Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11984


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Full Text
HB
AUNO XLV.
pam a mam i lwabk omt ao *r nu nm.
TOr tres tuezc adianlados.
Por seis dito idem. .
Por orn aono idea. .
Cada numero avulso ,


MOGO
tiSQOO
SttOOO

mu FElfiA 4 DE NOVEMBRO DE 1869.
<>
PABA DKITBO E FURA DA PBOYIHCIA.
flor tn.3 mexes ajuaiiiadoa.
Por se ditos idem. .
Por nov ditos idem .
Por nm anuo.
*





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#
Propriedade de T&mol Rgrura de Varia, & Fflhos.

A
*' tn, *nfaJm& Jwde.(wW, o Ceart; SfoLemos Bra^. noAracaty; WMafia'JofteCairos, noAw*; AnteteMarqoes da Sita, no Ha;
Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Par;
Pereira d'Almeida, era Mamanguane; Antonio Aiexandrfno de LTna fti^yfc; Aotoi "ios GoBesTrVi/la da I%>h7; "Beiarmmo dos Santos Bolcao, em Santo Anta; Domingos Jos"da"Costa Braga,
____________________________________ arela; Francmo Tavares da Costa, em Alagdas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha; e Jos Ri&eiro Gasparinno, no Rio de Janeiro.
PARTE OFFKIAL.
Governo da provincia
xritiMc.tTr. vssiinauj fulo exm. sa Da. manorl
Di) RlWN M\C\U) Piar ::!.(. l. VIJE-l'aRSl-
0N UA PAWlXfiU, EM 7 D" AOJSTO D:i 1869.
1" SOCCO.
N. 167.Partira lae viee-consul dt Hespanha.
Kespoaleaiu ao oico que en 15 Je juih) ul-
tima t sot n. 80, me dirigi o Sr. D. Joi Busoq,
vse-eaasl d.v Hwpaah rust provincia, tenho a
dizar qie ua totura di reculauHito que baixou
-ow o decreto a. ilii de 23 do jan tiro de 1861.
j as ebservacoes ferias pelo inspector da sale
iia sa nfirmacio inclusa p>r opta, encontrar
mesm Sr. viee-cnsul os eselarecmentos que
desoja obter para satisfazer o que exige o seu go
vara e.im referencia ao ni >J > por que feito o
^;rvig sanitario este p >rtf>. Renov ao Sr. vi-
^-c >nsul da Hespanha, os protestos de rainha os-
rai o distincla consideracio.
2* soeco.
N. 163.Portara ;io chafe de polica interino
-Vv> jitiz uinicipal da 1* vara acabo aerecommen-
lir, qu ponh i a dispwieio de T. S. os soutenea-
das desuados ao presidio de Fernando, alim de
tu* para all sigam com a devida segur.inea no
vapor Contri pe da companhia Pernambacan, que
sane a li do corrate ao meio dia,oque Ihe com
minio para os lias < invenientes.
H. 169. Dita ao c >ui nandante superior da
urda nacional dos muoici,
rinriLTeuto por" delibera;
o capitao Francisco Bezerra de Visconcollos Jnior,
foaento Antonio Manoel Pereira Vianna,e os alteres
Manoel Baptisla das Noves e Joai|U Caldeira, das multas qaelhes foram impostas pelo
oMselho administrativo do batalhao n. 26 de in-
fantina da guarda nacional do municipio do (i >-
Ha, assim o eomunnieo a V. S. para sen conhe-
iatento e fins convenientes.
N. 170.Dita ao jaiz municipal da 1* vara des-
ta dadeDevendo seguir para o presidio de
Fernando pelas 12 horas do da l d> corrente, o
vapor Corurtpt da eompanhia- Perna nbucana, po-
nha Vm. a disposir i di Hr. eliefe de polica os
smleacalos que para all tiverem de ir, remet-
laat) a eU pr.;sidencia con a noeessaria anteee-
dencia as respectivas guias para lerem o conveni-
ente destino.
N. 171.Dita ao juiz municipal do municipio
do Bonito.Tendo por deliberacao dcsta data re
Jevadoo capto framisco Beierra lo Vaseoncel-
ios iunier, letento Antonio Manoel Pereira Vianna
osalferes Manoel Bipiista das Nev* e Joaquim
Venando Caldeira, das mullas que Ihe foram im-
Sjstai pelo eonselho administrativo do natalhio n.
S de iafantaria da guarda nacioaal de*se miini-
Wpio, assira o communico a Vine, para seu conhe-
rlmento c lins convenientes.
. 171 D.;liberao. O vice-presidente da
provincia altendendo ao que requererara o capi-
lo Francisco Bezerra de Vasconcellos Jnior, t-
aeaUt Antonio Manoel Pereira Vianna e os alferes
Mainel Baptisla dis Xeves e Joaquim Veaancio
Caldeira, lodos do batalhao n. 26 de infanlaria do
muaieipio do Bonito, resalvo de conformidad com
o disp to no art. 96 d.i decreto 72i de 25 de ou-
tahro de 18-W, rMeva los das multas qne Hies fo-
ram impostas pjlo eonselho administrativo do
raesuio batalhao.
S. 173 Dita. 0 vice-presidenie da provincia
le cmiformidade com a proposla d> cliefe de p >
licia em olli:) n. li'J de .'i do crrante, resolve
qmrtr por conveniencia do servico publico do
(UWga de subdelegado do districto da Malhadinha
tii termo do Limoeiro a Jos Rulino de Miranda.
N. 173. Dita.O vice-preside.ite da provincia
de couformidade vvn a proposta do chefe de poli-
ca, em oficio n. 10 de 16 do mea finJo, re xooerar por conveniencia ao servi&i publico dos
cargos do 1' e 2" supplentes do subdelegado do
lisu-icto de Panellas, do termo de Cmara, Luz
Aff mso Ferreira e Tboinaz Pereim da Cunta.
. 173.Dita.0 vicepresidente da provincia
lica em oficio n. 10U de 1S do me/, findo, resol-
ve nonear para os carsius do 1 e 2o supplentes
do subdelegado do districto te Panadas do tormo
de Garoara os Cidadaos seguales na ordem de s la
cohV.acao: Caolano Jos di Cista Bastosc Manoel
de Souza Pereira da Silva Serodo.
N. 175.Dla.O vico-presdente da provincia
de nonfonnidad) cmi a pruposta do chefe de po-
lieia am oQlcio n. 809 de 3 de juaho ultimo, re-
salva nomoar p ira o lugar vago de 3 supplente
4 delegado do termo de Guanhuns o teneute
Deodato da Coala Torres Palmeira.
3' secQao.
N. 178.Portara ao inspector da thesourara
He fazenda.Transmiti i V. S. para os flns con-
venientes, as inclusas cuntas documentadas da
roceita e despeza da enfermara militar desta ci-
dade, sob admini<|raao do conseibo econmico
do deposito de recVutas, relativas ao mez de jn-
oho ultimo, e bem assim o parecer em duplicata
da junta da sade, que as cxamin >u e eonside-
rou-as conformes e regulares.
N. 179. Dita ao raesmo.Communico a V. S
para sen eonheeiraento e lins convenientes, que
1r deliberad i desta data e em virtude do sua
f.ifiaaco 611 de 27 do mez findo. resolv re-
lavar o capilo Francisco Bezerra de Vasconcellos
3awr, lente Antonio Maooel Pereira Vianna e
os atieres Manuel Baptisla das Naves a Joaquim
Venancio Caldeira, das multas que Ihe foram im-
postas pete eonielho administrativo do batalhao n.
6 de. iafantaria da guarda nacional do muaieipio
do Bonito.
N. 180.Dita ao inspector da thesourara pro-
vincial.Om a inclusa copia da deliberacao desta
data pela qnal resolvi abrir nm novo crdito sup-
ptementar ai importancia de 2:360*397, p.ira a
jtuitipiiacao da despeza decretada pelo 5 31 da le
do orcamento do exorccio cm liqnidacao de 1868
1869, respaudo aa offlcio que V. S. me dirigi
nontem, sob n. 439.
N. 181.Dita ao mesura Dovolvendo a V. S. a
canta em duplicata que veio annexa ao seu ouieio
de Upntenn, sob r*. 461, na importancia de 1752: ,
relativa a despeza feila com o forneeimento de
iur o agoa para o qnartel do destacamento de
guardas naeionaes existentes na eidade da Naza-
reth.a can ar de abril juaho dete anuo, tonho
a dlaar em resposta aa citado offlcio que dessa
qnaalia mande pagar, de conPmnidade com o pa-
recer da cmtadoria dessa thesourara, smente a
4a l#835, em qne importa aquella despeza.
K. 18j.Dita ao mesmoDeconformidadoeom
a-lnformne0 V. *. de 3 do eorrenle, sob n. 43i,
aeaJo de reromoiendar ao enfenheiro ffcal da
.illuminaci publica desta cidado que faga collocar
na travessa oe Joao Fernandes Vieira quatro am-
pees qne pele art. 22 da le n. 891 de 23 de junho
desle atmi faram coneeddos para aqaella traves-
sa, que Ihe eommunico para scu conhecimentoe
fins eeavenientes.
N. XLDita ao mesmo.Annuindo ao que so-
HaHen o director peral da mstnrco publica em
oMcte de 4 do corrente, sob n. 235, recommendo a
V. S. qne em vi-ta dn incluso documento mande
paiar a ouanla de 304000, proveniente de uan re-
l*fSede pared* fornefido par Jofio Francisca Ti -
linn M"> am dn eseam- unMtea> e nsraeci.
d Hnawuiltuda do
n. 1,133, mande V. S. lquilar e pagar a Joao Tei-
xcira da Rocha a despeza i it i durante o semestre
de Janeiro junho deste anho, com o (ornecimento
de luz o agua para o quariel do destacamento de
guar.las nacionaes existente na illa do Li-
moeiro.
N. 183.Deliberacao. O vice-presidente da
provincia tomando ein consideradlo o que expoz o
inspector da thesouraria provincial em offlcio de
honlem, sob n..439, resolve abrir am crdito sup-
plemeniar na importancia de 2 3604597, para a
cnntinuaco da despeza dwretida pelo f art. 31
da le do orcamento do exercicio era liqnidacao de
1868 a 1869, visto ter sido insuffleieates os crdi-
tos concedidos ao mencionado paragrapho, como
se v" da demotistraco qua veio anuesa ao citado
offlcio.
4* seceao.
N. 187.Portara ao desembargador provedor
da Santa Casa de MisericordiaPelo offlcio ana
V. Exc. me dirigi em 3 do corrento, sob n. 2,043,
iquei inteirado de acharem-se de mez nos diver-
sos estabelecimentos a cargo dessa Santi Casa os
mor domos mencionados no seu citado offlcio.
N. 188.Dita ao engenheiro fiscal da illumna-
50 publica desta eidade.Em vista da informa-
cao ministra la pela thesourara provincial em 3
do corrente, sob n. 451, recommendo a Vmc. que
faca colloear na travessa de Joao Fernandes Viei-
ra os quatro lampeos qne pelo art. 22 da lei n.
891 de 23 de junho deste anno foram concedidos
para allurainacao daquella travessa.
X. 189.Dita ao chafe interino das obras pn-
ripjos di IJ.UJU) e Ca-lblicas, jiscal da illurainacao ajaz.Providencie
festa g&Wtntm ^We". TMrra qno os fabos da inaminaflte do qortef
do deposito ospecial de instruccao Rao deixera es-
capar miior qnanlidade de gaz do que o necessa-
no, om prejuizo dos cofres pblicos, cntendendo-
se para esso flm com a respectiva companha para
que esta expeca nesse sentido ordem com a maier
urgencia.
N. 190.Dita ao mesmo.Providencie Vmc.
para que os bicos dos candielros da illuminacao a
traz do quariel do deposito dos recrutas na SiAeda-
de sejam quanto antes coacerlatlos, entendendo->e
para esse nm com a respectiva companhia.
N. 191.Dita ao gerento da companhia Per-
nnmbncana.Concedo a autorisacao que pedio
Vmc. em offlcio dasta data para faier seguir para
o presidio de Fernando, era viagem extraordina-
ria, no da 12 di corrente, ao meio dia, o vapor
Coruiipe, certo de que licam nesse sentido expedi-
da* as convenientes ordens.
N. 10.Deliberacao. 0 vice-presidente da
provincia tendo a vista a informacao ministrada
em 3 do corrente pelo Dr. director gcral interino
da instruccao publica, acerca do que requereu o
professor de instruccao primaria Jacintho Eleidoro
Alves Cavalcante, determina qne a cadera da
Cruz de Almas, que por esle regida, continu a
funecionar no lugar em que se acha, e se denomi-
ne d'ora em diante do Encanamento, como dispie
o arl. 2* da lei provincial n. 903 de 23 de junho
do corrente anno. Apostilando-se neste sentido o
titulo do mesmo professor.
EXPEDIENTE ASSIG.NADO PELO SR. Dll. JOAQUIM COR
REA OE AR.WJO, SECRETARIO DO G0VERX0 EM 7 DK
AGOSTO DE 1869.
! seceso.
N. 193.031co ao Exm. Sr. general eomraan-
dante das armas.O Exm. Sr. vice-itresidente da
Srovincia, manda daoiarar que acab >u do provi-
enciar para que .eja com urgencia, reparados os
tunos da illuminacao do quariel do deposito espe-
cial de nstruccio'como V. Exc. solcitou em offl-
cio n. 453 de 3 deste mez.
N. 19i.Dilo ao mesmo.0 Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia, manda declarar a V. Exc.
que acaba do providenciar para que sejam com
urgencia, concertados os bcos dos candeiros da
illuminacao a gaz do quariel da Soledade, com V.
Exc, solcitou em offlcio n. 438 desta data.
N. 195.Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. vec-prosidnte da provincia, declaro a V.
Exc. era resposta ao seu offlcio de 6 do corrente,
sob n. 437, q e ne-ta data sa mandou satisfazer o
p dido do commandante do deposito de recnas, o
qual veio annexo ao seu citado offlcio.
N. 196.Dito ao mnsmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. vice-presidente da provincia, coinmunco a
V. Exc. para os lins convenientes que a 12 do cor-
rente ao meio dia, seguir para o presidio de Fer-
nando o vapor Corunpe, a bordo do qual devem
estar com a precisa antecedencia os presos e car-
ga para all destinados.
rf. 197. Dito ao mesmi.S. Exc. o Sr. vice
presidente da provincia manda declarar a V. Exc,
que por despacho desta data, conceden 15 das de
praso para provar isencao legal ao recruta de no-
mo Francisco Borges das Chagas.
N. 198Dito ao director do arseaal de guerra.
De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia, e para os fias convenientes, communico a
V. S. que a 12 do corrente ao meio dia seguir
para o presidio de Fernando o vapor da compa-
nhia PernambucanaCorunpe, a borlo do qud de-
ven estar com a necessaria antecedencia a res-
pectiva carga e passageiros.
2* seceao.
N. 199.Offlcio ao Dr. chefe de polica interino.
O Exm. Sr. vice-presidente da provincia mana
transinittir a V. S. o titulo junto de nomeacao do
tenente Doodato da Costa Torres Palmeira, para o
cargo do 3o supplente do delegado de Garanhuns,
de contormidade com a sua proposla em offlcio n.
809 de 3 de junho findo.
N. 200.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia manda tran-mitlir a V. S. os
ttulos juntos de nomeacao dos 1 e 2 supplentes
do subdelegado do districto de Panellas, do term >
de Caruar, de conformidade com a proposta de
V. S. era offlcio n. 1044 de 16 do mez findo
N. 201.Dito ao mesmoO Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S., que
por deliberacao desta data fui exonerado de con-
formidade com a sua proposta em offlcio n. I152
de 5 do corrente. Jos Kiuloo do Miranda do cargo
de subdelegado do districto de Malhadinha do ter-
mo do Limoeiro.
N. 201Dito ao mesmoO Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. em
resposta ao seu offic de 5 do corrente, sob n.
1153, quoathesouraria provincial leui ordem para
pagar a Joao Teixeira da Rocha a iyiantia de....
47,3288, constante do citad i offlo.
N. 203.Dito ao commandanle superior interi-
no da guarda nacioaal do municipio dn liecife.
O Exm. Sr. vico-presidente da provincia manda
commuoiear a V. S. para os fins convenientes, qne
pelas 12horas do dia 12di corrente, seguir para
o presida) de Fernando o vapor Corunpe da com-
panhia Pernambucana, a bordo do qual devem es-
tar com a precisa antecedencia a carga o passa-
geiros, que para all tiverom de ir.
N. 20i.Dito ao subdelegado sarmiente era
exercicio no 4o districto da povoacao de Gravar.
Em additamento ao raeu offlcio de 29 de jnlho
ultimo, declaro a V. S. de ordem do Exm. Sr. vice-
presidente d provincia, que, segundo consta de
particpacao do inspector da thesouraria de fa-
zenda, datada de lumtera e sob n. 340, por falta
de crdito, deixou da ser paga ao tenente Pedro
Paulo dos Santos a importancia do aluguel da casa,
que serve de deposito aos recrutas nessa povoa-
cao, a a que s retare o seu offlcio do 1 do citado
mez de juibo.
3 seceao.
N. 205.Offlcio a* inspector da thesouraria de
fabada.O Eam. Sr. vice-presdmuo da provincia
manda cMDtnanicar a V. S. para os flns eonvani-
entes, qua-e.apor, CormVp da cotnpiphia, Per-
auriado sexo
B*afinhft.
!f. 184.Bita aa mesmo.Rm vista da contt
Mtftn> daoHcata ttue me- ronjette* o chefe de
fomw ieicrlno oawomVria de 5i do, correle, sob
uambucana, seguir para o presidio do Femando
no dia 12 do corrente, e deve receber a respectiva
carga com a necessaria antecedencia.
4* seceao.
N. 206.Offiis ab director geral da ins|ruc5ao
publica.S. Exc. o Sr. vicepresidente da provin-
cia rospoodendo ao seu offlcio de 4 do crranle,
sob n. 233, manda declarar a V S, quo a.thesou-
rara provincial ten ordem para pagar a.quantia
de 30^000, proveniente do relosrio de que trata o
citado offlcio.
EXPROIENRE ASSIfiXDO PEI.O KXM. SR. DRj MANOEL
DO NlSCIME.NTO MACHADO P0RTF.LLA, VJCE-PRKSI-
DENTE DA -PROVl-VCIA EM 9 DE AGOSTO DE 1869.
1* seccao.
N. 210.Portara ao Exm. Sr. generat;comraan-
dante das armas.Pode V. Exc. fazer sjguir para
a corte hoja, no vapor Cruzeiro do Sm/^os recru-
tas constantes da retacan qae veio anneka ao seu
offlcio da honlem datado, sob n 461, minos os de
nomes Candido Mareira de Araujo, Manoel Jos
Themoteo Gomes. Manorjl LourenOo Pmharo, Fran
cisco Borges do Mello o Francisco Borges das Cha-
gas, visto que teem requerimentos pendentes de
deciso final desta presidencia.
N. 211.Dita ao mesmo.Por parte do capitao
do Porto Ihe ser apresentado o recruta Francisco
Valeriano do Reg, aRm de ser alistado no axcr-
cilo, se for jolgado apto.
N. 212.Dita ao mesmo.Mande V. Exc. apre-
sentar ao Dr. chefe de polica interino, alim de Ibes
dar o conveniente destino aos recrutas Joaquim
Franklin de Sant'Annae Jos Rulino do Naseiirien
te, visto terem sido pulgadas incapazas o^ervi
do exereite; como se \afdo termo do
que veio annexo ao eu offlcio de 7 do crreme
sob n. 460.
N. 213.Dita ao inspector do arsenal de man-
nha.Commnnico a V. S. para seu eonheeiraento
e hns convenientes, qua segundo consta de parti-
cipacao da secretaria de estado dos negocios da
mannha de 15 de julho ultimo, tora por decreto
de 9 daquelle mez demitlido do lugar de palrio-
mr desse arsenal Antalo Joaquim dos Santos, e
nomeado para o substituir Camillo de Lelis Fon-
seca.
N. 214.Dita ao capitao do porto.Pode V. S.
mandar seguir para a corte uo vapor Cruzeiro Sul, para o que li'-a expedida a convenionte or-
dem aos agentes da compamNia brasileira de pa-
3uetes, os o recrutas de nomos Joao Francisco
os Siitos, Cypriano Jos da Silva, Franklin Ma-
rinho de Slqueira e Manoel Joi da Silva, viste
tetera sido jtilgados capaz para o servico da ar-
mada, devendo V. S. remetter ao eommandante j
das armas o de nomo Francisco Valeriano do Ho- i
sario, alim de ser aproveitado para o 'x.orcilo.
N. 213. Deliberacao. 0 vice-president da
rrovlncla, attendend ao que requereu Manoel
Joaquim de Oliveira. resdve conccder-lhe licen
ca para ir ao presidio de Fernando de XoronhH
no vapor da coiO|>anhia Pera imbu tana, levandi
eoinsigo os generes constantes da relacio junta,
as: ignada pelo secretario do tovorno, o pode i-
do, porm, effictmr.ojdesembarque dos referidis
gneros, sein que por "parto do eommandante do
mes no presidio so proceda a exa ne, alim de se
verificar se ha agurdente ou oulra qualquer be-
bida espirituosa.
2.* seceao.
!f. 517: Portttia ao chele de paHeia mlofrno.
Por parte do comraandanto das armas Iho swo |
aoresenlados os dotis recrutas Joaquim Franklin
de Santa Anna e Jos Rufino do Naseimento, que
f Tara julgados incapazes para o servico do excr-
cito, alim deque V. S. Ibes de o destino que jul-
gar conveniente.
3." seceo.
N. 220Portara ao enzeoheiro Raphael Ar-
chanjo Galvao Filho.Mande Vmc. receber na se-
cretara desta presidencia ende deixar.i recibo,
para Icr o conveniente destino um caixote vnd i
pelo vapor Pirana, e que Ihe remotlido pela
im pecgo geral das obras publicas da corte, c m-
tendo s ob|octos moncioaados na relacao por co-
pia inclusa.
N. 221.Dita aos agentes da companhia brasi-
leira de paquetes a vapor.Podem Vmcs. fazer
seguir pira os portes do sul e norle, os vapores
Cruzeiro do Sul e Paran, boje, a hora indicada
em seus offlcios de honlem datados.
.N. 222. Dita aos mesmos. Os Sis. agentes d
campnnhia brasileira de paquetes mandem dar
transporte para a corte, por cunta do ministerio
da guerra, no vapor Cruzeiro do Sul, aos recrutas
Henrique Jos de Santa Anna e Vctor Jos Rery.
.\. 223.Dita aos mesmos.Os Srs. ag-mtes da
companhia brasileira de paquetes, mandem dar
transporte para a corte por coma do ministerio da
mtrinha no vapor Cruzeiro do Sul aos recrutas
Cypriano Jos da Silva, Joao Francisco dos San -
tos, Franklin Marinho de Souza, Pedro Paulo da
Silva o Manoel Jos da Silva.
N. 224. Deliberacao. 0 vice-qresidente da
provincia, atlendendo" ao que requereu Antonio
Jos Rodrigues de Souza, thesoureiro das loteras
desta provincia, resolve conceder-lhe dous mezes
de licenea para rao Rio de Janeiro, deixando em
sen luzar o sb sua responsabilidade seu irmo
Jos Rodrigues do Souza.
EXPEDIENTE ASSIGNAD0 PLLO SR. DR. JOAQUIM COR-
RE \ DE AnAJO.SBCRETARIO DO GOVgRKO, EM 9 DE
AGOSTO DE 1869.
1." seceao.
N. 225.Offlcio ao Exm/ Sr. general eomman-
dante ds armas.S. Exc. o Sr. vice-presidente
da provincii manda declarar a V. Exe. para sen
conhecimento que por despacho desta dala conce-
deu 13 das de praso/ao reernta Francisco Borges
de Mello, para provar isencao legal.
2." seceao.
N. 26. Offlcio ao bacharol Francisco de Car-
valho Soares Brando, juiz deorphao do Recito.
0 Exm. Sr. vce-pi esidente da provne, manda
acensar o recebimento do offlcio de V. 8. de 4 do
Brrente, em que communicon ter nessa data en-
trado no goso da lcenca de quinte diaa que por
deliberacao dessa data Ihe foi concedida.
N. 227.Offlcio ao inspector da maaoararia de
fazenda.O Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia, manda devolver a V. S. competentemente des-
pachados, os dons inclusos requerimentos de Joao
da Cu nha Magalhes, e Jos Leao de Mello, a que
se referara as suas informacoes de 3 o 4 do eor-
renle, sob ns. 630 e 536.
N. 228Dito, ao mesmo.O Exm. Sr. vice-
presidente da pro rie, manda comnUMtear a
V. S. para seu conheetmento e flns conv.mientes,
que segundo a officto do jaw de nrptfos desta ca-
pitel baehartd Fraartseo do CatvalhVSoari s Bran-
' do, nesta data entrou elle o goso da licenea de
15 das que Ihe foi concedida por deliberacao des-
ta data.
Manoel Mara Cesar de Mello.Informe o Sr
Dr. director geral da instruccao publica.
Manoel Antonio Rodrigues"Concedo.
Manoel do Carme do Naseimento.O rerperi-
menlo que o supplicanto aliado, f i indeferido
em 15 de maio do corrente anno.
Repatrio da policial.
2* seceao.Secretaria da polica de Pernambo-
co, 2 de noverabro de 1869.
N. 1S68.Illra e Exm. Sr.Levo ao conheci-
mento de V. Exe. qne, segundo consta das parli-
cipaedes recebidas n'esta reparlicao, foram re-
codados a casa de detencao, os segnintes indi-
viduos :
No dia 30 do mez prximo findo, ordem do
subdelegado do Recite, Anlouio, escravo de Anto-
nio Braga, por fgido.
_ A' ordem do de S. Jos, Luiza Mara da Concei-
cao, por dmbriagdez; e Lucrecia, escrava de Ma-
ra da Costa, por disturbios.
No dia 31, ordem do subdelegado do Recife,
Lourenca Maria da Conceicio, >r disturbios ; e
Joao, escravo de Targno Ernesto Pereira, a re-
querimiento d'esta.
A' ordem de de S. Jos, Henrique da Costa, por
desorden!.
A ordem do da Roa-vi-ia. Anna Rita Maria da
Coneeicao, por crime de lerimenfa ; Antonio Pe-
reira da Silva, por embriaguez e insultos ; e Tho-
maz Pereira dos Anjos, para recruta.
No dia Io do corrento, ordem do subdelegado
de S. Jos, Ignacio Antonio dos Santos, por in-
A ordem do da Boa-vista, Luciana Pereira dos
Santos, por insultos.
A' ordem do dos Afogados, Pedro Celestino Be-
zerra, por disturbios e embriaguez.
Deas guardo a V. ExcIilm. e Exia Sr. Dr.
Manoel do Naseimento Machado PortM, vice-
presidente da provincia.O chefe do polica
Francisco de Assis Oliveira Mattel.
la Jaapm
IntePrJa-
2* seccao.Secretaria da polica de Prnambu-
co, 3' de'iDVMtnbro do 1869.
N. 1572.lllm. e Exm. Sr. Levo ao eonheei-
raento Me V. Exc. que, segundo consta das parti-
cpacoes recebidas n'esta repartieao, foram hootem
recolhidos a casa de detencao os segrales hhv-
duos:
A' ordem do subdelegado do S. Jos, Antonio
de Almeida Gonealves Branro, por offensas physi-
cas ; Antonio, escravo de Be'.armiiio Alves Ar-
cha, como indiciado om crime de furto.
A" ontem do dos Afogad .-, Pedro, escravo do
Dr. Serpa Brandan, por fgido.
Poroflicio datado de 31 do mez prximo findo,
communicou-mc o delegado de polica do termo de
Iptduea, que entre as 11 c as 12 horas da.ma-
nbaa daqactte dia, estando o m.ichinista
Vita! de Mena Graca, all residente, e A
cintilo, contra-meslre da randieo de C. Starr. a
examinar a machina a vapor do engenho Salgado,
proprietario doJJenlo Jos Ramos deOliveira. ou-
vio-sc de repente nm grande estampillo, motivado
pela explosao de urna caldeira e do desabamento
de grande parte do edificio, em que funecionava a
mesma machina.
Forsm encontrados cm oenlullio feilo pelos des-
fa^i-^aa-cAdaseres, aamjil<-Umejila dasfigurados,
dol dVins feridos machiiii-t >< e do oftlcial dtreara-
pina Claudino Jos de Alboqucrquo ; gravemente
feridos, Anua, escrava do mesmo propnetirio, o
Francisco do 10 anuos de dado, que acabara de-
expirar : Jol) Francisca dos Santos e Jos dos
Sontos, iiorrivelmente queimades, o este com o
braco esquerd fracturado. Gesmino Augusto da
Costa, com urna grave eontusao na cabera, Jos
C iperlinode Albuquerqne com a clavicula do lado
itucito fraelurada ; e levemente ofTendidos ; o su-
pradito proprietario, sua muther e urna escrava de
ii>me Saloma, que cstavam. um poueo afastados
do edificio.
Anda nao era condecida a causa de tao desas-
troso' e lamenlavel acontecimento, apaar dos es-
tera )s, qne se tem empreg.ido para descnbri-la.
Por offlcio da mesma data pavticipou-mo o l>c.
subdelegado do primeiro di-ti icto da (regosla da
B ia-vsla, que as 8 horas da manliaa d'aquello
mesmo dia, no lugar Campo-Verde, emeonse-
quenciade urna alierac que se eslabelecra en-
tre Anna Rite Maria da Coneeicao e Ro-alina
Gaudencia da Silva, ferira aquella a esta eom um
caivete, fazendo urna solacio de continudade no
baixo ventredo ladodircito, como foi verificado no
auto de corpo de delicio que so procedan.
A offensora, que foi presa em flagrante, la sor
processada.
Em offlcio de hontem datado, pariicipou-me o
subdelegado da Capunga, que, pelas 9 horas do
manha do mesmo dia, fui lirado do rio Capiba-
ribe, dofronte do caes da Ponte de Uchoa, o cada-
ver de Francisco de Oliveira Mondes, branco. com
idade de 32 annos, casado, natural d*esta provin-
cia, morador na ra da Guia, freguezia de 8. Frei
Peila Gonealves, e qu tendo-sc procedido a
competente vestoria, verificou-se ter sido a morte
proveniente de asphyxia por submersao ; assim
como que, das infonaqoes que Ihe foram dadas,
vise que esse individuo fallecer as 5 horas da
tardo do dia anterior, por occasio de banhar-se
no mesmo rio, em frente do Poco da Panella.
eus guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel do Naseimento Machado Portella, vice-
presidente da provincia. O chefe de polica,
Erancisco d'Assis Oliveira Maciel.
progrossos, assim como os nossos poucos indus-
triaos nao se mimrao do demonstrar que acmn-
panhara e procurara mesmo ultrapassar os avll-
eos da velba Europa.
E, como quer qufc, sem a ingerencia do governo
nos negocios d'essa monta, el les na possam ca-
minhar entre nos desembaraijadamente, nao so-
por falta de tao til quo necessaria iniciativa
particular, como tambem pela dcffldenca das
transacces dos nossos agricultores e adustriaes,
insistimos em que tome- o governo si a tarefa de
organisar os productos que devem ser reinettidos
para Londres, o d'esse modo procure fazer repre-
sentar o Brasil entre as iroQoes que lomarein parte
n'esse grando tomeio de 1870.
Nenhuma naci tem mais necessidade que o
Brasil do se faze'r conhecer na Europa; e o melhor
meio que,se Ihe oflerece esse de exhibir provas
maleriaes de sua futura grandeza, que so acha de-
pendente da oxplorncao das immensas riquezas,
que, alta de bracos, vivera oceultas no seio do
seu grandioso territorio.
A iinmigracad expon tanca sera duvida aquca
que mais convra ao Brasil, o o melhor incentivo
para aUrahi-la e fazer conhcido o territorio bra-
sleiro, sua uberdade e condiccoes climatricas e
de vida social.
As exposie^es internacionaes teem a graudo
vantagem de pr em immediata rclaciio todos os
povos, e por essa forma facilitar os cstudos com-
parativos sobre ellos; e por certo nin^uem nega-
r que d'esso estado comparativo pode e deve
sempre resultar ao Brasil algum accrescimo de
j importaia poliaa e econmica, o 4'aUi a couse-.
quencia logic do deseavoiviuiento de-suas rique-
zas pela fcil conquista paeihaa de bracos, que ar-
ranquera-as de seu ubrrimo seio c lancera-as no
turbilho das transaccoes de toda a ordem que
formara a vida internacional dos povos.
Es a carta do Sr. Corfleld, para a qual chama-
mos a aUenco do governo e dos nossos agricul-
tores e industriaos:
Consulado Britannico de Pernambuco, 29 de ou-
tubro de 1869.
lllms. Srs.Com relacao minha carta de 2 de
agosto prximo passado, chamando a sua attenco
ao plano da Exposieo de Artistas Industriaos em
Londres no anno vindouro, tentio a honra de Ibes
informar que. so nenhum objecto de trabalho pe-
rito podo ser remeltido d'aqai para aquella Exjio-
sico, commissao est prompta para admittir
provas do praduclos do agricultura do um carc-
ter que nao seja f.iril de perecer, como vinho, al-
godo, madeira, arroz etc. ele, outros productos
para manufacturar com parlieularidade as amos-
tras de novos maleriaes.
Tcnlio a honra de ser etc. ele. Srs. redactores
do Diario de Pcruambuoo.
Richard Corpeld
Cnsul interino d S. M. Britannica.
PERNAffiBUCO.
REVISTA DIARIA.
asphixia por submersao, quanao ene tomara baaha
no dia anterior s 3 horas da tarde.
LEIL.-VO.Conforme est annuncmdo dev atoja
ter Itrgar o- Icil.io de livros por rotervencio jo
agento Pinte no sobrado da rna do Lnuorador
n. 29.
IIIMADADE ACADMICA. A irtr.tndadj da
Sen hora do Bom Conselho elegeu, para juiza da
e-tividade do amio de 1870, a Exma. Sra. Baro-
neza de Utinga.
No dia 31 do passado termina ratra oo cor-
rente anno, ns missas que esta irmandade manda-
va celebrar nos dias santificados.
AN1MAES SOLT.Moradores da piroaea do
Monteiro se nos queixam do abusivo costume, afir
ntroihKido ha algum lempo, de se criarea-O por-
cos, cabras e carneirus, sollos as mas da pavea-
cao, invadindo s casas e os sitios, c dostrando
quanto podem apanltar. Chamamos para issoa at-
teno do Sr. fiscal respectivo.
CLUB R.V01CA1..A conferencia que de*iaer
lugar no dia 26 do mez paseado, o da qual ara
orador o Dr. Leonardo de Almeida, ser domingo,
no salo do Club Peni unliucano, as 4 lioraa da
tarde, viste como por iiu-oiumodo de sade, sao
pode ser narpieile da. Entrada para todos.
PROTESTOS BF, LETTRAS.O escrivao des
protestes, Jos Mariao-j, c-t de semana roa de
Santo Amaro n. 20.
LOTERA.A quo se acha venda, fctfl>a
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Soledader
do Recito qne corre boje.
SUICIDIO MYS'fERIOSa.-~Lemo8 mJKrnaldo
Hhvre:
Hornera tarde, urna hopa depois de ai;
cer o nosso peridico, espalbou-se pela cid
boato singular.
Tinha-se assassado nm homem com
nhal, na mesma hospedara onde estvera '
mann, o principal autbor do assassiuio de Puatu,
o Hotel de yew-Yorb, na raa Dauphne, n. 42, dti
bairro de S. Francisco. Repelia-se por toda a
parte qne tal suicidio pareca preader-se ao sinis-
tro drama que preocewjta ha muitos dias tedus os
espirito?.
Eis as informacries que podemos obter :
Na qunrla-feira tarde, Trauproann, qo
i'hegra na vespera ao Havre, passeiava na esta-
can do camnho de ferro de um para mitro lado,
como quera esl esperando alguein. Quando ia a
sahir, perguntou ao proprietario da hospedara de
New'-York se sabia de algmna h.ispedaria alema*
O proprietario volv.oi qne se failava aleiniia^o
jcu estahelecimenlo,. e ah o conduzio.
No da seguinte, quinta-feira, pelas novo-ho-
ras da inanlin, sabio Traupmann da hospedaria
de New-York para l nao voltar.
Na mesma manha rhegava l pouco depob
das dez loras o homem qne se suicidou.
Por consagrante; Traupmann e elle nao pode-
raui enconirar-.-c, pplo menos n'aquella hospe-
Jaria
O tal bomein mostrea um passaporte,
teniente visado em Alper, segundo o qual foi in?-
cripto no livro dos viajantes com o nonie de Emi-
ASYLO DE MEXDICIDADE. Por deliberacao i lio Deloney, na idade do vinte o sc;s anuos, awu
da presidencia da provincia, de 29 do passado, '
foram noiuvadot, para este eslabelecimento : ca-
IwilSo, O.Rvm. Antonio de Mello 0 Amnqimrque '.
medico, Dr. Silvio Tarqranio Villas-Boas ; ama-
nuense, Joao Manoel de Siqnera ; raordomo, Cle-
mente Jos Ferreira da Costa ; porteiro, Juo Mu-
noel da Costa Figuelroa.
DIARIO DE PEBMIWBUCO
nscire, 4 de novembro de 1869.
EXPOSICO I.NGLEZA.
Em agoste uliimo oscreveraos algumas pala-
vraa sobro a projectada exposic* artstica, que
deve" ter lugir em Londres, no anno prximo vin-
douro, o dissemos eutao quaes as classes de pro-
ductos admitalos no seio d'essa fe*ta das arlos e
industrias.
Para essa exposicao cliamamos a aUeocin dos
artistas e industrfaes do Brasil, e como meio de
tornar mais fcil a remessa da productos para a
capital ingleza recorremos influencia do goveru i
do nosso paiz.
Dissemos eulio, e repotirao-lo boje, que n'cssas
justas da civilisacai.oudc os vencidaonquistam
sempre seu qumno de glorie, as oagos novas,
como o Brasil, nao devera salariar de compare-
cer, porque com a exhibicao de seus productos
adquiremmaor entrada no mundo, augmentando
o seu comraerclo em teos os ramos-, e eonee-
qaaatemente do ura passo importante no caminho
ipial nao pode haver aug
da aaa coneraia, sem a .,.
N. 229.Dito ao inspector da alfandega.Com pmko da riqueza publica.
o ilueio de V. S. datado de boje, e sob n. 567, re- Em ,1^ da 29 do pissa
cebi o caixo a que ella.se retare, viudo da corte
no vapot Paran, eom aderece ao Exm. Sr. vice-
presidente Ja provincia. Assim flea respondido o
citado offlcio.
DESPACHOS DA ViCK-PRISlDBNCiA DOS DIAS 29 6 30
B&omiafto de 1869
Baeharet Angelo Henriquas da SilvaInforme
o Sr, Dr. iniz de orphas e ausentes do lerrao da
capilaL
beepotdiao Domingues.Expeca-se ordem para
ser o sapplicante apresentado ao Dr. ebefe de po-
lica, como ne- requi i tan.
Maria da Gfona Silveira. Expeea-se ordem na
sentido qpn roaaer a supplicanie
._ passado o Sr. fiorfield, cnsul
de S. M. Britonniea, dirigio-aos urna nova carta,
que abaixo publicamos, na qiiel faz-nos sentir que
seria admtidos na Expusicao ArtiBca Internacio-
| nal os productos agrcolas e' fcil eooaervaca,
a tedas aa onlros maiHifscturavels, coaa especiali-
saco dos novos maleriaes.
taroateslavelinente a resoluci) que teraou a
eraprez* d'essa xpo aaiaos prodnates actma mencionados fot muiteli-
DecaJVjB. paitlcularinehl querida para o Brasil,
onda a gricoUura 6 a orincipal tonto de riqueza
Alairaado aaaim o campa da aatoma,ote so
arijjii eovlota a inteltigencia e a actividad di
paaaa, ere rao* que os nossos SJcHeult'i ni per-
dvtto io. asada oceasao do hzerwa pn*a * JIZO MU.NiaPAL.Por dte de 21 do passado,
foram nomeados suppleiMes do juiz municipal do
termo do Salgaeiro : Romn Pereira Filgueiras
Sampayo, Jos Rufino de Araujo, Antonio de Sara-
payo Filgueiras, Thom Ferreira Machado, Anto-
nio Rufino de Araujo, o Joaquim Manoel de Sam-
payo.
AUTORIDADES POLICJAES.Por ditas de 30
do passado, foram no meados : Severiano Camello
Pessa Cavalcant, delegado do termo de Huique ;.
e Jos Paes de Mello Cavalcant, 1" supplente do
subdelegado do 1" districto do mesmo termo.
FACLLDADE DE DtREITO.Fizeram acto-no
dia 3 do corrente:
i' amo.
Jos Jacintho Borges Diniz, plenamente.
Juvenal Rodrigues Pinheiro, dem.
AJpio Zacharias de Carvalho, idem.
Francisco de Gouva Cuuha Barreto, idem.
Joio Francisco de Arruda Falco Jnior, dem.
Democrito Cavalcant de Alhuquerque, dem.
2 anno.
Porfirio de Suiza Freir, plenamente.
Jos Antonio Mara Cu nha Lima, dem.
Ilildirico Araripe de Faria, dem.
Benigno Mariuho Lins Sicopira, dem.
Joaquim Manoel Vieira de Mello, dem.
Francisco da Silva Ssldanha, idem.
Joo Pedro de S Pereira, idem
Manoel Quntiliano da Silva, idem.
.5 anno.
Alipo Jos da Costa, planamente.
Henrique Alfonso de Miranda Leal, idem.
Manoel Jos Mondes Bastos Jnior, dem.
Felippe de Azevedo Faro Jnior, idein.
Francisco Carvalho do Passo Filho, idoin,
f anno.
Francisco da Silva Madur'eira Freir, plenamente.
Bortencio ^ebastio Peregrino da Silva idem.
Jos Diniz Brrelo, idem.
Manuel de Barros Wanlenloy. idem.
Liberato Villar Barreto Coutinho, idem.
Themoteo Epiphanlo Ferreira Lima, idem.
B? anno.
Joao Antonio Alves Jnior, plenamente.
Jo.- Ildefonso de Souza Ramos, dem.
Rayraundo Braulio Pires Lima, idem.
SEMINARIO DE OLINDA.-0 Rvru, Sr. rctor
acaba de receber mais os seguales bolos para
para as obras do estabeleeimcnto :
Itvm. vgano de Anadia lOOjOOO
Sr. Jos Matheus da Graca Leite 100()00
Subscripto da freguezia da Anadia 213<>00
Urna pobre mulher do Olinda (000
ESCOLA NORMAL. Fizeram hontem exames
os alumnos mestros.
Primeiro anno.
Jos Firmino Rheiro, plenamente.
Miguel Arehanjo da Silva Braga, idem.
Manuel Ferreira Guedes, siinpesmenlp.
BonooiuHosa de Lima Leal, Idom.
Tres reprovados.
Tacceiro anno.
Adolpho Asioipho Lins plenamente.
Augusto Jos Mauricio Wanderley, idem.
BaUbasar Augusto de Olinda Costa idem.
Benjamn Ernesto Pereira da Silva, idem.
Caetano Francisco Duraes, idem.
Antonio de Menezes Cysneiro Bandeira de Mel-
lo, simptesmenle.
Aquilhio de MWlo Carneiro, nlem.
Loorenfo do Moneaos Cysaoiro Bandeira de Mel-
lo, ideaa.
FER1MENTO LEVE.No domingo s 8 horas
da manha, em una alteroacao que. tiveram, no
lugar Campj-Verde, da freguezia da Boa Viste,
Anna Wta Maria da Gmceica' com Rosatina Gan-
denria da Sirca, esta ferio aquella levemente no
toaixu ventre. A oftnsora foi presa.
' CADVER.No dia 2 do carralo toi lirado do
no Capibjribe, no lugar da Capunga, o cadver
de Francisco de Oliveira Mondes, branco de 32 a-
inos de iaaqWaaade, morador aa rna da Guia, da
prolisso, nascido em Saint-Aliier (Mayenna). De-
clarou que vinha da Algeria e que tencionava ir
para a Plata. BHliUlcaiiaiiili, nha temado paa-
sagem no iiaquete Hmttezuma, que parta para
Buenos- A y re*.
Deloney era verd tdelramente do m cara.
Era de estatura elevada, de ordinaria corpotaa-
ca; cara mnito avpnnelhada, olhos maito cia-
zentos, cabellos castenhos bem curtos, bonita har-
ija loura. Anda va rom modos preoecupadu*, o
olhar arpaoUdteo ; dir-se-ha qno andava coati-
nuainenio senhoreado pela inesma dea lixa, qse
o persegua sem tregnas.
Traupmann, pelo contrario, era bonito rapaz,
de grande soeego apparenlc, e maneiras que nada
lnliam de inslitas. Mal se sonbc na hnsp dari;
de New-York da prixao feita pelo gendanne Fer-
raad, ficou admirada toda a gente da casa.
Se c viessem buscar o oulro. diziam ellcs
(o oulro era Delooej), isso sm, nao nos espan-
ta va.
E' qne realmente-, Deloney, desde que entrara,
na hospedara, andar sempre com modos es^ui-
silos.
Ilaviam-lhe dado urna pequea alcova no ijaar-
lo andar, no principal corpo do edificio, com ja-
nella para o pateo. Temou por dilTerentes vezas
em pedir quo o mudasseln de quarto. Pelo que
Ihe oiiviain, nao e>lava l muito contento ; havia.
muita vi-inhanca, muitas portas, milita bulla, es-
pecialmente militas croanea*. As cranlas, so-
bretud ai mais novas, pareciam impressioaado
vivamente ; nao (K)da ve-las nem ouvi-laSv Por-

f
quo ? Nao Sabemos. Ha vera com
crime, do qual, como em Pantin, rosaM
muitas creancas ? Ha de dize-lo a in*
Havia papis nimia malla. A jualtejjrJedMW
conla delles: contem de certo precWaiiadiw-
goes. E damais, sena fcil confrontar Taupimati
com esse cadver.
Seria algura errainoso atormentado petis re-
mnrsos, e ponlo-lhe flm pela morte uoindtatia i
Sera antes nm doudo ou um manaco ? Os que
se inclmaiii a esla ultima hypothese, iavocam um
facto de verdadera importancia.
Deloney havia de levar muito longo as pratic.is
de exagerada devoco Tinba na malla rosarios,
scapnlarios, melalhas, pequeninas imagen d
Virgem e varios santo.
Na sexla-feira, s mto horas da oote, fui aa
de jamar da hospedara, continnou com aa MtB
costumadas tolices, dizendo qua aziaii) om bara-
Ibo espantoso, quando pelo cooMatio todo estafa
ipiieto e soregado.
-A's nove turas foi anda o boteqnim pegada
cota a aasa de jantar : prnepiou outra verf n>ra
as lamuria.
Oulro symptoma : a luz inettia-lhe meo. Mas-
rao pela nianhaa, s seis horas, quera comer sena
lux. ..
Na sexta, pois, s nove e mera da note, soba
para o seu quarto como que pira se deitar.
Honlem, sabbado, pelan cinco horas da larde,
anda o nao tinhan visto. Foi urna cria-laaw.
quarto delle; a pona esteva fechada por dentro.
A criada bateu ; nao responderain. Chama oatow
criado, trpa-!hc aos Iwmbros, e consegna it4rc-
tar para dentro do quarto pela vidraea do-MB
da porta. Havia sangue no sobrado t
Mandaran) chamar a polica Veio ubi jerra-
ihero para aarir a porta.
Deloney esteva estirado sobre a cama, coja ma-
pa se va apenas aborta. Deitado da ooslaa, -
nha a eabeca tapada cora um len?o. 0 brafos
pendiam fura da cama.
O le lo, posto ao lira do quarto, Brava a Iras
metros da janella, qoari fronte ira A jane* es-
teva aberta : tem vestigios de saagne.
Va-so um puabal no meio do. atiio, pert da
janella.
Deloney tioha voalido collet c catea; o cotebr
eslava desaboloado para baixo
As feridas (bitas pelo punhal sao cinco : naa
por cima do paito esquerdo, iras por baixo. Ibra
estos tres ultiottspiuiluUdas. que elle havia de
de-ahntoar o cotlete, quo amorteca o eflaib di
punhaL
Presume-se que Hetoaey se aasaasiaarfa jfr-
nella, e que antea de soiur o uliimo soaparajj
da torta tido lorfa para ir deitar-ao am alaar
cama,
A pnlca Boou com a cha. a aaww.

*-.*
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frafuxla7*.Bwife i morte W prodntMa por Id* fechar a porta umiliiiMiwy
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e Fernambuqflj te rh|intfl fif 4 d Novembro
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Ibes fa;a
qoella r
zar bis
tei ra
la n noite ni hf>
i \vkl.Moradores da ra
clamara que so
; cantando o leito d'a-
ii pj.r ella trans-
iros. Dizcm ellos, o cotn
qj cmo" ihe sao laftcadM os
Ihe
vom sor concedidos
< cjib rtfn ;i cotu
tributos, assun i
alguns gozos. Vai a r>
ciento autorida "
IMPOSTO NAO A'.rrORBADO P)R LELO Sr.
insp -rt >r da i pcnvinci.il, por portara
de 23 do prximo (fasad o ontubro reconwaeodoB
aoSr. admini-trador da masa do consulado que
eapedisso orcns par que se u.7o ilesie troco p ira
>aamrnlo ile qwinlias inferiera JOOitOO, tm-
liara forma pane de dbil os superiores : o compe-
tente edital le n sido publica Ju oeste Diario.
Sabe-se que ha grande falta de trocos nesta ci-
dade, o que p do premio. () impostos ten prazos determinados,
Saos os qu.ies procede-so cobranca Indiciarla.
contribuiuU's por seu lado nao podan satisfa-
cer os encargos que Iho sao impostes polas leis do
tlseo, por que o consulado, cm virtudo da porta-
rlr*i Inspector da rtiwonrarii, noga-sc trocar-
la* dinheiro para cobrar ns impostes : a conse
qaencia [inmediata disso que tero ellos de pa-
gar o premio do agiota^cm do troco niiudo, se
nao quizeiem so sujeitar a fcr um mandado exe-
cutivo em caa, e d'ah virara a agar indirecta-
mente um or,) imputo nao autorisado.
Perguntaremos: rasoavel a exigencia do Sr.
inspector da thesouraria provincial ? Em que so
base'S. S. pa dar urna ordem to atropellado-
ra dos direitos dos contribuimos dos cofres p-
blicos ?
Chamamos j|a/a isso a alienlo do Exm. Sr.
prestdedle da Jfcvineia, o cin nono, d is nteres-
sades reclamamos prompto remedio esse novo
flautn.
CEJUTEltlO PUBLICO. -Obluano do dia 30 do
passa.In :
Antonio, Pernambuco, i anuos, Santo Antonio ;
varilos.
Antonio, Pernambuco, 2 mozos, S. Jos; es-
pasmo.
Juaqnim, Pernambuco, 40 anuos, soltolro, S.
Jos; varila:.
Anua Joaquina de Annnnriacao, Pernambuco,
81 anuos, vinva, Santo Antonio ; gas'.ro interite.
31
GoncaNo, P.Tnamboco, 40 annos, solleiro, Boa-
Vista ; eacefilite.
Joan Otothorno Fernandos do Amaral, Per-
nambuco, 32 annos, caado, S. Jos ; paralyzia.
Francisco Alvares Uaran lluenos-yros, 35 an-
nos, cisaiio, Boa-Vota ; robre typhoide.
Antouio Rodrigues da Silva, Pern mbuco, 21
aanos, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
JoJo Jos I'ios dos Santo;, Parahyba, 60 annos,
casado, Boa-Vista ; conge-tai cerebral.
FreJerico, Pernambuco, 3 meic?; S. Jos ; li-
gado.
I." de novembro.
i croauca encontrada na porta do convento do
Carino, S. Anr-.n; >.
Benedicto, Poni.-imbuq.-i, 31 pnnqs, solteira, Boa-
Vista ; MnaniniaeSo do intestino.
Quiterii, Pornainbueo 5o annos, solteira, Boa-
Vista; tubereni >s pulmonares.
Ooadato .1 dos Santos, Maranhao, 2<> annos,
svlte&b, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Re> frica, 32 jumos, solteira, S. Jos; inte-
rite chroniea.
Antonio, Pernambuco, i mezo?, S. Jos ; es-
pasmo.
Julie, Pornamb'ico, 3 annos, Recife ; apoplexia.
DatnngiM \o'nio Am-izonas, Para, 5t) annos,
viuvo, b ta-Vista ; apoplexia.
Sebastio ('< mes da Silva, frica, 70 annos,
Metfra, B>a-Vi-:a ; interite clironica.
Ano, i^arnambao, 3 mozo-:, P.ecife ; marasmo
* Dosalinla, P..-r:i.imbuc >, 3 anuos, Santo Anto-
nio ; varilas.
volt aiipellfttHe; Jos Mr1 Vtotf
appcllado, a fazenda provincial.
l>o Sr. dcsenibargador Souza bola ao Sr. des-
emliargador Gilirana.Appellacoes flveis : ap-
rliante, D. Joaquina Benedicta Vieira; appeUado
I) Ribeiro Pessoa de Laoorda. A|ipellanto, a
Parda Angela ; appellada, [). Vir-inia F
Ferreira.
in
i
!----
110
Mendonca Furtado.
Assigiou-sa dia pata julgamcnto dos seguintcs
feitos:
AriAAg3ES cwsis.Appellante, Antonio Mo-
reira dos liis; appellada, Feliciana Mara Olym-
pa. Appellante, o curador (lseal da massa fallida
do Amaro Goncalves dos Santos ; appellado, Joa-
luin Jos de Miranda. Appellante, Antonio Podro
as aves que pnneas classWh-] A praso flxo.. 577:4771090
iirco o.ii quantidade mediocre e o
o-preco faluilosd ; ^aao-
D aos domis gneros que appareeem om mu po-
i quantiddc e por rnuito elevad i prer
i este grao parece que dove-se intlnir o pe Rs.
fresco nao so pola sua pe.piona quantidade como
-*r-

;rreira. Appellacoes criines : appellante, o pro- por seu proco, que as veces passa os limites do ve-
otor; appellado, Joaquiut JodeSanl'Anna. Ap- losimil. A conpni|aio eutonde-qne tla sou dever
fiante, Juo Corroa de S; appellado, Joao de olicitar d'estt Smara toda: a rus tttenojio -obre
ate assumnto, que alga di: imMBjttatcl utdida-
do publica ; Wat o prsenle pouagrou iiad.^ teatt)
feilo as cante anterioras actual, nap isso
razao sufflcieflpara c mtinnar cm abandono ob-
ecto lao injpnitaiiteo susooptivcl do molliora-
mcuto.
Se a cmara chamar a si c estudo desla qnos-
.ao c envidar todos bs esforeos par remover os
co Rosario ; appellado, Jo'aqtiim Bonto do Mello, obstculos que so atbam aglo'merados ai|ui e alli
Appellac\o ciiiMH.Appellante, c juiz do diroi
to; appellado, Bernardo Maria de Souza.
Conflicto de jurisdicao entro opromotyr c o juiz
municipal da cidado da Fortaleza.
Dhucescias.Com vista ao Sr. desembargador
promotor da juslica.Appellacoes criines : appel-
lante, o juizo; appellado, Sebastian Alvcs do Li-
ma. Appellante, Virginio Luiz Pereira; appellada
a juslica. Appellante, o promotor; appcllado,
Francisco Herculano de Mello. Appellante, o pro-
motor ; appellado, Severino Anluncs Bexerra. Ap-
pellante, o juizo; appellado, Francisco Xavier de
Salles.
A' urna hora o mcia da tarde encerrou-se a
sesso.
2.
CMOMCA JUDIf IARM.
SBSSAO :M 30 DE OTBIIO DE 18G0.
aESUE-NCIA i.) CX'.I. s:i. c.j.\-.-:;.-:-::?.j C.VSTA50
SANTIAGO.
As 10 horas Ja manuaa, presentes os Srs. desem-
bargadores Gilirana, 99 irra pmcnradnr di corda,
Lauren;o Santiago, Alm-id Allminerque. D>ria,
Mo'la, omiiig es da Silva, Hegueira Costa c.Souza
Lean, faltando o 5r. dnsembirgador A-si, abrio-se
a sepilo.
Passalos os re':! is, deram-4C os seguintcs julga-
tnentos:
Rbcbbso cr:mr.Reeorrente, o juizo; recor-i-
do, M na.Pelator Sr. ile>embarga-
dor Doii. sorteadis n< Srs. desembargadores
HngOeira Costa, Lourenc/) Santiago o GiliranaIm-
procedente.
Accnwos.Aggravante, Franeiscn Joa Cirnei-
rodaCunha; aggravado. Jola Camello do Rogo
BarrosRelator o Sr. de SOTtpados os Srs. desembargadores Guerra o M >!
ta.Dcferio-se em favor do aggravante. Augra
vante, o solicitador do capellas; aggravado, o
joto.-Relator u Sr. desembargador Souza Ho,
sorteados os Srs. desembargadores Guerra o M >t
ta.Deu-se provlmento.
kBSAS c.'.loes.Da Jos Rodrigues Bair.io.
negon-sc a sol'ura.
GftiCTOS ir ji'risdiqao. Entre o juiz muni-
cipal e o ju;:': ledireito da comarca de Porte Cal
vo.lulg.ni- o de c-tifo-iuidade CCfll a decido do
Sre1
o Brejo e o juiz.municipal do Cimbres.Jul-
goU-se o jui, municip il do Brejo para fazor o
inveneirio dn que se trata.
AppellacO's ciumis AppoHinte, Jos de Lcmos
Vaseoni-ellos; apjiellalo, liento C. Lima.C-mlr-
roada a sentonca para absolver. Appellante, o
juizo ; .ippellado./lraoiiano, cscravo. Conllrma-
di a son''oji.. Appellante, o juizo; appcllado,
Antoni i G idny no Vasconcellos. A' nov.i jury.
.'.vi Li.>r,ie:s c>'::is.Appellante, J.a > Baptista
da Go-ta C 'llio ; appelladus, Auna Ignaeia o seas
fflhii* Receid' s os embargos para confirmar a
sen'^nca. Appellante, Vnlonio Moreira dos Reis;
appellada, Feliciana Maria Olympia.Reform ida a
seiitenga. Appellante, Francisco Acacio Wander:
ley; appellado, Manoel de Mello Montenegro
#Pes DaSr. desembargador Gitirana aoSr. desembar-
fadiir Lonrenoo Santiago.Anti-Jllacfles crimes:'
appellante, o juizo; ampollado, o teneote-coroncl
Joaquim da Silva C'irra Appellante, o juizo; ap-
tiellado, o mesm i tenente-coronet Correa. Appel-
anto, o promotor; appellado?, Guilhermina Maria
da Conceicao o nutro. Appellaute, o promob
appellado, Cyprtatxi Jos S<>res. Appellante,' o
juizo; appelladus, Thcreza Maria de Jess c ou-
tros.
Do Sr. desembargador Loureneo Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque. Ap
peilaydos criines-"appellante, o juizo; appellado,
Alcxandre de Smwa Falcan. Appellante, o promo-
tor; appellado, Domingos Bento do Carvalho.
Do Sr. desembargador Lonrenoo Santiago ao Sr.
desembargador As-is,Appellaco civel: appel-
lante, Manoel de Almeida Lopes; appellado, Ma-
noel Firmino Forn-ira.
Do Sr. desemliargador Almeida Albuquerquo ao
Sr. deeembargador Motta.Appellacdes crimes:
appellante, o juizo ; appellado, Marcelino da Silva
Brito. Appellan'e, o juizo; appellado, Rufino Fe
liciano ila Silva. Appidlanle, o jniz.i; appellado,
Sebastio, esmrvo Appellacdes civeis: appcllan
te, Manoel Alvcs Ferreira & .; appellada, D.
CnnHro. Appellante, Antonio da C. Ledo; ap-
pellado, Adriana Maria da Conceicao. Appellante;
Ruiino Correa Lima; appelladus, a vi a va c her
deiros de Bento Casado de Oliveira.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque
ao Sr. desembargador Gitirana.Appellacao ci-
vol: app<'llante, Luiz por scu curador; appellado,
Dr. Franci-co Pinto Pe Do Sr desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Assis. Appellacoes crimes : appellante,
Joaitaifn F. M.; appellado, o juizo. Appellante, o
juiz; appellado, Florencio Paiva Cavalcamc. Ap-
pellante, o promotor: appellado. Domingos Affmso
Ferreira. Appellante, Angelo Bispo da Cruz; ap-
pellada, a justica. Appellante, o juno; appellado
los, ererayo. Appellante, o juizo; appellado,
Manel do Reg Pon tes. Appellante, Man >e|
Joaquim d'is Santos; appellada, a juslica.
Du 9r. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Diiininguee da Silva. Appjicio erlme :
appellante, o juizo; appellado, Ueaftques Pereira
de Lima.
Du )sr. desembargador Dimingues da Silva a
Sr. lasemoarga lor Rcgueira Costa.Appellacoes
crides: appellante, nJalao appellado, Jos de
Barros Guimaraes. Appellante, Luiz de Frunc
Valrtuca; appellada, ajustica. Appellante, o jui-
zo; apoellai). Vicente Ferreira da Cruz.
Do Sr. doMimbijador Domingues da Silva ao
Sr. dewinbarga CMARA MUNICIPAL. fnnn
SESSAO ORDINARIA AOS 20 DE OUTLBRO
DE 1809.
PRESIDENCIA DO SR. Dll. DARROS BARRET0.
Presentes os Srs. Dr. Mos&ho, Gameiro, Dr. 11-
tanga, Souza Magalhaes c Pessoa da Silva, faltan-
do com cansa os mais senhores, abno-se a sessao.
Foi li.da c approvada a acta da antecedente.
Lo-se o seguinte
EXPEDIENTE.
Um offleio da cmara municipal da villa da Es-
cada, com despacho da presidencia, mandando in-
formar, no qual a mesma cmara declara que, ten
do posto em praca todos os Impostes que con-ti-
tuein as rendas do scu municipio, foratn lodos ar-
rematados, ^xcepcao do imposto de afericocs or-
ejado em 4201, devido talvcz repugnancia ipic
os arrematantes dos precedentes anno ancontra-
ram por parte das pe.-soas que naqucllo termo
teem fabrica de destillaooes de agurdente, as
qnaes ou militas d'cllas deixam de aferir as anco-
ras do cosleio do seus esiabelecimenlps; a prrtexl"
de serem outra voz obrigatlos a ftterein na capi-
tal, como com cffeitj consta ter istd acontecido,
pede S. Exc. que so digne do ordenar o que jul-
gar mais Conveniente devor fazor. Que so eou-
sulie ao advogado.
Ontro do solicitador, pedindn para'despezas ju-
dioiaes a quantia de 200*.Mandn se entregar.
Oulro do engcnbeiro cordeador, dando o seo
parecer, como Ihc foi exigido por offleio de_tl de
setembro ultimo, a respeita da conslrticcao
i
Crditos sobre diversos outros
bancos e caixas llliaes.....
I,i2o;727710
861^70^3:10
S. E. c O.
Peruambtico, 3 de novembro de 1869.
T. Wlkinso,
Acauntant.
NOVO BANCO DE PERNAMBCCO
BALA.NCETRJIOllVn IIANCO DE PENAMBIIf EM LIQI-
dacao, em 30 ni; ouTimno de 1869.
Activo.
Letras protestadas........180:2135916
Ttulos depositados....... 6:6985172
Despezas geraes......... i:4335300
Caixa.Pelos seguintes ialor*9 :
Em ouro amoedado. I:2780i0
Em notas do thesouro _
o da CaJbk Filial do An '
Banco do Brasil .35:601 000
Em piala c cobre. 1571779 37:036*819
^Jarregam hoje i
Van inglez-^.lnwioi-uini
3,178:0873130. Barca nacional J Barca hespanholaCentro de Expjrtarj vinhos
Barca franceza--&)|itfepiprcatlorias.' __.
Patacho ingle*ff.ianiV/aBaaalho.
RECEBEORIA DE REND.VS INTERNAS 6E-
BAES DE PERNAMBUCO.
Rendimonto do dia 2..... 2:i048't6
Idora do dia 3...... 2:20198
Capital.
Euiissao
nesti. do serlo cujo aspecto magreiro e tristouho ean

qnainlo q
foi approvada, nbngado a manter a meina plan
ta, do contrario ser chamado a antora para o
l'azer.
Outro do raesmo. informando sobrero que pede
Jacintbo Carduzo Pires, daclara que nao ta incon-
veniente no' que pede o suoplicautc-Conce-
deo-se.
Outro do mosmo, informando contra o quo pede
Eustaquio Jos das Chagas.Indoferio-se.
Outro do me.-ino, remetiendo o orcamento para
a coiistruecao do dez paros de catacumbas e dez
para prvulos no ceiniterio publico, na importan-
cia do :497 I.Que se pedisse autorisacao a prc-
sidracia para fazor a despeza.
Oulro do mesino, informando o requerimento
de Maximino Pereira, cumprc-llie dizor que, pelas
posturas em vigor, nao penniuido construir ra-
las de laipa na freguezia da Boa-vista. Emqiianto
ao muroe poro quu prelende construir o snppli
cante, nada iem que oppor, d nido ^e-llle a cAr-
deacao.Man luu-se cordi'ar o muro, e negoh-sc
a liceaca para a casa do uipa.
Outro do mesuro, informando o reqnerimento
d.-t-rn mimo do Sena Santo-1, lem a diz* que
m fregu.szi i da Bia-vista nao uerm t'. do ron
truir-se, e nao f chando o suoplicante o tellieiro
qu- pretende l.izer, pareceliie que se pode conce-
der.Cuncedeu-se.
O Sr. Souza M.igalliaes cz P eguinte requer
ment :
lleqneiro que se consulto ao advogado, que
recurso deve ter a cmara, no caso to ter negado
as edi(tca{ous de casa Je inaifora, por >ereiu
6mtra as pismias. ,, peticionario depois de ter
pago a multa, concluio a obra.Souza Magalia-s.-
Po>to cniiiiscu--a f>i ap,ii'eva,'!o.
A commi-sri. de polica aprcscnluU um parecer;
o qual u seguinte :
A coinmi>sao de polica, leudo exa inado n
requerimento do illustie vareador Gameim, re-
pr'sentando contra a construcijo feta pela com-
panhia d"S trilii. s de Apipucos, do e>lacoes de
niadein as ras o estradas do municipio soin h
cenca decta cmara, vem apresenUr o seu parecer.
Xa .i pode aproveilar cssa companha os favores
facu.lados pelo governu imperial s estradas de
ferro establecidas no imperio, segundo di-poe o
decreti n. 1930 de abril de 1837, visto como essa
compHiibia nao pr.'pnciana d >s terrenos, oude
se acia.n collucadas as estacites, ma< simap'iias
usofructuari i dos mesiiios terrenos. Porm ten do
a mesma compnilua offectuado um contrato Con
a presidencia da provincia pra a coiistruccao de
todas as obras, aeliando-se as mesm eunstruidas actuabnenie, entemle a commi-sai,
que se deve repre-cntar presidencia da pr.ivin-
cia, afim de que alguma providencia soja tomada
de modo a evitar a construivao de laes estacos
nos ,lugares em que so acham presentemente.
Paco da cmara, 13 de outubro de 1869.Manoel
de Barros.Dr. Lobo Moscoso.Posto ein ds-
eusso, foi approvado.
Entra em discus-o o seguinte projecto, apre-
sentado em una das sessoes passadas pelos Srs.
Ur. Lobo Moscoso e Dr. Manoel do Barros, o qual
se achava adiado :
A almentacao publica tem sido sempro con-
siderada assumpto de alta magnilude e importan-
cia cm todos os paizes civilisadis, e como tal oceu-
pado a ailenc&o do homens Ilustrados nao s na
ClasM ds iedicos, como tambom na dos admi-
nistradores politil-OS.
Se en tem.ios ordinarios tem ella dado que
entender uns e ontros, com mais razao o dave
ter feto em circumstancias anormaes cm que a
falta ou m quabdade dos alimentos pode ser cau-
sa ou origem de grandes males e al as calami-
dades publicas. A commissao do matadouro pu-
blico averiguando esta quosto em suas difTerentcs
dependencia'', juiga se entretanto dispensada de en-
trar em profnsas consderacSes geracs c no jogo de
paralcllos e confrontacoes histricas do que se
pa-sa em outros paizes, porque o eu intento nao
fazor alardo de conhecimentos nem de erudiceao.
Sao bem patentes e de todos conhecidos os nc-ssos
males : sua gravidado exige providencias o re-
medios prompios e enrgicos, applicados com todo
o esmero e altencao, para que d'elles provenham
resoltados benficos, que o que desejatn iodos
aquelles quo do coracao se interessara pelo bem
publico. Entrara portanto a commissao sem mais
Prembulos ua exposicao do seu rjensamento.
esta cidado os gneros alimenticios sao pouco
numerosos, pouco variados e quasi serapre de m
qualidade. Acontece aqu cmo em toda a pane
ondo a procura superior ofTeria : apparece in-
fillvt'lm 'lite a caresta, e d-se animacan alm
d.ssu ao producto do m qualidade ou imperfeito.
A indifferenca do productor tambera consequen-
cia necessaria d'esse estado e explica-so fcil-
mente pela sognranca que tem elle de obter bom
prego por seu producto tal como o offerece, o que
dispensa por cerlo de dar-se ao trabalho de me-
lhora-lo, porque com .pouco trabalho e despeza
lira lucro suficiente. Na escala dos gneros ali-
iienticios, entre nos figura n'uma cifra muito eleva-
da o consumo da carao de gado vaceum, e a com-
paradlo com outros paites patenteia despropor-
coes que talvez causem espanto, e a razao por-
que aqui nao temos como l a concurrencia de
utras generas para a aiimeniacao, como st^m a
carne de porco, do carneiro, cabra e at cavallo,
as cagas, os peixes, as ostras, mariscos ; nao fal-
lan lo as substancias em conserva que em gran
de abundancia o variedade appareeem nos uler-
ead *, Alg ins ardgos d'esses *o entro nos lio
raros o de lio elevado proco, que sem exageraco
se pode dizer que apenas servem como regalo para
,is rlasses abastadas.
Os genenis alimenticios entre nos pdem classi-
ilear-se na ordem sHguin'e ronfonne sua extrac-
co ou consum em primeiro lugar a carne ver
de, em segund-i a earw secca di Ri<> Grande, em
tarceiro o baealliu e algum peixo eceo que vem
do aturas proviaeias ou das praias mais distantes
Fundo d reserva.......
ritulos em caucao.......
Masaos fallidas a cargo do Banco
Dividendos..........
Lucros c perdas........
Ris. .
DEMOXSTRAC'O DA EWSSAO
26 notas do-valor de 2003000
e todos empecendo a realisacao do um grande be-
neficio publico cortamente concorrer directamen-
e para alliviax os gffas soOrlbentqs do.urna po-
pulacao que tantas penas supporta no proviinento
dos gneros alhmenticios, j em rclaro quanli-
lade j a qualidade, e at mesnio na nuneira por-
\ae sao tratados e eferecidos A venda.
A commissao so circnmscrever a tratar do
aba^teciincnlo de carne do gado vacian,
este o genero de maior consumo e quasl
pro de pessima qualidade sondo tambejn po^
sogumto a aquelle de que maior ..damiio pode vin Contas corri'iiles cora jnroe.
saide publica. Pede portanto a commissao a be- Contas corroutes simples.....
nevolencia dcsta cmara-para ouvir algumas con-
sideraefies em quo nao pode so dispensar de en-
trar acerca do abastecimento desse genero.
A maior parle do gado que entra para o mata-
douro publico trazido da provincia do Piauhy,
fazendo marchas de Irinta a quarenta dias por
campinas em que nem agua nem alimento algum
se encontra, do quo resulta que a maior parto das
rezes aqui ebega magro e doento pelo causaco, pe-
la fome e pela sedo.
Das paragens limilropbes do Piauhy tambera nos
o trazidos gados originarios delle, mas depois
le terem passado um ou dous annos ora refaze-
rein-se, no que gndara em desenvolvimento e
gordura, e adquirem melhores ebudicoos de ach-
inaran que os tornara mais aptos a supportar as
fadigas da viagom quo bom que seja de trinta a
quarenta das nao lhcs causa tanto dainno como
aos primeiros.
Ainda ha outros gados que sao vindos dos ser-
toes da Parahyba e Cear, e "aqui chegam com
viagens de dezoito a vinte cinco dias : sua quali-
dade superior as outras, nao s porquo a diffe-
renca do clima muit< pequea como porque a
jornada mais curta e por lugares mecos inhs-
pitos. Por ultima figurara os gados que voom dos
imgenlios ou fazendas prximas a esta cidado. Es-
tes gados sao superiores a todos os outtos. Provin
ellos dos refago das jjjm comprados por barato
pceo, c os fazendeiros os tratara por alguns nie-
les e mesuro annos, o com esso tratamento ga-
nli.iin melhoras extraordinarias.
Nao ha nimios dias quo levo a commissao oc-
casio de fazer coinparacao entre os gados dos on-
genbos, cuja gi rdnra nada deixava a deeejar o os
________
228:i0i37
SO^.IJOOO
8:3005000
4:33ofi'i88
o:61608l
lif:743i766
6:6983172
3:615*907
6003100
2303020
228:4023437
22 ditas
18 ditas
de
de
1003000
!3000
Ris. .
.1:2003000
2:2003000
COOiOOO
8:3003000
S. E. e O".
0 guarda livros
Francisco Joaquim Pereira Piulo.
Euglsh Bank ol Rio de Janeiro
I imilitl.
Capital do Banco 50.000
urna........... t 1,000.000
accoes de & 20 cada
Capital realisado .... 500.000
Fundo de reserva. ... 120.505
7olums sahidos cora fazendas
dem jdem co.n genero ..
L. : i 'nim;'. jp=

336.
i:C|044
GOSSUI.ADO PBOVINC1AL-
Rendimonto do dia 2..... 5:7333308
dem do dia 3....... 1:1993832
ehibeth. exeaitada p,,r Antouio piarlins, e aeom-
panhada no piano pelo Sr Carolo.
4.* Linda phantaa papa' flauta execatada pelo
Sr, SaUstiano, e aeompanaada no piano pelo Sr.
Carolo.
Os beneficiados agradecen! publicamente, ao
milito digno emprezario do Club Pornambucano, o
grandt cavallnawin quo igm pado para com to-
dos aquellos artistas que lirain da compaohia ly-
rica,^ncstrando-S'soinpre s.itisMlo cm ledas as
vean que tem de prestar setts servcas flnelles
que de vez cm quando vio implorar sua prle^ao.
O Sr. emprezario mo-tra om si, que dolado da
um coracao bondozo o de urna atoa bem f.uwada.
7:2334430
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 3 de novembro.
Bio de Janeiro17 dias, brigue nacional S. Paulo,
de 232 toneladas, capitn Manoel Marciano Fer-
reira, equipagem 10. cal c outros gneros ; a
Marques Barros Se C.
Barcelona por Canarias51 dias do 1 porto c 23
do 2a, sumaca l>ospanhola Portollas, de 139 to-
ueladas, capito Pedro Isern, equipagem 11,
carga vinho e outros gneros; a Pereira Car-
neiro.
Montevideo31 dias, brigne inglez Slagthau, de
244 toneladas, eapitao Cliarles Smilh, equipigem
10, cm lastro ; a ordem.
OosarMcdO.
Nao bouverara sabidas.
Suspendeu do lamnrao para o Cear, a barca
franceza Clieicenil, eapitao Geot, com o mosmo
lastro que truuxe do Rio de Janeiro.
Bataneo da caixa filial em Pernambuco, om
31 de ontubro de 1869.
Activo.
Letras descontadas. .
Kmprcstimos c contas
i'uuoijiiiadas
900:28R->1 iO
^1 49:938,>450
l:060>;i::o
EDITAES.
Perante acamara municipal desta cidade
continuarao em praca nos dias 3, 6, e 10 de no-
vembro prximo vindouro, para serera definitiva-
mente arrematados por queni maior preco oftVfe-
cer, os alugueresdos talhos ns. 10 11, 2e 13 do
quarteiro do lado do sol do agoiigue publico da
freguezia do S. Jos ; aquelles que pretenderen
arrematar habilitem-sc na forma da le, sem o que
nao podem concorrer a arremataban.
Paco da cmara municipal do Recife, 29 de ou-
tubro de 1869.
Ignacio Joaqun* de Souza Uo,
Pro-prsidente
Francisco Canuto da Boa- Viugem,
Secretario.
mar o gado do serlau para te-lo algum _lempo a
descan-ar e refazor, erapenho esse que mo .-cria
de grandes difieuldaJes em nosso clima que por
sua donigiiidaiie o exuberancia dispona cuidados
que cm ontros mais asporos nao podem ser olvi-
dados.
Tambera pensa a commissao que o systcma de
tratar o gado em estribara dosifia ser experi-
mcutado euire nos, porque com elle se evita o
inuitas molestias e dc-a.-ties a que e-tfw sugoitus
os gados sollos no campo.
Para completar o (pie uca mencionado, a com-
missao tem de accrescentar quo o gado coui-
prado nasfeiras.do Pedra de Fogo c Santo Antn
una voz por semana, que quando ellas lom lu
gar ; des-es pontos roov tlido para c>ta cidado
onde chegado tem dous ou tros dias de descanoo.
sen lo inorlo diariamenio. o numero de rozes que
os marchantes jnlgam sufficieule' para o cqusu-
oo do que resulta, que alguna bais passam oilo e
oais .li.is antes de serem abatidos viv.-ndo as la-
mas dos curraos do matadouro. fazendo marchas
tmiosQS dias |iola niaiihii para irem a longiquos
pastattondr nao enconiram nem alimento siif-
cenle e menos agua para beber, pojs, ftlguma que
lia salgada, e voltarem a urna hora da lardo -up-
portando us rigores de lira sl abrasador, como
soc se-lo entro n< priacipalinenta no voiao.
O amjuncto do todas estas circumstancias ron-
corro p .ra o abatimento o magreza desses gados
o siicce.lc onlit qn- de preferencia sao abatidos
aquelles que pela esleauacao de loicas j,'i nao po-
dem fazer a viagem para >> taes chaiuuoS Mgh-
A Aimmis-ao eoien'leqifeacsi.i .ornara Supe-
le adoptar algumas providencias que louham por
lim melhorar o aba-terBPnto-do gados,e possiii-
da dessas ideas aaiuia-se a apresoular a sua sa-
ina uieditaciio os seguiotes avities que e.nseu
fraco besiu'uto julga pr.'mettedorns de. favoraveis
resultados ; e espera que sejam vertidos em roso-
luces.
1.* A canina muuicipal do Recifo dar o pre-
mio de dous contos de ris a qnem presentar no
matadouro publico desta cidade, xu> domingo do
entrado do auno do 1870, o boi mais gordo e do
maior peso.
2.' Aos dous bois immediatos em peso e gor-
dura, ao primeiro se dai a c da. um o premio de
um cunto de ris.
3." A cmara contratar com qnem maion-s e
mais seguras yantagens atfffic<-t a eonslrnccao de
um ou mais logradoiuvs. puldicus dolados de bons
e abundantes pistos e agua em qnantidade sufll-
ciento de raaneira que possara canso do gado ino.-mo p^ra roazeinento.
4.' Para a realisacao de-se contrato serao guar-
dadas todas as camellas o Cndijes quo de cus-
lume nos contratos pblicos.
Pensa a commissao que nao arremessou do al-
niage o do iisquecimento neiihuiua das raides que
algum peso podesse haver para o caso de jue se
oceuoa e declara Ihananieiite que nao tica desva-
necida de liavor a presentado n ni completo systeina
do providencias; mas que confiando na intclli-
gencia e ciinlieciuiciitos ilos illustradus Srs. ve-
readores da cmara municipal do Recifo, fica des-
cansada, que qnalquer lacuna quo se encoutre
ueste parecer sora sohejanieiite preenchida, c sem
duvida do mais luminoso
to do medidas, n.iscer
honrado- membros.
A commissao limita-so apenas a mostrar seus
bons desejos em prul do um projecto de que podem
provir beneficios ao publico e asnera ser ajudada
nelles pelos senhores seus collcgas da municipa-
lidade.
Paco da cmara municipal do Recife, 8 de abril
de 1869.Dr. Podro do Atahyde Lobo Moscoso.
Manoel de Barros, com reslriccao.
Posto em discussao por partesa primeira re-
lativamente ao logradouro, foi approvada, e a se-
gunda da idea de premios nos arts. 1" e 2o do pa-
recer, tendo empatado na votaco, o Sr. pro-pre
sidente de-empatuu no sentido contrario.
Despacharam-se as peticoes de Antonio Luiz de
Almeida Fumaca, Cicilio Jos da Silva ayo, Cns-
sy Juvenal do Reg, Eustaquio Jos das Chagas,
Feliciano Marques Vianna, Francisco de Barros
Correa, Ignacio Xavier de Paula Rocha, Jos dos
Santos Oliveira, Jos Francisco de Figueiredo, Jos
Xavier Cocino, Joaquim Jos da Costa Fajozes (2;,
Manoel Joaquim Baptista, Manoel Joaquim do Ro-
go e Albuquerque, Manoel Jos Goncrlves da Fon-
te e ontros, Rosa Julia da Costa, e levantou-se a
sessao.
Eu Francisco Canuto da Boaviagem, secretario
a subscrevi.
Igmcio Joaquim de Souza Ledo, pro-presiden-
te. Dr Pedro dtAtkajfde IMo Moscn.Josc Ma-
ra Freir Gamiro.Dr. Prxedes Gomes de Sou
za Pitonga. Flix Francisco de Souza Maga-
lhaes.)r. Joao Marta Seve.
" LONDON & BRASILIAN BANK, (iilITED.)
Capital doBanco 15,000acodes
de fi 100................. 13,38*333*330
Acedes omittidas 13,000...... iW:S3S*5301
Capital pago a 45 por acedes. S,200:000J*B
LALANQO D.V CARA FILIAL EM PERNAMBUCO CU 30 DS
OLTBBO DB 18W.
Ac/.
Letras descontadas..........
Crditos di versos,outros bancos
e caixas tiliaes.........
Caixa:
Em moeda correntc.........
DOSl
Mobilia etc. do Banco.
Diversas contas.....
Caixa..........
O lllui. Sr. inspector da thesuuraria de fa
zonda dcsta provincia manda fazer publico que em
virludo de ordem do thesouroiro serao vendidas
nesta thesouraria rt-'ni cm diante as apjjfces da
divida publica, a 8 00,
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
H4'283i)750 nambuco 26 do ontubro do 1869.
20:i02/i780
S9i:969^940
353:840/1150
2,772:38 I510
Passivo.
correntes sini-
:0*:53#i70
Depositos praso fixo.
com aviso o por e-
ttas i,G55:654^530
Contas
pies
Lo-as i pagar.....
Ttulos em caucao e de-
posito ........
Diversas contas.....
1,960:194,fi00
27:97t.-5000
|if^MI780
33:1:927,-5190
2,77:38W5O
S. E. O
Pernambuco 3 do novembro de 1869.
J- B. BlorJiMun. Manager.
/. Lambley, Accountant.
jrviudo deofficial-maior,
Manoel Jos Pinto.
A
fblscacoe; a ?mm.
Conselho de compras
navaes.
O conselho promove no dia 5 do corrento niez.
avista de propostas reeehidas at as ti horas da
manbaa, e soh ascoadiQOes do e-tylo, a compra
dos objectos do niaterwl da armada seguinles : 2
bules de ferro e-tanbado, 12 libras de cera em
archotes, 10 arrobas de sebo cm pao, 120 bracas
de correntc de ferro do I l|2 0'Ufl.idi roforeadi,
20 arrobas de estopa de algodb. jBpelles d mar-
roquini encarnado. 8 arrobas difMarlim, 8 arro-
bas de mialhar branco, 400 ps dv. mangueira de
sola cravada para bomba de apagar incluidlo, 10
libras do obrcias franceza*, 2 oeiifos de alcance. '2
terrinas de forro estan'i ido, 20 tira-lmnas, 100 li-
jlos de fogo e 20 linas de bald-aco com 3 1|2
palmos do altura, 3 1|2 do dimetro" na bocea e 3
de dito no fundo.
Sala das s?si)es di) coalolhb de compras navaes
2 de novembro de 1369.
0 secretario
.['/xinlre flrigue* dn* inwt
Explso da (jaldeira do en-
genho Salgado.
Era resposta ao que cominunicou hontem e ho-
je o Diario de Pernambuco, e Jornal do Recife :
E' muito inexacto o que diz esta pessoa compe-
tente que de l veio, a respeito da construirn da
ealJeira, que nos faz de:confiar que ella nada oo-
conhece a rrspeito de caldcira a vapor, e nos
obriga a publicar o que desejariamos ficasse coi
silencio.
Naqnelle engenho havia nm moco de nomo Joa-
quim ViLil de Moura Grana, que diriga os tra-
badlos daquella machina, porm ignorava a arte,
por ter sahido do arsenal de marinha, ainda qa
qualidade de aprendiz.
Tendo ido de no-sa fabrica o mestre ie. machi-
nistas Antonio Jacintho, no domingo 31 do pi-sa-
do, a chamado do Sr. Bento Jos Ramos d'Olivei-
ra, por carta quo Ihe dirigi, para combinaren as
medidas de um novo encanameuto, p lis, o quo ha-
via nao dava agua bastante para abasieeimento
daquella caldeira, acontecen que chegando ..lli e
dirigindo-se caldoira, onheceu o perigo, mas
quizempregar todos ns meios conhecidos n'arte
para evitar aquello sinistro, do qual foi victima :
era tarde, porque o fogo arda em demazia e a
pouca agua, que o encanameuto levava, quasi a
lindar-so, vlvulas presas, isto por muito tempo
antes de sua chegada aquelle lugar.
A caldeira nao era tubul.ir, era de nm systema
amigo, mas sua construccao perfeita, pois ja func-
so e bem elaborado jir^jjac-. ^ionavaa cinco annos wi tizar nenhmua altera-
da meditaco c estudodos rilo e substituindo outra de igual systema, qu* |
linha trabalhado trinta annos pouco mais ou me-
ta ; fica visto que por um acontecimento de par-
le de pessoa ignorante, nao se deve tachar a cal-
deira de m construccao, e do mais nao quere-
mos ontreter questos sobre machinas com quera
talvez, esteja longo de conheee-lat
Recife 3 de novembro do 18C9.
C. Starrlt C.
Pedimos venia aos Srs. Starr & C. para di-
zer-lhe que a pessoa que nos informou sobre o
accidente que S. S. faz allusao, pessoa cima
do toda a suspeita, e um dos mais disiinctos en-
genneiros desta provincia. Roservom, pois Ss. Ss.
o seu modo de pensar para si, o permittam que
continuemos pensar de accordo com o nosso in
formante, tao entendido pelo menos cm maquinas
como Ss. Ss., e menos interessado.
A Redaccao.
1,501:798*M0
!,427:6iO|O0
248:fi48|3O0
Rs........
fassivo.
Capital tornecido pela caixa
matriz...................
Depsitos:
Em coflta cor-
rente...... 8^:250/620
3,I78.087#130
888:888*890
Theatro de Una.
l'rovine-se aos partidarios deste theatro, que
facam as venias com com os dos outros, on por outro, dizer que sal-
dera suas.eonias nesta praca e depois se divinara
corao Ihaaapprouver, certosdeque o seu arre-
pendimeme ser t.~rde se nao seguirem os con-
selhos a alguns
Prejndicados.______

COMMERCIO.
PRA^A DO HBK1FE 3 DJS NOVEMBRO
DE I89.
AS 3 1/2 HOBAS DA TARDB
de Pernambuco sorte 989
rs.
Algdao
por kil.
Gouros seceos salgados555 rs. por kil..
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
iecrotano
ALPANDEOa.
lendim^nto do dia 2..... 62:003*361
'dem do dia 3......50 923AD87
102:9274348
MOVIMENTO DA ALPANDEGA
/lames ontrados cora fazendaa 500
dem idom com gneros '. SO
------850
45ala ti;isa da Misericordia du
Ileeife.
A nima. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recifo manda fazer publico quena
-ala de suas sessoes, no dia 4 de n nvinhro, pela-
piairo horas da tarde, tem do sor arrematadas u
piem mais vantagens otTcrecer, pelo tempo de um
i tres annos, as rendas aos predios em seguida de
clarados :
PATRIMONIO DOS ORPIIAOS.
Ra ao CalabnCo
Ra de Hers?.
Sobrado n, 41, por auno. 3IO>000
Casa terrea n. 10, por anuo 2V20OU
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 10o ................ 1464O0H
Sitio n. 5 noForno da Cal........... 1.10 si 10
Os pretendentes deverio presentar no acto da
arremafacao as suas llancas, ou compareceren
acompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re
cife, 4 do outubro de 1869.
O cscrivao,
Pedra Radrinues de-Smiza
O administrador da recebedoria de leu "a
internas geraes faz cerlo aos conlribuintes do im-
posto pessoa I do exercicio corrente de l8d!l-70,
residentes uas freguozias dc-ta cidade e as do-
Afogados, Varzea, Puco da Panella, Munbeca, Ja-
boato e S. \, arenco da M illa, que neste mez de
novembro linda-se o praso do pagamento sem
multa do 1 semestre do referido imposto, depois
do que ser pago com a niulu de 6 0|0
Recebedoria de Pernambuco 2 de novembro de
1869.
Manool Carneiro de Souza Lcenla.
Arremataoilo
Vai praca no dia 6 do corrente um obrado de
nm andar o'solo n. 33, silo ra do Hospicio,
freguezia da Boa-vista, em chao foreiro marinha
com 32 palmos de fronte e 74 de fundo, tendo dito
sobrado 2 salas, 3 quarlos grandes e 1 pequeo,
um soto com 1 sala grande e 5 qnartos, sendo 3
pequeos, casas no pavimento terreo cora 2 salas,
2 qtiartos o i pequeo, com casinha fra e 2quar-
tos mais ao lado, quintal para luja e tambera para
o sobrado, cora 2 quarlos e cacimba propria, vis-
ta do estado em qne so acha, & vahado em 12:0004;
cujo sobrado vai ? praca pelo juizo municipal da
1 vara porexocuco de Eleodoro de quino Fon-
eca, contra a viuva e herdeiros de Joao Rafino da
Silva Ramos.
._______________\_______________
PRGMMMA
Sexta-fetru 5 de novembro de
1869.
Graude
concert Instrumental
no saldes do
GLDB PERNAH6UGAR0
Em beneficio dos artistas da ex-
companhia lyrica, Socomario
Francisco e Boara Luigi.
A orchesira dirigida sobre a regencia do hbil
profossor Francelino Domingos de Moura Pessoa,
que se presta generosamente, como todos es mais
companheiros.
1- PARTE.
1.a Grande simphonia pela orchesira.
2." Phantasia para rebeca, lirada da opera ma-
cbibeth, e ex>-cutada por S<>coinano Francisco, e
acorapanhada no piano pelo Sr. Carolos.
3.a Diveriimonto para Danta composto o execu-
tad pelo insigne flautista (Salustiano) c acumpa-
nhada pela orchesira.
4.' rea variada, por (A. Laureli) e exeentada
no cl-nneto por Antonio Marlins, e acorapanhada
pela orchesira.
*. PARTE
i' Linda e grande simphonia pela orchestra.
1* Divertimento para rabee. exeentada pelo
Soc-jraano e acompanhado pela nrrhe'tra.
3.* Phantazia para clarineto tirada da opera Ma-

Os beneficiados pedem ao repcitavcl plico,
qne por mais urna vez, nsem com estes dona ar-
tistas de suas valiosas proec>3c, visto qoe se
acham ainda aqni, por na lerem meios para *al-
tarem ao seio de suas familias; e como os recor-
vos que Ihe restara muito limitado para fazerem
esta lao longa viagem, vem implorar a este paWi-
co patritico, para quo se dignein roncorrerem a
esle divertimento que Ihes vem offere^er, s aflra
do lirar delle alguma resultado para puderem s*
retirar. Os beneficiados prote-dam que em qnal-
quer lugar que eslivcrcm sempre se eonfi
eternamente gratos, para com este bondoso
co pornambucano.
As prtsoaS que dlgnarem aceitar estes bffbe-
ter, far o especial favor em dar sua esportula na
porta, que achara a qnem entregar.
Principiar s 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
companha pernambucana
\'avegaco costclra por vapor.
Fernando.
k^^v O vapcir Coruripe comrnandante
X.14 .Silva seguir para o porto acuna no
-SSKB^din 6 de novembro ao meiodia- Rece-
be carga at o dia 5, enc.immendi's, paingros o
dinheiro a frotes, al as 10 horas do dia da sa-
bida ; no escriptorio de Fnre do Mattns n. 12
Rio do Janeiro,
Para o indicado porto, pretendo seguir eom nani-
ta brevidado a barca portugut-za S. Joao, por lera
maior parte de seu carregamento engajado ;
para o ro-to que Ihe falla. ti.ita--e com u consig-
natario Joaquim Jos Goncalves lleltro, roa do
Commercion. 17. __________s
Para Lisboa
A barca portngueza Pereira torges devora se-
guir brevein-mie. para Lisboa, j tem a liento par-
te da carga, e para o resto trala-sc com Oliveira,
Filtras & C, ao largo do Csapo Santo n. 19, 1*
andar, on cora o cap; tao na praca.
Porto.
Segu com brevidade a veleira e nova barca
portuguesa honn, pan carga o passageiros,
para os quaes tem xceUentes o^inm ido trata se
pbm os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.; rna da Cruz n. S7 1* andar.
Porto e Lisboa.
Segu para o Porto com escala p.r I.i-l.oa, a
barca poatugueza Su/i, a : para carga pas?a-
goiros Irata-se com o? cmsignatarios T. de Aqui-
n i Fonseca & C. ; ra do Vig uio n. 19 ou cora o
eapitao na praca.
Para.
Para o designado p.>rlo, pretendo sahir com
mnita brevidade o palhabote itozita, por ter a
maior parte de seu carn'gaowuo |iromplo, e para
o resto quo I'ip falta trata-so cora o consignatario
Joaqnira Jos Goncalves Boltra>; arua.lCom-
niercii. n. 17.
COMPANHA PERNAMJCAN.\"~
DR
Navegacdo costea por vapor
Ooyanoa.
O vapor P'iiruhgba, com uanlante Melli, segui-
r para o porto a-ima, no dia 6 do crrenlo, s 9
horas da noite. Recebo carga, encomme.uLs, pas-
sageiros e di iheiro (rotes, no esoriptorio do
Fo'rto d Mallos n 12.________________________
COMPANHA PERN.UMBUC \NA
DU
Vavcgaca eo*eira por vapor.
Paraliyba, Nat, Macu, Mussori), ra-
caty, Cear, MandaU. Acarac e
Granja.
'^j\V nntyt Pn-'ipimn, cora mandante
Torres, seguir pan os portos
' fjrf cima no da l."i do corrente as .'i hora*
la tanie: Recebe carga at o da 13 aeoO>
ii -odas.e passageiros o dinheiro a froto at a*
i horas da tarde do dia da saluda no escripto-
rfo no Forte do Ma't-s n. 12.
COMPANHU i' !: rtN.vH WJCAN.V "
- IR
^'avesat'o cottcJra por vapor.
Macei em diritura a Pnerto.
Ovaporfti/iira, comraandantc Aze-
vedo, seguir para os portos cima no
dia 8 do corrente as 4 horas da iar-
le. Recebo carga at o dia 6, nncomincndas,
passagens e dinheiro a freto at as 2 horas da
tarde dodia da sahida ; nn escriptorio do Forip
do Mattos n. 12.
COMPANHA iBKNA.MBUCANA~~
DB
Vavegacdo costeira por vapor.
Purto de Galliuhas, Rio Formse e TSman-
dar.
O vapor Parahi/ba, comrnandante Mello, segulrt-
para os portos cima no dia 10 do correatn,
neia noite. Recebe carga, encommendas passagei-
ros, e dinheiro a frete no escriptorio do Forte do
Malt s n. 12._____________ _____
CllPAW BaASlLEIRA
DK
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 12 de novembro, o vapor
Cruzeiro do Sal, comrnandante J.
P. Guodes Alcoforado, o qnal
depois da demora do cosame se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-s a
iarga que o vapor poder couduzir, a qual devera
las e dinheiro a frete at o dia da sua sahida as %
doras.
Nao se reeebem como encommendas senao ob-
, ortos de pequeo valor e que nao excedam a dnaa
Irrobas de peso on 8 palmos cbicos de raedicae.
Tudo que passar destes limite deveri ser enibar-
a lo corao carga.
Previnc-se aos Srs. passageiros, que suas nas-
sagens s se reeebem na agencia a ra da Cruz
n. 57 primeiro andar, escriptorio de Anu uio Lui-
do Oliveira Azevedo 4 C.
lOMFAJHIIA BR.\SILEIHa
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sol esperada
te o da 9 do corrente o vajxjr
Guar, comrnandante o 1* t-
ente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do coslurao se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-sa a
jarga que o vapor poder conduzir, a qual deven
er embarcada no dia desuactegada. Encomniap
las e dinheiro a frete at as doas oras do dia da
ua sabida.
Nao se recebemeomo encommesaas -ao ob-
lectos de pequeo valor e qne nao excedam t
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos do medi-
cao.
Tudo que passar destes limuos devera aw
embarcado como carga.
Previne-so aos Srs. passageiros que suas
Pns s se reeebem na agonaa ra da Cruz tt
andar, escriptorio de Antonio l.mz de Or
Vzevedo &C _________-***
Para Maco do A$s&
A barca nacional Flecha, eapitao Juio AogMo
de Pinho Victoria, seguir oara o porto ac""
dicado oestes olto dias, recebe a tMn a ea
Ihe apparerer : a traur-se eom Marae,
& C, no larf.i do Corno Santo a. 6, 2* anl
com o eapitao a bordo.

- ,
1
i

)


Di

de
Pernambuco Quinfa
mi'
feiral Be
Novombto
i m
m
___
de 1869.
COMPARA PEHNAMWiCVNA
MavegafSo eosltira por vapor.
Maniam,m'v.
0 vapor Mandnh, coffiiftan;!mto .Itili. srgue/i
para o purto cima no 'ha 12 do crraatc as li
horas da tarde. Recebe carga, eneonwnenia*,
pawageiros edoheiro a frete at as 3 horas da
tardo do dia da sahida escriptorlo no Fort do
Mahos n. it.
Porto.
Vi sabir breve a barca Lama ; para carpa c
DMngeiros, ra-se cn os consignatarios Carva-
Ibo 4 N Para o Porto
segu com brevidade a veloira e nova barca por-
tugtieza Isoliivt ; para caiga o passngeiros, para
os qnaos tcm excelente* commodos, lrata-se com
os consignatarios Antonio Luil de Oliveira Aleve-
do & C, ra da Cruz o. 37, l* andar.
LEILOES.
Constando de dilfercntes obras do direile
e litteratura de autores conhcc'idos o
afamados.
no je*
as 10 horas
Por taterveneao do agente Pinto, uo sjbrado da
ra do Imperador n. 9.
Da casa terrea do becco das
Barreiras n. 3, edificada em
chaos proprios.
Sexta-fclra 5 do corrate
as 10 horas
Por intervenoao do agente Pinto em seu escrip-
torio na ra da' Cruz n. 38._________________
LEILAO
da armacao, btelo e gneros, da taberna
do Caminho Novo n. 47.
St-gunda-feira 8 de novembro as 10 horas.
O agesta Pinto far leilao re<|aerimento de
luso Irmao, e por mandado do lliin. Sr. Dr. juiz
ospecial do commercio, da aiinacao e gneros da
taberna do CamimVNovo n. 47, arrestada a Fran-
cisco Jos da Costa c Silva, o de conformidade
com o mandado existente em poder do mesmo
agente, devi ndo o leilao ter lugar as 10 horas do
dia cima dito na referida taberna.
LEILAO
DE
ama boa casa, sita na estra-
da de J 'lo de Barros-
O agente Pontual, competentemente autorisado,
A-ender em leilao tuna excelente casa acabada
de construir ha poucos mezes, tendo todas as pa-
redes dobradas, 3 sala-, (i guarios, cozinha e des-
pensa lora, calcada em roda da casa, cacimba com
expeliente nena, tendo a casa 34 palmos de frente
e 60 do fundo, e o sitio 100 palmos de frente e
420 de fundo, solo proprio, sumi iodo o sitio cer-
cado e pertencente ao Sr. Manoel Ferreira Pinto
de Araujo, distante uns 400 a 500 passos da esta-
Sao que se tein de fazer no becco do espinheiro
os trilbos urbanos do lenle Oiinda. Os Srs.pro-
rendentes podero examinar a casa e o sitio e
conconerem ao leilao:
Tcrca-feira 9 do crreme
uo primeiro andar do sobrado n. Bi ra da Cruz
primeiro andar.
.Convite especial,
Fructap i; Cunes, vojn pelo presente
rertifteaif todss os sen* benignos amigos e
(feguMMi que hontem rocebnf da Europa mn
sorumenlo do Llaios de todos os formatos,
inuito prop ios para os misteres das casas do fa
milla. O nosso deposito de pao c castas ra lar-
ga do Rosario, offerece sempre ossas obras de pa-
Iha em abundancia e por grecos razoaveis, visto
3ue nosso maior interesse vender muito (lucran-
o pouco). Limitamo-nos a mencionar neste aviso
smente os desojados bercos volantes, balaios de
meninos aprenderem a andar, maracas, coslinhas
linas de meninas de escolas, cadeiras de virae
branco, cestas para compras no mercado, conde-
nas brancas o do cores, acafates dem idera, ba-
laios com p para pr fructa na mesa, ditos de
depositar nos escriptorios o papol rasgado, ditos
grandes para deposito do roupas servidas. Outros
mallos balaios oxistem aqui disposicao do todos,
assim cuino cera branca de pavio e rollo fino para
acender Itues as grojas c casas particulares :
HJhios mais do 200 varas do estopa emendada,
pecas do 30, 40 o 50 varas muito pronria* para
o- s-". prnsanos encapar saccas de lw, vara
a 280 res._____________________________
Aviso ventajoso para os se-
iiliores de engento.
N. B. Pratica, paciencia, c adiatitamennto
em poucos lempos.
1'in e nos de ter ja ensinado em algn* engenhos desta
provincia, se offerece a nnalquer senhor de enge-
nho para cnsinarnao s as primeiras letras como
o francez com pe feicao e em poneos lempos :
quem pretender dirija ralla fechada comasua
residencia, na raa das Trincbciras n. 50, com as
iniciaes R. A. B.__________________________
O aballo assignado faz sciente ao publico e
.especialmente ao distinti corpo do commercio,
que nesta data dissolvon a sociedado que tinha na
padaria da ra do Lima n. 14, e que gyrava sol) a
Urina de Juio Antonio Velloso, ficando pago do scu
capital e lucros, o exonerado de todo o activo e
pas ivo. Piccife 14 de outubro de 1869.
Bernardo Fernandes.
0 Sr. L que negociou a taberna do patio
da Penha, quera fazer o favor de mandar
dizer alguma cousa de utn meio bilhete
do rio que foi socio, na mesma taberna.
~ O Sr. J_o da Cuh Suares Guima-
res queira vir on mandar ao cscriptorio
deste Diario negocio.
da ra da Impefatriz, becco dos
esta cao dos trilhos urbanos na ra da Aurora, na
sext-feira, tima cadeia de ouro e chave para re-
logio : quem a tiver achado e qnizer fazer o favor
de entregar a seu dono, dirija-se ra da lmpera-
triz n. 04, que ser generosamente recompensado.
Joo Paulo de Soma, tendo conduzdo nove
notas promissorias da qtiiitia de i:33gj_03 cada
urna, passadas pelo coronel Jos Pedro Velloso da
Silveira a favor do commendador Manoel Goncal-
ves da Silva, e vencida a primeira em 31 de julho
de 1858, e as outras nos annos subsequentes, sen-
do a ultima em 31 de julho de 1866, para as en-
tregar ao coronel Coriolano Velloso da Silveira,
visto estarem ellas pagas desdo o dia 26 do cor-
rentc mez e anno, succedeu que as perden ; e co-
mo nenhum elTeito tem ellas mais por terem sido
pagas CHsa do supradito commendador Manoel
Gonealves da Silva, o abaixo assignado pedo a
queii as tiver achado, o favor de Ih'as entregar,
tanto mais quanto a ninguem pode ellas aprovei-
tar, c por isso promette urna gralicacao.
Joo Paulo de Suza._______
Os abaixo assgadol declaram ao publico e
especialmente ao corpo do commercio, que desde
31 de julho prximo passado se acha dissolvida a
sociedade que tiveram nesta praca nos estabeleci-
mentos da ra Nova n. 35 e da ra do Brum n.
54, que gyrava sob a razio social de Braga & Vil-
laca, ficando a cargo de Jos Baptista Braga a li-
quid;
Nova
igualmente a liquldacao do activo e pa;
dirao ra do Brum n 54.
Recite 30 de outubro de 1869.
Jos Baptista Braga.
Manoel dos Santos ViNaen.
Precisa-se
litigar urna cscrava qne saiba cozinliar o engoin-
nar : na rna das Cinco Ponas n. 8ii,
Aluga-so a casa n. 3 da ra do Caes que
segu da etcncao, com 2 quartos, i salas, quin-
tal e cacimba, por 123000 mensaes : a tratar no
sobrado contiguo com o Sr. Valonea.
A irmandade das almas ila matriz do Santo
Antonio precisa do nm capellao para celebrar as
nissas da madrugada nos domingo o dias san-
ios, a comecar no 1. de novembro prximo : o
.tvd. Sr. sacerdote qtlo se quizer cncarregar dessa
capellana queira ter a bondade de cnlendcr-se
com o l\vd. Sr. vigaro, na matriz. N
Consistorio da irmandado 25 de outubro de
1869.
'O escrivao
Manoel Camello Pcssoa.
Eserava.
Precisa-se alugar urna prota eserava ainda que
soja velha, para o servico interno e extorno de
urna casa de nouca familia: a tratar na ra da Cruz
n. 28.
CAHA DA VE.
Aos 20:000^000.
Billietes do Rio venda : ra do Cabug n. ?,
vende Viera & Rodrigues._____________^_^
Precisa-ie de um creado para todo servico
de hotel, paga-se bem, prefere-so cscravo : a tra-
tar na ra estrella do Rosario n. 11, hotel Lisbo-
nense.
ALUGA-SE
o segundo andar e sotao do sobrado da ra da
Cadeia do Recife n. CO, com bastantes commodos
e muito fresco : a tratar no armazem da exposi-
cao de Londres.____________ ____________
Precisa-se de una ama para cozinliar e a-
zcr compras para casa de pouca familia : na ra
do Pires n. 5.
Cozinheira.
Precisa-sede urna cozinheira
n. 16,loja.
na ra da Cruz
Aluga-se urna grande casa c sitio, tendo ca-
cimba com boa agoa de beber, mitra dita mais
pequea, perto da povoacao da Vanea e do rio
Capibarihe: na na de Hurtas n. 2, 1" andar.
Aluga-se urna loja propna para negocio : a
Halar no sobrado u. 5, no largo da nbeira da fie-
guezia de S. Jos. ________________________
Aluga-se nina casa em Apipneos, na estrada
que vai para o engenlio Dous Irmaos, com 6 quar-
tos, 2 salas e 1 qnarlo para cscravos : a tratar na
Ferreiros at a rU8 d Trapicho u. 20, ou a ra Nova em Api-
pucs ns. 5 e 6.
Attenpo
Precisa-se de urna ama de leitc : na rualar-
ga do Rosario n. 21.__________________
Precisa-se de tima ama que saiba comprar
e cozinhar : na rna larga do Rosario n. 21.
TMCAir
m
Roga-sc a quem achou um embrulho, contendo
cinco folhas de descargas, em duplcala, e outros
papis mais, os quaes foram perdidos desdo o tra-
piche do Sr. Barao do Livramcnto at a alindo-
la : querendo entrega-las, pode dirigir-se rna
do Jardim n. 44, ou na alfandega ao mesmo abai-
xo assignado.
Geraklo Correia Lima.
Atagam-so duas casas nos Arrombados, para
festa, tendo cada urna commodos para grande fa-
milia, quiolaes murados e cacimba meieira. o ha-
tillo ao p de casa : a tratar na roa das Cruzes,
segund andar n. 24.
AVISOS DIVERSOS.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
KE BFB: A' Olil.fD.i.
Por onleiu da directora sao, convidados os Srs.
accionistas, para no prazo de dez dias contados
o dia 5 do correte effeetnarem a 5a prestar*,
de suas accoes na razao de 10 % e receberem
nossa occaslao os respectivos titules.
Para esse lim ser encontrado o Sr. thesoureiro
das II horas da manhaa as 2 da tarde de todos
os dias no escriptoro da companhia ; rna Nova
i. 35 Io andar, entrada pela ra das Flores n. 14.
Recife, 3 de novembro do 1869.
I' secretario,
Jo Joaqvim Altes.
i, licando a cargo ae Jos uapnsia uraga a n-
dac,ao do activo e passivo da loja n 35 da ra
va; e a cargo de Manoel dos Santos Villaca
alente a liquldacao do activo c passivo da fun-
Aluga-se na ra da Concordia n. 15 utn mo-
eque que faz todo servico de urna casa.
Manoel Alves Guerra ruga a todos os seus p-
renles e amigos e aos de seu muito prezado irmao
Jos Alves Guerra, fallecido no Para no dia 14 do
mez passado, o caridos > obsequio de assistirem a
missa que se ha de celebrar sexla-feira o do cor-
rente, as 8 horas da manhaa, na igreja matriz da
Boa-vista, pelo eierno descanco da sua aim;< : i>ni
testando desd'* ja eterno reconhecinie.nto.
Precisa-se.
Deum menino brasileirn de 13 a 14 annos de
idade; que tenha ou nao pratica de taberna : na
ra dos Pescadores n. 43.
Pilulas azucaradas de llrislol.
CONNO TEM NEM CALOMELANOS NEH NENHC.M
OUTHO UMBRAL.
A grande nceessidade e falla de um ca-
tbarlioo ou d; urna medicina purgativa, ha
mufcfrqae lem sido sentida, tanto pelo po-
voJS0ino mesmo por meio da aeuldde
V-{wmp i*so, iniiito o gosfe e
ter qui) sentimos, em polermos com
toda a contianra e segundado, recommendar
as pilulas tt'ijetaw ussiuwailas de Brislol,
como urna excelente medicina purgativa, a
qual encerr- em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel ctliarlico de
familia. Este remedio nao eomposto
dessas drogas ordinariamento usadas na
composico dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, sao preparadas com as
mais linas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hemos e plantas, depois de se
tiaver cliimicamento extrahido e separado,
os principias activos, "ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas poreoes (ibrosat inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomcar a po-
dophrjtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
jaravillioso possivel sobre as reg5es do
pgailo. assim como sobre todas as sccre-
Ces biliosas. Isto decombinaro com o
Ivpiamh'in, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuein c fonnam urna plala purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
naUreza, que jamis lora apresentado ao
rAiblir. As pilulas vegetaex ossucaradas!
de Bristol, achar-se-ho sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efli-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as segundes.
I
1
1870
FOLHINHAS-
Ai'Hbo e hli- Luz e ucIiio-m-
vendo B
LIVRARIA FRANCEZA
ltiiu ao Crespo, N- O.
u afunsdts Folbinhas
E
PARA 0 ANNO DE 1870
PRECO R.S 3*0
; v araarar.reara.-Moaaga;
Dyspepsia, ou imli-
gestao,
Astringencia, ou..
priso do veiilre
habitual,
Azia do estomago c
pOatalencia,
Perda do apetite,
Estomago sujo,
Hydropesia dos mem-
bros ou do corpo,
Alecrbes do ligado,
Ictericia,
Uemorrodiag,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femeniio
Dores de cabeca.
Em todas as molestias que derivam
sua origem da massa do sanguc: a salsa
parrilha de Uristol esse melhor de todo.'
os purificadores deve ser tomado conjun
tamente com as pilulas, pois que estas
duas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obraren) do harmona urna
com a outra, quandu lielmente assim se faz,
n3o nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
affiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radical, isto
esta bem visto, quandu |o doente nao se
ache n'um estado muito alni dos recursos
lumaass- ..
Joaquim Jos Gon-
ealves Beltro
RA DO TIL\PICIIE N. 17, 1. -ANDAR
Sacca por todos os paquetes sobro u Ban-
co do Minho, em Braga, e sobro os seguiD
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
GuimarSes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Casteo.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de]Fama!icao.
Lamego.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpasso's).
Mirandella.
Beja.
vn
m
ilo =
Pernanta-JC ;is moflna? do Ueberibe, famft^
Sr. lina....... d'onde Iho vem a ldatguia
Ihc .nitoiisa 'a rliamar ftbrnsJ Apiw-eoto
crtidao de teptismo no pr:io de iros dias, c
igreja a onde xisle. no termo do Oiinda, [-
tilo <> cabra fG ronreiicer que fo Rdalgus. j,
Precisa se lupar una ama para cast
poura familia, ipic jaiba cozinliar e tenha boa
ilncta : a tratar na .ua do Oesjw n. 18.
Q.'oni'eltarE;i dos anaaaxes
No etabeleciinenlo acuna precisa-se de um
() para aprendiz.
-- Pivi'isa-se de moa ama de leito ; na ruado
Qneimado u. 12.."I" andar. __^K
Su na da Caii.-a n. "o .\ preris.i-sedlrpFa
ama que saib en'-Mimar i: cuziuliar com perlti-
eao, paiia--p tem. ^______
-Tn.i roa >i < i o. I .o. -' audjr, ha par
wiiilcr uii'a esrrava eriniiia, boivia ligura : qwm
prec-ai dinja-sc a iiieina, que echar com qptm.
tratar. __________ __________
Precisa-so >\ nina aun para raa do poora
familia : na rna da Triiideiras n. i\.
Caixeiro
Na na de S. Jos n. 3 precisa-se do um cti-
xero com pratica de taberna, dando coiibeciacB-
in a aun conducta.
Precisa se do moa ama mm-i-h para <> i
ro interior do i'.m.i casa r >m 4oii'a familia : a
tratar na Capun(;.i, un da llaixa-vcido n. li, oa
a na dii Qoeimadn n. .Ti, luja da [tea-Fama.
Aluga-se i, a- andar n s. :>i, sitii a praca ;.i lloa-\i-t.i, lindo comnxdbs
para grande fanilii : a lala- na rna do Alccui
n. 30.
Proci.i?.* de nina nara co.-inhar; a tratar na
rna do Vsarin n. I. -'I' andar. _______
O Sr. acadmico Aucnslo Carlos de Mello
I/Araisiiv. anies de si- retirar para o Para, (arr-
ia cumplir a obri?.;ao que c.niialiio em 21 de
on'nbro d" anno |n'"\ un ca-sado, do contrario..
A pw.*.i que cimo um cachorro galgo de
enr cinzenla, tendo us |.s c maos Inuncos, a pon-
la da caiid.i tanihein branca, o qual desappareceu.
por oeca.-iao do poiiad.ir que r, coiiduza ir lomar
urna miipa na rna ite Araw.Vi ; inierondo mrtilai-
lo, |k'mIc levar ao h.iii-1 do Moiiieir, quo ser ge-
ucrosainenle ieco:n|nrsaitii.
- Alii'Zam-sn iliris casa* lemas sins no Man-
ruhih'i a marvem do rio, reciunnirnil.iveispela ia
terrea : a ii'alar n i ro do Vi < o/iuheiro
roa
r raplji
Alnga-se nm r.i7.i:iheiro <: um carapina: na
Direita \vl\. I andar._____________
I'reeisa--e de un caixeiro para una pad
ra no mato, com praiici, < que aHanee suana-
a tratar in i
F".canlaiiipnto O. ln-
A mca regedora da irmandade das Almas,
"recta na matriz do Sanlissimo Sacramento d.-i
Boa-Vista, convida a todos nossos irmaos c aos
prenles e amigos do Tinado nosso irmao procu-
rador da mesa recedora actual Antonio Jacinthi'
do Mello Jnior, para ouvirem urna missa no sti-
mo diado seu fallecunenlo, que a mesma mesa re
Redora manda cWebrar pelo repozo eterno da al-
ma do mesmo irmao, sabbado G do correle, as 7
horas da manhaa. na matriz da Boa-Vista.
O escrivao,
Antonio Fernandes dos Santos.
A directora do montepo Portugnez faz cele-
brar urna missa pelo eterno renouso do finado
consocio Jos Ferreira da Silva Magalhaes, quinta
feira 4 do correle as 7 loras da manhaa na
igreja matriz da Boa Vhta ; e para este acto re-
hgmso convida os parantes e amigos do fallecido.
Precisa-se aligar um ecravo, dando-so at
alguma quantia adiantada, se acaso se convenci-
nar : a pessoa que tiver, pode vir tratar no pateo
do Terco n. 63.___________________________
Precisa-se do urna ama forra ou eserava
para cozinhar e engommar : na ra do Imperador
o. 71, 2o andar.
N'a loja de funilaria da porta" larga na da
Imperatriz n. 65, tem um grande salimiento de
candieiros elamparinas para gaz,de lindos g~l<>s,
o obras do funileiro, tendo 1 santuario de gosloe
bem acabado, assim como vende Lombas, tornel-
ras, etc., e encarrega-se da encanacao d'agoa paro
qualquer casa, ou e>tabelecimenio, tamben* vende
um bonito e moderno fogao inglez, nao s cozinha
com lenha como com o carvao. Na mesma loja
coneeriam-se todas as obras de encan8mento^e
machina de costura, asseverando que achant
sempre prompto a servir bem os seus Ireguezes
a tratar na mesma teja a qualquer hora, que ser
attendido._______________________________
O tesiamenteiro do fallecido subdito francez
Joao Vignes, convida aos devedores do finado a
saldarem seus debites amigavcimcnle.do contraro
serao ajuizados sem excepcao alguma.
Aluga-se por anno ou por fesla urna casa na
rna dos Milagres, em Oiinda, recommendavel por
ser mui perto do mar, com 4 salas, i quartos, co-
zinha e quintal : a tratar na ra dos ssos ns. 22
c 24, a qualquer hora.
JocUiuiin Ferreira dos
SiiLtOS
professor de dansa, natural de Portugal, chegad
pouco da Europa com sua esposa esta provin-
cia, tcm a honra de participar aos seus illustre>
habitantes e mui principalmente aos pais de fami-
lia, que contina a leccionar em dansas com todas
as regra -, as tercas e quintas-feiras, das 5 horas
da tarde s 10 da imite, em sua casa na ra es-
trella do Rosarlo n. 31, 2o andar, e no* domingos
de manhaa para todas as pessoas que nao podei i
vir nos oatros dias, sendo a lican aos domingos i
noite geral para todos. Tambem se promptica
ir aos collegios c casas particulares nos outres
das.__________________________________
Feitor e cozinheiro
Na ra Nova n. 12, ou na ra do Ouro n. 30,
precisa se de um feitor que saiba tratar de um si-
tio, assim como de um bom cozinheiro, preferindo-
se eslrangeiros.
CASA FELIZ
Aos 20.000S000
Yo Recife arco da Couceleo n. 9
Os abaixo assignados tendo-se habilitado na
forma das leis, lem exposto a venda os seus feli-
zes bilhetes das loteras do Rio de Janeiro, na casa
cima, aonde se pagaro as sortes quo sahirem
nos mesmos bilhetes, com o descont somonte
da Ici.
PREQOS.
Bilhete inicuo 2*5000
Meios !2000
Quartos 6*000
E de 100* para cima a 22 o bilhete.
Figueiredo & Leitc.
Precisa-se de ama ama para cosinhar e
fazer o mais servico de urna casa de pou-
ca familia, prefere-se eserava; trata-se na
ra Nova n. 46.
Precisa-se
de um caixeiro de idade de 14 a 16 anaos, que te-
nha pratica de taberna ou padaria : no paleo do
Livramenlo n. 36.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A CompanhiaTndemnisadora. estabelecid<>
esta praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogt
e edifteios, mercadorias e mobilias: a
rna do Vigario. pavimento ter eo.
Na praca da Independencia n. 33 se da di
nheiro sobre ponhores ouro, prala e pedras
preciosas, seja qual fur a quantia; e na mesma
casa se compra e vende objectos de ouro e prala,
e iguiWtente se faz toda e qualquer obra de en
commenda, e todo c qualquer concert tendente
mesma arte.
Um moro de idade de 17 annos, cun muito
bom talho de letra, sabendo arithmetiea, traduzir
franceze inglez, offereceseempregar-se em al-
gnma casa de commercio, dando fiador a sua con-
ducta, se for preciso : quem precisar dirija-so
ra da Matriz da Boa-vista n 26, andar, onde
se dar mformacoes a respeito, ou annuncie po
este Diario para ser procurado.
r srravos.
Precisa-sc comprar quairo escravos ou'escravas,
preferindo-se pretos ou mulatas mocas : a tratar
na rna da ln peratriz n. 13. no Bazar Acadmico.
Perdeu-se na icrea-teira a n ote, no caes da
ra do Brum, defronte'da saboaria do Sr. Vas-
conceUos, um remo envernisado de 8 a 10 ps de
comprimento c marcado com o n. 3 : quem o
achou pode leva-lo na dita saboaria, que ser gra-
tificado.
Em casa de THEODORO CHRISTI
.VNSEN, ra da Cruz n. 18, encontran-Si
efiectivamente todas as qualidades de vinb>
Bordeaux, Bourggne e do Rheno.
Na pharmacia do Pinto ra
Larga do Rosario n. 10
junto ao quratel de poli-
ca.
Aham-se constantemente promptas a
serem satisfeitas, as p escripcoes dos Srst
facultativos, e as necessidades dos enfer-
mos, as especialidades da mesma pharma-
cia, composta de medicamentos, tanto in-
dgenas, como estrangeiros.
Tosse e molestias do
peito
Xaropes do fedeg.-o, rabo de tal.
Agrio, pao Cardozo.osc, mulung, mu-
tamba, etc., etc., ja
Eheumatismo e moles-
tias syphiliticas.
Arrobe vegetal, xarope do salsaparrilha
do Pai, pilu|as e xarope do veame, tin-
tura o xarope de sicupira.
Doencas do Ggado e han, ane-
mia, opilado, ele.
Emplasto, oleo, pommada. tintura, pi-
lulas, xarope c vinho da milagrosa Juru-
beba.
Sez.es ou febres inlcrmilenles
As pilulas anti-periodicas de Pinto.
nico deposito destes medicamentos na
pharmacia do seu autor roa larga do Ro-
sario n. 10, junto ao quartel do corpo de
polica.
ionio
Em Pernambuco', p Maurcr C. e
Macei, Paulo Jos da Cosa Araujo.
HASS4 e XAI10PE
DE COOEINA CE BERTHS
Prrconisai'.ox por lodiHO __i_* cmiirs n^fi
SEFUrXOS, CATlIAP.I'.W. V. TUDAS as;
HITAD>I.S DO PKITO.
K. B. O Xnrop ile Cudrin* q*t m-rccei-
honra, o.".u < '' tulr* i- McLiciinthtw'.
ntii*i, de er rcijis!"t-'ti< fntU' um J .'* i:ici.t:
ment of eimet d qtiti 'que re'fji".
AVISO. Por mu* '
fir-M ..1 ij jr- i.m niM.iiu.lt) o r.1,1 mul) Xarhur e mi** Icniiiiar tju,- .-si. mr codee ninii- i H- ^, -j
rri.l!. 111 em 1 ''sol- y^.^ .-
befr.i_>Uv-.>."o "' : '
: i-.,;,;'..... ._:..--,"..; ..
fivnu. "^*
li. ...'i. ..'.-. /..', i< III l'li lli:ltl.l > I
A.- 1 1 -i'.,-. 7. Wi ..'-i. '
hul_ ,1 1 h ii ui i.- i1'" r '' :
AVISO
aos convaleseentes e s pessoas
[tacas e debilitada
OCU'r"W" LABARMQUC*ppro\a prta icadenua imperial de medicina Jo
Paiii o inico por cxccllcncia.
\
- .. ) ni IIio-a.ihi.o, DtfoKktUt; Ckcivlol.
"I1 *" I <... |i|u_na), Uaurer C:
RIJA
i
_ CABUG
esquina
da rna larga do
Rosario.
AO ANNEL DE OURO
M_oir_% ______ JOlits
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre nm sortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender.
vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencer daverdade.
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por prepos muito ele
vados.
A loja est aberta at as 9 bor.is da nwit.
hija
EO
c
esquina
da ra largado
Sosa
9__CM:
iiEGim






r*
^ \
Diaric llT Pemamfeuco -^Juia eira 4 de Noveiubro de 1869

Mikfoskope achroma-10 *> tisehen. ObjeVivLin- ... ,rf \~~i
sen.
Barmetro e termo-
metre. Centgrado
E crystal de roca do Brasil.
F. I. Germaan, recomroenda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeicoa-
dos; porque, com este;, vidros, a visU descansa, forlifica-se e nao canea como com
os vidros ordinarios. Urna vez eseolhido um vidro, pode durar dez aonos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obriga'do anwta-los todos os annos eoster
cada vez mais grossos, o que altera o crystalino do -Hio e determina quasi sempre do-
res de cabeca. O alcance ordinario da vista p*Tto de 30 centmetros do olho, e,
todas as vezes que o objecto est mais perto ou mais lo^ga, os raios que expelle sao
m'ui convergentes ou aiui divergentes e a viso nao perfeita. Um fcrand numero de
pessoas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a visao nao e distincta.
Com a apulicaco de meus vidros pde-se vencer estas difficuldades. Para os qae tem
a vista curta e cujo crystaljno mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
lone), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponto de
visto, o que faz divergir os objectos e deixa ver tao longe como as ootras vistas. Quan-
do o'crystalino muitochato, o que saccede aos que. tem chegado a urna certa idade,
o que se chama prcsbyla, vem mellior de longe qu de perto, e nao enxcrgam senao
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes cnxergarSo
to distinctamente como na idade da i o annos. Servindo-se desles vidros quando e
vista principia eufraquecer, previne-se o mal. i
F. Cicrmann encarrega-se pela sna experiencia, tendente aos olhos, a es-
colher, a prtmeira vista, seja qual for a idade egro de vista, oculos proprios para
qualquer possoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?

-T
BORZEGUM DM1.4M
Nova loja de calcado
JOAQUIM DAS DOS SANTOS. A C. acabam de abrir um estabeferimenlo de oto-,
jado estrangeiro a ra Nova n. 30, onde o publico encontrar tudo o qae aeste g&*
oero de commercio ha de mclhor e de mais gesto em Paris e Londres.
Por todos os vapores transatlnticos receberao tiles constantemente remessas d*
tallado novo, pelo que ter sempre o eslabelecimento o que a resuelto se iodo ei-
gir. Ao publico em geral e a eas amigos em particular, pedem a cooperase qm
Ihes possam dispensar, certos de que serio servidos com lealdade.
-n
;
Para a vista myope, (vista curta).
Para vista que se cobro de nuvens.
Para a vista que por momentos, v" es*
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremein
de fraque/a.
Para a vista que os olhos sao desiguaes.
Para a vista que se turva com o traba-
Ibo e a leitura.
Para a vista prcsbyla (vistagalon ).
Para a vista que nao supporla os raios
solares nem grande.claridade.
Para vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras est5o cer-
cadas de sangde.
Para a vista que um dos olhos myope
e o ouiro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olho se cobra de catarata.

>
Potjos tubulares insta.gteneos^le patent.
Estes pocas oram espaluados. na Euro-
pa, tanto que, qualquer duvida do seu
grande valor pratico deve desvanecer vis-
ta das grandes vantagens.
Militares de exemplos mostrarara que
elles sao de grande utilidade aosindustriaes,
agricultores e particulares; at em todas
as expedieoes militares dos ltimos lempos
oram usados para procurar sem demora
agua fresca e pura, e tanta quanta se pre-
'cisava.
Em todos os lugares, onde um poco ca-
vado ou fura do (pelo systema antigo) dara
agua, pde-so empregar os pocos tubulares.
Elles faciiilam achar agua muito mais
depressa, mais cristalina mais fresca e
mais barata do que por meio dos pocos
cavados.
O systema dos pocos tubulares o ni-
co pelo qual se pnssa obter agua perfeita-
mente pura, livre de todas as substancias
nocivas e preservada do todas as influen-
cias atbmosphericas.
Por meio de urna machina mufto simples, consistiodo d'um macaco, implto-se para
dentro da trra um tubo d- ferro, cuja extremtdade -inferior est farada e mnnida
d'utna ponta d'aco; e logo que a sonda mostra ajroa no mesno. deve-se atamchar
a bomba e faze-la funecionar. Ao principio a agua tere substancias arenosas c terreas,
porta) logo se clarifica, e em pouc tempo sahir agua peifeitamente limpida.
Ouiras vantagens que apresenta este systema sao:
Primeirainente, a promptidao com que se ejecuta toda a obra de assetitamento, que
murtas vezes nao leva mais de urna hora, sem remoco .algwna de trra:
Segundo, a commodidade qae elle offere-ce de ser nao somente collocado fra da
casa, como tambem d-'ntro da mesma, com nao menor facHidade :
Terceiro, a facilidade com que se tira para fra da trra o pofo sem o estragar
para o coilocarem noutro lugar:
Quarto, a grande quantidade d'agua que elle pode dar :
Quinto, a possibilidade de tornar, uteis com pouco trabalho, por meio dalle os po-
sos cavados que foram estragados pela ara ou por outras causas.
J*recisando-se de urna grande quantidade d'agua pde-se introduzir na tirra di-
vertts tubos unidos nns aos outros por meio d'um apparelho muito himples.
Bm rugar das bombas aspirantes geralmento usadas, pde-se fornecer bombaste
^oraprefso para elevar agua e conduzi-la aos andar s superiores.
O emprego dos pocos tubulares sobre tudo proveitoso aos fazendeiros, qne em
qualquerjcampo onde o gado pr cisa d'agua, os podem collocar e arrancados para se-
ren enllocados onde mclhor Ihes convier.
E' tambem de grande utililidado aos fabricantes de cerveja. aos dlSRdores a
todos os fabricantes em geral, e com especialidade aos empreiteirfcs, arebhectos. n-
fanheiros e todos aqnelles que precisam de quantidade d'agua por empo determinado.
Este methodo o nico para obter em qualpuer parte agua, qne seja livre de par-
tculas nocivas, elle tambem proveitoso aos proprietarios de casas c jardins, tonto
para o uso diario como para regar as plaotacoes e capim.
Pedimos aquellos que nos quizerem honrar oom suas encommen de nos
ommunioar: \. em que profundidade se achia agua, o que fcilmente se pdewifl-
car nos pocos ou cacimbas visinhas ; 2. de que especie slo as eamadas da Ierra da m-
ftrficie at a carnada que contm agua ; 3o em que especie de carnada se acba a agua
naquelle logar: 4. finanlmente 3 quantidad d'agua que se pede por hora.
A cnllocacSo do poco fica por conta do comprador offerecendo-se porem a eapra^
za a emprestar o apparelho de assentamento mediante urna retr,ibuito a convencio-
nir, a qual s regalar pelo tempo que se acbtr ifra.
Tambem encarrega-se de mandar orna peseoa habilitada na cotlcacSo d'ess^s po
eos, p igando o comprador alm do sustento e despezas de viagem da e volta) um
nia|JMv.viamente convencionado.
lira encommendas e rtSis esclareciuientos a nneito a tratar TOUoia doPT. F.'
h t*mann; ra Nova n. 21. "*
Sortimento de binculos
pora theatro, o oculos de
alcance para o campo c ma-
rraba.
Lunetas, pince-nez e
face--mam, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ago,
etc., etc.
v 4
Tem tambem grande sortimento de relogiof para' parida, que do boras e para
cima de mesa dos mais lindos modelo Relogios ;para algiheira, de ouro, prata, prata
domada efolcada, inglezes, suissot a orisontiics dos memores e mais afamados fabri-
cantes.
Vendas era grosso e a retalho. Em Pernambuco.
N. 21=Rua JJovaN. 21.
A' ra do Crespo n. 20 A, esquina da ra das Cruzes.
Alvaro Augusto d'Almeida 4 C parlecipam ao respeitavel publico, e com es-
pecialidade s Exmas'Sras. que e seq amigo e acreditado eslabelecimento ra do
Crespo n.20 A, de pequeo que era, acaba de ser transformado em urna bonita e vasta loja
de fazendas finas aonde pela sualocalidade camplido, o publico Dio s ter todas as com-
modidades para fazer suas coi, pras, como acha-lo-h5o desde j prvido de um variado e
eseolhido sortimento de fazendas finas e grossas, o que tudo se vende por precos m-
dicos.
2&te estabelecimento, apezar de estar j bastante conbecido, os seus proprieta-
rios tem resolviuo enttla-lo por LOJA DOS ARGOS, para evitar equivocas, e turna-lo
por esta mane ira ainda mais popular. Encontra-se nesta loja I
Ricos cortes de blond e de seda branca para noivas.
Ditos de seda de cor e pretos.
Brochad de seda, fazenda inteiramentenova.
Fonrard idem idera dem.
Las de muio gosto.
Cortes de carabraia e chita Maria Antoinelte.
Sias bordadas, camizinhas, esparliios, balles, basquinas, Ikhus, sombrinhas,
lavas de pellica, chapeos etc.
Ha tambem constantemente um completo sortimento de esleirs da India para
forro desalas.assimcomo alcatifa, tapete, capachos emoitos ontrosartiges, qne seria por
demais mencionar.___________________
ClFEITAIR MMW
16 RA DA CRUZ 16
Ha diariamente bollinhos para cha, bollos inglezes, pies-de-l, presunto, dito
hambre, superior cha Hisson, dito preto e miudinho, xaropes refrigerantes, vmbos en-
garrafados, doces em calda, ditos seceos e crihtalisados, (iguras parajbandejas pbantazia
e noivado) caixinhas com amendoas para proco commodo.
Recebem-se enceoimenitas para bailes, baptisados e casamentes, as cncom
mendas para fura sero bem acondiccionadas.
Pkm pudding.
Apre col. puld. Warranted superior qualite.
^r-
.
k-
ANDRE DELSC
CABELLEJBEiRO
^7 A Ra do Cre>po1. andar 7 A
ENCONTRAR-SE-HA sempre neste estabelecimento um variado cbonito Bar**-
asento em perfumaras francezas e inglezas cuja lista damos aos Icitores.
LUVAS Marca garantida de JOUVIN.
EXTRACTOS.De superior quah'dade marcas LlIBIN 4 GOSNELL.
DITOS FINOS.em frasquinhos proprios para prsenles Luuin 4 Goeneil.
POMMADASBanha fina de varios cheirosLubinitenelle, Societ Hygtteqxt
SABONETES.finos para toiletteLnb.-a 4 Moqpelas.
AU DENTIFRICE. agua para limpar dentesSociet Hyginique Lubin 41.
rterre.
INJECTIO BROU
. lurtlllvri t Prwrrvallva, ibaottiumeaut $ un imi
>9. Ulmmi Muiiii. lis.
i
QUINIUM LABARRAQUE
awrovaoo nu academia o edkiiia dc pa
0 Quiaim Labarrafp*, emineutemate tnico e febrfugo 4ee ser
preferido k toda* m oulianprepao^dv dofffaa.
O ninhm ie qntoa atoBNviaoieiite enangados na medicina preparante
coa omcm de ouim m ritaj|| en principios activo e mtttm.....wte
wk#( a faite tkm, m razio lu mo dc prtpwacao, estas vtohos coa*
tem apenas atigica c anncipiae rtH*M, m pMpercdes setaflto vadateh.
O OalBlmo l abarraajn, a^rovado pela Academia de mekia, con.
titue peta cbDtaalto mt tallattotoily U omposieto detaraiadc, aoa
principios aothoa, c com o o/ial m. audicoc e os doentes podem sempre cantar.
O Qniaisus LaWraq* aMMfiptc *Mm-arande mita t pemsas Iracas,
delibitadas, seja for nenm camas csgotainanto, seja por aligas mates.
Has; as aositos ^isartnapm araa raptos ermeenca, is meninas qu tem iffil
ndade em t brmcrai saaahsr; aamalhssm oapais aac partos; aos velhos
9 No cazo dc eaM l, aneaiia, cores plidas, este vinho um poderoso
aamAiar. dos ferroc^mms. Temado junto, por exemnJo, com as paulas s
Viaato^t*" *** *"^*|^awa.i^ tese.
Hato, L. fMBB, 49, raa
; CfKTOiOT. Jh
a-AVlEastC*
12.
RRILHANTLNA.para lustrar a barba os cabellos-Lubin.
AGUA Q OOLONHA.Marca verdadeira de Jlo Marina Arica.
COSMTICO.CheirosoLubm.
POZ DE ARROZ.ditoLubin.
IItJlLE.DE SENTEIROleo para ounservacao dos cabellosSociet Hygiaiqaa
ESGOVAS FINAS.para cabellos, denles e unhas.
BLAflfffiAtJ.=Pincel para barba.
GRANAOS.para cabellos.
REDES 1NVISJVEIS para cabellos.
<*AVATAS L1NDISSIMAS.do metbor |!llo.1
RNGALAS.de phantasia, para passeio 4e diverns tomauboselc., etc.,a*c.
A la parfuinerie^ariaienite.
7 A'Jty^A DO CRESPO 4.'ANDAR 7 A.
AMA
Precii*-so de oraa ama que saiba coslnkar:
^avcsmaaa-RiBjaa.- amo da Jerieosn.
maWnw-aWmiffH-
waaawa^vBSBBmsisT Hsm^V^^^^^amla^VTiic^mi
Mudanf^.
O Dr. Francisco de Paula Soais, rae
dico, mudou^e das Cinco Ponas para
roa Augusta, sobrado n. 116.
AVISO
Li sida e desenho.
CL HarinaDgell. ticando-sm m.ios do!
sobsisiencia pela horrms) aamstraptM acontecida I
no theatro de Santa Isabel, e nao querendo ser de
peso saotedade, propoc-so a dar liases de mnsi-'
ca c desmn como j fizera ha mais de vinte an-
nos em otoeo cullegios de ambos os sexos e em va-
rias easas particulares.
A generosa hspitalidade que lie ha reeebido de
todos, e s amisade quo sempre llie consagraram
as pessoas mais esiimaves dcsts cidade, faz-lhe es-,
perar que desla vez tambem Ihe nao faltar tra-
balho, com que possa sustentar sua familia, e pelo
que invoca a evadiuvacao de qoantos o eonbecom
no sagrado empenho cm que se acba, no meio do
qual pora em aeco todas as suas forras para coo-
naar a mostrarle digno da proteccao com quo
seemre fot honrado.
As pessoas qne se quizerem aprovaitar do seu
desvelado prestimo, podero acha-lo na r.ua do
Sove (liba idus Batos) eia ama das casas as Sr.
Tiburrin, pertn de qualro coaaeiros.
CilullaBi>ltrani:nl.Wariiaaagcll ,
dteripia lo conservatorio de tfo, dartftl-e ^raastoto, mas -e fOrs^sto obngai
a deixar a carreira theatral eflxar arsua residencia sera Pf***0 exF**1 *B*. t!
emPwoamiKico, onde oaipre-swsaaomnim pro- parece ao annunciacmll
vas de estima e sympathta, pelas qaaes conserva-
r eterna gratidao, desoja empregar o seu tempo
em dar licu de musir e oanto, tanto de apar-
feicoameoto como de principios.
As pes>a quequiercm-seutilisarde seu im-
limo podero dirigir-se a roa do Ser (Flh per-
dos Ratos) em urna das casas do Sr. Tiburcio,
to de qualro eoqneiros.
casar wss.aa
Boga--eaoJllm. Sr. hcacio VioIraJc
esenv o da cidade Ce ^acareen dcsu
o favor de na praeM as wfr
rua doPmpersdor n. W, para
negoci, que ha 4 annos ja toi por este mesmo:
nal chimado para o concluir, e que arndiaf
aquella anauncio mucaUrau lsuma-lo em 3fr!
e de novo esqueceu-s flllo I O anntinciaol
pera qce S. S. o dispensar de vir ainda ao |
'.do
-iJug
ssagitn
> i "1* Ti
Bir~i
uga-se ama i-asa para
PassafHbvda Caldelrciro, heira da liaCsatoari
be, euDfrnale ao Sr. Dr. Aloofcradc: sam sr-
teader 4irqs-se i ra do Pay?andd, no Cijueiro,
o. 1%

buraca. Recife I6doontubro de 186*.
Tbrtarain doasmsaaa rVatettiha, lerfCBmdjB
Agoa-Prota, dons masaa-mm assicnaes awsrtosa-
tes : uai ruco, penanao, velbo, com denles i
brado e bom eslradeiro ; o outro castanko, i
de, anda a p.isso, e uinbem velbo ; ambos
dos. teodo Are a anca a marcaPereirinhi
bel que tanto patinis, em tuda atoen
Tek^ra-smm*maaai
Barruiro* ou PaPtc-Gstos sajnmaa
a ppiyliwH.'i ** ws^mo.______________
O Sr. r. C-Taelie Perreira Pranea Inastr
tem una car la na roa torca de Becario a. *k
i
i


Dirf de Pwntmbuco Quinta feif
m


Nofeirbro de 1869.
5

A ESMERALDA
LOJA DE .OAS
DE
MUIM MRTE l C.
Este antigo estabelecimento. completa-
mente reformado ie novo, est as condi-
(joes de servir vantajosainente os seus re-
guezes. visto que acha-se prvido com nm
expendido sortimento de obras de onro e
prata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, cujos preqos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
se em troca ou compram-se com pequeo
abahf
Y 5 RIJA DO G4HJG t N. 5
m BARATOS i
Saperiores cortes de percoll com barra, para vestidos a b:> cada corte, a|
Lindos cortes de gaze de seda com 18 a 20 covados. pelo baratissimo g
preso de 5,5000 cada corte, na lujadas coliumnas, ra do Crespo n!3 de An- jH
ionio Correa de Vasconcellos.
M
AMA
Precisa-se do ama cosioheira
Joia>, ra do Cabug n.4
uo Musen de
Casa para alugar
Aluga-se para passar a festa ou por anno, urna
ra^a na ladelra da Misericordia, oi Olimla, com S
sal, 5 quartos, cozinha fra, terracos com asen-
los ilo podra o cal, na frente e atraz, e bom quin-
al cercado : a tratar no largo do Terco n. II
AM4
Precisare de urna ama livrcon mesmo escrava.
que cozinhc com prrfeicjto o diario do urna casa,
e que aliance sua conducta : a tratar na ra do
Viga rio a. 5, 3o andar. I__________
Sabo de alcatro
Pava e*armolestia la pelle
lacs como euiniogens, darthros, sarnas, cuiiiiehoes
e mais molestias \J pelle, sem occasidnar nceiden-.
tes ; desfaz as manchas do corpo, pannos, sarda;
restiJjeleco a"e> aaluraJ, qyuU. a culiSf-goeftj
grossa e anurellonta, orairMado por afcn
enli-vm idade, e como desineeiante e prevenalo
das molestias contagiosa?.
NICO DEPOSITO
Botica do Pinto, roa larga do Rosario n
ao quartel de polica.
ten-,
das
3
1EMPRESTIM0 SOBR
a.
OLIVEilU a- CARVALH011 ^
SucGessores de Reg &Moura.
24 Ra Nova 24
Os prnpriolarios deste novo estabelecimento fazem sciente ao publico, que
acabaw de receber um perfeito e variado sortimento do pannos finos, casemiras, brins e
oulrs muitas fazendas de gostos modernos, as quaes vendem por presos razoaveis.
s mosinos scientiflcun que leudo adniiuido para sua oflkina de alfaite, um rtsta hbil
no desempenho de stias unccOes, recebem qualquer encommenda de roupa por medida
prometiendo *ati*faz''rnm. com ponluahdade c presteza qiialquer pedido neste sentido.
(StM LIMITE.)
Na Iravessa da ra
das Ciros n, 2, prl-
ieiro andar, da-sc qnal-
qcr qiianlia sobre eur,
prata c pedras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado polo
governo, est as condc5es de ga-
rantir a trnnsaccao que se fizer em
sua casa, promettendo todo e zelo
e considerarlo s pe%sosrs qtie Se
dignarem de honra-lo em seu esta-
* belecimento.
Na mesma casa compra-se onro, 8
^ prata e brilhantes.
wbhbsbwh* mmm mnmw
Precisa-se de um eriade para todo servico
de hotel, paga-se bem, preferc-se escravo : a tra-
tar na ra e?treita do Rosario n. 11, hotel Lisbo-
nense.
Afctentflo.
Ifontem as 2 horas da tarde foi recoihido um
cavalio que vagaja-lieJasanas < ala cidade, i ro-
cboir do fceccu lo-OXnidur : o seu dono pode
rocura-to, que dando os signaes e pagando as
pczas,lne cera entregue.
TRILHOS URBANOS
no
Recife Apipucos.
Do di S de novembre prximo em diante, ser
regulada a panida dos trens por urna tabella, que
do diai|B do curenle mez em diante, pode ser
piiiirltja aa.Miacn do-Jteele.
ABvfrtese especialmente aos passageiros, qne
o< trena que partem a tarde do Recife Apipucos
nao pajvm nos punios intermediarios scn.ao de
S. J.i- ni dianlt, Ivendo o|tros treus que satino
do Recife de mein em meia hora, para aceommo-
dar os passageirup at S. o<. j
Os passageiros que tomarem o Irem em qual-
Mjor ponto inlermixliario com destino alm de S.
Jiis, terao de p#sar a outro quo segu para
Apipucos.
Ewriptorio da companliia 2i de outubro de
W Rawnson,
Gerente.
Precisa-se de um caixoiro nacional ou es-
trangelro, de la a lannos, com bastante pralica
de (erha c que d^liadar a sua conducta na
traves-a das Barrenas n. 10, se dir qotm pre-
cisa.
Jardineiro.
OfTerece-se um h.imem ptfragHez para dirigir a
ua arte de jardineijo, para o que tem as com-
ptenles habilidades : queni delle precisar annun-
cie por ste jnrual para ser procurado.
Alugar
r&C
o Io andar do sobrado da ra do Vigario n. 5 com
comni'Mlos para grande (amiba, aga polavel e es-
goto |iara aguas sujas : a traiar no armazem da
travesa di Corpo Santo n. 23.
Os administrad' res da rnas'a fallida de Gtn-
Hiaraes & Silva, convidam os creJores da mesma
a ppVC rito di.is para >eieiu conferidos. Recire'30
de outubro de 18(>9.
Carnfiro (t Nogueira,
* Administradores.
Il'
A i asa-se
urna casa eai Reberibe : a traiar com J. I. do M.
Reg, ra do Commercio 11. 3i.
(4
VS BOUBAS CURADAS
E
Todas as molestias syphiliticas.
PELO
ELEXIR DODR.SEVIAL
nico depurativo sem mercurio que tanta aceitacao tem mei edo no Bra-
sil, as repblicas do sul e na Allemanlia especialmente para cura das boubas,
sarnas, rbeumatismo, todas as molestias syphiliticas e em geral todas aquellas
provm da empureza do sanguo.
LTICO DEPOSITO
.NA
Pharmacia e drogara.
DE
Bartbolomeu & G.
31 Una Larga o Rosarlo34
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoniza para tingir os cabellos
da cabeca e da barba, foi a nica admittida
Exposico Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparaces at
boje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 15000 cada frasco na
Una da Cada n. 51.
1. andar.
Aos 4:0005
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n. 23 e casas do costme
O abaixo assignado, tendo vendido atm de nu-
tras orles, um inteiro n. 4465 eom 4:000^ da U
teria quo se aeabou de extrahir a beneficio da
matriz de Nossa Senbora da I'enha do Gamelleira
(124*), convida aos poiuidores viren receber,
na conformidade do costume sem descont lgum
Acham-se a venda os bilhetcs da 2a parte da
lotera, a beneficio daijjreja de Nossa Senhora da
Soledadt do Recite (123*) quo se extrabira quiuta-
feira i do me vindouro.
Precos.
0* do costme.
Manoel Martms Finza.
Na ra da Meda n. 5, 2' andar, e*eriptorio
de Manoel Alvos Ferrer tt C, vende se vinao
verde superior-em barris, a^eoreta? com vinho d><
Burlo superior e malvazia branca_____________
Precisa-se de una ama que saiba
engommar para casa de pouca familia
no sobrado da ra do Vigario n. 0, 3
cozinbar e
: a traiar
andar.
Aluga-;e um excelente sitio em Santo Ama
ro, pouro adianto da cstacao do Sr. Slarrn. 41
a tratar na roa Augusta n. 33.
Precisa so de urna ama para o servio de
una casa de pequea familia : a tratar na nu
larga do Rosario n. 34, 2" andar, (entrada pela
Oseada da casa n. 3,:) ______
Aluira-se
para cscriptorio o 1 andar do sobrado da. ra
larga do Rosario n. 50, esquina da ra e.-lreita do
Rosario : quem o quizer ver dirija-sc lo]a do
mesmo, que ahi encontrar a chave._____
Ama de leite,
3o eque.
Quem pretender urna ama escrava. com muito
bom leite por ter movido a crianca ao uascer, di-
rija-se ra do Qneimadn n. 18._____________
aojOK^ooo
A casa Feliz do arco di ConceicSo aca-
ba de vender nos seus milito felizes b-
Ihetes a sorte do 0:0f30,000 no n. 28i
roquatroquaitos ds qwes doos ja fb
ram-pagos, eo posuiditr dos outros does
pode ir receber qne sern pagos._______
22 Ra ova^n.
Machinas para costuras
A este acreditado estabelecimento,
gou qra riqoissimo sortimento de machinas
para costura, de lodos os aoctores; as
quaes so acham em expsito no mesmo
estabelecimento. 0 progresso destas ma-
liinas inaravilhoso I o seu senico equi-
vale. a<> di; 30 cnstureiras diarias I 0
seus trabalhos sao pespunto, bordar, fran-
zir, e (miras militas qualidades de costura,
como se jide ver no mesmo estabeleci-
mento.
Garanto-se a sua boa qnaiidade, como
bem.o concert de qualquer machina qua:i-
doseja preciso \ e tambem se manda ensi-
nar, al que a pessoa esteja beM pra"-
lica.
Resta venda um escolbido sortimento de ob
lectos de marcineria, como sejam, mobilias de ja-
jarand, mogno eamarello, obra nacional o estran
eir, de apurado gosto o por prej;o< ramaveis:
la ra estreita do Rosario n. 32. Nesta mesmi
sa fzcm-se com perfeicao todos os trabalhos di
palhinha, como sejam, empalhamentos de lastro^
para camas, cadeiras e sophs.
r" Fngio do sitio da Sapucaia a II do crranle
moz. o escravo de nune Jns, preto, idade mais oo
menos 90 anno" alio, seceo, cara rusgosa, pus e
niaos grossas, bem talante e ladino, cos una em
sima cursos ir para a matanra, ribein, servir de
earnicciro, ou ganhar as ras da cidade do He-
tife. Rcrtt'inmeiida-se a sua captura as autorida-
des pnliriaes e wpilaes de campo, mediante a com-
ptenle indeiriiii-ai-o do trabalhn.
Venirem-se quatro escravas de 18,20, %> e
30 anno?, todas com habilidades, um bom preto do
3()annos, que tambem cozinha : na ra de Hortas
n. 96.
Ilirhas honihiirgHczas
Roa da Cadeia n. 51.
Neste novo deposito recebe-se por lodos os pa-
quetes traiK-allanlicu?, bichas de qnaiidade >upe-
rior ; vende se em caite ou porreo mais psqncn i,
o mais barato do que em i|ualquiT onlra pane :
ua ra da (Sadra n. SV. t" amlar.
Vcndenr-fe diversos escravos peca-, pioprias
para armazi-nfen enpefino, vindos to Cear. as-
sim conio.algumas escravas com libilidndcs e sem
ellas : n'rua da Cruz n. 55,3o andar.
320
160
200
320
i 800
320
400
800
1)5300
llJO-O
720
500
15500
1^000
I '50
32 600
2CK0
32
mm em mm
\ PRllCO FIXO E MDICO
NO
ESPELIIOS em quadros domados d
'A
/-1
Va.
a duzia i^OOO,
i/.
2&0O,
EuKommadeira.
Em S. Jos do Mangninho, casa n. 2, paga-se
lum alugut-1 por urna escrava que enlend bem de
engornuiado.___________ ________
Na ra da Senzala-nova n. 38, eseriptorio,
cont.rala-se ama pessoa habilitada para fazer a es-
cripta de urna easa de negocio.______________
Fui no du l de
anno a escrava Roza Maria
tima ciitriz no braco o peitos, proveniente de
qiieimailurns, foi comprada ao Sr, Dr. Jos Maria
Moscoso da Veiga Pessoa foi vista em Caxang ;
consu ter seguido para o engenho Cancclla, do
mesmo r. Hoscoso, na comarcaa de Nazareib.
onde tem urna Ulna por nome Perfeita o um fdho
por nome Capituu'no, qoem a apprehender leve-a
a raa dos Praieres n. 31) qoe ser rratifiVado.
setenibni do corrente
idado 40 anuos eom
}400, U90i) e t300.
LAF1S finos a roza 25200, 2GO0, 3^000,
35400 e 4-5500.
DITOS com cabeca de osso para c.irteira,
a groza 58tiO.
DITOS milito superiores para carpira groza
25600.
DITOS muito finos com duas cores a groza
145000.
FIVELLAS d'aco pulidas e envernisadas
para calca e collete a grnza 15500.
OCULOS aro d'aco, vidro de grao a duzia
355iK). 55<>00 e 95000.
MJN'ETAStMJ PINCINEZ idem ideadQ-
zia 95000.
E muitos outros artigos que s com a
vista podem ser aprewadoi tanto as qua-
lidades como nos resnmidissimos' precos
por que ludo vendido.
Alm disto faz-se os abatimentos na raz3o
seguinte:
Compras de 505 a 1005 descont 5 %
< de ld05 a 5005 10 T
de 5005 para cima 15 V
PAGAMENTO REALISADO NA MESMA DATA
( em letiade30diasmenos2 Va/o
em de 60 5 %
Js de Souza Soares & C.
Precisa-se do um molequo de 14 a 16 annos pa-
ra andar com urna taboleta de joias : na ra do
Cabng n. 7 D.___________________________
Crlade.
No caos de Apollo, armazem n. 71, preoisa-se
de nm cria o para compras e algum servido em
um peqneno sitio.________________________
Prccisa-se de nm ofBcial de chaqelleiroo>ia
en ten da de sua arte : na rna da Cadeia n. 33.
" Ama de leite,
' Na ra da Praia n. 38 precisa-so de urna ama
de leite e p3ga-se generosamente.
0 MUSEO DE JOIAS
GOMES DE IYIATT0S IRM&OS
tendo feito completa mudanpa em mvl antigo e
I acreditado estabelecimento de joias, com o funde I
dar-lhe maiores proporqoes e elegancia, convidam |
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoaimente | C^
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
onde encontrarSo um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e ludo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejer.
ADEREMOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de noTOs gostos, assim como grande variedade de salvas e paliteiros de1
prata contrastada e de gosto anda nao visto, e completo sortimento de1
objectos de prata para oso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa garantem
a qualidade dos objectos vendidos.
Sociedade Recreativa
Juventude.
De ordem do Illm. Sr. presidente convido os
sennores socios a se reunirem em sessao exiraor-
diara de assemUafeml, doanago 74o corren-
le, as 10i|2 horas do dia, no edificio dasla socie-
dade, allmde trare deassnmptos importantes.
Secretar da sociedade Recreativa Juventude 3
He novembroe 1G0.
Felomeno Peweto,
Io secretario. _______
Aluga-se
doas casas cona bastantes commodos, na cidade
nova d Santo Ansaro, e vendo-se urna : a tratar
un Antonio Jos Gomes Jnior em Santo Amaro.
Sociedade
Trasppssa-se ou associa-se n'um-estabelecimen-
to de cya de pasto, ou ntesm tatnbem de taber-
na, qpe oftewe vantagem a.queo j lenha algu-
na pralica; trata se na ra da Guia n. 8.
A VEHDADE
55Ruado Qeiniado__55
EBDADE tendo em deposito grande
tidade de mitidozas e perfumaras, e de-
sojando apurar dinheiro e adquerir boa fre-
Ciiezia est rssolvida a vender n>uiti$simo
barato, ; por cssa razo convida ao respti-
tavcl publico a vr competentemente muni-
do a sortir-se do bom e barato. Pois quan-
do a Verdade appacece, tudo mais des-
apparece-----
Grande sortimento de bonecos de cera &
massa as mais lindas possiveis vestidas a ca-
rcter.
Abotoaduras modernas para col
letea.......
Espelbns donrados pepnenos. .
Agulbas de osto para crox a .
Pentes para rfga? com esntas a
Micos globos para candieiro de gaz a
Chaiini's a.......
Grande sortimento de objetos de
louca para brinqnetio de menino
Garrafa com tinta a.....
Dila com agua florida uvdadeira a
Dila com lita dita a .
Frasco com oleo de babosa a 500 e
Dito com igua de Colonia a "U e
Garrafa com agua divina 3. .
Frasco com extractos finos a .
LafaJ peqiii.'itas com banhj muito
lina a i>e .......
Sabonetes de diversas quali lades a
80/lG0,210e......
Finas escavas' para denles di: I^O.a
Lindos coques modiiiios a. .
Pavios para gaz, duzia a 40 e .
Estovas para facto a.S'.O, 600-e
Ditas para cabelloa.....
Pentes para tirar piolbo a 160 e.
Brincos de cores, bonitos a 160 e
Pegas de tranca de 10a com 8
varas por.......
Oleo para machina de costura,
frasco a........
Pennas d'aco finas rafeas a 800 e
Dita d'ago Perry, caixa a. .
Galn de algodfio pera ....
Lindos 'bahadinlios e entromeios
pera de S00 a......
Ditos de louca muito fino a lO e
Ditos para caiga a 1K0 c. .
Caixa com papel amizade a. .
Ditas com envelopes a. .
Ditas com obreias a.....
Caixa com agullms fundo dourado
Ditas de ditas ditas a.....
Tbcsoura para costma a 240 c
Caixa com linha de marca a .
Linha de cores em novellos (li-
bra) a........
Carreteis de linha Alexandre de 70
al OO.........
Grampos muito linos com passa-
ros, duzia a......
Carlas portiiguezas, duzia a .
Ditas franceza's a 200 e .
Papel almaco e de peso, resma a
3,5400, :i$o00 e ....
u3a muito lina para bordar, libra
Fita de algodao para debrum de
sapatos, peca a.....
Ditas de 13a para debrum de ves-
tido, peca a ......
Pentes finos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 240, 320 e......
Ditos para aparar penna a .
Rosetas pretas, par a .
Tranca de la de caracol peca a 40 e
Fita de coz peca a 480 o .
Alfinetes de latSo a.....
Sapatos de 15a para crianca a 400 e
! Grvala de sertas de cores a .
Cstcadeiras a.......
Grande sortimento de rendas das
AOS SENHOIil-> MKD1COS OPF.IUDOKES
Qaereis possuir urna bella carteira cirorgica
de Luer, com 36 ferros ? Ide a ra dos O-sos
ns. 22 o 24, que acharas una por prceo commo-
do; tambem reUlha-se a mesma a vontado do
comprador.
COMPRAS.
R'.-tt
LOJA
00
SI POPULAR
DA
nw\ \\i;io\\Liniuiii\
DE
Teifeira Uldunco C.
Aclia-se venda este ptimo ran, nico quo
pode suppnr falta.do priuceza de Lisboa, por ser
de mui agradavel perfume, viajado, e a preco o
mais mdico possivel; e par isso tom sido asss
acolbido nal pravas da Babia, du Rio de Janeiro e
em outras do imperio : no eseriptorio da Joaquim
Jos Goocalves Delirio, ra do Commercio nu-
mero 17.
I
Veuoe-so unta ureu que coiinJia, lava
gopima : ua rua Diieila n. 141
e en.
Compram se moedas de ouro e prata de to-
dos os valorea, ouro prata em.obras iautilisadas
brilhantes e mais pedras preciosas : na loja de
ouriveso arco da temccica% no Recife._______
0 muaeo de joias
Na roa do Cabag n. 4 compra-se ouro, prata
'1 pedras preciosas por prenos mais vantajosos di
pie em outra qualquer parte.
Compram-se e vMdem-se diariamente para fra
e dentr da prcnWe* escravos da- toda as idadts,
nres e aexo8> cm lanto ^ue sejam sadios: n
tercelro tnflar d sobrad* ii. 39, rwa das Crujes,
frtfnwtonde SiWTTlmwiiio. _______ _
Uro oil wiuor vantagem eouiprau-ae
f prata; na leja de joia do Co-
rB.-rna d" rjhug._______
GOalPRA-SB '
nma secretaria'* b*n u 0>tnum>s t+iaUs b i*, i e 8*d00 : na
raa Nova n. 7.
I Hlll
vos,
Vendouns^ 4escravo< pt^jas, flor dos esera-
pr bom ilinlniro. 1 parda cabra com 22 an-
no! bonita figura, com urna filba de anno e meio,
est nejada de outro, boa conducta, e qultandei-
ra, 1 86crva -le bonita figura com 21 anuos, boa
npommadeira ecoanneira, eom hii flllio mulau-
nbo de idade 10 metes, multo bonito e gordo, a
preta tem muito bwn le.te epde ser\ir par eriar
por ser limpa : na rua da Gloria n. 114.________
Vendo se a reioc;^ da rua d Hortas u. 7,
a qual vondo para mais de 30 arrobas de asquear
diariamente : quem pretender dirija-se ao paleo
do Parizo n. 1
0 MUSEO DE JOIAS
rwks.
A rut do^braflMtto tt. *,wmmn a ba
WefcdfvW l* 4ftfto> ^todo a este
o.
PILULESSS'SCAIM
nu hmhn ieU lio tonal*
i>^ c!2T"v^. nr.ubeii.er oo osier.
"*">>* ** nm-ro.- oiHi,W
tJtM*J
fifcyin.
keSdT. STAr minie ***, *** M-
M
PIIiULES
DE VALLET
As rilalaa *> VaOet. pprovadas pela
Aeadenria hnperlal de madidn te Paria,
s0mpregd*s com maior
rito paw orar ohloroti,
e lortiflear m eonstUaiaSe
fraoas- **?= fcrruj-
nosa ennegrece os dental.
Jtaca.* garantia da su adflmWddde,
o *fo**wior ni iraai* em cada
pita* cea* itrtr^em.
m totumo, t*r**rtu*t;Ckenlm.
Pmmmucu, IfinrT O

GAI10 VIGILANTE
itua do Crespo n. 9
Os propnetarios deste bem c cimento, alm dos muitos objectos qqe tinham ex-
postos a apjwciaco da respeitavel publico, man-
daram vir e.acanam de receber pelo ultimo vapjf
da Europa um completo e vanado sortimento de
finase mui delicadas especialidades, as -quaes es-
tao resolvidos a vender, como- de seu, cosame,
por precos muito. baratinhes e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas eOres.
Mui boas e bonitas gollinhas e puuhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeitcs.para cabeca? das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sera elles; est* faienda o que pode haver
de mellior e mais bonito.
Saperiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquellos brancee
com lindoa desenhos, e estes prelos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se vendern) por 3QJ0QQ
a duzia, entretanto que nos as veittemos per KM,
alm destas, temos tambem grande sonirafcnie de
mitras qualidades, entre a quaes algum** muito
as.
Roas bengalas de superior canna da Intlhi e
eastao de marfim com lindas e eiwanladwa fija-
ras do mosmo, neste.genero o ue de oilwat.at
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
auanndjde de.outraaqualidade?, como s^a^na-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cbicolinhos do cadeia t
de outrasqualidade*.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Doas meias de sedupara senhora e para meni-
nas de 1 a 12 anaos de. idade.
Navalhas cabe do marfim e tartaruga Ijaav
barba ; sao rauito. boas,e de mais a mais sao,|a-
rantidas pelo Tabrrcante, e nos por man Ite tam-
bem asseguramus sua qnaiidade e delicado.
Lindas bettasapeUa6 para ama.
Superiores agulfeas para machina epaya-roTf.
Linha muito boa de peso, frouia, para encJjeY
labyrinmo.
Bons baralhos de cartas para votartte, asan
como os tontos para o mesmo lim.
Grande e variado sortnento das mtlor* per -
fumarias e des meJhortB e mais raha#iot per-
umiitas.
COLARES BE ROER.
Elctricos magnticos contra tm ronanfeScn, e
farilitam a dentipfio das jnauctmtes crian. Se-
rnos desde m*ilo nasataferoe Ws^ pr-n"
collares, e conUqoamo a recct
vapores, aflm de qne nanea faliet
tomo j tem acontoMlo, assim pls i
les que doJles precisaram, vir ao denoaito do i
rigrlame, annde sempre encontrarao oestes a
deiros colares, os quaes >tt'ln'n m
Sira que sao appllcados, se Tendefin'taP
minuto lucro. \i..>-,-.
Rogamos, pois. vJ^B &M
deelaradis. aos nosa^^H
comprar por na#/*,0,
Vende-se um cartoiralilta
rua larga do Rooario n. Si, loja de
4*
>-


o^
Diagrio -de Fenaiubuco^JliQuintti fu ir 4 Je NoM^tojade lWt*

t
\
LIQ1DACA0
O proprictiro do arnw.ent 'le. azend is tietiomiuado MURA, ra da Impera-
irlz n. 72, declara o rfiSpetvcl publico c seus (rogiiezA*-, qno est qudando todas as
fazendas c roupas fStas que tora cin sea estabelecimento como se poder ver no scu
atintmcio c preco abaixo mencionados,
Chitas fraileras matizadas
316 rs.
Vemle-se dulas francezas escuras maliza-
das a 320 rs.o covado por este preco sna
loja da Arara, ru.i da imperatriz n. 7.
L.VVZINHAS A 210 US.
Yeule-so laaziohas para vest los de se-
uhora a 2iO, 280, 320 o 400 rs. o. co-
vado.
BAREGKS DE LA Y A 500 RS.
Vende-se bareges de la cota listras pan
vestidos de senhora a .*J00 e CIO rs. o
covado.
Alpacas de listras a SOO rs.
Vende-se alpacas de listras para vesti-
dos de senhora a 500 rs. o covado.
CHITAS FRANCEZAS A SO RS.
Vende-so chitas francezas claras a 280ri
o covado.
CORTES DE LA PARA VESTIDOS A
u\fo.
Vende-se cortes d i laa para vestidos de
sonhoras a 2,-HOO cada nm,
PERCALES A 440 RS.0 COVADO.
Vende-se percales muito finos para ves-
tidos de senhora a i 40 rs. o covado, mttr-
solinas brancas finas, a uOO rs. o covado,
brilhantinas de cores, a 440 rs. o covado.
Balos moderaos de todas as
cores.
Vende s-baldes moderno sbraaco e de co-
res a 4,5. 40300 e5#.
COBERTORES DE ADGODAO A i 5500.
Vende-se cobertores de algodao a i 500,
cobertas de chitas a 15600 e 2,4 cada urna,
GANGAS PARA CALCA A 320 US.
Vende-se ganga para calca a 320 o cova-
do, brim de cores para calcas de hamem e
meninos a 400 rs. o covado, casemiras de
cores para calca e palitots a 2o00 e 3;>,
o covado, meias casemiras entestadas para
calcase palitots al?? o covado, brim pardo
de todas as qualidades e brim branco de
todas as qualidades na roa da Imperatriz
o. 72.
Alpacas lizas a tttO rs.
Vende-se alpacas de cores lizas finas a
610 rs. o covado, tarlalanas de cores a 320.
re. o metro.
MADAPOLAO ENTESTADO A 3*500,
Vende-se pecas de madapolao entestado
a 3f$500, pecas de madapolao inglez de 24
Algodao eufestado 900 rs.
Vende-se algod3o entestado proprio para
lenres o toalhas, 900 rs. o metro, dito
I raneado a i -5, metro.
Chales de merlu a *$.
Vende-se chales de merino estampados
a 2>, chales brancos e de cores a 14000
rada um.
CORTES DE BRIM CASTOR PARA CALCA
A 640 RS.
Verdoso urna grande porcSo de cortes
de brim castor para calca de homem, 640
rs. cada um.
Craadcparcito deretalhos
Vende-se grande porcSo de retalhos de
chitas c cassas prctas a 160 e 200 rs. o
cova lo, retalhos de cassas, la e chitas de
cores baratsimos.
LIQUIDAM A ROUPA FEITA
Vende-se palitots de brim de cores a 2.4,
ditos do alpacas de cores a 2.4, di os de
meia casemira a 24 e 25'iOO. ditos de pan
no prcto bom a 8.4 o 104, calcas do algo-
dao azul para escravos a 640 rs. ditas de
algodao de listras a 800 e~ 1,4, camisas de
riscado de listras a 800 rs. cada urna, cole-
tes de brim c fusto de cores a i&914500,
coletos de cesemira de cores a 20500 o 34,
e outras muitas qualidades de roapas feitas
que se vende por baralissimo preco.
Algodao de listras a tOO rs.
o covado
Vende-se algodao de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
PECA DE ALGODaO A 44.
Vendem-se pecas de algodao 44000,
54*00, 64000 e 74, para liquidar.
Baldes de arcos a fOO.
Vende-se bales de arcos pan senhoras
pelo haratissimo preco de 14500 cada um,
Cortes de cambrala barras
a 3000.
Vende-se corles de cambraias barrsa a
2> c 34 cada um.
LENCOS DE SEDA A 640 RS.
Vende-se lencos de seda a 640 rs. cada
irn, para liquidar-
CARTEIRA PARA VIAGEM A 14-
Vende-se cartoiras para viagem \$
cada urna.
AS NOVAS SEDAS j
11-RUA DO QUEMADO-11
* Chcgaram d Europa pelo bltimoNapor loja de Augusto Porto & C. ricos
cortes das mais linda sSdas de mimosas cores para vestidos proprio? para balos e_casa-
nentos.
Grande variedade de sidas do listras de diversos procos todas de lindas cores,
porguro do seda preta, e grosdieoaple de varias qualidades e gorguiao de seda la de
dillcrentcs cores.
Novos vestidos brancos do blond para noivas, lindas colxas de seda para camas,
tas de laa e seda, cortinados bordados para camas o jauellai, fionhas c toalhas de
cambraia de linho bordadas.
Luvas novas do Jouvin.celegantes smbiinlias de solas de cor para senhoras.
EspaHflho de 54 al 104, lindos bournous de cachemira de cor para sahida
ele baile, basquinos de renda preta, e ditos de croch branco c proo para senhoras.
Grande variedade do camisas hordadas e lisas para homens e meninos.
Sortimento de muitas fazendas de laa, linho e algodao todas por procos muito
mdico.
Tapetes grandes para sofi, jUano e camas, pocas de tapates o de alcatifa para
torrar salos tudo em quantidade; e Vendern semprc^por menos que cm outra qualquer
parte.
Esteiras da India de 4.5 e 6 palmos de largo.
ALGODA)
LOJA DAS MACHINAS
jaidasa 5>, 64400, 7.4, 8 e 104 a pega.
72. Ra da Imperatriz. 72.
dACHINAS americanas de serrote de todos os tamaitos para descarofar algodao, do
muito conhecido fabricante Eaglo Colton Gin.
CACHINAS ditas, tambem de serrotes e do todos os lmannos para dcscarocar, al-
godao do autor New York Cotton Gin.
VlACIIINAS ditas de todos os tamaitos, de carreta de ferro e mais toda a machina.
MACHINAS dHas de Roller Gins, de cujo trabalho faz oh'.er mais 2.000 em arroba
de algodao.
MACHINAS de fac5o do fabricante Platt B. C, Obdhan PatentLiverpool.
Todas estas machinas sao de superior qualidade e as melhores que tm
/indo ao mercado ; e para a sua apreciacSo convidam-so os senhores agricultores 3
/irem a expsito das mesmas na ra da Cada do Recite n. 56 A, loja do Bastos, onde
jncontraro mais o seguate:
i)ebulhadores para milito.
^yliddros para padarias.
Arados americanos.
virnnlios de mao.
Machinas para cortar apira.
Pannos de chumbo.
lombas de Japy.
3itas americanas.
Telhas do ferro galvanisadasv
bolitas de zinco finas.
ditas de cobre e lat5o.
Perro de todas as qualidades.
Vrcos de ferro.
folha de Flandres.
Machados americanos.
.7aces ditos.
3alaios e cestas de Terguinha. <
'/assouras americanas.
bolles de todos os tamaitos.
tornos e safras para ferreiros.
Finalmente ntuitos out/03 artig
versidade seria enfadonho ennumeraMos.
Folh de ferro.
Bataneas americanas.
Tinas de madeira americanas.
Ps de Yerro ditas.
Baldes de madeira ditos.
Ternos de bandejas finas.
Trens completos para cozinha.
Peneiras para padarias.
Baldes galvanizados.
Correles de ferro para almanjarras.
Espingardas e rewovers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Moinhos para refinacSes.
Azettc de espermacete, proprio para maefef-
nas de todas as qualidades.
Serras avulsas para machinas.
Maneaos e todos os mais pertenees para as
mesmas.
Latas de gaz,
ospertencentes lavoora e artes, que pela
Grande
ATTICiO i LU

AMuWHL
Lourenco Pereira Mendes GuimarSos, proprietano do armazem de fazendas
don-)minado GARIBALDI, tem a honra de pirticipar ao respeitavel publico que tendo
receta' lo diversas facturas de fazendas, de novo gosto, para a festa, estando a espera de
novas encomraendas que de ve estar aqui at o dia 15 de novembro vmdouro, e vendo
que nao tem tempo antes do balanco de vender tantas fazendas de encomu endas p r
isso resolveu fazer urna liqaidacao para ver se d maior, estracao por issoem vistas das
cireumstancias vender tudo mais barato do que em outra qualquer parle, na ra da
Imperatriz n. .%6.
MVAPOLAO ENFESTADO A 34500. I CHITAS PRETAS A 160
VdOds-fle urna grande porco do mulupo- Vende-se urna grande porr o de chitas e
l|n -nftrstado de 12 jardas a 3J30O, assim cassas pretas era retalho a 160 o covado
como p -cas de madapolao inglezes de 24 tambem tem retalhos de chitas e la de c-
fardas'ou 20 varas a 54, 54->00, 64, 64500
70000. U, 94 e 104000.
Corpinlms a 200 rs.
CVMBRAIAS VICTORIAS A 5:500
Vende-se pecas de cambraias victorias
finas a 54500, 64 e 74. Brilhantina bran-
ca futa para vestidos do senhoras a 500
rs. o covado
ALGODAO A 44000
Vt-nde-se urna grande p 'rco de algodao
todo de noa qualidade e 44. 5$, 64, 645 0
74. e 84, a peca de 20 jardas ou 24
varas.
AU.VHREM-SE DO QUE E' BARATO
Chamalotes a 560
Wnde-se chamalotede cores, dealgod'
para vestidos de senhoras a 5"O o covado.
alpacas lisas a OO rs.
Vend 5-se alpacas lisas para vestidos de
cores, para senhora, a 500 rs. ditos matisa-
da< linas a 72D o covado. Ditat lisas mui-
to largas a 640 o covado.
CORTES DE PERCALES \ 6:000
Vden-senma grande porgo de cortes
do perales de duas saias para vestidos de
senhoia, de mnito delicados gostos com
16 Va covados a 64 74000.
CAMBRAIAS LISAS DE CORES A 600
Vende-se ama grande porcao de cambraia
lisa de todas as cores para vestidos a 600
rs. n metro.
Organbys moderaos a 800 rs.
Vend-se organdys de cores para fazer
fOsts, de duas saias, agora modernos, a
800 rs. a vara.
GRANDE SORTIMENTO DE CHITAS NOVAS
E BARATAS PARA A FESTA
Vende-se chitas francesas muito finas de
cores a 80. DtUs matisadas escuras a 3:0
ditas escuras escocezas a 360. ditas aleo
toadas a 360, ditas garibaldinas a 360 o
cova'I'i. Sormento de chitas como tem o
GaiilMldi ha poucas tojas que eompitam.
FUSILES PARA VESTIDOS A 400 RS.
res que so vende barato.
Gangas para calca a 320 rs.
Vendem-se urna grande poivo de gangas
para calca de h m m e menino a 320 o
covado, cortes de castor para caira a 640
cada nm.
Brim de cores a400rs.
Vende-se urna grande porco de duas
faces para calcas, palitots c colletes de ho-
mem e menino, fazenda inteiramente nova.
Brim pardo liso a 5' 0 rs. o metro, dito
trancado fino a 800 e 14000.
Grande liiHldaeo de chapeos
de sol
Vende-se chapeos de sol de alpaca com
pequeo defeito a 25 e 34000, ditos finos
de 12 astes a 4500, ditos d* seda finos
de 8 astes a 705OU, 84000, ditos de 12 e
16 astes a 104OUO, para liquidar.
Chitas para cobertas a 'i O rs o
covado
Vende-se chitas francezas para cobertas a
240. 320. 340, e 380 o covado.
CASSAS FRANCESAS A 240 RS.
Yend-i-se cassas franozas para vestido
a 240 o covado, ditas muito finas a 400 rs.
a-sini como percales finas para vestidos a
440 o covado,
GRANDE SORTIMENTO DE MEIAS
Vende-se meias cruas para homem a
34500, 44. 54. e 64000 a duzia, ditas para
meninos de todos os lmannos a 345O e
44000, ditas para senhoras e meninas i
34500 44, e 54, a duzia.
BALOESDE ARCOS A 1:500
Balos de arcos a 145U0, ditos modernos
a 44000.
ATTENQO
Tem-se para vender urna grande porc>i
de roupas feitas de brim e de casemira, de
todas as qualidades nao se menciona por
5er enfad'inho. garante-se ao comprador ven-
der mais baiato do que em outra qualquer
parte, isto so se pode conhecer cora a pre-
senca do comprador e a vista da fazenda (
armazem de fazenda e roapas feitas ras da loperatriz
n. Si lOTta tf a, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sormento
de roupas de todas as qualidades, palitots de alpaca a- 3 >. 34500 at 64. Ditos d*
merino, ditos de casemira de cores bonitos gostos a 5& 6, 84 e 10*5, de paano pren
sacos e sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
e de cores de 34500 a 54000. Cal?as de brim de cor Gnas o ordinarias, ditas
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e preta de 44. 54, 6# a 154. Colletes de todas-as qualidades e pre?o muito
barato. Completo sortimento de camisas francezas de algodao e de Imito de 2& at 54
urna. Sortimento do seroulas francezas db algodao, de linho e bramante a 2# e 21800.
Gravatas (manas) novissimo gosto a todos os piceos. Sfeias sortimento completo a 34
4)4 at 7(4 a duzia.
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarrega-se de qnaesqner obras de encommenda tanto para homem> como
para meninos, e com brevidade, por isso que tem um bonito sortimento de fazendas de
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos finos e outras muitas fa-
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de II palmos de largura a 14800 o metro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as- cores a 640 rs. o covado.
Poil de-chvre com lista de seda fazenda de gosto a 14200.
Basquines de guipure enfeitadas a 184000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs^
Madapolao fino a 64500, 74, 84 e 94000.
Algodao pega com 20 jardas a 44500, 54500 e 64000.
Peca de algodao largo a 74500.
E outras muitas fazendas que seca enfadonho mencionar Cheguera roupa
feita que se est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto- loja de ourives) do
LEftO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
V- nde-se fusto de cores para vestidos a que se pode conhecer como est liquidandi
400 rs; o covado. Ipor barato preco. o general Garibaldi, ru;i
COBERTORES A 1:400 'da Imperatrizn. 56.
Ven'ft-se cobertores de algodao a 14400 chales de merino a 8AOOO
cobeitas'de ciitas fila a 1(4600. Vnde-SH chal-s le Merino de'cores es-
V-rid'-se g/irade porcao do corpinhos a lampados a 25000. ditiw lisos 3i)500. di
200 'iO. 324 40M- l08 -stampado!* linos a 54. 54500 e 64000.
Machinas a vapor de
forca de 3 e 4ea-
vallos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faco e serrotes para desca-
rocar algodSo.
Bataneas para armazem e baldo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Uhit-
field.
Prencas para copiar carcas.
Fogo americano patent
-#
Scbonete de alcatrdo.
M
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que to bo>
acceitac^o tem merecido o'esta provincia
muito se recommenda para a cura cero
das impigens. sarnas, caspas t todas a
molestias de pelle.
Deposito nico, |
Pharmacia de Battholomen 4"Cf*
4rn tarea do Risariiv-^.14.
Vende- um rasa torrea m ra da C o n. 19 : a tratar tm ra da Aurora u. 132 A,
un o agenta Euzebio,
Ruando Imperador n. 26
Neste estabelecimento se encontrar diariamen-
te um eompl<-to sortimento de pastelaria de todas
is qualidade? para lanche e sobre-mesa, etc., etc.,
bolinnos de todas as qualidades para cli, presun-
tos de Hambre, bolos inglezes, pudn?, e finalmente
tudo que consiste em urna boa pastelaria, com a
naior asseio e esmero, cha hysson, preto e mindi-
nno do melhor que ha no mercado. Nesta casa
lecebem-se encommendas para casamentos, bailes
rbaptisados, comprcmettendo-se os donos do es-
a belecimento a ser ir o melhor que for possivel
a vontade do freguez, dispondo para esse fin de
um completo pessoal. Recebe-so avulso toda e
(iialquer encommenda, como sejam, bandejas,
bolos e p3es-de l decorados, doces d'ovos, seceos
e da calda e crystalisados, frnctas nacionaes e es-
trangeiras, amendoas confeitadas, um completo e
variado sortimento de caixinhas de todos os gostos
prceos, para mimosear senh.ras estas caixi-
nhas recentemente chegndas de Paris, sao de pri-
morado go to, ofTerece molas aos galanteadores do
helio sexo, pols nellas acharao um digno e serio
presente para as donas de seu* pensamentos. lico-
res, vinhos tinos de todas as qualidades, conservas
lamdlhos em latas. Os donos deste estabelecimen-
es nao se noupando despezas, fazem lodosos
"torcos para servir o rcspeitavel publico o me-
t or que for possivel, n sendo principiantes e lu-
eando com todas as dilHculdades, esperam a con-
currencia do respeitavel publico desta capital,' na*
ionaes e estrangeiros. Peehincha : legitimo vi-
nbo tnusratel em caitas, que se vende por commo-
do preco para particulares e para negocio.
CIMENTO
Vende-se verdadeiro cimento ; na roa da
Via Ir de Dos n. 22, armazem de Joa<>
Martin de Barros.
"?-,->s?3v^i
Grande c completo sortimonlo do machinas para
descarocar algodao de nova inven cao ebegadas l-
timamente em direitura para a loja de Manoel
liento de Oliveira Braga & C, na ra Direila n.
XJ. Garante-se que a melhor qualidade que al
o presente tem vindo ao mercado : acliam-se cm
expo'sicao aos compradores as de 10,12, ii, i,
18 e 20 sorra?.
Systema decimal.
Grando e completo sortimento de pesos kilo-
grammos do melhor comprehensivo dos que tem
vindo at o presente, assim como mareos de lati
at meio grammo pelo rnesmo systcma, balancas
de latao de for^a do S a 20 kilogrammos, metros
de madeira e de latao para medir fazendas, alem
de grande sortimento de miudezas o ferragens de
todas as qualidades, tudo por procos que so a vista
faz crdito :- na ra Dircita n. 53, loja de Manoel
Bento de Oliveira Braga & C.
COGNAC.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch < C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra do
commercio n. 32.__________v _______
BAZARVERSAL
99Ra Nova**
Oarneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se um completo
sortimento de todos- os artigos que se ven-
dern por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposicJo servicos a electos para almo-
CO e jantar, salvas, bandejas, taboliros, bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis pora
senhoras, candieiros para sala e cima de mesa,
parede e porta!, mangas, tubos e globos tJe
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas paraamassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e crianca, bersos, cadei
ras longas para viagem, ditas de balanco,
espelhos de todos os tamanhos, molduras
para quadros.gaz, baldes araerican, gu r-
da comidas, brinquedos para criaDfas, um
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e n esa, tapetes para sala, quarto,
frente de soph, janella e porta, capadlos de
Sparto e efteo, objecto para escriptorio e
muitos outros artigos qpe se encontrar5o
venda nomesmo estabelecimento e que vale
a pena ir examinar. _______
m GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Porster o
., ra do Imperador, um carregamento de ga;
de primeira qualidade; o qual sevcndbem partida
e a retalho por menos preco do qae em outr qo'
quer parte.
Loja de miudezas de FERRCIRA DA CU-
NBA d TEMPORAL, estao quintando por
todo pre?o venham ver o que bom e ba-
rato a saber :
Lindos brinquedos magnticos para me
nioos .l.i -2U) a I-..
tinhas em novellos de 400 jardas a
G&rs.
Pecas de tranca de todas as cores a 40 rs.
Latas com superio banha 420, !b*0
e 2^000.
Frascos com oleo baboza 240, 320,
400- e 600 rs.
Ditos de extracto ICO, 320, 500 e
640 rs.
Ditos com banha 320, 500 e 15200.
Ditos de agua de Colonia 320, 400 e
500 rs.
Baralhos de ca/tas portuguezas a 120 e
160 rs.
Ditos francezas 200 e 240 rs.
Grande sortimento de sabonetcs 80,
120, 160 e 200 rs.
Caivetes finos com ditas folhas a 240 rs.
Linha do 200 jardas em carretel (duzia) a
10200.
Lindos port-main 240 rs.
Pentes do travessa para meninas 200,
320 e400 rs.
Duzia de meias inglesas muito finas a
35800
Ditas de ditas para senhora a 40500.
Garrafas com a vordadeira agua florida a
15200.
Ditas com agua divina 15300.
Frascos com sndalo a 15200.
Pecas de entremeios a 500, 640 e 800 rs.
Lindos gorros de velludo para menina a
55000.
Papel amisade beira dourada (caixa) a
900 rs.
Dito em pacotes a 700rs.
Lindos bonels de panno para menino a
25000.
Pentes brancos finos para alisar a 240 e
320 rs.
Macos com grampos 30 rs.
Lindos frascos para cima de mesa com
extractos a 15500, 25000 e 35000 ao par.
Jogos p*ra vispora a 200, .240 e 320 rs.
Linha de marca (caixa) 240 rs.
Temporal pode ser procu-
rado em seu estabelecimento bo-
nanca onde contina a vender
pelos baratos preqos de seu a li-
tigo estabeleimento com titulo
de Temporal na Bonanqa.
Riia Ho Inclinado n. 3.
Sellins baratas,
N. 2?.- RA I)OLJVR.\MrO N. 27.
Neste estabulecimcnto vende-se sellins'e
sillines, do tudas as qualidades do melhor
que se pode fabricar no pafz, assim como os
mais arreios pertencentes ao mesmo, ven-
de-se tambem, colsoes, traviceiros, cafci-
nhas com almofadas, proprias para menaas
levar para aula. O propietario deste esftl-
belecimento garante a ponlualidade, esme-
ro e zelo de seu trabalho ; nortanto pede ao
respeitavel publico sua proteccao, qaeaflha-
ca vender tudo pelo mais barato possivel,
e por menos do que em outra qualquer
parle^______________________"
3 cordeiro providente
Roa do Qneimado o. I
IfMi e variado sortimento de perfumaras
finas, o outros objeclos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que effeclivamente esta pro vida a
loja do Cordeiro Providente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
aotavel pela variedade de objectos, superiori-
lade, qualidades e commodidades de pre-
vos; assim, pois, o Cordeiro Providente pede
a espera continuar a merecer a apreciacSo
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansidlo
i barateza. Em dita loja encontrarlo os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira do Murray Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
oeza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservaco do
tsseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e hitas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos 0
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ebei-
-0 de vilela.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qaalidade,
om escomidos cheiros, em frascos de difie-
ren tes tnman nos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
oara maos.
Ditos transparentes, redondos e em> figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caramba para barba.
Caixinhas coa bonitos sabonetes imitando
finetas.
Ditas do madeira invernisada contendo -
aas perfumaras, muito prop?tas para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal corridos, e da
moldes novos e elegantes, com p de arroz
9 boneaa.
Opiata ingleza e franceza para- entes.
Pos de camphoza e outras differente
realidades tambem para dentes.
Torneo oriental de Kemp.
.4Inda mais eoqne*.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos molde com filets de vidrilhoa
s alguns d'elles ornados de floras e fitas,
isto todos expostos apreciagao de quett
is pretenda comprar.
G0LL1NHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicao.
rivellas e filas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec
ios, ficando a boa escolha ao gosto do com,
orador^-
s
Attenpo
Na praca do Cnrpo Santo n. 17, 1 S
andar, vende-se mais barato do que em |
onlra qualquer parle cal de Lisboa e 0
poMssa da Hussia da mais nova 110 roer- ~
cailo, assim como vioho Bordanx de su- I
perior qaalidade em caixas e garrafas.
nma varea de leite por pregu coininodo
da Cruz u. 13.
ra
Bartholomeu & C,
VlNBO, PtLULAS, XaROPB E TINTURA
de jurubeba simples e ferruginoso ;
Oleo, Pomadae Emplastro da mesma
planta preparados por
BARTH0LOME0 & C
P11ARMACEUTIC08-Droguistas
PER1AMBVCO
A Jurnbeba : su planta hoja rtconhecida
como o maia poderoso tnico, como o melhor
deaobatrnenta, e como lal applicada nos padecimentoa
do ligado e baco, hapntiies, duresas, tumores inter-
nos a especialmente do aloro, hidropesas, erysj-
pellas, etc.; e aasociada ao Trro u ti I as pal I idas
cores, chloroaea a falla de men. s do estomago, etc., e o qae dioenuis atleMio
numeras coras importantes obtidas oom nosaoi
Sreparados j bem conbecidoa e asados peloa aaais
smelos mdicos do pan a Portugal. Em todos os
nossos depsitos distribuimos (ralis folletos aua
melhor iaseat ceabecer Jnrubeba. seos resallado*,
a pplicacao.
VERDADEIHO LE ROY
de SiettaMET, Docteur-Mderla
Ru de Seine, 51 & PARS.

X
Sai
Rm id \ gair.ifa, val. mire a roiliae o i.i-m-1 mi
i|ue I. va o u)cu i netr, una i-ululo tmprr.>so em rna-
i ello com o btu.s lai uiii do covetuta raaic i.
ff B.~ nutH
trnd 'i'srumiiriira
d 6' n Irn i>s -
brePjiis.atnls*!
a C .lia. t >
aori XHiicr^zi-se
i *l. ,-4,
rf'JP


Diario
LM
^^H
de Prnambuco Quinta feira 4 de NoveiuLro de 1869.
^i
i
"7
A 3G0 rs. o corado.
Tendem-se bonitos organdys de cores com bo-
nitos padroes e lxes a 360 rs. o corado.
CAMISAS PARA SKNH' 'RA.
Vendem-se fmissimas cambas francezas borda-
das para senhoras, na lja do Pavo.
AS CELEZIAS DO PAVO.
Vendem se a> mais Quas celezias, esgnioes e
bretanhas de linhrt por preco muilo em conta.
ADINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
tPAWAO
DE
FLIX I*EB1EIA DA SILVA.
O proprieUrio d'este granda .esuibelaciraenlo, vendo qno so est aproximando o An-
do anuo, e tendo em ser um grande deposito deposito de fazendas ; nao fallando em
avultadas encoinraendas que llies esto obrigado todos os dias, tem resolvide liquida-
las por pre^o muito mais baratos do que em outra qualquer parte ; s com o flm
de diminuir o deposito o apurar dinbeiro. Encontrase neste estabelccimento do
PAVO, avuado sortimento de iazaidas de loxo e modas; assim como de primeira
necessidade. A8 pessoas que negociam em pequea escala n'esta loja poder5o surtir-
se vendendo-se-lhes pelos precos que compram, rus casas inglezas; assim como as ex-
cellentl8Simas familias poderSo mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou man-
dar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas casas; n estabelecimento se
acha constantemente aberto das 6 boras da manha s 9 da noite.
Explendido sortimento de
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO A RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
sendo calcas palitdts e coletes de casemira, fustao bu anco para vestidos a 6ors.
rlArumnn rl hrim Ia alnaca a dA Indas Vende-se fuslao braneo, com lista e lavradmhos,
ae panno, ae nnm, ae alpaca, e ae ioaas, muit0 0 a ves|dog e as do moni
as mais fazendas que os compradores pos- a co rs. o corado.
sam desejar, assim como na mesma loja cllerixhos para sexhoras.
tem um bello sortimento de pannos casemi-L Vendem-se Imissimos collerinhos de e-guiaode
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer ^iTdS m tambem Para me"
qualquer peca de obra, com a maior promp-1 alpagas de cordAo.
tidao vontade do freguez, 6 nao sendo "S'endem- se as mais brilhantes alpacas de eor-
obrigados a acceita-las, quando nao steiam daozinho para vestidos, tendo as mais lindas cores,
completamente ao seu contento, assim como glSS* TS P* ** ** ***
n'este vasto estabelecimento encontrara o TarlatanaS.
respeitavel publico um bello sortimento de Vendc-se finissima tarlatana branca o de todas
camisas francezas e inglezas, "ceroulas de a3 c&re> assi-n cumo fl| uranco liz a 800 rs. a
linbo e algodo e nitros muitos artigo*
proprios para homens o senhoras promet-
lendo-se-ie vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Iinpera-
triz n. 00, loja c armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMUS DE LARGURA A'lr5800
Chegou para a loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 00, urna grande porcSo de
pegas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de um lencol, o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; e vende-se pelo
barato preco de 15800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicaQcs para arranjos de familias, sendo
grande pechineha pelo preco.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porco de cera de
carnauba em saceos por prego mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 50. De Flix
Pereirada Silva.
MUSSEUNAS DE COR
Vende-se as mais bonitas musselinas de
c5res a 500 rs. n covado. '
AS .BASQUINAS DO PAVO
Chcgararn p.va^a luja do Pa3o as mais
ricas basquinas /le casaquinhos de xsda
pretas ricamenkfenfeitados sendo com os
feios mais nojds que tem viudo ao merca-
do e vendem-se muito em conta.
fazendas para luto
Ni loja Jo Pavio.
Encentra o retpeavel publico neste cslabeleci-
monlo um grande ebrtiuieiiio de fazndas'pjuas,
como sejam, eassag frJnczas c nuezas, Juilas
pretas de tudas as qualidades, fazenda delaa de
todas que tem rindo, proprias para luto, como
sejam, laazinhas, alpacas lafradas c lisas, eanto,
bombazinas, merino, etc., <|ue tudo se rendo por
preco barato.
NOVAS CASQUN \S COM CINTO.
Chcgaram as oais modernas basquinas de gros-
denaple preto, ricamente enfeitada-, sendo d um
feitio inte i rameo te noro, com ricos cintos lardos, b
vendem-se pur preco razoavel
CASSAS FRANCEZAS.
Vende-se um elegante sortimento das mais finas
e mais modernas cassas francezas que tem rindo
ao mercado, sendo com iiadres miudinhus e
grandes, e vendem-se per urecn mnilo em coma.
AS SEDAS DO PAVAO '
Altas .vidades.
Pelo ultimo vapor chegaram para loja do Pa-
vao, que vende mais barato do que em outra qual-
que" parte, as solas soguintes : ponpelinas ou
gownrous do linbo e seda, aun os mais delicado-
padroes, sodas (ti nsTras, padroes inteiramente
iiovos, gmz de todas as cores, sendo rerde, azul,
lyrio, rosa, cimento, etc., setos, braneo, azul,
verde, rxo, lyrio etc., etc assim como um gran-
de sortimento de grosdcnifples pretos de todas as
qualidades, e superior gorgurao prcto do seda
para vestidos e colletcs.
AGRACIAN AS.
Chegou esta nova fazenda c m o nomo de Gra-
cianas, sendo do urna s cor, lyrio, rxo, verde,
azul, etc., etc., e muito cncorpada, com lustre pro-
piamente de seda, sendo melhor e mais moderna
que este anno tem rindo para vestidos, o vende-
so pelo barato proco do i o corado.
ALPACAS LAVRADAS
Na loja do Pavao.
Chegou pelo ultimo vapor um grande sortimen
to das mais modernas e mais bonitas alpacas la-'
vradas para vestidos, t^ndo entre ellas algumasqee
azem a vista i>ropriamerte de seda, c vendem-se
por procos multo em conta.
GCRGCRO PRETO.
Chegou para a loja do Pavao o mais cncorpado
gurguro de soda preto itara rostidos o collotes,
que se vende mais barato do quo em outra qu.il-
queraarte.
MADAPOLAO FRANCEZ
A 7*000, s a pavo.
Veniem-se peca* de madapoln francoz com 22
metros, pelo barato proco de 7 000, dito enfestado
com 96 jardas a 7*000, assim como finissimos ma-
dapolocs francezes o inglezes, ditos de jardas, qae
se venden mais barato do que em outra qualquer
part, por haver grande pnrco
AS CASSAS DO PAVO
Owad.. a 30 rs.
Vendem-se tlnissioaas cassas francezas com lin-
dja defenaoe e cores fixas a 300 rs. o covado.
CHITAS BARATAS
Na loja do Pavio
Veada-te ama grande porcao da chita escuras.
aras.de nns'fhs, piir'precos qoe admiramn
BIULHANTES RAREGES A 400 RS.
QS o Pavio vende as mais delicadas ba-
reget de pura 13a, sen do t raoeparentos com
os mais delicados desenos, de quadrinhos,
i stra e lizor*. sendo n'este artigo o mais
delicado qu* ten vindo ao aereado, e
vendc-se pejp baratis?imo preco de 400 rs.
ocowtdo, <
PELERINAS A 4000
Na ioja d Pavao vnde-se as mais mo-
dernas ro neiras ou basquinas de croch,
pretas enfeiudas coro verde e outras cores,
pelo barato preco de *000 cada od, pe-
cbiocfaa. '
,A 6 CJIMA156
Xlgodo enfestado.
Vende-se superior nlgodaozinbo com duas lar-
guras, proprio para leurdes, sendo lizo e enlran-
cado, c vonde-se por proco muito rasoavcl.
MEIAS PARA MENINOS A 30500 RS.
Vendem-se duzias do ineas superiores para
meninos c meninas, pelo barato preco de 3o00 a
duzia.
BASQUINAS DE GIPUZE.
Cbegaram as mais bonitas e modernas basqui-
nas pretas de guipuze, que se vendera mais barato
do qoe em outra qualquer parto; assim como a*
mais delicadas romciras ou pelerinas de croch
preli.s, enfeitadas de verde e ontras cores, quo se
renda muito em conta.
CHAPEOS DE SOL.
Vendc-se um grande sortini-nto de chapeos de
sol de seda o alpaca que. se vendom muito ba-
ratos.
LENQOS BRANCOS.
Vendem-se bonitos longos brancos o decores
com barras o abanhados, pelo barato preco de
.'I'i00 a duzia, dilos de lioho abanhados a ii> a
duzi:), ditos de esguiao para varios procos, ditos
de algodo a 2 e tjfiOO a duzia.
A 55000
Na loja do Pavao veudem-sc modeitiissi-
mos diales de fil pi co Cf-m lindas palmas
de seda, pelo barato preco de 55O00,
pe chincha.
BASQUINAS A 1('00
Na loja do Pavo vende-se as mais mo-
dernas basquinas ou manteletes de-guipure,
pelo barato pre^o l: l:.liO:) cada uina.
PARA liSCRAVOS
Na loja do Pav'i/) vemle-se cstamenlia
ile tlgodao inescl.ido para vestidos e mapa
de mo'equcs a 200 rs. o covado, na roa
Silva.
K*a]>e! ta'a embs'uSho.
Compra-se papel para eaihrulho: na loja do
Pavao, ra da Imperatriz n. 60. de Fex Pereira
FOSTES RUANCOS PARA VESTIDOS A
400 RES.
Na loja do Pavo vende-se um grande
sedimento de bonitos fusloes brancos, pro-
prios para vestidos e roupas de creapcas.
assim cumo tambem para rou ias dn ho-
mens por seren do lavores miudinhos e
liaiilante encorpados, e vendem-se pelo ba-
rato preco de 400 rt. o corado nicamente
na loja n. (O da ra da Imperatriz.
AS ALPACAS DO PAVAO A 6MLBS. O COVADO
Vende-se um grande >urtimenbnlas mais boni-
tas alpaca< lizas tendo de todas as core.1', mais no-
ras que tem viudo ao mercado e vendem-se a GiO
rs. ao corado.
ALPACAS BR1LHANTES A GiO
Na loja do Pavo vende-se as mais bonitas al-
pacas lavradinhas, tendo de todas as cores que se
vendem a GiO rs. o corado.
ALPACAS BRANCAS LAVRADAS
Chegou para a loja do Pavo um grande sor ti
ment das mais bonitas alpacas brancas lavradas
e de cordo sendo n'este genero o melhor c mais
lustroso pue tem vindo ao mercado, tem algumas
to Anas c to bonitas que servem para vestidos de
noivas p vondom e por commodos nreciis.
LAAZINHaS MODERNAS NA LOJA DO PAVAO
Chegou para esto estabelecimento um grande
sortimento das melhores e mais modernas laazi-
nhas para vestidos, sendo tapadas e transparentes
de todos os precos e qualidades que se rondam
mais barato do que em ootra qualquer parte.
APACAO OU GORGURAO DE LA A A 800 RS.
Na loja do Parao vende-se o mais bonito al pa-
cn de cordo tendo de tedas as cores, sendo fazen-
da bastante larga a 800 rs. o covado.
COLCHAS DE FL'STO
Na loja do Pavo vende-se um grande sortimen-
to de colchas de fusto sendo braacas e de cores
ditas de croch para camas de noiva, assim como
quintos damascos do la para colchas.
AGRACIAN AS 1-809
Chegoa para a loja do Pavo um bonito serti-
mento de lindas agraeianas para vestidos tendo de
todas as cores e pecluncha.
Com llstras de seda a 800 rs. o
corado
Na loja do Pavo vende-se as mais bonitas e mo
dornas taziiibas com listras de seda sendo iniudas
e g raudas a 800 rs. o covado.
CORTES DE CHITAS
Na loja do Paro liquida-se urna grande porcio
de chitasOnas de cores finas o^oiitos paddes es-
lando todas ollas em cortes de 10, 41, e 12 covados
para nao Ueixar flcar retalho faz-so o preco de 32(1
o covado, fazenda que cm outra qualquer parlo nu
so vende por menos de400 rs. isto grande pechin-
eha.
ALPACA BRANCA A 6W I
Na loja do Pavo vndese alpacas braoeas lisas
muito linas a 610 o covado.
#
Manguitos com collas a 1:0
Vendo-se bonitos pares Je manguitos com golli-
nhas sendo de cambraia transparente a liGOO, di-
tos de 'cambraia tapada a 2i000, corpinhos d
eambraia bordador a b' o 7^000, camizinlias de
eambnia bordadas do varias qualidades.
CHALES DE GHACHEMiRA A 6,% 105 E
i5000.
Na Joja no Pavao vendem-se os mais
hoiito* chale de verdj.leira cachemira de
i-or, cora o* desenbos mam modernos, a i>&,
10 e 1210(10. t muito barato na ra da so-
peratrix V. 60.
A AGIa BRANCA tem convicc3o de que a abundancia de objectos de novidade-
eni scu constante o completo sortimento, a boa escolha no gosto delles, a superioridas
de de qualidades, e a limitacSo de seus presos, esl5o na op ni5o do respeitavel publico
em gcral, e na de sua boa freguezia em particular; mas anda assim ella julga de seu
dever scientificar a todos, da recepc3o d'aquelles objectos que estSo alm do commum,
como bem sejam:
Ronitas caixinhas de madeiras envernisa-
das, contendo navglhas e os mais necessarios
prra viagem, servindo ellas do carteira
piando abertas
Outras conforme aquellas, proprias para
senhoras.
Outras roachetadas, com tbesouras e os
mais necessarios dourados c de madrepe-
rola para costura, obras de apurado gosto
e perfeico, proprias paro um bello pre-
sente, tendo algumas com musi;a.
Estojes ou carteiras de ecuro com nava-
Ih.is, e os mais necessarios para viagens.
ESCOVAS DE MARFIM
Para unhas. dentes, cabello e roupa.
Outras de balea com machetados de ma-
dr jperola para os mesmos lins.
OBRAS DE MADREPEROLA
Leques, escovas para dentes, caetas,
dilaes^brincos, alfinetes etc. etc. '
Ricas capehas com v6os para noivas.
Cintos de brim, com elstico para se-
nhoras.
Voltas de grossos aljofacs de cores,
para circular os coques.
Outras igualmente bonitas, c com,pin -
gentes para o pescoco.
Outras com aljofares coloridos, e trn-
sela dourado.
Botes com -ancora, e P. H. para fardas
e colletcs.
\botnaduras d'aventnrine com
o p* ae
.prata dourada,*para colleles,-cada um 5;$.
Boles de crista!, encastoados era prata,
pa'a pnnhos, 4! o par.
Camisas de flaneila para homc-m, a me-
lhor qualidade que tem vindo a esto mer-
cado,
ltfeias de la para bomens, senhoras e
creancas.
Ditas de dita, tecido de borracha, para
quem soffre de inchncao as pomas.
Pannos de crochet para cadeiras.
Novo sortimento de toalhas de labyrin-
tho, para baptizados.
Renda e blco de guipur, braneo e
preto.
Fil preto, de seda, com salpicos.
Pequeos e delicados espanadores de
pennas coloridas, proprios para piannos,
oratorios, etc.
Bonitos passarinbos de metal prateados,
para segurar costuras, tendo almofadinhas,
de vellido para agulhas e alnetes.
Thesouras de duas, tres, quatro e cinco
pernas para frisar babadinhos.
AGULHAS NON-PLUSULTRA
Tal a qualidadef d'essas agulhas, que
mereceu ao fabricante o pomposo titulo de
Non-plusultra, merece a Aguia Branca as
honras d'um annuncio, e sem duvida me-
recer das intelligentes senhoras, a devida
estima por sua apreciavel qualidade.
At agora nada se tinha visto de to bom
em tal genero, e anda assim custa cada
papel apens 200 rs.
Provavelmente d'aqui apouco abundaro
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, porm as verdadeiras continuara a
vir especialmente para a loja da Aguia
Branca.
Dcscrever minuciosamente por seus no-
mos e qualidades a innidade d'objeclos
quo constantemente se acham venda na
loja da Aguia Oranca, seria seno impossi-
ve! ao menos infadonho por isso ella con-
fia na constancia de sua boa e anliga fre-
quezia, e pede aos que de novo queiram
reconhecer a commodidade de.seus presos
e a cinceridade de seu agrado, que nao se
esque^am de comparecer loja d'Aguia
Branca ra do Quoimado n. 8.
U 4 FESTA
Assucar de oxido fie ferro de
Chaneniid.
O aMf ; innso de ClMQfnH obtidj
pela do oxido de le , ^Krom o assucar cuidad; ;mrillrado.
Eite'ssucar, de nina bella aj rry'ftalina,
(em o shnplos aosto jnui ,i-
sem o tnconr siibfljjflBtingcijie : nB^H serao
irritante sobre a uuco,.i duesronin
c rnpidjflienfe'MisoTiTOiie! i ;i;nue!ho festi-
vo sem causar as constipars >! i venlre, '
E' hoja o preparado do 'ferro (! ni:i!s .-iceilaeio
para a chlorosc atona dos orgo*, pedas brancas
oicnstruacoes oiUJeeis, etc., c leu'i a scu favor o
juico aulorisado da escola de medicina de Parte,
e dos chimicos os mais ttotvels.
DEPOSITO ESPECIAL,
Pharmacia de llartlioloineu-dt C, ra laiga do
Rosario n. :i.
Vende-se por menos de 10, 20 e 30 [0
N. 23Largo do Ten?o.N. 23.
DE
SANTOS ft C.
Os proprtarios ste bem sbrdo armazem de secco e motilados esto re-
sqlvidos a fazer,! urna grande diminuido de p-ecos as suas mercadonas, como se apro-
xima a fusta e sempre se fazein avull^dis compras para o centro e praca, por
i.-s> previoem ao res|jeila\el publico cm geral. que mande fazer suas despencas e cer-
tos de que vero a grande dlfferjSnca em precos mais do que em outra qualquer parte
e faraiitiiitii-se as superiores qualidades.
GAZ AMERICANO a 9.-S00 a lata, e |40 SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra c
rs. a garrafa e CGO rs. o litro. 020 rs. o kiloirammo.
YINHO VERDADEIRO FlGUEIRA a CO: FAltINU\ DE AIURLTA VERDADEIRA
a garrafa, e W500 a caada e 800 rs o ti- 010 a libra e, 15400 kilogrammo
ROLAXINHA INGLEZA MUITO NOVA a
400 rs. a libra e 8"0rs.> kilogrsmmo.
VELLAS DE ESPARMACETE 70 rs. o
masito, em rmxa ha abatimento.
PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, SO, 400 e 560 rs. o masso,
33200 e 5500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACIIINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 15280, 25500
35500. 4S5O0. 5500 a lata e a retalho e 1,-
a libra.
GOMMA DE MILI10 AMERICANA 400 rs
o masso. ft e.m caixa lia abatimento.
PATATAS NOVAS DE LISROA 60 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SEttVEi INGLEZA MARCA II 55500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM RASS, VERDADEIRA IHLERS &
95 a duzia.
lio.
DEM DE LISROA das melhores marcas,
UK), 440 e 5O0 rs. a garrafa, a 25800 c
35200 a caada, 600 e 7ll rs. o litro.
DEM RUANCO DE LISROA a 4MO.
a caada e 560 a garrafa, e tv40 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISROA a
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 15400,
15800 e 25200 a caada.
ilZEITE DOCE DE LISROA 900 rs. a
garrafa, e a 75 a casada, o 1*340 o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 15400 e
15:i80 a libra, 35060 e 25780 o kilo-
grcmmo.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, e 25100, 15980 e 1800 o kilo-
giunmo
DITA PARA TEMPERO 560 rs. a l
IlfflS
O Campos da ra do Imperador n. 28 tem para
vender o seguinto:
Queijos loodrjoos, pratos, flamenos c de Minas,
todos muilo frescos e de boa>)ualidade.
Presuntos para Hambres e para tempero, paios,
salames etc. etc.
O verdadeiro bacalho de Xoracga.
Latas com lagstas e ostras.
O verdadeiro caf Mocha.
Especialidades
Grande remesa! de cigarros de diversas (pjali-
dades", vindos da provincia do Rio de Janeiro, no
vapor brasileiro Puran
A saber:
Cigarros ao duque do Caxias
Ditos ao Maurity.
Dilos aes lonentes do Diabo.
Ditos Rarbacenas.
Ditos Papel peiloral.
Ditos do S. Paulo.
Ditos do- Rio-Novo.
Temos de medidas para seceos, segundo o novo
syslenia (mtrico francoz), ne armazem do Cam-
pos.
As mais adoptadas c mais facis tabellas para
de promplo se reduzir c 4 a Kilogrammas o ao
inverso esto se acabando por isso recommenda-se
aos cslabelecimenlos que anda nao tem, que ve-
nham seus donos munir-se desse to grande agen-
te do commercio, pois que, com a safra que est
porta, torna-se ditas tabellas indisponsaveis.
28-TUDO XO ARMAZEM DO CAMPOS-28
NOVIDADE!
A FRAGATA AMAZONAS, i ecebeu e ven-
de por precos muito razoaveis, urna bonita
ariedade de capinhas de guipare de supe-
rior qualidade, com lindos enfeites, e dos
modllos mais modernos: assim como
umas bonitas o muito airosas
MANTILHAS RRASILEIRAS
de fil preto de seda que sao em duplo en-
feiie para o corpo e para a cabera, que
supprem com milita vanlagem os veos.
Qualquer um dstes artigo? muilo pro-
prio e desente para se, ir a missa ou a qual-
quer acto religioso : assim como para visitar
o cemitero no prximo dia de finados.
Na mesma casa ha agora mais que nunca
esplendido e variado sortimento de fazen-
das de toda a qualidade para senhoras e
para homens, cuja ennumeraca seria longa
e asquaes estarlo st-mpre patentes aos fre-
guezes que as quizerem ver, quer no esta-
belecimento, quer em suas casas onde se
mandaro sempre que forem pedidas.
Ha sempre lucas de pellica frescas Jocin
brancas e decores, roupas ferias o deen-
commendas. chapeos e chapelinas. ele.
iixi jii i.in
FIO 19E VEIiA.
Barbante
Enf casa de Rabe Scbmetau vi- C. Corpc
HEBBY OLOROZO.
Gelo seal.
COGiVAC MEX'ESSY.
Em casa d-- Rabe S^hmetiau C. Corpo
Santo n. 15.
CABMPANHA
SUPERIOR.
Itoussilion, curte blanche.
Km casa de Biabe Kchaucttan A
f Corpo H:\at u. 15.
YINHO
rao e mm u\m
LEITFRA
PARAUSO DA INFANCIAIIASILKI.U,
l'KI.O
Dr. A. Cesar Borges.
(1 l.DICAO MITI'!) -MELHOIIADA E
AUtHliXAD
Esles duin livros, resultado riencia c estudos (s|nri.ii-s do autor, vieram sa-
lisfazer a urna das mais instant.-.s nooessiilad'sda
inslruccao primaria, e per tal forma que, pelos
goyernos c qua>i todas as provincias, ico o
adoptadas p..ra as escolas publicas, assim coco
por grande numero de profesores particulares.
O prlmjin larn ( ainolntanicnlo diverso drs
carias vulgarmente nofbAidas peto nomo de A
II C ) e composto segundo uui sjstonia natural,
pbilosopbico e ameno que nos mculues t-cillta
extranrdinai Ltmcmto o cofihiHicMo da litnra,
loinandi.-lbes ir.nilu n.iis rpidos, e > nto menos
pwiosos, seus primaros, liuud'>s o vacilaiiles pas-
sos na vida littororja.
O segundo lino consja lo luitos artigo?, con-
los etc., lodos lijo troves como eoiivem a f{r:-z
aitencao das cHad{at, o rscripios cm linguagem
ontylo pn>prl|idosi franqueza de sua inielli-
gencia.
E de mancira combinadas nello so acham aa
materias quo, ao mesmo passn qW vivamente ti-
t'iessam o d.doilam os pequeos lekorts, Icvam-
Ibes e implanlam lliesno csj.'irilo e no con.cao fe-
cundos preceitos de moral, inspirando-llies/desdc
logo, com o gosjo ila loiiura, o amer da virtud1'
o a_repugnai:cia da do vicio.
Sao ainhoS rstos livros nitidnmrnto RaprrsiMf
elegantemente cu.'aileiii.idiis em l'aiis, o cunten)
estampas boas representando os assumplos dos
eontos ; o qno i s torna mais conrktjlivas aos me-
ninos c muito proprios para presontei ou premio
dos mBsmo?.
Conten dentis o segundo dous bellos bymn
com msica para o cornejo o Din da c.-cola.
Hccommendamo-los pois conlfUaitumlc aos so-
iiln ros pas de fnmHia, o prdfcssorcs que ainda oe
nao conbeccni.
Piiineiro livro. o Sognndo SiWO
A VENDA IfA
LiVriria IVuncazii,
o-ijA no cnESP-9
Gabriolet.
!
Vende-so nin cabriulol de dous q ifuatio 'anen-
tos, o que na de niellior nisto (tener >, c m boin
ravaflo c arreiqs, mi fcia ello : ua ra do Santo
Amaro, cocheira de Thomaz Lins. .
11131
mnitq proprio | ara barcacas e hiaic; venden) "e
no armazem do David PerrSra Bhllar, ra do
rum n. '.12.
Vende-so a taberna Fltr da l'almeira: n
ra da Palma n. 37.
RA M ljOKBA 3*r. 5
Olaria do Fliiidab.
Ha sempre no-la alaria grande sorlimenlo de
materiacs, como lijles de alvenari.i batida, ladn-
Ihii, quadrado de S, 9 e n os poli, gadas, blias c
lelhoestijolos (!:: tapaine.ntos. O iroprielaridup-
la olaria garante a bundadoo boro- de laeonjats-
riaes, como lambem voade-^c mis barato do qpe
cm outra qualquer parlo;
..---.- -\ ,'-~~'':',-,?'-
f Vcndc-so um bem sitio oni Ap-
pucos : tratar na ra do (Jueima
oj do n. I \. |g
Vende-sopor menos de sm valora meta (te
da c.'is.i da la.! 'ira d i V ra em Oiioda, n. 18,
qiii'foi ibishi'iiloiros do joaquini Jerunymo Serpa,
aramio lo.-o aehar-se desembaracada: a tratar
lar com o leiloiii > Maii.'.s, ra do mporadnr tn-
mero li!.
BrcLuja para vender.
Una bareaca do '" isas para vender, em bnm
estada)) 8M*sj hos, u.:h:;' il ap(i irelbo o velas om
i rd.'ui: drijam-SB ngeucia gcral n. 21, praca
da Corpd Sanio.
ESCRAVGS FGIE50S.
DE
br;i, 1^220 o kilogrammo, em portfo se BELL, 800 rs. a garrafa e ya a
fa. abatimento. VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
RANI1A DE PORCO DE RALTIMOOR DIVERSAS MARCAS 1500, 13200, 13 e
720 rs. a libra, o 13560 o kilogrammo, 6m 800 rs. a garrafa.
porc.5o se far batimento. GENERRA DE HOLANDA E HAMBUR-
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA CUEZA '73 e 63 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
113 a frasqueira e 13 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
33i iOO, 23800 e 23400 em caixa ha abat-
120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo e
3iOO a arroba..
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo, e 63000 a arroba.
CAF EM GRAO 63 e 63500 a arroba,
200,240 e 260 rs. a libra.**40 e 520ts. o ment,
kilogrammo em sacca se far abatimento. TOUCINHO DE LISROA MUITO ALTO
SA*0 MASSA 240 200 rs. a libra, 400 rs. a libra, e 880 rs. o kilogrammo,
520 e 440 rs o kilogrammo, em caixa se e 113500 a arroba,
faz abatimento. LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA- TAS 13000 rs. a lata.
LFIABJN E ALETttI.A, 500 rs. a librado; LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP
13220ok>lograromo. TO a 13000 rs. a lata.
ROLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-I CHA FINO. GIAUDO E MIUDINHO
SAS QUALIDADES, bem como perola bri- 33200 e 23800 a libra, e 63100 o kilo-
i.inte.combination, Francv-craeynel, mixed gramrao.
Britania. Mdium, Fancy-nic-nac, a. b, a, e DEM PROPRIO PARA NEGOQO 23000,
sola a 14000 e 13400, cada ma lata. 23OO e 138U0, r$. a libra.
Assim como ba outro3 rauKos gneros, vinlio em ancoretas, azeitonas,
muito novas, passas e figos novos, charotos dn diversas marcas, marmelada. feita pelos
mtlhores conse veiros em Lisboa, gela de marmello, pcego, ervilhas, em latas, p ui'Ufeas e francezas, vinbo verde engarrafado i relajfcp, peixe era latas, bem como
pescada, tamha, parga. gora, kila, corvina, veigo,4iiwtlla,4id* e sardintias'de lian-
tes. CanHIa, cravo, crvadoce, cominho, pimenta, grandesraiiflios de sebolla 13500.
Finalmente cnu tos ouiros gneros que enfandonbo menciona-los.
CHATEAU LA ROSE.
CIIATEAU RAIZA*
Em casa de Rabe Sehmettau A C. Corpo
Santo n. 15.

leililSup ft.
A tencao
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello'
tem para vender no seu escriptoro, pra-^
ca do Corpo Santo n. 17 primeiro andar, k,
potassa da RoMia ultipiamento chegada,^
cal de Lisboa e vinho Bordeaus de supe-p
or qualidade.
cevada.
Vende-se cevada muito nova de Lisboa : na ra
Direita n. 30, a 34200 a arroba.
Este dmiravd
DrpuralWo oao
Wdlllir
Jrurio, "do ou
[arsnico i 6 am
cdorprosiOKueeeursr(lia*l)tt'snu)irslijdcp<'l r.UrtCwii.. luri. iMStif'Di. Mhrrpe. as
spinhas, r os PaoMt, etc-Emprairiclo KsrlaBJiBif cUerefrtsf Mms1oMistar ecnnoti 1 IIJECfAO' CADET ^fJft&r*1*" ",ir"#" mm
1
ffl 111
aaia, 1, t* Onuin,
AlTENgAOI
A propaganda homeoptica.
Por menos SO por eento
Esta-e vendendo os restos dos medicamentos
homeopticos viudo no vapor Navarre de casa de
Weber. lb'talba-se a vontade do comprador, como
sejara: glbulos em tubos, vidros sonidos, glbu-
los inertes rnica, tintura inatro, dita dvuamizade,
etc.; medicamento este, todo especial e novo ainda
no pare. Portante, bom ser apraveitar a oppor-
lunidade para proverem-se de remedios de piona
cunlianca e cura maravilhosa.
22 e-24--Rua dos Ossos--22 e 24
Confronte o hospital de Santa Thereza.
Desappareceu
hontcm as 7 h ras ( i n lite da casa do abaixo a."-
fbjinado o sch oscravo Hilar! i, idado 2 a 2'-l an-
uos, pivio. ;.hura regular,cheio do oorpo e rom
marca; d noxifpi no ro>li, o ioiv-ioo fescravp rhe-
:. i inez passadodo Uaraahi d'onde t nato-
ral: paga-se gi-oerosaiiieiilo'a quem o apprebO-
tler o leva lo ra da Crui n. -;.
Redro 18 de.iHii.ro de 1860.
Dr. Mafoqaiai .1.
Gratifica-se com 2005 por cada
um, e mais, conforme a tancia em que forem captu-
rados.
Do engenho Snledade, em Porto Calvo, fuiram
jantnsnodia27donvtpassado>dotise?crav s.cdJos
-i-Miaos sao os sestiinlcs : um de neme Fel;; \>,
iilado 2o annos, natural do t>ar, cor cabra, miara
um pouco discorado auandu fugio. tero os ral-llos
carapinhad is, olho grandos c. vivo-, falla de um
dente na fronte, rosto coniprido regntar, pxnvfa
barba por haixo do qucixo, estatura recular, bem
feto do corpo, pernas prossas, pes peqnenos e
bem feitos, com marca de un a ferida em cima de
urna das eanellas das peinas, a falla claro e des-
embarazado. O oulro de nome Manoel. lambem
cabra, tem 23 annos de idado, natural do Rio
Grande do Norte, estatura mediana, espigado, sem
barba ncnbuma, rosto curto, ojhos pequeos o
vivos, nariz pequeo, regular em grossura, denles
perfeitos e alvos, bracos o peritas finas, p< regu-
lares, sabe ler e escrever. toca viola e cania de
improviso, tul munido de falsos documentos. Am-
bos foram comprados nesla cidade do Recife ao
Exm. Sr. barao de Nazarelh, o primeiro em julho
do 1868 e o segando em julho do eorrente an-
no. Estn a nbofe limpos de costas c nadegas,
pornaoterem srffiiilo casligo algum. Roga-SC
perianto, s auiondades policiaes, eapitie de
campo, ou qualquer pessoa que o? cncoutrc.de os
capturar, o lvalos a seu senbor, Francisco Je
Paula Cavalcanie do Alhuquerqne no rp(-rido
engenho Soledade, no termo de Porto Calvo, on
nesta praca ao Sr. Joaquim Rodrigues Tavarcs
de Mello com escriptorio no largo do Corso-Santo
n. 17 1" andar, pelo quo em qualquer das parles
w dar a gratiflcacao cima promeltida. Recife,
23 de nutnbro de 1869.
Vonde-se una boa escrava recolhida, perfei-
ta engemmadeira, rozinheira e cose muito bem;
tres d tas de idade 20 a 24 annos, engommam o
rozadura muito bem, una dita perfeita coziniei-
ra, de idade 30 anuos, por 8004 ; urna dita qui-
iandeira por 700i ; urna dita por 2004 ; urna dila
par 100,5, duas ditas para engenho ; um cscravo
que cozfoha bent o diario, o para todo o servido,
e tem boa conducta : na travessa do Carmo nu-
mero 1.
Botica.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se nn armazem aniarello de Vicente Fer-
reira da Costa A Filho, defronte do arco da Con-
ceicl, em borneas grandes.
i
iVISO
Fugio segnnda-feira, 18 de nutnbro, o esera'r,
Antonio, prelo crioulo, idade SO annos, pouco orhj
ou menos, do cstatnra rcgu'ar, falta de denles na
frente, quando anda 6 um pouco corcovado para
diante, lovoa vestido calca de brim pardo, comisa
do estol, e chapeo de paiha j velho : este e-
eravo vcio j ha lempo do Rio Foriuoso, a snn-
pdc-se ter para all seguido: quem o pegar lo-
vo-o a ra da Concordia n. 8. rciiaajao, que eera
nem gratilicadA.
lili
o bem eonhocido Jos Coto, por ter um s bra^i,
esrravo da padaria allemaa, em Santo Amaro, a
noite do dia 22, levado pola forja da carhaea, i
cahir em algum arrabaltle, levou um balaio IT:
cabera, que Ulvoi o perdesse no gin : quem o
capturar ser n-e^mpensauo.
Fugionn dia 31 do m i prximo pas>j
Saiit'Anna, o eabnrlo Manool, escravn de
en Jos da Silva Hatis, natural do
em p, desdoniadn, beiais gro-
fanhoso, tom bisrode |cra.
nos ao Sr. F. F. R irge-, tendo andado
omito lempo, inrutca-s forro : pode er pi
nn companhi Poi-ntmmrapa ao Sr.l,B *94
Braneo da Rocha, que revompensar.
I ittdia I
I
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ia^BnKJ
1 i

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ClAHA DOS IIS. NOTADOS
SKSSAO El 7 DR 0( tubro
rweamamK do su. nebias.
Scetiriuo a nossa le mal, xi-
pem-*o certas coadiges \>art a prestaco
da flanea, de man as-mpre
difficB, e em moitos casos intil pela in-
supportavel delonga. O reo, que della se
aproveitaria para.evitar a eutrada da pri-
sto, rauitis vezes a desa do prestar, por
nao encontrar a dpsejada celeridadc, que
Ibe evitara o degosto e a vergonba de
ser recolhido cada.
Em todo o caso acontece, pela morosi-
dade da prestaeo da flanea, que, quando
ella chega a concluir-se, j o reo nao tem
evitado a cada, sendo-lhc nteiramenle
intil a promessa cuintitucional, que o
preserva da prisao, dando caueo idnea.
Pelo projecto istose providencia de urna
maneira cfSeaz, de sorte que un individuo
que reguer a flanea nao pode deixar de
obter o remedio prompto. E' assim que
o projecto determina no 4o do artigo em
disenssao, que o valor da Banca seja ar-
bitrado dentro de 24 horas, e que o go-
verno cor va de urna tabella regule a ta-
rifa das" llancas cm relacSo pena.
Ora. v-se por este melbodo, que a flan-
ea nao pode deixar de ser prestada imme-
dialamcnte, logo que o reo a requeira;
porm o projecto n3o se limita a isto; e
para maior facilidade eslabelece mais no
5 a Ranea provisoria, pela qual o mesmo
roo incontinenti pode obter a soltura, me-
diante a cauco em dinieiro, ou obrigaeo
de duas pessoas abonadas, de vendo depois
prestar a flanea definitiva.
J se v que pelo lado da facilidade da
prettacao da flanea, o projecto contm im-
portante vantagem em face da legislado ac
tual; por conseguinte, nao justo, nem
razoavel dizer-se, que o projecto con-
trario s garantas iod viduaes, e prejudi-
cial ordem do processo.
O p'ojeito, pois, contm garantas limi-
to notaveis a favor da liberdade do cida-
do, e muito adequadas brevdade do
processo. Portanto os principios geraes
contidos no 4* nao podem deixir de me-
recer a approvaco desta Ilustrada assem-
bla.
Sei, Sr. presidente, que sempre que le-
gislamos tomos em contraposic5o dous prin-
cipios :aquellle que nos manda susten-
tar as garantas indvduaes do cidado, e
aquelle que exige de nos certa seguranca
. em relacSo aos direitos sociaes ; e foi con-
frontando bem estes principios que elabo-
rou-se o presente projecto, nao deixando
que crimes, verdaderamente graves que
trazem cerlo susto paia a sociedade, dei-
xassem de ter a certeza da represso por
via da immediata prisao preventiva, nem
tambem que deudos menos assustadores e
perigosos nao fossem relevados desse ri-
gor, de maneira que o reo que tivesse cer-
tos meios de fortuna pud.sse gozar de fa-
vores, que a sociedade pode dspensir sem
compromettimento da sua existencia e se-
guranza.
A sociedade civil constitnio-se para van-
. tagem e gozo dos associados; por isso
deve-se-lhes conceder tudo aquillo quanto
n3o traz perigo para a associaro nem con-
traria os seus fins.
A flanea un materia criminal urna des-
sas cousas que a sociedade outorga sem
perigo, quando limitada a certas condiroes.
Prender antes de condemnaco em todos
os casos seria intoleravel inquidade; pois
certo que a sociedade s tem o poder
de limitar ou restringir o direito de liberda-
de individual, quando dessa limitaco ou
restrcc3o segue-so um grande bem geraj,
indispensavel communhao.
Enunciando o pensamento de nm gran-
de criminalista francez, Faustin Helie, di-
rei que dona grandes interesses igualmen-
te poderosos devem ser protegidos : o in-
teresse geral da sociedade. que exige a
prompla leprcssiio dos delictos, e o inte-
resse particular dos aecusados, que exijo a
garanta dos direitos. O projecto gtiiou-se
por esta regra, e attendendo s garantas
sociaes e consagraco de principios am-
pios, mas razoaveis, de liberdade indivi-
dual, conservou o meio termo, que nao
pode deixir de ser aceito pelos espiritas
judieiosos e desprevenidos.
O projecto admitte a flanea nos crimes,
em que se pode considerar que a flanea
constrangeo re a vir a juizo: rejoitoii-a
porem quando rcconlieceu que a gravidade
da peni impedir sempre o reo a evitar o
juramento pelo incomparavcl mal dessa
nesma pt?"i. Conceder flanea nos^ casos
do morte, de gales perpetuas, e outros de
pouco inferior gravidade seria desconhecer
a natureza humana, sempre disposta nos
seus actos a calcular a somma dos bens,
que consegue, e dos males, que evita.
Nao ha corapensaeo para a morte, nem
para a perda perpetua da liberdade : crimes,
que om taes penas incorrem, n3o podem
ser susceptiveis de flanea para os seus au-
tores. A sociedade tem necessidade de
usar para com elles de indispensavel
rigor.
Dizia um antigo jurisconsulto francez :
Seja o bailio benigno, nao para com os
malfcitores, porque este poem os bous ci-
dadSos em perigo, mas sim para com as
pessoas de bom procedimeoto, quando ca-
hem em culpa, mais por ignorancia do qne
por malicia.
Assim tambem eu digo, Sr. presidente,
seja o lei rigorosa c inflexivel para os reos
de grandes crimes, que r.balo a sociedade
em seos fundamentos ; mas para os reos
de crimes ordinarios, cuja puoe3o pode
realizar-se sem os rigores do carcere pre-
vio, quando a colpa anda nao est verifi-
cada pela prova legal, seja a mesma socie-
dade ben'Mola.scmdeusar desnece sirias re--
triccoes da liberdade individual. A justKja
e a mise icordia nndo sempre juntas: a
justiea para osa? do rignr. afeado ito
indispensavel seguranca social, e a miseri-
cordia para empregar a brandura, quando
a mesma seguranca social a permitte. Ne-,
nhum soffrimento inutl dove inlingir-se ao
cidado. porque a restricclio da liberdade
s 6 justa tanto quanto necossria ao
bem commum.
A flanea nos crimes sej;ue esta mesma
jegra: se a sociedade nao ganha cousa al
guraa em negata, quande olla nao prejudica
a applicaeio e os fias 4a penalidade seria
-* allantado ) COTced-la nicamente
(eeni o fim de martrrio todo o soffrimen-
lo, a jn^ chamamos pena, nSo exigido
UD IjUO itOII 5 USFi
Combateu-se tambem e art
slo, dizenoVse que elle toro
no favor que quer liberalisar as
porque nao determino a quem comp*i|
ceder as tancas.
Admira, que aqu se oferccesiji esta
jeceSo, quando sabemos que jgneipio
Pernambuco Quinta futra
de-afeonr t umiOftw da era
marissmo
deposita ci
r?* i
feforma j odela ria.
ondomnav^panter^H
Be inutes fbroialid
A
tem um
lireito, qae a autorhla prendo w|i :Qm real, o de objfci!
jurisdiccao Sobre o r i; e por consegu'rote
goza da faculdade, ou poder de conceder a
flanea para alliviar o paciente do constrangi-
mento a que a lei o sujeita, 13o somante
emquanto elle u3o dd essa outra garanta, a
da cauc5o, quesubslitue a da pri?3o, confor-
me est determinado na mesma lei.
Ora, se o chefe de polica, delegado, sub-
delegado fin juiz municipal prendem, tem
a faculdade de conceder a flaoca ao preso;
e sto n3o novo, nem smente principio
geral de direito ; nos o achamos consagrado
na nossa legislaeao criminal.
O regulamento policial e criminal d'J 31
de Janeiro de 4842 determina, nos arts.
297 e 298, que as autoridades policiaca e
crimnaos, isto os chees de polica, os
delegados, os subdelegados e osjuizes imn-
nicipaes que prenderera algum r >, s3o com-
petentes para conceder-lhe flanea, emqoan-
lo este estiver sob sua ordem.
Se, pois, esta a determinaeodonosso
direito criminal, como veio "o nobre dop u-
tado pelo Rio de Janeiro contrariar o pro-
jecto com semelhante fundamento ? Em
vista do que acabo de expender, julgo qae
a impugnaeSo feta nesta parte n3o tem
procedencia, e assim n3o motivo de du*
vidas sobre a bondade do projecto.
Apresentei urna emenda suppresstai do
2o do artigo que discutimos. Tivo por
fundamento a passagem nesta casa de um
projecto vindo do senado, o qual consigna
a idea contrara accumulae3o das pinas
de varios crimes para a iuaflaneabilidado
dos reos; e tendo nos ha pouco* dias,
votado semelhante principio, entend que
seria incongruencia e desarrazoabi klade
msistr pela adopeo do urna previdencia
rejetada por esta augusta cmara resta
mesma ses>5o, sobreudo quando a provi-
dencia adoptada recommendada cimo
mais liberal do que a dispos*eao. do pro-
jecto.
Retirada esta parte do paragrapho, a
outra torna-se desnecessaria. O paragra-
pho contm duas disposiees, a saber, a
que refere-se i accumulaeo de penas, de
crimes diversos para a inaflaneabilidads do
reo, e da qual acabo de tratar, e a que diz
respeilo ao afianeado, que ama vez qoe-
brou a flanea.
Esta ultima disposieo j est consagrada
na legislaeao vigente, e desde qoe snp-
primimos a prmeira parte para reger a lei
j promulgada, deviamos supprimir a culra
parte que tambem j lei do paiz. e que
havia sido incluida j projecto para tornar
bem claro qnaes as nicas hypotheses de
se nao conceder fiam; i aos reos.
Supprima-se o 2 e assim ficam neste
assumpto vigorando as dispose5es das leis
actuaes.
O 4 vem resolver duvidas, que mili-
tas ve/es se h3o suscitado no foro crimi-
nal com grvame dos direitos dos aecusa-
dos, e por conseguinte em prejuizo da
justca.
Entendo qu? a flanea pode ser prestada
em qualquer estado da causa; para
mim um direito do aecusado ; todava n3o
esta a pralica geral, e alguns jui::es e
tribunaes entendem por forma diversa,
julgando que a flanea s cabivel quando
o reo est preso.
A importante garanta da flanea nSopode
continuar nesta incerteza (apoiados); '
preciso defin-la e torna-la incontestavel,
porque o direito em quanto vacilante e
duvidoso nao propriamente um direito.
Oonvem que o cidado brasileiro saiba que
quando recorre autoridade para lhe con-
ceder flanea, pede a realisae3o de um favor
legal, que se n3o pode negar, mas nao
urna graea, que depende do modo de pen-
sar da autoridade.
A fianea tem por flm principal fazer o
reo vir a juizo, quando a autoridade o re-
clama ; ora conceder flanea ao reo preso,
ou autos de ser preso, nao desnatura a ga
r.mtia social, e augmenta o favor liber-
dade ; razo pela qual ella nao deve ser
negada em caso algum, desde que a qua-
lidade e graduaco da pena a isso se nao
oppo8.
O roo preso presta flanea, e sollo, por
que a jastiea publica est certa de qae elle
omparecer ao seu chamado quando o
intimar para isso : e porque nSo compare
cera se a flanea se prestar, estando sollo
o mesmo reo ? Nao conheeo raza? ne-
nliuma de diferenca. ,
Por conseguinte 6 de rigorosa justiea que
oreo preste flanea, anda estando solt, em
qualquer estado do seu processo ; e o
projecto consagrando urna disposieo qoe
remove opinioes e duvidas torna-se mere-
cedor de nossa a"ceitaeao.
05'Sr. presidente, trar um grande
melhoramcnto a nossa logislaeSo orirwnal
era retaceo s garantas devidas aos reos.
A constituieo poltica do imperio, doler
minou que ninguem seria condezido pri
sao, e antes sera allviado della, estando
j preso, se prestasse inmediatamente llan-
ca idnea. Entretanto pela legislaeao actual
essa disposieo do nosso paci fundamen-
tal nao tem tido exeeucao. s juizes. s3o'
obligados a conformar-se com os regula-
meatos existentes, os quaes, exiginda mi-
nuciosas formahdades, nao permittem que
as flaneas sejam processadas e concedidas
dentro do lempo summario que a-ewwli-
tuielo r- quer.
Isto tem excitado grandes clamores dos
cidados e dado occasiis a observaeoes dos
nossos mais dislinctos jurisconsultos, que
demonstrara a necessidade de remedio a
um mal to grave, j por privar o cidado
do goso de urna regala legal e asta, e j
por manifestar evidente dosprezr 4e um
precito constitucioMl lio expUUmente
O Sr. viseonde >^vTcrt(BB H&
utilissima obra intitulada Apontameato'; so-
bro o processo criminal brasileiro, reawi-
menda como nacessidade do paiz o reme-
dio a esse mal, e prope como proA'idtncia
acertada, e conducente ao desojado lien-
to, a admisso da flanea provisorio de qne
trata este paragrapho.
A commis,3o pfacedendo por esta fo-ma
-oo iato4o de saWawr o preoeitoconsti-
tucional, fotfa de acbar-H de accordo o que etableeea a tefislaoo de pazes
mais civilisados do ana o nosso, e sond,
as garantas indi viduaes sao iimirofctidiidii
privai1 o cidadao de ama hportantssima
garanta pessoal.
A vista disto, claro qao o projecto pro-
curou marchar de alijordo coro m-iprecei-
los conslitueionacs, 9 sejjuo* csniaplo de
naeas cultas c mais adiaMdWjf^B bs;
e, assim, n3o encontr motivo para tcco-
sar-se o projecto como insofflciente e des-
favoravel as garantas individuaos, e com-
ba te-I o como mais oppressivo do quo a
legislaeao actual, legislaeao que, como j
mostrei, com rclaeSo s flaneas, torna im-
praticavel a promessa constitucional era
toda a sua extensoe plenitudo. '*J
O 6o foi tambem obecto.- de ^ipagna-
go, diaendo-se que era om estorv pres-
tae3o das flaneas exigir que a flanea nnw
vez prestada, nao pudesse ser retirada pelo
fiador.
Sr. presidente, esta providencia adopta-
da pelo projecto teve por fundamento urna
raz3o muito valiosa. Se verdldo que
devemos aliender aos direitos privados,
tambem verdade que n^>' devemos incom-
modar autoridade publica por qualquer
circumstancia e at por meros cafiichos.
Prestada urna flanea, o fiador on o reo. por
qualquer motivo ftil, pediriarn mudanea
de fiaior, c assim poderiam incommodar
a autoridade : foi este o mal que o projec-
to qaiz remediar. O ftador antes de assg-
nar a flanea, devo examinar todas as con
sequencias do seu acto ; desde qoe a as-
signa, nSo se lhe deve permitlrr orna mu
danca que incontmodaodo os juizes e tri-
bunaes, e arredando-os de outros trabalhos
do sen cargo, nenfmma vimtagem pub ica
produz.
Alm disto, o projecto facilita a flanea
por via de deposito em dinheiro oa hypo-
theca de bens seus; assim o reo qae esti-
ver as circumstancias de presta-la o po-
llera fazer por qualquor destes doas meios
sera precisar recorrer ao fiador pessoal.
Nao ha, pois, inconveniencia na disposieo
impugnada. *
Notou-se tambem, quanto ao % 6o que
nao possa a autoridade a pretexto de in-
sullicrencia, exigir reforeo da flanea. Istb
que airas constitue urna verdadeira garanta
estabelecda em favor dos reos, servio
entretanto de motivo para qm o nobre de-
puta lo pelo Rio de Jaaeiro, zeloso defen-
sor dos direitos Indvduaes, dissesse que
havia ah um grande mal.
No seu modo de pensar a flanea em
miiitos casos tornar-se-ha insufficiente;
por quanto podiam os bejis do fiador estar
sujeitos hypotbeca tacita e ser desta arte
Iludida a aceao da justiea; cumprindo,
portanto, que a autoridade possa exigir
tares tmj
ima certa grnsfdade, por
_^B a aeguranea geral e com
NHidade publica. Todava
einerieneia, sob o regidlef dessa lei
sal mais de 18 annes, vemos qae n3o ha
^Btniento para um rigor especial ajfl
peito desses crimes, que nem diminu i
nem creseeram em relaeio aos lempos aw
teriore?.
N5j pela natureza do crime, mas pela
gravidade da pena que as fijoeas sa con-
codera. Se o nJo pres.land> urna caueo
sufliciente comparece om jofto, porque
jnlg que a pena qae ti ver de soiTrcr aflnal
"menos rigorosa do que a perda da ga-
ranta que presin por meo da flanea.
So alguma ra:s3o ha que aeonselho qual-
quer providencia cm relaeo a semelhanles
crimes, certamente nao torna-Ios espe-
cialmenlo inaflaneaveis, mas sim cumpre
em tal caso augmenlar-lhe a penalidade.
Tanto mais g-ave o delicio o tanto
maior o mal causado a sociedade, quanto
maior deve ser a pena a ello imposta. Por
isso a le de 3 de dezerabro di 18 >M,
quando considerou a resistencia e outros
crimes como dignos de mais severa repres-
so, n3o devera te-tos tornado somente
inaflaneaveis por urna disposieo especial,
mas devera terdhes elevado a pena. Era
isto o q"uc cumpria fazer para ser conse-
quente. Mas os legisladores de ent3o ize-
rarn o que se pralica, quando n3o ha in-
teira conviceao da verdade ; procede-se
por via de paliativos, tomiin-se providen-
cias indecisas e incompletas.
Na mente do criminoso aliancado nio en-
tra a apreciaeSo da natureza do delicto,
mas to somente a gravidade do castigo:
portanto s ossa gravidade d*vt servir de
norma para a denegaeo ou concess5o das
flaneas.
A denomioaei do crtno par; o reo
cousa indfferente ; a sua rande quaSt3o
a comparaeao entre a intensidade da pena
e os incommodos a que so sujeita com a
perda do valor da flanea e com os peri -
gos da perseguioao a que fica exposto.
E demais, comparando a pena imposta
a alguns desses crimes, reconhece-se que
a perda do valor da flanea com as outras
consequenciast da quebramento dssta
sempre mal maior do que qoetle que o
rei> soffreria noaso de condemnae3o. Pro-
curemos um excmplo.
O crime do insurree3o,' pela nossa le-
gslaeio, tem apenas como punie3o desterro
por 4 a 12 annos; ora, o reo quo tendo
prestado anea por este crime se ausen-
taste e dcixassc de obedecer ao mando
judicial, para comparecer perante o magis
trado, n3o soffreria a mesma pena que
vira a soffrer depois de condemnado ? E
nao (icaria alm disso sujeilo aos incom-
modos da perseguie3o legal, podendo ser
preso em qualquer lugar e em qualquer
occasio ? Do cerlo que sim. Logo, ne-
nhum interesse leva o rea em tal caso a
islaeo actual segne o excmplo de*j
WWigoi esiranf*iros, que admittem w com-
pulaeo das Ilnaneas a importancia das cus-
tas e do damno. Ainda ltimamente a lei
belga de 1852 astabelecea que as flaneas,
alm da quantia correspondiente pena, se
computasse tambem o valor das custas e o
valor
H^^Bitas disposiees
Meso direito e no
direito es considero-ns abusivas por
serem intairamente alheias ao flm da flanea.
que o compareciraento do reo em juizo,
por.n n3o i indemnisaeSo dovi la parte
offendida quer por custas, quer pelo
damno.
Para fazer resaltar a injustica e falta de
fundamento do semelhante systema basta
fazer urna comparaeSo entre aquillo que se
d quando o roo aflanea-se e quando o reo
preso. Quando o reo est preso nSo ha
garanta para as custas nem para a indem-
nisaeo'do damno; a parle offendida' n9o
tem outros recursos sen3o os meios civis;
era, quando se trata de prestar flanea, por
(|ue razo uo ha de haver maior garanta
para essa mesma parte do que no caso de
prs3o effectiva? Seria desnaturar a flanea,
na qual cumpre somente allender pena
do crime e nao s indemnisaces quo na
legislaeao civil encontram as suas garantas
e meios de realizaeo.
Alm disso conceder'esses favores ao au-
tor, seria tornar em peioras circamstancias
a condeao do cidado, que sujeita-se aJei,
prestando-se a dar caueo, e segurangas
do sua obediencia a essa mesma lei, do que
a daqaelle que, s levado pela acc3o da au-
toridade lorcado a obedieoMa, sendo re-
colhido cada.
Por todas estas razes, pois, a mpugna-
co feita a esta parte do producto parece-
me improcedente o inaceitavel.
Para facilidade das flaneas, entendeo o
nobre deputado pjlo Rioe Janeiro, assim
como tambem j havia entendido o nobre
depotudo por Pernambuco, que como mem-
bro dessidente da commiss3o de jusiiea eri-
minal encetoo o debate deste projecto, qoe
havia grande vantagem em autorisar a pres-
tae3o da flanea por simples termo summa-
rio no processo criminal.
A commiss3o, na redaceSo do projecto,
i3o deixoa de conhecer a conveniencia q^ae
nisso na 'eria ; porque seria abreviar for-
mulas cm bem das garantas individuaos,
as qnaes nada ganharq com escsadas- e im-
pertinentes delonga.
Mas atteodeu a commisso que possuimos
urna legislaeao hypothecaria, toda baseada
no systema da publicidade, que iramos pre-
judicar com essa providencia. Esse termo
lavrado, como pretendere os mcus Ilustres
collegas, iria transtornar ess systema e
perturbar a respectiva legislaeao.
A vantagem da hypotheca consiste na cer-
teza que tem o credor de que o bem hy-
pothecado nao est gravada por onys al-
gum, alm da obrigaeo para com elle
redor: o quo facillimo verificar median-
"ip.,
si s
ireums-
deterinnam^
peste modo
uando a
pris3o
da-
ifa.,
m-
os: pTiso
da cooden-
o falta m-
L autoridade
unperi smente #e\u necessidades da coa-[Assim aas Estados-Unidos a flanea tetice
reforeo da flanea.
Devo nolar que, quando o projecto em-
prega a palavra pretexto, bem manifesta o
seu pensamento, e no quer dizer que a
flanea nao possa ser alterada. Se, por
exemplo, se reconhecer depois -de prestada
a flanea que os bens estSo tcitamente hy-
polhecados, n3o existe mais flanea : equi-
valcria isto ao pereeimento dos mesmos
bens ; e entlo a difliculdade snggerida pelo
nobre deputado em relae3o lei hypothe-
caria desapparece, visto como o juiz tem o
dever de-exigir nesse caso nova franja, por
que a (anea prestada desapparecea. (Apoia-
dos.)
Sendo issim, manifest qje o projecto
nao desattende aos oteros da justiea, e o
que procurou foi resguardar o cidado do
arbitrio da autoridde. possivel que
prestado a flanea, a autoridade queira op-
primr ou vexar ao reo, e nada mais fa i!
Ibe seria do que incomraoda-lo com flanea
nova a pretexto de insuflieiencia. Para o
reforeo seria preciso novo processo, novas
diligencias o novas despezas : lodo isto o
projecto cita com a disposieo contestada
pelo nobre deputado, o qual, reflectindo
mais pausadamente, nao deixar de aceita-
la como vantajosa liberdade individual e
s garantas do aecusado.
O mesmo nobre deputado sustentou que
a legislaeao estabelecda pelo cdigo do
processo criminal era superior quanto s
garantas individuaes e a ordem publica, e
qoe, portanto, deveria ser maulla.
Em sua contstaeo o nobre deputado
nao caleulou de certo as nossas circuns-
tancia do passado e do presente. Deve
mus notar que o cdigo do processo foi
feilo quando a nossa sociedade nao ofiere-
i'ia as.garantas actuaes : nesse lempo o
legislador mostrou-se mafs rigoro o a res-
peilo das flaneas, diminuindo o'numero de
casos era que poderiam ser prestadas. Es-
tamos em circumstanciasjpais favoraveis, e
ellas uos iduzem a ser mais benignos para
cora os reos ; porquanto a so:iedade, esta-
beleceodo as leis, tem por flm um meio
termo;sustenta os direitos individuaos e
garante a seguranea publica.
So oulr'ora, piando n3o Imhamos os
meios de que boje dispomos para a repres-
so do crime, era necessario maior rigor,
hoje, estando melhorada a nossa condieo
social, e mais robustecida a ace3o da au-
toridade pelo adianlamento dos costumes
pblicos, podemos fazer concesses aos
direitos individaaes pem prejudicar a ordem
pnblica.
Portanto, o5o ha razo quando se diz
que a legislacQ do cdigo do processo cri-
minal, como mais favo.avel ordem publi-
ca, deve manter se. Toda a legislac3o
accommodada aos teaapos e as circurastan
cias em que deve e'xeeotar-se. Os rigores
s favoraveis idea de repress3o eslSofra
de raz3o.
Qual o fim do legislador concedendo
as flaneas ? Obrigar o reo a comparecer
perante a autoridade todas ae. vezes qne
fr necessario durante o carao do processo.
res-
.Tb-
ferece garanta sufliciente do sen compare
cimeuto em juizo, da-mesma sorte que se
esiivesse preso. Se se consegue o mesmo
fim pela flanea, seria rigor desnecessariH
u3o concede-la ; seria urna oppressao intil
da liberdade do cidado, e, portanto, um
vexame intoleravel.
verdade, Sr. presidente, qae a \ti de1
3 de duzeiabro de 1641, alastando-se do
cdigo de proceaso, mstro< m* H
gorosa, estrenando a regra tu flaneas, e
assim Uifsea iaflaacaveis u crimes de re-
sistencia, tirada dd presos e arrombaraento
de cadeias, e isto fez por considerar taes
quebrar a flanea, e nenhuma rez3o exige le a escripturae3o, ou registro ostabelecido
qoe o crime de sedieo e outros i Jenticos pela lei; mas se estabelecermos esse modo
sejam considerados inaflaneaveis.
Porlanto, desde que o reo presta flanea
em crime desta ordem, nao deixa de cum-
prir o preceito da lei ; e assim nao podem
ser taes crimes declarados como inaflanea-
veis sem flagrante injustica.
Em relaeSo aos demais crimes de que
tratou o nobre deputado, oDservo que as
penas contra eltes estabelecidas nao sao
grandes ; s3o inferiores aquellas que o c-
digo do processo criminal exigi para a
flanea. Perpetrado o crime e prestada a
flanea, o reo calcula entre a pena que tem
de solfrer no caso de condemnaco, e o
prejuizo que soffrer pela perda, valor da
Sanea, no caso do quebramento desta.
Elle reconhece em seus clculos que
maior mal est em desobedecer lei do
que em cumpri-la, e entao nao hesita em
vir apresentar-se justiea. Cumpre lem-
brar que o reo quebranlador da flinea nao
incurre somente em urna perda pecuniaria;
elle tambem torna se um homem expatra-
do e perseguido da justiea, e, nao s per-
seguido da justiea, mas tambem perseguido
pelo proprio fiador quaodo este existe,
pois sabido que o fiador pode perseguir
o reo, c requerer at auxilio das autori
dades para o prender. Um homem cer-
tamente nao se expe a contingencias, to
dolorosas senj .por crimes de penalidade
extraordinaria e^ravissima, e to somente
a estes deve a lei tornar inaflaneaveis.
O exemplo de povos mais aiiantados
na sciencia e na pralica do direiio mos-
tra nos que a flanea nao tena incooveninte
algum para certa ordem de crimes, Ute ,
para aquelles cujas penas nao sao tao ater-
radoras que nao possam ser equiparadas
em suas consequeucias aos malos resultan-
tes do quebramento da flanea. .,
As legislaees brandas sao um sympto-
ma do boa condieSo social, e incitara-nos
eo amor do paiz em que vivemos sob mo-
derada tutelli. Se o homem nec ssita da
repress3o, nem por isso deve o legislador
firmar um systema de terror, que nos hor-
rorise na contemplae3o da lei. Puna-se o
criminoso, mas nao atemorisemos a socie-
dade. Cumpre que nos vamos despren-
dendo desses hbitos de dirigir a sociedad-
nicamente pelo rigorismo das leis. A lei
o reflexo da sociedade, a faz e tolera :
sejamos mois benignos as nossas leis cri-
minaes, e teremos dado um grande passo
no 'camnhodaq era e" etendida civisacSo.
Era paiz algum do mundo, observa um
oscriptor notavel, o crime escapa to rara-
mente puniea como nos Estados-Uni-
dos ; no entretanto a flanea alli larga-
a*nte prodigalisada. Os cidados sao mi-
nistros da lei, e concorrem para o seu cura-
primento pelo amor que inspira essa eema
na qual vm urna enlidade protectora, mas
nSo terrivel e madonna.
O nobre deputado a qoem me tenho re-
ferido tratou tambem do crime de moeda
falsa e de estellionato, considerando-os como
crimes assaz perigosos e necessarios de pro-
videncias repressivas.
Mas o projecto com a emenda que
tnMMiHuuta ^Nsaaaaaav i
provada nesta casa, satisfaz
nobre deputado. Per esta emenda taes
crimes ficam sujeitos priso preventiva,
quando a autoridade o julgar conve-
niente.
O nobre deputado impugnou igualmente
as disposiees do art. 4o, direode que, w-
gaad essas dS|>o8ieoea,' no computo do
valor da flanea nao se incluara as cu-tas,
mm a od twMsacio de damno causado, o
que era un erro injustflcavel.
. Ea creto que o mais aios principios m\
}ori-iprudencia acunsetham e autema* a
Uojtrina do projecto. E' verdade qjie a
excepcional e summarissimo da flanea cri-
minal, j essa- facilidade desspparece;
muitas vezes o credor, suppondo garantido
o seu Ululo creditaro, ve-lo-hia de repente
burlado peto inesperado apparecimento de
um termo passado em cartorio diverso do
do registro geral creado por comarcas, e no
qual devem constar todas a3 bypothe-
cas.
A hypotheca feita na conformjdade da lei,
a qne rae tenho referido, deve ser laneada
no registro geral, deve ser inscripta; e
assim ninguem pode illudir-se ; a hypothe-
ca criminal, porem. como se pretende, nao
est na mesma condieo; ella licaria con-
centrada em um cartorio desconhecido para
dalli s sabir tal vez para surpresa de algu n
credor, quando este mais confitase na sol-
vabilidade do seu devedor. Tolerar se-
melhante meio de flanea por simples termo
judicial, seria autorsar a desconliana no
valor das hypothecas; seria permiltr um
laeo boa f. (Apoiado).
Noste caso os importantissimos interesses
do commercio e das transacees cavia devem
prevalecer sobre os interesses mais res-
trictos de nma certa ordem de cidados,
istcv, dos reos ou denquentes. As ra-
zos economizas superam aqu as razes
sociaes: nao toquemos, pois, na legislaeao
hypolhecaria, e garantindo os direitos
dos reos, como havemos feito, d-ixemos,
que elles suj^tem-se s regras nossa legis-
laeao estabelecidas para os casos geraes
de hypotheca.
Nos fados da vida civil o cidado tambera
necessita de proteceo ; mas nem por isso
a lei o iseotou das formalidades que ella
julgou necessarias para assegurar interesses
de alta tran&cedencia, quer para os indivi-
duos particularmente, quer para a socie-
dade em geral.
A faculdade que o projecto concede ao
governo de arbitrar o valor das flaneas e
urganisar urna tabella das mesmas em re-
laeo pena, foi contestada, como prejudi-
cial celeridade da prestaco di caueo
criminal.
No projecto vejo o contrario deste as-
serto; e para conhecer a verdade basta
attender que as autoridades l;n obrigaeo
de arbitrar o valor da flanea dentro de 24
horas, e que existe j organisada a tarifa
em rela<;3o pena; seguindo-se daqui que
depois de 24 horas j nao pode haver em-
barace algara para o reo afianear-se. E'
pois infundado todo o rece o de demora na
flanea, se passar como lei a disposieo con-
testada; nada pode ser mais rpido. O
systema* actual, vicioso por saas frmulas,
desapparece; ludo agora se apressa e
abrevia-se.
Na critica da doulrina deste artigo ainda
repetio-se que, podendo as autoridades
criminaes prender antes da pronuncia,
vinha assim a desvanecer-se a decantada
separaeao da polica e da justiea. Se a
autoridade criminal prende, e coacede fl-
anea antes de culpa formada, como o faz a
autoridade policial, nao temos separado a
justiea da polica ; tudo havemos confian-
ataiAdj|*i^A0ijp*\ fjiJKipt os contradictores
a" exigencia di do arTTgo.
Nenfuma raz3o fundamental autorisa
essa argumantaeo. Nao coalraria-se o
principio da separaeao das duas ronceos
sociaes quando concedemos autoridade
crraainal a faculdade de determinar a prisa
do reo sob a sua jurisdiecSo ; porquanto
a.prisSo em s| n3o nem deixa de ser
acto policial ou criminal. A natreaa da
priflo revela-se como funceSo criminal ou
cunto funeco policial, coinforme n cir-
iaimsiandas. eib qae mW^wtltmf
nutoridadfe por qaem deBfMWf. *
' A prisao aeW'conmwnva'lo^pa as a-
oridals, quer
qoaliflcacao
tandas o
asshn a
dizemos
decreta urna
frAminal, a1
crlmjaarl
juan
nslr;
preventiva, qut
nac8o; priso4
pois do julga
criminal do poder do er, ainda otes
de colpa formada, e o Oeder flanea, n3o
, pois; confundir a jptffa com a polica,
A questo ventilar se vanlajoso que
a autoridade criminal possa, antes de
pronunciar determinar a pri$3o dos culpa-
dos. En entondo que, erabora a formafio
da culpa nao esteja completa, e portanto
n3o haja ainda pronuncia,, a autoridade
criminal pode rofriHUar poMa priale
de qualquer reo que esteja sobina joris-
diceo e cm ria do processo. ''. ..
Um individuo qoajm meUe um
crime ; a autoridapMfl toma conue-
cimento do fado, faz lelicto,
collie as provas ras entnde qu< saa
pro vas nao s3i bastantes para determi-
nar a prisao do delnqueme na forma da
lei ; e por isso nao o prendjl e recnette
apenas ao juiz criminal as pecas instructi-
vas para o procso ; mas e Juiz criminal,
antes de conclair a foamaca da colpa-,
tem prova plena de criminalidade do reo ;
que inconveniente ha em que esta autori-
dade determine a prisao e requisito apoli-
cis para faz-la effediva ?
Firmar a regra contraria sea nales
nma verdadeira omiss3o do legislador ;
porquanto, podia a polica nao ter pravas
contra nm delinquente para prend-lo^antes
de romeller o corpo de delicto autori-
dade criminal, no entretanto que esta eoa-
seguia essas provas, e era obrigaila re-
provada impassibilidade em detrimento da
justiea. Convem, pois, que a autoridad
processante, que tem certeza di colpa do
reo, embora nao esteja terminado o pro-
cesso com a pronuncia, possa Sjodir em
tempo, prentendo o culpado : do contra-
Vio seguir-se-hia o grave mal de facilitar-
se ao reo a evaso o a fuga.
Ora, se a prs3o era si nao um acto
qualifleado, e se elle somente qualifica-se
pelas circumstancias e pela autoridade
qua o determinam, nao razoavel dizer-se
que ha aqu urna violae'io do principio d
separaeao da polica e da j istiea, porque
nao pela pratica de actos communs a
autoridades, de diversas ordens e catego-
ras que n/o'evemos declarar desierta essa
separae3o. Se asshn fosse, impossivel
seria a doutrina da scoaraco< em todos
os demais actos, estaramos entio no
mesmo caso.
Baste-nos reflectir que a autoridade cri-
minal incumbida de fazer o processo nao
faz seno actos semelhantes aquellos que
j praticou a autoridade policial quando fez
interrogatorios, inquirieSo de testemantes,
eic. E porque a autoridade criminal, in-
terroga o inquire. como inquire e interroga
a autoridade polidal podemos dzer que
a polica se nao sepasa da justiea t A
base da separado o poder jurisdiccio-
nal : una autoridade jnlga, a outra nao ;
e, desnuque isto succede, a polica est
epatadaTda justiea.
foi
Portanto," Sr. prndente, na pratica
destes actos communs a todas as autori*
dades policiacs e criminaes, e ii,llorantes
ao exercick) das suas attribuiees, eu nu
vejo materia de inculpaeo ao projecto,
como nao tendo respeilado o principio es-
labjaRido da separaeao da justiea e da po-
lica,
J aqu disse, c repito : a commisso,
reconhecendo este principio, nao pode
adopla-lo em toda a plenilude, fez limi-
taees exigidas pelas circumstancias de
paiz, quo devem sobretudo ser ttendidas
porque as legislaees nao sao systemas
de aprazivel symetria, sao actos praticos
para utilidade dos povos. (Apoiados).
O grande fim das flaneas assegurar a
punieo dos delictos srm vexar inul-
raente ao criminoso antes da sua con-
demnaeao.
A flanea obriga o reo a vir a juizo pelo
temor do sofrimeuto de orna posieo mais
incommoda do que aquella que liria de
soffrer, sendo logo comdemnado ; c come
obtem o flm da lei e protege a liberdade
individual de grande vantagem que
ella exista, e qu a. consagremos na legis-
laeao da maneira e raais consentaaea aos
intuitos sociaes.
Sei quo nao se deve ser em demasa
generoso para com o crime, porque qnando
com elle despensa se generosidade levada
al cerlo poiito de xcesso, desamparajao
a sociedade e animamos o mal. A -gene-
rosidade dentro de certos limites doramos
ter para com o cidado, pois que a socie-
dade nao tem por fim coardar os direitos
do individuo sem escopo justo e til.
Sr. presidente, estando a hora j adj-
untada, e nao querendo mais enfadar aos
nobres collegas que rae ouvem (noapoia-
dosj concilio, terminando por dizer que
me parece ter confutado as consideraeas
que ltimamente so apresentaram, em re-
laco ao art.. 4* do projecto ; deixando eu
de fallar de outras apresentadas per nm
nobre representante do MaranhSo, porque
j foram aqui combatidas pelo meu Mos-
tr coilega de commisso, deputado pelo
municipio neutro, com a furea do atgn-
mentaeao que sempre distingue os seos
discursos. g
Espero, pois, qaa esta illuatf^.cattara>
attendendo s vantagens oueo a
tem em relacSo s
sem prejuk.da i
e approvc.
Ninguem mais pednd pali rrai fifia a
discussao eneenatU nao se MUtf^r
lar dado a hora.
Dadaaoidamdodia. levanU-ft
as fusiro horas i



*[
i
m9*.
Hm.
fBP
>*i



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