Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12044


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Full Text
ANN ILVI. NUMERO 38
h.
QUBIT* FEIRA 17 DE FEVEREKO DE 1870.
PABA A CAPITAL E LUGARES OHDE NAO SE PAGA POBTE.
PABA DBITBO FOEA DA FROVSKCIA.
*
D
T
l'or tres mezes adiantodos
Por seis ditos dem .
Por um anoo dem.. .
Oda mumero avulso .
6,5000
imoo
320
Por tres mezesi adiantados
Por seis ditos idem .
Por nove dilos idem .
Por nm anno idem .
6*750
130500
204250
27*000
DIARIO D
PERNAMBUCO.
Propredade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
W.iO AGESTES
Os Srs. Gerardo Antonio AIvcs & Filhos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maranho ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Leaos Braga, no Aracaty ; Joao Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Pcnlia; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Ant3o; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazaretu ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
x
_PARTE OFFICIAL_
i&oreruo da i- ovlucia.
UXPEDIESTB 8BGSAD0 PEI.0 EXM. Sil. SENADOR FRE-
BEWCO DI ALMEIDA B ALBUOLKHQLB, PRESIDENTE
I A PROVINCIA, SU 3 DE JANEIRO DE 1870.
Ia seccao.
N. I .Portara ao director do arseual do guer-
ra.Declaro a V. S. em resposta ao seu offlcio n.
4i de 23 de dezenibro prximo lindo, que dupois
lo avis i circular expedido pelo ministerio da guer-
ra em 2) de eovembro ultimo, foroecimento alguin
pode ser feilo pur conta do ministerio da juslica
sem previa nnnuencia desle, e que as dezoito os-
i)ad.is com ceniurdes, requisitadas |>elo comman
dante superior da guarda nacional dos municipios
du Olinda e Ignarass para o btalhao n. 10 de
ralantarin. so poderao ser furnecidas a cusa da
r.ixa do batalliio como nesti dita faro constar ao
inesino coinmaodanto superior.
r 2.Dita ao conseiho do compras inavaes.
Ficmn approvados os contratos que em 3, e se-
gundo o tormo annexo ao olllcio d 6, ludo de no-
vembro ullimo, elfocluou o conseiho de compras
navaes, com diversas pessoas para fornecerem os
objectos neeessarios para provimento do almoxari-
fado do arsenal de marinha.
N. 3Deliberacao.O presidente da provincia
attendendo ao que requereu Joo Francisco de
Souza, resolve conceder-lhe licenca para embar-
car e remetter para o prosiJio de Fernando, no
primeiro vapor da coaipanhi Peroambucana que
para all seguir os gneros constantes da relaco
lunta, assignada pelo secretario do governo, nao
>odendo, purm, estatuar o desembarque dos men-
inos gneros sem que por parte do commandanle
do referido presidio so proceda a exame, alim de
verificar se ha agurdenle ou outra qualquer be-
bida espirituosa.
2" seccao.
K. 4.Portara ao Dr. choto do polica.Tondo
or deliberacao desta dala determinado <|uc ao
apitao Grullo Corra-Possoa de Mello da 8' com-
pauhia Jo btalhao n. 21 do municipio de Limoei
ro, seji dada para este municipio a guia de que
trata o art. lo do decreto n. 1,130 de 12 de marco
de 1833; assim o communco a V. S. para o seu
onhecimento e lins convenientes.
N. 5.Dita ao commandante superior da guar-
da nacional de Olinda. Declaro a V. S. para os
cs convenientes, que as dezoito espadas con cen-
'urdes requesiudis em seu ofDcio de 31 de agosto
liara o btalhao n. 10 d infamara da guarda na-
cional, sob seu comtnaodo superior, s poderao
ser fornecidas pelo arsenal de guerra a custa da
caixa do inesmo batalno nos termos do art. 40 da
ioi n.4k de 19 de setembro de 1130 e g i do art.
U do decreto n. 1,332 do 18 de fevereiro de 1834.
N. 6.Dita ao commandante superior da guar-
da nacumal do Rio Formoso. Proceda V. S. de
conformidade coir o decreto n. 3,335 de 23 de
iiovembro de 1865, contra o capito secretario
icsse commando supert r Antonio Pinheiro da Pal-
ma, a aaem alinde o seu oflicio de 29 de ontubro
ultimo.
N. 7.Dita ao commandante superior da guar-
da nacional do Limoeiro.Mande V. S. dar a gua
de que trata o art. 43 do decreto 1,130 de 12 de
marco de 1833, ao capito da 8* companhia do
btalhao n. 22 de infernara da guarda nacional
sob o sea eommand) superior Getulio Correa Pes-
ada de Mello, para o municipio desta capital onde
ten elle lixado ?ua residencia.
N. fcVDito ao commandante superior da guar-
da nacional de Cabrob e Ex.Tendo esta pre-
sidencia em portara de 27 de oulubro ultimo, de-
clarado a V. S. nao poierem por lei os secreta-
ros genes dos commandos superiores ou dos cor-
pos da guarda nacional perceber emolumento al-
gura pelos actos que praiicam em virtude de seus
postos, tenho a dizer-lhe em resposla ao^cu offl-
cio de 13 do novembro ultimo, que pelo desse
colimando superior devem ser restituidas as par-
las, as quantias que indehitamente liver recebido.
N. 9.Circular a lo los os juizes de dreito.
Transmiti a Vine, para o seu conlieciinento e lins
convenientes, copia da deliberacao desta dala na
pane que lite relativa, quanfo aos juizes muni-
eipaes o seus snpplontcs que o tem de substituir
nos seus impedimentos, de conformidade com o
disnosto no art. 211 10 do regulamento n. 120 de
31 de Janeiro de 1842.
N. 10.Dita aos juizes mu.-ipaes.Transmit-
i a Vmc. para sen conhcmento e fins conve-
nientes^ copia na parte quo Ihe reiativa, da de-
liberacao desta data, que designen de conformda-
i) n. 120 de 3i de Janeiro de 1812, os substitutos
'.os jnizM de direito da provincia as suas fallas e
impedimentos.
N. 11.Portara ao commandante docorpo pro-
Vitoria de polica.Transmiti a Vmc a delibe-
racao j ma q ic designa os offlciaes que devem
formar o conseiho de julgainnnto do alferes do
corpo sob o seu commando, Basilio Lniz Coelho,
iie que trata o seu oflicio n. 393 de 31 do mez
lindo.
N. 12.Deliberacao. O presidente da provin-
cia em i*umprimento do di*posto no art. 211 $ 10
do regulamento n. 120 do 31 de Janeiro de 1842,
determina que os juizes de direilo das comarcas,
s^jam em suas fallas ou impedimentos substitui-
dos no crreme anuo pelos respectivos juizes mu-
nicipaos e seus snpplento na ordem seguinte :
Comarca do Recife.
I' vara.
i* O juiz mnnicipal da l' vara.
2^ dem idem da 2' vara.
Na falta de ambos,os respectivos supplenles na
o<*dem cima indicada.
21 vara.
1" O juiz municipal da 2a vara.
2" Idem idem da Ia vara.
Na falta de ambos, os respectivos supplentes na
ordem cima indicada.
O juiz municipal ou supplente nao poder ac-
cumular duas varas, e a ultima, em que se dr a
f.ta dtt- impedimento do proprielario, tocar ao
irnmediato substituto.
Comarca de Olinda.
i4 O juiz municipal do termo de Iguarass.
2 O juiz municipal do termo de Olinda.
Na falla de ambos, os respectivos supplentes na
i -dem cima indicada.
Comarca de Goyanua.
O juiz municipal do termo de Goyanna.
Na sita falta, os rospielivos supplentes.
Comarca de tamb.
O juiz municipal do termo de Itamb.
Na su falta, os respectivos supplentes.
{Comarca de ftazareth.
O juiz municipal do termo deNazarelh.
Na sua falta, os respectivos supplenles.
Comarca do Cabo.
i* O juiz municipal do termo de Ipojuca.
2 O juiz munieipal do termo do Cabo.
Na falta de amEos.em i" lugar os supplenles do
termo do Cabo, e em 2 os lo termo de ipojuca.
Comarca do Rio Formoso.
i- O juiz munfeipal do termo do Rio Formoso.
2o O juiz municipal do termo de Serinhem.
Na falta de ambos, em Ia logaros supplentes do
lera de Serinhem e em 2* os do termo do Rio
Formo*!.
Comarca de Santo Anio.
1 O juiz municipal do termo de Santo Antao.
2 O iuiz municipal do termo da Escada.
falta de ambos, os respectivos supplentes n
Comarca de Palmares.
Io O juiz municipal do termo de Agua Preta.
2 O jhz municipal do termo de ltarreiros
Na falla de ambos, os respectivos supplentes na
ordem cima indicada.
Comarca de Pao iAlhn.
O juiz municipal do termo de Pao d'Alho.
Na sua falta, os respectivos supplentes.
Comarca de Limoeiro.
O juiz munieipal do termo do Limoeiro.
Na sua falta, os respeclivos supplentes.
Comarca do Bonito.
O juiz municipal do termo do limito.
Na sua. falta, os respectivos supplentes.
Comarca de Cuiaui.
O juiz municipal dos termos reunidos de Carua-
r e,S. Bento.
Na sua falta, em 1 lugar os supplentes do ter-
mo de Garuar eem 2 os do termo de S. Benlo.
Comarca de Garanh ns.
1 O juiz municipal do termo do Btiique.
2o O juiz municipal do termo de Garanhuns c
Bom Conseiho.
Na falta d" ambos, em 1 lugar os supplentes
do termo do Buique.em 2 os do termo de Gara-
ntios e em 3o os do termo de Bom Conseiho.
Comarca do Brcjo.
1 0 juiz municipal do termo de Cimbre?.
2o O juiz municipal do termo do Brejo.
Na falta de ambos, os respeclivos supplentes na
ordem cima indicada.
Comarca de Flores.
Io O juiz municipal do termo de Villa Bella.
2o O juiz municipal do termo do Flores.
3 O juiz municipal do termo do Ingazeira.
Na falta dos tres, em 1" lugar os supplentes do
termo de Villa Bella, em 2 os do termo de Inga-
zeira e em 3' os do termo de Flores.
Comarca de Tacaral.
O juiz municipal dos termos reunidos de Taca-
ran! e Florcita.
Na sua falla, em Io lugar os supplenle do termo
de Floresta, em 2o os do termo de Tacarat.
Comarca da boa-Vista.
1 o juiz municipal do termo de Ouricury.
2* o juiz municipal do termo da Boa-Vista.
Na (alta de ambos, os respectivos supplenles na
ordem cima indicada.
Comarca de Cabrob.
1 o juiz municipal do termo do Granito.
2* o juiz municipal dos tormos reunidos de Ca-
brob e Salgueiros.Na falta de ambos, em pri-
meiro lagar os supplentci do termo de Cabrob, c
em segundo lugar os do termo de Granito e em
terceiro os lo termo de Salgneiro.
N. 13.Dita.O presidente da provincia, alten-
denuo ao que Ihe requereu o capito do btalhao
n. 22 de inlantaria da guarda nacional do munici-
pio de Limoeiro, Getulio Correa Pessa de Mello,
e em vista do que informou o respectivo comman-
dante superior, em oflicio de 20 de dezembn ulti-
mo, resolve que se Ihe do a guia de que trata oj
art 45 do decreto n. 1130 de 12 de marco de
1833, para- o Municipio do Recife, onde flxou a
sua residencia.
N. li.Dita.Para o conseiho dejulgamcntodo
alferes da 1* companhia do corpo provisorio de
pnlicia Basilio Luiz Colho, incurso no art. 108 do
regulamento de 2 de dezembro de 1833, designo :
Presidente, o major Jos Lniz Pereira.
Auditor, o Dr. promotor publico da capital.
Vogaes, capiles Francisco Borges Leal e Joa-
quim Fernandes de Azevedo, o cirurgiao-mr Joa-
Juim Jos Alves, tenenle quartel-meslre Antonio
os de Souza e Silva., o alfiles Manoel Matheos
Canteante.
3.a seccao.
N. 13 Porlaria ao inspector da ihesouraria de
fazenda.Depois de liquidados em vista da folha e
pret juntes em duplcala, que se refere o oflicio
do Exm. Sr. brigadeiro commandante das armas,
datado de boje, e sob n. 2, mande V. S. pagar os
vencimenlos do official empregado no deposito ac
prisioneiros de guerra paraguayos, e dos mesmos
prisioneiros, sendo os daquelle relativos ao mez de
dezembro ultimo, e os oestes a 2'1 quinzena do
mesrao mez.
N. 16.Dita ao mesnv .Expeca V. S. suas or-
dens para que depois de liquidados era vista da
folha e prel nominaes junios em duplcala que me
remotleu o Exm. Sr. brigadeiro commandante
das armas, com oflicio de hoje, sob n. 1, sejam
pagos os vencimenlos dos flkiaes, pracas e cal
celas, empregados no de| osito de recrulas, sendo
os dos offlciaes e calcetas relativos ao mez de de-
zembro ultimo, e os das pracas segunda quinzena
do raesmo mez.
N. 17.Dita ao mesmo.Tendo nesla dala ap
provado os contractos constantes do termo junto
por copia que celebrou o conseiho de compras
navaes com diversas pessoas para fornecer os ob-
jectos necessarios ao almoxarifado do arsenal de
marinha, assim o communco a V. S. para seu co-
nhcmento.
N. 18.Dita ao mesmo.Constando de aviso do
ministerio do imperio, de 20 de dezembro prximo
findo, ter sido concedido o crdito de 305000 pela
verba soccorros pblicos do exercicio de 1869
1870 para pagamento de igual importancia que se
esl a dever ao Dr. Pedro de Atthayde Lobo Mos-
coso, proveniente de urna carteira homeopathica
que forneceu para o tralamento dos indigentes ac-
commettidos da varila na villa do Limoeiro :
assim o communco a Y. S. para seu conhc-
mento.
N. 19.Dita ao mesrao.Remelta V. S. a esta
presidencia para ser transmittida ao presidente da
provincia do Rio Grande do Norte, como solicitou
em oflicio, at 24 de dezembro prximo findo a
carta de pensao do sargento invalido do exercito
Antonio Marques de Souza que all se acha resi-
dindo, a quaf foi enviada essa thesouraria, se-
gundo consta do diario official n. 286, de 2 de
dezembro prximo findo.
N. 20.Dita ao mesmo.Devolvo a V. S. o in-
cluso requerimento a que se refere a sua informa-
cao de 80 de dezembro ultimo, sob n. 893, o no
qual o i' tenente reformado do exercito Sebastio
Jos do Reg Brrelo pede o pagamento de seus
vencimenlos a contar de novembro de 1868 ju-
nho do anno prximo findo, alim de que mande
incluir a importancia de taes vencimenlos no qua-
dro da divida passiva para ser paga quando o go-
.verno imperial votar o necessano crdito, vito
pertencerem elles ao exercio j encerrado de 1868
-1869.
N. 21.Dita ao inspector da thesouraria provin-
cial.Era vista dos prets juntos nominaes em dupl-
cala que me remetteu o commandanle superior da
guarda nacional doste municipio, com oflicio de 30
de dezembro ultimo, sob n. 274, mande V. S. li-
quidar e pagar os vencimenlos a contar de 16 do
novembro a 15 do cilado mez de dezembro dos
Suardas nacionaes do 5" btalhao de infamara
estacados na freguezia de S. Lourenco da Matta.
N. 22.Dita ao mesrao.Ple V. S., de con-
formidade cora a sua inforraaQao de 30 de dezem-
bro ultimo, sob n. 765, com referencia a da con-
tad, ra dessa thesouraria, acerca do requerimento
3ae incluso devolvo, mandar pagar Jos Augusto
e Araiijo a importancia da prlmeira preslacao,
3ne tem elle direito como arrematante dos reparos
a ponte de Gindahy.
N. 23.Dita ao mesrao.Declaro a V. S. para
seu conheciraeuto e flns convenientes que o chefe
interino da repartieao das obras publicas partici-
pon-rae, em oflicio de 31 de dezembro ultimo, sob
o, 423, que, achando-se -em estado de ser deUni-
tivamente recebida a obra da ponte de Serinhem,
no lugar denominado Porto de Podras, mandara
lavrar o competente certificado para pagamento
dos dez por cenlo que ficaram em deposito nessa
thesouraria, para garantia da responsabilidade
dessa obra e a que tem direito o"Vespectivo arre-
matante.
N. 24.Dita ao chefe da repartieao das obraj
publicas.Corto de quanlo expoz em seu ollcio
de 31 de dezembro ultimo, sub. a. 422, tenho a
dizerlhe em resposta que pode Vmc. enearregar
provisoriamente do 2' districto dessa repartieao o
engenheiro Joaquim Galeno Colho, al que" seja
nomeado um engenheiro em substitnicao de lien-
rique Augusto Milcl, que foi demitiido"
N. 23.Dila ao mesrao.Inteirado pelo offlcio
que Vmc. me dirigi em 31 de dezembro ultimo,
sob n. 423, de haver mandado lavrar o ceitiiieado
para recebimento definitivo da ponte de Serinhem,
no lugar denominado Porto de Podras, leuho a
dizerlhe em resposta que dei sciencia do cilado
oflicio thesouraria provincial para os fins conve-
nientes.
4a seccao.
N. 27.Portara ao conego governador do bis-
pado.Pelo oflicio que V. S. me dirigi em 30 de
dezembro ultimo, flquei inteirado de ter sido no
dia 13 daquelle mez cannicamente provida a fre-
guezia de Nossa Senhora da Conceicao dos Montes,
e nomeado o Ilvd. padre Floriano de Queiroz Cuu-
linho vigario encommendado da mesma fregue-
zia.
N. 28.Dita ao engenheiro fiscal da estrada do
ferro do Recife S. Francisco.Accuso recebide
o oflicio de 13 do dezembro ultimo, cora que Vmc.
irouxe ao meu conheciraenlo outro era que o su-
perintendente dessa estrada, narrando o faci da
construccao de ura banhero era terrenos da res-
pectiva companhia e o iocendio de outros perteu-
centes seus empregados, concluio pedindo pro-
videncias para que seja garantida apropriedade
da mesma companhia. Em resposta ao citado offl-
cio tenho a dizer que pelo chefe de polica j i fo-
ram dadas as precisas ordens neste sentido.
N. 29.Dita ao gerente da Companhia Pernam-
bucana.0 Sr. gerente da Companhia Pernambu-
cana mande dar panagens de estado proa at
Fernando, no primeiro vapor que seguir para all,
Maria Antonia do Nascimento, Maria do Carmo
da Conceicao e um filho desla, a primeira, mu-
lto do sentenciado Antonio Flix Pereira Barbo-
sa, e a segunda do de nome JorgeJ'erreira do
Souza.
N. 30.Deliberacao.O presidente da provincia'
attendendo ao que requereu Maria Leopoldina,
professora publica de instrucao primaria da villa
do Granito, e tendo em vista a informaco do di-
rector geral da nstruccao publica, de 29 de de-
zembro prximo findo, sob n. 387, resolve conce-
der-lhe a remocao quo pedio daquella cadeira
para a povoacao de Pesqueira.
N. 31.Dita.O presdeme da provincia, atten-
dendo ao qne requereu o Dr. Joaquim Pires Ma-
chado Porlella, director geral da insiruceao pu-
blica, resolve conceder-lhe um mez do I cenca
com ordenado, na forma da lei, para tratar de sua
saide onde Ihe conrier.
N. 32.Dita.O presidente da provincia resolve
designar o Dr. Joaquim Gonsalves Lima para exer-
cer interinamente o lugar de director geral da
instruccao publica, durante o impedimento do
respectivo proprieta rio.
EXPEDIENTE ASSIONADO PELO DR. JOAQUIM CORREA DO
ABAUJO, SEC.BETAR10 DO GOVERNO, EM 3 D JA-
NEIRO DE 1870.
2a seccao.
N. 33.Offlcio ao Dr. chefe de pa iefa.De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia trans-
muto a V. S. em segunda va, o titulo junto de no-
raeacao de Herculano de Luna Alcncar para o car-
go de subdelegado do Io districto do termo de Ou-
ricury, licando assim satisfeito o nedido de V. S.
em oflicio n. 1819 de 30 do mez findo.
3" seccao.
N. 3i.Offlcio ao inspector da thesouriria de
fazenda.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia cammunico a V. S. que segundo consla
de oflicio do governador do bispado de 30 de de-
zembro prximo findo sob n. 156. fyi prvida
cannicamente em 13 daquelle mez a freguezia do
N. S. dos Montes, creada pola le proriiicial n.
384 de 28 de maio de 1868 sendo para ella nomea-
do vigario encommendaao o Rvd. padre Floriano
de Queiroz Ooutinho.
N. 35.Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia, manda transmitlir a V. S. as duas
inclusas ordens do tribunal do thesouro nacional,
sob ns. 2i3 e 2i8.
N. 37.Dito ao inspector *da thesouraria pro-
vincial.S. Exc. o Sr. presidente da provincial,
tendo por deliberacao desta data era vista da infor
maco do director geral da insiruceao publica de
29 de dezembro prximo findo, sob n. 387, conce-
dido a remocao que pedio a professora publica de
instruccao primaria da villa do Granito Maria Leo
poldina daquella cadeira para da povoacao de Pes-
queira : assim o manda communicar a V. S. para
seu conhcmento.
N. 38.Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presiden
te da provincia tendo por deliberacao desta data
resolvido designar o Dr. Joaquim Goncalves Lima,
para exercer interinamente o lugar de director ge-
ral da instruccao publica durante o impedimento
do respectivo proprietario ; assim o manda com-
municar a V. S. para seu conhcmento.
N. 39.Dito a Antonio Valentim da Silva Bar-
roca.Pela secretaria do governo se declara ao
lili*- Sr. Antonio Valentim da Silva Barroca que
segundo consla de aviso do ministerio da Jazenda
de 6 de dezembro ultimo nada ba a providenciar-
se em vista do parecer da commissao da tarifa da
alfandega da corte acerca do requerimento em que
S. S. reclamou conlra a taxa media de 2800 por
kilogramma o que pela nova tarila esto sugettas
as cassas de algodo lisas e estampadas de qualida-
des nao especificadas.
4' seccao.
N. 40.Offlcio ao director geral da insiruceao
publica.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
tendo por deliberacao desta data em vi informaco de 29 de dezembro prximo findo, sob
n. 387, concedido a remocao que pedio a profes-
sora publica de insiruceao primaria da villa do
Granito Maria Leopoldina daquella cadeira para a
da povoacao de Psqueira; assim o manda com-
municar a V. S. para seu conhcmento.
N. 41.Dito ao mesmo.S- Exc. o Sr. presiden-
te da provincia tendo por deliberacao desta data
resolvido designar o Dr. Joaquim Goncalves Lima,
para exercer interinamento o lugar do director
geral da instruccao publica durante o impedimen-
to de V. S.; assim Ih'o manda communicar para
sea conhcmento.
N. 42.Dito ao Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Pela secretaria do governo sa coraraunica ao lllm.
Sr. Dr. Francisco Pinto Pessoa que existe nesta re
particao para Ihe ser entregue dep >s de pagos os
respeclivos direitos o titulo pelo qual o governo im-
perial Iheconcedeu 6 mezes de licenca.
N. 43.Dito ao Dr. Joaquim Goncalves Lima.
Tendo S. Exc. o Sr. presideute da provincia por
deliberacao desta data resolvido de-iguarV. S.
para exercer interinamente o lugar de director
geral da instruccao publica durante o impedimen-
to do respectivo proprielario; assim o manda com-
municar a V. S. parasen conhcmento.
N. 44Dito a Leonardo Bezerra de Siqu<-ira
Cavalcante.S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia manda declararlhe qne pelo seu offlcio de 20
de dezembro ultimo, flcou inteiradoi de haver V.
S. naqnella data passado a presidencia da i-amara
municipal da villa de Cimbres ao seu inmediato
em votos, visso ter de transferir sua residencia para
ouiro termo.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PEI.O EXM. SR. SENADOR FRE-
DEBICO DK ALMEIDA E AI.BUQUFnQUE, PRESIDENTE
DA PROVINm, EM 4 DE J VNEIR'J DE" 1870.
* 1." seccao.
-Portara ao director do arsenal de gucr-
le V. S. conduzir c reoulher aos arma -
arsenal como solicitan o brigadeiro
ote das armas, em oflicio de 30 de de-
zembro ultimo, sob n. 741, os objectos menciona-
dos no incluso termo por copia, a cargo do depo-
sito dos recrulas c que foram dados em consumo,
de conformidade com o disposto no aviso circular
do ministerio da guerra de 10 do agosto de 1833,
devendo V. S. apresentor a conta das despezas que
fizer com o transporte de taes objectos para esse
arsenal, afira de ser satisfeila pela thesonraria de
fazenda. Oulro sim mande V. S. tambera condu-
zir para esse es:abeiecimonto, para seren concer-
tados um armario de madeira, duas cadeiras com
assento de p-aliiinha o trinta ps de ferro para ca-
ma, conforme opinou a comraissib de exaoio e
consta do relorido termo.
N. 47.Dila ao mesmo.Inteirado de quanto V.
S. expoz em seu oflicio do 21 de dezembro do anno
profimo finio, sob n. 241, tenho a dizer em res-
posta que nesta data recommendci ao commandan-
le do presidio da Fernando, que sobr'esteja no fa-
brico e reraessa de sapatoi a esse arsenal, ltenlo
o grande numero que delles j alii existe em de-
posito. '
N. 48.Dda ao conimaiidante do presidio de
Fernando.De conformidade com a informa ;5o do
inspector da thosouraria de fazenda de 31 de de-
zembro ultime, sob n. 901, recommendo a Vmc.
que sobr'esteja at segnda ordem no fabrico o
rcmessa de sapatos ao arsenal de guerra, atiento
o grande numero que delles j existe em doposito
no> arma7ens do mesmo arsenal, segundo consta
do offlcio do respectivo director datado de 21 do
cilfdo mez de dezsmbro n 241.
2J seccao.
N. 49.Portara ao Dr. chefo de polich .De-
vendo actualmente compor se o destacamento de
Limoeiro de 10 pracas, nao podo por isso ser com-
mandado por um alferes, como pede o respectivo
delegado, denudo assim respondido o offlcio de V.
S. de 10 do mez findo, sob n. 1723.
N. 50.Dila ao commandante superior interino
da guarda nacional de .Santo Antao.Transmiti a
V. S. o oflicio junto por copia do administrador do
correio, de 30 do mez findo, explicando a demora
havida na rcmessa de algumas portaras dirigidas
a esse eommand) superior, sendo que fteam dadas
as providencias precisas para que no futuro nao
se d tal demora.
N. 51.Dita ao commandanle superior da guar-
da nacional de Limoeiro.Ao tenente-erurgio do
n. 21 Antonio Servulo Pessoa de Lacerda,
V. S. dar, eon forme se determinou a esse
ndo superior por offich de 22 de Janeiro do
ssado, a guia de que trata o art. 45 do de-
.1130 de 12 do margo de 1833, visto ter-
mudado para o municipio do Bonito.
N. 32.Dita ao commandante superior da guar-
da nacional do Rio Formoso.'Mxpeea V. S. suas
ordens alini de que urna guarda de honra do b-
talhao de artilharia da guarda nacional sob seu
commando superior, acompanhe a procisso de
Santo Amaro, que deve ter lugar nessa cdade no
crreme mez.
N. 53.Dita ao juiz municipal da 1" vara desta
cidad?.Transmiti a Vmc. a guia junla do sen-
tenciado Manoel Cabral de Mello, que pelo juiz mu-
nicipal do termo de Garanhuns, foi remetlidae por
esse juizo foi solicitada cm oflicio de 7 dejunho
do anno prximo passado.
N. 54.Deliberacao.O presdeme da provincia
allendendo ao que Ihe requereu Eduardo Anlunes
de Albuquerque Mello, labellio de notas e escr-
vao do civel e annexos do termo de Cimbres, re-
solve conceder-lhe dous mezes de licenca para
tratar do sua sa le nesta capital.
N. 55.Dita.O presidente da provincia em
vista do offlcio do Dr. chefe de polica de 31 do
mez lindo, sob. n. 1823, resolve conceder ao cida-
ilo Raymundo Leonel de Alencar, a eioneracao
por elle pedida do cargo de delegado do termo de
uricuiy.
N. 56." Dita.O presidente de provincia-con-
formndose com a proposta do Dr. chefe de poli-
ca em offlcio n. 1823 de 31 dezembro findo, resol-
ve nomear para o cargo de delegado do termo de
Ouricury ocidado Antonio Leonel de Alencar.
N. 57.Dila.O presidente da provincia em
vista do oflicio do Dr. chefe de polica n. 1822 de
31 do mez findo, resolve exonerar a bem do ser-
vico publico o cidado Antonio Uariulio llbeiro,
do cargo de 2o supplente do subdelegado do Io dis-
tricto da freguezia e termo du Ouricury.
3a i-eecio.
N. 58.Porlaria ao inspector da thesouraria de
fazenda.Respoadundo ao oflicio de V. S. datado
de 14 de dezembro do anno prximo passado n.
834, tenho a dizer-lhe que nao posso approvar a
deliberacao por V. S. tomada em junta com rela-
cao a exigencia de restituicao da gralificacao que
perceberam os juizes municipaes do termo desta
capital, em consequencia de substituicao do cargo
de juiz de direito, por haver o juiz de direito da
1* vara sido nomeado chefe de polica interino da
provincia, fundando-me no quo passo a expor. As
leis, decretos do poder executivo e ordens do the-
souro, que regem a malcra, determinam que as
gratficages que sao sempre concedidas pro labo-
re devem ser porcebidas por aquello* quo exer-
cein os empregos. Nomeado chefe de polica in-
terino o juiz de direito da 1 vara, substituio-o na
forma da lei o juiz municipal da 1* vara. Ora, os
vencimentos do chefe de polica que juiz de di-
reito sendo o ordenado o gratificacao que perten-
cem ao juiz de direilo e maisuma gratificacao es-
pecial, e competindo ao chefe de polica interino
que tambem juiz de direito os meninos venci-
menlos a que t*m iireito o etTeclivo, segue-se que
as gratificacoes que porcebe o chefe de polica in-
terino nao sao aquellas que devem ser percebidas
pelo juiz de direilo, mas sim as que competem ao
chefe de polica. Nao ha portanto, nem pode ha-
ver em semelhantH hypotheSe duplcala de gralifi-
cacao, recebendo ojuz municipal que substituio
o juiz de direito' a gratificacao que compela a
aquello. A intelligencia contraria alm de se op-
pr ao principio cardeal da concesso das gratili-
cac/ies produziria urna injustica manifesla, e vem
a ser que o juiz municipal que na bvpothese dada
sui'Siitue o juiz de direito deixando de perceber a
gratificaban do exercicio do substituido, veria a
8offr*r consideralmmie em seus interesses por nao
perceber os emolumentos a que tem direito como
juiz municipal, emolumentis que por ventura cons-
tituem a pille irais imprtame de seus vencimen-
tos. O juiz municipal em semelhante hypoihese,
aind-j por "cupar nm lugar rnais importante de
calbenuria inais elevada, soffreria ama pena que
dimi ooicao de seus venemmntos. As leis e actos
do governo nao devem ser eulendidos de modo que
produzam manifesta injustica.
N. 59.Dita ao ni suio.Mande V. S. liquidar
e pag-r em vista da folha, conta o pret juntos em
duplcala, que me remetleu o Commandante supe-
ri'irdi'ste municipio com offlcio de hoje sob n. 2,
nao os vew*imeftts di oflciaes e pravas do 1
hatalho de inlantaria vjuarlelados no Hospicio,
fcmlo os dos ofljeiae* relativos ao mez de dezem-
bro intimo, e os das pracas segunda quinzena do
nfimo mez. mas umhein a importancia dttfllpe-
is Wta durante aquello mez'com o forneefmenlo
d'agu parn" as supraditas pr.v
N. 60,Dita ao mes ii".Depois de liquidados,
mb vista da folha e pret junios em duplicata, quo
me remetteu o commaniante superior oeste muni-
cipio com oflicio de honiem sob n. 1, mando V. S.
pagar os vencimentos do official e pracas do 6" ba
talho de infamara aqu rieladas na fortaleza do
Brum, sendo os do official correspondente ao mez
de dezembro ullimo, e os das pracas segunda
quinzena do mesmo mez
N. 61.Dila ao inspector da thesonraria pro-
vincial.Annuindo ao que solicitou o chefo interi-
no da repartieao das obras publicas em offlcio de
hontem sob n. 1, recommendo a V. S. que em vis-
ta do incluso pedido mande entregar -ao lliesou-
reiro daquella repartieao a quantia de 14:5304,
que setenta necessario para oeeorrer as duspa
zas com as obras por administratao no corren*
mez.
4.a seccao.
N. 63.Portara eamara municipal do Recife.
Deferndo nesla data, em vista do art 21 do re-
gulamento do 2 de junho de 1834 e da informaco
di cmara municipal do Recife de 22 de dezem-
bro prximo findo sob n. 100, o requerininto em
quo Jos Joo de Amoriin pede para levantar no
cemiterio publico um jazig'o para sua familia ; as-
sim o communco mesma cmara para seu co-
nhcmento e fins convenientes,
N. 64 Dita cmara municipal da villa do
lluique.Declaro cmara municipal da villa do
Buique que nao pode ser approvado, por nao ter
sido aotorsado pela asscmbla legislativa provin-
cial, em vista da doutrina do aviso n. 50 de 30 de
Janeiro de 1861, o augmento do ordenado de se
crelario, de que trata o seu offlcio sem data. Quan-
to, porm ultima parte do citado offlcio ser to-
mado opportunamcnte em consideracao.
N. 65.Dita cmara municipal de Agua-Pre-
la.Recommendo cmara municipal do Agua-
Preta que faca extrahir do respectivo livro e re-
mllame com urgencia urna coma authentica da
acta da nstallaco do collegio eleitoral dessa villa
para a eleico de um deputado assembla geral
a que uliimamente so procedeu.
N. 66.Dila ao administrador do oorreio.Ac-
cusando recebido o seu offlcio de 31 de dezembro
findo, em quo V. S. me participa que tendo assu-
mdo o exercicio do cargo de administrador dessa
repartieao no dia 16 daquelle mez achon a escrip-
turaeao do correte exercicio airida nao comecada,
tenho a dizer que approvo o al vitre que lembra de
principiar nova escripturacao do da de sua posse,
atienta a impossibilidade de continuar na que nao
existe.
XEPEDIEXTE ASSIGNADO PELO SB. DR. JOAQUN CORREA
DE AftAUJO, SECRETARIO DO GOVERNO, EH 4 DF
JANEIRO DE 1870. )
1* seccao.
N. 67.Offlcio ao Exm. general commandante
das armas.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, declaro a V. Exc. em resposta ao seu
offlcio de 3 do correte sob n. 3, que nesta data
se maudou satisfazer o pedido de vestuario para os
dous sentenciados de jnstica empregados no forte
do Buraco, e que veio annexo ao seu citado
oflicio.
2* seccSo.
N. 68.Offlcio ao Dr. chefe de polica.De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia commu-
nco a V. S. qne por deliberacao desla data foi exo-
nerado a bem do servico publico o cidadao Anto-
nio Marrano Ribeiro do cargo do 2o supplente do
subdelegado do 1 districto da freguezia e termo
de Ouricury, em visla do seu offlcio n. 1822 de 31
do mez lindo.
N. 69.Dito ao mesmo.De ordem do Exm. Sr.
presdeme da provincia transmuto a V. S. o titulo
junto de noraeacao de Antonio Leonel de Alencar
para o cargo de delegado do termo de Ouricury,
di conformidade com a proposta de V. S. em offl-
cio n. 1823 de 31 do mez findo.
3a seccao.
N. 70.Offlcio ao inspector da thesouraria de
lazenda.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. para seu conhcmento e
devidos effeilos, que por despacho do 29 de de-
zembro ullimo foi indeferido o requerimento do
visconde de Loures, a que se refere as suas infor-
maeoes de 21 e 28 do citado mez de dezembro sob
ns. 870 e 885, relativamente 50 palmos de terre-
no de marinha entre as ras da Saudade e Fer-
r i ros no b'iirro da Boa-vista.
N. 71.Dito ao chefe interino da repartieao das
obras publica?.S. Exc. o Sr. presidente aa pro-
vincia manda declarar a V. S., em resposta ao seu
olllcio de hontem sob n. 1, que a thesouraria pro-
vincial tem ordem para entregar no thesoureiro
dessa repartieao a quantia de li:530 constante
do pedido que cm duplicata voio annexo ao citado
offlcio.
4" seccao.
N. 72.Edilal.Pela secretara do governo se
participa ao Exm. Sr. conde da Boa-vista que
existe nesla repartieao para Ihe ser entregue, de-
pois de pagos os direitos devidos, o seu titulo de
presidente effectivo do Imperial Instituto Pernam-
bucano de Agricultura.Mu/o/is mutandis ao Dr.
Francisco do Reg Barros Barreto, vice-presidento
da directora do Imperial Instituto Pcrnambu-
cano.
Francolino Hcrmenegdo de Souza, de quem tra-
te! em minha parte diaria sob n. 1,808 de 27 do
dezembro do anno passado.
Que as 6 horas da tarde do dia 18 do citado
mc2 de Janeiro, na fazenda Chritiovao do distriet
de Bcl-Mjute daquelle termo o criminoso de aor-
tc Manel Victoriao assassinou com um tiro a Ha
nool Periquito tambera criminoso de morte; qiu-
procedeuse ao eospo de delicio, e ia instaurar-se
o competente processo eontra o delinquente, cuja,
captura deligencia-se.
Deus guarde V. Exclllm. o Exm. Sr. se-
lador Frederico de Almeida e Albuquerque, pr-
ndente da- provincia. O chefe de polica, Luiz
inlonio Finandes Pinheiro.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DAPROVINCIA DO DIA 14
DE FEVEREIRO.
Anna Joaquina do Espirito Sanio.Avista da
informaco e dos documentos, expeca-se ordem
para ser posto em liberdade o filho da suppl-
cante.
Dervino Jos da Cmara.Conceda-se com or-
denado smenle.
Bacharel Elias Frederico de Almeida e Albu-
querque.Conceda-se.
Francisco Ferrefra Borges.Dirija se ao ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Feliciano Rodrigues da Silva.Por ora nao tem
lugar o que requer, visto oslar esta presidencia
cesofvda a nao prover o lugaf vago, por julgar
actualmente desnecessario o numero de engenhef-
ros designado no regulamento respectivo.
Joao Jos da Fonseca.Ao Sr. general comman-
dante das armas para mandar inspeccionar o sup-
plicante.
Jos Francisco de Almeida de Queiroz Fonseca.
Conceda-se tres mezes com ordenado.
Joaquim Francisco de Souza Chaves.Nao e*is-
tindo vaga de alferes, segundo informa a secreta-
ria d'esta presidencia, nao tem lugar o que re-
quer.
Joo Bezerra de Mello.Por ora nao tem lugar
o que requer, visto estar esta presidencia resolvi-
da a nao prover o Ingar vago, por julgar actual-
mente desnecessario o numero de engenhoiros de-
signado pelo regulamento respectivo.
Manoel Joao Ribeiro.Expeca-se ordem para
ser posto era liberdade o neto do splicanteup.
Repartieao da polica.
2a seccao.Secretaria da polica de Pernambu-
o, 16 de fevereiro de 1870.
N. 234.lllm. e Exm. Sr.Levo ao conhepi-
nenio de V. Exc que, segando consta das parti-
cipacSes recebidas hoje nesta repartieao, foram
recomidos hontem casa de detencae, os seguin-
les individuos :
A' ordem do subdelegado d Santo Antonio,
Constanca, escrava do Dr. Ignacio Aleibiades, e
Francisco, escravo de Joo Jos de Camino,
requerimento dos respectivos senhores.
A' ordem do dos Affogados, Joaquim, escravo
do Visconde Snassuna, por crime de furto de ca-
vallos e andar fgido.
Em data de 31 de Janeiro ultimo, communicou-
rae o delegado de Villa-Bella, que fura pronun-
ciado era crime tfouM individuo de uotne
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ACTOS OFFICIAES.-Por deliberado do lt d
eorronle, S. Exc. o Sr. presidente da provincia
resol vea romear Jos Alvos Maciel, direetor
parcial dos Indios da aldeia do Riacho do Mallo.
SENHORA DOS REMEDIOS. -Continua) a ser
feitas com pompa as novenas dos Remejios. Tres
annos sao decorridos que se nao festejava. Se-
nhora dos Remedios. Nesse intervalo o proprie-
tario da capellinha daquelle povoado fe-la reoMs-
trur, dispendendo nesse myster cerca de cinco
contos de res. Foi isso um grande beneficio pa-
ra os moradores d'ali que tem missa agora todos
os domingos. Depois de reconstruida, a capotli-
nha aproseota um aspecto risonho e tratada
com asseio. E' pos, devdo ao Sr. major Belar-
mino do Reg Barros um voto de lonvor por es-
se1 beneficios.
Domingo prximo, 20 do corrente, deve ter la-
gar a fasta, havendo cavalhadas tarde e fogo de
artificio noite.
ABALROAMENTOInformam-nos que hontem
s 2 horas e meia da tarde, ao sabir a eseuna
brasileira Jurity reboque do vapor Camaragibe,
cahio sobro a barca brasileira Andrade Neves,
que entrava do Rio Grande do Su!, azeudo-se al-
ijo mas avarias mutuas; devido isso, segundo o
osso informante, ao acodameuto do niestre do
vapor de reboque.
PRONUNCIA.Pelo delegado do termo do Villa
Bella, foi pronunciado em crime de rpubo Fran-
celino Hermenegildo de Souza.
ASSASSINATO.-No dia 18 d* Janeiro hltinir
fui assassinado, na fazenda Christotao-do districto
de Bello-Monte, no termo de Villa-Bella, Manoel
Periquito por Manoel Victorino, ambos criminoso!
de'morte. O assassassino logrou evadir-Be.
TRANSFERENCIA DE CAIVTORIO.-O escrivao
Saraiva transforio o san cartorio da ra de Hor-
las para a do Imperador n. 12..
JUIZO DE ORPIlAS. As audiencias do juizo
de orphos da comarca do Recife foram transferi-
das para os das sogundas c quntas-fciras de ca-
da semana.
ARIADNE.Procedente de Montevideo chegoa
hontem ao nosso porto o vapor inglez Ariadae.
Veio tomar carvo e segu para Londres com u:u.
carregamento de gado.
ESCOLA NORMAL Continua aberla a inscrFp-
cao para as aulas do 1.' anno deste estabeleci-
menio at 28 do corrente. As pessoss que se
quizerem inscrever, deverao provar : saber 1er,
escrever e contar, ter 16 annos, e nao haver sido
condemnado por crime offensivo reiigiio do es-
tado ou moral publica.
DIXHEIRO.-O vapor Ipojuca entrado liontea
do norte, trouxe as segrales quantias para os
Srs. :
Tasso & Irmos. 333 810
Alfredo Garca A Irnio. 1:000*000
Jos L. Goncalves Ferreira & C. 3105000
S Leitao Alrmao. l:28060
Joo Jos Faria Machado. 1:3834000
Joo Francisco de Souza. 3:0005000
Joaquim de Souza Mala & C. 6264000
Manoel Morelra de Souza. COOOOO
Fernandes & IrrflSo. 1.4875400
VAPOR IPOJUCA.Chpgou honiem do Acarae
e encallas esto vapor da companhia Pernambuca-
na, trazendo-nos noticias do Cear al 10, do Rio-
Grande at 14 e da Parahyba at 13 do corrente.
Na capital do Cear fallecen o capito hono-
rario do oxercito Antonio Maria de Castro.
Achando-se concluidos ns reparos da casa do
lyceu, estava marcado oa 14 do corrente para
coinecjircm a funecionar as aulas re.-pectivas.
Era Maria Pereira e no Morro Vcrinelho gras-
saram, com inlensidade, o typhoide c febres perni-
ciosas ; sendo que n'aquelle lugar haviain a 1 O
corrente cerca de 200 doentes.
O invern comecou cscasso em quasi todo o
centro. (
No da 16 de Janeiro, na villa da Barbalha, An-
tonio Symplicio de Figueirdo assassinou faca-
das a sua propria mulher Maria Antonia da G>n
ceico. O facto leve lugar s 7 horas da manba
e em presenta de varias pessoas, segundo com-
munica o delegado militar daquelle termo.
Da Mecejana comraunicara ao Jornal da Forta-
leza :
c Nesta povoacao operase no reino vegetal um
phenomen) baslane curioso. Um coqueiro do nao-
remota data, destes que ainda nao apresentam as
basteas bem desenvolvidas; acerca de 3 mezes,
por causas que se nao podem determinar, com-
pellido pelas ventanas dobrou-se pelo tronco pr-
ximo as raizes, sem que todava se extirpassem
estas, (icando completamente prostrado no solo.
c Nesta attitude conservou-se sempre com as
[Mimas vicosa, at que com as prlmeiras chavas.
Comecou, sera coadjuvaeo alguma, a erguer se
do solo, e lentamente camnba a sea estado pri-
mitivo.
H Em preseoca disso nenhum auxilio se Ihe
tem dado, afim de ser melhor observado o pheno-
meno. >
Da capital do Rio-Grande do Norte nos es-
creve nosso correspondente:
i O sea Diario de 9 do corrente veio confirmar
a noticia, que por aqui j corra, de se acbar de-
mitiido do cargo de presidente desta provincia o
Sr. Dr. Pedro de Barros, e nomeado para substi-
tuido o Sr. Dr. Silvino.
c Todos os habitantes desta trra, liberaos e
conservadores, lamentara de coracao a attitud;
dilicil e perigosa, em que so coUocou o Sr. Dr
Pedro de Barros, contra quera se tem pronuncia-
do todas as nossas gazetas, Riograndeme, Conser-
vador, Assuense $ Liberal do HorU I
Lamentam todas que aquellas, ainda que pou-
cos, que, sem rwoco, sem guardar convenien-
cias, se jactam de resolver por si os actos da ad-
ministracao, azendo-a dar por pios e por pedrns.
nao tenham at hoje recorrido imprensa par.,
defender a victima de seus caprichos e inspira-
coes I j
Dttftn todos que da-parla delles ha propo
firme de perder o Sr. Dr. Pedro de Barros para,
todo o sempre. Se assim : ...
t Seja feita a su vootade. E a provincia m-
teira que lhes diga amem I
t Prasa a Deas que todos esses clamores, toda.
essa desordom, anarchia e coufusao, que se obser-
va na provincia sirvam ao menos de exemplo ;>
qualquor outro administrador, qae ttver a infeli-
cdade de allentar o oavido ao canto scluctoi
perigoso Ja sea de Jacana.


