Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11982


This item is only available as the following downloads:


Full Text
'"-JTl WUWERO 250. ,________
Por tros owzes adiaaudos.....
*or seis (filos dem......* .......... 90
Por aa aaao dem..... .......... Cada numero avala ... .......... UJIOQO
................. am
DIARIO DE
TBU
PAJU DEITKO FOBA DA PROTUflA.
Portrumejadiaatado8.................
Por seis ditos dem................
Por no\i ditos idem.........'..'.'.'..
Por nm anno. .........
2?m
Propriedadc de Manoel Kffaera
-ir
(han.
i
Vi1-

r^!!!^pSS^l:^S3SS^
paste orneiAL
Unisterio da agricultura, cosm-
merel+e km publicas.
CHETO N. I7V6 DE 13 DB OUrWBRO DE 1869.
^Jl1 *ovwao a contratar a constraecao, nos
dtereates portes do imperio, de dcas e rma-
seos para carga, descarga, guarda e coasorva-
co^ das marcadorins de importa? o expor-
Hei p?,r bem sanceionar e mandar me se exo-
cate a seguinte resolneai da a**embla geral:
Art. !. Fica o governo antorisado para coatra-
iar a eooatrucea i, no* amerantes partos 4o impe-
rio, de dsas e armazens pira carga, desearga,
parda e conservare das merendonas de impor-
taban e exportacao, sob as seguimos nasas:
I ** empresario deverao sujeitar appro-
va^s da gorerno imperial a* plantas o os projec-
e hras_que preteaderem execntar.
f 1* Fixarao o capital da empreza, e nao pode-
roo augmenta-lo ou diminai-lo sem aatorisacao do
governo.
| 3- O prazo da concessao ser fizado confor-
me as dittteuldades da empreza, nio podendo ser
enl ca>o,genhiim maior de 90 annos. Findo o
praw nejarn perteneendb ao governo todas as
obras e o material flxe e roJaote da empreza.
4 A empreza devora formar um fundo de
i,I2ilzi-^por raei. ^S00'8 deduiidas da sena danei eolio a passag, que consumi tres d'ias e
laerm mados, ecalenlauo de modo a reproduzr mel, porque o-rie estara campo Tora eomnado de
> capital no fim do prazo do ooncessao.
A formara;) desse fund.
i de amirtizaca princi-
piara, ao mais tardar, 10 annos desos de cjn-
etnidas as obras.
8 5. Os emprexarios poderao pereebar, pelos
serviros prestados em sem estabeleeimentos, ta-
sas reguladas por urna tarifa proposta pelos eje*
prezarios e approvada pelo governo imperial.
Ser revista esta tarifa pelo giverao imperial d*
cinco em cinco annos ; mas a redcelo geral das
tatas s poder ter lugar qtta-vlo os "lucros li jai-
des da empreza exeederem a 12 /,.
i 6. Podac o gaveras onceder s companhias
de d5^js a faculdale d o.nittir ttulos de gtrantia
das mercaduras depositadas nos respectivo? .ir-
mazans, conhecidos pelo oome de %trrnnts. Em
regiilamonto especial dever estabelecer as rearas
para emissao destes ttulos e de seu uso no im-
perio.
| 7* O governo poder enearregv s compa-
nhias de doras o servico de capatazias e de arma-
zenagem das alfandegas.
Expedir neste caso regulamentos e mstruceiL's
para estabelecer as retocSes d.i companhia com 0*.
empregadis mcarregados da pereepe-) dos direi-
tos das alfamfegas.
8. K n cada contrato estipular o govern as
c m li >des que jalgar necessartes para assegirar a
mais minuciosa e exacta Mscalisa^o c arrecada-
\$r> dos direttoa da astada.
9.* Ao govcnio flea reservado o direilo de
resgatar as propredades da eompaahia et^Hal-
qoer lempo dejuis dos 10 primeiros annos rfe sua
conclusa.
o pnfo d> rsagataserflxado de molo qu,
rediziih i ap)Ucejj^h divid, publica, pr*JuM
nina rea 11 ciuival^nia a 8 u,, p too o capital
vamoBte empregido na empreza.
| H). 0< emprezarios podar) dosappropriar, na
fr.na do decreto n. 1,861 d 27 de outubr.i do
1831, as proprieades o as iramfeilorias porten-
lias a urtii-ulires, que se aebareiB em terre-
nas ecessarios e lastmeeao das snas obras.
ij II. O giverno far.i inspeccionar a execuca
'11 aistato ilas obras, para assegurar o exacta
cUTiprimeota d>s ejntrtos qaenoarer csiabelo-
cido.
l. Os armazens das dcas construidas polis
szarios gnarao de t idis as vantagens c fa-
vores oncedidiw par lei aos arfflauns atfaildega-
d >s e entrepost <>.
13. ls empreza* ourang'iras sera o abrigada-*
a ti* r ante* as localidad ;s en que Uve-
rem s os Bslabaleciinantos, para trataren dtreeta-l
menta com o governo imperial. As quesliies que
se saseitarem entre o g>ivern> e os empranrioa, a
reaaeHn h teas dlreitos e oMnoSea, pideri
'".idas ni Brasil por arbitros, dos qua-s
tim i r la i nearo do governo, o nutro do eai-
pfezari i, e o teraeiro por accordo de ambas a*
parlas, oa s toad w.
Art. 2. I'icam resrogadaa as disposiodes em
rariw.
lu" :i Anta-' Fernandos Loii, do niu cea-e-
mo, iivi-tr.i o secretan.i da estado dos ngioios
da agrwollara, com nercio e obras publicas, as-
^i!n n tea'i i i-alen lid > o faca execatar.
Pataew do Kw da Janeiro, em l'l di; oatubrode
li'!1. 4K.' da itvlep-n.iencia e ,],, !ipiai>.!om a
rabne da8oa Mer-i le o [ntpendar.H-jQtthn
inlo ti minutes Leo.
Sua Altara manda publicar a parto dada par S.
Exc. o s>r. general Portmho. '
iMranisshoo Sr.Permit'a vossa alteza qac an-
tes de deserevar as importantes ocourrenclas dos
5 a b das que precederam a retransposcao da co-
lumna do meu corjimando no Tebiquary e no Jar-
passo, eu passe urna visu rostruspectiva por todos
os acontacimsntos desde minha passagem nos pas-
sos de Itapiri e Candelaria no Paran.
Consumidos vinte o cinco das aa passagem- do
Paran, trabaluaudo-se dia e nouto sob a preasao
do esionro aerlo das frequentes chavas navldas
neste periodo, smente pude ioaieptr a Inoorsao
uo torntario paraguayo em direccio a Joty no da
Mdejanhe. ,;
Poreorreado desde entao em dienta urna exten-
o de 16 leguas, mais on menos, de cammhos
quasi inlransitaveis, cortados de innmeros ar-
roios, extensos banhados e atoleiros o rauitos as.-
teiros demais de legua, eonstjgai (axer ehagar a
minlu vanguarda, que sompre Fot commaadada pelo
intrpido teaente.-coroniil SeraQin Corsea de Barros,
ao passo de Joty: na Tebiquary, no dia 28 do cita-
do inoz, loado ella sempre desbatando todas as
pequeas gaardas e deseobertas etie onconirava
nesse trajecto. No dia. 29. aparentando o inmigo
om forca de quasf 300 homens, oppdz resistencia
passagem das Jorgas do mau commando, ao ela-
rer do dia, fiz .assestar a artilbaria no passo, e
lego aos primeiros iros vi rugir a gnarnlco ini-
miga, apezar das fortiflcacoes que proparava. Or
Mlalsleriod guerra.
Commando em chefe de todas as forjas brasilei-
ras em operacoes na republie? doParagaay. Quar-
te| general cm a villa do llosario. 43 de setembro
d- 1889.
Illni. e Eim. Sr.Bemetto a V. Exc. a ardem
do dia n. 90 leste omman-Ioem chele, naqual
vera publicada a parte dada pelo brigadelro los
fijines Portinho sobre a marcha da -columna por
rilo eommandada desdo sua passagem por Itapua,
no Paran, at as margens do rio Tidiicuary.
1 u- guarde a V. ExcIilm. e Bim. Si cr>n Ibeir il estad i bario de Muritiba, mini*tro e se-
cretari i de estad j dos negocios da guerra Cts-
i~io de Ortettnt, commandanie cm enafe
CoMmand > em chefe de todas as forana brasilei-
r i- em op -r if-oes na repblica do ParafBfi acam-
rain-uto em marcb i, quartel general em Piraya,
2 de igoslo de 1869.
OBDKM D0 Di\ H 30.
As firc* sob o nral los G mes Portmho, acabara dj juntar al -
gun-v paginad brilhantes historia desia guerra.
I' meo mais de mil honms dis tres armas atra-
vesaran n Paran, e, vencen lo difDculdades de
i la e a ci, b mil id is i n n m-os. rios can 1 alosos
e defendido*, trrenos atoladfeos, fliresta* asala-
ros, ennaranhi-la-e cheias de ar.nidilhas, fiz(-
ram tramalar no corac.ao do Paraguay o pao la i
aari-verd ymbol-i re leruptor para milhares de
entes iniffmsivus que, arrancados do poder d
dictador e restituid is a seus lares, bemdizem fer-
TomaatMnls os seos libertadores.
O inimigo raiis do u na vez procuren em va i
"nbargar-lhcs o passo;mas reunida a* forjas de
B iman guarnir i do luty o a tropas de B*rnal,
ibrou nlil mais da m*si pequen-,~pirm, valente columna.
Juanlo qiiz fugir-lhe era tardo : a sua ratagnar
!a, depofe de um combato de algumaa horas, feita
c"dac is e deixandi no campo limirtose20
prhhieiroe, fugio era debanhada pelos matos, sem
latida levando gruid numero de feridos.
O r sto das forca- i nmigasescapou ao noso fer-
ro, gracas natnrezido torreno, a precipitaco da
retirada e approrimaco da noute.
A columna de Aguapehy fez pois. tudo quanto
della era de esperar, o Sua Alteza o Sr. principe
mareenal de exerclo o commandante em chefe, a
manda muito louvar pela sua c>>ragem c resigna
ci ao-meio de tantas provancas, o congratulase
per ter ello tido mais esta eeeasiao de provar a
saa pericia, mtrepiuVz e enorgi.
Para ju o exercito tenha caaherimento de tn-
dos os medoBtea dessa bem dirigida expedicao.
mais de 70 bracas, e durante esta operacao z se-
guir o j mencionado teneute-coronel a deseobrir
o inimigo no passo do rio Piraporar.
O commandante da >anguarda, em cumplimen-
to das miabas ordtns passou pelo povoado de Jutv,
oue eneontrou abandonado, achando all porcia
de mllho e algan* aurrdes de feijae e arroz, e de-
pois seguio para o passo, onde nao pode ehagar
?poique o inimigo em forca de 200 homens defen-
da a boaca de longa picada por onde se vai a
elle : ah gerrilhou fortemente com elle, Jazendo
dous prisioneiros, ires mortos e alguus 1*tidos
que conseguirara escapar e rctirou-.se "para as
proximidades do povo aspen de novas ordens.
Entretanto fiz seguir 50 Inmens commandados
pelo capiao M in ioI Fragoso de Almeida, levando
par vaqueano o alferes Moura, para o passo Capi-
vary, distancia de nove leguas, afira de ver se
estorvava a retirada forrada das familias de Juty
eseusapproches.
Em vjriule da resistencia que o inimigo ppu-
nha na picada, fiz seguir o major Joao da Gama
fenles Javenins.com urna ala do 12.' batalbSo d
infantaria, atim do que o commandante da van-
guarda pudesse assenliorear se do pag, o que de
(acto conseguio sem grande esforz, apoderndo-
se na picada e passo, de 20 e lamas carretas e
grande numero do familia-, quo eu flz seguir para
M seos lares. Ao passo que oecorria o que levo
dito, o. caaiaoFagoso v.dtava da sua excurso
tondo estorvalo a retirada de duas a trez mil al-
mas, e aprisi. hado todos os indianos que dirgiam
a retirado dolas.
iimgo do outro lado anda pretendeu difflcul-
tar-ine a marcha, apparacendo em raaiores Torcas
por ter se reunido guarniejio de Juty. as forras do
major Romero, tudo em numero de 1/130 homens.
serondo as deetarocoes das familias, passados e
prisloneiros. Mandando en proceder a um reco-
Bheejinenlo por meib da artilharia assestada na
mtrgem esquerda, e de caaas que derasraram
t'ida a margem opposta, me dispuz a passar no dia
seguinte, 8 de julho. Ao clarear do dia comecou
a passagem pela infantaria, sob a proteccao da "ar-
tilharia. que bombardeava vivamente 03 nat'.os da
margem direita.
O inimigo com o reconhecimento feito se poz cm
retirada com as familias c saques que Bzera aos
particulares em Juty e seus contorno?, deixando
apenas una guarda de 100 homens, que internan-
do-so pelos mattos, fugio, logo que comecon o em-
barque da infantaria. -
A escassez dos meios de passagem de que eu
disponho, anda mais a enorme largura do ro,
quo seria seguramente de 130 bragas, provenien-
te das maltas ebnvas que tem havido, nao me per-
inittirara fazer passar promptamonte foreas de
cavallaria safflcientes, que pudessem demorar a
marcha do inimigo, o que consegu no dia 13, com
a marcha de minha vanguarda, depois de ter o
campo em complet) estado de seguranca.
_ A aetivfdade e o valor do tenente-coVonel Sara-
lira uzerara que o inimigo nesse me-ini da fusse
encontrado a cinco leguas de distancia, eacompa-
nbado no dia seguinie a distancia maior de dua<
leguas, adianlc de Chaves-Ca, onde elle, como
j dase, que era de f.irQa de 1,300 homens reco-
beu recursos vindos de Ascurra, que se compu-
nham de um batalhao de Infamara, um regiment
I te avallara a p e dons canhoes, ao mandad,
major Vernal, os quacs reunides aos tres trae ja
tiuha, forraaram um parque de cinco pecas. Desse
lugar o inimigo retroc leu, sempre llanque >d i
I pela vanguarda, que o inquietara ocossantemente,
i apezar dj vivo fogo de fucilarla c metralba que
1 soffria.
Commnnlcando-mo logo o teneate-coron^l o que
se passara, me puz cm marcb i ao encontr do
inimigo n> dia li larde c acampei c:n Rolan-
as 5 horas da tardo onde me piepurci para
reo ibe-lo, pois, que pela violencia do sua marcha
ello deveria chegar a este campo pouco depois do
mim.
Gom effaito s 10 horas da noute os mcus pi-
quete* a vaneados de um quarto de legua, forara
por elle inquietados na bocea da picada em que
eslava establecido.
No dia seguinte, ven lo eu que o Inimigo nao se
di-punha a combater, levaatei campo o procufei
contornadlo as duas picadas em que elle se acha-
va c onle llie convnha quo se dsse o cornual..
l'l n C.ie.'d i com alguina ilin'-ni.lail < a primet-
ra picada, recoaheci nao dever proseguir, porqu
loria da flanquear a segunda de grande extensa >
m irgcaud > a tiro de pistola o mato, porque esle-
ros latransltavels me estorvavam urna marcha
mais affastada, e por isso dispuz-me a espera-lo
abi anda por um dia antes do tomar a direccao
que pelas ultimas ordens de vossa alteza, va leu-
do a ininha marcha.
Xa i procurei desalojar o inimigo das picadas
porque ahi, a principal arma de minha columna
em forca, nao nodia operar com vantagem, entre-
tanto que o inimigo dispondo do triplo da infanta-
ria q ie ella tem e do mesmo numero de canhoes,
po-leria estarUlaar os meu* esforcos.
W dia 16, pelas 3 horas da tarde, lendo pela
manhaa mandado construir pelo capitn Francisco
Jo< Tdixiin Jnior, engenbelro desta dviso, urna
ponte no arroio Cambahy, d largura de 53 pal-
omos, marcbei para o campo vizmho deste arrola
em distancia de legua e meia do earnpo inimigo.
e passe pola frente no da seguinie, proseguindo
oa marcha em direccio a este passo, onde che-
guei no dia 20 1 hora da tarde.
. Duas or.s depois do estar estabelecldo meu
campo, o inimigo que macompanhara flanquean-
do pela direita sob a proteecio de banhados Inva-
diaveis, chegou aos meas piquetes, onde encon-
trando logo viva resistencia, ^offreu algumas Der-
das de offlciaes c pravas, sendo um dos olflciaes o
rpita i Rojas.
Retirando o piquete tiroteando, vl-o cstabele-
r.er-se cm bataWia adiante do um passo distante
d mau aoampainonto um quarto de legua. Logo
qae tire conhecimento disto, adiaatei algumas for-
qu das tres armas e Tlz um reconhecimento vi-
vaTor^a, n5o dando logo combate porque a non-
te se aproximava e o inimigo eslava completamen-
te abrigado e coberto polos matos.
Ao clarear do dia fui prevenido de que o noii-
ze coraecava a sua retirada, protegido pela direita
,)or espessos matos de seguimento de mais de le-
ua, e pela esquerda de estotros, banhados e pas-
sos mais. Puz logo todas as foreas om marcha, o
lu ao encontr dalle, encontrando a miaba van-
i uarda tiroteando a sua retaguarda que se aclia-
va a mellos de meia legua do mea campo, onde
(: nponhei-me em combate com ala at o paseo Ba-
ie-eae, a distancia de mais de legua do meu
acampamento, onda ello previamente so estabele-
eera para proteger a sua retirada.
No primeiro encontr empeabei geramente for-
i;as das- tres armas para desbaratar a linha de ba-
lalna que formara a retaguarda do inimigo, com-
posta dedous bataihdes 3e infantaria, duas pecas
de artilharia e um esqadrao de cavallari.
Consegnindo desbaratar esta linha no espaco de
duas horas de fogo, fia depois carregar grandes
forras de cavallana sobre ella, que se retirara
procurando sempre formar auadrado ou reunir-se
ei massa apoiaaas no cordao de matos que bor
di a estrada por ende a vanea vamos.
Por varias vezes estas mssa9 forara desmame-
ldas pelas valorlas cargas da nossa cavallaria, e
o inimigo procurava entao abrigo nos matos, onde
f'ji sempre inquietado, dosalujado e aflnal perse.
guido pela nossa infantaria.
Emquanlo se desbaratava esta forca cortada, om-
ponbei-me em batalfaa a puso mencionado, hosti-
lisando abi o inimigo por espaco de tre- horas,
s ando ah o inimigo por eapa'ce do tres horas,
s ido a distancia une nos separa va de dous tor-
eos do alcance da metralba dos raeus canhoes.
Das columnas cortadas poucos pudefam escapar-
se pelo malo e sabir pela direita a reunir-so aos
snas.
O mato pela direita do inimigo e o esleiro inva-
d aval pela esquerda tornaram-me impossivet de
c. nseguir contornar a sua posico, apezar dos va-
r")9,|fhios f''f>* pela cavallaria.
Alem destes obstculos o inimigo mascarava a
sua frente de batalha, no passo, com dous eapoes
de ma os que tornavam a sua posicao diffieil de
ser abordada,-por ser pqIIC3l a nrantana de que
disponho, e estar toda a cavalbada j guasi can-
eada por ter estado montada toda a noute e ter
batalhado na extensas de mais de legua de cstei-
ros, onde a nossa artilharia apezar de ser movi-
da a bols, teve um canhao atolado que nao pi'de
ser assosiado em tempo.
Nao obstante estas diffkuldades o batalhao 12
di infantaria nanea se fez esperar em occasiao
opportuna, toroando-se por isso digno de menean
especial entre as oulras armas. Essas razoes e a
hura adianlada Ja tarde me obrigaram a retirar
para o meu campo, onde eu deixara, para p .der
mover-mo rpidamente todas as bagagens, milita
uiunico de reserva, a cavalbada e bolada sob a
guarda do Cn corpo di* cavallaria.eomm.indado pe-
lo lente-coronel Tibarco Alvares do Siqaeira
Fortes, c ma^nr Gabriel Gwmes Porto, assistente do
deputado do .(uartel mestre general, qneorganisou
um esquadrao dos bagageiros, cainaradas e c.iva-
Ih'.'iricos.
Este movimento comemu :\s 2 horas da tarde e
na maior ordtni possivc*!"e:u que-uinimigoadian-
titfse ao menos urna linha de .Miradores, pela pro-
le cao effleaa que liz prestar cavallaria.
Para de aleadee da artilharia demorei-nw tres
qoartos de hora para accmninodar os feridos e
verificar os estragos do inimigo.
Bngindo-me entao ao meu campo fiz conduzir
todas as bagagens c reservas para o passo Jar, a
mareehai o exercito e eommandaate em chefe.
Jos Gomes Portinho, brigadeiro honorario.O
brigadeiro Jos Lniz Menna Barrete, eitefe interi-
no do Mado-mnior.
Cverf) da provincia
SXtBDIENT ASSICKADO PKLO EXJI. 6R. DB. MANOEI.
O *SCBIE>TO MACHADO POBTKLLA, VICE-PRE-
SIDBBTE DA PKOVIKllA, EM 3 DB AOOSTO Dfi 1889.
I" secgo.
N. 38.Portara ao director doarsenal deguer-
ra.Mande V. S. entregar ao Dr. chefe de polieia
ateriuo, sete clavinetes por elle reqiiisilados em
icio de 31 do mez lindo, sob n. 1,130, para o
rvico das ronds oo districto da Varzea.
N. 37.Dita ao inspector do arsenal de man-
aba.Respondo ao oflicio que V. S. me dirigi em
31 de julho ultimo, sob n. I,77, declarando-Jbe
me, lica expedida a conveniente ordem ao inspec-
tor da thosouraria de azenda, para mandar en-
tregar :in l0 lente reformado da armada Braz
m dos Res, a quantia de 81 936, importancia
m |>eenHo deixado pelo fallecido aprendiz artfice
se arsenal Martiniano Luz Jacques da Silva,
alan dnser entregue a mai do referido aprendiz,
como me f > requerido.
38.Dila ao con-elbo de compras do arsenal
de gOer*a.Anloriso o conselho de compras do
arsenal do guerra a promover, com urgencia, a
compra de quarenta arrobas de plvora, que se
faem neceasarias para foroecimonto da forraleza
do Brnni.
N. 39.Deliberado.O vice-presklente da pro-
vincia atlendendo ao que rejuereu Bernardino da
Silva Cosa Campos, rosolve concedor-lhe licenca
para embarcar para o presidio de Fernando no va-
por da^eompanha Pernaroftucana, que tem de se-
guir (paalli, os gneros constantes da relaco
, signada pelo secretario do governo, o
porm, effectuar o desembarque dos re-
s gneros, sem que por parte do comman-
ite do mesmo presidio, se proceda a exame,
de se verificar se ha agurdenle ou oulra
quer bebida espirituosa.
. 2' seccao.
N. 40,Potbria ao Dr. chefe de polica interi-
no. Era resposta offlcioda.^l'do mez Ondo,
sob ii. I,i3i, icnho a dizer-ki"que lendo Jos
Hcnriqu de Abrcu sido julgado incapaz do snjtvi-
co do exerclo, quando como rerruta foi inspec-
cionado nesta capital nao pode ser agora conside-
rado apto como guarda nacional designado para
o mesmo servico, pelo que deve ser posto em li-
berdade.
* 41.Dita ao eommandantesupr-rioc da guar-
da nacional de Garanhuns.Devotvo a V.S.a pa-
rn,!ee sain Jun,as d" eapllao binen de Squeira
Helio, de qnetraU o sen oflicio de 15 de maio ul-
timo, sob n. 33. para que passadi> o prazo do art.
4o dp decreto 1,130 de 12 do marco de 1833, in-
forme \. s. o que se Ibc offereeer a respeilo da
pretencao do referido offlcial
N- 42 -Dita ao
ca, proveniente do beneficio da 3> parle da lote-
ra estrabida a favor das obras (TaqueHa igreja.
Essa entrega s dever ter lugar depois de sa-
tufflla a requieioao comida no final da citada in-
formaeao.
N. ai. Dita ao mesmoMande T. S. liquidar
em vista da relaco e raappa juntos a despeza
feita coa o sustento dos presos pobres da cadeia
do termo de Garanhuns no mez de jonho deste
sob n. 1138) manda declarar ne a ihesoorar
provincial tem ordem para' pagar aos negoetaata -
Lopes 4 Paira, a quantia d 100^000 coastante dr
citado offlcio.
N. 67.Dito-ao mesmo.O' Exn. Sr. viee-pee-
sidenlc da provincia mandb' declarar a V. S^ ena
resposta ao seuofHeio n. l*10:de 34 do mas tea*.
que nesta data se expedio ordem ao ditactor 4o
arsenal de guerra para mandar entregar a ?L .
anno, e pagar a sua importaneia aos negociantes I os 7 Clavlnotes deqn* trata o citado offlcio,
u>pes 4 ftira, conforme solicitou o ehefe de po- o servico das rendBs no dsiricto da Varzea
licia era ofteto de 31 de julho ultirao sob n. 1,13.
Pf. .o'lDita ao mesmo.Tendo de conformtda-
.com a8Ba laformacao de 3% de julho nttimo,
sab n. 44o, eom referencia a da contadura dessa
thesouraria, concedido a autorisaeio, quesolickoa
o chefe interino da reparlicao das- obras publicas
em offlcio n. 2B0, de 19 do citado mez, para man-
dar fazer por administrarlo os reparos urgentes
de que precisa a ponto do Jundi e a construc-
cao de 31 metros eorrentes de cao de al venara
em substituicao- da valla lateral da sabida da mal-
ta do Caga-Fogo, despendendo com aquellos a
quantia de l:3WfQ00, e com esta a de 352OO^
como se id dos orcamentos juntos por copia, as-
sim o declaro a V. S. para seu conbecimento e
fins convenientes.
N. 54.Dila ao chofo da repartirn das obras
publicas.Concedo a autorisacao qae Vrac. solici-
tou em sea oficio do 19 de julho ultimo sob- n.
Kfi, para mandar fazer por adrainislracao os re
va-
sabida da matta de Cag-Fogo, despendendo-ss
com aquelles a quantia de 1:3204000 e com esta
a do 33i000, con se v dos orcameolos qne
por copia vieram annexos ao citado offlcio, o qual
fica assim respondido.
N. S.Portara a cmara municipal do Reci-
fe.Concedo a autorisacao que pode a cmara
municipal do Recfe, em seu offlcio de 28 de ju>
nho prximo flndo, sob n, 63, para despender a
quantia 2:000#000 com a desapropriaco do ter-
reno do quintal da casa n. 39 da ra da Impcra-
triz em seguimento ao caes do Capibaribe bem co-
mo a que occorrer com eserptura e sello de se-
melhantc desapropriaco.
N. 56.Dita a mesma.Declaro a cmara mu-
nicipal do Recife e,m resposta ao seu offlcio ae 28
de junbo prximo linil<), sob n. 66, que approvo a
arremataco dos quatro espacos existentes nos
cantos do lado do norte e sul do acougue publico
da freguezia de S. Jos, pelas quantias menciona-
das na relaco que acompanhou o seu citado of-
ficio.
X. 57.Dita ao engenheiro Raphael Arcbanjo
N. 68.Dito ao jniz de direilo interino da 1*
ra do Recife, bacharel Paulino Rbdrgnas Fa
des Chaves.O E>jn. Sr.- vice-presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que-flea intefrado,
pelo seu offlcio de JO'do mez findo, 4e haiver V. 8-
nessa data reassumido o exercicio do cargo- de
jaiz de direilo interino da Ia vara desta comarca.
renunciando o resto da licenca que loe lira, coa-
cedida.
N. 69.Dito ao commandante do oorpo- proriso-
rio de polica.O Exm. Sr. vice-presdente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que a tliesoaraxi*
provincial tem ordem para abonar os-vencraentas,
sold e ajuda de eusto, de que trota o seu offlcio
de hontem, sob n. 330, o qtal fica assim respon-
dido.
N. 70.Dito ao inspeeter da thosonraria de fa-
zenda.O Exm. Sr. vioe-presidente tfe-provincia
manda declara V. S. paralen conhecbneato e fias
cewvenientes que, aeg-ndi) oflicio do junde i
paros urgentes de que precisa a ponte do Jundi- ferino da 1- vara desta capital, bacharel PauBac
e a construccao de 31 metros eorrentes. de cano "Rodrigues Fernandes Chaves, de 30 do mez findo
oe aivenana em substiluico da valla lateral da nessa data reassuraio elle exercicio do (lo-eargo
.. cargo.
remmciando o resto da licenca que Ibe fora conce-
dida.
N. 71.Dito ao inspector da tbcsouraria pro-
cal.De ordem de S. Ese. o Sr. vice-presidenfp
da provincia, communico a \". S. para sen conbe-
cimento que, segundo consta de offlcio dc-regedor
do gymnasin provincial de 2 do corrente, prestou
nessa data juramento e entrou no excesse do car-
go d regedor interino daquelle estabeleciaemo o
bacbarel Jos Elezio de Carvalho Couto.
IPEDIEXTE ASSnWADO PEI.0 EXM. SR. Dn. tVlSOtL BO
NA9CIMKKTO MACHADO PoIlTF.LLA VICE-PRKjSDKSTK
DA PliOVI.NCIA, EM 4 DE AOOSTO DE 1869.
I* seceo.
N. "4.Parlara ao inspector do arsenal da
guerra.Forneca V. S. ao roronel commandante
superior deste municipio, o cartuxami; de raesque-
lara preciso para fazer-sc as bomas fnebres
ao finado alferes da guarda nacional 3 Pao
d'Alho Jos Mara de Albo pierque Maranliao.
2-' seris.
5" "^-Oflicio ao Exm. Sr. ministro da justic;a.
N. 230.Levo ao conhe.-iment de V. Exc. que
despender men-
Galvao Filho.Remeti por copia a Vmc. para o tencnte-coroiipl command.ir.te do batalhao n.'SS
u conheciinento e oxeeucao o incluso aviso ex-1 da guarda nacional do municipio da Escada, Anto-
pedido pela reparlicao da agricultura, commercio nio Marques de Hollanda Uvalcanti, snliciam a
e obras publicas, em 2i de julho prximo findo, sua patente de reforma, tendo satisfeito na rece-
sob n. 21, appn.vando n rpsoluco que tomou esta bedoria de rendas internas como se ve das v?rba<.
ui'.ia legua dedi>tancia, preparei-me (i.ara no dia seu eomtaaodo, ao paisano Cosme Kery de Al-
buqiierque. a (pie se
os eljuiz municipal do termo u Buique, os map-
pa* de ns. 18, 20 e 21 aommernaes, que'llie cum-
pre igual nenie loinistrar-me, recommondo que os
envi eom brevidade. assim romo, qne devoiva os
inclusos, sob n. 13, pois aos delegados c subdele-
gados cumpro fomente remmetter-me os de n.
, que aquellesaconipanbaraiu.
IV 43.Dita ao commandante do corpo proviso-
rio de polica.- Pode Vmc. alistar no corpo sob
seguinte atacar de novo o inimigo.
Infelizmente, porm. elle nao deu occasiao a nm
novo encontr, portjpw retirou-se durante a non-
te. O tnimlgo apezar de procurar-me perlo-d.? |>as-
so, patenteou claramenie querer evitar enoonlro
era grande, e sim hoslilisar-me quando en es-! fninda.Remello por pia a V. S. para seu c
tivesse proeedenda i passagem das fu cas. A ana' nheeimento o execueao a Inclusa dehberacio pe-
retirada foi lio precipitada que apenas enterran i la qual resolv' em vista da circular n. 397 de 4
alguna de seas mortos, c j.o clan-ardo dase do"dezomWo de 1886, relevar a Mara Jos da
Gonceicao, da aulla que n<>
i refere o seu ofBcio n. 329.
de nnnfem datado, se ivlt para bso a necessaria
inoralldade.
:; M'ccV.
N. 44.Portara ao Inspectoi da thesouraria de
aehava a mais do daas legaas do logar do rom-
bate, como fui verificado pela forca que o mandei
desabrir.
Dez mortos e 37 ferido?
nossa* perdas ; sendo as eunberidas do inimigo
canto o vinte c tantos raortoaeneontrados no cam-
pa e viole e tantos priaineiros, qao me rfenin
ter sida grande o maero de feriaos qne -iverain.
prT-ipalmenle no passo Har-ru, onde a nossa
art-uaria sjogon cfcazmenle a ineralha.
Com satisfn-a > pa-so a declarar os nomes dos
chtfes c officiaes que pelo
mais me coadjuvaram no a canee dotriiiuiuln
que deixo transcripto, pedindo Vossa Alte;.a a
leitura o aprceacao das parles jauta?, por niio
me ser poaswal tratar de todos.
O coronel Antonio de Ma-carenba* Camello Ju-
nior, comman fante da 5." brigada de cavallaria,
poriou-se com sangue fro c coragem, conservan-
do so na frenle do 3." corpo que protega a arti-
lharia e infantaria cm um lime, onde depois se
llie reuni o pimeiro corpo at o fim do combate,
soffi-endo elles nesa posteas vivo fogo de arulnaria
e fnzilaria,
0 tenente-cnronel Jos Bernardes Fagundes,
eommandante interino da 9* brigada, frente de
-eu esta lo-maior, carregua com o corpo 2'f sobre
os batalh-s inimigo.-; com todo valor c denoto,
alando edificante exemplo a seus commandados.
C lenente-eorodel Serafim Correa de Barros, a
frente do prinieiro corpo de seu commando, com
intrepidez e galhardia carregou por vezes sobre o
inimigo, rompendo sempre as inassas c desmante-
lando o< quadradns que procuravam formar.
O tenente-coroncl Jos Gabriel de Lima, com-
mandante do terceiro corpo, com bravura o en-
tnusiasmo fronte de um esquadro, carregou
sobre o alralgo em proioccao ao ameira cor;>o.
O* majares de artilharia Ernesto Augusto da Ca-
oba Mattos e Jton da Gama Bentes Juveni-, o pri-
meirn commandante, e o segundo fiscal do 12 ba-
tauo de infantaria, por sua pericia e inexeedivol
valor, conrmarara anda esta vez os foros de bra-
vos, que cora justiea gozam no exercito. O capitn
da batera de artilbaria Francisco Raymundo
d'Ewenon Quadros, se recommendou pelo seu va-
lor e sangue fri.
O major da guarda nacional Francisco Pedro
Ser torio Lite, assistente do deputado do ajdantc
genoral, os capitaOs Antonio Euzebio da Fontoura,
e Jayme Pnheiro de Ulhda Cintra, hjudante de
campo e de ordens, os tenentes Bento do Mascarc-
uhas Carvalho o Ismael Al ves de Almeida, escrip-
turarios, o capilae Jos Propicio da Fontoura e
alferes Fileno Candido de Moraes, servindo junto
a mim. c o primeiro sargento Joan Leopoldo Rillo,
amanuense da reparucjio do ajudanto general,
bem souberam cumprir os seus deveresj conser-
vando sempre angue fro, o transmtlindo com
inteligencia e valoras minhas ordens nos lugares
ondo mais renhido era o combale.
O Dr. Manoel Caetano de Manes Rodrigues, pola
sua pericia e caridade no tralaniento dos feridos,
tomou so digno do multa consideracao.
Faro especial menea do engenheiro capitn
Francisco Jos Telxeira Jnior, pelo valor com que
se portn durante o combate, levando as minhas
ordtms eavallaria, infantaria e artilharia, e assis
lindo mesmo a algumas das cargas de cavallaria
*obre as foreas inimigas ; par esta raio o recom-
mendo a V ossa Alteza.
Dsns guardo Vossa AHaca.
Aiampamonto da 4 divisan na margem esquer-
^i0^'^^ m *1Hw, deinlbnde
1869.A Sua Alteza o 8r. principe, enndodi*Eu;
f-i imposta por eesa
reparlicao, pnrter deixado de registraran 30 de
junbo de 1801, fim do ultimo prazp para i.-so
c eentosos foram a* marcado por esa* presid nefa, a trra oue possui
asupplk-anle no sen sitio denominado Recurso, na
fregiif;'a de Agua Preta.
N. 43.Dila ao mesmo.RemefR) a v. S. eapi
doofbein (pie me dirigi o cnsul de Franca. n'S-
ta capital, em 23 de julho ultimo, C da carta | que
elle se refere, na qual os negociantes Hvveroal &
C. rcolaoara a lomuia dr 3,230 frs. o Go c. valor
i valor e empenta) de nma calta com tolas de miro a elles perten-
cenfes, e que foi nubada da alfandeaa desta pro-
vincia na nonte de 27 para 28 de jnnbo deste an-
no, e mais 30a francos pela demora do dfnbriro e
despezas felpas com a dita caixa, r.fim de qne, ou-
vindo o inspector daquclla reparticao, informe a
es!o respelto rom o que se llie otlerecer. As men-
ciona la~ coa- vS < annexas aos dous documentos
a que alludo o referido cnsul, os cunes me se-
rao coqi ellas devolvida*.
N. 10.Dita ao mesmo.Tendo sido antorisado
poravso da reparticao da agricultura, commercio
c obras publica* de 21 de jlho prximo lindo, o
engenheiro fiscal da estrada de ferro a Hornear um
e-rrevento para auxia-lo no tralmlho de oscrnln-
iiV.a., pirc-bnndo a gralieacaQ meusal de BOJ ;
assim o comrauaico a V. S. para son coalieci-
ment.
X. 47.Dita ao mesmo.Communico a V. S.-
|iara seu conbecimento qne, segundo consta de
aviso da reparticao da agricultura, commercio o
obras publicas de S'i da julho prximo findo sob
n. 24, foi approvada a resolucao que tomou esta
presidencia de autorisar t) engenheiro Raphael
Arcanjo Galvao Filho a despender mensalmento
por eonta da verbaObra* ge rese auxilio as
provinciaes, a quantia* do 130J0O0 com o paga-
mento de um desenhisfn, que o auxilie nos traba-
Ihos a seu cargo. *
N. 48.Dita ao mesmo.Tendo nesta data au-
torizado o conselho do compras do arsenal de
guerra a comprar, rom urgencia, 40 arrobas de
plvora para fornecimenlo a fortaleza do Brum,
assim o communco a V. S. para seu conheci-
mento.
II. 49.Dita ao mesmo.Faca V. S. entregar
ao I." tenente reformado-da rmala Braz Jos ds
Re-, encarrpgado da companhia de mariba a
quantia de 81/S936, importancia do peculio d-ixa-
ilo pelo aprendiz d'aquella companhia Martiniano
Luiz Jacaues da Silva que fallecou na entermarb
dn inarinha, segundo declarou-mo o respectivo
inspector, afim de ser entregue a mai do mencio-
nado menor quo assim requeren.
If. 80.Dila ao inspector -da thesouraria pro-
vincial. Aqnnindo ao que solicitou o tenente-co-
ronel commandante do corpo provisorio de polieia
em offlcio de hontem sol* n. 330 rccommendn a V
S. que mande nao s6 abantar dons metes de von
cnenlos ao alferes Marcolino da Costa Hap<*o, e
dous mezes de sold para 30 pravas qne o agom-
panham at a Milla to Buique, tudo a contar do
I.8 do Correlo, mas larabem a abonar ao mencio-
nado alferes a quantia de 70X900 eomo ajutla de
cristo do ida e votta.
X. 51.Dita ao mesmo.De conformidada'com
s sua inf innaco de 31 de julho ultimo snb n. 443,
ia autortso V. S. a mandar entregar an thesoureiro
da irnwndade de Nossa Senhora da Conooi^u ttos
mikiares, lente Joaquina Manoel da Silva e S.
conforme solicita a roanecuva mesa regedora no
bjcbi*o roquerimento documentado, a quantia de
1:710X000, quo SMando o parecer da thesoura-
ria.. acba-sc em. pooho to wtre d?t tff>irH-
seu cargo.
N. 58.Dit yo director g ira! uterino da ins-
frucao publica.Nao tendo havida projectu al-
gum de lei, melhorando a jubilaro do professor
publico da cidado-da Victoria, Joaquim Antonio de
Castro Nones, que deixasse de ser sanecionada no
anno de 1807, remeti a Vmc. em resposta ao
seu oflicio de 27 de julho prximo 4indo. copia do
pr_docto que declarou ter o mesmo professor di-
reilo a receber desde o dia em que tomen posse
daquella cadeira, o* mesmos vencimentos que an-
tes percebia e que deixon de ser sanecionada n i
anno de 1866.
N. 59.Dita ao engenheiro fiscal da estrada de
ferro. Tendo me declarado o Exm. Sr. mini-tro
dn reparlicao da agricultura, commercio e obras
publicas, em aviso-de 21 de jnnho prximo fin lo,
sob n. 24, que poda Vmc. nomear um esereven-
te para auxilia-la no trabadlo de escripturacao,
percebendo a gratificara) animal de 60$00, as-
sim IbA communico para seu conbecimento c em
resposta ao seu oflicio de 2-'i de jnnbo ultimo.
_ 60.Dila ao mesmo.Remctto por copia a
Vmc. para sen conhecimento, o incluso aviso da re
laucadas na referida patele a quantia de 96S0OO
de sello c a de 70000 de emolumentos.
N. 76.Portara ao Dr. chpfe de polica interi-
no.Com s copias dos otlldo* que eni 4 de jijaho
ult.no o nesta data tenbo dirigido ao inspector de
saud do porto desia provincia* respondo ao>Ia.T^
S. n. 1101 de 27 de julho pa mente ao escaler para o servicij db regisiro do
mesmo pono.
N. 77.Dita ao commandante superior interino
dn guarda nacional deste municipio.Srvase V.
S. de providenciar, ama d> ine hoje as 4 horas
da tarde esl ja portada em frente dn convento de
S. Francisco, a forca precisa para fazer as honras
fnebres devida ao alteres da guarda nacional do
municipio de Pao d'Alho, Jos Marn d? Albuquer-
qne Miranhho, culo cadver se acha depositado
n.'iqiiella greja. arsenal de guerra "em ortlem
para fornecer o cartuxame aeeessarto paraaa-des-
earns.
N. 73.Dita no eommandaole superior da mar-
da nacional do Cabo.Determinando o'art. 8a do
decreto n. 3S3S de 2'i de narembre de 1865, ne-
l procura do "fflcial ausente seja feita por tr>s i-
tros de igual patente, fitoa de dnvda qne esse
servico com referencia a um eapitao, por nu-
tres de Igual patate pode ser feit>, Hado para
io nomead* ofllciaes reformados na feita de
partico da agricultura, commercio e obra- pa- effertivns, como proeeitda o art. 7o do mesma l.K.i...- o,. o.i .1.. :it.A >m*:.^> rm.i.. .k .. .i-: a.. .._... .____-.
Micas de 22 de julho prximo findo. sob n. 2o, de
clarando que as despezas proveniente das differen-
ca* de cambio levados a eonta do costeio da estra-
da de ferro, estao snjeitas a flscali-acao dos agen-
tes do governo. como qualquer outr.i, e que bem
proceden Vine, e a commis-o de cuntas pro es
lando contra a intelligenca dada ao aviso daquelle
ministerio do 30 de Janeiro ultimo, pelo aonenten-
deateda tompanbia.
N. 61 .- Dita ao mesmo. Communico a Vmc.
para seu conhecimento e em resposta aos seus ef-
(Icios de 2o e 20 de junho prximo lindo, que se-
gn lo me foi declarado em avi*o da reparticao da
agricultura, commercio e obras publicas de 21. do
corrente, nenhnm inconveniente ha em que o en-
genheiro Jos Carneiro da Rocha va contratarle
para o servico particular da companhia, conforme
ella pede.
N, O.Dita ao superntundenle da estrada de
ferro.Do ordem do Exm. Sr. ministro da repar-
ticao da agricultura, commerrio e obras publicas
comido em aviso de22 de julho prximo findo, sob
n. 2,, declaro ao Sr. superintendente da estrada de
ferro que as despezas [provenientes das differenras
do Cambio levados a cunta do custeo estn snjei-
tas a llscals.icao dos agentes do govorno como
qualquer untr, tendo procedido b^ni o respecliv i
engenheiro fiscal, e a eommisso de conlas protes-
tando contra a intellgencia dada ao av so daquelle
ministerio de 30 de Janeiro ultimo pelo mesmo
superintendente.
N. 83.Deliberacao.O vico-presidente da pro-
vincia alien lendo as allegacoes producidas por
Mara Jos da Cuaceico, e tendo era fala a in-
formeeo ministrada pela thesouraria de fazenda
em 3J. do julho prximo fio lo. sob n, o2, resolve
cm vista da circular do ministerio da fazenda n.
397 de 4 dedoznmbro de 1850, releva la da mol
ta que nos termos do aviso (lo 22 de outbro do
18o5, Ihe foi imposta por aquella repartieo por
ter deixado de registrar at 30 de junho de 1861,
tiin do ultimo praso para isso marcado por esta
prosideucia, a trra que possue a supplicante no
sitio denominado Recurso na freguezia de Agua-
Preta, ficando obrigada a regisla-la na menciona-
da thesouraria.
N. 64.Dita.O vice-presidente da provincia
alten leudo ao que requereu o professor publico
da cadeira da villa do Santa Marta da Boa-vista,
removido para a da povoaco de Quemadas, Ma-
noel Flix do Nascimento, e tendo em vista a in-
formar*) do director interinadainslruecao publica
de 21 de abril ultimo, re*nlve conceder-lhe o pra-
so emprorogavel de 30 dias, dado-por despacho de
26 daquelle mez, para o suoplicante entrar no exer-
wcio de sua nova cadeira.
EXl'KDIBNTE ASSK.HADO PKI.0 SR. DR. SMQCtM COR-
REA DK ARAUJfl, SECBCTMUO DO GOVERNO EU 3 DG
AGOSTO DE 1869.
I seccao.
N. 63.Orneio ao Kxm. Sr. general comman-
dante.De ordem de S. Exc, o Sr. viee presidente
da provincia declaro a V. Exc. em re-posta ao seu
offlcio dn 2 do correle, snb n. 45J\qne se mandou
nesta data satisfezer o pedido da enfermara mili
lar, que vcio annexo no seu citado offlcio.
%." seccSo;
N. 66.Offlcio ao Dr. ehefe de polica interino.
O Exm. Sr. vfeo-prosloVntc da provtaeia, res-
pondendo ao offlcio V. S. do 31 de Julho oltimo,
relo a respeHn des que eveni eemnor n conse-
lho de invesligaeao. Pete mesmo medie com
m doria do razan "devein m Borneados os dons vo-
gaos para o nrasellio de qoa trata <> sobn-.ki'.o de-
relo, ctimprindo por isso que se forme mn pro-
eesso e Conselho para onda porto, o nao mm pa-
re -c a eeseeommando superior um j con-i m i para
oflieiaes ausentes de patentes iliversas TciiIhi a-
sim da lo Mnele consulta feita por V. S. em oflf-
cio a. 937 de 14 do nwc'paseado, a que !v.*|Kindo.
N. 79.Dita ao eonmandante snperi r da guar-
da nacional de Tacarr.ltiPor delibersc-o d'esta
dala mando que seja aggregado ag batalUo n. 34
de infantaria do pinntnpio de Tacara''! alferes
porta-bndeir.a do batalhao n. 22 da vil! de. Matta
tirando da provincia d i AtagOas, Jn.arpm Perpira
Pinto ; o que Ibe communico para sea conbeci-
mento e fin* convenientes.
N. 80.Dita ao Br. Ignacio Joaqnim de Stwia
Leao. Commuuico i V. $. que, por aelibpraeao
d'esta data e em vista do disposto na I.H provincial
n. 883 de t3 de jnnbo do corrente auno, queme
antnrisa a despender a quantia de 20:0004 para
libertar o maior numero de enancas do sexo fe-
menino que for pi*sivrl. noneei para este liui
urna commissao eempoMa de V. S. e dosDrs. An-
tonio Joaquim de-Morae.* e Silva. Joao da Silva
Ramos, e ncgockiiite joao Ignaeie de Mcdeira
Reg, e Antonio SoMM de Miranda Leal. (ionio
qne V. S. aceitar essa e unmis-an. e qoa no des-
empenho d'clla proceder de aro&i lo ana as ina-
truccoo que este acnmpanham.Igual mutatis
mutundis aoe Drs. Joao da Sil" a Ramos. Antonio
loaquim de Moraese Silva, c n gariantes JoSn Ig-
nae.o do Medeiros Rogo e Antojo G un s de Mi-
randa Leal.
N. 81.Dita ao jniz de direilo da comarca da
Boa-vista.Recebendo o offlcio de 14 do mez iro-
ximo pnssa-lo com os inappas estatisticos que o
ac impanhiiram, devolvo incinsos os dos juiw* de-
paz dos distnc''>s*Cachopira do Roberto e priineiro
da villa, de Santa Mara da aa-viOa, i.lim de qoa
vollem sem o engao de que se resenteai, pois sen-
do a estatialiea que se liquida prenote men te a de
18(18, rc;creir>-so olios ao anno crranle, como se
v de suas datas, ilecommendo V. S. leda Ore-
vidade na ramesss d'aguclles mappas, c n>s que
me devein alada ser remedidos dessa comaren.
N. 82.Dita no juii de direiVi da comaica de
Cabrob,Acenso o reeebimento do oflicio de V.
S. de 13 do mez iiltimamonte lindo, e dos mappas.
estntisticos que o aeompanharam, os quaeA.devol-
vo inclusos para ^ne voltem com as compricntes.
datas, a em tudo mais conforme o respectivo me
dello. Acerca dn remns*a de mappas, quo loe
cumpro fazer, dever V. S. cingir.se s disposieoes
do regulunento que baixou com.o decreto o. 35T
de 30 do dezembro de 1888, e de recommeudacoe
d'esta presidencia em pertaria esse juizo de W
de julho ultimo, cumprindo igualmente queamea-
cionada remessa venha por partes.
N. 83 Deliberacao. O vicepresidente da aro-
vincia, atlendendo ao qne Ihe requereu o alinea,
porta-bandeira do batalhao da guarda naopn*
n. 21 da villa da Matta Grande da provincia I"
gflas, Joaquim Pereira Piolo, e em visttl"
formn o commandante superior dos
de Taearat e Floresta, em offlcio de M i
ullimn, resalvo quee) elle affnpdo W
o. 34 do primeiro do referido miompto.


