Tollro com
lila larga e flvella, foi comprado ao Sr. leuente-
curonel Andr Cavalcante de Albuqueniue Ar-
co-verde do Btiiijue, para onde se supoe ter f-
gido : quem o pegar lvalo a ra Direit* n.
3, a Jcaquim Hugnlino da Silva Fragoso, que
ser cem recompensado.
Faco ver ao publico, que tenJo um passa-
ceiro de seguir no vapor para a Escada, e levan-
do eomslgo meia duzia do saceos vasios para
despachar na eslacao dos ArTjgaJos, e danlo-lhe
o dinheiro oo chefe para o despacho nao lhe
quiz despachar deixando em '.erra, o que lhe
cauzou o de.-arranjo da sua ?elicidade ; preci-
so que a companliia lome nho consid-raco, o
3ual muitas pessoas disto M tm queixado, al
e cartas assignadas, essas mesmas as tem nega-
do o que lem cauzado pr^juizos.
duas ou tres venezianas em segunda mi pon' a
que estejam perfeils: a tratar na loja da ra ffy a
D. 'i"'.
Casa terrea.
Comprase urna casa lerrea : tratar na r i
da Madre de Deus n. 16, loja.
Compram-se moedas de ouio o prat ue u>-
ios os valores, ouro e prata em obras tnutilisad,' t
rimantes e mais pedras preciosas : na loji
>urives do arco da Conceicao, no Recife.
O.muzeo de joias
Na ra do Cabug n. i compra-se ouro, prat*
pedras preciosas por precos tois vanUjosos oo
me em ou'ra qnalquer parte.
Na ra Nova n. 43, ha para alugar urna es
crava boa cosinheira e engommadeira.
IRMANDADE DrJ DIVINO ESPIRITO Di) CON-
VENTO DE S. FRANCISCO DO REIFE.
De ordem da mesa regedora convidamos a to-
dos os nossos carsimos irmaos e amigos para
assistirem a missa por alma do nosso irmao frei
Antonio de Santa Angeliea Pimoniel, no da 7 do
correte pelas 6 Ii2 horas da manhaa.
Consistorio da irmanJade Jo Divino Espirito
Santo de S. Franciscj, de mar^o de 1870.
Claudio Ideburque Carneiro Lia!.
__________________Secretarlo.
Emilia Bosges Lins etposa do fallecido ame
dos Quadros Burges Lins, convida todos os
seus conhecidos e amigos Jo :'i!ie'do para ; tirem as missas do stimo da na igreja dos Mar-
tyrio, no dia 7 do corrente pelas 7 horas da
manhaa.
Ama
todo o servieo de
a tratar na ra
Precisase de urna ama par
urna casa de pequea familia
do Imperador n. 79. loja.
Dr. Luiz Vieira deezencU e Silva quena
apparecer no becco da Bola 3, 10, a concluir
aquel le negecio que nao ignora.______________
Na ra estrella do Rosario n. 36, 1* andar,
alugam se doHs pardinhos para criados : quem os
pretender procure das 9 huraj as 3 da tarde.
Esc avo
Precisa-se alugarum escravo pata sonfoa inter-
no eexterno de urna casa de- Inmem solteiro, pa-
ga-se bem : na ra da Cadeia n. O.
Frocisso do Senhor
attadoa
Na segunda dominga da ^aaresooa (13) a ir-
raandade de N. S. da Soledad*, erecta na igreja
do Livramento, expe a vista jos ileis a solemne
procissao daquelle Senhor, e e< era, pn lano, me
recerdo respeitavel publico christao o apnit paro
levar a etteiio lai pi acto, lanl i mais quanto a
primeira procissao que na prsenle qoarosma se
expoe, e por urna irmandade jue tem sido victi-
ma de discordia, e nenhnm recurro conta senao
com a coadjuvajao do? fiis.
Do engeoho Serritha, riguezia de Seri-
nhaem, desappareceu o escravo Luiz, perlencente
ao lavrador Antonio da Rucha Vi-.ira, n-presenla
19 annos de ida Je. cupo o altura regular, sem
barba, de pos malfeitos ; desappareceu em li Jp
fevereiro prximo ftassado : quem o pegar e levar
em dito engenho, on neMa pra.'a a ra da Cruz n.
51, receber boa gratiuVacao.
A soeledade mac.-. gob o lituio lii^auraeao
Pernambucana, tendo do mandar celebrar afu-
mas missas na igreja do convento do Carino, po-
lis 6 l|2 horas da manha do dia de alnado 5
lo corrente, por alma de seo presado ir.-. Jlo
Antonio Duarie Junmr, fallecido :m viagem para
a provincia do Ceara, convida a todot os mein-
bros da mesma suciedade, aos tirigus o parentes
do finado, para assist rem a este acto tudo religio
so e de caridade, pelo qne a 3sios muito agrade-
cer.
H.. :.-. Taylor,
Secretario.
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 11-RA NOVA-N. 11
*artecipa ao respeitavel publiae de3ta cidade
e das mm provincias wsinhas, que ? sea grande o bem acreditado artnazem de inslrumentos
[tara musi-
D. Mara Wanderley da Fon! jura Braga, viuva
de Manoel Benlo de Olivara Braga, convida aos
seus prenles e aos amigos do i'aliscido seu ma-
, rido para as^islirem urna missa fnebre, que,
! pelo repouzo eterno de sua alma, manda celebrar
nasegundafeira 7 do crrenlo is 7 horas da ma-
nhaa na igreja do Divino Espirito anto, e desde
j se mostra a todos agradecida por '.'sto acto de
religio e caridade._______________________
Ama de leite.
Na ra da Praia n. 33, 2,! anlar, precisa se de
urna ama Je leite : a tratar ni desoja ra e so-
brado, que ser bem p; g.
Compram-se a vendecise diariamente para .
) dentro da provincia cscravos de todas aj
^ros e sexos, com tanto que sejam sadios: i
erceiro andar do sobrado n. 36, rua das Cn,.
reguezia de Santo Antonio.
Com muito maior vanlagem compran;
noedas de ouro e prala : na loja de joias do C ~
acao de Ouro n. S D, rua do Cabag.
Compra-seno armazem Pernambucano r ,a
das Cinco Ponas n. 86, garrafas e bo:ija vasia- .
6000 o cento._______________
Comprase urna escrivania de prata h-
estando em perfeito estado : quem livor annan,.,
V'MDAS.
MILIO
Vende-se uo trapiche Barao do Livramento sac-
ra, com milho, boa saccaria e por menos de .
em outra qnalquer parle.
Cal nova de Lisboa
descarregada hoje do patacho Mura; e vende
Joaquim Jos Hamos, na rua da Cruz u. 8, pr,-
n-eiro apdar. ____
??? 15 por cento de ec< nomi> ?'
Et fumo dar lucem
29-RUA DO IMPERADOR 29
Bicos econmicos, d boa luz, do EUa liOCO i-
cada um.
Pttruhi ele maii'lioca
le superior quaiidatle. e em saceos Brandes : :
le-se noarmazem n. 14 da Companhia Pernam! :-
ana, caes da assembla.
Vende-sr! tres paites do sitio da Fol-
la d'Agua do MoDteJm para Apipucis cor.
casa de vivenda. grande haixa de capim.
olaria, quartos para esmvoA e ^cilor, ebera, estribara 6 mais duas casas p
alugar para a ftsta ; tratar no metmot
lio,___________________________________
Sementes
De hortalioas novas o sag a 120 rete a ulr
no Balisa. rua do Livramenlo n. 38.
Estampilhas.
Vondo-sena rna da C.nu n 8. 1 andar.
Vende-se una escrav, preta, do iilJe 1C
annos, propna para mucama : na rua Direita n
;i. indar.
_ Veode-se urna m- Mu .!. j :.--m tu i.t j. Lu/
XV novinha em follja, e coidadosamente empa-
peltada : iraiar na rua das Qnco Ponas n. U
Veide--f oia ioera no pitreo de S. Jos
n. 51, bem nfrcguezida para Ierra cam poi
fundos : a Halar na inesma.
\
Xa rua do Imperador n. 2c(, veode-:
os simples gneros '.!e superior qoabds
a saber:
Presu.itos ii!t %? flambft
OuiT v> (muilM ni\o?.
A ver la !cira gomma \-' ara
C"P'S lapididot (ni; m fino?.'
Latas com (agostas a 61 0 rs
L: .
Otas do sertiio.
E ama Iraofa de Cebulai t.r iu i. '!'
So no nriuazfiu' do
Campos.
Ruar'o Irnp-ra'lorn. 2ti
Milho novo chegado
d America.
Vendem-se saceos com milho da melhor quali-
dades ltimamente descarregado : no armaze t
de fariuha do caes 22 de .N'orembro, por baixo c.
Gabinete Portuguez.
0 qiie ha Je mais moderno, de tedado xo e mobile, eeom UansposicSo on sem ella, -te aotores os mais acreditados nesta cidade,! como sfliam -ros
timados e bem conhecidos pianos da fabrica do Sr.
AFFONSO BLONDEL
id Parts, de quem o annoociante o nico agente nesta cidade, como prova com o doeuawtito abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos fdbri-
jados especialmente para o clima desle paiz, sao os nicos que olierecem urna garanta- segura de sua duraco. Ellos sao aqui bastante conhecidos desdo 1844 para aue
leja necssano insistir sobro saa superiorjdade. As suas vozes s5o muito flautadas o melodiosas. Elfos possaem om teclado que se presta a todos os canridios do
lenhores pianistas.
Todas as pessoas que comprare pianos neata casa, o rogadas a esigirom o certifica!.' de origem assignado pelo Sr. Blondo!, aflm de orovar a sna
mtoncidade do numaro de piano com o de certtficado. F
AO PUBLICO
vAim^v^i 8'nd4 fabneaDt0 d P'aaoa em P.VRI3, declara ao respeitavel publico de P^rr.suibueo, que o nico deposito de seus pianos na cidade
4o Bocife, 6 a RUA 30YA X." 11, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Outro sira que todos os seus rar.c-s irao accoaipanbados di um certificado de origem assisr-
aado por mim. 6
Paria, 2i de julho de 1869. (Asssignado) Alphoaue Bloadel.
O annofiante tambera treca e aluga pianos. E tem o maior e mais esplendido soruieijioiio.aovas
MSICAS PARA PIAMOX
As q^tiAcebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro ; desacreditadas casados Srt. Felippono Troaglt, Narciso, Artliur Napoleio C
pmento d* papel para msica e desenho ; curdas para todos instrumentos, ricas gravuras e quadrosopara ornamentos de salas, oleados para
----------aJdouradol, quaorados e ovaes, caawnhas da costura com msicas e sem eiia, estojos para viagm. reiagioa-com despertador, vidroa para
f talatrarca). laaa e agutas para bordar, e unitos-oatns artigos que o respeitavel pobco enconq-ar sempre nesta irraazem, o rraai estar
ras da Bte affi das Bxmas. familia* poderem ir apreciar os seus pianos.
SO Dr. J. S. Rtherto, medie) homeopa- !
Iha, reside oo 2 andar Ja :asa n. 32 da
|P Pra^a da Bao-vista, onde u uodem cnsul- m
Mtar. QH mandar chamar, lilas as peaspa*, 5
qne o hora rem com a saa ;oninca. W
Popos tubulares ins-
Vende-se porrao de pedras de cantara en-
pedacfls, proprias para parodoes ou caes; a tra-
tar com o juiz da irmandade do Divino Esnn i
Santo da reja do Collegio.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias de peih
a sa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, iaipigens e dar-
tros.
Tonteo
Conserva e limpa os cabellos.
Ptalas ral rticas.
Puramente vegelaes e sem mercurio, cura m -
ze-, corara e puf team todo o systema human'.
Vende-se nlVctivamente em casa de Samuel I
Johnston & C, Saualla ^ova n. 12.
Barra Grarde
Vende o teoeate-coronel h ao Baplista Acci.th
cinco ptlios >m co'jueiros, tendo um delles br.
casa de vivenda, es pretndanles o,oeiram dirigir-
se ao ditr lugar, (ue nao dnvidar vndelos:,
prazo.
c
se
tantaneos.
lleitor Sainpayo.
Rna \va n. SS.
Os anuuncianus acabam d3 preparar algn-' f<%l*tiril^+ t\ AnnAlIna
pocos tubulares im lana neos tu iperfeicoadt VClUIlUlUt C GcLValiOo
do (ue os viudos de fra do ^>aiz, os .jues ven-
dem por preco muito mais .-omnodo, encarregan
iln-se do seu awentamenlo at i ronecionar. Un,
dos melh >ramentos feitos faer servir qnalquer
homba. As pessoas que .jzere-m comprar nir
ou mais desses tubos deveta dirigir-se a offleina
dos annnnciantes : rua Nova n. 38.
ATTENCAO
Vende se a ioja de calcado sita a rua Direi
ta n. 43, a qual e*ia bem airrguezada Unto para
a pra?a como para o mat'.o a s s vende por
sua dona se rflrar testa prara, quem pretender
dirjase a lavana-opo afi^.t'wnK^ijeni h3iar c
e lem tmibem 6ijTitJldh:;-* para ti
rosa familia pvr bolar dfl
muito r&fosvel rna o por fiv;:>
V'ndem-e dotis eavallos e 'jm cabrl<4et com
arr^io : a Irnttr na rua de Cadeia n. 57, ar
mazen.
Folha de Andres
A J3J000 ama caixa, ou is sortida, fabric;.
Derwento : vende-c na rqa da Cadeia n. 4.
Drogara
Especial rwmeopathica.
RUA NOVA N ,
'.a de receber ama remessa ejjjecial di
'para apai;; !|symnlom por o,'.
exempitr.


6
Diario de Pernaipbuoo Sabbajlo 5 Je JYlarqo de 1870.

