Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12056


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO XLVI. NUMERO 50
'j.
fINTA FE18A 3 DE IMMC& DE 1870.
P
/.




f.

PASA A CAPITAL E LUGARES QVDE SAO SE PASA PORTE.
Por t es mczcs adjuntados'.................-.,.., ^OOj
ditos idem.................. 2?Sn
Por um anno idorn..................... 2i#U0i
Cada mumero avulso...................

DIARIO DE
PARA DEHTBO E FORA DA fROVIICU.
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos- dem .
Jfor um anno Mem
.
.
.

6*780
wm
20*450
271000.
MAMBUCO
#
Propriedade de Manoel Figrueira de Faria & Filhos.
SAO AGE7VTES:
Oa Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maranho ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear-; Antonio de Lemos Draga, no Aracaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, ad-Natal; Jos Justino
Pereira dWlmeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Go** Villa da P^nha; Belarmino dos Santos Bulcao. em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Brjga,
em Nazareth ; Francisco Tasares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martas Alvi, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio de estranselros.
v:;ci'.CT0 N. 1.473 M 10 DE feveueibo de 1870.
Promulgando a convencao ctlebrada em 16 de maio
de 1864 entre o Brasil e outras nacZes, para
o estabelecimento da linha telegraphica trans-
atlntica, de que emprezano Picr Alberto
i: Ueslrini, e o acto de aceitado da respectiva
accesto por parte da Dinamarca.
Havendu-se concluido e assignado na enlaje
I' Pars, aos 16 de maio de 186'i, entre o Brasil,
a Franca, a repblica do Hait, a Italia e Portugal,
uraa convenc pura o estabelecimento da I nina
r ie -rapta transatlntica do qu s cmprczano
Pier Alberto Balestrini, lendo a Dinamarca ac;o
dido em STde maio de 1805 aquello ajuste nter-
nacional; ontrosim, ten Ij sido ratilicado o mes-
me ajuste, o trocadas as ratiflcac-es na referid i
vidad'e em 31 de agosto de 1869, hei por bem que
a di i convenci e o acto, pelo qual aceitci a
aeetasio da Dinamarca, sejam observados e cura-
i.ridos, leudo-so em vista o que dupoem o acto
da mencionada troca de ratilicagoes e o protocollo
asignado pelos respectivos plenipotenciarios na
inesina data de 31 de agosto.
8 bario de Cotegipe ds meu conselho, senador
du imperio, ministro c secretario de estalo dos
negocios da marinha, e interinamente dos negocios
estrangeiros, o tenha assim entendido e faca exe-
eutar coni os despachos necessarios.
Palacio do Rio de Janeiro, aos 10 do mez do fe-
v -reiro de 1870, 49 da imdcpendoueia e do impe-
rio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.Sarao
di C'Argipe.
i>nve*c4o e mais actos a que se refere o decreto
n. 4.473 de 10 de fevereiro de 1810.
Nos, D. Pedro II, Imperador constitucional e
defrasor perpetuo do Brasil, etc. Faiem >s saber
.i lodos os que a pre-ente 'arta de conflrmacao,
apprcvagao e ratiBcacao virem que aos 16 das do
n.er. de maio de 1864. em Paris, concluio-sc e
:..-?gnou-se entre nos 8. M. o Imperador dos Fian-
i, S. Exc. o'Sr. presidente da repblica do
Hait, S. M. o Hei da Italia e o de Portugal e Al
jrsrves, pelea aeus respectivos plenipotenciarios,
manidos dos c impotente? poderes, urna convengao
r-lativa ao rstabeJecimento de urna linha telegra-
phica trar.satlanilea, cujo theor o seguiote :
(Traducco OffkialJ.
S. M. o Imperador do Brasil, S. M. o Imperador
i js Francezes, S. Exc. o Sr. presidente da publica
do Haiti, S. M. o Hei da Italia e S. M. o Rei de Por
legal e Algarves, querendo facilitar o estabeleci-
ni^nlo de urna liona telsgraphica imernacional
entre o continente europu e a America, e dse
jando assegurar as correspondencias que se troca-
ren) por esta linha as vantagens de um'rgimen
uniforma e du urna tarifa moderada, resol vera m
lebrar para este flan unta convengao especial, e
nomeara n para scus plenipotenciarios a sab?r :
S. M. o Imperador do Brasil, o Sr. conselheiro
Marones Lisboa, do conselho de Sua agestada,
grande dignitario de sua ordem imperial da Rosa
grande oflicial da ordem imperial da Legio de
Hwira, etc., etc., seu enviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario junto de S. M. o Imperador
d< Francezcs. _
S. M o imperador dos Francezes, o Sr. Drouyn
de Liuiys, senador do imperio, grao cruz de sua
ordem imperial da Legiao de Honra, etc., seu mi-
nistro e secretario de estado da repartico dos
negocios estrangeiros.
S. Exc. o Sr. presidente da repblica do Hait,
Sr. Carlos Hocntjens, encarregado dos negocios
da dita repblica em Paris.
S. H. o Hei da Italia, o Sr. cavalleiro Constanti-
no Nigra, grSocruz da ordem de S. Mauricio e de
S Lazar grande oflicial da ordem imperial da Le-
giao de ti i'nra, etc., ale, seu enviado extraordina-
rio c mini-tro plenipotenciario junto de S. "M. o
Imperador Jos Francezes.
E S. M o ll-i do-Portugal edos Algarves, o Sr.
vi-conde de Paiva, par do reino, grao cruz da or-
di m real de No-sa Senhora da Conceieao de \illa
ViOOM, grande oilicial da ordem imperial da Le-
gilo de Honra, ele, etc., seu enviado extraordina-
rio c ministro plenipotenciario junto de S. M. o
Imperador dos Francezes. -
Os quaes, dopois de se tercm conununicaao os
-cus plenos poderes, achados em boa c devida for-
ma, convieram nos artigo seguintes:
Art. 1. As altas parles contratantes declaram de
ulil.lado iaternacional, e lornam por !-sse motivo
nb sua proleccao e garanta, nos scus respectivos
territorios, salvo os casos de forija inaior, a linlu
telegraphica transatlntica que o Sr. Pier Alberto
I' Jestriai, tanto em seu noine como no da com-
laohia que se propde formar para esse flm, obn-
t;arse a esiabelecer e a enlreter entre o continente
earopeu e. o das uas Amrricas.
Art. 2.' Os estados contratantes obrigam-se a
nao cortar ou inutilisar em cuso de guerra, os
a bot inmersos pe Sr. Pier Alberto Balestrini e
a reconhecer a neutralidade da linha telegra-
phica. ..
Art. 3." Sob a reserva do assentunento das di-
versas potencia que nao adherir m presente
convenci, e salvas as moditkaces eventuaesque
poderiam ser accordadas entre os governos nte-
ressadoa e a companhia concjssipnaria, a linha
partir de Lisboa e de Cadix para afastar-se do
continente europeu pelo cabo de S.Vicente, passa-
ra pelo litoral de Macrocos, ilha da Madeira e Ca-
narias, ira ter a S. Luiz, Gora e Cabo-Verde, ga
nhar as 4ms de Cabo-Verde, e depois o cabo de
S. Roque.' Ah se fciiurcar'; por uai lado ira se
reunir, na Babia, rede telegraphica brasileira,
pelo outro, chegar, depois de tocar em diversos
fontos, a costa septentrional do Brasil Guyana
ranceza, tocar as Guyana HolUndeza e Ingle-
7, e ira ter s Antilhas. Passar entao pelas ilhas
da Triniade, Granada, S. Vicente, Santa Lucia,
Martinica, Dominica, Guadelupe, Antigoa, S. Tho-
naz, Porto Rico, S. Domingos on Haiti, e Cuba,
terminando finalmente, em Nova-Orleans, na
l.ouisiana.
Ait 4.' Os estados que toraam parte ni presen-
te convenci coneedam, para aate flm, ao Sr. Pier
Alberto Balestrini todas as aBtorisacoes necessa-
rias para trabalhar (aliemssage) nos sena respec-
tivos territorios.
Art. 5. As seceoes de cabos submarinos, che-
gando trra firme, assim como as linbas terree-
tres, subterrneas ou oulras destinadas a ligar estes
cabo s euaooes ulegraphicas, ficam sob a pro-
luC^io das leis da.cada estado, cora as mesmas ga-
rantas que as propriedades publicas e particula-
ra desae ee estado.
Art. *<) S. Pier Alberto Balestrini, ou a com
nantaia qne elle formar, (lea investido de todos o
signaes de despachos, o s\stema para a progres-
sio das laxas, segundo o numero de palavras,
sero, saleas as modillcacSes que se ajustarem
entre os astados inleressados, as establecidas no
conlineute europu pelas convencoes actualmente,
em ^gor ou que ulleriermente se ajustarem entre
os me>mos estados.
Art. 10. A taxa do despacho simples entre a
A marica e a Europa, assim como pelos portos in-
termediarios, ser fisada pela companhia conces-
sionaria. se.n que ella possa exceder ao mximo
que delerminarem os governos centralantes. __
Art. 11. Cada um dos governos iuteressado3 ter
o direito de fazer zel ir sua custa.em seu territorio
p>r seus agentes parlicnlares, a execucao das re-
gras ajustadas para o estabdlecimeato e explora-
eo da rede transatlntica.
Art. 11 O governos contratantes executarao,
depois do previo accordo, as sondas que julgarem
nece.-sarias para a collocaco dos cabos submari-
nos, no trajecto indicado pela companhia.
Obrigam-se igualmente a prestar o auxilio de
sua marinha a vapor companhia concesionaria
para ajudar a eo locacao dos cabos, sera que com-
ludo, possa a companhia exigir que estejam mais
do dous navios empregado? simullaneamenlc nessa
operaco. .
Art. 13. Fica em principio concedida urna suo-
vencao a Mr. Pier Alberto Balestrini, ou com-
panhia qne elle representa. A natureza, o mo-
do e a quota desla subvenciio scrao dclinitiva-
menle fixados em um protocollo, no qual cada
um dos represjntantes dos diversos Estados con -
tratantes assignar asobrigaco! especiaes para as
quae3 tiver recebido o necessarios poderes.
Art. 14. As potencias contratantes obrigam-se a
celebrar com Mr. Balestrini os seus tratados espe-
ciaes dentro de um anno, a contar da data da ra-
tificacao da presente conveiicfto.
Art. 15. A concessio ser considerada como
nulla e nao existeate. se, dentro de tres annos, a
datar da troca das ratificaeoes da presente con-
venci, nao estiver fuaciionandra primeira sec-
cao da linha transatlntica, e se a linha toda nao
esti-er concluida dentro de cinco annos.
Todava, dado o caso da orca maior, o conces-
sionario ter direito prolonga cao do sea previie
ci por um anno ao menos. .
A concessSo falta a Mr. Pier Alberto Balestrini
ou companhia que elle formar ficara semeffei-
to, de pleno direito, se se der urna interrupcao da
correspondencia de ma> de anno as communica-
coes telegraphica entre a Europa e a America.
A primeira seccao que se teni de estabelecer e
a do continente europea s ilhas Canarias.
Art. 16. Os estados que nao toaiaram parle na
presente convencao sera > admeltidos a adherir
ella a seu pedido.
Art. 17. A prsenle convencao sera raiihcada_e
as rati(lcacoesser5o trocadas em Parii dentro do
praso mais curto.
Em fe do que os plenipotenciarios respectivos
assignarama presente convencao e lhe puzeram o
sello de suas armas.
Fetta em Paris, aos 16 de maitJf 1864.'
(L S.) Jos Marques lishoa.-^U.S.)nrouir
de Lhuys.-L. S)-C. Haetjen$.-{L. &.)-Nigra.
(I,. S.)-Paiva.
E sendo-no^ prsenle a mema convencao, cujo
theor fica cima inserido ; e bem visto, considera
do e examinado por nos tudo o que nolla se tm, a approvamos, ratificamos e confirmamos, as-
sim no todo como em cada um dos seus artigos e
estipulacoes, com as declamos conslantes de um
protocollo assignaio na mesma data pelos referi-
dos plenipotenciarios, e pela prseme a damos por
Arme e valiosa para produzlr os seus devidos ef-
l'eitos promeltendo em f e palavra imperial cure-
prila inviolavelmenle c faze la cumprir e obser-
var por qualqucr molo que possa ser.
Em testemunho e firmeza do que fkemos lavrar
a prer-ente carta, por nos assignada, passada com
o sello grande das armas du imperio, e referen-
da pelo nosso ministroe secretario de estado aba-
xo assigriado. ,.
Dada no palacio do Rio de Janeiro aos 22 lias
do mez de margo do anno do nasciraenlo de Nos-
so Benhor Itsus Christo de 1863. PM>r,n. unpora-
nardotisboa Madeira ; a segutfia,-logo q
ella funecionar at Mindello, capital da ilha da
Vicente (Cabo Verde) ; a lerceira logo que L
funecionar at o Cabo de S. Roque ; a quarta, logo
que ella lunecodar at George Town ; e a ultima
e quinta, logo que ella funecionar at o Ro do Ja-
neiro.
O governo portugnez faz, alm disso, as segua-
les reservas.
Que em caso algum tomar sobre si o repiro
dos sniuros que se derem nos cabos ou as pro-
priedades da empreza.
Que a companhia nao conceder dirainuigao al-
guma as taxas sem hi las extensivas pa mesma
propor;ao a todos os paizes contratantes.
Pelo qup respeita s saludas (as quaes. segundo
o art. 12 da convengan, se farao depo de accordo
urvio entre os governos contratantes) que os en-
cargo do governo portugnez sero regulados por
disuneias kilomtricas na proporgao da populagHo,
lonelagem e commorcio de Portugal, comparada
aos oniros paizes signatarios da'convfo^).
Em f do que os plenipotenciarios j^amencio-
nados assignaram o presente protocollo.
Feilo em Paris, aos 16 de maio de 1864.(L.
S.)-Jos Marques Lisboa.(L. S)-Drouyn de
Lhuu*.-(\t. S.)C. H,ietjens.-(L. S.)-Ngra.
(L. S.)Paiva.
Acto pelo qual foi acceila e ratificada a accessao
Ja Dinamarca.
Nos D. Pedro II Imperador constitucional e de-,
tensor perpeluo do Brasil, etc. : Fzemos saber a
todos os que a presente carta de acceitago, appro-
gao e ratificago virem, que s eslipulagoes da
convengao a maio de 1864, entre o Brasil, a Franca, a repblica
de Haiti, o reino de Italia e Portugal, para o esta-
teieciincnto de urna linha telegraphica acceden S.
M. o rei da Dinamarca, por um acto de accessao,
cujo the>r o seguintc:
(Tradcelo oflicial).
Tendo S. M o rei da Dinamarca manifestado o
desejo de acceder convencao assignada era Paris,
em 16 de maio de 1864, entre S. M.e Imperador
do Brasil, S. M. o Imperador dos Francew, S. Exc.
o presidente da repblica do Haiti, S. M. o rei de
Italia e S. M. o re de Portugal e dos Algarves,
para o establecimento de urna linha telegraphica
transatlntica :
O abaixo assignado enviado extraordinario o
ministro plenipotenciario da Dinamarca, junto ao
gabinete das Tulherias, devidamente autorisado
para este flm, declara que S. M. o rei da Dina-
marca acesde pelo pre-ente acto dita convengan,
a qual se considera inserta aqni textualmente,
obrigando-se nao somente para com S. M. o Impe-
rador do Brasil, mas tambem para com todas as
outras.potencias que tomaram parto nos compro-
misso da convencao, a concorrer por sua parte
ao preenchimento das obrigoes comidas na iua
convengao, qne podem dizer respoito a S. M. o rei
da Dinamarca. -
o O presente acto de lecessao ser trocado por
um acto de acceitago entregue em nome de S. M.
o Imperador do Brasil. Estes dous actos sciao
ratificados, c as ratUlcacffds XrocaOHNIr^Bd*
vel brevidade.
t Em f do que nos, plenipotenciario de S. M. o
rei da Dinamarca, assignamos o presente acto de
accessao, e lhe puzemos o sello de nossas armas.
t Feito cm Paris, em 27 de maio de 186o
Moltke Hcitfeldl.
E tendo sido o mesrao acto recebido e acceito
em nosso nome pelo governo de S. M. o Imperador
dos Francezes, n*. depois de t lo examinado e
approvado em todas e cada urna das dposicoe3
que nelle se conten, declaramos que.flca acceito,
ratificado e confirmado, promeltendo em f e pala-
vra imperial fazlo observar invioiavelmente.
Em testemunho e firmeza do que fizemos passar
a presente carta, por nos asfignaa, sellada com o
sello grande das armas do imperio, e referendada
pelo nosso ministro e secretario de estado abaixo
assignad).
Dada no palacio do Rio de Janeiro, aos 5 das do
jbfwcio que linliamse compromettido a dar-1
lhe ; 3o, do eoinpromsso lomado pelo Sr. Bales-
trini de .ligar dentro do prazo do dona annos a
Antilhas Prancezas com a America do Norte, e no
de tres annos o cabo de S. Roque cora as Antilhas
Francezas; devendo a convengao ser considerada
como perempia se o dito compromiso nao for sa-
tiseito, salvo, comiudo, os casos de forga maior,
reconhecidos por verdadeiros-pelos respectivos go-
veraft.
Em f do qna os plenipotenciarios abaixo assig-
nado lavraram o presente protocollo e o muniram
do stdlo de suas armas.
Feito em seis exemplares, na cidade de Par-,
aos 31 de agosto de 186!.-(L. S.yfienrique Luiz
Ralln.-(L. S.)-L. Moltke Hml(edt.(L. S.)-
Principedela Tour dAucergne.(L S.)-Salomn.
(L. .)Vjiv.(L. S.)-Dow de Saldanka.
Ciovcruo da provincia.
X. lii.Illm. e Exm. Sr. Cmu a informagao
junta por copia da contadura desla thesouraria,
lenho a honra de satisfazer o que exige V. Exc.
em seu offlcio de honiem datado, relalivamcnta ao
facto, alludido no n.9l do peridico Liberal que
incluso devolvo, de pagamento d'um pret de guar-
das nacionaes do termo de S. Bente.Deus guar-
de a V. ExcThesouraria de fazeada de Per-
nambuco em 23 de fevereiro de 1870.Illm. e
Exm. Sr. senador Frederico de Almeida e Albu-
qnerqne, presidente desta provincia.O inspector
Joo baptista ie Castro e Suva.
\ 189.E' menos exacto o que refere o Li6e-
rdl n. 91 de 24 do correntu mez, com relagao a
pagamentos de prets do destacamento da guarda
nacioual da villa de S. Benlo sein esteren) devida-
mente anthenticados pela autoridade competente.
-0- prets d'aquelle deslacamento pagos por esta
thosouraria tem sido lodos vidamente confeccio-
nados pelo? commandantes dos respectivo- bata-
Ihoes com o visto dos comimndaies superiores
do municipio, a que pertcncem os rnesmos bata
Ihoes.-Foi anda assim que foram pagos pela col-
lectora de Garanhnns, os prets dos mezes de
agosto (a contar de 25) a novembro ltimos cuja
dospeza lhe foi mandada abonar por despacho de
26 do mez lindo.Quarta secgao, 2o de favereiro
de 1870.Servindo do i*efr.Jos Gongalves de
Medeiros.N. 148. -Mu paraee que com a pre-
sente infirmado da 4' seccao ficara salisfeita a
exigencia da 'presidencia .la provincia constante
do ofiicio retro.Contadoria de fazenda do ler-
nambuco, S3 de fevereiro de 1870.-0 contador
interino Vicente de Mello-Wanderley Miciel Pi-
nheiro.CnoHinne. Servindo de otcial-maior
Manoel 'Jos Pinto.
ORSPACHOS DA PBKSIDBNCIA DA PROVINCIA DO DIA 26
DE FEVERKiaO.
Angelina Francisca de Lima.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Rmila Jos dos Auios.-Passe do que constar
nite*J>vendo in(ninvajy||W. .
Ii i Arneren da Silva.SOTOo como "ane-
ga e passando recibo entregese os documentos.
Racharel Joo Alvares Pereira de Lira. Gonce-
da-se com ordenado na forma da lei.
Joao Jos Manoel. Dilijase ao Sr. desembarga-
dor provedor da Santa Casa de Mrsericordia em
sessao da junta. ___l_M
Bacharel Joaquina Jos de Carvalho Siqueira
Varejo.Informe o Sr. regedor do Gymnasio.
Jos Pinto dos Santos.A'vista di inf.rmacao
do Dr. chee de polica que sustenta o acto da de-
missao dada pelo seu antecessor ao supphcan'.e,
nada tem a resolver esia presidencia, que nota
nao ter sido o mesmo suppiicante_moderado nos
termos que empregou em sua petigao.
Maria Joaquina Floresta.-Volte ao Sr. desetn-
bargador provedor da Santa Casa de Misericordia
para informar em vista do documento oflerecido.
Rosalina da Qonceico. -Informe o Sr. mspec-
de Janeiro, aos 5 das do t(Jr da lheonrara de fazenda.
mez de fevereiro do anno do Nase.imento de Nosso Spvern0 Gomes da Silva.Informe o Sr. tenen-
te-coronel commandante do corpo provisorio de
eitos qne as le e regolaraentos conferem
ateiuistragao para os trabalhos pblicos leitos em
caStfltn este*). .
Art. A tfnragia do privilegio para a explora-
cao WIMe telegraphica, que faz o objeclo da pr-
senlo eoawDcao, ser de 99 aanos a partir do da
c-n qne a America r posta em commun.cacao
.ora aEnropa.
Art 8." As potencias contratantes obrigam-se
durante o meara terapo a nao aulonsar o traba
Jnode nenhoraa^utra linha telegraphica submari-
na na direceo indicada pelo art. 3- as costas
ls suas poaaeaaoes aanlicas cima indicada.
Art. 9.' As rearas qne se tem aseguirnaraa
adeitcio, traoimissao e couservaco dOJ
caos, osdireitos de propriedade, <
dor (com guarda). -Joao Pedro Das 1 eeira.
Protocollo a que se refere a convenco supra.
vj (Tradu -gao oflicial.)
II.ven Jo estatuado o art. 13 de urna convencao,
assignada hoje entre o Brasil, a Frang, a repbli-
ca do Haiti, a Italia e Portugal para o estabeleei-
mento de urna linha telegraphica transatlntica,
que a natureza, modo e quo'a de urna subvenga o
concedida para o estabelecimento desta untn ao.
Sr. Picr Alberto Balestrini seriara deflnitavamcnte
lixadas em um protocollo, n? qual cada um dos
representantes des diversos estados contratantes
estipularla as obrigagocs especiaes para as quaes
vesse recebido os necessarios poderes :
Os governos brasileiro. francez, do Hait, italia-
no, pnrluguez, fizeram as seguintes declara gees
pelo orgo de seus respetivos plenipotenciarios.
Declaracao do Brazil. .
O plenipotenciario do Brazil declara que elle as-
signa a convenga o lelegraphica sob as reservas no-
tificadas cm 20 de abril ultimo a S. Exc. o &r mi
nistro dos negocios estrangeiros, e que elle resu-
me pela maneira seguinte :
A disposigao do art. 2 relativa a neulrahdade
da linha applicar se ha ao material e ao pessoal.
O governo bra-ileiro reservs-se a faculdade ae
suspender eventualmente o servigo no caso pre-
visto pelo 35 do art. 179 da constltuigao.
O goverao brasileiro reserva-se o direito de in-
dicar os pontos de contacto e as eslagoes qne se
tem de estabelecer sobre o seu territorio. A Imiia
concedida ao Sr. Balestrini nao nltrapassar o sul
do Natal. Nao haver estacan era Maraca.
O plenipotenciario brasileiro declara, alm dis-
so, que o seu gaveTn*obriga-se, salva a approva-
gao legislativa, a conceder ao Sr. Balestrini urna
fibvengo de tres m.lhoes de francos, cumpri-
is as diversas condif5cs ajustadas com o conces-
sionario.
, Declaracao da Franca.
0 governo francez obriga-se, sob a reserva da
saneco do corpo legislativo, a conceder empre-
za do Sr. Balestrini unta subvencao de quatro rai-
Ihoes de francos. O modo porque deve ser paga
esta subvengao e as condigSe pelas quaes ella
concedida sero determinados no tratado epe-
dal que tem de ser celebrado com o Sr. Bales-
trini. .,
Declaracao da repblica do Hait.
O plenipotenciario do Hait declara que o seu
governo reserva-se o direito de tazer conhecer
ulteriormente a aatureza. quota e modo porque
tem de ser paga a subvengao que elle se prope
conceder ao concessionario.
Declaracao da Italia.
O plenipotenciario italiano declara que esta au
Senhor Jess Christo de 1870.
Pedro, Imperador (cora guarda).Barao de Co-
tegipe.
Auto de traca das ratificuroes da convencao tele-
graphica de 16 de miio de 1864.
(Traducgao oflicial).
Tendo-se reunido os abaixo assignados para
procederem troca das ratificaeoes, por parte de
S. M. o Imperador do Brasil, S. M. o rei da Dina-
marca, S. M. o Imperador dos Francezes, S. Exc.
o presidente da repblica do Haiti, S. M. o rei da
Italia e S. M. o rei de Portugal e dos Algarves, da
convengao concluida em Paris aos 16 ai maio de
1864 para o estabelecimento de urna linha telegra-
phica transatlntica e do aclo do accessao da Di-
namarca dita convengao .
Antes de proceder a essa troca o plenipotencia-
rio de S. M. o Imperador dos Francezes communi-
ca que o governo imperial reserva se submetter
approvago do conselho de estado, pelo que diz
respeito Franca, a concessao de 60 annos, feita
ao Sr. Balestrini.
O plenipotenciario de S. M. o Imperador do Bra-
sil, de seu lado, expoe que o governo brasileiro
accrescenta duas reservas s que conim a decla-
racao inserida em seu nome no protocollo de 16
de mai de 1864, assignado ao mesmo tempo que
aquella convencao. O dito plenipotenciario for-
m'a estas novas reserva no termos seguintes:
l. O governo brasileiro Picar dispensado da
obrigagao, que lhe irap5e o art. 12 da convencao
de 16 de maio de 1864, de prestar a assistoncia de
sua marinha de guerra para a collocagao dos ca-
bos ; esta obrigagao, perora, contina a subsistir
pelo que diz respeito s operagoes de sondagem ;
2. As communi^agoes das provincias brasileiras
entre si, desde o cabo de S. Roque at o Para, fi-
cam reservad ao governo brasileiro ou a urna
ou a rpai- companhia do paiz.
Os plenipotenciarios da Dinamarca, do Hait, da
Italia o de Portugal se declaram scientes destas
reservas. ,.
Tendo sido exhibidos os instrumentos das ratili-
cagSes, examinados e acbados era boa e devida
forma, operou-se a respectiva troca.
Em f do que os abaixo assignados lavraram o
presente auto e o muniram do sello de suas ar-
mas.
-Passo
policio.
Thelesphoro Lopes de Siqueira Granja,
portara concedendo a exoneragao pedida.
Thomaz de Carvalho' Soares Brandao uobrinhn.
Dirija-se ao Sr. inspector da thesouraria de ra
zonda.
os
pilavras, dos aigarismoa e de t^H
torisado a assignar a convencao Internacional so-
bre a linha telegraphica projectada pelo Sr. Ba-
lestrini, reservando todava :
. A queslo da quota e do modo porque tem
de ser feita a subvencao, a conceder se, logo que
a linha funecionar, assim como a difneuldade que
se possa dar no cmmprimeoto do art. 12 do pro-
jeeto. .
2 Approvago do parlamento italiano.
mfieclaracao ie Portugal.
O govantiTportuguez obriga-se sobre a appro-
Tacan das amara, a conceder ao Sr. Pier Alberto
Balestrini, concessionario da linha telographica
transatlntica, urna subvenglo de dous milbdes de
francos, pagaveis em cinco prestagoes da maneira
\muinte i
Feito em seis exemplares na cidade de Pars,
aes 31 de agosto de 1869.(L. S.)-Henrqe Lmz
Ratt Principe de la Tour iAuvergne.-{L. S.)-Sa-
lomon.-(L. S.)-Nigra.(L. S.)-Dwue de Sal-
Protocollo assignado em 31 de agosto de 1869.
(Traducgao offhial).
Tendo o governo francez communcado ao go-
vernos do Brasil, da Dinamarca, do Hait, da Italia
e de Portugal, que o Sr. Pier Alberto Balestrini
acceita a reduccao de 60 annos, do prazo da con-
cesso que faz o objecto do art. 7 da conveogao
de 6 de maio de 1864, relativa ao estabelecimento
de urna linha telegraphica sol-transatlntica, que
elle renuncia jnbvencio estipulada pelo art. lo,
emfim, que compromelte-so a terminar dentro do
prazo de deus annos a datar da troca das ratiftc*-
edes da convencao, a seeclo oomprehendida entre
as Antilhas Francezas e a Araeriea do Norte, e no
de tres annos a seccio oomprehendida entre a An-
tilhas Francezas e o cabo de S. Roque.
Os plenipotenciarios abaixo assignados decwam
que v seus respectivos governos toraam minoeo-
arrjn nota : ^_
Da reduccao a 60 anno *? prazo. con
Repartico da polica.
2" secgao.Secretaria da polica de Pernambu-
;o, 2 de marco de 1870.
N 293Illm. e Exm,Sr.Levo ao conlieci
neuto de V. Exc. que, segundo consta das parli-
jipacoes recebidas hoje nesta repartico, foram
recomidos honiem casa de detengao, os segra-
les individuos : ,
A' ordem do Dr. delegado d esta capital, Jos
FrancNco de Souza e Manoel Pedro d'Oliveira, por
crime de ferimenlos e offensas Ph>'ica- n-
A' ordem do subdelegado do Rectre, Mana Boa,
por disturbios, e o cidado americano do norte
Joseph Jelsen, a requesigo do respectivo.cnsul
A' ordem do de S. los, Antonio, escravo de
Antonio da'Cunha e Silva, por es nanea ment;
Francisca, escravo de Antonio ^^T, fan el
Lima, a requerimento deste; Pedro Jos, e Manoel
Joaqi.n Baplista dos Santos, por offensas phvsi-
Cap'or offlcio de t e 26 do mci prximo lindo
participou-me o delegado do Limoe.ro que na.da
8 de jezembro do anno passado no lugar Poco do
Pao do disiricto d'aquella villa, Paulo Francisco
Bczerra fe.rira gravemente a um seu cunhado de
nome Luiz Jos Bezerra; que proceder a corpo
de delicio e fizera reeolher o delnqueme a res-
pectiva cadeia, contra o qual proceda nos ulterio-
res termos da le. ...
Que segundo lhe commumcou o subdelegado do
* dis'tricto da fregnezia do Bom Jardim do mes-
mo termo, fOra ali capturado no dia 20 do mez ul-
timo o individuo Feliciano Gomes d Oliveira, por
ter assas-inado a sua propria mulher fosepna
Maria de tal no lugar Oratorio d'aquelle districto,
e que contra o dlinquente ia ser instaurado o
competente processo.
Deus guarde V. Bie IHin. u Bxra. Sr. se-
aador Frederico de Almeida e Alboqoerqae, pre-
dente da provkici*. O chefe de policia. La
intonio Fernandez Pimheiro.
VAPOR AMERICANO. -Clwgou hontem s 3
horas da tarde ao nosso porto procedente do do
Rio de Janeiro o vapor americano Merrimack; o
qual tendo sabido daili poucas horas depois do in-
glez Douro, antehontemaqui aportado, nada adian-
ta absolutamente.
Os corpos de voluntarios da Baha c Pernambu-
co preparavam-sc para embarcar cora destino
essas provincias.
PARAGUAY.Bamos em seguida o interroga-
torio feito D. Marianna Dolores Pereira, natural
do Paraguav, com 60 annos de iJade :
t Declara que quando o dictador do Paraguay
Francisco Solano Lpez declarou a guerra ao Bra-
sil, estava de boa harmona e amigo de toda a sua
familia, especialmente do bispo Manoel Antonio
Palacios, seu (libo. Este, porm, que conhecia ser
Lpez um hornera de um genio irascivel, brbaro,
pelas ideas que apresentava, e sobretudo tejmoso
sempre que se tratava de assumpto que nao era
lo seu agrado, procurava, por todos os meios ao
seu alcance, nao ingerir-se em assumptos da guer-
ra, temendo cahir no seu desagrado se porventu-
ra manifestasse pensamento contrario a respeito.
Durante longo lempo assim viveu e foi respe-
tado, assim como todos de sua familia.
Os brasileiros haviam transposto o rio Para-
n, oceupavam j o Passo da Patria.
t A perda da nagaoparaguaya j se tornava sen-
sivel Montees de senhoras sabiam ao certo d i
morte de seus esposoj, os filhos o li has da de
seus pais, e eram obrigadas a crer que files vi-
viam. ...
t Entre as pessoas sensatas havia ja urna ra-
zo para crer que a guerra teria mo xito para
i Paraguay, entretanto os preparativos bellicos,
Vrescam de dia em dia, o recrutamento se ia tor-
nando rigoroso e sem reserva, e as glorias reae
do paiz nao appareciam.
Mas os festejos eram seguidos. As felicitagoes
ao povo pelos feitos de armas dos hroes da patria
nao cessavam, porm os filhos do Paraguay desap-
pareciam e o estrangeiro que sempre perda nos
combates, segundo dizam a3 folhas publicas, ga-
nhavain terreno no solo paraguayo.
Lpez reuoindo o seu sequilo n um banquete
no qual se achava seu filho bispo, disse-lho que
ia para o theatro da guerra e que o devia acoin-
panfiar. Este se bem que sua vontade fosse con-
traria comtudo nao se animou a maufesta-la, en-
tretanto ponderou que seria de grande convenien-
cia que madama Linch o nao acompanhasse. fcste
dito nao foi recebido bem, e recusado o con-
selho com desprezo, como st sabe por todos.
t Desde entao sentio seu filho, c a familia nao
lhe foi extranho, o modo seceo e de alguma rna-
oeira duro porque Lpez prricipiou a trata-ios.
Dias depois propalou-se entre o de Lpez,
que o bispo Palacios, havia dito a D. Innocencia
Lpez de Barrios, irma de Lpez, e esposa do ge-
neral Barrios, entao ministro da guerra que m-
possivel era ao Paraguay vencer ao Brasil, porque
sendo como era esta urna nago poderosa, cliea ae
recurso, ubjugaria o Paraguay.
t Este enredu lhe foi coudo pela Sra. D. in-
nocencia qne assegurou nao lhe haver o bispo Pa-
lacios dito cousa alguma, e que julgava partir e-sa
maldado de madama Linch. Nessa occasiao a &ra.
D. Innocencia prevena ella respndeme que se
guardasse quanto possivel fosse de madama, pois
seria capaz de tudo, tanto mais qua 'do estava des-
peitada com o bispo Palacios pelo que havia dilo
no jamar. Ento Lpez e o leu filho estavam em
Humavl ou em S. Fernando.
D'ahi avante a mais decidida perseguicao ma-
ni festn o governo e seus salelliles a familia la-
lacios. I% .
* Um dia chegou sua casa o advogado Jos
Domingues, lio do padre Mais, e de parle do go-
verno, annunciando-lhe que seu filho tora execu-
tado, apresentoulhe urna ordem escripia que a
declarava traidora patria, como toda a sua ta-
milia, devendo ser desde logo despojada de todo>
os seus b'ens. Ahi arrecadaram tudo quanto I be
pertencia e em seguida um sargento de nome Pan
cho R. cea cora alguns soldados a escoltou com
todos de sua familia, que se compunha de seu e-
poso, tres fllhas e deza-eis criados, que no mo-
mento de ouvirem essa ordem se retuaram. -Nao
attenderam nem a molestia grave de seu mando
que se arhava de cama ; foram levados DMVTe-
b:.lv a lizeren. ontrega de rudo que existime na
aslincia pertencenle a seu filho bi-po c a qualquer
da familia. Foi cumprido essa seciahc.o e como
se nao chegasse isso, assassinafam o capataz aa
W Depois de ludo entregue, depois que a sua
mo esmoler achava-sa estendida ao povo para
mendigar o pao quotidiano, depois, emfim, a tama
vergonha porque havia passado e'vendo solirer os
de sua familia deram-lhe ordem para, sem peaa
de lempo, seguir para Ib. Preparou-se para isso
com os seus. ,
O coraga bemazejo de alguns de seus ami-
go llie haviam proporcionado algumas carretas
para seu transporte, enlao quando prompta se em-
barcn cora lodos os seus e seguiram para o seu
destino. ,
t Seis leguas haviam caminhado quando um ai
(eres alcangou as carretas e ordenou que quanto
antes deixassem-a, pos, ques criminosa: de wo
alta traigo, se nao permiltia favores taes eomo
o de eaminbar em carretas. Apearam-se lodos.
Os restos, isto aquillo que havia escapado a
cubga dos malvados por nao Ihes agradar c que
Ibes servia para cobrir suas carnes, tiveram que
pora cabega, eas carretas com os bois e um ca-
vallo quo montava seu velho marido ludo foi to-
' Desta paragem seguiram a p, transpondo
grandes banhad., extensos" atoleiros, sera recur-
sos, sendo-Ihes al prohibido que entrassein em
casas pelo caminho, e que os moradores Ih-s laitas-
sem. Nao poda nem ao menos comprar alimentos.
Chegaram a Ih. Havia ahi urna vetha desprezaoa
casiohaj deteriorada': erraprou-a por ura prego
exorbitante. Ento Lpez havia perraittido qne se
negociasse com as desterradas, devendo porm
veoder-se-lhes tudo pelo duplo do seu cusi, wn
Ihii permaneceram por espago de dous mezes tai-
vez, o seu esposo gravemente diente e aRedaran-
le de cama. Morreu seu esposo ; suas ulnas e urna
criada algaram o corpo aos hombros e conduzam
a enterrar.
PERNAMBCO.
iros
*
A rrimeira prestaoao, logo que a Unte funecio-,, cess'o feita ao Sr. Baleslrioi; Y, 4o abanono da
REVISTA DIARIA.
FEBIMENTOPor communicaof o do delegado
ao Liraoeiro consta que no dia 8 de dezerabro do
anno prximo lindo, no lugar Pago do Pao, do di-
dricto daqoella villa, Paalo Francisco Bezerra te
rira gravemente a uin seu eunhado de nome Lu;a
Jos Bezerra. Fez-se eorpo de delicto, e o dlin-
quente foi recolhido a prisa.
MORTE.Na ffegnezia do Bom-Jardim. da de-
legada cima, foi capturado no dia 20 da fevereiro
Feliciano Gomes de Oliveira, por ter a9assinado
sua propria mnlher de nome Jjsepha Maria de
tal, no lugar Oratorio do segundo districto daquella
freguezia. lase instaurar o competente pro-
cesso. 0k
MERCADOS.Contioaalr a vir quasi diaria-
mente queixa ao nosso escriplorio contra os abu-
sos que correm pela nessas ribeiras on morcados.
Quousqw tndem f..
Um alteres de nomo Xjslo Benites, encon-
trando-as, perguntou-lhes, aas> corpo era aquetle,
responderain, de nosso pai. Elle de espada em pu-
nho disse-mes, deixem ahi sobre o chao esse ctr-
po e voem j e J que vamos marchar, tenbo or-
dens muito expressas contra voces. Nao bouve
suppltea, nem lagrimas que commovessem aqueiie
coracao de ferro : o corpo flcou sobre a trra in-
sepulto e ellas vollaram. Chegados a pequea ca-
sinha com aq elle official disseram-lhe a ella de-
clarante, o que havia : arrumaram-se eem segu
da sahiram. Com rigor sem limites, palavras du-
ras e insultuosas a tralavara. Assim foi lew
com sua familia at Igatemy.