2
mn
Dirk> de Prnambuco Terqa feira 2 de Novembro de W69.

A
>
M.8i.-Dita.-0 vice-presidenle $*& **& 'tbtim ter a 9 o tUt meI
iu> que tlio requereu o hachare! Fran-
KSoares Hran.lSo, juiztta orphans
tum Minteitor-lho mai* lo -das de
liwia
he de Car.
4 curial1,' rM 4toenca eom encimemos na forma da lo, para
tratar do-su*satHe. .......
X 85.-Diti.-0 vtee presidente da prdviofeu,
lento em visia o disposto na le provincial n. 88o
de 13 de junho do crtente ;.nno, |n^o>utora a
despender a quanti de SWOOO* ^arajlbertar o
matar numera do eriancas do sexo femenino que
rpossivel, re-olvo para oMe m nnrnear una
eemmissao composU dos Drs. Ignacio Joaqnjmde
Sonta Leo. Antonio Joaqaina de Mnraeis o Silva
o Joao da Silva llamos e dos negociantes JoSo Ig-
n*cio de Medeiros Reg, c Antonio Gomes de Mi-
rada Leal. .
. 85. Portara ao inspector da ttosouraria o
ftxeoda.Ten da designa d > o cserlpturarlD dossa
tkaseararia Manoel da "Fonseca Medeiros, para
examinar em partiJas dobradas no concurso a
que se vai proceder na lliesouraru provincial, n
di6do concillo para preenebimeato do lugar
vago de 3* escriptiKario da inesma thesourana,
aasira o declaro a V. S. para sou conheeimento, o
Am do que o faca constar a esse empregado,
que para isso dever entender-sc cerneo inspector
d'aquella reparlico.
N. 87 Dita ao mesmo.Auloriso V. S., cm
vista de sea informaco de hoje n. 53J, a mandar
pagar soh ininha responsabilidade no actualI exer-
Sao os vencimentos do ongenheiro lscM da es-
trada de ferro do Recito a S. Francisco, do aj li-
date doste o da ratdicaco que compete ao 1
. oscrpturaro dessa ihesoarana cncarregado do
Mime e verilicaco das contas da mesma 'estra-
da at quo baxe a necessaria ordem para esse
flm do ministerio da agricultura, commcrcio e
obras publica?.O que declaro a V. S. para seu
conheeimento e devidos effeitos.
N. 88.Dita ao mesmo. Providencie V. b. para
me depois de liquidados, om vista da follia, rela-
cao nominal e pret juntos em dnplic.it, que me
remetteu o commandanto superior da comarca de
Hada com ofrlco de 8 do correntc, sejam pagos
es vencimentos dos nfficiaes o pravas destacadas
na fortalezas do Bram c Buraco, sendo os dos
offlciaes relativo* ao mez d julho ultimo, e os
das pracas, a V quinzena do mesnio mez.
N. 89!Dita ao inesmo.Ao gerente da compa-
nhia Pernamlmcana mande V. S. pagar a subven-
o de H:6(iG6G, relativa ao mez de julho ul-
timo com que o governo imperial auxilia mensal-
mente aquella companhia que satisfez os sen*
omprumissos oo supradito mez como se ve ao
incluso requerimenlo.
J. 90. Dita ao mosmo. Em vista do3 prct<
ominaos innt is em duplcala, que nn remetteu
o eapitao commandante interino do batalhao n.
48 do infantera d > municipio do Cabrobo, cons^
tanto da melosa copia datado de li de jumo ulti-
mo, mande V. S. liquidar o pagar os vencimentos
relativos aos mezes de maio e junln arate na
dos guarda- nacionaes destacados n'aquella villa,
arenlo Ov-c pasamento sor effeetnado a Rina-
netteo Augusto do Reg Rangel, procurador do
inesmo sapillo. ^
N W.Dita ao inspector da thesourana pro-
vincial. lotcira lo de quanta V. S. expt em sen
offlcio do 1 d i corrente, sub n. JO, teWn a dizer
em resposta que resolv designar 08 professores
padre Francisco Juo do Azeve lo, Jo- Soares d<-
Azevedo, Flix Paos ra Silva Pereira c o empre-
gado publico Manuel da Fonscca Hedefros para
examinarein n i concurso a que se vai proceder
no dia tieste mez para preenetv.mento do lugar
vago d8 8'1 escripturario uessa theamraria, sendo
o Io em arlthmetica, 2o nal trance.', c o 3o em
mmoatica portngaeza co 'r em partidas do-
bra^as.
N. 91Dita ao mesmo. Mande V. S. pagar
ao gerente d i companhia Pernambucana, que ag-
ite o solicita no incluso requerimenlo a suliven-
rao de 3:0030d0 reis relativa ao.inez de julho
ltimo eom qii' a provincia auxilia monsalmente
aquella compania, que segando o attestado an-
nexo ao mencionado requerimenlo satisfez os scus
compromiso; no supradito mez.
N. 93.Dito ao mesmoAttendenilo ao oncso-
licitou o chof interino da reparticlo das obras
publicas, em olfl-i> de hontpm, sob n. 27i, re-
eoramend., a V. S., que mande adiantar ao tne-
soureiro d'aquolla reparticSo mais a quantia de
1:3000,)<) reis para a cont'muacao das despozas
ton os estados graphieos de recouliecimento do
rio Capibaribe o Buburibe, visto j achar-se es-
Sitada a que se m.inl/a entregar para o mesmo
m. _
i N. 94.Dita ao mismo.-Transmuto a V. S. as
inclusas eontas e relaces alim de quo mande li-
quidar a do-|v/. i teita eod o sustento dos presos
pobres da ca 1 vi da cidado de Caruar durante
ns nexes de junu) c julho desto anno, e pagar a
sua iowortaneia a Antonio da Ponseca c Silva,
conforme soliciton o diere de polica interino em
offlcio de hontera, snb n. 1136.
N. 9>.Dita ao mesmo.Depois de liquidadas,
cm vista da folha relaco nominal e pret juntos
em duplcala, que me remetteu o commau.lanie
superior da comarca de Oiinda, com ollieo de J
do correte mande V. & pagar os vencimentos do
official o pracas da guarda nacional d^tacadas
n'aquella cidado sendo os do official relativos ao
uez de julho ultimo, e os das pracas a 2' qum
ena do mesnio mez.
X. 96.Dita ao roesmo.=ExDeca V. S. as suas
ordens, para qtu em vista do pret nominal junto
em dnplieata, que me remetteu o ceinmundante,
superior interino da comarca do Palmares, com
offlcio do 17 de julho ultmi) sejam liquidados e
pagos a Alfredo & Cunha os vencimentos relati-
vos ao mez de junho deste anno dos guardas na-
cionaes destacados na villa de Barreiros.
N. 97.Dito ao mesmo.Annumdo ao quo so-
licitou o chefe nterino da reparti(;ao das obras
publicas em olBcu de hbntem, sob n. 277, recoui-
mendo V. S. que mando entregar ao Ihe^ourer
ro d'aquella reparticio a quantia de 14:850 5000
reis constante do incluso pedido, a qual faz-se
precisa para as despezas com as obras por adun
nistracao no corrento mez.
4.' seeeio.
N. 99.Portara ao director gcral interino da
instruccao publica.Tendo designado os professo-
res padre francisco Joto de Azevedo, Jos Soares
do Azevedo c Flix Paes da Silva Pereira, para
examinaron) no concurso a que se vai proceder na
thesourana provincial no dia 6 do corrento para
preenchimciito do lugar vago de 3* escripturario
da mesma tnesouraria, sendo O primeiro em
arilhmetica, o segundo em francez e o terceiro
em grammalica portugueza, assim o declaro a V.
S. para seu conheeimento e afim de que o faja
constar aos mencionados professeres que para isso
deverao enteuder-se com o inspector daquclla
repart cao.
jj 100.Dita ao inspector interino da saude do
porto.Constando de offlcio do Dr. chefe de poli-
ca n. ilOi de 27 de julho prximo fiado, que no
dia 26 do mesmo mez deixou de ser prestado ao
empregado do r^gi-tro do porto o escaler dessa
inspectora, reitero a Vine, a ordem expedida para
qne aquelle aervioo seja fcito ao inesmo tempo que
o dessa inspectora o pelo modo constante do ofti-
eio de 4 de junho ultimo junto por copia.
EXPEDIENTE ASSIGNA.D0 PBLO SR. DR. JOAQUIM COR-
SEA DE ARAUJO, SECRETARIO DO GOVERNO, EM &
DE AGOSTO DE 1869.
2." seceo.
N 101.Offlcio ao Dr. ch fe de polica interi-
noO Exm. Sr. vice-presidente da provincia
manda declarar a V. S. em resposta ao sea offlcio
de hontem sob n. 1136, que a thesourana prov.u-
eial tem ordem para pagar a Antonio da Fonseca
eSdva, a quantia de 203*400 constante do citado
0 n02Dito ao commandanto superior da
guarda nacional de Olinda.-Nesta data autori-
bu-se as thesouraris geral e provincial a pagar
os vencimentos constantes das folhas, relacdra c
prets,que em duplicata vicram annexos ao offlcio
de V. S., datado de 2 do carreule, o qual lea
mbiii respondido, de ordem do Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia. ....
K 103.Dito ao eommandante superior interino
da narda nacional de Palmares.O Exm. Sr. vi-
ee-presidente da provincia, manda declarar a V.
S. em resposta ao sea offlcio de 17 de junho ultimo,
que a thesouraria provincial tora ordemj)ara pa-
gar a Alfredo A C. os vencimentos, constantes do
pret, que em duplicata vcio annexo ao citado
oficio.
N. 104.-Dito ao tenente-coronel Thomaz Al ves
Maeiel.O Exm. Sr. vice-presidente da provincia
manda acensar o recobimento do offlcio de 6 do
met lindo em iue V. S. participou haver no dia 5
do mesmo mez assumido o coniraando superior da
Crda nacional dos municipio1) de Agua-Preta e
reros no impedimento do respectivo eomman-
daate superior.
% 105.Dito ao hachare! Jos do Patrocinio
Pereira c Silva Juiz municipal da Boa-Visln O
Exm. Sr. vico-presidente da provincia manda d*-
firara V. S., qne fica inteirado por seu offlcio de
4o mez lindo, de ter V. S. nesta data assumido a
jarisdicao do cargo de juiz de direito da comarca
S8o*-Vsta no impedimento do juiz effectivo e
peassumido as funccSes de seu cari:
N. 106.Dito at> presidenrb e pb memhro3 do
consolho do revisita do qnalilicacao da guardo na-
cional de Ouritury.-r-O Exm. Sr. viee -p residen te
da provincia manda declarar, que pelo offlcio de
Vv. Ss'. de 26'de junlio ultimo, leon inleirado ao
haver nessa data concluido os trabalhos o conse-
llro de revisita de qnalicaco da guarda n-icionat1
de Ouricury. .
N. 107.Dito ao eapitao commandaiMe interino
do batalhao o. 48 de infintaria da guarda nacional
do municipio de CabrohS. Exc. o Sr. vico-pro-
sidente.da provincia, manda declarar a V. S. em
resposta ao sen oflieio de H de julho ultimo, que
transmitlio a thesouraria de f;izenda, para o flm
indicado no citado dfflcio, os pret nomiuacs que
a elle vicram annexos.
3:*seccio.
" 17. 108.OTlcio ao inspector da thesouraria de
fazenda.-O Exm. Sr. vice-presiderdo da iirovin-
cia manda transmittir a V. S. a inclusaitUei|ldD'
ministerio da guerra de 23 de julho uWmo.
N. 109.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre-
sidentc da provincia, manda declarar a V. S. para
o llns convenientes, que segundo offlcio do Jnrz de
direito interino da Boa-Vista hachare! Garlos Fran-
cisco So;.res de Brito Jnior nessa data renunciou
o exercicio do dito cargo, que passava a 2 do dito
roez ao 2* substituto hachare! Jos' do Patrocinio
Pereira e Silva juiz municipal do termo da Boa-
Visla por ter de transportar-so ao termo do ura-
nito comarca de Cabrot para presldtf all a um
iulgamento no tribunal do jury no impedimento do
juiz do direito respectivo, como juiz da comarca
mais prxima.
N. 110.Dito ao mesmo.-O Exm. Sr. viee- pre-
sidente da provincia manda aeclarar a V. S. para
sen conheeimento o fins convonientos, que segun-
do officio do mez flndo, nessa data assumio o ba-
charel Jos do Patrocinio Pereira e Silva miz mu
nicipal do termo da Boa-Vista a vara de dlro to da
comarca da mesmo nome, por ter o bscharcl Lar-
Ios Francisco Soares de Brito qne o 1 subititato
delta como juiz municipal do termo de Ouricury,
ido ao termo do Granito presidir ao jury como juiz
de diroito mais vzinhe, voltando roassumir as
funccJJes do sea cargo, a 9 do dito mez.
N." 111.Dito ao chefe da reparlico das obras
(cuente general aju lauto general em rnelos de 27
Q do seleuibru ultim>.
1 Quo no mesmo di apresentoit-se tambem
o Sr. alteros do exmelo eorp i n. .'il de volunta
di patria Jos Amnete Pereira M uta despeojado
do aervioo doexercito por ter sido julgado Incapaz
do servico cm eonsequen*a de ferlmento rccebidu
em combate, alim do aguardar decisao do governo
Imperial. -'- r VP'
a.-Oue a lie l.^H*9cr'1
presidencia de 30 do artM IpUnnf as Srj
iiltai) do estado-maior 4tpftilhana r.imrcjj l
rio da Silva Tava' es I^^H^B ''"' avi
ministerio da guerra de ^>9*4^V>r''lm*
l'urmo ooobiOiicoii un offlcio ae 11 Jo
met.
4/ Que presidencia ommunieou >;m offleio
rreute m*\ haver o mmitterio da
Eram pouco mais ou nrenos 5 horas da tarde
qtundo por eoramunicac-io escripia doDr. secre-
tarioda polica, recebi aviso do iucenaiq bordo
iia galera ingleza Lem Crespo, qne entrn nos te
porto 22 do correle, cm arribacao da viagein
de Gardiff Valparaso, j com fogo no carrega.-
monto de carva i.
-
Esse incendio, que desde essa data havja co- $arr A C., AnJWoJaci
itu mi
defl
de 11 dotur...
guerra por aviso de 29 de selombro ultimo, posto
a disposico da mesma presidencia o Sr. teen-
te-coronel do corpj de engenheiro Sohastiao Jos
Basilio Prri; qmWreseatou-se, nasto quartol
4iencral a 26 de oorrento tendo chegado da ortc
no vapor Cruzeiro do Sul a 24.
5.' Que foi approvado por aviso da repartir) da
guerra de 30 de setembro ultimo a deliberacao
que tomou a presidencia de noinear oSr^canillo
reformado do exercito Jos Ignacio tdf Seleiro
Itego Muiiteiro, para exercer interinamente o lu-
gar de ajadante do direetor do arsenal do guerra
dasta provincia.
6.* Que leudo o Sr. major Fraacisco Uapaael de
Mello Rogo feassumido a 2o do Brrente o exerci-
cio de director do arsenal do guerra, deixou na
mesina data dito exercicio o Sr. tenente-coronel
do estado-maior de 2' classe llygin Jos Coc-
Iho.
7.* Que regressou da corte a 23 do ebrrents com
4 mezes de licenca para tratar de sna saride o.Sr.
a I fe res ajudante "do deposito dos recrutas Francis-
co Jos da Silva, dovendo dita licoi^a ser contada
de 17 do setembro ultimo, data da inspeecao que
soffreu na corte, c a Importancia da passagem
ser-lhe descontada pela 3 parte de sea sold.
8.' Que finalmente, a 24 dosle mez apre'scntoo-se
neste quartel-general vndo da corte no vapor
Cruzeiro do Sul o Sr. 2' tenente do Io batalhao de
arlilhara a p Antonio Mara Pereira do Lago,
com 4 mezes de licenca para tratar-se de fenmer-
tnocado'pula mi conibustbTtldade diclemoiifo, n'w
tomod desde logo inaioro? proporgoes, e sd hoje,
s 4 /i turas da tardo, pe .lio soecorro, pelo cjue o ^ento ouve-se
vapor de mboque Competidor fez o transporte da
galera daHnuia para o perlo da Giiichorra.
' ftecehwrflue foi a coinjp'.inlcacao, segu im-
mcdiatamaHara o ponto nltirno indicado, e or-
dene ao rjHrajudante qye seguisse igualmente,
eom a inl|clrevdade possivel, eom duas bombas
de fcil trisporte e alta pressae, todo o que foi
fcito sem eoBiora.
Quando cheguei a bordo da galera incendiada,
j encontre promptas a prestar soccorros urna
bomba do ar*euai-dc nfcnnha o.duas d divisno
ingleza snrta nesle perto, com diversos offlciaes o-
^.