riMiiiiHitiift
A BUA BA IUPERITRISK \, *

Esquinada ra da Aurora, em frente do caf Imperatriz.
N'este novo Sumptuosoestabeleotnwato de'fazendas etiCOtitrarSo s Exraas.
familias ludo quinto possam dest- jar, tanto eraartigos domis rigoroso luso, como em todas
tsnaais (validades de fazendas.
Alm de se acharum prvidos do que de melhor se encontra oeste mercado,
p-x- todos os paquetes da Europa, recebem directamente o que em artigos de moda e
di mais apurado goslo se encontra em Pars, o qao vem cadadia augmentar s propor-
".-s de que dispoe este estahelecimento para bem servir sua numerosa freguezi?. -
IiOJA
gallo wmmi
42h. !
Algodo largo para lenccs c toalhas de1
9 as qualidades que costuma vir ao mor-
Odo.
Alpacas da lodos o padrees e qualida-
Jes 13o variadas que se nao podem descrever.
Aibuns com msicas para collocar retratos,'
delicada presente para qualq ier pessoa de
eina.
Ajtoalhuro deiinho e algodo, branco e
da cores proprios para toalhas.
JTJ3
Bas juinas de seda pretal e raoito moder-
oas, bem como'(te crochet, tu lo de apurado
goslo e fcitio?
Bailes de musselina, madapolo, brancos
4 detn-s, para senhora e meninas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinhos ou ras bordadas em todas as
larguras.
fldbutma de todas as cores.
Balsas de tapeto para viagem. grande
vriadade de tamanhos e gostos.
Bombasim preta de todas as qualidades.
Bramante d Iinho de 11 palmos de lar-
gura, e todas ss mais qualidades.
Brechas de Iinho e algodo, grande sor-
tim-n!^. "~~"
Brins de Iinho branco e de cores, do mais
commido ao mais caro em qualidade, affian-
gando o que ha de melhor na especie.
Bros d'algodo completo .sortimento e
variedad de pre;os.
s de cores, o maior sortimento, pri-
mando pelo bom gosto e barateza, atientas
ts qualidades.
I.rnias brancas, tapadas, e transparen-
tes de todas as qualidades e precos.
.nlias de cambraia de Iinho e cassa
bordarlas ricamente enfeitados para Sras.
is para horcens e meninos, to va-
ria i. sortimento que vai do mais ordinario
naiiapxtliu ao mais perfeito bardado de Ii-
nho cmbraa.
is.rs de meia, de flanella, brancas e
de cores para homem.
romas pretas e de cores, o melhor
me pod imaginar, sendo d'isso a me-
lhor r-iva o grande vconsummo dellas na
oficina da casa.
Has de flores, para noivas e bailes,
desdi a mais candida flor de larangeira at
i mais interessante grinalda.
lias no melhor costode todas as
joros tioje preferidas pelas senhoras de
mais apurado rigor na moda.
ChapVos pretos de velludo, para senhoras,
o de Pars.
Chapeos de sol, para s nhorase horneas,
de todos os pre;os e variados gostos.
Chaly com ricos padres para vestidos.
( : -ics de todas as qualidades, avultado
Homero e nao meos raradade de gostos,
Chil is-, impossive! descrever o sortimen-
o e :le de padres a no vos gostos,
aa ueste artigo ludo quaoto se pode desejar.
1 ; para senhoras o que se pode ima-
ginar (Ip melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enlej-
es, Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gusto elavor.
IV-us de fuslio bra; '.-; cores por
presos commodos.
Corpinrjosdec?mbraia, reamente borda-
Ios para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
o que de melhor se pode desejar.
lanos de Iinho bordados e
maio:- sortimento.
Damasco de la de 9 pa!mos|de largura
Hadas cores e ricos padres.
OS
Espartilhos bran;os e de cores, para se-
ras e meninas, o melhor nes'.e genero ;
nenhuma Sra. deixar por certo de muir
$ de to precioso auxiKar perfeico de
am corpo delicado.
Entremeios bordado-.
Escomilha pn-ta.
Ealeites para cabeca, ultima moda de
Parte, recebida no ultimo paquete.
Esgniao de Iinho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para tv.itos, varie-
dade de gostos e lindos padres,
Fimos de crochet, modernos com cintos
a capas, o que ha de melhor.
Fil -le seda, Iinho e algodo, de todos
os gostos e padres.
Grande armazem de fazendas e ronpas feitas ro da Inperatm
Wmli. 52, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortjiMrt
de roupas de,todas as qoalidades, palitols de alpaca a 30, 3 Mrito, ditos "de easemira de cores bonitos gostos a 5#, <$, 8 e i"0, de panno prefc
sacos e sobrec&sacos. Ditos de brira pardo finos e ordinarios. Ditos de. arpaea branca
e de cores de 30500 a 6\jOOO. Caigas de brim de cor finas e ordinarias, ditos
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de asemrfl
e do mu lindas cores. .de cr.e prela de 46, 50, 6-j a io#. Cohetes de todas as qualidades e prt$o ^M
Mu boas e bonitas gollinhas e punhos para se- barato. Completo sortimento de-camisas francezas de algodo e de Iinho de 20 at o
li* alo Crespo n
Os pfbprifhrtc
rimen, alm davuiiMs )aw qoAB'
postos a apreciacao de respeitavel ptflKtpfatr
daram vir e acabam de receber pelo ullrm vapor
da Europa um completo o vanado srtuaenio dt
finas e mui fleltendas.<*peeU lao rosolvidos a vender, eomo de son cosramfl,
por precos rnuito baratinhos e commodos para toa-
dos, com unto qne o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau-
<3*
Case com h'stras de seda e flores, fazen-
da inteiramente nova para veslidos de baile.
Gravatas p^ra senhoras e homens, o mais
completo sortimeDto que se pode desejar.
Guipure preto e branco, diversas largu-
ras e differentes gostos.
Gollas e punhos bordados para senhoras.
Guardanapos de Iinho pequeos e gran-
des.
Gorguro de seda preto e de cores.
Grosdenaples prelo e de cores, haven-
do diversas qoalidades e gostos.
Japonezes para senh iras, o melhor gos-
to, e fazenda propria para as festas nos ar-
rabaldes e passeios a tarde.
a
LSazinhas de todas as qualidades, cores
e gostos, n5o ficando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escolher.
Lencos, todo quaoto pode haver desde
esguio ao algodo commum.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
riado sortimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
pores, sempre novo sortimento, quer em
pellica para homens e senhoras, quer em fio
d'Escoeia, brancas e de cores.
SXt
Madapolo; indescriplivel o grande sor-
timento que ha neste genero, desde o mais
elevado preco ao menor, que se vende em
pecae reta'.ho por menos do que 'em ou-
tra qualquer parte.
Mana- de bluode para noivas : o apurado
goslo dos nossos corr-spondenles em Pai
habilita-nos a dizer que temos em nosso
estabelecimento o que de melhor se dse]
ja para vestir S ornar urna imiva.
Mantas pelas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretO, trancados e lisos.
Mussetina branca e de coros, lindos e va-
riados padres.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mas superior, por preco muito I
c.immodo.
Panno* de crochet, para cadeiras e'sofs.
Ditas de easemira muilp finos para
mesa.
Piitos bordados de Iinho, lisos e de al-
godo para camisa.
Pnncetas pretal e de cores.
Popelina do seda e Iinho, cora listras e
flores; fazenda lindissima.
Pelherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavcl se pod
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suaw no olphato, lem o P.WILHAO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouqml d'Amour, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas c de cores
com folhos e sen elles, o melhor possivel,
Sabidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadios, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel."
Sareelini de todas as cores e qualidades.
-O
Tapetes grandes, lindas pintoras para 8
cadeiras, mais pequeos c do todos os ta-
desejaveis, e em peca para co-
uhora, neste gem-r
Superior peite.-* lo
Lindos e |iqukara>3
ftmias.**ti*orair
Superiores trancas pretas e de cores com vidn-
llios e sem ellos; esta fazenaa 8 o que pode haver
de melhor 8 rnci? honilo.- M-M
Superiores o benito lcquM de mjlrerola,
maviim, sallo t oaso *n* aquelft hranco?
corri lindos flesenmJs.^eftes'-prewS. -
Muito superioreaJamas lio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se Tenderai por SOJDOO
a duzia, entretanto que noi i? vm^enios por *O,
alm destas, temu*aB*eil grar* surtiacnto de
outras qualidades entre as quaei alguna* muito
Boas bengalas fle superior eanna JPlndia e
castSo e rnarflrn com lindas e encarrtoras gu-
ras do mesmo, neste gero o podo desejar ; alm *tas teos tambem grandi
quantidade de oatras qualidades, como sejam.ma
.cira, baleia, osso, borracha, ele. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos ehicotinhos de cadea e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de t a 12 annos de idde.
Navalhas cabo de marflm e tartaruga pr.rafa7.er
barba ; sao amito boas,ce mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramus sua qiuliilarTe e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para-noiva.
Superiores aguloas para machina epara crox
Linha maito boa fo peso, fc-ouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhor de cartas para voltarcte, assim
como os tintos para ejnesmo tira.
Grande e variado sortimento das raelbxirs per-
fumarias e dos meHtores e mais conhefidOB per-
d mis tas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
faWlitam a oai'ao da inuocentoa criaacas. So-
mos desde muito recetoedores destes prodicrioao
collares, e contauamos a pecdbe-loi por todos os
vapores, aftm de rme BUBca falta no mercado,
eomo j tem acontecido, assim poi podero aquel-
es que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrara.0 destes verda-
deros collares, e os qnaes attendoado-se ao im
para que sao applicados, se vndero com tim mui I
diminuto lucro.
Rogamos, puis, avista dos objectos que deijamo.'
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
compra- por precos muito rnzoaveis toja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
S PARA MENINOS. ,. Bita vef4ad obras de encommenda tanto para homem, como pita 9 Cologne mgleza, americana, frax.
' cera, totas dos ftclhotes e mais acreditado:
e coj| brviiiade, por isso que tem um bonito1 sortimento de aMdis di
tanto em caemiras como brins, pannos finos e outras muitas fa-
seroulas fianoesas de algodlo, de Iinho e bramante a 25 e 2(JBO0.
GiavAif Aantap) aovissino gosto a toJos os precos. Meias sortimento completo a 3#
- ROUPAS PARA MENINOS.
. Encarrcga-se de qoaesquer
para meninos,
tod
zenals:
u e i FAZENDAS
Bramantes de II palmos de largura a 4|J800 omelro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as core/ a 640 rs. o covado.
PoilVchvre com lista de seda fazenda de gosto a 10200.
Basqoines de goipure enfeitadas a 18)^000.
Sortimento de chitas escoras-e claras a 280, 300 e'300rs.
Madapo45o fino a 60500, 70, 85 e 90000.
Algodo peca com 20 jardas a 43500, 50500 e 60000.
Peca de algodo largo a 70500.
E entras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Gheguem rompa
fcita que^se est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto i loja de ourives) do
LEftO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
Jcordeire
llua Qutiwao aa. 1.
fevo e variad mp de perfumara
iS.
Alm o tompleto"^ Jrt:m.--nlo de perfc
marias, de que efleclivamente est prvida :
loja doCorddlti Prndente, ella acaba d
receber om oolro ortimenlo que se toro*
aotavel pea rarleade e^jectos, supetion
dado, qttftidcs eeoramodidades de prt
coa; aSim,po^e.O)rderoPi-evidente pe*
e espera continuar a merecer a apreciad
do respeitavel publico em gwal e de su>
boa freguea em particular, nao se ala
lando elle de saa bem conheeida mansidat
a barateza. Em dita loja eaeontrarao
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
ita veradeiw de Murray & Lamman.
A VERDADE
di
lisos, o manilos
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de Iinho e algodo de todos os
tamanhos, li-as e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muilo nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fustao brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelo padro, goslo e forma; di'os
de Iinho com barras de cores, e de cam-
braia de edres com 2 saias, 6 tudo inteira
novidade. trazem os modellos junios para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras nossas Exraas.- frenu-zas, que
55Ruado Queimado
A VERDADE tendo'em deposito gran
quantidade demiudezase perfumaras, e dt
sejando apurar -dir.heiro e adqnerir boa frn
guezia est rssolvida a vender nmitissrai
barato, ; por essa raziio convida ao respe
tavel publico a vir competentemente mun
do a sortir-se do bom e barato. Pois quai
do a Verdaile apparece, tudo mais de>
apparece-----
Grande soriimento debonecos de cra-
massa as mais lindas possi veis vestidas a
racter.
Abooaduras moderuas para col
lotea .......
Espelhos donrados pepnenos. .
Agulhas de osso para crox a .
Pentes para regac com esntas a
Ricos globos para candieiro de gaz a
Chamins a.......
Grande sortimento de, objetos de
louca para brinquedo de menino
Garrafa com tinta a.....
Dita com agua florida verdadeira a
Dita com dita dita a .
Frasco com oleo de babosa a 500 e
Dito com agua de Colonia a 300 e
Gai rafa com aga divina a. .
Frasco com extractos Unos a .
Latas pequeas com banha muito
fina a 12('e......
Sabonetes de diversas qualidades a
80, 160, 240 e......
Finas escovas para dentes do 120 a
Lindos coques modernos a. .
l'avios para gaz, dazfa 240 e .
Escevas para fado a 500, 600 e
Ditas para cabello a.....
Pentes para tirar piolho a i60 e.
Brincos de cores, bonitos a 160 e
Pecas de tranca de lia com 8
varas por.......
Oleo para machina de costura,
frasco a........
Peonas d'aco finas caixas a 800 e
Dita d'a?o Perrr, caia a. .
Galo de algodo peca ....
Lindos babadinhos e entremeios
peca de 500 a......1050
Mikroskope achroma-| OWe^v
tisehen. Objetiv Lin- ^ \}
sen. r '--------
F.aromctre e termos
metre. Gentigrade
e reunmeure.
