Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12032


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Full Text
-

mmmm

fr*
ANNO XLVI. HUMERO 26.
-----------.--------------------------------------------------,-----------------------------
PARA A CAPITAL E LOGARES ONDE HAO SE PAGA PORTE.
----,. -
J'or tres me*:s'adiantidos
l'qr seis ditos idern .
m anno dem.. .
Cada mumero avulso, .
6,5000
12000
24)5000
320
QUARTA FEIRA 2 DE FEVEREIRO DE 1870.
PARA DEHTRO E FRA DA PROVMCIA.
Por tres mezes adiantatoS
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos dem
itor om anno idem
6*750
13)1500
20250
27000
DIARIO DE PEMAMBIM
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves & Filhos, no
NAO AGEXTEMr,
Para ; Goncalves & Pinto, no Maranho ; Joaquim J&s de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo3o Mara Julio Chaves, do Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jwtino
Pereira d'Almeida; cm Mamanguape ; Antonio AlexandriHO de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha ; Belarmino dos Santos Bulco. em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio da fazenda.
DECRETO N. 4419 DE 3 DK JANEIRO DE 1870.
Designa a ordem em que deven ser exlrakidas as
loteras no anno di' 1870.
Na conformidad! do art. 2 da lei n. 1,000 do 18
rlo da loteras distribuidas para o corrale anuo
>< ebserve a ordem marca-la na tabella qae om
-sie baix.a, assignada pelo viseonde de Itaborahy,
conseltieiro de estado, sonador do imparto, presi-
IrQte do oonselho de ministros, ministro e secre-
laro de estado dos negocios da fazenda e presi-
l p.te do tribunal do thesouro nacional, que assim
i tenha entendido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 3 de Janeiro de
187#, 40" da independencia e do imperio.(lom a
rubrica c Sua Uagestadj o Imperador.Viseando
/ Itaboriluj.
'lardo dan lolerua que teem de ser oxtrahidas no
# auno de lfilo.
I* A 63* a favor do monte-po dos servidores
lo estado.Decreto n. 122o Je 22 de agosto de
1864.
S. A 4- para as obras das m-.trzes da provin-
cia do Piaabv.Decreto n. 956 d li de junlio
de 1858.
o." A 04* a favor do monte-po dos servidores
lo estado.Decrete n. 122G de 22 de agosto de
M\.
4.' A 2a para as obras das matnzos de Xossa
Senhora da Gloria e de Santa Thereza do municipio
-leValenca.na provincia do Kio de Janeiro.Decreto
n. 1025 de 27 de julho de 1859.
5." A 65* a favor do monte-po dos ?*>rvidores
lo esdo.Decreto n. 1226 de 22 de agosto de
1864.
6." A 16* para patrimonio do haspicio de Pe-
Oro II.Decreto n. 87o de 10 desetembro de
JS56. .
7.* A 66" a,favor do monto-po dos servidores
lo estado.Decreto n. 1226 de 22 de agosto de
1864.
8.* A i' da nova concessao para continuacao
las obras do hospital da Santa Casa da Misericor-
dia da corte.Decreto n. 1C93 de l.'i de setembro
slel869:
' ).' A 10* a favor da irmandade do Santissimo
Sacramento da Antiga S.Decreto n. 064 de 4 de
-gosto de 1858.
10.' A 67* a favor do monte-pio dos servidores
1-) estado.Decreto n. 1226 de 22 de agosto de
1864.
! 1. A 50* para o melhoramento do estado sa-
nitario.Decreto n. 508 de 14 do setembro de
1850.
12." A 68" a favor do monte-po dos servidores
do estado.Decreto n. 1226 de 22 de agosto de
1864.
13.'A 31* a favor do hospital da Santa Casa
.la Misericordia da corte.Decreto n. 92 de 25 de
utobro de 1830.
14.* A 1' concedida :i irmandade do Santissimo
Sacramento da Candelaria, como administradora
to n. 1733 de 6 de outubro de 1*69.
i:.* A 60* a favor do monte-pio dos servidores
dci estado.Decreto n. 1226 do 22 de agosto de
1864.
16.* A 2J da nova eoncessoo para continuacao
las obra9 do hospital da Santa Casa da Misericor-
dia da corte.Decreto n. 1693 de 15 de setembro
de 1869.
17.* A 91' cnjo beneficio deve ser repartido
pela Santa Casa da Misericordia da corte, expostos,
recolhi mente das orpbas, collegio do Pedro II e
seminario de S. Jos.Decreto de 23 de maio de
-1821.
18." A 70" a favor do monte-pio dos servidores
lo estado.Decreto n. 1226 de 22 de agosto de
86i.
19.* A 70" a favor da casa de cwreccao De-
creto de 29 de outubro de 1835.
20.* A 2li' a favor creto n. 566 de 10 de julho de 1*50.
21.* A 71" a favor do monte-po dos servidores
lo estado.Decreto n. 1226 de 22 de agosto de
1864.
22.* A 3* da nova eonecs-o Dar continuacao
las obras do hospital da Santa Casa da Misericor-
dia da crte.Decreto n. 1693 de 15 de setembro
le 1860.
23." A 61* para o melhoramento do oslado sa-
nitario.Decr..;--i 598 dol de setembro de
1850.
24.-' A 721 a favor do monte-pio rio* servidores
164.
25.* A 1' para as obras la matriz deSanfAnna ,
da corte.Decrelo n. 1603 de 15 de setembro de
26.* A 2* concedida irmandade do Santissimo
Sacramento da Candelaria, como administradora
i) n. 1733 de l de outubro de 1860.
27.* A 73" a favor do monte-pio dos servidores
lo estado.Decreto n. 1226 de 22 de agosto de
W64.
28.* A 2' para as obras da matriz de Nossa Sc-
c.liora do Livramonto de Bananoras, da provincia
da Parahyba.Decreto n. 1028 de 22 de agosto de
1830.
29.* A 4" da nova concessao para continuacao
las obras .lo hospital da Santa Casa da Misericor-
iia da corte.Decreto n. 1693 de lo de setembro
-le 1869.
30." A 74" a favor do monte-pio dos servidores
lo estado.Decreto n. 1226 de 22 de agosto de
864
31.*% 3" *a favor da assocac,5o Typographica
! lamnense.Decreto n. 008 de 12 de agosto de
:->57- -
32. A 4' para as obras da igreja de Nossa
Senhoaa da Conceicao da cidade de Aracaj, em
Sergipe.Decreto' a. 993 de 2 de setembro ae
33.* A 61" para o melhoranT"ito do estado sa-
ntario.Decreto n. 59# de 14 de setembro do
1850.
: .* A 75' a favor do monto-po dos servidores
stado.Decreto n. 1226 d.; 22 de agosto de
.164.
35.* A 95" cujo beneficio deve ser repartido
pela Santa Gasa da Misericordia da corte, expostos,
rocolhimeato das orplias, collegio de Pedro II e
seminario de S. Jos.Decreto de 23 de maio de
1821.
36.* A 71* a favor da casa da eorreceo. De-
creto de 29 de outubro de 1835.
37.* A 2* para as obras da matriz deSant'Anna
corte.Decreto 1693 de 15 de setembro de
1889.
38." A 26' para a construccao de om tneatro
lvrieo na corte.Decreto n. 875 do 10 de setembro
de 1856 .
39.* A 3' para as obras Ta matriz deSant Anna
: r. corte.Decreto n. 1693 d 15 de setembro de
1869. .
40.* A 271 para a construccao de um theatro
I .ti.; > na corte.Decreto n. 875 de 10de setembro
41 A 4* para as obras da matriz de Sant Anua
-Decreto n. 1693 de 15 de setembro de
28* para a constroeco de nm tneatro
?reto n. 97*3 de 11) de setembro
13." A *>' para as obras da matriz de Sant'Anna
da corteDecrelo n. 1603 de 15 de setembro de
1860.
44.' A 20* para a construccao de nm theatr-
lynco na corte.Decrelo n.87o de 10 de setembro
de 1856.
46.* A 2' para as obras da matriz do Pilar, na
provincia da Parahyba.-Decreto n. 1052 de 0 de
julho de 1860.
4"..* A 30* para a construccao de um thoatro
tmrleo na corte.Decreto n. 875 de 10 de setembro
de 183G.
47.' A 11* a favor da irmandade do Santissimo
Sacramento da Antiga S.Decreto n.964 do 4 de
agosto de 1858.
48.* A 3-* para a construccao de um theatro
lyrico na corte.Decreto n.875 de 10 de setembro
de 1856.
18.* A 12" a favor da irmandade do Santissimo
Sacramento, da Antiga S.Decreto n. 964 de I
de agosto de 1858.
50.***A 32* para a construccao de um theatro
lvrieo na irte.Decreto n. 875 de 10 de setem-
bro de 1856.
51." A 3" para as obras da' matrzes de >ossa
Senhura da Gloria e do Santa Thereza do municipio
deValenca, na provincia do Rio de Janeiro.Decreto
n. 1025 de 27 de julho de 1850.
52.* A 331 para a construccao de um theatro
lyrico na corle.Decreto n. 87'5 de 10 de setem-
bro de 1856.
53.* A 4* para as obras das malrizes de Nossa
Senhora da Gloria e de Santa Thereza do municipio
deValenca.na provincia de Rio de Janeiro.Decreto
n. 1025 de 27 de julho de 1850.
54.* A 34* para a construccao de um theatro
lyrico na njrte.Decreto n. 875 de 10 de setem-
bro de 1856.
55.* A 3* para as obras e outros objectos de
que necessitarem as matrzes de Montes-Claros,
Contendas, S. Romao, Jannaria. Barra do Rio das
Velhas, Grao-Mogol e Curvelo. era Minas-Ge-
rae<. Decreto n. 1030 de 22 de agosto de
1859.
56." A 35* para a construccao de um theatro
lvrieo na corte.Decreto n. 875 de 10 de setem-
bro de 1856.
57.* A 4* para as obras e outros objectos de
que necessitarem as matrzes de Montes-Claros,
Contendas, S. Romao, Januara, Barra do Rio das
Velhas, Grao-Mogol e Curvelo, em Minas-Ge-
raes. Decreto n,. 1030 de 22 de agoste de
1859.
58.* A 3H* para a construccao deum theatro
lyrico na corte.Decreto n. 875 de 10 de setem-
bro de 1856.
59.* A 4* a favor da bibliotheca fluminen-
se. Decreto n. 988 de 22 de setembro-de
1859.
60.* A 37* para a construccao de um theatro
lyrico na corte.Decreto n. 875 de 10 de setem-
bro de 1856.
Ro de Janeiro, 3 dejaneiro e 1870.lisconde
de Itaborahy.
Neste caso o ministerio da guerra dar disso co-
nhecimento Illma. cmara municipal com a ante-
cedencia precisa, aflm" de prevenir seus municipes
e tomar as medidas convenientes.
Secretaria de estado dos negocios da guerra, em
24 de Janeiro de 1870.Mariano Carlos de Souza
Coma.
n Inlsterio da guerra.
PBOT.RAMMA PARA A RECEPCAO DOS CONTINGENTES
DO EXERCTTO NO PEl* REC.RF.SSO DO PARAGtAV
Ao aproximaren)-se os vapores eondtmndo o 1"
contingente de tropas que regressam do Paraguaj,
a fortaleza de Santa Cruz estar prevenida para,
na occasiao da passagem pela mesma fortaleza,
annunciar com urna salva de 21 tiros saa entrada
no nosso porto, e a directora do arsenal de guerra
far parlir immediatamente para o lugar em que
el les fundearem as conducoes precisas para o
transporte das mesmas tropas e siias Bagagens aos
quarteis que Ihes forem destinados, onde aguarda-
rlo as ordens sobre seu desembarque entrada na
corte. As prac,as que houverem adoecido em va-
gem e os doerites que vierem de passagem nos
mesmos vapores serao inmediatamente transpor-
tados para o hospital militar.
O desembarque para a entrada e recepcao das
tropas na corte ter lugar no arsenal de inarinlia,
no dia e hora que forr-ra-lhes designados pelo Sr.
ajudante-L-rnoral, segundo as ordens receidas do
Sr. ministro da guerra. Oquartelmestre-general
providenciar sobre os meos de transporte.
Para solcmnisar a recepeo das mesmas tropas,
no dia que aoaunciar-se p'ara este desembarque
no arsenal de marrana, os navios de guerra na-
conaes surtos no nosso porto, bem como os edi li-
rios das reparticoes publicas, embandeiraro como
no- das d,: (esto nacional, c a capitana do porto
convidar os capitaes das embarcacoes na'cionaes
mercantes a praticarem o mesmo.
As tropas q-ic desembarcarem apresentnr-se-hao
uniformisadas, equipadas e armadas, como de
ostylo em ordem de marcha ; e o Sr. ajudante-ge-
neal, com a antecedencia precisa, dirigir convi-
tes aos commandos e chefes de toda* as corpora-
ces e estabelecimentos militare* da corte para
que, no dia e hora em que tiver lugar sen desem-
barque e recepeo no arsenal de marmita, ellos
ah comparecam com os ofliciaes qne Ihes forem
subordinados* afim de que, reunidos s demais au-
toridades, acompanhem S. M. o Imperador no re-
cebimenlo das referidas tropa*, caso o mesmo au-
gusto senhor digne-se honrar este acto com sua
presenca. O mesmo Sr. ajudante-general provi-
denciar para qno urna banda militar se ache pos-
tada no dito arsenal para fazer as honras da re-
cepeo das mesma tropas, e acompanha-las du-
rante seu trajelo pelas ras da cidade.
No momento em que o primeiro vapor que as -
conduzr atracar ao caes do arsenal de marrana
para effecluar seu desembarque, o telegrapho do
Castello, por um sgnal convenconado, advertir
a fortaleza de Willegaignon para romper com urna
salva de 21 tiros, que ser immedatamente cor-
respondida pelas fortalezas da Santa Cruz, Lago e
S. Joao.
Depos de effectuado o desembarque, feitas as
continencias e passada a revista, as tropas desfila-
ro pelo portao do arsenal de marinha, e porcor^
rero em marcha e formatora conveniente as sc-
guintes ras.da cidade : ra Dreita, roa de S. Pe
dro, calcada da mesma ra atravez do campo da
Acclamacao at a face da Cidade Nova, onde vol-
vero para a estacao da estrada de ferro de D. Pe-
dro II e face do quattel do campo, cm cujo portao
estar postada,urna guarda de honra com banda
militar para recebe-las e anda-las, durante a pas-
sagem, com o hyrano nacional. Proseguiro de-
pos na sna marcha pela face do campo do lado da
Illma. cmara municipal, roa e praca da Consti-
tuioao, roa do Theatro, largo de S. Francisco de
Paula, roa do Onvidor, roa Dreita e largo do Pa-
co, onde marcharao em continencia, caso ah ge
achem SS. MM. Imprtaos, segurado depos para (
ponto de embarque que forhos designado, afim
de reeotherem-se aos seas quarteis. *
Pela secretaria da gnerra expedir-se-hao as or-
dens e far-se-hao as requisicoes convenientes na
parte qae depender de outros ministerios, afim ce
que seja observado o presente progtamma. Soli-
eitar-se-ha igualmente da Illma. cmara municipal
sua intervenoo para qae as ras por onde passa-
rem as tropas estejam lirapas e desembarazada:
no dia que annunciar-se, nao s para a recepeo
do l" contingente, como para a dos qao depois
desle saccederem-se; e bem assim para que os
moradores das mesmas roas acompanhem o gover-
no imperial as demonstracoes de regozjo pelo ro-
gresso das tropas, depois de ama lata lao prolon-
gada o em qae tanta gloria conqoistaram para si
e para o paiz.
Com a chegada dos contingontes que se succe-
derem observar-se-ha o mesmo programo ; po-
i dendo todava o trajelo das roas ser alterado
Covcroo da provincia.
EXPEDIENTE ASSIfi-NADO PELO XM. SR. SENADOR FRE-
DEBICO DE AUIKIOA E ALBIrQUEROLK, PRESIDENTE
DA PROVINCIA, EM 7 DE DEZEMBRO DE ^869.
1* seceo.
N. 148.Portara ao- director do arsenal de
guerra.Respondo ao cfflcio de V. S., de 29 de
outubro prximo Ondo, sob n 203, declarando Ihe
que fica approvada a tabella do rancho da com-
panhia dos educandos menores desse arsenal, que
veo annexa ao seu citado offirio, a qual deve vi-
gorar, no trimestre que linda no ultimo de dezem-
bro do corrente anno.
2* seccao.
N. 152.Portara ao Dr. chefe de polica.Pelo
vapor da Coinpanhia Pe nambucana de 15 do cor-
rente devem seguir, e sero entregues ao delegado
de poiicia de Penedo para transmitir autondade
policial de Pranhas, onde o delegado do termo de
Granito mandar buscar por pessa para isso au-
torisada 30 espingardas, outros tantos correames
e um cunhete com plvora: o que a V. S. com-
munco para fazer constar ao referido delegado do
Granito. ,
N 153.-Dita ao commandante superior da
gnarda nacional de Serinhem.Tendo em vista
a sua informacao de 20 de novembro ultimo, dada
sobre o capitn do batalho n. 43 desse municipio,
Joo Pereira Chaves, resolv transfer-lo da 4" pa-'
ra a 2" companha do mesmo batalho, com effec-
tividade na vaga nella existente. O que commu-
nico a V. S. para seu conhecimento e afim de que
determine a esse olcial que trate de apostilar a
sua patente.
N. 154.Doliberaeao.O presidente da provin-
cia, attendendo ao que requereu o captao do ba-
talho n. 43 da guarda nacional do municipio de
Serinhem, Joo Pereira Chaves, e tendo em vista a
informacao do raspectivo commandante superior,
n. 38, era data de 20 de novembro ultimo, resolve
transferir o referido captao da 4* para a 2' com-
panha do mesmo batalho com effeetividade na
vaga existente nesta.
3." seccao.
N. 155.Portara ao inspector da thesourara
de fazenda.Recommendo a V. S, que, em vista
da inclusa conta em duplcata, a que se refere o
oflicio do capito do porto, datado do hontem, e
sob n. 143, mande pagar a quantia de 66 pro-
veniente do reboque prestado ao brigue-escuna
de guerra Toneleiro, que sabio do porto desta ca-
pital com destine ao da Babia.
N. 156.Dita ao mesmo.Expeca V. S. as suas
ordens para que ao praticante gratuito da repar-
ticao de pelcia Ernesto Soares de Azevedo, desig-
nado pelo chefe para substituir o amanuense Joa-
quim Jos do Reg Rangel, que obteve 30 dias de
licenca, seja paga a quantia de 50J.000 que como
gratihearo mensal deixa este de receber.
X. 157.Dita"ao mesmoTendo nesta data
approvado a tabella junto por copia do^rancho da
coinpanhia dos educandos meuores do arsenal de
guerra, a qual deve vigorar no trimestre que On-
da no ultimo de dezembro corrente, assim o com-
munico a V. S. para seu conhecimento.
N. 158.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Em vista da conta e pret nominal juntos
em duplcala, mande V. S. liquidar, nao so os yen-
cimenios relativos ao mez de novembro ultimo,
das praeas da guarda nacional destacadas na villa
i do Cabo* mas tambera despeza feta no mesmo
mez cora o fornecimento de luz e agua para o
quartel daquclle destacamento e pagar a impor-
tancia de tudo ao commerciants Antonio Jos Pe-
reira da Cunlia conforme soliciten o tenentecoro-
nel commandante do batalho n. 54 de infamara,
em oflicio do hontem. sob n. 181.
N. 150.Dita ao mesmo.A Manoel Hilario de
Geuveia mande V. S. pagar, depos de liquidados
em vista da folha e prets juntos em duplcata, que
me remeden o commandante superior do muni-
cipio do Rio Formse, com oflicio de 3 do corren-
te. os vencimentos relativos ao mez de novembro
ultimo do offlcial e prac,ai da guarda nacional des-
tacadas naquella cidade.
Y H.O.-Dita ao mesmo.Tom tndo em_ consi-
derarn o que expoz o chele da repartico das
obras publicas no oflicio junto per copia, datado
do liont'-m, < sob a. 40o, recommendo a V. S. que
mande entregar ao thesoureiro daquella reparti-
co a quantia da 1:430 iOOO que se faz necessaria
para os novos reparos de que anda precisa a casa
destinada ao asylo de mendiridade, os quaes cons
tam do orcaroehto tambem junto por copia, que
nesta data approvei.
N. 161.Dita ao mesmoTendo nesta data
approvado o ajusto, qae, segundo consta de oflicio
dr 30 do novembro ultimo, sob n. 87, fez o pro-
carador fiscal dessa thesouraria com o Dr. Souto
Lima, na Vjualdade de procurador dos proprieta-
rics consenhores do sitio Natuba, Jos Raymundo
Cabral, Jeronvmo Correa de Amorim, Thom Fe-
liciano da Cruz e Manoel Goncalves Raymundo. e
suas mnlheres. para indemnisaco mediante a
quantia de 1:8003000 o terreno pertenecnte ao
.nesmo sitio, e qne so torna necessario a construc-
cao do agudo da Victoria, assim o declaro a V. S.
para seu conhecimento e direccao, reeommendan-
do ao mesmo tempo que mande entregar nao so
aquella quantia, mas tambem a de 30*,000, que,
segundo o citado oflicio, faz-se preciso para des-
pezas indispensaveis.
N. 162. Dita ao procurador fiscal da thesoura-
ria provincial.Inteirado de qnanto Vmc. expoz
em sea oflicio de 30 de novembro ultimo, sob n.
87, tenho adizer em resposto que approvo o ajuste
que fez como Dr. S rato Lima, na quahdade de pro-
curador dos consenhores do sitio Natuba, Jos Ray-
mundo Cabral, Jeronymo Correa de Amerun, Tho-
raFelicianno da Cruz e Manoel Goncalve* Ray
mundo e snas mulheres para indomnisacao me-
diante a quantia de l:8u0* do terreno pertencen-
lo ao mesara sitio, e qne se torna necessario para
a construccao do acude da Victoria, certo de que
nesta dala expeco ordem thesouraria provincial
para entregar nao s essa qnanta. mas tambem
a de 30* constanto do final do citado offieo.
N. 163.Dita ao chefe da-repareao das obra
to ; aesim o comraunico V. Exc. para scuco-
n b edmento.
X.|65.Dita ao desembargador provwdor da
Santa'Casa de Misericordia.Rospondendo ao ofli-
cio de V. Exc. de 4 do corrente, sob a. 2305, te-
nho a diaer-lho qae approvo a deliberado que to-
mou a junta administrativa d'essa Santa Casa de
arrendar por 9 annos a Manoel Montoiro da Cu-
nha a casa n. 48 sita na Nova pertcncente ao
^patrimonio dos estabelecimentos de eardade, pa-
gando o mesmo Mouteiro a qnanta de 2:0005 an-
nuaes, pelo aluguel do referido predio.
K. 166.Dita ao gerente da companha Pr-
nambucana.O Sr. gereute da coinpanhia Per-
nambucana mande transportar por conta do mi-
nisterio da justica at Penedo, onde sero entre-
gues ao respectivo delegado de polica para os
transmittir ao de Granito, 30 espingardas, outros
tantos correames e um cunhete com plvora, que
sero apresentados por parte do director do arse-
nal de guerra.
N. 167.Dita so mesmo.O Sr. gerente da
companha Pema*mbucana mande dar ama passa-
gem de estado proa at Maccio no vapor que tem
de seguir para o sal, a Miguel Soares Moreira de
Arao.
X. 168.Deliberato.O presidente da provin-
cia, dando cnmprimito ao disposto no art. 8 do
decreto n. 4430 de 30 de outubro do corrente.
anno, combinado cora o de u. 4431 da mesma
data, resolve nornear para presidentes das mesas
de exames dos preparatorios annexos Faculdade
do direto desta cidado, quedeverao ter principjo
em fevereiro vindouro o Drs. Jos Antonio do Fi
gueiredo. Tarquinio Braulio d Souza Amarantho,
Joo Jos Pinto Jumar e Vicento iVreira do Reg,
e para commissarios especiaos dos mesmos exa-
mes os Drs. Joaquim Pires Machado Portclla, re-
gcdor do Gvmnasio, Joaquim Goncalves Lima e o
director do" collegio dos orphos fre Joaquim do
Espirito Santo.
N. 169.Dita.O presidente da provmci, at-
tendendo ao que requereu Antcnio Jacntho Perei-
ra Jnior, porteiro da repartico do correio d'esla
cidade, e em vista da informacao do respectivo
administrador interino de 25 de novembro ultimo,
resolve conceder-lhe um mez de licenca com ven-
cimentos, na forma da le, pura tratar de sua
satide.
N. 170.Dita.O presidente da provincia, em
vista da proposta do director geral da instraeco
publica de 4 do corrente, sob n. 375, resolve no-
mear o baeharel Joo Silverio Marques Bacalho,
delegado litterario do districto de Tracunhem.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. JOAQUIM CORREA
DB AR.UJO, SECRETARIO DO GOVERNO, EM 7 DE
DEZEMBRO DE 1660.
1* seccao.
N. 'til.Oflicio ao capitao do porto.Nesta dala
antorisou se a thesouraria de fazenda apagara
Joanta de 66J constante do offlcio de V. S. data-
o de hontem, e sob n. 143, o qual fica assim res-
pondido de ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
2" seceo.
N. 172.Oflicio ao Dr. chefe de polica.0
Exm. Sr. presidente da provincia manda comrau-
tucar V. S. para sea conhecimento, qae nesta
data 5ir erpedr ordem thesouraria de fazenda
para abonar ao praticante gratuito dessa reparti
cao Ernesto Soares de Azevedo a gratificaeo que
deixa de perceber o amanuense Joaquim Jos do
Reg Rangel que se acha licenciado, e de que tra-
a o seu olBcio de 4 d'cste mez
N. 173.Dito ao commandante superior da
guarda nacional do Rio Formoso.O Exm Sr.
presidente da provincia manda declarar V. S.,
em resposta ao seu oflicio de 3 do corrente, que a
thesouraria provincial tem ordem para pagar
Manoel Hilario deGouvaos vendramos constan-
tes do citado oflicio.'
M. 174.Dito ao tenente-coronel commandante
do batalho n. 54 de infantaria da guarda nacio-
nal do Cabo.S. Exe. o Sr. presidente da provin-
cia manda declarar V. S., em resposta ao seu
oflicio de hontem, sob n. 151, que a thesouraria
provincial tem ordem para pagar ao coinraerciante
Antonio Jos Pereira da Cunha a importancia da
conta e pret nominal, que em duplcala vieram
annexos ao citado oflicio.
N. 175.Dito ao juiz de diroto da comarca de
Garanhuns.O Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar V. S.. que leon inteirado, pelo
seu oflicio de 20 de novembro ultimo, de ter adia-
do para o dia 6 do corrente a sesso do jury da
termo do Rom Cmselho, que havia convocado
para o dia 22 do primeiro dos referidos mezes,
pelos motivos eonetaafea do dito oflicio.
N. 176. Dito ao jniz municipal da pnraeira va-
ra d'esU cidade.Do ordem do Exrr.. Sr. presi-
dente da provincia, transmiti V. S. a guia do
sentenciado Manoel Ronif icio Ferrcira de Mattos.
que ?fo remettida pelo juiz municipal supplenle
em exercicio do termo do Bonito, em oflicio junto
por copia, ficando assim respondido o de V. S. de
5 de outubro ultimo.
X. 177.Dito ao juiz municipal do Rio Formoso.
baeharel Jos Julio Rigueira Pinto de Souza. 0
xm. Sr. presidente da provincia manda declarar
V. S., que ficou inteirado pelo seu offlcio de 2
d'este mez, de haver nossa data assumido como
primeiro substituto o exercicio do cargo de juiz
de direto da comarca do Rio -'ormoso.
X. 178.Dita ao Sr. Gaspar Cavaleanti de Alba-
querque Uchoa.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia aecuso o recebimento do ofli-
cio de V. S. de 1 do corrente, em que participa
ter como quarto supplente assumido o exercicio
das funecoes de juiz municipal do termo de Seri-
nhem.
X. 179.Dito ao promotor publico da comarca
de Pao d'Albo, baeharel Antonio Domingos Pinto
Jnior.O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da declarar V. S. que ficou inteirado, pelo seu
offlcio de 3 do corrente, de ter nessa data reassu-
raido o exercicio das funecoes do sea cargo.
3' seceo.
N. 180.Oflicio ao inspector da thesouraria de
fazenda.O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da declarar V. S. para os flns convenientes, que
segundo participou-me o baeharel Jo* Julio Ri-
gueiro Pinto de Souza, juiz municipal do termo do
Rio Formoso, nesta data assumio elle as funecoes
do cargo "de juiz de direto da comarca daquelle
nome, como primeiro substituto d'elle no impedi-
mento do eflectivo.
N. 181.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te ta provincia manda communicar a V. S. para
4,430do 30 de outubro do corrente anno combina-
do com o de n. 4,431 da mesma dala resolvido no-
mear a V. S. para na qualidade de coramssario
especial assistir aos exames de preparatorios an
nexos a Faculdade de Dreito desta cidado que
devero ter principio em fevereiro vadouro ; as-
sim Ib'o manda communicar para seu conheci-
mento.Igual ao tegedor doGymna-do Provincial,
Joaquim Goncalves Lima, e ao director do collegio
dos orphos. fre Joaqui n do Espirita Santo.
N. 184.Dito ao mesmo.S. Exc, ,o Sr. presi-
dente da provincia, tendo pordeliberacao desta
dala e em vista de sua propesta de 4 do corrente,
sob n. 375, resolvido nomear o baeharel Joo Sil-
verio Marques bacalho delegado Iliterario do dis-
rielo de Tracunhem ; assim o manda communi-
car V. S. para seu conhecimento, enviando-lhe o
titulo do nomeado para ter o conveniente des-
tino.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO EXM. SR. SENADOR KRE-
DERICO DE ALMEIDA E AL9CQ0BKQUI, PRKMOKNT1.
DA PROVINCIA EM 9 DE DEZK.MBUO DE 1869.
1.* seceo.
X. 186.Portara ao Exm. general comman-
dante das armas.Tendo nesta dala approvado
provisoriamente a tabella constanto da copia junta
do arbitramento que procedeu a thesouraria de
fazenda, da etape para as pravas do exercito e da
guarda nacional destacada nesta provincia, do pao
para os doentes das enfermaras militares* da
forragem para a cavalhada do deposito especial de
instruceo, no semestre que tem de correr de Ja-
neiro a junho do anno prximo vindouro, assjm o
communico a V. Exc. para seu conhecimento e
expedico das convenienls ordens.
X. 187.Dita ao director do arsenal de guerra.
Comraunico a V. S. para seu conhecimento e em
resposta ao sen oflicio de 3 do corrente sob n. 224,
que, segundo particpou o director interino das
obras publicas em offlcio de 7 deste mez sok n.
406, recommendou-se novamento e de preferencia
ao respectivo empreitero o calcamento do largo
desse arsenal.
X. 188.Dita ao Consol de Portugal.lendo
exigido do Dr. chefe de polica, por despacho de
17 de novembro ultimo, nformacoes acerca da
3ueixa que veo annexa ao efflcio do Sr. Dr. Clau
no de Araujo Guimares, cnsul de Portugal.da-
tado do dia anterior, dirigida pelo subdito porai-
;uez Joao Jos Ferreira, contra o delegado de po-
ica do termo de S. Bento, aguardo ditas nforma-
coes, que sero |transmltidas opportunamente ao
mesmo Sr. cnsul, em satufacao do que solicita
em offlcio do 6 do corrente. Renov ao Sr. cn-
sul de Portugal a seguranea de rainha perfeita es-
tima e detracta consideracao.
2" seccao.
X. 183.Portara ao Dr. chefe de polica.To-
mando em consideracao o que expoz o chefe inte-
rino da repartico das obras publicas em offlcio
junto por copia, datado de 7 do corrente e sob n.
407, com referencia a oatro, tambem junto por
copia, do conductor Jos Barbalho Uchoa Caval-
cante, recommendo a V. S. qu deas necessarias
providencias para que o guarda Joo Tenorio nao
encontr embaraco no servicu do que se acha a-
cumbido, de tapar duas vezes por semana o no
Beaeribe, afim de terse agua sufliciente para
abastecimonto da cidade de Olinda
X 190.Dita ao commandante superior da
guarda nacional to Limoero.Para que possa
ser submettda approvaco do governo imperial
a nomeaco que V. S. propoz em seu oflicio de 19
de novembni ultimo, de um dos majores ajudan-
tes de ordes desse commando superior em subs-
ttuico do major Luiz Francisco Barbosa Cumar
que V. S. declara ter-se mudado para esta capital,
cumprc que preciso a data da ordem que autori-
son a concessao de guia a csse oflleial, e a em que
foi esta expedida.
N. 101.Dita an mesmo.Tendo, deconformi-
dade com o seu oflicio de 26 de novembre ultimo,
nomeado para o batalho 11 de reserva desse mu-
nicipio os ofliciaes constantes da deliberacao desla
d.?ta Inclusa por copia, deixei de nomear os cida-
dos indicados para tcnente quartel-mestre por se
tobar osle posto preenchido poi Jos Francisco do
Amaral. que tem patente datada de 21 de julho do
anno p.-.ssado, e para capito da 3" companha por
se adiar tambera preenchido, visto nao ter silo
inda rosolvida a passagear. que solicitou Firmino
Correa l'essoa de Moli, no rcqneriracnio que fui a
informar a esse commando superior por despacho
do 16 do junho ultimo O que communico a V. S.
para son eonhecimento e direccao.
N. 192 Dita ao mesmo.Tendo neta data
privado dos postos para qno foram nomeados por
deliberacao de 4 de maio do anu prximo passado
os ofliciaes do 11 batalho de reserva desse_ mu-
nicipio, constantes da inclusa relariio. visto nao te-
rom solicitado suas patentes no prazo legal, e acha-
rem-se comprehendidos ni disposico do g 1" do
art. 65 da lei n. 602 de 10 de setembro de 1850 :
assim o communico a V. S. para seu conhecimento
e direccao.
X. 103.Dita ao mesmo.Toado de conformi-
dade com o sou oflicio de 26 de novembro ultimo,
nomeado por deliberado desta data, a Jos Anto-
nio Pestaa e Jos Francisco Cordeiro de Arruda,
para capitaes, aquello da i' e esto da 2' compa-
nha do 10' esquadro de cavallaa desse muni-
cipio : assim o communico a V. s. para seu co-
nhecimento e direccao.
X. 194.Dita ao juiz municipal da primeira va-
ra desta cidade.Transmiti a Vmc. a informa-
cao junta, que a rcspeiio do sentenciado Ado, es-
ravo, que se acha no presidio de Noronha, deu o
juiz de dreito da comarca de Itaborahy, segundo
oflicio do presidente do Rio de Janeiro de 25 de
novembro ulmo.
N. 195.Dita ao commandante do corpo provi-
sorio de polica. Pode Vmc. engajar no corpo
sob o seu comffcando, o paisano Jos Eugenio da
Silva, a que alinde o seu offlcio n. 55b de 6 do
corrento, tendo para isso a moralidade precisa.
X. 106.Deliberacao*.0 presidente da provin-
cia attendendo a que nao se acha definitivamente
organisado o 11 batalho de reserva da guarda
nacional do municipio do Linroeiro, e tendo em
vista o offlcio do respectivo commandante supe-
rior interino de 26 de novembro ultimo, resolve de
conformidade com o art. 71 da loi n. 602 de 19 de
setembro de 1850 e aviso circular do ministerio
da just.cade 15 de fevereiro de 1860, nemear pa-
ra o referido batalho os ofliciaes seguintes :
Eslado-maior.
Atieres porta-bande iraSimplicio Goncalves dos
Santos.
l*companhia.
AlferesAntonio Luiz Jacintho Jnior.
2' coinpanhia.
Tenen|Jos Cesar de Mello Faleao._r-
AlferesJoo Ribeiro Pessoa de-Lrcert.
4* coinpanhia.
TenentcAntonio Bezerra Cabral.
X. 198.Dita.O presidente da provincia at-
tendendo a que nao est definitivamente organisa-
do o 10' esquadro da guarda nacional do muni-
cipio do Limoeiro, e tendo era vista o offlcio do
respectivo commandante superior de 26 do no-
vembro ultimo, resolve de conformidade com o
art. 71 da lei n. 602 de 10 do setembro do liSO
aviso do ministerio da justica de 15 de fevereiro
de 1860, nomear ao tcnente Jos Antonio Pestaa
e alferes Jos Francisco Cordeiro de Arruda, para
capitaes, aquelle da l" e esle da 2a companha do
referido esquadro.
3" seceo.
X. 100.Portara ao inspector da thesonraria
de fazenda.Em vista da folha, relaco nominal e
pret, juntos em duplcala, que me remellen o
commandante superior interino do municipio de
Flores com offlcio do 6 de novcmbro-nltimo, man-
de V. S. liquidar os vencimentos relativos ao mez
de outubro deste anno, do alferes Jos^ Raymundo
Pereira, e das praeas que sob o cu" commando
te achara destacadas era Villa Bella, e pagar a
sua importancia ~pessoa a quo se mostrar auto-
risada para isso como procuraV do mencionado
alferes.
N. 200.Dita ao mesmo.-Mande V. S. depois
de liquidados em vista da ollia e pret nominal un-
to era duplcata, que me rcmettea o coramandan-
te superior do m'unicipir. do Recifo com offlcio de
6 do corrente sob n. 451, pagar os vencimentos
nnhiicas Tomando em consideracao o que expoz >
Vmc era seu offlcio de hontem datado, sob n. 405.! os dev.dos flns que segundo part.c.pou o promotor
tenho adizer era resposta que nesta data recora- f publico da comarca de Pao dAlha'baeharel Ante
mendei "KurarS provincial a mandar entre- nio Domneos Pinto Jnior, em office de 3 deste
gTr ao thesoSro desL repartico a quantia de nossa data rcassumlo elle o exercicio das
dessa .
-.430S que se faz necessaria para os novos repa
ros, de que anda precisava a casa destinada ao
asvlo de mendicidade, os quaes constam do ore i-
mnto que veo anoexo ao citado ofioio.
X. 164.Portara ao director da I aculdide d>'
Dreito d'esta cidade.-Tendo, por deliberacao i
hoje e em cumprimeoto do disposto rr> art. H" decreto n. 4,430 de 30 de oatubro do correlo
anno, combinado cora o den. 4,431 da mesma data,
resolvido nomear para presidente das me-as de
examos dos preparatorios annexos a <-*a 1 icnt-
dade que devero ter principio om ti-vreim vra
douro os Drs. Jos.Antooi. de Kigueire.io.Tar
quinio Braulio de Souza Amaranto, Joao I
to Jnior c Vicente Pereira do Rego.e pai
missarios especaos dos mesmos exames osi urs
Joaquim Pires Machado Portella, regedor do Gytfl-
nasio, Joaquim Goncalves Lima e o ^rector "
collegio dos orphos fre Joaquim do Espirito saa-
Lyra
Angusto da
mez nessa data rcassumio elle o exercicio das
funecoes d i respectivo cargo.
4" seccao.
N. 182.Offlcio ao Dr. Jos Antonio de Figuri-
reo.S. Exc. c Sr. presidente da provincia tendo I
por deliberacao de hoje e em vista do disposto no
art. 8." do decreto 4,430 de 30 de outubro do cor-
rente anno combinado com o de n 4,431 da ms-
ma dota resolvido nomear a V. S. para presidir
urna d meia de exa'mes dos preparatorios anne-
xos a l'aeal lade de Dircito desta cid uta qae deve-
i m fevereiro rittd rot; ;.>-im llir
nd:t eotninnfiiear para sen craln-cimento.
t* Drs. Tarquinio Rraulw de Soou Ami-
Joio Jos Pinto Jnior e Vicente Pereira do
io. Dito ao Dr. Joaquim Pires Machado
Portella. director geral da intrucc.ao publica.S.
Exc. o Sr. presidente, da, provincia tendo por deli-
beracao de hoje c em vista do disposto no dtereto
Tenente eirurgioFeliciano Pereira de
Lopes. ....
Alferes portabandeira Manoel
Costa Bevoredo.
1* companha.
AlferesFrancisco Lins de Paula.
2* companha.
'TenenteAntonio Vctor Vllarro.
AlferesAntonio Luiz Bienes.
4' compaa.
Toncnte -Francisco de PaulaGomes dos Santos.
Alfer -Eloy Travasso Sarinno.
N. 1#Dita. -O presidente da provincia re-
solve privar dos postos para que foram nomeados
por deliberacao de 4 de nulo do anno prximo
passadn, os ofliciaes do 11 batalho de reserva da
guarda nacional do municipio do Limoeiro abaixo
declarados, visto nao terem etles solicitado-suas
patentes no prazo legal, eestaretn por isso cpm-
prehendidoi na dieposicao teS.jV* art- 6d aa
lei n. 602 de 19 de setembro de 1850
Estado-motor.
Tenente cirorgio Joas Mirtms da C-jto
lio.
do offlcial e praeas da guarda uacional destaca-
dos na fortaleza do Brum, sendo os daquelle a
contar do 7 a 30 de novembro ultimo, c os destas
relativos a segunda quinzona do mesmo mea.
X. 201.Dita ao mesmo.Respoudendo ao offi*
ci de V. S. n. 34 de 3 do corrente, tenho a dizer-
Ihe que fica approvada provisoriamente a tabella
junta por copia do arbitramento a que procedeu
essa thesouraria da etapa para as prac is do exer-
cito da guarda nacional destacada nesta provincia
do pao para doentes das enfermaras militares e
da forragem para a cavalhada do deposito especial
de instruceo no semestre que tem de correr de
Janeiro a junho do anno prximo vindoaro, sendo
esses vencimentos calculados na razio de 500 ris
o 1.* de 73, o 2. c de 900 ris diarios o 3.".
X. 202.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.-Depois de processada, em vista da conta
junta em duplcata a despeza feita. durante o mez
do novembro ultimo, com o fornecimonto de luz, e
agua para o quar^l do destacamento de guarda
nacional existente na -villa de Iguarassu, mande
V. S. pagar a sua importancia a Joo Luiz de Al-
meida Ribeiro, conforme solicitou o chefe de po-
ca em offlcio de 6 do corrente sob n. 1701.
M. 203.Dita ao mesoExpeca V. S. suas
ordeos para que cm visto do pret ein duplcala a
que se refere o offlcio do commandanto superior
do municipio de Serinhem de 4 do corrente sob
n. 39, sejam liquidados o pagos os vencimentos
relativos ao mez de neverabro ultimo do* guarJas
nacionaes destacados na povoacao de Gamelleira.
4* seceo.
X. 204.Portara a cmara municipal da cida-
de da Victoria.Dando soluco a consulta da c-
mara muuicipal da cidade da Victoria de 9 do
mez lindo, declaro quo pelo art 467 do regulamen-
to n. 120 de 31 do Janeiro de 1842 as autondade
criminaos tem direto as castas que lhe sao divi-
das e contadas em processos erraras e a metade
das mesmas nos casos dos arts. 99 da lei de 3 de
dezembro de 1841 e 460 do regulamento cima ci-
tado, c mforme se v do art. 51 do decreto 1,581
de 3 de margo de 1855, e dos avisos ns. 40* de 29
de dezembro do mesmo anno, e 86 do 27 de feve-
reiro de 1866, e que igual direto ten. o patrono
que defende roo pobre peranteo jury s'gundo de-
cidiram os avispa de 15 de fevereiro de 1837 a n.
233 de 31 de maio de 1860. .
\ jOo.-Dita ao gerente da companha Per-
nambucana Pode Vmc. fazer seguir para os
portes do norte o vapor Piran hoje a hora indi-
cada em sou oflicio de hontem.
I XPKDIESTE ISSKKAPO I'EI.O SR. DR. J0A01IM CORREA
DE AUAIJO. SECRETARIO DO GOVERNO, EM 9 DK
DEZK.Mlill.....I 1869.
1. seccao.
N. 206. -Offlcio ao Exm. "Sr. general comman-
dante das armas.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia communico a V. Exc, para
seu conhecimento, que o recruta Mam el Daraasio
Ferreira. nao deve seguir por ora para a corte,
visto que tem requermento pendente de decisao
final da presidencia.
2.a seccao.
N. 2*7 Oflicio ao Dr.' chefe de polica.O
Exm. Sr. presidente da provincia, respondendo ao
oflicio de V. S. dalado de 6 do correte e sob n.
1701, manda declarar que a thesouraria provincial
lem ordem para pagar a Joo Luiz de Almeida
Ribeiro, a quantia de 13*850, constantes dq citado
olllcio. .
X. 208. 1 lito ao commandan e superior aa
guarda nacional de Serinhem.Xesla data auto-
risou-sa a thesouraria provincial a pagar osveii-
tmenlos constantes do offlcio de V. S. datado de
4 do corrente sob n. 39, o qual fica assim respon-
dido de crdein do Exm. Sr. presidente da provin-
X 200 Dita ao commandante superior da
gu'arda nacional de Flores.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. em
resposta ao seu oflicio de 6 de novembro ultimo,
que a thesouraria de fazenda tem ordem para pa-
gar os vencimentos consuntos do citado oflicio.
X. 210.Dito ao baeharel Luiz Antonio Pires,
juiz municipal do termo da Escada.O Exm. Sr.
presidente da provincia manda declarar a V. S.
que ficou inteirado pelo seu offlcio de 6 deste mez
do haver nessa data reassumido o exercicio das
funecoes do sea cargo por ter melhorado de
seuspadecimentos.
3* seccao. ,
X 211 -Oflicio ao inspector da thesouraria de
fazendaDe ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia declaro a V. S. para os decidos fias,
que segundo particpou o juiz municipal e de or-
uhaos do termo da Escada baeharel Lua Antonio
Pires em offlcio de 6 deste mez, nessa data reas-
suraio elle o eiercicio do dito cargo por ter me-
Ihoradtj dos seus padecimuntos.
. 212.Dito ao raesmo.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda transmittir a V. S. a
inclusa ordem era duplcala sob n. 690, expedida
pela repartico do ajudante general do exercito.
X. 213.Dito ao chefe da repartico das obras,
publicas.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
tomando cm consideracao o que V. S. expoz eu
seu offlcio do 7 do corrente sob n. 407, acaba de
rerommendar ao chefe de polica a expedica de
uas ordens para que o guarda Joo Thenorio nae-
encontr embaraco no servico de que ae acha in-
cumbido de tapar o rio Beberibo dnas vezes por
semana, segundo consto do citado offlcio qae nca
assim respondido.
despachos na presideucia nx HtovraaA DO WA
31 DE JANEIRO. ,.._.
Candido Jos Pesioa,-Informe o Sr. Dr. enero
CCandido Joj Pessoo.-Conco*) o praso reque-



*

.





2

Diario de Vernambuco Quarta feira de Fevereiro de
1870.
4

rido -se ordwn nara 3obc"U
do snppwwnlw p;ir:i a curie.
Fraiiclsr i do Novaes Ju
greg alalha de infund guarda
naeion.il deste municipio.
Francisco Manoel de Miranda.Informe o Sr.
esembargador provodor da Sauta Gasa do Mise-
ricordia.
Francolina CrtWioa da Silva.Informe o Sr.
Dr. c'iete 4b pol^H
Jos B.ilsaboi Qnbcalves Lr.ni.Revalide o sel
le do reqnerimente do governo imperial.
Barl*,"3l .Manoel Jos de Oliveira Miranda In
foriof e Sr. Dr. jaic do direito especial do com
eroi i.
ISIni Jisii da Rocha.Informe o Sr. general
couimsudduio das armas.

Reparisto t *ecao.Secretaria da pofceia de IV-rnambu-
o, i- ile fevereiro de 1870.
N. t :*>.Illm. e Bxin. r.Levo ao conbeci
meno de V. Esc. que, segundo consta das parti-
eapari"Mw |eoebidas luje oesta reparticao, toram
recil!iiilofciateui casa de deieneo,'os segun-
A/ iitiulia erdein, Argewir*, escravo do Exm.
Cara i de Ortegipo, por aa-far tigido.
A' ordem do f>r. delegado desta capital,- Jea
-quim. escravo de Laarkute Francisco do Sor
Leaia.-il., i).ir fgido.
A* ordem do -uliJMegitd. do Recjfe, o ameri-
tan^ .lu MrW Joio Madorao, a requisi(;ao do res
peo A' ordem do'de S. Jos, Jos Francisco dos An-
jos or disturbios.
A' da Coao.cao por disturbios, lleitur IJarbesa Xa-
vier 4a Silva e Amonio Uaruosa Xavier da Silva,
cono eiimpliee om ornan de furto de cavallos.
Por offieki de 12 de inez prximo iudo commu-
qimu-iiiu o delegada do termo do Boin Omseiho,
que l'ia all captarado e recolhido a respectiva
cul.'ia ii :n inJiv.dua do iiome Manoel Jos Ignacio
por ter dado uin liro <-m Tliomaz,escravo de Frao-
neo Rodrigue* de Mello, morador no lugar Ge-
Mmpo ti'.-i | i -i<>* termo, e i|ue por esse criitio o
fi-ri lo M.iaool fos l^'iiaer ja se acha proees-
sad".
Em officiii de 31 do mee passado narticipoa-
a*e o iWcgado te Ipojuca que no dia l do mes-
mo mea, em terHas do enseiho Marautiao d'aqud-
la termo entercndose em una arvore margem
do rio l;>ojura, nina preta de nome Silvana, os
crava de Bernardo i unes de Oliveira, 'alli mira
dor, (|uo o respectivo subdelegado, apenas soube
desse faco, dirigi-so ao lagar do sinistro, proce-
dan ;i competente vistoria e proaegae as neeessa-
ria> ind.igijoes, m de verilear a causa que le-
vou a referida itscrava a pratiear scmelhante at-
teOlado.
l'or alacio datado de boje declarou-me o sub-
delegado de Sauto Antonio que, das avariguacoc>
a que petcedeu ajorca d..s firimmtos de Manuei
.hu.'iIi. ilejjuem tratei em minba parte dia-
ria, son u. ll^le 29 do Janeiro ultimo, verifica
r.i que fontal el es ca.-uacs, visto como pelo prn-
prio .Man .'I Hayinuo !o Ihe foi rttyo que, e ahjuuia e.ius embriagado, fon deiiar-se no cae*
do IImios, doude cahir na toar; soffrendo nes-
sa occaxiao os mencionados formentos liem como
que nao invalido, e.jino cutio artirmara, e san
es-praca do exercit.
Em iilllrio laniln'in Jesta data partecipou-ne o
sn'iiele^alo d.t Uja-vistn, c|:ie na uiauliia de bo-
je na caemibi do quintal da casa sita a ra de
I'iy-^n ii d'a melle distrieto em que inora Manuel
Goiic^ihvs .lo irrus, f io escravo Raymundo pertenceat a Antonio Gon-
calves J,; Barros : i|ue, logo que leve ciencia do,
faeto conyarM-iii ,i aqaelle lugir c fez proceder
a competente resl iria, em vMa da qual declara-
rain os facultativos pac a ia irt hara fklo o re
sullaio de aspliixi i por submerro, e que das
deligeacias a que proceden a lal respeito sonbe
que o referid., escravu solfna ha tempos de abe-
aeJtn lOental.
mta nwstni d.iia eommunica-me o subdelega
(lodo Reate que h.intem pnr volta de mete nouie,
etevudo ao >eu eonliei'.irmntu |ne se manifesta-
va nal Incendio na parte de deiraz da Casa de
\U41 '-o I'.mandes da Silva Manta, sita ra do
Mar 'vm matriz de-so sigoal ifo fego, e dirigile im
meiati ivnte aofi.-'ir Indicado, ondo chegando
irato.i de fajer extinguir i> incendio, o que foi lo-
go conseguido, nao obstante o scu estado de adi-
aat.fui-nto, m'dianto os esforeos do referido Man-
ta e seus escravos, bem como dos valiosos soc--
curros las pessoas da vi-hi'a.ui^a .jue aecudjeam
da jiroinjt.) e da bomba do arsenal de m uinlia
que comparecen logo, eoippareeendo lainbem una
f lito Jo.i> ADastaoio, a bamba do arsenal do guer-
ra o alguiuas praeas do brigue barca Itmniinicu,
a man jado do lente lluliosa que uao traba
Iharam por nao ser mais preeteo.
Que m todo o trabalho da extinecao do ineen-
flio. nfliioii a umior erdem pofsivel, tomando-se
digio; | esnecial menso o lente Joaqunn Ro-
rtrie i l'infieiro, e os ciiadaos Herculano Jos
i! (: :^;,.< Pioheiro e Paulino de tal.
'}>- seghndu o resultado das diligencias que
": r ^0(1 pin desobrir a origen do ineeomo,
vi rni.-i ii que fra devido ao descuido de u:n prelo
\,-! i -tufo do mencionado Manta, que dorma
*rai-i < o i d mu i.d acoii'eciniento, do qaal nao ha
m i |i|'ju' is a lamentar-se.
" |e- ludo foi por miin presenciado, por ler
liu.-i iiirnmparejidB ao lugar do sini-tro.
* o" guarda V. Exc.Illui. o Exm. Sr. se-
i r Fmderico de Almeida e Albuquerque, pre-
-i lente Anbmio Fernandes Pinheiro.
thaatro, sira*.lo por estas exageraBe, i tev ou
'hefe politice a Honrada com-
missao permane-jle, que o mandn com a mutica
a exttra porta.
ministros estiye pssscio. Bostamante parti
no dia l pan 0 Irttoral, afhn de visitar alguns de-
partamentos ; Adopao Rodrguez Coi a*uenos-Ay-
res dar (mr linda a sea missao relativa aus nego-
cios do Paraguay. A carta revotarte a proseo ta-
la por este diplmala ao presidente Sarmiento, e
a respo^ta de>t -aodous documeaw quo revelam
as mtlhoris relacGes entre os d ciproca estima entre seus funecionanos.
Esta causando reparo a demora da retirada de
nossas forcas, que foi ajustada can os represen
tantes da coiilederaeio e do E-tado Oriental. Um
corrertKindente do Sjuo acaba de escrever a este
respeito as segtimles linlias, puo acharam echo :
0 goveinn oriental e o argentino deram exe-
EXTERIOR.
MONTKVIDO 15 DE JANEIRO DE 1870.
I'-ueas e sem nteresse sao as noticias que tenho
de dar agora desta parte da Ameri a. Todava
anr t conservar sempie em dia o publico do Bra-
sil t Piata passa-los hei em revista. Elies sWviro ao
meaos para jui^ar-se do movimento, tendencia, as-
- pira-io d actualidade dopaiz.
?J'iem prestar atlencao as cousas de Montevideo
iis ao lii i de Janeiro eno conduza a noticia de una
r^viilncio em camoo, ou pelo menos em projecto
Ii' o fJ| obrigsdo de toda a siluaeao polilca; o
iarUaota mais do paladar desta gente, que vai cus-
anlo a cauprebender cemo so pode viver sem
- uon briga.
AralmaraaMO par un momento os boatos rela-
tivos .(, l-.'vantamonto do Goyo Suaroz, que, tran-
qiH i em sua e>taneja, explora a3 minas de Cn-
lupiui, e ja os jormies nos refersm ura motim em
1*jv> kIu. suscitado no quariel da puarnifao d'a-
quflt cidada por algans reeiulas. A parle oli-
eial, duda pelo cimuiandanto da guarnicao, diz
q ie, ni vista de dunnnciu de um. preso, foi \jllo
ifcVevraiito Je que algons recrutas tiuhain inten-
ni'i do azer o motim ; qoe, para conta-Jo ao to-
.>'..Mriaa numiaa que todo o destaca-
iiH-ato, iwe e.tava fonittdo, eneostasse as armas,
qoe. ao euntrario, avancaram com attitudo holi-
cuatr-a os affliaes, quo estavam reunidos em am
,'i ip-i; os quaes para repell-los, ompregaram
t;< sein rewolvers, HMtaado-os.
AIMorte nao est omito clara para que diga-
m.!-. e o %/'< atrma que aquellos tras iufelizes,
*em turma alguma de proaesso, e apenas por urna
imples usara, foram .uzilads por ordem du
*oltr*Hto olReiai t Ogoverno aennuma prvido-
na la. o sen orzao, a tribuna, reforiudo o faOto,
aatordades de i'aysandu pela conducta
-Igiia que tiveram, suljcando aquello mentado,
- MAhdo, como parece ser. poderte tor
isequaneias dnrastaoaas. Todos dias re-
oeeurrtwetea.eem que a ninguem
r um desgracado 9oladomariy-
iwassjnado por seus proprias officiaes,
ladeiroj ihairavoa, decapando-te em
' .aescosete.
*r m soldados cabe dizar que, com o
irossram do Pamjuay formn o
i de um novo bal bao de knha.
ando deu ao teaanle coronel Vasquez,
ni feilu a campan'ia desde o principio, sen-
i implo com qM eqtreier a ri-
ea^B^aBam bnaaicos a orien ron-a
rao fiel ao pacto que assignaram, retirando saas
forjas de guardas nacionaes. O Bra^it ainda nao
reUrou um s.j soldado, nem retirar, segund. > nos-
sas n.orma^oes. Us generaes brasileiros dizem
quo lies se comprometieran! a retirar a forca.po-
rm nao declararara quando, e que se ns outros
adiados (KXK'ederau deoutra forma porque qui-
teram, p.o obrigando este proceder ao Brasil.
Cuotiaa o correspondente fazendo sobre este
assumpto maliguas iasinu.Hoes. c allirmano que
procuramos licar s na guerra para dominar no
:\iraguAy, e conservar na espadua das repblicas
do l'rata, como urna ameaca perenne, um xercito
treiueido, apoiada em urna e-quadra encoiiraada.
Sem (far grande apreco a estas exagera(;d>s, nao
posso'comtodo ueixar'de concordar em que esta-
mos fazendo urna despeza mutil, e alimentando
suspeitas, niauundo no mesmo pe o nosso exercit
depois dos ltimos triumphos. Entretanto consta
me que o ros'erno imperial ja onlenou a descula
de nossos bravos, e nao sei o motivo purque anda
eiles nao se nioverarn ,
Dizem quo a cansa procede de hawr deiwio de
qne elle* marebem reunidos a desembarcar nessa
cne, fin de surera recebdos em triumpho. Tam-
bem em liuerio^-Ayres fez se o mesmo, o houve
at urna recepco brilhante. mas os proprios que
concorreram para elle estad Ji arrependidos. Nao
se traii-fiTe asshn de chofre dos acampamentos
para as grandes eapRaes, cheias de prazer**s. urna
soldadesca vida de gozos, sem que a morahdade
e a ordem publica soffram extraordinaria pertur-
ba cao.
s jornaes daqaella cidadeda ultima semana re-
ferem requente-i roubos o assassinatis que teem
sido perpetrados por alguns dos infelizes soldador,
e contara mesmo que niui'os aventuraros, sabendo
que elles tinham recebido os seus sillos atrasa-
dos, os chamara a si, e no meio de umjog sim-
lalo os desp ijam de todo o diulieiro. irapeBintlo-os
depoi< embriaguez e ao criav. E' o reverso du
raed Iba de face brilhante. Seos porlenhos esto
sentindo estestes iucunvenier.:es com pouco mais
d* 1,00(1 h mons o que nao nos acontecer com
umorpn deercHode B,(W0 homens, embira
seuraJdrselpJinadoso do meihor ndole ? Quem
ni se excede 110 meio de festas que "exaltam a
imaginaao ?
A questao bancaria ainda a preoceupaca^do
g iverno oriental, e o ministro da fazenda Duncan
Stewart nao se descuida da sua Vesolucao. l'or
de.r.do de 8 do crreme creoo elle urna eommis-
"^o, com o lilil.) de conielho de crdito publh-n, e
jnposa de cinco memliros, a qual tem obriga-
eao de lazar todo o s^rvieode divida publica, e de
aconelb.ir ao gnvertto Indis as medidas que Ihe
parecerem uteis para, firmar o crdito nacional.
Os inembrns da anliga com'raisso nlcal far.em par-
te desta, que ficou iule;,-rad.i eim o< Srs. Dr. Jo-
Mara Muuoi c Blaze Vidal. Insrallada no dia 18,
foi eieHo logo sen presidente o r. Thomaz Tiim-
kinson.
Por nutro decreto da mesma data se estabele-
ceu urna segunda commisao eomposla de nove
negociantes e proprietaries da eapiMl, para auxi-
liar a primeir.i em todos os seus trabamos linaa-
eeiros. cieiip: jinetteiido-e ogoverno a submetter
ilisrussaode ambas os projectos quetenhara por
flm resolver a crise commereial, e evitar os in-
convenientes e os perigos dos bilhetes hoje em
circulac.i.
0 governo fez preceder a exped>rao; dest de-
creto de arad solemne declaraco, alllancando se-
rem iuteiramente filsis na boatos que ci'rculavam
sobre suatiutcncau de esubelecer um banco na-
c mal, idea qne Ihe parece mui funesta ana inte-
resses ila n.ieao. Entro os nove nomnados aclia-se
o negociante brftsileiro Antonio Braga, rocioda
re-peitavel easa de Coireirao & C, U qual pudo
exoneracio com n Sr. Gibis eGapurro.
Alguns melborameiitos materteea tamh#m se
aebam am via de exeem-ao, sendo os prinriteniin i
collociicjo de u\:us pbaroes, um no Cabo de San-
ta Mara e oiitro rio banco inglez. para o que o go-
verno ja Kttefeeu quatorze pfo|Kistas. e o melho-
r.miento 1 o p>r!o de Montevideo, para o qual fui
aberta concurrencia na Europa, at o dia 31 de
dezembro lindo.
Dos dados estalisticos ultimaffionte publicada
verilic i-se ijuo a oxportaeao da repblica Orin-
lal no anuo lindo levo una diminuicao de cerca
de 2S por cenlo comparada com as dos dous an-
nos anieriores, e 17 por cento comparada cun a
do auno de 1866.
A dilferenca a favor da impnrlarao foi no nnno
de I8ti le :t7 por cento ; no auno* de 1866 de 46
por cento. no de 1867 de 31 1/i por cento, e no
de 1869 de 49 por cento.
Eis conhe-a nina das causas principaes da
crise commercial porque tem pascado este paiz, e
que ainda o amoaca seriamente. K ura vicio eco-
nmico que se vai convorlendo em fado ordina-
ria, e que reclama a mais seria atteacao dos altos
poderes do estado.
Nao ha paiz no mundo quo possa prosperar, por
mais rico que seja, quando a balanca do comtner-
co Ihe sempre desfavoravel. Espcra-se este un-
no urna grande cidheita de trigo, e compensa-se
assim a reduccao quo tem havido na exportacao
nos anuos an>'nores. As farinhas de Montevideo,
cun effito, embora nao sejam lio claras como a
dos Estados-Unidos o Chili, sao todava ex relien-
tes, e podem achar nos mercados prximos gran-
de consumo.
INTERIOR.
Ro di: .5 \m;ih
35 DF IAITWB0 DE 1-
S. M. o imperador, acompa ,s .
manario, cliegou Ir
niil de marinha, ene na gfleota iniperial e
visitn o trapiebe Ferreira Alves, da Gamboa ; era
seguida foi liba do Bora Jesus, onio vistou o
asylo d invlidos da patria ; Toi tambeai paute
da Arnaapo, a regresson ao mesmo arsenal s 3
horas da tarde.
P'i artas imperial de 2i d0 corrate tiram
natnralniados os subditos partuguezes BernarJo
Ferreira Goncalves e Joao das Naves.
5o
sao de inspector da thesouraria do Cear.
Por decretos de 19 do eorrente*:
Foi reconduzido o bacharel Bernardo Dias de
Castro Sobrinho ho lugar de.juiz municipal de
orpliaos d u rmo do S. Leopnlotyda, provincia de
S. redro do Rio-Grande do Sul.
Foi removido o juiz muuieipal e de nrphaos
bacharel Jorge Auguvlo de BYito Iaslez, do termo
de Muaii para os h Melgaco e 0.'iras. iodos na
provin.ua do Para, pnr assim o bornee pado.
Foi designado o capilao do batalho de infanta-
ria n. 39 d.a guarda nacional da provincia de Per-
nainliiico, Umbelino de Paula Sonta Leao, para
exerecr |s fuurcoes de major do mesmo batilnao
Fez-se merc a Augusto Cesar da Cuulia da ser-'
veniia vitalicia do officio de eserivao Je appella-
eoes da rctego de Pernair.buco.
Foi perdna'da a Francisco Jos Teixeira Bastos a
pena de dous mezes de prsao e mulla correspon-
dente melado do lempo, que Ihe nipOz o jui de
direito da comarca Je Cabo-Fro, na provincia do
Rio de Janeiro, por crime ie injurias verbaes.
Por decreto de 22 de Janeiro do eorrente anno
foram concedidas ai honras do posto do lente
do exercit ao alteres do 24. corpo de volunta-
rios da patria Joo Candido Borges de Athayde,
em attencao aos relevantes snicos prestidos na
guerra contra o governo do Paraguay.
Por portara de 22 de Janeiro de 1870 teve tre*
mezes de licenca para vir a esta corte tratar d;
negocios de seu parlicular teresse o 2." cadete
reformado Josino Machado Malhoiros Braga, resi-
dente na provincia de Pernambueo.
Por ouira portara de igual data leve lieenea
para raHdir na villa do Pirahy, provincia do Rio
e Janeiro, o soldado de voluntarios da patria, a.l-
dido ao respectivo asylo. Joaqun) Ferreira dos
sanies.

Por decretos
madus :
O capitn-tenenlc Manoel Joaquim de Castro e
L ista (< mesmo posto e com o respectivo sold
por intero, na conformidade do alvjr de 10 de
dezembro di 1790, visto contar 2' annos de ser-
vico o achar-se imposibilitado de oelle conunuaa.
_Pi>r:deereto de igual data foi nomeado i." airur-
gao do corpo de aaJe da armada o Dr. Florenti-
no Telles de .Menezes.
Por portara de 21 do eorrente foi nomeaJo o
I." tenenle reformado da armaja, Gamillo Je Lel-
mais impar
itramo
que
de, 21 do eorrente foram refor-
"or damos por extenso as notfetea
{n**; alm das quaes apaajas eu:i
joinaes as que seguem :
--Aicancami^ de dezembro es jornaes
receoemos desta provincia.
diocesano.
~rlo'sV>* Procimeia de 6oaz :
us-r. David Caudino da Silva, morador as
Ares^iegna e meia ao sul da capital) acsba de
runflar em sua residencia um fabrica de fundi-
cao deftrao, qne esta funecionando ha varias se-
ma" w??- resultadl,s animadores.
- A fabrica por ora urna experiencia, um en-
saio, convinha mesmo que assim se eomecasse.
tero um so eadinho que d quatro fundcoes por
oa, sendo cada uraa de oito libras do ferro ; um
arrouba diaria, por eoiisequepcia.
A experiencia vai legrando am bom xito ;
as podras da Chapadinha, que o Sr. David manda
vir de preferencia pela cr.mmodidade do transpor-
te, aaDajipellentn qualidade quer de ferro, quer
deaap. Dizem que as douro Fino aindi sao
de mal or qualjdade. e mais*abundantes de metal.
Ja se estabeleceram junto fabrica tres' offl-
cinas de ferreiro, que esli constantemente em
trabalho, afeicoando em instrumentos de lavoura
o ferro que vaise f roduziodo.
luformam-nos que a fabrica eofflcmas nao po-
dem salisfazer' grande affluencia de encommen-
das do foice-V rnacbados, ele.
0 Sr. David nao se ha de arrepender; alm
dos lucros que ha de sem duvida auferir em
grande abundancia, prestou ura relc^ntissimo
servgo a Goyaz.
rio-guaisdk do sdl.
A alfandega do Rio Grande rondeu, durante
e exercicio de 1868 a 1869 e no i semestre do
exercicio eorrente:
868 .-
Inlho............. VA: 7043422
' ............ K4:8823lo
Agosto............ I63:l023:i(
Setembro.......... 12:94 \ 58*0
Outubro........... 24i:'.)21Wl6
Novembro......... 190:3422229
Dezembro......... 5dS:63fi9i6
ISG'J.
Janefro............ 249:7818060
Fevereiro.......... vK: 1761938
Marco............ 202:7 f.312*)
Abril............. 009:782-5922
Mato.............. wJtsszn
Junbo............ :74:41.'iOl
rante a noute.
Na parto alia da ridaile
i^e onie. findanflo-se mh fitr-
ik> cge-
-18, eirtrn fn
1003000
I2U400
1003000
138-J300
4003880
3.l."9:73:t762
ISC9.
Julho.............
Agosto............
Setembro..........
Outubro..........
Novembro.........
Dezembro ....... 0:5IW6
Ii:63il48
74S2209
442:141 m I
448:Oo."3i8l
317:7^0 JKO
2,2S3:o3754i5
mo de jwkiiio.
Pelo ministerio da ju-tir-a foi publiado as
seguntcs consnlta e deciso :
' Senhor.Mandou Vossa M.igestade Imperial,
pir avi-o de 20 de outubro prximo passado, que
a fechan de justicn do conselho de estado consol-
lis e Silva, para o lugar do ajudante da capitana tasso ce.m seu parecer sobre o incluso recurso.
lie.iV'inci I iln '' i \f\ f\n,>>*>.-k M'',.l ;.'( Mnl. -1 ,.. i_. 1 .^. ..._.. .1 i!__m* J_ _J1______I
do porto da corte e provincia do io ic Janeiro.
L so no Ptiidamonliangaluiise do 16 do eor-
rente :
Foi transportado para e-ta cidade, vindo do
bairro do Piraipi.una. o oerpa de :itel'. Pedro
LnU dos Santos, assassiaado na noito de 9 do cor-
rente. Sao tantas e tan Jesenconlradas as versOes
sobre a verdadaira causa que occasjnou lia la-
mentavel incidente, que, abstendo.-naem sua pu-
blicidade, jjlgamos meihor aguardar o resanado
das providencia^ dada- polo respectivo delegado
para o descbrimerUo da verdajde. *
- 6
Pelo, paquete iaglez City of Bueno* A*res, en-
trado luintera do Rio da l'.ata. recebemos blhas
de Buenxfc-Ayrese Montevideo at 18 o 19 do cor-
rente/
O presidente Sarmiento embarcou a 17 em Bue-
nos-Ares com de-tino ao Rosario levando comsi-
go o ministro da guerra, i'ropnnha-se o presiden-
te visitar as colonias agricotes de Santa F o En-
tre-Rios. temi o governo particularmente a peito
o desenvolvimento destas colonias; flomtudo um
interpusto pelo de3mbargador fiscal do tribuna.
do commercio de Pernambueo do acordad do mes-
n tribunal, que conceden rhabilitaco ao fall lo
Joaq Jos Leile Guimaraes.
Asei-cao dejustica de conselho de estado,
considerando:
1.", que.i i rpressa commnnicacao de serem
havidos os credores ausentes CO'mn adlierentes a
concordata a cundicao e formula substancial,
pida qual se eqnsi lera'supprido o numero de cre-
dores, eoqrtanhtm .le eapitaes que o art. 847 do
cdigo e.mmrci:il exige para a coneesso da
rtinrordhta, dereto n. 1368 de 18 de abril de
l8o4 ai!. I.';
->. que o mesiim princinio 6 applicavel s hv-
potheses do art 870 e 900 do cdigo, s qnaes'o ,
eiado decreto extensivo por virtnde do decreto n*Zr^rVr*4!,trw?\
n. 1597 de 1 de maio de 1835. art. 69;
' 3., que da eerlidao lis. o nao consta espe-
cfleadamente que dia commnnicacao fosse decla-
rada na conTocacao dos credores "e conforme o
direito de Krf, jiice non suitt, etquee non op-tn-nl,
tdrm etl judilinm;
Jolga a s^ecao de iusti^a do conselho de esta-
nha o arreni
f.oa a
MIN1 ^am.
nist'
segu
"ernarobuco,
enmmunicando que por acto deste mini 13 do mez ultimo, foram elevados a jOOOOO men-
saes )f vencimcitos do engeaheiro Rapbael Ar-
chanjo Galvo Filho, em ommssao n-^^a provin-
cia ; aldm do transporte de 2000 diarios, que
deverao ser abonados quando o referido engennei-
ro estiver em servir de campe.
Ao mesmo, autoriando a mandar vender em
haitn publica, a quem melhnr preco offerecer, as
trras devolulas n i lugar dimomnado Siman-
do termo de Agua-Preta, requeridas por Ignacio
de Barros Lins Wanderley e sna mulher, depois
de se v riflear que nao sao ellas necessarias c-
mara mnnicipal respectiva, ou a compauhia da es-
trada de ferro dessa provincia.
SEMINARIO DE OLINDA. ORvm. Sr. reitor
acaba de recebar os seguintes bolos para as
obras do eslabeJecimento :
Vigaro do Bom Jardim. Antonio Hy-
gino Cavalcante de Hollanda t.bit-
con, sua e-mofa .
Vigario do Pilar, na Parahyba, Jos
Avelino Miviloiro de Lima, subscrip-
cao dos seus freeuczes
Vigario Francisco Justino Pereira de
Britto, sua esmola
Dito, esmola dos seus freguezes
Vijfario de Bezerros, esmola de seus
freguezes
LOTERA.A que se acha v?nda 6 a 36*,
beneficio da ordem terceira do Carino, para funda-
cao de um hospital, que corre no dia 10 nelo plano
novo.
TIRO.No termo do Bom-Conselho a 12 do pr-
ximo passado mez fura preso e processado Manoel
Jos Ignacio, por lia ver disparado urna arma de
fogo em Thomaz, escravo de Francisco Rodrigues
de Me lio.
SUICIDIO.No dia 24 do mez finio, em Ipojuca,
e era ierras do engenho Maranhao, fura encentrada
o, a preta
. Jr\'
morador no referido lugar, a antnridade compe-
tente proceden o respectivo corpo de delieto e
trata de verificar as cwnmstaneiaa que levaram
a infeliz a semHhant desatino.
RECTIFICACAO.--0u.into ao facto de um nva-
lido que se encontrn feriio no caes do Ramos,
omps aatorsados a declarar, por iaformaeCes da
subdelegacia de Sanio Anomio, em data de bon-
tem, que p.>r conflssao do proprio Mahoel RhV-
nrando, ei-praca do exercit, e nao invalido, como
se disse, que estando abruma consa embriagado.
Tora deitar se na rampa, d'onde caliira, prod/.in-
do-lbe a queda os ferimentos.
LOCCUIt.V E SOtCIWaA* ra ^o Pnvsand.
disiri,-to da oa-vista,. fora encontrado honlera na
cacimba da casa da residencia do Sr. .Manoel 'ion
Calves de Barros o cadver do pete liavmundo,
escravo do mesmo Sr. Barros. A amurillado pro-
cedeu a vestoria da lei, da qial reeonheeoram os
i'acoltativos ler sido a nuirte.proveniente deasphy-
xa por submerso, e que das indagac5es por ella
feitas, sonbe que o referido escravo ha lempos
sulliia de alienaco mental.
NOVO l'il \ROL.-Do urna pubcaeao apr'-en-
fada em 19 da agosto de IM'.i,-a cramissao de
commercio e nbvegaca de amburgo, eeommu-
ncada em 26 do novembro, eoalb :
i>ie a neva uiz do navio pharol na foz do
Elba principiara a farntuMir a 11 de dezembro.
Que esta Inzr branca e ciara ; move ge tres
totes no eapaeo de um o,molo v,.r visiv d cada
vez 8 segundos, o portante 24 segundos 00
i uto.
t Hainburg.i. 26 d novembro de 1869. A'
commissao de tommetcio e navegacilo.
PAS^AGEUIOS.Vndos do sul no vapor ame*
enforcada a urna arvore margena do ri
Silvana, escrava de Bernardo Gomes dif Oliveira,
ni-dt ais
|do sa^esso :
da ejtn>>
|n>r volla tas
rigado nss;
distancia dHH O conductor.
como declaroi: >?rante diversas pts-
soas.
Immediatamente pitaraai": mas, r.^o
movend o prto, porqTW dorma a somno-
pesado, n5o se rJignot o macNoista d-m;;-
tar com lempo a carreira do vapor, cottw
ihe cumpria; e deixando-o pelo cootrario-
correr com a mesma torca, s o parou de-
poit de feta a victima. As rodas cons?-
quentemtmte esmagaram ambas a pernas
d i infeliz escravo, o qual apenas dyroo pos-
teriormente duas horas pouco mais ou
menos,
Mo poij exacto, como se conla- ira jfc-
vi.ila Diaria, que o trem des cu
elle subia ; nem que o aaachiuisia au p!*
evitar o sinistro por no poder parar
porquantu, alm de que era toda a xteittiai
ila reta n5o ha mattos que embaraei-n) a
visU do objectoque eslava sobre al'ufha.
objecto que elles descobriram Fogo que a
machina entrou na recta, vindo amda is
carros, que a prendem, na curva, tanto qm-
apitaram, como 'onessam. Nao se podt^
acceitar a impossibiiade de parar o mm
em to grande distancia, tanto mais juaoi..
acabando elle de vencer urna curva, onde
sempre^ua arreira moderada pelo pwi-
go de saltaiem as rodas fra dos brunos,
como tem sueeedido rauitas vezes. ^o po-
ilia trazer urna velocidade tal, qqe o3o p*>
desse ser parado em urna distancia tamaalia:
ac rescendo que nesse lugar do sinistro h
na Iinha urna elewtfto be saliente, .^)-
InTicolta a carreira ; pelo que era iui fin'.
para-lo.
Portanto ovidente qu culpa e gran*,
culpa tem o mjchinisia no aconiecmento.
Onalquer que (b ihjccto vi?|.. i!
longe na linliaera a raz.ii) para que se uw-
derasse a carreira do vapor; t recontiecar-
se o que era, mesmo p io se mov
o objecto nn signa! que dava o vapi
Finalmente, o facto sa'acompanhou de-on
cortejo de circuinsiaDQias.que nao adm't'eiu
a menor juslili
se tambein >|ueo ministro do governa"do E.-tado]" Vdisa Magostado Imperial mandar o que fr
Oriental, Bnstamante, que andava percorremlo .i! meihor.
Iitural de sen p.iiz, lana igualmcnie urna visita a Sala das conferencias da scelo de nsita do
n'"" ,> ,, ~. conseibride eslado em 12 de novembro de 1869.
u general t.elly \ Obes ia substituir interina-; Jos TTiemuz Xabuco d- Hrmtjo.Otmictono
mente no commaudo das tropas argentinas no Pa-1 Uite Wbehv.Cnno parece. Paco 16' de Janci-
raguay o general Vedia, que perder desastrosa-1 n. de 1870.-Com .a rubrica de toa Magestade o
mte um lho. I Imperador.-Joaquim ikhwio R-Wo.
Domingos Manoel llndripuos de Sa, Augusto
Cesar da Cunha, Albino do He?" Machado, Georg
Gol>der, Sarah Gubder, e Krederick Goui ge
Gobder.
Sahidos para o norte no mesmo vapor :
l)r. Emilio de Moraes Dias, Mr. HoHuibee,' ea-
pitao Bmmons.
Sabidos para o Ara aty no liate bra-ileiro
Marta Amelia:
Mano I Ferreira da Costa e Laurndo Simas.
Sahidos para o ^ul no vapor Gnani :
Joa.i P. Carnero, Jos J. de Arap l'inheiro, 1
escrava a entregar a Antonio c. Gniraaries l'i-
nheiro, Df. Manoel Sobral Pinto, Francisco F.
Maia, Dr Jos F. C >lho. Francis.ro P. do Cont,
Carlos de S Fara, Joo G. de S. Meireles, Emig-
A re.-peito da catastro^ oecorrida no Orrfto,
e de que uliimameate demos noticia, extrabimos
de una carta as seguintes" dolorosas particulari-
dades :
A popularlo desta capital hoje est avallada em
108.347 habitantes, havendo um adulto oriental
para dous estranidros.
Na Coafederaco Argentina o facto mais trans-
cendente o da visita do presidente'Sarmiento ao
general Urquiza, Bm principal da visgem que S.
Exc. vai emprebeiider, acompanhado por alglin-
membroa do governo, e proravelmcnte pelo >rpo
diplomtico que foi todo convidado. Urquiza ore
para urna npepcao solemne na sua residencia
real de S. Josdao chefe do estad", naturalmente
penhurado por esta deferencia. Dos permita que
os dous se entendam, se dahi provier algum be-
nel'cio para a huroanidade.
Vo chegando de diversos pontos do interior os
resultados das eleledes, que nao o triumpho aos
sete candidatos do club do general Mitre. A Re-
publica denuncia o- MHMmM desto distinelo ar-
gentino para elovar-se oulra vezao posto de go-
vernatior da provincia, e depois ao de presidente
da confederaeo, no lini do periodo legal dos ac-
tuaos.
E' urna louvavel ambieao em Mitre, o seria at
urna feli.ridado paia o paiz qoe elle snecedesse a
Sarmiento, levando a aiTmmitracau os seus vas-
tos eotihecimmos e a sua experiencia dos ne-
gocios.
h. immigra^ao prosegne em grande escala. iSao
sao ilnicamente os vapores que por ah passam
que desembarcara as prsias argentinas miJhare.-
de trabalnadores todos annos. Ha urna nategacii
directo, imprtame, que se emprega exclusiva-
mente neste servico, e rara n semana m-qne
nao aportara aranaes embarcaraas com 600
700 vasco ou italianos, <}& iihraediaUmente e
internara e fazera fortuna, artrahindo logo os seu*
prenles e auujjos.
No dia 2 do eorrente, ii- II horas da manha,
desapparecoram no porto do Cerrilo, em canse-
quencia de urna exploso espontaneo de plvora,
o brigue e-cuna Plato, que viera do Ro de Janei-
ro com varios gneros, c segnr viagem para o referido porto, carrjalo de
plvora ; p pondo Qunclistipp, urna chata e o de-
posito da inesma plvora e^abelecido em trra.
Foram vctimas desta exploso toda a tripola-
cao do Pl>to, inclusive a senbora e urna lha do
capilao, e mais 9 homens trabajadores que esta-
vam a bordo, ?endo ao todo 19 os morios. O ca-
pilao lagrou salvar-sc, gracas circumsiancia de
acharse em trra recebendo ordens.
O pontao Guilkerm:na, que osla va em trra,
arrojado ao rio, foi a pique.
Ignoran)-se at agora as causas de lao lamen-
tavel desastre, pois todos que se acbavam abordo
perceberam.
Calcula-e em timas 2o,000 arrobas de polrora
a perda coln esta exploso.
O vapor Santa Cruz, entrado bontcm dos pnrtos
do sul, irouxe-ao* datas de Porto Alegre al 16,
Rio Grande 19 e Sania Caiharina 23 do corrale.
Na provincia de S. Pedro do Sul fallecer em
Santa Victoria o Sr. Joaquim Francisco Terra, o
mais rico estancieiro do municipio,
Da cadela da villa da Uruguayas, na mesma
provucia, evadiram-se quatro criminosos de mnr-
te, e com elles os dous cabos da guarda e a senti-
nella.
L-se na Regeneraeao de Santa CUbarina :
No dia 15 foi encontrado na praia do Estreto
o cadver de ura homem
A alfandega da cune renden de I 2-i do pas-
sado f,MfeS93|8M.
O cambio sobre Londres regnlata MI i
19 7/8 d. '
Sabio para Pernambueo, no dia 2J. o brigue
norte alternan Ores.
baha.
-- Segu o para o Rio de Janeiro, no da 26, a
crvela austraca Dndolo.
Procedente de Brest por Cabo Verde ehegoo
no dia, 28, a canhuneira russa Al miz, era viagem
para Montevideo.
A directora da caixa Reserva Mercantil ri-
con assim orgamsada :
Director.Jo< Pinto da Silva Morera.
Commisso de contas.Manoel Gomes Costa,
Joaquim Jos de Sonta Guimaraes e Pedro Alves
Barbosa
PresidenteAntonio Leonardo Pereira.
Secretarios.Antonio Camino Silva Leal e Ma-
noel Alves Silva Pereira.
A airandega renden de 1 a 29 do passado
798:375*795 rs.
Sabio para Pernambueo, a 27 a barca rteno
allema Presto.
dio V. dd l.< :n.
os, Mano
ra, Manoel J. D. Correa, sua senbora e um lilao,
- .. --------..., imperial marinheiro Marino
A. llamos, Manoel J. Pereira' Carlos Silva Ferrei-
ii.o em favor do macliinisk
prinxipaimente. pelo que me ju (jo roffi imn
ilireiloa ser indemnisao do prtyizo,'p,-
acabo de soffrer, segundo me
pessoas hbil tadas, e nao estou disposto .
declinar do meu direito.
Fique pois, o publico sciente e certo fli
que toi assim que se den o f;: .m. quo
o primeiro que acontece, per que os tms
machinistas equiparam a existencia do nm
ser humano a oo um cao, ob d m'pax-
s#o.
Engenho Universo, 20 de Janeiro rjV!7.
'..' na lrari4o da /fc:
PERNAMBUCO.
aunos, sendo no dia segointa condiizido ao cemile
rio publico, aonde a autoridad? competente proce-
deu a corpo do delicio, mandando d-lo depeis
sepultura
Do corpo do dliclo veo-se ao conhecimcnio
de ler sido a morte produzida por estrangulamen-
to, o das informagSes policiaes obtidas soube-se
chamar-se o fallecido Dorpingos dos Passos, casa-
do e residente em Massambu. onde tivera urna
briga com dous ou tres sujeitos qne upp3e-se aa-
verem sido os autores do assawioato.
REVISTA DIARIA.
INCENDIO.Ante-hontein pelai 11 horas da
noute, deram signal os sinos de fogo, que se ma
nirstara era uraa casa de propriedade do Sr. Au-
gusto Mana ra do Pilar, sendo elle provenien-
te, segundo nos informara, de deleixo du um pre-
^Jesm^CiS6 drma armaZ'
i.
.:nea:o.
iierd
Vou terminar.cU reenha referiodo um facto,
tn-te, porque o autor principal delle muto r0.
nbecido abi. Quem au se lembra com effeito do
ceJebre aeronauta Baraille, que fez uraa aseeasi.
m Passeio Publico'? ltoh este sujeito, nao obstan
(ante gosur tanto de andar pelos ares, cahio na
fraijueza d amar una bella argootina, e eslava
quasi a nnir-sa ella pefo-s sagraos, lagos do
matrimonio, ^anda .tendea que devfc louo o
iaramicip;idauicato de seus cargaos. A moja nao
c neordou, o mi-smo assnatou-se com a revelagao
datuea Wa de tal mdo,.i)ue rompeu omsamen-
to. Baraille prolestoc vtnar-ae.e o inem>r meto
4ue -adhou para so .i atimr a^r sobra o
ro-t c o a luulhw, da su^ dornca. um
23SV i'a trT >e app ibwedki^epte, e
l'-ixou boi la^Hgarada ExOMilou es
le barbara MM no qoarto bu quinto d
po do rnnpinfp, |oan Jo a bella Mari.v issim
sa chamava a joven, s.Iib pela manhia a Emci
compras para sua ca*a no mercado.
Baraille mi pres >, e instan ron-se o coiuuoWui-
ser con
a crime Jigoju -luito.
jual descrovend )-*
.i na, son
BntJade u }:
mu natural m^
um attentado contra a
urna bumhacao p3ran
e qoe o eniprezario
Por. decreto n. 4,45?, de 21 di Janeiro, alfrou
se a cuneselo feita a Edurdo Pellew Wilsf>n,
para a extraego d*mneraes na provincia da Ba-
ha, margens do rio Marah.
Por decreto'n. 4,458 da mesma data, .permiti-
se que a companhia fluvial do Alto-Aniaion3S fln-
preguena navegaco dos ros Madera e PunlsJ*'
provincia do Amaainas dorante os mezes de agos-
to, setembro, outubro e novembro, vapores de 100
toneladas, em lugar de 160, como estabalece a
clausula. 6" do contrato approvado pelo decreto n.
3,898 de 52 de joriho de 1867.
Po- decreto n. 4,459, tambera da mesm data,
concederse corapanhia Porthern Assnrance
Compapy, autorisacao para estender suas opera-
C5es s provnicaa d^as Atagas, Parahvba, Rio-
Grande do Norte, 'lea Maraubaa e'Para.
, Por decreto n 4,460, ainda da mesma dala.per-
mitlio-se que a compauhia de navegaco e com
mercio do Amazonas eropregne parle d. seu fundo
disponvel em ttulos da divida pblica, fleando
assim alterado o (j 9* do art. 19 dos seus estatutos
asa, que guarlava objecto* alcatroados
de marinhagero. Felizmente o fogo nao pode fa-
zer grardes,estragos, ltenla a promptido com
qne acudir a bomba do arenal de marinha, que
urna hora depois, poiieo mais ou menos, esteva
extincto, quemando aJm de alguns objecto o
torro do mesmo arroazem, respeiyJo Ihe p >rm
a coherla. Compareceram diversas autoridades
subalternas.
JUIZADO DE PAZ.-O fnz de paz do 1 anno
da fregaezia de 8. Jos, em ejercicio, da audien-
cia as segundas e quintes-fecras de cada seraaoi,
a* 10 horas do da, em casa de sua residencia
roa Imperial n. dt e despacha qualouer hora e
em toda parte onde fr eocontraao.
LfBEHDADE.-O' teneatecoronel Urbano Jos
de Mello e so Bxitia. Sra., em altenco aos ser-
vicoa prestados pela sua ecrava Joahna, parda
coneederm-lhe a*caria pNm-dade, no da 6 do
prximo pausado mez de Janeiro. Estes actos
sempre cred.res de encomios, sao disnos d
o. ealmprebsa enmpre um dover regi^
Sabino J. do S. Conrado, los Coideiro de Mello.
Epiplianio de M. Moraes, Jos L. Garateante, Joao
S. Olegario Pinho, Francisco M. da Costa, Augus-
to C. de Andrade, Jos J. de Dcus, Abditio de Vas
conc-llo-, I). Mana R de Josas Lol o urna escra-
va, 2 escravas a entregar a Manoel A. Pereira,
Manoel H. los Santos, Gamillo de I,. Santos, Ma-
noel C. Bezerra, Doinmgos l. An.jo Bezerra, An-
tonio H., Dr. Jos Ignacio de Abuquerijue, Vicen-
te B. M. Antonio E. Sil reir, Tiburcio A. de Car-
valho, l escravo de Jos J. do Aguilar, I e-eravo
de Romos & Temporal, Emiliano P. L. Braga, afri-
cano Argemro, Mana J. da Coiiceicao, Senhorinha
E. C. da Cunha Lima, Emigdio Correa, Juio C. N.,
sua senhora e um fiiho, Antonio de C e S, Fran
cisco M. de Barros, Jos J. de F. Gobnares, Ber-
nardmo A. de Sa, 1 escrav Miguel Peixe, Rraz Cande, Jos A. de Oliveira, II
mariitheiros, Isaac Esmatejo, Jos M. de Vascon
cellos, Joao C. Duarte, Jos D. dos Santos, Jts
Mana, 50 rtcrulas, Taciano Silva lUgo, Joao 8. da
Silva, 4 escravos a Ant- nio J. de Abreo, Jos M.
Haplista, i escravos de Antonio J. de Abreo, Fa-
bricm G. Pedros Matuis, Pedroso Veloso, 1 escra-
vo, j,,ao P. S Maia, Mara de Jess o um reeruta
de marinha.
CEMITERIO PUBUCO.-Ooiuano do dia 1 de
fevereiro :'
Jos de tal, Pernambueo, 40 annos, sollero, S.
Jos; apoplexia.,
Caetana Maurieia'do Rosario, Pernambii'o, 42
annos, casada, Boa-Vista ; gastro interile.
Joao, Pernambueo, 20 mezes, S. Jos; vermes,
liavmundo, Pernambueo, 40 annos, solteiro, Boa-
Visla ; asphixin por submerso.
A r.-tentada por e?te Otario ?obi
rcenlo sinis.tr-> luvido nos trilhca da cMrada c'.
ferro do norte, diva-nos a esperanca d.- i;i i
nosso eslado social nao corra mal, visto que pre-
curava-se entrar no conhecimcnio das causis qi
prodnxeui o mal para preveni lo ; mas se aaro-
fundarmos nossa attencao sobre a ocalidJde d.v
nossa trra em negoaos relativos. Oeamon
aquella esperanca apagadaj e conve e:-
ire nos ludo >e resume aos fbeos oir.-run;.
Accontece o mal, falla-se nm p ue> deiie. e !
se acaba. Existe una ponte denominada do .
duro, que liga a travesea de Santo Amar., r i an-
liga estrada de Olinda, e que foi feta pelas obros
publicas, ou cmara municipal, urna obra des'_
ordem nao podo existir se nao em um estado pi
feito, para nao ciTereror |ierigos mais nuiien!'-
do queaquelles que se pddem dar nos r.\ ;:- >
estradas de ferro, purquo quem se colloca :.
estes ou nao tora sansa commum ou t-ronira :
mono por uas raaos,-* quem MoHoea soin,
aquelles est iunocente o autorisado pelos laciore---
ou conservadores de dita ponte, e se mor.
sem a mnima v male. K<** [yinw ,. hoje mai
armadilba, que se Lope a conhecesse teria 1 ,
uso de seu exemplar para submergir os seus in.-
migos no Rio da Prala. cnuvm or tanto i;i:
os cofres pblicos nao podem aumentar te bent.
publico, quo dcsmanteUe aquella simulacro d.-
ponte para nao se consumar os pergoa ;;. indi
dos como boje era qu; o cavallo de um ca:
meitendo a perna em um buraco da ponie i:
submer>;indo cavallo, carro e passageiro, a-4,.
varam-se pela providenoia de saltar a Mil?, p r
um lado e cavalheiro por nutro, deixando t.iv,.,
e carro presos na ponte, que s se pode tirar pe
coadjutorio de um respeitaval anco vmabo
lugar iiie com gente sua pressuroso presten .
servico compative com os seres bem educad-
COMMERCIO.
Mana Carolina Psima de Lacerda, Pernambueo
68 annos, casada, S.Jos* diabile.
Mara, Pernambueo, 24
pleuriz.
annos. soltein, Recite;
PBCACOES A PEDIDO.
Ao publico/
)
OMRIO-OE PERNAMBUCO

trando-os.
.FI2STA DO POCO.-^o da 3 do andante nave-
rao a tarde cavathaas naqelle arrbaide auei-
mando-e aps ellas um grande fogo de artificio
DIXHEIRQ.-jQrapQr amarieano Harto America
trouxe dosoldo-uoperio para esta provincia as
seguintes quantias para os Srs.: .
Tasso Irmio 70 41800
Thomaz de Agniao Fonseca 13-00M00O
J. IL Tnodade -10.:0p0*0UO
^tmZSF "* Para'dMU pn>-
(***iDA NACIONAL.Tando delxado hnnrom
oaquanelamwito i-ftatamad deuraai-irta< rm
Recife l,S3t:356378.
ALPAHDBGA.-Esta rcparttci) renden no mes
'Oe Janeiro.
RECIFE, 2 DE FEVEREIRO DE 1870.
noticias do sal Inperlo.
"mi: ^"2 hJm"XSuea"Aia,u ** ** ,mi,f mri "tole de Olinda, bretado
te ,te 26 e da Baha at 30 do pascado. quaado se sabe que o governo paga a qnanliuun-
SubuwbmuPileOBiuU. EOtritr e fr* veniente para estarem M lamjioes acceS di-
ILUOINACAb EM OUNDA.-Causa riva o
w- e maneira porque fiio o servico da illu.-
Lendo o Ihariq de Pernambueo, ,Ie 23
ao eorrente, duparei na Revista Diaria sob
o ti luloAccidente com a exposico do
facto que nu da 22 sirccedeu relaiivam)lt!
a raurie do tava escravo, esmagado pelo
trem de carga. E porque d5o seja fiel
narrado do accidente, ceriameo'e por ter
sillo a redacrao mal informada, cumpre-me
referi-lo como elle Se dea para conhecimen-
to do publico.
Achava-se sentado dormir, ereio ijue
embriagado, o dito esersro, tendo o corpo
fra dos trunos c as perfias sdbre effes em
nfi hjj^r da via-ferrea, defronu ile-Kta eoge-
(',) Foi aa "vordade engaito o UsnioTdi
que o trem descendente, du que falla o 8r-
Hocb, cansara o accidunte, quando fii o
ascendente: isto porm n3o altera o que rlis-
s mos quantoao ter 0 rnacJiinitt .procurado
evitar o accidente, 4 quando neeonhecao so-
bre a linha ora objecto. que so rJerstlujjvio
porrea dsaflcra- ser um boram e cor.
E' nimiamente conhecida a 4nitfloMna'& cutti
que no garal sao (catados os empregadoa iu,
ginzea da estrada de>ferro ; por isso e potn
nhayel que so attribua ao filacblaistd
qne guiava o referido trerr. intengoes male-
volas, de preferencia sappur que pnr aca^
pe dera o accidente. Crearos t
do ao Sr. Rocha.
A
i'HACA DO RECIFE 1" DE FEVEIIERO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDR.
Assucar da Parahyba regnlar3267 ix.r 15 .
Algodao iJ sorte 093 rs. por kil.
Camhio sobre Londres 90 d|v. 20 li8-por LMUh
Frete de assoar do fiararapes, Rio Grande
.Norle para o canal e o reino Unido26 f. e-'J 0<"-
toncallo Jos Affooso,
Presidente.
Mes]aila Jnior,
Secretarte.
Sociedade bancaria
em commandita
Iheodoro Simen $ C,
Comprara e vender por conta pw-
pria metaes, moedas nacionaes, e estra -
geiras, letras de cambio, sedulas do g*i-
vernoe do banco do Bsasil.
Descontara letras da trra e outros ti
tolos commeajfiaes.
Encarrfgam-se por cunta alheia dw ir
mas transacc5es, da cobranca de.letra?
trra e de outros ltalos commerciaes.
Receb^m qoaerqner quantias em de
sito, em conta corrate, e a prazo fixo.
Largo do BWourinho n. 7
ENGLSHBMK
Of Rio de Janeiro Lint'
Descoiteilettfas ds -praca tata a c
encionaT.
Recebe dineeiro ra conta ^orrtot e
praso fixo.
Saea *Mtaoa a praso sobre as ciAidt -
r^pites-ta7Europa.'tem corresponae.
\ Babia, Bueoos-Ayr.s, MonteTido. Ne>
^ NewtCMiMua, fe eaatte cartas de eredat .
para os mesmos lagares.
1?A W^COSllWRCIO N. 36
ter respond
redaeco.
ALFANDEGA. .
teoiimiedodlal..... S.'.^/t,-
MOVIMENTO DA ALFANBEGA~
1 oimmt* entrado* com faieadai ii
dem iden com gneros SO
/olnMossabidOflWfaier*hs 106
dem iaem cora gen :
Descarregaro hoje 3 de fevereiro.
Brigue ingiezfhii/vaeaereado r'.
JJarea aujericanaAzur id.



N
Diarro de Pemambuco Qaarta feira 2 de Fevereiro de 1870.
~LL' p*atr|
de&ta capit
etedimento
uenda de Per- q v
CDMPANHA PEffllW^CANA
mejar< tpr vapor,
bow e Tamau
*^ ajfoan, para a# j^rtos^acj,

[tari! ?JrarX "anMa "* Prta *>Annesi
BrtiPo imR FT !
tapido Basan,
Raptos (titileo m> o
as, jwtacho inglez jtioJw, da
lilas, caiulao Jcjiard flasvejr, equipa-
too % carga 31W9 barrieas com bacalhao
Johnslan Pater & G.
Maeei-2 d*. alera, iagjeza SateUites, de 787
aawpdas, capicau W. Dawpan, equipajmm 21
<:ii tasiro; Johnslan Pater & C.
jMade Janeiro e Baha-3 1/2 das, vapor ameri-
eaao Sorth America, de 2UQ toneladas, cororaao-
dufte Slocum. equipagem 73, carga dilTerentes
eneres -a lleory toa** JtC Segara pana
-\ew-Wk pelo Par &, Ityenaa,
... Varo* aaA/iW Mteselo dia.
^aaaVPataeho inglez Stutstne,
carga assucar.
'V*aetailaSumaca hespanoja Paauete de Man-
-J*Mfo, capiio Diooizio Eijaga., em lastro.
^fta-Novabrigae inglez Dar, capiae Befcrix,
era lastra ^^ v
AracatyHiato braslaro /ana AmWi'a, capitn
r. T. de Assi*, carga vario* gneros.
Obsmpafim.
Suspenden do lama rfc para .Xew-York o brigi^e
-uceo Anuida. MBjdB>BwP> Colu a "esnia carga
| trouxe d Me d Janeiro,
fdem para Liverpool a galera a marica na kqtw
''*>2a JSi'n-". na a misma oaxga que trouxe
'le s. Franei>ca (na California).
OECLARACOES.
Sanio Antonio.
Boiaa^reawidido umcavallo vagando. pAs ras
oesle bairro com una car?a : quem lWseu dono
aprsente leste juizo anas praym para Ihe ser
entregue.
____. Souza Fonseca.
>
mi-
Relco das cartas seguras existentes na
nbtracao do crrelo.
Antonio Jos da Cunba Guioiarabs, Beajamim
Cansancio de Honra, Christovo. flmifterme Bu-
enkfeld, ao Sr. capitio do pprto. Charles Flux,
Carlos F. Soares de Brito Carvalho & Nogueira,
Cyr freir da Silva Ferr-az, Praneisca Candida
de Miranda, Francisco de Asis Pereira Bocha,
Pmpewco Joaquim Abren Marques, Jflnior, Fran-
cisco Jos da Costa Araujo, H,enrifttW a Silva, Fe* -
reira Rabello Hermogens S. Tavares de Vaseon ,
alies, Joaqujm Bernardo de Meadonca, Joaqmm
Jos de Carvalho Siqueiri Varej (8), Joaqun!
Jos Goncalves Gellro. Joaquina de Oliveira Mala
Jnior, Joaquim Jos Goncalves Fontes, Jospbioai
de Olivein Cabral. Jos Gvalcaati lanrazdB At-
vedo. Jos Joaquim Pereira de Olivoira. Manoel I
Byarque de Macado, Maooel Gomes de Mello, Nar-
cito Francisco Vidal (, Pedro Ferreira Brandan, |
Seraphim V. H. V Arijos, Vianna & Guimares.
JL
lela recaudera de pendas internas geraes
r l :j i iue nche mez e no de fevereiro
*trioja ulj^onaof taja ugar a pagamento, sem
u*itjC|i|pali |o coJk^a|axa de icnvoa do
"dmiiiMradrotaoiwft na* fresuezialesB ida-
Ih! e na< di- lora, a sabor : A Aligados, S. Amaro
lafcoaiio, Paao-da, Pa^lb, Vanea S. Lor Santa Casa de Misericordia,
du Recifi.- -
a noite. Recebe
.paasageifV e dlnfceiro a fre-
ta.tioasei^pteaM^.FomdD iaaitns.a,if.
COMPANHIA riaiNAMBlJANyl ~
.Varegn^So costelra por vapor
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Axa-
caty, Cear, Maodah, Acarad.
Granja.
O vapor Pirapama, comjnandante
Azevedo, seguir para os porto>
_ cima no dia 15 oVcorrente as ifhora
la tarde. Recebe carga at o dia H, encom
mendas, e passageiros. e dbejro a trote al as
2 horas da tarde do dia ki: snnida.no escrroto-
rio no Forte do Maltas n. *. W ^^V*-
COMPANHIA PERNMtGAA ~~
Navegagd costeitapor vapor
Mamanguape.
0 vapor Mandah, commandante JaJio seguir
para orforto cima no dia i da crrante as 6
horas da tarde. Recebe* carga, encommendas,
passageiros ednheiro a rete at as lwras da
ir2Ldo dia da sah'tla, escriptorio no Forte', do
flaja^ n. lg. _
LELAO
Do >ea:i5hed(to tebelecinento do Sr.
nj'PWito DuBont, sito roa Nova u.
i 4 va tewrelro
uJ2 i1eTi f*t ,e-B,J a* mercadorias
tw no wiabcreeimen sopru, consistindo
SaSfi^R T "t*"1** *?' W'usica*, em
H?^n*hla* PP|;*> e natoria, enrno
mi.h.. s i*1* Pmno- e instxumeoio?,
nE* ?ra es,es- Qslru^ para bandas
mihures, orcbeSIr;l etc. cwn seas pertences: lias,
*a iroos, laJagari,-! e cmpetentes artiga para
oroAr e dbsenhos; ,,.< j iaa,laie de xarao,
jogos do vspora e ouin*. tinteiros-, binculos, li-
una paca machina, e numerosos outrot* aicos
peepnos de au tal estalurfecimeatt "
,,. Sen;-{eir
as. to oras o* manhiu, no indicado Jugar, ra
.Nova a. 9.
AMA

de leitc em Pbug
Pree:!-SB dr ana ama
Ucha n. >A.
va
no de peqoea Caaia : na
Gapunga.
nter-
n.,
Precisa-e irabalhadares na rellnacao dh
raa dos Guaraftaeyn. 70 : a tratar na mesma.
Comedn* : aa travessa dos Expostos (atraz
da matriz de Santo Anienio) n. f Ibrnece-sa com
medorias para t6r+ com aceio e aromptidio : a
tratar no 1* andar. <}
AVISOS DIVERSOS.
Na prtf da Independencia a. 3t. precf*a-c
ue una ama forra ou captiva que cosinfce e eri-
Os abaizoa ass^paaaa declarara peto presea
to ao rwpeBftvaf carpo eomroercial que neta data
dtaselveratolartfavelmexrje a aaciedfcdn qtia gvra.
va sntre a ftrma da adttat* & Heroeteaio aa
lo^t d% femase, a rm tm n. :I7, fletodo a
ca ra mdp o- activo passrvo- dr extincta tlrm. a coa-
tar da *i: 31 d deaambw do anuo fiada.
Tfeciftj, il de Janeiro de 870.
Hametevio Maciel da Jarra.
Manoel Joaqun Rodrigues Fetaeira.
Coziabei
miS'^f. de m_bom algoasa
qne aiba coiinhaF, para
iaCruzdnE.
~ ^BSan^B^B^B^B^B^B^^^E
BreBrhrtHe captivo, para casa 4a horaem solte
ro : a tratar na ra da Cadeia do Recib n. 40
i* andar.
todo sernco.
le
%0
Pol*l-------
vende-se plvora Una da mato acreditada a
ca P 4 C, em lotes de 10.narria.para cima,*
barato do que em ontra qualonar parte : em cata
do atoa ftasii & G, ra da Comnwrcio n. Ift
aw
Jornal
Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia
do Recife se faz publico, que esta vago o lugar de
porteiro do hospicio de alienados, eqn s pessoas
que pretenderen! tal logar, deverao reqnerer
Iilma. junta admiaistrativa.'
Secretaria da Santa Casa de Misericordia dp Re-
cite 31 de janoiro de 1870.
fcur
Paquetea f
a
Pmim lb+X
'Souza.
'MOtdN BB'ki
la Matta e InM&at n>qn ItaoV n refer* praso BiVaeSi
-w* cobrada com a multa de 6 /..
Recebedoria de PernaBjajico, 7 de Janeiro de
Oonsellio de oomBras
0 conselho promove no dia S de fevereiro pro-
aimo viadourn ivista de prapqstas recebidas at
as 11 horas da nunhaa, a oompra. sob as conli-
lMoaJ Cariuiro d Souza'hnr.crda .Y^ do *?tyl0' ^ seP"nl" objectos do material
-:----------! da armada :
wpal desta 600 agulhas de lona e brim, 6 pecas de cabo de
IV
!^r-r^M!!"f'a m;l IDl"1 d0"- P,eSa,la!;. 5 pecas de cno"de" liho de
k os artigos t 1|2 polegidns, 6 pecas de cabo de linho de 3
polcgadas. i varos de cobre de 3|4^ 80
*a,4 para O lB#em oh^ervados,
ao.^nra abaixo transcriptos.
Telara da capara'municipal do Recife, 28
4>t /aaeko ido 18^p-'
Francisco Cnuutoda BOa-viagem.
, Secretaria,
TO5TCRA DE 30 DS JUNHO DE 18i9.
Titule G'
.MI. 7. Ficnm prohilidi< os toques a dobres dos
le as 7 horas da npito at as 5 da ma-
:, excepto as matrizaaBfa administraran dos
SaiTaii.eiit.is, antes da inissa do Nalfll e no's cosos
dnlnceudi i de coruoraews religiosas que infriogirem este ar-
tigo pajf.irao 125 de multa. *
Art. 8. Nenhnma igreja dar mais de tres repi-
ttes de cada vez na vespi-ra dfc:(|ualqiier sulemni-
'W:' ii (cru logar ao meio da. as tres
Uaras da tarde o as avt;-ma:ias. nao devendo cada
jr**Vdurar mais ao cinco minutos : os sachnst is
''''' parajSes religiosas que infringirem
*^' min nu (|ue diz respeito ao numero
4os_re|i|BiMt coiao ao lempo que devem durar,
-eran multalflf em 10 j.
Art. 9. i\eiiniiiiia i^ruja dar mais de dous do-
rez por cada fiel qne morrer, eesses
l"i' ao roceber a noticia da morte
k.i ocrasip dp enterro, os quaes dnrarao so-
nmmtos : os sachrislaos ou cliefes de
ij^racoos religiosas que infringirem as disposi-
es Jesi< artigo teto multados em 10.
Art. 1". Nenhnma igreja dar mais de quatro
.'lircs por oceasiS'j de oDcio de corpo presente e
i;..~ ..:> (;.>; de e.as, devendo dorar so-
:icute dez minutos : os saenristaos ou cheles de
-""":'' :--ligiosas que infringirem as disposi-
i'ies isie artino sarao multados em 10JS.
Art. 11. ta dnbres e repiques serao reduzidos
i melade '! tenipo pre-enpto, podendo mesmo ser
-pprimido se na visiahanca da igreja liouver al-
: ini di pnteda atTecijao grave, devpndo (s saeliris-
:'pin-acoes religiosas conformar
n o attestado do facultativo assistente, que
-ta rubricado pela antoridade polici?! do lagar :
- infi-KCtcrci sero ni;luidos em 25l.
Titulo 9
Art. 10. Os almocreves nao podero entrar ou
salWr 1,-t cid ida iii'iiitadoftnos eavallos quetiverein
..i. averio conduzi os pelos cabresti.s : os
ftrfrac :,, limitados em 2|.
PG ifltAS ADB1CI.NAES BE 18 DE
JBLHt) DE 185B.
Art. 9. E' prohibido a todo e qnalquer cocheiru
inductor de carroca, pipa d'asrua, etc.. maltra-
eros anunaes com castigos barbaros e iaimode-
*dos.
' Titulo 10.
Art. 2. A nealium individuo" livre ou escravo
de cobre de 4|8, 20 varoes de cobre
varoes
de 5|8, 80
vapor.
B*aorlQf4oarte esperado
ate o TocantdU, commandante J. M. F.
ra^o coStrane seglr para os
Desda j reeebe-se passaaeras e ennia-ae a
oaxga que o vapor podar eoaltuir-, aqu*l dever
ser embarcada np dia d&soachegada. Jnconimen-
das e dinheiro a frete at as dpas horas flo dia d>
Nao se recebeai como encommendas senaoob-
leajjM de- pequerm.yajtt e q^gfojfif&akn a i
arrobas de peso ou 8 palmos ctJLicps'Se* medi-
cao. *
Tudo que jwssar deste* Umites dever ser
embaucado como carga.
Previue-se aos Srs, passageiros uuesuas passa
jens so se recebem na agencia roa da Cruz u. 57
! andar, escriptorio de Antonio Luiz de Olivoira
Aaavedo & C.
Jrevjne-s aos interessados
nao se recebem carta?.
Predsa-se alvgar urna escrara que cosinhe
e eageinme liem, a tratar na ra da Destino-n. 3,
oo raa do Cordoniz n. 14, armasen.
Preoisasede uin eaixeiro de A a 18asnos
de irtade : flfc rua, dp ftnp^rador n. :. ________
f- f recisa^se aiugar um ariada, preferipdose
asaraan, da 20 a 30annv*: a irainr rtiaidu
Cresqp n. 8 A. -
Ama
Precisa/se de urna ama que cosinhe bem ;
para casa de horaem solteiro : a tratar a. rua do
Crespo n. 8 A.
" n------------ -i------------------------------------.
n AA
Precisa-se de urna esclava de boa conducta
para o servico internqid* Amj eslabelecimento,
paga-se bem agradando : a tratar na rua larga do
Rosario n. 34, botica.
que na agencia
zias de limas chalas de 4 a 15 polegadas 10 du-
zias de limas meia-cana,4 duzias du limaloes de 3
a apS. lo pellesde marrjquim encarnado. 8 arro-
bas de merlim, 8 arrobas de mialhar, 10 libras de
obreas francezas, 2 oculos de alcauce, 20,000
pregas de ferro de batel pequeo. 1(1 arrobas de
pregas da ierra de 4 pulegadas, G arroba* de pre-
gas de cobre de 4 polegadas, 600 libras de plega-
dura du cobre, 2a' resmas de papel almaco liso,
40resma* de papel almaco pautado, 12 pedias de
amolar d* 3 p< da diametra e 6 a 8 polegadas de
grossnra, 30 duzias de tipas de emberiha. 2 terri-
nas de ferro estanhado, 1,000. lijlos de faga, 10
duzias de tabaas de assealha de pao carpa, a 10
nuias de tahuas de pao carga de 3 polegadas.
Tambeio a coeeelho n-. mencionado dia 5 de fe-
vereiro, de igual forma, contraa o fornecimento
de sapa toes us natos da armada e estabuleci-
meutos de niarinha no crrante trimestre; assim
como o farnecimenta de cemento romana para as
abras do porto, por todo tompo a decorrer al de-
zembro prximo, tendo as barricas nunca menos
de 10 arrobas de peso.
Sala das sessoes do conselho de campras na-
vaes 29 de Janeiro de 1870.
O secretario,
_____ Alexandre Rodrijties dos Anjos.
I'AHA O PORTO.
brevidade possivel a
Silencio, para carga e
consignatarios, Oliveira
rpa 9anto n. i9. ou ao
na Prsca da eiimmercia.
luspcc^o do arsenal de
marinha.
Faz-sc publica que a commissao de peritos,
examinando na rma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeira, apparelha,
mastreacaa, veame, .amarras e anearas da va-
porGiqui da companhia Pcrnami ucana de nave-
gagao costean, achou todos csses objectos em esta-
do de poder o vapor navegar.
Iaspcccan do arsenal de marmita de Pernambu-
co 31 de Janeiro de 1870.
0 inspector,
II. A. Barbosa de Almeida
PABA LISBOA.
Vai sahir at o dia 6 de fpvfreiro a escuna por-
tugueza Aguta : para carga e passageiros, trata-
se com E. It. Rabello C, rua do Comraercio nu-
mero 48.
COMPANHIA PEIINAMIJUCANA
^avrsa-So cos eir por vapor.
Macei. em dircitun e Penedo.
O vapor lliqui, commandante Gosla,, segui-
r para os inirtas cima al a dia 8 da crrante,
s 4 horas da tarde. Meche carcaj al o da 7,
encaminuudas, pas-ageigeiros e dioheiro a frete
at as 2 horas da tarde do dia da sahida, i o es-
criptarin dn Porte do Manas n. 19.
CO.MP.ANHIA PIKNAMBUCANA
D?.
\avegact> cos eir por vapor.
Guianoa.
O vap: r Paraltyba, seguir para e
porto cima no dia 0 do corrente,
_ as 9 horas da n jite.
R'Cebe carga, encommendas, pa sageiros e di-
nheiro a frete no es(iriptorio> do Forte do Mallos
n. 12.
A'aa-se urna casa tarrea no lim da Casa For-
te e cenfronh) a tal rna subra o titulo Corra a Ho-
aa, com .1 janellas e urna perla, portao de frente,
2 salas. 2 tpiartos. l gaMaete, oozinha fra, e um
qnarto juna, da meina, eoui qmntal sofTrivel, por
dous mezes a Bndar-se nS ali.mu de mareo do
corrente, pela quaniia de 50* : a tratar na mes
ma taberna ou na livraria Universal, rua do Impe-
rador n. 54. ^
m
Acaba de eftegar atomem dMrvereiro, cente
do ligurlnos, estampas de bordad, de molde, ta-
peabria etc.
Sahe urna vez por rna e ea#ega-se as caeas
dos assignantes.
Por amo ISjafJO, paros adiaftadoo.
Roa do Cespo o. 9.
Librara frasean
Antonie Goraes Marraho teado ido a rua da
Praia a u*b, armezejn de carne fazer compras
aconteceu fm entrefando ao Sr.,Berue*no do
.Norte, morador no- P%ee, o sen aaraja para deitar
sentido em atanto< ella comprasee oarn, e vol-
tando para rtirar-se nio encontrn, mais a nito
cavado, ero o Sr. Ifernardino, par isso rofa as
pessoas que sooberem da cauallo, o aprenendam
e leve o ao engaaho Surja de. Gim* aa swndele-
gaxlo ; o cavalla tem os sumaos St^guntes : rus-
si> pedrez,- ardite, anda de forta-j*so. tem duas
marcas de ferro alen* de urna ontra de cpreado
do enjUnha do Hbp. Sf. jManoejda Sanza Lea.
CaswtiO Apipncos
Alnga-se urna das baas rasas no Appnco6 par-
toda povnaraa, muito fresca, com nsitas com-
Sididades e perla do barto.; quem pretender da-
a-se a rua da Cruz n. ft, das 9 ai 4 tarde.
se de um feior^jara engeohe, csaa-
aa roa da Cadeia do B
do eaomponua familia
ene n. Un.
NutriDotento
MEDIGI3LVA!
Prccisa-se de um eaixeiro para armazen* do
mohadas, qo d Balar a sua conducta : a infor-
mar no arntazein do Campas rna do Imperador
n. 2o.
Precien-so de mu m.duque para o servico in-
terno : a rua da Irnperailnr n. 32.
Baha
Segne com brevidade para a porto cima o pa-
tacho inglez J Bowle'i, recebe carpa a frete com-
in.id : a tratar com as consignatarios Lempsan
Duder & C .
Para o Porto
a barca Flor de-S, Simo sahir brevmente, |tor-
que j tem parle da carpa engajada : para o resto
e passagns, trata se ebin os consignatarios Car-
valbft & iVogneira, na ma do Apollo n. 20.
Para o Eio Grande do Sul
Gabinete Portuguez de Lekura
' em Pemambiteo.
De orden do Illm. Sr. presidente do conselho
deliberativo, convida novamente aos senhores so-
cios effeciivos para rennirem-se em assembla ge-
ral domio.M. 6 do corrala, pelas 11 horas da ma-
nhia, aHm de ser discutido um pequerimenio de
20 sacio?, na qual se pede a annnliacau das elei-
eaes qne tiveram higar em Ifi do mez prxima'
lindo. Javoodo prooeder-se em seguida a nova
eleieo, sendo-qne se realiso a annullago,pedida.
Segundo a dispasieai dos estatuaos, a'assembla
geral funecionara cun o numero de socios pr-
senles, e que, como txige o art. 30 dos referidos
estatutos, devem adiar se em dia com a caixa da
Gabinete.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Portuguez ne Leitura em Periiamkieo 2 de fuve-
reira de 1870.
J. 0. Faneca,
Secrertano.
Sociadadfe itente Pio'ShH
seiro.
Be ordem do Illm. Sr. 'presidente provisorio
do-la f ociedade srientifteo aos senhores sooio* que-
teem deixado do satUfaiar as suas jaias, cae, eaj
sessao do4a data daiiberan-se que at o dta 15do
mez prximo vladenna, devem ser recalliidaa ditas
j as. sob pena de perderem o direito de socio in-
tallador.
Sala das sess5es do Monte Po Brasileiro-am- 28
de Janeiro de 1870.
O 1* secretario provisorio,
__________________Manoel de Miranda Castra.
Precisase* de um eaixeiro que- tenha habuV
taces bastantes para tomar canta di urna teja de
aiudezas : na rua da Imperatriz n 84.
Attenco.
Na rua estreita de Rnsario n. ."> precisa-sr dn
um mestre de masseira e dons trabajadores de
padaria, assim como um menino para eaixeiro.
Ama
Precisa-se de urna ama para cazinhar e comprar
para casa de rapazas seltelros ; a tratar defroatc
da abandera n. 7.
Fcatta de a. Braz na matriz de
#. Pos.
A irmandade do N. S. do terca erecta na matriz
de S. Jos festeja o gloriosa S. "liraz no dia 3 de
feyureiro com missa cantada as 8 bnras do manila
e ladainha as 7 hora* da noute, fiada a qual es-
tar fi glorioso martyr a exposicao dos liis por
espado de 8 dias, lendo tambera bencaM da gar-
ganu a tados'as fiis que se apre^eutarem.
Precisa-se de um cozioheiro ou cezinheira :
la ruada Imperador n. 73.2 andar.
Caixeiro.
Preeisa-se de um para leja de calcada, que ten
do pratica. faz--i!-llie bom ordenado : na rua
Direila leja n. 32.
Alnta-su urna aasa na Mnnteiro; caiada e
pintada de novo, enm bstanles cammodos, na rua
que vai da refmncau para a rio ; a tratar na rua
da Cadeia n. 33.
]?8,filli-i&dfi dfi nirPlt.i pr?lende sahir com a inaior brevidade possivel o
O- OilyUaOiUC UC ULl Clb\J bngue portuguez Bealidade, de 1" classe o mar-
do Recife.
peraiittido ind;ir as ras daddadee povoa-
-l'is du municipio sm calca e camisa por dentro
r. (i h aestamente vestida : as iafratores paga-
< a multa de 2.5, sendo a dos escravos pagas
Hielos bares.
Art. 3 Toda a pessoa que de dia for adiada
nua era boira de praia, ou tomando banho com o
rjia descoberto tem a devida decencia, ser
tda em 2i, sendo paga a das escravos pelos
-<.-us senhar Oonsulado proviacial
Por esta reparticao faz-se sciente aos contri-
s de impostas proviociaes, perlencentes aa
urna financeiru crranle de 186970, que do dia
1" de fovereire prximo, eomeca a correr o prao
> dias uteis para o reclmenlo a baca da ca-
las seguimos imposicoes : 20 e 4.% sobre
lecimentos eommerciaes e indus-
ibre eansultrios, escriptorios e car-
'ariuj obre a venda decapim; consumo
-tre); 400 por casas de
mipanhias anonymas e
r casas de cambio e de penho-
|iio ven ler roupa feila. sellins
iu eras df marcenara esirangeiras; 1005 por
mscate estrangeira: Io-par corrector com-
mercial, age:ite do leiBas e casas de compra e
""da ; 5n por corredor ou iucul-
'.ad.iT do HMM, 30 par casa de uioeda;
jiic rasa da Uibar; 30 por escravo empregado
>'.m ser.ici de alvarengas o canoas; 5j5 por bote;
la dealvarenga e canoas abenas;
- escravo na eiftid do Reeife;,16j por 1 paRsag-iios, para os quaes ten.bellos eommodus,
:arra particular de 4 rodas; 10 por dito de 2 ^;^ cfai o'd0 do l{eS Llina. a r^ d" Apollo
r curo daalugnel;
cha. por ja ter parta do c.'.rregamtnta engajado
para o rotante traia-se com os consignatarios
HSItar, Oliveira & C, rua do Vigario n. 1.
T
De ordem do Exm. Sr. director ie faz pnbiico,
por esta secretaria que os exames eomei^ro no
dia 3 do corrente por philosopbia e rhetorica, de-
venda annundar-se previamente o dia em que
tero lugar os exames das outras disciplinas.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife, Io
de fevereiro de 1870.
0 secretario, ,
________________Jos Honorio f. dr ienezr*.
- De aidera do Illm. Sr. conselheiro inspector
ii thesauraria de tazeoda de^ta provincia se faz
publica para conbeeimento de quem iateressar,
que as 2 horas da tarde do dia 19 deste- mez iro
praca para serem arrematadas perante a junta
da mesma thesourafia, por quem por menos (Izi-r
os reparos preciso- no predio em que funeciena a
Faculdade de Direito, oreados na importancia de
12:74M600conforme o orcamtnto e clausulas que
serao apresontadas aos prelendentos na secretaria
da referida thesouraria. Os licitantes dever) Vai sahir breve a barca Laura para
mostrarse authenticaraente desembarazados e' passageiros, trata-se com os consignatarios Carva
Ibo & Nogueira, na rua de Apollo n. 20.
Para o Prto
pretende seguir cara a maiar brevidade possiv. I
a barca partugneza Claudina, de ^rimeira mar-
cha, por j ter grande parle do carregaraento en-
gajado : para o resta e passageiros, aos quas
olierece ricos e excellentes commodos, trata-se
cotos consignatarios Gunha Irmaos t G., rna
da Madre de Dos n. 34, ou cora o capilao a borda.,
Iha deS.JSigucJ
Nestes poneos das segu a escuna partugneza
Semra : para carga e encammendas tratase com
o seu consignatario Juo do Reg Lima, rua do
Apolla n. .
Porto.
quites, tanto para com a fazenda geral como para
a provincial, camparecendo na mencionada thesou-
raria na dia e hora cima indicados.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco em 1
de fevereiro de 1870.
Servinda de official-maior,
Maooel Jas Pinto.
AVISOS MARTIMOS.
liha de Faial
E' esperada nestes poucos dtas a barca portu-
gufeza Amizade, tem aqu pouca demora ; e para
rudas
iii-s e ca
m
, 25* por omni-
i pac carrocas, e 19J1 por
Tiliuintes que nao satisfizorem
mua da Sua contribuicao, incorrem
ta multa df f.
vineial, 29 de janeira de 1870.
i viuda de administrador,
A.Witnu leVasconcellos
ai
AE
Miseri
ala i
tas da Misericordia do
Recife.
Iministrava da Santa Casa da
i rfemanda fazer publico quena
ia 3 de fevereiro, pelas
(wii; uc, tem de ser arrematadas a
ib offurecer, pelo tempo de um
idas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABEI.KCfMSNTO DE CARIDADE.
Rua ao Calabouea
i o. 9), por ai
"Casa ter:
Pont
'HOS.
tiSiOOU
30OM0O
numero 4.
seguir pa

.lio c. a
Ospret*
146*000
. _____ ISOtOW
^^ftno acto da
^^Hbanoeraa
flndorea.
rienrdia do Re-
^^Heriv.
H) df Souza
C01PA1IA BRASILEIRi
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o da 7 de fevereiro o vapor
Ainos, commondacte o primei-
ro-tenente J C. Duarte, o qual
depoia d.i demora do costume
partos do norte.
Desde j recebern-se.passageiros e engaja-se 3
carga que o vapor poder conduzir, a qual deveri
ser embarcada no dia de suachegada. Encommen-
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da sua
sahida.
Wao se recebem como encommendas senao ob
lelos de pequeo valor eque nao excedam a dua
irrobaa de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
rudo que passar destos limites dever ser embar
sa lo coma carga.
Prevjne-sa aos Srs. passageiros. que suas as-
tagens s se recebem na agencia rua da Cruz
n. 37 primeiro andar, escrintorio de Antonio Luiz
da Ohveira Azevedfc C
pericia no &e recebem cartas, so
los devem.levabas ao copreo.
Rio de/neiro
Sahe para o referido parto em
.illurmina per ter.
regaiente engajado, podando anda rt^^|
pona ne aba taita e mindeeas, assim
cravos a frete : a tratar com o coasignafat .
qnim Jos oiQalves Bnlfro rua do Con;
n. 17.
Rio Grande de Sal
Para o referid) porto vai sahir com toda a
presteza a barca partugueza Betunar por ter a
maiar parte da carga prompta : para a que Ihe
falta, pode tralar-se cam David, 'Baitar. ruado
Brum n 92.__________________________.
Porto por Lisboa
Com a maiar brevidade vai sahir para os refe-
ridos portos a barca portugueza Claudia, de pri
meira marcha e primeira cla*e, por ter a maior
parta da carga prorapta, e para o resto ;que ihe
ralla e passageiros, trata-se com os consigna-
tarios Veras & Barbeda, ao caes da alfaudega ve-
iba o. ^^^^^^
LEILAO
de 30 barris com vinho tinte viDdo de Al-
cobaya, 50 caixas com vinh} Bordeaux.
Terca feira 3 do corrente.
0 agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem pertencer de 30 birris de vinho yerde
de Alcubaca muita propria para caas particulares
o assim mais 'JO caixas com vinho Bordeaux : tudo
ser vendido em um ou mais totes vontade,
quinta-reir 3 do correte, s U lisras do da, na
porta da araiazem do-Aauos, no largo da alfau-
dega._____
Os abaixo assignadofl fazeui seiente ao respeita-
vel publico e com espeeiali'ade aa corpa do eom-
itercio, que-nesta data li--rlveii-n asoetedade
quetraham na taberna, sin a na dos Guararapes
ii. 10, cuja socideda'ie gyrava ano a (Irma do Ma-
noel Antonio de Carvalho &C. a qual ser de
liara eai diante Manoel Aniouia de Carvalho, i
i|aal ficure-ponsavel pela activo e passivo da mes-
ma taberna, Afeando o Sr. Casemiro Antinio de
Sauza desaunado de da taberna. Recite i de fe-
vereiro de 1870.
Manod Antonie de Carvalho.
____________Casemiro Antonio de Souza.
Precisase de offlciaes do alfaiale para abras
lutadas e obras grandes ; na rna da Cadeia n. U
esquina da Madre de Dos
Arrenda-se un sobrado de um andar s-
mente, com leja, obrigando-so o arrendatario a la-
zer os concertos que precisa, sito rua da Ale-
gfja,o qual um bom sobraflinho : a tratar com
o Sr. Marcelino Jos Lopes, rua do Mendeco,
nn Gloria n. 13.
ATTENCO
As senheras qne nverem aiguma menina on
cria, querenda mandar ensinar a toda qaalidade
de costura e bordada*, marca e toda qualidade de
llares., por barato preco de 3000 per mez, vindo
ellas alnincadas e ir jantar em suas casas : na rna
estreita da Rosario n. d. 1 andar.
- PRRPAIUBOI
Lanman & Jfemp
PARA ^
Tsica e tedia
. qualidade d4
eneas, (jueriaj*
na garganta, pu-
to o bofe.
Express-
mente escolbido
dos melhores li-
gados dos cfuae?
se extrahe (y
r leo. no banco-
da Terra Nova,
parificado clii
micalmente, e
suas
propriedades
conservadas
com todo o coi-
dado, em totM
frasco, te guan-
te peifeitamen-
5o puro.
Este oleo tem
sidb sumettido .
a> um qxame
muitosevero, peles chimicna de Mais tato-a-
to, to governo inspmhol n CbH fot oe-
vulgado por elle e oonU-m:
MAJOK P do qne outro quaJuer- ole qii eUo en
examinado
IOWXO E UM: PODER SLVAME
Era todo o ole de figauV de bnealho,
enaqoelle no qual eoitfm a.maior porfi
d'esta inrjluavcl propriedafle nico
meio para curar t.*las as dixneas 4
GAKGAISTA, PKTl), BOFES, .Ff&HK),
Tsica, bronchites, asma, caterrbo, tosse,
resfriamentos, e.
Uns poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clac a vista, e da vigor a
todo o corpo. Nenruim outro artiga co-
nhecido na medicina oh scieacia, d&tanto
nutrimento ao syslen e eneommoenndo
quasi nada o estomago.-
As pessoas cuja, organfsace tem sido
destruida pelas aireores das
ESCRFULAS 4iV RHFL3AT1SM
e todas aquellas coja itigestao se ai-!;anm-
pletamente desarranjada, devem.tomar
O OLEO DE FI'iADO DE BACUiHAO
DR
t.anmaaii kesap.
Se que desejam ver-se Hvos eesepasu
de enfermidades.
'1I
PHITOS
Precisa-se alujar um sitia parta da praca,
Capunga, Baixa-verde. Soedade, ou antros aria-
baldes porto : quem tiver dirija-se a rua de Santo
Amaro, taberna nova da m.-a-hambomba.
Cozinheiro.
Preoisa-se deum adanle decazinlieiro e paga-
se bem sendo asseiado e diligente : na hotel cen-
tral, rua larpa do Kosario o. 37.
Os abaixo assignados participam ao publico
que dissolveram amigiivelmente a saciedade que
gyrava sob a razao social do Augusto Parto & C,
iftn a contar da dia 31 de dezeftro de 1869 pr-
ximo findo, {cando o socio Augusta l'rederico dos
Santos Porto encarrsgada de iodo o activo e pas-
sivo d soeiedade ; retirando-so o socio Jos Pe-
reira Bastas desonerado da responsabilidade do
activo passiva da mesma, o paya de seu capital
o lucros. Recife 31 de janeira de 1870.
Augusta Frederico dos Santas Parto.
Jas Pereira llastas.
Ama.
Precisase de urna ama que compre o cozinhe
na rua das Larangeiras n. 12, andar.
W:,
XAROPE de H YPOPHSBPHITO deSDDA
XAHOPEdeHYPOFNOSPHITO deCAL
PILL AS de HyP0PH3SPHITO de FUMINO
XAROPE de HYFORtQSPrh'TO deFERflQ
Engommad. ira
Na rua de S. Francisco n. 72 prc'isa-so de urna
mulher forra ou escrava, (|ue engamme bem,
para urna familia de tres pessoas. paga-se bem
agradando.
Antonio Jos Rodrigues de Souza precisa
alugar una mulher forra ou elcrava que saiba
bem cozmhar : a tratar na thesouraria das loteras
ou em seu sitio, no Monteiro, junto a igreja.
PASTiLHAS PECTiRAiSi.^C'iUE(mL
Elidir para ns xarirrm o frasco qaadrado m
lorfiii o produc jj a asignatura do D" CBOtk-
CHIU,, c o letreiro com a mares de-fabrica da
l'baraiacja 8WANK. H.ruaCaifsliont.PMiS
I
Est por alugar-se o novo sobrado da rua das
Cruzes, freguezia de Sanio Antonio o qual tem
cammodos bastantes, contendo. dous anoares e
sala i oarmazem, sendo que dos andares superio-
res traz tnda a cidaae debaixo de vista : a tratar
no Corcea de ouro.
Bartholomeu & C,



K-
:\
. -. -
DECLARAC7lU.
Passaa competentemente habilitada, propoe-se a
lerciaaar primeiras letras, lingua nacional e al-
gnns preparatorios nesta capital on nos suburbios,
qno tenham transporte pelas vias-ferreas, medan-
le razoavel honorario : a traTar na pateo do Pa-
raiza n. 16, na travessa da rna Bella n. 10, e na
rua das Crnzes n. 37, laja. -
P
Corpo Saotaa 17 iirimeiro _
andar esenptario de Jeaquim Rodrigues f*
Tavares de Mello, tenriiana^ender :
1-umo em folia de superior qualdado. F*
Vitl Bordeaux de superior qualidade.
Farinba.de mandioca en grande por-' ffl
rw e boa qualidade. M
Cal dn-Lisboa maito nova.
, Polassa da Rusia. H
DL
Vinho, Pit.ui.A--. X InyPH f. Tintura
oar;
tm, l'OflAU.VK F.MI'LAITHU DAMISiSUA
UAM-l'A IIHUHAKADOt WOH
&AHTH0L0 & V
l'lI.iU:dACr.UTlCOH-l)liuaUlSTAB
IWWAL
DTSTmiTO
DE
567 caixas com charetos das acreditada*
njarcas do fabricante Laporte da
Babia
C'uinta-feira 3 do crrante s 11 I/ nona
da, manh*.
Pestaa fara leiba por conta a riscal
rieacar de S6? caixas de diversas mar-
dientes charutos do acreditado fabri-
.anorte e sero vendidos para dar
la em um wi maia lotes un du aoinia
i'Uuu > hoja ncDuliecidi
1 'mi lomeo, omnii o cw'.dui
te. r.uiU'i ni pjil caifa no.- |jKclmeiiN
j'iuic?, il uimas, lutonres i otar*
ni ,1o N c.-ia^ i-ryai-
ru mil lias palUdaj
'. falta iln iuiiirufao, ipairran-
'pi ilo einmmi,, lc., ,{M dweoius altau
innumara.-. cj^a-s imporuuuts obtidas com ooot
.lii ju IS>nagal. m iodos os
dos?.> .posaos distrbn gratis folhaios aaa
aaUtMi isM-m conbawt *icbia stoi ra*aii
. .jflii^ao. ?--'
O bacharel Anlouio Coionnaato Seraphico dt
Asis Larvalho hoje o proprietario e directoi
dease instituto. Pretendendo dadicar-se exclusi
vaaaente, e cam todo zek> e solicitudo aos irabahe?
proprios dessa proflsso, espera que os paes dos
acjaes w'leglaes o honraro com sua confianca.
e bem ass*raque aeoibero o seu estabelecimentt
aqaelles que precisaren de collegio para educaclc
de seu? ilbos ou protegidos, certos de que o ac-
tual director se esforcar nao sa pararmanier c
ibaB nome e ndito, que desde Tnaitoa annos goza
?. T61** Basttlnto, como tambera para imprimir-
Ihffnd'.K iiKlhoramentos.
3 #jaaeiro do anno viadouro ter ta-
?V ^^H > de todas as auia de iastru^ac
praBarlajBfiandarJa.
Km cada garnift, tal. tnlrf roHia n |awi
qi .va o ion i k-iirte, um i.iUo iaipivsv, r. ,
I lio com o Ssiaift hu-iMak M soteno rt
"H.-*
-ti! -iifi-Mli%
  • brtP.r's.aiviiavaa
    CO lias V-1 >'a
    Oin n ni'i.eu.M-aaj
    i -. t.-ul i tt,
    BUio.- descont
    a barrica, o aO rs. a libra : no armar-rn la
    ireHa, largo dcrParaizo n. tk
    '...



    Diario de Pernambuco Ouarta fera 2 de Fevereiro de 1870
    A ESMERALDA
    LOJA DE JOUS
    DE
    MOilM HAIT & C
    POCOS TUBULARES
    PLANTAMOS
    Travessa do Corp Santo n. 2o
    ARMAZEM
    Ra Nova n. 38, loja.
    Bandeira, Machado k C, avisvn ao reseeitavel
    pnblico quo nos lagares cima encontrar no mes-
    mo sempre grande qoantidado de ditos focos, e
    qne se actiam habilitados para vender por menos
    qne outro qualqoer, por isso que os receben di-
    rectamente do fabricante Norton, de Londres.
    As vantagens qae ofTerecem os pocos instant-
    neos sao : primeiro, poderem ser coloeados den-
    tro de casa on fura, com o trabalho de utta a daas
    horas ; segundo, fornecerem os meamos agua pa-
    ra e aatiLdante, podendo sercm removidos de am
    pare toa lugar, quaodo asaim notriM -
    Os anuunciantes ts reeebcro a impoftancia dos
    referido? pojos depois decollocados, aalBtazendo
    cspeclativa do comprador. .______________
    Nao mais cabellos braacos,
    A tintura japoneza para tanga os cabellos
    da cabeca e da barba, fei a nica admittida
    i Exposico Universal, por ter sido reco-
    nhecida superior todas as preparacSes at
    boje existentes, sem alteraT a sade.
    Vede-se a lOOO cada frasco na
    Una da Cada n. 51,
    1. andar.
    Joaquim Jos Gon-
    calves Beltro
    aUA DO TRAPICHE N. 17, I. ANDA*.
    Sacca por todos o paquetes sobre o Ban-
    co do Minho, n Bragt, e sobre os serrato
    tes logares em Partagal:
    Lisboa. .
    Porto.
    Valenea.
    Guimares.
    Coimbra.
    Chaves.
    Viseo.
    Villa do Conde-
    Arcos de Val de 'Ves.
    Vianna do Castello.
    Ponte do Lima.
    ViUa Real.
    Villa-Nova deJFajmaicio. .
    Lamego.
    Lagos.
    Covilhla.
    VassaJ (Valpasso). *
    Mirandella.
    Beja.
    GUSTAVE
    CABELLEIREIRO ERANCEZ
    51Ra da Cadeia do Recife51
    Chama a attencao dos seos innmeros freguezes, e do respeitayel publico tm
    geral, para a segiinle tabella dos precos de sua casa, os quaes sao vinte por cent*
    mais barato do que em outra qualquer parte:
    Cabelleiras para senhoras a 250,
    30(5, 354 e......
    Ditas para homem a 35(9, 405 e
    Coques a m, 154. 185. 205,
    255, 305 e.....
    Creseentes a 125,154,185,205,
    255, 305 e .....
    Cachos ou crespos a 35, 45, 55,
    64, 75, 84, 95 e. .
    Tranca |de ^cabello para annel a
    500 e."......
    Tranca para braceletes a 105,
    155, 204, 25 e
    40*000
    505000
    505000
    325000
    105000
    15000
    Cadeias para relogio a 55, 65,
    74, 85, 94, 125. e. 154Ci
    50i
    50
    Corte de cabello, ....
    Corte de cabello com fricco.
    Corte de cabello com lavagem a
    i champou...... lflcr
    Corte de cabello com limpez da i
    cabera pela machina elctri-
    ca, nica em Pernamboco. .
    Frisado inglesa ou i franceza.
    305000 Barba.........
    1*00$
    SOi
    2M
    Este antigo estabelecimento, completa-
    mente reformado le novo, est as condi-
    pes de servir vantajosauente os seus fre-
    guezes^ visto que acha-se prvido com um
    ex alendado sortimento de obras de ouro e
    grata de le, assim como brilhantes e ou-
    tras pedras preciosas, sujos presos sao os
    mais mdicos que se pode encontrar.
    As joias compradas nesta casa recebem-
    e em troca ou compram-se com pequeo
    bate.
    N. 5Mil DO CANIGi N. 5
    -r- Em casa de THEODORO CHR1ST1
    INSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-s
    jflectivamente todas as qualidades de vinhc
    tordeaoi. Bourrogae e do Rheno.
    AMA
    comprar e cozinhar para duas pessoas
    meiro andar do sobrado derouio da
    Paraizo, esquina. _______*
    no pn-
    igreja do
    Aluga-se
    MARTIMOS
    COTRAFOGO.
    A Companhia Indemnisadora, estabelecid;
    esta praca, toma seguros martimos sobn
    oavios e seus carregamentos e contra fogc
    sm edificios, mercadorias e mobilias:
    ra do Vigarion. 4, pavimento ter eo
    ASSIGNATURAS MENSAES
    Especialidade de penteados para casamento
    O segando e terceiro andar do sobrado ra
    do Amorim n. 39 coro muitos commodos para fa-
    milia : a tratar na armazem do mesmo.
    Norberlo Muniz Teixetra Guimaraes encar-
    rega-se de despachar e dar andamento aos reque-
    rimentos dirigidos a asmara municipal, como seja
    licenca de cordcacao, edificacao, conccrtos e ou-
    tros, tendentes a municipalidade, e para isto pode
    ser procurado no Corredor do Bispo n. 3t. ou ra
    da Concordia n. 64.
    Bailes e
    O dono do |estabelecimeDto previne s
    Exmas. Sras. ejaos cavalheiros que ha um
    salSo para tintara dos cabellos e barba, as-
    sim como um #empregado smente occupa-
    do nesse sen-ico.
    soires
    Recommenda-se a superior TINTURA A
    PONEZA para enegrecer es cabellos e bar
    ba, nica admittida na Exposico Universal
    como n3o prejudieial sade, por ser ve
    lalil, analysada e approvada pelas acad<|
    mias de scieocias de PARS E LONDREf i
    das
    Na travessa da roa
    Crnzes n, 2, pri- I
    | meiro andar, da-se di- g
    m nhelro sobre penhores 1
    | de onro, prata e brilhan- j
    g tes, seja qual for'aquan- |
    ~" lia. \ mesma casa com- |
    pram-se os mesmos me- 8
    taes e pedras.
    Preciosa ublicapao
    jurdica,
    Commentario do Cdigo Commercial Portu
    guez e Brasileiro.
    Vende-se na loja da roa do Crespo n.
    25 A esquina da do Queimado. a impor-
    tante e moderna obra sob o titulo de an-
    notacoes ao cdigo do commercio portuguez
    em 6 volumes pelo Exm. Sr. conselheiro
    Dr. Diogo Pereira Forjaz de Sampaio Pi
    mentel, lente cathedratico na universidade
    de Coimbra. Os subidos crditos de que
    goza muito merecidamente aquel le eximio
    commerciaUsta por si s bastariam para re-
    commendar tao importante obra, quando
    no concorresse mais para isso a grande
    vantagem de ser um ptimo commentario
    ao cdigo commercial brasileiro (na falta
    absoluta que ha de qua quer outro) pela mo-
    xinaa homogeneidade de entre muitas das
    suas disposices, e as do mencionado cdi-
    go portuguez, que lhe sen o de texto.
    oirei pressurosos. distincta moridade
    do 4. anno da Faculdade de Direito desta
    cidade e notaveis jurisconsultos, a prover-
    vos desse poderoso auxiliar para vossos
    trabalhos da sciencia, epelo preco eommodn
    de 205. toda a obra em 6 vol.
    TEZOURA DE OURO
    DO___________
    A' ra do Queimado n. 6. primeiro andar
    8 pessoas para oservico e o maior scceio nos trabalhos de barbeamento.
    O salo estar aherto, nos dias uteis das 6 horas da manhSa s 9 da nou-
    e, e nos dias santificados das 7 a 1 hora da tarde.
    CASA
    DE l.MPORTACO E EXPORTACO
    J, CARRERE
    Escriptorio, ra do Vigario n. 5,
    1" ANDAR.______________
    lIllPRAL.
    negado pMo ultimo paquete.
    Marca oCivetle
    Livraria fraocaza,
    Paffi-se bem
    Praclsa-se de urna ama forra ou pserava qu?
    saiba engorrar bem : roa do Crespo n. 23
    Manoel Joaquini Baptiza, sua malher, tilhos e
    gouro conlialnienlB agradeeeiD a todas as pessoas
    que so dignaran) assistir aos sufragios f&tos por
    alma de sua muiO prezada sogta, mi e av I).
    Mara Rita dos Prazeres llego, e acompauharaiu os
    tan restos multa* ao cemiterio publico; e ro-
    gam a todos os seus prenles e amigos que por
    caridad-i queiram as-*isiir as missas que por sua
    alma tem do so celebrar no da 4 do crranle, as
    ti horas da manhaa, na matriz de Santo Antonio.
    CASA DA FORTUNA
    Aos 5:000S
    - Bilhetes garantidos.
    A rna do Crespo n.23 e casas do costme.
    O abaixo assignado, tendo vendido alera de ou-
    iras sorles, um meio n. 1816 com 4:00M da
    lotera que se acabou de extrahir a beneflcio do
    patrimonio dos orphaos (135*) convida aos pos-
    pudores virem receber na conformidade do
    eostume sem descont algum.
    Acham-se a venda os felizes bilhetes da 6*
    jarte da lotera a beneficio t oroem 3* do
    Carino do Recife (136*) qae se extrahir quinta-
    feira 10 do corrente mez pelo novo plano.
    Preco
    Bilhete. 6*000
    Meio. 3*000
    Quarto. 1*500
    Em percao de 100*000 para cima.
    Bilhete. 5*500
    Meio. 2*730
    Quarto. 1*375
    Manoel Martina Fiuza.
    Sublime publicaco Iliteraria
    sob o titulo de Memori do
    Bom Jess o iiouc. c'm
    Braga.
    Acna-ne venda na loja da ra do Cres-
    po n. 25 A, esquina da do Queimado a pri-
    morosa Memoria do Bom Jess do Monte em
    Draga, ornada de gravuras linas, segnndf
    edii;o, obra da pemia de ouro do mui Ilus-
    trado lente da Universidade de Coimbra, c
    Exm. Sr. conselheiro r. Diogo Pereira
    Forjaz de Sampaio Pimentel. Quem tiver
    noticia da extraordinaria devocao quo exis-
    te em Portugal para com aquella milagro-
    sisima imagem, aluindo >empre para o
    seu magestoso templo em romana o nume-
    roso povo de todas as parteo desse reino;
    quem souber avahar as brilhantes desenp-
    coes, e o Bello estudo daquelle consumma
    do jurisconsulto e eximo litterario portugus
    nao deixar de procurar, quanto artes pro
    ver-s- de um exemplar da dita memoria,
    pelo diminuto preco de 3,5, na loja indica
    da, onde ha pequeo numero dellas.
    Na mesma loja cima ha ontras estampa,
    muito perfttas e grandes do dito Semor
    Bom Jess de Braga, por preco comm odo
    TIWT1
    ini
    Atienqio e advertencia.
    Nao tend* ainda at o presente se realisado a
    captura do escravo baldo pertencente ao o-nven-
    to do Carmo de Olinda, o mesmo annunciado l-
    timamente neste Diario de 15 do regento a 19, sob
    nt. 11 a 14, temos de fazer publico que nos refe-
    ridos annuncios tendo-se dado o engaito as duas
    pareellas nellos transcriptos, repetimos ter sido a
    quantia de 10*000 a paga do escravo de cinco
    dias do seu trabalho no armazem do Sr. comron-
    dador Jos da Silva Loyo, oera como ser gratifi-
    cado com 50* quem o capturar <>u em qualquer
    deste servico-, ou no lugar de seu hnmisiarriento,
    e agora somos informados star o referido esenvo
    no trabalho de pedreiro no Caminbo-novo.
    Pr. Jol- do Amor Divino Mascarenhas.
    Francisco Pereira de Assis, pi>r acbar outro
    de igual nome, assignar-se-ha de boje- em diante
    por Francisco Pereira da Costa Josiaf.
    Recife, 31 de Janeiro de 1870___________^M
    ' Urna pe s03 eom todas as habilitage neces-
    sarias, offero-se para i nsinar primeiras letras
    em aJgnm engenho : a tratar na roa Sova oune-
    ro W;__________________
    lnga-se para ras de familia ama preta
    mora e sem vinn<: quem pretender dirija-se J
    ra da Santa Cruz n. 24. _________
    roElubelro
    Proclsa-sa d-J um cozinhoiro, paa-se bem : na
    lararia/rancoza, roa do Grcpo n. 9.
    Casa de pasto. *
    Traspassa-so a da ra da Lapa n. 11 por seu
    dono, falto de saude, nao nn -RA DAS FL0RES--25
    O dono deste estabelecimento tinge, lirapa e achamalota com a .maior
    perfeicS- possivel todo e qaalquer objeclode seda, 15a, algodao, m pe;as
    ou em obra?, ch das e faz todo o mais concernente sua irolisso. tudo com brevidadc, visto
    como se aclia prvido dos necessarios machinismos e peirechos.
    Otto Schneider,
    CLUBX
    Quinta feira 3 da fevereiro de 18/0
    G l/ horas do tarde, assembla geral a
    requerimento de. diversos Sis. socios para
    traiar-se de negocios urgentes.
    Recife, 21) de Janeiro de 1870.
    O Io secrtario.
    J. Guimaraes.
    CAIXEIRO
    Precisa-se de um caixeiro cm pratira de arma-
    zem de-tCarno secca, u mesmo que lenta |wu-'a
    pralica : a tratar na ra da Praia, armazem nu-
    mero W.
    Ama.
    Precisa-se de urna an
    numero 8.
    de leite : na ra I>irei;,i
    Antonia Villir Alves Maia, Jeronymo Pereira
    Villar, Tliereza Mana de Jess Villar, Victorino
    Domingos Alves Maia, Mara Cocino de OHveira
    Maia, Jos Nugueira de Souza, Manoel Ferreira
    Pinto, MarcoliiM Augusto da Silva Villar, Thom
    Augusto da Sil'a Villar, Hennqueta Villar No-
    gueira de Souza, Joanna Villar Ferreira Pinto,
    Lauriana Umbelina de Jess Villar, Mana Caro-
    lina de Jess Villar e fre Joao da Maternidade
    pelo presente e de todo o seu coracao agradecem
    a todas as pessoas quo se dignarara assistir aos
    ltimos sufragios c acompanharam ao cemiterio
    publico os restos moraos de seu sompre caro e
    presado espo o, genro, irmao, cunhado, concunha-
    do e primo Antonio Domingos Alves Maia. e de
    novo convidara a todos os seus amigos e do finado
    para assistircm as ftissas do stimo dia, qae tem
    de celebrar-se aa quinta-fem 3 de feveroiro no
    convento de S. Francisco pelas 6 1|2 horas da
    manhaa.
    ATTENCAO
    Tendo o abaixo assignado remettiiio no dia quin-
    ta-feira 27 do corrate, para a cidade de Xaza-
    relh onde reside, diversos lardos de fazendas em
    um carro, aconteceu desaparecer em caminan am
    dos fardos, qual continha as seguales fazendas:
    urna peca de casemira prela, 12 mantas de tapete
    para cavallo, 3 pecas de c^mbraia de cores, 12
    chales de mirino lisos, 6 ditos pretos estampados,
    e outras muitas faz ndas.
    O abaixo assignado pede as autoridades poli
    ciaes qne se diguem tomar em considera cao o sen
    anuuncio afira de apprehender-se ditas fazendas
    m descobrir quera as furtou ; assim como offere-
    ee ama gralificaeao a quem levar noticias exac-
    tas des digao Oiiveira & '.. ra da Cadeia n. 33, ou na
    cidade de Nazareth em casa do annucianle.
    Nazarei, 29 de Janeiro de 1870.
    Anlonio AureliOHj Ixipes Cnulinho Junior.
    E t.ada de ferro do Recife S.
    Franc s-o.
    Sao convidados os senhores accionistas desta
    companhia para virem ou mandarem por ?eus pro
    curadores estaco das Cinco Pentas receberem
    o 12* dividendo de ooas'acedes concernente ao se-
    mestre findo em 30 de iunho de 1669.
    Villa do Cabo 31 da Janeiro de 1870.
    G. O Mann,
    Spp*-ritendeiit-
    ~BOLEiRO.
    Oereoc-^e om rapaz ltimamente ebegado, com
    as precisas habtlita<:oes, para casa particular : a
    tratar t ra d Catsarao n. 13.
    No collegio de Sania Genoveva, a
    Hospicio ns. 22 e 21, precisa-se de um criado de
    boa conducta e oilijrente.
    ALGA-SE
    o segundo andar e solao do sobrado da ra da
    Cadeia do Recle o. 60, coar bastantes commodos
    para familia, tornando se nicommendavel por ser '
    boa a lo-,aliilade e muito fresco : a iralar no ar-
    mazem do mesmo.
    CANARIOS
    Chegoo um completo sortimento de canarios de
    Allemanha cantadores de primeira classe garanti-
    dos, ra do Imperador n. II, armazem Fidclidade,
    e ra da Imperatrz n. :(').
    - Precisa-se de una ama para cozinhar
    ra do traz da matriz de Sanio Antonio n. 12.
    fe-
    Na ra Direita n. 101 |ava-se o engomma-se
    cora perfeieo e promptido
    ^^Prcisa-se de um caixeiro de 12 a 16 aunos,
    com pralica de taberna : na cidade de Olinda, nos
    ouairo Cantos n. 3 A.
    Precisa-se de um criado que enteuda de bo-
    lear : na ra cstreita do Rosario n. 2, 1 andar,
    ou na Passagem da Magdalena n. 40
    Precisa-se d um fetor que tenha as hatuli
    tacoes necessarias para administrar am sitio, da-
    se-lhe mesa e 400 por anno : nj escriptorio des-
    te Diario se dir quem. _______
    l'iecisa-se Je um reletorem para urna casa
    de educacao, e de um empregado para servir
    interno o externo do mesrau esiabcleciaento : a
    inform.ir no armazem do Campos ra do Impe
    rador n. 28. __________________!______
    II Billiter SquaraLoadr 1* de Janeiro d'-
    1870.Temos a liorna de participar ano<>os ami-
    gos i|uc nesta data admitlimos como socio da nossa
    rasa o Sr. Carlos Eduardo Melcliers.
    Rosing Br< iher~ 4 C.
    Lingita portUKiieza.
    O abaixo assignado declara aos senhores cstu-
    danles que ainda se nao matricularam para o es-
    tudo da ingua portugueza, que podem dirfir-se
    para este fim ao collegio do Sr. Affonso Jos de
    Oliveira, ra Nova, esquina quo volta para a Cam-
    boa do Carmo, onde pretende o mesmo abaixo
    assignado dar principio ao referido ensino, do dia
    o de fevereiro em diante.
    Salvador Henrique do Albuqncrqne.
    O advogado Manoel Joaquim Slveira prt-
    ser procurado para os misteres de sua proQs>ao
    cm sea escriptorio ra do C.espo n. 12, i* an-
    dar, das 10 horas da manhaa s 3 da tarde. Reside
    ra da Conquista (Soledade) n. 4._____^_
    CASA DA FE.
    Aos 20:000*5000.
    Bilhetes do Rio venda
    vende Vieira A Rodrigues.
    ra do Cabuga n. %
    O abaixo assignado faz sciente ao pblico qup
    protesta desde j a venda de alguna objeetbs per-
    tencontes ao hotel Lisbonense, eomo sejam, trena
    de cozinba, louca e mais objectos qae na occasiao
    do leilio esses caramaos concorrentes.por ter as-
    signado deposito em favor do proprietario Luiz
    Fonseca de Macedo, por nao estar presente e ser
    eu seu caixeiro ; e para alguem nao chamar-se a
    ignorancia, previne em lempo. Recife 31 de Ja-
    neiro do 1870.
    Giacomo Piccone.
    Precisa-se de ama ama para cozinhar para poo-
    ca familia, e outra para andar com crianjas : aa
    rna Nova n. 22.
    Precisa-se
    de um caixeiro de 10 a 14 anuos, que tenha pra-
    lica de taberna o d Banca sua conducta : na
    freguezia dos Afogadps, rna de S. Miguel n. 68.
    Pililotimia.
    A primeira sessao ordinaria do corrente anno
    lera lugar qmnta-fera 3 de fevereiro as 6 1|2 ho-
    ras da tardo. Para esta sao convidados todos os
    Srs. socios.
    Borges Costa,
    Secretario.________.
    Precisa-se de tres contos do ruis a juros so-
    bre bypolheta ; quem os tiver dirija-se a ra das
    Larageiras n. 31.,____________________
    Associaqo Commercial Benefi-
    cente.
    Nao se tendo reunido sob primeira e segunda
    convocacio numero suficiente para qne case
    constituida a assembla geral, sao novamente con-
    vidados os senhores socios para o dia 3 de feverei-
    ro prximo, ao meio dia de eouformidade com o
    aru 21 dos estatutos, a assembla funecionar com
    o n. de socios prsenles, ama ora depois daqaella
    para qne sao convidados.
    Assocacao Commercial Beneficent 31 do ja-
    aeiro do 1870.
    Jiuuel Ramos,
    Seerotario.
    Precisa-* alagar por mez ufia preta
    Q|oaiB bem : na ru Jova, wbrado o. 39.
    qae
    Precisa-so de urna ama que saiba cinnar n
    diario de urna casa, prefere-se escrava : a Srat./
    na ra do Imperador n. 12, escriptorio.
    HELOGIOSAMEHiCAfiS
    49Ra da Cadeia do Recifek>
    RELOJOEIRO
    acaba de receber um grande sortimento da reio-
    gios americanos para paredes e cima de mesas,
    de corda de oito dias por precos raioavei.___
    Ama de leite.
    Precisa-se de urna ama que tenbabom efn-
    danle leite : na rea do Sebo o. 2*.
    Casa de commissao de esrravos.
    Na antiga casa de eommssio de eseravos o>
    abaixo assignado, ra do Imperador n. 4S, eenu-
    nua-*e a n ceber aseravo por conrotsae, unto
    do mato como da praca para serem vendidos, e
    garant-se o bom tramonto e prompto venda,
    para o que se empreg todos os esforcos a,m dr
    sanstater em todo s pessoas que o quizarem Iwo-
    rar cora sua eonfianea. Nesu casa ha sempre
    nara vender esorao de ambos os sexos velboa
    mocos, aim como ht t da segaranc para os ter.
    ^ Antonio Jos V. de Sor.
    Queiti pr-
    nho, ou mesmo
    lilaos familias, n
    ndiqiie por est
    pisar, onde a su i rssi i."Beia para
    pelo inieresiado.


    )
    Diario de Pernambuco Quarta cira 2 de Fevereiro de 1870.
    AGUIA NEGRA
    J| 3 p J
    GO
    oa g
    s 2.8
    3- c?i2. i

    * -o?
    I
    a-a.
    3
    O
    5S

    BENTO MACHADO ft C,
    A AGUIA NEGRA animada com o bom accolhimento que teve em sen* w>*
    cms, vem aovo participar a seus freguezes que, acaba de receber um variado sorto-
    meoto de objectos de gosto os qnaes ser vendidos por precos moito razoaveis, pois
    quando fez os seas primeiros annucios, foi o que asseguroo, e sena mdo de errar,
    porque como j disse osl rateresses ligada a urna casa importadoradesla prafa, e
    por isso poder ter tudo especial e vender por precos admiraveis.Chama pois a atten-
    cao de seus freguezes para os arttgos possa descrever :
    Um variado sortiraents .de charoteiras e
    palliteiros de porcelana,
    Tentos para voltarete.
    Bengallas com marfim, cousa especial.
    Sabonetes de alcatro.
    Cofres de folbas para dinheiro.
    Lindas caixas para costura.
    Um completo sortimento de luvas de pe-
    Livros com o tampo de marfim, raadre-
    perola e tartaruga, proprios para missa.
    Garafinlias vazias propriaj para presentes
    cousa de gosto.
    Indispensaveis de palinha e de couro'pro-
    prios para senboras e meninas trazer nos
    bracos.
    Binocujos de madreperola, marfim e tar-
    taruga todos esmaltados.
    Cintos largos de setim, cousa inteiramen- "'
    te nova. ^
    Fitas de safja de todas as cores e larga- Talagorcepara.bordar,
    ras para lacos. Um completo sortimento de enfeites de
    Toacas, sapatinhos meias de seda e mais seda para vestido,
    pertences para baptisados. Perfumaras de todos os autores os mais
    Fitas com inscripces proprias para bou- acreditados em extractos, pomadas e leos
    quet de noiva, e finalmente outros muitos objectos qoe nao
    Ricos vasos com p do arroz. possivel mencionar ; mas com a vista se
    Um Variado sortimeate de jarros de por- certificaro do sortimento deste estabcle-
    celana. cimento.
    Aguia Negra, ra do Cabug n. 8.
    lOJA DAS MACHINAS
    BASTOS
    Acabara de cliegar grande quantidade das verdadeiras machinas americana!
    para descarocar algodao de todos os systeinas e tamanhos seguintes :
    12 serras 12 serras
    14 ditas 14 ditas
    I,"i ditas lo ditas
    16 ditas 16 ditas
    18 ditas 18 ditas
    20 ditas 20 ditas
    22 ditas 22 ditas
    25 ditas 25 ditas
    30 ditas 30 ditas
    35 ditas 35 ditas
    40 ditas 40 ditas
    is qaaes se vendem por precos commodos e roga-se as pessoas que dellas fizeram en
    commendas de alguns tamanhos, obsequio de as mandarem busca-las o mais breve pos-
    vel afim de nao baverem faltas.
    RA DA CADEIA N. 56 A

    !
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    i Mftx&sMS imim inminii
    FABRICA DE PIANOS
    DE
    P. VIG1E
    J. Rhigass, successor
    55Ba do Imperador55
    Nesta antiga e bem conhecida casa, encontrar-se-ha como outr'ora grande sor-
    amento de pianos construidos expressaniente para o clima deste paiz, e Mr. J. Rhigass
    lendo trabalbado muitos annos na construeco de pianos em Paris, acha-se habilitado
    i preparar os pianos que vende com todos os accessorios indispensaveis nao s sua
    wlidez, como sua duracao. Todos os pianos sio garantidos.
    Tambem ha neste estabelecimento, grande variedade de msicas novas e dos
    nelhores autores, tanto viadas de Paris como do Rio de Janeiro, que se vende mais
    )arato do que em qutra qualquer parte ; assim como ha igualmente venda todos o*
    ibjectos necessarios contrueco de pianos. Os concertos e afinagoes de pianos serao
    jitos com o maior zelo e cuidado.
    Lindas e superiores bareges de cor, de quadro e de lislras, para vestidos iin-
    gindo seda, pe baratissimo proco-de 500 e 40 rs. o covado.
    Assim como superiores cassas francezas de cor padroes de muito gosto 40(
    -5 600 rs. o metro, na toja das Collumnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Correa d<
    Vascoocellos.
    /IJM
    CARVO DE BELLOC
    PARS
    55Ba da Imperatrz55
    F. Gaotier, propn'etario deste importante estabelecimento tem a honra
    de participar ao rcspeitavel publico que acaba de chegar da Europa para on-
    de tinha ido especialmente para contratar peritos officiaes e que conseguio
    contrata-Ios na primoira casa de Pars, por isto julga que todos ficaro satis-
    feitos dos trahalhos do seu estabelecimento cujo excedente material a^nda
    foi augmentado com novas machinas que ja recebeu e tambem militas drogas
    novas cora as quaes se obtem estas maravilhosas cores modernas to apreci-
    das em Franca c em lodo o mundo.
    Tingo, lava, limpa, lustra, achamalola com a maior perfeico fazendas
    cm pecase em obras de todas as qualidades como sejam: seda, la, algodo,
    linhas, chapeos de fellro e depaiha etc., etc.
    Tira nodoas e limpa secco em molhar os tecidos, conservando assim
    todo o brilho da fnzenda.
    Impressoes sobre tecidos
    com este novo systema, os vestidos do seda e outras fazendas que at agora s
    podiam tingir-se de cires lisas, podem receber um bonito desenbo de cor
    diversa, a cscolba, o que realca a fazenda e Ihe d mais merecimento.
    Tintura preta, tercas e sextas-feiras
    As pesetas das provincias limitrophes que quierem utilisar se do seu
    estabelacaneoto poderao mandar o que tiverem, na certeza de srem tao bem
    servidas como no Kio de Janeiro ou na Enropa, e com mais presiesa por
    causa da distancia.
    0 VHffiMJIWJUil,
    fl| O advogado Dr. Antonio de Vis- |
    I concellos Menezes de Drummond,
    | mudou o seu escriptorio para a ra
    I do Imperadora. 20, oade pode
    HI ser procurado para o ejercicio de
    | sua protisso em todos os dias 0
    i uteis das 10 horas da manha at a
    0 as 4 horas da larde. Fura dessas S
    1 horas, e para qualquer occorrencia *
    I argente, ser encontrado no sea 1
    I domicilio, ra da Aurora n. 26.
    isi-myw-ii
    Na pra?a da Iidependencia n. 33 se da di
    heiro sobre penhores de ouro, prata e pedra>
    preciosas, seja qaal for a quanUa ; e na mesn
    asa se compra e vende objectos de ouro e prata
    ) igualmente se- faz toda e qualquer obra da en
    ommenda, e todo e qualquer concert tendent-
    i mesan arte. ____________
    0 CRLIaO dentista
    Frederico Maya
    Tem a honra de scientificar ao respeita-
    vei publico em geral, e aos seus clientes
    em particular qae elle mudou o seu gab
    netede consultas da ra Direila n. i para
    a do Qaeimado n. 31-priraeiro andar, com
    a entrada pelo pateo de Pedro* II, onde po-
    de ser procurado para os misteres de sua
    protisso, todos os dia uteis das 9 horas
    da manha s 3 da tarde.
    Tambem previne, que contina a prestar-
    se a vontade dos clientes nao s na cidade
    como nos seus suburbios, para onde as
    idas serao precedidas de ajuste. Elle ga-
    rante o bom desempenho e a perfeico de
    seus trabalbos, o que j fcem condecido,
    assim como as commodidades dos pregos.
    Bichas hamburguezas
    Neste novo deposito recebe-se por todos paqoe
    es translanticos nucas de qualidade superior, ven
    de-se em caixa ou porcao mais pequea e mai;
    barato de que qualquer'outra parte ; na ra di
    Cadeia do Recite n. SI, 1 andar.
    i
    AGENCIA DE COBRANZAS g
    RAIRRO DE SAMO ANTONIO. ^
    Ra estreita do Rosario n. 11, l." andar. **
    Director ^
    UB0P0LD1\0A\TOI0AF0XSECA|
    Neste escriptiirio recebem-se procura- ^
    5es para cobranca de ordenados c con- >ft
    gras, liquidacao de contas de DenOM do S|
    centro com outras desta praca, bem assim ^
    de arrendameotos de predios, para apon >j
    cia de causas civeis, crimos, commer- X
    ciaes e ecclesiasticas cm que seja noces- y
    sario constituir os mais conceitnados ad- fa
    vogados e procuradores que me!hcrpa- C
    rantam os direilos das partes ; para sol- >p
    licitar ttulos e pateqtes na capital, ou jm
    manda-Ios vir da corte, etc. etc. 3
    Das cobranzas e compras sobre as 5$
    quantias liquidas ; h, e sobre o mais >jh
    mediante previo ajuste. S
    As entrevas de qua squer encommen- >3
    das e ttulos so sern fetas aos seus pro- X>
    prios donos s pessoas por estes autorisa- S
    das em cartas de ord^m e mediante re- %J
    cibos legalmento passados. ^
    Precisa se de urna ama que compre e co
    nhe para una easi do puuca familia : na ra
    nova de Santa Rita n. 41.
    rx
    Approvado e recommendado pela Academia imperial de medicina de Pariz para a
    cara da gastralgia e em geral de todae as doencas nervosas do estomago e dos intestinas.
    eguahneiHe o remedio por excel!. ncia contra a retencio de ventre Finalmente m
    raeio de suas propriedades absorventes, recommendado como verdadeiro remedio nos
    caeos de diarrhea e cholerna. earvft* Bdloe toma-s na occasiao das comidas
    aob a forma de pos oa de pastiibas.
    Dopoiito em Rio-Jreo, Dupoiichee; Chevolot. Em Pmhmcco, 1/aurer t C.
    r
    VERDADEXRAS
    POLAS de BLANCARD
    CO IO0IMETO 00 FERRO INALTiUVEL
    APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, EKL
    Possuindo as propriedades do lodo et do /erre, convert especialmente as Affeccos
    escrofulosas, a Ti sica no principio,! fraqutia de temperamento e tambem nos casos de
    Falta de cor, amenorrhea, em que precisa reagib^bre o sangue seja para restituir
    lhe a sua riqueza e anundeneia normaes, ou para provocare regular o seu curso peridico.
    A'. B. O iodnnto de ferro impuro on alterado i va mdicamente infiel,
    irritante. Como prava de pnreta de anthencidade das Tev4a4eira P-
    lalas Blaacard, deve-re exipr nosso rll r prata rri
    aa, aqai reprodazida, que a* acna na parta inferior de i
    er . Aaaaaa-M ea> (aaaa aa aaaraeretaak PharmacenUco, fM BtnfrU, ), Part i
    Club Pernambucano
    Os Srs Mauoel Jos Pinto Martina o Luiz
    Demetrio Cocino, sao os unios encarrega
    dos da CoDram.a do Club Pernambucano.
    0 empresario,
    P. J lAifme...
    O adwgadoDr. Vicente Pereira do
    Reg, conserva ha 14 annos o senes ripto-
    rio na ra do Queimado n. Hi, l" andar,
    onde continua a encair^'ar-se de propor
    ou dijffcnder quaps ner cansas justas, cive s
    commerciaes, criminaes ou ecclessia meoiante mdicos honorarios: e pode ser
    procurado das U horas da manha s 3 da
    tarde.
    de Ieite na ra
    Precisa-se de lima ama
    da Cruz n. i, segundo am
    Comprara so moedas de ouro e prata de lo-
    tos os valores, ouro e prata em obras inatifsadas,
    irilhantes c mais pedras premisas : ua loja de
    >urives do arco da Conceica', no Recifo.
    0 muzeo de joias
    Na ra do Cabug n. 4 compra-se onro, pratn
    pedras preciosas por precos mais vantajosos do
    ine em outra qualquer parte._________^__
    Lora muito maior vantagem compram-se
    uoedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
    ra^aode Ouro n. 2 D. ra do Cabug. ________
    A VERADE
    55Ruado Queimado56
    A VRDADE tendo em deposito grand*
    quantidade de miudezas e perfumaras, e de-
    sojando apurar dinheiro e adquerir boa fre-
    guezia est rssoivida a vender mnitissimo
    barato, ; por essa razao convida ao resper-
    tavel publico a vir competentemente muni-
    do a sortir-se do bom e barato. Pois quau-
    do a Verdadc apparece, tudo mais dts-
    apparece------
    Grande sortimento de bonecos de cra e
    massa as mais lindas possi veis vestidas a ca-
    rcter.
    Abotoaduras modernas para col
    letea....... 320
    Espelhos donrados pepnenos.
    Agulhas de osso para crox a
    Pentes para regac com esntas a 3^0
    Ricos globos para candieiro de gaz a iS800
    Cbamins a....... 324)
    Grande sortimento de objetos de
    louca para brnqoedo de menino 400
    Garrafa com tinta a..... 800
    Dita com agua florida verdadeira a 1)8300
    Dita com dita dita a ... 4O00
    Frasco com oleo de babosa a 500 e 720
    Dito com agua de Colonia a 300 e 500
    Gairafa com agua divina a. 1/1500
    Frasco com extractos finos a liJOOO
    Latas pequeas com banba muito
    fina a l'e...... 160
    Sabonetes de diversas quali lades a
    80, 160,240 e. .... 32
    Finas escovas para denles de 120 a 600
    Lindos coques modernos a. 2^060
    Pavios para gaz, duzia a 240 e 320
    Escovas para facto a 5n0, 600 e 70
    Ditas para cabello ..-.... 500
    Pentes para tirar piolho a 160 e. 240
    Brincos de cores, bonitos a 160 e 200
    Pecas de tranca de la com 8
    varas por....... 80
    Oleo para macbina. de costura,
    frasco a........ COO
    Peonas d'aco finas canas a 800 e 10000
    Dita d'aco Perry, caixa a. 1J4O0
    Galo de algodao peca .... 40
    Lindos babadinhos e er.tremeios
    pera de 500 a. I500-
    ; Ditos de louca muito fino a 120 o 200
    Ditos para calca a H'.O e. 840
    Caixa oom papel amizade a. 700.
    Ditas cora envclopes a. 4S0
    Ditas cora obreas a..... 40
    Caixa com agulhas fundo dourado 2N0
    Ditas do ditas ditas a..... ICO
    Thesoura para costura a 2'iOe BOC
    Caixa com linha de marca a 20
    Linlia de cores em uovelios (li-
    bra) a......- 500
    Carreteis de linha Alexandra do 70
    at 200. .,,.... M<
    Grampos muito finos com passa-
    ros, duzia a ..... 2r*0
    Cartas porluguezas, duzia a 140'
    Dilas francezas a 2200 e 340O1
    Papel almago c de peso, resma a
    3r>400, 30500 e 4#500
    .a muito tina para bordar, libra 650
    Fita de algodao jiara debrum de-
    sapatos, peca a..... 1''0
    Ditas de Ij para dchrnm de WS-
    tio, peca ;i...... 4W'
    Pentes finos para segnrar c. -
    bollo a.......
    Ditos utos de bfalo para ati(
    a 240, 320 e...... '
    Ditos para aparar penna I I0C1
    Rosetas pn-tas. par a I0C1
    Tranca Tita ile coz pe'a a 480 e .
    Alfinetes de i.:rio a..... 100
    Sapatos de la para enanca a i-i 110
    C.ravata de sedas de cores a 201
    Calcadeiras a....... 86
    Grande sortimento de rendas das libas.
    Um par de suspensorio de borradla por
    100 riS!!!!!!!
    Xa Verdadc rita do Qncimade
    a. .
    Nova actura de baiaios,
    Cestas bereos, cfladecu,
    di! lodosos |"' a raa Dircita u. 89, i
    (],.-;,. por menos ilp que em imtra qa ilqoer nartt
    ELEPHANTE COM BOTAS
    GRANDE ARMAZEM DE PUOS, MSICAS E INS'MIMENTOS
    ANTONIO JOsf DE AZEVEDO
    N. H-RUA NOVA-N. 11
    Parteipa ao respeitavel publico desta cidade e das mais provincias visiuhas, que o seu grande e bem acreditado armazem de instrumentos para msi-
    ca acaba de etegar uw grande e expleadido sortimento de _____ ______ ______
    PIAMOS
    O que ha de mais moderno, de tedado fixo e mobile, e com transposicao ou sera ella, de autores os mais acreditados nesta cidade, como sejam Sos
    llamados e bem coobeotdos pianos da fabica do Sr.
    AFFONSO BLQNDEL
    Estes pianos, fabri-
    1844, para que
    todos os caprichos do
    g, de quera o anonncmte e e nico agente nesta cidade, como prova com o documeuto abaixo transcripto e assignado pelo dito ?r. Brondel.
    cados especialmente para o clima deste paiz, sao os nicos que offerecem urna garanta segura de sua durado. Elles sao aqu ba^"t anc^a!108 a.esae
    eja iMHJessario ins.sr sobre aa uuperioiidade. As suas vozes sio muito flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado que se presva a
    Todas pesaoas que comprarem pianos nesta casa, sao rogadas a exigirem o certificado de origem assignado pelo Sr. Blondel, afim de provar a
    teoeidade o numero de piano com o de certificado.
    o Rocie, RU
    lado por mim.
    De superior quaidae da mu accretLta-
    da fabrica de Buqoit Duboucb & C, em
    cognac urna das que mais agurdente ci
    cosnae, fornecem para o consommo &>
    Reino da Inglaterra.
    Vcude-so era casa de Th. Just. ra t
    ;ommercio n. 32.______________________
    PAO.DG VOBNNA.
    PAOINGLEZ.
    Xa ra do Carnarikt n. 13.
    Compram-se e vendem se diariamente para fra
    a dentro da provincia escravos de todas as idades,
    cores e sexos, eom tanto que sejam sadios : no
    erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cnues,
    regnezia de Santo Antonio.
    Cabellos
    Na ra do Queimado n. f>. i andar, saliio de
    cabellelreiro, compra-se continuadamente cabellos
    compridos.
    (Jasa terrea.
    Compra-se urna eafti terrea pequma, em eha<)
    proprio, com quintal o cacimba, t dou quark :
    a traUr na ra da Madre de Dos n. ltt, loja.
    GlLHRME AtGLSTO ROURIGI ES SETTe
    CASA nE COMMISSOES E CONSIGNACES,
    IVI^KOl
    Mtt-Hiia do % Hipar o .
    Compra e venda de gneros, en :o;nmendas, e
    papis de crdito, movunento do fundos, expedi-
    eu de telegrammas, cobranzas, liquidares, ele.
    V.NDAS.
    sua
    Mr. AJphowse Blondel, fabricante de pianos em PARS, declara ao respeitavel publko de Pernambuco. que o uraco deposito de seus pianos na cidade
    \ NOVA N. II, armaiera de Antonio Jos de Azevedo. Outro sim que tedos os seus pianos rao .aMpmpa^nados de ura certificado a. ofigem assig-
    a-_-__L -... _- .-, ,......ii__ir^atrrirTinrT7a-a-a--ar
    Par. 24 de fabo de 1860. (Asssignado) Alphonse Bloadel.
    O annaoianw lambem troca e ajuga pianos. E tem o maior a mais expleudido sortimento de novas
    HUSICAg PARA PltMO^i MM NndainJLr
    AJ qoaes recebe* directamente da Europa e do Rio de Mn< Sr. Felppwe Tornagbi, Narciso, Artbur Napoleio 4 C,
    t/ Tambem temtrande sortimento*' de papel pw^jansica e desenbo ; curdas omentos, ricas gravaras e qwtdro* para, ornamentos -te salas, oleados para
    Mino < Ss ricos espelboi douraJos, quadrado aes, eaxmhas de costnni se4^ato^Ujw7iB*ia*f logios cora despertador, vwlros para
    m de todos os tamanhos, talagarca. lias e apbas para boroar, e muitos ootr- s artigos que o respeitavel paUico 'encontrar sempre neste armazem, o qua!
    aberto todos os dias ate aj 9 oras da noite a&n das Exmas. familias poderem ir apreciar os seus panos.
    Vende se o engenho Estrella d'Alva, (d*agoa)
    np termo de Agua-Preta, com meia legua de tor-
    ras pouco mais ou menos, o esta de superior pro-
    ducido de canna; tem raneas coberta*, as ladci-
    ras jii) do prodaccao superior a inuitas vaneas ;
    as obras do engenbo ao tudas nova, tora pro-
    purees para safrejar annualmonte. safra muito
    silperior a tros mil pies, e < partiao perto do
    engenho; vende-s tambem coro a nova safra, se
    lllnvenciona^so, a qual se snp3e superior a tres
    mil paes : dista da estarrio.iApua-l'roU) para on-
    de so depoultam o a?surares, pouco mais de le-
    guas : a pessoa que ,o pretender pjde dingir-se
    mi mesmo engenbo, a tratar com ai seo proprieta-
    rio o tenentecor.inel Jo."- Antonio Serfico de As-
    ___.
    _
    Furto d'1"'1
    ao cooiprador.
    1^000 o cento.
    Ra *ta Madre Deus n. 7.
    Vende-Mjqualro pretos demeia idade e ucia
    mulata de 30 annos cora habilidades : a tratar na
    ra de i tortas n. 96.____
    Escrava.
    Vendo-se urna escrava ciioula Je 22 annos ih
    idade, do bonita figura, cosinba bem o tem alg\:
    principio de engommado, para ver e tratar podr-'
    os pretendenles dirigir-so ra do Apollo n. Ci.
    armazaui de molbados.________________
    Atenido. >
    Vendeane dous carros com dotu bois, en
    bom estado quera precisar dirjanse i ra d 9
    (uararapes n. 10.
    Vsnde-se ui preto oflicial de iaroindro e
    ivernisador, na ra do Iiuperadjr a. 43, teretr
    en
    andar
    CADET
    CU RA
    em TRES DAS
    ^Denain


    Diario de* Peinambuco
    t t; m
    ',i !"1
    Quarla feii
    filil
    A HU DA UPER ATRIZ tf, S
    Esquinada rumia Aurora, eco frente do caf Imperafrz.
    N'ttta amo o sumptuosoosialieiecirnento de fazendas encontrarn as Exmas-
    issmu (ltsfjai-,lauto coi argos do irnos rigoroso luso, como em todas
    qualidadas de fazendas.
    tai dse acharen prvidos desque de meihor se encontra oeste mercwle,
    por tociofeos paquetes da Europa, noe.ieiq directamente o que em rticos de moda o
    lo nwts apurado gosto se cncoutra em taris, o qae vena cada da augmentars propor-
    ;5 s.dc que dispoe esto tstabelecinicnto para letn servir-su a numerosa fregaetia.
    a Bta
    e
    1:1 )
    larpo pira lene/ras c toalhas de
    'idas as quididades que cocuma virao mer-
    cado.
    Alpacas de todds o* padrote e qua|ida
    dos t.i variadas que $ti na"> p.ulem descrever.
    Albimscom msicas para enllocar retrato?,
    delicio:j pasate paraquahj er pessoa de
    >fs im w
    Atoalhado de lirdio e algodo, branco e
    de Cures propnos para toalhas.
    Bas punas de seda pretas c rauito moder-
    nas, bem como de crochel, tu lo de apurado
    gosto e feitio.
    Baldes de muselina, madapolo, brancos
    de cores; para aminora e meninas,
    Bareges de cores variado sorlimento.
    Dabadhilws ou liras bordadas em todas as
    larguras.
    Hjlbutina de todas as cores.
    Bolsas tapen; para wagera. grande
    ariadade de iimiMhaa e gastos.
    Borabftziua pela de (odas as qtialidades.
    Bramante de linho de II palmos de lar-
    cura, c todas *s mais quididades.
    Bretanhas de linho e algodo, grande sor-
    tinvnto.
    Brins de linho branco o de cores, do mais
    commodo ao mais caro em qnalidade, affian-
    eando o qoe ha de meihor na especie.
    Brins d'algodao completo sorlimento e
    variedade de pre;os.
    OS
    18 de cores, o autor sorlimento, pri-
    antido pda bom gosto e baraten* alientas
    as qnalidade*.
    i nbraias brancas, lapadas, e transparen-
    tes de todas as quatiriudes e precos.
    Camislnhas do earabraia de linho e cassa
    bordadas ricanv. nte enfeitados para Sras.
    Camisas para hnreos e meninos, tao va-
    riado sorttmaiUoque vai do mais ordinario
    madapolo ao piis perfetto bordado de li-
    obo e cmbrala.
    Camisas de mefa, de flanella, brancas e
    de coras para hornera.
    Casemiras pretas e de c6rcs, o mcltior
    m<- se pode imaginar, sendo d'isso a me*
    [Une pi\>va o grande consummo dellas na
    >ffi ;ina ila cas;;.
    illas de (lores, para noivas e bailes,
    le a mais candida flor de larangeira at
    a mais intvressaote gmalda.
    Chapelilias no melhur gosto.de todas as
    edrj s Ivije preferidas pelas senhoras de
    mais apurado rigor na moda.
    Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
    altimo gosto de Par-.
    Chapeos de sol, para s-nhorase hornos.
    e lodosos pre;or. e variados gostos.
    ly rom ricos padrees para vestidos.
    es '! todas qnalidades, avalla lo
    ero e nao mono- variedade de gostos,
    is, impossivi: descrever o se/timen-
    'ii e variedad.' de padroes e 00*03 gostos,
    ba ueste artigo ludo quanto se pode desejar.
    Cintos para senhoras oque se podeima-
    de meihor.
    Coques, o meihor no gosto e nos enrei-
    . varios tamanhos.
    Colchas de seda co n borlas, o msi* apu-
    rad.' gusto e lavor.
    Ditas de fustn I o e de cores por
    pn pos commodos.
    i 'pin ios de. cambra! i, ricamente borda-
    lo ; ira senhoras.
    Cortinados de i bordados e de
    lii n pie de m lbr desejar.
    CoJarinhos de l! dados e lisos, o
    maior sorlimento.
    ' sao
    Damasco da la de 9 palmos de largura
    lindas cores e ricos padroes.
    Espartilboa brancos e'ds cores, para se-
    nhoras e meninas, O meihor nesie genero ;
    ner.lv.una Sra. deixar por certo de muir
    se de tao precioso auxiliar perfeifu de
    um corpo delicado.
    Bntreaetos hbrdados.
    Escmilha prata.
    Enleites para cabeca, 'ultima moda de
    Paris, recebida no ultimo paquete.
    Esguio de Linho, completo sorlimento de
    todos os nmeros.
    Fitas largas escocesas para cintos, varie-
    dad1 de gostos e liados fl idrocs,
    Fihs de crochel...Modernos com cintos
    e capas, o que ha de raelhdr.
    Fil da seda, linho e algodo, de todosj
    os posios e padri
    Fusio de todjs as Coces
    grande sorlimento.
    Flanella branca e to cores.
    esa-
    Gase com h'stras de snda e floros. fi/.on-
    da inteiramentenova para vestidos.de baile.
    Gravatas pra senfioras e bom^us, o mais
    completo sortaneoto que se | pdej desejar.
    Guipure preto e branco, di,versas*ltrgu-
    ras e diferentes gostos.
    Gollas e'pimhos bordados para .seoiboras.
    Guardaoapos de iiolio pequeos e'giaq
    des.
    Gorguro de seda preto e de cores.
    Grosdenaples preiu e de cores, luven-
    do diversas quaiidades e gostos.
    Japonezes para euh iras, o mellior gos-
    to. c lazenda propria para as festas nos ar-
    rabaldes e passeios a tarde.:
    Laazinhas de todas a^ qua'idades. cores
    e gostos, nao Qcando nada a desejar, tal e
    o sortimento que existe para escolher.
    Lengos, todo quanto pode haver desde
    esguio ao algodaocommnm.
    Leques de madreperola e osso, o mais va-
    riado suilimeiito.
    Ligas de seda, bordadas, para senhora.
    Luvas de Jouvin, chegadas por lodosos va-
    pores, sempre novo sorlimento, qoer em
    pellica para homens e senhoras, qutr em lio
    'Escocia, brancas e de cores.
    Madapolo; indescnivelogrande sor-
    limento que ha neste peero, desde o mais
    elevado preco ao menor, que se vende em
    pepa e retalho por menos do que em ou-
    tra qualquer parte.
    Mantas de blonde para noivas: o apurado
    gosto dos nossos correspondentes em Paris
    habilita-nos a dizer que temos em nosso
    estabelecimenlo o que de meihor se dse-
    ja para vestir e ornar urna noiva.
    Mantas pretas de blond.
    Manas para carros, coui lindas pinturas.
    .Merinos pretos, trancados e lisos.
    Muselina braucae de cores, lindos e va-
    riados padroes.
    Pannos pretos e de cores, desde o mais
    barato ao mais superior, por preco inuilo
    cmmodo.
    Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
    Ditas de casemira muilo inus paFa
    mesa.
    I'eitos bordados de linho, lisos e de al-
    godo para, camisa.
    Princetas pretas e de cores.
    Popelina do seda e linho, com listas e
    flores: fa/enda lindissiina.
    Pvlljerinas para senhoras, do ultimo
    gosto.
    Perfumaras ; os mais finos extractos o
    que de meihor e mais agradavei se.pode
    encontrar neste genero, c de mais fragantd
    suave no olphato. lera* PAVILHu' DA
    AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
    da al o mala aoBonquet d'Amovr, ual-
    menle tudo quanto dev oceupar o louca-
    dor de una senhora de gosto.
    -^'
    Saias bordadas, bramas, lisas e de cores
    com follios e sera ellos, o meihor possivel,
    Sahjdas de baile, de todas as cores.
    Sedas pretas, de quadros, lavradas. lisas.
    de lislras de todas as cores e quaiidades e
    o mais barato possivel.
    Sareelim de todas as cores c quaiidades.
    KS:
    Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
    cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
    manhos desejavis, e em peca para co-
    vados.
    Toalhas de labyrintho, do maior e mais
    fino trabalho ao mais barato.
    Toalhas de linho e algodo de todos os
    tamanhos, li as e felpudas.
    Tarlatana branca com palmas e de cores,
    fasenda muiloflova, e gostos delicados pro-
    pria para baile.
    IOJIA
    FeTereiro de 1870.

    Vistuarios bordados de fustao brancos o
    de6res pava meninos, do cambraia para
    hap-ados, o que de meihor lera vindo a
    este mercado.
    Vestidos de la escocza de 2 saias, .
    novidade pelopadro, gusto e forma; ditos
    de linho com barras & crele de cam-
    braia de cures com 2 saias, 6 tudo inteira
    novidade, trazom os modejlos jnntos para
    mostrar a forma de os fazer.
    Veos de blond para noivas e pretos para
    luto.
    Vestidos de blond para noivas: podemos
    . asseverar as nossas Exm;:. (recuezas, que
    e quaiidades 'somos os paics em Pernambuco que pode-
    mos offerceer ao Ilustrado publico, o mais
    apurado gosto em semelhaate materia, gra-
    GALLO mEANTE
    llaa do Crespo n. 1
    Os propneUrtos desle bem <
    -iuiinir. nltM^iir" mitos objei"
    postas i a^reciaro do respeitavel publi
    damn bam d. receber pelo ultidu tapor
    da Europa mrt coropjgta enriado sortijlflo de
    linas c mui delicadas "iiefialidades, as quaeies-
    lo resoM"*' a vi>mj&-, como de seu eBnnie,
    por .presos muilo baratsnlKis ominodos pHs to-
    dos, com tatito que o Gallo..,!
    Moito wfwHori-s luyas de plica, preta^^rau-
    cas de*SMMIad;is r
    Jui bMTttrikuaitas pnliinqj| e pnnhos para se-
    ahora, neste gi*nen>.Qj|ue h;Pae uiais qioderuo.
    itnlW|)nil dB tarirdtafa para coques.
    osAJai.ssimt enelat inri T1m|ti i i
    .perroTes trancas pretas Me fiTaf^om vidn-
    riOM^ bonitos leques d/
    i, mMo e osso, sqaaV* *1'.i
    COMJindos descnhos^S estesJttwf- <
    tito superiores nwias flcTO Evns^amira 9f-
    is, Mpons seralpre se #pderaX^ofs*0>OO0
    ia, HMit que nos Cvendemo!
    deHijJiaios taabem ra
    i qyaMdfs, entre as
    Boas bengalas de superior canna daMidia e
    caato dMHM&n ck linda encantadoiifigu- j.
    ra*-do miisino, peste piiero gj) que de d^jpor se '
    pode d.'sejar alm destas limos tambemjcande
    Jaantidade de oatras quaiidades, como sej|fivxna-
    aica, balota, osso. borracha, etc. etc. etc. Fv
    Reos, bnnttf* e airosos chieotinhos de 4eia e
    d* outraiMItWade?.
    Linda* /u.acriores ligas de seda e SVfacha
    p""" "f-~TMW" rucia-.
    Boas meias de seda para senhora e pata, meni-
    nas,de 1 a 12 aunos de idade. W
    raralhas calw de marQiu e tartaruga para fazer
    birta; sao muito boas,e de mais
    cortes
    mentos.
    gorgur3o
    s mm su
    11-EA DO
    arai da Europa pelo ultimo vapor loja dJ
    linda sidas de mimosas cores para vsiido?pflPH
    U
    Porto A
    batayfeca'
    Novo ^^^^H
    ande variedade de sedas da listras de diversos precos todas de liadas core
    seda preta, e grosdenapie de varias quaiidades e gorcuro de seda .Ka
    dillercnt^cres. ^ \
    Novos vestidos brabeos de blond para noivas, lindas eolias desuda pamcam
    ditas de lia e seda, cortinados bordados para camas-eianellas, fronhaa e toalhas da
    cambraia*tfc linio bordadas. ^
    Linas novas le Jouvin, eetegantes sonabrinhasde sdas de cor para senhoras.
    Bspartdhos de li at K>;5, lindot-bournoos ;de cachemira de cor para\8abia
    de baile, ^squmoa de renda preta. e dita de crocb=Sranco e preto para se%boras.
    waa^e variooade de earaias: boaadas e lisas, para homens e mentos.
    Sortimento de muitasazendas 4% 13a, linho m algodSo todas por procos nwto>
    ande sortimento de
    es algunas moito
    , Tjpetes paades para sof, piante camas, pecas de tapetes o de alcatifa para
    r salos tudo era qnaatidade; e vendim sempre^or menos Qae ej^otijra/iialqiier
    EstefrflBda,ladk de4,Se0lmo$delarg.
    Brande armazea ^l fsente c roopas relias rna da Imperalrz
    h. S2, porta larga, de Paredes Porte.
    4fste estabelecimento encontrad o respeitavel publico um bonito sortimento
    de rotipaeode todas as quaiidades, palitofs de alpaca a 34, 305QO at 6. Ditos de
    mermo, daos de casemira de cores bonitos gostos a 50, 60, 80 e 100, de panno preto
    Ditos de brim pando finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
    SOOO. Caljps de brim de cor finas e ordinarias, ditas
    acos e sobrecasacos.
    de core* de 36500 a
    branca dRtodap as quaiidades. ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
    de cor d.i*eta de 4 -Sfi, fy a lu. Golletes de
    a mais sao ga-
    iajipeJofahricalite, tns por i de coi e,|>fela de A >$, b& a l. Colletes de todas as quaiidades e preco muito
    bem ssegcmims sm qnaldad, barato. Completo sortimento de camms francezas de algod5o e de linho de 20 at* 5(5
    Sert,reT' "aSw|Sb* r^ cn ff* Linha niuito'-boaI dfSI fro *, pTeJS labyrintho. 40 ate /0 a dflna.
    Bons barallioa. de caria.j par;i v.iltireie, assim ^^ ROUPAS PARA MENINOS.
    ;ZX^XZ?l***^p- .****** de qasasquer obras de encomraenda
    uiuuri3s e do^- ineHiwes fi maij'^mtieeiHos per-
    fumistas.
    . C0IAI4S DE HOEB.
    Elctricos magfM^coiflra aa emilsOts, e
    fa-'ilitam a dentiraVaasinnijceinrennCas.. So-
    mos desde murt receOedores destes prodigiosoi
    collares, e eoniinuauos a reeebe-Los por todos os
    vapores, alim de qne nanea faltem no mercado,
    wran ja tem acontecido, assiqfl pois poderao aquel-
    les (pie dclles precisarem, vir ao deposito do gallo
    vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
    defos collares, e os quaes attendendo-se ao fim
    para que sao applicados, se venderao com um mui
    diminuto lucro.
    Rogamos, pois, avista dasobjectos qne deixamoe
    declarados, aog nossos reguens a amigos a virem
    comprar por precos muito raxoaveis loja do gallo
    vigilaute, rna do Cies|K> a. 7.
    ob
    Machinas a vapor de
    for(?a de 3 e 4 c-
    vanos.
    Motores para t cavallos.
    Arados americanos.
    : Machinas de facao e serrotes para desca-
    rofar algodo.
    Bataneas para armazem e .balcao.
    Camas de ferro.
    Cofres de ferro do Milnez e de Ubit-
    field.
    Prencas para copiar carias.
    Fogo americano pateut
    tanto para homem, como
    para menu os^rom brevidade, por sso que tem um bonito sortimento de fazendas de
    todas s quaiidades tanto em casemiras como brins, pannos finos e outras mnitas fa-
    zendas.
    I C FAZENDAS
    Bramantes de II palmos de largura a l 800 o metro.
    Cambraias de cor e branca.
    Alpacas de todas as cores a CiO rs. o covadfc '. '
    Poil-de-chvre com lista de,seda fazenda de gosto a 10200.
    Basquines de guipure enfeitadas a 180000.
    Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
    Madapolo lino a 60500, 70, 80 e 90000.
    AlgodSo peca com 20 jardas a 40500, 50500 e 60000.
    Peca de algodo largo a 70500.
    E outras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Chogoem roupa
    feiU que se est liquidando na loja ra da mperatriz n. 52 unto loja de ourives) do
    LESO DA PORTA LARGA
    nr.
    Paredes Porto.
    sen.
    3 cordeiro previdente
    a. le*
    rfaRari
    Al jAflato de pf.
    maria, t' aMMtst prvida
    do Cordoiro Prcvideate, esM^aba d
    Mtfo a ton
    .BBMfMtt
    s de pv
    sos; MJB^^^^Mntvideiit'- ped*
    eesjj racer a apreciadla
    do r |i feral e -de so
    nao se afas>
    t-cflphecidamansidiai
    *Bmm*. m dita leja eDcontraro a
    apreciadores do bom:
    Afuaditina de E. Coudray.
    Dita verdadeira de Marra; Loman.
    Dita de Cologne inglesa, americana, fran
    caaai^qdas dof juelbor^s e mais acreditado
    de uW delaraagearaa.
    Dita dos Alpes, e vilele para tbilet
    Elixir odontalgico par eonsarvaelo
    rssek> da 'bocea.
    Cosmetiqoes de aaperior aialtdade i
    ros agradaveis.
    Copos e latas, maiores emenerea,
    pomada fina para cabello.
    Frascos cora dita japoneza, transparente
    s outras quaiidades.
    Finos extractos inglezes, americanos
    francezes em frascos simples e enfeitados.
    Essencia imperial do fino eagradavel cb
    'o de violeta.
    Outras concentradas e de cheiros igoa-
    cnente finas e agradaveis.
    Oleo philocome iverdadeiro.
    Extracto d'oleo de superior qoalidaa
    com escolbidos cheiros, em frascos de dtfc
    rentes tamanhos.
    Sabonetes em barras, aiores e rneaot
    para raaos.
    Ditos transparentes, redondos e em ino-
    ras de meninos.
    Ditos muito finos em eaixinha para boro*
    Caixinhas com bonitos sabonetes imitaa4*
    fructas. i
    Ditas de madeira invernisada conendo *
    oas perfumaras, muito proprias para pr*
    sontas. ....
    DHas de papelo igualmente bonitas, tas
    bem de perfumaras finas.
    Bonitos vasos'de metal coloridos, ed
    moldes novos e elegantes, com p de afro
    s boneca.
    Opiata ingleza e franceza para dentev
    Pos de camphora e outras difieren!
    quaiidades tambera para dentes.
    - Tnico oriental de Kenp.
    Anda anals coques.
    Um outro sortimento de coques de ne
    vos e bonitos moldes com filets de vidrilho
    e a'.guns d'elles% ornados de flores o fita*,
    esto todos expostos apreciacSo de qoe
    D8 pretenda comprar.
    GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
    Obras de muito gosto e perfeico.
    Fivellas e fitas para cintos.
    Bello e variado sortimento de taes obja
    ios, ficando a boa escolha ao gosto do con
    orador.
    Mikroskope achroma-
    a^tisehen. ObietivLin-" lll~ V-)
    Barmetro e termos
    metre. Centigrade
    e reunmeure.
    (Jal nava de Lisboa
    i-hrpnda no ultimo navio : vende Joaquim
    Hamos, na ra da Cruz n. 8. i' andar.
    Jos
    NO BAZAfl DA MODA
    DE
    Flores,' o que ha de mais rici. quer cas ao bom gosto do nosso fornocedur "em
    solas, qoer em ramos, tem o PAVILHa) Paris, podemos garantir que ninguem oeste;
    DA AUKORA um permanente jardim a genero o possue meihor, nem mais em
    disposicSo das Exmas. familias. conta.
    E dispondo d to *rande c variado sortimento que o? proprietaros do PA-
    VILHAO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j q^e a siucerida-
    de e o bom gostoo movel uuico de seus nogocios.
    Prvidos de tudo e promplos sempre a prover-se do que por ventura Iho
    seja necessario, os propietarios deste sumptuoso estabolecimento recaanmendam-se
    sera receio de serem contradictos e psoteslam esforcar-se por continuar' a merecer
    proteco qne se Ihes tem dispensado ; certos de que do sea estabelecimento nao sfihira
    o freguez descontente.
    Contina sempre a officiiM de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
    tas, piomplo exec i promptido e bom gosto qualquer trabalho qtte llie seja
    confiado. Urna modi ialmente oceupada nos trabalhos do PAVJLHAO 0 V A-
    RORA, dirige os q o concernentes, garante porseu apurado gusto cpromptido
    na execucao e a rna? completa-perfeijio nos seus trabalhos.
    zia qae nos honra uma pro*a de que merecemos o con-
    cedo que ae dit >s|klecimento, conceito que procuraremos lirmar cada
    ojjpcecuco do fim quesos propomos, tamos no nosso
    juiinos de Paris, que recebemos por todos os paquetes, os
    familias nossas freguezas, alim do escolhereip,
    IBr forma.
    ao estabelecimento, ha igualmente os figurinos
    es se recebem.
    os apresentamos psdindo a protecoo do illutrado
    pcito .convidamos s oxcellentissiraas Sras. a visi-
    ;ertas de encontrarem nelle pelu menor preco pessve-
    jost de soi'za mm i c,
    Ba Nova
    VENDE-SE MUITO BARMO PARA LIOUI-
    DAR A DINHEIRO.
    Lnvas.
    De pelica branca rauito frescas, chegadas
    por este ultimo vapor para boaaeus. senho-
    ras e de cores e pretas para meninoso
    par 20000.
    Minhas festas
    Lindos objeetoR para mimos, como sejam:
    Estojes e caixinhas de msica, bolciubas e
    sestinhas, vasos e balaiubosde porcelana
    dourada, figuras, tinteiros, port-bouquetr
    caixinhas para jijas, interesantes concliinhas
    com frascos para excencias, ricos quadros
    para retratos, apparelbos de plaqu, cama-
    feo e madreperola, lindos vasos comwrfu-
    marias etc. ftc, e muilos ouyos objectos
    para este fim.
    Chapea Je spl en sombrin'-*s
    de setim ricamente enfeitados e mais mo-
    dernos quo pode haver para senhoras a
    14$, m e 185000.
    GUIPURE OU CROCbSI
    preto ou branco que o pode ha?de maie
    bonito em padroes e superior em quaiidades
    para casacos, capinhas, corpinhos, meias
    saias etc. e vende-se muito barato."
    LINDAS CAMELIAS
    brancas e cor de rosa de dou* lamanhos
    cada rosa a l 200 e 1)1500.
    Chapeos para senhoras,
    de palba fina de Italia elegantemente dhfei
    tadose gostos muito modernos de 15f5>000,
    vende-se para liquidar a 10)5000. E' pe-
    chincha.
    KAPfl POPVIdAB
    DA
    FABWfA Mimi U BABIA
    DE
    Teixtira Uldurtco & C.
    Acha-se venda ese ptimo rau, onieo n
    pode suppnr folia do princeza de Lisboa, por w
    de mui agradavcl perfume, viajado, e a prero
    mais mdico possivel; e por isso tem sido assi
    acolhido as pracas da Bahia, do V.io de Janeiro
    em outras df, imperio : no escriptorio de Joaqun
    Jos Goncalvee Beltrao, ra do Commereio nu-
    mero 17.
    vez iikhs. Para r.
    estabetocimento os
    ! j 'IBo- r
    com o padreo
    para hom
    publi
    taren
    ludo (joepode
    :idare
    oao poderm'
    iorar as fazendas eamostras onde forera pedidas, visto
    juanto temos.
    Joo Luh, Sobnnho dt C.
    Abertc das 6 s 9 horas da noite.
    uAZ (AZ SAZ
    ^ Chegoa ao antigo deposito de Henry Forster A
    ., roa do Imperador, um carregamento de gai
    de priraeira.qualidade; o quaJ se vende-era partida
    e a retalho por menos preco do que em outr* anal-
    o^jer parte.
    Vende-se ou aluga-se a armacao da taberna
    da roa do Coiovello n. i.
    Chegon hoje
    l'arinlia da trra no armazem Indopendencia, ra
    do liaiizel n. 3.
    Para costura '^
    Vende-se urna linda machina de trabalhar
    mao, do acradiladn autor Wbeelerl Wilson, nova
    e em perfeito estada na ra da mperatriz, loja
    n. 44.
    E crystal de rocha do Brasil.
    F. di. Gcrniaun, recommenda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeicoa
    dos; porque, com esto; vidros, a vista descanca, fortifica-se e nao a canga como com
    os vidros ordinarios. Urna vez escomido um vidro, pode durar dez annos, emquanto
    que, com os vidros ordinarios se est pbrigado a muda-Ios todos os annos e os ter
    cada vez mais grosses, o.quo altera o crystano do ibo e determina quasi sempre do-
    res de cabeca- O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do ibo, e,
    todas as vezas que o objecto est mais perto ou mais loage, os raios que expelle sao
    mui convergentes ou mui divergentes e a viso nao perfeita. Um grande numero de
    pessoas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a vlso nao distincta.
    Com a applicaco de meus vidros pde-se vencer estas difficuldades. Para os que tem
    a vista curta e cujo crystano mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
    longe), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponto de
    vista, o qqe faz,divergir os objectos e deixa ver tao longe como as outras vistas. Guan-
    do o crystano muito chato, o que suceede aos que tem chegado a urna certa idade,
    o que se chama presbyta, veem meihor de longo que de perto, e nao enxergam seno
    um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; cora um vidro convexo, estes enxergaro
    tac distinctamente como na idade de, 15 annos. Servindo-se destes vidros quando e
    vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
    F. *. Germano encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a e s
    colher, a primeira vista, seja qnal for a idade e grao de vista, ocolos proprios para
    qualquer pessoa,
    Para que sao fabricados estes vidros ? ?
    Para a vista myope, (vista curta,).
    Para vista que se cobre de nnvens.
    Para a vista que por momentos, v es-
    voaejar pequeos pontos negros. r
    Para a vista que as paipebras tremem
    de fraqueza.
    Para a vista qae os olhos sao desiguaes;
    Para a vista que se tuna com o traba-
    lho e a leitnra.
    Paxa a vista presbyta (vistagalon ).
    Para a vista que nao supporta os raios
    solares-nem grande claridade.
    Para a vista operada da catarata.
    Para a vista que as paipebras esto cer
    cadas de sangne.
    Para a vista, que un dos olhos mrop
    e o-outro preabyto.
    Para evitar finalmente que o crystano
    do olho se cobra, de catarata.
    tendido Alberto Sodr da lotta A C, coa
    i'scriptoro e armazem na traves.-n da Madre d*
    Dcos n. 14 tem pan vender o seguate :
    Cemento Pordand de 1* qualidade o meihor ou*
    tom vindo ao mcrcado.barricas de 12a M arroba.*
    por 103000.
    Vinho Bordeaos das seguinles qualidade*:
    St. Julin.
    Fronsac
    Lormant.
    Si, Kiilion.
    Marpans.
    Chateao de Boychcrelie.
    St. Lamben. .
    Lalonbere.
    Duples8is.
    Cauor.
    Dearsesal
    Vinho do Porto qualidade milite especia).
    Azeite doce retinado em caixas de 13 garrafa
    Vinagre superior em garrafoes pequeiC^
    Farelo Iiamburguez, saceos de 80 libran, no
    6000. ,
    Farinha de trigo de superior qualidade.
    Barris com alcatrao, de arcos de ferro.
    Pumos de tudas as quaiidades, se enconlrara
    neste e^tabelerimento em latas, tolos e fardos.
    Papel de todas as qualidattos, proprio para ei-
    gamw.
    CEMEMTO
    0 verdadeiro portland. S se venda na
    ra da Madre de Dens n. 22, armazem de
    Joo Martins de Barros.
    Sortimento
    para^ theatro,
    I 11
    binculos
    oculs de
    canee para
    rinhl..
    o campo o ma-
    Calxa Filial do Baneo do lira-
    sil em Fernanibiaco. em liqul-
    daeao 25 de Janeiro de I*?o.
    A Caixa filial vende o grande e exceden-
    te sobrado sito ra Imperial n. 64, com
    acconiodacces para grande familia, e tam-
    bem veodd a casa terrea contigua n. C6 :
    i Iraiar na mesma caixa ra do Commer-
    eio n. 34.
    msomlAOsM
    Tem tambem grande sorlimento de
    Lonetas, pincV.ez e
    ftce-aneain, ourO, prata,
    tartaruga, bfalo, ac,
    etc., eic.
    -----wuo relogiospara parede, que do horas epara
    dnSada^S? '8fDd0S mde!o Rek)k5S P31"3 Wbelra', de oare,
    dourada efoleada, inglezes, suissos
    cantes.
    Mi Iho e arroz de casca
    Vida- milbo e-amn de casca m saces-;, ir
    trapica da Coinpanbia : a tratar no mesmo com
    o caixciro, ou na rna da Cdela, casa n. t, seaciK
    Vendas em grosso e a retalho
    . N.21-1
    e orisontaes dos memores
    Bm Parnimbuco.
    -Ruu Nova. 21.
    prata, prata
    e mais afamados fabri-
    INJFr N BKOU
    Vendem em seus armazens, no eaes do Apolk
    n. 7, Escadinha n. 1 e ra do Amorim n. 37, ot
    seguintes (teneros :
    Ae.i de Milo.
    Milbo em saccas grandes.
    Farello em saccas de 'JO libras.
    Chambo de munigao sertido.
    Metal amarello tara torro de navio'
    Machina para descarocar algodio de 14, 10 e 1S
    serras.
    Kerosene em latas de 5 gal
    Champagne do afamado fabricante Krug.
    Hormouth.
    Vinho do Porto engarrafado.
    Coqac d afamado fabricante Gautier
    Fogo da China, camobas, 40 cartas n.
    Genebra ingleza tOld toiu
    Cimento Rumano.
    Cimento Hidrulico.
    Cimento Portland.
    Gesso para estuq
    Cannos de barro para esgotos.
    Gradeamentos de ferro para jardins, calcadas ele.
    Carros de mao para servicos de armazens.
    Garrafoes com 6 galfes de vinagre tinto,
    dem com 3 *al5es4e vinagre Unto.
    Chumbo em barra.
    FrtjM?.
    a. 1. Extra.
    Especial para limas.
    i
    i
    de
    ~ roa Rq*a aj-
    aen
    men
    <
    iBHRHIHi


    i

    "Diario de
    Periiambuco
    Quarta feir 2 de Feveriro de 1870.

    7
    n DfNHEffTO NA LOJA E AAMAZEM
    ___ -^
    DE
    FEMX PfiRElRA DA SILVA.
    O propretario d'este grande estabelacimento, vendo que se est aproximando o fin-
    o anou, e tendo em ser um grande deposito deposito de fazendas; nao fallando em
    ^Hitadas encommendas que Ihes esto obrigado todos os dias tena resolvido lirmjoa-
    ias por preco muito raais baratos do que era outra qualquer parte s eom o fim
    . diminuir o aposito e apurar dinheiro. Encontra-se neste estabelecimento do
    rfcVAO, avoltado sortimento deia&,odas de taxo e modas; assim como de primeira
    ecesadade. As pessoas que negociara em pequea escala n'esta toja poderio surtir-
    n veidendo-se-lhes pelos precos q-e comprara, n^s casas inglezas; assim como as ex-
    sellenissiraas familias podaifo mandar buscar as amostras do todas as fazendas oo man-
    nMedia levar pelos caixeiros da raesma loja em suas casas; o estabelecimento se
    coa constantemente aberlo das 6 horas da manh5a as !) da noite.
    m
    IA flnSSu.1" 8'
    MMIIADE

    Quaado a AGUA BRIAGA, -mais precisa scienlificar ao rspeitavel publico em
    (feral, e em particular a sua boa freguoza, da.imrnensidadfi.de objectos que ltimamen-
    te tem recebido. ejustamenteTquaodo ella menos o pude fazer e .porque essa falta invo-
    luntaria ella conlia e espera na benevolencia, de todos que Ufa attcndorao e relevaran,
    continuando portento a dingirem-se a bem conhecida lija da AGUIA BRANCA ra do
    Queimido n. 8, onde sempre achario abundancia em soi tmenlo de soperioridade em
    qoalidades. modicidade em procos e o seu nunca dcsraenltido \GR M)0 E SIXUERIDADE
    Do que cima tica dtoTso condece que'o tempo
    Explendido SOrtmentO de Crochs para cadeiras e sofs
    roupas eitas *!avSo tevn um grande sortrnento dos
    NA LOJA DO PAVAO A RA DA l'^ofr^^^W?^ para ^
    LMPERATRIZ N (10 I mesa3' a,mof;,da3 etc etc., assim
    Acto* este grande estabelecimento cora-! 5 Plil"0^ c,.)bnr P***. e ven-
    pletaente sertklo das melhores roupas,
    cara aqueiles cuja importancia, elegsqcia e novidade os tortura recommendavcisV como
    b m seja
    end calcas palitts e coletes de casemira,
    e panno, de brim, de alpaca, e de todas
    as mais fazendas que os compradores pos-
    am desojar, assim como na raesma loja
    de-se msis barato do qu em outra qual-
    quer parte,
    GSMSt' A 1:500 RARA VESTIDOS
    0 Pavao tem esta nova fazenda lisa pro-
    pna para vestidos, com as mais 4eHc
    ^ umbro sortimento de pannos s<ol7Z%XZ <]Ue a (Ma
    ras. brins, etc. etc. para se mandar hw^SSJ^fiS^tSl^^ ffi8 f?M
    <^ K vetada ;elo fregus e Jse fi^jSSg? V **>
    sonados a acceita-las, quando nao estojara Af (i,\{ pJ!.,. nn
    fWft^etamcr.te ao sen contento, assim como vend nm!!SLSi-
    le vasto eslabcleehnento encontrar o rtfiSEffiSKSSELlS0"
    re^itavel panuco um bello solvento de ATSi^tlZdflJ^
    mam francezas e Mezas, cetonias de El^ ^
    tw c algodo e outros mudos artigos
    proprios para homcns e serihoras proroet-
    ^adfl-se-lhe vender mais barato do qoe em
    a! rs qualquer parte. Na ra da Impera-
    :rij. n. 00, loja o arraazem de Flix Perei-
    rs da Silva.
    PechitLcha a 2^000
    Para letices.
    Sajojado Pavjto vn lu-se fdpf rinr bnmante
    ;ialmos da4a'n;iira, dando a largura o com-
    ri:r,,*to do Iene<>l. seodo aperas preciso para
    aAi fcfiiivjlBin e ineio, ou u-n o mu uuarto mu-
    iros ; .-ilin des.i aplicacjio tbm oijwas mitny
    pan arranjoj do familias e vend" se .Mo barato
    prero de SOOO n melro Na loja U PavV ra
    Citicas tieliuho
    Vende-se gangas de linhocom quaJn'nbos
    bio ioa fazenda, .para rbupa de bomena
    *. meninos e vende-se pelo barato preco de
    MN is o cafado:
    PECHINCHA E.M PANVO PRETO A 2:100.
    trnicado que se vende por proco muito em
    conta.
    vaaos de linho
    Chegou um grande sortimento de pfecas
    d panno de linho do Porto qne se vendom
    de 700 rs. at 15000 vara, garantlndo-se.
    que em fazenda de linho nao ha nada me-
    Ihor, nem mais proprib para le'nces e toa-
    Ibas.
    PECfHCHA EM CHAPEOS DE SOL
    Chegoa nm grande sortimento dos me-
    'horcs chapeos de sol de seda, in^lezes ten-
    do neste art go o molbor que tem vmdo ao
    mercado assim como urna cTande porclo de
    ditos de alpacas de todas as -cores e*todos
    se vendem por preco muito mais barato do
    qne era o tra quajquer parle, por baver
    grande pcrco.
    b cacos brancos
    Vende-se um grande sortimento de len-
    cos brancos para hornera, 'Sendo a duzia a
    1*600,2-5000 e 35000, ditos abanliados
    Corpinbos de cambraia, primoi^samente
    enfeitados com lilas de selim e obras essas
    coja novidade de molde e perfeico de ador-
    nos i s tornam apreciados.
    Fitas mni largas de diversas cores e qoa-
    lidades- para cintos.
    Loques uesse objeclo muilo se poderia
    diaer quenado descreve-los minuciosamente
    por suas qualjdades, corteo desenhos, tal
    6 o grande e variado sortimento que acaba
    de obelar-, mas para nao massar <> pi
    dente se Ibe apresenter o que poikr &
    melhor.
    Entremeios em peca de 12 tiras.
    Guipure braneo e preto de diversas qua-
    lidades e desenhos.
    CapeIJas brancas para meninas.
    Grandes sortimento d flores finas.
    Fil de seda, preto.
    PERFUMARA
    Grande e constanto sortimento de dita,
    sempre melhor quajidade.
    Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
    Caixinhas com ditos aromticos.
    Bonitos e modernos pentes dourados
    para circular o coque.
    Bonitos brincos do plaquee.
    Adeivcos o brincos de madreperolr.
    Caivetes finos para abrir latas.
    Thesouras para frisar babadiuhos.
    Aspas para ba!3o.
    Novos stereoscopos com 8. vistas, as
    quaes silo movidas por um machinismo
    mwi'
    O Campos da rna no intuito de servir satisfatori mente aos
    seus inmimeravcis amigos e freguezes, em
    particular em geral-ao rspeitavel publico,
    desta cidade ; avisa aos que estiverem pa-
    sando o lempo calmoso, nos de!eitavei
    arrabaides desta capital, quo tem resolvido
    vender, de de superior qualidade, a precos
    razoaveis. os seguintes gneros a saber:
    PARA CIMA DE APARADORES
    Latas com doce em calda de diversas
    qualidadc nacionaes e estrangeiros.
    Ditas com pcixe a saber; salmn, ostras
    elagstas.
    Ditas com ervillias francezas e portu cue-
    zas.
    Oilas com golea franceza.
    Ceneja franceza verdadeira Bobee.
    Presunto para Hambre e atiambrados.
    PARA DISPENSAS
    Latas com choui icas novas sendo de 85.
    cada urna.
    Presuntos de Lamego para tompeiro.
    CmaJ do Para (pintadas pelos indgenas
    daquolla provincim.
    Copos de vidro com dobradi?a e tamna
    para diversos mis teres.
    PARA OS QUA.RTOS DE DORMIDA
    Porta-phosohoros cheios de pbosphoros
    de segnranra.
    PARA SALA
    Churutos de S. Eelix do afamado fabri
    cante Cotia.
    Fumo pi ,io do Daniel de S. Jo5o do
    'Rio de Novo.
    Alm desses gneros, o Campos tem con-
    vieco de que o seu estabelecimento r um
    dos qne podem salisfazer com garantas as
    exigencias bem entendidas, dos Ilustrados
    habitantes desta heroica provincia, porquan-
    to se ada Hle bem prvido de gneros su-
    periores, de maneira a nao desmentir
    assncaradas de Hrlso.
    O Campos.
    Ditos de alcodo com flores e lisos.
    Vos de seda para chapelinas e monta-'umas substiluem as outras.
    ra. Vistas para stereoscopos.
    Meias de seda para noivas.
    Ditas abertas de fio de Escossia.
    Costucaes ou uniformes para meninos.
    Enxovies completos para baptisados.
    para stercoscopo
    Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
    podras.
    Ditas de raadeira. enveruisada com vspo-
    ras e com dminos,
    1 Bollas de borracha para brinquedo de
    Touquinhas de lil, sapalinhos bordados criaiuas.
    meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
    Camisioias bordadas* para ditos. para enteles de mesa o de lapnbas.
    BRACO
    rati-s:mo preco do 5:4X3, o covado, gnan-
    W fN'"||in,'ha.
    vnvlcs de casemira preia a I r00
    OP i> vende os superiores corles de
    miras pretas enfestadas, pelo barato
    pfw:.) de 1:500, pechincha.
    PARA O CARNAVAL
    Verbatiaa a(UO es.
    O PavSo vende bonitas verbulinas de c-
    n.'s pai a duminos e outros trages do mas-
    caras pelo baratissimo proco e 010 rs. o
    fado.
    PECHINCHA, ALGODAOSINHO A ;000,
    O PavSo est vendando pecas de algo-
    da. siiiho iVancez, tendo i palmos de largu-
    racufn II metros cada pega, pelo barato
    precede iooo.
    <*<: le madapoSfio a ;:.00
    () Pavio vende pacas de muit) bora ma-
    dapolao tendo 12 jardas cada urna pelo ba-
    ito preco de :'..oO0. -
    (.lOSDEN.xPLES PRETOS.
    Uaegou paia a loja do Pavo um grande
    sortitnenlo de grosdenaples prctos, tendo
    de UoOOat 5^000 o covado neste genero
    os melburs e ma s largos que tem vmdo ao
    iBfercado, assim como bonitas sedas pretas
    lavva]:is, iroireantiquosetc, todas esias fa-
    zendas. wi,(iem-se mais barato do qne em
    Ara qualquer parle, por ha ver grande
    por'a'i.
    I':i!:\LI.\S'E CHITAS BARATAS.
    0 Pavu vende um grande sortimento
    i-.- mais bonitas chitas claras e-escuras, mais
    bai alo do que em outra qualquer parte.
    4 asnas a 40 ra.
    Vende-se na loja do Pavo bonitas cas-
    ku de cores fixas a 2O, 280 e 300 rs. o
    covado,
    Cambraias brancas a 4:000 a ixvu.
    S.' o Pa\ao vende pecas de cambraia
    branca transparente, tendo mais de vara de
    largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
    pie sempre se vendeu a 75000 e 85000,
    iiqwda-se pelo barato prego de 4>000.
    Aflpaeas brilhanes alfte NOO.
    O Pa\ao lera o mais bello sortimento de
    opacas lavradas com as cores mais delica-
    das que tem vindo ao mercado eiendo bas-
    tante largaaa, tendem-s pelo barato prec
    de I $000, edOO rs. ocoado.

    HcrfaH de eordio
    VenV|8 merino preto de cordao pro-
    prio para calcas, palit t e colletes, pelo
    ItraUssimo preco de 15000, o covado,
    AS W)UPBLJJIS Cbegarara as mais lindas poopellnae de
    fa com imifacSo das poupelinas de seda,
    nm fazenda moito -leve eom as maisiin-
    lascores, sendo: iwdeBtsmrk,Tdxa,ul
    Jyrio, c nsento, pero! la etc, etc, e vende-se
    pelo baratissimo prego de 500 rs.
    BOHITAS '______
    OANaDINAS A M0OO RS.""Oiffl
    gou para o Pav3o, um gratRle e va
    tiado sortimealo desta nova -azenda de lia
    stn a Tjrepria pava vestidos, eom os sam
    le; efiiws emais modernas oores,
    teado batante largura que acita acer-se
    mn vestida co poneos covados, pelo aara-
    simo freco de WGQO o cevado, por j t
    lercm muito prximos da testa.
    COLCHAS DE FSTAO
    Ra k}t & Ptffo fende-se um granda1 sortloMp-
    tf 4c eolehas de ustao sendo branca&e de cares'
    O Pava vende superior panno preto linoJmuit. ms a '^ e 6/> a dnzia, ditos de
    para pallitots, caicas, foliotes, ele, pelo ba-, S5 fazcnda muito saPfrior 55, 6l e
    Os baloes do Pavao a 2^000,
    Chog u um grande sortimento d$ balos
    ou creoolinas do feitio mais moderno muito
    proprias para vestidos ennesgados que se
    vende pelo baratissimo preco de 20000 ca-
    da um grande pechincha *
    Fustoes brancos para vestidos
    Chegoo um lindo sortimento dos mais ba-
    ratos e bonitos fustoes brancos com listras
    e cordoes, sendo fazenda bastante larga e
    Ilexivel, muito propriapara vestidos e rou-
    pas de meninos e vendem-sa a t40 o co-
    vado.
    CRETONES MATISADOS PARA VESTIDOS
    A 640 E 800 RS.
    Para a loja do Pava chegaram os mais
    bonitos cretones escuros raatisados, pro-
    prios para vestidos, roupao chambres etc.
    que se vendem 800 rs. o covado, assim
    como a raesma fazenda em padroes claros
    proprios para veslidus e roupas de meni-
    nos a 640 o covado, sendo os padroes mais
    moderaos que tem vinpo ao mercado.
    . M n MIL fflVAMK DI
    LAASLNHAS LUSTROSAS A 4D0RS. 0 C0-
    VABO.
    S o Pavao
    Vende-se um grande
    Ll L
    Vende-so por menos de 10, 20 e 30 %

    H. 23Largo do Terpo.N. 23.
    DE
    SIMO DOS SANTOS ft C.
    solvidos
    xima a
    Os propietarios deste bem sortido armazem de secco e molhados est3o re-
    a fazere1 urna grande diminuido de preces nas suas mercadorias, como se apro-
    festa o sempre se fazem avultadas compras para o centro e praca por
    isso prevmem ao rspeitavel publico em geral, que mande fazer suas despencas cor-
    tos de que vero a grande dilferen^a em precos mais do que em outra qualquer parte
    e garanndo-se as superiores quajidades.
    GAZ AMERICANO 9,5500 a lava, e 440 SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
    rs. a garrafa e 660 rs. o litro. 620 rs. o kilogrammo.
    VINHO VERDADEIRO F1GUEIRA 560, FARINHA DE ARARTA VERDADEIM
    agarrafa, e 45500 a caada e 800 rs o ti- 6';0 a librae 10400 o kilogrammo
    BOLAXINHA INGLEZA MUITO NOVA a
    400 rs. a libra e 8(t0rs. o kilogrsmmo.
    VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
    masso, era caixa ha abatiraento.
    Ra do Imperador n. 26
    Nostenovj estabelecimento encontra-se
    diariamente ato variado sortimento de bo
    nhos para cha. pastis, podios bollos in-
    glezes, pes de l. presuntos, diosm fiam-
    bre, superior cha Hvsson, preto, e miodi-
    nbo. Vinhos finos de todas as qcalidadef
    conage, licores, conservas, champagne, cor-
    veja ingieza, fructas muito boas, por-'
    tuguezas e francezas.
    Um completo e variado sortimento de
    caixinhas de todas os gostos e precos par
    mimosear sefthras, estas caixinhas recen-
    teniente chegadas de Paris sao de primora-
    do gosto, oleresse-mo-las aos galanteador es
    do bello sexo pois nellas acharo nm dignr
    e serio presente para as donas dos seus
    pensamentos. Tambera os apreciadores da
    boa fumaca encontrado charutos dos me-
    lhores fabricantes da Babia e de Havana
    sganos do Rio de Janeiro etc. etc.
    Doces d'ovos seceos, christalisados e de
    calda, ditos de caj e de outras qualidades
    Nesta casa recebem-se encommendas para
    bailes, casamenlos e baptisados e qualquer
    encommendas avulss, como seja pao d* l(>
    e bollos enfeitados e outros muitas couzas
    que enfadonho mencionar.
    CONNO t<:ai mem calohel.'.nos vkm XBKMI mI
    oiti'.o Mi\r.n.\i..
    A grande necessidarfa o faifa (', 0m .
    thart!co ou do ama medicina pai^ntiya lia
    muito que tem sido sentida, i n,;-
    vo, como mesmo por meio da
    medica; e por jsso, hflnito -y, (!
    praser que sentimos, em p
    toda a eon&aa$aeseguridade, i
    as jlulas vegeta t
    como orna exetllento medih'iia pu
    epial ancerra om si toda;
    agredientes MseiicfcNt,
    porfcito, segoro e ;-;-r; !,r. j ttr
    familia. Este remedio n
    dessas drogas onnariamenl i !
    nomposigSq dessas pilllas^ qm |i ^
    vendom, mas sim, sito no c-
    mais linas esuperioros .rtal xcs
    nedicmaesj hervas o plantas, .: |g :i,
    haver chmcamente oxtrahi
    os principios activo--., mi ftes
    que contcm o verdadeiro yalur o
    daquellas porches Gbixisas inertes o ifai
    tea inteiramente desaidas^la menor viHu-
    de. Entro eses- agentes aet po-
    dientes especficos, podemos m po-
    rt, a (pial segundo a expWia
    mm demonstrado, pdssuc um poder ontis
    jaiavilhoso possivol sobre a ua
    (tgadoi asim como sobre to sk-
    coes biliosas. Isto decombimead corto
    Icptandrin, e mais alguns extractos vege-
    taos drogas altamente valiosa.-, con*-
    tuom o formara urna piiu'a purgtivaj k>
    nando-so por isso muitissimo sunerion
    qualquer una outra medWna da' nfesma
    natoroza, que jamis lora apresenlarfc
    publico. As pilulus vegetaes nssucara
    de Bristol, achar-se-hao sempit! um rebu-
    dio prompto, segoro e em: itfl .':-
    caz, para a cura de molestias, tam oonao
    sejam as seguintes.
    HTdrGpeJft dos ir"n;-
    bros ou de o
    L\ffecc5e3 do
    Ictericia,
    RanorradJas,
    Mau halifi
    lari
    Dyspepeia, ou indi-
    rcsio,
    AdsbiRgoocia, ou..
    pffcao do ventee
    habitual,
    Azia do'estomago o
    fetulencja,
    Perda do apetite,
    Estomago sujo,
    o. in
    lememno.
    Dores' de al
    Em todas as molestias que uerrau ?
    sna origeni da massa do sangee: a triso
    parriza m Bristol esa* melhor der%k-<
    Os purificaflores dev ser te
    lamente <-nv.i as pitarlas, pois rpj
    duas medicinas, tendo sido exprs
    proparadas para obraroni de Icuthod^ wri
    om a outra, guando fielmente asshn'tfiiiz.
    tro.
    DEM DE LISBOA das meihores marcas,
    400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 2d800 e
    30200 a caada, 660 e 720 rs. o litro.
    DEM BRANCO DE LISBOA a 4,5000.
    a caada e 560 a garrafa, e 840 rs. o litro.
    VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
    200, 240 e 320 rs. a garrafa, l^iOO,
    I 800 e 23200 a caada,
    AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
    garrafa, e a 7/5 a caada, e I!3i0 o litro.
    MANTEIGA INGLEZA FLOR 10400 e
    13280 a libra, 3060 e 23780 o kilo-
    grammo.
    PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
    RANZA, 280, 400 e 560 Ts. o masso,
    3,5200 e O-ioOO a groza.
    AMEIXAS EM LATAS E CACHDHAS
    DE%UTT0S TAMANHOS 13280, 20500
    30500,435DO, 50500 a lata e a rtalho e 10
    a libra.
    GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
    o masso. e em caixa ha abatimento.
    BATATAS NOVAS DE LSBOA 60 rs.
    DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs. a ,ibra' em atlla aZmSe abatimento.
    a libra, e 20100, 10980 e 10860 o kilo- i SERVEJA INGLEZA MARCA i 50500
    grammo. i a doaia 500 rs. a garrafa.
    DITA PARA TEMPERO 560 rs. a li DEM BASS, VERDADEIRA IHLERSd-
    bra, 10220 o kilogrammo, em porcao so BELL, 800 rs. a garrafa e 90 a dnzia.
    far abatimento. | yiNHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
    BANHA DE PORCO DE BALTPMOOR DIVERSAS MARCAS 10500, 10200 10 e
    720 rs. a libra, o 10560 o kilogrammo, em 800 rs. a garrafa.
    um grande sortimento das
    uas modernas e (-legantes* lasnhas para
    vestidos, com as coros mais novas que tem
    /indo a este mercado, sendo com listrinlias
    miudinbas que parecem de ama s cor e
    :om tanto lustro que mitasuperfeitamente
    s poupelinas de seda, e vendem-se pelo
    barato preco de 400 rs.
    OssetinsdoPavo
    Vende-se os mais bonitos sotins de cores
    9 mais encorpados proprios para vestidos
    tendo de diversas cores.
    AOS PALITTS DO PAVAO A 180 e
    203000.
    Vende-se um bonito sortimento de palito-
    s francezes sendo, sobrecasacados e pro-
    jriamente sobre-casacos, que se vendem
    'orrados de alpaca a 180000 e forrados de
    *eda a 200000, pechincha.
    FAZENDAS PAItA'LlTO
    Na loja do Pavao.
    EneoDra o respairaveJ publico neste estabateci-
    aent um grande sortimenio de faendaa prets,
    orno sejam, cassas francezas inglezas, cblta*
    cretas de todas as trualidades, Tateoda de fia de
    odas jam, laaainbaa, alpacas labradas a Hsas, eantaa
    lombaainaa, merino, etc,qae todo se Vende' por
    ireco barato.
    VladapoJao francez a 7JI0OO rs-
    Veode-se pecas de madapolao fraacei
    m 22 metros pelo baratissimo praco de
    '0000 a peca, peobincba.
    Altes mviMes m sidas iaa a ffsta
    Cbe^o um grande aiMtamltD das nais o ^Tl r'f nn Lfe,
    ooderoaspeopelioaaottg^gafie^**!^ ^ Prtas> A Ja ^ WT h&?m
    Juttrem os mainiegan ei|res ^e 58Rn TlirAltaS
    MnnadO'a este merc^a-aW^miudos e W^**1**** MJLTVAlMmm90
    jar! vender em covado, assim fleo na, S^X!^,mo 6.1m^S\ ^"""d**8 ^^ i.~-----*:; .. i
    rttd sorMaento daea KS*
    listwda ffl^ie -^deitaaiowmvwn corita
    WA DE GMtMUBA.
    Vende-se ama grande porcao cera1
    a52?S? ***** *>*P*S porcao se far abatimento.
    ARROZ DO MARANHAO E DA INDU
    120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
    30400 a arroba.
    ALPISTA 200 rs. a libra e 44Q rs. o
    kilogrammo, e 65000 a arroba.
    GAF EM GRAO 60 e 60500 a arroba,
    200. 240 e 260 rs. a libra, 440 e 520 rs. o
    kilogrammo em sacca se far abatimento.
    SABAO MASSA i 240 e 200 rs. a libra,
    520 e 440 rs o kilogrammo, em caixa se
    faz abatimento.
    MASSAS PARA SOPA, MACARRaO, TA-
    LHARIN G AMETRA, 560 rs. a kbra>
    W220 o.ktkigrammo.
    BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
    SAS QUALIDADES, bem como perola bri-
    iaiUe, combinetion, Francy-crasynel, mixed
    Britania. Mdium, Fancy*nic-nac, a, b, c, e
    soda a 10000 e 10400, cada una-lata.
    Assim como ba eutros muitos
    GBNEBRA DE HOLANDA E HAMBR-
    GUEZA 70 e 60 a frasqueira, 500 rs. o
    frasco.
    DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
    110 a frasqueira e 10 o frasco.
    QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
    30000, 20800 e 20400 em caixa ha abati-
    mento.
    TOUCLNHO DE LISROA MOHO ALTO
    400 rs. a libra, 1880 rs. o kilogrammo
    e 110500 a arroba.
    LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
    TAS 10000 rs. a laft.
    LOMBO DE PORCO AS9ADO JA PR0P
    TO a 10000 rs. a lata.
    CHA FINO. GRAUDO E MIUDINHO
    30200 e 20800 a libra, e 60100 o kilo-
    grammo.
    IDEMPROPRIO PARA-NEGOCIO! 20000
    20200 e 10800, rs. a libra. '
    gneros, vnho em arreoretas, azeitonas,
    muito novas, passas e figos novos, charutos de diversas marcas, marmetda, feita pelos
    melhores ceaserveirds em Lisboa, gela de.marmello, pcego, e'ftilhae, -em' latas, por-
    tugwxas e ftancezas, viobo verde engarrafado retalho, peixe em Ritas, bem ontao
    penaada, Uinba, pargo, goraz, lula, corvina, vezqgo, cavalla, 6arda e sardinhasde fton-
    es. CaneMa, cravo, ervadoce, cominbo, pimenta, grandesmolhos de sbdlla'l'0WO.
    Fmlmente muilo outros gneros qne eofandonbo meociona-los.
    i .. i. ,i ,:: ..;, ,v- '' i L_!_-------*-----------r
    POUTLAND.
    y****> w armaren amtreito de vTeaMa-^ert
    JfMna, omm ijn-fekiejas cbiataas Chegern uechi
    *s otaes, facas -e gartb -08 I 2 bo- ------....P-.
    introe 1)9 balance; paaeUas,ehk- JSSSSTff*1^** "rfc ni
    sevtWde-
    >>,
    Ditas, djlas pretas mmto
    Na loja e araaazem do PayadTi tv-% da Impratriz n.
    60.
    lamo Aero como, _
    orre, papel marta VM*
    _r+ k TiweliiMs part <**a"
    mrn' ijJfcJi ^oiw?arto7S.lSra-
    gein, miaosa cu;:: rias Abas, qne s eom a vis-
    tetOMaraAva.
    Attenpo.
    tas de Manoel Bento de Oliveira Braga* C. roa Direita n. 10L "'""s atar -na
    IlUlUXtl
    ResU venda un cscolhid sortimento de ob
    lectos de marcineria, como sejam, mobilias de ja-
    -aranda. mogno eamarello, oBra nacional e estran-
    eir, de apurado gosto e por pnjro* razoaveis :
    aa roa estrella do Rosario n. 32. Nesta mesma
    ^ tazem-se com perfeicrio todos os-trabalhos dt
    Mlninna, como sejam, erapalliumenios de lastro-
    iara camas, cadeiras e sophs.
    Cal de Lisboa
    chegada no pltimo navio, tem pnra vender Joa-
    qmm Jos Godealve? Beltrao, no seu escriptorio
    ra do Cnmmercio n. 17.
    NA PHAfiMGIA O PINTO HUA LARGA DO
    ROSARIO N. 10 JUNTO AO QUAR-
    TEL DE POLICA.
    Acham-se constantemente promptas a
    ?er;m satisfeitas, as prescripc&es dos Srs.
    facultativos, e as necessidades dos enfermos
    s especialidades da mesma pharmacia.
    composta de medicamentos, taaio indge-
    nas, como estrangeiros.
    Toases e molestias do peito.
    Xaropes de fedegoso, rabo de tat.
    Agriao, pao Cardoso, juca, mulnng, llo-
    araba, etc, etc.
    Rheumatismo e moles-
    tias syphiliticas.
    Arrobe vegetal, xarope de salsaparrilha
    do Para, pilulas e xarope de veame, tin-
    tura e xarope de sicupira.
    Doencas do ligado e bm, ane-
    mia, opilado, ele.
    Emplasto, oleo, pommada tintura, pi-
    llas, xarope e vinho da milagrosa uru-
    beba.
    Sezfies ou fekes inlerniitenles
    As' pifalas anti-periodicas de Pinto.
    Unkio -deposito destes medicamentos na
    pharmacia do sen autor ra larga do Ror
    sario n. 10, junto ao quartel do corpo de
    polica.
    Farinh demandioch
    Vende-se farinha de mandioca nova o mtii su-
    perior, chegada ltimamente de Santa Ca'thlrina.
    a bordo do lugre Margartda, fundeadu d-efronte (k-
    trapiche do Exra. Bario do L*vrtnento ; e para
    tratar roa: do Comroereio n. 17, CTchpterio dt
    Joaqnim.Jok Goa?ales Bltro.
    C
    nao nos nesta a menor ddvida aa da*.
    que nomaior numero dos caso) pod anw
    al'liancar nao s um grande ansio, .
    tambera nina cura prosapia a radica^ Jha
    estj bem visto, quando Jo doento q< i
    ache irum estado muito alm dos rcen!
    humanos.
    Acha-so venda nos eslahc'.'cimenos r!c
    P. Mau er .i., J. G Brave C. ,\.
    Caor, I? M. Barhnza 6 Bartjoloaaeo ^ i'..
    Ven1e-.-e una taberna em oi. Tos nielbo7<'i
    portes fiesta eidade, tendo omniudo p:ra p*r.ir
    wmiHa, o melbor qael possivel para pri
    le. e o motivo da venda se dir an comprador :
    narua d-> Livr.irrient n. 5S !>e dir (|nni vende.
    VENDE-SE ou arrendarse o
    S. Gaspar, >io na fregnexia de SerinfiiJ :i.
    comarca do Rio Formoso, proxiiiio rlb
    barque, com grandes partid s fle
    massap i roda da moend. maltos mang
    para raadeira nerssaria, hora pasto, etc.:
    n. 26, ou i
    i tratar na/ua d'Aurora
    Imperador n. 20.
    ESGRAVOS FG1ES3.
    -----
    Aviso s anforidades plklm
    e a quem competir
    No da 2n de maio do torrente asn-.
    fugo o escravo Ezeqniel, crioffo de .'JO '<-
    annos de idade, estatura regular, refbrfat
    cor bem pTcta. cabega redonda, trajava ta
    mi -a azul e calca de cassemira cinzenta:
    durante n dia cosluma andar ganhando r?
    ras, ou cm armazens d>- assutar ou as ta-
    bernas a conversar o a beber ; dirar-to <
    noite recolhe-se a tclheiros abertos, ou pt-
    netraveis, a casas em construeca o a otUn
    quaesquer lugares, onde se possa abrigar:
    quem o apprebender tenha a bondade de >
    onduzia a ra da Aurora n. 26, ou.na de
    Imperador n. 20, onde ser gratificado.
    Fugio no dia 18 do corrente me? a escrava Si-
    beria, crioula, cor fu'a, de idade de i' annos, c
    talara re^Slar, scea do eorpo, qoando aada pu-
    cha por um quarto, falla mansa, beicus gre^/t-..
    entura delgada, rga-so portsnto as uWrida.I e capftes de campo a toa'raptnra e quema p-
    gar deve leva la na rna do Are*rs> n. 6i, oe
    Soledade n. PO onde era pratificido. ,
    2SE OU ARRENDA-SE a pro1
    priedde denominada Barra de SerinbSam
    no llttoral da rregoezia do meswo nomf
    com g'r?nde rendada trra a receber mni-
    tos coqueirqs a desfhsctar; tehdo, at
    disto, a ctlmte e rara posicao beira-mar
    e beir-rio, inte! ramate prbnWaiia )ara
    manteNse ahi talquer esWnefementrr4
    cbnimerciaL de seceos ajmolnaHos : a tra-
    tar na roa d'Aroraa.',
    rador n,. ^0.
    otrfla do Itdpe'
    V*a-se no trapich Lrvfamnto se-'
    eos eom miiho, boa saccaria e por menos do que
    em outra qualquer parte.
    . Fufiici n>> da 27 de dezembro prximo pa-
    sado, a escrava -Hennqueta, preta crfdnla, l.ir.-
    20 .intii'?, clieia do corpo, altura regalar, cat^Uts
    carapnhos, testa largo,pefl^rossa, e e.pinb>cS.
    heips grossos, bocea grande,-.denles arg* eier-
    fritis, othos e maos JM6> urna cica!/*;,
    em cima de tima del I -, com marra*
    de bixi^a e chicote ^^^Bp o cosmina n'i
    o nome para'Mari, a qlat esfci ara vida, esta
    crva' tem por costme Ipgar-sp como livrewpr
    teste a dades poiiciaes. a captura' qz-'
    se grafiicar SftisfatlorWWhte em sa -t
    senw rria tio Iftmj^tK* CTa^t. 20
    Fgio'doerfgenrm Mlr'da comarcad N-
    Mi-eth, no da 2:1 do crrente, um mulato dp r.
    Beniarelo, escravo, con 90 taes de idade, poui
    resalar, cabello rre.-
    aiuardento, /olga-r .
    forro : or d< -
    ablrWade, ao
    a qo.
    i -
    Jo a
    ou nentioiiia barba, fiB
    po, Vm di^poste, fos
    ier ido ) ara o RePife, 1
    capites de campo, \
    lar, a apprfhrtao
    gnranca, pudendo
    me-mo enginho.
    rife, ma d^f^ill^MV^H^^^^^rnen
    r-conipensadu.
    - AHia-se fOgMb <<:M
    idade. m annjw, mais
    orna nema
    de Si
    quem o It-var ou
    mado n. 13, 1 andar.
    per
    *;

    uBHl
    \



    Mea


    8
    Diario de Pernambuco Quarla feira 2 de Fevereiro .de 1870.
    ------h
    -^------'-

    LPTTERATlIEiL
    MSUTnOARCBIOLOGICO B GEI>
    corre.ypoii'li'iiK' o
    Fonseca J'Atbn-
    SESSO MAGNA ANIQVE
    t'scursG Udo pilo soriu.
    Sr. /)}. Jo querqw.
    Senhores.Em toda a natureza physica
    o moral lia urna lei essencial que iuii
    mmente se premio a existencia das cou-
    sas ; essa lei 6 o bem ; o bem a pireo*
    tibidede; n3o a perfecuhilidade iudilinid,
    chimenea aspiraco do liberalismo do se-
    ndo, mas a perfecibilidade deioida, res-
    ircta e congenita a natureza humana.
    Na manfestaco do peusamenio. detesto
    os excessos e condemno a hyprocrisia, de-
    velaos culto franqueza e a lealdade porque
    ( franqueza e a lealdade iraperam na so-
    < irania do espirito ; a verdade o anana-
    gio da consciencia.
    Nos mysterios da creaco ha un deslino
    r.ara tudo ; o espirito comecou pela activi-
    dade, a materia pela obediencia ; entre o
    direito e o dever existe urna idea de sn-
    sriordade d'aqaelle que poda exigir, a 6
    , m isso que a nclividado um direito, a
    obediencia, um dever.
    As paxes devem ser escravas da razo,
    como a razo deve ser sujeita aos dictantes
    a consciencia. Preferir o bera, e evitar o
    nal urna feicidade. sacrilicar o prazer ao
    dever chegar i perfecibilidade; o sacri-
    ficio una virtude.
    Ha urna associaelo de verdades incontes-
    aveis que a historia e a sciencia erguem
    altares de respeitoso culto; verdades sane-
    uouadas pela lei do bem e pelos sentimen-
    tos intimes da almaiiumana consciencia e
    Deus; razo e f ; sciencia e revellaco;
    Ytierdadc e lei; poltica e religio; sao ideas
    santas e universaes que e,on>piram ara o
    bem geral de toda a humanidade.
    A armona 6 urna lei eterna ; o futuro da
    Lumamdade pede uma allianca misericor
    diosa entre o co e a trraDeus e o ho-
    laem. ,. .
    Senhores. A consciencia orna divmaaue
    humana; as diviodades se communicam;
    consciencia c Deus sao id3S que se nao re
    i.eliem. ., .
    Na marcha difficil da vida o accordo e
    um passo para a conquis a do sublime.
    O h'jmem lena no interior de si urna luz
    divina que Iho achara as protundezas d'alma;
    rsa luz que e urna grandeza, e que nao
    l>-jde ser sono a sabedona suprema do
    espirito, a consciencia nossa primeira
    conselheira e nosso primeiro juiz.
    Em todos os actos humanos deve haver
    uma sanecao, a saicco uma sciencia: a
    wiencia uma demostrado da verdade.
    A intelligencia, a sensibilidade, e a von-
    tade sao uma trplice allianca de poderos,
    mas de poderes que tem deveres; estes de-
    beres, como razo de ser no espirito huma-
    i.o, do a certeza do que se pensa, do que
    j,e sent e do que se quer. A observaco
    um conselho da consciencia, resumo da
    Mossa alma em Deus, a consciencia Deus
    ua humanidade. .
    O homem tem um rival;o infinito ; e
    O seu poder acaba quando o echo das rea-
    lidades eternas se i a ouvir na ultima re-
    Cexo do espirito.
    A natureza humana nao tem indepen-
    dencia absoluta; o absoluto est no infi-
    nito. .
    A luta vertiginosa do seculo tem dado, a
    consciencii, uma liberdade individamente
    rreeonisada: liberdade de consciencia um
    .bsurdo ; a consciencia dita apenas e fatal-
    mente o bera e o mal; a liberdade esta na
    vontade. .
    A liberdade escolhe, a .consciencia julga ;
    a pratica do bera uma felicidade para
    a consciencia, a pratica do mal um marty-
    rio para a liberdade.
    O remorso uma lagrima de arrepeudi-
    mento? a reorovaco solemne da cons-
    istida contra os abusos da liberdade.
    Escolher, o homem, o mal, porque e h-
    mv, contrariar sedeslino ; a liberdade
    deve obedecer a consciencia; no espirito
    i.o ha antagonismo; o antagonismo est
    i:as condemnadas paixes croe degradara a
    catarata humana.
    Quando o bem o movel da deliberarao,
    o homem verdadeiramenle livre ; a sua
    Iiberdade abdicou na consciencia. Eis ah
    grandeza do espirito e a magestade do
    homem. A virtude a nica forma nor-
    mal da liberdade humana.
    A verso da liberdade de culto em liber-
    dade de consciencia cuma fieco que prende,
    t:;.s que nao reduz; um sonho que quer
    dizer vaidade, ou uma vaidade que quer
    dizer capricho; a mi f tambem um de-
    licio.
    S"iihoros. \ vida roa verdadeira
    lata; D us creon o bem. a liberdade hu-
    mana por um ahuso condemnavel creou o
    mal; por isso que o bem uma virtude,
    o mal um crime.
    A razo leva o homem i communicacio
    da vid universal pela magestade do pen-
    .-.am< uto ; par ella que elle conhece o que
    l)iiiiiin;iin 'lite possivel.
    \< i leas relativas e contingentes sao fructos
    da razan, mis as necessarias e absolutas sao
    conaequendas da f
    O finito nao ple comprehender o infi-
    nito: y i-oncepco do infinito cantes uma
    alhi m i o suprema d'alma, do que umacto
    .! i razo simples; affirmac.ao uma crenca:
    a cienca a raso conscienciosa.
    \ razo sem o apoio da f perde-se no
    isolamenio; o isolamenlo um.scepticismo.
    A liberdade tem o seu limite nas_pre#-
    cripc5es da consciencia, como a razo na
    suberania do impossivel.
    O racionalismo uma temeridade ; dou-
    trina perigosa e audaz que nos leva sempre
    para a duvida: o despreso condemnavel
    de uma idea que sentimos, de um poder
    que devemos respeitar. .
    A soberfia tem suas pretences; mas a
    soberba um c ime: foi a soberba que des-
    penhou Ado e ensani-'uentou Caim!
    O homem te >u subir de mais, mas o
    homem cahio:Babel fui a prmeira queda
    do ra ionalismo!
    A humanidade comecou pela desobedien-
    cia ; a desobediencia a liberdade decidin-
    do- razo e a consciencia.
    A dignidade humana est no reconheci-
    mento de si mesma; nesse conjuucto de
    verdades moraes que proclamam a immor-
    talidade d'alma.
    A immortalidade d'alma o infinito hu-
    mano : infinito de alm tmulo, em que a
    sucesso de uma segunda vida em um novo
    mondo, estabelece a eterniJade do espirito
    humano.
    Nesse novo mundo que se chamaLeu
    I e ne^sa segunda vida que a eternidade,
    aprendremos que a razo faz ver, a f faz
    sentir: veremos anda que Deus em toda
    a conscieflcia e que nao ha corar o atheu.
    Deixemonos de celebridades ; a razo im-
    pera, quando a razo tem f; o raciocinio
    nao tem a forca de convencer, quando e
    pobre de verdades que devem calar no es-
    pirito ; a f eternisou Colombo!
    Os sentimentos nobres, diz Chateaubriand,
    sao uma especie de f ; para os genios gla-
    riaes as affeiges d'alma sao coimeras; e
    que a raso caha no materialismo quando a
    fe nao se divinisa
    A sciencia que ha por objecto a perfeicao
    do homem o tem demonstrado as suas
    mil e uma investigacoes.
    A sciencia uma autoridade.; a sua le e
    a revellaco; e por meio deste auxiliar
    que conhecemosas verdades que santifican).
    Na mu'tiplicidade das tendencias moraes
    deve haver um principio regulador: esse
    principio a ordem; a ordem significa lei.
    Caminbar do menos para o mais, do ef-
    feit para a causa um trabalho scienfico.
    A revellaco o echo da Providencia, o
    seu comp emento datou do cristianismo.
    A Biblia um catalogo de suDlimidades;
    cdigo eterno do verdades sacraraentaes
    que ha prestado grande reverencia o per-
    oassar dos trapos; fonte inexgotavel de um
    saber profundo; lico mysteriosa de um
    estylo de docoras, a que La Fontame es-
    cassamente comparou enm a amemdade de
    Virgilio e com a magestade de Homero;
    baplismo inefavel das sciencias que sabem
    felicitar e engrandecer o homem.
    as verdadis chrisles que a sciencia
    deve buscar suas largas inspirares; res-
    petando sobretudo a religio dos mysterios.
    A crenca dogmtica importa um dupli-
    cado sacrificio; um tributo a le, o sacri-
    ficio do pensanwnto em respeito s verda-
    des eternas, o sacrificio das paixes para
    uma completa purilicaco, uma cesso da
    liberdade. O porquo-dos mysterios uma
    pergunta que nao tem resposta; o dogma
    nao conhece a duvida, porque o dogma nao
    conhece a fallibiiidade.
    A prmeira condico da liberdade, o o
    principio universal "da moralidade
    ralida.le o bem; o bem o
    consciencia.
    Senhores. Existe uma le que prende
    os govemos aos povos, q. e trata das rc-
    lacoes do homem com o seu scmelhante
    em sociedade, da associaco civil 3 seus el
    fcitos: esta le a poltica. Ha tambem
    uma outra lei. lei suprema do homem, que
    prescreve deveres para com o seu Crea-
    dor : esta lei a religio ; uma que folala
    o bomem oa trra, outra que faz a felicida-
    de no co; ambas que concorrem a perfec-
    tibilidade humana.
    (j?christianismo o pbarl da humanida.
    de. A religio clirista a base da socie-
    dade civil; foi o ebristiaoismo que aperfer,
    Coou a poltica e civilisou os costumes.
    O divorcio qoe entre a religio ea poli-
    tica tentaram, os seculo passados estabe-
    lecer, foi uma ingratido dos espirito des-
    cremes, uma loucura da philo$ophia irreli-
    giosa.
    A influencia do christianismo, no destino
    da humanidade, attestada por todos os
    seculos: a tradigo tambem uma lei.
    A irreligio uma impiedade; um ca-
    pricho de Henriqae Mil que fundn o pro
    testanlismo na Inglaterra.
    Nada ha mais condemnavel do que a pi-
    xo poltica.
    A paixo poltica assascinou a Polonia.
    A Europa autora e complic dessa
    usurpaco-crime. porque a usurpaco
    um roubo poltico. Mas a liberdade tem seu
    dia de gloria; a nnnarchia de Maximiliano
    sonhada por Napoleo, teve a sua queda
    ,desastroza fundada na autooomia do M-
    xico.
    A paixo poltica fez dapalavra eloquen
    te de Mirabeau, o rebate da revolaco; deu
    a Gastn o imperio de loucas exclamacSes;
    conduzio Marat e Rofyespierre ao assasci-
    nato. A
    A paixo poltica arrastou Lurz* XVI ao
    cadafalso.
    A Hespanha, na sangrenta anomala das
    i era ama escrava das paixoes civis;
    a oMirpa^Pera o estado permanente nos
    negocios ecclesiasticos; o aoel e o bacalo
    eram doacea do Rei; o papa nao era 9.
    Pedro, porjae o absolutismo era a le do
    secul"
    Mae o co raandou a reforma.
    Na realisacSo das grandes ideas ha sem-
    pre um Messias ; Gregorio VII foi o liberta-
    dor da igreja.
    A corrupeo e a imm^rahdade do clero
    parta dessa vil humilliacu da igreja no
    estado; dessa tajnentave! ordem de cousas
    em que a familia era o clero; onde nao
    se sabia o que era rejigio seno para tins
    ilcitos; em que finalmente o passado era
    uba sepultara vasia. o presente um berco
    sem esperanzas, c u fuluro um ocano de
    duvidas !
    A independencia do poder espiritual foi
    uma consequeircia lgica da reforma : o
    ftt s Parts de Christo o fundamento da
    suberania do papa.
    A cruz ergueu-se nos hombros de Gre-
    gorio o reformador e a religio do Calva-
    rio sabio ao capitolio da reverencia ; e
    nessa" magnifica asseaco a humanidade
    subi tambem, porque a cruz ergueu-se no
    monte solitario do martyrio para nossa re-
    dempeo-
    Em Roma s ha uma laz, porque Roma
    o sol da christaodade.
    Entrs poderes espiritual e temporal
    ha uma relaco necessaria de causa e
    effoito, de objecto e aeco ; daqai urai
    n o seu throno despido de dependencia essencial de ambos na marcha
    realeza ; o Mxico em duelos fratercidasr sublima da regenero ; a causa e o es-
    se dilacera a cada passo; o Paraguay vio o pirto, o effoito o corpo; eis ah a igreja
    seu povo sepultarse as ruinas da ty- e o estado ; o objecto o povo. a acc
    a perfortibilidade ; eis ah o papa
    a mo-
    dever na
    rannia.
    A Italia ambiciona possuir Roma, um
    sonho irrealisavel de Victor Emraanuel,
    rrealisavcl di-lo a voz eloquente de todos
    os lempos, porque Roma los Romanos':
    porque Roma a cabeca moral do mundo;
    porque Roma a vida do universo. Pai-
    xo poltica!
    A paixo poltica, que departe as na-
    Ces ; que desvair os governos: que per-
    verte os costumes: que inspira crimes;
    que ensangueota os seculos: q>ie enluta a
    historia; a sepultura dos povos, a raorte
    da humanidade.
    Lamentavel discordia entre a religio e a
    poltica !
    O sentiraento religioso protesta contra
    semelhantes iniquidades ; est na historia
    do christianismo que a igreja o sustenta-
    culo dos estados.
    O Evangelho a civilisaco.
    A maior parte dos descobrimentos que
    mudaram o systema do mundo, foi uma
    creaco da igreja.
    Eu lenho em boa consciencia que a Pro-
    videncia vta no destino das naeoes; a sua
    aeco poderosa, com referencia a humani-
    dade. toda de paz e prosperidades; e a
    prosperidade geral a civilisaco pratica de
    mundo mundo.
    \ abertura do Isthimo de Suez, que ce-
    deu passagem a todas as grandezas huma-
    nas, foi uma inspiraco do seculo IX; o
    congresso de Cairo o maior assorabro do
    seculo I
    E toda essa marcha grandiosa, que recla-
    ma, pela palavra, um pantheon no presente,
    exige uma completa adorafo. pela historia,
    nos futuros tempos, que resumem com as-
    signalado gosto, a phrase eloquente de Pe-
    letan : o mundo caminha t
    Senhores. A religio catholica apost-
    lica romana a nica depositara de todas
    as grandezas.
    Quem ensinoa ao homem a origem das
    cousas; que elle tem alma, espiritual, livre
    e que immortal ?
    Quem proclamou esses deveres sagra-
    dos que fundaram a sociedade univer-
    sal? ,
    Ouem substituio ao drcilo d ma,s for*
    te a do:e lei de caridade, e despedacou os
    forros da escravido?
    Quem levantou a mulher da abjeceo pro-
    funda de escrava humilde e a fez compa-
    nheira inseparavel do hornera?
    Quem dotou Bossuet de um genio ver-
    daderamente inspirado, que foz aadmira-
    Co da sua idadn e das idades futuras; a
    Massilon da insiauante linguagem do senii-
    mento; Fenelon do poder de contener
    incrdulos? .
    Quem, seno o christianismo, verdade
    universal, promessa infallivel da providen-
    cia, realisada para o bem de toda a huma-
    nidade.
    Luz eterna que penetra em todos os pon-
    tos, o christianismo tem o poder de inspirar
    as coras; e por issp que vos assegui
    que o sceptro deve estar ao lado
    cruz.
    Cheguei ao poder temporal do papa.
    Senhores. Houve um tempo em que
    e o
    rei ; o trabalho na coneiliaco; a conci-
    liaco tambem uma fraternidade.
    rei deve obediencia ao papa, como
    orpo deve obediencia alma ; a
    i ------ ~
    forca, mai* sentimento que poder, ludo
    por amor da patria.
    Vioie e quatro ann m embalde
    a tentativa e vinte a quatro anuos durou
    tambem o desengajw r'wer ou raorrer.
    Foi uma luta deafeoal ; mas ntaca se
    vio tanta iiiade, tanto herosmo, tauta
    abnegaco.
    Cada Brasileiro valen um hroe, cada
    bere uma historia, cada historia uma
    eternidade !
    A historia dessa guerra providencial,
    em que mais primou o milagre que a
    forca, mais Deus que o homem, e urna-bis
    toria sagrada : houve um Moyss, foi
    Vidal, tivemos um Gedeo, foi Vieira. tam-
    bem houve um Sanso, Henrique Das, um
    Josu, foi Camaro.
    Liberdade, religio, patria, todo Ihes
    devemo ,
    Luseiros do seclo XVII, eu saudo a
    vossa mmortalidadt!.
    Senhores. Paremos ante memoria
    destes hroes; dous sentimentos nobilis-
    simos dominara nesta hora aquelle que
    vos falla : religio e patria ; o que somos
    hoje, confessemos coro orgulho, Deus de-
    vemos e a elles
    O dia 27 de Janeiro a solemne expres-
    so de uma duplicada festa :liberdade e
    cruz, Deus e o Brasil.
    O Instituto Archeologico e Geognphico
    Pernambocano symbolisa o povo en* ado-
    raco ; aqui prestamos dous cultos a re-r
    ligio e a patria !
    Sala das sessoes do Instituto Archeolo-
    gico e Geographco Pernambucano, ti de
    Janeiro de 48/0.
    Joo Joaqmm Fonseca de Albuquerfue.
    cjwioa
    e a
    aio
    .osqoe a suberania
    da
    FOLHETIM
    QS HllllllOS DI POHS
    POE
    lie Berthet
    o ce
    rania esta na igreja
    est no espirito.
    Foi assim- que a igreja libertou-se do
    poder civil, sob a magna influencia de Gre-
    gorio VIL de quem um grande genio seculo disse : si e>t nio fosc Napoteao,
    HHtzera ser Gregorio 17/ /
    E' na relaco intima da poltica e da
    religio que devemos buscar a legitimidade
    do poder temporal do papa.
    Conveniencia toda poltica, necessidade
    puramente religiosa proclamara o poder
    temporal do papa, como um direito reco-
    nhecido pela consciencia catholica.
    O Pai coaroum dos fiis oo deve ser
    vassalo dos reis : eis o brado da chris-
    tandade ; o papa s tem um Seohor que
    O* us
    A personiocaclo dupla de pontfice e
    rei, ara principio essencial da ordem
    espiritual; um verdadeiro equilibrio das
    liberdades nacionaes; apaixonadamente,
    para quem pensa sem ouvir a consciencia,
    deve ser o contrario.
    Embora; para os catholicos, Pi IX e
    S. Pedro, para Roma elle antes um pai
    do que um rei.
    A igreja o sol. o estado a la ; e
    desta to simples comparaco apenas sci
    que a la allumia por intervenco do sol.
    Apellemos para o futuro ; o futuro a
    razo infallivel de todos os factos ; reali-
    dade imparcial de todas as verdades.
    O concilio ecumnico de oito de dezem-
    bro de 1868 o romper d'aurora desse
    futura que eu akaejo e que todos nos
    temos razo de almejar.
    O estado mrbido do mundo assim o
    pedio | e a luz que .comecou espancar
    as trevas da impiedade !
    Jess Christo, legando suas doutrmas
    aos discpulos e promettendo-lhes o espi-
    rito consolador, subi ao Thabor e desap-
    pareceu : esse legado e essa promessa di-
    finiram a subsistencia da igreja no aposto-
    lado, bem como a sua infallbilidade.
    E nao obstante tem-se atacado a rcunio
    do concilio, clamando-se pela sua nulii-
    dade : criminosa ignorancia !
    Est escripto na historia eterna que Sa-
    tanaz nao tentar o Filho de Deus, e que
    as portas do inferno nao prevalecero contra
    a sua igreja.
    Senhores. Era no seculo XVII; a peste
    horrivel da beresa grassava fortemente na
    Europa.
    A Hollanda, audaz, soberba, ousouatra-
    vessar o atlntico e estacoa no Brasil :
    foi o seu intento conquistar a terrra de
    Cabral.
    A Providencia embargou-lhe o passo ;
    a trra nao era de Cabral, a trra era da
    Santa Cruz !
    A uta loi mais divina que humana : o
    cathoticismo e o protestantismo.
    , Houve urna alhaja entre a poltica e a
    religio, milita f cm Deus e meia duzia de
    homens que tiveram mais palavra que
    POUCO DE TDO.
    DESC0BER1V, ARDHEOLOGICA.Aca-
    ba, ao que parece, de fazer-se em rompeia
    uma importante descoberta archeologca,
    Segundo urna carta de Mr. Carlos Davil-
    lier escripia a Ghronica poltica das artes e
    da curiosidade que se publica em Franca,
    forana encontradas n'uma casa 700 meda-
    Ihas deprata consulares e iraperiaes, e al-
    gumas de ouro, assim como uma grande
    quantidade de joias, entre as quaes sobre-
    sabe uma cadeia magnifica composta de
    fios de ouro entrancados, formando um
    como grosso cordo que nao tem menos
    de dous metros e meio de comprido, com
    um fecho formado de dous broches e ador-
    nada comduas mos e um-amulelo suspenso
    em forma de meia la.
    Alm d'isso, encontraramse dous pre-
    ciosos braceletes, chamados ophis, um
    brinco de perolas,* outros dous braceletes
    les c seis anneis.
    A cadeia, segundo se diz na menciona-
    da carta, de extrema belleza e a ter-
    ceira de tal importancia que se conhece. A
    prmeira foi encontrada em Cervetri, a
    segunda em Boulak n'um tmulo egypcio.
    esta a que foi admirada na exposico
    universal de 1867, na seceo egypcia.
    - Ab sonhor, os eopos
    para os que quizerem beber,
    paraoa que uo liverem sede.
    BOA MUDEZ. Ao roasmo iDdvidr,
    apreseotou-se um dia o criado, dizeodo-
    Ihe qua estava 'porta- um mudo se Ibe
    desejava fallar.
    stas bem certa de que mude- ?
    Oh mea amo t pow se elle m'o
    disse!
    QUE BOM f RIDO. L'ma joveoHadb-
    na obedecendo ao uso do sea paiz, la lao-
    car-se fogpeira aps a owrte de seo ma-
    rido.
    Minha filha, dizia-lhe o.sacerdote,
    vas tornar a ver o esporo qpe perdeates.
    Como f exclamou a moca ; tomarei a
    ver meu marido ?.. Nesse caso nao que-
    ro raerrer.
    - -y-
    THEOLOGIA TURCA. iH Ibeologoe
    turcos dizera :
    Se em noute hem negra-ama fonaiga
    negra caminha por uma arvore- bem negra.
    Deus a v e escuta o rumor de seas pas-
    sos.
    O SAL.Mbntmaor era rico, i
    gostava mais dejantar em casa dos
    do que de dar os outros jaatar tm m
    casa. E coma-sabia qoe era engracadona
    conversaco, diaia aos seus amigos:
    Forneco a carne e o vinho, qoe a
    fornecerei o sal.
    VER-TE E DEPOIS MORRER. E' bem
    coahecida a phraseVer aples e d' pois
    morrer Innmeros sao as variantes, e
    ninguem ha que a nao teoha parodiado.
    Eis aqui uma das variante*, qoe aio
    deixa de ter graca :
    Em sua viagera a aples, apresentoo-se
    ao re Victor Emraanuel um ceoaaaario que
    viera a p da Calabria ao para lar o prazer
    de contemplar a physiooomia ato sea ao-
    berano.
    Satisfeito o seu desejo, o boca veaVa
    exelamou expandindo a emoco de que Ba-
    t o-se possuido :
    Ah 1 sire, agora qoe j o>*i.. Voasa
    Magestade pode morrer

    com trajes Masculinos.-
    a Ejma de liadrid, om curioso
    MANIFESTADO D LEALDADE.O
    Soir, jornal de Pars annuncia, que as da-
    ma* napolitanas, emigradas n'aquella cida-
    de, debaixo da protecro da princeza \Ion-
    tevago, da familia Moneada, acabam de en-
    viar rainha Mara Sophia, um rico enxo- pratcas do cathoficismo
    val para o fataro principe ou princeza que
    dr luz.
    - Refere
    fado oe-
    corrido em Valencia (Hespanha .
    Tendo sido preso um rapaz por falla de
    I pa6saporte, ao chegar cadeia pedio ao
    alcaide que o mandasse para a prio atoa
    mulheres. Este pedido prodoo nos cir-
    cumstantes, como era natural, graode aUa-
    ridade, porm-o riso desapparecao aaM-
    diatamente quando o preso deelaroa qar
    pertencia ao sexo femiomo, e qpa par tat
    ttcado orpha muito cedo Ihe occorraai a
    idea do ve&tir o traje masculioo, para aata
    modo poder gauhar com menos penga aa
    me ios de subsistencia.
    Esta infeliz tem agora 21 aaoea e ji per-
    correa differentes povoace de Hespente,
    tendo-se dedicado ao servico doaDesticoeai
    algumas d'ellas.
    Uma associaco de senboras de Vatei
    cia tomou debaixo -dasoa proteceo
    rapariga, que ignora at aa mais
    UM INVALIDO.Na recente revista que
    eaa 15 de dezembro se passou ao exercito
    pontificio na Villa Borghese, notava-se, se-
    gurado o estado-maior dos ca'abineros
    suissos, om cao que pareca ser tambem da
    festa; e tinha todos os direitos de o ser,
    foi frido em Mentana.
    O seu dono, o tenente coronel Castella,
    tinha receido um tiro no joelho, o fiel
    animal se approxima para lamber a Herida
    quando uma bala lhe quebra uma perna.
    Hoje, coAeiando, acompanha sempre o
    regiment, c todos os soldados o estimara
    quasi como a um cantarada.
    RICA OFFERTA. O marquez de Buto,
    rico catholico inglez acaba de olforecer ao
    papa uma magnifica Cruz de pcata cm es-
    tylo gothico ornadas de pedras preciosas
    recolhidas por seu cuidado na Escocia.
    Sua'Santidade ordenan que servisse para
    fazer a Cruz especial do Concilio.
    UM CRIADO MODELO. Um individuo
    dando uma reunio a amigos em sua casa,
    maodou que o criado servase refrescos.
    Dentro era pouco apparece o criado, tra-
    zendo em uma grande salva seis copos va-
    zios e seis cheios.
    TERRENO CARBONFERO.Os
    tes algarismos mostram os kitoaaetroa
    drados da superficie recoobecida doe
    nos carbonferos nos segrate paixea
    Estados-Unidos.
    America Ingleza do Norte.
    Inglaterra.
    Franca.
    Prussia.
    Blgica.
    Bohemia.
    Westphalia.
    Hespanha.
    Ru3sia.
    Saxoma.
    |8:5KT
    !204N'M>
    14:515-20
    2:ftW10
    380^50
    1:077
    1:02130
    377*0
    2faT8f*
    m
    I
    (Cootinuaco do n. 25.)
    O descoohecido dirigio-se apressadamen-
    te para a sala do rez do chao, escriptono
    fia administraco,
    Esta sala estava dividida por tabiques a
    gradaras em compartimentos igoaes, ocen-
    ados por empregados subalternos. O
    cauta, contadores e pagadores achavam-se
    nos sens lugares por detraz dos postigos,
    mis devemos diasque n'esta occasio nao
    paree am exclusivamente absorvidos as
    suas operacoes de contabilidade. Presu-
    \m attencao a ama conversa animada tra-
    uda ia extremidade da sala, n'um compar-
    timeuto onde habiUialmente esUva o direc-
    tor, e era tal o ioteresse qoe liga vaina
    coovessa, que np deram pea chegada do
    descihecido. .
    Este approximou-se de um dos caixeiros
    e perguotoa tmidamente pelo director.
    Ah sim, mais logo renponderam
    ote.OSr. Van-Best tem
    gente. Qoeira esperar.
    E o caiieiro deaignou lhe om banco en
    echado pregado ao tabique.
    O mancebo, sem se afQigir com a secca
    rect>,Clo, assentoa-se no banco, aluvioa-se
    do burtul e pareceu resignar-se a esperar
    pacienlemeote asna vez. Depois, como a
    porta d gabinete do director estava aber-
    U, deixaado ver o que la se paasava, e
    como, alm d'isso, se fallava alto, parecendo
    nao se impoi taren quej se ouvisse c fra,
    tambem elle nao fez escrpulo de olhar
    para la e preMar o ouvido.
    O gabinete do Sr. Van-Best nao tinha
    outros ornatos alm de grandes carlaies
    em papel lustrado, representando plantas
    da mina, as secces de terreno mineralgico
    e desenhoS de machinas applicaveis a ex-
    ploraco. Quanto mobilia, compunha-se
    de mesas e carteras de pao de pinho iguaes
    s dos escriptorios, nao faltando os respec-
    tivos compartimentos com rotlos e gran-
    des livros com brochas de metal amarello.
    V administraco da mina nao sacrifica va
    muito ao apparato. e o luxo fra d'ali des
    terrado tanto mais quanto a poeira do mi-
    neral, aquelle flagello local, seria extermi-
    nio eerto e Fapido para qualquer movel
    sumptaoso que di apparecesse.
    Todava a attenco do recem-chegado
    concentrou -se loga toda sobre o Sr. Van-
    Best, que se achava assentado n'uma pol-
    trona de couro por detraz de um grande
    balio.
    Este chefe soberano de maitas centenas
    de operarios nada liaba de magestoso ; era
    um rotundo flamengo dos seus cincoenta
    annos, maneiras singelas, linguagem fami-
    liar o aspecto de franqueza. O seu espa-
    Coso rosto nao exprimira seno bondade,
    se as rugas da testa, e as commissuras da
    bocea e dos olhos nao revelassem os cui-
    dados que par vezes am perturbar a qoie-
    taco do seu temperamento. Finalmente
    o Sr. Van-Best offerecia o verdadeiro typo
    do industrial das provincias do norte, e ao
    ve-lo buscar--bia instinctivamente com -
    uma mesa, ainda meio de um liquido es-
    pumoso. _
    A depulaco dos operarios, cuja missao
    junto do director taito preoecupava a gen-
    te da mina, compunha-se apenas de dous
    individuos. Um, bello rapaz de yinte e
    cinco anaos, de estatura elevada, vesta com
    certo aceio adequado s circunstancias. Ti-
    nha casaco curto de velludilho preto, apor-
    tado com botes pateados, calca da mes-
    ma cor e fazenda, e*na mo" om chapeo,
    que enlo ia amolgando insensivelmente, e
    o qual, posto na cabeca inclinado sobre a
    orelha, lhe devia dar S3us ares de espada-
    chira. O rosto franco e risonho fra bar-
    beado n'essa maaha pelo barbeiro do
    sitio.
    Este joven mineiro, chamado Antonio
    Robn era um dos melhores contra-mestres
    da exploraco, e representava a parte la-
    boriosa, intelligente e suficientemente pro-
    gresista dos* operarios de Pohgnies
    O seu companbeiro. ao contrario, dele-
    gado da parte turbulenta e desarrasoada,
    nao houvera por bera prestar a menor at-
    teoco quanto ao modo de se apresentar
    ali; por tanto ia cora O sea fato de tra-
    balho, jaqueta e calca cogidas ao corpo,
    cinturo - com olubo destinado a receber a lamuada
    de mineiro e todo elle oberto da innvita-
    vel poeira do carvo. Como as raaos e
    o rosto estavoa* totalmente enfarruscadas,
    esto homem, de uma estatura cotessal, pa
    recia a persouificaco de um dos diabns ne-
    gros representados em certos quadros oa
    idade media. As borbulha enalbadas pe o
    rosto, e a voz rouca a cavada, dAmnciavam
    n'elle os hbitos da f.nbrugneT: n'aqueUe
    Para que estes
    guntou-lhe o amo.
    copos vazios ptr-
    "r posto que se esfor?asse por enervar c
    sorios obrigativoi
    O cachimbo, um enorme objecto conten, v doBuhner.
    umamocheia de tabaco, traha-o agorao gravidade. ( gavjw ^dam^o po
    r. Van-Be.t oamo : qaanto ao cangiro, mas os fS^^L^^SZS
    lase achava prximo, ostentando^ ahrel Iranda-Leopof
    flamenga que poda traduzir-se por Beber-
    rao. Na mina exenta o mister de son-
    dador. .
    Alm do Sr. VaiV-Best e os dous depu-
    tados, havia no gabinete do director um
    quarto personagem, que nao se va ca da
    fra, e que se conservava immovel e si-
    lencioso : com tudo devia de ser pessoa
    de alguma importancia, por quanto os dous
    mineiros e o proprio Sr. Van-Best se vol-
    tavam frequentemente para elle como para
    solicitar a sua opinio.
    Antonio Robin, o joven operario de ca-
    saco de velludo, possuia cem vezes mais
    bom senso e pratica social do que o seu
    robusto corapanheiro ; todava deixra a
    palavra ao mestre sondador, cuja influencia
    sobre os operarios elle conhecia, e mesmo
    porque receiava a sua lingua, caso a mis-
    so de qoe ambos foram encarregados no-
    prodnzisse effeito.
    Grande-Leopoldo, em p defrontc do
    director, dizja na sua voz rouca '
    Taes quaes nos ve aqui, senhor, so-
    mos encarregados pela corporacao dos ope-
    rarios da mina de lhe communicarmos cer-
    tas cousas. Talvez j saiba de que se
    trata, mas creio que nem por isso devere-
    mos deixar de lhe narrar o negocio tara-
    damente, atira de que nos emendamos de-
    vida mente.
    Muito bera redarguio o Sr. Van-
    test, lineando paja o tecto uma volomosa
    baforada defamo.
    Pois, senhor, prosegoio o sondador
    ali est tunta para ihe explicar quo pesa-
    do o'misier de tm mineiro : sempre a
    trabalhar debaixo da trra, com o risco d*
    rtcar esmaga.lo por uto! deamoronamento
    ou aitigadu pelas agaaS" que innoodam as
    garras ou queimado pelo gaz inflamma
    ve| Se ao menos, qaandto se sae c para
    fra houvessaqoeteincar, (ato para mudar
    ou ainda uma vez iflpfra mua pin-
    ga para beber, ento ainda se podia pas-
    sar; mas to ha. nad?. Visto, e se l em
    baixo s s.e encontra o trabalho, c em ci-
    ma deparase com a miseria! Por tanto
    deve comprehender, senhor, que isto nao
    pode continuar assim !
    Bem E depqis ? disse por entre
    dentes o director.
    Se estamos de accordo sobre estes
    pontos, proseguio o orador devemos
    entender-nos francamente. Nao justo
    que seja tudo para uns e nada para os
    outros. O senhor ganha miihoes n'esle es-
    tabelecimento e realmente ha dias emque
    o dinheiro aqui basto como a chava.
    Para nos outros, porm, as cousas esto
    cada vezpeiores. Encareceu tudo : o pao,
    a cerveja, as roupas e os alugueis de
    casas, e o diabo s be onde Uto ir ter !
    Nao podemos, pois, continuar a ira
    RICORD SENADOR. MRNI
    presenca do Sr. de Tillancnort da*
    bilidades que tinha o Dr. Ricord para ser
    senador.
    sem duvida disse o amavM deprn-
    tado, uma condico previa que impozo
    eminente cirurgio, a condico sine cmm l
    NECROLOGA. Morreo em Roma coaa
    7 annos le idade o cardeal iVn.ii, na-
    tural da mesma cidade*.
    A sua raorte faz subir a lf> o noanero ato
    barretes vagos.
    Tem-se como certo que o pontfice nao
    noraear cardeal algum durante o con-
    cilio.
    ------=
    Dez por cenlo repeli o director.
    Dez por eento balbocion naaa ana
    suave com um acento de tristeza.
    Grande-Leopoldo bamboleava-se indoten-
    temente, deixando ver ao mesmo lempa
    sob a sua mascara de carvio am sorriso
    motejador.
    O Sr. Van-Best, depois de aspirar aign-
    mas fumapas do seu cachimbo, vaMoo-aa
    para o outro mineiro, drzenlo-lhe :
    Est bom E tu, Antonia
    nada tens a dizer
    Pouco poderei accrescaalar
    respondeu Antonio sobmiaaaaaeate.
    mestre sondador acaba de explicar
    taraente a reclamaco dos caaaara
    bem que o poderia lar feilo
    mais comedidos, por qaanto
    quo boa alma a do Sr. \
    tem sido benvolo para
    as condicoes actaaes, porque acabaramos comQ a exceenle j,^^ KmtUt M
    por largar aqui a pelle I Os operarios das
    minas prximas tem maito melhor salario
    do que nos : por rae motivo nao o teremos
    nos to bom como elles ? O nosso fim,
    portento, pedir um augmento de salario
    para todos os mineiros de Polignies. Sim.
    algons cntimos apenas sobre o jornal de
    cada homem ; isto pouco lhe poder cus-
    tar e para nos ser um bom arranjo. Se
    nao condescend} com o nosso pedido, ad-
    virto-o de qoe teremos novidade seria I
    O orador deteve-se n'este ponto como
    qoe encantado do sea discurso, por quanto
    percorreu em vo|ta de si am olhar de tri-
    umpho. *
    Ora nao me dirs, Grande-Leopoldo,
    perguntou o Sr. Van-Besta que cifra
    montar o augmento reclamado pelos meas
    operarios ?
    Ora, orna bagatella I Nada mais do
    que dez por eento sobre o proco actual dos
    salarios. Com isso ficaremos satisfetos...
    pelo menos por qm. quanto.
    qoe todos estimara. E ella
    dias manda seus bolinbos a
    minha mi paralytica. arr
    t abalho para a minha parante
    por isso tambem pode ella estar carta
    Antonio ia-se eotamecando
    Leopoldo lancou-lhe um olhar
    hensivo e amcacador. qa o
    dominando a saa comaaocato,
    vflz firme:
    Assim, Sr. Van-i
    viemos aqu. Os opafl
    caba de diaer o mea*
    deve por too apilar
    Se. pois. oo
    ji parqn*
    ba i
    mos se digne de conennar
    dido.
    ( Qjfiinuiar-


    TP.
    iMHHABIt-MA ts CWUS M

    /


    Mat W
    s I
    BPWcr- *!
    a^


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