do termo de Ipijuea, do propriedado do Sr. Bonto
Ramgs de OUveira, o qual movido por urna ma-
china do vapor, coahoceu-se na)-funecionava eH
convnieateirtonte, a'pesr dos sforeo emproga-
dos pelo machinisla Joaquim Vital do Moura Gra-
(i, polo que. parou-so o trabatho e maiiiou-se ir
do Recife o contra-mesire da fundicio dos Srs. C.
Apenas all chegd
butro, prosegnia as exiil
um grande
eninsta, reunido ao
las, (junndo de re-
estampido, o v-s?
oargadores Gitirana, Guerra procura.dor da coroa,
Louronco-Santiago, Alnieida Albuqucrque, Moua,
Dominguos da Silva, Itagu o Sotua Leao,
abro-se a sesaao.
Passalos osfeitos, derain-ae os scgaiates julgl-
raCntos:
Recursos crimes.Recrreme, o juizo; reeprn-
do,*isiniQ#we1sco PeTMB*.Relator o Sr.
i, sorteados os Srs. desembar-
caderos Souza Loa >, Reguejr Costa e bitira-
ua. Improcelenie.
Hcccorroale, o juizo; reccor-
athmosphera cli ilhaeos de paos, ferros,1 pido, Antonio Rufino Monteiro.Relator o Sr.des-
pedras o tijollos, reconlk'cendo-so ter sido dta pro- umbargador Domnguei da Silva, sorteados os Sr?.
mhargad 'res L .ureneo S.inllago, A
publicas.-Declaro a V.S. que'nest data autori- to recebido em combate, cuja licenca teve pnnci-
sou-so a thesouraria provincial a entregar ao the-] pi a 8 do crreme, data cm que foi mspecclo-
reiro dessa reparlico a quantia de 1:3005 cons- nado,
de hontem sob n. 270, o qual
lante do seu oflieio .
Boa assim respondido de ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia.
N. 112.Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia manda declarar a V. b.
em resposta ao seu offlcio de hontem sob o. 2/7,
i|uea thesouraria provincial tem ordem para en-
tregar ao thesoureiro dessa reparlico a quantia
de 14:8505 consunto do pedido que em duplcala
vcio annexo ao citado offlcio.
4.* seceo.
N. 113.Offlcio ao director do iheatro de Santa
Isabel.S. Exc. o Sr. vico-presidente da provin-
cia, tendo or despacho desla data concedido a
Hanoel de Castro Leao permissao para que em
-en favor de a companhia dramtica um beneficio
no theatro de Santa Isabel pagando o supplicante
o que for devido om virtude da portara de 2 de
Janeiro do eorronte anno, e marcando Vv. Ss. o
da em que dve ter lugar o espectculo; assim
lli'os comuumico para seu conheeimento e afim de
que o faca constar ao administrador do mesmo
theatro. "
X. lli.Dito ao engenheiro fiscal da estrada de
Ierro de Recife a S. Francisco.STExe. o Sr. vice-
presidente da provincia manda declarar aV. S. em
resposta ao seu offlcio de 30 de julho ultimo, que
a thesourana de fazeuda tem ordem para pagar os
vencimentos constantes de seu citado offlcio.
DESPACHOS DA VICK-PRESIDENCIA DO DIA 27
DE OUTDRO DE 1869
Amia de Salles Cavalcante Guimaraes.Apr-
sente certido de haplismo do menor do que trata.
Abaixo assignados moradores na povoac;io de
Lagoa dos Gatos.Nao imendo cota para a ca-
fleira de que tratam os supplicanles, nao tem lu-
gar o quo requerern.
lleUrmino dos Santos Bulco e Manuel do Car-
valho Paes de Andrade.Informe o Sr. Dr. juiz
de direito especial do eommercio.
Bario do Livramc:Uo.-Coiceda-sc a proroga-
co pedida.
Beraardino da Silva Costa Campos.Em vista
do que di-pe o deereto de 12 do uovembrq te
1851, na > lem lugar o que requer.
Francisca Freir da Costa.Prove a supplicaa-
te que as trras em qne simado n engenlio Gal-
los achavam-se nodoiidno pirtitor por qnalnnar
titulo legitimo, nos termos dos artigos 3 a 6 da lei
n. 601 de 18 de setembro do 183ff, desde lempo
anterior piiblicacao di regulamcnlo que baixju
com i, decret > n. 1,318 de 30 de Janeiro de 18..4.
Fielden Brothers.Informe o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Heuriquela Flora Bel mira da CostaJunte ccr-
tJo do idade das menores de que trata.
Joo Valentim Vitalia.Conceda-be.
Joaquim Francisco Borges l'cli'.a.Ao Srv coro-
nel commandanto superior interino da guard na-
cional do municipio do Recife, para satsazer o
despacho desla presidencia de 28 de abril do cor-
rente anno.
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello.Pagos os
direilos devidos, cono requer.
Luiz Cvriaco da Silva.Requeira por interme-
dio do Dr. director geral da iustruccio publica.
Maria da Gloria Silveira.Informe ao Sr. Je-
sem'bargador provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia. _
Mauoel Codlho Casado Pontes.-Dinja-se ao Sr.
general commandanto das armas.
Manoel Augusto de Menezes Costa.Informe o
Sr. director do arsenal de guerra.
Senhorinha Mara da Couceicao.Dti-se.
Tenente-coronel Thomaz de Aquino Cavalcanti.
Conceda-so a prorogaco, nos termos dajnfor-
macao do engenheiro chefe da repartidlo das
obras publicas n. 362 do 2o do coi rente.
Antonio Francisco Paes do Mello Barrito e An-
tonio Pereira da Cmara Lima.Rescinda-se o
contrato, (cando os supplicaules obrigados a res-
tituir aos cofres da reparlico competente a quan-
tia que demais receberam.
iiepali io da polica.
2" seccao.Secretaria da polica de Pernambu-
co, 30 de outubro de 1869. .
N. 1577.lllm. e Exm. Sr.Levo ao conheei-
mento de V. Exc. que, segundo consta das parli-
cpacoes recebidas n'esta reparlico foram hon-
tem recolhidos a casa da detenso, os scguintes
individuos:
A' ordem do Dr. delegado da capital, Antonio
Domingucs Maia por crime de estellionato.
A' ordem do subdelegado do Rucife, Jos, escra-
vo do Dr. Dutra, por crime de ferimentos leves.
A' ordem do de S. Jos. Alexandrina do tal, por
insultos, Antonio Maria da Silva e Mariano Joa-
quim do Espirito Santo, por disturbios; Bellarmi-
no Antonio Tavares, por offensas a moral publica,
o Severino Tavares da Costa, por embriaguez e
desordem. .
Por offlcio de 22 deste mez, participou-me o de-
legado de polica do termo de Limoeiro, que, fa-
zendo seguir para o Brejo da Madre de Dos, na
note de 15 o criminoso pronunciado no art. 269
do cdigo criminal. Jos Bento BeHro Velloso, es-
coltado pelo cabo Joo Rodrigues de Moura e as
pracas Antonio Augusto de Figueiredo Seabra,
Frncisco Jos COutinho e Antonio Felippe de OU-
veira Coelho, todos da guarda nacional, a disposi-
co do respectivo juiz municipal para responder
ao jury, evadirase o dito criminoso do lugar S.
Paulo, disunte 4 leguas da mesma villa do Brejo,
em consequencia de lberdade que lho dera o re-
ferido cabo para descancar no interior de urna
casa, o que tambem me foi communicado pele res-
pectivo delegado em data de 17.
Acabo do recommendar aquella autondade que
remella preza toda a escolta para o distrcto da
culpa, onde tem do ser instaurado o competente
processo, de cujo resaludo darei parle a V. Exc.
logo que ebegar ao mea conheeimento.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel do Nascimento Machado Portella, vice-
presidente da provincia. O chefe de polica
Francisco de Assis OUveira Macul.
AssiqnadoJoaquim Jos Gonmlves Fonts.
ConfnneEmiliano Ernesto de Mello Tambo-
rm, tenente ajudante de ordens encarregado do
detalho.
RECIFE,S2 DF. NOVEllBllO T>". 18f)9.
NOTICIAS DO SUL DO IMPERIO.
Chegon honlen o vapor americano North Ame-
..-__.2___..i.. im.u At i.'.rin itA *fi da B.ihia
n'crt, trazendo jornaes da corte at 26 e
at 30 do passado. ,
A' corte chegon, a 24, o vap->r inglez ck o ia-
merick, proccitante de Bpenos-Ayrcs e Montevidita,
nada referindo ella:;, tanto da guerra como das
repblicas do Prata, rjae mereca men?ao.
Rio-on.\XDn no si r.
Por va de Montevideo receberamse na cor-
te, noticias do Rio Orando ;:t IV. 0 Commeicial
d as seguiutes noticias : "
c NoJacuhvzinho, V distrcto do PassoFuadn,
foi brbaramente assassinado na tarde de 7 de se-
tembro prximo flndo, J o das Chairas, hortiem
paclflco, por seu propro Irmo Manoel Jos das
('.hagas, quo para levar effeito seu mo intento
se havia emboscado om lugar apropriado, de onde
Jisparando-lhe um tiro o derru)..u, entregando-
Ihe toda a municau na reftlao do pedo. O fefdo,
ipie anda viveu at a tmnhaa do da segumte, re-
votan antes de raorrer diversas pessoas que o
assassino era o seu irmo Manoel, O delegado
de polica, Jorge Schell, conseguio a prsidodo-
n|ucntenodia8,c pelo juizo municipal se Iho
Instaaron o processo.
Na dia 17 do passado, pelas 7 horas da tarde,
mais ou menos, foi brbaramente assassinado em
sna casa com um tiro de bacamarteo cidado Tho-
maz de Lemos.dc 70 annos de idade, morador no ser-
tao de Ilapocii na Barra-Vclha. O tiro foi dado a
queima-roopa, recebendo a vctima dnas balas,
das quacs urna varou Ihe o eoraeao. Nao se sabe
quem seja o assasstno que, segundo consU, retirou-
sc sem perseguidlo do lugar do crime. *
Ainda na cmte se receben, no dia 2i, um
lelogramma de Porto-Alegre, dando o seguiute rc-
sullado final di votaeo para ora senador pela pro-
vincia : ..
Qflsembargador Travassos J *"
Dito J. B. Savao Lobato "
Conselheiro Feroandes Braga H
RO DK JANEIRO.
S. M. o Irapera-lor c sua aagosta ramma,
acompanhado deseas semanarios e de S. A. 8Sr.
principe D. Felippe visitou no da 2, a fragata
francesa Cirro. ....
Por decretos ns. ii27 e V'i2, do ministerio
da justiea, foram creados cinco logares de correc-
ta tres geracsila praga de Macei, e o offlcio de cs-
crivao privativo do juizo dos feitos da fazenda na
capial do Cear.
Foram concedidas as exonerarles que pedi-
ram de presidentes das provincias :
Do llio de Janeiro, o conselheiro Benevenuto
Augusto de Magalhes Taques.
De Pernambueo, o conde do Bacpemly. ^
Do Para, o conselhcir Jos Rento da Lunha e
Figueiredo. .
Do Piauhy, o bacharel Augusto Olympio Gome-
de Castro. '
De Sergipe, o bacharel Evaristo Ferreira da
Vti?n
Foi exonerado Jos de Araujo Costa, de 3o vi-
ce pre-idente da provincia ao Piauhy.
Foram nomeados presideotes das provin-
dVRio de Janeiro, o desembargador Diogo Tel-
xeirade Macedo.
De lVrnainbuco, o senador Fredcrico de Almei-
da c Albuquorque. ,'.
Do Para, o Dr. Juo Alfredo Correa de Ohveira
Andrade. j;
pracas da mesma diviso, e bem assim o ajudante
da capitana do pono Mjreira Rios, por quem foi
Jada a priuieira direceo ; mas des le logo, com-
quanto fosse o incendio no mar, esponianeamente
' -die foi colMda a direceo do trabalhopelo com-
mandante do navio e offlciaes da diviso ingleza-
Achei que multo acertadas haviam .sido as
medidas j tomadas ; todava por miuha vez en-
teodi tomar outras de maior cfcacia, e foi assim
qtic, tapados os embornaos e alagado t ido o convs
mandr-i abrir, alni dos rombos j feitos na parte
do cosudo a E. B., oita no conves, pelos quaes co-
meeou o navio a receber agua, cncalhando a de-
zoilo ps, quando o sen calado de dezesete.
Com esto processo consegu que s 8 1/2
horas da noite estivesse o navio todo afogado ate
s escotiHias, o que verifiquei azendo abrir a es-
cotilha de r. e por consequencia terminado o
trabalho sem risco algum.
Ao tenente ajudante da capitana do porto
de que j fallei, qne acompanhon a galera com
urna bamba do arsenal de marinlia e o pessoal
do soecorro naval, se deve a boa collocacSo da ga-
lera no porto da Chichorra.
PresUram tambem bons servlcos o primeiro
capataz do Sacco do Alfercs, o mestre do soecorro
naval, o mestre da bomba da marinha e o paisano
Evra.
t O prejuizo do navio nao passou do dous
rombos no costado de E. B., como diss; e dos
oito pequeos buracos quo fiz abrir no convez,
os quaes ja licaram tapados com torno-.:..
Aalfandega da corte renden de 1 a 23 do
passado 2,129:923.5900 rs.
O cambio rogiilava sobre Londres 19 a 19
Os soberanos (5) vendim-sc de 12^800 a
123850 rs. cada mi.
Sabio para Pernambueo, a 2't, a polaca ita-
liana Occidente.
BAHA.
0 vapor inglez Dotra amanhoceu no porto
da capital, no- dia 29 do passado.
Segundo cartas da corto, foram nomeados
chefe da estaeta naval do 2o dlstricto (Uahin) o
chefe de diviso Francisco Cordeiro Torres, e
commandanto da enrveta ahianna o eapRte de
fragata Manoel Canietro da Rocha.
Grassaado na villa de Alagoinhas diversas
mole-lias graves, o presidenta da provincia man-
dn cm couimis-fio ao lugar o Dr. Augusto Gon-
calvo; Martin*, alim de Iratar dos doentes.
" A alfandega rendeu do 1 a 29 do passado
67f8i23217 rs.
0 cambio regalava: sobre Londres 19 l/i a
19 1/2 d., sobre Pars 493 rs., sobro Hamburgo
908 rs., e sobro Portugal 17i '-
pedras o tijollos, re
duzido pelaexploso da caldeira da machina. Ten-
do sido la o rpido o facto, c le dous
macliinistas, com ello sepullon-se ojnotivo princi-
pal da explosao, davendo somonte desconfiancas
de ter sid) prodiizida pela pouca- capacdade da
caldeira, que devendo sofrer am* presso's'afTl-
ciento para trabalhar com a forva de 8 cavallos,
apenas adullira a de 3 as primeras experien-
cias ,'%H
Dos rtrirrs foram
lirados morios os dous ma-
cliinistas e Claudino Jos de Albuquerquc, official
decarpina; raorreram, logo depois de tirado, a
preU Anna e o molcque Francisco, cscravo o Sr.
Denlo Ramos.
Alm desss, Qcaram mais feridos : gravemente,
J. o Francisco dos Santos, o Jos dos Santos, os
quaes so suppoe que morrerao das qneimadnras;
e Irvemente, Genuino Augusto da Costa, Jos G-
pertino de Albuquorque, o proprietario doengenho,
sua senhora, c urna sna escrava.
Proseguiam os trabailins do desentulho, afim de
ver-se se descobriam anda novas victimas.
SAUDE DO PORTO.Por decreto de 13 do cor-
rente foi nomeado o Sr. Dr. Pedro de Athaydo
Lobo Moseoso, para o cMgd de inspector da sa-
de do porto dcsU proviacia.
D1NHEIRO.O vapor Paran levou de nossa
ornea as seguntes quantias :
Para a Bahia 8005000
o Rio do Janeiro 72:4003000
O vapor francez .Yatarre trouxo as seguih-
tes sommas, para :
London Bank 130:0001000
Amorim Irmo A C. 100:000JOOO
James Ryder A C. 24:000*000
Pereira da Cunha & Irmo a0:000a000
Ballur, OUveira t C, 17:9903000
J. Francisco-da Silva Novaos 10:000000
Ohveira Filhos A C. 6:0003000
J. Pater k C. 2:64i4000
O vapor americ no Noiih America trouxe
hontem as seguintes sommas para 03 senhores .-
Bank of Rio de Janeiro. 24^:0003000
London Bank.......100:00030 M)
Thomaz Jefferies......86:030301)0
Pereira, Carneiro A C.....40:0003000
M. Teixera Bastos. .'. 35:00!) S00O
Tassolrmos.......12:000000
Au2usto F. de Oliveira A C. 12:0003000
J. Pater A C....... 4:3333000
FAULDADE DE DIREITO.Fizeram acto no
dia UOdo passado:
1 anno.
Jos Joaquim das Neves, plenamente
Jos de Souza Reis, ideni.
Juo BaptisU Gytirana, dem.
Mainel Flix Gylirana, dem.
Antonio Alfredo da Gama e Mello, dem.
Caio Lustasa da Cunha, simptaiinenle.
2 anno.
Antonio Jos de Alnieida Pernambueo,
mente.
Elyso Alberto da Silveira, idem.
Antonio Rodrigues da Silva e Souza, idem.
Gabriel Gomes Pereira, dem.
Francisco de Borja o Oliveira, idem.
Remigio Silveira Paria Oliveira. idem.
vo >r. uesemuargauor uiurana ao
bargador Guerra.Appellaco cvel:
Joaquim Jos, da Costa ; appellado, Fr
Rodrigues Ferreira. Revista cvel: r
plena-
w ..-, v ^^^,_ -- -_0 ------, |\tJUJll Sahio para Pernambueo, no da 2S, a nana poilro ^^a. do Moraes llego, dem.
ingleza Hero.
PEMAfflBUCO.
REVISTA DIAEIA.
SPPRESSAO DE SBDELKGACIA.P r deli-
beracao da presidencia da provincia, de 26 do pas-
sado," foi supprmido o distrcto de subdelegada
do Pcriperi, passando o territorio quo Ihe perten-
ca, a fazer parle do da colonU de Pimenteiras.
AUTORIDADES POLICIAES.Por ditas de 20 e
27 do pa?sado, foram nomeados: Laurenio Gon-
calves de Azevedo, subdelegado do distrcto de
Aguas Bellas; Antonio Jos de Carvalho, subdele-
gado do Io districto do Exii."
GUARDA NACIONALPor ditas de 30 do pas-
sado, foram nomeados para o batalhao n. 30 de
infantaria di launici-jio de Buiquo : ,
l. companhia.-Capia o ti-nenta Dorindo da
Cunha Lima, alteros Bernardino Joaquim de Al-
meida e Bento Bencio Leite Cavalcant.
2." dita.Altares Nuiu Campallo de Albuquer-
3.'. dita.Tenente o altares Joaquim de Albu-
querquc Cavalcanli. .
4." dita.Capitn o tenento Jac b Bezerra ui-
valcanti, altares Jos Herculiiio de Alnieida.
5.' dita.- -Tenente"o altares Jos Luiz de Albu-
Luiz
o
Vleira da
Meo Jos
C ominando das armas.
QUABTEL-GENERA!. DO COMMANDO DAS ARMAS DE
PEBNAMBCO, 29 DE OIITBRO DE 18C9.
Ordem do dia n. 450.
O brlgadeiro commandanto das armas faz cons-
tar para conheeimento da guarnicao e devidos
fins:
1. Que a 9 do corrento, apresenUram-si neste
quartel geoeral e reassumiram os emprej;os que
tinham no deposito dos recrutas os Srs. capiUo
Manoel Joaquim Machado e tenente Francisco-An-
tonio de S Barreta Jnior, os quaes vieram da
corte aguardar nesu provincia suas reformas, por
terem sidos julgados incapazes do servgo do exer-
cito, segundo communicou o Exm. Sr. coa selheiro
Do Piauhv, o bacharel
Silva.
De Sjygipe, o tencnte-coriiel
Cardoso funor.
Do Paran, o bacharel Antonio Loo Alwnso ae
Carvalho. "
De Santa Catharina, o bacharel Bento Duiz de
Oliveira Lisboa.
Foram tambem nomeados os seguintes vice-
presidentes : ,
2. da provincia de Santa Catharina, bacharel
Manoel do Nascimento da Fonseca Galvoj!
3. da do Piauhy, coronel Benedicto Forlcira de
Carvalho. i!
4. da mesma provincia, lenente-corottfcl JosO
Amaro Machado. j
Por carta imperial de 23 foi nome* caval-
lero da ordem da Rosa, Francisco Joaqnuh do A-
morim Juntar, subdito de S. M. El-rei de ftrtugal.
Por decretos da mesma data foram epncedi-
ds as seguintes pensoes, que ficam dependentes
da aporovasio da assembla geral: I
De 423 mensaes a D. Josepha Florentina da Cos
U, vuva do major do infanuria Joaquim Cardoso
da Costa. I
Do 60 mensaes a D. Senhorinha Maria (Jos San-
tos Sodro, viuva do eapitao de voluntarios da pa-
tria Joao Nunes de Araujo Sodr. t
Do 603 mensaosa D. Anna Joaquina dh Amor
Divino, mal do capito do voluntarios dfi patria
J.4o Pereira Reboucas. J
De 213 mensaes a D. Flavia Emilia da .Silveira
Wiektmhagen, vinva do tenente do 10.' batalhao
de infanuria Frederico Jos WickhcnhagEn.
De 213 mensaes a D. Rosa Joaquina de Souza,
viuva do tenento de 16." batalnSo de infanuria
Frederico Augusto de Souza.
De 213 mensaes a D. Amalia Navarro ra Fon-
seca, viuva do tenente do 10." bajalho de infante-
ra Antonio Vicenta Ferreira da Fonceca.
De 60* mensaes ao eapitao da guarda pacional
Bonifacio de Oliveira Mello.
Por decreto de 23, foi nomeado eirurgjao
do corpo de sa le do exererto o Dr. om medicina
Raymnndo Caetano da Cunha.
Lemo3 no Jornal do Commercio:
Reunida em assembla geral, elegeu a socie-
dade Commemorativa da Independencia, o? 12
membros do conselho administrativo cora que pela
modlflcaco e approvacSo do art. 8o dos seas es-
Ututos, fo'a augmentada a directora ltimamente
eleite.
A eleicn recahio sobre os segrales Srs.: Anto-
nio Francisco da Costa, Severo da Silva Quares-
ma, Balthazar Rodrigues Gamboa, Artidoro Augus-
to Xavier Pmheiro, Pedro Alexandrino de Bar-
ros, Ignacio Carlos de Almeipa Gonzaga, Antonio
Joaquim Coelho, Joo Antonio daTrindade, Heitor
de Cordovil, Antonio Jacy Monteiro, Jos Theo-
doro dos Santos e Paulino Jos Gomes da Silva. -
Da directora geral do corpo de bombeiros,
communicam-nos o seguinte.
iiucrque. ,
Por diu de 28 do passado, foram nomeados
para o batalhao n. 41*.do municipio de Ipojuca :
2" companhia.Tenente o alta es Francisco Ma-
noel de Souza Leo,altares Manoel MartinsdaRosa.
3a dita.Capital o tenente Justiniauo de Mju-
donca Lina.
8 dita. Altares Joo Rodrigues do Moura.
Por dita da mesma data, tai mandado ag-
gregar ao 2o batalhao do infamara do municipio
do Recife, o tenente cirurgio do batalhao da ci-
dado da Ara na Parahyba, Felisberto Ferreira de
Olivera.
Por dita de 29, foi nomeado tenente cirur-
gio do batalhao n. o, do municipio do Cabo, o
altares Joo Manoel de Castro. Santos.
ESTOLA NORMAL. Sahbado encerraram-se
effectivamenl os trabalhos lectivos deste csiabele-
cimento de instruccao publica, o que, no seu gene-
ro tem mais prosperado no imperio, e dos de ins-
truccao superior paga pelos cofres provinciaes que
existen! na capiul, aquelle, sem duvida, que me-
Ihorcs e mais vanUjosos resultados lem aprsenla-
do ; devido isso ao zeta c interesse que tuina o seu
digno e Ilustrado director, o Rvm. Sr. conego Fran-
cisco Rochael Pereira Brito de Medeiros^ e os pro-
fossores das diversas cadeiras, quo cada um a ca-
pricho procura melhor cumprir scus deveres os-
raerando-se no apertaicoamento dos alumnos.
Comecou o acto do encerramento s 9 horas da
manha, pelas aulas do 1. anno, orando o Sr. pro-
fessor Miguel Archanjo Mindello, e o alumno Bo-
lsario dos Santos; seguiram-se as do 2. anno, fa-
zendo o Sr. professor Dr. Ayres Gama a nraeao
congratulatoria, que respondeu o alumno Hermi-
ntf de Siqueira ; e terminou pelas do 3. anno,
onde dscursaram sobre a fe-u o Sr. professor Dr.
Jos Austregesilo R. Lima, e o alumno Augusio
Wanderlcy, recitando o Sr. Dr. Torres Bandeira
logo em seguida urna linda e mimosa poesia.
Durante todos os intervallos fizeram-se ouvir os
mais bellos trechos musicaes, execuudos pelas
bandas de msica do 1." e 2. batalhoes de infan-
uria da guarda nacional.
Antes da terminacao do acto, tendo apparecido
a pardinha Mara, de 10 annos de idade, escrava
de urna senhora, moradora ra Diroita, imploran-
do a proterco dos alumnos p ira olitcr 4003000
que Ihe faltavam para a sua alforria; o Rvm. Sr.
conego director, acompanhado pelos respeclivos
professores e alumnos, resolveram arrancar ao
captiveiro mais esse ventre, para o que cotisaram-
se at sorama podida, reservando a entrega da
carta de lberdade para o dia em que se proceder
destribuco dos ttulos de aluranos-mestres tut
estudantes que freqnenUram o 3." anno do esta-
dio, e fizeram elle jus.
A' noute o esubelecimento abri suas portas
um concurs immenso de homens e senhoras, de
todas as ierarchias, que flearam sorprendidos com
o aceto, boaordeaeregulandade que encontra-
ram em cada urna das aulas, e em geral em toda
a escola. A exposico de desenhos e trabalhos eal-
lygraphicos maravilhou a qaaotos viram-a, nao s
pelo gosto e pureza do trabalho, como pela seg-
ranos e vigor da execucao, o que patenia o apro-
veumento dos alumnos, e a proflciencia dos res-
pectivos professores. ____
Anda a intelligencia Ilustrada veio tomar
parte na feste da noute. expressandoso em verso
pelo Sr. acadmico Flix Ribelro de Carvalho, e
era prosa pelos Srs. Aristharco Cavalcant do Al-
buquorque e Francisco de Borja Ohveira.
Desojando mil prosperidades aos novos athletas
do progresso social, qnelles que em breve devem
ir. no meto de mil fa e trabalhos, diffundir o
que pprenderain pela populaco necessiuda de
saber; damos noos emboras ao nosso amigo o
Rvm. Sr. conego Rochael, pelo grao do engrandec -
"ment que tem levado a Escola Normal deste
provincia, azendo assim jus gratido do publico,
e aos merecidos encomios do poder competente.
HORRIVEL DESASTRE. No dia 30 do eor-
ronte, coinecando a moer o engenho Salgado,
Joao de Souza Reis, iilem.
3a anno.
Manoel Barbosa Alvares Ferreira, plenamente.
Manoel Ventura de Barcos LiteSampaio,idem.
Pedro Antonio de Oliveira Ribeiro Jnior, idem.
Santino de Assis Pereira Rocha, idem.
Joo Polycarpo dos Sanios Campos, dem.
4" anno.
Aureliauo Antonio Ribeiro e Silva, plenamente.
Manoel Pedro Carduzo Vieira, idem.
Jos Dantas Silveira, idem.
Clementino de Mesqula Barros Wandcrtay, idem
Flix Ribeiro de Carvalho, idem.
Fernando Alfonso Ferreira, idem.
5" anno.
Padre Estanislao Ferreira do Carvalho, plena-
mente.
Antonio Jos Rodrigues dos Cotias, idem.
Joaquim Franciseo Paes Brrelo, idem.
LOTERA.A que se acha venda, a 125" a
beneficio da igreja de Nussa Senhora da Si-ledade
do Recita quo corre no dia ?.
ITXEUAL.Amanh-v tari lagar na Igreja do
F.-pi rito-Santo, o funeral de Jos Ferreira ta Si ka
Magalhes. llavera destribuieio de esinolas aos
pobres quo apparecerem.
\LFANDEG VEsta reparlico rencu no mez
do setembro 1,018:780 J940.
EVASAO DE CRIMINOSOS.D. poder de urna
escolta de pragas da guarda nacional, cominan-
dada pelo cabo Joo Rodrigues de Moura, evadi-
se no lugar S. Paulo, 4 leguas distanto do Brejo,
o criminoso Jos Bento BeHro Velloso, pronun-
ciado no art. 269do coligo criminal, quando la da
villa do Brejo para a do Limoeiro, alim de ah
responder ao jury. A evaso deu-se por ter per-
mitlido o cominandanle da escolta, que> o preso
descaacasse no interior de uina casa, d'onde elle
so poz era fuga A escolia tai toda recolhida a
priso, e a ser processada.
PASS\GEIROS.Sabidos no vapor francez .Va-
Mire para a Europa :
Bispo do Cear o 1 padre, baro de Vasconccl
tos, sua senhora e urna neta, Benot Chaulet, Gui-
IhermeLegasse, Joaiuim Lopes Alheiro.F. Finln-
zola, Luciano Lombardelli, Antonio F., Carolina
Raineri, C. Solano, o os nufragos J. J. de Boer,
P. X. de Boer, G. Halborg.
Sabidos para a Granja c port >s intermedio?,
no vapor Ipojuca :
Dr. Guilherme Cordeiro Coelho Cintra, Antonio
Fenisola o 1 companheiro, Antonio Fichina e 1
companheiro, R. S. do Vasconcellos, J. Furtado de
M. e i criado, Conego A. Barros de Souza, Jos
Leandro da Silva, M. A. Barbosa, F. B. Aranha
da Franca o 1 criado, bacharel M. da O Figueire-
do e 2 criados, J. S. Bastos, Salvador J. Henrique,
M. Pereira, J. D. da Silva, T. Pompeo da Silva Bra-
sil e 1 criado, Placido P. Pessoa, G. Roger o sua
irma, escrava araiana e Elvira, Vctor I., Nicolao
I., Leoncio Pereira de Azevedo e sua senhora, D.
B. Guimaraes, J. R. dos Santos, Antonio C. R-, H.
A. Villar e 1 criado, D. Antonia R. Dantas o 1
criada, Olvmpio Silva, E. R. Galvo, A. J. Alves,
E. C. de guiar e 1 criado.
Sahidos para Aracaj e portos atermedios,
no vapor Jaguaribe :
Goncalo P. A. F. e 1 menino, Pedro A. de O.
Ribeiro e 1 criado, B. B. de Loureiro Tavares, E.
R. Vieira, G. G. Pereira e 1 criado, Antonio C. de
Figueiredo, A. Antonio R. e sua senhora, Camillo
C. Dantas, G. Vieira de Mello, M. R. Dantas de Al
meida e 1 criado, Francisco H. F. Ga-cez, Maria
Magdalena G. S. e 2 lilhos, Antonio Jos M., M. R.
Alves Ferreira o sua senhora, Jos Antonio dos S.
A. Antonio Cleraentino C. C., J. Antonio Men-
dontja, L. R. da Luz, S. F. Mendonga, M. Duarte
F. Ferro, A. de Gusmo, Antonio E. de Aguiar e
1 criado. Lu P. Barro/Candido V. da Costa, Jos
Ufinnoi Hamim Franp.Ucn S. Machado. Jos B.
buquerqtid o Molta.Mandoft-se pedir informa-
cao. Reccorrente;,o juizd; reccorn I \ Joao Bap-
tisU P. Bispo.Relator o Sr. desembargador Do-
mingues da Sila,iarteados*-**. desembargado-
res Souza Leo, Ahneida Albnquerque e Mol-
te. Improcedente. .
Aooiuvos dk pungi.Aggravante, u. de Met-
i ; aggravado, o juizo.Relator o Sr. desembar-
pador Alnieida Albuquerque. sorteados os Srs.
desembargadores Guerra o Gitirana.eram prp-
viraento. Aggravante, Jos Hornra Lopes; ag-
gravado, o juizo.Relator o Sr. desembargador
Regucira Coste, sorteados os Srs. desembargadores
Guerra o Souza LeoDeu-se provimento qnant
a prmeira porto o nao tomen-se eonhecimento
quanto a senuadfi por nao ser caso de aggravo.
Appei.i.xco cniME:Appellanle, o juizo; appel-
lado, Paulino Jos de Miranda. Improce-
dente. .
Appellacoes civr.is.Appellanle, Antonio do Sa
e Albnquerque ; ppollad >,' Tittnfdjo Valeriano
BaptisUConfirmada a seatenrjip. Apjiellante,
Clemenlino d Hollanda Lima: appellado, Jos
Pacifico da^Costa Caraco. Qoiillrmada a sea:
lenca.
Revista avL.-+Reccopente, Manoel Jos Fer-
reira Braga; reecorrido, o testamenteiro de Joa-
quim Jos Ferreira Braga. Julgou-se a conlir-
maco cora o pedido do reccorrente. Receorrente,
Jos de Lacerda Guimaraes; reecorrido, Albino
Alves de Camasso.Nullo o processo do fls. 339
em diante.
PASSAOENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desem-
: appel lante,
irmiano Jos
__rignes Ferreira. l'evista cvel: reccorrente,
Diogo de Oliveira C ; reecorrido, Antonia Jos de
Campos Cordeiro.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
desembargador Alnieida Albuquerque.Appella-
coes civeis : appellanle, Luiz, eseravo ; appella-
do, Dr. Francisco Pinto Pessoa. Appellante, Ma-
noel Alves Ferreira; appellado, D. Maria Cordei-
ro. Appellante, Bispo Correa Lima; oppellada, a
vuva do Bento Casado de Oliveira. Appellante,
Antonio Yaz da Costa; appellado, Francisco D. da
Co-ta.
Do Sr. desembargador Ahneida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motte- Appellacoes crimes :
appellante, o juizo ; appellado, Manoel do Rog i
Pontos. Appellante, Angelo Rufino da Cruz ; ap-
pellado, o juizo. Appellante, o julio; appellado,
Domingos AffonsoFerreira. Appellaco cvel"- ap-
pellante, o pardo Mall'.eus por seu curador; appel-
lado, Jos do> Barros WanderJey.
Do Sr. desembargador Domingucs da Silva ao
Sr. desembargador Reguera Costa. Appellafoes
crimes: appellanle, o juizo; appellada, Joaquina
Maria da Couceicao. Appellante, a juizo; appel-
lado, Jos Marcelino Marques.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Souza Leo.Appollaco c-
vel : appellante, D. Joaquina Benedicta Vieira da
Silva; appellado, Juo Ribeiro Pessoa do La-
cerda.
Do 5r. dcscral'argador Regair Coste aoSr.
desembargador Souza Loo.Appellacoes civeis:
appellanle, a parda Angela Maria; appellada, D.
Virginia Fernandos Ferreira. Appellante, Lniz
Emiliano de Figueiredo; apuellado, Manccl Ale-
xandre de Araujo Guerra.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. des-
embargador Gitirana.Appellacoes civeis : ap-
pollantes, Jos Antonio de Oliveira c sua mulher;
appellado, Francolino Laurentino do Boinli n. Ap-
pellanle, o tenente-coronel Luiz de Albuquerque
Maranhi; appellado, Germano Jos da Os-
te. Appellante, D. Hermelina Maria da Concei-
o ; appellada, D. Clara Sophia Finton. Appella-
coes crimes : appellanle, o juizo; appellados, Thc-
reza Maria de Jess e ontros. Appellanle. o pro-
motor ; appellada, Guilhermina Maria di t^ a-
ceio. ,
ssignou-so dia para julgamcnto dos seguintes
feitos:
Aitellacao civkl.Appellante, -Ivio Bnptista
da Cesta Coelho; appellados, Amia Ignacia c seo*
filhos.
Ai'PEi.LAgo:s ciiiMi.s.Appellante, o promotor .
appellado, Luiz Rodrigues do Franca. Appellante
o juizo ; appellado, Jacob, eseravo. Appellante,
Antonio C. Coelho ; appellada, Nal '
DaUQKNQlAS.Com vista ao Sr. dcsmnbarrjador
Manoel Bapiisia, Francisco S. Machado, Jos I
e sua sobnnha, Francisco Jos Pire3, Manoel .
Lima.
-Soguiram para o Ro Grande do Snl no lagar
brasileiro Francisco I, os segnintos : Joaquim
Alves Gomes Velludo, Margal da Coste Amaro
Narciso Jos Ferreira Jnior, Antonio Pinto de
"dem para o Aracaty no hiate Maria Amelia,
os setraintes : Jos Antonio de Figueiredo, Joao
Antonio Porto, Jlo Pereira da M. Oliveira, Joa-
auim Antonio de Alcntara Bilhar.
CEMITERIO PUBLICO. -Obtuano do dia 29 do
passado :
Gonotanca, Pernambueo, 6 mezes, Boa-viste ; es-
pasmo.
Antonio, Pernambueo, 26 annos, solteiro, Recite ;
peritonito.
Joaquim Marcelino de Oliveira, Pernambueo, 27
annos, solleiro. Boa-vista ; anemia.
Elisio, Pernambueo, 11 mezes, Afogados; intente
eslite.
Eugenio, Pernambueo^ 1 anno, Boa-viste: ana-
7i re
Anna Jeronyma Correa, Pernambueo. 30 annos,
solteira, Boa-viste ; pulmona.
Silverio, Pernambueo, 1 anno, Boa-viste ; den-
ticao.
CHRONICA JUDMURI.I.
TR1BLTX.1L D% RBLAV-40.
SESSO EM 26 DE OUTUBRO DE 1869.
PnESIDR-VCIA DO BXM. SR. CONSBLHKIBO CATA50
SANTIAGO.
As 10 horas da manhfta, presentes os Srs. desem-
promotor da justiea.Appellacoes cruwes : appel-
lante, o juizo; appellado, Pedro Antonio de Noro-
nh t. Appellante, Rogerlo Pereira da SHva ; ap-
pellada, a justiea. Appellante, o juiz i: appellado
Manoel Gomes da Silva. Appellante, o uiz >; ap-
pellado, Jos Felippe de Santiago. Appeltaat,
Domingos Gomes de Aguiar: appellada, a justi-
ea. Appellanle, Manoel Felippe do Nascimento:
appellado, Miguel C. dos Sanios. Appellante, o
juizo; appellado, Simia i Correa de Luna. Appel-
lante, o juizo; appellada, Sebastiana, eserara.
A' uina hora o mete da tarde eneerrou-se a
sesso.
TCUBUXAL. DO CJOWSSBbMJIO.
SESSAO JUD1CIA1UA EM 28 DE OLTCURO DE
1869.
PRESIDENCIA DO EXM. Sfi. DESESIBAUGADOB A. F. PE-
nETTI.
Secretario, Julio Guimaraes.^
Ao meta dia dedaroa-se abena a se sao, estando
reunidos os Srs. desembargadores Silva Guira-
resfRes o Silva, depuUdos Rosa", Basto. Miranda
Leal e baro de Cruangy, faltando com participa-
c de doente o Sr. desembargador AceiqH.
Lida, tai approvada a acta da precedente sessao.
Ordenou o Exm. Sr. presidente que fosso remet-
lido para o competente cartorio o feito vrado do
supremo tribunal do justiea enlre parles, recur-
rentes, Saunders Brothers A C. e ontros; recor-
rido, o administrador da BBwa tallida de Pedro
da Silva Reg.
ACORDAOS ASSIGNADOS.
Appellante, Cezario Deodato do Pontes Franco ;
appellado, Salustiano Launano do Pontes: em-
bargante, Manoel Monteiro da Cunha; embarga-
dos, Antonio Lourene Texoira Marques e ontro :
embargantes, Guimaraes A Ohveira ; oniharijado
o liquidatario da Caixa Filial do Bauco do Brasil
nesta cidado.
JUUJAMKNTOS.
Embargante, Bcnj^min Tuckons ; embargada,
Augusto Coelho Leite.
Adiado a pedido de outro Sr. deputado.
Nao estando presente o Sr. desembargador AC-
cioli nao foram |ior isso propostos os feitos adia-
dos as sessoes anteriores, entre partes, embar-
gantes, Abreu A Veras; embargados, Augusto
Porlo A C.: embargantes e embargados simult-
neamente, a viuva e herdeiros de Manuel Goncal-
ves da Silva, e D. Claudina Senhorinha \ 101ra w
Carvalho : appellanto, a Companhia Vigilante ;
appellado, Joaquim Jos Goncalves Bellrao : em-
bargante, Joaquim Jos Pereira da Cunha ; em-
bargado, Francisco Ferreira Novaes : apjienawtas,
Broslhelman A C.; appellado, Jos Francwco Ta-
boca : appellante, Joo Pinto de Lemos Jnior;
appellado, Manoel Alves Ferreira.
AGGRAVO.
Juizo especial do commemo : aggravante, Mi-
guel Archanjo de Figueiredo ; aggravado, o ad-
ministrador da massa fallida de Manoel do Ampa-
ro Caj. ,
O Sr. desembargador Silva Guimaraes negou
provimento. .
Nada mais houve, e foi encerrada a sessao a
meia hora da tarde.
t .
PUBLICACOES A PEDIDO.
A oinpra da ca* par* o aaylo
de mea ilcldade e a Oplalao
Nacional .
Repete-se todos os das, que a opposicao da
essencia dos governos represenuuvos, mas, que
ella nem solicite enem pude ser til aos parti-
dos, seno quando conscienctasa e conforme aos
priici.iios da razo e da justiea.
Este mxima, acceiu geralmenie como urna
verdade, recusada pela redaecio da Opiniao Na-
cional, que, alliaod.i as paixoes ms da pidittaa o
sonlHnento da inveja dos mritos alhetas, ha de-
clarado guerra de morte aos caracteres mais ele-
vados, as reputaedes as mais illibadas do partido
conservador. _
Espiritas pequenino?, senao aMS