E crystal de rocha do Brasil.
Fusto de todas as cores e qoalidades' somos os nicos em Pernambnco que pode-
irrande sortimento. mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
Flanella branca e de ert. apurado gosto em semelhante materia, gra-
Flores, o que ha de mais rico, quer cas ao bom gosto do nosso forneeedor m
soltas, quer em remos, lem o PAVILHa ) Pars, podemos garantir que ninguem neste
iA AUORA am punnanente jtrdim a genero o possue melhor, ncm mais am
dispofico das Exraas. familias. coata.
E' dispondo d to grande e variado jortimento que os proprietarios do P.A-
VTLHO DA AURORS se apresentam ao publico declarando desde j que a sneeriaa-
de e o bom gostoo movel nico d seus negocios.
ProtfdOsde lujo e promptos sempre a prOver-se do que por ventura lhe
aei- npcessario, os proprietarios deste snmptuoso estabelecimento recommendam-so
s^m rcein de serem centradictos e protestara esforcar-se por continuar a merecer a
que se Ibes tem dispensado ; cerlos de que do seu estabelecimento nSo sahira
o freuez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
exerntar ci m promptido e bom gosto qualqner trabalho que Iho.seja
l'ma nwdisla especialmente occopada nos trabalhos do PAVILHAO DV AU-
ige os que lhe sio coneernentes, garante por seu apurado gosto e promptidao
rio e a mais completa perfeic3o nos seus trabalhos.
A numerosa freguozia que nos honra urna prova do qoe merecemos o con-
io nosso estabelecimento, conceito qua procuraremos firmar cada
i3a a concecucao do fim que nos propomos, temos no nosso
Itiman flgurinos de taris, qoe recebemos por todos os paquetes, yos
;m vistosas familias nossas freguezas, aflm de escolherem,
d fasenda o gosto na forma.
Na ofiema de alfaiate, junto ao eslabelecimerito,- ha igualmente os flgurinos
pw todos os vpores se recebem.
o modo porque, nos apreseotames pediodo a proteccao do illastrado
nais profuudo respeito convidamos s excelfentissimas Sras. a visi-
, certas de encontraren^ jille felb mio pfeco possive-
is levar as fazendas e amostras onde forera podidas, visto
^ quanto temes.
/o3o iMii^obruAo Aberto das 6 s |9 horas da noite.
32i
26'
20-
32
1080
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7(K
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60.
10OO(
1040
40(
F. J. Germano, recommenda ao publico, seus Uros periscpicos aperfeicoa
dos- porque, com esteb \idros, a vista descansa, fur'tuica-se e nao a-canea como cjm
osvidros ordinarios, Urna vez ecoloido un vidro, pode durar dez annos, emqnantn
cada vez mais grossos, o que altera o crystaliuo do 6lho e determina quasi sempre do-
res de cabeca- O alcance ordinario da vista 'perto de 30 centmetros do olho, e,
todas as vezes que o objecto est mais perto ou mais loaga, os raios que expolie sao
mui convergentes ou uui divergentes e a viso nao perfetta. Um grande numero de
pessoas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a viso" nao distmcta.
Com a applicaco de meus vidros pdese vencer esUs difficuldades. Para os que tem
a visla curta e rajo crystaliuo mui convexo (o qoe faz ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-seo ponto de
vista, o que faz divergir os objectos e deixa ver to longe como as outras vistas. Quan-
do o'crystalido muito chato, o que succede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama presbyla, vem meibor de longe que de perto, e nao enxergam senao
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, esles enxergaro
tac distioctamente como na idade de 15 annos. Serviudo-se destes vidros quando e
vista' principia enfraquecer, previne-se o mal.
F J. Germana encarrega-se pela sua elgeriencia, tendente aos olhos, a e s
colher, a primeira vista, seja qual for a idade egHb de vista, oculos propnos.para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros T 7
Para a vista myope, (vista curta). Para a vista que nio supporta os raios
Para vista que se cobre de nuvens. solares nem grande claridade.
Para a vista que por momentos, v es- i para a vgta da da catarata#
voacar pequeos pontos negros. ag paipeDras esto cer
Para a v.sta que as palpebras tremem ^^ de gailg^
pLraTrista que os olhos sao desiguaes.! Para a vista que om dos olhos myop
Para a vista que se tuiva com o traba- e outro presbyto.
libo e a leilura. Para evitar finalmente que o crystahno
Para a vista presbyta (vistagalon ). do Olho se cobra do catarata.'
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservaclo d
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade echei
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, co*
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transpareni'
e outras qualidades.
Finos extractos ingieres, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel che-
-o de violeta.
Outras concentradas e de cheirbs ignaJ
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidadt
eom escolhidos cheiros, em frascos de difli
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menore
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figo
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha paca barb
Caixinhas com bonitos sabonetes imitasd
fructas.
Ditas de madeira invernisadi contendo I
oas perfumaras, muito proprias para pr
entes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tas
nem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, '" d
molde* noros e elegantes, com p de arro'
^ boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentea.
Pos de camphora e outras diffawnU
realidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coquea.
Um outro sortimento de coques de no
os e bonitos moldes com fihts de vidrilhc-
i alguns d'elles ornados de floro* e fita-
j.sto todos expostos apreciaco de qce*
>s pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOR
Obras de muito gosto e perfeico.
Flvellas c fita para cinto*.
Bello e variado sortimento de taes obj*>
ios, ficando a boa escolha ao gosto do co
prador._______________________-
KII'! POPUIiA
DA
FABRIfA NACIONAL DA BAHA
DE
Teixeira Udrtco frC*
Acha-sc venda esto ptimo rap, nico pdc supprir falta do princeza f Lisboa, por s
de mui apradavel perjume, viajado, e a pWQo
mais mdico possivel; e por isso tem sido assa
acolhldo as pravas da Baha, do Rio de .Janeiro
em outras do imperio : no escriptorio de Jjaqnit
Jos Goncaives BeltrSo, ra do Commercio nt
mpro 17 '. ______
fASSomliAiisa-c.
Apoli;
37, O:
20
24(
7CK
48(
i 4I
^ 16'
Ditos de louca muito fino a 120 e
Ditos para ajfja a 160 e. .
Caixa com papel amizade a. .
Ditas com envelopes a. .
Ditas com obreias a. / V
Caixa com agulhas fundo doudO
Ditas de ditas ditas a.....
Thesoura para costura a 240 e
Caixa com linha de marca a .
Linha .de cores em novellos (li-
bra) a........
Carreteis de linha Alexandre de 70
at 200........
Grampos muito finos com passa-
ros, duzia a......
Cartas portuguezas, duzia a .
Ditas francezas a 2)5200 e .
Papel almaco e de peso, resma a
3,5400, 35500 e .
ua muito fina para bordar, libra
Fita de algodo para 'debrum de
sapatos, peca' a.....
Ditas de 13a para debrum de ves-
tido, peca a ......
Pentes finos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 240, 320 e......
Ditos para aparar penna a .
Rosetas pretas, par a .
Tranca do 13a decaracol peca a 40 e
Fita de coz peca a 480 e .
Alfinetes de lato a.....
Sapatos de la para crianca a 400e
Gravata de sedas de corea a .
Calcadeiras a......
Grande sortimento de rendas das libas.
Um par de suspensorio de kerocha poi
lOOris!!!!!!!
Ka verdade na da 4|*iwad<
m. **.
50
2
50!
10
20
140
30OO
4,550
6W
16<
4
32(
50
10(
X
10(
56(
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80
20(
8(
Sortimento de .binculos
para tbeatro, e oculos de
alcance para o campo e ma-
rinha.
f'!'llteL-
.

.
Lonetas, pince-nez e
face--main, o uro, prata,
tartaruga, bfalo, ac,
^*^ etc., etc.
Tem fihnbem grande sortimento de relogios para parede, que do horas e para
eima de mesa dos mais lindos modelo .Relogios para algibeira, de ouro, prata, prata
dourada efeleada, ingleses, spissos e orisontaes dos memores eaiais afamados fabri-
cantes.
Vendas em grosso e a retalho. Em Pernambuco.
N.ai-Rjia Nova.21.
i i-__/ __Lili_____________
a
fu
mado.....11
Vendein em snns armazen?, no eaes do
d. 7, E-cadnIu n. 1 e na do Amorim n.
seguintes gneros:
Aqo de Milao.
MiIIhi em ecas grandes.
FareMo etn saccasde 90 libras.
Chumbo de ninnico surtido.
Metal amarello para forro di nvio?4
Machina- para descarocar algdao de 14, Itt 1
sorras.
Kerosene em latas de S galoes.
Cbampagne do afamado tahricante Krug.
Hormoulb.
Vinho do Porto engarrafado.
Coac do afamado fabricante Gactier Frres.
Fogo da China, caixinha?, 40 carias n. 1. Extra.
Genebra ingleza Od (om
Cimento Remano.
Cimento Hidrulico.
Cimento Portland.
Gesso para e-tuque.
Cannos de barro para esgotos.
Gradamenos de ferro para jardins, calcad ett
Carros de mao para servicos de armazens.
Garrafoes com 5 galoes de vinagre tinto,
dem com 3 galoes de vinagre tinto.
Chumbo em barra.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recobe-se por todos p>qne-
Ai translanticos mxas de qualidade superior, ven-
le-se em caixa on porcSo mais pequea e mai;
jarato de-qne qualquer outra parte ; na rn% da
2ad9ia do Reeife n. 51, 1* talar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Niciheroy.
nico deposito em Pernambuco aes da alfan-
dega velba n. 2, 1* anda.
Vende se wn engenho d'agua distante desta
praca tres legoas, rooente e corrente, com nma
safra fundada para mais de dous mil pies, kas
vaneas frescas e de muita producrao, e outra.1-
muias proporcoes, que se mostrara ao compra
Jjor : os prelendentes dirijam-se ao bairro d>
Reeife entender-se com o Exm. Sr. barao da So-
ledade.
AUGUSTO PORTO acaba de rebeb r pelo uilimo vapor da Kuropa, uperiores
sedas pretas proprias paa os ictoa da quaresma sondo :
Gorguro preto do seda que ha de melhor.
Grosdenaples preto de diversas larguras e qoalidades.
Mafctas pretas de bh.nd muito Ikidas para senhoras.
e casemiras pretas, paonos azues merinos, bombasmas, princetas e alpa-
cas prets e de cores.
Basquiiies de seda e guipure pretos das mais modernas.
Veslidos de bloiid com manU e capella para noivas, fronhas de esgniSo e cam-
braia de linlio bordadas, colchas de seda, ditas de seda e lia, cortinados bordados para
camas e janellas, veslidos para, baplisados, enxovaes para criancas e soperiores saias
bordadas.
Cortes de setim de cores e ditos de seda dos mais modernos.
Poupelinas de seda Iinho lisos e cora listras gostos elegantes.
Luvas de peliea pretas, de cores e brancas para homem o senhoras.
Malas de cooro d todos os tamanhos para viagens,
Camisas bordadas e lisas para homens e meninos.
Grande sortimento de fazendas- propalas psra fabric .- de engenho que se vn-
dem ooto barato, confiando ter sempre as afamadas
Esteiras ite %id p*a C^^at e tapetes de muitas qtia-
fichdes.
II.....Bn Ottchnado.....II
CADET
CURA
em TRES nAS


Diario de Pernambuco Sabbado 5 de Marqo de 1870.
i
DE
BARATAS, NA LOJA E ARMAZENI
-^^ DO %
PAVAO
DE
FEt;iX PfiRRSlR.t A (WIiTA.
Ra da Imperatriz n. 00.
0 propretario deste grande estahch amonio, tendo dado balanco no llm do
.wtehniGiosso
PARA NEGOCIO
POR PKKCOS MUITO BARATOS
O BAZAR -DA MODA
Ra Nova n. 50
tu
ft6 QtIMAU
;#0.
O respeitavel publico encomia neste estabelecimento, nao so um grande sor-
timento do mais apurado gosto e luxo, assim corno todas as fazendas deprimeira ne-
.essidade, e de todas se dao as amostras com penbor: as pessoas que negcciam em pe-
quena escalla, nesta casa podem sorlir-se de um ludo, venJendo-se-Ihes pelos mesmos
precos das casas inglezas.
Sxplendido SOrtinientO de Crochs para cadeiras e sofs
rOUpaS fetaS 9 Pav5 tem "grande sortimento dos
NA LOJA DO PAVO RA DA i j;" on,t0S Cr0cb,s W'0S para cadei'
IMPERATRIZN 60 raesas' almofadas etc etc., assim
Acba-se este grande estabelecimento com- 2T P3E? PV c2b,'r Presenles- e ven"
tamp.ntfl miirin ri9e mAih/Aa rmm i de'se rirtls bato do que em outra qual-
)letamente soilido das melhor*es roupas.
leudo calcas palilts o coletea de casemira,
le panno, de brim, do alpaca, e de todas
8 mais fazendas que os compradores pos-
am desojar, assim como na mesma loja
em um bel lo sortimento de pannos casemi-
*as, brins, etc. etc. para se mandar fazer
Tualquer peca de obra, com a maior promp-
do vontade do freguez, e n5o sondo
>brigados a acceta-las, quando nao stejam
quer parte,
ALGODAO ENFESTADO
Vende-se urna grande poit5o de algodao-
sinho americano com 8 palmos de largura
proprio igra lences e toalhas tendo liso e
trrncao qlie se vonde por preco muito em
conta.
