Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )
newspaper   ( marcgt )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12054


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Full Text

I
ANNO XLVI. NUMERO 48
1 9> OJTflK
*.*
,
>

W/
.

f
>
PAHA & CAPITAL LCAKIS OSDE RAO SE PAGA POETE.
tres raezes adjuntados................. OOO
'or S9ii ditos 4mi................... 124000
Por um anno iL-rjaJ................... 24($U00
Cada mamero avaiso................... 320
DIARIO
TlfP FEIR I DE MARCO DE 18
,,_ .., ^ i ,1 ........ .i mu. i --II-...........,, i i ^m^mm
0 PA DEITBO E FOEA DA PROVINCIA.
Por tre&mezes adiantodos................
Por seis-ditos idem..................
Por novd ditos idem..................
Por ara anno idem.............-.....
6*7*0
13*500
201250
27*000
RJVAMBIM
Propriedade de Manoel Figneirta de Faria & Filhos.
*A 43EXTE:
Os Sr-s. Gerardo AUteio Alves Filhos, no Para ; Goncalves < Pinto, no Maraohao ; Joaquim Jos de OHveira, n Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joo Mara JaHo Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio ^iexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na VHta da Pinna ; Belarmino dos Santos Blelo, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazaretli ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Br. Jos- Martins Alves, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparirtho no Rio de Janeiro.
PASTE OFFICIAL
r.overno da provnola
10 de controlo celebrado com Eduardo Mornay
para a construcaio de um rainal de trilhos de
fro denominados tramways, na. conformidade
da kiprminrMn. 649, de 20 de marro desle an-
mediante as bases e contrei seguales: '
aos 33 das do mez de maio de 18C6, compre-
lo puacio da presidencia Eduardo Mornay
contratar com o Exm. Sr. vica-presidente
da provincia Dr. Manoel Glementiuo Carnei-
"TO da Gunli3, a eonstruccao de um ramal
Ue trilhos de ferro denominados tramwav na
conformidade da le provincial n. 6i9 de 20 de
marp) deste anno, mediante as bases e condicoes
segantes, em que acordou com o mesmo Exm.
Sochor.
Ari. i. O ooncesssionario obriga-se a levar a
eteito a con?iruccio de um ramal de trilhos
de ferro denominados tramway, o qual partiudo
d.a estrada de (erro do Recifof a S. Franscisco no
|tonto que se reoonhecer mais conveniente entre a
estaco- da Escada e a da Trombetas, v terminar
as villas do Bonito, de Bezerros, ou e:n um ponto
intermedio.
Art. 1* O eoncessinario obrigase a apresentar
ao governo da provincia dentro do prazo de um
anno, a contar da data deste contrato, sob pena
de urna multa de l:080i000 as plaas, peris, or-
camento delalhado e discripcao de obras.jwra a
coostnicqao de urna linha com a largura entre os
trilhos iyual a da estrada de ferro do Recife a S.
francisco e de-oulra com a largura, que es estu-
dos niostrarem ser mais economa e conve-
niente.
Ari. 3.* Os projectos serio org.aniaados com as
seguimos bases :
{. O eoeffleieiHe de resistencia do ferro para
0 calculo de dimences seta de 4 kilogrammos por
milmetro quadrado,.ao i para a eompressao.
i-omo para & extenjj
jl0 peso doi trilhos nao ser
kilogramraas por metro urente.
3.' A pontos seipo de ferro ou de alvenana,
sernpre que o vio for superior a 5 metros.
V" Os atierros e pontes tero a largura indis-
l^lisavel para a coMecacao dos trilhos.
s o.* As escavac/ies do mais de |i
exteocao e os tunis tero a largura
erior, alm da que for in spcnsavel
sagem jlos trens a de 0,M70 de cada lado.
Os roaiores pender* aerio de quatro por
cento e quaaado excederem de tres por cento, nao
terio mais de 100 meiros de extenco sem um m-
tervallo de 80 metros pelo (naos, com um pendor
nao superior a um por cento.
7.a A velocidade dos trens ser de 20 a 2o ki
1 "metros por hora.
Art 4.' O governo ouvindo o coneessionano re-
solver sobre a adepcao definitiva de um dos pro-
j petos de que trata o art. i.
Art. 5.' f r-nrraiiiinirln JjtiklMK" .* tra-
)ai!ios m pra'o de dous annos, e concluir dentro
de seis annos, a contarda data da approvacao des-
le-fvctrato paia assembla provincial sob pena
de urna multa de 10:08W, salvo o caso de torca
maior. ... .,
Art, 6.' A estrada nao impedir o livre transito
dos caminhos e estradas publicas acluaes e de ou-
tras que para a commodidade publica se abnrem
uao podendo o concessionario exigir taxa alguma
lela passagem de qualquer estrada, nos pontos de
interseccao.
Art. 7." O governo da provincia dar ao conces-
compr
inferior a 20
de que resulte eceno-
sionario urna subvengao igual a quarta parte do
valor do orcament", no qual se dever tomar em
ronsideraea a^importanfia dos favores conc
los pelos poderes geraes,
inia na execucao das obras
Art. 8." 0 pagamento da subvencao sera feto
em quatn prestaras, -Koaes, da maneira se-
swinto
I.* Prestacao, quando o concessionario der co-
moco ans trahalhos.
f." Prestac5.>, quando estiver concluida em se-
dimento a vii pi-rmanente na extensao de urna
quarta parte da distancia total aproximada-
mente.
3." Prestacao, q.nndo estiver reita em segui-
nunto a va permanente na motado da distancia
Mal. .,
'4.' Prestacao, quando estiver estabelecida em
segniraento a va permanente na extensao de tres
qaartas partes da di>tancia total da liuha.
Arl. 9.* A subveaca > ser dada em apolices da
divida publica provincial ao par, veneendo o juro
de 8 % pages semestralmente nesia eidade do ite-
cife, ou em dinheiro, se assiin coiivier ao go-
verno.
Art. 10. As apolices serio entragOM ao conces-
.-i nario pela tliesouraria provincial eo juro e
amortisacao calculados ao cambio d; 27 dmheiros
(inoedaingleza por i.)
Art. II. O governo obri?a se a apphcarcmcaiia
anno ao resgat^ das apolices urna quantia que uni-
da as juros de 8 % pagos no respectivo anuo, pre-
faca urna somma igual a 10 % do valor da sub-
veacati. O resgate se far ao par por serie o a
sorte.
Art. 12. O governo tera odirotto de inspeccionar
;i rvnstrurcao das obras.
Arl. 13. O governo far examiuar e scabsar o
costeio e receitas da linha, por intermedio de agen-
tes sens, para o que fornecer o concessionario
to os dados e esHareeimentos, que forem exi-
gidos. ..
Art. 14. A tarefa do Iramwsy sera esUibelecida
de accordo com o governo tendo por base a da
estrada de Trro do Recite a S. Francisco e nao
iioder excede-la a 23 %.
Art. 15. A estrada e suas obras serao propwe-
dade do concessionario, que receber os lucros l-
ate 8 % do
quidos qne a mesma obra produzr
valor doorcamento.
Art. 16. Quando os lucros excederem de 8 %, o
,-xceaia at 10 / entregue. ao governo,
e quando passar de 10 % ser este excesso divi-
dido em partes iguaes entre o governo e o conces-
sionario.
Art 17. As quantias receidas pelo govern),
nos termos do art. 16, serio applicadas ao reera-
boleo do capital da subvencao de que trata o arl.
7. e depois de realasado o reetubolco todos os lu-
cros pertencerio ao concessionario. nos termos do
WUgo seguinte. ...
/Vrt. ls.'O lucroliquido da'estraua naodeveiaex-
c'derdj^^fcdo valor doorcament); e quando
houVer de exceder de 12 %sera o excesso aplicado
ao prolonfamento da mesma linha, reduzindo-se os
preoM da tarifa se o lucro liquido fot superior a 16
" o aflm de que k maotenhi nesie limite.
Art !# O >-xcess de lucro liquido, de que tra-
ta o artigo antecedate ser depositado veneendo
juro era um eslabelecimenlo bancario e emprega-
do mediante acord entre o concessionar e o go-
vewo quando o seu valor for julgado sufflciente
para dar comeco aos trabalhos, sera aoxiho algura
pecuaiario do governo.
Art. O capital empregado na prolongamento
da liaba ser reoaido ?o capital primitivo para o
calculo e percepcaotia porcentagera deqae trauo
" rt 21. dos lucros lquidos da entrada, de que
traum os artig< anteeeeutes, era compreheodi-
da a porceutagem, de qua trata o art 31, se ella
for obtida pelo concessionario.
Art. 22. O governo poder. fazer em toda a ex
>o da estrada as con *aparelh
cessario< an eMabelerimento de urna linha letegra-
phica elctrica responsabilisandose o concessio-
nario pela guardas dos fio e aparelhos electrir >s
prestndole a transportar gratuitamente os agen-
tes da lelegrapliiy, que viajarem em razio do seu
emprego. O coBcessionaiio ter o dtroitn de fazer
semelhanie ccnstruccao, se o governo nao qnizer
execular por soa conta ; sond-) neste caso gratuito
o servicu prestado ao mesmo governo.
Arl. 23. A- majas dos correios e seus conducto-
res, boro nomo qnaesquer sommas de dinheiro per-
tencentesaos cofres pblicos serao conduzidas gra-
tuitamente pelo raminho de ferro. Igual vantagem
terao dous passageiros ao servico do governo em
cada viagem e ;i carga nao excedente a 150 kilo-
grammos.
Art. 24. Se o gorerno mandar tropas para qual-
quer ponto o concessionario ser obrigado por
inmediatamente a sna dispnsicao por metade da
tarila estabi-lccida todos es wagons doservico or-
dinario.
Art. 2"i. Por igual preco far o concessionario
transportar os presos e seus respectivos guardas
prestando o governo os carros proprios e com a
necessaria segranos.
Art. 26. (i governo da provincia prestar ao
concessionario por meio das autoridades, toda a
proteccao compativel com as lcis, assegnrando-lhe
por sua parte o gozo de lodos favores e Uencdes
que forem, dado.- pelos poderes geraes.
Art. 27. O governo da provincia expedir < s re-
glamentas indispensavf is para a seguranja, con-
servacio e polica do tramwav.
Art 28. O concesionario tica isempto de qual
quer imposto provincial ou municipal sobre os
bons, rendas ou trafago dos tramways ar^decorso
de tnnta airos a parte da poca era que toda a
linha estiver^eotregue ao transito publico.
Art. 29. O presente contracto ca dependente da
approvacao da assembla provincial e no caso de
nao ser approvado ser o concessionario reembol-
sado das despesas feilas com os estudos graphicos,
projectos e ornamentos que ficarao pertencendo ao
governo.
Art. 30. As despezas serio avahadas por peritos
nomeados por ambas as partes contractantes, e
nio havendo accordo, ser a questao resolvida, co-
mo determina a primeira parte, do art. 34, nao po-
dendo o tercero arbitro sahir dos limites doj lau-
dos dos grifos
Art. ^^presente contracto nao ser obligato-
rio, se o concessionario nao obtiver dos poderes
geraes os favores sobre isempcao dos direitos, re-
crutamento, recebimento de passageiros e merca-
dorias di-ntroji zona do previlegio tbvestrada do
Recife a 8..rchco e porcentagem sobre o trans-
porte na mesan estrada, de que tratar o projecto
de lei apresentado este anno na cmara dos senbo-
res depuladns.
Art. 3. Se o governo entender, vista do or-
camento que a subvenco marcada no presente
contracto .superior as recursos da provincia
poder rescendi-lo e nesse caso4er o concessiona-
rio direito alem do valor dos estudos, como deter-
mina o arl. 20, a urna indemnisafiao arbitrada do
c mrormidhde cem a segunda parle do art. 3%, oao
podendo ser superior em caso algum a trinta contos
de ris
Art. 33. Emquanto vigorar este contracto, nao
se p xlera conceder emprezas e outros caminhos de
ferro dentro da distancia de cinco leguas tanto de
um como de outro lado, e na mesma direccio dos
tramways. salvo se houver accordo com o conces-
sionario". Esta prohibicao nao comprehende a da
eonstruccao te outres caminhos de ferro, que an-
da partiudo do mesmo ponto, mas seguindo di-
reccoe< diversas, possam aproximar-se acci-
dentalmente de algum ponto da entrada ou mesmo
corla la, com tanto que dentro da zona prevlegiada
nao possam receber mercadorias e passageiros,
excepto no ponto de partida transversal.
Arl. 34. Podendo, na) obstante a clareza da es-
tipulacio (leste contracto, dar-se desaccordo entre
o governo e o concessionario, ser a questo deci-
dida da maneira seguinte:
1. So o desacord recahir sobra os planos, ou
execucao da obra na parte scientifica, nomearao
por coomrnum accordo tres engenheijes, e quan lo
nao possam combinar nessa nnmeacio, cada urna
das parte- Bornear um engenheiro e quando os
dous assim nomeados divergirem na decisao, o go-
verno, por intermedio do ministro brasileiro em
Londres, escolher c presidente effeclivo ou um
dos ex-presidentes do instituto dos engenheiros ci
vis de Londres.
2." Se, porm, a divergencia versar sobre direi-
tos, deverr-i e seus respectivos inleresses. a ques-
to ser decidida definitivamente por tres arbitros,
um dos quacs ser nomeado pelo governo, outro
pelo conce.ssicnarin. e o terceiro que nao podera
decidir a bem dos lauta dos dous arbiros, sera
nomeado por accordo de ambas as partes. __
Se, poim, nao concordaren na nomeacaao des-
se terceir.i arbitro, o governo apresentar tres
nomes escollados entre o^ desembargadores e jui-
zes de direito desta eidade, e o concessionario, ou-
Iros e 3 tales 6 se tirar por sorte um, cujo voto
ser decisivo. .
Art. 3o O que para o Muro for julgado indis-
pensavel para a boa execucao de resolvido de accordo entre o governo e concessio-
nario, e importando o accordo em onnus pecunia-
rio para a provincia ficar dependente da appro-
vacao da assembla provincial.
Art. 36. O concessionario poder usar do direito
de desapropriar na forma das leis em vigor os ter^
renos e ob as do dominio particular, que forem ne-
eessarios para o leito do caminho, estac5es, arma-
zeas e mais aeras adjacenles, e para extracao dos
materiaes precisos ao servio.
Arl. 37. O concessionario levar a effeito a cons-
trueei0 do tramway por meio de urna companhia
que encorporar dentro ou fura do imperio, a qual
tica subrogada em todos os direitos, favores, isen-
coes e (briganes estipuladas no presente contrac-
to, relativos a execucao do mesmo tramway. E
havendo o contractante declarado que aceitava as
condicoes scima estipuladas, e tendo satisfeilo na
recebedoria de rendas internas o sello proporcio-
nal como constou da nota laucada na guia que se
Ihe passou e tica archivada,mandou o Exm. Sr. vice-
presidente da provincia lavrar estes termos que
assignou com o contractante e as te-temuuhas pre-
sentes.
Camento e descripcao obras comecar a ser
contado da data do presente contracto.
2." As nonios com vaos superiores a cinco me-
tros, de qac trata o .3 do art. 3 do referido con-
tracto, podorio ser di madeira, se assim entender
o concessitfba/io, com permisso do governo
8'
3 O pagamento da subvenco de que trata o art.
do mesrtK' contracto, sr feito de conformida.
de com a lei n. tw de 27 de junho ultimo e ter
lugar en qualro prestacSes da maneira estipulada
no citado art. 8.'
4.* Os arts. 9 c 10 do citado contracto ficam
substituidos do modo seguinte:
As apolices que se tiverera de emlttir nos termos
do lei n. 737 serio entregues ao par ao concessio-
nario pela thesouraria provincial, veneendo os ju-
ros de oito por cento, pagos semestralmente nesta
eidade do Recife; e calculados ao cambio do da,
em que tlver tido lugar a entrega das referidas
apolices.
5.* Fica igualmente substituido o art. H do pre-
dilo contracto peto seguinte :
Ao resgate destas apolices ser applicada a con-
signado de que traa a lei j citada n. 737, depois
de satisfeitas as quatro prestarles de que trata o
art. 81 do contracto primitivo.
6.' Os arts. 16, 17, 18, 19 e 20 do mesmo'con-
tracto primitivo ficam substituidos pelos segua-
les :
Os lucros lquidos do excelso de 8 al II0/0
serio dividid* era partes iguaes enlre o goveroo e
o concessionario. O que fr receido pelo gover-
no, assim como os lucros de 12 at 16 0/0 na sua
totalidade, ser depositado em um estabelecimento'
bancario, veneendo juros, e ser empregado para
a eonstruccao de um novo lanco de estrada era
coutinuacao da contractada. mediante accordo en-
tre o governo e o oncessionario, quando o sea
valor for Julgado sufflciente para dar comeco aos
trabalhos, m-iii outro algum auxilio pecuniario do
governo.
Se nio se der este accorJo entre o governo e o
concessionario, serio devidid is entre ambos e em
partes iguaes as quantias depositadas para aquella
obra, e os juros, que tiver vencido. Se a parte
que couber ao governo nio equivaler a somma
por elle concedida ao concessionario como subven-
co nos lemos das leis, que Qcam citadas no pri-
mitivo e no presente contrato, perceber o mes-
mo governo metade dos lucros liquidad.>s da estra-
da que excederem de 8 / at prefazer a totalida
de da dita subveacMk.. ,
Realizado o reeilbofcn di subvencao, pertence-
rio ao concessonli Mos os lacros lquidos, p
quando estes excederem de 12 / sobre o valor
do orcamento, ser o excesso applicado ao prekm-
gamento da estrada, reduzndo-se pirmospre-
cos da tarifa, logo que se verifique esta hypothesie.
A reduccao da tarifa, de que cima se trata,
ter lugar urna vez cada anno.
7.' As curvas que se hoverem de fazer na cons-
truccio *
o contrati
ferior a
de Mornay declarado que aoeava as modiflaaeee
qe fleam esttpatMss, e na> se havendo pago sello
em vista do disposto no J 3o do art. 32 do decreto
n. 2713 de 26 de dezembro de 1860, maudou o
mesmo Exm. Sr. presidente lavrar este contrato
em que ambos se assignaram com as testemunhas
presentes.Francisco de P do governo o fez escrever.Bardo de Villa-Bella.
Eduardo Mornay Como testemunhas, Lniz Sa-
lazar Hoscoso da Veiga Pessi.Manoel de Si-
queira Calateante.
Pedro Gmcalves de-ta eidade.Informo o Sr. em-
preileiro 4) calcamento da eidade.
Tonente Antonio da Silva Barro?.Informa o
Sr. conaran lite superior da guarda nacional do
Urej i. ^
la Silva F>irreira lunior.A'vista da
conceda-so a liconcj requerida.
Drainagc Lirrited. -A' cmara muni-
"para ministrar a informac-io
urgencia por despacho do 8 do cor-
Cathajfca Francolina PessOa de Lacerda. Infor-
me Sr*. taembargad-jr provedor da Santa Caa
de Misericordia.
Fidetis Antonio Mendos.Informe o Sr. l>r. che-
fe de poliei.i.
FrancoBoa Carolina da Silva.Encaminhe-se.
Biigadoipi Hygino Jo= Cllio.Informe o Sr.
major dirtfcNr 4> arsenal de guerra.
Joaquioi M;inoel da Silva Mendes.Interponha-
se seu recurso nos termes do artigo 20 do regula-
monto de 28 de junho de (864.
Joaquim Jos Bello.Pausando recibo entrege-
se, se o requerimento a que o supplicante allude
foi indeferido.
Joaquina Francisco JJaarte.Informe o Sr. de-
sombargador provedor da Santa Casa do Miseri-
cordia.
Jos Joaquim da Costa Loite. Passo portara.
Capitio Jos Laurentino de AzevJo. Junto 63-
te ao requerimerrto anterior, informa de novo o
Sr. inspeStor da thesouraria provincial.
Lucinda Casada Lima.Informo o Sr. Dr. direc-
tor gerar da instruccio publica.
Manoel Joaquim Ferreira Esteve*.Iuforme o
Sr. majo d'rccior do arsenal de guerra.
Manoel Alexnndrino de Santa Luzia.0 reque-
rimento i que allude f>i despachado em 3 de ju-
Iho do anno prximo finio, e veio acompanhado
de um s documonto que ser entregue, passando
o suppcante recibo.
Manoel Valeniim dos Santos.Indeferido.
Manoel Joaquim Barbosa.Informo o Sr. ins-
pector i thesouraria provincial.
TUaini Lapes de Senna.Volte ao Sr. inspector
do arsenal de marmita para informar em vista do
documeato olferecido.
-"
ia Lunas uuu Jtj iiuiciomi uu i>.ui v^,,^ _-- j
i da estrada, e acerca das qoaes nao tratou fiumc*.-Sowgo e* Creuzot. Pnsao i*
ato primitivo, nao tero jamis um raio in- fort pai abuso de iberdade de impreM
i 120 metros. E leudo o referido Eduardo mnttt em Para. Barricadas. Hcstjri*
OIARIO DE PERNAMBUCO
IBCIFE, ^ DE MARCO DE 1870.
\o lelas 4a Europa.
O vapor ioglez Oneida, chegado honleai depois
de meio dia, foi portador de jornaes e cartas : de
Hamburgo at 5, de Paris 7, de Londres 8 e de
Lisboa 14 do passado.
de Jtoc-hr-
ens*. Tu-
de barricadas no arrabalde do templo, e ao p. do
quartel de L'Oazine.
Furam voltados alguns mnibus, mas basttm a
presenja dos agentes de polica para dispersar os
amotinadores.
A' mesma hora era construida em Bellevillo
urna grande barricada para o que se vollaram
sois mnibus. A' urna hora da madrugada mar-
charam para Belleville forcas de infantaria e de
cavallaria ;hnvi.a a essa hora grande animado
nos boulevards, mas nio havia desordens.
De madrugada foi a barricada d Belleville to-
mada baioneta, fazenio-se grande numero de
prisoes ;eleva-se a 600 o numero de presos.
Calcula-se em 130 o numero de morios, sendo
muito mais considera/el o numero dos feridos.
Os amotinados saqnearam a fabrica d'armas
de Lofaucheux apoderando-se de 40 espingardas
e de 300 rewolvers.
Os grupos do pavo insultaFam os deputados.
Foi restabelecido o socego. Olivier impedio que
as tropas flzessem uso da artiUiaria centra o povo.
Continuavam as prisoes e as precaucoes militares.
No dia 1." houve no cemilerio de Neuilly,
onde est sepultado Victor Noir urna manifestaco
em que tomaram parto os deputados do Marselha
Es luiros e Gambetta, dous delegados das juntas
democrticas de Marselha, e nauitos redactores da
Marseiltaise e do Reved.
Os demcratas de Marselha o de Montauban ha-
viaro enviado aos jornaes cima mencionados^ co-
roas de perpe'uas com as seguintes inscripcoes:
O mvsetliees a Victor Noir.
c A Victor Noir n democracia nontalbanesa.
Em nome de Marselha depositou o deputado
Es [uiros a coroa de perpetuas sobre o tmulo de
Victor Noir, e pronunciou algumas palavras to
cantes e elevadas : Diz se que os que > io pa-
i ra o outro mundo nio voltara ; termnou ella;
< um engao. Mataran) Baudin, e Bandn vol-
tou. A repblica ha de nascer do sangue dos
republicanos I
Seguio-se-lhe o deputado Gambetta e declarou
que em presera d'aquella sepultura prematura-
mente cavada, s tinlia urna cou t nho um dever a cumprir, exclamou elle com
i energa, he de cumprir esse dever I
Em seguida depositou Paschal Grousset sobre o
tmulo de Victor Noir a coroa enviada pela de-
mocracia monlalbaneza, e d-se ao dofunto, sob o
imperio da mais veliemeotc e generosa commoco
algumas palavras tocantes de despedida, concluin
do nestes termos : Hei de vingar-te 1 >
Correu a noticia de que o juiz encarreg.ado
de instaurar o processo contra IJonaparte. hava
declarado que nao havia motivo para a instaura-
cao do dito processo, por ter obrado o principe
em legitima uefesa; mas falsa tal noticia. O
processo do principe ha de ser julgado em Tours.
Fizeram-se novas instancias para que Ledru-
Itollin se eacarregue da defesa dos inleresses da
familia de Vctor Noir, mas Ledra-Rollia negou-
se definitivamente acceder a estas instancias.
se a Conflrrna-so a noticia de que o deputado Gam-
rdef^k'nunny 16ft inortesl mtos feridot, too b advogaloja familia da victima.
prislaneiivs. Manitestacji*'democrtica em Tffu-'
i E eu, Francueo de Paula Salles, secretario do
governo, o fiz escrever.
Declaro em tempo que era o artigo dezeseis
deste ter.no se fez a seguinte interUnliaser en-
tregue ao governo quando passar do 10 0/0e no
prt 31, na terceira linha, a seguate emendapo-
deres geraes os favores.Manoel Clemenlino Car-
Miro da Cnnha.Eduardo Mornay.Como tesie-
nunhas Joav da Silva Ramos.Antonio Annts
Jacome Pires.
Alteracoes fritas ao contracto celebrado com Eduar-
. de de Mornay, em 23 de miio de lf6, para a
eonstruccao de v.m ramal de trilhos de fffo.
Aos 6 dias do mez de hovembro de 1867, no pa-
lacio do gaverno, e perante o Exm. Sr. Baraa de
Villa-B-dia presidente desta provincia, compareceu
Eduardo de Mornav, para asseotar as alteracSes
qae a lei n. 757 d'e 27 de junho deste anno, auto
nsou a prssdencia a fazer, no contracto que cele-
brou em 23 de maio de 1866, para a eonstruccao
de um ramal de trilhos de ferro, denominado
tremway, e com o Exm. Sr. presidente coacordou
as seguales raodificacoes:
l. O praio de um anno mareado no art. 2o do
supracitado Contracto de 23 de maio do anno pas-
cad' pan a "pre^entaeo das plantas, pernz, or-
Termo de recisao do contrato celebrado entre a pre-
sidencia e Eduardo de Mornay.
Aos 19 de fevere>ro do auno de 1870, e no pa-
lacio da presidencia d'esta provincia, sendo presi-
dente o Exm. Sr. senador Frederico do Almeida e
Albuquerque, e estando presente Eduardo de Mor-
nav. que por contrato celebrado aos 23 de maio de
1866, e alterado aos 6 de novembro de 1867, ha-
via se obrigado a estabelecer um ramal de tram-
waysn'esta provincia, atienden Jo o mesmo Exm.
Sr. presidente que os recursos da mesma provincia
nio comportara as avulladas sommas a despender
com a execucao de contrato to oneroso prove -
nienle de urna subvencio igual a 4* parte do
valor do orcamento respectivo, que est cal-
culado em cerca de 7, 00:000$; atteodendo
que coovin tomar urna delioeracao diflnili
va que em sempo liberte a provincia de grande
onus, tio incontestavelniente superior as suas Par-
cas, e que se tornar ainda mais consideravel no
caso de se proceder a novos estudos que accarre
lem maiores dispendios; e deem lugar a novas
exigencias em urna resciso futura ; e attendendo,
finalmente, a que entre os extremos a ssguir da
exeeucio do contrato e a sua resciso este ulti-
mo preferivel aos interesses da provincia, accor-
don com o sobredlto Mornay em rescindir, como
rescindido fica d'ora em diante, o contrato cima
mencionado, sob as condicoes seguintes :
4.* Pagar ogoverco ao contraante a indemnisa-
cao devida pela presente rescisio, que for arbitra-
da, de conformidade com o art. 32 e a 2* .parte do
arl. 34 do contrato primitivo, a qual nunca poder
exceder de 30:000$, sendo este pagamento effec-
tuado logo depois do arbitramento.
2.* Ser o contratante Mornay embolsado do va-
lor dos estudos graphicos, projectos e orcamentos
de que trata o arl. 29 do contrato, e que for arbi-
trado pelo modo determinado nos arts. 10 e 34 di
roesmn contrato, ficando estabelecido que segundo
a inteligencia que ao mesmo artigo d o presi-
dente, o arbitramento deve ter lugar n'esta eidade,
sendo o desempate em Londres, com que coneor-
dou Mornay, nlo obstante entender de modo di-
verso ; passando os referidos estudos, projectos e
orcamentos i pertencerem ao governo como sua
propriedade.
3 Ser o pagamento do valor dos referidos es-
tudos, projectos e orcamealos, de que trata o ar-
tigo antecedente, realizado logo depois de encer
rada a sessao da assembla legislativa d'eeta pro-
vincia de 1871.
4.' Finalmente, o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia propot e o contratante aceitou, a clausula
deabater elle em favor da provincia a importan
cia correspondente a 10 % do valor que for arbi-
trado e tiver de receber em pagamento dos sobre-
ditos estudos, projectos e orcamentos.
E sendo tido este termo perante o referido Mor-
nay, dedarou aceita-lo com as condiedes n'elle
exaradas, obrigando-se a pagar o sello proporcio-
nal que for divido quando forem expedidas as or-
dens para pagamento das inderamsacoes cima
mencionadas, nos termos do art. 68 do decreto n.
4334, de 17 de abril de 1869. E prometiendo am-
bos os outhorgantes nunca levantar questo ou re-
claraacio alguma em juo, ou fra d'elle, acerca
do contrato rescindido; e para a todo tempo cons-
tar se lavrou o presente em que assignaram com
as testemunhas obaixo.
E eu Antonio Annes Jacome-Fires offlcial maior
servindo de secretario o O escrever. Frederico
de Almeida e Albuquerque.Eduardo de Mornay.
Testemunhas.Jos Bernardo Galvdo Alcofora-
do Fulgencio Infante de Albuquerque e Mello.
\llii sobre o tmulo de Victor Noir. Terminan
a discusso commerrial: nao serao denunciados
os tratados com a nglaterra. Proposta da abo-
licao da pena de marte. Proj'do de le da im-
prensa. Circulares ministeriues sobre diferen-
tes ponto* de admtnislracao.
iNGLATEnR.v.Docnca tfi vainha Victoria. Sita-
cao da Irlanda. Preparativos para a abe tura
do parlamento. Marte de Livingslone.
roma e italia. Trabalhos do concilio. Concor-
data com a Rnssia, sobre e clero catholico da
Polonia. Additamento da sessdo parlamentar da
Italia. Amor'isaro do defirit. Corlezias en-
tre os deferentes S'iberan s da Europa.
Ai.i.KMA.MiA. Agitacaana Batiera contra o gover-
no e o ni, por Cama tes suas tendencias prus-
sianas. Comecou a funcionar o nonsellio fede-
ral i Allemaha. Cheque ao conde de Bismark
na cmara alta prussiana. Na Saxonia vo-
tado o d^sarmamento contra os desejos da Prus-
sia. Term'nou a cnse ministerial na Austria.
O oro gabinete udhere ao manifest da cmara.
rlssia.Tentativas revolucionarias em S. Peten-
biiriin e na Polonia.
orientk.Estado da questao turco egypcta ; ag-
laqao as provincias tarcas Expulsa dos ju
deus na Roumania. Terminou a insurreicao da
Dalmacia.
amkrica. Medidas finauceiras. Nota do governo
americano ao liespinhol sobre Cuba. Situacao
de Cuba. Grande insurreicao no Mexino contra
Jurez, em Potos. Puebla, Taais, Guanaxun-
lo, e Querelan. Batalha em S. Luiz do Potos,
derrota dos uaritas. No Haily fuzilado
Silnnve.
HEsr-ASHA.Ainda no ha candidato ao throno.
Eleicoes supp'ementares ejn 3 de marco. Dis-
ctese o orcamento. Approvado o contingente
naval. Os deportados marquez de las Horma-
zas e brigadeiro Polo, carlistas em viagen para
as Filippinas; o primetro foge para Franra, o
segundo roubaio por um navio com bandeira
ingleza, que abordan o transporte hespanhot.
Portugal Carta do correspondente.
FRANCA.
Esli inteiramente terminadas todas as in-
auietacoes produzidas pela gi-ve dos operarios em
Creuzot. Os operarios j relomaram o trabal>',
e urna parte dos insnrreccionados offereceu os seus
servicos administrarlo de Creuzot para propria-
mente vigiar alguns'mais turbulentos, aflm de
poderera todos comefnr a trbalhar.
Os deputados Esquiros e Gambetta interpella-
ram o governo por ter enviado tropa para Creu-
aot, considerando tal facto como verdadeira nter-
venci contra os operarios. Os ministros do
interior e da justica responderam que tendo
havido a possibilidade de um conflicto, as tro-
pas trnham sido enviadas para impedir desordens
e proteger a liberdade do trabalho, e que nao li-
nha sido neeessano empregar a forea.
As tropas ja sahiram de Creuzot, ficando all
nicamente meto batalhio que tambera em Breve
ser retirado.
No julgamento dos nmeros acensados da
Marselhesa forana condemnados Rochefort, Grons-
set, e Dreuse, no dia 5 de fevereiro foram intima-
dos a darem-se prisio.
Rochefort declarou na Marselhesa que se nio
constituir prisioneiro voluntariamente, e que es
pera que empreguera a violencia contra elle. No
dia 6 reuoio-se o consetho <*e ministros e decida
a prisao de Rochefort, se elle se nio entregasse vo-
luntariamente.
Rochefort assiJlio sessio do dia 7. Crmienx
e Arago ntepelraram o governo acerca do julga-
mento de RoJhefort, e sustentaran! aue era Heces
saria urna nova autorisaCio da cmara, para que
elle seja preso. Gambetta propo que fosse adata-
da a exeencio da sentenca para depois de fechada
a cmara. Respondeu o ministro da justica Emile
DBSPACBOS DA P&KSUWNCIA DA PROVINCIA DO DU 23
DS KBVKREIRO.
Antonio Prisciliano Ferreira Patriota.Passando
recibo entregue-se os documentos no caso de ter
sido indeferido o requerimento de qne trata o sup-
plioante. ,
Abaixo assigoado moradores da circumvisinhan-
oa do becco ta Mrs da freguezia de S. Fre
vido grandes debates parlamentares a
dos tratados eommereiaes, e com espe-
cialldade do tratado com a Inglaterra.
Discutio se a situacao da industria e da agricul-
tura depois do tratado do commercio com a In
Slaterra celebrado em 1860, manifostando-se con-
icto formal enlre os proteccionistas Brame, Tliiers,
Quesn, Estancelin, Losperat, e os hvre-cambi*-
tas Haenljeus, Jules S mon, Forcado la Roquette,
e Prax Paris. Os discursos mais notaveis foram
os de Mis. Thiers e Jules Simn.
O Sr. Emile Olivier declarou no parlamento que
o governo resolver assistir discusso sobre a
questio commercial, nio como parte, mas como
testemuoha; que depois da informacio parlamen-
tar ser o juz imparcial ; quo o governo er que
nio conveniente denunciar os tratados de com-
mercio com a Inglaterra.
Explicou depois a significacio do voto dizendo
que a ordem do dia mera e simples significar,
que a cmara nio quera denuncia des tractados
de commercio.
A ordem do dia foi adoptada por 211 votos con-
tra 32.
Ha dous fados polticos do grande alcance ac-
tualmente em Franca : a proposta de lei aposen-
tada por Jules Simn, para a aljolic) da pena de
morte ; e o projecto, j approvado pelo conselho
de e>tado da nova lei sobre a impreasa.
Os Joraaei liberaes franeezes clamara que che-
gou o momento de encelar urna cruzada contra a
pena de morte.e aconselham que se redjjam nme-
ros is petiefles pedindo a sua abolico, alira de
apeiarem o'projecto de lei apresentado por Jules
Simn.
No projecto de lei do governo estabelecido o
jury para lodos os delielos e crimes corameltidos
por meio da imprensa.
O ministro da justica dirigi urna circular aos
fiscaes do imperio recommendando-lhe que se nao
deixera arraslar por sed zelo, levando sem motivo
grave aos tribua es os peridicos emquanto 9e
nao publiaar a nova le da imprensa.
O Sr. Olivier declarou que logo que se promul-
gasse a lei da imprensa ser dada urna amnista
Seral a todos os jornalistas processados ou con-
emnados j pelos tribunaes.
Outra circular do ministro da justica o Sr.
Olivier diz que os jornaes poderao analysar corao
entenderem as sessoes da cmara.
Foi bem recebida a circular do Sr. Olivier
eslabelecendo a incompatibildado entre a func-
coes de juiz de paz, e o cargo der anselhero geral
dos departamentos afina d'aquolles reuunciarem
seus direitos a toda a candidatura para conse-
Iheiros.
Outra circular do mesmo ministro prohibe aos
magistrados quo saiam das trras da sua residen-
cia para virem corte solicitar promocits-
O conselho de estado supprnia a verba doorca-
mento da guerra relativo s nstruccoes da guarda
movel, segundo afrraa o Moniteur, e accrescenta
que se trata de reduzir o exercito.
Parece porm que o imperador se oppoe a
qualquer diminuicao da forca eflectiva do exer-
Diz-se que o ministro da guerra general LeBoeuf,
informara o inperador ifUe visto a agitacao dos
espirito* era absolutamente impossivel reduzr o
contingente do exercito, sem inminente risco de
se nio poder manter a tranquilidade sobre toaos
os pontos do territorio.
O Sr. Guizot aeeeitou a presidencia da commls-
sao d ensino superior.
Falla-se da noraeacio do conde de Lagueron-
nire para a embaixada de Madrid.
Fallecen o marocha! ftgnaulr.
Brevemente se celebrara era Pars um consellio
de ministros para discutir urna questao de grande
importancia. Trata-se de asociar franca e deci-
didamente o principe imperial ao andamento da
poliliea do paii, fatendo-o to ar a pouco e pouco
necessarias para completar a reforma introdnztd>a.
pelo bil da abolico da igreja offlcial da Manda :
dando aos rendeiros garantas para queniosejai
esbulhados ou prejudicados pelos pivprietarias
das ierras. Tem-se por vezes discutido estaespi-
nbosa questao, e aproxima-se o ensejo de Ihe dar
solucio compativel com as reclamacSes sensatas
de mullos homens de estado.
As noticias da Irlanda revelam todas a roa si-
tuacao do paiz. E' tal o pnico que reina em
Dublin que os escrivies sa negam a expedirs
intimac/ies de comparencia dos inqnilinos qne nao
lem pago o estipulado nos arrendaraenlos das pi-
priedades. Na presenca de lio embaracosa situa-
ra > t.'in diversos juizes adoptado a resolucao 4e
mandar inserir as eitacoes nos peridicos dando-
Ihes a mesma forca das mandadas aos domicilios.
Os fenianos compreliendenlo ,i impossibilidade
de darem um golpe na irlanda, comecam a traba-
lliar com a classe oporaria do resto da Gran-Bre-
tanha incitando-a rcbollo; foram presos j dous
agentes.
Em quanto a miseria a ignorancia e o descoa-
tentainento dominaren! na Ii landa,debalde progre-
dira a Inglaterra em nn-lhoramentos materiaes
a relucanla irlandeza noutralisar os seus pro-
gressos, obri^ando-a a distrabir avultadas asjBjfc-
mas em tropas e vasos de guerra para c
rospeito nina insurreicao permanente.
as minas de Thorncliffe ; perto
acabara de rebentar serias desorden?~eflBi os
operarios ; foi naorto um pdiceman e queiaiadas
30 casas; vio para all marchar tropas, i
Comeearam e Londres os jautareaaBciaes
que costumam preceder a abertura do parlamento
britannico. Houve o banquete do Sr. GtegBtofie,
o banquete do Sr. Disraeli, e annucia-se Agrande
banquete dos paros conservadores preaatf por
por lord Cairos, geralm&ate indultado para chele
da opposico na cmara des Igras. O chele da
maioria ser lord Grauvillelte
O duque de Cambridge corflbndaote em chefe
do ex-ircito, pedindo a sua derowo, desgostoso
por Ihe constar que o governo tenciona fazer re-
duccao no orcamento do ministerio da guerra :
julga-se que o gabinete aproveitara apccasode
abolir o commando em chefe que casa serios
embaracosao ministfrio da guerra.
LordNapierde Magdala foi nomeado cocamau
dante em chefe do exercto da India.
Partem para Paris lord Clarendon e lord Briglii
esta viagem motivada pelos tratados de eom-
mercio.
- Foi a BruxellaS uraa deputacao ingleza ea-
carregada de entregar ao re Leopoldo ama
sagem da parte das cmaras raunleipaes
Gran-Brelanha. A depulacao foi recebida peto
rei sem audiencia solemne, que disse que a arat-
sade da Inglaterra havia de ser sempre de grande
apreco para elle.
A nova lei de fallencia aboliu o prvHegk
dos pares de Inglaterra, que consista em niojar
derera ser presos era declarados fallidos por dR-
das contrabidas por ellos.
O Times publica urna
ilo um navio inglez, datada aNMip^M
frica, dizendo qne o celebre explorador de Li-
vingstone fra naorto pelos negros do congo, qs
o queimaram, aecusando-o de ter morto o seu re
por artes mgicas.
ROMA B ITALIA.
As discussdes e as decisdes go concilio tem
se conservado o mais secretas possiveis. Sabe-se
nicamente quando se celebrara as sessoes e o nu-
mero de memhros que fallara, fazendo-se nnica-
mente conjecturas sobre os assuraptos sobre que
versa a discusso.
Parece que n'uma das ultimas congregacoes se
tratou do casamento civil. No dia 2 de fevereiro
em consequencia da testa da Puriicacao houve
uraa sesso publica a que assistio o papa e todos
os padres do concilio.
Os trabalhos do concilio suspender se bao desde
maio at outubro; os bispos europeus poderao
nesse inlervallo regressar s suas dioceses com a
con Jicio porm de voltarem para a poca fixada
para a Tcnovacao das deliberarocs do concilio ;
os dentis prelados, nao europeus, poderam passar
o verio as proximidades de Roma, onde a nobre-
za I lio offereceu j por suas quintas sua dispo-
sicao.
Diz-se quo os bispos maronilas assignaram um
manifest pedindo a' suprpessio di s exercitos per-
manentes como contrarios ao espirito do evange-
Iho. Os bispos da propaganda e os patriarchas
do Oriente tambem assignaram, segundo se affir-
ma um manifest para que seja proclamada pelo
concilio a abolicio da pena de morte.
0 sancto padre recusou-se a receber urna ma-
nifestado assigoada por 137 bispos, pronuncian-
do-se contra a definico do dogma da infidilidade
como j se havia recusado a receber o postulatum
assignado por 130 bispos, sollicilando a immedia-
Ja definico.
O ummo pontfice est determinado a guardar
urna estricta noutralidade nesU importante ques-
to e por uso enviou um e outro documento ao
concilio, nico competente para resolver esta
qujstio.
Entre os dous partidos contrarios coaieca a for-
mar outro partido, o moderado ou neutral, parti-
do especialmente formado de prelados americanos,
mglezes e hespanhoe<.
Diz-se,que a Hespanha, a Franca, a Italia e a
Rnssia enviaram ao governo pontificio urna, nota
declarando que o dogma da infallibilidadedo papa
nao seria adraeltido um s instante e que se dei-
xaria ao santo padre e" aos seus ministros, toda a
responsabilidade dos graves factos que nio deixa-
ria de ter lugar promulgacao do novo dogma
O representme da Baviera remellen ao car-
deal Antonelli umanovanota do ministro H ihcnlohe
contra a infallibilidade. Em consequencia disto,
o eardeaf teve uraa larga conferencia com o car-
deal Hohealohe, irmio do presidente do conselho
de ministros da Baviera.
Desde a t abertura do concilio, tem fallecida era
Roma oito prelados, naembros daquella congrega-
cao. .
Afflanca-se que o governo pontificio propot
ao imperador da Runia, por intermedio da rei da
Pi ussia um modus vivenm para regular as reu-
coes religiosas da Polonia catholica com o gowrno
rneso.
Olivier. A cmara approvou a ordem do dia pura e praiicamente parte activa nos aclos governativos.
e simples por 191 TOtos contra 45.
As 9 horas da noute fei preso Rochefort qua
do ia entrar para urna reuniio publica. NI
fez resistencia alguma ; pelo contrario disso aos
asistentes:t Socego cidadios, brevemente me
baveis de ver outra vez oas vossai reunioes.
O commissarlo, de polica e os seus agentes fi-
zeram subir Rocbefurt para urna carroagera e o
levaram para a prisao de S. Plagie.
Depois da plisao, paeheo Gustave e Floureus
por om rewoWier e dtsembainhandn um estoque,
gritn d E' precisa soltar Rocliefort. >
PelajfjL 'ia Iwjve teatatlva? [
INGfATBURA
A rainha Victaria padece de urnas dores ne-
vralgicas na cabe?a que comecam a causar algu-
ma inquietacao aos sens mdicos por causa das
insomnias que causam a illuatro enferma. A rai-
nha depois da morte- do sea esposo, semprentem.
vivido solada e triste.
E' provavel que a rainha nao possa presidir a
abertura do parlamento.
Diz-se at que ?e pensa em dar ao principe de
Galles a regencia durante o npedimeato de sua
mi
O parlamento deber ocenpar-W-Jas raeaida?
A? bases da conveacae, sao, sogundo se affirma,
as seguintes :0 clero polaco renunciar a sua
nacionalidade ;o culto catholico ser hvremell
exercido na Russia, em S. Petersburgo residir*
um enviado do papa, o era Roma outro do czar.
Falleceu em Roma o gram-duque desthrooa-
do da Toscana, era arquiduque d'Austria, principe
da Hungaia e da Bohemia, e centava 35 aanoa de
idade. Tinha casado em prmeiras nupcias com
urna ilha do rei Joio da Saxonia, e em segundas
nupcias com urna filha do fallecido duque da_Par-
ma. Deste segundo matrimonio deixa um nae
dous asnos de idade, que o arehidjque Leo-
poldo. .
- Acaba de ser addiada a sosso do parlamen-
to italiano at o dia 7 de maree. A opposicaotem
celebrado varias reunioes para por de accordo n >
comporjjim^atoque tem de seguir as questoea n-
IU0C1nintstro da-laainda o Sr. Sella propoe:se
apresentar urna memoria exondo a verdadeira
situacao diMliaouro, e as fflculdades quese
tem imposto cobranca da cootribulcSos da- raoa-
g o'minisiro d,a fazenda oonfeWBCtoa com varios
deputados declaraudo-lhes que VffO quo se WUftfc-


