Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11970


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Full Text
<%Zf-
*
..
- I'
*
v
1
AMO XLV. NUMERO 238.
ror Iro aiezo a
j^^Hann ...
Cteaumero avulso ... ..,
DIARIO
SEGUNDA FEIR4 18 DE TUBRO DE 1169.
Por tres mcECs adiantado;
Por ser di tos deai
Por dom ditos idem
Por nm anuo,
^ E WRA DA PBOVIlfCIA,
W750
Propriedade de MJttoel Fi
/lili
- .
de Faria & Klhos.
-ya-
AO ACWCTES

^^^^^^^^SSSSmH^^SSS^sSS^if^^^'''-
ornciAi.
-Hiai.sterlo la guerra.
(Continuacio.)
J^t. LBU*!,"B? no seu posto de honra Pe,
vajete brigadeiro Here alano Sanche da Silva
25r'iae*B,B,M*,nta da rwpeetva div8* d0 n-
Oi battlmtes US. 7 e 10 de infamara e 27 de
untai-m foram os prlraenis que carregaram
sabr aquelle lado -lo uitrioeheiramento iniini"o
#0,10 quajt immediatament i penetraran! "uFa-
^te por seas denodados commaadanles, majores
-Fredenco Christiano Bavs, Pedro Alves de Jien-
car e Jos Mara Fernandes de Assumpcao
JVeste interim o batalhao n. 2:{ de Voluntarios
comandado pelo bruv,) niajor Aagustoltodri-
gaes Chaves, que, no flaocrfom que en me aclia-
. formava a testa da columna direita, i attu-
gira eom incnvei velocidade o intrinrheiramento
c transpondo o fosse j fincara no cume do pa-
rapeto a sua bandeira desbaldada, primeiro es-
tandarte que.nesse da tremulou sobre a> fortili-
cacao inimiga.
Ao redor daquelle symbolo de glorias travmj-se
fmuo iremoniia lucia, pois, o inimigo, com cora-
gcm digna de meHior causa, empregnu todos os
mus osforoos e todas as armas de que dispunha
om darroca-lo.
Tornou-se saliente nestc glorioso conncto, que
* prolongnu por oito minutos, o alferes Gaspar
Hjbeiro de Almeida Barro*, que conduzia a ban-
deira do batalhao, pela valenta com qno sempre
a m.intcve em p. reccbendu nessa oceasiao nao
menos de nuco fermenios.
Por liui a lenacidade do inimigo ceden perti-
nacia dos nossos, que, Iriumplianles. penotraram
m rwtio.
IVdo a justiea que eu faca igualmente meneio
dtt divisao argentina, que, guiada pelo sea d'is-
ineto commanilante o coronel D. Luiz Mara Cam-
I ios, avaaejau com galharda ni) inferior dos
**pontra o saliente que licava esquerda
do ponto atacado pelo 23 de voluntarios, e, aps
irma contenda cujo encarnicainento se cumprava
mete numero propjrcionalim-iire crescido dos scus
feridos, voneeu a irinch>ira, poneos justantes de-
pois do balallto brasileiro.
Qnasi que simultneamente peneiravam tara-
ntn pela direita os batalhes 13 e 17 do infanta-
Ta, ao mando dos distinetos tonenies-aaroneis
Augusto Cesar da Silva e Carlos Antonio Perei-
ra de Maeedo.
No centro o Exm. Sr. niarcciial de Campo Vic-
torino Jos Carneiro Monteiro, com a intrepidez
que ha muito o distingue, nao se limiten a simu-
lar um ataque, mas carregou com a forca que
se achava as suas inmediatas ordens sobre o
lado da trncheira que Ihe licava em frente, por
onde os defensores da praea prcenraram evadir-
se, sendo conduzida a Imha de atira lores pul.) des-
teido e bem c nhecido tmente coronel Antonio
TOarete Perreira de Souza, deputado do aludan-
te-general junto ao 2 corno de exereito.
\i approitmar-se a trinchara ro ft-rdo na
peina o respectivo commandanle da brigada, o
distraeto coronel Antonio Augusto de Barros Vas
CMeeilos. Igualmente receben um fcrimentn, na
sa i de perseguir o inimigo com seu bata-
ili-i". o major Feliciano Jus Henriques, coinrnan-
dmre do i* de infamara. Tambera foi ftido
levemente por arma branca no memento om que
as.-aliava a trncheira o benemrito coronel du-
rado Mara da Silva Bitleoconrt, eommandante do
bMalliaa de ensenheims, que ^esta vez nfrmava
a canda da columna da direita.
Derrotada por tr.dos os lados a forca inimiga
qie tmha procura*) deter os nossos bravos na
trncheira, mandei ordem para que a i divisao
de cavallaria, ao mando do brigadeiro Vasco Al-
ves Pereira, avancasse a ronternar a retaguarda
da pstelo para impedir por acuelle lado a eva-
dos vencidos, e igual manobra praticou pelo
i opposto a 2 divisao da inesraa arma, ao
raudo do brigadeiro Jos Antonio Corroa da Ca-
i'inra.
A 1* divisao, que neste momento chegava do
Ramiro Grande, ao mando do coronel Manoel de
Olivetra Bueno, tambera
Ah tambetn se achava ama offleina de concer-
typo
tar armamento, parte do material de urna
graphia e do urna eslacao telegraphiea
lernunado o combate que nos dra posse de
leribebuy.o corpo d exereito. ao mando do
Ifixm. br visconde do Herval.foi logo tomar posioao
na estrada de Asctirra, licando o 2* corpo do exer-
eito oceupando o acampamento da vespera, e dan-
do a guarnicao precisa para raanter a ordem no
povoado e preservar os depsitos que ahi so
achavam. *
Os feridos brasleiros, argentinos e paraguavos
foram logo Iranspmiads para os hospiaes "de
sangue,que seestobeleeeram no interior da villa, o
debaixo da direccao do zeloso e dslmclo chefe do
corpo saude eons<-lheiro Dr. Francisco Bonifa-
cio de Abreu reeeberam os cuidados qno Ihes pro-
digalisaram mo s os offlciaes do corpo do saude
como os capellSes da repartido ccelesiastica do
exereito.
O Dr. Joao Rbeiro do Almeida, cirurgiSo de di-
visao da armada em servico junto a este comman-
do em chefe, espontneamente presara seus ser-
vidos nos ditos ho?pitaes.
Anda neste da foram libertados differentes bra-
sleiros naioraes da provincia de Mallo Grosso, re-
dnzidos eomo todos os nmis, 9 ultima miseria pe-
los oaos tratos que reeeberam do tyranno do Pa-
raguay.
Goni a oceupaeao de Peribebuy Acara definiti-
vamente cortada a retirada para ste do exereito
inimigo estacionado em Ascurra. Offerecia-se na-
turalmente ao meu espirito a conveniencia de cor-
la-la igualmente pelo lado do norte, nica que Ihe
restava aberta, para o quo devia ser o primeiro
passo a oceupaeao deiiniva do Barrero-Grande
por um.T parle de uosso exereito.
Gedendo, porm, as opinies autorsadas, tve
do renunciar a essa combinadlo, que pedera ter
dado resultado pouco satisfactorio, pois, como mais
larde lcou comprovado, cada urna das raetados do
exereito expediccionario com que eu operava era
bastante inferior a forca deque dispunha o inimi-
go. Alm disso, adinittindo mesmo que fosse essa
operacao feliz, nao tenia dado resultado decidido,
pois, como depois sobemos, alm da estrada que
conduz do Caacup ao Barreiro-Gtande, nao s
existe em direccao ao nene a que vai para To-
baty, como ainda urna terceira intermediaria, que
a que, por mais directa, c dictador parece ter
seguido na sua retirada.
Itesolvi-nie, pois, procurar como nico object-
vo Caacupe, poni que, segundo as noticias adqui-
ridas, domiuava as nicas sabidas do acampa-
mento de Ascurra. Indagando, porm, sobre os
caminhos que para ahi cooduzem, nao tive T feli-
cidide de deparar com pessoas bastante instrui-
das para me orientaren) a este Hspeito de um mo-
do exacto.
O terreno intermediario de Peribebuy a Caacu-
p e quasi interamente coberto de mallos, e es-
lavam lodos de accordo em que o camiuho o
mesmo, at certa distancia, para dirigir-se quer a
Ascurra, quer a Caacup, nao so podendo, porm,
precisar qual a diitancia da Wura5o.
No da f3, depois de felfas as devidas honras
fnebres ao benemrito brigadeiro Joao Manoel, e
do ter tomado as necessarias providencias sobre o
agasalhe dos feridos, couducro do prisioneiros o
arrecadaeaoilo material colindo ao inimigo, mov
o exereito pela estrada indicada at que chega-
raos a nm ponto onde se separaran tres estradas.
Ahi por fim fomos informados pelos vaquanos do
lugar que a da esquerda se diriga a Piraj por
Cerro Len, a do centro a Sanga-h, acampamen-
to e residencia habitual de Lpez, bifurcando-so
dahi para Ascurra, quer para Caacup, e a da di-
reita por fin directamente a Caacup, sendo, po
rm, esta ultima m e dando difllcilraenle passa
gem a viaturas.
Tudo indicava at entiio que o dictador eslava
resolvido a nos esperar com o scu exereito as
fortes posites Je Sanga-h e Ascurra. A- ulti-
mas orden transmittidas pelo telegrapho a Peri-
bebuy tirmnni sido para recommendar a resislen-
cia. No dia do staque de Peribebuy urna torea
respeitavel movera-se do Ascurra era direccao
praga sitiada ; retroceder, porm, ao saber da
nossa victoria ; nesse mesmo dia 13, a nossa ca-
vallaria da vanguarda, avancando at om desfila-
mi estado mais ou menos adiantado de construc-
ao, grande quantidade de projeetis e todo o ma-
terial constante do annexo I, .destina* 3. fundir,
lonjear, raiar ou conce/tar irem bellico.
Examinada imntediatamnte a posicao visinha
ce Ascnrra, foi encontrada nma nnica bocea de
T>go, sendo provavel que as oulras tivesse) side
de ante-mao enterradas.
A Importancia destes resaltados nao compensava
comtudo dissabor de sabermos que todo o exer-
eito inimigo j ia em cjimintio do este, e por as-
sira ducr fra de nosso alcance. Imraediatamente,
(os, mandei ordem ao Exm. Sr. raarechal d
campo Victorino Jos Carneiro Monteiro que com
c 2* corpo do exereito contra-inarchasse por Pe-
1 tbebuy e Barreiro Grande em perseguico do ini-
rngo, cujo exacto destino ignorvamo.
Pouco depois de nossa entrada* era Caaenpr- tive
pirlo qae a nossa cavallaria encontrando urna re-
tr guarda inimiga, Ihe matara e aprisionara nns
o0 homens; que nnpossivel purera era, segundo
ponnVrou-mc o Exm. Sr. visconde do Ilerval, con-
tinuar na perseguicao pelo estado do cansaco da
envalh-ida, tendo acontecidocahirpor Ierra atoo
es vallo do proprio brigadeiro Vaco Alves.
Forcoso foi, pois, addiar o mflu intento para o
da seguinte.
Nessa tarde o Exm. Sr. visconde do Herval sen-
lindo os sffriraemos qno Ihe proven das seus fe-
rmentos aggravarem-se com as contirtnadas mar-
chas a pomo de Ihe tornar muito penoso o esforeo
,de flcar a cavallo por algnmas hetas, pedio-ne
para se retirar para o Brasil, ou ao menos para
Aisumpcao.
Relulando muito privar-mi, na pe illustrc general, de om auxilio tao eillcaz, quer
pa.-a o conselho quer para a accao, era fia pro-
cnve addiar a soluco de senielliante pedido.
Na manhaa de Ui tive de reconhecer que o seu
estado de saude nao Ihe permttia acompanhar o
exereno na marcha desse da c eonseni que se
retirasse temporariamente para Assumpeao na es
peranca de que afgnns dias de descanco resiitui-
na 11 a elle, como ao Exm. Sr. general Polydofti
bacante vigor para tomarem novamentn a meu
lato o posto que tao dignaiflente preoncfllam.
-onflei o commaudo interino do 1." corpo do1
ex rcito ao brigadeiro Jos Luiz Menna Brrelo.
Logo ao sahirmos de Caacup, comecamos a en-
contrar innmeras familias que, leudo sera duvida
tidj ordem pa-a acompanhar o exereito de Lpez
na sua fuga, o foram pouco a poueo dexando. e,
ser.i dssmularem a alegra com que so vam li-
bertadas do poder do dictador, paralas nos espe-
ravara ou se iam encaminhando para Piraj e As-
sumpeao.
{Continuarse-ka).
TrKfibros fac.f>s' fue rtllCaw//iipara Lisboa ; Joven Artkur
serem alisos, para-prqudrcar c calumoiar o qni- f nambuco
para Per-
Cioverno da provincia.
DESPACHOS DA VICK-rnESIIIEXCU DO DIA 13
DE oiTunno DE I8J
Antonio Pessoa de Siquoira
lique.
Abalxo assignados morMore* n ra Fqwnw.
Ao Sr. engenheTro eliefr! da repartii'' das obras
publicas, |iara atlender ao que peder os suppli-
cartes, entendendo-se para essa lira com o res-
pectivo enpenhero.
Antonio Pessoa de Siquoira Cavalcanti.Cenifi-
que-se.
nao se da euipabtlidnde conforme a disposi-
*> artigo tres do cdigo criminal. Pague o
qnewo as cusas. MaraolWio, vinto nm der se-
temhro ,d..> 186).-Albncicer,i,ie Mello, presidente.
-^nocenchi de campos, jaii rlator *cm voto
Xavier Ceniueira. Soma.-Barros o Vascon-
ctulos.
O collegio commercatelogon, no dia 71 do
Posado, os Srs. Jos Wjroira A Silva e Jos Jo
qmn Lopes da Silva, para th^putados do respectivo
1 abona I.
No dia 5 do crreme teve ra^ar a assemblca
geral do Banco do Maranho, para a eleicao da
oirectoria, que ficuu assim romposta : presidente,
tr. Aagnsio Castro ; secretarios, Jos- Manoel Vi-
niwes, e u.)iningos G. Belchior.
Lomos no ftis
' Era o Dr. A-itonro AJvarez Salamanca nm no-
ore moa), (pie scinjiro vive baldo ao naipes,
apesar de ter banc ne advogado nesta cidad e
n uutnK pomos da provincia. Mas de repente,
sem saber-se como, apparece gastando contos e
conloa, propondo-so a comprar predio* de valor
elevado, qnerendo jugar nos fundos pblicos, era-
ran como nm rjiro capitalista.
Esta ui !-pri'.ida miidanc-'i den que pensar
mua gente ; mas o Dr., qtio esperto, fez logo
assoalhar me. aquolle dinfcdro' veio-lhe de nina
lia la das Hespanbas, me na sua ultima hora lem-
broa-se do suavisar-lh.: a existencia, legando-lhe
urna boa centena de cantos.
O fado nada tim\a,de impossivel, comquanto
parecesse que qucraxIMia uraa lia tao ba e tao
riea age.-i cada um dos sobrinhos (nina raeia da-
zia ddsres) deixava cera contos, nao era para andar
assHjjjfl|uas sem oir nein ramo de figueira, pois
comihjiro o com nseutituli naturalmenlo o
l>r. <|ue nunca foi inimigo da rainha Isabel,
poiba oceupar era sua trra distincta posicao
' Mp, como o mundo nao muito es-ampuloso
fiara indar procura da origen) da fortuna de ca-
da tiifl; o so quer saber so o in lividuo po5sue ou
":''3us,! Sr" Sl1 '"lia,K,;i> ouM'ora to pobre e
(,S1U^5'"- que -o mis doas ou tres amigos conta-
va, rmnado, solicitado, querido e at enamorado:
cliviam-ll'.e em casaos convites e otfereciinentos,
assnn como os pedidos de dinheiro, llanca, etc., e
o nosso hroe todos atlendia, uns com um sor-
riso, a outros emprestando boas quantias e a mui-
tos abonando as Armas.
E neste labor do homem rico, csmolor o pro-
lector dos desvalidos, gastov elle as horas do da,
dislral)iiiJ.)-se apenas cora os planos de tira deso-
jado consorcio.
Mas odiaboassim com as arma, as des-
arma.
Quando o Dr. menos esperava a polica pro-
cura va-o para UOKI conferencia, e S nao tUgTsse
tao denressa estara agora nos frescos bairros dos
133
12'*
118
113
110
104
9o
iWv.lcn.oi ppii 'ia" u"Pressa estara agora nos
La-.alcanti.-fri- H,,ncd0; mctindo W nada
.- tao transitorio
comp.at ghrias e vajdades desle mundo.
-^...vSttrocTW.-------y'.....
Tinha o Dr. Salamanca alugada tima cscrava
da Sra. D. Anua Lyra, que nos dizem ser urna
respeitavel viuva septuagenaria, c nao sabemos
comi chefou-lhe ao eonhecimento que essa se-
nhora tinha urna casa para vender ou que j esta-
Augusto Jos Goncalm Lessa.-Ao Sr. capito I "i "J^? P"r,8.:- ** jnggwBes da esera-
do pono, para fazer inspeccionar o snpplieMte dnVid ?n ^^ i '' "'Ti '"'',,rm!,nl "Ji-
pla juma medie,, da armada. '' 2 ?a ***** ,e "' ;isP,'nJen, g-""'
Francisco Jos Alves de Albuquerquc.-Informe L'^V""?" Ho a resolwu a enlregar-lhe.
o Sr. inspector da thesouraria provincial. JJStP!1 "" Pl" ,,ni b'l,,,n, le ospanha,
Fielden Brothers.-Dirij i-se ao Sr. inspector da \ \'] n,de SJR5lSI2 ''"T {'"'"T' C
, .-----------:-------- ue que se dizia agente nesta cidade. A crdula e
boa sendera deu-l!ie n dinlieiro, e licou espera
de um titulo que viria da Hespanha, pelo qual Ihe
serian) garantidos 13 por cent .
Nao se fez tardar a reo " jado, segundo parece, entorna typograpba desta
Cidade, foi-lbe entregue pelo Dr". Salamanca um
mpresso cora alguna dfzerrs uvinoseriptos cora
tinta encarnada, e cora assignatura do Duque de
la Victoria e outros nornes hespanhes.
e papel est lio mal arranjado que spo-
,. da tiesouraria provincial.
Bacharel Joao Lins Cavalcanti de Ibuquerque.
Ir.slrua o supplicante sua iiretencao na forma
da lei.
Bacharel Joaquira Jos de Carvalho Siquoira
Varejao.Informe o Sr. inspector do arsenal de
maiinha.
Dr. Joaquina Antonio Carneiro da Cnnha."Vol-
te ao Sr. engenheiro chefe da repartieai das obras
publicas, para que, entendendivse cora o peticio-
aprisionando os iniraigos que traba na
----- contri mo para o mes-
jro resultado pelo lado em que se achava, matan- deiro na estrada de Ascurra," ahi encontrara urna
trincheira com guarda.
Convencido, pois, que Caacup era a posicao
estratgica que nos convinha oceupar de prefe-
rencia a nos dirigimos para Sanga-h pelo ca-
minlio direlto que pareca guardado, resolv ex-
plorar, no dia seguinte, o referido caminho de
Caacup, visto ser tarde para verifica-lo nesse
dia 13.
Na madrugada do dia 11 mandei tambem os
membros da coramissao do engenneiros, capitaes
Jeronymo Bodrigues de Moracs Jardim e Catao
Augusto dos Sanios Boxo examinarem se se pode-
ra eslabelecer urna coramunicacao directa com a
planice de Piraj pelo caminho de Cerro Len, ou
mesmo pelo de Cholol, quefica mais esquerda.
Ambos chegaram aquella planicie sem encontrar
forca inimiga; reeonheceram, porm, que esses
caminhos, verdadeiras escadas aberta na rocha,
nunca se poderiam, prestar era ao transito car-
reta^, nem mesmo ao de cargueiros.
l'mas mulheres informaram que junto Cerro
Len existia um deposito de gado e de gneros
alimenticios: a oceasiao, porem, nao era propria
para delle tomar conta.
Neste interim, o coronel Rufino Eneas Gustavo
Galvo explorara at distancia de urna legua o
caminho de Caacup, e reconheccra que podia
dar passagem a viaturas mediante alguns conecr-
tos, enjo servi p foi immediatamente incumbido
ao batalhSo de engenheiros. Terminou-se, porm,
demasiado tarde para que fosse conveniente mar-
char no mesmo da, internando-nos por um terre-
no ainda imperfetamente conliecido c meo des-
favoravel.
Os interrogatorios tomados nesse dia a nm pre-
sinelo empregado na telegraphia o a um vclho
aleijado morador na estrada da Caacap e que
vio anneuos sob a letra H, nada adiantarara quan-
tt> as intemjpes do inimigo.
No dia 15, marchei, pois, com o 1." corpo de
exereito em direccao a Caacup, deixando o 2.,
at nova ordem, na entrada da picada de modo a
observar a estrada que vai direelamento Saga-h
o Ascurra. O caminho que seguamos urna pi-
cada estreila que quas constantemente atravessa
matos espessos.
Aehavarao-nos a melado da distancia de Caa-
cup quando um pre-ioneiro madfcdo apresentar
pela cavallaria da vanguarda declarou que O dic-
tador tinha na vespera, marchado de Caacnpe em
direccao ao norte com todo o seu exereito.
V. Exe. comprehender mmha dr ao saber de
to deploravel quao imprevisto acontec melo que
nos viaha roubar urna victoria cerleira e defini-
tiva.
Deliberei continuar at Caacup, posicao situada
no meio do mato e que se achava com effeito aban-
donada.
Ah existiam ainda os bospitaes de Lpez eom
muias centenas de doente, todos reduzidos ao ul-
timo grao d axtenuacao. Abi tambem se achava
do ou
rentc.
Por todos as partes nossa cavallaria des-
empenbou esta commissao cora aquello arrojo
cora que a distingue e que se tem lomado pro-
verbial, cumprindo-me espeeialsar o corpo 11
ao mando do valente coronel Manoel Amaro Bar-
Losa, cujea clavineiros puzeram p em Ierra para
saltarem a trincheira ao mesmo tempo que a in-
famara.
O inen chefe de estado-maior o brigadeiro Jos
Lufa Menna Barreto, o deputado do ajudantege-
neral junto a este commando em chefe coronel
Dr. Francisco Pinhero Gnimaraes, e o chefe da
mnissio de engenheiros coronel Rufino Eneas
'.ustavo Balvao, deram mais esta vez provas de
eu conhecido valor. O meu secretario e ajudan-
is de ordens na parte naval, o bravo e zeloso
canino de fragata Joao Mendos Salgado, justili-
coa plenamente a repulacio de que gosa na es-
qondra imperial.
Todos os mais empregado3 do meu estado-
ir, cujos nomes conslam das relacoos anne-
".xs ao presente officio, e bem assim o deputado
luariel-mestrc general junto a este comman-
do om chefe, o tenente-coronel Agoslinho Mar-
ques de S, cumpriram com gs scus deveres, com
o brio proprio de militares brasleiros. Dero, po-
i, espeeialsar o meu ajudante de ordens o 2
teaente Fausto Jos de Lima, que, como altesta
o commandanle do batalhao 23" de voluntarios,
muito se ilislinguio, temando parte no trabalho
de entupir o fosso e enllocar os pranchoes.
O coronel honoraria FWelis Paes da Silva, que
se achava as ordens do Exm. Sr. visconde do
ilerval tornouse digno de especial Ionvor, pois
foi o primeiro a galgar a trincheira, como se v&
ral jante ao 1 corpo de exereito, arrebatando
atraz de si a columna de infamara que desbara-
tos completamente o inimigo.
Custou nos este importante triumpho, segundo
as- notas que chegaram s minhas raaos, a perda
de 82 bravos, nos quaes se cantam 15 argenti-
nOB. O* feridos sobem a 4"i6. Este numero, po-
rem, que couiprehende 97 Argenlinos, abrange
um grande numero de contusoes e ferimentos
lefM.
As perdas do inimigo comprehendem o total di
foren que formara a guarnicao da praga ; conta-
rmn-se perlo de 700 cadveres paraguayos e mais
de 4,100 prisieneiros entre feridos e sao.
A artilharia da praea compunha-se de 18 ca-
nhoes e nm merteiro,' inuniciados a mais de 100
tiros por bocea de fogo.
Penbflboy Bra, at o momento em qae occapa-
rnos Valenraela, a capital do governo inimigo: ah
i o por isso aehado todo o archivo publico da re-
pHbca 4o Paraguay at o anno de 1868, inclusi-
vo a correspondencia secreta de seu ministerio de
estragar
AM tambera raniram em nosso poder depsitos
da/fcrkba, berva mate, vinbos da Europa nm
l'^mMade, calxdes com roopa, differentes ,
"Adeprata bitrada, numerario de diversos luta-vam ha lomros raeiesi
anea, ama swmb de papot-moeda do Brasil
ootras coyas, .como consu tudo da par que
W eorrente m>% o ehefo da la-
m*tom, o eorouel Carlos Eduardo Cabra! Des-
nario c examinando o terreno do que se trata, in-;,, ^MJfJSf ".'" ""SH <|U UT
dioie acuantia nne A devid.a como inX^in.. ''! '.l ''lllla ,dla senhora. izendo-seapol.ce
diqi e a quanlia que devisa como indemni-
saeo.
Joao Carlos dos Santos.Conceda-so, nos ter-
mos da lei e da informaco do general eomman-
dante das armas n. 601 de 8 do eorrente.
Jos Francisco dos Santos Miranda.Encami-
nhe-se.
de um banco liesp inhol, esta escripto em porlu-
guez ;_a?"assignaturas visivelmente se conliecera
que sao fei'as por duas pessoas, se to por uraa
so ; o sello um carimbo veiho com as anuas
brasileiras; a ola do registro tambera em por-
tuguez ; e a dala sendo de Madrid coincide com
o recebiraento do dinheiro aqui pelo Dr. Salaman-
muir o1 ^sra^s^sxsz ssasF
ilaria Mauricia do Rosario. Prove a suppli-
cant; o quo allega.
Manoel Thomaz da Bocha.Expeea-se ordem
para ser o filbo do supplicante substituido.
li -
Ailonio Valentim da Silva Barroca.Encami-
tihe-se.
Eduardo Mornay.Ainda quando j estivesse
* PIAL'HT.
T Fj'"ecet 24 de agosto, em Principe Impe-
rial, o Dr. Jos Coriolano de Souza Lima, ioiz de
direito do Pastos Bous.
CBA'n.
ComeQou no dia f do eorrente, o proces*o
eiettoral para a formaco da lista sxtupla sena-
torial. Eram msis votados nos collegios da capi-
tal, Maranguape e Aquivaros Srs:
Descmbargador Jaguaribe'
Lonselheiro Alcncar
Dr. Araujo Lima
Desembargador Domingues
Dr. Manoel Fernandes
Desembargador Figueira de Maullo
Dr. Araripe
Pela presidencia da provincia foi saneciona-
iiauraiei da assen)bia respectiva, elevando
cathegona de cidade a villa de Maranguape.
fondo sido exonerado o Dr. Manoel Lopes
ta tunl) Maciei, de promotor publico do Araca-
tv, foi nomeado pera esse cargo o Dr. Faino Ale-
xamJrmo dos Iteis e Silva.
Tendo sido decretada a rcsponsabilidade do
Dr. Manoel da Caoba e FigaWrcdo. juiz uiuoicipal
uj capital, por provimento em correicao lavrado
pelo Dr. Joaiuim Jorge dos Santos, juiz de ch'reito
da capital, loi aquelle juiz suspenso pela presi-
dencia da provincia.
O provimento assim concebido:
'Visto em correicao. Examinada a certklo
iiavida da tesouraria de fazonda, relativa aos di-
Metros que da mesma thesouraria teem sido re-
tirados no lempo do juizado de orphaos do bacha-
rel Mauoel da Cuoha e Figueiredo, della consta
que era 3 de agosto de 1867, era virlude da re-
ipiisicao do juiz do orphaos, o bacharel Manoel da
Lunlia e Figueiredo, de 25 dcjunho do mesmo
anno, da thesouraria di^ azenda fot retirada a.
quanlia do 1:731*137. Que em li de agosto do
mesmo anno tli 1867, em rirtude de outra requi-
sieao de 12 do referido mez e do mesmo juiz, foi
retirada a quantia de 1:6823460. Que era-10 de
seterabro de 1857, em virlude de requisicio de 3
do referido mez e do mesmo juiz, foi retirada a
quantia de 2:681*312. Que em 28 de novembro
de 1867, em virlude de requisicio de 26 do refe-
rido mez e do mesmo juiz, foi retirada a quanlia
de 3:20511 Que em 8 de fevereiro de 1868,
om virtude de requisicio de 28 de Janeiro e do
mesmo juiz, foi retirada a quantia de 3:416*180.
Que em li de marco de 1868, em vi ilude de re-
quisito de 1 do reforido mez e do mesmo juiz,
foi retirada a quantia de 1:413*030. Que em 1
de maio de 18i8, em virtude de requisicio de 29
de abril e do mesmo juiz, foi retirada a quanlia
de 1:892320. Que era 17 de junho de 1868, em
Virtude rl ucfniclQan \c tK 4a reforido '"-' -
do mesmo ju,z, foi retirada a quantia de ris
1:566*549. E finalmente que em 11 de julho de
1869, era virtude do Be<|u5ic.40 do mesmo juiz, foi
liaiOda a tpuiaa i*. R!U738 ; que te*!Impor-
tara em I8:193J*7*M. E porque esta quantia nio se
eulrou para o cofre dos orphios c nem d'elle
sabio, visto que nenhmna escriptura.aa existe a
este respsito no respectivo livro do cofre dos or-
phaos ;. ordeno a rcsponsabilidade do juiz de or-
phios o bacharel Manoel da Cunha e Figueiredo,
dos thesoureiros do cofre dos orphaos Jos Dias
da Silva Rocha c Francisco Jos do Olivcira Fi-
gueiredo, o do escrvao interino Vicente Verreira
Salazar, que, como consla de outra conidio da
thesouraria d3 fazenda, foram os que figuraran)
as referidas retiradas dos dinheiros dos orphios,
que estavam emprestados thesouraria de fazen-
da. O escrvao, antoando este provimento com as
certidoes juntas, faca-me conclusos,
- Fortaleza, 22 d seterabro de 1869.
Joaquim Jorge dos Snnlis. t
Fallecen, no Sobral, o respeitavel cidadao
Gabriel Jos Cavalcanti, com 78 annos do idade.
A callela do imposto de industrias e pro-
lissoes raintou a 17:234*359 rs., no exercicio
do 1869-1870, na capital.
A alfandega rondeu, no mez de seterabro
113:297*945 rs., sendo:
Importaran 112:813*712
Exportacao 77:564*598
Despacho martimo 210750
Interior 2:698S88o
RIO GRANDE.
Nada occorreu, que merega mencio.
pe, foi assassinado Joo> Pinto, por Joao BaMist
Pego que est preso, o sendo prooessado.
O Despertador,'em falla de materia para ac-
cusar a moderada e intellineMe adminiatraco <>
.xm. Sr. Dr. Venancio Lislx, ocenpa-se em- ana-
lysar o bem elaborado relatorin, que S. Esc. ler
por oceasiao da abertura da assembla provincial
Torturando periodos, o destocando pnraset.
vai a Ilustre redacro andando em sen propaait
fazendo erescer agua na bocea i meia duna *
parvos, quo admirara as argucias dequeixaea-
bido...
* Ora, bem qnizera ser tolo, assim tina ninu
los, apenas, para saber o gosto qae isso th...
O nosso mercado de gneros fiera bstanle
desanimncki, eom as ultimas noticias da Europa
chegadas |h;Io paquete francez,
As entradas d'algodo, nesta semana, orea-
ram por i .500 sacca?, colando -se na insneecao de
13*560 a 145 por arroba. "
As entradas dassucar sao anda em pequent
escalla e irregoteres, pagando-se o mascavado
broto de 2*400a 2J300 a ai roha.
Esta semana ck-spach-ram-se para Liverpeol
os segrate navios:
* Era 9barca ingleza \ttomi, consignada T
hdrefsen.-manifestaDdo 1,423 sacras d'algodo -
Era 13dita Uevondalr idon C. D. dos Ssn-
los, com 1.240 sacras dito; o patacho ingles J-
venta, dem, a Augusto Gomes A C, manifostamifi
560saetas d'algodo;
Em 15encuna allemi;i Malhilde, idem ao*
raesmos, com 660'saceas dito.
t Ficam a carga neste porto as segeintes em-
barcaqoes:
Barca ingleza Era para Liverpool, carreesn-
do algodao:
Dita norneguense Hermana, idem, dito ;
Brgue hollandezDtoma, dem, dito;
Patacho hollandez Ebenhnesen, idem, dito;
Dito inglez h'itten-, para o Canal, eom assn-
car
lERMIBUCO.
RETOTA DIARIA.
trouxo hornera
DINHEIRO -O vapor Tocan!ins
as seguimos quantias para os Srs:
Joaquim Jos Goneaives Beltrao. .
Jos Rodrigues de Souza .
Antonio ]f. de Souza Oiiveira. .
S. Kaymundo dos Santos.
Para
por:
Babia.
2:oOOWOO
2-300JOOO
192*001
130*000
o ful do imperio trotixe mais essa va-
391J0O0
Alem d--
Oenvelofipe cora subscri|ito ao Dr. Salaman-
ca tem dous sellos amigos hespanhes, ainda com
a efllgieda rainha Isabel e nm dos Estados-Unidos.
Isto passou-sc em 2 de junho, comquanto o
titulo fosse entregue um mez depois, mediante
ccrloe-qiaeo para a infeliz senhora suppr que v-
nha da Europa.
r^^W.Til^0^ SA! n: I W* *-E* com aquefie niagnifico neg-
lis fernecidos pelo supplicante, nao cstio de con-
ejo,
que a 17 de julho entregou-lhe osoutros.
lormidade com o art. '2o, de modo a podar liabil- otX
taro.Rov-erno ajomar rwolucj nos termos do | llimameW^ perguntando-lho ama pessoa do
i, in'Ln?* T^^^mra,t0r P?.S.e^8', ^ > eonhecimento em que havia empregado o d.-
Ihadc e descripcao das obras nos termos do art.
2o, para o que fica-lhe marcado o praio de um
ann, a contar da presente data.
Mi.noel Gomes de Miranda Leal.Informe o Sr.
coroael eommandante superior interino da guar-
da nacional do municipio do Hecile.
Rita Quileria de Oliveira Nery.Prove que a
eduranda de quo trata sua fila, e que a sup-
plicante vive honestamente.
DIARIO DE PERNftWBUCO
RKCIFE, 18 DK OUTDBR0 DE 1869.
NOTICIAS DO NORTE DO IMPERIO.
Chegoa hontem pela manhaa o vapor brasileiro
Tocaitins, i rascado datas do Maranhao at 11, do
Ceanat 13, do Rio-Grande at 15, e daParahvba
at 16 do crreme.
PARA.
Nada adianta desta provincia, por ter dahi
sahi lo poucas horae depois do vapor americano.
MARA.7HA0.
5. Exea. Rvma. o Sr. D. Luiz Saraiva pabKeon,
com data de 21 do passado, urna pastoral annun-
cianclo a indulgencia pleniria em forma de jubileo,
cincidida por S. S. Pi IX, por oceasiao da reu-
nio do concilio.
Pelo Tribunal da Relacao do districtofoi inl-
ada improcedente a queixa dada pelo coronel Car-
is J rasen Pereira contra o chefe de polieia da
prov neia, Dr. Antonio Augusto da Silva, pelo se-
guinte accordam :
< Accordam em Relacao, que, sorteados| os jui-
zes, relatados a disentidos os presentes autos, de-
cidir do-se estar concluida a formaco da culpa em
vista dos_termos do proeesso, e porqoe o pedido
- a ceticao a folhas setenta e tres j foi indeleride
uraa porcio de miseros brasleiros, alguna dos pete despaeho a folhas olncoentt e oito, julgara Ira-
quaea vterara a expirar nossa vista em conso- proesdente a queixa de folhas duas, porquanlo
qoema da falta de aiimentaca contra a qual lend) o querelado na qualidade de chefe depeb-
cia prestado as informaedes de que trata a faeixa
em (uraprimento de ordem saperior, e daaempe-
nho de suas uncedes, atada no easo de iaexac-
Uale aabre a wradMada dos motos relativos ao
Igualmente apresentanm-se mais de 70 euro-
peos, em sua nai.tr par* mgsiSM empeagados no
arsenal do dictador: entro elles contam-se algu-
mas senhoras com seus filhea.
Ko dito arsenal foram eacontrados 22 canh&es
qoel'seso, nao so provando, como alo se proveo,
que o qneralado titesse procedido eem m fe, tola
treguo ao Dr. Salamanca, que o havia remettido
para um banco de Hespanha de qu ora agente,
e mostrou o titulo que eslava em seu poder. E
assim foi descoberto este escandaloso crime, cujo
autor merece a mais severa punicae.
Nao ho'ivo infelizmente o preciso segredo da
parte das pessoas que souberam primeiro do Tac-
to, pois, qutndo o subdelegado da 1" disiricto, o
Sr. Drvd Freir, leve doli c mhecimjiilo, e as
provas, apesar de dirigir-se cora a sua recoahe-
cida deligenca e aolividade casa do erimiiuso,
j elle se havia homiziadn.
O Dr. Salamanca evidentemente teve socios,
coma fcilmente se conhece pelo famoso titulo do
banco.
< Examine beai a polica c nio os deixe em
paz.
E' o Sr. Salamanca hespanhol o aprsenla um
titulo de Dr. pela universidade de Salamanca. Veio
para aqui eom o Exm. Sr. bispo diocesano D. Luiz,
de cuja companhia sabio nao ni ui airosamente.
O industrioso cima licava j uo poder da po
licia.
Lenios ainda nesso.jornsl :
Eserevem da colonia militar do Gurupy :
< Devo dizer-lhes que eseapamos do ter urna
reprodooio dos seenas de 4857 ; aqui vai o faci:
< Apresentarara-se aqui ora mciado desle mez,
dous sugeitos do CarutaporaojA'iados por um
sargento da guarda nacional residente ero Mar-
cassura, do nomo Valentim Thenorio flaxias, afim
de induzir os guardas nacionacs destacados a
abandonar a colunia, porm folizmeula o director
leve conheciraenio do fado e loraou de prompto
as dovdas providencias, que nao foi levado effo-
to tao da ni nado intento.
E' o-jvtzo meoqner-me parecer, qoe alguem
mais elevado qae o sargento, anda enverride neste
aegodo, e o tempo mostrara.
Se julgar conveniente, pode mandar dar publt-
cidade >
Sbicdoa-se, no da 3 do crranla enftwoan-
do-se n'nm baraco, o subdito portufaei Mariano
Lias, oSrial da alfatte.
A alfandega rendeu d 1 a 7 de eorrente...
Wiipr
PAHAIIVBA.
Nosso correspondente nos escreve em 16 do
eorrente:
a Sou avsso reclificacoes ou erratas, como
sabe por experiencia propria; entretanto nao
mediante Twsso deixar de comecar a presento reclamando
contra dous erros notaveis que sahi rara irapressos
na mnlia missiva datada de 6 do correte. Ahi
vio elles :
No periodo onde diz-seque o resoltado das
ultimas eleicoes ele, prova a benevolencia, deve
lr-se que o resultado, etc, prova evidencia; e
onde menciona-seque os nrgocios desta trra
nio correm tnatraea, devo lr-seque os nego-
cios etc., nio coarera matraca.
Outros erros existem na mesma correspon-
dencia, que nao medouao trabalho de corrigir
por serem de fcil pereepcao ; peco todava aos
seas compositores, um pouco de cuidado para as
minhas garatujas afira de escapar de algum qm-
pro-qu no futuro.
< J communiquei-lhe na minha anterior o acto
da abertura da assembla provincial, no dia 2 do
eorrente mez, com todas as formalidades do estro,
sendo o Dr. Elias Frederico d'Almeida e Albu-
querque, o nico represntame d'actualidade,
n'aquella corporacio.
' O meu correligionario est, segando o dito
chistoso de um eassalsta, comobarata entre ga-*
linhas ; espero, porm, que se sahir eom hon-
ra e dignidade de sua ardua e difflcil raissao, para
o bom desempenho da qual sobram-lhe coragem e
illustracao.
Por agora a salinha tem estado em constante
suelo; nada ae importante se apresentou, nem se
discute :-;-3st espera das eetMllai do Egypto.
Os negocios da thesouraria de fazenda conti-
nuaos a offerecer materia para censuras.
i Sr. Joao Mondes, afina!, fez a sua defeza no
Jornal do Cominercio de 13 do passado, em um
ariigo pedido, *
E' curiosa a tal produocao, pelo desarra oa-
mento da linguagem, e descnlpas futes que con-
tera ; e, sobretodo, pelos descoraraonaes elogios
feilos si proprio I
Ainda, era principios do andante, mandn o
Sr. inspector pagar o ordenado ao Exm. presiden-
te da provincia, por um preto servente a repar-
tiera.
Qae tal o da rabteca ?
O vapor aqu eblrado do sra", em principios
do correte, irouxe para aquella reparticao 50*000*.
em notas miudas, quo vieram mnito a proposito,
pela grande falta do troco que j senliaraos.
Conata-me qae o Sr. inspector e seas empre-
gados nao gustaran desta remossa, por tirar-lies
o pretexto de se pagarem cora o resto de euro
mntente no cofre, para o que j se estavam pro-
One golas, safa t
istrativamonte oondemaado o es-
crvao d'Alaga Grande, em dous meas de prisao
ir crime de tirana do recruta
^^Btam carga os navios : fniplua para do poder da oscoila.
'""""Mu onri mfaa'ms um pmmum #<
Liverpool; Mario. 9 Mara Carolina para 0 Porto
No, trujar Mirraara, de termo de VjMMbgaa-
lesta parcella, vio mais 799: 70lj233,pa-
ra o thesouro nacional, em notas inutilisadas e em
ouro.
E-S*.WOS.- Com distioc- cort sejruem nes-
vapor, viudos do uoi le. do imperio. 74 eseraros
a entregar.
TOCAN'I'XS. Tira ;i malo boje, s 3 horas da
tarde, no corroio, esto vapor, para os portes-do
sul do imperio.
TRILHU5 URBANOS DE GNDA. A directo-
ra desta companhia convoca, era vista do rtig
13 dos respectivos estatuto*; uoia reuno da as-
sembla geral dos accionistas para o dia 26 do
eorrente, uo sale do Club Pernambucano.
pqWSTRUCCAO DE PONTE.-A companhia de
trilhos urbanos de Olinda contraa a construccao
de urna ponte de raaleira, no lagar dos Arromba-
dos, de conforradaJe com a planta e orcamento
respectivos, i|ue se achara expostes na casa da
sede da companhia, toa Nova n. 35. As propostas
devem ser recebidas at o dia 30 do correte.
. MOP.TK REPENTINA.- Fallcceu na sexta-feira
a tarde, do um aneurisma, o portuguez Miguel
de tal, erapalhador na ra eslreita do Rosario, na
oceasiao em que tomava ura banho juntamente
com um filbo seu, na bomba da estrada do cemi-
lerio.
PASSAMENTO. Dcu hontem alma Deus, o
ofllcial de descarga de nossa alfandega Jos Fran-
cisco de Matea.
CEARENSE E AMBROSE.Segnirain para Li-
verpool, estes dous vapores, sahiudo do Cear a 4
aquelle c a 7 este.
IPOJIICA.Este vapor da Companhia Pernam-
bucana, achava-se de volla d;i Granja, no porto da
Fortaleza, a 12 do eorrente, em viagem para Per-
nambuco e escalas.
PEDIDO.Remettem-nos o seguinte:
Lerob'ra-se aos Srs. armazenarios de algodao.
do Forte do Mattos, a necessidade da prohibicao
do uso dos enormes capacetes de algumas coui-
panhias de trabalhadores desse genero, que se en-
chera e se esvasiara muilas vezas por dia, nos
araiudados passeios que elles dio. Dizem-nos que
alguns armazens ha notaveis por esse abuso, qae
custa muilo caro aos donos do algodao, e redunda
em pura perda do crdito de nossa provincia.
CANAL DE SUEZ.A neutralisacao do caar
de Suez assumpto de polmicas na mprensa do
Oriente. A Austria ainda nao deu a conhecer.a
sua opiniao este respeito; a Prnssia est de ac-
cordo cora a Inglaterra; e a Ital-, onde apenas
comeca a tomar incremento o eommercio com o
Oriente, muito interessada no assumpto para,
que deixe de trabalbar fav r da neutralisarao.
As potencias conlrarias sa, pois, a Franca e *
Russia : a priraeira, como principal instigadonv
das obras, conta cora grandes lucros que Ihe pro-
porcionar o uso do ranal ; a segunda ha do seu
inimiga ostensiva de quantas vias mercarais pos-
sam conduzr ao Orisnie ; e provavel que, logo
que os navios comecem a percorrer o isthrao, exi-
ja alteracoes nos tratados relativos navegacau
no Bosphoro e nos Dardanelfos, os quaes limit:.ni
a aegio da Russia desde a paz de Parts.
POR CAUSA DE UMA OPERA. Grande baru-
Ihq em Munich, onde a nova opera do Wagner.
intitulada Rheingold nao pode ser cantada no dia
marcado.
O regente da orehestra nao se erafornrwa co
certas modificacoes de scena follas por Wagner.
Furor de wagner, que se queixa ao roi, seu
protector o amigo.
Furor do rei, que" poc o regente no meio da
ra.
Furor do regente, que corro casa do superin-
tendente das bellas artes, que escuta a queixa e. a
approva.
Refuror do rei, que despode tambem o superm
tendente das bellas artes.
A orehestra toma as dures pete seu regento o
pedo a demissio.
Wagner encolorisa-se e declara que retira 6 sen
BMingoli.
O director lamenta se, os artistas chorara, o re
encolorisa-se pela quinta vea, quer licenciar o di-
rector o os artistas, se Wagner, sen amigo, prega.
a peca de relirar o seu primor musical.
K a desordem a augmentar, a augmentar.
Chega a vespera do espectculo. Nem |
fumo do superintendente, nem do
ehestra.
Procwra-sa aqui e
nhara toma sobra si
As horas decorrsra,
seMaeia, Wniosm. fl^^H
que del!
MaaMi admiteda, priowro
km te-