Panos de ilnho
Clicgou um grande sortimento de pecas
j ^a110 de ,i:ili0 do Po,'t0 (Iae se vedem
n rs. at 1,5000 a vara, garantindo-se
.omplelamente ao seu contento, assim como e -
'este vasto estabelecimento encontrar o ., V" ', "TV '"'"' e"""1"""80
espeitavel publico um bello sor'imlnto de fc 0! fazenda de lin.ho n3 ,ha nada me-
nsas francezas c indezas. cern! rl ,or' ncm ma ProPrto Para 'ences e toa-
comisas francezas c inglezas, crcalas de i
inbo e algodao e ou'os muitos
artigos
jreprios para homens e senhoras promcl-
eado-se-lbe vender mais barato do que em
mtraqualquer parto. Na ra da Impera-
ra n. 60, loja e arraazem de Flix Perei
a da Silva.
Pechincha a 2^000
Para lences.
Na loja do Pavao vende-so superior bramante
:om 10 palmos de largura, dando a largura o mui-
rimento do lene/il, sondo apenas precio para
:ada lencol um e meto, on um e um quario me-
ros ; alm desta aplicacao ten mitras muitas
jara arranjos do familias o vendo-se pelo baralo
;reco de 2*000 o m"ro. Na loja do Pavio, ra
ia rapajatriz n. 60. De Flix Ppreira Ja S:lva.
Ciasgas de linho
Vende-se gangas de linho com qna trinos
imito boa fazenda, para roupa de homens
meninos e vende-so pelo barato preco de
500 rs o covado:
PECHINCHA EM 1>AN\T0 PRETO A 2:00.
O Pav5o vende superior panno preto lino,
para pallitots, calcas, eollotes, etc., pelo ba-
ratissimo proco de 2:100, o covado, gran-
de perhinclia.
Cortes de casemira preia a 4OO
O PavJo vende os superiores corles de
caserairas pretas entestadas, pelo barato
preco de 1:500, c pechincha.
PECHINCHA, ALGODOSINHO A 1:000,
O Pavao est vendendo peras de algo-
15osinho francez, tendo 1 palmos de largu-
ra com 11 metros cada peca, pelo barato
preco de 40000.
Pecas de madapoln a 3:500.
O Pavo vende pecas de muito bom ma-
iapolao tendo 12 jardas cada urna pelo ba-
rato preco de 3:500.
GROSDENAPLES PRETOS.
Chegou para a loja do Pav3o um grande
sortimento de grosdenaples pretos, tendo
ie 15500 at 5/J0O0 o covado neste genero
os melhors e mais largos que tem vmdo ao
mercado, aspira como bonitas sedas pretas
.avradas, rr.oireantiquesetc, todas esias fa-
:endas, vendem-se mais barato do qne en
ootra qualquer parte, por ha ver grande
oorco.
PERCALLAS E CHITAS BARATAS.
O Pavo vende um grande sortimento
Jas mais bonitas chitas claras e escuras, mais
aarato do que em outra qualquer parle.
4 assas a 2 40 rs.
Vende-se na loja do Pavo bonitas cas-
tas de cores fixas a 20, 280 e 300 rs. o
-ovado.
Cambraias brancas a 5:000 a w.
S o Pavo vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
;argura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a 7^000 e 8.S000,
iquida-se pelo barato preco de iJ000.
alpacas fcrllhantes a l. e SOO.
O Pa^o tem o mais bello sortimento de
ilpacas lacradas eom as cores mais delica-
das que tem vindo ao mercado e tendo bas-
ante larguaa, vendem-se pelo barato preco
le 1.5000, e 800 rs. o covado.
Boa pinga do Douro
A :'-iOoO
Flix Pereira da SAra, ra da Imperatriz n
60, acaba de rebeber nma nova remessa do seu
muito acreditado vinho puro do Douro, e muito
proprio para este clima por nao
vende em barris de 10 a 32.
ter gonfeccao, e
Com palnaas de seda a IAOO rs.
Para a loja do Pavo chegou um rico
sortimento das mais.bonitas lasinhas com
patatal tb .^eda leudo de todas as cores e
padies, sendo- faz'iid.i bastante larga e
vende-se a 1500 o covado.
AS CHITAS DO PAVO
Vndese um brilliante sortimento de
chitas clarase escuras poi-'precos mais ba-
ratos do-que om outra qualquer parte.
II aupe para eseraves
V na loja do Pavo, um bonito
soriitBMgtn de roupa par escravos.
I rtlPKLINAS-Dn PAVA A 500 RS.
O 'indas poupelinas de
lia V poupelinas de teda,
un faaeada muito leve com as mais lin-
lacoivs, sendu: v*re Bisinark, r6s,azul
yrto, cnsnto, perolla etc, etc. e vende-se
pelo baratissimo p-'C de 500 rs.
ALPAGAS LAVHADAS
V nde-se a mais bonitas alpacas lavradas
com os mi'lhores gastos a 640, 800 e I0OM,
o covado, alpacas lisas de todas as cores a
6W e 720 rs., alpacas brancas lavradas li-
sas e^de ordo.
*
PEGHICHA EM CHAPEOS DE SOL
Chegou um grasde sortimento dos me-
ihpres chapeos -do sol de seda, ingiezes ten-
_ do nesre artigo o melhor que tem vmdo ao
mercado assim como urna grande porco de
ditos de alpacas de todas as cores e todos
se vendem por preco muito mais barato do
que em ootra qualquer paite, por haver
grande porco.
Os baldes do Pavao a 25000,
Cheg u um grande sortimento de baloes
ou crenoluias do feitio mais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo preco de 25000 ca-
da um grande pechincha
CRETONES MA USADOS PARA VESTIDOS
A 640 E 800 RS.
Para a loja do Pava chegaram os mais
bonitos i-retoes escuros matisados, pro-
prios para vestidos, roupao chambres etc.
que se vendem 800 rs. o covado, assim
como a mesma fazenda cm padr5es claros
proprios para vestidos e roupas de meni-
nos a 640 o covado, sendo os padroes mais |
modernos que tem vinpo ao mercado.
. m ? mil mm de
LASINHAS LUSTROSAS A iOORS. 0 CO-
V.\BO.
Qqaado a AQUIA BRWCA, mais precisa scientiflear ao respeitavel publico em
geral, e om particular a sua bqfrfreguezia, da imnensidade de objectos que ltimamen-
te tem receido, justamerequandq ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ih'a attenderlo e relevaro.
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida Ir ja da AGUIA BRANCV ra do
Queimado n. 8, onde serapre acharo abundancia em aortimento de SupwkMi !) em
qualidades, modicidade em pcecos e o seu nunca desmenltido AGRADO E SINCEltiOADE
Do que cima Oca dito se couhece que o tempo io qut a AGUIA BR4NC\ pode
dispr, einpregado apezar de sens cusios no desempenho de beui servir a aquellos que a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam,"entretanto sem ennume-
rar os objectos que por suj natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos cuja importancia, elegancia e novidade-os tornam recommendaveis, como
b- m seja : ,
Corpinhos de cambraia,^rimorcsmenle' Capailas brancas para meninas,
enfeitados com litas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
nos (s tornam apreciados.
Utas mni largas de d'-vePsas cres e qua-
lidades para cintos.
Leques ueste objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-Ios minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal Bonitos e modernos pentes
o grande e variado sortimento que acaba para circular o coque,
de chegar, mas pan nao massar o preen- Bonitos brincos de plaquee,
dente se Ihe apresenlar o que poder de! Aderemos e brincos de raadrcocrolr
melhor.
Grandes sortimento de llores unas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande c constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p do arroz c pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos
Entremeios cm pecas de 2 tiras.
Guipure branco c preto de divorsas qua- j
lidades c desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos do seda para chapelinas e monta-
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para menioos.
Enxovaes completos para baptizados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas par% ditos.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quacs sao movidas por um machinismo
urnas substitnem as ouras.
Vistas para steicoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas dt iadcira envernisada com vispo-
ras e com dminos, *
Bollas de borracha para brinquedo de
criancag.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeitcs de mesa e de lapinhas.
Vende-se por menos de 10, 20 e
SO' NO
PARA A FESTA
30i
ABMAZEM CONSERVATIVO
N. 28Largo do Terco.N. 23.
DE
S o Pavao
Vende-se um
aaais modernas o
grande sortimento das
elegantes lasinhas para
vestidos, cora as cores mais novas qoe tem
nado a este mercado, sendo com lislrinhas
miudinbas que parecem de urna s cor e
.ora tanto lustro que imitara perfeitamente
is poupelinas de seda, e veadem-se pelo
barato preco de 400 rs.
Os setins do Pavao
Vende-se os mais bonitos setins do cores
; mais encorpados proprios para vestidos
endo de diversas cores.
FAZENDAS PARA LUTO *
Na loja do Pavo.
B^contra o respeitavel publico ne?te estabeleci-
aeoto nm grande sortimento de fazendas pretas,
lomo 8ejara, cassas francezas e inglezas, chitas
jretas e todas as qualidades, fazenda de laa de
odas que tem vindo, proprias para luto, como
tejam, lazinhas, alpacas lavradas e lisas, canto,
jombazinas, merino, etc., que tudo se vende por
>reco barato.
Vadapolo francez a 7$000 rs*
Vende-se pecas de madapolo francez
;om 22 metros pelo baratissimo preco de
W)00 a peca, pechincha.
Altas novidades em sedas
Chegou nm grande sortimento das mais
odemas poupelinas ou gorgurSes de seda
i linho com os mais elegames padrees que
em vindo a este mercado sendo, miados e
{raudos, tanto em cortes para vestidos como
para vender em covado, assim como um
xmito sortimento das mais bonitas sedas
listradas que se vende tudo muito em conta
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porco de cora de
arnauba em saceos por preco mais barato
lo que em outra qualquer: na loja do
?avS6 ra da Imperatriz n. 50. De Flix
'ereira da Silva
Merino de cordSo
Vende-se merino preto do cordo pro-
M-io para calcas, palit t -, e colletes, pe'o
larstissimo prego de iJOOO, o covado,
MLfeSTIAbdoPEITO
HYPPHQSPHITOS
dnOr-CHRCHlLL
XAROPE de H YPOPH0SPHIT0 de SODA
XAflOPEdeHYPOPHOSPHITO de CAL
PILUL AS deH'f P0PH0SPHITO de QININD
CHLOROSt ANFMIA
XAROPErieHYPOPKOSPHITO Je FttRQ
P1LLAS de HV POPrJOSPHiTRdefflAHBA(SIA
QSSl BRONC
PSTIL PECTOUES^i-CIDHaL
Exigir para os xaropa o (rateo fittdrt^ 11~-
tojtoi producto i nai|Btiav OBXLZ., e o ietreiro com a wrca 4c Mtrica da
PiMUWtcia E WAJfW, lt r%aC(ut0Uo*t.>ARll
SiMAO DOS SANTOS 8: C.
Os proprietarios deste bem sortfdo armazem de secco e molhados esto r6-
solvidos a fazere urna grande diminuido de precos as suas mercadorias, como se apro-
xima a fest^ e sempre se fazem avultadas compras para o centro e praca por
sso prcvinem ao respeitavel publico em geral, que mande fazer suas despencas e cer-
tos de que verao a grande dierenca em procos mais do que em outra qualquer parte
e garantindo-se as superiores qualidades.
GAZ AMERICANO 9.J500 a lata, e 440. SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
rs. a garrafa e 660 rs. o litro. 620 rs. o kilogrammo.
VINHO VERDADEIRO F1GEIRA 560' FARINHA DE ARARTA VERDADEIRA
a garrafa, e 4^500 a caada e 800 rs o ti- 640 a librae itf4O0 o kilogrammo.
lT0' ROLAXINHA 1NGLEZA MUITO NOVA a
DEM DE USROA das memores marcas, 400 rs. a libra e 800 rs. o kilogrsmmo.
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 25800 e i VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
3?3200 a caada, 660 e 720 rs. o litro. masso, em caixa ba abatimento.
DEM BRANCO DE LISBOA a 0OOO.', PHOSPHOROS DG GAZ E DE SEGU-
a caada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litrO! RANCA, 28$ 400 e 560 rs. o masso,
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA 3*200 e 6,5500 a groza.
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 10400, AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAS
1,5800 e 2200 a caada, DE MUITOS TAMANHOS I AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a '^^ WSOO, 5#00 a lata e a retalho e 10
garrafa, e a 70 a caada, e 10340 o litro. a ,bra.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 10400 e GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
10280 a libra, 30060 6 20780 o kilo- o masso, e ftn caixa ha abatimento.
grammo. BATATAS NOVAS DE^JSBOA 60 rs.
DITA FRANCEZA 90 900 850 rs. a bbra, em caixa fax-se abatimento.
a libra, e 20100, 10980 e 10860 o kilo- SERVEJA INGLEZA MARCA II 50500
grammo. a duzia e 500 rs. a garrafa.
DITA PARA TEMPERO 560 rs. a li DEM BASS, VERDADEIRA IIILERS &
bra, 10220 o kilogrammdir em porcao se BBLL, 800 rs. a garrafa e 90 a dtizra.
720 rs. a libra, o 10560 o kilogrammo, em 800 rs. a garrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E HAMBUR-
GEZA 70 e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE .AROMTICA,
H0 a frasqueira e 10 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
30000, 21800 e 20400 em caixa ha abati-
mento.
TOUCINHO DE LISBOA MUTTO ALTO
400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 116500 a arroba. ^
LINGigAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TA^ 15000 rs. a lata.
tOMBO DE PORGO ASSADO JA PROMP
TO a 1(5000 rs. a lata.
CHA FINO. GRAUDO E MHJDINHO
30200 e 26800 a libra, e 60fDO o kilo-
igrammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 20000,
2>?2no e 10800, rs. a libra.
.. gentos, vinho em ancoretas, azeitonas,
muito novas, passas e figos nnvo$ charutos memores eonserveiros em Lisboa, gelea de marrillo, pcego, ervilhas, m latas, por-
tugwr8 e franrezas, vinh verd engarrafadn i retalho, peixe em Iatrs, bem como
pescada, tainha, pargo, goraz, lula, corvina, vezn^o, cavalla, sarda e sardinbas de Nan-
tes. Canella, cravo, ervadoce. corafeho. pimoota. gi'andesmoflws de sebolla 10500.