Id
: Mimo de Pernambuco Terca feira 1 de Marqo de 1870.

%
u.

o parlamento no da 7 le marro prximo, apre*
sentara ama serie de me lillas para reduzir a no-
vent i miities 'francos o decit do ornamento..
Desmenie-se. olii'ia de que o ministro da fa-
aenda taclia jjiaieelo de negociar um novo ira-
yrestimo e estaoeleeer novas eoon-ibaieOes.
Appareceu cm Londres um romance escrp-
to por Garbaldi, intitulado : a ug*oria mona-
tale. B' um pamphleUt-ttolitrco. *
Foram presos em aples varios agentes
bourbontcos, que andaram a destribuir proclama-
es excitando os a ahilos a favor da dynasli i ca-
O rei Vctor Bmmanuel, depoii de visitar o
imperador d'Austna.em Vienna, ira visitar o re
daPrussh em Berim. O imperador d'Austria
apartar da iipposii'a> do papa, do nuncio da Santa
S cm Vicua, da' imperatriz fzabel e da arehidu-
queza Sophia, resolveu vor Victor Emmanuel, ou
cm Florenca ou em Virnn.
Palli-se as probabilidades to umi eotrevista
do imperador T Austria o do rei da Prussja em
Pisth, id n.ez de junho. .
.V-ha-se em Berlim o archiduque Garlos Lu?.
irmao do imperador d'Austria, para pagar a visi-
ta ue a corto de Vierma fea ha pouco lempo o
riaeipe real da Prussia.
(I Sr. do Gran: nont recebeu o encargo de en
tregsr imperita/. d'Austria urna carta autogra-
pba da imperatriz Eugenia, insistindo para que
Tisit> Pars na prxima priaiavera.
A princeza Clotilde escreveu a seu pae o re
Victor Emmanuel rogando-Ihe, que na sua via-
gem a* cortes etrangeiras, visite Paris.
AI.KM.VMIA.
A agitacTo los nimos na Haviera inmen-
sa. A attu.le do rei da Baviera causen as pro-
vincias e em Mun.ch um vivo descontentamente.
Cen*ura-se o principe e ao sen ministro a recep-
ta-) d* palavra Je ji.lum do B-rliin, e de secunlar
O in tero-sea da Prossi.
A cmara fez um manifest ao rei. Este pjrem.
rc-ruson-se a aereitar a depulacao eocarregada do
decurso da cora ; a deciso real transmitiida ao
presidente da cmara, coucebida nestes termos :
O manifest do parlamento, pelos ataques que
dirige, c mtra o conjuncto do ministerio actual,
Mfue.i que nao sao justificados, nem de halo,
neiMssbopmto de vista legal. Este manifest
nio curresp u lea ao espirito de concillarn cuja
tmpnM l. a na discurso do throno aos represen
tantas d> paU. Por conseguate -me impossivel
reeelvr este niani-slo. I).! rosto esta circumstan-
cii nio mi Impedir de fazer todos os auras es-
forros para dar u .-ego ao pai/. quo inquieta a ex-
trema agilacio do: unidos, lista decisiio tomaJa
pir mim dever sor i inmediata monte- modillcala
ao primeiro pre-idente di parlamento.
Na n; :to de I para :'. Je l.vereiro foram afixa-
d*i alguns pasquins as esqaiaas das cidalcs de
Batislmnme, d o Wnil-linrgo de pire, ejeAOfS^
burgo, en que se lia : Viva a independen, i., da
Ba/iera! Abaixo a Prussia I Abaixo Hohenlolie !
Vi t acamara hEstes pasquina hdos aviilauu'u
te palrpojio, foram pouco depois arrancados pela
poteia.
Kftava se que o mivimento passasse para u
ese.irit.i que milito aveno s ideas prussiana-.
E ronln ao rei urna inodifl :areio ministerial.
Cmwoou a -27 de Janeiro a funeciouar 1
ron rtto federal da Allemanha do Norte. Na -es
sat da Inauguran >, o Sr. de Bismark annunciou
a nomeaeao d 1 ministro d\ juslica prussiana u
Ur. Lcontardl, rmno pleni poten ;iario do rei Ua
Prm-sa iij seio dft-ponselhi federal, no qual ja
tem assento tres mmis'.r 1- prnssianos, o da jnsti-
ca, o da guerra, n o das lio .lujas.
Gimo justamente notam al-.'iins jamaos, sendo
o eondo (I i Bismarl a ehaorclior federal, a Pius
sia aeha so MUito largamente representada nenie
oonwlii 1, cuja- deci-oes tem urna inmensa impor-
tancia pan a AMoafanlia do Norte.
Atiesar dos enrgicos efbrco do conde do Bis-
muk a cunara alta prussiana regeilou a pro-
p '-U do foferno para que fo.-se prorogada at 3
do mi 1 a sos-ao parlamentar.
Vcama a alta em Brcsle acaba de volar
par ti votos contra 21 a proposfj ile desanna-
mmw. lista noticia, que bastante deve lerdes-
fjottta lo os chefes du parli lo unitario alleraao, i
confimada por dilerentes vias.
A osquadra da confederado da Allemanha
do JJorte tonta dez rail marinlieiros e 133 ofeia.
Asseg r.i-se. que ogiverno prussiano faz muilos
cabreo* p-.ra fazer regreasar ao paiz os emigrados
da K'i> hanoveriaua. Assegura-se que esto
oaiPar'i. alguns emis-arios prusianos, e visitara
iis refugiados banoverian >s, dan lo-so por compa-
irio'.as, e dizendo-lhos quo o rei Jorge exprimi o
'i.-*ojo do os ver voltar Allemanha; isto porem
inteiramente falso, lisia- manonras teera afll^
irido oj hanoverianos, que sao de parecer, que >
uafeo humo para podere^i escapar dorainacao o
ira ;i ira a Argelia, col misaren)- alli esperando
os aeontocimentos. Parece que no ministerio da
inarinlia franeexa ba ompenho de obter a conces-
,a 1 de vatos terrenos que seriara pastos dis-
p i-i-ai dos emigrados.
E n Vicana d-se por terminada a crise m-
uisle al. A resistencia tenaz das popuheoes sal-
va-, q:M formara numricamente amaioria do
patf, poder a brandar lodos os rigores pelos quaes
o astros Oislar e llasner iralarao de iazer
p. ev.deeer suas tendencia- centrasadoras, de br-
uta que era pouco teaipo a queslo interna da
Austria tomar um tal carcter, quo ser difflcil
* riraediar. O resallado de udo isto ser a
u l.i.i.-i> do um programma federalista, no qual
se acedera aos scheques e aos polacos a inesnia
g'iaario que aos hngaros, e ento a unidade d*
uintfvtado austraco tei cessado de existir-.
O espirito publico esl na espoctiva cora a solu-
rn da ciase ministerial.
Mr. llasner deixa a instruccao publica e os cul-
to ; para tomar a direccao do conselho e a direc-
o suprema da imprensa. Por consequencia os
fundos dados para o servico da impreusa pelas
delegares passam da chancellara do imperio,
para as raaos do novo presidente. A sitaaco do
candi de Beusl em vista d'esta mudanza tica in-
leiramente mudada, e foi quera mais contnbuio
para este resollado.
Os tres novos ministros sao :
O general Wagn renearregado da defeza do
"paiz ;- um olHcial de mrito, conhecido por seu
espirito liberal e paciiieo, e pelo seu talento como
organizador.
Mr. Banhans, %icarregado do ministerio da
agricnlura. era chefe de sesso no ministerio do
interior. E' nm economista celebro, e am adrai-
oistrador destnelo.
Mr. Stromayr que flea encarregado da mais es-
piuhosa pasla da Austria, a dos cultos e inatruc-
co publica, um humera de ideas grandiosas
durante o cerco de Vienna em outabro de 1848
eorabateu na igreja de S. Paulo, onde os insur-
reccionados, como ento se dizia, tinham eito urna
ternvel praca d'armas. _
O oqno gabinete adhere ao manifest do Reichs-
nub, e snppoe-so que caminhar sempre a par
das snas decisdes.
Os diputados do Reichsralh, depois das discus-
soes acaloradas que houvea respeito do manifest
a ponto dos depiU8dos doTyrol allemo !rera
renunciado os seas manJatos, nomearam urna
yimwisso para examinar qnaes as causas que
allegara os deputados da Dieta de Loemberg. para
qusrorem imitar js bobs eoilegas tyrolaies. Os
depotados galhcianos e os moravics tambera que
rem depr os seos mandato!, se nio forem toma-
das na devida coala as suas relloxdes.
Comecaram- sob a presidencia do eoltde de
Benst as conferencias sobre a reforma do systema
consular no Oriente. Urna commisso de inJivi-
daos dos tribunaes do cnuniercio do imperio ficou
cnearregada de apresentar as bases da dita re-
forma.
A Hargria quer ter por forca um porto oo
Adriauco, eno larga o gabinete do Vienna com
esta pretencao Rm Vienna, pertrt, ha grafme
oppo*ii;a !a de ea;,orporar ni territorio hun-
tro a Tiome.
TtUSSfA.
Bcreve Petorsbnrgo q a polica da
P-d&ma an|-i na pista !- nina vaa coft^pJrartib'
*-bjh'firiacipaes agenlet reidera na Suissa, Aus-'
trii e Pnnci.
En're es .--notos rev Jiinei >no'ins qne ha pou
co'f iram apunliados aos iraplieado* na eonipiraclfoi
ta > o S. PetersIiuriTo. a-ha-se um 0|ius-
ca'o sn myno o 11 q bdeee nm pMNIleliy
f.i\ extremo hbil, entre a actual situacao da Roii
e a di franca antis do 1780. O o\.>rno do luroa-
1 6 c impirado ao de:Lu^ X(V ; o de
im II *> de'bahs XV; e o futuro impera-
tfif NMcnidre III e srai stnwa Oagowr psomette
i de Luiz XVI e de Ifaria Anto-
nieta.
O o.
vra
1781, p-r to*pMi-
.1 Ocieda'.i
^^lei pala-
i miis ter-
.o fraaceza de
ir muito mais
rnceze?'; e
raenoj mongo-
rada, e mais obscuranlisU e roda. %e a fran-
ceza.
Este folhelo chegou casnalmente s mos- da
familia imperial, seulo a sua leitura sobre modo
lBiciiva, pela irreverencia com que alli se achara
descrilos o vivar e os (actos da curie imperial. A
graa-duqueaa Oagmar alo dos mais vilenlos
ataques, e taxada de loviana, o le amante do faus-
to e do poder, llauve scenas bastante desagrada-
veis entre o impera Jar a princeza Dagmar.
A Russia acaba le elevar a USO mil horaena
a reserva do excrcilo.
tem posto em eirculacao
alguns haatos serios e assustadoros. Diz qua o
vce-rei lo Kgypto se recusava a execular em to-
das as -uas parto o ircrolo imperial, e se tinha
entendido eotn o govern greg* para travar na
prxima primavera ama lueta aborta contra a
Tarq-.iia, com o auxi'w di Bulgaria, da"Servia fi
da >1 menegro.
Diz-so que o khedive esl mandando armar
todas as suas cidaJes fronleiras do Meditter-
1*4000.
O vico rei de Egypto, segundo so alTIrnia est
concentrando um eorpo de exercito de iO.OOO ho
mens na raargem egypcia do canal Je Sttez.
Pire re que cliegiam a illu de Ganda agentes
gregos enearregad is de fomentar un raovnnento
hostil Turqua.
O partido revolucionario grego envin agente-
para agitar certas provincias do imperio otluma-
u 1; estes agentes deciaravm ser enviados em
11 1 1 p-ivo grego.
0 aovo ministro I >s estrangeiros da Grecia coa-
vbcoh os [irincpaes membros do Mrpo diplomti-
co, e afurmoa-tnes |ue o a irerno adoptara urna
p ilitiea de piz e de cm -iliaco, e que esta prorap-
to a combater enrgicamente todos os actos do
partido revolucionario.
O Sr. Ranghahe, ministro da Grecia em Cons-
lantinojl vai ser brewinmte chamado a Alhe-
nas. I) sine ite-se a ligar) que possa haver entre
esta chamada, e deslnieligencias entre os respec
tivos gabinetes. *
Assevra-se que o principo de Montenegro tem
reeebido estes das pelr frontera da Dalmacia
gran le numero de armas e montean de gu-rra.
GontintVi a agttaco nas provincias 'la Tur
gala. O govoroo turco Al concentrando srandes
foreas nas fronteiras dos principados darfUnlanns;
e acaln do dar trdens para que pissara --star u>
btiisadoa na prxima primavera cen batalboe*.
Por ontro lado o gen ral italiano Nine Bixio
acaba de peJir ao crenlo a sua reforma, o que
faz prever a um jornal de Florenca prximo levan
lamento do partido d'aco.
Allirrai -o que a tenttya revolucionaria reben-
tara siniultaiiearaento em Roma contra o papa;
era Alhenas un la ao Kgypto, na Bosnia na ller
tegorma, nos principados danubiinns contra a
rur|uia,ein Pars e era Vienna f Austria. Aceres-
ceii'a-se pie a llussia 1 st ao fado de ludo isto e
que parece o manejo di- revolucionario-.
Por uutro radodittm as inforiincoes offlCiaes
que o aperte do imperad.>r da Turqua relatrv'o a
que-to egypcia est era todo o vigor de execnc'.
principalmente no que diz re-peito a>is mvos coa-
raeados e as espingarda* raiadas; accrescenla-se
que a Turqua j tomou pos*c das duas fragata-
Cuiiraca las ceraprada^ e;n Trieste pelo vice-rei
do Kgypto.
Puridamentanlo-se estas operacfjes diz-se que
os eiraiissarios do partido revolucionario grego
qufirlo ch -garam ao Egypto, foram lAAmados
pel>) governo egfpeio a evacuaren o sen territorio,
ven lo-se f 1 ido a entrar de novo eni Syrad'oud.
Iiaviara parli lo
O vie,>-re do Egvpto" no discurso de abertura
do parlamento, nao' se referi a nenhuma que-ti"
poltica, nem pedenda -entre este paiz e a Tur-
ipia.
0 prncipe da Romana acalia de recusar a
lotaco para a princeza sua muier. A proposta
de dolaran aposentada por nm dopdtadn da mnio-
ria o Coronel Stonrdza, e assignado por 63 diputa-
do*, o receida na cmara cora fervor, foi au-
aullada cm nome do principe reinante, pelo pre-i
denle d> conselho, moivandi-se a rectM* do DTtn-
i'ipo na cens I rara) !e oso iraporta/a antes de
tul) regnlansar a situara 1 lininceira do paiz era
vi-z deolirecarregar o orea ment com urna 11 iva
dlaf.ao.
A Boumania caminha cora rapidez para a su a
prosperidade e acha -se era estad IrbresOente. Os
caiiiinhs de ferro qne vi) atravwsar o paiz intei-
ro e que em pouco temp 1 vjjo estar era plena
exploraco sero para este paiz, j de si ri-juissi-
uio, una nova fonte dore-cita o do^rnfperi-
dade.
Entretanto romo rever-o la medallia consta que
foi enva la nina circular a todo? os prefeitos, pelo
ministerio do interior da Itounnnia, ordenand) a
expulsad Jr todos os jndens dos campos, e a ordem
foi runiprila cora barban lade. Xo dia 7 de
lezembru iodos os sraeli-tas de urna aldeia do
liaran foram saqueados, inalti alados, expulsis do_
seu lomicilio, e dispersos pelo campo, apesar dos'
rigores do fro, lo iosnpportvel que duas crean-
ras morreram no caminho!
Ahnuncia-sc como terminada a insurreiro
da Dalmacia. O dstrcto de Pohori, o nico que
al auai nao naba querido acceder s propescoes
fetas pelo inarechal Rodrick em n>me do governo
aiiitro-hungaro. Os revoltosos renderam-se
forra mas lizeram todos os esforros para ficarom
vencedores na lucta renhidissima.*
O governo austraco considerando cimpleta-
mente terminada a questo da Dalmacia, orlenou
o des.armamonto da esquadra coiifacada.
Consta que houve era 'Damasco" urna sangu
nolenta rixa entre Mussnlman' s e Gregos raiholi
eos, fleando mortas e ferida- MttitM pesosas de ura
e nutro lado, e sendo prec-o empregar a forja
armada para por termo a racta.
AMKRICV.
A cmara dos represeniaoles dos Estados-Uni-
dos regitou por l votos contra 31 a revulucao
declarando os bonds de 50 pagaveis em papel, e
condemnando a compra de bmds cima do par.
O sealo approvou um bil autorlsando urna
nova emsso de 15' milhwesde doirars em papel
moed.
A cmara dos reprcsentanlcs. eonVidou a com-
mis-o dos negocios estrangeiros a apresentar o
seu relatorio sobre a questao de reconhecer ou
nao reconhecor como belligerantes os insurgentes
de Guba.
Dizem de Paris que o governo americano insiste
em e-tabeleeer negoelacoes para a compra da ilha
de Coba.
O governo hespanhol recebeu urna nota do ga-
bneto de Washington, pudindo-lho qae se facam
concessdes fiberes a ilha de Cub?.
O capilao-general de Cuba participa ao sen go
verno que a ilha na saa maior parte est em bnm
estado, e que a insurreeao em breve se achara
terminada.
Goyemechc percerrea o centro da insurreicao,
derrotando os rebeldes era doas encontr?, toman
do a fortaleza formidavel do assento, e residencia
do governo de Trincheras de Junias spprefiendf n-
do ama bnndeira, armas, assuear, potrechos e
correspondenda importante, destraindo sfflctnas.
dispersando completamento o Inrmigo, que fez
pouca resistencia, deixando 80 mortos, e 20 prisio-
neiros, entre eiHS3 Om sobrtnho de Cerpedes.
A perda das tropas hespanholas foi, segundo
estes participam, de 5 mortos e 23 feriaos.
Por nina estatistica recRnteraento publicada
compoe-se o senado dos E tados-Undos de 66
membros, dos qnaes 46'so JarlSeonsultos, 3 ecle-
astijos e 17 banqueiros ou negocidrtes.
Autmienta na America o numera de jornae>
redigidos exclusivamente por proto?. Rm S. Fran-
cisco ha dous que tirara 3,000 exemplares cada
am, O Nftv Orkans Tribun* ism mais do dez mil
assignantes.
Era York ha dous quo nao s sao reigidos por
pretos, mas todos os erapiegados das oflklnas sao
p retos.
As noticias do mdxlco conflrmam a trisca si-
tuarla era que s acha aquella repblica. tarto
raai culminante a revotuclo de S. Luiz Potos.
Os insurg ntes lanearara um imposto de 2o mil
pesos o recrutarm mil horneas e exigiram cavaj-
los eufroad se sellados a mais de 600 proprie
O general de bga la B. Francisco Aguirre foi
pomead.) goverua^or interino pelos nturgentes. A
Insurreiro fez-ge de noute e uiyslerosa, $eui ha-
er um grito ou un tiro se quer.
Diz-se j|ue r3be!lraja t*inoem contra Jurez os
estadas raexi^aiios de Puebla, Taulisis, Guanaxuo-
to o Queretaro.
Houve ara- baulhajartd de S. Luir, do Potos,
e perdonJo osjnarista ^ pajas de nrtilharia.
,,--|Dizem de Hai'v ter silo fuzilad) o presidente
Salnave.
obreihara
ronoTCami
10 d<> 1" ierae>treW 1869, e
soal volado era substituir
OscrUsta piparn}-pa'nj^fa urna nova
tentativa, govoroo toma, providencia.
Desmelo-se'forraulmente amDrea'ac quo tanha
sido ofterecida a cor de Hespntia ao principe
Jorge da Saxonia,
O governo^hespanhol sondo interpelladd ofhoib-
sameate a rospeito desta candidatura respoadeu
qa^ naiyjnha resolvido nada de definitivo sobrOj
este assawpto.
Falla-se era dous novos candidatos ao th
hespahul, umf riacipe da casa de Hohenzollern,
e um archldnone da casa d'Austria.
O conde d Gheste pedio licenja para r a He3-
panha cmo'simples particular. governo ainda
nao resolvea cousa alguma sobre a uceara pe
iifda. _* -
A Ga2#t'-publica um decreto designando o
da 3 de margo para aseleica* de deputado
oito circule ta* ero Parceltooa, Geroua. Lage,
Orense, (Uhitaydu e Segovia.
As cortes dscutem os oreamfcntos, apoiando-
se varias emendas pedindo soppre-so de des-
pezas. -
Figaerola respondendo a urna interpell icio de-
arou que anda Ijkavam pagar 6 inillioe- de ju-
M 186SI, e que o importo pes-
direitps de bar-
reira cer cobrado ero todas as provincias.
l'oi npprovsda afti fisando as foftas navae
para o prximo exercicl 1.
O mini-tro Topete respondendo a algumas
msinuTjois do general Quesada, disse que jamis
serviran) as fragatas para a exaltacao ao tbrono
espanhol 4o candidato que elle prefere.
O marquez de ias Hormazar que bava sabi-
do para Cadix, onde devia embarcar pan as Phi-
lipiria-: em consequeocia de estar implicado na
c mspraeo descoberla era l de jnlho passado,
0 qua imhs por lira entregar Pamplona a I). Gar-
1 os, fucrio lo poder das autoridades hespanholas
refugiando se primeiro em ura navio de guerra in-
glez, passando depoi- para um navio francez que
0 conduzlo pira Marselha.
0 brigadeiro Pole nao rfoz aprovetar-se da
raesma escapandj-se por so ter corapromettido
a nao fgir.
Tendo. porm, embarcado o hrigadeiro
ra as Philipinas.com'outros depon
diz-se que o navio em que ia. fra oh
nutro onde lluctuava-a bnndeira idgfeza,
lo o capillo deslo ultimo a entrsgar-!li8
dero Polo. E-te fado ser verdadeiro
ticam as folhas hespanholas de grap impor
tela.
POBTUGAL.
Nosso correspoalente de Lisboa 'escreve o
seguintr:
Prosegurm com ardor e febrilacticidado os
iraballns ileioraes. Receiam os govcrnamen'.aej
que o mini-tecio para as elejSes, Este, expedio
urna circular 11 is mais louvaveis axio-
mas de iraparcialiJade e abstencao, aos gnverna-
1 nvs civs dos Jislriclos admiuistrativos do reino
e Ibas.
t E' um papel bera escripia, quo se altribu 1 a
penna do Sr. Mptidesteal. Fez-so urna liragem
de :{0 ou 40 rail exemplares (afora a do Diiriodo
Governo) servindo de correctivo c rosposta ao
manifest da opposirSo. Mas ao passd que to
'Vinpalhicos principios sao proclamados era 30
mil exeraplai es ou copias impressas, demiltem-se
ou transferein no mesmo dia trinta ou mais admi-
uistradores du concelno, sem contar r, >m ura en-
x rae de rededores deraiti los, tndo para provar
|u! o governi assislir irapassivel e como simple-
niaotedor da liga, as juntas eIeitoraej.
ura ;.-s,ra, pie o systema que rocommcnaa
pela tulerancia, se desacredita cada vez mais por-
que j ningu mi ere ne^es protestos de imparcia-
Idade e i-eneo !
a Aqu para nos o governo repilo, dan tem as
eleiee -s niiiti seguras. Em Lisboa ainda nao ha
senao duas c.indidaturas fizadas; a do Sr. J >s Lu-
iano. ruraisiro da justica, e a'doSr. Lobod'Wili
ministro das obras puTilicis n merino da gner a
No norte, a opposican forte, e a opoo ar.-
da sobre excitada ; ma faisca fara incendio
grande.
1 O bispo de Vizeu voltou sua residencia pa<-
t'ra1'd^iTntdmrww*f sr^mn sHirma'tml- gen-
te, em q -antii vai enemniairiiido c ;n o Ii.huIo as
suas iivrlhisos.lirituaes paran cnneiiego do apris-
co diuce-au 1, nao deixa de manjT o tugar de
chefe temporil da aiipo-ie) ao niinislerio, e se
devemo- julcfir pe;os hrado* e fxclainicoos ra-
vosas da folln wmi-oiDciai, fez-se o ^aclo 1 u cdli-
gacio entre o prelado de vizeu e o duque de Sal-
lanlia.
t Saldanba careca da pnpularidade do bisp 1
nas priivineias do norte, e o bispo nao se resolveu
h dispensar as adhesoes e prestigio do inarechal
no exercito r fra d'cUe, no numerosis dos .-lis prenles at aos mais remotos graos de
rnnsagoidaduu afinidade, rarailicacoes estas que
vi lavr.indo reos- ramos e ramusculos da Qdal-
ijuia Bnrtugueza,. Iranspoiido, quand \ueme as
fronteiras cnavencinnaes que separra ainda
agento liberal, da que ainla processa por cohe-
rencia ou rB>ito menora paterna, a credo
absulntist.n oiwiVn regnne.
' Ora o governo de- java fae o bispo de Vizeu
a paitas leguas de distancia, apezar dos cumpri-
menlos e cortejo ora quo toraon parte, quandu
elle voio a Lisboa, o p.ir i-so offoreceu-lhe uraa
inissa 1 especial em Roma, o que o bispo recusoq.
Foi ontro tanto cora o Sr. Casal pibeiro, que nao
poude eximir-se de ir para Paria como plenipo-
tenciario poiiuguez, o qne tenta ainda os mais
estoicos, e foi.
PuHecend) o conde de Lavradilho. nosso an-
ligo raiiiistro em Londres, e ha opacos mezas era
Roma, parece que o lugar fc/a offerecido ao con-
de d'Avil 1, que nao so sabe inda st acceitar.
Ora, d'esto modo, conseguem-se aaslar do par-
lamenl) alguns elementos poderosos de opposican
e diga se a verdade, n) completamente novo
e-te melliodo. Oulro calligado dobjsdo de Vizeu,
dizem ser o cundo do Th miar, nao que o velho
partido eonserv.id-ir, ha i' anuos chamado ca-
bralistu, ainda esteja organisad 1; mais o voto do
coude nos conselhos da rora, na cmara alta
de muito peso, e o grupo dos seus amigos pessoaes
ou admiradores dos seo talentos de estadista.
nao lo pequeo e insignificante como parece-
riam a primeira vista as reliquios de um partido
mortal
c Sanio o decreto ixando o dia 6 de marco
para as eleicos em Portugal, e o dia 13 para o
apuramento. Para o ultramar c uas ilhns lixam-
se -para os razoaveis conforme as distancias re-
lativas e mais de communic-jo.
1 O Diario comecou a publicar o nosso regula-
memo de contabilid'ade publica._
Foi nonieada urna comnrso de engenheiros
para examinar os carri?, longrinas, material cir-
cuanlo etc., do caminho de ferro pelo systema
Larraaujat, desde o largo de Sania Barbara (a
Anoia) at ao Lumiar, aflm de se entregar ex-
ploraco.
< A polica de Lisboa est no louvavel ompenho
