Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12053


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Full Text
ANNO XLVI. NUMERO 47.
PARA A CAPITAL E LAGARES ONDE NAO SE PASA PORTE.
Por (res mozos abantados
Por seis ditos idem .
Por um armo idem.. .
'Jada mumero avulso .
6/OOO
liOOO
24^000
320
DIARIO DE

SEGUNDtf FEtfiA 28 BE FEVERE1R0 PE 1870.
PAU. BEITRO E FURA A PROVUCIA.
Pop tre mezes adiantadof-................. 64750
Por seis ditos idem.................... 43|>500
Por nove ditos idem '................. 200250
Por om anuo idem.....'.............. 274000
Propriedade de Manoel Figneira de Fara & Filhos.

SAO AfiBXTBS:
Os ?rs. Gerardo Antonio, Alves A Filhos, no Para ; Goncalves d- Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de-Lemos Praga, no Aracaty ; Joo Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marones da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, n Villa da Pvnba; Belarmino do Santos Bulco, em Santo Ant5o; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Governo da provincia.
kOOOS DA NMMMMU DA PROVINCIA DO DA 24
DE FEVEWStno.
Alexandrino Ayres da Silva Beronger.Informe
. Dr chefe de polica.
fcentc Jns da Cene llibeiro.Informo o Sr. ins-
(.-ter da thesouraria de turn.
I'ernardino ia Senua CastroDeferido com a
\ortaria nesta data dirigida ao Sr. inspector da
urari provincial.
r rederieo Henrique da Silva Tavora.Informe
o Sr. Dr. chefe de polica.
Tenente Francisco Serfico Gomes do Reg.
lima petco do suplicante se acha despachada
desde 20 de Janeiro ultimo e convem que o mes-
lo suplicante procure saber na secretaria os
de.ipaeh is que obtetn antes de reiterar seus re-
q.icrimentos e sem ter para issoraso. Quantoao
outro requerimanlo que allude, se existe, oppor-
t unamente ser i despachado.
Firmo Carneiro da CuntaInforme o Sr. coro-
nel comnnndante superior da guarda nacional do
municipal do Hecife.
Henedina Floresta dos Santos Cordeiro.Apre-
s 'nle o signatario procuraco bastante de sua
c.nstituinte ao Sr. inspeet >r da thesouraria pro-
vincial para ser attendido.
Jos Francisco Rento.A'vista da informarlo
lera lugar o que reqner.
Joio Jos da Fonseca.O supplieante j tai ins-
peccionado.
Jos de Oliveira Cavbanle. Remedido ao Sr.
nr. director geral da instruccao publica para at-
'onder ao supplieante njs termos de sua informa-
ban n. 73 de 21 do corrente depoM que o mesmo
-upplcaute liouver declarado, onde pretende abrir
a sua escola.
Luiz Francisco de Paula Cavalcante de Albu-
jaerque Lacerdi. Dirija-se a thesouraria provin-
cial.
Luiz Ignacio de Oliveira Jardim.So depois que
supplieante completar o praso legal de effectivo
serelcio p >der ter lugar o que requer.
Capitn Miguel Ferreira Velloso.Junto este ao
i'squeriraento em que foi lancado o despacho de 20
le Janeiro, informe o Sr. inspector da Ihesouraria
i- fazenda.
ominando das armas.
'.l/artel-general do commando das armas na
trovinciv depehn.vmbuco, 26 de fevereiro
M1870.
Ordem do din n. 461.
O brigadeiro commandante das armas faz publi-
. para conhecimentoda guarnco e devidos lins,
seguinte:
i. Que, em data de 9 do corrente mez, appro-
vo o engajamento que fez o commanlante do
i residi de Fernando em li de dezembro do anno
qo, do 2 sargento do 4o batalho de artilharia
a p desticado no mesmo presidio Bellarmino da
Costa Ramos para servir por mais seis anuos na
orina da lei.
2." Que a 10 deste mez embarcaram no vapor
C"cantins, com destino provincia da Babia, o
Sr. coronel do corpo de estado-raaior de 2* classe
\ntonio Gomes Leal, e curio o Sr. i" tenente de
artilharia do exercito Antonio Maria Pereira do
:. Que apresentou-se neste quartel-general a
1 do corrente vmdo da corte com lieenca para
residir nesta provincia, o Sr. alferes honorario do
rcilo Fraicisco Correa de Mattos.
Outro sim, determina o mesmo brigadeiro que
na raanha do dia 1" de marco vindouro se passe
revista de in istra em seus respectivos quarleis,
coaipanhia de operarios militares do arsenal de
guerra e depsitos existentes nesta provlacia pela
orden seguate :
As 6 horas a companhia de operarios as 1,2
11 deposito especial de nstrucrfn, as 7 ao de re-
i ;tas, e as 7 l/l aos dos prisioneiros de uerra
Paraguayos.
Asignado.Jnaquun Jos Goncnlces Fontes.
O luirme.Emiliano Ernesto de Helio Tambo-
".Meacnte ajudante de ordens encarregado do
: lie.
interino
Porfirio
DIARIO DE PERNAMBUCQ
RECIFE, 28 DE FEVEREIRO DE 1870.
Molletas do norte do imperio.
Sabbado chegou ao nosso porto o vapor Arins,
i rizando datas do Amazonas at 10, do Par al
17, do Maranhao al 20, do Cear at 22, do Rio-
<;;-aude do -Norte at 21 e da Paralnba at 25 do
corrente.
AMAZONAS.
No dia 25 do passado a^sumo o exereieio de
-i'rclario dogoveruo da provincia, o Sr. Manoel
Nogueira Borges da Fonceca.
Foi nomeado procurador, fiscal
thc-ourana provincial, o Sr. Irino
Costa. ,
A thesouraria provincial arrecadou, no mez
le Janeiro, a quantia de 36:461411!.
Lemos no Cjommercio do Amazonas :
c Pelo vapor Icamiaba, chegado no dia 23 pe-
las 6 horas da larde em nosso porto, recebemos a
ti rainte noticia de Movambamha e Lccticia :
Em Moyambamba houve um ajunlaraento tu-
multuario testa do qual se achava um tal Bus-
tamaate que dava vivas Prado.
t Em continente foi preso ordem do governa-
dor e remettido Lima e o povo dispersado.
Tres irmes desse infeliz peruano, sabendo da
noticia em Iquitos onde se aenavam, retiraram-yse
dahi para Lecticia, aflm de evitarem qualquer vio-
lencia era razio do parentesco mui chegado que os
prenda ao criminoso. .
Mas, triste fatadade Era Lecticia lembra-se
o commandante do destacamento de tazer cxer:i-
eto de fogo cora a orea sob o seu commando, e
dsse procediinento nasceu nma contenda entre
este e o governador do forte em que houve tire de
rewalver e golpe de espada, sendo ferido o dito
governador.
c Levado ao conhecimento do governador do
departamento o conflicto havido era Lecticia, en-
tre os dons, pelo ferido velo ordem para que os
moffensivos irraos BosUmantes em menos de 3
horas despejassera o territorio peruano I
t^Estei tres republicanos expatriados vierain a
bordo do Icamiaba e seguiram para a provincia do
Para com destino Lima.
Informamnos que em Manes houve um con
dicto, era que as autoridades policiaes deixaram-
e desmorahsar.
f Um vereador da cmara municipal dessa vil-
la, (oi atacado ao entrar na casa da cmara, e
I jando as autoridades vinham para canter os ni-
mos, a ordem fora mais alterada e nessa occasiao
dispararam ara tiro. >
PARA.
Procedea-sc na provincia, eleicao dos de-
patados a assembla respetiva ; sendo o seguinte
resultado dos collegios da capital, Gameta, Breves,
Igarap-meiry, Cachoeira, Obidos, Santarm, Gu-
rupa e Monte-Alegre :
Dr. Jos Ferreira Canto. 337
335
Dr. Joao L Paes do Souza. 33*
Dr. Augusto Thiago Pinto. :; !-
Dr. Marcello Lobato de Castro.
Alfares Manoel Roque Jorge Ribeiro.
Francisco X. P. de Mello. :i*0
Dr. Antonio M. G. TVantins.
Dr. Guilherme F. Cruz. ;'S
Padre le.iedieto Tiiom C. do Mello.
Dr. Antonio J. Gomas do Amaral. 3w
Coronel Antonio P. de Magalhaes. 324
Antonio Gentil A. e Silva. :!*3
Custodio I. M. Freir Barata. 313
Jos do O" de Almeida. 32-
Padre Joao S. das Neves P. e Souza. 319
Dr. Francisco M. Pereira Jnior.
Dr. Rayumndo C C. Valente. M
Dr. Antonio Goncalves Xunes. 316
Dr. Francisco P. de Souza Jnior. '16
Luiz M. de Miranda. 313
Hildebrando A. N. Lisboa. j'-l I
Kaymundo Pereira Lima. 306
Joi) E. Correia Chaves. 306
Dr. Raimundo Antonio de Almeida. 301
Dr. Franciico Carlos Mariano.
Padre Luiz G d'Aragao. 288
Jos Joaquim da Gama e Silva. 281
Coronel Jos Caetano Pinheiro. 27'J
Pela presidencia da provincia fui notnea lo
para commandar interinamente a fortaleza do lia-
cap, o capitao de commisso Guilherme de Bar-
ros Vascoacellos.
O Vapor Mura ltense, da Red Cross Compa-
ijmj, levou para Liverpool um importante carrega-
mento de valor otDcial superior a 500:0004000,
ansiando de 244,436 kilos de borracha, 2996 ki
los de algodo em rama, 349 kilos de grade de
diversos peixes, e outros pequeos objectos.
M.VRtMHAO.
Nosso correspondente nos escreve da capital
o seguinte :
Em satisaco do encargo que me Impuz, ve-
nho dir-lhes noticia do que por c tem occorrido
depois da partida do Tocantins.
t Comegarei por dizer-lhe que o invern du-
rante todo este mez, tem sido aqui como era mui-
tos pontos do interior, constante e copioso, as chu-
vas quasi sempre precedidas ou acorapanhadas de
fortes ventahias e trovoala, o que felizmente nao
tem occasionado sinistro algum.
c De certo lempo a esta parte tem sido objecto
de serias apprehensoes o grande numero de bitos
que se d ordinariamente nesta cidade, sem que
os no-sos mdicos procurem estudar e examinar
a verdadeira causa deste facto, que no entretanto
deva raerecer-lhes todo o cuidado e attentao.
< Nestes ltimos mezes cora especialidad^ tem
sido assustador o obituario da cilade, que regula
diariamente de 5 a 8 pessoas, havendo j dias era
que tem subido a 10 o algarismo dos morios.
a isto era urna cidade, que se calcula ter apenas
30,000 almas, j extraordinario, e traz a popu-
lacho inc< mmodada.
O Exm. Sr. Dr. Braz, notando este crescdo
numero de bitos em relacao outras cidades de
maior populacfw, nomeou em novembro do anno
prximo lindo, u i.a commis^ao composta de cinco
mdicos distnctos, para averiguar as causas des-
te faci, entre as quaes a opiuio publica apona
como urna das principaes a posicji era que estao
os cemiterios pblicos, em relacao s fontes do
Apicum, donde tirada a agua polavel_ precisa
iara o consumo de quasi toda a populacio, e in-
ormar depois dos necessarios exaraes, sobre o
grao de influencia que o ditos cemiterios podem
exercer as referidas fontes e as aguas destas na
salubridaJe publica.
t At o presente, nao consta que a dita com-
misso tenha apresentado o resultado dos seus tra-
balhos.
E' de esperar que o Exm. Sr. Dr. Braz, des-
velado como e tem dado provas pelo bem estar
da provincia que administra, far o que esliver
ao seu alcance, de accordo com a sciencia, afim
de melhorar este estado de cousas, que real-
mente assustador.
Aqui chegou o Arins, na manliaa de 14 do
corrente. Nada de importante trouxe elle para
e;-ta provincia.
Politicamente fallando, apenas tenho de ac-
crescentar ao teriores missivas, que os conservadores das dife-
rentes localidades do interior, d'onde tem vindo
noticia do modo porque foi all tomado o rompi-
menlo com o Dr. Maia, tem abracado e applaudi-
do a ideia j realisada, da sua excluso da chefia
do partido, declarando ao gremio provisorio que
estao prompto* a seguir suas instruccoes.
O r. .Maia tem ltimamente passado por
bem amargas deeepces. De la o popular que se
dizia ser, v-se hoje abandonado, quasi solado.
Acompanha o apenas meia duzia de individuos
pertencentes ao antigo grupo da Estrella, conhe-
cido pelo nome de circulo de erro, a quem o mes
mo r. encheu de beneficios, durante os poneos
mezes que este na a Iniinistracao desta provin-
cia.
Na noute de 3 do corrente, dia onomaslico do
Exm. Sr. presidente houve urna brillante reuniao
em palacio, a que estiveram presentes muitos ami-
gos de S. Exc, acorapanhados das respectivas fa-
milias.
Por essa occasiao offereceu S. Exc. o Sr. Dr.
Braz aos seus convivas urna esplendida ceia, du-
rante a qual forau levantados differentes brindes
ao mesmo Exm. Sr. e a sua respeitavel familia,
magistratura brasileira representada as pessoas
dos desembargadores presentes, e a onlros func-
cionarios pblicos que ornavam a mesa. Em se-
guida foi servido o cha, que nada deixou a de-
sojar.
A rennio nao leve lm poltico; passou-se a
noute em conversacao familiar.
t O crescdo numero e a importancia das pes-
soas, que comparecerara era palacio naquella nou-
te, sao urna prova bem patente da subida estima e
consideracao, de que merecidamente io.-a entre os
maranhenses o Exm. Sr. Dr. Braz Florentino Hen-
riqnes de Souza.
f No mesmo dia 3, pela manha, teve lugar no
seminario das Mercs a distnbuico dos premios
aos alumnos daquelie intrnalo, que mais se dis-
tinguirn! no anno prximo lindo.
0 acto, que esteve muito concorrido, foi pre-
sidido pelo Exm. bispo diocesano, a quem se deve
a fundacao daquelie importante estabelecimeato
de educacao, o primeiro da provincia.
f Foi urna verdadeira testa litteraria.
i Entre os ilamnos examinados (mais de 60) fo-
rana apenas premiados 1 com a medalha de curo,
7 com a de prata e 5 obtiveram mencao honrosa,
do que se infere que as distinccoes aqu nao sao
barateadas como em outros collegios, onde a lista
dos premiados quasi serapre eilensa.
t Foi exonerado a seu pedido o bacharel Eduar-
do Leger Lobao do cargo de promotor publico
da comarca do Alto-mearim, e nomeado para subs-
tituido o bacharel Raymundo Joaquim Ewerton
Maia. ,
t Para o lugar de inspector da saude do porto,
durante o impedimento de lieenca do respectivo
funecionario, foi nomeado o Dr. Cesar Augusto
Marques.
Em virtude de ordem da presidencia foi con-
tratado provisoriamente o Dr. Fabio Augusto Bay-
ma para tratar dos aprendizes marinheiros, medi-
ante as raesraas condices do contrato feito com o
Dr. Luiz Miguel Quadros, que pedio e obteve dis-
pensa deste servico.
< Pelo Exm. bispo diocesano foram tambem no-
I meados lentes da cadeira de philosophia do semi
e da de mathemithicas do mesmo seminarlo o Dr.
Cesar Augusto Marques.
No dia 8, trigsimo do fallecimento do offlcial-
maior da secrelaria do governo, Augusto Cesar dos
liis Raiol, os empregado; daquella reparli$ao
mandarain celebrar na igreja de Santo Antonio
urna raissa, a grande instrumental, em suffragio
da alma do seu collega e amigo.
t E' louvavel o projedimonto dos empregados
da secretaria, que assioi dio urna prova da umao
que reina entre ellcs e do apreco em que tinliam
o seu companheiro de trabalho.
Por p,>*iSria de 11 deste mez foi exonerado o
Sr. Abel Francisco Correa Leal do lugar de ins-
pector do thosouro publico provincial, c nomeado
para o mesmo lugar o Sr. Henrique de Brito Gui-
Ihon.
A nomeaco deste cidado foi a roparacao de
urna clamorosa e manifesla injustica, que Ihe fez
o Dr. Jos da Silva Maia, quando esteve na adrai-
mstracao desta provincia, demittindo-o daquelM
emprego sem um motivo que justiflcasse o seu acff
(illio nicamente do seu genio rancoroso e vin-
gativo.
O Sr. Dr. Miia desde 1846 que protestou so-
lemnemente vingar-se do Sr. Guilhon, por ter este,
na qualidade de delegado de polica, que ontao era,
eleciuado, en virtude do ordem superior, a pri-
sao de urna pessoa da casa do mesmo doutor.
Daquella poca at a data da deraissao di Sr.
Guilhon haviam ja decorrido cerca de 23 annos,
durante os quaes soube o Sr. Dr. Maia conservar o
seu odio, ate que. empolgando a; rdeas do gover
no, poude alln.il realisar o seu protesto e steiar'
assim a sede de vinganca que tinha contra o Sr.
Guilhon e outros muitos seus desairelos, a ne-
uhum dos quaes poupou.
O Sr Dr. Maia nao teve consideracao aos 20
longos annos de bons ser vicos prestados no the-
souro provincial pelo Sr. Guilhon, nem attendeu
aos apuros a jtie licaria reduzida a numerosa fa
milia daquelie antigo e honrado funecionario, quo
nao dispunha de outros recursos, alm dos que
frua era razfio do seu emprego.
< O Exm. Sr Dr. Braz cabalmente informado
de todas estas cousas, eotendeu, muito acertada-
mente, que devia restituir ao Sr. Guilhon o lugar
de inspector, de que havia sido injustamente pri-
vado, e effeclivamente o fez.
Fallecen, no da 15, o negociante desta pra-
ca, Marcos Willam. Era o finado norte-anwrica-
no, mas resida no Brasil, ha mais de 25 annos.
Em Manos, para onde foi do Per atravessando
os Andes, no Para e nesta provincia tinha nume-
rosos amigos, que sentem dolorosamente a sua
perda.
< A' elle deve a nossa cidade a sua iUurninacio
a gaz, de cuja fabrica foi um e o mais activo dos
empreiteiros, e um dos primeiros accionistas da
companhia.
ltimamente tinha applicado os seus capitaes
industria desta provincia, na qual se havia ca-
sado, e eslava estabeleeido definitivamente : era
um dos socios da fabrica de pilar arroz, que foi
Jo commendador Costa.
A nova directora do Banco Commercial, que
tomou posse no dia 12 do corrente, elegeu d'en-
tre seus membros, presidente JoaquMi Marques
Rodrigues, vice-presidente Janu.-.r Pereira Gui-
mares, e secretario Joaquim Ramos Villar.
Consta uos que o Sr. Francisco Marques Ro-
drigues, rico e respeitavel commerciante, lavrador
e proprieiario desta provincia, residente em Paris,
dera ordens para serem alforriados os escravos
que forem nascendo as suas fazendas.
t A alfandega rendeu de 1 a 18 do corrente...
103:4104313.
t Picona carga os navk>3 : Clara, H. Gerdes,
Dezesete de Uni, e Sarpedon para Liverpool ;
Ad'imastor e Nova Fama II para o Porte ; e Leal
para Lisboa.
PIAIIIV
Sr. Dr. OcMviano Cabral Raposo da Ca-
hoje no
Manoel Antonio Rodrigues.
Dr Joaquim P. Correia de Freita?. 335 nario das Mercs o Dr. Jo5o Francisco Correa Leo.t
O jornal Piauhij, orgao do partido conserva-
dor, eslava em opposico ao presidente da provin-
cia, por causa de acto* qua, diz elle, offendera aos
direitos Jo seu partido.
Tinha sido feita a apuracao jja eleicao para
deputados provinciaes.
Morreu af igado no porto da capital o imme-
diato do vapor Paranagu, Vicento Pereira da
Costa Bembem.
CEAR.
Por portara da presidencia de II do corren-
to foram nomeados os suppleutes dos juizes mu-
cpaes da provincia, sendo os da capital os se-
guinte; :
Dr. Goncalo de Lagos Fernandes Bastos.
Dr. Joaquim Mendes da Cruz Guimare?.
Dr. Joaquim F. de Almeida Castro.
Dr. Joaquim Antonio Alves Ribeiro.
Dr. Joaquim Bento Souza Andrade.
Dr. Joo da Rocha Moreira
Correu placida a eleicao municipal na paro-
cha de S. Francisco, por se nao terem apresentado
os liberaos.
Em S. Joao do Principe, porm, nao correram
bem as cousas, como se v do seguinte, que ex-
traernos do Pedro II:
t Recebemos cartas de S. Joo do Principe, em
que nos communicam, que a eleicao de cmara e
juizes de paz, a que all se procedeu no dia 6 do
corrente, em razo de ter sido annullada a que
teve lugar em setembro de 1868, nao correu pl-
cidamente.
i Na vespera da eleicao o commandante supe-
rior Joaquim Leopoidino, major Joaquim Alves
Fetosa e Manoel Cavalcante de Albuquerque, a
frente de um grupo de mais de dnsentos desordei-
ros armados, na distancia de meia-Iegua da villa,
sabiram ao encontr do major Francisco Alves
Cavalcante, que acompanhado de 150 votantes, se
diriga a mesma villa, arim de tomar parte na
eleicao no dia seguinte.
Desse encontr, em que ter-se-hia a lamen-
tar umitas desgracas se o major Francisco Alves
nao tivesse a prudencia de comer o seu povo, re-
sultou que o Sr. Leopoidino, de facao em punho,
tomou sem resistencia da ontra pane, algumas
armas que conduziam os votantes conservadores,
o eavallo do Sr. major Francisco Alves, levando
em um bolso oursobre-capa do sellim a quantia
de 5004 em notas.
t Apesar, porm, da attitude araeacadora da
familiaFetosa, para a qual o assassinato nma
tradiccdo honrosa, na phrase do deputado liberal,
Joaquim Catunda, na i houve desordem seria, e o
procesio da eleicao nao foi perturbado.
Houve, porm, duplcala.
Cada um dos lados fez a sua eleicTio, como
raeio de evitar o choque de qualquer contesta-
dlo.
t Na freguezia de Flores do mesmo municipio
venceram os conservadores regularmente.
Arribou do porto da Forteleza, no dia 17, o
brigue francez Saint Naraire, que ia de Saint Na-
raire para Montevideo, cora 83 dias de vitgem,
depois de bordejar 25 dias na altara do cabo de
S. Roque, em consecuencia de calmaras e bor-
rascas.
Foram designados pela presidencia da pro-
vincia: o primeiro domingo do mez de inaio, para
se proceder a eleicao de deputalos provinciaes
para o biennio de 18701871; e o terceiro do-
mingo de abril, para se proceder eleicao muni-
cipal de Lavras, Pereiro e Sant'Anna.
* RIO-GRANDE.
, Era 24 do corrente escre ve-nos da capital
nosso correspondente:
f No dia 17 o Sr. Dr. Pedro de Barros passou a
administraco da provincia ao 3" vice-presideate o
Exm.
nara.
O Sr. Dr. Pedro de Barros segu
vapor Annos para a capital do imperio.
S. Exc. esforcou-se quanto Ihe foi posslvel
para bem dirigir os negocios pblicos, que Ihe
foram confiados; e, se as dexa amigos, se todos
o prcgprjam, resta-lhc a consolacao de levar
tranquilla a sua consciencia, porque est conven-
cido de t fejio a felicidade publica do Rio-Gran
de do Norte!
t Pouco importa que liberaes e conservadores
digam que n Sr. Pedro de Barros quiz anarchsar
a provincia, fez e desfez, demittio, suspendeu, apo-
senten etc.
5. Exc. descanca tranquillo, nada pode per-
turbar o seu espirito, nem mesmo o insignificante
tacto Je haver lirado o pao a $innocentes, tan-
tos quantos, segundo os mais aproxmalos clcu-
los, sao os filhos de 52 funccioaaiios, que flearam
jrivjdos de seu? empregos.
S. Exc. pelo vapor /trine*, aqui chegado a 11
do correle, recebeu communicacao official de se
char exonerado, guardou-a, nao Ihe deu publici-
ade. continuou no oxercicio do cargo.
Fez muito bem, estiva no seu direilo, ninguem
pode contesta-lo.
Mas os liberaos o conservadores nao estao
pelos autos, reprovarn semelhante procedimento,
fallarn e gritara contra a maneira porque, segundo
elles dizeiii, S. Exc. resolved no dia 16, quando
todos ja sabiam de sua exuneracao, quando j es-
teva assentado que no dia 17 entregara a admi-
nistra ;o, demitlir ao pobre administrador do ce-
miteru desta cidade, Luiz Machado Franca, po-
sentarex -offico ao chefe de seceao Joaquim Jos
Pinto, e Doniear os juizes munici'paes supplentes
para o futuro qnatriennio, que tem de principiar
em junho.
Conla-se cora toda corteza que S. Exc, de-
pois de demitlido, contiuuava a despachar, tanUK|
assim que no dia 10 xpedio ollicios anti-dala los
ao Sr. coronel commandante superior Bonifacio
Pinheiro, nos quaes dava sciencia este ce haver,
sem as formalidades da lei, privado da patente a
vinte e tamos ofticiaes da guarda nacional do bata-
lhao do mucicipio do Coar-mirira.
Esta aecusacio bastante grave.
S. Exc. nao devia terse entregado de corpo c
alma ao Epaminondas de Jacana, que tanto abusa
do pjder, pouco Ihe importando o comprometo" -
ment que resulta de suas exigencias estravagan-
tes, illegaes, caprichosas e odenlas.
f Deu-sc no termo de Papari um assassinato
bastante horrvel na pessoa de urna mulher, cu jo
cadver foi encentrado dentro dos mattos do sitio
Cqueiros.
i O delegado do polica, coronel Alexandre
Fraidsco de Ovtiro, procedeu a eorpo de delic-
io, e por este verilicou que a infeliz fora assassi-
nada com daas tacadas, que a traspassaram de
lado a lado, e com um tremendo golpe de mcha-
lo sobflaV, a nuca, que ihe separou a cabeca do
tronco.
SoMk um escravo de nome Honorato, recahi-
ram suspeitas de. ter sido elle o autor de tao ne-
fando crian .
<, O'Sobrado cidado Manoel Joaquim Freir,
senhor do escravo criminoso que se havia evadido,
reuni outros seus escravos e conseguio a priso
do delinquoiite. que j se acha entregue aceo da
justica.
t Pelas 8 horas da noto do dia 19 dou3 ho-
mens desconhecidos entraran) no interior da casa
do francez Pierrc Simoctti, morador ra dos
Voluntarios da Patria d'esta cidade, onde lera um
estabeleciment de raolhados, e conseguiram fur-
tar-lhe urna caixa em que Smonetti havia guarda-
do todo o seu dinheiro na importancia de......
8035000.
O offendido foi muito feliz, porque no outro
dia tarde foi adiada a sita caixa as immedia-
epes do baldo, intacta, sem a menor violencia, laes
foram as providencias lomadas de prompto pelo Sr.
r. chefe de polica, que em eontiuente fez reco-
llier cada os indiyiios Vctor Lafosse, Carlos
Valdevino, Jos Frapco, Geovanf-Oimes e Juliana
de Viveiros, denunciados pela opinio publica co-
mo autores do facto.
< Ha mais de um anno que se acha ausente
deste termo o respectivo juiz muni:pal Dr. Joa-
quim Maria Carneiro Villela, cujo nome j figura
no rol dos culpados como pronunciado pela vara
de direito nos aris. 157^167 e 181 do cdigo cri-
minal.
No dia 3 do corrente entrn no exercicio do
cargo de promoior publico d<" S. Jos o Dr. AfTon-
so Barbosa da Cunha Moreira, nomeado em substi-
luicao ao Dr. Luiz Antonio Ferreira Seuto, que
renuncou esse cargo para nao ser solidario coin
aquelles que prelendem realhar o partido con-
servador.
Em Angicos foram pronunciados pelo respec-
tivo delegado, por criuic de ferimentos graves,
quatro escravos do coronel Joaquim Carneiro Ma-
chado Ros.
At ah nada de novo.
O que admirou a todos foi a pnmocao do
Ilustre orgo da justica publica do AssiL que jul-
n nulto todo o processado, mandando responso-
bilisar o formador da culpa.
Foi marcado o jury d'esta cidade para o dia
14 de marco vindouro, e para o dia 18 o do ter-
mo do Assi'l
c O Exm. Sr. Dr. Silvino, presidente nomeado
para esta provincia, aqui esperado no vapor cos-
teiro de 15 do mez vindouro.
I'ARAHYHA.
Teodo-se encerrado, no dia 16 do corrente, a
sessao extraordinaria da assembla provincial, co-
meijou a ordinaria no dia 17.
A mesa administrativa ficou assim composta :
presidente, o Sr. Manoel Porfirio Aranha ; vice-
presidente Rvm. Dr. .eonard > Anlunes de Meira
Henriques ; secretarios Drs. Antonio da Cunha
Xavier de Andrade, e Antonio da Trindade Antu-
nes Meira Henriques.
Foram demit.idos o official-maior, o 2* offi-
cial e os 2 amanuenses da secretaria da assem-
bla ; sendo nomeados ofticial-maior Jos A. Ara-
nha Chacn, segundos offlciaes Joao Antonio de
Figueiredo e Antonio Francisco do Reg Barros.
Foi sanecionada pela presidencia da provin-
cia a lei da assembla respectiva segainte :
c Art. 1." O presidente da provincia autorisa-
do a despender anuualmenie a quinfa de 23:0005
na manumissao de enancas do sexo femenino resi-
dentes nesta provincia.
Art. 2.* A referida quantia ser distribuida
forme o modelo organisado pela presidencia, ser
iminediatamentc registrada em um livro rubricado,
e fornecido pelo thesouro provincial cada com-
misso. c alm disso laucada no livro de notas de
qualquer tabellio do municipio.
Art. 7. Passada a carta de manumissao, ser
a manumettida dada immediatamente tutella pelo
respectivo juiz de orphaos. nao podendo pessoa
alguma ser tutora de mais de urna manumettida.
i Art. 8." A commisso logo u.U.e*ectuar qual-
quer manumissao, cotomunicara a presidencia,
declarando o nome da manumettida, sua idade,
filiacao, naturalidade, valor, tutor, residencia dej-
te, e quem o manumissor, e pela secretara da
presidencia se far igual declarajo pela imprensa.
Art. 9. A commisso velar no tratamento
de cada urna das manumitidas, evitando quanto
for possivel da las soldada e cuidando que sejam
sempre conservadas no seio das familias dos seus
tutores.
c Art. 10. As quantias distribuidas por cada
municipio sero recolliidas s collectorias que pa
carao os pedidos por escripto feito pelas respecli
vas commissSes, devendo passar-se o competente
recibo no mesmo pedido.
All 11. No principio de cada anno, cada
commisso dever remetter secretaria da presi-
dencia, onde dever chegar at o 1." de marco,
urna exposico circunstanciada de sua gerencia,
no anno anterior, tendo em vista o dispost no
art. 8.
< nico. Desta exposico o secretario da pre-
sidencia far um relalorio e mappa geral e cir-
cunstanciado, os quaes sero impressos e envia-
dos assembla provincial, na sua primeira reu-
niao ordinaria, e publicados pelanprensa.
< Art. 12. 0 presidente da provincia fica auto-
risado a fazer a* opera enes de crdito, que julgar
necessarias para a execucao da presente lei, as-
sim como a expedir o preciso regulamento.
< Art 13. Ficam revogadas a lei n. 311 de 10
de dezembro de 1868, e mais disposicoes em con-
trario.
lugre inglez l'airlie, indo de Londres "para a ilh
de Santa Helena, com 27 dias de viagem ; e a II
na lat. tu. Io e 45' e long. O. 21 36" e 33", cem a
barca portugueza Oai ense, indo do Porto para o
Rio-Grande lo Sul, com 24 dias de viagem.. Til-
do ia bem bordo deseen navios.
DINHEIRO.O vapor Arimis, trouxe do norte-
as seguinles quantias para os Srs.:
Joaquim Gerardo de Bastos 8005000
Lehmann frres 4004000
Domingos Alves Malheus 2004000
Cora destino ao sul do imperio Irouxe elle :
Para a Baha 3r004697
Para o Rio de Janeiro 59:280422*
BARCA PHAROL.-Achvsc de novo collocada
nos baixos de Braganca, na provincia do Para, a
barca pharol que serve de marca aos navegantes
que demandam a barra de Relm. A posico da
barca a seguinte : demora-lhe a pona da Tijo-
a ca por 33 SE. 9 milhas distante, o Cabeco do SE.
- do banco da Tijoca por 45 NO. distante 3 milhas.
1 milha e me a distante do cotovello dos baixos
PERNAMBUCO.
no principio de cada anno financeira pelos muni-
cipios da provincia na razo de 1:0004 para cada
um, sendo, porm, 3:0004 para o d'esta capital.
c Art. 3." Pela imprensa, ou por qualquer ou-
tro meio de pnblicidade sero convidados os se-
nhores que liverera escravas as condiedes d'esta
lei e as qnizerera libertar, para apresenta-las s
commissdes de que trata o artigo seguinte, dentro
do prazo marcado em edital.
c Art. 4." Em cada municipio da provincia ha-
ver ama commisso composta do juiz de orphaos
do terrao, que ser o seu presidente, e mais dous
membros, a qual sera encarregada de promover
as raanaraissoes.
f nico. No municipio onde nao honver jal-
gado o presidente da commisso, ser o da cma-
ra municipal.
t Art. 5. Smente podero gozar do beneficio
da presente lei, as criancas de 3 a 7 annos de ida-
de, e nao se poder dispender com cada urna mais
de 6004000. a.
Art. 6." Oiktife a carta ae manamissao, con-
REVISTA DIARIA.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE S. FRAN-
CISCO.Tendo-se feito ltimamente algumas re-
clamacoes sobre o servico da estaca) de Una, o
Sr. engenheiro fiscal pede-nos a pubficacao do se-
guinte offlcio:
t Illm. Sr.De conformidade cora a determina-
cao de V. S., segui no trem de hontera 24 do cor-
rente para Una, e aqui examinei com attenco o
servico da estacao; e sea resp;ito campre-rae
informar V. S. o segainte :
O trabalho de escripturaco acha-se em dia e e
expediente de despacho feito com a possibilidad
compativel com o acanhamento dos armazens de
imporiacao e exportaco.
Os armazens do iniportacao acliam-se completa-
mente Chetos de mercadorias, de forma que urna
grande poco destas, nao cabendo nefles, esto
depositadas na nlate-frraa, de alguma maneira em
barajando o livre movimento sobre ella. Hoje
chegaram dez carros de mercadorias, e este aceres
cimo sem duvida augmentar os embaracos com
que lula o chefe da estacao para a boa disposico
aellas.
O nico armazem de exportaco, que em parte
oceupado por cargas importadas, como carne
secca, est completamente apinhado de saccas de
algodo e saceos do assucar, de modo a nao dar
lugir s mercadorias do mesmo genero, que se
acham depositadas sob o alpendre externo do mes-
mo armazem. Esias mercadorias sao em crescida
quantidade, e esto expostas ao lempo, visto como
o referido alpendre nao as comporta todas.
Pelo volume que ellas representain, fcil con-
cluir que os dez carros hoje chegados aqui nao
podem Ihes dar cabimento no.armazem pelo vasio
que as d'alli tiradas para elles determinara.
As mercadorias sob o alpendre nao sao despa-
chadas, e nem o podia fazer a companhia. sem
acarrelar com a consequente responsabilidadeque
podesse resultar-lhe do seu deteriora ment por
falla de necommodajo no armazem.
O servico de despacho, como j disse, feito
com a possivel regularidade, e guardando-se a or-
dem em que se apresentam os carregadires.
Para facilitar o s-u andamento, o chefe da esta-
cao, as horas moras para o movimento de pas-
sageiros, manda para aquelle armizem a balanca
da bagagem, e tica assim elle com duas balanca's,
urna exclusivamente empregada na pesa da la e
ouira na do assacar e farinha, principaes gneros
de exportaco.
Queixam-se os exportadores da demora do des-
pacho de seus gneros ; mas fcil concluir provm isto da deficiencia do armazem, ou antes
da falta extraordinaria do material rodante para o
seu transporte, visto como, havendo este, fcil se-
na a desoccupaeo do armazem e a entrada con-
sequente dos gneros sob o alpendre.
Nao sendo possivel, pela deficiencia alludida,
dar entrada lodos os gneros apresentados
despacho, e nao querendo os seus donos demorar
se na estacao espera de occasiao azada, incuro-
bem a sua pza alguns individuos, que natu-
ral exijam por esse servico alguma remuneracao.
Com isso, pens, que nada tem que ver a compa-
nhia ; ama industria que se exerce livremente,
e qual seria leucura pretender a companhia
obstar, sem direito algum, visto como do seu exer-
cicio Ihe nao resulta nenhum mal.
Como j disse, todas as qneixas quo se levantan)
contra o servico da estacao de Una, eem geral con-
tra a de todas as estac5es, provm nica e exclu-
sivamente da falta de material rodante, e este mal
nao podem os empregados subalternos remediar ;
elle est fra do seu alcance. Quaotn estacao de
Una, cada vez me convenco mais do zelo e activi-
dade do sea chefe, que destribue o servico com
perfeita igaaldado e justica.
Um dos armazens de importarn tem o ladrilho
abatido era om ponto, em virtude de ora formi-
gueiro que, segundo me informam, antigo. Seria
conveniente extirpar o mal, para poder conservar
o ladrilho perfeito, depois de concertado.
O servico telegraphico faz-se regularmente, sen-
do o empregado d'elle incumbido activo e intelli
gente.
E' ludo quanto pude observar, e posso informar
V. S., pedindo desculpa pelas lactinas que en-
contrar.
Reiter i V. S os protestos de minha subida
de Braganca, ficando passagem por ambos os bor-
dos.uma vez que se passe prximo da barca.
Nao havendo no porto do Para um vapor qu*
rebocasse a barca pharol para os baixos, prsten-
se esse servico o digno Sr. commandante do
Arins, o qual, ajudado pelo pratico o Sr. Felippe
Francisco Pereira p o pratico-mr d'aquelle porto,
collocaram a nesse lugar.
LUGRE NORTE-ALLEMAO. -O que hoave :*
bordo do navio Margareth, qu; deixou de sabir
na sexta-feira a tarde, foram incommodos prove-
nientes de bebidas alcoolicas tomadas em excesso
por alguns marujos. O Sr. Dr. inspector dasaiidV
do porto verificou por si mesmo o caso, segurado
o navio no sabbado ao seu destino.
ASSASSINATO E FERIMENTOS.-Das 9 para
10 horas do dia 10 do corrente mez, no lugar Bre-
jo do districto de Garanhuns, foi assassinado cora
9 punhaladas, algumas entiladas no crneo e va-
rias contusOes no corpo, o alferes Ignacio Das da
Silva Gueiroz, e foi ferido mortalmente um cunha-
do deste chamado Francisco Ferreira de Araujo,
sendo autores desse crime Francisco e Joo, filhos
de Silvestre Jos de Vasconcellos, os quaes logra-
ram evadir-se. Das averiguaQes que procedeu
a policia,soube-se que houveram cmplices, e que
o crime f i premedtalo, em consequenca de aah
gos oJkw entre Gueirz e Silvestre.
COMPANHIA PERNAMBUCANA. Previne-se
aos senhores carregadores que tiverera volumes
embarcar nos vapores desta companhia, que se
destinara aos portes do norte e sal, no dia 2 de
marco, que sendo a manha o ultimo dia era que os
mesmos tomam carga para os referidos portes.
venham quanto antese rabarcar as suas respectivas
cargas, afim de que nao tenha de acontecer ama-
uha, a mesma confuso que ordinariamente se d.
pela grande quantidade de carga que os mesmos
senhores continuadamente guardam para o ultimo
dia de embarque. Outro sira, que sob nenhum
pretexto ser admissivel o embarque de carga,
qualquer que ella seja, no dia da sahida dos mes-
mos vapores.
PROCLAMAS.Foram lidos hontem na matriz
ia freguezia de Santo Antonio os proclamas se-
guintes :
1.' denunciaco.
Manoel Flix da Trindade, com Genoveva Maria
Januaria.
Francisco Rufino Vctor Pereira, com Emilia
Fiuza de Oliveira.
2.* denunciarn.
Firniino Mariano Mendes da Silva, com Felismi-
na Maria Soares.
Joaquim Luiz Custodio, com Maria Hennenegil-
a da Silva.
Bellarmino Andr de Avclino Lobo, com Clara
Floriana de Araujo Lhna.
Hygino Real de Araujo. com Umbelna Goncal-
ves de Souza.
Joo Rodrigues da Silva Duarte, com rsula de
Siqueira Brito.
3." denunchcao.
Manoel Jos Alves da Silva, cora Theodomira
dos Anjos Pereira de Almeida.
Jeremas Cavalcante da Silva, com Claudina
Cesar de Albuquerque.
Lourenco de Carvalho Lins, cora Urabelina Ma-
Tia dos Prazeres.
Joo Antonio dos Santos c Silva, cora Bernardi-
na Emilia Pontes.
Jos Machado Marques, com Mana Francisca
Pereira.
Joo Antonio da Silva, africano, com Belizia Maria
da Coneeico.
Luiz Frederico, com Mara Francisca Annancia-
da de Carvalho.
Firmino Jos Basilio, com Joanna Brgida de
Sant'Anna.
Domingos Bruno, com Ancha Flora de Carva-
lho Dias.
CANALISACAO DO RIO GOYANNA.Cora o
prasa de 60 dias,'a comecar de 25 de fevereiro
corrente, acha-se abena a concorrencia, perante a
presidencia da provincia, para a abertura e cana
hsaco do rio Goyaona. de maneira a nelle pode-
rem navegar os vapores da companhia Pernarabu-
cna e outras embarcacoes de igual calado.
HOSPITAL PORTTGUEZ DE BENEFICEN-
CIA.Durante a semana de 20 a 26 do corrente
houve o seguinte movimento neste e.-tabeleci-
mento:
Existiam 37 doeotes, sendo 5 de 1* classe, 11 de
2-, 20 de 3* e 1 da 4".
Eatraram 1 da 1* e 7 da 3a, sahiram 4 curados
e I fallecido.
Existem : 6 de 1* classe, 14 de 2a, 19 de 3' e 1
da 4a; total 40.
LOTERA.A que se acha venda e a 138a, a
beneficio da igreja de Nossa Senhora do Livra-
mento do Rio-Formoso, a qual corre hoje.
PASSAGEIRO vindos dos portas do norte
pelo vapor Armoj.
Jos Francisco de Oliveira Francisco Pereira
Cantoso, Raymundo Marques Yiegas, Jos Joaquim
Carneiro, escravo Benedicto Joaquim Jos Gon-
calves Beltro, Jos Pereira Martins, Gentil Au-
gusto de Moraes Bitancourt Jos Climaco do Espi-
rito Santo e 2 criados Mano-1 e Pedro, Marcos
Caben, Leandro de Almeida Ribeiro, Joao Luiz de
Almeida, Joao Rodrigues Vianna Bayma, Jos
Vianna Vaz e I escravo, Joo Vianna de Mello e 2
criados, Ernesto de Carvalho Pires Lima e 1 cria-
do, Jos Rodrigues Elves Jnior, Theodoro Alves
Pacheco, Domingos (fnnes, Thomaz Duarte, Enze-
bio de Oliveira Sabino, Dr. Carlos E. A. Peixoto.
James R. Wilson. Alexandre Barroso de Souza,
Maano de S Albuquerque, sua senhora e 3 es-
*
consideracao.
Deus guarde V. S.
Sr. Dr. Manoel Buarque de Macedo, digmssimo en
genheiro fiscal di estrada de ferro do Recife ao
8. Francisco.
Felippe de Figueira Fana
ajudante do engenheiro fiscal
TRIBUNAL DO JURY.Acha-se convocada pa-
ra o dia 10 de maree a primeira sesso ordinaria
do jury da comarca do Recife, sob' a presidencia
do Sr. Dr. Manoel Jos da Silva Neiva, Juiz de di-
reito da 2.a vara criminal.
NAVIOS ENCONTRADOS.O brigue portuguez
UniSo, chegado a 25 do corrente do Porto, faliou
com os seguintes navios : no dia 7, na lat N. 2
39' e 40" e long. O. de Greenwich 21 24' e 11",
com a barca norueguense Hebe, indo de Tonsberg
para Melbourne, com 23 dias de viagem ; a 10, na
lat. N. 2 7' e c long. 0. 21 9 o 5A", com o
nhora e 4 escravos. Americe de S Albuqaerque,
sua senhora, 1 criado e 4 escravos, Themoteo E
Ferreira Lima e 1 criado, Thomaz Pampo de Sou-
za Brasil Jnior, Antonio Sabino do Monte, Dr.
Antonio Coelho Machado da Fouseca, Francisco
Barbosa de Paula Pessoa, Dr. Francisca A. de
Araujo Sit e 1 criado, Francisco Fernandes Viei-
ra, Antonio Rodrigues de Souza e Silva e 2 criados,
Peregrino Lemos de Menezes, Manoel Tavares Pin-
to Porto, JDr. Carlos Iustiniano Rodrigues, coronel
E-tevo Jos Barbosa de Maura e 1 criado, Atnto-
nio da Gama e Mello, Raymundo Jos da Silva e 1
criado, Francisco Ferreira Borges, SalaaMno Gomes
da Silveira, Jos Lopes Pessoa da Cesta Jnior e 1
criado, Amelia Augusta do Reg Barros, Aran
Cohn, Antonio Manoel da Silva, Jos Izidro Mon-
teiro,Bemar**Scnete*,Jo5 dos Santos Coelbo,