Fnahieate mnto* outros gneros (ftt^nfandonbn menciona-tos.
Coques ralac5o do cabello,
guarnecidos de bellos enfeites
ultima moda, a duzia .
Papel superior de quadrinbos,
cm caixas com 20 ca demos a.
Envelopes porcelana, muto boa
fazenda o railheiros em caixi-
nhas de 100 .....
Botos de csso bem pulidos para
calcas, a grosa .
Ditos cobertos do superior selim
de todas as cores, a grosa dos
pequeos a 30000, e dos gran-
dis a. ...
Ditos cora nteressaiites pholo-
graphias para punhos a duzia
de pares a......
Ditos de osso imitando o marfim
com lettras a duzia .
Ditos lizos muito boa fazenda a
duzia .
Abotuadurss para camisa sendo :
2 boloes para os punlios, 3
pala abetlura e 1 para o col-
larinho brancos, escarlalates,
o pelos a duzia ....
Brincos de cores a balo, cousa
muto chique a duzia de pares.
Lindos frasquinhos empalhados
:om bom extracto para lenco
a duzia. ......
Hitos em bonitas caixinhas ca-
da frasco a duzia. .
Tinta para marcar roupa, muito
superior c;ida frasjo em sua
'3 xinha a duzia.
Livrinhos com capa de metal
docrado c com bonitas orocoes
para a missa a duzia. .
S;ibonetos de amendoas amaa-
gas especialid: de do BAZAR
OA MODA, a iuzia .
Lapis pretos tic superior quali-
ude,.oitarados a grosa 30 e
Escovos finas para dtntcs a du-
zia a l>C00e.....
Aiinetes muio bons, brancos e
pretos, a duzia de caixinhas a
Penses pretos de muito boa qua-
lidadc s grandes para alisar
a duzia.......
Ditos ;marellos fazenda superior,
para alisar, a duzia. .
Ditos de borracha > om costas de
metal para repassar, a duzia.
Ditos enfeitados com contas de
cores a duzia a 40. 50 e. .
Interesss^ntes coquinhos capri-
chosamente escullidos dentro
com um b'im e lindo rosario .
a duzia 100, 120 e I
Grande sortimento de miudesas.
Grande sortimento de quinquilhariag.
Grande sortimento de perfumaras.
Pagamento realsado i o mesme mez da
compra com descont do lo o/0, ou letra
acceita a seis mezes de praso.
Jos Soares de Souza & C.
40000
Para a quaresma.
* foja O* la*tH>
Osoropean< de.-tu itpporiame p.-i i Jerir.pc
or^eberl, pelo ultimo r."-
WhScs i\e gnrgnr.-io proto Su uMtaX*
nteiraraente rwvirtade, redas o p recrees nre^-*
[Pinos scriimpnlo ctmpkfo, o tuOlkir a i*
Dinjam-e. pr:is, tod.
omprar ->tf% artigo-., ra .1^ i 7 K
acient.'s de que, em pr.^s au se .' ,v i,i ,;.
0OO
80500
30500
S0OOO
10000
80000
'5900
00000
705OC
6509
40000
30COO
2.0800
uiaw
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 22cwuttw
vuNNAr-nm completo sonmtnlp de ma-
china* para costura, dos .nitores mais co-
nhecidos, as quacs esiao cm exposco no
mesmo Bazar, grantindo-tc a suab&aqus-
lidade. c tambera en.'ina-.ie com peifeiciw
a todos os cempr? dures. Estas machina
s5o iguaes no seu traballio ao di ''.) cosjtu-
reiras diariamente, e a sua pcrfecSo tal
como da melhor cosiureia de Pars. Apre-
sentam-se traball.os execotados p;!
m;is, que muito deven agradar aos tretc
denles.
;>700
^700
20400
00000
40000
porcJo se far abatimento.
ARROZ DO MARANHAO E DA INDIA
120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
30400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo- e 60000 a arroba.
GAF EJTGRO 60 e 60500'ftrroba,
200.240 e 260 rs. a libra. 440 e 620 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA-
LHARjN E ALETRIA, 560 rs. a libra e
10220 o kilogrammo.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, bem como perola bri-
Ibanle, combination, Franey-cracynel, mixed
Britania. Mdium. Fancy-nic-nar a, b, c, e
soda a 10000 e 10400, cada urna lata.
Assim como ha outros muitos
a loj e arraazem doPar&o rya da Imperatriz n. 60.
PARA A FESTA
3 portas, ljn de rr a^rem
53-Uua Dirsita 53
fifta mnete eUktle',im.nto, hi pera ren'^t
om completo KHlipiflOto de fe
finas e grossas, cotilo sejaia bandetes
qaadrada e ovaes, facas e jrarfVts m 1
iee, fcalanoo tnteiro t/2 ba;^aeo; pajrll.'!'..che- l
Hmtu, oacarollas, frikirK-, .i.^, Vito, lkjn,r,'d no R'9 Formuso, prximo do em
diversos umanhos 8o torteaste -., y,jesoi kilo- massap roda da moenda, mattos man^ac
>!**-*. p^wSr^ a tratar na ra cTAurora n. 26, ou na d.
cardo, njaeii-as para dasca- mr>'ir.'Klor D. 20.
CEMENTO
pof; h.and.
Miarollo de Vicente to-
la Cosa & Pilbo, ilefroute do arco da I
ni barncas (ran^<
VBNDE SE mi arronda-se o engeno
S. G^-p.ir. sito na fre^u.zia de Serinhi
para daso-,
Mq de ouln artigos de teVa-
utHarit? iiie.'que s eom a vw-
b jiajua Ui-etta n. TO toja de 3 por-
ue de Maaoel Beato de Ovra Erag& C.
-------
!VeQ 'preco commodo : na u do Apollo n. 4.
De superior qualidade da mu accrediu
da fabrica de Bisquit Dubouch drC, en
cognac urna das que mais agurdente dt
cognac, fornecem para o consummo dt
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra d.
ommercib n. 32.
a loja do Passo
Os requisfiroos corles de bloi.de de fca coa
manta e capella para casameDlo, H-ndo w>t v-
tigo o que se pode deejar de piclhe e i
derno, tamben) cheparan os cortes de e
ros novidade, e cotras rmiias lan :.-u
i|tie cliegara:u pilo ultimo vi por f ,.,
a loj.i do Passo na do Crespo n. 7 |
(AZTaTGjZ-
< Chegou ao anttgo deposito de tlenry Forster &
o., ra do Imperador, uta earregamenlo do gj
de primeira qualidade; o qual se vende em (g/S
e a retalho por menos pre?o do que em onto quaj-
quer parte.
Mho novo
Veaile-se em sarcos Kr.ir.ilcs. e por mono; .re-
g do que em ouiia qualquer paite ; para ver no
trapiche Dantas e para iiatar, ra do Apello.
Fnpio do engr-r-u Gamaragii'e iu u-ejawm
de Serinhaem pertaaceslcs a Gt*W M,-nriu
Wanderley os escravos sepiqea : Sbniuel rri ti-
lo baixo. grogo, nariz chalo, diz ser da Cosa r
ter sido cemprado pequeo, Jlo Cabculn de.ida-
de trinta e tantos annos, ps chatos, ventas rore-
bitadas, estatura baixa, cor feixada, i. uca barba
e esu na p. na do quclxo, Felipp mulato de (ta-
de do 16 annos pnneo mais on rnen is, baixo. ptn
so, sem deleito algum, leve bixos em pequeo. |">
rm pouco apparecc ; por isso pede .-e as sn
dades policwos e capiaes de cainpi a,cptui.i d
mesmos e lvalos no mesmo engPuho on ua rr.a
da Moeda n. .'. t andar escriptorlo de 'Iaioel Al-
ves Ferreira & c. que serao gratificados.
BRACO
Ra do Imperador n. 26
Neste novo estabelecimento encontra-s
diariamente um variado sortimeutowje bo
linhos para cha, pastis, podin.^, boms in-
giezes, pes de l. presuntos, ditos tm fiam-
bre, superior cha Hysson, preto, e raiudi-
nbo. Vinbos finos de todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-
veja ingleza, fructas muito boas, por-
tuguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento dt
caixinhas de todas os gostos e precos par;
mimosear senhoras, estas caixinnas recen-
temente chegadas de Pars sao de primora-
do gosto, offeresse-mo-las aos galanteador es
do bello sexo pois nellas acharo nm dignr
e serio presente para as donas dos seu.'
pensamentos. Tambem os apreciadores di
boa fumaca encontrarlo charutos dos me-
Ihores fabricantes da Baha e de Havan.
sigan es do Rio de Janeiro etc. etc.
Doces d'ovos seceos, christalisados e dt
calda, ditos de caj e de outras qualidades
Nesta casa recebem-se encommendas pai
bailes, casaraentos e baptisados e qualquer
encommendas avulss, como seja p3o de k'
e bollos enfeitados e outros muitas couza;
que enfadonho mencionar. ___
CEWIENTO
0 verdadeiro portlaiui. S se vende n
ra da Madre de Deus o. 22, armazem d<
Joo Martins de Barros.
J. A, MOfEIRfV DAS
t-ni ronstanienieate em seu armazem, ra da
Gra n. 26, um completo sortimento fle
lialancas aecimaes.
Ditas orisontaes.
Pesos de ferro pelo ystema dedimal.
Bombas California para po?os, as laelhores que
ten apparecido ato boje.
Clianiins de vidro para candieiros a gaz.
lionas de todas as qualidades.
Agna florida.
firaix em oio?; n. 97.
Vidros para vidrar i.
Tnico imperial.
Vende- je ro em b un o-i i pretender dirij.i-so a
ra dolSInr n. 137, que aduja eom ^uem trat.ir.
I.eque do madreperola com seda, o todo d*
madreperola, mnito proprio para ni a?, cboga-
rara a loja do Passo a ra do Crespo n. 7 A, as
Bim como requissiijs chales-de. t^uuiim do- to
uas as cores, vestuarios bordados de cambra
para baptizados, meias de-escocla (novidade) mul-
to benitas para tsjtamae, iras. qn* gestan anda
de sapaii.iho ratoT|)M|Hy WfiW ariigos de gi-
to que os prop
recebido.
Fugionodia 10 do corrente mez u cabra i
venna, com ossignaes seguintes : altara regular,
cheia do corpo, testa estreita. olhos peqaenua e
belcos bastante rxos, tem o dedo miuinii da roo
esquerda am pouco dobrado para a palma da
representa ler 40 annos poueo maisou nin;.-
levou vestido c|p chita "ncarnada, com nn el: i
de cinta com baria azul ; tt-m o andar nm puoc i
emprnadii para a frente : desconfa se t\ne c
oceulta em alguma casa, pelo que se proicsta cern-
ir a pessoa que a tiver em casa, obrigando se pa-
gar os dias de servido : roga-se s anlVfidades e
capilae de campo que approuendain-a e It-viu-i.'*
ra d. Sebo n 2'.t, ou ra do Amorta] n. 9,
que ?er generosamente recompensado.
Fugio do engenho Boa vista, na c inare:. i >
Camaragibe, provincia das Alag.ias, o ewravo Ni-
colao, de idJe a4 annos, altura repnl;,r. sr- -.-
do corpo, andar banzeiro. tem falta de ttenm m
frente, rosto largo, barbado, costumaas vi,,-, fc-
er toda a barba, tem urna cicatriz na testa, e o*
ps grossos; este esrravo anda fngido desde o da
16 de Janeiro do mrente anno : roga se portan: >
s autoridades poiiciaes e am capiaes de campo a
apprehensao d *se esrravo, a entregar no ebge
nbo acimt mencionado, ou nesta pr?ca ruado
Vigarh n. 12, ou travessa do Corno Santo n. t\
1* andar, que s gratificar generos lente.
Acba-se ftigiilo o escr>vo Freni, "o, paiiU,
idade 20 anuo mais ou menos, eom ueiito em
urna perna e braco, esle escravo vcio ha pooco
do Sobral, muito ladino, enculca-se de forro,
desconfia-se estar acontado, o qne desde j pro-
tesia conlra quera o tiver feto. Graliflca-se W
quom o levar ou delle der noticia na ra da Ma-
dre de Deus n. >, tu andar.
Engenho Para'
Deste engenlio Para, freguezia do Ipojca, fcg#
no di 24 do correte mez o escravo Jli|L.i,
crnalo, dp idade.de 20 annos, boa figura, i
barba, eaba$a redonda, denles limados, f,i :ria ce'
Luiz Antonio Ifonterp, da fazenda da Biea, fre
guezia da Pedra, fi i vendido ao Sr. Manoel (".;<
valcanti de Albnanerque Bairao, e de-te ao nn r
sobriofio Jos A^ves Murinbo Falean, de tc;u
bouve por cvHJpr.: qui-m o levar ert dito enc-
abo, ou ne>ta praga 'rua da Cruz n. l. r ti'. i
bqa gratfficacao.
Jorf Valentim Vieirade.Ui il..
Fugio no da 26 do feven-iro, p>ia i' wr.,
escva ionla de n/ime Beizaria tiu? i j i
ter 40 annos, estatura baixa, com grsnd I. '.
dente9 e cou\nma sicatriz c.0 direilo, tendo levado doos cha rj
verdee ulrn li#tado de aenl e Iranc, m
a capturar srvase leva la a Pon
sitio de Joo Jos Rodrigues, Men '
da Madre de Deus n. 28, "que sen g
recompensado.