de limpar a capital de ratoneiros. Estes haviam
constituido urna assocacao ou ompanhia com va-
rias redes e meadas, era que, a.) que parece, oram
adraettidos pela prenda alguns credotes de ser-
vir, os quaes, andando ora numa casa, ora noutra.
se ofieutavam nos recantos e costumes domsticos
das familias, para depois servirein de pilotos a
ladroagem. Aluda'antes de hontem loram colhi-
dos uns 15, e no 1 distrelo criminal condemna-
dos dous em audiencia geral a degredo para fri-
ca, lito procede de diverssimas causas.
A que acode mais seosibuidade puhlica
a falta de trubalho honesto, que na-ce do invern,
e mesmo at certo ponto da pouca animaran com
1 norria I que tu mezes se sent em Lisboa, princi-
palmente, e em geral por todo o paiz. Mas nio e
s disto. As rasas de habitacoes nao tem portei-
ros, seno lvez urna por mil. Isto explica tndo.
Rene se boje toda a nossa Ueratura mili-
Unto am casa do nosso poeta Cas lilao, para pres-
tar as snas homengens a gentil poetisa do Sfnn-
dego, Amelia Jeny qne vai pausar a nyile :ora o
eximio cantor da Primavera,. J>ve aer nm bello
sarao : s houver tetm>> para duas inbas de al-
cance litlerario contare! como se tiver passado o
Os thealros esli vjvendo j quasi iodos de pe
ea carnavalescas. No Principe .Real e Ponte dos.
Suspiros parece destilada a fazer fortuna. E' de
uffonbach, msica alegre e caricatura apreciav. I.
c O final (Jevem conhecer ah talvez a oporri.,)
o finaj de grande uovidade. A aeco era Ve-
neia. Dous dogos rivaes dispuUm o poder. De- \
ride por fim o conselho dos 4#i t*, se levaa-
tem na praca Jl D. Marcos dous mastaoa de com-
hha, caa um cora o seu presunto no tope. (Por-
3ue o presunto, diz a rbridOt o symbolo do po
er-J) ..
. E" claro que para :*e resolver a ^pendencia, ca-
da um trepa do .'cu a4 e Din deHes ha de ser o
lio aempoigar o jubiendo presunto.
1ealmentovem muito proposite em tempsie
r ^ies. Quaoios pares d nwsirps de cochina
se ao eslo aprumaado a est** horas por todo
es Pgrtugal, ci jue no dia 6 de Diario se facam
a* Dengosas asoeocoes do eslyl em cata des fa-
raoso* p/esonlos eleitoraa I
< Foram reeleitas para o aono lS7 direccoo dos Sancos de Portugal o Lusitano.
Foraii) nomeades goveroador gral e >ecre-
ta ri dos estada* da India os Sra. visconde de S.
Januario e Tbomaz Riboiro.
Foram agraciados : cora os titqfl|Hwonde
de Valmor o Ir. Fausto de y ueiroz Guedes, de
rao de Fonte-Bella o Sr. Amancio Gago da Ga-1
a, de visconde de abrigada o Sr. .los Maria
lillo de Meadonca, e de bario de Snnt'Anna o
sr. Manuel Alves Guerra, secretario da legaro
poiiugueza ora Vienna.
A unversidade de Coimbra frequentada no
corrente anno lectivo por580 estudanTes, sem con-
tar os do lyceu. Ha 92 profossores e 14 lentes
jnbjlados. O curse de direito e mais freqnen-
lado.
11 7rt'Mio Popular sob o Ululoo entne cas-
'ligado petnaiseria, relata-nos o seguate:
Contaro-nos que fallecer na Beira o celebre
Mallos, a quera se attribuia camaradagom era dif-
ferentei crimes, e que ha annos andava a monte
por esiai^pronunciado pelo assassinalo e roubo do
infeliz padre Portugal.
Este Mgracado appsreceu mono o diz-se que
victima da miseria e dos rigores a que o obrigava
a sua vida errante sem meios,
< Mo sempre o lm de quera se prebipitt no
caminho docrima
Conla o seguinte nina folha da provincia :
No clastro do convento da Manga, em Coim-
bra, existe urna capella, que interiormente for-
mada de Caveiras e mais ossos dos cavalleiros por-
tuguezes que morreram na batalha de Ourique.
Quiz D. Alfonso assim* prestar quelles seus ya-
leotes servidores testemunho perpetuo derespeilo
e gratido.'iijuferme se l na Chnica dos Cru-
zeiros.
A entrada daquella capella eslava anda ha
poucos mezes tpala, e perianto privada de a ve-
rem os airigos e rospeiladorus de antiguidades
histricas.
t A'enmara de Coimbra se pedio j para d.e
se mandasse abrir a referida capella, o que devia
estar feito desde muito tempo, au antes nunca so
ter fechado.
De uraa correspondencia de Braga para o
Commercio do Porto extratamos o seguinte :
Falleceu o Sr. Francisco Antonio Vieira Vel
loso, um dos mais abastados proprietarios e capi
talistas desla trra. O Sr. Vieira Velloso foi um
hornera que gozou sempre dos memores crditos
o que era aponlado como tvpo do honradez.
Poucas horas depois de ter fallecido o Sr.
i/4
O caCo do Para vende-se de 45/ a 53/.
Os cooros seceos e salgados vendeu-se de 4
a 9 1/1, segundo s qualidade o procedencia.
Havre, l/ s 6 4,2 ha as da turde.
Q algodo de Pernambuco calmo a l'rs. 1410 or-
dinario.
O caf muito firme, com tendencia para alia.
O cacao do Para calmo, de 88 a 90 l'rs.
A borracha llardo Par vende-se a 9 frs.
NAVIO ENTRADO.Era Lisboa : a 28 Ctarense
fvapor) do Cear. Mranho ePar.
NAVIOS SABIDOS.-De Lisboa : a 30 barca S.
Miguel, para Pernambuco, a 31 litigue Angshca
toara o Maranhao, a 5 e-cuna. Kehruier para o
Para, e a O vapor Jerome para o Cear.
NAVIOS A' CARGA.-Em Lisboa-JudV/i para
[-Pernambuco, Ugeira para o Para; oo Porto
Seixas para Pernanbuco, Maria Carolina para o
Varanhao, e ivfow Palmeira para o Para.
OLINDA.Este vapor da linha de Liverpool,
era esperado era Lisboa de 15 a 17 do passado,
ora vlsgem para Pernambuco.
S. MIGUEL.A' barca portugueza" S. Miguel,
sahida de Li;boa a 30 de Janeiro para o nosso
loorto, traz a seguinte carga : 339 pipos, 213 bar-
Tis, 20 an-ore as e 41 caixas vioho, 30 ditas cera,
10 ditius conservas, 0 sarcos alfazema, 242 ditos
leijao, 1320 varas do lagedu, 25 volumes aduela,
SOdilos arcos, ,9 dos drogas, 30 pec-as de rabo.
282 barricas sardinhas, 130 pedras de canlari.
id pipas e 10 barris vinagre, 120 ditos azeile, 66
ditos toucinho e carne de porco.
HOSPITAL PEDRO II-O movimentodesse esta-
belecimento de 21 a 27 ae (evereiro, alera de 237
doentes existentes, entrarain 32, sabir un 22. fal-
leceram 5, existera 242, sendo 142 homena e 100
raulhere'.
Advertencia.Foram visitadas as enfermaras
estes dias as 6 1/2, 8, 8 |/i, 6 1/2,6 1/2, 6 1/2,
pelo Dr. Ramos, as 10, 8 1/2, 11, 10, 8, ti 9 1/2
pelo Dr. Villas Boas no impedimento do Dr. Sar-
ment.
Fallecidos.
Mavignier Victoriauo Dantas ; tubrculos
nares.
Maria Francisca ; tubrculos pulmonares.
pulrao-
Oiever, do8C tonelinlas. capito Pannel!,
quipagem G carga ariulia le trigo
outroe genero: fUary F-rsterA C.
.Rio Grande (lo ^l30 dias umaca hespa-
nhola Joven RUsa. re ^9' toneladas,
capit3u Jayme Pl, eqoiiiagem 9 carga
mos : r*ervira tlllggyA C. Veto
scar ene pan Vlgo-
. JVnt'f mflidpS *o mimo dia.
CearHiato bribi^fro (Saribaldi, capitao
Custodio JosVint, carga varios g-
neros.
LiverpoolVapor inglez Saladin. comman-
dante Sliadweck, carga algdao e assu-
ear
MaceiPatacho Dglec Alhert, capilao Tho-
maz David, cm lastro.
BahiaPatacho americano bizzie H. Km-
ball, capito Lunt, car^a parte da trouxe
de Ntw-York.
Nanos entrados no dia 28
Soutamptun e Dorios iniermedios17 dias
vapor inglez xheida, de 1372 toneladas
comiU'.nrtante F. Reeks, equipagem 14K,
carga legendas e outros gneros ; Adan-
son H"We de C.
Araealy 10 dias hiate brasiieiro Mari't
Amelia, de So' toneladas Cipilu F. F. de
Ass s, caro.i varios gneros ; Pren-
te Vianr.a d- C.
Navios sahulo' no mesmo dia.
BostonBarca nericana Hazard, coni-
mandantu Vastt-;nj, carga assuear.
BarcelonaBrigue hespaiibul Restatuadnr,
capitn Evaristo Ri ess, carga algodo.
Rio da Prata e portos inUjnntdios vapor
inglez rteidu, com mandante Recks. -
Vieira Velloso, den tambera a' alma ao Creador o Thoraasia ; hepatite ascite.
Sr. Jos Maria'Duarte Peixolo. Embalado em ber
eos dourados, e scniur como foi de uraa bella for-
tuna, quiz o infortunio mais tarde que o Sr. Duar
to Peinlo so visso na precisao de se retirar de
Braga e r viver para Vienna. Alli permaneceu
algum lempo, vivendo sempre urna vida amargu-
rada.
O Sr. Miguel Jos Raio, alma generosa como
poucas, sahendo que o antigo dono do seu parce-
lo selfria privagoes, nsiou para que elle viesse
para a sua corapanhia. 0 Sr. Duarte Peixolo ac-
ceitou o oh'eroci'nsiito. Escusado dizer como
ci tratado pela fau,lia Raio. Um principe nao
soria alli tao bem reeebido, nem teria maiores
comideraQoes. Infelizmente quando o Sr. Duarte
Peixoto se via outra vez no meio da opulencia,
que a niorte Ihe veio cortar os fios da vida.
Pelo vapor 0./lfonia,dacarreira do frica, veio
a ui'ticia de se ter revollado era Mossamcdes o Da
talho de caradores n. 3 contra o commandante e
o iramedialo.
Na noile de 24 de m,vembro, algunas pracas
de cacadores n. 3, depois do toque de recolber.
aiiiiitniarara-se no quartel, solUinuo alguns brados
contra o seu commandaoie, capitao Miranda e seu
sargento.
Acodio logo a commandante, oluciol e o chefe
do conselho, ecooseguiram at certo ponto accora-
modar os amotinados
No dia seguinte, 2o, renovou se o alvoroto, e
subi de ponto porque um grande numero de
pracas coniinuou o motiin,. pegarara era armas,
arrumbaran! o paiol, asseslarara a arlilhari.i para
a vdla, pnndo-se era allitude ameacadora, tornan-
do-sc muito saliente como primeira cabera ura
solda4o pmpregadfl na msica, j bera conhecido
era todos os corpos da provincia como iucorrigivel
turbulen
t A crise t.rn-n-so entao. amea?ad .ira, oeste
soldado.leve a audacia da oescarregar um tire so-
bro o leu commandante, quo felizmente nao llio
acertou. ^
1 Nestns cii cura-taneias compareceu noyaniente
o cliefe do con olho o Sr. maji.r Graca que pode
socegar os nimos dos sollados tao alterados, e
assuraindo elle o comraan lo tez entrar tudo na de-
vida ordera
O principalcaboca de molira foi preso e re-
raetdo para'Loanda.
Muito devem os habitantes do Mossaraedes
energa do Sr. Graca c nao menos a sua Exina.
esposa, hrinaa do Sr. inini;tro das obras oublicas
Lobo d'Avilla/i|ue se apresenlou exhortando aquel-
los amotinados, para que enliassem no cumpri-
niento de seus deveres.
REVISTA DIARIA.
CARNAVAL.Tem corrido regularlo carnaval,
lia vendo pnucos mascaras era pmporcao de outros
annos; era coaipensneap, porem, bou va muito jogo
de limas e agua, sendo a-?im burladas as posturas
muid pae?.
O theatro de Santo Antonio esleve esplendido de
concorren*.ia, sendo tal o numero de mascaras no
domingo que quns se nao poda dansV. Sendo
hoje o ultimo baile neste sala, sera duvida o de
melhores proporcoes para sera Ihanles divertimea-
tos, do crer que regorgite de povo.
HOSPITAL PEDRO II.Acha-so servindo.no
corrente mez, neste estaheleciraento, o mordomo
da junta administrativa da Santa Casa de Miseri-
cordia, conego Francisco Rochael Pereira Brto de
Mederos. Os bilhetes para entrada de enfermos
sao dados nicamente pelo Rvm. Sr. conego, ,i ra
Nova de Santa Rita 11. 13.
TRILHOS URBANOS DE APIPUCOS.A empie-
za resolveu ordenar a continuacao da venda de bi-
lhetes de passagens al 20 do mez corrente, dentro
dos tren?.
Comeca hoje a funcrionar o trem de baga-
gem ; partindo do Recife para Apipuoos ao meio
dia, e de Apipucos para o Recife urna bora e ura
quarlo da tarde.
PORTO DO HAVREA" 6 de fevereiro sabio,
com destino nosso porto, a barca franceza So-
lide.
GIRONDE.Ser este vapor o portador da mala
da Europa da i quinzena do mez de fevereiro,
partindo de Bordeaux a 24.
DINHEIHO.O vapor Arins, levou no domingo
as wguintes sommas:
Para tfacei .20:000 0D0
o Ro de Janeiro 5:715000
0 vapor inglez One ida trouxe da Europa para
o Sr. Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado o26
em ooro.
Para o Rio de Janeiro levou 03se vapor, de
nossa praca, 750 e mais 2i:2tft000 em moeda
papel.
EM TRANSITO.O Oneida trouxe, om viagem
para o snl, 130 passageiros.
FEPIMENTO MORTAL-No domingo 8h>
ras da nonte, em um cortico na raa Augusta, da
freguezia de S. Jos, foi ferido im rtalniente com
urna farada no ve/rlra o subdito inglez Charles
Ri-ed, trabalhador na emprza doesgoto e asseio
da cidade, sendo autor do ferimenlo Joao Antonio
di Silva Santos, ronhcio pnrPan1)a,'o qualfii
preso pouco depois na ra da Assuranrjo,pelo dig-
no subdelegado da freguezfa o8r. Mereira de Mon-
donga. Nao ten lo sido possivel esta autri lade
encontrar um medico qne se prestasse ao trata-
meni do ferido, te lo reeolherao hospital'Ped'ro II,
GNEROS DE E^T[VA..-0 vapor Oneida trou-
xe : 80 Odixas queijos a" J. C. Braga & G., 50 a
Saumlers Brothers & CL 15,a Foacoca & Saol >s 40
ThoOaz de Aquino Fonreca t C., 36 a F. A.
Monteiro Jnior, 14 a J. M. da Rosa & Fijaos, 4o a
Joai Hirtns de Barros, 3 a J. M. Plmeir. 10 a
Joao Igua.y 1 da Costa, 20a J. S. Gop'cilves Beitra..
70 a Carvaihu Zeuha& C,18 aCima -il/a AC. 6 a
Patn Na-h Sl C, 33 a Co/ga Irmos. 11 a Silva Je
Jo'iium F.-lipoe, 110 a oraW
tCiOOA itRA-sILblROi-Eram asslra cotajos
na pi ia i- L >ndre>, ultima data :
8 0/0 de lft."9 O a 93
5 0,0 ih 1865 __ 88 a 88 i, i
4 1/2 0,0 I- I8o2-18$8-1860 75 a 7
i t.j OU I, IH63 ,74 78
NOTICIAS COMHERCIAES.-Os gneros do Bra-
sil i'iM.o siin rotado nas principai-s piaras da Eu-
rpa
landres, 11 s 5 horas da tard-.
ao ftca regular, com alea do 1/80. da
Colamos ; de 11 7)8 Ja 13 0/0 do Per-
haubuco, ,|. 114,8 a i i/4 o da Parahjta, de
t IA a 12 o do Macev, du 11 3/4 a 13 1/8 0 do
Maranhao, (| 11 3/8 I i 3 1 0 do Rio Grande do
. o a 11 1$ o dp'Ceara.
issucar li cura baixa Jo 0 peones:
Cotaraos : branco 24 6 a 2ZA mascavado 17,'o a

O caf esl firme aos precos de 41/ a 70/;
Joao Jos Helios ; dinrrhea.
Maria Francisca do Carmo : hydropesia.
HOSPITAL PORTUGUEZ.-O mordomo que esl
de semana deste estabelecimento o Sr. Joao Viei-
ra (le Azevedo.
LOTERA.A que se acha venda 139" a be-
neficio da matriz de Caruar, que corre no dia 8.
pelo novo plano.
PASSAGEIROS.Vieram da Europa no vapor
inglez Oneida:
Mr. John A. B., Miguel de M. P., Bernardo 1. d*
A.. Mannel J. Pereira, Antonio J. na C. Guimares,
Jos B..Groba, Man I A. Pires lun F. Otero, Ma-
noel C. de A. e Mello. Alejandrina F. le A. e St,
Mar P. de R. Henrq es, Julio C. Martnez, Ma-
nuel G. Fructuoso. Jnse A. da Silva, Manoe! C. Pe
reir, Antonio C. y Prez, francisco Rodrguez, J.
N. Gregorez, Joao I. Ja C. Siiueira.
ECITAES.
PUBLICACOES A PEDIDO-
rVg ia de Lechelle
Poderoso hemostalico, psitoral renovador
do sanguc.
Mui vantajoso nas hemorragias pulmona-
res, do estomago, do tero e de qualquer
ontro orgo.
Deve sor usada na Jse de duas colheres
de sopa tros vetes por dia.
Pfrarmacla GehfrA, roa do
n. 38.
Imperador
t(3
Mona.
4* scelo.Secretaria da presidencia de Por-
nambnco, de fevereiro de 1870.
Pela secretaria do poverno se convida pela se-
gunda vez as pcsso.s que qni/.erem contratar o
privilegio da alterluiae caualisaco do rio Goyan-
na nos termos da le [iiovincial n. 878 de 23 de
junho do annn passado, abaixo transcripta, a apte-
seniarera suas propostas era carta fechada, ao
Exin. Sr. presidente da provincia no dia 25 di-
abril prximo vimliiro.
LE N. 878.
O Dr. Hanoel do Nns?imento Machado Portella.
vice-presdeme da provincia de Pernambuco
Faro saber a todos os seus habitantes qne a as-
senibla legislativa provincial decretou c cu
saiiccioiiri a resohn So sem ite :
Arl. A." Fira n presiden^ da ptoviucia autori-
j sado a ontnular rn Manoel mrearpo Moreira
I de Azevedo, mi com juera mellions vaniagens
1 offererer, a abertura e ranalisacao Jo rio Guyanna
sob as segrate- liases
3 l. O contratante ser obrigado a abrir o ca-
naiisnro ro Goyanna. de modo a dar ihgresso h-
cil e Commorfi' aos vapores Ja corapanhia Pernain-
bucana e oraras embarcicde< le igual calado, Uc-
v, ndo ,-,quell. s e e las .-llegar at a ponte da ci-
dade, onde deve ter lujar o embarque tanto d;?
ineicad ,na- como 'les pasanfriros, realisando-s-
este com a maior c .mraodidade possiwl.
2. A nlinriur. e '-anilisarao far-se hio se-
gundo a planta da diicrloria das obras 'publica.1,
sendo loda a obra in-pee-ionaila e dirigida pela
inesina direct-ua.
g 3." O lempo para comeroie cmclosao das
inenrimiadas ras ser estipulado no contrato, de
conformidad) ruin ;, opiniao dn ilirectoria dasobra.-
pnbliCns, devoml.i 1. contratante ser ra'uliado na
quantia do .00f>' se nao principiar e concluir as
1 mesmas obras il'eirodo hipo quo llio formar-
. cade.
Art. 2. O contratante-gozar dopri-ilegio pelo
lempo de :i0 annos (te rebrar a quantia de qua-
renta ris pt.r cada sacra de lia e vmte rc-is por
O despreso qu-> ra-rrer nm certo Cacique, hio
oraado rom nina tirando chapado bwnze pendu-
rndn por meio do rana forte sola cmo corres-
pondente n 37 no rollete, apoiand se no compe
tente barril .dando gritos disformes pelas M*g
ras de Lisboa, ja por lar subido dmw degraos da U(r0 nnalaner w\nwe que tenha n.ais de 1.1 ki
esrada social, ere estar a par rom aquelles,-que se |0.r unraas de poso.
nio tiveram aquella educa yi > quo se chama cora
pleta, seus pas derara lhe< ao menos os principio
a que se Iho d o nome do nstruceao primaria,
com a qual nao ronfundem o I com o G ; sera
bnm que o dito carcamanjo se importe mais cqni
aprender a fallar : pois de coito nao est rnuit
corrente ni sua algarvia d> qne constiluir-se in-
telligente em materia que nunca vio, e oernpar se
da vida do quera nunca so leo brou dello nem
para___certo e seguro deque se Chinga Vbr-
mklha continuar a oecapar-se da vida particular
do Moleuub sabe tio, olhe que enlio ser can
tado em prosa c era verso, porque afortunada
mente sem querer eslou munido com os compe
tenles papeisnhosbiojrrapbicos do sna alta pos
7o e artos cabedaa que faz gosto.
COMMERCIO.
Janeiro
da praga
TI
i
Limited
taxa a con
Di Rio de
Descorita lettras
'endonar.
Recebe dinheiro em conta corrente liia
i raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidade
principaes da Europa, lem correspondentes
aa Bahia, Buenos-Ayres, Montevideo. New
e New-Orleans, e ernitte cartas de crdito
oara os mesraos lugares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
Caixa Filial do Banco do Brasil
em ernambuco, em liqui-
datjo, 7 de fevereiro d
1870.
Por ordem d diretoria do Banco io Bra-
sil se faz publico que no praso de trinta dias
a contar da presente data ser5o levados
leSo os ttulos em liquida ;ao e mais divi-
das constantes da relafo que existe na
mesiaa caixa aonde poder S8r examinadas
pelos pretendentes.
ALPANDEO/t
Aeaaimenio ddfl&la 26. 908:1494031
dem do dia 28 24:0KUi3
932:25046
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
O aln i
Mirann.io.
'clitraes entrados comfaiendas
dem dem com gneros
oluraes s?ttidos com fazendas
fdero raem com goteros
1%
241
'3t
M
----- 1*
171'
lescaregam hoje l de feveeirr.
narra ingteza-Cra^feraercadori".
liaren imerlBafia(lasco dem.
(larca i.nglezaS'rflfo Floridatota.
Batea ingletElisa Strerris-idem.
Barra franceza Fgarodem.
Pata^h 1 hoTfandezfedite idera.
iuk'l-B-Snawnfdom.
ararirauoMary Wilkhiidem.
Brf'ue portugae,zL'nido idem.
B irea itttieu-Marti'Cookfarinha ae trig-\
Brigue ni^te-alleaof,cierrlm.
Bafea lfgfei-^Wefl^-iD^alto.
Patacho dinamarqueztfitrimiiiirtaltffas.
h RiiiDORIA DS KENDAS l.N'TEK.NAS A-
rBM'Wnajibco. ,. ^-
tndlraeato da a 1 a 26. TIJlfwB
dem uo'dia i ...... ^rtfl|BK
CON9UBO PROVINCAL
eafflmento fla dia 1 a 20. 180:37f#52l
'Mera do"di28 ... 7:rt8W
Art. 3.* Ficain revogadas as dsposicoes em con
trario.
Mando por tanto a ias as autoridades, a quera
o ronheriuinlo e execncSo da presente iTsoluca
pertencer,
i.trir.iiiienti' como nelia se contem.
O secretario do governo desta provincia a faca
imprimir, publicar e rorreft
Palacio do governo de Pernambuco, aos 23 jnnho de 1869, qu.'ulragessimo oitavo da inde-
pendencia e d imperio.
L. S.
Dr. Manoel do Nascimento Machado Portilla
Sellada e publicada nesta secretaria do govern
de Pernambuco, aos 23 de junho de I8<9.
O Di: Joaqun Correa de Araujo.
Registrada t follia do livro de luis provinciac-
Si-cretana do foverno de Pernambuco, "aos tfi
de junho de 1809.
D chefe da i" serrao
Fr'n>risro de l.'inos liarte.
Faeuldade de Direito
ao Recife.
De ordem do Exm. Sr. director faco pablim.
que do dia 3 de marro, prximo vindoaro, era
dianle, sero admittidos a assignar matricula tdo-
os alumnos da Faeuldade que se habilitaren! por
meio de reqoerinienln ao Exm: Sr. direrlor,_ pro-
vando o pnganienlo da taxa e a approvaco n
anuo nlerior. Os matriculados do primeiro anno
devera provar appn vario na> seta preparatorios
exigidos pelos estatuios,'e que sao maiores de 16
anuos ; estes podorao ser admittidos matricula
at o dia 31 de marro, quelles somenlo al
dia 15.
Igualmente faro publico que no sobredilo dia
de marco lera lugar a abertura das aulas prepa-
ratorias, cujo ex-rrii-.j ainda nao ha via enmecad >
por se acharem as respectivas salas oceupadas
com os exames preparatorios,
Secretaria da farnldade de direito do Recife 2">
de fevereiro de 1870.
0 secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
BECLARACOES.
Consulado de Poringal era Pernambuco.
Por este consulado se faz publico, em cumpn-
mento da le, que liavendo Mecido em viagera
para o Coar a bordo do vapor tpojuca o sobdil"
portuguez Joao Antouij Duarte Jnior, sao pelo
prsenle convidados lodos os credores no dito fal-
lecido a aprsenla re o suas ci. rilas dentro do praso
de 30 dias para depois de verificadas serem pagas.
Bisulado de Portugal ira Pernambuco 23 ri>-
fevereiro do 1870j Dur ordem do Sr. cnsul,
Arihur A. I'erreira Braga
Cauf-elier interino.
0 Illra. Sr da tliesourria de ti-
zenda desta pricia IcaTda fazer' pobiiro qn
era virtude de rfhi rh presidencia, to dia S V
Esrco prximo vindir.ro, 'pelas duas horas jh
rde, sero arrematados, perante a junta d^
piesma lliesotiraria. por quem. tililar lance oifen>
fcr, Irinia qnatro ruellos Vlb oepozito de 1u?-
trueco especial A- fhMsoas a qem convier'lf-
Verao compareicet nr^ta'irtr.-dnraria no da e'Rofa
mencionado*.
; Secretaria da Uies,ouraru de fazenVdc tov-
bambuco, 2V,A-'fevf-r"ir9 ue 187a
Servmdo ,'ue;c(unaMnWor.
iMatiol o?'Pfnte.
Sarita toa ta^Ssericp'a
do"Bectfe.
A tilma, juma administrativa ifa Santa 'QtsVda
Wsp'cordia o>'Riclfp,''rr. ^aJa das'sttas'swee, as
3 horas da tarde a jfa ?"de mar$o vindoro, r<
%HOtt9M |ewr>orw^a*para^ rrWnatacio u
. da rei* fc
larmazem reedificado a ra Direita^ n. m93, ,peW>-
M-KM
MOWMENTO DO PORTO.
---------,---------------------------------------.--------:---------1--------------------------------------------------1------------------------------------------------------ '
Nitvlos entrados ve dia 2*7. '
N jw-York38 dias hiato americano Isaac
"staheteriTorrars '* irlfcide, ser^lW
ide tAse o pteeo de 'IM^o aatoaes. dSn.!
rjrfrenria qulle qtw. lern desC, oofras f)0ka-
t8#:JWJoW rens olTerccer.
Scrfiaria ;a Sania'ttln'*>;9Cric Reirc, l flUlbterlrff*'' W7Q.
O escrivSe,
Rariguc*
1 1
V1
I
^
- T 'dia' Yac n.irvo" W'to IfTpl
nda dpos da andiecCla da flirt. Sr.'
venda depoii
municipal da 2
vara, 9 sobrado de dous