de laranjas azedas, depois malaram burros, mul-
las e cavados magros para se poderem alimentar.
Tudo acabou.
A lome ia p devorando as infelizes qne neme
ella alli se achavam, nao havia que comer ; sa
pos, cobras e oulros animaos do igual especie qne
encontravam era o que Ihes servia de alimento.
Um dia, porm appareceu o anjo salvador. Eram
os brasileiros que hm buscar as infelizes deslina-
das morte pelo presidente do Paraguay^ o tyra-
no Lpez. Seus s .ITiim-nios entretanto nao param
aqui, vao mais alm. Tinha um outro filho de no-
me Trinidad Jos Palacios que, no coroeco^a
fuerra foi recrutado com diversos sobrinhos seos.
ol elevado em posto?, e segundo inforjnacdea, era
bem tratado pelos scus dieres. Chegou ao posU>
de major. Porm, quando lhe veio a noticia de ha-
ver sido execu tado o seu filho Bispo, lamiwtn lhe
derara a de ter ido rebaixado para simples solda-
do o seu filho major. Einlim, viva, apesar de es-
tar em companhia do tyranno. ltimamente, po-
rm, quando Lpez se retiran de Abajur 9em o
raoaor motivo o mandou lancear. Besta-lhe um fi-
lho, que gragas ao Altissimo, estava na Europa
estudando e portanlo s tem que lamentar os aof-
friraenos de sua familia. E, nada mais disse nem
, Un' foi perguniado. >
TRISTE ESPECTACULO.-Sob este titulo re-
inellemnos as linhas seguinles, acerca de orna
familia da Baixa-Verde, cuja miseria levou at
eslabelecer-se ao tempo as portas das offleinasdos
trilhos urbanos. Cumpri o vosso devor, bomens
incumbidos e revestidos da autoridade publica I!
E' lamentavel, que n'uma provincia como
esla, se veja urna familia inltra,composta de ma-
rido e mulher e sele filhos, todos elle envolvidos
em andrajo, morios fome e expostos intem-
perie do lempo, viudos da BaixjtrVerde, tarrn
corridos da lome, sem que baja quera se compa-
dega da sorte d'aquelles infelizes, apezar da dolo-
rosa exposigo que fazem de ua miseria f O nu-
mero de passageiios que iransitam pelo lugar onde
se ada aquella desgragada famil.a, espantoso,
qur a p, qur no trem do Recife a Apipucos ;
mas, nem ao menos langam para ella um olhar de
compaixo !
Cumpre s autoridades d'esta capital, qne por
amor a humanidade. inandem ao lugar das ofttei-
nas dos trilhos urbanos soccorrer aquellos infelizes
que se acham bragos com a molestia e a to-
me I
CENTELHAS.Sob esle titulo consta-nos que se
acha no prelo um novo volume de poesas do Sr.
Victoriano Palharc poeta asss conherioo e feste-
jado ontre nos. Consta elle principal e exclusiva-
mente de versos patriticos dedicados memoria
dos Pernambucanos morios ne Paraguay. Acba-se
urna lista para subscriptores na lvraria franeexa,
ra do Crespo.
ACCO MERITORIA.-Alguns socios da assoda-
gao Commercial Agrcola, tendo sciencia de que.
exi posta dcbaixo de urna arvore, urna familia cora-
posta de seto pessoas, sendo um honiem doente, a
mulher d'estc e cinco filhos menores, tendo nm
apenas 19 dias, sem abrigo e em completa mise-
ria os Srs. Francisco Pinto Ribeiro Guimaraes,
presidente d'essa associago, Bernardino de Sena
Puntual, Rogo & Irmo e Rodr.gues & Almeida,
promovern entre os socios urna subscnpgao ob-
ten-Jo duzentos e tantos mil ri, com o que, aju-
dados pelo Sr. Dr. Miranda, obliveram de prompto
urna casa onde a alojaram, fi.-ando a:sim nao s o
publico hvre de presenciar cse doloroso espect-
culo, como de continuar a estar exposta ao tempo
essa infeliz familia. Mil louvoros a estes prestrno-
sos cidadaos, por terem d'essa forma tirado da
miseria tima familia por ella pe seguida.
CORPO PATRITICO DELANCEIROS DO POCO
DA PA.NELLA 0 commandante cjnvida a todos
os Srs. officiaes e pracas d'este corpo a compare-
cerera sem falta alguma boje 3 do corrente, as 6
boras da larde, na chcara da porta d'agua. em
Apipucos, adm de ser definitivamente marcado o
ponto de reuniao para a recepgo do inlrepido 53*
corpo de voluntarios da patria, esperado, segundo
noticias da corte, nesta provincia, por estes A a
4 dias.
MERRIMACK.-Eslc vapor, entrado hontem do
Rio e Baha, em nada adianta s noticias quete
dem .s, trazidas pelo Oneida ; por |qu;mto am
sahiram no primeiro dos referidos porto no mes-
mo da.
LOTERA.A que se acha venda 139* a Be-
neficio da matriz de Caruar, quo c >rre no dia 8.
pelo novo plano.
PASSAGEIROS.Sahdos para o norte no va-
por Ipnj"ca :
M.iximiaoa e I filho, capito Joaquim Francisco
de Oliveira, Jos Victorino C. de Amorim, Jos Ca-
valcanti do Albuqnerque, Benedicto Simao de
Arauj, Francisco Fernandez Gallo, Antonio Gomes
de Campos, sua senhora, 1 cunhada, 1 menor h 1
cunbada, Luiz Rodrigues Villares. P. da Coste Sil-
va Emll Mafl, F. Alves de Souza Azevedo, Joao
fiualberto, Francelino P. Brandao, H. do Faria Ta-
va res os Ferreira R'zende, Joao da Costa (pre-
lo) A. F. da Silva, A. F. Nobre e Maria L. da Con-
cei'co, M. de Moura Rolin, sua senhora, son filho e
3 escravo, Jos, Joo Jos do Almeida, Clemente
le Oliveira Gomes, Jos A. P. Vinagre, B. Jos Ce-
jar F Cabral de Oliveira, V. P. da Fons.ca, Jos
Victorino e Joaquim B. de Souza, Primo P Borges,
T. Eldfsen e Dr. B. Jos Vianna, Luiz Frederico
e D. Jos Rodrignes.
Do vapor A< ins, sahido para o sul :
Eloy Francisco do Campos, as irma da carida-
de Deibots e Antonia, Antonio Jos Martras, Dr.
Severino Soares de Figueiredo, Aochenoio da Ro-
cha Miranda, Eduardo Gcmes Ferreira Velloso, re-
crutas de imrinha Melquades Bernardo Barros e
Bernardo Jo- Patricio, Alfredo Jos Ferreira, Or-
mino Martins Carreiro e 1 escravo, bacharel Silvi-
no Soares de Mello, Jac'ralho Jos Nunes Leile, Ma-
noel Luiz Colho e Jos Januario R. de Albnqner-
uue Jos Alves da Silva e 1 criado Manoel Arthur
Al vs da Silva e Gpncalo Varella de Souza B.,
Constancio dos Santos Pontual e l escravo, Joan
Ferreira da Silva, Manoel Tbomaz Pereira do Reg,
Julio Geaar Castro de Jess, Guilherme Rcners, D
Emilia Alves C, Amaro de Paula Filgueiraa M.,
Dr Alexandrino Das Guimaraes, Dr. Franeiaeo
Gomes de Andiad- Lima, Morcionlllo de Barros
Franco, JosGuede Noguera Jnior, Augusto Pin-
to de Souza, Francisco Joaquim Alves Rodr gne?.
Brandmunha, Antonio Dia de Arruda Falcan e
Francisco Dias de Arruda Falca, Joaquim Pinto da
Silva Bezerra e Mello, sna senhora e 4 filhos, An-
tonio Siqueira C. da Cunha, Souza Netto de Siqnei-
ra Cavalcanti, Manoel Marques da Silva, maoame
Massy, Manoel da Silva Campe, Manoel Branco,
Jos Secco, Joo Machado da Silva, Antonio Flo-
nano Vianna, Antonio de Azeved > da Silva, Fran-
cisco Luiz Gancalves Ferreira, Jos Francisco dos
Santos Maia, Antonio Coelho Ribeiro, Manoel Fe-
liciano da Silva, Dr. Ernesto de Oliveira >

"~?e ----- te srsrrsa asidas*
obrigaram-nas especialmente, as mogas P1-""'
sem que para isso Ibes ds-em ferramentas pro-
prias, limpavara aterra e cavavamcora .o""0-
leta de boi e mnitas cora as propnas raaos *m-
pre ameagadas e sempre insn liada. Soubese da
kpproxiraTgo das forcas brasileiras 'oram manda-
das para o Espadn. Ctegaram a esse ponto B um
campo cortado por um no e cercado de mattas,
ao baixar urna forte cordilbeira. Nenhuma epe-
ci de recurso se encontrou all. A graga de Deas
salvoa-s; et
Cvsneiro da Costa Reis e Jos Maria Cysnetroda
Costa ls, Manoel M. Monteiro de Andrade fose
Gomes T., Francisco Rodrignes M., Manoel Perei-
ra Camello, Luiz de Almeida Araujo CavalJewi,
Jos Luiz dos Santos, Vicente A. de AgawjJ-
nio Jos Pereira Niubacier e diversos escraro *
""^So" vapor americano Mrrima vte* *
T Temiano Antonio da P. *-hado, Steorifal
o se encontrou alli, A graca de Dens Dr. Tertuliano^ ^-^ ^^ fc-
anlreanto, a principio alimeniavara-so Pnagmg, Jos Antonio u. wm.


Diario de Pernambuco Quinta, (eir 3 de Marqo de 1870.

Allanto P, de Farias, Gabriel G. Pereira e 1 es-
eravo, Jos D, da Silveira, Silvio da S. Ramos,
Hyto d S. Ramas a l asomo, los L. -le Queiroz
1 e* rato, Quilfk'i npos, Poi lirio da Sil-
veira J'ixiire, Olyanpio (la Siva Castro, Dr Jos K.
a Roe ha,!' I1 S Araujo c 1 escravo, Benjamtm
A, F. Batideira e 1 escravo, Ray.nundo M. Martins
l escravo, commendador Antonio P. Castro, ur.
C, O. da Silva, G. F. da Silva, L. G. Carvallio, c 1
escravo.
Sahido, para'* sol no vapor Potengt:
Severo Jos da RocSia, Manoel Joaquini da llo-
clla, Antonio Marlins de Araujo, Dr. Ange.io Cae-
Uso do Sjiua. Jos Rodrigue* da Silva, D:. Aus-
lertiaiw Correa do Ostro, Joo Garneiro da Sil
va Reg, A.itonio Francisco Mata, D. Joaqama
Ferreira de Campos Torres, 1 tobriohe, i menor
de I anuo, I criado o 2 esorav, e Gervasio d.
Oliveira Coiho.
Vindo* do Rio Formse, no vapor Parahgba :
Je.* Alves da Silva e 1 criado, Manoel Bernar-
do da Silva, Reato da Rocha Li na.
CSaiTBllO PUBLICO.unto wo do da i. do
marco de 1870.
leio anaos, casado, S. Jos ; coig^dao cerebral.
los Francisco Marinfc*, Pernanibuco, C anuos,
casado, Uoa-vi>t.i; apoploxiacerebral,
Anni 1. opoWia Lilia da Coneeicji >, Pernambueo,
45 minos, solioira. S Jos ; congenian cerebral.
Hara Rita Pereira Lima, P>!inan||co, 31 annos,
talle ira, B -vista ; luberc-uloajWmonares.
Agosiinlia Mana la Conceicao, Cear, 3."> anuos
ira, Boa-vi4a ; tuterculos pi nonare*.
E-levio Fui indi, lai, CO aanos, solteiro, Boa-
piala; febre tvpholdo.
2
Romana. frica, 63 amos, soiteira. Dea-vista, tu-
brculos pulmonares ; hospial Pedro II.
Juviiio Pacheco Vieir, Pernambuco, 39 anaos, ca-
-iii. Sanio Amonio ; ttano traumtico.
Virginia Mana do Kspirit Santo, Pernamboco, 61
anuos viuva, Boa-vista ; heiueplagia
J n.|uina. IVriiaiubinM, 6 meza*. Boa vista ; be
iiiirrbgia uuibelie.il.
Vwioiii Harta da Couceicao, Per.ia i buco. 2i au-
no-, sofreir, S. Jos ; tulierculos pulmonares.
Cuilliermc, Pernambuco, 2 anuos. 6. Jos ; coi
vnlsoes.
propastas para sercm Untada) em coosideracio
reto tribunal, e foi resolvan que fleasse adi ida
sua discusso para a l' sso ou para outra
(lualquer em que mais oportunamente posaa ler
lugar.Sao as propostns o segrate :
i.*Que nao possa votar no collegio eleitoral o
commerciaiue matriculado que nao zer. effecliva
proflaaiti de comulrcio.
2.'(Jue o lacto da rehabiliucjio do coniinar-.
ciaote fallido faca renovar as regalas da matri-
cula.
3."No se conceda matricula ao negociante
que pe menos ao lempo de mr-ilra-la nao apr-
sente ao sello e rubrica o. seus lima.
4.'N'ae serem admittidos ao seHo e rubrica os
litros de soeieda les, cujo contrato social nao csli-
OT registrado, e vice versa.
Nada mais sendo sitbmeltid despacho, b.
Exc. o Sr. presidente encerrou a sesso as 11
horas e meia do da.
cnROMr.i ji wi.irm.
T.SIIH V i!. BU lusa.Acjto.
SESSO EM i DE MARCO DE 18T0
fe.s IAMTIA60.
As 10 hora* ila manlvaa, pre-vutes os Srg. deafltn-
foargadores Gitiraua, Loureiieo Santiago, Almuida
Alliu.|Urtri(ue, Molla, Assis, Itegueira Costa eSooza
Lea o, tallando os Srs. desemb irgadores Guerra
procurador da cora r. Dxningue* da Silva,
atiri-se i sosso.
I'assalos os feiUs, deram-se os seguimos jnlg-
ueotiis:
Ka*i>$cai>rRs.Reecnrreate,ojuiio; roccor-
ndos Joa.)!iim l.ui/. Pereira e outr.is. Relator o
Sr. usembargador Roguuira Costa, wrtaadw os
Srs. dttteiubargadorcs Lourenco Santiago, Abneida
Albuquerque Suiza Lea.Improcedente. Uec-
correle, o juizo ; reccorrido, los Luiz do Be-
) -lic.iior o Sr. desembargado!' Suata La",
sorteaJ s os Srs. des'mb.ir<;Mores Gtlirana, Al-
me..11 Albuimorque e Lmieiie. > Sanliago.Impro-
qb lente.
JJ uiAS oaaPL's.Coneedeu-se sollura a Claudio
Dubeiix.
P14SA0KK.
Do Sr. deseuibargador Ciiinuia aoSr. deseinbar-
gador Guei-ra. ppell;n;o^. civi'is : appellanle,
D. Jieuri |ueia K llauks da Miranda; appellad',
los Lu/, de Soma Ferreira. A|ipellunte, Gorgo-
nio Jos V'iainn ; appellado, Miguel dos Aajos Al
ve- I/ildas.
Do Sr. Jesembargador Lourenco Santiago ao Sr.
de-e abargador Aimei la Albiuquerque.Appella
eoes civeis: appeljante, loaquioa Kraneisoa de
Si; ,qijiellado Jos Furlad de Lacurda lu-
nior. \|ip-'llanle, Francisco Alfonso do riego Mol
In; iriiilH. os h-rd'iros de Jo- Joaqtin
Tneoionio d' Mello.
Do Sr. desembjrfador Almeida Albuquerque ao
Sr. dqsetnbargador Mona. Appellacio ctvej: ap-
lielliuie. "Mua Amadla Candida Correa ; appeila-
da, .1 >' Can li I > de II uro-. Revista ctvd : rec
correte. J laquim Antonio Guerreiro Lima; rec
corrida, Anua Anglica de- Macedn.
I) i Sr i se iih limador Moni ao Sr. ile ?ad ir A J'a |uiui de Sanf \una; aupetla lo, Pran sise > Jos
[taera.
Vi i Sr. desembargad i- Aasia ao Sr. desembarca-
dor Doiiiiuwnes da Silva.Anpellae) erims: ap-
MaMa, o jniso; appekado, Airinio Gomes da
Cimba
Di Sr. desenibargador S>i/.i \/aS ii Sr. dos
mfcargadtir r.itiraua.A|ipeiiayV> eivol; appel
iantr*. o viseonde de Loires; appellanda, B faionda
M>'-l rial.
A-^ieuou-se dia para julgamento dos segiiti'e
toil n:
.\c,'ki.l\:;o:s ciumks. Appellante, o uizo : ap-
eNi I'. loa i Manuel Krazio. Appellante, o juizo ;
i Jclo, Antonio Jos de Cerqueira Barro* l.*'i-
te. Ampollante, Pedro de. Alcntara Monja ; appel-
Jidti, Antonio Pereira de Araujo. Appellante, o
jii:/i ; ampollado, o escravo Antonio.
.i.v:\<> divkl.AppeUaQte, Jo* Antonio
il .- Sinios Olivcira ; ajipedad), Francisco Seve
i li i de M. Correa.
I;i.HjKNf.i.v chime.Ao Sr. desembargador oro-
mi ditr da iiiilifa: appellante, o jmzo; appollado,
J 'i Evangelista de Brillo. Appellante, Jos Sera-
U o ila Siiva; appellado, Francisco de Oliveira
Piun-niel. Appellante, Auto alo Correa de Almoi-
d i : a|i|)--llada. a Justina.
Bbmqbncia civei..Ao Dr curador gwral: ap-
peMtes, Silvano Jo- de Carvalho fl uniros; ap-
|irH*di, D. Racliel de Sonta Lima. Anpellantes,
J.isi- Pinto Teixeira eoulnu; appellaH >, Thomaz
Ten rio de Albuquerque Villanova. \>Sr. 'les
mliargador proenrador da coros : appoHaate, "o
nur do* menores lilhos do Dr. Antonio Folix de
ttrit'o Ingle* ; appelUd, a fazenda nacin il.
A' 4 hora da tarde encerrou-se a sesso.
5ESSAO JUDICIAR1A EM 28 DE FEVEREIRO DE
. 1870.
'RSSIDKNriA DO KXM. SR. DESRMBAROADOR A. F. PK-
RETT1.
Secretario, Mi Gnimfriws.
Ao meio dia declarou-se aberta a seesSo estan-
do presen* os Srs. desembargadores Silva Gni-
maraes, liis e Silva e Accioli, e os Srs. deputados
llosa, Basto, Miranda Leal e barao de Cruangy.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior
coin a seguate edaracau : Qae quando em dita
acia se liatn do julganiento do feiio entre partes,
apiiellanies Leandre Civalcan'.e da Silva Guitna-
raes e ouir-is, berdeiro* de J >ai Cavaicanle da
Silva Gnmaraes, por engase escreveu Jiao Ca-
vaicanle, pois o verdadeirn n ine Joan (i irlos.
0 es'Tva Albuquerque regisirou o amate pro-
testo de lelr.t a 26 do corr3nto mez soh o numero
,009 it 8 c,Tivio Alves de Bntoa 22 do mesim
mez sub o numero (.985,
ULG.WtKNTOS.
Appellani'}, loaquim Salvador Pessoa de Siquei-
ra Cavali-.inle ; appellado, Salvador de Siqueira
Garateante.Appenantes, Leandro Civalcante da
Silva Guimarars e ontro-, her.leiros do Joo Car-
los da Silva (uiinara's ; appellado, Manoel Joa-
qun) llamos e Silva.Appellanles, Fon-eca &
Sanios; asediados, os curadores liscaes da mas-
sa l.-ulida de Autouio Pedro de Mello.Appellante,
o Dr. A HCUttQ ''.uiielro Monleiro da Silva Sanios;
ana -lados, os administradoros da manea fallida de
Siquoia Pe eir.Adiados a pedido dos Srs.
Jeputados.
O Sr. bario de Cruangy nao apresenlcu o feito
adiado a sea pedido na ses>ao anterior, entro par-
les, embargante, (aspar Cavalcante do Albuquer-
que lebo.i ; embargada, Joo de S e Albuquer-
que.
I'ASSVENS.
Dr. Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
lecembarfador Res e Silva appellante, Antonio
Jiauuim Silgado; appeliado, Luiz Fonsec.i de Ma-
cedo; appellante, Feliciano do Reg Barros Arau-
jo ; appellado, Jos Francisco Lavm Penna.
. Do Sr. de,se;iiiiargador liis e Silva ao Sr. de-
wmteffgadar Accioli : appellante. o raajor Jos
Xuues de Barros Leile ; appellado, Luiz Caetaoo
da Silva Campos.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimares : appellante, Alexandre
dos Saotos Dirrn; appollado, o embargante 3*
Manoel Jos do Mi'anda.
i)Miiiiiin:\o BsuspEigo.
.0 Sr. d.'o.ubargad >r liis e Suva jurn suspei-
cao, apreaentou para anr novamento distribuido e
foi distnbui lo ao Sr. desembargador Accioli o fei-
lo entro p^irtes, appellante. Di.ningos Alves Ma-
tbeus: appeilados "s administradores da massa
f-illi la de Ara >rtui, Fragoso, Sautoi 4 C.
Aiii.HAVOS.
Juizo uiunieipal e commercio de Ipojuca :
aggravante, isinr Civaicarle de Ailiuiuerque
Ueboa ; aggiavado, Joo Pinto de Lomos Junior.r-
0 Exm. Se presiiioiHe deu provimeuto.
Jaizo especial do emiiiiercio : aggravante, Luiz
de Oveiia Lima Jnior ; aggravado, o curador
Qseal da l'alleucia do aggravante.O Sr. desem-
bargador Itetj e Silva uepon provi.n
Juizo especial do commercio : aggravante, D.
i', zana Candida Nobre de Gusmu ; aggnvado,
Manoel Pues FerreiraO lixin Sr. presidente ju-
mu suspeico e fui o feito apreseatado ao Sr. de-
>embarga Lo- Silva Guimares.
Nada maja barondo a tratar, foi encerrada a
flsaau u na hora da tarde.
riilIK \AI. DO COMMKKCIO
ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 28J3E
FEVEREIRO DE 1870.
ESIUKN'CIA DO BX.M. SR. DESEMBARGADOR ANSELMO
FRANCISCO PERKTTI.
As 10 horas da niaiilia, reunidos os Srs. popu-
lados Rosa, Basto, Miranda Leal e bario de
Cruangy, S. Exe. o Sr. projidente declarou abena
a sonsa).
F lida e approvada a acta da sesso de 2i.
BXPEP1KNTE.
OHicio Jo presidea.e o secretario da junta dos
rom-foros firmado de 26 do expirante, apresen-
tan 11 o b iletim comraeruial da semana prxima
Irada.so arenivo.
Ass gnou-se a consulta do governo que so, re-
ine a acia da sesso de 21.
Parecer du Sr. desembargador flsea! dado sobre
i) olMcio do conservador do commercio do Cear
em que coiiimnnicou a nomeaco que ltimamen-
te fiera de maia 1 interprete do commercio.0
tribunal avista do mesmo parecer fiscal ficou >cien
te, e resolveu que se aecusasse o ollicio do refer
do conservador.
.Vn Si-. deputados foram distribuidos os livro
que so segiiom : Copiador de Lni/. Jos da Costa
Amonm A C, Diario ie Vianna Castro & C-, dito
d de I a un Gemim'ano d" Arroda, dtusde Souza i?^
M ejtinho A C.. ditos de Cuoha Irmaos do Cear.
Requeriraento de Thomaz Fernarfdes da Canlia,
commcrciante matriculado apresentan para se-
rcm registradas las procnracSes bastantes ".di
Manoel ento de Oliveira Braga.R,egistre s .
Izidio Pereira Baracbo e Aolonio Fetici rao
de V sabugo, para registrar-se-llies o sqq
ito social.Vista o Sr. dejerabargador lis*
i.
!> loa-iaim Domingnes Ferrar'5 Antini
Braga para reglstr;.r-se-l!ies tambera o il. -Vista ,ao, Sr. !-j- -.iibargador flsj
PUBLCACOES