Fugio dn engenho Birlio-hon
do Bonito, no dia 28 d* fowMiro |
do, o eicrro de n*me iirarms, c iu
seguintes : cr f. la, uarifjeato, L
urna pequea m: i a de bciga cj alt '
estatura b ixa ctiet- lo Tr ps gr
feites, id ide 16 a 18 aan>e.
levando vesiido uatca farda. r.amia de g
zinbo chopeo de ii^ia aar4haJld|
escravo tei fugii
diz ser nii.r.Tl r r errii i '.-. '
KinhSem, e que h.i (tH'""ii"e.'.. de. u.
ne-mo Pede-se ao*rs.
autoridades p>! :
e o jimareni ao losroh ,
Sr. Antonio fi. r
n.i na da Ore? ii #, qua
rerontpen'adq.
Fu iu no dia" 27 de fever iro .
tonia, preta cri'ina. eom Waoii de *)
diadeoBria, levou -aia azul elaro de
capote branco de cambraia, loi fcrav;
noel Joaquira Alves do Santo?, mon'for
da Madre dn-'Deu-, d'onde velo dita -
or vendida nettt praca *or na ba-
radr, Hawai Antonio Tcix
cid;df ; rogase as autor*.
taes lie aa'nipd de a pegsi
Ohor, nafruada Guan. ".
reednafeasado do seu trabollio..

1 HHWl
i li.'.'




8
Diario de Pernamhuco Sabbado > de Maivo de 1&7
_________ *------------------------------------------------------------Jtmt ------------- '
i

UTTERATURA,
POCO DE TUDO.
CORPO LEGISLATIVO FRANCEZ.Vra-
mos do Tintes a seguiote analyse do
ecto da le relativo ao restabelerimerito
'la jurisdcgio do jury para os procesaos de
imprensa, ltimamente presentado do cor-
gislative fraricez:
t 0 projecto apres.enlado como .iatu -
ral conseqoenci-i da iransjormngio libera!
do imperio. Tendo as cmaras acgao so-
bre a constituyo o sobre o andamento
do poder ministerial, o paiz, cuja expres-
ivo o jury deve ser assnciado defensa
dos seus interesses polticos e soc'mes.
c As palavrss que acabamos de sobi-
i:har, susciUm urna primeira red xo
Como se pode dizer, n'um documento to
. no como deveria ser um relatorio apr -
.-ntado pelo governo, que o jury boje a
cxpn'ssSo do paiz ? J lembramos n'outro
sitio que em Paris o jury tirado sorte
d'um lista de 2:000 nomos nicamente, es-
COthidos pelo pref-ito, pelos maires e pelos
juizes de paz; todos nomeados e revoga-
vei| pelo governo.
t Na provincia, as listas departamentos
fomprehendero, conforme a populago de
cada departamento, 300, 100 oti 500 no-
mes, escolhidos e tirados por funeciona
i ios tambom completamente dependentes
do poder. E' um total, em toda a Franga,
menos de 40:000 jumos, por. mais de
f'ez millioes de eleitores. Menos jurados
que memoro da legi5o d'bonra; cerca de
;m jurado por communa; e jurados osco-
ihidos pelo governo oa pelos seus agen
ves.
Admittimos que urna lei especial nao
l'ossa abracar tudo, e que fique de reserva,
.iepois de se ter apresentado o principio da
Uribagao ao jury dos delictos d'imprensa
o oig;nisar-se mais tarde o jury em con-
digoes menos ms. Mas nesle estado de
coushs, o relatorio deveria quando menos
annunciar como prxima a reorganisagio,
sem a qua o jury vale quasi tanto como
os tribunaes correceionaes.
O relatorio, contando a historia a seu
nodo, toma por ponto de partida da appli-
cacito do jury aos delictos d'imprensa o
.ido addiciona! de 1815, ao que elle cha-
ma a primeira transformagao liberal do im-
perio. Parece querer atar a cadeia dos
pos, considerando tudo o que se seguio
tono prendenijo-se qoede ponto de par-
tida, como nao succedido, tuao o que pre-
cedeu. Mas passemos as regies officiaes
a apresentar as cousas debaixo de cores
mais \erdadeiras.
O projecto lem por fim a jurisdico,
a competencia, o processo. e a este res-
ucito devemos apontar o systema excellente
que empregar, seno mesmo inaugurar, e
dos qoaes seria para desejar que o legis-
lador fizesse para si urna regra absoluta.
Era voz de declarar que tal artigo em vigor
d'uma lei precedente fica revogado, que
outro, revogado n'outra lei, torna a Picar
em vigor, e de obrigar a->sim o publico a
recorrer a urna grande quantidade de rui-
nas legislativas, busca reunir, codificar tudo
-rum texto que basta s por si. E', repe-
timos, am methodo excellente; e se o pro-
jecto, nesta parte, nao realisou completa-
mente o seu fim, esse fim poder-se-tn at-
rancar por meio de multas.
Assim, o projecto nio falla do direito
de dar conta dos processos de imprensa
Nio conten nenhuma disposi;o derroga-
tiva do artigo 17 do decreto dictatorial de
17 de fevereiro de 1852. E' esse todava
um ponto a respeito do qual o projecto de-
veria explicar-se, ou pelo menos o relato-
i o. Se se conserva a prohibido, o q
nos pa ece inadmissivel o projecto devia
reproduzil-a para ser fiel a um methodo
que nos approvamos sem reserva. Se est
destinada a ser derogada por urna lei sub-
sequente, nao seria mo dal-o a enten-
der.
Efectivamente sao annunciadas mais
duas leis, e ainda islo approvamos. Pode
perfeitamente admitlir-se, cora o relaterio,
que un a legislago para imprensa compre-
hende tres leis distinctas: Io acerca da
qualificagio e da repressio dos i
i" acerca das formas da querella
dafrondice:- de wrlispub^itaces. A
! se aprsenla a segunda. Podo
uiUr-se, parcial, a diipo-
sic3q banal com flue termina o artigo 35.^
declarando deiciadas todas as disposigoes
mitraras aprsenle fei# Mas quando se
apresentarem ai gaitas duas, ser preeiso,
so se quzer# inaoglirar ni sua plenitude o
excellente syst,vma de codificado, que dis-
pensa de recorrer < ruinas dispersas das
diposices anteriores, ser' preciso urna
declarado b-m di ve rmente geral.
i S'se t-r alcsncado completamente o
intuito, guando s< ;>ier declarar derogadas
A\h as 1.1? e qoaesqiier disposigoes re-
I tivas^T imprensa, anteriores nova legis-
laco. Ento smeute poder parecer jus-
licada a codilicaro geral que hoje se for-
mula. .
^0 relatorio ennuncia depois os delic-
tos c contravencoes que ficam submetlidos
jurisdico correccional. S justifica a
excepcao lembrando quo tem geralmente
existido as logislaces que attribuem ao
jury o conhecimento dos deudos d'impren-
sa. Mesmo assim, a excepcao parece-nos
admissivel. Todava, desejaria que o pro-
jecto contivesse nmn definigao clara da con-
traveneno, e declai :.?se no que que ella
difiere do dencto. O relatorio reporta-se
as disiinccs estibelecidas pela jurispru-
dencia, o que nw sufikiente, especialmen-
te quando se pretende codificar de novo e
dispensar de recorrer s legislares ante-
riores
t O relatorio explica-se em seguida com
iouvavel franqueza, a respeito d'um ponto
particular. Agrada ver successivamente
tratados como elles merecem, todos os por-
menores dj rgimen sob que vivemos du-
rante desoito annos, desde as concepces
fundamentos da costiluig5o de 1852, da qual
bem se sabe o que resta, at... mas im-
possivel dizer" al onde, porque apenas se
enceton o caminho e lia de ser para ir at
ao fim.
t O ponto particular aqui a interpre-
taeSo dada pela jurisprudencia ao artigo
27. do decreto de 17 de fevereiro de 1852. pertencia polica, incidente cujas
funecionanos suscitan effectivament! ideas
de principios e qaesulej de i iteresse social
e tocam m lito de parto.
f A ultima disposicao que elogiaremos
i bem >s produjos de elogt
da pr dos de impr
sa. Deroga n'i so o arl 27 do deertt
17 de fevereiro de 1852, ou antes a jura-
prudencia que d alli tirava ama prescripcSo
de tres amos, em vez da de seis tatiki,
dictada pela lei de 1819.
Em resumo, e salvo as criticas,
multase os mlbqj\miojto*de -0rramito-
de que o projecto susceptivel, pareceos
elle satisfactorio na se,u ccajundo ; saft-
falorio pelo menos quanto- materia espe-
cial que regula, mas com a condico ex-
pressa de ser completado jpuJg>proximi-
mente, primeiro por umafci dfffeorgani-
saco completa do jury, depois pela que
deve qualificar os delictos de imprensa.
A proposito d'essa que se poier' per-
guntar se ta era materia de imprensa ver-
daderos delictos; se a liberdade deve sof-
frer outras restriccBes sen3o a respeito da
ditfamaco contra particulares; sa n3o de-
veria, quando menos, limitar a represso
as provocages guerra civil, seguidas
de efNto: em que medida, n'uma palavra,
devem ser acceitas as distineces da re-
cente circular do ministerio da jastica. O
actual projecto deixa de pe estas quetoes.
Smente qi^reriamos que, dentro de*a lito
00UCO3 dias, antes que a diCJSsJ d'elle
principiasse na cmara, o governo Ihe apre-
um
uro*
lixir por meio de um simples procsso,
'na iro solfre dilferentes
:net|H Hv^ aprei3otam depois
polim esfregait-1 o-os com
pedaca panno. O niakel rauilo duro,
Bttpcia dos cidos e dos
agentes BRrifos. D'este modo s
podem pniparr fcilmente osjobjedos de
uso diario, O segredo coisiste em submt-
ler aos procesios da gdvi-iopraslia una
solucio de um duilo sal de amoniaco e
de cobrel as so'.uces alcilinas de soda e
de pitassa/nSo permif-em separar o nickel
em estadQ.de4a:'r'7.i. As macteres quanti-
Jaiies dpiodT oo de potassa, arrtad#
,m o nickel, bastam para inpedir acohe-
uncid.
RUSS1V. -Pioiegut-ni com extraordina-
rio vigr os preprate os para a exptiicSo
univena^ russa. govern > concedeu
coramBsSo r t|iiantia, de 10.W0 rublos
pira ser di||fibui:la ero premios aos pe-
(]uenos_fispo5itor;. Hiver 59 medalhas
de ow, 100 de prala e 809 de bronze.
Os expositores mais dislioctos serao pro-
p)Stos para a-cruz e para o titulo de conse-
Iheiros em conaelbu de manufacturas.
.
MELHORAMENTO. as ninns de
oucly *adoptou-se um pra-quedas com
despertador elctrico, devido ao director
da mina o Sr. Matli^ii. Os operarios des-
cera aosf pocos es6bem n'uma espide de
jaula, qae se mo\ por meio d'um rebolo.
O pra-quedas ao Sr. Mithieu do sin>.
cabo,
dousprojetos0que"devem cia- pies consfrucelo ; ao qaebrar-se um
S 1%S rea di im,>rensa. ,! dous^rt, de fortes ganchos do forro c
mesmo t.5po que o prieto de reorgan,- ^^^^^0.
z.mchos vA i cu'.Lrm aj uias, I
sago do jury.
Seria urgente qoe, falta do minis-
terio, a iniciativa dos depnlados prep.i-
rasse, como fez em parte, esses elementos-
para urna discaso completa.
FRANCA. A'eerca^do ioeitnte havMo
no corp legislativo, era qo Hochefott
disse que Vermorel. o redactor do Reforma;
mimm i nniii-ia. iw.i'lenle cuias conse-
3o acer-
Oellc resaltara, e virara-so os exemplos,
que um jornal de Paris poderia 6erque-
rellado perante o tribunal d'uma localidade
qualquer onde houvesse penetrado. O re-
latorio chama a esta faculdade excessva I
desusada, no que tem raz3o, e chama si-
sudo oeste ponto o artigo 12 da lei de 26
de maio de 1819, no que tamben nao erra
Es'sa lei reserva va nicamente ao querel-
lante, como o projiclo faz o direito, de
citar o dillamado perante o tribunal da sua
residencia-delle querellante. Esta excep-
cao aos pncipios parece-nos justificada.
Devenos passar bem rpidamente pe-
los pontos relativos ao processo. e nos
quaes se encontram bellas coasas; garan-
tas, por exemplo. de promptamente se
sustar a apprehenso etc. Temos pena
de chegar a urna das disposic5es mais li-
beraes do projecto, a que autorisa, em ma-
teria de dill maQo contra fuecconarios. a
prova pon todos os meios da verdade dos fae-
tos.
A lei de 2G de maio de 1819 tinha-a
autorisado. A de 25 de margo de 1822
tinha-a prohibido, at sem ser por escripto,
ao mesmo tempe que estabelecia a junsdic
cao correccional. Esta altima disposicao
foi derogada em 1810, e resussitada natu-
ralmente em 1832. Seria difcil dirigir a
essa legislaran de 1852 mais justa e mais
sangrenta crtica do que a feita no relato-
rio.
t Propomo-vcs esta reforma, no duplo
nteresse da liberdade e da moral publica.
Se o autor da imputacao dr a sua prova,
prestar servico sociedade.
< E' essa urna verdade que nos agrada
ver outra vez levantada, deoois de a termos
ouvido, como tantas outras, negar 15o
alto durante desoito annos. Mas nao seria
bom levantar tamben, pela mesma occa-
si5o, a verdade dos principios a respeito
da difamacao dos morios, to singular-
mente considerada como um delicto pela
jurisprudencia ? Talvez se reservem para,
o fazer na annunciada lei acerca da quali-
ficaco e represso dos delictos, e n'esse
caso nada temos que dizer, a n5o ser que
o relatorwtfceveria te-a annunciado desde
j. A diffamacSo dos morios e a dos
descem
9e
nnc-
e annuncia
qwencias n5o se pdera- ainda prever, en-
contramos dos peridicos franceses mais
este documento, que urna carta- de Var-
morel dirigida- a Rocnetort. Disse- assim.