3C
Diario de Pernambuco Quinta, feira 17 de Fevereiro de 1870.
*


As anuencias locaes pertenceatas ao partido
conservador lera dirigido redatpo da folha, que
serve d8 orgab ao mesmo partido felicitacdes pela
attitude, que assumo e que ellas qualtlcavam de
nubre e salvadora.
O Sr. Dr Gome* da Silva, lera requerido di-
Tersas certidoei thesoararia provincial, para
comprovar alguna artos da presidencia e ha en-
catrado serios embarar& em-oble-las, sem.du.vi-
da pelo receio^ue tem aquella reparticao de de-
sagradar ao presidente da provinci, que segun-
do se diz, protests reluzir a p, trra, cinta e
nada o e.-npregaJo ousado que passar ties ccrli-
iiea.
< Por despedida res ilveu S. Exc. deroittr a
dous funceonarios pblicos, o administrador do
eemitcrl > do Ass o o collector de rendas proviu
ciaes d'agaetfal clade, Manoel Lins Caldas, cuja
intelligencia, probidade e zelo lodos reeonUecem.
O Sr. Caldas tambem collector de rendas
geracs o desempeaha os seus deveros to satisfac-
toriaiii.'nle que a thesouraria de fazonda cooside-
ra-o o 1. eollecior di provincia.
Por es-es predicados teve a infolicidade de
cahir no degrado de S. Esc, que j o mandn
Jbmlttif i araban peio in-pector da thesouraria de
fizsii la. dirigind.o-lhe para is-o dous oflcios, aos
quaes, secundo corre, o Sr. inspeitor responden
fazsn lo as mais justas e cabiveis reflexoes a bem
dos laleraMM ues.
t Espera-se pela scntenca final.
Os liberaos de S. Jos de Mpib esto em
guerra abena contra os seus correligionarios do
termo de Papary, m ia logaa distante d"aquella
cidade.
i Os bellijerantes devidem-se em dous grupo?,
um pertencente ao celebre Joaquim da Ueracina e
o outro a um tal Galvo.
Ooas conflictos ja se le:n dado : no 1." Ma
oel Joaquim Guringa recebeu um grave ferim-m
lo, e no i travou-se a luta de cceles em frente
a igreja de Papary por occaso da festa do Se-
nhor Bom Jess das D >res, resultando sahirem
feriJos e contusos 16 individuos, alguns grave-
mente.
Dizem que o espirito de bairrismo, que do-
mina os habitantes d'aquellas localidades, o a cau-
sa premordial de taos movimentos.
c Outros, porm, dizem o contrario!, e nio sei
se com algara fundamente, dizem que aqiielles
denada i s liberaos, depojs das eleicoes tumultua-
ras, ameacadoras o perigosas que o Sr. Dr. Ama-
ro fez e;n S. Jos e Papary, tomaram paixo pela
desordem o nao leudo agora com quem brigar,
iwm pretexto para isso, esto-se espancando iras
aos outros e se adestrando para cousas maiores.
A polica, segundo consta, tem lomado eper
gicas e acertadas providencias de modo a conler
os desordeiros e a manter a paz e socego d'aquel-
las daas importantes localidades.
f HoRtem no dislricto da Macihiba diversos no
goeiantes e pessoas importantes do lugar crcaram
urna soci^ado c >m o lim de resgatar cranlas do
captiveiro, concorrendo cala um do* socios com
soa jr.-ia e una mensalidade alm dos donativos
que cnerdamente quizerera offereeer.
A Exma. 1). Antonia Xavier Garca de Almoi-
da, irania do fallecido con-elheiro Tiiomaz Xavier
iircia do Almeida, possuida dos rnais piedosos e
humanitarios heniimentos, libertou ante hontem,
nesta capital, cinco escravos, formando estes um
famllit campista de avo. mai e netos.
Hondeu a alfa.iJega no mez passado.....
46:07-)'55;i.
L9TE3IA.Aque se ach venda e a 137', a
beneficio da igreja de Nossa S-nhira do Livra-
menle de Pao iJ/Alho, que orre buje.
PASSAGEIROS.O vapor Pirapanta conduz pa
raos partos do norte, o~ seguiotes :
Braz Antonio Florencian, Geraldo Darrngo,
Jos Andr O. FigueireJj, Francisco .Xavier dos
Aojos, F. Ignacio Pe eir de Castro o i escravo,
Jfls P. Cina-trc. Basilia D. da Conceicao, M.oi >el
Barbosa da Silva, sua senhora e sua cunhada, Luiz
jo (tunos, elemento A. y Bu*son, Manoel Do-
miagues Bapthpa, Dr. Manoel Vicenta de Maga-
Uiiei F. T. Ja R iclia Bezerra, sua enhora o 2 ir-
inias, Ricardo P. da M itta, A lolpho T. da Costa
Sime, Antn o Rodrigue- da Costa, foio C. F. de
thrralho, Joiio S. Pirte, Dr. Franci co Altes de
Soma Camino e t criado. Jos Moreira de Oli-
veira, A. Fereir de Oliveira Vianna, Temisto-
cles d'Orango. Samuel Churita, Jacinlho F. Car-
reira, Francisco Tavres Pessoa de Araujo, Dr.
M. Nunes Bandeira d,; Mello Dr. B. Garrido do
Reg Birrus, Bornardo .Vorat M. RubachJ criado,
Or. Jacinlho S. Santa Rosa, Antonio Jos e Aie-
vedo B Joaquim Frreira Cruz.
Sguem para o mi no vapor Potengi :
Jpao Cibraldo Mello, F. Titeotonio de Almeida
Vim.% Joao Machado Leile Sampaio, Mantel
Francisco da Costa, Joaquim Jos de Faria, An-
tonio Jo- Rodrigues dos Sai! is, fre Venancio
Maria de Ferrara, M. G. Fonnelly e I criado, t.
j. Corbelt, J. Luiz Vieir, Ayres Jos Biniz An-
tonio Augusto do Nascimento, Marc Hio Rodri-
gutt Lope-, Joao Teixeira Lopes F. raslino da
F.SIleiro]:!.
Vr.\ Ua 'Io Acarac e portos intermedios no
\ t i i 'ira :
kugilsi i'.'tvia Pinto, Jos Antonio do Figuei-
n.! i !;. Itabel Maria da Conceicao e 1 sobrinho,
Sic.il i Jorge Botelho, D. Abden F. M. e 1 lilUo,
Ju-ti.i-i.:. Civalcanli de Albuquorque Belliv, An
t mi i i' r i da Sdva, Ismael Vctor Pereira, Se-
ti:i>;.-. i! >no de Mello Reg e 1 criado, Joao
Vkeute Mirnello, capillo Manoel Francisco da
: uiba s Louroncii Ciliares, Arcelino de Quei-
t > l i Balthasar Perreirt Fac, JuUn Vogley.
I Silino Soares de Mello e 3 escravos a en-
liYpar.
CKMITF.itIO PUBLICO.-Obtuarjo do dia 15 de
i* vuiro Je 1870.
Maria, IVrnambuco, meze?, Jos ; espasmo.
Unm niullier, ignora-o o nome, Sanio Anto-
uio ; apoplexia.
lal.iiiJina, Cernambueo, 22 annos, solteira, Ba-
Vista ; anemia.
Mua, Pernambuco, 1.7 das, S. Jos; rotura no
uinlti.>.
Bolliina Maria, Pernambuco, 12 annos, solteira.
Rejiis ; p irelysia.
Manoei Cordeiro, Rio-de Janeiro, 10 anuos, sol-
tiiio, Ba-Vista ; telano traumtico.
Manoel Pereira de Fiprueiredo Tondella, Porlu-
pil, 'i anuos, solleiro, Boa-Vista; tubrculos pul-
sin; ios.
Do Sr. desembsrgador Dbmingus da Silva ao Sr
desembargador Soma Leao:Appellaeao civel
appellanle, Joaeoha Maria de SanrAona; appella
do, Jos Cabral de Oliveira Mello.
Ao Sr. desembargador Rejueira CosaAppel-
Iac5es civeis : apellante. Dr". Jacintho Paos Pinto
da Silva; appollado, Aloxandre Bernardino de
Mello. Appellante, a fazonda; appella Jos, Luiz
Antonio da Silva Vieira e outros. Appellante,
Justino Nunes de Mello; appeHadq, Manoel Nunes
de Mello. App^llantes, Jos Victorino Resende A
C.; appellados, Monteiro Correa 4 C. Appellaeao
crime : appellante, ojuizo; appellado, Antonio Jos
de Campos.
Ao Sr. desembargador Motta.Appellaeao civel:
appellante, Dr. Gaspar de Menezea Vasconcello-
de Drummond ; appellados, os herdeiros de Joao
Henn'que da Silva.
Do br. desembargador Souza LeJo ao Sr. des-
embargador (tirana. Appellaeao civel: appel-
lante, Ernestino Brasil de Maltes; appellados, os
herdeiros de Miguel Alves de Meilo.
Deligexcw crime.Ao Sr. desembargador pro-
motor da justicaAppellante, o juizo ; appellado,
Manoel Ignacio de Sant'Anha.
Assiguou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos:
Appellagoes r.RisiasAppollante, o juizo ; ap-
pellado. Jos Luiz dos Santos. Appellante, o jui-
zo ; appellado, Manoel Clemente Cabral. Appel
ante, o juizo; appellado, Joao Marques Ferreira
Pontes.
Appeixacioes civeis.Appellante, Joaquim Jos
Pereira da Cunha ; appellado, Dr. Pedro A. Lobo
Mo-coso. Appjllante, Jovina; appellado, Joao
Teixeira da Rocha.
A' l hora da tarde encerrou-se a sessao.
BE9SAO EM lo DE FEVEREIRO DE 1869
fresidencia do exm. sr. conseliieiro caetano
SANTIAGO.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
oargadores Gtirana, Lourenco Santiago, Motta,
Domingues da Silva, Souza Leio, Regueira Costa,
Assis c Guerra procurador da oora, faltando o
Sr. desembargador Almoida Albuquerque, abrio-se
a sessao.
9 Passados os feitos, deram-se os seguutes julga-
mentos:
Habeas conpus.De Jesuno Bezerra de Monczes
Biialha,'negou-se soltura.
Appkllaqvo civel.Appellante, o Dr. Gaspar
Drummond; appellados, os herdeiros de Joo
Hemique da Silva.Despresados os embargos.
Appkllacoks ciumes.Appellante, o juizo; ap
pe lado, Joao Marques Ferreira da Ponte. A' n.,vo
jury, Appellante, o juizo; appellado Manoel Cle-
mente Cabral.A' novo jury. Appellante, o jui-
zo ; appellado, Thomaz Jas de Aquino.Improce-
dente.
Recurso crime.Reccorrenle, o juizo; reccorri-
do, Idalino Montesuma de MeuezcsRelator Sr.
desembargador Motta, sorteados os Srs. dosembar
gadores Souza Leao Gitirana e Regueira Costa.
PASSAOEN*S.
Do Sr. desembargador Gilirana ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago. AppellacSes chines:
app-llante, ojuizo; appellado Antonio Jos do
Nascimrnto. Appellante, Joaquim Rodrigues Ca-
valcante ; appellado, o jaizo. Appellante, Jacintha,
escrava; appellado, ojuizo.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
J '-eiibargador Almeida Albuquerque.Appella-
ces civeis: appellante, Alexandre Rodrigues da
silva ; appellado, Jos Joaquim da Silveira. Ap
pellante, Francisco Antonio Martins; appellada,
Maria das Dores C ivaleante. Appellaeao crime :
appellante, Pedro de Alcntara Munizj'apoellado,
Antonio Pereira do Araujo.
Di Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor DoiniDgues da Silva.Appellaeao civel: ap-
pellante, Gor^enio Jos Vianna; appoHado, Miguel
dos Anjos Alves Caldas.
Do Sr. desembargador Domingues da-Silva ao
Sr. desomnarp-ador Regueira Costa. AppellacSes
civeis: appellante, Jos Affonso Ferreira ; appel
lado, Antonio Gamos de Maeedo. Appellante, Sal-
vador Ilnriques de Alnuquerque; appellados,
Guimaraos de Oliveira. Appeilante, Jos Antonio
dos Santos Oliveira; appellada, Francisco Sevt-
riano Moraes Correa.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Guerra.Appellaeao civel :
appellante, Jos Joaquim Pereira de Meadonca;
appellado, Dr. Pedro de A. Lobo Moseoso.
Ao Sr. desembargador Souza Leao.Appellaeao
civel: appellante, Francisco Almso do,Reg Mel-
lo; appellalos, os herdoiros de Jos Joaquim Titeo-
tonio de Mello.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Assis. Appe|iacoes chines : appellante,
Joao de Az*vedo Pereira; appellado, Assenso Luiz
GoneiUvs Ferreira. Appellante, Manoel Alves de
Lima; appellado, a justiga.
D>) Sr. desembargador Souza Leao ao ^r. Jes-
embargador Gitirana.Appellaeao civel: appel-
lante, o Dr. curador ge ral; appellado, Manoel Joa-
quim Baptiza.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos:
Appei.lacjes civeis.Appellante, Josepha Mara
do Sant'Anna ; appellado, Jo.- Cabial de Oliveira
Mello. Appellante, desembargador Figuera de
Mello ; appellada, L>. Francisca da C. Bandera do
Mello.
Deligexcia it.ims.Com vi.-ta ao Sr. desembar-
gador promotor da justica.Appellaeao enme
appellante, o juizo; appellado, Antonio escra-
vo.
Ao Dr. curador geral dos orphaos.Appellaeao
civel: appellar.tes, Silva Leao C.; appellada, a
viuva e rferdeiros do Alexandro Jos Rodri-
gues.
A' 1 Iioras da tarde eucerrou-sc a sossao.
3" noite
Joaquim do Carmo de Souza.
los Jeronynio de Sou.
I*8 Mari ir-
Joao Jos de Lucena.
Francisco Canuto.
4' noe
Antonio Ogenio.
Jos Frannsco de Araujo Cavateanti.
Jos Filgueira de Araujo L\ ra.
Virisslmo Paz Barbota.
Andr Gomes.
5* noite
Miguel Aflonso de Albuquerque.
Francisco Alfonso de Albujuerque.
Barnab Mon les.
Pedro de Oliveira Sampaio.
Manoel Tavares.
C noite
Francisco de Paula de Souza Le5o Jnior.
Dion lio de Barros Dultra.
Antonio Alfonso de Albuqoerjae.
Francisco Paei Brrelo.
Parisio Ribeiro.
V mte
Ignacio Francisco Pereira da Silva.
Flix Manoel do Nascimento Valois.
Domingo Ferreira da Cru.
Joao Filgueira de Araujo.
S' noite
Todos os negociantes do-ta povoaco.
P' noite
Todos os solteiros c solteiras.
O >igario
Manoel Esperidiao Maniz.
Caixa Filial do Banco do Brasil
tn Pernambuco, em liqui-
daqao, 7 de fevereiro de
1870.
Por ordem da diroloria do Banco do Bra-
sil se faz publico que no praso de trinta das
t contar da presente data ser3o levados i
leilao os ttulos em liquidarlo e qjats divi-
las constantes da relac3o que existe na
mesma otixa aonde poder ser examinadas
pelos pretendentes.
ALFANDEGa.
tendimentedodial a 15. .
dem do dia 16 .... i .
509:823*175
44:364*490
354:187*671
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
/olumes entrados com fazendas
dem dem com gneros
volamessabidos com fazendas
dem idem cora gneros
81
455
-----536
173
300
------- 473
A ni otilo Jos I liarte C'oimlira
ao publico. i
Tendo sido em setembro do anno passado o
Iheatrode Santa Isabel victimado incendio;que o
devorou ; llcou a cidade do Recife seuraonlo
eerto de recreio para o pow, em dsiine? de
cla-se.
Essa falta que nesses ltimos tempes era pon-
co sentida por cansa das testas dos arrabaldes,
verdaderos passatempos no campo ia se fazer in-
tolcravel agora que as familias regressam cida-
de. Habituado a vida theiatral me achava qnasi
que sem vida para desejar ao menos fazersoppnr
anda que incompletamente o de*appareiraento do
theatro publico, por ter perdido quasi todos os
utensilios theatraes, que conftituiam a minha for
tuna e me habilitavam a improvisar no dizer de
alguem um theatro em qualquer parte, onde a sor-
te me coIIol'.issa ; a par da anzencia dosses ele-
mentos absolutamente ndispensaveis, militava e
anda milita a escassez de recursos pecuniarios,
nao obstante ter sido por alguns annos empreza
rio do Santa Isabel, onle me llz millionanb aos
olhos dos zoilo-, era, pois, a minha siluacao pouco
feliz, qiiando alguns amigos me aniroarara a em-
prehender a eomtrneclo de um theatro, tirndo-
me assm do estado de indecisao em que me acha-
va, de feito emprehendi a construecao de um thea-
trinho ra da Florentina, o qual acha-sc hoje
em estado do um grande sali onde pelo carna-
val se darao bailes pblicos.
O que esi feito com gosto e elegancia ; a
existencia de homen% o egosmo foi a causa principal do trabadlo que
existe, j faclitando-me materiaes, j suppridu
recursos pecuniarios, j deseavulvendo gosto pelo
trabadlo e auinucao, de forma que em trinta e
seis das com um numero limitado de artistas con-
segu aquillo que em outras crcumstan;as talvez
em sessenta nao me fosse possivel faier.
E' assim pois, que me confesso grato ao Exm
Sr. Bara do Livramento, Paulo Jos Gome?, Dr.
Siqueira, Azevedo & Irmos, Manoel Mangeheo,
Bruno Comes da Silva e a todos os artistas m-
chameos, que com grande saptisfaeao me tem
judado.
Comjuanto do estado em que se ach de salo
ao de um theatro srjaiu p'wcisos nao menoe de
15 a 20 contos de res, todava confiaudo nos ami-
gos e no eorpo commerciat espero em pouco apr-
senla lo de modo a satisfazer mais ou menos a
espectativa publica, offerecendo-lhe commodiJale
e recreio.
A tarefa nao por ceno mesquinha, mas nao
me desanima, psrquanto em outros lempos re
constru o theatro do Cear a contento do gover-
no e do povo, pelo que recebi urna gratilicaea',
reedifiquei o da Parahyba, repare! o de Maceio,
constru um theatrinho em Mamanguape e ou
tro? em diversos lagares ; devo pois, estarJjpni
esperimentado em emprezas d essa ordem. ~r
l O novo theatro sj denominar ThealrS' de
Santo Antonio.
I
Descarregam hoje 17 de fevereiro.
Barca inglezaBrilhantemereadorias.
Patacho inglezAlavelalarinha de trigo.
Patacho inglez Elene-ferninid ni.
Brigue norueguenseSleipernidem.
Patacho dinamarquezo//iinvvarios gen ros.
Patacho americanoLizzei H. Kimballdem.
Patacho portngnezManaidem.
larca francezaAdelleubm.
'alacho americanoJasm Cbryslal farnha de
irigo.
IECEBEDORIA DE RENDAS LNTERMAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
ttendimento do dia i a 15. 34:231*164
dem do dia 16.......- 3:386*788
37:817*952
CONSULADO PROVINCAL
tendimento do da 1 a 15.
dem do dia 16 .
94:436*110
7:487*198
101:923*308
CHRONICA JUDIflARf L
T.tiill \ VI, II % ali;j.\<,'O.
SESAO EM li DE FEVERFJKO DE I8T0
nsanuciA do exm. ^n. co.nselheiro caet.vno
SA.NriAliO.
As 10 Iioras da manhaa, presentes os Srs. desem-
fcargjidores Gitiranq, Lourenco Santiago, Almeida
.Ubujaerquo, Moita, Assis, Domingues da Silva,
tgueira Costa e Souza Leao, faltando o Sr. des-
;mbarga lor Guerra procurador da cora, abrio-se
i so-sao.
O Sr. Jesiii!) irgador Ucaoa Cavalcante, enlrou
n *is.> de 2 mezas de lieetfea.
i'j.-s.olos os feitos, deram-se os seguintes julg-
itos:
llBGBMMajWE.-r-Reccorre;te, o juizo ; rcceorri-
do, ba-'ha/el ClauJiaiw Bezerra Cavalcaule. Re
laior o Sr. desembargador Loorcnco Santiano,
sorteados os Sis. de*-mbaralore-. Souza Leao, Gi-J
"tirana e Regueira Costa.Improcedente.
AntLLX^ku caiMES.AppeUaute, o juizo; ap-
pelUdo, Jos Luiz dos Santo.Improcedente. Ap-
pett inte. Anea Linda do Amor-Divino; appellada?,
Isabel Maria de Jess 'e sua tilha.A' novo ju-
ry. Appellante, Rogerio Pereira da Silva; appel-
lada, a justica.A' aovo jury. Appellante,. Joa-
quim Jos de Sint'Anna; appellada. a juslic. A'
iim'o j'iry. Appellante,o juizo; appella ni, Thomaz,
' vi r.111) | irocede o te.
ll.suic.vs coui'is.ili,'iiceVu-se soltura a Fe'ix
Petana da Cj>U.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargydor Lourenco Santiago, an
desembargador Almeida Albuquorque. Ap
ipt chine: appellante, o jinz appellad,
Aatonio Lourenco Gom *. ppwacoes civeis :
ippella ite, Aul mi Pran asco M miz de Miranda ;
i, a fazeida. ApnetUolo, Ncaca Mara
appwllail >s, Alexandre Noguera da
Appellante, Joajui n Monlliro GuedesGou-
din; a.ipellado, Virginio Horacio de Freitas.
desombargador Almeida Albui^n-rqne ao
,'ador Motta.-Appellacicivel: ap-
Uves Ferris;-appel-
sefAarga-
ieio civel: ap-
itos Oliveira; appel-
---embarga-
rme: ap-
Ate-
.ipellaote, o desera
:4*; apueUada, D. Fran
\ppellante,
r jue; appellados,
Mo-
li Pereira.
de
PUBLICACOES A PEDIDO.
Ele qo (la festa de Santo Ama-
ro em Ja boa iao para o anuo
de 1371.
Juiz por eliiieao.
O lilrn. Sr. Jernimo de Souza Leao.
Juiza por eleicao
A Exm. esposa do Illm. Sr. Candida Alfonso
reir.
luiz por devQcao
O Illm. Sr. major Jos Rufino Barbosa.
Juiza por devocao
A Exma. Sra. esposa do Illm. Sr. Dr. Francisco
Apoligorio Leal.
Juzes protectores
Os Illras. -1 s.
Miguel Augusto de Oliveira.
Alferes [guacia Francisco Cabral Cantaral.
Juizas protectoras
As Exmas. Sras.
D. Anua Trindade.
D. Cathorina Pereira de Moraes.
Ecrivao por eleiio
O Illm. Sr. alferes Tnootono Joao da Cuulia.
Escrivo por eleieao
A Exma. Sra. esposa do Illm. Sr. Rudao i'homaj
do Aquino.
Escrivo por devocao
O Illm. Sr. lente Jos da Costa Santo?.
E*eriva* or davocao
A Exma. Sra. esposa do Illm. Sr. alferes Jos Ig-
nacio Rodrigues.
Procuradores
Os Illms. Srs.
Fraacisco-Mariius Ferreira dos Sanios.
JoaqiiinUiygno do Reg Dantas.
Evaristo Jo de Parias.
Caetino de Souza Cavalcante.
Tertuliano Pe eir de Sales.
Saturnino Jo= (orgonio.
Proeurailor gral
O actual 4a irai mdade, o Illm. Sr. Luiz Pereira
de Mello.
Thesourero
0 actual da raiandadtv, o Ulra. Sr. Zefeiino Fer-
reira Velloso.
Mordomos
T.idos os deis moradores nosta fregaezia e os
assistente.- uaoccaio da fesU na mesma fregue-
za.
O vigario
Manoel Esperidiao Muniz.
N'OITEIROS.
1' noite
Urna revoluto notratamento
cthartico.
Millares de pessoas cousideram as plalas ape-
ritivas corno urna especie de medicina que des
tre a sua efTlcacia pela continua^o.
Km outras pahvras, pensara que, par mais p>
queno que seja o numero tomar-se ai principio,
elles ver-se-hao obrigados pira o fim a tomar
grandes doses.
Porn, as plalas assucaradas d> Bristol, for-
mam nina grande excepcao neste particular. A
dose sempre moderada', sendo qotro pilulas o
numero usual para um adulto, e seis a dose
maior.
O elTeito que ellas proluzem permanente, e
nao necessaria o repel-las alim de se evitar urna
recahida.
Para aprsao do ventre, dores de cabera ervo
sas desordons biliosa, calefrios e febres iheommo-
dos do oitomago, deblidade geral, collicas, irregu-
laridades do systema feminino ; ellas consli-
tuera urna cura especiilca.
Ellas esto molidas dentro de frasqunhos de v-
dro, e por isso a sua boa conservacao duradou-
ra em lodos os climas.
Em todos os casos aggravados ou provenientes
d'um estado impuro do sangue, a salsa parrilha
de Bristol, deve ser tomada conjunctamentc com
as pilulas.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 16.
Ro-Grande do Sul26 das, barca nacional An-
drade Neves, de 263 toneladas, eapitao Jo.- Al-
ves llibetro, equpagem 13, carga 13,422 arro-
bas de carne ; a Oliveira, Filhos & C.
Bahia9 das, brigue hespanhol iVoro Vigilante,
de 202 tonelada-, eapitao J. Merambelli, equipa
gem 14, em lastro; a Amorim Irmao.
Montevideo13 di i*, vapor inglez Anadne, de 1056
tonelada?, commandante Thomaz Jones, equipa-
gem 43, carga gado a Wdson & Hette.
Granja e portos intermedios7 dias, vapor bras
leiro Jpojuca, de 312 toneladas, commandante
Moura, equpagem 30, carga varios gneros ;
companhia Pernambucana.
Atoaos sahidos no me'smo dia.
AracatyHiate brasileiro Sobralense. eapitao An-
t mi Gomes Pereira, carga varios gneros.
Rio-Grande do SulPatacho brasileiro Jurity, ea-
pitao Jos Bernardos de Souza, carga assuear e
l escravo a entregar.
Ro da PrataBrigue nacional Feliz Americano,
eapitao Antonio Martins da Silva, carga as-
socar.
Rio-GrandiWlo SulPatacho brasileiro Relmpago,
eapitao Jacinlho Mendos de Andrade, carga as-
suear.
Observares.
Suspondeu do lama rao para Martinica a barea
franceza Ral, eapitao Parquet, com o mesmo las-
tro que trraxo do Rio de Janeiro.
dem para Macelo o brigne francez S. Lois, ca
pitao Andunrd, com o mismo lastro que irouxo do
Rio de Janeiro.
EDITAES.
Fundas franeezas.
Excellentes fuas dos mais afamados
fabricantes francezes, e de diversas quali-
dades.
Pharmacia Central ra do imperador
n. 38. (3
COMMERCIO.
Os Illms Srs.
Joaquim Lourenco de Barros.
Enedino Al v* Pinto-./
Manoel Lonroitco de Barros.
Camillo Lins doAraaral Ai
JoaquinJose de Sant'Anna.
2' nots
ehx Jos da Silva.
Joaqaiin Correia de Barros.
Francisco Mariiniano Beiei
Eleoirtio Borges do Nasci
Jos Ferreira da Sjlva.