<" v*-




Diario de Pernambuco Segunda feifa & de Fevereiro de 1870
Salustino Ephigenio Carnero da Cunha, sua fami-
lia o I escravo, Dr. Elias de Almeida Albuquerque
0 1 criado, Jos Antooio Pereira Vinagre, Bento
Jos Al ves VianiKi o i criado, Dr. Joaqulm Moixi-
ra Lima, Liudolpho Malaquias do Rosario, 1 cabo
e 2 sida:
Sejroem para o sul :
Antonio Jos da Costa, Manoel Jos Ribelro da
Cunha, Waranno joaquim da ( ista l'erreira, Jos
Q. P. Lcilao, Dr. Allredo P. d Silva Goncalves, Dr.
Raimundo Jos Pereira de Castro Jnior, itamja-
mi Buzeglo, Luereeio Augusto Marques Rileiro.
Pedro Augusto. Burgos e 2 iriiiaos, Minoel Mara
Vill ir, Antodio Pompeo Campos, Cevilino Pinto de
Almeida Cistro, Francisco Pinheiro de Almeida
Castro, Sehaslio Jos Cavaleanti, Domingos Jos
Anguoira Jaguarihc Filho. Mariano Nanes de Mol-
i, Dr. Pedro de Barros Cavaleanti e sua familia.
10 recial:,-, o 13 escravoe.
Vindos de Mamanguapc no vapor Mandaba
Francisco Melehiades de Siqueira, D. Emilia
Onofrc da PuiiVieacao. 2 fillios menoros, 1 criado f
Seriadas, Jos Lnfi l'eixoto de Vasonceil
criad*, Antonio Jos Gaspar de Azevcdo, lerony-
tBrttvairn Simando., Joaquim Manoel do Maraes
Grillo. Ablas Emiliano do Lago, Jos Gamillo da
8lva, 1 is LourcQQo de Oliveira, Joaquim Jo* de
Araoriin, a menor D. Mara Candida de Figueiredo,
Man .el Alfonso da Silva. Antonio Serrano Soncal-
vos Jo Andrade, Vicente Ferreira da Silva Met i
Joaqnim Jos do M.;deiros, Juvino Carlos da Silva,
tenente-coronel Fraaeiseo Bruno Jacome Bezerra.
1 lilln o 1 fitho motor, Joiuna Acci ily czeera
M.ooira. 2 li has menores e 1 criada, Quintino Pa-
vao de'Vasconcollo?, Manoel Rodrigues Baraeho,
J >s VeHaao da Silveira, i irmaa, 1 sobrinho me
or o l criado, Jos Marcos Ferreira do Maura e
Aadrade.
FUBLICACOES A PEDIDO.
liis um motivo de regosijo
para os'catlioicos.
abara os Renn*. padres jesutas do eollegio
da s. Francisco Xavier de prestar aos fiis, abra-
do ii na o.ipolla, un relevante servico, para que
aos il issam lor qualro tnissas, urna as
.>'. nutras .i- ii 1 outra as 7 i/i e outra as Olio-
ras .i; m rajii i, i c infessar-se qoereu lo; havmdo
mbem as:; n iras da tard i a b inei > la Sanlissi
i > ram mi >. \ rapella lem elegante simpli-
ci!.. i r lifleativa ; oapacosa, e tranca para i
poro malher! e masculino, com entrada e sabida
ndepen ionio i c llogio. Estamos cortos que al-
tratar grande eaneorsode mortdi res boavfdanns.
p u#, Daos louvad i, o senllmento eafholic i pred
mina in 1; mi pnvo p'rnambnean,(me lem bstan-
le iso para renellir as impas calumnias contra
OS fl i do LoVola, que por i na
\> i lestingaido, e ainda se >l s'ingn' n
p so i aparado relo cm promover a maior glo-
ria i! lio .-: j p.ducand > a m icidade na mais siia
Intiatrm i (I i calh >1 n Iho fallar com a
i aatidi ir irueciu as krttras a seieaeM ha-
nina) j i prestaad i so ao ministerio das nnssias
lo v 'i' i das almas dos habitantes do campo,
I ia o nqnevcm os Rvd. paaoeb s.
K j.: |.i i 'ini is no ponto de educ.a;ao da |ii -
von" ..!', maito para e-timar que n"uaia
ao-que a ina i- .largas se .derramara piilos livro-
(i-1 arios a lo, u as doulfinaa mai-
GOiTttttl iras J i> b ins costamos cliristaos, haja nina
casa daoJucac.v, para onde upis catniimis
uis fi-rvonsos poira mandar seus Slbus aflu
do rem louctrinadoscabalmente no catholici-ni'>.
si: etrknenl da inairuccjle profana. coui
qua;.' i.esl u bni ol'onn '. is de ja.' i
-, aqui o's1 ibolocidos, proenchem satisfieto-
riiiiion'.o o flm do sua oitiluici, e seas directo
ros r. .ai sUlBcienUllIlClltf a boa oilucacao rtl-
i -a doabunnos; com lulo nao achamos por
iiistitmco de um collegi i dirig Ju pelos
utas; porquexdaeinnlacSo, i aliante
di coa- irr a aa >) saivorsos dirooiores h profes-
s ir-:, deve necessariamente a moeidade otncanla
colher ama nstnvoai religiosa e drofana mai-
apnrada. Os jesutas primaram sempre no me-
thol i ilo cnsioar ; e p rqao Invenios do privar os
collegi.is dos leig i> Ja opportunidade d imitar, ni
a-is .snitas ha excedencia do raethuJo doen-
sino ?
Di c incorroneia na instrnc^o nenhum mal po-
de piis n.' 'liar, ani s deve-se esperar ledd bem.
E por i.....- [jue amlam dissua4ndo as pais de
fannlia. sob moii, frivol is ou falsos, de cnviaroni
io de 5. Prauciseo Xavier para
1 i ] Ir jesutas, sao pct>i
menos os malores iuiuiigos do ifoyrtsso da e.lu-
c*cao. (i principio da coBCJirrencia identifico
. neni htnJwe, Bem jauitum; por
is-o 11 que se presam de ser liberaes genuin...-
nio o devein repellir, salvo se fluizerem mostrar-
Mradici i ios.
Rceife, 36 fever iiro de 1^70.
Dr. /''/-i Aupan ia Malta lbmqmrqu*.
de mea pai dizer-Iho um adens, pois, j v o ros-
peitavel publico que nenhum crime havia, e
razao porque.o calumniador nao esclarecen o seu
juio.
Diz mais, que ineu pai veio dos panlanos de
Ollnda como om pobre caixeiro e aqu casnu-se
etc. Agora perguatarei ou; o que que tem, que
meu pai principiasse a sua vida commercial por
caixeiro r .Nada tum invejosj, e at honra prin-
cipiar pelo pouco e acabar pelo mbito ; cointanto
"me naja sempre prubidade da parte da pessoa ;
,)ara isto invoco o testenmaho dos habitantes do
Brejo e dos negociantes do Recife, com quem meu
pai tem tido transacc^es, e toda o qualquer pes-
soa por mais p.quenina que seja, sao todas un-
nimes em tecor-lhe eloirios. Meu pai ha trinta an-
nos que reside nesta villa onde negociante e
uroprietario, o seu procedimentn tem sido sempre
pautado pela regra da candura e honestidade ;
tem oceupado sempre lugares distinctos, como so-
jam, presidente do conselho de designacao dos
guardas nacIOMM,
Quan lo creou te nesta villa a caixa de volunta-
rios 11 patria, fui meu pai nomeado o depositario
dos dim'heiros. Para as despezas dos mesmos vo-
luntarios da patria deu meu pai a quantia de
400^000, cnnio consta dos jornacs daqnclla poca ;
rr< mais que quandoalgum olcial da guarda
nacional lem de responder a conselho de disripli
na invocam logo o nome do capitao Jos Antonio
Pereira para servir de presidente ; isto por sua
imparcialidade e jusfloa, tem sido coiistanlemente
juiz.de paz, eleitor de parodiia e vereador da c-
mara ( inda exerce este- lugares presentemen-
le) ;! Bu Commando Jo batalho por mais
de doos aunes, e aluda nao parti at boje cla-
mor algOm contra elle, os documentos ns. i, 2 e
3,de pos-.iis distinetas, como sejain os Srs. Drs.
juiz de dir.'iio, (oh munlcfpal e"promotor, publica
di s no Diario de 23 do passado.moflram oquanto
mn pai rejaeltador da lei ; como pas, inve-
joso, que oasis sabir de tea antro de immuadlces
para m; n qiar a reputaco de cidado to cns-
picuo i
Segundo a mxima dn oalumniador, os horneas
que nao na-cenm na opulencia sao m;io?, mas eu
nao pens as-im, emboo, muitas pesas que
prindpiaram pelh |iouco ; aqu mesmo no lir jo.
presento o exemplo do vigario Podro Marinho
Falcao, qjs ordeaou-se com parte do bolo da ca-
ri lade e hnj na qualidade de vigario vai vivendo,
e por este motivo lia de so lizer'que elle m i .'
rt>menw que nao, e miniares de exemplo<'oa
loria a apresentar para pruvar a este anrmalejo
que nao o deshonra comefar pesa p
Quanto o calumniador ftdlar de meo runhado,
na parte inexpeneute.tenn i,somente n di?er Ihe que
asigne >e, i|ue rerebera cabal respaila ; e o mais
lea o romanee noe tem por tituIo-F/Aorfo Dia-
to-que nelle achara personagens com quem pos-
-a comparar algiins menibrosde sua familia, como
Arahy. Reignao e ontre.
J v, pois, meu respeitavel publico, que meu
pai i.-ni oceupado sempio lugares honrosis e go-
saflo i) na conceMo, e O por e^ta razao, que o am-
bicioso debaixn da capado anonvmo procura ver,
se il- alguma lorma marea sua rpuiacao coniepi-
th. ios e eutras asneiras ; a isto respondo :outro
i.lfl1'!'..
Agora me perguntar o ro-peitavel nublico, qual
a origem de I* pai. residindo lia trinta annes
ueste lugar e posando sempre de estima publica,
appareee agnra e-te desaguisado ? Eu responderei
a .-.ia-a a invrj.i e vos cnntarei o que ha.
_ l.'ui 1801 meu pai e meu cunhado Antonio Jos
\ieira .la Cunha, vendo que Brejo era um pon-
i' t niiiuen-iii i'.rto, resolveram ir ao ReeifV- para
foniprir un vapor de descarocar algodao; eoom
uo v^p.- uttuuilil
11 i I i. 1111 :d i.i **ge.ii, oa su indo sorras, ora
ai" indo picadas para pas arein is.poderam
s Jo umnwz de nm>*caonnlii*. cutgar aqui
enlou-se o dito vapor e comeo.n a
tido; e por sus persisteocia que tora merecido
ser eleitor, supplejite de juiz de paz, e supplente
de subdelegado, no entretanto tudo se procura os-
curecer e at inentir no animo publico que meu
mano delxou a supplcncia de subdelegado por fal-
ta de energa o outras infamias, como diz o ano-
nymo.
,Q?ms b.em' querem poltica ? en direi; que desde
18o ale fina do auno de 1868 resid na eri
l apezar de distante de minha provincia todava
acompanhava os inf*ioentos polticos, e mui prin-
cipalmente do torrao era que nasci foi l na cor-
te que soube o que vi a transieran que homrns
leste meu torrao fkeram com o fallecido senador
Paes Brrelo para se passar para o partido pro-
gresista, a como de facto sa pasaram, e os habi-
tantes do Brejo quo digam c o propno partido
conservador, m anteajos seus chefes, que respon-
dam ; vio-se quantas ehagas elles abrirm, e es-
tas rendas anda niSo cicatrizaram ; sao pois estes
os reptis que o partido conservador deve expellir
de seu seio para amanha nao ver despedazadas
suas entranhas, como j coMuipe fazerse.
Homens qu>podem fallar de rijo sao os Srs. co-
ronel Camboim, coronel Caetnnode Oliveira Mello,
lente -coronel Jos do llego, major Jlo do Pego
e seus manos, porque estes, quer nos dissabores
porque pasta o partido, quer nos gozos estao sem-
pre de p firme em seus postos.
Portanlo avalio o respeitavel publico para quo
lado pende a razio, o chamo attencao para que
loiam a reiiresontacao que meu pai fez a S. ixc. o
Sr. presidente, a qual est publicada no Diario ie
Ptrnambuco do dia 2.1 de Janeiro pas*do: all
so offenflc a melindre dojninguem, tudo quese
diz est convenientemente documentado.
Finalmente f digo qoe estou morando no Brejo,
assim como tola minha fanilia, aonde nao temos
ao menos descffeelos. a nao ser o Sr. Francisco
Berenguer que con-titaio-sc nosso acerrimoi nimi-
gi), por causa de algedjo, como provo com o do-
cumento n. 2, mandando Cazar figo enMoeu cu-
nhado Antonio Jos ieira da Cunha, rnpie nao
effectuou-se porque o fiscal Jos Gomes nao qui
cumprir aquella or.lem reprovada ; e para este
documento chamo a attengao de S. E\,\ o Sr. se-
nador do imperio Frederico do Almeida e Albu-
Son de V. S. obrigado e criado.Brejo, &0 de
feverelro de 1870.Jos Gomes Soares de Al-
meida.
Mofina.
O despreso que merece um cerlo Cacique, que
ornado com urna grande chapa de bronze pendu-
raa por meio de urna forte sola com o" corres-
pon denle a 37 no collete, apolando-se no compe-
tente barril, dando gritos disformes pelas antigs
ras de Lisboa, ja por ter subido dous degros da
eseada soeial, er estar a par com aquelle^, que se
nao iivcram aquella edncaeio qo* se chama com
pteta, seus pas deram-lhes ao menos os principios
a que se Hieda o nome de instrucijao primaria,
com a qual nao confundem o I cora o G ; ser
Dom que o dito carcamanjo se importe mais com
aprender a fallar ; pois de certo nao est muitu
crreme na sua algarvia do que constituir-se in-
teiligenie-em materia que nunca vio, o ooeupar-se
da vida de quem nunca se Jen brou delle nem
para... .certo e seguro deque so Catinga Ver-
rfnriA cominuar a oceupar-se da vida particular
do .Moleque sabe Timo, "ollie que entao ser can-
tado em prosa e em verso, porque afortunada
mente sem querer estou munido com os compe-
tentes papeisinhosbiographicos de sua alta posi-
cao o alto* cabedaes que faz gosto.
centro
>
kilog,
COMMERCIO.
E' escandaloso.
' H > sabe o respeitavel publico desta cid.ido,
fea i tima .las cbammas no dia 2 do (Mrenle a
: u i da ra do Lima n. 1 da freguezia do San-
i, i.'iido sido lugo preso como suspoito do
v .1 milano o dono da referida taberna, o
P i.oi-7. Antonio Jos Gomes,, e depois solt,
i e di?, por falta di provas.
(Ira c .aio quer que um tal incendio resultas-e
ii n i'ia'e prejuizo contra terceiros, pondo em
alai a oraem e seguranca publica e individual.
nte peta forma porque foi praticado, se-
; ... i i se diz, venha a servir, como um exemplo
bem iaineutawl o lunestiss'mio a todo o commercio;
|nr tus eonsideraeSea nao podemos calar em nos-
so espirito o que sabemos e nos tem sido trans-
an! roiaeao a aquelle incendio.
A'.io sabemos iii teiencia propria quem seja o
aut ir do Incendio, porque nao vimos, mais o que
alirmanios, sob o tcstemunlio do diversas pessoas
fidedigna*, o seguale :
ma referida, 6 (ocio do Manoel Uarte Rodrigues
Pinto, que tem MU taberna, sita no Poco da I'..-
i afta.
() io nao so na ve-pera do dia do incendio, como
lias antes l'oram conduzidos diversos gneros ao
narota, per ordem e mandato de Antonio J^.-
Gomes, da taberna incendiada para a daquille
Pinto, seu socio, como so apregoa : assim como,
tain!.. ni um bom relog.o de parede e urna ni -a
grande.
Que Antonio .! <' Go nes vivendo quasi sempre
no Poco di Panella, ha alguns annos, quando
lawluuia p. ider a via terrea, quando tinha de
vir para o Reeifa, ia a p; mas na noute do in-
eosMlio, Coi visto as 9 horas da noule a cavallc, in-
do do Poco da Panella para o Refe.
Fados desta ordem nao devem fiear impune-
mente, merecen! a attencao da justicia publia,
a licand-j o laclo aflm de" descobrir o autor do
delieto, tanto mais, quando scmelhanle incendio
feudo po.-to em risco a vida dos visinSiOH da casa
iad odiada, prejudicau a pr .priedade individual
ao proprietario da referida c. sa a qnantia d" t i;
couios de res: finalmente pelo prejuizo imminen-
le que vai ter anda o seguro imperial, da quantia
do seis contos de reis, importancia porque foi se-
gurada a referida taberna aquelle, Antonio Jos
Gomes, que j exigi essa quantia d'aquella rom-
i>t ibia, por assim o baver declarado o gerent: da
uiesiiii couipanbia.