Sr.Escofoo, para fer parle do jury
de honra encarregado de pronunciar acerca
da accusac5o formulada pelo senhor contra
mim no corpo legislativo os- nove cidudaos
cujos romes vo ero seguida-, lodos conhe-
cidos pela sua dedieaco causa da de-
mocracia :
Srs. Carlos Beslay, amigo represo-
tante do povo ; Roselli-MoHet, aotigo repre-
sentante do povo ; ^sitier ; Dnpas, nse-
dico, antigo delegado das comoawsCes ope=-
raras no Laxemburgo : Rruneraan, fabri
cante, ango delegado -das comncweoas ope-
raras no Lu\embargo; Comban*, opera-
rio de bijouterias ; fftligon, operario de
papis pintados ; Dombret, operaei sapa-
teiro.
Espero que o senhor designe;igmal nu-
mero de cidados para se constituir defini-
tivamente o jary, para o qoal deolaro ap-
pellar completamente, par elle determinar
o que lhe parecer exigir o duplo ieresse
da justiga e da democracia. Ai Pswiwrei.
ARCHE030GIA.Descobtrio-se agora em
Jerasalem untrninuraentoarcheolo-jio de
mafor importancia. Consiste n'um-arco,
no qual esta* rayada urna inseripSo da
mais de trinla liubas em- caracteres* pbem-
cios, dos quaes at agora se tcem podido
tr estas palavras:
Mesa, filho de- Chornos.
Mesa foi um re de Moab, mencionado
na BlbKa, e contemporneo do propheta
Elias, de Josatat, rei da Juda, de A*hab,
de Ocbozias- e de Joaanv re. dTsraeL
O livro segoudo, capituloe 3o e *S que
trata dos ris faz-no6 urna relaco exacta da
campanha eroprenendiua.por Joram e J.safat
contra Mesa, rei do Moab. A anguda do monumento pode determinar-se mate-
rialmente pelo sinoaroaismo que appesenta
com a historia juda ; tudo leva-a. crer que
o monumento nc*e secuios anterior ao
chistianismo.
ao
os- g
oom urna canpanhia elctrica
oaecidenn. .A^em diso, as pessoas que
estveFem na jauta ou no* fundo podem* commun'rcar-se. telegrapbrcamente
com os- trabalbadbres da mina.
NOVO 1NSTRLAS.NT0 D2 GUERKiO
Ecpntny Staw d a seguinte d'jscripco de
um instrumento de guerra q*e se encon-
irou na bagagem do e\-imperador da Aibys-
sinia :
B' "0mu-cobra d'ttm metro de coov
prido e que se'arremessa ao anrmigo como
um laqga; aderra com> os denles, e ao
mesmo tem po d um tiro.
Dentro da cabera tem on? rewolver
que se dispara a-cada mcrimento dosquei-
xos d* cobra.
t If* cauda ba nina especie d dardo
farpado qoe se- prende a ira forife fio de
ferro, e acontece djtee, sendo-atirada a arma
ao centre d'um ropo de bomens e affer"
rando e nm d'elles, a esto choque cor-
responde o movimento d'ama mol* que
solta o dardo qoe pude ir ferir uro
combatenl.
- O deseobrimeito d'esta arma smgola-
rissima, oaston a -ida d'um sargento d'in-
fantaria. .
Foi n;om dos qaartos do palacio de
Theodoro que a encontraram, er depois de
a examma'eii, atirsra-n'a fa o chao.
Acontece'a $ue a cobf* oi <'nconlr0,'
pema do iifeliz sargento, que servio para
fciaer a deroeostraco pratica do- fim a qi
eHa se dest'mava.
-O tiro parti, a tela alrawessando a
pama, ractw* o oseo, e a despert des
sooeorros da medicina, sobrereio a gac-
greoa, e o pobre sargento, vetesano da
goerras da mdia e da Crimea, ?i morrea
iaftoriamente.
FOLHETIIW ?
QUillElROSDIPOLHiiGS
POR
DESCOBERIA. Mr. Adaras cooserguio
NBL10TBKCA IMPERIAL FRAHCEZA.
Dentro de algamas semanas, diz ara jornal
de Paris, estarao concluidas as obras de
reparagO n<> bello edificio da blblbteca nv
perial da Franca, estabelecida en Paris.
Eis-aqui algna apontamentos acerca da or'i^
gem desta bibtiotheca e das phases- porque,
tem passadoat a actualidade.
No secuto XIY o rei Joo possuia*-)
oito ou de^volumes, entre os qoaes se
contavam : La moratt des chres, a tra-
docgio das tres dcada de Tilo Lww e tres-
ou quatro. Kvros de (.raques.
* Tal foi o comego da b&olheea dos re
de Franga. .
f Carlos V, elevou o numero dos vol
me.- a nove-centos e de, c accoramodou-os
em u ni torre d > Louvre, que passou a ter
o titulo do Torre da Untara.
t Dapois da morle de Cartos V, esti col
lecgSo foi em parte desbaratada e roobad-i
pelos principes francas oo pelos officiaes
darte, do que se infere que os ratona-
ros de livros nao datara de boje e existem
por leda a parle.
Luiz XI, exWsivanftnte escrupuloso,
mandou que se comprasse a maior parti-
dos livros roubados, reuni osles aos da seu
pai, e gracas a imprensa, cojo reinado co-
megava enio a biblioihaca do rei enrique-
cerse em pouco lempo.
Pi*-se dizer que eslava em plena
prqsperiade, qnando Luiz XII a mandou
transportar para Fontainebleau, o seu que-
rido deserto, como elle chamava aquello do-
minio real. *
t Alga s annos depois, Francisco I mu
dou bibliotheca de l-'onlainebleau para
Blois. Compunha-3e entSodemil oilocen
tos-e noventa volumes-, dos quaes mil oito*
centos e cincoenta impressos, e oos qua-
renta manuscripto|greg.)s, trazi.los de'i-
ples para Blois pelo celebre Lascaris.
No lempo da L:ga a bibliotbeca leve
um brbaro assalio. O presidente de
Nully, famoso parlidario da Liga, apbde-
rou-se era 1593 da livraria do rei, mandn
destruir as paredes, e uardon os livros al
os fins de margo de 159i.
Entrando em Paris, llenrique IV es-
tabeleceu a bibliotbeca nds salasd colleg)
de Clermont. que os jesutas, espulsos de
Paris e da Franga, acabavam de- evacuar.
Ajgum lempo* depois, a bibliotheja foi mu-
dada para o claustro dos franciscanos,
quando os jesutas vofjjvan novamente a
F.anga.
t Oreiqne prestou roaiores servigos a
biblioteca foi Lo* X1II que, por ordemTe-
gia datada de 161"?determioou que d'alli
por diaote cada- livreiro fosse airigado
a depositar gratuitamente na bibliotheca do
re- dous exemplares de cada ama das obras
que pubbcasse.
t Foi do lempo d Lu' XIV, sendo
Colbert o sea prraairo ministro, -que a
bibliotheca se tornou accessivel ao publico,
e que es livros foram facilitados quem os
procurava; Aates daqtieHa poca, era pos-
sivel vr os livros, mas- ninguem lhes 18-
cava.
Era 168* a billioiheca rea contava
j 40:000\o;umesimpresso3 e !0>.5't2ms>"
noscriptos:
Duran a regencia do dnqoe de Or-
leaus vendo-se qoe eram insufueieotesas sa-
las da livraria- real, raudapam-se os livros
pra o palacio1 de Nevers, roa Ri^aelieu, e
oacoparam o lugar que fioaFa vago pela
qjebra do famoso Law.
neste palacio onde actealmente se fi-
zeram obra importantes ou antes ae pro-
ceden a urna importaute resonstruccao. A
progresslo ascendente que tero seguido
desde a su* -creaclo a Rvraria do re,
boje bibliotheca imperial, ven a ser a se-
guinte :
5o reinado-do rei Jo3*>-, esta biblio-
theca.-como cima dissemosr compwha-se
apenas de um dua de volamos-;
< Wo reinado do Carlos T> seo succes-
sor, nnmero- dos livros- elevaw-se a
9,0 ; w w
N* reinado- de Francisco l sabio a
1:890;
N reinado-deLoiz XIHa (6c7k6;
t No reinado do Luiz XIV, ero 1648, a-
50:54 .
Aates da revotarlo de W89 cateulava-
se que o numero dos livros mpressos da
bibliotheca era de 200:000.
dizer
"iO.OOO honens, isto quasi 1 por cento
di p >pul j';o sugeita ao recrutamento, na
qual nao esli comprehendidas a Finlandia,
os territorios dos cossacos, o Caucaso, a
Asia centr-1 e certas partead*Siberia.
Em compensago, a reserva foi conside -
ravdmente augmentada. Apeo|| contava
era 18*55, 190:000 bomens; em 1866,
333:000; em l6", 410:000 ; em 4868,
160:000; e em 1869, 511:000, dentro
d'dlijuns mezes chegar cifra de .553:000
bomens, lodos bem experimentados eexer-
eiiidjs. Como o p de guerra do exercito
exi^e 430:000 bomens de reserva, ficar
ainda ura excedente da 120:000 bomens.
N'este effectho de tropas n3o s3o com-
prehendidos os cossacos, que d3o 133 re-
gimentos a cavallo, 24 bata boes e 20Q pe-
gas, e que era lempo de gnerra podem por
em p ainda 300:000 bomens.
O novo armamento do exercito russo G-
car inteiramente concluido no 1." de abril
d'este anno; no fim do* anno, a Russia pus-
suir irra total de 905:000 carabinas de r-
pido tiro, das qoaes 642:000 pelo systema
Krok, 60:000 pelo systema Berdao, e as
miis pelos systemas Karl e Baranow^
Alm d'isto, toda a marirAa est armada
de carabinas- pelo systema Baranow. As en-
commendas do espingardas s5o effectu^das
as manufacturas do estado, ero Tala, Zjew
e Leslroretsk, e as manufacturas particu-
lares dos Srs. Nobef, em S. Petersburgo;
Meinhardt, em Libau; Meurke, em KieW-,
e do general StaBdrsk-jold, em Tiflis. Tam-
bero se estabelec*U' urna fabrica d'armas ei
"Varsovia.
Tres officinas, em S. Petersburgo, forne-
cem por dia meio milho de cartuchos me-
lallicos.
"Podas as bitrias de carapanba, compre-
nendend' as dos coesacos, esto armadas de
cankoes de 4 e de 9" pelo novo systema ;
teero mais de 1:200 p;gas, sem contar 90
metralhadoras, enjo numero ser em breve
consideravelmente augeafntado.
A artllberia de resea ser elevada de
20 a 50;por ceto.
As fortalezas possuem mais de 1:000 ca-
nh5es aperfeK'oados, todos^andidos na Rus-
sia, efcepgo das grandes pegas de 11,
que proveen das fundiges- Krupp.
Gragas sabia adra nistrago dX ministro
da guerra, todos esses melboramentos se
puderaro fazer com grande- economa; e
tambera em i'870, o orgamentodo ministerio
da guerra s dispor de 140 Tnilhoes, isto
, 4 millies a mais que era--1869'..
A disciplina tambera tem- feto progres-
sos. ; o numero dos delicio- graves- foi em
1868 apenas de 55.
Con vero recordar a lei de8-de raorgo de
1869, que, admttondo os officiaes-inferiores
as escolas dos porta-bandeiras lhe* abre
aecesso ao pesio de official.
MONUMENTO. MUGROSO^ L-se em
um correspondencia de Hong*Kng :
Ha algn meies antes da partida dos
bifepos missionafios-paraoconerlio de^pma,
o eneravel prelado de CantOqaepeneoc
a> seminario- das imsses estraogeiras de
laris, monsenhor Goillemin, consagrou
memoria do apostlo das indias ufli-.monu-
moto que se tornar nm lugar deperegri-
nagem para as chrietandades do exiremo
Oriente.
Na peqaeru illia de Sa.naran, o antes
deS. Joo, a nU-ada db rio de Cano. es-
werda, a vi ule legua ao sii.'da Maco, a
tradcSo e piedade dbs fiis tem conaerva-
ito a lembranfa do^ mesmo lanar aonde S.
Francisco Xavier e\pirou em2jl8 de*zem-
Imode 1552, succuritndo s fadigas da via-
*m e da pregacao.
c Na capelia a pedra que cobria o -tmulo
lie Berthet
XIV
A festa da aldcla.
(Continnagao don. 51.)
Passado pouco tempo, os degros da es
cada rangeram sob uns passos irresolutos.
Amelia prosegaio no sea gyro sera se voltar
e com tudo, bem presuma ella quem des-
da a escada. Effedivamente, ao dar a
volta, achoa-se de face com Leonardo, o
qual, parado, de chapeo na mi, conten
plava ancioso a pbysionoraia
da joven, rilo
'abendose deveria ficar oa retirar-se. fallar
ou calar-se.
Amelia ei-lhe signal para que se appro-
>imasse e por um momento caminbaram
.-rabos em silencio.
Leonardo Iremia, e ella, posto qae affec-
tasse presenca de espirito, no eslava-me-
nos perturbada. .....
Quando ebegaram a certa distancia do
amarete, Leonardo disse-lhe em voz
' Vejo que se esqneceu de tudo I
_ Ao contrario, aada esqueci, Sr. Leo-
nardo-reda rgaio ella.- Lembrar-me-he.
itA ao meu ultimo momento de vida deque
fai sua coragem e dedicagao que Gertn
des, eu e Antonio devemos a salvagSo do
nerigo dos sabtejraaeos I Nao soa ingra-
ta era despresarei jamis os seas servigos.
I>or isso fallando a meu pai do seu ment
superior, do seo nobre e generoso carcter,
o resolvi a conceder-lhe ama graduagao
qoe apezarda sua pouca idade, oeolloca
cima de todos os operarios da mina.
Muito Ih-o agradeco I replicn elle
amarRuradamente. Essa recompensa deve-
ria bastar-me e sou eu que merego o nome
de ingrato !... Porque n3o morreria eu
'^Amefia besitoo, como qaem recuava ante
urna exolicagao penosa. Afinal prougoio :
Nio dissimolarei qae o comprehendo,
Sr. Leonardo, e, visfl que assim forgoso,
deseamos a algumas expucagoes. Nao e.
bios no momento em que expunha a sua
vida pa a salvar a minha : nao sena ropos-
sivel qae no ardor do recoubeciment e no
excesso do perigo eu mesma me aventu-
rasse a corresponder-lhe com ignaes pro-
testos ; agora, porm, de que servir revo-
car um sonho insensato ?
EntSo o5o era mais do que um sonho
essa cwnflssao que lhe sahio dos labios ?
Quem sabe o que eu poderia dizer-
lhe n'um estado de exaltagao febril, no de-
lirio do susto ? Em taes circamstancias, a
razo desvair-se e a bocea pronuncia pala-
vras que nao sao a verdadeira expressSO
dos pensamentos.. Eslimei ter esta oc-
casio para o desengaar de certas esperan-
gas vas. Nao son senhora de mim, depen-
do absolutamente de meu pai, a quera mu
lo respeito e estimo. Elle nao qperer
nunca conceder a minha maoa um simp.es
operario, seja qual fr o sea ment : de-
masiadamente orgulhoso em lado o que me
diz respeito. Torna-se, p<*anto,. necessa-
ro que o senhor renuncie a ideas vas...
Diga-me : promette-me isso ?
E, quando eu Ih'o prometesso, esta-
ra ao meu alcance arrancar do coragao re-
cordagoes e sentimentos qae totalmente o
dominam ? ,
N'esse caso, o mais prudente sena
abandonar Polignies qaanto antes. As re-
cordagSes de que falla tornar-se-lhe-hao
um supplicio intoleravel, que me far tam
bem soffrer I
Pois acaso lhe podere merecer essa
prova de affeigJo ? Sendo assim, nao re-
cuarei ante obstculo algum, nem mesmi
de vencer a resistencia de sea pai 1
Tenho comprehendido o sea plano
disse Amelia, meneando acabega. Ouvi
ha poo-o o compromisso que meupai impen-
sadamente tomn. O senhor conta descobnr
o veio do minerio chamado Real, e espera,
obtido esse resultado, vir tnumphantemen-
te exigir como recompensa a minha nao
Bem se v que nao conhece mea pai a
fuodo. Se elle tivesse a menor suspeita
dos seos designios, nao tomara tal com-
promisso ; todava crea que, desde o mo-
hiento em qae o seobor pronuncie o meu
nome, elle entrar n' ama colera ternvel,
expulsa-lo ha da m presenca e quem sa-
be. .. Leonardo, peC' -Ibe que, nao s
por sea respeilo. como em attengao por
mim, atienda s mtos jreflexoes I Anda
mesmo que chegaftpr xito feliz a
emp.eza que raen pai lhe encarrefa, acre
dile qjw seria mais ficil deixar-se slle fazer
em tiras do que consentir no sen pedido !-
Durante esta conversa Leonardo e Ama-
lia nao cessaram de passeiar, e faRav m em
voz baixa e aeautetando-se para que nin-
gaem os presentisse.
De repente ouvram-se grand6 clamores.
Amelia prosegnio :
Terminoa sera duvida o exercKW e
vio proceder distribuigao dos premios.
Nao convam qee nos vejam ambos con-
versar. Diga-me, portante : renonsia a
chimeras que thfi podem trazer dolorosas
decepcoes ?
Kepitodhe que n3o. depende de mim
apagar do coragao sentimentos abtenraiza-
dos I S deixarei de amarla quando mar-
rer 1 Diga-me smente: se por acaso eu
conseguir vencer a resistencia doSr. Van-
Best, poderei contar pata sua parte com o
assentmento aos meas ardente* votos f w-
ga-rae isso e ver as difficuldades qae ven-
cere para m^ tornar digno da sua mao
Amelia parece hesitar.
Nao.-dlsse ella afinal com voz firmo
nao devo alimentar illitt5a funestas I
Depois, veldo a tristeza qae se lhe de-
senhava no rosto, proseguio em tom mais
doce : ,
Caaso-lhe sorpresa e onendo o ui-
vez. Nos outras flamengas estamoi habi-
tuadas a subraetler as no^sas impressQes
razio e ao dever, e oor isso evitamos a
. Prssentemeote pode-se dizer sem er-
rar que a bibliotbeca tapen* nao-tem me- ta-|Smle -^ fo. inr> e as pare-
nos de em millwo d volumes, e eem mu ..... j...... ,. a
manuscriptos, sera contar quatrocentas ou>
quinhenlas mil aravaras e estempas encer-
radas emmais de-vime mil pastas..
As medalhas- e os objeclos d antigui-
dade t. numero-em nolaveie collecgoes.
EXERCITO RUSSO. O /**> rms,.
org3o do ministro da guerra da Rassia, falla
n'um artigo de fundo da administragao do
exercita russo era. 1809. O activo do ej-
ercito foi no 1. de Janeiro d'esse anno de
des est representada a scena>da morte do
corajoso missionario, sustentedd pelos neo-
pbilos, aperUmdo o seu cruciko sobre o
'peito, c pronujeiandoestas ultimas palavras*
preciosa neate racolbidas peles seus com-
paaheiros. ln le Domine speeavi. Non con-
fundar in aiernum. O edicio cota tima
pequea eminencia e de modestas dimen-
soes; mas a.sua torre levantada servir ao
mesmo terapo de memento e d i signal para
os viajantes religiosos e para ios- navegado-
Se,
por
gumas desgragas, bastantes erros.
pois, osenhr houvesse de aecusar-me de
frieza de carcter e mesmo- de ingratidio,
seria a consequencia da ndole do meu paiz:
em vez de censurar-me, dev ra imitar-me
Se lhe falla a torca para dominar um senil-
mente que ser tido por desarrasoado, par-
ta quanto antes. Quando um dia ti ver tn-
uraphado de si mesmo, volte entao a esta
Ierra. .
N'este momento redobravam os gritos ao
lado do tiro e os tambores tocavam com
maior forga. Sentio-se rumor no cama-
rote.
N5o comprehende por certo o sacn
ficio qae exige de mim I disse Leonardo
com voz despedazadura.Pelo seo nteresse
e pelo de seq pa fo goso que eu fique,
ainda queoncuste... Agora mais ama
palavra afifes de nos separamos.
Nada espere de mira 1inUrromp
Amelia, Contiuoe a permanecer n
trra, se essa a sua vontade;mas, de-
pois d'esta explicarlo, entenda que devem
cessar entre nos quaesquer relagoos O
senhor alo poder ser para mira maisdo
que o primeiro operario de moa.pai: qual-
quer indicio, quaquer minifestago tenden-
te a recordar as sua* sensatas aspiragoes,
r%onsidera-los-heb^onw urna offensar...
N3o esqoega isto... Adeus..
E, entiendo rapidammte no camarote,
d^ixou Leonardo na maior periurbacao de
cabega, terminando por se retirar, ai
evitar o encontr da multidao.
Amelia, nao-senta de cecio o estoicismo
qoe affeclra no seo dialogo. No ebegar a i
camarote, sentio que as pernas me- fraqu a
vara. Getrudes e Antonio aegrearam-se
d'ella, e Wiaram-na nos bragas, fcsmaiada.
Foi carto o desmai : atlribuiram-no
fadigas- do, caminho e saa recente eofer
midade ..
Leonardo, porm que. nio poda pre-
senceiar islo, porquanlo ninguem maje o
vio bo reste d'esse dia. A noute que
1 Amonio, tendo corrido todo em sua pro-
cura o foi pacontrar recostado debaixb de
urna arvore n'nm sitio ermo. Tinba os
oHxos injedados de sangue e u'um esta lo de
desvairamento balbuciava :
Ella aM me ama! Que m> imparta
o mais ?
XV
As sondadorea.
Deixamos agora a luz brilhanU do sol,
a verdura e as flores para voltarmos mina
de Polignies. .
Sao decorridos tres dias depois da festa
da aldma e o trabalhos acham-se em plena
pionco. Todos os tornos tem lume.
re& i
exi
todas as machinas esto em movimento. Os
rao : em quanto nns trabalnaTam do lado
da gatera indinada, oulr3S, penetrando pelo
pogo das oseadas, desompenhavam iguai
larefado lado opposto.
N'vdia em que recoraeganaes esta histo-
ria, Leonardo-e o proprio Van-Best, voltaa-
do de visitar os -tiabalhos, pararam no meio
do lalhao onde houvera, a explosao do gaz
rafammavel.
Apezar d alguraas escoras postas, recen-
temente para prevenirera. a imminente ra na
este tal han achava se ainda no estado ao
de^trogo e abindono.j descripto. As duas
portas de venlilacio- nio tinham sido sobs-
liuidas o ar cirsulava com difficuldade
n'estas perigosas escavagoes e chamma da
lampada de seguranca c me$ava a tomar
cores azuladas de sinistro indicio.
O director e osea primero operario ti-
nham parado, como dissemos, no centro
d'aquelle cahos e porcorrara o olhar em
roda de si, mas esta inspsegao ocular pro-
duzia n'elles bem diversos effeitos, por
quanto Leonardo eslava triste e pensativo,
em qaanto que Van-Bes, arrebatado de ale-
gra, exclama va :
Que belle veio meu charo Leonardo!
Bem merecido foi o nome que lhe deram
da RH Com deas metros de espessura
e cavao de primeira qualidade I Os yeios
mais profundos, ao. contrario, s3o estrenos,
augmentando d maih pela difficuldade da
extraegao o prego da venda*.. Agora
comprehendo coma meo pai enriqueceu na
expioracio d'esse vio, em quanto que eu
me arruinava na dos veios estreitos. entre-
meados de rocha ou interrompidos frequen
mente por fainas!... 4>ra um lhesonro
d'aquelles nio possivel que se perdesse
totalmente... Sim, Leonardo, encontra-
reassumiram o seu dominio sub- lo-hemos talvez hoje mesmo!
mineiro*
terraneo.-'cf os seus cantares alegres con-
fundem-se agora cjido rodar dos wagons
sobre os carris, com o sussurro das aguas
nos tubos de esgoto e tambem com o cho-
que das picaretas. ao atrancarem pesadas
massas de carvio.
0 Sr. Van-Best, nio s como preparati-
vo de cartas inestigag5es, mas tambem
oara facilitar aos mineiros o ingresso no
hao da Virgem Negra, por elles tao rev
iatu, ordenara que se desavolumasse o
cmsideravel desmoronamento que obstrnia
a entrada ali. Paramis proaipic resalta
ib. estavam duar turbas do trabajadores
aticando simultneamente o graade mon-

O mancebo n3o responda.
m que pansas ? prosegaio Van-
B*est admirado. Provavelmente lembras-te
de qae no lugar em qae estaraos sacrificaste
a tua vida para assegurar a de minha filba.
E urna accio de que deves ter orgulho !
Lembrava-me, senhor, de que talvez
fosse melhor para mim o ter morrido aqui I
E, como Van-Best se conservasse a olhar
para elle de bocea aberta, "b mineiro acudi
em tom diverso :
Perdi. Eu eslava distrahido... Sao
horas de ir ver em que altara vio os son-
dadores, bem que ea poaco espero da
sondagem n'aquella direegio,
Van-Best, preoecupado pelos seus inte-
resses pessoaes, nao cjbservou urna espe-
cie de desvario que corUwa. as palavras de
Leonardo. Seguirn ambos por urna ga-
lera qua-.se diriga mais par* o fundo da
mina e m coja extremidad fe ouviao
ruido da eaachina nnunciaido trabamos,
em plena actividade.
Cyro que entao, Laonardo, ia'*ulas
que nao litemos grande resultado d'eata.
sondagem
Quasi me atrevo a assegara-lo., Estat
sondagem esta-se operando no sentido hori!
sontal com relaro ao nivel da galera. Ora
na minha opimao,. a interrttpgio do vaio
Itea! foi devida primeiro a uina falla de
minerio, depoi> a orna d'essas grandes re-
voluges decamadtis que efn pocas remo-
tas seoperam tas entranhasda torra. Co-
mo sabe, as carnadas mineraes, por am
d'esses phenoraenos que se n3o explicara,
elevam-se ou abaixam-se rpidamente, e
por isso dirci que-o vero Real, deveria ser
procurado a niilo maior altura oo entio a
mais profue/lidade. N'ookiiso idntico
succedeu a bo engenheiro lgfex encontrar
o veio a cem ps mais cima do ponto on>..
elie desapparecera.
Ah t tens conhec'uaento do methodo
de exploragio usado pelos ingleses ? Se
verdade o que pensas, seria preciso co-
megar sondagens verticaes na s super-
ficie do slo como no mais profundo da-
mina I Seria procsso mullo demorado e>
bastante dispendioso.
Se m'o permittir, empregarei um ex-
pediente raais simples e positivo.
Qoal ? '
Observarei detidaraente a estratifica-
gao das carnadas no pogo'de ventilago,
aqui prximo: urna vez descobertas as ca-
rnadas que serven de involucro ao veio
Real, abrirei urna galera, qae me conduzifa
ao ponto desojado.
Ora j ouviram nm despropsito as-
sim ? Querer adevinhar exactamente onda
est o veio que ha tamos annos desappare-
ceu I No tempo de meu pai nio se intet-
tavam taes subtilezas!... Quanto a fazer
observagoes nos pogos, nio acbo isso fcil,
porqae elles s3o forrados de raadeira.
Bastar levantar em oln ponto oa en-
tre alguma taboa para eu me poder certifi-
car da natureza das carnadas.
(Continuar se-ha.)
fvr. in viakTo-bkavascwizg. v

irnte
laaaVMI aUb


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