Diaria de Pernambuco Ter(;a feira 2 de Novembro de 1869.
i
u_
-.
4-
-L-X,
^~
-m-
_=__
pdem compreltender, que nn paliiira lu/Ut se pMc
discutir: os kmms sem os ojintor, as epatas
ten as prejudit
A ltguigom virulenta eifpregada ltimamente
pela redace.i i da tpau ti eoRtra. alws
i'uncciomrios do asado, jtijcan as noss'.is ob-
orvaoded.
Uina das victimas imraotadas no altar da in-
vaja, pola redaccao da Ofiniao Nacional fui o Dr.
Mauoel da Nascunento Machado Portelia, lente da
l'aculdado de Direito, e purtanto, colloga do seu
aggrossor.
No cxercieio do cargo de viee-presideote desta
provincia, en que se tem havido com moderaco
ojuslioa, eutenden o Dr. Portelia, promover o
quant coubesso om suas (urcas, os melhoramentos
uiateriaes e moris di provincia Entre estes me-
receu-lho especial atienco (com justa razao) o
ostabelecimento do asylo de mendicidade, para
cuja fuudaoo j harta em deposito suficiente
quantia.
Para a realisaco dessa grandiosa idea, desper-
tada cm 18j9, por occasio da vista de S. M. o
imperador, emprogou S. Exc. todos os seus estor-
bos, de modo oui breve poder ser aberto o asylo
a esta quantidade de mendigos, que' enchem as
pontos, aortas das grojas, e ribeiras.
O primeiro passo a dar era ou a cJificao > de
um estabelecimento apropriado cm lugar convc-
Dienlemcnte, ou a compra do algum predio, que
para tal tim podesse prestar.
A primeira hypoihe-sc exiga largo espado de
tempo e (trullada quantia, supwiur a 100:000$ rs.
demorando-so por tanto a salisfaro de tao urgente
uecessidade.
A segunda era a oais vanlajosa, por que havia
um predio com bastantes aecommodaeSes, o em
Jugar muito conveniente, o foi por isso aeceita
ptlo vico-presidente.
Com as precisas, cautcllas e previos exames, foi
comprada a rasa e sitio de Santo Amaro, perten-
ceule ao commeudador Natto, pela quantia de
83:0005.
Este acto do 9t xc. mereceo applauos da
gente sensata da provincia, e foi elogiado pela un-
prensa.
Bastou esto ultimo facto, para qae a inveja so
enforecesse, o, chamando para debaixo da sua
handeira, o odio, a intriga e a calumnia procura**
io atacar a clevaco e o mrito de seu adversario.
A Opinida Nacional, na podeudo bem avaliar
a aeco do Dr. Portelia, porque, (como succede ao
invejoso) de cerlo tempo comeeou a v-lo obliqua-
monte, procuron, se bem que debalde, marear-lhc
a reputado, e fazer desmerecer o acto por elle
praUead; o a proposito pulilicon, em hnguagei
um pouco bordalenga, o seguinlo artigojulitorial:
t os contratos d\ admbqstracxo.
Palta-nos dados para bem ajuizar da conve-
niencia dessa compra da casa da empreza Can
bmiio para o asylo de mondioidade. Mal situada,
mal construida, grandemente arruinada, c som
terreno que se reeominendc por causa alguma
( e diz que lht> fnltam tluJat para Ofuiae da con.
tettitatua da compra!! ) cis inais do iiue suffl-
ciente para concluir a primeira vista que muilo
xcessica foi a quantia de 23:000 dada por essa
casa em rumas. Entretanto provocamos apenas
explicacoes a este respeito competente.
Costa a err que a redacoo da Opmio Nacio-
nal em altenr.b ao respeito'que leve ao publico,
e a sua posicao, nao procuraste indagar melhor,
ojmodo porque se fez essa compra.e as convenien-
cias que d'ella resullaram : maso quo se pode es-
peral do invejoso, se a inveja suppoe semprc a
iiialdado no corro ?l
Diz muito bem o conselheiro Bastos, que nao ha
'ji'co, nao ha paiavra, por mais innocente que se-
jam, que a inveja nao possa envenenaar.
O quo levou a Upinido Nacional a censurar a
compra da casa para o asyk), foi a inveja da glo-
ria que d'esle facto polona ter o Dr. Nasriment'
Portelia : do contrario teria procurado informar-
se, do que a semelhante respeito se passara, c en-
tilo saberia :
Quo o Exm. vice-prCsident" nomeon nma coin-
misso composla dos Srs. Dr. Jos Joaquim de Mo
raes Sarment, baro da Soledade (distinctos mem-
Uros di directorio liberal) commendador Jo- Pi-
res Ferreira, Dr. Jnin da Silva Ramos e engenbei-
ro Felippe do Figueira Faria para examinar o lo-
al,'. a casa em questo, e dar sobre a convenien-
cia da sua enmura circunstanciado parecer ;
Que esta commissao maior de toda a excepcao,
opinou pela compra, declarando que a casa offere-
te localidade para o fim i que era destinada, sen-
do muito mdico o preo por que era vendida;
Que a casa central, que de sobrado, est mui-
to bem conservada e aceiada, lendo sete janellasde
frente, e mais de cem palmos de fnndo, com are-
lados aposentos em ambos os andares ; que an-
uexos casa exirte dous edificios sobre arcadas,
om cada um dos quaes se pode, no andar supe-
rior, accommodar perto de 200 leitos, e no Inferior
prepararse salas de trnbalbo e refeitorios:
Que apenas um d'estes edificios lateraes est
com a coborta arruinada, e nao o edificio prin-
cipal ;
Que com a casa enmprou-se tambem o grande
iiio em que ella est situada, com arvores fruc-
tferas e quatro pocos, um dos quaes de agua po-
la ve I ;
Que a localidade nao pode ser mellior para um
asylo de mendicidade, pois alm do fcil accesso
por trra, tambem o tem pelo Capibaribe por meio
de duas cambas;
Finalmente quo n viee presidente, alm da men-
cionada commissao, novia tambem sobre o proco
o digno director das obra* publicas, o a ostras
pessoas entendidas na materia, e todos foram un-
nimes cm que a compra era minio vantajosa, pois
Une com o dobro do prego d'elia, se nao fariam
hoje as obras all existontes.
Mas quem pode chamar a razao um espirito
dosvairado pela inveja, e pelo odio partidario ?
A Opintao Nacional pretenden prejuiliear a re-
pntacao da< que intervieram oeste negocio, mas o
contrario consegnio; e foi, fazer sobrosahir o
merecimento do acto praticado pelo vicc-presideute
da provincia.
E' o que semprc succede ao invejoso : annun-
cia o merecimento alhei?, como o fumo annuncia
o foso.
!-*dora do dia 30 .
14:123*958
\i\ 010402o
COMMERCIO.
PRACA DO UEC1FE 30 DE OTBRO
UE 1869.
AS-3 1/3 HORAS DA TARDR
Cambio sobre Londres 90 d/v. 19 3|\ d. por
UOOO (hontom e hoje)
Cambio sobre Pars 90 d|v. 483 rs. por franco
(hontemi.
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
eeretano.
Sociedade bancaria em com
inaudita
Theodoro Simn fy C,
Compram e vendem por conta pro-
pri metaes, moedas nacionaes, e estran-
geiras, letras de cambio, sedulas do go-
vero) e do banco do Bsasil.
Descontam letras da trra e outros ti
tu los comm:rciaes.
En -.arregam-se por conta albeia das mes-
mas transacces, da cobranca de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Receb m quaerquer qnantias em depo-
sito, em conta .correnle, e a prazo futo,
ro do Pelourinho n. 7
Largc
ACFA\ngG/i.
Hadnnento do dia 1 a 39 99i:84l657
IJ'.rn do dia 30......-f3:937A28:
1,018:786t940
VIMI.VTO DA ALFANDET.A
4:t0
; 50
<'-----
4da fi3
260
480
'
CONSULADO PROVINCIAL
^ndimento do lia 1 a 2.) 87:7iij022
Idea do d i 3J...... 1:2994635
89:0415Go7
PRACA DO RECIFE
SU 30 DR OUTUBRO DR 1869, AS 3 HORAS DA TARDE.
Cambio.Durante a semana saccou-se sobre
a Europa cerca do 140,000 aos preeos de 19
5/8 a 19 3/4 d. por U sobre Londres, e de 483 a
486 rs. por fr. sobre Franca.
Algodao. Em consequeneia das noticias viudas
da Europa e da corto do imperio, este genero
afrouxou um pouco, vendendo-se o de Pernambuco
1* sorte, som inspecgo, a 13S, e de I3|500 a 14
sugeito ella; o da Parihyba, posto a bordo, ven
deu-so de liSOO a 153 os 15 kilogrammas.
AssucAn.O producto da nova safra, que como-
ca a appareccr no mercado, val animando os com-
pradores, quederam de33Oa340O pelo masca
vado purgado, de 32250 a 3 3300 pelo americano,
e ile 23*00 a 2830 pelo bruto, os 15 kilogram
ma<.
AgurdenteVendeu-se a 943 a pipa.
Anuoz.O pilado da India vendeu-sc de 35030
a 33030 os 15 kilogrammas.
Azrite-doce.Vondoii-seo de Lisboa de 4? a
44200 o galn, e o do Estreilo a 4-3250.
Bacalhao. Em primeira mo vendeu-se a
193500, c retaljio a 20 J por barrica.
Batatas.0 gigo de @ vendeu-sc do 800 a
a 900 rk
Boi.Aciii.MiAs.Vendcram-se a43500 a barriqui-
nha.
Caf.dem de 53 a 63300 a arroba.
Cii.dem de 23100 a 23800 a libra.
Carv.vo de prora.0 do Cardiff foi rendido a
20 por tonelada.
Cervfja.dem a 43^00, 53200 c 8d a duzia de
betija* ou garrafas, segundo a qnalidailr.
Lougv A inglezi vendeu-so com 430por cont
de premio sobre a factura.
Manteia.A ingleza vendeu-so de 950 a 13050
a libra, o a franceza a 860 rs.
Massas.Venderani-se a 73500 a caixa.
Oleo de linhara.Iilem a 23 por galo.
Passasdem a 83500 a caixa.
Presuntos.dem a 183 os 15 kilogrammas.
Queijos.Os flamengos vonderam-se a 23800
cada um.
Sarao.O inglez vendeu-se a 170 rs. a libra.
Toic.iniio.Vcndcu-so o de Lisboa a 9.3500 os
15 kilogrammas.
Vinagre.O do Portugal vendeu-se de 1235 a
1303 a pipa.
Vi.viio.__Os do Portugal venderam-sc de 2303 a
a 2703, c os do outros paizes de 180 a 1903 por
P'pa.
Vklas.0 pacote de 6 velas de composicao
vendeu-se do 620 a 630 rs. por libra.
Descont.Durante a semana regulou de 10 a
12 por cento ao auno.
Fretes.Do algodao de Pernambuco para Li-
verpool /8 d. por t e 5 % a vela, 7/8 d. e 5 %
vapor, para H imburgo 3/4 d. o 5 % a vela ; d.
Cear para Liverpool 3/4 d. o 5 % vela, e p ira
o Continente 7/8 d. e 5 % idem. Do aonar de
Pernambuco para Liverpool 20/por tonelada e 5%.
o para o Canal o ordens 40/ a 37/6 e 5 ;0
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 29.
Em commissaoVapor brasileiro de guerra
Recifc, commaiidante o capito teneut-j
Jacintho Fernandes Piuheiro.
BahiaHiate brasileiro Garibaldi, capital
Custodio Jos Vianna, carga varios g-
neros.
Portos do SulVapor brasileiro Paran.
commandante Morra, carga varios g-
neros.
Navios entrados no dia 30.
Montevideo33 dias, barca ingieza lkdbreast
de 312 toneladas, capito Surisnop,
equipagetn 11, em lastro; a Saunders
Brothers t C. Recebeu ordens e seguio
para o Cear.
Rio Grande d > Sul 20 dias, escuna in
ghza Aberfeldy, de 110 toneladas, ca-
pito VVilliam Evans, equipagein 6, carga
21:723 arrobas de carne; a Antonio L.
de O. Azevedo A- C.
Navios saludos no mesmo dia.
Goyanna Hiate brasileiro Probidadc, ca-
pito Manoel M. da Paciencia, carga^ va-
rios gneros.
AracatyHiate brasileiro Graciosa, capitn
i laquim A. do Figueiredo, carga dilfe-
rentes gneros.
AssBrigue portuguez Adelina, capitn
Manoel .1 u |ii m da Silva, em lastro.
Penedo o portos intermedios Vapor na-
cin il Jaguaribe, commandante Guillar-
me, carga diferentes gneros.
Granja e porto intermedios Vapor ni
ctonal Ipojuca, commandante Moura.
carga differentes gneros.
Bordeaux e ponos nterin '.dios Vapor
francez Navarre, commandante Massenet,
carga varios gneros.
OftTl) Suspenden do lamaro para o Cear, o
patacho norte-allemo Atllanlic, capito
Kophe, com o mesmo lastro que trouxo de
Montevideo.
Navios entrados no da 31.
Rio do Janeiro30 dias. barca portugueza
Iris, de 245 toneladas, capdo Malinas
de Souza Maciel, equipagem 10, carga
14:000 arrobas de carne ; a Antonio L.
de Oliveira Azezedo & C.
Montevideo32 dias, barca ingleza Inoor.
de 437 toneladas, capito Cumming.
equipagem 13, em lastro; a ordom.
Macei 2 dias, escuna norte allem i
Almulto, de 152 toneladas, capito W.
Rener, equipagem 4, em lastro; ordem.
Mamanguape2 dias, biate brasileiro S.
Joo Baptista, de 64 toneladas, capito
Joaquim Felippe de Moura Guedes, equi
pagem 6, carga assucar e algodao ; a
Thomaz Antonio Goiraares.
Parahyba26 boras, vapor brasileiro Cu-
ruripe, de 222 toneladas, co n nindanie
Jos Henriques da Silva, equipagem 15,
carga madeira; a companhia Pernambu-
cana.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio Grande do SulLagar brasileiro Fran-
cisco 1, capito Antonio Francisco dos
Santos, carga varios gneros.
Liverpool Lagar norle allemo Solid,
capito Spreren, carga assucar e algodao.
Aracaty Hiate brasileiro Mara Amelia,
capito Francisco Thomaz de Assis, carga
varios gneros.
Rio Grande do SulBrigue brasileiro Tigre,
capito Francisco Dias da Cosia, carga
sal e agurdente.
Navios entrados no da i" de novemhro.
Bahia6 dias, vapor americano Norlh Ame
rica, de 2000 toneladas, comtnand inte
Ttnklepangli, eqnioagem 73, carga dnfe-
rent s gneros ; llenry Forster C.
Bahia9 d3S, brigue ingl*z Tearlss. d
290 tonelada-, capillo VV><
pagem 9, em las-io ; Ord i
li thia 9 di*, jf. D
291 ton ...; i
Hin 9.
New-York c portos intermedios Vapor
americano North America, commandan-
te Tinklepangh.
ECUTAES.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, ofeial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito espe-
cial do commercio em cxercieio nesla cidado
do Recifo de Pernambuco por S. M. o Imperador,
ueDcus guarde etc.
ac saber aos quo o presente edital virem e
dell noticia tiverom, que no din 3 de novembro
deste correnle anno so ha do arrematar por ven
lia a quem mais dr cm praea publica desto juizo
depois da respectiva audiencia o seguinte : urna
vacca peijada do cor do rapoza avaliada por
<:03000 mil res. A qual foi penhorada por exe-
cucjio do Jos Faustino do Lomos contra Antonio
Francisco dos Prazeres. E nao havendo lancador
que cubra o prego da Rvaliacao a arremataban
ser feita pelo prego da adjudicagao na forma
da lei :
E para que chegue ao conhcclmento de todas
inandei fazer o presente edital quo, ser alDxaJo
nos lugares do costume e publicado pola im-
irensa .j
Recife, 30 de onlubro de 1869. *
Eu Maiioel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
trivao o snnscrovi.
Recife, 30 de outuhro de 1880.
Tristao de Alencar Araripe.
eternamente gratos, para com esto bondoso publi-
co |)ernambiic;ino.
As pessoas quu s dtgoareni aceitar e^tes bllhe-
fai o e-periaf favor cuidar sua esportula na
porta, (|uo adiar a iineni entregar.
Principiar s 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
----------------, .... ,
COMPANHIA PEUNAMBUCANA
DE
aves;a?o costclr.1 por vapor.
Fernando.
-<|^y O vapor x Coruripe commandante
J[A\ Silva seguir para o porto cima no
BJSBBBdia (i do novembro an meio dia' Rece-
be carga at o dia 5, encommeudas, passageiros e
dinbeiro a fretes, at as 10 horas do dia da sa-
hida ; no escriptnrk) do Forte do Mattos n. 12
Rio de Janeiro,
Para o indicado porto, pretende seguir com mui-
la brevidade a barca portugueza S. Joo, por ter a
maior' parle do seu carregamento engajado ; c
para o rosto que lhe falla, trata-se com o consig-
natario Joaquim Jos oocalves Delirio, ra do
Commercio n. 17. ,
DECLARACOES.
O Illm. Sr. inspector, da thesouraria de fa
;enda desta provincia manda fazer publico que em
"irludc do ordem do thesoureiro sero vendidas
nesta thesouraria d'ora em diante as apohecs da
divida publica, a 8 0(0,
Secretaria da thesouraria de fazenda do Per-
nambuco 26 de outubro de 1869.
Servindo dcofflcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A Rima, junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife. na sala do suas s ssocs,
c pelas 4 horas da tarde do dia 21 do correte, ar-
randa pelo tempo de um a tres annos o terreno
que possu* o patrimonio dos orphos, na estrada
i'e Agoa-Fria sob n. 6, o qual divide com os sitios
<,c D. Maria Rita da Cruz Noves, e o dos herdei-
ros do Henrique Glbson, pela quantia de 240*000
i.nnuaes, pagando mais 400J1 pela malta quo all
existe.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
ate 22 do uutnbro de 1869.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
BAHA
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do ftecife precisa contratar com que
S3 queira encarregar de fazer sua custa as obras
de que necesita o sobrado n. 37 da rna da Mor-'
da, concedendo ella, alera de outras vaotagens, o
arrendamento por grande numero de annos.
Recebe para isto propostas em cartas fechadas,
na sala ae suas sessdes, devendo os pretenden te?
examinarem as obras de que carece o predio.
Secretaria da Santa Ca>a de Misericordia do
Itecifc, 4 de setombro de 1869.
O escrivao,
Pedro lladrigue* de Souza.
nclMIHERAT-
Rclaco das cartas registradas vindas do norte
pelo vapor Tbcantins para os senhores abaiso
declarados :
Andr xlves Caminba. D. Clotilde Cavalcanti de
Drito Inglez. Domingos Al ves Matneus, Dr. Fran-
cisco L. de Gusmo Lobo, Francisco Mamede de
Aimeida, Guisepp Bartholomeu (i), Hermenegildo
l\ do Lemos, Dr. Ignacio do K-'go T. do Britn,
Joaqoim Bernardo de M., Dr. Joo Antonio Alvos
Jnior, J. Mmleiro deCirvalho, Joo da Silva F.
ic Innao, Joo Vianna de Mello, Dr. Jos Leandro
artins Soares, Manoel Ambrosio da Silveira Tor-
res Fortugal, Manoel de Mello Cardoso B, Nillo
da Silveira Ramos, Pedro Muniz & C, Pedro Pau-
lo Rosa, Saturnino F-rreira de Carvalho (2), viga
*io da freguezia do Brejo.
Correio geral.
Ilolago das cartas registradas existentes na ad-
ministracao do correio desta cidado para os se-
nhores abaixo declarados :
Antonio Barbosa de Freitas, Antonio Francisco
da Cruz Cardoso, Antonio Jos Teixeira M. Bellem.
Antonio Maria (Fernando), Antonio Pinto B. do
Azevedo, Doininiros Alvo< Villaca, Antonio Pedro
ce S Brrelo, Baleriano FNquisio, Candido Grego-
rio dos Santos Siqueira Dinam rico, Augusto di
Itogii Rangcl, Joaquim Antonio Teixeira, Joaquim
Graciano de Araujo (<), Joaquim Jos GoneaKe
Beltro (2), J. Pinto o Campo- (3) D. Joanna F
iievo Navarro, Joo Baptista G iimares, D. J >se-
pha Francisca Pinto Regueira Rom >s, Jos Alve-
Barbosa Jnior, J.)< Bernardo Mendos Jos Car-
los Barbosa, Jo* Jorge de Siqaeira Filho, Jos
.'tiendes Vieira, Leopoldino Antevio da Fonseea, Dr.
Malaquias Antonio Gongalves, Manoel Cesar de S,
Manoel Joaquim Ignacio Pessoa, Manuel Jos Gon-
galves Braga, Manuel Maria Rodrigues do Na*ci
memo. Palineira <\ Beltro, Paulo Jos de OliTeira
(2), Severino Ribeiro C. Mouteiro, Tobas B. de
Menrzos, Thomaz Caryo, Trajano Goncalves da
5 Iveira, Targino Silveira do Souza Magalhaes, Vi-
jento L. da Costa Campello, Dr. Vicente Pereira
lo Rogo.
PRUGMMMA
Sexta-fetra 5 de novembro de
1869.
Grande concert Instrumental
no sales do
CLUB PERNAMBUCARO
Em beneficio dos artistas da ex-
companhia lyrica, Socomano
Francisco e Boara Luigi.
A orchestra dirigida sobre a regencia do babil
professor Francolino Domingos de Moura Pessoa,
que se presta generosamente, como todos os mais
companheiros.
1" PARTE.
1.' Grande simphonia pela orchestra.
2.a Phanlasia para rebeca, tirada da opera ira-
cliibelh, e executada por Socomano Francisco, e
acompanhada no [nano pelo Sr. Carolos.
3.a Divertimento para flauta enmposto e execu-
tado pelo insigne flautista (Salustiano) e acompa-
nhada pela orchestra.
4.a rea variada, por (A. Laureli) e executada
no cirmelo por Antonio Martins, e acompaahada
pela orchestra.
2.a PARTE
1a Linda e grande simphonia pela orchestra.
Ia Divertimento para rabeca, executada pelo
Socomano e acompaohado pela orche-tra.
3.a Phantazia para clarineto tirada da opera Ma-
chibodi. nxecnUda por Antonio Martins, e acom
panhada no piano pelo Sr Carolo.
4.a'Linda phantazia para flauta executada pelo
Sr. Salustiano, e acompanhada no piano pelo Sr.
Carolo.
Os beneficiad. 3gradecem publicamente, ao
muito digno emprezario do Club Pernambucano, o
granda cavallerismo qne tem osado para com to-
llos aquellos arti-tas que foram da companhia ly-
rica, otostran 1 i-s sempre satisfeito em tedas as
vezes.que tem do prestar seus servigos quelles
iu- d vil em qnand.i vio implorar sua protegao
O Sr. empr-zario mo-tra em si, que dotado de
i ii e(racaobotid'M oM urna alma bem formada.
" I n p.'i r>pibWel imb.ir i,
ir nK u'ii i a*e>n r "n its (lil
egqVs, \>to_ iiijupr
i iTief- v
: i> RD'ti
[dad.
O palhabote Garibaldi, capito Custodio Jos
Vianna : a tratar e Mn Tasto Irmos.
Para o Porto
segu com brevidade a veleira c nova barca por-
tugueza Isolina ; para carga c passageiros, para
os quaes teir exee lientos commodos, trala-sc com
os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do & C, ra da Crnz n. 57, 1 andar.
Para JSIaoo do Ass
A barca nacional Flecha, capito Joo Augusto
de Pinho Victoria, seguir para o porto cima In-
dicado nesles uito dias, recebe a frelo a carga que
Ihc appareccr : a tralar-sc com Marques, Barros
& C., no largo do Corpo Santo n. 6, 2a andar, ou
com o capitn a bordo. ________
cmpaxhia mmiT
DE
Paquetes a vapor.
Des portos do norte esperado
at o dia 12 do novembro,o vapor
Cruzeiro.do Sal, commandante J.
P. Guedes Alcoforado, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os^ortos do sul.
Desde j recebem-se passatroiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conuuzir, a qual dever
*er embarcada no dia de sua chegada. ncommen-
las e dinheiro a frete at o dia da sua sahida as i
horas.
Noscrccebcmcomo cncommendas senao ob
lectos de pequeo valor e que nao excedam a duaf
arrobas do peso ou 8 palmos cbicos de medice.
Tudo que passar desles limites dever ser embar-
ca lo como carga.
Prcvne-se aos Srs. passageiros, que suas pas-
sagens s se recebem na agencia a ra da Cruz
n. 57 primeiro andar, escriptorio de Anti nio Luiz
3o Oliveira Azevedo & C.
lOMPAllA BMUILU
DE
Paquetes a vapor.
Do3 portos do sul esperado
t o dia 9 do correnle o vapor
Ovar, commandante o 1 te-
nente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se t
;arga que o vapor poder conduzir, a qual dever
bs e dinheiro a frete at as duas horas do dia da
-ua sahida.
Nao se recebem como cncommendas senlo ob-
ioctos de pequeo valor c que nao excedam a 2
Tobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
eao.
Tudo que passar deste3 limites dever ser
.mhar rado como carga
Previnc-se aos Srs. passageiros que suas passa-
i?ens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57
l* andar, cscriplorio do Antonio Luiz de Oliveira
Vzevedo & C.
LEILOES.
LEilAO
DE
Xa importancia de 40:1334150
rete
Quarta-leira 3 de novembro da 1869.
0 agente Pinto levarn leilo, s II horas do
lia cima dito, por autorisacao do I q ai data rio da
extincta frma de Southal Mllors & C.. as di idas
na importancia de 40:'i37lo0 rs., sendo........
31:187310'rs. de conformidade com o manaado
de penhora cunta J. de Siquoira Ferro,e......
9:2498840 rs. de conformidade com dous manda-
dos contra A, Pinto de Lemos ; o leilao ser
effectuado no dia cima dito, no escriptorio do
referido agente, ra da Cruz n. 38.
De 99 barra com vinho do Por-
to e de etubal.
QUARTA-FEIRA 4 DE NOVEWRRO.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer de 9 barris de 5o com vinho
do Porto, 10 ditos de 10 com dito e 60 ditos de
5 com vinho tinto de Setubal cm um ou mais lo-
tes a vontade, no dia cima dito quarta-feira 4 de
novembro de 1869, no trapiche do Cnnh, as 11
boras da manhaa no Forte do Mattos.
LEILAO
DE
8 y*-Mimes com drogas
Qiiarta feira 3 do oorrente
as 10 horas
O agente Pinto far leilao por conta e risco de
quem pertencer de 8 voluntes com differentes dro-
gas, vindas de Londres no navio inglez Elisa &
Jane e existentes no armazem da travessa do
Corpo Santo n. 25, onde se effectuar o leo.
tonstando de differentes obras de direito
e litteratura de adores conhecidos e
afamados.
QainHtfcira 4 dr crrante
fiOlii'.v.
Por interveflcfio do agou Pinto, no sobrado da
ra do Imperador n. 2i.

lJff? '\
t
I i

>
o .
-i fT*
par i
B.]Ulf : 1
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se
alugar urna escrava que saiba cozinhar c engom-
mar : na rna das Cinco Pontas n. 86,
Aluga-so a casa n. 3 da ra do Caes quo
segu da Detencao, rom 2 quartos, 2 salas quin-
tal o cacimba, por 124000 mcinaes : a tratar no
sobrado contiguo com o Sr. Valenca. _____
Caixeiro
Precisa-sede um caixeiro dos ltimos chegados
para taberna : na ra do Itangel n, 67.
Amas
Precisa-so de duas amas, urna para lavar e en-
gommar e outra para cozinhar e comprar para
casa de pmica familia, prefere-se escravas : a tra-
tar narir do Imperador n. 17, 2o andar.
A irmandade das almas da matriz de Santo
Antonio precisa de um capello para celebrar as
missas da madrugada nos domingo e dias san-
tos, a comecar no 1.a de novembro prximo : o
Rvd. Sr. sacerdote que se quizer encarregar dessa
capellana queira ter a bondadn do enlender-se
com o Rvd. Sr. vigario, na matriz.
Consistorio da irmandade 2 de outubro de
1869.
!0 escrivao
Manoel Camello Pessoa.
Aluga-se
urna casa com 4 quartos, 2 salas, e corintia, no
Montciro junto ao rio : a tratar no largo da al-
fandega n. 2.
Escrava.
Precisa-se alugar urna preta escrava ainda que
seja velha, para r> servico interno e externo de
uina casa do pouca familia: a tratar na ra da Cruz
n. 28.
CA*i\ DA FE.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio venda : ra do Cabug n. 2,
vende Vieira & Rodrigues.
m CONSULTORIO MEDICO CIRURGICO jg
Malaquias Antonio Goncalves, doutor &i
z5 em medicina pela faculdade do Rio de'23
S Janeiro, tem seu consullorio medico c- {^
^| rurgico, na rna da Cruz n. 26, 1" andar, jj
53 Consultas das 10 a I hora.
lia Chamados por escripto.
Immmi mwm mmm
Prccisa-se da um creado para todo servico
do hotel, paga-se bem, preferc-se escravo : a tra-
tar na ra estreita do Rosarb n. 11, hotel Lisbo-
nense.
o segundo andar e soto do sobrado da ra da
Cadeia do Recife n. 60, com bastantes commodos
e muito fresco : a tratar no armazem da exposi-
co de Londres.
Criado.
Precisa-se de um criado que d fianea a sua
conducta : na roa nova de Santa Rita n 59.
Amassador
Precisa-se de um amassador de padaria : na
ra dos Pires n. 50.
Precisa-se do uina ama para cozinhar e fa-
zer compras para casa de pouca familia : na ra
do Pires n. 5.
Aluga-se urna casa para passar a festa, na
Passagem do Caldeirciro, a'beira do rio Capibari-
be, confronte ao Sr. Dr. Alcoforado : quem pre-
tender dirija-se ra do Pavsand, no Cajneiro,
n. 19.
AVISO
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello,
escriv o da cidade de >azareth desta provincia,
o favor de no praso de 15 dias vir ou mandar a
ra do Imperador n. 18, para concluir aqoelle
negocio, que ba 4 annos ja foi por este mesmo jor-
nal chamado para o concluir, e que acudindo a
aquello annuncio asseverou realisa-lo em 30 dias
e de novo esqueceu-ss delle O annunciante es-
pera que S. S. o dispensara do vir ainda ao prelo
para este fim, mas ^e for a isto obrigado por S. S.
ser preciso explicar a razao deste chamado, que
parece ao annunciante Ihe nao fie ir airosa tal pu-
hliraco. Recife 16 de outubro de 186'.
Furlaram do engenho Ptieirinha, termo de
Agoa-Prota, dous quartaos com ossignaes seguin-
les : um ruco, pequeo, velho, com denles que
lirados e bou'i estradeiro ; o ontro castanho, gran
de, anda a passo, e tambem velho ; amb >s rastra-
dos, tendo sobre a anca a marraPereirinha se
bem quo tanto extincta, com tud>> ainda percebi-
vel; cre-se que os eonduzissom para os lados de
Darreiros on_Porto-Calvo : roga-se s autoridades
a apprehenciKdo* mesinos.
Cuzinheira.
Precisa-se de. urna cozinheira : na ra da Cruz
n. 16, luja.
Aluga-se urna grande casa c sitio, tendo ca-
cimba com boa agua de beber, outra dita m;s
pequea, perto da BORoacio da Vanea e do rio
Capibaribe: na ra do Hurtas n. 2, Io andar.
Aluga-se nina loja propria para negocio : a
tratar no sobrado n. o, no largo da ibeira da fre
guezia de S. Jos.
Na ra da Senzala-nova n. 38, escriptorio,
contrata-se urna pessoa habilitada para fazer a es-
cripta de urna casa de negocio.
da roa da Imperatriz, boceo dos Ferreiros at a
estacao dos trilitos urbanos na ra da Aurora, na
sexta-feira, nma cadeia de ouro c chave para re-
logio : quem a ti ver ashado c quizer fazer o favor
de entregar a seu dono, dirija-sc ra da Impera-
triz o. 64, que ser generosamente recompensado
Joo Paulo do Souza, tondo conduzido novo
notas promisorias da qurntia de 4:3323403 cada
urna, passadas pelo coronel Jos Pedro Velloso da
Silveira o favor do commendador Manoel Gonfal-
ves da Silva, e vencida a primeira em 31 de julho
de 1858, e as outras nos annos subsequentes, sen
do a ultima em 31 de julho de 1866, para as en-
tregar ao coronel Coriolano Velloso da Silveira,
visto oslaron! ellas pagas desde o dia 26 do cor-
rente mez e anno, succedeu que as perdn ; e co
mo nenhum effello tem ellas mais por ttem sido
pagas 4 cisa do supradito commendador Manoel
Goncahes da Silva, o abaixo assignado pedo a
quem as ti ver achado, o favor de Ih'as entregar,
tanto mais quanto a ninguem pode ellas aprovei
lar, e por isso promette urna gralificacao.
Joo Paulo de Souza.
Os abaixo asignados declaram ao publico e
especialmente ao corpo do commercio, que desde
31 de julho prximo passado se acha dissolvida a
suciedade que tiveram nesta praca nos eslabeleci-
mentos da ra Nova n. 35 o da ra do Brum n.
54, que gyrava sob a razSo soial de Braga & Vil-
laca, fleando a cargo do Jo Baptista Braga a i-
quidaco do activo o passivo da loja n 35 da ra
Nova; o a cargo de Manoel dos Santos Villa?
igualmente a liquldacao do activo c passivo da fun-
dico ra do Brum n 54.
Recife 30 de outubro de 1869.
Jlo Baptista Braga.
Manoel dos Santos Villaca.
"TCECAO
Roga-ae a quetn arhnu um embrulho, eontond*.
d"si-arpis, em dujilieata, c O'-tro-
. .'* .ran perdido-i dos.'i i o ti i
(...., .. ., .
a 6 diri'iir s-' i
Preelsai'se.___.. :
Do um menino brasiletro aV13 a 14 atnta o
idade ; que toaba ou nao pratica de taberna.; mx
ra dos Pescadores n. 43.__________________
Prccisa-se de urna ama para cozinhar rrr_
casa de homem viuvo : na ra da Cruz do Rccr_
n. 15, 3.andar.________ _____________^
ATTENCAO
Na loja de fundara da porta larga roa da.
Imperatriz n. 65, tem um grande sortimeRto t
candieiros c lamparillas para gaz, de lindos foMRr,'
e obras de funileiro, tendo 1 santuario de gesto e
bem acabado, assini como vende bombas, teraRi-
ras, etc., e encarrega-se da encanalad d'agoa para
qualquor casa, ou e.-tabelecimenlu, tambem vende
um bonito e inodern > tupa.) inglez, nao s cozbr
com lenha como com o carvo. Na mesroa hija
conccrlain-sc todas as toras do eneanaramlo
machina de costura, asseverando que acbario
sempre prompto a servir bem os seus tregeles :
a tratar na inesma loja a qualqucr hora, quesera
Hendido.
O testamcateiro do fallecido subdito franeez
Joo Vignes, convida aos devedorej do finad* a
saldarem seus dbitos amigaveimente, do contrari
serao ajuizados sem excepcao alguma.
Aluga-se por anno ou por festa uina casa na
ra dos Milagros, em Dunda, recommeadavel por
ser mu perto do mar, com 4 salas, 5 quartos. ro-
zinha e quintal : a tratar na ma dos Ossos ns. SS
o i'i, a qnalquer hora.
Na praja da Independencia n. 33 se da di-
nheiro sobre penhores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia ; c aa niesma
casa se compra e vende objectos de ouro e prata,
e igualmente se faz toda e qualquer obra de an-
coiiimenda, c todo o qualquer concert tendente
mesma arte.
AMA
Precisase de urna ama para andar com urna
menina e fazer o servico interno de uina casa de
pouca tamilia, podo sor nacional ou cstrangeira : a
tratar na ra Nova n. 22, loja.
' Um moco de idade de 17 annos, com muito
bom talho de letra, saliendo arilhmetica, traduzir
francez e inglez, olferecesc empregar-se en al-
guma casa do commercio, dando fiador a sua etn-
ducta, se for preciso : quem precisar dirija-se
ra da Matriz da Hoa-vista n 26, Ia andar, onde
se dar infonnacoes a respeito, ou annuncie po-
este Diario para ser procurado.
Precisa-se do una ama para o servico do
duas pessos : na rna Augusta n. 7i
rrecisa-se
de um bom cozinheiro : no hctel Central, rna lar-
ga do Rosario n. 37.
Precisa-se do um moloque para todo o ser-
vico de ra em urna casa de familia : roa es-
treita do Rosario, sobrado n 35.
Precisa-se de urna ama que saiba ongom-
mar bem : a tratar ra do Imperador n. 63, 4"
andar.
D-se a quantia de 8U03000 a premio sobre
hypotbeca em u n escravo ou escrava : tu roa
nbva de Santa Rita n. 37.
CASA FELIZ
Aos 20:000^000
o Recife arco da C'ooceicaoa. *t
Os abaixo assignados tendo-se habilitado d;
forma das leis, tem ex posto a venda os seus feti-
zes bilhetes das loteras do Rio ije Janeiro, na casa
cima, aonde so pagaro as surtes que sabiretn
mis mesmos bilhetes, com o descomo somente
da ici.
procos.
Bilbele inteio 2V.JO0O
Meios 121000
Quartos 6000
E de 100i para cima a 22J o bilheto.
Figueiredo A Leite.
Armac?lo de tmulos e cata-
cumbas.
Na ra do Imperador n. 9, coxeira de
carros fnebres, ha urna pessoa que se en-
carrega de armar, e dar os necessarios
arranjos para o dia 2 de novembro, dia de
finados, armando catacumbas e jaziffos,
tud- por preco commodn.
Ao baro das lagrimas, bigode
de ferro, ou cousa que o va-
ina.
Quem te avisa leu amigo .
Manda levar aquella pessoa aquelle cont e
quatrocentos mil res, que impozeste quelle *>n-
tor que te o dsse sem que nada te devesse o dont
desse dinheiro, e elle coilado cahio, poraae pre-
sava descontar letras e ticas faco ; lembra ti-
queo recibo falso.
Tres dias ; ou o dmbeiro, ou a calva mostra
publicarn cm regra e assignada, c depois uir
process na sala das audiencias, mais um espec-
tculo quo das no mesmo theatro.
Pernambuco, 30 de outubro de 1869.
Uh
Precisa-se de urna ama para cosinliar c
fazer o mais srvico de urna casa de pou-
ca familia, prefere-se escrava; trata-se na
ra Nova n. 46.
Lotera.
A casa feliz do arco da Conceicjo acabt
de vender nos seus muitns felizes bilhetes
o n. 2842, com'os 20:000$ em 4 quart.
Bscravos.
Precisa-so comprar quatro escravos ou escravas,
preferindo-sc pretos ou mulatas mocas: a tratar
na ra da In.pi>ratriz n. 13, no Bazar Acadmico.
A poss.ia que achou uin cachorro galgo de
cor cinzenta, toado os ps c mao< brancos, a pos-
ta da cauda tambem branca, o qual dcsapparecea
por occasio do portador que o conduzia ir lomat
urna roupa na ra do Arago querendo re lo, pode levar ao hotel do Monteiro, que ser ge-
nerosa mente recompensado._______________
- Alugam-se duas casas terreas sitas no Man
guinho a margem do rio, recommendaveis pela ria
terrea : a tratar na na do Vigario o. 31.______
- ozlnhero e earaplaa
Aluga-sc uin cozinheiro e um carapina: na rna
DireiU n. 21, Ia andar.
Aos laboriosos.
ConeeiUm-sr.
sob anca, machi-
nas de costara
com perfetco i
presteza, fazen-
do-se raes me
qualqucr pe?
que por ventora
se quebr;ama
romo machinas a
\ vapor, cyhndror
do padaria ou on-
tro qualquer m-
chinismo tenden-
te a industria dt
uaiz, sob asnww-
* Patos n. 8 ou
: -