Por esta secretaria e de ordem do ExnuSr.
Dr. director geral da instrueeao publica (ac-se
eeaatar aos directores de collegios e prcfeisores
particulares, tanto de um como de outro sexo, que
ainda nao renwtteram os mappas do movraento de
>eiis estabelecmentos c escolas, que devera re-
melte-los quanto antes, sob as penas da le, alim
! do ft poder satisfazer as inforinacoes indicadas no
I aviso do ministerio do imperio de 23 de Janeiro
ultimo.
Secretarla da instrnecao publica de Pernambu-
co, 14 de fevereiro de 1870.
O secretario,
Aureliauo A. P. de Carvalho.
O Dr. Trisfcto de Aleucar Araripe, ollicial
da imperial ordem da Rosa e juiz especial
do commeroio nesta cidade do Recife de
P<3rnambuco, por S. M. Imperial e Crnis.
tituicinnal o Sr. D. Pedro II, a quem
Deus guarde, etc.
Fuco saoer uos que o presente edilal vi-
rem o dlle noticia tivercm que no dia 1 i
marco do corrente anno, se hlo por venda a quem maU der em prafa publi-
ca deste juizo depois da respectiva audien-
cia o seguinte:
Um sitio denominado Zumbi, sito na es-
trada de Belm, foreiro, com telheiio tendo
dous quartos e alicerce para casa com al-
guns arvoredos de fructo com pequea mat-
ta, divide, pela frente com a estrada de
Beim, pelo nascente. com o sitio dos her-
deiros de Paulino da Silva Mindello, pelo
poente com o sitio dos herdeiros i
Manoel Antonio Carneiro de Oliveira, e oelo
fundo com o sitio do mesmo Manoel Anto-
Carneiro do 0 iveira. 0 com o filio Zumbi
avahado por 2:0005000, o qual foi penho-
rado por execufao de Antonio Martins Je
Carvalho Azevedo, como testamenteir > de
Tlk'olonio de Oliveira Neves, contra Deme-
trio Azevedo Amorim.
E nao havendo lanzador que cubra o
preso da avahada arremata,-o ser felta
pelo preco da adjudicacao na forma da lei.
E para que chegue ao connecimento de
todos mandei passar o presente que ser
pu licado pela mprensa e affixado no lugar
do coslume, Recife, II de fevereiro de
1870.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
mento escrivo, o subscrivi.
Recife, 15 de fevereiro de 1870.
r ________Tristo de Menear Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, ofciai
da Imperial ordem da Rosa, uiz de di-
reito e especial do commttio nesta cl-
di-de dOvRecfe de Pernambuco, por S.
M. Imperial o Sr. D. Pedro II, a quem
Deus gurde. etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem e delle noticia tiverem, que no dia
7 de marco do corrente anno se ha de ar-
rematar por venda a quem mais der em
praca publica deste juizo depo9 da raspee
liva audiencia o segqjdte :
Dez saccas de 15a com as
2571, 2572, 2573, 2575,
2605, 2606, 2607 e 2608,
57 arrobas H0OOO, cada
o total de todas a quanlia
as quaes foram penhoradas
de Benjamn Tuckens, contra Angusto Coe-
Iho Leile.
E nJo havendo lanzador que cubra o
preco da avaliac3o a arrematac3o ser feita
r pelo preco da adjudionr5o na forma d^ Ip.
e outros Jimios commerciaes. tn fjtt ehfl|0e ^ conh,ecim'ento d
Receben, qaaerquer quantiaj em depo- ntSn P"S,r ^T ?Ue Sf
lo. em corta crrante, e a prazo fixo. tfa? ^ "^ ?S e.^ n U'
Largo do PeloVjnho Zl KSmT- Bec,fe ,u de' *""*"
Ea, Mjnoel Mar3 Rodrigues do Na'sci-
mento escrivlo o subscrivi.
Recife 16 4e fevereiro de 1870.
TristOo de Menear Araripe.
piubrulho de qnal-
Carmo esquina da
Corapra-se papel para
qoer qualldade, no paleo do
roa de Ilortas armazem n. 3.
0 Dr. Tristo de Alencar Araripe, official
da imperial ordem da Rosa, e juiz de di-
reito especial do comraercio nesta cidade
do Recife de Pernambuco por S. M. Im-
perial e Constilucional o Sr. D. Pedro II
a quem Dos guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital virem o
delle noticia tiverem, que a reqtierimento do com-
mercianle Manoel de Miranda Pedra, se acb#
aberta sua fal enca pela sentenca do theor se-
grate :
Vista a peticao a folha* dua?, pela qual o com-
merciante Manoel de Miranda Pedra, declarado
seu estado de insolvencia, e requer a declaracao
da sua fallencia, hei por declara Ja datando os seus
effeitos do da 4 do corrente mez. Nomeio cura-
dores flseaes os credores Cimpianno & Cordeiro,
e dispensada a opposicao de sellos, mando que o
inventario tenha lugar amanhaa as 10 horas do
dia e no acto nomeare depozlaro que receba a
massa fallida. ?ublique-se a fallencia nos termos
da lei pagas as costas.
Recife, ti de fevereiro de 1870. Tristao de
Alencar Araripe.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente, que ser publicado pela
imprensa e affixado no lugar do coslume.
Recife, 15 de fevereiro de 1870.
Eu Manoel Maria Rodrigue^ do Nascimento es-
crivo o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
DECLARACOES.
Juizo dos feitos da fa-
zonda nacional
Da data deste lia tres mozei se proceder na
sede da comarca de Goyanna a venda em praca
publica deste juizo das eomprehensoes do extincto
vinculo de Itamb, sendo a comprehenso deno-
minada Engenho Novo, avalada por 30:000rf000
a denominada Cumbe avallada por 9:000*000 ; e
a denominada Pangaui avahada por 13:000000 ;
e as escravas Damiana, avadada por lOOOOO, e
Aquilina, avalada por 200*000, de conforraidade
com o edital publicado.
Recife 13 de dezembro de 1869.
O escrivo,
Luiz F. B. de Almeida.
Pela recebedoria de rendas internas gerae.-
se faz publico que nesle mez e no de fevereiro
droxirao futuro que tere lugar o pagamento, sem
omita, bocea do cofre da laxa de escravos do
exercicio corrente de 1869 a 1870, eujos donos ou
administradores morera as freguezias desta cida-
de e as de fra, a saber : Allegados, S. Amaro
Jahoato, Poco da Panilla, Varzea S. Lourenco
da Matta e Muribeca; e que lindo o referido praso
ser cobrada com a multa de 6 %
Recebedoria de Pernambuco, 7 de Janeiro de
1870.
O administrador,
Manoel Carneiro de Suiza Lacerda
PRACA DO RECIPE 16 DE FEVEREIRO
DE 1870.
AS 3 1/9 HOBAS M TARDE
Algodo sem inspeccao987 rs. por kifc (hontem).
Algodo sorie 1*007 rs. por kil.
Cambio sobre Londres 90 drv. 30 l|i
1|8 por IflOOO (hontem e hoje).
Goncallo Jos Alfonso,
Presidenta.
Mesqnita Jnior,
Secretario.
e20
O
ENGLISH BANK
Rio de /aneiro Limited
Deseo ata lettras da praca taxa a cod-
encionar.
Recebe dinbeiro em conta corrente lila
I raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidades
prlncipaes da Europa, tem correspondentes
ia Bahia, Ruenos-Ayres, Montevideo, New-
e New-Orleans, e emitte cartas de crdito,
jara os mesmos lugares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
Sociedade bancaria
em commandita
Theodoro Simn $ C,
Compram e vendem por conta pro-
jria metaos, moedas nacionaes, e esfran-
?eiras, letras de cambio, sdalas do go-
verno e Ao banco do Bsasil.
DescoDiam letras da trra e outros ti
.ulos commerciaes.
na
Utoref dm-se por conta albeia das mes-
rnsaccSes, da cobranca
numpracos :
2570, -loll
pesando todas
arroba, send'
de Gi7)000,
por eiecufo
Declaracao.
Por ordem do Illm. Sr. conego, director, se faz
publico, que Ciinlintia aberta a raatrii-ula para as
aulas do 1 anno da escola normal at o dia 38 do
cjrrenle. Sao condlces para matrcula :
l"-saber ler, esrrever o contar.
2 ter 16 airaos Je idade.
3o attestado de ui ter sido eondemnado por
crime olteiuivo religio do estado, ou moral
publica.
Secretara da escola normal de Pernambuco 16
de fevereiro de 1870.
O secretario,
___________ Ezequiel Franco de S.
tanta Casa da Misericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que na
sala do suas sessoes, nojda 16 de fevereiro, pelas
juatro horas da tarde, tem de ser arrematadas
juera mais vantagens offereeer, pelo lempo de uro
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMEXTO DE CARIDADE.
Ra ao Calabouco
Casa terrea n. 20, por anno 212*000
Ra da Alegra.
Casa terrea n. 7....... 360*000
Itua da Gloria.
Casa terrea n. 23...... 108000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Vigario.
Primero andar do sobrado n. 27. 210*000
Raugel.
Cas- terrea d. 38...... 3GO*000
Amorim.
Casa terrea n. 26....... 81*000
Sitio n. o no Forno da Cal........... 130*000
Os pretendentes devero apresentar no acto da
arremataeao as suas flaneas, ou romparecerom
acompanhados dos respectivos (adores.
Secretaria da Santa Casa da'Misericordia do Re
cife, 3 de fevereiro de 1870.
O escrivo,
^___________ Pedro RodrtQues dr S->uza
Consulado provincial
Pelo consulado provincial avisa-se aos abaixo
nomcados, que devera vr realisar o pagamento do
imposto de 100* por mase, te estrang^iro, a qne
eslo sujeitos no presente anno financeirode 1869-
1870, devendo faze-lo no corrente raez, >ob as pe-
nas da lei.
Elias Baroue.
Miguel Pelegrin.
Miguel Stefano.
Loceorso Tropeiano. .
Antonio Meho.
Benjamira Bisante.
Braz Peixoto.
Consulado provincial Io de fcvpn n Se 1870.
Servindo de administrador,
A. Witrnvio Pinto Bandeira A. de Vasc incellos
Consulado provincial
Por esta reparticao faz-se sciente aos conlri-
buintts de impostes provincae?, pertencentcs ao
anno financeiro corrente de 186970, que do da
Io de fevereiro prximo, comeca a correr o praso
de 30 dias utes para o recebimento a boca do co-
fre das seguin;es imposic^es : 20 e 4 % sobre
diverses esiabelecimentos commerciaes e radus-
triaes; 8 /o obre consultorios, escriptorios e car-
torios ; 5 % sobre a venda de capia); consumo
de agurdente (1 semestre); 400* por casas de
operacSes nanearas, companhias aaonyma e
agencias ; 200* por casas de cambio e de pnho-
res; 100* por luja que vender roupa feita, sellms
ou obras de marcenara estrangeiras; 1004 por
mscate estrangeiro; 100* por corrc.'tor com-
mercial, agente de leudes e casas de compra e
venda do escravos; 50* por corrector ou incul-
cador de escravos; 30 por casa de moeda; 30*
por casa de buhar; 30* por escravo empregado
em servico de alvarenga e candas; 3* por bote;
[S por tonelada de alvarenga e canoas abortas;
o* por cada escravo na cidade do Recife; 16* por
carro particular de 4 rodas; 10* por dito do 2
rodas; 40* por carro de aluguel; 235 pir mni-
bus e carro fnebre; 6* por carreras, e 10* por
avallo de aluguel.
Aquelles dos contribuimos qu nao sati=;1zerem
nesse praso a quota da sua contribuco, incorrem
na multa de 6 */o
Consulado provincial, 9 de. Janeiro de 1870.
Servindo de administrador,
A. Wltmvin Pinto Bandeira A'.cioli de Yasconullos.
igualmente de costadinho de amarello, e tollo
ladrilno de lijlo de alvenaria batida. O primeiro
andar devera ter tri* portadas com sacadas, lastro
de amarello, rarandas de Jaro, caxlbos e portes
tambem de amarello para o lado da frente, e para
o do rundo tres jnenas de peitoril' com vidracas e
portas de dita madeira, tendo cada uraa otila*
nunca menos de 3 palmos da largura e 7 1|2 de
altara. A sota em ambas as frentes devera ter
tres janellas igualmente cora ealxilhos e portas. No
'.ravejamento do prinieiro andar e do soto somen-
te ie empregaro travs de qpalidade, tendo cada
ama 12 polegadas quadradas de grossura, e os
respectivos soalhos serio construidos de amarello
ou louro. As esc?dai serao de amarello. O pri-
meiro andar dever flear em salo, e a sota sera
repartida da maneira que for determinada pela
unta casa. Os rebocos exteriores serio guarne-
cidos de cal branca. O contratante podera apro-
veitar as lelhas, caibro?, encbames, soalhos. e
travs, que se arharem em perfello estajo a juizo
dos Srs. mordomos dos predios. Todo o material
de ferragens ser fornecdo pelo contraante, a
cojo cargo ficar tambera a caiacao.
Os pretendentes devero aprentar as suas pro-
postas em cartas fechadas na secretaria al o dia
24 do corrente.
Secretara da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 12 de fevereiro de 1870.
O escrivlo,
Pedro Rodnoues de Souza.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A Illma. junta administrativa da santa casa do
misericordia do Recife, na sala de suas sessoes
pelas 3 horas da tarde do dia 17 do corrente 'me.',
recebe proposta para o fornecimento deassucr,
Jue tiver de precisar o hospital Pedro II, no lnrz
e marco vindouro.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 12 de fevereiro de 1870.
O escrivo, '
Pedro Rodrigue* de Sua
Conselho de compras
navaes.
O conselho promove no da 19 do corrente me
avista do propostas recebidas at as 11 horas da
mi nha, a compra, fob as condicSes do estylo, dos
objectos do material da armada segnintesj -4 arrobas de almnger, 4 bandeiras nacionaes Tle 4
pannos, 4 bandeiras nac inaes de 6 pannos, li
carrinho de mo 200 alqueires de cal preta, 100
alqueires de cal branca, 120 bracas de cowent>
de ferro del|2 polegada reforcada, *Farrobas t^
estopa de alg idao, 10 llamlas de navio, 10 fecha-
duras de trro para porta, de broca, 20 lencoes do
ferro de 1|4 de grossnra, 6 ps de comprimento
e 4 ditos de largura. 6 jarras de madeira para
agua de 36 polegaJas do altura, 30 de dimetro ni
fundo ( 24 na bocea, 10 duzas de limas chala
4 a 15 poltgaddS. 10 duzas de limas meia-canna.
8 arrobas de merlim, 8 arrobas de raialhar, 100
arrobas de oleo de linhaca, 10 libras de obreiis
franeezas, Soclos de alcance, 6 arrobas de preso"
de cobre de 4 polegadas. 600 libras depregadnra
de cobre, 12 pedrai de amolar de 3 ps de dame
tro e 68 polegadas de grossura, 10 salinmetros de
metal, 10 salinmetros devidro, e 1,000 tijolos fie
fi po.
Sala das sessoes do conselho de campras nr.-
vaes 14 de fevereiro de 1870.
O secreSirio,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Relaco das cartas registradas vindas do sul r
norte existentes na adrainistracao do corren-
de-la cidale.
Alfredo E. de Oiveira, Antonio Jos Rodrigue*-
dos Cotias. Antonio Gomes Netto, Antonia Francis-
co das Chazas, Antonio E. da Silveira, Antonio
Pedro Ferreira Lima, Bailar Oliveira A C, Candi-
da Ther-za Vilella Rios, Cosme de S Pereir;..
Carlos Augusto uno de Souza, Cypriano T. G. Al
colorado, Canuda Ilota do Espirito Santo, Einili
Jeronymo Ferreira. Emilia Nobre de Almeida cas-
tro, Francisco de Assis Peona, Francisca Candida
de Miranda, Francisco do Barros Reg. Francisc i
da Silva-Vaz, Francisco Muniz da Silva Vntoi,
Francisco de Paula Correia de Araujo, Fabric; i
Gomes Pedrosa, Hermogenes S. Tavares de Va
concellos, Hermenegildo Antonio B. de 4'meida.
Henrique da Silva Ferreira Rabello, Joaquim c
Oliveira Maa Jnior, Joaquim Candido Ferreir..
Lisboa, Joaquim Pires Machado Porlella, Joio J
Lciz Wanderley, Joi4 Chrisostorao G. Rosa, Jos
leronymo de S-mza Limoeiro, Jos Mendes Vieir;,
Josephina de Oliveira Cabral," Jos Augusto i,
Araujo, Jos Dnarte Pereira, Jos Ribeiro de Bn
te, Jos Gomes Villar, Jos Pinto de Magalbe*.
Jos T. Goncalve3 Fialho, Jos da Silva Loyo <\
Filho, Jos Victorino do Rezende & C. Jos Tiou:-
cio Pereira de Magalhes, Lino do Monte Carmel.
Lima, Manoel de Almeida Cardoso. Leandro Mar-
tins Filguoiras, Meuron & C, Marciano G. da Ro-
cha, Manoel dos Santos N. oliveira, Nicols Italia-
no, Narciso Francisco Vidal, Pereira di l.unhn,
Pedro M. Maury, Pedro O. de Siqueira, Pedro Fer-
reira Bfando, Paulino Rodrigues Fernandas Cha-
ves, Prxedes da Sirva Gusr.io (2), Seraphira E.
B. dos Anjos, Thom Lupes de Senna.
THEATRO
GYMMSIO DRAMTICO
(No Monteiro)
SOB A MRRCgAO DO ARTISTA
HE CilOVAMNI
Qiiuita-feira \1 de fevereiro.
C. RECITA Dl ASSIGNATRA
Estreia dos admtraveis acrbatas italianos
Cesar e Vicente.
Applaudidos enthiisiasticamente em quasi toda
a Furopa.
Depois de urna escolhida ouverlura, a eompr.-
nhia dramtica representar o execllente drama
em dous actos, ornado de msica, intitulado :
ARTHUR
DE8ESEIS ANNOS DEPOIS
O importante papel de Arihur, aspirante da rr;-
rinha real de Inglaterra-, sera desempenhado pela
Sra. D. Jesuioa.
No intervanb do lo e 2 acto os acobralas Ce-
sar e Vicente rxocutarao o exercicio de agitida-
de e forea, denominado:
A barra flxa.
lo-se pela Sra. D. Jesuina, a p
plaudda eans meta :
0 CAF CANTANTE.
Segundo-se pela Sra. D. Jesuina, a pedido,
nmiti applaudda eans meta :
Santu (km de Misericordia
do Recite
A IIIna. junta administrativa da santa..-isa de
misericordia do Recife precisa contraur com quem
por menor preco flzer a obra de que precisa o so-
brado n. 37, pertencente ao patrimonio dos eetabe-
leeimentos de caridade, sito a ra da Moeda. Essa
obra consiste na demolicafl de parte da frente an-
terior, de toda a frente posterior e de parte do o
tan pelo lado do nascente at o lugar em qe se
acha a parejo fendida. e recoaWraiBdo o predio
de um .-o andar e sot conforme as posturas nju-
racipaes oro vigor. O pavimen
tres pon idas com soleiras de pedra e portas de.
costadinho dn amarello para o lade da ra, e para
o '0 funner duas janellns e urna porta no centro
tambem com soleira de pedra, sendo a madeira
Finda a qual os acrbatas CesaVe Vicente ex*~
cularao o lindo exereicio, inli ulado :
A tranca americana.
Em sepida o Sr. Flaviano desempenhar a gra-
ciosa scena cmica :-
i matut > aparvtjlhado.
Terminar o espectculo cora
0 doble trapesio
Executado pelos artistas Cesar e Vicente. "
Os acrbatas cesar c Vieinte, fazem parte
companhia equestre do Sr. Marcos Casall, qne
se acha de passagem pe>ta capital. Para satisfe-
zereni a innmeros pedidos, prastam-se, cora o-
consentimento do seu digno director, a lomar par-
te neste espectculo exhibindo alguns de seusma-
ravilhoso tiabalhe-, certos de que o re?peitavet
publico Peruambueann, tao Ilustrado como o das
principaes cidade.* da Europa^ao deixar de
apreciar os seos difcuis e arriscados exerciokM.
0 resto de bilhetes de_ camarotes, cadiraa o
geraes achara-se oa estaco do Recife pelos pn
extabeleeiitos, havendo tr m depois do espectcu-
lo, eojo toca em lodos os ponte do estylo.
O divertimenlo principiar $ 5 born e i
qaartoe.
Ordem do espectculo.
Io.Primeiro acio di Arihur.
tTrabalhos aerobaticos.
3*7-Segundo acto de Arihur.
4aTrabalhos acrooaticos.
6*Caf cantante.
6Anana tuto aparvaBiado.
TTrabaJhos acrobticos.


J>irio de Pernambiico -~- Quinta eira 17 de jfeveteko de 1870.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
m
Savega^io es tetra pt>r vapor
.Mmanguape.
O vapor
Julio, icguir;i para o porto ae man)
_ (fia 28 do crtente as C horas da
urde. Kecebe carga, encommendas, passagei-
r s e dinbeiro a frete al as 3 horas da urde
do d a da saluda : escriptorio no Forte do Matos
i. 41
2L
Para a Porto
a barca Flor de S, Simo sal ir brevmeote, por-
que jS ton parte dotarg engajada : para e reste
e passagens, trata se coa os nsiguatarios Car
valho* Nogneira, na raa do Apollo n. 20.
Ilha de Faial
a
COMPANHIA PERNAMUUCANA
DE
Navegacito costeirapor vapor.
Porto de Galtinhas, Rio Formse e Taman-
dar.
O vapor Parahyba, seguir para os portos ci-
ma no dia 20 do corrate inda noito. Uecebt
carga, encommendas, passageiros edinheiro a fre-
te no escriptorio do forte do Maitoe n. 12. '
COMP.VNHIA PERNAMBUCANA
DE
\ave5acS0 costeira por vapor.
Macei escalas, Pendo eAracaj.
O vapor Polengt, commandante Mello, se-
guir para os portos cima no dia 15 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe carga at o dia 14.
'ftcommendas, passageiros e dmheiro a frete at
as 2 li iras da tarJ do da da sabida do escripto-
rio do Forte do Malina n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costeirapor vapor
Macei, era direitura e Penado.
0 vapor Gi/h, commandante Costa, segui-
1 para os portos cima no dia 22 do corrente,
is i horas da larde. Recebe carga at o dia 21.
nmondas, passageigeiros e diaheiro a frete
at s 2 horas da tarde do dia da sabida, no es-
v-riptdrio do Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA '
DE
Xavegafao costeira por vapor.
Parahjba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Gear, .Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipojuca, commandante
Miura, seguir para os pork*
_ cima no dia 2 de marco as 5 hura*
da tard. Recebe carga at o dia 1, encom
oiendas, e passageiros e diaheiro a frete at ai
2 horas da tarde do dia da sahida no escripto-
cu* d) Hurte do Mattos n. 12. ,
11IA BRASILEIf
Dti
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o da 27 de fevereiro o vapor
Ai irnos, commondante o primei-
ro-lenenle J C. Duarte, o qual
dtpois da demora do costume
r p ira os portos do sol.
Desde j recebeiu-se passageiros e engaja-se
carga que o vapor poder condnzir, a qua! deveri
ser embarcada 110 dia de suachegada. Enconimen
Ja- c dinheiro a frete at as 2 horas do dia da sua
sabida.
Ni-i se recebem como encommendas senao ob'
|er" i> de pequeo valor e que nao excedam a dua;
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos do medico
rudo quepassar destes limites dever ser embar
ca lo com j carga.
IY vine-se aos Srs. passageiros, que suaspas-
- so se recebem na agencia a ra da Cruz
n. 57 primelro andar, escriptorio de Anlenlo Luii
Na agencia nao se rticebem carias, os
iiilcrestados devern leva-las ao correo.
PAXIA BRAS1LEIR1
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o dia 21 do corrente o vapor
Cruzeiro do Su!, commandante J
P. Guedcs Alcoforado, o qual
'depois da demora do costume se-
gira paro os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
carga que o vangr poder condnzir, a qual deven
inbarcada no dia de suachegada. Encommen
das e dinadro a frete at as duas horas do dia d;
3 ua unida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
l'iclos de pequeo valore que 0.S0 excedam a 5
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
<;o.
Tudo que passar destes limites dever sei
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa.
M s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57
1 andar,'escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir;
Azevcdo A C.
Previne-S) ao3 iotereseados que na agencia
nao se recebem caria-.
Na agencia nao se r cebem cartas os interes-
adlos devem leva-las a > correo.
E' esperada neste3 poneos atas a barca portu-
gceza Amizait, tem aqu pouca demora ; e para ]
passagPiros, para os quaes te ti bellos eommodos.
trata-te com Joao do Reg Lima, ra do Apollo
numero 4.
Porto por Lisboa
Cora a maior fcrevidode vai sahir para os refe
r-idos portos a barca portugueza CUmdia, de pri
meira marcha e primeira elasse, por ter a maioi
parte da carga, prompta, e para o resto que ih<
falla e passageiros, trata-se com os consigna
tark Veras & Barbedo, ao caes da al tandera ve
I ha n. 1
te, 23 caixas nom mobilia, 4024 tboas e r^anelrdes
ic pinho. 40(6 portas de pinho, 400 caixas coro
iberebeotinjoifax e banlia. 40 c.iixas r*.m vecri-
pedes, io 1 conservas de lagutas e os-
tras, 10 ditas ijom rahides, 1 dita com ebjectos para
grapbia,84 ditas com ferragaas,14 ditas com
cobre, 7o barris com pregos, 144 caixas
sals parriliu e tnico oriental, 21 caixas com
'juinquilhari.ii, 20 barris rom carne salgada, e
porcao de objeclos nao qaalificados.
Para Maranho ePar
O brigue nacional Santo Amaro, capitao Caeta-
no Alves Us'as, pretende seguir com a maior bre-
vidade possivel para Maranho e Para, por ter
parte da carga promta, engaja-se a oue precisa
e recebe passageiros, a tratar eom os consgnala
nos Marques Barros & C, .no largo do Corpo
Santo 0. G, 2o andar.
Para o Porto.
Pretende seguir 0 mais Dreve possivel para o
Porto a barca porlu ueza S. tlanoel II, capilao
Jos Antonio dos Santos, recebe carga a frete e
passageiro, a tratar eom Marques, Barros & C,.
na praca do Corpo Santo n. 6, 2o andar ou com
o capitao a bordo.
LEILAO
Mauricio h dos Santos Ribeiro eslabelecido
com casa depeohores praya da Indeqendoncia
n. 33, far leilo por nlervencao do agente Mar-
tina, no dia 24 do corrente, de todos os objectos de
ouro dados eni peuhor constantes das cautelas
ns. 11, 18/27, 33, 34, 38,39, 43. 54, .S9, 61,66.
67, 7 B, 9 B, 10 li 12 B, 20 22 a, 23 B, 26 B,
46 B, 47 B. W B, -M f, 61 B, 74 B, 7o B, 78 B. 80 B, 90 B, 93 B, 94 B, 99 B,
103 B, 109 B, 113 I), S B, 116 B, 124 B, 133 B.
137 B, 439 B, 143 0,146 li. vencidas e nao pa-
i-'H- pollorido sius doBos rescatar os objectos ou
pagar os juros que esto devando qoe Ibes per-
tencerem at o aeto doleil) e a vista da cau-
tela.
0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
DE. CHAS. DE GRATH.
OLEO ELCTRICO
AVISOS DIVERSOS.
Para'
Pretende seguir cm poneos das pare o indicado
porto a barca portuguea Despique H, por ter a
maior parle de seu carregamento prompto, e para
o restoqne Ihe falla, quo recebe a retei moito ba-
rato : trata-se com o consignatario Joquim Jos
Gonyalvcs Beltrao, rua do Commercio n. 17.
Para o Porto
a barca portngueza Novo Silencio seguir core
a brevidade possivel; para carga e passageiros.
trata-se com os consignatarios Oliveira Filhos 6
C, no largo do Corpo Santo n. 19, ou com o ca
pilo na praca do commercio.
Rio de/aneiro
Sabe para- o referido porto em pjucos dias (
patacho Guilhermina per ter quasi t"do o seu car-
regamento engajado, podendo ainda receber t
pouco que Ihe falla e miudesas, assim como es
cravos a fete : a tratar com o consignatario Jo-
quim Jos Golyalves Beliro ra do Comniereic
n. 17.
Aracaty
Segne com a possivel brevidade o palbabote So-
bralense, capilao Pereira, ainda recebe alguma
carga a frete : a Iralar com S Leito Irmos
ra da Madre de Dos n. 1.
Harauho.
A cs;una Georgiana seguo para o Maranho
nestes oito dias, tem a maior parte do carrega-
menlo prompto : qtiem quizer engajar carga a
frele, trata-se desde j com os consignatarios Tas-
so Irmaos cV C.
10 abaixo assignado avisa ao publico que se
acha antorisadi) polo Exm. Sr. conselheiro inspec-
tor da thesourana da lazenda geral, para vender
em seu estaMecimento rna do Crespo n. 23,
eslampilhas para sello pelos mesmos precos ren-
didos Ba recebedopia geral; pelo que o publico
sempre encontrar a quantidade que quizer de
lodosos precos ; podendo a pessoa residente fra
da cidade dirigir-so ao abaixo assignado, fazendo
03 seus nedidos, que sero promp/amente satis-
feitos.
_______________Manoel Mariins Fiuza.
Associa cente.
Os senhores socio da Assoriacao -Commercial
Beneficente equo saiconsenh re do edificio, pelo
prestnte sao convidados a receberem do Sr. the-
soureiro Willian Olio (Je 1 al 3 horas da Urde
e munidos com os respectivos documento?) o divi-
dendo de 5 01" sobre a importancia das partes que
tiverem no inesmo edificio.
Assodacao Cnminercial Bencficente 13 de fe-
vereiro do 1870.
Daniel Ramos,
Secroiaro.
LEILOES.
rara Lisboa.
O brigue portuguez Orarense, capitao A. B. Car-
reiro, recebe carga e passageiros : trata-se com
asignatarios E. R. Rabello & C, ra do Com-
mercio n. 48.
Para o P rto
Saldr at 23 d 1 corrente a barca- portngueza
iJ'iudina, de 1" marcha, ainda recebe alguma car-
ga e passageiros, para os quaes tem excellentes
i-ommodos : a tratar eom Cunha Irmos & C,
roa da Madre de Dos n. 34, ou com o capitao a
1 >rdo.
Para o Porto.
Vai sahir com brevidade a barca Portugueza
Amelia, de primeira marcha, por j ter grande
l>arte da carga engajada : para o restante c pas-
sageiros tratase com Balthar Oliveira & C, ra
do Vigario n. 1.
Porto.
Vai sahir breve a barca Laura para carga t
passageiros, trata-se com os consignatarios Carva
Ihe A Nogueira, na ra de Apollo n. 20._______
"PARA LISBOA
a barca portugueza Gratidao dever seguir com
a menor demora possivA; para carga e passagei
"Tos, trata-se com os consfgnatarosvQliveira Filhos
& C, no largo do Corpo Santo n. 19, ou com o
capitao na praca do commercio.
LEILAO
De predios e terrenos
Lina casa terrea n. II sita na Bajxa Verde Capun-
ga com 1 pona e 1 janolla de frente, 2 salas, 2
quartos, cosinha fra, quinfal murado, s lo
proprio.
Urna dita dita n. 13 contigua a ca*a cima com 2
salas, 1 quarlo, cosinha fura, quintal murado,
solo proprio.
l'm terreno proprio no ivosmo lugar sendo parte
slagado com 56 -1(2 de frente e232 1(2 de fun-
do a contar dooitau da casa n. 11.
Um dito no mesmo lugar, todo aterrado com 56
1|3 palmo de frente e 83 de fundo a contar
do aliBhamento da estrada at chegar ao oito
da casa n. 13.
Urna quarta parle da caca terrea n 6 sita na ra
da Esperanza no Iug3r do Carainho Novo, en
solo proprio'.
O agente Mariins far leilo por mandado do
Illm. Sr Dr. juiz de orphaos dos predi s e ter-
r nos cima para pagamento dos credoras do ca-
sal do finado Izidoro dos Anjos da Porciuncula.
.110 JE
No armazn da ra do Imperador n. 16, as 11
horas do dia.
" LEILAO
De 80 qneljos le Minas e 9 di-
tos grandes Suissos,
HOJI.
O ageule Pestaa far leilo por conta e risco
de quem pertencer de 80 queijos de Minas e 2 di-
tos suissos em lotes a vontade : qninta-feira 17 do
corrente as 11 horas da manha no largo da al-
fandega,
Da armacao e utencilios da reltnacao da ra Im-
perial n. 201, constando de taixas, pipas para
caldo, banca, moinho, bataneas e pesos e mais
pertences para o fabrico do assncar cuja refina-
cao se acha bem colloeada tanto, para as com-
pras dos assucares na porta com i para as ven-
das do mesmo.
Sexta-feira 18 do corrente.
O agente Mariins competentemente autorisado
far leilo da refinacao cima as 11 horas do su-
pradilo dia.
NO
RIO Cirande do Norte
DOS
Saltados da barca ingleza Gal-
bava.
No dia 21 de fevereiro corrente iro praca na
cidade do Natal, prevneia do Rio Grande do or-
Conipaahla l*eraanibneana.
Declara so pelo presente, de ordem doconselho
de direceao, qoe havendo se deseneaminhado do
poder do Sr. Jos Antonio da Brito Bastos, na' qua-
lidade de cesseuario do Sr. Luciano Perreira Lo
pes, a accacQdesta companhia n. 448, da data desle
a 30 dias llic ser entregue urna outra aeeao com
igual numero, ficando aquella sem vigor.
Escriplirio di Companhia Pernambucana 16 de
fevereiro de 1870.
O gerente,
F F. Borjes. >
Preelfa-se do urna ama para o servico inter-
no de urna casa de pouca familia : a tratar na ra
da Madre do Dms n. 6, armazem.
Precisa-so de urna criada hvre ou eserava,
para o servico interno de nma casa de familia, de
vendo saber lavar e engommar: na ra da Con
quista (soledadr) v.. 6.
Preci-a-S de ollicial
etreila do Rosario n. 2o.
de funeiro : na ua
Attencao
Urna pessoa com as pmci.-as habilitacoes e qiift
tem alguns is:iavos, propee-se a tomar conta di'
qualqucr enpeuho por administracao on sociedadc:
quem precisar annuncie por esle Diario.
Pip igaio fugdio.
Ilontem, as 7 horas da manhaa, fugio da photo-
graphia allema um papagaio, roon para a banda
da quartel de^polieia cu seus contornos, levava em
um p urna corrente, e neslo mesmo tinha um
dedo corlado : 1 pessoa que del le der noticia ser
generosamente firaiificado cm sua entrega.
Antonio do llego Uedeiros eom estabeleci-
mento de molhados, sita a estrada nova de Santo
assiifaradas de Brislol.
CONNO TEM NKM CALOMELANOS NEM NENHUM
OlTnO MINKnAL.
A grande necessidade e falla de um ca-
Utartico ou de na medicina purgativa, ha
muito que tem sWo sentida, tanto peto po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, cm podermos com
toda a confiancaeseguridade, recommendar
as pilttlas vegetaes assncaradas de Bristol,
como urna eiceltente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciacs, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel catliartico de
familia. Este remedio n3o composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
romposicao dessas pululas, que por ah se
vendem, mas sim, S3o preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaos, hervaae plantas, depois de se
Iiaver chimicamente e.xtrahido e separado,
qs^prinripios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro talor medicmal,
daquellas poj-fSes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
e. Entre esses agentes tetivo ou ingre-
dientes especficos, podemos nomcar a po-
dophgtn, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
"jaravilhoso possivel sobre as regies do
fajado, assim como sobre todas aa secre-
coes biliosas. Isto de combinarn com o
leptandrn, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem o formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fura apresentado ao
publico. As plalas vegetis assncaradas
de Brislol, achar-se-lio sompre um reme-
dio prompto, seguro c eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguint.es.
Ilydropesia dos mem-
bros ou do corpo.
Affcccoes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau balito, e irregu-
laridades do sexo
femenino.
Dores de cabeca.
KINGOF PAIN
0 RE da dor

paha t so ivtehko e i v p i:ii^o.
Cura cholera e cholera morbus.
Diarrliea, fluxo do sangue, em um dia.: Dor as costas e nos lados, em dez m-
Dores de cabera, e dores do oavido em notos.
Tosies perigosas e rtfrados emvum da.
tres minutos.
Dor de denles, em um minuto.
Neuvralgia, em cioco.mintitos.
DeslocacSes, em vinte minutos.
Gargantas indiadas, em dez minutos.
Clica e colvulses, em cinco minutos.
Rheumavsmo, em um dia.
Febre e febre intermitente, em otn dia.
Dyspepsia, ou indi-
gestao,
Adslringencia, ou..
prisao do vontre
habiUial.
Vzia do estomago e
flalulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Em todas as molestias que derivam i
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse mellior de todo?
os purilicadores deve ser tomado conjun
lamento com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem do Iiaimonia urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
alfiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radical, isto
estj bem visto, quando jo doente nao se
ache n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
Attenpao
O capilao E. J. Paes Barre;-!,, veaha ou mande
TVowran. 68, ddar ao ooVpTd^cooimercio, q^ \rua d,) Aleci'i,ra "' 'll ne,-l) "S.i?' c.n,re8a'" a
. _. 'ili'iiv,* .\cciniii(l-j n nicnfi*. .1 .'islilla .mnn-.B
lendo de hcr urna viageni Europa, adniettio
coma socio de sua casa seu primo o Sr. Luiz Ca-
bra! de Medeiros, gyrando de hoje cm diante sob
a razao social de Hego & Cabral. Recife lo de
fevere ro-do 1870,
Antonio do Hego Medeirus, com eslabeleci-
abarxo assignada a quantia do 60^000. importan
cia do sold de seu pai o major J. H. Leal Ferrei
ra, pertencente ao mez de dezembro do anao pr-
ximo passalo que recebera como procurador, en-
lo, a o d8 Janeiro corrente, visto nao responder
as cartas, que se Ihe inderessado, e nem to
pouco attender aos annuncios feitos por este jornal;
ment (le molhadoi na estrada nova de Santo Ama-.i 0 es-ou disposla a proceder judicialiente visto ter
ro n. 6G, declan pelo prsenlo que julga nada de- j .locnmontos comprobatorios.
Plueresia, em um dia.
Sordez e asthma.
Hemon hoidas e bronchiles,
ImflamaQio nos rins.
Dyspepsia, eryipelas.
Molestia do figado.
Palpitaco de coraclo.
Reserve senpre esle remedio na sua familia
AS DOENGAS SE APRESENTAM QUANDO MENOS SE ESPERAM.
OLEO ELCTRICO O tKing of"Pain (O Ra da dor) adieta e positivamente dis-
sipa mais de differentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos e prodnz u
mais perfeito equilibrio no systema bumano, o que nao se pode ellt-ituar 00 mesmo tent-
po, com qpalquer oulro remedio medicina*.
Este muito popular remedio est' agora usando-se gerabnenle, pela razo qoo
milhares de pessoas se tem curado gratis com'o dito remedio pelo Dr. Gralh e ontro
mais.
Este importante remedio nio se offerece para curar todas as doen^as, porm
to soraente para aquellas estipuladas as nossas direccoes.
Est operando nos principios da cbiraica e da etetrieidade e por isso, est
applicavel para o curamento e para a restauracao da acc3o natural dos orgos qoe so-
ffrem da irregular circulado dos fluxos dos principaes ervo. Oleo elctrico O K.io
of Pain opera directamente nos absoryentes, fazendo desaparecer as inohacoes das
glndulas etc. em um tempo incrivel, breve sem perigo do seo nso debaixo de qualquer
circumstancia.
O remedio urna medecina para o uso externo e interno, composto dos ele-
mentos curativos, raizes, hervas e cascas, taes como se tem usado dos nossos antepas-
sados, o das quaes tem grandes existencias no mando, paru curar todas as molestias^
somenle sabendo-se quaes tilas sao.
Foi um grande e especial desejo da faculdade de medicina durante muitos an-
nos de experiencia para aprender os melhores modos que se deviam ado >tar para curar
as Siguiles doencas, eque propor?oes de medicina se devia usar.
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCfJ
NA PHARMACIA E DROGARA DE
Bartholomeu & C.
34Ra Larga do Rosario34
Joaquim Jos Gon-
; calves Beltrao
RA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAB
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
x> do Minbo, em Braga, e sobre os soguin
es logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenfa.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Visco.
Villa do Conde-
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de]Famalico.
Lamego.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Val!>assos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Ama
Precisase de urna boa coriaheira, forra ou cap
tiva, paga-se bem : na ra dos Pires, sobrado nu-
mero 27.
As audiencias do juiznj de orpliaos desta cidade
acham-se transferidas para os dias de segundas o
quintas-feirasao meio dia.
0 CIRl't) DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scienliflear aorespeita-
vei publico em geral, e aos seus clientes
em particular que elle mmlou o s?u gabi*
netede consultas da ra Dircita n. 12 para
a do Queimado n. 31 ptimeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro 11, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profisso, todos os dia uteis das 9 horas
da manb'aa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos cuentes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idassero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeic5o e
seus trabalhos, o que j bem conhecido.
assim como as commodidades dos preces.
ver nesli pneae nem fra della ; c se alguem se
julgar credor, iiaeira apresentar sua conta para
ser pafO immediatnmi'iiii1.
Attencao.
Aluga-se ou vente-se urna casa eom bastanli
commodos ua cidade nova de Santo Amaro: ta
lar com Joaquim de Soma Revea: ra das Cru-
zcs n. 3G.
de
can'o, piano, desenlio e Iin
gua italiana,
G. mari.nanrbli, professor com diploma da con-
gregacao^de Santa Cecilia de Ruma, conlina *
dar lines como j fizera ba mais de 20 annos om
cinco collegios de ambos os sexos e em varia
casas particulares.
A generosa hospitalidad que elle ha recebido
de todos, e a amizade que sempre Ihe consagraran
as pessoas mais estimaveis desta cidade faz-lhe
esperar que desta vez tambem Ihe nao faltar tra-
balho. no qual pora em aceao todas as suas foreat
para continuar a mostrarse digno da proteceo
cooi que sempre foi honrado.
Ginlia Marinancf.li Beltrauim. discipula pre-
miada do conservatoria de Milao, decidindo se a
deixara carreira theatral e fixar sua residencia
em Pernambuco, ondo sempre recebeu tantas pro-
vas de estima a sympathia, pelas quaes conservar
eterna gratidac, deseja empregar o seu tempo em
dar lines de msica, piano e canto, tanto de aper-
feic.namento como de principios.
As pessoas que se quizerem ulilisar do prestimo
Jos sobreditos coniuges, podero dirigir-so ra
do Seve (tilia dos Ralos) propriedade dcjsr. Tibur-
do, perto do3 roqueiros.
Reeife, 16 de fevereiro/ de 1S70.
Antonia" Leal Ferreira.
l'erdeu se urna pulceira de coral verdadeiro
engrasado An ouro, representando cada coral una
cariaba, na ra da luiperatriz. da loj.-i do prompto
alivio al a rulinacao de assucar: gratificase bem
a quem a liver adiado e a quetra entregar na
mesma rut no 2 andar Precisa se de um feitur portuguez, que en-
lenda dejardim e horlas : tratar na ra Direita
n. 18._______________.___________________
Nao desejamos contetafao em jornaes ; mas
furca 6 responder a concinsao do anouncio pu-
blicado no Diario de hoje pelos Sis. Corga & Ir-
maos, que ainda prelendem obrigar ao Sr. Ma-
noel Duarte R jdrigues Pinto, quando cortamente
nada disto Duarte Pintotratou a respeito da tal com-
pra ; talvez o equivoca venha da confuodirem os
Srs. Corga 4 lrmaes, Pinto com o Sr. Gomes. En-
trelanM, esperaremos o ulterior procedimento dos
honrados Srs. Corga & Irmos para procederm ^ide accordo com os direilos do novo conslituinte.
Recife, IC de fevereiro de 1870.
Dr. Antonio Borges da Fonseca.
Jerunymo Franciico Ferreira leudo de se
retirar para fra desta provincia, deixa durante
sua ausencia como seus procuradores nesta cida-
de, em 1 lugar ao Sr. Jos Carduso da Silva Pin-
to, e em 2o o Sr. Jos Antonio de Souza Basto ;
suppoe nada dever, tanto nesla praca como fra
della, mas se alguem se julgar stu credor apresen-
te sua conta no praso de tres dias para ser paga,
na travessa do Calabouco n. 21. Recife 16 de fe
vereiro de-1870.
Ama de leite.
Aluga-se urna, sendo escrava, sem Cilio e com
maito leite : a tratar na ra das Cruzes n. 20.
Precisa sede um cozinluiro que sejasoltei-
ro : a tratar no largo da Ribefra n. 9.
Bartholomeu & C,
IMPERIAL
INSTITUTO
i i do m
O bacharel Antonio Columbano Seraphico dV
Assis Carvalho hoje o proprietario e director
desse instituto. Pretendendo dedicar-se exclusi
vamente, e com todo zelo e solicitnde aos trabalbo^
proprios dessa profissao, espera que os pae dos
actuaes collegiaes o honrarao eom sua conBaca,
e bem assim que acolhero o seu estaboleeimeoto
aquellos que precisarem de eollegio para educaba*',
de seus filhos ou protegidos, certos de qne o ac-
tual director se esforcar nao s para manter o
bom nome e crdito, que desde muitos annos goz~
e referido Instituto, como tambem para imprimir-
Ido novos melhoramentos.
No dia 7 de Janeiro do anno vindouro ter lu-
gar a abertura de todas as aulas de instruccae
primaria e secundaria.
Vinho, Pilulas, Xauope e Tintura
pe juruqeba simples e feriiuqin'oso;
Uceo, Pomadae Emplastro da mesma
planta preparados por
BARTHOLOMEO & C*
Pharmaceuticos-Droouistab
PERW4MBI ? O
A Jurnbebt : esta planta hoje reconheeid
coma u m.iis pederoso Inaico, como o mellior
.'-iriieiite.e cuino tal applicnla uos pailcciuicnloi
do liga-lo e baco, hepatiles, dnresas, tumores inter-
nos e especialmente do nlcrn, hidropesas, erjsi-
pellos, ele; e assoeiada ao ferro otil as pallidu
curcs.chluroses e Talla de menslruaco, desarran-
jos do estomago, ele., e o qne disemos attestio
innOmeraa curas importantes oblidas oom nosso
preparados j bem eonliecidos e asados pelos aiaii
distinctos mdicos do paiz Portugal. Em todos o
nossos depsitos distribuimos gratis folhetos qns
neihor fasem eoDbecer a Jurubaba seos resaludoi
* epplicaco. t
Paris, 36,RnnTlvlenn, B
CHABLflEDCCN
i... S'AJVG
BAgr.PrFF.ilMIDAA.S 1.1 '.S-sEXUAES, ASi
r.UTAWEAS, E ALTEItA-COES DO SAMVaV
: 099 curas duimptfMt
:'.'::.ai, kerpu, MrW
> -air-oei.acrtmoMajal-
i-fO, viciosa* do a*av
cirui, $ allrrajtt
lang-ie. IXuropo vegetal sem mercurio).**>
raktlvan it-m-tam U-.VJll lirmilBI
toina.o-.v- ilous por semant segnindo* IrieUaMBK'
Deirttr&livri: eni^regado qm aesraaa molostiai.
Ksta Xaropa Citrtct* \
farro d* CHABLK. en
immediaumtnMqialfN(.
\inrnacao, raloicafatk
acliltadt, ifuP
Knte os fluxos e (lores bramas das molhn*.-a.
ZiU injeefio benipa mprsga-M con a Xa ropo oV
Curado de Ferro. -
Raanorreldao, Pecada es* aa enra Itm $h
POMADA ArvJTIHERPETICA
Costra i na* affsefots svAanta Kmimm-
PILULAS VEGETAES DEPURATIVA*
lo Chatio, ait fraaoo vai acaaaa* oV
tsa fallan
PLUS DE,
o@h
esquina
MBK
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,
,___i^^ j^e vende por precos que nenhuma outra casa pode vender.
da ra larga de .* ^'Z.JiAkAk A Af% fMMMiA Aqo :Aamiiio m n,
Rosario.
vista da qualidade e do pre esquina
da-ra larga
Garante-se ser tudo de le.
vados.
Compra-se ouro, prata e pedras finas por presos muito ele- Bosario.
A loja est aberta at s 9 horas da noute.


Vha.no de Pernambtro Qoiitta fera 17 de Fevereiro de 1870
A ESMERALDA
LIMA ISE JOIAS
DI
MOBEBA PAUTE & C.
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado le novo, est as condi-
?oes de servir vantajosamente os sens fre-
fuezes, visto que acha-se prvido com um
plendido sortimento de obras de onro e
fjrata de lei, assim como brilhantes e ou-
iras pedras preciosas, mjos precos sao os
ais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
*e em troca ou compram-se com pequeo
\5 RA 110 CABUliA N. 5
(INSTANTNEOS "
TravcHsa doCorpo Santo n. 2,'
ARMAZEM
Ba Nova n. 38, leja.
Bandeira, Machado & C avisam ao respeitavel
publico quo non logaros cima encontrar no mes-
mo senpre grande qanntidade de ditos pocos, e
que se achara habilitados para vender que outro qualquer, por isso que os recebera di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vanlagens que offerecem os pocos instant-
neos sao : primeiro, poderem ser collocados den-
tro de casa ou Tora, coro o tratolho de nraa a duas
horas; segundo, fornecercm'fc mesmes agua pa-
ra e abundante, podendo serem removidos de um
para outro lugar, quando assm convier.
Os annunciantes s reeelwrao a importancia dos
referidos pocos depois de collocados, sastazendo
expectativa do comprador.
Nao ioais cabellos branco's.
A tintura japoneza para tingla os cabellos
da cabeca e da barba, fei a nica admiltida
Exposifo Universal, por ter sido reco-
nbecida superior todas as preparaces at
boje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 1 000 cada frasco na
Ra da Cada n. 51,
1. andar.
ATTENCAO
Tendo cr abaixo assignado remetlido no da Quin-
ta- feira 27 do cor"rente, para a cidade de Naza-
reth. onde reside, diversos fardos de fazendas ero
uro carro, acontecen desaparecer em caminho nm
dos fardos, o qual continha as seguintes lazendas:
urna peca de casemira preta, 13 mantas de tapete
pa ra cavallo, 3 pecas de cambraia de cores, 12
chales de mirin Usos, 6 ditos pretos estampados,
e outfas muitas fazendas.
0 abaixo assignado pede as autoridades poli-
ciaes que so dignem tomar em consideracao o seu
anuuncio afim do apprehender-se ditas fazendas
on descobrir quem as furtou; assim como offere-
ce ama gralicaco a quem levar noticias exac-
tas dessas fazendas noRecife na loja dos Srs. Per-
digo Oliveira & >'.. ra da Cadeia n. 33, on na
cidade de Nazaretb em casa do annuciante.
Nazareth, 29 de Janeiro de 1870.
Antonio Aureliano Lopes Coutinho Jnior.
Na travessa da
das Ciros n, 2,
meiro andar, da-se
nhelro sobre penhores
de curo, prata e brilhan-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na mesnia casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
ATTENQO
As senhoras i|ue tiverem aiguma menina ou
cria, querendo mandar ensinar a toda qualidade
de costura e bordado*, marca e toda qnalidade de
llores, por barato preco de 3*000 por mez, vindo
ellas lmocadas e ir jantar em suas casas : na ra
estreita do Rosario n. 35, 1 andar.
GUSTAYE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51-----Ra da Cadeia do Recife51
Chama a attencao dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel ptiblico e
geral, para a seg-iinte tabella dos precos de sna casa, os quaes So vate por ceou
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cadeias para relogio a
, n, u, h, m e.
W, U,
Gabelloiras para senboras a to,
300, 350 e......405000
Ditas para hornera a 35, 405 e 505000
Coques a I 5, 155, 185, 205,
, 255, 305 e ...... 505000
Crescentes a 125,155,185, 205,
255, 305 e.....325000 Corle ue cabello com lavagem
Cachos ou crespos a 35, 45, 55, _. champoa.
Corte de cabello,
Corte de cabello com friccSo.
11Ra do Queimado.....11
AUGUSTO Pf)RTO. tendo recebido directamente da Europa riquissiu.os cor-
es de vestidos ri* blond para, nuivas os expbe v nda pelos mais amlicos presos. No
esmo estabe ecim mo ha constantemente completo sortimento de faz tndas Qnas como
ejam :
Cortes de setim d cores e. ditos de seda dos mais i legantes gostos.
Colchas de sea de cor--, ditas de damasco e la, ditas de crochs e de
*ustio bronco para camas todas muito Im las
Cortinados bordados para c mas e janellas de muitas qualidades e precos.
Vestid bramos hordados, wnbraias bordadas, ls, tarlatanas e cambraias
lisas e transparentes de muitas qnalades.
Gorgu 5o prrto para vestidos, grosdennples de todas as qualidades, merinos
pretos. alpacas, borabaainas, pretas. panno-; pretos e zoes, cascrairas prctas e decores
grande variedade de ludas as f zonda tanto para a praca como paia o mallo.
l'ionhas de cambraia de linht bordadas, e toa I has de cambraia de linho borda
scom muito gosto.
AlgodSo liso e trangado, azule de listras, madapolao, chitas e todas es fazen-
das para fabricas de i-ngenno as quaes vendrm a diiibi-irp, pe os presos das casas in-
tflezas, Es i el' ehtabelecimento fea st-mpre ornis esplendido sortiment > de
Esleirs da India p ra forrar sala qiii' se Vende mais barato
do que em outra qualquer parle.
55Ra da Imperatriz55
F. Gaulier, propietario deste importante e.stabelecimento tem a honra
de participar ao respeitavel publico que acaba de chegar da Europa para on-
de tinha ido especialmente para contratar peritos officiaes. e que conseguio
contrala-lo-, na pnmeira rasa de Paris, por isto julga que todos ticarao satis-
Jeitos dos trabalhos do seu estabelecimento cojo excellente material ainda
foi augmentado com novas machinas que ja recebeu e tambem muitas drogas
novas com as quaes se obtem estas maravilhosas cores modernas to apreci-
das em Franca e em todo o mundo,
Tinge, lava, limpa, lustra, achamalola com a maior perfeico fazendas
em pecas o em obras de todas as qualidades como sejam: seda, la, algodao,
nhas, chapeos de feltro e depalha etc., etc.
Tira nodoas e limpa secco sem molhar os tecidos, conservando assim
todo o brilho da fazenda.
Impressoes sobre tecidos
com este novo systema, os vestidos de seda e outras fazendas que al agora s
podiam tiagir-se"de cores lisas, podem receber um bonito desenlio de cor
diversa, a escolha, o que realca a fazenda e Ihe d mais merecimento.
Tintura preta, terqas e sextas-feiras
As pessoas das provincias limitropbes que quierem utilisar se do seu
estabelecimento poderao mandar o que tiverem, na certeza de srem to bem
servidas como no Rio de Janeiro ou na Europa, e com mais prestesa por
causa da distancia.
Advocada."
O advogado Ayrts Gama contina ter
seu cscriptorio na ra larga do Rosario
n. "
H MKSKHH H
Os Srs. Meuron A C, fabricantes de rap, na
ra do Mondepo n 107, precisam de algumas mu
Hieres para trali,.lhar na sua fabrica : a quem
convier pode dirigirse mesma fabrica para
trotar.______________________________ ,
Precisa-se de urna ama para pouca
familia : na ra dos Copiares ou antiga-
menlH Lobato n. I, primeiro andar.
B0L11K0.
Offerece-s um rapaz ltimamente chegado, com
is precisas habilitarse, para casa particular : a
ratar na ra do Cainarao n. 13.
0 barliarel Jnao 3o?.f|uim Foneca do
Albuqucrque tem nberto o sea escripto-
rio de advocara em cisa de >ua residen
cia ra d.s Crues n. 30, .-egundo an-
dar, onde podar s^r encontrado das 10
huras da inanhaa as i da tarde ; e bem
a?sim enearrega-se de defender reos na i
s no jury d3 capital como fra d.-lla.
Orna vez que haja comiaodaj Cacti con-
dueco.
Pri'Cia-se de doas amas, na ra do Vigariu
n. 26 primeiro andar; sendo una para cu>nhar.
e outr.s para tratar de menin is em casa de peque-
a familia.
Precisase de urna anii para o servico di^
una crianoa :_ no pateo ili> ('.armo n. 5, 2* andar.
. Precisa-se de um menino para caixeiro de
padaria. sendo de 12 a 11 annos de idade, em
platica ou sem ella : ra das Cinco Puntas uu
mero 38.________________________________
Muga-se o andar do sobrada n. 10 da ra
do Aragao, bstanle fres -o e coni excellente com-
modo e piulado de novo : tratar na loja de cha
rulos que lica por taixn do mesuio sobrado.
105000 ^orle ^e cabellocqm limpez da
cabeca pela machina electri-
1($000 ca> un'cl em Pernambuco. .
Frisado ingleza ou franceza.
305000 Barba.........
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de ponteados para casamento
Bailes e solres
65, 75, 85, 95 e. .
Tranca de 'cabello para annel a
500 e.......
Tranca para braceletes a 405,
155, 205, 25 e .... .
155001
501
501
15001
15001
501
25f
AO ARMAZEM
DO
Hila lova u 3.
acaba do ebegar pelos ltimos vapores novas re-
messas dos seguintes :
Calcado francez
Para senhoras.Botinas brancas, pretas, e de ou-
tras muitas difiranles cores i ultima
moda.
Para meninas.Bol'as das mesmas cores e qua-
lidades cima.
Para homens.Botinas de cordavao, bezerro, ver-
niz, pellica, o melhor sortimento que se
pode desejar.
Para meninos.Botinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para homens.Botas rucianas, meias-bolas e per-
neiras.
Para homens, senhoras e meninos.Sapatos de
tapete, aveludados, charlte, casemira
preta, tranca de Lisboa etc. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
muitas qualidades.
. Quinquilharias
Finos artigos de Paris, de gosto e phantazia,
como sejam, leques espelhos, luvas de Jouvin,
caixinhas de costura com msicas joias de ouru
bom de lei, ditas de plaqu, cofres de seda e bol-
cinlias para braco, estojos para viagens, bengalas,
chicolinhos de baleia, oculos, lunetas, correntes de
relogios, c perfumaras de Condray e de Piver.
Brmquedos para criancas
Carrinhos de 3 de 4 rodas para passeios, eos-
moramas c realejos de diversos tamanbos, e um
cen numero de brinquedos francezes e allemaes
para entreter menin js.
Para evitar a massante leitura de tanto} artigos
exjostos venda neste estabelecimento, o dono
pede ao publico em geral que se digno entrar de
passeio adra de verifica rem nao s a grande va-
ridade como os precos baratsimos por serem
todos chegados de conta propria.
1
0 dono do estabelecimento previne s
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um
sal3o para tintura dos cabellos e barba, as-
sim como um empregado smento oceupa-
servico.
do nesse
Recommenda-se a superior TINTURA JA
PONEZA para enegrecer os cabellos e bsi
ba, nica admittida na Expsito UniversaJ
como n5o prejudicial sade, por ser^c
latil, analysada e approvada pelas acadt
mias de sciencias de PARS E LONDRES i
TEZOURA DE OURO
A' ra do Qn^imado n. 6. pfiin-irn andar
8 pessoas para oservico e o maior acceio nos trabalhos de barbeamento.
O sal5o estar anerto, nos dias uteis das 6 horas da manh3a s 9 da nou-
e nos dias santificados das 7 a 1 hora da tardp.
DE RAME
DE CERA
DE SEDA
MASS\

Pessoa
DEfXARAf;AO.
competentemente
habilitada,
Precisa se de serventes na fundicao do Bow-
man : ra do Brum n. 5 i, passando o cbafariz.
Erop5e-se a leccioaar primeiras letras,
I

ngoa nacional o alguns preparatorios
nesta capital ou nos suburbios, que to-
nham transporte pelas vias-ferreas, me-
diante razoavel honorario : a tratar no
pateo do Paraizo n. 16, na (ravessa da
ra Bella n. 10, e na ra das Cruzes
37, loja.
Precisa-se de urna ama para o servico do-
mestico : na ra estreita do Rosario n. 45, primei-
ro andar.
Criado.
Precisa se de um criado de boa conducta
ra de Santa Hita n. 89.
na
Casa de commisso de escravos.
Na antig'a rasa de commisso de escravos, do
abaixo assigsudo, ra do Imperador n. 45, conti-
na-fe a r eeber escravos por commisso, lantc
io mao como da praca para serem vendidos,
ganale-se o bom tratamento e prompta venda.
pan o que se emprega todos os esforcos afim de
tofazer em tildo s pessoas que o quizerom hon-
rar eom sua coaflaoca. Neata casa ha sempre
para vender esera-vo* de ambos os sexos, velaos
moqu, assim como ba t da seguranca para o fer
Antonio Jos V. de Souza.
Bichas hamburguezas
Reste novo deposito recebe-se por toaos paque-
tes translanti-. .- bixai de qualidade superior, ven-
ae-Mem caixa on porclo mais peqaeua mais
barato de que qualquer outra parte ; na rn da
Cadeia do Ileciw n. 51, 1" andar.
Ama.
Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em Pernambuco.
Em curaprimento do que dispfie os estatutos
que regem esta associacao, cabe-me o de ver de
convidar, rogando a todos os senhores socios do
Hospital Pcrtugnez de Beneficencia em Pernam
buco para se raunirem domingo, 20 do crreme
mez de fevereiro, as 10 hora* da inanha, na casa
das respectivas sessoes e sitio do referido Hospital
denominado Cajueiro, aflm de constituida a assem
bla geral, proeeder-se de confownidade com os
arts. 29, 30 e S 17 do art. 39 do? indicados estatu-
tos, a posse da nova junta administrativa, que
tem de fuoecioaar no presente anno de 1870.
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em Pernatnbuco 15 de fevereiro de 1870.
Francisco joio de Barros,
Provedor.
ATTEMAO
Contina a estar lugido o escravo preto de no-
me Jos, idaue iOannus, estatura regular, e6rpo
a proporco, pouca barba, alguns cabellos /rau-
cos na cabera, tem unto a bucea o no pescoco d<4
lado direito signal Je um arranho cuja cor e
mais clara que a ia pello em consecuencia do t sarado h pouco, levoa chapeo cinzento de fe 11 n >,
camisa de chita rxa e ou.ra branca e duas cal-
Cas pardas, foi escravo o Sr. Manoel Pereir3
Vianna morador no Grvala : quem o capiurar
leve-o ma do Apollo i i, que ser generosa-
mente recompensado _________________
O Sr. trascsco perera
DE ARRLDA CMARA, (sellhor de
engenho) tenha a bondade de
dirijr-se ra do Crespo n
17, a negocio,
Em grinde quantidade a precos baratissimos,
e ainda com abaiimentus de duzia para cima : no
armazem do vapjr francez, ra Nova n. 7.
Praca do Corpo Santi u. 17 primeiro
andar cscriptorio de Juaqulm Rodrigues
R Tavarcs de Mello, tem para vender :
|S Fumo em folha de superior qualidade.
Vinho Bordcaux d superior qualidade.
y% Fannha de mandioca em grande por-
9K cao e boa qualidade.
Cal de Lisboa muito nova.
Potassa da Russia.
COMPANHIA
Preci urna ama que saiba e?ziohar com n. 1:'.
perfeica), I r.ptiva : a tratar na ra daf
Cadau n. bl, '
COMPAiMIA PERNAMBHCANA.
ftQ DIVIDENDO.
De ordem do conseibo de direccao se communica
aos Srs accionistas que^o pagamento do quinto di-
videndo raz.io de 10 por cento, wr lugar do dia
8 de marco prximo vindouro em diante, n
jerptorio "da jjmpanin'a no caes da Aswmbls
0 gerente,
F. F. Jorges.
Na praca da Boa-visia n. 2,2 andar, preci-
sa-se de uroa ama de leite que >eja-escrava, paga-
se muito bem se agradar.__________________
Em resposla ao annuncio do Sr. Dr. Antonio
Borges da Fonseca, como procurador do Sr. Ma-
noel Duarte Rodrigues Pinto, em rontestaco ao
nosso anuuncio de 11 di mez crrente; temosa
dizer que o Sr. Manoel Buarte Rodrigues Pinto
compra mjeda, nao ba duvida, mas por o<
considerada a venda feita moeda nao excedendu
a 40 dias, e o Sr. Pinto deve saber, pois i~to pra-
che nossa, e mesmo pelo que Ihe tomos diu, e por
compra que directamente nos fez, de levar
fazenda e nao a pagar log.\ Desculpe nos
Manoel Duarte llodrigues Pililo so se offendeu com
o uosso annuncio, ao que vamos dar nossa ordem
para ser retirado Sabemos -que o senhor ho-
mem de bem e honrado, e cas merece toda a con
llanca, e tem crdito para o que quizer comprar
em nossa casa, e por es'.as motivos temos precen
dido de documentos, como cc-stumamos fazer o>m
muitos em idnticas circunstancias ; mas espera-
mos que o senhor, como hornera de bem no tem-
pe competente, satisfaga o que tratou verbalraen-
te.Corga Irma-"
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
ftECIFE A9 OL1YIM.
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas para, no praso de 10 dias
contados do dia lo do corrente, effectua-
rem a 7a prestaejo de suas aceites na ra-
z5o de 10 %.
Para esse firo, ser encontrado o Sr. the-
soureiro, das 11 horas da maniiia as 2 da
tarde de todos os dias, no escriptorio da
.oropanhia, roa Nova n. 35 Io andar, en-
trada pela ra das Flores n. 14.
Re.ife, 12 de Fevereiro de 1870.
Joo Joaquim Alves,
___________1" secretario.
CAIXEIRO
Precisa-se de um caixeiro para casa de pasto :
trata-se a ra do Cordoniz a. 9.
Precisa-se de urna creada liwe on eserava
para o servico interno e externo do hospital da
yeoeravel Ordem 3" de S. Fraocisco desta cidade.
tratar com o Sr. ministro na ra larga do Rosa-
rio n. 26.
O dono deste estabelecimento tinge, limpa e achamalota com a maior
perfeica^ possivel todo e qualquer objectode seda, lia, algodo, em pecas
ou em obras, cbnpi s de feliro, palba e manilha etc., tira mofo das fazen-
das e faz todo o mais concernente sua orofiss5o, ludo com brevidade, visto
como se acha prvido dos necessarios machinismos e petrechos.
Otfo Schneidr.
CAJi.% DA FE.
Aos 20:000^000.
ra do Cabug n. i
Bilhetes do Rio venda
nde Vieira & Rodrigues.
Precisa-so de una ama que saiba cozinhar o
diario de urna rasa, prefere-se eserava : a tratar
na ra do Imperador n. 12, escriptorio.
O advogadi Manoel Joaquim Silveira pode
-er procurado para os misteres de sua prolisfo
em seu cscriptorio ra do C.fspo n. 12, !' an-
dar, das 10 horas da manhaa s 3 da tarde. Reside
a ra da Conquista (Soledade) n. 4.
Senhores barcaceiros
ou danos de barcacaV.
Em dias de dezembro do anno passado effec-
uiou-fe iirn embarque na eseadnha da alfaiide.L'a
para o Pilar na barcaca Flur das Alagi.asi, entre
culros gneros embarcou-se um barril de quait->
em pi|>a de banlia de jiorco ; e eomo noehegas-
se a>. sen destin.0 jiresume-se ter embarcado em
algiiiiia das muitas barracas que estavam carr,i
na.|uella oceasio : quem estivor de posse delle ou
do sen valor, querendo restituir paia desenrarg
de cen-rieiicia/cntenda-se ii<> escriptorio de Ta?.--
Irmaos & C, q ie estau intensados a gratiflcat
com peneri>i lade.
Precisa-se de um cozinheiro ou cezinheira
ia ra do Imperador n. 73, 2o andar.

M
O Dr. Aprigio Jusliniano da Silva Gui-
maraes contina com seu escriptorio
ra do Imperador n. 27, e resida ra
do Seve (ilha dos Rafes) n. 22.
Xa ra Direita n. lOt lava-so
com perfeico e promptidao.
CARNAVAL
Grande remessa de borracha para o fabrico do
limas para o entrado, da melhor que aqu tem
vindo, na ru Direita n. 53, e na ra Nova n. 39
16, por nn nos preco do que em oatra qualquer
parle.
Aluga-se um grande sitio, com muitos arvo-
redos, d us viveiros, casa, banheiro e ontros com
modos para grande familia, perto da etacao d->
Manguinho, eorada do beco do Espinheiro com
muro e porta: tratar na ra do Apollo n. 30,
ou no mesmo sitio das 3 horas da larde em diante.
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
iheiro sobre penhores de ouro, prata e pedra>
ircciosas, seja qual for a quantia; e na mesm
tasa se compra e vende objectos de ouro e prata
) igualmente se faz toda e qualquer obra de en
omraenda, e tddo e qualquer concert tondentt
i mesma arte.
AMA
Precisase de umft cuzinheira
Imperador n. 73, 2* andar
na ra de
Precisa-si alugar urna ;asa larrea ou um so
hrado com commodos, na ciade de Olinda, era al-
gumas das seguintes mas : S. Benio, ladeira da
Ribeira, Udeira da Misericordia, e ra do Ampa
ro, nao se duvida dar bom aluguel se agradar :
r deixe carta f--liada com as ialclaes
. ala typograohia, ou annuncie.
T.
reir a
re9a da roa das Cruzes n. 2, 4 an-
rio Antonio Pe-
PRECISO.
Na raa larga do Rosario n. 31, precisa-se de
um caixeirwde 14 a 16 annos, que tenha pratica
de taberna.
Aluga-se urna preta eserava, boa cozinheira-
a tratar na ra da Concordia n. 58.
O abaixo assignado tendo de ir a En)
tratar de sua saude, deixa como seus proeuri
res, em 1* lugar seu socio e primo o Sr. Luiz Ca-
bral de Medeir?, em 2 o Sr. Jos do Reg Bor
ges o era 3o o Sr. Manoel Jos da Silva Oliveira.
Recite, 10 do forereiro de 1870.
Antonio do Reg Modcir
Na ra do Torres n. 16, 2o andar, precisa se de
urna ama que cozinhe, compre e engomme para
urna pessoa.
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k roa do Crespo n.23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
tras sorles, um inteiro n. 1500 com 3:000* da
lotera qne se acabou de extrabir a beneficio da
oraera 3* do Carino do Recife para fundacao de
um hospital (136')i convida 809 possiudores
virem receber na conformidade do costume sem
descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhete9 garan-
tidos da 2* parte da lotera beneficio d igreja
de N. S. do Livramento de Pao d'Alho (137*) que
se estrahir quinta-feira 17 do corrente mez.
Precos.
Os do costume.
Manoel Martins Fiuza.
Os abaix s assignado, alteiidendo a .ue muita
pesseas p:ra nao irem as e^lcjiea pubyeas, de-
sejavain le: nm ponto c-iniiiercial, ondo pode-seni
proverem se de istanipjlbas do sello adhesivo
liara -u;.? tian2acoes ; restdvtfam te las em seu
cslabeleciiiiento. pi.ra o que se achara autorisa-
dos pelo Exin. con-ellieiro inspectur da thesoura-
ria de fazenda. Pi-r lano, quem d'ell.is precisar
pode dirigir-so roa do Qneimado n. 46, ende as
acharan de iodos os valores, sem aceressimo no
sen cusi primitivo.
Recife, 10 de fevereiro de 1870.
Bastos A Irmaos.
CRIADA.
Precisa se do urna criada para o servico Interno
do urna casa do homem snlteiro : a tratar na ra
larga do Rosario n 24, 2o andar.
ATTKNCAO
Ignorando-so a morada da pessoa (aposar de
sabrr-se o seu neme) que levou por emprestimo.
de Domingos da Silva Campos, o segundo volatne
da obral'los-Sanciornm, de novo roga-s o obse-
quio de o levar ra do Crespo n. 9, para evitar
que se publique o seu nomo por extenso, o que
faremos se a issa forraos obrigados.
_ Precisa-se de urna pessoa que queira vender
pao com um preto na ra, mediante um ordenad.
ou vendagem, e for portuguez melhor ser, e tam-
bem de um preto que sirva para andar com o pa-
nac a tratar na padarta da Floresta em Olindr..
O Sr. 9Ht N. o S. venhi a ra do Araglo n.
18, pagar os dons mezes e doze dias, qne flcou
de fiador pela Matildes Mara da Conceir.ao, dj
contrario ver o sen nomo por extenso e ser cha-
m'ado juiso.____________________________
"^Muito necessiia se fallar ao Sr. Antnoin Ma-
rinho Paes llarreto. a negocio de seu interesse ;
queira dirigir-so na cidade de Olinda no sobrad
ultimo do Varadouro onde existe urna fabrica do
cigarros. ________________
Precisa-se de urna una, na ra de Hurtas r.
1. Na mesma casa comprara-fe joroaes para em-
brulho a 43000 a arroba.
Precisa-se
Soledade n. 2.
de um forneiro : na padaria da
Preci
sa-se
Precisa-se alngar um escravo para servico de
hotel : ra da9 Cruzes n. 39.
Precisa-se alugar um pequeo sitio
nos arrabaldes desta cidade : na ra da
Cruz n. 35.
Aviso aos carregadores.
A barcaca Boa. Esperanza, mestre Jos Luiz da
Trindadeqoe segua deste porto para Mamangua-
pe, perdeu-se no dia 12 do crreme em Pao Ama-
n lio, com urna refega do vento : os carregadores
podem mandar tomar conta dos salvad-, oo mes-
rao porto, fjuo se achara entrega
Engenho a' arrendar
Arenda ?e o engenho Estrella ou Machado, de
animaes, moento e corrente, junto a cidade do Rio
Formoso, com embarquo na porta : bem como a
engenho Montivido, as moma oondicoes, junto
ao povoado de Ipojuca : a tratar na rna do Livi a-
mento n. 19.______________________
Aluga-se um nipaz que sirva para
e mais servico di casa : na ra do Imperador r.
73, 2* andar!
Precisa-se de urna ama. livre on
pouca f.i
3o andar.
-" I I otliw-so uo uii'c *, ti...
para o servida interno de urna ca>
milia. tratar fia roa Direita n. 88,
Precisa-se de um fetor para r
seja portuguez, paga-so bjim : n
Leal & Irma) : a ra da Cadaia n. i
\MJk
Jtocisa-
do
B."


w
Uiari de FernamhttCO Quinta leira 17 de Fevereiro de 1870.
00

A6UIA NEGRA
inunrau mi mu e
1
a
m
BENTO MACHADO 8: C,
A AGUIA NEGRA animada com o bom accolhimento que teve em seus annun-
tos, vem novo participar a seus freguezes que. acaba de receber um variado sorti-
mento de objectos de gosto os qaaes sero vendidos por precos muito razoaveis, pois
qaando fez os seas primeiros annucios, foi o que assegurou, e sera mdo de errar,
porque como j disse osla interesses ligada a urna casa importadoradesla praca, e
por isso poder ter tudo especial e vender por presos admiraveis.Chama pois a atten
#o de seus freguezes para os aittgos possa descrever:
Livros com o tampo de marfira, madre- Um variado sortiments de charuteiras e
perola e tartaruga, proprios para missa. '
Garafinhas vazias proprias para presentes I
cousa de gosto.
ao-js. 3
o
SD
! 5
ero a
-^P||ajg
w s
B5-3 u
si
* ffi s -.
ep | 5-^ 3 3 :
lis Mili81
i $ s s
3'
05
Indispensaveis ie palinha e de couro pro-
prios para senhoras e meninas trazer nos
bracos
Binculos de roadreperola, marfim o tar-
taruga todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteiramen-
ti nova.
Fitas de sarja de todas as cores e larga-
ras para lacos.
Um variado sortiments _
palliteiros de porcelana,
Tentos para vollarete.
Bengallas com marfira, cousa especial.
Sabonetes de alcatrao.
Cofres de fnlhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-
lica,
Talagorco para bordar.
Um completo sortimento de enfeites de
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i iiiiiiiii 2hohhhmi iminii
Toacas, sapatinhos meias de seda e mais seda para vestido,
pertences para baptisados. Perfumaras de todos os autores os mais
Fitas com inscnpcoes propnas para boa- acreditados em oxtractos, pomadas e leos
fue. de noiva, e finalmente outros rauitos objectos que nao
Ricos vasos com p do arroz. possivel mencionar ; mas com a vista se
Um variado sortimento de jarros de por- certificario do sortimento deste eslabele-
eelana. cimento.
Aguia Negra, ra do CabugA n. 8.
!
Lindas e superiores bareges de cor, de quadro e de listras, para vestidos On-
gindo Seda, peu baratissimo preco de 500 e 640 rs. o covado.
Assim como superiores cassas francezas de cor padrees de muito gosto 40(
600 rs. o metro, na Joja das Collumnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Correa Vasconcellos.
Sitio para alugar.
Aluga-se um sitio no Gajueiro, na entrada do
Hospital Portugafz n. 6, todo murado, com casa
para grande familia, grande senzala com diversos
quarios e cocheira, bastante arborisado a jardim
ua frente, tendo agua de chafariz com abundan-
:ia encanada'com depsitos : a tratar na ra da
Aurora n. 66.
Precisa se de um feitor que emenda de hor-
ticultura : a tratar na rna da Praia ns. 13 o 15.
armazem.
Antonio da Costa Mello, sua senhora c til los
retiram-se para a Europa.
Como procurador do Sr. Mauoei Uuarte II-
Irigues Pinto, na ausencia do mesmo, qne se ada
uo sen ostabekcimento, no puco da Panolla. c*toii
autorisado a contestar o contr-annun'-io dos Sr-.
Diario de '.Prnonliuco d i2 do crreme n. 31. de-
<;larando que o Sr. Uarte Pinto niio fez compra
alguma de gneros aos mesmos sensores; pois
como dis tirando genero* algum doxannazen* sem qnc fique
itnmediatai'..'nte pego; sendo impossive! nos Srs.
"/orga InaSns provarcm o contrario. Recife li
le fevereirt; de 1H70.
Dr. Antnqio Borges da l'onseca
ESTRADA
FERRO
Joaquim de Bouia Monteiro cordialmer.te agra-
dece a todos os ?eus amigos o paren!.'-, qu-j
naraip assistir os ltimos snfTr,igii;j pela sent ti
morte de sua nrezada irmaa 13 luvii-g:- ->i Santos
Teixeira; e-^o novo lhe roga o obsequio de assis-
tirem as missas do seti;no da, que lora lugar na
eeira do Carino as 7 horas da manhaa.
Precisa-se de nma anva para casa de pituca fa-
milia : na ra da Cadla d Recife n 17.
Precisa se de um
ra das Cruzes b. 20.
ollicial do barbel ro: ua
Recife Jaboato.
Manuel de Barros Barreto, ilesejatxk)
convocar os accionistas da estrada do ferro
de Jabnatao. afim de elegtr-*e a direcloria
da compantiia, roga as pessoas que tiveram1
a bnniladti du inctimbir-se de agenciar subs-!
cptoreade mandar qaanto antes, as roa da
Aurora n, 10, a roa du Crespo n. 9, ou na
na N para poder marcar se o da para a convo-j
ca^lo dos accionistas.
Rerebe-sc anda at o m do correte
mez asignaturas ;i novas accoes nos la*
gares cima mencionados e no escriptono
do corrector Goncalo Jos Aliso, no largo
do Corpo Sinto.
Recife, 14 de fevereiro de 1870.
Mnmrt le Barros Brrelo.
Travessa do Corpo Santo n. 25.
Os acreditados cylindros americanos para padaria, por dous differentes systemas.
Machinas para descaiocar algodao pelos raelhores fabricantes de New York.
Machinas de vapor systema de locomotiva e polias para as mesmas.
Garrinhos americanos para transportar volumes cm armazens. Tudo por pre-
ces razoaveis.
TBAVESSfl DO CORPO SANTO N. 25
LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
Acabam de ebegar grande quantidade das verdadeiras machinas americana^
ara descarocar algodao de todos os systemas e tamanhos seguintes :
12 serras
14 ditas
(5 ditas
16 ditas
18 ditas
20 ditas
2-2 dttas
25 ditas
30 ditas
3S ditas
40 ditas
12 serras
14 ditas
15 ditas
16 ditas
18 ditas
20 ditas
22 ditas
25 ditas
30 ditas
35 ditas
40 ditas
is quaes se -vendera por precos comrnodas e raga-seas pessoas que dellas fizerar* od
.ammendas de alguna-tamanhos, obsequio deas tnandarem busca-las o mais br*?e.;po>
vel afim de nao havarora faltas.
HUA DA GADEIA K 56 A

ROYEfi
A absixo resignada na qualidade de adminisirn-
dora do seu casal com o liando Jos Luiz de ze-
vedo Maia, declara aos devedores do mesmo casal,
que est pivcodendo o inventario pelo juio de
orpbaos desta eidade o no qual serio descriptos os
seus dbitos portanio ( cunveniente que os mes-
mos devedores do casal veoham ajastar e li^idar
seus dbitos afim do evitar depois reclatnacOes. Ou-
tro giro, faz seiente a mesma abaixosignada, qae
o Sr. Siiplicio da Silva Coellio deixou de ser seu
caixeiro desde 30 de novembro de 186I, o que
ningnem a elle daver pagar qnantia alguma, o
sim a abafate assignsd.i, a nica jompetenlc para
receber e dar qaitaeio.
Candida Daptista de Azevedo .Maia.


O Terdadciros OOrtAIliS B.OT1&, os milcos apprwados pe!
t Academia de Medicina, tem a:-im como os meoa outros productor
ettrabido a cnpidec dos falsificadores, que para facilitar sua criminal:
industria nao sepoji., nem receia annunciar vender falsos (MkUkUW
COM sutr nona. En previno ss familias para iateresse de seus filoi
ue, para evitar fafcificaeocs, deiem eligir, que meus """" ILe
sejao vendidos em caixas de tambas de encaiie corredias cobertu
por k eUiquetas com a minba marea de fabrica e encerrando na
prospecto circunstanciado, e selladas por nma medalha com o lettreira.
COLLAR HOYER. Rm St-Iirtii. 225. Pars.
Mont Pi Portuguez
Faltara a um dos miis n pvpr. di-
gralidao se por ventura d
prensa reader um c
meato illastrc directora, so to ul associa.-an
pela promptidao com que nj decurso de mals'de
nm auno tem e contina a soceorrer-me com umi
pensao mensal, em virl.: I jo estado iqdigen em
que fiqnei por fsllecime ito do mea charo esp * Antonio Alvcs Vilella, socio la mesma aseociatio.
Desnecessario tecer elogios a estabumaniUria
inslitui^ao. cujo beneico inll.ixo boje comprova-
do por numerosos factos, elle- p ir si s atteslam
bera alto a grande utilidad.' desla divina o sania
asociaco, mere:endoa ben:;ao do co e jsliu-
vorea da trra quelles, que, movidos pelo nipuUo
da caridade ao prximo, e o santo amor da patria,
de coracao concorrem para sustentar longe della
urna instiluigo que vai levar o balsamo da cont-
laco ao infeliz indigente associado e viuva desva
lida, que pello infortunio perdeu ?cu esposo, legan
do-lhe como um dos uliiinos recursos os que desta
pa associacao possa r evbar.
Digna Merita A Ivs Vilella.______
Precisa-se de um caixeiro para una taberna
em boa localidade, que tcnlia bastante pratica des-
te negocio, e d fiador a -ua conducta, preferin-
do-se dar-lhe sociedade, entrando com algum fun
do, e tendo as babi itagocs precisas para adminis-
trar o negocio : qnem estiver nestas condiedes e
quizer, a anuncie por este Diario, ou dWxe seo
tiome e residencia em carta fechada nesta lypogra-
phia com as iniciaos A. B G para ser procurado.
Aluga-se a casa terrea n. 40 sita na ra Di-
reia dos Afogados : a tratar na ra do Caldeirai-
ro d. 50.
COMPRAS.
O muzeo de joias
Na ra do Cabug n. i compra-se ouro, pnu.
pedras preciosas por presos mais vantajosos o>
(ue em outraquahiuer parte.
Lom muito i:iaior vantagem compram-se
noedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
acao de Puro u. i D, rna do abuga.
-S 1 VI1I-S1
Compram-se e vendemse diariamente para lora
i dentro da provincia escravos de todas as tdades,
xires e sexos, com tanto que sejam sadios : no
erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cmzes.
freguezia de Santo Antonio. -
Cabellos
Na ra do Queimado n. C, 1 andar, salao de
cabellelreiro, compra-se continuadsmente cabellos
compridos.
Compra-se uoia carnea que esteja em bom
estado : na ra Nova, luja n. 7.
Compram-se escravos de
na ra do Imperador n. 75, 2"
manhaa as 4 da tarde.
ambos os sexos :
andar, das 8 da
Compram m* uitMda* de. ouru e prata.de to-
los os valores, ouro e prata mi obras inutiisadas,
irilhantes e mais pedras preciosas : na loja de
mrives do arco da Conceicao, no Recife.
Ca tarrea
Compra-se urna ra?a terrea : a tratar na ra da
Madre do Dos n. 16. I ja.
Compra-se
urna esorava que seja boa eiiRommadeira e cot-
nheira, e sem vicios e lekaqaes : na ra do Pires,
sobrado n, 27.
Vende-se una boa taberna na ra do Han-
ge!, com poucos fundos o "propria para qnalquer
principiante : a tratar na roa da Madre de I) i<
n.-8-
Vndese urna taberna no pateo de S. Jos
n. 51, bem affeguezada para a trra e com poucos
fundos : a tratar na mesma.
Vejide-se moa arma; i. catn seus utensilios
e paz qnem quizer dirija ;o a raa do Pharol n.
10, quo adiar com qtrem tilMar.
Taberna
Vende-se a ral/crea da ra do It;ngeln. 41,
Pastante afreguez. da orna n n ato e para a Ierra,
com belloscommodos para inorar familia; o mo-
tivo da venda se dir ao pretndante : a tratar na
mesma.
_"CGRROS""
da !.op i-iiii ;i?5-?<*. de fi. Jco
de 5 c hery.
nico depifioem pernambuco, caes da alian
dega vflha n. 2- i" andar.
ELEPHANTE
DE P
ANTONIO JOS
OI BOTAS
MSICAS E LNSTKIjMENTOS
Po?os tubulares ins-
tantneo?.
Heit<>r<& SDipayo;
Rna .\ova n. QS.
Os MMMdantes acabam d- preparar a! toa
por;os tubulares InstanUneos, mais lerfeicoados
doque.os vimUts de fra do p;.z, os quacs ven
dem por preo.i mnito mais cooim'odo, encarregai
do-se do seu assentymento al l'un 'cioiiar. Um
dos meforitmeutos feiios poder servir qualquer
bomba. As pessoas ^uo quiierern comprar um
loumais desses tubos deveui dirigir-se oflicina
dos aiinancianles : ra Nova n. 38.
Vende dos Pires o. 3 : a tratar com o'! Jacinlho Tlio-
jiinz, na mesuii.
A VEliDADB
55Ruado Qtieimado5
A VEItDADE tendo em deposito grandi
quantidade de miudezas.e perfumaras, e de
sejando apurar dinheiro,o adqtierir boa fr(
uezia est rssolvida a vender muitissimt
barato, ; por essa raz5o convida ao respe,
tavel publico a vir coropeleiiLeiuente mure
do a sorlir-se do bom e barato. Pois quar
do a Vcrdade apparece, tudu mais des-
apparece------
Grande sortimento de bonecos de cera t
massa as mais lindas possiveis vestidas ac
racter.
Aboloadiiras moderuas para col
letea....... 320
Espelbos donrados pepnenos. 260
Agulhas de os$o para crox a 200
Pentes para regac com esntas a 32
Ricos globos para candieiro de gaz a I ^80
Chamins a....... 320
Grande sortimento de objetos de
louc^ pan biinquedo de menino 100
Garrafa com tinta a..... 800
Dita com agua florida verdadeira a i30!
Dita com lita dita a 1(5000
Frasco com oleo de babosa a 300 e 72f
Dito com agua de Colonia a 300 e 50(
Gairafa com agua divina a. 1(5300
Frasco com extractos finos a 150(K
Latas pequeas com barita* muito
fina a 12i-e ...... 16
Sabonetes de diversas quali lades a
80,160,240e..... 3%
Finas escovas para dontcs de 1-0 a 60
Luidos coques modernos a. 2(00:
Pavios para gaz, duzia a 240 e 32
Escovas para fado a StiQ, 600 e 70-
Ditas para cabello a..... MX
Pentes para tirar piolho a ICO e. 24.'
Brincos de cores, bonitos a 160 o 200
Pecas de tranca de la com 8
varas por. ...... 8
Oleo pata machina de costura,
frasco a........ 600
Pennas d'afo finas caixas a 800 e 1-300
Dita d'aco Perry, caixa a. iiJftO
Galo de algodao peca .... 40t
Lindos babadinhos e en'.remeios
peca de 500 a...... 1550(
Ditos de louca muito fino a 120 e 2C.
Ditos para calca a KiO 0. 240
Gaisa com papel araizade a. 70t''
Di las com envelopes a. 48'r
Ditas com obreuis a..... 4(
Gaia com agulhas fundo dourado 28'.
Ditas de ditas ditas a..... 16(
Thesoura para costma a 240 e KM
Caixa com linha demarca a .
Linha de cores cm novellos (li-
bra) a........ 500
Carreteis de linha Alcxandre do 70
at 200........' iOi.
Grampos muito finos com pausa-
ros, duzia a...... 20'.
Carlas pnrtuguezas, duzia a 440
Das francezas a 2.200 e $|00
Papel almaco e de puso, resma a
3.5400, 35500 e US0(
J33 muito fina para bordar, libra 6(ilK
Fita de algodao para debrum de
sapatos, peca a..... lu
Ditas de 13a para debrum do ^
tido, peca a ...'.. 48(
Pentes los para segurar ca-
bello a....... 321
Ditos ditos Se bfalo para ajj
a 24, 320 e......
Ditos para aparar penna a-. 10(
Rosetas prets, par'a .... lOt
Tranca de aa d caracol peca a 40 e 10(
i-'ita do cqz peca a 480 e .
Alfineies de lati a.....
Sapatos dt ida para crianza a LGOe
Grvala de sedas de cores a .
Calcadeiras a. ......
Grande sorlimcnto de rendas das libes.
Um par t. suspensorio d> borracha poi
100 res !!!! fl!
^'a Veriadc rnm do Quciso&'*
a. 5&. '"'
F&riahidd mandic
em saceos e de snpari." qualidade : ven-
impaobjp Pemarabui
i-a -' 'I?. A--.::.! lea n. li.
Civfllo para cab olet
Vndese um exce'iite cavado para OAbri
por preco co nmodo ca estrada de Jeo de Bar-
ros o I,ultimo sitie._________________
tf en Vendem-so duas carra em bom estada e jun-
tamente dous bois para as mesmas: a irntar 1
Partecipa ao respeitavel publico dosta cidade
ii, acaba de ehegar um grande 0 explendido sortimento de
O quo
llamados e bem condecidos
DE AZEVEDO
N. 11-RA NOVA-N. 11
e das mais provincias visinhas, que o seu grar.de e bem acreditado arraazem dej inslrumenlos para mosi-
rua Uir"iia n.
Sefinaco
Vende-se a reBnaao da ra Diretta 11. 22, bem
afrepuezada, vende mais de i arrobas de assucar
dianan ente, est beat montad j, o o motivo se dir
ao comprader.
Vende-se 1 preto pe<;a, earrefroTidade 2i
nos. 2 moloques pecas de idadi l'J a 20 anno
i escrava com um Imdo lillu do idade 4 anno=
1 dita de idade 30 annos, eogomma bem e co/.i-
nha, 2 lindas inolecas de idade 1J a 14 annos i
aa traveasa do Carmo n. 1.
Vtode-c um cabriole! ovo ~d>. duas rodas
por preco muito commodo: na oflicina do GnJ.
Inerme ra do Jasmim n. 20.
ia de mais moderno, de teclado fixo e mobile, com transposicao ou sem ella,
pianos da fabrica do Sr.
de autores os mais acreditados nesta cidade, como sejam : os
AFFONSO BLQNDEL
JSSS?i noM^ i- l0,un,c? a^nte nesla Cldade' cmo prova com o documento ababo transcripto e assgnado pelo dito
^dos especlente para o clima deste patz, s5o os un.cos qao olerecem urna garanta segara de sua duracao. Elles sao aqiii bastante
eja aecessano instsUr sobre sua supenoridade. As suas vosos sao maito flautada e melodiosas. Elles pouem um
lenhoren pianistas. r
Todas a<5 pessoas que comprarera pianos oeste casa, sao rogadas a exigirem o certificado ^le
lateocidade do numero de piano com o de certificado.
Sr. Brondel. Ests pianos, fabri-
conhecidos desde 1844, puraque
teclado que se piesta a todos os caprichos do
origen assignado pelo Sr. Bloadel, afim de provar a sua
arr.buco, que o nico deposito de seus pianos na cidade
pianos ir5o accorapaabados ds um certificado de origem assig-
Farinha de mandioca
Vende-ge superior farinha de mandioca nm sac-
eos : no cscrtptono de Antonio Luiz do Qjiveira
Azevedo A C, 1ua da Cruz_n. :,7, i" andar.
JJolacimha nglcza45
j barrica, e a 250 rs. a libra
irelia, largo do Paraizo n. i.
BO armazem ia es
COSTURA
Acabam de ehegar ao GRANDE BAZ\F;
UNIVERSAL, ra Nova n. 22caxeiro
viA.v\A--um completo sortimento de ma-
chinaspara costura, dos autores mais co-
ndecidos, as quaes eslio em exposc5o m,
mesmo Bazar, garanlindo-se a sua boa qua-
lidade, o tambem cnsina-se com perfeh.-5(
atodos os compradores. Estas machinas
sao iguaes 110 seu trabalho ao de 30 costa
reirs diariamente, e a sua perfeico tal
como da melhor costureira de Pars. Apre-
sentam-se trabalhos executados polas mes-
mas, que nviito devem agradar aos nreten-
dentes.
Vende-se a taberna da ra da CauquisU 11
_: a trat" na mesma ou no Chora-menino n. a
Vende-se quatorze cade i ras de jacaranJ ja
usadas: na ra de Hurtas n 2, armazem.
*. o, 11(k A0 PUBLICO
-. r.r Awp in5e. ,Blondcl' febncantff di pianos em PARS, declara ao respekavel publico de
lo Rcrfe, RlA NOVA >. II, armazem de Antonio Jos de Azevedo. Outro sim que tedos os seus
udo por mim.
Parii jujbo de 1869. (Asssignado) Alpheuse Blondel.
O iDQaaaoie tambera troca o alnga pianos. E tem o maior e mais expedido sortimeiiU.,' tie novas
HinUCA PARA PIAMIM
Ntebe dircctementvds Europa e do Rio is acreditadas cjsas dos Srs. Felippono & Trnaghi, Nirciso, \rthur NDoIeoi
^^Hento de papel para mustea e desenho dos bstfwwou. ric rasT quadrosopala ornamen os le salas.ole,
^ourados, quadrados ovaes, eaianbas de costura com muaicai e sem lia; ira viag-m. r^logics com desoertador v3i
i'aprca. ISas o agojas e muKo os qae. o re.p- Jico MOntrir*
" w**s da lente afim das sm ?derew ir apf&cw os seus pianos.
Veu 4?-se (res parles do
sitio da Porta d'igua do Mon-
te ro para Api pues, com casa
Je vivencia, grande baixa de
''apim, olaria, (piarlos para es-
cravo3 o feitor, cocheira, esl i-
biria e mais dms casas para
a ugar para a festa, para tratar-
se no mesmo sitio.
beque de m;.difp*rria com oda, e todos d
iiiadrcj;'i. :,i, iiuNto-proprio para uj i-as, eneja-
ran a loja to Pasan a ra d Crespo n. 7 A. as-
siiu como .sllales de touquim do to-
das as ore?, vestuarios bordado de cambraii
para b.-.p!z.ido?, meias de acoca (uovidade) mui-
to bonitas para asExmas. Sras. que gostam andar
de sapuliu'10 ras.i c outro3 amitos anigos de- geV
to qu..'. o proprialarloa deste esubelodmento teen.
recebido.
te Taml
Hsoalho di
iip&Ihos de
iberto todo;
Vcndem-seduas bonita1- cofti ha
. de Cfapj>1
>r do sobra Jj n. ,!r.
a loja do Passo
Os i,tondo de -
yanta e c, uto, sendo ueste ar-
Ugo ti que : .ir do melhor e mais mo-
s d seda de c.'-
outras muitis faz.>ndas do .
por franrez, ?
1 a rus do Crespo'n. 7 A.
der
elogies com desparta-. :
sempre neste n, q
Atten cao
e nina tal
|wt i a tratar ua uiesm.
u
agflc.'ia d.
lo preei.


6
Diario de. Peiiianibuco Quinta feira 17 Je Fevereiro de 1870.
M
A RIJA O A IMPERiTRWI, *
Esquina da ra da Aurora, em frente do caf Imperatriz.
N'este novo e sumptuoso estabelecimento de fazendas cncontrarSo as Exmas.
ilias tudo quanto possam desejar, tanto em artigos do inais rigoroso luxo, como em todas
mais qualidades de tondas,
Alin de se acharan prvidos do que de mellior se encontra neste mercado,
por todos os paquetes d;i Europa, recchem directamente o que em artigos. de moda e
da mais apurado gosto so encontra em Taris, o que vera cadadia augmentar s propor-
c5es de que dispe este estabelecimento para bem servir sua numerosa freguezb.
Algodo largo para leoces e toalhas de
todas as quajidades que.costama vir ao mer-
cado.
Alpacas de todos os padres e qualida-
des to variadas que se nao podem descrever.
Albuns com msicas para col locar retratos,
delicado presente para qualqaer pessoa de
es ama.
Atoalhado de linlio e algodo, branco e
de cores proprios para toalhas.
Bas juinas de seda pretas e muito moder-
nas, bem como de crochet, tu Jo de apurado
gosto e feitio.
Baloes de muselina, madapolo, brancos
e de cores, para senhora e meninas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as
larguras.
Belbutina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem. grande
variadade de lmannos e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante de linho de 11 palmos de lar-
gura, e todas as mais qualidades.
Bretanhas de linho e algodo, grande sor-
timento.
Brins de linho branco e de cores, do mais
commodo ao mais caro em qualidade, afan-
cando o que ha de melhor na especie.
Brins d'algodo completo sortimento c
variedade de pre;os.
Cassas de cores, o maior sorlimento, pri-
mando pelo bom gosto e baraleza, alientas
as qualidades.
Ca nbraias brancas, tapadas, e transparen-
tes de todas as qualidades e precos.
Camisinhas de cambraia de linho e cassa
bordadas ricamente enfeilados para Sras.
Camisas para- hotrens e meninos, to va-
riado sortimento que vai do mais ordinario
madapolo ao mais perfeito bs.rdado de li-
oho e cambraia.
Camisas de meia, de flanella, brancas e
de cores para homem.
Casemiras pretas e'de cores, o melhor
que se pode imaginar, sendo d'isso a me-
lhor prova o grande consummo dellas na
officina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
esa- .
Gase com listras de seda e llores, fazen-
da inteiramente nova para vestidos de baile.
Grvalas para senhoras e homens.o mais
completo sortimento que se pode desejar.
Guipure preto e branco, diversas largu-
ras e diferentes gostos.
Gollas e punhos bordados para senhoras.
Guardanapos de linho pequeos e gran-
des.
Gorguro de seda preto o do cores.
Grosdenaples prelo e de cores, baven-
do diversas qualidades e gostos.
dfjr
Japonezes para senh iras, o melhor gos-
lo, e fazenda propria para as testas nos ar-
rabaldes e passeios a tarde.
Lazinhas de todas as qualidades, c6res
e gostos, nao fleando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escolher.
Lencos, ludo quanto pode baver desde
esguiao ao algodo commum.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
riado sorlimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
pores, sempre novo sortimento, quer em
pellica para homens e senhoras, quer em fio
d'Escocia, brancas e de cores.
&*
Madapolo; indescriptivel o grande sor-
timento^ que ha neste genero, desde o mais
elevado' preco ao menor, que so vende em
peca e retalho por menos do que em ou-
tra qualquer parte.
Manas de blonde para noivas: o apurado
gosto dos nossos correspondentes em Pars
habilita-nos a dizer que temos em nosso
estabelecimento o que de melhor se deso-
ja para vestir e ornar urna noiva.
Manas pretas de blond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
c>mmodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sotas.
Ditas de casemira muito tinos para
IOJA
DO
GALLO VIGILANTE-
liria do Crespo n. f
Os propnarios deste bem con!
cimente, alen dos muitos ohjectos 4^^^B cs-
postos a apreciacao do respeitavef^^^Mnian-
daram vir e acabam do receber pelo ultim vapor
da Europa um completo e vanado sortfjaento de
finas e mui delicadas especialidades, as ijoaes es-
to resolvido? a vender, corao^ de senabstume,
r preces muito baratjnhes e commodos para to-
s, com tanto que o Gallo....
Muito supnriores luvas de pellica, pretas, brau-
cas e de mu lindas euros.
- Mni boas <5 bonitas gollinhas e punhos para se-
nbora,.neste genero o que ha de mais moderno.
Superiorepeiite de tartaruga para coques.
Licuaos e riquissimos eafei tes paja ejyjecas das
Exmaa. senhoras.
Superiores trancas pretas e le c&es-ei>m vtdri-
Ihos e sem tiles; esta faze*da o flue pode'tevs
de moihor o mais bonito.
SupQrjre^ e bonitos loques de.madreperola,
marm, sndalo ,e osso, sendo aquellas brancos
com lindos desenlies, e este pretos.
Muito superiores meias Ao de Escossia pan se-
nhoras, as quaes sempre sb venderam por 3dj000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 30,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de mnrfim c**m linda? e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste gcneft>- o que de ffielhar se
pode desejar ; alm. destas temos tambem grande
quantidade de outras qualidades, como sajam, ma-
deira, haleia, osso, borracha, etc. etc. etft-}
Finos, banjtos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias do seda para senhora e para meja-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marlim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas, c de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e us por jiossa vez tam-
bem assegurams sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulbas para machina e pira crox.
Linha muito boa de peso, prouxa, para encher-
labyrintho.
Bou* baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o ppame lim.
Grande e variado sortuheuto das xnelhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos. magnticos contra as convuls6e3, e
fao.ilitam a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
eomo j tem acontecido, assim pois poderau aquel-
les que delle? preeisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fin
para que si) applicados, se vendierao com um mui
diminuto lu?ro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que detxamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precns muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Grande armazem e fazendas e roupas feilas na da Imperatriz
n. 52, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimentt
de roupas de todas as qualidades, palitots de alpaca a 34, 30800 at 60. Ditos dt
merino, ditos de casemira de cores bonitos gostos a 50, 60, 80 e 100, de panno preto
sacse sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
e do cores de 30500 a 50000. Calcas de brim de cor finas e ordinarias, ditas
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e preta de 40, 50, 60 a 150. Colletes de todas as qualidades e preco muito
barato. Compleio sorlimento de camisas francezas de algodSo e de linho de 20 at 50
urna. Sortimento de seroulas francezas de algodo, de linho e bramante a 20 e 20500.
Grvalas (mantas) novissimo gosto a todos os precos. Meias sortimento completo a 30.
4j al 70 a duzia.
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarregc-se de quaesquer obras de encommenda tanto para homem, como
paca meninos, e com brevidade, por isso que tem um bonito sortimento de fazendas de
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos finos e outras mnitas fa-
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de ti palmos de largura a 10800 o metro.
Cambra.ias de cor e branca.
Alpacas de todas as cores a 640 rs. o covado.
Poil-de-chvro cora lista de seda fazenda de gosto a 10200.
Basquines de guipure eofeitadas a 180000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolo fino a 60500, 70, 80 e 90000.
Algodo peca com 20 jardas a 40500, 50500 e 60000.
Peca de algodo largo a 70500.
E outras muitas fazendas que ser enfadouho mencionar Cbeguem roopa
feita que'se esl liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto loja de ourives) do
LEO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
--s..
Mikroskope achroma-
fttisehen. Objetiv Lin-" r V~}
sen. *"#**w>
Barometre e termos
metre. Centgrado
e reuumeure.
desde a mais candida flor de larangeira at me^a;
t mais inierossante griq.alda.
Chapelinhas no melhurgosto,de todas as
cores hoje preferidas pelas senhoras de
mais apurado rigor na moda.
Chapeos pr-'tos de velludo, para senhoras,
ultimo gosto de Paris.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Pnncetas pretas e de cores.-
Pop-Mina do seda e linho, com listras e
(loros; f:i?enda lindissima.
Pelherinas para senboras, do uliimo
Chapeos do sol, para s nhoras e horneas, gosto.
de todos os- pre;os e variados gostos. Perfumaras ; os mais finos extractos o
Chaly com ricos padres para vestidos, que de melhor e mais agradavel se pode
Chales de todas as qualidades, avultado' encontrar neste genero, e de mais fragante
numero e nao menos variedade de gostos, e suave no olphato, tem o PAVILHAO DA
Chitas, impossivel descrever o sortimen-: AURORA, desde a verdadera agua Flori-
to e* variedade de padres e novos ?oslos, Ida at o mais finoBouquet d'Amour, final-
ha neste artigo tudo quanto se pode desejar.! mente tudo quanto deve oceupar o touca-
Cintos para senhoras o que se podeima-jdor do urna senhora de gosto.
giaar de melhor. fc5
Coques, o melhor no gosto e nos entei- Satos bordadas, brancas, lisas e de cores
les, varios tamaitos. com o^os e sem elles, o melhor possivel,
Colchas de seda com borlas, o mais apu- Sabidas de baile, de todas as cores,
rado gusto e lavor. Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas.
Ditas de fustao branco e de cores por de listras de todas as cures e qualidades e
o mais barato possivel.
Saraelim de todas as cores c qualidades.
O
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os l-
mannos desejaveis, e cm pega para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior c mai
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos i
tamanlios, Usas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
faseuda muito nova, e gostos delicados pro
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos <
de cores para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto e forma; dilos
de linho com barras de cores, e de cam
braia de cores com 2 saias, tudo inleira
novidade, trazem os raodellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
(luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseveraras nossas Exmas. freguezas, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semclhante materia, gra-
bas ao bom gosto do nosso fornecedor em
solas, quer em ramos, lemoPAVILIAO Paris, podemos garantir que ninguem neste
DA AURORA am permanente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
dispositfte das Exmas. familias. conta.
E' dispondo d to grande e variado fortimento que os propietarios do PA-
VILHAO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
de e o bom gostoo movel nico de seus negocios.
Providos^de tudo e promptos sempre a prover-sc do que por ventura lhe
aeja necessario, jjsTproprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
sem receio de serem contradictos e protestam esforcar-se por continuar a merecer
proteco que se Ibes tem dispensado ; certos de que do seu estabelecimento nao sahira
o freguez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
tas, prompto executar com promptido e bom gosto qualquer trabalho que lhe soja
confiado. Urna modista especialmente oceupada nos traralhos do PAVILHAO DV AU-
RORA, dirige os qua lhe sao concernentes, garante por seu apurado gosto e promptido
na execucu e a mais completa perleico nos seustrabalhos.
A numerosa freguezia que nos honra urna prova de que merecemos o con-
que se dispensa ao nosso estabelecimento, couceito que procuraremos firmar cada
gijas. Para facilitar ainda a concecuco do fim que nos-propomos, temos-oo nosso
c tabelecimeuto os ltimos flgurinos de Paris, que recebemos por todos os paquetes, os
quaes enviaremos para seren vistos as familias nossas freguezas, afim de escolherem,
c un o padrJo da fazenda o gosto na forma.
Catate, junto ao estabelecimento, ha igualmente os figulinos
para homens que por todos os vapores se recebem.
E' este o modo porque nos apresentamos pedindo a proteceo do Ilustrado
publico e com o mais profundo respeito convidamos s excedentsimas Sras. a visi-
n o nosso estabelecimento, certas deencontrarem nellepelo menor precopossive-
tudo que podem desejar.
Mandaremos caixeiros levar as fazendas* e amostras onde forem pedidas, visto
pdennos especificar tudo quanto temos.
Joo Luiz, Sobrtnbo C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
precos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos, para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
fil.o que de m-lhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados o lisos, o
maior sortimento.
Damasco de la de 9 palmos de largura
lindas cores e ricos padres.
Espartilhos branjos e de coros, para se-
nhoras e meninas, 6 o melhor neste genero ;
nanhuma Sra. deixar por certo de muir
se de to precioso auxiliar perfeicTio de
um corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escomilha preta.
Enleites para cabeca, ultima moda de
Paris, recebida no ultimo paquete.
Esguiao de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lidos padres,
Fi "hs de crochet, modernos com cintos
e capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
os gostos e padres.
Fusto de todas as cores e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca e de cores.
Flores, o que ha de mais rico, quer
Machinas a vapor de
forpa de 3 e 4 c-
vanos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faco e serrotes para desca-
nsar algodo.
Balancas para armazem e balco.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Ubit-
field.
Prendas para copiar carlas
Fogo americano patent
E crystal de rocha do Brasil.
Cal
de Lisboa
nova
ehegada no ultimo navio : vende Joaquira
Hamos, na ra da Cruz n. 8. Io andar.
Jos
F.-I. CJermaou, recommenda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeifoa
dos; porque, com esteb vidros, a vista descansa, fortifica-se e nao a canga como com
os vidros ordinarios. Urna vez escolhjdo um vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obrigado a muda-Ios todos os annos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o cryslalino do iho e determina quasi sempre do-
res de cabeca. O alcance ordinario da vista perto de 30 centimetros do lho, e,
todas as vezes que o objecto est mais perto ou mais loage, os raios que expee sao
mui convergentes ou suir divergentes e a viso nao perfeita. Um grande numero de
pessoas tem o defeito drfazer convergir muilo de sorte que a viso nao distincta.
Com a applicaco de meus vidros pdese vencer estas dificuldades. Para os que tem
a vista curta e cujo crystalino mui convexo (o que fa ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponto de
vista, o que faz divergir os objectos e deixa ver to longe como as outras vistas. Quan-
do o crystalino muito chato, o que accede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama presbyta, vem mtibor de longe que de perto, e nao enxergara seno
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergaro
tac distinctamente como na idade de 15 annos. Servindo-se destes vidros quando c
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
F. i. Germauu encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a e s
colher, a primeira vista, soja qual for a idade e grao de vista, oculos proprios para
qualquer. pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Para a vista myope, (vista curta). Para avista que nao supporta os ra
LOJA DE FAZENDAS
DO
CiARlBAIiDI
Ra da imperatriz u. 56.
COllTES DE CASEMIRA PHETA A 3*500.
Vende-se cortes de ca.-eoiira preta para caigas
a 3*300, 45000, 5*000 e 6*000 rs. ditos casemi-
ra de cores com listas do lado a 5* e 6 j o corte:
ra da Imperatriz n. 56a
GHOSDENAPLE PRETO A 2*500 COVADO.
Vende se {rrosdenaple preto -parajvestides de
senhora a 25500, 3000 c 38300 o covado.
PANNO PltETO A 2*200 O COVADO.
Vende-se panno preto para calcas e palitots a
2*200, 2*300, 3*000, 3*500, 4*000 e 5*000 o co-
vado.
CHITAS FRANCEZAS A 280 O COVADO.
Vende-se chitas franceras finas para vestidos a
280, 320 e 360 o covado.
MADAPOLO ENFESTADO A 3*500.
Vnde-se pessas de madapolo infestado com
12 jardas a 3500, e pessas de dito com 24 jar-
das a 5*000, 5*500, 6*, 7*, 8 e 9*.
CASSAS FRANCEZAS A 240 O COVADO.
Vende-se cassas francezas finas para vestidos
a 20 o* covado.
ALGODOSIN'HO A 4*000 A PECA.
Vende-se pecas de algodaosinho a 4*, 5*, 65 e
74000
GANGA PARA CALQAS A 320 O COVADO
Vende-s-f gangas para calcas e palitots a 320 o
covado, e brim de cares com listas do lado a 4* o
covado.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A 500.
Vende-se alpaca de cores para vestidos a 500 e
640 o covado, e outras muias fazendas'que s li-
quidam para flxar contas, sem reserva de preco :
a ra da Imperatriz, luja do Garibaldi n. 56.
ilAZ HAZ CAZ
^ Chegou ao antigo deposito de Henry -Forster 6
., roa do imperador, um carregamento de ga;
de primeira qualidade; o qual se vende em partida
a retalho por menos prego do que em outr qual
quer parte.
3 corjieiro prevident*v
Itu uiado a. i.
Novo de perfumariat
'os.
Alm doMKpi lento de perfu-
maras, de que efecliv:rente ealprovida
toja do Cerdeiro Previdente, ejla acaba d*
receber w^BMtt$raento que se toro*
aottvel pe >jectos, superior
dade, qittiida imodidades de pro-
cos; assira, pois, o CrderoPrevidente peda
e espera continuar a merecer a apreciacie
do respeitavel publico em geral e de su
boa freguezia em particular, nao se afa
tando elle de sua bem conhecidamansidae
a barateza. Em dita loja encontrarlo o
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadera de Murray Lamman.
Dita de Cologue ingleza, americana, ran
eeza, todas dos memores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para cnsemelo d
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e che*
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, eo
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparenU
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
(rancezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel choi
ro de violeta.
Outras concentradas o de che i ros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade
com escolhidos cheiros, em frascos de die
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor,
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figo
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo I
oas perfumaras, muito proprias para prv
sen tes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tas
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e d>
moldes novos e elegantes, com p de arre-
s boneca.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de camphora e outras different
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coques.
Um outio sortimento de coques de ce
vos e bonitos moldes com filets de vidrito
a alguns d'ellcs ornados de flores e fita*
esto todos exposlos apreciacao de qus*
os pretenda comprar,
GOLL1NHAS E PUNHOS BORDADG3.
Obras de muito gasto e perfeico.
Fivellas c as para cintos.
Bello e variado sortimento de taes ouy&
tos, ficando a boa escolha ao gosto do co
orador. _____________________
RAP POPUIiAB
Para, vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqueza.
Para a vista que os olhos sao desiguaes.
Para a vista que se turva com o traba-
lho e a leitura.
Para a vista presbyta (vislagalon ).
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras estao cer
cadas de sangue.
Para a vista que um dos olhos myop
e o outro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olho so cobra de catarata.
Sortimento
para theetro,
de binculos
e oculos de
alcance para
rinba.
o campo e ma-

Lunetas, pince-nez e
face--main, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ac,
etc., etc.
Tem tambem grande sortimento de relqgios para parede, que d5o horas e paia
cima de mesa dos mais lindos modelo Relogios para algibeira, de ouro, prata, prata
dourada efoleada, inglezes, suissos e orisontaes dos melhores e mais afamados fabri-
cantes.
Vendas em grosso e a retalho. Em Pernambuco.
N.21=Rua Nova. 21.
Genuino vinho da Madeira em barris de 4'
e 8", e em caixa< de duzia de garrafas, tendo cada
caix'a qualroditferentf qualidades, propinas para
um iantar : no escriptorio da Corapanhia Per-
nambucana.
Vende-so um grande sitio sem casa, terreno
proprie, no principio da estrada do Rosariuho por
onde passa a estrada de ferro de Olinda, com mui-
tas arvores do fruelo de diversas qualidades e bi-
xa para capim : na ra dos Piresu 31, caa de
Cecilio.
Vende-so a nieade de um sino no lugar
Cruz do Rebouco, na estrada de fguarass, fica
urna legoa pequea quem da villa, o qual tem
urna excellento casa de pedra e cal feita ha quatro
annos, e tem muitos arvoredos de fructo, como
larangeiras, a fezeiros, etc., e bastante trra para
roca e plantario de canna. Esse sitio fui do falle-
cido Bento de Carvalho Bastos: quem quizer com
prar a metade, dirija-se a roa do Livrrmento, loja
n. 18.
na
Vendem-e escravos de ambos os sexos .
ra do imperador n. 78, 2j aodar, das 8 da ma-
nhaa as 4 da Urde.
QUINIUM LABARRAQUE
APPROVADO PEU ACADEMIA DE MEDICINA DE PAMZ
O Qniniam Labarracp, eminentemente tnico e febrifugo deve ter
preferido todas as outras preparacOes de quina.
ahos de quna ordinariamente empregados na medicina preparam-fle
com cascas de quina cuja riqueza em principios activo 6 extremamente
variavel; parte disso, em rasao de seu modo de preparacSo, estes vinhos con-
tem apenas vestigios de principios activos, e em proporcoee sempre variareis.
0 Qniniam Labarraqu, approvado pela Academia de medicina, con.
titue pala contrario um medicamento de eomposicao determinada, rica em
principios activos, e com o qual os mdicos e os doentes podem sempre contar.
O Qnininm Labarraqna preacripto com grande xito as pessoas Iracas,
delibitadas, seja por diversas cansas d'esgotamento, seja por antigs moles^
tas; aos adultos fatigados por urna rpida erescenca, s meninas qui tem diffi.
culdade em se formar e desenvolver; as mulheres depois dos partos; aos velhos
enfraquecidos pela edade ou doenca.
No caza de chlorosis, anemia, cOres plidas, este vinho um poderoso
auxiliar 4o Cerroginosos. Tomado junto, por exemplo, con as pilulas de
Vuua, produz efTeito maravilhosos, pela sua rpida accao.
Deposito em Paris, L. FRERE, lt, rae Jacob
Wsiw, DDPONCHELLK; CIITOLOT. Fmumkuu, IADRS1 t C*
FABRIfA
DA
NACIONAL DA BABIA
DE
Tcixeira JJldurico Sf C.
Acha-se venda este ptimo rap, nnieo q*
pdc 8uppnr falta do princeza de Lisboa, por sor
de mui agradavol perfume, viajado, e a preco i
mais mdico possivel; e por isso tem sido assa.-
acolhido as pravas da Bania, do Rio de Janeiro <
em outras do imperio : no escriptorio de Joaqni*
Jos Goncalves Beltrao, ra do Commercio na-
mero 17
Caixa Filial do Bueo do Bra-
sil eui Pernanibaco, em liqni-
da^o 3 de jaueiro de 18 SO
A Caixa fllial vende o grande e excellen-
te sobrado sito roa Imperial n. 64, cem
accomodacces para grande familia, e tam-
bem vende a casa terrea contigua n. 66 :
tratar na mesma caixa ra do Commer-
cio n. 34.
TASS0IRMA0S8;C.
Apoh>.
37, o
Vendem em seu3 armazens, no caes do
n. 7, Escadinha n. 1 e ra do Amorn n.
seguintes gneros :
A?o de Milo.
Mil lio em saccas grandes.
Farello em saccas de 90 libras.
Chumbo de munieao sortido.
Meial amarcllo para forr de navios.J
Machinas para descaro^ar algedao de 14, 16 e ii
serras. v
Kerosene em latas do a galoes.
Champagne do afamado fabricante Krug.
Hormoulh.
Vinho do Porto engarrafado.
Coac do afamado fabricante Gautier Frre?.
Fogo da China, caixinhas, 40 cartas n. 1. Extra
Genebra ingleza fOld ton
Cimento Romano.
Cimento Hidrulico.
Cimento Portland.
fiesso paraestuqus.
Caonos de barro para esgotos.
Gradeamentos de ferro para jardins, calcadas ete
Carros de mao para servidos de armazens.
Garrafoes com S galoes de vinagre tinto,
dem com 3 galoes de vinagre tinto.
Chumbo em barra. '
Especial para limas.
Em porcao e a retalho, vende-se no armazem
de pianos e msicas do Azevedo, roa Nova no-
mero 11.
Fariiiha de mandioca,
De superior qualidade e em saceos grandes,
vende-se nos armazen? da comprnhla Pernambu-
cana, caes da A3sembla.

CADET
CU RA
em TRES DAS
[Plif!BfDenaiii7'


I

I
I"
Diario de Prnambuco Quinta feira 17 de Fevereiro' de 1870.
A DINHE1R0 NA LOJA E ARMAZEM
DO
DE %
FfifclX. PEKEai Di Sil. VA.
O preprietario d'oste grande estabelacimento, vendo que se est aproximando o fin
lo anno, e tendo em ser um grande deposito deposito de fazendas; n5o fallando em
vvultadas encommendas que lhes eslo obrigado todos os dias, tem rcsolvido liqnida-
.a por preco muito mais baratos do que em outra qualquer parte ; s com o fim
le diminuir o deposito e apurar dinheiro. Encootra-se neste estabelecimento do
PAVO, abitado sortimento deiaz^ndas de luxo e modas; assim como de primeira
oocessdade. As pessoas que negociam era pequea escala n'esta loja poderlo surtirr
tt> vendendo-se-lhes pelos presos que compram, n*s casas inglezas; assim como as ex-
Ilentissimas familias pdenlo mandar buscar as amostras de todas as fazendas, on raan-
lar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas casas; o estabelecimento se
cha constantemente aborto das 6 horas da manhaa s 9 da noite.
ExpleildidO SOrtimeAtO de Crochs para cadeiras e sofs
0*i
tfk&UIA
roupijs fetas
NA LOJA DO PAVO A RA DA
IMPERATRIZN. 60
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
ando caigas plitts o coletes de casemira,
4 panno, de brim, de alpaca, e de todas
ta mais fazendas que os compradores pos-
im desjar, assim como na mesma loja
tan usa bello sortimento de pannos casemi-
ii3, hrins, ote. etc. para se mandar fazer
O Pavo tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs proprios para cadei-
ras sofs, mesas, almofadas etc etc., assim
como proprios para cobrir presentes, e ven-
de-se mais barato do que em outra qual-
quer parte,
GLACE' A 1:200 PARA VESTIDOS
O Pavo tem esta nova fazenda lisa pro-
pria para vestidos, cora as mais delicadas
cores e cora mais luslre do que a propria
seda com i palmos de largura que facilita
fazer-se qualquer vestido cora 10 covados
GR4NDE NMMM
Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de ofcjectos que ltimamen-
te tem recebido, justamente'quando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ih'a attendero e relevarlo,
continuando portante a dirigirem-se a bem coincida leja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de snperioridade em
qualidades-, raodicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRAD E SINCERIDADE
Do croe cima fica dito se cotihece que" o tempo ie qne a AGUIA BRANGV pode
dispr, etnpregado apezar de seus custos no desempenho de bem servir a aquelles que a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessilain, entretanto sera ennurac-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
b- ra seja : v
foalquer peca de obra, com a maiorpromp- e vndese pelo baratissimo preco de 1:200
odio vontade do freguez, e nao sendo rs. 0 covado, pechincha.
abrigados a acceita-las, quando nao stejam ALGODO ENFESTADO
repletamente ao seu contento, assim como Vende-se urna grande porfo de algodo-
a'este vasto estabelecimento encontrar o snho americano com 8 palmos de largura
.-espeitavel publico- ura bello sortimento de proprio para lences e toalhas tendo liso e
'misas francezas e inglezas, ceroulas de trrncao que se vende por preco muito em
InVio a alfr/lrtrt a nn1rn militas artifrns .%<
inho e algfjflSo e oulros rauitos artigos
proprios para horaens e senhoras promet-
iendo-se-he vender mais barato do que em
ratra qualquer parte. Na ra da Impera-
.riz n 60, loja e araiazeia do Flix Perei-
a da Silva.
Pechincha a 2^000
Para lences.
Na loja do Pavao vende-se superior bramante
com 10 palmos de largura, dando a largura o com-
rriroento do lcncl, sendo apenas preciso para
cada lencol unre meio, ou um e um quarto me-
tro9 ; afem desta aplieacao tem outras muitas
para arraojos de familias e vende se pelo barato
proco de 2J0OO o metro Na loja do Pavao, ra
da fujperatriz n. 60. De Flix Pereira Ja Silva.
Cangas de Iinho
Vende-so gangas de Iinho com qua irinhos
muito boa fazenda, para roupa de homens
* lutuiuo.s e vende-se pelo barato prego de
500 rs o covado:
PECHINCHA EM PANVO PRETO A 2:100.
O Pavo vende superior panno preto fino,
para pallitots, calcas, colletes, etc., pelo ba-
ratissimo preco de 2:400, o covado, gran-
de pechincha.
.ores de casemira preta a 1500
O Pavo vende os superiores cortes de
casemiras proias entestadas, pelo barato
oreco de 4:500, pechincha.
PARA 0 CARNAVAL
V c r I u t i u a a O 4 O rs.
O Pavao vende bonitas verbutinas de Cu-
res para dminos e outros trages de mas-
caras pelo baratissimo preco de 610 rs. o
Mttdn.
PECHINCHA, ALGODOSINHO A 4;000,
O Pavo est vendendo pecas de algo-
daosinho francez, tendo i palmos de largu-
ra com 11 metros cada peca, pelo barato
preco de 4*000.
Pecas de uiadapolo a 3:500.
O Pavao vende pecas de muito bom raa-
lapolao tundo 12 jardas cada urna pelo bar
rato pre?o de 3:500.
GROSDENAPLES PRETOS.
Chcgoa para a loja do Pavao um grande
oi'timento de grosdenaples pretos, tendo
de liJOOat 5#000 o covado neste genero
)s naelhors e mais largos que tem vmdo ao
cercado, assim como bonitas sedas pretas
irrrad*?, iroiieantiquesetc, todas estas fa-
zendas, vendem-se mais barato do qne em
outra qualquer parte, por haver grande
(Mrfia.
PERCALLA3 E CHITAS BARATAS.
<) PavHo vendo um grande sortimento
das mais bonitas chitas claras e escuras, mais
oaralodoque em outra qualquer parle,
'assas a *40 rs.
Vende-so na loja do Pavao bonitas cas-
tas de c&resfixas a 240, 280 e 300 rs. o
covado.
Cambraias brancas a 5:000 a prr.
S o Pavao vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, cora 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se venden a 7.$000 eSOOO,
liqmda-se pelo barato preco de 4(5000.
Alpacas ferllhantcs a 14, e 800.
O Pavita tem o mais bello sortimento de
alpacas lavradas com as cores mais delica-
das que tem vindo ao mercado e tendo bas-
tante larguaa, vendem-se pelo barato preco
de I 000, e 800 rs. o covado.
Heriu de eordo
Vende-so merino preto de cord5o pro-
prio para calcas, palttt-, e colletes, pelo
baratissimo preco de 10000, o covado,
S POUPELINAS DO PAVAO A 500 RS.
Cbegaram as majs lindas poupelinas de
>5a com imitacab das poupelinas d seda,
a fazenda muito leve com as mais lin-
das cores, sendo: verdeBismark,r&xa,aznl
!rio, c rtsento, perolla etc, etc, e vende-se
pelo baratissimo preco de 500 rs.
BONITAS LftASINHAS
OU ANADEAS A 10000 RS. O COVADO.
Chegou para o Pavo, um grande e va-
riado sortimento destirnova fazenda de 13a
c seda propria para vestidos, com os mais
delicados desenhos eraais modernas cores,
tendo bastante argura que facilita fazer-se
am vestido com pouecs corados, pelo bara-
'sissimo preco de 10000 o covado, por j es-
, taran muito prximos da festa.
COLCHAS DE FCSTAO
Na loja do Pavio vemi<;-se ura grande sortimen-
io de colchas de fostao sendo brancas a de cores
finitos dunascos de lia para coiehas.
conta.
v*aaos de llnho
Chegou um grande sortimento de pecas
de panno de Iinho do Porto que se vendem
de 700 rs. at 10000 a vara, garantindo-se
que era fazenda de Iinho nao ha nada rae-
llior, nem mais proprio para lences e toa-
lhas.
" PECHICIIA EM CHAPEOS DE SOL
Chegou um grardo sortimento dos me-
lhores chapeos de sol de seda, inglezes ten-
do neste arlgo o melhor que tem vindo ao
mercado assim como urna grande porcao de
ditos de alpacas de todas as cores e todos
se vendem por preco muito mais barato do
que era ottra qualquer parte, por haver
grande porcao.
ticos brancos
Vende-se ura grande sortimento de len-
cos brancos para homem, sendo a duzia a
10600,20000 o 30000, ditos abanbados
muito finos a 40 e 60000 a dazia, ditos de
estfuiao fazenda muito superior a 50, 60 e
70000,
Os balfles do Pavao a 2$000,
Chegi u um grande sortimento de bales
ou crenolinas do feitio mais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo preco de 20000 ca-
da um grande pechincha
Fustoes brancos para vestidos
Chegou om lindo sortimento dos mais ba-
ratos e bonitos fustes brancos com listras
ecordoes,-sendo fazenda bastante larga e
flexivel, muito propria para vestidos e rou-
pas de meninos e vendem-se a 640 o co-
vado.
CRETONES MATISADOS PARA VESTIDOS
A 640 E 800 RS.
Para a loja do Pava cbegaram os mais
bonitos cretones escuros matisados, pro-
prios para vestidos, roopao chambres etc.
que se vendem 800 rs. o covado, assim
como a mesma fazenda em padroes claros
proprios para vestidos e roupas de meni-
nos a 640 o covado, sendo os padrops mais
modernos que tem vinpo ao mercado.
m 20 sil wmw
LiASlNHAS LUSTROSAS A 400 RS. O CO-
VADO.
S o Pavao
Vende-se um grande sortimento das
mais modernas e elegantes I3asinhas para
vestidos, com as cores mais novas que tem
/indo a este mercado, sendo comlislrinhas
miudinhas que parecera de urna s cor e
;om tanto lustro que imitam perfeitamente
is poupelinas de seda, e vendem-se pelo
aarato preco de 400 rs.
Os setins do Pavo
Vende-se os mais bonitos setins de cores
i mais encorpados proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
AOS PALITOTS DO PAVO A 180 e
200000.
Vende-se ora bonito sortimento de palito-
s francezes sendo, sobrecasacados e pro-
piamente sobre-casacos, que se vendem
orrados de alpaca a 180060 e forrados de
teda a 200000, pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO
Na loja do Pavao.
Encontra o respeitavel publico neste ostabeleci-
aento nm grande sortimento de fazendas pretas,
iomo sejam, cassas francezas e inglezas, chitas
tretas de todas as qualidades, fazenda de lia de
odas qne tem vindo, proprias para ato, como
"3jam, laazinhas, alpacas lavradas e lisas, cantao,
mbzinas, merino, etc., que tudo se vende por
ireco barato.
Vfadapolo francez a 7H00O rs*
Vende-se pecas de madapol3o francez
;om 22 metros pelo baratissimo preco de
T0OOO a peca, pechincha.
Altas novidades em sedas
Chegou um grande sortimento das mais
Qoderaas poupelinas ou gorguroes de seda
' linfao com os mais elegantes padroes que
em vindo a este aireado sendo, miados e
(raudos, tanto em cortes para vestidos como
>ara vender em covado, assim como um
onito sortimento das mais bonitas sedas
iistradas que se vende todo muito em conta
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se orna grande porcao de cera de
arnauba em saceos por preco mais barato
lo qne em outra qaartquer: m loja do
>av3o roa da Imperatrii n. 50. De Flix
?6Kira da Silva.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com utas de setim eobras essas
cuja novidade de molde e perfeic5o de ador-
nos (s tornam apreciados.
Pitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para ciatos. .
Leqnes uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao mascar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 liras.
Guipuro branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos. -
Veos de seda para chapelinas e monta-
ria.
Meias de seda para noivas.-
Ditas abertas de"fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimenlo de flores finas.
Fil de seda, preto,
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de roadreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um macbinismo
urnas substitnem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidr enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Rollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados enancas,
e mes para ditos. Diverses objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. 'para enfeites de mesa e de lapinhas.
SOKTIMTO PARA A FESTA
Yende-se por menos de 10, 20 e 30 0
SO" NO
ICIISUTATITI
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
DE
S1MA0 DOS SANTOS t C.
Os propietarios deste bem sortido armazem de secco e molhados esto re-
solvidos a fazere urna grande diminuico de precos as suas mercadorias, como se apro-
xima a festa o sempre se fazem avultadas compras para o centro e praca, por
isso previnemao respeitavel publico em geral, que mande fazer suas despencase cer-
tos de que vcr3o a grande diflerenca em precos mais do que em outra qualquer parte
e garantindo-se as superiores qualidades.
GAZ AMERICANO 9do00 a lata, e 4401 SEVADINIIA E SAG 280 rs. a libra e
rs. a garrafa e 660 rs. o litro. 620 rs. o kilogrammo.
VINHO VERDADEIRO FGUEIRA 5601 FARINHA DE ARARUTA VERDADEIRA
a garrafa, e 45300 a caada e 800 rs o ti- 640 a libra e 1)9400 o kilogrammo.
tro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 20800 e
3^200 a caada, 660 e 720 rs.
DEM BRANCO DE LISBOA
caada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 10400,
10800 e 20200 a caada,
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 70 a caada, e 10340 o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 10400 e
10280 a libra, 30060 e 20780 o kilo-
grammo.
DITA FRANGEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, e 20100, 10980 e 10860 o kilo-
grammo.
DITA PARA TEMPERO 560 rs. ali
bra, 10220 o kilogrammo, em porcSo se
far abatimento.
BANHA DE PORCO DE RALTIMOOR
B0LAX1NUA INGLEZA MUITO NOVA a
400 rs. a libra e 800 rs. o kilogrsmmo.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
o litro. masso, em caixa ha abatimento.
a 40000. i PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
720 rs. a libra, o 10560 o kilogramrpo, em 800 rs. a garrafa.
porcao se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
30400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo, e 60000 a arroba. .
GAF EM GRAO 60 e 60500 a arroba,
200,240 e 260 rs. a libra. 440 e 520 rs. o
kilogrammo era sacca se far abatimento.
SARAO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs. o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA-
LHARlN E ALETRIA, 560 rs. a librare
10220 o kilogrammo.
BOLACIIINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, bem como perola Lri-
Ihante, combinacin, Francy-cracynel, mixed
Britania. Mdium, Fancy-nic-nac, a, b, c, e
soda a 10000 e 10400, cada urna lata.
Assim como ha outros muitos
RANCA, 280, 400 e 560 rs. o masso,
30200 e 60500 a groza.
AMELXAS EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 10280, 20500
30500,45500, 50500 a lata e a retalho e 10
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso, c em caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS &E LISBOA 60 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SEBVEJA INGLEZA MARGA H 50500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IHLERSA
BELL, 800 rs. a garrafa e 90 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 10500, 10200, 10 e
DE HOLANDA E HAMBUR-
e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
GENEBRA
GUEZA 70
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
110 a frasqueira^e 10 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
30000, 20800 e 20400 em caixa ha abati-
mento.
TOUCINHO DE LISROA MUITO ALTO
400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 110500 a arroba.
LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 10000 rs. a lata.
LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP-
TO a 10000 rs. a lata.
CHA FINO, GRAUDO E MIUDINHO
30200 e 20800 a libra, e 60100 o kilo-
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 20000,
20200 e 10800, rs. a libra,
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
muito novas, passas e figos novos, charutos de diversas marcas, marmelada, feita pelos
melhores conserveiros em Lisboa, gela de marmello, pecego, ervilhas, em latas, por-
tuguezas e francezas, vinho verde engarrafado retalho, peixe em latas, bem como
pescada, taraba, pargo, goraz, lula, corvina, vezugo, cavalla, sarda e sardinhas de Nan-
tes. Canella, cravo, ervadoce, cominho, pimenta, grandeamolhos de sebolla 10500.
Finalmente muito* outros gneros que er.fandonho mencooa-los.
PARA A FESTA
3 portas, loja de feragem
53-Rna Direita>--63
Neste pando estabelecimento, ha para vender
um completo sortimento de ferragem, e miudezas
finas e grossas, como sejam bandejas chinezas
quadradas e ovaes, facas e garfos de i 2 bo-
toes, balanop inteiro e 1/8 balanco; panellas, cha-
Iheiras, ca?aro;ias, frigideiras, assadeiras, Unto
de ferro como 4e porcelana, moi|s para caf de
diversos taman ios do fabricante Japy, pesos kilo-
grasMnos. tanto de ferro como de fatao, metro
para medir fanda tanto de ferro de latao,
sature, In-en, brfeante, enxofre, papel marca fia-
do, do verdadero Picardo, machinas p*r*detca-
rocar algedi; alm de outros artigo-;
gem.ffl cunlanas Anas, que i
Na loia armazem do ravao a ra da Imperatnz n. 60. taseverilwjiuiraadireita n. 83 loja de 3 per-
N r 1 us de Manoel Bento de Oliveira Braga* C
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se a afinaaem amarello de Vicente Fer-
r! ra da Costa 4 Ribo, defronte do arco da Con-
ceicao, ero barricas grandes
VENDRS* ot arrenda-se o engenm
S. Gaspar, sito na freguezia de Sermbaem
comarea do Rio Formoso, prximo do em
barque, com grandes partidos de pai i
massap i roda da moenda, mattos manguei
para madeira necssaria, bom pasto, etc.:
a Iratar n* ru* d'Aorom n. 2& ou na d(
Imperador n. 20.
Soma.
Vende-se na roa Din ita n. 30, i arroba.
11IIWS EM BOSSO
PABA NEGOCIO
POR PRECOS .MUITO BARATOS *
RO BAZAR DA MODA
Kua Nova n. 50
Coques mitarao de cabello,
guarnecidos de bellos enfeites
ulma m<-da, a duzia 40000
Papel superior de quadrinhos,
em caixas com 20 cadernos a. 640
Envt'lopes pora'lana, muto boa
fazenda o miiheiros era caixi-
nhas de 100 .... 70500
Botoes de osso bem pulidos para
calcas, a grosa 220
Ditos cobertos de superior etim
de todas as cores, a grosa dos
pequeos a 30000, e dos gran-
des a....... 40000
Ditos com interessantes photo-
graphias para punhos a. duzia
de pares a...... S#$0
Ditos de osso imitando o marfira
com lettras a duzia. 80300
Ditos I izos muito boa fazenda a
duzia....... 30500
Abotuaduras para camisa sendo :
2 botoes para os punhos, 3
para abertura e ^ para o col-
larinho brancos, escarlalates,
e pretos a duzia .... 80000
Brincos de cores a balo, cousa
mu.to chique a duzia de pares. 10000
Lindos frasquinhos empalhados
com bom extracto para lenco
a duzia....... 80000
Ditos em bonitas caixinhas ca-
da frasco a duzia. 60900
Tinta para aarcar rotipa, muito
superior cada frasco cm sua
ca.xinba a duzia. 6?>000
Liviinlios com capa de metal
dourado e com bonitas oroces
para a niissa a duzia. 70300
Sabonetes de amendoas amaa-
gas especialidad do BAZAR
DA MODA, a duzia 20508
Lapis pretos de superior qnali-
dade, bitavados a-grosa 30 e 40000
Escovas finas para denles a du-
zia a 10OO e..... 30000
Alflnetes muiio bons, brancos e
pretos, a duzia de caixinhas a 20800
Pentes pretos do muito boa qua-
lidade s grandes para alisar
a duzia. ...... 20700
Ditos marellos fazenda superior,
para alisar, a duzia. 10700
Ditos de borracha com costas de
metal para repassar, a duzia. 20400
Ditos enfeitados com contas de
cores a duzia a 40, USe. 00000
Interessantes coquinhos capri-
chosamente escullidos dentro
com um boro c lindo rosario
a duzia 100, 120 e l>000
Grande sortimento de miudesas.
Grande sortimento de quinquiiharias.
Grande sortimento de perfumaras.
Pagamento reahsado no mesmo mez da
compra com descont de 10 o/0, oti letra
acceita a seis mezes de praso.
Jos Soaret de Souza & C.
' CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende ni
ra da Madre de Deus n. 22, srmaz^ai
Jo5o M ir tins e Barros.
Acba-se exposto a vendo em todas as
livrariaso almanack desta provincia |
preco de 20( 00.
Vendse urna preu, boa rinitaodeira, lava
de sabau e \arrelh, e tem priaepl i de co.-inha :
para ver Da ra de S. Goncalo o. iO confronte ao
enafanx.
ciikua a rmm*
No armazem do Campos da ra do Im-
perador n. 28, ha grande porejo de ceblas
e linguas seccas que se vendo em grosso e
a retalho por diminuto pieco
Urna liniua j>or 240 rs. !!!......
Quando ma libra de carne custa 820
400 rs urna lingna por 12 vintn H!.....
e realmente mnita economa d'mestica !..
UMA LINGUA POR DOSE V1NTENS
S no a raa'i m do-
Campos.
Vciule-so nm I) im cau dn lila : tratar i
Yaradouro tin 01 inda
mam
Vendes^ a arniaeSo de louro nova, <\np existe
nopavitriento terreo dost.brado n. 27 sito ra de
S. GoDcal i, c tod is os pertenres, pesos n
didas de lquidos e molhados (j ateridos) com ex-
relente braco Rnmao A C, com as concl;i-
aoiar lio ; vende-se para tirar ou flcar, fci,
seu alupuel mdico, e garanto se a casa. q. ht-
ve nao p para taberna como para al;um deposil>>
ou fabrica de cigarro?, como j leve, e <|ue fui bem
afrrguezada, assim como um candieiro de gaz, re-
?islro e encanacao, e dnas excellentes pipas ar-
quiadas de ferro com tnrneiraf de metal : a tratar
no bec^o das Barreiras, casa terrea n. lo.
AVISO
Francisco itf Ilibciro Itrapa c >m fabrica de
cigarros e charutos na ra Dircita n. 30 tem sem-
pre para vender cigarros de todas as qital dades
e de muitos bons fuiuos ; assim c mo ciiarul'
bncado- com fumos da Dahia, de Bsstos 4 Sobri-
nho, e cujos se vendem pelos precos de 1^5,
e 16 rs. o milheiro, baratissimo vi-ta da
qualidade. e ;prompta se lamben encommendas a
vontade dos freguezes e por precos muito i;
veis.
Aina est para su veuder o o to da iravw-
sa dos Remedios n. 21, na freguezia s Aff fa-
dos (no estado em que se aeftaj : quem pretij
cnlenda se com seu proprietario no sobrado da
ra de S. Francisco o. 10.
P
ti
Resta venda um escolhido sortimento de ob-
jectos de marcineria, como sejam, mobilias de Ja-
caranda, mogno eamarello, obra nacional e estran-
geira, de apurado gusto e por prejco.-i razoaveis :
na roa estreita do Rosario n. 32. Nesta mesma
eaea fazm-se com pc-rfeigao todos os trabalhos dt
palbinha, como sejam, empaihamentos de lastros
para camas, cadeiras e sopns.
COGNAC.
De superior qualidade da mu accrediti-
da fabrica de Bisqnit Dubouch <4 C, en
cognac urna das que mais agurdente dt
cognac, fornecem para o consummo d*
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra d>
oomraercio n. 32.
FariiiM de mandioca
Vende-se farinha de mandioca nova e muito su-
perior, ebejada ltimamente de Santa Cathsrina.
a bordo do lugre Margarida, fondeado defronte de
trapiche do Exm. Barao do Livramento ; e para
tratar ra do Ommercio n. 17, escriplorio de
Joaqnim Jos (oncalves eltrao.
Maia & Landeiino.
Vende saceos com farinlia de mandioca, por
menos preco que em orara qnalquer parte: na
ra do Queimado Joja u. 18, que volta para a ra
estreita do Rosario
Ra do Imperador n. 26
Neste novo estabelecimento encontra-sf
diariamente um variado sortimento de bo
linhos para cha, pastis, podin.-, bollos in-
glezes, paes de l. presuntos, ditos un fiam-
bre, superior cha Hysson, preto, e miudi-
nho. Vinhos tinos de todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-
veja ingleza, fructas muito boas, por-
tuguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento de
caixinhas de todas os gostos e precos par^
mimosear senhoras, estas caixinhas recen-
temente chegadas de Paris sao de primora-
do gosto, offeresse-mo-las aosgalanteadme.'
do bello sexo pois Relias acharo nm digno
\ serio presente para as donas dos seus
pensamentos. Tambem s apreciadores dt
boa fumara encontraro charutos dos me-
lhores fabricantes da Babia e de Havam
sganos do Rio de Janeiro etc. etc.
Doces d'ovos seceos, christalisados e t
calda, ditos de caj e de outras qualidades
Nesta casa recebem-se encommendas par-
bailes, casamentos e baptisados e qualquer
encommendas avulss, como seja pi d* 16
e bollos enfeitados e outros muitas coozaf
que enfadonho mencionar.
Aluga-se ricos dminos pretos de 20 al SOi
completos costumes de phantasia do 101 ale 40?
e vende- se calcas de me.ia encarnadas e brancas :
ru3 Bella n. 49 sobrado.
Liquidaqo
Artlsos Pra bordar.
Soda frxa, froco lino, torcal. talagarga, dese-
nhos. e la t de todas as cores a 4^000 a libra : a
ra Nova n. 9, loja do D..;.}a:.
ara o carnaval
Na ra estreita do Rosario n. 3o, lc andar, '
um grande sortimento de vestuarios de prili
bordados a ouro o a seda e laa, todo do ntthno
gosto e baratos, tudo novo, vende-se e aluga-se .
lem um grande sorlmiento de dminos bordados
do velludo e seda. Fado novo, a vender :e e-alu-
garse ; vestuarios para nieninos, eiftftm indo de
muito gosto e barato ; faz-se tambem qtl
vestuario a caracure a gost > do rus doaw,
grande SortiineDto de domin de la m;;'.o bara-
tos para vender-so o alagar se, e veslu;iios i
para quem tiver gosto, proprios para bafti
passeios.
MILHII
Vende-so no trapiche Barao do Livramento sac
eos com miliio, Ixia saccaria e por menos d^
em outra qualquer parte.
ESCBAVOS FGIDOS.
Aviso s autoridades policiacs
e a quem coiupeir
No di 2 de maio do trrente atino
fugio o escravo Ezeqniel, crioulo de 30 S
annos de idade, estatura regular, rt foi ea .,
cor bem preta, cabera redonda, trajava ce-
rna azul e caiga de cassemira cinzenta.
durante o dia cosluma andar granado ?a
ras, ou em armazens de assucar ou as t
bernas a conversar c a beber; dtrante i
noite recolhe-fe a telheiros abertos, ou pe
netraveis, a casas em construeco e a ootro
quaesquer lugares, onde se possa abrigar.
quem o apprehcnder tenha a bondade de c
conduzia a ra da Aurora n. 26, ou na do
Imperador n. 20, onde ser graiil'ado.^
Arha-se fgido o oscrvo Francisco, pal
idade 20 annos mais ou menos, com de'eilo
urna nema e braqo, este escravo veio ha pou:
do Sobral, muilo ladino, enculcase de forr-.
desconfia-se eslar acuulado, o que desde j se pro-
testa contra quern o tiver feilo. Gratitka-se .
quem o levar ou dclle der noticia na ra da Ma-
dre de Deus n. ti, Io andar.
Fugio do engenho Camaragibc na fregu
de- Serinhaem pertencentes a Gaspar Mauricio
Wanderley os escravos segnintps : Samuel criou-
lo baixo. greco, nariz chalo, dii ser da Costa por
ter sido cniprado pequeo, Joan Cabeculo de I
de trinta e tantrs anno?, ps cbatts, venias afre-
bitadas, estatura baixa, cor feixada, pouca I>
e esta na pona do queixo, Felippe mulato de ida-
de de 16 annos pouco mais ou menjs, baixo, gr
so. sem defeito algum, teve blxos em pequeuo. p
rm pouco apparecc ; por isso pede-se apjtuton-
dades policiacs e capaes de camp a capTbra d '..
mesmos e lvalos no mesmo engenho ou na r :a
da Moeda n. 5, 2o andar escriplorio de Manoel A.-
ves Ferreira & u que serao gratificados.
Molequtj fgido.
Est fgido o rnoleqne Luizv(por appellido "-
chimbo), idade 12 annos, nariz rregarwio, per. -
tortas, deve ser encontrado ou alraz das musi
ou em algnma fesla : qOetn c> pegar leye-o fn>
dicao de Cardoso & Irmao, ra do Brum n. I04
que se recompensar.
Acha3e~fngido do engento Fon^a Cal, e i
Olind;-, os dous escravos Vicente 6"Vidal, o pi:-
meiro cabra, balso, cheio do oorpo, tem ui
binho emum dos dedos, tem l^.anno de id
pouco m:tis ou menos; e o segundo i
40 annos, pouco mais on menos, altura regola,
e secco do corpo : gratifica-se com 100* a e
pegar o Vicente, c 8OJ00O pelo Vidal. _____
Ausentou s~ae~30 de Janeiro passado, da
sa de Josa Ignacio, lavrador do engenho or
da freguoiia da Secada, o escravo de no ne,
noel Baela, idade de 45 anuos, baixo, citen
corpo, nariz chato, falta do denles, e o
tantes affueado*, legando camisa e le al-
godo da Baha o cltapft do btteta parto
llio. Ha lempo ugii elle e foi agai rielo i
dade. Quem o capturar lce,-o ao referido i
jilio Noruega, ou a Albino Jos Fi-rrcira da
nha no largo de S. Pedro n. 17 que ser genero-
samente recompensado. _____
*| Fugio no dia 10 do correlo mez a cabr.;
venna, com os signes segololes : altura re.u.
clieia do corno, testa estreita. oihos i(] ien
boleos basfante rolos, tem o dedo, mnimo da
esquerda om pouco dobradn para a
representa ler O annos poten mais ha ue1,.
levoo vestido de ohifa eticarnada, com un
d chita com barra azul ; tem o anda
eaap'nado para a frenl
ceulta e

tra a p&iMa'qjn a tivr em cas^ ole
ate rWompeo-
n

rr: ""


8
Diario de Perrtambuco Quiula feira l de Feveiro de 1870
=*=
1
LTITERATEA,
Qticsies Hoclaes.
D.\ ASSOC1\i: .NO CHMSTI.VMSM".
I
Vrgencta dr!> **
Quero crer que se as Qiuas'^ sociafs fo
ramde lodos os lempo, ollas 0 *8u jinda
i.i iis da a ;tnrii tad*. A *xplosu lj i.**
..poca das eleices erais, o logar 40
tiveram, de Upm ou mogrado, n;s p eoc-
ciipafes, dos.cidauus e dos candidato?, n
terror que inspiraram passando utas Ion-
curas o violencias de Imguagem das reu
Bifas publicas e dos oradores radica.
i>,nascin1ento on antes a reapparigae eo so-
cialismo mais audaz e mais seos a lo no
que nunca, acensara lo alio sua impoi tan-
cta e as po tio imperiosamente na ordem
do dia, quo a mim proprio eu censurara]
senio consi jerasse seu esludo como um de>
ver de primcia plana.
Cumpre-lbes, soja dito sem fallar com o
-espeito poltica, proceder s famosas re-
formas lio acto addicional de 12 de jtilho
do 18G9.
Ot) certo, eu nao quizera parecer que
coutesto ao senado e ao corpo legislativo o
.teresse Inherente restiluico do hreilo
de modificar e de interpelar. A votarlo d<
Levado desla serie a desenvolver a no-
(;3o exacta deste mesmo trabalho e do ca-
pilal na soeieatlo cl.nst, vi-ai) obrigado
a tornar salientes os servicos mcalculaveis
que a igreja, e, depois, n monarebia christl,
prestaran) moralidade, liberdade, o
segurancia do trabalho, quer agrcola qacr
industrial.
Netavelmenle, em'meu ultimo estudo,
tenlio estabetoido que a propriedade, solido
fundamento da li lerdade, ra garantida
pela accio uncial da igreja.
Ni verdade, a ella que s3o devMas a
paz e treguas d Deus as quaes primeiro
sabstlobM aparra, violencia e ao
roano, as ioestinvwfa vanlagens da tran-
qoillidade, ds segonmea. da inviolabilidade
dos instrumentos e dos producios do traba-
Iho; depois, as com muas que quasi todas
comeenram por ser associaees de paz e
que acabarara por wr os pactos de immu-
nidade e os penborss das liberdades Jo-
caes.
II
A igreja assegura a liberdade individual.
fosa influencia da igreja, devo repeti-lo,
se exerceu sobre o estado das pessoas tanto
quanlo sobre o raballro e a propriedade.
Seria banalidade reperr qui as innme-
ra v.*is provas que assgoram ao ebristanis-
cesso infalllvel pelo JHKaTigreja chogou a
essa libertaco.
Ella comecou pondo a familia servil no
mesmo p que a familia livre; tornou aeus
lajos indessoluveis. Era o contrario do an-
tigo direilo romano: o sacramento suppria o
cdigo. E la inscreveu esses casamento em
seus registros e lhes rcconbeceu efeilos ee-
pirituaes; elles nao deviam demorar-se em
(er effoitos legaes. Urna inderanidade de
cidiu os senbores que so quizessem oppor
as uniss por causa da propriedade dos fi-
Ihos. Foi um papa, um grande papa, servo
de origem elle proprio, que declarou valio-
sos em todos os casos os casamentas dos
ludfjet por artigos e sobretudo a obilgagao mo, cm particular ao episcopado e princi-
pe subraelter aos doputados os contracto. plmente ao papado, a honra de ter conse-
je dizem respeilo s condices do traba- guido progressiva e constantemente a abo-
lo nacional, me lucam de veras. A no- IK'o da escravido, a riomesticidade e a
.eaclo da secretaria pela cmara electiva desapparico do elvagem, sem revoiufo,
juibem um progresso que se avalia pelo sem abalo, sem p-rturb-co de especie al-
uido que podero causar o lugar do bario | gnma e sem a menor lesio de interesses de
' r invino David .e a carta ao presidente! qualqucr natureza. .Mas seria, de minba
Sckineider. A iniciativa das leis concedida' parle urna ingralido, e, em face de adver-
as depulados me parece alias bem grave; sarios, urna falta, nao recordar, suecinta-
6 urna evolucSo, que tal vez podesse valer
urna revoluco; e o liberum velo, reservado
aos Paires conscripti, nao julgo barreira
amito solida para oppor-se s velleidades
de urna cmara que enleBdesse usar fun-
do de s primazia legislativa^ Qu-mto a
responsabilidade de ministros que so depen-
den: do che fe do oslado, e que todava es-
to sujeitos s rajadas ou cabezadas da
matara, um terreno semeado de treme
daes e de estrepes em que peco permisso
Je n3o aventurar-me. Desejamos ao carro
Jo estado que se saia melnor do que nos
proprios nao o fariamos, se porvenlura
tossem >s atolados nelle.
Ousare dizlo? Estes debates, que tcem
valor e que com muito b< m direilo oceu-
pam a altenco do publico, mo parece to-
dava que se do na parte anterior da scena
o que se assemelbam ao levantar do
panno.
N) fundo, longe do espectador, mas com
o temivel poder de drama verdadero, se
gitam as paixes das turbas, os insaciaveis
Jesejos e as escancaradas aspirac5es das
massas populares. SSo os actores terriveis
que se preparara e que virSo reclamar sua
vez, cora o risco de perturbar o auditorio
a de devastar o amphiibeairo.
Deve-sc prever esta invaso, principal-
mente porque deve-se preveni-la. Ora, se-
gundo a minha opinio, s o christianisma
pode irao encontr dessa onda ascendente,
que se chama democracia; s elle pode
iirigir-se a esses novos Sicambros, e, como
ontr'ora o grande Remi, fazer-lhes curvar
a fronte perante a verdade, a ordem e a
Justina.
Tal n3o nos tem parecido at boje a opi-
l3o dos economistas da escola. dominante.
A n3o ser que pensando seriamente com
,igo mesmo e procurando com alguma boa
f um outro dique que nao seja a barreira
{ao frgil de suas theorias, elles n3o come-
cem a invocar vagamente o poder moral, o
poder religioso que ainda n5o ousam chamar
por seu proprio nome. Mas como ja vimos
a um dos mais jllustres, Miguel Chevalier,
r.3o consenlem em accetar os principios
Candamentaes Al sociedade christ; n5o
querera ou n3o sabem randerao catholi-
cismo, igreja, a Jess Christo, preciso
pronunciar emQm estas palavras perante as
quaes todos teem obrigacSo de ajoelhar-se !
nao sabem render a igreja, m3i e senho-
ra da humanidade e da civilisaco, a justica
que Ihe devida.
E' o nosso papel, e j que no-lo impem,
lenta-lo-hemos com altivez e solicitude.
Se os benvolos leitores se lembram, j
procurei de minha parte mostrar o que tem
do o trabalbo no christianismo.
Contra as observarles mais que frivolas
do relator geral da Exposic3o universal de
867. expuz como, desde sui origem, o
chirstianismo tinha considerado a riqueza e
a esmola, e tomei a liberdade de estable-
cer que, longe de tractar a virtud de
melhoramento publico que reside no traba-
lbo como cousa muito subordinada, a
igreja ensinara a virtude de melhoramcnto
privado e publico que possue o exercicio
Jo trabalbo, acceito e praticado segundo os
oreceiios evanglicos.
mente, por que series de esforps, coose-
Itios e exemplos, a igreja chegoj a este
fim reparador.
Temos debaixo dos olbos, a este respeKo,
um testemunho que o instituto nao recusar*
pois que o coroou solemnemente, ha alguna
annos; e Miguel Chevalier, que era una
dos juizes, nao se negar a dar-lhe crdito.
E' o de um sabio professorda faculdade de
lettras de Lyon, Darcste de la Chavanne
Historia das classes agrcolas em Franca,
desde Luiz XII at Luz XIV, um vol. in
8o, \ 851.1
Elle trata da condigo das classes agr-
colas em nosso paiz desde o seculo XIII.
Ora, lancando- um golpe de vista sobre os
lempos que procedern) a esle desabrocha-
mento da monarchia christS de que o reino
de S. Luiz, foi a tlor gloriosa e abencoada,
elle verifica os seguintes fados cuja impor-
tancia n3o precisa ser encarecida.
a O governo senhorial que se elevou so-
bre os destrocos das instituices romanas
estrettou a solidariedade de sentimentos e
interesses que existi entre os proprietarios
do solo e os cultivadores. Asseguron aos
campos garantas superiores aquellas que
Roma Ibes conceder.
E Da reste accrescenta: Deve-se sobre
ludo agradecer este resultado igreja, sob
cuja influencia os grandes e os pequeos,
oshomens de qualquer origem e de quakjuer
posicio se aproximarara. Como ella possuia
ricos territorios e numerosas fundacSes, es-
tava por isto mesmo investida de poderes
pblicos extensos. Porm sua autoridade
moral era ainda mais extensa. Seu espirito
presidia s transformac5os da sociedade.
O trabalbo perseverante da idade media
foi a emancipacSo das poputaces ruraes e
esta emancipacio se fez n5o s sob o reina-
do da aristocracia feudal e do clero, mas com
seu concurso. O clero com especialidade
teve urna grande parte nella; porque asdou-
trinas da igreja, sempre favoraveis.liber-
dade e digidade humanas, tomaramcada
dia mais imperio sobre as almas e acabarara
por governar o mundo.
Nisto, bem o sabis, a igreja foi a mestra
o o modelo da sociedade civil. Sao nao s
seus exemplos e seus conselhos, como seu
drei o, que procuraran) a libertacio dospo
vos. Dareste o explica ptimamente:
i As leis cannicas asseguram successi-
servos, ainda quando lhes faltasse o consen-
timenlo do senbor que, neate caso poda
exigir urna multa: foi o direilo de matri-
monio illegal ou de proseguimento, etaquasi
todos os tempos renunciado nos actos de li-
berta cao.
Alexandre IJI acabou a obra. ao impe-
rio do sentinicnlo religioso que a abolicao da
escravido deve o ser reclamada. Abulia des-,
te papa Ilustre foi a carta de libertario. < Os
governos leigos s fizeram seguir ocsejaplu
que lhes era dado plo governo religioso e
obedecer, como ento obedeeiam, ru ntaior
parte de seus actos e mais partcularmer.te
de suas reformas, ao impulso rindo da san-
ta S.
A liberdade foi desde essa poca, no cara
po, o estado mais cwnmun, at qwfe vnio a
ser o estado geral.
Ifl
A igreja garanliu a propvicdae.
Dspos da W)erdad) e da familia-, a pro-
priedade.
A igej*) era grande proprietaria, Coosli-
tuiu-se,a este trlalo.jusiiceira de alte monta,
soberana e investida de direitos snhoriaes.
Ao mesiao iempo, ereou a primeira unida-
de, a aggiomeracsK* ehrist, a parochia.
uma pharmacia, e q asi serapre um hos-
pital. Erafim, quando se fundarara estabe-
leciments de enridade no campo, os curas
tiuUam sua geslao e uma quolaparte dos
do soccorro* era foroecda pelas
renda'l dos beneficios ecclesiasticos.
a^Ha-se-mc preciso recordar todo quan-
igreja fazia com incomparavel genero-
sidfle em favor da inslruccio gratuita, ele
mentar e superior ?
Portanlp, liberdade,1 propriedade, segu-
ranca, caiidade, is o que a igreja garanta
ao trabalho rural.
De proposito me estendi um pouco sobre
este ponto. Cumpria-rae moslrarqueesse
humildes e robustos operarios do p3o e do
vrtiho linbam sido em todrJs os tempos
objeeto das solicitudes do Christianismo
em nossa patria, da qual um eminente agro-
nomo me diza, ha pouco tempo: Franca
verdaderamente o paiz eucharistico 1
Cumpria-me mostrar (jue os criadores e os
agricultores, lao esquecidos e to abando-
natfos boje, erara devedore de seos mais
preciosos' beas a este catbocismo do qual
vivemos e para quem nostos sabios- sao
to ingratos I
Agora resla-me, depois da liberdade, pro-
priedade e garanta do- trabalbo, tornar sa-
liente a maior forca de prtdneco e de 'grandes designios e das
proteccio de qac de\ia elle ser investido,
isto a ssociac3o. Anua nesia parte
triumplia o Christianismo.
IV .
A associaciioi obreira no Ckristiani&no.
A associarao !' uma lei de Deus E*
para a humauidade toda e nss primeiros
dias- de sua origem que foi pronunciada a
grande palavra : -Nao bos que o ho-
rnero esteja s ; e d'ahi decorreu a so-
ciedade da familia, a sociedade da irib, a
sociedade da nacfv. em sumn, a socis-
dade ; e- tambem, depois, todas essas asso
no perigo, a asistencia divina, ordenam
or-ros e missa por sua alvacSo epelas
almas de seus prenles, de seus amigos e
de seus bemfeilures, regulam suas festas e
penetrara as menores circumslancias de
sua vida intima. A confraria se pr< punha
a um fim que s inperfeitamenle altiirgia :
era fazer de todos os homens de nm mesmo
officio como uma unir familia, unida pela
f, sob o patrocinio de tfm mesmo santo, e
pelo prazer, em alegres e frequentes re-
UlliS.
A caridade fraterna era o mobil primor-
dial das confrarias, e isto fio verdadeiro
ci mo a luz do meio dia ; as associaees
operarias linham seu nome. Chamavam-se
tCaritats.
Caridade para com os confraders, cujos
aclos principaes da vida, o casamento e a
morie, eram celebrados por oracoes cOm-
muns, ou que em suas infelicidades c pro-
vac5es achavam soccorros generosos e effi-
cazes. f Quanto assisleniia reciproca,
nota um publicista esclarecido. Laurent (o
pauperismo e as associaees de previden-
cia), as prescripcoes dos officios formara
um cdigo admiravel c completo do mutua-
Cio. t Assim no registro dos officios
J;cTEtienne Boyleau, o prevoste executor dos
sabias resolucoes
de S. Luiz, disse. nos esfatulos dos cozin-
heiros, que o terco das multas arrecadidas
tirada a porcaodos meslresde olick), para
sustentar a pobra gente vellia d> officio
E, oim (jue nao- se tem as*s notado; a i ciaces partkulares pelas quaes os filhos de
parochia vtio a ser orna divisa administra- Adi pera em commum suas Iraquezas
vamente. diz elle, aos servos o livre exer-
cicio de lodosos seus direitos pessoaes. As
leis civis s fizeram seguir este exemplo. Se
a obra da liherdale foi longa e veio a term
nar no fim do.seculo XIV, nio se deve es
quecer que era preciso quebrar um a um
lodos os lacos que prendiam as poputaces
ruraes, sendo que taes lacos, eslabelecidos
oulr'ora cm proveito da ordem publ ca, eram
anda mantillos por suas exigencias... A es-
cravido tinha j passado por uma serie de
transformacocs que reduziram-na paulatina-
mente p, quando seus ltimos traeos fu-
ram victoriosamente apagados ao fim da ida
de media, poca em que a realeza, tornndo-
se mais poderosa, corou a obra da liberta-
gao, e, fortificando a ordem interior, per-
mita) liberdade ser mais alguma cousa do
que um nome.
Ora, preciso seguir rpidamente o pro-
tiva que o governo real empregou concur-
rentemente com a ifiisao em senhorioe- e
que acabou por prevalecer. Em 1789, alear
das ci lades, so se contava por p3rochias.
Ora se, como julgo demonstrado, scoro-
nonidades de habitantes, as comimms de-
rivaran) em graedb parte, ao menos no cen-
tro e no norte, das assossiaces de paz e de
tregoas concluidas sob o patrocinio e a ga-
ranta da igreja^ nao menos til de notar
que, no campoi a igreja tarabemcreoBiOuco
a penco em suas trras intendentes, magis-
trados, olliciaes deadministraco que se-cha-
ma vara n'i/io, deesmi judices^majores^on-
de vieran) osmawaes ou wmnres. O pri-
meiro beneficio de taes cargos era a liberU-
cSo,. e estes pequeos ofcie foram os de-
graos da escada pela qual familias de campo-
nezes foram ter liberdade, gozarara de una
considerado e de naa importtmeia superio-
res, e at se elevaiaa alguma vezes no-
breza. come o verifica- Daresle.
Quando appareceo o movimentede defesa
commum e a obteiteie de carta que rece-
nheciam os direitos dos assosskidtos, essas
carta,, redigidas sob*a iaftaeneia ou a-irai>
tac > da igreja, se esteaderam algnmas vezo
at o campo. Tem-se exempics-de aldeias
que receberam a liberdade de se governnr
com assemblas electivas de paw ou.de jw
rados.
Esses maires era os representantes de>
senborio e os magistrados dos subditos. Es-
lava muito em uso que uns e ontros- pres-
tassem igreja um juramento pelo qual e
maire se obrigava a ser probo e fiel na ges-
tio das rendas, de nao commetter exacc3cs
e de nio exigir senio o que era legtima-
mente devido. Elle tambem se obrigava a
respeitar os direitos dos rendeiros. De sua
parte, os camponezes juravaminio se sub-
metter a nenbuma exaccio do maire, e de
jamis ser camplices de falta de f para cora
a igreja por si ou seus agentes. Este jura-
mento era como urna declaraco de seus di*
reitos e d seus deveres.
Portanio pode-se absolutamente affirmar
que a igreja nio s adquiriu e releve, seus
dominios pela forca do espiritoseligioso qpe
Ihe conferia as doacoes, como pelas vanta-
gens que offerecia quelles que viviam sob
sua dependencia.
Eu nutei-o citando um proverbio allenwo:
E'bom viversobo bculo. Insisto re-
qae tivesse cabido em decadencia por
cavallarij, seu pundonor, sua intoleran-
cia, mas oa grandeza e sua fecnndidade.
Deus n3o permilta qoo contestemos tudo
quanto pode se produ/ir de perigos, de
abusos e de excessos nestaa associaees ou
confrarias. Ab! proprio do homem cor-
romper as melbores instituices.
Sabemos tanto, como qualquer, e dize-
rao-lo bem alto, que as paixes pequeai-
jias. a cobic3, o orgnlho e a inveja se ur-
trodnziram murtas vezes as corporaces
publicas.
Nio negamos que, nascidas para a li-
berdade, eilas acabaran) pelo monopo-
lio, o qual se tornoo exclusivo e tyra-
IICO.
Nao' ignoramos que a liscalisacSo dos es-
tados modernos, muitas vezes era talas, se
apossou dos cargos e do direitos das cor-
poraces, vendeu os privilegios, e, para
mascarar sua rojuslas exac?es, nSe temeu
erigidas em tbeeria, e evocando o cesaris-
mo pagio, declarar que o* trbame- era
um direilo real que se comprava coa bel-
lo dinbeiro do :ontado.
Nao dissimulamos de maneir* algoaa o
perigo e o vicio das sociadadee-jeoretas de
aprendiaado, o rWcule de sena miste-
rios e os inconveniente que estas organi-
snces, muitas vezes reprovadas pela* igre>-
jar aearretavam a sooiedade civil' e pu-
blica.
Reconbecemos da manera mais formal
que reformas essenciaes-e radicaes eran ne-
,
FOLHETIM
os muum poligmes
POB
lie Berthet
(Continuacio do a. 37.)
VIH
O gaz inflammavel.
Instantes apenas de observacio deram a
Leonardo aquella convicio. Ento. pu-
chan io para si a lampada, coja chamma
logo assumio as proporces regulares,
apressoa-se a fechar aporta, masj n'a-
que.Ha occasiio elle experJmentava o efleito
dos miasmas mortiferos qoe lgeiramente
aspirara : sentio uma especie de vertigem,
carecendo de agarrar-se parede da ga-
leria. Quando, porra, Antonio se acercoo
d'elle para o suster, j se acbava melhor.
Ent3o ainda d'esta vez adevinhaste ?
Temos ah o gaz inflammavel ?
Leonardo puchou-o para o lado, afim de
hi estaiem tio expostos aclp do gaz,
que se evaporava pelas jonturas da porta.
J nao era possivel oceultar s duas Jo-
veus a erael verdade. Ao abe lo, Gertra-
des exclamoa :
Ah I se ao menos o mea bom Anto-
nio se salvasse para tratar da minha'pobre
ta enforraa I .. ._.,
E mea pai, quanto Ihe costar este
golp I -ajantou Amelia por sua vez.
AiBda alo esto perdidas as esperan-
cas iredaranio Leoaardo enternecido.
O que Ihe peco que me nao dilacere o
coraco, quando careco de toda a presen-
Ca de espirito e coragem para operar...
Antonio,proseguio elle n3o tens oovido
fallar de um meio, empregado amigamente
em circumstancas anlogas, quando ainda
os processos boje em uso para a ventila-
cao das minas eram pouco conhecidos ?
Todas as manh3as um homem com os falos
ensopados e munido de uma vara, na pon
ta da quallevava uma mecha -accesa, des-
cia mina, deitava-se de barriga para
baixo e inflammava gaz que se formara
durante a noute, depois do que os operarios
podiam ir para o trabalho sem grande
risco
E verdade que ouvi contar isso, mas
diz-se que muitas vezes o desgracado nii
eiro encarregado d'essa tarefa era victima,
suffocado pelos materiaes que se deslocavam
com a expioso, e por isso de ha muito se
renunciara a esse methodo.
todava, o nico meio que se nos
depara para.sahirmos d'aqni, e, debaixo de
certas precauces, esiou decidido a tentar
a experiencia.
Ao mesmo tempo fendia com a machada
a vara que Ihe sevveria de sonda e applica-
va-lhe na extremidade ama mecha enxo-
frada, que tirara do sacco.
A temeridade do plano horrorisoo os
companheiros.
Amelia disse-Ibe:
Supplico-lhe, Leonardo, qae pense
bem no qae faz. Olbe qae vai expor-se a
uma morte quasi certa I
Mas, se eu me n3o arriscar, nem por
isso estamos livres de morrermos todos
aqai dentio em ama hora I No local onde
nos achamos nio se renova o ar e est se
viciando progressivamente. Denunstra-o
bem a saa pallidez e a de Gertrades. Eu
produzindo a linguagem das cartas, as
quaes cerios homens livres se fazem servos
voluntarios rainisteriaes* dos mosteiros,
diiado que preferem antes ser escravo
de Deus que libertos .do seculo : Mtigis
esse servas Dei quam Merlos seculi.
A ign-ja era branda para com os que
ihe perlenciam.
Ella de bom grado se encarregava do
cuidado dos pobres, fazia distribuidlo de
vveres, de graos, de diversos objectos,
sustentava seus servos e seus operarios ;
estabelecia em suas propriedades osmuleres,
que visilavam os desgracados e o> doenies.
Os monges exerciam gratuitamente a me-
dicina : nio bavia convento que nio tivess^
para transforma las.e)'forras.
Nada degraudee dnravelse fez cipe nio
fosse pela associacio : *(? sol !
Mas, se os seclos anteriores ao Chris-
tianismo coebeceram associacio, estava
reservado aoEvaagelho dar-lbe sua ver-
d'-ideira, sua omnipotente formula: a-as-
soeiacjo entre ifiBos, a-associacao con a
caridade, a associacao inspirada pelo amor
de Deus e pele* aaor doe iromens.
Este preceito era novo-segundo a pro-
fonda expresie do Salvador. E sua sn-
btime novidade, soa novidade divina, con-
sista nisto : Anai-vos uns aee outros r >
Assim, logo qae appareee, a associacSo
pelo trabalho setnostra sob-a^ogle da fra-
termdade : a ceofraeia o modeto, o n,e
laco da corporaco.
O eaptiveiro desapparecie; o- selagem
se domesticava e extingua, graga aos cui*
dados-aaterno da igreja.- Fo ent3o,
a obsorvaco de A. liot, provada cora
facos-r foi entie qne se organisaram a
primeina associaoues obreiras,- qiuer na ci-
dades,.quer no campo.
Drzemes de ptoposito n campe ; este
mOvimeato meaos eonbecid, porera nio-
menos notavel, toam logo se ver.
V
Confiaras e eorpwafesdscidades.
as ciades o poveaces importantes, a
associacao,.a corperaeio. a.liberdade e
a probtdade do irabao. Qnem as creou ?-j
Aigrejp-.
A-cerporace mdustnaes, diz un*
escripia pouco suspeilo, A. Blanqui. de-
vem saa origem organisace do trabalho
nos conventos. Nio iremos tavez tiO'
longe como o antof da Historia; db econo-
ma petilica ; os frades hoararara o tra-
balho e deram exemplos atis d sua di-
vso e de sua distribuico. Eltes foram
percorsores das corporaces; aestres
instituidores? >sao o alfirmareaos cora
tanta contianca.
O- que certo que, segando as pan
vras de ara ootro economista, as corpo-
races se fomwvam sombra da igreja.
E eis aqu como os vestigios- dos antigs
colngia do mundo romano, nicamente
bascados no interesse, no prazer o no
monopolio, cao se perderaa: o Chcis-
tianismo ergueu-os, purificouros e Ibes ins-
pirou a f e a caridada. Accrescentou s
vantagens materiaes a oraco, o sentimento
de uuiio e de concordia, eafim os soccor-
ros mutuos.
Desle modo, ha relaces estretas desde
o piincipto entre a confraria e a co'rporacio;
a segunda provem da primeira e esta do
proprio coraco da igreja, a caridade. O
carcter civil e poltico da segunda, nao se
separa do carcter religioso da outra.: o es-
tandarte do corpo de officio a bandeira
do padroeiro da confraria.
Os estatutos da confraria, diz um es-
orptor exacto e leal, Levasseor (historia
das classes operaras em Franca), se diri-
gen) ao homem e ao chnstao. Inquietara-
se por sua lelicdade, implorara paraelb
mesmo smto grande oppressio no peito.
Portanto nao ha um momento a perdHr i
Ttns razioacudi Antonio.Tam-
bem eu jas no am zumbido nos ouvidos e
parece-me at... Com tudo, se om de
nos tem que arriscar a vida, porque nio
serei eu o primeiro ? Est aqui a lainba
prenla e desposada Gertrudes, a quem
amo de todo o coraclo : tambem est ab a
menina Amelia Van-Best, minha bemfeitora
e da minha familia. Para que, pois. be)
de ceder a outro o sacrificio da vida em
beneficio d'e las ?
Nio, Amonio,exclamoa Gertrudes,
abracando-onio vas. eu t" soppllto !..
Antes morramos aqui jontos^ e pedmdoa
i)e.us que ana una n eternidade I
Bem vs. .Antonio, que tu s amado I
disse Le >oardo melanclicamente.Vive.
portanto, para a toa parenta e para toa
mii.
E o Sr. Leonardo disse Amelia
nio tem quem o ame ? Nio tem igual-
mente uma familia, uma amiga, para quem
a sua vida seja cara ?
O mancebo ene rou-a fixamen.e.
caasa da mercadori* ou da idade avancada.
Era uso da corporaeio dos impressores de
Par que (pando om operario caba doente,
se fazia circular una fo ha, provande sua
incapacidade de Irabelhar, e sobre o visto
desta folha, cada memoro dava dez sidos.
Em qaasi todos os oorpos, o operario Pi-
cando enfermo, tomara o Titulo de tbom
pobre e reclama va o soccorro das offici-
nas ; cada urna Ihe dar por mez tres- sol-
dos. N'outra parte os estatutos estipula
a esraofa de officio qne se tirava das re-
servas de salario, as quaes compunham o
fundos da caixa comraui. Se algn,
dos confrades decahr de sen eslado.-sera
abanado no qae'aprazer aos outros.
Ora, como observa Laurente, a fcrma-
Co destas confrarias era sobmettida asanc-
Cio dos bisposi ? Nellas se reconh8cia a
man da igreja.-
Nao era menos visvel na generosi&des
que se exercia para com todos os homens
pobres, nos dia de festa dae eonfraria. Os
fabricantes de Wiris nio se pnnbam me6a
antes de terera mandado p5e> vianda vi-
nho aas pobres de Hotel-Dieu- e aos preses
de Chatelet. Oe-enrives tinbam um hospi*
tal particular parajes doentes e os veihos
de seovefficio. 0tras conftarias adntii-
tiam aseus soctowos todos os pobre da
parocbi.
Depo do immenso beneficio da vida re-
ligiosa, as corporacees assegnuaram ao tra
balho sua liberdade e sua dignidade, diase-
mos n.
E' dellas que daeta esse nobre sentimen-
to que exaltava o operario a seos propiios
olhos e Ibe dava um-mobil superior ao in-
teresse : a honra d officio.
E' dellas que data a independencia do
operario* lio difficil> de conquistar con a
do servada gleba;:dependencia que se
abrigou sob o manto da igM)a e quo se
preserven, pelo privilegio.
E" dellas que dato a boa qoalidade da
producflo, posta sob a guarda da propria
corporaoao e de seus chefes que se respen-
sabilisavaa para como pubtico pela mi de
obra dos artefacto e pelo materias em-
pregadas.
E' dellas que datera os vordadeiros pro-
gresso da industria, assegurados pelo-en.-
sno regalar ou ayvendizaih pelos diversos
graos a percorrer desde O de mprendiz. at
o de mostr, erafim pela justificaclo deca-
pacidade reconhecida em, ara jmzo pu-
blico, a ap. esentac/io da obra prima.
,' aellas que datara as primeiras rea
Ces dos anifices de uo mesmo officio, re-
laces alongadas- por riagens obrigatorias
em que o joven operario se inicava Bucees
si vamente, nos lugares mais celebres,
em cada um dos-segredss de sua arte.
E' dellas que data o pensamento de uma
especie de solidariedade que ligava, alra-
vs das fronteiras e n'um t-mpo em que
ellas so encontravaia a cada passo, os
aprendizes de um mesmo officio, os quaes
ainda quando descendessem de fontes fabu-
losas como os carpiateiros, filhos de Hi-
ram se Yangloriasam de uma remota ori-
gem, se reconheciara por signaes- misterio-
sos sobre toda a supercie do occidente,
e formavam, dest'arte uma vasta mutuaco
popular no meio do desmembramento dos
estados.
E' dellas que dala o sentimento de hie
rarchia* de organ'saco, fundadas n'uma
lei commum, qual so applicava o bollo
nome de oficio (devoir). e que tinha sua
cessarias; que era preciso quebrar e qoa-
dro, que se tornara arbitrario e excessivo,-
das cerporaees secrelft ; dar legtima ex-
pansia-a liberdade do trabalbo individuad
deixaremlim a associac^e voluntaria, con-
servando com euidado patrocinio caris-
tio.
Luiz-XVI. o rei que mais araoa a seu
povo quera e te-lo-ha realisado. A Re-
voluco matoo a liberdade con o mesmo
golpe que decepa va a cabe?a de augusto e
infeliz raonareba.
Tudo fi destruido, ludooi prescripto,
at o proprio principio de asseoiaiae. Irohi-
be-se qualquer reonio anda mesmo para
interesse commum deerstouja assembla
que tinha de desapparecer cora ai realeza
qne trahirai
Estamos-era-face desta1 ramas Trata-
se de eleva-las e de trabalhar n^ novo edif-
lick) que deve sabir ao mesmo tempo da
experiencia de nessos pais edenessos pro-
prios soflj mentos- para melbera das gera-
C5es vindooras;
A justica tira das primeiras condices
deste laborioso papel. Es- porque nos
apressamos em fase-la as inst'itu'c5es que
j n3o existem. Concluamos cora Levas-
seor : NSi se pede descenlvecen os ser-
reos prestados a neia idade pela corpora-
Clo; ella foi a totora e a salva-guarda da
industria naseente eensinou ao povo ase
governar por si mesmo. Bez.maia: deu
aos artistas ricos dignidade, aos pobres
soccorros de dinhetro; durante- toda a meia
idade foi como christianismo eas-communas
a questo nvagna. des pequeos, a fonte de
seus prazeres e o interesse de toda a sua
vida, t (Contintki* se-na.)
VARIEDADE
O eute de ouro.
(&nefHso)
Dez jantares de bodas nio absorveriam o
vinho que fot chupitado nassa marenda gas-
troraomica de memoravel lerobranea.
Quando os Gineoenta tongataboinos che--
garam ao instante da inconsciencia de todo,
Van Schoer/atireu ao ar com a oarapuca de
algodio e correa para praia-coa os seas
companheiros.
Em um. abrir e fechaa de oHtoa emparrar
ram para o mar urna grande piroga; mas
na occasie e que o cosinbeiro que em
ultimo lugar ia pnlar por sua vez para
bordo, am berrendo toagatabuino que lo-
mava banho a algnns passos. nalli, atiroose
sobre elle, segurou-o pelas calcas soltando
estridente assobio do alarma.
Van Schoor tentor* debaier-se contra, o
seu adversario, mas- o selvagem forte e vi-
goroso, lulava com vantagern. Milagro l
O toBgfltabeino dardejou as pupillas arden-
tes sobre o Dente de otero suspenso ao
pescoco do cosinbeiro e eahio com o rosto
no p exclamando:
Karaboo miko I <(ioe quer dizer grao
clisfe, em lingua tongataburaa.
0. Denle de owo salvava-os, semelbanca
desses anneis timbres que os dramUurgos
prodigalisam a seus hroes.
A fragata ingleza, que elles abordaram,
diriga se a Plymouth com escaa, pelo Cabo
e Gbraltar.
Van Schoor pagoa na mesraa<**iute a pa-
tente, olerecendo ao capitio. ioglez uma
chariolte-fudditut como nunca, foi servida
na mesa de Hergracious Jgesty tbe
queen Victoria.
verdade- respondeu ebeque te- hw de um fura, loovem que se eolio-
nho um prente a quem devo affeigo quas
paternal, mas Des ha de protege-lo e
resigna-lo coma min a perda
Fcou per um momento pensativo e de-
pois proseguio resolutamente:
Onve-me, Antonio, e toma nota das
instrueces que le dou. Vou eniiar s na
galera para promover a combusta- do ga
inflammavel. Logo depois da explosln
Bo nio voliar, atraressars a galera i
rendo. Ncttatr-i extremidade encentrars
talvez urna ouira porta, qoe de certo d*r
sobre o poco das eacadas. Ataca essa por
ta, sem hesitar, agolpes, de machado e
arromba-asem a menor detenca. S8 nio
poderes mette-la dentro, arrmba ao me-
nos uma taboa para que entre logo o ar
dvre. Aconteca o que acontecer, nio te
importes comigo : moribundo, morlo ou
ferido, prohibo-te que te approximes de
mim. A toa missio 3alvar estes dous
entes, ao que chegars,^ procurando-lhes o
arpuro, que aqui falta... Tens-macom-
prehendido ? Prometles-me seguir risca
estas prescripcoes ?
Prometi, Leonardo, com tudo es-
pera .
Basta ; est todo prompto. S falla
tomar uma precaucio.
Approximou-se ento de uma poca de
agua a ensopou os fatos, afim de que a ex-
piosio se Ihe nio communicasse roupa :
iistipou tambem o lenco que devia
levar na cara como um veo. Feito isto,
dingio-se s companheiras de infortunio,
diz-tudo :
Affastem se mais, meninas. A deto-
uacio far sem duvida estalar as portas,
< uj< fragmentos pode o vir at aqu, sen-
t provavel que saiham d'ali chammas co-
quera n'aquella anfractuosidade para esta-
rem seguras.
E mdicou-lhes uma cavidade feita na pa-
rede da galera a uns trnta passos de dis-
tancia.
Gertrudes quiz seguir a indicacio, mas a
fadix-, o susto ou talvez a influencia do
pernicioso gaz fizeram-na cahir sem tor-
cas
Nao posso idisse ella, gemendo.
Leva-a, Antonio ajuntu Leonardo.
Antonio agarrn n'ella com precaucae.
Leoaardo quiz prestar igaal servico a Ame-
qae nio eslava menos frica do que
Gertrudes, porm ella contentou-se com
apoiar-se no braco de Leonardo, a quem
acompanhou com passos vacillantes.
Durante o trajelo Leonardo pareca vio-
lentamente agitado, Afinal, apertaodo leve
mente o braco da joven Van-Best, talvez
mesmo involuntariamente, disse me em voz
baixa :
Devo fallar lbe com franqueza. A
experiencia qae vou tentar offereco a menor
probabilidade de salvaco para mim : pro-
vavel qae d'aqoi a instantes eu nio exista 1
Por isso, n'este momento solemne, nao
posso reprimir no coraclo um segredo que
apezar meu, me vem aos labios.
E paron arquejante.
Um segredo ? balbuciou Amelia.
Sim, um segredo que j de certo te-
ria adeviohado, proseguio elle arrebata-
damentese nio fosse a sua pura innocen-
cia, se nio fosse talvez a absorpelo dos
seos mais elevados sentimentos pelo amor
paternal I... Amelia, apezar da distancia
social que nos separa, amo-a maito!
Ame ia nio redarguio.
Offendo-a de certo 1 disse elle me-
lanclicamente. Acba audacioso que nm
pobre operario se atreva a fazer-lhe tal
confissio ? Talvez um dia venba a saber...
Mas repito: o que me dfcoragem para tanto
a certeza de que vou morrer 1... Po-
derel contar com a sua recordado como
aqoelle que vai dar a vida para a salvar ?
A joven nio responda.
Tinbam chegado a uma especie de banco,
onde Antonio j bavia feito assentar Ger-
trades.
Leonardo interpretara o silencio de Ame-
lia no sentido mais desfavoravel aos seus
votos, e por isso proseguio amarguradamen-
te,
Bem vejo quo nio perda o meo atre-
vimento, e, visto jue a minha presenca Ihe
seria importuna e odiosa de futuro, nada
tenho que me prenda ao mundo!
la a affastar-se, quando a joven o dete-
ve, exclamando fora de si:
Fique, Leonardo, que Ih'o peco eu l
Nao devemos acceitar o seo sacrificio J..
Fique e morreremos juntos, come ha pouco
o disse Gertrudes t
Gertrudes ama Antonio, em quanto
que...
Fique, fique, Leonardo J continoou
Amelia com voz suffocada. Se nio pode-
mos unir-nos na vida, juntar-nos-hemos na
eternidade I
O mancebo levou phreneticamento aos la-
bios a mo de Amelia, e, cobriodo-a de
beijos, exclamou
Quanto Ihe agradeco Nio quero,
porm, que morra : viva para se recordar
de mim I... Agora, se eu morrer, fleo
antecpadamente compensado do meu sa-
crificio com as suas doces palavras : sio
ellas para o meucrac3o o supremo gso..
Agradecido, pois, ainda uma vez. e adeus I
E, sem aitender s vozes qoe o chama-
vam, deitou a correr para a porta. Anto-
nio pareca estar desvairado : quiz embar-
gar-lhe a passagem, mas foi repellido.
Leonardo disselhe rpidamente :
Nio te esquecas da recommendaclo
que te fiz:' toma cautela principalmente
podem apagar-se.
com as luzes, que
(Contmar-tt'ha)
TI P. DO UUR10-RIA DAS CK2E H.


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