r de Fruambiw Segunda feira 16 de Outubro de 1869#.

-tratagema

I
H-tenho necessidade de
fos emprestar i Dexo-
f de diamantes,
ilar, vio que os dia-
s e vaiiam urna somtna con-
emprerto-vos os 20:00f) no-
do mez pascado, um sngeito cora
rostido, apresenta-so
1 d'um graude joaiheiro de Vienna, II.
Mary.
Senhor
30:000 ti
vos, co
manto
sidera
Seja^enti
No mesmo instante advertram-n'o do que urna
seahora lbe va fallar ; sae um momento
par* lbe pelir que so demoro, volta para junto
do sugeito, assegura-se de que o colar anda esta
no aSa ^H" w florm* Pd,aoi-..
i virei buscar o colar, dis-
i, passarase 13 c o hornera nao
^Flwgoeiante v r o eolar porque o quer
vender, e com grande espanto reeonhece que e
falso.
O
Dirgese i polica o conta-lhe o occorrido.
prefeito ouve-o e depois diz-lbe :
Essa mulher que veio mterromper o contra-
to era saa cmplice, e qneria dar occasiao a que
samase, para elle depois poder substituir u collar
boro pelo falsificado.
E ento agora ? ,
O remejdio muito fcil. Mande annuneiar
em todos m jomaos, que to assaltadope os.la-
dros, e qae entre outros objeetos lio roubarani
um ciliar valioso, qae lbe ilnlia sido deposita,o
como penhor da qnantia de -20:030 Horras, e eujo
valor real exceda quatro veres ota omina.
O negocio fea grande barulbo era \ienna. To-
da a cidade fallou nsso. ..,
Alguna das depois apresenta-se tal suegitocm
casa do joaiheiro a pedir o sen collar.
Agora os leitores advinhem o resto.
INVERN-Na Europa espera-seque sera me-
moravel o invern prximo, de lhu9- '*> ;i0
s em vista do que dizem os almanaks de MuUi.eu
da la Brome, como pelo que escreveram diversos
sabios. O Diario do Havre esereve a este respei-
'\ Segundo Renou, o invern de 1868-1869 foi
muito notavel pela sua amena temperatura, que
foi, termo medio, 6 61 Ora os t 'avernos
mais quentes do scalo foram os .le 1822. ime
1834, cujas temperaturas medias foram ti. u, u.
' 0Anter'ormente ao sceulo actual nao se encon-
ara entre oa invern?, cujas temperaturas media,
fossem calculadas, senao o de 1/97, que, pela sua
temperatura elevada, se pareea com o de1859.
Os fros que reinaram em Janeiro passado sai ale
mais orna analoga entre estes dons invemos, por-
que nao se produzio haixa de temperatura seme-
jante dorante os outros invenios temperados que
Ul.a'segund3 Renou, dep ds da randa perturba-
rifo atmospherica de 1839 e 1800, os aunos sao
irais quontes, mais claros e mais seceos, e a pros-
sao baromtrica mais elevada que de coslume.
Estas anomalas nao podem deixar de ter urna
prxima compensado ; o penltimo invern cor-
responde exactamente ao de 182-, o ultimo ao de
IMH; tudo annnncia, pois, qne devenios ter para
1870 um grande invern anlogo aos de lS-.> c
1830. ,,
RESUSCITADO.Deu-se ltimamente na aldea
le Boahay (Franca) um faci de que lia ja alguns
oxempios. .
O cura da freguesa prepara vi-se para n razei
os responsos a um individuo fallecido na vespera.
O filbo deste, prevenido pelo telegra|ibo, acabara
de chegar do Pars para assistr as exequias, ba
lllha ia accender as velas b v tas.
Todas as muiheres da aldeia tinliam ido as;i>r-
gir o defunto com agua benta.'e so se esperava
pela ora dos ltimos preparativos.
Orna das visitantes, que vio o brac. defunto
icinkalc do I'''!11. ,l!li/ nieJosameme levauta-to.
V.ene tompo o aerumo mi; os <"
Roaeiam-n'o logo todos os presentes, apagam-so
as velas, ehama-se um medico toda a pressa i
hoto o vin!i do nutro mun lo est i m-o sao.
Fui por causa pe copiosas libacoea que elle ca-
hio n'nma syncope tao prolongada, que apresenta-
todas asapparencias da mirto.
O pai deste individuo estove tambera a ponto de
ser enterrado por causa do nina letbargia de trin-
ta bnras. _, .
UTO, E AGRADAVEL A ViTA.\anas exp -
rieiieki-= se teem felo para tornar visiveis de noite
as iscrpcoes dos nomes das ras o dos nmeros
das casas.* m chraieo encontrn finalmente um
tacil pr ice?so, cuja applicaco deve ser muito til
ao commeivio e ao publico. liste processo consis-
te, diz o Diario 0//isirtH'rancez, no emprego de
um liquido especial, que applicado sobre os n-
meros e letreiros os faz luminosos de noite. Qaan-
to mais escuro estiver o lempo, mais as letras se
destacara. J se flzeram experiencias o dizem
que produziram ptimo resultado.
APOSTA CURIOSA.Um Ingiez e um America-
no flzeram urna aposta singular em Dieppe. Tra-
tava-se de saber o numero d pratos vanados que
se podiara fazer com os ovos ou com as batatas.
O Americano apostou pelos ovos o o Inglcz pelas
batatas. O Inglcz s pode inventar 103 pratos; o
Americano inventan 10i e ganhou.
PROCLAMAS.Foram lidos uontem na matriz
da freguezia do Santo Antonio os proclamas
seguiutes:
1. denunciadlo.
Fanstino Jos do Espirito-Santo, com Denedicta
ilaria da Conceico.
Constantino Jos do Lima, cora Constantma
Emilia di) Espirito-Santo.
Manoel Jess do Nascimento, cora Antonia Lou-
renei de S. ,,.
Umbelino Gomes de Oliveira, com Leopoldina
le Almeida Lima. .
Manoel Joaquim Seve Jnior, com Olympia Lins
de Barros. ., .
Domingos Joaquim Seve, com Alexandnna do
Reg BaulisU. _.
Raphael Rauch de Roberty. cora Anna Cleraen-
tina Cavalcanle Wanderley.
Dionisio Ferrara d Nascimento, com Paula Ma-
ra da Coneeicao.
Cornelio Ferreira Franca, cem Julia de Alen-
oastre Autran.
2.' denunciacao.
Jos Avelno Gabriel, eom Amelia Ferreira de
Carvalho. n-,
Pompdo Eduvirges da Piedade, cm Mana Rita
''JosMartins Monteiro, cora Celestina Olindina
Quilau Martha. n
Thomai Pereira dos Aojos, cora Mana do llo-
iao da SvPern.
Daniel Joa4 da Silva, cora Isabel Maria da Cou-
;elcao. _
Joio VIrwmo de Lacerda, cara Angela Custo-
dia da Silva.
Flix de Vaiois Canlalice, com Miqaelina Mara
de Jess.
Sidronie Sabino Monteiro de Carvalho, com
.loanna Florentina de Barros Wanderley.
Januario Jos dos Santos Bernardes, com Felis-
nina da Canba Sales.
Francisco Xivier do Athayde, com Mana Igna-
oia da JordSo Caldeira.
3.a denunciacao.
Francisco Flix de Mello, con Olyrapia Francisca
'U8i,"'a-
Manoel Ixnacio Ferreira, cem Francel ua Mana
Antonio Rodrgaos Sette, com Candida Pereira
LhR.
Manoel Constantino dos Santos, com Isabel da
(""oni'pi'riii Ssava.
Jos Feliciano Branco, com Cosma Idalina das
Mercz Lima.
Jos Antonio de Almeida Cunha, com Levina
Ierren de Almeida.
Aatoaio Fernaades Soares, com Mara da Con-
PASSAGEIR03.Trouxe o vapor Tocantins dos
iwrtos do norte oa seguiotes :
Dr. Piock Romano^ sua sonbora. % Albas meno-
res e 1 criado., Jos Martn?. Jos Gomes, Manoel
>lo Carmo, W. A Milkr, Joio Patrocinio Valladares.
Jos Ignacio Piroentel, Pedro Manoel
g\a Exm. baroneza de Vaseoncellos. D.
^a Ribtiro, Rodolph
______ ""_ "Kr
Sepaem para o sul: .
Ernesto Bertram.D. Bernardina Oliveira Pinhci-
ro e sua criada, o segundo cadrto Leopoldo O. de
Almeida, giarda marraba Aprigio dos Santos Ro-
cha, Guilhermo Possldonio Borgcs, E. tiiines,
recrutas, 1 desertor, 1 artfice, Jos G. daSilv:
Coqueiro c ea cscravo, 6 aprendizea marinheiros.
I reeruta de marmha, Guilhermo S. Ellery, T. V.
J. Dias, Caetino V. dp Andrade c sua senbora,Pe-
dro a do Maceo, capitao Raymiindo Remigio*>
Mello. Jos Alexandre Nunes de Mello, alferes Ma-
noel Francisco de Almeida, 6 recrutas para o ej-
ercito, Manoel Zeferino da Silva, 1 votanlario e i,
desertor. _.
Sahidos para o norte, no vapor nacional fu a-
PGeTlrudes B. do Noronha, Antonio Corroa da
Silva, Dr. Jos do Sabova e Silva, Francisca Tho-
mazia de Jess, Manoel Seve Filho, Francisco Ge-
nerino Lopes Pereira, los Antonio Jo Sa l.eiiao <
3 escravos, J. B. de Vasroaeellos esUasanhora,
R. F. Manoel, S. Caetano Filho, Jesuino da Lon
ceicaoMattos e 1 criado, Dr. Antonio do soiwa
Can-albo, Joaquim de Azevedo Canario, Francisco
Gomes da Silva Jnior, Jos Hay mando de jLarva-
Iho, Francisco Jos Dias, conogo Finnino de Mello
A/edo, 1 escravo e 1 criado, Amaro B. A. Ma
nhio e 1 lllbo, Antonio Jos Sarment
que a bu
mais 4ec
seis dias
deB. e
dmittinde a suspoc? Pf
de aniuenc.io jw
sida prestada a
u reqnet- J" *" aain
Son cumprir o
m e^respetosamente representou ao jura
isrdfa.'t
fra ie temo hbil; e-
ue' no *a 2S de agosto,
lala a saspeicao por pala-
vrM liaba do feito o respectivo doposito-docu
Lmtos i *Tn. 4 R. E dnas audiencias se passa-
rai e.naoapparecia o juiz mon.clpal, e o cura-
nri nenio de ou dover. era posto a margem
dava-se a coincidencia, de tambam nao estarem
nresentos horas das audiencias o adosado e
Picador ao Sr tenate-coronel Joao de Sa-do-
nmPM.nnro 6 e 7.*Ha coincidencias ntaesque
eS, cuiuios e cenc.er.os compromettedo
relll Afinal a 21 do setembro apparcceu a aa-
Siiaoraiaa, sempro (rada, e^prej.
hitiva Ncssa audiencia oforeci os artigos; eram
ls instruidos cora docun.entos comprobatorio
de inmensa significacao, e com a 'nJ'ffM
teunuhaa de rada e ibilaraiporuucia. Mal u.r-
Icitura do meu requenmento, wm todo
pedo. Oppnz-m aesse dosembaracosem nome,
mostrando at co.n a njopi-ia declarado do adso-
gado do Sr. tenente-coronel Joao de &a. >
Frederco Maia.
Segurnm para os portos do sul, no vapor na-
cional Giqni: ,-
Vidal, Cesar A. Zanotte, B. P. de Araujo Joac
L. Vieira, Alcdes de Souza Castro: Manoel Fran-
cisco Moreira, Jos Marliiw da Silva, Josaphat Pe-
reira Uarroso, Leoncio Guedes Brrelo e seu Ulho,
Adelino II. Penha c 1 eacrava, Manoel Joaquim
Gonealves Ferreira, Manoel G de Almeida Leite,
Gustavo V Dr. Ernesto Almeida da Silva, Isaac,
Tavaros da Costa, conego Amaral, Eugenio Un
Barros, Joaquim de Aguiar Boto e 1 escravo, An-
tonio Ferreira Pinto, Jos Nunes Guunaraes, Joa-
.iiiin Jos da Costa, Adriano Augusto Macieira
inserida
no Jornal do Rreife de 4 deaetombro^ >g:
elle ousava afflrmar. Mas. fw ludo
constituinte so cabiam os
o que so passou nesla
Eis
desse despacho
quun
- Vindos
phira:
do Porto, -na barca portugueza Sa-
ToaqumAbrantesPnheiro, Manoel Gomos.Ben-
o Texera. Manoel Jos Lopes, Antonio Mendos
.'errera, Thomaz Jos Ferreira, Custodio Martn?
Pinto. Manoel Antonio Pinheiro, Manoel Francisco
Angeira Juu r, Joaquim Francisco da Silva, loso
do do que
baldado!! Ao meu
"indeferi montosII
audienciadoc. n. 8.
Acarave, como mo cnmpna,
para o superior tribunal de relacao, e o, juiis em
fugar de alternar ou desattender ao meu reque-
rmenlo, mandn que eniranhado nos aug
fossem estes a sua concnsao. L tendo o escn\ao
autoado todos os papis da suspo.cao, e fubmU
do conclusao do juiz, em virtude do ulmo de -
pacho, descerara os jalos, cora declarado de
que o procedmento tido por, elle era inegnla e
, ue dev-iam taes papis Berjootadoa e cnttanba-
dos aos autos de manutencao!! Anda o aactiyaa
observou rospetosamenle a) juiz, ique alti era
clara a seraelhante respeito; que o 9roce* de
snspeico tiuha de correr em^separado, c qne flo
requcrimento da audiencia nao constava, o que
all rniava o advogado do Sr. tenente-coronel Joao
de S, acerca da falla de prestacao do cauQao era
lempo hbil. At boje nao leve solucao alguma a
duvida posta pelo escrivaduc. n. J.
E cumprc aqu-por bem em ostensivo relevo
para ser apreciado pelos que me lorcm cora espi-
rito desprevenido, o com criterio rdleciidc, que nao
redigi, nao intervim do modo algnm na redaccao
do tormo da audiencia de 31 de agosto ff E abi
te e 3 filhos, Joaquim Carneiro da Costa, Miguel
Ferreira, Manoel da Silva Nogucira, Manoel Jos
M.rtins, Bemo Gonealves Evaristo, Francisco Ber-
nardos de Souza, Antonio Leal de Barros, sua se-
nbora e 9 lilhos.
Um vott de agi'adccisiieuto aos
meiis dedicados amigos.
E' para mim de subido valor a manilestacao qne
acabis do dar presentoando-me com a thesoura de
ouro, em cujas laminas se l: Ao exim.) artista
Jayme Enea- Gomes da Silva oifei'ecem alguns do
seos admiradores. ...
Na mediocrdadede niinha posigao arlislica. no-
bre e muito Jiubre, receber um presente de honra
liio signlicativa para mim, que apesar do ter yai-
dados, como h.nnem, nunca foram ellas at aspira- ter ue
ces inmerecidas.
' E' de meu dever ns?cgurar-vos, qu', era qnanto
vivo saliere ligar a n.axiuu imporlancia ao subli-
me penhor de vossa sincera dedica Co ; c que, ab-
nal. passaracomo logado mena Olbos, qae%er*J
nelte o tropho das exploradles
pai
e denunciando apenas, at quo ponto podem
birenlaca.las em estreito abraco, unidas duasir-
maas lo gemoas, como sao a ignorancia e o des-
garro do bro II E ento succedeu que o br. tenen-
te-coronel Gaspar Cavalcanti levasse ale a presi-
dencia, a sua quexa contra o predito ju:z muni-
cipal, nstruindo-a.com documentos valiosos que
assolavam a verdadode lodos os pontos n elle com-
prolitmdido3. Estava o Sr. tenente-coronel Gas-
par Cavalcanti no seu direto, era o uraco rocurso
que lbe reatava. Hoje a apreciaeao d essa qneixa
est submctiida ao Exm. Sr. vice-presidente da
provincia. Mantenedor severo da le, b.i'.x(.. re-
solver com aquello criterio c imparcialidade com
iiue pauia os scus actos. *
Nao osso, nem devo arriscar juizo algunnt se-
melhantc respeito; tcohof robusta.que o direto do
Sr. tenemo-corouel Gaspar Cavalcanti nao podora
ser conculcado por quera qur que soja que ocui-
ne acadeira presidencial. E de proposito facoabs-
traeeSo de nomes, porque nao posso nem devo
ter debaixo das vistas se. nao a santidade da le,
rtislicaa de sm
1 go -
Melloelertido, Dr
i a seu criado, capitao Jos<
'i criado, Jos Ro-L C
arjei, Jase
semoe, Jos Doa>iDguesJju, qne nemUnm
vcei; i. portanto, a gratidao eterna de vossoami-
JatftM Eneas Gomes da Siten,
ao pyblieo.
Tonho sido provocado por modo descomedido,
pelo advogado do Sr.. teneotc coronel Joao de Si
e Albuuuerque. Popconta propri.i, ou em sub-
serviencia ao cumprunent de mandato allieio, se
lera esquecido esse adigado do que deve a si
proprio, o a profiMo que exerce. Em conside-
rado a ininha propria dignidade imporla hoje
para mim romper um nipossivel, vencerme al o
ponto de entrar com esse advogado em justas jor-
nalslicas. E, pois. sirva este ligeiro reparo de
juslilioago a resolucio que abracci do nao dar-lh resposta, e de dirig'ir-rae ao publico, e onde tam
bem se contam muitos homens de bem, de juizo
seguro o desapaixonado criterio. Anda bem e
felizmente era nossa provincia nao podo anda, e
nem poder nunca o escndalo da palavra, o a
aoarcuia dos mos sentimonlos, sentar o :?ju en-
Ih/onisament. Perianto me expresso no que vou
dizer, com toda a energa quo dao as seguranza?
de urna causa justa
A mim se quer lancar em conta de crirao, o ser
advogado do Sr. tenente-coronel Gaspar Caval-
cante que tera para' mim as condices do amigo e
sogro. ....
To desusada pretencao por demais mtolera-
vol, e eu me abaixaria "se descesso at o nivel
delta para responde la. Aqueslao Aranungl e
tambem outro ponto, cm quo ni o devo ousar nn-
guein tocar, snb pena de iucurrer o temerario que
o lizer na excoramunhao dos insultos, cato ex
pr-se ao risco de ser corrido pedradas jogadas
por garotos mal aprendidos. Sejaemboraassim. E
comtudo a coosciencia deve ter algum preco para
aquellos, que nao abastardaram a protisso nobre
o advogado; e nesta qualidade que vou dar
oxplicacoes de tudo quanio tem occorrido nesse
cerebrino processo de manntencao de posso do
engenho Aratangil.
Cora proposito deliberado e cora reprovado in-
tento se tem afligen iado fazer confnso, e levan-
tar poeira para trazer o obscurecimento do que
verdade; mas, mo grado, ella ba de transpa-
recer.
Trata-so de comprimento de ltimos julgados
dos supremos Iribunaes do paiz, o a execucao
desses mesmos julgados qae tem sido solicitada
por meu amigo e sogro. Ha, porm, um juiz de
instancia inferior sem graduacao alguma acad-
mica, sem nota do urna illustracao'qualqucr, nem
mesmo de seguro criterio, que se arrasta curva-
do sob a prossao de importunas solicitacoes de
parciacs ardentes de vingaucas; o que influencia-
do de Uea inspiracoes quer collocar-se cima
de tribnnaes superiores, cima das leis, fazendo
bom, e barato do todas as considera c5es, qne
qualqner homem do bem que se presa deve ze-
lar. E porque succede me apresenlar em oppsi-
cao a taes e tao descommunacs pretendes, d'abi
vera as iras a screm destechadas contra mira cm
cardumes. Soffro, mas son contente com o soffrer,
que o por amor da propria dignidade, e tambera
da nobreza da protisso que exerco.
Mas, como ia dizendo, esse juiz por u'raa imples
petico do Sr. tenente-coronel Joao de S caneo
deu a oste manutencao de posse do engenho Ara-
tangil, concessao esta emopposicao nao s aos jul-
gados dos tribunaes superiores senao tambem ao
proprio reconhecimente do predito Sr. teuente
coronel Joo de Sdocs. n. 1 e n. 1 A.
Espanta e maravilba aaakii so pralicar, mas o
facto foi assm, o assim mesmo.
O Sr. tenente-coronel Gaspar Cavalcanle citado
para apresenlar ne praso que era Gxado a opposi-
cao que tivesse a fazer a tao exagerada pretencao,
requereu ao juiz, que ou se reconhecesse suspeilo,
ou consenlisso, que na prhnera audiencia lbe
fosse por palavras posta a suspeicaodocumento
n. 2. Esse requeriraento nao leve despacho favo-
ravel. Em consequencia do qne na pnmeira au
diencia, que se soguo por palavras averbei ele
suspeito ao dito juiz municipal, declarando de
modo preciso e cinco que havia prestado can-
co. Depois succeden que logo apos de diversos
despachos, por instrnceoes do juiz de direito in-
terino aquelle iuiz i Mi os
artigos de suspeij.
eiena