no Hnj..; assentou-se o dito
l'uiicciiiiiar,.pa Tordode UesenvDlveu-sn um com-
mo-ciii extra, i.linano no Brejo, de todas r.s parles
a- mais ljngiquJ, Iraziam os seus algodoes para
lerem vendidos uu vapor; s pelo'espito ae aov -
'uta, poi-, uue os seitauejos ainda nao linliam
vito causa Igual, o uo vapor s se oon:pr.iva o al-
godao quando fazfa cunta o preeo, por es.a forma
a medida que por uai lado de.-onvolvia-se o eoai-
iii.avio, e .jue os negociantes do fazeodas. ferra-
o .ii.lliad is f.iiam grandes negocios i pelo
outro crescia tambem a anibicao de alguns, eis
liiando em agosto de 1XG9 entra em exarcicip de
-uppleute do .Llegado Francisco Berenguer, ne-
gociante tambem de algodao, de.-ta nwrauravcl em
dianl come ;a entao apparecer a perseguioao de
mulla fuuilia. primeiio mandou postar alguuias
pracasem pequea distanciado vapor, dizendo
que aquel e que veodesse algodao all ria preso ;
. lo di.--o o meu cunha lo proenfou indagai
quem era o autor disto, para o que requer ai de-
gado supplente e ai subdolegado,elles negara ; o
querque, que o sustentculo da lei, para que a
bem da hnmanidade mande destituir semelhante
hornera do cargo da antoridade que se acha re-
vestido. '
nanlo a um,patro que com unhas de gato fa-
brica todo o enredi, f tenbo a dizer Ihe Par,
Pars, refurtur -qualquer cousa que ac.mtcca a
um dos membros de minha familia, somos da es-
cola que preferimos antes a nioitc do que des-
honra...
sobre o qua so diz do meu cunhado Antonio
Jo Vi.'ira da Cunha, peco que o re
blico suspenda o son jjuzo ; porque
misTavel calumniador assisne-se em sua corres
pondencia, meu cunhado responder conveniente-
raente, desahrindo e provando todas as mazellas
do mserase...
Au revoir.
Flix W< nderley Pereira Lint.
DOCTMENTOS.
n. i. .
Illm. Sr. Jos Gomes Soares de Almeida.Brejo,
18 de fevereiro de 1870,-Eslimo a sua bofsade
e de todos que llre diz em respeito.
Peco-lhe o obsequio do declarar me em que
casa foi falsificado o livrt de posturas da cmara
.municipal desta villa; so Vmc. como fiscal na-
quella dala fez islodesaa espontanea vontade, r.u
se foi compellido para isto por alguem, e se h une
m;:is alguma pessoa .pietiresenciasse'esta negocio.
Ouiro sim, se a torca armada do 30 a 50 lum n-
que foi postada em frente do meu vapor para obs-
tar a compra do algodao, foi mandada por alguma
antoridade, ou se foi Vmc. quem a requisilou ; c
quem foi tambem que mandou prender o inglez
Eduardo Da vis, uiaoainisu do meu vapor, e so
esto m rhinista tinha commettidj algum crne
para ir preso, curnTlui.
Espi ro a sua rcsosla no sentid.) de que trato.
Son de Vmc. venerador, cria Jo e obrigadoAn-
tonio Jo.- Vieira da Cunha.
PRAgA DO RECIFE 26 DE|FEVEBEIRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE
Cambio sobro Portugal 60 d|v. 160 0[0 de pje
mi, banco.
Dito sobre dito 3 d[v. 103 OjO de premio, banco.
Couros seceos salgados566 rs. por kil. (hontem)
Goneallo Jos Alfonso,
Presidente.
Mesquila Jnior,
Secretario.
ENGLISH BANK
Of Rio de /aneiro Limited
* Descoata lettras da prafa taxa a con-
8nconar.
(^ Recebe dinheiro em conta corrente hia
Traso fixo.
Saca vista on a praso sobre as cidade?
speitavel pqnj prlncipacs da Europa, tem correspondentes
esua 'coi-res M Raha' Benos-Ayres, Montevideo, New-
e New-Orleans, e emitte cartas de crdito
para os mesmos lagares.
ItUA DO COMMERCIO N. 36-
Sociedade bancaria
em commandita
Iheodoro Simn C,
por conta pro-
raimo charutos ......
dem cigarros......
dem em folha bom
dem em folha, ordinario ou res-
tolho ........
dem em rolo e cm latas bom .
dem, ordinario ou resto!no.' .
Rap .........
Gomma de raairalnca. (polvilho).
(pecacuanlia ( rail).....
Angico (toros)......
Caibros ........
Enxams........
Frechaes........
Jacaranda (coucoeiras) .
Lenha em aclias......
dem em toros......
Linhas e esteios......
Lour s (pranchoes).....
Pao Brasil........
dem de jangada......
Quiris ,........
V'inhatico costadnho de 25 a 30
railliraetros de grossura. .
dem pranchdes de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura .........
dem taboado de menos de 23
millimelros de grossura .
Taboado divarso......
r\itajuba> .........
Travs .........
Varas para pescar.....
dem para ag tunadas .
dem para canoas.....
Cavernas de sucupira(em obra)
Eixos d cicupira para carro. .
.VHaco.........
Mel de abelha. .
Milho...........
Ossos......, '.
Palha de carnauba .' '. molhos
Pe(;hury-.........klog.
Pedras de amolar ..... ,
dem de filtrar...... >
dem de rebollo >
Pennas de ema.
P'assava........'. molhos
Pontos ou chifres de novilho ou
J y?cca- ......cenlo
^o.........ki|0g.
5a'........., o
aalsaparrillta....... <
Sapatos de couro branco par
Sebo ou graxa em rama klog.
dem em velas. .*..... >
Sola e"Vaqueta ...... *
Tapioca......
ranas de boi. .
Vassouras de carnauba
dem de piassava .
dem de timb .
Alfandega de
1870.
0 1. confercnie, Manoel P. da Sil: a,
0 2." dito, C. A. Lins de onza.
Approvo. Alfandega de Pcrnambuco,
revereirode 1870.Paes de Andiade.
Conforme.Joaquim Tertuliano de MdeLuj.
1*000
320
1J090
613
681
545
2|I80
17(1
1*703
60*000
360
1*500
8*000
95*000
3*000
12*0(K)
fi(MI
10*000
102
55000
6*000
20*000
1442000
96*000
33
6*000
2*400
6*000
1*000
3*500
163000
30
320
68
16
1*000
817
31
18
34
4*796
160
2 800
348
10
2*043
800
340
476
13200
204
. 380
768
1*200
..... 960
Pcrnambuco, 26 de fevereiro de
19 de
EDITAES.
>
duzia
nm
>
>
duzia
cento

um

kilog.
um
duzia
um
duzia
kilog.
urna
duzia
c
urna

par
kilog.
cento
duzia
Brejo, SI de ferereiro le f JO
. red h !ur.Queira ler a bondaJe de inserir
na- columnas do seu conceituado Diario de Pcr-
nambuco esta pequea correspondencia, am do
i ecer o respeitavel publico da verdade.
iiL'i;ando-me as raaos o Comi Pernainbucano
do ;; do corrente mez, vi qua u; infame com a
apa de anaiiymo pretende conspurcar de lama
d< hotnens, que merc de Deus nao pre-
Un i asa, para irovar sua probidad,
[i ir uto iodos j rdconhceem.
l-'. o vil caluuniadur, entre outras baoalida-
,!,:-- : nao Jos Antonio Pereira,
--_ daqui do Brejo e amarrado e porque
tu' -o, o motivo .' era porque via que Je-
olr.aa.:. a causa nenhum dejar tioava ao meu
assim prefera a duvda ; mas en esclarece-
lespeitavel publico o m itfvo da prjs4o.
f;.u 849 depois da rovo!. i'.-rnarahuco,
i e .100 .delegada o Sr. co-
p is, o n2o c m.'ie'cendo este, o
m o-'
subdelegado no seu despacho, chama at o acto do
Qscal de arbitrario, intolerante, etc., mas viose
logo qne o despacho do delegado nao era claro e
que alguma idea baria a eHe respeito ; passado
isto, das dopois aprsenla-se o'Qscal Jos Gomes
Saares de Almeida, com trinta pracas armadas de
clawnoles, prolibinJi expressamento a compra de
algodao no rapor, allegaudo para motivar o ,;eu
proco lmenlo, um art. 21 que dizia ser das postu-
ras desta cmara do Brojo, a vista do que solIV.'.i
meu cunhado immensos prejuizos, pois, haviamui-
lo dinheiro espalbado para a compra de algodao,
conhecendo entao a cansa de semlhante empate
(que era a ainbicao), vai ao liecife queixase a S.
bxc. o Sr. presidente da provincia, este hornera
justiceiro, digno de todo elogio, prometteu que ta-
na justica, para i.-to manda que a cmara Ihe re-
meltease as posturas, aim do ver se exista aquel-
le arl. 24 e se estiva approvado pela assemoja,
oeste interim descobrio-sa que o fiscal tinha intro-
duzco aquelle art. 2 no hvro de posturas falsa-
mente, pr mandado de alguem ; tomando conhe-
cnnento.ji cmara ebegou a conhecer que houve
falsihcaeao. isio augmentando-so o art 24 no
livr. de posturas, e por esta razao lez logo lancar
na acia aquella procedimentn do fiscal e deu parte
a S. Exo. o Sr. presidente, e-Iehonrado hnmem. a
nstt da mformacao da cmara e da copia da ac-
ia da seasao da niesma cmara mandn que o Sr.
Dr. promotor publico procedesse na forma da lei,
responsabihsando o (fecal, o que nao luvendo lei
que ptohibisse a venda de algodao, os seus donos
vendessem aonde Ihe eonviesse.
Yendo-se agora o fiscal responsabilisado, entao
que descobre todo trama do negocio, sendo o au-
tor o Sr. Francisco Berenguer como prova o do
cumento ns. 1 e 1 A, e at assassinato se tinha em
mente pralicarcomo provarei mais adiaute.
Por ahi avahe o respeitavel public* o quanto
temos solTrido, mas an.la nao fica acabada a per-
seguicao do Sr. Francisco Berenguer, que despei-
lado pelo descobrimento do trama procurou oulro
meto de nos fazer mal. Unr meu mano, menino de
qumze annos de idade, que veio do eollegio pas-
sar a fesia com nosso pai e que por raolivj de mo-
lestia deixou de ir para o Recfe este anoo, a
este menino, em occasiao que ia para as novena-
que o Sr. Berenguer manda cerca-lo por quinze
pracas, afim de ver se encontrava alguma faca,
mas a Providencia que vella sempre pela innocen-
cia, frustou-lhe ainda desta vez os seus iotenlos. e
nao encontrando-se faca, publica, se em um ao-
nyrao que encontrou so a bamba.
Um outro meu mano dooome Laarindo Wan-
derley P. Lins, passando no lugar do Estrago pelo
Sr. Iranoisco Berenguer insultado, s pelo frivolo
motivo de nao Ihe tirar o chapeo, e como ouvisse
ara termos habis o que a dignidade nao manda
callar, por isojiandou ver mea mano escoltado
oqueuaopoJiaTnzer, porque meu mano era en-
tao supplente de subdelegado, eleitor e supplenle
do juiz de p e nao tinha corameltido erimo al-
gum; e furioso o Sr."Francisco Berenguer por
nao poder oncontra-lo, mandou cercar e correr a
casa de meu pai e de meu cunhado Antonio Jos
\ieira da Cunha, alim de p>r este meio ir desmo-
ralisando-os ; mas enganou-se, porque a ba ou
na accao aa esta da parle do quom a faz : a opi-
mao publica toda manifestou-se cintra semelban-
te acto de violencia da autoridade, que por pai-
xoes mesquinhas buscou calcar a lei a p.
A vista d i lao inaudito procedimento, foi meu
pai ao Recite e aprsenla sua qneixa a S. Exc. o
3r. presidente e chefe de polica, abonando sua
Tiwducta com documentos de pesadas damelas do
lugar como sejam os Srs. Drs. juiz de dlreo. juiz
municipal e promotor publico e outras pessoas
babililadisiimsem que diz que meu pai nao e
Ihe tem por onde se pegne. 8. Esc. acolhendo
com benevolencia a meu pai, descansado para o Unjo, quo toda justi? faria e
cu assim espora da rectidao de hotnens que estiio
allamenlu enllocado?.
Ilim. Sr. Antonio J.i-c Vieira da Cunha. \ sua
sanie o de toda a Exm. familia o que desej i.
Re- anndendo a sua carta, lenbo a declarar que o
livrn da p -inras fui levado a casa do Sr. mn-
cisco Berengo ;r, delegado enlio em exercicio, e
ah foi que elle mandou que o Sr. Lisboa escreve3-
-e mu artiga 2i da cmara da villa do Cab'u no li-
vro de posturas da cmara desta villa dj> Brejo,
como o ne--mo Lisboa podor cortificaHpi; em
qu mto a raim nao tive parto alguma nel? nego-
cia, pois v. S. sabe que eu nao son negajiante de
algodao, necorrendo miis que eu !z ver ao dele-
gado Francisco li.-renguer que isto nao era de lei,
o que ello respond u-mc que tomava toda respon-
sabildade quepodesse baver neste negocio.
Quanto a f'rca rmala tambera nao tive pan.'
alguma, mi-que V. S. .-abe qti" um fiscal nao pode
requisita;' 20 pracas para o servioo do sa omelo,
est lanibein claro que o mesmo delegado que ha-
via preparado j isto de ante-mito, accre.-ce que
foi elle quem notan o offlcio da requisico das 20
pracas, a no dia'sabbado as seis horas apresentou-
me 30 pracas armadas para postar no vapor a sua
ordem, pira que eu nao deixasse o Sr. Antonio
Jos Vieira da Cunha conrprar algodao no seu va-
por.
Sobre Eduardo Davis, machimsta da vapor, ne-
nhiim crime praticou, e sua priso foi feita por
ordem de delegado em exercicio Francisco Beren-
guer Cesar de Andrade, com o lim somente de
desgastar o dito machinista.
J2' pois o que se me offerece dizer nesta occa-
siao do qne acabo de expiVr, podendo V. S. fazer
uso da minha resposta como Ihe convier.
Sou de V. S. atiento criado Brejo, 18 de feve-
reiro de 1870.Jos Gomes Soares de Almeida.
X. i A.
Illm. Sr. Manoe! Rodrigues Lisboa.Brejo, 18
de fevereiro de 1870.Eta vai por fim rogar-lhe
o favor de*csponder-me ao p desta, se quando
Vine, copina o art. 24 di disposicOes geraes, se
foi a pedido meu, ou se foi do outra pessoa, e
jual o lagar, dia, mez c anno, e em que estava
mencionado o referido artigo. Estimo sua boa
sadn e mais familia.
Seu amigo e criado atiento.Jos Gomes Soares
do Almeida.
Illm. Sr. Jos Gomes Soares de Almeida.Em
resposia a sua carta supra, tenho a dizer Ihe o se-
grate : que estando em minha casa nesta villa
em das do mez de setembro do auno prximo
passado, chegra Vmc. chamando-me a mandado
do Sr. lente-coronel Francisco Berenguer Cesar
de Andrade, e curaprindo portante esta determina-
gao, dirig me logo casa do indicado tenente-co-
ronel, e quando cheguei elle perguntou-me qual a
razao de eu ter copiado todos 03 artigos da cmara
de entao, faltando copiar aojtielte artigo 0 que eu
resp rara que aquelle artigo pertencesse cmara des-
la villa, e que os artigos da cmara desta villa
constava somente de 23 artigos, excepto os addi-
ebmaes, e que irreflectidamente copiei o referido
arl. 24 das disposicoes geraes. a pedido do Sr. te-
nonte-coronel Francisco Berenguer Cesar de An-
drade.
Quanto ao qne me pede tambem em sua caria,
que responda-lhe, em qne lugar estava mencionado
aquelle artigo, tenho a dizer Ihe que eu nao estou
apar disto, e que Vmc. est mais apar, visto que o
hvro achava-se em seu poder. Supponho que tu-
da quanto cima exponho Ihe verdaderamente o
que se passou, como tudo Vmc. presenciou. Dese-
jo-lhe rwrfeita sade e a mais familia.
De Vmc. amigo, obrigado e criado.Manoel Ro-
drigues Lisboa.
X. 2.
Compraoi e venden
>ria metaos, moedas nacionaes, e estran-
geims, letras de cambio, sedulas do go-
erno e do banco do Bsasil.
Descontam letras da tena e outros ti
iulos commerciaes.
Enca'rregam-se por conta aiheia das mes-
as transaegoes, da cobranza de letras d
erra o do outros ttulos commerciaes.
Receb m qnaerquer quantias em deno-
sto, em conta corrente, e a prazo fixo.
Largo do*Peiburinho n. 7

Caixa Tilial do Banco do Brasil
em ernambuco, em liqui-
darlo, 7 de fevereifo de
1870.
Por ordem da diretoria do Banco do Bra-
sil se faz publico quo no praso de trinta dias
i contar da presente data ser3o levados
leilao os ttulos ern lquidacio e mais divi-
das constantes da relaco"l'que existe na
mesma caisa aonde poder ser examinadas
oelos preteldentes.
eiidimenio do dia 1
dem do dia 26. .
UXSfc'LADO PlUA'l.NCAL
a 23.
173:389.80i I
7:182*794
180 '7U80;
PRAQ.V DO BECIFR
-:.M 2 j DE FEVKP.KIRO DF. 1870, S 3 U'rtUS DA T\nDE.
RISVIWTA KSIAXtL.
Cambios.Sac!'.ii-si' snhre Londres de 20 3/8 a
20 1/2 d. por I i; sobre Pars le 470 a 472 rs.
por cent i
eiectniK
ALF.^MtEGA.
rtondimentododial a 23. .
dem do dia 26. ... .
881:2334778
24:0M*73
908:243 Jo31
M0V1MENT0 DA ALFANDEGA
fclurnes entrados com fazendas
dem dem >om gneros
''olomes^ahidos com faiendas
dem dem cora gneros
341
39;;
78
340
------ 418
Descarregam hoje 28 de fevereiro
Barca inglezaGasellemercadorias.
Harea americanaCnscoidem.
Barca inglezaS'rata Floridadem.
Patacho inglez-r-AV/'.s Strcrsis idem.
Barca francezaFgaroidem.
Patacho inglez-S-a Culiidem.
Patacho hollandezft7#dem.
Hiate americanoMary Witheniiem.
Brigue portuguez Unidodem.
Barca inglezaMary Cookfarinhi de trigo
Brigue inglez.Sflxanbacalho.
TABELLA nos precos dos gneros sjeitos a di-
REITO DE EXPORTACAO. SEMANA DE 28 DE PEVK-
RKIRO A 3 DE MARgO DE 1870.
Agora que esta queslao f*l aipda pndenle da
itebdea queldeciso de Ss, Excs., es que appafece nrvoesira-
n.>, e par esta simples; tagema qiierfndo se trazer a questao para a noii-
amnrraJ.. ,T se desta forma t acha urna tangente
capital do para S3 escapar ; mas cngaiia-e, o meu pai lera
sido sempre nm das momhros fortes do partido
conservador, em cujas llleiras milita; tem
partido muitos amigos dedicados e sinceros; o
men mano Laurindo lem sempre sido conservador
e at tem exposto em eleicoes a sua vida pelo par-
so (mas, nao
idor), ebecando a
l'.'c/i meu pai, cfoi logo solio;Isto
ria o tcstemunlio do Sr. conego Pin-
to de Campos, se elle abi a ReejEujstivesse pre-
' mifs que quandv-o Sr. conego
..impjj rcliivu-.c dio Brejo, veio a casa
Illm Sr. Jos Gomes Soares de Almeida.Brejo.
19 d:^ fevereiro do 1870.Constando me par pes-
soas desta villa que os soldados que compunha a
torca que tei caocada em lenle do meu vapor
para o listar i compra de algo lao, receberam car-
tuxames omhalados e mais alguma. ordem para
Taz. r-me fgo, p)r i!<0 drrjo-afoo a V.nc. cuino pes-
soa que cotnuiandava aquella loroa na occasiao,
declaro-ine se isto ioi verdade e quem mandou
distribuir os cartuxames pelos soldados, e q.jal a
?.*'!''u'' P delegado supplente em exercicio
mauMO Berenguer Cesar de Andrade deu a esle
respeito.
|.-pero a ua resposUno sentido que peco.
S iu do Vine aliento, venerador o obrigado-
Antonio Jos Vieira da Cunba.
Illm. Sr. Antonio Jos Vieira da Cunba.Rece-
bendo a sua caria datada de 19 do corrente te-
nho a dizer me verdade o boato que se esnaihou
,^r?la "i 'a' d-ter, a.f"ra 1uc ea commandava
para aquelle indicado fim recebido os cartuxames
em n niero do tres macos, pouco mais ou menos
por ordem do mesmo Sr. delegado Francisco Be-
reuguer.
Qu m>) a ordem que roe
quo
so
Mercadorias:
Abanos ....
Algodao em caroco ....
Idem em rama ou era lia. .
Carneiros vivos......,
Porcos idem.......,
Arroz com casca......
dem descascado ou pilado .
Assucar branco......
dem mascavado......
dem refinado........
Gallinhas........
Papagaos.....k '.
Azeite de amendoim ou men-
dobira.........
dem de coco ......
Idem de mamona......
Batatas alimenticias. ....
Saunilha ........
Bebidas espirituosas e farmentadas:
Agurdente cachaca. .... litr.
dem de canna......
Unidades,
duzia
kilog.

um
i
kilog.
9

I
urna
s
litro
>
kilog.
Valores.
300
2o8
943
kilog.
deu foi, que no caso
u eu dtsootasae alguraa eousa condurisse pre-
o capilao Jos Aatuaio Pereira. o tambera a V
b., e mesmo que fzesse fogo *obre V. S.: o oue'
respond que no cunjaria aquella ordem por ser
Ilegal. E'ocjue
occasiao, podtudo
como Ihe convier.
offer
fazer uso
"'conei
r-lhc nesta
ba resposta
dem genebra
dem restlada ......
Idera alcool........
dem cerveja.......
emvinagre.......
dem vnJio de caj......
Bolacha lina, comprehendidos os
biscoit s.........
(dem ordinaria, propria para
embarque........
Caf bom.......
dem escolha ou restoJho .
dem torrado ou moide. .
Cal branca........
dem prela........
Carne secca (arque ). .
Carvao vegetal.......
Cera amanilla. ......
dem de carnauba ora bruto. .
dem dem era velas, ....
a*..........
Cocos seceos .......
Colla.........
Couros de boj, seceos salgados.
dem idem espichados. .
dem idem verdes ....
dem de cabras cortidos .
dem de onca.....
Roces em calda .' ." .' .'
dem em }!ela ou massa, .
dem seceos......
Espanadores de pennas gr'ndes
dem pequeos .
lem de palha ... ,
Esleirs do, carnauba .' .' .' .' ?uto
dem propria para forro ou estiva
do navio. .
Estopa nacional .
Farinlia deararula .
dem de mandioca .
Feijao de qualquer qualidade.
2*000
68
177
320
107
436
1*000
3*000
937
673
323
102
3M30
193
390
330
300
337
600
300
660
p>r fr ; e sobro Li-ho.t de 160a 1>-
premio ; subind > a 73.000 as saqu
nesta semina
Algodao.Vendeu-se o de Pcrnambuco, do Ia
sort.', dopois da chegada do paquete dosnl, d.-
9S/ a I -i p ir kil., e o de Macu poete a bordo f
13109 a U1I6, conforme o Me.
Asaonvn.Vendeu-se o mascavado bruto 8o 3
i/,S por 45 kil-' e do Canal ie 280 a
Aunoz.O pilado da India vendeu-se de 3*200
a 3-5.100 por arroba on 13 RHogVaiBffiM.
Azeitr-doce.Vendeu-se o de Lisboa a 4 o
galao.
Bacai.ho.Em atacado veadeo-se H 198000 e
a relalho de 18 a 19* por barrica. Picando em
deposito 18,000 barricas.
Barra na ronco.dem a 640 rs. por libra.
Batatas.Venderam-se a 2*40(1 a arroba.
BoLAcimvMAs.Vendeu-so a 4* a barrfaoMu
e 20 libras. '
Cap.dem de 3*600 a 6*600 a arroba.
Cha.dem de 2 3200 a 2*900 a libra.
Crrveja.dem de 5*800 a 8*300 a duzia de
garrafas ou botijas.
Kerosene. -Vendon-se a 8*200 a lata de cinc.
galoes.
LoigAA ingleza vendeu-se de iSO a 430
por cento de premio soI.pi; a factura.
Mantena.A ingleza vendeu-se de 1*100 a
1*130 por libra e a franceza do 800 a 830 rs.
Massas.Venderam-se a 7* a caixa.
Oleo de m.vhaca.dem a 2*400 por galio.
Passas.dem a 10*300 a caixa.
Presuntos.dem a 18* por arroba.
Queijos.Os flamengos venderam-se a 2*800
cada um.
Sahao.O inplez vendeu-se a 173 rs. por libra.
Touc.inho. Vendeu-se o de Lisboa n 11*300
por arroba.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se de 1305 a
133* a pipa.
Vinhos._Os de Portugal venderam-se n 230*
a pipa, e os de outros oaizes de 2005 a 210*.
Vi:l\s. O paeotede 6 velas das de composicao
vendeu-se a (10 rs.
^Descont.-0 rebate de letras regaln de 12
lo % ao anno.
Fretes.Para Liverpool earregando em n
4" seccio.Secretaria da presdenca de Per-
nambucp, 25 Je evereiro de 1870.
Pera lecretam (U goVerno He nnvda pela se-
gunda vez as pessoas que quizerem- contratar e
privilegio da abertura c canatisucao do-rio Goyan-
na nos lermos da lei provincial n. 8*8 de ti de
junho do anno passado, abaixotranscripta, a apre-
seniarem suas pro6ltas em earta fechada, ao
Exm. Sr. presidente da provincia no dia 25 de
abril prximo vmdouro.
LEI K. 878.
O Dr. Manoel do Nassimento Machado Portella,
vice-presdeme da provincia de Pernambueo'
rago saber a todos os seus habitantes que a as-
semblea legislativa provincial decretou o ro
sanccionei a resolucao segnhte :
Art. 1. Fica o presidente d provincia autori-
zado a contractar com Manoel Polycarpo Moreira
deAzevedo, ou com quem melhorfs ntaizen
10*000 offereccr, a abertura e canalisaco do rio Govanoa
son as segrales baso,:
g 1." 0 contratante ser obrigado a abrir e ea-
naiisaro no Goyanna, de modo a dar ingresso f-
cil e coramodo aos vapores da oompanhia Pern3in
bu cana e oilTras embarcarles de igual calado de-
vendo aqueiles e estas chegar al a ponte da c-
dade, onde dere ter lugar o embarque tanto das
mercadanas como dos passageiros, realisando-e
este cora a maicr commodidade possivel.
_ 2." A abertura e canalisaco far-sc-bfc se-
gundo a planta da directoiia das obras pnl.
sendo toda a obra inspeccionada e dirigida oekl
inosma directaria.
3." O lempo para comeci e conclusa?) das
mencionadas obras ser estipulado no contrato, de
conformidade com a opittio dadirectoriadasotras
publicas, devendo o contraanle ser multado n;'.
quantia de 4:000* se nao principiar e concluir a
inesinas obras dentro do lempo que Ihe for mar-
cado.
Art. 2. O conlratanle gozar do privilesrio pelo
lempo de 30 annes de ctbrar a quantia de nua-
renta ris por cada sacca de ia e vinte ris poi
outro qnalquer vohime que lenha mais do 15 ki-
logramuias de peso..
Art. 3." Ficam revogadas as disposicoes em con
trario.
Mando por tanto a tedas as autoridades, a quem
o conhecimenlo e execucjio da presente resolucao
pertencer, qne a cumpram e lanm cumprir to
mleirainente como nella se contla.
O secretario do goverae desta provincia a faca
imprimir, publicar e correr.
Palacio do govemo de Pcrnambuco, aos 23 de
junho de 1869, quadragessimo oitavo da inm--
pondencia e d imperio.
L. S.
Dr. Manoel do Nasrnunio Machado Portelia.
Sellada e pablicada nesta -ecretaria do govern*-
de Pernanibuco. aos 3 de junho do I8ll!i.
O secretario
. Dr. .Ic.nqHim Coira de Aranjo.
Registrada a folha d lim do leis provncaes
Secretaria do poverao de Pcrnambuco, aos i-
de jtiiihu do 1869. '
O el fe da I* seccao
__________ Fmncisrn de temos unr te.
Faculdade de Jreito
do Secife.
ordem da Exm. Sr. aiector faca panuro,
do da 3 de marra, prximo vidouro, em
$, sarao admitdos a assignar matricula lodos
ranos da Facnldade qu so habilitaren nor
mei i Je requerimemo a Exm. Sr. director, pro-
vando o pagamento da tosa e a approvacSa no
anno: nterior. Os matriculado-! do primeir anno
devora provar appn.vacao n >s sete preparatorios-,
exigido- pelos estatutos, e que sao minores de |P
nwe ; esl lerao ser admtidos -J matrcnla
al o da 31 do maro., uelles somente at o
dia la.
Igualmente faca publico que no sobredito dia ::
de marco lera b:-j.ir a abertura das aulas prepa-
ratorias, cojo ex. rcteio ainda nao havia eomeeact<-
por se acli;.; .;., as respectivas salas "oeeupdas
com os exaraes preparatorios,
Secrelaiia da faculdade de dreto do liecife 15
de fevereiro de 1870.
O secretario,
_______.. Jos Honorio B. de Menexes.
D
T-ie
di
os
SECL4RAC0ES.
Consolado de Portugal em Peruambaco.
Por este congWlsdo se faz publico, em enropri-
mento da le, que bavendo fallecido em vlai.
para o Ceara a bordo do vapor polaca o snbdit
portuguez Joo Antonio Duartc Jnior, sao pet;
presente convidados lodos os credores do dito fal-
lecido a apresmarem suas contar dentro do pra<
de 30 dias para depois de verificadas serem nagas.
Consulado de Portugal era Pernambuco 23 oV
fevereiro de 187" Por orden! do Sr. contal,
Arthur A. PerYeira Braga*
C ellcr interino.
OJIIm. Sr. mspecterda thesouraria do tt-
zenda desta provincia manda fazer publico t-
em virtnde de ordem da presidencia, no dia 5 de
marco prximo vindonro, pelas duas horas da
tarde, sero arrematados, poranto a junta da
mesma thesouraria. por quera maior lance offere-
cer, trinta o quatr. c-vallos do depoziio de his-
irnccao especial. As peBSOas a quem convier de-
ver*! comparecer nosia thesouraria no da t hora
mencionados.
Socretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 24 do fevereiro de 1870.
Sorrmdo de offlcial -maior.
Manoel Jos Pinto.
porte pelo algodao 4 16 a 5 16
por libra em
navio de vela o 6/16 3 /o <"n vapor; earregando
em Macei 6/16 3 sem capa em navio desvela ;
pelo assucar 13/ sem capa por tonelada om navio
de vela, para New-York 15/ sem capa por tone-
lada, e-para o Canal 20/ 3 % por tonelada.
a
c^nto
klog.
um
kilos.
duzia.
kilog.
47C
204
476
442
939
39
27
258
168
442
436
763
4.4360
4*000
1*438
666
040
340
330
10*000
1*133
78&
2*180
tOOO
ri*ooo
12*000
1 '.1*000
Navios entrados no dia 26.
Pare portes entonce los 8 das e 6 horas, sendo
do ultimo porte 11 horas, vapor brasileiro dri
nos, de 600 toneladas, commandante I. C. Du-
arte, equipagem 32, carga farinha do mandioca
e outros gneros ; A, L. de O. Ajevedo & C
Assu 10 das, hian brasileiro Soca E>p?ranca
de 64 toneladas, c.ipita Manoel'Fernandes Ial"
les, equipagem 6, carga sal; Bartholomeo
Louren^o.
Parahyba- 2 das, hiate brasileiro .*. Jij Bnp-
tistu', de 64 toneladas, capitao Joaquim Fetinpe
de Moura Guedos, carga algodao e carnauba ; a
Jos Lopes Davl.
Santa Casa da Misericordia
do liecife.
A Ima. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, r.a sala da3 suas sessoes as
3 horas da tarde do jia 3 de- marco vindonroL're-
cebe propostas para a arrematadlo da renda da
armazeui reedificado rna Direita n. 33, peiien-
cente aos estabeleciiiientos de carldade, servmd..
de base o preco de 600*000 annuaes, dando-.
preferencia aquelle que, alem desta, outras van te-
gens olferocer.
Secretoria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 24 de fevereiro de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigue* de Seu~,i
No da 2 de' marca tem de ir praca por
venda e depois da audiencia da Illm. Sr. Dr jii
municipal da2' vara,sobrado de dous andares
site a ra das Cinco Ponas n. 27, avahad. por
8 000*000, a requerimento de D. Francisca Morei-
ra Res Lobt, na qualidade de inventronte do>-
bens deixados por inerte de seu m.;rido Manoel
Izdoro de Oliveira Lobo. Os licitantes podera com-
parecer no dia cima, as 11 horas na saladas-
audiencias.
12.O0O
136
m
92
-rsjhidas.
Gremsby- 45 das, patacho sueco Mara, de 2i0
toneradas, capitao D. AV. Prde, equip-lgm 10
carga carvao; i r-awuders Brothers & C.
Tarragona4 > dias, patacho inglez Ale.ea, de m
toneladas, capitao M. Stevans equipagem R car-
ga vmho ; Tisset Freres.
Cardilf 33 dias, barca ingleza BarbaJss, de 42:1
toneladas, capitao D. James, e .uipagem 11, c irga
carvao ; a Adamson Howie A- C.
Torra Nova 30 dias, barca ingleza Mleor, de
247 toneadas, capitao W. Jones, equipagem 13
carga 3375 barricas com bacathao : Sawnders
Brothers & C.
Novios sah'dos no memo da.
R o Grande do SulBrigue escuna nacional Cysne,
capitao Jos M. de Almeida, carga assucar 5
agurdente.
Rio de Janeiro Patacho brasileiro Guilhermin-i
capitao Antonio Vicente Jnior, carga assucar!
Ilha do S. Miguel Escuna portugueza tercia ca-
pitao Hilario Gonc.ilves Simos, carga assucar e
mel.
Valparaizo- Lugar norte allemo Mawih ca-
pitao G. "Smir, car? i assucar.
Marsellle Brigue inglez Emma, oapitio Swell
carga assucar. '
Canal Lugar inglez Ycho. capltaq Tyror, Sarga
Havre- Barca franceza Vuifrana, canijd Chbfo
carga couros e outros gneros. '
Observa*
Suspcndeii do lamarin'para Limpool i gafara
ingleza Lhffnr* capiun Wakel, com a meama tal
ga que trouxc de S. Pranckco (na California)
.,. .. Dia 27.
Ate meio ata nao huuveram entradas, nam
Aparece a leste duas embarcar
luspec?o 4o arsenal de
marlnha.
Fai-sc pubhco que a com-nissao de periros,
examinando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro do
1854, o_casco, machina, caldeira, apparefn
raastreacao, Vefamo, amarras e, ancoras do va-
por .Vandalia da coBlpania Pcrnami cana do
navegacao costeira, achou todos esses objecto ero
e-stado de poder o vapor navegar.
Inspeccao do arsenal de marraba de Pernaiflbn-
co 6 de revereiro de 1870.
0 inspector.
H. A. Barbosa de Arraeida
Relacao das cartas
none existantes
desta cidade.
registradas vintlas do sul c
na administrara) do eerrea
Antonio Leal de Barros, Antonio da
sa-
Flix Pereira de Souza, Pranclsco Antonio Sabarr-
do, francisco Ferreira Borges, Francisw igwrif
B e Lrnia Iraacisco Romano Sleple da Silva.
Francisco de Paula Penna. Gabriel Soares R. da
Umara, G. Upes de Aranje, Hemeterio Jos? V.
da Silveira, Julio C da Osla Guintiraes, JurentH'
Augusta Allayie, Jwquim Bernardo de Meadou -
ca, Joaquira Bernardo de Kiguwreda Joaquim
los da Fonseca, Jos Augusto da Arattjo, Jos
Pereira Vianna, Jos Leitao. Jos Antonio Pire-,
Jos de Sonza Barbosa, Josepba Francisca Pinto It.
Ramos Jos Austrageril* R. Lima, Joo Pereira.
do Lago Braga, Joao Antonio Gomes GuiuMr
Joao Jos de Carvalho, Joao Fernandes Cavateauii
de Albtiquerque, Leopoldino Antonio da-Fonseca,
Luiza de Argolo (irmaa da caridade). Lua Bapti.--
ta de Souza, Leopoldino Ferreira M. Ribeiro, Ma-
noel Lopes da Cuaba Maaiel, Mattos Irmao, Nico-
ls (italiano), Th. Jefferiers A C Vicente Be Mello,
W. Macicl Pinheiro.
':'