<-
...uionk.
i
'

t-
'



1
nniiiiiMiiini '
Diario de PeroamWo Tftr^ja feira a de Novembrq de
1869

*
Mikroskope achroma-10\ca=^_^
tisehen. Objetiv Lin- ^,& _0_
sen.
Barometre e termo-
metre. Centgrado
e reuumenre.
mumm murado
Nova loja de calcado
JOAQUIH DAS DOS SANTOS d C. acabara de abrir mn estabelecimento de cat-
eado estrangeiro a ra Nova n. 30, onde o publico encontrar tndo o qne neste ge-
nero de commercio ha de melhor e de mais gosto em Paris e Londres.
Por todos os vapores transatlnticos receberao elles constantemente remessas de
calcado novo, pelo que ter sempre o estabelecimento o que a respeito se pode ejfr.
gir. Ao publico' em geral e a seus amigos era particular, pedem a cooperario,
Ihes possam dispensar, certos de que sero servidos com lealdade._______________Qot
OCIOS PERISCPICOS
E crystal de rocha do Brasil.
P 4 ermain, recommenda ao-publico, seus vidros periscpicos aperfecoa-
dos; porque, com este!, vidros, a vista descansa, fortifica-se e nio a canea como coro
os vidros ordinarios. Urna vez cscolhido um vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obrigado a moda-Ios todos os annos e oster
rada vez mais grossos, o que altera o crystalino do lho e determina quasi sempre d-
:es decabeca. O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do bo, e,
odas as vezas que o objecto est mais perto ou mais longe, os raios que expeli sao
tiu convergentes ou aessoas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a vtsao nao e distracta. I
Com a anplieacao de meas vidros pde-se vencer estas dfflculdades. Para os que tem
a vista curta e cojo crystalino mu convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
lone), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo aTasta-se o ponto de
vista, o que faz divergir os objectos e deixa ver tao longe como as outras vistas. Guan-
do o crystalino muito chato, o que succede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama nresbyta, vem melhor de longe que de perto, e nao enxergam senao
umnevoeiro na distancia-ordinaria da vista; com um vidro-convexo, estes enxergarao
to distinctamnte como na idade de 15 annos. Serviodo-se desles vidros quando e
vista principia eufraquecer, previne-se o mal. '
P *9. Germana encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a es-
colher.'a primeira vista", seja qusl fur a iade e grao de vista, oculos propnos para
qualquer pessoa, _
Para que sao fabricados estes vidros 7 7
Para a vista myope, (vista carta).
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqueza.
Para a vista que os olhos so desiguaes.
Para avista quo so tuna com o traba-
lho e a leitura.
Para a vista presbyta (vislagalon ).
Para a vista que nao supporta os'raios
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras esi3o cer-
cadas de sangue.
Para a vista que um dos olhos myope
e o oulro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
'do olho se cobra de catarata.
_
35 ; S 3 o.
-j es o -i = .
SO.
O CO O q,
O T 0<
Sorlimento de binculos
para theatro, e oculos de
alcance para o campo c raa-
rinha.
/
55
Popos tubulares instantneos de patent.
Estes porros forara espalhados na Euro
pa, tanto que, qualquer duvida do sei
grande valor pralico deve desvanecer a vis-
ta dns grandes vantagens.
Militares de exemplos mostraram que
elles sao de grande utilidade aos industriaes
agricultores e particulares; at em todas,
as expedcoes militares dos ltimos tem pos
foram usados para procurar sem demora
agua fresca e pura, e taota quanta se pre-
cisa va.
Em todos os lugares, ^nde um poco ca-
vado ou furado (pelo systema antigo) dara
agua, pde-se empregar os pocos tubulares.
Elles facilitara adiar agua muito mais
depressa, mais cristalina, mais fresca
mais barata do que por meio dos pogo.;
cavados.
O systema dos pocos tubulares o ni-
ce pelo qal se possa oJrter agua perfeita-
mente pura, livre de todas as substancia;;
nocivas e preservada de tedas as influen-
cias athmospfaertcas.
Por meio de urna machina muito simples, corisislndo d'u aacaco, impelle-se pan
dentro da trra um tubo d* ferro, cuja extremidade interior esta forada e munida
d'uma ponta d'ago; c logo que a sonda mostra agua oo roesme. dtve-se atarrachar
a bomba e faze-la funecioaar. Ao principio a agua ter substancias arenosas e terreas,
porm logo se clarifica, e em pene tempo stira agua pereitameerte lmpida.
Outras vantagens que aprsenla este systema s3o:
Primeiramerte, a prrjmptidao com que se executa toda a obra 4o aseentamento, que
multas vezes n5o. leva mais de urna hora, sem remofSo alguma de trra:
Segundo, n commodidade qoe elle offere-ce de ser nio somente ceHoeado fra asa, como tambem dentro da mesma, com nao menor facilidade:
Terceiro, a facilidade com que so tira para fra da trra pare sem o estragar
para o cetlocarem ooutro lugar::
Quarta, a grande quantidade d'agua que elle pode dar:
(mano, a posebilidade de tomar, uteis com pouco trbame, por me delle 06 po-
qm cavados que 'foram estragados pela rea ou por onlras causas.
Precieando-se -de urna grande quantidade d'agua pde-se tntrodwir na trra di-
versos tubos unidos uits aos outoos por meio d'm apparelbo muitp imptes.
Em lugar das bambas aspirantes geralmeate usadas, pde-se foraecer bombas 4c
compresso para elar agua e eeaduzi-la aos andaos superiores.
O freg dos f o?os tubulares sobre ludo proveitoso aos fazeodeiros, qoe eui
4oalqiierjcau*po onde o gado r*vca d'agua, os podem collocar e arranca-Ios para se-
-au eoHoeadas onde nelhor Ihes oaver.
E' tambem de grande otililidade aos fabricantes de ceneja, aos distilladore? e
todos os fabricantes em geral, e eom espccialade aos empreiteiros, architectos, en-
genimros e todos aqueles qus preofeam de quaatidade d'agua por tempo determinado
Este metb#do o uoico para obter em qualpuer parte agua, que seja livre de par-
tculas nocivas, eile tambera proveitoso aos .proprietarios, de casas o jardins, tantc
fian o so diaria como para regar as plantacCes e capira.
Pedmos i acuelles que nos auieerem honrar cora suas encommeodas de ok
rawnicar: 1 m que profundidad se acha a agua, o que fcilmente se pode verifl-j
^roos pocos ou cacimbas visinhas; 2 de que especie s3o as carnadas da trra da su-
Huicie at a carnada que oantm agua 3o em que especie de amada se acha a agaa
jmgaelle logar: 4. finanlmaratu a quantidad d'agua que se pede por hora.
i collocafSo do poco fica por conta do comprador offerecendo-se porm a empre-
za a emprestar o apparelbo de assentameato mediante urna retribuicao a convencio-
mr, a qaal se regular pelo terapo que se adiar K>ri.
Tambem encarrega-se de mandar urna pessoa habilitada na collocaclo aTess* po-
cos, pagaado o comprador alm do sustento e desperas de viagem (ida e voHa) um
jauaal p*ev+ameute convendonade.
Para encommendas e mais selarecimentos a respeito a tratar aa toja de Sr. F.
J. Germann; roa Nova n. 21.
Lunetas, pince-nez e
face--maie, ouro, prata,
tartarqga, bfalo, ac,
etc., etc.
Tora tambem grande sorlimento de relog'ios para parede, qoe do horas e para
cima de mesa dos mais lindos modelo Relog'ios para algibeira, de quro, prata, prat
dourada cfoleada, inglezes, suissos e orisontaes dos melhores e mais afamados fabri-
cantes.
Vendas cm grosso e a retalho. Em Pernambuco.
N. 21=Rna govaN. 21.
I
A' ra do Crespo n. 20 A, esquina da ra das Oruzes.
Alvaro Augusto d'Almeida C. partecipam ao respeitayel publico, e com es-
pechA'dade s Exmas. Sras. que o seu antigo e acreditado estabelecimento ra do
Crespo n. 20 A, de pequeo que era, acaba de ser transformado em urna bonita e vasta loja
de fazendas finas aonde pela sua localidade earaplido, o publico n3o s ter todas as com-
modidades para fazer suas coii.pras, como acha-lo-hio desde j prvido de um variado e
escolhido sortimeoto de Faeendas finas e grossas, o que ludo se vende por precos m-
dicos.
Este estabelecimento, apezar de estar j bastante conhecido, os seus proprieta-
rios temresolvidoentitula-lopor LOJA DOS ARCOS, para evitar equvocos, e torna-lo
por esta raaneira ainda mais popular. Eacontra-se nesta loja
Ricos cortes de blond e de seda branca para noivas.
Ditos de seda de cor e pretos.
Brochad de seda, fazenda inteiramente nova.
Footard idera klem dem.
Lias de muito gosto.
Cortes de cambraia e chita Mara Antoinelte.
Salas, bordadas camkmhas^parlhos,.balldes, basquinas, fichus, sombrinbas
luvas de peINea, cbapus etc.
Ha tamben constantemente um completo sorlimento de esleirs da India para
forro de salas, assiaa como alcatifa, tapete, capachos e muitos outros artgos, que seria por
dentis mencionar.
COMTARU IHIS IMMZ1.S
16RA DA CRUZ16
Ha diariament bollinhos para cha, bollos inglezes, pes-de-l, presunto, dito
fiambre, superior cha Hisson, dito preto e miudiuho, xaropes refrigerantes, vinhos en-
garrafados, doces em calda, ditos seceos e crihtalisados, figuras parafbandejas (phantazia
e noivado) caisiabas eom amendoag para preco commodo.
Recebem-se eacoBjmeBdas para bailes, baptisados e casamientos, as encom
mendas para fura sarao bem acondiccionadas.
Plua pudding.
AprecW.pud. Warranted supeijior qualit^. -
*
INJECTIOBROU
t nmu aaw,
_ JMMto. (BfeMr
kmi Utmn. "a.

)-tu*;mm
QUINIUM LABARRAQUE
*fMOVAOO HLA ACADEMM 01 MCOWINA OS PARIZ
O QalBlaoi Laburraqiw, emmwUBiante tnico e febrfugo deve ser
preferida todas as outra pnpirac(Jei de quina.
Oa vinhoa de quina eidmanjirnaato janyagadi na medicina preparanwe
.com caacan dn njpa onja riqueza em principios activos extremamente
variavel; paatotfcio, em razo de seu m*o de prepara?ao, estes vinhos con-
tera apenaa TestigMa de principios actwoa, em prop^icflea lempra variawia.
0 Qmlmlmm LnkamajM, approvano pala Aeademia da nwdioiiia, con.
atitue pela contrario m medicamento da composieao determinada, rica em
principios acvw.e com qutl m mdicos toa daentos podem aompro cooUr.
0 Quintana L abarra ajni preseria cgranan auto la poaaomt fracaa,
delibitndas saja par dharsaa cansan aTanfofamanto, saja por antigs malea,
tas;,aos adultos fatifwUa por una raplja srsioiiija, as mnniwi qui ten dif
cuidado em aa formar desenvoher; toinuUMRsdapois m partos; aos veihoe
anfraquocidea pato asWa ou duanfa.
I caca- da ebtavaaan, anauato cana aatUna, esto vinto mn poderoso
auxiliar dos fermajnaaaa, laajaaa> joa, par axaraato, eom aa afluan da
V*uav, nrwton affeitoa nw suiMiaaaa, peta ana rpida aecjto.
Bannaxte aos Parto L fTOE, fta\ mn Jnoab
m-Uneiro, MPOattIM,!; tHHlIT. Pwmmmp, lAWli^C-
>
C
>
\^^f^"
ANDRE DELSUC

CABELLEIRE1RO
^7 A Ra do Cref-po1.a. andar 7 A
ENCONTRAR-SE-HA sempre neste estabelecimento um variado e bonito sorti-
ment em perfumaras francezas e inglezas cuja lista damos aos leitores.
LUVAS Marca garantida de JOUVIN.
EXTRACTOS.De superior qualidade marcas LUBIN & GOSNELL.
DITOS FINOS.em frasquinbos proprios para presentes Lubn A Gosnell.
POMMADASBanha fina de varios cheirosLubin.Gosnelle, Societ Hyginique
SABONETES.finos para toiletteLubn d- Monpelas.
IAU DENTIFRICE.agua para limpar dentesSociet Hyginique Lubin d P.
fkate.
BRLHANTINA.para lustrar a barba e os cabellosLubin.
AGUA DE COLONHA.Marca verdadeira do Joao Marina Farica.
COSMTICO.cheirosoLuWn.
POZ DE ARROZ.ditoLubin.
HUILE DE SENTEUROleo para conservado dos cabellosSociet Hyginique
ESCOVAS FINAS.para cabellos, dentes e trabas.
BLAIREAU.Pincel para barba.
GRANPOS.para cabellos.
REDES NVISIVEISpara cabellos.)
GRAVATAS- LINDSIMAS.do melhor gosto.|
BENGALAS.de phantasia, para passeio e de diversos lmannos etc., etc., etc.
A lapafumeriej^ansienne.
7[ATRUA DO CRESPO i.ANJ>AR7A. *
Aos Srs. professores
homcepaticos
Urna pessoa mandando vir de Paris para sea
uso, da pharmacia do Coltelan ^ Wefeer, dro-
gas e objectos houxepaiieos, suecedeu viren al-
AVISO
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira do MaJto, es-
erivao da cidado da Naurew dssta |roTifcia,
favor de do praso de 13 dias vir ou mandar i roa
do Imperador n. 18, para concluir aqueNe mgoei
que ha quatro anrsM Ja> fot por asto mosnw tana*
gans sobreselente?, por isso di?poe-se a sede-los [chamado para o conctoin, aane aecudittia anani-
mediante a um pequeo ganho sobre os juros do 'e annuncio asseverou realisa-lo em 30 dias, o fe
dinhero, vindo a vende-los muito em conta. ovo esqueceu-sedelie I O annaneiante espera ejne
Assevera-se seren preparados com todo o esme 3. S. o dispensar Je vir anda ao prelo para este
tira, mas se for a isla obrigafe por S S. ser* pre-
ciso explicar a rato deste chamado, qoe paseoaao
annaneiante Ihe nio flcaa airosa tai panlicaeto.
AMA
Precisa-so de nma aian ojne saiba cosinbar: na.
travessa dos Pires a. 90 satia da Jeriquiti.
ro e cuidado, aflm de prdozirem os effeitos deso-
jados naj molestias que se applicar, pois fm man-
dados vir de proposito : taes sao ditos medicamen-
tos, tendo a grande vantagem de seren nao sa cui-
dadosamente preparados, como no vos, e viado
nesta recente viagem do vapor Natarre.
' 4Jma pharmacia eom 150 tubos dos prineipaes
medicanentos.
Urna Jita de 188 fraseos eom tintara matre.
Urna dita de 150 frascos com tintara na dena-
raisacao quo tem pruduiido effeitos maravilhosos.
Glbulos sacoarinos inertes do superior qua-
lidade.
Alcool de 95, e 60 0/0, encommenda especial
para tlntaraco.
Tobos sonidos para glbulos eom rolhae.
Rolbas de cortina de primeira qualidade para
frascos e tubos.
Verdadeira rnica montana em tintura matre,
vinda directamente da Soissa.
Jaffltas de a micos, espeeialidade nete genero.
' Fraseos surtidos com rolba a esmeril esem ellas.
reeommendnveis por serem viudos da pharmaeia
homoepatbica. A38IMC0M0. iem edtfjcros, mercilorits i
Urna rica carteira cirurgica para algibeira eom rus do Vigarion. 4, pavBMDtO ler 60.
todos os ferros do melhor fabricante, eontendo ---------------:-------------------"-----------
mais de 36 ferros, lancetat, agulhas, etc.. argida Em casa de THB0DOR0 CU
epinsasdo prata Una, recommendavel pela sai os- ANgW, raa da Cntt O. 48,
pecialidade. Ver e tratar a ra dos, ssos, onde Sto-SL-urnto tndaa m -"-^-
est o hospital de Saate Thereza, casa ns. M e Mectrwmeme moas as osafitaana ao
, a qualquer hora. Bordeaui, Bourgogae e do NaWO.
MARTIMOS
( 0\TRA FOOO
A Companhia bdenmsaaWa,asaibaietiiii
aesta praca, totaai
navios e seos


. ylj*?' -
Diario de Peraambuco Terqa feira de Novembro de 169.
*
A ESMERALDA
AMA
Precisa-so de urna eostabeira*
Joias, ra do.Cabog n. .
no Masen de
A FLOR DO IMPERIO
Fabrica de cigarros
Travessa do Queinyido 5
O proprietario deste cstabelcimento
participa ao respeitavoi publico que rece-
bou pelo nUimo vapor c vende barato os
segintes (eneros: cigarros denominados
dqne de Caxias, encouracados. de Daniel
do Rio Novo, peitoracs, orieniaes, paulis-
tas, gondcins e barregudos ; charutos dos
melhores fabricantes da llavana, Rio de Ja-
neiro e Rabia, fumo de diversas qualidades,
ponteiras de diversos goslos e bolsas para
charulos e cigarros.
* Na ra da Moeda n. 5, 2o andar, eseriptorio
de Manocl Alves Ferrcir & C, vende se vinho
verde superior em barris, ancorlas com vinho do
' dy (if^iwrinr- malvazia branco.
Casa para alugar
Aluga-so para passar a festa ou por anno, urna
casa na ladeira da Misericordia, oiu Olinda, com 3
salas, 3 quartoa, cozinha fra, terrajas com assee
Jos do pedra e cal, na frente o atraz, e'bom quin-
al cercado : a tratar no largo dp Terco n. 11
AMA
Precisa-sc do urna ama livreou mesmn cscrava,
quo cozinhe com perfoiro o diario de nina casa,
e que afiance sua conducta : a tratar na ra do
Vicario n. 5, 3o andar.
Oozinheiro.
hbil cozinbeiro.
LOJA DE JOIAS
DE
MQREIRA PARTE a C.
Este antigo es tab ele cimento, completa-
mente reformado de novo, est as condi-
poes de servir vantajosauente os sens fre-
guezes, visto que acha-se prvido com um
expendido sortimento de obras de ouro e
prata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, cujos precos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
se em troca ou compram-se com pequeo
abate.
AL 5 BA m ,4B"
mmmmmm
SAO BARATOS
PLS
Sabo de alcatrao
Para curar as molestia da pello
laes como empingens, darlhros, sarnas, coiniclioes
e mais molestias do pelle, sem occasionar acciden-
tes ; desfaz as manchas do corpo, pannos, sardas,
reslahelece a cor natural, qnanto a calis, seccaj
grossa o amarellenta, nrcasion.mdo por nlgmna
enfermidade, e como desinfectante e preventivo
das molestias contagiosas.
NICO DEPOSITO
Botica do Pinto, ra larga do Rosario n. 10, junto
ao quartel de polica.
^EMPRESTIWIO SOBRE
s
(SEM LIMITE.)
Na travessa da na
das Cruzcs n, 2, pri-
meiro andar, da-sc qsial-
per quanlia sobrecaro,
prala c pedras preciosas.
O dono deste estabolecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condices de ga-
rantir a transaeco que se zer era
sua casa, prometiendo todo e zelo
e consideraco s pessoas que se t
dignarem de honra-lo emseu esta- jj
belecimcnlo.
Na mesnia casa compra-se ouro,
prata c brilhantes.
Urgencia
Qnem se julgafj com ilir.ito ao terreno que flca
nos fundos da calato. G da ra de S. liento, per-
iqueme a Sra. I). S-verina Mana do Coraran do
Jezus, cujo terreno vai al a casa do Sr. Jorge
Tasso, na na de Porto Seguro, n qual pertence a
mesma senhora,; o se lia quem s mestnas lenha
a allegar alguuia duvida, apresento-se ao Sr.
Tasso com os competentes lilulos, ou ra d
Imperador n. il, uestes tres dias, pois que passados
estes so cffoctuar a compra do dito terreno.
ft Precisa-se de urna ama para cozialiar e com
piar para casa dj pouca familia : na ra de
Hurlas n. t.
uuA
22 Ra Nova n. 22
Machinas para costuras
A este acreditado estabeiecimenio, clie-
gou um rijnissimo sortimento de machinas
para costura, de todos os auctores; as
quaes so acharo era expsito no mesmo
eslabelediiienio. O prugresso destas ma-
chinas ma avilhoso 1 o seu servico equi-
vale a o de 90 ccstiireiras diarias 11 Os
seo liabalhos silo pesponlo, bordar, nan-
z", c nutras militas qualidades de costura,
como so pode ver no mesrao cstabelci-
mento.
Garanle-se a sua boa qnaiidade, como
bem o concert de qualquer machina quan-
do soja preciso; c tainbcm se manda cnsi-
nar, at que a pessoa esteja bem pra-
tica.
Ll
Resta venda um cscothido sortimento de ob
lectos de marcineria, como sejam, mobilias de ja-
;arand,mugnoeamarello, obra nacionaleestran
{eir, de apurado go.-to e por prafo< razoaveis:
a ra estreita do ftosario n. 31 Nesta mesm;.
jasa fazem-se com perfeicjio todos os trabalhos d*
?alhinha, como sejam, empalhamentos d lastro?
para camas, cadeiras e sophs.
A 2 de novembro pelas 8 horas da mauhaa ce-
lebrarse-ha na matriz do Santo Antonio desta ci-
diide missa e memento |ielo j mais esquecido pa-
trila Joaqum Xi;hes Machado e seus companhei-
cusde martyrio na revolucao de 1848 ne-la pro-
vincia. Espera-se o comparecimento de quantos
qaeiram prestar homenagem a memoria daquellas
iilnslrcs victimas.
O Sr. Dr. Coruelio Ferreira Franca Juniur
tem urna carta, na ra larpa do Horario n. 4i.
xVttenoiio.
i H iniein as 2 horas da tardo foi recomido um
cavado que vagava pelas ras desia cidado, en-
cheira do boceo do Oilvidor : o seu dono pgtle
procura-lo, que dando os signaos e pagahd o as
despezas, Ihe sei onirogiie.
Caixeiro
Precisa-se do nm raixe.ro de 14 a 18 anuos,
com pratica de taberna : no largo do Garmo nu-
erol3._______________________________
Superiores cortes de percalle com barra, para vestidos
Lindos cortes degaze de seda com 18 a 20 covados, pelo
prcro de o-JiOOO cada corte, na lojadas collumnas, ra do Crespo
Ionio Correa de Vasconcellos.
cada corte,
OLIVEIfU t CARVALHO
Successores de Reg &Moura.
24-Eua Nova 24
5
- f'-: ':'
Os proprietarios desle novo cstabelcimento fazem sciente ao publico, que
acabara de receber um perfeito c variado sortimento de pannos finos, casemiras, brins e
ulr>s militas fazendas de gostos modernos, as quaes vendem por precos razoaveis.
s mesmos scicntificim que tendoadmittido para sua oflicina de alfaite, um artista hbil
no desempenho de stias funegoes, recebem qiidlqucr cncommenda de roupa por medida
promettendo satisfazorem, com pontiialidade e presteza qualquer pedido neste sentido.
E
Todas as molestias S3rpliiliticas.
PELO
ELEXIR DO DR. SEVIAL
nico depurativo sera mercurio que tanta aceitado tem meiecido no Bra-
sil, as repblicas do snl e na Allemanha especialmente para cura das boubas,
sarnas, rheumatismo, todas as molestias syphih'ticas e em geral todas aquellas
provm da empareza do sangue.
NICO DEPOSITO .
NA
PharBiacla e drogara.
DE
Bartbolomea de C.
34Una Larga do llosarlo34
Procisa-se de um criad para todo servico
de hotel, paga-so bem, proferc-se eseravo : a lia
tar na rita estrejta do Rosario n. 11, hotel Lisbo-
nense.
A luga-se
urna casa em Beberibe : a tratar com J. I. de M.
Reg, ra do Coaimercio n. 34.
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoniza para lingir os cabellos
da cabera e da barba, foi a nica adrailtida
Exposicao Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparaces at
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a i 000 cada frasco na
Ra da Cad n. 51.
1. andar.
CASA DA FORTUNA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
k na do Crespo n.23 e casas do costume.
O abaxo assignado, tendo vendido lm de ou-
tras sorles, um inteiro n. 1'toS com 4:000$ da lo-
tera que se acabou de exlrahir a beneficio da
matriz de Nnssa Senhora da Penha do Gamelleira
(12V), convida aos possuidorcs virem receber,
na conformidade do costume sem descont algm
Acham-se a venda os bilhetes da 2* parte da
lotera, beneficio da igreja de Nossa Senhora da
Soledade do Recife (12o1) que se extrabr quinla-
feira 4 do mez vindouro.
Precos.
Os do costume.
Hanoel Marlins Fiuza.
Ama.
Precisa-se de urna ama para cosinhar; na rna
Direita n. 20, Io andar.
n. mesa reg dora
da devocao de N. S. da Luz convida a todos os
nossns irmaos e amigos do mu digno secretario
Jos Egidio de Albuquerque, aflm de assistirem a
missa do stimo da na igreja de S. Jos de Riba-
mar, pelas 6 horas da manbaa do dia 3 de no-
vembro.
(Consistorio da devoro de N S. da Luz 30 >
outubro do 1869.
O secretario interino,
Leandro Hononno J. de Sampaio.
J -
O MUSEO DE JOIAS
o2
3
C^
GOMES DE MAHOS IRIYIOS
tendo feito completa mudanza em sen antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente 1 C/^.
das 6 horas da manha s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
onde eneontrartio um completo sortimento do bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e tudo que em obras!
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREgOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de novos gostos, assim como grande variedade de salvas e paliteiros de I
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de!
objectos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam ^alquer joia ou pedra preciosa a aarantem!
a quaiidade dos objectos vendidos.
Aluga-se
pot um anuo, ou somonte para pausar a festa, nm
sitio com casa do grandes comm.)d;.s para familia,
tendo a vantagem do o rio pasear pelo fundo do
silio,em ltcberibe (porto da Madcira): a tratar na
ra da Cadeia do Itocife n. 56, ou na ra do Quei-
mado, luja n. il.
Quem quizer vender nni.i cscrava moca, que
saina lavar, cosinhar o engomar. annnnc4, que
ha quem chegue por ella o mclh.ir proco.
Nesta typograpbia se dir quem vende um
molequo de 17 a 19 annos do iilado, sem vicios
nem achaques, e proprio para criado e para ser-
vido do campo; assim como urna negra de 45
annos, pnrin forte, sadi.i, o boa cosinluira, pti-
ma engomadeira, lambein som vicio.
ir -
TRILHOS URBANOS
DO
Recife Apipucos.
Fngio do sitio da Sapucaia a 11 do crreme
mez, o eseravo de nomo Jos, pelo, idado mais ou
menos .">: annos, alto, secco, cara rusgosa, ps e
maos grossa, bem l.ilnnte e ladino, cosluma em
sius cursos ir para a matanca, ribeiri'servir do
carnicciro, on ganhar as ras da cidado,do lle-
cife. Recommciida-se a sua captura as autorida-
des poRrfaes c rapitacs de campo, mediante a com-"
|i(-!onte indomni Vmulem-so qnatro escravas (cT 18, 20, 23 o
30 annos, todas com habilidades, um bom prelo de
30 annos, que tamben) coziuba : na ra de Hurlas
n. PC.
* Bichas hamlMirgiiozas
Rtia d Cadeia n. 51.
Neste n vo deposite recebe-so por todos os pa-
quetes transaanlieos, bichas de qualidade supe-
rior ; vende o em caixa ou ponjao mais pequea,
e mais barato do que em qualquer outra pane :
ua na da Cadeia n. 31. Io andar.
TetF-
PHTLAND.
Vcude-sc no armazem amarello de Vicente Fer-
rcira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceicao, em barricas grandes.
El fiROSSU
l'KEC riXO E MDICO
NO
Ra Nova
ESPELHOS em quadros dourados ds '
t/.
I/- "r /
I* '3
Do dia 2 de novembre prximo cm diante, ser
regulada a partida dos trens por urna tabella, que
do dia 30 do eorronte mez em dianle, pode ser
procurada na estacan do Hocife.
Advertese espetialmente aos passageiros, qae
os trens que partein a tarde do Ilecil'o Apipucos
nao param nos pontos intermediarios senao de
S. Jos em dianto, h*vendo ontros trens que sahem
do Recifo de meia em moia hora, para accommo-
dar os passageiros at S. Jo-..
Os pa.-sageiros que tomarcm o irem em qual-
quer ponto intermediario com destino alm de S.
Jos, torio de passar a oulro que segu para
Apipucos.
{scriptorio da companba 2i de ontubro do
1869.
W; Rawiinson,
Gerente.
Criado
Precisa-se de um criado na roa das -Larangei-
ras n. 29, hotel Commercial.
Precisa-sc alugar urna ama forra para casa
de ponca familia, e tamboin se precisa alugar urna
prota cscrava para Tender taboleiro ni ra : quem
precisar dirija-se rua da Roda n. 22.
JDjse 700^009 a juros sobro nypotheca de
'cala'": /Juera precisar dirija-se ra ao Rangel
n. 41, Io andar.
COMPRAS.
Compram se moedas de ouro e prata de to-
dos os valeres, ouro e prata em obras uratitisadas
brilhantes e mais pedras preciosas: na luja de
odrives do arco da Conceicao, no Recife.
Omzeo de joias
' Na-rna do Cabuga n. 4 compra-se oaro, prata
e pedras preciosas por preijos- -taab vantajosos do
|ue em ontra qualqner parte._______________
, mM i BOIH-SI
4 73 ya .*/. a duzia i-3000, -4600,
UlOO, U9UU c 10300.
APIS finos o groza 2^200, 2,5600,30C0,
30400 e 43300.
DITOS com caht-ra de osso para carteira,
a groza 40800. "
DITOS muito superiores para carpina groza
20600.
DITOS muito finos com duas cores a groza
140000.
FIVELLAS d'ag pulidas c ehvernisadas
para caiga e collete a groza 10500.
OCULOS aro d'aco, vidro de grao a dozia
30500, 50000 e 90000.
LUNETAS OU P1NCINEZ dem idem a du-
zi 90000.
E muitos outros artigos que s com a
vista podem ser apreciados tanto as qua-
lidades como nos resumidissimos precos
por que tudo vendido.
Alm distu faz-se os abatimientos na razo l
seguinte:
Compras de 500 a 1000 descont 3 %
1 do 1000 a 5000 10 7
t de 5000 para cima 15 "/
PAGAMENTO REALISADO NA MESMA DATA
f em letra de 30 dias menos 2 '/*%
em de 60 t 5 %
Jos de So/iza Soares & C.
Na ra Nova n. 67, 2" andar, vende-se urna
escrava moca, bonita figura, exccllente engomma-
deira e costurara : a tratar na mesma casa ou
na ra da Senzala-nova n. 38, escriptorio.
Vende-se urna parda de iJade 22 annos, bo
nita figura, ptima engommadeira e coznbeira, de
boa conducta e fiel, e pejada de 5 para 6 mezes :
quem quizer dirija-se roa da Gloria n. 114. Na
mesma casa vende-se tima oscrava preta crioula
de ilade 24 annos, bonita figura, boa engomma-
deira e cozinheira, conducta exomplar, e sadia.
Baratissimo
Vende-se saceos com feijao, a prego commodo :
no armazem da oompanhia Pernambucana.
Compram-se e vendem se diariamente para fra
a dentro da provincia escravos de todas as idades.
ores e sexos, com tanto que sejam sadios: no
fcrceiro andar do sobrado n. 36, rea das Crazs,
rwraezia de Santo Antonio.
' Com muito maior vantagem compram-se
loedas de ouro apraU : na lo^a de joias do C4-
.Compra-se orna eatroca inmiaiMa mo : no
armazem d bola amarella no oito 9a secretaria
40 polica.
BJfS
' llivftVi
0 MUSEO DE JOIAS