4 Noguiiira.iomamlo errmTjo de
-ello algu -.ra-
de Nogneira 4. C.,-j>or rijo onnstar.dJ
il'la
Falsificacao de autos.
Aiuda mIi est titulo vem um aranzel no Libe-
ra/do I" do nrrente me/, assignado por meu
contendor II ni nato Josepli de Oliveira Figueired).
Este bomera to coohecido no respeitavel tribunal
da opinio publica, para o qual appella! I
Poda e al deva, por ora, guardar silencio e
esperar a decisao do feito. que est, felizmente,
anecio ao digno e intogorrimo juiz municipal da 2a
vara, ma-- como aquello Sr. Joseph mimoseia me
c,nn o Hoce epinicio dditowe quer fazer supe
por que o vicio do docunienio foi feito a meu be
nefato, veji-me obligado a vir a imprensa decla-
rar que tal vicio podia aproveitar para algum
fimsinisfro de algum intertssado pelo Sr. Josepfi,
e nao a mim que, ao contrario, me esforgo c que-
ro evidenciar em ju!o que. o vicio de qoe se trata
faz mal ao mea direilo ; visto corao-em 1869, data
que hjje falsamente representa o documento de
que se trata, ea nao podia, j fallido, receber
quantia algu na tendente ao debito do mencionado
Sr. Joseph de Figueiredo. porquanto seria utoem
pura porda de meas rreaores, a quem perimce o
referido debito, e porlanlo a pratica de um perfei-
to estellioii'itu de inhiba parte.
Gomo, pois, se pode c nnprehender que eu ou
atguenvpor mimque a-io fosse me inimtgo,
faliifias$o nin documento, tnrnando-o elemento de
ara crhno inafflancavel p, por consequencia sujeito
s respectivas penas ?!
Diga, Sr. Joseph, a quem aproveita o vicio ueste
cuso f
0 axarae que se tora Je proceder cm meus livro?
melhor coroproVara o que venho de dizer.
E tal o desejo qnetenho de tirar a limpo este
ne^'j 'io que nesle Diario deSC doproximo passado
mez de feVereiro convidei para o exame dos li-
vros a todos que ]uizessem por seus p-oprtos lhos
veriliear a quem poderia aprovear o tal victo. Q
Illm. Sr. Dr. juiz municipal, pofra, adiou o mis-
mo exame para sabfiado vindouro, por isso con-
vido de novo a todos qae quizerem assistir, com-
parecam no indicado dia a sala das audiencia-.
E' eita occasiao, Sr. Joseph, que havemos do ver
a quem aproveitari o ticto c___
Conseguinch sto ontao "sira, Sr. Joseph,son
diloso.
Assim corao em ter adquirido este documento,
que abaixo vai transcripto, "e ontros que espero
anda conseguir publicarei. Perdo^me o Sr. Jo-
seph se cora jsto offenio a raa saceptibilidade, e
aguardemos tranquillos a solacio do pleito.
Recil'e, 2 de mareo do 1870.
Felicia Jos Vai df Oliveira.
i Illm. Sr. Felicio Jos Vaz de Oliveira.Era
rasposia a sua carta supra, tenho a dizar-lhe que
em 26 de novembro de 1863, entreguei ao Sr. Ho-
norato Joseph de Oliveira Figneretlo,um mandado
de penhora, passado coate Manoel Peres (".impel-
i, pe quantia de 9891681, para o mesmo Sr.
Figuemao promover a cobranza cora acommissao
detrinu p.ir centA do qie liquidase. Consta-m
Sr. Pgnx'iredo recebeu em fevereiro de
1869, i00|0()') por conta do meu debito, purera,
at boje nada meeniregou e era, mesmo rae par-
ticipou o recebiraentb da dita quantia, pelo que
nao estou satisfeito corn tal procedimento. E' o
que tenho a repponaer-Ibe, e pode fazer ddsta mi-
nha resposta o uso ano Iho convier.'{0 nonie do
neu de vedi >r Manoel
Gama.)
i.Retire, 10 de fevoreiro de 1870. -
aitento venerador o criadoAntonio
Pinto
(Efc-ava reeonhecido e sellado.)
Era 1861, na poyo?.c5o de Po-Braneo, em Seri-
nhera, sendo elle inspector de quarteirao, raptou
a orpha Firmioa menor d < 17 anaos, fllha de
Maria Jos da Sacm monto. Dizem tambara que e
mesmo ignobil procedimento leve com-oatra or-
pnla, igualmente menor, de nome Bernadina,
(liba de Mara Viuva, que teve em su* caja, e
qae depois abandonou.
Emoalunro ounovenforo do aano.passalo, no-
va gentileza fez ess satyro, raptou da casa pater-
na a Antonia do tal, fllha de Jos Carneiro da Sil
va, e com ella se acha anda amasiato.
Ora, era to deploraveis condicSes de moralida-
de, era presenta de fados Si tristes, to torpes,
to escandalosos, incrivel qne o Sr. Motta tenha
podido ser nomeado autoridade policial l Assim
como incrivel qne sej o protegido do Sr. viga-
rio da freguezia quo sabe de todos estes fact >s.
E nao s i assim nseiro e viseiro em raptos e
sednc.5es, corao protege es que s3ohabis no mes-
rao ollicio.
E' assim que em Janeiro deste anuo, no sitio
Amolar em nmi engenhoca qae o Sr. Motta est
levantando, LuizTheuorii* da Annnncijqo, ali mo-
rador, rapten tima menina de 9 para 10 annos,
(causa horror referi-lo/), conservou-a nos matos
por tres dias, e sendo apanhado pelo Motta, foi
conduzido para a povoacao de Canoeiras, onde
a infeliz menina referi o infame procedimenio
deese malvado, e pnueos minutos depois campea-
va elle, livre c altivo coin e nada se non vera
passado, e l esta va ni taberna de Sv, Motta, ora
intima convivencia cora elle.'
E a desgranada menina vive boje misnravelmen-
te na casa de Anua Sanateira: a polica e aju
nao Ihe vingaram a honra perdida, e-e monstro
que Ihe roubiui esse thesouro o;t impune I E o
Sr. Motn que o protege nomeado subdelegado!I!
A ndole deslo senhior, sep proprio natural, snas
paixdcs, lulo protesta contra to estranha nomea-
co I Violento, turbulento, acumado, ameaca, in-
sulta, e nao poupa a quem ce em sea desa-
grado !
Em setembro do anuo passado accometlen a
casa de Joaqaini Elias Fita, noute, e por sorpre
za ataeou-o.com nm punhal, e nao conseguio as-
sassigna-lo porque Fita foi protegido pelo soccorro
que Ihe prestou Uballo l'mbelino Ramos, quo
com elle pddo expellir o audaz invasor.
ila poneos dias, tendo entrado em um rao ter-
reno um cavallo de Simplicio de tal, o Sr. MoUa,
todo arendo em furores, atirouse com nma faca
conlra o pobre homem, que se nao tem depressa
ganho a casa (que e lava prximo) leria pago a
audacia di) seu cavallo.
Consta que no dia J de fevereiro, s 5 para 6
horas da manla, perto da povoacio d Capoeiras,
e3*e valenlao foi esperar a passgem de um seu
desaflecto, inaltratouo cora insultos, provocacoes
e araeacas, e dahi bossob as de fado, agarran-
Jo-lhe o cavallo pelas rceaa, e prentendendo fe-
rir o cavalliriro com um tico. O aggredido em
defeza deitoti-thc era cima o cavallo, Je na luta
cali i rain ambos em um vallado, juntamente com
o cavallo, e arada n.-ssa eonjunctura o feroz Motta
chegou a ferir seu adversario, e concluio corn rail
bravatas, jurando tirar sua de-forra (visto que o
concurso do povo que acudi ao conflicto e
defeza tenaz que encontrn o impediram de lo-
mar ali sua vinganca), accrescentando que s pos-
suia um revolwer, um cavallo e mais dous cruza-
dos em dlnheiro, e nao pretenda sahir de Capoei-
ras sem primeiro fazer a desgraea de um pal de
tamilia.
O faetn foi presenciado, ratita outros, por Vul-
piano Jos de Mello, subdelegado snpplenlo, amio
intimo e con.padre desse Motta. 0 offendido re-
quereu que se neme wrpo de deli ;io, e trata de
dar a sua queixa.
Ob um homem minado para tudo, mcuos
para cargos policiaes I
Tem um guirda-costas, armado de clavinole, de
presenta minase ferina; seu digno socioJenuino
Parnahyba !
E ludo isto sabido por todos ni) lugar, a!i:
pelo proprio delegado, que seu compadre o inti-
mo a igo, e que nao *e oc:upa muito com nego-
cios policiaes, tanto que ha na povoacao milita
gente, pode-o diz ir toda a gente armada de fa-
ca?, em publico e cora a raaor sem ceremonia : e
a nolieia a nica qne nao v. isso I E nao s
nao va oada. como pareee ser tonnivente em
muila sonsa esc'iidalosa.
No dia ti de jaueirj entraram na povoacao
dous individuos leridos, e um delles gravemenle,
e o subdelegado Io supplente Vnlpiano Jos de
Mello inandou-os em pa/. enada de tomar provi-
dencias, entendendo que i; ferlmealos eram leves
c uo sabemos p ir mais mitras razes.
Era 15 de fevereiro VaM^ira Mendos e Mahoel
Silyino moradores em Tinroo, s 4 horas da ma-
nha, incendiaran! a msa de Antonio Menino, po
bre homem eom 3 Jilhos menores; queimou-se
tudo, e, indo elle qiieixar-se ao subdelegado, at
hoje anda nao SO fez nada!
No mesmo mez incen Jiaram o tronco que n'este
distrielo serve de priso, e i subdelegado era ao
raenes pro formula fez u a simples visuria !
E nao se sabe dji autores, nem providencia algu-
raase toraou at hoj\
A 2o de fevereiro varios desordeiros armados
de clavinole c facas se dirigiram ao sitio da viuva
Anua Joaquina de Oliveira, perto da povoacao,
ahi intimaram a un individuo que rocava umi
capoeira, para que suspenderse, e <;omo nao fos-
sem obedecidos foi maltratada e forcado a aban-
donar o servic i.
Chegando a* viuva acoinpanbada por um seu
lilho, foi atrozmeate injoriada ; raandouscu filho.
ter com o subdelegado para que viesse em seu
soccorro, o oSr. Ignacio Ferreira dos Santos I'i
raentul. que eslava e.n exereicio, nao" accuilio ao
tumulto e d-ix.ni-se licar em casa bem a seu
gosto.
Vendo-se 'a "ponto de ser victima de taes sal-
teadores, corren a mnlber para a povoacao,
mas no caminho aasaliada anda pelos malva-
dos, um dos quaes jiegou-a pelo braco ; e teria
sido victima, se nao fosse ento protegida por
Galdino Alves Morare .pie passava nessa occasio.
Entraram depois na povato com grande vozeria
e grande turalto, sendo ent-o muito ndicularisad >
o subdelegado que uo soube, nem podia atienta
a sua de-moralisacao dominar os tumultuosos.
As nove horas seguinra para ama casa era que
s ensaiava um fandango, eqnizeram torear a en
trada ; do que resulten um grande barulho, e
um feriraento quo recebeu ora dos desordeiros.
Comparecendo o subdelegado, foi novamente in-
sultado c apupado! D'irou isto por duas horas
poaep mais ou menos, e o grupo disperjou quan-
do bera quiz, sendo para notar que se nao tivpsse
comparecido antes do subde"egado o capitu Gal-
dino Alves Barbosa acoinpanhado do outros.
rauita desgraea se teria de laroentir, qae (oran
evitad is por aquello Sr.
O furto du cavados urna industria aqui to
explorada que pasma dize-Ki, mas verdade : pa-
rece a'que se tem convertido em negocio policial,
era que muitos mamam. Entro mutos factos
que poderiamos enumerar, basta referir qne,
preso era dias de fevereiro ara individuo apanda Jo
cora o fu1o na rnao, cojuejttop que o cavallo era
furlado, estove no trons. qnalro dias, o aflnal foi
sollo, sera que al Boj-i se saiha. qual foi a senl-
neil quo para isso recebeu 0 offerecidos pelo
preso I
Tal o estado era qu em Capoeiras nos acha-
raos I- O crirae alea altivo o seu cello,as auto-
ridades mais parecein cumplices dalles que seus
viugadores, e, por maior curanto de desgraea, uo-
raea-se aujoridade um boraem como o Sr.
Antonio da Motta!
Capoeiras 28 de fevereiro de 1870.
Um capfirense.
Recebe dinheiro em conta corrente -hit
Iraso fixo.
Saca vista ou ajraso sobre as cidadtt
prlncipaes da EuropK tem correspondentet
aa Bahia, Buenos-Ayres, Montevideo, Ne\r-
a New-Orleans, e emitte cartas de crdito
para os mesmos lugares.
KUA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDEGa.
lendimehiodedial *9:817|H7
.lera do di 2 < 31:839*423
61:686*540
M0V1MENT0 DA ALFANDBGA
'ol tunes entrados com fazendas
(dera dem com gneros
/olnmes saludos com fazendas
(dem idem cora gneros
313
4
-----767
70
650
720
Descarregara hoje 3 de marco
larca inglezaGaselle mercadorias.
Barca inglezaStrata Floridaidem.
Baica inglezaElisa Strerrisidem.
Barca fraucezaFgaroidem.
Patacho hollandezliedileidem.
fliate americanoMarti Withenidem.
Brigue portuguoa Unido idem.
Brigue norte-allemo Lucirfarinlia de trigo.
Barca inglezaMeteorbaealbo.
patacho draamarqaezH/7imnmmercal orias
rigue francez Palestra mercadorias.
americanoIsac Olercteidem.
BED0R1A DE RENDAS-, INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
tendimento do dia I..... S:03*S9l
llora do dia 2....... 3:148*722
5:181*316
CONSULADO
tendimento do dia 1 .
dem do dia 2 .
PROVINCAL
4:138*296
5:593*447
9:721*713
MOVIMENTO DO PORTO.

/Vacos entrados no dia 2.
Rio de MMro eVihia5 dias, vapor americano
MmiMKik, de 2085 toneladas, c immandante W.
Weir, equipagem 76, carga differentes gneros;
a Heary Forter C.
New-York40 dias, patacho austraco E/e de 213 toneladas, capitao Antonio Petronich,
equipagem 8, carga 1200 barricas com farinha
de trigo e outros gneros; a Henry Forster C.
Rio Formoso- 6 horas, vapor brasileiro Parahijba,
de 104 toneladas, coramandante Olucero, equi-
pagem 14, em lastro; a Compnhia Pernambn-
cana.
S. Thomaz76 dias, barca ingeza Flore-ct, de 365
toneladas, capilo l. M. BonJ, equipagem 12,
carga varios gneros; aordem. Veio refrescar.
Novios saludos no memo da.
Granja e portos intermediosVapor brasileiro Ipo
juca, commandante Moara, carga differentes
gneros.
Penedo por Macei Vapor brasileiro Polentji,
commandante Mello, carga varios gneros.
HamlrargoBrigue noruegunse Nornen, capilar.
W.uhianSe, carga assncar e algoda>.
LiwerpOm Barca nornguense Rifondo, capitao
Elerliardt, carga assucar e lgodo.
HECLARACOES.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A lilina. junta .administrativa da Santa Casa da
Misericordia do llecife, na sala dassuas sessoes, as
3 horas da tarde do dia 3 de mareo vinduuro, re
cebe proposlas para a arremalaco da renda di
armazem retdilicad ra Direita n. 33, perteu-
cente aos estabeleciracntos de caridade, servindi
de base o preco de 600*000 anuuaes, dando-se
preferencia quelle i|uct alein desla, oulras vanla
gens ollerecer.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia di
Hecife, 24 de fevereiro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigue* de Souza
Caixa Filial ilo Banco do Brasil
em en\anibuco, em liqui-
daoao, 7 de fevereiro d
1870.
Duordemda directora do Banco do Bra-
sil se faz publico que desta data a 30 dias
ser publicada pelos jomes a lista dos de-
vedores desta caixa e annunciado o leilao
dos ttulos em liquidara >.
As pessoasqne pretenderem concorrer ao
leilao ou entrarem ern alguma convenco.
podero na mestna caisa examinar a refe
r d.i lista e entender-se coro o liquidante.
-BeV.S.
Dominos
Fundas francezas.
Kxcelletites fuas das mais afamados
fabricantes francezs, c de diversas quali-
Peres Campeilo Jaeorae da fflMfy u .
Phrmltia e&atra! ma do -taperador
38. "* (5
em
1M-
Ao ptihUcj e s autoridades sn-
perlpres.
o Qun e' a ipouei \ de mtiTiiicro he-cpoihas
i ::hmo IMI-BOMTO.
ido subdelegado do Ca-
pboiras o Sr. Jos AnlonK) da Motta.
i.ehante nmieiic.! se real, tom tanto de
r.f,.;:, ,;uan'o de /rreftidfeial, e longe de ser urna
rflem, taic um motivo dH
e eHam Capoeiras
so0ihain linmens s
nfiV^Hlraooar-Tlnw oor-
. > elk'st lano preeissm de tej
ando ellils deviam estar ob a
vigilaueia activa etne'essnnte de boa o doHgenie
[polieia.
la Leal itroj Ora, veja o publico (juera esse Sr. Motta,
fflMMFBfilA
VVllllVIkilVIVa
t>AGA 00 KBUiKK I UK MARCO
1JK t7a
as-3 1/fmMAi n* Taina
Algodao i* sorte987 ft;for un^allu Js Aflonso,
freiiidnnte
MeeqfliU.Junor,
Sacrotario.
ENGLISH BANK
)f Rio de /arteir Limited
Descoata leOrs da jvasa i Uu a con-
eacionar.
Juizo dos feitos da fa-
zenda nacional
Do dia 13 de margo prximo futuro ea
diante, ter lugar na comarca de Goianoa,
a venda em praca publica desto juizo, da;
comprehensoes do extincto encapellado dt*
Itamb. sendo a de nt me EngehoNovo, ava-
llado por 50:0004000. a de nome Pangau
por 15:0005000, e a de nome Cumbo por
9:000-)0i'0 : acceilar-se-ha nessa occasific
propostas para venda dos escrvos Basilio
pardo, com "26 annos, avallado por ....
I :i'00<000, Concordia, parda escura com
15 aunos, por 600(5000, Aquilina, parda,
com 4 annos, por 00(500", e Damiana, par
da."com G mezes, por IOOiJOOO nos ter-
mos da le de 15 de setembro doannopas
sado, e em seguida ter lugar na villa de
Itamb, o arrendamento em hasta publica
por 5 annos, dos terrenos em que se acbarr
situadas dita villa e povoacoes de Tinhaba c
Comutanga, assim como tambem a vend:
de duas partes da comprehenso Caric.
depois de dividida a mesma comprebensi
em menores lotes, conforme o 4o doart
Io das instrueces de 30 de dezembro d(
4865.
Recife, 17 de fevereiro de 1870,
O escrivo,
Luiz F. B. de Almeida.
0 inspector interino da alfaudega faz puhlicc
que no dia 5 de margo vindoaro, na porta da mes
ma reprtelo, e depois do meio dia, serio levado-
a hasta publica, livre de dircitos ao arrematante
um guindaste e nma poreo de folhas de ltce,
abaixn'declarados, que forara extrahido* do trapi
che do.algodao que se aeha reeonstrnindn, fleand
a are atacan dependente da approvacao do Esn;
presidente da provincia, a saber :
Um guindaste avaado em tOOOO.
l'ma.porao de folhas de zinco em n o eMado
avallada em 20*000.
Alfandega de Petnambuuo 58 de fevereiro de
1870.
O insp clor interino,
Luiz de Carvalho Paes de Andrade
Conselho de compras navaes
O eooseiho contrata em 5 do corrente mex. sob
as condi^Ses do estylo e vista de propostas rece
bidas nease dia al as li horas da manhaa, o for-
neciraento aos navios da armada e ostabeleeimen
tos de marraha, no trimestre prximo vindoaro de
abril a junho, de vveres, dietas, e ontros objecto~
de consumo aegnintes :
Arroz do Ifaranhao, azeitedoce de Lisboa, azei-
te do dito inferior, agurdente de SO graos, assu
car branco r'elinado, ateiria, aramia, assucar bran
co grosso, bacallio, bolacha, boliehinlia america-
na, cangiea ou milho pilado, caf em grao, caf
moido, cb hysson, carne verde, cevadinha, carne
secca do nio Grande do Snl, carnauba em velas,
feijo, farinha de mandioca da ierra, galinhas.
lenha, matte, manteiga ingleza, manteiga fraoeeza,
pao, sabo massa, sal, toucinho de Lisboa, tanioe-a,
lijlos de alvenaria grossa, vinho de Lisboa, vina
fre de Lisboa, velas slearinas, velas stearinas de
em libra.
Sala das sessoes do conselho de compras navaes
1* de marco de 1870.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Married.
At the Itrni.-h Consulato Pernambuco on th
Ist. inst. by Captain Beulinck Welbore Doyle and
af terwards at Un British Consular Chape by tbe
Revd. Francis H. Wrenghton Arthnr Richar'dson
to Isabella 5.'1 dangbter of the afe T. S. Merri
fteld Esq." Solicitor of Wainfleet Ali SaioU Lin
colnshire.
NO CARDS
At home 21 st. 22rd. e 23rd. inst.
Pernambuco 2rd. Mareh 1870.______________
e>.No dia o do corrente mez de margo lera de
ir praga por venoa, depois de ffnda a andi racia
do Illm. Sr. Ur. juiz municipal da 23 vara, um
sobrado de dous andares sito ma das Cinco Pon-
tas n. 27, avahado por 8:OO000 ; cujo sobrado
vai praca a requerinienlo de D Fransisca Mo-
reira Res Lobo, invenlariunte dos bens deixados
por morte de sen marido Manoel Izidoro de Oli-
veira Lobo.
Santa Gasa de Misericordia
do Recife
A Illma. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife precisa contratar com
quem por menor preco fizer a obra de que preci
sa o obrado n. 37, p rteocedte ao patrimonio dos
estabelecimentos de caridade, sito a ra da Moeda.
Essa obra consiste na demoliean de parte da
frenl anterior de toda a frente posterior e de par-
te do oilao pelo lado do nascenle at o lugar em
q' e sea:ha a parede fendida, e reconstruindo o
predio de um s andar e solea conforme as postu-
ras municipaes em vigor.
0 pavimento terrea dever ter tres portadas
cora so'eiras de pedra e ponas de costadmlro de
amarello para o lado da ra, e para o do fundo
duas janeilas e urna porta no centro tambem com
soleira de pedra, sendo a miieira ign lmente de
costadinho de amarello, e lodo o ladrilho de tijolo
de alvena ia batida.
0 primeiro andar dever ter tres portadas eom
sacadas, lastro de amarello, varnndas de ferro,
caixilhos e ponas tambem de amarello para o la-
do da frtnle, e para o do fundo tre; janellas de
peitoril com vidracas e norias de dita madoira,
tendo cada u a del las nunca menos de o palmos
de largura e 7 1|2 do altura.
A sota em arabas as frentes dever ter tres
janellas igualmente comcaixilhos 3 portas.
No travjamento di primeiro andar do soto
sement se emptegarao naves lie quadade, ten-
do cada'.uma 12 poiegadas (|uadradas de grossu-
ra, e os "respectivos soalhos sera o constraidos de
amarello ou louro. As oseadas serao de amarello.
0 primeiro andar devor Bear em ftlo, c a sota
ser repartida da maneira ^ue t'or determinada
pela santa ea-;. Os rebocos exteriores serio
guarnecidos de cal branca.
O contratante poder aproveitar as lelhas.- ca-
bros, enchams, soalhos e travs que se acr.arem
era perl'eito csuio a juizo dos senhoros mordemos
do predios.
Todo o material de ferragens era foruecldo pelo
contratante, cujo cargo Beara tambera a eaiaco.
Os pretendemos deverao apresentar suas pro
postas em cartas fechadas na secretaria at o dia
10 de marco do corrente.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recito l" de margo de 1870.
* O escrivo, *
Pedro Rotlrwuei -ie Soizti.
Pela eontadoria da cmara mur.icipal desla
ridade, se declara aos proprieUrios le estibele-
cimenios de porta aberta, sujeitjs ao pagamento
do imposto municipal, que no mez Je margo pr-
ximo vindourn, priucipia a arrecada^ao a bocea
do cofre do mesmo imposto
Contadoria da cmara municipal >11 P.oiife, 28
de fevereiro de 1870.
0 contador,
llypolito Cassiauo de Vasconcellos A. liaranaao.
de 700 barricas de farinha de trigo avariada a
bordo do brigue americano JoUh Cryttel reoente-
raente ebegado do porto de Richmond.
ihojb.
s 11 horas em ponto, no arranzeroDeposito de
farinhano caes 22 de novembro 5.
De
LIIO
de
f>0 saceos coa f rlaha
mxndaca avariada
Sexta.-feira 4 do corrente.
O agente Pestaa far leilao por conta eme
de quem perlencer de 90 saceos cora farinha de
mandioca avariada d'agua salgada : sexta-feira i
do cor rente as 11 horas da manha no trapiclu-
barao do Livramenio For e do Matos.
AVISOS MAHTIMOS.
^f**,i^
DAS
Messagerics imperiales.
At o dia 14 do corrente mei espera-se tos
portos do sul c vapor francos Uruguay, com-
mandante Masseet, o qual depds da demora do
costume seguinipara B (G'ore) e Lisboa.
Para oondicoes, (reres e p.nsageos trata-se m
agencia ra de Conmercio u. 9.
At o dia 15 do rorrenle mez espera se da En -
ropa o vapor francez.G demora do cosiunie seguir para Buenos Avres,
tocando na Bahh.P.io du Janeiro e Montevideo.
Para condieos, freles e pasagens trata-so na
agencia ra do Commercio n. 9.
COIIPASHIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esprado
at o da 8 de marco o vapor
Gwm'ii, comraondante" o capilao-
tenente P II. Dnarte, o qual
depois da demora do eostume
seguir para os porte) o norte.
Desde j rcebein-se iiassagciros e engaja-se a
;arga que o vapor poder eonduzir, a qual devera
r embarcada ro Jiad suachegada. Encommen-
las e dinheiro a frete ate as 2 horas do diada sua
sabida.
Nioaereceben!como encomraendas senao ob-
leeras de pequeo valor e que nao excedam a duas
irrobasde peso ou 8 palmos cbicos de ntedic
rudo que passar destes limites devora ser embar-
rado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros, que snas pas-
sagens s se reeebern na agencia a roa da Cruz
n. 37 primeiro andar, enriptorio de Antmio Lu,
le Oliveira Azevedo & C.
lomMTRAllir
DE
Paquetes a vapor.
Dos i-ortos do norte esperad,
al o da 11 -do frrenle o vapor
Cruseii u do Sul, commandante I.
P. Guedes Alcoforado, o qual
depois da demora do costurae se-
guir para os portos do snl.
Desde j recebem-so pasageiros e engaja-se
carga que o vapor poder eonduzir, a qual 'devera
ler embarcada no dia desuaebegada. Encommen-
das e dinheiro a relateas duas horas do dia da
majiahida.
Nao so ecebem como encominondas senao eb-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cubico de medi-
gao.
Tudo que passar destes limites dever ser
ambareado como carpa a *
Previne-se aos Srs. passageiros que snas passa
Lrens s se receiiera*na agencia ra da Cruz n. 57.
T* andar, escriplorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
SANTA \9h DA MISERICORDIA. OD
RECirE.
A Illm.a. junta administrativa da SanUCasa de
Misericordia do Recife manda fazer puMi-io que
na sala de suas scss5?s, no da 3 de ir..irgo, pelas
4 horas da tarde, tem de >er arrematadas a quam
mais vanlagens offerecor, poto lempo de um a tres
airaos, as rendas dos predios em seguida declara-
dos :
ESTABELECIMEMTO DE CARIDADE.
tina da Alegra.
Casa terrea n. 7, por atino. _.
PATRIMONIO DOS 08P11A03.
Ra do Vigario^
Primeiro andar do sobrado n. 27 .
Ra do llangel.
Casa terrea n. 58.....0 .
Sitio n. 5 no Perno da Cal. 0 .
Os preteudentes devero apresentar uo acto da
nrremalaeo das suas Hangas on comparecerem
acompanliados dos respectivos fiadores.
Secralaria da Sania Casa da Misericordia de Re-
cife, o Je fevereiro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza,
36OJOO0
240*000
3603000
ISOiOOO
SautaOasa de Misericordia
do Recife.
A Illma. junta administrativa da santa casa de
Para o P-rto
Pretende seguir o mais breve posjivel, psra o
Porto, a barca oortugu^za S. Mano-1 II capitao
Jos Antonio des Santos ; recebe carga frete e
passageiros : tralar cera Marques, Barros & C
na praca do Corpo Santo n. 6.2o andar, ou cora o
capilao bordo.
~companhiaTernambcna~~"
Navegagdo coseir por vapoi
Feniaii'lo do Noronha.
O vapor Contripe commandanio
Silva sepni para o porto-arinu uo
_ dia S de nui ., ao meio dia. Heeebe
carga at o dia 4, cwommends, passageiros i^
dinlieiro a frete, at as 10 horas do dia da sala-
da no escriplorio do Forte do Mallos n. 12:
3L^
Para'
Pretendo seguir em pencos dias pare o Indicad',
porto a barea portugueza Despique II, por ter a
maior parte de seu carrcgamonlo prorapto, e pm\i
o restoque Ihe falta, que recebe a iretej muito ba-
rato: traa se com o consignatario Joaquim Jos
Gongalves Beltro. ntri do Commercio n. 17.
Porto.
Vai sahir breve a larca Laura para carga e
passageiros, trata-se cora os consignatarios Carva,
|ho A Nogueira. na r.'.ri de Anollo n. 20.
Para Maranhao ePar
O brigue nacional Stmto Antaro, capitao Caela-
no Alves Uvas, pretende segrar com a maior" bre-
vidade possi\upara Manraho e Para, por ter
parte da carga prorata, engaja-se a 'iue precisa
misericordia 'Jo Recife. na sala de snas sessoes, e recebe passageiros, u tratar com os consgnala-
pelas 3 horas da urde do dia 3 de marco, recebe [ rios Marques Barre- A C, no largo doGorpo
propostas para o fornecimento do assucar que ti-
ver de consumir o hospital Pedro II nos mezes de
mareo, abril e maio vindouros, pugund-irse cem to-
nheiro vista-; sendo assucar braoco reflnado de
1" sorte, e refinado smenos.
As prupoitas sero abenas no dia designado em
presenca dos proponentes, os quaes l;vero ir ao
hospital afnn de verera a qualidade do assucar
qne alli se gasta.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
cife 28 de fevereiro de 1870.
O eserivio,
Pedro Rodrigues -de Suiua.
lospeecao do arsenal de
Hiariiilia.
Faz-so publico que a eommisso de perito.-
examinando na frma determinada no rogulamenl
anaexo ao decreto n. 1324 de ,' de fevereiro dr
i$&, os eascos, maenias, caldeiras, appor
mastMa^eea, relames, amarras e an*oras d>
poras Moinfue e Cammrafikt da eompaahia Vigt
lante le reiioque, achou to*lns osses nbjeci.
estado de pederem o vaporea contnnarno servi-
eo em qne nn rwping^.
Inspeccao do arsenal de marinha de PccmsmbH
eo % de marco de 1670.
Oiaepectar,
H. A. Barbosa de Almeida
Santa oas da misericordia
do Recife.-
A Illma. junta da sania casa de misericordia d
Recife, pelas 3 horas da tarde db dia 3w cerren
te, na sala de sua? sessoes, recebe pro >ostas.para
o fornecimento de carne verde qne Mver-'ra de com
sumir lodos os esLueiecitientos pos .seucargo,
no mez de marco corrente.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife l dt marco de 1870.
O escrivo,.
Podro Rodrigues de Souaa. ^
- ..-li______-._______XL
Santo n. 6, 2o andar.
Para o Porto.
A barca portogui za /W..r pretende sahir com
muita brevidade c para carga e passageiros traa-
se com os con-ignaL-irlr.s Thomaz d'Aqumo Fon-
seca & C. : ra do Viga rio n 101, 1 andar.
Para "octeto"
a barca portngnera Novo Silencio seguir com
a brevidade possivel; para carga e passageiros,
trata-se cpm os cotsipinlarios Oliveira Pilhos'A
C., no largo o fnr\ Santo n. Io, ou com o ca-
pitio na praca do conm tco.
-*-
IEIL0ES.
^