I!
M

Diario de Perjiambaco -
j

BT'fei fe

i -.
A
RUA DA FfittllEWIVl
&, j. el (Maiaaiaia
GRANDES BAILES MASCABAOOS
No magnifico sala deste thealr ,
' NOS DAS
Segnnda-feira 9H de fevereiro.
Te rea-le rn 1 de marco.
O empresario tem a honra de parlecipar ao respeitavel publico qne nao so poupon a
Vespwas alim do se aoresentar um salao magnificraento decorado e com ludai a* commodidados
-adeoto; a este divertimento.
Assiw como participa que o bolequim se acha sonido de toda a qualidado do bebida?
SBWitao^as e est ao-cargo do inuilo couhecido o conceiluado Joao Francisco da Silva Braga.
Tocar durante as quatro noutes de bailes a invito -harmoniosa banda de msica mar-
cial do corpo de polica, da qual meslre o Sr. Hermogenes Norberw de Gusino, que- far executar
,ela saa lianJa de mostea as magnificas pecas.
Terminara o baile eora o galope infernal acompanhado a toques de sinos, tiros de pis-
edicto. ce. etc. ., ,
O empresario avisa qnc as senhoras cascaradas qne viorem vestidas de hornera e vice-
versa estao sujeitas ao pagamento da entrada.
As senhoras mascaradas gratis.
("avallaros 20O.
Principiar as ) horas e terminars 2 da madrugada.
X. R. O ref ulaiuwto leia aera rigorosamente observado, aQm de que a ordem
c morslidade sejam devida mete garantidas.
K' oxpressaincnte prohibido fumarse dentro do safio, havendo para esse fin urna
grande arca com bancos.
rede-so igualmente as pessoas que o liztrem que na oocasiao de entraren) para o salo
:.;m aUi i.-ar as ponas dos charutos e cigarros alim de e;itar algum sinistro.
Os bhotos acham-so"desde j a yenda no mesmo thealho
PAVILHfl DE SAITA ISABEL
NO
CAMPO HAS PRIMCEZtS
Grandes e majestosos bailes nos das do
carnaval.
Segunda-reir 9&
Terca fera 1 de mareo.
Miguel Candido da Medimos Pinto, lendo cbtido, da patritica cmara municipa 1-
para eomirair mu pavilho, no referido Campo das Princezss e nelle dar bailes de mascaras,
loovtda ao waaoilavat publico, dignar-se visita-lo o abrilhanta-lo com sna respeitavel pre-
i ; | srt n que nao tem poupado exforcos, alim de bem satisiaze lo.
Toca, nessas Nomos, a msica do 1" batalhao do infant.iria da guarda mcional, diri-
inaclfo, Theotonio Jos de Souza ; a qual tambera por sua vez, se tem preparado
mpostas polo H. A. de Mosquita.
QUADRU.riAS.
. Jo.".).Seto do eterr.bro.La Goquett.-I.a Perfchole.Herei Shr.ao.Surpreza.
WALSAS.
Ratona das rosas.J. Esta*i.--Oa guardas da rainha.
I'OI.K IS
ratriz Eugenia.La Marline.O menaogem.
SCHOTZ.
Nella.Versales.lbum das damas.
Galopeado Uravoara.
O botequim aclia-se sortMb de toda qnafldade de bebidas espirituosas; assira como sor-
Terminar o divertimento com o galope infernal
As senhoras mascaradas, qne viercm vestidas do. hornera c viee-versn, oiao sujeitas
As mt.Ii ras mascaradas gratis
Cavalheir i
Prin B huras, e terminar
N. I nonio prohibido fumar-se dentro do pafrillli >, afim do evitar algum n-
, ente prohibida a entrada de bengalas e chapeos de sol; tend para
mesmo pavdl i lugar appropriado.
io da polica ser BefanentG oi servad>, alim de que a ordem soja mantida.
, desdo j, venda oe etci fltorio do mesmo pavilho.
nim namii
28__Camboa do Carmo__28
i tas seis e meia horas da tarde as onze da noute.
Nicolao Pongitoro leo a honra de aonaneiar ao respeitavel publico dcsta ca-
que, do da -ir. do orretije em diante estar aberto a concoi rencia publica um
.o variadas vistas e passageus dignas da attcncjto de todos por
- as ilifferenles batalhus dadas pelas forjas adiadas contra o go-
i i.;v. m como a fuga do dictador Lpez para as cordilheiras. e a
il Flores
ra empregadQ todos os seus exforcos para que o ratpeitavel
ntra ':ili.uin bello passatempo mediante tima pequea esportilla, lendo
lo dirito a t:m ohjecto, gratis, do mais ou menos valor.
28Cambo do Citrmo28
' DAS SEIS L" MEIA HORAS DA TARDE AS ONZE DA NOUTE.
YMRASIO DRAMTICO
(No Mnteiro)
sor a dibec$3d n l as hst.v
1H2 GUrVAflUI
VI\A 0 MIMYAL
Explendiilos
i n utos de 26, 27, 28 do corrente e Io de
1870, ,-m cuj lidissimos acrbatas italianos
Cesar e Vicente
: ": !tas da compaohla equestre do Sr.
Marcos Ca&ali.
PROGKAMMA.
; r' horas da uoute urna aira de artilliaria
la lo gyraodolas de logeles daro c
para com :,iruui
Os folguedos carnaoalescos
!-. -''.ra dirigid i pelo insigne ma-
COLLAS F1LHO
. ,-.. a ;-1. Losa sjinpbuiua burlesca, compo-
. do meociocade maestro, iutitulada :
Fo^o ao sul, fumo ao norte.
Seguindo-se urna variedado de :
Qaadriibas
Walaas
Schollichs
Polkas.
Originis de Strauss, Colas Filno, Mesquita
diversos afamados autores.
A's 11 horas os admirareis acrbatas
CESA E VICENTE
mararilbosn enreieiw apbre
Abarra xa
O
0 (rapesio duplo
A' meia noute, os referidos aerbatas e varios
artistas da c-Jinpanhia esquestre do Sr. Marcos Ca
sal, qi<3 ao acham de passa^em nesta capital,
dansarao vestidos a carcter, o jocoso
Canean carie to.
A' nata hora queimar-se-ha um lindo
Fogo artificial
prcf arado pelo muilo conhecido artista c Sr. Jos
Al ve;
A's 2 horas terminar a folia com o
Galope infernal
1 acompanhado por toques de sinos, fanfarros, tiros,
; gyrandolas e clarSes de
POGOS US BENGALLA
que luminaro todos os mascaras.
O salao achar-se lia elegantemente ornado.
O largo do Monleiro estar erabandeirado e Ilu-
minado
A" venezlann
O decente hotel, junto de theatro, achar-^se-hi
prvido de tudo quanto for neeessario.
Os precos dos liilbetesSo os mesmos estaba-
lecidos as repres< Iramaticas, ha\
trem depoi dos bailes, cujo tocar em todos os
pontn do estylo.
Aviso especial
As senhoras qne se apre-entarem decentemen-
te mascaradas, ou pluntasiadas, terao passagem
gratef, antes e depoU do diverlimente, nos trcn>
da hobf frrea e entrada franca no theatro.
Para-maw commodidade s 10 1^ oras da
noute partic do Recite um wagn expresso o
.|ual estacionar no Mnteiro, regressando a cila-
de defwis de lindar o baile.
As instruegoes policiaes serao observadas com
todo o rigor alim de nao alterarse a ordem e mo-
ralidade.
LEILOES.
ic urna barcaea e seus perleaee
.HOJE
Segnnda-feira 28 de fevereiro a9 1!
huras, no caes do Ramos.
O agente Pinta levar a leilao a requerimonto
de Jos Joaquim ia Cunha & C, e por mandado
de Illm. Sr. Dr. juiz especial da commercio a
barcaea denominada Serafiut, de lolacao 200 a
220 saceos, arrestada a Joaquim Elvirio Aires da
Silva, o leilao ger cITeeluado as 11 horas, em
ponto do dia acina dito no caes do Hamos.
IW
Tr lirem ooncos dias paro o indicado
porlo a harta j. m. sppm II.
mamr parto deseu irrgnaonlo proioplo, epara
o restoqua llie falta, que recebe a retei muitc ba
rato: trata-se com o consignatario Joaquim Jos
Goncalves Bcltrao. ra erelb n. 17.
Para o Porto
a barca portuguesa Novo Silencio seguir con
a brevidade posivet; para carga e passaRciros
trala-se com os consignatarios Oliveira Pilhos 6
C.,_no largo do Corpo Sauto n. 19, ou com o ca-
pillo na praca do commercio.
-----
TRILr
BAHOS
1 Recife a Apipucos.
tica addtado at o floa do corren 13 moz
o praso para resgate dos bilhelts.
Reciff, 25 de fevereiro de ib70, W,
Ilha de 8. Miguel.
O patacho portuguoz Jeuigense segu com mili-
ta hrevidsde para o porto cima ; ainda recebe
alguma rtrga freto, uetu como passattcirtis pa-
ra os quaes ti'ra bellos comroodos : a tratar com
o sen consignatario, Jilo do llego Lima ra do prximo vindouro em dian-te. nao ser*
Apollo n. 4"
Para o Porto
a barca Flor e S, Simo sahir brevmente, por-
que j tem parle da carga engajada : para o resti
A empresa lendo rasoKido alterar o
tema da vendn dos biihctes para passagem
a< s trer, por meio do presente avia, ao
respeitavel publico que do dia l."deinari;n
Da taberna sica no pateo do Ter-
co o. 9
QiiarUi-feira 2 de marr*..
" requerimento d > depositario da inassa falli-
da de ManoeJ Miranda da P dra e por esnacho
do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio o
agente Pestaa far leilao dos gneros, armarao
e mais ut-mcilijs exi temes na taberna sita no
pateo do Tergo n. 08, cujo i ohjectos l.i/.em parle
ila massa fall da de Maimei Miranda da Pcdra.
acham-se bem acondicionados, g^rante-se a cha-
ve da casa o ado se aeha o estbeleei ment e <>
leilao ser cflestuado no dia qiiarla-l'jira 2 de
marcias 11 horas d;. manilla na irv-sma taberna,
o baanco aclia-e em man da agente.
AVISOS MARTIMOS.
Coropanhia americana e brasi-
leirade paquetes a vapor.
At o dia 2 de marco c espen do dos pnrtos da
sul o vapor amerioano marrimack, o qual depois
da demora do c islama seguir para ew-York
tocando no Para e S. Thomaz, para fretes e pas-
sagens traa se com os agentes ilenry Forster &
C, rua do Commercio n. 8.
CMPANHlA PEUNAMBUGANA
DE
Navegacdo cos eir por vapor.
Fernando de Noionlia.
O vapor Cartpe coinmandanu-
Bilra seguir para o porto cima no
dia o do ni i re >, ao meio dia. Recebe
carga, at o dia i, BMumroend*s, passagetros e
dinlieiro a fete, at as 10 horas do dia da sabi-
da noescriptorio do Porte ilo Mallos n. l:
Porto.
Vai sabir breve a Larca Laura para carga t
passageiros, trata-se com os consignatarios C
ho A Nogueira. na rua de Apello n. 20.
Para Maranho e Far
O brigne nacional Santo ^lntaro, capito Cada-
no Al ves L'vas, prrtei te seguir com a maior bre-
vidade possivel para Martuliao e Para, por ter
parte da carga promta, eagaja-so a que precisa
e recebe passageiros, a tratar com os consignata-
rios Marques Barros & ('.., no largo do Corpa
Sanio n. 0. 2o andar.
tendidos bilhetes nos trens, osquaes de vena
{ler comprados as diversas estacoes.
Que do dia i. de marn era diante co
.melar a correr mitrem de carga accom-
e pasugem, trau se com os consiguatanos Car nannafin or nm-wiffon de 2' ciasse nara
valho accommodaco das pessoas que quizemm
accompanhar os ohjectos. o qiiat partir
do Recife para Apipucos as 12 horas do dia
e voitar de Apipucos as i bora e I5: da
tarde os ohjectos desuados a seguir
n'este trem "deveut. ser deiiacaados n;i-
diversas estacoes t minutos antes da hora
<*T" nina pretu esclava que eozlne ei
compre para ana de urna casa de pequea fami-
lia : a tratar na rua larga do Rosario n. 31, bo-
tlea._________
O abaixo assfgnado participa ao digno >rpo
do comniercii, que tem justo e contratado eom u
Sr. Jos Miguel Barbm Raflios a compra da ta-
berua da rua da Camba do Carmo n. 1. iivre-e
desembarazada de qualquer onus : se algoetn se
jalgarcom dircilo inesma, appar-ja no praso o>
tres das. Recifo 28 de fevereiro de 1870.
Joaqnim Fernandes de Oliveira.
Caixeiro
Precisa-se de nm raixeiro qne tenba pratica oV
laherna : na rua do Brnra n. 65.
Precisa-se de nina ama para cozinhar par
casa de piuca familia : na roa do Mosdtgo nu-
mero 61.
Precisa-s

Precisa-se alugar um escravo para senrieo da
hotel : rua dae Crnzes n. 39.
..... J i .
AVISOS DIVERSOS.
Ao carnaval
Na rua estre (a do Rosari
n. 35, tem un rtatitle sori-
mento de vestuarios de prin-
cip, para alu^f e vender-se
tudo por milito barato preqo,
dminos bordados, novos a.. .
8 e 10S000.de nlugue', ditos
de laa a 3| e 4J.00, vestua-
rios de ra*nibraia enfeitados
para v uder-se a 105000, e alu-
gr-s a 55000. veskia'-ios bor-
dados a o uro. tudo barato.
0 abaixo asaignado avi i ao publico qne tendo
mido llcenra do Esm. Sr. coaseibeiro inspector
da HMsuonra da lazeuda genil, para vender es-
!am|iiii;;i- esi sen e;ta)i'li .-m r-nio rea do Crespo
n z'-\. pelos incsa ; -: vendem aa re-
a iiloria geral : assim pis, podein as pessoas
residentes nesta eidade c fra della dingirem ao
abaixo assignado. 1018 lOtnmineBdaa om qualquer
quamdade que sera promiMai^HUa saii-ffeitas.
?l Marjuns l'iuza.
Engenho Para'
Ueste engenuo l'ar ;i' ueaia de Ipojuca, fugio
no dia 21 do correnlfl mex o eseravo Joaquin,
cri ulo, deidado de !0 aonos, boa libara, sem
Inrtia. cal limados,'foi cria de
Lu; Antoni i Montan r.da. da Bica, fre-
guezia da i'.'dia. i i vendido ao Sr. HnoetCa
valcauti de AUmqnei >. < ueste aojneu
sobrio) AlvosMarinho Palean, do quemo
bouve por compra : quem n lewt em ditoenge-
iij a nota praca i roa da Cruz n. *>J, receber
boa gi.
J Valentn) Vieira de Mello.
da part(da do trem pagando-se fele adian-
tado coMbrme o art. :f3 o a talrella C do
regulamtodo Io de abril de 1809.
Escritorio da empreza, 20 do Janeiro
de *8t
W
Rtucliniun,
("rente.
-
FABRLLA dos precos de transpone demer
cadorias e bagagens. nos trens de caiga
da empresa dos trilhos urbanos do Reci-
fe Apipucos.
20:000^000.
m
COMPA.M I IA PEHNAM UCA W
DE
Vavega^o ensteira por vapor-
Parahyba, Nata". Maco, Sbssor, Ara-
caty, Cear, UaBdab, Acarac e
Granja.
O vapor ipomea-, c.ommandaun
lloara, seguir para os
acuna no dia 2 de marco as 5 hora-
la tarde. Recebe carga at o dia" I, encom
nendas, o passageiros e diniieiro a frete at1 a-
2 horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio di Porte do Mattws n. II
COMPANI11A PERNAMBUCAN
DE
\avegaco costeara por vapor.
Macei es. alas e Penedo.
0 vapor Poteiigi, commandante Mello, se-
nuir para os portes cima no dia 2 de marco
is 5 horas da tarde. Recebe carga at o dia I,
encommendas, passageiros c dinheiro a frete at
as 2 h iras da tard do dia da sahida no escrito-
rio do Forte do Maltas n. 12.
PARA LISBOA
a barca portugueza Cratido dever seguir con.
a menor demora possivel ; para cargi e passagei-
ros, trata-se conms consignatarios Oliveira Fillio-
& C. no larso do Corpo Santo n. 19, ou com c
canino na praca do eommereio.
!i- d > aren da Coccej o acaba do ven-
der pi D 09 milito felize.s bBOtes,
a arte de 20:0005000.
altmestarmai: doTB0 e de iO.
I < faite.
"ara o Po- lo.
Pretendo seguir o mais breve possivel para o
Porto a barca poriu uera S. Mantel II, capilar-
los An tonio dos Santos, recebo carga a frete e
passageiro-, a tratar com Marques, Barros & C-,.
na pracji do Corpo Santo n. 6. 2o andar ou com
o capito a bordo.
Para o Porto.
A barca portugu> za Flix pretende sahir com
muita brevidade c para carga e passageiros trata-
se coin os consignatarios Thomaz d'Aqtttne Fon-
seca Jt C : ma do Vigario d. 19, l3 andar.
lilil!.31 !
A J 4000.
i 15000 cada um, t- bara-
to : na rua L'ircita n.
Parlaram do e \o, da fregus
dia 2 do mea pro-
>-. undo; um,
di a fronte mao esanor la
< na da junta da inao
esquerda, coin urna haixa cima do quadril direi
lo, i castrad, nuda do baiso i nsqnipar, est des-
rariU o -, a! zaoquasicaboclo,
com urna li-tra na I i la baixo obrigado.
ini- iro, ti ni o p din :. i calcado at a junta, tem
bastante cabellos na can 11 t, bastante en-
calcado iie mSos, : 9 para 10 annos :
(|iieiii os aj recreder ou di-r noticia str genera
aanente gratificado na rua do Imperador n. 2 on
no mesmo eogengo.
Coltejtio (k Sania Genoveva
Rua do liospic o a. 16'4 e 94.
As aojas deste etal leeimenta a-.imittem tam-
bem estudanies externos e estario completas des-
de o dia 3 (In ruare'
Atan do instracpf primaria ensina-se as se-
gointes lingo
Portoflueza.
l.itina.
Francesa
lugleri.
Aritbnie:;- tria
GeograoLia e historia universal.
Fnilosonhig e rhetorica.___________________
Alugat-so o 1 andar do sobrado n. 5 da rua
Imperial : tratar no andar terreo.___________
: Luiz Felippe de S-mza Uu convida os seus
amigos c os do nea sogro o Sr. Jus Antonio de
Figueirodo Jnior para ouvirem tuna missa que se
lia de resar por aim i do 8B i cnnliada Caroina de
Figueirrdo Lallemant, no dia Io de marc, as 9
Iwias da maoha, na matriz de Sauto Antonio da
ciliada -1. Recife.
K
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9 C SoWwc.
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o i 57 i i Caldcreiro.
3 -t i; i^- .: c; 2. 2. o = = o o o 3 c P 23
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S & Mnteiro. f
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^ ia ic *- t; c: 3i 2. 2. O C O O O O . c5
fle
> *r
5' =-
s Apipucs..
3 .^ i y." o: 2. :o9565SS5 ^ i
Palacio do goverao de Peruainhiico, 1.
de abril de 1869,
Cond e de Baependy
Ama
Precisa-se de una ama.: a tratar no palto de-
S. Pedron. 10. andar,entrada pela rua doPogo
Ama de Mte
Onein preriaar da ama escrava de boa saude e
em lilho. dinja-se a rua das Cruze u 39.
AMA
Precisarfc para o servie > interno d.- c. sa d>
pouca familia': a tratar no pa&w do S. Pedro .
O, 2" andar.
HTTENCSO
A pessoa que por este Diario annunciou ter al-
gnns escravos, e as precisas habitaeoes para bem
administrar um engenh queira eneaminnar urna
carta com as iniciae? 6. F.. rua da Praia n. 10,
declarando o seu noine e o lugar ondedev.- ser
(ir. sondo.
Precisa-se de urna ama, prelenndo-se escrava,
para casa dn pouca familia, pairase bem : no lar-
go da alfandega n. i.
0 Dr. Tarquinio Rraulio de Sonza A- g
maranto tem o seu escripiorio de advo- B
cada rua do. Crespo n. 2, 1' andar, Jjgt
por cima da livraria econmica, onde S
ser enconu-ado desde as 10 nona da 91
manhaa at as 3 da tarde. H
a
Emilia- Maria da C >nceican fai puWieD qoe t
Sr. Samuel Joaquim de Lima me bypoteeou'a liar-
te do subrado u. i> no lugar dus Arroiabig%ji- st
ridade, em 30 de Janeiro do correni Jolino ; por
isso previne a quem iniercssar, que nao faejm
transaccao alguQia com o mesmo Veabor cima
Mibre a parte que tem em dito sobrado, senl que
eja .satisfeita a aniiunciame di liypoie.i que
existe no cartorio do Sr. Joaquim ftermitMH'; di
do dasCliagas; e desdo ja pootesta contra qual-
quer transateao que possa ajSparccr. Olinaa 2'
de fevereiro de 1870.
OOMPA^HIA PERNAMBUCANA."
5* DI.VmE.NOO.
De ordem do consolbo d- direecao se conoiunica.
aos Srs accionistas que o pagamento do quinto di-
vid udo razio de 10 por cesto, ter lugar do dia
8 de marco prximo vind.mro era diante, no es-
eriptorio da companbia no caes da Assemblte
o. 12.
O gerente,
_______________________F. I'. Bory.
mm\b DEMim
Frederieo Maya
Tem a honra de scienlificar ;io respeita-
vei publico em geral, e aoj seus clientes
em particular que elle nudou o spu .ubi"
nete de consultas da mi Direita n. l para
a u Queimado n. Ut piiuieito auda. cora
a entrada polo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misleres ?e su
profissrio, iodos os dio alela das '.i Hrs
da manhaa < o tia i:ude.
Tamhem previne, ipie coitmia a prestar-
se a vontade dos clier:t<:s nao so n;: ddada
como nos seus euhurbios, para onde as
idas seio precedidas de ajuste. Kdc ga-
rante o boro desempenho e a pi rfeirSo de
seos trabalbos, o que Jl' bom cwiherido,
assim como as commodidades dos nreoos.i
Attenciio
Precisase de um eozinheiro ou : a
tratar na rua Nova n. 13.
Jo-0 Henriqne da Silva G
de um criado que soja b ilieiro ; a tratar i sitli
da l'assagem antes da ponte grande o. td, dwl
da tarde as 9 da man
I ; ,
tratar no -l
O-ixeiro
Na loja de calcados rua Direita n. 3 precisa-
so de nm eaixeico coin pratica deste negocio.
i'orrcspondencia de Portugal
Os Srs. que ainda devem_suas assignaturas de
u.n. dous, e at 3 annos, nao obstante a deligen
cia que se ba feito para receoer. queiram mandar
pagar no escriptorip de.Tasso, Irmo.- & C. at o
fim do mez de Marco, quando ser enviadr to
editor da mesma folha urna lista dos devedore?
que nao o tenham feito at aquella data. ______
IIolel de Hespaaha
Neste novo hotel acha-se todos os das de ma-
nhaa papa de variadas qualidades, assim como
lambem se acham comedorias de todo o gosto, a
viohos de tod s as qualidades, recebem-se en-
commendas |de presuntos para ecfoilar Garabre
etc. ; admitlense asignaturas para comedorias
pagar por mez, tudo cora muito asseio, 3 precos
commodos : na rua eslreita do Ho-ario n, 36, ho-
tel de llespanha.________________________*
Precisa-se de urna ama para urna s pessoa
na rua do Hurtas n. 88.
AtttMicao
Urna pessoa com Uprecbas hab u qn
tem alguns esaravos, pnp9 i-se a Jomar canta ik
(|ualquerenenliopor admimslracao ou v > .edadi.-
quem preci-ar annuneie por este Piano.
Jos ll'-unqoi- d;i Silva i
de um criado que seja boheiro : s
ila Passapem antes dapoote grande n. i, d.. i $L*f
larda as ;i da manhaa.
A oeeeo que tem em seu poler por '
irestimo a colleecao de Janeiro i setembr.
deste Diario, queira mandar nstul-la .
torio da t\ pographia.__________________
Jasa de commissao ile escravo.
Na antiga casa de commissao de escra*, 'A
ibaixo assignado, rua do Imperador n. 43, ren^
ma-se a nceber escravos por commissao. tantt \
lo ma!'1 edmo da praca para serem vendidos. "iJ I
:arante-se o bom tratamento e prompta venda,.
iara o que se emprega lodos os esforc, < artm d
atisfazer em tudo s pessoas que o qnizerem ba-
ar com sua confianc-i. Nesta casa lia sempro :t
ara vender-oscravo- de arabos os sexos, vclhuai
aoQos, assim como h:i t da segurangs para os tor.
Antonio Jos '. de Sou
Bichas hamburguesa y
.Veste novo deposito rocebe-se por todos p.iqne- '/
;s translancos bisas de qnalidadc superior, ven t
te-se era caixa ou pona:- mais pequea e aa #~-
iarato de que qualquer nutra parte ; na rua da \
'adeia do Recife n. 31. 1" andar.______.
Ainda se preei.-a d- mu criado que saib.ibo- ;
iear : na roa estrella do Rosario n. 2, 1 andar, a r
tratar das 10 horas da maoha as 3 da traV.
- Em casa de THEDKO CHIttSTl
lNSEN, rua da Cruz n. 18, eucontra-s
- iflectivamente todas as qualidades da_ymb&
aajgpBo
tordeatu. Bourgom*! e do Rheno
"^-" V, ii S. Jos' nh >, ea-t n.
sa-SC de urna boa engommad^ira, o tima e^ravan
para en^aboar c mais algum servie de cija, na-}
ga-se bom aluguol agradando. T.-n.bcm e i'
isa de um criado de 12 a 14 ann >s, que enlena.
de copoiro e maja ser vico domestico. ^
Precisa-so de urna coznhsira : n> ru .di
[ Imperador n. 73, 2 andar.
CAHUiA
esquina
yflda'rua larga do
i!
i
esquina
H,4~ % III]
Este importante estabelecimento no sen genero, tem sempre nm sortimento sem igual,!
|e vende por preQOS que nenhnma outra casa pode vender. L orea
vista da qualidade e do prego das joias cada nm pder-se-ha oonveoeer 4a 7erdade.| ^^
Rosario. Qarante-se ser tudo de lei Compra-se ouro, prata e podras finas par presos muito ele- Rosario.
vados.
A loja est aberta at s 9 horaS da noute.

isssasssassssBssssssp'^^ aseses^.? =5aassasasasEsa5assaaater


I
,

I
'- Segunda feira 8 de Fevereiro de 1870
A ESMERALDA
ESTABT MENELECIEM 1832
Salsaparilha de -BrisloL
LEGITIMA E ORIGINAL
EM FRASCOS GRANDES
LOJA DE MUS
DB
M0BE1RA BUARTE & C.
Este antigo estab ele cimento, completa-
mente reformado de novo, est, as condi-
f$es de servir vantajosamente os seus fre-
gueses, visto que a cha-se prvido com nm
explendido sortimento de obras de onro e
$rata de lei, assim como brilhantes e on-
-ras pedras preciosas, cujos presos sao os
aias mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
m em troca ou cempram-se com pequeo
abate.
Hit DO CABI1GA \ 5
11Ra do Queimado.....11
AUGUSTO PrjKTO, tendo recebido directamente da Europa riquissituos cur-
uu de vestidos de blond para noivas os expe vnda pelos mais mdicos precos. No
sesmo estabelecimdnto lia constantemente completo sortimento de fazmdas finas como
f]am :
Cortes de setim d cores e ditos de seda dos mais elegantes gostos.
Calcha* de seda de cores, ditas de damasco e 13a, ditas de crochs e de
iMtlO branca para camas todas muito linias.
Cortinados bordados para c^mas e janellas do mutas qualidades e precos.
Vestidos blancos bordados, cmbralas bordadas, filos, tartatanas e cambraias
isas e transparentes de multas qualidades.
o proto para vestidos, grosdenaples de todas as qualidades, merinos
pwet* basinas, pretas; pannospretos e azues, case-miras pretas e decores
grande o de todas as ftiendas tanto para a praca como para o matto.
Fronhaa de cambraia de linlio bordadas, e toalhas decambraia de linho borda
la i
dio liso e trancado, azule de lislras, madapolo, chitas e todas as fazen-
asgi abo as quaes vendem a dinbt-ko, petos precos das casas in-
tezas, Es neste estabelecimento ba sempre o mais esplendido sortimento do
la india para forrar salas que se vende muis barato
do que era outra qualqaer parte.
0 3IAHAVILH0S0!
DE. CHAS. DE
MEDI DO
GRATH.