A wu do Livrameoto o. 6i contina a ha-
*V pag veador por pregm rasoaveis, o
inglkor vinho torde at hoja vindo a ette
Bureado. _
l^>tiiie'oa>>-Jwr obb aaooat ftados;
rna Impwtol p. t7.
- VenoV-ie *mi*c*mm muito gorda .
V11HP i#m Mfcii^iCT-fcwtegarebeffl
3 tetra, pfopna para oto pnu-
e a armado r d*
ATTENgAO!!!
A propaganda homeoptica.
Por menos 30 por rento
Esta-se^ vendendo os restos dos medicamentos
homeopticos viudo no vapor Navarre de casa de
Weber. Retalha-se a vontade do comprador, como
sejam: glbulos em tnbos, vidros sonidos, globu-
l>m enuhos rnica, Untura malre, dita denami-ade,
te.; medicamento este, todo espeeial e novo ainda
no paiz. Porumio, bom ser aproveiUr a oppor-
tunidado para proverem-se de remedios de plena
conrtanca e cura maravilhosa.
22 e 24-Rua dos Ossos~22 e 24
Qmftote o hospital de Santa Tkercza.
A VEBDADE
55Ra do Queimndn_ 55
A VEIIDADE tendo em deposito grande
quantidade deniodexato |>erfiimiiias, ede-
sejondo apurar dinliciro e adquerir boa fre-
Kuezia est rssolvida a vender muiLissimo
barato, ; por essa razo convida ao respes
tavel publico a vir competentemente muni-
do a sortir-sc do bom c barato. Pois qnan-
do a Verdade apparece, todo mais des-
apparece____
Grande sortimento de bonecos de cera
massa as mais lindas possneis vestidas a ca-
rcter.
Ricds globos para candieir'o de gaz a I $800
Cbatiiins a....... 320
Grande sortimento de objetos de
louca para brinquedo de menino JOO
Garrafa com linla a..... SOO
Dita com agua florida verdadeira a I500
Dita com .lita dita a ... 1)50* O
Frasco com oleo ile babosa a 500 e 720
Dito com agua de Colonia a 300 e 500
Garrafa com agua divina a. IAS00.
Fraseo coW extractos finos a lOOO
Latas pequeas com banlia muito
lina a l" c...... 200
Sabonetes de diversas quali fados a
80, ICO, liOe...... SSU
Finas escovas para dentcs de, 120 a (.O'
Lindos coques modernos a. 24300
Pavios para gaz, duzia a 2'40 c 330
Escovas para faci a 5( 0, 000 e 700
Ditas para cabello a..... 500
Penles para tirar piolbf) a USO. 240
Brincos de cores, bonitos a 100 e 200
Pc^as de tranca de la com 8
varas por....... 80
Oleo para machina de costuia,
frasco a........ 600
Peonas d'aco finas caixas a 800 e 10('
Dita d'aco Perry, caixa a. 1540P
Galo de algodM peca .... 400
Lindos babadinlios e entremeios
peca de 500 a...... 1-5500
Rotoi's de madreperola, groza a 600
Ditos de louca muito fino a 120 c 200
Ditos para caifa a 1(50 e. 240
Caixa com papel amizade a. 700
Ditas com envelopes a. 480
Ditas com obreias a..... 0
Caixi com agulbas fundo dourado 280
Ditas de ditas ditas a..... 160
Tbesoura para costura a 240 e 500
Caixa com linba de marca a 280
Linba de cores em novellos (li-
bra) a........ 500
Carreteis de linba Alexandre de 70
at 200. .,,... 100
Grampos mtiilo linos com pausa-
ros, duzia a...... 2 Cartas portuguezas, duzia a :,'^400
Ditas francezas a 200 e 3*080
Papel almaco e de peso, resma a
3;5iOO, 34800 e 4-5500
i,a muito fina pora bordar, libra 0-570C
Fita de algodo para debrom de
sapatos, peca a..... .'i'1
Dilas de 13a para debrum de ves-
tido, peca a...... 480
Pentes finos para segurar ca-
bello a....... ao
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 20, 30 e...... ai
Caivetes grandes com molla a 32
Ditos para aparar pennr. a 10d
Cartees com colxetes a d
Rosetas pretas, par a / 100
Tranca de la drcaracol peca a 40 e 100
Fita de coz pe$a a 480 e 500
Alfinetes de latao a..... 100
Sapatos de la para menino a 240 e 800
Ligus para senhora, par a. 160
Grvala de sedas de cores a 200
...... 80
AOS SEiNIIRES MDICOS OPERADORES.
Queris possoir urna bolla carteira cirnrgica
de Luer, com 38 ferros t Ide a rna dos Ossos
ns. ti e 24, que acharas urna por preco commo-
do; tambora retalha-so a mesma a vos lado do
comprador.
Vende-se um bom sitio em Api-
pucos : tratar na rna do Queima-
do n. 14,
Vende-se por menos de sen valor a metade
da casa da ladeira do Varador, em Olinda, n. 18,
que foi dos berdeiros de Joaqun* Jeronymo Serpa,
garantindo-se acbar-se desembaracada : a tratar
tar com o Wtloeiro Martina, ra do Imperador nu-
mero 16.
Vende-se urna boa eserava recolbida, perfei-
ta engommadeira, cozinheira e cose muito bem;
tres o tas de idade 20 a 24 annos, engommam e
oostnham muito bem, nina dita perfeita cozinhei-
ra, de idade ;t0 annos, por 8()0* ; urna dita qui-
tandeira por 700* ; urna dita por 2001; urna (lita
por 400*, duas ditas para engeoho ; um eseravo
que cozinha bem o diario, para todo o servico.
tem boa conducta : na travessa do Carao nu-
1. .
ttenQ?o.
Vende-se ama canoa de rarreira, propria para,
familia e para capim por ser muito boa, esta pin
taoa catatada de novo, toda eneavhada 4o
enens.>a de oraprimento 40 palmos, de koeea
S e d altara 26 e 5 poilegadas : qnem quiter di-
n. i, tt- rija-sa ra Kova n 24, que achara aom qoeot
tratar.
Grande sortimento de rendas das libas.
Um par de suspensorio de borracha por
lOOrisMM!
Xa verdade ra do Queanado
a. a.
JLOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo*.
Os propnetarios deste bem eoQhecido estaLele-
cimente, alm dos muitos objectos que tinham ez-
postos a apreciaejio do respeitavel publico, man-
daran vir e acabant de receber pelo nliimo vapor
da Europa um completo e vanado sortiBMWt le
nas e mui delicadas especialidades,' as quaes a-
tao resolvidos a vender, como d seu costme,
por presos muito baratinhes e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luyas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode naver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos loques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
com lindos desenbos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Bscossia para se-
nhoras, as quaes sampre se vendern) por 30*000
a duzia, entretanto que nos as vendemos par 20*.
alm destas, temos tarabem grande sartiinento de
outras qualidades, entre as quaes alguno* um
finas.
Boas bengalas de superior caima da ludia p
caslao de inarlna con lindas e encantadoras ugu-
ras do mesmo, neste genero o que de meUtor se
pode desejar ; alm destas temos tamben graaie-
3uantidade de outras qualidades, como sojaaa, nta-
eira, baleia, osso, borracha, ete. etc. ele.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia. e
de outras qualidades.
Lindas e superiores Ufas de sea e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora, c para a-
nas de la, 12 anuos de idade.
Navalhas cabe de marfim e tartaraga pan fiar
barba ; sao muito Nas,e de nuis a mi* sikfa
rantidas pelo fabricante, e nos por nosta vea Uat-
bem assegurams sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas paja noiva.
Superiores agulbas para naeMaa e para enta.
Linha muito boa de peso, frouxa, para eactrr
labyriutbo.
Bons baralhos de cartas para foltarete, aam
como os tentos para o mesmo fim:
Grande vanado soctimeuto das raoJhorea-per-
fumarias e dos memores e mais eunheci'ta per-
fumistas.
COLARES DE ROBA.
Elctricos magnticos contra as convulso**, e-
facilitam a denti<>o das innocentes criancas. su-
mos desde muito recebedores destef pn
collares, e coaaaoaaos a reoeite-lo por
vaporea, aflm de que nanea faaere ao i
como j tem aooulMida, aaeim pou potkrao
les que deHes precisarem, vir ao deposite do |
vigilante, aonde seopre encont
deiros collarea, e os quaes
para que sao applicados, se i
diminuto lucro.
Rogamos, ]
deoaJoa>i
comprar por pw
vijnlante. ra do Crespo n. 7.
atwrao
ta
ro.
pois. aTii^iiilllli*jadeiiaMao
se orna
ra larga do Rosario
carteiraoiara es*ripltsrl;
n. 21,1 ja de calende.


Diarto d Peniatoibuco Terqa eira 2 Je \ovelnbro Ae 1869.
--------

v>
<
\r
N
LIQUIDiVriO
SEV1 IGUAL
0 f-roprietario do armazera de fazcndt> (Innominado AH.vRA, ra da Impera-
triz n. 7, (rodara no respeitavcl publico o seus tVegueze*, que est liquidando odasas
fazendas o roupas feilas quo teni om son eslaboledmento como se poder ver no sea
.anuncio c ryeco abaixo mencionados,
Ciii:is fraacezas matizadas
S0 rs.
Vende-so chitas francezas escuras matiza-
das a 320 rs.o covado por este preco sna
loja da'Arara, ra da imperatriz n. 72.
LAAZ.MIAS A 210 RS.
Vende-so lizinias para vestidos de se-
nhora a 240, 280, 'iO c 100 rs. o co-
vado.
BAREGES DE LAA A 300 RS.
Vende-so bareges do 13a com listras para
vestidos de senhora a ;>00 e 040 rs. o
covado.
Alpacas de listras a 500 rs.
Vende-so alpacas de listras para vesti-
das de senhora a 800 rs. o covado.
CHITAS FRANCEZAS A 289 RS.
Vende-se chitas francezas claras a 280 rs.
o covado.
CORTES DE LAA PARA VESTIDOS A
21400.
Vende-se cortes d la para vestidos de
senhoras a 2M00 cada um,
PERCALES A 4ifl RS.O COVADO.
Vende-so percales 'nuilo linos para ves-
tidos de senhora a 440 rs. o covado, mur-
solinas brancas finas, a 500 rs. o covado,
brilhantinas de cores, a 440 rs. o covado.
Baldes modernos de todas as
cores.
Vendes-balSesmoderno sbrancoedeco-
res a 4 I. 40300 e 5*.
COBERTORES DE ADGODO A 1*300.
Vende-se cobertores de algod5o a 1#500,
roberas de chitas a 1<5!600 e 2# cada urna,
GANGAS PARA CALQA A 320 US.
Vende-so ganga para calca a 320 o cova-
do, brim de cores para calcas de hamem e
meninos a 400 rs. o covado, casemiras de
cores para calca e palitots a 2500 e 3,>,
o covado, meias casemiras enfestadas para
calcase palitots a 1$ o covado, brim pardo
de todas as qualidades e brim branco do
todas as qualidades na ra da Imperatriz
n. 72.
Alpacas lizas a MO rs.
Vende-so alpacas de cores lizas finas a
040 rs. o covado, tarlatanas de cores a 320
r?. o metro.
MADAPiLO ENTESTADO A 35300.
Vende-so pecas de madapolo enfostado
a 3^00, pocas de madapolo inglez de 24
Algodao entestado OOOrs.
Vcndo-st algodao entestado proprio para
| toncos e toalnns, 900 rs. o metro, dito
trancado a 1$, metro.
Chales de merino a 9$.
Vonde-se chales de merino estampados
a 2>, chales brancos e de cores a 45000
cada um.
CORTES DE BRIM CASTOR PARA CALCA
A 640 RS.
Vende-se urna grande porc5o de cortes
de brim castor para calca de horaem, G40
rs. cada um.
Grande porco deretalhos
Vende-se grande porclo de retalbos de
chitas e cassas pretas a 160 e 200 rs. o
cova lo, retalbos de cassas, 12a e chitas de
cures baratissiinos.
L1QUIDAM A ROUPA FEITA
Vonde-se palitots de brim de cores a 25.
ditos de alpacas de cores a25, dios de
meia cas'emira a 25 e 2di>00. ditos de pan
no preto bom a 85 o 105. calcas de algo-
dao azul para escravos a 640 rs. ditas de
algodao de listras a 800 e 1$, ^camisas de
ciscado de listras a 800 rs. cada urna, cole-
tes do brim c fusto do cores a 15 e liJOO,
coletes de cesemira de cores a 25500 e 35.
o outras murtas qualidades de roupas feitas
que se vende por baratissimo preco
AlgodSo de listras a 5500
o covado
Yendo-se algodao de listras para roupa
do escravos a 200 rs. o covado.
PECA DE ALGODaO A 45-
Vendem-se pecas de algodao 45000,
35200, 65000 e 75. para liquidar.
Baldes de arcos 1.S.VOO
Vende-se balos de arcos pan senhoras
pelo baratissimo preco de 15300 cada um,
Cortes de eambrala barras
a 34000.
Vendo se corles de cambraias barrsa a
25 e 35 cada um.
LENCOS DE SEDA A 640 RS.
Vendo-so longos de seda a 640 rs. cada
um, para liqnidar-
CARTEIRA PARA VIAGEM A 1#.
Vende-so carteiras para viagem i #
cada urna.
rs.
jardas a 3A, 65400, 75, 85 e 105 a pega.
72. Ra da Imperatriz. 72.
LIQUIDACO
NO
Lourenco Pereira Hiendes Guimaraes, proprietario do armazem de fazendas
denominado GARIBALDI, tem a honra de pirticipar ao respeita.'ei publico que tendo
recef>i lo diversas facturas da fazendas, de novo gosto, para a festa, estando a espera de
rovas encommendas que deve estar aqu ateo dia 13 de novembro vmdouro, o vendo
que nao tem lempo antes do balanco de vender tantas fazendas do encomii endas p r
isso resolvou fazer urna liquidaco para ver se d maior, estracao por isso era vistas das
circumstancias vender tudo mais barato do que em outra qualquer parte, na ra da
Imperatriz n. 36.
MADAPOLO ENFESTADO A 35500.
Vende-se urna grande porco de midapo-
13o infestado de 12 jardas a 35300, assim
como pr-cas de madapolo inglezes de 24
jardas ou 20 varas a 35, 55300, 65, 6500
7!O0O. 85, 95 e 105000.
Corpinhos a 200 rs.
CAMBRAIAS VICTORIAS A 5:500
CHITAS PRETAS A 160
Vende-se urna grande porc'o de chitas e
cassas pretas em retalho a 160 o covado
tambem tem retalhos de chitas e 13a de co-
res que se vende barato.
Gangas para catea a 3 8O rs.
Vendem-se urna grande porco de gangas
para calca de h.nn-m e menino a 320 o
Vende-se pecas de cambraias victorias covado, cortes de castor para calca a 640
finas a 55300, 65 e 75.' Brilhantina bran- cada um.
ca fina para vestidos de senhoras a 500 Brim de cores a lOOrs.
r. o covado Vende-se urna grande porco de duas
ALGODAO A 45000 faces para calcas, palitots e colletes de ho-
Vmde-se urna grande p >rc3o de algodSo mem e menino, fazenda inteiramente nova,
todo de noa qualidade e 45. 55, 65, 655 0 Brim pardo liso a 5 0 rs. o metro, dito
70, e 85, a peca de 20 jardas ou 24 trancado fino a 800 e 10000.
varas. Grande llnnldaco de chapeos
AIJMIREM-SE DO QUE
Chamalotes a
Vende-?e^chamalotede cores, dealgod'
E" BARATO
560
de sol
Vende-se chapeos de sol de alpaca com
pequeo defeito a tt e 3)5000. ditos finos
para vestidos drenborasT5fto"o"covado. de lastes a 45500, ditos de seda finos
% Ipacas lisas a 500 rs. de 8 astes a 75500, 80000, ditos de 12 e
Vend;-se alpacas lisas para vestidos de 16 astes a 10*000, para liquidar.
Chitas para cobertas a IO rs o
covado
Vende-se chitas francezas para cobertas a
240. 320, 340, e 380 o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vende-se cassas franozas para vestido
a 240 o covado, ditas muito finas a 400 rs.
a*sim como percales finas para vestidos a
440 o covado,
cores, para senhora, a 500 rs. ditos matisa-
dat finas a 720 o covado. Dita* lisas mui-
to largas a 640 o covado.
CORTES DE PERGALES A 6:000
V'den-se urna grande porc5o de cortes
de penales de duas saias para vestidos de
senhora, de mnito delicados gostos com
16 '/i covados a U 7000.
CAMBRAIAS LISAS DE CORES A 600
Vende-se orna grande porco de cambraia
lisa de todas as cores para vestidos a 600
rs. o metro.
Orgaabys modernos a 800 rs.
Vende-se organdys de cores para fazer
vestidos, de duas saias, agora modernos, a
800 rs. a vara.
GRANDE SORT1MENTO DE CHITAS NOVAS
E BARATAS PARA A FESTA
Vende-se chitas francesas muito finas de
cores a 280. Dit ditas escuras escocezas a 3tt0. ditas aleo
oadas a 360, ditas garibaldmas a 360 o
covado. Sortimento de chitas como tem o
Gaiibaldi ha pituca* lujas qn ttitupil in
" "ESWMS a V
GRANDE SORTIMENTO DE MEIAS
Vende-se meias cruas para homem a
35500, 45. 55. e 6*000 a duzia, ditas para
meninos de todos os lmannos a 35500 e
4'5000, ditas para senhoras e meniuas a
35500 45, e 5*, a duzia.
BALDES DE ARCOS A 1:500
BalSes de arcos a 15600, ditos modernos
a 45000.
ATTENgAO
Tm-se para vender urna grande porcSo
de mapas faitea de brim edecasemira, de
Indns b'S nao se menciona por
ser n

Tanti'-se an comprador tJH-
'ii .Mitra qiialqufr
r cor" i i>r-
f
AS SEDAS
11-RTJA DO QUEIMAD0--11
Chegaram da Europa pelo ultimo-vapor loja de Augusto Porto C. ricos
cortes das mais linda sedas de mimosas cores para vestidos proprlos para bailes e casa-
mentes.
Grande variedade de sedas de listras de diversos precos todas de lindas cores,
gorgurao de seda preta, e grosdenaplc de varias qualidades o gorgurSo de seda 13a de
diUerentes cores.
Novos vestidos brancos de blon¶ noivas, lindas colxas do soda para camas,
ditas de 15a e seda, cortinados bordados para camas e janellas, fronhas c toalhas de
cambraia de linbo bordadas.
Luvas novas do Jouvin, o elegantes sombrinhas de s Jas de cor para senhoras.
Espartilhos de 55 al 105, lindos bournous de cachemira de cor para saluda
de baile, basquinos de renda preta, e ditos de croch branco o preto para senhoras.
Crande variedade do camisas bordadas e lisas para homens e meninos.
Sortimento de muitas fazendas de laa, linho e algodao todas por precos muito
mdico.
Tapetes grandes para sof, piano e camas, pecas de tapetes o do alcatifa para
forrar salQes tudo em quantidade; e vendem sempre^por menos que em outra qualquer
parte.
Esteiras da India de 4,5 e 6 palmos de largo.
ALGODAO
LOJA DAS MACHINAS
ACHINAS americanas de serrote de todos os tamanhos para descansar algodao, do
muito conhecido fabricante Eagle Cotton Gin.
ACHINAS ditas, tambem de serrotes e de todos os tamanhos para dcscarocar, al-
godao do autor New York Cotton Gin.
ditas de todos os tamanhos, de carreta de ferro e mais toda a machina,
ditas de Roller Gins, de cujo trabalbo faz obter mais 2.000 em arroba
de algodao.
ACHINAS de fac5o do fabricante Platt B. & C, Obdban PatentLiverpool.
Todas estas machinas sao de superior qualidade e as melhores que tm
/indo ao mercado ; e para a sua apreciacSo convidam-se os senhores agricultores "
?irem a exposico das rnesmas na ra da Cadea do Recife n. 56 A, loja do Bastos, onde
$ncontrar3o mais o seguinte :
ACHINAS
ACHINAS
)ebulhadores para milho.
jylindros para padarias.
Vrados americanos.
]arrinhos de mo.
achinas para cortar capira.
]annos do chumbo.
Jombas de Japy.
>itas americanas.
Telhas de ferro galvanisadas.
.7olhas de zinco finas.
Ditas de cobre e lato.
?erro de todas as qualidades.
Vrcos de ferro.
rolha de Flandres.
acbados americanos.
?ac6es ditos.
alaios e cestas de verguinha.
v7assouras americanas.
bolles de todos os tamanhos.
Tornos e safras para ferreiros.
Finalmente muitos outros artig
versidade seria enfadonho ennumera-los.
Folba de ferro.
Bataneas americanas.
Tinas de madeira americanas.
Ps de ferro ditas.
Baldo3 de madeira ditos.
Ternos de bandejas finas.
Trens completos para cozinha.
Peneiras para padarias.
Baldes galvanisados.
Correntes de ferro para almanjarras.
Espingardas e rewolvers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Moinhos para refinacoes.
Azeite de espermacete, proprio para machi-
nas de todas as qualidades.
Serras avulsas para machinas.
Mancaes e todos os mais pertences para as
rnesmas.
Latas de gaz,
ospertencentes lavoura e artes, que pela
ITTC01(1 LEAO
Grande armazem de fazendas e roupas feitas roa da Imperatriz
n. 52, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento
de roupas de todas as qualidades, palitots de alpaca a 3*5, 3)51500 at 6#. Ditos dt
merino, ditos de casemira de cores bonitos gostos a 84, 64. 81 e 10$, de panno pret.
sacos e sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
e de cores de 35500 a 5)5000. Calcas de brim de cor linas e ordinarias, ditas
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e preta de 4$, 54, M a 155. Colletes de todas as qualidades e preco muito
barato. Completo sortimento de camisas francezas de algodao e de linho de 20 at 5
urna. Sortimento d seroulas francezas de algodao, de linho e bramante a 2$ e 2)5500.
Grvalas (manas) uovissimo gosto a toJos os precos. Meias sortimento completo a 3d
45 at 75 a duzia.
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarrega-se de quaesqner obras de encommenda tanto para homem, como
para meninos, e com brevidade, por isso que tem um bonito sortimento de fazendas dp
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos finos e outras muitas fa
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de 11 palmos de largura a 15800 o metro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as cores a 640 rs. o covado.
Poil de-chvre com lista de seda fazenda de gosto a 15200.
Basquines de guipure enfeitadas a 185000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolo fino a 65500, 75, 85 e 95000.
Algodao peca com O jardas a 45500, 55500 e 65000.
Peca de algodao largo a 75500.
E outras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Cheguem roupa
feita que se est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto loja de ourives) do
LEXO DA PORTA LARGA
DE .
_________________Paredes Porto.
Machinas a vapor de
forqa de 3 e 4ca-
vallos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faci e serrotes para desca-
rgar algodSo.
Balancas para armazem e balcSo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de hit-
field. .
Prencas para copiar caras.
Fog5o americano patent
Scbonete de edeatrdo.
DB
Antonio Nunea leCa^|
Este acreditado preparad". '!*
irceita$5o teio mreciilo
'Bniito BRACO DE OURO,
Ra do Imperador n.26>
Neste estabelecimento so encontrar diariamen-
te um completo sortimento de pastelaria de todas
is qualidades para lanche e sobre-mesa, ele., etc.,
Minos de todas as qualidades. para cha, presan-
tos de fiambre, bolos inglezes, pudins, e finalmente
tudo que consiste em nma boa pastelaria, com o
naior asseio e esmero, cha hysson, preto o fniudi-
nho do melhnr que ba no mercado. Nesta casa
Mcebem-S'' encommendas para casamentos, bailes
rhaptisado, compremctlendo-se os donos do es-
a lelecimeato a Mr ir o melhor que for possivel
a vontade do freguez, dispondo para esse Un de
utB completo pessoal. Recebe-se avulso .toda e
pjalquer encommenda. como sejam, bandejas,
bolus e pies-di lo dccoradus, doces d'ovos, seceos
i de calda e rrystaJisados. fructas nacionaes e es-
irsgimt, aniernluas confeitadas, um completo e
ariado sortimento de caixinhas de todos os gostos
4 precos, para mimosear senhiras ; estas caixi-
.ilias rerenUMnente rhegadas de Pars, sao de pri-
opndo po to, (ifTerece m<>la> aos galanteadores do
'Un sexo, pois nellas acharao um digno e serio
jin-sente para as duna* de seu< pensamentos lieo-
rcs. vinhn linos de tonV :\* qualidades, conservas
tas. (h doiiis d-te estabelecimen-
ii 11 di* (1(,vjpj^. Viartr o tvs|i't.'ivel publico orne-
-i'pdu principiantes e lo-
'**-' psoN-am a eon-
jta c ipilaj, na-
> 'ir,
Grande e completo sortimento de machinas para
descaroQar algodao de nova invencao chegadas l-
timamente em diicitura para a loja de Manqel
liento de Oliveira Braga & C, na ra Direitan.
53. Garante-se que a melhor ijualidade que at
o presente* tem vindo ao mercado : acham-sc cm
exposico aos compradores as de 10,12, 14,16,
18 e 20 serras.
Systema decimal.
Grande e completo sortimento de pesos kilo-
grammos de melhor comprehenso dos que tem
vindo at o presente, assim como mareos ac lato
at meio grammo pelo mesmo syslema, balangas
de lato de forca de 5 a 20 kilogrammos, metros
de madeira e de lato para medir fazendas, alm
de grande sortimento de miudezas e ferragens de
todas as qualidades, tudo por precos que so a vista
faz crdito : na ra Direila n. 53, loja de Manoel
Bento de Oliveira Braga 4 C.
barato,
N. 27. IlA DO L1VRAMENTO N. 7.
Nesie estahelecimenio vende-se sellins'e
i siihs, de todas as qualidades do melhor
'que se pode fabricar no paiz, assim como os
mais arreios pertencentes ao mesmo, ven-
de-se tambem, colxSes, traviceiros, caixi-
nhas com almofadas, proprias para meninas
levar para aula. O proprielario deste esta-
belecimento garante a pontualidade, esme-
ro e zelo de seu trabalbo; Dortanto pede ao
respeitavel publico sua proteceo, qoeaan-
Ca vender tudo pelo mais barato possitel.
e por menos do que em outra qualquer
parte.
De superior qualidade da mili accredita-
da fabrica de Bisquit Dubonch AC, em
cognac ama das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra do
commercio n. 32.
BAZAR UNIVERSAL
2-Rna Nova
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se nm completo
sortimento de lodos os artigos que se ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposic5o servicos a electos para almo-
CO e jantar, salvas, bandejas, taboliros, bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candieiros para sala e cima demesa,
parede e portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer cal, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e crianza, tercos, cadei
ras longas para viagem, ditas de balanco,
espelhos de todos os tamanhos, molduras
para quadros. gaz, baldes americanos, gu r-
da comidas, brinquedos para eriancas, um
completo sortimento de cestmhes, oleados
para sala e a esa, tapetes para sala, quarto,
frente de soph, janella e porta, capachos de
Sparto e coeo, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se encontrarn
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pen ir examinar._____________
m GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster o
, ra do imperador, um carregsunento de ga
de primeira qualidade; o qua I se vende em partida
e a retalho porraenos preQodo que em outr qna'
quer parte. _______
v.'gens.
" F
i- .
Loja de miudezas de FEWtEIRA DA CU-
NHA & TEMPORAL, esto- quintando por
todo preco venbam ver o que bom e ba-
rato a saber:
Lindos brinquedos magnticos para me
nmos de 240 a t#.
Linhas era novellos de 400 jardas a
60 rs.
Pecas de tranca de todas as cores a 40 rs.
Latas com superio banha 120, lO
6 2)5000.
Frascos com oleo baboza 240, 320,
400 e 600 rs.
Ditos de extracto a 160, 320, 500 e
640 rs.
Ditos com banha 320, 500 e 1*200.
Ditos de agua de Colonia 320, 400 e
500 rs.
Baralhos de cartas portuguezas a 120 e
160 rs.
Ditos francezas 200 e 240 rs.
Grande sortimento de sabonetes 80.
120. 160 e 200 rs.
Caivetes finos com duas folhas a 240 rs.
Linha de 200 jardas em carretel (duzia) a
1,5200.
Lindos port-maine 240 rs.
Pentes de trvessa para meninas 200,
320 e 400 rs.
Duzia de meias inglezas muito finas a
3,5800
Ditas de ditas para senhora a 4*500.
- Garrafas com a verdadeira agua florida a
1*200.
Ditas com agua divina 1*300.
Frascos com sndalo a 1*200.
Pecas de entremeios a 500, 640 e 800 rs.
Lindos gorros de velludo para menina a
5*000.
Papel amisade boira dourada (caixa) a
900 rs.
Dito em pacoles.a 700rs.
Lindos bonets de panno para menino a
2*000.
Pentes brancos finos para alisar a 240 e
320 rs.
Macos com grampos 30 rs.
Lindos frascos para cima de mesa com
i tractos a 1*500, 2*000 e 3*000 ao par.
Jogos p- Linba de marca (caixa) 240 rs.
Temporal pode ser procu-
rado em seu estabelecimento bo-
nanza onde contina a vender
pelof baratos preqos de seu an-
tigo estabeleiment com titulo
de Temporal na Bonanca.
Una do QueJniado n. OS.
Atteaca
Jcordeiro previdente
lina do Inclinado n. 1.
Novo e variado sortimento de perfumaras
tinas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, deque effectivamente est provida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
aotavel pela variedade de objectos, superiori-
lade, qualidades e commodidades de pre-
os ; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
a espera continuar a merecer a apreciacSo
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conbecida mansidio
i barateza. Em dita loja encontrarlo o
tpreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray d Lamman.
Dita de Cologue ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores e mais acreditado]
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacao do
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, co
oomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
(rancozes om frascos simples o afeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
o de vilela.
Outras concentradas e de ebeiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oteo philocome verdadeiro.
Estrado d'oleo de superior qualidade.
com escolbidos eheiros, em frasros de diHe-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e raenore-
uara mdos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito lisos em caixinha para barba.
Cai.xinhas com bonitos sabonetes imitando
fruclas.
Ditas de madeira invernisada sontendo fi
aas perfumaras, muito proprias para pre-
tentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, taa-
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e d
moldes novos e elegantes, com pi de arroz
4 noneca.
Opiata ingleza e franceza para dentet.
Pos de campkora e outras difirante*
nulidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais toques.
Um outro sortimento de coques de no-
vse bonitos moldes com filis de vidrilhc >
e algunsd'elles ornados de flores e fitas.
isfio todos expostos apreciado de quem
os pretenda comprar.
GOLUNHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeic5o.
I"iellas e Ola para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec
tos, ficando a boa escoiqa ao gosto do com;
orador.
rUO
Zjy Na praca u O
H andar, veinte-
<"& rntin c|iial>iai r
... [Mil
Bartholomeu & C,
Vinho, Pilula8, Xarope e Tintura
de jurubeba simples e ferruginoso
Oleo, Pomadas Emplastro da mesma
planta preparados por
BARTHOLOMEO & C
Pharmaceuticos-Droouistas
PEH\iNBi(0
A JurubeU : esii ptala boje reconlieciiU
como o mili poderoso tnico, como o oethor
desobslruentc. e como tal applicada nos padecinesta*
do ligado a ba?o, hepatitss, dansas, lumores inter-
nos e especialmente do otero, hidropesas, erysi-
pallaa, etc.; e associada ao ferro ntil as pallidt*
corea, chloroses c falla de menstroacio, desarran-
0* do estomago, etc., e o que dUemos atlesMo
ODOmeru coras importantes obudtt om notaos
5reparados j bem conbecidos e asados pelos aiit
istinctos mdicos do paiz e Portugal. Em todos
notsot depsitos diatribnimos gratis fotVtoe iu
DMlbor fttea oonhecsr t JarnWss seos msluaos
ttpplictcae.
VERDIDEIRO LE RO
se IIS1IMET, Dectuir-Mtdeein
Ru de Saine, 51, & PARS.
>
T
M
?
C
a
o
o
H
P1
C
31
\l
o
B
CO
H