,. nao a dignidade do cargo, porque a pessoa nao
, senao a'representacao viva d aquellas duas con-
dices. ,. ,
l'udo qnanto legalmente se poda esperar do es-
forc humano deligenciei, e cnvidei como patro-
no da causa. E ah estro tallando por 'irnos do-
cumentos que j foram citados de ns. t, *, a, *,o,
(', 7, 8 e 9. que corroen! o pulvensaui todos os em-
i.uoioj d-> advogadu (o Sr. tinente-cironel Joao
de S. Mas que vala pdem ter todas cssas pro-
vas, '.odas essas cautelas parante quera tudo afiron-
ta, a virdade e o pudor, principiando pelo,.menos
pny> tJn |rnprin di^niJudu > &* oyn-rmnjfl tildo
acha facis respostas !l .
E' falsa a redaccao do termo do audiencia ; e
falso o recibo da j prestada caucSo ; falsa a
apposicao dos sellos d'esso doeunu'.nio ; falsario
prevaricador o escrivo ; o sao tambera touos
os empregados liscaes ; todos quantos nao com-
mungarem com o advogado do Sr. tenente-coronel
Joao de Sa. sao todos reprobos, e elle 6 o uraco
justo!!! novo No de nova especie ; para .elle a
arca da salvacao e da allanca ; e s para elle II
E forcoso depositar f implcita, c jurada era
as suas vociferares de desespero ; c ai do.teme-
rario que as nao recebe receutemente !! E atira-
do aos lobos I! Tul qual ora me succede.Sub-
tn>b autos; os escondis tambem. Atira-se so-
1ire mim mais esta nova injuria,dando-se-mc como
pratico d'esta nova e reprovada industria.
E' urna mentira, urna falsidadc, o veja-se
prova cabal nos documentos ns. 10 e 11 que olte-
reco ao publico. A quo mais doverei anda respon-
der ? As injurias que me sao caspidas sao.
Nunca me entreguei ao jogo do pugilato, nem a
dispula asquerosa do insulto e do escndalo.
Coinprebeiido bem, que chamar o difl'amador a
responsabilidade e exigir era nome dajei a sua
punigo, seria o remedio legal ; mas nao o farci
por ora ; e talvez nao o faca, parque esse recurso
s deve ser empregado contra aque|le?, que te-
uhara responsabilidade propria, ouaquolles a quera
cabida a mputacao dos seus actos. Os ilumina-
dos teem a justificativa prevenida no art. 10 do c-
digo penal.
Nao sei qual ser o sentir dos outros, que fo-
ram tao torpemente injuriados. O escrivjio e em-
pregados da arrecadacao do sello sao homens do
reconhecda honestidade, e esto muito cima das
invectivas que lhes sao atiradas pelas vozes des-
"ompassadas do de-espero.
Fico aqui; nao devo ir mais longe. A aprecia-
cao da quexa est submeltida, como j disse,
utoridade superior ; e ella que julgue com. os
olbos na Iei e com a consciencia o rccltude de
coraco.
E a>sra, como nao sei solicitar pelos corredores
e anti-camaras, tambem nao estou habituado a to-
mar a voz dos pregoeiros pblicos para tudo atur-
dir, tudo confundir, o vr-se ao fiual de contas
Iludir os incautos e bigodear os nexperientes.
A verdade tal qual fica expressada ; que a
leiam os meus amigos ; que os homens de bem e
o publico a consideren!. O julgamento do uns e de
outros me satisfaz.
Recife, lo de eulubro de 1869.
Gaspar de Drunvnonna.
Documento*.
ir. i.
Em virtude da deciso do accordao do superior
tribunal da relacao de 3 de noverabro do anno pas-
sado, designo ao Sr. Gaspar Cavalcanti de Albu-
querque Ueba, o sitio da ilha com a caa quo la
existe para o rancho decretado no mesinp ac-
cordao.
Recife, 2i de julho do 18G9,Joao de Sa o AI-
buquerque.
N. 1 A.
Illm. Sr. esenvao do civel deipojucaJos
Jacome de Araujo precisa que V. S. vista dos ac-
tos da manutencao, que o tenente-coronel Joao do
S e Albuquerque enca'miuba contra o tenente-co-
rouel-Gaspar Cavalcanti de Albuquerque Ucboa,
Iho d por certido o seguinte :
Se, antes da expedicao do mandado da referida
maautencao, se procedeu iequericao de lesterou-
nhas, e no caso afllrmativo em que data se proce-
den inquericao. Pelo queR. M.
Miguel Joaquim do Espirito S^nto Moraes, esen
vio do crmo, civel e execuedes nesta villa de
Ipojuca da comarca do Cabo da provincia de
i Pernambuco, por merc vitalicia do Sua Majj
aatade o Imperador, quera Deus guarde, eM
Cerliflco qne o mandado de manutencao de trata o supplicante, foi expedido era data de I* de
agosto do correte anno, o a inquericao teve logar
no da 23 do mesmo moz. E' o que consta dos au-
to, aos quaes rae reporto.
Jnojuca, SI de agosto de 1869.Escrev e as-
Em t de verdade.Miguel Joaquim do Espirito
2.
^^M 6* suppleat,4tJ(
" par Cavalcan
^^Hppiicante, nianulence quo saja
com o de ilefiPI
querendo u^^^H"1'' I
a bem do seu dii cito, v-se lolhido
u iningo e suspeito na forma da
n dita causa. 0 supplicante deixa de re
as niioes e fados que justificara scraellianb
sereno, porquanto elles pertencelh ao dominio da
pubbcidado e a propria consciencia de V. S. dar-
Ibe-ha pleno testemunho : no enretanto, para que
nao se veja forcado a deduzir laes motivos vera
previamente requerer V. S. que, os reconheetn-
do, so digne averbar-so de tuspeilo cm dita causa.
No caso negativo, anda requer V. S. que lbe
eonslnta na primeira audiencia serem por pala-
vras declarados laes molvos de fnspeicao, eassim
possa sor iniciado o processo regular. Espera,
pomnlo, deferimento, pelo queR. M.O advo-
gado, Gaspar de Drummond.
Numero 6.Rs. 200.Pagou 200 rs.
Colleetoria de Ipojuca, 23 de agosto de 18u.
O oscrivio interino, Souza Moraes.
Junto aos aulos'esta petico e bem assim a res-
pectiva proeuraco, const'ilfclndo o signatario da
da petico advogado da parte, venham os autos a
conclusos.
Ijiojuca, 31 de agosto do 1869.Alves da Silva.
E conforme eom o original que mo foi apre-
sentado para extrahir a publica forma, e a pre-
sente cora o qual esl conferi, e achei conforme, e
a elle mo reporto, e com a presente entreguei a
parte quo m'o apresentou.
Ipojuca, 21 de setembro de 1869.Subscrevi e
assgno em publico e raso.
Em testemunho da verdade. (Estava o signal
publico).O iabellio publico uterino, Miguel Joa-
quim do Espirito Santo Moraes.
rilm. Sr. Dr. juiz de 'direto da comarca do Cabo
Gaspar de Drummond, requer a V. S. que se sirva
de mandar que o escrivo Moraes lbe certifique,
primeira se quando na audiencia de 31 de agosto
deste anno o supplicante como procurador do te-
nente-coronel Gaspar Cavalcauti de Albuquerque
cha, averbou por palavras de suspeito ao juiz
municipal Loarenco Bezerra Alve3 da Silva, c
raandando este juiz que caucionasse o juiz viesse
cora os artigos a pnmeira, o supplicante nao lhe
declarou em publica audiencia que a caucao ja
eslava prestada segundo cm que daja o supplicau-
te entrego no cartorio a proeuraco do tenente-
coronel Gaspar Cavalcanti de Albuquerque Uchua,
era que constitua, o procurador especial para a-
verbar de suspeito ao mesmo paz: terceiro, se o
supplicante redigo a redaccao do requeriraento de
suspeico por palavras que foi transcripto na au-
diencia de 31 de agosto, pelo queRecebera mer-
c.G. de 13ruminond.~Siin.
Ipojuca, 2o de selembro de 1869.Siqueira Ca-
valcanii.
Miguel Joaquim do Espirito Santos Moraes, escri-
vo do crmo, civil e execucoes civeis e crime
nesta villa de Ipojuca do comarca do Cabo da
provincia d Pernambuco, por. merco vitabcia
de S. M. o Imperador a queni Deus Guardo etc.
Certifico quanto ao primeiro queslo que apenas
na audiencia do 31 de agosto passado era que leve
lugar a suspeie/io por palavras posta pelo suppli-
cante corro procurador do tenente-coronel Gaspar
Cavalcanti do Albuquerque cha na aec.ao dama-
nutoncao que lhe raove o tenente-coronel Joao de
S c Albuquerque ao senhor juiz municipal sup-
plente captd Lourenco Bezerra Al es da Silva, o
mesmo senhor juiz declarou ao dito advogado que
caucionado o juizo, viesse c^m os artigos de sus-
peico a primeira, o mesmo advogado declarou lbe
inmediatamente qne a cauco ja estava prestada
desde o dia 25" de agosto ao que eu dji Slgnal
afllrmativo.
Quanto ao segundo, certifico que no da o
mesmo advogado pelas 5 horas da tardo entregou-
me a proeuraco do tenente-coronel Gaspar Ca-
valeanii de Albuquerque cha para averbar de
suspeito ao memo senhor juiz municipal Lourenco
Bezerra Alves da Silva, deelarando-me que leudo
juntado a proeuraco a um requeriraento que en-
tregara ao mesmo' senhor juiz municipal sobre a
suspeico, o seuhor juiz mandara que entregasse
a proeuraco no cartorio.
Quanto ao terceiro certifico que o supplicante
nao redigo era interveo na redaccao do reque-
riraento do audiencia que fez no dia 31 do agosto
sobro a suspeico do senhor juiz municipal Lou-
renco Bezerra Alves da Silva, sendo que foi por
mim redigido tal requeriraento, o qual sendo o re-
sumo de una discusso por mais de i horas, po-
deria ter-me escapado pequeas cinairmtattcia.
Finalmente certifico que na audiencia de 31 de
agosto o mesmo advogado pedio-me a proearaeao,
, quando averbou de suspeito ao senhor juiz mu-
nuicipl a cfilfegou-me, Deifi como o rocino aa
eaoc). O queallirmo o dou f.
Ipojuca, 2o do selombro do 18GJ.Escreyi o as-
s'r'OO. L
Em l de verdade.Miguel Joaquim do Espirito
Santo Moars.
Numero 5, 200 rsPagou 200 rs. I
Colleetoria de Ipojuca, 'io de setembro da 1869.
O escrivo interino, Souza Moraes.Pelo coilector
Alcoforado.
Esta conforme com o original que me foi apre-
sontado para extrahir a publica forma o a pr-
senle, com a qual esta confer o achei conforme,
e a elle mo reporto, e o entreguei com esta a parte
que m'o apresentou.
Ipojuca, 9 de outubru de 1869. Subserevo e
assgno em publico e raso.
Em testemunho de verdade. (Estava o signal
publico).O tabellio publico interino, Miguel Joa-
quim do Espirito Santo Moraes.
N. 4.
DliVIDA DO ESCmv.V).
Illm. Sr. juiz municipal suppleuto om excrcicio.
Cora o devido respeito tenho duvida era cumprir
o respelavel despacho de V. S. porque declarando
o supplicante em sna petico retro nao ter o sup-
plcado caucionado ojuizo para averbar de sispeito
a V. S., tenho de informar a V. S. que o juizo foi
caucionado em data de 2o do agosto prximo pas-
sado, foi V. S. em audiencia do dia 31 do mesmo
mez averbado de suepeilo por palavras, e mandn
V. S. que viesso com seus artigos a primeira do
juizo que dova ter lugar no dia 6 do corrente, o
que nao succedeu por nao ter V. S. dado auden
ca, e nem hojo : persuado-mc nao ser pos3vel
despacho algum em dita causa sem primeira ser
decidida a suspeico.
Offerecendo a presente duvida, aguardo a deb-
beraco do V. S. para ser cumprda.
Ipojuca, 14 de setembro de 1869.-0 esenvao,
Micutl Joaquim do Espirito Santo Moraes.
N. 4 ?.
c a u g X o.
O teuento-coronel .Gaspar Cavalcaule de Albu-
querque cha prestbu a caucao do ItGoO em
ouro, para na causa de manutencao que lhe raove
o tenente-coronel Joao do S e Albuquerque, po-
dor averbar de suspeito o juiz municipal supplen-
te em exercicio o capitao Lourenco Bezerra Alves
da Silva : do como assim fica caucionado o juiso,
dou f e passo a presente.
Ipojuca 25 de agosto de 1869.O escrivo, Mi-
guel Joaquim do Espirito-Santo Moraes.
N. 5.
Illustrissmo Senhor.Respondendo o favor de
V. S. aflirmo que nos dia 6 e 14 do cor-
rente at as horas em que costuma ter lugar as
audiencias nao compareceram nesta villa o advo-
cado Alfonso de Albuquerque Mello e o sollicita-
dor Jos Eloy de Palva. Pode fazer U30 da mnha
resposta como lhe convier. De V. S. attento vene-
rador o criado.Jos Joaquim dos Santos.
Ipojuca 14 de setembro de 1869.
N. 6.
Illustrissmo Senhor.Em resposta a sua carta
cumpre-me dizer que nem a 6 nem a 14 do cor-
rente hora das audiencia acharam-se nesla villa
o Dr. Alfonso de Albuquerque e Melle e o solicita
dor Jos Eloy de Paiva. Pode V. S. fazer o uso
desta miaba resposta como lhe convier : o que
afflrmo e jurare porque estivo presente. Sou de
V. S. attento vancrador e criado.Elysiario Go-
mes do Mello.
Ipojuca 14 de setembro de 1869.
N.7. -
nira. Sr. escrivo do civel de Ipojuca.O tenen-
te-coronel Gasoar Cavavalcanti de Albuquerque
cha requer a V. S. que sirva de certiflcar-lbe o
o seguinte :
1.* Se depois da audiencia de 31 de agosto era
que averbando o supplieante de suspeito na causa
e manutencao que lhe move o tenente-coronel
Joio de Si e Albuquerque, ao juiz municipal cap
tao Lourenco Bezerra Alves da Silva, este juii
mandn que viesse com os artigos de suspeico a
primeira ; se ello dea oa nao mais alguma au
diencia.
1* Em quo dia depois da audiencia de 31 do
corrente deveria ter havido audiencia de juiso
municipaJ. tejando a>t estabelecido neste
merc.
[endq e-men.
Ijspi
iq lira do
to-Santo Mor
N. 8.
Audiencia civel do juiz municipal supnente.
Aos 21 do setembro do 1869, ao meio dia, nesta
villa de Ipojuca em audiencia publica pantalla des-
tinada faziaojuiz municipal supplenie ertf exerci-
cio o capitn Lourenco Bezerra Alves da Silva an-
nunciada ao toque da campainha e prego do por-
terro uterino Manoel Joaquim l'acs Barretto, pro
sentes os Drs. Alfonso de Albuquerque, Gaspar
Drummond, Brandio, advogado Jacome, e solicita-
dor Eloy de Paiva. *
Dr. Drummond, por parte do seus constituintes
Gaspar Cavbante do Albuquerque cha e sua
mulher, offerece os artigos de suspeico posta ao
juiz ua causa do manutencao que lhe move e te-
nente-coronel Joo do S o Albuquerque o sui
mulher, contra os mesmos seus coustituintcs com
tres documentos, recibo do cau'co, rol de le?te
munhas o proeuraco que se acha no cartorio, re-
quereu que se expedisse mandado para este ter-
mo, carta pracatoria para a cidade do Recife, ou
em qualquer parte que estiver, afim do serem ci-
tados o tenente-coronel Joo de S e Albuquerque
o sna mulher, para na primeira deste juiso se lon-
varem com o seu constituinte em arbitros que,
duvam julgar a suspenso, sob pena do revela,
de conformlda le com o que dspoe a ordenacao
do iivro terceiro titulo 21 paragropho 8, e decie-
o de lo do Janeiro 1839.
O Dr. Alfonso, por parte de seu constituinte
Joo de S e Albuquerque na mesma causa de
manutencao contra Gaspar Cavalcanle de Albu-
querque cha, havendo esto recusado por pala-
vra na ultima audiencia a V. S. isto na expiracao
do termo assghado ao recusante para vir com
seus embargos, que segundo a ordenacao Iivro 3'
e titulo 48 paragrapho 2-, deve ser peremptono,
nao havendo requerido termo para averbar a V.
S. de suspeito na forma da citada ordenacao para-
grapho 1", por conseguinte havendo recusado a
V. S. contra o disposto- em ditas ordenaode?, e mais
anda, nao havendo o recusante deposilado a, cau-
can antes de ter por palavras recusado a V. S. na
ultima audiencia, na conformidade da ordenacao
Iivro 3, titulo 22 principio; por isto requereu o
supplicante a V. S. por petico que fosse V. S.
cora o feito por diante na conformidade destas
disposices ; e como V. S. maudasse ao escri-
vo que viesse nos autos concluso* dita peti-
co, e este tenha desobedecido a V. S. e exce-
deudo de suas attribuicoes a pretexto de duvidas,
e informando que a cauco j estava depositada,
aa contrario do que pela mesma parte foi declara-
do na ultima audiencia, e pelo mesmo esenvao
escripto uo respectivo termo tenha assim o dito
escrivo protelado a causa dando lugar ao recr-
reme vir agora com os artigos de suspeico es-
criptos qne nao podem ter lugar pelas razoes ex-
postas, nem proseguir a suspeico, por sto requer
a V. S. se digne mandar que nao sejam -

coro-
i. I
5 da
prpferido,
da Silva.
admitli-
llieor do requi
ontubro e de
pelo queR.
Ipojuca, 5 d
Miguel Joaquim do lapinu Santo
van do crime,
villa de Ipojuca da comarca do Cabo da provin-
cia de Pernambuco, por merc vitalicia de S.
M. o Imperador a quera De* guarde, ele.
Certifico em vista dos autos >(jhe trata o sup-
plicante em a petico retro o do protocolo das au-
diencias deste juizo do civel serem as pe$aa pedi-
das por eerto do tbeor seguinte: Segundo a
ordenacao do liv. 3o tit. 21 4, quan e li-
vor do dardo suspeito o juiz devo, caucto
go o juizo intentar por palavras a suspeiej
audiencia declarando as cansas, P^^l
recusar o juiz, c este marcar a adb
deva vir o recusante com os artigos d
escriplos, o que dado, fica ento -suspensa a ju-
risdiccao do juiz recusado, sendo "cnlao anteados
os artigos do suspeico.
E como no caso em questao nao tivesse
prestada a caucao em lempo, como consta do ter-
mo de audiencia, o como por outro ladoojttiBD
nao reeubcudo por aquella razo os artigos de sns-
peicao, houvesse o recasado interpqsto o recurso
de aggravo. dessa deciso. nao podlfcm ser antea-
dos" os ajlgos de juspeiro ofrecidos pelo rec-
sanle. As-m o escrivo junte os papis relativos
a suspeico, aos autos de manutencao entre par:
tes o recusante, e o tenente-coronel Joo de Sa
Albuquerque, isto lance nos refunda* autos de-
manutencap os requermentos do audiencia relati-
vos a suspeico, e junte aos autos ditos os artigos
do recusante, icando portanto suspenso o procea-
sp em relacao a suspeico, at ser decidido o ag-
gravo sobre o caso inierposlo. O escrivo faca
conclusos os autos de manutencao, depois de jun-
tos a elle os papis da suspeico, para este juizo
decidir, ou providenciar como fr de le.
Ipojuca, 2 do outubro de 1869.Alves da Silva.
Illm. Sr. juiz municipal supplenie.Com e devi-
do respeito duvido cumprir o despacho de V. S.
pelas razoes seguintes: Io porque ha engao de
V. S. quando diz qfle do termo de audiencia conBla
nao ter sido prestada a cauco. 2* quando deter-
mina que a suspeico tenha o seu curso nos autos
de manutencao. O primeiro engao V. S. poder
verificar no proprio termo de audiencia transcrip-
to na primeira folba destes consta o que V. S. alllnna, e antes existe a prova
era contrario no documento a lis. II. ^D^aagpndo-
ponto V. S. verificar em todos os praxistas que
determinara que o processo de suspeico corra em,
separado, doulrina esta qae at boje, anda nao
soffreu Impugnacao.
Accrcsce, alm de tudo, que a parte interpz
um recurso do aggravo. e sem que V. S. admita
dos os ditos artigos de suspeico, e proseguindo uu nao esse recurso nada se pode innovar sobre a
no feito na conformidade das citadas^ ordenar/es! manutencao. Submclto a V. S. estas minhas eon-
a conclusio para de- sideracoes po
mando que os autos subam
ferir a petico do auctor conforme for de dueilo,
e para ordenar os dmala termos da causa.
Dr. Gaspar replicando disse que o requer-
monto feito por parte do autor, nao pode ser defe-
rido ; porquanto, olferecidos os artigos de suspei-
co como estavam de conformidade com o que
dspoe a ordenacao do Iivro 3' titulo 21 paragra-
pho 4, o Sr. juiz nao poda mais proceder no fejto
iit sobro a" suspeico baver final despacho, ou
ser passado o termo* em que se ha de determinar,
segundo, que anda o mesmo requerimento nao
pode ser deferido, porquanto os seus fundamentos
o inexactos, porque em data do 23 do agosto,
por parle de sou constilainle, se requereu ao Sr.
juiz para se averbar de suspeito por ser ninugo
do seu constituinte, alora de outros motivos que
nao meneionou; pedindo-lbe anda uo caso de nao
attende-lo que ilie consenlisse na primeira au-
diencia do juiso averba-lo de suspeito por pala-
oras, ira do ser iniciado o processo de suspei
coo, cujo roquemealo foi despachado pelo mes-
rao Sr. juiz, e faz pwte dos documentos olfereci-
dos cora os artigos do suspeico ; que a segunda
razo tambem inexacta, por quanto quando por
parto de seu constituinte foi averbada a suspeico
por palavra, j estava a cauco prestada pelo dito
.-ou constituale, desde 23 de agosto do corrente, co-
mo consta do recibo passado pelo respectivo e cri-
vo. cup recibo fazparle dos docuip-mtoiiuulos aos
artigos de susp-ico olferecidos, e quo st momo foi
por parle de sen constiluinie declarado quando na
au llnela de 31 Je agosto depois da averbacao por
palavra de suspeito, o Sr. juiz mandou que, cau-
cionado o juiso, viesse cora os artigos na primei-
ra, ao que jior parte do seu cmsilnnlu foi dito
que a caucao j estava prestada, como ueu '
nunlio o proprio advogado do requerente, e final-
mente quesua p -ticao em que impeda qne lbe con
seutisse averbar do suspeito por palavra na pri-
meira audiencia, est despachada de 31 de agosto
foi porque o Sr. juiz recebondo-a a 2o do mesmo
mez, e s naquellc dia 31 se diguou da-la em
despacho ; e assim esperava que iudeei ido o re-
querimento do autor se ordenasso o seguiraenlo
da causa de suspcitjao na forma da le e do estylo.
Dr. Alfonso .replicando ds>e que nao era exacr
to ter o recusante reclamado do despacho deste
juizo, mandando que depositada a i-augio viesse
cora seus artigos a primeira, nao me veujia dizer
que reelamou eulo, que a cauco estava feila ;
mas sim que a sua declaracao dello recusante nes-
to sentido fra r'eito logo que elle coinecara a fal-
lar para recusar o juiz, mas que lo certo ou
deve se presumir tal que a cauco nao eslava de-
positada, quo o conirario consta da redaccao do
termo e do despacho deste juzo.que nao soffreu re-
provacao alguma aera consta do termo de audiencia
alguma reclamaco do recusante; o tanto assim
que ora que apreseota o conhecimento do dito
deposito, quo se uvera d'anles, fa-lo-h'tft ento ;
que em todo o caso o documento que ora se a pre-
senta em contradicco com o que consta do ter-
mo da audiencia, nao pode ler valor algum.
Disse mais que o recusante nao requereu termo
para recusar o juiz, porquanto da propria petico
que exhibe para provar tal cousa, se v que nem
foi o recusante quera requereu esse termo, por-
quanto outrein que por ello requereu nao exhiba
proenrago alguma nem um termo, nem a mesma
petico era propriamente ou formalmente reque-
rido. Finalmento disse que pelas citadas ordena-
ces, era se havendo recusado o juii era terapo,
nem se bavendo feito o deposito da cauco em lem-
po, o juiz recusado devia ir com o feito por dian-
le, sem mais ouvir o recusante obre a suspeico,
e como se lbe ella nao fra intentada, sso que
agora mesmo requer o supplicante que o juiz nao
ouca mais sobre os artigos de suspeico agora
ap. esentados, conforme a Iei expreasamenle deter-
mina. Ordenacao Iivro 3" titulo 22 principio.
Dr. Drummond ds>e que o requeriraento nao
est no caso de ser delerido, porquo a procura-
gao foi apresentad ao Sr. juiz na propria occa-
sio em que se lbe apresentou o requeriraento, e
de accorcb com elle foi recolhida ao cartorio, que
a caugao foi depositada regularmente como cons-
ta do recibo passado por mim escrivo, e para cer-
teza do que pedia mandasse que o escrivo nfor-
masse acerca disto, digo deste incidente, sendo mi-
aba informaco escripia no protocolo.
Dr. Affon80 disse que ainda que fosse certo que
a cauco estava depositada, nao bastava a decla-
racao do recsame quando recusou o iu, era
preciso a prova-dessa caucao, urna vez qae. a de-
claracao do escrivo oiwtermo da audietfcia con-
traria a declaracio do recusan te, assim como con-
traria ao despacho do juix, a prova convincente
constante dessa audiencia que tal caucao nao
havia, o prova essa dada pelo mesmo funeciona-
rio que deu a nota que hojo se aprsente em sen-
tido contraro.
Disse mais que nao era necessario o juiz man-
dar o escrivo inlormar a respeito, porquanto o
que era a informar est neste protocolo, qne o Sr.
juiz deve mandar ler I Ouvido pelo juiz deferio o
requerimento do autor! Dr. Drummend por parte
de seu consumile disse qoo na forma do art. 15
| lo do regulamenlo de 13 de marco de 1841, o
aggrava de instrumento para o superior tribunal
da relacio I ...,,..
Declaro em tempo que pelo juii foi indenndo
o primeiro requerimento do recusante, e deferi-
do o do Dr. Alfonso, pelo que se interpoi o re-
curso cima, e ouvido pelo juiz mandn que fosse
nos autos. Pelo Dr. Alfonso foi requerido, que, no
caso de ser concedido o aggravo, se lhe dsse vis-
ta para contraminutar, o que foi deferido I
io Gome* de Mello apresentou pr**
luerer uto/toro
.deracoes porque receio incorrer em responsabi-
lidade': no entrante estarc prompto a cumprir e
obedecer o que V. S. determina. Dos guaide a Y.
S.Ipojuca, 5 de outubro de 1869.O ecrivao
Miguel Joaquim do Kspirilo Santo Moraes.
Audiencia civel do juiz municipal supplenie em
exercicio.
Aos ."i de outubro de 1869 ao meio dia, nesta
villa do Ipojuca era publica audiencia que "ffsala
para ellas destinadas fazia ojui: municipal sup-
plenie era exercicio capitao Lourenco Beorn Al-
ves da Silva, annunciada ao toque da campainha e
pregao do porteiro ol rins Manotl Joaquim Paes
Brrelo, presente o advogado Jacome c solicitador
Eloy de Paiva. O advogado Jacome por parte de
seus constituate* tenente-coronel Gaspar C val-
cante d'Albuquerque cha o sua mulher, disse
que tendo os seus constituimos nter posto laggravo
do despacho deste juizo que julgou-se competente
para continuar nos termos da manutencao que
l'oe; move o teuento-coronel Joo de S e Albu-
querque, sera que fosse decidida a suspeico que
pelos seus constituimos foi posta a este juizo : ou
que passasse o prazo legal, ,e nao tendo este juizo
at hoje decidido sobre a demisso do dito aggra-
vo, refinera que este juno se servase deferir
aquello seu requerimento de qualquer forma, para
quo os sen* consumite* powam fazer chegar ao
conhecimento do superior tribunal da reUfat a

posse
DATA INCORRETA
jpenoi
violencia de que sao victimas e pedir contra ella
o remedio legal.
O supplieante ob-erva anda a este juizo que o
processo de auspelgao nao pode correr nos autos
do manutencao, porque contra >io loada a ord.
liv. 3.- tit. 21 e 2, e ensmam todos os praxifilas;
sendo ainda corlo que do tormo de audiencia de
31 do agosto na i consta o nao ler-se prestado a
cauco como este juizo infundadamente assevera
sobre o dito advogado da parle.
Ouvido pelo juiz mandn que nos autos subissem
a conclasao. Nao havendo que mais reqnerejee
mandou ojuizo encerrar a audiencia: do que la-
vro e.,-te termo que as.-ignou o juiz. .
Eu Miguel Joaquim do Espirite Santo escrivo,
o escrev.Alves da Silva.
(Segue-so a conclusao do termo o o sello).
N. 10.
Illm. Sr. escrivo do civel de Ipojnca, Gaspar de
Cruinmond requer a V. S. que se sirva de certifi-
car lhe so os autos de manutened) entre partes o
tenente-coronel Joo de S e Albuquerque o o to-
nente-conmel Gaspar Cavalcanti do Albuquerque
cha esto em poder do supplicante com vista
ou em confiara;:! pelo queReceber merc.Gas-
par de Drummond.
Certifico que os autos de manutencao entre par-
tes o tenente-coronel Joo de Sa e Albuquerque, o
o tenente-coronel Gaspar Cavalcante e Aibuquerquo
cha, nao esio, nem nunca estiverara em poder
do supplicante em coiifianca, ou com vista, com
protocollo, ou sem ello.
Ipojuca, 12 de outubro do lc69. Em K de ver-
dade.Misuel Joaquim do Esperito Santo Moraes.
N. 11.
Illm. Sr. Dr. juiz de direito da comarca, Gaspar
de Drummond requer a V. S. que se sirva da man-
dar quo o escrivo Moraes lhe certifique se o sup-
plicante tem em sem poder com vista ou em con-
flanea sob recibo no protocollo ou sem elle quaes-
quer autos pendentes ou lindos que deste joto)
quer dos autos que correra perante o juiz munici-
pal, civel conimcrcal e crime. E receber merc.
Gaspar Drummond.Sim.
Ipojuca. 9 de outubro de 1869.J- B. de Squei-
ra Cavalcanti.
Certilicoque o supplicante nao tem cm seu poder
em confianca, ou com vista, autos alguns penden-
tes ou lindos, que corram ou tenham corriuo,BJo
meu cartorio; dou f.
Ipojuca, 12 de ontubro de ls09. fcra l 6 W-
dade.-Miguel Joaquim do Espirito Santo Moraes.
N. 13.
ATTENDITE.
Recife, 12 de outubft de 1809. Illm, 8r. Dr.
Francisco Brandan Cavalcanti. -
dado rogo-Ihe de responder os segn ponto?,
permittiudo-me o uso de sua resporv
1. Se V. S. sabe o da em que depo:
mos do escrivo Moraes Ifii, atim.de
peito ao juiz municipal Loaojo Bezerra. a da
Silva na caua de manutencao que move i
te coronel Joao de S ao lente coronel
Ucba.
2. Se V.S. achando-se na audiencia fle 3:
agosto em que por palavras averbei d
mesmo juiz ouvio ou nao eu declarar. <
cao eslava prestada quando o juiz den
caucionado offerecesse os artigos a priRU
3." Se eu tive ou nao parte na redaccao do tor-
mo da audiencia de 31 de agosto.'
Permita-me como j disse o oso de sua n
poste.
Son, de V. S. atiento ve
par Drummond.
Illm. Sr. Gaspar Druinn
V. S. vollou do engenho
gando me disse, pedir ao
Alves da Silva que se ave
causas contra o tenante cor
para poupar-lhe e dissab
diencia, querendo, porpre
juiz, preparar-se para o I
pedio-me que loe obtive
canead, e sendo-lhe prest
ta vi qoo V. S. a entregd
Nao posso determu
firmo que fui antes d
Ao 2." qoesito resp
le, dizendo aojj^H
pos
anno
ereat^^^H
m Uwe este i
0
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f