G OF PAIN
0 RE DA DOR
EXTRR.NO.
morbus.
Dor as costas e nos lados, em dez mi-
nutos.
Tosses perigosas e refriados em um dia
Plueresia, em um dia.
Surdez e a;thma.
Hemorrhoidas e broncliites,
ImDamacao nos rins.
Dyspepsia, erysipelas.
Molestia do figado.
Palpitaeo de corado.

pahjl t so ivn:ti\o e
Cura cholera e cholera
uiarri.!, fluxo do sangue, em um dia.
Dores de caheca, c dores to onvido em
tres mi::.:. -.
Dor d em un minuto.
Nenvralgu, em cinco minutos.
Resloiar > \ em vinte minutos.
Gargantas indiadas, em Cauca e i A ulsoes, em cinco minutos,
tbeumajisroo, em um dia.
Fobre o febve intermitente, em um dia.
Reserve sepre este remedio a sua familia
AS DOENCAS SE APRBSB.NTAM, QUANDO MENOS SE ESPERAN.
OLEO ELCTRICO O fiing of Pain (O Rei da dor) aquieta e positivamente dis
sipa mais mais perfevto equilibrio no systema humano, o que n5o se pode effeitaar no mesmo tem
po, com qualquer outro remedio medicino!.
Este muito popular remedio est agora usando-se geralmente, pela razio qne
juilhares de pessoas se tem curado gratis,com o dito remedio pele Dr. Grath e outros
fe.
Bato importante remedio nao se offerecc para curar todas as doencas, porm
k^o somente para aquellas estipuladas as nossas direcces. '
Est operando aos principios da chimiea e da eletridade e por isso, est
';ivel para o curamento e para a restaurado da aec3o natural dos orgos que so-
ta irregular eirculacae dos fluxos dos prineipaes ervos, ^leo elctrico O King
.1 opera directamente nos absorventes, fazendo desaparecer as inchaces das
glamWlas etc. em um teropo incrivel, breve sem perigo do seu uso ebaixe de qualquer
circuir l^n.-ia.
O remedio uraa medecina para o uso externo e interno, .eomposlo dos ele-
i jaeotosicHralivos. raizes, hervas e cascas, taes como se tem usado dos nossos antepas-
sados, o i! 13 quaes tem grandes existencias no mundo, par. curar todas as molestias
somenle sk.endo-se quaes ellas sao. *
Fui um grande e especial desejo da faculdade de medicina durante aiitos an-
uos de experiencia para aprender os melliores modos que se deviam adaptar para eurar
as ItguJntes doencas, e que proporces de medicina se devia usar.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
NA PHARMACIA E DROGARA DE
Bartholomeu & C.
34Ra Larga do Rosario34
AGRANDE PURIFICADOR DO SANGUE I
Esta exceltente e admiravel medicina, e
preparada d'uma maneira a ais scienti-
ca por Chmeos e Droguistas mui doutos e
d'uma instru'o profunda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia aopar d'uma lon-
ga e laboriosa pratica.
A sua composicSo nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
composla d'extractos d'um numero de rai-
zes, hervas, cascas, e folas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, ue sangue ou nos humores;
e estesdiffereates extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservaren! em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produda as Honduras, a que
nos usamos nesta preparacao, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composico da Salsa-
parrilha de Brlstol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
nao encerra eaa si cousa alguma, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
sade ; e tanto n'este, como om quasi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparaces,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
lha, so acondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE RR1ST0L
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcancado por aquelles
que acondicionan! sua preparacao em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa ftalsaparrllha de Bristnl
oonteema messa quantidade igual pono
contida naquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue ainda muito mais forca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa adiar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Per-
ianto 6 mui natural, que aquelles, que "se
acham oceupados em preparar e vender as
suas produeces, em garrafas pequeas,
murmurem e gritcm contra os nossos fras-
cos grandes: proclamando, que a nossa t*al-
sapari'ilka de Ili'Ssol nao possue a
menor virtude; porm qofo electivamen-
te sao elles pastos em silencio, quaado indi-
camos, ou simplesmenle referinio-nos para
com essas centenares de certides e tes-
temunlws authenticos, por nos recebidos!
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e^vir-
tudes maravilliosas da nossa.
SALSAPAJUHLllA DE RR1ST0L.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compoem a< nossas mediemas,
sao produzidas, que us habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvello na
minuciosa escollia; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos nao
nos poupamos nem dmheiro, nem dili-
gencias ; alim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou mgridiente que entra na sua comgosi-
Co; pois levados e compenetrados da
mais trmee persuasiva conlianca; quepo-
domos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as naceos, e de lodos os paizes, que na
Salsaparrlilia de Bristol. possuem
um remedio mais eficaz e seguro; do que
nenhum outro, que vos lenha sido ofere-
cido at boje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expeclativas. na prompta
e effectiva cura das setruinlcs enfermidades:
AO ARMAZEM
DO
Ra .\ova n. 9,
acaba de .*egar pelos ullimos vapores novas re-
raessas dos seguintej :
Odiado francez
Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou-
tras multas differentes cores i ultima
moda.
Para meninas.atinas das mesmas cores e nua-
lidadis cima.
Para bomens.Botinas de cordavao. bezerro, ver-
uiz. pellica, o melbor sortimento que se
pode desejar.
Para meninos.Bolinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para honwns.Botas rucianas, meias-botas e per-
neiras.
Para, homens, senboraa e meninos.Sapatos de
tapete, aveludados, charlte, casemira
preta, tranca de Lisboa etc. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
inuias qualidades.
Quinquilkarias
Finos artigos de Pars, de gosto e phantazia,
como sejam, leques. espelhos, luvas de Jouvin,
caixinhas de costura com msica.', joias de ouro
bom de lei, ditas de plaqu, cofres de sola e bol-
cinhas para braco, estojo para viagens, bengalas,
chicotinho; de baleia, ooulos, lunetas, correles de
relogios, e perfumarias de Condray e de Piver.
Brinquedos para crianzas
Carrinhos de 3le de 4 rodas para passeios, eos-
moramas e realejos de diversos tamanuos, e um
cem numero de brnquedos francezes e allemaes
para entniter meninas.
Para evitar massante leitura de tanto3 artigos
eTjoslos venda neste estabelecimento, o dono
pede ao publico em geral que se digne entrar de
passeio afim de verilicarem nao s a grande va-
ridade como os precos baratissimos por serem
todos chegados de conta propria.
MASCABAS
MASCABAS
MASCARAS
DE RAME
DE CERA
DE SEDA
GUSTAVE
aBELLEIBEIRO FRANCEZ
51-Ra da Cadeia do Recife51
Chama a attenc3o dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico e
geral, para a segumte tabella dos precos de sua casa, os quaes s5o vinte por cem*
mais barato do qne em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 250, Cadeias para relogio a 50, 65,
7(51, S, 90, 420 e. .
300, 350 e...... 400000
Ditas para hornera a 350, 400 e 500000
Coques a 120, 150, 180, 200, Corte de cabello
250, 300 e..... 500000' .. ..." "
Crescentes a 120,150,180,200, iCrte de cabell CGffl fncc3-
250, 300 e..... 320000 Corte de cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 30, 40, 50, champoo......
60, 70, 80, 90 e. 100000 Crte de cabelloc0H1 ''^pez da
15000
50
*
i 000
Tranca de Jcabllo'para annel a
500 e......
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25 e.....
cabeca pela machina electri-
10000 ca> UD'ca em Pernambuco. '1000
Frisado ingleza ou franceza. 50
. 300000 Rarba. ,....... H
,. SIGNATURAS MENSAES
Jbispeciahdade de penteados para casamento
Bailes e nolres
0 dono do estabelecimento previne s| Recommenda-se a superior TINTURA k-
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
salSo para tintura dos cabellos e barba, as- ba UDca admittida na Exposic3o UnivereaJ
i como n5o prejudicial sade, por ser ya*
sim como um [empregado smente occapa-^atii. analysada e approvada pelas acaotl
do nesse senico. I mas de sciencias de PARS E LONDREf y
TEZOURA DE OURO
_____ DO
*BM, W1IB
A ra do Queimado n. 6, primiro andar
8 pessoas para o senico e o maior ceeio nos trabalhos de barbeamento.
O sal5o estar aberto, nos dias uteis das 6 horas da manh5a s 9 la doo-
e, e nos dias santificados das 7 a 1 hora da tarde.
Em grande quanlidade, a presos baralissimo?,
e ainda com abatimentos de duzia para cima : no
armazem do vapor francez, roa Nova n. 7.
ttalM9IV-@^^H^ilH^
Praca do Corpo Santo n. 17 primeiro fH
| andar escriplorio de Joaquim Rodrigues 25
i Tavares de Mello, tem para vender :
;J Fumo em folba de superior qualidade. fig
Vinho Bordeaux de superior qualidade. gS
Farinha de mandioca era grande por- e&
| cao e boa quilidade. jj^
Cal de Lisboa muito nova.
Potassa da Russia.
" ?' FALQUE
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA

BI
IAC0NTB1 II C0ST11TIII1II 101 COIPLIT S01TI1HT0 DI
CHAPEOS DE SOL:
De todas as qualidades I
De todos os feitios I
De todas os presos I
cauto, piano, desenho e lin
iu-t italiana,
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha,
Syphilis,ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidadesdo
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debildade Geral,
Fcbra o Malignas e
Febre e Sezoes
Biliosas,
G. MAniNAXfiEL, professor com diploma da con-
grega ca;df Santa Cecilia de Roma, contina a
dar licoes como j Azora ha mais de 20 annos em
cinco eollcgios de ambos os sexos e cm varias
casas rarticuiares.
A generosa hospitalidado que elle ha recebido
de todo?, e a amizade que sempre I he consagraram
as pessoas mais estimareis desta cidade faz Ihe
esperar que desla vi z tambem Ihe nao faltar ira
ballio, no qual pora em accao todas as suas forjas
para contiauar a mostrar-se digno da proteceao
com que sempre fui honrado.
Ginua Mauina.ngkli Beltbaiou, discipula pre-
miada do conservatoria de Milo, deeidimlo-se a
deixara carreira theatral e fixar sua residencia
em Pernambuco, omle sempre recebeu tantas pro-
vas de estima esympathia, pelas quaes conservar
eterna gratido, deseja empregar o.seu lempo em
dar ligues de msica, piano e canto, lauto do aper-
feicoainento como de principios.
As pessoas que se quizerem utiii-ar do prestimo
Jos sobreditos conjnges, poderao dirigir-se ra
do Seve (llha dos Ratos) propriedade doSr. Tibor-
ci, perlo dos cuqueiros.
RA DO CRESPO
lustrtico primaria c secunda-
rla, lia (f.lrccco de Frane s-'
co de (orja c >llvelra, reaa dos!
razeres u. >.
PeJe-se encarecidamente
i

francisco de B rja, cdmpetentomenle habilitado Theodoro R^ueira e Aristides Florentina
pela directora geral da nstroecio publica, e com canli de Albu(|iierque (deSermia
bastante pratica de ensillo, leceiona rhetorica e ra do Vigario n. a uecoeio' me w nEfc
potica, francez e principios do latim : lecciuna ultimar. 4 "P
h.un
a
tambem primeira- letras, coadjuvjdo por umad-
junto hbil, praticoe moi alisado. Recebe alum- fintSMHHlsSIfli
n-ionistas do 12 annos para baixo.por pre-
eo moavel, e extornos a loa o quariel.


CAA V\ IFE.
Aos 20:000^000.
ra do Cabug n. 1
Bilhetes do Rio venda
'ende Vieira & Rodricues.
O advogado Manoel Joaquim Silveira pode
ser procurado para 03 misteres de sna proflsao
cm seu escriptorio ra do Cifspo n. 12, l1 ao
dar, das 10 horas da manhaa s 3 da tarde. Reside
ra da Conquista (Suleriade) n. 4.
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupcoes,
Herpes,
Salsagein
Impigens,
Lepra, febles intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesmo
lempo das nossas mui valiosa pitillas
vegetaes assucaradas de Bristol,
temadas em doses moderadas em connec-
cSo ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e h'vre-
mente circulam espalhados pelo systema,
isto causado pelo uso da' Salsaparrilha; a
por esta forma facilita a volta e o exercicio I
normal das operares funecionaes,
Acha-se a venda nos stabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo A C, P. Majojn
C, B M,4 A.arbosa, Bartholomeu C A.
Methodo Castilho.
Manoel Jos de Faria Simoes, professor particu-
lar do nstruegao ellemeoiar pelo methodo Cas-
tilho, tendo chegado do mato, onde foi tratar de
sua saude, avisa aos paes de seus alumnos e ao
respeitavel publico que uo dia 24 do corrente
abro de novo a sua aula, na ra da Sen ala Ve-
Iha n. 124, segundo andar. Em dita aula iccebc-
se alumnos internos e externos.
AMA
Precisa-se de urna ama para o servigo interno
de pequea familia : na ra do Vigario n. o, ter-
ceiro andar.
CABNAM
Grande remessa de borracha para o fabrico de
limas para o entrudo, da melhor que aqui lem
vindo, na ru Direita n. 53, e na ra Nova n. 39
e 16, por menos prego do que em outra qualquer
parte.
Na praga da independencia n. 33 se da di-
heiro sobre penhores de ouro, prata e pedra;
ireciosas, seja qual for a quantia ; e na mesnu
:asa se compra e vende objectos de ouro e prata
i igualmente sejaz toda e qualquer obra de en
wmmenda, e tono e qualquer concert tendent
i mosma arte.
Trilitos urbanos do Recife
Oliuda.
Continua-se a comprar drmenles de sicupira,
oiticica, amarello e outras madeiras de duracao
para o chao, com as dimensoes seguintes : 10 pal-
mos de comprimento e 3 112 poiegadas de grossa-
ra, de 7 1|2 de largura : para tratar, no telhelro
da ra da Aurora, desdo as 6 horas da manhaa s
4 da tarde.
O superitendente,
Andr de Abreu Porto.
Bolieiro.
No caes do Apollo n. 69, precisa-se de um bom
bolieiro.
Trabaliio.
Precisa-se de hornera para o servigo de p : tra-
ta-se na roa de S. Joo n. 51, das 6 as 9 horas
da noite.
(NSTRCCAO PRIMARIA.
Amia de Qoeiroz e Albuquerqtre, ha-
bilitada com exarae de veriueae^u de c i-
pacidade professiooal, e otorisada pela
directora geral da introedb publica,
ludo do confurmidade com a lei provin-
cial n. 369 de 14 de maio de 1885 r>
publico uue abri sua aula particula'r na
ra Direita n 129, 2 andar.
Compromete se a ensinar com lodo .) j
zelo c bom methodo as alurnnas que |
forem confiadas, comprehendendo alem i
do en-mo d i leitura, escriptorago, c
tabilidade e doutrina chn'sia, o que diz j
respeito costuras e mais prendas dj- i
mesticas, segundo o :jue tratar com os '
respectivos pais. 1
Precisa-se de urna ama que compre o coti-
nhe : a tratar na ra Direita n. 71.
I)
AMA DE LEITE
Eftc admirare!
Pipmtbo
tea em til
ario, todo ou j
irsenieo i
)foroo odift-
. Jle, taet cano lepra, m impijent, u berpo, ai I
PMf, f os PuiMi, .Emrrtf ado trttmmte dle refreaca jjmuh do mdcw e conaolida o Hada.1
ISJEGGAO CJDET
amia^toi mfifm
Lima, Lessa &C.
O enearregado da liquidacao dos negocios da
extincta firma de lima. Lessa & ., previne a to-
dos os d-vedores ao referido i stabetecimento, que
venham solver sene dbitos at o fim do corrente
mez, visto como tomde encarregar o sen procura-
dor de promoeer a eobranga jndiciairaente na
ra do Apollo m. i.
Precisa-se de urna ama forra de mcia idade
e boa conducta para casa de muito pouca familia
na ra de Santa Therezaa. H.
Aluga-se a casa terrea n. 40 sita na ra Di-
reila <* Afogados: a Iratar na ra do Caldeirai-
ron. 66.
Precisa se de urna
Queimado n. 49.
ama de leite : na ra do
Precisa-se de unu ama
ra do Aragao n. 24, Io a
AMA
para eogcnimar
ndar.________
Feitor.
na
Precisa-se de um trabalhador para tratar de
uo sitio pequeo, paga-se a seeco, e prefere-se
ca4o : a iratar na ra Nova n. K>, aadar.
\a .messa da roa
Crnzes'n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de oaro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na fliesma casa com-
prara-se os mesos me-
taes e pedras.
(iuem tiver meninos,
Precisa-se de meninos para aprender a h
perros. as /adricas a vApor de cigarros, qa
(el de polica n. 21 na mesi/ia ra n. 8, 14, e
^boaoecasio para os Srs. pai de familia que
nao teem que ibes dar a fazerj C w pouco temno
w Ihe garame ragoayei ordenada
Fugio no dia 3 do corrente mez do engenho
Maravilba da comarcado Limoeiro, oescravo Mala-
quias crioulo, com mais de 40 annos de idade, al-
tura regalar, falta de denles na frente, cambeta
de urna perna, tem urna ferida em outra, indo
com camisa, serollao de pairao de algodo, dito
escravo pertence ao abaixo assignado propietario
do dito engenho : quem capturar dito escravo
conduza-o oo referido engenho, ou no Recife ao
Sr. Jeao Luiz Pereira Ribeiro, a ra da Santa Cruz
n. 10, que ser generosamente gratificado.
Engenho Maravilha, 21 de fevereiro de 1870.
___________Jos Caetano Pereira de Queiroz.
Precisa-se de um caixeiro que tenha muita
pratica de pbarmacia : na ra do Imperador nu-
mero 38.
BOLIEIRO.
Offerece-se um rapaz ltimamente chegado, com
as precisa habilitagdes, para casa particular : a
tratar na ra do Camarao n. 13.
1
INSTANTNEOS-----
Tmessa do Corpo Santo n.2
ARMAZEM
Ra Nova n. 38, loja.
Bandeira, Machado & C, avisara ao respettav 1
publico que nos lugares cima encontrara no nes-
mo sempre grande quantidade de ditos pocos, e
que se acham habilitados para vender por bes j*
que outro qualquer, por isso que os rocebem di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vantagens que offerecem os pogos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser coilocados del-
iro de casa ou fra, com o trabalho de urna a du*
horas; segundo, fornecerem os mesroos agua pu-
ra e abuedante, podendo serem removidos de un
para outro lugar, quando assim conrier.
Os annuneiantes s reeeb^rao a importancia dos
referidos pogos depois de coilocados, satista:eEd-
espectativa do comprador.
Nao mais cabellos broncos.'
A tintura japoneza para tingia os cabero
da cabeca e da barba, fei a nica admittida
Exposico Universal, por ter sido reeo-
nhecida superior todas as preparaedes ati
hoje existentes, sem alterar a sade.
Yende-se a i Rna da Cada n. 51,
1. andar.
Attenpo
Aluga-se ou compra-se
Advogacia.
O advogado Ayres Gama coutioa ter SM
seu escriptorio na ra larga do Rosario S
Precisa-se de uina ama para pouca
familia: na ra dos Copiares ou amiga-
mente Lobato n. \, primeiro andar.
- Affora-se terrenos em Heberibe, distantH
iroagao nin qoarto de legoa, em frente a es-
"") ai para a Mirneira a 120 o palmo, ten-
do 400 palmos, terreno plaoico e proprio
lavonra, tendo boas rertentea d'agna :
inder dirjase ra di Hospicio o, 70,
*otn /jneposm i tratar.
uraa casa terrea une
tenba bastantes commodos e bom quintal aind
mesmoque lenha de fazer-se concertos,'nor-m
que seja nos seguintes lugares : Soledade, Cami-
nho-nevo, Hospicio e Principe : a tratar na r
do Crespo n. 7, loja do galo vigillante
Ama
Precisa se de tima ama para casa de unu j
pessoa : a tratar na ra de Hortas, sobrado Da-
mero 30.
Gramiuatica nacional
Primitivo de Miranda, esiudante do 5* anno, da
bgoe ra da Conceigao n. 12 ; pode tambem
ser procurado no escriptorio de Dr. Jacobina, ra
do Qtieimado n. 33.__________________
Vende a* onze caus terreas em ponto pe-
queo, fitas aAjivoaflio dos Afogados- : a tratar
na roa ImporiaTa.273.
r





Diario de Pernambuco Segunda feira 2ff d Fe
AGUIA NEGRA
oo

33
t?
3
O
I
BENTO MACHADO 8; C,
A AGUIA NEGRA animada com o bora accolliimento que teve em seus annun-
tos, vera novo participar a seus freguezes que, acaba de receber um variado sorti-
mento de objcctos de gosto os qaaes serao vendidos por precos muito razoaveis, pois
quando fez os sens primeiros annucios, foi o que assegurou, e sem mdo de errar,
porque como j disse osla interesses ligada a urna casa importadoradesla praca, e
por isso podor ler tudo especial e vender por presos admiraveis.Chama pois a atten
;io de seus freguezes para os arttgos possa descrever:
Livros cora o tampo de marfim, .nadre- m variado sortiments .de charuleiras e
aerla e tartaruga, proprios para missa. palliteiros de porcelana,
Garafinhas vazias proprias para presentes Tentos para Voltarete.
lousa de gosto.
Indispensaveis de palinha e de couro pro-
prios para sonboras e meninas trazer nos
orafos.
Binculos da madreperola, marfim e tar-
Cintos largos de setim, cousa inteiramen-' jc^
e nova.
Fitas de sarja de todas as cores o larga-
os para lacos.
Bengallas com marfim, cousa especial.
Sabonetes de alcatrao.
Cofres de folhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-
Talagorce para-bordar.
Um completo sortimento de enfeites de
Toacas, sapatinhos meias de seda e mais seda para vestido.
Wtences para baptisados. Perfumaras de todos os autores os mais
Fitas com inscripcoes proprias para bou- acreditados em oxtractos, pomadas e leos
^net de noiva, I e finalmente outros muitos objectos que nao
Ricos vasos com p do arroz. I possivel mencionar ; mas com a vista se
Um variado sortimente de jarros de por- certificaro do sortimento deste estabele-
ce'.ana. cimento.
Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
55Ra da Imperatriz55
V. Gautier, propietario deste importante estabelecimento tem a bonra
de participar ao respeitavel publico que acaba de chegar da Europa para on-
de tinha ido especialmente para contratar peritos officiaes e que conseguio
contrata-Ios na primeira rasa de Pars, por isto julga que todos ficarSo satis-
feitos dos trabalhos do seu estabelecimsnto cujo excediente material anda
foi augmentado com novas machinas que ja recebeu e tambera muitas drogas
novas cora as quaes se obtem estas maravilhosas cores modernas to apreci-
das em Franca e em todo o mundo,
Tinge, lava, limpa, lustra, achamalota com a autor perfeico fazendas
em peras e era obras de todas as qualidades como sejam: seda, Ia, algodo,
linhas, chapeos de fellro edeplha etc., etc.
Tira nodoas e limpa secco sem molbar os tecidos, conservando assim
todo o brilho da fazenda.
Impressoes sobre tecidos
cora este novo systema, os vestidos de seda e outras fazendas que al agora s
podiam (ingir-se de cores lisas, podem receber ura bonito desenho de cor
diversa, a escolha, o que realca a fazenda e lhe d mais merecimiento.
Tintura preta, lerqas e sextas-feiras
As pessoas das provincias limitrophcs que quiorem ulilisar se do seu
estabelecimento podero mandar o que tiverem, na certeza de srem tao bem
servidas como no Rio de Janeiro ou na Europa, e com mais presten por
causa da distancia.
Travessa do Corpo Santo n. 25.
Os acreditados cylindros americanos para padaria, por dous differentes systemas.
Machinas para descarocar algodo pelos raelhores fabricantes de New York.
Machinas de vapor systema de locomotiva e polias para as mesmas.
Cirrinhos americanos para trarisportar volumes em armazens. Tudo por pre
Cos razoaveis.
TRAVESSA DO CORPO SANTO N. 25
LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
Acabam de ebegar grande quantidade das verdadeiras machinas americana!
ara destrocar algodo de todos os svstemas e tamanhos seguintes:
42 serras
Na ruada Aurora, loja do predio n. 76, en-
gommase e faz-se falo do senhora e homem, tudo
coai perfeico.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
tras sortes, 2 quartos n. 4660 com 700J da
lotera que se acabou de extrahir a beneficiosa
igreja de Nossa Senhora do Livrair.enlo de Pan
j d Alho (137*), convida aos possnidores virem
receber ta conformidade do costume sera descon-
t alguni.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da i' parte da lotera beneficio di igreja
de N. S. doLivramento do RioFornioso(138*) qae
se extrahir segunda -feira 28 do corrente mez.
Precos.
Os do costume.
Hanoel Martina Fiuza.
A O Dr. bsta Mutta de volia de sua va- f
v? gem da Europa onde dedicou-se as mo "S
y9 legtlaa de senhoras, a partos e affecc5es VX
de pelle, pode ser procurado em sua casa > cS ra da Imperalriz n. 9. D consultas cz,
J9 das 10 horas ao meio da, sendo gratis 3?
para os pobres. p%
12 serras
14
15
16
18
20
22
25
30
35
40
ditas
ditas
ditas
ditas
ditas
ditas
ditas
ditas
ditas
ditas
14 ditas
15 ditas
16 ditas
18 ditas
20 ditas
22 ditas
25 ditas
30 ditas
35 ditas
40 ditas
tu UIIU3 V UIWJ
(i quaes se vendem por presos commodos e roga-se as pessoas que dellas hzeram en
ommendas de aiguns tamanhos, obsequio de as raandarem busca-las o mais breve pos-
tivel afira de nao haverem faltas.
RA DA CADEIA N. 56 A
m mmmmmmumm
Lindas e superiores bareges de cor, de quadro e da listras, para vestidos fio-
gindo seda, pe n baralissimo prego de 500 e GiO rs. o covado.
Assim como superiores cassas francezas de cor padrees de muito gosto 40(
e 600 rs. o metro, na loja das Collumnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Correa di
oncellos. ,
9 RA DA MPERATRIZ 9
O proprietario deste estabelecimento acaba de receber um completo sortimen-
to de pianos do afamado fabricante Herz, entre os quaes tem aiguns pianos de grande
formato e conten) mais de que sete oitavos.
O proprietario deste estabelecimetilo offerece ao publico maiores vantagens
que oulro qualquer, fazem-se telas as qualidades de concertos e afinaces segundo o
:n
elhor systema com o maior esmero e promptidao possivel.
Unifique Yogcley
0$ rerdadeiroj COLLARES KOT1H, os nicos ipproTadof pela
a Academia de Medicina, tem assim como oa meos oulros productoi
atirabido a cnpidez dos falsificadores, que para facilitar sua criminla
industria nao se pfjafl, nrmreceiad annunciar Tender falsos Com El
com auu okc. En prfino as familias para Interesse de seus filhoi
que, para evitar falsificacdes, deven exifir, que meus Gouiiii Ibes
tejao Tendidos em caixas de tambas de encalle e corredias coberUi
por i etliquetas com a minha marca de fabrica e encerrando ao
prospecto circunstanciado, e selladas por urna medalka com o lcttreirt.
COLLAR ROYER, Roe St-Iartii. 225. Pars.
BOTAS
GRANDE ARMAZEM DE PIANOS, MSICAS E INSTRUMENTOS
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. U-RUA NOVA-N. 11
Parteopa ao respeitavel publico desta cidade e das mais provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditado armazem de instrumentos para mnsi-
it, acaba de fibegat om grande e explendido sortimento de
O que ha de mais moderno, de teclado fixo e mobile, e con transposico ou m ella, de autores os mais acreditados nesta cidade,' como sejam
-Afamados e bem conheados pianos da fabrica do Sr.
M
AFFONSO BLQNDEL
le Paris, de quera o annunciante o nico agente nesta cidade, como prova com o docuaaento abaixo transcripto e assignado pelo dito Sr. Brondel. Estes pianos, fabri-
cados especialmente para o clima deste paiz, slo os nicos que offerecem urna garanta segura de sua dura?3o. Ellos sao aqui bastante conhecidos desde 1844, para que
eja necssario insistir sobre sua superioridade. As suas vozes sSo muito flautadas e elodiosas. Elles possuem um teclado que se presta a todos os caprichos do
tenhores pianistas.
Todas as pessoas que coraprarem pianos nesta casa, sSo rogadas a exigireta o certificado de origera assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar a
latencidade do numero de piano com o de certificado.
sua
AO PUBLICO
Mr. Alphonse Blondel, fabricante de pianos em PARS, declara ao respeitavel publico de Pernambuco, que o nico deposito de seus pianos na cidade
lo Recife, RA NOVA If. II, armazem de Antonio Jos da Azevedo. Outro sir que, todos os seus pianos ir5o accompanhados de ura certificado de origem assig-
lado poF mim.
Pars, 24 de julho de 1869.(Asssignado) Alphonse Blondel.
O annucian'e tambera troca e aluga pianos. E tem o maior e mais esplendido sortimeotof de novas
i MSICAS PARA PIA-ff*
As quaes recebe directamentea Europa e do Rio de Janeiro; das acreditadas ''asbaos Srs. Felippone & Trnaglii, Narciso, Arthur Xapole5o.4 C.,
te. Tambem tem grande sortimento de papel p msica e desenho ; cordas para todos ir.stn:ra2r:ts, rsas gravoras e quaiirosopara ornamentos de salas, oleados para
*B8oalho de salas, ricos esperaos dourados, quadrJk e ovaef, eaijinhas de costura com msicas e sem ella, estojos para nag^ra, relogios com despertador, vidros para
WDelhos de todos os tamanhos, tala/jarea. !Sas olfni^ para bordar, e muitos outras arttgos qae o respeitavel oubiieo encontrar sempre noste armazem, o mial estar
liberto todos os dias at H 9 taris da noite afim das Extfas. familias poderem ir apreciar O sen t>!?pos.
COMPRAS.
Cabellos
Na ra do Queimado n. 6, 1* andar, sali de
cabellelreiro, compra-s coniinuadinicnte cabellos
compridos.____________________________________
Compra-se urna carreja que esteja em bom
estado : na ra Nova, loja n. 7.
Compra-se
duas oa tres venezianas em segunda mao.porm
que estejam perfeits: a tratar na loja da ra Nova
n. io.
Casa terrea.
Compra-se urna casa terrea : tratar na ra
da Madre de Deas n. 16, loja.__________________
Compram-se moedas de ouro e prata de to-
los os valores, ouro e prata em obras mutilisadas,
jrilhantes e mais pedras preciosas: na loja de
mrives do arco da Conceicao, no Recife.
O muzeo de joias
Na na do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
i pedras preciosas por precos mais vantajosos do
jup em outra qualquer parte. ___________
Compram-se e vendem se diariamente para fra
i dentro da provincia escravos de todas as idades,
ores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
erceiro andar do sobrado n. 36, ra das C.ruzes,
regnezia de Santo Antonio.____________________
Lom muito maior vantagein compram-se
noedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
acao de Ouro n. 2 D, ra do Cabug.
r
AO CAMPOS
Na ra do Imperador n. 28, vende-se
os seguintes gneros de superior qualidade,
a saber:
Presuntos nglezes (para fiambre).
Qneijos inglezes (muito novos.)
A verdadeira gomma de araruta.
Copos lapidados (muito linos.)
Latas com lagoslas a Gf'O rs.
Licor Taya pana).
Ovas do serto.
i: nma tranca dfl o lulas por 640 rs. !!!.
K ao as'teiz iu Campos.
Hitado Imperadorn. 28
Cal nova de Lisboa
decarregada boje do patacho Noria ; o vende
Joaquim Jos Ramos, na ra da Cruz n. 8, pii-
ueiro andar. _________________
_ AOS AMANTES"
DO
Na roa da Impera triz, loja do Garbaldi n. 56, (
Arara n. 72, tem graaJe sortimento de domin?,
sendo de seda, alpaca de Coros, iaa e velbutina,
barato para acabar, a saber, 23, 3, 4j, o, Si e
105, vestuarios a carcter, todos de novos goetos,
a 6, "5 e 8* : na ra da hnperatriz numero?
56 e71.___________________
??? 15 por ce tito de economa ???
Et fumo dar lucem
29-RA DO IMPERADOR M
Bicos econmicos, d bjaTuz, de 300 a 1000 rs.
cada um.
Manteiga em latas.
Vndese manteiga ingleza em latas de urna
libra : no pateo do Carmo, esquina da ru> de
Hortas :i, i.
Vendem-se diversos escravos pecas, vindos
do ^ear e Piauhy, proprios para engenhos, assim
como diversas cabrochas de ti a 18 anuos, com
habilidades e sem ellas, e um casal de escravos
pardos, garantindo-se a conducta : a tratar na
ra da Cruz n. 53 e 55, 3* andar.
Farinha de mandioca.
De superior qualidade e em saceos grandes,
veude-se nos armazens da companhia Pernambu-
cana, caes da Aasembla.
ATTENCAO
EiD casa de Mills Lalham i C. ra da Cruz n.
38, vendem-se chumbo de muoicao, oleo de hnhi-
re, lona e saceos vasios.__________________
Vende-se um estabelecimento com movis e
urna officina bem afreguezada : a tratar na ra
das Cruzes n. 29.
VIVA O
CARNAVAL
Domin*.
Ilominos.
Dminos.
3ran Je sortimento de diversas qualida-
des e para lodos os
PREgOS
para ven ler, ou alugar vontade dos frei
guezes. na bem cenhecida loja FRAGATA AMAZONAS.
Raj de Lis^ea
A lo a Ja Aurora na ra larga do. Rosario t.
38. rtti'bneante a Manoel Jos Lupes & IrmSo, re-
cebeu o bom rap de Lisooar em latas, do mellmr
e ma, fresa que tem chegado a esta praca, che-
lando pelo vapor francez en a uiesma loja ven-
r^as qualidades.
A VERDADE
55Ra do Queimado :
A VERDADE tendo em deposito g:.
quantidade de miudezas e per fumarias, i
sejando apurar dinheiro e adquerir boa ft*
guezia el rssolvida a vender martMSiw
barato, ; por cssa razo convida aor
tavel publico a vir cmpetentemente i:
do a sortir-se do bom e barato. Pois q&
do a Vcrdade apparece, tudo mais i..:
apparece-----
Grande soilimento de bonecos de ert 4
massa as mais lindas possiveis vost idas- s f*
racter.
Abotoadnras moderuas para col-
letea....... dsb
Espelhos donrados pepnenos. M
Agulhas de osso para crox a .
Pontes para regag- com csnlas a '.:*
Ricos globos para candieiro de gara !86
Chamins a....... -ii'.
Grande sortimento de objetos de
louca para brinquedo de menino M
Garrafa com tinta a..... KW
Dita com agua florida verdadeira a 1-
Dita com dita dita a ... !*?0C{
Frasco com oleo de babosa a 500 e Z9G
Dito com agua de Colonia a 300 e 5W
Gai rafa com agua divina a. 1;S:.<
Frasco com extractos finos a MtW
Latas pequeas com banha muito
fina a ln e...... iit
Sabonetes de diversas quali lados a
80,160,240e...... :\
Finas escovas para denles de 3"JO a 8K
Lindos coques modernos a. W-
Pavios para gaz, dnzia a 240 e 32C
Escovas para fado a 500, 600 a "A".
Ditas para cabello a..... ''-'
Pentes para tirar piolho a 160 e. tki
Brincos de cores, bonitos a 160 e ii<
Pecas de tranca de Ia cona C
varas por.......
Oleo para machina de costura,
frasco a........ COC
Pennas d*afo finas caixas a 800 e li&(*
Dita d'aco Perry, caixa a. I4W
Galo de algodo peca ....
Lindos babadinhos e entremeios
peca de ."500 a......!
Ditos de louca muito fino a 120 e 2W
Ditos para calca a 160 e. 244
Caixa com papel amizade a. T
Ditas com envclopes a. 4>=
Ditas com obreias a.....
Caixa com agulhas fundo douiado 28(
Ditas de ditas ditas a. .. I6<
Thesoura pava costura a v2iOe. ',<
Caixa com tinha de marca a .
Linha :1c cr:s era novellos li-
bra) a........
Carreteis de linha Alexandre de 70
at 200........
Grampos maito linos com pesia-
ros, duzia a......
Cartas porlnguezas. dalia a tt
Ditas Mncezas a 2:>200 e 3<
Papel almaco e do poso, resma a
3.J400, 30OO e .... 4;
ua muito fina para bordar, libra 6.
Fita de algodo para defram
sapatos, peca a..... i.
Ditas de laa p : de -
tido, peja a...... 48
Pentes finos para segarar
bello a.......
Ditos ditos de I ifal
a 240, 340 e......
Ditos para aparar peana ,
Rosetas prel i -a .
Traneade lan< .'
Fita de coz ...
Alfine a.....
itosdelap ri
Grvala de sedas res a .
Galcadeiras a.......
Grande sortimento de rendas das II
f^m par de su rio de borra
lOOrcisMf
H* Vcrdade si roa do Quelm i
U. i.%.
T
CUHliUS P
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BA/
UNIVERSAL, ra Nova n. 88carneip
viannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais efe
nhecidos, as quaes eslao em exposico^
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com pe fe
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costo-
reiras diariamente, e a sua perfeico Ul
como da melhor costureira de Paris. Apr-i-
sentam-se trabalhos executados pelas mee-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.
Leqae do madreperola com seda, e loi
madreperola, muito prnpiio para n-i-a*,dt^P
ram a loja do Passo a ra do Crespo n. 7 .14 "t-
sim como i equissimos chales de tonuuini de K
aas as cores, vestuarios bordados de cambra.'
para J>npr7.ados, meias de escocia (novidade) tuai-
lo bonilas para asExmas. Sras. que gostam andar
de.sapaiinho raso e oulros muitos artigos de
to que os propriclaxios deste estabelecimento
recebido.
Para a quaresma.
l loja do Passo
Os propnelarios deste impoilanteetlabilecini.il-
to receberao pelo uliimo vapor francez lieos pe-
tilhoes de gorgurSo preto muito bem nfeiud :
ntoiramente novidade, sedas e g-rguroe pr
temos soriiinento completo, o melhor a dcsejai.
Dirijam-s, poi?, todas as pessoat que pr
comprar estes artigos, ra do Cundo d.
Scientes do que, em precos d) se de\
zer negocio, isto *moivao pelo muito s
que tem o.
Boa pinga do Dourc
Flix PeNira da Silva, a ru
60, acriba r nma nova i.
muito acioliado vfhno pin
proprio para este clima p<
vende cm barris de 10" a 3i.