Pj#> de Ettwao^ueo
de.^wv, e^JO,
$
28
ido por Conladoria da cmara municipal d > P.ecifi
c* Morei- da fewroiro de 1870.
iaote dos %o contador,
ido Mano;'] Hynolitn Cassinm) de VascdfBllos A. Maiaohi
odem coih- j
a sala da?
- /""
S.YNTV, C\S.\ DA MISfiUCOKDlA. OD
A lilu a. junta adiiiiojstrauv da Santa Casa de
Misericordia j Hecifo manda fazer publioo que
Eila de auas seesCies, no da 3 ie margo, pelas
horas da larde, km de ser arremtalas a quein
ni..is vaittagi-is ufu-roc^u-, polo lempo de um a tres
auuos, as rondas dos predios ou sagplda declara-
dos :
ES'ABKLEGIUBMI 9li GAIUDADE.
Kua da- Alegra.
Casa terrea n. 7. por aniio. 360*000
PATMMfiXIO DOS RPMAOS.
Kua do Veuri.
Primeiro andar do sobrado*.-* 2i0$000
ra Befa _
heos deix
'doro de
l*recer
udieoc
Stnta e Aii^erioordia
Recite
jASTima. junl i da santa casa de
uiiscordia do Iteci'e pr .. contratar eom
'jueo pe; quft nreri
sa o 'obradj n. 37, p^rteneenie ao patrimonio dos
esahelcimentojdcahiia.lc. sito rita da Moeda.
lssa citra consista na demolilo de parte da
frente anterier de tuda a fronte oosterior e de par-
le do oitio p?>lo laJo do cscente at o lugar em
predn de um s cmlar o solea conforme as posto.- i r,_, lop,.. r.a "ua 0 HaD8ei i*Annn
nninunieipaesem visor. ?, Lp,- a. c,\ n KiESSl
O paviment terrea dovera ter tres portadas i s"' n 3 no tumo da Cal. 0 IMOOO
soleiras de pedia e porta* de cosudirdio de 0i l,re"'dcntes devera* aprasentar 0Q acto da
amarcllo para o la.lo da ra, e para o do fundo arrematacao das suas llancas uu cowparewrem
duas ianeilas e um., porta no centre tambera com acompanhados dos respectivos fiadores,
.^leira de pedra, sendo, a maieira igualmente de' .^'"l" f'* da' a* ?naW,ser,oor4ia do Re
linho e amarco, e ludo oladrilho de tijolo cife, 5 de fevereiro de II
I* alvena a batid .
0 primero aniar ever ter tresportadas com
meadas, lastro de. iiaarelo, varandas de ferro,
aixilhos c portas tiT.I9m de amacello para u la-
do da frnte, pira e do fund ires janellas de
lieitonl Can vidracas e portas de dita roadoira,
lerdo cada u a ielU jiunea menos de a.palnios
lo largara e 7 1,2 .d- aliara.
A sota em ambas as frenM florera -ter tres
janellas igu^lirtoute eomcaizillio e portas.
No travejamento d primeiro andar e do sotan
comente se erapragar-io travs de qtiaRdad, ten-
do cada ama l3poif?aiks qnadrada* do grossu-
ra, e os respectivo) sainos scraj eansiwidps de
amarello ou loaro, As esradns sjrio de amarello.
O primeiro andar doT^i licar ora salao, e a solea
.-.erarepartida da njceira iue or determinada
pela santa casi. 0; renocos exteriores sero
guarnecidos de til I .anca.
O'contraante pvl'-;. aproveitar as telaas. cai-
bro, encli ira ve 3 jue sejenarem
ai peii'eito fiado a j.-iio dus iealiores rinrdotnos
li uredios.
"iodo o-materiald- tr^ms seti foweddo pelo
atalante, i cuj c irgo tiar tambem a caiatjao.
Os pretenden: \a apcesenur sna* pro
postas em carta*'.i.ula. na iouetaria at o- dia
!0 de margo do corre
Secretaria d i S Jo iicricordia do
lecifc, Io de rja:v> da 1^70.
O eterivao,
P*J ) Roilnnueh de Souza.
lopoi dos bailes, cojo locar en
pontos do eslylo.
Av3o especial
As sennora
te maiMu
graten
da lin
Para mai!
e'-tarem decentem
s, terao passaK
rtuBJDte, nos Irens I
loealro.
r a> iO 1|2 horas da
noute partir dp B/cifc nm wagn expresso
qual estacionara' nty-Montro, regressando a ci la-
do depois de nadar o baile.
Tj^rijjriiccf5eiu(j|iciae? sero observadas cora
todo frrt^dVaWiHte-no alterar-se ordcm c mo-
ralidade. i
'wtls
para
_
*iue de ferro cui 7 ps.e 3 poil-
41b-
frin das de
ira cora tres tornen -? dn met
V-
O esc ri vio,
Pedro Rodrigues de Soiu
Santa Casa de Misericordia
doRecife.
A Hlaw. junta administrativa da 3anta casa de
n|iserioordia do l'.ecife. na sala de snas sessoes,
pela 3 horas da tarde do dia 3 de marco, racebj
propostas para o foraecitnento do assucar que t-
ier deonsumir o hospital Pedro II nos mezts'de
marco, abril e niaio vindouros, pugamioja com di-
ihuiro.avista ; .-ende assucar Uranco refinado de
i* sorte, e refinado su menos.
As propotas sero aberias no dia designado em
presenca dos proponentes, os quaes davero ir ao
hospital afun de verein a qualidade do assucar
qne aili se (asta.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
cile 28.defevreiiu de 1870.
.0 eacrjvo,
Prtfro Roimgwt de Souza.
Santa casa da miswricordia
do Rucife.
A.lUma. junta da san>a casa de misericordia do
lleafe, pelas 3 horas da tarde do dia 3 do Tren-
te, na sala de suai sessoes, recebe pro Mistas para
o fornecsimento de carne verde que tiverem de con-
i municipal desta' sumir todos os eta&elecn,eotos pios seu cargo,
-ii-
Da taberna Ma uo pateo do Tr-
?o n. MS,
ijtiai ta-feira 2 de marfo.
A requwimwrto do depositario da massa falli-
da de4lfanoel Miranda da Pdra e ror sp*cbo
do Iljm. Sr. Dr. jinz especial do commercio o
agente Pestaa fel leildos gnro8, amiacao
e na ulencilioi intentos na taberna siU no
paleo:doTeiv> n. 6H, enj-.M elijectos fazem parte
da irrassW faifida de Man acham-se bera acondicionados, garante-se a cha-
ve da casal ade so acha o estibelecimento e o
leilo s^reTresinado no dl quarla-faira 2 de
riiarcy as 11 horas da manha na roesma taberna,
o'.bafanro aelia-se em mi do agente.
I
Pela cooladbrtd da
idade, se declara ao.- pruprwurfos de ostabele- j no vaez de margo correte,
-iir.eiiiit do parla ..l.'ita, sujeitos ae pagamento| SecreUria da sauta.casa de misericordia do Ra
lo imposto innnlcip :. que no m-z de inaigi' pro- cife Io dt- marco de 1870.
Kimo vindonro, principa a arrecadacao a bocea O escrivao,
:io cofre do i> isto Pedro RodrigtiM de Soaza.
O
SMitv iij m
BIJA DA FliOREM TTiHi A
L a, (Bjwsaaaa
DES BAILES fifiASCABAOOS
No magnifico salao (leste theatr*.
'l'erea-eira Io de marco.
n > lem i honra de partecipar ao respertavel publico que uao se poupou a
:.ir .ni! saiao magniicaun ule decorado e com todas as commodidade--.
tes a esle c ilimcrito.
A mo particij i|i:e o botequim se aci:a sorlo de Pida a qualdada de bebidas
ito conhi'cido e conceitoado Joo l-'rancisco da Silva Braga.
T arante as qua|ra noules do bailes a mnilo harmoniosa banda de msica mar-
do cor;' la ;:i il meslre o Sr. Heroiogene.3 Sorberlo de Gu.-man. qne fari executar
i banda de :-; i ai n ti leas pecas.
] baile m 5 galope infernal acompanbado a toques de sinos, tiros de pis-
'<.:.
. avi:a | e as senhoras mascarada- jae vierem vestidas de homem c vico-
-lao sojelfas ao pagamento da entrada.
As radas gratis.
Cavadlctros 2f00O.
Principiar as 9 horas o terminara s 2 da madrugad-).
R.B, 0 .'llmente da polica sera rigorosamenle observado, airo deque a ordem
. .. ralidade sejam devidameote caramidas.
E' expresatnnto prohibido fumar-sc dentro do salao, havendj para esse lm urna
ar 'i c un bancos.
Pede-se igualmente as pessoas que o flzerem que na oecasiao de entrarem para o salao
aili i; baratos e cigarros atlm de evitar algum rinistro.
Os .. : dosdej a venda no mesmo theatho


'AMPO DAS PRIMCE5BAS
Grandes e majestosos bailes nos dias do
carnaval.
Torra-fcira i de marco.
Miguel Gandido de Medeiros Pinto, tendo elitido, da patritica cmara municipa', l-
i ara ci nslrnir um pavilho, no referido Campo d.s Princezas e nelle dar bailes de mascaras,
v;dar ao retpeitavel publico, dignar-se visita-io e abrilhanta-lo com sua respeitavel pre-
. para o que nio ni poupado exforgos, afim de bem satisfze lo.
Ti ca, ni sas Nouies, a msica do Io batalhao de infamara, da guarid nacional, diri-
in go Btlro, Thvoiiiiio Jos do Souza ; a qua! tambem por sua vez, se"lem preparado
imas musirs compostes pelo II. A. de Mesquita.
QADRILHAS.
res de 8. J.ai.-Sete da seterebro.La Coquett.La Perichole.Herci Simo.Sorpreza.
WALSAS.
P.ainha das rosas.J. Estasi.Os guardas da raiuha.
POLKAS.
Imperatriz Eugenia.La Martine.O menaopem.
SC1IOTZ.
Nella.Versales.lbum das damas,
(alopede Bravoura.
O botequim acha-.se sonido de teda qualidade de bebidas espirituosas; assim como sor-
Terminal o divertimento com o galope infernal.
As senhoras mascaradas, que vierem vestidas de homem e vice-versa. esto sujeitas
'ligamentoda entrada.
As senhoras ma'csradas gratis "
Cavalheiros 2*000.
Principiara as 8 toras, o terminar s 2 da manhaa.
N. 13.C aspressameute prohibido fumar-se dentro do pavilho, afim do evitar algnm in-
o. E' tamlKn expressainente prohibida a entrada de bengalas e chapeos de sol; tendo para
a cairada ao mesmo pavilho, lugar appropriado.
Oreguiamenio da polica ser fielmente observado, afim de que a ordem seja mantitla.
Os buhte acbam se, desde j, venda no escriptorio do mesmo pavilho.
1
1
-i
I
I
THEATRO
&IMHASI0 DRAMTICO
(No Monteiro)
ob A um:o^.\o do artista
DE UIOVAA1VI
VIIA 0 QIKttVlL
Expandidos
as nonios- de 26, 27,98 do eorrenle e f de
srco e-iWO, em eujos lomarlo parfo os-admi-
is e applaadidissimoi arobaus italiano
cesar e Vteeate
: varios .artiaus >U c*H^flbU.jja**Ua da Sr.
Marc<)^vas9Ji.
PliaGRAMMA.
ama salva de artlbarji
is da oguetes iarjof
amtwalescos
<- : gida pelo insigne mal
Bmorte.
Quadrilhas
Walsas
Schotticbs
Polkas.
Origioaes de Stranss, Colas Filho, Mesquita
diversos afamados autores.
A's i i horas os adrairaveis acrbatas
CESAR E VICENTE
faro maravlhosos exercicios sobre
Abarra fixa
O
trapesio duplo
A' njeia noute, os referidos acrbatas e varios
artistasda companhia esqoestre do Sr. Marcos Ca-
sali, que so acbam de passagem nesta capital,
dansarlo vestido a carcter, o jocoso
Caucan oaric to'.
A' um* hora queimar-se-ha um lindo
Fogo artificial
prepiUBdo peo multo conhecido artista o Sr. Jos
Alves.
A's 2 horas termlaar a .folia com o
Galope infernal
por loque de anet, fanfarros, tiros,
s e tarta de
FOGOS DE BENGALLA
que illumiuaro lodos os mascaras.
O salao achar-se-ha elogaatemente ornado.
-O largo-do Monteiro estar erabanddrado e il-iu-
mlmado
A' .WHIttflMMt
O decente botaLjonto gilro, achar-i-h*
o os mesraos estabo-
Vmm- agen!,? Pontual competentemente autorisado
l'.n.i leilao dos 6W*c|o9 abaijo dMlaradqs ds fa-
brica de a^suca/ o Moneire pertenceote a Auge-
lino Jos dos Sanio Andrade.
tiilata-icir. 3 de u*ar 2 caldeiras de cobre para descarregar o
inel, com 5 poe 3 pollegadasde altu-
ra e seis ps e duM pollegadas de lar-
ura.
1 dila com urna tornera grande de me-
t I, com j1 ps e S pollegadas de altura
i- : pos e "> pollegadas d largura.
t tanque de ferro com 8 ps de cumpri-
mente e ;i pese 2 pollegadas de largu-
ra e I pe e .'i |>ollegadas de altura.
1 cano de cobre com 7 p e 6 polleca-
das di! cumprimento e 3 ps de di-
metro.
1 dito eom 9 ps e 7 polk-gidas de cum-
primento e 1|2 pollegadas de di-
metro.
tufos de cobre.
I tanques de ferro de receber o mel para
cuar com : i^ e 7 pollegadas de altu-
ra e 3 ps e 5 pollegadas de largura,
com 3 tornea as do metal.
1 Inca de pao tenada de cobre, com 19
pos de euiiipriineiito e o pollegadas de
largura.
i canos de cobre'com 19 ps de cumpri-
mento e i pollegadas de diainentro.
1 tabolciro do cobro com 8 tubos para
botar o mel nos saceos para cuar com
3 ps do cumprimenlo o \ pollegadas
de largura.
3 lauques de ferro com 7 ps e 3 pollega-
das de cumplimente e 2 ps e 7 pollo-
gadas de altura e i ps e 3 pollegadas
de largura cota 12 tomeiras.
3 canos de cobre com 12 ps do cumpli-
mento e 2 pollegadas de dimetro
bica de cobre eom 15 ps e i pollega-
das de somprimenM e 7 pollegadas de
largara e i pellegadM de altura.
ultras de forro com 12 ps e \ pollega-
das de altura, a 5 pea de largura eom
3 tonairas u> m
pr n>a de ir.a icira com I tanque de
ferra para imprimir as boiras do assu-
car com todos seus partateos.
I tanque de ferro com .'i ps e 8 pollega-
ms de altura e 3 ps e o pollegadas de
largura,
3 ditos com 8 ps de c imprmenlo e 3
pea de largura e 2 ps e i pollegdas
la altara com \ tojrdiras de metal.
1 Inca de cobro, com 11 ps e 1 pollega-
da Se cumprimenlo e I p e 5 polle-
gadas de largura-e 3 pollegadas de al-
tura.
I cano de cobre com 8 ps e 4 pollegadas
de cumprimenlo e I 1|2 pollegada de
dimetro.
dito com i ps o .'i pollegadas de cum-
primento c 1 1)2 pollegadas de di-
metro.
caldeira de vacco de cobre com 8 ps
e 2 pollegadas do largura e 3 pea de
altura, com urna torneira grande o 4
pequeas; tendo um cano de cobre
com tres entradas para a caldeira com
4 pese 2 pollegadas de altura e 2 i|2
pollegadas de dimetro com urna tor-
neira de metal.
1 dita com urna torneira Je vlvula com
3 ps de cumprimento e I pollegada de
dimetro.
I Aguilho com 7 ps e 7 pollegadas de
cumprimento o 3 pollegadas de gro-
ssur.. com um volante glande.
I roda de pao e ferro movida por agua
para todo o machinismo da fabrica,
com 16 ps e o pollegadas de altura e
3 ps e o pollegadas de largura com
dous rojete de forro.
l foriialha com doaa chapas de ferro com
6 boceas para retinar em taxa.
10 colheres de po^ara bater assucar.
3 ditas de ferro.
1 eaixo de peneirar.
10 peneiras de rame diversas grosu-
ras.
10 armaces de amarello para as mes-
mas.
1 caldeira do ferro com o ps de largura
e 3 ps e o pollegadas de altura, com
urna serpentina de cobre, com 7 voltas
com peso de I i arrobas e coui 3 ternu-
ras de metal.
1 filtro de ferro com 6 ps de aitura e 3
ps e i pollegada do largura, com i
torneira de metal.
1 atentamente de madeira com 2 laxas
de cobres, eom 2 serpentinas dentro
das mesms o 6 tomeiras de metal
para reflnar assucar a vapor com seus
encanamentos.
Ihtanque de forr> com 5 ps e 9 pollega-
das de comprimento e 3 fies e 8 polle-
gadas de largura e 7 pollegadas de al-
tura.
1 bancada de pao cora 5 boecas pare ba-
ter aatnoar. '
4 bica de cobre uom 7 ps e 4 pollega-
das de coflipninento e 8 pollegadas de
(arfara.
1 colunna de ierro i^n 2 serpentinas de
cobre por dentro, o>m O ps de altura
e 6 ps e 3 polt-gada* de largura.
1 cano de metal para a caldeira com 0
ps, 3 pollegadas de comprimento, 2 ps
e 3 pollegados de. rossura, e 4 temei-
ras de metal na columna.
t cano de cobre com 10 pes de orapri-
mepto, 3 1,2 pUlegidas de dimetro,
com urna torneira do metal.
2 manmetros na.caloVira ae_ coser,
1 caldeira dtTcobre com 4 pos de altura
e 6 ps do largura em ama toraeira
de vlvula e d dou> fun los.
I tanque de ferro com 4 bombas de in-
jecrao para levar agoft:a todos os pon-
tos da fabrica.
1 machina de vajior da forca de 8 ca-
vallos.
3 lorbinas ou machinas de purgar.
1-1 agulhao de fci 17 ps e 8 pol-
legadas de compronento e'3 ps de
grossura, com b lames de dieros
lataeobo?.
% machinas de reliar
,t torno o seus pert<"
timoinuo de farro paiaearv&o aaifieat.
i d*lo de pedra lino
1 peneira grande de poneirar 4! plida-
des de carvo an m.-smo lempo.
i ogaiibao do farro c n m ps e 8
legadas de cempriKWDio a 3 de gros-
sura.
I encanamento de cobre con 31 ps de
emprime e -1 1/2 poHegadas de dia-
>
n
,
I
n
-i
I

l
H
t
t*
tros obejecte"? visto ter de retirar-se sen prop.'le-
tario parafcra ale -'Imperio para traur de sua
saude.
te
O leil aera elt. sata oOicina, as
I horasK
I
.5
i
4
t
ba de Japr n. 3:
f bicas grandes'depo, ferradas de zinco
l poTcao de bicas te zinco que eomran-
nieaan com os depsitos do mel
f*W*ffcitnf*B*tfo.
27 ditos pequeos
1 dito grande de zinco.
2 esto; 4iaf a I sedear sauear cii .ao,
com i ,cadeiraa grandes de turco, enea-
menlo de cobre o toroeiras de inela!
e madeira.
1 estofa de seecar assuvir ralado ooo
urna ealdeira de ferronaoia iOOob-
nwnio de cobre, e turnoira*.
17 Unques de .ferro com 2 ps e 3 ppl-
legadas de altura e 3 ps do bocea.
I volante grande de ferro.
1 porcao de carrao animal grosso e lino
1200 .HOO arroban
I as.seaiamenlo com 7 caldeiras de ferro
patente para vapor ;om todos os seus
pertenees, e eneanamenlo de obre eoni
II tornoirae do metal.
I tanque doamaicllo oara lavar carvo.
1 cocha de amarello com . var carvao.
I eneanamenlo para Inrar-agoa aes tan-
qaes-e coches.
4 carros" do ferro (de mao).
1 dito sem armaijOes.
1 carraca prompta para ravallo com seus
pertenecs.
2 rodas de carraca em bom estado.
1 eixo de ferro e mais ferragens.
1 correia grande nova com 24 ps de com-
primento e 4 pofiegad.is He lagura.
2 ditas com 3 pollegadas de lagura.
I forma de bronze para fazer pao de as-
anear.
3 ferros do soldar, de cobre.
3 libras do estanlios esnlda.
7 monomelr 1 porcao de bronze velho e nove
1 dita de canos de cobres perfeilns.
1 dila de chumbo novo e ellio.
I dita de parafuso com pescas.
I dila de ierrainenta perteiicentcao l.ibii-
codo assucar.
l4w|o -de ferreiro grauJc
1 safra e toda a ferramenta perteocenti-
a oflicina cima (de ferreiro) e moldes
de fundicao.
1 tarraeba grande cota lodoso machos.
1 tarracliapequfua com lodos os inacLi-
nismo
1 caixao com ara do moldar
2 caixas pera moldar obras
1 porcao de Ierro diverjas grefsoras
l i Iba de farro groas i
i bancada com dous tornos grande e pe-
queo
1 n Tcaode chave-de duas boceas de di-
versos (ananaes
i,|wrcio de (enramenta de cacaptaa
i banco de cora pina
i dito de corrieiro Ten amontas
20 saceos u lona vasi
30 ditos vi llios
1 fita dejnedir 110 palee idas de compri-
mento
1 braco e conchas de balanca grande
coui 5 pean de aaa arrobas, i de ar-
roba. I de 10 libra \ e < de h i | i libra
1 aguillifw de ferro com 10 ps de com-
primento e 2 | do grossura
com uni volante
1 agaHhao de :i ps de comprimento,
1 ''> \ polegadas de grossoracooi vo-
lantes e 3 mancaos Jos mesmos
l oseada grande da casa de purgar
1 dita do servico da casa
I dila do servico das lluras
.' canacas do foll a
3 ditas de ferro galvanisado
3 ditas de peo
-i ;-.-Uflollia e 4 pratos de dila para
^H|-v- !wecl dos tanmi'-s
1 coco de cobre para o mcsin i flm
1 dito dn folha para a casa de purgar
2 cadinhos para fundicao
2 corredores grandes
I dilo pequeo -i
1 pedaco de prancho amarello
1 1/2 pedaco pao caiga
2 machados i
2 ciscadon s $
I enxada
I porijo de er >
I picarila
I apparelhode suspender madeira $
6 latas com verniz da China
ilaaccm folbade Flandres s
1 latnna de louca
2 inaocacs de ferro com bronze J
1 peneira redonda Je rame f
is faltando-ihe arcos t
1 cano de cubro cu n .12 ps do conipri-
ineniii, :i e im ida de diame-
iro, de Ci nduzrmel oara a caldeira de
vaeuos $
1 raio mento e 2 polegadas de dimetro que
pondnz o mel do montejd para a cal-
deira de cozer J
1 cano de 40 ps de Comprimento e2 po-
legadas de Uiameiro que conduz os va-
pores servidos
I cano de cobr! do 20 ;is do compri-
mento e 2 polegadas de dimetro, que
conduz o vapor para o montej
1 cano de cobra Je o ps de compri-
mento e 2 polegadas de dimetro, que
conduz vapor para a caldeira de cozer
1 cano de cobre de 33 ps de comun-
mente e 3 polegadas de dimetro, que
conduz agua da levada para o tanque
. do quinto andar
t dito de 20 ps e 3 polegadas de com-
primento e qua tro polegadas de di-
metro
2 ditos de 20 ditos e i ditas de dilo e 2
ditas de dito
1 dito de 81 dilos de comprimento e 3
polegadss de compriraenlo
1 dito de 81 ditos le comprimento e 2 po-
legadas do dimetro
i dilo de 'jo ditos de cimnrmon:o e 3 e
meia polegados de dimetro
1 dito de 81 ditos de comprimenlo e 3
polegadas de dimetro #
2 dilo? de 33 ditos de comprimento e 2
polegadas de dimetro I
1 porcau de canos do diversa; grossnras
Ci conduzem vapor para as caldeiras
estufas, com 2 tomeiras de metal l
7 tomeiras de metal|graudcs i
6 ditas diversos taannos &
7 ditas peqr.enas
2 caaos de cobre de 30 ps de compri-
mento e 3 polegadas de dimetro, que
conduzem agua para as caldeiras de
vapor 4
3 repartidores grandes que dividera o
mel pelas formas 2 repartidores pequeos com 10 libras i
i/2 barrica de emo &
1/2 dita de breu
f porcao de panellas de qaeiraar ossos i
1 porcao de cannos de ferro grossos
1 toeradnr para caft 5
{ aintart*Iho para guindar com denles o
dua< rodas de ferro
t dito de gundar os saceos con. oorrenics i
1 portes de fornalbas. i
i assoalbe do amareo da casa de pur-
gar, tarado, para 4030 formas &
2 toroeiras grandes postas no centro dos
encanamentos genes; 4
3 bombas de abrir as wrneiras, de filtrar
as turbinas, machinas de purgar 5 ar-
robas de assucar em 3 minutos, dando
.urna qualidade superior ao assucar
,(so de grande amagara para os se-
dppefeg de engenhos.