O ageute Ponlual competentemente, aotorjs.ido
tara le lio dos olijee!..- aiiiixo declarados da lar
'ont'ir i iieriwiicooto-- aAoge-
lino j lanos Andradi.
HOJE.
;d.....-----~'^m"~z*
0| O 1
Illnt de S.Ti^ue.
O patacho 'poringaez Jtoreme spgue coro mui-
la breviuide para o pullo cima ; anda recebe
alguipa carga afrete, uem ciiro" passa ie i n pa-
ra os quaes Umbell- i'-;nniodos : a tratar co )
o seu'cOnsignatrro, J"rio'do RegoLlina rua rio
.Apollp p.;4-_____,------------_---------___________
Para o Vort*
a barca Fiar de />, Hiinm sabir brevnwnte, per-
qae j tem parto da cffpa engajada : pan orosti
e pawaonai trata se cora os consignatarios Csr-
valhn A Nflgneira^ na ma do Apollo n. 20
AVISOS DIVERSOS.
Attencjo
Perdeu-so bnnlem da rn* Mreim do R.
rio ao pilleo do Terco, una rarteira, e rateudn nei-
la a quantia de setnia mil reis n^a-sn a |r ;i
iid-achou-a. o favor o t i*uir aest-u >4t,
Typpographia Universal, Kua-.do Inperador n. t'J
quo ser gratificadj.
[>e> finaba de trigo nvarisd.1
a 3 do crrame
O ageute Olivcira far leilao por ordemMt
preeencado IllmiSr- cmi#ul dos Rfodos-tliides*
e por conta ris< do gtieto perleneor, do cerca
<
Precisa se para o iafJrnnde do Nmtt um, bdirt
aga-se boi'n oriwnido : tratai
V
armazem de J'fc^DMttfdas'ftevl*
_
. roa da i oadaria n. % e'pT -
cisj de una ama.
HH


Diarip de Pwmnboco Quinta /tira 3 de Marqo de 1870.
f
1) abaixo issiguado avisa ao publico que leno
'Mido lii Sr. conselheiro iqppcctor
da thesourana da luxewla feral, para wid
Mmpilhas oa seu esi*beleeiral*"a rna do Crespo
n. ti. pelos meiiic> irofts que venden na re-
,! ; iim pois, podem as pe-
u fura d 'Ha dingireru ao
i'.iaixit assiii.id >, >ua- bReomiiMedis it ipialquer
mairlidadu ; .ni.'ii'c s-atisfei!.
Maooel Mariins Fiuza.
Anioi. Jorge dos &an(o> taz sciente ao res-
px ilavel publico o con"; espccialidado ao rorpo do
.innnercio, <\ue tem contratado vender rom con-
Blknenlo de WH credana, 9 para pasamento
lestes, ao Sr. liento i *e CordeiD, a sua taberna
da iravess* don e) ostSs, livr-: a desembaracada :
iMlgueinse-jui.'ar rom diroito a enipedir este
negocio tenlia a bondade do dirigirse ao Sr. Vie-
i'Tino do Almeidv Uabello ra de S. Francisco
n. 70, no praso de tros dias, entregando sua con
i mesmo seubor para ser conferida. Recife
M do feverniro da 1870:
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0005
Bilhetes garantidos.
K ra do Crespo n.$3 e casa do costnmo
0 abaixo asignad., temi von&do alera de ou-
tras sorlcs, 1 iiiteir. a. 27ti eom 4:(C>0000 da
i ia que se acau u do extrahir a boneBcio
tortuoso (!')*') convida asa pawaiflores virem
r 'cebor r, ;dade do cjame sem descon-
t algum
Aciam-se a runda os eliios bilhetes garan-
l da 3' parte da lotera beneficio di igrcja
lie do Caroar (I '.)). que se xtrahir terca-
Mn 8 do coiion'i inte, pea novo plano.
Preces
BiflWfe iOOO
ilcio 3000
ur- 14500
Ercaonittde I0OJ para cima.
" llhw -J5300 '
Meto 25750
(Ju. 44375
noel Martin* Fiuza.
TRILHOS .UftBANOS
Recife a Apipucos.
A veudi iii>s hilhett nos carros conti-
nuar at da -'0 de marro entretanto
roga-se aos Sis. pajsageiros o favor de
cumprarem os stus bilhetes as estaces
antes de embarcaren) nos ir^ns.
A conducrao de bagagem principiara boje
partiudo o treno tneio da, e de Apipucos ao Recife a i I, e
15 m. da tarde.
A bagagem paKa os pantos de Soledade.
Ponte de Uchoa. Jaqueira, Parna-meirim
Sant'Anna e Porta d'Agoa, s ser recebid:<
com a condiceao do remetiente manda-ln
receber na occasio da passagem do trem
por nao ha ver ali quem o recolba nem es-
taces proprias para esse Om.
Escriptorio da companhia, i" de margo
de i870.
W Ratctnson,
Gerente.
i '.. ___^_^^
Precisa-se de urna ana para ama s pessua
na ra nV Hiftas n 88. :
AMA
Ama
alug?
Precisase de una .na para todo o servieo de
i ;:a casa de ; faoija ; a tratar pa rna
np irad ir 6 "''' Ja. __________________
IT"j de 5ra ama para casa de hornera
an ; i ra 4a r'.-.^i n. va_______________
Rreeisa-se di una ana, prefere se escrava.-
e eHa que Mja i dado, para casa de una
i i uin filfa : a tratar na ra da Praia dp
Santa Rila .VI, confronte a serrara de Vicente
Alvos Martwdo. ________________
Pr-'.-i -.. e de i ama para casa de pouca
I u.iilia rur* eotiobir t eomprar na ra : a tratar
na lo Cateireirn n. bi. _________________
Grande sitio para
jar.
8-se U'Ti grande sitio na e-lra-
da .; sarinhu, o qual u-iii niuitos
Mrvon [rana !i tixa para ca-
| i gado, podendo
su veca porter um grande
I :ejii no fundo iju> nazi entrada veiha de
iribe no lu| -Fria, tendo o sitio urna
i. ds Be be tibe
lo quina i,:i ; |ii all existe- A casa i
l, !'iii d:i i- i] i itrt) ijuartos, |nBl la
. , lo de pera e c edificada baipooco tempo.
i)aera pretende! en'enler-se eom o u
ie aun o i- seu sitio
. rux dai Aln .. 9 I >ras da manhha p
' n ) setl i i na ra do Amoro nu-
ro -'17.
i'ugio no d
"' crioola '!. nrn
ter W .uin i-, e>l xa, e un grande falta de
i ii d ipieuuadura no bra-
lireito, tendo levado doas eludes, sendo um
rdee nutra li tado i:- azul e branca; quem
.. capturar lra > : sala i Ponte de Uchoa
i;, i Mendes. ou a ra
11 Ir de Deus i if, que sera generosamente

Procissao do Senhor
attado,
la qnareiM (|3) i ii'-
erecta na igreja
ionio, 'xpic vista doa fleia a solemne
-;"i daquelle Senhor, eespera, portante, mo-
do resportavel publico christao o 3poi) para
levara efieilo tai pi acto, tanto mais quanto a
pnmetra procisiao que na presente quarosma se
ir i mi irmand a le que lem sido victi-
nu de dheordia, e Heormni recurso cunta senao
>m t coadjuvaci ?dos le*.
?recsa-se d? urna preta escrava que eoiinhe
compre para ama de urna casa de pequea fami-
lia : a rrataf na raa larga do Rosario n. 3i, bo
tica.
Caixeiro
, ;':'. ir ., i ..i i- voz. a
ai ia (pie repaesenta
Precisare de um caixeiro oue tenha pratica dt
taberna : n ra do Brum n. 65.______ -
Preci?a-?e. de urna ama para cozinhar para
casa de piuca familia : na ra do Mondego nu-
inoro 61.__________________________________
COMPAXHM PEflNAMBUCANA.
5o DIVIDENDO.
De ordein o conselho d.- direccao se communics
aos Srs accionistas que o pagamento do quinte di-
videndo ao de 10 por cento, ter lugar do dia
8 de mareo prximo vindouro em diante, no es-
criptorio da companhia no caes da AssemMi
n. 12.
O gerente,
________________F. F. Borges.
0 CiBlHIilAO DENTISTA
Frederico Maya
Tern a honra de scientifkar ao respaita-
vei [lublic-j em gcral, e aos sens cSeles
em particular que elle mudou o seu gabi[
ticte de Cnsoltas da ra Direita n. 12 par?
a do Queiraado n. 31 primeiro andar, eom
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
prossao. Iodos os dia uteis das 9 horas
da mantilla s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seos suburbios, para onde as
serto prtcodidll de ajusto. Elle ga-
rante o bom desempeobo o a perfeicSo de
drwtraftaffiof, oquej bem conbecldo,
assira como as commodidades dos precos.
A pessoa que tem era seu poder por era-
limo a c illecgae do Janeiro -aetembro de 1806
Diario, queira mandar re.-titui-lano esetfp-
iphia.______________^^^^
'Jasa de commiss&o le escra^os
' Xa autiga casa de commissao de escravos, d
ibaixo assignado. ra do Imperador u. 45, conti
ma-.-r. a rtceber escravos por commissao, lanti
lo mato como da praca para serem vendidos,
;arant>se c bom4catannte e prompta venda
jara o que se emprega todos os esteraos afim di
laliafazer em todo s pessoas que o quierem hon-
ar eom sita canfian^a. Nesta casa lia sempri
:ara vender escravos de ambo os sexos, vellios t
emo ha t da seguranca para os tor
Antonio Jos V. de Souza.
28Cainboa do Carmo28
Das seis e rada horas da tarde as onze da noute.
Nicolau Pungilore tem a honra de annunciar ao respeitavel publico desta ca-
pital, que dtariatnenle eslat aberto a concoirencia publica ata grande cosmorama eom
variadas vistas e paseagens dignas da attengo de todos por acharem-se entre ellas
as dilTerentes batalhas dadas pelas forras alliadas contra o governo do Paraguay, como
abaixo se ver,
O aonuncianle tem empregado lodos os seos exforcos para pie o respeitavel
oublico encentre alli um bello passatempo mediante urna pequea exportla, tendo
entretanto direito a um objecto, gratis, de mais ou menos valor.
Todas as vistas sevo mudadas doas vejes por semana, sendo as quintas e
sabbados.
Vista do combate e paisagem da fortaleza Je Humait.
Dita das glorias do exercito brasileiro.
DiU da fuga do Lpez para as cordillieiras.
Dita do asassioato do general Flore6 em MotUevido.
Dita docastello do Rio de Janeiro.
Dita da cidade do Porto.
Dita da Praca do Povo, a Roma. .-
Di la do asalto e presa da fortaleza de Sebasto pool.
D'ta do paco de Footainebieau (Franca).
28Cambo i do Carino28
DAS SEIS E MEIA HORAS DA TARDE AS ONZE DA NOL'TE.
Linda e superiores bare^.de cor, de quadro e de listras, para vestidos fio-
findo seda, pe;o baratissimo prego de 800 e 640 rs. o covado.
Assim como superiores cass l'rancezas de cftr padres de muito gosto 400
i 600 rg. o metro na loja das Collunma ra do-Crespo n. 13, de Antonio Correa d*
/asconcellos.
MDALHA A EXPOSIQAO UNIVERSAL DE 1867
Para, a Superioridade d'a
Ia?eaa pr LE GR AND, Pefmnista do Imperador dos Frucezei,
PAIU. 03, Roa Salnt-Ilenor, 207.
ORIZA
CRI-: TV I 13 < > R;I ^ A.
K MKON l8 I.RMI.OS
Par* dnr frtura i iirllr.drUrui: 111 rustida car*,
canterrar el rnainrnte a iellr-.n d i jmenluie.
PAHIS.
I.ACT
I.KITK UtTCFIIELICQ
Paro rtfrtirar, tranawrar r ninc-r a pellt, fnundt
dMnppywttr m .\niun t i| tnrda$.
SABAO OH1ZA.......D'uma raarsa i ico-Mvainrnle miw r ri'iim pri-famc los maU ridinirioi.
OH:/.A-(..I-:aM oess$e. Vw.su rspccialraciile prparada para < pnnkw ; liarte
01! IZA-1 i. I ll>........ I'niuuila fdtlilii antee nulnlivu para ronri-\arisr -*> i s temunlUmaV ini+rarfin.
OI'.li;.\ i'i'.V OdOiMK.. Tcl uno tlt: bui c oleo (Je ;>cla C4>i-i li.iv k qiin.i au os i-abeHos.
0HI7.A
r>n'z \-rn" :
c --i/ \ n >\\i;us....
(Ml!/\-A! IMI-lNf:.. .
i SSt'At OIII/iA.....
(//a us...;......
OBIIA.J .IWIII.[:: ....
OIIIZ V-tiKNi IWIiICK..
OlUZA-llliX'l \ll;e ...
........ Ol afastoM pe ftmmla para Iwlfsf > mJmHh i| r li'us le quebrarcm.
1 NI INB. CrUtalliv ci m \i>li',a, para ln brilbit aos catwUm r i barba.
Asna O" Dinpjicvol de mu prrfuu.e -i:,m- c dclicadA f*n fiMiilicardo la peile.
VliiaKrv (!n touoailoi-, aioma inh'.ii co.
Hiifiiiiio concculrad" para o< leen- prmlncl.i i:n:>(<-> dtca.
Pirfcnic ilo bom lom o d.i alta > icilaili.- paia o !
Ylor i!p arroz da droliti l par-, a cara c a belleza da pi'e.
I'ara alojar os denles e conservar as polifilas
Nora masan para ahejar os denici) *e':i rtestmr o emi!u\
AGUA TNICA DE QUINA E POMADA DE BALSAMO DE TANNINO
Pin !!=f!:a t salubridiJ* it nb-jj. flifaui!* w utt us. ) epejindi > ukir u tunit hht rifUiaiiti.
DF.PO.S1T0 GEItAL na (.'.-a de
f-.--'.S
E em Caza de todos Perfumistas do Brazil.
MwmkwnkW*WB*waKsmkw*vkw*kwm>'i^
Qmmum UBABR
Precisa-s alugar um moleque qne sirva i
para todo servido : na ra do l.anpel n. 48.
Manoel Narciso da Co.-ta faz publico que :
tea eoBtrataio reodsr cora coosentmento do se u
eredorrs, ao 5r. Matioel Tavaros da Costa llilieiro, i
a taberna que posane rui do Rangel n. 41 : se |
al(?uem so julgar om direito a qualquer rto arna- l
(/ao, dirlj-se a mesma taberna no praso de tres
dias. Reeitt 2G de fover iro de 1870.___________
I're isa-.-e do uina ama par* casa do pouca
familia : na roa Direita n. 43, 2 indar.
APPROVADO PELA ACADEMIA OE MEDICINA DE PAR
febrfugo
deve ser
0 Q'iinium Labarraque, eminentemente tnico
preferido todas as outras preparadles de quina.
Os vinhos de quina ordinariamente empregailos na medicina p-i-eparam-se
eom cascas de quina cuja riqueza em principios activos extremamente
variavel; parte disso, era razao de seu modo de preparacao, estes vinha>con-
tem apenas vestigios de principios activos, e cm proporces sempre variaveis.
0 Qalniam ^barraque, approvado pela Academia de medicina, con.
stitue pela contrario um medicamento de composicao determinada, rica em
principios activos, e eom o qual os mdicos e oe doentes podem sempre contar.
0 Quinium Labarraqne proscripto eom grande xito s pessoas fracas,
delibitadas, seja por diversas causas d'esgotamento, soja por antigs moles^
tias; aos adultos fatigados por urna rpida cresccnca, s meninas qui tem diffi.
culdade em se formar e desenvolver; s mulheres depois dos partos; aos velhos
enflaquecidos pela edade ou doenca.
No cazo de chlorosis, anemia, cores plidas, este vinho um poderoso
auxiliar dos ferruginosos. Tomado junto, por exemplo, eom as pilulas d
Vallet, produz effeitos maravilhosos, pela sua rpida accfio.
Deposito em Pars, L. FRERE, 19, ru Jacob
fito-JoiMtro, DDPONCBELLE; CBEVOLOT. Pernambuco, MAURER et O

XA B O PE
VEGETAL AMERICANO
ESALIDADE
BAR T H O LO M t O & C
Para a cura certa das touei antigs e recentes, ntarrhos polmonar, astlinia; toise comaba, catarrb
Sronehijs. o cm goral contra todos os solTrimentos das vas respiratiriat.
DEPOSITO CERA!.
SOTXCA JES DROGARA
M, ROA URCA DO R0ZARIO, 34
PERNAMBUCO
Ama.
ta fflitrmore. rna das Crnases
n. 11.
ii-:a 6amW acha-se -labeleeido na casa
1 | \i groen rado para loooa os
ile soa procisao.
..u-;o A;.: aio li' Untii. D. atara los de
i.- Gil )>. gonr o ora, cordialmen-
rreecam .' todas a- pcs< iaa que so dignaram
ipanhar ao miterio pp.biico os restos mor-
ta* de sua pw.*4f Brito ; c de novo os convidam assislirem as
niguas qm ten de seren resalas no dia 4 do car-
. as 6 horas da tnannia, na matriz de Sant i
nio. i cuja irruandade -e ronfessain gratos.
Amrt de leite.
rna da Praia n. .'.1, S andar, precisa se de
ama ama de leite ; a tratar na mesma ra e so-
qofl ser tern pig*.
Ama
Na ra do Cordoniz n. 8, preisa-se de una
ama que Jaiba cozinhar._______________
INJEtTIffB
*
isi-se Je urna anu para casa de poua fa-
nilia : na ra s- Criuea n. 25.
Na rna estreta do Itosano n. 96, Io andar,
alugain-se dous pardinhos para criados : quem o.<
pretender procure da* 9 hora* as 3 da tarde. ___
O advngado Manoel Joaquim Silveira pode ;
ser procurado para os misteres de sua prnffcc '
em seu escript jrio ra do Cifspo n. 12, I" an
dar, das 10 horas da manliaa s 3 da tarde. leside
ra da Conquista (Soledade) n. 4.____________
AO PUBLICO
O Sr. Manoel Lopes Ferreira e D. Bemvcnuta
Delplna Mara da Conceicie, ambos credores do
espolio do tallecido Jos Felippe Martina, acbatvi-
se pago? e satisfeitos pelos herdeiros do mesmo
fallficido o proju"adore3 reconhecidns pelo cnsul
de Hespanha, os Srs. D. Jos Guerra e D. Bartho-
lomeu Eteves, cujos credores haviam demanaado
o Sr. D. Juan Buson, por ditas dividas. E pan
que nao' possa lia ver mais reclamarn alguma da
parte dos ditos senhores fazemos o presente aviso.
Recife 2 de marco de 1870.____________________
Trecisa-se de urna casa pequea, em Olinda,
para um ou dous estrangeiros : a dirigir-se na
tua da Cruz n. 55.___________________________
Papagaio
Do 3 andar do sobrado n. 58, -sito ra Nova,
fogio um papagaio contrafeito: quem o levar em
dio andar, ser recompensado.________________
Precisa-se de urna ama : no pateo do Parai-
zo n. 29; defronte da igreja. Io andar, esquina.
-
TCleBlea Infalllvel c Prreervatlva, abtolutarccir.v a uu.-j qucaavaitan aeiiuro ....,. \- .
saa priaaaaaes kaeu 4* unmi. {Rugir a faaaraaa t* u). (19 a**, i* aieUB<.i ft,,:
W awaata >. 1 laaaaa* ataau. Ua.
OPPRESSAO SOFFOCAtAO
* Perol* dXher dq ooitor Clertaw ^ijirovadas pe:; A h"':a imperial
de medicina do l'ariz acalmam quasi sempre instnntvnca'.vnir .! qiios il'nsma,
oppreasKo, sofforacilo, assim como as dores de cabera c enxaquccas. V. suffi-
ciento na occ.asio em que ippareeer o mal, o engor-so uhui "ii doaa perolas
rom urna pouca d'agoa. eom certeza o medicamento mr.is f< il de tomar para
e.4e genero de dcem;as.
Aa p-roin de irrrhenthioa do conloa CLETAe sao imprecadas diariamente
eom grande xito para a cura das nevralgiaa, rheumatismo, aeatieo e catanios
da bexiga, Eslas perolas oram senij-re rocommendadas por um grande numero
de mdicos e especialmente pelo outor Trousseau, que indica este medica-
mento cerno o mais eficaz. conveniente tomar de 4 at 8 na occasiao das
comidas.
A approvaco da Academia imperial de medicina 6 sen duvida a rnelhor
garanta da boa preparacao d'stes medicamentos e de sua efkacia.
A therapeulica das diversas molestias do peito,desde
pharyngite ou mal da garganta at a tuLercnlaco
pulmonar, passando pelas diversas bronebites catarrbaes
e o emphyscma acaba de ser enreqaecida eom mais
este medicamento, que lomar c primeira ordem entre
lodoa at hoje conhecidos. O xarope Vegetal Americano,
garantndo puramente vegetal, nao conten em sua
:ompoHcSo um s tomo de opio, e sim somente sac-
eos de plantas indgenas, cajas propriedades benficas
oa cura da molestias qne pertencem aos igaos de res-
pirarn foram por nos observadas por longo tempo,
om ptimos resultados cada vez mais crescentes; pelo
que nos julgamos aotorisados a compor o xarope que
agora apresentamos, e a ofterece lo aos mdicos e ao
publico, Provamos eom os attestados abaixo o que le-
amos dito, e contam.; que o conceilo de qne j gos
o xarope Vegetal Americano crescerk de dia a dia,
deixando muito aps de si todos os peitoraes em voga.
Illa. Sr. Baitbalomeo k C0 xarope Vegetal Ame-
ricano, preparado em ana eonceitnadissima pbarmacia,
um til remedio para combater i terrivel astbma.
Sofra ea aquella molestia ha qnatro mezes, sem anda
ter combatidlos a laquea mensaes qne tinha; este ultimo
qae tive foi fortissimo qne me prostoo por 8 das, use,
Sorm o sen milagroso xarope, torneado apenas tres
oses, e at o presente nao foi de novo atacado. Preta
Daaa, qne en fique restablecido por urna vez. Rendo-
Ihe, pois os meus agrdecimentos por me ler alivivt *-
lio horrivel mal. Com a mais significativa graiuU*
subscrewo-me deVincs. aflecluoso e recoobeeida eriaaW.
Setwrino hitarle.Sua Casa M de revertir d* Sk*
Illms Srs Barlbolomeo 4 C. Depois da qnasi s*m
mezes de solTrimento com urna losse incessantc, ffeaB*.
extraordinario, expeetoracio de um catarrho amantla-
do, e perda total das Coreas, que o mnrmr pnaam
me fatigava completamente, cansado de tomar mi!sso>.
tros remedios sem resultado tive a fulicidaded sabern .
V'mea. preparavam o xarope Vegetal Amencauo, e toa-
elle, grabas a Deas, meacho rcslabelecido ha raaia&.
dois meaes, e robusto como se nada livesse ssrTr:l>>. *
gralidio me torca a esta declaradlo, que poderao Vatcat
fazer o oso que qnizerem. Sou com eslas* de Van
muitos respeilador e criado. Antonio So*anm i-.
Catiro t Silva. Recite 8 de feve'eiro da i&iti
Atiesto qne nsei do xarope Vegetal Amrricw *, tk
composifto dos Srs Barlbolomeo k C. para cma da o.
forte defluxo qna me tronxe urna rouquido, qoa me bt
fazia edlender, iaflammacio e dor na garganta, taatNL
grande falta de respirac&o. e linnei compleaaacnt* rax.
tabelecido com nm s vidro do mesmo xaraa; p*
qae Ibes protesto eterna gratidio. Recife fO d% Ja-
neiro de 1868. Joaquim l'twra Ar**l***hamr. -
Esli reconhecidee.
Depoaito om Rra-JajiRaao. Duponcliei,:; Ch'volol Ein PniusiKco. Xaiirt* fc C"


Os verdade-oe OOX.X.A&SI BOTBK, as nicos approvados pees
a Academia de Medicina, tem assim como os meos outros producto
atirahido a cnpidez dos bltificaaorea, qne para facilitar sua criminla
Industria nao sepja, nem recesad annunciar vender falsosOoxxaaxaM
com nac oau. En previno as familias para interesse de seus Gibo
.qae, para evitar faliificacoea, da veta exif Ir, que meas Couaaats Ibn
sejao vendidas em calas de tasabas de encalle e corrediaa coberta
por k etuquatae com a miaba marea de fabrica e encerrando aaa
proapactocircunstanciado, a aeHaaa por ama medalha cono letlraira-
COLLAR ROTES, Re St-Irtii. 225. Pirii.
PfSaaSHSHaBEa!^^ ]=IH5H iiHiaHaamEa.-^^
UA
DO
CABUG
esquina
% rna larga d
Rosario.
tttii
___._ ms._____
Este importante estabelecimento no sea genero, tem sempre nm sortimento sem igual,
e vende por presos qne nenhnma ontra casa pode vender.
vista da qualidade e do prego das joias cada nm poer-se-ha convencer da ^erdade.
C3arante-W ser tado de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por precos mnito ele-
vados.
loja est aberta at as 9 horas, da noute.
esquina
da rna larga do
Rosara, ftt
I
um