imbwMpty i" !!.,
nra
[
"

)


m lk at
A RA DA IUIPERATRIZ *T. *
Esquina da ra da Aurora, em frente do caf Imperatriz.
N'este novo e sumptuoso estabelecimento de fazendas encontrarSo as Exmas.
familias tudo quanl" possam desejar, tanto era artigos do mais rigoroso luso, como em lodas
4 mais qualidades do hiendas,
Alera de se aeharem prvidos do que de melhur se encontra nesto .mercado,
oor todos os paquetes di Europa, recenera directamente o qae un artigos do moda e
do mais apando fosto m encomia era Pars, o que vem cada dia augmentar s propor-
;.>. s de que dispoe este estabelecimento para hora servir sua numerosa fregoew.
Jk>
Algodao largo para tences e toalhas de
'.odas as qualidades que cus urna vir ao mer-
cado.
Alpacas de todos o; padroes e qualida-
des lio variadas que se n5o pndem descrever.
Albunscom msicas para collucar retratos,
delicado presente para qualq er pessoa de
es ima.
Atoalhado de linho e algodo, branco e
de cores proprios para talhas.
?a
Bas punas de seda pretas e muito moder-
nas, bem como de crochet, lado de apurado
goslo e feitio.
BalBe de muspelina, madapolo, brancos
e de cores, para senbora e meninas,
, iiareges de cores variado sortiraento.
Babadinhi.s ou tiras bordadas em todas as
larguras.
B dbutina do lodas as cores.
Botan do tapete para viagem. grande
variadade de tamanbos e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante de linho de II palmos de lar-
gura, e todas as mais qualidades.
Bretanhas de linho e algodo, grande sor-
timento.
Brins de linho branco e de c6res, do mais
commodo ao mais caro em qualidade, afiian-
cando o que ha de melhor na especie.
Brins d'algodo completo sorliraonto e
variedad* de presos.
C23
Cass-is de cores, o maior soriimento, pri-
mando pelo bom gosto e barateza, attentas
13 qualidades.
Ga nbraias brancas, tapadas, e transparen-
tes de lodas as qualidades e precos.
Cami&inhasdfl cambraia de linho e cassa
Dordadas ricamente enfeilados para Sras.
Camisas para bomens e meninos, to va-
sor! ment que vai do mais ordinario
dapotn ao mais perfeito bordado de li-
iho e cambraia.
Camisas de meia, de flanella, braneas e
res para hornera.
Gasemiras pelas e de cores, o melhor
rae se porte imaginar, sendo d'isso a me-
ir va o grande consummo dellas na
)fficina da casa.
Capailas de flores, para noivas e bailes,
de a mata candira flor de larangeira at
mais inieressante rhalda. *
i i m ior gosto.de todas as
prefer las pelas senhoras de
ir na moda.
Chapeos |retos de velludo, para senhoras,
Se Pars.
sol, para s 'choras e borneas,
t 1 is os pre;os c variados gostos.
padroes pora vestidos.
da todas as qualidades, avallado
aero e nao menos variedad* de goi
Cl las, impossivel descrever o sortimen-
le de padrees e novos {estos,
;o todo quanto se pode desejar.
i senhoras o que se pode ima-
giaar de melhor.
[u o melhor no gosto e nos enici-
s, varios lamaobos.
: ida com borlas, o mais apu-
'stoe lavor.
Ditas de fustio branco e do cores por
a los.
i obran, ricamente borda-
horas.
!>raia bordados e de
6, ; de m Ihor se pode desejar.
Colari le i bordados e lisos, o
maior ."i1 neni.
Damasco de lai do palmos de largura
tedas coi '- e ricos padroes.
OBI
Espartilhos brancos e do cores, para sc-
ras e rnonms, o methorncsie genero :
.'ima Sm. deixar por certo de muir
-"ainr
ta-
case com listras do s-da e flores, fazen-
da ioteiramente nova para vestidos de baile.
Gravatas p-ra senhoras e borneas, o mais
completo sortimenlo que se pode desejar.
Guipure prelo e branco, diversas largu-
ras e differentes gostos.
Gollas e punhos bordados para senhoras.
Guarda na pos de lioho pequeos e gran-
des.
GorgurSo de seda preto ede cores.
Grosdenaples preto ede cores, haven-
do diversas qualidades e gostos.
Japonezes para senh.-ras, o melhor gos-
lo, e fazenda propria para as feslas nos ar-
rabaldes e passeios a tarde.
Lazinhas de todas as qualidades, cores
e gostos, nao ficando nada a desejar, lal
o soriimento que existe para escolher.
Lencos, tudo quanlo pode haver desde
esguiao ao algodo commum.
Legues de madreperola e osso, o mais va-
riado soriimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
pores, sempre novo soriimento, quer em
pellica para homens e senhoras, quer em fio
d'Escocia, brancas e de cores.
CCt
Madapolo; indescriplivel o grande sor-
iimento que ha neste genero, desde o mais
elevado preco ao menor, que se vende em
peca e retalho por menos do que em ou-
Ira qualquer parte.
Mantas de blondo para noivas: o apurado
gosto dos nossos correspondentes em Paris
habilita-nos a dizer qi:o temos cm nosso
estabelecimento o que de melhor se dse-'
ja para vestir e ornar nina noiva.
Mantas pretas de btond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de coros, lindos e va-
riados padroes.
O
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por prec. muito
c.immodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sola-.
Ditas, de casemua muito finos para
mesa.
Puitos bordados de lib, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretas e do cores.
Pop lina do seda e linho, com Hstras e
flores; fazenda lindissiraa.
Pelberinas para senhoras, do olUmo
goslo.
Perfumaras ; os mais linos extractos o
que de metbor e mais agradavel so pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
e suave no olpbato, lem o PAVlLMCi DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquct d'Amour, final-
mente tudo quanto deve occupar.o touca-
dor de urna senhora de goslo.
Saias bordadas, brancas, lisas e do cores
com folhos e sera clles. o raelbor possivel,
Sabi las de baile, de todas as cores.
S 'da pretas, de quadros, lavradas, lisas.
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sareelim deludas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadenas, mais pequeos e de todos os ta-
annos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintbo. do'maior c mais
lino trabalho ao mais barato*.
Toalhas de linho e algodao de todos os
tamaniios, li as e felpadas.
Tarlalaoa bianca com palmas o de cores,
fasenda muito no-a, eg' stos delicados pro-
pria para baile.
Vistaarios bordados de fustn brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de 13a escocoza de 2 saias.
novidade pelopr.dro, gosto e forma; ditos
de linho com barras de cures,-e de cam-
braia de cores com 2 saias. tudo inleira
novidade, trazem os m^delros juntos pnra
mostrar a forma de os ta/er.
Veos de biond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas : podemos
asseveraras nossas Exmas. reguezas, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhanle materia, gra-
Flores, o que ha de mais rico, quer cas ao bom gosto do uosso fornecedor ^m
solas, quer em ramos, tem oPAVILHaO Paris, podemos garantir que ninguem nesle
DA AUBOK \ um permanente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
>sic5o das Exmas. familias. conta.
E' dispondo d to grande e variado ortimento que os proprietarios do PA-
. VL!T.\0 D.\ \URORA so apresentam ao publico declarando desde ja quo a sincerida-
e o bom gostoo movel nico de seu negocios.
Prvidos de tudo e promptos sempre a prover-se do que por ventura Ihe
necessario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento reeommendam se
receio de serem contradictos e proteslam esforcar-se por continuar a merecer
sean que se Ibes tem dispensado ; certos de que do seo estabelecimento n5o sahira
i frtiguez descontente.
G-nlina sempre a officina de alfaiate dirigida por nm dos mais habisartis-
oplo executar erm promptid^o e bom gosto qualquer trabalho que Ihe seja
onfiado. Urna modista especialmente oceupada nos trabalhos do PAVILH D V AU-
I ORA, d'rige os que Ihe sao concernentes, garante porseu apurado ggsto e promptido
njexecuco e a mais completa pereico nos seus trabalhos.
A" numerosa freguezia que nos honra uraa prova de que merecemos ocon-
,Uy se dispensa ao nosso estabelecimento, conceitf que procuraremos firmar cada
ez mais. Para facilitar anda a concecuco do fim que nos prop'omos, temos no nosso
lo os ltimos flgurinos de Paris, que recebemos por todos os paquetes, os
mjiuos para serem vistos as familias nossas fregaezas, afim de escolherem,
o pa lrao da fazenda o gosto na forma.
Na officina de alfaiate, junto a estabelecimento, ba igualmente os ugorino.
homens que por todos os vapores se recebem.
E' este o modo porque nos aposentarnos pedindo a protecfo do illustrado
o e com o mais profundo respeiio convidamos s excellenllssimas Sras. a visi-
;, -o estabelecimento, certas de encentrarera nelle pelo mfenor preco pos
-que podemdesejar.
Mandaremos caixeiros levar as fazendas e amostras onde forem pedidas, visto
I'Odermos especificar todo qnanto temos.
^ Joo Luiz,]Sobnnho A C.
Aberto das 6 s ,9 horas da noite.
DO
GALLO VIGILANTE
nnn Os prprmtros deste bm ettwcialkuijele'
cimecto; alm dos muitoff olfectif ffieflhatri ex-
postos a aprecia^ao do respeitavel paniro, mjfij-
daram vir e acabam di receber pelo ulWWo-vapor
da Europa um completo o variado sortimenlo de
nas e mui delicadas especialidades, as quaos bv-
lao resolvidos a vender, rumo de seu costme,
por precos multo baratitrties e, cominodo3 para to-
dos, com tanto que o Gaita...
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau-
cas o de mu lindas cores.
Hu boa* e bonitas {rotlinhas e punhos para se-
nhora, oeste gekero o que lia do mais moderno.
Superiores.pentfti de''tartnrug-|i.-;ra coques.
Lindos o riqusimo* enfcHes para rabeis da.J
anas. senhras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-!
Ihos o sem etles; esta fazenda o que pode baver
da melhor e mais bonita
Sufwriore* o bonitos !cqueS"de:madreperola,
mar fim, sndalo e osso, sendo' ageites brancos
com linios desenlio, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quacs sempre se venderam por 3#0U0
a duzia, entretanto que nos as vendemw por 9H,
alm destas, temostambem granije sortimeato de
outras qualidades, entre as qnaes algumas muito
Boas bengalas de superior earma da India e
castao de mnrlim com lindas e encantadoras figu-
ras do ni -sino, nesto genero o que de raelbor s i
pode desejar ; alm tiestas temos tambera grandi
Suantidade de outras qualidades, como sejam, ma
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a li annos de idade.
Navalhas cabo de martitn e tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo (alineante, e nos por nossa ve: tam-
bem asseguram s sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capelMH para noiva.
Superiores agullias para machina epara erng.
Linha muito boa de peso, frjuxa, para cnclier
laln rintho.
Bons baralho? a cartas para votlarele, as?im
como os tentos par^ o mesmo fimj
Grande e variado?sbrtment das melhres per-
fumarias o dos melhorcs c mais conhecWos per
fumistas.
COtRES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convnlsoes, e
facilitara a denti^ao das innocente criancas. So-
rai)s desde muti recebedores de.-tes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, aflm de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assm_pois podero aquel-
es que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deiros collares, e os qnaes attendendo-se ao fim
para que 5q applieados, se renderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que dcixamo?
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por procos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, rna do Crespo n 7
a pereico c
de
de V precioso auxiliar
:m corpo delicado.
Entromei'S btrdados.
Kscotniltia pr -ta.
Enleilns para cabeca, ultima moda
. recebida no ultimo paquete.
Esgun.) 'le linho, completo soriimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padroes,
Fimos a crochet, modernos com cintos
e capas, o que ha de melhor.
6\Fil de seda, linho e algodo, do todos
es gostos o padroes.
Fustn de todts as cores e qualidades
grande soriimento.
Flanella branca e de cores.
Cfmdft armazeni de fazendas e roupas fe-itas ra da Imperatr
n; 52, porla larga, de Paredes Porto.
Nesle estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimentt
de roupas de todas as qualidades, palitofs de alpaca a U, 3)5300 at 6fj. Ditos d*
merina, dito* de casemira de cores bonitos.gostos a 54, 6<>. W e 40(5, de panno preti
sacos e sobrecasacos.. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
e de cores do 3-SoOO a 54000. Calcas de brim de cor finas e ordinarias, dita>
brancas de lodas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemir*
de cor e preta de 4, H. U a KM. Golletes de todas as qualidades e preco moiU
barato. Completo sortimenlo de camisas francezas de algodao. e de linho de 1& at 50
urna. Sortimenlo de seroulas francezas de algodo. de linho e bramante a 20 e 2*500
Gravatas-(nentas) noviswmo goslo a todos os precos. Meias sortimenlo completo a 3*
4 ato 7# a duzia. r
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarregj-sr! de quaesquer obras de encommenda tanto para nomem, como
para meninos, e com brovtdade, por isso que tem um bonito sortimeoto de fazendas df
todas" as qualidades tanto era casemiras como brins, pannos finos e outras muitas fa-
zenilas-
FAZENDAS
Rramantes de 11 palmos de largura a i800 o metro.
Cambras de cor e branca.
Alpacas de lodas as cores a 640 rs. o covado.
. Pofl-de-chvre com lista de seda fazenda de gosto a 1<5200.
Bagquines de guipure enfeiladas a 185000.
Sortmento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapollo fino a 6*300, 7(5, 8* e 9*000.
Algodo peca com 20 jardas a 4*500, 5*500 e 6*000.
Peca de algodao largo a 7*500.
E outras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Chegnem roupa
feita que"so est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto loja de ourives) do
LEO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.

Sexnentes
De bortalicas novas e sagi'i a 120 n-is a hbN.
no Balisa, ra do Livramflnlo n. :i8.
tiAZ AZ az
Chogou ao amigo deposito de Ipnry Forster o
., ra da Imperador, um carregamento'd
le 'rirnwraqLi.-.dado; o'uai se vendoem partida
a roiaiiio por m.r.os preco do <|ue em outr-- qua1
quor parte.
Mikroskope achroma-
tiseheu. ObjotivLin-
sen.
Barometre e termo s
metro. Centgrado
e reuumeure.
liCincis
E crystal de rocha do Brasil.
I'. J. Cernlaiia. recnmmeiida ao publico, seas vidros. periscpicos aperfeicoa
dos; porque, rom estes vi.Iros, a visl d -canea, fortrlica-se e nao a canea como om
os vidros ordinarios. Urna vtz escullido um vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios so est nbngado a muda-Ios todos os anuos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o crysialino do eme e dote.mina quasi sempre d-
v, ;!,- a ineinde de nm sitio no Tgr res debeca. O aJcafice ordinario da vista perto de 30 centmetros do lho, e,
Cruz do Rebaneo, na estrada de Ignaraast, lic.i
urna legoa pequea (ju'ii da villa, o qual tem
urna excellente r:r>a de pedra e cal fcita lia quatro
annos, b tum mnitos arvoredos de frutto, como
larangeira, esjezeiros, ftc, e bstanle trra para
plantaran de ranna. Esse -uio fui do falle
cido Dent de Carvalho Bastos: qnem qoltcr com
prar a metade, dirija-se a na du Livrrmestj loja
MIMO
Vend-se no trapiche Bario do Livramento sac-
eos cora milho, boa saccaria e por menos do qu>
em outra qualquer parte.
Eetamphs lina
A I 'j i di Aun ira receben boas estampas i !
ridas, sendo das segnintes qualidade? : inorte d.
ju^lo peeeador, enferno c paraizo, das mais flna^
que tem chafado na 1-ija da Aurora na ra larp.-
do Rosario n. 3S.
1IASSA e XAliOI'E
DE CODEINA DEBERTH'
l'rrconniirlos por lodos os mi-rios coulrj
nSI'XI.'XOS, CATHAitBOS. F. TODAS AS I
IRHIT.4C0ES DO PKITO.
N.H. O Xampr 4* CotUna que mtrtttv
honra, attat bem i amerare VcA
noroi, de er rcjisti Wh com' um iot m,
vieiu-ix ol/iciua do lmp,.ric Frjr.cet lisii-.
qitutqujr e'ogiu.
AVISO. Por frnciu \iv t.-in lowitado o ipl'u resulta :
Xun>l lembrar quesuj oiMlioiiuiMrta* iaou iiaa
CMice : uii"- ^_^
b ni roixa-
hasi-fn sctislr,
issiniaHWai r-oi
friilf.
48. la, ilrs !. ,. r
'. l rm ,.. :, i.
todas as vezes que o objecto i st mais perto ou mais to ige, os raios que expolie sao
mui convergentes ou hu divergentes e a vMo no perfeita. Um grande numero de
pessoas tem o defeil i de faj< r convergir muito de sorte que a viso nao distincta.
Com a appJicac3o de meus vidros pde-se ven restas difculdades. Para os quo tem
a vista curta e rujo crystalino mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro cncavo alfasta-seo ponto d
vista, o que faz divergir os objectos e deixa ver t5o longe c >mo as outras vistas. Quan-
do o crysialino muito chato, o que succede aos que tem chegado a urna certa idade.
o que se chama presbvta, vem mtibor de longe quo de perto, e nao enxergam seno
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergar5(.
tac dislinciamente como na idade d 15 anuos. Servindo-se destes vidros qiando e
vista principia eulraquecer, previne-se o mal.
F. tF. ficrirsanBU encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a es
coilier, a primeira vista, seja qual for a idade e grito de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Para a vista myope, (vista runa;.
Para vista que se cobre d^ nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voa$ar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremera
de fraqueza.
Para a vista que os olhos sao desiguaes.
Para a vista que se turva com o traba-
o e a leitura.
Para a vista presbyla (vistagilon ).
Para a vista que nao supporta os raios
solares nem graude.claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras csto cor
eades de mtgae.
Para a vista que um dos olhos myop
e o outro presbyto.
Pira evitar finalmente que o crystalino
1 ilho se cobra de catarata.
AVISO
ao eonvaletcentes e s pasos
iracas t debilitadas
OQUINIUM LABARMQlir pprOVSO
pe Academia imperial de medicina de
Parit o tnico por eiceilencia.
m Rio-JtsBBo, DtponcheUe; Chttoat.
Maurrr i O:

Soriimento do binculos
para theatro, e oculos de
alcance para o campo e ma-
rinha.
vmwmr
Lunetas, pince-nez e
face--main, ouro, prata,
tartaruga, bnfalo, ac,
etc., etc.
Tem tambem grande soriimento de relogios para parede, que d5o horas eDaia
cima de mesa dos mais lindos modelo Relogios para algibeira, de ouro, prata oral*
dourada efoleada, ingieres, suissos e orisontaes dos melbores e mais afamados fabri-
eU6S.
Vendas em grosso e a retalhft. Em Pernambuco.
N.21=Rua Nova. 21.
___________________________________________________________ j /
POS OE ROG
Approvado* peta Academia imperial
de medicina de Parix
Dm (rasco do > de Bo. dissolvido
em urna garrafa d'agua. d urna limonada
agradavel, que purga rpidamente e de
um modo certo, sem causar a menor
rritaco come acontece com a maior
parte dos outros purtranre*. a*As de
Hoce, sao inatteraveis por isso empre-
gam-ee bei luiente em iagem.
m Rio-liRuno. ntponete'le. Ckenitt.
i.i t liMHeti Uiivrr t C.
ItULESSSSCAUVIN
KM* iireeiu Pnrgallt o *geial Uo eommo'lo
(ao urriOnel f o reoeilio *a% mfillivel pin des-
truir i epllc*". nerralQl, as mis re-
Ix-ldcs, Hkin eomo i Mil tlienaMtde*
Elle t (es; ut paairlll, obdroeeoea eoxa-
aeeu. eMaus. 4re, calarrhaa. emateea*,
eou rtwiitMM.
O uofajiaKolu du >! aartm pode rata-
ir-e iiiarwliTra : aailMt oa eaaiar
Ulas at aaSS* ata rearnrw m Mtii ata
MUd*; a aoMkuaaatieaaratrn, m toaar
etla nu rersatSM : aa dow aaraaltra de on\it m
diu/se.
Firnaabuta: MU aaiarai at C*.
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
PHABHACSUTtCO, I, NI OES UMS4AIHT-PAUI, PAW8.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
Csaa IOII1ETO de POTANSIO
0 Iodoreto da ptaselo um nrdadeiro alleranto, nm depurador de iaroateasaml aM.
eaaa; combinado com o xaro.d. cascan kU^S^S^SSTTSA
MHOPE TNICO ANTI-NERVOSO
* eaaoM de Uraajaa amarcM.
3S ancos de snceeMoa aitestlo a sua effi-
cacia para curar: as doencas nervoua
jtgudat ou rhronicas, as gtuUiiM, lattml
fas; e facilitar a diguie.
XIROPE FERRUGKOSO
oasoaa de Uraajaa qaaaata aaaaiva.
E' sob a forma liquida que mais fcilmen-
te se assimila o ferro; 'esta forma prefe-
rir! as pillas pastilhaaeo todos os caso
m ole ao proscripto o ferruginosos.
3 cordeiro previdnte
lima de luelniado n. 10.
N'ovo e faado soriimento de perfumariar
Anas, e outros objectos.
Alm do <' setfihento de perto'
marias, de que elleetivamente est provida
loja do CordeiiY) Previdente, ea acaba d*
receber nm outro swtimeno que se ton
aotavel pela variatie de objectos, superion
dade. qaalidades-ccommoduiades de pre-
ces ; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreeiacie
do respeitavel publico em geral e de stta
ooa frepoezia em particular, nSo se afa*
lando elle de sua bem conhecida mansidle
e barateza. Em dita loja encontrarlo op
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Condray.
Dita verdadeira de Alurray & Lammas.
Dita de Cologne inglcza, americana, fraa
cera, todas do! melbores e mais acreditad
fabricantes. ,
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservado d*
asseio da bocea.
Cosmetques de superior qualidade eche
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, co>
pomada tina para cabello.
Frascos com dita japuneza, transparente
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos s
francezes em frascos simples e enfeilados.
Essencia imperial do fino e agradavel eb#
o de violeta.
Outras concentradas ede cheiros igual-
mente tinas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior quaHdad*
com escolbidos cheiros, em frascos de die
rentes taannos.
Sabonetes em barras, maiores o menort
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em figa
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb*
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand*
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendol
aas perfumarlas, muito proprias para pr
sentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, ta
Dem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e 4t
moldes novos e elegantes, com p de an*
boneca. ,
Opiata ingleza e franceza para deDtes.
Pos de campliora e outras diSerente
cualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coques.
Um outro soriimento de coques de na
'Os e bonitos moldes com filets de vidrhci
a alguns d'elles ornados de flores e fita*
astao lodos expostos apreciado de qus
M pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BOTiD.VDOS.
Obras de muito gosto e perfei.;ao.
Vlvcilase'ias para ciatos,.
Bello e variado so! timento de taes oMea
os, ficando a boa escolha ao gosto do ce
orador.
KJ. PIMPO Plli IB
f..BRirA NAUOMt DA BAHA
DR
Teixeira Uldunco fy C
Acha-so venda este ptimo rap, nni:o q
pdc suppnr falta do princeza de Lisnoa, por si
de mui agradavel perfume, viajado, e a preep *
iiiais mdico possivel; a por isso teai atoo tssfe
acolhldo nac [iracas da laliia, do Rio da Jan.
em outras do imperio : no escriptorio de Juaiiia
Jos Gon?alves Beltrio, rna do dommereki B3
mprn 17
Cai&a S'tJiai do aoeo to Bra-
sf eui Pernambneo, eui ll(ol
dacio 5 de Jaucisode fi830
A Caix;i filial vende o grande e excelien
te sobraJo sito roa Imperial n. Gi, com
acconiodacgi'S para grande familia, e tam-
bem vende a casa terrea contigua n. 66
tratar na mi-sma caixa ra do Commer-
cio n. 34.
no
(1
Vi ndciii cm um armaaens, r.o ces do Ap ;
d. 7, Bscadiatu n. I e ra do Amoria n. 37, o
seguintes getieros :
Ac de Miln.
Milho em uceas grandes.
Farella em gateas de 90 Horas.
Colimbo dp maiielo sonido.
Meial amareil i para forro de navlosJ
Machinns para descarocar algodao de li, 16 e IS
serras.
Kerosene en l.iias de 5 palcos.
Champagne do afamado fabricante Ircg.
Hormouth.
Vinho do Porto entarrafado.
Coac do afamado fabricante Gaotier Fr
Fojfn da China, cantinfias, 40 cartas 1. Eslra.
Cenebra ingleza Od toiii
Cimento R. niano.
Cimento Hidrulico.
Omento Portland.
liesso paraesiuqufs.
Glnnos da barro para esgotos.
fjradeamentos de fctro para jardins, calcadas ete.
Carros de nao para servidos de armazens.
Garrames rom 5 galSes de vinagre tinto.
Idea cem 3 galoes de vinagre tinto.
Chnmho em barra.
Na rna dos Quarteis, --m frenti a pracinha r.
22, Ia e 2o andares, lem um grande soriimento da
vestoarii's para atafpv w, romo nejam : don icos
de velludo, velbotina o de teda, p>?t > moderno;
asim romo vinarios dn de velludo, ri-
canenle entetladoa, vmdemse e nimban alngam-
se por preco roinmodn.
Vendem-^e mas eser^vis. ambas de dado
18 annos, de b nias ligura-, c-m al^uma habit-
dade : na roa da Paz n 'li


DENTIFRICIOS LAROZE
COM QUI1U, TRITHRO I CAUCO
.ervacao dos dente, curando aa dorea para a alvnra e conservado doTdSto:
caucadas pela can oa aradaudu aetol iMinaaaailn a mM^^imiim.i.Vt
coudo do ealor oa do eV
DtpcMtto-aat
I MrtaMce (MfBipei e raaradselt.
na, a.
; f.i.....f. etaarar a C*.- aTeaU.
CADET
CURA
emTPCSDIAS
fftftB?Deiiriii7]
PARS
i


TS"


t
k.