5
-^
......
*
t
l
i
I
AiNOS
Dniferinb.1 de trigo a variada
a 3 do crrante
O agente"OHweira far leilao 4)or ordem e era
presenga-do4Hm. Sr^consol dos E*tetlos Unidos,
e porajyiU n/iarodaqnem pertancervde cerca
de TOjJ^pMTicns de farinlia de trigo variada a
bordle trnguo amaajci.no John Cryslel recente-
mente obegadu do porto de llictuaoud.
inla feira
s 11 Horas era ponto, no armazemDeposito de
atinhanoca2t de novembron. 6.
AVISOS MARTIMOS.
Companhia americana e brasi-
leira de paquetes a vapor.
At o dia 2 de mareo esswwdn dos portes de
sul o vapor americano Men-imack, o qual depois
da demora do costume seguir para N'ew-York
tocanono Par e S. Tliomaz, para I retes e pas-
sigens-trata secom os agentes Henrv Forster A
aagein trata seom os agentes
C, ra do Commer-oio n. 8.
t
I
*
LEILAO
i^BBeina de ferreiro sita a travesie do
Pires a, 5
"i
CO.MFANHIA PERNAMBUCAiNA
DR
Navegaeo costea por vapor.
Ftii-uando.de Noronha.
O vapor Corwipe c'ommandantc
Silva see;uir para o porte cima no
13 de marco, ao meio dia. Beeebe
arga al odia 4, encommendw, passageiros e
dinheiro a frote, at as 10 horas do dia da sabi-
da no;escrinorio do Forte do Mallos n. 12:
Recife a Apipucos.
A venda do. billpMlg/ios carros cont-
DUfu at o dia ~0 de mitra etjtretanto'
roa-se aos Srs, pajjiros o bvor de
Hirpraretn os set JtiMies as glacoes
nles do embarcare nasfcwis.
A candil.;(;,!) de baffflM principiar liojo
parlindoo trem do KcAf' a Apiflacos ao
meio di;., e de Ayipoooe aoKecife a f b. e
l.'ra. da (arde.
A bagagem para cp pontos de Soledad*,
Poot de choa, Jacpieira. Parna-eirim.
Sant'Anna e Porta d'Agaa, afrjajr recen id a
eom a condiccSo do remettene rjpda-lo
receber na ocfiasio da passagem oo trem
por nao haver al qoem o recoma nem es-
tages propriat para esse Gm.
Escriptorio da eompanliia, 1" de'marco
de 1870. *^
W Rawlinson,
Gerente.
___________
-jpreeis*^ e>
, urna ama, preferese es.-rava,
e esta que seja de inaior idade. para casa de urna
senhora som flhos a tratar na ra da Praia di*
Sania aitan.tlS, confronto a -ae ora ra de Vicente
AI ves Hachado.
Precisa-se de ama ain;^ para ama su pe.-soa
na ra de ib.rias n 8.
'Porto.
YUJO
Vai sabir breve a barca Laura para carga t
aassageiros, Irata-se eom Os consignatarios Carva
iho & Noguei'ra, na ra de Apollo n. 20.
Para Maranho e Para
O hrigu- nacional Sanio Amaro, capito Casta-
o Al vea uvas, pretende seguir com a maior bre-
vidade pussivel para Uarnliiio c Para, por ter
parte da rarga prom'.a, engaja-se a que precisa
e recebe passageiros, a tratar com os consignata-
rios Marques Barros & C., no larg do Corpo
Santo o. 0, 2o andar.
COMPANHIA PERAmGAN
DR
VaTcgii'So costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caiy, Gear, Mandah, Acarac'u
Gran).i.
O vapor Ijinjwi, commandanit
Moura, seguir para os porto;
cima no dia 2 de mareo as5hora-
la tarde. Hecebe carga a o dia 1, enconi
nendas, e passageiros e dinheiro a frete at a.-
2 horas da tarde do dia da saiiida no escripto-
rio ib Forte do Mattes n. 12
COMPANHIA PEPNAMBUGANA
DE
\avegaciio costcSra por vapor.
Macei escalas e Penedo.
O ^rapor Poleng, commandate Mello, se-
uuir para os portes cima no dia 2 de marco
as o horas da tarde, liecebe carga at o dia 1,
encommendas, passageiros e dinheiro a frete at
as 2 horas da tard do dia dasahida no escripto-
rio do Forte do MatP s n. 12.
Hotel de Ilespanha
Neste novo hotel eba-se todos os dias de ma-
nhaa papa e vatwdis qnalidades, assim como
tambem se acham comedorias de lodo o gp>to, c
vinhos de tod-s as qnalMadet, recebem-se en-
commendas |de presuntos para enfeilar fiambre
ote. ; adiiiutem-so a.-jigt..iuias para cumcd ria.-i
pagar por mez-, iodo eom milito hso. a preew
comroodos : na ra esir.ita do lio ario n, :i, bo-
tel de Hespanha.
Attencio
Precsa-se de um cozineiro ou cozioheira : g
llraiar na ra Nova n. 1*.
AMA

--
Precisa-se de urna preta esrrava que*eozinhe e
compre para ama de urna casa do jiequen fami-
lia : a tratar na ra larga do Rosario n. 3'*, bo-
tica.
Caixeiro
Precisa-so de um caixeiro que tenlia pratica de
laberoa : na ra do lirum n. 65. i
Precisa-se de moa ama para Cozirmir para
casa de p oca familia : na ra do Mondrgo nu-
mero CI. *
Ama
Precisa-se de urna ama : a trotar im pateo de
S. lV'l;oii. 10. lj an lar, entrada pela, ra do Fogo.
Ama de leite
Quein precisar do nina escrava de b ia saude e
sem filho, (bnii se a roa d;,s Crozes n 3'.
IRA LISBOA
a barca portiigueza Gratidao devora seguir coni
a menor demora posslvel ; para carpa e passagei-
ros, trata-se cornos consignatarios Oliveira Flhos
4 C, no largo do Corpo Santo n. 19, ou com t
canito n praea do commercio.
Para o Porto.
A barca portogu- za Flix pretende sahir coro
muila brevidade e para carga e passageiros trala-
n os consignatarios Tbooiaz d'A piino Fon-
seca & C. : ra do Vlgario n. 19, andar.
Pretende seguir em poneos dias pare o indicado
porto a barca porlugueza Despique l, por ler a
maior parte de sen earregamento promplo, e para
o restoque Ihc falta, que recebe a frete! milite ba-
rato: trata se com o consignatario Joaquim Jos
Gongals'es Beltrao, rua do Cooimercio n. 17.
Para o Porto
a narca portugneza tNovo Silencio seguir con
a brevidade possive); para carga e passageiros
trata-se com os consignatarios Oliveira Filhos i
C, no largo do Corpo Sanio n. 19, ou com o ca
pililo na praca do commercio.
Ilha de 8. MigT
O patacho portuguez Jconjense segu com mui-
la brevidade para o porto cima ; aind.1 recebe
alguma carga frete, bem como passageiros pa-
ra os quaes lem bellos cbmmodos : a tratar cora
o sen consignatario, Joo do llego Lima ra do
Apollo n. 4'
Para o Porto
a barca F7or de S, Simo sahir brevmente, por-
que j tem parte da carga-engajada : para o reste
e passagens, trata se com os consignatarios Car-
valho & Nogueira, na ra do Apollo n. 20.
Precisa-se para o Barriga -alterno de tan de
pouca lamilla : a tratar no palco de Si Ped i n.
G. 2o andar.
Emilia Maria da Conceicio faz publico que o
Sr. Samuel ioaqaar.i de Lima Iho h\polecon a ar-
te do sobrado u. 3 no logar 'ios Arron i idos a-ata
cidade, em 30 de aneiro do corrento ano i; por
isso previne a quem interessar, que nao faesaa
transac^ao alguma com o mesmo senhor cima
sobre a paite que tem em dito sobrado, en que
seja salisfeiia a am.uncanle da I que
existe no caitorio do Sr. Joaquim lle-iiiih i/udi-
do das Chagas ; e desde ja protc-ta contra qnal-
quer transaccao que posea app;;rce-,-:\ Ortnua 2'
do fevereiro de 1870.
COMPANHIA PEI1NAMIJ A.NA.
5o DIVIDENDO.
De ordem d i c mselbo do direccao se coQMMMea
aos Srs accionistas que o pagamento do quinte di-
videndo i raz.io do 10 por eento, ter lugar do dia
8 de margo prximo vindjuro m diasle, Di) es-
criptorio da
n. 12.
companliia no caes da Assembli
O gerente,
F. F. liorges.
AVISOS DIVERSOS.
O abaixo assignado avisa ao publico que tendo
obtido liceflca do Exm. Sr. .conselheiro inspector
da thesourana da lazenda geral, para vender es-
tarupillias etn seu estabelecimento a rna do Crespo
n. 23. pelos mesmos precos que se venden) na re-
cebedoria geral; assim pois, podem as pessoas
residentes nesta cidade e fra della dingirem ao
abaixo assignado, snaa encommendas em qualquer
quantidade que sera promptamenle satisffeitas.
Manuel Martins Fiuza.
t- O abaixo assignado faz scieote ao corpo do
commercio, que nao effectuou a venda de sea es-
tabelecimenlo da Gamboa do Carmo n. 3, como
foi pnblicado n i Diario de 28 do mez flndo.
" Jos Miguel Barbosa Ramos.,
Antonio Jorge dos Santos faz sciente ao res-
paila val publico e com eepecialidade ao corpo do
commercio, qne tem contratado vender com con-
senilmente de seus credores, e para pagamento
destes, ao Sr. Bente Jos Cordeiro, a sua taberna
da travessa dos expostos, livre e desembarazada :
sealguemae jalgar com direilo a empedir esto
negocio tenba a boodado de dirigir-se ao Sr. Vic-
torino de Ataeida Rabello ra de S. Francisco
n. 70f no praso de tres das, entregando sua con
ta ao msate- teftihjjr para ser conferida. Recife
28 do fe
ranM
Precisa se para o Rio Grande do Norte um bem
loraaieMa>tfeIon iiiaVuniln : a tsatar no caca
doj
'fMevH* aBB na Wa P?1
ire|irCB*w: *tar
ftsraaaao talo
--------r*n
nicamente-a cargo i vsponsahihdade de
^banco para, cwpina e auritcis-- teraan Pinto,ai Magalie le h>je em,diaa(e
0 GIHL'BIAO DEVTLSTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao rdspeita-
vei publico era geral, e aos seus clientes
era particular que elle morln o seu gabi*
netede consultas da ra Dimita n. l para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres do soa
prossao, todos os dia uleis das 9 horas
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes no s na cklade
como nos seus suburbios, para onde a*
ida; ser5o precedidas de ajaste. Ello ga-
rante o bom desempenho e a-perfeicao de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commoilidades dos presos.
Atiendo
Urna possea com as precisas habilitacoes e qne
tem alguns escravos, propoe-se alternar cnla de
qualquer enpenho por ailmini^trcao ou sociedade:
quera precipar annuncm por csie Diarig,_______
Jos Itenrique da Silva Guimareos precisa
de um criado que seja bolieiro : a tratar no sitio
da Passagem antes da ponto grande n. 40, das 4 da
lardo as da manhaa.____________
A pessoa que :tem em sen poder por em-
prestiao a colleccao de Janeiro sotembro de 1866
deste Diario, queira mandar resiilui-la po oserip-
torio da typographia.
, ---------------------'------ n .
(Jasa de coramiss.:io de escravoe.
Na amiga casa de commissao de escravo& do
ibalxo assignado, roa do Imperador n. 4?t ^pnU-
ua-se a rireber seravos por commissSo; iunto
lo mato como da praca para serem vendidria, a
{aranle-se o bom tratamento e prompta iimda,
wra o que se emprega todos os esforces aflin de
atisfazer em todo i pessoas qne o quizerem bon-
ar eom sna conflanca. Nesta easa ha sempre
isra vender escravos de arabos os sexos, mettve e
ocos, assim como ha t da segarajtca para o ter
Antonio Jos V. d ouza
Preeisa-se
pare todo aervico
; atufar um moloju qae
;o : na ra do Rangiii n. 48.
s.iva.
afanoel Narciso da Co-ia fai pnhlirn que
tem contrtate vetdoteom consenUmen: i de eos,
areaajak ao-Sr. Jriano* Tavares da Costa IVt. iro.
a taberna que possiie. S: rna do Rangel n. 11 so
algoem sejolgar om direito a qualquer rec aroa-
tao. dirijan AJkMsma taberna no praso de res
da *Jecift<8 de fever-iro de 1870._________
^- rre iia->e di' imia ama par. ca*a de p oca
familia : na rae b r iu n. 43, t* aaidar_______
Pretsa-!"'
ba cozinbar
andar c o de anno e meio
w.
-ai-
pir.i
rit Ama.
r
1


Diario &e Pniambuco feira I te Rfer<^> 3e' IffTO
A ESMERALDA
PERFUME INEXTLN
Paiu o Lenco, Toccador,
LOJi BE JOUS

fflOMIEA
Di
ac
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado de novo, est as condi-
fes de servir vantajosamente os seas fre-
juezes, visto que acha-se prvido com um
esplendido sortimento de obras de onro e
{trata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, cujos presos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
*e em troca ou compram-se com pequeo
bate.
\ 5 RIJA DO CABUG DI. 5
11Ra do Queimado.....11
AUGUSTO P()RTO, tendo recebido directamente da Europa riquissiu.os cor-
'41 de vestidos de blund para noivas os expoe v nda pelos mais mdicos presos. No
mismo es abe.ecimoto ha constantemente completo sortimento de fazmdas finas como
Stcjam :
Cortes de setim d cores o ditos de seda dos mais elegantes gostos.
Colchas de seda de cores, ditas de damasco e 15a, ditas de crochs e de
iiBlo branco para camas todas muito linias.
Cortinados bordados para camas e janellas de multas quaiidades e precos.
Vestidos blancos bordados, c-mibraias bordadas, filos, tarlatrmas e cambraias
isas e transparentes de muitas quaiidades.
(orgurao prcto para vestidos, grosdenaples de todas as quaiidades, merinos
retos, alpacas, homhasinas, prelas. panno protos e zoes, casemiras prctas e decores
* grande vari idade de todas as f.zenrlas tanto para a praca como para o matto.
Proohas de cambraia de linbo bordadas, e toalhas decambraia de linho brda-
la scom muito gosto.
Atgodio liso e trancado, azul e de listras, madapolao, chitas e todas ?s fazen-
:as para fabricas de engeono as quaes vendem a dinlniro, peos precos das casas in-
lezas, Es ueste estabelecimeuto ha sempre o mais esplendido sortimento de
Esleirs da ludia para forrar Bala*, que se rende m-s barato
do que em outra qualquer parte.
A mu afamada
AGUA DE FLORIDA,
DE
MI ItII IV 4t I.WW \\.
He o mais delicado e mimoso e ao mes-
mo lempo o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no se maior auge
de'exceencia, o proprio aroma das verda-
deras flores, quando ainda na sua flores-
cencia e fragancia natural. Como um meio
seguro e rpido allivio contra as dores de
cabeca, nerwsidade, debilidade, desmaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias de accidentes hystericos; de
summa eflkacia e nao tem Outro que o
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, tornas-s um dentifricio o mais
agradavel e excelente, dando aos dentes,
aquella alvurae aperolada appaiencia tjo
altamente apreciada e desojada pelas Se-
nhoras.
Como um -remedio contra o mau palito
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excelente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo n5o tem igual; e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-seum meiomui excelente, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulieoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e espiabas.
Quando se queira servir delta como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
amalindas feices do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluico, destem-
perando-a n'uma pouca agua ; porm no
tratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forfa. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feiges trigueiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
s perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua e Fi.oiuda bE Merbay 6
Lanman.
As intares que se tem feito na Franca,
Allemanha, assim como em outras partes;
sao inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
tanto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precauco
e cuidado, de quando coraprarem, estejam
certas que compran.
A Geneina
ACIA DE FLORIDA
DE
MURRAY & LANMAN,
A qual preparada smente pelos nicos
ProprietarioS-w-N,
LANMANN KEMP, DE ONVV
Acha-se a venda nos estabeleoimentos te
A. Caors, J. da C. Bravo, & C. P. Mau-
rer & C. A. A. Barboza Bartholomeu, d- C.
AO ARMAZEM
DO
Ha a Nova n. ,
aeaba de chegw peto nlumw yvpon roms re-
messas do9 seguint:
Calcado francez
Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou-
tras mutas diffiereates cores i ultima
mola.
Para menina.Botinas das mesmas cores e qua
liiadds cima.
Para, homens.Botinas de cordavo, bezerro. ver-
nit, pellica, o melhor sortimento que se
pode' desojar.
Para mamos.Botinas das mesmas quaiidades
mencionadas para horneo.
Para homens.Botas ruwanas, meias-botas e per-
neiras.
Para hmeos, senhoras e meninos.Sapatos de
tapete, aveludados, charlte, casemira
preta, tranca de Lisboa etc. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
muitasqualidadea.
Quinquilharias
Fios artigos de Pars, de gosto e phantazia,
como sejam, leqnes, espelhos, luvas de Jonvin,
caixinhas de costura com msica, joias de ouro
bom de le, ditas da plaqu, cofres de seda e bol-
cinhasi)ara braco, estojo par* viagens, bengalas,
cbicotinhos de baleia, ocuios, lunetas, correntes de
relogios, e perfumaras de Condray e de Piver.
Brinquedos para crianzas
Carrinhos de 3 e de 4 rodas para passeios, cos-
moramas e realejos de diversos tamanhos, e um
cem numero de brinquedos franeezes e allemaes
para entreter mennjs.
Para evitar massante leitura de tanto artigos
exDOStos venda neste estabelecimeuto, o dono
pede ao publico em geral que se digne entrar de
passeio afim de verillcarem nao s a grande va-
riedad* como os precos baratissimos por seren
todos chegados d conta propria.
mmmvmm-mmmmmmmm
Praca do Corpo Santo n. 17 primeiro fia
GUSTAVE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Eua da Cadeia do Recif51 .
Chama a attencSo dos seue innmeros freguezes, e do respeitavel publico ei
geral, para a segninte tabella dos precos de sua casa, os quats s5o vinte p6*r cent
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para sehoras a 250, Cadeias para relogio a 54, 6(J,
m, 35* i ... 405000 U, 8, H, m e. .
Ditas para homem a 35, 40e 50(J000
nwm
Coques a W, iW, 184, 200, Corte de cabello,..... 50
250, 300 e*..... 500000 ,. ...
CrescnteVat20,I50,180,2O0, Corte de cabello com fr.cCJo. 501
250, 300 e..... 320000 Corte de ^^^ com lavagem a
Cachos ou crespos a 3t>, 40, 50, I champou...... 10001
60, 70, 80, 90 e. 400000 Crte de cabe,locom ^P^ da
Tranca de cabello para annel a cabec^ P6'3 macb'M eectri-
500 e. .."... 10000' ca, nica em Pernambuco. 0OO
tranca para braceletes a 100, Frisado ipgloza ou franceza. 501
150, 200, 25 e.....300000 Barba. ,...... 251
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e solres
Recommenda-se a superior TINTURA JA-
OMaKAVILHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GRATH.
LEO ELCTRICO
Kl
G OF PAIN
0 RE DA UOit
AH l'NO I TERMO K
Cura cbolera e cholera
Diarrhea, lluxo do sangue, em um -dia. |
Dores de cabeca, e dores do ouvido em
tres minutos.
Dor de il.:iiles, em um minuto.
Neuvralgia, em cinco minutos.
Deslocacoes, em vinte minutos. *
Gargantas inchadas, em dez minutos.
Golica e colvulsoes, em cinco minutos.
Rbeumausmo, em um dia.
Febre e febre intermitente, em um dia.
i:\ia.ii\u.
morbus.
Dor as costas e nos lados, em dez mi-
nutos.
Tosses perigosas e refriados em um dia.
Plueresia, em um dia.
Surdez e a Hemorrhoidas e bronchites,
Imflamacao nos rins.
Dyspepsia, erysipelas.
Molestia do figado. ^Hf A
Palpitaco de coraco.
Reserve sent|irc este remedio na sua familia
AS DOENCAS SE PRESENTAM, QUANDO MENOS SE ESPERAM
OLEO ELCTRICO O tKing of Pain (O Rei da dor) aquieta e pasiiivamente dis
sipa mais de differentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos e produz um
mais perfeito equilibrio no systema human, o que nao se pode effeituar no mosmo tem
po, com qualquer outro remedio medicinal.
Este muito popular rem dio est agora usando-se geralmente, pela razio que
milhares de pessoas se tem curado-gratis com o dito remedio pelo Dr. Grath e outros
mais.
Este importante reme* n se oerece para curar todas as doencas, porm
to soraente para aquellas estipuladas Sis nossas direcces.
Est operando nos principios da chimica e da eletricidade e por isso, est
applicavel para o curatnertlo e para a restaurado da ac3o nataral dos'orgSus que so-
flrem da irregular circulaoo dos fluxos dos -principaes ervos. Oleo elctrico 0 King
of Pain opera dilectamente nos absorventes, fazendo desaparecer' m incbacSes das
gtodulas etc. em naa tempo mcrivel/breve sem perigo do seu uso deb'aixo de qualquer
(.rcumsiancia-
O remedio urna medecina para o oso externo terno; oomposto dos ele-
mentos curativos; raizes, hervas e cascas, taes como se tem usado dos nossps antepas-
sados, e das quaes tem grandes existencias no mundo, para curar todas a* molestias
som endo-se quaes tilas sao,
Poi um grande e especial desejo da iiculdade de meicina durante tauitos an
andar escriptorio de Joaquim Rodrigues
[23 Tavares de Mello, tem para vender :
Fumo em folha de superior qualidade.
S Vinho Bordesux de superior qualidade.
Farinha de mandioca em grande por-
i cao e boa qualidade.
Cal de Lisboa muito nova.
H Potassa da Russia.
O dono do eslabelecimento previne s
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um
salo para tintura dos cabellos e barba, as-
sim como um [empregado smente oceuna-
do nesse servico.
PONEZA para enegrecer os cabellos e baf-
ba, nica admittida na Exposicio Universa)
como nlo prejudicial sade, por ser vc>
latil, analysada e approvada pelas acade}
mas de sciencias de PARS E LONDRES
Methodo Castilho.
Manoel Jos de Faria SimSe?, professor particu-
lar dn instruc^ao cllpmeniar pelo methodo Cas-
tilho, tendo chegado do mato, onde foi tratar de
sua saude, avisa aos paes de seus .lumnos e ao
respeitavel publico que uo dia 21 do correnc
abre de novo a sua aula, na ra da Sensala Ve-
Iha n. 124, segundo andar. Em dita aula tecebe-
se alumnos internos e txternos.
TEZOUM DE OURO
DO
A' ra do Queimado n. 6. primeiro andar
S pessoas para o servico e o maior aecsio nos trabalhos de barbeamento.
0 salSo estar aberto, nos dias uteis das 6 horas da manha s 9 da nou-
e, e nos dias santificados das 7 a i hora da tarde.
AMA
Lima, Lessa & 0.
O encarregado da liquida?ao dos negocios da
extincta firma d Lima. Lesas & C, previne a to-
d US vedores ao referido i Rtableeimento, que
venham solver seus dbitos ate Oni do corrente
mat, visto como tem d> encarresar o .-ou procura-
dor de promover a cobranca judicialmente : na
ra do Apollo n. 4. _________
Aiuga-M a casa terrea n. 40 sita na ra l)i-
reita dus"Afogad->s: a tratar na roa do Caideirai-
ro D. :i0
AMA
Precisa-se de urna ama para
ra do Aragao n. 24, Io andar.
engommar : na
Feitor.
Precisa-?e de um trabalhador par tratar de
um sitio pequeo, paga'-se a secco, e prefere-se
casado : a Halar na ra Nov" n. 19, t' aadar

Pede-se encan-cidamente aos Srs. Domingos
Theodoro Rigueira e Anstides Florentino Caval-
canti de Albuquerque (de Sennliaem), que venham
ra do Vigario n. 14, a negoeio que se precisa
ultimar.

dos de experiencia para aprender os melhores modos qne s deviam ado'^ta/' ptf curai
js Kgnintes doencai, e que proporcoe de medicina su devia usar.
NICO DEPOSITO EM PERNMBUCO
NA PHARMACIA E DROGARA DE
Bairtholomeu
84Ra Larga do R<
INSTANTNEOS
Tfavessa do Corpo Santo n. 2.'i
ARMAZEM
Ra Nova n. 38, loja.
Bandeira, Machado & C, avisan) ao raapeitavol
publico que nos lugares cima encontrar no mes-
mo seraprc grande quantidade de ditos pocos, e
que se acham habilitados para venilr por menos
que outro qualquer, por isso que os receben) di-
rectamente do fabricante. Norton, de Londres.
As rautagens que ofierecem os pocos instant-
neos sao : p/imeiro, poderem ser collocadjs den-
tro de casa ou fra, cora o trabalho de urna a duas
horas; secundo, fornecerem os mesmos agua pu-
ra e abundante, podeudo serem removidos de um
para outro iugar, quando assim convier.
Os annunciantes s reeebi-rao a importancia dos
referidos pocos depois de coUocados, sabstazendo
espectanva do compraflor. ____
Nao mais cabellos braceos
A tintara japoneza para tingia os cabellos
da cabeca e d barba, foi a nica admittida
Expoicoo Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparac-es at
boje existentes, sem aderar a sade.
Vende-se a 1^080 cada frasco n
Boa da Cada
1. andar:
n. 51,
Precisa se de urna ama para o servico interno
de pequea familia : na ra do Vigario n. 5, ter-
ceii o andar.
Trilho urbanos daJlecife.
Olinda.
Continua-ee a comprar dormens de sicupira,
oiticica, amarello e outras madeiras de duracao
para o chao, com as dimensSes seguintes ; 10 pal-
mos de comprimento e 3 112 palegadas de grossu-
ra.de 7 l|2de largura : para tratar, no telhelro
da ra da Aurora, desde as 6 horas da manha s
i da tarde.
O snperitendente,
Andr do Abren Porto.
" FALODE
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
Ua
IHGQRTH II COKSTAIITBHIIITI III C01PLIT0 SOITllIltTfi
CHAPEOS DE SOL
De todas as quaiidades I
De todos os feitios I
De todas os presos f
RA DO CRESPO
Na Iravcssa da ra
das Gfnzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, piala e brilhan-
tes, seja qual or a pan-
lia. Na mesnta casa com-
pram-se os mesmos roc-
ines e pedras.
Na ra da Aurora, loja do predio n. 76, en
romma se e faz-se falo de senhora e homem, tudo
com perfeicao^______
AMA DE LEFTE.
Precisa se de una ama de leite : na ra do
Queimado n. 49.
BLIEIRO.
Offerece-se um rapaz ltimamente chegado, com
is precisas habilitaQoes, para casa particular : a
atar na ra do Carnario n. 13.
Advogacia.
O advogado A\ res Gama contina ter
seu escriptorio na ra larga do Rosario
n. 26.
Precisa-se de urna ama para pouca
familia.: na ra dos Copiares ou amiga-
mente Lobato n. t, primeiro andar.
Ciraminatlca nacioual
Primitivo de Miranda, esiudante do 3* anno, d
licoes ra da Conceicao n. 19 ; pode tambem
ser procurado no escriptorio do Dr. Jacobina, ra
do Queimado n. 33.__________
CASA DA PE.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio Yenda : roa do Cabug i. i,
^ende Vleifa A Rodrigues.___________^
O advogado Manoel Joaqolm Silveira. pode
ser procurado para os misteres de sua profisso
em seu escriptorio ra do Crespo n. 12, Io an-
dar, das 10 horas da manha s 3 da tarde. Reside
ra da Conquista (Soledade) n. 4.

Attenpo
Aluga-se-oo coni|
tenha' *w ina casa terrea ^ue
m quintal,1 anda
mesmojue 'tefiha de fazer-se !eom*ert!, porm
gue sia' nos *t#)hMes lugares : Soledade, Cami-
nho-povo. Hospicio e Princip : a tratair"'' ra
da Creso*. 7, loja-jdajiaj^igUiinte^______^_
iribe, (lisiante
m frento a es-
da pOTl
Irada q _
dtt^tiiHlo 400paltnc>s. ierren
io n, 70,
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
ibeiro sobre penhores de ouro, prata e pedra;
recioaas, seja qual for a quantia; e na mesms
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
> igualmente se faz toda e qualquer obra Je en
omtenda, e todo e qualquer concert tendent*
i mesma arte.
DEPOSITO BE nUB
9 -RA DA EMPERATRIZ 9
0 proprietario deste eslabelecimento acaba de receber um completo sortimen-
to de pianos do afamado fabricante Herz, entre os quaes tem alguns pianns de grande
formato e contem mais de que sete oitavos.
0 proprietario deste eslabelecimento cflVrece so publico maiores van!a
quo oufro qualquer, fazeni-se todas as quaiidades de rncertoa c nfinaces segundo o
melhor systema com o maior esmero e proinpUdSu possivel. Henriyue Vogeley
S-RLA DAS FLORES23
O dono deste estabelecimento tinge, limpa e achamalota com a maior
perfdcSo possivel todo e--qualqur objecto de seda, laa, algodo, em pecas
ou em obras, chapeos de feltro, patba e maoilha etc., tira mofo das fazen-
das e faz todo o mais concemer.te Jrsua orofisso, tudo com brevidade, visto
como se acha prvido dos necessarios machinismos e petrechos.
Olio Schneider.
hurtaran) do engenho Recreio. da frgafiie
da.E.ica4a, na madrugada do dia 22 do merf|ro-
ximo pssodo, dous cavallos alazaos, sendo; ttm,
grande,om a frente aberta, os ps e mo esquarda
caicadus.com um caroco em cima da junta da mao
esquerda, eora urna ba'ixa cima do qaadril direi
(o, castrado, anda de baixo a esqu par, est;.
arnado ; a oolro, pequeo, alazaoquasi catt>clo,
com Orna listra na testa, anda baixo obrtfadoi
nicho, tein o pe direit) calcado at a junta.
i bellos na cauda e dinas, 'bastan i
eascadik quem o* preenlieder aa der netiefa .ti -tenar-
smente gratificado na roa do Imperador n. 2
no meimo engengo.
Precisa-se de urna cozinheira : ~ ra do
Imperador n. 73, 2 andar.
Engenho Para'
Deste engenho Para, freguezia de Ipojuca, fnglo
no dia 21 do corrente mez o escravo Joaquim,
crioulo, de idade de 20 annos. boa figura, sem
barba, cabeca redonda, denles limados, fui cria de
Luiz Antonio Monteiro, da fazenda da Bica, fre-
guezia da Pedra, fui vendido ao Sr. Manoel Ca
valcanti do Albuqnerque Bairo. e deste ao mea
sobriuho Jos Alves Marinho Faloao, de quem o
houve por compra : quem o levar em dito enge:
nbo, ou neita pra^a a roa da Cruz n. 51, recebera
boa gratiticaco.
Joic Vulenlim ^'ra de Mello.
A casa felj; do arco da Concakao acaba de ten-
der pela.aurtt vez nos seus? mtfto felizes bilhetes,
um biluete inteiro n. i33i a sorte de 20:000^000,
e aJem desta mais aJj;uma3 de 200 & de 100/.
Ftgeiredo & Leite.
_______________________,------------------------------------------------------------------------
PARA
Colegio de Santa Genoveva
lina do nospie'o ns. ** e 94.
As aulas deste eslabelecimento admiiteiii ara-
bem estudartes externos e eslarao completas des-
de o dia- 3 de marco.
Alem de injtracco primaria ensina--1 is se-
^uioU's lioguus :
Pormgueza.
latina.
Franceza.
ingleza.
Arithmeliea e geometra.
Geugraphia e historia universal.
i ljHli<>'pnia e rh>-torica.

^Mm
6 bara>
Coques" gp^|9irp\a,t#tt>i[^(1a um,
to : na ra Direita n. -53.
de Souza A- B
de^adYP- :
ODr.
raulio de-
Sjparant .idVo-
por cima
ser
scus
o d^
de Sou
sogro
Figdeiredo Junipr para ouvirem urna missa que se
ha de resar por alma de sua cuabada Carouia de
Figueiredo Lallemant, no dia Io de marg\ a 9
horas da tpawaa^na matriz devinto Antonio da
cidal
l,ort-xk'pondcncia. de Portugal
O Srs. que sinda devem suas as.s,igpatur^
a a, dous, e at .T nnos, nao
ca que >o lia fel'o para receb
pagar no,escriptorio de Tasso, Irma
im do me''Marco, qnafi
editor daoie.pa f.illw uuia
que nao o lnbain
^Te
a-se de i
para (
ga-se i
isa de um edad.
de copelro SalHlr!
redores

:rava
na-
ra
MUTILADO


Diario de Fetlimbuco
feira 1 de Maf<;o de 87.

_______COMPRAS.
Cabellos
Na ra do Queimado D. 6, i* audar. salo de
cabellelreiro, compra-se continuadamente cabellos
corapridos.
Compra-sc
daas ou tres tnda'uii,f ji^in
qneestejamperfiviH: \ I la rna Nova
n. 45.
S
DE
Ca&a terrea.
Comprarse aaoa ci
4a Madre de Uous u. 10, loja..
uj roa
Compram-se rooedas de ouu e puta de to-
dos oe valorea, ouro e prata em obras uiutilisadas,
brilhantes e mais pedras preciosas: na loja de
onrrves do arco da Conceicao, no Recife.______
0 muzeo de joias
Na rna do Cabug n. i compra-se ouro, prata
pedras preeiosa por procos raais ventajosos do
que em outra qualquer parte.
FAZEIDA
BARATAS, NUOJAE ARMAZEM
DO -^ _____
&*
rfftBgOL
&0A
DE
FEIIX PEREIRA DA SIIiVA.
Ra da Imperatriz n. 60.


I
ESCRAVOS
Compram-se e vendera-se diariamente para fra
dentro da provincia escravos de todas as idades,
cores sexos, cora tanto qoe ?ijam sadioe : no
terceiro andar do sobrado n. M, roa das Cruzas,
fregnezia de Santo Antonio._________
Com mnrto maior vantagem compram-se
moedas de ouro e prata : na toja de joias do Co-
racao de Ouro n. 2 D, ra do Calinga.
VENDAS.
VIVA O
CARNAVAL
Dminos.
nminos.
UoinF.no*.
Grande sortimento de diversas qualida-
des e para todos os
PRECOS
para van ier, ou alugar i^vontade dos fre
guezes, na betn cenheeida loja da
________FRAGATA AMAZONAS.
Raj de Lis Dea
A loja da Aurora na ra larga do Rosario n.
!8. pcrtcncenu a Manuel Jos Lipes & Jrmao, re-
cebeu o bom rap de lisnoa em latas, do melhor
e raais fresco que tom chegado a esta praca, che-
Sando pela vapor francez. em a niesaia loja ven-
e de diversas qaMida les.
** $ttlMA*6
JUMAS EX fiROSSO
PARA NEGOCIO
POR PRECOS MlTO BARATOS
RO BAZAR DA MODA
Ra Nova n. 50
0 proprietario deste graude estabelecimento, tendo dado balando no fira do
anno, como de costume. e vendo qu tinha ura grande deposito de aaendas, e juntan-
do a essas outras muitas que lhe tera chegado este anno, tem resolvido fazer urna LI-
QUIDACO por precos muito raais baratos cora o fira de diminuir a quantidade e apurar
DINHEIRO.
O respeltavel publico encontra ueste estabelecimento, nao so um grande sor-
timento do mais apurado gosto e Luxq, assim. como todas as faxendas de primeira ne-
cessidade, e de todas se d3o as amostras coa penhor: as pessoas que negeciam em pe-
quena escalla, nesta casa podem sortir-se de um ludo, vendendo-se-lbes pelos mesmos
precos das casas nglezas.
Sxplendido SOrtimeiltO de Crochs para cadeiras e sofs
O Piv5o tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs proprios para cade-
ras sofs, mesas, almofadas etc etc., as/iim
como proprios para cobrir presentes, e ven-
de-se mais barato do que em outr?, qual-
quer parte,
ALGODO ENFESTADO.
Vende-se urna grande porc3a de algodao-
sinho americano com 8 palitos de largura
proprio para lences e '.olmas tendo liso e
trincado que se vende par preco muito em
conte.
favos de linho
Chegou um grande sortitoeuto de pecas
roupasifeitas
NA LOJA DO PAVO Rl/.A DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-se este grande estabelecimento tom-
ietamente sortido das melhores roupas,
ando calcas palitots e coietes de oasemira,
le panno, de brim, de alpaca, e de todas
s mais fazendas que os compradores pos-
am desejar, assim como na mesma loja
em um bello sortimento de pannos casemi-
as, brins, etc. etc. para se mandar fazer
palquerpeca de obra, coma maior promn-
idio vontade do fregus, e nao sendo
ligados a acceita-las, quaudo nlo stejam e n0 de |inbo ^ Porla se vehdem
ompletamento ao seu contente, assi como Je 700 rs >t {&(m a m* garat,tindo.Se
0 que em fazenda de linha nao ha nada me-
lhor, nem mais proprio para lences c toa-
lhas.
Quando a AGUIA BRANCA, mais precisa scienliflear ao respeitavel publico era
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebklo, iustamenteFquando ella menos o pode fazer e porque essa falta e invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderSo relevarao,
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecidaUja da AGUIA BRANCA ra ao
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia era sortimento de supenondade em
qualidadess modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCEBiDAUb.
Do que cima fica dito se coheceque o tempo de qoe a AGUIA BR.\NCV pode
dispr, ampregado apezar de seus custos no desempenho de bem servir a aqnelles que a
honrara procurando prover-se em dita loja do que necessitara, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sio maisxconhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos aoja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bm seja :
Corpinhos de cambraia, primorcsmente
a loja do Passo
Os 'requmos corles de bloitde de-seda coa
vnanta e capilla para BS&tneite, sendo ueste ar-
tigo o que je podo desejsr do mcllir e Riis mo
-derno, tambera hegarcmi os coivs de seda do co-
res novidade, e outras muitas tondas de gostt
que chegaram pelo uhimo v>por francez, s pan-
a loja do Passo a na do Crespo n. 7 A.
Veadem-.-e ua> esrtavis, arabas de idade
18 annos.de b-mias figura*, com alguma habii-
dade : na rna da Paz n. :!i.
m i.z m
Chegoa ?o antig deposito de Heary Forster
O., rna do Ini^ierwtor, um carregwnento de gai
do primeira (juaid;>de; o qual se venfle em partidar
e a retalho por tuenos-preco do que em outr qual-
quer parte.
Vende-i'- no I ario cto Livramenti sao-
eoc eos aibn, ; ia si iria e p ir menos do qu
in outra |
Cal aova de Lisboa
descarrp h je do paiai-lio Mmihi ; e venda
Joaquira .1 s, ni ra ia Cruz n. 8, pra-
n.oiro andar.
Farinbii de maiKoca.
De superior iu,ilda venie-se no- arraazeVis 4a -"omp^nMa Pernambu-
cana, caes da A.-unl-irr
i'este vasto estabelecimento encontrar
espeitavel publico um bello sortimento de
amisas francezas e roglezas, ceroulas de
iflho e atgod2o e outros muitos artigos
iroprios para horneas e senhoras proraet-
endo-se-!e vensler mais liarato do que em
intraqaalquer parte. Na ra da Impera-
rz n. 60, loja e armaiem de Flix Perei-
a da Silva.
Pechincha a 3^000
Para lenqes.
Na loja do Pavao vende-se supf rior 'bramante
om 10 palmos de largura, dando a largura o com
frimento do iencl, sendo apenas preciso para
ada lemyd um e nteio, on u" e um ^uarto me-
ros ; afm desta apicacao tem ouiras mu':>
>ara arranjos de familias e vende se velo barato
ireco de 24000 o metro Na loja do Pavao, la Imperatriz n. 0. De Felrx Pereir* da Silva.
J angas c Multo
Vende-se gangas de linho comqualrinhos
nuito boa fazenda, para roupa de homens
> meninos e vende-se pelo barato preco de
00 rs o covado:
^ECHINCHA EM PAN\0 PRETO A 2:400.
O PavSo vemle superior panno preo fino,
jara pallitots, caicas, colletes, etc., p<:lo ba-
aiissimo preco de 400, o oovado. gran-
to pe-hin
Cortese caseenira preta a 450
0 PavSft vende os soperiores cortes de
:asemiras pre.ias infestadas, pelo barat
jreco de :50, pechincha.
PARA O CARNAVAL
Ver bu tira a a640 rs.
0 Pavlo vende bonitas verbulieas de c-
es para dminos e outros tiages de mas-
lo rs. &
COSTURA
Acabara de eberfar aa GRANDE BAZA
'UNIVERSAL, rna Nova n. $2caAtoO
via-sna-ura completo sortimento t ma-
chinas para costas*, dos actores inaisco-
nnecidos. as quaes esli em ep&sico no
mesmo Bazar, garantindo-se a siuta qua-
lidae, e lambeni pnsina-e com perfeico
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no wu traba Iho ao de 30 costu
reirs diariamente, e a sua perfei^o ta!
como a melhor mstnrerra de Paris. Apre
sentam-se trnballws execntiMlos'pelas raes-
raas, que muito dvem agdar aos proten-
dentes.___________________
Para a cuaresma.
Km loja -O proprietarios dest? importante estabelecmea-
to reeebero pelo ultimo vaper frane ricos pos-
tilhoea de gorgurio pre- rauiu beai aieitados,
interamente novidade, 'etas e g-irgofe* preos.
temoa orlimento completo, o melhor a deejar.
Dirijam-ae, pe*, todas as pavsoae que praeisam de
comprar ^ics artigoii ra do Crespo n. 7 A.
Scientes 4e que, em uftyos uao se deixar de fa-
zer negocio, istof motivado pelo muito sortimento
ijiio temos. '
uma
habiilaJ.
Ignra e algumas
fcs n. 50.
tjbmds-^e
mf pouco preco,
tconw tara-
abelr.ll ;
Estampill
andar.
o'iigul distante desta
fite, com ama
pae?, B'as
outras
mn a.- pra-
PECHfCHA EM CVPEOS DE SOL
Chegon um graade sortimento dos me-
ihores chapeos de sol de seda, inglezes ten-
do nsste arttgo o melhor que tem vindo ao
mercado assim como '/ma grande porcSo de
dttos de alpacas de todas as cores e todos
se venden por pfeco muito mais barato do
que em outra qualquer parte, por haver
grande perclo.
Os bales 4o Pavao a 2$000,
Cheg-.u un -grande sortimento de baloes
ou orenolinas do feitiomais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo preco de 2)?000 ca-.
da ura. granrie pechincha
CRETONES 5ATISADOS PARA VESTIDOS
A S40 E 800 RS.
Para a loja do Pavaa chegaram os mais
bonitos cretones escures matisados, pro-
arios para vestidos, roupo chambres etc.
que se vendem 800 rs. o covado, assim
<;omo a sesma fazenda em padrees claros
proprios para vestidos e roupas de meni-
nos a )40 o covado, sendo os padro** mais
moderues que lera vlqpo ao r..
aos 2 mil mm 11
LUSINHAS LUSTROSAS A 400 RS. O CO-
VABO.
S
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde eperfeicSo de ador-
nos os tornam apreciados.
, Fitas mni largas de diversas cores e qna-
lidades para cintos.
Leqnes uesse objecto muito se podena
dizer qaerendo descreve-losminuciosamente!
por suk qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n5o raassar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor.
ntremelos em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodio com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas ateras de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores Gnas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARLA
Graude e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Cajxinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Ronitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um raachinismo
nmas substituera as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Coques imitacao de "bejto,'
guarnecidos de.bellos enfelfcs
ultima moda, a duzia .
Papel superior de quadrinlios,
em caixas com 20 oadeinos a.
Envelopes porcelana, mnito boa
fazenda o milheiros em caixi-
nhas de ICO .....
Botes de osso bem pulidos para
calcas, a grosa %
Ditos cobertos de superior setim
de todas as cores, a grosa dos
pequeos a 30000, c dos gran -
dts a.......
Ditos com interessantes pholo-
graphias para puchos a duzia
de pares a......
Ditos de osso imitando e marfim
cora lettras a duzia
Ditos lizos muito boa fazenda a
duia......
Abotoaduraa para camisa sendo :
2 botes para os punhos, -i
para abertura e 1 para o col-
larinho brancos, escarla'ates,
c pretos a duzia
Brincos de ccres a balao, cousa
muito chique a duzia de pares.
Lindos frasquinhos empalhados
cora bom extracto para lenco
a duzia.......
Ditos em bonitas cajxinhas ca-
da frasco a duzia. ."."
Tinta para marcar roupa, muito
superior cada frasco em sua
ca'xinha a duzia.
Livrinhos com capa de meta!
douradoe comlionitas orocOes
para a m'issa a duzia.
Sabonetes de amendoas anaa-
gas especialidr.de do BAZAli
DA MODA, a duzia
Lapis pretos de superior qnal't-
dade, oitavados a grosa 3i i


7*600
k^'O
:; i0
65000
l#0)
6
r-v.....
MtDOO
dtntes a du-
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados} 6 cShas'aadas para ditos. W enfeites deraesae de lapinhas. _
;aras pelo iiaratifisimo preco
-.ovado.
^ECHINGKA, ALG0D0S1M10 A 4;0O(L
O Pava<> est wndehdo pecas de algo-
iisinho francez, lendo 4 palmos de largtj-
a com 14 metros-cada peca, pelo barato
ireco de 4MO0.
Pe 0 Pavlto vende.pecas de muite bom raa-
lapolo teado 12 jardas cada urna pelo ba-
ato preco de 3:500.
GROSDENAPLES PRETOS.
iegou para a leja do Pavao-um grande
irtimenio de s'osdenaples pretos, tendo
le LoOOat Ji^OOO o covado i ero
>s mdlhors e inaslargos que tem vmdo aq
nercado, assia como Lonetas sedas pretas
avradas, n.oireantiquesetc., toda* esias a-
endas, vendem-se nwis batrato'd qne em
)utra qcalquer parte, por haver grande
jorcSe.
PEBCALLAS E CHITAS BARATAS.
O Pavao venden um grande sortimento
las mais bonitas chitas claras e> escuras, mais
)aratodo-que em joutra qcalq-wr parte.
a asa as a *40 irs.
Vende-se na loja do P#v5o bonitas cas-
ias de cores lixas a 240, 280 e 30 rs. o
aovado.
Cambraias iranets a 4:010 a peta^
S o JPavo vende pecas da cambraia
uranca transparente, tendo mais de vara de
argura, com 10 jardas cada peca, fazenda
e sempre se vendeu a 7)51000 *S500,
quida-se pelo barato preco de 4)5000.
lipacas britaates a 1*, e 8 0.
O Pavo tem o mais bello sortimentt dej
dpacas lavradas ora as cores mais deli.'.a-
las 4ue tem viudo ao mercado e leinlo i eiw a Silva,
ante largnaa, rendem-se pelo barato preco
ie UOQO, e 800-rs^o aovada ^ ^fa
P.rinhii de mandioca
I Superior u
no arniai
O
Vepde-se um grande sortimento das
mais modernas o < legantes laasinhas para
vestidos, cora as cores raais novas que tem
j "in niudioUKS qne parecem de uma s cor e
S08TWT0 PARA A
Ynde-se por menos de 10, zi) e
SO' NO
30Io
gjftffdtc
, caes daasseinbla.

tE.S'ilASMoMEiin
mmmm^
XAROPEdeHYPOPHOS
lcSl
LWjrwfWMiTwiMi.:
"lPHaSPWTOde^WNING
M'
,om tinto lustro que ittam perfeitiment
is pOQpeanas de seda, e vendetn-.-e peio
aarao,prec-o de 400 rs.
Os 8elins do Pavao
\e i mais bonitos setins de cores
i.'orpados ftpopVMS pora vjUidos
x Dtio 6e-diversas or
TO
Ec -peavel pnbuce.ueste- estaiieleci-
le a da fazedas pretas,
rao seja is [raneeias c ingleEas, eliitas
as quaii-lados, Kend la d-;i
ae em viudo, propinas |wra luto, comn
(ejan, iasobas, alpacas lavradas3 lisas, antio,
.joaibazinaE, marin, ate., qae tudo se veoi'e por
ir*iobara
%dapol&0 francez a 7^000 rs-
Vende-se j-ecas de raadapoto frattt'ez
;om 22 met os pelo baratissim preco de
7,3060 a peca, pechincaa.
Utas MvUads m sedas
Chqgou um grande sortxnento das raais
noderoas poupenas ou gorgures de seda
i linho cora os raais elegantes padrees que
em vindo a este meneado seado, miudos e
^raudos, tanto em cortes para estidos como
para vender em covado, atsiai como ora
bonito sortimento das oais bonitas sedas
iistradasofie se vende todo muito em conta
CRA DE CARNAUBA.
Venderse orna grande porcSo de era de
armwiba *m saceos, por preco mais barato
loque em omra qoaUquer: na loja do
-'avo rna da toperatr jn. 50. De Flix
ALPACAS LAVRADAS
Vonde-se a m> bonitas alpacas lavradas
)&J0 osmelf}ore3 gons a 640, 800 e 1*000,
ocdvaJd. alpacas laas de toda||
0403 QOk.Af iac| (..roncas'
Cot paloia* de seda a
; pF3!oJSjW Pavao, cheg
soriimenHo da; tiais ''fconitt|Jll
palmas d"? seda tendo d todas
-padr&ea, tsao fa/.emla. baW
ivfnde-se a 1400 o C9n<
\s CHITAS D
brlhante
9 cjartne;.escfs pofl>Mi7|
ra4ai.do-'qiMi em ontra.quaJqiie
Rmh palraesra
4* *o n- Infa dri PavSn
H# 23Largo do Terpo.N. 23.
DE
SMAO DOS SANTOS ft C.
Os proprietarios deste bem sortido armazem de secco e molhados est2o re-
savido* a fasere uma grande diminuico de preces as suas mercadorias,-como se apro-
xima a festa e sempre 66 fazem avultadas compras para o centro e praca, por
isso prevtnem ao respeitavel publico em geral, que mande fazer suas despenca i e cer-
tas de que verao a grande duterenca em precXwmais do que era outra qualquer parte
le garantiodo-se as superiores qualidades. .
! GAZ AMERICANO 9*500 a lata, e 4401 SEVADINHA E SAG 280 rs. a ltbra e
irs a garrafa e 660 rs. o litro. '620 rs. o kilogrammo.
VINJHO VERDADEIRO FIGUEIRA 560' FARINHA DE ARARUTA VERDADEIRA
a garrafa, e 4*500 a caada e 800 rs o ti- 640 a libra e 15400 o kilogrammo.
Escovas linas para
zia a 15600 c.....
Alfinetes muiio bons, brancos e
pretos, a duzia de caixinhas a
Pentes pretos de muito-ba qua-
lidade s grandes para alisar
a duzia.......
Ditos zmarellos fazenda superior,
para alisar, a duzia.
Ditos de borracha lom costas de
metal para repassar, a duzia -
Ditos enfeitados cora contafi d
cores a duzia a i S 'i -S e.
Interesssantes coquinhos capri-
chosamente escultidos dentro
com um bom e lindo ros
a duzia 105 120 e
Grande sortimento de miudesas.
Grande sortimento dequinquilhnas.
Grande-sortimento de perfumanas.
Pagamento reabsado io mesmo mez na
compra com descontp de 10 o/. ou letra
acceita a seis meze's de pr
.!,,,< Soarm di Souza C.
34IOOO
25h0
700

2*400
I',--'"O
tro.
DEM DE ^LISBOA das melhores marcas,
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 2*800 e
3*200- a caitada, 660 e 720 rs. o litro.
DEM BRANGO DE LISBOA a 45000.
a caada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 r.s. a garrafa, 1*400.
4*800 e 2*200 a caada,
AZEITE DOCE DE i'JSBOA 900 rs. a
garrafa, e a 7* a caada, e 1*340 o litro.
" MANTEIGA INGLEZA FLOR 1*400 e
1*280 a libra, 3*060 e 2*780 o kilo-
graUHBO.
> BITA FRANCEZA 960,900 e 850 rs.
a libra, e 2*100, 1*980 e 1*860 o kilo-
gr:.'inmo.
DATA PARA TEMPERO 560 rs. a li
bra, 1*220 o kilog-ammo, em porco se
far abatimento.
BOLAXINHA INGLEZA MUITO NOVA a
400 rs. a libra e 8(K)rs. o kilogrsrnmo.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso, em caixa lia abatimento.
PIOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANZA, 280, 400 e 560 rs. o masso,
3*200 e 6*500 a gro?a.
AMEIXAS EM LATAS E CACIIINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 1*280, 2*300
3*500,45500, 5,5500 a lata o a retalho e 15
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso, e ero caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 5*500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM RASS, VERDADEIRA IIILEfiSd
BELL, 800 rs. a garrafa e 9* a dnzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 1*500, 1*200, l*e
I
De saperior qualidado da mtiiaccn
.^^ n;.,;, Daboucb &C, en
o.
<1-
da fabrica de Risqmt
cognac uma ds que mais agurdente
cognac, forneccm para o Reino da Inglaterra.
Vende-se em ceta d
omraercio dj 32.________________
TBSlPlTiiil
IVlfllLlUii
DO
BRACO DE OURO
Ruadolir:
Ne'str -' '
dariar
linhos
glezas-
i-
or
nnal
le u. Kl
r cha Hj
' finos (1
n.26
ene
*uiuto de
huir
:im
e mii
'
,)i(nc.
istus e precos par
as caixinbas r-
BAWHA DE PORCO DE BALTLMOOR
720 rs. a libra, e 1*560^ kL'ograremo, em 800 rs. a garrafa,
porcao se far abatimento, GENEBBA DE IIOL.ANDA E I1AMBUR-
ARROZ DO MARANHAO h DA INDIA b
120 e ti, a libra, 260 rs. o kL^graeimo e
3*400 a arroba.
ALPISTA 4 200 rs. a lbra e *'0 rs. o
kilogrammo, e 6*000 a arroba.
CAFE EM GRAO 6* e 6*500 a an ~obS
cores a
(radas li-
lOO rs.
|um rico
i has com
cores e
larga e

lento de
[mais ba-
larte.
(AROPEt
r^MLlL
Vi
i.S PUPEL
ksemmt


~*wrr


LINAS DOPAVAO
lindas pol
'poupelir

eoc
>elo baraf
Hit'O
I I

efcj^eia,
bonito
[500 R^
ilina
be seda
aais lia
ka,awl
tendeae
200,240 e 260 rs. a libra, 440 e 520 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABAQ MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 ra. o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento,
MASSAS PAILA SOPA, "MACARRO, TA-
LHAJUN E ALETRIA, 560 rs: a librad
1*220 o kilogrammo.
ROLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, bem como perola bri-
ihante, combination, Francy^racyuel, mixed
Bntania. Mdium, Fancy-nic-aac, a. b, c, e
soda a 1*000 e 1*400, cada nina iata.
Assim como h* outros. muitos
GUEZA 7* e 6*a frasqteira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA.
11* a frasqueira e 1* o frasco.
QUEIJOS DE.DIVERSOS VAPORES,
f [3*000, 2*800 e 2*400 em caixa ha abat-
mente.
TOCINHO DE LISBOA MUlTO ALTO
a' io"!v ** a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e ,' l*JKK) a arroba.
LN'vr'0^s n.NA3 PROMPTAS EM LA-
TAS lr*0 LOMBOi?E r0IC0 ASSADO JA PROMP
TO a 1*000 ft. a ,,,ta-
CHA FINO. GRAl^0
3*200 e 2*800 a Jjbra,'
DEM PROPRIO PARA NEG ^ '
2200 a 1*800, rs. a libra. :fnnis
vinho ---------- U)nas'
E MIDINHO
e 6*100 o kilo-
Cot "r""
veja
tugue*.. '
Um ci'.'.,.' j <
caixinhas o^
mimosear senh-. H,
temente chegada3 de Paris sao de prin
do gosto, offeresse-nio-las aos galanteadi
do bello sexo pois neOas adiarlo nm digm
e serio presec* D^ra as donas dos seus
pensamentos. Tambem os apreciadores <\
b6a fumaca encontra rao charutos dos mf-
Ihores fabricantes da Bobia e de Hh
sigaiTOS d(> R'O de Janeiro etc. etc.
Doces d'ov's seceos, christalisados t ne
calda, ditos de caj ede outras qalid.
Nesta casa recebet-se encommendas par
bailes, casamentos e baptisados e qualquer
encommendas avulss,' como seja pao de K
e bollos enfeitados e outros nanita:
que enfadonho' mencionar.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende u
rna da Aladre de Deus n. 22, armazem nt
J05o Martins de Barros.
JTATMOBRDAS
i-^in constantemeule, om -seu armazem,
Gruzn. Ct um comple}o,sortimento de
^- 4.- u p' uu' VBru garrfiatw a retafto, pexei
to^nettraTarv^: '?' -W VeZag' <"*. e ardinhas de Nan-
FinalmS ml nSEi h' iMnSBnte' randesmolhos de sebolla 1*500.
rinainyntecaaitog outros gneros que enfandonho mencioila-los.
Balanca d
Dita orifontaes.
'-SOS di ,a|,
has a CiUiforn, ,||K1-
Bon.. ippnreeido at^ojT
.tem... de vidro pr'a cabflir--- a :.-.
Cbaiiimm tsisrto*liui
l.nna^ dt La.

IJMA A FESTA
portas, loja de fer agem
537Rua Direita--53
Nesfe irrande ,io, ha para sender
um completo oftimfet* de ferniCem. e nudeza< I ^'^o. em barncas grandes .,
finas groews,. com jain innde'Jai. cbineza^! V^nF??' H&fciPX
mellas, el,,
iJeiraa, tai
Vende-se no
reir da Costa
PORTLAND.
mai-dltoda.Visante Ferr
, defronte do ao da. G^n-
eunni
VidOs para vidrac
Tnico imperial.
se
toes, Dar:
Iheiras, cac*rffit^'Jf?h}iater
de ferro cerno do-por<
di nt-^ V- jubh,^ da*.Kdfcieaa
|c
Na
t armazem do PavSo rw i
fado,!
da Impe a. 60.
ir
f^ totola******
rocar aJgodao; a^s o> rI,go8 de terra-
gem, mmdezas < tinas, quff pora a vis-
to se verifica; na roa direita n. 53 lote de 3 por-
tal de Maooei Rento de otivtfra Braga* c.
comarca do Ro
(ue, com ,gi
tTde, ssaria. asto.l
enj
a tratar na ru
La;
tO W:
ge!
El


6
Diario d Pemambuco Ter



'
\
\\
IMIMIU
A BITA DA II^PEHATRl^M. 9
Esquina da ruada Aurora, em frente do daf luaperatri;;.
AN'cste novo o snmptuoso estabelecimento de fazftndas criCootrarao as Exroas,
o quanto possamdesejarUflto em artigos do mais rigoroso luxo, como eio lodas
ti mais qualidades de farendas,
Aitm dse acharem prvidos do que de mejUpr^eucontraueste mercado,
por todos os paquetes da Europa, receten! directameme i mais. apurado gosto se encontra eraiParis, o que vem cada fth a*jg#riarH
,i s de que dispSe este estabelecimer.to para bem servir sua numerosa
5*0PA.
ILANTE
M
posto* a at ,
darara vir ej
da Europa
finas e mu
lvidos
ATliiy 18
Gase rom listra /l svdaa>il
da inteiramente nova [
Gravatas para apanoras e Jtot
completo sortiraeotp que so ptJde
dfr>
Algodio iarjjo para lences e toaihas de
as quMidadies que costuma viraojnor-
;ado.
Alpacas de todos o padrSes e qualida-
des l.j variadas que se n podem descrever.
Albunscom msicas para collocar retratos,
delicado presente para qualq.er pessoa d^i
e'.ima.
Atoalbado de bobo e algodSo, branco e
Je cores proprios para toaihas.
na
Bas juinas de seda pretas e muito moder-
is, bem como de crochet, tuio de apurado
gosln e feitio.
Bales de mu' selina, madapolao, brancos
e de cores, para senlwra e meninas,
Uar.ges de cores variado sortimento.
BabacUnbos bu tiras bordadas em todas as
larguras.
L-lbutin de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem. grande
varini'-'ile de lmannos e gostos.
ibazioa pretade todas as qualidades.
Bramante de nho de H palmos de lar-
jara, todas ;s mais quajidades.
Bretanhas de linho e algodo, grande sor-
t; liento.
B.ins de linho branco e de cores, do mais
tomraodo ao mais caso em qualidade, alfian-
$ando o que ha de melhor na especie.
Brins d'algodiio completo sortimento e
variedade de pre;os.
<33
Casaas de cores, o maior sorlimento, pr-
mando pelo bom gosto e barateza, atientas
is qualidades.
Ga ubraias brancas, tapadas, e transparen-
tadas as qualidades e precos.
.-inhasde cambraia de linho e cassa
bordarlas ricamente enfeilados para Sras.
Camisas para homens e meninos, to va-
iado sortimento que vai do mais ordinario
madapoljo no-mais perfeito bordado de li-
nho e' cambraia.
Camisas de meia, de flanella, brancas e
de coros para homern.
Caserniras pretas e de cores, o melnor
pode imaginar, sendo d'isso a mc-
r prova o grande consummo dellas na
;ina da casa.
de flores, para noivas e bailes,
Id a mais candida flor de larangeira at
interessante grhalda.
Ch is no melhor gosto,de todas as
s hoje preferidas pelas senhoras de
aais apurado rigor na moda.
Chapos pretoa de velludo, para senhoras,
olti to de ftiris.
Chapeos de sol, para s nhorase homens, J gosto.
de todos Os pre;os e variados gostos.
Cbaly com ricos padres para vestidos.
Cbales de todas as qualidades, avultado
c nao menos vanedade de gostos,
Gbitas, impossivel descrever o sortimen-
o e rariedade de padres e novos gostos,
na oeste artigo tudo quanto se pode desojar.
>3 para senhoras o que se podeima-jdor de urna senhora de gosto.
giaar de melhor. 83 .
Coques, o melhor no gosto e nos entei- Saias bordadas, brancas, lisas e do eres
tes, varios lmannos. com folhos e sem ellec. o melhor possivel.
Colchas de seda com borlas, o mais ipu- Sabidas de baile, de todas as cores,
rado gusto e lavor. Sedas pretas, de quadros. lavradas, lisas.
Ditas de ftistSo branco e de cores por de lisl ras detodas as cores e qualidades e
precos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
ios para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
,o qoe de m-lhor se pode desejar.
Colrtenos de linho bordados e lisos, o
naior sortimento.
Guipure preto o'branco, diversas largu-
ras edifferente.s gostos.
Collas e puobos bordados para senhoras.
Guardanapps de lnnp pequeos e gran-
des.
Gorguro do seda prclo e de cores.
Grosdenaples preto e de cores, haven-
do diversas qualidades c gostos.
Japonezes para senh-ras, o melhor gos-
to, e fazenda propria para as fesfas nos ar-
rabales e passeos a tarde.
LSazInhas de todas as qualidades, cores
e gostos, nao fleando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escolhcr.
Lencos, tudo quanto pode haver desde
esguiSo ao algodocommum.
Leques do madreperola e osso, o mais va-
riado sortimento.
Ligas de seda, bordadas, para senhora.
Lu vas de Jooyin, ebegadas por todos os va-
pores, sempre novo sortimento, quer em
pellica para homens e senhoras, qner em fio
d'Escocia, brancas e de cores.
SXS
Madapol3o; indesciiptivel o grande sor-
timento que lia neste "enero, desde o mais
elevado preco ao menor, que se vende em
pe?a e retalho por menos do quo em ou-
tra qualquer parte.
Manas de blondo para noivas: o apurado
gosto dos nossos correspondentes em Paria
habilita-nos a dizer que temos em nosso
estabelecimento o que de melhor se deso-
ja para vestir e ornar urna noiva.
Mantas pretas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos protos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos c va-
riados padres.
t
Pannos pretos e de corea, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
Cimmodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos- para
mesa.
Poitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Prmcetas pretas e de cftres.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindissima.
Pdlherinas para senhoras, do uliimo
Perfumaras ; os mais finos extractos o
quo de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, o de mais fragante
e suave no olphato, tem o PAVILIIO DA
ALBORA, desoe a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouqi'.rt d'Amour, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
ihecido estttwle-
ilos objewn, respeitavel publico, mnn-
eceber pelo ultimo vjjpor
je variado sorti ment} de
especialidades, as quaes es-
a vender, como de seu csame,
por presos muito baflftihos e commodos para to-
ja* OGallo....
HHb luvas dap|fcllica, pretas, bra-
rte mui lindas c^rts.^
oas a ^Ditax^viHMts e punhos para se-
reslt^|WKro o que ha de mais moderno,
inores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeitos para cabecaa das
Exmas. senhoras.
? Superiore* tranfas gretas e de tres com vidri-
Mpe sam eJleHet fazenda o que pode haver
JmSielUiir o nia>no.
Superiores C-f'W04 leques de madreptrola,
maotim, ^alp e .psso, sendo( .aquelles brapcos
cun lindos aesenhos, e estes prots.
Muito stjperiores meia fio de'Bacoesia paja a-
nhoras, as qnaes seaipre.se v04orn.por 3#000
a duza, entreunto que nos a ytendemps par 20,
qJrajdestas. temos, tambieni grande sortimento de
outras qualidades, edtre as qucs algumas ^qtuito
firtas.
Boas bengalas de superior, caona da India e
easlao de marflm culB.l}inda& e,/encantadoras Ago-
ra* do mesrao^ peste genero o ue de melhor s i
)(> desejar ; alm destas teos tarnbem grandi
quantidado de Ontraj duaRdades, qomo sejam, ma-
aoira, baleia, osso, borracha, ejtc,ele.tc.
Finos, bonitos e airosos ciiiootianos de cadeia e
de outras qualidades.
ligas de seda e borracha
o mais barato possivel.
Saraelim de todas as cores e qualidades.
O
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
maitos desejaveis, e em peca para co-
vados.
2a
Toaihas de labyrintho, do]maior e mais
Damasco de !a do 9 palmos de largura gnu mbalho ao mais barato.
'.indas cores o ricos padres.
en
Espartilhos brancos e de cores, para se-
nhoras e meninas, o melhor neste genero ;
oenhuma Sra. deixar por certo de muir
se de tao precioso auxiliar perfeico de
om corno delicado.
Entremios bordados.
Escomilha pr-ta.
Enleites para cabeca, ultima moda de
Paria, recebida no ultimo paquete.
Esgnio de linho, completo sortimento de
todos os nmeros. .
Filas largas escocesas para cintos, varie-
lade de gostos e lindos padres,
Fi has de crochet, moderaos com cintos
i capas, o que ha de melhor.
F de seda, linho e algodo, do todos
os costos e padres.
Fusliio detodis as cores e qualidades
frande sortimento.
Flanella branca e de cores.
Toaihas de linho e algodo de todos os
tamanlios, lias o felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fa'sonda muito nov'a, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos e
decores para meninos, de cambraia para
baptisados, o que de melhor tem vindo a
esto mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto o forma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos JHntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos-de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras oessas" Exmas. freguezas, que
somos os nicos em Pernambnco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhante materia, gra-
Flores, o que ha de mais rico, qucr'cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
soltas, qner'em ramos, tem o PAVILHaO Paris, podemos garantir que ninguem neste
DA AItORA am permanente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
"to das Exmas. familias. conta.
E' dispondo d to grande e variado >ortimento que os proprietarios do PA-
V1LT10 0\ \UBORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
e o bom gostoo movel nico de seus negocios.
Prvidos de tudo e promptos sempre a prover-se do que por ventura lite
trio, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
o de serem contwdictos e proteslam esforcar-se por continuar a merecer
'inv se^hea tem dispensado ; certos de que do sen estabelecimento n5o sahira
o freguez descontente.
CoMtina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
las, prompto execntar. com promptd*o e bom gosto qualquer trabslho que Ihe seja
Urna modista especialmente oceupada jws trabaihos do PAVILHAO Di A-
HORA. dirig- os qu mcju e a mais completa perfeicSo nos seus trabaihos.
A nunkH'osa freguezia que nos honra urna prova de que merecemos o con-
pie se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
inflia. Para f* ilUar anda a concecuc5o do fim,3 jue nos propomet. temos no nosso
intento os riltimoa figurinos de Paris, qne recabemos por todos os paquetes, os
ra serem vistos as familias nossas freguezas, afim de escolherem,
tepda.0 costo na forma.
ilfaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente os figurinos
^He os vapores se recebem.
^^B porque nos apresentamos pedindo a protec ;5o do Ilustrado
s profundo respeito convidamos 4a exceflentissimas Sras. a visi-
ifleeiroento, certas de encontrarem nelle pelo men'r preco possive-
^^^Hcaixeiros levar as faiendas e amostras onde forem pedidas, visto
icar todo quanto tem
Joo huiz,\Sobr\nho & C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
Lindas e superiores iigs uc.wiaui^
para segurar as meias.
Boas raeias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 13 annos de idade.
Navalhas cabo de marlim e tartaruga para tazer
barba; sao multo boas.'o de'mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa \\z tarn-
bem sseguramas sua '(italdade e delicadeza.
Lindas e bcjlas empellas .para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhor do cartas para voltrete, assim
como os tentos para o mesuio fim'.
Grande e vanado sorlimento das mclhores per-
fumarias e dos melhnres e mais connecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsdes, e
fa^ilitam a dentirao das innocentes crianzas. 8o-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e Continuamos a recetie-los por todos os
vapores, aflm de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois podero aqnel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deros coBares, e os quaes attendendo-se ao im
para que sao applieados.se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dosebjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a vireni
comprar por pregos muito razoaveis toja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
A YERDADE
55Ruado Queimado5i
A-VERDADE tendo em deposito grand
qnantidade demiudezase perfumaras, e de
sejando apurar dinheiro e adquerir boa frt
guezia est rssuivida .a vender muitissim'
barato, ; por essa razao convida ao respe-
tavel publico a vir competentemente mun
do a sortir-se do bom e barato. Pois quat
do a Verdade apparece, tudo mais de.&
apparece------
Grande sortimento de bonecos de cera i
Bpassa. as mais lindas possiveis vestidas a cj
raqter.
Abotoaduras moderuas para col-
letea....... 32i
Espelhos donrados pepnenos. 26(
Agulhas de osso para crox a 20(
Pentes para regac com esntas a 32
Ricos globos para candiefro de gaz a 14180
Chamins a........ 32(
Grande sortimento de objetos de
louca para brinquedo de menino ICC
Garrafa cora tinta a..... 80i
Dita com agua florida verdadeira a 1#30;
Dita com dita dita a IdOt
Frasco com oleo de babosa a 500 e 72<
Dito com agua de Colonia a 300 e 50(
Garrafa com agna divina a. Io0(
Frasco com extractos irnos a 1500<
Latas pequeas com banba muito
fina a 120 e...... 16<
Sabonetes de diversas qualiiades a
80, 160,240 e...... 32i
Finas escovas para (lentes de 120 a 60t
Lindos coques modernos a. 2|$00(
Pavios para gaz, duzia a 240 e 3~2(
Escovas para facto a 500, 600 e 7(K
Ditas para cabello a..... 501
Pentes para tirar piolho a 160 e. s 24(
Brincos de cores, bonitos a 160 e 20(
Pecas de tranca de 13a com 8
varas por....... 8t
Oleo para machina de costura,
frasco a........ 60(
Peonas d'aco finas caixas a 800 e li$OCK
Dita d'a$) Perry, caixa a. 1^40
Gal5o de algodo pega .... 40(
Lindos babadinhos e entremeios
peca de 500 a...... l#50t
Ditos de louca muito fino a 120 e 20(
Ditos para calca a 160 e. 2i(
Caixa com papel amizade a. 70(
Ditas com envelnos a. 48<
Ditas com obreias a..... 4<
Caixa com agulhas fundo dourado 28(
Ditas de ditas ditas a.....' 16(
Thesoora para coatora a 240 O 5(K
Caixa com linha de marca a 28f
Linha de cores em novelloa (li-
bra) a........ 50(
Carreteis de linha Alexandre de 70
at 200. ........ 10<
Grampos muito finos com passa-
ros, duzia a...... 20(
Cartas portuguezas, duzia a Ii540<
Ditas francezas a 2^200 e 30(X
Papel almaco e de peso, resma a
30400, 35500 e 405Ot
u5a muito fina para bordar, libra 6>50f
Fita de algodio para debrnm de
sapatos, peca a .... 16<
Ditas de 13a para debrum da ves-
tido, 'peca a 48
Pentes finos para aegnrar ca-
bello a ....... 32<
Ditos ditos de btalo para alisar
a 240, 320 e....... 50t
Ditos liara aparar penoa a I0<
Rustas pretas, par a". 101
Trama de 15a de caracol pe?a a 40 e lOt
Fiu de coz peca a 480 e 56(
Alfint-tos de latao a..... 101
Sapaios de 19a para enanca a 400e 80f
Gravita de "sedas de cores a 20<
CalQadeiras a....... 8(
Grande sortimento de rendas daa libas.
Um par de suspensorio de borracha pot
WO res! i! f H l
Na verdade ra do ^etavade
Grande aruiazen de bzcn(hs t roapas lefias roa da Imperatriz
n. 1)2, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento- encontrar o respeitavel publico um bonito sortimenU
ti roupas de todas as qualidades, palitots de alpaca a 33, 3600 at 63. Ditos de
Brin, ditos de casemira de cores bonitos gostos a 80, 60, 80 e 100, de panno preto
sacos e sobrecasacos. Ditos de briai pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
e decores de 30500 a 60000. Calcas de brim de cor firts ;e ordinarias, ditas
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo Uno e ordinario, 'ditas de naeeraira
de cor e preta de 43. 50, 60 a 150. Cohetes d todas as qualidades e preco muito
barato. Comntelo sofiimcuto de camisas iranceaas.de algodo e de linbo de 20 at 50
urna. Sortimento de seruulas francezas^ algodio, de linho e bramante a 20 e 20500
Grvalas (manta?) novissimo gosto a tolos os presos. Meias aertimento completo a 30.
40 at 70 a duzia.
R0UP.\S;P4RA MENINOS. -% |afl
Knarrega-se de qoaesqoer-obras s de encoaimenda tanto para hoanem, como
para meninos, e com brevidade,. por issa queTtera um boiyto sortimento de fazendas de
todas as qualidades taita em casemirs como brins, 'pannos finos e outras muitas fa-
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de H palmos de largura a 10800 o metro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as cftres a 640 rs. o covado.
Poil-de-chvre com lista de seda fazenda de gosto a 10200.
Basquines de guipare enfeitdas a 180000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 860 rs.
Madapolo fino a 60500, 70, 80 e 90000.
AlgodSo peca com 20 jardas a 40500, 50500 e 60000.
Peca de algod3o largo a 70500.
E outras muitas fazendas que ser eofadonho mencionar Cbeguem roupa
feita qoerso est liquidando na loja ra da Imperatriz n. '52 (junto 4 toja de oorives) do
LEO DA PORTA LARGA
DE
rcvctentf
Paredes Porto.

sen.
Mikroskope 'achroma-!
tisehen. ObietivLin- ,,, r V~^
Barmetro e termos
metro. Centgrado
e reuumeure.
MSCONCOS
E crystal de rocha do Brasil.
F. #?. Germano, recommenda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeicoa
dos; porque, com eatet) vidros. a vista doscanca, fortilica-se e n3o a canea como com
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um vidro, pode durar dez annos, omquanto
que, com os vidros ordinarios se est obligado a muda-Ios todos os annos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o crystalino do ho e determina quasi sempre do-
res de cabeca. O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do ftlho, e,
todas as vezes que o objfccto est mais perto ou mais loigj, os raios que expelle s3o
mui convergentes ou nui divergentes e a viso nao perfeita. Um grande numero de
pessoas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a viso nao distincta.
Com a applicac3o de meus vidros pode-se vencer estas difficuldades. Para os que tem
a vista curta e cajo crystalino mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
ionge), o que se chama royo pe, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponto da
vtsTa, o que faz divergir os objectos e deisa ver to longe como as outras vistas. Quan-
do o crystalino muito chato, o qoe sacude aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama presbyta, vem methur de Ionge que de perto, e nao enxergara senao
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergaro
t3c distinctamente como na idade de 15 annos Servindo-se destes vidros quando e
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
F. rf. Geriaanu encarrega-se pela su experiencia, tendente aos olhos, a e s
coiher, a primeira vista, seja qual for a idade e grao de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Para a vista myope, (vista curta;. Para a vista que nao supporta os raios
Para vista que se cobre de nuvens. solares nem grande claridade.
Para a vista que por momentos, v es-1 da da catarat
voacar pequeos pontos negros. J -a cor
Para a vista que as palpebras tremera
de fraqueza.
Para a vista que os olhos sao desiguaes.
Para a vista que se turva com o traba-
lbo e a leitura.
Para a vista presbyta (vistagalon ).
cadas de sangue.
Para a vista que um dos olhos myop
e o outro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do nlho se cobra de catarata.
Sortimento
para theatro,
alcance para
rinha.
de binculos
e oculos de
o campo e ma-
Tem tambem grande sortimento de reto
Lunetas, pince-nez e
face--maia, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ac,
etc., etc.
retogios para parede, que d3o horas e par3
cima de mesa dos mais lindos modelo Relogios para algibeira, de ouro, prata, prata
dourada e foleada, inglezes, suissos e oiisontaes dos melhores e mais afamados fabri-
cantes. *
Vendas em grosso a a retalho. Era Pernambnco.
N.2l=Rua Nova. 21.
RnakflMMMHHfoa. JO.
Novo e variado sortimento do perfamara'
finas, e tos.
Alero do'completo sortimento de perfiv
alarias, de que. effectivamente est prvida?
loja do Cordeiro Providente, ella acaba di
receber nm outro sortimento quo ve tora*
aotavel pela variedad* da objecto, superior*
dade, qualidades e commodidadea dftrbpr*-
co8; assim, pois,o Cordeiro Pmvidwteaed
e espera continuar a merecer a apremeW
do respeitavel publico em geral e de aa>
boa freguezia em particmlar, n3o se afa
tando elle de sna bem conbeeidanuusidM
a barateza. Em dita loja encontrarse' w
ipreciadores do bom:
Agna divina'de E.,Condray.
Dita verdadeira de Hurray Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana ,ra
ceza, todas dos melhores emaiaacreditado*
fabricantes. -
Dita de flor de lar ingetraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico- para consenaco 4
isseio da bocea.
Coemetiqnes de superior qoalidade e chai
ros agradaveis.
Copos e latas, roaiores e maerea, cou
pomada fina para cabello.
Frascos otan dita japoneza, trapaparenw
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos t
(rancezea em frascos simples e enfeitadoa.
Essencia imperial do fino e ajyajdavel cht>
t> de violeta.
Outras concentradas e de ebeiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade.
cem escolhidos ciieiros, em frascoa de difl#-
ectestaraanhes.
Sabonetes em barras, maior es e menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figo
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barbk
Caixinbas com bonitos sabonetes imitand*
(roelas.
Ditas de^adeira invernisada contando 1
aas perfumaras, muito proprias para pr
entes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, ta>
Oem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e 4
moldes novos e elegantes, com p de arro*
e noneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de campbora e outras diffe/ent*
paalidades tambem para denles.
Tnico oriental de Keinp.
Anda inafs coques.
Cm mitro sortimento de coques de na
vos e bonitos moldes com filets de vidrilh
i alguns d'elles ornados do flores o fita*
istao todos expostos apreciaco de qua*
>8 pretenda comprar.
G0LL1NHAS E PUNIIS BORDADOS.
Obras de muito gosto e pereica.
Fivellas c filas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objet
ios, ficando a boa escolha ao gosto do coa
orador._________________________
FITpopuijAm
. DA
FABItlfA HflOUI n mik
DB
Tei'xea Uldurico fif-C
Acha-se venda esto ptimo rap, nico q
pc supprir falta do prineezade Liaboa, pora
de mui aaradavel perfume, viajado, e a prego <
mais mdico possivel ; o por isso tem sido as
acolbido as pravas da Dnhia, do Rio de Janeiro i
em outras do imperio : no escriptorio de Joaqrus
Jos Gonijalvea Beltto, ra do Commercio n
mero 17
TASSOIRMAOSftC
Venden) em &m armazn?, no eaes do Apobi
d. 7, Escadinha n. t o ra do Amortan n. 37, o
seguintes gneros :
Aqo de aiilo.
Milbo em saccas graades.
Farello em saccas de 90 libras.
Chumbo de. municao sortido.
Metal amardl) para forro de nayios.[
Machinas paraaep&taqas ajgodao de li, 16 e serras.
lTnsene eii*ls.de ."> g^les.
i'.ha-Dpague do^ailo aki*Wt* Kmg.
Horptouth.
Vinbo Jo Peclofngarrafado.
Ctate di.afamado fabricanii.Gutier)','*es.
Fu?,, da China, faixinhas, 40 caru.s n.'K Extr.
GenetH'aiwlezatOldluu
Cimenln Romano.
Cimento Htdjraulico.
Cimento Portjand. #
Gess o-^araestt|quf s.
Cannos de bnnV para esgoto?.
Gradcamentos dfcrro para jardn?, calcadas etc
Carros de mao para servicos de arroaiens.
Garraf6es com 5 galoes de" vinagre tinto,
dem com 3 galoes de vinagre tinto.
Chumbo em barra.
Popos tubulares ins-
tantneos.
Heitor Sampayo.
Una ,\ova n. 88.
Os annunciantes acabam de preparar alguns
pocos tubulares lu-tanlaneos, mais aperfeicoados
do que os viudos de lora do paiz, os quaes ven-
den) por preco muito mais commodo, encarregan-
(lu-se do seu assentamento at funecionar. Um
dos melhoramentos feitos poder servir qualquer
bomba. As pessoas pie qunerem comprar mu
ou mais desses tubos deven dirigirse officina.
do3 annunciantes : ra Nova n. 38.
KtJ
* PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
PHAR1UCHUTIC0, 2, ME DES tlOII-SAIRT-rlUL, PAH3.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJ AS AM ARGAS
> ieailRETO m PTAIIIt
O IedorM* d potauio a verdadeiro nurantc. am deparador de incontettv! efB-
eacia; combinado com o xarop do Oftio do laranjai amorgaui, e aturado
n portarbacio algnma pelo* temperamento os mais (neos, toa iliem u fonecSM
w tstomago. Aa doses roathematicaa que ello conten permitten ao* medico* de receiul-o
para todu u eomplicacoea as affeccoei McrofnleaM, tubronk>, OUO-
toM no* accidento intermtexitM Uroairo*; alen d o, 4
agente o mais poderoso contra aa doenoaa rhanmattoa.
Xarop s refrigerantes
Groselhe. abach, orchala e goma arbica : na
confeiiaria dos aoanazes. ,
Sementes
mrope renco mti-iervoso
* ouwi dalaraajM aaaarcaa.
M annot da oceeatoa attestao a sna efB-
caoa para curar: cu dotnftt nervofoi,
/fa4 ou ,-hronicot, ai gaitritet, qatlral-
tm; e facilitar a dignta.
XAROPE FERRUGINOSO
aa oaaaaada laaMtaa aaaaata a.
E' eb a forma liaaMa qao maia facflntoo-
te feaamilalarro ;a'*U forma prefe-
rivel as punase pastilhasea todos os casos
em que sin srescriptos os fsrruginosoa.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM QB1H, PTEAfl
MUi, mttwUU, aara a airara t can- I a* Jnaslfcl.li, coas base de
smelo dos dsstas, caada aa Asaaa
castadas pala caria aa psadndM aa*>
caaiadadosaforaadasria
npa, a. asststiali** M*b*ii**, i
. a^n^ssaaBssai vsjnajsaav ^aa^ar aawaaa^^n^^
De bortlicas novas e sag a 120 reis a libra,
no Balisa, ra do Livramento d. 38.
V
'4

t






Diario de Pefnanibuco Ter<;a feifa 1 de Marqo de 1870.
BENTO MACHADO & C,
A AGUI.-V NEGRA animada com o bom accolhimento que teve era seus annuu
zios, vera novo pircipar a seus freguezcs que, acaba de receber um variado sorti-
cieoio de objectos de gosto os qaaes sero vendidos por presos muito razoaveis, pois
quando fez os seus priraeiros annucios, foi o que assegurou, e sem mdo de errar,
Donjue como i? disse %U intercsses ligada a urna casa iraportadoradesla praca, e
oor isso poder ter tudo especial e vender por precos admirareis.Chama pois a atten
cao de seus fregueses para osarttgos possa descrever:
Ltvros com o tampo de marflm, madre- Um variado sortiments de charuteiras e
Tla,5iaIlarUga' pr0pri03 para miSSa* paiteiros de porcelana,
*Si ? goSstoZiaS PrPr,a,ParaPrcsentes Tentos para voltarele
Indispensaveis do pa[uha e de couro pro-
crios para senboras e meninas trazer nos
irados.
Binoculbf h raadreperola, raarfim e tar^!
'im& todos esmaltados. I
Cintos largos de setim, cousa inteiramen- ,-
'* nova. mm
Fitas de sarja de todas as cores e larga- Talagorce parabordar.
-as para la$os. Um completo sortimento de enfeites de
Toucas, sapatihos mcias de seda e mais. seda para vestido,
pertences para baptisados. Perfumaras de todos os autores os mais
Fitas com rascnpcoes propnss para bou- acreditado or,i o*tractos, pomadas e oleo?
uet de noiva, e finalmente outros muitos objectos que nao
Ricos vasos cora p do arroz. possivcl mencionar : mas com a vista se
Um variado soriimente de jarros de por- certificarlo do sertimento deste estabele-
elaaa. cimento.
Travessa do Corpo Santo n. 25.
Os acreditados cylindros americanos, para padariai .por dous diferentes syslemas.
Machinas para destrocar ajgodao pelos melhores fabricantes jJe New York.
Machinas de vapor syatema do locomo.iva e poltas para as mesmas.
Carriohus americanos para transportar volumes era armozens. Tudo por pre
eos razoaveis. fi M cenlo ^ ec,lorm, ???
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25l Et fimo dar lucem
.Na roa Ja Impcratriz, loja do Garibaldi n. 36, e
Arara n. 72, tem graade sortimento de dminos,
sendo de seda, alpaca de cores, 13a e velbutina,
barato para acabar, saber. 2J, 3J, 4J, S, 8* e
10. vestuarios a carcter, lodos do novos gostus,
a 6, 7 e 8* : na ru da Impcratriz nmeros
>6 e 72.
LOJA DAS MACHINAS
29 -RA DO IMPERADOR 29
Ricos econmicos, d ba luz, do .'00 a 15000 rs.
cada um.
Fugio do fog nlw Ctmtntitimmiw'i
de S-wnhlem pertenec-,
Wanderley '>s lo baixo. groco, nariz nato, diz ser 7a I
ter sido comprado pequfim. J^aVCatoai
de trinta e tantos cunos,
hitadas, estatura bsixa, cOrfi jn-j
e esta na pona do queixo, Fclippa d.v
de de 10 anuos pouco mais ou men
se, sem deleito algum, teve bixns en
rom pouco a|iparece ; por isso ped s-
dades policiaca e capitaes d^/atoi > '?, c
inesmos c lvalos bo mesnio engen'

Bengallas cam marfira, cousa especial.
Sabonctos de alcatrao.
Cofres de folhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-
Agrria Negra, ra do Cabug n. 8.
memm
Acabam de chegar grande qnantidade das venfdeiras machinas americanai
ara descarocar algodSo de todos os systemas e tamanhos seguintes :
12 serras 12 serras
ditas 14 ditas
ditas i 5 ditas
ditas lt5 ditas
ditas 18
ditas
dttas
ditas
ditas
ditas 33
15
10
18
20
22
25
30
35
40 ditas 40 ditas
* quaes se vesdem por presos cemmodos o roga-se as pessoas que dellas fizeram en
emiendas de alguns tamanhos, obsequio de as mandarem busca-las o mais breve pos
iwel afira de nSo haverem faltas.
RA DA CADEIA N. 56 A
ditas
20 ditas
22 ditas
25 ditas
30 ditas
ditas
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OS. m 63 OS CB as
YoQdjjfMthdtvt-rsns e.-cravos peras, viudos
do "ear e i'ianhy, proprios para enpenhos, assim
eomo diversas ciifiroclias de 12 a 18 anns, com
habilidades e seai ellas, e un casal de escravos
pardos, garantiiulo-sj a conducta : a tratar na
ru da Cruz n. .': e o.'i, .3 andar. __________
AO CAMPtiS
Na ra do Imperador n. 28, vende-sc
os seguintes gemios de superior qualidade,
a saber:
Presuntos inglezes (para fiambro).
Queijos inglezes (muito novos.)
A verdadeira porania de araruia.
Copos lapidiios (muito finos.)
Latas com hgristas a 000 rs.
Licor (aya pana).
Ovas do serian.
E urna tranca de ceblas por 60rs. !!.'.
&t> nn armazrm do
Campos.
Ruado lmp ra'lorn.28

55Ra da nperatriz55
F, Gautier, proptiefatiio deste importante estabetecimento *.em a honra
de participar ao re>peiave publico que acaba de chegar da Europa para on-
de tinlia ido especialmente para coMralar peritos ofliciaes c que conseguio
cwilrata-los na primeira .-^sa de l'aris, por isto julga que todos Gcaro satis-
foitos dos trabalhos do seo esiahetecimento -ciijo excelente material ainda
foi augmentado i'oai novas machinas qne ja recebeu e tambera muitas drogas
novas coro as quaes se ohtra estas maravilnosas cores modernas to apreci-
da em Franca em todo o nitiudo.
Tinge, lava, limpa, histra, aohamalta com a maior perfeico fazendas
em pecaa-c em obras de todas as qualidades como sejara: seda, laa, algodo,
linkas, cb^)eos de feltro edepaiha etc., etc.
Tira nodoas e limpa secco sem mibar os tecidos, conservando assim
todo o briiio da fazenda.
Impressoes sobre tecidos
com este novo systema, os vestidos de seda e ostras fazendas que al agora so
podiam tingir-se de cores lisas, pode recober um bonito desenlio de cor
diveesa, a eecolha, o que realca a fazenda e Ihe d mais merecimento.
Tintura prela, ten^aa e sexlas-feiras
As pessoas das provincias limilrophes que quierem ulilisar se do seu
estabdecimento poderlo mandar o que tiverem, na certeza de srem to bem
servidas como no Itio de Janeiro o na Enropa, e com nais prestesa por
causa da distancia.
Estamp-s fma-
A loja ila Aurora ncehoo boas estampas colo-
ridas, sendo das segnintes qualidade-i : nifiri" do
justo peccador, enferno eparaizo, das mais finas
que tera chegado ia luja da Aurora na ru do Rosario n. :1
M.M K^Jl
Em casa de Mills Latham & C, ra'da Cruz n.
38, vendem-se cliumho de munif-ao, oleo de Ithhi
q> lona c scco* vasios.
Boa pinga do Douro
A 39OeeO
Flix Pereira da Silva, a ru da Imperatriz n
60,.acaba de retener una nova remessa do seu
rnuilo acreditado vinho puro do Douro, e muito
pioprio para este clima por nao ter couleccao, e
vende em barris de 10" a 32.
MivruHni V II Idlti^ CU IIIC3UIU Cll^liim* .* i.rf
da Muedu d. 5, 2" andar ecriptilrio di>1h
ves Fcrreira & u qne
Kugionodia 10 do n.rrente miz ;i f
venna, com os signaes seguint'
cheia do corpo, testa esirea, oiboa |ieq
bei(;os bastante rosos, tem o dedo inininu Afi
esquerda om pouco d-ibrado para a
representa ter 40 aanos pone mais levou vestido dn chita Hucaiiiada, com um ehalk-.
de chita com barra azul ; te ru o indar |0i ponto
emp-nado para a trente : desconli.i se (pie eneja
culta em alguma casa, pelo que se proi '
tra a pessoa que a tiver em rasa.obrlgai lo w p.i
gai -os (lias deservicio : roga-se &aofirid<
Kapilaes de campo que apprehondam-a e lewn
;i la do Sebo n 29, on ra do Amoriin u
que ser generosamente reeonjpenadn
Fugio do engenho Boa vi-U, n;i i- if.:u i
Camaragibe, provincia d.-.s Alsguas, o esiravo Ni-
folao. de ida e 34 annos, altura (
o cirpo, andar banzeiro. tem hita de
frente, rosto largo, barba I
zer toda a barba, tem una cicatriz na twta, e
ps grossoa ; este escr-ivo auda
16 de Janeiro do rorrete, aiiim ; i
s autoridades pociaes e sos ea'pl J
apprehensao d-sse escnn gar nu i*,_
nho acim mencionado. .,.i \ .-la prafg i na
Vigari > n. 12, ou travessa do- C-irpo 8fflt D
1 andar, que s. gratilicir.i generosana
Fugio no dia 27 de dz-mi-
sadoa escrava Henriqucta. preta crioula". idarl
20annos, cheia do corpo, altura r'gulai
carapinlios, testa larga, pele :.
belfo* grossos, Ixicea urande, dente- p, -
faltos, olho- e maos grandes com tuna <-u-.-.tri/
cima de urna dellas, ps chatos eom o.ici,
bexiga e chico [tolas costas, lerdo
eeostnma a mudar o none para Mari
esta grvida ; esta escrava feo toma
como bvre o consta que est n cidade de III
Protestae a qui m uuba ocultad > a : i ; -
utoridades policiaes e a queai ronviei t
que se gratilicar sati>faCloriamente em rasa
Sr. na ra do Henriques Dias, ou JCslun-ia n
Gratiflcaco de 200^.'
Fugio em 23 de iantiro de 1860 o eserav.
ibeos, de noeia idide, cor pela, falla i
gosa, tem urna peqtfena bercuga uu ca,/ i
riz. ollios afogueados, tinha sido ri>
Agostinbo Leocadio Vieira. emPan.-1
da, e do Sr. capiao Francisco Kodripn* de I
tasem Pesqueia, tinha vindu de l fugwi
eos niezcm e tem la una niullier. 3
que ande as serrM de Siubara ; |;ede ,o as .
toridades e rapiii-s de campo a captara u
cravo e de o tra reni no Itecife a -en eeh .
Jos Lardoso de S, roa da Liugiu \u n i,
'mtsino [irottsta contra qualquel pvs#va nha acoitado e gratifia se com 2u05 :
apresentar ao dito seu si nhor.
ESCRAVOS FJJGIDOS.
----------1----------------------U-i-------------------------------_----------------------
50;(W US.
Lindas e superieres bareges de cor, de qnadro e de listrs, para vestidos fin-
ando seda, pe:o baratissimo preco de S00 e 640 rs. o covado.
Assim cacao superiores cacsas liaiicezas de cor padroes de muito gosto 40(
- 600 rs. o metro, na loja das Co'umcas ra do Crespo n. 13, de Antonio Correa d
/asconcellos.
Aviso s autoridades policas
e a peni competir
No dia .29 de maio do coi rente anne
fugio o escravo Ezeqniel, crioulo de 30 3.
airaos de idade, estatura regular, reforcad
cor bem preta, cabega redonda, trajava a
mi-a azul e caifa de cassemira ciuzenta
durante o dia costuma andar ganhando na
ras, ou em armazens de assucar ou as te
| beroas a conversar e a beber; durante .
noite recolhe-se a lelheiros abertos, ou pe
aetraveis, a casas em construcf5o c a outro
quaesquer lugares, onde se possa abrigar
quera o apprebender tenha a bondade de i
conduzia a ra da Aurora n. 26, ou na d<
Imperador n, 20, onde ser gratificado.
Acba-se fogido o esertro Francisco, pardo
idade 20 annos mais ou menos, com de'elto em
urna pc-rna e braco, este escravo velo ha pouc.
do Sobral, muito ladino, encuita-se do forro,
desconfiase estar acoutado, o que desde j se pro-
testa contra quern o tiver feito. Gratilira-se ;.
quem o levar ou dclle der noticia na ra da Ma-
dre de Deus n. 5, Io andar.
fg
r-.
Fogio.no dia 22 do rorrenl
est.ra.Tri de nome Antonio, nataasl
Jo Buiquo, qno era mtim-.n..,,
cravo de Antonio Luir, de Mr!|,,
engenho Jacob na, estove tatm)
: em Pao d'Alho, o qtial tem os slgnaes segoin i
e cosa de urna perna por ter urna das iunU
pea deemnlida, tem urna boa surr b.% iiad'fj-
e as costas, dada pelo ex-senher ui iikh: i nt.-
alto, bem corpulento, es pes Lem gms-i,s, luvi i
vestido calca e camisa de alnado ir.uii; soja, r.l .
po de leltro da copa redonda, muito qeqn
com abas viradas para cima : este-escravg (, m
(raboyeiro e intitulaste por Antonio Cmd.
levou um pandeiro de folba para sambar : rio
n cncr^itrar poder trazer ra Nova n 12. '
alem ba olTerta aiada ser recompensado ce
smente. "
Fugio no dia 3 do crreme mez di Ssi
Maravillia da comarcado Limoeiro, o escravo M;
quias crioulo, com mais de 40 anuos de idade,
tura regular, falta de denles na frente, camb:
de urna perna. tem urna ferida en) outra,
com camisa, serollao de panno de algedo dito
escravo pertence ao abaixo assignado proprieb i
do dito engenho : quem capturar dito esti
conduzao oo referido engenho, o no Racife
Sr. Joao I.uiz Pereira Ribeii'o, a ru i da S
n. 10, que ser generosamente grattffeaOo
Eugonho Maravilha, 22 de fevereiro de 1870. ,
Jos Caetano Pereira de Qtt.ir.-
I.
GERAL
15.
DOS PREMIOS DA PARTE DA LOTERA CONCEDIDA POR LE PR0VINCL\L N. 645, A BENEFICIO DA IGREJA DE NOSSA SENIIORA DO LIVRAAIENTO DO RIO F0RM0S0, EXTR\HIDA EM 28 DE FEVEREIRO DE 1870
N8. PREMS. NS. PREMS. SN. PREMS.
i)
n
21
23
24
28
29
30
35
41
4i
46'
46
VA

59
61
62'
N
7i
77
79
80
82
88
95
96
97
100
C
u
28'
m
a
m
60
70
8
H
93
95
m
206
* i
13
*0Q-
*
12
, i
-25
36
mi
^ 51
73
84
80
89
94
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8
Diario de Pernaiubuco

Ter<;a
feira 1 de Marco de 1870.
i

UTTERATURA.
tiiem milla?
A flor que o vento balota
Orgulhosa sobre o galbo,
Conservando na coi o I :i
A nivea glla de o'.rvalho;
. A nuvem que o ar agua
Dft i na v,T*ta ainplidao.
Oetwiliandj lindas formas
Vo cahir da oseuridio;
O regalo, cujas aguas
Oeslisam tranquillampiite
l'elas quedas da cscala
Murmurando tristemente:
A juruty qu' tardinha
Esvoaca sobre o ninbo.
Levando suspenso 9,0 bico
O sustento do filhinbo;
As llores da larangeira
Que o tuflo joga torrente
E vio perfurmar as lymphas
Se embalando na corrente ;
O pescador que alta noite
itecostado na jangada
Ao frouxo clario da la
Do pobre cania a bailada:
A sensitiva que fecha
O leque de suas fllias
lo Ihe rocarem na face
De ar as tmidas bullas;
O cllrar dus passarinhos
Ao responder da manhia
Ouando a brisa fresca e pura
E a estacSo bella e louca ;
,0 ermo, a doce soido
Qu'em torno de nos se cria
as horas do por do sol
Ao soar da Ave-Maria ;
O son longincuo de flauta
Em horas ermas, soturnas,
Quando o silencio domina
As tristes vozes nocturnas;
O riso da criancinba
Ao filar a rai querida,
Que dos seios lhe derrama
O doce influxo da vida;
A prece que a virgindade
Ajoelbada ante a cruz
Enva ao co como incens
Involia em ondas de luz;
A lagrima que pende triste
Dos sirios de meiga virgem,
Quando de amor entogada
, Sent no peito a verligem ;
O son plangente do sino
Que lamenta algum Qnado,
as horas em qu 2 !morii
Volve as cinzas do passado :
O refulgir das estrellas,
O bramir das tempestades,
Todas as gratas lembrancas
Que nos dispertan saudades
V folha secca que toraba
Da roseira aberta em flor,
Tudo que deixa em noss'alma
Urna impressio de langr;
iodos os grandes segredos
Que nos conta a oatureza,
Tudo que o peito nos enche
De dr, de susto e tristeza;
Tudo que falla em noss'alma
V linguagem da alegra,
Todos os gratos perfnmes
Que rescende a sympathia;
Tudo que falla de amor
Ouando amor em nos scintilla ;
Ghamem-lhe embora poesia,
Eu chamare! sempreMilla.
Recite870.
.1 >
POTJCODETUDO^
MONUMENTOS A MAXMILAN'
Segundo esle documento a assembia
gera! d* > spblcriptarel decidi que o moun-
mento Coiijisi ia em urna estatua de bronze,
representando o archiduque, com o unifor-
me de vicc-a I mirante da esquadra austraca;
a estatua assenlar sobre um pedestal de
granito com alguns baixos relevos, inscrp-
?5es ou ornamonlos dependentes do uosto
do ailisla, mas que symbolisem a affeico
do archiduque pila sua patria, pela cklade
de Triestre, esquadra austraca, etc., nSo
devendo de modo algum alludir ao impe-
rio d> Mxico.
Serio p ira isso convidada? doze notabi-
lidades arlisii ;.s, mediante certa indemni-
saco. que ti-i de apresentar os esbocos pa-
ra o monumerito, dus quaes a Academia das
Bellafr-Artes de Vienna escolher o que
melhor corresponder as condicSes do pro-
gramma.
ANDA O CHL'G DE VILLIERS.- As
follias estrangeirasdo hoh conta de alguns
factos que lireram lugar depois de se des-
cubrir o cadver de Syiva.no Rene, victima
da ferocidade espantosa do assassinoR vie-
re, em Villiers. Quasi nio ba dia algum
em que os jornaes deixem de descrever-
nos acooteciinentos d'esta natureza, o que
demonstra bem que se a Franca o grande
centro da civiiisaco europea, nao obstante
as freqiicnlos xeuces, lem a desventu-
ra de apresentar urna estatistiea de
crimes to grande, que eclypsaas dasoutras
nacoes.
Rivire, esse assassino que, depois de
enterrar a sua victima, plantow s)bre a
cva urna nogueira. casado.
Sua mulher, logo que soube dohorvivel
crime, sentio-se to angustiada, que- eedeo-
do ao mais violento desespero, arrewecou
a um poco os dous innocentes filhos que
tinha, precipitando-se tambem ap6s eltes-
Os visinhos, ouvindo os gritos que a nftfe
sol lava de encontr s pedras do poeo.
acodiram logo, tirando-a ainda com vida;
mas nao poderam salvar nenhum dcw
lilhos. As feridas que recebeu s5o graves
e nao ha esperanzas de a salvar.
A respeito de Rivire conta-se um -tete
do ferocidade que menus revela instinctos
humanos do que brutaes. E' o segrale :
Ha poucos annos que possuia um des-
grasado jumento, de que desejava des-
fazer-se ; como nao podesse consegui-lo
de nutro modo levou o animal para um
campo affastado e alli o enterrou vivo, fi-
cando-lhe apenas a cabeca de fra da Ierra,
e assim o deixou morrer n'aquelle atroz
supplicio.
O assassino enlregnu-se voluntariamente
justica, dizendo sioistros gracejos acerca
do crime.
refere o foulou, ri vepra
foi victima de um roubo audacioso. l'ur
tarara-lh; um porco muito gordoe proinp-
to para matar.
Este auno, o mesmo proprietirio poss lia
um outro que tinha creado e engordado
ainda com maior cuidado. Eis o caso :
na semana ultima um anno depois, vai a
mesma feira, que cabio exactamente no
mesmo da, e roubam-lb/o tambem, deixan-
do-lhe em sen logar um bilhete concebido
n'esles termos: Achamos o sea porco
do anno passado, to bom, que nio pode-
mos deixar dequerar provar o d'este anno.
Rogamos-lhes que trate bem d'aquelle que
engordar para o anno segrate Mosto-ar-
nos-bemos reconhecidos, porque fazemos
conta de tambem o comer.
HORRIVEL ACCIDENTE.' Um jornal
de Londres d noticia de um triste successo
occoridd n'uma das noutes da semana pas
sada perto de Leicesler.
Um homem foi decapitado por um trem
de c'minho de ferro. Levantaran! da via
frrea um chapeo e u'este chapeo acbaus-se
urna cabeca ensanguentada.
A' mesma hora o fogoeiro de um trem
que chegava estaclio declarou que jaza
um eorpo na. estrada que acabava de per-
correr. Era um cadver sem cabeca, e
aquella que se tinlia adiado perteocia exac-
tamente a este corpo, que fra literalmente
dtcapitado pelas rodas da locomotiva.
Era um pobre tece!So sem emprego, e nao
se sabe se se deve attribuir a sua |morte a
um ac idene 00 a mn suicidio.
precipilou-se sobre a Sra. Lombart den- So olbos que pare;13 chammejar. Era
de urna feira, um proprietario de Gragnague lhe urna facada no pescoeo. A primeira pes-
soa que acudi aos seos geitos/uj a criada
grave; o assassino lancou-se a ella, e- fo-
rio-a tambem gravemente.
Veio logo a cosinheira que.mais corajosa
travou renhida luta com o assassino, do que
resultou receber era urna das m5os urna
ferida bastante grave.
A Sra. Lombart morrea immediatamon-
te; e ha poucas esperanzas de salvar a
criada.
Ao tempo em que o cosinheiro lutava
com o assassino subi a escada um visinlio
armador, que se apoderou delle e com pulso
vigoroso o reteve at ser entregue aos guar-
das civis.
O assassino belga- de nascimeato, e pa-
rece que e3tava embriagado.
O crime foi acompanhado de urna cir-
cmstancia das mais dolorosas, qoal o
achar-se presente o marido da Sra. Lom-
bart, sera poder prestar soccorro algum a
sua esposa que via assassinar, por se nao
poder levantar da sua poltrona em virtode
de urna paralysia.
Hoje encontramos em otn diario estran-
geiro minuciosos esclarecimenlos que al-
canfam o interrogatorio do criminoso, mas
que nos deixam em duvida se t5o Uorr^ndo
attentado fra provenrente de erahriagaez,
alienaco mental ou indble perversa.
Como dissemos, o crime foi commettido
por um criado da Sra. Lombart, na possoa
desta, da criada grave e da cosinheira
O assassino clwma-se Francisco Latbau-
vers, tem 26 anuos de idad* e onundo
da Blgica.
Alguraas testenw.la aflirmom que La-
tbauvers eslava j embriagado peja urna
hora da tarde, mas ito> deu indicios algurw
dso no interrogatorio a que foi snbmettr-
do- momentos depois da s-ua pris5o'.
AMida o n3o pareca esrf-ar as cinco horas
e nreia, quando Au a'cosinba buscar um can-
dieiro- pra seus amos.
Em qianto acesndia ;i torcida, dirigi a
cosinheira esta pergunta :
'Ento Est contente commigo ? E'
verdade que eu bet ?..
Feticiar respondewlle:
A qoe vem essa pergnnl? Nao esfi
ao mea servido, e no tenho direito al-
gum a estar contente 00 deseoBfeBte com
sigo,
EXathauver retlroB-se dzendc :
Poisbeni! Vob perguhter
COMO SS 8ALVA U.M REO !fm 18i7
en o novo procurador geralde Guatleloape
terceiro substituto cVaqoele mesmo cargo, e
n'esfa- qua^Made ocenpava o sse/ito dfo mi-
nisterio poblico as audiencias correcio-
uaes.
TrataA-ase nm dia 90 tribuna* de oiwr
m testemunhas sobre ua das cansas, e o
substituto do procurado? geral aormecea
sobre a saa cadeira.
Esgotada- a= lista das testemunas- o pre-
sidente deu a-palavraao misten publico ;
porm o magistradb dorma ainda. Des-
peptad pelo officia! de seni^o,- levaata-se
edfe : Snboresr vos ouvisies os depoi-
melos das testemuneas melhor do queeo.
podis a precia-los-tabetn oetbor do epie
ea. Appello, pois-, para a voesa joslica,
O ribunal, sorrie-se e abso+veo o reo.
A
instituida em Triestre cora o
tm de erigir um monumento memoria do
nperadar Maximiliano publica na
rfc yenna o seu primeiro
TREMOR DE TERRA. O Jornal de
Tolosa (Franca) recebeu de Yic-Dessos,
no departamento do Ariege, ama carta que
descreve do seguinte modo alguns abalos
subterrneos que alli se sentiram no mez
passado :
Na noute dlo do crente, por volta
das duas horas, um forte abalo provenien-
te de um tremor de trra, prodozo gran-
de terror entre os habitantes de Vic-Des-
sos. Mal estavam restabelecidos do pnico
que esse phenomeno Ibes causou, tres ne-
vos abalos muito mais fortes ainda vierara
na noute de quinta para sexta-feira cau-
sar-lhe's novo e justificado susto.
t As 9 horas e 38 minutos da noute um
estrondo formidavel, semelhante ao que
produziriam numerosas bateras de artilhe-
ria rolando sobre as calcadas fez-se de
repente sentir ; as casas tremeram sobre
os seus fundamentos, os vidros das janellas
quebraram, os tectos rangeram com um
som sinistro ; cinco oscillacoes muito dis-
tinctas, na directo Sul Norte, abalaram
a trra e nlo durante menos d emeoenu
segundos cada urna. .
Os habitantes, julgando o seu prxi-
mo fim, abandonaram as casas onde,ii3o
ousaram entrar seno^passado muito.tempo.
A urna hora e cincoenta minutos um
oovo tremor de ierra imprima as casas um
abalo violento ; a sua luragao foi de qua-
renta segundos. _
* As quatro horas da manhaa hooye novo
abalo ainda qne durou trinta e cinco se-
8U? lftas duas ultimas oscillacoes produ-
ziram-se era sentido contrario das prima-
ras, isto c"e norte para sul.
Felizmente nao houve
graca pessoal.
nhora- se est latisfet com os moos- ser-
M. Lombart que fro e i,Z"novel eslava sen
tadu m trona. Arcado de para-
lysia, imunltt involuntaria sua espaa, presencioa iodo* os piomeoo-
resdesla deploravel scena.
As experiencias feitas sobre M. Lombart
provamqne elle perder o oso de suas fa-
culdades intellectuaes.
Francisco Lathauvers interrogado logo
nm seguida sua prisSo, contou com um
sangue fro admiravel todas as circunstan-
cias do execravel crime que commettera, e
cagando secretaria de policii, na ra
d'Anjou, con a maior tranquillidade pedio
agua para lavar as mSos.
Eis a primeira confiss5o do crime :
Antes de ir ter com sua ama, foi
casa de jantar e lancou mo da faca com
que se trinchava a comida. Dirigio-se 3
sala de trabalho da Sra. Lombart e pergun-
lou-lbe :
Est contente commigo, senhora ?
Eu beb o vinho ?
A Sra. Lombart, segundo o assassino
confessa. respoodeu-lhe com um modo
lodo maternal :
Vamos, Francisco !... Vamos. Fraa-
cisco!... Tens necewidade de dormir ao
menos urna hora.
Foi enl5o que sem motivo de vinganca
se precipitou ferozmente sobre a s-ua victi-
ma, dbixando-i complefaenie inanimada.
Em outros merrogatorios. Lathauvers,
coaserva o mesmo sangue ffio e fai a nar-
racao do- crime, sera manifestar remorsos
alguns, fendb-o cono um facto muito sim-
ples e natura!.
Quando se lhe perjjanta os motivos que
tete para assassinar a Sra. Lombart, e ten-
tar contra a vida da cosinheira, explica-so
do modo seguinte:
A minha senhora dieta que eu! lhe tinha-
roubado urna garrafa de vinho e que es-
lava embriagado ; eu nSto- podia consentir
que se dissesse tal cous*ameu respeito, e
foy essa a razio por que lhe cortei 0 pes
c< A-cosinheira estava tte mios adas
com ella para me chamare ladrio e-por
isso tambem mereca a merte:
AT v6ta d'estas- resposta e do naltera-
vel sange fro comqne sao dadas, parece
que o desgracado presa de manifesla de-
mencia ; mas a loeWez, a awmoria com
que se recorda de todas as circamstanc'ra
e ainda mais os freqpentes vicios a que
se tem dadfr antes V erime, dio lugar*
toda a qwdwUbe de supposicSes.
relatorio.
FOLHETIM
U 51IE1R0S H FUHHIS
POR
' lie Berthet
oenhuma des
ROUBO ALDACIOSO.- 6 anno passalo,
COWSEQUENCW*DA EMBitfAGUEf I"i-
S egundo se l n'uma flha Pars, "
g narda mattas da conwaona > W^neau,
ei icontrou pendurada- en urna arvore, de I
ca beca para baixo uow raulher per nome
Mi ira Dezette.
iO pescoeo dava indicie de esrangura-
Cio por raeio de mua- corda, que tawbem
ser vio para arrastar o cadver.
O assassinato julga-se- commettidO' pela
urna hora da noite em um atalho- solado
que condut' aldeia deMigneau, e aaorteve
outr. 1 mira seno o roobo.
M; iria Deiette, o seor maride tinfc ama
loja 1 na dita- aldeia. En- muri dad* a vi-
cio (la embriaguez, o eHwpialqoer p*rtl>e-
biact im os primeiros iodivrdoos" qua- e-
cont rasse.
Ni) dia 25 de Janeiro parti ella, pora
Pois; ly afi. de faeer algamas compra, e
pass ou grasde parte do di* em urna taber
naoindebebeu tanto em; companbi de
uns operarios que alli se achavam, que,
completamente embriagada, aem ter conta
dos objecin comprados fowe camiaho- de
sua casa.
Pela meia aoute, quando j ia enteno
campo, uns malfeitores- qe a poliei ainda
nio pode dsseobrir, lancaram-se a- eila.
roubaram-a fe depois de a terem estrangu-
lado arrastaram o cadver para a aldeia df
Migneau, onde foi encontrado.
HORRIVEL ASSASSWATO,O Jornal
dos Debate* de domingo 30 de jaaeiro U
noticia de um crime espantoso pelas cir-
cunstancias em que toi praticado e que poz
em agitaco todo a bairro do Elyseo. em
Franca.
O criado do qu arto da Sra. Lombart, que
habitava na ra Faubourg-Saint Honor*, 33,
assassinoo com um facadj: a sua -ama e-
ferio gravemente a criada grave e a cosi-
nheira.
Durante o dia toaba, havido aiguma al-
tercacio entre o criado e a Sra. Lombart.
Pelo fim aa tarde, no momento em que
ella lhe mandava servir o jantar, o criado
Seriara seis horas quatdo voltoi;-entran-
do furioso pete' cosinh* dentro, teBaado
sobre si-a porte, e levawte na mi- urna
aca tinta de sangoe.
For eato qoe a cosinheira gritane- por
soccorro travos'ma lota^afflictva eo o
assassino,-d-onde resulto flear ferida em a
palma da mio,*ponto d* perder talve os
dedos mmimo e annular.
Aos gritos da Felicia awdiram' primei-
ro*-a cosinheira da viscondalsa de Uta^-Ja-
nws, locatana segn*) aadar e a> por-
teira que ow'v os gritos de um> seu
LathauverS ce-oso*os iojectados de
sangue, prinerpieo nova lotai eom as tres
malheres que podteram arrasta-lo para o
patainar da eaeada, fioando a cosinheira
da viscondessa estancad em sangue, em
raaao de dou* golpes que recebera, um na
oSo esquerd o ootro n- peseo.
estrondo prodozido per esta luta, des-
pertando a lteoslo de um- armador que
habitava as-lojas da mesma casa, fez com
que elle e seas ofiiiaes sabissem a eseada,
e precipitassem dola o assassino q*ie ao
cahir largos a faca.
A esse tempo aiuda se nao tinh dado
pelo assassinato da Sra. Lombart e s.quan-
do o comnssario de polica proceden* ave-
riguacSes judiciaes que se descobrio o
cadver em um pequeo qjtarto.
O magistrado judicial eompreheadeu lo-
go por indceles a scena borrivel que se
passara.
A Sra. Lombart apesar dos seus oOJannos-
era bem.proporcionada e robusta ;.dousbo
l3es arrancados da faci do assassino e *s
mordeduras qne elle recebeu do dedo n-
dex de ambas as-mios bem mostram o de-
nodo com que a victima se defendeu at
aos.ltimos momentos. O golpe que a fez
suecumbir foi to violento e dado com lal
firmeza de mo que a cabeca apenas ficou
presa ao corpo pelas vertebran cervicaes.
Quando o eommissario se aproximo da
cadver, vio tambem no escoro dp qnarto
XII
Mudanza Inesperada.
(Continuacio do n. 47.)
Peco-lhe que nio assigne '
E, dirigiodo-se
a Toussaint, accrescen-
- A soa proposta negocio serio e meu
(iigno patrio nao deveria assim acceiU la
;,cmprimeiro reflector ""duramento. Por
que lhe nio deiiaesse papel at amanbaa
r ara meditar com tempo? .Benrtn
1 L Muito bem I -replicou o emissario,
,oteiando.-0 senhor caixa e de veras ze-
.osTpetos nteresses do ^^tra0^as
ceiorqoenio cessam os procemmentos
rontra a casa Van-Best I Espaham-sero-
es V*> b>8eiros no pubhco e o que
Sha era por termo o mais breve pos-
;e?crfse preste. Melhor se convencer
'esU necessidade. logo que o r >an-
ftesttome coobecimento de outro escrupto
aue aqni trago. ,
E tirou da inexgoUvel cartera urna car-
tj aberta, enderssada a yVan-Best. Era
g$ irmios Goerin, banqueiros em Mons,
eemsubsUncia continha o segrate:
Se o director da Mina de Pohgnies ac-
ceitasse o proiecto de aisiciacio, cuja co-
r,anham em seo poder, obrgavam-se nio
iafazer ceaaar immediatamente o pro-
viso instaurado por antigs dividas, mas
Sem a abrir lhe novo crdito de trezen-
0fmil francos, e.no caso contra;,o estavam
i; #1- ,1 nar doi seus direilos.
d1E?rti P ?eu ainda tirar todos
r S^" honrado caita Para
elle um grande estimulo :
Van-Best foi
agarrn hnptcienUWieote.no
.*.-. o inwi com avidez.
projecto de
-^tracto e len-o com
Este projecto continha as clausulas ja re-
feridas, e era concebido em termos sim-
ples e caros, que nao podiam encerrar pen-
sami-Dto reservado.
Chegando s assignaturas, Van-Best per-
g-aQmm este Sr. Carlos de Beaucoart
cojo aorne est aqu junto do do director?
L o do engenheiro seu futuro asso-
C'a'Est bem : acabemos com isto. No
acto definitivo farei certas reservas: at
entio nao vejo inconveniente em acceitar
estas condices.
Dirigio-se mesa para pegar em urna
penna, porm Mayer reteve-o pelo braco.
Rogo-lhe que nio assigne, Sr. van-
Best I Nio se deixe ir pelas primeiras ira-
preswes ; peca um praso de tempo quai-
uuer para examinar o negacio.
Van-Best parou irresoluto. As adver-
tencias de Mayer provocaran lhe mil re-
celos confusos. Olhava ora para o caixa,
ora para o eommissario. Este tomara um
aspecto indifferente e tamburilava.com os
dedos na mesa. N .
N'estas circumstancias, o industrial diri-
mo a vista para Amelia, que meio deitada
sobre o sof, nio perder urna so patavra
on gesto dos interlocutores.
Que j-olgas d'lsto, minha filba'per-
gqntoo elle.Nunca me arrependi de oovir
a tua opinio. Crs que devo assigaar ?
Sim, meu pairesponden Amelia re-
solutamente e erguendo-se sobre o coto-
vello Ea nio tenho experiencia dos ne-
gocios, mas presumo, creio mesmo que
n'isto nis ha senio boas intencoes a seu
re-Enio a iludem os seus finos instinc-
tos l-disse Toussaint, cuja vor, um pouco
sarcastica, assumia agora orna roflexao aca-
riciadora.- Foi-he mais proficuo a, sua
perspicacia feminina do que aqoelles senho-
res a experiencia da vida! Niodpei-
accrescentou elle, sorrindo se- que os ca-
valheiros cojo representante son agora aqu
nio tenham esperanzas, transigraao com o
Sr. Van-Best, de fazerem Q qne se chama
ANEDOGTftS. C* ora de urna aldei
recebeu de owa devota- lhe promettoa uta bispado -na fespanba. O
eura lhe resppndeu qae preferi ume choca
era sna ten do que oatcasteHo na Hs-
acnha.
Um beraem que pedir unsa mora em
casamento feMseofessar-se previamente. Re
cehendo dae-mos do padre o oroplente
bhete de consso, e vendo que este nio
Iba empunte-penitencia'algumav adwertio-o
d'asse esqueeiiaento; mas o padre respon-
deu>-lhe:
Gasai-vos>e estare, bem conv Daos.
OSr. **, celebre gtammatieo, voftando
do. instituto (!, achou sua mulher na
companhia de nm amante, que-, ao ver o
marido entrar, disse para ella :
Eu bero lhe dizia que era conveaiente
qiM eu me v embotad.
O marido, sempre purista, (hsse-lbe:
Que eu aae fosse, nao que eu rae v.
E entro- depois d'esta emenda muito
tranquillamente par* o seu gabinete.
Um homem, depois de ter provado di-
versas qualidades de vinhos, disse qoe ero
todos falsificados ; o naercador, impacienta-
do de tanta impertinencia, sustentou que
erio todos puros, ao cpic respendeu o com-
prador" :
Pens es mpor-me com isso ? Eu sou
raercador de vinhos-f
Se o Eosseis, disse* o outro, nao virieis
procurar-me vinhos puros,
Um snjeito que fez ao Sr. do V., pos-
suidor de um lindo casteo, urna visita que
prolongou |por amitos mezes, ouvio o Sr.
de V. dixer-lhe um dia que elle se differen-
Cava de Di Quixote em que este toma va to-
das as hospedaras por castellos, e elle to-
dos os castellos por hospedaras.
Um livrniiro acabava.de imprimir um
ivro intitulado as ccias da erte. imme-
diatamente foi a autoridad sequestrar-lhe
toda a ediio, suppoodo que seria um li-
bello contra a corte. Qual nio foi porm a
sua sorpresa quando vio que era um livro
de rowtti
EXMf' 'timas folhas da Ha-
vana dio alguas promenores da execucio
de um rico fazendeiro de Matanzas, condem-
nado pelo cQjjieUio de guerra pena de
morie por qoefr-tliciar tropas para os re-
voltosos cubanos, e ter em sua casa um
grande deposito de armas e muniebes de
guerra.
As nove horas da manlii, depois de fazer
o seii teslamento com urna serenidade ad-
miravel, orea foi conduzido por nm piquete
de cavallaria e urna companhia de infante-
ra a nma praca publica, onde devta ?er fu-
zilado. Durante o trajelo mostroa a maior
presenca do espirito; fumoo dous cigarros
e nao deixou de cumprimentar todos o co-
ndecidos e amigos que ia encontrando.
Antes de entrar no quadro formado pelas
eompanhias de voluntarios do tres bata-
tines de Matanzas, arlillieria e marinha, deu
urna caixa de charutos a cada um dos qua-
tro gol Jados que o haviam de fuzilar; e,
entrando no quadro, sentou-se e depois de
lhe lerera a -entenc pudiu ao sargento que
tinha de dar a voz de fogo! que nio lhe
vendasse os olhos porque elle proprio qjne-
ria dar aquella voz.
Nio lhe foi concedido este desejo. Poze-
ram-lbe nma venda nos oibos e a poz isso
quatro balas corlavam-lhe .'existencia'.
FRETENBENTE RARO.ftn philantropo
chamado Adolpho Berlmn, e qu se d o
titulo de candidato bumano, oTasHates da
execocSo de Troppman dirigiu o seguate'
requersnento imperatriz :
Senhora : Sois a mi do generhumano;
d'isso pro va incontestavel o vsso filho
imperial!'!! Luiz Flippe nio qaw que a
cabeca de vosso esposo cahisse. Honra a
esse augusto soberano !' Imilai esse verda-
deiro pai do genero humano, nio fa^aes ca-
hir a cabeca de Troppman; restitu esee
filho a sua mi e a seu pai. Elle s cul-
pado para coaa a sociedade!.. Como* Luiz
Napeleio, como vosso maito amado esposo.
Troppman chama 10 a prestar grandes- ser-
vicos a humanidade em oompensacio- do
sen nefando crime.
Imperatriz, nossa filba, atoaojai do eleito
da Franca o perefto d'esse crin, que a sua
existencia ser respeitada -r ser preciosa
para o awndo inteiro; tal a nanha pro-
funda conviccio, feaei-o, tereiya nossa ve-
neracio, como todas as futuras mos do ge-
nero humano, sem> as quaes o mwado seria
maior das miserias.
Todo vosso e vosso em tudo? Adolpho
Bltron. eandidato hamano, (5i-rua de Ber-
ln.
um bom negocio, por quanto nio.seria bas-
tante urna benevolencia pessoal para os
resolverem a arriscarem assim cwisidera-
veis capitaes-. Mas as vanugens da nova
associacio. duvem ser ti grandes o parti-
Ihadas lio equitativamente, que as partes
bilateraes eoxonlrario no contracto honra
e provei.0. ,. .
Est convencionado disse Van-
Best.
E, approximando-se da mesa, assignou
resolutamente o contracto, em quanto que
Mayer voltou para o seu logar, fazendo um
gesto de desesperado.
O Sr. Toussaint, com evidente satisfacao
apoderon-se do papel que Van-Best acaba-
va de assignar e enlregoa-lhe um duplica-
do j assigoado pelos sens patitos; em
seguida dispunha-se a sahir. J)a sua par-
te, Van-Best mal podia conter a alegra
TERREMOTOS. Dixem o danos de
Madrid qoe os terremotos qoe se sentiram
em alguns pontos de Hespanb fwm ex-
tensivos a Fraoca. Em MarsulUu oe aba-
los alcancaram tal forfa, que fieeran com
qne cahisse ao cho-alguns objeetos collo-
oados sobre as mezas-. .
Como natural, o sobresalto dos habi-
tantes foi grande, e alguns fag'tpam. para a
Roa em hbitos menores.
GARNIFEWA. Un folha ingleza pu-
blicada n'uma ilba da Oueania, o IFdj limes,
di promenores sobre urna catastrophe so-
hrevinda a ota navio fraocez o Minea, sa-
bido de Tai ti*
ESte navio tinhi a bordo douwTraocezes,
o capitio e o piloto, e orna tripulacao com-
pe&ta de taitianos. Kncontrou n'uma -das
ilhas da Oceania un>inglez por nome La-
tham, o quatpassou para bordo com um
grande numero de indgenas do archipelago
Tidji. Estes selvagens- assassiaaram os dous
francezes o o inglez ; mas nao sabewlo con-
ducir o Mova, deixairaifr-n'o enealbar num
recife, e afogaram-se-qoasi toda*procuran-
do alcancar trra.
OS CUPLICES QE TROI*>E.VN. En-
tre as cartas dirigidas a Troppman que
foram detidas no correki, dsppis da exe-
cucio d'aquelle infeliz, encootrou-se urna
que continha um raedatho eom o retrato
de urna ingleza excntrica e romntica que
pedia ao assas>ino da familia Kinck a re-
cebesse por espoza para revelar-lhe a ella,
smente os nomes dos seos cumpces.
Outra carta, viada da a me rica do Norte,
inforraava Troppman de que os seus cum -
plices tinham chegado a salvamento e com
saude a Nova-York.
Esta e outras cartas j esto em poder-
da justica.
Entretanto cont que ama.nha a noute ou
depois de a manhaa cedo os mineutros po-
dero estar em sorvico.
O Sr. Toussaint approvou estas disposi-
Ces, e, depois de se ter entendido com
Van-est sobra outros pontos de servico,
dispunna-se a sahir, quando Amelia erguen-
do-se o deteve delicadamente.
Perdi, senborbalbuciou ella, em
quanto um v'.vo rubor se apoderava das
suas faces emmagrecidas.A conftanca em
que veja que tido pelo Sr. R... d-rae
ensem .ie pensar que nos poder tranquil-
lisar acerca de um joven mineiro, protegido
do Sr. R..., e qne se chama Leonardo.
Leonardo Irepetio Toussaint, como
que fazendo por se recordar.
E' verdade, sira, um honrado rapaz,
acudi Van-Beste, alm disso, um ope-
rario entendido, trabalha ior e muito come-
que lhe causava esle successo inesperado e dido, que, de mais a mais, prestou um va-
l lioso servio a esta minha filba n urna ca-
tastrophe muito recente. Pode conta^ com
um bom lugar, sa vier a esta mina pedir-me
rabatho.
Meu pai tem razioprosegoio Ame-
lia, animndose um pooco.O Sr. Leo
nardo salvou-me a vid* na vespera do da
em que os operarios abandonaram a traba-
lho, e, quando para aqui foi trazido, vinha
em grande porigo de vida. Ainda nio es-
tiva de todo restabeiecido, quando urna pes-
soa desconheridarmas que julgo ser de sua
familia, veio buscal-o e levoo-o comsigo.
Achando-me eu tambem doente nessa occa-
Siio, nem pade despedir-me delle e agra-
decer-lbe o servico que me prestou ; nunca
mais tivemos noticias suas e ignoramos o
seu destino.
Creio saber de quem se trata--disse
Toussaint, sorrindo-se maliciosamente.
Esse Leonardo com effeito, protegido do
nosso director e o Sr. Van-Best far bem
em lhe promover o adiantamento da sua
carreia. Posso, pois, por termo ia suas
inquietacoes a respeito de Leonardo: aoha-
s'e perfeitamente tom e nao me admirara se
o visse de volta a Polignies.
Eu8o elle regressa aqui ?exclampu
convidou amigavelmenle o Sr. Toussaint a
ulilisar-se do seu modesto jantar, ao que
este se recusou, dizendo:
O meu cabriolet espera-me a entrada
da aldea e vou partir j para a cidade. Te-
nho desejo de annunciar ao Sr. R... o re-
sultado da minha missio e convm que eu
previna quanto autes os irmios Guerin, que
seriara capazos de tomarem os os matsdes-
agradaveis expedientes. Ao Sr. Van-Best
nio deve tambem faltar-lhe qua. fazer: e
preciso que os trabalhos recomecem quan-
to antes. Reservava-lhe por ultimo urna
boa nova; que o carvao de podra acaba
de obter alta de preco em todos os mer-
cados belgas e estrangeiros ; j subiram
sete francos por tonelada e espera-se muito
maior alta at ao fim do mez... Deve dis-
por-se a aproveitar esta vaotajosa circums-
tancia.
Muito bem. Vou immediatamente
fazer constar que se concede o augmento
de salario pedido e convidar os operarios
a recomecarem os seus trabalhos da mina-
Ha quinze dias que as machinas nao func-
cionam; teremos talvez de consumir vinte
e quatro horas na extraccio das aguas e
expulsio dos $azes accamulados na mih'-
Amelia, sentindo upi violento abalo e apres-
sand i-se a retomar o seu lugar no soph.
Ninguem reparou na sua perturbacao e o
Sr. Toussaint nao tardou em retirar-se.
Logo que elle virou costas, o rotundo
Van-Best ensaiou ara passo d% dansa que
fez estremecer a casa, gritando :
Abracarme, minha filba Julgava-me
precipitado mais fundo do que na base do
poco grande e vejo-me agora mais alto do
que o cume da chamin da machina de ex-
[traccao I
Deus queira, senhor, que nio seja
para dar nova queda mais terrivel ainda !
Ora essa! Pois nao tenho tudo a
ganlir n'esto negocio ? Achava-me radical-
mente perdido e vou talvez tornar-me mais
rico do que nunca > Srato-me cheio de es-
peranea I... Mas agora vamos a ver como
dar conhecimento aos operarios d'esta mu-
danca inesperada. Olha, Mayer, escreve
em letras gordas um aviso, que eu as-
signarei, e vai tu mesmo alRxa-ia porta
da oiflcina.*. Porem elles nao o lem
agora ardam em folganca na aldea; nenhum
se lembrar de vir c para estas bandas;
trazei a cabeca desvair da com a festa r
Nio creia isso, mea pal^ redarguio
Amelia com vivacidade.A alegra d'essa
pobre gente nio pude ser verdadeira e
estou certa de que o ser quando saibam
para o que meu pai os manda chamar.
E porque nio ha-de meu pai ir pessoal-
mente aldea, come costuma todos os
annos no dia do arraial ? Fallando aos
operarios, chegaria melhor ao seo resal-
tado.
Teas razio ; vou vestir-me u dirigir-
me a Polignies.
__ Permitte-me qne o acorapanhe ?
Tenho verdadeira alegra em presenciar a
satsfacio d'essa boa gente, quando lhe
chegar ao conbecimeto qoe a poca da
ociosidade e da miseria vai ser substi-
tuida pela do trabalho e da prosperidade I
Depois desejo ver Gertrudes e a velha
Robn; tenho-rae ltimamente descuidado
d'ellas e estou certa de que devem. ter
soffrido bastantes privacbes !
.. Vem, minha filha, se tanto te appe-
tece, mas telvez nio duvesses s->hir ainda.
Ests to fraca! Ainda agora mal podas,
dar urna passada no quarto I
J hontem o medico fce den licenca
para sahir e agora sioto-me'forte. Encos-
tada ao sou brac, irei at A, aldeia e po-
derel descancar em alguma parle, sa me
cansar.
Est dito,; prepara-to; eu voltarei
dentro de uin, quarto de hora... Tu,
Mayer, escreve o aviso que te disse e
guarda estes, livros no escriptorio, que, fe-
lizmente, iuada d'esta vez nio vio para o
tribunal. Oiha : quando- voliares. traz-me
mil francos, que tirars da eaixa. Agora
j nio tenho escrpulos de a fazer,
Sim. senhorredarguio o caixa.
Desses mil francoaproseguo Van-
Bestsao quinhentos s para Amelia e sua
gastadora cosinheira ; os outros quinhentos,
olba, que venharn em pequeas moedas de
ouro e prata, que eu acoramode oem as.
algibeiras, pois de certo Ibes darel appli-
cacio com aqoelles esfaimados!
Van-Beste soltou urna estrepitosa garga-
Ihada e sabio, esfregando as maos.
Excelleote creatura dizia Mayer,
desocado a eseada em dirocc5p ao escripto-
rio para cumprir as ordens recebidasMas
[em que vira a dar tudo isto ? Declaro que
nio entendonada e oxal que aqui nio
ande inimgo occalto Porem que posso
eu fazer senio velar solicito e avisar, quando
o perigo se aprsente ? Velemos, pois.
Momentos depois, Amelia, elemento
vestida, sabia de casa pelo braco. d > seu
pai, todo vestido de preto, e a passos vaga-
rosos, mas de rosto alegre
se para a aldeia, onde a
seu auge,
encaminharam-
festa estava no
(Con/innor-i-fta).
ffrrwrDTARi^-RUA pas cun n.
I



A


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