I
i
Diario de Penrambaco Qiriiit feira 3 de Marqo de 1870
A ESMERALDA
LOJA DE MAS
DE
EIRA PARTE & G.
Este antigo estabelecimento, completa-
ente reformado de novo, est as condi-
?oes de servir vantajosamente os seos fre-
fuezes, visto que acha-se prvido com um
pendido sortimento de obras de ouro e
rata de lei^ assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, cujos prepos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recbem-
ela em troca ou compram-se com pequeo
bate.
JL 5 RU4 DO CABUGA PL 5
Pilulas assucaradas k trisol.
CONNAO TEM NEM CALOMELANOS NEM NENHM
OCTnO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um a-
thartico ou de unria medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tinto pelo po-
vo, como mesmo por mo da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em pdennos com
toda a confiancae segundado, recommendar
as pilulas >:egetaes assucaradas de Bristol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qua! encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se cm um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicao dessas pululas, que por alii se
vendem, mas sim, s3o preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plaiitas, depois de se
haver chimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que conteem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porcoes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
dophgiiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
"laravillioso possivel sobre as regies do
figadOj assim como sobre todas as secre-
ces biliosas. Isto de combinaco com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas^ consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, (me jamis fura apresenlado ao
publico. As pilulas vcgetaes assucaradas
de Bristol, achar-se-ho sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efli-
caz, para a cura de molestias, Lies como
sejam as seguintes.
AO AHMAZEM
DO
Kua Nova a. ,
acaba e cfaegar pelos ltimos vapores novas re-
mesas dos segniotei :
Calcado francez .
Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou-
(ras omitas diferentes cores i ultima
moda.
Para meninas.Botinas das mesmas cores e qua-
lidadis cima.
Para homens.Botinas e cordavao, bezerro, ver-
niz, pellica, o melbor sortimento que se
pode desejar.
Para m:nmo?.Botinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para homens.Botas ruoanas, metas'botas e per-
neiras.
Para horens, seohoras e meninos.Sapatos de
tapete, aveludados. -charlte, caseniira
preu, tranca de Lisboa ete. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
mntas.qualidade.
Quinquilharias
Finos artigos de Paris, de gosto e phantazia,
como sejam, leques. cspeluos, luvas de Jouvin,
cajiiilias de costura com msica.', joias de ouro
bom de lei, ditas de plaqu, cofres de seda e bol-
cinhas para braco, estojos para viagens, bengala?,
chicotinhos de baleia, ocuios, lunetas, correntes de
relogios, e perfumaras de Gondray e de Piver.
Brinquedos para crianzas
Carrinhos de 3 e de 4 rodas para passeios, cos-
moramas e realejos de diverses tamanhos, e um
cera numero de brinquedos francezes e allemaes
para entreter meninas.
Para evitar massante leitura de tanto} artigos
exwstos venda neste estabelecimento, o dono
pede ao publico em g^eral queso digne entrar de
passetoaflm de veiincarem nao s a grande va-
riedad* como os precos baratsimos por serem
lodos chegados de conla propria.
GUSTAVE
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Eecife51
Chama a attenc5o dos seus innmeros freguezcs, e do respeitavel publico es
geral, para a segante tabella dos precos de sua casa, os quaes sao vinte por cent*
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 50, Cadeias para relogio a 50, 64,
304, 354 e......40000 74,84, 04, iU e. .
Ditas para homem a 354, 404 e
Coques a |2& 154, 184, 204,
504000
Corte de cabello,
54,
254, 304
Cachos ou crespos a 34, i 3,
64, 74, 84, 94 e. .
Tranca de 'cabello^para annel a
500 e.......
Tranca para braceletes a 104,
C&?l& IM M, m mlm W. cabeo com ric*. .
e.....324000 ^orle "e cabello com lavagem a
i -champou......
104000 ^rle de cabe"0Cm limpez da
I cabera pela machina electri-
14000 ca< UD'ca cU1 Peroainhuco. .
Frisado ingleza ou franceza.
154, 204, 5 e 304000 Barba. ,......
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penieados para casamento
Bailes e solres
0 dono do estabelecimento previne s
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um
salo para tintura dos cabellos e barba, as-
sim como um [empregado smente occupa-
do nesse servico.
154001
501
501
14001
floct
501
25f
11Ra do Queimado.....11
AUGUSTO PoRTO, tendo recebido directamente da Europa riquissiu.os cor-
m de vertidos de blond para noivas os expoe v-nda pelos mais mdicos presos. No
aauao ettabc.ecinunto ha constantemente comoleto sortimento de fazmdas finas como
jaa : *
Cortes de setim d cores e ditos de seda dos mais elegante? gestos.
Colchas de se la de cores, ditas de damasco e la, ditas de crochs e de
uitiobtanco para camas todas muito linlas.
Cortinados bordados para camas e janellas de-multas qualidades e precos.
Vestidos brancas bordados, embraias bordadas, filos, tarlatanas e cambraias
is e transparentes de nuitas qualidades.
Gorguiao prcto para vestidos, grosdeftlplea da todas as qualidades, merinos
prjtos, alpacas, hombasinas, pristas, pannos pelos e azues, cisemiras pretas e decores
* grande variedade de todas ;;s f.zendas tanto para a praca como paia o matto.
Fronhas de cambiara de linlu bordadas, e toalhas de cambraia de liuho borda
4a com muito gosto.
AlgodSo liso e trancado, azul e do listras, madapolo, chitas e lodas as fazen-
iki para fabricas de engenlio as quacs vendem a dinh. iro, petos precos das casas in-
glezas, Es neslf estabclccimeito ha s mpre o mais esplendido sortimento de
fsteiras da India para forrar salas que se vende mais barato
do que em outra qualquer parte.
0 MAKAVILHOSO REMEDIO DO
DE. CHAS. DE GEATH.
ELCTRICO
KINGOF PAIN
0 RE DA 1)01!
IAHA USO IVrUElXO 12
Cura cholera e choli-ra
ianhea, iluxo do sangue, em nm da.
Dores de cabeca, o dures do ouvido em
tres minutos.
Dor de denles, em um minuto.
Neuvral^i,), em ci ico minutos.
Deslocacoes, em vintc minutos.
Gargantas inchadac, em dez minulus.
Clica e colvulsoes, em cinco minutos,
ftheumajismo, em um dia.
Febre e febre intermitente, em um dia.
KYTE:it\.
moKbus.
Dor as costas e nos lados, em dez mi-
nutos.
Tosses perigosas e refriados em um dia
Plueresia, em um dia.
Surdfz e athma.
Heraonhoidas e bronchites,
ImllamEcao nos rins.
Drapep>ia, erysipelas.
Molestia do figado.
Palpitaco de ora$Sa.
Resene sempre es(e reoiedio na sua familia
AS D0ENC\S SE APRESENTAM. QUANDO MENOS SE ESPERAM.
OLEO ELCTRICO O King of Pain (O Rei da dor) aquieta e positivamente dis
sipa mais de difieren les molestias e dores, e allivia mais os sofirimentos e produz um
mais perfeito equilibrio no systema humano, o que nao se pode effeituar no mesmo tem
po, com qualquer outro remedio medicinal.
Este muito popular rem dio est agora usando-se geralmente, pela razo que
militare* do pessoas se tem curado gratis com o dito remedio pelo Dr. Gralh e outro?
mais.
ste importante remedio nao se offerece para curar todas as doenfas, porm
lio someBte para acuellas estipuladas na6 nossas direc?6es.
Est operando nos principios da ehimica e da eletricidade e por isso, est
appcavel para o curamento e para a restaurago da aec3o natural dos orgos que so
tfrem da irregular circulaco dos fluxos d.>s principaes ervos. Oleo elctrico O King
Undulas etc. em um lempo incrivel, breve seta per/go do seu uso debaixo de qualquer
.ircumstancia.
O remedia nina medecina para o uso externo e interno, composto dos ele-
mentos curativos, raizes, hervas e cascas, laes como se tem usado dos nossos antepas-
sados, e das quaeo tem grandes existencias no mundo, para curar todas as molestia;
soBieute iberulo-se quaes t-lla sao.
Fui um grande e especial desojo da faculdade de-medicina durante muitos an-
uo* de experiencia para aprenderos melliores modos que se devjam ado jtar para curar
as i gaiates doencas. e que proporojes de "medicina se devia usar.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
iSA PHARMACIA E DROGARA DE
Bartholomeu & C.
___i4^-T-ua Larga do Rosario34
' wmmmmmmmmtmmmmm

spepsia, ou indi-
Dogestao,
Adstringencia, ou..
prisao do vefttre
habitual,
Alia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Hydropesia dos mem-
bros ou do corpo,
Affecces do figado,
Ictericia,
llemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino.
Dores de cabeca.
Em todas as molestias que derivam
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo.
os purificadores deve ser tomado conjuh
tamentc com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido oxpressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outft, quando fielmente assim se faz.
nao nos resta a menor duvida em dizer.
que no maior numero dos casos, podemos
alfiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radica!, isto
est bem visto, "quando [o doente nao se
ache n'um estado muito alm dos recurse
humanos.
Fcitor.
Precsa-e de um trabalhador pan tratar df
nm sitio pequeo, pagase a secco, e prefere-M
casado : a tratar na na X"\a 19, 1 andar
Pee-se encar' cidaraente aoa Srs. Dumingos
TheoJoro Rigueira e Arislides Florentino Caval-
ranti de Albuquerijue (dtSrniiliaeni), que venli;mi
ra do Vigario n. 11, a oefoelo quo u pi
ultimar.
INSTANTNEOS
Travessa do Corpo Santo n. 23
ARMAZEM
Ra Nova n. 2, !ora Antonio
P< dro :'e Souza Soares.
Bandeira, Kaebado A C, avisan) ao respeitavel
publico que nos lugares cima encontrar no mes-
mo sempre grande qnaotidade de ditos pocos, e
que se acham habiliUdoa para vender por menos
que outro qualquer, por isso que os recebera di-
rectamente do fabricanli' Norton, de Londres.
As vantagens que offerecem os poQOS instant-
neos sao : primeiro, podcivm ser enllocados den-
tro de casa ou fra, com o trabalho de urna a duas
horas; secundo, forneceredi os mesraos agua pu-
ra e abundante, poflendo muvidofl de uro
para outro lugar, quando assim convier.
Os annuneiantes sreeeb-rao a importancia dos
retrados pocos depois ib; colicuados, sattstazendo
espectativa* do lor.
Nao mais cabellos brancos.
-A tintura pponeza para tingia os cabellof
da cabera c da barba, foi a nica admittids
Exposico Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparaces at
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51.
1. andar.
O Dr. \.u\i Jos Correia de S conti-
na no exercicio de Da profl?sio meJi-
cj, e reside rna das Xymphat Soledadc)
n. I", onde peder ser pncurade.
wmski
mnibus de Ca-
changa*
Para melbor c unmodidade dss passagetfos,
hoje em diante o mnibus denominado Pauaj^M
partir para f!adi.ijr as 4 h maoha vira as 7 l para o Recite.
O praprtPtarjon
mmm
Este idmirarel
OcfWiaCTo diu
iDtefflCBiiiBer-
urio, iodo ou
rseiTico | um
poroto aodia-
ente moiesj dcpelie. tet como* leprt, impireni, uherpo,
tic
f i H r T Cb' diu mlwiii 'f* <*>
WMM.
Jn? Coelho Carneiro.
Colico ^ Sania ikmn
s. ai.e qfc
i''i admlttem unh-
llaa do nofipteo

, .da 3 da maf- >
Alem de instruci_Hi"%;:
guintes lin^ua>
Porlngneza.
Latina.
Fra
mVen>\ii dea
Methodo Castilho.
Manoel Jos de Faria Simoes, professor particu-
lar do instruccao ellementar pelo methodo Cas-
tilho, tendo chegado do mato, onde foi tratar de
sua saude, avisa aos paes de scus slnmnos e ao
respeitavel publico que uo dia 2i do corrente
abre de novo a sua aula, na ru da Sentala Vc-
Iha n. 124, segundo andar. Em dita aula tecebe-
o alumnos internos e externos.
Recommenda-se a superior T1NTULA JA-
PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
ba, nica admittida na Expsito Universal
como nao prejudicial sade, por serve*
latil, analysada e approvada pelas acadtj
mias de sciencias de PARS E LONDRES i
TEZOURA DE OURO
DO
AMA
Precisa se de urna ama para o servico interno
de pequea familia : na ra do Vigario n. 5, ter-
ceiro andar.
Trilhos urbanos doRecife
Olinda.
Continua-se a comprar dormentes de sicupira,
oitiejea, amarello e outra? wiadeirns de duraco
para o chao, com as dimensoes segnintes : 0 pal-
mos de comprimento e 3 112 p llegadas de grossu-
n, de 7 1|2 de largura : para tratar; no telheirn
da" ra da Aurora, desde as 6 horas da manhaa s
4 da larde.
O snperitendente,
. Andr de Abreu Porlo.
A' na do Queimado n. 6, primero and.r
8 pessoas para o servico e o maior acceio nos trabalhos de baibeatiiento.
0 salao estar aberto, nos das uteis das 6 horas da manhaa s 9 da nou-
e, e nos dias santificados das 7 a 1 hora da tarde.
AMA DE LEITE
Precisa se de urna ama de leite : na ra do
Queimado n. 49.
WU"
Advogacia.
O advogado Ayrts Gama contina ler
seu escriptorio na ra l^rga do Rosario
n". .
Gi'anmiatlca oacional
Primitivo de Miranda, es udante do 5o anno, d
tienes rna da ConceiQo n. 12 ; pode tambem
ser procurado no e>criptorio do Dr. Jacobina, ra
do Queimado n. 33.
VAHA I*A FE.
Aos 20:000^000.
Bilbp'ap do Rio venda : ra do Cabug c. 1
'fnde Vieira 4 Rodrigues.
Na praca da Independencia n. 33 se da di
iheiro sobre penhores de ouro, piala o pedra
reciosas, seja qual for a quantia ; e na mesmi
asa >e compra e vende objectos de ouro eprata
i igualmente se /az toda e qualquer obra de en
tomme.nda, e todo o qualquer concert tendenn
i mesma arte.______________________
Aluga-se o Io andar do sobrado n. o da ra
Imperial : a tratar uo andar terreo.
Precisare de urna nina cozmlieira para casa
de familia : a tratar na travessa do Queimado n.
18 B, luja demiudezas.
' orrcspondencia de Portugal
Os Srs. que inda devem sua assignaturas de
u;n, dous, p al 3 anno=, nao obsiante a deligen-
cia que se ha fei'o para weber. queiram mandar
papar no esenpt'rio de Tasso, Irmaos & C. at o
lim do mez de Marco, quando ser enviade q
editor da mesma folba nina li-na dos devedoref
que nao o tenham feito at aquella dala.
RBABEIIO LE Mi
e KicicaitET, DoeUHr>Mderin
us da Selne, 51, A. PARS.
ra !a garmfa, .ti. Mitre a roli <: o ptirt uul
HU lev3 n fru |iur I C0U1 0 >BLl* IWHIU M COTF.r vo ntMI'l.
-V /.'. -
_ ttiui hsrunwlltlln
i> iU !..!!. 05 >o-
brel
t 60 (lins ,1r v >'a
to m > x; m*-, -\nxi-tt
o l aiar licKOBtu.
CCCTErf-KDcC~N"
ET PMARMACIEN
PILIILES
IDE VALLET

*&UT,.
As rihaa 4e Talle*, approvadas pela
Academia hnperiiie medicina de Parii,
saO empregadas com o maior ^^.^
xito para curar a chlorM,
e fortificar as constituicoes
fracas. Runca este ferrugi-
noso ennegrece os denles.
Pa*a a garanta da sua aul'
** Irtfentr vai gravado
'io margen).
em Hio-Juih-.o, Dtpmrhelle; Gtcrtlel.
, ilairer i C"
i" 'FALQUE
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
M
IRCORTIl II C0NST1ITIIIHTI IG1 GOflPLITI SOITIIMTO Di
CHAPEOS BB SL:
De todas as qualidades I
De todos os feitios I
De todas os precos I
RA DO CRESPO
DBFOSITOI
9 RA DA EMPERATRIZ
e
0 proprietaiio ilesle estabelecimento acaba to de pianos do afamado fabricante Herz, entre os quaes tem alguns piancs"de grande
formato e contem mais de cite sete oitavos.
0 proprietario deste estabele imt uto offerece <.o publico maiores vantageu
que outro qualquer, fazem-se lodas as qualidades de roncertos e aDnacOes segundo o
melhor systema com o rniior esmero e promptirSo po.-sivel. Henriqu Voifeley
\
I 5-BIIA DAS FLORES25
t) dono deste estabelecimento tinge, limpa e-achamalcta com a maior
pertocn possivel todo o qualquer objectode eda, 13a, algudo, cm peces
on em obras, chapees de feliro, palha e manilba etc., tira mofo das fazen-
djs e fez todo o mais concerher.te sua orofisso^ ludo com brevidade, visto
como se acha prvido dos necessarios machinismos e petrechos.
Olio Schncider.
ii muiiihn jaaaw53Bffga
SOFr RIMENTOS D'ESTOMAGO, CONSTIPAQAO.-
Cura ca p>.-ucc= dias pelo cRvo OE BELLOC em p ou em pastillias.
ENXQUECAS; NEURALGIAS.
vipadss rapidaincnte pelas PEROLAS D'ETHE''
Essas aflecces sao dis-
', t' CltBTAH.
A Pie IV. IA A PALLIDEZ e w ~M' imentos que necessitam d
emprego dos f-nifioosos sio scinpM combatidos com o melhor resultado
pebs PILUIA8 OE VALLET. Cada Pilula tem incravado o uome HLLF.T.
PO DE ROG. Ba.-ta (fegolver um frasco deste p em uieio
il d'agut ira se obfcr un moiida agradavel que purga sem &-
ier clicas.
VINHO DE QUINIUM < l^lurraque. Este vinho, lun dos
5 uja con'(visisao i garantid constante, urna das mclbores pre-
i s de ^ttlrino, selti acclo noUivel sobre os convalescentes, dando-
ihi-s forcA e ijcessando rolta a saude. Cura as febres antigs que re-
,io sulfato quinino.
i *
'"'OLESTIAS DA BEXIGA. A maior parte d'estas moes-
t. j, como as sciaticas, lombagos, catarros, e lodas as dores nervosas era
gersl slo curadas pelas perolas oe essehcia oe thereb ntina do
Di-, ticrtii!. 0 protessor TrooMeau em sen Trltado de I ertpmJiot acon-
pela
silba f para" serem tomadas na occasiSo do jantar, na d4
POLEO DE FIGADO DEBACALHAO DE BERTH.-
k_ vintio puro e de primeir quuilade, um m ouco ijMiMtM pe
t *cfCT*-' medicia, A *
ilWLt--tita** mpfrmito* (ormrn aprovodot ,pel* Acaiemta
"** Wprfol de medicina de Paris. -C'

Cm Parla, b. FRSHE, !> ra Jacafc
anu; Hsuuaii ? Peiprimhieo Huma* et C



Diario da Pemambuco Quinta felfa 3 de Mar(jo de 1870.

\f
i
%

i.fljw- n^
AGIA NEGRA
BENTO MACHADO a C,
A AGIA NEGRA animada cora o bom accolhimento que leve em seus annun
ttios, vem novo participar a seus freguezes que, acaba de receber um variado sorti-
aseoto de objectos de gosto os qaaes sero vendidos por precos tnuito razoaveis, pois
quaodo fez os seas primeiros aunucios, foi o que assegurou, e sem mdo de errar,
aorque como j disse osli interesses ligada a u;na casa importadoradesla praca, e
por isso poder ter ludo especial e vender por precos admiraveis.Chama pois a alten
tfo de seus fregueies para os arttgos possa dcscrever:
Livros com o lampo de marfirn, madre- Um variado sortiments .de charuteiras e
oorola e tartaruga, proprios para missa. 'palliteiros de porcelana,
Garafinhas valias propnas para presentes T u voltarete.
r Indispensaveis Je panha e de couro pro- Bugallas con marfim, cousa especial,
ortos para senhoras e meninas traier nos Sabonetas de alcatrlo.
bracos. Cofres de folhas par dinheiro.
Kd9Cq!os da madreperola, marfim e Ur- Ld cixas para costura.
~3XX os. uta "* "" *" *
nova, |WCT
Rtas de sarja de todas as cores e largo- i Talagorce para -bordar.
-as.para laces, t*m completo s*.rtimento de enfe;tcs de
foocas, sapau'nhos metas de seda e tois seda para vestido
Mrteoces para baptisados. Porfumai as de todos os autores os mais
Fitas cera nsenpeoes proprias para bou* acreditados co extracto*, pomadas e leos
(oet de noiva, e finalmente outros muilos objectos que nSo
Ricos vasos com p do arro*. possivo! mencionar ; mas com a vfem se
m variado sortimente de jarros de por certificarlo do soriimeitto deste estabele-
lana. cimento.
Agnia Negra, na do Cabug n, 8.
% Hilti m
Travessa do Corpo Santo n. 25.
Os acreditados cjlindros americanos para padaria, por dous differentes systemas.
Machinas para descarogar algodSo icios melhores fabricantes de New York.
Machinas de vapor systema de locumo iva e polias para as mesmas.
Carrinhos americanos para iraiiSpor/ar voluntes em armazens. Tudo por pre
Cos razoaveis.
TRftVESSA DO CORPO SANTO N. 25
LOJA DAS MACHINAS
Acabara de chegar grande quantidade das verdadeiras machinas americanai
>ara descarocar aigodao de todos os systemas e tamanhos seguintes:
4 serras 12 serras
ti ditas 14 ditas
15 ditas 15 ditas
16 ditas 16 ditas
18 ditas 18 ditas
20 ditas 20 ditas
22 ditas 22 ditas
25 ditas 25 ditas
30 ditas 30 ditas
35 ditas 35 ditas
40 ditas 40 ditas
ti qoaoa se vendem por procos commodos e roga-se as pessoas que dallas izeiam ei
tfmmcndas de alguns tamanhos, obsequio de as mandare busca-las o ais breve po
uvet fim de nlo baverem faltas.
MA DA CVDKIA N. 56 A
Nutrimento
MEDICINA!
pam*arabo pon
Lamia* Keup
TARA
i o toda
[ualidadededo
ocas, quer soja
na garganta, pel-
lo ou bofes.
K \ p r e s s a-
monte escolhMfc
dos rtBwres fl-
gados do* quae
se extrae c
Ico, DO banco
da Tena Nova,
parificado chi-
micalmeote, e
-u.'S
p roprie dados
conservabas
om todo o cal-
m todo o
>, segaran-
te perfeitamen-
.' puro.
Este oleo tem
jubmettido
.i um exame
muitosevero, pcilos chira isde mais tale-n
ot, do govorno hespainhol < Tuba,foi c-
vulgado por effe e corrtem
MAOK PORf.AO DfODlNA
ilo que oulro ipnlqu
examinado
FOTUNO Fl M PODER SALVADOR
Em todo o oleo d illi"
e nnqiHle no qnal ro
d>nl invnltKivel pi mico
mi'io para curar t
gargvntv pkito
Tiica. I.!
Precisa-se de urna ama para p
familia : na i ua iw*-
mente Lobata n. i
~~ rPALHARS
tt,j rxiim
Versos patriticos dedicados a m
dos Pcinambucanos moitos no !
Assi natura na livratia fra
2*000. RS O EXBMPLAR
Feitor e c ia io.
Offerecc-se dous hmeos, uii pi
de algnm sitio, e oulro para criado de quai-
quer casa, d3o fiador de soa ceidurV.:
ne9la lypo?raphia se dir.
35-RUA ESTRI.il \ Hf) RCSAW
Fornece-s comidas par
e prompt'dSo e mandase levaf em [
casas na na cstreita do V.
sa particular confronta a i
Na mesma cafa faz na se llore! par.', i
feites de aojos para |
flores, rosas, capacetes 11
as flores de panno e p*p I
to de igrejas e andr-r
preco, soquis para n
dadas a ouro,
armai
pao '
a qoalidade de docs -;r
[fcitadns, vellas ricas para
barato preco, '
para i nfriles do I
Pa- a Tarn
lira I
'to Ip I

8 I "..? fie
2 2 g '3 B

nBI 3 (? S ft
I MP*
m -. r 3 ^
a ag 3 _
o""0 o. 3 3
'I
I
01 g*
. 5 c 3
lea
_ >; a. -
3.5 ** g JB
. *
65Ra da Iniperatrir65
f, t5aolier.fi opn.-ian'o dostr n\po.ta*te eslaheleclmcnto tem a honra
tle participar ao n^peiluvol publico que a aba d chegaf da Europa para on-
detinM do esperialnv nte par cotNntif perilos itffHaea o que punegnio
tiHa-hM na prmuMia ev? de Pni". por lato jnlca tito todos Ararlo **\\$-
s dos trabamos do seo eslahtMecinento enjo e^vllonte material linda
^>i argmentado v>m nnvis machinas que ia roeeheu e lamh>m muflas drogan
l Nm as {osea se otdem estas mnraN-thosas cores mndemai tiu apred-
das em Franca n molido,
Tiwpe. lata, limpv lo i com a maioi )ierfrifJi'-
en podase em obras de todas a* quilidasea como Mjam: seda, isa, algflli
Km\as. chapeos de Miro e depatba etc le.
Tira nodua* e lkn|v A aeoco sem tiulhar na Iwidns. conservando isslm
lelo o hntbo da fatcn.la.
Impressfcs sobre tecidos
tfm osla novo sysluna, os vetdos d* *da e nuiras farondas que al
(odiara tingase'de ef cor
diversa, a esooll a, o que ii>Iqi a fatenda e Iho d mais merpcimenio.
rrulu \s pessoaa iaa provincias limiiMuhes que quiterem uiilisar se "
i!>electmerilo poderlo mandar o que tivorem, na certera de serrn No bno
ervidaeeomo no Me de Janeiro ou na Europa, e com mais prestrsa por
cansa da dMan ia.
Mffl

^ "* WHS MM^ 11
K
P,. ..
BUNCARD

VERDADEIRAS T3
S 10 "" ->-^
" DE
com to,-,-reto do rtnno inaltcaavel
Al* HOYADAS PF.I \ AtADFMIA DR MEDICINA DR PARS, ETC.
|BHriaie> k lodo ot oo orro. coavera spocUlment Bit AmccoAs
K. ^--'T-w,,', r-i i\fr*qmtad$temptrummat*tom\*iD*<<>t*
FAt'- : prOCirtREAOI ~\V*M O SAWJU1 sej par PMlitUr
Iba- ; ou para provocar regular oseo cuno periodieo.
. y~ l > u vix.lo 4 ni dirimen t(W,
a**- I c .l k>unrida( du T*yaa>tf r"
** a* ani"i nicir mM a* fw*ia> rfttin .
(};> p.-. rid*, x m rha et pv iffir Ot a
tal* rOv. M?m roiiflar du fainSrioof.
rMf*nKn i^^e Mte nwteyeffi^ ao.

34.RA LAR
t* fililm pwuiwt tMii :>rt|>M*, MHM ^m anlitoocifl r os
TC*aU>ek<>aiVf*l4fWM^M w licnartfi:
^. Hifew orr.li: t(FiMo> eonaidorailK nii'w r ilr I ? >t ln\
mo a!irlmiiiHi)ii i ni qiwrendo tlloitti ft'
MsqttrevpniUBt'am^irte no offrTerm,<) ttbaixo
***-tt M prMt'Ma r< ti**. cKvokont coiioriln. o.itr*" M Hin mi-r-
M* oto >>r^a. Oar(An Kl.
niv sr. art*oi(iieo a c c >>
M'.'^fi* que rtrUrcr.eiMto> Anterin
tftic*<'l rll'nul'tllllMM. fui* ^hr s<>S rtH h
etj-c i- :. m.-
-mn o '
tlmlo HUf
, ^-... (V V,. -* ,r,
'- V..J*
OSARIO.34
v gril *iBPri,wi, .Ir irn, qra4o m
nentr de mi Lnni|^i. que m
"n'e ronco r> ifn* IraaM ama fortt
I :r 'ii Hernr
or d> ''( -r-lhet *
complno resibi m-iwi, qae nfciifa rom an f iaVf
mo farnjip, ctr|iis ,!e bi-r re rrido moiTM
inuanetoa. BaaujMil i ei raeoirm
*ra tarnpe rr vprrnj aliriadn* da Ua lerrivn
">ilo. i*o fatal r?le pait. Com m|nr raasida-
"Dunto a set V V. S. ait'-ajto. TinTadurt
nodo. Lait Cremona. Raain 85 t wlaaakrt
iHm Sr Pariholomeo tC -O xarope Vegetal Ame-
iraaa que Vv. Ss lAm etprto t toail e de tod fS-
| eacat par* o rnrH'vo d' hm, caaforan ofc*rrn ap
. ,.1"-o mea Hito J.'qnim. rj.'nnr le qnatre
. !riim iTaata fbfrllo. |ne ai Mtaftnr e?pa
1 -de l miro lampai
' !e pts,,.|f nonwni. <> vjtar i
ateit rem de m.-
en 11- Ihe prntaraia c o n "ieja>
- crita,
Nttti o> Rer.lnac*. -
ANTES
|ee tlh tr*f*+ Mtfff*
! i* "lnta ale tfaa>orl #*r
aOlbf
oatB
ll#m afeneto 4* n-
RRMpi.
Aoha-rr
po n. -tr, \.
mwm\ V
Hrtifft. OT<1i > iravt
tafra
e-rmN
ELEPHANTE COM BOTAS
GRANDE ARMAZKtl RE MANOS, MSICAS V. nsi'ItlHIENTtlS
ANTONIO JOsf DK AZVEOO
\. 11-MA NOVA-N. II .
??arttxipa lospoitawl publiot desta MtM das maaS yrviMtM vismnas. qne io sen grande p Vw ,>mm i mntm dt iMtramoaUun par* nuna-
ii, acaba -do l>*fr um frande e *w^ndilo sonRMtiito do
M\
te *"m Pi*bi
1 MTrt Ai

nlo dew.-'
ne nm
n*1 '^ *rffeim *
4a. enm* Iva p

M9J

O om ha de mat moderna, a te Udo
bam conboodos oanos da ftlu-k* lo Sr.
i VoH eftomm, e com jm>a>oia|)rO oa) Ma ta, *aa*.
NI os tu v
!de| -nmo anjam
AFFONSO BLQNDBL
aVwm* Rrvf.
SEGUROS
MMJIMS
Tr^^H
4n Patia. ale qnem o atmoiMianie e o nico aentt lesta idale, i>mtO jrova CNft o doeumento ataito transcripto r>
aja
lOaBeewimfoee para o <
m4mno umstr sobre
nata, Jo H nicos que alMSORm urna carmU.1 asfajvn do ata atulo KAat : RM.
son superioridade, tas voaes alo
:.,> i4odtosa<. KNot posam>m t:i
Todas as pstsoai que comonrem jiiemoa n^aaj-oaaavati wfndn o
'. do D'MN de piano coa o do certtloado.
^ ^T- aafmiefW, SfMI pPerMa 8 888
IRBRnarrn
n Vftari
NOVA X. II. jraaaacmda
. 88 juiiiO de) yg
O ou.. .; iambem M
\o mum
.uS Utftf% ^c*a%k|8r>sa)eitavel tmhliro de r*n
solil UrfW J OotToV.t me iftoT V JlV\>Rrloa irlo l



BE8E8E8E8E8E8E8E8E8MR81
>em roct
- _______
.W.
Hrados* qoadawan o^tMiv*8ajaMetRaj8* #
BE8E8E8F**
i .r ajra?
raa di m
rm
*blul *E?
ado #1 ItrlfUtS 88H|
18a fa