V
Diario de Pernamhuco Segunda feira 28 de Fevereiro de 1870.
DE
BARATAS, NA LOJA E ARMAZEft?
* ffLm*--
DE
VHIiIX FEREIH % DA SIIjVA.
Rna da Imperatriz n. 60.
0 proprictsiio cleste grande eshbolecimento, tendo dad., batan nn m dn
rano, copo e de costme c vendo que tinfca um grande deposito de "i
niN!:;no P p c 's baralos com fim de dirainui|-a 5*S "piar
O respeitavel publico enrontra neste estahelecimento, nao so um grande sor-
**

b$ fytttMAD*
ir
ciam cm pe-
los mesmos
II
(uando a AGOTA fiRRNCA, mais precisa scienliicar ao respeilavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos.que ultimamen-
. te tem receido, justamcnte?quando ella menos o pode fazere porque essa falla invo-
luntaria ella' confia e espera na benevolencia de todos que Ih'a attenderao e relevarao,
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGOTA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia era sortimento de superioridade em
qualidades, raodicidado em precos e o seu nunca desmenttido AGUADO R SINCERIDADE.
Do que cima fica ditose conhecequeo tempo de qut a AGOTA BRANCA pode
Expe
ndido sortmenfco de Crochs
roupas feitas
NA LOJA DO PAVAO 4 RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Actw-se te grande estahelecimento com- a prI!r"l,s P* cobr,r Psenles, e ven-
mais barato do que era oulraqual-
para cadeiras e sofs
O Pavao tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs proprios para ca.lei-
ras solas, mesas, almofa.Ias efe etc., assim
dispr, empregado apezar deseus cusios uodesempenho de bem servir a aquellos que a
honrara procurando prover-se cm dita Ioja do que necessilam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
cara aqueftes cuja importancia, elegancia- e novidado os tornam recommendaveis, como
ok'.nrnente soiido das melorcs roupas,
wn te panno, de brim, de alpaca, e de todas
s mata fazendas que oscompradores pos-
um ;cejar. assim como na mesma loja
raa i sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
^aalnuer peca de obra, coma niaior promp-
Wfo vontade .lo fremiez, e n?.o sendo
quer parte,
ALGODAO ENFESTADO
Vende-se urna grande porcao de algodo-
siubo americano com 8 palmos de la. gura
proprio para lences e toalhas tendo liso e
trrncaao que se vende por preco muito em
conta.
naos brigada a aeceita-las, toando nao stejam Cheou ,Ui. 8m* sortimento de pecas
mente ao t nto, assim como f i'3""0 d0' m ,,ort0 qe se vendem
u'est- vasto estabeiecimento encontrar o rrs' atc. ,^00 a vara farantindo-sc
'nvel publico um bello sortimento de 3 em ,azen(ia de lllll!0 ha nada me-
sas francezas e inglesas, coroulas de r* "em mals ProP para lences e toa-
godo e outros imtos artigos!
gwprios para bomens e sesoras promet-
WTOO-se-Ine vender mnis barato do que em
! 'arle. Na ros da Impera-
r;; '. 60, loja e armazem de Flix Perci-
ra da Silva.
1 Pofatha a 2^000
Para lenres.
Na loja do Pavio vende-se superior bramante
eon to palmes de largara, dando a largara o com-
enmonto do lese!, sendo apenas preciso para
lene >1 um e m. io, ou u-n e um quarto me-
iroS ; alm dos'.a aplicac^o tem oulras muitas
para arranjos de familias e vende se peto barato
preco c 2*000 o metro. Na loja do l'avo, ra
u toperatriz n. GO. D. Flix Pcreira da Silva.
fungas de Ilcho
Vende-se gangas de lnho rom qua Irinhos
muito boa fozncn, para ronpa de bomens
e nenios e vende-se pelo barato preco de
800 rs o covado:
PECHINCHA EM PANVO PRETO A 2:400.
O l'avo vende superior pant.%) prcto fino,
para pallitots. caipas, collcies, etc., pelo ba-
ratisskno prego de 2:409, o covado, gran-
de piirhiivia.
Cltfiiltii de caseinlr.i p re a a I.qo
0 PavSo vende os superiores cortes de
H pretas enfestada-, pelo barato
preco de :.'im). pechincba.
PARA O CARNAVAL
Verbatlna a40 r*.
O Pavr) vende bonitas verbutinas do co-
ras para dminos e outros Irages de mas-
:ar;;s pelo baratissimo preco de t40 rs. o
1 lo.
HINCHA, ALGODAOSNMO A 4;0(K),
O Pavio est vendenlo pecis de n\"o-
liosnho francez, tendo 4 palmos de largu-
ra com I i metros-cada poca, pelo barato
proco d' 4^000.
(Pecas de inadapolo a :.00.
O Pavio vende pegas de muit? bom raa-
dapolao lendo 12 jardas cada urna pelo ba-
rato prego de 3:800.
GROSDENAPLES PRETOS-
C : para a loja do Pavio um grande
Bflrtimento de grosdenaples prctos, lendo
at 55000 o covado neste genero
os melhore e mas largos pqae tem vindo ao
oacrcade, assim como bonitas sedas pretas
or,
Ibas.
PECjHCHA M CHAPEOS DE SOL
Clicgou um grande sortimento dos me-
Ibores chapeos de sol de seda, inglezes len-
do neste artgo o melhor que tem viudo ao
mercado assim como urna grande porcao de
ditos de alpacas de todas as cores e"todos
se venciera por prego muito mais barato do
que em otlra qualquer parte, por haver
grande porgao.
Os balos do Pavao a 25000,
Chog u um grande sorlimento de balocr
ou crenonas do fcitio mais moderno mnito
propnas para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo prego de 25000 ca-
da um grande pechincha
CRETONES MATEADOS PARA VESTIDOS
A 640 E 800 RS.
Para a loja do Psvaa rhegaram os mais
bonitos cretonas escuros inatisados, pro-
prios para vestidos, roupo chambres etc.
que se vendem 800 rs. o covado, assim
como a mesma fazenda em padroes claros
proprios para vestidos e roupas de meni-
nos a 640 o covado, sendo os padro.-s mais
moderuos que tem vinpo ao mercado.
, os 2 m m\m e
LASINHAS LUSTROSAS A 400 rs. O CO-
VADO.
ca
btm seja
Corpinbos do cambraia, primorrsamente I
enfeitados com filas de setim cobras essas'
cuja novidade de molde o pereigo de ador-
nos (s tornam apreciados.
utas mni largas de diversas cores c qua-
lidades para cintos.
_ Loques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, lal
c o grande e variado sortimentoque-aciba
de ebegar, mas para nao masflr.o pretn-
deme se lhe apresenlar o/tiuo poder de
melhor.
Entremeios cm pecas d/12 liras,
(uipnre branco e preto/de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodao com
Veos de seda para
ra.
Meias de seda para oras.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Coslumes ou uniformes/para meninos.
Erotovaes completos n/ra baptizados.
C .pellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Liados vasos com p de arroz c pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
-Bonitos e modernos pontos dburados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Ad-^regos c brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesonras para frisar babadinhos.
Aspas para halo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um raachinismo
ehWiinas e monta-iumas snbstftnem as ontras.
Vistas para stereoscopos.
Ronitas caixinhas devidro enfeitados com
pedras.
Dilas de madeira envernisa.la com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
lores o lisos.
MOEZ.1S Eli GBOSSO
PARA NEGOCIO
POR PRECOS MUITO BARATOS
HO BAZAR DA MODA
Rna Nova n. 50
Coques imitagao de cabello,
guarnecidos de bellos enfeites
ultima moda, a duzia .
Papel superior de quadrinhos,
em caixas com 20 demos a.
Envclopes porcelana, muito boa
faenda o milheiros em caixi-
nhas de 100 .....
Boloes d^ osso bem pulidos para
caigas, a grosa .
Ditos coberlos de superior setim
de todas as cores, a grosa dos
pequeos a 3^000, e dos gran-
des a.......
Ditos com ii.ieossantes pholo-
graplras psra punhos a duzia
de pares a......
Ditos de osso imitando o marfim
com lettras a duzia .
Ditos tizos mnito boa azenda a
duzia.......
Abotnadaraa para camisa stoo :
2 boloes para os punhos. :t
para abertura e 1 para o col-
larmho branecs, escarlalates,
o pretos a duzia ....
Brincos de edres a bala.), cousa
multo cliiqui; a duzia de [.ares.
Lindos frasipnnhos empalbados
om hum extracto, para lengo
a duzia......
Ditos em bonitas caixinhas ca-
da frasco a duzia. .
Tinta pan burear roupa, muito
superior cada frasro em sua
c liaba a duzia. .
LiMinho-; com epa de metal
dooradoerom bonitas orogoes
para a ni isa a duzia: .
Sabonetes de amendoas amaa-
gas espanaii.bdn do BAZAR
DA Moda a laaia .
Lipis prrto de soparior qnal -
dade, oil rados
40,500
640
7^500
220
5AOO0
5* 00
SrioOO
34500
Po^os tubulares ins-
tantneos.
Heitor & Sampoyo.
Itua .\na o. 3H.
Os annuiicianles acabam da preparar al
pocos lobular. iDstentan ,
do que os viudos de ttra do .. veo-
deni pur priro muito mato e.
dn-se do Feu >s. ni m. Dl l l
dos melhoran)-utos reitns rvir qualqncr
bomba. As p qitfzcreiil c. l|
ou ma.s desses lubou dn na diripii tea ufllcir...
dos annonciantes : i roa Jot u
a ojt do Pjtsso
Os reqnisimos rorles de blondo de s mana o capilla ;
ligo o que s.- pode deM-jur d-melhar e n
uerno, laoibem chegaram os irti-s >\o se !a de
res n ividade, e unirs militas la nda9
loe ebegarara pelo ullimo
a l(.j:i fio l',i--o a ni* rio

8|jf000
I4000
8rK)00
O^OOd
fi-SOOO
7|6O0
i" v por francez, -,,
1 '< : B. 7 .A.
Labyrinthos
Cbegaram i ,-, ,:,.;, spa ;;, ;-. .
-,;'!l- Isbrrioiho dwCear, q
muito .'ni conta
__E$esmves fu^doi
Aviso
Ton meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprio
Camisinnas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e do lapin'uas.
2-5oO!.
>0i'(i
;;>:.ihi
2H(i(i
por menos de 10, 20 e 30 i
s\ SO' NO l
b o
Vende-se um grande sortimento das
nais modernas o -legantes laasinhas para
vestidos, com as cores mais novas que tem
mndo a este mercado, sendo eomli.as
niudinhas que parecem de urna s cor e
;om tanto lustro que imilam perfeitamente
*s poupenas de seda, e vendem-.-e peo
barato preco de 400 rs.
OssetinsdoPavao
Vende-se os mais bonitos setias de coros
i mais eccorpados proprios para vestidos
.endo de diversas cores.
FAZENliAS PARA LOTO
Na loia do Tavao.
Encontra o respeilavel publico neste estabeleci-
oento ara grande sortimento de fazendas pretas,
lomo sejam, cassas francezas e inuiezas, chitas
jrews de todas as qualidades, duenda de laa de
das que tem vindo. propnas para luto, como
-Laro do Ter SIMAO DOS SANTOS
Os
que em outra qualquer parte
SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
sproprwtanosdeste bem sonido armazem de seceo e molhados eslao re-
solvidos a fazere urna grande Aminu^o de preces as suas mercadorias, como se apro-
xima a (sta- .e sempre se fazera avultadas compras para o centro e praca or
sso prevmem ao resp^itavel publico em geral, que mande fazer suas despencaj cer-
tos de que verso a grande differenca em precos mais do que em outra qualquer oarte
e garaotmdo-se as superiores qualidades.
GAZ AMERICANO 9.300 a lata,. e 440
rs. a garrafa e 060 rs. o litro. 620 rs. o kilogrammo
VINHO VERBADEIRO FIGEJRA 560 ] FARINHA DE ARARTA VERDADEIM
a garrafa, e 4.J5O0 a caada e 800 rs o'ti- 40 a libra e 1400 o kilogrammo
11 ROLAXINHA INGLEZA MUITO NOVA a
DEM DE LISBOA das melhores marcas, 400 rs. a libra e 800 rs. o kilogrsmmo.
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 2*800 e! VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
.'{5200 a caada, 660 e 720 rs. o litro. masso, em caixa ha abatimento.
DEM BRANCO DE LISBOA a 4*000.' PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
a caada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litro. RANgA, 280, 400 e 560 rs. o masso
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA 3$200 e 6*500 a groza.
grosa 8
bscovas linas lara.drLteaa du-
zia a I/>(idO e......
lfiqetas mui o bons. bwnros e
pretos, a duzia da raixmhas a
Pentes pretos de nimio boa qua-
lidade s grandes para alisar
a duzia.......
Ditos tinarellus fazenda atperior,
para alisar, a duzia. .
Ditos de borracha om costas de
metal para repastar, a duzia.
Ditos enfeitados com eontas de
cores a duzia a 4* 5*e. .
iBtenmsaoM coquinhos capri-
chosamente escuitidos dentro
com um bom e hado rosario
a duzia 10*, 12* e .
Grande sarthupte .le miu-lc-as.
Grande 90MMKfit9 de quinqui barias.
Grande sorlimento de perfumaras.
Pagamento real.sado r,o mesmo mez da
compra com descont oe 10 o/0, ou letra
acceita a seis mezes de praso.
kmt Soaret de Zonza & C.
2*700
1*700
a*4oo
6*000
14*000
S SIOSitit;:, [
e a qieui coi^prlir
No dia aa de mio ,:, con
fogio o escravo Eteqnii i
os de idade. estatura regular,
cor bom pela, cabefa redoi ;
mi a azul e calca de
dorante n dia cosluma anriai g"
roas, ou em arniazens .1 a
ber-as a consersar e a b, I i ;,'
n.Mie refiohtt-ta a telheiro |
i..itravvis, a casas em cunstrocc e
quaesquer lucir qdo> i A-:
quem oappiHh.f,.!.-i tenba a I
oodozia a w.u (i; Aproia n. a d.
Imperador n. :!. fino i-er > G

lia I
nina p.'Mia braoi, ftiH f>rr.i*L i
1 > >' no,lo Mino. ( u,-
d.-Conlia--o rsiar :ipi ;,.! i mi
i"-la rxiitia 'iii-. n iivvr f.W ,,.
iupdi n levar i i ;' ff.. ,!,, ;. [Pjj
dre '.i l)i u- ii I. ;o .,.;i.
- PlW
COGNAC.
De superior qualidade da mui accredit^
da fabrica de Risquit Duboucb & C, en
cognac urna das que mais agurdente d.
cognac, fornecem para o consummo d.
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra d.
commercio n. 32. /
:^^n^r\^<>-h ^ 15azi^-.!P^ lamdas c lisas, Van.ao,
la noiicmuqueseu,., loaas e;.a> la- jombazmas, merino, etc., que tudo so vende por
larra
atadas, vendem-se mais baralo do qne em
outra qualqaer parle, por haver grande
por
PERCALLASE CHITAS BARATAS.
O Pa a i vende um grande sortimento
das manb a?chitas clarase oscuras, mais
Barato do que cm outra qualquer parto.
*a.ssas a 940 rs.
Vende-se na loja do Pavio bonitas cas-
ia: de cores fixas a 240, 280 e 300 rs. o
covado.
Cmbralas hraacas a 1:000 a peca.
S o Pavao vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada pe?a, fazenda
que sempre se vendeu a 7*000 e 85000,
liquida-si; pelo barato preco de 4*000.
Alpacas brUhantes a 1*. e 800.
O Pavao tem o mais bello sortimento de
alpacas lavradas com as cores mais delica-
das que tem vindo ao mercado e lendo bs-
tanle larguaa, vendem-se pelo barato pfeco
de 1*000, e800 rs. o covado.
F rinha de mandioca
de superior qualidade, e em sacro? grandes : ven-
de-se no armazem u. li da Compaa Pernambu-
vana, caes da assembla.
XAROPE de HYP0PH0SPH1T0 dB StJDA
XAROPE deHYPOPKOSPHITO de CAL
PiLULASdeHrPOFHOSPHITO de QUININO
"CH'tROSr ANEMIA
EORES-PALDAS
XAROPEdeHYPOPHOSPHITO de FERRO
flLULASdeHYPOPHOSPHlTDdeMAJiSAWESlA
Ws# "NCHITI!
DEFtXOS TKM
PASTILHAS PECTOHAES^b- CBRCHILI
Eligir para os atropa o frnco quadno e m
lottot o productos assigaatura do DM eaTSB.-
CHIIX, e o letreiro coa a marea de fabrica da
Pharaac 9WAKN, ,rua C rego barato.
Madapolao francez a 7S000 rs-
Vende-se pecas de madapolao francez
;om 22 me iros pelo baratissimo proco de
70000 a peca, pechincba.
Alias novidades em sedas
Cbegou um grande sortimento das mais
aoderoas poupenas ou gorguroes de seda
linho com os mais elegantes padroes que
em vindo a este mercado sendo, miudos e
{raudos, Unto em cortes para vestidos como
para vender em covado, assim como um
lonito sortimento das mais bonitas sedas
listradas que se vende tudo muito em conta
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porcao de cera de
;aruauba em saceos por preco mais barato
lo que em outra ququer: na loja do
Jav3o ra da Imperatriz &n. 50. De Flix
*ereira da Silva.
ALPACAS LAVRADAS
Vende-se as mais bonitas alpacas lavradas
com os melhores gostos a 640, 800 e 1 fl)00,
o covado, alpacas lisas de todas as cores a
640 o 720 rs., alpacas brancas lavradas li-
sas e de cordo.
Com palmas de seda a l 00 rs
Para a loja do Pav5o cuegou um rico
sortimento das mais bonitas laasinhas com
palmas de seda tendo de todas as cores
padroes, sendo fazenda bastante larga e
vende-se a 1000 o covado.
AS CHITAS DO PAVAO
Vende se um brilhante sortimento de
chitas claras e escuras por precos mais1 ba-
ratos do que em outra qualquer parte.
Roupa para escravos
Vende-se na luja do Pavao, um bonito
sorlimento de roupa par escravos.
VS POUPENAS DO PAVAO A 500 RS.
Chegaram as mais lindas poupenas do
3a com iraitacao das poupenas de seda,
inn fazenda muito leve com as mais He-
las cores, sendo: verde Bismark, rxa, azul
yno, c nsento, perolla etc, etc, e vende-se
>elo baratissimo proco de 500 rs.
Mcriu de cordo
Vende-se merino preto de cordo pro-
prio para calcas, palitjts e colletcs. pelo
baratissimo proco de 10000, o covado,
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 10400,
1800 e 20200 a caada,
AZEITE DOCE DE LISBOA i 900 rs. a
garrafa, e a 70 a caada, e 10340 o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 10400 e
10280 a libra, 30060 e 20780 o kilo-
grammo.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 10280, 20500
30500,40500, 50500 a lata e a retalho e 10
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso, e em caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
Na loja e armawm doParao rva da Imperatriz n. 60.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs. a ,ibra' era caixa faz-se abatimento.
a libra, e 20100, 10980 e 10860 o kilo- SERVEJA INGLEZA MARCA II 50500
grammo. a duzia e 500 rs. a garrafa.
DITA PARA TEMPERO 560 rs. a li DEM BASS, VERDADEIRA IILERSd
l o kilogrammo, em porcao se BELL, 800 rs. a garrafa e 90 a dnzia
rs. a libra, eJ056O o kilogrammo, em 800 rs. a garrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E HAMBUR-
far- abatimento.
BANHA
porcao se far abatimento.
ARROZ DO MARANHAO E DA INDIA
o kilogrammo e
120 e rs. a libra, 260 rs.
30400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo, e 60000 a arroba.
CAF EM GRAO 60 e 60500 a arroba,
200.240 e 260 rs. a libra, 440 e 520 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs. o kilogrammo,; em caixa se
faz abatimento.
MASSAS PAILA SOPA, MACARRAO, TA-
LHARIN E ALETRIA, 560 rs. a librare
10220 o kilogrammo.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, bem como perola bri-
lhante, combination, Francy-cracynel, mixed
Britania. Mdium, Fancy-nionac, a, b, c, e
soda a 10000 e 10400, cada urna lata.
Assim como ha outros muitos
GUEZA 70 e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
110 a frasqueira e 10 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
30000, 20800 e 20400 em caixa ha abati-
mento.
TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
400 rs. a bra, e 880 rs. o Jriloerammo,
e 110500 a arroba.
LINGU1CAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 15000 rs. a lata.
LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP-
TO a 10.100 rs. a lata.
CHA FINO, GRAUDO E MIUDINHO
30200 o 20800 a libra, e 60100 o kilo-
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 20000,
20200 e 10800, rs. a libra,
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
AFEITARA
DO
BRACO DE OURO.
Ra do Imperador n. 26
Neste novo estahelecimento encontra-st
diariamente um variado sortimeuto de bo
linhos para cha, pastis, podins bollos in-
glezes, p5es de l, presuntos, ditos em ham-
bre, superior cha H.vsson, preto, e miudi-
nho. Vinhos finos de todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-
veja ingleza, fru tas muito boas, por-
tuguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento de
caixinhas de todas os gostos e precos pan
mimosear senhoras, estas caixinhas recen-
temente enejadas de Paris s5o de primora-
do gosto, offeress-mo-las aos galanteadores
do bello sexo pois nellas acharao nm digne
e serio presente para as donas dos seus
pensamentos. Tambem os apreciadores ds
boa fumaca encontraro charutos dos me-
lhores fabricantes da Bahia e de Havana
sganos do Rio de Janeiro etc. etc.
Doces d'ovos seceos, christalisados e de
calda, ditos de caj e de outras qualidades
Nesta casa recebem-se encommendas par?
bailes, casamentos e baptisados e qualquer
encommendas avulss, como seja p5o de U>
e bollos enfeitados e outroslnuitas couzas
que enfadonho mencionar.
lo '": SerinbiVm pMtmwni*. i .,
Waiuliih'v ..- UM-r.v. -;.. i .
lo baixn lm'ii !i ri/ rlMffi rtii |
Irr Pidn c mp|ad| |*i|u< >. ..-. .
>l lli.lfl f I..111, S Kl >.,,-, j,.s |
biiada>, u>Jatora rr f isa I .
t.-t.'i na p. pta rio qni ix r
de .!' 16 mmii pv>nM aum i
mi. mu dfio iifnn, w bin
rea puuiNi ;.i|,aiftis |i. r mi
dadea uolinar* e espita. dn cajnp
nr-ui e leval n i
da Hmnla r. .">. I" andar ,
ne Pi rrelra A tj. ipM -, i'
F.lplUIHi rl: |, i!
verina, cura os si .
ehi-ia do rori-, i,..t.. mi
i'.-ims bastante i
esqnerda nro|H d 'r-i .
reprMHBta ler 40 anitu |Hd d
levou wtido de cliit -nearnad, t m um el
'! chila imii barra azul ; loo o a<
erap-nad-i para ;. denl :
Decolla cm lf.in :i ft,a, p. I |ie pi r
Ira a pi *nit gas U*mt mi eaan, obr^i n
gos l,> il..-, rvi.:.i : i
rapiiaes dn campo que apprebto I .
a rna do Sebo n 2!>, ou ra do Amorim p .
quii ynra gener -ament rtrunippn-a.lo.
ATTENGAO
Continua a vsU:r fgido o pseravo prelo i
me Jos, idaoc 40 annos, eatra ie*alar,
a proporcao, pouca bailw, al^ui.s
os na c..befa, le-n junio a bocea e n p
lado dirciio sigoni de ma arrankia i
mais clara que a h pelle em coeau ,
sarado ha poueo, levou chapeo cinzento
camisa -le .hila rxaeou.ra branca e doas
cas pardas, M psenra do Sr. M.,n el l'
Vianna morador no Grvala : quen ..
Icve-o a rna do Apollo n. 14, que sera -
mente recompensado
Fugio do eneenho H.,au.-ia, na ,"
Lamaragibe, provincia das Alagoas, o e--r..v., \ .
eotto, de Idde 34 anuos, ahnra resniar, p
do cuno,andkr haueiro. tem taita de d*i
trente, rusto largo, barbado, cosluma a
z,;r tuda a barba, lem urna cicthz na te
ps grdgaos ; est eaeravo anda fugM ded i dia
Ib de janeiro do crreme anuo : rotase
as autoridades policiaes e aos capilaVs d.
apprehensao desse cscravo, a entregar ;
nlio acuna niCDc.nado, ou nela piara i
vicario n. 12, ou traversa do Corpo Sant i .
1-' anaar, que s- pratificar generosamente.
tugio no da 27 de dtszembio prximo .-
sado a cscr iva Henriqueta, prea crinula, ktade ,.
20annn?, chei.i do corjio, altura r^rular. ca-i
carapinlios, testa larga, pelle grossa e esniab.
peico- grosaos, bocea grande, denles largos e per-
fetos, ttlbo e in.ios grande* rom urna cicatriz cm
cima de urna .Isllas, pe? chatos com nnreas -le
bexiga e chicote pelas cosas, lendo o andar piado
o co>tuma a mudar o Done para Mana, a cual
esta grvida ; esta escrava co-tuma allogai i
como livre e consta que est na cidade de blina
l'rotesta-se ajqutm tenha oculudo-a : roga-se as
autoridades policiaes e a quem convier a captura,
que se gratificar satisfactoriamente em casa dn
muito novas, passas e figos novos, charutos de diversas marcas, marmelada, feita Dlos
melhores conservaros em Lisboa, gela de marmello, pcego, ervilhas, em latas. Dor-
tuguezas e francezas, vinho verde engarrafado retalW peixe em latas, bem como
pescada, talaba, pargo, goraz, lula, corvina, vezugo, cavalla, sarda e sardinhSs de Nan-
tes. wnelU, cravo, ervadoge, cominho, pimeota, grandesmolhos de seboM 14500
Dmalmente muitos outros gneros que enfandonho menciona-los.
"" PARA A FEST7
o portas, lja de forr&gem
53~Rua Direita--53
Neste grande estabelecimonto, ha para vender
nm completo sortimento de ferragem, e mindezas
linas e grossas, como sejam bandejas chinelas
quadradas e ovses, facas e garios de 1 2 bo-
tos, bataneo inteiro e i/2 bataneo; panellas, cha-
CEMENTO
PORTLANB.
Vende-su no armazem amarello de Vicente Fer-
reir da Costa & Filbo, defronte do arco da Con-
ceico, em barucas grandes
Alnga-se ricos dminos pretos de 204 at O
completos, coslumes de phantasia de 10 at 40*
e vende-se calcas de meia encarnadas e brancas ':
rm Bella n. 49 sobrado.
~ncEMfrfor~
0 verdadeiro portland. S se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, annam di
Joo Martina de Bafros.
-------------rt
Gratificado de 200/.
Fugio em 23 de Janeiro de 8S9 o esenve Ma-
tbeos, de.meia idade, cor preta, falla gress, iiaxi-
gosa, tem urna pequea berruga ao can
riz, olhos afugueado. tinha sido di s serthon i
Agostirmo Leocadio Vielra, em Panellas de Miran
da, e do Sr.t-apkao Franefceo Bodrigues de Fret-
lasem Pesquen a, linlia viudo de la fgido a poi-
cos inrzrm e tem la urna mulher, desconii
que ande as serias de Sinhara ; pede-se as sW
toridades e rapilaes de campo a1 captura do rs-
cravo e de o trazfrem no Recife a seu Jos t.ardoso de S, a ra da langucia n. 2. i
mesmo proiesia contra qualquel pessoa que o Jc-
nba acollado'c.gratifiea-se com 200* a quer c
apresentar ao dito sen senhor.
-..------------,-----
Na quarta-feira de Cinzas 2 de marco, pescase
o viveiro do .Munit e vndese baralo.
VENDE-SE ou arrend-se o engenm
S. Gaspa-, sito na freguezia de Serinhaem
lhciras, eacarolljis, fripidelras, assadeiras 'fnrtn' "D81^* *ro Rio Formoso, prximo do em
Al\ /AMIA AAlItA Af. H&ntoH. *^ .' I L..UM.*a >M_ .-->-. 1 *
de ferro como do porcelana, moinhos para caf de i barape, com randea partidos de aol t
para meJir fazenda tanto de ferro como iXo Para.qaaceira necessana, bom pasto, etc.:
atllre, bren, barbante, enxofre, papel marca via-
do, do verdadeluo Plcardo, fflaeMnas para desea-
rocar algodao; |m de dntroi, argos de terra-
gem, mittdezas entilaras finas, que so com a vis-
ta M verifica; mi rna direita n.Tii leja de 3 cor-
tas da Manoel Binto de Otiveira Braga* C
a tratar na ra d'Aurora
Imperador n. 20.
n. 26, ou na |i
Lgerio
Veode-se lagedo para "calcadas e armazens Dr
preco commodo : na ra do Apollo o. 4.
J. A,
tem constantemente em sen arma*em, rna da
Cruz n. 26, nm eompleto sortimento de
Balanzas decimo.es.
Ditas orisontaes.
Pesos de ferro neto systema decimal.
Bombas a California para pocos, as melhores qne
lem apparecido at hoje.
Charranes de vidro para candieiros a gaz.
Lonas dd.toa as qualidades.
Agua Honda.
Graixi era roioes n. 97.
Vidros par tidraca.
Tnico imperial
Xaropes re^frige-aiites
firoselhe, abachf, otbala e gorca-srabia
confoilaria dos anaaazcs.
na
Fugio no dia 22 do crreme' r
escMvo de neme Antonio, na
do Finque, que era iiltimanaeojle ^s-
cravo de Anionio.tuiz de Me!!
eugenho Jacob na, estove tam
em Pao d'AHio, o qual tem os signaes
e cflxa de urna pcrnagpor terma das jiin'aami
ps desmentida, Mmi^unta boa surra na %ade*H
eoas costas, dada, pelo ex-senhor nliiraamW A
alto, peni eorpolento, os ps bem gfO^aTSlu
vestido cal*,ejaniisa de algodao jnuit -
rom abas vn-att pura dma: este wra*o l nn>h>
cemboyero e intttnla-se .por Antonio Caede.a .
levon-an pandeiro de folha para sambar :
o OQccctrar poder trazer ra Nora n I?,
ateta ba offerta aioda ser recompensad
smente. .
/
' Fugio do eugenho Bom Nbme, tjrmod
maeiri, no di 7 deste corretite mez, nm e
crioulo, cor proa bastante alto, idade 20 ytw
pouco mais ou monos, pos bato, rool.v
Cadas, becos grandes, cara lisa : quem -
appreheni io engenjio cima,
nber Manoel Thona-de/vius, que ser !
O dito escravo chama-so Miguel.
r