\
<
s

fino ce Perambnco SegtmtTa feira
Oulutro
lia,
"nunho da ver-
i na audiencia de 31
mei Vasconcellos
ito por parte do
Icanti d'Albuquerquc
gal eslava pres-
terminou quo prestada
^^^^^arilg.is do nspeicao a sua
firimeirn audiencia. Fazom >> esta declarara por
tos ser pedida rdadoira. ,
Ipojnca 13 de outubro do 186!).Rento Josa ffei-
.rnos d^Oliveira. Manoel Josa da Costa. Joio
Carlos Itezem Cavaleanti.
(Estavam sella !
Java lagrima dectfcrua samlade
obre a cainita lo B>. Bsabel
Augusta de onza ..cao, oc-
recda ao scu Suconsoiavcl es-
pos, r Migue! Felippc de
aioiiza Lelo.
Mantear os m >rt.- dever de todo bom rhrs-
lo, e quarido a pessoa jiu mine, era un cato
osuario sociedade, mais rigoroso e impres-
cindivel torna-so esse dever.
D. Isabel Augusta de S.mzi I/io j nao faz
arte dos entes moraos Depois de um acerbo
fumar de tnais de tres mozos, durante os quacs
utou braco braco com a mortc aquella exceden-
te creatura, que ora aconsolaro o a vida de urna
P"1''' baje lao contristada, ao pass.i que habis
postlos da medicina envidaran) toda a sua scicn-
ca para conservar urna existencia tao pie-usa,
corlpu-llie a incxoravel parean uliimo fio de vita-
lidade, que a liga va este mundo, no dia 11 do
corrente, pelas 11 horas da imite I
A sua morle foi serena ; dir-se-ha urna doce
transicio d'esse mundo de engaos para a eterna
mansao dos justas, onde n seu lugar j eslava ro-
' servado. Quem contemplase a sua phvsiunomia,
quasi que inalterada, apezar da gravidade de sua
molestia, j .Igaria que esta va entregue a um sera-
no placido ; mas ella dorma o somno eterno do*
licmaventurados, pois s estes dcixam assim a
vida.
Com effeito era l) Isabel ospo-a extremosa, mai
cannhosa, filha cxemplar, einfim reunia etn si
um complexo de virtudes, que difHcilnicnte se en-
cootra eni una creatura humana us ltimos
das de vida, ja com as forcas al quebradas, pro-
nunciava, p r entre palavra's quasi ininlelligiveis,
os nomes de seus caros filhinhos, que dexava na
orphandade Que amargo soirriniento devia ex-
perimentar aqnelle coraran anglico de'niai, qiian-
do pensamentos lao desoladores lhe perpessa-vam
pela imaginaco Mas, apezar disso, mostrava
resignacau quasi sobrehumana. Parece que Deas
concede aos seus pleitos Instante terca para sup-
porfar as amarguras da vida.
Se na trra pode liaver um ente perfeite, D. Isa-
bel o era, pois todos aquellos que a conlieceram.
que livenim a felicidad,! de communica-la, nunca
uuviram dizer que eommeltesse ella urna aeran
qnalqaer. de que tive-se de .irr.-perider-se. Os
seus artos eram premeditados, e a rollgiao ora o
pharol qae a guiava por entre os eseollios, que
cada pa purcorrer ncsle iri.-te inunda.
Rndenlos aqui urna ultima lioinenagem ao m-
rito, d'aquclla que j nij nos podo ouvir, pois j
pertonce termdade.
Quadro coniristador foi a separa rao do scucor-
po j inanimado de scu inconsnlavel esposo o de
seus extremosos filhos Pareca que se Ihcs r-
rancava o nico eme que presavam ; custo re-
signarau-se a consentir que a religiao chamasse
.1 si os restas d*aquella, que ponen tempo antes
era o objeelo de tod.-.s os seus carinhosos desvellos
e do tedas as suas inais ardentes alfeicoes I A in-
lensidade de uin tal golpo nao se pode avaliar ; 6
mais fcil diz-lo do que deserevelo As dores
agudas acabranhara os mortaes, e os fariam du-
vidarpor momentos da Providencia Divina, se a
religiao, esse balsamo consolador, nao viesse em
nosso socerro.
Consolai-vos, pois, esposo e filhos de tao boa
quao estimada esposa c mai Lembrai-vos que
1a lioje ella interceda em vosso favor para com o
inte Supremo, la nocmpyro, onde recebe ajus-
ta recompensa de suas raras virtudes. Era urna
creatura indigna d'cste mundo, ondo tudo pre-
erario e fallivel, o por isso Deus a chamou para si.
afim do partilliar a bemaventnranca eterna.
Recife, 16 de outubro e 1809.
a i$
t-r.i i i '. andidas as 5:i9
toneladas da Margad Witkie, vlnJa de Cardiff,
KS prfc tonelada.
Ckhtjja.dem de 4*300 a 5200 a duzia de
botijas.
Loi$a A ingleza vendou-se com 430 por cen;o
de premio sobre a factura.
Ma.nteioa.A ingleza vendeu-so de 900
a libra, o a francoza a 810 rs.
Hassas.Vendeu-se a 7300 a caixa.
Oleo dr u.niiaca.Idom a por galo.
Passas.dem de 8j a S-'JOO a caixa.
PimsuxTos.-Iileni a 165 os 13 kilogrammas.
Qiehos.Os flaniengos venderam-se a
cada um.
Sauo.O in^loz venden-so a 170 rs. a libra.
Taboado de pimo.Vendeu-se a 30 a duzia
do taboas.
Ibpcemo.VonJeu-sc o do Lisboa a 95800 os
15 Kilofttmna*.
Vi.vAoaK.O do Portugal vendeu-se do 1205 i
1104 a pipa.
VixiioO de Portugal venden-se do 2205 i
a 2603, e o do outros paizes te 180,? a 182 por
pipa.
\.-:i.as. o pacote de 6 velas de coiU30sicao
vendeu-se a (iiO rs.
Descont.O rebate de letras regulen de 10 a
13 por cento ao ln.
Fuetes.Do nltr-niao carregando nesle porto
para o Canal a 5/8d. 0 5 %; da Paralivba para o
mesmo porto a 3/i o 5' % Do assuear d'aqu
para o Canal a 10/ e 5' %
viim \mM
DK
Paquetes a vapor.
Dos portes do sol esperado
at o dia 21 do corronte, o vapor
\.Cntzeiro do Sal, commandante J.
1. Guodes Alcoforado, o qnal
depois da demora do costume se-
guir para os portes do norte
Desde j recebem-so passageiros e engaia-se a
carga cruo o vapor poder conduztr, a qual dever
er embarcada no diado suachegada. Encommen-
las e dinheiro a frete at o dia da sua sahida as ?
horas.
Nao se recebem corno encommendas senp ob
lertos de pequeo valor equo nao excedam a dua.'
irrobas do peso ou 8 palmos cbicos de medicas,
ludo quepassardestes limites devora sor embar-
ca lo como carga.
Previnc-se aos Srs. passageiros, que suas ps-
sagena so se ree*em na agencia a ra da Cruz
i). 57 pruneiro andar, escrptorio de Anrtnio Luiz
de Oliveira Azcvedo & C.
Trilhos urbano dq^
Olinda.
2
ESTABE(.ECIM

EM 1832
A dipee'\i desta cuiniianliia opotrata d
Por'"cnos lzer, a eonstniccfio da ponte .
rombados, do madeiras do paiz, como se d
no oreamento e planta respctiva, a qual se acia
noeserjptonoda ra No-a n. 35, entrada pola ra
ai* Mores n. li, aondo pode ser os referidos or-
eamento e pfania examinados pelos concorrentes.
As propostas dcvein sor dirigidas ao superinten-
dente da companhia at o dia 30 do corrente, e
eniregues no sobredito escrptorio.
lteeile 16 de outubro de 18G9.
Joo naanim Alves,
_____________ 1" sei-rotario.
Companhia dos trilhos urbanos
do Recife Olinda
Por ordem da dirctoria sao convidados todos o^
senhores accionistas para no dia 14 do corrente,
as fl) huras da manilla, no sali do Club Pernam-
buxjuio, se reunirem em assembla geral, segundo
estabeleee o artigo 13 dos estatutos da companhia.
fcscnpioiin da cotonanhia !.>' de oatabro de IBii)
O 1" secretario,
_________________Joao Joaquim Alves.
Proclsa-se do um menino para segundo ca-
xeiro de padaria : na ra Direita dos Afogados n.
rio
Mattel n. l.'que
s IOTIA4I a pape? o- es* i
:az, dWja-se ao esriiplo-'
Pernambueana, no Forte do)
i achara com qnom tratar.
Salfiuiparilha de Brislol.
TIMA E ORIGINAL
FhVSCOS ________
Precisasealupr una escrava para comprar
c cozinhar pira casa de honiem soltciro : a tratar
na ra do Padre Floriano n. 71, 2- andar.
Aluga-se metde dfl um segundo andar (um
dos lados) e sotao proprio para escriptorio ou do-
micilio de liomem solteiro : a fratar na travessa
do Livramento n. 28, taberna.
Attenqao.
Precisa-so do um escravo
47, padaria.
na ra da Praia u.
Jf
DOS
Navios enhadot no dia 10.
Ass -8 dias, hiato brasileiro Emilia, de IGo tone-
ladas, capitn Joaquim Jos Mondes, cquipagotu
11, carga sal ; S Lcitao & fnnao.
Vracaty 20 dia?, hiato brasileiro Maa Amelia,
do 55 toneladas, capito Francisco T. deAssis,
equipagem 3. earga algodo e outros gneros;
a Prenlo Vianna & C.
Navios saludos no mesmo dia.
Rio de JaneiroPatacho brasileiro Silo, capito
J. do Oiiveira Crtamo, carga sal.
G lyanna -Vapor nacional Vavahyba, commandan-
te Mello, om lastro.
Navios entrados no dia 17.
Portes do norto Vapor nacional Tocantins, de
750 tonelada<, co.nmaiidanlo Jas Mara Ferre-
ra Franco, equipagem i2, carga djfTernUe g-
neros ; a Antonio L. do O. Azeved) & C.
Assii 6 dia*, barca brasilcira Flech-i, do2'i7 tone-
ladas, capitn Jai Augmto de Pinlin Victoria,
equipagem 11, carga sal; a5Msr,|ues, Barros & C.
Porta 33 das, barca porlagueza Sapkgra, de
282 toneladas, capito Jos Francisco da Cunlia,
equipagem 16, carga varios gneros; a Thoinaz
de Aquino Fonseca te C.
Qburvafiti,
N3o Iionvc sahida.
Apparece leste a barca porlugueza Oralidao.
gneros e armacao da taberna si-
ta ra Imperial n. 181.
O agente Pontual vender em leilo'por ordem
do Illnj. Sr. Dr. provedor dos residuos e capellas
os gneros o armacao existentes na taberna ci-
ma, n'iun ou em mais lotes, a vontado dos licitan-
tes. Previne-so aos senhores pretendentes que a
taberna aeha-se bem sonida, o n'uma localidade
magniica.
HOJE
Na mesma taberna s 11 horas e mcia.
Prccisa-se e um trabaJtador para todo o
servico do rofinaco : na rua de Hurtas n. 7.
Na rua do Mondogo otara n. 13, da-so a iu-
rosdeo00i000al:0J00D0 sol) boas lirinns m.
hypotlieca
Jos Joaquim da Cunha, abaixo assignalo, ne-
gociante esubelecido nesta p>aea rua da Praia
n. 16, e residente na rua do Progresso n. fi bairro
da Boa-vista, declara ao rcspeitavol publico que
nao seu, nem nada tem com o annnncio publi-
cado no Diario de Perambnco de hontem, firma-
do por pessoa de igual nnme, visto como, uierc de
Dos, vive na melhor e mais cordial intelligcHcia
nim sua mtillier, a quem' milito preza c estima
E, como seu nome sola mais conhecido e anli"o
pesia prafa e lora delta, tanto em transareoes
commerciaes como particulares, er provavel que
LEIL40
DE
vinlios tintos e bran-
cos
A 18 ili) corrento
Ferreira AMalhcus farao leilo por intervenciio
do agente Oiiveira, de 89 quartolas e 40 barris de
yinho tinto, e de 10 quartolas e 20 barris de dito
branca :
' O ammistrador do cemitorio publico desta
cidade faz publico para conliccimento das nteres-
sados dos restos mortaes de seas prenles inhu-
mados as catacumbas, tanto das irmaddades e
confranas, como das da Illma. cmara, que (lea
marcado o praso de 30 dias para a remooo dos
inesmos, quelles que attingiram o temp pros-
cripto pelo regula mente, isto dous annos e tres
mezes para os adultos, e anno e oito mezes para
enancas menores do oito, o aquel les que nao o
fizerem no referido praso nao tcrSo direito a re
clamaco alguma.
Cemiterio publico da cidade do Recite aos 15 de
outubro de 1869.
O administrador,
____________Antonio Augusto da Fonseca.
as II
sito
HOJE
Joao Athanasio Dotelho, filhos e gnnro agrade-
cem a todas as pessoas que se dimiarai assitir
as exequias de sua pre.zada filha, niana o cunha-
da ; e de novo convidara aos seus prenles c ami-
gos para assistirem a missa do stimo dia, na
groja do Collegio, terga-feira 19do corrento, as 7
horas da manhaa ; pelo que desde j sejennfes-
sam sninmamente gratos por esse acto do relixiao
,. carulade.
Miguel Pfippeuo Souza Leo, seus liilms e 7-
r% agradecam oordialuiente a seus prenles e
amigos quo so dignaran assistir aos ltimos suf-
nagios i|uo se lizeram sua presada e Remore
cliurada mai, esposa e sogra ; o do novo c nvi-
llamaosmesmospara assistirem a missa do sti-
mo da, que lera lugar na groja matriz da Bua-
vista,nmnta-feira 21 du corrente, pelas 7 horas da
manhaa.
o do seu charnpim soja mais moderno ; e, neste
caso, roga-lhe o abaixo assignado, que naja de
razer alguma alter.icao. que estaboleca differenca
entre ambas as firmas, para que nu'so d no fu- i ,wr ,
SS 'qal aui-pro^d. Recife 14 de outobro do Il
1869.Jos Joaquim da Cunha.
OGIUNDE PURIFIGADOR DO SANGUE !
Esta expeliente e ;nlmiravel medicina, <
pii>para la duma maneira a maia scientili-
';' l';H' Clhiiin-i.se Dio ^OUtos c
i\ luinmsti ucean profunda, tendotido nrai-
los annos de experiencia ao par d'unia lon-
ga e laboriosa platica.
A sua composico nao consiste d'om am-
pie exiracto d'uin s artigo; mas sim,
compostadextractos d'uui numero de rai-
zes. hervas, cascas, e folhas, possuindoto-
ilas ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
Ou.essenlo, no pangue ou nos humores:
e estesdilereiiles extractos veget.es, acuam-
^o por nina (al Forma combinados ponto
le conservaren, em toda a sua torca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada umde
A raiz da planta de Salsa-
Fragata Amazonas.
Tendo de so confiar a nm procurador a cobran-
za de algumas dividas mais antigs desta casa do
tempo da extincta firma Marques, Silva % C. e,
algumas anda anteriores a esta, o hojo portenceu-' I10'' ^uU) leste o mi entrado extracto. Ell
ios rt4 ahiivr\ ih'.lah...! ^__ __ r ...
parrilha, proihtziila as Ilon.lurjts, aque
nos usamos nesta preparacao, sendo a qaa-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composico da Walsa-
|iaiilh) de Btristol entra mais de 50
tes ans abaixo assignados, roga-se aos fcnhort
devedores mais atrasados o especial favor de vir
paga-las qnanto antes, para so evitar maiores de---
pezas com costas, que s serao feitas em nreiuizo
dos mesmos devedores.
Teixeira, Marques & C.
Aluga-so urna erando casa o sitio, tendo
cacimba com milito Loa agua de beber, perto da
povoaco da Vanea c do rio Capibaribe, c outra
dita pequea junto a mesma a fallar na rua de
ilortas n. 2 primeiro andar.
I horas da man>>aa em ponto, em o armazem
a rua da Cadeia n. 8.
df:
is, vidtoa e chrystaes
sito
do
COMMERCIO.
Sociedade baacaria em com-
mandita
Theodoro Simn Sf C,
Compram e vendem por conta pro-
pria metaes, moedas nacionaes, e estran-
geiras, letras de cambio, sedulas do go-
verno e do banco do Bsasil.
Descontam letras da trra e outros t-
tulos commerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
mas transaeces, da cobranga de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Rcceb-m quaerquer quamias em depo-
sito, em conta corrente, e a prazo Oxo.
Largo do Pelourinho n. 7.
ALFANDEGa.
Rendimento do dia 1 a 15 .
I 'sin do dia 18.....
488:1654772
74:429*445
562:595*117
MOVIMEXTO DA ALFANDEG-A
Volums entrados com fazendas
dem dem cora gneros
Volumes sahidos cora fazendas
dem idem cora gneros
400
50
-----450
167
310
------- 477
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recite precisa contratar com quera
se queira encarregar de fazera sua custa as obras
de que necessita o sobrado n. 37 da rua da Moe-
da, concedendo ella, alem de outras vantagens, o
arrendamento por grande numero de anuos.
Recebe para isto propostas em cartas fechadas,
na sala pe suas sessoes, devendo os pretendentes'
exammarem as obras de que carece o oredio.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 4 de setembro de 1869.
O escrivo,
________________Pedro Rodrigue* de Souza.
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
A Illma. janta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que na
sala de suas sessoes, no dia 21 de outubro, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematadas
quem mais vantagens oferecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Cacimba.
Casa terrea n. 10......
Rua ao Calaboueo
Casa terrea n. 20, por anuo .
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 105 ...........
dem n. 98.....................
dem n. 96...................."
Sitio n. 5 no Forno da Cal....... ..
Os pretendentes deverao apresentar no" acto da
arrematacao as suas flaneas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 4 de outubro de 1869.
O escrivo,"
Pedro Rodriques de-Souza
Loncas, parcellana
bem sonido oslabelecimeoto
Itua da C'ada n. ti.
O agente Oiiveira cominiia diariamente das 9
da manhaa a* 3 horas da tardo, as vendas dos
artigos supra-mencionados, os mais proonos e
ndispensaveis para casa? de familia, e a" procos
rasoaveis para animar a concorroncia.
~LEIL0 ""
DE
um sobrado na rua da Aurora n. 4, com rande
to com 135 palmos de frenie, a margen/do rio
Capibaribe, o cerca do 2,000 palmos de fundo
llanto Amaro), com arvoredos o viveiros Tres
casas terreas na rua da Paz ns. 14, 16 o 18, nos
iVfoiaaos.
Quarta-feira 20 de outubro do corrente, as
11 boras.
Pofintervenoao do agente Pinto, em seu cscrin-
tono rua da Cruz n. 38.
Alfredo Prisco Barbosa c Francisco Allemao
Barbosa mandam dizer algumas missas na isreja
da Madre de Dos, teroa-eira 1!), as 7 boras da
manhaa, por alma de saprezadissima mai, c con-
vidara aos seus prenlos o amigos para assislircm
a este acto, e desde ja proe.-tam seu reconhec-
ialo aos que so dignaren! comparecer.
Jos l'oies Campello de Almeida convida ans
seus prenles e amigos para ouvirem tima missa
pele eterno repouso d'alma do cu tio o coronel
Jos l'eres Campello, na igroja matriz da Roa-vis-
ta, segundafeira, 18 do corrente, scli.no dia de
seu fallecimento.
CAA UA FB.
Aos 20:000^000.
Oilhctes do Rio venda : rua do Cabug n. 2
vende Vicira & Rodrigues.
Na rua da Moeda n. 5, 2" andar, escriptorio
de Manoel Alves Ferreira c C, vende se vinho
nao enrona em si cousa alguma, que pos-
sa por levo sor perigosou injuriosa
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeilos, ella inteiramenti:
diversa de todas essas mais preparac^es,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
llia, sao aci'ondicionadas ou postas em cari
rafas pequeas, sendo receitada cm doses
mui diminuas duma colher de
cada vez. .Nos pelo
mos a
cha por
contrario engarrafa-
Porto superior o malvazia branco.
CAPELLAS
Vende-se
para dia do finados (2 de novembro), na loja de
Direccao dos devotos de N. S. do Bom An.,oni Augusto dos Santos Porto, na praca da
Sticcesso dos Navegantes, erecta na tare-1 ["de{!('ni|enc,:,> ul"fo deposito nesta cidade, ricas
i | capellas para se collocarem as catacumbas e tu-
rnios, no cemiterio publico e as igrejas, com
ja do Pilar; em Fura de Portas, fundada
86000
lilOOO
146000
203000
202000
1505000
do sitio denominado-Qiutro Leiaesna rua de
Jo.) Fornandes Vieira n. i, com urna grande
casa, um andar c sotao com omitas accommo-
1110,1acoes. quartos fra, ebeheira e estribara
cacimba com excellente agua, tanque para ba.
nho c terreno, chaos proprios.
Cluarta-fcira 20 de outubro do 1869, s 11 horas
em ponto. %
O agento Pinto far Icilao, precedida a compe-
tente autonsacao, da casa cima indicada, cuja
vinda se torna recommendada, j por ser dita
casa edificada em chos proprios, como por ser
perto da cidade ; o leilao ser eflectuado s 11
horas do dia cima dito, era o escriptorio do refe-
d rio agente.
no anuo de 180
De ordem da direccao faco sotante aos senhores
devotos que foi deliberado o dia 7 de novembro
vmdouro para a Testa da Excelsa Padroeira dos
Martimos, com toda a pompa c brilhantismo como
o de costume, podendo os mesmos senhores de-
votos entregarem seus obulos commissao nomea-
da para a mencionada festa : ns Srs. theson_ir_
Antonio itenrique Mafra, procurador geral Domin-
gos A. Mafra, procuradores Baltazar Jos dos Reis,
Jubo Augusto da Silva Nevos, Augusto Fernandos
da Silva Manta e Gaalo. R. A. Leite, de que a
mesma direccao fica asss agradecida.
Recife 15 do out. bro de 1869.
O secretario,
G. Leite.
LEILAO
do um sitio no areado do Gqu (primeiro do la-
do direito ao sahir da bomba, com 478 palmos de
frente e fundos at a beira do rio, com boa casa
de vi venda com 5 janellas de frente, eaccom-
modacoes para grande fomilia. quartos fra,
grande estribara, bem perto do embarquo, 2
viveiros e muitas fruteiras.
Quarta-feira 20 de outubro, s 11 nona, por in-
tervencao do agente Pinte, em seu escriptorio
rua da Craz n. 38.
Iriuaudnde acadmica de \ S.
do Bom onsciho.
De ordem de nosso irmao jniz o Sr. Dr. Vicente
Pereira do Reg, convoco a mesa administrativa
da irmandade acadmica do N. S do Bom Conse-
ibo para se reunir no dia 19 (domingo) no consis-
torio da mesma irmandade, afim de p'roceder-se a
eleicao para o cargo de juza que se acha vago por
nao ter a eleita querido aceitar o referido cargo.
Consistorio da irmandade acadmica 14 de ou-
tubro de 1860-
Camillo Crrela Dantas.
Secretario.
Descarregam boje 18 de ontubro
Barca ingleza//wi'onemercadorias e ferro.
Barca ing eza Franeh Wilson mercadorias c
carvao.
Escuna norte-ajlemo.-tiMarfmercadorias.
Barca ingleza Lauradem.
Barca ingleza- -Metanorbacalho.
Brigue inglezG/ariijbacalho.
Barca nacionalAdf/r/rfV?-taboado.
arca ingieza/mo^n?bacalho.
BECEBEOOltA DK RENDAS INTERNAS GE-
RAES E PEHNAMBUCO.
Rendimiento do da 1 a 15 33:104fi4o
dem, do dia 16...... 5:713*033
38:817*898
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimiento do dia 1 a 15
dem 43:S63*217
2:614*648

48:177*863
PIUgA DO REOFE
tu 16 de oim:una de 1869, s 3 hobas da tabdb.
lti:VIST\ j UMAX AL.
Casuhos: Sobre Londres foram effectuadas
de 14J/8 a 10 7 S d. 90 d/v; sobre
488rs. por fr. 90 d/v; sobre Lisboa
^By>ara o Rio de Janeiro a 1 %
_Hfi dos saques effectuados para
^a 2? 150,000.
^Bernambuco escolhido e regular,
A do vapor franeez, rogulou de
Jriioje baixou a 13* ; o de
^o, que, antes da chegada do
^^Be a 17*800, e o da Parahy-
^^V 13 kilogrammas, hoje nao
nenes e mascavado pur-
avado bruto americano
0 por 15 kilogram-
s*oo;
o do
AVISOS MARTIMOS.
CUMPA1IA BRASILEIR1
DE '
Paquetes a vapor.
Dos portes do norte esperado
at o dia 18 do corrente o vapor
Tocantins, commandante J. M.
Ferreira franco, o^ual depois
da demora do costume seguir
gira para os portes do snl.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ierembarcada no dia de suachegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia da
sua sabida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medican,
rudo quepassardestes limites dever ser embar-
cado como carga.
Pfevine-se aos Srs. passageiros que sua3 passa-
eens s se recebem na afencia rua da Cruz n. 37.
! andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oiiveira
Azovedo & C.
LEILAO
DE
DIVIDAS
Ka linportaiicla'de S O I :t 3 l .o
rts
Quarta-feira 3 de novembro de 1869.
O agente Pinto levar leilao, s 11 horas do
oa cima dito, por autonsacao do liquidatnrio da
extracta lirma de Southal Mellors & C. as di idas
ns. importancia de 40:437*130 rs., sendo........
31:187*310 rs. de conformidade com o mandado
de penhora contra J. de Squeira Ferrao, e......
9:!4fl840 rs. de conformidade com dous manda-
do? contra A, Pinto de Lomos; o. leilo ser
elreetuado no dia cima dito, no escriptorio do
relerido agente, rua da Cruz n. 38.
Aos 20:000^000
CASA DAFELICIDADE
--Pracada Independencia^
Veras & Barbedo tem exposte a venda os
seus felizes bilhetes das loteras 297 e 298, das
quaes ve:n as listas da primeira pelo Cruzeiro do
Sul que esperado at o dia 21 do corrento, e a
oulra pelo vapor franeez de 30 do mesmo.
Os mesmos cima vendoram alem de outras
sortes a de 800*000 no n. 2604, e a de 100*000
om 333 da 296\
- SALS.VPARMHA DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vaiiligom alcancado por aquelles
. (juc acondicinala sua preparacao em (Tr-
jenle superior cm barris. ancoretas com vinho ralas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa Walsnparrflha de Brlstol
oonteern a messa quantidade igual por?a>
contidanaquellas garrafas pcquanas.e alui-
disso, possue anda muilo mais forra e
virtude medicinal do que aqaSla, que'por
ventura se possa adiar conlida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
lanto mui natural, que aquelles, que se
acham oceupados em preparar e vender as
suas produce-oes, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes: proclamando, que a nossa Sal-
saparrilha de Brlstol nao possue a
menor virtude; porm quao elTectivamenr
le sao elles pastos cm silencio, quando indi-
camos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certid5es e tes-
temunlios( autlicnticos, por n*s recebidos
de todas aVclasses da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhoooc da qoooo. ,
SALSAPARRIIJIA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, ervas, e plan-
tas de que se compem as nossas medicinas.
sao produzidas, que nos habilita ejer-
cer aquello constante cuidado e disvello.na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidad* de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos-Dio
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcncennos o melhor-
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
co ; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva confianc; que po-
demos afoutamenle dizer aos doentes de to-
das as nacoes, e do todos os paizes, que na
Salsaparrilha de Brlstol. possuem
um remedio mais efficaz e sgitro; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e eflecliva cura das seguintes enfermidades:
as Inscripcoea seguintes
Mea pal.
Minha mai.
Meu esposo.
Minlis oosa.
Moa liiho.
Minha filha.
Meu amieo.
saTruaTier
______Urna lagrima.
O teslamenteiro do fallecido subdito franeez
Joao Vienes, convida aos devedores do finado a
saldarem seus debites amigaveimente.do contrario
serao ajuizados sem exeepcao alguma.
Ama
Prccisa-se de urna ama para cozinhar para ra-
pazes soltciros : na rua da Lingoeta n. 1.
Alugam-se
duas casas terreas sitas no Manguinho, a margena
do rio, recommendaveis pela va frrea : a trata,
na rua do Vigario n. 31.
Precisa-se de nina para o servioo interno e
externo de urna casa de familia, prefenndo-se
escrava : na rua larga do Bosario n. 1G, por ci-
ma da padaria do Sr. Manoel Antonio do Jess.
AMA
AVISOS DIVERSOS.
Para o Rio Grande do
Sul .
J_?3 a PfsiveLb.revillade Pretende sahir para o
d0_10 bngue P0rt_u_kfe/ia, recebe
carga a frete, para o quo pode-se tratar com seu
consignatario David Ferreira. Bailar, rua do
Rio Grande do Sul
Pora o indicado porto sahira em poucos dias o
briguo brasileiro Tygre, o recebo alguma carpa a
frete : a tratar na rua do Vigario n.'l 1 andar
escriptorio de Bailar, Oiiveira & C
BAHA
O palbabote Ga
a tratar r'
capito Custodio 'Joto
go Inti.
Aracaty
CLUB PERMMBUCANO
No dia 23 do corrente mez lera lagar nos saldes
do Club Pernambucano, generosamente ofereci-
doj pelo digno emprezario, nm grande concert
vocal e instrumental a beneficio especial de prima
do.ma da companhia tyrica-Italiaua a Sra. Ce
mentina'Amaldi, pelo que, concorrerao graciosa-
mente os mui bem conhecidos eximios artistas
Srs. Francolino, rebeqnista; Kartins, clarinetista ;
Sal ustiano, flautista ; c os Srs. cantores Galassi e
Loribardelli.
A' vista das incontestaveis provas de sympathla
e bom acolhimento que a mesma artista tem ad-
quirido dos sempre generosos e Ilustrados habi-
tantes desta cidade, 6 de esperar que grande nu-
me-o de senWores sp dgnem de aceitar os convi-
tes que Ihee forera dirigidos e assistir ao concert
alludido cora anas Exmas. familias, continuando
assim a dispensar a sua continuada proteccao ; da
qual a beneficiada conservar indelevel e sincero
reconhecimento.
2:000$000
i_A cas?_li? Fe vend*eu da lotera 236 o meio bi-
l e n. 1251 cora 2:000*000, alm de nutras mui-
"A Sra. i). Maria XarrTTi
jia< em ca*a de Alfn
_

Lines de canto, msica e de-
senlio.
G. MARINANGELI, icando sem meios de sub-
sistencia pela horrivel catastrophc acontecida no
tlieatro de Santa Isabel, e nao querendo ser de
peso a sociedade, propoese a dar licoes de msi-
ca e desenlio como j fizera ha mais de vnte an-
nos em cinco coUcgio3 de ambos os sexos e em va-
nas casas particulares.
A generosa hospitalidade que elle harecebido de
todos, e a amisado que sempre lhe consagraram
as pes-as mais estimaves desta cidade, faz-lhe es-
perar que desta vez tambem lhe nao Tallar tra-
balho, com que possa sustentar sua familia, e pelo
que invoca a coadjuvacao do quantos o ejimaecem
no sagrado erapenhd*eui que se acha, no meio do
qual pora em accao todas as suas forcas para con-
tinuar a mostrar-so digno da proteccao com que
sempre foi honrado.
As pessoas que se quizerem aproveitardo seu
desvelado prestimo, poderao acha-lo na rua do
aove (Ilha dos Ratos) em urna das casas do Sr.
Tiburcn, perto de quatro coqueiros.
GILIA BELTRAMINI MARINAXGELI, dis-
cipula do conservatorio de Milo, decidindo.se a
deixar a carreira theatral e flxar a sua residencia
em Pernam buco, ondo sempre receben tantas pro-
vas de estima e sympathia, pelas quaes conserva-
ra eterna gratido, desoja eropregar o seu tempo
era dar licoes de msica e cante, tanto de aper-
feeoamento como de principios.
As pessdas queqnizerem-seutilisarde seu pres-
umo poderao dirigir-Fe a rna do Seve (Ilha per-
dos Ratos) em urna das casas do Sr. Tiburoio,
to de quatro coqueiros. ',
Sabo de alcatro
Para curar as Molestia* taes como empingens, darthro, sarnas, eomilboes
e mais molestias de pelle, sem occasienar acciotn
tes ; desfaz as manchas do crpo, pannos, sar
restabeleee a cor natural, quanto a cutis, seo _
grossa e amarellenta, occasionndo por algnma
enfernndade, e como desinfectante e preventivo
das molestias contagiosas.
L'MCO DEPOSITO
Botica do Pinto, rua larga do Rosario n. 10, janto
______ ao quartel de polica.
Precisa-se de urna ama para casa de |pouca fa-
milia : na rua da Cadeia n. 21, loja.
Engommaieira.
Preci^a-sa de urna engommadeira : no segundo
andar do sobrado da rua Direita n. 82.
ATTENCAO
o
Precisa-se altigar urna pequea casa ou
o andar de algum sobrado, para um rapaz
solteiro, nasdu3sfregnczia. Recife ou San-
to Antonio : quem tiver dirija-se a esta ty-
pograpbia.
Kscrofuliis,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Armac&o de tumulosje cata-
cumbas.
Na rua do Imperador n. 9, coxeira de
carros fnebres, lia urna pessoa qno se en-
carrega de armar, e dar os necessarios
arranjos para o dia 2 de novembro, dia de
finados, armando catacumbas e jazigos,
tud por preco commodo.
D-se dinheiro a juros, na rua da Concordia
doo onde se diro as condiqdes.
Precisa-sd de urna ama para cozinhar : a
tratar nfirua da Senzala-velha n. 48.________
AMA
Precisa-se de urna ama de meia idade para easa
de familia : a tratar na roa do Aragao n. 32.
mmmmmmmmmmMmm
O bacharel Jorge DornellasRibeiroPes- |
B soa pode ser procurado na rua do Impe- fi
rador n. 45 segundo andar, para onde 2
mudou a sua residencia e o seu escripto- _j
rio de advocacia.
Tinha,
Sypbils,ouMaI Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
irregularidades di
Sexo
Feminino, s
Nervosidade,
Di'bilidade Geral,
Febra c Malignas
Febre e Sezes
Biliosas, j
DATA INCORRETA
__
Tumores
Abscessos Apostemas,
Eruptes,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes.
Iivdropesia c ictericia, ele, etc.
Ontro-sim, acliai-se-lia, que para oboni
resultado eperfeilo curativo de todas aquel-
las enfrmidades minia apontadas o adiai-
tamento da cura, grandemente promOTi-
do e apressurado; usando s ao mesm<>
lempo das nossas mui valiosa piladas
vestetaes asssicaradas de Brlstol.
tomadas em doses moderadas em connec-
C5o ou conjunctamente com a Salsaparrilha :
ellas fazem remover e expellir grande>
quanlidades de materias morbifleas e hu-
mores viciados que se desprendem e libre-
mente circulam espalhados p_q systema.
isto causado pelo uso da Salsaparfi
por esta forma facilita a volt at-
normal das tjperacSes funeciona.
Acha-se a venda nos estabe^^^^Bt il<
A. Caors, J. da C. Bravo C, P. Majuri
C, B M.dc A.arbosa, Bartholomeu C &.
Loja para vende *
Traspassa se a chave e fcrraacJSo da loja da rua.
da Cadeia do Recife u. 9 : a tratar na meama
Precisa-se
de urna ama para cozinhar comprar na rua
do Hospicio n. 28, pavimento terreo,
^_r^
SEGUROS
MARITIMQ_____fe
A G(_____u__i_l__i
est


Diario de Pemambuoo Segunda* {eir 16 de Outubro de 1869
_________,_______,---------
iMnm i
Nova loja de calcado
J0A0U1M DAS DOS SANTOS 4 C. acabara de abrir um estabelecimenlo decal-
cado estrangeiro a ra Nova n. 30, mide o publico encontrara tudo o qne nesie ge-
nero de commercio ha de melhor e de mais gosto em Pars e Londres. rftmp_,a, de
Por todos os vapores transatlnticos recbenlo elles constantemente rmessas,u
calcado novo, pelo que ter sempre o estabelecimento o ^mTS^acS? Se
ir Ao publico cm geral e a seus amigos em particular, pedem a cooperaco, que
Ibes possam dispensar, certos de que serao servidos com lealdade.
~t :'.......*
Mikroskope achroma %
tisehen. Objetiv ^.^g^ ND
sen.
Barmetro e termo-
metre. Centigrade
e reuumeure.
iuincn
Causa admiracao.
Mas no se pode duvidar;
No armazem Independencia
E' onde se pode comprar.
viooos deste importante c agalfico armazem do seceos e i^|n^H
n. 3, julgando nao aceita. concordata alguma com os seus collegas solveram nomnar o seu armazem -INDEPENDENCIA-, *ssimoo c|J ^ ". J*
ao respeitavel publico dekarao de annunciar. scn o que o mesmoo' J^ e adm re^.
Mas como nos pontos da va frrea, j se tera discul.de e apreciado a maleza eiraes
"ibilidade a ver quera vende gneros to barato.* por esta razao J^^fJwSe'
1Ue todos tanto da praea como do matto acreditem o que neste aswer m e aqueUu
. ue ainda nao nos lUam honrado com snas freguaiae, poderao Arig.r-seao mesmo
.;ertos de que verlo gravada a sinceridade e mttliodo de negociar auto.franco se o-
-ecessitemos de andar meia noite pelos ortoes dos atnzes 9* Por bons
lemonios nem mesmo na frente da mosica oom o pendao na maoeito bausa.
FEREEIRA &IRMAO,
Ra do Rangel n. 3, armazem da Indepen-
dencia,
ANDRE BELSUC
CABELLEIREIRO
<7 A Ra do Crespo1.' andar 7 A
ENG0NT1UR-SE-UA sempre neste estabelecimi'nto um vanado o. botuto sor u-
ento era erfumarias franceras e inglezas cuja lista damos aos leitores.
LVAS Marca garantida de JOUVrN.
EXTRACTOS.De supener qnalidade marcas LIBO A- bU>>L^L.
DITOS FINOSem frasauinhos proprios para presentes Lubn & Goeneit.
POMMUUS-Banba lina de varioS cheiros-Lubin.Cosnelle, SocieieHygienqje
S\BNETES.finos para toiletteLobmdr Monpelas.
2MJ DENTIFRICE.agua para limpar dentesSociete Ilygienique LutJn & u.
E crystal de rocha do Brasil.
F, 4 Germana, recommenda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeicoa-
doe- Borouc w!Test"vidros, a vista descansa, fortifica-so e nao a canea como com
^ vid orcinarL Uma vez escolhido um vidro, pode durar dez anuos, emquanto
m,e cZ o vidros ordinarios se est obrigado a muda-Ios todos os anuos eoster
2 ornis grossos o que allera o crystalino do Albo e determina quasi serapre do-
resdTcaie O afence^rdmario da vista perto de 30 cent metros doho.e,
mfhf as vezes oue o biecto est mais perto ou mais boga, os ra.os que expelle sao
rao conv lo mu divergentes e Vvisio nao perleita. Um grande numero de
n^STtem o defe to de facer convergir mufto de sorte que a v.sao nao e distocia.
KTapphcaco denoM cidros pode- vencer estas dimeuldades Para os que tem
alista curt crio crystalino c mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
oS o"oSe se Sara? myope, por meio de um vidro concavo aftasta-se o ponto de
3*\ quqe VdZgfr os objectos e derxa ver to longe como as outras v,slM. Quan-
5 o cnSiao e?muHo-chato, o qne succede aos que tem chegado a urna certa idade
faue s chama presbvta, vem melbor de ionge que de perto, e nao enxergam senao
2m nevS naLtancia ordinaria da vista:; com um vidro convexo estes enxemrao
To distiuctamente como na idade de 15 annos. Servindo-se desles vidros quando e
vista ormeipia eufraquecer, previne-se o mal. .
vibiap.H. i ^ encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a es-
coligaprimeira visto, seja qual for a idade egro de vista, oculos propnos para
qualquer pessoa, ; ,, aa
Para que sao fabricadas estes vidros f f
Para a vista myope, (vista curta).
Para vista que se cobre de novena.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras treraem
de fraque7.a.
Para a vista que os olhos s2o dcsigaaes.
Para a vista que se turva cora o traba-
lbo e a leitura.
Para a vista NAO FOI PRECISO AGUA BENTA .
O demonio mudoa-se por sua livre e expontanea vonlade
YIVAODIADES.BARTHOLOMEU
Agora ntnguem presuma que fot um demonio qualquer, fot
0 BQM DEMONIO
Mas nao sahio da Boa-Vista
CHEGOU-SE ATE PARA WAIS PERTO DA MATRIZ
Sea dominio est hoje assentado, onde foi botica,
ESQUINA DA RA Dd ARAGAO 1!. 32
TEMHAIH TE-IiO
Como garboso se ostenta
Como lepido se mostra
E as diabruras que faz!!!
Negra tranca no eolio lheondeia
Solta briza ao mago desdem ;
Deita a fronte n'um peito e conhece
Quantas maguas o seio contm.
Esta linda e gentil creatura tambera _______
VEMIIE
Queijos, manteiga e caf,
Vinho, cha e bolaxinhas,
Doces seceos e licores.
De Nantes boas sardinhas.
Tudo barato
Para agrada',
Venhara freguezes
Que hao de goslar,
N. B. Brevemente ser annunciado o da, em que este importante armazem de mo-
lhados ter principio a pratica de certa diabrura.que admirar mais do que o TEMPORAL
naBONANCA dama do Queimado. Por ora venhara os freguezes visitar o nossoes-
tabelecimento, comprar os nossos superieres gener. s por precos muito rasoavea..
Manteiga ingleza flor a 1(5300 por 500 Vinho bordeaux em caixa,_70O
Para a vista que nao supporla os raios
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras esto cer-
cadas, de sangue.
Para a vista que um dos olhos myope
e o oulro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olho se cobra de catarata.
#ierre.
BRfLIIWTIW.para lustrar a barba e os cabellosLubin.
AGUA DE COLONHA.Marca verdadeira do Joo Marina Fanca.
COSMTICO.cheirosoLubin.
POZ DE ARROZ.ditoLubin. ......
HUILE DE SENTEUUOleo para eonservaco dos cabellosSociete Hyg.emque
ESCOVAS FINASpara cabellos, deules c unhas.
BLAIREAU.Pincel para barba.
jHAiNfos.para canettos.
REDES 1NV1SIVEIS para cabellos.! ----- ------
(IBWATAS L1NDI5S1MAS.do melbor gosto.J
BENGALAS.de phantasla, para passeio e de diversos taraanhoselc, etc., etc.
A la parfumerie^arisienne.
7" RA DO CRESPO---- l. ANDAR 7 A.
Sortimeato
para theatro,
de binculos
e oculos de
alcance para -o campo e ma-
rraba.
Lunetas, pince-nez e
face--main, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, a?o,
etc., etc.
Tem tambera grande sorlimcntp de relogios para parede, que do horas e para
erma Oe mesa" ros nr.il rrn( nnwrto- Relogios pi algibcira, de ouro, prata, prata
dourada efoleada, ingleses, suissos e orisontaes dos melhorcs e mais afamados fabri
cantes.
Vendas em grosso e a retalho. Em Ptrnambuco.
N. 21=Rua CovaN. 21.
'- m
zm isa
U&t.8
S BOUBAS CURADAS
gramraas
Dita dita a 15200 idam.
Dita dita a 1^000 idera.
Dita franceza a 900 rs. idem.
Batatas novas a 100 rs. idem.
Cha fino superior a 3500 idem.
Dito dito a 35200 idem.
Dito dito a 3^000 idem.
Arroz pilado a 120 rs. idem.
Caf d caroco a 200, 210 e 280 rs.
idem.
Milito alpista a lOrs. idem.
Toucinho de Lisboa a 400 rs. idem.
Vellas cstiarinas, masso 720.
Potes com sal refinado a 400.
Ervilhas franceza em manteiga, 900 rs.
a lata.
Fructas portuguezas em calda a 600 rs.
a lata.
Ditas s de pecf gos maiores a 500 rs. a
lata.
Tijolo para facas a 120 rs.
Chocolate espanhol a I000 o masso.
Frascos com conserva a 900 rs.
Ditos dita de mustarda a 800 rs.
Latas com carne de porco a 800 rs.
Sardinhas de Nantes em manteiga a 800
rs. a lata.
Copos finos para agua, duzia 45800.
Garrafas finas para meza, o par 55000.
Cognac engarrafado a 800 rs.
Azeite francez engarrafado a 15000.
Presunto em barril a 480 rs. por 500
grammas.
E
Todas as molestias sypliiliticas.
PELO
ELEXIR DO DR. SEVIAL ,
nico depurativo sera mercurio que tanta aceitaro tem raeieudo no Bra-
sil, as repblicas do sul e na AHemanha especialmente para cura das boubas,
sarnas, reumatismo, todas as molestias syphiliticas c era geral todas aquellas
provm da empureza do sangue.
NICO DEPOSITO
NA
Pharinaeta e drogara.
DE
Bartholomea < C.
34Raa Larga do Rosarlo34
0L1YEIR4 a CARVALHO
Suceessores d Reg &Moura.
24-Ra Nova 24
Os propietarios doste novo estabelecimento fazera sciente ao publico, que
-eabam de receber om perfeito e variado sortimento de pannos finos.'casemiras, brins e
".utras muitas fazendas de gostos modernos, as quacs vendem por precos razoavois.
Osmesraos scienliticam que tendo admittido para sua officina do alfaite, um artista hbil
no desempeoho de suas funecoes, recebem qualquer encommenda de roupa por medida
prometiendo satisfazerem, com ponluahdade e presteza qualquer pedido neste seBtido.
COSTl REIR E MODISTA
MADAMA LECOMTE
Com loja na ra da Imperatriz n. 7.
Tem a honra de partecipar ao respeitavel publico e em particular seus fregue-
zes, qne, pelas relaces que acaba de encelar com algumascostureirase modistas das mais
afamadas de Paris, que todos os mezes lhe mandam figurinos, de vestidos, mjm-
teletes e chapeos que estao no maior gosto e mais modernos, se acha habilita-
da para fazer vestidos para passeio e visitas, bailes e casamentes. As senhoras que
.'.honrarem com a sua freguezia, no deixaro de ser satisfeitas, tanto pelo bom gosto, como
lla barateza dos precos e promptido na entrega das eneomraendas ; tarabem tem bo-
nitos enfeites moito modernos e de todasas cores. Fazem-se chapeos de todas as qaadaie.-
uoto de fil como de palba. ..
CARVO DE BELLOC
PARS
Appiwado reesmead cura da gaUrrfgji e em gera! de todas as doencM ruin do estomago dos intestinos.''
eualmentu o remedio por excellencia contra a vtatelo de ventre Finatmentc
rata da anas propriedades absorten tes, recommendado co:.bo verdadeiro mi
caaos da diarrhea e cholera. O car*** BeUoe toma-m na occa .das
joba firma da)pea ou de pastliaa.
BPmUo cm Rio-Juaao Duponchdlt; Chewlot. Km Fduiambcco, Maurer i C".
C0NFEITAR14 DOS ANAMZES
16 RA DA CRUZ 16
Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, fiambre, pastis de difieren
les qualidades, vinhos de superior qualidade, cha Hisson preto, e miudo, o melhor que
se pode encontrar no mercado, ameudoas confeitadas, xaropes refrigerantes, doces de
calda, etc.
Incurabe-se de encommendas para grandes jantares, bailes, baptisados e ca-
samentos, a saber:
Pecas de nougat. Paes-de-lot enfeitados.
Ditas de pao-de-Iot. Bollos idem.
Ditas de tmara de ovos. Pratos de doce de ovos.
Ditas de caramilo. Tortas folhadas.de crme e carne.
Bandeja com armaco de assucar. Empadas.
HOTEL CENTRAL
KE8TAURAST A LA CETE
DE
Francisco Garrido
Entrada geral ra larga estreita do Rosario n. 4 A.
Este vasto o acreditado estabelecimento sem duvida o que offerece maiores
vantagens nao s em precos mdicos como por sa tornar o mais prximo possivel das
estacSo dos caminhos de ferro e ser beira mar do caes Vinte e Dous de Novembro, que
tambem se presta ao embarque e desembarque dos passageiros que vera dxiutras pro-
vincias e da Europa, e que preferirem essa accommodacSo menos despendiosa nos trans-
portes da bagagem.
Os hospedes acharao todas commodi lade em grandes salas e asseiados quartos.
Ha sala para leitura de jornaes nacionaes e estrangeiro3; na mesma ha um
magnific piano para recreio.
Ha urna outra sala para jantares particulares.
Come-se a mesa redonda a la cartee manda-se domicilios.
Os vinhos mais finos do mercado acham-se no estabelecimento.
A' noite ha srvete e refrescos, caf, en e chocolate a toda a hora. Tem mag-
nficos, buhares do mogno para diverthpento.
Falla-se hespanhol, francez, italiano e inglez.
A' ra do Crespo n. 20 A, esquina da ra das Cruzes.
Alvaro Augusto d'Almeida d- C- partecipam ao respeitavel publico, e com es-
peclalidade s Exmas. Sras. que. o seu amigo e acreditado estabelecimento ra do
Crespo n. 20 A, de peqaeno que era, acaba de ser transformado em nma bonita e vasta loja
de fazendas finas aonde pela sualocalidade eamplidSo, o publico nao s ter todasas com-
modidades para fazer suas compras, como acha-lo-h5o desde j prvido de um variado e
Leseolbido sortimento de fazendas finas e grossas, o que tudo se vende por precos m-
dicos.
Este estabelecimento, apezar de estar j bastante conhecido, os seus proprieta-
rios temresolvidoentitlalopor LOJA DOS ARCOS, para evitar equvocos, e torna-lo
por esta maaeira ainda mais popular. Eocontra-so oesta loja
Ricos corles de blond e de seda branca para noivas.
Ditos de seda de cor e pretos.
Brochad
lavas de peHic
tamb
^^^^^Kassl
ar.
fazenda inteiramenteaova.
idem.
Maria Antoineltt
i, espartilbos, balloes, basquinas, ficht
toen te um completo sortimento de la India para
tifa, tapete, capachos e mullos ootrot artigo, quo seria por
INCORRETA
Vinagre branco engarrafado a 400 rs.
Bolaxinhas de gerentes mrreas. a
Fosphoros de seguran?, masso 500 rs.
Banha de porco a 720 por 500 grammas.
Vinho do reino, garrafa a 4(5000.
Charutos do Lima a 54 e 6# a caixa.
Sabo de massa a 240 rs. por 500 gram-
mas. __
Latas comameixas a L>, 1*500, 2*800
e 3#500.
Ditas de manteiga a 2*800.
Ditas juliana a 1* por oOO grammas.
Frascos cora maceas seccas a 2*000.
Serveja de differentes marcas, duzia 64.
Tapioca do Maranhab a 240 rs. por 500
grammas.
Farello em sacca com 21 kilos por W.
Liguicas e paios a 800 rs. por 500 gram-
mas.
G^ Ida a 8*500.
Dito em garrafa a 400 rs.
HLatas de peixe a 800 rs.
Bolaxinhas beato Antonio a 1*200 a lata.
LaJrfSNqe p3o-de-! a 900 rs.
Bter en>garrafas a 800 rs.
) Licores finos como coracol, amsade, e
i outras muitas marcas a 1*000 rs.
Estrilnhas para sopa a 800 rs. por 500
grammas.
Marrasquino de zeroa 1* a garrafa.
Massa de tomate a 720 por 500 gram-
mas.
IIUUS. IMo.
Os proprietarios garanlem tudo quanto cima est especificado, adverte a todo^
que nao conhecem o peso de 500 grammas, mais de urna libra, e se evplicar quelles
que nao cntendem.

>
)


Diario de Pernambuco Segn la feira 16 de Outubro de 1869.
V
i
Publicada na corle pelo Dr.
Jos da Silva Costa.
i" semestre Qaaciro a junlio) do 1869.
R. 74000.
9-MU 1)0 CRESPO-!).
Amas
Precisa-se de duas amas, una pnra lavar e en-
gommar, e ontra para cozinhar e comprar para
casa dts pouca familia, preferc-sc oscravas : a
traiar na ra da Imperador n. 17, 2o andar.
Au<_a-se
para banhos do mar, urna casa junto a igreja do
S. Pedro ; a tratar na coelieira de carros lune-
bres,*na ra do Imperador. _____________
~Aina de leite.
Proci--sc de urna ama que tenha Lom leite,
para crear ume enanca de um mez, paga-se bem.
na ra Dcreita n. 81, sobrado.
|EWPRESTmO SOBRE
(SEM LIMITE.)
Na (ravessa da ra
das Crazcs n, 2, pri-
raeiro andar, da-sc qnal-
qner quanlia sobre ouro,
prala c pedras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo jj
governo, est as condicocs de ga- jg
raiilir a trnsatelo que se fizer em 8
sita casa, prometiendo todo e zelo ||
e consideraco ;is pesssas que se m
jj dignarera de lionra-lo cm sen esta- c
^ belecimento. I
Na mesma casa compra-se ouro, |
fg prata e brilhaates. ffi
All.
Praeisa-se de urna ama qne s:ul.n per.fotamente
ozmliar : na ra do Q.icimailo n. 4 j._________
Prccisa-sc alugar urna ama do. tile, livre ou
serava : na ra da Cidade Nova, eitf Santo Ama-
ro, rasa n. 10.___________________________
~ Anda esta vap> lujar de feilor do silio da
Sapueaia, as vaotajrens sao I'IOMHX) por anno,
-ama e mesa ; mas t se aceita pessoas habilita-
da* o de. conducta abonada : a fallar na alandega
cora o Sr. Caldas Brrelo. _____
II
DE
FAZE1DM
A D1NHEIRQ NA LOJA E ARMAZEM
DO
DE
__Precisa-se de um i ama escrava mi livre que
jozinhc, engomme e faca todo o servico interno e
>x>rnr> do urna casa de familia de duas pessoas :
.ia ra Direita n. 13, i" andar.___________
ior 4O00) vendo se um preto de 50 annos,
i imito robusto, baratissimo : na ra de Hortas
rl. %.
Aluga-se urna luja propn.i para negocio : a
tratar no sobrado n. no largo da nocir da fre-
de giifzia S. los6.__________________
ana.
Precisa-se do una ama para cozinhar : na ra
istreita do Rosario n. 18 l, loja de miudezas.
M CONSULTORIO MEDICO CIRRGICO jj
_2 Malaquias Antonio Goncalws, doulor
**J .mi medicina pela faculdade do Hioae-,
9__ Janeiro, tem seu consultorio mdico ci- iM
3 rurgico, na ra da Cria n. M, Ia andar, m
Ig Consultas das 10 a 1 Inri. r-(
f<8[ Chamados p ir osrripto.
Precisa-te d6 nra croado para todo servico
Jo hotel, paga-se bem, prefero-se escravo : a (ra-
sar na ra estreila do Bosarij n. II, hotel Lisbo-
lense. ._____
FLIX PEREIRi DA SIIiVA.
O proprietario tate grande estabelacimento, vendo que se est aproximando o fin-,
do anno, e tendo cm ser um grande deposito deposito de fazendas; nao fallando em
avalladas enoommendas que Ibes est5o obrigado todos os das, temresolvido liquda-
las por preco muito mais baratos do que cm oulra qualquer parte : so como fim
de diminuir o deposito o apurar dinheiro. Encontrase neste estabelecimento do
PWO avultado sortimento deazadas de luxo c modas; assimcomo de primeva
necessidad'e As pessoas que negociam em pjquena escala n'esla loja podero surtir-
se vendendo-sc-lties pelos precos que compram, ms casas inglezas; assim como ascx-
cellentissimas familias podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou man-
dar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja cm suas casas; n estabelecimento se
ada constantemente aborto das 6 horas da maiihaa s 9 da noite.
Explcndido sortimento de ^^fgSg!**
TOlipaS eittlS Vende-se um grande sortimento nos me-
NV L0J\ DO PAVAO RA DA Ihcres e maiores cortinados bordados pro-
IMPERATRIZ N. 60 prios para camas e para janellas, que se ven-
Acba-se esto "rande estabelecimento com-. dem a 120000 rs. cada par at 25000 rs,
pletamenta sorlido das melhores roupas, isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
*pndr calcas nalitots e colotes de'cascmira, Pcreira da Silva.
ffS%Vp alpaca," e" de todas BALDES MODERNOS E SAIAS DE LA.\
as mais fazendas que os compradores pos-' Na loja do Pavo vende-se os mais mo-
sam deseiar, assim como na mesma loja demos baloes reguladores tanto de musso-
tem um bello sortimento de pannos casemi- lina como de la de edr, e as mais modor-
ras bros etc etc. para se mandar fazer as saias di la enfostada, mais barato do
qualquer peca de obra, coma maiorpro.np- que om outra quaUpier parle,
tido vontade do freguez, e nao sendo SLLTANAb
lelil 1
PRMEIRO E SE(1L\90 LIVROS
h. C::
ftu
-^'NBw
A ** QIMA6
W*-
Feitor
Precisa-se de um feitor ;de mala idae e casado
para ara sitio porto desta praja : a tratar ua ra
11 \ acto n. 31 ^^__
ALUGA-SE
rcsneitavel publico ..
camisas francezas e inglezas, ceroulas de que t;m vmdo a es'e mercado, vendendo-se
linbo e alecdo o outros muitos arligos a 15100 o covado, na loja de Flix Peroira
proprios para homens e senboras promet- da Silva ra da Imperatri
tondo-se-llie vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Peret-
ra da Silva.
BRVMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 1^800
Chegou para a loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, urna grande porco i.e
pe(as de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpn-
mento de um lencol, o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; e vende-se pelo
barato preco de I800 ris cada meo,
tendo esta larga fazenda, outras militas ap-
plicaces para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se ama grande porco de cora de
carnauba em saceos por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja^ do
Pavo ra da Imperatriz n. 50. Do Flix
Pereira da Silva.
MUSSELINAS DE COR
Vende-se as mais bonitas musseliaas ae
cores a 500 rs. o covado. ,
\S BASQUINAS DO PAVAO
Chogaram para a loja do Pavo as mais
ricas basquinas de casaquinhos de seda
pretas ricamente enfeitados, sendo com os
foitios mais nevos que tem vindo ao merca-
do c vendem-se muito em conta.
FAZENDAS PARA LUTO
Na loja do Pavao
Imp
OR.GANDY BBANCO.
Venciese o mais moderno or^andy braneo para
ve: tidos com listras largas e miadas, assim como
una grande porco de cambraias brancas, tapadas
e transparentes, tendo das mais baixas de i$000 a
pea, al as mais finas de 10 ou l-5000, todas
oslas cambraias se venden mais barato do que cm
outra qualquer parte.
COLCHAS DR RSTAO.
Yendem-3e colchas de fusiao brancas c de cores
por preco muito cm conta, na loja do Pavo.
ORGANDY DE COR
A 3GO rs. o covado.
Vendem-se bonitos organdys de cores com bo-
nitos padrees e Oxea l 380 rs. o covado.
CAMISAS PARA SENHi'RA.
Yendem-sc linissimas caminas francezas borda-
das para senboras, na %\n do Pavao.
AS CELEAS DO PAVAO.
Ycndem se as mais finas celezias, esgniues e
A AGIA BRANCA tem convieco de que a abundancia do objectos de noyidade-
em seu constante e completo sortimento, a boa escolha no gosto dclles, a superioridas
de de qualidades, e a limitaco de seas pre?os, esto na op nio do res'peitavel publico
cm "eral, e na de sua boa freguozia em particular; mas anda assim ella julga de seu
dover scientificar a todos, da rocepeo d'aquelles objectos que esto alm do commum,
como bem sejam:
Bonitas caixinlias de madeiras envernisa-
das, contendo navalbas e os mais necessarios
para viagem, servindo ellas de carteira
mando abertas.
Outras conforme aquellas, proprias para
senboras.
Outras macheladas, com lliesouras e os
mais necessarios dourados c de madrepe-
rola para costura, obras de apurado gosto
e permfao, proprias paro um bello pre-
sente, tendo algnmas com musi:a.
Estajos ou carteiras de ecuro com nava-
lbas, e> os mais necessarios paraviagens.
ESCOVAS DE MARFIM
Paraunbas, dentes, cabello e roupa.
Outras do balea com macbetados de ma-
dreperola para os mesmos fins.
' OBRAS DE MADREPEROLA
Leques, cscovas para dentes, caetas,
didaes, brincos, alinetes etc. etc.
Ricas capcllas com veos para noivas.
Cintos de brim, com elstico para se-
nhoras.
Voltas de grossos aljofaes do cores,
para circular os coques.
Outras igualmente bonitas, c com pin-
gentes para o pescoco.
Outras com aljofares coloridos, e tran-
selin dourado.
Botes com ancora, e P. II. para fardas
e colletes.
Abotoaduras d'aventurine com o pjlej
prata dourada, para colletes, cada am,3.i
Boles de cristal, encastoados em prata,'
para punlios, 4-5 o par.
Camisas de fianella para bomem, a me-
Encontra o respeitavel publico neste estabeleci-
nenlo um grande sortimento do fazendas pretas,
:omo sejam. cassas francezas e inglezas, cintas
) 1- andar do sobrado sito no caes d.i Bram n.
7o, com comiBodo Bastante para grande familia
i tratar com Luiz L. dos Guimarc Qeixoto, ra
larga do Rosario n. 34, botica.___________
Alugam-se duas casas em Beberibe, no porto
la Uadetra, heira do rio, com 2 salas, 2 quar-
os, eoziaba fra : a tratar na ra Direita n. 00.
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
nheir.isubre |teuliorcs de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesma
isa se compra e vende objectos de ouro e prala,
a igoalmoote se faz toda e qualquer obra de en
Minn.enda, < todo C qualquer concert tendente
j uterina arte.____________________________
CO/.INHEII'.A.
Precisa-se alagar urna oscrava que seja boa co-
.'.inheira : na roa do Crespo n. 23.
Pannos de crochet para cadeiras.
Novo sortimento de toalhas de labyrin-
tho, para baptizados.
Renda o bico de guipar, braneo e
preto.
Fil preto, de seda, com salpicos.
Pequeos o delicados espanadores de
pennas coloridas, proprios para piannos,
oratorios, etc.
Bonitos passarinhos de metal pratcados,
para segurar costuras, tendo almofadinhas,
do velludo para agullias o alfinetes.
Thesouras do duas, tres, quatro e cinco
pernas para frisar babadinhos.
AGULIIAS NON-PLUSULTRA
Tal a qualidade d'essas agulhas, que
mereceu ao fabricante o pomposo titulo de
Sii-plusulira, merece a Aguia Branca as
honras d'um annuncio, e sem duvida me-
recer das inlelligentes .senboras, a devida
.lima por sua apreciavel qualidade.
At agora nada se tinha visto de to bom
em tal genero, e ainda assim custa cada
papel apons 200 rs.
Provavclmentc d'aqni a pouco abundaro
as falsificadas para serem vendidas barata-
ment, porm as verdadeiras continuaio a
vir especialmente para a loja da Aguia
Branca.
Dcscrever minuciosamente por scus no-
mes e qualidades a infinidade d'objcctos
que constantemente se acham venda na
loja da Aguia Branca, seria seno impossi-
vel ao menos nfadonho por isso olla con-
de sua boa e antiga fre-
Ihor qualidade que tem vinJo a esto raer-, lia na constancia
ca(i0 H quezia, c pede aos que do novo queiram
" Meias de la para homens, senheras e reconhecer a com'modidado de seus precos
creancas e a cinceridade de seu agrado, que nao se
' Ditas de dita, tecido de borracha, para esquecam de comparecer loja d'Agu.a
quem soffre de inchaco as pernas. Branca a na do Quemado n. .
pretas de todas as qualidades, fa/enda de laa de
lodas que tem vindo, proprias para luto, como
sejam, laazinhas, alpacas lanadas e lisas, cantao,
bombazinas, merino, etc., que ludo se vende por
^^NOVASnASQIN^COMCNTO.
Cbegaram as mais modernas basquinas de gros-
denaple preto, ricamente enfeitadas, sendo de um
feilio inteiramente novo, com ricos cintos largos, e
vendem-se por preco razoavcl
CASSAS FRANCEZAS.
Yende-se um elegante sortimento da? mais tinas
c mais modernas cassas francezas que tem vindo
ao mercado, sendo com padres mmdinUos e
grandes, e vendem-se por preco muito em conta.
6 AS SEDAS DO PAVAO
_Altas njvidades.
Pelo ultimo vapor ehegaram para a loja do Pa-
Precisa-so de urna .una que saiba cozinhar e
'iigominar: na ra di Praia n. oo, 3* andar.
O escravo preto, de nome Jos, idade > ais de
30amos, alto, seco, cara rugosa, pese mais
rro-SM, bem fallante, se acha fgido desdo o da
ti do corrente mez, do silio da Sapueaia, em Bc-
berib*, costuma em suas cursocs ir para a ma-
_nea, ribeira, etc., servir de can-oceiro ou ganliar
nas'i uas da cidade do Recife : recommenda-so as
mtoridades competentes e capifes de campea
na captura, mediante a respectiva mdemmsacao
lo trabalho._____________________:___--------
Aloga-se urna ama para cozinhar : a tratar
na ra da Cacimba n. i, 3" andar.
COMPRAS.
com muito maior vaotagem compram-se
moedas do ouro e prata : na loja de joias do Co-
raco de Ocro n. 2 D, roa do Cabuga.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por precos mais vantajosos do
qne em ontra qualquer parte._______
Compram se moedas de ouro e prata de to-
los o*valores, ouro e prata em obras inutilisadas,
tirilliantes e mais pedras jiceciosas : na loja de
urives do arco da Conceicao, no Recife.______
padrees, sedas le listras, padrees inteiramente
novo*, proz de todas as cores, sendo verde, azu,
Iviio, rosa, cinzento, etc., setins, braneo, azul,
verde, rOxo, lyrio etc, etc., assim como um gran-
de sortimento de grosdenaples pretos de todas as
qualidades, e superior gorgurao preto de seda
nara vestidos e colletes.
v AGRACIANAS.
Ctaecou esta nova fazend2 c m o nomo de cianast sendo de urna s cor, lyrio, rxo, verde,
azul, etc, etc, e muito encornada, com lustre pro-
nriamenie de seda, sendo melhor e mais moderna
que. este anno tem vindo para vestidos, e vnde-
se pelo barato preco de 2* o covado.
ALPACAS LAVRADAS
Na loja do Pavao.
Chegou pelo ultimo vapor um grande sorlimcn
todas mais modernas emais bonitas alpacas la-
vradas para vestidos, tendo entre ellas algumasque
fazem a vista propriamente de seda, e vendem-se
por pregos muito em conta.
GURGURO PRETO.
Chegou para a loja do Pavo o mais encorpado
surauro de seda preto para vestidos e colletes,
que se vende mais barate do que em oulra qual-
,iaerparle-MADAP0L0FRAN.CEZ
A 7*000, s o pavao.
Vendem-se oecas d_madapnlao francez com 12
ESK&S
Compram-se e vendem-se diariamente para fura
e dentro da provincia escravos de todas as idades,
cores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
terceiro andar do sobrado n. 3C, arua das Cruzes,
fregoezia de Santo Antonio.
com 20 jardas a 7*000, assim joro Anisamos ma
Compram-so ou trocam-.-e auas casas pe-
queas : no largo de S. Goncalo, lado de trra.
VENDAS.
VBIDE-SB
ra vacca de leite por prego commodo : na ra
da Cruz n. 13.__________
Cabriolet.
Tss4e-se os acdente csLriolet rogez para
quatro pessoas (dogean) com todos os pertcnces,
tcido am bom estado e por preco comino lo: a tra-
ut na eocheira do Balthazar, na roa da Guia n. i,
cade podo sor examinado.
dapoloes francezes o inglezes, ditos de jardas, que
se vendem mais barato do que em outra qualquer
parte, por haver grande porco _
AS CASSAS DO PAVO
Covsd. a 300 rs.
Vendem-se flnissimas cassas francezas com ha-
dos desenhos e cores fixas a 300 rs. o covado.
CHITAS BARATAS
Na loja do Pavo
Vende-se urna grande porelo de chitas escuras,
e claras, de cores flxas, por precos que admiramn
BRILHANTES BAREGES A 400 R8.
S o Pavo vende as mais delicadas ba-
reges de pura 'la, semitransparentes com
os mais delicados desenhos, de quadrinhos,
listras e lizos, sendo n'este artigo o mais
delicado que tem vinde ao mercado, e
vende-se pelo baratissimo preco de 400 rs.
o covado,
PELBRINAS A *000
Na loja do Pavo vende-se as mais mo-
dernas roawiras oa basquinas de croch,
pretas enfeitadas com verde e outras cns-
pelo barato preco de 4(5000 cada om, o pe-
chincha.
breanbas de linlio por preeo muito em conta.
FSTO BRANCO PARA VESTIDOS A 040 RS.
Vende-se fusto braneo, com lista-o lavradinhos,
muito proprio para vestidos o roupas de meninos,
a 640 rs. o covado.
COLLERINHOS PARA SENHORAS. __
Vendem-se finissimos collerinhos de ergnio de
linho proprios para senh ras e tembem para me-
ninas a S5 a duza.
ALPACAS DE CORDAO.
">renienv se as mais uruiuuu.. ^loo.io \* >.-rm.
doiinho para vestidos, tendo asmis lindas cores,
como Bismark, lyrio, rxo, grog etc. etc., pelo
barato preco de U rs. o covado-
TAltl.ATANAS.
Vende-se finissima larlatana brauca o de todas
as coros, assim como fil braneo lizo a 800 rs. a
vara.
ALGODAO ENTESTADO.
Vende-se superior algoJozinho com duas lar-
guras, proprio para lencoes, sendo lizo e cntran-
cailo, e vende-e por prei;o muito rasoavel.
MEIAS PARA MENINOS A 3*800 RS.
Vendem-se duzias de meias superiores para
meninos e meninas, pelo barato prego de 39J0 a
duzia. __
BASQUINAS DE GUIPZE.
Chegaram as mais bonitas o modernas basqui-
nas pretas de guipuze, que se venden mais barato
do que em outra qualquer parte; assim como a*
mais delicadas romeiras ou p ferinas de croch
pretos, enfeitadas de verde e ontras cores, que se
venda muito cm conta,.
CHAPEOS DE SOL
Vende-se um grande sortim.nto de chapeos de
sol de seda e alpaca que se vendem muito ba-
ratos.
LENCOS BRANCOS.
Vendem se bonitos leos broncos e de cores
com barras e abanhados, pelo barato preco de
.15500 a duzia, ditos de nao abanliados a b a
duzia, ditos de esguiae para varios preeo?, ditos
de algodao a 25 e U600 a duzia.
A 50000
Na loja do Pavo vendem-s* modernissi-
mos chales de fil preto com lindas palmas
de seda, pelo barato preco de 3-?O0O, o
pechincha.
BASQUINAS A li>000
Na loja do Pavo vends-se as mais mo-
dernas basquinas ou manteletes de guipure,
pelo barato preco de 123000 cada urna.
PARA ESCRAVO i
Na loja do Pavo vende-se estamenha
do algodo mesclado para vestidos e roupa
de moleques a 200 rs. o covado, na ra
da Imperatriz n. 60 de Flix Pereira
Silva.
Papel para embrnlho.
Compra-se papel para embrulho: na loja do
Pavao, ra da Imperatriz n. 60. de Flix Pereira
da Silva.
FOSTES BRANCOS PARA VESTIDOS A
400 RES.
Na loja do Pavo vende-se um grande
sortimento de bonitos fostSes brancos, pro-
prios para vestidos e roupas de creancas.
assim como tambem para rou jas de ho-
mens por serem de lavores miudinhos e
bantante encorpados, o vendem-se pelo ba-
rato preco de 400 rs. o covada nicamente
na loja n. 60 da ra da Imprntriz.
CORTES A 85000 DE VESTIDOS A 85000
CORTES A 80000 COM DUAS SAIAS
Chegaram para a loja do Pavo os mais
bonitos cortes de la com duas saias,
s-ndo neste genero, os de mais gsoto que
tem viudo ao mercado, e cada nm em
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
SIMIO DOS SANTOS R-
.
Os oroprietarios deste bem ortido armazem de seceo e molhados, parlecipam
aos seus numerosos freguezes, tanto desta praca, como do matto e 'W%*.aomea'.
gos do bom o barato, que loemum grande e vantajoso soi t.mento de ^ve. sos merca
.loria, p as mais novas do mercado, as quaes vendem em grosso e a retulno, por
12 nreco do q_?en ouln qualquer parle" por ser maior parto "*
enmaradas n>r conta nropria,por sso quem comprar ale a quantia de 1000, tera cinco
&$lZ>v\o$W*M garantindo-so qualquer genero saludo deste
020 rs. o kilogrammo, em porco ha aba-
Di':
LEITURA
PARA USO DA INFANCIA BRASILEIA \,
PELO
Dr. A. Cesar Borges.
(2' EDICAO MUITO MELHORAOA E
AUGMENTADA)
Estes dons bvros, resoltada ae grande expe-
riencia e estudos especiacf da amor, viermn
lisfazer a una das mais bisuntos necesshlades dj
instrorcao primaria, o per tal forma qne, peta
governos de quasi tudas as provincias Icoai sido
adoptadas para ;is escolas publicar, assfni 9
por grande numero de professores puticulaie-.
O primeiro fiero ( abolnlamenie diverso d;:-
cartas TuJimoonto eosrtvldas pelo nome de A
BC) e composto segundo um sysiiina natuial,
philoAopbieo e ameno que aos lernioM feelliu
exiraordiaariamonte o conhecimcnlo da leitara,
tomando-lhes multo mis rpidos t olio menos
penosos, seos primeiros, timidus e vacilantes pa#-
sos na vida lilieraii;>.
O segundo litro consta de nortes artigof. e< B-
lsele, todos to breves como convelo fu_:z
alleneai das criauc.is, e acrfkM em linguagem
e eslylo apropriaOea a franqueza de sua intol-
gencia.
E de maneira combinadas nelle se achini as
malcras que, :io niesmo passo qW rtvaWenB in-
t-ressam e deleilam os pequeos leiiorrs, levam-
Ibes e iinplunlam Ibes no espirito e no eor.icao fe-
cundos proeoitoa de moral, inrlnrando-Uiec, desdo
logo, com o gosto da leliora, o autor d.i virtud1
c a repugnancia da do vicio.
Sai andi >s estA livros nilidanienle impress- ; e
elegantemente rneaderaadov em I'aris, e cunte
estompas Unas representando os aSMimptea
contos ; o que os torna mais ronvidativas nos :i -
nios e muito proprios pata presentes oa prcmi s
dos mesmos.
Contein demais o segando dons bellos hymrs s
com msica para o comeen e fim da escola.
Recommendamo-los pois oonfiadamualB aos -
nitores pais de familia, e professore;. que atad
nao conhecem.
Primeiro livro. o'OO
Segundo 2000
A VENDA NA
Librara francaza,
-IIUA DO CllKSI'O-0
O Campos da ra do Imperador n. 28 loas p
vender o seguinlc:
Qucijos londrnos, pratos, Qamengps e de Mim ",
todos muito frescos e de boa qnalidade.
Presuntos para fiambres c para tempero, pa
salames ele. etc.
11 verdadoiro bacalho de Noruega.
Lafas com lagiislas c ostras.
O verdadeiro caf Mocka. '
i:. Grande remessa de cigarros de diversas qu
dados, viudos da provincia do liio de Janeiro, i
vapor brasileiro Paran.
A saber:
Cigarros ao duque de Caxias.
Ditos ao Maurity.
Ditos aos lonenles do Diabo.
Ditos Barbacana.
Hilos Papel peitoral.
Ditos de S. Paulo,
ilos do llio-Novo.
Temos de medidas para seceos. *ejmndn o n
sysieiua (meirico francez), no armazem do Caa>-
p'os.
As mais adoptadas e mais facis tabellas
de prompto se reduzir a e a kilogrammas e
inverso esto se acabando por isso reeommenda^t
aos eslabelecimcntos que ainda nao lom, que v>
nliam seos donos munir-se des-e lio grande %
te do eommercio, pois qne, com a satfa que est ;;
porta, torna-se ditas tabellas indispensavris.
28-TI DO NO AltMAZlLM DO CAMPOS-.
^CEMENTO
nri>Ti t vn -.- -_ -
Vende-se no armazem amarello oe Vicente tei
reir da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceicao, em barricas grandes.
armazem.
GAZ AMERICANO 9# a lato, a 400 rs.
a garrafa e 60 rs. o litro.
VINHO VERDADEIRO F1GEIRA a o0 o
640 rs. a garrafa, a 43500 e 45800 a cana-
da, a 7 O e 940 rs. o litro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 3(5 e
335UO a caada, 600 e 640 rs. o litro.
AZEITE DOCE DE LISBOA a 900 rs. a
carrafa, e a 7"a caada, e 10340 o litro-
VINHO BRANCO DE LISBOA a 600 rs.
a "arrafa, 40500 a caada e 900 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA a
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 20200,
USOO e 10400 a caada, 360 e 480 rs.
MANTEIGA LNGLEZ-A FLOR 10440 e
10280 a libra, 30140 e 20800 o kilo-
grammo. .
DEM FRANCEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, e 20100, 10980 e 10870 o kilo-
grammo.
DEM PARA TEMPERO a 640 rs. al:
bra, 10400 o kilogrammo, em porco se
far abatimento. ,_ .
BANIIA DE PORCODE BALTIMOOR a
720 rs. a libra, o 10570 o kilogrammo, em
porco se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA a
120 t 140 rs. a libra, 260 e 300 rs. o
logrammo e 30800 a arroba.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, a 10 el 0400 a lata.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso. era cafen ha abatimento.
PHOSPIIOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, 280, 400 e 560 rs. o masso,
3)200 e 60500 a groza.
\ME1XAS EM LATAS E CACIHNHAS
D MUITOS 1AMANH0S 30500, 50500
e 10 a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso de urna libra, e em caixa ha aba-
''"bVTATAS NOVAS DE LISBOA 100 rs.
a libra, cm caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA M a 50uOO
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IHLERb
BELL, 800 rs. a garrafa e 90 a dnna.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 10500, 10200, 10 e
800 rs. a garrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E AMBUR-
GUEZA 70 e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
"DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
110 a frasqueira e 10 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
30, 20800 e 20400, em caixa faz-se gran-
al-
ALPISTA 240 rs. a libra e 520 rs. o abatimento.
kilogrammo. e65 por 14 kilogrammos. i TOCiNno DE LISBOA 400 rs. a li-
CAF EM GRAO 60 e 60500 a arroba,' L__ 880 ps 0 k|0gra_a__o, e 110500 por
200 e 240 rs. a libra, 440 e 520 rs. o ^g^mos.
kilogrammo. I rHA" FiN0 GRADO E MIUDINHO os
SABAO MASSA^ 260 e 200 rs. a Ubra.1 ^Jul ha n0 mercado, i 30 e
570 e 440 rs. o kilogrammo, em caixa ha melhores ou^ ^^ ^ ^q q ^
abatimento. .^ _. '' mmrt
MASSAS PARA SOPA, MACARRAO, TA- grammo.
LRARIN E ALETBJA, 800 rs. a libra e
10750 o kilogrammo
YENDE-SE
A PRECO F1X0 E MDICO
SOMBRINHAS de setim verdeultima do-
vidade para senhoras, a 18 e 2W.
LINDOS cortes de tarlalana orvalliada, pro-
prios para bailes a 100, 130, IB& 1"
e 220000.
ESPEOAL sortimento de coques enfeitados
e lisosultima modaa 0500, 30000,
30500, 40, 40500, 50 e 60.
GRVNDE e bello sortimento ne chapeos de
palha da Italia, elegantemente enfeitados,
para senhoras e meninas a 150, i40,130,
H0e90. __._.__.__
TRANCAS E CACHOS nnilacao de ca-
bello, para senhoras, a 10800 e 800 rs.
GRANDE e agradavel sortimento de g
pur ou croch preto, em pecao met'.'
a 20, 30500, 40 e 60.
DITO braneo a 20500, 30 e 30800.
LINDO FIL de seda braneo com ramagem
o metro 50500.
LINDOS e ricos aderecos de plaques du-
bls, com brillantinas, rubins, esmeral-
das, perola. e camafeos ; nao ha diffe-
renca do ouro de lei e conserva por lon-
co tempo a sua cor natural, vende-se a
150, 180, 300, 450, 900 e 1200, esU
preco menor ao feilio de qualquer pe.;a
verdadeira do mesmo traba Ibo.
BONITAS CORRENTES do mesmo meUl
para relogios, a 60, 80 e 100, no
BAZAR DA MODA50-RUA_M)VA
Farelo de Lisboa
muito fino em saceos grandes a 55W0, no arma-
zem da Estrela, largo do Paraso n. U.________
DEM PROPRIOJPAR_\ NEGOCIO 20700
20500, 20200 e 20 a libra, e 50450 e
Ll
jl
vioho verde engarrafado, ^pomada.cae la cravo erv^doce.c^n ,p e_fandonho
molhps de sebolla
menciona-los.
05OO, finalmente maito mais gneros que
Vendem-se libras sterlinas: no
t.Ml Reis. ra da CadeaiB.iO.
escriplefio de
seu carto, com o competente gurino, e
vendem-se pelo baratissimo preco de 10800,
s na loja de Flix Pereira da Silva a ra
da Imperatriz n. 60.
CORTES DE SEDA A 200000.
Na loja do Pavo, vendem-se bonitos cor-
tes de seda para vestidos tendo 15 covados
cada um, e com quatro palmos de largura;
pechincha na ra da Imperatriz n. 60, de
Flix Pereirada Silva.
CHALES DE CHACHEMIRA A 60, 100 E
120000.
Na loja do Pavao vendem-se os mais
bonitos chales de verdadeira cachemira de
cftr, Com os desenhos mais modernos, a.^0.
10 e ISflOOO. muito barato na roa da Im-
peratriz n. 60.
A ra do Livramento n. 6, contina a ha-
ver para vender por precos rasoaveis, o
memor vinbo verde at boje vindo a este
mercado.
CAX ME LISBOA
ARUSSIA
a preeo razoavel : nc
ChMoal-pnrgati e depurativo
de chambard.
Ctmposto das plantas as mais odoriferas e as
__rnbtaosas dos montes os mais elevados, o du
XSKotoo de Chambard possue um gostosabo-
rosR aroma suavissimo, e as propnedate as
iilotaveis sobre os embaraces do estomago
aTintesUnoa e do gado, o desob-truente por
excallenciaaaconspacSo do nti* noalsni
resguardo tgum. epurativo espocml e direat
&i tiles e dos humores, refresca o sangao depo-
randft.. DEp0S,TO ESPECial,
Pparmacia de Bartholomeu & C, roa larga ao
Rosario n. 34.
Vernizes.
Vende-so no escriptorio de Joaqnim Gerardo
Bastos, ra do Vigario B. 16,primeiro?andar, o
acreditado fabricante do Para, Cactano Antonio
dos Santos Lisboa :
Verniz copal escuro.
Dte dito claro. *_.____, i,
Dito dito escuro proprio para obra3dofoUi
Flandres.
Dito cor de ouro ou dowadilho.
Vendem-se dous terrenos, sendo nm ia i i -
daConquisUn. II com Jl plmqs..dB rrentoj^
murado, e o outro na roa da Sympathta cora 13
palmos de frente e algumas arvoros : a tratar n.
ra d(^ Hortas, taberna n. 17.________________
Al
armazem
n. 13.
Vende-se* deposito do charutos da ra e>-
treil_ do Rosario n. 16 : a tratar na rna de Hort
nomero 1.
Attenpao
Yende-se urna cama franceza. com pooco n-)
nos Bairrns-baixos n. 40.
Vende-se una carteira!
ra larga do Rosario n. 21.
ASSIGNA-SE NA UVRARfi
Vendo-sa ama casa terrea na ra da Concei-
'TSo** HSjZJ?r,,a da Aarora "131
>com o agente Ensebio.
gemente;
de hwtalire chet*
, vHiiila n
a DiiHtr


I
ico Segunda
Outiinr
0 proprietario do armazcm de blendas denominado ARARA, ra da Impen-
triz n. 72, declara ao respeitavel publico e soas fre^tiezos, que est;\ liquidando fodas as
fazendas e roupas feilas que tem em sen eslabelecimeuto como se poder ver no seu
nnuncio e preco abaixo mencionados,
Chitas francesas ni ai izadas a
390 rs.
Vcndo-so chitas francezas escuras matiza
das a 320 rs.o covado por este preco sna
I ja da Arara, ru,i da imperatril n. 72.
LAZINHAS A 2i RS.
Yende-se liaziahas para vestidos de se-
nhora a 210, 280, 320 e 400 rs. o co-
vado.
BAREGES DE LA A 500 RS.
Vende-se bareges de la com listras para
vestidos de senhora a .*>0) e GiO rs. o
covado.
Alpacas le listras a O rs.
Vende-se alpacas do listras para vesti-
dos do sennowi a 500 rs. o covado.
- CHITAS ttUNGEZAS A 28!) RS.
Veja le-se cuitas francezas ciaras a 280rs.
o covado.
CORTES DE LA PARA VESTIDOS A
2-5400.
Vende-so cortes d > lia para vestidos de
seahoras a 2-5400 cada uin,
PERCALES A Mfl ltS. O COVADO.
Vende-se percales nniito linos para ves-
tidos de senhora a 440 rs. o covado, mur-
solinas brancas finas, a 500 rs. o covado,
brilhantinas de cores, a 440 rs. o'covado.
QEalcs moderaos de todas as
ores.
Vendos1 baldes moderno sbranco e de co-
ras a 4 5, 40500 c 5,*.
COBERTORES DE ADGODAO A l,5500.
Vende-se cobertores de algodo a l$500,
cobertas de chitas a 1,5000 e 2 5 cada urna,
GANGAS 1'AIlA CALCA A 320 RS.
Vende-se ganga para caira a 320 o cova-
do, brim de cores para calcas dehameme
meninos a 400 rs. o covado, casemiras de
cores para calca c pautte a 2-5500 c .*)>,
o covado, m ias casemiras enfestadas para
calcase palitots a 1-5 o covado, brim pardo
de todas as qnadades e brim branco de
todas as qualidades na ra da lmperatriz
n. 72.
Alpacas lizas a 040 rs.
Vende-se alpacas de cores lizas finas a
640 rs. o covado, tarlalanas de cores a 320
rs. o metro.
M VDAPOLO ENTESTADO A 3-5500.
Vende-so pegas de madapolo enfestado
a 3#>00, pecas de madapolo inglez de 2 i
A5r;od:to caesal OOOrs.
Wiulc-sc algodo enfestado proprio para
toncos e toalhas, 900 rs. o metro, dito
trancado a I >, metro.
Chale de merino a 5J.
Vende-se chales de merino estampados
a 2*, chales brancos c de cores a 10000
Cal.I nm.
CORTES DE BRIM CASTOR PARA CALCA
A 640 RS.
Ve^de-se urna grande poreao de cortos
de brim castor para calca de homem, O'iO
rs. cada ara*.
&rau2c poreo de retalhos
Vende-se grande poivo do retalbos de
chil's c cas-as prelas a 1(50 e 200 rs. o
cova lo, retalhos de cassas, 13a e chitas de
cores baratsimos.
LIQUIDASI A ROUPA FEITA
Vende-se palitots de brim de cores a 2/,
ditos de alpacas de cores a2,-5, dios de
mola casemira a 2:5 c 2-5-'iOO. ditos de pan-
no prete bom a 8-> e 10,5. calcas de algo-
do azul para escravns a 640 rs. ditas de
alg'dod'i listras a 800 e l(?, camisas de
riscado de listras a 800 rs. cada nma, cohi-
tes de brim o fustn de cores a I #c 1-5500,
coletes de cesemira de coros a 2*9500 e 3$,
e outras muitas qualidades de roupas feitas
que se vende por baratissimo pre?o.
Algodo de listras a 300 rs.
o covado
Vende-se algodo de listras para roupi
de escravos a 200 rs. o covado.
PECA DE ALGOD.vOA 43.
Vendem-se pepas de algodo 45000,
5^-200, 6-5000 o 7-5, para liquidar.
BBalcs de arcos a fl500.
Vende-se baloes de arcos par senhora 5
pelo baratissimo proco de l>o00 cada um,
Cortes de canabraia barras
a S^OOO.
Vende-se corles de cambraias barrsa a
2)5 e 33 cada nm.
LENCOS DE SEDA A 640 R3.
Vende-se lencos de seda a 6i0 rs. cada
um, para liqtiidar-
CARTEIRA PARA VIAGEM A 10.
Vende-se carteiras para viagem 1$
cada una.
IS NOVAS SMS
11--ETJA DO QUEIMAD0--11
l ultimo vapor loja de Augusto Porto & C. ricos
__s n s linda sedas de mimosas cores para vestidos proprios para bailes e casa-
mentos.
Grande variedade de sedas de listras de diversos precos todas de lindas cores,
gorguro de seda prela, e grosdenaple de varias qualidades e gorg iro de seda la de
dulcientes cores.
Novos vestidos brancos de blond para noivas. lindas colxasde soda para camas,
ditas de la e soda, cortinados bordados para camas e janellas, fronhas e toalhas de
cambraia de linho bordadas.
Luvas novas de Jouvin.c elegantes sombrinhas de se Jas de cor para senhoras.
Espartillios de 5*5 al J0#, lindos bournous de cachemira de cor para sabida
de baile, basqninos de renda preta, c ditos de croch branco e preto para senhoras.
Grande variedade de camisas bordadas c lisas para homens e meninos.
Soilimcnto de muitas fazendas de la, linho e algodo todas por preces muito
mdico.
Tapetes grandes para sof, piano e camas, pecas de tapetes o de alcatifa para
forrar saloes ludo em quantidada; e-vendem sempre^por menos que cm outra qualquer
parte.
Esteiras da India de 4,5 e 6 palmos de largo.
ALGODO
LOJA DAS MACHINAS
CACHINAS americanas de serrote de todos os tamanhos para descarocar algodo, do
muito conhecido fabricaste Eaglo Cotton Gin.
CACHINAS ditas, tambera de serrotes e de todos os tamanhos para descarocar, al-
godo do autor New York Cultor Gin.
MACHINAS ditas de todos os tamanhos, de carreta de ferro e mais toda a machina.
MACHINAS ditas de Roller Gins, de cujq trabalho faz obter mais 2.000 em arroba
de algodo.
MACHINAS do faco do fabricante Plall IJ. & C, Obdhan PatentLiverpool.
Todas estas machinas sao de superior qualidade e os melhores qoe tm
/indo ao mercado ; e para a sua apreciaco convidam-sc os senbores agricultores 2
rem a exposico das mesmas na ra du cda do Recife n. 5(5 A, loja do Bastos, onde
jardas a 5,-5, 60400, 7*5, 8*5 e 10-5 a peca.
Assim como vende-se chitas para coberhs, a 240, 280 e 320 rs. o covado, i
ellas antes que se acabem todas mais fazendas o roupas feitas, e que pelo preco que
vai vender ou liquidar, poucos das poder durar, o qnem se quizer sortir de fazendas
e roupas feitas para a festa pelo preco que lhe agradar, se poder dirigir a ra da
lmperatriz armazem da ARARA, que estar aborto todos os dias atis, das 6 horas da
manhaa, s 9 horas da noite.
72. Ra da lmperatriz. 72.
-08
mcontraro mais o seguate:
Oebulhadores para milho.
Gylindros para padarias.
Arados americanos.
Carrinhos de mo.
Machinas para cortar capim.
Gannos de chumbo,
bombas de Japy.
Ditas americanas.
Telhas do ferro galvanisadas.
olhas de zinco finas.
Ditas de cobro e lato.
ierro de todas as qualidades.
Vrcos de ferro.
Folha de Flandres.
Machados americanos.
?aces ditos.
ialaios e cestas de verguinha.
Vassouras americanas,
folies de todos os tamanhos.
romos e safras para ferreiros.
Finalmente muitos otiros artig
liversidade seria enfadonho ennumera-los.
Folha de ferro.
Balanzas americanas.
Tinas de madeira americanas.
Ps de ferro ditas.
Raides de madeira ditos.
Temos de. bandejas linas.
Trens completos para cozinba.
Peneiras para padarias.
Baldes galvanisados.
Correntes de ferro para almanjarras.
Espingardas e rewovers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Moinhos para refinaees.
Azeitc de espermacete, proprio para macto-
nas de todas as quididades.
Serras avutsas para machinas.
Mancaes e todos os mais pertences para as
mesmas.
Latas de gaz,
ospertencentes lavoura e artes-, que pela
ATTIA'CIS M Lliifl
Grande armazem de Tazendas e roupas feitas nm da lmperatriz
n. 52, portaiarga, de Paredes Porto.
[
'/. { --- IHj (.
Crandc e completo sortimento do machinas para
descarocar algodo de nova invencao ebegadas l-
timamente em direilura para a" loja do ftfanoel
Bento do Olivdra, Braga C, na na Dircila n.
53. Garante-te qoe a melhor qualidade que at
o presento lena vindo ao mercado : acham-se em
expo?irao aos compradores as de 10, l, I4j l.
18 o 20 serrar
Systeina decimal.
Grande e completo sorlimenlo de pesos kilo-
grammos do melliur comprehensao dos que tem
vindo at o presente, assim como marcos de lalao
ato meio grammo pelo incstno systema, balaneas
de latao de forra do 5 a 20 kilogrammos, metros
de madeira e de'lalo para medir fazendss, alm
de grande sortimento de madezas e ferragens de
todas as qualidades, tudo por precos que ? a vista
faz crdito : na ra Direita n. ':!, loja de Manoel
Bento de Oliveira Braga & C.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch & ('.., em
cognac pma das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa
commercio n. 32.
de Tb. Just. ra do
BAZAR UNIVERSAL
8Risa Nova83
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-so um completo
sortimento de todos os artigos qoe se ven-
den por precos eommodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os ystemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposigo servidos a electos paraalmo-
CO e jantar, salvas, bandejas, laboliros> bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candieiros para sala ecimademesa,
parede e portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
balervos, ditas par amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e enanca, bercos, cadei
ras longa3 para viagem, ditas de bataneo,
cspelhos de todos os tamanhos, molduras
para quadros. gaz, baldes americanos, gu r-
da comidas, brinquedos para crianzas, una-
completo sortimento de ceslinhas, oleados
para sala e a esa, tapetes para sala, quartor
frente de soph, janella e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escriporio e
muitos outros artigos que se encontrarn
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pena ir examinar.
m GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster A
., ra do Imperador, um carregamento de ga>
de primeira qualidade; o qual se vende em partida-
e a retalho por menos preco do que em outra qual
quer parte.
CONVITE GERAL
O proprietario do armazem de fazendas denominado Garibaldi, na ra da lmpe-
ratriz n. 5b", declara ao respeitavel publico que tendo grande deposito de fazendas em
ser, e desojando diminuir este grande deposito por meio de urna liquidaQo que fin-
dar no da 15 ou 20 do corrente, por isso convida ao respeitavel publico a vir surtir-
se de boas fazendas, e por diminuto preco, a saber
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento
de roupas de todas as qualidades, palitots do alpaca a ty, 3,^500 at 6& Ditos de
mermo, ditos de casemira de cores bonitos gostos a 5, 6*5, 80 e 10& de panno preto
sacos e sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
e de cores de 30500 a 50000. Calcas de brim de cor finas e ordinarias, ditas
GUITAS LARGAS A280rs.
Vendem-se chitas francezas largas a 280,
320 e 360 rs. o covado.
ALGODO ENFESTADO TRANCADO A
10000.
Vende-se algodo enfestado trancado para
lencoes a 10000, dito liso enfestado a 900
o metro.
CASSAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vendem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 240 e 280 rs. o covado.
MADAPOLO ENFESTADO A 30300.
Vendem-se pecas de madapolo enfes-
tado a 30300, dito inglez de 24 jardas ou
22 metros a 50, 6, 70, 80, 90 e 100, a
peca.
LANZINHAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
BAREGE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege de listas para Vestidos
a 500 e 040 o covado.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
5>rf) rs. O COVADO.
Vendem-se alpacas de cores a 500, 640
e 720 rs. o covado propria para vestido de
eoliora.
SEDAS DE CORES A i0.
Vende-se sedas de cores para vestidos de
senhora a 10 o covado.
PORCO DE RETALHOS.
Vede-se urna porco de retalhos de cas-
sas, de la e sedas e de outras fazendas
por t$nito barato preco.
:les antes que se acabem.
GHALY DE CORES A 800 RS.
le-se chaly de listas de seda a 800 rs.
0 c-ovttdn.
CHALES DE CASSA A 10.
1 cuales de cassa a 1#, e de me-
bar
l'.TESDELA A204flORS.
cortes de la 'de listra para
iiora a 20400-n. para aca-
" ALGODO A PECA 4)000.
le-se pecas de algodo a ,40, 80, 60
peca. E muitas outras cousas que
o'adonhn mencionar.
CHITAS PARA COBERTAS A 280.
Vende-se chitas francezas para cobertas
a 280 o covado, dita encarnada a 320 rs. o
covado.
CASEMIRAS DE CORES A 20500.
Vende-se casemiras de cores a 20500 e
30000 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 30000.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 30000, ditos de seda a 100 cada um.
BRIM DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim de cores para caicas de
homem e meninos a 400 rs. o covado.
Gangas para calca a S80 rs.
Vendem-se gangas de cores para cal?a e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado.
MUSSELINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se musselina branca a 500 rs. o
covado, dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlatana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 20.
Vende-se lencos brancos a 20 a duzia.
Gollinbas e manguitos para senhora a
500 rs.
Ditas de linho fino a 10000, para aca-
bar.
{GRANDE SORTIMENTO
DE ROUPA FEITA DE TODAS AS QUALIDADES.
Vende-se a roupa feita por menos 26 ou
30 por cento do que em outra casa: por
isso os pretendentes podero vir examinar
para ver a realidade do annuncio.
Velbutina preta a 320 rs. o covado, para
BALOES DE ARCOS A 10500.
Venden-se bales de 20 e 30 arcos a
10500 cada um, ditos modernos a 40.
BRIM HAMBURGO A 80000 A PECA.
Vendem-se pi;as de brim lizo de Ham-
bnrgo a 80. vem a ser mais barato do que
algodosinho.
CORTINADOS A 140000,
Vende-se cortinados para cama a 140
para liquidar. Ditos para janellas a 70.
Todas estas fazendas se vendem muito
barato na na da Imp-ratriz n. 56
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo Dno e ordinario, ditas de casemira
de cor e preta de 40, 50, 60 a 150. Colletes de todas as qualidades e preco muito
harato. Completo sortimeuto de camisas francezas de algodo e de linho de 20 at 50
urna. Sortimento de seroulas francezas de algodo. de linho e bramante a 20 e 20500.
Gravatas (mantas) novissimo gosto a toJos os precos. Meias sortimento cempleto a 3ik
40 ate 70 a duzia. l
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarrega-se de quaesquer obras de encommenda tanto para homem, como
para meninos, e con brevidade, por isso que tem um Itonito sortimento de fazendas de
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos finos e outras muitas a-
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de 11 palmos de largura a 10800 o metro.
Cambraias de cor e branca. *-
Alpacas de todas as cores a 640 rs. o covado.
Poil-de-chvre com lista de seda fazenda de gosto a 10200.
Basquines de guipure enfeitadas a 180000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolo fino a 60500, 70, 80 e 90000.
Algodo peca com 20 jardas a 40500, 50500 e 60000.
Peca de algodo largo a 70500.
E outras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Cheguem roupa
feita que se est liquidando na loja ra da lmperatriz n. 52 (junto loja de ourives) do
LEAO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
supeno banha 120, 460
240, 320,
Machinas vapor de
forpa de 3 e 4 c-
vanos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faco e serrotes para desca-
rocar algodo.
Balaneas para armazem e balcao.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Uhit-
field.
Prencas para copiar carlas.
Fogo americano patent
Scbonete de alcatrdo.
DI
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que tifo boa
icceitaco tem merecido n'esta provincia
muito se recommenda para a cura certa
das impigens, sarnas, caspas e todas a
molestias de pelle.
Deposito mam,
Pharmacia de Bartholomeu 4 C,
34na lanza do Rosario34.
Vesde-se i retn apio da ma Direit n. 10, a
mais amiga e acreditada aeata cidade, ejom mui-
lo boa freguesa : a tratar na irwjma.
Ra do Imperador n. 26
Neste estakelecimeutoje encontrar diariamen-
te um completo sortimento de pastelaria do todas
as qualidades para lanche e sobre-mesa, etc., etc.,
bolinnos de todas as qualidades para cha, presun-
tos de fiambre, bolos inglezes, pudins, e finalmente
tdo que consiste em urna boa pastelaria, com o
malor asseio e esmero, cha hysson, preto e miudi-
nho do melhor que ha no mercado. esU casa
tecebem-se encommendas para casamentos, bailes
rbaptisados, compremettendo-se os donos do es-
abelecimento a serir o melhor que for possivel
a vontade do freguez, dispondo para esse tlin de
um completo pessoal. Recebe-so avulso toda e
roalquer_ encommenda, como sejam, bandejas,
bolos e pes-de l decorados, doces d'ovos, seceos
a de calda e crystalisados, fruclas nacionaes e es-
trangeiras, amendoas confeitadas, um completo e
variado sortimento de caixinbas do todos os gostos
e precos, para mimosear senhoras ; estas caixi-
nhas recentemente chegadas de Pars, sao de pri-
morido goto, offereee molas aos galanteadores do
bello sexo, pois nellas acharao um digno e serio
presente para as donas de seuj pensamentos. lico-
res, vinhos finos de todas as qualidades, conservas
lonnWhos em latas. Os donos deste estabelecimen-
es nao so poupando despezas, fazem todos os
otorcoa para servir o respeitavel publico o me-
ta or que for possivel, e sendo principiantes e lu-
ando com todas as difficuld>des, esperam a con-
correncia do respeitavel publico desta capital, na-
eionael e estrangeiros. Pechineha: legitimo vi-
nho muscatel em caixas, que se vende por eommo-
do preco para particulares e para negocio.
CIMENTO
Yende-se verdadero cimento
Madre de Deo
Martn de Barros,
na ra da
Joo
Lojade-miudezas de FERRE3RADA C-
NHA TEMPORAL, esto quimando por
todo pre?o venham ver o que bom e ba-
rato a saber:
Lindos brinquedos magnticos para me
nios de 240 a 1$.
Linha3 em novellos de 400 jardas a
60 rs.
Pecas de tranca de todas as cores a 40 rs.
Latas com
e 2^000.
Frascos com oleo baboza
400 e 600 rs.
Ditos de extracto 160, 320, 500 e
640 rs.
Ditos com banha 320, 300 e 1,5200.
Ditos de agua de Colonia 320, 400,6
300 rs.
Baralhos de cartas portuguezas a 120 e
1(30 rs.
Ditos francezas 200 e 240 rs.
Grande sortimento de sabonetes 80,
120, 160 e 200 rs.
Caivetes finos com duas folhas a 240 rs.
Linha de 200 jardas em carretel (duzia) a
1,5(200.
Lindos port-main 240 rs.
Pentes de travessa para meninas 200,
320e400rs.
Duzia de meias nglezas muito finas a
3800
Ditas de ditas para senhora a 40500.
Garrafas com a verdadeira agua florida a
15200.
Ditas com agua divina 10300.
Frascos com sndalo a 10200.
Pecas de entremeios a 300, 640 e 800 rs.
Lindos gorros de velludo para menina a
50000.
Papel amisade beira dourada (cixa) a
900 rs.
Dito em pacotes a "OOrs..
Lindos bonets de panno- para menino a I
20000.
Pentes brancos finos para alisar a 240 e
320 rs.
Macos com grampos 30 rs.
Lindos frascos para cima de mesa com
extractos a 10500, 20000 e 30000 ao par.
Jogos para vispora a 200. ,40 e 320 rs.
Linha de marca (caixa) 240 rs.
Temporal pode ser procu-
rado em seu estabelecimento bo-
nanza onde contina a vender
pelos baratos preqos de seu an-
tigo estabelcimento com titulo
de Temporal na Bonanqa.
Ra do Queimado n. 3.
Attenco
Na praca do Corpo Santo n. 17, !
andar, vende-se mais barato do que em
outra qualquer parte cal de Lisboa e
potassa da Russia da mais nova uo mer-
cado, assim romo vinhn Bordeauxde su-
perior qualidade em caixas e garrafas.
Sellis .karatas.
N. 27. RA DO LIVHAMENTO N. 27.
Neste stalji'lcrimuiio vende-se sellins^e
silhes, de todas as qualidades do melhor
que se pode fabricar no paiz, assim como os
mais arreios pertencentcs ao mesmo, ven-
de-se tambem, colxdcs, travicciros, caixi-
nhas com almofadas, propriasjwa meninas
levar para aula. O proprietario deste esta-
belecimento garante a pontnalidade, esme-
ro e zelo de sen trabalho; portanto pede ao
respeitavel publico sua proteccao, queaffian-
Ca vender tudo pelo mais barato possivel,
e por menos do que em oulra qualquer
parle._______________________
J cordeiro previdente
Ra do (gneimado n. 16.
Novo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alera do completo sortimento de perfu-
maras, de que eHecvnmente est provida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
aotavcl pela variedade de objectos, superiori-
iade, qualidades e commodidades de pre-
sos ; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
) espera continuar a merecer a apreciaco
lo respeitavel publico em geral e de sua
boa fregnezia em particular, n5o se afas-
tando elle de sua bem conhecidamansidSo
i barateza. Em dila loja encontrarlo os
iprecadoresv do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray A Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
eza, todas dos melhores e mais acreditado?
fabricantes.
Dita de flor de Inrangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacSo do
isseio da bocea..
Cosmciiqucs de superior qualidade e chei-
ros agradaveis*.
Copos e lata*, mniores e menores, com
pomada lina para cabello.
Frascos com dita japoueza, transparente
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frasee* simples e enjertados.
Essencia imperial do fino c agradavel chel-
eo de violeta.
Outras concentradas e de cheiro igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocme verdadero.
Extracto d'oleo de superior qualidade.
com esciiIndos eheiroa, em frascos dediffe-
renlestamanho*.
Sabonetes em barras, aiorese nwaore;
para roaos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos ni ni lo ln$s em cai.iiaha para barba.
Caixinbas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Dilas de madeira invernisada conteno fi-
uas perfumaras, milito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
b*m de perfumai sis finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e- de
moldes nevos e elegantes, com p de arroz
i boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras differeates
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda raais coques.
Um ontro sortimento de coques de no-
vo e bonitos moldes com filets de vidriaos
e alguns d'elles ornados de flores e fitas,
sst5o todos expostos apreciaco de quem
os pretenda comprar.
G0LL1NHAS E PNHOS RORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Flvellas c filas para cinto.
Relio e variado sortimento de taes objec
tos, ficando a boa escolba ao gosto do com,
ondor.
Vende-se breu Uno o mais superior qoe ha n
morcado, por preQn commotlo : na ra do Vig.v
rio n. 20.
Vendem so &9 saceos com boa cora de car-
nauba : no armazem de agurdente na ribeira >
poixo n. 19.
CADET
CURA
JSERTA eINFALLIVEC
em TRES DAS
Ph^Denain?
p^Brs

Hgeamento
a do Apollo d. 4, lacdu para
calcadas e armazens,

RIGAD "
M Uqild r*fBtra4sr
aoAr
prlmlthu doi cabtllot.
En oito dias o mais,
sem o imprego de neo-1
huma outra substancia, I
fax com que o cabello I
toma i sua co> primi-
tiva sem' manchar a
pelle nem sujar roupa [
e sem apresentar e me-
ter perigo.
OColorigeneodiffere
inteiramente de todas
as rJneturas tendo por
base o nitrato de prau a I
Iue requerem iaoprefo I
b duas ou tres subslao- I
elts liquidas dhrer
Aan?a-sc o slecesta |
ciigindo a assigaatnra.
'
Em Per
Macelo, Pau

, P Manrer i
l Costa Araujo.
DATA INCORRETA


p
Pen
ttiambuco Segunda feira 16 de O
A ESMERALDA
L0.il m J01AS
dk
c
J
Este antigo estabeleciqeuto, completa-
mente reformado de novo, est as condi-
tjoes de servir vantajosaraente os seus fre-
guezes, visto que acha-se prvido com um
explendido sortimento de obras de ouro e
prata de lei. assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, eujos prepos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas riesta casa recebem-
se em troca ou compram-se com pequeo
abate.
liA R, 5
Coccnlo
i!o varios regubtruinlos de imposlos qltc
rados o creados
pela lei n. Iou7 de 2G de setembro de
18G7, compreltendendo
M Je pessoal, eseravos, industrias e proflssoes,
-.lio (organisaJo alphabeticamente, explican*)
cada acto a que sello est sujeilo se se eleve enj-
pregar estampilla ou verba, no prinieiro caso
.picm deve inutilisa-la), transinissao de proprie-
dade, dirima de cliancellaria, emolumentos, mul-
tas applieadas l'a?.cnda publica etc. ele, e m
appendiee o do cofre de depsitos
pblicos
notad \s com as
Lislituiees e d posteriores
at a presente publicarla
por
Fiantseo Angosto de Almera
Io escriturario
da
recebcJoria de Penmmbuco :
.-se no prelo e breve a ser publicado ; as-
sigoa-te ua ra eslreita do Rosario n. 12, por 3
j volume ; depos do publicado custar 4$ para
.nieto b5o as3ignar. l'orna se de grande ntilida-
ile aos Srs. adrogados, solieitadorea, negociantes
e t'unccionarios pblicos, a acquuieia darte tra-
ta. ________________________________
ttencao.
Vende-se um terreno na ra do Principe junto
a casa n. 10, com 80 palmos de frenle e lo'O de
/nado a. tratar na ra Direitaa. 98.
al na Donara
Este estabelecimento acaba de receberum com-
pleto sortimento do agulhas cunas e compridas,
as melhores que tem vindo ao mercado: as agu-
lhas tem o distinctivo do TEMPORAL.
Previne-se a todas as familias que quando man-
daran comprar estas especiaes agulhas que vejara
no papel o distiuctivo do TEMPOitAL.
Faco esta observado para que-as familias nao
sejam engaadas pelos meus collcgas apresentan-
do outras agulhas c dizendo que sao as que eu
annuncio.
S onde ha estas agulhas e na
LOJA DA BONANZA N. 63
preco de cada papel 100 rs.
RA BACLORlA35
Olaria do Funda.
Ha sempre nesta olaria grande sortimento de
materiaes, como tijolos de alvenaria batida, ladri-
llio, quadrado de 8, 9 o mais pollegadas, telhas e
telhoes, tijolos de tapamentos. O proprielario des-
ta olaria garante a bondade e barro de taes male-
riao, como tambem vende-se mais barato do que
em ontra qualquer parle.
Vende-so armacao da luja da rna da Im-
peratriz n. 13 A, propria para qualquer genero de
negocio : a tratar no Vapor das Novidades, ra
da Imperatriz n. 'A
i) VAPOR MS lf.
Nova loja de midezav
H saos 3 qnalqiier parte
Henrique de S Leito partecipa ao respeitavel
publico, com especialidade ao sexo amavcl, que
tem aherto ra da Imperatriz n. 36 um grande
e importante estabelecimento de miudezas com o
titulo ieVAPOR DAS NOV1DADESonde o pu-
blico em geral encontrar constantemente um
completo sortimento de ludo quanto ha domis
moderno e do mais gosto nos r.rincipacs pai-
zes da Europa, tendo para este flra um vapor es-
pecial com o titulo cima indicado.
O proprielario adiando muito enfadonho, ou an-
tes por assim dizer quasi que impossivel mencio-
nar p< los seus nomes e preces os objeclos de gosto
existentes em seu estabelecimento, por isso con-
tenta->c apenas em mencionar aquel les que julga
mais recommendaveis nao s pela sua belleza e
elegar cia como tambem pelos precos que sao ven-
didos, deixando os outros que estao expostos em
seu estabelecimento para serem admirados pelos
propios compradores.
Vejam o que bom:
I.ini i-simas camisinhas bordadas e enditadas
com lindos e elegantes enfeites, proprios para as
senhoias de hora tom: vende-se por precos muitos
com modos.
Lindos coques a imitaco de cabellos que em
outra qualquer parle vendem por 355XK), vende-se
por i.O.
Guepur branco e prcto com lindos e delicados
padroes, a i500, 2000, 24500, 3*000 e 4*000
o metro.
Leq es^dealla novidade em Paris, sendo de osso,
osso c seda, sndalo e seda s, e outros salpicados
de lanjuilas, ditos do madreperola e seda o mais
elegante e moderno possivel, ditos de madeira,
sendo lisos, arrendados, e outros guarnecidos com
ricas | almas; ditos brancos com lloreajlriradas,
ditos de osso e seda, ditos brancos e proprios para
noivas; tudo por precos tao diminutos que s o
fregu; vendo a qualidade e elegancia poder dar
credik.
Vcnladeiras meias fio da Escossia para senho-
ras, sendo lijas, bordadas e arrendadas, o melhor
que possivel baver para sapatinhos razos; por
precos copimodos.
Dita? cruas tambem para scnlioras, fazenda
muito fina.
Ditas fio da Escossia com listas de cores, para
homens.
Verdadeiras meias inglezas para homens, fazen-
da muito fina ; a 8* o 106 a duzia.
Ricas chapelinas para senhoras, chegadas recen-
tcmenie e guarnecidas de ricos e elegantes enfei-
tes de setim e flores finissim.as.
Linios lencos de cambraia de linho, bordados
agtilha ; pelo baratissimo preco de 13500 e 2-3000.
Ditos do cambraia tambem bordados a 800 rs.
Linios cachos de flores francezas o mais moder-
no possivel o de melhor gosto, sendo : ros?s, bo-
rnes sel tos e bot< mes em cachos de lindas cores,
pelo biratissimo preco de 13500.0 cacho.
Fitas largas proprias para cintos da ultima
moda, de muito lindas cores e por precos muitos
baratos. .
Conpleto sortimento de neos e elegante? enfei-
tes de seda o mais moderno possivel : como sejam
Escos:czes e de outras qualidades, estao constan-
temente a venda ra da Imperatriz n. 36, onde
a> Exilias, senhoras poderao escollier a vontade
ou mandarem buscar as amostras, sendo ludo o
mais I arato possivel.
Lindas bonecrinhas de louc,a pelo baratissimo
pra;o de lO.
Grande sortimento de escolhidas las proprias
para bordados, a-76 a libra.
Lat;.s com superior han ha franceza a 160.
Pitas de velludo pretas alia peca.
Gollinlias bordadas agnlha a 2i0.
Age Ibas para crochet a 160.
Lindos boies de setimpara enfeites de vestidos
de todas as cores, a 400 rs. a duzia.
Grande quantidado se vendem com grande abatimenlo.
Alm dos objeclos cima indicados existem mui-
tos outros que s a presenea dos freguezes pode-
rao a .aliar a differenra dos'precos e Ja qualidade
que faz dos de outra qualquer parte.
proprietario convida a todas as pe$soas em
geral a visitarem o seu estabelecimento o qual se
acha iberio desde as 6 horas da manhaa at as 9
da noite, cerlo de que as ditas pssoas encontra-
rao nj proprietario e as mais pessoasdo estabe-
lecinxUg o maior agrado o sinceridade em tado e
qualq ler negocio.
Loja do Yapor das lovidades
llnn da flmperatriz n. 36.
alSOOOocnto
Muito novis : iia ra da Madre do Dos nu-
mero 7.
=
AVE
55Ba
AVEHDADE tendo en
quantidade de mindezas 0 pcrfnmarirs, de-
sojando apurar dinheiro e adquerir boa fre-
pezia est rssolvida a vender rnuitissimc
barato, ; por essa raz5o convida ao respei-
tavel publico a vir competentemente muni-
do a sortir-se do bom e barato. Pois qtian
do a Ver darte apparece, tudo mais des-
apparece
Grande sortimento de bonecos de cera e
massa as mais lindas possiveis vestidas a ca-
rcter.
Micos globos para candieiro de gaza 1)5800
Cbaminsa....... 320
Grande sortimento de objetos de
louca para brinquedo de menino KK)
Garrafa com tinta a..... 800
Dita com agua florida verdadeira a I #500
Dita com dita dita a IflOTO
Frasco com oleo de babosa a 500 e 720
Dito com agua de Colonia a 300 e 500
Garrafa com agua divina a. 15500
Frasco com extractos Anos a 15000
Latas pequeas com banha muito
fina a 121 e...... 200
Sabonetts de diversas quali lades a
80,160,240e...... 32v
Finas escovas para dentes de 120 a 600
Lindos/oques modernos a'. 2#o00
PaviSjfragaz, duzia a 240 e 320
Escovas para fado a 500, 600 e 700
Ditas para cabello a...... 500
Pentes para tirar piolho a 160 e. 240
Brincos de cores, bonitos a 160 e 200
Pegas de tranca de la com 8
varas por....... 80
Oleo para machina de costura,
frasco a........ 600
Pennas d'aco finas caixas a 800 e 1)51000
Dita d'aco Perry, caixa a. l#O0
Galo de algodao peca .... 400
Lindos babadinhos e entremeios
peca de 500 a......lr$500
Boloes de madreperola, groza a 600
Ditos de louca muito fino a 120 e 200
Ditos para calca a 160 e. 240
Caixa com papel amizade a. 700
Ditas com envelopes a. 480
Ditas com obreias a..... 40
Caixa comagulbas fundo dourado 280
Ditas de ditas ditas a..... 160
Tliesoura para costura a 240 e 500
Caixa com linha de marca a 280
Linha de cores em novellos (li-
bra) a........_
Carreteis de linha Alexandre de 701
at 200.....' *
Grampos muito linos com passa-
ros, duzia a......
Cartas portuguezas, duzia a .
Ditas francezas a 2#200 e .
Papel almaco e de peso, resma a
3->400, 3)3500 e .
ua muito fina para bordar, libra
Fita de algodao para debrum de
sapatos, peca a.....
Ditas de 13a para debrum de ves-
tido, peca a ......
Pentes finos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 210, 320 e......
Caivetes grandes com molla a .
Ditos Qara aparar penna a .
Carli*ft-eem col.sotca a ...
Rosetas pretas, par a .
Tranca de la de caracol peca a 40 o
Fita de coz peca a 480 e .
Alfinetes de latao a.....
Sapatos de la para menino a 2 40 e
Ligas para senbora, par a. .
Grvala de sedas de cores a .
Calcadeiras a.......
Grande sortimento do rendas das libas.
Um par de suspensorio de borracha por
100 ris I !!!!! I
IiOJA
500
100
200
&OO
3,9000
44800
67GC
160
480
' 320
500
32o
100
40
100
100
560
100
800
160
200
80
DO
n VIGILANTE
lina rto Crespo ti. 9
Os proprictar leeido estabele-
cimento, alm dos rrt [ue tinham ex-
postos a apreciarlo & r -ptavel public, man-
daran) vir e acabam do receb'er pelo ultimo vapor
da Europa um completo e variado sorlimeuto de
finas e niui delicadas e.'pccialidads, as quaes es-
tao resolvidos a vender, como 6 de seu cotume,
por precos muito baratinhos e commodos para to-
dos, cor tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cures,
Mui boas e bonitas gollinhas e punlios para se-
nhora, neste genero o que ha do mais moderno.
Superiores pentes do tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeites para caberas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
lhos e sem elles; esta fazenda o qae pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores o bonitos loques de madreperola,
marflin, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
com lidos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20|,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
casto de marlim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesrao, neste genero 6 o que de melhor se
piwle desejar ; alm destas temos tambem grande
quantidade de oatras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, o?:-o, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
do outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 1J anuos de idade. -
Navalhas cabo de marlim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,c de mais a mais s5o ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguram-'s sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas (apellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa do peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Boas baralhos de cartas para vollarete, assim
ciio os tontos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores o mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROEIl.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
facihtam a dentico das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afinJ de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
los que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
v'gilane, aonde sempre encontrarlo '(lestes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-so ao flm
para que sao applicados, se venderao cora um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dis cbjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes a amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do*Crespo n. 7.
Assitcar de oxido de ferro de
Chanteand.
O a v ruginoso de Chanteand ohtido
pela associac3o do exido de ferro inleiramcnle so-
littel com o assncar cuidadosamente purificado.
Este assncar, de urna bella apparenca crystalina,
tem '> simples gosto mui agradavel do assncar,
sem o menor sabor adstringente : nao tem accao
irritante sobre a nracosa do estomago e enleUinos,
e rpidamente aburrido pelo apparellio digesti-
vo sem causar as constipacots do ventic
E' hoje o preparado de 'ferro de mais aceitarlo
para a ehloroal atona dos orgaos, pertfas brai
menstruaco :s diiliceis, etc., o tem a seu favor o
juizo auterisado da escola de medicina de Pars,
e dos cuimkos os mais nota veis.
DEPOSITO ESPECIAL,
Pharmacia de Bartholonieu & C, ra lai ga do
Rosario n. 34.
Resta aren."
petos de marcinoru.
arand.mbgnoe;.
feira, de apurado gc-!o
a roa ostroita do Roa
asa fazem-se com perfei
jalhinha, como sejam, e
ttra camas, cadeiras ;
Vende-so a taberna Palmelra: >..i
ra da Palma n. ;)7.
aot

de lastras
Novo systema de pesos
e medidas.
rv.V*MC.t,,.O AO l'OVO
Prerx) 400 rs.
A vend no Razar Acadmico, ra da Rui
trlz n. 13. Ra Nova n*. i) e 30, lujas ; ra 00
perador, livrariaacadmica o encanlenacao Par!-
siense ; ra do Crespo, loja du Gallo Vigilan'. ;
ra do Queimado, luja d'Aguia Branca.
ESCRAV9S FGIDOS.
Fugio no dia 29 do mez 'do setembro prxi-
mo passado a escrava cabra de nome Sevcrina,
natural da eidide do Aracaly, com os signaes se-
guinus : idade40 aunas, altura regular, chela
carpo, falta de denles na frente, testa cstr
ol!'.' s pequeo^ beicos bastante roches, irmo deJo
mnimo da mao esijuerda um pouco Sobrado par
a pal a da mao, tem o andar nm punco empina.! >
para a frente, fui vestida com um vestido do ehil i
escura con) palmas brancas, anda non', chale du
13a j vellio cor do bonina, o um outro de core:.
bastante velho, Rervinde de rodilha, com um talr-
I iro de Q&ndres, levou mais urna trouxa contend.i
dous vestidos, um de chita com listras encarna
e outro cor de cinza de^conli.i-se que ella estfj i
oceultaem alguma casa, pelo que se protesta con-
tra a ppssoa que a (ver em sua cas::, e rogn-
ar.loridadcse mais pessoas que a appiehcndam i
a L'veni na >lo \nionui n. 39, ou a ra do Hos-
picio n. 47, que serau generosamente recompen-
sado?. .
rug i do cngeuho Queimadas da comarca
do Rrejo da Madre de Dos, a cscrava R-.ciflca,
parda clara, cabellos carapjpbos, de idade J( par.
17 anuos, estatura regular; boa eogommadoira i
coslurcira, cuja fuga levo losar no dia i'i de se-
letnbro prximo passado, tendo no rost < pin! s d
sardas o espinhas, denlos completos, e sabio gr-
vida do d ws para tres mozes : rogam-se as aut> -
ridades policiaes a captura da referida eserava,
assim como a qualquer pessoa do povo, que ser.i
bem recompensado; a entregar no Recifo ao ma-
jor Jos Caelano de Medeiros, na roa de Apollo p.
10, e no Brejo da Madre de Dos a sua seubora
D. Bernarda Cnrdoirode Carvaluc.
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza pata Ungir os cabellos
da cabega e Ezpostfo i nivetsai, por icr siao reco-
nhecida superior todas as p re pata-: oes at
boje existentes, sem alterar a sarje.
Vende-se a i.vOOO cada frasco na
Una da Cada n. 51,
anaar.
Vndem-se diversos eseravos pecas proprias
para armazem ou engenho, vindos do Ceari, as-
sim como algumasescravas com Inibilidudcs e sem
ellas : na ra da Cruz n. So, 3o andar.
Gratifica se com IOOjJOOO por caoa un.
Do cogehho Soledade, em Porto Calvo, fugitai.i
no dia 27 do mez passado, dous eseravos, cujos
signaos sao os seguinles: um de nomo l'elippe,
3 annos, natural do (Vara, cor cabra, un
pouco discorado, tem es cabelles carapinhados,
j pouea barba por baixo do qu^iso, estatura bniso
regnlar, o c ipo tanbam recular, as penas gra-
sas e cabelludas, maos a pos bem feitos, omos
grandes e vivos, falta d#um dente na trente, fal-
lando claro e desembarazado. O ontro de nome
i Manoel, lamhem cabra, natural do Rio Grande d
i Norte, tem J annos de idade, os cabellos earapi-
| libados, rosto curio, i;ilus e bocea um tanto pu-
i ipienos, n.-ii;. pequen > b um tanto grosso, tem n
alto da eabeca urna cicatriz que se de-cebre se-
l-arando o cabello, nao tem barba, de estatura
mediana-, espigado, bracos e pomas finas, e pi
regulares; e.-o ambos limpes de costas e nade-
gas, visto na I rom seflrido castigo algum : ro-
aa-se, portanto, sanJondades poAViaes, eapltaes
do tampo, ou a qualquer peasua que os encontr,
de os capturar, o leva-loa ao iiiOROivnado engenh >
Soledade, no termo do Porto Calvo, ou nesta pr -
(a no escriptorio do Joaqtiim Undrigaes Tavares
de Mello, largo do Corpo Santn. 17. I-andar,
pelo (|I10 '':!i qoal pii i 0.i5 partes iroli.-i.i ., .1,1-
tilica rao 1 cima promettida.
Luii Manoel Rodrigues Valonea, cerno pro-
curador de sua mulhtr e ci nipetelemenie aato-
| risado pelos domis herdeiros d.is fallecidos eapi-
1 tao A nos Pessoa e sua nmlber, e onrros
eoirsenhors, representantes de mais de .'!":
valor do engenho Tabatinga, sito na freguezia ii
Taquara, termo da Parahyba, seis leguas distante
tKpGoyam da qualquer arrendamanti
I bro dito engenho, ou vende dit:^ parles; par:.
I rlarecimenlos o tratar, na ra das Trinrheiras u.
; 50, L' andar, ou em seu domicilio ra do
! de Detencaa n. '!.
GERAL
DOS PREMIOS DA
HAm PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. lo, A BENEFICIO DA SANTA CASA DA MISERICORDIA EJCTRAHIDA, EM l DH 00TBR0 DE ISG9.
-
>'3. PREMS.
i ti
10 -
11
12
13 -
19
20 -
27 -
3i
iO
45
46
18 -
52
Si
m
:>
74
78
79
80
82
88 -
89
100
2
14
21
25
30
%
37
38
46
47
48
53
70
74
78
81
82
Vi
94
96
109
H

17
18
SS. PBEM3.
228 n
30 -
49
50
52 -
54 -
.';>
0:1 -
C7
ca
70
78
79
87
N
310
11
12
i i
10
17
21
23
28
4G
54
59
61
63
70
77
78
79
82
9i
95
90
406
10
13
15
20
32
34
1
- 46
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8
-Diario de Peniambueo Segunda feira 16 #de Outubro de 1869.
ASSEMBLEA GEPiL
CMARA DOS SHS. DEPOTADOS
SESSO EN 10 DE SKTE.VIBRO
PRESIDENCIA DO SI. NKBIAS.
(Con!'/'innato)
O Sa. Andradk Figuriha d;i ucn aparte.
O *n. Aleg/r AitAHii-i; : Perganta-se
Se conveniente a iu--o:n timic Uili;i ule.
Creio, Sr. p osiilcnte, que to smente da
sitiar (lis vaiit gens da ncommiinicabdi
dade quera minea leve de proceder contra
illinqiienles sudazes e astutos, nem conho-
ce o alcance deesas Higencias com que a
jnstica pode sorprende los, anticipandose
em frustrar os planos trabados para des-
iruir os vestidlos e as provas de graves
alteattdos. E' sobrehilo com referencia
ana dimes mais graves, ordinariamente
cninmetlidos com mais cautelas, que a-
cominunieabilidade se recornmenda, (Mimo
auxiliar importsnlissimo da jnslica publica.
A incommunicabilidade obsta que o autor
to crime so entenda com seos cmplices,
prenles e amigos, e os instrna, ja acerca
rio modo por que se devem haver as
res-postas que sao obligados a dar jas-
tica, i osla os chamar, e j acerca das
providencias que devem por em pratica,
aa do oceultar vestigios, destruir provas
e illudir aa pesquizas da autoridade. Pri-
vado o criminoso nos primeiros momentos
de communicacTt) com o exterior da priso,
i autoridade pode encontrar esses vestigios
e provas, e aproveila-los em favor da causa
snrial.
Supponhamos o caso do crime de moeda
bisa. Preso e iucommuiiicavel o reo, elle
nao tora occasio de prevenir o desappa-
recimen/o do dinheiro falso, que possa ter
emscus depsitos, e que ajustica em mi-
nuciosa busca pode descubrir
Se, pois, a incommunicabilidade redunda
em auxilio das diligencias da justiga,
convem que a jnstica estej armada desse
meio de cumprr o seu importante dever
de oblar provas para a puuico dos delictos.
E convem aqui fazer urna observarlo.
Clamvse contri a incommunicabilidade
como atrocissimo vexame coaira o cidado,
mas os que assim fallam nao se lennram
quao limitado o caso da incommunicabi-
dade. Esta nao se appliea a todo e qual-
querro por todo e qialmer crime, nao ;
ella sment-f admissivel nos crimes graves,
c quando o roo j est preso ; quandopar
conseguinte j ha provas contra o mesmo
reo, o j elle nao goza de sua liberdade ;
de maneira que, atlcndendo a estas cir-
cumstancias, e refleclindo que, curto o
prazo do estado de segregacSO do criminoso,
convencer-;e-hiam os meus nobres collegas
de que nao ha esse inculcado horror, esse
medonho vexame com que se tcm aqui
pintado a incommunicabilidade.
As legislacSea mais humanas consagran
esta provideocia, e nao (levemos nos, por
vaos exemplos de oppressao, renell-la, pri-
vando assim a jostra de un meio efficazd:
obter provas contra crimes gravsimos que
alteran a ordem social. Seria isso desco-
niiecer os direilos da sociedade; seria des-
conhecer a nessidade de melhor proteger
a commoohio contra os altenlados dos par-
ticulares. Supprimir os meios de obter as
provas do delicio prejtfdicar a sociedade
e animal- os mos cidadaos a emprezas te-
merarias.
Os :ni!iaes judiciarios de todos os povos
|!oign To de prazo, a!ii CSl"o OS p
jini0Ms do euoarceradu pai a acudir por
ahi est o orgao da propria jnstica pnl
para inlerpr-se em nome da lei o fazer
cessar a violencia. Em uro. paiz de pu ol-
cidade, como o Brasil, onde as leis tantos
recur-os oTerecem ao opprimido, nao de-
vemos temer os suppnstos horrores da 'in
coramunicabidade. O genio brando tos
Brazileirns oppe-se a lodo o genero de
soffrrmentoimposto pelo capricho ; nenhu.iia
autoridade se animara a tortorar com a in-
communicabilidade alm do prazo legal, c s
por mero arbitrio, sem que fosse lugo obs-
tada no sen desatino e soilresse as cmise-
quencias da s la dureza, qner pela rcspin-
sabilidade legal, quer pala animad ver sao
publica.
Julgo, Sr. presidente, til a laculd.ide
da incjmmunicalidade ; julgo vaos terrores
que em nome della se figurara, e creio cue
acertaremos approvando o paragropho do
projecto que a estabelece.
Recerdo-me que um dos nibres depata-
dos que h5o lomado parle ueste debate can-
siderou como inconveniente a disposico do
projecto, quando diz que a priso dos ros
pronunciados ou condemnados em termo
diverso, que estejam evadidos, se elTectu ir
em virtade de mandado som o cumpra-se
da respectiva autoridade.
O Ilustre representante por Pernambuco
sustentou que assim abol-a-so o aso das
precatorias, e era isso em desvantagem da
cauca publica.
O projecto com esta disposigo teve em
vista duas causas: a primeira simplificar a
emsso do instrumento legal, que vai seivir
de base priso ; a segunda evitar despe-
zas desnecessarias com a expedico de ex-
tensa precatoria contendo cousas imitis ao
lim a que se dirige appreheuso do cri-
minoso.
Nenhuma utilidade.resulta aos intcies-
ses da juslica da continuaco desse uso de
precatorias, as quaes nada de essencial s
encontra que no mandado se nao conten .
Julgo conveniente ir alliviando essas pe>-as

! gaic passim de urnas pan ou-
iir^.i.tiU'inmte.
A loi exige garantas para a priso dos
culpados, alim de presenil- injustas soffri-
mentos; o. no caso de ser a pristo ordena-
da por autoridade conlieeodora da culpa,
j3 n3o pode haver o perigo da oppressao in-
fundada : a prisao ten ligar exactamente
contra aqnelle que ofendeu a justica, e qiH
deve expiar essa offetisa. O juiz tem a con-
vieeo da criminalidade ilo reo, e adquiri
essa conviccao pelo modo mais irrefagavel,
qual o de eonhee-r aspm;is aulheniicas
do crime, por as ter visto e apreciado no
sen carcter ollicial: deixar em tal caso de
anlorisar a prisao seria um contrasenso
inexpltcavel.
verdade que se diz que a autoridade
pode abusar, decrolanJo injustas prises,
sem ter conhecimento do crime, e lo s-
mente pelo incentivo de opprimir o cida-
do por illeglinos fundamentos. A isto
basta oppor o correctivo da responsabli-
dade, nico que a lei pode estatuir. Para
verificar essa responsabilidad-^ o projecto
determina que na ordem de prisao a auto-
ridade declare que a mesma priso fun la-
se na sua propria sciencia de ser criminoso
O individuo contra quera a ordem se ex-
pede.
N5o crivel que urna autoridade proce-
da por semelhante forma, quando nao le-
nha certeza do que faz. Preso o individuo,
ella sabe que o facto da culpa deve cla-
rear-se corn a apre-entacao das provas ju-
rdicas da pronuncia ou da condemnaco; e
assim jamis proceder levianamcntc. No
caso de priso por sciencia da propria au-
toridade, ha para o cidado toda a ptissi-
vel garanta que a legislar > dos homens
pudo offerecer.
Julgo. Sr. presidente, haver tocado nos
pontos de coalrariedade opposta ao artigo
em dscusso; e, como estou persuadido
que elle firma garantas mulo apreciaseis
em favor da liberdade individual, e restringe
o arbitrio da autoridade, assegurando, to-
dava, os direitos di sociedade para a ma-
ofliciaesdopesodessas nulilidades cinque Qutencrio da paz publica, voto pela appro-
ellas se sobrecarregam sem vantagcqi real vaco das providencias que o mesmo ariigo
la causa publica, e t5o somenle para accrs-
c.imo de frustrneo trabalho. Nos attosori-
minaes convem eliminar essa abundan
ca depalavras.que estendem os- procesos,
e nada adiantam a bem da verdade e dajns-
tca ; e quando se tenha de tratar da rcl'r-
jna judcaria, nao duvdarei propr a sap-
presso dessas formas aniiquadas, e vulgar-
mente conhecidas no foro sob a qualifica;ao4s 4
de tabellas; ellas enfadara a paciencia
sera proveito algum da intelligencia.
Sendo o mandado exequivel dep >:s
e l" das : 'ura projecto coneedendo
(Otilias a limenU) da Luz. ei:i S.
Pauto; dvgfsas redaeces sobre concesso
do loteras.
Entram successivamente em diieus-
s3o, e si) approvadas sem debate, as re-
daeces sobre a concessJIa de varias li-
cencas e diversas loteras, bem como sobre
a GMBo de -alguns collegios cleitoraes.
O Sfl. PERERV DA SILVA :-\ quoslo
da actoalidadc miis Importante, urgente e
grave sem' duvid 1. senhures, a de refor-
ma oleitora!. Deve chamar-nos todos os
cuidados, altrahir-nos toda a a'.teuco,
exi^ir-uos a 111 ais prompta soluco.
Espirei al aqui que ogovorno nos aprc-
sentasse urna proposia a respeito, em cum-
primento da pronwsa da falla do throno.
que reconheceu a reforma el.'iloral como
clamorosa neeessidade do paz.
Servirla, quando n5 para ser decidida
dentro do prazo di sessao 1869, pelo
menos pan ser estudada no intervallo at
mao de 1870. Aprovoitar-se-hia o lempo,
preparar-se-ham os esp ritos para a ds-
cusso, alm de que urna proposta do go-
verno encerrara em si propria a lonja,
prestigio e valor que nao p le ter o pro-
jecto de qualquer depuiado, por mais im-
portante que seja.
Sentindo que o governo nos nao offerece
ainda o resultado das suas invesligac5es e
trabalhos relativos a tao momenluso as-"
sumpto, vendo terminar-se a sesso actual,
tomei a liberdade de formular um projecto
cohlo lim un:co de desempenhar o daver
de um representante da najo.
Nisguem, coniesla hoje, senhores, nem
cidadaos particulares, nem homens polti-
cos, e nem partidos existentes entro nos,
quaesqner que sejam as divises que os sc-
parem, os principios e pahes qu- os dis-
criminem, as ideas que desejera promover,
que a eeico como se pratica, segundo a
lei que rogj a materia, e em razSo de u-
Iras .os que sobrese! processo e opera-
coes iufiuem poderosrmente, em presenca
dos abusos escandalosos e de fraudes nau-
contm.
V dis%sso fica adiada pela hora.
O Su. l#Seciietaiu-), obtendo a palavra
pela ordem, procede leitura da redaefao,
que v a imprimir, sobre a creaco de col-
legios cleitoraes em diversas provincias do
imperio.
Dada a ordem do da, ievanta-se a sesso
horas da tarde.
sob o lilulo de 2* reserva do exercifo,
a furca que lleve formar y vordadoira guarda
nacional, compondo-a dos alistados sobre
quem n5o recahio a sorte para servir ua
primeira linha.
Tornamos assim fcil a reforma da let da
actual guarda nacional, que nao tem mais
a que reduzir se ao caraejer de passiva, o
sentar-se de lodo o sei'vico, exercicios,
onus e destacamentos, que se prestam
tanto aos abusos creados pelo arbitrio.
Convem quanto antes que sobre a proposta
c piojelos apresentadi-s nacamap cumpra-
mos esse dever, de por um modo indi-
recto abolir a actual guarda nacional.
(Apoiados).
Quanto lei de 3 de dezembro, a bracos
nos acharaos com a dscusso de urna re-
forma, que alargando as fianzas e habeos
corpas, corrigndo o arbitrio das prises
preventivas, reparando is attribuices ju-
diciarias das policaes, aflm de coarctar a
iniervenfo dos delegados, subdelegados e
inspectores, ser de certo um relevante ser-
vico prestado s garantas individuaos do
cidado brazileiro, e liberdade da eleico.
(Apoiados).
Nao basta, porem, isto e nem ahi deve-
nios parar. Exarainai o ;modo por que se
executa a lei eleitoral, por que corre o seu
processo.
A lei designou os presidentes e mem-
ife todas as naces. no oxamrr das actas
do nosso propiio parla.nento, no9 projecto
e propostas em nuu ero crescido qoe se
tm apresentado. Nada ha a inventar, ha
sim a escolher, depois d urna applcaco
prudente, asssada e laboros;). (Apoiados).
Pretend, pois, concorrer com a minba
pedra para o edificio c f. rmulei o meu
projecto, susceptiva de ser modificado e
memorado a todos os respeitos.
Foi ltimamente lembrado no senado
pelo illustradissimo Sr. visconde de S. Vi-
cente, e defendido agistralmente pelo
digno Sr. baro do Rom-Retiro, um meio
de fazer representar as minoras, afim de
obstar o espectculo inaudito o desastroso,
debaxo de todos os pontos de vista, de
urna cmara unnime. Consista esse aWi
tre em se nao admittir listas as eleices
de parochia sen para dous tercos do nu-
mero dos ehitores que Ibes tocasse; e
em n5o serem aceitas as dos eleilores nos
colegios para deputados, senadores, ou
membros das assemblas provinciaes seno
contendo smente um terco do numero qne
aos districtos coubesse. Assim pretenda-
se, a exemplo da ultima leiinglcza, que ao
menos um quarto dos representantes do
paiz perlence minora eleitoral.
Um nobre deputado por Minas, o Sr.
bros das mesas parochiaes e dos consclhos i (>uz Machado, reproduzio j nesta sesso
de municipio. Os avisos do governo, ere-1 p-aalmente a mesma idea.
ando e multiplicando incompatibilidades, a
nullificaram para o lim de consuguir maiorias
do seu partido. A lei esiabeleceu o pro-
cesso de qualificaclo dos votantes. O go-
verno intromettu-se no seu conhecimento,
c introduzio o direik de arbitrarrimente an-
uullar aquellas que nao fivorecessem os
seus amigos. A lei autorisou as mesas
parochiaes ao reconhecimento da identidade
dos votantes.
As mesas por maioria admittiram os
que Ibes aprouveram, recusando os votos
dos que Ibes eram contrarios. Foram
mais loege, toraaram a tlente e capricho
Estudei-a, e pareceu-me que melhorava
sim, mas menos do que eu desejara. F.
sempre um progresso, eu o aceitara quando
outro se nao pudesse admittir. Deseo-
bro-lhe, porem, alem de varios defeitos, o
de deixar a eleico indirecta como se acha
estabelecda enlru nos, e porque das elei-
ces primarias que na-ce a orgem e a
causa de todos os males, de toda a falsifi-
car!) de todas as violencias, arbitrariedade
e abusos que se commettem. (Apoiados).
ditasque se commettem, que a eleico ;uns por outros, a Imittindo o abuso deno-
do
SESSiO EM 17 DE SETEMBRO
cumpra-se da autoridade do lujar, pide
PBESlbENCI DO Sil. NEBIAS.
A"s 7 horas da tarde feita a ch?mada, ve-
ache-se o criminoso, nenlm n i:iconvenieote riicase haver numero suflicienlc e abre-so
dahi resulla para a causa publica, porque' a sesso.
assim respeitada a jurisdico ter- Le-se e approva-sc a acta da antece-
ritorial. Se o reo pode ser preso por via denle.
de mandado no districlo, on le foi proc.-ssa-; 08a. Io Secret.vhio di corita do
do ou onde commettea o delicio, nenhnm guinie
fundamento plausivel se aprsenla para que ; expediente
era oulro qualquer districlo nao seja pi uso Um officio do ministerio do imperio,
pelo mesmo modo. transmillindo o outograplio da resolucao da
Igualmente combateu o nobre deputidoiassembla geral, declarando que sao appli-
por Pernambuco a desposigo do projecto,! cavis princeza imperial as desposicoes
determinando que a autoridade possa pren- do artigo G'da le de 23 de novembro de
der um reo quando por si tenha conhec- 1811; na qual resolucao S. M. o Impera-
memto de cnlpabilidade deste. lor coasente.'A archivar, olciando-sc ao
O projecto no intuito de garantir o cida- senado,
do, recommenda que a priso dos roseml Oulro do mesmo ministerio, declarando
verso termo co da culpa, s possa fa2cr-|que se cxped.T* aviso s presidencias das
minado phosphoros na linguagem popular,
pois votara pelas.pessoas qualificadas.
Dahi escndalos, fraudas, c como conse-
quenca natural violencias, desordens e du-
plicatas de eleices de parochia. (^poia-
dos).
O que resulta de todo esse complexo de
leis o de factos repetidos ? Que nao
eleilo deputado quem o governo combate.
Procurou-se formar em I83G districtos de
quando nem una garanta tem a opposicojum s deputado para se procurar o verda-
para pleitea-la,logo que o governo appliea os deiro representante da localidade. Conhe- mente na
meios a sen alcance afim de arreda-la das ecu-se que nada se melborara, antos' mais primaria.
entre nos nao a expresso livre das ideas
do povo, nao o rellexo das opinioes do
paiz, nao a verdade, que d prestigio e
torca as instituicoes polticas.
O resultado sem re em favor do go-
verno, qualquer que seja, pretenca ou nao
a partidos polticos, apoic-se on nao era
ama fraeco ou grupo, viva ou nao solado
da sociedade. (Apoiados,)
E como pode ser livre urna eleico,
Se nao houvesse eleico indirecta* ,sc se
nao houvesse fundado o suflragio univer-
sal, que quas o nosso systema; se o
processo directo com censo elevado, e
principio da capacidade predominasse, n3o
assistiriamos a scenas to escandalosas, a
arbitrariedades e abusos 13o dignos de se-
vero castigo.
O mal vera de que todo o povo concorre
para a eleico indirectamente; quasi o
snlfragio universal; enlo a violencia, a
fraude, o abuso commettem-se prncpal-
greja e no processo da eleico
All se aninha todo o mal. Influe
urnas? O governo disp; di todas as au-!fcilmente operava a aeco c influencia doentao a polica, a autoridade incumbida do
loridades lucaes, desde o inspector de quar-j governo. Tentou-se por meio de certas recrutamento, os commandantes de guardas
teiro at o delegado de polica; a aeco incompatibilidades da magistratura e dos nacionacs, o governo, emfim, porque todos
tem receios de procesaos, de prises, dos
julgamentos.de destacamentos, de servaos
desles agentes
sobre os votantes com o re-
.crutamento, com a priso, com os preces-
se^isos, con as ameaeas, com o arbitrio e
abuso, emfim, nao encontra resistencia
algjjnia?
Tbm alera disto o governo a organsaco
militarisada da actual guarda nacional; os
guardas sujeilam-se a Servicos arbitrarios
e repetidos, a deslacamentos, a exercicios
principaes agentes administralvos afasia-Ios
da arena calorosa e vertiginosa da eleico e
se mediante mandado, ou mediante o depoi
ment de duas testemuuhas e sabedoras da
provincias'de Santa CHharina, Goyaz e S.
Paulo, acerca das decises desta_ canwra re-
hos tatetm numoronooomuui|iIrtn aUv*o|exlSlflDCtatlO pgei".: mas, Sf. presidente, Idtivas a varias eleices das referidas pro-
crimes, cujas provas se obtiveram median-ja outro meio por onde o juiz pode ter|vincias. Interada."
te o uso da incommunicabilidade. Se os! CJ,ieza qualquer individuo criminoso, qual j Oulro no mesmo ministerio, enviando o
malfeiiores conspirara a paz social, cumpre
qoe a sociedade eslea preparada para re-
bater essa conspirarn e puniros altentados
d'.'sses coaspiradores.
As pess as q 1 se moslrara contrarias a
nma providencia em si mu simples, pare-
cer possuidas das idasBinexaclas e liguram
ni sua im.iiiiiaco, que 'levantamos ergas-
tulos escaros e sombros para nelle* encer-
r fantasa esse proce liraento inquisitorial com
que todo o carcter nobre se horrorisa, e
com que jamis devemos pacluar. Nao nos
apavore, porm, a ficcSo ; deseamos rea-
li lade das cousas.
As nossas actuaes prises ou cadas nao
olferecem o lgubre espectculo de impe-
netraveis masmorras. onde o individuo, all
mettido, fique segregado, e impossibilitado
do recursos, nao ; essa nao a condico do
cidado brasileiro sob o rgimen das nossas
leis criminaos.
Apenas baja sospeita de
e o da propria sciencia; e neste caso nao' officio da presidencia da provincia do Rio
razoavel permittir que a autoridade esteja | do Janeiro cora que iransmilte as actas da
de mos atadas, vendo nodislricto de *ua 'ormaro da mesa parochial c do recebi-
jurisdico transitar livre e tranquillo o cu!- ,naSBto das cdulas" as eleices primarias
pado. das'parocbias'de Nossa Seniora a Con-
E' possivel que urna autoridade poticialjceicao do fia-"Bonto' e de Nossa Spnhora
ou criminal esteja em orna provincia do im-j da Conceiclo da Doa-Esperanca, do niun-
perio, c all conheca algum reo pronuncia-jcpio do Rio-Bonito.A quem fez a requi-
do, ou mesmo condemnado; possivel, que sifio.
vexame e pro-
FOLHETIM
OS CASACAS PRETAS
ROMANCE
POE
Paulo Fval
Segunda parte
THE* PATAS
XII
A baroaeza fichwarz.
do n. 237) .
quarto, a baroneza
(Continuaco
Apenas entrou no
vestio roupa de nonte e deu licenca de dez
horas Sra. Sicard, sua aya, que poz o
chapeo de selim rxo o vestido preto e o
chale, para ir fazer urna visita raadr-
nba.
Tonda (icario a sos, assentou-^e- a "baro-
neza ao pe do fogo, no seu quarto, epegou
n'om livro. Nao o abri. Pars^octupar
a- horas da solido, bastava-lheopensa-
iiento.
Tamben o aspecto do urna mulher*
um livro, livro fechado s vezes, quando
adevinba vistas penetrantes que Ihe que-
rem 1er n'alma, livro aberto nos momentos
em que nada Ihe inspira desconfianca. Rem
entendido que fallo das que alguma cousa
tem que oceultar ; a immensa maioria,
pois que 110 -mundo em que vivemos, tem
o bem rauilas vezes tanta neeessidade 3e
so esconder como o mal.
N5o era o rosto- da baroneza livro fe-
chado : ninguem poda effectivamente
h'r-lhe all a inJiscrices da physionoma-
estiva certa d'isso. Tres portas a separa-
vam corriam d'alto baixo em frente das ja-
nellas. Tinha mascara ? Podia a mas
cara cahir.
N5o tinha mascara, nao: a vista suave
e distrahida dos rasgasdos ollios nSo mu-
dara ; era sempre o mesmo col de ma-
depois essa autoridade passe a outra pro
vinciv, c ahi appaerca delinqueote; e s :r
admissivel que este tenha a facaldade de
andar de^embaraca(lamente, pon|ue nao ha
a requisico da autoridade do districto da
dulpa, ou porque nao existem duas testemu-
nhfls conhecedoras do facto, quando a en-
torilado local alias tem plena certeza da
culpa do mesmo delinquente ?
O Sa. Heracuto Gbaca :Pode at ser
a autoridade que o processou.
O Sn. Alencar Araripe :Com razao
lembra o nobre deputado esta circiimsljn-
cia, que pode verificar-se com os chefes de
Tres do Ia secretario do senado, parti-
cipando que o mesmo senado adoptou, e
vai dirigir sanccSo imperial, as r#solu-
(jocs da assembla geral approvando varias
penses.e autorisando o governo a conceder
isenco de direitos para todo o material im-
portado e que importar a so:iedade deno-
minada Vehculos econmicos. Intei-
rada.
Lra-sc, c vo a imprimir para serem
submettdos volagao cinco dias depois, na
lorma do regiment: os pareceres sobre
varias eleices fei as no t, Io c 5 distric-
tos da provincia da Rabia, 3o de S. PauloJ
dona admiravelmente formosa e pensa-
tiva.
Quem ousaria, comludo, aflirmar que a
baroneza nada tinha que oceultar ?
Retirra-so pretextando cansaco ; n;-
nhum resquicio de cansaco transparecia por
entre o soberbo palor das feices ; rao
eslava doente ; nenhum labar, cuidado ;ie-
nhum a atirahia .para all. Estomago I
dizia o positivo Schwartz. A baroneza nem
se quer sabia onde tinha o estomago. Ha
um motivo mais precioso ainda: o capr-.
cho ; a baroneza, porm, era; como haver
mos de ver, superior ao capricho.
Savia algum ouro de mais no palacio do
baro; desde o lempo de Midas que a
opulencia cae gostosa em taes excssos ;.
porque o marido, paciente, tenaz, deses-
perado por largas pesquizas, e sabendo, no
caso de neeessidade, por de parte va de-
licadsas, quando se tratava de satisfazer
qualquer capricho solemne, havia annoS
que procurava .intilmente abrir a gaveta
do meio, gavela-forte.cercada de embutidos
de ideal ramalhete de amores perfeitos,
formado por dezeseis amelhyslas mistura-
das com seis topasis.
D'aquella gaveta nunca o triste Schwartz
podjra lobrigar a chave.
Havia j mais de urna hora que a baro*
neza so retirara para o seu quarto. Q-
livro conserva va-se fechado e os olhos um
tanto cerrados, segiara-llie com disU-aco
os niovmentos das chaminas no interior
o ouro mpe-se aos seus fervorosos devo-j Jo fogo. O rosto, para fallarmos apro-
os, e dii 1 jue'afebra dos especu-1 pn'a lamente, nem exprima inquietaco
nem desgosto ; a meditaco, porm, pare-
da pol tica. Vieram as barganhas (risadas) pesados para si, para seus irmos, para
e nada se lucrou. Alargaram-se em ISUt)
os dslrictos a dous c tres deputados.
Ficamos na mesma posico desgracada !
O Su. Renjamix :O defeito est nacor-
rupcao.
O Sn. Peheiiu da Silva: Sim, existe
e a mil trabamos, fadigas e perseguires. tambem na corrupeo da sociedade. Con
nsauas, como deixaro de procuraras boas
gragas dos superiores, afim de se alliviarem
de to pesado onus? (Apoiados.)
Como se pode appellidar a eleico de re-
gular, quando, escapa algum candidato pelas
bem tec das malhas da rede que laucn a
admjuislrjie.au, e cleito deputado cnica a
vontade do governo, o abuso engendra du-
plcalas, protestos, rectamaces afranjadas
addredc, e a cmara nnilla o seu diplo-
ma, chamando a seu seio o competidor
dorrotado no campo da balaiia,
Dir-me-hoporm at ahi a questo
de reforma das leis de 3 de'dezembro, do
recrutamento e da guarda nacional, e nao
defeito da que regula a materia eleito-
ral.
Prova essa mpugnaco que a reforma
das tres leis referidas 'urgentissima igual-
mente (apoiados), nao bastando a da que
rege o processo da eleico. Revogar urnas
ou outras deixar as cousas peiorarem, e
os abasos se desenvolveren! cada vez mais
por falla de remedios adequados. (Apoia-
dos.)
E jis o comprehendemos bem senhores,
porque fe izmente votamos j este anno a
reforma da lei do recrutamento, proposta
de uma commsso especial, de que Uve a
honra de ser o relator.
Nos o comprehendemos bem, porque cm
um dos artigos desse projecto por nos
adoptado e remetlido ao senado, fundamos,
cordo que a dcsmoralisaco se tem esten-
dido maior parte dos caracteres qne
loman parte as eleices. Mas esse facto,
seus ilhos, para seus amigos, que podem
ser victimas igualmente: influe mesmo os
abusos e fraudes praticados pelos adver-
sarios do governo para contrabalmcirem
a sua forca, e a eleico assim inteira-
raente Viciada.
A eleico directa com o censo elevado,
ao passo que traria a independencia do
eleitor, porque para s lo s de si depen-
que s facto, e nao principia nao ex-|deria, c nao do favor de uma.lisia 011 de
elusivo do nosso paiz, invade a todas as um partido que Ihe exige a disciplina e a
nages, porque anatureza humana imper subordinarlo servil, seria para nos o nico
feila. Todos o* povos so quuxara dojraeio de melhorar e libertar a expresso e
mesmo mal. Mas o bom, o providente le- opinio do paiz, como hoje para todas
gislador tem rigorosa obligarn de prev-1 as mais naces, porque todas actualmente
(mir abusos, cortando os arbitrios, eselare-jadoplam quasi exclusivamente a eleico d-
cendo os direitos e fundando as garantas i recta: esta ao menos a minha opinio
individuaes. particular.
Uma Voz : Isto dillicii, e nao impos-
ladores v amarello como a colera s ver-
melho. Nos aposentos da baroneza nada
trahiaa de roci do ouro ; a riqueza "nao
era alli brutalmente afirmada ; antes oll'e-
recia vista, mas em feliz e sobria propor-
Co, os objectos de gosto e de arte. Mes-
mo no mercado, nao tem o ouro, sempre
sanbor e incessantemente vencido, o preco
das esplendidas simplicidades. Era aque!-
le o reducto de nobre e deslinda senhora.
Nao pensamos em descreser minuciosa-
mente aquelle ninho, sumptuoso na maneira
das paludas formosuras, em que o galan-
teio do baro ceder, nao sem protestar,
aos atlractivos de um espirito superior ;
nada alli deslumbrava, nenhum raio inso
lente perturbava a harmona do conjuncto;
tudo encantava.
' Apenas fallaremos, como de obrigado ac
cessono que no theatro se dispe, de um
movelzinho de Boute, verdadeiro palacio
em miniatura, cujos materiaes cram bano,
tartaruga, gatha, porphyro e pedras Anas.
A baroneza comprara pessoalmente aquella
secretaria, da qual o bario conhecia 1 fun-
do os gentis lacas, e astuciosos segredos,
excepto um.
E bem Ibes dizkrmos que a interessante
baroneza algama cousa tinha qne occaltar,
cia absorve-la cada vez mais.
A condessa Corona! murmuren uma
vez. Nao sei se detesto aquella mulher ou
se a estimo.
Machinalmente e repetidas vezes leyanla-
va ella os olhos para a pndula, acompa-
nhando o caminhar dos ponteiros. fspe-
rava alguem ? E quem podia ella-espe-
rar n'aqiielle lugar ? Era linda, linda eomo
raras, d'algum modo, linda de latente e
profunda commoco.
Trahiria aquelle nome de mulher pro
nunciado, o nome da condessa Corona, o
verdadeiro objecto do seu scismar ?
Estremeceu ao rumor de passos abafa-
dos na alcativa da casa prxima. Bateram
porta duas pancadas discretas e entra-
ram sem esperar que respondesse. Foi
Domergae quem entroa. Conservou-se de
p alguma distancia do limiar, em sere-
na e respeitosa attdude. Podia talvez
Domergue representar o romanesco papel
de confidente, mas nlo tinha ar de tal.
Vem tarde, dlsse a baronaxa.
A Sra. Sicard demorou-se tres qoar-
tosde hora ao espemo replicn Domer-
gae.
A-baroneza sorrio um poucocbinho e per-
gutrtou :
Ondo est ella ?
Em Chaillot, rcplcou*Doraergue.
Muitas madrinhas tinha a Sra. Sicard,
se cjue a madrinha d'ella nao "morava em
differentes sitios. Quando ia visitar a ma-
drinha de Chaillot, a licenca de dez horas
entra va pela manha dentro.
A baroneza fez signa! Domerguj para
que se approximasse.
Falle-me do tal mendigo, disse. ln-
teressa-rae isso como um cont de fadas.
Nao mendigo, respondeu Domer-
gue ; trabalha para ganhar a vida. Quando
Ihe.pfferaci a esmola da senhora baroneza,
recusou-a* E altivo, o infeliz I Disse-me
que o setTecado 'eslava pago.
Quizera de v-Io... murmnrou a
baroneza.
So o senhor comprar o caslelio de
Boisrenaud, replicou Domergue, nao de
erar.que a senhora baroneza tome .muitas
vezes a diligencia do Prato de Estato ;
mas jim dia nao sao dias, quem toma
aqueja diligencia^ v Tres Patas.
_ Tres Patas repeli a baroneza.
Dgpois accrescentou;
;Vou amanha ver o tal caslelio de
Boisrenaud.
_L em quanto ao nome, tornou Do-
mergae, sempre grave como o seu unifor-
me, nao tem moitp de verdadeiro, porque
as pajas sao apenas duas. A outra uma;
especie de carrinho, e o desgracadO;*, co-
mo o outro que diz, uma eqaipagem com-
pleta : cavallo carro.
E camo pode vir at c, assim alei-
jado ?
Ah ah 1 tem trena sou i um cabiz
e um cao. SSo engenhosos aquellos ra-
ffiea *_a differenc/f qua nJo anda 130 ve-
loz cmo o caminfio do ferro !
Domergue nao se rio, mas a physiono-J
ntia exprfmio-lhe viva satisfacao, causada
pal* consciehcia He tersottao um dito
Wigaiftoao
* baroneza raBectia.
siver.
O Sr. Pf-iu-iua da Sif.va :E' som du-
vida difficilima, se nao imp^ssivei terefa de
reformar a lei de eleices. Impossivel;
nao, declaro-o sem o menor susto de
conteslaco. Difficilima sim, eu o creio
firmemente. Mas o que difficil, o que
nao exige trabalho para executaj-se ? Nao
j o systema representativo por si um
trabalho custoso e diurno ? Nao s
O Sr. Benjamn : Mas conlra a cons-
tituco.
O Sr. Pkreira da Silva :Nao o pens ;
se, porem, ha mnitos espirites avisados e
esclarecidos que opiniam que nao podemos
estabelecer esse meio em uma lei ordina-
ria, posto nao me pareca solida sua argu-
mentacSo, porque rae nao parece a eonstt-
> I tuico to exigente que nos inhiba. de o
seus operarios semelhantes aos lavradores fazer, visto exprimir-se ella na hypolbese
que diariamente exigeni da trra com o
suor de seu resto meios de subsistencia e
de vida ? S as .trelas facis cumpre-nos
resolver?
Nao, de certo, e esta uma das mais
difficeis, porem tambem das mais estuda-
das em todos os pazes. Colhem-se escla-
recimientos nos annaes do todos os parla-
mentos do mundo, as collecces de leis
Nao conseguio saber cousa alguma ?
pergunto, depois do algum silencio.
Nada, minha senhora, respondeu Do-
mergue. Dis-e elle que um passageiro
Ihe dra essa carta no pateo do Prato de
Estato. E foi tudo. Nao conhece o tal
passageiro.
Honse aida oulro silencio : depois a ba-
roneza arliculou:
Bem. Faca o que Ihe disse.
Domergue retirou-se immediatameele.
Tendo iicado sos, a baroneza tirou do
seio uma carta, qie antes de abrir conser-
ven entre os dedos. Era do vulgar papel
que tem por marca a .palavra Bath, papel
de pobre; o sobresqripto'era formado pelo
mesmo papel e fediadn com Jacre ordina-
rio, tendo por sinete um carimbo, no qual
se reconheca o gordo profil que Luiz
XVIII gravava as moedas do cobre.
Ninguem ha que nao tenha rcebido
cartas anonvmas assim fechadas.
Por muito tempo o com a maior allenco
contemplou a baroneza a lettra do sobres-
cripto, qua era corrida e nao pareda con
trafeita. Abri alfim a carta o percorreu-a,
como snecede com o que j se leu. Mas,
acabada a leitura; recomecou-a uma, dea
vez69. Dir-se-hia que surga para ella um
muno d'aquella folha quasi cm branco,
no centro da qual se apertavam estreita-
mente tres lionas lacnicas, que nao erara
acompanoadas de assignatura alguma.
serente pelas mesmas palavias que a
carta portugueza, e l por uma lei ordi-
naria se exclue a eleico indirecta, c adop-
bou-se a directa com o censo elevado, toda-
va esperarei do tempo, da experiencia
de estudos mais profundos qne se adopte
a opino qne professo.
(Continitar-se-ha.)
tora mondo inteiro, um passado comple-
toj^bngioquo j e to
que pareca
differento
a mentira
do pre
de um
A baroneza fechou a carta, sem ter pro-
nunciado a mnima palavra.
Soltou profundo suspiro e levantou-se.
N'aquella nova postura, acerlou de dar com
a propria imagem no cspelho de Veneza,
magnficamente emmoldurado por cima do
fogo.
Sorrio com certa incredulidade.
- Sao dous sentios, murraurou.
Mas as linhas do rosto, correctas e lo
puras qae pareciam talhadas era marmore,
soffreram repentina conlra cao. Estava
afflicta. Disse-lh*o o vidro veneziano.
Endireitou-se e s soltou costas depois de
ter dirigido ao espeilio outro sorriso, que
a tornava formosa e^serena como sempre.
Camnhou para a secretaria e abrio-a.
Tinha na mo uma chaverinha delicada-
mente lavrada ao cnzel, a mesma que no
castclt) de Boisrenaud vimos as mos do
baro Schwartz e. qual adhera aquelle
tomo do cera. Metteu-a 'a baroneza
fechadura da gaveta do meio, justamente
no centro do ramalhetinho de amores per-
** Lfeitos feito com amelhyslas e topasios.
Antes de abri-Ia, porm, hesitou a ba-
roneza, e correu com a vista o aposento.
Pertence aquelle movimento consciencias
conturbadas. Atravessou o quarto com
passos tranquillos o correu o fecho da por-
ta do entrada.
Depois abri afinal a gaveta. Depoz
n'ella a carta anonyma, A mo cooser-
vou-se-lhe no fundo da gaveta, camo se
quizera de l tirar alguma cousa em troca
da carta. ^
sent,
poema.
Ha pessoas que vivera duas existencias
successivs; das quaes uma contrasta de
tal modo com a outra, que os proprios in-
dividuos se nao conhecem, semelhantes
aquellas sectarios de Pythagoras, que no,
seu sonho despert, pergontam si pro-1
prios, ao ler a historia antiga: nao era en
este ou aquelle ?
E a melempsyeose, em toda o rigor do
termo : a alma raudou de residencia.
Ouvio, porm leve ramor na casa pr-
xima. Tivara razo de correr o fecho.
Fizaran gyrar rpidamente, e sem bater a
pingela da porta.
Minha mii! pronuncion a meiga voz
de Branca.
(Omtinuar-se-ha).
Ttr. 1 MAIN-BOA INTCMIVI,
I
/
B
rr"
INtRRETA l


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