Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12018


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Full Text
MNO XLV. NUMERO 286.
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>a i* i
MA A CAHTAI E IOCAMS WDE MO SE PASA POIR.
r tres meaos abantados.
*or seis ditos idea,
*or um sano dsm.
*Gada numero avalso
OOO
VOOO
144000
13^
.*
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MU FEIRI 15 DE DEZEMBRO DE
'
HXk BERSO l 1VSI DA PBQYHOA.
MARIO DE PERN
Portas bwbs fiaflwttof.
Por svis ditos ideo. .
Por noNT ditos dem .
Por oa uto. .
Propriedade de Manoel Figueira de Faria Filhos.
--
O AfiKHFTEMt
"" GeWd ^rta%^^^ i9 0Bw* r Cear4; Atni *5 ***' ArtMly; ** ** ^ O' **! A1*"* "I s1"' NaUd; fcseJto*
rara d Almeida, em Mamangtupe Aotoaio AieMndnno de Lmw, na Paraayba; Antonio Jos Gomes, na YHa da Parta; Itolarmino dos Santos Bnlcio. ea Santo Antio; Domingos los da Costa Brasa,
______________^^__ Mareth; Francm Tarares da Costa, em Alag**; Dr. Jos JUarlini Alves, na Mta, e Jos Ribeiro Gaaparmho, rio Rio de Janeiro.
PARTE OFFKIAL.
vera da pra>vlela.
SXSPACHO DA PBKSUBflCIA DA PROVINCIA DO DA
11 Mi DKZEMBRO.
Aatoctio de Hollanda Ca rafean te de Afbuqucr-
!e-tafera o Sr. inspector da thesouraria de
-azada.
aeaarel Christovao dos Santos Crvalcante.
fagos os direitos fiscaes Mino requer, remettendo-
-"-'! *a Sr inspector da Mesn nia de fazenda
les papis para o flns convenientes.
magas Paulina A\res.lodeerido a vista da
formaciu.
fleerifae Augusto Milet. Remettido ao Sr.
Aefo interino da reparUcao das obras publicas
ir* mandar certificar o que constar.
Isabel Mara da Concoicao.Informe o Sr. de-
teaahargador provedor da S:inta Casa da Miseri-
~4*rdia.
Joio Martas de Barros.Seja dispensado.
Moaquim Pinto-da Fondea.Nao tem lugar o
v. Tflur, vista da informaeao.
>?osc Francisco de Goes Cavalcante.Como re-
caer ea fitrma da le.
Padre los Raymundo Baptista.Expeca-se or-
Jem ao sentido que o suppiicanie requer.
;iose Mara Cesar do Amara! Jnior.Informe
. Sr. corone! couunandante superior interino da
t.sarda nacional do municipio do Recife.
oi dos Fidelis.Intormo o Sr. major director
i<* Arsenal de guerra.
Julia Francisca da Silva.Informe o Sr. Inspec-
tor da Ihes rararia provincial.
(taona Iu jt-aberacio eoncedeudo a permissao reqnerida.
Ladislao Bevenuto de Barros.Informe o Sr.
(Mpeetor da thesouraria de fazenda.
Marta Amalia dos Santos Amaral.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de tasada.
JPaaliaa Marcelina de Almeida.- -Requeira por
lemedio do Sr. r. director geral da iutruccjio
uttlica.
Hepati^o da polica.
"2" s-'c^ao.Secretaria da polica de Pernambu-
co, il de dezembro de 1869.
J. 1742.IHm. e Exm. Sr. Levo ao conhcci-
cato de V. Exc. que, segundo consta das parti-
pacees recebadas n'esta reparticao, forart
Trrnlliido* casa de detencao os seguintes indi
vadnos :
a? ordem do subdelegado do Recife, Eduard
'-.ib'.rt, iaglez ; a reqnisicao do cnsul hollando?.
A'ordem do de S. Jos, Miguel Firmino dos
Aajos, por desrrdem ; Joio S, africano, por em-
briaguez e oftcnsas a moral publica ; e Pedro da
Costa Bezerra, por disturbios camelas.
A" ardem uo da Ba-Vista, Simo, escravo de
Jos Baptista Braga, por embriaguez.
.V ornVm do do Poco, Candido Jos da Silva Li-
beral, por insulto? c niearas a nutorloade. -
Otas guarde a V. Exc'.IHm. o Exm. Sr. se-
mir Frederieo de Almeida e Albuquerque, pre-
idenle da provincia. O chefe de. polica, Luiz
Ariotiio Fernanda l'inheiro.
DIARIO DE PEBNaMBUCO
RECIFE, 15 E DEZEMBRO DE 4869,
: HL MIMSTIiODA anMBVIVtA E A ESTRADA
J: nj DO KECIFE .{ S. PRANCIS00.
IV
Matn'ial rodante.
De longa data sent a estrada de ferro
io Uedfe ao S. Francisco grande falta de
OHteritt rodante, e hamais de seis annos
TB3, em todos os relatnos da repartiyao
fiscal respectiva, se representa contra ade-
{onga na resolaco d'esse negocio impor-
MH, qne se tem debatido entre o governo
'i a coni[>ar:!iia.
Nao lia queiu ignore que crivado de def-
*ioi foi o c'ittracto celebrado pelo gover-
as cun a c HMpaaaia para factura da estra-
da ; qje ates contracto foratn int'iiramen-
ta esqu-icidas clausulas importantes, que
aetaalmoats e para o futuro trar'o serios
mbaracos s rela^oes do governo com a
coaapanriia ; que finalmente as dfculda-
des ijue at agora tem apparecido, nenhuma
resotueio definitiva tem sido tomada.
N'esse contracto n5o se acha especi&ca-
la quem incumbe o fornecimento do ma-
terial tixo e rodanlc, alera do de primeiro
estobelecluel, que pira o rodante foi o
segante:
Loconulivas----- 6
Cirros......... 4 i
Wagcs.....----- 130
Total.. 448
alguma no con-
parece qne ao
Nfl haveiilo condicSo
tracto sobre este objecto,
govr-rno nao corre a obrgacovde prover ;i
ssa iiecessidr.de, nem to pooco devem
riatir da resolta da estrada as-sotaraas ae-
r-essarias sua obtenco, porque isso seria
descarregar a despeza sbrB o thesouro,
Jbsorveado urna parte do beneficie da ga-
ranta, realisada pelo trafego.
A c.ftiapathia por seu lado julga-se dispen-
sada de promover esse raelboramento. e
dii, nossa vez, com muito fuodameato,
que, seado o governo o maior interessado
no deseovolvimento do trafpgo, eHe com-
pre realtsar esse beneficio em prot do the-
souro, visto contlo augmento do trafeg >
importa um accrescimo de receila, e esta
macSes por parte da flscalsac3o em favor
de urna solucao que ponba fim ao preca-
rio estado e deffieiencia do material rodante.
O irem de passageiros existentes, por
mais cuidados que Ibe pre te a empreza, est
sempre n'urn estado prximo da immuadi
cia, porque quasi impossivel serem os
carros pintados e concertados, peto conti-
nuo em prego que tem. Os de terceira
ciasse acbam-se mui deteriorados, e os de
primeira tem actuahnente um aspecto algum
tanto repugnante.
Acompaabia possue aoje 4 i carros de
passageiros e 14 locomotivas; isto quasi
tantas locomotivas como carros ; o que
fado virgem nos aooaes das estradas de
ferro I
O numero de seos wages limitadissi-
mo para o trafego que tem hoje a estrada,
n5o obstante ter-se j augmentado o seu
algarisme inicial, esforcos da companhia,
em suas oflicinas, e sob os auspicios da
receit.
No relatorio do engenheiro fiscal, de no-
vembro de 4865, depois de varias consi-
deracoes sobre vehculos de tracto e looo-
mocao, diz aquelle funecionario:
Entretanto, para dar urna medida da
importancia das minbas reclama<;oes sobre
to grave assumpto, direi V. Exc, e para
as minhas palavras peco a maior attenco:
que esta estrada de ferro tem recusado
transporte tncrcadorias, e algumas vezes
passageiros, e se acha na mais completa
impossibilidade de dar grande desenvolvi-
nu'iUo ao seu trafego, pela insignificancia
do seu material rodante, o qual j est su-
jeito too grandes e tao continuados re-
paros, que brevemente faltar o tempo in-
dispensariel para collnca-lo em estado de
dar transporte seguro.
Ninguem dir, por certo.que semelnantel
estado, que se tem aggravado desde ento,
seja lisongeiro para as financas da empre-
za, e principalmente para o thesouro, d'on
d sabe a garanta de juros, que tem sido
soberanamente prejudicada n'ura lapso de
tempo superior seis annos, por essa defi-
ciencia de trem rodante t5o lamentada e at
censurada.
Alm d'esses inconvenientes, a falta de
material volante ainda preduz oulros, entre
os quaes sobresahe a cessacSo da conser-
vacao da va permanente, em virtude do
emprego constante de todos os wagoes
no transporte das mercadorias.
Durante as safras, que se colhem nos
lempos seceos, quasi nullo o servico da
conservaco, e inteiramente prejudicado fi-
cam as alteracoes aconselhadas as obras
de trra pelas endientes o chuvas dos
lempos invernosos, pela difficuldade dos
movimenlos, a que se nao podem prestar
os wagoes, exclusivamente empregado no
Lrafego de mercadorias.
Essa falta, determinada por forc* maior,
nao pode nem deve ser levada conta da
companhia ; no entanto, forra confessar,
que ella lhe adversa,' visto como a ces-
sacao da conservaco e outros beneficios
de natureza anloga, acarretam prejuizos
va permanente, destruindo o material fixo
e arruinando as obras d'arte, isto 6, depre-
ciam o capital da empreza.
A lei n. 4507 de 26 de setembro de
4867 autorisou o governo fazer um em-
presumo de 400:000,-J000 companhia da
estrada de ferro, para se prover ao aug-
mento do material rodante. A companhia
recusou aceitar esse emprestimo, atientas
as circumstancias em que se Ih'o fazia ; e.
a queslo continuou c contina sem solu-
cao, e os interesses do thesouro vo sendo
sempre pivjudicados.
Na sesso do corpo legislativo de 4868,
o engenheiro fiscal, que enlo era deputa-
do, olfereceu urna emenda lei do orna-
mento, na parte do ministerio da agricul-
tura, dando ampia faculiade ao governo
para tratar com a companhia da estrada de
ferro de Pernambuco sobre o accrescimo
do seu material.
A' esse respeito disse o referido enge-
nheiro em seu relatorio de Janeiro do cor-
ronte anno :
t Na ultima sesso da cmara dos senho-
cadorias pesadas e de pouco valor, que en-
tretanto nao sao menos otis 4 indsstri-i,
que os reclama. Os treas de passageiros
nos dias feriados ou de Cestas dreulam com
urna iotaco superior que ibes marca o
numero de logures dos seas wagoes, e ain-
da assim tem acontecido recusar-se a ven-
da de bilbetes a muitos viajantes que os re-
claman).
< O estado dos~carres de todas as classes
quasi immando, porque nem tempo ha
para serem devidamente aceiados, visto dr-
ouiarem diariamente na linha. apenas,duran
te o invern, possivel retirar dos Irens
um ou outro para ser pintado: quanto ao
mais, ( para os casos imprescendiveis de
concertos sao 03 carros de passageiros re-
colliidos s oflidnas. N'esta parte a minha
vigilancia se tem limitado a exigir o maior
cuidado nos exames d'esse material, para
que fique garantida a seguranca dos trens.
Do que tenbo exposto sobre o trem
rodante d'esla estrada de ferro, e que nao
seno a repetioo do que em nutras occa-
sioes tenlio levado ao eonhecimento do go-
verno. ver V. Exc. a importancia e urgen-
cia da medida porque tanto clamo.
O q temos dito sobre o assumpto,
geralmente eonbecdo, auxiliando-nos i
trechos de documentos officiaes, ere-
mos ser suffidente para demonstrar a im-
portancia da materia e o seu interesse im-
mediato nos destinos da estrada de ferro
d'esta provinda.
Porque razo se nao prope o Sr. minis-
tro da agricultura resolver este problema
como medida econmica, de preferencia
elevar as tarifas da estrada ?
Ser elle de impossivel soluco ?
Nao o eremos ; e aflinnamos inesmo que
fcil essa soloco de accordo coma emen-
da do ex-deputado Dr. Buarque de Macedo,
largando de mo o governo os juros do em
prestimo autorisado dos 100:0005, aos quaes
se nao quer subjeitar a companhia.
Urna vez que fique bem explcito entre
o governo e a companhia, que esta com-
pre satisfazer as futuras necesidades de
renovamento do material rodante, julgamos
essa operacao vantajosa ao thesouro, pelo
accrescimo de renda que isso importa para
a estrada.
Mas. seja assim, ou seja por qtialquer
outra forma, o que convm qne essa ques-
lo seja resolvida, deixando de dormir as
pastas minsteriaes, com manifest prejoixo
dos districtos do sul da provincia, sobre
cuja agricultura recaem os males provenien-
tes da falta de material rodante.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
8
12:1
113
123
120
PAS&AMENTQ fm, hml m alma ao Creador,
a. poT Dr. fan Av ddRMBS.
EMTANSlTO.-0 por>merioa> South Ame-
rica troute seu bordo, para o sul do imperio,
14 passageiros.
MODA LBQAyre.Fignrinos coloridos das
mais recates modas, expcacoes as mais elaras,
e apuradl goto na cscoHw dos romances e arti-
gos uteis' as seohoras, tornam summamente' re-1
corntaeSdavel o jornal desio tralo, qne se assigna
ra di Crn escriptorio do Sr. D. Juan Buson.
Em cao anoo recebera os assignantes 2,000 do
senhos de bordados, labrrinthos etc., R grandes
moldes para vestitos, diversas estampas de obras
de tapete, alm de ISO Agurinos pretos e colori-
dos.
CORVETA. PARAEMSE.-rocodeote do Para,
polo Maranhao e Ce.ir:i, chegou Uontom Urde a
curveta.de guerra brasileira Paraease, trasondo a
seu bordo o Exm. Sr. chefe de divisa) J. M Fer-
reira, eeamunJaute do 3 districlo naval, que re-
ceneu a salva do estyllo.
RAKAIA que sabio de Lisboa a 27 do passadt, vespera da
sabida do vapor rancez Exlremaimre, ehegou
liootem tarde, nada adiautau lo em noticias por
esse motivo.
Este vapor trouxc Oo barra com manteiga, 2
com obras de prata dos Srs. Bario da Solodade e
Gomes de Millos & Irma i, c mais 428 com f:izen-
das a diversos.
DOUR).Picava no porto de S. Vicente, m
viagem para a Rumas, no dia o do correte,
quando abi tocou o iUku'ta, o vapor Djui-o, da
linha de Suata mpton.
S0CIE0ADE C WNAVALESCA.Hoje devem
rcunir-se, no sall&Q do Glah Pernambuceno, os
socios do CIh'i X, afim de tratarle da elei^ilo da
Jirectoria.
IHLUPTES OFFEItECli:>S. Xumeracao dos
billietes da lotera 131.a olTorecfdos pelo thesourei-
ro das, loteras para auxilio o"i- de>pezas da
guerra i
Bilimus nmeros 4,423 a 4,432.
LOTERA.A (|:io se acha a venda a 131a, a
beneficio da bjreja de S. Joao de Abreu de Una,
que cono no lia 21.
PASSAGEIROS-Viudos no vapor Rakaia :
Manoel Jos de fMiveira e Francisco los da
Silva Lapa.
Sahdos para o sol no vapor South-Ame-
rica :
Constantino Jos Forrara, Josepli .S. Jonvhust,
W. G. Brodley.
Vindos do Aracajn no vajwr nacional Ja-
guaribe :
Joao Clandino Duarte, Jos Antonio Piansola,
Jean de P. Panl, Gniseppe, Monson I. Paul.
Vindos de Lisboa na barca portugueza Ale-
rin li thrcul'ino :
Benffn i Sos Rot>. Fiawlaao Antonio da Fon-'
seca Leite, Jos 'ln Mattos Figneireilo.
CEMITERIO PUBLJCO.Obituario do dia ti do
corrate :
Amalia Brasilina Rodrigues Gnem, Pernambuco,
33 annos, casada, I! 'a-vista ; tubarculos pulmo-
nares.
Gnilhermma, Rio Gaande do Norte, 35 annos, sol-
trira, Boa-vista ; febre perniciosa.
Jos Fernandos Tarares, Pornnmbuco, 53 annos,
cacado, Bsa-rista ; apoplexia cerebral.
Benedicta, Pernambuco, 3 meses, Santo Ant.mio ;
Coqueluche.
Dr. Jos Flix de Brilo Haeeao, Pernambuco, ji8
anuos, cacado, Jaboatan ; alTe-cao no cora cao.
lirnestino, Pemambucx, G m.vvs ; convulsocs.
^Vu1!^' ^ A,raeidi e ">"";,* Ideclaracoes do arl. 3M Ig 1 e a, i- parte do mes-
pellada, Francisca Caetana de Abreu. Appelte- (^o codwo^
&..z}&tW <1*Si'v; appeHado Joaqoinv jj^, ,nJU8 ^o submettido
res deputados, onde estive com ausento, eu
e os meus collegas, representantes d'esta
provincia offerecemos urna emenda, qne fot
votada, ao orc*mento da agricultura, dando
ampia facnldade ao governo para tratar com
a companhia desta estrada de ferro sobre
o accrescimo do seu material rodante.
t Seria para desejar que V. Rxc. pres-
taste as cmaras o sen Valioso concurso a
esta medida, alim do que em breve Me-
mos satisfeita a mais vital neoessidade d'es-
ta estrada.
Ha oito annos que represento contra a
insufliciencia d'esse material, e nao cessarei
de o fazer at que o governo e a compa-
desobriga a fazenda publica de orna maior 'nhia se convene*m da perda do inleresses
parte da garanta dos 7 n,V que em cada anno so&Vem, principalmente
Jatcriaioaveis debates se abriram entre o primeiro. Nio exagero, calculando em
latercunavc.s
as ^arteatoterossadae ru queto, at que
o mini9erto da agricultura expedio om
aviso coacedetido a somma de iO.OOA,
tiradas propercionatmente da recetta, para
aquelle aa.
BstiiMIa aa letra desse aviso a compa-
nhia coprei tres locomotivas, e indnio
-as coatas 4aLcustuio a reepscliva verba;
primeiro. Pito exagero,
mais do triplo de valor que actualmente se
exige para este accrescimo de trem, os pre-
juizos que desde a inauguracjlo do seo
trafego solfre esta estrada, prejuizos que.
pela natureza do auxilio eos oe cowtribse
o estado, tem reesteido excttMivameote so-
bre os cofres pblicos.
, Sao frequeates e fundadas as reclama-
ceesque cada dia recebo doRagricrttore* e
DEPUTADOS PROVINCIAES.Do quinto dis-
triclo eleitoral chegou hontem o resultado do col-
legio de Cabrob que, reuniio ao do Brejo e Cim-
bres, jrg.misa assim a lista dos votados :
Dr. Joaquim GoncaUes Lima.
Dr. i'ufino Augusto de Almeida.
Dr. Jos Joaquim de Oliveira Fonseca.
r. Fiancisco Domingues Ribeiro Vianna.
Coron-I Gnalter M. de Alencar.
Vigario Antonio Jos F. de Novas.
INSTITUTO ARCHEOLOGICO.Reune-se ama-
nhaa em sesso ordinaria esse corpo societario.
LE.UBRAXCA.Communicam-noi o seguiute :
A Illma. "cunara municipal, a quem parece-
jios ccuipelir a providencia, lembramos a necessi-
J dado de eslabeleeer urna postura no sentido de se-
rem aa fachadas dos edificios, .que se levantarem
ou forem reconstruidos nesta cidade, sugeilas a
um s. plano adoptado para cada ra.
Por semelh inte modo far-se-ha de pouco em
pouco e sem alropell) desapparecer o mo efleito
resultante da taita de uiiiformidade na edifieaefio
da ciliado ; e p>r consequeiici ser um pa>so da-
do j em bem do futuro desta bella capital, pro-
parando-liie assim alguma consa de mais gran-
dioso do que isso, que com algumas cxcopc,o"S,
por alii vemos em materia de edilicacoes, algumns
dasq.iaesde apparencia !ao extravagante, qne
paree.sm attestar al corto ponto ausencia em nos
do seatimeoto ,1o bello.
t Isto, pois, nao piule, nem deve continuar a ser
tolerado para cresceute civilisaeio dosta importan-
te ciiladc.
VAPOR AMERICANO.Cheeou hootom pela
oantia o vapor americano S-ith America, tra-
wndo datas de NVw-York at 23 do passado e do
Para at 8 di corren te.
, Nada adianton em noticias tanto dos Estados-
liniJjs como do Para
VAPOR JAGUARIBE.lambam chegou honiem
e3:e vapor da companhia Pernamkucana, do Ara-
caj c Venedo.
No da 2 do correte prestou juramento e
tomo a passe da presidencia da provincia da Ser-
gipe o Exm. Sr. tenonte-coronel Francisco Jos
Carioso Jnior.
Foran removidos os promotorB pblicos
Dr. Francisco Alvos da Silveira Brita e i.}onrado
Alvaro de Cordova Lima, este da Estancia para
It.ilj.iana eaquulle desta para aquella comarca.
Em 30 do passado, a presidencia da provin-,
ca encarregou por tres annos do servico da lim-
pezr do Rio Japaratuba, mediante a gratiQca^ao
de itlOOOO, m nrestacoes trimensaes de 100*000
cad. urna, o ci(lad9*Iaiioel Cardoso do Nasci-
mento que para receber a paga, de seu Irabalbo
dever apresentar a eslaciu fiscal respectiva um
documento firma lo pelos cidadaes Hanoet Zularte
da Silva Daltro, Jos Bernardino Dias Colho e
Mello o Manoel Ferreira Passos, a Bastan do que o
CHROMCi JID1CMRM.
TBIBtJXAI^ ISA RELACAlO.
SESSaOEI II DE DEZEBRO DE 186
r.KSIDE.NCI.V DO EXM. SR. COXSELHEIBO CAETANO
SAirruc.
As 10 horas da manha, presentes os Srs.descm-
bargadores Gitirana, Guerra procurador da cora,
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, Moita,
Assis, Dimingues di Silva, Regueir Costa, Dona
Mauricio Cardofo.
Ao Sr. deaembargador Louren$> Santiago.Ap-
peHa^o crinas; appellanle, Jos Sevanano de
Souu ; aMtellada, a justica.
Do Sr. desembargador Guorra ao Ir. desembar-
SadorLouroocoSaatiago.Ai>oellacoee civei*: ap-
peilaiMe, Atauadre Rodrigues da Silva; appelia-
do, Jos Joaqaiaida silveira. Appeflaate, Loiz de
Albuquorjie Maranhao; appellaaat Gervasio Jos
da Costa.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. deseafcaqjador Almeida Albuquerque. Ap-
pellaca/i crian: aupellaote, o pcomotor; appella-
da, MariaBa FernaaM da Cunceico. AppeUacoes
civeis: appetlaate, desembargador Jerooymo Mar-
liuiauo Figuera de Mello ; appellada, D. Francis-
ca da Cunta Bandeira de Mello. Appellanle, Jo
sepba Maria de Sam'Anaa; appellado, Jos Cabral
de Oliveira Mello. Aupellante, Jos Samioo; ap-
pellado, Pedro da Costae Silva. Appellanto, Fran-
cisco Jos Leite; appellado, Joao Baptista Gomes
Peona.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
5r. desembargador Multa. Appellacoes civeis:
appellanle, Antonio Jos Pinto; appellada, D. Ma-
ra Prancisea da Conoeicao. Appellaiile, Joao
Uaplisia Rodrigues de Souza; appellada, D. Jose-
pha Leopoldina MoniE Machado. Appellanle, Dr.
Benlo Jos da Costa; appellada, a irmandade de
Sam'Anaa.
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembar-
gador Assis.Appeiaoes civeis : appellanle, Dr.
Jos Nicolao Rigueir Pinto de Souza; appellado,
Emilio Pereira de Araujo. Appellanle, Manoel
Gomes da Cunha Lima; appellado, Rento Correa
Lima Appellanle, bacharel Francisco Lins Cal-
das ; appellado, Joaquim Jo- de Abreu. Appel-
lanle, Antonio Francisco de Salles Pessoa; appel-
lada, Tbereza Maria de Jess. Appellanle, D.
Joanna Maria das Dores; a|ipellado, o pardo An-
tonio.
Do Sr. desembafgador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Costa.Appellacjio
crime: appellanle, o juizo; appellado, Jos Luiz
doi Sanios.
Ao Sr. desembargador Souza Lefio.Appellacao
civel: aupellaote, Jos Joaquim Pereira Je Mon-
den ca ; appellado, Dr. Pedro de Atliayde Lobo
Moscoso.
Ao Sr. desembargador Cirana..Vopellaeoes
civeis: appellanle, D. Joanna Maria das Dores;
appellado, Agostinno Joao da Cunha. Appellanle,
Aatonie Alves Vianna; appellado, Jos Dia* da
Mlva.
Do Sr. Asetubargador Souza Leao ao Sr. des-
jinhargador Gitirana.Apiiella^oes civeis: appel-
lanle, Francisco das Chagas Baptista; appellada, a
azena Appellante, o tenente-coronel Justino
Pereira de Faria; appellado, Jos Domingues
Maia. Appellacoes crimes: appellante, o juizo;
appellado, o esciavo Tliomaz. Appellan'e, Joanna
Maria da Silva; appellaclo Manuel Vicente Pereira
do MeHo. Appellante, Joanna Esmeria Cavalean-
te; appellada, a fazenda.
Assignou-se dia para julgamento dos segnintes
foitos:
Appellacoes civeis.Appellante, Carlos Holras;
appellado, Manoel Marques de Oliveira. Appel
lame, Joao Maria Botelho Neves ; appellado, Joa-
quim Soares Raposo da Cmara. Appellanle, o
i-onuil portuguez; appellado?, os herdeiros de Jos
Hygino de Miranda. Appelluntes, a vi uva e Qlhos
de Florencio Jos Carneiro Monteiro; appellado,
Symphromo Olympio de Queiroga. Appellante, a
Sania Casa, da 'Misericordia : appellados, os her-
deiros de Jos da Cunha Teixeira. Appellante,
Antonio Pereira Monteiro; appellado, Manoel Da-
mi o da Costa.
Appellacoes chimes.Appellante, o juizo; ap-
pellado, Jos Felippe Santiago. Appellante, o jui-
zo ; appellado, Pedro Antonio Noroiha. Appel-
lanle, o juizo; appellado, Sebastiao, escravo. Ap-
pellante, Joaquim Germano Lopes; appellada, &
justica. Appellanle, o juizo; appellada. Semino
Corroa de Lima. .Appellante, Lourenco Bezerra
da Silva; appellada, a juslica. Appellante, o jui-
zo; appellado, Manoel' Marques Evangelista.
As 2 horas da larde encerrou-se a sesso.
Sxc. o Sr. presidente encerrou
rae e 3/4 da manhaa.
oVpacho, 8.
a sesso s 11 ho-
mcarrogado da limpoza do rio cumpri) as obriga-
gSe do contrato qne tem de firmar, jwr enja
e Soma Leo, abrio-se a essao,
Passados os feitos, dcraoi-se os seguintes jnlga*
mritos: ,
AfiGnAVos de PETICA0.Ajjgravaote, Jos Maria
Gonyalves Vieira Gulmar aggravado, o jui-
zo.Relator o Sr. desenibargailor Guerra, sortea-
dos os Srs. desemoaradores Regueira Cosa e
Domingues da Sttva.Segou-so provimento. Ag-
gravante, Joao Luiz Ferreira Ribeiro; aggravado,
o juizo Relator o Sr dusombargador Almeida
Altuiquerque, sorteados os Srs. deembargadores
Lonrenco Santiago e D iminguus da Silva.Ne-
gou se provimcnlo. Aggravante, Manoel Francis-
co Duarte; aggravado, o juizo.Relator o Sr. des-
embargador Molla, roteadas "s Srs. desembarga-
dos Gitirana e Doria.-Negou-se provimeu-
lo. AggraVairte, Dr. Luiz Lo,es Caslello Branco;
aggriv.ido, o juizo.Relator o Sr. desembargador
Domingues da Silva, sorteados os Srs. desembar-
gadmes Guerra e Souza Leo.Neui-se provi-
mento. Aggravanto, Manoel da Silva Lipes; ag-
gravado, o juizo.-Relator 0 Sr. desembargador
Gitirana, sorteados os Srs. desembargadorus Assis
e Molla.Negou-se provimento.
Recuhso crime.Recorrente, o juizo; reccorri-
do, Francisco Jos d i Silva.^laioi o Sr. desem-
bargador Lourenco Santiago, sorteados os Srs..
desembargadores Gitirana, Domingues da Silva c
Souza Leao.Improcedente.
Hadeas conpus.Negou-so ordem pedida por
Maaoel-garbosa de Fontes; o concedeu-se ordem
para odia li Jo corrent, a Pe 1roSoares Taveira
ouvida a competente autoridade.
Ai'pellacoes chimesAppellante, o juizo; ap
pellado, o tenente-coronel Joaquim da Silva Cir-
ra.improcedente. Appellante. o promotor; ap-
pellado, leuente-corcnel Joaquim da Sirva Cor-
rea. Improcedente. Appellante. o juizo; apiel-
laik), Salvino Correa de Mello.A' novo jury. AjU-<
peltonte, Mmoel Jos Fidelis Caypora; appolladi,
a justica. ImproceHle. Appellante, Franeisefl
Ignacio da Stlva ; appellaJa, a justica. Iinoroee-
dente. Appeilantcs Antonio Telles de Meneaos o
eulroi; appellada, a justica.Reformada a seo-
lOica. Appellante, o juizo; aapellado, Ignacio
Jos de Oliveira.A' novo jury. Appellanle, 0
juizo; appeHado, Joaquim Gonealvus da Luz.A
novo jurv. Appellanle,o juizo ; ap.ielladu, Manoel
Guata da Silva.-Improcedente. Appellante, 0,
juiw; appellado, P^dro Ani-mio Noronha. A' ao>
vojury. AppeHanle, o juizo; appellado, Seba
lio, escravo.Iiiqu ocedenie. Appellante, o ji-
*j; appellado, Pedro Jos Rodrigues.-A ^ove
trausgressao incorre ea malta .do 100* SOOiOOO,. iiry. Aapejlanie, Manoel Joaquim dos
.mi A.ma 1 (VPil'laita lia AnlAa5A .. ^nulloila U.i!m___ifngiiwi.a.l.mt.t Al
con orine a gravidade da ooilssao.
A- noticias do centro da provincia de Ala-
goas dizem ter aTi"comecado a ctair abundantes
chuvas.
L'I.NHEIRGO vaper rancez trtrnuitre le-
voo domingo para o Rio de Janeiro \ :000|000.
O vapor americano o Sr. Joao wwiei Uartiosa de Al-
mas, aio tsodcrelta se sajsUadaas coadio j
raas iMttWrdas, a oaiWliIsslflfiqiMsxiftra commerciaoWs (Testa pfovmera pelatata do ^^
*V&A estrada jntom flaVar. itMir trem rodante. 0 vapor Jagusribe trotuc* as aegumtes ojian,, *a--espreado8 os embargos. Appellanle. Pau
JBe^pSto. Duraate s coiheita das^lras^s gene, tajga: ^^ ttSt^Uff^^S^
^3SS. a,uo ptrda sata* aelo ros se acurnulam aas es*>oi, sem ma S^^c. 1jW| H**1^^^ Wjj -;a tumwaeao.
^WJf** ir* sido coosWntas as recia- Suspende-se tamlbem o transporte'das m^r- c
a^aellada, a justica improcedente. A.
Joaquim Fiuza Maia; appellada, a justica.
nada a seaunoa. Appellanle, Lourenco Berra
da Silva; aaaaUada, a jusliea.Nullo o proees-
a. AnaeHaales, ojuiao e-Arciuw C. Pinentei;
appellado, e juiar.A' novo jury.
ArwuaAQogs civki-s.Appellante, Manoel Tho-
ntaz de Albuquerque Maranhao; appellados, a
iova e Gfho.. do Dr. Jos Hairode Aires Ferreii
TRIBUNAL DO COHHEHCIO
MCI A DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 13 DE
DEZEWRltO DE 1869.
RESIDENCIA DO EXM. Sil. DESEMBARGADO!! ANSELMO
FRASCISIO PERETT1.
As 10 horas da manhaa, reunidos os Srs, depu-
.ados Rosa, Rasto, Miranda Leal e barao de i-uan-
gy, S. Ext o Sr. presidente declarou aberla i ses-
so.
Foi, depois de lula, approvada a acta da sesso
de 9 com a seguinte deelaracao : que o Sr. depu-
tado Miranda Leal faltn com causa como parti-
cipara.
EXPEDIENTE.
Oaicio do presdeme e secretario da junta dos
xirretores, firmado de 11 do correte, remetiendo
: boletim commercial da semana prxima Onda.
Archive-se^
Aos Srs. deputados foram diurihoidos osse-
guiules livros : Copiador de Alfredo & C Diario
e Copiador de Rodrigues, Irmao & C., dem idem
de Rento Machado & C. c Diario de Gomes de
Mallos it Irmoa.
Cjiupareceu Aolonio de Moura Rolim e assig-
nou o tormo de juramento que pre.-lou de ser por
sen consutuinte Antonio llarbosa de Moraes Ca-
bra I agente de leiloes da pra^a do Macei, bem
servido dito lugar.
despachos.
RequerimenU d Seraftm Alves Rodrigues, Joao
Paalo dos Sanios Jnior e Domingos de Souza
Rodrigues subraetteud registro o seu contrato
social.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Rocha e Silva A C. su limatn Jo umbem a
registro a mmeacao de caixeiro que deram a
Eduardo Frnandes Moreira.Regstrese.
Do Antonia de Souza Rraz, aprescnlando para
ser adraittido registro de couformidade com o
ai*. aftdo cdigo commercial o seu contrato so-
cial ni Loureuco Pogi.Vist o Sr. desembar-
gador fiscal.
De Manoel Joo Lins, apresanlando para igual
lim a nomeacao que dera a Lauroutino Goooalves
de MaccJo para caixeiro de sua taberna a ra de
Santa Ritta n. W.Registrse.
Da oompttaa Liverpool and London Globe In-
surance, juntando doeamento do deposito que
ltimamente Szert m cuiprimento do despacho
do tribunal de % de novembro do correte auno.
"Vista ao Sr. desembargador fiscal sobro o depo-
sito veucendo juros
Joao de Oliveira Leite e Souaa podindo cer-
da se achar ou nao registrada a nomoagao
^Mxeire Joao Baptista do Espirito Santo.
se. .
COH .Nroia**0 0 6R. DBaBaBARflAOOB FISCAL.
D-< Josd Pereira Vianna, regiatfo de seu >*'ra-
to de ooedade ootamandiuria sob a firma de Pe-
reira Vianna CSatisfacaui o parecer fiscal.
Qe D. Custedia Maria de Miranda, registro de
eseriotura de auraraoip para commercia/ em
seu pvoprio non.fieconhecida a firma da pro-
Da diceoeio da companhia de segaros mari
moa terrestre que se denominaPieoix IV r- -
aatatxuaoa.Junte o instrumento do patalo, da [toral insulur-me. Agorando Itypotn
eoaieqAdc, art. IW do cdigo commercial, com as j puguam ootn o meu caraclcr.
PUBUCACOE A fUHOQ.
bacharel Crlaao Feaetoa
k Alraforatl ao pud'ie*.
Vencido na hieta que acabo de travar, dispulan-
do a eleiro deste distrieto para preenchimeoto da
vaga, que a escolha de um senador detxou na c-
mara temporaria ; en nao viria imprensa dar
publicidade a eertos fados, e explicar onlros jar
conhecidos ; si pir ventura as pubheaeoes dos
commuricadoe dos Diarios de 34 o 87 de*novem-
bro, ea de um contra -protesto de 85 eteores
de Pao d'Alho, nao estivessem exigindo de mim
Sma exposicaa Sel, do que occorreu acerca dessa
elei?io.
Saberei inda- agora, provocado como tenho si-
do, guardar a calma de que flz egide n'essa-
lcta.
Minha circular datada de SO de outnbro, e fa-
blicada neste Diario, explica suflieientemerrte os
motivos de minha aprsenla ;ao ; e por isso guar-
do reserva acerca de on tras razSes, que em grande
parte me determinaran) a entrar nessa luda : as-
tam me aqnelles.
Resolvendo minha apresentacao antes da e'.ie-
gada des deputados e senadores, aqoi anortados:
ne dia 29 de oulubro, communique minha reso-
tueio ao Exm. vice-presidente da provincia o Sr
Dr. Manoel Portella, que leve a boudade de dizer-
mc que achava justa minha preteoco.
At entao nao havla candidato algum escomi-
do por parte dos pretensos diredores do partido
a que perteneo.
Somonte muitos dias depois foi qne se rouniram
algnns membros do estincto gremio, tendo por
adjunctos dous seuadores e d.ws deputados, iara
resolverem recommendar o nome d i Sr. Dr. Mo-
raes e Silva.
Nessa apresentacao, assim feta e nos motivos
que, segundo um artigo de fundo do Confio Ptr-
nambucano, determinaram, encherguei urna es-
pecie de desconsideraciv minha pessoa n aquel-
la parte do corpo eleitoral, qne j na precedala
eleicao me linha honrado com seus votos.
Pareceu-metambein i|u(agora que o digo) nao
tinha essa reunio carcter legal, ainda que nao
conteste ella haverem concorrido pess as pree-
minentes do partido ; porque, tendo sido o gremio
segundo as bases e estatutos da sociedade Unao
Conservadora, cleito por um anno, estava elle ex-
tincto desde o dia 17 de agosto ; e nenhuma dis-
posicao desses eslatutos'manda qne elle continno
a funecionar, qomido nao se eleja novo denlro
do anno : assim como nao determina quo, em
sua falta, assuinam a direecio do partido os sena-
dores c deputados.
A opiniao, de que, nao havia gremio legitimo,
nio era somentc minha, era tambea do algans
membros do mesmo gremio, entre outros o Sr. I>c .
Joao Jos Ferreira de Aguiar, a quem consulto
jobre o assumpto, e cuja palavra salomada estou
cisumado a rjspeitar.
Por outro lado nao se fez o convite dessa reu-
nio pela forma costumada, e mesmo deixaram
de ser convidados algn* membros ; creio que
os Srs. Dr. Joaquim de Aquino Fonceca e Luiz
Antonio Vieira ; e protestando o Sr. !)r. Asuiar,
com seu Dio comparccimtiUo, contra a legnlidade
desa reuiuo, a ella comparecen quem ihhii era
membro do gremio, nem senador e nem depor-
tado.
Outro fim, constou me por pessoa fidedigna, que
assistio a reuniao. quo nao houve deliberacao al-
guma, tetidj sido a apresentacao feta pelo Sr.
visconde de Camaragibo recebida em silencio,
seguindo-se logo depois o acto da acceitacao por
parte do Sr. Dr. Moraes e Silva, que at entao me
constava recusara candidatura; havendo,entretan-
to, discussio e votagao quanto a nfio aprosentagao
de chapa provincial.
O iario publicando a deliberaciio, fe-la sol) o
titulo Gremio Conserradoreo Corriio l'cjimm-
bucano aulorisju-a com nina razan, que nao mo
consta vesse existido ; qual a de reclamacio por
parte do eleitorado, sendo quo ueste caso era cer-
timente mais curial, e mais conforme s nos-
sas inslitiiieaes e praticas adoptadas, que foss
esso corpo consultado previamente, tanto mais
quanto na eleicao anterior parecer indicar-me;
como candidato natural vaga, que ao depois oc-
corresse.
Nao riz, pois, acto algum de rebelda, aprasen-
tando-me ao corpo eleitoral pela minha circular-
prg_ramma (adopto a ilassificacao.)
Nao contentei-me s com isto ; dirig mo ao ac-
tual presidente da provincia, o Exm. Sr. senador
Frederieo de Almeida e Albuquerque, e lhe co.n-
muniquei minha candidatura, acerca da qual S.
Exc. leve a b indade de dizer-rae quo guardara
perfeita neulralidade, como effectivamente guar-
dn.
Alem disto, militas pessoas gradas e importan-
tes do partido, culpa nomos eu poderia nn-iiciouar
honraram-me desde fevereiro com o ofTericimento
de seu apoio, o qual infelizmente parece que fai-
tou-mo no ultimo momento.
Assim, p ds, repito nao l'iz acto algum de rebel-
da e, si o fi7, fui incitado por esses mujto honro-
sos olfereciuient.s de apoio e coadjuvaeao.
II
Explicada por essa forma minha apresentacao,
enmpre-me agora responder aos arligos publi-
cados no Uiano de PernuiiibucM o ao contra-pro-
testo dos 8o.
Quanto ao primeiro, ein que se me qualifica de
owiit'irmro, e no qual se puna unadoutrina, que
nunca foi a do partido conservador, respondeiei
com o protesto que immcdialameule ajipareceu
publicado nojraesmo Diaria accrescentanuj soiuea-
te que repugnante com as nossas io^tituicocs
a existencia de um partido governado com poder
absoluto o dictadura.
Coutru isto protestan) a niole e conslituieao do
partido conservador, quo ceriamente repele, por
honra sua, dislates dessa ordom.
A doulrina do comwiui'Vanfefoi, quero errr, ar-
ma de guerra, ardil de occasio, para produiir cf-
feitc promplo no corpo eleitoral.
Nao re coaduna aquella doutrina, que ninguem
teve ainda a coragem de prega-la, como funda-
menta da existencia do partido conservador, coiu
os principios que esse partido, essenral(nent
constitucional, tem escriptos em sua ban.
Agora quanto ao artigo publicado no iario do
27, no messmn dia da elwcao, foi outra arma de
guerra tao pouco leal, que me custa crcr d
para ella asscnlimento. ou o candidato que ue
era opposto, e cuja lealdade reconheco, a o che
fe do partido, ou mesmo algara conservador emi-
nente. ,
Taes pessoas, nao me engao, jamis autor'tsa-
rum a calumnia e o insulto, para desprestigiaron
um corr digionarip ante o crpo eleitoral, pondo
auiduvida sua orlhodoxia popllca.
S a poderla empregnr por sua proprla conta
algum leloso palaciano, que ponsa agradar e ser-
vir, comprometteodo seu amo.
O ooflwiHn/caa/o, srib, o pretexio de rejp'*r
ao iieroi, eutendeu sor oQiuiulwga o w> Wt-
I1



m\ 3Q -O i! 81*3X3(1 30 i\ MW

Pernambuco QumA* feira 15 de Dezembro de 1869.
.3K.0R3HHI .WIWW
Disse o eomMunicamV que nio SeVpWa cYct
qoe en, curian npresentava ab corpo eleitoral,
cono Emitir trndicionti e filiado escola
lOgkuCV teommendado tantos sermoes;
mas qu o Liberal por demais eCnctoso detaa des
eonllar,<|uo arma um teco para pegar, caga......
Nio creio pela minia parte qoe o grifo, em qae
T
aftfeeS3oTs?GeS5i V, ,rra3a
do nosso amigo o Sr. Dr, Rento, Jos* a Coma,
proposito *de ama appellacao que traicnipendentes
uo tribunal da rclaclo; jurauflo a seos *n
i. ^_:_ .11 m un
tradicio-
ii tfcpo
iba Vida
la; aguanto
piar o Lireral,
si a mim se ma qnejx
esto escripias as palavras
nal, sirva para '
deixasse # ser
poltica nao d m
caca, qe por veflH
certo que nao a apanhar
dar como cafo.
Baposicio qufttaanu o Liberal relativamente a
miaba candidativrn nao podra' o enmmunicanto ti-
rar motivo para mupeUar ; fe b". Prque
essa materia o possivti susaaia alguma.
Fui, sou, empero em Deas, sor seare estrv.
Yjho a esses madejos, e nada tenho com o proveito
qae dahi pessa tirar o commnnicante, ou o Li-
tera*. ,
Quanto r.e ter sido cu demlttido pelos homens,
de qnem e Liberal orgao,^r nao ter ollws fis-
caes, menos exacto.
Qasrmle na imprena-*ns*entei nma lucta com
os Sr*. Ss e Albtiquerques, com advogade do
Sr. tttieate-conmel Gaspar Cavatcanli, mais por
amtsade e attenc o ao S', desemkargador Alvaro,
do qne por outra rato; snstentei-a exercendo o
careo de pmcnrador fiscal, e pertencendo a oppo-
sica, o que nunca me peiou para dizer quanto
entenli conveniente cid prl des interesses do mea
ronstituinte ; san me importar, si esse passo pode-
ria .-icarretar ou nao minha demissao. Creioha ver
-sitie demonstrado a tod a z qoe sera funda-1
meato eram as aceasacoes que si menaziam, lau-
ta que nio fui demttlido n esse tempe pelo W. Pa-
ranagu, entio presidente da provincia, apozante
profligar eu cora energa o proeedimeuto do sr.
Dr. Pindahiba. como chefe de poliota.
Fui demiitido muito tempo depo pelo Sr. bil-
veira Lobo, c j tws ltimos dias do sua adrarais-
.traco ; nao pela causa, que ffliu'de o commu-
nicate, porque s lo, deveria miuha demissao
ter Udo logara* remeco delta; mas por motivo
poltico superveniente, que attribuo parlo quo
tooiei na ele<\i> desse lempo, fazendo eu e meus
amigos da Boa-Vista esforcos, era que mal eramos
secundados por quem devora ter mata interesse
aesse pleito.
Desegauesse e comiWMwanle que o lempo nao
ha de revelar luysterio algn cora relacao a mim
eao Liberal.
Nada tenho com essa folha ; e nenhuma impor-
tancia ligo a o so jogo; quer elle aproveite ao Li-
beral, quer ao mmmunicanle.
Quanto ao- motivos que aprouve ao Liberal as-
signalar, como determinando a recusa de mmha
candidatura, nada importa tambera-; e mleira-
mente intil que se appelle para nossa lea dado
(rainba e de raen innao) para fazcrmos decl*ra-
cdes, ou para nao doixarmos airrer como certo<
taes motivos, urna vez que falso que ellos tosiera
por nos dados, ou propalados,
Quanto ao ter sido rainlia nova nomeaeao roela
raada e obtiua d i Sr. d.iseinbargador Assis pelo
Sr. viscondo de Ctmaragibe, nada altera raeu mo-
do de ver as cousas. Ignoro, todava, si foi o Sr.
viscon le que.u reclam m e obleve do Sr. deeera-
bargador Asm* lainba nomeaeao, ousi este senil ir
a fez como r.'iiawcao da injusUfa soffrida, sendo
tamban por essaoccaaiao n'.raeadosos Srs. Cn-
nciro, Joaqun l'irlella e Gervasio Campello. 0
que certo que nada ped ao Sr. visconde, nem
aoSr. desembargadoijAssis, a* quera uo vizitei
antes da nomeaeao.
Seja, noriii, como fr ; o certo que por isso
nio me fez favor o Sr. visconde, nem o Sr. desem-
bargador Assis, visto como para laes nomeacoos,
estou cerlo\ S. Ekc. so se deixou inspirar do intc-
rcise publio.
Servi o l/igar de procurador (i-cal por dezoito
annos, sempre osm louvor de diversos presidentes,
entre os |aaaa algaos meus adversarios polticos,
como os Srs. ViUa Bella. Silveira de Souza, Abilio,
Camello Branc>, Paramigu, Matioel Clementino, e
ultiraaiiii-iite o Sr. Silveira Lobo qu., demittindo-
uie, axpeodia a raeu respeito tavoravel juio, E -i
mea ou nao hora orapregado, diga-o o chefe le
minha reparlioio que, por occasiao de rainha de-
misso, deu-me as mais vivas provas de estima,
quer particular, quer offlcialmeute. Digara-no a<
[ulnas do g ivernu de ento, que chegarara a con-
fe.".ir quoou tiulia prestado bous _seryjcos.
N.-ssa- condiciofl creta que nao seria
oha pobre campanba'; sma feta por pessoa
poo era servir aos amos, que a si mesan se
pSe, toda sua gloria; outrapor pessoa qae, dta
tiento e estmulos, lan?,a olhos pfic.'>ies
aqu" le seohor que eno tarta uli wn voioW^r. adbre a ltaaci) para descobrir a solacio, apre-
q0 quemES em mea protesto nio jera.mo|i-H. < -- -- "
para assanhar a ira que o redactor do eonira-pr ?-
testo revela ; visto que a verdade jar "UBI
lo,
, dizeqi
prote
ra referWo,
m.
ivej
ileitflAe^BnTa Mi
comr* tama, tafi
nada mais.
_Jo por essa forma respeajg ^'alf
ijea, quo se fltTam relaiivanjent a mmha lionj-l-
de candidatura, passo a referir o|H* X^Hl*
livos ao promisso eleitoral, p^mi*eral
as regulars, aaWo o lejpefc mWtamJ^W**i
e imparciliaJade do Sr. desembargador Assis,que|
o presidio. M.A
A lei de 1846 expresamente deteri^a- i
111 o segainte < finando os oollesl
rotando-a todivia no seu justo valor;'posto que
anda aferrado a voiha tradiecao.
Aquelle, que, nao ha muito lempo, militava as
bandeiras liafrats, li .je aelcilo e ferreroso aeo-
phytb, tomo ft* ter o fte de si quer dar anhas,
metteu-se ma m eabeca gurrqm- miaba ,
Satura-eiu.urna fregumia, aoade ura nowBpo
arec|-l|niarjbe-Hia importancia.
a um fqflEpodlu-lhe fK nie vulasse
ae quat Hniollti aqaello digno cid:
senta nio ler re* ruta* para m'os lar,
e*ir no au voto Riapemii'da sna palavr-; eom
o aueSoa elle maravillado, diiendo1 parva qoe
nn supponln aa*er tanto homm de paera.
O outro, norein, ainda que ligado por um certo
seutiraento de obeJieacia u de veaeraco, sabor-
din#loatateaeavoto, oouw eleta, nio iluvi-
dou eOnfesear qae minha aspiran* era imro ;
i nal a parte restante. C aluguel de J-.000S p>r
todo o predio, visio como aparleacmidiada toro
^B reconstruida, segundo o coMap. Houyf,e,
pote, o abate de 1:003* no alugucl do^predio, ou
antes conservou-se o arrendrteflto p^o raesmo
preco anterior, porque a dfferdea de 1:000*000
corresponde despea, que correr por conta do
governo. .
el o rada essa ren la T p >rqua nao o disse o-Sr.
cons.-llieir^acharias ao Sr. marquezde liada?
Eotao era razoavel, e neahuna Drediocom iguaes
^~^r^i77T~. "^ -mn ^rr.n i .fTiii^ i ^
iior Tguaf broce, como
.dent (bario dr Villa-
, Qnaado os oellegm -
. se remirem, tendo sido j verificados os diplo- que minha causa era a da rn.ocida.le e do fu.uro,
. mas em reunido anterior, pralicar se-ha logo no e que mais almejava ve-la victorioa doquo aba-
primeiro dia da reaniiio a nomeaeao da mesa,
preci o
grande esforco, nena grande iusistenca, para que
o Sr. de; r A-sis, ju " rva-io
is que
files.
teftra^s-, ;ou i reintegrou o Sr. Gerva-io
Campdlo, ttaialis nao (-, conservador
Nos i-aiprrjpiWn-os (javera ser prvidos os
s".' -i i.d do-'-'inpenha-los, e nao aqu
p o te ou aijuelle, o que bein
^,i! alguma vez si harwionise. Assim.
pois, ilcs-ii: qf eu nao fr julgado capaz de des-
,.,hro cargo qne exerco, ouqe para ser
conservad, soja precjsa a intervenrj da alguem,
pr.'liro flelxar u einorcgo ou ser deinittdo.
Fique isto be n patente.finalmente diz o aun-
mullicante, qae talvez eu boje me sirva do cargo
pna ageilar minha candidatura.
Ignoro com i mea eraprego pode ter influencia
pira ngcitar ootM. qoaiuio foram intensos & m-
ah can lid.tura o m-n propro ajudante, talvez
outros emprogados di thesourara, o collector de
P d Alho e seu escrivo, e quandoa naturi-za do
raeu cargo serve antes para crear-rae iniuiigos d
-mauicantc.
Ha pessoa- que, lvalas de espirito mesquinho,
nao podem discutir a legititnidade do uraa preten-
cao sera dostn e insulto ; mas como esta nunca
foi, nem minha arma, abstenho-me de respon-
der ao mais que esenweu o rommunicante, que,
bem quero erer, oa nao conservador, ou cerlo
-nao 6 inspirado por qnem sua liuguagem deixa
suspitar.
O communicaiifc, em nome da doulrina antqaa-
da da obediencia passiva, parece ter pressa em
gMvver e suspeitar my-tci ios entre mim e os liba-
nes, c por conta diste j rae vai insultando ; mas
posso asseverar ao comaumicanle que sou e serei
coaservador^ainda jue opposto doutrina da obe-
.liencia cega,e aor^gulameoio do Conde de Lippe :
que aonae me acno eston bastante a commodo,
", bao aeoipinhadu para desojar sahir. Meus
precedentes sao garanta de que nio serSo des-
v")sti>s, nem^speito, que rae farao mudar depar-
tido, nm lo poueo caoveaiencias. Tenho dado
disto mais de tima prova. E', pois, escusadoo ma-
nejo. Si incoratiido, nao o faco a gosto, senio pa-
rra o hem ifiu.im. O fntorb me dar razao ;
combato os ecos que nos tom dividido, desejo
-xnelhor direccio no raeu partida ; os todo o raeu
jpeccado
Vou agora ao ecotra- protesto.
Prebendo qo era Pao d'Alho a cousas nao cor-
areriam regulartneaie ; estando informado que nao
ase reunira all a totaldade dos eleitores, mas que
modos semm dado* por prsenles, acerca do que
njaeria ser bem informado ; pedi aos meus amigos
Dr. Antoni-D P. Ferraira Lima o Vicente de Ma-
lanpaino, ambos eonservadores, qus fossera all
assk:ir eiVicao.
No dia 9 as dez horae da noite ebegau minha
^casa o roterWi doator.e ante os Srs. Ora. Paes
Barrete e Alvaro l'ehame referi tudo cuanto si
contm no protesto, que fiz Jago publicar no da 27
pela maahaa, antes de se reunir o collegio.
O que me foi parrado peleiDr. Lima, vinlu con-
firmado em grande parte em urna carta dDr.
IPergntno fiaraiva. por elle traiida.
Grasistia aislo o raeu protesto, e nada mata ac-
crescentei, tieodo antes d pablieaQao commuai-
cadoo occonido S. Exc. o Sr. presidente da
provincia.
No collegio pasvJa mu proeminente, creio que
o Sr. visconde de Catnaragibe, conteslou a exac-
tidao da noticia, assoverando que soubera, por
carta de Pao d'Allio, qne o collegio sonientc se
reunir pan formarlo da mesa ; mas que nio ti-
lma havido votaco no dia 26. Chogou-so at a
nba feto, fijra una tarca cora o nm de arredar o
Dr. Lima, mu que a eloicio se fizera no dia 27.
'Entretanto no .da 28 sa "distriboio o contra-pro-
testo, no qoal se asevera o meswo qne ou tinaa
dicto ; isto que a eleicio ti vera lujar no dia 26, j
c nio no da 27, como so dissera em contcstacao
ao Dr. Lima.
No que o jjontn-protisto contraria miuha pa-
bcacio somente no juc diz respeito irregula-
rilado da eiee;i"\. e quanto ao numero dos Jeito
res presente*.'
Quabt') n cafe dous pontos, espero provar era
tempo a verdftde do quo me referi o Sr. Dr. Li-
na, ito 6, que nao hotve eleicio regular, e que
somente se reunram 70 cleitore, faltando 20.
O mais que se cantn no contra-protesto um
apontoado insaltaoso, a qae nao me faco cargo de
responder.
' bom 5abdo que o Sr. Lalz Maranhio const-
luio-so mea tnimlgo, desde que fai advogado con-
tra elle em uraa causa movid par Jos Luiz de
Andrado Lima, acerca ii limites entre o engoaho
Aldeia e o engento Pfndobinha; innjiado qne re-
^ruloscen aliirawwcte por ter oa 9 fflflu "*0.
- sotemnidade reViKiosa, recebimenlo das tulas e
t mnis actos da ekico. ,
f pois evidente que a elcicao devia ter lugar no
dta 26, vino verificar-se a hypolhose prevista, e
nao no dia27, eomo so etfeciaou. Neste sonido
apresentou-se nm protesto mesa, que roi inserido
na acta.
0 nio ter podida haver a solemnidade religiosa
no dia 2li, razio que a mesa allegou para o adla-
mento, n5o procedente ; porque a missa do !.s-
pirito-Santo, comqnarrto sej urna formalidado f;ue
nao convenha preterir-se, comtndo sna falte nan
vicia substancialmente a eleicio. (Iestruc. de 2H
dejunho de 1819-art. lo e aviso n. 16 de 11 de
dezembro de 1848), e portento o actedevena cin-
cluir-se no dia 26, e nio no dia 27, como calcula-
damente o foi. .
Que o-acto podia cmclnir se no da 26, se ma-
nifeta 8a eombinaco da hora, em que comeejDU
e linden o inbalb nos das 26 t 27 at a apn-
racio das Mlms. '' ..
Determinando a lei que a elecao se faca nos di-
versos colle,os na mesma hora e no mesmo da,
leve por fim ossencial, que nao fosse em nm colle-
gio conhecilo o resultado da eleicio de outro an-
tes da votaco, afim de evitar eombinacio e con-
luio, que desse conheciment previo poderia re-
sultar em favor de un candidato, viciando a
eleicio. i j
Ora, desde que, contra a disposiCM da le, uei-
xoa de ter lugar neste collegio a eleicio no da as,
entretanto que ella se fez nesse da em Pao d Amo,
e desde que, antes da votaco aqoi no dia 27. era
j-conhecido o resultado daquclle, a elecao ncou
radicalmente viciada, e por consegrante nulla.
Pouco importava para o fim que se tinha em
vi-ta no momento, qne a eleicio de Pao d'Alho
fosse radicalmente milla, c falsa a.aeta ; o qu se
quera era jogar com esse resaltado para desini-
mar os meus amigos, moslrando-se qnasi impfissi-
vel raen trintapho, s cem a votacio deste colle-
gio. E si esta foi urna das razn; que determinou
o facto, a outra foi a physionomia do collegio no
da 26, que me era inteiramentc tavoravel, srado
precisa a noite para se red obrar de estreos con-
tra mim"
E, cim effuto, o nlano vngvi completamflnte,
ajudado por ehefes de cabala activos, e pela com-
placencia de um delles, que fez tagj com o pipel
da cmara contra minha eleicio.
Esta ercumsUncia do papel, que parece a pn-
meira vista, mn pequea, na pratica mmtis;imo
importante.
Do-de que o papel comprado pHo procurador
da cmara, e por ello carimbado no maior segre-
do ; desde qne esse papel somente de-tribuid
no ultimo momento, ao passo que as chapas j se
acham mitas de vespera, e as maos de* chefrs de
cabala, sendo o ontro candidato obrgado a ir es
creve-las apressadamonte em curto espaco; dsde
qne nao medeia qnasi tempo algara entre a des-
tribui;ao do papel o a chamada dos pleileres;
desdo qne para occnltar o sen voto o eleitor tera
interesse em qu? nao seja conhecida sna lettra,
e a mesa prodiga de papel com os amigos
(que alias j driles nao carecem), parra por do-
mis com os adversarios, deixando avie altender
a justas reclamarnos (eomo aconieceo) ; do*d- que
finalmente cercada a mesa pdos chelos do c.ibala
com lisias preparadas para substituir as re-
cusadas, sob pretexto de nao seren ps jrip-
tas no papel da cmara, Isava o eleitor em af ur-s
de deiiuiiciarse, re 'ti-aedo a qne Iho era olfere-
el.la bocea da urna por esses ebefes de cab.la (e
tudo isto se poz em pratica no dia 27 para U me
derrotar) fiea eviieto que dea pepiens ir-
cumstancia pode nasar a derroi de um nndi
dato ; especialmente em uraa eleicio que, viva-
mente disputada, veio a decidir so por dzenov.i
votos!!
Entretanto a decsao mVtBen de reeeher soiron;
te as chapas ecriptas em papel da cmara nao
assente em dispo^ico do lei, nao podendo ella as-
sentar na lettra do'art. 22 das mst de 22 de :mi<-
to.do 1880, (pie, determinando que a mesa fjira.'ca
o papel, nao inhibo que se voto em outro na > for-
necido por ella, ou nao carimbado. .
Todos com irehendem a importancia -pratL-a de
til modo do entender a tai, e o manejo a que
presta isto, quando a arma vem a estar as maos
de um chefe. de cabala, como era o procurador da
cmara.
IV
Nao pareca no qne vai referido qne ha muito
do interesse particular, e que pessoalmcn e me
loca, s a mim dizendo respeko. Nao ; ha ahi
materia meditara; ha lieo que pode ser
provetosa, e que melhoraado nesia provincia a
poscao do partido conservador, eheio do Wla e
vigor, pode dar-lhc ainda mais forca com mais es-
timulo*, engrandecendo o circulo, coja tens'o a
todos patente.
O corrilho, a posicio forcada qne a ntuitos lada,
com prejuizo do? legtimos servidores do partido,
cousa que nao pode mais continuar sem quebra da
homogeneidado, e da forca do que o partido pre-
cisa para bein ser'ir ao paz
Na lucta que cu, sera fimilia influente, sern no-
me feito em poltica, sem circulo, travei, o no re-
sultado nbtido, nao ha motivo para desanimo ; an-
te* o ha para orgulho, nao para mim, mas para
aqaelles que souberam resistir ao temor incalido,
mostraodo-9e antes compenetrados de sna niissao
e d. seu dever, como dignos eiladios de um paz
livre, do que sectarios de urna poltica acanliada ;
ante- possuidos d<, virtudes cvicas, do que i omi-
nados de mesquinho interesse 1
Nao era o nome e a pessoa que era o objexto do
pareo; era a idea. D uro. lado etava a bandei-
ra al boje victoriosa, verdade, da idolatra, do
nome qae autorisa a imposicn; mas do outro es-
lava a da liberdade de escolha e de exame, sem
outro norma, que a propria con*eencia, dando-se
vida publica seu valor e dignidade, e col-
loeando-se om sna vereadeira base as foreas regu-
lares da opiniio. Em sma palavra, de am lado
comba tia-se em nome da obediencia passva, do
outra fallava-se era nome da obediencia activa ; e
cada voto que cahia na urna, symbolisava nma
dessas duas bandeiras I Si isto explica que ao
redor ce meu pobre nome se reanisse quas m-
nade do eleitorado deeta illoetrada capital; s isto
explica que, estaade de um lado a esperases da
reabsscao de fagi.eiras promessas, o caminbo abor-
to a fcil coasecucao de pretencoes ; o do outro
s o desejo de bem servir a sea paz, e talo
mesmo desalentado pela quasi certeza de nin Miz
resaltado:; se manifestassa essa quasi meta do do
eleitorado en meu favor t
Abandonar n poderoso eheio de prestigio para
acompanbar o Iraco e desconhecido, acto de ho-
roismo, priucipaJcnento nes lempos qae orrem I
Aera gara maravilhar seria semelhante Teiulta-
do, se nao Tora isto1 mais ama prova, dada pelo
partido conservador, que si sabe ser deseipli lado,
e com nm s harnea as oeeasioes arriscadas,
sabe tara bem conservar sua dignidade, e ma ufes-
tar-se eomo liberdade aas occasides, em ca essa
liberdada nao pe em perigo sua autonoma.
Foi isto qne nao <|iuram, ou nio souberam
comprphonder os cotmKunUantesdo Diario, ruan-
do lancando-me o insulu, dlsvirtaando rmnhiis ln-
tmedes, e enehergando na intriga do Liberal,
alias bem ardida, nao sei que mysterioe a mslhor
descortinar no futuro ; nensaram robar >'
hotaens qu,e, servindo urna idea, sao inabaiaveis
Fez-se surgir como espectro a Mea daiciao ?
de enfraquecimonto do partido, do dHaceraeio ins
testfna e de liberalismo para conservar-se flrae a
velha guarda. Chegoa-se quasi a se parodiar as
doquefltes palavras aa Napoteio soldados do
alto daqaelas pyramides W scales vos contem-
plara e o appello disciplina se faz cora voz
tevws. e sonho carrejado.
Era balde, porque a bem entendida disciplina
do partido nunca csteve em perigo. Era balde,
porque essa discipliaa nanea tevo por emula ot
carneiros de Pannrgio. Vejo agora que me i par-
te! aquella singeleza narrativa, que nje liwax
como e*tylo deste artigo, boca disculpa a meu
tid ; visto que "cora os lacps tradicionSfe*
diencia cga, s se tinha "conseguido at agora
dia ser ofctido
forraou o prsid__
i ; boje exagnradisima a renda
ti com o veno I
a 3' clausula doaclnio o Sr. conse-
Iheiro Zmmlrias que a obra ia ser quasi toda
feita a afa da thesoitro.' Esta eoncluia ongo de
decorrer da condicao'3* do contrato e por ella re-
peljida. ^^ _
Se os proprtatarioa aeixaoi de recober anual-
mente l:003; que fteam dapositadosTO thesOnra-
ria para pagamento da despeza <|ue corre por con-
ta dslles, como dzer-se que a obra vai ser quasi
toda feita a casta do thesouro t
Ao contraro a providencia ahi consignada ga-
atrophiar os nobres estmulos, emmem*:r asi rant *f*fenda pela parte das despezas para a qual
cooeerrem os propnetarios
A 4 clausula quo eslabeleee a locado por cinco
annos, cora a faculdade para o governo de rescin-
dir o contrato decorrldos dous annos, foi atacada
porque passados dous annos e feitas as obras ha
dobrada rendo para a Faculdade ahi permane-
cer, exigmdo os propnetarios ento o preco que lites
paitcer.
A faculdade do rescindir o contrato, passados
dous annos, urna garanta para o governo. Po-
de succeder que decorridos dous anuos tenha-se
construido casa appropriada para a Faculdade, e
nao devia o governo ficar obrigaoo a nianter o
contrato era tal hypothese. Se o contrario aconte-
cer nao lica a merc dos proprierios porque a
locacao foi feita por cinco annos; antes de (indar
este prazo nao podem os proprietarios pedir novo
aluguel pelo predio.
Ja v okSr. A. que a analyse do Sr. conselheiro
Zacharias nao procede, e esta tao aquem da intel-
igencia do mesmo Sr. conselheiro, que seria in-
disculpavel, e ello proprio nio declarasse have-la
feito vista de documentos que a poneos horas re-
celiera.
Ao Sr. conselheiro Zacharias deu o Exm. Sr.
miaistro do imperio na sesso do senado de 28 de
agosto a resposta que abaixo publicamos :
O Sn. Ministro do Imebio : Devo, porm,
antes de oceupar me com urna queslao doulrina-
ra, corao a da retorina do conselho de estado,
que nao se cuida agora de levar a effeito, respon-
der a censuras que se reerem aos actos do minis-
terio a meu cargo. Til a qne me faj o njbre
senador pela Babia, por ter mandado restabelecor
a parte incendiada do edificio era que reside a Fa-
culdade de Direito do Recife.
Quando se den o incendio em setembro do anno
passado, consuitei o presidente da provincia e o
honrado senador, director daquella Faculdade.
sobre a possiblidade de obter outro predio que
melhor preenchesse as condiccSes exigiveis para
accoramodacio de um eslabelecimento dessa or-
dein.
Das informacoes que onlao obtive, e dos papis
existentes na secretaria do imperio v-so que lera
sido lembrados os segrales edificios:
l. A casa de Jos Joaquim de Moraes Sarmen-
t, no campo das Princesas, pela qual peda o dono,
como preco de venda, a quantia de o3:0000t)0,
sendo necessaro para adapta-la ao lira desojado
dispendio nao inferior a 25:0005000, o ^ue eleva-
ra a despeza a 80:0003000.
2. O convento do Carino, do qual os religiosos
ped rara pela loca cao de ama parte 3:00900i),
sendo preciso, segundo o oiearaento feito era 1867,
dispeader 42.900*000 para" dispo-la de modo a
poder feceber as aulas da Faculdade.
3." O proprio provincial do Gyranasio ainda em
constru-cc
Em caria confidencial de 13 de novembro ulti-
mo diziame o presidente de Pernambuco :
... A idea ao principio lembrada. lo edificio
do gyranasio para accommodaco provisoria da
Faculdade, foi depois abandonada pelo director,
que pessoalmente verificuu nao ser possivel leva-
la a effeito, por falta de capacdade; alm de que
nao conveniente educaeio dos nieninos, quer
internos, quer externo*, que all xo recebe la.
Deinais, a presidencia nao tein autorisaco legisla-
tiva para ceder lodo ou p irte do mesmo Gymna-
si^ii .ra um lira diverso daqueile para imo foi ins
Utuiio...
4. O edificio pnjectado pelo bario do Livr.i-
uiento e a que se refere a carta confidencial que
em 28 de fevereiro uo corrente anuo me dirigi o
mesmo presidente:
A esto respeito cumpreme informar a V.
Exc, que o bario do Livramento, a pedido meu,
apreseulou-rae a planta do edificio que elle se
propoo construir para aquelle lira, medante o
aluguel, pu" tempe de lo annos, da quantia de
7:000 por cada um, se o predio for edificado
ra da Aurora, e o de o:000j se for na ra Im-
perial.
Em conferencia que tive com o director da
faculdade, examinando a planta, acharaos que
eila careca de certas modillcacdes para acomino-
dacao dos alumnos e das aulas; o ]ior isso tomei
a deliberarn de manda
aspirscoes fundadas no proprio valor, e monto,
pira i medrarem as medioeridades hatajada de
nepotismo e de proteccao, discorrondo sob o o
ssumpte com aquella eloquencia, que Ibe i; mo
urna segunda natureza.
Em conclasao, miuha candidatura atar tevo por
flm, nem ter como conseqnencia, espero em
Deus, e nos meus amigos, rasgar os sen do par-
tido, nem dilacerado ; veta lates demonstrar urna
verdade qne es nossos adversarios teimam em
desconhecer, qual a do que se o partido conser-
vador saae ser velha guarda, sabe lambeta mos-
trarse na altura de sua mssao; qu si sabe
quando preciso defender a tradiecao, e sacrili-
caribe a vertgem de ideas seductoras, mas nao
basteatemente araadurecidas, sabe tambera pr-
se na diantira do progresso. Si aos slranhos _a
lucta intestina parece desordem, para no~ nao
senao o desmantelamenlo aecessar'io da maqui-
na para assignar cada peca funecio que Ihe
compete.
E assim ser, porque nom eu, era meus ami-
gos, deixaremos de ser conservadores, collaboran-
da junctamente para a fellcidade e prosperidade
do paz no ponto de vista do nosso partido.
Por mi ni e por elles digo, quo era o despert,
nem as conveniencias nos farao mudar de parti-
do : por elle e por mim digo que o partido con-
servador tende hoje a conseguir com a refirma de
certas leis a reforma de seus propnos eo-tumos :
que querendo em toda a sinceridade a reforma
eleoral, nao s na letra da le, mas no modo de
pratca-la, quer ante* de tndo na pratica a liber-
dade da elecao, o livre direito de cada um manies-
tar-se como entender conveniente, e conforme aos
interesses pblicos na escolha de seus represen-
tantes. Aspira ver condeuinada essa designacao
antecipada de deputados ; esses manejos indecen
les que coagem a liberdade do votante e do elei-
tor ; essas actas forjadas a goto para se fazer
deputado ura certo individuo ; aspira ver ondeni-
nado o nepotismo, a nlluepcia assentada s na
posico ollical, aspira, einfnn, ver introd.izidas
nos costumes pblicos essas pratcas do verda-
dero systema representativo, sendo, do governo
o que do governo^ e do povo o que do povo
principalmente o direito de eieger .seus represen-
tamos. Neste empento o partido auxilia o go-
verno actual, que na cmara j incetou reformas
que assentam nestas bases. S conseguirse ser
eleilo deputado, nao poder a ser du vinoso meu
apota ao governo actual, nao o sendo, apoio igual-
mente ao actual governo, porque sou o serei con-
servador.
Todava, cu npre dze-lo, c o digo com a mes-
ma franqueza, entendo que o partido nio ti nesta
provincia derigido convenientemente ; entendo
que ha no seu governo muit-i governo pessoal, e
para obviar a isto, o que mais urge, convca-
lo para a constituiente de um novo gremio.
En parte do que levo dito vai rainha palavra
repassada de gralidao para cora o corno eleiteral
deste primeiro dlstricto, aonde minha arrojada
pretenco encontrou mais sympalhia do que a
.pie era de esperar ; e por isso ligando-a nao a
minha pessoa, mas bandeira de que fallei, me
coinpreliendo na felicitaban que dirijo ao eleitora-
do, recolhendo-rae obscuridade para acompa-
nh r iquelle que, cheio do prestigio e de cora-
gera, a quizer erguer bem alto.
Devo aos meus amigos, aos que aiadait'oin sa-
crificio me acomhanharam at o ultim mmenlo
o raeu coraco : e seja qual fr minha sorle, pros-
pera ou adversa, commemorarei sempie esta
epocha raenoravel de minha vida, cono aquet-
la em que vi nos horneas mais dedicado a una
causa, erabora repiesentada por um hornera de
poutro valor, e de nenlium mrito.
E' mais honra delles d qne ra nha.
Recite 3, de dezembro de 1869.
Cypriano Fenelon Quedes Alcoforado.
Vi frrea de Olinda.
Com os dous artigos que a respeito temos es-
cnpto, poderiamos terminar a nossa resposta ao
Sr. A.; mas como S. S. rtferiudo-se ao central
celebrado nelo Sr. Dr. Portcila com os proprieta-
rios do edificio em que funcciona a Facnldade de
Direito. diz que foi elle bem analisado pelo conse-
lheiro Zacharias, cujo discurso a lal respeito irans-
rreveu, accrescentaremos algumas observarles a
respeito.
Por ellas ver o publico qne se o sirale do hu-
milde pre;a porque na antiguidade fez-se a com-
pra de um terreno do taraanho da pelle de um
boi, pode serapplieado aquelle contrato, eomo fez
o Sr. conselheiro Zacharias, nao pode o mesmo Sr.
conselheiro furtar-se a responsabilidade pelas del-
gadissimas tiras em que tal pelle foi estendida.
A parte as condices relativas a reconstrucao,
as demais analysadas pelo Sr. conselheiro sao as
do primitivo contrato feito om 1854, nnnti las pelo
honrado Sr. marquez de Olinda era 1804, que so-
mente alterou o contrato anterior no ajuste feito
com relacao ao preco do aluguel que clevou de
l:riO0 a 4:000a !t!
assim que a o' can-rala exactamente a i' do
primitivo contrato; a C psis verbis a 2' e a 7*
corresponde exactamente a 4', c estas clausulas
nenhuma alteracio soffreram em 1864, tempo em
que os proprietarios do predio nenhuma Influencia
tinham junio ao governo.
Restara ni', 2*, 3a e 4" clausulas relativas a
reconslruccao do predio e preco do ajuguel.
A 1* censurada, porque tend sido casual o
incendio nao era o governo obrigado a tomar a sua
conta a mnima parle da despeza de reconstruccio.
A censura incaNvel :' o governo nao se julgou
obrigado; nio : mas tendo convencionado uraa di-
minualo^ de 1:0004 no rendimento annnal, essa
diminuicoo equivalendo a nielado da despeza, nao
havia razio para que o governo nio tomasse a si
a metade da despeza da reconslruccao.
A 2a clausuh censurada por ser assim conce-
bida :
t A abra ter de novo oreada e posta em arre-
mataro.
O sr. conselheiro disse que era isso corttr larga
por quanto o governo obngava-se a fazer metade
da despeza, sem saber em quanto ella imaortava,
porque a obra vai ainda ser oreada e arrematada,
e seja qnal for o o-comento o governo p:ga metade
da obra.
arada improcedente a aecusacio. Esta clau-
sula tange de ser onerosa para o governo, tange de
ioiportar para ellecortur largotem por lim res-
tringir a despeza.
A obra havia sido oreada em ll:97d|800 ; os
proprietarios julgaram maMo alto o oreamento, e
por esse motivo estabeleeeu-sa qoe sena de novo
oreada.
tinha o governo ama base para calcular a des-
peza, a qae se abrigara, tato o primeiro orea-
mente.
Alm disto, o inculcado re jeta de cortar largo
dosappareee desde qae se attonder que no interes-
se dos proprietarios est nao ser alto eorcamento,
pois tem do correr por conta daUsa a metade da
despeza : governo e proprietarios sao interessados
em que seja o mais haito possivel o oreara rato.
Note-se ainda aun a obra tem de ser arremata-
dme ata so estbele ;e a concarencia, eque ella te-
r de ser feita por aquefle que mais vantaj Ma pro-
poeta olTereeer.
Entretanto, qnando os amigos doSr. conselheiro
dirigiam os negocios pblicos mandaran fazer por
conta exclusiva do governo coaeertoe no predio, e
estes concert* foram feitos por ara dos propria
tartas sem preceder arremaiAeo; amii parece
mais cablvel o dzer-seUto qut 4 cortar largo.
A 3' clausula fd censurada pirque sendo >alu-
guel de tota eua antes do incendio 4:0003 foi
pelo nove contrato apenas red azi do a 1:0191000
Ha /mnifesto engao: pretende-se qne o rioguel
de 3:0004 pela parte nao incendiada; ojo ha
tal: se assim fose sera procedente acmiora,
porque o faeondta estendoa-'O a qnasi metade do
inclusa de 3004000, nio como urna remuneragao
complata do muito qae V. R-va. cencorren, aa
quaiida.de de orador sagrado,, pasa a bTilhantismo
dessa religiosa festvidade, mas como pm .tesie-
mubho' "d aprec.0 e"gralidao, de que a raesina
coramssio se considera d&vedora' a ?. RVm.l
N3o ha sntflciente recompensa para servicos de
orlem tao etavada ; ai| MB'" nnr'lli^l Por
V. Kvma^la HmigniulB prova de mffcera-
cao pelaJBohecda illoatrac.w eloqoencia de
V. Rvnrn.
Deus tarde a Rvma.Secretaria ia eomms-
so centres, aos 5 d; bflveniliro de 1860.lilm.
e Rvm 8r. padre Leonardo io tirego.
Antonio Aloes di Carktko Veras,
Secretario.
Um. Sr.Acenso recebido o offlcio, qae V. S.
como secretario da coraratasao central enearrega-
da pela directora do Gabinete Porluguez de Lei-
tura, dos festejos em commeinoracao do 18' anni-
versario-dessa associagao ; bem como do Te-Deum
ca impide gracas pelos felizes annos do S. M. I'"-
Q'Sr. t).Tuz 1-,'qne tivoram lugar no dia 31 de
outuqro prximo lindo; acompanhando urna ot-
ferta de 3004003 era recompensa do ineorreto
discurso, que tive a honra de recitar na festvida-
de religiosa. .
O ser escomido por essa Ilustre comraissao
para preoneber, nao obstaole a miaba insuQieen-
cia, lugar lio importante, qual o de orador sa-
grado om tao pomposa festividad^, para mim so-
beta recompensa, elevada veneracio._
Permitta pois essa Ilustre comraissao, que de-
volva tal quanlia, para quedesta arle eu nao man-
che com interesses pecuniarios a subida honra, que
acabei de receber; o se alguma cou-a ambiciono
como paga do tosco discurso, que recitei somen-
te o nao desmerecer do grande concoilo, quo ti-
ve a felicidide de merecer de to nobres eava-
Ihciros.
Queira o Illm. Sr. secretario receber os meus
votos de respeito e summa consderacio.
Deus guarde a V. S.Convento do Carmo, 8
de novembro de 1869.Iilin. Sr. Amonio Ataos
de Carvalho Veras, digno secretario da coni.nis-
sio central encarregada dos festejos doGaoincte
Porluguez de Lei tura.
O padre, Ijeonardo Joo Grego.
assim eltas so aprpseiram em ocond>r-tc ; mas
mas virtud, rimas de tua infeliz
espesa rfo perp noria;. o meu
agradeoimento oTerm.
Descarara, era pac.
Agora, meas senderesam conMo joven
viuva que se estorce nasagoni|||jla viurez.Uraa
vra e ffBrto M^^H
teaHBe, iyflBz criansa, perdeste o futu-
ando iJkmacamlHra a Jrir.Deus le vou-
o'marido,.] ceinpenjifllo deixou-to a vir-
i'dACA Dtf RECtPE i a'DE DEZEMBRO
DE 19.'
AS 3 1/2 HORAS OA TARDE
Algodo de Pernambuco sera ospece.io953 rs.
por kil.
Algodio de Pernambuco 1' sorie 980 rs. por
kil. (hontem).
Cambios sobre Londres 30 d/v 19 .7,8 e 20 d.
(hontem).
Dito sobre dito90 d|v. 20 d. (h*je).
Descont de letras10 0/0 ao auno,
t. i. Silveira
* Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ALFANDEGa
Candimente do dia ]
(dem "
memo do da 1 a 13. o4T:i'i840UK
o da 14..... 77:214AH->
fv'RMfii:
w-Mim--'
MOVDENTO DA ALPANDEOA
/olumes entrados com fazendas
dem idera com gneros
'/olumes sabidos com fazendas
dem idem cora gneros
641
1083
------1724
loitores, o roraatarei cora qnas apifchc^es 4<: mj' predio, e portmto oolujal devr ser proporco-
as fazer pelo engenbeiro
chefe il.i repartir i aas obras publicas, afim de
submette-las dep.iis ao mesmo bario para decla-
rar se as adoota, posto que eu estja informado
de que elle nao se sujeitar as ditas modiflcacSes
sem ler a certeza de quo o governo comprar u
predio, porque recea que; terminado o praso
do aluguel, nao possa, c ni-truido o ; iiii:io deSsa
forma, divid lo em duas ou tres casas paraalu-
gar a particulares. Vendendo o edilkio ao go
verno, exige elle 100:0004000.
Apenas se achem feitas as modificar/les. me
entenderei cora o bario, c darc conta V. Exc.
do que se passar, para que haja de resolver sobre
o que parecer melnor.
i Entretanto, devo dizer a V. Exc. que acho
conveniente que se celebre nove contrate, por al-
gura lempo, com o desembargador Figueira de
Mello, conforme as condcocs de que V. Exc. mo
deu conecmento, de redueco no aluguel a.....
3:0004 por anno, e de concorrer eile com a me-
tade das despezas necessarias para os reparos da
casa, onde actualmente est a faculdade, segundo
o orcamento, Ra importancia de ll:97G|800, que
ja remetti a V. Exc.
t A construccio do novo edificio ievar tempo,
e precio pue as aulas contiauem a funejionar
naquellacasa.
Nao podendo contratar a compra do predio que
se paopunba construir o bario do Livramento, por
nio estar habilitado cm a precisa autorisacao le-
Sislativa, nem podendo pelo mesmo motivo tratar
a ediftaacc, por conta do estado, de urna csa
appropriada para os taabalhos da faculdade,
adoptei o alvilre qae I rnibrei ao presidente, e Ihe
pareceu o melhor, de contratar a reconstruccio
da parte incendiada do predio que ora serve, me-
diante reduccao do aluguel, e consorrendo os pro-
prietarios com metade das despezas qae se fl-
zessem.
E por exclusio de partes era osse o expediente
nico que me restava, nie podendo os cofres p-
blicos, as actuaes circumsiancias, supportar os
onus que resultariam da adop;o de qualqusr ios
oatros.
Pelo contracto a reconstruccao 6 feita por con-
ta do estado, ma; vem este a ser alinal indemni- j
sado de quasi todo o dispendio, por quanto, sea-
do o orcamento da o ra de cerca de 12:0004000,
descontar-se-ba ais proprietarios, no aluguel, me-
tade da importancia das obras; o corao peta con-
trato ficou o msiuo aluguel reduzido aunaalmen
te de um cont de res, dorando a locaeao cinco
annos, deixarao os proprietarios no lira do praso
le receber mais 5:0004 de res, que sommados
aquella metade do preco das obras, do urna
quantia aproxiinaoa ao total dispendido.
Nem era possivel obter m?is vantajosas condi-
ces, quando o governo precisava do predio, e
para tictr nelle a faculdade eram as obras in-
dispensa veis.
f Q orador l iodos as clausulas do contrato
fazendo cotuideracSes em justificarlo ds cada
urna, i
As ultimas clausulas nio sao senao reproduc-
cao litteral das do contrato antigo, que regia a
locajo, quando se verilicoa o incendio.
(iabinete Portuguez de Lei-
tura.
Htm. e Rcm. SeNa qualidado de secretario
da coraioisfcio central, encarregada pela directo-
ra do Gabinete Portufuez do Leitura dos festejos,
que, om conimeraoracao do 18 anni"ersano desta
assoeteco, tiverm Jugar no dia 31 dq eutubro
prximo llud.1, bem eomo do Te Deum em accio
de gracas pelos felizes ano de S. M. F o Sr. D.
Lniz 1, o qnal se reahsou no mesmo referida dia,
tomo jibonbde Je pffertar a y. Rvtna. a ajiami
A' Eima. mra. D. liarla Amelia
Bastos ln rra
O. D. C.
M. S. J. P.
Minlta senhora>H?. dores que se nao explicara ;
digo mais, que talvez se nao definam.
Entre essas colbco eu a dr da mulher que
perde o marido que amava, do lilho que pordo a
mai que idolatrava.
' Chorar aos pes d) rico, quasi sempre, urna
prova de servilismo ; chorar diante do um cada-
ver quasi sempre, a prova do um apreco.
Receba, portento, V. Exc. o olTorccimente que
Ihe faco das palavras que pro anciei junto ao ca-
dver de seu marido, e crea quo so um fim me
guin ;o agradecimento, qne na falla de um
amigo, peco licenca para depor as maos de sua
viuva.
O que pens, o que sinto s Deus sabe. O que
sou, sou mando l do co j deve sabe-lo.
Meus senhores.
Quera pode comprehender o po-
der forte, com que do co zomban-
do impunemente, tudo quanto Deus
creaextingue a morte.
Mais um lumulo I ura. pasto de mais aos ver-
mes ; um creoe do mais,um hornera de menos !
E' aqu, senhores, que o mundo traduzindo se
narealidade dos factos, faz curvar as veleidades
da intelhgeneJa humana.
E' aqu, que ao crepitar dos cyrios funerarios, a
iotellgencia aniquilase, o hornera desee das nu-
vens do calculo, e >nergulha-sc oteiro no aby*m<>
da verdad} terrivel, que comee,! nos soffriraentos
do berco, e airaba nos paroxismos da morte.
Nao "sei que mysterio, nao >e que torca obriga
o homem a curvar-se ante % magostado da morte,
como tambera nao sei quo poder tem ella para
acabar em um momento sacrificios de annos, so-
nhos de uraa immensidade, aspiracoes de toda urna
vida, desejos de ama eternidade ;o quo, por n.
vos digo, que teve razio de sobra o infeliz poeta,
que nos estremecimentos da agona disse cora o
estertor dos emparedados:'
Nasce o homem : vive um s momento,
E sollre at morrer.
Verdade terrivel, anathema quo s se juslfica
pelo castigo da primitiva culpa, a morte, sdenla
sempre, nio respeita a p isic/io nem a virtude ; e
aos embates de urna senienca sera appello, cae o
grande como o pequeo, o rico corao o pobre, o
virtuoso como o criminoso, e todos l vio promis-
cuamente cumular-se nos mbitos estreitos do t-
mulo.
Perder em ura instante o que s ganhmos com
amitos annos de aspiracoes o de Inte ; chorar, so-
nhar, desejar antever e nao ter I obter, ooinecar a
gosar e perder o objecto querido quando cometa-
mos a possui-lo, eis, meus senhores, a no-sa
misso.
E somos nos as victimas de urna sina que se
nao coinprehende ; as machinas de uraa vontade
que se nio explica, as partes de um todo perdido
as duvidas e as oscilacoes,que ainda temos o
louco orgulho de presumir-nos melhores, desi
guaes, superiores talvez uns aos outros.
Grandes do mundo ; soberbos e avarentos, vai
dosos e loncos, intellgentes e ignorantes,enrvai-
vos I... E' all que est a verdade ; all que esta
a vida, porque all quo e.-t a morte que nos
abre as portas de um novo mundo.
Meus amigos, a morte penetrou no seio de urna
familia quo estimamos ; aos bracos da esposa jo
ven e desvelada, roubou o esuosp iuolatrado aos
beijos do amor as faces do marido e do pai; ao
mundo um exemplo de vrtule, aos deveres ara
fiel cumpridor.
Antonio de Souza Guerra, esse que ahi vedes
agora inerte e sera vida, e que em pouco vai ser
pasto de nojentos vermes, era, como sabis, um
homem de bem vmorreu como ivdra t~ urna
vida de virtudes s podia corresponder urna morte
de justo.
Os estertores da agona que depura os crimes,
nao os soffreu elle; gemeu, cborou, soffrcu ; mas
foi porque no adeus final duas fibras se Ihe que-
braran! n'aiinaesposa e mai II1
As ullimas articuiacoes daquella lingua envol-
valo as entrecortadas palavras da morte essas
duas palavras que
Parece qae se escrevem
Era setim cora lettras d'ouro.
Nossa KsrosA e nossa mai I
Urna separada pela distancia, outra ligada pelo
amor.
Podessemos nos enmpretende lo nessa hora ex
trema, e quera sabe se cada um dos seus arrancos
nao foi um hymno suave como os hymnos das be-
sanas divinas'; erguidas as duas mais charas alTei-
edes do homem.
Grande de mais para um mundo lio pequeo,
Antonio de Souza Guerra adejou por algum tempo
as planuras de nm mundo corrupto, afagou o anta
dos seus amores, e desprendeu-se voando corao
essas estrellas cadentes, qae na propria queda
tem sna ascencao.
Quanto amor, qua.ita vida, quanta aspirarn nao
Iho queirara na feore de um coraeao de moco os
labios qae s os osalos, da esposa saavisavam no
seio materno 1
Devassar os segrelos de nm primeiro e santo
amor ; penetrar nos espacos de una felicidad*
grande como a immensidade, momentnea como a
vida; arrancar dos labios da morte a conflssio de
sua existencia, impossivel ao homem; com-
prehender, porm, o que bavia de grande naqnella
alma, dizer tudo quanto so pode e se deve dizer
de honiens como aquello misso que poucos
comprehendem.
Digo-o eu.
Eu qae por mais de urna vez recbi d'elle bene-
ficios irapagaveta; eu que fui o objecto de suas
complacencias.
Meas senhores : pobre de tudo, sou rico de re-
conhecimenlo ; a mi que >e mo eslendeu nos
dias da penuria, abeneda tal ves agora do co, a
connasao do mea raconlieciment, ante ura mun-
do que talvez mo atembe de servil.
Embora.
Eu te agradecd, bem e leal amigo, en te agra-
deco o boro qae me fizesM.
Deus l'o pague, a que en nem lagrimad teabo,
porque bem cedo m'as seccem a desreatara.
Contentaram-se os destinos *m mostrar-te a Cv
ra, o comg t"
252
600
------8o->
Descarregam hoje lo de dezemliro
Barca francezaSphere mercadorias.
Vapor inglezSaphiraidem.
Escuna ingieraMaru Jamesidem. *
Patacho americanoLeonardidem.
Patacho hollandez- Taminiaidem.
Barca inglezaTalismnfarinha de trigo.
Barca iuglozaMiranda- bacalho.
Escuna inglezaCordan idem.
Barca portuguezaS^uraR^avarios gneros.
Brigue portuguezRelmpagoidera.
Patacho americanoIza idem.
Brigue dinaraarquezChristiandem.
Brigue norte-altemio Rechstina farinha de
trigo.
Brigue francezB/emvarios gneros.
Brigue inglezMaufetdidem.
Escuna inglezaDelle idem.
Barca inglezaRosemonddem.
Brigue noruegnenseMandarim laboado.
Barca inglezal/aran/i(7oearvo.
HECEBEDOR1A DE KENDAS INTEKNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
iendimemo do da i a 13. 21:943469"
dem do da li........ 1:7874841
3:3a#530
NSULADO PROVINCIAL
dendimento do dia 1 a 13. 71:3904339
'dem do dia ii...... 8.7274I01,
80:H7AuOs
Navios entrados no dia li.
New-York por S Tbomaz e Para21 dias, vapor
americano Sonlh America, de 2000 toneladas,
commandante Tenklepangu, eqnipagem 7o, car-
ga varios gneros ; a Henry Forster & C.
Penedo e portes intermedios 4 dias, vapor brasi-
lero Jagnaribe, de 459 toneladas, commandante
Castro, equipagem 30 ; a companhla Pernam-
bucaua.
Rio do Janeiro18 das, barca ingleza Pcterct,
de 30 toneladas, capitao G. Colw. II, equipagt-ni
II, em lastro ; a orden).
Rio de Janeiro26 dias, escuna norte allemaa
Lomsr, de 231 toneladas, capitao Lamraer, equi-
pagem 7, einlaslm; a TliomaiJeferies & C
Montevideo34 das, barca ingleza Asenmh, di-
289 toneladas, capitn W. Williams, equipagem
7, em lastro ; ordem.
Rio do Janeiro13 das, barca portnguozi oi-
de S. Simao. rte3o. toneladas, capitao Antonio
de Saliese Silva, equipagem 12, om lastro ; a
Carvalho & Nogoeira.
As<-5 dias, barca brasiMrl Flcchn, de 237 to
neladas, capitio Joio Augusto de Pinlio Victo-
rin, equipagem 12, carga sal ; a Marques Bar-
ros & C.
Rio Grande J> Sul-23 dias, patacho ingloe Reso-
lution, de 138 toneladas, capitao John 81oVbell,
equipagem 8. era lastro.
Ltahoa 22 dias, barca pertogueza Atexmuh'-
Herciilano, de 394 toneladas, capitao Amonio A.
de Almeida, equipagem 15, car^a differtntc-
gencros ; a Euzebio R. Rabello.
Southampton e potos ntormedios2.i das, vapor
injilcz Rahaia, de 930 tonelada?, commandante
Wetton, equipaiiein 53, carga [alendas ; a A-
damson Kowie & fl
Obtervacao.
Nao houvarara sabidas. Snspandea do lama-
rio paraos portos da sol o vapor americano Soti'l'
America, enraman -tente Tenklepang'.i.
ELITAES.
O Dr. Fian MO de Carvalho Soare* Branda, juiz
de orphaos e ausentes da cid-ule do Recife c ser.
termo, p>" S. M. o Imperador, que Dos guar-
de, etc.
faco saber a quera o conhecinieni i desle per-
teocer, que a requeriinenlo do Joio ii Cimba Soa-
res Guimaraes, curador da interdi va D. Francisca
Thomaza da Concetcao Cunha, vai praca por
tres annos o arrendainento do 1 o 2o andares do
sobrado da roa da Imperalriz n. 29, a razio de
2:0003900 por anuo, com as condi;C-i3 seguintes :
1* o arrendamenl do predio aetna mencionado
se effectuar por tres annos a rasa do 2:000
annuaes.
2 o arrendamentario ser obrizo a fazer sua custa as pinturas, caacin, viwoa e todo (
asseio da casa a sua custa, sem qae e "> tempo al-
gum possa pedir indemnsacio ataama.
3" o arrendatario dar fiador iJoneo a :onlirato
deste juiao a* arrendainente dos alog'ieis do pre-
dio, o qual ser pago mensalmento.
E para constar mandei passar o presente qae
ser afJuxado nos lugares do cosame e publicado
pela imprensa.
Eu Floriaoo Correia de Drito, esertaao, o fiz es-
crever e subserevo.
Recife 14 de dezembro do 1869. ________
O Dr. Abilio Jos Tavnres da Silva, ollical da ini-
perial ordemda Rusa, juiz privativa dos feitos
da fazenda nacional por S. M. Imperadore cons-
titucin.! o Sr. D Pedro II, a qaiEI Teus guar-
de, etc.
Faco saber aos qne o presente eoiui virem, que
em curaprimonto da ordera do tbesooro de 30 de
dezembro de 1865, e em observancia das instrnc-
ce?, qoe com a mesma baixam r a mesma data,
nodo o preso de 3 mezas, a contar da dala da pu-
blicarlo desle, aitrao arrematados e vendidos em
hasta publica, catabrada na sed) oa comarca de
Goyaana, a qnem maior prego ofierecer, a vista
oa a praso, at 10 aaoos, cuando tjio aecumu-
Undo-se ao prego da arremataca o jaro de 6 %
pelo lempo da nmra, s tres oniprehensoes do
incapeado de Itemb, e escravos, a saber :
Corapivhenso denominada Pangaa, cora a ex-
tensio apr j imadaraeaia de meta legaa de testada,
e tras qaartos V Irgua de lando, poseo mais ou
menos, om grande parte de terrean de vanea,
na qual puder-se-M fundir urna (teta Je 2,000
pies do aeeocar, pouco mais ou teos, e cora ou -
tras parles de terreno, qoe nao se presta lavou-
ra, avalada por 15 000*000.
Comprebensio oVoominado Cumie, com nio
quarto de tagua tte testada e ntaa tagaa de tundo
pouco mais oa menos, sendo parta do terreno
acarrascado, e outra parte proprio para fundar
la ii MB pies de aseuesr, pouco ou mais
ii por 9.000*00$.
denominada eageb>> Novo, com
oa de cumpnmcata, ocia tagu<
i mais oa mt0L core M lepi
.. cobertii Haw
se prestara nao s a raltura i
tras lavouias, istind
comiirebeaajn du^i- propri
ao eorenel Aaioato Alvo Vlanaa
urna planta
ou menos, '
Cmn,
nma e meta
de largura,
de boa ai
usurario que seu Jlwouro esconde,. Prtido Granda a outra do
W
MGVfMNTO DO PORTO.
'!
- U
1


r
Diario
gflfil
d Pernamhaco Quarla
iL
\i -j_
Al
feira 15 de Dezembro de 1869..
uos ,ji5tdejxn__
dttm
do, rom t
avalada "lur'.'iO:1
Damin i pard
l>or iOUOOO.
Aquihua, _
inais oii menos,
Deveado a
Gjjtan-ia, neipo!
avanVcoes o;
dearetu n. 771
vando-se no processo as citadas jn|-uccCi$a.
K ntra que obeguc #-iollcU #j coiAeeljneulo
yletod; fhodei passar o presene'dital, que ser
alado nesta capital nos lugares do cosame, a na
uit lo de Goyanna, o publicada tv.ua vez cad
m.ip.adurant os referidos i mezes em loja* as
olhas da provincia c as de maim- circnlarao di
corle.
Dado o passailo ncsia eidade do Recife, capital
da provioeia de Pernambuco aos 13 de dezemDro
de 1869.K eu Luiz Francisco Barreta de Almei-
i,i eserivin twbscrevi. Pogou a Onal 80M res de
ello. Luiz de .Mmeida.
Abitio Jos Tarares da Stlci.
mpfre.hirn'
Ha gallega, \l
UVnrjr, viilrn
i, killigran
lgrm
Mnssa Manta, ideP
I
ratajoV Mercurio oee, kiAojjrai
fot ma do Mese rilo, dem.
oeser- Mes torda, idem.
ma.
1
I
f

ODO

EECLARACOES.
M^sta Casa da Misericordia do
lleife.
A Illma, junta administrativa a Santa Casa da
Misericordia do Recite manda /azur pubnto que na
^alade suas-sessoes, nojdia 10 doiJszerobroJpelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematada-,
n 'in mais vantageus ufferecer, pelo lempo de un
a tros airaos, as retidas dos predios em segua de-
clarados :
,:S1AItFJ.KCIM-:XTO D CAHlDAbE.
Ra ao Catabburo
i'.asa trro.' n. 20, por anno 3iS$0lV
PATRIMO.MO DOS IU'HA >.
Una do vhjarjn.
't'rtmeiro andar do sobrado n. 27. OiOOO
lina do Pilar.
Casa terrea 08.......20.15000
Sitio n. i' no Fumo da Cal........... SOVIOO
()s pretiv.dentes devoran anre-ciur no acto da
arreiuatarao as suas flaneas, 6'i c< .pareeerero
acampan lados dos respectivos liad .r'S.
Secretaria da Santa Casa da Sfeuv rdia do Re
fe, 29 de novemfcn. de 1869.
o -viv-o.
Pedro foSriii-us Jt.-Sinza
Santa Casa de Misericordia do
Recife.
A Filma, junta administrativa .'a Santa Casa de
Misericordia do Recite, manda faz.-r publico, que
precisa contratar o fnrnecmiciiio do medicamen-
tos abaixo declarados para os ra*zas 1: Janeiro
nurrji vit.douro, sa!>er :
Ahsintlio, killogramma.
Acido actico puro, idem.
Dito cetrico puro, idem.
Dito uiariuho, dem.
Dito ntrico puro. idem.
Dito oxlico, dem
Dito sulf'.trie, idem.
Dito arUrieo, idem.
Ac preparado, onea.
Acnito, idem.
Agua de colonia, dusia.
Dita Ilitr de larnngeiras, idem.
Dita de rosas, iJein.
Dita de Sdilitz, garrafa.
Oit de Vichy, Meta.
Dita ingleza da I. boa. dem.'
Alcool de :M graos, litro.
Alecrn), hillogramma.
Alfazuma, dem.
Algalias inglezas de ns. 1 a 12, d -..a.
Aloes, killogramma.
Arralado, idem.
Amexas passadas, Moni.
Ammomaco liquido. Idem.
Arsnico, dem.
Assafeiida, idem.
Assunr candi, idem.
Dito de leito ein po, iJem.
Avenc.i, Idem.
llagas de zinlw. idem.
lialsamo de rupaliiba, idcui.
Dito de jioravanti, idem.
-Dito de tola, dem.
Dito de peruviano, idem
Dito tranquillo, idem.
Ilanlia de porco, idem.
Itarbante fino, idem.
Ri'juini de Lisboa, idem.
Belladona, idem.
Beodas, idem.
Dicabornato de sod, idem.
I! irradias sortidas com pipos, duiia.
Uotes de rosas rubras, kiilogramma.
Uro mrelo de pitassa, idem,
Cabecas de papoulas^ idem.
Caraca, idem.
Caixas para pin I s, grosa.
Cal virgen), Killogramma
CalomoUM ingle/, idem.
Clices do viJros graduados n. 2. atn.
Camplion, killoramma.
Cantridas em p. ilem.
Capsula de cupaoiba, caixa.
'.arbonato de magnesia, killogramraa.
Dito de pota-s.i, dem.
Dito de soda. idem.
Caroua, idem. *
Centaura menor, idem.
Cora amarella, dem.
Dito branca em gramo, idem.
Corada, idem.
<;evadinlia. idem.
Cleoria, idem,
j'.lorato de potassa, idem.
ClorvfenaiOj idem.
Coila de flandres, dem.
Confeilos lclalo de ferro, (tazia.
Cremortarlaro em p, lHof/aOUSa.
Cubcbas em p, dem.
DgiUliS, ideal.
Dulcamara, idem.
emplastro de cieuita, idem.
Dito d.< aquilio gmalo, i
Dito eommum, idem.
Espatalas de ac surtidas, urna,
esencia de amz, gramma.
Dila de canclla. idem.
Dito de cidra, idem.
Dito de flor de laranja, idem.
Dito de hortelaa nimena, ide n
Dita do rosas, ideai.
Dila de sal-a parrilha, ridYo.
Dita de Ihcbrivntrna, anal.:.
Dito de vergamota, ramio:.
Ergntina, idem.
I'.ther clorydrico, idem.
Dito sulfrico, killogramma.
Dito ntrico, idem.
extracto de acnito, gramma.
Dito de aleasen*, dem.
Dito de belladona, idem.
Dito de camomila, idem.
Dito de cicuta, dem.
Dilo de favas de caiabar. dem.
Dito de fumaria, idem.
Dito de genciana, dem.
Dito de jurubeba, dem.
Dito de uozvomica. idem.
Dito de opio gom noso, idem.
Dilo de salsa-parrilha, dem.
Dito de trdacio, idem.
Dito de valeriana, dem.
Foses de ouro, killogramma.
Flor de rnica, idem.
Dita de borragens, dem.
Dita do enxofre, idem.
Dito de malvas, idem.
Dita de sabugueiro, dem
Dita de tilia, dem,
ligado de enxofre, killogramma.
Fumaria, idem.
Funiz de vidro n. i, um.
Geeeiana, killogramma,
Cleerna branca, dem,
i;omina de batata, idem.
Dita purgativa, dem.
Dila arbica eseolhida, idem.
Dita em |i, idem.
i .raes do porcelana n. I, ara
Dito de vidro n. 1, idem.
Ilerva terresire, killogramma.
Hvdroclcrato de marital, grar.
lly-o|io, killngramiu.
l.isenso puro. idem.
lode puro, dem,
i.dnreto 'potassi idem
lpeiiacunha pre idem.
Jalma em po, i ^m.
ramma
.Musgo islndico, idem.
XVraiede pra em lapisbranco, gramma.
wro poro, kilTogramma.
Noz moscada, idem.
Oleo branco de Cbevor, vidros de 8 oocas.
Dito de alfazema, killograam a.
Dito de amendoa Inglcz, idem.
Dito do batiput, dem.
Dito de cravo, gramnia.
Dito do ligado de barnlho, garrafa.
Dilo de bacalha ferruginoso, vidro de 8
Dito de Imhaca, killogramma.
Dito de ricino", idem.
Dito de vermfugo, dem.
I'iiie'.aria?, idem.
Papel azul para embrulho, resma.
Dito branco, dem.
Pas a de jujuba, killogramma.
Pastdlias t\* BoHoc, caixa.
Di.las de Kemp, dem. '",
Ditas de N'aff, caix i.
Pedra ume, killogramma. _'
l'oncra do cabello, urna.
Dila do sed^a, idem.
Pi-rchlorureto de ferro, killog amina.
Ps de borgonha, ilem.
Phosnliat de ferro de Leras, vidro.
Pillas de Allissons (verdadeiras), caixa.
Ditas de Valet, vidro de 50 pillas.
Poligula senegn, killogramma.
Polpa de lamarindoLs. idem.
Pomada mercurial, idem. .
P'inlas de valo calcinadas, Jciii.
POS de llogg, vidro.
l'Kassa caustica, killogramma.
Potes do 1 a 8 oncas, duzia.
Precipitado rubro de mercurio, idem.
Protoi idurelo de mercurio, gramma.
Purgante de Le Roy francez, garrafa a 61 oncas.
Qnaeia, killogramma.
Duina em casca, dem.
(Juina em p, idem.
Itaiz de aleass. idem.
Ditas de altea, dem.
Ditas de o-pargo, idem.
Resina de angico, dem.
Dita de batata, dem.
Dita de guiaco, idem.
Ruibarbo em p, dem.
Sabao branco amydalino, dem.
Dilo de opodfclduk, dem.
Sabonetes de aleatrao (Antonio Nevos da Cos ta)
duzia.
Sal amargo, killogramma.
Salsa borlence, idem.
Sahapnrrilba, arroba.
Saccharureto de oleo de baca'.ho, caixa.
Sassafrio, killogramma.
Salla, idem.
Senne, idem.
Sement) de angel m, idem.
Serpentaria, idem.
Spcrmacete em rama, dem.
Solucao do proloiodureto de ferro, dem.
Stramonio, idem.
Snbnirato de bismntli, dem.
Sueco de grnzellas francez, garrafa.
Suiralo de ferro, killogramma.
Dito de soda, idem.
Dito de neutro atropina, gramma.
Suspensorios escrotaes, duzia.
Tansageni, killogramma.
Vidros cora rolhas de 1 a 4, duzia.
Ditos de opoldeldok, idem.
Vomitorio de le roy francez, vidro.
Vinho de jurubeba, garrafa.
Dito de corvisal, idem.
Xarcpe de Bourgois, idem.
Dito de espargo, vidro.
Dito de Qny, dem.
Dito de bydurelo de GUjert, idem.
Dilo de juruboba, idem.
Dilo de Labellony, idem.
Dito de Lamoureaux, idem.
Dito de Xaff, dem.
Dito peitoral inglez, dem.
I Dilo de quina ferruginosa de Gnmaut, dem.
As pessoas que quizerem fazer dito fornecunen-
to, devem apacentar suas praposias at o da Ib
de presente mez, e dar fiadores que se responsa-
bilisem pelo fiel cumprimenlo do contrato.
Santa Casa de Misericordia do Recife, 13 de de-
zembro de I8G9.
O esenvao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Paquetea a vapor.
Dos portes do norte es^e.ao
at o dia 17 do cnrronWM vapor
Paran, commandante J. S. Me-
raoi, o qual di^Jois da demora
do costume seguir para os por-
tes do sul.
Desde j recebem-se paesaceires e engaja-se t
carga que o vapor poder conduzir, a qual deveri
er embarcada no dia desuachegada. Encommen-
das e dinbeiro a frete at as duas horas do dia di
'U sabida.
ao se' recebem como encommenda3 senao ob-
iec:os de pequeo valor e que nao excedam a 5
nobas ue peso ou 8 palmos cbicos de medi-
can.
.'udo que pa-ssar destes limites dever ser
embarcado como carga.
l'revtne-se aos Srs. passageiros que snas passa
Fts sse recObem na agencia ra da Cruz n. 57.
andar, escriptoro de Antonio Lui de Oliveira
Aziivedo 4 C.
mm
GOMPANHIA PERNAMBUGANA
DI
Navegando costea pot vupor.
Porto de Gallinhas, Rio Formse.e Taman-
dar.
O vapor Parakyba, beguir para os'portos ci-
ma no dia 20 do correle, meia noto. Recebe
carga, encommentlas, passageiros, e dinhero a fre-
te :io escriptoro do Forte do Matas n. 11
HDJE.
tfe M.inin- iitori- r mandado de
Esmmt- Df. jmz especial ik) eoomiireio i>r lei-
lao )S movis abaixo perteicentes a massa.ii?ilida
de Maia 4 Espirito Sanio, constando de mobi i'at
m plano, gaanlas roufRB, cornmodS deamarel/'j,
nesa clstica, apparadores, cadeiras para sala de
jantar, jarros, diversos enfeites para cima de me-
sa, machina de costura, cspeiho, 4 lustres de gaz,
ipparelbo do porcelana para jantar, dito para al-
moco, copos, clices o garralis, nm filtro para
agua, um sola, do ferro, facas, /garfos, colheres e
um trem do cutral, tud> oxisienie no sobrado
n. a da ra do Rom Pica, Passagom da Magda-
|>na onde lera lugar o leilau as 10 horas da m-
n ha.
ifle engooime b
familia : na ra da
Unio
LEIL40
Da.arn4^rio, generse tiertences da taber-
na do pateo de S. Pedro n. I, ?*rante-se
a cas ao comprador do estabeltclraento.
O agente Mariins far leilao competentemente
autorisado da taberna acimt. em um ou mais lotes
i vontbde dos compradores, sendo que a localida-
de exeelteoie para qoem queira continuar e a
casa e8h'toem soriida.
Qnnta-feira 16 rio corrente.
AS II horas do da no mesmo estabelecimenio.
CAHA 9A FE. W
Aos 20:000J000.
Bilhetos do Rio venda : ra do Cabug n. 2,
vende Viera 4 Rodrigues. __________________
ATTENC40
Precisa-se de urna ama que compre e
cosinhe para casa de peqoeiw familia pre-
l'eit-se escrava, na do Queimado n. 32,
i. andar.
Rio de Janeiro
llegue com brevidade para o poi to cima o bri-
gal nacional Isabel, tem a bordo a mator parlo de
sen carregamenlo; para o resto quelite falla Ira-
la- *e com os consignatarios Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 57, Io andar.
PORTO
Pretende sahir em poucos alas a barca porto-
gnez Socinf por ter a maior parte do carregamen-
lo prompto; para o resto qne Ihe falt e passagei-
ros, para os quaes tem bons commodos, irata-sc
com o consignatario Joaquim Jos Goncalves Bel-
tro, ra do Trapiche n, 17.
lllm. Sr. conselheiro inspector da ihesou-
raria de fazenda desta provincia manda fazer pu-
blico, queem virlude da ordem do thesouro n. 23
de 1G de novembro ultimo, se acha a mesma the-
souraria aulorsada a pagar aos credores de divi-
das de exercicos findos de 186C18G7 e 18668
pertencentes acs ministerios do imperio, just?a,
marinha, guerra c fazenda. Secretara da thesou-
rara do fazenda de Pernambuco, 11 de dezembro
de 1869. -
Sirvndo de official-maior,
Manoet Jos Pinto.
nu 0 PORTO
sahr aom toda a brevidade o palhahote portu-
gn jz Villa-Flor tem a maior parle da carga en-
gajada : para o que lhe falta, pode tratar-se com
Da'vid F. Bailar, ra do Bruno n, 92, ou com o ca-
pilao do mesmo navio.________________________
ARACATY
Segu Restes dias o palhahote Sobralcn-
se, anda recebe algtima carga- frete a tra-
tar com S Leilao & lrm5os, ra da Ma-
dre de Deus r. I.
COMPANIIA PERNAMBUGANA
M
WaTega^o costera por vapor.
Farahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Maodah, Acarac e
Granja.
**S\y O vapor Pira pama, commandantt
/tf/tL Torres, seguir para os porto
^totanjE cima no dia lo do corrente as S hora.'
la tarde. Recebe carga at o dia li encom-
aiendas, e passageiros e dinhero a frete at as
1 lioras da tarde do dia .da sabida no escripto-
ro no Forte do Mallos n. 12.
.
WLM
Da thfrin da ra das Cruz.es n. 12 em
Iotas a vontade dos compradores cons-
tando de um bom sortifnento de frene-
ros.
O agapte Mariins far leilao dos gneros da ta-
berna af'ima em lotes sendo todos os gneros de
prmelra qnalidade. .
Sexta-fera if do eoNrenle.
Na nresma taberna, as 11 horas do da.
Porto.
Santa casa da misericordia do
Recife
A Iilma. junta adminislratva da Sania Casa em
sessao do dia 16 do crrente recebe propostas pe-
las horas da tarde para o fornecmento de carne
verde qnehouverem de consumir os estabeleci-
montos pos a sen cargo, tanto desta eidade como
da de Olinda, no irimeslre de Janeiro a marco de
1870.
S retara da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 13 de dezembro de 1869.
O escrvo,
Pedro Rodrigues de Sozua
Ya sahir breve a barca Laura ; para carga e
passageiros, trata-se cora os consignatarios Carva,
Iho 4 Nogneira, na ra de Apollo n. 20.________
Porto.
Segu com brevidade a veleira e nova barca
(wrtugueza Isolina, pan carga e passageiros,
para os quaes lera excellentes commodos, tratase
com os consignatarios Antonio Luz de Oliveira
A!vedo & C.; ra da Cruz n. 57 1 andar.
Para Lisboa
A barca portugueza Pereira Borges dever se-
guir brevemente para Lisboa, j tem a bordo par-
te da carga, e para o resto trata-se com Oliveira,
Filhos 4 C, ao largo do Corpo Santo n. 19, !
andar, ou com o captao na praca.
Rio Grande do Sui
Segu com brevidade para o porto cima o bri-
gue nacional Amelia ; para o resto da carga que
lhe falla trata-se com os consignatarios. Antonio
Luz de Oliveira Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 57,
Io andar.
granJe fabrica de retinar e crys-
laltsar assucar no largo do
Monteiro.
O agente Pontual, competentemente aotorsado,
vender em leilao os gneros da fabrica de refi-
narc eryMalsar assncar, n> lu*i: do Monteiro.a
qual estar em e:.po>icao das 8 horas da, manha
s S di tarde, c>'\< o da 12 a 21. -No mesmo es-
lalielecimenlo encontrarlo as pessoas que o qoi-
zerera, examinar, pessoa compleme para dar as
pxpV.cfies que queiram exigir
Seguuda-t'ira 21 do cor-
rente.
Dever ter lu^ar o leilao no mesmo estabeleci-
mento no Montiro, s 11 horas.
Precisase de mi acasMe p
familia para cozinhar e eigommar a tratar
raa do Cabug n. I, toja dejojas. j
Offcrece-se um coznhero
n. 28.
Attenqo.
no pateo do Terco
Precisa-se de urna ama forra de meia idade
e boa conducta, para casa de muito pouca fami-
lia : a tratar no pateo de S. Pedro n. Ai. loja.
Ama de leite
Precisase de urna ama de leite: a tratar na roa
de Queimado, loja de miudezas da Boa Fama nu-
mero n. 3o.
Ama
Quom pr ;clsar do urna ama para cozinhar
compraj-, illrija-se a nu da"Cadeia u. 29.
Fomeee-se coleflras pA fdfc de ua cata-'
aa familia, cora totdao assciafc prompidao na raa
estrella do Rosario n. 35 sobrado, e tambem se
prepara almonas o jamarte avulso ou qualquer
pega de eofiiaHH|^HRB>miiiendada com
temuo..___________^^^^B'
^ Precisa-se de urna iniilv de idade para
ama de cosinhar^m casa de peqnena familia : no
pateo doCarmo, esqwna da ma de *anlaTheerza,
sobrado de nm andar.
Declaraco.
O baxo assignado apressa-se era declarar ao
publico que nao fo dispensado, e >im drspensou-
se da procuradoria do retalbamento do sitio Agoa-
znha, em Beberibe, a que se refere o amiuncio
publicado no Diario de Pernambueo da 7 do cor-
rente, e assignado pelo Sr. JooTiburco da Silva
Guimaraes.
Luiz Antonio da Silveira Tavorn.
Oozinheiro
Precisase de um bom contiheiro que lenha boa.
conducta, para casa de peqnena familia, paga-s
bom aluguel agradando : a tratar no caes de
Apollo n. 9. _________________
Precisa-se do um portuguez para feitor de
um engenlio distante de>ta pra?a 12 a 14 legoas :
quem esiiver nestag condicoes dirija-se a botica da
praca da Boa-vista n. 19.
Aluga-se o segundo andar da casa da roa
do Araorim n. 21. no Recife : a tratar na mesma
ra n. (>3, armaaeni.
Aluga-se urna cisa para passar a festa, pio-
lada e caiada, com bastantes commodos e porto do
banho, no Poco da Panolla ; e juntamente se como
pra um tratado de escripluracao mercantil por
Edmond de Granee : a tratar da ra do Hospicio
n. 26. .___________________________________
A i tened,
.
Engomma-se com perfeicao : na ra dos.Coe-
llios.lcja n. 20.
Dase de alugii"! para passar-se o lempo da
festa, ama monda de casa de cal e tijolo com nm
bom sotao, para tomar-se fresco, tendo dita casa
| um bom puco com expeliente agua para o uso da
mesma casa, sendo a sobredita casa sita reta-
Suardi da igreia de X. S. da Boa llora da eidade
e Olinda, em oireilura da ra do Cabral, defronte
da rasa que foi do pbnrmaeeutico Braz : quem a
pretender para dito passamento da festa, drija-se
a mesma casa annunciada, onde fallar com a pes-
soa que a d de aluguel mediante a quantia de
0000 raensacs. garantindo-se para sso com d-
nheiros adiantados.
Aluga-se uiua casa com mu tos commodos,
na eidade nova de Sanio Amaro n. 12 : a tratar
na ra das Cratcs n. 36 com .loaqnim de Souza
Naves,
AVISO
AVISOS DIVERSOS.
INSTITUTO ARCUEOLOGICO E GEORVPHICO
PERMMBIHM.
Havera sessao ordinaria quinta-feira i 6
do correnie dezembro, pelas l \ horas da
manha.
ORDEM DO DA
Pareceres e mais trabalhos de commis-
s5es.
Secretaria do Instituto, i 3 de dezembro
de 1869.
Jos Soarfls de Azevedo,
Secret'irio perpetuo.
Precisa-se alugar urna escrava cosnhera
pira casa de familia: a tratar na ma do Sebo
Precisa-se de um criado para todo servico
no hotel Lisbonense : na ra esireita do Rosario
u. 11.______________________________________
Precisa-se da quantia de 850, sobre paga-
mento de aluguel de um predio, o qual tem bom
rondimcnio, a pessoa que quzer venha tratar: na
Boa-Vista, ra Velha n. 54.__________________
Na ra da JJoeda n. .'i, 2* andar, escriptoro
de Manoel Alves Ferreira 4 C, vende-se vinho
verde superior em barr*, ancoretas com vinho ao
Porto superi >r e malvazia branco.______________
Podo-so ao scnhnr que em o dia sexta-fera, 10
do correnie, as 2 1|2 horas da tarde entro na fa-
brica de cigarros, sita ra Direila n. 50, para
comprar um maco de cigarros de seda, e por en-
gsno levou um chapeo de sol do abaixo assigna-
do e deixon o sea, em vista disso tenha a bondade
de vir troca-lo, do contrario eu declaro o nome
para nao se chamar a ignorancia.
Francisco Jos Ribeiro Braga.
Ama.
Alnga-se o sitio denominado Olho de Vidro, em
Parnamerirn, com urna excelente casa de morada
de sobrado, cocheira, quarto para escravos e fei-
tor, casa, de fazer farinha, com prensa e roda, ca-
cimba com bomba e tanque para banho, grande
baixa do rapira, ama fonte queda excellenleagua
potavel,' muitos arvoredos fructferos, alem de
grande terreno para plantacao: quem o pretender,
dirja-serua ao Arigao n. 31, a entender-se com
Manoel Ferreira Hamos, ou com Jos Peres da
Cruz.______________________________________
mnibus de Ojinda.
Flix Alfonso de Barros, propretaro do mni-
bus Eucoura^aih de Olinda, pede s pessoas que
pessuem bilhetes de ingresso no seu mnibus,
queiram vir no praso de oito dias trocados, pois
que, dessa dat per dimite, lira rao sem valor.
Precisa-se de urna ama que compre e cozinhe :
na roa do Crespo n. 20 A.
Aluga-se pra casa de familia nma escrava
moca e com algumas habilidades : a tratar na
ra' da Santa Crnz n. 24.
AMA
Precisa -se de urna cozinhera ou cozjnhero, pe-
rito na arte para casa de pequea familia, sendo
de boa conducta, paga-se bein ; a tratar na ra
doLivramento n. 19, loja.
PEDIDO
Pede-se aos seguintes senhores/ se dig-
nen! comparecer na loja do Passo ra do
Crespo n. 7 A. a negocio do s/u particu-
lar interesse:
Antonio Pereira de Souza.
Domingos Martins de Barros .Monteiro
ATTKW^A
Na na Direita n. 6 pnmeiro andar, for-
nece-se comida para fura, com asseio e
promptidao ; e mais barato do que em
outra qualquer parle.
Ama
Precisa-se de urna ama livre ou escrava para
cozinhar, paga-se bem : na ra da Cruz n. 66.
COMPAMHIA
DAS
SIessageries imperiales.
Na ra da Cadeia n. 23 casa em cons-
trueco, offerece-se porco de boa calica e
pedras, excedente argamassa para lugares
arenosos. ____
CLIB X
-Reunio hoje quarta-feira s 7 horas da
noite no Club Pemambucano para tratar-se
de negocies urgentes e eleigo da directo-
ria.
EooSi!
Aluga-se no i* andar da casa n. 57
roa do Imperador, urna sala espaciosa for-
rada de papel, tendo gaz. A fallarno mes-
mo andar.
Collegio
de
O conselli< economieTIdo deposito de recru-
tas contraa no da 17 do correnie mez, pelas 10
lioras da manha, em vMa das proposlas que ao
mesmo conselho forera entregues, os gneros ali-
menticios de primeira sorte, abaixo mencionados
que devem ser fornecidos durante o prmero se-
mestre do anno de 1870 : arroz, assucar branco
c mascavo refinado, aletria, azeile doce, bacalho,
bolacha, cha, caf, carne verde, dita secca, doce de
Soiaba, farinha de mandioca, dila do Maranho,
ila de araruta. feijo mulatinho, galinhas, lonha.
manteiga ingleza e fianceza, oves, paos de 6 e 4
oncas, toucnho, vinagre c vinho do Porto, bem
como a lavagem e concert da roupa fornecda aos
doenle; na enfermara militar.
Quartel ha Soledade em Pernambuco 10 de de-
zembro de 1869. ,
Francisco Antonio de S Brrelo Jnior,
Tenente-secretario.
Al o dia li do corrente mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Gtrondc, captao H. de
S imer, o qual depois da demora do costume sc-
giira para Brdeos tocando em Dakar (Gore) e
Lisboa.
Para condicoes, fretes e passagens trata-se na
agencia roa do Commorcio n. 9._______________
GOMPANHIA PERNAMBUGANA
DE
Navcgacdo costara por vapor
- Goyanna.
O vapor Parahyba, segujr para o porto ci-
ma, no dia 16 do correte, s 9 horas- da noite.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
Dheiro frete, no escriptoro do Forte do Mat-
os n. 12. I
LEILOES.
Sexla-feira, 17 do corrente, tem de ser ar-
rematado em praca do juizo de orpbos a pitsse e
bemfeitoras de nn terreno de marinha n. 232 A, \^ um |,0(e velas, vergas, mastPOS,
no caes do Trapiche, em segu manto a casa da
coinpanhia Pernambucan, no bairro do Recife. no
qual se pode edificar um grande armazem. Est
feito o caes que lhe correspondente, e so acha
todo atterrado e murado na frente com porlao :
quem o pretender drija-se sala das audiencias
no referido da.
cabos
e os mais objectos salvados do brigae
francez Rosstni.
AVISOS MARTIMOS,
GOMPANHIA BRAS1LEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do Mil esperado
at o dia 21 do corrente, o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante J
P. Guedes Alcoforado, 0 qual
depois da demora do costume se-
os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no da do sua chegada. Encommen
das e dinheire a frete. at o dia da sua sabida as 1
lioras.
Nao se recebem como encommendas senao ob
|ectosde pequeo valor eque nao excedam a dua
arrobas de -^so oo 8 palmos cbicos de medicao
Tudo. .nie passar destes limites dever ser embar
lato como carga.
.Previne-se aos Srs. passageiros, que suas pas-
sagens se recebem na agencia a ra da Cruz
n. 37 prmero andar, escriptoro de AnU*m Luiz
1e Oliveira Azevedo &C
HOJE.
utuarta-feira l. de dezembro
as O i |* horas.
O agente Pinto far leilao por autorisacao do
Sr. cnsul de Franca, em presenca de seu dele-
ga Jo,' com licenca do Inspector da alfandega, com
assistencia de um empregado da mesma reparti-
c) para o flm nomeaP e H>r cont e riafi de
quem pertoncer das telas, verga, matroe, cabos
? outros objectos salvados do brigne francez flw-
ni, captao Holley Williams, taes quaes se acham
no armazem alfandegado do haro do Livramento,
no caes do Apollo aonde se effoctuar o leilao as
10 1|2 horas do da cima dilo.
CASA DA FORTUNA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
A roa do Crespo n.23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido alindo ou-
iras sorles, dous quartos n 2801 com 4:000* da
loUiria quo se acalmu do extrahir a benetlcio do
patrimonio dos orphaos (130'), convida aos pos-
-uirlores virom receber na conformiaade ao
costume sem descont algum
Acham-se a venda os folizes bilhetes da S
parte da lotera beneficio da igreja de f>. joao
de Abreu de Una (i-ll"), que se extrahira na ter.
ca-feira 21 doTorrenle mez.
Preeos.
Os do costume.
Manoel Mariins Fmza.
de S. Francisco
Paula.
O bachircl Fraacisco Jos Rabello. competente-
mente habilitado pela directora da nstruc?o pu-
blica, tem aberto um collegio para educacao pri-
maria-esecundaria do sexo masculino, atravessa
das Barreiras n- 2. No memo collegio se pode-
ro desde j inscrever os alumnos quo pretende-
rcm frequentr o curso das ferias no qual espe-
cialmente se ensnaro a< materia-! para os exa-
mos na lacublade no mez de marco.___________
Gnilherme Porto A C. fazem sciente qne ten-
do-se desencaininhado duas letras que do Ro
Grande do Norte Ibes foram remetlidas. e aceitas
pelo Sr. Antonio Benevdes Seabra de Mello, no>
valor de 1:597*270, sendo urna de 1:000* e outra
de 597f 270, sacadas em 28 de mimbro de 1869, a
vencer-se em 28 de abril de 1870 ; se previne a
que ninguem faca negocio com ditas letras por
ficarem estas sem valor algum, visto que o mesmo
Sr. Seabra se compromette aceitar novas letras
era substitualo s perdidas. Recife 11 de dezem-
bro de 1869._______________________________
Ha para alugir urna escraya de 14 anno*.
honesta, cozinha, ensaboa, engomma soffrivel, saba
andar com meninos : a tratar na ra de S. Joo-
n.8, das C s 8 horas da manha._____________
A ugase o 2o andar -do sobrado n. 32, silo
na praca da Boa-vista, com sala e quarlos estera-
dos, commodo3 para.grande familia, cocheira, es-
tribara, casa para banho : a tratar na ra do Ale-
crim n. 30._________________________________
Cigarreiros
Precisa-se de dous offlcaes cigarreiros: na rna
da Palma n. 61.___________________
AMA
Em Olinda, ra de S. Bento n. 19, precisa-se de
urna ama para cozinhar com perfeicao, prelerin-
do-se escrava, agradando nao se escusa dar boa
paga-___________________________________
Caixeiro,
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratiea do
taberna o di fiador a sua conducta, preferndo-so
brasileiro : a tratar na ra Imperial n 47.
= Aluga-se at o tlm de mar?; prximo vin-
douro urna qasa na pevoaca-) de Apipucos : a tra-
tsr no armazem do Campos, ra do Imperador nu-
mero 28. ____
Ama
l'irraino Jos de Oliveira, manda resar urna
missa, no dia 17 do corrente as 7 horas da ma-
nlia, na igreja do convento do Cnrmo desta ei-
dade, trigessmo do fallec ment da Exma. finada
. Firmina Cavalcante Paes Barreto, pelo repouso
aterno da mesma finada em prova de amisade e
considera?o, que tributa a sua respeitavel fami-
,ia. Recife, 14 de dezembro de 1869.
Aluga-se
o sitio da Mangaheira cora malta fructa sendo
mangaba, marasoj. sapotis e pin has e outras
mais fructas. com um sobrado, 3 salas de frente,
sala de jantar, 7 quartos, osinha tora e i"Js
mudo superiores, agua pira beber e tambem se
vende a qual rende 30* mensaes, lenha para gas
to, e urna casa terrea com iguarsitio ao ao >
brado com boa baixa para capira : a tratar
esc adinha armazem n. 3. ^_____________
so
na
ALUGASE
a casa terrea' na rna de S. Pedro Novo em Olinda
junto ao Passo Castelhano reedificada novamente,
sala de visitas coro poa no oitaO, a quariovten-
do jane la na cosjnha, aala de Jntar ora loja da
parte de detraz. nort&O ao lado do norte : a tratar
na escadinlm armazum n. 3.________________
O Clun Popular desta eidade, tendo de mandar
celebrar, em nome do povo desta 'capital, um ofli-
cio solemne no da 17 do correte, as 9 horas da
manha na igreja do convento Carmo, por alma
do filustre chefe liberal o senador TheopbiU> Be-
nodtclo Oltoni, convida a toda a populacao desta
chde a comparecer a, esse acto de rehgiao, o
mal ser ao mesmo tamnu um preito de gratidao
~M> a manifiria do lllnstre im ij____
o An
ram o seu caixeiro Hagalino Machado da Lunha
hoje 4.
Precsase de nma ama que compro e cozinhe
para easa de familia : no Corredor do Hispo n. 23
Caixeiro
Precsa-sc de um caixeiro negocio, eque d fiador sua conducta, para loja
de calcados : na ra da Imneratriz n. iO________
AVISO.
Joaquim Pereira Arantes, com loja de calcados
na praca da Independencia ns. 3 e I-i, ruga a to-
dos o seus devede res de contas antigs queve-
nham pagar at o fkn do anno correte, sob pena
de, passando as ferias, entregar a seu procurador
para receber judicialmente.
Aluga-se duas casas na l'na do Retiro (jun-
to a ponte da Passagem da Magdalena), lugar mui
sadio e fresco, urna dola de bstanles commodos,
tendo j banheiro feito para se tomar banhos; a
tratar com o Sr. Luiz Manoel Rodrigues Valenca
ra das Trincheiras n.."50, Io andar.
Algumas casas que precisaran de uuia en-
gommadera, que engomma bem roupa para
homem c senhoras: drija-se a ra de Hi rts
n. 86, que serao satisfatoriamente servidos, quer
na pereico do traballu> e quer1 na conmudidade
dos procos.____________j^___________________
Olinda.
Aluga-so urna exceUente casa para grande fa-
milia, na rna de S. Beato prximo ao paleo de S.
Pedro'-velho, onde passou a festa o Exm. Sr. Dr.
Braz Florentino : a tratar com o Julio da botica,
nu no Varadouro com o JoaoCoelhodo Rosario de
Mara de Jezus.
LEILAO -"
DC
dividas na Importancia, de
:96t*SOO.
HOJE.
Quarta-feira 15 de dez mbro as, 10 horas
em ponto.
O agente Pinto far leilao a requeri* ,ento dos
curadores fiscaes da massa fallida do 'emvenu'o
Cavalcant Buarque de Albuqueronft 0 por .des-
pacho do lllm. Sr. Dr. jniz aspeis* ,j0 commercio
das dividas activa pertencentes a referida mas9a,
na importancia de 2:862*800, a* to horas do da
cima dito, no escriptoro d< r* atio agente, aon-
de podero os preiendeof .s ^^f quaesquor
informacoos.
A" ra do Livramento R. 6, precsa-se de urna,
na perita cosinheira, para casa de horneas sol
TOS. '" ->___________________
Precisa-se de tima ama que cosinhe com
perft-ico e seia de bons costumes, tmbemse pre-
cisa alagar nma esemn as mesmas enlBtciies:
a tratar aa roa dvyiprjoM|^3* andar.
Precisa-se de uma ama para casa do pouca fa-
milia : na raa das Crntes n. 2fi.
Eiigommadeira.
Precisa-se de nma criada para engommar
roa do Imperador n. 73, t' andar.
No large duCorpo San'
para alugir
na
17. 2 andar, tem
inha o la
ALUGA-SE,
0 nrimeiro andar do sobrado da ma do \ igario
n 3, cora bons commodos para familia e para es-
criptoro r a tratar no armazem da travessa do
Corpo Santo n. 25._________________________!_
SAMO A' LUZ A OBRA SEGULNTK .
DICCIONARIO
DE
DAS SCIE\CI\SE ACCBSPAS
contendo a descripcao das cuusas, symptomas e
tratamento das molestias, um receituario especial
para cada molestia, e muitos conhecimentos uteis,
4" edlrcao
reformada o consideravelmente augmentada
PELO DR.
Pedro Luiz Mapolalo Chernoviz
Dous grosos volumes. eneadernados, contendo
a materia de quatro volumes ordinarios, com nm
total de 2.296 paginas e 422 figuras no texto : ven-
de-se na livraria de Jos Barbosa de Mello, ra da
Cruz i. 32 ; preQojOjOOO.___________________
Trecsa-se de un pequeo Jjoleoiro '. na ra
1 N'ova u. 46.
AMA
Na ra Augusta n. 53 precisa-se de urna smo
para casa de pouca familia fura desta eidade, que
saiba cozinhar e engommar alguma cousa_______
Aluga-se uma negrinba de 14 anuos para
servico do casa : na ra do Imperador n. 30, 3~
andar.
Precisa-se de um trahalhador : Da reflnacao-
da rus Imperial n. 51. Na mesma ompram-so
dous escravos sendo um de meia dade.
Companhia de seguros utilida-
de publica.
A direccao paga o 15o dividendo do 28*000 por
accao ou BOJO do capital realisado, do meto dia
a^ 3 horas da tarde, em seu escriptoro ra da
Cadeia do Recife n. 42, Io andar.
Recife 4 de dezembro de 1869.
Os directores.
Feliciano los Comes.
Thomaz Fe nandes da Cunha
Botica
Precsa-se de um official de pharmaca com bas-
lante hahilitaQo : na ra da Imo^ratriz n. 77. -
Manoel de Castro Guimare- retira-se para
Portugal, tfjtar de sua sade._______
Precisase do um coneiro : na nr, do C
mereio n. 17, Io andar.
m
I


Diario de Peraam)>uco QucJt* feir 15 jfe Deitembro de 1869
<" -r-
I*.' >
-HT >
^uOJA DAS MACHINAS
=^T
XE
i ...rv^..' i. ^TT
Acabara fleenegar granlT quantidade las venftdfeim TOftyMS aMrftna*.
para descarocar algodSo de todos os systemas e tamanhos sagrantes:
12 ser ras 49 serras
14 ditas 14 ditas
15 ditas 13 dtfas
16 ditas *(i ditas
1 ditas 18 ditas i /
*? 20 ditas 20 ditas
22 ditas 22 ditas
25 ditas 25 ditas
30 ditas 30 ditas
35 ditas 35 ditas
40 ditas 40 ditas
r-ommeiidas de alguns tamanhos, obsequio de as mandarcm busca-las mais breve pq
iivel afino de nao haverera faltas.
RA DA CADEIA N. 56 A
.__________________________j---------------------------------------------------- 1____________
i. in m PEBMiiico
Primeiro introductor dos po instantneos da Abyssiuea.
DAVID WILLIAM BOWMAN
Partecipa aos senhores proprietarios de engenhos, que acootecendo falUi-lhes
goa ou animaes para a moagem durante a presente safra, elle tem_ vapores proraptos
para assentar, sem precisar do obra nova ou demolicao de obras existentes, e que
pode botar taes engenhos a moer oito das depois de estarem as pegas do vapor no
angenho, garantindo-se o trabaiho.
Fndi^o, ra do Brana u. 52, paasando o chrfariz.

---------
FABRICA DE FUOS
0. VIBNi
J. Rhigass, successor
55Ra do Imperador55
Ncta antiga e bem conhecida casa, encontrar-se-ha como outr'orn grande sor-
tiljinto de pianos construidos expressamente para o clima deste paiz, e Mr. J. Rhigass
Jendo trabalhado amitos annos na construccao de pianos era Parts, arha-se habilitado
a preparar os pianos que vende cora lodos os accessorios indispeusaveis nao s sua
olilez, como sua duracjo. Todos os pianos sao garantidos.
Tambera ha neste estabelecimento, grande variedado de msicas oovas e dos
memores autores, tanto viadas de Paris como do Rio de Janeiro, que se vende mais
barato do que coi outra qualquer parte: assim como ba igualmente venda todos o*
Jeitos cora o marer zelo e cuidado.
Perda.
i
CASA FELIZ
Aos 20:000^000
l> Momtegj ao Manguind, cutrada dos Atlli -
tos c Amial, perdeu-se nma crrente ile Ihlao
coro cinco chaven da gavetas : quem achou leve
na do fwfdcgo, otaria n. 13, que ser gralfl- *o Recife arco da roneeEcon. 5f
caJopor Marcelino J " Alujia-se tuna casa can -ande quintal, con- foa das leis, lein exfostai a. vcafa os seus feli
tendo salas, 5 ({liarlos, cuintn fura, cora grande \les. blllietes'"as lotera do Ri do-Janeiro, nacas;
copiar o i, caiada e pintada de nova, coufroate a acima. aonde se pagarao as sortea que sajnrcn
geral,
Estes pocos forara espalhados na Euro-
pa, tanto que, qualquer duvida do sea
grande valor pratico deve desvanecer vis-
ta das. grandes van tagens. Cabelleirasparas'enhoras
Mdhares de cxemplos mostrarara que 30 3g/
eHes s3o de grande inJidade aos industriaos, "'''*'
agricultores e particulares; at em todas ",tas Para.homenl} {. **e
as expedirles militares dos ltimos tempos ^JJ?8 aqn:5' l5"1, 8* 20^
foram usados para procurar sem demora "' .....
GUSTAYE
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife51
Chama a atiendo doj seas innmeros fregueses, e do respekavel pubJieo a-
para a seg-iinle tabella dos precos de sua casa, os quae So vlnte por
mais barato do que em ontra qualquer parte, comeando no !.* de detembro:
*m,
Crescentes a W, l$, 18, 208,
40.JO0O
nomo
500000
Cadeias para relogio a 55, 6,
H. H, U, 12* e.
Corte de cabello.
agua fresca e pura, e tanta quanta se pre-
cisa va.
Em todos os lugares, onde um poco ca-
vado ou Turado pelo syatema antigo) daria
agua, pde-so empregar os pocos tubulares.) Tranca de cabello para annel
Ellos faeiiitam achar agua mntto mais
depressa, jmais cristalina, mais fresca e
mais barata do que por meio dos pocos
cavados.
. O systema dos pocos tubulares o ni-
co pelo qual se possa obter agua perfeita-
mente pura, livre de todas as substancias
nocivas e preservada de todas as influen-
Crte de cabello com frcelo.. .
25$, 300 e' ."".". 32,51000 Corta de cabello com lavagem
Cachos ou crespos a 30, 40, 80, I champou. ...
60, 70, 85, 9 e. 100000 Crle de caWlocom 'mpeza da.
. 30-
509-
casa do Si. Paulo Jos liomes o sitio do Sr. Joao
i.-i1 da Jinlia I-ages, na Canunga, ra das Criou-
iasai ; as>ini cerno urna uutra casa no Rnco
da Paiiella, rna do Ro n. 23, contendor salas 3
qiiartus, eozinha fra e grande quintal, caiada e
pintada de novo, muito propria pera paisar a fes-
ta : a tratar na travessa da Madre Je Dos nu-
ni.-ro 18.
nos mesmos billieies, cora o descomo somenti
da lei.
PRECOS.
Bilhete inieiro 24000
Mejos. | |2#eti
0ta rio GOM
E de 100 |ra cna A 12* o biijietj
Fi>uirilo 4 Leite.
>'a pr.ica da independencia n. 33 se da di
o ;ro sobro peqhores de ouro, prata e pedra
i -' as, seja qual for a quantla ; e na mesnia
nasa se compra e vende objeetos de ouro e prata.
> igualmente se faz toda e qualquer obra de en
tanmenda, e todo e qualquer concert tendente
.' rofisma arte.
Aluga-se a. casa o. .1 sita ra do Socego :
~ ilar na ra dos Prazeres n. 30.
Esl-indo vago o lugar de saclirisia, da veji8<
\ iliia--' una mulill i MltaTeSR ta do o f trata. ZaSSrt US*? d9 S V^hl 3* ^^
I rado da sala de daora no largo do S Pedr T^^ l'0n,V"Ini' M *ar^'m
------ -11 "?" uo r8ar^' de bera preeticherem o dito Ingar, de aprcseiita-
rcra seus requeritnenlos mesa r-.'ijedorn, para
esta deliberar como fur dejustica. >
Seeret.im da veneravel urdui terceira de S.
Francisco do Recife 13 de dezemuro de 1869.
O secretario,
" -______ J. Rulino CMmaco da Silva,
~ Precia*-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar na travessa de S. Pedro n. 10,
Io andar, entrada pela ra do Fogo.
cias atbraosphericas.
Por meio de urna machina muito simples, consistindo d'ura macaco, impelle-se para
dentro da torra um tubo de ferro, cuja extremidade inferjor est furada e munida
d'uma ponta d'aco: e logo que a sonda raostra agua no mesmo, deve-ee atarrachar
a bomba e faze-1^ funcCionar. Ao principio a agua ter substancias arenosas o terreas,
porm logo se clarifica, e em pouo tempo sahir agua perfeitamente lmpida.
Ondas van tagens que apresenta este systema s3o:
Pi imeinmante, a proraptidio com qpe se executa toda a obra do assentamento, que
omitas vezes no leva ibais de urna hora, sem remocSo algtima de trra:
Segundo, .i cummodidade que elle offere-ce de ser nao somente collocado fra da
casa, como tambem dentro da mesma, com nao mepw facilidad:
Tercero, a faeilidade cojn que se tira para fura da trra, o pofo sem o estragar
para o collocarem noutro lugar:
Quarto, a grande quantidade d'agua que elle pode dar i
Quinto, a possibilidade de torBar, litis com pouco trabaiho, por meio delle os po-
os cavados que foram estragados pela rea ou por oulras causa.
Precisando-se de urna grande quantidade d'agua pde-se introduzir na trra di-
versos tubos unidos uns aos outros por meio d'um apparelh muito .'imples.
Em lugar das bombas aspirantes geralmente usadas,, pde-se fornecer bombas de
compresso para elevar agua e conduzi-la aos andar s superiores. .
O eroprego dos pocos tubulares sobre ludo proveHoso aos fazendeiros, que em
malquer campo onde o gado prpeisa d'agua, os podem ccllocar e arranca-Ios para se-
rem collocadcs onde mellior Ihes convier.
E' tambem de grande otililidado aos fabricantes de c:rveja, aos distilladorcs e
iodos os fabricantes em gera!, e com especialidade aos enipreiteiros, arebitectos, en-
genheiros e todos aqttelles que precisara de quantidade d'agua por tempo determinado.
Eicmetliudo e o nico para ubler gm qualpuer parte jgua, que seja livre de par-
tculas nov*s^ lie tambera oroveitoso aos proprietarios de casas e jardins, tanto
para o uso-^Harjo corno para regar as plantarles e capim.
Pedimos aquelles que nos qttizerem honrar com suas encommendas de nos
commumear: i.? em que profundidad.! se ach;i a agua, o que fcilmente se pode verifi-
car dos pocos ou cacimbas visinhas; d que especie sao as carnadas da trra da su-
perficie at a carnada qne cofitrn agua ; 3o em que espacie de carnada se acha a agua
aaqueile logar: ." fiianlnitiite a qnantidad d'agua que se pede por hora.
A collocatjo do poco fica por conta do comprador ofjececeado-ee porm a empre-
sa a emprestar o apparelh de assentamento mediante u-na retribuido a convenci-
lar, a qual s regular pelo tempo que se achar fra.
Tamben encarrega-se de mandar urna pessoa habiltala na collocac3o d'esscs po-
;os, pagando o comprador alm do sustento e despezas do viagem (ida e volta) um
,ornal previamente convencionado.
Mas pura os lugares lonymquos qualquer pessoa hbil ou artsti-
ca podrr colloca-las sem embaraco, singindo-sc nicamente as ins-
truccoes que ac< mpan/iam. as referidas bombas.
As pessoas que quizerein apreciar o -trabaiho dos referidos- pocos, podem ir ver
fonccioiiar i ra da Florentina, fabrica de cerveja n. 20, em Beberibe em casa do Sr
major Antunes, no Caxang no hotel junto a poute e no Arraial en casa do annun-
ciante.
Para encommendas e mais esclarecimentos a respeito a tratar na loia do Sr F
t. Germann: rna Nova n. 21.
500 e........1000
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25 e.....' 300000
cabeca peta machina elctri-
ca, nica em Pernambco. 10906
Frisado ingieza ou franceza. 506
Barba. ,...... 2-
SIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento-
Bailes e soires
O dono do estabelecimento previne s i Becommenda-se a superior TINTURA Jft
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e ta-
salo para tintura dos cabellos e barba, as- Da unica admittida na Exposicao Uniwrsai
como n8o prejudicial sade, por ser ^io-
sim como um erapregado somonte oceupa- iat|, analysada e approvada peas ande-
do nosse servico. mas de sciencias de PARS E LONDRES^
CASSAS DE COR
Lindas cassas francezas de cor 100 rs. o metro, na loja das Collumnas re*.-
do Crespo n. 13, de Antonio Correa de Vasconoelloa.
~ ir ^; o
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HOJE 15 DE DEZEMBRO DE
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DA
;:,.:---, U U Al I tiMl ulifU 1UI LA EHE^r
Boa da Impratriz n. 47, 1. andar.
A3Iliet Fik& Q, representantes testa grande fabriea vendem todos os seus productos pelos precos datarilkque franquean! aowspeitavel publico.
r :,.a SffSSJfSi 'ESSEStSU S&^^'gXSFti^^ reT8n,a",M -*-,- "** J (-* -* ** p- w .
Has dotada dos 3perfeicoamentos mais importantes deste seclo. r^etue memoramemos introduzdos na seu fabrico permitiera de firmar anda mais a supremaca desie uome, em urna industria creada pelos Srs Cbristofle 4 C. 8 pw
Urna duzia de colheres de mesa allenide...... 2O#00O
Ubu dita d garfos................______ 2(MkKiO
ma dita de facas....................... 21# Os representaos era Pernambaco para corresponderera importancia da industria quo representara, obrigam-se a receber era qaalquer lempo os taJntre* vendidos por eHes pela raetade do seu valor em troca de novos
,_ i wm
** C- <:m""'l ,mlb "?* Vto <*&* r*renlSC3o em Potoco, An^c or ao alonce 4o coosonidore Hou gm* M-Made de arUgos de ajlttl, W para aso demeslico, coa r^* VTOde o q0e ^ *. cm ^^ **** on9' lustpM' oaBdelabrofi, servidos de sobremesa, etc. ate.
PORCELANAS FINAS
A Mirtet hds & C. j s3o represerftantes acreditados destas ditas fabricas no Rioide Janeiro, 8 ra doaOirives.
PESTAS DO FM BO ANNO
GRANDE SORTIMNTO DE LEQOES
SOVASHBWME CJHfiAl>es DA EUROPA
ttiA m \mmmz % m, v andar
* A V ________________
\



Diario de Peroambnco Quarta feirt 15 de Dezembro 'de 1869.
COMPRAS.
IHI YtM-I
Qwnpram-se e venderu-se diariamente para fra
b dentro da provincia esoravos do todas as idades,-
mw senos, com tanto que sejanj sadios: no
tercoiro andar do sobrado n. 36, rua da Crines,
frapoaa de Santo Antonio.
Comprara se moedas de ouro e iiraia de to-
dos tm valores, ouro e prata ctn obras inutilisadas,
brilbantes e mais pedras preciosa: na leja de
oawntdo aroo da Conceicao, bo Recife.
0 muzeo de joias
Ha raa do Cabug n. i compra-se ooro, prata
pedras preciosas por presos mais vantajosos do
pip em QBtra qualqaer parte._________
-<- Cora inuito maiur vantagem eomprarn-se
mnedas de ouro e prata : na toja da joias do Co-
rara de Ouro n. 2 D, ra do Cabug.
Compra-se cobre, na ra do yueima-
do n. i!), RIVAL SEM SEGUNDO.
UOJE libras torunas e ouro de todaa as nacoes,
assim eomo prata, pnr maior preo do que em
unan parte : na rna da CaJcia do" Recife n. 38,
I ija do aiulijo.
h QINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DB
FGIIX PERCIBA DA SIXVA.


-nrJmmS*Ju TtJ S1JV^ aJunte; nJo fallando e# tele Cecebkfo. ju^atefquaiulo ella menos o pode facer e porque essa falla nvo-
miltadas encommendas ime lhes eslo-obrigado todos os das, tem resolv do I
as por preco marte mm baratos do que em oulra qoalquer parto ; eom a
de diminuir o deposit e aparar dmheiro. Encontra-se
fim
estabeJeciHUjf.io di
VrNDAS.
Pnsaariiihos de metal prateado.
<3iej?ou nova remessa dessas bonito* passannhos
!l-i metal raleado para segurar a costura.
. Vemli!--M a taberna da na Imperial n. 200,
t muito arredilada, inuito fresca, com alguns
commodos para familia, ? cora poucos fundos : a
tratar na meaiiia.
Wden.-'se dooi Kara vos de bonita figura
indos do noite : a tratar na na da Madre de
1'OSfrrt: 1. ________
< evada!
Vende-se nr ra Direita n. 30.
roba.
a .lWO a ar-
Vendoiii-so doiis oeleutes moleipies de 12
4 11 annos do idade : na ra de S. Gomlo n-
mam 29.
Vende si; ou perintifa-se o graode terreno
ni qM tem casa o Sr, tcnentc-coronel Carlos
Maftfta de M incida, uo Munteiro : a tratar na ra
d> Cabug n. H.
PAVAO-, avultado so/timento deiazoodss de laxo e raodas; assim como.de 1
aecessidade. As pessoas que negociara em pequea escala t 'esta toja poderiS sartC
ravendendo-se-lhes pelos precos que compram, a,, casas inglezas; ass,Vcomo as
ellenssirnas familias poderao mandar bujwar as amostras de todas as fasendas ou mea
dar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma foja cm suas casas; o estaScimenta M
1Cha constantemente aberlo das 6 boras da manhaa s 9 da noite esiaDe,ec,raenl *
Explendido sortimento doi rhea,nLPnr'rAS1B?A^:is-I-AVRADAS
Chegou para a l.ya do Pavao mn grande soruV
roupas fetas
NA LOJA DO PAVO A RA DA
IMPER.VTRIZ N. 60
Acha-se este graode estabelecimooto com-
tletaiaente sortido das melhores roupas,
sendo calcas palitts e coletes de casemira,
le panno, de brim, de alpac*, e de todas
ts mais fazenas que os comprudores pos-
tn desejar, assim como na mesma toja
tem um belto Sortimento de pannos casemi-
ras, brins, u:. ote. para se mandar fezer
pialquer paca de obra, coa a maior promp-
inento das mais bonitas alpacas brancas lamas
e de cordao endo n"esto genero o melhor e mais
lustroso pue tem vindo ao mercado, tem algunas
lao (tnas e to bonitas que serven para vestiOoj de
noivas e voadom-so por eemtnodos preerts.
LAAZI.NflAS MODEHNAS NA LOJA DO PAVO
Lhegou para este cstabelecimento um grande
sortimemo das mefcores e mais modernas la-
nhas para vestidos, sendo tapadas e transparentes
de todos os precos e qualidades que se vendam
.mais barato da que em outra qoa<|aer parte.
d'oclis para ca O Pvao tem um grande sortimento dos
d2o wratade do fregaee, e nao sendo mais bonitos crochs proprios para cadei-
ibrigados a acceila-las, qaando n5o stejam ras sofas, mesas, almofadas etc etc., assim
x>mpletmente ao seu contento, assftn coms
3'oste vasto estaboleciaiento encontrar Veode-se verdadero cimento;
" i Ir de Bcos q. 22, artnazem de Jolc
Martfrrs de Rnrros.
respeftavel publico om bello sortimento de
amisas francezas e inglezas, ceronlas de
nbo e algodao e outros muitos artigos
proprios para bomons e senhois promet-
. I iendo-e-lhe vender mais barato do que em
n ruad*: ,.___i______ M____j l____
Fio ais lfe'odiM).
Vende-s fio da atedan da Babia em saceos de
'j>le 100 ISiras : w weriptnrki de Antonio ljir
i Oliveira Azeve-lo A C., ra da Cruz n. 57, ',
xnib r.
PA^^ A. FESXA-
*> portns, 1 ji de fer agem
5S~Raa Bireita53
Neste gnnr.te estahalecimente, lia para vender
ni -ompletu vii.w e gross*)), como sejam bsfldejas eliinezas
'.'iradas e vaes, fcpa> B garn ue 1fffco-
'. es, balance iateiru e i balamp: panelkn, cha-
as, cararndas, fri^ideiras, issadeiras, tamo
de ferro enme de porcelana, inoitrbos para cat de
d versa* tamsmlio- dofihrrcante apy, pesos kiJo-
ra.irnos. Mitodurhito pomo pata medir femada tonto do ferw enmo de iatao,
-alre, iirm, barbante. -iix^fre. papel inaret via-
ii i, dj verdadeJroPieardo, inaemnae para desca-
ricar aigaiam', alm 4e entroa amgos de ferra-
P'.u, mmdexH cufil.iKa< tinas, qae scim a vis-
l.i se v.-rilinn; na ruadireila n;vt>loja do 3 p '*.-.'[" ^tamiet fiento de Oliveira ttragir& C."
Pr^nias para utajairtar
VfWdem-m no arnuzem da companbia Pern m-
. cia ratam comimM duzia 4n garrafas Se vi-
nTw Madeira, mclMas do puro e genuino, o me-
' i ir i)i. <: pussivcl {K-odiizir-se ; lia a|>enas.pju-
'!- rammi.
Grande iiquidaco
Ja-Rna Oireiaa4&
li'trz rut:s de senhora l'rancezts e de
iiitiHt'iis, aftttos de senhora de manro-
(]iiim e d lustro, apalos fe brim para
jidiiem, narroejaiM, lata paca sapatos e
boizegiiins. comir;in)s de cabra, sida e io-
do sortimotito proprio para casas deste nc
Socio, .ue Kido se v^nde a dtoheiro dor
mnos do wu valor, por ter sido arrema-
tado em lattlo e se querer liquidar era pou.
' dl.lS.
.i
o e se querer liqutdj
-i;!;i Hir.'il.v -45,
ULiiIUL
Di lilhor qttalidade e por menor preco
HB uiUra qualquer parto, vendem Ama-
ral Horeira <\ C, em sen armazem do Caes
Ufand-ga n 7.
Milho e feijo
\id;-s( at tnaklw oa numpaimla, ao largo do
iry) fute n. 19.
Veade-ne urna bonita erioula rec dhida, de
i :.r M ljios, s.idia e IM t>*m> aigurn ; para
mr-M iij armazem de carne seoea n. 5', ruada
f.-ai*.
uo- um (sri>iule do 10 annos, mu priaripio de
narinlt'iiro, de muito ta> comt>rtameno, sem
defeitw : na ra da Cadeia-iha, casa a. I, se-
lodoaada*.
- O-'.j.'-*rt vmder un coMi'gio le njemnis,
iifi \ I > en a ii les mais agradaveii arrabaidas do
Ri d.i Janeiro,-ostabeleeido tuai de dez asa is,
ido ile grande crdito e reoiitacii, e que pr>-
dui iisongiiima resultados. Motivos de sate obri-
gi;i is donas a retirarem-se : qnom quizer com-
pra-!o, | litdlrigir-sc roa do Vicario o. 21, es
rio do D>jwog>s Alves3lttneu,______
Vendase ama taberna tita 4 ra* Imperial
n. IQi, Ii-.'in,afre|tipzad3 tanto para a trra eomo
pan o mato, o beas comrooos para familia : a
Uatar na ntsma ra n. 213.
lutraqnalqner porte. Na ra da impera-
triz n. 60, loja c armazem de Flix Perei
ra da Silva.
CESA BE CARNAJBA.
Vende-se urna grande pwo de tra de
;arnauba em -saceos por prego mais batato
!o qne em ostra quaquer: na loja do
Pav3o roa da emperatriz |n. JO. Oe Flix,
Pereira da Silva.
PAZSNDAS PARA LUTO
Xa loja do Pavao.
Encontrao respeilavd pnbiico neste estabeleci
tnento um grande sortimento de fazendas pretas,:
eomo sejain, cansas franceras e inglezas, chitas
aretas de todas 'as qualidades, fazenda delade:
todas que tem vindo, proprias para luto, como
tejam, laazinh&s, alpacas -Lvradas e lisas, canto,
oambazioas, msrind, etc., que tudo se vende por
oreco barato.
A^ CAS8A BO PAVO
Govado a 300 rs.
Vendem-se fiiiissimas cassas franelas com li-
las desenlies e cores flxas a 300 rs. o covado.
Vladapeiao franoez a 7#000 r-sv
Vende-se pegas de madapolao franco?;
wm 22 metros pelo baratissirao preco de
7000 a p^a, pecbineha.
Altas ovidarfes em sedas
Cbegou em grande sortimento das mais
modernas poapelinas ou gorgures de seda
eiabo com os mais eJegantes padroes que
te gr-audos, tanto em cortos para vestidos como
para vender em covado, assim como um
boaito sort>mento das mais bonita* sedas
lisfcradas que se vende tudo muito em canta
Grosdenaples de cores
Cbegou um grande sortimento docmais
loaJtos grosdenaples de todas as cores para
vestidos que ce vendera muito mais barato
lo que em oara quaquer parto.
CHAPEOS DE BRIM A 20O0 RS-
Clwgou urna grande porfo de chapeos
ie brvn para cebera que se vende pelo ba
ratissimo preco de 060, por torem ene-
jado eom um pequeo toque de mofo. E'
pechincha.
GRANDE PECHIKCHA A 5:000 RS. PECA DE
Hreiaiika
Vende-se pecas de -uperior brotanha de
?IgnflS-i tendo quatro palmos de iargnra1
aom 20 varas ou metros cada peca, osla
como pronos paraoobrtr presentes; e ven-
de-se mais barato do que em oatra qua-
quer perte,
GUCE' A i:0O PARA VESTIDOS
O Pavao tem esta nova fazenda lisa pro-j
pria faca vestidos, com as mais delicadas
cores u com mais kislre do qao a propria
seda com \ pahnes de largura que facilita
fazw-se qualqaer vestido cora 10 covados
e vndese pelo baratissimo preco de 1:00
rs. -o covado, pecbineha.
CRBTQKE A INDIA PAIRA COLCHAS
0 Pavao tem esta nova faeenda cretone
propria para edehas, com os mais Hi os
jiadroes chinezese com as cores inteiramen-
to lixas, tenlo largura de chita franoeza e
\ende-se era conla,
njandys a 3M- rs.
Vende-se os mais bonitos organdys de
cores com padioes miudos egraudos. sen-
do todos de cores fixas, pelos baratos pre-
sos de 360 rs. o cova lo.
ALGODAO ENFESTADO
Vende-se urna grande porvodo aigodgo-
sinho americano cota 9- patmoa do 4a ^jra
proprio para lencee e toaltia^ tenlo lio e
torneado que se vende por preco maito em-
conta;
** SUEIMAB*
porque
Itmtaria.ella confia e-espera na benevolencia de todos quo .lli'a altenderao e relevar5o.
contiauindo portanto a.dirigin-m-se a bem conhecida k ja,-k AGULV BRANCA roa do
Oueimado n. S, onde sempre acharSo abun>lancia em sorkimeuto de superiordade em
4utlidad|kS, ripdildade em precos e o seu nunca desmetittrJo AGRADO E SINCERIDADE.
boque cima fica dito se conheceque o tempo ie que a AGUIA BRANCv pode
oispr, empregado apezar de seos cusios no desempeoro de bem servir a aqueles que a
finnram procurando praver-o eia dita loja do. que aecessitam, entretanto sem ennume-
rar oe-objcto jue por sita tiaureza sin mais inhecidos ali, ella resumidamente indi -
car-aqualles cujii importunis, elegencia e novidade os tornjm recommendaveis, como
b*m se ja
Corpinhos de cambraia, primoresamente
enfeilados com Utas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
os s lornam preciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-Ios minuciosamente
por suas cualidades, coree e descnbos, tal
Capellas brancas para meninas,
'ramles sortimento de flores linas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sompre rf lli d- qtiajidade.
lndes vasos com p de arroz e pinsel,
Catatabas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
.o grande e variado sortimento que acaba pira circular o coque
de faenar, mas para nao massar o pmten-
Jento se llm apresentar o que poder <) meiher.
Emremeios em pecas do 12 tiras.
fnipure braneo e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodSo com llores e Usos.
Veos de seda para cbapelinas c monta-
ra.
Aleias de mea para noivas.
Ditas abortas de lio de Es;cs-'i.
Costumes ou uniformes para menir.Oi
Enxovaes completos para baptisados-.
Panos de Nono
Chegou um grande sortimeuto de pecas
de panno tbor, nem mais proprio para lencos e toa-
las.
PECIRCIIA EM -UIAPEOS DE 901,
Chegou um grande sorttmenio dos me-
jores chapeos de sol de seda, ingezes ten-
do neste art-go o raelhor que "tora viada ao
mercado aesim como urna grande porco de
dios de alpacas de todas as cores e todos
se vendem^sor preco muito mais barato do
qe era ottea qualqaer pate, por baver
grende percho.
>en$o0 tfvanBM
Tende-se um grande sortimento de ton-
cos brancos para horaem, sendo a duzia a
I$60, 2^000 e 3,1000. ditos abanhadns
muito finos a 45 e 65000 a duzia, ditos scuiao fazenda muito-superior a $4, 60 e
7^000,
Pechlcha em caseMiras a 4:0#
Vende-se finissimascasemirasde cor cora
Bonitos brinco* de plaquee.
Adereces e brincos de tnadreperolr.
Caivetes linos para abrir latas.
Tnesouras para frisar babadmbos-.
Aspas para balao.
News storeoscopos com 48 vistas, as
quacs sao movidas por um machinistno
untas i-ubslilueiu as oulras.
Vistas para stereoscopOS.
Bonitas catxinhas de vidro enfeilados com
p (Ins.
bitas de ma'deira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha pata brinquedo de
Touquinhas de fil, sapatinbos bord.*td meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camrsinhas bordadas para ditos. para endites ile mesa e de lapinbas.
SORTITOO PARA A FESTA
Ven4e-s^ por nwsios de 10, 20 30 l
SO' NO
VATRO
N. 2a--Xargo do Tenjo.N. 23.
il IIUUl
0 Caniiws da roa do Imperad -r n. 2S.
no intuito -de servir satisfatori menie aoe
seus innumeiaveis amigos e fn,:ri,"/.i's, ota
particular e erngeRri ao respeit.ivel publico,
desta cidade ; avisa aos que estiverem pas-
sando o lempo calmoso,, nos deleitaveia
arrabaldes desta capital, que tem resolvide
vender, de de superior qualidad<-, a precoa
i azuaveis, oe seguintes gneros a saber i
PARA CIMA DE APARADORES
Latas com doce em calda de diversas
qualidades nacionaes o estrangeiros.
Ditas com peixe a saber; salmn, ostra*
e lagosta.
bitas com. ervilhas francesas e portugucv
zas.
Ditas com gela francesa.
Cerveja franceza verdadera Bobee.
Presunto para hambree aliaiubiados.
PARA DISPENSAS
Latas com chouricas novas sendo de 8,
cada urna.
Presunto de LaaMgpa<'aJiMQpeiro.
Cuias do-Para (piuladas polos indgenas
daquella provincia.
Copos de vidro cora dobiadica e tarapa
para diversos misteres.
PARA OS QUARTOS DE bORMIOA
Porta-phosphoros -clteios de phosplioros
de segnranca.
PARA SALA
Churutos de S. Flix do afamado fabri-
cante Gista.
Fumo picado do Daniel de S. Joao ito
Rio de Novo.
Alm desses gneros, o Campos lem con-
viejao do que o seu eetabeleciiueiilo um
dos que podem satisfaaer eom garantas is
exigencias bem entendidas, dos Ilustrados
habilantes de&ta heroica proviuci.i, porquan-
to sh acha ellei>em prvido de gneros su-
periores, de.maueira a nao desmenlir
0 Campos.
AVISO
DE
SANTOS a C.
faeenda seria para -cuslar 85000, a nao ser <3tr3S M lado' ttndo duas larguras e com
urna grande compra que se fez, ejiquida-se' \8 t:or,;s mais n'was e mais Donit3S a WtO cada pe'a VMldo ao mercado, pelo baratissimo preco"
Admiravd peenincha t tr corado '" ':aJa m*
ALBACAS A OO RS.
DE FRTA CORE6 A 400 RS,
ALPACAS A .400 RS.
Veode-ee um..grande sortimento das mais
orilhantee alpacas de furta cores com a
mais lindas e mais modernas cores imitan- da ume grande pechracba.
do perfeitamento as sedas de furia cAren
vindo ao mercado, para vestidos, muito pro
Os balfes do Pavao a 2*000,
Cseg u uia grande sortimento de baltis
ou crenolinas o feHw mais moderno muito
proprias aaca veaiioe enQaspda&.ana sa
vende pelo baratissimo pre^o 4000 o
Os prf rietarios-deste bem sortido armazem de secco e molhados estSo re-
soividoa-a fazere-uma graode diminui-,o de preco.o as suas mercaderas, como se apro-
xima a festa e sempre se l'azem avultudas compras para o centro e praca, por
sso previnem ae -r-espeitavel publico em geral, jue mande fazer suas despenca* e cer-
tas de ue vero a grande differenca era precos mais do que em outra quaquer parte
e garantindo-se as superiores cualidades.
GAZ AMERICANO 9#500 a lata, e 440 SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
rs. a -garrafa e #60 rs. o litro. 620 rs. o kilogrammo.
VINHO VERBADEIRO FIGUEIRA i 360 FAfiUHM DE ARARUTA VERDADERA
agarrafa, e 4^*00 a caada e 800 rs o ti- 6i0 a librae 15400 o kilogrammo
tro. BOLAXINtfA 1NGLEZA Mt'ITO NOVA a
400 rs. a libra e 8**0 rs. o Uilogrsmmo.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
ma6so, en caixa ba abatimento.
PHOSPHOROS DO GAZ E'DE SEGU-
RANZA, 280, 400 o 560 rs. o masso,
DEM DE LI9S0A das melhores marcas,
U 400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 25800 e
35200 a caada, 660 e 75 rs. o litro.
DEM BRANDO DE LISBOA a 44000.
a caada e 560 a-garrafa, e 840 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA 3*200 e 65500 a groza.
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 15400, AMEIXAS EM LATAS
15800 e 252O0 a caada. DE MU
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 75 a caada, e 15340 o litro-
MASTEIGA INGLEZA FLOR 1A400 e
13280 a libra, 35060 e 25780 o kilo-
grammo.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, e 25100, 15980 e 108&) o kilo-
grammo:
DITA PARA TEMPERO 560 rs. ali
bra, 15220 o kHogrammo, em porco se
far. abatimento.
BANHA DE PORGO DE BALT1M00R
AS CAlBBAIa DOPAVAO A 4500 BS.
Vende-so urna graode porcao de pec pria para as gonhoras que forera passar de fioissmas cambraias brancas tran8parei>-
720 rs. a libra, u 15560 o kilogrammo, em
poreio se fer abatimento.
ARROZ DO MARANttAOEDA INDIA
120 e rs. a libra, 200 rs. o kilogrammo e
35400 a arroba.
ALPJSTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilograram#, e 65000 a arroba.
:AF EM GRAO 6* e 65500 a arroba,
200.240 e 260 rs. a libra. 4ifre-50rs. o
E CACHINHAS
TAMANHOS 15280. 25500
33500, 4*500, 5*500 a lata c a relalho 6M*
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 4Q0 rs
o masso. e em caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
a libra,, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 5*500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS. VERDADERA IHLERS
BELL, 800 rs. a garrafa e 95 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 15500, 1*200, 15 e
Os proprielarios do BAZAR BA MODA
sito :i ra Nova, nesta cidade, -declarara a
respeitavol publico e com especia dada ao.
seos freguezes, que, principiara e boje em
diante a vender o grande sttimeto ae
niiu lezas, perfumaiias, qiiinqattihaia?,
tgos de ^moda para homms. smborae
meninos, com um grande aiwiiuicnto era
precos para liquidar a dinheiiv.
A grande variedade de obj<",'tos di ? i
recebidos da Europa, ende oauncimos pj -
prietarios enre|era rdacoes com habis eo.r
respondentes habililaJos a ol, recer js
mores yantagias possiveis e lnjc estn
resiJvidos a liquidar com pouco lucro, acha-
ro os compradores urna dille; imcj superior
a 30 por cenio menos do que em outra qua-
quer parte.
A PRECO FlXO-sao vendidas todas
inercadorias constantes do eslabeleciment i
e por este systema de negocio poctm sem
-scrupulo comprar, certos de que nao se-
ro Iludidos.
Tem i-mpregados promptos a conduzircra
os objectos ou amostra a quaquer casa q;e
o Uxija.
Bazar da ModaIo de dezembro
Jos de Souza Soun <0 C.
fela no campo, por ser urna fazenda de I tes tendo 10 jardas,, con, mais de vara de. Jatogrammo em sacca se far abatimento.
muita fantasa e pelo barato preco de 400 largura pelo baratissimo preco de 4*500, a
n,i
.
F...iiiin*>. -Irt uzead;-pF ted opr'co
I 'x Aa ruASa linpiiiiiilrlB m Ib
V!tui(le->'e um nivUMt.ue'' p^a. de9 a ain
;ia roa d) Livramentni '"
Li<|tiHlfet3ao
;, |)ia 'i-* i'-i'->3nd;w a. 80 U. na ila Imperatriz
i'U\ iu.li*iiitl'C'*J. a a*r e*w motivo vndeme
ibr.i teK n > par-, etfetpntp* na
<1ii.-. UtjD, iw gramh? -r^daf^lo i?ra pn^w para
.wluf
9J080.
\'.-ttile-HC na ruardtt 8aden> n. 50 A, bortegnin*
fiAnt#t 9JlWa> aiwimjomn piKfies branrw, obra boa, a
S'WO, saputos de trao?.i a \SW); vcnhain a
s fino se acapem, tfcfronte da ra da
Hato' Jo Dftns.
7,_i ir i i ii j------'
lo so urna mobilhi muito boa de jaca-
ranl ivi a ia-npo4 e pe ira, oohIo-i, cadeira<
4)balani;i a nii partance^. p>r procos muito
m coala ; neCorreder do Rispe a. 63.
rs. o covado.
ilreaufias' de rolo a 'OO a
poca
Vende-se superior bretanha de rolo ten-
lo 10 varas ou 11 melros com 4 palmos
de largura pelo barato
pecbineha.
Os setins do Pav5o
Vende-se os mais bonitos setins de cores
e mais encorpados proprios" para vestidos
leudo de diversas cores.
AOS PALITTS DO PAVO A 185 e
205000.
Vende-se um bonito sortimento de palit-
ts francezes sendo, sobrecasacades e pro-
pramento sobre-casacos, que se vendera
forrados de alpaca a 185009 e forrados de
seda a 20-5000, pechincba.
COLCHAS ESIAO
Xa loja do Pavao vende-se un graude srtimen-
io de colchas (16 faiao sendo brancas e de cores
litas de croch para canias de noiva, assim como
loiutos damascos de la para colchas.
Na loja rre Pavao venden>se os mais
bonitos chales de verdadeira caehemira de
r, com os desenbos mais moderaos, a 65
10 e 125000, 6 muito barato na ra da Im-
peratrz n. 60.
BASQUINAS A 125000
Na toja do Pavao vende-so aa mais mo-
dernas jbasqiiinasou manteletes de guipare,
pelo barato preco de 125000 cada.ujna.
peca sendo fazenda que usca se vendeu
por menos de 85000, grande pecbineha.
AS POUPELINAS DO PAVO A 500 R^b
Chegaram as mais lindas poupenas do
. 13a com imitacao das poupelinas de seda,
preco de 255X), l.nm faeenda muito leve com as mais Iii>
lyrio, c nsento, peroHa etc, etc: o vende-se
pelo baratissimo preco de 500 rs. .
Fuslea ranees para vestidos
Cbegou um lindo sortimento dos mais ba-
ratos e boTtrtorfnstrfesbTancos conrirstras'
e cordoes, send fazenda bastante larga e
Qexivel, muito ni'oprta para vestidas-e rou-
pas de meninos e venden>se a 640 o co-
vado.
BONITAS L&ASINHAS
OU ANADINAS-A 15000 RS 0-CGVADO.
Ghegou para>a Pasio, um grande o: va-
riado sortimento desta nova fazenda de 13a
,e seda propria-para vestidos, com ostioais
delicados desenbos. e mais modernas coree,
tendo bastante largura que'facilita fazer-se
um vestido com poucos covadbs, pelo bart-
'tissimo preco.dfi.WOQQ o CQyjHfe, por jia
jtarem muito prowpis da fesi^,.
Papal para emtaolha
Gompra-ss.na,r,na da tojnpr.ajyij; o. 60.
Loja lio Pe.vap,
Na loja e armazemi do Payao rvn da Imperatriz n. 6(K
SABAO MASSA 240 e 200 rs a libra,
320 e 440 rs o kilogrammo, em caixa se: UiaOOa-arroba.
800 re. a garrafa.
GENBBBA DE HOLANDA E HAMBUR-
GUEZA 75 e 65a frasqueira, e 500 rs.'o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
1H5 a-frasqueira e 15 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
35"00. 25800 e 25409 em caixa ha abati-
mento.
TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
100 rs. a libra, e 880 rs. o kilogramme.
faz abatimento.
MASSAS PARA SOPA. MACARRO, TA~
LIJARIN E ALETRIA, a 360.-n. a librare
15220 o k>lograramo.
BOLACHINHAS EM UTAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, hm come pero!*.bri-
Ihant, combmation, Francy-cracjuei, mised
,Britanja. Meditnn,, Fncy-nic-nac, a. b, c, e
soda a 15000 e 15400, cada, urna lata.
- Ra do Imperador n. 28
Neste novo estabelecimento encontra-se
diariamente um variado sortimeuto de bo-
linhos paracb, pastis, podins bollos in-
gezes, pues de l. presontos, ditos ? m fiam-
bre, superior cha Hvsson, preto, e mitidi-
nho. Vinhos finos de todas as qualidades
conage, licores, conservas, champagne, cer-.
veja mgleza, frnclas muito bt-as, por-
tugnozas e franceeas.
Um completo o variado sortimento de
eaixinhas de todas os goslos e precos par
mimosear senhoras, estas caixiias recec-
temt-nte chegadas de Pars sao de primorj-
do gosto, ofleresse-mo-las aosgalrileado/r-;
do bello sexo pois nellas acharo mn dig,..
e serio presente para as donas dos se>
peosamentos. Tamom osapr.-ciadores da
ha fumaca encontrarSo cbarmos dos me-
lhores fabricantes la Babia e de Hava
ssganos do Rio de Janeiro etc. etc.
Doces d'ovos seceos, cbristalisados e de
calda, ditos de-caj e de oulras qualidades.
Nesta casa recebem-se encommendas par.
bailes, casamente** baptisados-e quaquer
encommendas avulss, como seja pao di ''
e bollos entoilades e outros umitas cGuzas
que enfadonho mmrioiiar.
LINGUJCAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 15000 rs. a lato.
LOMBO DE PORGO ASSADO JA PROMP
TO a 150U0rs. a lata.
CHA FINO. GRAUDO. E MIUDINHO
35200 e 25800 a libraTe 65100 o kilo-
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 2500rr,
25200 e 15800. rs. a libra.
Assim- como ba octros muito* gneros, vinho era ancorlas, azeitonas,
muito novas, passas e figos novos*baratos de diversas marcas, marraelada, feita pelos
"melhores coaserveiros em Lisboa, grta dfr marmello, pcego, ervilhas, em latas, por-
tuguezas e fraoaeaa*, vinho verde engarrafado relalho, peixe em latas, bem como
pescada, taraba* p*rgo. grna, Itilaj corvina, vezugo, cavalla, sarda e sardinhas de Nan-
tes. Canolla, crav, ervado^. omiaao, pimenta, grandesmuJhos de seboila 15500.
LFinalmflnte milnf nntme rnnr>r/"> nn fnfnnnbn tn<>n'nnp-ln
MES-saaaaKS-"-
VERDADEIRAS
PILULIS de BLANCARD
COM lODUHtTO DO FBRO INALTCaAVKL
AWROTATJAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
FWftofa M propriaa'ades-do iod el do /arro, coavem wpacklmente nai ArvaoooAa
jMiaawUaUffAB, a Tsica no principio, a fraqmua UmpiranmUt a tamban asa asna da
[Faaaa nacniu HwrmiiHr.i.en que praelt aEAGia "^brr o sangue teja para restituir
[aa a*akaasa boManaM narmaea, oo para pnmcare regular o seu curso peridico.
I a. OlaSpiia da torro imana m rimada ub edk-mento infle!, y*/
(InMaata. Caaie^vora d paraaaad* amneeaa da witilHm aH. SJS
Mhm e XaaaaiV.deraet Mifit aae m**- e prmf reeMive ^rtC9tQ
fmaaH, aani rapradaaida, qoa m mU na par iaMrier d aa c iL^=ai^rS^I
ae*at*..**re. Dava-M desconfiar das ausifleafoes. 1-7 -^
MsmnamWca, nu asaaaarl*, *% Parii ^^
A? telo
Joaquim Rodrigues Tavares de Mclli>
tem para vender no seu eseriptorio, pra-J
ca do Oorpo santo a. V prihiciro andar,
potassa d Roasta allaMnwti* che^ada-
cal de LwMa e violio Bordeaos de supe-]
rior qualidada.
Resta venda, um eacetUdo aarUniesHo da .-.-
,'.-ctos de maroiseriat oomo nejara, mobiliaa de j-
araad, taognoeamarello, obra nacional e estrat.
era, de apurado go?to eporpraco- rajoavei? :
la roa estreita de Reaario n. 3f Nesta raesr
^sa (aaasoMsacoaa pstfcteao toda* os iraaaibos w
aihiBBa, come seiaaa, empalhaawnlos de laitrcs
iara camas, oadeiras e sopbis.
A ra do Livramento n. 6, contina a ha-
>er para vender por precos rasoaveis,
nelhor vnbo verde at boje vindo a est
marcado.
RIJA HA Olaria da PutKlfto.
Ha ?empre nesta olarfa grande sortimento da
materiaes, como tiiolos da alvenari-i batida, ladr-
iho, qnadrado de8, 9* msh pollegadas, leftaa e
ielh5es, lijlos de Upamentoe. 0 propaietario d->
U olaria garante a boodade e barra de laes mala.
riaes, como lamban venda-sa m barato v
em ontra qualqaer parte.
Saga, saga
muito novo a WO r?a libra, e 80 rs. do 10 Ibtn
para a im; na ra Nova n. 60, armazem da l
t


6
Dp de j Pe -namb** Guara feua p de B^mbt^^l^Q.


SEM IGUAL
O proprietario do armazem fie fazendas denominado ARARA, ra da Impera-
triz n. 7. declara ao respeitavel publico e seas freguezes, que est liquidando lodas a*
azendas e roupas feilas qae tem em sea estabelecimento como se podar ver do seu
mnuncio e preco abaixo mencionados.
Chitas francesas matizadas a
3*0 r.
Vende-se chitas francezas escuras matiza-
das a 320 rs. O'covado por este preco sna
loja da Arara, ra da imperatriz n. 72.
LAAZINHASA210RS.
Vende-se iaazinhas para vestidos de se-
Qhora a 240, 280, 320 e 400 rs. o co-
i ado.
nVREGES DE LA A 500 RS.
Vende-se bareges de lia com listras para
vestidos de senhora a 500 e 640 rs. o
ovado.
Alpacas de listras a 50 rs.
Vende-so alpacas de listras para vesti-
gios de senhora a 500 rs. o covado.
CHITAS FRANCEZAS A 289 RS.
Vende-so chitas francezas claras a 280rs.
. ) covado.
CORTES DE LA PARA VESTIDOS A
25400.
Vende-se cortes d) 13a para vestidos de
aoras a 2^400 cada um,
PEHCALES A 440 RS.O COVADO.
Vende-so percales muito finos para ves-
tidos de senhora a 440 rs. o covado, mur-
solinas brancas finas, a 500 rs. o covado,
brigantinas de cores, a 440 rs. o covado.
Baldes modernos de todas as
eores.
Vende-se bal&es moderno sbranco ede co-
res a 4(5. 45500 e 55.
COBERTORES DE ADGODO A l>oOO.
Vende-se cobertores de algodo a 1 5500,
roberas de chitas a 1$6QQ e 25 cada urna,!
GANf.AS PARA CALCA A 320 S.
Vende-se ganga para calca a 320 o cova-1
Jo, brim de cores para calcas de hamem c!
meninos a 400 rs. o covado, caeemiras de \
cores para calca e palitots a 25500 e 3>,
o covado, meias casemiras enfestadas para
Algodo entestado rs.
Vende-se algodo' erifeittdo proprio para
lenres e toalhas, 900 rs. o metro, dito
trancado a 15, metro.
Chales de merino 'i&.
Vende-se chales de merino estampados
a 25, chales brancos e de cores a 1,5000
cada um.
CORTES DE BRIM CASTOR PARA CALCA
A 640 RS.
Veiide-se urna grande porc5o de cortes
de brim castor para calca de horaem, 640
rs. cada um.
Grande poreo de realhos
Vende-se grande porcJo de retalbos de
chitas c cassas pretas a 160 e 200 rs. o
cova lo, retalhos de cassas, 13a e chitas de
cores baratsimos.
LIQUIDAN A ROUPA FEUA
Vende-se palitots de brim de cores a 20,
ditos de alpacas de cores a 20, di'os de
meia casemira a 25 e 20500. ditos de pan-
no preto bom a 8,5 e 100, caifas du algo-
do azul para escravos a 640 rs. ditas de
algodaode listras a 800 e 10, camisas de
riscado do listras a 800 rs. cada urna, cole-
tes de brim c fusto-de cores a 10 e 10500,
coletos de cesemira de cores a 20500 e 30,
e outras militas qualidades de roupas feitas
que se vende por baratissimo preco.
Algodo de listras a O* rs.
o corado
Vende-se algodo de listras para roapa
de escravos a 200 rs. o covado.
PEQA DE ALGODaO A 40.
Vendeni-se pecas de algodo 4000,
55200, 60000 e 70, para liquidar.
Baldes de arcos 14500.
Vende-se balSes de arcos para senhora

AS NOVAS SEWS
-RA DO QUEIMADO-li
Cbegaram da Europa pelo ultimo vapor toja de AugustcfPorto V C. ricos
cortes das mais liada sedas de mimosas cores para vestidos proprio* para bailes e cala-
mentos. vv ja
Grande variedade de sodas de listras de diversopreco toda do lindas cores,
gorgurilo. de seda preta, e grosdenaplc de varias quaHdades e gorgurao de seda 1 oe
difiranles cores.
Novos vestidos bramos de blond para nota, lindas colxasde seda para cairo,
ditas de 15a e seda, cortinado* bordados para cumas e janellas, fronhas e toalnas w
cambra la de linho bordadas.
tovas novas de Jouvin.e elegantes sombrinhas de sedas de cor para enfloras.
.ii Jfepartflhos de 50 at iO0, lindos bournous de cachemir de cor para saluda
de baile, basquinos de renda preta, e ditos de croch branco e preto para senhoras.
Grande variedade de camisa bordadas o lisas para homens e meninos.
Sortimento de muitas fazendas de 18a, tobo e algodo todas por precos muito
mdico. S
Tapete grande para sof, piano e eamas, pecas de tapete o de alcatifa para
forrar ualoes tudo em quantidade; e vendtegr sempre^por menos que em outra qualqoer
parte. i
Esteiras da India de 4, 5 e 6 palmos de largo.
Esamffiff
M
URORAi
__
___
ir
-alease palitots a 10 o covado, brim pardo pelo baratissimo preco de 10500 cada um,
de todas as qualidades e brim branco de i cortes de camferala barras
todas as qualidades na ra da Imperatriz I :iCMM>.
t. '72. Vende-se cortes de cambraias barrea a
Alpacas lizas a te rs. 20 e 30 cada um.
Vende-se alpacas de cores lizas finas a j LENCOS DE SEDA A 640 RS.
640 rs. o covado, tarlatanas de cotes a 320 Venile_se* ,en)?os de ^ 640 r9 ^
re. o metro. ura, para liquidar-
MADAPOLAO ENFESTADO A 30500.
Vende-se pepas de madapolao enfestado
> 30500, pecas de madapolao inglez de 24
>ardas a 50, 60400,- 70, 80 e 100 a peca.
72. BTOvda Imperatriz. 72.
CARTEIRA PARA VrAGEM A 10.
Vende-se carteiras para
cada urna.
viagem
10
ALGODAO
LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
tACHTNAS americanas de serrote de todo9 os tamaitos- para descarocar aigodao; de
rnoito conhecido fabricante Eagie Cotton G.
CACHINAS ditasy tambera de serrotes e d todos os tamanhos- para desespoear, al-
gode- do antor New York Gotton* Gin.
tfACHNAS ditas de iodos os tamanhos, de .carreta de ferro e mais- toda a maebina.
VIACrHNAS ditas de Roller Gin, de cujo irabalho fairobter ros-2.000 e arroba
de algod!.
tfACHKIS de faca dt> fabricante Watt B. 4 Obdhan PatentLiverpool.
Todas esta achinas sao de superior qualidade e as melhores t tm
/indo ;m> mercado ; e para a saa apreciaco ewovidam-se' os- senhore agricnliOres "
virem ;i exposicSo dae-mesMas na nwda Cada db Recife m. 56 A, lojado Bastos^onde
jncontra^o mais o seguale:
LIQUMGO
A
courenco Pereira Mendes Guimaraes, proprietario do armazem de fazendas
lenom- TgVIUbIlDI, tema honra de pirlicipar ao respe.tavel publico que tendo
SS^SSiS^Mm^^ii>n gosto, para a festa, estando a espera de
' cL mmendas que deve estar aqu al o dia 15 de novembro vmdouro, e vendo
iae nao tetempo aStes do balanco de vender tantas fazendas de encornends por
*o rSotau Sr urna liquidaco para ver se d maior, estraeSp por sso em vistas das
ofreuScias vender tudo mais barato do que em outra qualqoer parte, na ra da
!^KR;pmi5o"FNFEST\DOA35oOO. I CHITAS PRETAS A 1G0
V^d seuma g^anT^o demSpo-' Vende-se urna grande porejedei chitas; e
lo eSfestado de 12 iardSs a 30500, assim cassas pretas em retalho a 160 o.covado
?mo>Tde m,dapolio inglezes de 24 tambem tem retalhos de ch.tas e 15a de cc-
ZPou* 20 varas a 55, 50500,60,60500 ( res^quese vende.barato
3 l^UO OV 'wuu
Gangas para calca a 3O rs.
Vendem-se urna grande poreo de gangas
para calca de homm e menino a 320 o
Ve -se pecas de cambraias victorias covado, cortes da castor para calca a 640
Q.ias a 59500, 60 e 70; Brilhantina bran-.ca
iar<._
70000, 80, 90 e 100000.
Corpinhos a 200 rs.
i.\v,BRAIAS VICTORIAS A 5:500
Debulhadbres para naHoi
Gylindro para padariass
Arados americanos.
Carrinhos de mao.
Machinas para-cortar capim
Gannos de chumbo.
Bomba) do-Jajrjr.
Ditas americanas,
rlhas de ferro galvanisaasv
Polhas de ainco mas-.
Ditas de cobre e latao.
Ferro de todas as qualift-
Vrcos e ferro.
Folha db Flandres-.
Vtaehailos americanos.
Faces ditos.
Btanos e cosa devergah
\Tas8oiras americanas.
Folies da tode os tamanhos
ToraeS' e safra para ferreiro.
Folbi de ferro.
Balaiiras- americanas.
Tina db madeiroHamericar.*;
Ps de fferro dita-.
Balde d madeira-ditos.
Temo d bandejas-finas.
Trens completos p*ra cozinha
Peneira para padarias.
Baldes galvanisados-.
Gorrentes de ferro para almasjarras.
Espingardas erewoivers:
Guan comida.
Ferros a vapor paw-engommar.
Mbinbos- para refinaeoes:
Aeite de espermacete, propri para macfr
as de-todas-as qpafcdades.
Senas awvlsas par machinas.
Vftneae e todos o mais perewees-parass^
mesmas.
Latas d9 gaz,
Finalmente muito* ontros arfcj osperteoeertes lawmra e aria} que pthtt
tiversidade seii enfadonhoennumera-los-
A M)A DA' IHPRJITIIIN. 2
liKqniua da ra la Aurora
Defronte do" Caf Imperatriz.
Keste noro somplBftso eslabelfeimen-
to de fazendas, pncontraro as Exmw.
familias todo quanlo pomm desejar, lan-
o em artigos de rigoroso Inxo, como ein
toda a* mais quMidades de fazendas de
sedas, blonds, alpaca?, merino?, 13a,
cnssas.mnssulinM, rhias. mmtapolde?,
I alfendoes, etc., dewodti a san'rbfm ser-
vido desde o mais rico e exigen*! amador
[ da moda e do lux, al o mais-modesto
p>i ito familia. Alm de se adiare pro- Jg
v'ulos do que melhor so enconir neste g
[ mercado, mandaram os propriefarios V
dVsle estabelecimento rir directamente Bg
. o que em arJips de raodas e do mois 85
\ aparado gosio se cncortra em Pari?.
l'nia modista esperiaUyenii' oceupa^* 9K
, nos trabflthos do PAVILKAO DA Atlt*- H
I RA, exeeutar promptamente e com tod> M
Sa pcrfei?3o qnali|ucr traliaftoa capricho,, ta
, para o que se aclia habilitada em tudo S
l quanto nwstcr para o bom desempenho |H
I de ?ua misso, o que urna 31 ande van- IM
! lageiii para o bello sexo, que assim 2S
I tai encontrar'cm um s lugar tudoquan fa
f o pode desejar, itb fazend; do me- fjg|
i Ihor gosto, motUta para pe leita execu- 2
} {po de qnalqnn* tTabalho, porhmarias, JH
chapeo?, enfeitu, Biiudezas, Jcwa de 9j
j Joovin e tudo qaatRo a moda pjde exi- 2
* B'", S
SAm cavalheiros ^nal vantapem se ofie- m
rece, por ler o estttbelecimento o- mais 22
jl compelo sortimenlo'de azendas para fc- 88
8 tos, 3 proprias para sodas aseslaces, e jgj
. um babil alfaiate eraarregado de esecu- SE
I tar com promptidao e mestria quak}uer g
Iencommenda.
Os propnetarios db PAVILHAO DA S
I AURORA nao tendo pompado despraas 9
para di tarem esta \>\ cidade de m M
5 estabelesimento digno d-e\\, confiam nos S5
I seus esforri e no bom'gislo de seus Ha- g
1 hilantes, garantindo a nair circumspec- B
i. cao e modicMade de prsens:
Com a pessivel brevids#te e em vista (? @
proiecao qoe se dgnaren>dspensar-lh?,-SK
este estabetecimento trar militas outras-
vantagens, primanilo ent ellas a publi-
cara de m jornal givtwlamentc dis-
1 tribuido atia-seus freguezs, pialse or-
| rapar excbsivamenie da dsrripcao da3-
Iaiods, aconipanhado dos uflimos liguri-
aos; vantage*qfle al hojBdanenhui-2J
I iwestabelecioremo-offerecefl/
\ Concuindo, &na impossibitade do des- a
[creverc rico e variado sertmeiito que- SE
I possuem, os prftprielarios-dd-PAVILHAC'JB
DA AURORA resrwitosamen convidanv M
[ as- Exmas. CraMiis a vistor-este espa- S
{ ccae rico esHAelecimento qtie, alm de- 9
f ludo, esta dolado do pesso necessaric-ffla
5 paca vender o-levar ainosras as casas ja
I queas pcdireini-
Sfelo ultimo vapor recebersm ricos cor- Ht
tes de vestrdos para casamantoy I uvas de-H
I pefica ricas ckpelinhas para senhoras Si
[ e diversas fdsendas moderna.
Aliertotlas 6 9 i noita. jg
SeBius bralos,
N. tls- BA DOLIVRAMBWTO \ 11.
Neste* estabelef imento venderse sellins e
silhes, rfe todas as (realidades do melhor
que se pode febricar no paiz, assim como oa
mais arreios pertencentes ao mesmo, ven-
de-se tambem, eolx5es, trviceiros, caixi-
nhas com alnrofadas, proprias para meninas
levar para aula. O proprietario deste e1a-
belechnento garante a pontnahdade, esme-
ro e zelo de seu tfabafto; porlardo pede ao
respeitavel publico sua proteceo, que affian-
?a vender tudo pelo mais barato possivel,
e por menos do que em outra qealqner
parte.
JUMA
DO
ca lina para vestidos de senhoras a 500
r. o covado
AUGODO A 4,5000
Brim de cores a -iOOr.s.
Vende-se orna grande porQSo de duas
faces para cal?as, palitots e cohetes de bo-
V.Mide-sem7rande pircVo de algodo mem e menino fazenda inteiramente nova
iodo de a Sl&ade e W& % & O Brim pardo Uso a 8M)n. o metro, d.to
75 e 8t9, a peca de 20 jardas ou 2i' trancado lino a 800 e 1000.
varas Grande liquidaco de chapeos
' ADMREM-SE DO QUE E' BABATO de sol
Cbamalotes a 560 Vende-so cbapeos de so de alpaca com
Vende-se cbamalotede cores, de algo d pequenc,.defe lo 25 P^dito finos
para vestidos de senhoras a 560 o covado. de 12 astes .
Alpacas lisas a 500 rs
Venda-se alpacas lisas para vestidos de
de 8 astes a 70500, 8000, ditos de 12 e
16 astes a 10^000, para liquidar.
ores, para senhora, a 500 rs. ditos matisa-' chitas para cohertas a *40 rs o
,'as finas a 720 o covado. Ditai lisas mu- ( covado
to lar"", a 640 o covado. Vende-se chitas francezas para cobertas a
CORTES DE PERGALES A 6:000 210. 320, 340, e 380 o covado.
(rdnie araazem c fazendas r ronpas. feilas ma da feperalrs
n. fSt noria larga, de Paredes Puta
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um boriic sortiment
de roupas de todas as qualidades, pautte de alpaea a 3?, 3^500 at 6#. Ditos de
merino, ditos de casemira-de cores bonito gostos a 5, 6, 8j^ e 105, de panno preto
sacos o sobrecasacos. Dito de brim pardo finos e ordinario. Ditos de alpaca branca
e de cores de 30500 a 50000. Catea de brim de cor finas e ordinarias, ditse
brancas de todas as qualidades, ditas de brim parda fino e ordinario, das^de casemka
de cor e preta de 40, 5& 6 a 150. Golletes de-todas as qualidades e preco moio
barato. Completo sortimento de camisa francezas- de algodSo e de linho>de 20 at 50'
urna. Sortimento de saroulas francezas.de algodio, de linhoe bramanlo a 20 e 20560.
Grvalas (mantas) novissimo gosto a todos os presos. Meia sortimento completo a 3#,
40 att 70 a duzia.
ROUPAS PABA MENINOS.
Encarrega-se de quaesquer obras de encommenda tanto para bewtem, cmo
para meninos, e com brevidade, por isso que tem um bonito sortimeEo de fazenda de
todas as qualidades tanto em casemiras como krins, pannos finos e outras muitas fa-
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de 11 palmos do largura a 10800 ometro.
Cambraias do cor e branca-.
Alpacas de todas as cores a 640 rs. o covado.
Poil-de-chvre com lista de seda fazsnda de gesto a 102OOt
"> Basquines de guipure enfeitadas a 185000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280 300 e 360.r&
Madapolao fino a 600, 70, 80 e 90000.
Algodo peca com 20iardas a 4,-5300, 50300 e 60000.
Pepa de algodo largo a 70500.
E outras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Cheguem roupa
feita que se est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto leja de ourives) do
LEAO Dft PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
Vtden-se ama grande porc2o de cortes
id percales de doas satas para vestidos de
senhora, de mnito delicados gostos com
16 Vi c&vados a 60 70000.
CAMBRAIAS LISAS DE CORES A 600
Vende-se urna grande porcao de cambraia
lisa de todas as cores para vestidos a 600
n. o metro.
Orgaafeys modernos a 8*0 rs.
Vende-se organdys de cores -pera faer
vestidos, de duas fcaias, agora modernos, a
300 rs. a vara.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS NOVAS
E BARATAS PARA A FESTA
Vende-se chitas francesas muito finas de
.ores a 280. DiUs matisadas escuras a 320
Jilas escuras escocezas a 360. ditas alco-
coadas a 360, ditas garibaldinas a 360 o
vado. Sortimento de chitas como tem o
iaribaldi ha poacas lojas que compitam.
iTOES PARA VESTIDOS A 400 BS.
Vinue-se fasto de cores para vestidos a
iOO rs. o covado
COBERTORES A 1:400
I se cobertores de alg rtas de chitas fwta a 10600.
Vendase grande porc?o d> corpinhos a
CASSAS FRVNCEZAS A 240 RS.
Vende-se cassas francezas para vestido
a 240 o covado, ditasTnaito finas a 400 rs.
assim como percales finas para vestidos
440 o covado,
GRANDE SORTIMENTO DE MEIAS
Vende-se meias cruas para homem a
30500, 40. 50, e 60000 a duzia, ditas para
meninos de todos os tamanhos a 30500 e
40000, ditas para senhoras e meninas a
30-jOfr 40, e 50, a duzia.
IULOESDE ARCOS A 1:500
"Balees de arcos a 10500, ditos modernos
a 40000.
ATTENCO
Tem-si- para vender urna grande porc5o
de roupas feilas de'biim e de casemira, de
todas as qualidades nao se menciona por
ser enfad mho, garante-se ao comprador ven-
der mais barato do que em outra qualquer
parte, isto s se pode conhecer cora a pre-
senga di comprador e a vista da fazenda
que sh pode (vmhecer'tomo est liquidando
por baram prefo. o general Garibaldi. roa
da Iianerjtriz n. 56,
mies de nserinO a 96000
de-Merino de cores es-
ditos lisos a 30500, di-
4c1Tj40000o6-
^pos finos a 50, 50500 e 60000.
Machinas vapor de
forca de 3 e 4 c-
vanos.
Motores para 2 mallos.
Ariidos americanos.
Machinas de facao e serrotes para desca-
ro^ar algodo.
Balanzas para armazem e balcSo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Uhit-
field.
Prenda para copiar carcas.
FOj^lo americano patent
K1P5 POPUI.AB
DA* *
FABRirA NACI03AL % BAHA
DE
Tcixeira UMurwodr C.
Acha-9e venda e9te ptimo rano, nico (pp
pode suppnr falta do prioceza de Lisboa, por aci-
de mu agradavel perfume, viajado, e acrece >
mai9 riwdico possivel; e por isso tem sio ss
aeothliln as praeaa da Bahia, fin Rio de Janeiro *
em mitras do imperio : no p-sprintono ic. liajt";,
Jos Goncalves Beltrao, rp* (lo rommepdo nu-
mero 17,
Eheumatismo e moles-
tias syphiliticas.
Arrobe vegetal, xarope de salsaparrilha
do Para, pilulas e xarope de veame, tin-
turi e xarope de sicopira.
Doencas do ligado e baco. ane-
mia, opilado, ele.
Emplasto, oleo, pommada. tintura, pi-
ll?s, xarope e vinho da milagrosa Juru-
beba.
Sezfies on febres intermitentes
As pilulas anti-period cas de Pinto.
nico deposito destes medicamentos na
pharmacia do seu autor roa larga do Ro-
sario n. 10, junto ao quartel docorpo de
polica.
CEMENTO
PORTLAND.
Venderse no armazem amarello de Vicente Fer-
reir. da Costa & PiUio, defronte do arco da Con-
cedi, em barnras grande.
Sementes de hortalices clisadas pelo nltimo
vapor : na ra do Livramento n. 38, armazem de
molhados. Re ca o de nao nascero'-j. '
_____________ _______________________________ -__________
Pilo Sentei.
Estar venda as tercas e sextas fciras, na
padaHi allwnia, ru do Lima, m Santo Amaro,
no'rtefife, Recivio Comnvrci'.il. em trente a rna
d.i Viperio n. 2, na da Imperatriz ti. 80, ra do
Rrum n. 56, e no armazem do Campos, rna do
Imperador.
Hita d^-C-reapoA. 9
Os prcjnetarios etiwe bem enoher ido esabele-
cimente, alm dos nwtos objeets ifae tinbam e-
postos a aiM-eciacao. *> respeir*et pubiiecv maai-
daram vi e acabam4e recebenpeto ultim vapor
da Europa um completo e varado sortimento dte
finas e nwi delicadas especialiade*, as qaes es-
tao resoUrids a vender, coma* de seu costame,
poipreew muito Swratinhos e eoiamodos fer te-
dos, con tanto que *> Galio....
Muito superiores Invas de pslliea, pretJfl,.braii-
cas e dmui lindas cores.-
Mu boas e bonitos gollinh e punhos para se-
nhora, ueste genero o que ha d mais modoenov
Superiores pencas de tartaruga para cequns.
Lindes e riqiiswmos enfeites para becas das
Exmas. senhoras.
Suprtores trancas pretas o de cores com vidri-
Ihos e sem elle*; esta fazenda o que pode baver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqiws de madreperola,
marfim, samlato e osso, *udo aqueHes; brancos
com Hndo desenhos, e estes pretos.
Mnito superiores meias So de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderaro por 30^000
a duzia, entretanto que nos as vende** por 20JS,
alm destas, temos tambem grande sorlimonto de
outras qualidades, eutre a quaes alomas muito
finas.
Boas bengalas de snperior cansa da India e
castao de marfim com lindas e eneantadoraB figu-
ras do mesmo, neste gonero o que de melhor se
pode desecar ; alm (estas temos tambera grande
quantidade de outras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as tnoias.
Hoas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 anuos de idad.
Navalhas cabo de marfim o tartaruga para hzer
barba ; sao mito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e n por nossa vez- tam-
bem asseguraia< sua qunlidad e delicadeza.
Lindas e bellas capeTlas. para noiva.
Superiores agulhas para machina e para, crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para.encher
labyrintho.
Bons baralhos de oartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande a variado sortimento das reelhores per-
fumarias e dos melhores e mais coobeaMos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as oonvnlses, e
facilitara a dentiejo das innocentes crianzas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por toaos os
vapores, aflm de que nunca tiltem no mercado,
como j tem acontecido, asiir> pois poderao aquel-
los que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aade sempre eucoolraro destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao flm
para que sao applicados, se venderao com am mni
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos qne deixarao?
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virera
comprar por precos mnito"moaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7 ^^_^__^__
3 cordeiro providente
Rita do Qnelmado n. 1.
rovo e variado aortimento d* perfumariaf
finas, e outros objecP.
Alm dte compiti sortimento' de perro-'
marias", de qae elleeivamente esl* prvida a
loja do Cordeiro Previdente, ella4 acaba da
receher um ontro sortrmeato que' se torna
aotavel pela variedade de objectos, soperiori-
dade, qualidades e conowdidades de pre-
os; assim, pois; o Cordeiro Previdente pede
e espero continuar a merecer a aprtcia$5o
do respeitavel publico em geral e d sua
boa frefoezia envparticalar, nao se ates-
tando eia de sua bem cenhaeida mansidl
i baratez. Em dita laja eDtontraro' oa
ipreciador do bom:
Agua divina de E. GorrdfBp.
Dita verdsdeira de Afumry <& iamman.
Dita de Catogne inglesa; americana, fra>*
ceza, todas bs memores ernelsaereditadoa
ftuneantes.
Dita de flor e laranjeiraa.
Dita dos A?W; evofet paratoilet.
Elixir odonlsdgico para conservaco do*
ISS90 da bocea-.
Cosmetiques* superiwqinlMBde e chei-
ros agradveis.
Copos e latasv maiores e> menores, cona-
pomada fina par cabbllct-
Froscos com dAa japones,* transparente
a octras qualidades.
Fines extractes inglezes americanos
franesses-em frais simpl^s--ef!nfertados.
Esceaeiaimperiardo fiii(>agradawsl chei-
ro de violeta.
Outrae concentraos e da- ebetros* igual-
mente- finas e agradveis.
Ole 'pwlocome Tordadeir*
Extneto d'oleo de supestar' qjpilida
com eseeffiidoscheiroa,-em fewcee dsdiffe-
rentestaaaanbos.
Saboaetes em birraa, maierese menores
para mm
Ditos transparentosv redonMe en-figu-
ras de aeainos.
Ditos mnito finos saa caixinia-para barba.
CaixtaH com benito saboratsHmando
fructas.
Ditas- de madeira invernisadacontoa^o fi-
nas perftUBarias, maitty proprwj- para-pre-
tentes.
Ditas de-papel o rjuahnen te ionitas,. tam-
bem deperuinarias-tmas.
Bonicas vasos de natal- co^dos e da
moldes novos eelegames, com i pod arroi
e boneca.
Opiata, ingleza e fcanceza pasa.-dente.
Pos de campbora e outrrs- differente
qualidades tambem para dent&s
Tnico oriental Is Kemp.
Anda nanftaoqnetb.
naoutro sortimento de canjes- da no-
vos e tatitos moldas com file* de vidlbo
s algans d'elles ornados de flores a- fitas
estfr tados expostas i aprec'ntjo da-qnem
os pretenda comprar.
G01UNHAS E WNHOS ORDADCS.
Obras de muitogosto e peifeicao.
F&vellaa e ttta para cinto*.
Bolle e variado-sortimentr de taes objec-
tos, fiaaodo a boa escolba agosto- do com:
pndor.
Na ra do Codorniz n. 8 contina a ter um
grande sortimento de doces em lates e caixoes do
diversos tamanhos, cujo se vende por preco mais
barato de que em outra o nalauer parte.
GAZ I..4Z az
Chegon ao antigo deposito de Hnnrv Forster a
., ra do Imperador, um carregamento de ga
de primeira qualidade; o qnabse vende em partida.-
e a retalho por menos preco do que em outr qua1
quer parte.
COGMC
De superior qualk ade da mui accredit
da fabrica de Biscpiit Dnbouch 4 C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Ingla'terra.
Vende-se em casa de Th. Jnst. rna do
comoiercio n. 32.
No escriptorio dn loanuim 1*m5 GmQalve
Do'trSo. rna do Commejclo n. 17, existe p-ira
vender-se um escravo ^rioulo, mojo, com offlcict
de pedreiro.
Cahmlet Doca t.
&-melhor neste genero, e pwfjilo estado, ven-
de-se. um ; para vnr h.\ cocheira de Itlomaz'Lins,.
isa de Santo Amaro, e tratar n* rua.do Crespo
n. W, loja, das 8 as 11 horas a manAn- o das 3
as vi horas da tarde.
Vmhb do Porto
Vende-se superior vinho b Porto engarrafado :
r escriptorio da Antonio Liiiz de Gliveira Azevedo
&i C. ra da Cru?. n. 57, i andar,__________
Vinho de Encellas
qual dade superior, em qnartos do pq>a,
vende-se em casa de Won Sohsten & C,
ra da Cruz n. 9.
Furiuha de milho
para cangieas. papas, bolos, pao o outros muitos
misteres, aeaa de rhegar algumas barricas desta
excellents fa, inlia, dos Estados-Unidos, e vede-se
no armazem de Tasso Irmaus, no caes.de Apollo.
CADET
CURA
-_______________________________
em TRES DAS
PAR I S
Paria, 36,RaaVivlenne, D*
CHABLEmedccin
aAsmnaaiDADAS desskxu aks, a una
COIS CCTAWU8, ALTPUCQXSDO SANOOm.
OOneurudutmpMffM
krfOM, oiciotm 4 aan
_ju#; wmi, i mtttrtfm
4o intuf.e. IXtrepa vtgeul sen Mrenrio).f
nttivaa reieMH BAItH** llHlimina
tomao-M .lous por uaana. Mfuntfoo trMtanwnl
Dfumtivn i empretadooa< nesau ilnll BU laroM Cilra*a 4M
farro CHABLt an,
(Mdiauaaau^aaifwS
I pwgaoao, riltr*cam
i Miuk. TifMM
nenlt o* fluxo flore branca* as llliwit
Kt injoceao boiga* *mproga-M rom o Xaraao m\
Citracto dt Ferro,
H>oi.rrti*u. Paauda qa ai cara a aro* <
POMADA A*NTIHERPETICA
Contra- Joccom tulantm*
PILULAS VEOETAES DEPURATIVAS
a* CaaMo. Maa (rasco yai aoooaiMiaio V
ta tothow. ^^
DEPURATIF
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.PLUS de
COPA H U
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Diario de Pernambuco Quarta eira 15 de Dez
ezembro
J&. o/*<
de 1869.
7
-

9 ^'
GRANDE ARMAM DE PIANOS, MSICAS E INSTRUMENTOS
ANTONIO JOsf DE AZEVEDO
N. H-RUA NVA-N. 11
Partecipa ao respeitavel publico tiesta cidade o das mais provincias vstahas, que o seu grande e bem acreditado armazem de rislrmnentos para fiftusi
ca, acaba de chegar um grande e ex atendido sortimento de
FIAMOS
O qae ha de mais moderno, de teclado Ixo e raobile, e convtransposicjio ou sem ella, de autores os ma:> acreditados nesta cidaae, como sejam : 08
afamados e bom conhecidos pianos da fabrica do Sr.
AFFONSO BLQNDEL
de Paris, de quem o annuncianto o nico agente nesta cidade, como prova como documento abaixo transcripto e assignado peto dito Sr. Brondil. Estes pianos, fabri-
cados especialmente para o clima desle paz, s30 os nicos que offerecera urna garanta segura de sua duraoao. Elles s3o aqu bastante conhecido:; desde 1844, para tjue
seja necssario insistir sobre sua Supcrioridade. As suas vozes sao maito flautadas e melodiosas. Elles possuem um teclado que se prest a todos os caprichos do
senhores pianistas.
Todas as pessoas que comprarem pianos nesta casa, s3o rogadas a exigirem o'certificado de origem assignado pelo Sr. Blondel, aflm de provar a sua
autencidado do numero de piano com o de certificado
AO PUBLICO
Mr. Alphonse Blondel, fabricante de pianos em PABIS, declara jo respeitavel publico de Pernambuco, que ymko deposito de seus pianos na cidade
do Recife, RA NOVA N. 11, armazem de Antonio-Jos de Azevedo. Oulro sim que tcdos os seus pianos irlo accompanhados'de um certificado de origem assig-
Dado por mim. ^
Paris, 24 de julho de 1869. (Asssignado) Alphonse Blondel. /
O annucian.e tambem troca e aluga pianos. E tem o maior e mate explendido sortimento de novas
MSICAS PARA PIAMOS
As quaes recebe directamente da Europa e do Rio de Janeiro; das acreditadas casas dos Srs. Felippone Tornaghi, Narciso, Arlhur Napole5o & C,
etc. Tambem tem grande sortimento de papel para msica e desenlio ; curdas para lodos instrumentos, ricas gravuras e quadros para ornamentos de salas, oleados para
assoalho de salas, ricos espelhos dourados, quadrados e ovaes, caixinhas de Costura com msicas e sem ella, estojos para viagem, rtlogios com despertador, vidros para
esoelhos de todos os lmannos, tala^arca, laas e agulhas para bordar, e muitos outre s arligos que o respeitavel publico encontrar sempre neste armazem, o qual estar
vberto todos os das at s 9 horas da noite aim das Exmas. familias poderem ir apreciar os seus pianos.
ARMAZEM
EXPOSICAO DE LONDRES
60RA DA CADEIA DO RECIFE60
, PARA ACABAR NESTES DAS
O proprietario deste estabelecimento tendo de partir|muito breve para os Estados Unidos e Europa, faz completa liquidaco nestes dias, para acabar ; como
cortinados para camas e janellas cobertores ingtees linos, calcado de pao, bijoterjas d'ouro de 18, como rt setas de brilhantes, aneis, oculos, lunetas, trancelins etc., apparelhos
de metal do mais fino que ha para almoco, bandejas etc., perfumaras de differerites fabricantes, differentes caixinhas, vasias com epeites muito proprias para presentes, caixas
de msicas, ditas com pertences para costora, ferro de engommar, n3o sendo preciso carvSo nem fogareiro, machinas de delir batatas, ditas para preparar a carne para gui-
sados, ditas para bater ovos e bollos, grande variedade de porcelanas, como, vasos para toilette, apparelhos para mesa etc., diferentes objectos de vidro como seja: lustros e
globos para sales. lanternas para cima de mesa, escarradores etc., uns excellentes cofres de ferro, espelhos de diversos taannos de moldura dourada e preta, molduras
para quadros, ricas caixas para retratos, ditas com cheiros proprias para presentes, mesas de cbar5o, bandejas de dito. Estampas finas para quadros talagarsa
bordada para almofadas dita para tapetes e para deitar vasos em cima da mesa, relogio para cima de mesa, de parede e de ouro-.para algibeira, stereoscopos de diversos
- temarios, cosmorama, lanternas mgicas para diyertimento.era salas,' qnadros com finas figuras de porcelana, ditos com movrnientosfcfiguras. bronseadas para enfeites de mesa,
salva-vidas para se tomar bauhos no mar ou rio. lencos de linhos finos para algibeiras, ricas grvalas de seda, variado sortirne^ da miudezas e brinquedos para criancas
*lc, bengallas, camas de ferro do differerites tamanhos, lavatorios, stereocospos, cosmoiamas etc. etc., quesera patente -ao xopWt.>0!mtGR oulro* -argos qoe se venderlo
Ttiito barato para inteiramente acabar, no armazem EXPOSICO DE LONDRES
mrsmimm
60-RSU !M CAKU 80 RECIFE-60
A VERDADE
o5Ruado Queimado__55
A VERDADE tendo em deposito grande
quantidade de miudezas e perfumaras, e.de-
sejando apurar dinheiro e adquerir boa fre-
gnezia est rssolvida a vender muitissime
barato, ; por essa razo convida ao respei-
tavel publico a vir competentemente muni
do a sor tir-se do bom e barato. Pois quan
do a Verdade apparece, tudo mais des-
apparece....
Grande sortimento de bonecos de cera
massa as mais lindas possiveis vestidas ac
racter.
Abotoaduras moderuas para col
letea....... 320
Espelhos donrados pepnenos. 260
Agulhas de osso psra crox a 200
Pentes para regac com esntas a 320
Ricos globos para candieiro de gaz a l&Ot
Chamins a 32"
Grande sortimento de objetos d
lotic pifa bin^uedo do ttiettino 100
Garfa com tinta a. .... 800
Dita coro agua florida verdadelra a !<
Dita com dita dita a -. o< 0
Frascocomoleo debabosa a JOO e 720
Dito com agua de Colonia a 300 e 500
Garrafa com agua divina a t&iOX1
Frasco com extractos finos a lKXX'
Latpequeas com baria muito
fina a 120 e...... 16(
Sabonetes de diversas quali lades a
80, 160,240e...... 32v
Finas escovas para denles de 120 a 6O0
Lindos coques modernos a. 2#OO0
Pavio8 para gaz, dazia a 240 e 320
Escovas para fado a 800, 600 e 7O0
Ditas para cabello a. .' 500
Pentes para tirar piolho a 160 e. 240
Brincos ae cores, bonitos a 160 e 200
Pecas de tranca de 15a com 8
varas por....... 80
Oleo para machina de costura,
frasco a........ 600
Pennas 'aco finas caixas a 800 e 1$000
Dita d'aco Perry, caixa a. 1(5400
Galo de algodao peca .... 400
Lindos babadinlios e entremeios
peca de500 a...... ($500
Ditos de louca muito fino a 120 e 200
Ditos para calca a 160 e. 240
Caixa com papel amizade a. 700
Ditas com envelopes a. 480
Ditas com obreias a. 40
Caixa com agolbas fundo dourado 280
Ditas de ditas ditas a..... 160"
Thesoura para costura a 240 e 500
Caixa com linha de marca a 280
Linha de cores em novellos (li-
bra) a........ 500
Carreteis de linha Alexandre de 70
at 200. .,,.... 100
Grampos muito finos com pausa-
ros, dazia a...... 2J*)
Cartas portuguezas, duzia a 15400
Ditas francezas a 20200 e 3i000
Papel almaco e de peso, resma a
30400, 30500 e 4&3O0
La mHito fina para bordar, libra 650C
Fita de algodao para deb un de
sapatos, peca a .... 160
Ditas de 13a para debrum de ves-
tido, peca a...... 480
Pentes finos para segurar ca-
bello a....... 320
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 240, 320 e...... 500
Ditos para aparar penna a 100
Rosetas pretas, par a ... 100
Tranca de laa decaracolpeca a 40 e 10C '
Fita de coz peca a 480 e 560
Alfinetes de latao a .... 100
Sapatos de,l3a para crianga a 400 e 800
Gravata de sedas de cores a 200
Calcadeiras a....... 6(
Grande sortimento de rendas das Unas.
Um par de suspensorio de borracha poi
lOOris.Mlf
Xa verdade ra do Queiiiiado
O. 55.
A 3^000.
Cha vodUVffidHIdC^CJn^ M llJt, -a
' "'" par-:
dooi eavallos, con arreios. i)s prcieodonk-s po-
dem v-Jo na ra do HoypWo (fllcina do 8r. (-
raldo, ewrieiro, e iiatar coc Vicente Ferreira da
Costa: ra delliacliiwlci.
Cal de Lisboa
chegada no ultimo navio, (cm para vendar Joa-
quim Jos God^alves Bulrao, no sen friptifio
rna do Commrrr.io n. 17.
Vcnde-se nina tatorna propria para princi-
piante por ler pouco futidos : a tratar uarua do
Cotorello n. %> ou ra do Sebo u. o4.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio no dia 7 do eorrente mor de novem-
bro, a cscrava Joa<|aina, rrioula, de idade 40an-
nos, er preta, baixa e cli-i* do corpe, tem fi-.a
orelha rasgada no lugar do brinco, nuia uecjue-
ua cicatriz n testa a um lado, doos denles na
frente abertos'quc parece falta de' tim, mas nao :
esta escrava so ocenpava em carrejar agua no pa-
'tco do Tergo, ou lavando roupa petos eoqueiros
junto a ra Imperial, e por esles lugares que
ella costuma andar. Boga-se aos Srs. capilaes de
campo a aprehensao de-ta escrava e a levar a
rna do Queimado u. 39 lerceiro andar ou a praca
do Corpo Sanio n. 17 prinK.-iro andar, que serio
bem recompensados.
Gratifica-se.

Anda eal fgido o Jbt-Cul, escravo da pada-
ria allemSa da ra do Lima, cm Santo Amaro,
milito conhecido por ter vendido pao de leite a ler
o braco esquerdo corlsdo, crioulo, 38 annoj de
idade e muilas vezes cobre o defeito do brap> com
um panno qualquer, toma cachaca e-falla bastante.
Protesta-s contra iiuem o fiver oni sou pod a pessoa que o quefra capturar ser recompen-
sada.
Grande liquidado de fazendas baratissimas
para acabar, cujas fazendas sao as que
foram'dos Sis. Costa c* Castro, que em
dezembro do anuo prximo passado pe-
gavam fogo rna dn Crespo.
'.Una Xova n. 8.
E-'lao se vendendo para liquidar grande quan-
tidade de fazendas -baratissimas o proprias para a
festa. como sejam, pe$as do chita larga em porfelte
estado com 34 envados a "OtKI, pre^lias m li-
dos padroes a 300 rs. o covado, eambraiaa trance-
zas-de muito bonitos padroes a 300 rs. para aca-
bar, pegas de fina camhraia victoria em perfeto
e-tado a o$, ooOO e -j, ditas transparentes a 43,
lengos de linho para rap a 3o00 a duzia, cami
?as francezas a l'ii)0 cada tuna, o outras limitas
fazendas que menciona las seria enfadonli.i. Apro-
veitem a pechincha que at tabbado acabase com
tudo por todo o prego.
Cabriolet americano.
Vende-se um cabriolet americano de duas ro-
das sobre correias, proprio para lugar de omita
arca : os pretendenles podem ve-lo na cochera
da ra do Imperador n. 15.
Da-se 50^000 de gratifica-
cflo
Fugio no da-29 do prximo passado mez a es-
crava de nome Rertoleza, idade 23 annos, ponco
mais on menos, corpaida, cabello-; carapinh is.
peruas grossas, ps seceos, dedos dos ps e dr.-
niaos compridos, seio pequeo, beicos grosso-,
bocea regular, anda omito ligerro. bem tallante,
levou ve tido calieeo de labyrintho e saiatan,be:r.,
ambos brancos, tem um sigual de um antraz na
nuca, do lado dircit > ou esquerdo : roga-c, por-
lanto, as autoridades politices c capilaes de cam-
po a apprelicnsao la me.-ma, e leva-la ao Reme-,
dio, casa do abaiso assignado.
_________Antonio Meneiles C)ideiro do Gusraao.
Fugio ha dias do mez praximo passado,
engenho Pomo da Cal, os doos eferavo<, Vraaf,
preto cnoulo, iiiade 40 annos, penco m^is .: :.i -
nos, de estatura regular, leu^barba scrraJc, des-
eonfia-se andar por Goiann.i, visto ler idj do un-
genbo Jacar ; e liaymnndn. cabra, idade 2) an-
uos, pouco mais ou menos, htm bonita figura e
falla femenina : quem os pegar e leva-Ios ao en-
genho cima, ser bem recompensado.
Fugio no dia 8 do crrente mez de dezem-
liro do 869, do engenho d'iqji, freguezia da Es-
cada, o escravo Paulo, catira, de lado iO annos.
altura e corpo regalare*. bnrbaiH cabellos rara-
pinhos, peitos e |rnns bem cabellnrlos, ,'jra c-m
marcas de bexigos, tem marca de chicote pelas
costas com parencias de quemadoras, vestido com
calca de brin> pardo, camisa de madapoln, cha-
peo do palha de carnauba, fui escravo do 'adre
l.oz, nnrador n-is Afopailos. tendo o DkWDq es-
cravo mnllKT e lilhos Dfse layar ; paga-se tOO I
de gratificaijao a quem o prender e leva-lo ao dito
engenho, ou na rtu do Cabag n. II a^ Sr. I^ran-
cisco Antonio de tirito.
Fugio no dia 10 do corrate mez, do engenlu
Regala, fregneria da V'ar ea, e uscravo de nom.
Joioj de nacfi-i Angola, haixo, corpo regular, fal-
lante, p'sap.illiotaiiiis. dedos (Jos posabertos, mSos
e bracos.grossos. tundo um delles um defeiii, lem
um carolo em urna das canellas proveniente d
upia ferida, denles alvos, cabellos earapMu s e ja
pintando, tcirto tw centro da cabe<;a unta i \
decoroa : rogn-eo as autoridades poiiciaes e ra-
nites de campo a appreheuso do mesino e leva-
o ao dito cngeiilio, quo serio recompoosaoo*.
.Nos priiii'iro.- das do mez do novombro Ju-
pio dosttfe d: 6 Miguel, nos Afogadn, urna mua-
la de nome r'elicidaue, cerpo refraiar, m -
pos, cor palWa, Jignae- debexigas, nariz algo
causa grosso, ralla de dente-, ,i prinieira vista re-
presenta ser forra por ser mal vaidosa, ella vei i
do paijo de (.amaragibe a um snne, pouco mais ou
monos, c disseella qne era innin do uin escfa\ i
dos Srs. Rallar & lveira, Julga'Se estar i ...
aesta praea : a pessoa que a pegir leve-1 n ;il i
cima mencionado, que su.i |eneroiaaiente re-
compensado.
I
)
LISTA GERAL
DOS PREMIOS DA
13.
PARTE DA LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 745, A BENEFICIO DO PATRIMONIO DOS ORPHAOS, EXTRYHTDA EM I4.DE DEZE.VIBUO I5 I89.
. FU CMS. NS. PREMS. NS. PREMS. m. pr EMS. NS. PR EMS. NS. PREMS. NTS. PREMS. Rt. PREMS.
7 a 268 M 547 43 74G 4 975 fc 1210 4 1120 41 1633 43
iO 78 51 57 77 29 32 33
34 80 53 64 81 31 33 42
37 S 5i 67 84 31 41 43
43 85 56 69 1002 37 42 46
40 89 60 74 19 39 13 47
48 92 63 95 Oi 20 - 42 4i 48
49 96 78 800 83 29 52 46 __ 49
02 98 80 4 M 31 54 47 51
C3 303 83 7 37 01 48 32
SC 9 86 8 43 66 50 34
00 _ 10 95 15 i 46 67 53 56
73 __ H 601 25 48 -r- 68 57 . 62
77 _ 22 12 27 53 71 58 71
79 _ 42 13 30 54 76 61 83 202*
87 _ 4i i u 31 68 77 63 88 43
88 ^ i 5 27 33 72 84 70 92
91 u ss 28 35 74 87 72 93
93 u m 33 42 80 -89 73 98
94 83 Gl 34 46 85 82 95" 78 __ 1709
100 11 62 30 49 43 90 96 80 15
9 63 38 51 83 95 98 82 *
18 79 41 58 43 1102 m 99 83 23
19 80 43 63 7 83 1303 7003 87 33
30 81 8 49 69 9 43 12 13 90 43
32 9G 43 SI 71 13 13 1301 51
SO 99 55 74 l.i _ 22 5 51
ti 402 81 57 78 17 23 17 65
01 3 44 60 84 18 ._. 21 20 67
71 7 73 92 24 __ 32 21 74
83 13 - 76 98 27 35 23 79
80 24 78 907 28 _ 37 38 83
88 26 81 9 _ 30 ... 38 iO 83
i>7 27 83 20 _ H _ 39 _ i3 91
98 1001 48 87 22 52 ~~ 41 48 - 95
ao* 43 ;2 8 20 _ 33 _ So _ 52 98
55 89 29 58 60 53 1802
20 06 90 30 76 61 55 3 '
ti 07 201 95 32 77 72 _ 50 8 18
96 rti 69 43 701 34 79 73 . 57 43 20
30 72 12 38 83 89 68 2*
33 84 1 18 40 84 98 74 17
34 92 < 26 43 89 99 _ 73 31
37 JfS6 31 81 50 90 1402 93 32
1 2- 32 41 54 91 4 1G00 40
2 18 3o 60 92 8 15 52
3 i 37 09 95 9 20J 26 53
C8 20 42 70 -1202 10 43 26 : 54'
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8

'" -' '^^....... mi^M .'.............'..... I
POOO VE TTTDG.
CRIME H0RR1VEL Referem es *a-
iis de Madrid que te camanten .ha pon-
eos das tm grande crime m villa de
Uldecoa.
Na madrugad de qaio-eira da semana
passada foi ferida mortalmente eom ires
pj./.w'.- L no peito ama infeliz velha
daqueila povoagao. O aggressor, que for
preso tendo ainda a roupa manchada de
sangue, era o proprio fiiiio da vctima, e
eonsumou.o delicto n'nm momento em que
o pa se achava ausente.
A causa de Uto espantos crime oi ama
qiiestaodemtereseeB.
DESCVHRttAMENTO.No camiaho de
ferro de Delceator (luglaterra) deu-ae lti-
mamente \mb descarrilameolo acompanhado
e circumsmneiaa witraordjnarias. O trem
percarreu claco kilmetros., em que as
oarruagena ae deauniesam. per um campo
tevrado, nao soffrendj) os passageiros senao
o susto que era natura).
MEDICAS.Vai estabelecer-se na Suecia
urna escola de medicina para senbdras que
tmham completado 17 annos.
Nesta escola, as mutheres receberito urna
educaco medica completa. Depois de se
graduara e.de torem obtido o diploma de
douloras, poderao exercer a medicina em
qualquer parte da Soecia.
REFORMA ELE1TORAL NOS ESTADOS
NIDOS.-s-aapi o tea* o Mi de re-
forma elurtural -que fe apresanUdo 'por
wianimidade *or *irte de asm*** do
senado dos Estados-Unidos.
Fica resolvido pelo senado a cmara dos
representantes dos Botados-Unidos, reuni-
dos em cougresse, que as cleices dos
membros do congresso dos Estadas-Unidos
todas as vezes que um estado dea esco-
Iher mais de um representante, cada elei-
lor ter a faculdade de emittir um numero
de votos igual ao numero de representan-
tes que fbram orneados por aquee esta-
do, e de dar todos esses votos a um nico
candidato, ou dividll-os sua vontade por
muilos candidatos. O candidato que ver
obtido maior uumero de votos licara
eleilo.
Erros "ha qnc ainda
s3j velaos, a phreiud;
inculcada advinhacao
feomem pelas pretendidas b
tem na frente.
Diario
**la
de Pernambnco Quarta fera 15 de Pezembro de 1869.
. ,___________ >. _________ >jC1
- Jas
* eJifBi vahas
Brasil ^^
tapara fig.ir*c pw -nstTem -g*nfc nao obstante o cuidado e *tlo-d*i-
na aTtJB,^pe te'agjal ^c.i fcrr- senvolvk -julosostidos aio:a*a trpula-
onallda
m
[naireme. im'*** jpbm inapsw nujt-
0 inventor da phrenologia, GaR, ora wiifttaMtarideai e fcgleza a OWMmmretf;i
iIMjb 0palivpetes i)hs da
Trindado,de^**7d S. ViWllb, ii
Santa Lucia, da Martinica, de Domfnfr, d>
Guadalupe,, deAntigoa, de S. Thoraaz, d
Porto Rico, do S. Domingos od \\#\r
Coba, e terminar em Nova OseS^
ziana. *"'
Diz a E-poca de Madrid, qne cada polen-
e ca coacedeu urna subvengan a companliia
iabio,|e elle prm|imeote^sem*mii
os recente* trabalbos aobro o cerebro.
Comtudo ajesar da autoridad* de sen ta-
lento nao tlou establecer scionticameate
a phrenologia por ser um impossivej, thto
risa ou expermeBtalineote.
Antes de ludo, cumpre noar q existem bossas rigorosamente diras sobr
o craneco. Nao que se esteja uso, poie que
tem parles que occapam urna certa exten-
sio, partes levemente chatas e parte kw-
mente inflesas. Masnio ha alii bostas pe- POBKE B\HiARWA!Segundo dia urna
quenas e numerosas reepondendo das a- folha^ de Madrid, a bailarina hespanhola
culdades qne abi collocam os phrenoto- Moreno foi victima no theatro da Havana
gos. de um grave accidente. Eslava exccutari-
Em segundo lugar, a'mda raesmo qne ,]0 0 i)3|e a jaleo de Jerez, quando, ap-
oI.qit, Kicjqc A ir.-inpn nunri Ollas St!- ni*nyfmfini1n.ea mnltn rli Mrnni n ln-
g53S.
Os umeos navios |me wvegaram juntos
ou em tinta, de una meraB^P>oria,
foramo%amui!i, mflkMVmQm e Mi-
rnmur, cijtstraWas peto ewt systema,
B o RoydFOack Princ* ftonsi* e Cai^t
na, cuja construcro se" aproxima multo a
dos tres igimoiros; estes fados, confir|Mr
le"d53 SofB'JpiWhziram umi va impressp
All-
i'onslruclora.
UM RAPAZ FELIZ.-Ha 15 annos, um
rapaz do phyadhomia meiga e viva, de 12
annos de idade, passava urna noile, no co-
raco do invern, prximo da fonte dos In-
ooecntes, em Paris. O pobre rapaz derra
mava abundantes lagrimas. Interrogado
sobre o motivo do seu pesar pelas pessoas
que o encontravam, respondeu que era or-
;bo, que seupai. ntes de morrer Ine man-
dara ensinar um officio, mas que o seu pa-
trao o linha despedido por fallar a um dos
seus deveres. .
As regaleiras do mercado de Pars, todas
mulheres de bom coraco, acercaram-se do
rapaz, deram Me de comer e abiram urna
subsc i|co em todos os mercados, a qual
teve um bom resultado, e com o seu pro-
ducto compraram-lbe um enxoval. O rapaz
ficou sendo o cupido da praga e urna veltja
qae vendia herva recebeu-o em casa como
iiilio adoptivo.
0 comportamento do rapaz, o seu bom
natural, a sua gentileza adquiram-lbe a
auYiro da nova e numerosa familia de qbem
era protegido. Foi to lerno o amor que
liie dedicarair. que llie mandaram dar a edu-
caco conveniente.
Aqs 11 anoos assentou prara e parti
para Argelia.
A sua mi adoptiva recebeu por muito
tempo as cutas que llie escrevia. A ulii
raa annunciava que. partir para a Ciua.
Era enlo sargenlo-mr.
111 um anno que a boa da regateira nao
tinlia noticias delle, e audava apaixonada
por nao tornar a ver o lho adoptivo, quan-
do ha dias appareceu na praca do mercado
um mancebo envergando o brilhante uni-
ounc de tenente. Caminh u direito para
1 na, abragou-a pelo pescoco, e de-
pois de recebar os cumprimentos de todos
fez a exposicio -de todas as suas aventuras.
Sudo atacado por urna febre, recolliera-se
ao hospital, c convalescente viera passar a
Taris alguns mezes de licenga.
Escusado dizer que o joven oflicial gas-
ta os das a passear pelos mercados, e que
as regateiras o rodeiam e o felicitarn cons-
tantemente.
A PHRENOLOGIA.P'um jornal estran-
cciro aproveimmofl as seguintes curiosissi-
mas observacros acerca da phrenolo-
gia.
existissem bossas no crneo, nunca ellas se
rim a reproduccJo das pretendidas bossas
cerebraes. O interior do crneo pode, em
rigor, considerar-se como o moWe do cere-
bro, mas o exterior que por modo ae-
nhum a reprodoccad de interior.
Em terceiro lugar, nao ha bossas no ce-
rebro. Quera quer tem visto cerebros de
boi ou carneh-o, e ahi notado eircumvaln-
gbes, sinuosidades mais ou meos nume-
rosas, semelhantes no mesmo animal, va-
riaveis de urna para ootra especie. Ora o
cerebro do homem nao difiere do dos ani-
maes senao pela forma do ensamble, pelo
numero das sinuosidades, e profundidade
dos sulcos. .
Nunca em qualquer delles se descolmo
coasa parecida com bossas.
Filiaremos agora dasexperienoias. Quan
do morreu Cali, diz Fleurens, o muzeo de
historia natural comprou a sui eoftecc3o.
Ora, nessa colleccSo avultau*tres porgues de
crneos attribuidos a tres individuos difi-
ranlesa um rauaico, e esta pors3o revela
o org5o da rausica ; a nraa baronera que se
suicidara n'um accesso de monomaoia triste,
e esta porg3o revela o orgo da ciroums-
pecc3o; a um negociante tornado louco
d'amor, e esta porg3o aecusa ianabem. o or-
gao d'amor.
Leuret, o sabio anatmico, teve um da
a idea 'examinar aquellas tres porcss de
cabega, e achou que ellas nao eram mais
que tres poredet d'uma mesma cabega \ Oa-
tro fado narrado pelo mesmo auctor.
Gall quiz visitar Bictre.que servia entao
de pris3o provisoria aos malfeitoros j con-
demnados.
Gall comraunica a sua resolug3o a Pariset
e este acceita-a. Fixa-se dia, e chegado
que foi, Pariset pegou em doze daquelles
scelerados e manda-os vestir d'enfermeiros.
AppareceGall, e Pariset aprsenla llie os
pretendidos enfermeiros para seren exa-
minados. Gall tacteia-lhes o crneo e, linde
o exame declara muito positivamente que
elles nada tem de particular. Depois de
almogarem Gall convida Pariset a exami-
nal-os por seu turno. O exame est feito,
Ihe responde este; os horneas que acabaes
de examinar sao pricisamenle os scelerados
que desejaveis ver.
pro^fmnndb-se mttto di rampa, as hl
zes incondiaram-Uie o vestido, vendo-so
envolvida pelas chamaras, n'um ins-
tante.
Ainia que llie prestaram immod'lata-
mente os socorros precisos, a infeli 0-
cou to horrvelmente queimida que no
dia segrale renda a alma a Detis.
AMOROSO OU LOUCO ?Refere o Si-
cie, dk.ParU, que na estago policial da
ra Alarmes daquella capital se apresen ton
as 4 horas da madrugada de um dos das
pasados um nuncebo do 13 annos, vesti-
do de collegial.
Chamo-me Mauric'o V...,dwse elle
acabo de commetter um grande crim1);
queiram conduzir-mi a presenil do com
missario de polica.
Os agentes policiaes julgaram que o man-
cebo" gracejava, esto insisti na revclaco, e
as nove horas coailuzii'am-no ao comraissa-
riado geral. Cheg;ido all dedarou que era
aldrano externo do umcollegio, c que hab
tava eom seus paes.
Na mesma casa destes resida com sua
familia urna joven de 16 annos, Celestina,
da qual se tinha captivado. Celestina e a
sua femfla m'idaram de casa ha seis mo-
zes, e Mauricio ignorava qual era a sua re-
sidencia, o qae, disse elle. Ihe causava um
profundo pesar. Um dos dias passados,
passeiando no bosque de Bolonba, encontrou
alli Celestina e sua m3i, nao as perdeu de
vista, seguio-as c descubri a sua residen-
cia.
Mauricio toma mfermages, esabe l-
timamente que Cetesima est s em sua
casa; sobe, bate a porta, ella vera abrir,
e penetra com elle no saliio.
Segundo a confisso de Mauricio, hou-
ve urna secna das mais sentimentaes e dra-
mticas : o mancebo quera que a joven
' dos ho/e'JhU-
^lenM Entre os n ivios tvpjs que compreliende
a esquaBT do enjio. cbanlaranva alinelo
o fncae o HRicirtm agnifleos fiavios
de eomtate qae, podem pela sea oH*osa
artilharia e anas qunMdades maritimas, dsr
mui bons resultados em urna luta individual
roas que nao jiareca psaariaa-para ae-aa-
trera era luiha.
J era ISlii "Se dha fpte o alinifSutado
procurava, prlmciro qfto tudo, a vafiedade
da fnn, e uue so sacrillcava a unidade. e
as consecuencias desto systenw fionhece-
raal-se lio eampalflia (Je inatrueflo da se-
teaibff) altBno.
O Hirtranlado preocupase vhamente
com este as*uraplo, e traoalha na milllica-
c3o dos amigos regularmentos da lctica na-
val, com a esparanga de remediar os delei-
tes que se notaram.
NAUFRAGIOS.0 temporal qae fez de
sarvorar a nossa corveta Estephanht, cau-
sn tambera graves prejuizos a mait-H air-
eos e peda total de varios outro*.
U.t dospaclio telegraphico recebido na
rcpartic-'S d'uma graml: companhia de se-
guros em Paris, pirticipa os seguintes nau-
fragios : -
O Parikem. vio inglez e Eva, ital'iaVio,
perdido? em Hiaia.
O Cauninc Kfn. encamado no cabo Mo-
railln.
O Prado, hespanhol, arribado a Malaga
deraastreada.
. O Harietta e o Denx Anges entradas com
avarias ao g ilpho de aples.
O Andrea, navio francez, quebrado dian-
te de C*rmage.'i*.
O Leith, ingles, perdido em Alicaate.
O Toncredi e o Eat, ilaliano-, eom dee-
tino para Rosario, eacalliados no golpho de
Valencia.
Cre-se que as trtpnterTjes on pirte dellas
se tenliam salvado.
O MAR E A SUA PHOSPHORESCENCIA.
Na sesso da academia das sciencias de
Paris de 2 de outabro lea-se urna memo-
ria dff Emilio Dchemin que contem cu-
riosos promenores sobre as causas da pbos-
phorescencia do mar.
Segundo Duchemin, o pheGomeno nao
. J ._______ %< nniiiitil1l'l observages a ste rospeito, tomn Be al-
gumaagua do mar, deilou-a era vastos ro-
cipteMes na paia, as ooaaaioes asa que a
pheaomeao pasada qoerer-se preduxlr. A
agua filtrou-sp.: a pliosphorecearia n5o se
raamfestoa. Orna medusa, porem, oposi-
tada em um dos recipientes, toroou a su-
perficie do liquido filtrado luminosa. Este
enelto era simplesmenle flevMo; cem de-
pois se verificou, presenga dos infuso-
rios que .a meduza trouxera comsigo.
M. Ducbmin menciona ainda a singular
eriipr,3o que parece prflduzirem na pclle
os infusorios pbosphorcscentes. Esles pe-
quenlnos entes, desenliados pelo aamr, s3o
armados de urna tromba microscpica que
opera poreecglo na palle.
A maior parte das pessoas que se
banham e qne tem a pella lina e delicada,
aptesentam assim signaes de exanthema
qoasi como se tivessem sido picadas por
ortigas.
PRINCIPE CARLOS NA ROMANANo
dia 15 de outdbro teve lagar em Neuwied,
na Prassia rhenaaa, a ceremonia do casa-
mento do principe Carlos da Rortiania
com a princesa Eliabetli de Wied.
A rainha da Prussia, a gfan-duqaeza de
Bade, a princeza Guilliermina de Bade, o
conde e a condessa de Flandres, todos os
membros da familia de Wied, bem como
ootros muitos principes das casas reinantes
da Allemanha, assistirant a esta ceremonia
O imperador Napoleao fez-sc representar
n'esta solemnidade pelo conde de Mos-
burgo, sen ministro plenipotenciario e o
imperador da Russia pelo sen ministro
plenipotenciario baro de Oubril.
A noile iliouve um grande banquete no
qmsl tomaram parte mais de cento e vinte,
pessoas, que compunham o sequilo dos
diversos principes, assim como as deputa-
g3es enviadas por muitas cidades para
cumprimentar os augustos noivos.
Os enviados do imperador dos france-
ses e do imperador da Rcssia, o nuncio do
papa e o agente da' Romana receberam
por essa occasio a gran-cruz da ordem
dos Hohenzollern.
No dia segointe, 16, a mnnicipaiidade
den um grande baile em honra dis au-
gustos noivos.
ge o eaminaw ;amrua a'unu laverua ...
adeos beenca 1 O daaViro ficou todo i*
ato do tovn,c.r
A' noute a panlrardasa-
briagado, al WMmUS^Mtm^
e commeiBi fousa o aemaip do coslume. s
-_ exrlaiaa ella noinais ac-
cezo de tiroteio da pfravra m noservc9 '
senao para beber ; devias cnforcar-la ;
que srnigo m furias se t enl'oicasses I
Aii! sim ? Pois vou fazer-te a voota-
#e #espoQde o bomem tranquil lamente.
E, pronunciando estas breves palavras,
sabio.
Tres horas depois enconlravam-n'o-
morto no quintal da sua casa. Tinha se-
guido pontaalmente o conselho da mullier ;
enforcou-se I
COMMODORO STLWART.Falleceu no
lia 9 do crrante em New-York, o commo-
doro Slewart, da raarinha dos Estados-Uui-
dos. Tinha 93 annos, .
O commodoro Slewart era talvcz o ofli-
cial de marinha mais idoso dos dous cooti-
mentes. Nascido a 28 d; julho de 1776,
entrou no servigo da armada como 2o te-
nente em margo de 1798. .
Distinguiu-se na guerra da America con-
tra a Inglaterra em 18I e 1813 a bordo
da Constituico do seu co normando, e ca-
plurou dous navios inglezes, o Cysm o o
Levante feito marilimo que Ihe valleu os
agradecim9ntos do congresso. Reformado
em 1857, foi nomeado w anno de 1858
director dos arsenaes martimos de Pliila
delpliia tendo as honras de fleg oflkcr (chefe
de esquadra).
CABO SUBMARINO. O Diario oficial
do imperio francez publica um decreto pro-
mulgando o convenio celebrado em 16 de
rnao de I8( entre a Franca, Brasil, re-
publica do Haity, Italia e Portugal para
o estabelecimeote de urna linha telegra-
phica entre o continente curopeu e a Am-
rica.
Esta linha a que O italiano Pedro Al-
l.nioBalestrini so comprometi a cstabele
cer e sustentar; partir de Lisboa e Crdiz
para eslender-se do confioeqte europeu a"
Cabo de S. Vicente, pausar p.'lo lioral di
Marro-:os, illia da Madeira e Canarias; ti-
car em S. Luiz, Goreia e Cabo Verde ate
o Cabo de S. Roque.
Ihe fizesse juramento de ser sua mulber, e devido, como opinara mudos naturalistas
Celestina respmdia-He nicamente com ou phisicos ao estado elctrico^ das aguas,
gargalliadas. Entilo Mauricio, exasperado,
pegou n'um pirana!, due entorrou at ao ca-
bo na garganta de Celestina, que cabio quasi
mora no ch3o.
Mauricio fogio, Iwrroiieado, do theatro
da sua mal vades, e depois de ter corrido
toda anoute pelas mas de Paris como um
louo, resolver entregar-se as autoridades
e com este fim eutrou oa estaoaa oV' polica
da ra de Viarmos.
Na occasio em qae ia indicar a casa on-
de tinb i cframettido o crkne e a de 8f*s
paes, exelamou':
Oh! n3o; no quero deshonrar
minlia familia ; demais tenbo eu j reve-
lado.
Depois disto nao foi possivel obter de Mau-
ricio miH esclarecimenlos.
O Sick; diz que o infeliz foi encerrado
na casa de *detengao e que o comraissa-
ri de polica eslava- procedendo a mi-
nuciosas indagacoes para saber se Mau-
ricio disso a verdade ou so um insen-
sato. '
FOLHETIiW
OS CASACAS PRET AS
ROMANCE
por.
Paulo Fval
Segunda parte
TRE* PAT.4H
XXXII
Danaar-se-ha.
(Continuaco do n. 28o)
tomou
Foi o Sr. Lecoq quem primeiro
do novo a palavra.
Nao sou dos que desprezam impensa-
damente a idea de queim3ros miolos.disse.
Quando se est at ao gargallo o afna*! de
contas nao podemos contar muito coranos-
i o, cerlo qne nina baila tempo pode
arranjar tudo a contento... Mas em todo
o caso, asneira.
As ultimas palavras forara pronunciadas
com solemnidade.
A cabega do barSo peudia-lhe para o
peito.
Ama sua mulher ? perguntou Lecoq
com rmpante,
A desgraga sensibillsa extraordimriamen-
te os coragoes dos mofraos. Schwartz di-
rigi para a baroneza orna vista d'olbos
supplicante c timida. Poz as m3os e res-
pondeu :
Amo-a com tedas as veras do roen
coraglo.
Era a verdad*, absolutamente a ver-
da le.
Saseu marido se visa* obrteado a
expatrir-se, lornou o Sr. Lecoq dirigiodo-
AS ESQUADRAS INGLEZAS.As duas
esquadras inglezas, compostas de navios
blindados, que saliiram em setembro u'ti-
mo de Gibraltar, para fazerem eaeimaws e
evolugoes, sob o commando lord d almirantado, j concluirn! a raa
campanlia, teado-se redigido a Memoria so-
bre es resultados olT^recidos, a qual ha de
ser lomniiiicada ao parlamento. Diz-se
na Memoria qae os doze navios couragados
que foi'iifhvam a esquadra do ensaio, re-
presentara oilo typos differentes em tone-
lageni, construego, armamento e raa-
cbina.
Re-oHoj que nao baria unidade na es-
qua lia navegando era conjuncto ; falta cop>
sideravel, que n'um cmbale naval y
produzir ura incalculavel dessastre. A>
grandes evoluges forain mal executadas
se a Julia, fallo do marido que est pre-
sente, acorapanhava o ?
Acompanbava, replicn a bironca
cora exppessb Qrme!
Aquella palavra fez erguer a cabega
Tres Patas, que parecen despertar d.; urna
somnolencia. A pressai das mSos afast-
ra-llie para ambos os lados da lestaa con-
fusa massa dos c bellos. Realidadeou ca-
prjeboso effeito de lur., porque o candieiro
o alumiava de revez, n'aquee in-tante o
rosto d'elle pareca dotado de regular e
varonil bailesa.
Tinha os olhos cravados ern Julia, que
Ihe fica va fronteira, e cujas raaos langavam
justamente para traz o.veo. As palpebras
pistancjaram-liie, como se fulgor demasiado
vivo as ferira de sbito.
Era ella ncnmparavelinente forraosa..
AqQella frontf de italiana, pura.e nebro
como um marmore, esta va circumdada por
urna aureola de grave Ir steza.
J nao por mira que a Giovanna
me acompanlia, bem o seu disso choroso
o bar5o Schwartz. por sua fillia.
Ella n3o responden. Esbogou-se-lbe.
porm, nos labios explendido sorriso, que
traduzia bem a amarga aUribulajjSo i a-
quelle animo.
e Ihe arregoaram as faoes
soltou surdo es-
E duas lagrimas acerbas se Ihe escapa-
ra m dos olhos
mimosas.
A garganta do alejado
tertor.
O Sr. Lecoq esfragou as mos repenti-
n .mente como quem t'irn algum idea boa.
Ora nao foi sem trabamo, disse ; mas
parece-me que finalmente estamos todos
de accordo.
E como as vistas dos dous consortes .o
iulorrogavam, accrescentou ;
' Estamos no domingo ; proponho que
estabeksggm a partida para quarla-feira.
To cedo 1 balbuciou o banqueiro.
Quero que o futuro de meu filbo
fique slidamente garantido,, estipuloa a
oaroneza.
O bar3o tornou :
Tenho immensos recursos. Niiojp
fiz mal. Antes de chegar semeltiante
extremo...
Vamos, nterropipeu Lepq com re-
signagao. preciso euto recomegar : abi
vai de novo e, reiterando, o resumo da sua
situago: caso de bigamia, qae aminlia
pode ser notorio, isto eommum aos dous
Do lado da senuora baroneza, tfeze annos
a decorrer para completar a prese ipgo da
Por sua filha, repeli o Sr. L'coqjsentenga do tribunal real de Caen. Da
Justo... mas tarabem ura poucochinho
por si.
A vista que ella llie langou obrigou-o
abaixar os olhos.
Se n'outro tempo se houvera trotadi
de subir ao cadafalso, pronunciou lentamen-
te e baiainbo, mas com esse acento que
separa cada syUaba melhor que o faria um
suspiro, eslava prompta, posso Jura-lo,
para parecer com Andr. Merec, portanto,
ser insultada pelo senhor, porque fui co-
barde r.. cobarde idea di priso, mais
erne! que a propria morte, cobarda contra
o pensamento-do vivar corrida de vergo-
parto do senhor barJo, vejamos. Vamos 1
cagada dos indicios? Ao menos caga nao
ha de tallar. Tenho visto casos em que
os indicios... Ora, aSnal -de conla* que
mais hava do que indicios ntra o Andc
Miynotte. Cootemos pelos dedos: pre-
senga do Sr. Joo Bautista Schwartz em
Caito, na noute de 14 de junho de 1828 ;
mratira impinfida pelo dito ao ou.vido do
sea homonymo a cemmissario de polica ;
somma receDida na azinhaga ; partida oa
mienia carroaaem, que a mulher do rao
Maynolte, genW creatu a, e, se drales
crdito decislO qo tribunm, deve ter le-
vado no bolso os qoatrocenlos mil franeos
da atmospheni e pres-mca de detnctos
orgnicos, mas a myriadas de infusorios
de genero noctiluca nUliari* que apresen-
tam simples vista a apparencia de ovinbas
de peixe.
(Joanto raais so agita a agua do mar,
raais esles auimalculos se irritam e tornam
phosphorescentes. Com urna garrafa de
agua de mar tomada quando as vagas
esto em fugo, pde-se, depois, agilando-a
reproduzir o phenomeiio da phospores-
cencia. Se so melle a garrafa em agua
quente a 39, os effeitos laminosos aug-
mentara de intensidade. Se se continuaba
elevar a temperatura, o aaimalculo morre
a 41.
A phosphorescenca na"o sobrevive mor
te do infusorio e n3o pode ser regenerada.
Os animlculos sapportara o fro pro-
duzido vjlta da garrafa por meio do
chlorydrato d'ammoniaco e do nitrato de
potassa. O esfriamento parece sobrexci-
tar os phenomenos luminosos, como a
elevaco da temperatura ou a agitaco do
liquido. D'aqui conclue Duchemin que o
mar pode mostrar-se phospliorescente du-
rante os maiores frios.
Os infusorios espalham um clarSo muilo
brilhante quindo se ajunta agua de mar
um acido ou aleool ; mas a phosphores-
eencia d-sapparece quando se lauca -agua
doce na de mar..
O animlculo, subtrahido durante alguns
dias luz, mesmo durante quinze das,
conserva ainda depois d'este lapso de tempo
a sua faculdade phospliorescente.
A electricidade opera viwmmtfl sobre
estes pequeninos entes o augmenta-Ibes a
luz.
O autor pergnnta a si m 'smo porque
sii guiar mecalraismo este mundosiaho de
iiraumeraveis seres apparece assim 4e
repente superficie, para lornarem o mar
phospliorescente. Qaerendo lazeralguraas
do banjoeiro Bancel; casamento subse-
quente d'aquelle cavameiro cora esta dama.
Dote do cavalheiro dama de quatrocentos
mil francos. A soram redmdrah e
boniti... nao acham ?
Aqui, Lecoqinlerrorapeu-se subitamente,
porque o barSo Schwartz sorria paluda e
framente. Atacavanwi'o por um lado em
que a consciencia d'ellj nao era vulneravel.
Oh I oh I sollou o Sry Lecoq. tempo,
dinheiro I erramos o caminbo. Nao as-
sim que cumpre fallar um espertaio
da soa fef$.] l'aga de conla que. nada disse,
e prosegua : do lado da senhor birSo,
nada! estou no seu modo de ver. Nao
a luz io.dia mais pra que o fundo -do seu
corago. Onde diabo tiivha caacachiino-
nia? Oque pana que a|U a on-
dessa Corona e ayielle raagraSojPpiaillard-
bois, sera contar comigo, e se%fe nao d-
rem ouvidos, tero de catar-rae por forga.
A accasa,go no tribunal era quinto aos mi-
litos cae por si mesma, e os indicios
sao pieguicas. E fespeito do coronel, o
qne me dizem ? Xarabem nada vale :
entao cada qual obrgado a sbar que os
Casacas Prelas nao sScrahi un? entes phan-
tasticos.e que o chefe dos C sacas Pce-
ta.s ?... Deixemo-uos dfio ; em tal ciso
n3o havla ouem Bsasee negocios Qual-
quer banqueiro pie administraros fun-
dos de dualoaer ladrlo.sqm que n'issq baja
sombra de delicto ou de crime. O djnhei-
ro, assim como no teiq chero, lambem
n3o tam marca ; mas... mas... mas--
Calloo-ae, depois d'aqi|3lla palavra, pro-
nanciaditres veses e coaa inflex&as de voz
dififrentes, e continuou, langa oda a, vista
prumo sobre o bario Schwartz 1
Ms ahi temos a jastiga raattida nos
seus negocias; nSo das coates mais
chistosa, nSo acha, Joo Biptista t Sabe
outros ? porque s3o os primos. O
cao ora Ipbo abortivo. Certa folaoo,
APPARELHO TIL.Fez-so experiencia
em Paris de um apparelho imprtame de-
vido aos alumnos da escola polytecbinica.
Depois da invencao da lampada de Da-
vis, que alumia mal e n3o evita as exploses
o governo inglez estabeelceu um premio
importante para quem inventasse urna lam-
pada sem contacto como o ar exterior.
Em consequencia d'esta ouerta imaginou-se
a lampada de oxigenio, mas tem o incon-
veniente de que nao pode arder debaixo
do agua, se nao se Ihe enva o gaz neces-
sario para a combusto por meio de bom-
bas que precisam de quatro homens para
as fazer manobrar.
Hoje a difilculdade est resolvida : a no-
va lampada nao carece de b raiba : tm
em si o gas. Tal c. o apparelho cuja ex-
periencia acaba de fazer-se em presenca de
muitos alumnos da escola poiytechinca de
Paris, dos membros do instilulo, de diver-
sos sabios e dos redactores dos peridi-
cos.
Um mergulhador desceu ao leito do Sena
levando a lampada accesa, a cuja luz cscre-
veu no fundo do ro com um diamante sobre
um crystal, a data e hora da experiencia :
passados 45 minutos veio ao lume de agua
com a lampada aiada accesa.
Esta descoberta de grando importancia.
J no haver exptoses as rain? ; j
podem faier-se no fundo dos ros ou dos
mares todas as investigagoes c todos os
trabaihos qne se desejem.
Os inventores d'este apparelho chamam-
se Lanle e Denoyel.
SEGUIO A RISCA O CONSELHO.
Refere a Patne um suicidio occorrdo na
raa de Montreuil, em Paris, com cr-
rainsUncias muito singulares.
Um cultivador de 45 annos desejava ha
muito tempo possuir urna licenca de #ac_a.
mas linha ao raesmo tempo graude .paixo
pelo vinho, e qnando consegua econoBlisar
dezoito ou vinte tustoes. destinados ao casto
da jisenga, aconteca que esta ou outras
sommas iam sumir-se sempre na gavea de
quSlqaer taverneiro.
Este jigo de econorflWar e do b?bor de-
pois o valor da economa durava j ha dous
annos, e n3o bavia pr-lhc remedio as ad-
moestagoes da mulher do beberro.
ltimamente este achou-se senhor da
somma nec:ssarit para obter a licenga de
caca e ei-lo que parmBBatisfailissimo cm di-
recgo da prefeitura.
POfiRE LOUCA. Hi dias, o commis-
sario de polica do bairrode Sait-Grmiiul
l'Aoxerfois, de Pars, foi procurado por
uma senhora elegantemente vestida e 8
maneiras distintas, que depois de Ihe ter
pedido desculpa do incoiumodo que Ihe cau-
sava, dedarou que tinha envenenado onza
creangas: e qmt querendo por termo sua
criminosa exirteacia.ia entregar-se as raaos
da justiga.
O commissario fez-lhe diversas p rgjntas
e n3o tardou a reconhecer que as suas m-
culdades mentaea estavam desarranjadas.
Os seus discursos, nos qnaes raislurava a
cada instante o nome de Troppman, drala a
conhecer que a sua razo tinha naufragada
na leitura quotidiana das narrag5es relati-
vas ao trgico soccesso de Pantio.
Informacoes totna-J; ultericmente prova-
ram que os monstruosos crlmes ft qte a
infeliz se aecusava eram.chimericos.
Esta senhora, que foi mettida n'um hos-
pital de doudos, nao b a nica victima das
mpressos causadas nos cerebros (races
pela leitura dos crimes de Troppma >, jrais
ainda nao ha muito lempo que i iferimos
um outro caso dealienacao mental proveci-
ente da mesma causa.
CONSTITUICO HBSPANHOLA. Diz a
Correspondencia de Ilespanha qae est es -
posta n'uma das lojas deoumes de Madrid
a caxa de prata onde ha de ser encerrado
o livro da constitugo de 18(39.
Diz aquella folha qao, pondos do parte
a elegancia do conjuncto d'aquclla obra de
arle, ainda ica qne admirar na perfVigao
com que esto representados os escudo de
todas as provincias de Ilespanha. Esta obra
coroada por um grupo allegorico, no qual
dous l6es sustentam om escudo rodeado
de bandeiras cornadas de lo ro, onde sol:
Constituico democrtica da nacab hespanho-
la de 1869.
negociante sem negocio, calculador no ar,
sommador dos lucros alh ios, guarda-livros
de entre- portas, professor de diabruras
que se nao atreve ou nao pode executar,
reDatedor infeliz, oazei liro honorario tra
paceiro da roleta comraercial, alimentado
deinveja e de le, afflicto con os miloojs
que nao lera, queixando-se da lenidale das
leis e das injusticas da sorle, fructo secco
da escola qie prepara para ascommindi-
ta-, lobo dos caes da usura e eai dos lo-
bos, esse fulano ira-lo d'olho e nao o per-
d de vista. O senlior tamtjam 6 a presa
por elle cobigada-. pobre. Amara tam-
bera o vicio que se paga e o amor que pro-
duz. O estoicismo d'elle mentido eu
{breado. O sauhor causoulhe febres, lio
pungitiva foi para a miserial' d'elle a sua
prosperidade. Peguera no amigo, e enlre-
guem Ih'o s m5os, pretexto de qqaes
quer invesligagd, que vero as unhas
crescerem-lhe para Ihe esgravalar as car-
nes. Sabe dosobrr o mal que existe e
crear o mal qae se nao fe. hbil,
odiento, perspicaz ; poeta, tem as horas
de inspirago esperezas qae nem mesmo u
senhor era papaz de suspeitar, o senhor que
to arlt no genero, e prosta-lh'as ge-
nerosamente. Atra-se-lhe com ancia como
o sabujo cclha da ragSo ; oque n3o de
vra, babuja-o. E muita gente, pode acre-
ditar, gente placida qte nao conhece ao
seflh.Of nem da agua nem do sal, applaude
com pes e raaos a bachanal, porque os so-
nhores n5o s3o eslimados ; nSo s3o esti-
mados os ricaces, Joo Biptisla. Dsaflo-o
que me contradiga.
O bario tinha a vista xa e a testa en-
xarcada.
Ossenhores n3o sao estimados, pro-
seguiq o Sr. Lecoq, cuja vos incisiva e sec
ca cada palavra arrancava urna lasca como
a ancho- do carpinteiro. Os pequeos olham
lescofifUdos para os soasares, pasmando
de que possam de bragas crusados |a-
HYGIENE.O celebre dreftnor saxaio
Bock recommenda qne se cultrvem vegetaes
em todas as salas do eschola. As "plantas,
absorvendoo acido carbnico espalhado por
grande nnmero de alumnos, forneccr-lhes-
hia em troca a qnantidade de ovigenio nc-
cessaria para constituir uma boa atmos-
phera.
Ai plantas que se poderiam cultivar com
mais proveito as salas de escola s > a hera,
o gommeiro, o phillodrendo, as diflereoles
especies da palmeira, etc.
. ABDUL-AZZIS. -\ Ura telegramma de
Constanlinopla annuncia que o sullo. acei-
tando os consclhos do sea grao-visir e dos
principaesmagnatas da sua corte, renunciou
definitivamente a viagem a Suez, e que se
suspenderam inmediatamente todos os pre-
parativos que se tnliam feito para essa via-
gem.
Diz-se que o snlllo tenciona cumplir um
voto que fez ao sentar-se no thron e que.
na prxima primavera ir em peri-prinago
a Meca, passando pelo canal de Suez. O
actual sultn, na sua qualdade de principe
dos crentes, objecto de grande veneracjt
entre os musulmanos, e a peregrinaco
augmentar indubilavelmente o prestigio re-
ligioso que inherente ao seu. poder secu-
lar. Abdnl-Azzis tem protegido muito as
cidades santas turcas c principahnedt-' a
provincia em que Mafcma passon a maior
parte da sua vida e pregn a sua dootrna,
e gosa porconsegunto de grande veiiiiago
entre os habitantes da Arabia.
PRINCIPE DE APLES. O fillio do
principe Humberto e da princeza M rgari
da, que recentemenle vio a luz do da na
clade de aples.j foi baplisado e rece-
beu os nomos de Vctor Manos-I Fernando.
Diz-se quo receber o titulo de prinripe
de aples.
nhar to loucos salarios ; os gmades i n-
pacientam-se por divisarem t i part > d js
seus hombros es as cabjecas mal acepilaa-
das. Os tmidos arreceiam-sa parq i os
senhores desafiara e provocara as paisoea
ruins, como as insolentes Buhas de dinheiro
qee escarne^em dos famintqs per dU
das vidragas dos cambistas; os fortes des-
'prezara-os, porque as saclas .ra-nt'ialas
para nada grande llies servem. ; O ouru,
para os senhores, maniacos da avareaa,
nao senao uua meio de ganhar iur... II.i
ul, qu-j. .enfermando d'fessa hvatjari-' diM
aiar,is,arrscounma ultima paradina b ilsa
suando a agauia. A.miseria bavia de araal-
digoi-los^alula qua fossera beuifl'*'ni
A riquesa territorial, a verdadeira nq.ieza.
iodigna-se da bulla escandalosa', que faz
osen ouro. Agento honrada julg.i-os
com uma severidade cega e injusta, porque
os senhores sao talvez soberanamente uteis
afortuna publica ; mas n3o pagam impos-
103, e aquclles quem o imposto. > amaga
aborrecem-nos. Emfia. os proprios pab-
les, completando a unanimidad vi' oinos
^eiliores.concurrentes perigosos, sup,'rio-
res, so pretore, e conjervam-les a asea
rncorosa dos officaes do mesmo u..-.io.
Assim, Sr. baro Schwartz, salvo cu Le-
coq, que tenho as minhas razoes para sus-
tentado em corto pe, e que Ihe nao oceulto
este motivo interesseiro, Paris ratero ba
de alegrar-se na prxima quinta f emprego o termo adeqaado, ha ce alegrar-
se e ha de applaudir, qnando souber que
foram postes sellos os seus livros c que
o carador flseal meeu.* o furibaodo f-
nho na esplenduroaa manso sbs ar.us
mysterios. Disse. ergora, laca o-que qui-
zer : lavo d'ahi as miabas maos.
fCffwitfr-jwNi/.
...
TIF. i* WAllaSjJBAS C'MtKS I. .
m*'\
h

V
,


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