5
Diario de PeruamkO) Sogunda feira 28 de fevereirS de 1870.
LITTERATR1
POUCO DE TUDO.
ADAIOS HYllENIflOS. Coma calilo,
en alio, anda queme, viveras longa-
.te.
Dos te d saml; e goso, e Cisa cora
lal e poco.
Hurla com painlul paris terre.il
v i fara Inrt om sombro, nem criii-
- ,i par do i.
0 cabrito dd un moz, o qiejo de i a
pi de boje, carne de hontem, vinho de
; vero, fazem o homem s).
A-pao duio dente agudo.
Qaaodo toras ao mercado, pao leve e
o pesado.
ia de serra e sombra de pedra.
pao que sobre, carne que baste, e vinho
, falte.
Pao quente, rauito na rao e pouco no
entre.
Nao te fies de vilio, nem babas de char
rfto.
6 da noite noite, e do dia dia. vive-
! em alegra.
Algn? cavalleiros franeezes jantavao-
dia na Allernanlia, em casa de um prin-
allemo ; um d'entre elles depr is de
ter i )" algum tempo o hado para todos os
ircumstantos, exclamou:
uje acaso di erlido, o uuico estrangeiro
.la mesa Sui Alteza l
Um medico foi perguntado se havilo
morrido muitos doentes em suas m >s.
I m s, rcspondeu elle.
E empreheadestes o tratamento de mui-
. antes d'esse ? pergunlrao-lhe de eovo.
\':V>, senhor. responpeu elle sem pe tur-
jar-se, foi o nico que at agora tratei.
BOA DFXL\RA(:\0.O editor de um
fofba americana fez recentemente a seguin-
j declaraeao:
O editor d'esta folha, em conscquencia
de compromissos de igual natureza j con-
rl.idos.acha-ce al Paschoa na impossibi-
idade de acceitar dos seus nobres adver-
sarios qualquer duello, ou seja por causa
poltica ou por qualqiier outra.
YARIEDADE
A Prnssla e a Franca
Onnpcn-aro administrativa e financeira.
(Concluso).
Estas despezas devem recabir sobre os
: dados Confederados, em proporco coma
wplacjto, segundo urna estatistica feta em
1861, mas a execuco desta clausula encon-
ga da parte dos associados da Prussia urna
-Mstencia que ainda nao pode ser vencida.
O exercilo federal compe-se da guarda
ra e 12 corpos, cujo effectivo, em pe de
pZ, de 312,000 soldados 6 officiaes pre-
emes, e em p de guerra de 1.011,000
.omens. inclusive as tropas dos depsitos e
lite que lftdo-o servido sempie ieltnle
piir tres annos, desejava receber ordenado;
i is que lencii-nava mlirar-se e correr o
mundo : ao que respondeu-lhe o avarento
que eslava prompto, e tirando tres liards
entregou-os, dizend-lhe que pagava ulh
por cada anno, e quo esta somraa to volu-
mosa nao acharia em muitas cazas.
O pobre liabo, que nao conhecia dmheiro
acehoa-os, diwnde que daquelia poca em
diante, nao linha de que se queoxar da
vida e comecou a viajar por montes e
valles no auge da alegra.
Passando perla de um bosquesinho, en-
contrn um anao, que Ihe perguntara :
Onde vas irmo, to salisfeilo ?
E porque bei de oslar triste, se ac-
tualmente sou rico, e ouen Unir as algibei-
ras os ordenados de tres aonos ?
A' quanto monta o ter thezouro .
A' tres liards de prata fina, dados
com generosidade.
Escuta ; disse Ihe o an3o, da-me este
rtinbeiro ; porque sou um pobre miseravel
e nao pos5o trabalbar ; entretanto que _s
ainda moco, e fcilmente ganhas o pao.
O moco que era de bom coraco, cora-
padeceu-se delle e entrogou-lhe os tres
liards, dizendu-lhe:
Toma polo amor de Deus. Sempre
bei de passar.
O ano dissfltfhe que elle linha bom co-
racao. e que lizesse tres pedidos, cada
qnal por um liardjque Ihe dera, e que
seiiam cumpridos.
Ah ah disse o moco, .tens furna-
Cas de mgico! Est bem! vUtO ser as-
sim, quero em primeiro lugar um bordao,
que nao falseio o golpe ; depois urna ra-
beca tal quo obrigue a danzar a todos
quantos onvirem-n'a; afinal que pessoa al-
guma deixe de executur o que eu pedir.
O ano d^se-lbe que estava servido: e
entreabridlo as Tullas mostrou-lhe a rabeca
e o bordao, que estavam all, como se
fossem postos de proposito, accrescentan-
do-lhe que tudo quanto pedisse seria im-
mediatamente praticado.
O moco continuoua jornada muito alegre,
dizendo que nao havia mais que desojar.
Mais adiaate enconlrou um jadeo, que buha
a barba semelbante a do bode, boquiaberto,
escutando o cantar de um passaro pousado
no cimo de urna arvore, dizendo :
Prodigios de Deus! Como um pe-
queo animal como este, pode ter urna
voz 15o vigorosa S quera poder
apanba-lo; mas quena se atrever a ir
busca-lo ?
Se apenas depende desta circumstan-
cir, disse o moco, voo bota-lo j abaixo, e
marcou-o to cerleiro com o bordao que
o derribou entre os espinbos, que circula-
vam a arvore.
Vai malandro, e apanha o teu passa-
judeu poz-se a quatro ps, para enlrar
nos espinbos; e quando se bavia entorna-
do bastante, o nosso hroe para divertir-se
as suas cusas, tirou a rabeca e pnncipioi
a tocar. Immediatamente o jadeo levantou-
so e comecou a saltar; e quanto mais to-
cava a rabeca, tanto mais se ateava a danca.
Sr.. v,mho aos ps de V. 3. mortrar-
Ihe como fui roubado e matratado no cami-
nho. As pedras teriam compailab de mim !
As roupas de-spedacadas! As carnes des-
ceradas O meu dinheiro roabado com a
bolsa I Que bons ducados! Cada qual mais
bello Po;o amor de Deus, nao deixe fugir
aquelle la d rito!
Foi algum soldado que, deu-lhe al-
guraas espadaadas ?
Qual, senhor, nem- tinha espada!
Apenas um bordao no hombro e urna rabe-
ca no pescoeo : pelo que bem fcil de ser
conhecido.
O juz enviou logo soldados em busca do
criminoso, que tendo caucado, nao tardou
ser encontrado com a bolsa. Quando com-
pareceu perante o tribunal, disse que nao
linha tocad j em tal pessoa, nem Ihe rouba-
do o dinheiro ; pelo contrario elle mesmo
Ihe tinha olferecido para dexar de tocar a
rabeca ; porque a msica Ibe desagraflava.
Valha-me Deus, disse o judeu ; elle
mente cora tal facilidade, como se comesse
doce!
Masojuizn3o quiz^credital o, dizendo-
Ihe que era urna defesa infundada; porque
nenhum judeu d dinheiro por coosa to
demiuuta; e o condemoon a forca, como
salteador.
Quando o reo passou para a execocSo, o
judeu gritou:
Miseravel, msico do todos os diabos,
estou vingado!
O paciente subi Iranquillamente a osea-
da cora o algoz; mas- ebegando ao ultimo
degro voltou-se e disse ao juiz :
V. S. me concede ainda um pedido-
antes que eu morra ?
->s operarios.
\ esquadra consiste em 5 fragatas cou-
acadas, armadas com 62 canhes.
40 Vapores com 350 canhes e 43 navios
de vela com 228 canhos.
Total: 88 navios e 640 canhes, nao
. moreheniendo muitos navios recentemen-
... construidos ou em construyo.
O effectivo das tropas de mar e de 4,64
iliciacs e soldados.
Conde de casabianca.
Cont.
O judeu nos espinho*.
erlo fmulo, que servia fielmente um
ciento, sendo o primeiro que se levantava
ultimo que se deitava, e que viva sem
: re alegre e satisfito, nao recebera orde-
i -.do no fim do anno, porque o patrio nen-
ra que assim pouparia o dinheiro e fazia
. -oeli ficar seu servico ;^ e nao sendo
smado, praticou o mesmo no anno se-
aiote, e s na extineco do terceiro, un -
H o querer pagarlhe, levando a mo as al-
'ibeiras e nao tirando cousa alguma : o
oDservand o fmulo decidio-se a dizer-
ponto de rasgar as chinellas, tnlhar toda
barba e ensanguentar-se.
Ah! dftia elle; que maldita msica
esta ? Pare com a sua excammungada
rabeca, que nao posso mais dancar.
Porem o garotu, continuava, pensando :
Has de ter esfolado a rauita gente,
agora esfola-te nos espinhos, tratante.
O miseravel cada vez saltava mais alto,
deixando os retalhos das roupas nos ramos.
Valha-me Deus! Dou-lhe tudo quanto
quizer; se parar, cdo-lhe urna bolsa de
Se to generoso nao posso doixar de
parar; permetliodo-me dizer-lhe que danra
maravilhosamenle.. A estas palavras rece-
beu a bolsa e continuou a viagem.
O judeo vendo-o partir, quando o perdeu
de vista, comecou a gritar com todas as
forcas. Msico endiabrado, rabeca de tre-
seotas mil bombas, deixa-te estar, que te
arranjarei! Hei de fazer-te urna cama, que
nao esperas! Um miseravel, que nao tem
onde cahir morto I E outras injurias que
Ihe fornecia a imaginacao.
Depois que se consolou e deu expans
ao peito, cerreu a cidade em procura
juiz e disse-lhe :
SimT comtanto que nao seja a vida.
Nao peco a vida -r quero apenas, por
despedida tocar urna aria na ininha ra-
beca.
O judeu atterrado gritou :
N5o consnta, senhor, nao eonsinta,
pelo amor de Deus!
Porque nao bei de fazer esta ultima von-
tade?
Um infeliz que nunca meis ha de nos fa-
zer mal ?!
Entretanto olie nao Ihe podia faltar, por
causa de ter o dom de ser attendido cm
tudo.
O judea giitava :
Ah! mea Deus, amarrai-me, amar-
rai-me, bem amarrado I
O moco tirou a rabeca, e a priraeira arca-
da, todo o povo perlurbou-se e principiou
a remecher-se; assim como o juiz, o algoz
e os seus anudantes: urna corda con que
certo espectador quera amarrar o judeu,
cahio-lhe das mos. A segunda arcada,
iodos levantara as pernas, at o proprio
algoz deixou o paciente para se misturar
na danca: finalmente, a terceira todos co-
mecaram a saltar e dancar, o judeu e o juiz
de vis-a-vis, saltavam mais alto do que to-
dos. A danca foi geral, aWrahio em massa
todos os espectadores, gordos, magros,
mocos e velbos; at os caes se levantaran
a dous ps, para dancarem taiubem. Quanto
mais elle tocava, tanto maie os danzadores
saltavam ; as cabecas enlre-chocavam-se e
o povo gemia pedosamento. O juiz gritou,
sem respirac5o:
Concedo-te o perdi, suspende esto
msica.
do
O nosso lolgaso deitou a rabeca ao pes-
coco e desceu a escada; e dirigudosa ao ju
deu, que eslava prostrado, perguntou-lhe:
Ainda sustentas que o ouro tea ?
Sim, respoadeu elle,
Ent3o eu torno a tocar.
Nao, pelo amor de Deus, deixa-me
so;egar, eu sou o ladr3o!
Em summa o judeu foi preso pelo juiz,
como salteador, e o nosso rabequis bem
fadado foi saltando de alegra.
Trad. M. Venancio A. da Fonceca.
DISCURSO PRONUNCIADO l'Kl^ PIHECTOll GEIUI.
B\ INSTHUCCO 1'nil.H. V DO VMV/.ONVS, NO
ACTO DA DESTHIBII I'IIKMIOS AOS
EDUCANDOS Al\riFlCi:s.
Senhobes. Progresso material .e moral
so pa'avees que r.onstituem a divisa do
nosso scalo, encerrando em si todas as es-
perances do porvir.
Facilitar os miios de subsistencia, tornar
a vida mais commoda, e derramar a ins-
trueca) pelo povo, boje a preoccupac5o
constado do mundo civilisado.
Se em algumis nao-oes dd Europa a ini-
ciativa pertenco ao governo, em jienhuun
dellas a actividade individual Uie cede o passo
Se o goverao organisa o trabalho, reprime
a ociosidade e soccorre a odigen-.ia, levan-
tando Irospitaes, ou creando asylos em que
os desvalidos encontram m^ios de subsis-
tencia meJiaate u.n trab i!!io proporcionado
s suas forcas; se regulai isa a instrueco
popular* obrigando os fabricantes e opera-
rios a que dispensem os meninos dos Ira -
balhos fabris por algumis horas, afino de
que elles possam receber a instruego ne-
cessaria, como succede m Inglaterra; se
irape forte multa aos paes qae nao mandam
seus filbos s escolas, como se faz na Prus-
sia ; se o governo subvenciona escotes mu-
ncipaes ou particulares, oi> se as sustenta
por sua propna conta, como succede cm
toda a Europa, nao exeluindo a semibrba-
ra Tuquia, a actividade individual crea so-
ciedades beneficentes, cas*s de candade,
montes de piedade, associar5o< de opera
rios e outras inslrtuices de beneficencia,
para recarso do p>v>nos das lilbceis; es-
tabelece leituras populares, crea jprnaes ins-
tructivos, escolas nocturnas, asylos da in-
fancia e oulros estabelecimentos tendentes
ao mesmo fin.
Na America, em que o trabalho1 do ho-
rni-m produa bastante, para que elle possa
sustentar a si e a sua familia sem obrigar
seos filhos a um excesso de trabaJho aca-
brunhador, que Ibes d*finha o corpo e aci-
nha a inteligencia, em' que elle tem mais
facilidade pira dar Ibes a instrueco e edu-
eacjfo primarias,, a actividade individual deve
prestar todo o seu coneurso ao governo na
educacao e mstrucgo do povo, afim de
evitar para o futuro uaaa das principaes
causas desse cancro liorrivel, qae, sob todas
as pompas do fausto da velha Europa, Ihe
corroe as entaanhas, sem que possam ex-
tirpado os esforgos do governo, coadjuva-
doe pelos homens mais intelligentes e mais
dedicados bumanidade, esse mal que os
economistas e phil sopaos moderno* de-
signara pela palavra pauperismo.
Nos Estados-Unidos, as localidades onde
pdese levantar am templo, crear urna es-
cola e um jornal, immediatamente se forma
um povoado, qae nao oaras vezes vem a
tornar-se cidade importante.
A^ instrueco primaria gratuita o mais
beHo e valioso direito que nos ganmtem as
leis fundamentaes do Imperio, e a compe-
tencia de legislar sobre tal materia, a mais
nobre das prerogativas das assemblas pro-
viaciaes.
A. instrueco primaria, quanto ao-seu ob-
jecto, deve ser idntica em todo o imperio;
quanto porm aos meios de a regular e fa-
cilitar o sea desenvoMmento, deve divergir
segundo as circunstancias peculiares a cada
provincia ; porque x provincias iifferem
tanto urnas das oatras pela ndole, carcter,
usos e costuues de seus habitantes, quanto
difierera peias.suas respectivas posicoes geo-
graphicas^ pelo seo clima, naturesa do seu
solo, produeces oatras particularidades
puramente locaes.
Nesta provincia a assembfa provincial
tem sido liberalssima oo que diz respeto
instrueco publica, concedendo os meios-
nec e tomando outras providencias tendentes ao
seu desenvolvimento e regularidade ; pde-
se dizer, talvez sem errar, que nao tem
ha*vido urna sesso em que ella tenha dei-
xado de crear urna escola, pelo menos, para
o ensino primario.
A sua liberalidade cuegou ao ponto de
crear urna escola de msica vocal em Villa
Bella da Imperatriz I
Nao se pode pois com justica acornar a
essa respeitavel corporaco, da qual por
vezes me tem cabido a honra de fazor .parte,
como adinrente nobre misso que Ihe
foi conferida pelo acto addicional.
Q Tanto aos prndenlos, todos el:es teem,
mai- o'i menos, atteadida a este importante
ranv. de servido pablico, confeccionando re-
gulamentos, e adoptando outras medidas
cuncernentes ao mesmo Um.
Dizem os criticos que esses reglamen-
tos nao pasam de meros ensaios, e alguns
v3o mais longe, accrescentando, que s3o
copias de reglamelos de outras provin-
cias, mol adaptado? s circumslanctas pe-
culiares desta; urna injuslica.
Um do3 maiores obstculos ao desenvol-
vimento e engrandecimento desta provincia ^mo preparatorias para seguirem
co actual adminislrador da* provincia, o
Exm. Sr. teneote-coronel Jo > Wilkens de
Mallos, por vezes me tem repetido, qoe
compartilha a o?ini3o publica; de es-
perar que esse abuso nao torne a repe-
tir-se. ,..
' A complacencia tem feito, que repetidas
vezestenham os examinadores approvado
candidatos, que nao sabiam as materias que
linham de ensinar.
Nos exames dos estodanles, que se na-
bilitam as materias do ensino primario.
as aulas
e a tendencia quasi geral para a falta de
compeiMaco.
E' in uestionavelque todo o operario
merece um salario proporcional sua obra.
Aquelles- que trabalham com vontade e
boa intenco devem ser considerados e ani-
mados, para pie facam melhor, embora
nao alcancem logo a perfeico.
Admita-se a critica moderada, e sobre-
tudo imparcial e justa; evite-se porm
a mordacidade e acrimonro, que desanimara
aos que trabalha, arrefece-lhes a dedica-
Co, e quasi sempre os apelle para o
egoisaKh
Sejam embora os- regula Tientos meros
ensaios ; a'uma materia to importante e
to difficMy como a instrueco-publica, s-
mente por meio de ensaios tte repelidas
tentativas e de snecessivas reformas, basea
das na experiencia, que a provincia che-
gar a ter m regulamento perfeitamente
adeqpadq s suas necesidades.
A provincia1 conta actuelraente 31 esco-
las d>-ensino primario, couprehendendo a>
de ambos os sexos, que Ihe cuslara apro
ximadamente 8:UOOi p r anno ; se ellas
produzissem anwnlinenle o termo medio
5 alumnos por cada urna, promptos as ma-
terias do ensino, aeriam por anno f So jo-
ven habilitados, em nannos seriam H30,
isto am verdadeiro exereito em favor
da civilisacSo, que transfornaaria rapvia-
inente o estado da popalaco.
Infelizmente durante os 17 annos decor-
ridos, depois da installacao da provincia, o
resultado das escolas do ensino priman^,
nao tem correspondido ao dinheiro e cun-
do-com ella* despendidos; sraente urna,a
de Silves, tem por alguns annos apresen-
tado regularmente de 3 a 5 alumnos promp-
tos; quanto as outras-, os resultados teem
sido tao insignificantes, que, nem os a-ct*
vos do governo, nem os da instrueco po*
blica, fornecem> dados exactos, pelos quao3
se possa affirmar que nellas se habilitararo
alumnos as materias do ensino prima-
rio-
As causas que tem concorndo para este
lamenlavel resultado podem redoiir-se as
seguintes : IIa, a falta de pessoai habili-
tado; 2;a, o-patronato;.3.a, a complacen
cia ; 4.a, a talla de coragem e dedicaco.
A. falla de pessoai habitado, muito dim-
cl, porm, nao imposs'Wl de remediar.
Q. professorado um sacerdocio ; o bom
professor um amigo do povo; um.bem-
feitor da humanidade ; o mi professor
uro- inimigo do povo, um flagello pu-
blico.
As escolas publicas sao instituidas prin-
cipalmente para os filho6-do povo.
G rico pode fcilmente evitar o damno
proveniente do mo professor, removendo
seu filbo para, outra parte onde recebe a
conveniente instrueco ; o pobre soffre irre-
mediavelmeate, porque, confiando no pa-
trocinio do governo e as garantas da le,
colloca seu lilho na escola, e depois de al-
guns annos, passados em pfnoso6 sacri.fi
cios para o- manter netta, veo sabir muitas
vezes peoe do que enlrou.
Nestes oitimo3 lempos o pessoai do en-
sino primario ten sido quasi lodo.mudado;
convm nao desesperar, mas, antes pelo
contrario, ter f no futuro.
O patronato tem sido causa de que algu
mas vezes, por empenhos, por urna sim-
ples carta de recommendaco. ou por ob-
sequio poltico, tenham alguns presidentes
admittido no professorado pessoas sem as
necessarias habilitaces, que elles mesmos,
ou seos successores, se vero depois obri
gados a demittir.
FOLHETIIW
OS aiSEIRO&DE P0L1GMES
JPOB
lie Berthet
(Contnuaco don. 46.)
|X1I
iludan, o Inesperada
U individuo que acaba va de enlrar tinha
talmente a apparencia de um offic.ai de
.Vigencias, ou pelo menos de hmem
de negocios de ordem inferior. Era alto,
aagro, vestido com evidente ind.fferanca
pela moda, mas limpo. Apresentou-se com
u de affabilidade ; com tudo ama ligeira
contraccao de labios dava-lbe o quer que
wsse deomaapecto reservado, capaz de
,,au8ar descoafiana a qaem o observasse.
Por isso o acolhimento que teve nao ro o
mais lisongeiro. Amelia Umitou-se a sau-
a-locom ama inclinacao de cabeca, sem
mudar de posiclo; o caixa disfarcou, como
ude. a repagnanwi que elle Ibe mspirava,
Sm quanto P^Tvaa-Best Ibe diriga um
cumprimento ebeio de reserva e ao mesmo
^mpotogffi^ ^0, das minas
ie PoligniesT-pergontoao recem-chegado
^-So'ea, senhor. Em qae posso ser-
ne alit ?
sorriso manifestamente prazenteiro e pro-
seguio: ,
D'essa forma, senhor, devo em pri-
meiro lugar dizer-lhe quem sou e por or-
dem de quem aqui venbo.
E tirou da algibeira um pape., que en-
tregou ao director da mina. Este agarrou
Ihe como se tocasse n'um ferro em braza,
por quanto julgou que elle contena algum
mandado judicial. Euganra-se : era urna
earta timbrada com um grande sello de la-
cre verraelho. .
Ah euto o senhor nao e quem eu
suppunba I -disse Van-Best, olhando xa-
meote para o desconhecido.
Queira ter a bonda le de 1er e desen-
canar-se-ha que eu nao sou quem pensava.
Van-Best deu-te pressa em abrir a carta.
Esta era lacnica, e, apenas elle acabou de
a percorrer com a vista, disse com toda a
urbanidade possivel :
Assente-se, senhor; queira assentar-
se. Eslava muito longe de esperar por tanta
honra 1... Seja muito bem vrado I
E o pobre homem, todo fora de si.toi
por suas mSos buscar urna cadeira, e de-
pois com a voz alterada disse para a iha
e para o caixa:
Le, Mayer; l, minha ulna... V
como a genie se engaa I 1
A caria qae Mayer e Amelia acabavam de
ler sorprendidos era assim concebida :
t Sr: Van-Best O Sr. Toomint, meu
se .retario particular, portador d'esta, vai
encarregalo de Ihe presentar, em meu
nome e no da companhia que represento,
certas ideas qae podem ser de nosso rate-
Sirva-se acrtdiU-lo como
methodica-
' TSAm. A'mmm ik. irprf de neo- resse commum. sirva-se aww.*- .uu~
-Tenhoqoe dixer-lhe acerca do neg i(J_ Soa, etc.-R.... director
cm importantes, senhor,-proseguio o aes-
.onhecido, saodando novamente. Poer-
tae-bei expor o obieclo* da minha visita
litante das respeilaveis pessoas qae se acbam
presentes ? .
Por certo qie sim. Aquella e minha
fta. para qaem alo tenho legrados ; esle
o mea primeiro amigo e omaisantigo em-
pregado, qae conhece os negocios d esta
casa tSo bem como ea proprio. Pode, por
tinto, fallar.
O desconhecido inclraoa-se raspeitosa-
nente pela terceira vei. E provavel qae
perasse qoe Ihe oferecessem cader
porm Van-Best conservava-se de p e
passivel. __.
O recem-chegado deaoo perceber
im-
am
_ mim proprio
ceral dos caminbosde ferro de
Enlo lodos os olhares coavergiram so-
bre Toussaint: a descoofiapca mudara de
natureza, mas nao deixra deexislir.
De aue misso viria eocarregado o se-
cretario do Sr. R. J Traria a salvacao
financeira do director da mina oii seria por-
tador de urna nova decepcSo? Vina al.
umsoccorro desinteressado ou ama dessas
proleccoes onerosas eegoisus W toroiai
i rama do protegido mais completa e de-
rjgi va *?
o Sr. Toassaiot comprehendia a ancie-
dade qae exciuva; mas, talvez Pasevin-
gar do fri acolbimenlo qoe pnmeira
vista recebera, compra/ia-W em a prolon-
gar. Cruzou as pernas, tirou
mente urna pilada de rap da sua caixa de
prata e nao dava moslras de descobnr o
objecto da sua misso.
Van-Best, impacientado, disse de impro-
viso :
Estou as suas ordens, senhor. Fro-
vavelmenle vem fallar-me das duas mil
toneladas de coke que eu ajustei entregar
sua compannia, o que nao me foi possivel
ainda elfectuar, em raz3o da suspensao dos
trabalhos motivada pelos meus operarios.
Certaraente, senhor, que teremos*de
fallar a este respeito, mas em primeiro la-
gar tenho a communicar-lhe negocios j
mais imponantes, como vai ouvir.
E o implacavel commissionado poz-se a
apertar a pilada de rap, continuando a
sorrir-se maliciosamente. Com tudo tinha
elle suficiente tacto para, por diverso meio
prolongar a-situacSo penosa dos oavintes, e
por isso decidio-se a entrar na materia.
Senhor, disse elle pausadamente e
fazendo escoma das phrasesos cavalheiros
que me encarregaram d'esta misso uve-
lamconbecimento pela voz publica das dif-
culdades e embaracos em que se acha a
administrase d'esla mina, qual est im-
minete ama crise financeira... Eoganar-
se-hia acaso a voz publica ?
Oh I nio, senbor! repucou Vao-
Best, abaixando a cabeca.
O Sr. Toussaint piscou os olhos, como
para fazer comprehender a inutilidade de
qualquer negativa sobre este ponto, acerca
do qual tinha profunda convieco.
Sendo assim, senhor, prosegaio o
recem-ebegadocreio qae b3o Ibe ser des-
agradavel que eu Ihe transmuta certas pro-
postas, que poderao reslabelecer a soa po-
sico eompromettida e assegarar ao esia-
belecimento de Pignies novas prospen-
dades. .
Este exordio era bem de natureza a des-
pertar o interesse dos oavintes, e estes por
isso escotavam to attentamente, qae pare-
ca reprioiirem a respiracJo.
__j se sabe proseguio 1%assaint
que a crise actual foi determinada pqr um
conluio dos operarios, que recltmavam o
augmento de dez por cento sobre os sala-
mos. N'aqueila occasiSo de certo nSo era
possivel a concess8o do augmente, que lor-
arialf saa raina mais inevitavel e crosl.
Tambora devemos cofessar qae os opera^
do ensino secundario, pode baver alguma
indulgencia, porque elles continuam a estu-
dar; porm nos exzmes de concurso de
professores deve haver todo o rigor, setn
isso ica burlado o fim do concurso, qae e
escollier o melhor de entre os candidatos
reconliecidamente habtHtados.
O eomparecimenio das pessoas Ilustra-
das, e das que se interessam pela provincia
aos exames dos candidatos aos concursos,
a opinio publica, manifestada convenien-
temente pela imprensa, sao os tnelhores
correctivos para este mal.
A falta da conveniente dedcaco ao difll-
cil encargo de dirigir a instrueco publica,
occasionado em grande parte por terem-os
meus antecessores accumulado o cargo de
director com outras de natureza diversa,
que Ihe consnnuam e roubavam o tempo
junlando-se a falta de coragem para dizer
eom franqueza e lealdade aos presidentes
aquillo que sentiam, concorreraai com as
causas j mencionadas para o estado
env qoe ainda se acha o ensino pri-
mario.
Dizer isto nao e-criticar os distinetos ca-
valheiros meus antecessores entre os qoaes
eu cont muitos amigos, apenas dizer a
verdade.
No cargo, que ra exerco, podem-se co-
llier flores, porm eom muito trabalho e por
entre os espinhos.
A antiguidade nos mostra Prometheu,
por ter roubado o fogo do co, enca-
deado sobre escalvado rochedo, onde
um albutre Ihe roia o Qgado sempre renas-
cendo:
Promrtheo a humanidade sempre em
lula contra as forcas da natureza, e contra
a ignorancia, me Ihe toibe a liberdade; o
fogo celaste essa chamma, cuja posse e
uso ella s tem podido conquistar a costa
de lulas incessantes, de soffrimentos do-
res espantosas.
Quanto a mim dar-me hei por bem pago
dos meus trabalhos, se elles produzirem
todo o beneficio, que e* drsejo ao bou
povo do Amazonas, servir-me-hade nima-
co a esperanca de qe no futuro, quando
eu tver desapparecido de sobre trra,
algum menino; filho desta nova geraco para
quem trabalho, talvez se record de mim
e deixe eahir sobre o meu jazigo sngala
flor dizendo:Repeusa em paz.
Descutpai-me, seahores, o ter do mais
longe do- que desojara, foi urna falta invo-
luntaria ; quem pode reter a pdra- ve-
loz urna vez arrojada pela mo no es-
paco ?
Qaem pode tolher o pensamento quando
elle se arremessa ancioso para o porvir?
Resta-me agora agradecer, a vos, pupi-
los da provincia, educandos artfices, por
terdes escutado os-cooselhos e lices do
vosso professor, e aproveitado a instrueco
primaria que a psoviuch to generosamen-
te vos offerece ; a. vs, Sr. professor, por
terdes conquistado para a civilisacSo esses
jovens artfices, apresentando no ensino
primario resultados que se tornam dignos
de reparo, por terem esses merinos o seu
tempo to dividido por outras occopacSes;
por baverdes .conseguido que essas mSos
oalejadas pelos instrumentos das artes me-
chanicas, saibam com a pcnn.a fazer taes
primores de ealiigraphia.
O jubilo s me permitid dizer-vos
obligado, Si-, professor, mil vezes obriga-
do; como agradecimento ao prazer que
me deram os exames dos vessos discpulos,
faco votos para que nos do anno que hoje
principia, cu possa outra vez repetir-
vos obrigado ?Manos, Io de Janeiro de
1870.
A opinio publica comeca a pronunciar-
se enrgicamente contra taes profanaces.
rios nao eram completamente desarrasoa-
dos exigindo que o seu trabalho fosse pago,
pela tarifa das outras minas circuravizinhas.
D'aqui resultou a emulaco, cujos efleilos
agora se experimentara, sendo tarabem cer-
to que esta crise tem causas numerosas e
mais remotas, que eu peco liccnca para
enumerar.
E, com urna lucidez e certeza quo mam
festavam perfeito conhecimento de todo o
que dizia respeito mina de Polignies, ex-
poz o Sr. Toussaint as diversas vantagens
d'este estabelecimento com relaco a ou-
tros da mesma natureza. Era orna d'ellas
a inferioridade das suas machinas e a falta
Gustavo Adolpho Hamos Ferreira.
de applicaco de certos processos econ-
micos usados n'outras minas. Eflectiva-
mente Van-Best, apezar da saa inlelligencia
e actividade, era um pouco rotioeiro ; me-
nos iheorico do que pratico na industria
mineira, nSo adoptava fcilmente os aper-
feicoamenlos que progressivamente se pro-
duziam as minas vizinhas, e dizia habitual-
menteque seu pii exirahira carvSo da mina
de Polignies e fuera ama boa fortuna in-
dependente d'aquellas subtilezas modernas.
Alm d'isso, faltara-lbe o dinheiro para
renovar osea material e pouco a pouco se
foi deixando distanceiar dos seas concorren
tes, que cousegairam levar aos mercados o
sea carvao por am poaco menos em tone-
lada do que Van-Best.
O Sr. Toussaint deseavolveu as suas con
siderc6es com grande tacto e prudencia
para nao chocar o industrial; por fim pro-,
vou como, realisando certas economas,
apparentemente de pouca importancia, se
podia ebegar a diminuir consideravelmente
as despezas de exptoraco. Van-Best aven-
luravaum vez por oalra algnmas tmidas
obiecces, mas o sea interlocutor refotava-
l .'as victoriosamente, e Mayer e Amelia
approvavam os seus raciocinios por mam-
festacoes n8o equivocas.
Tira-se de tudo isto em concluso
proseguio o Sr. Toussaint que este auna
encerra recursos immensos, e que, explora-
da em certas condicSes de aperfeicoamento,
poiler dar bellos lucros, mesmo conceden-
do-se aos operarios o augmento de salarios
pedido. Mas isto ainda nSo tudo : na
exptoragao da sua miu, a poaca espessura
dos veios de carvao exige a abortara de nu-
merosas e dispendiosas gaierias, e parece
tambera que ara veiq de maitos metros de
extensSo, que n'ontro tempo foi explorado
comgrande resultado e que desappar^ceu
sbitamente, ple ainda tornar a achar se.
E quem sabe isso ? interrorapeu
Van-Best.Ser esse o veio chamado real?..
Ficou interceptado por um d'esses grandes
desmoronamentos que de tempo a temp.
apparecem, e, apezar das pesqaizas do*
mais habis engenheiros de minas do tem-
po de meu pai, nunca mais foi possivel
descobrir-se. Era, com effeito, a carnada
de carvao mais forte de toda a nossa baca
mineralgica, e se podesse conseguir-se o
descobrimento do seu ja/igo..
Suppbe-se que o negocio n3o abso-
lutamente impossivel, e, recomecada as
pesquizas segundo as indicaces da scien-
cia moderna, talvez se ache o thesooro.
Vaa-Best fez am gesto de increduhdade
e depois disse com ar de impaciencia :
Mas entao onde se dirige o seu fim ?
O senhor exalta a mina de Polignies como
se estivesse tratando de a vender e eu por
emquanto apenas posso suppor que tora a
intencao de a comprar.
Jv. qae, se esse fosse o mo inten-
to, era neo expediente o elogia-la. O que
acabo de dizer tem por fim leva-lo con-
vicio de jue necessaria reforma radical
no processo de exploracao, e o que eu es
tou encarregado de Ihe propor n3o 6 orna
cesso mas sim ama sociedade.
Ora essa! Com quem e sobre qae
bases ? ...
Com oSr. R... e a compannia do
caminho de ferro, da qual elle director
geral. A companhia tomar da sua conta
ao preco corrale actual todo o carvao e
coke que a mraa poder produzir, nos termos
em que se ajustram as duas mil toneladas
cuja entrega ficou retardada. Alm d'isso,
compromette-se a pagar, nao s aos irmaos
Gorra como aos demais credores, as dividas
que oneram este estabelecimento e a for-
necerem as somraas necessarias para se
operarem importantes alteracSes no mate-
rial da exploracao Finalmente, lavrar-se-
ha j ama escrplura de sociedade, e os la-
cros futuros serio divididos entre o 8enho<
e a pessoa encarregada de representar aqu
a companhia, pessoa cujos poderes caro
seodo perfeitamente igoaes aos seus.
Van-Besl reflexionou por algum lempo,
como quem receiava n3o ter entendido a
proposta do Sr, Toussaint.
Mas isso um grande negocio I ex-
clamou elle auna I. Eu eslava ameacado
de perder tudo e assim saino indade dos
meus" haveres!
E assevero-lhe que essa nielada ha
de produzir mais lucros do que al agora
Ihe produzia o lodo.
Mayer, rocaudo-se' pelo director, disse-lhe
em voz baixa :
Ac ule le-se, seuhor O negocio
seductor, mas talvez oceulte algum laco I
Esta advertencia moderou o eutbusiasmo
de Van-Best.
Toussaint nao ou vira ; mas, desconfiando
do caso sorrio-se.
Podere desde j saber quem o
associado que a companhia me destina ?
Um joven engenbeiro ianeez, sobri-
nhodo Sr.,R... nosso honrado director
geral. Tendo estudado na Escola Poly-
lechnica* e depois na Academia de Minas em
Pars, i florece actualmente, pelos seusco-
nbecimentos, pela maduteza do espirito e
bondoso carcter, todas as garandas,que
podem ambicionar-se.
Ah I sim,disse Van Best, que nu-
tria pelos theoricos a inveterada eoiuiaco
dos pralicos um d'esses snbor s alg-
bricos nao fallando seno por equacbes e
formulas, mas que na pratica nao saoem
distinguir pelo seu verdadeiro nomo os
(liencillos dos mineiros Emtim o mes-
mo. Urna vez que o Sr. R... entende que
devo amostrar seu sobriobo ensinando Ihe a
differenca qae existo entre o que se esluda
as aulas e o que se acba na pratica, es-
tou de accordo e ponho a minha experiencia
ao servico do seu joven eugeubeho.
Elle nSo completamente novato,
replicou Toussainl com certa irona;com
todo o Sr. R... flcar-lfie-na agradecido
pea sua condescendencia fcara com seu
sobriobo. J vejo qae estamos de accordo
e assim est resol vido a assigear ama con-
venci provisoria, ja approvda pelo Sr.
R... eseu sobrinho, convenfo que sera
posteriormente substituid por urna escrip-
mra auihentica t
r*E tirou da csrtetra um papel sellado e
todo eseriplo.
Van-Best ia para o ler, quando Mayer
Ihe disse em voz baixa:
(CoHiifwar-se-ha.)
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