Diario, de Pet-oambuco Quinta feiro 3
rlnrco de 1B70
A BIJA Di EUPEKITRI/ M *
Esquina da ra da Aurora, em (rentedo caf Imperatoria.
NVsts sra o snmptuoso esiabelecimento de {atondas cacootrarSo as Exmas.
basas tado qaaaiaaossaai desojar, uaio em artigas do miis rigoroso lxo,contn todas
a> ais ffilii*w e fazeaaas.
Alen de se ac&areea prvidas do que de merfcor se encontra neaaa aserrlo,
wr I jaqueles la Karopa. reo-^m drectanaenie o qoe en arttpos de moda o
*-> mais apurado pisto se ucoatra em l'aris, o que vem cada di a augaaentar as propor-
ile fue dispe este tsUbeldcimer-.io para be sen-ir i sua numerosa Iregaeiia.
1HMTA
CK.
GALLO VIGIL
Made(rwiH> a. t
tigrito largo para eaees e toallas de
vas as equidades que cestuaw vir ao aaer-
Alnaras de t<>las o< padroes o qu.'.!i<1-
i sii> viadasqae ce a^ f*deaa descrewr.
aitjT oaaa ssjjsacas para cealocar retlos,
asa presea* para apata;iar pessoa de
*iamk
MaaitndudenlMe atedie, Iwaacee
lcsrtsprapos para leaeW.
fraadu
laspxws dfi da fratase
N*a cosa de i st*e aeityv
SaSagt de saa Kaa. eada>yd*X Iwaaoas
se e6r~v rara UMra e uiiN
tarap > otas sanad* tiaitianal.
t*i'iBaa^ a sais aeadadaseaa Utas as
arfaras.
.4tatM de K**as as reres.
ateas V tapste para xiaj-eaa.
nsdade de tssaaaaws ***.
& Sitru pretade t-ndasas qualidadw.
Bjraaaaadddetaaae.de II paduaos de lar*
r^- e tedas as aears
ttretaaeas de la**e atoadle, eraadesar*
ssaflS,
lias de Kaao ftffsftco e de cores, do atis
:~rniT- ti-t-------enquadad, alfian-
r-do o qae aa de asrlhor na especie.
Braas d'aigedao completa sortisaenl f
rtedade de pre;os.
Cassas de cores, o maior sortimento, pri-
xwi> palo bom goslo e baratan, alientas
* (uihiludes.
O ubraias brancas, tapadas, e Iransparen-
Im as wiaUdades e precos.
de cambruia de linho e eassa
tas ricaBSBBta enlejiados para Sras.
.; i.iisas ara BlBBSBa e meninos, 13o va-
riad sortimento que ai do mais ordinario
I polio ao mais perfeito bardado de li-
. ca.ubraia.
GarataM de meia, do flanella, brancas e
e&raa para liomem.
(l^omJras pretas e de otos, o meluor
imaginar, sendo d'isso a rm*-
i irova o grande consummo dolas na
da rasa.
Gapellas de flores, pora noivas e bailes,
Gase coai listras da seda e ieres, liwa-
da wtdraauate aaea para xxsdos de asile.
Grvalas p*ra senneras e loases, o asis
toaaptete janaaute que se pede desejar.
Gaipure prato e braaoo, diversas largu-
ras e dareates gostes,
GeHas a paaana aat dadat pata seaaeras.
Gaardaaapos de aaae aaqaaaos e awa-

eaaeaaVila aTSosi
mw*o< a apreaa*e Itaram vir acaban > tttaraeto
** Borol. V?aaaajliMa,aiiajt. uurawiaiuae
finas e nmi dinaear peeamaew, aaqataaaaa>
Um resolv* vemior. cow 4* sen wonw,
por prr< miw baraiinh e ttmmAu para te-
do, eaw tanto qne o Galo.-.
alirio *m>Tre tovas to pellica, prataa, ara*-
cas to mei Iia4< rteta.
llni los a bor.ic f.dJinbas < ponboa aera se*
awra, ASM ejoncro o n;ai mo*mo.
Saavvicreaajantoa 4e aMtaraaja par epaana.
LlStoeitpassanas eateteipara cabaraaao
Kmas. smtowa^.
Ssr*rt**es irn<:s pr<>Us c *> cot"! con v#r-
ee aaoltow mais Knito.____ _____
saperioies e ao*aaos laaeas aw aaaraaflfea,
maram, aaulata eas^ a^^TRJHw araaoos
oom ineaa eeMRtias,e enoa pecan.
Maito Mpertores aaeia So e Bar l^lMra^ as a deba, eawiaato ajar ate tejMadaaiiiiaai Hf,
MOR^PHWS^f q m, fc> fc fc. a^B^BBaat a>* ^BlSaSa* 1
Aaaie
\mm i li m
ib d raaain e raaei Ma i futa
i* III fin hrg, fc Paffiii rHw.
!e%m>M. dvii.lffaU.kJ
b *m e atdiaanaa. MnVaf)
Sfc
Gerfariade seda pretoede cores.
Ctwtutealir, arete eda oaras, kax^r-
dd diearsaa qaaMadcsefaite. ^ai^~ee?teaere"* oe* *> aaMura
f- I jvs* 4,-yjar, aAn Vates%iaaa% toa*a praa.
para seaa ras, e aaaaVtr fes> j piaaidaei >aa.ifwsahiteis eoaao <,na
raasMes e passeaas a tarde.
Ha
Uiaav. de tedas as qaa edades, akas
a ^atar. tale
aaa esvsaa para eaoasaer,
L/aafus, lado qaaate pode anear aM^de
espada aa ata tas aaaauata.
toaaieateteadsva-
nado sortaaeatek
Ugas d> seda, IterdavUs. para seattora.
Laxas de Joaraa, cte^adas portod*ses\a-
poras, seaapre aow sxw^aaeanx quer esa
pelaca para toaaeas e s-ateeras, querra la
d'Escocia, brancas a de -ores.
Uadas sr Madapoiao; Mescriptivel o fraade sor*
Uaaealo que ha neste jteaerv desde a nab
elevado preco ao aaouo:-, que se \eade ate
peca e relatad por moa-vj do que em ou-
Ira qoalquer parle.
Manas de blunde para noivas: o apurado
goslo dos nossos eortvspundeules em r^uis
lubilita-nos a duer quo leaos era l
eslabelecimento o que da melbor se deso-
ja para vestir e ornar tuna taita.
Mantas prelas de Btead.
Mantas para carros, coa lindas pinturas.
Merinos pretor tete adoa e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos o va-
riados padroes.
i t
Pannos pretos e de coros, desdo o nata
barato ao mais superi. r. por preco milito
c-irtimodo.
Panno.-, de crochet, para radetrts e sofas.
Ditas de caseraira muito finos para
par separar s eiv
WraSS ^R*r%ev "erP ^PWii k^PsH ^'WrW^aJ ^*^Pfqi s^saet
e*s df I a ta *r**s d* teda.
,\axaas narda e rare*a para lawr
*rKiU aa> ateteJb*te.edaafe > auia dtea>
teea awtqaraw- ea> ajaatetete ? lilii ateUi.
UadaeMt*v****** para aaW.
!I>aaartMiv avateasraraaavatea epata 9a te*** daarea, teMKK\ pafte
lnt'-nnaVc
Ma te*hw de earte* para e*awa\ a*a* %
firaada e xartete awUaxe da aaalteae* p*r^
taara des n a n*fee*r*eeete arr-
lHttoSs Q0U\)UB> t* teasa,
CWartore nafiwlte eeaan a erara***. ?
fcettean a **vi" dasntee*< ecua^ax Sa*
avvi aVsee wato riaaaei.ee* dMaepraMa
nares, aewadaaan a weeaeto nvr >,*il
T*|K>res, aBnt de q*ae aaaea latane aojaeieadn "!
eano j lera aroeactda, aeste veis pideii aqaeV
a que delira practoaran, rr aa deposita do pana
Ttlaaie, aonde ten** eoeinlrarao dralra terda-
deiros collares, qaaea aUendaada aa ae tea
para que sao aplicados, se laaiMte Mal tai ae
diminuto lucro. I
H>>g&nH>s, pois. avista dosebjeelos que deixa*
rsdos, aos nossos frepueaes a amlpes a vir-m
ew
Tlgl
Miras*
iisil.- a mais candida flor de laranpeira at!raesa-
a i inicr<'ssriat'! grioalda.
Ohapetioltas oo melhorgosto.de todas as
. boje preferidas pelas senhoras de
ve na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
i gosto de Paria.
tapaos do so!, para s nhoras e hornos,
lodosos pre;os e variados gostos.
Chaly com ricos padroes para vestidas.
Chales de todns as qualidades, avultado
: uero e nao menos variedade de gosl^s,
Chitas, impossivel descreverosortimen-
W o variedade de padroes e novos gostos,
tn oeste artigo tudo quanto se pode desejar.
para sen'.oras o que se pode ima-
e aar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos entei-
r trios tamanhos.
Colchasdeseda com borlas, o mais apu-
;osto e lavor.
de fastie branco e de cores por
commodos.
nhos decambraia, ricamente borda-
or nados de camhraia bordados e de
. i,o que de m l'uor se pode desejar.
Colariobos d linho bordados e
r -ortimento.
EEa
Damasco de ia de 9 palmosjde largura
L idas cores e ricos' padres.
aa
Esparthos brancos e de cores, para se-
ohoraa 9 meninas, 6 o melhor neste genero.;
.oeobuma Sra. deixar por certo de muir
se de 'lo precioso auxiliar perfeico de
amcorpo delicado.
E'.emeios bordados.
Esc )milha pr<>ta.
EnEeitas para cbaca ultima mo'da de
a.cebida no ultimo paquete.
i de linho, completo sortimento de
i s nmeros.
>
Rus largas escocesas para cintos, varie-
'jide de gostos e lindos padroes,
F. hs de crochet, modernos com cintos
e sapaSi o que ha de melhor.
Fii de seda, linho e algodo, de todos
ffostos e padroes.
Fpso de todas as cores e qualidades
gran c sortimento.
F i M!a branca c de cores.
Paitos bordados de linho, lisos e do al-
godo para camisa.
Princetas pretas e de roas. -
Popelina do seda e Imho, com listras e
flores; fazenda lindissimu.
Pelberina? para sefiboras, do ultimo
gosto.
Perf imarias ; os mais finos extractos o
que de inelhor c mais agradavel se pude
encontrar neste genero, c de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAVILHO DA
AURORA, desde a verdadeira agga Flori-
da at o mais lino Bouquet d'Amour, final-
mente tndo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
omprar por praaaa mni>> raa>aTis a toja do iIU>
igiianle, ra do Ciaspo n. 7.
V VERDADE
Sains bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e-sem ellos, o melhor possivel,
Saludas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades c
o mais barato possivel.
SaroeUm de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadirs, mais pequeos e de todos os ta-
isos, o rnanhos desejaveis, e em peca para co-
' vados.
Toalhas de Iabyrintho, do maior c mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo do todos os
tamanhos, li-as e felpudas.
Tarlalana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusilo brancos e
decores para meninos, de cambraia para
baplisados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
. Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelo padro, gosto e forma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras nossas Exmas. freguezas, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhante materia, gra-
Flr^s, o que ha de mais rico, qnor'cas ao bom goslo do nosso fornecedor em
qner em ramos, tem o PAVILHa') Pars, podemos garantir que ninguem neste
tra AURORA am permanente jardim a genero o possue melhor, neu mais era
o das Exmas. familias. conta.
E' dispondo d to grande e variado sortimento que os proprietarios do PA-
71 DA MJRORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
.. bom gostoo movel nico de seus negocios.
Prvidos de todo e promptos sempre a prover-se do que por ventura lie
necesario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
sea r ;eio de serem contradictds e protesUm esforcar-se por continuar a merecer
'-) que se Ibes tem dispensado ; certos de que do sea estabelecimento nao satura
tez descontente.
Contina sempre a oficina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
pta execntar coln prompt'id5o e bom gosto qoalquer trabalho que Ihe seja
ontia: Urna modista especialmente oceupada nos trabalhos do PAVILHO D V AU-
RORA, dirjge os que lhe sao concernentes, garante porseu apurado gosto epromptido
a i jex a mais completa perfeicSo nos seos trabalhos.
A nomrosa freguezia qne nos honra ama prova de qae merecemos o con-
se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
Para facilitar anda a concecuc5o do flm qae nos propomos, temos no nosso
ment os ltimos figtirinos de Pars, qae recebemos por todos os paquetes, os
para serem vistos as familias nossas freguezas, afim de escolherem,
da fazenda o gosto na forma.
Na officina de alfaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente os figarinos
pira 1.;mens que por todos os vapores se recebem.
E' este o modo porvjue nos apresentanios pedindo a proteccSo do illastrado
> e com o mais prefijado respeilo convidamos s excellentiasiroas Sras. a visi-
oato. cortas de encoatrarem nelle pelo menor preco possive-
tudo 'lu podemtosejir.
>i lavar aa fazendas eaoRUtras onde orem pedidas, visto
raos especificar todo quanto tomos.
Joo Luiz&obnnko C.
Aberto das 6 s 9 horas dar noite.
26(
20
32
32(
10(
80*
72'
5(X
ido
16(

55Ruado Queimado5
A VERDADE lendo em deposito grano
quanlidade d^ miudezas e perfumaras, e d
sejafido apurar dinlieiio e adquerir ba frt
Kuezia est rssolvda a vender muitissim
barato* ; por essa raiSo convida ao respe
!avd publico a vir competentemente mun
do a sortir-se do bom e barato. Pois quai
do a Verdade apparecc, tudo mais de-
apparece-----
Grande sortimento de bonecos de cera
massa as mais lindas possiveis vestidas ac>
racter.
Abotoaduras moderuas para col-
Ietea.......
Espelhos donrados pepnenos. .
Agulhas de osso para crox a .
Pentes para regaco com esntas a
Ricos globos para candieiro de gaz a
Cbamins a ....
Grande sortimento de objetos de
lou?a para brinquedo de menino
Garrafa com tinta a.....
Dita com agua florida verdadeira a
Dita com dita dita
Frasco com oleo de babosa a 500 e
Dito com agua de Colonia a 300 c
Garrafa com agua divina a. .
Frasco com extractos finos a .
Latas pequeas com banha muito
fina a 120 e......
Sabonetes de diversas quaHiades a
80, 160,240 e......
Finas escovas para denles de 120 a
Lindos coques modernos a. .
Pavios para gaz, dtizia a 240 e .
Escovas para fado a 500, 600 e
Ditas para cabello a.....
Pentes para tirar piolho a 160 e.
Brincos de cores, bonitos a 160 e
Pecas de tranca de la com 8
varas por.......
Oleo para machina de costura,
frasco a........
Peonas d'aco finas ca xas a 800 e
Dita d'aco Perry, caixa a. .
Galao de.algodo peca ....
Lindos babadinhos e entremeios
peca de 500 a......
Ditos de loufa muito fino a 120 e
Ditos para calca a 160 e. .
Caixa com papel amizade a. .
Ditas com envelopes a. .
Ditas com obreias a. .... .
Caixa com agalhas fundo dourado
Ditas de ditas ditas a. .
Thesoura para costura a 240 e
Caixa com linha de marca a .
Linha de cores em novellos (li-
bra) a......*
Carreteis de linha Alexandre de 70
at 200.
Grampos muito finos com passa-
ros, duzia a.......
Cartas portuguezas, duzia a -.
Ditas francezas a 25200 e .
Papel almaco e de peso, resma a
30400, 3d500 e .
ua muito fina para bordar, libra
Fita de algodo para debrum de
sapatos, peca a.....
Ditas de la para debrum de ves-
tido, peca a ......
Pentes finos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para nsar
a 240, 320 e......
Ditos para aparar penna a .
Rosetas pretas, par a .
Tranca de la decaracol peca a 40 e
Fita de coz peca a 480 e .
Alfinetes de lato a.....
Sapatos de la para crianca a 400e
Gravata de sedas de cores a .
Calcadeiras a.......
Grande sortimento de reodas das libas.
Um par de suspensorio da borradla por
oorsiimn
Na veretade ft ra m teetevaala
Nasas
de roupas de todas as qualidades paUtote
iterin. drtns da caseaira de
e aobreceaaco*. D*o di- biim pardo _
e de cores de 3M00 a 84000. Calen de ara* 4a edr
Macas la u>das as qaaNdaaV>.
i e prea de r.s a IM OdMea da teda* se .
bar.-ito. r.nmp!oio snrtfaniin da caaiiaat Damaiaa de alfedle cj
urna s dr aipndio, de Nntet e "
Grvalas (awila;^ runsimo poslo a leJaa os prista
U at 7 a duzia.
RO TAS PAHA
.arrega-^ da snaeeei -t obraa da awnmteMida
piramer-ino, a rom an\Made. pm
tedas aa qaaMiadee teiKn am rannira cme Maa.
FAKCNM8
rateantes da ' larwra a I
Csate um de enr o h-anra.
i de toda as rorw n 6 to r*. a aa
d faaenda de
coipwre rnfetedas a laJaHIO
j eldlss erraras e Haraa MI, M) Mtfl.
MadapoUte fino a < ma o MsV
Atoadla tey a rrm to fardel l MMt\ UM) %
l>i(a de altod*o larpn a 7*1WV
Knaiti aa a^tewlata tW^.-^LjIaa ^S^a a^SflBaV SflBte^B^Ba _^^^^^>^a
UlO 01PORT UM*
OCULQS PERISCPICOS
E crystal F.
US MU <>a uuiiiiaii. >" -.- ............
,111:. 0MU o vidros ordinarios se esta obi
cada ver, mais grosso?, o que altera o cryi!
32v
60(
20XK
32(
70(
50(
24(
20
8(
60(
*ld00(
ld40
40
20t
24(
70(
m
41
28(
16(
5(K
28(
m
10(
2
l40
30OO
4^501
W50
48(
32(
50
101
1(K
1(X
1(K
m
201
*. (ciniaua. rcoommendi a torque, com esU lidms, a vi e nay a canea codm en.
os vidros ordinarios. L'ma vez esc i i'!" un h >, pida durar dez annos. ompiauU'
a lodoa os annos a
latino do io v determina quasi sempro do-
res pa. O alcance ordinario da'vii to de 30 centimelros do olho, e,
,(:'(^s que o objacto esta mais parlo nu maia toigs, os raioi que expslli
mui convergentes ou mu divergeati i viato Dio i >. Um grande nasaera de
pessoas tem o defatto de raaer convergir naaito de ne a talo alo disiinrta.
Com a applicacu de meua wdros pdele veucr estas diliiruldades. Para os que tem
a vista curta e eujo crystaliuo mui convexo (o que faz ver bem, da perto, e mal de.
ionge), o que se chama myoje, por meio de um vi.lro encavo affasta-seo ponto d
vista, o qw faz divergir os objectos e ileixa ver tao Ionge c uno as outras vistas. Quan-
oa Ido o'crystalino muito chato, o que suuede aos que tem chegado a urna carta idade,
o que se chama presbyta, vem mtthor de Ionge que de perto, e nao enxergam senao
um nevoero na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxerganio
tac distinctamente como na idade d, 1 "i annos. Servndo-se desles vidros quando e
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
F. J. Geriaaaa encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, aos
colber, a primeira vista, seja qual for a idade egro de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Para a vista rayope, (vista curta). Para a vista que nao supporta os raios
Para vista que se cobre de nuvens. solares nem grande claridade.
Para a vista que por momento* v es- para a vsta da da catarata.
vpac-ar pequeos pontos negros. palpebras esi5o cer
Para avista que as palpebras tremer | ^ fle gaug
eparaTvita que os oihos sao desiguaes. Para a vista que um dos olhos myop
Para a vista que se turva com o traba- e o outro presbyto. .
Iho e a leitnra. Para evitar finalmente que o crystalino
Para a vista presbyta (vistagalon ). ; dn olho se cobra de catarata.
Opiato teglesa e bajeen rara daatea*
foa da eaaapawra a outras dateras
pulidades laasbem pan saslVs.
lomeo orioolaj de KteSp,
Alada aainls rvajttra.
Um outro sortisaaato da coquea de sa-
os e bonitos moldes com filis de vidriaW
> algn? dVl 'os de floras a isu
tao todos expostos i apreciaela de qaaa
.; pretenda comprar.
GGLUMIAS K PIMPOS BORDADOS.
Obras de muito gosto t peneicao.
l':vcllis e fltna para lates.
bello e variado sortimento de taet obja*
tos, tirando a boa escoma ao gusto do coas
orador.
WLA
POPCIiAB
D*
FABBirA MflOXAL DA BABIA
K
Sortimento de binculos
para tbeatro', e oculos de
alcance j>ai a o campo e ma-
rinba.
Lunetas,. pince-nez e
face--maiB, ouro, prata,
tai-taraga, bfalo, ac,
etc., etc.
Tem tambem grande sortimento de relogios para parede, qae do horas epaia
cima de mesa dos mais lindos modelo Relogios para algibeira, de ouro, prata, prata
dourada efoleada, inglezes, suissos e orisoutaes dos melhores e mais afamados fabri-
cantes.
Vendas em grosso e a retalho. Em Pernambuco..
N.21=Rua Nova. 21.
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
raaBHACBOTICO, J, ME BES UOSS-SAIIT-MUL, PARS.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCASOE LARANJAS AMARGAS
Cteam iosanssET de rOTAISIO
d ledarata da petaatio um vardadeiro alteranle, am deparador de Dcoateatavel affl*
; faca; combinada cora e xaropa de oaaoas de laranjes amargae, a tarada
aeaa eertarbaclo algama pelos temperamentos oa mais traeos, sem Iterar u faaecSea
de aataaaago. As doses mathematicas qne elle con tem permittetn aos mdicos de resekal*
para todas as complicacCes as ffeccps eeorofaloeaa, tubexouloaaa, oenoe-
rcesva e no* eooidentea intermittentee e terodroe alte d'isso, 4 a
af eau o mais poderoso contra as doenoaa rheometioaa.
XAROPE TNICO IRTI-NERVOSO
*a aaoaa la laranju amarajaa.-
al annos da Hafcataii aitestlo a ana effi-
eada para carar: ai ioenpu nervosas,'
I aradas ou rhrpniau, es gastritis, gastralr
\ ftei; facilitar dtaattf. .
XAROPE FERRUGINOSO
aocda aaraejea aajeaeala amarare
B* aeb a forma liqaida qsa mais aeilmae-
le se aasimila o ferro; n'eatt forma prefc-
rive! as pilatsaa pastilhu en todos oacasoe
em qae sio preseriptea aa ferrmginoees.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM QUINA, PYRITHS0 I CAUCO
w laaeifsWa, para a airara e con-
0 dos dentea, curaado as dores
-la -caria oe predmidu vele
ideaaaaraedo tria
LS
para a aliara a
areveatodoa^
karts**da acampada a
tpraeaUiwari'
a-eaaaerftam
com eaaa de layiaafa
ceoaamelo dea daetaa,
e
.
Tcixira Uldurico dp C
Arlia-so vrnda osle ptimo rap, nico na
[tde suppnr falla do prineeza de Liaboa, p:rsa
de mai apradavel perfume, viajado, e a prep
mais mdico possivel; e por isso tem sido assa,
acolhidn as pracas da baha, do Rio de Janeiro
em outras d<. imperio : no erriptorio de Joaqtu
Jos Gonralves Beltro, ra do Commercio na
moro 17
TASSOIRMAOSftt
\ i ndem am ani arniazens, no caes do Aja
n. 7, Escadicha n. I c ra do Amorim n. 37, o
sfguinles reneros :
Ac i di* MilSo. .
Mlho em saccas grandes.
Parsilo em kaecas do 90 libras.
Chumbo do inuniran sonido.
Metal amarello para forro de narios4
Machinas para oescarocar algodo de li, 16 e la
serras.
Kerosene em latas de S galop?.
Champagne do afamado fabricante Krug.
HornKiulh.
Vinho do Porlo engarrafado.
Coac do afamado fabricante Gautier Frr.
Fogo da China, caixinhas, 40 cartas n. 1. Exua.
Genebra ingleza Od ion
Cimento Romano.
Cimento Hidrulico.
Cimento Portland.
Gesso paraestuquts.
Gaeaea de barro para csgptos.
Gradeamentos do ferro para jardins, calcadas ele
Carros de mao para servicos de armazens.
Garrafoes com 5 galoes de'vinagre tinto. -
dem com 3 galoes de vinagre tinto.
Chumbo em barra.
Popos tubulares ins-
tantneos.
Heitor<& Sampayo.
Raa Nova u. 38.
Os annunciantes acabam de preparar alguns
pocos tubulares Instantneos, mais aperfeicoado<
do que os vindos de fra do paiz, os quaes-ven-
dem por preco muito mais cqmmodo, encarregnn-
do-se do seu assentamento al funecionar. t'm
dos melhoramentos feilos poder servir qualquer
bomba. As pessoas que quizerem comprar un
ou mais desses tubos devem dirigir se a officina
dos annunciantes : ra Nova n. 38.
Vende se um engenho d'agua distante desta
praca tres legoas. nioenle e correte, com urna
safra fundada para mais de dous mil pies, bias
varzeas frescas e de niuita prodoccio, e oatras
muitas proporcSes, que se mostrar ao compra-
dor : os pretendentes dirijam-se ao bairro do
Recife entender-se cora o Exm. Sr. barao da So-
ledade.
f
GADET
CURA
em TRES DAS
>h^B?Denam7!


Diario de Pernambuco Quinta ieira 3 de Mai\o de 1870.
t

i
BARATAS,NA LOJEARMAZEM
___DO ^
DE
FLIX PEREIRl DA Sil,VA.
Rna da Imperatriz n. GO.
. m?>rSfri<^,10?e?te ^'^^tecimeruo, icndo dado balanco no fim do
inno como c 1, custmne c vendo ,,n imita um grande deposito de faldas, e juntan-
mnrI3n0UU,S mu,ta T lhe "1 cbegad este anno< ,cm resolvido fazer urna LI-
JNHEmo Pr prC?S n*'S Cm fim dc diraDuir a (luantidade e W*"
O respeitavel publico cncontra neste cstabelecimento, n3o so urn grande sor-
timento do mais apurado gosto e luxo, assim como todas as fazendas de primejra ne-
essidade, c do todas se dio as amostras com penhor: as pessoas que negociara coi pe-
>joena escalla, nesta casa podem sor tir-se dc um tudo, venJendo-se-lhes pelos mesmos
precos das casas ngle/.as.
ExplendidO SOrtinieiltO de,Crochs para cadeiras e sofs

roupas eitas
NA LOJA DO PAViO RA DA
IMi'ERATIUZ N. 60
Acha-se este grande cstabelecimento com-
pletamente sorlido das melhores roupas,
endo calcas palitts e coletos de casemira,
ie panno, de brim, de alpaca, e de todas
mais fazendas que os compradores pes-
taa desejar, assim como na mesma loja
ras, brins, ele. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, com a maior promp-
udao 5 voatade do freguez, e nao sendo
abrigados a acceita-las, quando nao stojam
O P-uio tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs proprios para cadei-
ras solas, mesas, almofadas etc etc., assim
como proprios para cobrir presentes, e ven-
de-so innio barato do que em outra qual-
quer parte,
ALGODO ENTESTADO
Vende-sc urna grande porco de algod5o-
sinho americano com 8 palmos de largura
proprio para lences e toalhas tendo liso e
trrneado que se vende por preco muito em
cont.i.
Panos de lioho
Chegou um grande sortimento de pecas
Maletamente ao scu contento, assim como t Sk^J^ Vrl que se \en,dem
Veste vasto estaboleciraento encontrar o 0' J} lW? f va!!a> garantrado-se
respeitavel publico um bello sortimento de Z\ ^ ,l"ho na0 ,ba ?ada me~
raas francezas o ingleas, ceroulas de S propno para lcneoes etoa-
14 6 dMIMAS
(RillE NOVIDADE
Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
eral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recbalo, c justamente'quando ella menos opodefazere porque essa falta invo-
luntaria ella confia o espera na benevolencia de lodos que lli'a altendero e relevarao,
continuando porlanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA ra o
Queimado n. 8, onde sempro acharo abundancia era sortimento 'da superioridade em
qualidades, modicidade cm precose o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima ica dito se conheceque o tempo de qne a AGUIA BRANCV pode
dispr, empregado apezar de seus custos no desempenho de bera servir a aquellos que a
honram procurando prover-se om dita loja do que necessilam, entretanto sern ennume-
rar os objectos quo por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidado os tornam recpmmendavcis, como
rano e algodo e outros maios artigos
proprios para homons e seuhoras proinet-
io-se-lhe vender mais barato do que em
jotra qualquer parto. Na ra da Impera-
iris n. GO, loja e armazem de Flix Perci-
ba da Silva.
Pechincha a 2^000
Para lenqes.
Ka ioja do Pavao vende-fe superior bramante
sem 10 palmos de litigara, dando* largura o cora-
;rimenlo do iencl, sendo apenas preciso para
nada lencol um e meio, ou u-n c um quarlo ine-
; alm desla aplicaoao tem ontras nmitas
. ara arranjos de familias e vende se pelo barato
preoo de 2*000 o metro. Na loja do Pavo, ra
*.& ftnporainz n. C0. De Flix Pereira da Silva.
Ciangas de Hubo
Vende-se gangas de liuho com qua Irinhos
omito boa fazenda, para roupa de homeus
-. meninos e vende-se pelo barato preco de
'.:) n o covado:
HINCHA EM PANVO PRETO A 2:400.
O Pavo vende superior panno preto fino.
Ibas.
PECniCHA EM CHAPEOS DE SOL
Cbegou um graade sortimento dos me-
jores chapos de sol de seda, inglezcs ten-
do neste art go o melbor que tem viudo ao
mercado assim como urna grande porco de
ditos de alpacas de todas as cores e todos
se vendem por preco muito mais barato do
que cm ottra qualquer parle, por hayer
grande porco.
Os baloes do Pavao a 2&000,
Cheg- u mn grande sortimento de baloes
ou crenolinas do ftitio mais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo preco de 5000 ca-
da um grande pecbincha
CRETONES MATISADOS PARA VESTIDOS
A 640 E 800 RS.
Para a loja do Pava chegaram os mais
bonitos cretones escuros matisados, pro-
prios para vestidos, roupo chambres etc.
que se vendem 800 rs. o covado, assim
como a mesma fazenda em padroes claros
btra soja :.
Gorpinhos dc cambraia, primorosamente
enfeitados cora filas de setim e obras essas
cuja novidade de molde o perfeico dc ador-
nos 68 tornam apreciados.
Filis mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Loques uesse objectb muito se poderia
dizer querendo dcscreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande c variado sortimento que acaba'para circular o coque,
do chegar, ms para nSo massar v picten-; Bonitos bracos do plaquee,
dente se lhe apresentar o que poder de'
melhor.
ntremelos em pcf3s de 12 liras.
Guipure branco e preto de diversas qua- !
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para novas.
Ditas abortas de fio de Eseossia.
Costuraos ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para ba plisados.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pestes dourados
Aderecos e brincos Je raadreperou*.
Caivetes Gnos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos corn 8 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
urnas substitnera as oulras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas _de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira euve-rnisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados criangas.
mois para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeiles de mesa e de lapinhas.
para palhtots, calcas, col lotes, etc., pelo ba- proprios para vestidos e roupas de meni-
ratissiino proco de :400, o covado, gran- nos a OiO o covado, sendo os padr>s mais
ao pe-hincha. moderuos que tem vinno ao mercado
Vcude-se por menos de 10, 20 e
SO' NO
30
SEBYATIV
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
C irles de easeaira y re a a 4 .O>
O Pavo vende o* superiores curtes de
aseiuiras prcas enfestadas, pelo barato
o de i:"iO, pechincha.
PBC0INCHA, ALG0DAOS1NII0 A ;0O0,
O Pavo est vendeudo pocas de algo-
losinho francez,-tendo i palmos de largu-
ra com 11 metros cada pega, pelo barato
gsepolQ idouo.
ie< ;js de uiadapolo a 3:500.
O Pavo vendo pecas de muito bom ma-
|)olo tendo 12 jardas cada urna pelo ba-
'alo preco de 3:300.
GROSDENAPLES PRETOS.
Chegou para a loja do Pavo um grande
ortiento de grosdenaples pretos, tondn
ie 1 ->s melhors e mais largos quo tem vtndo ao
aereado, assim como bonitas sedas pretas
cvradas, ujoireantiquesetc, tudas estas fa-
jendas. vendem-se mais barato do qne em1!
tHitra qualquor parte, por ha ver grande
>o.
PERCALLAS E CHITAS BARATAS.
O Pavo vende um grande sortimento
las mais bonitas chitas claras e escuras, mais
barato do que em outra qualquer parle.
vassas a 24 rs.
Vendo-se na loja do Pavo bonitas cs-
eas da cores iixas a 40, 80 e OO rs. o
xjvado.
Cantliraiss brancas a :000 a ueca.
ft o Pa\o vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
argura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a "OOO e 8d000,
.jquida-se pelo barato preco de 4^000.
Alpaca (>rilhantes a 1*. e 800.
O Pavo. tem o mais bello sortimento de
alpacas lavradas com as cores mais delica-
das que tem viodo ao mercado e tendo bas-
tante larguaa, vendem-se pelo barato preco
de l Boa pinga di Douro
A 39^4>eO
Fflix Pereira la Silva, ni Ja Imperatriz n
60, acaba de re-'eber urna nova remessa do seu
niDit.) acretliudo vinho puro do Douro, e muito
proprio para este clima por nao ler coBfeegao, e
vende em birria de 10 a 314-
DE
Estampilhas.
Yendo-sc-na ra da Cruz n 8, andar.
STIA34cPIT0
HYPPHOSPH1T0S-
dOD^CHURCHILL
XAROPE deHYPDPHQSPHITOde SQQA
XAROPE deHYPGFHQSPHITO de GAL
PILULASdeHYP0fHOSPHITO deQUIWNO
rujipncc
ELIDAS
XAROPEOe HW8MBSPWTO d e FERRO
PM.ULAS de HVPOmOSPWTO te MNBAlESiA

AlHMA
PASTHalASPE(rWRAES"i'CHuT.CHILL
Exigir para cu xorope o froteo quodrodo e em
todos 0$ producto ajaignatura do D'r CHUR-
.ipt|^, e o kJjfcirn oh a marca de ntika da
irwa*Mj,riwC.tfM.PAfus
que tem vinpo ao mercado.
, AS l 1L COVADOS M
LAS1NHAS LUSTROSAS A400IS. CO-
VADO.
S o Pavo
Vende-se um grande sortimento das
mais modernas e elegantes lasinhas para
vestidos, com as cores mais novas que tem
"indo a este mercado, sendo com listrinhas
iniudinbas que parecem de urna s cor e
'-om tanto lustro que imitam pe feitamente
is poupelinas de seda, e vendem-se pelo
barato preco de'400 rs.
OssetinsdoPavio
Vende-se os mais bonitos setins de cores
s mais eacorpados proprios para vestidos
'.endo de diversas cores.
FAZEXD^S PARA LUTO
Na loja do Pavao.
Bncontra o re?peitavol publico neste o-ubeleci-
oento um grande soclimento de fazendas pretas,
Mino sejain, cassas francezas e inglezas, chitas
tretas de todas as qualidades, fazenda de la de
odas que tem vtndo, proprias para luto, como
tejara, laaziulias, alpacas lavradas e lisas, canto,
)ombazina?, merino, etc., que tudo se vende por
ireco barato.
Vadapolao fraucez a 7S086 rs-
Vende-se pecas de madapolo francez
;om 22 metros pelo baratissimo preco de
MOOOa peca, pechincha.
Altas navidades em sedas
Chegou om grande sortimento das mais
noderuas poupelinas on gorguroes de seda
linho com os mais elegantes padrSes que
em vindo a este mercado sendo, miudos e
{raudos, tanto em cortes para vestidos como
para vender em eovado, assim como um
xmito sortimento das mais bonitas sedas
listradas que se vende tudo muito em conta
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porco de cera da,
;arnauba em saceos por preco mais barato
loque em outra ququer: na loja d<)
'avo ra da Imperatriz (n. 50. De Flix
'reir da Silva,
ALPACAS LAVBADAS
Vendc-se as.mais bonitas alpacas lavradas
com os mclbores gostos a 640, 800 e I ^0 o covado, albacas lisas de todas as cores a
040 e 70 rs., alpacas brancas lavradas li-
sas e de coudo.
Com pahuas de seda a I OO rs.
Para aloja do Pavo chegou um rico
sortimento das mais bonitas lasinhas com
palmas de seda fendo de todas as cAres e
padroes, sendo fazenda bastante larga e
vendc-se a l#00o ovdu.
AS CHITAS DO PAVO
Vende se um brilhante swtimeuto de
chitas clarase escuras por precos mais ba-
ratos do que em oulra>qoal Uoupa para CHcfavvs
M loja do favo, um bonito
sortimento de roMpa par eseravos.
VSPOUPEL1N4S DO PAVO A 500 RS.
Chegarcn as mais Hndas poupeliMsde
3a i ia<5o das poupelinas dateda,'
tm- fazenda mwto 'leve com as mais lip*-
lasres,endo: vWdeiBisoark.rfeta)azpj:
fro, casento peroUa-etc.eic, evende-e
">elo Lartis8inia'prec de OOCrs.
TcHdw 4le Arduo
Vende-sc. merino preto de 'cofas ,
)r1o para calcas,^ pal. cotas? Mi "#Q&
jiralissmp'preco jfe lPuW, O h&f*
SIMAO DOS SANTOS ft G. .
Os propietarios deste.bem sorlido armazem de secco e molhados estao re-
solvios a fazere urna grande diminuico da preces as suas mercadorias, como se apro-
xima a festa e sempre se fazem avultadas compras para o centro e praca, por
isso previncm ao respeitavel publico em geral, que mande fazer suas despencas e cer-
tos de que vero a grande dilerenca em precos mais do que em outra qualquer parte
e garanlindit-se as superiores qualidades.
GAZ' AMERICANO 96500 a lata, e 440 SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
rs. a garrafa e 660 rs. o litro. 620 rs. o kilogrammo.
VINHO YERADEIRO FIGUEIRA 560 FARINHA DE ARARTA VEUDADEIRA
a garrafa, e 4#500 a caada e 800 rs o ti- 640 a libra e 1(5400 o kilogrammo.
tro. BOLAX1NHA INGLEZA MUITO NOVA a
DEM DE LISBOA das melhores marcas, 400 rs. a libra e 800 rs. o kilogrsmmo.
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 2*800 e! VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
3*200 a caada, 660 e 720 rs. o litro. masso, em caixa ha abatimento.
DEM BRANCO DE LISBOA a 4*000.! PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
a caada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litro. RANGA, 280, 400 e 560 rs. o masso,
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA 3*200 e 6*500 a groza.
M'dez.is mm
PARA NEGOCIO
POR PRECOS MIJITO BARATOS
&0 BAZAR DA MODA
Ra Nova n. 50
Coques initH(fio de cabello,
guarnecidos -de bellos enfeiles
ultima moda, a duzia 40*00
Papel superior' de quadrinbos,
em caixas com 20 cadernos a. (340
Envelopes porcelana, muito boa
fazenda o milheiros em caixi-
nhas de 100 .....
Rotoes de osso bem pulidos para
calcas, a grosa .
Ditos cobertos de superior setim
de todas as cores, a grosa dos
peqner.osra 35000,e dos gran-
dts a.......
Ditos com mteressantes photo-
grnphWs para punhos a dnzia
de pares a......
Ditos de osso imitando o marfim
com lettras a duzia .
Ditos'lizo's muito boa fazenda a
duzia.......
Abotuadur.'s paip camisa sendo :
2 botes para os punhos. 3
para abertura e I para o col-
larinho brancos, escarlalates,
c pretos a dui .... 8*000
Brincos de cores a bala, cousa
muito cbiquy a duzia fi pares. I,-5000
Lindos frasquinlios empalhados
:om bom extracto para lenco
.a fluzia....... 8,-SOOO
Ditos em bonitas caixinhas ca-
da frasco a duzia. -. 6*000
Tinta para marcar roupa, muito
superior cada frasco em sua
caxinha a duzia. 6*000
Livrinbos com cnpa de metal
douradoeron bonitasorocSea
para a miisa a duzia. 7*500
Sabonctes de amtmdoas amaa-
gas especiaJidade do BAZAR
I)A MODA, a duzia 2*508
Lapis pretos de superior quali-
dado, oitavados a grosa 3* e 4*000
Escovas finas para dentes a du-
zia a 1*600 c..... 3*000
Alflnetes muiio bons, brancos e
pretos, a duzia de caixinhas a 2*800
Pentes pretos de muito boa qua-
lidade s grandes para alisar
a duzia....... a*700
Ditos amarellos fazenda superior,
para alisar, a dnzia. 1*700
Ditos de borracha com costas de
metal para repossar, a dnzia. 2-jiOO
Ditos enfeitados com contas de
cores a duzia a 4*. 5*e. (;>000
Intertsssanles coquinhos capri-
chosamente escultidos dentro
com um bom e lindo rosario
a duzia 10*, 12* e 11*000
Grande sortimento de miudesas.
firaode. sortimento de quiuquhai ias.
Grande sortimento de perfumaras.
Pagamento real sado no mesino mez da
compra com descont ue 10 o/0, ou lelra
acceila a seis mezes de praso.
Jos Soaret de Souza & C.
Para a quaresma.
Ha loja do Pass
Os proprieario? de-te aprtame estahetocii
to recetero pelo ultimo vajyjr franre i
tilliSes de gorguran preto moito bem enfei'
inteiramento novidade, ?ed*9 e girgur?!
temos scrlinifiilo/ompeti), o melhor a desejar.
Dirijim-se, pois, todas as pe.;s m i *.
oinprar estfs artigos, ra do Crespo n- 7 A.
Scieiitcs de que, i m pre(*s nao so delxr.r de U-
xer negorio, isto'iii. tivdo pelo muito sol liir.e.:
que tem >s.
-%
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAfl
UNIVERSAL, roa Nova n. 22-carneib*
vianna---um rompilo s: r:mtto dc ma-
chinas para costura, dos anloree maisco-
ntiecidos, as quaes eslo em exposiflo to
mesrno Cazar, garaBtiQdo-se a suabaque
fidade, e lambem ensina-se com peifeicao'
a todos os cempradores. Estas ratbbins*
sao iguaes no seu trabalho ao d;- 30 costu-
n iras diariamente, e a sua perfti;o
como da melbor costureira de Pars. Apre>
sentam-se trabalhos execulados pelas b
mas, que muito devem agradar aos preter.-
denles.
AO CAMPOS
Na ra do Imperador n. 28, vende-se
os segtjlntea gneros do superior quahdade,
a saber:
Presuntos inglezes (para fiambre).
Queijos inglezes (muito novos.)
A verdadeira gomma de aramia.
Copiis lapidados (mnilo tinos.)
Latas com lagnsias a flO rs.
Licor (aya pana).
Ovas do sertao.
E urna tranca de ceblas V"' MO'rt. Iff.
No uo armazrn do
Campos.
Ra co lmp m lor ti. 2fi
COGNAC.
De superior qualidade da mu accrediti
da fabrica de Bisquit Dubouch A C, en
cognac urna das que mais agurdente dt
cognac, fornecem para o consummo di
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra di
;ommercio n. 32.
TIENDO
Em casa de Mills Lathtfl A C. ra da Cru
n. :)8, vndese rhun:bo de mmicio, oles do U-
nhaea, luna e saco* s vasios.
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 1*400,
1*800 e 2*200 a caada,
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 7* a caada, e 1*340 o litro-
MANTEIGA INGLEZA FLOR i*400 e
1*280 a libra, 3*060 e 2*780 o ko-
grammo.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, e 2*100, 1*980 e 1*860 o kilo-
grammo.
DITA PARA TEMPERO 560 rs. a li
bra, 1*220 o kilogrammo, em porco
far abatimento.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAb
DE MUITOS TAMANHOS 1*280, 2*500
3*500,40500. 5*500 a lala e a retalho e 1*
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso, e em caixa ba abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 re.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA I 3*500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IHLERS &
se BELL, 800 rs. a garrafa e 9* a dnzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
BANHA DE PORGO DE BALTIMOOR DIVERSAS MARCAS 1*500, 1*200, l*e
720 rs. a libra, u 1*560 o kilogrammo, em 800 rs. a garrafa.
porco se far abatimento.
.ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
3*400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo, e 6*000 a arroba.
OAF EM GRAO 6* e 6*500 a arroba,
200.240 e 260 rs. a libra, 440 e 520rs. o
kilogrammo era sacca se far abatimento.
SABAO iJASSA 240 200 rs. a Ubra,
520 e 440 rs. o kilogrammo, em caixa se
taz abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA-
LHARIN EALETRLA,560rs. a Ubra e
1*220 o kilogrammo.
BOLACHINHAS EM L, ATAS DE DIVER-
SAS CUALIDADES, bem. como parola br-
Ihante, comhination, Francy.-cracynel, mixed
Britania. Mdium, Fancy-nic-nac, a, b, c, e
soda a 1*000 e 1*400, cada urna lala.
Assim como ba outros rauitos
GENEBRA DE HOLANDA E HAMBUR-
GUEZA 7* e 6* a frasqueira, e 500 rs. o
trasgo. *
IDEITDE LARANJA DOCE AROMTICA,
11* a frasqueira e 1* o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
3*000, 2*800 e 2*400 em caixa ha abali-
mento.
TOUCINHO DE USBOA MUITO ALTO
400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 11*500 a arroba.
LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS l*Od rs. a lala.
LOMBO Dff PORCO ASSADO JA PROMP-
TO a 1*000 rs. a lata.
GN FINO. GRAUDO E MIUDINHO
3*200 e 2*800 a libra, e 6*100 o kilo-
grammo.
IEEM1 PROPRIO PARA NEGOCIO 2*000,
2*200 e 1*800, rs. a libra,
gneros, sioho em ancoreas, azeitonas,
muito novas, pasea e flgos novos, charutos d dwersas marcas, marmelada, feta pelos
melhores conservejros em Lisboa, gelea de marmello, pcego, ewilhas, em latas, por-
tugoflzas e france^S, vinho verde engarrafado retalho, peixe em latas bem como
pescada, tamba, pargo, getazi rala, corvina, veiugo, ca vala-sarda e.sardinhas de Nan-
tes. Oanella, travo, ei^adce, cominho, pimenta, grandeamoibos de seholla i i*500.
Finalmente maitoft outros gneros qqe nfiandonhn mericiona-los. .
Ha loja -e armazem doFayo ra da Imperatriz u. 60,

PARA A FESTA
3 portas, loja de W tem1
53-^Btta Direita-43
Neatt pando- -e^tajbrtleriiTiAuto, ha para veadar
um eompleto sorBraento Be farragem, .e mwdeza
floas', e possas, wtno sejam Bairaejia" mnezas
qudr^das -e otaes, facas 'gartos o I 2 bo-
fea, balanco;Beiroi/2'tt*!uco; pedilla)^
teiras; amrailaa,;.^j|jjia)eii7)f7a^|i^a,r i
dalem-cooio d porcelana, rawohos pfa ci'ft. ,
diVerso txt&nh^Ao Cibr{e^nto apy, pessMlJ
jjra;*im,js, "
qarilftdf lat
,. ttH i* (env par BtMin tacada-tibtt
iij.cw,j5njh3 pafa."1
Htti flnatyl vu dISSoal Beato de Olivein Bragl* &
PORTLAND.
Ve^e-se no armazem amarello de Vicente Per-
retraMt Rosta A Pilho, defronte do ateo da Coa-
ceicao. "ni 'incas (rran4es
TGNBB.S6 ou arrwda-se o engeno.
S.^a^ar. sito na freguezia de SermhSem-
epaarfia'do Rio Formoso, prximo do em
'^ardoe, tona grandes partides de paol .
nrassapi roda datftoenda, mattoa manguer
p** fladeira neossaria, bom' pwto, etc.
a irtorh.rtrad*Arra a. 26, oo na d<
imperador n. W.
ndee laset fara cal^adaa e tnauwu por
preo commodo : na ra do Apoo 2. i.
BRACO
Ra do Imperador n. 26
Neste novo estabelecimento encontra-se
diariamente um variado sortimeuto de bo
linhos para cha, pastis, podras-, bollos in-
glezes, pes de lo. presuntos, ditos tm fiam-
bre, superior cha Hysson, preto, e miudi-
nho. Vinhos finos de todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-
veja ingleza, fructas muito boas, por-
tuguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento de
caixinhas de todas os gostos e precos pan
mimosear senhoras, estas caixinhas recen-
temente chpgadas de Pars s5o de priraora-
(lo gosto, offeresse-mo-las aos galanteador
do bello sexo pois nellas acharo nm digno
e serio presente para as donas dos seus
pensamentos. Tambem os apreciadores da
boa fumaca encontrarSo charutos dos me-
lhores fabricantes da Babia e de Havam
sganos, do Rio de Janeiro etc. etc.
Doces d'ovos seceos, ehristalisados e dt
calda, ditos de caj e de outras qualidades
Nesta casa recebem-se encommendas para
bailes, casamentas e baptisados e qualquei
encommendas avalss, como spjapaode lo
e bollos enfeitados. e outros jnuitas coozas
que enfadonbo mencionar.
CEMENTO
0 verdadeira portland. S se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazem d
Jo5o Mariins de Barios.
tem constantemente em sea afmazen), ra
Cruz n. 26, nm completo sortimento de
Batanea*- deciniaes.
Ditas oriaonues.
Peso de forfo pelo systma decimal.
lombas Calitvnia para po.;e, as mltiores que
ten apparecldo at hoje.
C.liamins de vidro para enndieiros a gar.
boaaa de todas as qualidades.
Agua florida.
.Graix.i em oioas n. 97.
Vidrus para vulraca.
Tmifeo imfierlal.
Vende- )5inn bii bmn e sord'e, com unvoaf-
ro em bom estado : qnem pretender dirija -
ruado Pilar o. 437, quo achu cura mem tratar.
.eqne de madioperla eom seda,' e todoV
madrepero|a, muito proprio para ni'
ram a l^a,do l'asso a ra do O
sim como requissimos cbales de t
as s cores, TeMoanos bordados'drJambri i'l
para baptizados, meias de escocia (nouMttdt) om
tOltMates paraasExmas. bras.. que.goaj^mAndjp,
Qe.sa^dfiolio rasa o outros mutos arijos de ax
te.flue os praprietartos deste estabele*cinlento raea
Fuko do eng.mhu CuDarapfbc na freguezia
de Serinbacm iiortenc-entes a GanpAt uskio
Wanderley os eseravos fgifinl s : Samuel er Hi-
lo baixo. gifo, nariz chato, diz ser da Costa por
ler sido comprado pequeo, Julio Caboculo de da-
do trinta e Untes annos, ]><> cteiu >. tifts
bitadas, estatura baix, cor feixada. ponra baria
e esu na pona do queixo. 1-Viippe mohtto de ida
de de 1G anuos popce mais ou menos, baisu, g
so, sem defeito algum, leve bixos em pequeo, po
rm pouco apptirece; por isso pede se as autori-
dades policiaca e capilaes de campa a captura do--
mesmos e lvalos no mesmo engeubn ou na ru.i
da Maeda u. o, 2 andar escriptorio de Jlasoel Al-
ves Ferreira & L. que serao gratificados."
Fugio nu dia 10 do correte mez a cabra Se^
venna, com os signaes segoiotes : altura regular,
che a do corpo, testa estreita. olbos peqfteoos -
tielcos bastante roxos, ten: o dedo mnimo da d
esquerda om poun dobrado para a palma da roa i.
representa ter 40 annos pouco mais ou menos -
levou vestido d chita enramada, com um cbalk-s
de chita com barra azul ; tem o andar nm pnur i
empmado para a frente : desconfiase que estoja
oceulta em alguma casa, pelo que se protesta c
tra a pessoa que a tiver em casa, obrigandn se pa-
gar os dias deservido : rog.i-se s tutorfdfedea e
capilaes de campo que apprehendam-a e heren-n'a
ra do Sebn 29, on a roa do Amorra: n. 3.'.
que ser generosamente recompensado.
Fugio do engenho Boa vista, na c merca de
Camaragibe, provincia das Alagoas, o escravo Ni-
colao, de id;e 3i annos, altura regular, gross
do enrpo, andar banzeiro. tem falta de denv:* i \
frente, rusto largo, barbado, costuiua as vrzes fa-
zer toda a barl, tem urna cicatriz na testa, e c
ps grossos ; este escravo anda fgido desde o d
16 do Janeiro do brrente anno : ruga se portan:
as autoridades policiaes e ac>s capilaes de campo a
apprehenso d sse escravo, a entregar no enge-
nho acim i mencionado, ou nesta praga ra i
Vigario n. 12, on travessa do Corpo Santo n. 2'..
1 andar, que si gratificar generosamente.
mm rs.
Fugio no dia ti do torrente
escravo de nome Antoui., natuaol
do Buique, que era ltimamente es-
cravo de Antonio Luiz de Mello, di
engenho Jacob na, esleve tambe
ern Pao d'Alho, o qual tem os signaes seguinies;
cxo de urna perna por ter urna das juntas d
ps desmentida, tem urna boa surra ius nadi g.
e as costas, dada pelo ex-senhor uliimamenle,
alto, bem corpulento, os ps Bem grossos, lev i
veslido ealQ o ca^nisa de algodo oiuilo suja. cjw-
po de leltro da copa redonda, multo qe^uenj,
com abas, viradas para cima : este >era vo <" rhirfe
wrrmoyrroeiiUnla-se puf Antonio Jandei
levouunpaawleirodefolha^para sambar <
o encontrar poder trazer ra Nova n 12, qy
alem ba otferla ajada ser recompensado geoera-
sainente.
"_________________','- ______________________,
Fugio no dia 3 do correte mej do engull >
o Mal;-
iheta
de nma." perita; tem 'Umi ferida m ootro, tul
om amisa, sorqktao de paseo de ^jgdio. di
escruvo pe tunee o *baixo asonado ,,
do dito engenbo : qOern capturar rav
conduza>o oo referido engenjio, ou i
Sr. Jeio Lnlz Pereira1 Rfceiro, a xu. >la Santa .r /
n. 10,'que ser^ gmerosawenia gratilicob .
Engenho Maravilha, 2J|dp *v\ IS70.
Jos Ca,etj) Pereira d. Qfteir i
Aqba-se fogidq!esef4vo'Fraiiii>r"r_)Jfiri
O Vi
, RKelca *? rie fon'
desconla-f e estar aeuttUdo, mm desde \u
testa contra qoem-.o tivgr (la i..o>m
i|ueui o levar ou delle der noticia na ra I
dio de Deus n. 3, 1 jdar.
idso> 20 anuos mais oo. menos,
urna perna e braco, este eserAvu
do SnbraH, mintrt iWIno, pjncAha-*e defer'
~~i

' Dsto wgefthd'Par,-
na dia 81 .*.
Ortcfllo, de i(
subriuh Jos Alves 51
JiojUApoj- mora ^oui
eH

i


Diario \le Pemambuco Quinta feira 3 de Marqo de
lfc?0.
UTTERATRA
POUCO DE TUDO.
I
MjEI'S MANCHA.Forra-u se
rraMima companliia por impulso de
l.''tnens eoancntes laes eojno u famoso on-
.'^iiheiro civil Fowit. o coronel Slti'ei.
i.mio de loril'Dflrhy. e 03 membros do
pa fanente Wrd-H nt e Denisson, com o
? m do, i: : ntrc .1 Franca e a in^ia-
1-rr:: uia camiuno il, ferro atravez da Man-
Aquellos cavalhiros livram a sal-sfaflo
Mr recetados pelo imperador e de Ihe
lentarem o seo vatto projecto.
NOTICIAS 1NTERE8SANTES.Escrevem
de Roma: t'Vtt hispo americauo n'um
(lestes das apresniiou ao Santo Padre dois
ores, advertrado-o porm de que eram
rrotestant<*s. Pj IX, apenas tendo ouvido
que eram protestantes, os tratou com tal
ira, chamando-liie seus fil/tos e dizen-
Sun, vos sois meus filhos. e
reconhogo e vos amo como taes,
:;i que me notenhaes em conta de nai,
ce se njfo pdem descrever com palavras
noces que amitos os dois exper
lavara por tanta afl'abilidade.
UMA iiESPOSTA.Certo liberal aecnsava
jreja calliolica de intolerante.
L'is qae algnem >he respondeu:
O!) a igreja a verdade, e a ver-
dade e intolerante porque se n3o pode alliar
com a, mentira. A igreja e intolerante
cniio o so', que nao concente as trovas.
l'odem despedacal-n feras no circo ; mas
..."o transige rom os cesares.
a ni!
nolci;. 'ida
a repetir-io das
I8C8.
costa
ayo do r. Li-
^Hblha in
.vi qne a
capitao Cochrane
fbulas nveuladas em
PRO
o I' de
abri
2:201
.!;ES>
';neii
S CO.MMERCIAESDesde
l deHazembro de 4869
al de oinrrcrcio de Paris
ALGODJtO-
colliida nos
A colheita de algodio re-
IMados-Unidos em 18C8 e
1801) foi d :--'M 467 volumes, de peso
medio cada nm de 210 kilogrammas.
CHISTOSO INCIDENTE.O Fgaro, de
Paris. conta o seguinle chitoso incidente,
occorrido em um club socialista d'aquella
capital :
Urna '': na tala Peco a palavra para
urna proposta urgente. Pareccme que os
senhores que esto as galeras poderiam
cuspir em oidra parte que nao fosse sobre
nos.
Urna taz /< i/r//.-.Estamos aqui to-
dos to aperlados, que nao' podemos dei-
xar de coapir na sala.
Vm cideio.- Urna pes*soa decente deve
cospir no lei". (Grandes gritos, risos e
tumultos.)
Urna voz na. ata.O tempo dos lencos
j l;i v.ii! (Bravo I) Um bomem livre nunca
lem lenco. (Applausos). O sneo urna
inveneo da capital, e proponho que os
I aristcrata! que pos-uam lenco, sejam ex-
pulsos desta reuuio de homens hvres.
(Grandes applausos^
Um ctdaaao da galera.Na nao que-
KNGENHOSO M00O DE COBRAR1)1 VI- ^ ^.^ ,(,e termo8leDgoSi
^ continuaremos a cuspir para baixo.
Um cnladao da sala.Pois bem, que os
homens livres de baixo abram os guarda
chuvas para se livrarem das expectoracoes
dos aristcratas da galera.
(Abre o seu guarda chava e muilos o
imitam. Applausos).
Um cidad 1 na galera 0 guarda-chuva
o emblema do fanatismo. Um livre pen-
sador com guarda chava est deshonrado.
encontrara se alguns pormenores cnr'n
relativamente, alimenticio dos habita
do lag") Naausa.
Era certas pocas do anno percobeiu.-s
nnvens que parecem sahir da agua di
e que se elevara na atmosphera a gra
altura. Qundo se airavessa n'um ba
estas especies de nevoeros de vapores,
conhece-se qne s3o formados pela reuno
de innmeras cuantidades de peqaenissi-
mis insectos. S3o t5o abundantes, qae
acabam, ao cahir na ?gua, por cobrr a su-
perficie do lago com urna cajia negra e es-
pessa.
Quando urna pessoa se v no meio desta
nuvem, lera de conservar a bocea e os olhos
constantemente fechados, porque os insec-
tos penetram por essas aberturas.
Todava, s os eumpeus e que fecham a
bocea nestas circumstancias, porque os in-
dgenas abrem-n'a.pelo contrario, quanto
podem. Acham n'aquelles animaesmhos
um sabor extraordinario.
Quando cora a bocea os n3o podem apa-
nhar, colbem esses pequeos mosquitos
em toda a parte onde elles v3o poisar, fer-
vem nos em agua, e fazem depois uns pas-
tis, que segundo affirmara, sao de im-
menso appetite. Assira se tragara s
d'uma denuda mais d'am milhao de seres
organisados !
ANEDOCTA.Conta o Fgaro a ser
guinte :
O pintor Q... acaba de fizer um retrato
do imperador, e n3o achaido ueste nuahum
traco parecido com a phvsionomia da N-
poleao I. teve a franqoesa e a ingenuidade
de dizer:
Vossa magestade nao tern absoluta
mente nada de NapoleSo I.
Tenho, tenho, respondeu o impera-
dor suspiran lo.; tenho a mima familia.
1 >AS. -Refere o Timet, que ha
nm dentista vender a madame I)...
a -a dentadura magnilica de marfim, que
1 tport*ra em 1:20o francos.
Depois de esperar com estremada pacien-
cia que Ihe pagassem o seu trabalho, o
.lista vendo que a sua cliente nao dava
... si rumor escreveulhe aelicadaraente re-
. jnjando a qnantia que madame R... Ihe
via.
A devodora nem assim se dignoudar ca-
1*4(0 ao paciente e delicado dentista.
N >vas cartas cscrptas por este tiveram
mesmo resultado.
Decidio-sc o dentista a tirar a sua des-
1 de madame R... e para isso publi-
.(ou n'nm peridico de Londres a seguirle
ticia:
Vende-te a preco reduzido urna m-gnin-
1 tentadura de dentes esmaltados. P
rle-se examinar todos os dias na bocea
le mdame R... (nome o appeliido com
-'.das as snas lettras), rua de... nn-
aero...
Em seguida corlou o annnncio do peri-
dico e siibscriptando-o remetieu-o sua
!egueza. .
Duas horas depois receben o d^ntisla o
1:200 francos qae Ihe dovinm-
DR. L1V1NOST0NEUrna carta do ca-
rillo Cochrane, de 9 de Janeiro de 1870,
noticia a morle do Dr. Livingstone, assassi-
nado e queimado em urna povoacao, dis-
-,mte 0 dias de jornada da toz do Congo.
A falsidado ou inverosimilbanca desta_no-
ticia deduz-se das seguin'es consideraces:
f.ivingstone escreveu de Ujji em 30 de
ludio de 869, para o Zanzbar, requerendo
-me Ihe fornecessem barqueiros e manti.
mentos, que o habilitassem para continuar
a o norte do lago Tanganyika a sua via-
cera de exploraco.
O Vi. Kirk em seu despacho para lord
Marendim, de 2 de oulubro do I8<9, diz
'iie sem perda de lempo vai satisfazer a
estas requisices
Ora. suppondo que as enviara com toda
. i-eleridade, nio podiam ter chegado ao
1 oder do Dr. Livingstone antes do nm de
lezembro, pois que d >is meses sao preci-
s.)8 para do Zanzbar ir ao Ujiji.
Como podia enlio o Dr. Livingstone ter
f -iiipo para organisar a sua expedido, e
proseguir para o extremo no*te de Tan-
gaot ka e d'ahi rodear at aos lagos des-
cjnhecidos, as origens do Co*ngo, em dala
que coincida com a que marcara os rumo-
rea da sua morte ?
A morte conforme se anniracia, devia ter
ontecido 90 dias antes que a noticia della
me de raarmore, por Ihe faltarcm
menos na pequea amostra que tenho
^Bta) de alguma orte os caracteres deste
^^Buo.
Toda via susceptivel esta rocha, extra-
hida do lagar denominado Pacataba, de
um bello poliraento, tem a cor alvissima
o conforme as informcoes do mesmo en -
genheiro nenhura veio de materia 011 de cor
estranha Ihe vem damnificar a contextura
e o colorido.
O museu nacional j possuia algumas
pequsnas amostras desie calcreo que sup-
pondo existir em grandes e possantes jizi-
das naquella provincia.
O segundo minera! mais til que o
primeiro e nao s m lis til sen3o tambera
mais digno de adAliracfo por se achar no
Geera onde sua presenca, sendo' j-n fado
ile ioteressfl para os annaes geolgicos*)
do Rrasil, i :u tmente uma riqueza para
a industria nacional. O mineral de qaa
trato nada menos que Jim nhito perfeito
sen3o um carvo de pedra magro de longa
cliarama, sem pyrites ou abundancia de
materia terrosa que Ihe d nozas nocivas
e* qqo lhc dificulte a combustSo.
Analysando-o de par com alguns dos
canes magros da colleccSo europea
achei-o muilo semelhante a estes corabus-
liveis; o que desde j recoramenda-o pira
o uso de nossa navegac3o a vapor e dos
nossos caininhos de ferro.
Oengonheiro Pi nenia R.ieno nao colheu
elle proprio esta amostra, na sua jazida ;
recebeu-a de um bomem rustico e Mo-
cero que Ihe assegurou have-la encontrado
Das fia I das da serra Manioca, quad
(lor da Ierra.
E' o que convera verificar; e a \. Exc.
compete mandar faze-lo logo que se offe-
reca occasiao opportma.
Dens guarde a V. Exc Secretan 1
(Muito bem !) Os guarda chuvas ondulam e
agitara-se na sala de um modo ameaca-
dof.
guarda chava o producto incestuoso
do dootriniatimo e da intolerancia em ma-
terias ie'.Kosas. o proponho que se tome
nota dos cidados que nesta reuni3o esto
de guaida chuva para seren goilhotiuados
ooportunamente. (Applausos, assobios e
tumulto espantoso. A polica intervem e
dissolve a rennio).
N'UM TRIBUNAL. Passou-se o sc-
guinte :
q juiz.0 seus nomes e sobreo-
mes, .
O reo responden em voz baixa e nintel-
legvel.
O jufas.Falle mais alto; nmguem o en-
tende!
O re.-Nao posso, senhor jniz, porque
era eu fallando mais alto, fallo inglez 1
DELLO Houve em Paris outro duello
entre dois jomalistas.
Bateram se ao llrela mrs. Henn Cha-
brillat, redactor do Fgaro, e Achiles Du-
buc. redactor da larselheza.
Mr. Dubuc foi ftrido no peito. por baixo
da stima costella, vinte centimetros abaixo
do seio direito.
O ferimento nao grave.
Os dois adversario, dizem os padrmhos,
deram testemunbo da maor lealdade e da
maior coiagem.
BANCO ALLEMAO.Nos lins de Janeiro
passado reunirain-se em Berlm os repre-
sentantes das principaes casas bancanas
do Norte e do Sul da Alleraanha para a3-
cordarem as bases do eslabeiecimento de
um Banco Allemao.
O capital em actes ixou-se om vinte
milborfs de'thalers, parte dos qua s poder
ser subscripta pelo publico.
Rste banco destina-se a auxiliar as ope-
racies financeiras entre o commercio alle-
in5o c o ultramar.
FRICA MI'RIDIONAL as viagens
este paiz, publicadas pelo Dr. Livingstone,
ESTATISTICA CURIOSA.-Com dados
estalisticos muito curiosos manifestou o Dr.
Arcoleo. de P.dermo, no congresso medico
celebrado iia pouco em Klorenga, a relaco
que ha entre a mortalidade e a elevado
dos predios. Entre os que habitam no an-
dar terreo e, amotalidade de 51 por 100;
no i andar, de por 400; no6egundo, de
10 por 100; e no ultimo de 5 por
100.
Donde se v que os andares mais eleva-
das, que o ar puro ventila e o sol Ilumina.
s3o infinitamente mais saudaveis que os
andares terreos e principaes; nao se de-
duza porm d'a ]ui, que as casas de um s
andar sao to insalubres como os andares
terreos das casas que teem muitos.
O CASO MUDA.A scena passa-se na
Inglaterra, em casa de um magistrado es-
pecialmente incumbido das fallencias.
Um individuo que acaba de fallir espera
no gabinete do juiz. Este entra e encon-
tra-o assentado em sua cadeira.
Levanle-se, Senb r! Como Pois
ousa, o senhor, em sua posicJo...?
Sr. juiz, o raeu debito de 650,000
francos,
Ah I disse o magistrado offerecendo
uma cadeira, queira ter a boadade de as-
senlar-se.
da
gricultara, 26 de Janeiro de 1870.Illra.
e Exm. Sr. con Moreira Guimaraes, director geral da se-
cretaria da agricultura, commercio e obras
publicas.Ladislu Nrtlo.
lici.i roden os condemoados quando o pres-:
lito dsilava em direcc3o aocadafalso, que
eslava levantad* fura dos muros da prisSQ.
As roas prximas estavam litteralraente co-
bertas por uma immensa popalaca, que de
lodas as partes corr'u a ver o apparato
da execucSo.
O principe, com passo firme, foi o pri-
meiro que se aproximan do cadaf dso, tro-
cando com os espectadores algumas pala-
vras em lingua birraana, que pare:iam con-
vida-Ios a que e olhasse bem. Foi o pri
meiro, subi a plataforma, e apesar de
apparente cynismo que osle na va, os seus
passos ao chegar all eram pesados e re-
celosos.
O carrasco, que era um negro, lancou
immediatameote a corda a cada um d'elles
e poz-Ihes na cabeca um boret prcto. Os
dous feridos forana collocados nos assentos
que se Ihes tinham preparado. Mais de
trozentos presos eram os espectadoras obn-
gados d'esta scena.
Antes de principiar a execuc3o, o inspec-
tor das prises fez eollocar os condemnadoi
sobre a plataforma, e leu em voz alta o
veredictum que os coodemnava pena de
morte, chamando-os cada um pelo seu
nomo
Alguns segunlos depois -rolavam pelo
chao seis corpos, que em dez minutos se
tornaram cadveres. Todos morreram ins-
tantneamente, excepto o principe, cujo
corpo se agitoo algum tempo, fazendo
contorses muscu-lares as mais, violentas.
Em confonnidade com a lei. ficaram pen-
dur idos por espato de uma hora os seis ca-
dveres; depiis de descidos foram colo-
cados no interior da priso, no lugar mais
adequado, para seren vistos por lodos os
presos.
Em quanto durou esta scena repugnante,
uma bandeira preta fluctuava lgubremente
nos telhados da prisSo.
FOLHETIWI
liSIIilROrMPItlWlM
POR
lie Berthef
XIV
A testa da aldela.
(Continuac3o do n. 49.)
Nova explos3o de applausos o ia inter-
1 omper, quando elle com voz alegre e es-
tridente gritou :
Se se emborracharem esta tarde,
iratem de se desemborracharen para ama-
.hSa!
E, sentindo esgotar-se-lhe a eloqaencia,
tesceu do banco e desappareceu pelo meio
t'os espectadores.
Este discurso prodazio o mais completo
eieito. J se tralava de levar o Sr. Van-
Lastem triompho. e talvezo plano fosse
eiecucao, se Nicolao e Toper senao des-
,em pressa em comecar a destnbnicJo do
"'Grande Leopoldo,que se introdazira no
1 jeio na multid8o, dizia aos que o cercavam
Dm ar de autoridade :
Ent3o n3o dizia en que Van-Best ter-
minaria por ceder ? bom arreganhar o
dente a estes patrbee 1 Se se lne dizem
bou palavras fleam-se rindo da gente I E
i-ardade qhe en despreso estes ricacos que
deseiim eagordar nossa costa, mas o'es-
us aUuras tolo qoem se nSo aproveita
MAIS UMA.Luiz XV quando ia caca
mandava levar sempre 40 garrafas de
vinho, .embora quasi nanea se serrase
delle. Um dia tendo sede, pedio um copo
de vinho.
Sire, j n3o ha mais.
Como! pois j n3o trazem as 40
garrafas, conforme ordenei ?
Sim, sire ; mais beberam todas.
Bem; daqui por diante, tragara 41,
afim de que ebegue tambem para mim.
MUSEO NACIONAL.Entre os mineras
cearenses offerecidos ltimamente pelo en-
genheiro Francisco Antonio Pimenia Bueno
ao museu nacional por intermedio do minis-
terio da agricultura, dous exislem de que
nao posso deixar de fazer meoco recom-
raenlando-osa este mesmo ministerio alim
de que em se apresentando a occasi3o de
manda-los estudar em suas jazidas pelos
engenheiros que para all se dingirem,
fiquem bem conhecidos os depsitos
calidade e at, de um modo mais p
a qualidade desies mineraes.
O primeiro um carbonato de cal a que
,-o n nnmfl de marmore saccaroide la-
a lo-
mis positivo
darei o nome de marmore
mellar bem que n3o devesse ter em rigor
SEIS EXECUCOES. Era consequencia
de uma revolla, operada por algn* presos
no centro da pris3ode Rangn (Rirmania,
na India), foram etecntidos seis indgenas,
cojos nomes e mais circunstancias s3o re-
feridas por uma folha pariziense.
Esta des strosa revolta, teve lagar no
mez de dezembro, e n'ella foi ferido o Dr.
Maingay e teve a morte sua esposa.
Um dos seis condemnados que soffreram
a pena capital chamava-se Pho Ou, e des-
cenda da familia real de Rurmah. Era
bomem de um carcter enrgico e empre-
hendedor, e tinha sido condemnado por
varios roubos a sete annos de trabalhos p-
blicos. Alem d'isso j tinha tentado eva-
dirle da prisSo de Thayetungo.
O segundo chamava-se Phar Zan, a quem
se attrbue ter ferido o director geral da
prisao.
Os outros q-iatro ihimavara-se Lab
Oung. Nay Dioen, Pho Morng e Swhay
Ail. Os dons ltimos eram fracos e tinhaiu
recebido graves ferimentos na resistencia
que fizeram aos agentes de polica que os
prenderam. .
Foram assistidos por dons raonges boua-
dhistas, e depois" de terem tomado um ba-
nho, jantaram e receberam as cotisolacoes
do costume, perguntando-se-lhe depois se
tioham dispositoes i fazer ou algumas re-
comraendacoes para seus amigos.
Os quatro primeiros deram as segrales
resposta :
Pho Ou, o principe, respondeu : Entre-
ijuem o mea corpo aos padres. Eu nao
tenho inedo.
Phar Zm xplicou-se n'estes termos :
Recordem-me ao amor de minba malher,
aieus filhos e minha familia.
Lab Oung disse: Todos nacemos
para raorrer ; n5o tenho medo algum.
Emfim Nay Daoocn respondeu : Digam
a meus prenles, se clles pergnntarem por
mim, que eu eslou em lioerdade.
Os outros dous eram assaz pusillammes
para nada responderem.
Tres horas depois entrava o mspector
das prises, o Or. Dounelly, as cdulas
dos condemnados. Ao ve-lo disse-lhe o
principe em lingua birmana: Mdord,
vamos boje ser postos em liberda.de.
Os dous feridos, por n3o poderem andar,
toram levados em bracos pelos guardas da
priso. Um esquadr3o de guardas de po-
FRANC.V O rotatorio que precede a
abo-cao da pena de morte, inteiraraente
devido iniciativa e redyccSo* do Sr. Julio
Simn.
cDepois d'uma luta que durou mais de
sessenta annos, a raz3o, a phifosophia, ar-
rancaran! ernfim'aos poderes pblicos a lei
de 2 de jnnho de 1867, que permitte, em
certos casos rigorosamente determinados, a
revisSo dos processee crimes..
Essa lei, reconheceodo a falliblidade dos
jiiiz's, condemna implcitamente a pef;a de
morto. Uma vez que se podem Iludir os
juizes, a lai n3o pode matar;
A pena de morte oscripta n'ara cdigo,
alo irapede os assassinios; a pena de morte
abolida n3o augmenta o numero d'elles.
J4 ella foi abolida nos estados de Michi
gan e de Rliode Island, oos Estados-Unidos
da America ; nos ducados de ddemburgo,
da Anhalt e de Nassau, na Alleraanha; nos
cantees de Neochatel; Zurich e Fribargo,
no Saissa ; na Toscana e no territorio de
San-Marino, na llalia.
Desde 1855 tem sido abolida as rep-
blicas da Nova-Colombia e da Nova-Granada
no estado de Indiana, na Moldo-Valachia,
no reino de Saxe, e em Portugal.
Em nenhum d'essas estados augmentou
o numero dos assassinios. Apenas se ia-
voca,,para conservar a pena de morte, a
neessidade de impedir a rebelfiSo e os as-
sassinios, e pelos fados est provado que a
pena de morte n3o tolbe nada d'isso.
tambem egualmente intil seguraba
publica e seguranca particular.
Em Franca, antes da revoluco, a pena
de morte era quasi sempre acompanha la
de supplicios destinados a augmentarem o
horror. Appbcava-se a deudos que depois
se jolgaram sutDcieniemente reprimidos por
meio da pris3o ou multa, e a certos actos
que, aos olhos da razo, nao sao culposos.
Agora que, salvo no caso de parricid o, nao
ella outra coisa mais do que a pri vacio
da vida, e que as suas applicaces foram
definidas o restringidas, o numero dos cri
mes diminuio, c espfcialniente o numero
de crimes contra pessoas. Nao a suaviza-
do do suplicio que anima o criminoso ; a
esperance da impunidade que o incita. A
represso tanto mais efficaz como meio
de intimidaco, quan'O mais segura, e
lano mais segura, quanto menos atroz
zes em qae a opinio publica a supporta ou
a reclama. Ora, a opinio publica, impon-
do a sua vontade ao legislador, aboliii a
tortura, edmo meio derastrnccS em 470;
como aggravacio do snpplicie em 1788;
abotiu a roda, a fogmira, e esquarlejamen-
io, o'umi palavra, ludo o qie se cbamava
a rao-te qaalificada, em dezembro de 1789,
a marca em 1832, a exposc3o publica em
1848.
At ao anno de 1832, ao conderaaado
pena dos parricidas cortavi-se primeiro a
mo. A mesma opiniSo publicique bteve
essas modiricac :s nos s plicios pede agora,
ou raelhor, exige a aboliQao da pena de
morte. Pede-a n3o s na Franca, Jia Alle-
raanha, na Inglaterra, na America, mas at
na Russia. As naces que a conservara,
Inglaterra, Hollanda, Biviera, a pcopria Rus-
sia. j restringen! a sua applicaco.
A abolico completa foi proposta aos po-
deres legislativos da Blgica, da Hollanda,
da Ba viera, de H araburgo, de Breme, de
B e Campagne, dajtilia, da Hespanha e da-
Suecia. Na Suecia. na Italia, na Blgica,
no Wurteirierg. o cadafalso s> se conserva
por poneos votos.
Eoire nos, emquanto- o poder legislativo
resiste correte da opiaiSo pataca, e con-
serva a pena de morte em vinte e t*es ar-
lgos do*cdigo penal, ena vinte e quatro
artigos do cdigo militar eem trinl artigo*
do cdigo martimo, a causa da abotieSo faz
progresso t3o rpidos, que lodos os dias os
jurados concedera circumstancias attenoan-
tes, sem outro- motivo alm da resoraco
formal d'impdirera uma sentenca de Baor-
te. N'isso perde a lei a sua unidade. ajus-
lica a sua magestade. a sua autoridade. O
mestno crime, conforme a composicSn do
jury,- pode ser castigado por meio de morte
ou de condemnacao temporaria.
Levanta se de toda a parte um grito uni-
sonoy pedindo que ae- menos nos poupem
vista- do patbulo, para que se n5o exponha
mulidao essas expiaces sangrentas, qae
devendo ser exemplo, n3o passam de es-
caiKlal ou de escola de ferocidade.
Os polticos, os historiadores, os juriscon-
sultos, os philosophos, os poetas, todo o
que sent, ludo o que pensa, condemnam
a pena de morte. D3o testemunho contra
ella Lesurques e todos os supplicados in-
nocente. A civilisacSo repelle o cadafalso ;
chegou a hora de o destruir.
Propomos cmara om projecto de lei
assim concebido:
t Artigo nico. Fica abolida a pena de
morte.
OPERAS NOVAS. Dorante o anno pas-
sado representaram-se nos theatros da Eu-
ropa trraia e duas operas novas de maestros
italianos, das quaes s quatro alcancaram
satisfactorio xito.
Das outras, vinte e tres agradaran me-
dianamente, tres foram recebidas framente
e duas fizeram completo fosco.
THEATROS. Na Italia existe 927 thea-
tros repartidos por 690- conselhoe. Este
numero de theatros muito superior ao
dos que exiitem em Franca, Inglaterra e
Allemanha.
CATACLISMA. Annunciam de Smyrna
(Turqui3 da Azia) que teve lugar uma es-
pantosa catastrophe. A eidade de Ula, no
districto de Manteches, desappareceu com-
pletamente, como em mitro lempo Hercu-
lanmn e Pompeya, depbis do tres abalos de
trra.
Os habitantes tinham sido preven.dos de
certo modo do que ia suoceder, pelos ruidos
subterrneos que de ha muito se sentiam e
aos quaes se seguiu un> abalo horroroso.
Antes do terremoto todos os habitantes
tinham fgido para os montes, onde se sal-
varara, excepto tres, que fleamm enterrados
as ruinas da povoacV).
MACROBIO. Refere um diario francez
ter morri lo em Crel, no dia 31 de dez-im-
bro ultimo,- um anligo soldado que nasceu
a 16 de abril de 1782. Centava, perianto,
quasi 108 annos. Tinha entrado no servio
em 1782 e foi licenceado en 1784.
At idade de 104 annos trabalbava ac-
tivamente nos servaos mais pesados, e ti-
ar prazenteiro, o, approximando-se dos dous
mneiros, disse Ihes com aspecto de satis-
faco:
Or sejam bem vindos Com que
ento, Leonardo, ests restabekcdo 1 Vies-
te em boa occasiao. Oiha que estivas cm
bem mo estado quando te fomos tirar da
galera da Virgem Negra, o que bastante
nos custo-*. L porque ti vemos nossas des-
intelligencas, nao te co'nservo rancor : o
mou fd como de uma franga. Aqu est
Antonio Rubn que esta mauhaa me pro-
vocou, ao que eu correspond na mesma
motda, mas nao estou mal com elle : uma
boa luta faz um bom amigo... Nao ver-
dade, Rubia ? Toca
E estendeu-lhe a m5o.
Antonio, recuando um passo, respondeu
Ihe
Ah I comecas a fallar mais brando ?
J vs aqui Leonardo, que te n5o teme e
que no soffrer que vomites horrores con-
tra o digno Sr. \ran-Best, como ainda agora
fizestt I Aconselno-te caut la : n?o levan-
tes muito a g impa ; olha que nos ambos
ouvimos bem os golpes da machada I
Acaboose I interrompeu Leonardo
intimativamente. N5o se falla assim de
teve sobre cousas serias ; todava, se um
iba o meu qurahSo
ndo cotovelladas
que Ihe em
raz3o da sua
lea, avancava
face a face
de dinheiro,
Acabava de de
1 Antonio em frente
Com mil
Eco
e empon
1 rgavam
elle rapida
. om os
quando pl
t arar com!
^ande Leopo a m*iS ?v\w
H&STa otoencontro; com ludo, am-
XpeaTwatobjWiaal, assaauoTw
diafse confirmarem as nossas suspedas,
bem pode acautelar-se o culpado I Agora
Grande-Leopoldo, nada tenho com a tua
amizade nem com o leu odio : n5o me im-
porta amella ; nao receio este. Caozaste
grandes soffrimentos aos opranos de Po-
lignes e eu poderia informar o Sr. Van-
Best a esse respeito, mas emfim s mioeiro,
careces de trabalbar para viver. e repgna-
me promover-te o castigo que bem mere-
cas. Previno-te, porm, que te acauteles
d'ora avante com as tuas palavras e accaes,
Doraue, se continuares, far-te-bei arre-
pender. .. Tens entendido ? Agora adeus;
nada mais tenho a dizer-te. -
O mestre sondador, ordinariamente tao
insolente e desptico, estiva agora aterra-
do; por isso, baixando os olhos e sem di-
ter palavra, desappareceu por entre a
%o mesmo instante Van-Best, consegara-
do livrar-M do perto, chegou junto dos
dous amigos.. .Receben Leonardo com a
sua habitual bonhomia, e, apertando-lhe a
mao cordialmente, informou-se cora inle-
resse a respeito da sua saude. Leonardo
correspondeu modestamente a esta demoaj-
traco de eslima. Van B|st proseguio :
Ent3o, meu rapaz, vens recomecar os
teus trabalhos na mina ?
Certamente, salvo, se o Sr. director
n5o carecer dos meus serricos.
Pelo contrario, careco ma o lies
aora do que nunca e cont reahsar gran-
des planos com a tua coadjuvacao. Iso-
meio-te conductor de trabalhos, superralen-
deodo em lodos os ser vicos da mina. D ora
avante n3o recebers ordens senSo do en
genheiro oo de mim : tenho a mais inteira
confianca em ti e estou certo de que cor-
responders a ella dignamente.
Ebta distineo, concedida assim solemne
mente a um dos mais modelos operarios
da mina, pareceu no excit emulacao
dos outros collejas, e at, em vez de os
chocar ou sorprender, Ihes caosoa entu-
sistica satisfaco.
bem merecedor d'isso acudi o
velho Toper.-E-t habilitado para desem-
penbar qualquer servio que Ihesoniem.ueve
por forca ter muitos estudos, e nao se saDe
tanto quando se tem passado a vida a ex-
irahir carvao e collaar espeques no fundo
de uma mina. .
verdade, dase Nicolao e nm
mestraco, e. alm d'isso, de bons sentimen-
ios econselho... Vejam como etle leve
meio de salvar a menina dos talbpes oa
Virgem Negra, e olbem qae muitos desgra-
passada pela -------
Suppondo mesmo -que a sociedade pssa" inha o uso de todas as suas faculdades in-
matar um dos seus membros em nome da
lei, e que um juiz faliivel possa pronunciar
uma pena rreparavel, a couservac3o da
pena de morte s se compiehende nos pai-
miseria em
cados o3o tenam passMf pea mise..- =*
que se achara, se tiveem aitendij aos
conselhos d'ellel... Ora pois, arn-
elo feita ao seu talento e aos seus servicos-
irradira-se-lhe o rosto de alegra e per-
corra a vista era roda dos trcamelaales,
como quem procura va a presenca de al
"iiei% que elle desejava que tesiemunhasso
osea triumpho,* A sua espedatva ni)
foi baldada, por quanto no mesmo momen-
to Amelia, pelo braco de Gerlrudes, se
acercaran de Van Best.
Amelia, vendo Leonardo, fez-se corada e
apertou insensivelmente o braco da compa-
nbeira. Nao obstante, logo dominou a com-
moco, e *om admravel presenca de espi-
rito felicitoo o pelo restabeleciraenlo da sua
sau ie e pelo seu regresso a Polignies.
Tendo Ihe Van-Best dado conhecimento
do grao a que o joven mineiro acabava de
ser promovido, ella manifestou a sua satis-
faco, mas as suas palavras nolava-se cer-
ta reserva e visivel frieza por isso a ex-
pressao de orgulbo que ha pouco raiava na
pbysionomia do novo conductor de trabalhos
para logo se extingui, e, respondendo aos
comprimentos de Amelia, fe-lo de uma
maneira embancada e iniotelligivel.
verdade que as circumstancias no
permiitiam demonstracoes mais intimas : o
povo cotttiouava a rodear o pai e a filha que
nao sabiam j a quem haviam de attender.
O burgome8lre d"srtde, amigo da fa-
milia Van-Best, veio lamfem com a sua
presenca atlrahir 83 attencSes. Constando-
ibe *ue o director da mina se achava ali,
loi convida-lo para presidir a uma partida
de jogo de flecha e de tiro de espingarda,
que a>tigaficar se d'ahi a momentos n'um
camp pwximo. Entao as msicas dos
saltirobancos, despertadas da sua lethargia
tellectuaes. Alguns das antes da sua morte
andava 8 kilmetros no dia, e apenas se
queixava de ter as pomas um pouco intei-
ricadas.
nos negocios da nuoa

_ slou certo d'isso Iexclamou Anto-
nio, revendo-se no seu amigo.- Leonardo
sabe mais elle s do que nos todos juntosJ
Sabe fazer clculos, desennar, levantar plan-
tas e que sei en 1 Muito bem, Leonardo,
agora que 6$ oosao chee, nao deuaras de
ser amigo como d'antes. nao assim ?
Leonardo pareca commovido: bem qae
at afi nao houvease manifestado a menor
tendencia ambicio, nem por isso deixaU
de estar lisQQgeado 1 distioota dmonstrt*
tridente charivari qaalquer conversa
Van-Best estimava obsequiar o bargo
mestre, e, demais, a delicadeza o obngava
a acceitar o convite para assislir fusta,
onde se achavam reunidos a sua familia e
os seus operarios, podando d'esta reumao
resultir a consohdacSo da paz.
Annuio, pois, aos desjos da autoridade,
mas pedio-lhe que o dispensasse de ir do
cortejo, prometiendo-lne que d'ahi a ins-
tantes l ira ter. Effectivamenle, tomanao
a Olha pelo braco, affastoy-se para o w
ao rtfcmo tempo que o burgomestre se re
lirava com o seu ruidoso prestito.
No meio d'aquolle borborioho, Leonardo
lora esquecido e eslava entregue as refiV
xes que Iba suggeria o glacial acolhimento
de Amelia. De repente Van-Best, dingin-
do-se a elle em tom amigavel, dsse-lhe:
Vem comnosco, Leonardo. Tenho
que f dlar-te de varias cousas e iremos de
caminho conversando.
Leonardo obedeceu ^ silenciosamente, e.
como Amelia pedisse Gertrudes para a
acompanhar, tambem Antonio foi o lado
d'.sta. Portanto todos tres se pozeram a
caminho atra'. de Van-Best e Amelia, que
como poderam foram abrindo caminho por
entre a mnltidSo.
Os alvos estavam collocados a um kil-
metro pouco mais de Polignies, junto de
uma parede arruinada. Havia para ali dous
caminos diversos ; um era a estrada por
onde seguiam o burgomestre e a compa-
nhia, o outro ora caminho tortuoso ou an-
tes um atalbo por meio de sebes. Foi por
este ]oe se dirigiram Van-Best e os Cuta-
panheiros.
Como dissemos, o tempo estiva magnifico
e o sol prosegua o seu curso n om ceo do
mais bello azul. Sob to deslumbiante es
plendor o joven mineiro, cojos olhos esta-
vam habituados ao lgubre aspecto das ga-
leras subterrneas, sentia-se arrebatado
O ar que n'aquelle dia festivo se nao acha-
va torvo com o fumo do carvo. recebia as
emanacoes vivificantes da verdura e das llo-
res A briza descrevia agradaveis ondula-
coes por sobre as cearas de trigo, ciclando
por entre as arvores, que com as snas cu-
pulas verdejaotes nterrompiam aqu e ali
a uniforraidade da planicie.
de soppor que os efflavios d'esta na-
tureza luxnriaote e a influencia mysterosa
do campo na plenitode do sea desafogo
exercessem uma aeco secreta s bre Leo-
nardo e Amelia. Proeuraram-se reciproca-
mente com'a vala, mas logo ambos baixa
ram oa olhos.
Van-Best no uvera occasioo de descon-
fiar da sua pertorbacao. Depois de inda
rem algum tempo, fez signal a Leonardo,.
para que. se collocasse ao se,lado. I
, Tenho que fallar-te em cousas im-
portanles. Nomeando te cendoctor de tra-
balhos na mina, no tive s em vista re-
compensar a tua dedicacSo- para cora ninha
liloa, lembrei-rae tambera qae podrias ten-
tar urna empreza que muito tenho a peito.
Oinsta ine que estiveste n'uma escola de
Paris, d'essas onde se formam grandes ope-
rarios. Alm d'isto, tens estado u'outras
minas, adqoirindo assim baslantes coobeci-.
memos, Dizem-me tirabm qae estodas-
te cuidadosamente e interior da mina de>
fNdignies. Agora pece-e que ma digas
francamente se acbas probabilidada de se
descobrir novamente o veio chamado Real
que se acba perdida ha tantos anno ?
Leonardo dltev* por algum tempo cala-
do, como quem luta va para aft'astar o espi-
rito de uma ordem de i leas muito dife-
rentes d'esta. Afinal responded com ar
de modestia :
Estudei effectivamenle a soa mina
senhor, e eslou convencido de que nao
impraticavel a empreza de qe ae trata.
E porque a nao descubriran! no lem-
po de meu pai ?
Tal vez enlio nio fosse coohecida a
oatureza dos terrenos e as circumstancias
peculiares d'este mineiro, como actualmen-
te. Com os recursos de que a scieocia boje
dispoe, dever-se-ha chegar a ara raelhor
resultado.
E ser preciso, na toa opiniio, abrir
galeras provisorias e pocos, analmente fa-
zer grandes despezas ?
Julgo indispensavel proceder a varias
sondagens.
pois bem, Leonardo : queres dirigir
esses trabalhos ? Ponbo tua disposicio
todos os meas operarios, todas as minbas
offljinas, e, se obtiveres resoltado, ser
sem limites o meu Mconhe imento.
O mancebo erguea'oa olhoa, e cootem-
plou aliernativamenie Van-Best e Amelia.
Sou um simples operario, senhor,
proseguio ellee uma empreza d'essa or-
dem convida raelhor a om engenbeiro ex-
perimentado.
(Continuarse-Ka. )
tYp. w DtAiia-Ri A DAS tlttJW 1.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E4JJC4CJM_TGBY6Q INGEST_TIME 2013-09-14T02:26:02Z PACKAGE AA00011611_12056
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES