Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12035


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Full Text

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Mili) IIKI. NUMERO 29

1,
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PARA A CAPITAL E LUGARES OIDE IA0 SE PAGA PORTE.
Por tres nezes adianiados................' njuv^
'or seis ditos idea..... Jf0 S
240&
320
^br iua aoau idem..
Oada omero avulsu
_,
SECfMBl FEIRA T DE FBtEBEIRO DE 1870.
PA1A DEITH& E FORA DA PROYIICIA.
Por tres mezes adiantidos
Pv seis ditos idem. .
Por nove ditos idem
Por ixn asno idem

DIARIO DE
61780
13*500
271000
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
A0 AGENTES*:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para ; GonCalvcs & Pinto, no Marnho ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Jemos Braga, no Aracaty ; *>ao Maria Julio h*Yes. no Ass ; Antonio Marones da Silva, no Katar; Jos Justino
^Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha ; Belarmino dos Santos Bulcao, era Santo Anto; Domingos Jos da Costa Braga,
t em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jos Bibeiro Gaspwinho no Bio de Janeiro.
" _____~_______________
PARTE OmCIAl.
k%
Gorerno da provincia.
f IPEDiC.X'TE ASSiCN.UX) PELO EXM. SR. SE.\'ADOR FRE-
PERICO DBALMODA E ALBUQUKRQIE, PRESIDIANTE
IM PROVINCIA, KM 15 DE DKZKMBRJ DE 18tW.
I" SeCCU).
N. 863.-JPortara ao chulo Jj divsao.Accuso
a recepco do ofli':io que V. Exc. me dirigi iion-
tem sob n. iii, participando me haver chog >do a
<*sle porto a corveta a vapor Pntense pertencen-
te ao districto naval, sob sea enramando, e em
resposta tenho a dizer-Ihe que ficam expedidas as
convenientes ordena par ser forneeido a mesma
corveta o combustivaje aguada necesssaria.
N. 36.Dita ao inspector do arsenal de raari-
nha.Mande V. S. furoi'Cer com urgencia o cora-
Imstive o agula necessarios a eorvela a vapor
Paraense, alim de poder seguir a seu destino, co-
mo solicitou o chc!e de devisan commandante do
3* districto naval em oflhio de 14 do corrente sob
fl. 222.
N. 363.Dita ao capito do porto.Mande V.
S. por om liberdade o recruta Manoel Damasio
Ferrara, que Ihe fora remeitidj pelo Dr. chefe de
iwlicia, com o nome de Manol Francisco Alves,
vis lo ter pro vado iseneo legal.
2* seceo.
N. 366.Portara ao Dr. chefe de polica.In-
leirado da fuga de aou presos da cadeia da villa
do Lunoeiro, segundo V. S. me communicou em
offlcio de 13 do corrente sob u. 1741, nesta data
recommendo ao respectivo commaadante superior
que seja onearregade do commaudo do destaca-
mento de guardas nacionaes dalli. o sargeuto aju
daate do batalhao n. 21 da dita villa, como pede o
respectivo delegado.
N. 367.Dita ao coraraandante superior interi-
no da guarda nacional d > A\o Porraoso.De con-
formidade com as suas informaedes de 6 de outu-
bro ultimo, dadas s.>bre os requermentos dos alie
res do batalhao n. 44 da guarda nacional sob seu
rommando superior interino. Manoel Viera Ca
valcante e Jou Baptista de Leao, autoriso V. S.
a conceder-lhes a guia de que trata o art. 45 do
decreto n. 1130 de 12 de marco de 1853, visto te-
remelles transferido seu* domicilios para o dislrc-
4o do batalhao u. 42 d<> municipio do Serinhem.
N. 368. Dita ao commandante superior da
guarda nacwna de Serinhem.Tendo nesta data
resolvido aunaos alferes do batalhao n. 44 do Rio
Kormoso Manoel Viera Cavalcanti e Joao Baptista
de Leo, que se acha residindo nesse municipio,
se passe a guia de que tra o art. 45 do decre-
to n. 1130 de 12 de marco de 1853, assim o eom-
munico a V. S. para seu conhecimento e arlen de
qne opportunamente determine a esses olllciaes
-que, depois de decorrido o praso legal conta-
to da data de suas apresenlacoes oesse comman-
do superior, trate ni de apostilar suas patentes nos
termos do citado decreto.
N. 369. Dita ao commandante superior da
guarda nacional do Limoeitu Expeca V. S. as
suas ordens para que o destacam- nto da guar ia
nacional dessa villa seja commandado pelo sar
genio ajudante do batalhao n. 21 da guarda na-
cioual desse municipio.
N. 370.Dita ao commandante do corpo proVi-
sorio de polica.Transmiti a Vine, para a devi-
da exeeuco a dejiso da junta que. nesta data
tomou conhecimento do conselho de julgamento
junto, do soldado do corpo sob o sea commando
Antonio Manoel da Ciiohi.
N. 371.Deliberarlo. 0 presidente da provin-
cia attendendo ao qae requereram os alferes por-
ta-bandeira c da 1- compa ihia do batalhao n 44
de infantaria da guarda nacional do municipio do
Kio Formoso Manoel Vieira Cavalcauti e Joo Bap-
tista do Leo e tendo em vi-ta as uforraacems do
respectivo commandante superior interino datado
de 6 de outubro ultimo, resol ve que aos referidos
alferes seja concedida^ guia de que trata o art.
45 do decreto n. 1130 de 12 de marco Je 183.'!,
visto terem elles transferido seus domicilios para
0 districto do batalha n. 42 do municipio de Se-
riiihein.
N. 27$.Dita.O presidente da provincia con-
formando-se com a pruposia do Dr. ch--fe de po-
1 cia, r. solve exonerar dos cargos de 3o, 4o, 5o e
ti- supplentes do delegado do termo de Caruar os
ndados seguimos:
iftpita'. Jo|uim Bezerra di Silva, Joo Francis-
co Loureuco, Miguel Ferreira, Manoel Alves Pe-
reira.
.\. 373. Dita.O presidente da provincia con-
ronnaneo-se com a proposta d chefe de polica
om cilicio n. 1727 de ll do corrente. resolve no
insar para os cargos de 3", 4a, S- c C supplentes
do delegado do termo 'de Caruar os ti dudaos >e-
guinies ua orduin em que vo collocados : Joo
Joaquim da bilva Lnne.ira, Antonio da Silva Flo-
rencio, Francisco Jos Goucalves Florencio e Joo
Paz ile Lyra Branda. '
N. 371.ia.O presidente da provincia de
i-onforimdade din a proposta do Dr. chefe de po-
eta ni olcio n 1727 de II do correle, resolve
xonerar dos cargos de 3", 4, 5" e 6' supplentes
lo subdelegado do Io dstriclo di termo de Ca
ruar os cidados -egutntes :
Joo Teixeira do Carvalho Patriota, Antonio
d i Barros llego, Jos Kodngues de Vasconcellos
\zevedo e Francisco Cezario Florencio e Jordo.
N. 375.Dita.0 prc-idente" da provincia con-
Jortiiando-se com a proposta do Dr. chefe de poli-
ca em offlcio n. 1727 de 11 desle mez, resolve no-
mear para o cargos de 31, 4, 5 e 6" supplentes
do subdelegado do 1 districto de Caruar, os ci-
lad,s seguintes na ordem de sua collocacao :
Joao Paz de Lyra Branda.), Nuno Bezerra da' Sil-
va, Francisco iVorberto de Souza o Cactano Alves
l'loi-encio.
3*seccao.
N. 376.Portara ao inspector da thesourana
1; fazeoda.Em vuta do altestado junio era du-
plcala, mande V. 8. pagar aos negociantes More
ra & Braga, conformo solicitou o ebefe de polica
om offlcio de 13 do corrente, sob n. 1737. a quan-
tia de 32*000 ou o que justamente se estiver a de-
ver, proveniente do aluguel vencido de julho a
outubro deste auno, da casa que serve de quar-
(I ao destacamento de Villa-Bella.
N. 377.Dita ao raesmo.Transmiti a V. S.
para os ttns convenientes as inclusas conta* do-
edmentadas da recelta e despeza da enfermara
iailiur desU oWade, relativas ao mez de novem-
tjro prozimo passado e pem assim o parecer da
junta de sade qnana ferma da le as exarainou,
.icbando as conformes e regulares,
N. 378.Dita ao inspector da thesourana pro-
vincial.Mande V. S. pagar a Manoel Joaquim de
Miranda e Souza. a qnantia de 76*900, provenien-
te de eacadernacoes qae tez para a secretarla do
tioverno, como se v da melosa conta.
N. 379.Dita ao mosma.A Francisco de Pau-
la MmMJo, mande V. S. pagar em vista do map-
pa Jaato em duplcata que me romettou o chefe
de priMa con cftcio d* 13 do carrn te sob n.
1736, a qoantia de 50*490 on o que se estiver a
dever, provena* do (inweimento de luz e ama
tetto ao quartel do destacamento do termo de f
zaretb, a contar de juibo a novembro dosto anno.
i'seecia
N. 30.Poitaria a cmara municipal de Flo-
rea.Declaro a cmara mowcipal da villa de Flo-
rea em reepoata ao tea o#do de SS de ootnbro
ultimo, qne approvo a arretnatacoe* do* impoe-
toa de foe trata o tea tKado oficio, devendo a
mema cmara remHler a eopfa dos termos dos
reepeetvos contrate?.
N. 381.Dita ao gerente da companhia Pernam-
bucana. O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande dar transporte ate o Rio Grande do
Norte em lugares de r destinados a passageiros
de estado ao engenheiro militar Dr. Jos Antonio
B Irigues, e a sua senlnni D. Anna Diolinda de
Andrad- Rodrigues.
N. 382.Dita ao mesrao. Sr. gerente da
companhia Pernambucana mande dar a Jos Za-
caras Viera de Mello urna passagem de estado a
proa no vapor Pirapama at a capital do Rio
Grande do Norte.
Y 383. -Deliberacao.0 presidente da provin-
cia, attendendo ao quti Ihe requereu o professor
publie de instruceao primaria da freguezia de
Tracunhem, Jos Martmiano de Suua e em vis-
ta ia inf .nnacao da respectiva directora geral de
13 de agesto ultimo sob n. 250 resolve, usando da
atlrihnicao que Ihe confere o art. 2 da lei pro-
vinc >l n. 893 de 23 de junio deste anno conce-
dcr-lhe 6 mezes de I cenca com todos os seus
vencimeiitos para tratar de sua saude, onde Ihe
convier.
EZPCMKirre ASSIBXADO PELO SR. DR. JOAC'LIM COR-
REA DE ARAUJO, SECRETARIO 1)0 COVERNO, EM 15
DI-I DEZESIBRO DE 1869
2' seccao.
N. 384.Offlcio ao Dr. chefe do polica.De
or lem do Extn. Sr. presidente da provincia trans-
miti a V. S. os ttulos juntos de nomeacao dos 3,
4 5o o 6" supplentes dr. delegado e do subdele
nado do 1* districto do termo de Caruar, de con-
formidade com a proposta de V. S. era oflkio
n. 1727 de II deste mez.
.Y 385.Dito ao raesmo.De ordem do Exm.
Sr presidente da provincia coinmunico a V. S.,
que nesta dala se expedio ordem ao commandante
sunerinr da guarda nacional do municipio de Ga-
rantan- para informar que numero de pracas
e-tiveram destacadas na villa de S. Bento desde 5
de novembro de 1868 at a data em que foi dissol-
vido o dito destacamento, isto em solueo ao offlcio
de V. 5. de 9 do corrente sob n. 1712.
N. 386.Dito ao mesrao.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, manda declarar a V. S. em
resposta a* seus oficio* de 13 do corrente sob
ns. 1736 e 1737, que expedio-se ordem para ser
paga pela thesourana de fazenda aos negociantes
tloreira & Brasa a quanta de 324 e pela provin-
cial a de fi0490.
N. 387.Dito o juiz de direito da comarca de
Palmares.O Exm. Sr. presidente da provincia,
manda declarar I V. S., que licou inteiraio pelo
seu offlcio de 20 do mez Ando de ha ver Romeado
Trajano Austricliaho da Costa para interinamente
exercer o cargo de promotor publico dessa co-
marca, por estar licenciado o efloctivo e ter o
cdado Joaquim Candido de Miranda, que V. S.
noraeara a 9 do dito roez dado parte de doente no
referido da 20.
3' seccao.
N. 388.Offlcio ao inspector da thesouraria de
tazenda.O Exm. Sr. presidente da provincia,
manda declarar a V. S. para os devidos fins, qn*
segundo offlcio do juiz de direito da comarca de
Palmares de 20 de novembro ultimo, nessa dat?
foi nomeado Trajano Austricliano ia Costa para
exercer interinamente o cargo de promotor publi-
co da dita comarca, poMer dado parte de doente
Joaquim Candido de Miran ia que o exercia e en-
trar a effeetivo no goso d- llcenga.
EXPEDIENTE ASSIliNADO PELO EXM. SR. SENADOR FRK-
DERICO DE ALMEIDA E ALBUQURRQUE, PRESIDENTE
DA PROVINCIA, EM 16 DE DEZE IBUO DE 1869.
1 seccao.
N. 390.
de fazenda.Transmiti a V. S. os prets juntos
em duplcala que me remetteu o brgadeiro com-
mandante das armas, com ofH;ios de boje sob ns.
727 e 728, atim de que mande liquidar e pagar os
vencimenlos relativos a priraeira qninzena deste
mez, das pracas empreadas no deposito de re-
crulas e dos prisioneiros de guerra paraguayos.
N. 402.Dilaao mesmo.Em vista do pret no-
minal, junto em duplcala, que me remetteu o
con-mandante superior deste municipio coai ofi-
cio de hoje sob n. 263, mande V. S. liquidar e
pagar os vencimenlos relativos a pritneira quin
zena deste mez, dos gurdas nacionaes do 6o bata-
lhao de infantaria destacados na fortaleza do
Brum.
N. 403.Dita ao mesmo.Ao capito Joaquim
Silvero do Souza mande V. S. pagar depois de li-
quidados, em vista das relacoes nominaes e prets
juntos era duplcata, que me remetteu o comman-
dante superior do municipio de Garanbiins, com
otlicio do Io do correte sob n. 109, os vencimen-
los correspondentes a is mezes de outubro e no-
vembro deste anno. dos guardas nacionaes desta-
cados na villa do Buique.
.Y 404.Dita ao mesmo.Recommendo a V. S
que em vista da follu, relacao nominal e prets jun-
tos, mande liquidar e pagar a Martins & Leopoldo,
conforme solicitou o commandante superior do
municipio doBrejo com offl-iode 5 do corrente
sob n. 20, os vencimenlos relativos ao mez de no-
vembro ultimo, do oficial e pracas da guarda na*
cional destacados naquolla villa.
N. 403,Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Em vista da relacao nominal e pret em
duplcala que inclusos devolvo, e a que se refere
a sua i ni innac.o de hontem sob n. 746, mande
V. S. pagar em primeiro lugar ao tenente-cor >-
nel Cornelio Carlos Peixoto de Alencar, e em se-
gundo a Francisco Canuto da Boa viagem, confor-
me solicitou o comman Jante superior interino do
municipio de Cabroh em ofirio de 24 de outubro
ultimo, a quanda de 1:183*480, em que segundo
o parecer da contadoria dessa thesouraria, impor-
tara os vencimenlos a contar de 18 a 31 de agos-
to deste anno, de urna forca de guarda nacional
do Ex qne esteve empregada na captura de cri-
minosos.
N. 406.Dita ao mesrao. Mande V. S. pagar
ao sargento Deomedes Francisco das Chagas.de-
i mis de liquidados em vista do pret nominal junto
em duplcala, que me remetteu o commandante su-
perior do muni'-ipio de Santo Aniao com oficio de
13 do corrente, os vencimentos relativos ao mez
le novembro ultimo, dos guardas nacionaes des
tacados na villa da Escala.
N. 407. -Dita ao mesmo.Depois de liquidada
em vista dos inclusos documentos, a despeza feita
diirinte o mez le novembro ultimo, eom a illumi-
naco e dietas fornecidas aos presos pobres da ca-
sa di delencio, man le V. S. pagar a sua impor-
tancia ao bacharel Joaquim Jos Ferreira da Ro-
cha Jnior, conforme solicitou o chefe de polica
em ofBtiode 14 do corrente, sr>b n. 1,743.
If. 408.Dita ao mesmo. Expeca V. S. suas
ordens, para que depois de liqudala em vista da
cinta junta em duplcata, a despeza feita com o
forneclmento de luz e agua para o quartel do des-
tacnenlo da villa de Pao d'Alho durante os mozos
de setetnbro a novembro deste anno, eja paga a
sua importancia a Antero Gomes de Sant'Anna,
conforme solicitou o chefe de polica em offlcio de
14 do corrente sob n. T.746.
4* seccao.
N. 409.Portara ao doutor commssario vacci-
nador provincial.Envi Vmc. ao Dr. chefe de po
390.Portara ao inspector do arsenal de i |tia para serein remettidos para o termo de Santo
marmha.Mande V.S.collocar quanto antes outra | Anto, alguns tubos e laminas contendo fluido
peca em cima dos recifes no lugar em frente desse
arsenal, em substituirlo da que cahio ao mar,
visto se tornar necesaria para a amarracao dos
navios mercantes, como solicita o capil > do porto
em oficio de I i do corrente sob n 7.
N 391Dita ao conselho de c nnpras na
Vaes.Ere vista do que informou o inspector da
thesourana de fazenda em offlcio n. 837 de 13 do
corrente junto por copia, oaavrn jue a respeilo
do fornecimento pedido em seu oficio de 20 de
novembro ultimo, proceda o conselho de compras
nav.ies nos tormos do parercr da o>ntadoria da
mesma theouraria, tambera por copia.
2 a. seccao.
N. 393.Dito ao presidente do supremo tribu-
nal de justica.Levo ao conhecimento de V. Ere.
que segundo participan Q cnselluiro pre-idenl
do tribunal da relacao, em oftieio de II d core
rente nessa dat foram por elle concedidos ao ba
charol Joo Rodrigues Chaves, juiz de direito da
comarca do Bonito, 30 da* de brenca com ordena-
d> na frma da lei para iratar de sua saude.
N. 394.Portara ao Dr. chefe de polica.En-
vi a V. S. a inclusa porta ra para o commissari i
vaccinador l'orneeer gnus tubos e laminas com
fluido vaccinieo, alim de ser applicado i- pessnas
a i o la nao vaccinadas no termo de Santo Anto.
onde segundo o offlcio de V. S. de 14 do corrente
sob n. 1747, grassa a varila, sendo que rom re-
lacao aos presos na cajeia do dito termo affecta-
dos tensa enfermidad j providenciei em portara
de 4 desle mez a essa repartico dirigida.
N. 395.Dita ao mesmo.Em resposta ao oficio
de V. S. de 14 do corrento sob n. 1745, deelaro-lhe
que o servico das rondas no districto de Santo
Amaro ie Jaboatao, deve ser feito pelos inspecto-
res de quarteiro, nao sendo punsivel por ora
attender a reqnisigao di) delegado respectivo
quanto a haver all destacamento.
-Y 396. Dita ao mesmo.Para que se possa
resolver acerca do pagamento, a que se referem
os oficios de V. S. de 10 e 13 do jrrente sob
ns. 1722 e 1739, e reclamado pelo delegado di
termo de Floresta, de despezas por elle f--itas cora
a ultima deligencia para a captura de criminosos,
faz-se preciso qne o mesmo delegado remella nina
conta documentada dessa despeza.
R. 397. Dita ao commandante superior da
guarda nacional de Cabrob. Proceda V. S. oV
conforraidade com o disposto no deveto n. 3,535
de 25 de novembro de 1863, contra o capito Pe-
dro Alves de Oliveira Castro, que segundo o seu
oficio de 22 de novembro ultimo, se acha ausente
do districto do batalhao a mais de tira anno sem
licenc,a.
N. 398.Dita ao promotor publico da comarca
de Cabrob.Em vista do que a esta presidencia
representen Antonio Jos Viera da Cunta, copias
1, 2, 3 e 4, edo qao a resptito informou a cma-
ra municipal da villa do Brejo em datas de 10 de
novembro prximo Ando e 6 do corrente, copias
5, 6 e 7, assim como das postura* existentes na
secretaria do governo approvadas pela assemblea
legislativa provincial em 4 de junlio de 1836 e 17
de marco de 1845, copias 8 e 9, donde se v que
nao existe o art. S de posturas que o 6scal da-
quella cmara Jos Gomes Soares de Almeida, fez
extrahir o executoo, proceda Vmc. contra est na
forma da lei.
N. 400. Dita. O presidente da provincia de
conformidade com a proposta do Dr. chefe de po-
lica em oficio n. 1,748 de 14 do corrente, resolve
nomear para o lugar vago de i* supplente do
subdelegado do 1* districto da fregneda de Teju-
copapo do termo de Goyanna, o actual t soppleo-
te Antonio Goncalves de Azevedo, e pa a preen-
cner este lugar e os dos 3*, 4* e 5 supplentes do
dito subdelegado os ddadaos seguintes na ordem
em qne vio ootlocados : *> Joo EvangelisU Fra-
gozo de Albafnerqne, 3 Maooel Antonio de Son-
ta, 4 Vtcnale Ferreira de Oliveira, 5 Flix Jos
Cejar de Vaseoncellos.
3*9eceSo.
N. 401.Portara ao inspector da theouraria
vaccinieo, an de ser all applicado.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. JOAQUIU CORREA
DE ARAUJO, SECRETARIO DO GOVERNO, EM 16 DE
DEZEMBRO DE 1869.
1" secejio.
N. 410.Oficio ao Exm. Sr. general comman-
dante das anus.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
si lente da provincia declaro a V. Exc. em respos-
ta ao seu oficio desta Jata sob n. 730, que nesta
data se man m cm'erlar os objectus constantes
do pedido do comman lante do deposito e-pecial de
iastrnecao, que veio annexo ao sen citado offleio.
N. 411. -Dito ao capito do porto. De onlem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia declaro a
V. S. era raspada ao seu offleio de 14 do corrente
sob n. 147, que ncsi? dita se recotnmenda ao ins-
pector diiarsejial de tii.irinha, para mandar enllo-
car, quanto antes, outra peca em cima dos reales
no lugar em frente daqueile arsenal, como V. S.
solicitou em seu citado offltio.
J.' seccao.
N. 412.Oficio ao presidente da relacao.4)e
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, asea-
te mez. ata que participa ter nessa data concedido
ao bacharel Joo Rodrigues Chaves, juiz de direi-
to da co uarca do a 'Oilo, trila das de licenca
com ordnalo pira tratar de sua sale.
Y 413.-Diliao De coefe de polica. De or-
dem do Exm. -Sr. presidente da provincia irans
millo a V. S. o* titul >s juntos de nomeaca dos
Io, 2o, 3o, 4o e .i" suppleo es do subdelegado do 1
dMricto da freguezia de Tejucupapo do termo de
Goyanna, de conformidade com a proposta de V.
S. em oficio n. 1,748 lo 14 do corrente.
N. 414.Dito ao mesmo. S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. em
resposta aos seus oficios de li do corenlo sob
ns. 1,743 e 1,7 H, que a thesourana provincial
tem orem para pagar ao bacharel Joaqnim Jos
FerrWra da Rocha, a quanta de2:676$G16, e An-
tero G unes de Sant'Anna de 18*200 constantes
dos citados oficios.
N. 415.Dito ao cotnraandBnto superior interi-
no da guarda nacional de Santo Anto.S. Exc.
o Sr. pr- sdente da provincia manda declarar a V.
S. era resposta ao sen oficio de 13 do corrente,
que nesta date antorisou-se a thesouraria provin-
cial a pagar ao sargento Deomedes Francisco das
Chagas, os vencimentos constantes do citado of-
tieio.
N. 416. Dito ao commandante superior da
guarda nacional do Brejo. Nesta data autorisou-
se a thesouraria de fazenda a pagar a Mntm- &
L -epoldo, os vencimentos constantes do offlcio de
V. S. datado dr 5 do corrente e sob n. O, o qual
fica assim respondiJo de ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia.
N. 417. Dito ao commandante superior da
gnarda nacional de Garanbaa*.O Exm. Sr. pre-
sidente da provincia re-pondendo ao seu oficio do
t do corrate sob n. 109, manda declarar a V.
S. que a thesouraria de fazenda tcm ordem para
pagar ao captio Joaquim Silverio de Souza, os
vencimentos constantes do citado oficio.
N. 418. Dito so commandante superior interi-
no da guarda nacional de Cabrob.S. Exc. oSr.
presidente da provincia manda declarar a V. S.,
em resposta ao eu oficio de 24 de outubro ulti-
mo, que nesta data auiorison-seathesoararia pro-
vincial a pagar em primeiro lugar ao tenente-oo-
nrael Cornelio Carlos Peixoto de Alencar e ora se-
gundo a Francisco Canute da Boa-viagem os ven-
cimentos consuntos do citado offleio.
3' seccao.
N. 419.Oficio ao inspector da thesouraria de
fazenda.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia participo a V. S. para os deviios fins que
segunda communicou o couselheiro presidente da
relacio em tfflcio de 11 deste mez, ama data
conceder ao bacharel Joo Rodrigues Chavos, juiz
do direito da comarca do Bonito, urna licenca d
80 dtas cqm ordenado, para tratar do sua satid:.
EXPEDIENTE AfSIGN \D0 PELO EXM. 8R. SENADOR FRE-
* PSHICO DK 4LMEIDA E ALBUQUERQLE, PEs|DE.NTE
DA PROVINCfc, EM 17 DE DEZEMBRO DE 1869.
i.* seccao.
.Y 421.Petara ao inspector do arsenal de
mannha. -Mando V, S. proparar e colwcar na
torre do Collcgio ur mastro para os signaes do
telegraphn/
"3"XI).ita cnsul Portuguez.Em res-
posta ao rjfHcjp que em 6 do corrente dirigio-me o
j>r. Dr. Claudino de Araujo Guimares, c >nsul de
Portugal, cbeme dizer que, segundo declararan)
os peritos que procederara a respectiva vestoria, e
consta da parte oficial do Dr. chefe de polica n.
l/ll de 9 dste mez, junta por copia, o subdito
portuguez Rbardo Jos de Carvalho falleceu vic-
tima de aspbfxia por submersao, sendo os papis
e dinheiros a mesmo perteneentes entregues por
Francisco Masques da Fonseca Pilla, pelo subdele-
gado do 1 dcstrieto da freguezia de GamelNra
postes em deposito Renov ao Sr. cnsul a segu-
ranga de mnha sincera estima o consideracao.
2- seccao.
N. 424.Porttria ao Dr. chefe de polica.Tn-
teirado do que V. S. commnicou-me p de 15 do corrent sob n. 1752, tenho a recommen-
dar-lhe que reiteie V. S. suas ordens ao delegado
do Cabo, relativamente a exoneracao do subdele-
gado do 1 districtt daqueile termo, convindo qne
o mesrao delegado determine ao respectivo 1" sup
pente que entre sm exercicio. Offlcio V. S. ao
promotor publico respectivo alim de proceder con-
tra o subdelegado, visto baver incurrido oas penas
do art. 140 do codiao criminal.
N. 425.Circular ao* commandantes superiores
da guarda nacional ja provincia.Haja V. S. de
satisfazer o mais brete que for possivel as infor-
ma cues sobre a guarda nacional sob o seu cora-
mando, que Ihe foram exigidas em portaras desta
presidencia de 12 de jsnho, 11 de setembro e 9 de
outubro findos.
N. 426.Portara ac commandante superior in
terino da guarda nacional do Recife.Teodo de
conformidade cora a proposta do tenente-coronel
commandante da 8* batalhao deste municipio, e a
vista do que informou V. S. era offlcio de 15 do
corrente sob n. 262, nomeado para o referido ba-
talhao os officiaes constantes da deliberacao junta
por copia; assim o cotnrtunico a V. S. para seu
conhecimento e direceo.
N. 487.Dita ao commandante superior da
guarda nacional do Rin-Formoso.Declaro a V. S.
em resposta a.< seu oficio de 14 deste mez, que o
destacamento dessa cidade de dez pracas da guar-
da nacional deve ser commandado por un in-
ferior.
N. 428.Dita ao commandante superior da
guarda nacional de Serinhem.Deferndo o re-
querimento do alferes do batalhao n. 42 Manoel da
Gama Romeiro, sobre que versa sua informar.) de
6 de outobro ultimo,resolv transfer-lo da 5' para
a 3* companhia do mesmo batalhao, na qual de-
vela servir como effeetivo na vaga deixada por
Francisco Paciuoo de Assls Lobo, que fia promo-
vido a tenente em 17 de Janeiro do anno passado.
O que coramunco a V. S. para seu conhecimento
e alim de que determine a esse oficial que trate
de apostillar a respectiva patente.
N. 429.Deliberacao.4) presidento da provin-
cio tendo em vista a proposta do tenente-coronel
commandante do 8 batalhao da guarda nacional
do municipio do Recife e a que a respeito infor-
mou o respectivo commandante superior era ofi-
cio de 15 do corrente sob n. 262, resolve noraear
para o referido batalhao os olllciaes seguintes:
5' companhia.Alferes Manoel Olympio de Car-
v.ilho Mendenca, e Jeronymo Odn Ferreira Ca-
bral.
6' companhia.Tenente o alferes da mesma
Herculano Silveira Bessonc, alferes Joaquim Ville-
la de Castro Man.:.
N. 430.Dita.O presidente da provincia atten-
uendo ao que requereu o aliares do batalhao n. 42
do municipio de Serinhem, Manoel da Gama Ro-
meiro. e tendo em vi-ta a informago do respecti-
vo commaudante suoerior interino de 6 de outu-
bro ultimo sob n. 31, resolve traa-feri lo da 3a
para a 3' companhia do mesmo batalha >. devendo
servir como eff.-ctivo na vaga deixada por Francis-
co Pacifico de Assis Lobo, que foi promovido a te-
nente por deliberacao de 17 de Janeiro do anno
pas-ado.
Y 431.Dita.O presidente da provincia.de
conformidade co n a pronosta do Hr. chafa de po-
lica em olcios ns. 1726 c 17>6 de lie 15 do cor-
rente, resolve exonerar o nidada Vicente de Hl-
landa Cavalcante de Albuquorque, do cargo de 3
supplente do subdelegado do 1 dislriclo da fro-
gtt zia de N.izarelh.
N. 43 i.Dita.0 presidente da provincia, de
contormidailc com a prop >la do Dr. chefe de po-
lica em oficios ns. 1726 o 1756 de 11 e 15 do
corrente, resolve anjBear para o lugar de 3o sup-
plente do suodelegado do 1" di-tneto da freguezia
de .Nazareth o alferes Jos Antonio de Arruda.
3* seccao.
iY 433. Portara ao inspector da thesourana
de fazenda.Providencie V. S. para que depois de
li pdados, em vista do pret junto em duglicata
que m t remetteu o commandante superior desle
municipio coin offlcio de hontem sob n. 264, se-
jam pagos o* vencimentos correspondentes pr
meiraquinzena do corrente mez, dos guardas na-
cionaes do 1 batalhao de infantaria a luartelado
M Hospicio.
N. 434.Dita ao mesmo.Mande V S. pagar,
depois de liquidados, em vista do pret junto em
dnplicata que me remetteu o commandante supe-
rior de-te municipio com oficio de hontem sob n.
265, os vencimentos relativos priraeira quinzena
de corrente mez, dos guardas nacionaes do 4 ba-
talhao de ntantaria aquartelados na fortaleza do
Buraco.
N. 133.Dita ao mesrao.Era vista da folha
relacao nominal e pret juntes em duplcala, mande
V. S. liquidar os vencimenlos relativos ao mez de
novembro ultimo, do oficial e pracas da guarda
nacional destacada na cidade de Caruar, e pagar
a sua importancia a Antonio Jos do Arantes & C,
conforme solicitou o commandante -uperior do
municipio do Bonito com oficio de 9 do cor-
rente.
N. 436.- Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial. Recommendo a V. S. pie em vista da
conta que me remetteu o major comman lante in-
terino do corpo provisorio de polica com oficio de
hontem sob n. 571, manda pagar a Agr & C. a
quanta de 250Q0, proveniente do enterro do -ol-
dado daqueile corno Adolpho raoslo Rabeilo l'es-
soa, que fallecen no hospital Pedro II.
N 437.Dita a* mesmo. Depois de liquidados
em vista dos prets nominaes iuntos em duplcate,
qae me remenea eommandante supurior interi-
no do municipio de Sorinheru eom oficio de 111
do corrente, sob n. 10, mande V. S. pagar os ven-
cimentos relativos aos metes de outubro e novem-
bro oeste anno, aos guardas nacionaes destacados
aaquella villa.
Y 438.Dito ao mesvao Dwolvo a V. S. para
os fias eonvent-ntas, a inclusa relacao impoten-
temente assigaaaa, como sotooitou om oficio de 21
de novembro ultimo, sob n. 112, a qnalvai annexa
o requerimento de Flix dVj Figneira Faria, rela-
tivamente ao pigasasnta da despeza feita, no mez
de julho deste ana eom o sustento dos presos po-
bres da cadeiaMa eida/.e da Victoria.
'^scelo.
N. 439.-O!cso o Exm. Sr. presidente 4a pro-
Brasil em Portugal solicita nos oficios de 12 de
outubro e 23 de novembro ltimos juntos por co-
pia com referencia a Carlota Maciel de Oliveira,
viuva de Joaquim Goncalves Salgado.
N. 440.Portara ao governadur do bspado.
Sirva-se V. S. de informar sobre a materia do in-
cluso offlcio n. 98 de 7 deste mez da cmara mu -
nierpal di^te ctdade, lechiiando st-o anual capel
lo do cemiterio publico pede exoneracao. convin-
do que em caso afflihativo aprsente logo pro-
pista para ter lugar a sua substituico nos ter-
mos do art. 5 do capitulo 2 do reg. de 2 de junho
de 1854.
N. 441.Deliberacao.O presidente da provin-
cia attendendo ao que requereu o professor pu-
blico da cadeira de instruceao prirn .ra da fregue-
zia da Alago i de B.v> Juvneio de Barros Correa,
e tendo em vista a informaco do director geral da
instruceao publica de 16 d corrente, sob ti. 381.
resolve conci-der Ihe de enformida le com o art
23 da lei n. 598 de 13 de maio de 1861. a*renioco
que pedio daquella cadeira para a da povoaeode
l -bedouro, creada pela lei n. 715 de 20 de mato do
1867.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PEI.O SR. DR. JOAQCISI COR-
REA DE ARAUJO, SECRETARIO DO GJVERNO, E.M 17 DE
DEZEMBRO DE 1869.
2* sec$.
N. 442.Offlcio a Dr. cnefe de polica.De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia trans-
muto a V. S. o titulo junto de nomeacao do alferes
Jos Antonio de Arruta para o lugar de 3o sup-
plente do subd legado do 1* districto da iregiaezia
te Nazareth, de conformidade com a proposta de
V. S. em oficios ns. 1726 e 1736 de 11 e 15 do cor-
rente.
Y 443.Dito ao commandante superior interino
da guirla nacional de Serinhem.O Exm. Sr.
presidente da provincia manda declarar a V. S. era
resposta ao seu oficio de 11 do corrente, sob n.
40, que a thesouraria provincial tem ordem para
pagar os vencimentos consuntos do citado of-
tieio.
N. 444.Dito ao commandante superior da guar
da nacional do Bonito.S. Exc. o Sr. presidente
da provincia manda declarar a V. S. em resposta
a seu hOco de 9 do corrente, que a thesouraria
de fazenda tem ordem para pagar a Antonio Jos
de Arant s 4 C., os vencimentos constantes do ci-
tado oficio.
N. 445.Dito ao major commandanteinterino do
corpo provisorio de polica.Nesta data autorisou-
se a thesouraria provincial a pagara Agr & 11, a
quanta de 231000 constante do offlcio de V. S.
datado de hontem, sob n. 517, a qual fica ssim
respondido de ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
3." seccao.
. 446.Oficio ao inspector da thesouraria de
fazenda.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia oininunco a V. S. para seu conhe-
cimento que segundo consta de offlcio de Alfonso
on-
d Reg Barros de 16 do corrente, asstiraia elle entre elles aiguns de p sicao eoltica qne
gar deste o Sr. Affonso de Paula de AIL_
Marnho, cuja derrota dera origen a tana* i
manteles e desurden no seio do partido i
dor.
Assim mesmo os homens pen-adores nao i__
sideram seguro o Sr. Affonso, por que o iHmStv
sacerdote pude non sentarse coa a aniamieaa
Pao dos Ferros, e litigar os sen direito penal
os no vos dexceudfnlrs do acto aHicumtU, rea
mes ehamava o ex-presidente Gustavo de Sa.
Dea- queira que por caua desse Sr. Aloi
nao venha anda o mundo abaiso.
o A frsen, que se deu no Ceara-mirim, pet
qual se julga sao e salvo o Sr. Affonso, foi a se-
guidle :
Corra na chapa presidencial o nome do n*d
Joaquim Manoel de Oliveira. que no o4legw aa-
quella paroehia obteve grande numero de nam,
Mas o que fez o K/xminonda a Jaramm ?
Fez o que todos e-peravam, o que a"
poda sorprender.
Depois de 38 dias da eleco do Oar-i
lendo ne-se nterin fcib> e desfoo dn
thenticas, segundo o velho cosiume, arr
45 voto., que havia ontido o digo sacerdote
veira, e assim deu triumpho por alguns votos i
ao candidato derrotado as urnas.
Nao sci, corotudo, se esse jogr^ que
Catos qualificam de indecente e desleal. aerVss
tara alinal ao querido candidato, iqoem a ni
ra municipal apuradora, na sua passiva mtaiaaV
contar votos, foi obrigada e expedir diploma.
A mnha dtivda nasee da eireunrtaacu e
haver o Rvd. Oliveira obbdu no coUegio de Pa-
nos Ferros 24 votos, que na podero ser rnnliibi
pela falta da authentica respectiva.
Se, pois. acontecer que um da, por ch
da v Tificac dos poderes, appareea a mys
e encantada authentica de Pao dos Ferros, i
rece que se nao peder deixar em ba aritl
ca de calcular assim :
< Padre Oliveira 171 votos, mais 24 igual a
187 votos obteve o Sr. Affonso em toda a pro-
vincia.
Veremos o destecho dessa importante peca.
Os partidos polticos desta provincia estar
exacerbados contra a administracao do Sr. Prdrt
de Barros, em virtude de alguna actos por elle pra
heaadx.
< Nao sei se Unto os liberaes como os coaser-
yadores tem razo as suas queixas, por qnaak)
ncnntestavel que os actos estao na espbera as at-
tribuic/ies do presidente da provincia, e por etm-
sequeuca usa elle de um direito, demutindo m
empregados provinciaes e al alguns geraes, se-
gundo as conveniencias do servico, e nao sio 6t>
numerosas, como dizem os putibeoc, >$ loaroo-
nanos retribuidos exonerados por S. Exc.
Creio que, nvitando-se eom ns
nao exceder a 42 o numero de<*
fulminados cora deraisso. m ncjsa data o exercicio do cargo de administrad*
do correio desta capital para que foi nomeado por
decreto de 27 de n jvetnbro ultimo.
Y 447 Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
tendo por deliberacao desta data e em vista de in-
formacao do director geral da instruceao publica
de 16 do corrente, sob n. 381, resolvido conceder
nos termos do art. 23 da lei n. 5t)8 de 13 de maio
de 1864, a rem >co que pedio o professor publico
Juveucio de Barros Corra, da cadeira de instruc-
eao pritn .na da freguezia de Alaga de Baixopara
a da povoaco de Bebedouro creada pela le n. 715
de 20 de maio de 1867, assim o manda communicar
a V. S. para seu conhecimento.
4." seeco.
N. 418. -Offlcio ao director geral da instruceao
publica. -S. Exc. o Sr. presideote da provincia
leudo por deliberacao desta data e em vista de sua
informatjo de 16 do corrente, sob ti. 381, resolvido
conceder no* termos do art. 23 da lei n. 598 de 13
de maio de 1864, a remoco que pedio o professor
publico Juvencio de Barros Corr-a da cadeira de
instruceao primaria da freguezia da Alaga de
Baixopara a da povoaco de Bebed-mro, creada
pela lei n. 715 do 20 de maio de 1867, ssstm o
manda communicar a V. S. para seu contieci-
raento.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DlA
3 PF, FEVEREIRO.
Padre August) Fjrankun Moreirada Silva.in-
formo o Sr. inspector da thesouraria provincial
Abaixo assignados propnetanos e moradores
na< ras do Pilar, (uararapes e outras.A vi-la
da informaco. opportunamente sero atlendidas
Bacharel Antonio Maria de Parias Neves.In-
form o s". inspector da thesouraria provincial
Antonio Francisco de Souza.Infirma o Sr. Dr.
procurador fiscal da thesouraria provincial.
Bacharel Chrysolito F. de Castro Ch ives.Ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda, para man-
dar pagar o que for devido ao snpplicante.
Elias Baptista da Silva.AoSr. inspector da the-
sourana de fazenda, para attender o supplcaate
nos termos de sua informaco n. 65 de 23 do mez
indo.
Francisco Cavalcanti Ribeiro.Ao Sr. Dr. chefe
de polica, para providenciar como fr de direito
Joaquim Jos de Faria Neves!Informe o Sr.
major director do arsenal de guerra.
Bacharel Joaquim Pontos de Miranda.Junto
este ao requerimento anterior, em que foi lancado
o despach de 27 de Janeiro, volte ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda para informar.
Joo Baptista dos Aojos.Ao Sr. Dr. chefe de
polica para providenciar como for de direito.
Conego Joaquim Pinto de Campos.Conccda-se
com ordenado sement.
Jos Cavalcanti de Albuquerque.Conceda-se a
licenca requerida nos termos da le citada.
Luiz Francisco Vieira de Lima.\o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda, para mandar pagar
o que fr devido ao snpplicante.
Leopoldino Antonio da Fonseca.Informo o Sr.
Dr. juiz de direito especial do commercio.

PEEN
vnoia das Aiagas.Reg a V. Exe. se digne pro-
videnciar para qr,e ose sejam ministradas as infor-
macees o eerttr.o de baptknio que o cnsul do
REVISTA DIARIA.
AUTORIDADES POLICIAES.-Por doliberacao
da presidencia, de 31 do passado, foram no neados
3* e 4* supplentes do delegado do primeiro dis-
tricto do termo do Recife, os Drs..Antonio Goncal-
ves Ferreira e Pedro de Athayde Lobo Moseoso.
PIRAPAMA.Chegou hontem pela manha da
Granja e portes intermedios o vapor Ptrapoma,
da companhia Peraarncucana.
Nao veio mala do Cear por sso deixamos
do dar noticias dessa provincia.
Do Natal, no Ro Grande do Norto, nos es-
crevera nosso. correspondente em 4 do corrente :
< No da 19 do mez passado nao honre a apc-
raoao geral dos votos para deputados provinciaes,
por nao ter a cmara municipal recehwo autheu-
ticas dos collogos do Cear-mirim o Pao dos Fer-
ros.
Foi, prtente, adiada a apnracio para o da
20 e deste para ai de Janeiro ultima
< O seo resanado j bem coohocidu na pro-
vincia, com a differenca, porm, de que po/ meto
de urna trica, peculiar ao mandas etetor!
do Cear-mirin, foi arredado o nonas do pa-
dre Joaqun* Manoel do.OKvoira. cntraffdo em h-
pr.ilic.nlo acto- de lioMili.Ude" i admtntsir^fo,
ain la que, eu o confeaso, sejam cidados iatcJi
gentes, honestos e respeitaveis.
> J Ihe ilii noticia da importante prisao do reo
Antonio Hyglnu de Il>llanda Leirs; agora duas
nao menos importantes foram eBectuada, pela pa>
'icia do Sr. Dr. Espinheira ; a saber : a do arei-
noroso Joo Baptista dos Santos e a do homkiJa
de duas mortes era Pitos e Pomba! da Parabyba.
Manoel Eduvirges. pronunciado tambera em Lmz
Gomes por crime de ferimeotos graves
O Sr. Dr. chefe de polica, entrando as lulas
dos partidos, s trata dos negocios de sua reparti-
(o c isto com touo o discermmento e criieno.
Todos os dias, por as-mn dizer, expe :e oritns
para a captura dos criminosos e para acabar por
urna vez com o pernicioso uso de armas prohi-
bidas.
Tom sido feliz, porque j vai clhendo br-ns
resnltadna,
t O districto de Nova Cruz, de tri-te cHebrida-
de era lodos os lempos, nao gozava de pkna paz.
t 0 I." >U|iplente do ni, |,.|. -,do, Jo->; Maimel
de Paiva Rocha, legado por sei.iimcntu- oue nao
poseo apreciar, cercou a casa do negociante Mi-
guel I.eite Pereira. n intuito de prender mu s?a
fmulo com destino ao r.-crutamenlo.
Esse facto com, da prisao le um tal Viaana.
vi-reador da respectiva cmara inunici;iil, nmn
queni aquello 1. su iplente attribuii rnmes ja
proscriptos, deu lugar a um certo estrtriecioieafc.
no districto.
Hoje. pnrm. os espirites estn calmos e su-
reos ; e para isso nao foi preciso uuisqoea
ileioisso da autoridad,- que m refirn, ilewB-
so proposta peto dfataa chefe de pd-cia, tur
julgou prud-nte mandar destacar no i,; <,> des-
tricto ni> carcter de subdelegado, o aHma> de po-
lica Tilomas Antonio Xeves Monteiro. panaa shb
poltica <' indeTeretite aos odios e mirga* hiraes
t No destricto de tilinga est lavrando com en
tensidade a pesie de te-xiga.
Cous'a que requisita d > Sr. Dr. E ra j se mandou para aquella 1 oral i da, I. 4ts> urna ambulancia e o cirurgio Machado, ,li n d
serem soccorridos os pobres accumroeitido* t>
mal.
t No lugar denominad,) Cunka do termo dV
Goyaninba, Jus Alexandre da ll,x-ha damarsmjta
qualro horriveis facadas sobre o infdiz Jos RJaai
ro, que snecumbio instantneamente.
c O criminoso evadi-.-u; mas, nao pndim*-
snbtrahii-so a vigilancia da polieia. entregiHt-*;
prisao no dia subsequeolc ao do bomicidiu il3 de
Janeiro).
a Acaba de Ser suspenso da respectivas fnat-
cies o thesoureiro de fazenda. Joo Vrente Muun-
elle, pelo desfalque de 8034000 reis quo se teri-
cou exi.stir no cofre.
< O liador daqueile empregado, o Sr. Dr. Loto
entrou imniediatamentc cm aquella importanciar
em seguida retirou a sua I noca.
Na)>isso atiribuir e-se desfalque se nao a
engaos uos pagamentos, etc.
O Sr. Mounnelle parece ser boasadoecum
pridor de seus devares.
CORPO PATRITICO.Em nom do Sr. maier
Joaquim de AJbuquerque Melto. sao rmifidad
todos os sonhores omeiaes do eorpo patrintie dr
lanceiros comparecerem em *aa chcara na
Porta d'Agua as 6 horas da urde de segunda-fiir:.
7 do corrente, para tratar se d negocios usgea-
tissimoj.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.No dia 15*
corrente de vera rounir-se ero asesmWa geral o
accionistos dessa companhia, aflm do ourem a
leitura do relaterio do anno passado
Hoj,5 o ultimo dia em que o vapor Cimua.
da mesma companhia, recebe carga para boa*
c Penedo, conforme est annunciada.
CLUB POPULAR.Devem reunirse, no dia *>
do corrente, os membros desu sociedade, atina e
onvirem a leitura do rclatorio trimensal.
NAVIO INCENDIADO.-Iniormam-aoe ja
inceodou. no porto, do Natal, no Rio Grande *<
Norte, urna barca ingieta qne aUi se aonava car-
regada do algodi a sabir para Ltrerpool; salvan-
do-se apenas a tripolarao.
ESCRIVAO DE APPBLLAC08S.Prestoa, smV
bado juramento e entrou em exsruteio de eterrm-,
de appellaces do tribunal da retocao, o Sr. Ja-
gusto Cesar da Cunha.
ALMANAK DA PaOtlrltfA.Acaba da salar
a luz esto pahheac^o, imja^uaeomaridado o te-
visto e correcta cora canoro ae resaaeavo i
nisador. [Mba^ a renda o U o tapiar.
til


I

!? 1Q 03fM 3Q T AHI3T ,>|t& Pernambuco
x^
SOUEDADE PATMOTICA 14 DE SErOBRO. Ie Copia** De. vj ir a ch.qjada dos voliirrtaio- Antonio Fernandos Karaos de Oliveira, Copiador
de loao Punir des Santos Farofa, Diarioile' Pa-
ria A Gouias, dito de niz Antonio .Sequc.raa Co-
piador de Antonio da r.riiz'Pdbeiro, dito de 6ar-
A Nogaeira, Diario de Ferreira Lima & C.,
de Almeida & C, dito afe
traes eanuia daaxaefuintes
Copiador que i
su cidaSe, sc.nn;m--io "central da sociedad.'
D a te Utilero pretende convocar brevemente
Tima reuna* do Club Periiambucaoo, alim de deliberarem so-
lre TBEATRO DE Ol.IXDA.-Realison-e Mbbado
o *pi prescito so acham em Onda, pera apphcarem o
w producto alf-ima de ama crianza do *?xo
femenino. A cxecttco do drama Diana de Rione
corrtiu inulto regularmente, sebretudo se se alten-:.
der que a manir parte d'esaes jovens pisava pela
prtmtora ve a sreca dramtica.
FESTA KM SANTO AMA II 'i -Venando obra di; Sanio A*i;o das Salinas, a por
cun.-ogruto itapossihilitaiia de prestar-se ae culto
divino ; os eaearreadusda< ine-mas obras rojol-
"veram mandar celebrar una misaa solemne no
on-istorio, respectivo, no domingo 13 do eorren-
e, iu*i! Bina ladsinha. fazendo cxposieo do
enilagroso santo nos mito das seguintes.
WWfHiGgA 99 filU'M.I'or detiberacao da
pre-lenna a proviucia, do 1 do correute, ioi
no 'ni -.ni i para conimaudar interinamente a for-
taVtn i!. Brum e> Sr. leneule-coronel Sebastin
Joi Itasilio Pyrrko.
AJHBECIA.-*) juiz da paz da freguezia da
Co:i-vi~ii da audiencias nas apartas-letra c sab-
fcados as 10 hora-, na raa Jo Hospicio a. 17.
PaOTjjSTOS DE LETTRAS.O cscrivao do-
paoLstOr. Jos Mariano, est de semana, a rui d<*
Santo Amaro n. 20.
POCO HWANliLLA-No domin?o, 13dcor-
noto, inlorr.ani-nos que se deve celebrar a festa
do milagroso Senhor IS nn 'Jess dos Pasos, que
se venera na igre]a nutriz d'e>sa freguezia, com
-a raainr snlenmidade possivel, para o que os de-
votos ludo enviilain.
BOA-WAGKM.CHefinn abbado de New-York
o biate ariericano i. F.'}trhud, com 27 das de
navegaeie E' a melftor viagem no crrente anrft
PIDCLAMAS. Poram lulos hontein na matriz
da tre.'iiezia Jo Samo Amonio os proclamas se-
guimos :
L* docsneiacao.
Dr. Joii i Franklt da Silveira Tavora, com Ale
nadrm.i Guilikerawaa dos Santos Teixeira.
arntril Jauaiai ta Lima, cum Francisca .loa-
j;n Kodrigues Li na.
Sil vio Jiifrt de l'PMh-a Torres, com Marcelina
Mina ftrreira.
loiii Antonio N ipneira de Qaeiroz, com Agripi-
na i.'iiama de Paula Rocha.
Domingas .idriCTies Vuiira, com Laurinda Ma-
ri Rosa.
bu Morena de Carvalho, ^om Luiza de Franca
Cardoso.
6.* denunciaran.
S/eaando iliiaiio Ramos, "com Nera llioiiilla
'Firm de Otrriira.
Boato le Sarro? Feij,quer mostrar-se livre para
Vnu.ir n e-Udo ii;e lile oonvier. -
G. ii-oiiio iunamii, eoin Maria Magdalena de
limen.
HratH'iaoi Poroim Camell'J,eom Rosa Amelia de
MmuloBOa. ,
Bel.mro Augusto Ribciro Lima, com alaria
BUhmHii de Kspint.i- Santo.
Joan Rraucwcn liegas da Luz, com MariaFornan-
des d.' (I.-irv.dho Vaseuneellos.
Amonio im ltiencourt, com Aona Francisca
C.n.'.i.
X* denumiiarilo.
Jis Bfuardioo JdSouza, cjm Theodolinda Ma-
ria d is N.-vas.
Jus. AnVinin Si'.lrim de.Macedo, com Franeelina
T.ivni | en Souza.
Flix Kerieira de Lima, cum Maria Rita daSilva
Menell.'-.
Au*fllii> do--. Santos Coimbra, cora Mara Ferrei-
ra iw (.v
lo ii Ato* le Souza, com Rosina Maria dos
Sbusos.
Josi- Joai|uiu Rodrigues, com Maria Francisca
da i'inlia.
loaquiiii os de Oliveira, cora Antonia Correa
la Silv.i.
LOTERA.A qnse cha venda a 136a, a
tnHi'-iini da oid.'in'terreira do ('armn, para fun-
dacto de uw hospital, on corre no dia 10 pelo
plano novo.
PASSAGEIR'IS. \x.".-:. ...Granja no vapor
1'irnpwHn :
A.exandn'no Christiano leOUvptra Jnior, loio
F. (-Oliv^-Ta. Dr. Mino,-! T. B. Freir e 1 criado,
Dr. Octavio Aff .uso d.- U H sna mai, Jo:utimi
Giirjei do A naral e 1 e.-crava, Jos foaquimOo
rio, Jusiiao Corra Villares, Francisco Pi-reir
Cardi, Ciem-ute. A. y Bu d- AzeviMo. f.iaqnin a SHva N'ogueira. Lmz F
Gilly. Jos T>ri|Uito de S:'i Cavalcante, Frau-
cAtcu Pereira Mecas, Tran^uilian de Smza Antn
ne< e 1 twsnw. Paiitaleao J. da F. Ba-to-, Siman
Joaipinn le S > ua. Manuel Antonio Moreira, Jo>
Das S res. Dr. Bmz Carrilbu ^l^ R. Barro-, Tlio-
maz A e \',-i|o, .! un Francisco de Oliveira Ful
Segunda feira 1 tlfe Pevereiro de 1870.
itMM

1
io ae uu-ma>) 'joeino, moetranuo a ri^ 'JT ^
ern prvidos no olBcio que se acba viftaec*-
rivao de dito jmzo, os quaes, por equivoco, \ra-
Fraini-'- I. da l iHia Becerra, sua mulher
irinau-. L-oiii'to Jo ltth>ir.> de Migalhies, pa-
dr- Luiz l-'errHra Nnbre !* linca e I soiinnho, loan
l';i.;iii:....|i-oa
do Arajo fnnior, I Bfco h 1 criado, Jos Flix
da S.Ivi-.m Varella rao:naz Jos i S"uza e 1 e-
rr.iv.i. |Mdre Adfhnu Ae B. Dantas e 1 escrava,
raj.i io J.j.iiniai i', da F.mceca, Loucencu A. d-
ftt^vein. VnliniuR daConU, Vietortno Antonio
Pereira Vinagr- ; 10 escravos entregar.
\ .'.vii lie S. Miguel ao patacho portuguez
Ir I','.".' .
l*V,.o'-i>' P.T ir.i lia;i-o, sua mulher e 3 li-
Ihos, Mie.oi-I de Vledeiros, Mananno Alberto, Ben-
* di Regi S;lva, Franenco Botelho do Couto.
Gonralo da llamara, Manuel de Al roda, Antonio
Frain-i-eo. Antonio d Atondo daSilveira, Jacin-
ttw d>- Kri.i- Cnreiro, Manuel Francisco Cardoo,
Wao h' lt.;r:4 t, HtuoM le Mello, Jos do Ainaral,
M.nii.*'! d<> Amaral, Joao da Milla Mideirn, Foiln-
l#i los.'; da Costa e Jos Joaqun Pereira.
CEMtTERiU PUBLICO.-uwuario do d:a i le
fcrt-reiro :
llmuelia do Nasciinento de ie-us, Pernamburo,
(V anno-, viuva. Boa-vista ; hepale euroniea
l'.ib'-rto. frica, 48 asnos, soiu-iro, Alogadus ; in-
triite.
Carolina, Pemambuco, il raezes, Recife ; inflain-
niaeao intestinal.
Juao, P.rnunbaco, 2 mezes,Boa-vista ; varilas
continentes.
Andr Mnttt, Pernambuco, 45 annos, viuvo,
B.a-vista ; tubrculos pulmonares.
i.uz Antonio Vieira, Pernambuco, 68 annos, viu-
vo, lecife ; abcesso.
neiro
dito de Joo Antonio
T.oovpiano A Cnrdeiro.
Aof-ou se a
vrns : Diario o Copiado que pert|eram a
liada lirma do Verialo & Delphim para a int
dual do Veriato Centeio Lopes, Copfculur que w
de Monteiro Cirrda le C. para servir a succtjsrtra
lo Monteiro A C, Diario que perteocera a'lruw
de Silva Barbosa & C para a que lhe sueeeUm
le Joan Barbo-a de Lima.
O Exm. Sr. nresident". do tribunal anvmf coni
oflleio desto data, ao Dr. iufct de rejio eafeoial
do cnmmercio deala capitftf os l<<^ueiB^C*^>Ml,,
tachare! Manoel Jos de Oliveira Miranda e Hora-
cio de Gu-mao Colho, impetrando a grar^a d #o-j
rem
crivo
ziam Indereco ao mesmo Exm. Sr.
Foi presente um despacio do Exm. Sr. prec
doute da provincia, mandando que o Exm.,Sr.
pre-idenle do tribunal declarasse qnal ios dous
aiviires propo^os pelo eonselheiru insoeetor da
thesouraria da fazenda julgiva dever seguir-se no
estado anormal da secretaria.re eassar a* Iwen-
i;as dadas aos dous emiiivgados une se acham au-
sentes ilrtla. ou espassar as horas do cxpediHite.
0 tribunal ix-snlvea que se, dcclar isse S Exc.
que quatdo tomou a deliberaco de pedir-lhe pro-
videncias solire a falta de empregados na secreta-
ria, foi persuadido de que sendo =ensivel a auseu
ci?. de amanuense Chacn p idia fcilmente ser
sulisrtttiido as Tunccoes em que se achava na
mesa de qnalificacao'da freguezia de Santo Anto-
nio, entretanto que tendo se Tecolhido a repart
Siio dito empregado, c faltan lo poucos dias para
ndarem-o as licencas alluriidas bastara smen-
le o alvitre de espssar as lloras d)xp"diente
quando se oroasse urgente esta providencia.
DMPAtMOS.
Reqiwrimento de Pereua Vianna & C^ pedindo
que so Ihes mande registrar a nomearao le seu
caixeiro Antonio da Costa Moreira.Itogistrc-se.
Da companliia Ptienix Pi-rnambueana, para que
s"ja pelo depos to autorisad pelo art. 14 do de
erte n. 2,711, substituido o regisiro dos seos c-
ttutns, visto ;. demora f;ue tem iiavido na factu-
ra delo em consequencia do atraso ijue ultiraa-
mente se tem dado com i expeliente no tribunal.
-Nao tem logar.E o Exm. Sr. presidente deu
as providencias necessarias para o prmupto re-
gistro.
De Felislmrto Ferreira de Oliveira, socio da so-
ciedade em commandita sob a lirma de Jos Gii-
Ihenne 4 C. declarando, para que se hca puhl-
i e fique isnto de toda a respons.ibidade. t''r
elle dentado de fazer parle de dita s.icledade, 11
cando sujeito pena estabelecida uo art. 7." do
respectivo contrato. Junte dislrato.
De Jos T.'M'ira Leite Basto, fazendo a!legac6>s
sobre o despacho de 27 de Janeiro lillirtio profer
do no reipierimenio de Domingos Teixeira Basto
pedindo o registro do contrato socia' de qu" elle
-nprnieante faz parto.Val ao Sr. desembarga-
dor li-cal.
De Francisco dos Santos Moreira, auboMUeudn
registro a nomeacao que dera a Celestino Becer-
ra de Araujo Peltno para caixeiro de. sua taber
na n. :t'i as Cinco Ponas. Registre--?.
De Lqiz Gonealves da Silva & Piolo, apresen.;
tando igualmente registro a nonie3cSo que de
rain a (i herme Danrley para cai\i'iro despa-
chante de sua casa eouimercial Registre-se.
Be Jtivi-ncio Augusto de Atliayd-, para se lhe
certificar, se elle corretor geral desta praca.
CenKlqile a secretaria o que constar do archivo
D" Joan f.uiz Kerreira lbeiro o Virginio Freir
de Oliveira, apresentando para se aiilorisar o gen
ii'gistro o distrato da soriedade que tmhain na
taberna -ilg no largo da Santa Cruz,o. 14.Vista
ao Sr. dese'nliargador fiscal.
De Prnnrettoo Xavier da Fonseca e Joaquim
Giminiaiio de Arroda, apresentando tamhem o da
soriedade que tiimam nn esiabeleclmenro sito
rna do Livrnm'nto n. 10.Juntem se as leira-
quo receben o socio Arroda cm pagamento do oa
liial que retirou da socidade.
De lo- Rodrigues Perrax e Ju-tino Francisco
Henripie. apresentando ignalm ote n da son -da-
de que havirn celebrado e giros na raso de
Ferraz A HenriqueOs domnenlos jnntns con
i:n contrato e nao distrato d2 swicdadis coqm
dizera os suppliiMntes, os quaes lia- nao sao as
ine-inas pflMms, que sementante contrato se re
fore, pois elles tratara ue Justino Francisco Hen-
rique e Di-llino Lopes da Cruz.
De Luiz Alfredo de Moraes e Jos Candido de
Moraes, a-sociados sob a lirma de Muros A ir-
mo, olferecendo regisiro o n-spirtivo instru-
mento d contrato.Vista ao Sr. desembargador
liseal.
De Joao de Sonsa Ramos, roquerendo que *t
he pande regi-trar o conirato da soeiedade que
tem com Joio Fernandas Lopes e Manoel Jos da
Silva Maia.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Joao Ignacio d'Avila, pedindo rertido do
oflieio e do mnppa que o acoiiqianhou. criados
por elle a este tribunal em 13 de janoin nltiino.
Passe-se crrlido du offk;io e do mappa de que
trata o supplicante.
COM INFOnMACAO FISCAL.
De Manoel da Cesta Campos e Joaquim Jos da
Silva Azevedo, para registro de contrato social.
Re(jstre-se.
D* Manuel da Costa Campos e Lino Martins E--
ferino, para registro tambera de contrato social.
Regislre-se.
De JoSo Fernandos Lopes, Manoel J>s da Silva
Maia, Ricardo Barbosa Monteiro e Joo Francisco
Maia, para registro de distrato soeinl.Registre-se.
De Jos Lopes Alheiro, Antonio Lopes de Aze-
vedo e Manuel de Oliveira Jnior, regisiro de seu
contrato de soeiedade cnmmereial.ltogistre-se.
Le Jos Teixeira Lt-ite Basto, contrato de so
ciedade de Domingos Teixeira Basto.Registre-se.
Nada oais ha vendo a despachar. S. Exc. en
cerrou a Mtsio 1 hora e meia da larde.
cante.Appcllantes, Leandro Cavalcar e
Guimaraes e nutres herdeiros de J-: o Cario- da
Silva Gnimavacs; apncllarto, Manoel J aquin Ra-
ds e Silva I
Nada fiwierhouve, o o Sr. presiden i eneerrou
a aossio meia hora depois do raeio dia,
RAMl DlPAji
IS DE ANEI
I! D: 1870.
pub8ie.\ci\ to on. eatjzv
Prejentes Sts. r. Barros Barreo, Dr. Sev*'.
D,-. Aquino Puneeca, Dr. I'itanga, e aiueiro, fai-
ahrio-e a
da Silvai'erava, mas que era urn pao, ou urna grande pe-
SESSJO
*m
Luido coca causa os tois senhor
sesso, e fot lida e approvada a aci i da antece
dente.
Le-se seguidle
KWPK.NT15 .
mi ofllcio do Exm. Sr. presidenti da provincia,
de 27 do correute, decl rando qud araia de re-
ommtti lar ao lUd. padre Leonard^ Joao Grego,
o ifrim'
io do rargoHe-'capellaedff
Ck aq
OSUS
cemiterio publico desta cidade, at. ifue neja dolle
eKoneriidii,n providmeiar-se ao inespo lempo para
que >eja proposto qaem o deva su^^tiU^ir; que
commumea a cmara em re*postaao s u nfllcio
de .7 de dezembro pltirao.Ioteiraqo.
Outro do adminisirador do jemlcrio publico,
daudu a inforujacao sobre o que repl'seniou o pro-
vedor do Santa Casa (te Mi-erii-oi'di dista cidade.
Posta vuidiscui|o Callando coercida aiesma in-
formacao os Srs. Dr. Aquino e Dr.Pitaega, e pir-
liui ntMtMU-se que fosse devolvid.-ipiw ser sua
materia estranha ao que se pedio, jevendo da-la
na forma exigida.
O Sr. Dr. Pitaiiga apresentou o s|gw'nte reqnff-
rimerite:
Requeiro que o administrador do emiterio de-
clare se venlade que foi onterrailo a 28 de ou-
tuliro de t88S. em sepultura reservida o allemao
Joao GuiHiwme Rosiier e se esta sepultura foi
abertt em 38 de noveuibro de 1869, contra o dis-
posto no arl. 16 do regulamento.
Segundo, porque razio permitto que livesse lu-
gar o consanco da tactura do inmolo da familia
Amorim, sera qu houvesse licenca da cmara
e cordcaco. 251 de Janeiro de 4870.Dr. Pitanga.
Posto em discussaof.i ajiprovado.
A coiiiinissao de |iolicia apresentot o orcamen-
lo da roceita e despega para,.o faturo exercicio de
1870 1871. e a cunara fez no da espeja algo-
inas alteracoes em diversas verbal ra mais e
para menos; tendo sdo as mesmai" approvadas.
mandou-sii passar a limpo para se'era .-emeitidas
com o rolaione a presidencia.
O r. Dr. Aquino divergi de seis companlieiros
quanti a porcentagem marcada ao procurador,
sendo de opiniao que para rsso devia preceder
eonven^o.
Despactiaram-e as prnicoes de Antonio da Silva
Aaevedo, Albino Jos da Silva. O Carlota^Joaquina
Simn* do Amaral, Francisco Xivier le Sa LeiLao.
Francisco de Assis Oliveira Ma'iel, Heratriens Ja-
mes Caimn, Jos Amonio Bastos, Joao Joaquim
Fonc-ca de Allmquerque, Joaquim Geoiiniano de
Arroda, Joio da Silva Regala, Joaquim da A^-
surorteaot leiroz, D. Joao Bwson, Joao Bernrhi
de bopes e Mantou-se a sessao.
Eu. francisco Canuto a foaviagrm, secretario,
a subsert-vi.
Ignacio lotupiim ie Souzr, Isao, pro presiden-
le. Jos* Mura hYrirt Gatteiro.Dr. Pedro dr
MhUt/ds Lobo Moco. Dr. toiqnim d'Aquino
Faneca.Dr. Prxedes Iones de Souza Pilang
nfttB Francisco de Souz>.i Magalhes. Manoel
de Ikuros Brrelo.
B
PUBCACOES A
GnMNKAJUDtmRU.
aTItlHI \ %L. COMHKRCIO
ACTA DA SESSaO ADMINISTRATIVA DE 3 DE
FEVERED05 DE 1830.
fiftSIDIi.NCIA DO KKM. SR. DKSEJIBAUGADOH ANSLMi
FUAJiCISCO 1'!'11F.TTL
As 10 horas da manhAa, ri-onidos osSrs. depu-
(adV>8 boM, Bttftu e bario de .ruingy, faltMid
tum p.ru.-ipicio o s*r. Miranda Leal, S. Exc. ofir.
predikote d-cbrau aberla a sealo.
Foi lida e ftperovada a aeta da seasaode 27 du
proxuo passado
EntptDiEtirc.
OfeVJo do secretario du tribunal d c itnntercto
* Babia, linnado de 18 de Janeiro atilinto, on
viant a neUeao dos comn-rciarites qu^ forran
jMi matriculados durante o 2.* seine*tre do anuo
proxiitv) pasaado,Accue se e archive-se.
(,:.em Jo prH>ieoe e seeretario la una dos
co-r.iore-i, reiuetteadn as eiUcoe m* pre^us
rorr.-nte- 4a MHiaaa rinda etn 29 de Janeiro pro-
xtnti oassadt.^rebive-se.
2a>M do gerente -vida Xorthers Assurance Compan* de Landre-,
,:di f iR-iiilo o pedido que te lhe tizori por olfieio
i' d.- janeu.
t:B<'io d> aerante da eompanhia de vapores de
jreL pie dando ua esclareciraenins que lhe furam
jn-l. lo- i>or offiot. Urahej ile Si) de Janeiro.
Ai g-rante dr( Londm au-l Bra janlc sstislazendo igual.i.-nui u ex gido eiu offico
:H) de ].i*-irO.
i o dos dirw*res da cotupimhia de seguros
"-"-ledB 'i-adora, danAi igual sali-facaii.
O'io de Sannder* Urotii-rs & C, disendi qu
nc.-iunantrt niad.i. e mn lad > e (.dHdf
uiipoiihia'Liverpool an,t Glotn* Insurane.-.
leu por iwsii dar euoipiinionto ao qa* o
,igo pir oifiein de'J d'jan^iro nltiino.
SESSAO JUDICIAR1A EM .1 DE FEVERE1R0 DE
1870.
nUlSUIENClA DO EXM. SU. DSSEJIBABG.VDOB A. F. PB-
1IETTI.
Servindo de secretario, Reg Rangel.
Ao aieio dia estando reunidos os Srs. desera
bargadores Silva Guiuaras, Res e Silva, e Acoto-
l, e deputados os Srs. Rosa, Basto, barao de Cr'
angy e Candido Alcotorado, faltando cora partici-
paco oSr. Miranda Leal, S. ExcoSr. presidente
declaruu aberla a sessao.
Lida, toi approvada a aeta da se&so de 20 de
dezerabro du anno prximo passado.
0 Exm. Sr. presidente raaodou descer ao i es-
pectivos cartorios os autos de revisas julgados
pelo tribunal du cmnmercio da capital do imperio,
entre partes: recrranles Silva LeaoA C.; recor-
rido, Manoel Antonio Supardo.Recnrente, a di
rcCcao do Novo Banco era liquidlo: reoorri lo.
o administrador da m-ssa fallida de Seba>tio Jos
da Silva. Recrreme, o adraiuiiirador da mas.-a
fallida de Pedro da Silva Reg ; recorridos, o
curadores Qscaes da massa^jalliUa de Jos Joaquim
da Silva Gome.- & C
0 cscrivao Albu (uerqne registrpu o ultimo pro-
testp de letra em 30 de >aueiro ultimo aub u. 1994
a o escrivi) Alves de Bruo em 34 do roferiilo mez.
sob n. 195*.
ACCOanSoS ASS4GNADOS.
0 Sr. desjtnbajgiotor Silva Sujra'fMS apresep->
ctou e forain (idos e asignados os acc^ ruaos piti-
fendw im'sef'Ao de 20 de *dw8HftWf"BWWiy*piiff 'a
3Sm hlEMnlllltt
'lados embargados, Mills La'.lian & C. Appellau-
tes. Francisco *1 n-eira ito Souza e sui mulher ;
appellados, Praaeiseo (ioluo da Fuasoca c Joao
Aonio do-Amaral. ,
ICTiCAS! UNTOS.
0 Sr. uV*ombara r \.-<-i >li pedio da e por rja-.
estar na casa o S. .M rao la L>-al, iWrz cena, f i
tnsigvide prfrowr mil para o j:ilj! miento do
feto que luir itas-r tu lUoia Ses^a I V kr. ><-
erattaMMue, Res Silva, emr |>artes: app- liau
te, o l>r. Ignai-i i loaquim de iouzi L';io, hiprnta-
lariodHai\a F>!ia| d^Uaueo doBraiMLneati et-
d.ide ; appellado, Jo.io Cirio Bartu .de Oh
veira.
P^r uao tor.prei- xartip de se- propontos os -quintos /wto'.eiu tu
juiz : appeilanio, (^rios Oirieit; ainHiad >-.
LjiRilieiro da l^iihi 4 > i
nai9
JE
ao -iiiiiostret ido e m
linio.. *iailir.i-
loiid-. o mesuio
ihargaiior fiscal,
i- .lempo.'
ira prximo
w seguales livros,: Diario
a os Convenientes tkt- tomuti-estas offiriog fr. .Frap^serdo S. ra ; *pi>e*iio Manir!
tria. pibeiro Ba i do trapiebe C^ohi, apresentad* em il r;Vi* & iivpie^^utAi^iii^ac^i; appeiiitirue.jili ito llia-, ii. .-.,. {Ka le. AppaR '*f*cT>'S)
lr.pito>^d^dos),,\i.HM'|.Nuntia>'tV(tll^,(M->fl^
W*> 'i
r. di^ilwrga I MWiiaiML^r/! >
n og i- ilt.-'*>*ypio *.,; *!?--
pril'iiixe. J Ivulir Pesso de Siquetra
ak'anle; appellado^ Salvador de Siqueira Caval-
Anten e Iv.-jpIsIw da Rocba ao
rfdr. cugeatici- flscat (la eotra-
Fraarisco.
O lando coniecei a ler o artigo inserto no Dia-
rio de :tl d > ;ne; que acaliou sob a epijraphe
E-Irada de ferro do Recife S. Franciscoper
suadi-me naiuralmente qoe era nina defeza do Sr.
superintendente oh mae.mnista ; por qne s elle
competa innoivntar o empregado da eompanbia,
s elle coinptin pnwar me o servieo da com
panhia se iM eoni repuhtriilade, p-ra que nao
pesasse sobre ella a de-peza da iivlemni-aco do
daiiino causado por doleixo de >eus empregados;
mas. voivendo a vina para a assijiaalara do\arti-
o, liipiei maravilhado, vendo o nome do Sr Dr.
Buarque de Maw to, pois me pareca que nada
tinha S S que er por ora com a simples expli-
can do tacto, que llz smente coro o Hm de recti-
H>-ar inexaetido s, de que su raseniia a breve no-
ticia do a re i lente, dada na Revista diaria: mas
*iii, qnandn, depiis de discutido, e julgado pelns
tribunaes, que me compete, a indemnisacao, pro
tendesse a companii a lancar essa despega em c< n-
ta dqin-llas, que n-siiaro deve reronhecr, e
acedar. Parece-me. portante, esiranhavel tanta
.antocipaeao, quebrando Janeas em defriza do ma-
cbiuisia, no soi se com receto, de que pese sobre
othejoiiro a inJemm*aeo do meu es-.ravo ; pi>r-
que em lempo opportunn impugnara S. S. essa des
pesa, como lem impugnado outras, apresnt-idas
pela eompanhia, sendo urna del las a do honorario
do advocado da mesma eompanhia, pHo gelo, (de-
ve ter) na llsealisaeao dos dinheiros pblicos.
Nao desejo. noin pretendo entrar em lira, abrin-
do discu-sao petos jornaes, porque nao mu propro
para isto; nao gusto d\sio nem tenho lempo
para-isto,: entend qne d-via voltar imprensa,
porque o Sr. Dr. Buarque me provoca, avaacand
pr.iposicoe-, que neeessitam de contestacao; mas
nao pretendo continuar tallar pelos jornaes.
Diz o Sr. Dr. Buarqueque nao sou habilitado
para plisar que o meu escravo foi esraagado por
culpa do maehlmsta, que dingia o trein; p*>r que
nao me acbava no logar, e nao sou prole-si. n.ii;
Iir isso nao pula saber-se o machini-ta poda ou
nao parar o train. Nao me acbava cora effotto no
luuar na occasio do accidente: nao sou com
effeito professional; mas estou habilitado, e bera
habilitado, pa^a dizer e alBrraar que tenho visto
ranitas vezes ser parado o trera (quando quer v
nartiinista) en distancias muito menores: e as
-ira como nao 9u eu habilitado para jolgar da
culpaliilwade do mai ItiniUa, tambem nao o o
Sr. r. Buarque; porque o julgaiuento comtete
os tribunaes. perante os qnaes se deve josldicar
esse macbinsta; ptranie os quaes deve a eompa-
nhia mostrar que nao tenho dircito iodemnisacao
que exijo.
Muito estimarei qne o IHin. Sr. Dr. ebefe do po-
lica venha oecularmente examinar as circumstan
c as do acdente, e slou cerlo de qne Sr. Dr.Baar-
que nessa occasio se convencer de .pie nao lera
razo.
Diz raais o Sr. Df. Buarque .Ninguam acre-
dita que baja urn s machinista de e-irada de ferro
que, podendo evitar nn accidente, nao o evite,
Mibretudo, quando do sua aegligencia, ou perver-
.-t lade, pede resaltar ser elle a priiwira victima.
Nai procede quanto diz o Sr. r. Buarque; por-
que, se asmn fosse, nunca bavera culpa por ne-
gligencia nos roachiotslas.
Entre amitos faltos, que se t dado na va
frrea, basta chamar a embranea de S. S. para o
torrrel abalroniitento, ou encontr do tren de
carga cora dos paesageiroa. que par tegtigeoea
(nao *e tarabea se por perverstdade) d^u-se em o
anno atrasado, defroute do eogenho 4a Hha, do
quatusliou qoareau e aotos erimentos, en-
iuses^ e fmetnras em braco*., pesnaa e cbeca<
Jos pansaajeiios, a a*u4nstauaa>ea e horrivel.
cjinducter, o iiifelir Ret-1
Quando o machinista lo trera de carg cunhe-
een que nao pok aecaneara estaca 4a liba na
hort aanreada. porque nao se aVmorou no retiro
la tt-iacao aateoedenta que passaswe n trem
losnassaffiroe-f Nl.!ntal*tlitliajwi parase
bel qtm.hori ni!nOi regOlaa>se pela >t
canana 'entura eneaUada? O qtae bonve aoi 1
Dina o aV.Br.Btaitniue. aria ro-faete imCTH-
im nteea-mai? Xin naveraa culpa 4a parte do
iiu-awusia? .<*! fcater Hrtiganria pela me
ni i.- ? > hmive nada 4 Seat I' n4a h-rave nada
en* ruVito ; porque uea-anorMt,marren; e >
injdimi-u era ingtoc; latettrtaem pora ser in-
n c-eiiio, e ruino wnoert* poder ftizer tudul
B ae asas alma* anfebea saV^aio minreoles;
(kir que raao snpra qo -aela taea simstrus.
le-ippireeeo, e ni pruneira uceas i a de por
siio uiaULrflo para tita lewav'Ceaio *e 4a>la>
im ja e f-1 oara la aapneirfndn o mactolnisie
lli.wx? HTcertaioottxe'natarana qee o* ani-
ma a arrojar o u-eni ia^burana ? perversameato
MMn.io, ar. s.ame i eras 4iK*au>ie; f-ie, IBN:
la dia-e.ivaieii unto paoauelawraanana c
Diz aaaua.o r. O*, ueaque quev j i earrativi
o accidente e,sqjj-| ui .pie tMHrafVMlao e-tava
t tv ilvi lo em b i a vena*, -(katrf hxdef Agora
i^e^iaqpatapawi^4i4iand4ibrea4^Weta verde,
L iie^jfamavait-r emi^min aa> TWH
^jtfiwf Hhrtaat rtut^aiV^
Aijeiohi, p* piooaaaa.vd SrJ Oc. Boarque qne
o vulto Je coberto p-to machinista de*de que eu
lrou a raacbina na recta, oo fui o meu infelis e-
m
dra coperta de limo, (por ler a cor vorde) devia o
trm ontinuar a sua carreira, embora sallassem
as rodaidja -lfhos, e puzesse era risco a exi-ten-
cia di* pnssageiros, que moduzia, oa deaia parar
para reconhecer o vulto, e remover .o obstculo ?
Anda maiS quero. Snponha que psla via-fer-
rea camin aam individt|^g|^. sprdo ou. ejirio.
o que |ior star em t:l estado, nio atiende ao aviso
jue llie'd 0 vapor: sapponha mais qne durante
o trajee* das Craco-PiiotjB a liba encootra o ir m
frequeute obstculos dAta ordem. Segundo o
pensar doBr. Dr. Ruarqo4 nao deve aviagem ser
dnraorada; deve o trem segnir, pizar, matar, es-
magar lude; porque importa, mais a aociedade
que o trem ebegue a estaeo terminal a hora ruar-
cada, do que a existencia de doos, oe. tres eida-
daos.
Estar a~s?iui justo e direitn, Sr. Dt*Buarque*
aqui a razio, porque eu disse que os mach-
gs irigJeics e^uiparam a existencia Je urna
creawiraneranea a dm cao; o qnenSe dmra
porque S. S., que brasilelro, tambem asim pen-
sa pela onciosao, qne se tira de sua proposieao,
que, (cora spa liconc) exdruxnla, e singular.
' AfifMbiRz o Sr. Dr. Buarque, que mo dirig ao
snperinjendenle da eompanbia, pedindo-Uie para
que me indemnisasse da perda do meu escravo,
dizendo-lhe que o nrocnrav somente para este
flm, e nao para proceder-criminalmente contra o
niacliinista; ,e que s depois da resposta, e da de
S. S. fe i une eu, o propro delegado 'do termo, onde
se deu o faci, vim reclamar contra a noticia do
Diario, que nao foi dada por S. S.. E' venlade
que por deffereneia aoSr. superintendente achei
conveniente antes de qnalqner procedimento ju-
dicial para a cobranca da indemnisago do meu
escravo, dirlglr-me a elle acerca d'isto. E' ver-
dade qne o Sr. superintendente obsorvou que,era
preciso ouvr ao Sr. ongenheiro i-cal. E' verda-
de lambem que o Sr. Dr. Buarque, procurando
djsdelogo defender o machiaisui, /porque ao con-
trario era urna conflssao tacita de que peto menos
tinha havido negligencia da parte do machinista,
como diz no ultimo trecho de seu artigo) mostrou
que se oporia inileinni>acao.
Mas o que em ludo isto se pode ver de desairoso
ptra mim f Nao devoeu promover a cobranca da
iiidemnisacaodomal, que se rae cansou? Creio que
,uso deuin direito incontestavel. Kn [r.itiquei um
acto de civilidade, de cavallieirismo, procurando
havera indemnisacao por.meios amigaveis antes de
qnalqner procedimento judicial ? Ninguem dir
o contrario. O que pi>de. haver de feo, ou de re-
prehensivel em dizer eu ao Sr. superintendente
que tinha ido fallar-lhe somente sobre a minha
indemnisacao, e nao sobro o proeesso do machi-
nista. como pejtsou o Sr. superintendente, e o Sr.
Dr. Buarque* Pnrventurn licar o machini-ta
isento do irocnsso, seeu nao me apresetiiar que.i-
xatido-nit d'elle 1 Nao lera l jusiica publica o
dover de instaurar o proce?so, vea que o crime
publico i D' diias urna; mi o Sr. Df Buarque
forma tao mo eonceito das autoridades policiaes,
que nada d'ellas receta por sua negligencia, ou
iinmoralidade. urna vez que eu deix?, de apreseu-
lar-mo em jnizo qncixando-me do macliinisla; ou
nos habilitado do que eu em materias de di-
reito, era que parece querer fallar ex-professo.
Escolha da duas urna.
Continuando elle, faz sentir que sou eu o pro-
pro delegado do termo, onde se deu o facto.
Sim. senhor. son eu o delegado em exercicio;
roes amantas o Sr. r. Buarque que, eu posso e
devo ser jiz em cnus pmpria t E' nova juris-
prudencia : a jurisprudencia progresista. Ja
vejo qux> Sr. Dr. Buar rae est mais atrazado do
que mi, que nao sou iloutor, mas sim um agri-
cultor sein insiruceao.e ignorante do direito. On-
cluiido o qne digo'com o Sr.Dr Bnarque.appello
liara as autoridades, e para os trihunaes do paiz,
emqiiein i-nnlio : assim enmoassevero ao Sr. Dr.
Buarque que s li o Diario, era que nirra a re-
vista olaria o to.Miiente, depois que me entend
com o Sr. superintondenii! na villa do Cabo.
Kngenho Lnivarso i dn fevereiro de 1870.
Antonio litoaristo da Rocha.
Saca vista oa a praso sobre as cidades
prlncipaes daJJuropa. 'tem 'correspondentes
ia Baha, 1 lfto-Ayres, Montevideo, Ijlew
New-rleans, e enitte cartas de' (fredito,
jera os-113680108 tugares. '
RA DO COMMERCIO N. 36-
'* i i\TW8 i-
l>Bportac:i-
Hiale apeneni K. FaabAND, nmdo ie Neic-
York, conOgmido a H. F<>nttr 000 bichea larinha ue trigo, 3.090 di las abati-
das, 1 machina p>ra plantar mi la, 64 volumes
drogas; a H. Forsler A C.
900 barricas larinha de trigo ; a Joao Quirmo
de Aituilar A C.
100 ditas dita de dito ; a Jjainim Lopes Ma-
chado & C.
300 ditas dita de dito ; a Jos Duarte das Neves.
oot* diua dita de dito ; a Matheus Austn A C
180 caiwH kerosene ; a Joao do Reg Lima.
l voluntes fogots e pertences ; a Shaw Harks
A O.
RAES DE PERNAMBUCO.
dendiraenio do dia 1 a 4 3:900*907
mem do dia 5....... 1:667*597
5:368*.304
tendimento do dia
tem do dia 3 .
CONSULADO PROVINCAL
ia4
19:b63*l0
3:423*469
24 990*S76
HavreIdagaT francez BiO'Gratkic, capit
Lemie,re cnr^ga-coucoi e outros n aero.
if
TPITlftl.
fandefado Lpmi
da^Bdcga, btpnait
tsita^Kno irapiiiu
ineaan, seis eaixors il i
marca L. D. rmmeroilC, 30 il. conten., nn
moraho e seus pertences, virti 4o Havre n. boi
ca franceza Smto Andr, entrada este porto n
6 de novembm de 18G8, e etBMgnadas a Len
Despres o seu dono ou consipeMario dever des
(cha las no preso de 30 dia.% sob pena de fin*.,
elle, seren vendidos por sna coaita, sem que !>.
fique competindo allegar contra os efTeito* desf*
venda. ,
Alfandega de Pernambaco, 5 de fevereiro d.<
1870. .
O insqecter interino.
Luiz de Carvalho Paes de Andrau>
DECLARACOES.
\ :n!iniiiisti. i.do Es r. r
Joo .tVcdo Corre- de Oli-
ve ra Jcalgada pela impreusa.
Da corres|KMi l.-ncia to Paca, (lucida a Actual*-
dade, ito Marauhao, extra^amos o -:-gurate :
AdmiHkUrncao du provincia. Desde o (lia i
que. assiiiuio a giivernaiioa o Exm. Sr. r. Jlu
Alfredo Correa deOhvetra, S. Exc. no curto pe-
rindo de sua a.liiiiinsUai;a>, isto laquelte a esta
data, tem |r mais de um a-to demonsirado qoe
coippenetra-se das necesidades da provineai; tra-
ta sena e diligwtrmvnle de reinedial-as ; como
presidente s allende ao direito e a le. Delegado
do governo, susienla suas ideas polticas, observa
religiosamente o prpgrarama do Ilustrado gabi-
nete de l de jumo, destribuindo, al aqui, com
iraparcialidade, ju>tica a tddl, sem olhara cor de
sua.- crticas.
Si, como creio, sustentar S. Exc. sua admi-
nistracao subreesjas bases, sera inconteslavelmen
te ben'i aceeita por greg.is e uroyanus. ;No tora
al aqui deixado de examinar luio atlentamenle.
e nao se fazendo esperar lias medicLi<, j muito ha
feilo para provar que deixai Iracos bem visiveis
de sua illusiracao, tino adumiisiraUvo e servias
reaes ao paiz era geral e a provincia -ra particu-
lar. Pena que, segundo dizem, tenha S. Exc.
de, tempirariamete, retirar-se breve da provin-
cia ; toJavia o que iniciar, (toando a cargo do
digno e Ilustrado Sr. conego Sirqueira Meudes,
lera regular e proveiioso andaineuio, al que em
sua v.ilta pos-a S. Exc. completar o quo por ven-
tura car por conciuir.
Os matyres que leiam.=Uma
pal vra aos dys^ pucos.
Soffreis martyrtos, e s os que sabem o quee
dy?pepcia, podem citmprehender vossas soflriim-ii-
tos Agora ha um remedio mo. imiriediato, ab-
soluto, nfallivel; o qual se acba pir assiui dizer
porta de vos-as casas. Esse remedio a salsa
partilha de Bnstol. Deveii enh^ce la. Quera ha
que r>> tenha ouvido fallar tolla Usai-a, e vos
rireis das indigestos e de todos os seus cuneo mi-
tantes ecoDsequeucias. N"urna semana ailiviar
o replecto deposito desse pengoso material que
tanto vos.traz atormentado. A flacliilein'ia, a op-
pre-so do e-tomago, a falta de aclividade tanto do
eorpn como do espirito, as vigilias e as angustia
durante o dia, as dures de 'aboca, as nauseas, as
indescripttveis sensagoes que aownpanhain a 4ys-
pepsia, e nao na nenbuma nutra molestia, que nao
desappareca qual sombra passageira. Tirai-lbe a
prora, experimenta-a.
Eiicoutra-se venda em todas as principaes bo-
ticas e l.ijas de diogas.
l'RACA DO RECIFE
SM 3 DK KEVERlilItO QB 1870, S 3 HORAS OA TARDE
UKVIKV.I !S-:M.%.l.tL.
Cambios. Sobre Londres elTectuaram-se Irn
saccoes duraue a-emana a20', 20X e 20 d.
por 1*, e sobre Lisboa a 160 */0 de premio. Impor-
tando o total das refundas trausa-Oes em ......
33,000.
Assuc.\n.Venileu-se o maravado broto de
35100 a 3*230 e do Canal a 2*900 por arroba ou
13 kilogrammas.
Agarder^e.Vendeu-se a 96* por pipa.
Arroz.-O pilado da India vendeu-se a 34100
por arroba.
Azbite-uoce.Vendeu-sc o de Lisboa a 43 o
salan.
Bacalho.Em atacado vendeu-se a 19*000 e
a r.Ull.i d. 185300 a IP-jBOOpnr barrica.
Ba.niia ue ronco. dem a 630 rs. por libra.
Batatas.Vendeu-se a 2* a arroba.
Rolachinhas.Vendeu-se a 4* a barriquinha,
da iagka.
Cafdem de 5*300 a 0*."i00 a arroba.
Cha.dem de 2*00 a 2*800 a libra.
Cbrveja.dem dp EtOO a 83380 a duzia de
garrafas mi botijas.
Kbroskne. Vondeu-so a 8*200 a lata de cinco
gales.
Liiurj.t A ingloza vendeu-so a I3S por cenlo
de premio sobre a factura.
Mantciua.A maleza .vendeu-se de 15030 a
1*100 p.r libra e a fraucea a 8i0 rs.
Massas.Venitoram-se a 7*300 a caixa.
Oi.bo pe uvhaca.dem a 2*400 por galo.
Passas.dem i 10*300 a caixa.
I'rksu.ntos. dem a 18*por arroba.
Qubijos.Os fiauengos venderam-se a 2*800
cada u ni
Sabao.O ingloz vendeu-se a 170 rs. por libra
e o lo Mediterrneo a 360 rs.
Toitiniiii. Vendeu-se o de Lisboa novo, a
11*500 por arroba e do velho de 1) v> a W*.
Vi.xAonB.O de Portugal vendeu-se de 123 i
loi' a pipa.
ViMi"S._0- de Portugal venderam-se, branen,
de 230* a S60* e i. tinto de 223-i a 2101 e m te
ostros paites, brancii, de 30C a 233S e o linio a
200* a pipa.
Vklas. O iiacote de G. volas de composicao
vendeu-se a OSO rs.
Descont O relate de letras oscitou de 10 a
12 % ao auno.
Frktes.o algodo. carregando deste para o
p. rio de LiviTpnnl. 8/8 d. por libra sem ca-
pa. Do assncar IS/por t iBPlada e 3 %; para o
Canal 22/6 e 5 %; carregando em Moeei, Para-
Hvliae Natal a 23/ e 5%

MOVIMENTO DO PORTO.
COMMERCIO.
PitACA DO BCIFE 5 K FEVEREIRO
DE 1870.
AS 3 1/i HORAJl OA TARDB
Algodo 1* sorte 993 rs. por kil.
anjlMo sobre Uradre*-90 d|v. 20 I|8 por 1*000
Frete de assucaf daqui para o Canal 22i6 e
3 0|0
Fretes de assucar daqui para Valparaizo32/6
sem capa.
Goncallo Jost': AiTouso,
Presidente.
Mesquita Juniof,
t Secretario.
Soeiedade bancaria
em comra;mtlila
Ih&odom $imon $ C,
GoaTijj)rajD e vetadem por coota pm-
jria awUts, moedas naciooaes, e estrao-
^eiras, -letras de cambio, sedulas do go
'wnae do banco do Bsasil.
Descintam letras da trra e outros ti
ulos ctntirciaes.
r&icarr>gam-se por coota albeia das me?
as transaccoes, da coDraiica de letras d;
urn 6 de outros ttulos corutnerciaBS.
Receb-im ^uaerquw quanas em depo-
tito, emeorrta correute, e a prazo filo.
Largo do Pelourinho n. 7
Navios entrados no dia 5.
Ilha (le S. igiwl29 lias, patacho por-
tuguez Georgeme, de#29 ton-Utas, ca
piii.i Miguel do O. eujmpaortin il, cara
raitho e outros gener jS ; Joao do Reg
Lima.
rtnwi Tirtl aff das, hiate americano F. F.
Farlond, de 91 toneladas, capilar
Leamilig, equipagem 8, carga 2400 bar-
ricas com familia de trigo e outros g-
neros ; Henry Korstcr A C.
Cardiff- 42 das, barca ingleza Capella.
de 2tJ4 t meladas, capillo John Hugo,
equipagpm 10 carga carvo; Antonio
L. de O. Azevedi> 4 G.
Navios sonidos no mesmo dia.
Maco pelo ltio Gratule do Norte Hiate
brasileiro Nova Esperanza, capito Jalles,
larga differutes geueos.
MaranlioUiate brasileiro Jkm* Arthur
capitao Trajano Antonio da Cota, carga
assucar e otaros gneros.
S. Tlioinaz Patacho americano Seorita,
capito Yuwng, em lastro.
BzhiaPatacho inglez /. Bowley, capitao
Hartford, carga varios gneros.
MarseillePatacho inglez Rowna, capito
Fox Carga assucar.
Rio da PratiBarca hspaohola S. Narcizo,
capi'o Joiqouu Uomeuich, carga assucar
e agurdente
Obscrvafo.
Suspenden do lagiara para a Balita o bri -
gue norte-*HemSi. John Piditis, capilao 1.
H. Stern, com a inesraa carga que trouxe de
Lubetk.
dem para a Parahyba o lugar ingW
Rheidol Gueen. capito D. Jones, com o
mesmo lastro qoe trouxe do Rio de Ja-
neiro.
Navios entrados m dia >.
Hto du Janeiro17 das, barca p'jrtugneza
Fli.v de 321 toneladas, capitao Antonio
PeiX"to Gtfiraares, equipagem 15, cai-
ga diferentes generus; Taomaz de A.
. ronomi & C
Kiu de Janeiro16 dias, barca portogneza
. Uanoel II. de 330 toneladas, capital'
Jos Antonio dos santos, equipaje i,
carga varws gneros; Marques Barros
AC.
ardiff4 dias. barca iUUaoa Tereuna,
4 437 mudadas* capttSo Paulo Caue>i.
equipavein i 4, carga carv5o; Antonio
L. d<3 i). AzuvhJo.
Liverp mi44 dias, harta frapceza St. Yws,
de i *U Pin lados, capilo Seraphim Lc-
(brrt-, eqoi|iagwa 11, carfa car\5o;
SiWi'W vVotler d 0.
New-Y-rk27 dias. patacho ioglez LdHh
de tii ioik'I u. i^iiita Oleiver, pqiitpa
geni 9. c*1* l,:inil barricas com lanuli
de ing": Alioslo Fredericd de 01i-
Vfjra d U
Montevideo24 das. bflrca inglezaBoom-\
rung, de :}7!) l'.n-ladas, ctpilS" P II
Cn Ilion, eqiiipagivn 10. era lastro; a
orle.u. SVguio para West ludiea.
Graiji e. prt Auit-'rmedHM<-IO Jias, va-
|xir ljrasii.il.i Pirapama, -de 3tl!tenela-
Pela receWKloria de rendas internas perai-
se faz publico que neate miz e no de f-...
druxirao futuro que tem lugar o paganice;...
multa, bocea do cofre da Uxa e eerrave
esercicia liirreule de 18C'J a 1870, cuj"S dumv
adminislraJore* morera as frepaeaias esta "ida-
ic i' nas Je fra. a saber : Affuiiados. S. Areai
la'oatao, Pnr;ii da Panilla, Varzea S- fcetwe
da Malta e 11 ui ibera: e i|ue lindo o referido :
er cobrada com a inulta de 6 "/
Recebedoria de Pernambuco, 7 de Janeiro
1870.
O administrador,
Manoel Carntiro de SutC'i AUerp i
Pola secretaria da cmara miinici|ial c.
cidade se faz publica, de orden da ine-nu ra
ra, e para o fim de sprem observados, os ar'
de postura abaixo transcriptos.
Secretaria da cmara municipal lo ltcctf, *i
de Janeiro jdc 1870.
Francisco Cnnuteda BOa-v
Secretario.
POSTURA DE 30 DE JUSBO DE 180.
Titulo 6*
Art. 7. Ficam prohibidos os toquet< dntre-
sinos desde as 7 horas da n*ito aij as ii da
nhfta, excepto nas malriz^s para administrara.:
Sacramentos, antes da mis>a do Natal e no- ea
Je incendio cu rebate : os sachristaus oa >!
le corporacocs religiosas (ue infriL.irem i-^te ar
tigo pagaran H de multa.
Art. 8. Nenbuma igreja dar mais de !re- i
ques de cada vez na vespora de qualquer aotra
dade. eestes to terib lugar ;?> nielo dia. a-ir
huras da tarde e as a*c-marlws, nao devena) ra I
mu durar mais de rtaco minutos : us aarbre>tii
e chufes de corporarOis relifijaas que inlr'mtJm
este artig), lano noque diz reapene ao aun
dos repiques, coi>0 ao lempo qou devoin dur-'
serao multados eu 10-
Art. 9. Nenhprha igreia dar mais de doos
hres de cada vez por cada fiel que uiorrir, (i
dobres serao dados ao receber a noticia da i.
e na occasii. do enterro, os quaes durarlo -
mente dez minutos: os sa'christos ou cheles
corporaeoes religio.-as que infrinirirem ..- ....-.
ules deste artigo serao multados em !i.
Art. 10. Nenbuma i^reia dar;i n,:u.- de quatl
dobres |ior ftccsa de offlcip de com presante
ilous nas vi.-itici'ies de divas, devendo linar
mente curporacScs rotigiosas que infxingirom as ol-jiu.- -
oes i s'ie arjjso serip njuHados em 10a.
' Art. 11. Os dobles e repiques serio redazi*
ini'lade di tetnpo prescri|ilo, potJrndo msalo *
suppriraido se na vsiohanea da ignua houv.ir ai
pun d.ientede alTece'io grave. d-v.nd)ja sachns
taos e cheles de urp.iraedi's religiosas oor.f.irn
se Colll uallrs'.udo do fui'UlLitivo asSsle:ile,
ser rubricado pela auloridade policial do ii;.
us infractores snro multados em iof.
Titulo 9*
Art. 10. Os almocreves nio pnde,-i) entrar o
sabir da vida je m miados nos cavaCos que tiv
carga, e devero conduzi los pelos cabresUs :
infractores serao multados em 2*.
POSTIIAS APDinfONAES BE 18 DE
JLIli DE 185o.
Art. 9. E' prohibido a todo e qu.-ilquer cocfcwa>i
e conductor do carrosa, pipa d'agna, etc.. meara
taros animaos cotn castigos barbaros e uaam
rados.
Titulo 10.
Art. 2. A nenhum individuo livre ou eseraa
era perniittido tufar nas ras da cidale e puvia
dos do municipio sem calca e camisa por d.nir
da calca ; a- oscrava- s poderao >ahir a ra W
lando honestam'nte ve^li'la os infricti.re< pi
rao a incita de 2, sendo a dos eseme* pap
pelos seus senh'res.
Art. 3 Toda a pesoa que de dk for arlad
nua em beira de praia, ou turnando baaJte c
corpo descoberto sem a devida iecem-ia,
multada em 2, sendo paga a dos isc-avu- pe
-cus senhores.
Limiieii
)f Rio (1*5 a/aiiieiro
Oew^o rta \eytms. da praca i tana a co
encirniar.
RceDfl dinheiro
praso fixo.
em coota corrente e a
\*S. .tinnitiil.itite Az^edO. equipageQi ^,.v4 ne-tejuiz. q'ioHw*-aecatreues.
ir^.i v.ji.is georrifi; (CinHapia. lieeif,^+4r^w,,'.!?-,^
Pafuapatiuc^n
Nuri ysahiH>**a m9wm
Ri .-r,.M-,le .! N-it--B
reoca, capitn) 1 ig.i, \n |.i-f
JJRiii *U Pr^li B'ajftie .brasth-iro.OUni.
rpita.i li racio de S. Nuiles, carga as.-u
car e Iguardenie.
Juizo dos feitos da fa-
zenda nacional
Da data deste ha tres nuaei se proceder
sede da comarca d^ Goyanua a venda em prar
publica deste juizo das couiprehensoes d. eitmnc
vinculo de Iiaiube, sendo a eornpivh -n-n <'
minada Engenho Novo, avahada \xjt kVMO 'M1%
a denominada Cumbt avahada por 9:h)04tliai
a denominada Pangaui avahada por 15:000."
e as escravas Damiana, avahada por 1041*001,
Aquilina, avahada por 200*000, de cfon. id!
com o edital publicado.
Recife 13 de dezembro de 1860.
O escrivi,
Ln F. B. de Alrmiila.
Oousulatiii pmvinciftL
Por esta reparticap z-se acierrte. aos -iiMr
bulntis de imposta provinriae*. pert'-ir'.'.T.'s a
anno (inanceiro corrate de 1899-70. que ri1
1 de fecreiro oroximo, comeca a correr o i>ra-
de 30 dias uteis para o recebimento a boca .i < c
fre das seguinte* nposii.-es: 30 e 4% s-.hr
diversos e-tabeiecimentus *eoromercio>s e .nia-
triaes; 8 % sobre consuKirios, e?er;i!orio<
torios; o % sobre a venda d capi.n ; corunm
le gurdeme (l-semeaffe); 4fio por casas d
operacoes banennas. companbias amrnyioas
agencias ; 200i pof ca*3* ("'(ubio o dr,^nh
res; 100 por hija que vemler reupa teita. seJMn
ou obras de marcenara estrangeiras; 10031>-
mscate estrangeim: P30S por confector ew
inereial, agente de leiloes e casas ii^ compra
venda de escravos; 50a por corr"Ctor ota trvn'.
cadnr depscravis; 30 por casa demooda; 30
por casa de bimar; 30 por escravo nnprsad
em servico de alvarenms e eaooas; -> por >*
\i por tonelada de alvarenga e canoas .ib-rtas
S por cada escravn na cidade d" Recife K> r'
carro particular de 4 rodas; 1Q por di, j ib'
roda*; 40* p.r enrro de aluguel; 23/1 p>r -imp;
bus e carro fnebre; H por eartor^i, c *) n
ravallo de alnguel.
AqueHes doa-contribolntes que n5o nti^tizflr"
nesse prao a qutta da sua contriboicSa, fancor-
na multa de 6 %
Consola uo provincial, W te Janeiro de 1870;
Servindo d adnmietTartor,
A. Witruvio Pinto Rnitdrira Anclote du Vasconcel'
Saiita SSit de Mieriixn'di
?o Reme.
.W-llTiaWfiliA
i w .
^Jairtuianno ua forma de'enniuadiapnaiukuii
nnexo au deiTeto n. 1344 de ."S ue fov. i
I85i, o casivi. luichiua. ca!d laasU-eaco, veame, aiuarras e ancoras do va-
UEGlVEl
#
Pela secretaria da Santa- Casa do Miaericu;
.lo Kecife *e faz pujjliiui. qiv est va ajo o losar ti
pirter do &osi>ici<. de aheaados. c qoe a- pe*
que preteudeietu t-l lugar, deven requ-.T-.
II na. juuUa,l'uii'tr.itiv^.
Secrelania da Sanu Casa 4c ajpcri&.rdia alp fc
ci.e31dejanoirode.l870.
O
_________ Ped Rfri
Siibdelfgacia .de
Sa|lU>,Al|t 1".
a ir'lieiwai* jefaOlo UM na tevr*
t\,,t\* cavaJWs ***> um oun.raai.
iiimn se j.iliiar rom 4iee<* a ,8es apanreUi jrn--.

.
amataan
Jn



I
T
i


_
lBBa>MBW |

^^J^^T-^m^ <|i 7 da fevcrei,o fr WA.
8
ara sTfzer escripOrTTfi
ira M*elrecetadopw, taguaanco Jacob
! du aer escravo de Josa Ignacio d Caz: Mea
.Wgr rom dreito a taes objects, provandu
*e erao.eMtregues. '
Recre i 4* ftvereiro a> 1870.
40 O
Antonio
icndonca.
* Tribunal do c >mawmOb
vr esta secretara te Cu public* ma su dais
*W* inscripto na- litro da matrieo/a ^ios crame*
Ja *3 anno de idade, estabetecaBe na oidade do
Araeaty, provincia do Cear,
endaseingrwso.
Secretaria-d tHb
cas* negocio de fa-
. do* coiBaaercter de Per-
aeu J te feveaeuto-de 1870.
Sarvindo de nfflcial-nuior,
Beg o^ftaagel.
e
cegada.
Mtvdiabeiro a ir* al a. i noraa do dia da sua
Naosereeobemeomo eneomroandas seoo o*
Mo que passar destes limites deveaaer eatbar
5*W como carga.
ftWtoe-sa-amSra. passegMreft que anas
*IE?L,80 t*1**** na(eno*|6. roa-da
o. w primeiro andar, escriptorio aguantona
Je Ollveira Azevedo AC. ^^
Na agencia nao se receben eartas, so
mteressados devem leva-las ao correio-
ialS'tL.PFle^ti'M'>- eir a fret
J$Q Grande de SnJ
A-o pa-
frete com-
, lr#'Wa po/to i aahir oW toda, a
i portugneza Bedmar por ter a Paga-s/benfagra
Prec*
inaior parte da carga-pTttpb pan qne Ihe
alta, pode tratar-se com David 4 Bailar: roa do
Brum n. 92.
.(
r
*'>,C(
Pelo consolado provimiat tvia-m asa abana
"orneados que devem ^ttaaWwpagarientaA*
imposto de 100* por nnuc te esttangeiro, a que
Mstac. sujeitos va presente antfo (mancSro de !#I9-
w7, aeveodo faze-lo no correte niat uJbmm
fKASL:
IMajriBl
^eeorso'Tropelano.
4irtonio leto.
Njamha Mmdm.
*TBE#ateBtJ.
r^n solado provincial l de fewrwro de 1870.
Ilhade^Mwd
Hl* abaselnki-B
Hiblico para, eenuaeiiueoto de quem interesar
que as i horas da tarde do dio. 0 deste aiez rao
a prara para seren arrematados perante a junta
la mesma thesourar^. fuyueeMaY ojTtBa fiaer
k reparos precisos B<> prca* em qn* ItaacB.na
/aculdade de Direito, orrtalsc mm*i*r * 2:744 600 conforme o oramenf e^fasbAas qu
*rao apresontados aos prteadedB- na secretaria
ia referid* leaouraria Os lidiantes deverao
mrar-se autheaticameate desembaracados e
jWftK, Wntwfara com a fazenda geral como para
provincial, caroparecendo na mencionada thesou-
"ia uo da e bora cima indicados.
raria de fazenda de Peraambuco era 1
i-fevereiro de 1870.
Servindo de offlcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
Nestea poucoadiat K^m > MMta poMtqniat,
aarnro para carga e encommendas ataiccomi
o sen eonsignatario Joo do lleco Lima, roa do
Apollo n. 4.
COMFANHJA EEMAMBCANA
DE
navegando eosteirapor vapor.
Porto de Gafrlnias, Rio Formse e Tamao-
dar.
O izpor Paraktfla, segolr para os porto* ci-
ma no da 10 do corante meia noite. Racebt
carga, encemraendas, passageroi e dneiro a fre-
ta no-aaeripterio d Porte do. Meltea a. 41
Para o Porto
a torca partaguflia. Novo Sdanclon segair com
poasiret; para jarga, e pissafeiros,
Porto por Lisboa
Com a maior brevidode vai sahir para-os refe-
ridos portes a barca pdhugneza Claudia, de pri
meira marcha e primeira classe, por ter a raaior
parte da carga prompta, e para o res qnef Ihe
falta e passageiros, trata-se can to coaffna-
tarios Veras & Barbedy, m ms. da aOaadefir ve-
Fortos d'Africa #*jt*eiittl.
., .Es^.a sanir ne*tes *as paiacho prtnfiuez
Boa Fe, recebe alguna **. paswgeifos : a
tratar no esenptorio A- irirrmfirin aaiajrimr
rardo de Bastos, ra do Vigario n. 16.
AJHU 'I'
!/ frrf*u" na "" lara ^^
^JJJH? t-w..ama qta, ^ o,,,^ e
(>raa^H
limas para i
vindo, na ru uirem nTTCT,
jjft por menos jjpeco do que em ontra qualquei-
tor.
feitor na
na nia-dt?
m
Da nis rozini
ylea fon taf
crfadlnhu
temo de ama casa*
alugar-se ana
interno e a
rava que
do Destino
rna do Crespa
Precisa-se ahigar urna
|p>ngomQie bem, a tratar na
reir roa di^Cordoniz n. 14,
Precisa se de um eiajr para engenno,
oe e
3.
I deumilama para caa da pouc fa-
aa das Cruzea q. a&
?n
At o dia i
ropa o vapor
demora do cortirm*
a-se da Eu-
al depois da
mez pera-so dos
i barca p
? BKnur
At o da 14 do eorrente
#*aaa^Tffl|OT|Kor&|?*** vapor fraans- ^.-k, 0 qi
b^oaate m 19f u com o ca-1 Pute ** *" A raaWl seguir dwt tw
dos tocauoV atn Dator^iort) a ibbta
Para condicoesj (retes e passageas trata-se na
ag-ncaruade urcio a ft
----------------:
fnfW.Jsf ?bst*nl'tecaidoo &, Irnaate-diausto
SBl J^ Pra nS> poder aeTr o
J3P* o *reo, agora qniz Veode-lo ao r.
2; u' "n'a* ** "*-*W"ie am-
^to^rKa,h#r;'e ^ *-malaria datnawmda
^ta foUttBodja.Ue.a3 oo orrantt Janeiro, dia-
p..q !* ao cqmmendador Jacmthol!
fcsteoorB nao o-compra pw^,,, j^b,, do (|0e, ^ .
peos &rs. Dr. Fredcawo Augusto e_ontros.
Elias EmiliatiTtamos.
ABatft ];;/.
a,lr^i,*"*deBm*a'M caatobej.aiiita
da Cadea^fcjva, otad* n. 13.
freir le\Alrwida
*de de dirjjjr-se a
iio.
litada,
nvna n
.italoano:
tenhara transporte pelas vias-fei
Mazoavel honorario : a tratar no
0o n. IR, na travessa da roa Bella
das Cruzes m. 37, 1
Praea de Coral Sam
andar ascrfptorig de Jo,
Tavares de Melldktera
Fumo em folKa^"
ViitoBbrdeaax deTBperior qoalidade.
FariBtMde mandioaaeoj TaadarDor-
cao e aoa' mandada. W'
Cal de Lisboa mnMrBqis.5
Potassa da Russia.
ajpauca familia : B.r*a iCadeia dato
^^gde tres ltiiJtBSto~im
da In
r#Benbores
saja qsal for
ra e vende
se fez toda e
todee qnal
afib
priraeiro
Rodrigues
der:
qoalidade.
s
Tendo
ibncan
Os Sis Mana)JostMo Manise
emetrio CoHba\. sb^mk ejbicos encar;
los da CobrancH41iJ> Peroamboca
?^eropresark),
P. J. Laymc..
caixeiro com ortica ~6e
BU Croa n. 11
imercial Ifcnefi
SiaaSvBBa
a tessai
presea>-
-ocios, pava o stu as-
do Bamajeaf i.
PARA LISBOA
)ortuguBza. ttGratidao dever seguir com
ara poaaM ; para carg e pass^gei-
Oliveira Filhos
19, ou com o
IHEATB)
fAPVGA.
Grande c variado
JStWAttLO PASTORIL
Sah a direefio
DO
Artista dramtico
H\m BAPTETA DE SANTA ROSA
Terca-fcna 8 de fevereiro de 1870.
ia RECITA DA ASSI6NATURA.
Logo qoe a orchestra, (dirigida pelo assas dis-
cto professor Francisco Libanio Colas Filbol
it^r executado tima de suas mais brilhantes or
"Noras se abrir a-scena com o toque de alvora-
tf) desempenbada pela mesma orebestra, no Um
U qual subir a scenao VADEVILLEPASTOHIL
te grande espectculo, ornado de arias, coros e
i togas em dous actos e o mesmo que foi scena
no the.tro de Santa Isabel era 1863, que tantos
^plausos mereceu,
Xeste vaudeville tomam parte todas as pastoras
cada urna canta a sua aria.
FBtoOtrAGOIS. JOVKNS.
el, pastora---- D. Rosa Emilia.
oth, dem........ D. Lourenca Justina.
niit, idera........ D.Annunciada.
i' dem....... D. Antonia Elisa.
"'' -' 'Jera....... D. Laura das Neves.
' "'lia, dem...... D. Mara dos Res.
OaMa*, idrm....... D. Alaria Carolina.
':;.n-ne. dem...... D. Francisca de Paula.
Flora, idera........ D. Joaquina Peixeto.
-iiira, idem...... D. lgnez Maria.
ler, velha..... Sr. Santa Rosa Filho.
too?, pastor....... Sr. Guiltierme Ferreira.
Ii!' nj".......... D. Gliceria F. Paschoa.
Em nra dos ntcrvaHos todas as pastoras dansa
ama linda contradanza campestre ensaiada
imente pelo Sr. Manoel -Baptita d.
'ertfiinar o espectculo com o core da despe-
ilda.
PRECO DOS BILHETES.
Camarotes de I* erdem.. 8#00()
Dito- de 2' ordem....... 84000
Cadeiras............... 2*000
. J^!a................. i^ooo
H bilhetes acham-se desde j venda na casa
Hita Rusa, na di Santa Isabel n. 13 e no dia
lo espectculo no the^tro.
Principiar as 8 horas.
2^
m. tratava com titlanaai n
* C,_nnfrgo do Gort Santo n.
aaaitae na. anca da sooamcio.
tOMPAJfHA PEBNAMBCAIVA
Va*rse.o emUtn pr vaa>r.
ParaJiyba, Nata, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandaba, Acarac e
Granja.
0 vapor Prapama, eommaadaate
Azevedo, segniri para os portes
_ cima no dia 15 do eorrente as 3 hora'
la tarde. Recebe carga at o dia li, encora-
pendas, e passageiros e dinheiro a frote at t
Iftoras datardedo dia da sabida no escripto-
no no Forte do Maltes n. 12.
COMPANHIA PERNAMtUCAA
DE
Navegando eosteirapor vapor
Mamangiiape.
0 vapor Mandak, commandante Julio, seguir
para o porto cima no dia 12 do eorrente as 6
horas da tarde. Recebo carga, encommendas
passageiros ednhoiro a frele at as 3 horas da
tarde do da da sabida, esenptorio no Forte do
JVaitofl i, 12.
mm.
h
MrAffllA HMSIIM
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 9 de levereiro o vapor
Tocantins, commandante J. M. F.
Franco, o qual depois da demo-
ra do costume seguir para o>
portes do sul.
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se s
arga que o vapor poder conduzir, a qual deven,
w embarcada no dia desuachegada. Encommen
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia d*
sua_sahida.
Nao se recebemeomo encommendas senao ob-
jetos de pequeo valor e que n5o excedara a 1
arrobas de peso ou 8 palmos cobicos de medi-
cao.
Tudo que passar destes limites dever sci
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
jens so se recebem na agencia ra da Cruz n. 57
! andar, escriptor.o de Antonio Luiz de Oliveir;
Azevedo A C.
JVevine-si aos interessados
nao se recebem cartas.
Do 2 cabriolet- americanos dfe rodas tendo nm
assento para 4 pe-foa*, forrad s e pintados de
W) com as competentes 'OOertaa ama mobi-
5a.ds|iaa''and com llcadelras de guarnicae,
2 de bracos, 2 dehatonco, 2 consolos e jardi-
neira com pedra, 1 softi, | cama franceza de
jacaraiMte moderna, 1 commoda de jarerand 1
goaraa Vesidos 1 mesa elaatiea, 1 commoda
e amarello, I toalhete de Jacaranda, 1 raaraue-
zao, 1 mobilia de mogno com 12 cadeiras de
gnarmeao, 2 de bracos, 1 sof, 2 consolos e urna
jardweira com pedra, 1 carteira d amarello, 1
papeleira antiga de Jacaranda, 1 prateteira, 5
bane., 2 mesas grandes para cosinha, 1 cadei-
ra de abrir, 1 grade de amarello para esenpto-
rio, cadeiras avolsas osadas e consolos.
Qarta-feira 9 do eorrente.
Jos Emigdlo PereiradoLago tendo de retirar-
se desta provincia f.ir teilo dos movis cima
mencionados pur interveneo do agenta Martins
os quaes sero transportados para o arraazera da
ra do Imperador n. 18, onde ter lagar o /eilao
sa f 1 horas do dia cima.
I
I
0 Dr. Aprigio Jfctfifeni' da Silva Oni-
raaraes contina' *f s*o escriptorio
roa dt Imperador n. 27, ren'd? roa'
I do Seve (j|ft* dos Rafes) tt. 22.
Bo abaixo M a parte que me tocava'na jaflo Rftserio n. 2:r ae Sr. Pefphun Lopes da
Croe, qoe atesta data ffrm sob a Brma de Fer-
raz & HL'nrw}os, e h}e -ajear sendo lustino &
uelpnim, reuraade-me eo page esatfeifo de meu
capital e kieo. fiesad oacttv e passivo a carao
aoa mewnos aeioa. Beeie 31 da Janeiro de 18 70
Jos Rodrigues Ferraz.
a amrSPl*ve5aV5 "aomalo-dh, aflSpri Zs~~
loosar^i de casae rSa W.h< da i"6*"13 f^10-
osfcoiaess^ para todo o santo de casa,
'lCTWiaaWB;atrwt^aloa DiwHauuJk
e nra;
Sil Bill
AMA.
AsaoBaaao^fioaanercial B-Tiebcraae 31 de fe-
vereiro de 18W. W#
Daniel
' avia ana para cegaba
1* andar.

a TJ? aba1x"aipado tendo perdido o qaarto
de bHhete n. 1883da lotera 308 do Rio de Janeiro
previne ao publico em geral e com especialidade
aos Srs. Vieira A lodrig9, qne nao paguem o
premio que por acaso sahir no dito bOotte, o qoal
estaas*ignado as costa* por Jeaqoim da Costa
Amorati.
Antonio GandoJli afradoce a toda? as passoas
qae fireram o efaaequk! de aoompanhar ao c*nite-
no publico madame Rosala a roga aos seos ami-
gos do assietirem a awia do se'm da na matriz
do Corpo_Santq, no dia ) do eorrente as o horas
da maahaa.
Na rna estrena do Rosario n. i, V indana
eisa-se de orea ama farra o de ana escrarari
servido de casa : paga-e Bem.
Na rna do eomraercio s
precisa-se do nm copeiro.
Cabelleireiro previne a sua numerosa
aja Antonio Ifodrigues HanjaU deixou
de ser empregado em seo estabelecimento, desde
o 1" de fevereire-de 4*7r>.
Oopt'o.
U, Retel da Franca.
PrecisbSt
Precisa-sc alugar um escravo para
betel : ra das (iruzes n. 39.
servio dt
IMPERIAL
INSTITUTO
LEILAO
De urna casa terrea por acabar faltando a pe
as encaibrar e ripar, tendo o terreno "
mes de freate e bW de fundo, sol
na Baixa Verde (Capunga) a
pelo maior prego.
Quarla-feira 9 Pelo agente Martin
90 pal-
oproprio, sita
qual se vender
m
Precisa-se de orna ama,- para comprar ti co-
Dbar para dnas pessoas t a ra da Cruz n. 16, I'
andar.
eorrente.
no armazem da ra do Im-
perador n. 16, as 11 horas do da. a mema c"m perfeicao e prniutid).
uei':i*l:m y vnn^.ip^.i inft .. i. ...------- a .- ------*~*------------------------~-T---------
occasiao se venderao 100 cobertores de Ia mui
te hons proprios para e era vos.
Aluga-se irielade da case da ra de S. Fran-
cisco n. 11 pessoa casada e que tiva honesta-
mente : quem a pretender dirija-se a mesma
casa.
Na roa Direila n.
engomma-se
i do bo cono.
0 bacharef Antonio Columbano Seraphieo d.
Assis CarvalhB hoje o proprietario e directoi
desse instituto. Pretendendo dedicar-se exetusi
vamente, e com todo zelo o solicitude aos trabalho-
propriea deasa profissao, espera que os paes do
actuaes collegiaes o honrarao com sua eonfianca
e bem assim que acolherao o seu estabelecimenti
aqoelles que prerisarem de collegio para educar*
de seus flthos ou protegido, certos de que o ac-
tual director seesforcar nao s para manter t
bom nome o credho, que desde muitos annos goz;
o referido instituto, como tambem para imprimir
Ihe novos melhorajpentos.
No dia 7 de Janeiro do anuo vindouro ter lu-
gar a abertura de todas as aalas de instrucc*
primaria e secundaria.
Bokcbmha inglez a if~
a barrica, e a 240 rs. a libra : no armazem da es
trella. largo do Paraizo n. 14.
Advegacia.
O advogado Ayrts Gama contina ter
seu escriptorio nv roa larga do Husario-
. 26.
que na agencia
PARA O PORTO.
- Devera seguir eom a brevidade possivel a
portugueza A'ot-o Silencio, para carga e
Barca
passageiros dirijo-se aos consignatarios, Oliveira
lilhos & G, no Largo do Corpo Santo n. 19. ou an
capitao na Praca do ccmmercio.
_.
AVISOS MARTIMOS.
Kio*.de Janeiro
Sihe para o refprido port- em piucos das o
icbo (uilhermma per ter quasi tedo o seu car-
mento engajado, podendo ainda receber o
.wneoquo Ihe falta e miudezas, as>im como es
v-ivos a fete : a tratar com o consignatario Joa-
:'iim Jos Golcalves Beltro ra do'Commercio
17.
Porto.
Vat sahir breve a barca Laura para carga e
>geiros, trata-se com os consicnaterios Carva
1" Nogneira, na ra de Apollo n. 20.
Para Teora-
i aarea Ror de S, Simao sahir brevmenle, por-
i im parte da carga engajada : para o re ' ;2^^"* *at* so com os consignatarios Car-
& Nogueira, na ra do Apollo n. 20.
COMPANHIA PERNAMHUCANA
DE
SaresafSo eostelra por vapor
Macei, em direitura e Penedo.
(jjtapor Giqui, comiiandaote Costa,, segui-
r para os portes cima at o dia 8 do eorrente.
as 4 horas da urde. Recebe carga at o dia 7,
encommendas, passageigeiros e dinheiro a frete
ate as 2 horas da Urde do dia da sabida, no es-
criptorio do Forte d<> Mallos n. 12.
Para o Rio Grande do Sul
pretende sahir com a maior brevidade possivel o
bngue portuguez iealidadc, de classe e mar-
cha, por ja ter parte do csrregamento engajado :
para o restante trau-se com os consignatarios
Balur, Oliveira A C. ra do Vigario n. 1.
Para o P,rto
pretende seguir com a maior brevidade possivel
a barca portugueza Claudina, de primeira mar
<:ha, por j ter grande parte do carregamento en-
cajado : para o resto e passageiros, aos quaes
offerece ricos e exeellentes commodos, trata-se
com os consignatarios Cunha Irmos A C., ra
da Madre dfrD'n1- n. 34. nu com orapitao a bordo
llita de Faial
E' esperada nestes poneos utas a barca portu-
gueza Am^ade, tem a mi pouca demora ; e para
passageiros, para os quaes te>n bellos commodos.
trata -se com Joao do Reg Lima, roa do Apolle
numera %. I Y \~
NO
Rio Cirande do Norte
DOS
Salvados da barca ing'eza Gal-
bava.
No dia 21 de fevereiro eorrente irao praga na
cidade do Natal, provincia do Rio Grande do Nor-
te, 23 caixas r.t,m mobilia, 4024 Uboas e pranches
de pinho. 4008 portes do piuho, 400 caixas com
tnerebentina, saz e banha, 10 caixas com veloci-
pedes, 12o ditas com conservas de las islas e os-
tras, 10 ditas com -ahides, 1 dita com uijectos para
photographia. 84 ditas com ferragens, li ditas eom
lachas da cobre, 7o barris cum pregos, l caixas
eom saisi parrijha e tnico urienlal, 21 caixas cun
quinguilharias, 20 barris com c.rne salgaua, e
poreao de objectos nao qualifieados.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se de um criado que emenda de bo-
lear : na roa estreita do Rosario n. 2, 1 andar
oo na Pasagein da Magdalena n. 40.
Precisa-se de una ama paracozinIiar e fa-
zer o servico de casa de urna familia pequea : na
travessa das Cruzes. loja de sapatos n. 4.
Precisa se de urna ama que compre e cozi-
nhe para urna casa de pouca familia: na ra nova
de. Sidu Rita n. 39.
Coz nheiro
Precisase de um bora corinheiro, ou alguma
mnlher de boa cenducu que seiba cozinhar, para
casa de pequenafamilia : na ra da Cruz do Re
cife n. 38, 2" andar.
Cosinhe ro.
Precisa-se de um cosinheiro, livre ou escravo
e que entenda bem de sua arte : no larga do Cor-
paf Santo n. 19, 1- andar.
Previne-se
que ninguem faca negocto com a casa terrea nos
Qualro Cantos em Olinda n. 9. pois dita casa se
acha rendida a Manoel Saturnino Lobo de Azeve-
do, teodo a Sra. D. Mequilina Maria do Livramen
te recebide a importancia de 400*000, quaalia
por que diu senhura a venden.
Club p pular da cidade do Re-
cite.
Falo presente sao convidados todos os membros
desta ; ssoclaeai a se reunirem em assembla geral
no dia 10 do eorrente, pelas ; horas da n-rite,
para o fira de se proceder a leitura do relatori
trimensal do respectivo presidente, e para seren
adoptadas qo tesquer medidas que forem apresen
tadas e julgadas conducentes ao nm. para que foi
Instituida a mesma-- associaco.
Serretaria do club popular em de fevereiro
de 1870.
Jo*i Joaonim da AI
Piecisa-go de din cai\''ir
com pratica de Taberna :' era
Cantos o. 3 A.
Nobre.
Jerooymo Silgado de C. Accioly, bacharel
firmado desde 1812. advogado do tribunal da re-
lajo em auditorios desta cidade, tem escriptorio
de advocada ra do Imperador n. 41, Io andar,
onde.pode ser procurado para quaesquer causas
clveis, commerciaes eecclesi.-isticas. das 10 horas
da manbaa as 3 d, tarde. Fra dessas horas, na
sua residencia ra Direita n. 38, 2" andar. Acei-
ta qnalqner defoM peranfe o juiz em ceos ter-
mis visinlios dtata capital, mediante razoavel ajus-
te. No jury de-la cidade defende os presos pe-
bres gratuitamente.
AMA
Na ra do Torres n. 16, 2" andar, precisa se de
urna ama que cozinhe, compre e engorante para
urna pessoa.
Claudio Dube.ux de novo certiiica ao pubik-o
de>U cidade que n:a> se respoosahilisa por qoal-
quer debito que o seu lillio'Jos Claudio ubeux '
possa contrabir.
16 inuos,
oos Qualro
D. Cleitmitma TheiMiora da Silva o Luiz 5oo
calves da Silva eoovieam aos (iar.ntes e andana
oo s u niuito prezailo lina lo irmo e to Luiz An-
tonio Vieira para a-sislirem a raissado stimo dia
que mandara celebrar pa cariella do cemiterio pu
blico, pelas 8 huras da maoliia do dia 9 do eor-
rente ; pelo qne desde j se confessam sarama-
mente grato.
FURTO.
Furtarara do engenho Gimportas na noote de
31 de Janeiro l*e* cavallos tojlos alasoes, sendo
um ca-lrado com tres pos clcalos, frente aborta
urna bexiga'no espinanei, anda baixo e meio e
tem doze annns de idnue : otliro grande bstente
tras pe calcutes e frente aberta, aoda baixo mal
csquipa umbem mal, e ootro eom nma malhinh
branca junto ao casco do p esquerd'j. urna listra
na teste, anda baixo e galopa em : q'oem os le-
var ao mesmo eogenhu ou ra da Praia n. 43
sera generosamente recatnpensada.
Attenqati
Pede-se ao Sr. Antonio Jos Esteves Guimaraes
(visto ignorar-se sua morada) o espacial favor de
aparecer a ra do Crespo loja n. 7, a negocio de
sen interesse. ^
Precisa-se alugar por mez una preta que
ingomme bem : na ra Nova sobrado n. 39.
Festa de SantcLamaro
das Sallinas.
A commissao encarrezada dos concerto3 que
necessita a capella do Santo Patriarcha, declara
.w respeiuvel publico, que em conse.iuencia das
grandes despezas que tem de fazer-se com a obra
da dita capella, deixam este anno de fazer a
feste do costume eom a pompa devida, havendo
porem, urna raissa cantada, no consistorio pelas
8 horas da manhaa do dia 13-do eorrente ;' e la-
daana a noute do mesmo dia continan !o aber
ta a igreja todos os dias noote at o domingo
segf inte, afim de que todos os fi-is e devotos
d aqu dio patriarcha possara coocorrer com suas
esmolas para ajudareni a commissao, na conclu-
sao das obras d'aquella capella, que j se acham
muito adianiadas.
A commissao espera que o publico e devotos de
Uo milagroso patriarcha a coadjuvem para fim
lao pi.
Recife, 3 de fevereiro de 1870.
Rulino Manoel da Cruz Cousseiro.
Domingos de Souza *Wlo.
Joaquim Gomes de Lima.
Preeisa-se alugar urna n ulher que saiba ee-
ziahar : a ra da (^dnin do Recite n. 2.'i.
Idade 15 annos.
Fugio do engenho Gimurinzinho no dia 2G de
dezerabrode 1869, om molatiabo cor ac da atas-
ma ciir os cabellos e caraniohados. |>s grande e
tem caler de ligado pur baixo, nma sicatriz junen
do suvaeo, na occasio de conversar nao encala
para a gente, foi visto era Caroar nos primtirof
dias deste mez, desconfia se que fusst co.Tduzido
para o Recife : pede-se as autoridades a ^ptura
de dito mulatinho e o mesrao aos capiae de
campo. Gratificacao de 00 a quem o entregar
no engenho Camurinsinho, ou no Recife ao Sr.
G^nmno Jos da Rosa na ra da Praia n. 63,
Desde o dia 20 de juiho do anno passadj qne
fugio de casa do abaixo assijnado o pre: Job-
quim crioolo, de 24 annos de idade, cujo escra*
f i preso no momeiaio do cnry, provincia *
Rio Grande do Norte, no siua Gargante, par Ote-
gario Americo Mana de Araujo, o qnal andaaa
como forro, e tendo eu -ciencia disso, fui a dita
provincia e efectivamente tsoxe dito escravo que
tornou a fagir da port ira do sercado do engento
Cruz desta provincia freguezia da Luz, foi'arge-
mado. cor fula, alto e cheip do corpo, caneilas li-
oas, ps pequeninos, pouca barba, olhos grandes
e avermelhados, orelhas pepuenas, cabellos pega-
ios, olhos espantados, levou vestido camisa de
algiwlaozinbo j usado, serollas comprilas do al-
godao da trra e chapeo de cnoro : quem o apre-
hender e levar a dito engenho ser graUdeada*
com generosdade, ou n.i roa da Conceii.o n. 6
da Roa-vista
Companhia Perna i buc na
De ordem do conselho de direccao sao Cjnvi
dad s os Srs. accionNfas para reahirem-se fim as-
sembla gem no dia 15 do crreme, pelas 12 lio
ras da manhaa. no nrimeiro andar do edificio di
sua pro
de Ihes
li,
balme
e-ss d'Assemb.i
f presentado o relatori e
lino Imd-
|rio daToTBpanma Pcrdambucaua
1870 -
|enBto V. V. \\,t%
3 lint
i do
Precisa-se alugar urna casa terrea graade. on
um sobrado na cidade de Olinda ; e que seta en
ama dessas ras, S. Rento, ou na do An.piru,
porm qne sejam boas e que tenli.im eoinmodaB.
a pessoa que tiver e quizer alngar deixe eaata fe-
chada enm as mniciaes L. P. F. nesta tvpocrapma
ou annuncie para ser procurado.
Pelo presente declaramos que tendo-se ~de-
seneammhado um saque a nosaa ordem, priticado
em 17 di mez lindo por Manoel da Costa LimS, de
M manguape, da quantia de rs. 2.6665666 a 20
d(v., e sobre os Sr>. Marques Barros & C, que o
aceilaram sob n. 9,403 em 21 do mesmo para 10
do eorrente, fica este de neuhnma validade, aonde
quer que se ache, visto como j os aceitantes as
.intf'ciparam hoje seu pagamento mediante rece-
bo nosso.
Recife 5 de fevereiro de 1870.
Juao da Silva Faria & Irmao.
AVISO
Os Srs. afearon & C. fabricantes de
ra do Mondego n. 107, preeisan de algumas'mo-
Ih.'res para trabalhar na sua fabrica : a qnem.
eonvier pode dirigir se raesraa fabrica para
rafe, na
trat r.

PILULESKKgCAUVIN:
Bsto (irecuwo PnrgalliD irgpial lio commo4J
I como (fratfiTM r ntnltiftn ni- i.'jfiH ftrt d
lirar u eHf f. + raif, is aais i
Ikokh, MU cuuu a IIU t IWKinklaeo* ,
BeeefSrai na |MlHI, olmii-uefocti raa-1
O mtremuu, ,la* i-'*u*.> pode n
I cair-ic acUa paiairas : Hmiabclecer ou coi
\ KIUi ala padua lem resguardo aa comida geni
Ibeaidt; fodoaclanamierarpratlTa, uaue loaarl
I ellas au raeccoe ea> dow pauaalaa da aoite aal
IdelUMe.
BA
DO

CaBDGA
t
esquina
Este importante estabelecime^jjap sen genero, tem sempre nm
ta^a f TWde por preqos qne nenhiii ku casa pode vender.
^^ A vista da qnalidade e do pre^e das joias cada nm pder-se-li*
losarioe Oarante-se ser todo de Iei. Compra-se onro. prata e
vados.
A loja esle aberta ti g 9 Was 4a noote.



Otario -d* Pernambuco Segunda fnm 7 Fevereiro de 1870
A ESMERALDA

PSMHMEOS
Trjivessi ido Corp# Sanie ft2S
ARMAZEM
Ra Nova n. 38, loja.
fiandeisa. Machado & C, avtaam ao rispeftivel
poblr* que aos lugares cima encontrari no mes
roosempre grande qnanfcdade de ditos poro, e
LOJA DE JI4S
MOREIBA
DE
&c
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado ie novo, est as condi-
^5es de servir vantajosauente os seus fre-
guezes, visto que acha-se prvido oom um
xolendido sortimento de obras de ouro e
trata de le, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, ayos precos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
#e em troca ou compram-se com pequeo
bate.
I5 RA 00 CABllliA X 5
As vantageos que oftcrecem os poces, instanta-
060S sao : primeiro, poderem ser colicuados den-
tro de ata ou fra, con o trabalho de au a duas
horas; secundo, fortecereni os mesmoj agua pu-
ra e abundante, podendo seren removaos de am
para outro Jugar, quando asswn convier.
Os anaimeisrrtes sreeelvrao a impAiancia dos
referidos pocos depois de col locados, utistazendo
expectativa d^oagpyador.jvi ._________
fto ife cbdllo trancos.
A tintara japonesa para tingia 06 cabellos
da cabeca da*barba, fe a nica admittida
i Expotipao universal, por ter sido reco-
ohecida superior todas as preparacoes at
tioje existentes, sem alterar a saflde.
Vende-se a 10060 cada frasco na
Bna da Cada n. SI,
1. andar.
m casa de THEODORO GHK1ST1
iNSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-s
{lectivamente todas as qualidades de vinbi
ordeaux, Bour^ogne e do Rheno.
/oaquim Jos Gon-
palves BeltrSo
RA DO ACHE N. 17, |. ANDA*,
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do IfflaWem Braga, e sobre os segis
tes logares esa 'Portugal:
Lisboa.
Porto.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde-
Arcos de Val de Ves.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima. fttfl
Villa Real.
Villa-Nova deJFamaliclo.
Umego.
Lagos.
CovilbU.
Vassal (Valpassos). ,^_.
Miraadella.
Beja.
AMA
comprar e cozinhar para duas possoas : no pri-
meiro andar do sobrado defronte da igreja do
Puraizu, esquina..
Aluga-se
O segundo e terceiro andar do sobrado a ra
do Amorin n. 39 con amitos co-nnodo* para fa-
milia : a tratar na armazn do momo.
U*-
oo
o 2
" __/>
B -
* 3
9

Norberto Mnniz Teixetra Gumaries encar-
rega-se de despachar e dar anoanmm aos reqoe-
rimemos dirigidos a amara muricipal, como seis
lirenca de eordeacan, ediflcacio, concertos e o-
tros, tendente a municipalidad', e para isto pode
ser procurado no Corredor doEispo n. 51. ou ra
da Concordia n. 6i.
CABELLEIKEIRO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife51
Cbami i silencio dos seus innmero* fregoezes, e do respeitavel publico m
geral, para a seg-iinte tabella dos precos de sua casa, os quaes sao Tinte por caal
mais barato do que em oetrs qualqner parte:
Cabeikiras para senboras a 28&
30d, 35/ e......4000O
Sitas para bomem a m, 404 e 50)9000
Coques a 1*4, 154, 1*, 204,
854, 3# e.....504000
Crescentes a 124,154,184,204,
254, 304 e.....324000
Cachos ou crespos a 34, 44, 54,
64, 74. 81, 94 e. 104000
Tranca de cabello para annel a
500 e....... 14000
Tranca para braceletes a 104,
154, 204. 25e ..... 304000
Cadeias para relogio a 54, 64,
74, 8* 9|, 424 e. 15*0*9
Vi Iravessa da ra
i das tees n, % pri-
meiro andar, da-se di-
l nhelro sobre penhores
I de ouro. prata e brilhan-
tes, seja qual for a qnan-
| tia. Na mesilla casa com-
praui-se os mesmos nie-
laos e pedras.
ROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO
A Companhia Indenmisadora, estabelecid
testa praca, toma seguros martimos sobr
navios e seus carregameatos e contra fogt
am edificios, mercadorias e mobias: a
na do Vigarioo. 4, pavimento ter eo
Preciosa ublica juriica,
Commentario do Cdigo Commercial Portu
guez e Brasikiro.
Vende-se na loja da ra do Crespo n.
25 A esqciB da do Queimado. a impor-
tante e moderna obra sob o titulo de an-
notacoes ao cdigo do commercio portugue2
em 6 voluntes pelo Exm. Sr. conselheiro
Dr. Diogo Pereira Forjaz de Sampaio Pi
aentel, lente cathedratico na universidade
de C goza muito merecidamente aqnelle eximi<
commercialista por si s bastariam para re
commendar to importante obra, quando
nao concorresse mais para isso a grande
vantapem de ser um ptimo commentario
ao cdigo commercial brasileiro (na falta
absoluta que ha de qua qner outio) pela m<>-
xima homoaeneidade de entre muitas da?
suas disposicSas, e as do mencionado cdi-
go portugtiez. que lhe servio de texto.
oirei pressurosos. distinrta mondad*
do 4. anno da Faculdade de Direito desta
cidarie e notaveis jurisconsultos, a prover-
vos desse poderoso auxiliar para \ossos
traba hos da sciencia, e pelo preco commodf
de 205. toda a obra em 6 vol.
Corte df esbelto,.....
Corte de cabello com frcelo. .
Corte de cabello com lavagess a
champea......
Corte de eabeflocom limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado inglesa ou franceza.
Barba.jn|.,ft #.-!! -krUi*B*
509.
1.5099
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e sotarte*
15M9
599
219
1
0 dono do lestabelecimento previne s
Exmas. Sras. ejaos cavalbeiros que ha um
salo para tintura dos cabellos e barba, as-
sim como um empregado somente oceupa-
do nesse servico.
Recommeoda-se a superior TINTURA Jk
PONEZA para enegrecer os esbeltos e bss>
ba, nica, admittida na Exposicao Universa)
como nao pr judicial saude. por ser H
latil, analysada e approvada pelas acail
miasde sciencias de P^RIS F I.ONDREf

\Ml
mm, CA

I
=: s c
O -
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sl-i-lii
i W O i
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slffftf i
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: o o. a -j)
i -i w O
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
nuasuessneo, l, K BU uss-isjst#wi, raais.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LAIUNJAS AMARGAS
Cm IMflBIT* rtTAIII*
liiln^ilii.....iiiMwdaArolteWBW,MBApBfAorAiewitMlTelf-
aaa; rwtianim xaroaM da oMoaa da Ur*n}aa nurgu, anea
aem ptrUT*** algMM pelo tempertmeauw os raak traeos, tem ilierar u laaeelea
t wwaga. AtaiM awthcmatio qne elle mtem permittem ao* roediew de roerital
pan iIm m cwycaolti cas affeecAps aaonotalaaaa, tobarouloMa, otwoa
raaaa a noa aaeidantaa iBtermitteattaa a taroalroa; alte Tisso, a
ageste o mai poderoto entra as doengaa rhenmatipas.
I1R0PE W*IC0 IITI-IERVOSO
a* caaea* A kntju aiafa.
3SaDDO ie weeaBOMttesUo a sna efi-
cacia para curar: ai dotnctu nervesu,
Muda ou rhroniM, tu gottritet, gattrml-
fa; e facilitar aJigettio.
UffOPE FERRUGINOSO
tV so* a forma Uqaida tjaa oais facilmea-
te se aaciaila o ferro; n'esta forma preft-
mel a* pilolue pastilhuea todos os caei
em que ato praseriptoa oa fsrragiiMtoa.
CASA
DE IMPORTACAO E EXPORTACO
J.fARRFRE
Gscriptorio, rust do Vigario n. 5,
________________i ANDAR.________________
FUMOTAFIIIUL.
(.hi'gadn pfln nliiniii paquete.
Marra (jvitle
Livraria francaza.
l'il
brm
DENTIFRICIOS LAROZE
cen 9CINA, PTAsriso e cauco
\Xusm mrtUUrfm aalvnraecoo-
aerracio ta toaicav. eanwafo as dores
aausadas pala caria es avtaxidaa pelo
etatadaia casar aa to fri
Oepsslt* ca Ato tmmkn, i.
9b imtHrim,, eom kase de ma&ntU
para a ahora a caoaenraea dos dcatca,'
proveaiado a dcaearaadara, provaeaadar
trtara de aac empede rcfwaclo.
I.SWW.C;M|M|I

fcwaaSi i
hMXMbtMM.a.1
in
I i s
I vyae e can radkalsBcate ai molestiis de %
___wPiicciSi,c*aBscfrctsds akriccn-Btcci___
*lWK|fA0 CADET ft\"A4
ir; i-se
Prers-se de urna sma forra on escrava qu.-
^aiba fi'jri'irar I*m : na dn r.n-sfio n. 23
UA8 m rariiM
Aos 5:000$
Buhis jotrantidos.
\ ra do Crespo n.23 e casas do costume.
O abaix> asignado, tendo vpndidci alem de ou-
.ras sorli, um mnio a 1816 com i:000A d;
i'-teria que -e ac;ib"ji de exirahir a beneficio do
patrimonio du4 orphao\i (13S') convida aos pos-
uidores a virem receber na conformidad* d"
-ostume win descont algom
Actam-se a vunda <>? felizes bilhetes da 6'
arte da lotera beneficio d; oroem 3* d
Carino do Ktcife (I30*) q'ie so ettrahir quinta-
feira 10 do correte mez pelo novo plano.
rte^O.
Bilhete. 63000
Mei. 35000
Quarlo. ijiOO
Era^por^ao .ie 100^000 para cina.
Bhete. KjSOO
Meto. 23730
Q.iarto. | 375
___________Manoel Martirn Fiuza. ____
'zlnhei o
Precisa-53 de um cozinheiro, papa-se bem : na
livraria franceza ra do Craspo n. 9.
Preeisa-se de trabalhadores na refinacao da
ra do^ (uararapes o. 70: a tratar na inesma.
Prei?a-se de um cozinheiro oa czinheira
ta na do Imperador n. 73,2 andar. ______
_ Pelo cartorio do escrivo de orpnos Goima-
ra clarados, designados tutores das menores qae fo-
ram libertadas pela commissao incninbida dss>a
tarefa pelo govern di provincia em virlude da
le n. i86' de janho do anno prximo passado, pa-
ra que venham assignar o compevnie termo de
totella e receber as cartas de alforria de ditas He-
nares.
Venceslao Machado Freir Pereira da Silva.
Antonio Pedr S Brrelo Jnior.
Antonio Albaquerqae Mello.
Francisco Vlarinho de Albuquerqoe MM\o.
Faanrisco Son rea Pacheco.
Ldiz Borges Casteilo Bntnco da Rocha.
Manoel Cyrillo de OHveira.
Antonio Joaqnim de Andrad*.
Oulro sim rogase A Sra. D. IdaHna Mrandoli
na de Siqueira que aNbrrion a parda Elena, de
idade de 7 anno*, fllha de sua escrava Brgida, on
1 pessoa qoe deligencitiu a ajforria de dita meaor.
devir ao dito cartorio aflm de se otter o*selare-
lltnento preciso para ser dado tutor referida
menor ; e assim. e do mesmo modo roga se :
Sra. D. Joinna AufiUMa do Castrt Pagel, qne li
bertou a parda E-larirae*, de idade dr 4 mbos.
Ala de sua escrava Arcelina, para igual ciclare
cimento.
a
Nnblfine |>ubiiea('o Ifileraria
aob o titulo de Jleiuori dn
llom lesas do Uoote, em
Braga.
Acha-ne venda na loja da ra do Cres-
po n. 23 A, esquina da rio Queimado a pri-
morosa Memoria daliom Jrsus do Monte em
Braga, ornada de pravuras tinas, segtinrii
edii;o. obrada penna de ouro do unii iltos-
tradu lente da universidade de Counhra,<
Kxm. Sr. conselheiro Dr. Diogo Perein
Koijaz de Sampaio Pimentel. Qnem ve
noticia da extraordinaria devocao que exis-
te em Portugal para cum aquella milagro-
sissima imagem, afiluindo senipre para r
>eu magesloso templo em rom na o utine
mso puvo de todas as parte* desse reino:
qn^ni souber avahar as biiilianles descup-
roes, e o he'lo estudo daquelle consumma
do inrisconsulto e exim litlerario puriugue;
nSo deixar de procurar, qnanlo arles pro
ver-s de um exemplar da dita memoria
pelo diminuto preco de 3,-5. na loja indica
da, onde ha pcqiieno nunu ro di-Has.
Na inesma lojr cm ha onlras estampa,
minio perfeitas e grandes do dito Senhm
Bnm Jess de Braga, por prer,u commodo
ATTINCAO
Tendal o ahaixo assignido remettidono na qiiin
la-fona 27 do mi rente, para a ridade de Naza-
relh "nle resida, diversos fardes de fazendas em
iim carro, aeontecea desaparerer em caminho um
ilos fardos, o qual CiOtiaSu as seguinte> latendas:
nina liega de casemira preta, 12 mantas d<- tpele
pa ra c. vallo, 3 pec^s de r jiubraia de cores, 12
hales ile ijiirin lisos, 6 ditos pretos estampados,
e mitras muitas faz ndas.
0 abaixo a ssignadn pede as autoridades poli-
ci.ie< que >e dignem touiar em amsiderafia o sen
annnneio afim de apprehemler-se ditas (zendas
m descubrir quem as fnrtou ; assim como uftere-
ce uina gratitlcacao a quem levar noticias exac-
tas des^a- faiendas no Ri-cife na loja do Srs. Per-
digo Oliveira & '.. ra da Cadeia n. 33, on na
ciclada de Nazaretb em casa do annuciante.
Nazar.lh, 29 de Janeiro de 1870.
Antonio Aurtlhmo lApes Coutinko Jnior.
BOLIGIHO.
Offerece-se um rapaz ltimamente ebegado, com
as precisas hahililacde>, para casa particular : a
tratar na ra do Camaro n. 13.
ATTENCSO
As senhoras qne tiverem aiguma menina oo
cria, quereodo mandar ensioar a toda qualidade
de costara e bordados, marca e toda qualidade de
flores, por barato preco de 3*000 por mez, vindo
ellas almocadas e ir jantar em suas casas : na ra
estreita do Rosario n. 3a. Io andar.
serio, WSt
lieotti
roso
lepr, uimfffT,ukm*f,i
idofeeomuMise
HHteiHof tetps w
0 abahoslgitado declara qoe u>ndo as habili
tac^peees/ajias p.iraaz-r enaanamento d'gna
WMIlrTTrL......-f--- de t-irratotu e gal
vanisados por menos do 1)ne ontro qnakjocr, as-
mm corno :i man d'obra : qnem qmzer ntilisar
dirija-se a ra do iQaeimano n. 3fl_M a raa da
Imperatriz p.^. i
O a4lMffa\*rUuBeWrJo|uitn Silvmra pcVI-
0* abaixo assignados partiripam od publico
qne dissolveram amigavelmente a sociedade que
gyrafa a i-to a contar do dia 31 de dezembro de 1869 pro
ximo Ando, (cado o socio Augusto Prederico dos
Santos Porto enearr'gado de todo o activo e pa?
sivo di sociedade ; retiran do-se o socio Jos Pe-
reira fastos desonerado da respensabilidade do
activo e passive da mesma. e pago de sen capital
e lacros. Recife 31 de Janeiro de 1870.
Angtisto Frederico dos Santos Porto.
Jos* Pereira Bastos.
Alaga se ama casa na ra de Aguas verdes
"i 28' flem Pr'*'ndpr dirijae a ra do Ara-
gao n. 18, que achara com quem tratar.
CRIADO
Precisa-se m criad, i para todo o servico, do
quer seja eserato i livre: na ni larga do Rota-
rin n. 4j.
<_em atsejar saer .-cnis a>s netos de V-
renle Truena RveHsr resigne; em Goivaea do
Dunro (Port ) p.>de entender ? com o ahaixo as-
signado professor pubhr.i na povoalo de Caxan-
ga qoe casado com urna neta do mesmo saibor.
v3mi>Ed>u -Silvn Ca_p.
TEZOUM DE ORO
^f*ti'n j'i
alugaroa santart
iMlritutes 4*
irra.-um escrj
7.a precisa
IX)
A' nii f-!o Queimado. n. 6. prim T mid t
S pessoas para o senrico e o maior acceio no* trabalhos de barbeamesto.
O salan estar aberlo, nos (lias vitis das 6 horas da manhaa as 9 da do-
e nos diss santifiesdog das 7 a i hora da tarde.
HABA
3RA DAS FLORES-25
0 dono desle estabelecimento tinge, limpa e actiamaMa com a maior
perfica posstvel U>do e q aiquer objeto de seda, 13a. algodo, em pecas
oo em otras, ch-p s de fehro, palha h manilha ele, lira mofo das fazen-
das e faz tod r o mais conceinenie sua ros3o, turio com brevidade, visto
como se acha prvido dos necessarios machinismos e petre- hos.
Otto Schneider.
i* &v & id & ??
Aos 20000400.
na do Cabug n. z.
Bilhetes do Rio venda
rende Vieira A Rodrigue.
\0 AoM\ZEM i Sil* JI
Precsa-?e de orna ama para ci-zinhnr para poc-
no ca fam'lia.e nutra paia andar com enancas : na
Quiiquilhiii-ts
Finos artigos de Paris, de gusto e phantazh,
um sejam, I :|tie< espelho, lavas de Jiuvin, iMiII.ll
caixinhas de costura ruin musica, j"is de ouro Precsa-se de urna ama que saiha oozihhar o
iiom de lei, lilas de claque, cofres de seda e bol- diario de urna casa, prefere-se escrava : a tratar
ritihas para bne/i. est.ijos par viagem, bengalas, na ruado Imperador n. lS,rts*riptorkk
Incoiiiihus d>- balea, ocuios, lunetas, correotes de__________t__________
rel'jiins, e perf.jinarias de Uimdray e de Piver.
Briuquedos para crianzas
Can inho de 3 e de 4 r idas para passeios, eos-
oioramas e realejos de diversos lamanhos, e um
eem numero de hrinqaedos francezes e nllemaes
para entreier menin >s.
Pan eviUr massante leitnra de tanto i arapos
ex xislos venda ne>te estabelecimento, o dono
peii.- ao publico em geral que se digne entrar de
oasseio aiim de verilicarem nao s a grande va-
rietlade como os preciis barati^simos por scrcm
todos chegados de cunta propria.
Riia .\ova n. 9,
acaba de chegar pelos ltimos vapores novas re-
messas dos seguinte? :
Calcado francez
Para senhora3.Botinas brancas, pretas, o deou-
tras muitas differoaies cores i ultima
moda.
Para meninas.Botinas das mesmas cores c qua
liilad-s cima.
Para homens.Botinas do cordavao. bezerro, ver-
niz, pellica, o melhor suriimonto que se
pode desajar.
Para meninos.Botinas das mesmas qualidades
mencionadas para homens.
Para homens.Botas rucianas, metas-botas e per-
neiras.
Para homens, senboras e menteos.Sapatos de
tapeta, avelndados, charllo, easemira
preta, tranga de Lisboa etc. etc.
Para meninos e meninas. Abotinados fortes de
muitas qualidades.

ALUGA-SE
o segundo andar e soto do sobrado da ra da
Cadeia do Rec fe n. 60, com bastantes commodos
para familia, tornando se recommendavel por ser
boa a localidade e muito fresco : a tratar no ar
3 azem do mesmo.
CANARIOS
Chegou um completo sortimento de canarios de
Allemanba caaudores de primeira classe garanti-
dos, roa do Imperador n. 14, arajazom Fidelidade,
e roa da Imperatriz n. 35.
Attenpo.
Rogase ao Sr. S nuem Domingos da Silva Cam-
is (boje fallecido) emprestou o segundo volme
obra Fio Sanciorum o especial favor de o tra-
tes a na do Crespo toja n. 7.
Friza-se vestidos de senhora
n. JS, Ma. ^^^
oa roa Bella
HHiza gurisa
-SjfWk escrava qoe saiba
bato eoaaaat.- 4rabr Da-iaMnaTaria das lotenat
q va sen sitie, no Mijowiro, junto a igreja.
Irmandade de Nosaa S. Mai dos
Hornea^ erecta na igreja da
Madre "eiis.
A mesa regedera da irmandade de Nossa Se-,
nborn Mai dos Homens, manda celebrar urna ibis-'
saBr alma do fallecido nesso irmao, Jos Ferrei-
ra da Silva Macalhes, sexnnda-feira 7 do cofren-
te, as 7 Ij2 horas da manhaa, para assistir qual
Mviaa a tadoc es inaaos e *n>w ao Basao.
Oaworh, > de Imreiro de 870.
Oeserivio,
J.H. V.LUjo.
LLOCOS AME CAN'S
49Ra da Colea do R. rifei9
ae a* laaiiaoQaa
RliLoJOF.lItO
acaba de recebor um piairln sortimento d3 relo-
gkw amefiranos para patedes e cima ct mesas
de corda de oilo lias por precos raz'iaveis.
Ama lie ieite.
Prccisa-se de un.i ama que tenha bom e abun-
dante leite : na ra d" Sebo n. 2'.
(Jasa de c Na antiga casa de commissln de eseravos, de
ahaixo assignado, ruado Imperador n. 45, coati-
nua-so a n ceber eseravos por commissao, lantt
do mato como da praca para serem vendidos,
garantc-se o bom tralamente e prompta venda,
para o que se emprega todos os esforjis ama d*
satisfazer em tudo as pessoas que o quizerem hon-
rar com sua confiaoca. ^'esta casa ha =eraprc
para vender eseravos Je rabos os sexo, velbos *
mocos, assini como ha i da segoranc* para os ter.
Antonio'Jos V. de Souza.
Precisare de urna ama para o servico inter-
no de pequea familia : ra da amisade n. 21,
Capnnga._______________________________
Precisa se d um copeiM e um bom e aeeekado
cosinheiro, para urna casa particular; a. pessoas
qne estiterem no caso de exarrer etes misterjs,
pddem dirigir-s3 i roa do Imperador a 6.
Desoncaminhouse um banho.com a compe-
tente certido de casament verificado ao Hospiur
Portugnez, na terca-feira Io do corrate, e cota a
competente estampilha (elln) quem o cimo que-
rendo restituili-, vi"to que d nada lhe serte, o
poder fazer ao Revm. capello no mesmo hospi-
tal ou na ra Nova n. 42, loja de fazenla, defron-
te da Cnnceicao dos militares, ou a ra nova Je
Santa Rita n. i9.____________________________
D. Mara Candida da Conha Almeida, vhiv
do capit-i Jos Joaquim Lopes de Alrneida convi-
da as pessoas que se consideraran "redoras de
sea tinado marido, para qne n*> pram> de oito dia
apresentem os tirulos de obrigaco,, oo as ton-
tas delle a rus do Varadouro n. eta Ohnda, en
a ra do Queimado n. 20, loja no R4t*, anta de
se proceder respectiva verlflcaeSo e Vitar se do
sen pagamento.
Olioda, 3 de feVereiro de 870.
Mara Candida da (.finba Aimeida
No collegio de Santa Genoveva, a ras do
Hospicio ns. _f e H, predsa-se de nra criado de
boa conducta e oigente.
Jornal das familias
Acaba de chegar o uumero de fevereira, conten-
do fisurinos, estampas de bordado, de molda, ta-
gahe urna vez par awz e cntraga-so r.s c
Woaasslgnants.
l'or anno 12000, paros zdiantafas.
Roa do Cespo n. 9.
Livraria franceza
jj!
taces eeecsartas
se-ll mesa e 4"0J
le Diario se dir qoem.
:;,*
HEGfr-
. \i. ^ ,..'v> 'v-%


Diario de Feruambuco
-T- Segunda
feira
7 de Fevereiro de 1870.
r. Antonio de V T i
zes de DrunstaoiKj,
escriptoriu para u rn 9
Imperador n. 20, onde pode I
01
cptcel
mudo
do
ser frocarado para o ercicio*
de
sua prulissao em todos os dias
uteis das 10 horas da manha at
as 4 horas da tarde. Fra dessas
horas, e para qoalquer occorrencia
urgente, ser encontrado no seo
domicilio, ra da Aurora n. 26.

al
alugar um escravo
1* andar.
Prucisa-tie
na roa do Queimado n. 6,
Preeisa-se de urna
Pont-velha n. 6.
Ama de leite.
ama de leite :
A AGUA NEGRA anima4*dNP o bom accolhimento que to've em seos annun-
'ios, vem nevo participar a seus freguezes que. acaba de receber nm variado sor-
raeoto de objectos de gosto os qaaes seo vendidos por precos maito razoaveis, pote
quando fez os seas primeiros anoucios, foi o que assegurou, e sem mdo de errar,
porque como j diste osl ioteresses ligada a urna casa iroportadorade&la praca, e
'.)or isso poder ter tudo especial e vender por precos admiraveis.Chama pois a atten-
gao de seos freguezes para os arttgos possa descrever:
Um variado sortiments de charateiras e
palliteiros de porcelana,
Livros com o lampo de marfim, madre-
peroia e tartaruga, proprios para missa.
Garafinhas vazias propras para presentes
sonsa de gosto.
Indispensaveis de palinha e de couro pro-
prios para senhoras e meninas trazer nos
oracna.
Binculos de madreperola, marfim e tar-
taruga todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteiramen-
ce nova.
Fitas de sarja de todas as cores e largu-
rupara-lacos.
Tentos para voltarete.
Bengallas com marfim, cousa especial.
Sabonetes de alcatro.
Cofres de folhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de luvas de pe-
lica,
Talagorce para-bordar.
Um completo sortimento de enfeites de
Toncas, sapatinhos meias do seda e mais seria para vestido. ^aaBl^
perteaces para baptisados. i Perfumaras de todos os autores os mais
Fitas com mscripcoes proprias para bou- acreditados em oxtractos, pomadas e ofcos
*uet de noiva, e finalmente outros muitos objectos que nao
Ricos vasos com p do arroz. pos si ve I mencionar ; mas com a vista se
Um variado sortimento de jarros de por- certificarlo do sortimento deste estabele-
ceiana. cimento.
Agnia Negra, na do Cabug n. 8.
a, n a> o a as


LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
n n
Acabam de chegar grande quantidade das veniaileiras machinas americana
jara descaxorar algodao de todos os systemas e tamanhos seguintes :
12 sorras 12 serras
14 ditas 14 ditas
15 ditas 15 ditas
16 ditas 16 ditas
18 ditas 18 ditas
20 ditas 20 ditas
22 ditas 22 ditas
25 ditas 25 ditas
30 ditas 30 ditas
35 ditas 35 ditas
40 ditas 4<> ditas
s quaes se vendem por precos commodos e roga-se as pessoas que deltas fizeram eD-
commendas de alenns tamanhos, obsequio de as mandaren) busca-las o mais breve pos-
aro! afim de nao haverem faltas.
RA DA CAEW N. 56 A
FABRICA DE PUOS
DE
af. VICHES
J. Rhigass, successor
|: 55Ba do Imperador56
Nesta antiga e bem conhecida casa, encontrar-se-ba como outr'ora grande sor-
mento de pianos construidas expressamente para o clima deste paiz, e Mr. J. Rhigass
tendo trabalhado muitos annos na construcc2o de pianos em Pars, acha-se habilitado
t preparar os pianos que -ende com todos os accessorios indispensaveis nao so sua
lolidez, como sua duraco. Todos os pianos sao garantidos.
Tambera ha neste estabelecimento, grande variedade de msicas novas e dos
nelhores autores, taqto vindas de Paris como do Rio de Janeiro, que se vende mais
)arato do que em outra qualquer parte; assim como ha igualmente venda todos o.
injertos necessarios contruccao de pianos. Os concertos e afinacoes de pianos sero
oitos com o maior zelo e cuidado.
0 (MW.flil DEVTJSTA
Frederico Haya
Tera a honra do scienliticar ao respeita-
vei publico em geral, e aos seus diento
em particular que elle mudou o seu gabi)
netede consultas da roa Direila n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiio andar, com
a entrada pelo pateo.de Pedro II. onda po-
de ser procurado para os misteres de sua
profisso, todos os da uteis das 9 horas
da manha s 3 da tarde.
Tambera previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao so na cidade
como nos seos suburbios, para onde a>
idas serao precedidas de ajuste. Elle pa-
rante o bom deserapenho e a perfeic3o de
seus trabalhos, o que j bem condecido,
assim como as commo<1idan>s dos precos
Bichas hamburguezas
Neste novo deposito recebe-fe por todos parjue
es translanticos bisas de qoalidade superior, ven
Je-.~e em caixa ou porgan mais pequea e mu
barato de qae qualquer outra parte ; na ra d;
Cadeia do Recite n. 51. Io andar.
fin
illl > 11
Lindas e Superiores bares df cftr. de quadrae de iistrds, para vestid >s
^indo seda, pe haratisimo prego de 5(f> e 040 rs. o covado.
As3im como superiores cassaS fcftncezas de cor padres ile muito gosto 401
i 600 rs. o metro, na loja das Collumnas ru* do Crespo n. 13, de Antonio Correa di
Vasconcelos.
55Sua da Imperatriz55
F. Gautier, proprieta-io deste impoitante estabelecimento tem a honra
de participar ao respeitavel publico que acaba de chegar da Europa para on-
de tinha ido especialmente para contratar peritos officiaes e que conseguio
conlrata-lo-. na iinmeira casa de Paris, por isto julga que todos ficarao satis-
Mtus dos irahalhns do seu estabelecimento cujo eicellente material ainda
foi augmentado rom novas machinas que ja receben e tambem mnas drogas
novas com as quaes se obten estas maravilhosas cores modernas to apreci-
da em Franca e em todo n mundo.
finge, lava, limpa, lustra, achnmalota rom a maior perfeigo fazendas
em pegase em obras .le ludas as quididades como sejam: seda, laa, algodao,
linhas, chapaos de feltro e Tira noiloas e bmpa secco sera rnolhar os tecidos, conservanclo assim
todo o brillio ta fazenda.
Impressoes sobre tecidos
^ com este novo svMema, os vestidos de seda e outras fzendas que at agora so
^ podram lingir-se de cores lisas, podem receber am bonito desenlio "de cor
yv diversa, a esnilha, o que realca a fazenda e llie d mais merecimento.
^ Tinlun prefa, tercas e sexlas-feiras
>j. As pe soas das provincias limiiropbes que quiiert-m niilisar se do seu
5 estabelecimeitlo puderlo marfdar o que tivere, na certeza de seren to bem
^ sei vidas como no Kio de Janeiro ou na Europa, e com mais
AGENCIA DI COBRANCAS
BAIRRO DIO SAMO ANTONIO.
Ra eslreita do Rosario n. 17, 1 andar.
Director
; LE0P0LBIN0 AXTOIVIO DA FONSECA
! Neste escriptorio recebem se procura-
; g5es para cobranca de ordenados o ron-
i gras, liquidarlo de contas de pessoas do g?
[ centro com outras desta prac^i, bem assim 5
, de arrendamento de predios, para ajren >
: cia de causas civeis, crimes, rommer- c
] ciaes e ecclesiastiras em que seja nere*- y&
', sario constituir os mais coaceituartos ad- >S
! vopados e procuradores que melh' r ga- ?
rantam os direitos das partes ; imra >ol- x
licitar ttulos e patentes na capital, ou #g
manda-Ios vir da c")rte, te. etc.
Das cobrangas e compras sobre as f
qnantias liquidas 3 >,, e sobre o mais >)
mediante previo ajuste. g
As entregas de qua squer enrommen- ^
das e titules s serao fritas ao* seus pro- >5
prios duaos s pessoas por estes autorisn- X
oas cm cartas de erdi m e mediante re cibos lepalmente passadns. a
Precisa-se de nina cozmlieira
Imperador n. 73, 41 andar.
Alupi-se mu rapaz que sirva para compra-
e mii-; serflflo d; Casa : na rta do Imperador n.
73. 2- andar.
COMPRAS.
prest)-sa por
Compram se mueda* de oaro e nrou de t>>
ios os valores, nuro e pratj era obras inuiisadat
riibantes e mais pedras preciosas : na loja d
orive? (n arco da O'nreirjo. no Rpcife
CARVAO DE BELLOC
PARS
Approvado recommemiado pela'Academia imperial de medicina de Parii para a
cura da gastralgia e era geral de todas as doencas nervosas do estomago e dos intestinos.
f cgualmente o remedio por excedencia contra a reiencao de ventre Finalmente era
raxio de snas propriedades ahsorventes, recommendado como verdadeiro remedio nos
cazos de diarrhea e cholerina. rifts a Bcllnc tcma-se na occasio das comidas
sob a forma de pos ou de pasthas.
Deposito em Rio-Jmi!o DupontheUe; Chevolrl Em Pek.-umuco, Mavrer t C".
VERDADEIRAS
PILULASdeBLANCARD
COM IO0UR.ETO 00 FERRO IHALT.UVEI
APPROVADAS PEU ACADEMIA DE MEDICTNA DE PARS, ETC.
Possnindo as propriedades do iodo el do /erre, coavem especialmente aas Arreccois
BScaoruLOSAS, a Tsica do principio, a fraqwxa dt temperamento a tambem nos casos da
rai/TA m cor, AMENORRHEA.em que precisa reagir -obre o sangue seja para restituir
m a sua nqueza e ahundencia normaos, ou para prosear regular o sen curso peridico.
N. B. O iodnreto de ferro impuro 00 alterado nm medicamento infiel, j&S -
imttDte. Como prova de pnrem da anth*ncidde da> wev*mr*wmm W- j^Lf Qe
" "'rJ, deve-s exigir nosso rila 4e prata reaU*a %&SlG/fTQ24_J
V nono arma, qoi reprodnzida, (roe te acha oa parta iciarior da aa i"Of*<- A
BV r*tl verde. Dere-se deseonflar da* faJsiflcacoes. -------- v^ ---- im
^fc _< 9**mrUm!__PUrmmm^jmmj*mutM,, to^Parit jg^
ELEPHANTE COM BOTAS
GRANDE ARMAZEM DE PUOS, MSICAS E
0 muzeo ilv1 jt'ins
Na ra do Ctbogi n. h eompra-se ottro, prat
1 pedras preciosas por precos mn vanuijosns di
l 10 nutra QHai'ioi r narte,
- I.nii iimilo maioi vainaiieiii coiupraiii-si
Miada de ouro e prata : na luja Je iias do Co-
icao .'p Onro n O rn d> i'abitp.
" mnmi \, \tmm
YOS
Comprain-se e vend m e diariamente para fra
1 dentro da provincia esrravos de unas as idaaes,
:ores e sexo.-;, com tanto <:ie sejaoi Radios : bu
rceiro andar do fnbradn n. :!fi, ra Jas Crnzes,
refraezia de Santo An|i Na rna do Queimado n. 6, 1 andar, s.-ilao de
cabelli liiro, ci n'pra-t' riiitinuad; Pn-iitP cabellos
C'iii'i-id s
55Ruado Queimadooo
A VERDADE tendo em deposito grande
qnantidade de miudezas a perfumaras, e de
sejando aparar dinheiro e adqoerir boa fre
tuezia est rssolvida a vender muitissime
barato, ; por essa razao convida ao respei-
tavel publico 1 vir competentemente muni-
do a sortir-se do bom e barato. Pois quan-
do a Verdade apparece, tudo mais de#-
apparece____
Grande sortimento de bonecos de cera
massa as mais lindas possiveis vestidas a ca-
rcter.
Abotoadoxas moderas para col
na rna da 'wa...... 330
Espelhos donrados pepnenos. 200
Agulhas de osso para cro\ a 200
Rentes para regac com cantas a 310
Ricos globos para candieiro de gaxa 14800
Cbamins a........ 320
Grande sortimento de objetos de
louca para brinquedo de menino 400
Garrafa com tinta a..... 800
Dita com agua florida erdadeira a 1^300
Dita com tita dita a ... ltHM
Frasco com oleo de babosa a 500 e 720
Dito com agua de Colonia a 300 e 500
Gatrafa com agua divina a. 1500
Frasco com extractos finos a 1500C
Lats pequeas com banha muito
lina a 420 e.....,> 160
Sabonetes de diversas quali lades a
80, 160,240 e. 32<
Finas escovas para denles de 120 a 60
Lindos coques modernos a. 2500C
Pavios para gaz, dnzia a 240 e 32(
Escovas para fado a 5t'0, 600 e 700
Ditas para cabello a..... 506
Pentes para tirar piolho a 160 e. 24^
Brincos de cores, bonitos a 160 e 20C
Pecas de tranca de fa com 8
varas por.......
Oleo para machina de costura,
frasco a........
Pennas d'aco finas cixas a 800 e
Dita d'aco Perry, caixa a. .
Gal5i) de algodao peca ....
Lindos babadinhos e entremeios
peca de 500 a. .1 tffo
Ditos de louca muito fino a 120 o
Ditos para calca a lnO e. .
<'.aixa com papel amizade a. .
Ditas com envelopes a. .
Ditas com obreas a.....
Caixa com agulhas fimilo domado
Ditas de ditas ditas a.....
Thesoura para cosiu-a a 240 e
Caixa com tinha de marca a .
Linda de coros era noveilos (li-
bra) a....... .
Carreteis de linha Alejandre de 70
at 200. .......
Grampos muito linos com passa-
ros, duzia a...... 20<
Cartas porttiguezas, duzia a !4tt?
Mas francezas a 2$200 e 3500a*
Papel almaco e de peso, resma a
3i5400, 3*300 e 40506
Sa muilo fina para bordar, libra 6^50t
rita de algodao para debrum do
sa palos, pe?a a..... 16
Ditas de laa para debrem de ves-
tido, peca a...... 48'.
Pentea linos psra segurar ca-
bello a....... ;;:
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 2i0, 30 e...... oOc
Ditos para aparar peona a I0C
Rosetas petas, par a [ tranca le l.ta d caracul pera a40 e 1 Oc
Fita de coz peca a 480 e .
Alflnetes de !a.io a..... 10L.
SapatiiS de 13a paja ci anca a O j 80t
Gravata de seiias de '-ores a 20C
Gslcadeiras a....... S
Grande sortimento de rendas das libas.
Um par de 8nspe::.rio de fiorracha por
lOOrsf !t!f 1
\'a Verdade a ra do <|uediuad
na rua.il
8r
60t"
IrJOOf
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4(K
20.
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40
280-
160
m
280
BOJ
10c
o. .
ANTONIO JOS DE AZEVEDO
N. 11-RA NOV-N. 14
Participa ao rospeitavel publico desta cidade
u, acaba de ckegar um grande e oxplcndido sortimento de
o das mais provincias visinhas, que o seu grande e bem acreditado aromen de instrumentos pata musi-
O que ha de mais moderno, de teclado fixo c mobile, e com transposicao 00 sem" ella,
amados e bem conhecidos pianos da fabrica do Sr.
de autores os mais acreditados nesta cidade, como sojam :"os
lillBHEAICLSTii RllBRIClKS SITI
CASA i>E COMMIv-ES E CO.NSrG.NACOES,
til sia do oiparo titi.
Compra e venda de aanrrus. eneommenda-i, e
eapeis de eredilo, movimento de fundos, ex|iedi-
litode tlpprammas. eobranca-, li n:i larfies. rte.
So largo do l.ivraiiiciiti) n. 26 Io andar com-
pra se um obrado de um amlar e Meninas casa*
ierres?.
Venda->e um preki iiVial de a.arciiniro e
envernisador, na ra do Imperador n. i.', ten-tiro
indar.
Vende-te irea vacas de leite com onvascna:
por prego Poinmodo : tratar na praca da P.:
rajiA fixei-a n. 12.
Vemie-se no engrnho IVrc- fruijs de pnr-
nar assuear, telha* lijlo- de alvenara g> h
'!a, ladrilhos e ratw de palo para assenUment)*,
e preparam-se enrommendas de iiaalquer d^te
nbjertiM eom promiitid e brevidade.
no miio d-i
Ochanya.
VrNDAS.
Geauino vinho da Uadeira cm barris de i
e 8o. e cm raiza* de duzia de garrafas, tendo cada
caixa quatrodilTerenle> qualidade*. propnas para
um jmiar : no e nambucaoa.
Escrava
. Venderse urna escrava afona do braita G?ura,
co2inha malta bem, nngomma e faz todo a servico:
|UPin protender, dirija- s a rna Imperial n. 07,
2' andar.
Mu

AFFONSO
le Pans, gem o aununciaete e o nico agente t>sta cidade, como prova com o documento abaixo transcripto e aignado 'pelo Sr. Brondel. Estos piantM, fabri-
13U!;1 me J>inu c deste Pail' ^ M nic08 ' sobro sna superioridade. As suas vozes s3o muito flantadas e melodiosas. Elfes possuem um teclado que se presta a todos os capricios do
As suas
teobores pianistas
Todas a pessoas que comprarem piano esta casa, ao rogadas a
Wiencidade do numero de piano eom o do certificado.
AO
oxigireea o cartifteado de origera assignado pelo Sr. Bloldel, aQm de p
PUBLICO
rovar a sua
I
f~rtc
,. 3!Aphase.lBloa<,e, fab'icanto de pianos em PARS, declara ao respeitavel publica de Pernambtico, qn
H. 11. arauzam de Antonio Jos de Azevedo. Outro sin que ledos os sen pianos irse a^e
1
Asssignadp) Mphmn$0 BUndel. ido ~
ga piano!, E tem p maior eioais, explendi# swtimenirt dii ]HUf9TCAS K4 % .%**!.'<
Europa e do Rto de janejto r dHWltodM fuy'jjltelei'8 Fetippone
jolho de *869.-
mbem trdea o
tberto todo
tai tente
de papel p
s espemo donrados; .ajadrad
taotiWs, talaparc^ ^ts e aL
din ate a 9 horas da oota afim das
iuqM
f) nico deposito de seus pianos na cidade
|anbados e um certificado de origem assig-
08 tras pianos.
Tmaghi,.Phfdsc, Artbar Napole5o & c,
opara ornamentos le salas, oleados para
reJofios com despertador, vid ros para
r empra nesta armasaia, o qnal esl
IC.
Na ra da Iruz n. 13 anda tem para vender
alguns exeroplares do combate de reachuello,
i^ liara canto o Jasmim, muiieas aceitas por Suas
Mgestades fnq)eriae.
. Sementes
de liortaliees mnito novas : na rea da Uruz nu-
mero 13,
Veiide-se una n\!llm (sorda :
viuva Vila sera, na estrada nova d>
lio wm,
Aluga-se ricos dminos prctos de 20 j al f0 i
completos rostamos de plianta-ia de |0J al 40}
e vende-se calcas le raeia encarnadas o braocas
ra Bella n. 29 sobrado.
MILIO
Vcndo-se no trapiche Daro do Livraaicnto sac-
eos com milho, ba saccaria e por monos do qnt
cm outra qualijuer parle. _
Hotel nacional
Rna da Cruz a. 1.
O prnprietario de>te estabelecimento lem resol
vido annunciar a venda do mesmo, ijuem <> pro
tender o p.der tur examinar a qualquer hora c
tratar com Antonio GandnIO.
Vende-se
Urna parto de engenho Arassuagi, na frepue
ziadoCabo: quem pretender compar dirija-se ;
pra^a da Independencia n. 17. que achara con.
tratar.
Acha-se exposto vend em todas as linarias
o almanak administrativo, mercantil, industrial e
agrenla desta provincia pelo preon de 2-3.
Veno*-se um torrepo j com alirorcjs, enm
i.roporco-s para nina b,ia casa, ra do Gaz:
iuem o pretender, dirija-se a ra do Bartholomou
n. 07. loja, que achara com qnem tratar.
para frisar c ma urna chapa, para coniinendador
ou otticial da ordem da rosa, pois tem a coroa p ra
enm oendad ir. e ** tira aiira.nfQeial, pelo diniina-
to preco .1* 23|M0 : na ra do Ofcopi, loja do
Sr. M>rei|
Fariaha de mandioca
iie> e de Rapnrfr qualidarle *: n-
3 nos armazens d* Compnnnia Pjrnarnbacna,
caes da .Vssembl-Ja n. 14.
borracha : na ra da Palma n. 17, i 2*)0 a li-
bra ; c de boa qualidade, e eusina-ie o processv
de fazer limas.__________________________
IIAOIIMS PIRA
CASTORA '
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 42 carnurc
viANNA--um completo sortimento de ata-
chinas para costura, dos autores mala
nnecidos, as quaes eslao em expe*cS'> o
mesmo Bazar, garantindo-se a sua Wa qu^
lidadei. tambem ensina-se com peif-i
a todos.os compradores. Estas machi
sao gusas no sou irabalho ao de 30 co-tr.
reiras diariamenCe, o a sua perfei;5o
como da mejhor costnreira de Paris. A|
sentam-se trabalb ;ndos pelas me-
mas, quo muilo deven agradar aos preien-
dentes.


o wiLiit i lea.
Diario de Periisnibuco Segunda feira 7 de Fevereiro de 1870.
Gase com Iistras da s iv e lores, fazen-
da inteiramente nova para vestidos de baile.
Gravatas p-ra sennoras e homeaa, 6 mais
completo sortimento que se J)Me desejar.
Guipurt preto 8 brtfneo, dtvertfcs largu-
ras e difarentoe goslos.- ~ (\jaffI
GoffasV'jWHftos burtfc dos paH serraoras.
Goardanapos de Kaborpetjuwibe gan-
des.
Gorfwaede leda preto ede coras.
Groatienaples preto ede cores, ha ven-
do diversas qualidades e gostos.
Japonezes para seoli.ras, o melhor ges-
to, e faaenda propria para as estas oos ar-
rabales e passeios a tarde.
A RIJA 1*4 IJffPER ITRIX ff, *
Esquina da ra da Aurora, em frente do eaf Imperatria.
N'este novo e sumptaoso estabeledmento de fazendas encontrarSo as Exm.
faalias tudo quanto possam desejar, tanto em artigos do mais rigoroso luxo, como eni toda*
as mais qualidades de fazendas,
. ,a Al*m de Se acnarem prvidos do que de melhor se encontra oeste meeeado,
nr toaos os paquetes da Europa, receben) directamente o qB em arttjros de moda e
-lo m-iis apurado gosto se encontra era Paris, o que vem eada-dia aogaeaiar s propor-
OOi'S de que dtspoe este estabelecimento para bem servir sua numerosa freguezia.
AlgWSo largo para lences e tesinas de
todas as qualidades que costuma vir ao mer-
cado.
Alpacas de todos o padres e qualida-
des tao variadas que se nao pedem descrever.
Albuns com msicas para collocar retratos,
dUicado presente para qualquer pessoa de
sima.
Atoalhado de linho e algodio, branco e
detres proprios para toalhas.
Bas juinas de seda pretas e muito moder-
is, bem como de crochet, tu.io de apurado
gosto e feitio.
Baloes de mu.-selina, madapolao, brancos
a de cores, para senhora e meninas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as
isrguras.
Belbutina de todas as ores.
Bolsas de tapete para viagem. grande
an-iadade de tamanhos e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante de linho de II palmos de lar-
gan, e todas as mais qualidades.
Bretanhas de linbo e algodao, grande sor-
timento.
Brins de linho branco e de cores, do mais
toramodo ao mais caro em qualidade, aflian-
etndo o que ha de melhor na especie.
Brins d'algodao completo sortimento e
variedade de presos.
esa
Cassas de cores, o maior sortimento, pri-
mando pelo bom gosto e bafateza, atientas
as qualidades.
Ca nbraias brancas, tapadas, e transparen-
tes de todas as qualidades e precos.
Camisinhas de cambraia de linho e cassa
bordadas ricamente enfeilados para Sras.
Camisas para honcens e meninos, to va-
riado sortimento que vai do mais ordinario
taadapolao ao mais perfeito bordado de li-
&ho e cambraia.
Camisas de meia, de flanella, brancas e
de cores para homem.
Casemiras pelas e de cores, o melhor
que se pode imaginar, sendo d'isso a me-
lhor orova o grande consummo dellas na
oficina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
desde a mais candida flor de larangeira at
mais inieressante griaalda.
Chapelinlias no melhor gosto.de todas as
cores hoje preferidas pelas senhoras de
mais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
ultimo gosto de Paris.
Chapeos de sol, para senhoras e horneas,
de todos os pre ;os e variados gostos.
Chaly com ricos padres para vestidos.
Chales do todas as qualidades, avuliado
Qumero e nao menos variedade de gustas,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-
to e variedade de padres e novos ifostos,
ta Deste artigo tudo quanto se pode dnaejar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-'
ghar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos eniei-
tes, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado g.istoelavur.
Ditas de fusto branco e
precos comnjodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
fil.o pie de m Ihor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
taaior sortimento.
Damasco de 13a de 9 palmos de largura
lindas cores e ricos padres.
en
Espartilhos bramos e de cores, para se-
. ahnras e meninas, o melhor nes;e genero ;
&pnh"ma Sra. deixar por certo de muir
se d-x to precioso auxiliar perfeif o de
am orno delicado.
Entr^meios bordados.
E-comilha preta.
EnfeitS para caheca. "ultima moda de
Paiis, rpcebida no ultimo paquete.
Esguilo de linho, completo sortimento de
todos >is nmeros.
Laazinhas de todas as qualidades, cores
e gostos, nao ficando nada a desejar, tal 6
o sortimento que existe para eaeoaer.
Lencos, tndo quaoto pode ham! desde
esguo ao atgodoeoniraam.
Leqiies de madreporola e osso>o riado sortimento.
Ligas d seda, bordadas, para sfenhort.
Luvas de Jouviu, chegadas por todos os va-
pores, sempre novo sortimento, qoer em
pellica para horaens e senhoras, querem flo
d'Escocia, brancas e de' cores.
Madapolao; Indescriptivel o grande sor-
timento' que ha neste genero, desde o mais
elevado preco ao menor, que se vende em
p?a e retalho por menos do qae em a-
tra qualquer parte.
Mantas de blonde para noivas : o apurado
gosto dos nossos correspondentes em Paris
habilita-nos a dizer que temos em nosso
estabelecimento o que de melhor se deso-
ja para vestir e ornar orna noiva.
Mantas prelas de blond.
Manas para carros, cora lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca o de cores, lindos e va-
riados padres.
a*
Pannos pretos e de cores, desde o mais
baralo ao mais superior, por preco muito
cotnmodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
P.'itos bordados de linho, lisos e de al-
godao para camisa.
Pnncetas preta-* e de efires.
Popelina do seda e linho, cora Iistras e
flores; l'azenda lindissima.
Pdherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
" suave no olpiato, tem o PAVILHO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bonqvel d'Amour, final-
mente lodo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gostp.
ua
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com follios e sem elles. o melhor possivel,
Saludas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de cores por de Iistras de todas as corea e qualidades e
o mais barato possivel.
Santelim de todas as cores e qualidades.
O
Tapetes grandes, lindas pintoras para 8
cadeiras. mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais baralo.
Toalhas de linfco e algodao de todos os
tamanhos, li as e felpudas.
T-irlatana branca com palmas ede cores,
fasenda muito nova, e goslos delicados pro-
pria para baile.
6ALL0
un de recetor pelo att\aj
ortfl&iio de
apor
Raa do Crespo a. 9
tfdEgios deste bem conheciotaabele-
te, ag Unios muitos objectos qae HIHni ex-
tffJWWtcio do respeitavel pabljeo, man-
HMneabam de receber pe
aropa uta completo e vanado
e a>licadas especialidades, asqfcgescs-
reaalvidosta V^fer, caap. de seu turne,
par praiBMMto baratinlios e commodos para to-
M cdnsalto que o GalloS
^uittMaaaatore lavas d*pellica, pretajybrau-
[ e da.jgi-ljndas eCres.
li boas^tionitas ^ollhffts e pnnhos para se-
r^que
da*
e mais moderno.
retas e
fazen#
is Dflmto."
lopaiaBjB^e bonitos 1
SaMn, sndalo e ^BSso,
lindos desenhot, e
~ res eias
sempre
to ne nos
losibem
les, entre
es
Iota
'reto?,
le
dera
vendemos por 20*,
ande sortimento de
aes alguiaat muito
se-
000
mgri
asjftaes atgutoai
peMr caima daCidia e
ida e eneantadfeM figu-
;rpc
las jft': sn\
coiff lim
ne^tMener9 o qne de najtor se
aloHestas temos tambentfcande
(MaiPfaSe-Voutmqualidades, como sepa, ma-
dSa, MaaHsso, borracha, etc. etc. etc.-Oj .
nnoSpAaass e airosos chicotinhos de cadeia e
ntraiaMlidades.
nda e superiores ligas de seda e Borracha
segurar as mnit
meias de seda para senhora e pata meni-
de i a 13 anuos de idade.
avaft cabe de ntwfim e tartaruga par fazer
barba; sio muito boas,o do mais a man sao
rtnMoss pvln fanricantf, e vris_J""T TO*sa fTi
bem asscguram-is sn uAldafe dnlalezi
Lindas e bellas ranjAs
Superiores aguIha^islWuOhli
Linha muito boa de peso, tfmtx. paa e!
labyrintho,_____ -^__
Bons baralha de carta*.* a
como os lentos para o mrmPtiMh^J
Grande^TOiad* sBHtnMll fe#aelhor(
fumarias e dos melbores e mais eonneoidos
fumistas. M w
COLAJttS DE ROER.
Elctricos magnticos contra as eorivnlsfc
fariktam a denticao ds innocente eriancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
eomo j tem atontecido, assii pols podero aquel^
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre enecntraro destes verda-
deiros collares, e os quaes attendondo-se ao fim
para que sao applicados, se venderao com um mu
diminuto lucro.
Rofamos, pois, avista des objectos que deixamos
declarados, aos nossos fregnezes e amigos a virera
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
um de fazwidas i roupas fei
m. Si pwta larfi. de Paredes
te estaeleclrafito eneotraw o respeitavel poblico am
i todas as qnadadesv filiis de alpaca a 30, 34&aw
merin^4itos de easemira de toaea bonitas gostos a 5$, 'M.Hi^M
sacoJse.f)recasa?)!: fift* Wm parto finos e ordinarios.
e de cm de 8-5600 a 5#)8G. Cags de brim de cor fin T
brancas*Ol todas as flualMadea, ditas de3Mm pardo-oo e ordinarto.
de cor e preta de U, t4, ty > *&J. ioHetes de tedas as m
barato, fiompleto sorUmedto de-carawas francezas d* algodao a i
ama. Sortit da rotdaa-'franwaas Jb algod5o,-rfe linho braonata *U t|Bea
*UB*as) iwvissuno gestora todas os precoa* Meias sortimento eoaMa> a U
Slpz*. r
g_^_ BOtftf AlAMENlMS.
narrefa-ae da aasquar obafe de encommenda tanto para homem, como
mentos", e our bae*jdade, par fcsamae tem am bonito s<
todas a^ualfciadas tato em casettiliasfaomo brins, pannos
zendas. r* 2
t,^*. -.1 ^ /. F^BNlWS
Braiaanfea-da i I pateos da IaVjura I t|8M meaaw bibo^v
^ambraws de er e branca. : .wns sb oDorn m* o .
Alpacas datad airre* 6iftrs. oewncto. mu a i
Poilde-hav* coa hsta de sedafazenda de gosto a 1*200. ioq
BasquiraB d: gtnpiue afeitad*! a 18^000.
Sortimeato de Ghfci- escaras e^Saras a 280, 300 e 360 rs.
MadapofSo fino a 6&00, 7,5. U e 95000.
-^lgodao peca ean jardas a<4$800, 00 e 60OW.
' Peca de algodao hrgo a 7,5500,
E outraa auto fazendas que ser enfadonho mencionar Cbegaem i apa
fetta quorse est liquidando na loja ru da Imperatriz n. 52 (junto i loja de oorivas) do
LElO DA PORTA LHR6A
DE
denla
ta.
perfumara

to de perfav
ectivamente estiprovidia
Previdente, ella acaba da
ento qtat se torna
ectos, snpeo
Too pra>
itepadk
r a apreciacla
aa> geraf a de so
oaparasBiar, naV *a afaa-
a> a aw ba conhecidipansidl
a fearaten. fia tfita loja encofltrarSo a
apracaiares *o bom: t
Agtn divina de E. Coudray.
Dita.verdadeira de Murray & Lanunaa.
de CokMm&inslaxa, americana, fraa
e mais acredtate
1W
^f*r*aate.
Macaaat dtVhnngalraa.
a
ILJl___________

Machinas vapor de
forqa de 3 e 4 c-
vanos.
Motores para 2" orvallos.
Arados americanos.
Machinas de facao e serrotes para desca-
ro^ar algodao.
Balanzas para armazem e balco.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de hit-
fleld.
Preseas para copiar caras.
Fogo americano patent
Cal nova de Lisboa
rhegada no ultimo navio vpnde loaquim
Ramos, na ra da Cruz n. 8, andar.
Mikroskope acbroma-
Wh'seaen. Objetiv Lin-' tf r \"-)
Barometre e termos
metre. Centigrade
e reaumeare.
"-" IB
Jos
NO BAZAR DA MODA
lE
Vis'mrios bardados de fusto brancos e
decores para meninos, de cambraia para
bapti ados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de 13a esooceza de 2 saias,
novidado pelo padrSo, gosto e forma; ditos
de Itabo com barras de cores, e de cam-
braia de eivs com 2 saias, tudo inleira
C3*
Filas largas escocesas para cintos, vari-' novidade, trazem os modellos juntos para
dad? de eostos.e linios padres, atoataar a forma deos.lazer.
Fi hs de crochet, modernos com cintos Veos de blond para uoivts e pretos para
e rapas, o que ha re melhor. lato.
Fil le seda, linho e algodo, de todos Vestidos de blond para noivas: podemos
OG goslos e padres. asseverar as nossas Etnos. freguezas, que
FnstSo de todjs as cores e qualilades somos os nicos em Pe nambueo que pode-
grand^ sortimento. mos offirecer ao Ilustrado publico, o mais
Flanella branca e decores. apurado gosto em semelhaote materia, gra-
Flores, o que ha de mais rico, qner cas a bom gosto do imi,s6o Cirnecedor em
soitas, nner em ramos. emoPAVILHA Pars, podemos garantir qae ninguem neste
DA \URORA nm permanente jardim a genero o possue melhor, nem mais em
-snnsico das Exma<;. familias. conta. "
?: d^p-in-h de (a i grande e variado -ortimento que os proprletrto do PA-
VILHO IH \UR0RA se presentam ao publico declarando desda j que a siocerida-
Prvidos de tudo e promptos sempre a prever e do que por ventura llie
seja necesaro, os proprietarios deste snmptiioso estabelecimento recommendam-se
sem rpceio de serem contradictos e protestara esforcar-se por continuar a merecer
proteco que s< Ibes teui dispensado ; certos de que do seu estabelecimento' nao sahira
o fregupz descontente.
Contina sempre a olUpina de alfaiate dirigida por am dos mais habis artis-
tas, prompto executar om promptido e bom gosto qualquer trabalho que lhe seja
confiado. Urna modista especialmente ocenpada nos trabalhos do PAVILUAO D V AU-
RORA, dirige os qRe lhe sao concernenles, garante por seu apurado gosto taromptido
iia extH-aco a a mais competa parfei.,-ao a eus trabalhos.
A hume-rosa'freguezia qae nos honra uma provade que merecemos o con-
cito que ae diapense ao nsso osubelecimeoto, conceilo que procuraremos firmar cada
vez mais. Para facilitar anda a concecuc5o do flm' que nos propomos, temos no nosso
wtabelecimenia oa ltimos figurinos de Paris, que recebemos por todos os paquetes, os
qQKS enviaremos para serem vistos as familias nossas freguesas, afim de escolberem,
';om o padrao da fazenda o gosto na forma.
Na oftcina de alfaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente os figurinos
,^ra homens que por todos os vapores se recebem.
E' este o modo porque nos apresentamos ppdindo a protec^ao do Ilustrado
vjWco e com o mais profondo respeiio convidamos s exelliBfisstraas 3ra!. a visi-
'irem o nosso estabelecimento, certas de encontrarem nelle peto menor prejo possive-
;sdo qae podero desejar.
Mandaremos caixeiros levaras fazendas eamostras onda forem pedidas, visto
io pdennos espeetncar tudo quanto temos.
Jo&UUz, Sobrviho <&C. *
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
JOSfc BE SUIZA MHBES k C,
Ra Nova
VENDE-SE MUITO RARMO PARA. LIQUI-
DAR A DINHEfRO.
liar.
De pelica branca moiio frescas, ebegadas
por este ultimo vapi^r para horaens. senho-
ras e de cores e pretas para meninoso
par 25000.
Minhas fastas!!
Lindos'obiectoR para miraos, como sejam:
Estojse caisinhas de msica, bolcinbas e
sestinhas. vasos e baTainhos de porcelana
dourada. figuras, tinteiros, port-bonqnel
caixinhas para j ias, interesantes conebinhas
com frascos para exceacias, ricos quadros
para retratos, appaiv.ihos de plaqu, cama
fo e madreperola. lindos va os com perfu-
maras etc. etc, e rnultos outros objectos
para este fim.
Chapeo de sfl a sonl>rin*taa
de setira ricamente enfeilados e mais mo-
dernos que pode haver para senhoras a
IW, 16,5 e 185000.
GUIPURE OU CROCH*
preto ou branco que o pode baver de mais
bonito em padres e superior em qualidades
para casacos, capinhas, corpinhos, meias
saias etc. e vende-se muito barato."
LINDAS CAMELIAS
brancas e cor de rosa d* dous tamanhos1
cada rosa a 15200 e 15300.
Chapeos para senhoras,
de palha fina de Italia elegantemente enfei-
lados e goslos moito modernos de 155000.
vende-se para liquidar a 1U5000. E' pe-
chincha.
OCULOS PERISCPICOS
E crystal de rocha do Brasil
F. f. Germann. recommenda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeigoa
dos; porque, com estes vidros, a vista descanca, fortihea-se e nao a canija como com
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido om vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obligado a muda-Ios todos os annos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o crystalino do lho e determina quasi sempre do-
res de cabeea. O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do lho, e,
todas as vezes qae o objecto est mais perto ou mais loage, os raios que expelle sSo
mui convergentes ou aaui divergentes e a viso nao perfeita. Um grande numero de
pessoas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a vis3o n3o distincta.
Com a applicar-ao de meus vidros pde-se vencer estas difficuldades. Para os que tem
a vista curta e cujo crystalino mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponto de
vista, o que faz divergir os objectos e deixa ver to longe como as outras vistas. Quan-
do o crystalino muito chato, o que suc-ede aos que tem ebegado a urna certa idade,
o que se chama presbyta, vem melhor de longe que de perto, e nao enxergam sen8o
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergar3o
t3c distinctaniente como na idade da i5 annos. Servindo-se destes vidros quando e
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
P. V. Germano encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, aes
colher, a primeira vista, seja qual for a idade e grao de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Para a vista que nao supporta os raios
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras esto cer
cadas de saugue.
Para a vista*que um dos olhos myop
e o outro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olho se cobra de catarata.
Ma*do Alpes, vilate para taifa*.
Hxir deotalgico pbn conaanaoS a
ase* da bocea.
GosaatfqiMVdaaapafar fcadaln aaaa
roa agradareis.
Copos a> latas, maiores a manotea osa
panuda fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano!
francezes em frascos simples e en/eitadba.
Essencia imperial do fino e agradavel da
ro de violeta.
Outraa concentradas e de cheiros igaaV
mente finas e agradareis.
Oleo pbilocoae verdaderro.
Extracto (Toleo de superior qualidad*.
com escolhidos cheiros, em frascos de dfla
rentes tamanhos.
Sabonetas em barras, maiores e nwaora
pan mos.
Ditos transparentes, redondea a em fig
ras de meninos.
Ditos moito finos em caixmha para barba-
Caixinhas com bonitos sabonetas axUod
froctaa.
Ditas de madeira invernisada contana i
gas perfumariasy amito propriaa para pra
wntes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tai
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e moldes novas eelegantes, com pode aro?
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de canphora a outras differenti
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
alada mala coques.
Um oolro sortimento de coques de aa
^'Os e bonitos moldes com filets de vidrilha
a alguns d'ees ornados de flores e fitas
estao todos exposlos aprecia^o de qae
*>s pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de maito gosto e perfec5o.
Flvclas e Otas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objet
ios, ficando a boa escolha ao gosto do coa
orador.
Para a vista myope, (vista curta).
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqueza.
Para a vista qae os olhos sJo desiguaes.
Para a vista que se turva com o traba-
lho e a leitura.
Para a vista presbyta (vistagalon ).
rapITpopijjlab
DA
FABRIfA WMUL DA BAflH
DE
Tei'xeira ZJlduncofyC.
Acha-se veuda esta ptimo rap, nico q*
pdc suppnr falta di. princeza de Lisboa, por m
de mm agradavel perfume, viajado, e a pre$o
mai9 mdico possivel; e por isso tem sido assa
acolhido as pravas da Bahia, do Hio de Janeiro e
em uuiras do imperio : no escriptorio de JoaqBit
Jos Gon?aKes Bahrao, roa do Gommereio an-
mero 17.
Sortimento
para tbeatro,
alcance para
riaba.
de biuoculos
e oculos de
o campo e ma-
Luneta3, pince-nez e
face--maiB, ouro, prata,
tartaruga,, bfalo, ac,
etc., ate.
Tem tambem grande. sorUaanto do relogiospara parede, (fue d horas epara
cima de mesa dos mais indos modelo Retales para algibeira, de ouro, prata, prata
dourada efoleada, m^lezes, suissos e orisontaes dos memores
cantes.. m. i
m m m
? Chegon ao antifto deposito de Henry Forster o
*, roa do Imperador, m carregamento de a;
da arimeira qnalidade; o f nal ae rende em patata
o a retalho por menos preco do que em ootr sai
qner parte. M '*""
Vendas em grosso e a retalho, Em Pernambxo,
N.21==Hua Nova. 21.
e mais afamados fabrr
\Tm r J
Vende-se
-Alva, (d'aaua)
no termo de Agua-Preta, com meia legua de tr-
ras pnneo mal* on menos, e esta do superior pro-
dneca de canna; lm vaneas CobVrU, m ladei-
ras sao de producn superior a multas vaneas ;
as (*ra? dn engfnho ao toda* novas, tem pro'
pi-rces para safrejar aonualmente, sara maito
operior a tres mil paes. e os partidos perto do
engenhn; vonde-se tambem oem a nova safra, se
iwveneionar se, a qual se supde saoerior a tras
rtl pies : disu da estac3o.(AgDa Preta) para oo-
Sse deposium os usonre, pouco au de 2 lo-
aas: a o*na one
a nHu rio n tenesio-coroael iot Antonio Serfico Ai-
rit Caraiba.
Candido Alberto Sodr da Motta A C, ton;
escriptorto e armazem na travessa da Madre d*
Dos n. 14 tem para vender o rguinte :
Cemento PYiland de qnalidade o mefhor ^n
tem vinilo ao rnercado.barricas de 12a i i arroba?
por tOlOOO.
Vinho Bordeanx das seguintes qualidades -
St. Julin.
Fronsac.
Lormant. %
St. Emition.
Mareans.
Chateau de Bovcncrelle.
St. LamberL
Lalonbere. ,
Dnplessis.
Cauor.
Dearsosai.
Vinho do Porto qualidade muito especial.
Azeile doce retinado em caixas de 12 garrafa
Vinagre superior em garrafes pequeos.
Karelo hamburguez, saceos de 90 libras, di*
Farinha de trigo de superior qualidade.
Rarris com alcatrao, de arcos de ferro.
Fumos de todas as qualiJades, se enrontrart
neste estabelecimento em latas, rolos e fardes.
Papel de todas as qualidades, proprio para ci-
garro-.
CEMENTO
0 verdadeiro portland. So se,vende na
ra da Madre de Deus n. 22, armazen* de
Joao-M;i:tins de Rarros.
Ci\a Filial do Baneo lo ttra-
stl em Pern: mimen, em li daco 95 de Janeiro de 1S94.
,4^ixa filial vende o grande eexcellen-
e serado sito ra Imperial n. 64, com
onniodaccoes para grande familia, e tam-
liem vend a casa terrea contigaa n. GG :
tralar na mesma caixa ra do Commer-
cio n. 34.
f

Julnlmm Labj
rido a todas aa o*raa Pre>amces de qu
yiAoB de quina orfiaamente empregaHoa rta madicia tjwpBraawe
cascas de quina cuja riqueza em principios activos extremamente
?ariavel; i parte disse, era razie de seo modo de preperafo, estes vinhos con-
tem apenas vestigios de principios actives, e em proporedee sempre variaveig.
0 Qnialura Labarraqae, approvado pela Academia de medicina, con.
titue pela contrario aa medicaneato de cemposicae deUrwmada, rica en
principios activos, e com o qual os medico* e os doentes podem sempre contar.
0 Qaiaiam Labarraqaek fi tt^Mi* OUgrancfecirito as pessoas fracas,
delibitadas, seja por divem dki**l fiaj|ua|ento, Uji por antigs moles^
tas; aos adultos fatigados per ama rpida cresoenca, s meninas qoi tem diffil
caldade em ae Cormar e desearorwr; i* naofterMdepoi det partos; aos velhoe
enfraquecidos pela edade on doenca.
No ca de chlorosis, anemia, corea paftdn, eae **Ko 4 um poderaeo
maua aa aliailaiaa. *m*e Jatto, aar axeapa. cafa aa pOaiaa a
SaBaaita aa Paria, L TJUU, It. raa Haab
'fcaaw, MNtitlUI; CKVOLOT. ?e*m$m<, MAR
TASSOIRMOSaC.
Vfndem em seus armazens, no caes doj Apolk
n. 7, Escadinha n. 1 e roa do Amorta n. 3^ os
seguintes gneros :
Ac de Milo.
Mi I ho em sai-cas grandes.
Farello em sacras de 90 libras.
Chombo de municao sonido.
Metal amarello para forro de navios.;
Machinas para descarocar algodao de 14, 16 e te
serras.
Kerosene em latas de 5 galoes.
Champagne do afamado fabricante Krog.
Hormouth.
Viobo do Porto engarrafado.
Coac do afamado fabricante Gautier Frree.
Fogo da China, caixinhas, 40 cartas n. i. Extt.
.enebra ingleza tOId ton
Cimento Romano.
Cimento Hidrulico.
Cimento Portland.
Gesso para estuques.
Can nos de barro para esgotos.
Gradeamentns de ferro para jardins, calcadas e.
Carros de nao pare oervioos de armazens.
Garrafes com 5 galoes de vinare" tinto.
Mem eom 3 galles de tmsgre
Chumbo em barra.
NUUU
Esoeeial para
Em porcio e a letolao, veaa>-M
de pianos e msicas 4o Atevdo.
tuero H.
\
H


I III......
II '



r
Pernambuco Segunda feira 7
1: 4
de Fevereiro
h DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
PAVAO
DE
FLIX 'EREIMt* DA SIIiVA.
O proprietario (Peste grande estabeirfcimento, vendo que se est aproximando o fia"
lo auno, e teodo em ser ura grande deposito deposito de fazendas; nao fallando era
tvoltadas encommendas qae Ibes estSo obrigado todos os dias, tero resolvido liquida-
Im por pre?e muito mais baratos do que em outra qualquer parte ; s cog o fitu
Ib wuinuir o deposito e apurar diobeiro. Encontra-se Deste estabelecimeuto do
^AVAO. avultado sorlimento deiazuidas de luso e modas; assimcomo de primeira
:*ecessidade. As pessoas que negociam em pequea escala n'esta loja poderao surtir-
le vejjdendo-se-lhes pelos presos q:-:e compram, n oefteatissimas familias poderlo mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou man-
tar-se-toa levar pelos caixeiros da mesma loja em suas casas; < estabelecimento se
scha constantemente aberto das 6 horas da manha s 9 da noi|e.
ExpendidO SOrtmeiltO derroches para carleiras e sofs
rOttlVK fpltHS P>v3 tera um 8rai)de sorlimento dos
M1 -,. ^AV^.tr, t n,r* ^. mais bonitos crochs proprios para cadoU
im?u 7i ras Sofs' mesas' almofadas etc elc-> 3ssim
IMPERATHiZ N. 60 j (^fao proprios para cobrir presentes, e ven-
Acha-se este grande estabelecimentocom-i de-se mais barato do oue em outra qual-
?kt*montc sortido das melhores roupas, qUer parle
#0Ddu caifas patts e coletes de casemira, GLAGE; A 1:00 PARA VESTIDOS
4e panno, de bnm, de alpaca, e de todas o Pavo tem esta nova fazenda lisa pro-
as mais fazendas que os compradores pos- pria para vestidos, com as mais delicadas
tan oesejar, assim como na mesma loja core8 e ^qj milis lus.e do <-, a p ja
o um bello sortimento de pannos casem-j ^a com 4 pa|mos de |argura que fxj|ita
m, brms, etc. etc. para so mandar fazer raaer.se qoalquer vestido com 10 covados
irualquer peca de obra, coma maiorpromp- e vndese pelo baratissimo preco dei:200
ado vontade do rreguez, e n5o senqo rs. 0 covado, pechincha.
abrigados a acceita-las, quando nao stejam ALGODO ENFEfiTADO
completamente ao seu contento, assim como Vende-se urna grande porcio de aicodo-
a'esie vasto estabelecimento encontrar o siilt americano com 8 palmos de largura
respeitavol publico um bello sortimento de propr0 para lencoes e toalbas tondo liso e
s a0 trrncaao que se vende por preco muito em
I-----r~
-------


si,
1870.

-" ^ffii8*"-
/.
u
*
* ** 0.1IIMA*
GR4NDE N0V1MDE -
Quaydo a AGUJA BRRJvCA, mais precisa scienficar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua bea freguezia, da imn&ensidade de objectos que ltimamen-
te tem recebid-j. justamentftJquandd ella menqs o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella cona e espera oa benevolencia de todos que Ih'a attendero e relevarlo,
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida lija da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acbaro abundancia em* sortimentu de superioridade em
qualidades. modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE
Do que cima tica dito.se couheceque o lempo ie qut a AGUIA BRANCV pode
dispr. empreg.ido apezar de seus custos no desempenbo de bem servir a aquelles que a
honram procurando prover-se em dita loja do que flecessilam, entretanto sem ennutne
rar os objectos jue por sua natuieza sao mais coohecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles/suja importancia, elegancia e novidade os tornam recoramendaveis, como
b<-m soja
camisas francezas e inglezas, ceroulas
linho e algodo e outros muitos
proprios para homens e sonboras proraet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
artigos
conta.
anos de Hubo
Chegou um grande sortimento de pecas
Ura qualquer parte. Na ra da Impera- de pann0 de hubo do Porto que se vendem
taz n. 60, loja e armazem de Fex Pere- ,ie 700 rs. at 1,4000 a vara, garantindo-se
*a da Silva.
Pechincha a 2^000
I'arn lenQes.
Na loja do Pavao venJe-se superior bramante
cou 10 palmes de largura, dando a largura o com-
prioii.'tito do leu^l, sendo apenas preciso para
cada toral um o meio, ou um e um qnarto me-
Iros ; alm desta apliea^o tem outras muia>
para arranjos de familia e vende sa pelobaraio
prec i de *0K) o metro Xa loja do Pava^, ra
da uiperatriz n. 60. De Flix Pereira da Silva.
angas de tinho
T(nde-se gangas de linlio com qua rinhos
muito boa fnzenda, para roupa de hmeos
e meninos e rende-se pelo barato preco de
yQO rs o covado:
PECIHNGHA EM PANVO PRETO A 2:100.
O Pav.* vende superior panno preto lino,
para pallitols, calcas, clletes, etc., pnlo ba-
ratissimo preco de :S0d, o covado, gran-
de pechincha.
Cortes de casemlra preta a 1500
O Pavao vende os superiores curtes de
casemiras pretas enfe-stadas, pelo baratu
preco de 4:300, pechincha.
PARA O G\RNAVAL
Verbatlna a6tO rs.
O PavSn vende bonitas verbutinas de co-
res para dminos e outros trages de mas-
caras pelo baratissimo preco de 640 rs. o
covado.
PECHINCHA, ALGODOSINHO A l;0O0,
O Pava est vendendo pecas de algo-
diusinh.ofran.cez, tendo 4 palmos de largu-
ra com 11 metros cada peca, pelo barato
pre<;o de 4d000.
Pecas de nradapoliio a 3:500.
O Pavo vende pecas de rauit> bom ma-
dapolo tendo 12 judas cada urna pelo ba-
rato pre?o de 3:300.
GROSDENAPLES PRETOS.
Chegou paia a loja d<> Pavo um grande
sortimento de grosdenaples pretos, tendo
de 14500 at 5#000 o covado oe."te genero
os melhors e raa s largos que teto vmdo ao
mercado, asiim como bonitas sedas pretas
lavradas. .oireantiquesetc, todas sias fa-
zendas. vendem-se mais barato do que em
outra quajjuer parte, por baver grande
porcio.
PERCALLAS E CHITAS BARATAS.
O Pavao ventle um grande sortim-nto
das mais bonitas chitas clarase escuras, mais
barato do que em outra qualquer parte.
(MIM *4 rs.
Vende-se na loja do Pavo bonitas cas-
sas de cores fixas a 240, 280 300 rs. o
covado.
Cantaras tantas a 4:00 a pe?-
S o Pavo vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada pe-a, fazenda
que sempre se vendeu a 70000 e 80000,
iiqttida-se pelo barato preco de 40000.
Alpaca* torilhantes a 1 e SAO.
O Pa ao tem o mais bello sortimento de
alpacas lavradas com as cores man delica-
das que tem viodo ao mercado e tendo bat-
ante Urgua, vendem-se pelo barato preco
de t00, e 800 rs. o covado.
Merln de cordo
Veode-so merino preto de cordo pro-
pino para caigas, palit -t, e colletes. pelo
baratsimo preco de liOOO, o covado,
ASWUPBLrN\S DO PAVO A 500 RS.
Chogaram as mais od p..upelina de
Ha com .imitacao das poupelinas de seda,
B fazenda muito leve com as mais lin-
das cores, sondo: verde Bismark, rftsa, azull
lyno, c nsento, perola etc, etc. e vende-se
pelo baralistan preco dn 5>0 rs.
BONITAS LJUSiNHAS
6U AN\DINA8 A i*OOU RS. O COVADO.1
Cbegoe pan o "Pavao, um t^rande e va^
riad sortimento desta nova fazenda de *
sea prop-ia para vestidos, com os maw
debidos deseahos e mafe modernas cores.
<8odo bastante largura que facilit fazer-se
um vee^D-com poucos covados, pelo bara-
tsimo jreco de IdouO o avado, por j es^
tarea toijio fjroiimw da feoti.
JMLCHAS OR FV8TAO
""avio veode-# um grande sortimeo-
" > auiao sendo brancas e de core*
ra caas de noiva, assim com"
de lia para colchas.
pie em fazenda de linho nio ha nada me-
llior, nem mais proprio para lencoes e toa-
lbas.
PEOH1CHA EH CHAPEOS DE SOL
Chegou um granite sortimento-dos me-
hores chapeos de sol de seda, inglezes ten-
do oeste art go o melhor que tem vindo ao
mercado assim como urna grande porco de
ditos de alpacas de todas as cores e todos
se vendem por preco muito mais barato do
que em outra qualquer parte, por haver
grande percao.
' neos feranees
Vende-se um grande sortimento de len-
cos brancos para homem, sendo a dnzia a
liJBOO, 8KKK) e 3*KX>, ditos abanhados
muito linos a 45 e 6*000 a dozia, ditos de
'sguiio fazenda muito superior a 5$, 6 70000,
Os baloes do Pavao a 2$000,
Chfg u ura grande sortimento de baloes
ou crenolinas do feitio mais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo preco de 2($000 ca-
da um grande pechincha
Fustet* brancos para vestidos
Chegoo um lindo sortimento dos mais ba-
ratos e bonitos fastoes brancos cora listras
e cordoes, sendo fazenda bastante larga e
flxivel, muito propria para vestidos e mo-
nas de meninos e vendem-se a 640 o co-
vado.
CRETONES MATISADOS PARA VESTIDOS
A 640 E 800 RS.
Para a loja do Pavaa rhegaram os mais
bonitos cr#tones escuras matisados, pro-
prios para vestidos, roupo chambres etc.
que se vendem i 800 rs. o covado, assim
como a mesma fazenda em padres claros
proprios para vestidos e roupas de meni-
nos a 640 o covado, sondo os padres mais
modernos que tem viupo ao mercado.
w n il mm de
LASINHAS LUSTROSAS A 400 RS. 0 CO-
VADO.
S o Pavo
Vende-se um grande sortimento das
nais modernas e ^lfgantes laasinhas para
vestidos, com as cores mais novas que tem
'indo a este mercado, sendo comlistrinhas
niudinbas que parecem de urna s cor e
om tanto lustro que hnitam perfeitamente
is poupelinas de seda, e vendem-se pelo
Darato preco de 400 rs.
QssetmsdoPavio
Vende-se os mais bonitos sons de cores
i mais encorpados proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
AOS PAUTOTS DO PAV.0 A 18* e
20*000.
Vende-se um bonito sortimento de palito-
s francezes sendo, sobrecasacados e pro-
iriamente sobre-casacoe, que se vendem
orrados de alpaca a 484000 e forrados de
da a 90*000. peebineba.
FAZEN'UAS PARA LUTO
Na loja do Pavo. ,
Bncontra o respeitavel publico oeste estabeleci-
aento am grande sorlimento de fazendas pretas,
orno tejam, casaas francezas e mgtezae, chitas
Tetas de todas ae qualidades, fazaoda de la de
idas que tem vindo, proprias pana lato, como
ejam, laazinhas, alpacas lavradas e lisas, cantao,
ombaiinas, merino, etc., qoe-tado se vende por
meo barato.
4adapolao francez a 7^000 rs-
Vende-se pecas de madapo'So francez
som-88 metros pelo baratissimo preco de'
f*000 a pe Corpinhos de cambraia, primorcsmente
enfeitados com litas de setim e obras essas
cuja novidaije de molde e perfeic de ador-
nos s tornam apreciados.
litas mn largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Loques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentai o que poder de
melhor.
Entremeios em pec-a de l tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Dilos de algodo cora flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para mepinos.
Enxovaes cmputos para baptisados.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Adcrecos c brincos de madreperolr.
Caivetes linos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para bal ao.
Novas stereo^copos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por ura macbinismo
I urnas substituem as nutras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos.
Rollas de borracha para brinquedo de
0 Campos da raa do Imperador n. 28
no inteftto de servir satisfatori mente ao>
sens immmeraveis amigos e fregoezes, -m
particular ? em geral ao respeitavel publico,
desta cidade ; avisa aos que estiverem pas-
sando o lempo calmoso, nos deleitave
arrabaldes desta capital, que tem resolvid
vender, de de superior qualidade, a prf-co-
razoaveis, os seguintes gneros a saber:
PARA CIMA DE APARADORES
Latas com doce em calda de diversas
qualidades nacionaes e estrangeiros.
Ditas com peixe a saber; salmn, ostras
e lagos tas.
Ditas com ervilhas francezas e portugue-
zas.
Ditas com gela franceza.
Cerveja franceza verdadeira Bobee.
Presunto para fiambre e atiambrados.
PARA DISPKNSA8
Latas com chouricas novas sendo de 8*.
cada urna.
Presuntos de Lamego para tnmpeiro.
Cuias do Para (pintadas pelos indgenas
daquella provincia.
Copos de vidro com dobradica e tamps
para diversos misteres.
PARA OS QUARTOS DE DORMIDA
Porta-phosphoros cheios de phosphoros
de segnranca.
PARA SALA
Churutos de S. Flix do afamado fabri
cante Costa.
Fumo picado do Daniel de S. Jo3o do
Rio de Novo.
Alm desses gneros, o Campos tem ron-
viceao de que o seu estabelecimnito nm
dos que podem sMisfazer com gar.mtias as
exigencias bem entendidas, dos Ilustrados
habitantes desta heroica provincia, porquan-
to se. aelta elle bem prvido de gneros su-
periores, de maneira a nao desmentir
Lpqne de madreperola rmn soda, e u madreperola. mniui proprio para n-i a, ohfBa-
riim a luja do Passo a ra do Crespo n. 7 A. ai-
sim c mo requissjmos ch?les de tmiqnim de lo-
aos as cores, vestuarios "bordados de cambraia
para baptizados, meias un escocia (u-ividade) ir.u-
Uj boBitas para asExmas. Sras. uoe ftoatum ajidar
de sapatinho raso e outros mallos artigo* de pos-
to que os proprietarios deste eslabelmmunto la
recebido.
a loja do Passo
Os requissimos cortes d" blonde de seda com
manta e capella para rasaiiiento, sendo note ar-
tigo o que s pode desejar de mellar e mais mo-
derno, tambem ehegariim oa enres de seda de t-
res nividade, e outras rnuitas fazendas de .. r.
que eheparam pelo ultinm v^por franeez, s pura
a loja do Passo a ra do f,re-po n. a.
Vende->e orna taberna rm um dos nie'h- rt>
pontos tata cidade, lendn ontr.ide pan murar
familia, o inelbnr que pomvel para pcioripiaB-
le. e o motivo da venda sa dir ao c> uiBr na ra do Livramint. n. *8 -e iiii miem vende.
liUl
1^000
o cento.
Roa da lUdre Deus n. 7.
Aniiiites a ycii'a.
No engenho D6a-v>ia. fiopezia do Dlio. ven-
de se animaos crieulo, afleito ao seme i de reda e
por comiiiiidii artfo.
Touquinhas de fi!, sapatinhos bordados enancas.
meis para ditos. j Diversos objectos de porcelana, proprios
Camsinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
------ -------
SORTIWrO PARA k FESTA
Yeiide-se por menos de 10, 20 e 30 i0
SO' NO

Alias Rovidides era sedas
Chegou um grande sortimento das ruis
noderaas-poupeliuas ou gorgmw da seda
linho com os mais eJegap'es parjroes qu^
Mn vindo a este,.mer(}iiila aenr, ^miudos e
fraudos,.tanto er* cortes paM.vestkJoseoHVu
wra vender em covado, assim como um
)onito sortimento das mais bonitas sed.is
istradas que se vend;' tupo muito em couta
CERA DE CAWMmA.
Vende-se orna grande porcSo deorade'
laroauba em saceos por pene/ mais barato
lo une e outra. ^uaquer; I<^ 5o
?vSo rw dai Impwato.iU. 5$0. DaFalij,,
>ereira da Sdva.
N. 23Largo do Ten?o.J. 23.
SIMAO DOS SANTOS & C.
Os proprietarios deste bem sordo armazem de secco e molbados eso re-
solvidos a azert urna grande diminuicSo de preces as suas mercadorias, como se apro-
xima a fes la e sempre ae fazein avultadas compras para o centro e praca, por
isso previnem ao respeitavel publico em geral, que mande fazer suas despencas e cer-
tas de que vero a grande differenca em precos mais do que m outra qualquer parte
e garantindo-se as superiores qualidades.
GAZ AMERICANO 90500 a lata, e 440, SEVADINJJA E SAG 280 rs. a libra e
rs. a garrafa e 060 rs. o litro. 620 rs. o kilognmmo.
VINHO VERDADE1B0 FlGUEJRA 560 FARINHA DE ARARUTA VERDADEIRA
a garrafa, e 4#500 a caada e 800 rs o ti- 6i0 a libra e 1 kilogrammo.
tro. BOUXIHHA INGLEZA MUITO NOVA a
DEM DE LISBOA das melhores marcas,'400 rs. a libra e 8iK)rs. o kilogrsmmo.
VELLAS DE ESFARMACETE 70 rs. o
jmasso, em caixa ba abatimento.
I PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, 280, 400 e 560 rs. o masso.
'UiOO e 65500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E aCHINHAb
DE MUITOS TAMANHOS 15280, 25500
35500,4550Q, 5500 a lata e a retalho e 15
a librav
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso, e em caiza ba abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
a libra, em caixa fae-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 55500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IHLERS &
0 Campos.
Farinh de itiandiocit
Vende-se farinha le mandioca nova e motto su-
uerior, chegada ltimamente de Santa Calbarimi.
a bordo de lupro Margando, fcndeadn r!, laen* d.'.
'rapiche do Exm. Bario do Livramento : e
i;.'iur ra do C nimereiu d 17. escriptorio da
Joaquim Jo> (miealve.s jj.-iiiao.
BRACO
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 25800 e
35200 a caada, 660 e 72t rs. o litro.
DEM BRANCO DE LISBOA a 45000.
a caada e 560 a garrafa, e 40 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEUtO DE USROA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 15400,
15800 e 25200 a caada,
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 75 a caada, e 15340 o litro-
MANTEIGA INGLEZA FLOR 15400 e
15280 a libra, 3*060 e 25780 o kilo-
grammo.
DITA FRANCEZA 900, 900 e 850 rs.
a libra, e 25100, 15980 e 15800 o kilo-
grammo.
DITA PARA TEMPERO 560 rs. a li
bra, 15220 o kilogrammo, em porcao se BELL, 800 rs. a garrafa e 95 a dnzia.
far abatimento. VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
BANDA DE PORCO DE BALTIMOOR DIVERSAS MARCAS 15500,v 1500, 15 e
720 rs. a libra, e 15560 o kilogrammo, em 800 rs. a garrafa.
porco se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
120 e rs. a libra, 260 rs. o kogrammo e
35400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo, e 69000 a arroba.
.AFE EM GRAO 65 e 65500 a arroba,
200,240 e 260 rs. a libra. 440 e 520rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento.
MASSAS PARA SOPA. MACAfiRO, TA-
LUARIN E ALET1UA, 560 rs. a librare
15220 o kilogrammo.
BOLACHINHAS EM LATAS DE ttTVERr]
SAS QUAUDADE^ be amo peroia brv-
Ihante.combination, Francy-cracyuel, mixed
Rritania. Mdium, Fancy-oicioac a. *, c, *\
soda a 15000 e 15400, cada ama lata.
GENEBRA DE HOLANDA E HAMBUR-
GUEZA 75 e 65 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
115 a frasqueira e 15 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
35000, 25800 e 25400 em caixa ba abati-
mento.
TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
i 400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
e 115500 a arroba.
LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
XAS 15000 rs. a lata.
WMBOSE PORGO ASSADO JAPROMP
TO a 45000 re. a lata.
CHA FWO. GRAUDO E IHUDiNHO
352O0 e 21800 a libra, e 65100 0 kilo-
grammo.
1MMWBKU9PARA NEGOCIO 20000.
25900 e llSOO. Ts.armra.
Ruado Itnperaijor n. 26
Neste novo estabelecimento encontra-se
diariamente um variado sortimento de b<>
linhos paradla, pastis, podin-, bollos in-
glezes, pes de l presuntos, ditos m fiam
nre, superior cha Hvsson. preto, e miudi-
nbo. Vinhos tinos de todas a:- qualidades
conage, Ikxnes, conservas champ.ifne. cer
veja mgleza, fructas muito boas, por-
tuguezas e francezas.
Um completo e variado sortimento de
caixinhas de todas os gostos e precos pan-
mimosear senhoras, eslas caixinhas recn-
tenteme chegadas de Paris s3o de primoia-
do gosto, offeresse-mo-las aos galanteador e?
do bello sexo pois neilas acharo nm digno
e serio presente para as donas dos sem
pensamentos. Tambem os apreciadores d;.
ha fumaca encoutrarao eharutos dos me-
lhores fabricantes da Babia e de Havana
sganos do Rio de Jaueiro etc. etc.
Doces d'ovos seceos, chnsta usados e de
calda, ditos de caj e de outras qualidades
Nesta casa recebem-se enc<>mmendas para
bailes, casamentos e baptisados e qualquer
encommendas a\"ulss, como wja pao d l
e bollos eDfeitadob e outros muitas c(uzh'-
que enfadonlio aVQrfnmr.
Vendem-se cinc. ma iCeKS estr: da de ferr
do Iteeife a Olinda. leudle entrado j rom 5!j
em 6 pre>t:icGes : a tratar na ra d.i Impender
n. 35', t andar, das 10 as 3 horas da t: 1 p
^
40
Resta venda ura escolhido sortimento de ob
lectos de maretncria, como sejam, inobilias de ja-
^.rand, saogno eamarello, obra nacional e estran
eira, de apurado gosto e por prqgo- racoavaia
da roa esreita do Rosario n. 32. Nesta mesm
jasa fazem-se com perfeicao todos os trabalhos d.
jalhinha, como sejam, empalhamentos de lastro
ara camas, cadeiras e soiih-.
M
Vndese a relinaeo sila na Imperial 11. 2)!
com iodos os seu pert anas, com rain ca a --
vallo paia enndacao dos asanaarea, qtiai ae
arha airegoazada, tanto para n Recile ciiiiio Aff-
jadus, Barros etc., sendo nm dos me|h"rr? 1 -al
para a compra dos asMMsarns <|uo aonara na par-
la : qnem pretender dirija-si: a mesma que aranV
r com quciii tratar.
Micliiafis de timhnir.
Vende-se urna machina com diversas rmlpcoft
do lypnt para timbrar papel, rartfjei rt. : a loj
de livros jnnt ao arco de Sanio ,\nl -nin.
Acha-se exposto a venda em ludas as
livrariaso almonaik desta provincia pek>
proco de W 00.
Atteneo.
Vendem-se dnas carroQas em hom eslad o jun-
tamente dnus hois para as mesmas: a irntar ca
roa Direita n. tOt.
VENDE SE 011 rmida-a* o 11 penDi
S. Gaspar, silo na freautzia de Serinli al
oomarca do Rio Fot bobo, proxino Ha ett>
barque, com grandes pariidts de patnl ?
massap roda da inoenda. mallos mwipne
para madeira nerssaria, bom pasto. le.
1 tratar na ra dWurora n. 20. M na
Imperador n. 20.
ESCRAVOS FGICOS.
Para costura
Vende-se urna linda machina do trahalhar
mo, do acradiudo autor Wbeeler & WiNon, nova
e em perfeito estada na ra da Imperatriz, loja
n 44.___________^_________
VEE-sFbU -iKKENDA-SE a i
priedadedenomiada Barra de SermhSenj
no littoral da freguezia do mesmo n.imt
com grande reo la da trra a recebar e mu
los coqueiros a ieslructar ; tendo, alen
disto, a encllente e rara posicaobeira-rna.'
e beira-rio, intei -ament apropmda par
manter-se ahi qualquer estabeleciment.
commercial de seceos e molbados: a tra-
tar na xua d' Aurora n. 26, ou na do lu pe
rador n. 20
COGNAC.
Assim como ba outros muiioe gneros, vinho em aitcoretas, azeitonas,
muito novas, pasis e figos oovos, chaaos ^e diversas marcas, marmelada, frita pelos
melhores conserveiros em Lisbto. geia de maratelto, poego. ervilhas, em latas, por-
tuguezas e franceias, abo verde agarrafado i retarbo, peixe em latas, bem como
pescada, tainba, purgo, goraz, lula, -cowma, vezuge, cavalla, sarda e sardinhas de Nan-
l-tes. Canella, cravo, ervadoce. cominbo. pimenta, tjranoVsmnlhos do sebolla i#$O0.
Finalmente muiioe outros generosque nfeodorAo- rwwKmaMos.
---------- 1 ; ............. '
PARA A WV&V&
3 porbif, 1 ja de frr ftrfBi
53~Raa Direitar-53
i. CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicento Fer-
NrMe mnue eafihelerimei.fo^a para venrler ^JZfL2t^^ "~^oD-
nm consplaloaorBiiientevtla fermaroh e mind^ta ^ "^_________________
linas e groms, corno ejam hindeja rlunea
cuadradas e nvaes, l'acas e arfi ob 2 Uo-
mes, balatico inteiro o 1/2 bal.inco; paljrllas, cha-
iheiras, caxamllas, i'rifioViras, an>iras, lanto
paiwlaiu, maiaitos fiara w* io
<\wffm ^inanhos;^,fatiricaa|a:'Vaqprao-*B*'i<
os taiMo de fsrro como,da,
para medir farena ianui.de ferhri1
*re; oren, rnrhanie. enxofreilfai
jrMseWHttf^airl wv da fJapratm n. *8."
i>. do TfrtBBtaB Binario, Mattinaa
dV0(i490-pi|Iyura lina.a muipjccredi-
jnrta marca P $& C, e,m lotes de 10 barrs
j ap cimX ^Ms .barato do que em nutra
mercarte ; em/ta.de"jaton Nasb%
(na1
pm,m>un>zaarntriatia^unasl,<|B^.MejMBJ^ Vende-> mt baratu^
k se verifica; na rullnVita n.lttdfa'de' 9pr- uiericam d 2 e 4 assertos
lias de Hanoel Bento de Oliveira 8raga& C Fwrtiitiaa, officina do Sr. (i
___i
"l
nm cajrtnb
na ruada
De superior qualidade da mui accredik
da fabrica de Bisqtiit Dubouch & C., en
.ognac urna das que mais agurdente d-
o)gnac, fornecem para o consummo d'
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra d-
ommercio n. 32.__________________
tf de unincfficai-iuverda'ieiriimcnle mura-
vil hnsticoino raln.uneo-y0'mn nervosoe
appcado conlrn ;i onralifia, osilimn, tos
(\)nvulsa ou oqui'lurie,tossp n-omles ou an-
Iipna suflocacj)!>,cahiii.h'sbronihiei s,etc. 1
u lnal contra iodos os solTrinenlos cl;s vas
respiratoria5;4 cnaphiisica pulmonar. Ma vir-
tude contra o rtnno ou pppusmo^, e con v< ilqoes
inconteslnvel p ningem hnqu* o di* oiheea.
nico deftosRo, ru larsa do Rosario, n. 10,
junto ao qiinetel (le polica Feenumbuco.
Conlinna tpsti-munbos da eficaciu do fedegoao Pernam-
buco.
PILLAS, VllffiO XAROPE
m jnKiifti-.iM
ttivn CO fUO Mocnioo
JOAaaavfl.M i*e 4LMLiia pito
As prcpamgrM'sde jotMibeba sa<> hoja vanta-
oaamenlo conhecidas e pr'ini-da8 eloa
mais babti6,n:euirc*, lunto da Europa come
rio pajzj pela sua olfca.-iH nos casosde anemia,
bloroze.,bydi.-opesia,obstnirciio 11< tambem no-demenslruacaodiftinl.catharro
oa bexign, ele. e c.
Vendem-sp eni poroao* a retalho na-oidade
lo Reoif", pharmacia doceurompreitor. ra
'orna do Ruaario, n. 10, junto ao q^nrtol de
'Olioia.
UROFE Dfi SALSA PAfiBlLA DO PARA
).EPURATiyOD%SAKC-4
L'sadas aaa*9a*stias de Pelle, ImiMgei.s, rtor#
ras v>ner.
niAur.cA.Do iso^Auo, x. 10.
Aviso s autoridades pociac:
e a quem competir
No dia 2 de maio do coi rente anno
mgio o escravo Ezeqniel. criotdo de;110 a '.
anuos de idade, estatura regular, relorcad'
r bem pela, cabeca redonda, traj.ua ra
mi a azul e calca de raasemiri cratot
durante ti dia cosluma andar ganhaiido nat
ras, ou em armazens d> assucar ou as ta-
bernas a conversar e a beber; di ranle >.
tmite recolhe-se a telbeiros alurios, na pe
netrawis, a casas em construno e a notrot
quaesquer lugares, onde se possa abrigar
quetn o apprebeoder tenha a bondade de <
-onduzia a ra da Aurora n. 2(. 011 na d(
Imperador n. 2", onde ser gratificado.
50^000 de gratifi-
ca Fugin no dia 4 do crrente um miilc^ue de ti.-
me Sabino, ftiln. de 16 annus de idad-, eftatnra
rcpular, chein do corpo, e foi comnrndo no t'n-lio,
lerino de Bananejras, provincia da Parahyha. Ttm
abaixo do nlhu dircito nma cicatriz promnVote le
nm ronce de cavallo, o que fez com que ande com
a cabeca cabida um p"Uco par o lado ilirciK,
levnu camisa e calca brancas, palett de alpaca
panda e chapeo de ma^sa pardo, intiipla-se forre j
t-m andado muito para o sui de>:a pr-Tiac/a,
acompanhando a sens senhores Hermann Blun 4
C. em mascatfigao de joias : iiin-ui tever icast
dos iik'soins ra da Cruz n. 21, re<-eJ*f *^J5
liflc; cao cima.
E^cravas fug las.
Fngiram na noule de_14 do pa-sado, da (tr-z
iW si-11 senhor na povoafao do Montiiru, as pardi>
>epuinte :
Mara de 2*J annos de idade, baixa e cree do
corpo, nariz chato, cara larpa, teta estrella, r>i-
51 is finos c cabellos cortado; rente?, dn mesmo
dia pelo que se supoe que tenha amarrado \ -
yum lenco na cabecti.
Auna4e 16 annos de idade. di estatura repu-
ar, tem os cabellos cacheados e nao nmiio c n--
pridos, nariz chato, cara larpa, te^ta estreKa, othi'.
um pouco de csgoeJha qnandu re-ponde e om
lanto surda do mido direilo; esta uliona -:-:4
ali-nma cousa paluda.
Levaram ambas vestidos brancos e a m:iij bai-
xa urna .-aia com fundo branco e p;Hinif)has -r-
earnadas de-ootadas, on tarihaldi da nii-.-iua fu-
v nda, um chale de fuodo azul rom fl-irea. Ain-
iias levaran) coleado, a mais lita .-.ip.:tus de e
ro pe lustre c a mais baixa botina* rtc ronro pr,p-
lo de enliar. Descinfla-se que istejjmi ac oti
p urotesia-se proceder cora todo rigor da lei coiitru
qnea>as bover ;h iniLsiato 1
Queui as aijr'ihenier, on der noijcia U" bffv
iii (airpii Santo n. 10, ser he rprempen
Escravo desapar* ei<}^
O abaK assignado tendo iladv ^enga n ypv
eseravo Liberato, preto la Cos
lijningii.3f> de Janeiro rec rWas^e um aia de leitp, e neie passeoM ais-
lo us Affigadoi Soec dendo purwo
esi sen senil" r peMiailWo. QHfSJfl
eravn un" a slguma pov arii
agrralo pi r algum dos
nato. (|if o lea oi-eultado pwa
ndli| pipa', como proedar crin.:;
qneiii 411er qoe o tenha occultad.
mente o nio soltar.
A. da Silva Birroca.
1U1
%


8
JURISPRUDETCU
Jntgaaaeato de Troppman.
TRIBCNAL CRIMINAL DO SENA
Presidencia de M. Thi'oenin.
Audiencia de terca-feira 2H do dezembro :
(CaMinuaco)
P.Confiere o aC'ii>ado ?
T.NSo senhnr, nao vi bem o borneo),
por que havia a'gu na uev.a.
O procurador geral cbamma a tentoran-
nha Conder e oergiritalhe ciyno esfava a
noute de 19 para 20 de sctemhro.
Conder.Fazia luir como odia.
P.-*-Ento nao havia nevoa.
Ad.ogado.Segundo o almanak a Ina
tintia 3 das nao podia ser luar milito
claro.
Lnoble. raerceeiro, patrio deFremion.
Disse que o seu caxeiro Ihe disb que vio o
riomjm a cavar prximo das fnrtificaces
e os dois campa nhe iros deilados no fusso
P.Quando ihe falln Fremion nisso ?
T.Fico impresionado dous ou tres
dias, inste e pensativo. Quando se fal-
len do crime de Padtim contou-nos o
CJSO.
O presidente lea o depoimento do to de
rcinion, o qual dizia: que seu sobrinho
chegon a sin casa as I i horas e meia ou
a meia noule ; que nem nessa noute, nem
no di seguinte Ihe falln do hornean que
vio a cavar, n-ira do militar; que descon-
fia que as declaragns'de seu sobrinho nao
erara exactas, era sinceras ; que e le mui-
to crianca ; supp.inha que se Ihe exalluu a
imaginarao com a noticia dos crimes de Pan-
tim; que c<-m taviamlade e fiufirrice pro-
pria da sua idade in^entou aquella aventu-
ra, e depois nSo se quiz desdizer.
R ticlim-mn si*rralh-iro etn liirii lz>Dis-
se qunTroppman iioi dia tirm um apren-
diz d'entre as rodas dentadas de urna mi
Chma na officina de Cfrnay, salvando llu a
vida.
As (> horas e meia o presidente adia a
audiencia para o dia seguinte.
Truppman eomprimenta civilmente, e
retirase cora rosto satisf--.it.) na a'ppa-
rencia.
Como na vespera Troppman entroi
n pnsao de boui humor. Depois de
jantar j"gou as carias com um dos seu*
guardes.
1Y"Ppman raostrou-.se alegr > e ler gran-
de* csperancas nos incidentes da seguinte
au iencia, confiando minto no systema de
d'-fosa do seu advogado. Deit u-m a ho
ri do costurae e adormecen logo.
A curiosidade publica augmenta todos os
das.
As immediaces do palacio de justica, o
pateo, e a sala des pas-perdus estn cheios
a mais nao po-ler. O tribunal encheu-se
apenas se franquearam as portas.
A's i I horas e 5 minutos o presidente
isandou abrir a audiencia.
Troppman est pallido, cumprmenta mo-
destamente os jurados, como nos outros
dias. e conserva-sc impassivel no meio do
murmurio e sussarro do" auditorio, sem
msmo voltar a cabera para o lado donde
vem o ruido.
0 presidente chama o Dr. Roussin, pro-
fessor di chimica no Val-de-Grace, teste-
munha de acensarn, que nao pode ser iu-
querido na anterior audiencia.
Dr. Roussin.Fui encarregado de exa
minar o fato encontrado no hotel do caminho
de ferro do norte, e os instrumentos do crime
adiados no campo Langlois. e da analyse
chinaca dos org3os do cadver de Joo
Kinck, dcscoberto na Alsacia
O fato cnmpunha-se de urna camisa de
r t omem com a marca E. T. Notei nella
mullas manchas de sangne em differentes
sillos ; as manchas do punho direito e do
. punho esquerdo eram interamente distnc-
las, e n3o pode nav-r a men ir duvida sobre
sua natureza; estas mmchas provem de
.aniftie esguichado espalhado por gotas so-
bre a roupa, e nao provem evid-mieiw me
de sangue de contado ou de estancamente
. de urna feriila. Estas minchas osla-
vam espalhadas sobre urna grande sor-
percie, havia nutras as pregas da camisa.
Havia tambera manchas diversas qu pro-
vinlum de esjancameott de sangue.
Exammai unas caicas de trabalho, que
tinham ama grande nodoa de afeite e re-
zioa, e no interior da algibeira squrda
seis manchane de sangue, provenientes da
mo ensanguentada que penetrou dentro.
Exauiuei depois um cabecSo de mulber.
Tinha 30 gotas de sangue guichado. Em
um cesto de viran de lo ma elliptica obser-
vei a asa e a parte superior toda manchada
de sangue.
A te>i-munliidescreveua faca encontrada
no pescoco de Gustavo, a outra que se en-
coiiirou separada du cabo 150 melros dft
logar do crime, a p e o alvilo comprado
pwr Troppman.
0 fato do Gustavo eslava todo coberto
de sangue.
O fato encontrado em casa do pai Tropp-
tnann nao tinha vestigios de sangue. Na
algibeira do paletol havia urna chave mal-
feta, que era cora certeza obra de curioso.
0 palttot tinha sido tolo lavado e espremi-
do, porque um papel que eslava em una
das algibeiras apreseutava urna massa com-
pacta.
s orgos de Joo Kinck estavam em 5
frascos lacrados, e em completa putrefacto
o cheiro nao era .nauseabundo por causa
do grande lapso de lempo que decorreu
entre a ni orle e a de>coberta do cadver.
(\ estomago e o duodeno estavam preserva-
dos da putrefacto, por estarem impregna-
dos de cidos.
Eslava convencido que nao encontrava o
acido prussico, aiuda que elle ti vase sido
empregado/ mas a cor extraordinaria dos
orgos lez-me impresso; na parte interior
turnara a cor de ardosia na superficie s-
meute, esfregaudo com a folha doescalpello
desapparecia a iueio uu t ez quartos de mil-
lueiro. Fiz nina sxperiencia sobre a com-
posica desla cor, que era preto (ferro) e
azul (azul de Prusu). Deitei-a era agua
(estillada e amoniacada e oblive ueste liqui-
lo mu precipitado de azul da Prussia.
Procedendo mmuciosos exames eocon-
".re com lodos os seus caracteres os ele-
m nto.s do cyanur > duplo de ferro.
Depois de laucar no liquido o composto
referido, achei sulfato alcalino, cousa desu-
sada em urna lao grande quanlidade, um
oraposio branco puro de sulfato de zinco.
0 aecusado declarou t obtido o acido pr is-
sico destinando prussiaio aimarello de po-
lassa, acido sulfrico e agua; o nico
procesad capaz de fdzer acido prussico quj
se possa couservaf, lodos os outros proces-
sos n5o o podem con>ervar ; a conserva-
do do acido cuiisegue-se pela destillacao
sem allerarao alguuu.
Causou-me admirafo o processo empre-
gado pelo aecusado ; 6 inuito engentioso,
nao possu deixar de o confessar. Para ob-
ler este preparado preciso ter um vaso
destilatorio e um recipiente arrefecido.
Troppman servio-se de duas retortas, urna
cL'in um o iucio largo e nutra com ura ori-
ficio estrello ; raetieu o orifi-io estreito de
urna no oricio largo da outra; de urna fez
o seu recipiente, poz-lhe no fundo ara panno
moldado, a outra servio Uve de apparelho
distilatorio. Nesta preparaco ha urna ditfi-
culdade a vencer, o deposito no fundo
do recipiente o sulfato de potassaedo sul-
fato de ferro ; estes depsitos sao a conse-
queucia dos sobresaltos que projectara as
materias da primeira retorta aquecida com
urna luz de espiiiio de viuho na segunda,
le modo que o acensado destillando com
aquella luz produzio estes sobresaltos ; fez
assira passar todas estas materias, sulfato de
potassa. sulfato de (erro e composto bran-
co tomando a cor azul pelo contacto
do ar.
Era vista deslas materias impuras, do sul
phalu de polas a e de ferro, e do composto
branco diado no eslomago e no duodeno
de Joo Kinck, posso allirinar que o acido
prussico Ib i o agente empregado para en-
venena* Joao Kinck.
P.O aecusado diz que as manchas de
sangue euc< nira las na sua amisa provieram
de urna fe idiqoj recebeu na rao, querendo
impedir que tossem murtas as creaucas. E'
isto possivel.
O donlor Roussin examinando a camisa,
mostrou aos jurad. Diario de Pernambuco i Segunda feira

7 de Fevererq de 1870.
FOLHETIM
ti limaos be mueiiii
POR
lie Berthet
ii
lliou". amigos i ni pro visados
(Continuaco do n. 2H.)
Assim despedidos, os dous operarios
:>at> laraai o director respeitosamt'nte.
Le nardo, antes de retirar-se, lanenu um
dhar para Amelia, mas esta affastra-s-
para o seu lugar habitual n'nm angul > do
gabinete e oceupava-se a abrir urna volu-
aoa correspondencia.
L*go que os dous mraeiros se retiraram,
voltou ella pensativa para junto de seu
pai.
Este rapazdisse ella confusatem
o quer que seja de particular. As suas
manirs e linguagem denotam boa edn
celo. Ha aq ,ei explicar.
Ora vai-te, minha tonta t replicou
o Sr. Van-Best, eacolbendo os bembros
Suspeitas n'este pob e bomem ora principe
rnsso ou algam lord inglez di>farcado em
mineiro para se apoderar dos meas segre-
dos d* explorac5o ?... Leonardo, que
francez e recommendado pelo Sr. R...,
nde ter ama edacac3o snperinr ao com-
rnara dos nossos operarios, mas isso pouco
significa. Emfim veremos o sea presumo.
e, se o comportamento n3o fr bom, pro-
> id.nciaremos. Deixemos, porm, isso,
lha, pois temos outros cuidados a que
Hender. 0 que importa agora saber
como sabiremos das horriveis difficuldades
que se nos deparam, as quaes sJo de tal
ordem, que bem receio nao Ibes poder ser
superior t
E o pai e a filha continuaram a conver-
sar em voz baixa.
Leonardo e Antonio, teodo sabido da
casa do director, camiubavam na mesma
direccSo, mas affastados um do oatro, sem
tendencias para se approximarem. Iam
uiboa prebecapados, poeto que por prin-
cipios diversos, porm cada o d'elles pa-
'ocia ea anido do companbeiro.
QaaoaVHntvMwram o atrio da fabrica,
entre as manchas de sangue de contacto, e
de sangue ]ue saltou.
<> sangue saltou da minha ferida.
Dr. Roussin. Se o aecusado se ferio em
um dedo, o sangos podia saltar para nma
das mangas, mas nao para ambaMd
0 relatoiio do examtt das visceras de
Jo3o Kinck conclue:
i, Que n5o ha vestigios de veneno nos
orgos exlrahidos do cadver ;
2." Que a mm esa do estomago contem
urna extraordinaria porporc8o de azul de
Prussia, .milito dividido, tal qusl poderia
fornecer o cyanpro especial de ferro e de
potassio, qae macula qoasi empre o acido
prussico quando preparado por pessoas
pouco habis.
0 advogado Mr. Lacband requereu para
ler o depoimento da seubora Brajy, dona,
da cervejajia, chamada Taberna de Londres
ua ra da Grange-Bateliero, feHo.no prin-
cipio de oulubru ou fins de setembro.
0 depoimento resume-se no seguinte :
No da lil de setembro entraram tres
individuos na loja da senhora Brady. Um
de bonet pareca ter 0 annos; oatro mo-
reno, um pouco mais velho, jalvez de
2 annos; o terceiro devia ter 3o ou 35
annos.
O oltimo mostrava pouco apuro no ves-
tuario. Era robusto, largo de espadoas,
com o pescoco curto, e pareca enrgico
as suas mineiras. Pareciam bomens do
campo, nao tiuham a apparencia de mer-
ca dores, nem operarios de Pars. O mais
mofo fixou os olhos na testemunha por
muito lempo, parecendo que n3o eslava sa-
lisfeito que o observasse. Pediram urna
garrafa de cerveja ale e beberam-n'a.
Depois a lestemunlia recebeu muitas
cartas anonyraas com aroeafas, nao sabendo
se eram seras ou de brineadeira.
Maitre Lacband. O \m de mslrnccao
do processo acareou a testemunha com o
aecusado, e Brady reconheceu ser Trop-
pman ura dos tres indi iduos que forara
beber cerveja sua loja.
P.E' verdade ; mas Troppman dase
que a testemunha se enganava, e que elle
serapre tinha estado so era Pars, n3o sa-
bendo at o que era a cerveja ingleza atr,
que andou sempr de chapeo, e s quando
eslava no Havre trazia bonet. A teste
raunha insisti que reoonhecia Troppman,
e que eslava muito bem lembrado do que
vio.
O presidente deu a palavra ao procurador
geral, que comecou assim :
Senhores jurados!
O homem que hoje comprese perante
vos verga sob o peso de urna horwel res-
ponsabilidade; a accusaco formulada contra
elle formidavel, mas-nao ha n'ea exa-
gerago, tal qual se apresenta fela pot
elle mesmo; o terrivel momento ea que
tendes de contar as victimas inmoladas
agora chegado. Urna- familia inteira hon-
rada e feliz, digna da feliddade i'fe que
gosava foi por elle anoiquilada; o- chefe
da familia, a mii, o tilno mais velho, e os
mais pequeos, todos succumbiram pelas
suas horrorosas ciladas> e d'este grupo
reunid de entes USo caros nns aos outros
fez um momio de cadveres.
Nao creio que em lempo aJgum os joizes
tivessem diaute de si um aecusado tao fu-
nesto.
Negou por muito tempo os seas crimes,
e para explicar a morte de suas victimas
ultrajou-as. Ao principio erara Joao Kiock
e Gustavo os assassinos ; raadame Kinck
era urna mulber de costuraes depravados;
seu marido queria vender todos os seus
bens e retirar-se para a America, eseotheu
Pantn para ter ama ultima entrevista com
a sua familia e assassiua'-la; o aecusado
acomp mliou madarae Kinck e seus filbos
all, foi um cmplice involuntario.
Mais vtarde aecusava Joao Kinck de ter
assassinede- Gustavo, que bavia auxiliado
seu pai a malar sua mai e seus irmaos.
Confundido peas provas do processo
confessou a verdade. mas aproxiroaado-se
o di i do julgameil tentou abrigar-sei
aira/, de cmplices imaginarios
Quaesqiwr que fossera as teriversac6es
do aecusado, eis-aqui o que elle foi forcado
a dizer no decurso da insiaoracao do pn-
cesso : Sira, tui eu que ruatei lodos: con
segu ganbar perlklamente a confianca do
a presenca de Antonio Robn produzio certa
agitaco entre os operarios qu< trabalha
vam deb ixo dos alpendres. Muios se
approximaram d'elie, dirgindo-lhe em fij-
mengo perguntas breves, a que elle res-
ponda com igual laconismo no mesmo
idioma ou por um signd de negacao.
Depois de se assegurar de que Grande-
Leopoldo nao tinha aiuda espalhado eutre
os operarios novas ideas instigadoras da
desuniera, Antonio e Leonardo lomarara o
caminho da aldeia.
Durante a primeira parte do trajelo
reinou entre os d >us o uiei-mo silencio e
iudiflerenea ; quando, porm, se acuaram
a urna centena de passos da mina, Leonar-
do, sahindo de repente da sua meditaco t-
vnltaudo-se para o caraarada, disse-lhe em
lora de cordialidade :
O seu ar de desconfianza para comi-
go provm de me nao conhecer. Pois
ouca : eu ouv anda agora o que disse ao
director acerca do .ogmento de salario re-
clamado pelos operarios, e isso fez que o
considere como homem honrado, de sen-
limentos e reconhecido aos seus bemfeiio-
res... Quer q e sejamos amigos ? NSo
ter que arrpeuder-se d'isso.
E estendea a mo ao joven mineiro.
Este parou, olbou para Leonardo de
frente e as vistas de ambos encontraran! se.
Havia no olbar de Leonardo o quer que
fosse de franqueza e attractivo, que Auto
nio ficou impressionado.
Muito bemexclamou este, deixando
cabir a sua mo caiosa e indeleveimente
negra na mao de Leonardo. Embora sejas
doz vezes peraila, parisiense e fidalgo.
apostara que tens boa alma I
Peralta oa parisiense,replicn Leo
nardo, sorrindo-se nao digo o contrario,
porque de facto son francez e tenho vivido
em Paris, mas nobre como diabo presu-
miste que eu o seja ?
V Bom redargaio o oatro, piscando
os olhos e aportando as mos delicadas de
Leonardo.Que res fazer-me acreditar que
estas mos tem manejado a picareta de mi
neiro, a machada de carpinteiro oa o mar-
tello de ferreiro ? Quando muito, sero
ellas proprias para rabiscar papel com orna
peona oa alagar 11 faces de ama elegante I
Gomo assim ?disse Leonardo, con-
tinuando a sorriMe.
I com aquella m3o branca e delicada
apertou sem esforco apparente, mas com
pai de faottia, e attrahi-lo n'oma enibos-1
para me dar um veneno fulaananle.
111110 mais velho a Paris, escre-
is eum falsaria traico ; o
va ac(0iiM|o ehamamenlo
vinha com un^f jbedieiicia e
lAntes de o ma4r dictei-lhe
as dirigidas a sua mi para
qtfe ella se pazesse a caminho voz de
sea fllho, do mesmo modo que o fimo jui-
gou vir chamado por seu pai : tVeuhara
todos, traga os seus filhos, vamos estai
juntos e ser felizes.i Mas eu os esperava.
eu so,u extBrmnador. lauc i, todos ensan-
> Eis-aqui o que urna boca homana foi
obngiara confessar ; eis-aqui o que o ac
cusado fez. Foi-lhe preciso quasi um
mez para gxecular seus crimes, careca
d'este lempo para o exterminio d'esta fa-
milia; Foi um assassino sem repouso.
ito vezes dea a more por surpresa, de.
nonte, com Inoxoravel crueldade, sem que
o seu corac3o ou o seu braco livesse uio
s momento 1e salutar hesitacao.
Descreveu a profu ida impresso que em
todos produzio este crime.
Narrou como foram descobertos os carta
veres das victimas e os barbaros e atrozes
ferimentos que se toes eucontrarara, e como
se descobrio o cadver de Joao Kinck, e se
verificou o envenenamento d'este.
Joo Kinck, natural de Guebwiliier, era
pobre, casou em !85i com Hortencia Rou-
selle, que tambein era pobre. Mas os
dous conjuges perseverantes, laboriosos e
econmicos chegaiam p lo seu irabalho e
exemplar comportaraenio a juntar urna boa
fortuita, e o que anda mais vale a fundar
uma numerosa familia gosando da felici-
dade domestica. Joo Kinck possuia al-
gumas propriedades e algum dmheiro em
deposito. Prenles, amigos e visinho.-
todos concordara que os conjuges Kinck
mereciam a geral r-slima, que vivara em
boa harmowa, que amrvtaib extremosa
mente seus filhos, e que estes tambera
queriam muito a seus paes.
Um homem s desmorona todo este edi -
ficio de feheidade, para se apoderar da for-
tuna d'esta familia, sacrifica a lo la a 9ua
cubica,
Descreveu como Troppman foi descoberto
e preso pelo gendarme Ferrand, e salvo
pelo calafate Haoguel.
Troppman ttluo de ura raacbimsta de
Bernay 'r cursou at aos I i airaos urna es-
cola primaria, depois foi aprenda de seu
pai. Este, mveotouma ma.-.hiui destinad-
a fabricar tubos de carta para a tiacio, fe
urna sociedade era que fot'infeliz, licando
reduzido qaasi miseria.
O aecusado nao pode resignarse, falta
valhe o valor e a paciencia para supporlar
a desgranas nao pansa va se nao nos meios
de fazer fortuna.
Fallou n'isto a raaitas pessoas. Desde
ento concebeu o seu projecto.
Oprocarador geral tracou a historia do
plano formado por Troppman e do modo
como o execolou, e-das tracas que eapre-
gou para receber #s 5:500-francos, elogi-
ando a prudencia de pagador Gros do cor-
reio de Guebwiller, ceusuraudo porem a
su fraqueaa e negligencia em nao dar
parle jastira da falsidade de Troppman
porque se o livessa feito nao teria sido
sacrificada a familia de Kinckv
Todas as provas cootirraam a confisso
de Troppman, que foi elle s' quera matou
toda a familia Kinck.
O procurador geral analysoo as declara
c5es de Troppraan e comparou-as com os
depoimenlos dastestemunhasve demonstrou
que Joo Kinck nao foi Alsacia para fa-
bricar moeda fdsa, como infamemente in-
ventou o acensado, mas para levantar um
ardar oa sua casa de Buhl, e estabelecer-se
no sea paiz natal, como serapre projectou
e disse a raudas pessoas.
Em seguida refuloo a actual defesa de
Troppman, asseverando que tinha tres
cmplices.
O- depoimento de Fremion desmentido
por seu proprio to. E not-se que elle
disse que havia nevoa na noite de 19 de
selembro, e por isso nao conbeceu o bo-
mem que eslava cavando no campo Lan-
glois. Uma lestemunha declarou que tazia
luar como dia.
^
tal vigor, a mo calosa de Antonio, que
este, dando um salto de tres psde^aitura,
soitou um gemido de aguda dr.
Ento agora que dizes ?perguntou
o mancebo.
Safa Que apeito de mo !disse
o mineiro. saecudindo a tno molestada
Paieeia-me um torno I O proprio Grande-
Leopoldo na) seria capaz de apertar as-
sira... s robusto!... Qnem imagi-
naria tal ? Imaginava-te, quauto a for^a,
igual a uma creanca I...
Oiha, amigo : vejo que posso fiar-me
em ti e voii decarar-te o que nao rebela-
ra aqu a niuguem. Sou discpulo de urna
academia de sciebcjas e artes i quero dizer
que, antes de trabalhar em oficinas, estu-
dei com professores e mestres, e, com
quanto me n3o tenha poopado ao servic/,
nao eslou anda to endurecido como tu no
trabalho manual.
Ah I estudaste n'uma academia ?
perguntou Robn com os olbos muito abor-
tos.
verdade, mas cautela, nao digas
isso aos outros. Nao me veriam com boos
olhos e eu usleetaria a minua posico.
Tens razo: nao deixariara de te in-
commodar. Nada, porm, sabero, don
le a minha palavra... Com que entao ti-
v. ste esludos ? s bem feliz u apenas
sei ler, escrever, um pouco de comas, o
bastan'epara chegi>r a mestre mineiro...
Ora pois, est dito : leras em mim um bom
cantarada... Piimeiro que udo vou ins-
tallarte na aldeia ; depois viras a minha
casa ver minha mi e Gertudes. Cuidado,
porm, interrompeu Antonio, parando de
uovoque nao vas apaixonar-te por Ger-
trudes I
Espero que nio
Esperas ? Nao hasta isso: preciso
que m'o prometas.
Posso comprometter-oie a isso, por
quo supponho ja estar apaixonado por *
ira maltier. -
E Leonardo saffocoa ura suspiro.
O a anda bom, exclamou alegre-
mente Antoniopois que Gertrades a
mais formosa, a mais meiga e a melhor
das crea turas f Depois. tem o juizo de
uma fada e a enfermeira de minha po-
bre mi... Em smma, adoro-a, e, se
outra a requestasse, afiaaco-te que dara
por paos e poliedras!
drogado apresentou um almanak aflr
Dan I que por elle i dia Wa-iua imita n
apenas 4 dias, mas esta kaleodario est er-
rado, porque na realldade era ento luaj
eheia. (Sussarro.,)
Fremion disse qae o soldado qae b actm-
panhava ia para o forte de Aubervillier
onde eslava de goarnico.
O coinmaodaute do forte inquiri todos
is soldados do seu commando, e nenbum
fez tal caminho, nem nunca appareceu se-
utalbante soldado, apesar das diligencias qae
se fizerara para o encontrar.
Brmiel nao reconheceu ser Troppman o
Hornera que no dia 20"foi a sua loja beber
agurdente em companhia' do outro. O
caixeiro B'>uquet fecenheceu-o, mas derao-
rando-se este a dar troco aos dois freguezes,
elles s partiram s 3 horas e meia dizendo
rae nao linham pressa, devendo partir s
i horas no combo do Havre. Np crivel
jue os dois criminosos n'aqueMas circams-
tancias e tratando de fugir estivessera tao
descansados.
R futou a historia contada por Troppman
lo modo, como tomou conhecimento cora
s cmplices, vendo-os em agosto de I86S
i comraetter um roubo em Gernay, e reco-
nhecendo ura delles. a quem escreveu, di
en lo-lbe que o tinha co diecido, e este vem
ler com elle, assim como os oulros dois,
que nao linham sido reconhecidos.
Joo kmek tratou depois com estes com
plces para fazer raoedas.
Mostrou depois a ioverosmilbanca de toda
esta historia e a da carleira que tinha Jo3o
Kinck, onite eslava a caria que -elle escre-
veu aos cmplices e a resposla delles, car-
leira que o acensado enlerrou, tendo guar-
lado todos os outros papis.
Demonstrou depois que em todo o plano
execucao do crime appareceu- serapre
Troppman e s-elle, os cmplices nao ti-
uinin nada a fazer.
As decaracoes dos mdicos explicam como
ura s homem podia comraetter todos os
as>assinatos, as victimas de Pantn forami
divididas en dois grupos, se houvessetres
cmplices nao havia necessidade desta di-
visiio. Nao havia se nao orna faca, que-
mada ella, nao bouve outras feridas feitas
cora este instrumento: a mesma faca raa-
t u ao tres victimas, e desarmada a mo do
assassino recorren estrangularn. Tropp-
man pois o nico autor de todos os as-
sassioatos. As circumstancias da causa, as
priva* produzda*. e a morafidade dos fac-
os ludo convence: que Troppman s-coih
iiteiteu os oito assassmatos que Ihe sao im-
putad' e que a execucao d crime durou
perio de ura mez, e que era todo este tem
po nao teve ura SO'pensamento que nao li-
vesse por objecin assassinato, nao den
um paseo, ne o pratkou ara acto que nSo
tives.-e por tim arrancar do seu lar esta des-
granad familia e dispersal-a para a aoni-
quillar, armando Ihe embuscaas successi-
varaentea 160 leguas de distancia uns dos
outros!
Senlvires jurados o qae Ibes peco resu-
mo nesta palavra: justica.
Descreveu todos os enredos e traices
ardidos por Troppraan para engaar a fa-
milia Kiock.
Que crimes senhores! que simulacro-sa-
trilego da dedicaco e da amisade I que trai-
|ao nadando era sangue! que constancia no
assassinato f quantas victimas-, fulminadas
lo de repente, que nao tiverara outro in-
iervallo entre a sua conlianci e a morte se
ao o tempo que duraram os seus ltimos
suspiros I
Por mais dignos de compako e de res-
eeito que sejira estas victimas, u3o era
seu norae que venho pedir qae se profira a
sentenca. que devo por termo a esta discos-
sao ; por maior que seja a impresso que
cause um grande crime. de outras fonles
mais clavadas qne se alimenta a justica so-
jiai; ella nao a vmganca; recebe suas
inspiracoes das su >ninas noces da respon ,
sabihdade humana, qne ensina a justica eter-
na 9 que assegura mais rspeito s
leis dos bomens, onde alguma cousa se en-
contra da le de Ddus!
Profer o vosso rerediclam segundo os
diclames da vossa conscieucia, e a expiarn
ser o proporcionada ao crime.
O presidente deu a palavra ao defensor
do aecusado.
Maitre Lechaad.-
hgJesjaraoV
Troppma
joires e se-
Anda lalvez tua prenla ? per-
guntou Leonardo distraldamente.
verdade, e at Ihe chamo prima,
posto que o seja em g F'-jiu orpha. e, nao tendo quera a reco-
Uiesse, lomsu minha u i conta d'ella;
cora ludo nao vive a nossa custa, porque
faz rendas com muda ha di I i da de, vestidos
e toda a costura. Infelizmente, pouco Uie
produzasua industria n'esta pobre aldeia.
Mas, visto que amas Gerlrudes, por
que nao casas com ella ?
Bem queria eu sso e ella por sua
parte nao me reijeila, mas minha mi
que se opp5e. Diz ella qae seria unir
duas miserias, sobre ludo se viesse a haver
albos... Emfim esperemos tempes mais
felizes.
E deves esperadosrephcou Leonar-
do em lom convicto. As almas nobres
como a tua tem cedo oa tarde o sea lance
de fortuna !
III
A innilll. iloMa.
Os doas novos amigos breve chegaram
aldeia e Antonio nao recolheu a casa sem
priraeire achar uma pousada conveniente
para Leonardo.
Esta pousada consista em om quarto ao
rez do cbSo em casa de ora honrado lavra-
ilor : nao era laxuoso ; tinha por tola a
mobilia em simples leito, duas cadeiras de
palhinha, uma mesa e om pequeo fogo
de ferro, mas tado isto priraava no aceio,
qae tanto destingue o paiz flamengo. Ac-
resela qne as janellas davam sobre ora
lardim, onde as flores se achavam mistu-
radas cora os legumes c hortalic s.
Logo primeira vista Leonardo se mo-
trou satisfeito ; depois, sem ajustar, com
grande espanto do sea componheiro que
eoosiderava este negocio cousa importante.
pagou adiantada a primeira quinzena de
aluguel. Tambem se convencionou fcil-
mente o preco da comida, que pela modi-
cidad i do ajuste devia ser bem frugal.
Feito isto, separarara-se os dous amigos.
Leonardo poderia ir descansar oa tratar
da sua installaco no novo domicilio ; quan-
to a Robn, liaba de ir entender-se com os
operarios da noute, sobre cajo animo
Grande-Leopoldo deveria ja ter imlaido.
Cobinoa-se, pois, qae se encontrariam
aigaaus horas mais Urde no quarto da
Aateoio, prximo da asa habitada pela
mai Robn e por Gertrades,
4
me ipio me eacarre-
i para miro om
4Mr aocaiur esta otfssao, a venho agora
cumpril-a. Quem n3o conbece os senti-
[mentos do advogado pode admirar-se. As
pessoas que disserem que ha crimes to
abominaveis que irapossivel defendel-os.
enganam-se, e inspirados por ama indig-
naco generosa confundem a justica com a
colera legtima e cora a vinganca. N'ocom-
coraprobendem que excitados e arrastaos
pela puxo iam, para vingar o crime de um
s coramelter um crime social: o sacrificio
da lei.
Nao. O legislador qaiz que ao lado
de um aecusado, qualquer que elle fosse.
houvesse sempre urna palavra b >nrada e
leal, que se levaatasse em sua defeza. A
lei, tranquilla e serena, disse que so podia
transparecer do meio da disco*sio, procu-
rada pela accusaco e pela defeza.
Senlwres jurados, ordena-vos a lei que
desviis os olhos de um espectculo sangui-
nolento, que vos atasteis do campo da car-
nificina. E' de ver do advogado, dever
dos juizes examinar no culpado o bomem.
a sua natsreza, e o seu estado normal. A
lei diz, na presenca dos mais espantosos
crimes, ao bomem e ao advogado: < Dalla-
reis a favor do aecusado conforme a vossa
onsciencia I
A lei orJia a honra da nossa prossao o
o direitda defeza e aliberdadedadiscuss3o.
por isso vou perante vos explicar a verdade,
como eu a eotendo, com sinceridade e iela-
dade.
Dirigise depois aos jurados, pedindo-
Ihes que pusessem de parle todas as ia-
pressoes que poda netles produzir o odio
contra o aecusado, para julgarcra s segun-
do a sua consciencia, tranquilla e impar-
cialmente.
O que o aceusado ? ha dois mezes qae
o estudo, e anda o nao pude conhecer. E*
na realidade um homem t ama natnreza
cora a conscienca das suas acc3es ? Ah f
isto um problema, complicado e de diffi-
eil solucao. Pego-perdSo accusaco, que
nao disse uma s palavra sobre este ponto,
o mais importante e essencial.
Vistes a commoeo geral; aqueHes cada-
veres mutilados; aquellas creanca* estran-
guladas, o sangue derramado, e todas as
horriveis scenas que se passaram, tudo se
pintn e recordou nesta audiencia ; e o ae-
cusado nao tremen seq-er. O digno pre-
sidente dizia hontem com razSo, todo o
auditorio se horripilou, s ba uma pessoa
impassivel e tranquilla, o acensad*.
Quem elle ? Tem apenas 20 annos,
quasi urna creanca, e segundo affirma a
acensado t\ elle- s \m praticou cri-
mes de qae nueca bouve noticia no
mando.
Quem era a sua familia ? era gente mo-
desta e pobre. Blle vio a desgraea qae
opprimia seus paes, irritou-se, e o seu co-
raco reagio contra- este estado de cousas.
Cursou a asela primaria ata aos li annes,
Airavessou estes primeiros annos da vida
solitario, sombro e pensativo. Aos 14
annos, na poca em que s se procuram
as distraccoes proprias dessa idader Trop-
pman sonbava em railhes, e conbndia-se
era indecifraveis chiraeras. Sabio da esco-
la e foi tratoalhar como aprendiz. E que
faz elle entao ? traa de se divertir ? nao.
nunca peasou era tal era todo o tempo da
sua vida ; nao ha*ia vibracfes no sea co-
rago ; uuaca teve aquellas aff-ccoes legiti-
mas aquellas effuses da alma que todo
lera sentido, era um naraoro da aldeia,
viveu s e sempre- s. Tinha amigos ? ia
rir e folgar para a taberna ? nem orna, nem
outra cousa.
Concentrado, e afastado do todos os
gosos do mando, s tinha uma idea ixa.
a fortun i; desva: ddo por esta visao funes-
ta, via passar-lne por cima da cabeca so-
nltos vagos e nuvens sinistras,
Conliim a muitas testemunhas as suas-
faiaes preocupacoes. Trabalhava e era in-
teligente, ain a iioje deu-testeraiinho disso
o Dr. Roussin, fallando de operac5es chi-
mbas que Ihe causaron admiraco.
Desejoso de Bter fortuna, perdia-se em
leiiuras prejudieiaes.
(Ctmtin&ar-sf-ha)
Pouco importa saber em que Leonardo
empregou o tempo no sou mo testo quarto :
o que cerlo que hora indicada uo
faltou no ponto de reunan.
O q iarto do Antonio nao era mais con-
fu ta^el nem sumptuoso do que o seu ;
com tudo as paredes buhara por ornato
algumas gravaras, as quaes sobresahiaiu
muitos d'a pielles incorrectos quadros co-
loridos a vermelho e azul, uus represen-
tando o verdadeiro Judeu Errante, outros
Genoveva de Brabante t outros a segunda-
feira .sauta.
No meio d'estes fracos specimens da
arte popular destacava se um grande map-
pa das minas de Poligtiies. Um autigo
conductor de trabalhos copiara este desenlio
da planta que existia no gabinete doSr.
Van-Best e ao deixar o paiz fizera d'elle
presente a Robn como de om thesouro.
Quando Leonardo ali chegou, achava-se
Amonio assentado, pensativo e com a ca-
beca onlre as roaos.
Vo as coosas muito mal para o Sr.
Van-Best, e, por conseguirte, para nos !
dissse elle tristemente. Vento do bote-
quira da ta Bichette, onde encontrei reuni-
dos bastantes operarios. L eslava d an-
de-Leopoldo, que j Ihes dissera bastantes
cou-as terriveis, por exemplo; que o pa-
tr3o nao qaize a dar-nos atteocao. que nos
injuriara e afinal expulsara vilmente!...
Diligenciei barmonisar as coasas, mas pou-
co faltou para me engalirem o etive a
ponto de me bater com Grande-Leopoldo
por me chamar mentiroso I Se nao tiro
mais panidodos operarios que bao de re-
gresar da mina no fim do dia, Deus sabe
o qae acontecer f
Ora vamos, Antonio, nao te afllijas
assim antes do mal ebegar. Tenbo presen-
ciado crises d'esta ordem, mas os opera
ros costumam reconsiderar antes de expo-
rera a existencia de suas familias. Segun-
do o que est manhSa oovi, o Sr. Van-
Best n3o pode agora conceder o augmento
de salarios tSo iniastamente reclamado.
Estou certo de que os operarios recaarn
ultima hora. Portante oave : qoeres qae
te acompanhe esta noute ao botequim ?
Fallar-lbes-boi e talvez...
Antonio meneou a cabeca.
impossivel. NSo te conhecem,
nonca te virara no trabalho e podam con-
siderar te saspeito.
Tens mi ; desconfiarao de man-
sera hora esperar que me vejara alguns
dias no meio d'elles.
Se nos derem tempo de tomares co-
nheciraentn cora elles... Mas emfim tens
razo, Leonard i: uo nos devenios lamen-
tar aoies do mal ebegar ; talvez sainamos
d'esla erise. Vamod ao quarto de minha
mi. Fallars com ella e com iiertrudes,
o eu voititreiao botequim, onde se reonem
os operarios. Ouco locar a sinela da mina
e os houiens vo subir. Bev-i fallar-lhes
imiuedi tanwnte oa aiis Grande-Leopoldo
transtorna, tudo.
Estoo s las ordensredarguio Leo-
nardo.
Atravessaram urna estreita avenida e en-
traram na casa da Sra. Robn.
Dous leitos de arraaeo, com suas corti-
nas de grossa sarja, estavam enllocados so-
lado um do outro. Em um d'elles, com as
cortinas todas corrid is, via-se ama vf Ira
amparada por travesseiros : era a Sra. Ro-
bra Affoetada desdo muilos annos de
ama parlysia ms pe mas, nao se levantara
mais. e reeebia os mais aHectoosos cuida-
dos de sua joven prenla e de seu filho.
Gerlrudes trabalhava diante de uma
mesa, sobre a qual se achava urna almofa-
da para fazer rendas a -ompanhada dos com-
petentes accessorios. De estatura mediana,
era robusta e hem feita de corpo: o rosto
fresco e rosado tinha uma expreSs3o de
amenidade e bom humor. O bom gosto e
elegante simpticdade cora que se adoroava
despertavam a nveja da maior parte das
raulheres da aldeia, e, nao obstante, ella
(o se socconia a auxilio -algum estranbo
em tudo o que respetava aoseu tou-ado e
vestido. Talhava e fazia os seas vestidos,
ensaboava e engomraava as suas loucas e
lencos, e anda Ihe restava tempo pan
arrumar a casa e fazer a comida, e tudo
isto sem projudicar o seo servico das rea-
das, com cujo producto occorna s saas
modestas necessidades. De manha al
noute oavia-se o ruido dos seas bnw, e,
em quanio os dnlos volteavam com oara-
vlhosa ligeiresa na coofeccao iltoa mag-
nifica tira de rendas em ponto de Briiellas
nao cessava ella de rir e cantar, com a
alegra qae era dos seas modestos lares.
4
)timuxr-s6-ha.)
ff,Mm***-**KM8NWS.




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