'
'V MI
r
2(
H) sti
Liite t^
mdw i
. SWMs-


wm
i
m^mmmt^
Itl


.
Diario de Pernambtico Terca feira 2 de Novenibro de 1869.
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
8laoa d& waipaiaaifi'iiagu 8
DE
FEIA X PER GUIA DA SIliVA.
O proprietario d'este grande estabelacimcnto, vendo qiie se esta aproximando o fin"
do anno, e tendo ero. ser uro. grande deposito deposito de facndos ; i>3o fallando cm
avultadas encommendas quo lies estao obrigado todos os dias, tem resolvido liquida-
las por preco milito oais baratos do que era outra qualquer parte; s com o firo
de diminuir o deposito e apurar dinbeiro. Encontrase neste .estabelecirnento de
PAVO, avuttado sortimento de iaioudas de luxo e modas; assim como de primeirc
necessidade. As pessoas que negociam em pequea escala n'esta loja podero surtir-
se vendendo-se-lhes pelos presos que comprara, nis casas inglezas; assim como as ex-
cellentissimas familias podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou man-
dar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas casas; o estabelecimento se
acha constantemente aberlo das 6 horas da manha s 9 da noite.
Explendido sortimento de
roupas feitas
NA LOJA DO PAVAO RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acba-se este grande estabelecimento com-
pletamente sonido das melhores roupas,
sendo calcas palitts e coletos de; casemira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assim como na mesma loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, com a maiorpromp-
tid5o vontade do freguez, e nao sendo
obrigados a acceita-las, quando nao stejain
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho e algodao e outros muitos artigos
proprios para homens o senboras promet-
tendo-se-!be vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. GO, loja o armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
' PALMOS DE LARGURA A 15800
Chegou para a loja do Pavao, ra da
Imperatriz n. GO, urna grande porcao de
pegas de bramante cora 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de um lencol, o qual so faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro o meio; e vende-se pelo
barato preco de IdSOO ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras militas ap-
plicaces para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco. .
GERA DE CARNAUBA.
Vende-so urna grande porcao de cera de
carnauba em saceos por pre'tfo mais barato
do quo em outra qualquer: na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 50. De Flix
Pereira da Silva.
MU8SELINAS DE COR
Vende-se as mais bonitas nusselinas de
cores a 500 re. o rovado.
AS BASQUINAS DO PAVO
Chegaram para a loja do Pavao as mais
ricas basquinas de casaqoinhos de seda
pretas ricamente enfeitados sendo com os
feitios mais novos que tem viudo ao merca-
do e vendera-se muito em corita.
FAZENDAS PAISA LUTO
Na loja do Pavo.
Encontra o mpeitavelapublico ueste estabeleci-
meoto um grande sortimento de fazendas pretas,
como sejam, cassas francezas e inglezas, chitas
prelas de todas as qualidades, fazenda de la de
todas que tem vindo, proprias para luto, como
sejam, laaziii'.ias, alpacas lavradas c lisas, cantao,
bombazinas, ineria6, etc.-que ludo se vendo por
preco barato.
NOVAS BASQUINAS COM CINTO.
Chegaram as mais modeaa basquinas de gros-
denaple preto, ricamente erilfeiadas,.sendo de um
eitio iuteiramente novo, com. ricos cintos largos, e
vendem-se por preco razoavel -.
CASAS FK.t-NCE^.
Vende-se um elegante sortimento'"das mais finas
e rijis moderna* cassas francezas gue tem vindo
ao i mercado; sendo com padroes >tnudinhos e
grandes, e vendeoVse por preco mnitb n conta.
) AS.6EDAS DO PAVO
sj .. jutas n )\'idades. .
Polo ultimo vapor enejaran) para loja-do Pa-
vo, que vende mate barato do que em outra qual-
que1 parte, as sedas segrales : ponpelinas ou
gorguroes de lioho e seda, cora os mais delicado-*
padroes, sedas de listras, padroes inteiramente
novos, groz de todas as cores, sendo verde, azul,
lyrio, rosa, cimento, etc., setin<, branco, azul,
verde, rxo, lyrio etc., etc., assim como um gran-
de sortimento de grosdenaples prelos de todas as
qualidades, e superior gorguro preto de seda
para vestidos e colletes.
AGRACIABAS.
Chegou esta nova fazenda c m o nome de Gra-
cianas, sendo do urna s cor, lyrio, rxo, verde,
azul, etc., etc., o muito encarpada, com lustre pro-
priamente de seda, sendo melhor e mais moderna
que este anno tem vindo para vestidos, e vende-
se pelo barato-prceo de 2 o covado.
ALPACAS LAVRADAS
Na loja do Pavo.
Chegou pelo ultimo vapor um grande sortimen
to das mais modernas e mais bonitas alpacas la-
vradas para vestidos, tpndo entre ellas algnmasque
fazem a vista propriamente de seda, e vendem-se
por preeos muito em conta.
GURGCRAO PRETO.
Chegou para a loja do Pavo o mais encorpado
gurguro de seda preto para vestidos e colletes,
que se vende mais barato do que em outra qual-
quer parle.
MADAPOLAO FRANCEZ
A 7J000, s o pavo.
Vendem-se pecas de madapoln francez com 22
metros, pelo barato prego de 7000, dito enfestado
com 20 jardas a 7t000, assim como flnissimos ma-
dapotoes francezes e inglezes, ditos de jardas, que
' se venden mais barato do quo em outra qualquer
parte, por haver grande porco
AS CASSAS DO PAVAO
Covado a 300 rs.
Vendem-se finissimas cassas francezas com lio-
dos desenhos e cores fixas a 300 rs. o covado.
CHITAS BARATAS
Na loja do Pavao
Vende-se urna grande porco de chitas escuras,
aras, de cores fixas, por preeos que admiraran
BRILHANTES BAREGES A 400 RS.
ff S o Pavao vende as mais delicadas ba-
regesde pura lia, sendotransparentes com
os mais delicados desenbos, de quadrinhos,
i stras e lizos, sendo n'este artigo o mais
delicado que tem vindo ao mercado, c
vende-se pelo baratissimo preco de 400 rs.
o covado,
PELERINAS A 4,5000
Na tuja do Pavao vende-se as mais mo-
dernas romeiras ou basquinas de croch,
pretas enfeitadas com verde e outras cores,
pelo barato preco de 40000 cada um, pe-
cbiocba.
A 360 rs. o covado.
*.'endem-se bonitos organdys de cores com bo-
nitos padroes o ftxes a 360 rs: o covado.
CAMISAS PARA SENHi >RA.
Vendem-se Qnissimas camisas francezas borda-
das para senhoras, na loja do Pavo.
AS CELEZIAS DO PAVAO.
Vendem so as mais finas celezias, esgniocs e
liretanhas de linho por prego muito em conta.
FSTAO BRANCO PARA VESTIDOS A CO RS.
I Vende-se fusto branco, com lista e lavradinhos,
rnuito proprio para vestidos e roupas de meninos,
a 60 rs. o covado.
C0LLER1NH0S PARA SENHORAS.
Vendem-se finissimos coilerinhos de esguio de
linho proprios para senh ras e tambem para me-
ninas a o a duzia.
1 ALPACAS DE CORDO.
Vendem- se as mais brilhahtes alpacas de cor-
dozinho para vestidos, tendo as mais lindas cores,
como Bismark, lyrio, rxo, g?nga etc. etc., pelo
barato preco de 13 rs. o covado.
TARLATANAS.
Vende-se finissima tarlatana branca c de todas
as cores, assira como fil branco lizp a 800 rs. a
vara.
ALGODAO ENFESTADO.
Vende-se superior algodaozinho com duas lar-
guras, proprio para lencoes,"sendo lizo e entran-
cado, c vende-se por prego* muito rasoavel.
MEIAS PARA MENINOS A 3>;00 RS.
Vendem-se duzias de mcias superiores para
meninos e meninas, pelo barato preco do 3500 a
duzia.
BASQUINAS DE GUIPZE.
Chegaram as mais bonitas c modernas basqui-
nas pretas de guipuze, que se vendem mais barato
do que eni outra qualquer parte; assim como as
mais delicadas romciras ou pelerinas de croch
pretas, enfeitadas de verde e ontras cures, que se
vende muito em cunta.
CHAPEOS DE SOL.
Vende-sc um grande sortimento de chapeos de
sol de seda e alpaca que se vendem muito ba-
ratos.
LENCOS BRANCOS.
Vendem se bonitos lencos brancos e de cores
com barras e abanbados," pelo barato proco de
.-"00 a duzia, ditos de linlio abanhados a 62 a
duzia, ditos de esguiaa para varios presos, ditos
de algodo a 2j c i6(>0 a duzia.
A ;>5000
Na loja do Pavo vendem-sc modernissi-
mos chales de fil prcio com lindas palmas
de seda, pelo barato preco de 55000,
pechincha.
BASQUINAS A 14=5000
" Na loja do Pavao vende-se as mais mo-
dernas basqujnas qu manteletes de guipurc,
pelo barato pTecb'de' 1 ~15000 cada urna.
PARA, ESCRAV05
Na loja do Pavo vende-se eslamenha
de algodo meselado para vestidos e roupa
de moloques a 200 rs. o covado, na ra
di Imperatriz n. 00 do Fala Pereira
Silva.
Papel para enibi-nlho.
Compra-se papel para embrulho : na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, do Flix Pereira
da Silva.
FOSTES BRANCOS PARA VESTIDOS A
. 400 RES.
Na loja do Pavo vende-se um grande
sortimento de bonitos fostOes brancos, pro-
prios para vestidos e roupas de cranlas,
assim como tambem para roa Jas de ho-
rnens por serem de lavores miudinhos e
banlante encorpados, e vendem-se pelo ba-
rato preco de 400 rs. o covado nicamente
na loja n. 00 da ra da Imperatriz.
AS ALPACAS DO PAVAO A 640 RS. O COVADO
Vende-se um grande sortimento das mais boni-
tas alpacas lizas tendo de todas as cores, mais no-
vas que tem vindo ao mercado e vendem-se a 610
rs. ao covado.
ALPACAS BRILHANTES A 610
Na loja d'. Pavo vende-se as mais bonitas al-
pacas iavradinhas, tendo de todas as cores que se
vendem a 610 rs. o covado.
ALPACAS BRANCAS LAVRADAS
Chegou para a loja do Pavo um grande sorti
ment das mais bonitas alpacas brancas lavradas
e de cordo sendo n'este genero o melhor e mais
lustroso pue tem vindo ao mercado, tem algumas
lo finas e to bonitas que servem para vestidos de
noivas e vondomse por commodos preeos.
LAAZINHAS MODERNAS NA LOJA DO PAVAO
Chegou para esto estabelecimento um grando
sortimento das melhores e mais modernas lazi-
nhas para vestidos,sendo tapadas e transparente;
de todos os preeos e qualidades que so vendara
mais barato do que em ontra qualquer parte.
APACAO OU GORGURO DE LAA A 800 RS.
Na loja do Pavo vende-se o mais bonito alpa-
cao de cordo tendo de todas as cores, sendo fazen-
da bastante larga a 800 rs. o covado.
COLCHAS DE FUSTO
Na loja do Pavo vende-se um grande sortimen-
to de colchas de- fusto sendo brancas e de cores
dita de croch para camas de noiva, assim conn
qomtos damascos de la para colchas.
AGRACIANAS i 800
Chegou para a loja do Pavo um bonito sorti-
mento de lindas agracianas para vestidos tendo de
todas as cores e pechincha.
Com listras de seda a 800 rs. o
covado
Na loja do Pavo vende-se as mais bonitas e mo
dernas aziiihas com listras de seda sendo miuda s
e gradas a 800 rs. o covado.
CORTES DE CHITAS
Na1 loja do Pavo liquida-se tima grande porcao
de chitas finas de cores fixas c bonitos pades es-
tando todaellas em cortes de 10, II, e 12 covadrs
para nao deixar (car retalho faz-se o preco de 320
o covado, fazenda que em ontra qualquer parte nao
se vende por menos de400 rs. isto grande pechin-
cha.
ALPACA BRANCA A C40
Na loja do Pavo vende-so alpacas brancas lis s
omito finas a 640 o covado.
manguitos com solas a I:00
Vendii-se bonitos pares de manguitos com gol) -
nhas sendo de rambraia transparente a 14600, di-
tos de cambraja tapada a 21000, corpraho (!
cambraia bordados a Si e 7*000, caraizinhas ce
cambrxia bordadas de varias qualidades.
CHALES DE GHACHEMIRA A 65, 100 E
idOOO.
Na loja ae Pav3o vendem-se os mais
bonitos chales de verdadeira cachemira de
cor, com os desenhos mais modernos, a H/,
10 e !20()0. muito barato na ra da Im-
peratriz n. 60.
b$ $IMA156
A AGUIA BRANCA tem conviccSo de que a abundancia de objectos de novidade-
em seu constante e completo sortimento, a boa escolha no gosto delles, a superioridas
de de qualidades, e a limitacao de seus preeos, esto na op niSo do respeitavel publico
em geral, e na de*sua boa freguezia em particular; mas anda assim ella julga de seu
dever scientrficar a todos, da reccpcSo d'aquclles objectos que est5o alm do commum,
como bem sejam:
Bonitas caixiuhas do madeiras envernisa-
das, contendo navalhas e os mais necessarios
para viagem, servindo ellas de carteira
juand abertas.
Outras conforme aquellas, proprias para
senhoras.
Outras machetadas, com thesouras e os
mais necessarios dourados e de madrepe-
rla para costura, obras de apurado gosto
e perfeic5o, proprias paro um bello pre-
sente, tendo algumas cora msica.
Estojos ou carteiras de ce uro com nava-
lhas, e os mais necessarios para viagens.
ESCOVAS DE MARFIM
Para unhas, dentcs, cabeHo e roupa.
Outras de balea com triachetados de ma-
dreperola para os mesmos-fins., .
OBRAS DE MADREPEROIA
Leques, escovas para dentcs, caetas,
didaes, brincos, alfinetes etc. etc.
Ricas capellas com veos para noivas.
Cintos de brim, com elstico para se-
nhoras.
Voltas de grossos aljofaes de cores,
para circular os coques.
Outras igualmente bonitas, e com pin-
gentes para o pescoco.
Outras com aljofares coloridos, e tran-
selinVdourado.

e colletes.
Abotoaduras d'avcntnrine com o p de
prata dourada, para colletes, cada um 50.
Boloes do cristal, encastoados era prata,
para punhos, 45 o par.
Camisas de flanella para homem, a me-
lhor qualidade que tem vindo a este mer-
cado,
Pannos de crochet para cadeiras.
Novo sortimento de toalhas de labyrin-
tho, para baptizados.
Renda e bico de guipur, branco e
preto.
Fil preto, de seda, com salpicos.
Pequeos e delicados espanadores de
pennas coloridas, proprios para piannos,
oratorios, etc.
Bonitos passarinhos de metal prateados,
para segurar costuras, tendo almofadinhas,
de velludo para agulhas e alflnetes.
Thesouras de duas, tres, quatro e cinco
pernas para frisar babadinhos.
AGULHAS NON-PLUSULTRA
v Tal a qualidade d'essas agulhas, que
mereceu ao fabricante o pomposo titulo de
Non-plusura, merece a Aguia Branca as
honras d'um annuncio, e sem duvida me-
recer das inteligentes senhoras, a devida
estima por sua apreciavel qualidade.
At agora nada se tinha visto de to bom
em tal genero, e ainda assim custa cada
papel apens 200 rs.
Provavelmente d'aqui a pouco abundaro
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, porm as verdadeiras continuaro a
Botoes cora'ancora, e P. II. para fardas, *" especialmente para a loja da Aguia
Branca.
Descrever minuciosamente por seus no-
mes e qualidades a infinidade d'objectos
que constantemente se acham venda na
loja da Aguia Branca, seria seno impossi-
vel ao menos infadonho por isso ella con-
fia na constancia de sua boa e antiga fre-
quezia, e pede aos que de novo queiram
Meias de laa para homens, senhoras reconhecer a commodidade de seus preeos
creancas. e a cinceridade de seu agrado, que nao se
Ditas de dita, tecido de borracha, para nsquecam de comparecer loja d'Aguia
quem soflre de inclwcao as pernas. Branca ra do Quemado n. 8.
FESTA
Vende-sc por menos de 10, 20 e 30 \c
SO' NO
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
DE
SIMIO DOS-SiVOTOS ir C.
Os propietarios deste bem sortido armazem de secco e molhados. esto re-
solvios a fazere urna grande dimittuicao de preeos as suas mercadorias, como se apro-
xima a festa e sempre se fazem avultadas compras para o centro e praga, por
isso previnem ao respeitavel publico em geral, que mande fazer suas despencas e cer-
tos de que verao a grande differe.nca em preeos mais. do que em outra qualquer parte
e garanti lo-se as superiores qualidades.
GAZ AMERICANO 9#S00alat, e i 10
l SEVADINHA E SAG 2S0 rs. a libra e
(520 rs. o kilogrammo.
1WRINIIA DE ARARUTA VERDADEIRA
040 h libra e 14400 n kilogrammo
BOLAXINHA 1NGLEZA MUITO NOVA a
400 rs. a libra e 8<>0 rs. n kilogrsmmo.
VELLAS DE ESPARMACETE 70 rs. o
masso. em caixa ha abatimento.
i* PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA. 280, 400 e 500 rs. o masso,
3520*0 e 05500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACIIINHAS
DE MUITOS TAMANIIOS 15280. 25500
34800,45500, 55500 a lata e a retalhp e 15
a libra.
GOMMA DE MILIIO AMERICANA* 400 rs
o masso. e em caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
a-libra, em eaixa faz-se abatimento.
i SERVEJA INGLEZA MARCA II 55500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IHLERS &
BELL, 800 rs. a garrafa e 95 a duzia.
V1NHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 15500, 15200, 14 e
800 rs. a garrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E HAMBUR-
GUEZA 74 e 65 a frasqueira, e 500 rs. o
irasco.
DEM de laranja doce aromtica,
115 a frasqueira e 15 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
35(100, 25800 e 25400 em caixa ha abati-
mento.
TOUCINHO DE LISBOA MUITO ALTO
400 rs. a libra,'e 880 rs. o kilogrammo,
e 114500 a arroba.
LINGUICAS FINAS PROMPTAS EM LA-
TAS 15000 rs. a lata.
LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP
TO a 15000 rs. a lata.
CHA FINO. GRAUDO E MIUDINHO
25800 a libra, e 64100 o kilo-
Assucar de oxido de ferro do
Chaatcaud.
O assucar fe-ruginoso de Chantcaud obtid
pela associacSo do exido de ferro mleiramote so-
uvrl com o assucar rnidadoyanientc parificado.
Este assucar, de uina bella appnronria entalina,
tem o simples gosto mu agrndavel do assucar,
sem o menor sabor adstringente : nao tem aeeao
irritante sobre a mucosa do estomago e eiiteMiiios,
e rpidamente absorvido pelo apparl'lho digesti-
vo sem causar as eonalpaeVs do ventre.
E' boje o preparado se ferro (le mais acoiiarao
para a cMorose atona dos oiga >s, penlas brancas
menstruacoes dilceis, etc., c tem a seu fj.vor o
juizo aulorisado da escola de medicina do Pars,
e dos cbimicos os mais notaveis.
DEPOSITO ESPECIAL,
Pharmacia do Bartholomeu & C, ra lai ga do
Rosario n. 34.
O Campos da ra do Imperador n. 28 tem para
vender o segninte:
Queijos londrinos, pratos, flamengos c do Minas,
todos muito frescos o de lifla qualidade.
Presuntos para fiambres o para tempero, palos,
salames etc. etc.
O verdadeiro bacalho de Noruega.
Latas com (agostas e ostras.
O verdadeiro-caf Mocka.
especialidades
Grande remessa de cigarros de diversas quali-
dades, viudos da provincia do Rio de Janeiro, no
vapor brasileiro Paran
A saber:
Cigarros ao duque de Caxias
Ditos ao Maurity.
Ditos aes tonentes do Diabo.
Ditos Barbaconas.
Ditos Papel pei toral.
Ditos de S. Paulo.
Ditos do Rio-N'ovo.
Temos de medidas para seceos, segundo o novo
pystema (mtrico francez), no armazem do Cara-
pos.
As mais adoptadas e mais facis tabellas para
de prorapto se reduzir & e fb a kilogrammas o ao
inverso estao se acabando por isso recoramenda-se
aos eslabelecimentos que ainda nao tem, que ve-
nham seus donos munir-se desse tfio grande agen-
te do commercio, pois que, coma safra que est
porta, torua-se ditas tabellas ndispensaveis.
28-TUDO NOAiWAZEM DO CAMPOS-28
Na ra do Quemado n. 40.
Fazendas a va riadas
Faaendas limpas baralas
Chitas percalias muito finas com avaria
covado a 2'i0 rs. e 280
Cassas francezas de cores, covado a 250 c 280
Chitas de cures lisa?, modernas, covado 440
Cambraia lisa branca fina, peca 3000
Laazinhas com listras de seda, covado
a iiOO rs. e (40
Ditas lisas e de quadrinhos, finas, covado (40
Alpacas lavradas do cores, modernas, co-
vado ijSOOO
Ditas lisas de cores, covado 600
Espartilhos superiores SjOOQ
Cambraias brancas tapadas o transparentes, di-
tas do cores, padroes novos, percalias o chitas
muito finas, toalhas para maos, guardanapos, bra-
mante de 4 larguras, o outras nanitas fazendas ba-
ratas : na rua do Qaeimado n. 40, delroute da
botica nova.
"evada.
Vende-se cevada muito nova de Lisboa : na rua
Direila n. 30, a 300 a arroba.
rs. a garrafa e 600 rs. o litro.
VINHO VERDADEIRO FIGUEIRA 500
a garrafa, c 45500 a caada e 800 rs o li-
tro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 20800 e
35200 a caada, 600 e 720 rs. o litro.
DEM BRANCO DE LISBOA a 45000.
a caada e 500 a garrafa, e S40 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 15400,'
15800 e 25200 a caada.
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 7.-> a caada, e 15340 o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOB 15400 e
15280 a libra, 35060 e 25780 o kilo-
grammo.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 880 rs.
a libra, e 25100, 15980 e 15860 o kilo-
grammo.
DITA PARA TEMPERO 560 rs. a li
bra, 15220 o kilogrammo, em porcSo se
far abatimento.
BANHA DE PORCO DE BALTIMOOR
720 rs. a libra, o 15500 o kilogrammo, em
porco se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
120 e rs. a libra, 200 rs. o kilogrammo e
35400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo. e 65000 a arroba.
CAF EM GRAO 05 e 65500 a arroba,
200,240 e 200 rs. a libra. 440 e 520 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABO MASSA 240 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs. o kilogrammo, em caixa se
az abatimento. ,
MASSAS PARA SOPA, MACARRAO, TA-
LHARIN E ALETRIA, 500 rs. a libra.e:
15220 o k^ogrammo.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, hnm como perola bri- 35200 e
Ihante, combination, Francv-cracynel, mixed grammo.
Bt itania. Mdium, Fancy-nic-nac, a. b, c, e j DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 25000,
soda a 15000 e 15400, cada urna lata. 25200 e 15800, rs. a libra.
Assim como ha outros muitos gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
muito novas, passas e figos novos, charutos de jiversas marcas, marmelada, feita pelos
melhores conservemos em Lisboa, gela de marmello, pcego, ervilhas, em latas, por-
tuguezas e francezas, vinho verrtu engarrafadet; a. retalho, peixe em latas, bem como
pescada, tainha, pargo, goraz, lula, corvina, vezugo, cavalla, sarda e sardinhas de Nan-
tes. Canella, cravo, ervadoce, cominho.-pimenta, grandesmolhos de sebolla 10500.
Finalmente muito outros gneros que entandonho menciona-los.
A FRAGATA AMAZONAS, receben e ven-
de por presos muito razuaveis. urna bonita
variedade de capinhai de guipare do supe-
rior qualidade, com lindos enlejes, e dos
modllos mais modernos: asini como
urnas bonitas t muito airosas, :..
MANTILHAS BRASILERAS
de fil preto de seda que sao em duplo cn-
feite para o corno e para a cabera, que
supprcm com milita vnlagem os veos.
Qualquer um destes artigos muito pro-
prio e descarte para se ir a missa ou a, qual-
quer arto religioso: assim como pora visitar
o cemiterio no prximo dia de tinados.
Na nu'sma casa ha agora mais que nunca
esplendido e variado sortimento de fazen-
das de toda a qualidade para senhoras e
para homens, cuja ennumeraco seria longa
e as quaes estarao sempre patentes aos fre-
guezes que as quizerem ver, quer no esta-
belecimento, quer em suas casas onde se
mandarao sempre que forera pedidas.
Ha sempre lucas de pellica frescas Jocin
brancas e de cores, roupas feitas e de en-
commendas. chapos e chapelinas. etc.
lilil
FIO DE VELA
Barbante
Em casa de Rabe Schmetau C. Corpo
Santo n. 15.
SHERRY 0L0R0Z0.
Gelo seal.
COGMAC HEMMESSY.
Em casa dr Rabe Schmettau C. Corpo
Santo n. 15.
CAHMPANHA
SUPERIOR*
Roussillon, carte Llanche.
Em casa de Rabe Schmettan *t
C. Corpo *auto u. 1A.
VINHO
DE
BORDEAUX SUPERIOR.
CHATEAU LA ROSE.
CATEAU RAUZAX
Em casa do Rabe Schmettau d- C. Corpo
Santo n. 15.
PM E SEGUIDO IJVROS
DE
LEIT
PARA USO DA INFANCIA BRASILEIAA,
'eL
Dr. A. Cesar Borges.
(2' EDICAO Ml'ITO MEI.IIOADA
AUGMENTADA)
Estes dons hvros, n\-ult.ii] i le expe-
rienela e estados npeeincs du amor, vieran a*-
tisfazer a una das mais insUntcs aecossWades a
instrocrao primaria, o per tal furnia que, pelos
govcnios.de ijuasi toda as provincias teca sMo
adoptadas para a? escolas publicas, issMl Orno
l>or grand niiiiicro de fensMnt cuticulares.
O nimeiro luro ( alwulptanwnte diverso das
cartas vulgarmente coHiiecIdas pelo nome d.- A
li <;) e coipisio segundo u:n ysttina iiataral,
pliilosifiliicii e ameno que aos uieninos tarilita
exlrnoidinariiiinentc n eDOBfCBnontO da leilura.
lorriamlu-lhes muito nuis lapid-, n uito oiBs
peuosoe, seu* priu^kas, tmidos e vacilantes pas-
sos na vida litti rarla.
O segundo linv ponta do muitos artigo, con-
los etc., todos tan breves como eonvfem ;i fogax
at|C9fio das cri.nicas, e eseriptos ei.i lin^iiageiii
e estylo a|in;;tri;ics franqueza do sua inteJ-
gencia.
E de maneira combinadas nelle so aciiarn as
materias que, ao niesnio passo que vivamente in
t llies e iiiiplantam Ibes nu espirito e ao roracSo fe-
cundos preceitos do moral, inspiranJn-lli?s, des le
logo, com o gosto da leitura, o amor da virtude
c a repugnancia da do vicio.
Sao ambos estes livros uiiidamento impressos e
eb'gantemenle onc.idcrnados era l'ari, e con! m
estampas finas representando os assrrmptoB dos
pontos; o que os torna mais MtidativM aos me-
ninos c muito pi uprios para presentes ou premios
dos mesmos.
Contera demais o segundo dona bellns lifranes
com msica para o conuco e lini'da encola!
Recommendaino-los pon conliadanento aos se-
Dhores pas de familia, o profesares (ue aiuda os
nao conlieceiu.
Primeiro livro. -*i00
Segnado 2.itw
A VENDA NA
Livraria francaza,
9-U'A DO CRESPO9
Cabriolet.
Vende-se un eliriolet de dons e qualre assen-
tos, o que lia de mchu r Bcste genero, c in bom
cavallo e arreios, qu scbd elie : na na Jo Sanio
Amaro, .corneiia de Tiiomaz l.ins.
muito proprio |ra I1.1 iracas e Mates; vendem se
no armazem de David l'rre'ua BaJtai*, rua do
I3rum n. !)2.
Vende-se ;\ liibeina Flijr da l'almeira : na
roa da Palma n. 37.____________________________
RLO>A"C4yOKI ]* 5
Olaria do Fumiao.
Ha sempre m.-1 a criarla rinndc srntimento de
materiars, como lijlos de DWeiKrtia Latida, laJn-
llio, quadrado de H, \) e man pollegadas, tcl'na c
teihoes, lijlos de tanaraentos. ta olaria garaotq a bondado e barro 'do taes fnale-
riaes, como tambera renflo-se mais barato do que
em ouira qnalqoer parle.
Becapparecen
lientem as 7 horas da n e da easa do abaizo as-
Bigoado o seu eser.ivo Hilario, idade ; a 23 au-
nos, prolo, altura re( i B eom
marca i de bexiga no rosto, u mestnu i :rave che-
gou uo mez pass do M ira i 5 '' !fl o iti -
ral: paga* onerosamente a quera o apprefacc-
der o leva-lo roa da Cruz n. G.
Reolfe8dcontubr do 1889.
: Dr. .'ilii'i"in.; '-.. i'.-, u :ces. .
Desappaiweu lionein, 26 do correute, as 9 h -
ras da noite, da eamba do Cliora-me^iiiios, i: .i
bote de 13 ps de cumplido, pintado de brane .
com urna lisira verde na beira, o aban i
una dita oncaroada mais eatreiui, tendo na p| a
o nonio Ondense, sendo estas letras gravadas i
madeira : roga-se a qualjuer peaRoa Qoeotver
eaeonlrado ou dellc soober. a dirigir-so ar Cbora-
ini'iiiiMs, sitio u. 3, que ser graUBcada
20-5000 pelo Sr Krne-to Papf ou a rua da Ca I
n. 36 pelo .-r. H. Caris._________________________
Gratifica-se eom 200j> por cada
um, e mais. conforme a dis-
tancia em que forem captu-
rados.
Do engenbo Soledade, em Porto Calvo, togiram
juntos nodia27domez passado,dooseseravos,fnjos
signaos sao os setruintes : um do nome Felippe,
idade 23 annos, natural do Ccara, cr cabra, esteva
ura pouco discorado quando fugio, tcni os cabelles
carapinbados, olbus grandes e vivos, falta de u;n
dente na frente, rosto comprido regular, ponj a
barba por baixn do queixo, estatura regular, bem
feito do corpo, pernas grossas, ps peqnenos e
bem feitos, com marca do urna ferida em cima de
urna das candas das pernas, e falla claro e des-
embarazado. O outro de nome Manoel, tambera
cabra, tem 23 annos de idado, natural do pie
Grande do Norte, estatura mediana, espigado, setn
barba nenhuma, rosto curto, olbos pequeos e
vivos, nariz pequeo, regular era grossura, denles
ierfeitos e alvos, bracos e pernas tinas, pos regu-
ares, sabe lr e cscrever, toca viola e canta de
improviso, fui munido de falsos documentos. Am-
bos forara comprados nesta cidade do Recite no
Exm. Sr. barao de Nazareth, o primeiro em julbo
do 1866 e o segundo em julbo do corrente au-
no. Estao a nbos limpos do costas e nadegas,
pornaoterem seflrido castigo alguno. Roga-sc
portante, s autoridades policiaes, canftie* de
campo, ou qualquer pessoa que os enconli e. de i s
capturar, e lvalos a seu senhor, Francisco de
Paula Cavalcantc de Albuquerque no referido
engenho Soledde, no termo de Porto Calvo, ou
nesta praca ao Sr. Joaquim Rodrigues Tavares
de Mello com escriptorio no largo do Corpo-Santo
n. 17 1 andar, pelo quo em qualquer das parles
se dar a gratificaco cima promettida. Hecifc,
23 de outubro do 1809.
Lage?
Eite idmiritel
|l)e|iuraiio nao
contememiimer-
r urlo, iodo oa
rtraicoi ou
____________Ivi^oroso modifi-
dor prao siogue e cura radicaImenies olnlius dcjK'lie, det como a ipprs, as mpgen. as herpes, u
espiaba, e os Pasaos, etc. Empreado diariamente elle refresca a aua do saogue e consolida o tanda
IM.IFPflA f 1 li T *T Car* 8 dias os corrisaentos antigos o
IRJEGCiO CADET
VAaua, 7, B' Oenain,
os bhs rebeita.
umento
Vende-so na rua de Apollo n. 4, lagedu para
calcadas e armazens,__________________________
Vende-se
um terreno j com alicerces para urna boa casa :
auem pretender dirjase rua do Bartholomeu n.
67, loja, que achara com quem tratar.
Vendem-se diversos escravos pecas, proprias
para armazem ou engenho, vindos do Cear, as-
sim como algumas escravas com h ellas : na rua da Cruz n. 55,3* andar.
A ten^to
Joaquim R'>drignes Tavares de Mello
tem para vender no sen escriptorio, pra-J
ca do Corpo Santo n. 17 primeiro andar,,
potassa da Russia ltimamente chegadaIMtt,
cal de Lisboa e vinho Bordeaux de supe-S
Wjk rior qualidade.
F.
1VIS
Fugio segunda-feira, 18 de outubro, o oserav,-,
Antonio, preto crioulo, idade 50 annos, pouco maii
ou menos, de estatnra regu'ar, falta de dentes.na
frente, quando anda nm pouco corcovado para
dianle, levou vestido caira do brim pardo, camisa
de estopa, e chapeo de paiba j velho : este es-
cravo veio j ha lempo do Rio Formoso, e snp-
poe-se ter para all seguido : quem o pegar le-
ve-o a rua da Concordia n. 8, reQnacao, que sen
bem gratificado.
111,10
e bem conhecido Jos Coto, por ter un s bravo,
escravo da padaria allemia, em Santo Amaro, na
noite do dia 22, levado pela terca da cachaca, fci
cahir era algura arrabalde, levou nm balaio ua
cabeca, quo talvez o perdesse no giro : quera o
capturar ser recompensado.
A preta Justina
Fugio na tarde de 25 de outubro de 1869 a pre-
ta Justina, crioula, de idado de 30 annos, estatura
regular, muito magra, cor bastante preta, i
encarnizados, jera denles na frente, d Hiatto
lante bebe, consta quo anda mesrao a<|u
de, tem sido visU na ribeira de i ^B%r,:
quem a pegar leve-a rua da- --'
ou na rua da Cruz n.-6, ue seri mmmmT
lado,
%



.
v

V
CA1AR4 DOS Stt. UEPUTADOS
SESSO EM 7 DE 'tfcJTIJBRO
PRESIDENCIA DO Sil. NEB AS.
(Contimraco)
O Sa. Araujo Gks : Duvida imag-
nari.
O Sr."'Pbiidi<;oM.\liieiio :Umi razio,
porem, anda haveria para repel ir aquelle
assento de 1823, e que elle foi toando
j depois de nossa einaneipaco poltica e
al |dep is da promulgacao d nosso pacto
fundamental.
O Sa. Araujo Ges: Depois da le de
1823, que adoptou a legislagao portuguesa,
a qual compreheode os assentos.
O Sn. Pkmmco Malheiro :J nessa
poca exista a nova organisacao poltica,
que devia ter iuhbido a casa da supplica-
co do Brasil de tomar assentos, como in-
hibi a casa da supplicaco de Lisboa que
os toma va ; a qual por um de 28 de marco
de \Sit declarou que nao poda continuar
a exercer essa attribeico, por entender
que era urna delegaco do poder logislalivo
do re, que tinha caducado com a nova
orden de cousas.
O Sr. Araujo Ges:Apoiado.
O Sb. PeiidigAo Malheiro : Existtndo,
porem, aquelle assento da supplicaco do
Brasil, e, portanto, sendo possivel levan-
tai -se duvida em assumpto de tamanha pon-
deracio, lia toda a vautagem eiu remove-la,
como faz o projecto que discutimos.
Mas este art. Io traz urna innovaco, e
que amplia a disposico da lei de 20 de
uutubro de 4823, que declarou qual a
legislarlo que licava vigorando no impe-
rio.
Nella se dispoe que regento as leisportu-
guezas, promulgadas al 25 de abril de
1821, outras leis proprias e alguns decre-
tos posteriores ah referidos. Mas desta
(lata ate a poca da independencia vai mais
de um auno; neste inteivallo a casa da
supplicaco de Lisboa poda ter tomado
outros assentos, e effectivamente tomn um,
que foi o que ha pouco cilei, de 28 de
marco de 1822: est comprebendido entre
abril de 1821 e selembro de 1822.
Esse artigo do projecto ampla a despo-
sico daqueila le de 1823, mandando ob-
servar tainbem, como legislacao do impe-
rio, outros assentos que se tvessem toma-
do desde abril de 1821 at setembro de
1822. Ora, desta poca conheco o assento
de 28 de marco de 1822, que tem o n.
36i na colleccio respectiva.
Este assento importante, e /esolve
anda melhor a duvida que ha pouco disse
se levantou, porque annulla completamente
o assento de 1825; desde que o assento
de 1822 est ahi comprehendido. e exac-
tainenle aq-ielle que diz que a casa da sup-
plicaco, depois da nova ordem de cousas,
nao poda tomar mais assentos, evidente
que o assento de 1825, posterior nossa
nova organisacao poltica, est sugeto esta
prohibieo; elle fica completamente annul-
fado; cessa inteiramentc a duvida; nao
pode ha ver mais questio, anda quando
fosse possivel que ella se levantasse.
E, comquanto esta disposico pareja
alguns, como eu ouv, nuli!, eu nao en-
tendo assim ; pens que tem a vantagem de
fazer cessar o ultimo resquicio de duvida
que podesse haver ueste ponto tio impor-
tante.
Veo, portante, pelo art. Io do pro-
jecto.
A' respeito do art. 2\ idea nova, nao
na legislacao, porm depois da nova ordem
de cousas, proveniente de nossa indepen-
da e organisacao poltica. Qner-se restau-
rar a allibuico que liaba a antiga casa da
suppluvco do lomar assentos para inter-
pretacao de lea que na sua exeeuco se
mostrassem sugeitas duvida?, e precisis-
sem de urna declararo que flxasse a sua
ver dadeira inte ligencia.
Esta atiiitiiMclo cadncoii, como j fiz ver,
nao s pelas disposicos da nossa nova or-
ganisaco poltica, dvisio dos poderes e
deatribuicau de suas attribuices respecti-
vas, coran me^mo por aquella declarar
explcita do assento de 822.
Sobra c.-ta materia que versa, cm meo
modo de ver, toda a gravdae e impor-
tancia della.
O Sn. Alsncar Auauipe :Apoiado.
O Si. raiDtsAo Malheiro:Eu lenho
vivido coinhiter esta idea por varios fun-
damentos, sendo o principal o da sua i;i-
consumen nalidade
Q i mo sua utidade, conveniencia, ne-
lida-le mesraj. lenb ouvido opinioos'
divergentes; alguns dos meus honrados
collega* que me precederam nao duvida-
riam votar pelo projecto aesla parle, re-
rernambuc Terca felra 2 de Novembro de 1869.
c inhecndo a
de verom n prui
cobren nelje eehio
perigo.
Collocada a questio debaxo destes os
pontos de vista, que sao exactamente acuel-
les en que devenios estude-la, parque o
mais objecto de detalhe, ue que me oc-
cuparei mais tarde, sinto divergir das opi-
nioes que repellem o projecto, quer por
inconveniente, o quer mssmo por perigoso.
Eu entendo que nao se di aqu proprra-
mciite inconslitucionalidade, e entendo por
oui.ro lado que o projeeto nao s de uti-
Udade, mas de alta conveniencia, e raesmo
de urgente necessidade.
Sr. presdante, preciso ne Mar-4-par
ou desconhecer o estado lastimoso em que
se acha a nossa legislado, o estado anda
mais deploravel em que.se v a nossa ju
risprudencia...
O Sn. Arau/o Lima : Por causa dos m s
juizes.
O Sn. PsaDiGo Malheiro :----- ooe,
para bem dizer. a ausencia della (apoia-
dos), para nio vermos que ha necessidade
de um remedio para esto grave mal.
Qual o estado da legislacao ? Todos os
sabemos; as volumo*as collecces de leis,
de decretos, resolucSes, instruecOes, deci-
ses do governo, etc., vivse amontoando e
crescendo por tal maneira em cada -anno
que eu receio que em breve, muito raais
cedo do que aconteceu na antiga Roma, se-
nos possa applicar o mesmo que nos disse
o nobre e honrado collega pelo Gear i
* Corruptissima reipublica phiriwue te-j
ges....
G Sr. Ausncar Araihpk :Foi o nobre
deputado pela Babia.
0S. Psrbko M-u.iibiro:Ou pela Ba-
ha, lembrando aquelle conceito de T-
cito.
O Sr. Araujo Lima d um aparte.
O Sr. Prwgo Malheiro :E isto
quanto legislacao ; qnanto jurispruden-
cia, o estado o mais deplorevel que se
pode imaginar.
Eu confesso, Sr.fpresidente, que. desojan-
do acompanhar a jurisprudencia dos nossos
ttibunaes, nao me foi possivel; tive a pa-
ciencia de colleccionar decses, sobretodo
dos tribunaes superiores; mas passei pela
maior das decepces, porque reconheci,
depois de alguns annos (leste trabalho en-
fadonho, que era perdido o meu lempo,
visto como as decises eram as mais de-
sencontradas, e at na mesma sesso re-
solvia-se o mesmo ponto de direito de
modo diametralmente opposto.
Anda nasrelaces isto linha sua explca-
secces; porem o que atis de notar
que no supremo tribunal de justica, cora-
posto de certo numero de consclheiros, que
votara na sua totalidade em sesso plena
sempre, dava-se a mesma divergencia ; de
modo que fui forjado a abandonar o a limi
lar-me ao meu estado proprio sobre as
leis e lc5o dos escrptores. a formar, por-
tanto, opno minha, individual, particular,
e a n5o ter nos tribunaes.
O certo que, sen lo esto realmente c
estado da nossa.... eu nem posso deno-
minar jurisprudencia, porque a nao temos,
emm----- da nossa nenfiuma jurispru-
dencia, a cohsequenca immedatn essa in-
certeza dos direitos, rerdadeira calami-
dado.
Eu confesso que, como adrogtdo cha-
mado a dar consellios, leuho seguido o
mesmo systema, consequencia daqnell;
rainlia conducta, que dar a minha opinio
individua!, particular; nSo posso assegu
rar nem asseguro s partes se tero ven
cimento dos seus direitos oerante os tri-
buales, ainla ns questoes que me pare
cem as mais ciara c fra de duvida.
Esta incerteza. Sr. presidente, a maio
deagraca que pode pesar sobre os cidados,
as su::s diversas relaces sociae?, qnanto
aos seus direit03 e obigaces, sobretodo
na ordem civil, a mais extensa e que mais
de perto intese>sa a lodo?. Ella reclama
portant >, um paradeiro, urna providen-
cia, um remedio, c rom instancia.
Eu nao posso nem devo a'ongar-mc nesti
momento, porque fallo petante urna cama
ra Ilustrada, a quera" lana injuria se me
desenvolvesse mais; o que veho de expd
um mal conhfCido, sentido por todos
Qual o remedio? Dizem : o remedio csti
na constituir'); o poder legislativo, qne
o que faz as leis, interpreta, suspende o
revoga, (pie interprete as icis. -
Mas, qoaes slo as leis interpretativas que
o poder legislativo j tem confccionado ?
fuito pondas.
O So. AxDiunE Fu;lti:i;E cssas leis
nao sao interpiviativas.
O S. AitAiJo Liua d;i um aparte.
O Su. PerdigaILvLiHar.o:Varios rea-
ministerio di jnslica fazera raen-
i direito, ij ie nffceta ao
pjdei ivo; anda mais, decises do
sjpremo tribunal de.justici, pontos con-
fover-sos submellidos ao governo na forma
ca lei de 18 de aetembro de 4828 art.
18.
supremo tribunal tem Cuito presentes
i o governo pontos duvidosos aflm do to-
mar providencias. O governo tem-os sub-
mettido ao ctiahcciraento do poder legisla-
tivo ; rara vez a solucto de taes duvidas
lem sido convttrtida. em projecto de lei.
Mas realmente nada se tem feito.
Fho quero inculcar. o podar iegislat vo.
Sabemos que est sobrecarrefido de diver-
sos outros trabalhos de mais urgencia, e
nao pode acudir a lodos de prompto. As
ooaco.
De vemos continuar no mesmo estado?
absolutamente impossivel que provea do
im nediaWi remedio a lodos essas difcnl-,
dades,.devereraos continuar a supportaro
uesnio mal ?
Eu ontendt que, desde que o poder le-
(fislakvq, nito pdde por si exercer a attri-
buigao que llie est conferida, preciso
lancar.ao de outro meio; deveri o poder
exeeutivo continuar a interpretar, por va
da autordade, as leis, em forma de avisos
ou de outros actos do mesmo emanados,
eomo at aqu se tem feito ?
Felizmente o abuse que se deu em larga
escala foi cohibido de algum modo por urna
circular de 7 de fevereiro de 183C, onde
se declarou que nio se soccorressem os
juizes da consulta ao governo para decidi-
rem dutidas de direito as materias da sua
competencia, pois era isso da attribuic-ao
jodieiaria, faza parte da jurisprudencia
Comeffeito a jurisprudencia pertence es-
sensialmente aos tribunaes, isto .aos exe-
cutores da lei; ha urna jurisprudencia ju-
diciaria, assim como ha urna jurisprHdencia
administrativa ; e o exeeutor da lei quem
faz a jurisprudencia, porque esta a pro-
pra.lei em accHo, a lei viva.
Esse aviso decidi bem e cortou logo
pelo abuso que at ahi ee tinba dado. No
entanto ainda hoje o governo se v na dura
necessidade, muitas vezes, de dar prompta
soluco a quesles de direito que llie sao
submetlidas, mesmo do direito privado.
E' a le da necessidade; por que nem o
poder legislativo tem podido faz-lo, nem o
?jde na occasio, nem lio cedo o poder.
3o pouco o tem feito o poder judicial, pela
ausencia de tradicio, de uniformidade, de
jurisprudencia. O governo se tem pois,
visto na forcosa necessidade de invadir
assim essa altribucio do poder legislativo,
interpretando at por va de autordade que
llie nao propria.
E se os avisos nao tem sido entre nos.
sempre respeitados e cumpridos pela forca
obligatoria, porque effectivamente a cons-
tituico nao falla em avisos; porm, quando
o governo expede decretos, regulamentos e
nstrueces que est3o na letra da conslitui-
i.Tii), e portanto dentro das suas attribui-
coes consttuconaes, em materia de sna
competencia, procede com indubitavel forca
obrgalora. Eis a raz5o porque os avi-
sos tm sido entre ns_forca seno auctori-
late rationis, quando fundados em boa ra-
zio. E mesmo qnanto aos OHtros actos,
eu entendo que o juz nao est adslricto a
cumplir ainda um decreto expedido pelo
governo, se evidentemente a sua disposico
nao estiver de accordo com a lei emana la
do poder legislativo, e muito mais quando
FOLHETIM
03 GASAGS PISTAS
BOMNCS
ron
Paulo Fval
Segunda parte
TBEi PATN
XVII
Os misterios da coilaboracSo.
(GoanaeSo do n. 2*9)
11 vi). com sija imperturbavel boa
fj, poz-se a escutir com a maior attencin.
No m d'esta rapsodia, continuou o
Miuricio, apanhci uma plirase queeontm
un problem dramtico de primeira ordem.
Andr M.ynttte, no scu iiterrogatorio,
diz isto ao n\?. cacirregado de instaurar o
processo : Para cada crime, precisa a jus-
tica de um criminoso,- e um criminoso Ihe
basta.
Isso vellio.
achas ?... E se nos escrevessemos
o Ladran diplomtico ?
O que ? soltou o Estevo lambendo
os beicos. Que entendes tu por isso ?
Entendo um homem que commette
cem eriales e fornece i justifa cem
criminosos.
Estevio ficou como queesmagado sob o
peso da admiraco.
Ma,< isso immenso, pasmoso
murmuroij.
- E que cnvelhece, cercado da estima
niblica, connuava o Mauricio, e junta mi-
b5es sobre miihoes; quando de repente,
no seo centesimo primeiro crime...
A Providencia.
Nao.. Losurques resuscitado, o
rio.
Andr Maynolte, que se fazo
Ullia la : leu pa n3o foi jniz em
De certo foi.
Por essa poca, na > .'
Justamente.
O meu era comin'ssirio de polica.
Ilivemos de ter um BaenlSo de nota?.... >i
at me parece que ouv fallar de ludoissi
quando era pe juenn. O uve : havemos de
nos arranjar de modo que a^ riqueza do
b^rao Verdier proven ha d'aquella fonto.
Nao te tornas a admirar da< trisio^as da
Olympa. O Eduardo o filho da victim:,
o Sophia...
Deus me perde inlerrbmpeu levan-
lando-se, ha n'este M'guol Iguina cousa
parecida.
Ahi tens tu um que qos abandon.",
disse o Estevo, nao sem certo ahV de
odio!
Ccilado 1 vive desgostoso... pensoo
em voz alta o Mauricio, e trabama.
Em que ?
Nosei... nem era capaz de Ih'o
pergonlar.
Mas nao percamos o fi >, volveu d
Estevao, que nuuca bnucava c-raiaida.
Approvo essa traraoia, j sabes"? t) ho-
memzinlio, que atira sempre com um osso
lei para ella o roer, positivamentr cu-
rioso. E raais negro que o piclW. Po-
dia-se intitular a peca : O Vampiro dv
Paris.
Mauricio j nio escuta va. Parara de pij
defroute da porta onde cstavatn
os nones dos p-rsonagens. Urincava ma-
chinaimente com o giz.
Siin sarier exactamenta oque fazia, poz-
se a tracar no m de faifa ooiaa, ontro
uome, como uso praticar para destri-
buir as partes ao actores.
Estevo. homem cuid doso e spcretario
da cotlaboraco, molhou a,peaaa m tinta
para tomar nota do que se acabira de di
lem sido observada e deve continuar a se=lo,
pois quo verdadeiramente o poder executi-
vo quem executa as leis de adminstracao,
se nestes casos nao ha inconslitucionalidade,
como haver em proceder-se do mesmo
molo ca relaco ao poder jaUjciario no
que propriamente judicial ? vi lei da
necessidade, somos Coreados a romper a
symoaa e perfeco do system para acu-
dir a esses males, a quo preciso jlarj
prompto romedio, evitando mal maior. "
Por outro'lado eu ouvi sustentar, como
fundadas en necessidade (sous popnli), as
delegacoes em forma.de autorisaco que
tem feito o poder legislativo no poder exe-
eutivo nio s. para interpretar, mas ainda
"pata legilar.
Constantemente temos aqui autorisado
o podar exeeutivo a expedir decretos ou
regulamentos com forca de le, para serem
postos desde logo em execucio. definitiva-
mente, ou provisoriamente dependendo
de approvaco posterior. Assim se lem
procedido por se reconhecer que o poder
legislativo nao pode acudir a todas essas
necessiiades do ser vico publico : o bem
publico que*tem obrigado a romper contra
a extrema perfdicio do systema. Eu esti-
mara muito que daqui nunca sahisse uma
autorisaco sequer ao poder exeeutivo para
fazer ou interpretar a mnima le. (Apila-
dos). Isto seria a perfeico mflsma; porem
at boje nao t\em sido possivel, nem .ti
cedo ou jamis o ser, porque a nossa c-
vilisacio ha de marchar sempre em pro-
greso, e portano dependente sempre pela
varedade das circumstancias de anno para
anno, de providencias, por forma que o
poder legislativo alo ter lempo para -dar
remedio a tudo por si exclusiva c directa -
mate.
O Sr Araujo Lu : Principalmente
porque nio se submelte neuliuma materia
ao seu conhecimento.
O Sr. Perdigo Malheiro : Citarei um
exemplo muito frisante da necessidade de
delegar (uso francamente da expressio) no
poder judicial a faculdade de interpretar,
embora doutrinalmentc, mas com Corea
(brigatoriaem forma geral, eu quasi aathen-
ticamente.
A lei de 20 de setembro de 1830 deter-
minou a competencia do jury para todos
os crimes de liberdade de imprensa. Foi
questio em 1850, se essa lei anda vigo-
rava depois da promulgacio do cdigo do
processo, da lei de 3 de dezembrode 1841
o seu regulamento. Ouvido o conselho de
estado, o seu parecer foi aceito pelo go-
verno, qne declarou em circular > 15
de Janeiro de 1851, que a le de 1830
lnha caducado depois da nova organisacio
judiciara, e qae portanto a questo das
competencias devia decidir-se na conform-
dade das aleadas ltimamente determina-
das, segundo o direito novo nico vigente,
e com o qual era inconpativelo anterior.
Pois bem : "existiam nesta corte dous
juizes de direito, um entendendo que es-
lava em vigr a lei de 1830, o outro opi-
nando segundo o que fra declarado. O
quo aconteceu ? Oi crimes de sbuso de
liberdide do pensamento por meio de im-
pressos, as injurias assim commettidas fi
cavam impunes; porque um desses juizes
annullava o processo, quando por meio de
recurso Ihe era affecto, entendendo que de-
veria ser submettido ao jury ; e o outro
pensando do modo contrario, annullava
tambem o processo, se era feito n con-
formidad da le de 1830. Foi submetti-
da a duvida ao poder legislativo ; foi offe-
recido um projecto qae a resolva ; este
ver preferir a lei, e a disposig
lo licar para o caso nella cogitado ou pre-
judicada.
Ma- se o ponto fr propriamente duvido-
so, de modo que uma iiiterpretaco vala
outra, deve ento sujeitar-se ao acto do po-
der execuvo, expedido nos Icrmos da
constituido c da aleada do mesmo po -
der.
J vemos, portanto, Sr. presidente, qne a
uec sitiada no tem forrado do aigun modo
a nao apurar em escasad a questo da cons-
tilucionalidade na interpietaco das leis;
visto como essa pureza de doutrina e sys-
tema, essa peri'eita symetria, falla na exe-
cucao.
Dever, porm, o poder executi o con-
tinuar sesee abuso ? Eu | mostrei que pelo
proprio poder exeeutivo foi expedido um
acto reprova-ido-o. Qual ser, portanto.
O remedio ? Nao vejo outro seno recorrer-
mosao proprio poder judicial, por paridade
de razo do que se observa em relacTio
ailmuflStracao.
Se o poder exeeutivo c administrativo
Mu interpretado por va de autordade as
leis d Hilministrncao, nm interpretao
inaniftfctaila ainda sob a forma de avisos
fr contraria mesma lei. Neste csso daa projecto ficou nos archivos da cmara : ate
scao do decre- lioje nio houve solacio. Actualmente nao
loje
existe a duvida aqui, porque um dos
juizes dexou de ser juz de arme, foi des-
pachado juz de orphos, terminando assim
esse scisraa forense.
Mas a questo pde-se reproduzr ; e
como resolver? como procederem as partes,
advogados, os juizes, os tribunaes ? F.is
a difliculdade. Como esta, ha innmeras
outras. e de capital importancia.
Para aqu-dles que entendem que esta
dea inconstitucional, como o nobre dis-
putado pelo Cetra, a em:nda suppressiva
pelo mesmo submettida consderaco d i
cmara deve ser aceita, ao mraos lgica
cohsequente em toda a sua extenco ; e
al vai ti ais longo, revoga, por adoptar
o'lisposlo no % 3o do art. i," o projecto,
o art. 13 do regulamento n. 738 de 1830,
que deu aos tribunaes do commercio a fa-
culdade de tomaren assenfos tqttvpreta-
tivos de leis, quando se levantaren do-
vidas na sua axecuQo, assentos obrigato-
ros paraos membrafcdo> mesra >s tribunaes
desde que houvr uniformidade de op-
nies.
Ao menos a opinifto do nobre deputado
.consequente cm .toda a sua forca.
zer. Yrba wlant. Costa va elle de as-
senUr ludas essas cousas, preciosas mis
fugitivas, que nasciam da palestra quob-
dian'a. Escrt veu : O Vampiro de Par:
sugeito que estabelece uma agencia do
substitutos para a gri'heta e para o cada-
falso. Nunca prejudica a justifa, q;ie,
para cada crime, acha um criminoso de
quem d cabo, de modo que todos lie
amientes. >
Est apontado, dsse elle largandf i
pehna: tres Ira'has baslam... Mas
ests tu ah a fazer, interrompeu, ao veio
trabalho.de Mauri.io.
Acabara esle a sua obra, e o quadfu
esuiva agora d'esta mndo figurado :
-Olympia Verdier, tt-mta e cinco anuos,
a barooeza Scbwar'lZ.
Supla, dezoilo anuos -Edme Leber.
A marqueza Gitana, idade ad libitinn
a condessa Corona.
Alba, ifqhm, quince adezeseis annos,
Qlha de OlympiaBranca.
O Casaca Preta
< Verdier, recen-miliionario, marido de
Olympia,o bario Schwarlz.
r\ c* ----- *J* ciixj \i in/u *ci a itui.rivio. lu11""
O Sr. Medoe. papel .mporlanle e curo-LrtU d ,, ^ sleQ^ 1._|be.!l,in
.Ss,mo.-o Sr. Lecoa. We minha p.lma Branca.
Com os seus milaGes? Actrescentou
condessa Corona, terceiro a Edme Le-
ber. ..
Mauri io apagn com a mi, metade do
quadro, que paaha os no.nes reaes em
seguida aos da comedia.
O Miguel eo miis forte de nos todos
e de lodos nos o melhor, pronuncioi lenta-
mente com uma especie de emphase so-
lemne. Nao conheco creatura maior nem
mais nobre do que elle. O Miguel im-
possivel que enganasse urna donzella.
Km amor... comeron o Estevo em
ion sentencioso.
Oaila-t"! nin com banalidades que
se deve acensar nem defender o tWsso
amigo. Sinto oslas cousas sem que m-
seja possivel explica -as; o rapaz anda ar-
rastado ama torrente que se assemelh i
fatalidades em redor d'elle, cruzm-e
mysierosas inflmiicas. G isla as Corgas a
miar contra inimigos nvisiveis... Acredi-
ta-me : isto mais um draata I
MSos elle, opinou logo oEstevio.
D'aquelle se poda dizer que era poeta
para tudo. Mauricio censervava-se pensa-
tivo.
Se elle o hou-'era querido, tnurmu-
'Mis a emenda offereclda pelo obre
ministro da jnstioa nio est no meanacaso;
porque S. Exc. adoptando as ideas capita**
do projecto, d-lhes todavia outra Corma
e procura cera-las de certas restriccoes ;
porem, no Cundo, 0 pensamento o mesmo.
Entretanto, o nobre ministro, cujo talento
e Ilustrarlo reconheco e muito aprecio,
sustentou aqui que o projecto era incons-
titucional. Seo-projecto e inconstitucional,
tambem iaconstilucional a emenda do
nobre ministro, porque sustenta as mesmas
deas, e, pois, incorre nos raesmos defei-
tos qnanto inconstitucionalidade attribuida
ao projecto principal.
Isto inostra que a questo da inconsli-
tucionalidade nio lio liquida como se
est augurando ; quanto a mim, nio lenho
escrpulo de votar pelo projecto sem em-
bargo dessa pretendida inconslitucionali-
dade ; se eu entendesse que era inconsti-
tucional, acompanbaria o nobre deputado
pelo Cear, seria consequente votando pela
revogacio do art. 13 do reglamento n.
738 de 1830 e contra o art. 2o do pro-
jecto salvo o % 3.* Mas como entendo
que nio ba aqui verdadeira inconslitucio-
nalidade, aparto-me do nobre deputado
e vou me inclinando ao nobre ministro da
justica. S. Exc. diz : No julgamento
das revistas, o supremo tribunal de Justina
a requerimento de qualquer de seus mem-
bros ou do promotor da justica, dever
tomar assentos para a boa mterpretaeo
das leis civis, commercia9s e crimioaes.
Esle o mesmo pensamento do projecto;
e n ote-setomar assentos para a boa in-
terpretaran das leis, etc. Contina o nobre
ministro:
1. Para este effeito depois da de-
ciso da revista, uma commissao de tres
membros far o rotatorio da questio e
apresentando-se em favor de qualquer opi-
nio maioria de dous tercos da totalhkde
devotos, se lavrar o assento com a ex-
posicio de seus fundamentos. A maioria
poder dedozir um voto separado as raoes
de sua divergencia.
O ponto capital da maioria de dous tercos
a mesma id ado projecto.
O mais que nio vem no projecto questio
de forma, qne nio prejudica em cousa al-
guna o fundo nem melhora.
Prosegue a eaenda substitutiva.
| 2. O assento uma vez tomado s
poder ser revoga to pelos mesmos tramites
maioria de dous tercos, e em virtude de
nova revista sobre' o ponto controverso.
O novo aresto nio ter applicacio ao caso
oceurrente que o tiver provocado.
Aqui ha uma idea nova quo permittir
que um assento seja revogado por um outro
tomado posteriormente, se volta a mesma
hypothese, nio no mesmo processo, por-
que nao temos segunda revista, mas em
outro caso. Della tratarei dentro em
pouco.
Diz finalmente a emenda :
3,e O assento emquanto nio fr
revogado na forma do paragrapho antece-
dente, ou cassado pelo poder legislativo,
obrigaioro para o supremo tribunal.
Este 3U implica as ideas de que: Io, o
assento uma vez tomado nio pode ser revo-
gado seno na forma desta lei, ou cassado
pelo poderlegislativo ; 2o, que obrigato-
rio, mas s para o supremo tribunal.
Portanto, temos aqui as duas ideas, no
fundo as mesmas que esto no projecto ; a
Ia que o assento irrevogatiel, excepto
por acto legislativo ; salvo a innovaco da
revogacio do Io por um 2" assento; a f-
que o assento obrigatorio ; embora se
limite nicamente ao supremo tribunal de
justica.
Se lia inconslitucionalidade, vem da forra
obrigatorin que se quer dar aos assentos:
que importa, pois, que esles assentos com
forca obligatoria se limitem a um tribunal
ou se ampliem aos outros tribunaes e aos
outros juizes ?
O Sn. Andrade Figueira :-Apoiado.
O Sn. Perdigo ualheiho :Isto nio aug-
menta nem dmnuea forca obligatoria que
se Ihes d; cstcnd-la^i maior ou menor
numero de pessoas ou de tribunaes nio al-
tera o fundo da questo, qual a forga obli-
gatoria. Quer-se assim por modo indi-
recto obrigar a todos, pois que directamente
se obliga o supremo tribunil ; obrigiclo
estaque se faz B\t8aitoiindirectamimteioi
outros tribunaes e juizes, pois que- tarn
m vista que as suas decises quando su
jeitas ao supremo tribuna! I:i Rearad subor-
dinadas aquelles assentos, regidas edecidi-
das em conformidad* delles.
Ora, isto verdadeiramente querer Ilu-
dir a questo, ivconhecer a dilficuldadi-
da materia, e en lugar de ataca-la de fren-
te, .como faz o projecto, que muito mais
franco, pretender chegar ao mesmo resul-
tado por caminad tortuoso : 6 o sim$ esse
de vnte -a
sissimo.o sr. Lecoq
Eduardo simplemente,
vntee cinco annosMiguel.
Mauricio eslava -estacado defronle da
porta o olhava para estas duas listas sy-
metricas.
Sa o Miguel entrasse... dsse Eate-.,
vio com certo susto.
o Eslevio.
Sim, repetio Mauricio, com os seus
railhes.
E nao qaiz ?
Tu juig.is que baja, era Paris muitos
rapazes ardentescoraoelte^como elle am-
rinho como se fallasse comsigo.
Depois, sbitamente encolerisado:
Que dibo faz elle ? e porque nos
abandonoa ?
um rapaz multo oceupado, rtfptj -.
cou 0 Eslevio ; contando pelos dedos, te-r
mos: primeiro a Olympia Verdier, segund
0 Miguel nio entra, replicou olo^^ biciosos. como ello pobre*, capazes de re-
cusar lio asombrosa riquen ?
Nem mesmo acredito que elle a ro-
cusasse.
Pala olhi que racusou. Foi por m;-
nha 6os' fui por
causa tplhae Siria nor-qu1
minha tia Schwaria ?... NJo sei; nem j
tenho precsio de sabe-Io. Se se Ibe-hou
vera mettido na cabeea sup^lantar-me para
com Branca, a Branca havia de esquecer-
sc de mim, porque uraa criante e guan-
tas e quan'as vejes Su vi floagaai nlia ad-
mirava o Miguel actl de 'todos: O bario
Schwartz ahgra este sonho tanto e tio
bem, que pedio, que se zangou... o que
n'elle as sea umi suspela tenivel...
Podra interrompeu o Bsievio ; se
le parece que nio Savia de que ; 6 a s-
tuaco da wli e Sa f8ha um tanto apr
veiada.
E... cmeron Muricio 'com vivaci-
-la le.
Deieve-se e baixou os olhos.
Elle n o t^m parantes, narra iron.
D'onde llie vem a misera pcs) de q le
vivo ?
verdade, falleras d'isso exclamen
o Estevo, de que elle vive nobremente, o
como o filho de um par de Fnnn.
Calla-te, pronuociou pela segunda vez
o Mauricio. S julgtisses mal d'elle, rene-
ga va-te.
Isso agora demais I Olha que nao
sou ten lacaii, pira que ma ttnpmhas u
que devo dizer e o q.je devo sentir. Eo
sou til vez lio amigo do Miguel como lu o
s; isso, porm, nao m; inhibe de ter
olhos. e, se nio achou algum ttiesouro...
Fundamos o jorru!, disse sbitamen-
te o Mturicio, q* coihecia aimiravelmtn
te o companheiro.
Este iuchou effectivamente as bochechas,
e lornou-se verra".lho de contentamento.
(9 uto serio... Um jornal hebdoma-
rlirio, redigilo pomos ambos, com revis-
ta de theatros, da bolsa o da sociedade
elegante.
Eslevio olhra-o Uto e disse com pro-
Cunda con
Papel oonlto, boa ImprcssSo ; nuda
et non esse, qu cd obligatoria e ni) tjm for< obrigatoria,
porque obriga s o supremo tribunal; mas
o assento obriga a todos os juizes e a lo-
dos 03 tribunaes; tal consaeuencia; todo
mais fugr a questio, trazer uma il
lusio.
O Sr. A.noradk Ficeira :Apoiado.
O Sr. Pkrwgo MALHWtto :r-Ou rfte-se
contra o projecto o contra esla emen-
da por ser inconstitucional, ou entao
prescindamos desse modo de argumeftar,
de ser e nio ser inconstitucional. Aindaha
pouco se votaram projectos qne alias fbram
atacados com o fundamento de serem in-
constitucionaes; questio que muitas vezes
se tem exagerado e mal apreciado.
Inconstitucional delegar no poder exe-
eutivo aotorisaces al para Cazar leis (apoia-
dos), isto que inconstitucional; e no
entanto o poder legislativo o tem constante-
mente Ceitp.
Irei mais louge. Vou estendendo-me um
pouco mais, porque a materia importan-
lissimae vastissima (apoiados); romp palo
precedo que me linha imposto ; agora ta-
nham paciencia os meus collegas.
Vor.Es :Co* multo gosto ouvimos o no-
bre deputado.
O Sr. Pcrdrio Malheiro :Nos j tWa-
mos e tomos ainda na nossa legislacao pro-
cedentes. O primeiro o da casa da sop-
plicagio : a atirihuico conferida a casa de
supplicacio data desde o reinado de'D.
Manoel, passou.para a Ordenacio Felippi-
na, e a lei de 18 de agosto de 1760 oante-
ve e vigorou at a nossa emancipacio,
O segundo o dos tribunaes de commer-
cio em nossos das. A necessidade que le-
nho apontado de acudir com remedio promp-
to a divergencias e duvidas oceurerntes
na applicacio das tais, de modo que se n
uniformisando a jurisprudencia, que se a
creando a unidade da doutrina jurdica que
constitue a jurisprudencia, isto creando
a nossa jurisprudencia ; essas razdes, essa
necessidade, digo, levaran o governo, em
virtude da autorisacio dada pelo poder le-
gislativo, a conferir aos tribunaes do com-
mercio a attribuiclo do tomar assentos, nao
sfixando os usos commerciaes e leis es-
trangeiras que dovem ser recebidas como
leis do imperio, mas tambem para litar a
interpretado das leis respectivas do cdigo
do commercio e dos proprios assentos com-
merciaes ; isto expresso nos arts. ti a
13 do regulamento n. 738 de 1850;eeste
regulamento foi expedido por um ministro
que todos nos sabemos que era eminente-
mente constitucional; o Sr. Eusebo de
Queiroz nio pode ser laxado do ministro
inconstitucional (apoiados); era hornera de
superior talento e illustracio (apoiados) ;
os regulamentos foram elaborados pelas pri-
meiras summidades do nosso foro ; nio en-
trou cm duvida seelles offendiam aconsti.ui
ci, qu fossem inconstituconaes.
Em Franca mesmo, do modo porque es-
t organisado o tribunal de cassagio, desde
que profere elle a segunda cassaco, fixando
o sentido da lei, resolvendo a questio de
direito, obriga o tribunal inferior, o qual
deve sujeitar-sc a essa interpretacio. O
que isto ? nao subordinar a intelligen-
ca do tribunal inferior a decisio de direi-
to do tribunal superior ? Nao dar forca
obrigatoria no ponto de direito appliravel
ao caso ?
Ninguom tem dito que isso seja iwcrms-
ttuconal, que seja usurpnciq das attribui-
ces legislativas; pelo contrario, todos to-
cen elogios a este systema.
Entre nos tambem ha idea de se intro-
duziro mesmo lystema: decidir o supremo
tribunal o ponto de direito, licando os tri-
bunaes inferiores sujeilos a obscrva-lo: nao
podarlo osles divergir, quanto ao pon-
to de direito, e s quanto ao Cacto.
Porm, sempre se d forca irbrigatoria a
interpreta ;o da lei, embora doutrmal, in-
terpretacao alias da aleada dbs tribunaes.
de poder judiciario.
Ainda mais", Sr. presidente, nos sabemos
que pela lei creacao do supremo tribunal de
justira de ly de setembro de 1828, no art.
18 ttiitou-se inlroduzr systema francez';
abi consign >u-se um recurso de revista, no
inleresse da lei. e s na lei.
O que queristo dizer9 E' que se preten-
deu que o supremo tribunal de justica de-
clarasse o \erd ideiro pensamento da lei, e.
portanto, inmifestassj a interpretac-ao da
mesma lei.
Seria por mera curosidade 1 Sera sem
um lia ? Se fosse mera curosidade, se
fosse sem um lira deatitidide, eu nocorr.-
prebendo a necessidade do art. 18 (la le
de 1828, seria uma superfWWade.
(Conti.iuar-sclia.)
de sello ; muita grap i, calor, actualidade.
Olha, com o halfiquiui e a casa d pasto
nido vamos podemos j contar para-as-
si.?nantes'... sena i, corla-se-llio a nossa
freguezia. Assim mesmo, sao doze fran-
cos por anno! IIi de ser preciso enyg-
mis.-.. o na cousa que. afeada mjgto.
quem nio dpBa de grande intelgrocia.
Damos Bravura V Nio, O que oa b
ra nina secglo dejogo de bilhar : ha
e seiscejitos buhares em Pars : basta qne
contemos dez jogadores por bilhar, para
termos dezeseis mil assignantes, _e alera
dissoos rabricanfaide-tacos, os.torneros,
las boUs, etc. efe.... 0e "titulo Ihe
h i vemos de por ?
J Muiricio o nao eatava.
Que titulo ? repetio o Eslevio. Quero
um qin d influen-ia no theatro. O cama-
rote infernal i Que tal t Parece impos-
sivel qu^ ainda nos nao i ve sernos leniza-
do de serae.lhante cousa.
Mauricio soltou prolongado suspiro e
raolteu a loura cab ra entre as mies.
Nada 1 nada i pronunciou cora vos
de desespero. E as horas passam e cada
da decorrido me arranca um pedar de
futuro I
M ;u filho', disse-lhe Eslevio profun-
damente magoado, suspeilo que as-oossas
faculdades so nie casam. Chga a caosar
estarmos sempre guiando a magiacio,
opulenta e fecunda como para.de conti-
nuo cahirmrfi tio redondamente. Sabes-qnc
mais 9 Voa-ue atirar com unhas (lentos i
peca, o f^co-a 6* para a Gall, aoai i)
francisque e o DJlaistr*. Temos aailiMi-
do, entondesT^ife qual volta ia1iaar-
dale, que a primeira riqueza dohoreaau.
E muito boas noitos, amigo.
(0taar-^aa)4
rM


(
TvrTro MAR !0-ft fe A *&.
I


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EFBUMORB5_CACBZ5 INGEST_TIME 2013-09-14T02:30:37Z PACKAGE AA00011611_11982
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES