Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11969


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Full Text
MI

1
ANRO XLV. NUMERO 237.
--*-

b
\
\
PARA A CAHTA1 E LUGARES OIDE KAO SE FAGA POHTE.
Jar n-8mttfti adeudo*........... AM.V.
JorseisdosWem........... ....... iSSS
Por m auno idera........... ....... JfJJS
*d> numero avulso.......... *....... Sx
........ pz
SABBAOO 16 OE UTBR DE 1869.
Por tres mozos adiantado.
Por seis ditos idem. .
Por no\i ditos idei
Por um auno.....
BUTBO E FORA DA MOTOCIA.
27*000
DIAMO DE PEMAMBTO.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Flhos.
Rf
SAO AGEMTJEM:
Os Srs. Gerardo A^^ Joagoim Jos de (XMn. no Ceara; Antonio de Lemos Braga no Aracaty; Joao Mara Jolfo Chaves, no Ass; Antonio Marqnes da Sita, no Natal; Justino
i-ereua a Aimuaa, em Mamanguape,? Antonm Alejandrino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Be/armio des Santos Bulcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Brao.
^________________________________emttKareth; Francino lavares da Costa, em Alag**; Dr. Jos Martin AJves, na Babia; e Jos Ribeiro Gasparinho, no Rro de Janeiro. "** ""**>
PARTE OmCIAL
JMalsterle da Justina.
Ktrtf. 17.10 QlS DF. OUTUBRO DE 1889
K*it90te o transito das sentenais t outros actos
ferrases peta chunctUmia 'das Retacis.
IW por bem mandar que se execuin a reaolugo
seguate da as>eml>la geral :
Act I.* Fira ab.ilido o transito pela caocallaria
?las tetarues das sentegas, precatorias, alvars,
mandados e quaesqner outros actos forenses de
qaahiuer jnizo ou tribunal.
RSfagrapho unleo. Os embargos aceordao das
Relacdo, serio apnostoa dentro de cinco das, co-
udos da publicarlo ou iutimarao, reqitcrendo-se
par etles vista a juiz relator. '
.\rt. 2.a Picaril revogadas as dsposices em
contrario.
Jas Martiniano de Alencar, do meu coBselho,
ministro e secretario de estado dos negocios da
ju-lica, assim o teaha enteudido e facaexecntar.
Palacio do Rio de Janeiro, om 3 de outubro de-
186!), i' da independencia c do imperio.Com a
rubrica de Sai Magostado o imperador.Jos
Vitrltntano de Alean:
MGHTO a. 17:1 n .*> nu oottero de 1869.
ltrroa << %24 d* art. >. da le n. JOS3 de 22 de
ngtsto He tQQ, e vestaljelece a disposicao do
rf. 4 d" cdigo commercial.
Het por bem ?anecionar o mandar que se exe-
t;ate a pcsolagn -eguinte da assembla geral :
Artigo nice. Fita revogado o 24 do arl. 2.*
I* M n.10s.: d 22 de agosto de I8G0, e restabe-
l mcrrial.
fos Martiniano de Monear, do meu conselho
ministro e secretario de estado dos negocios da
justoa, assim otenha entendido c faca executar.
Palacio d<> i i de Janeiro, em 3 de outubro de
1869, 4-8* da independencia c do imperio.Com a
rubrica de Sua Magestade o Imperador.Jos
Miitliaioao de A'encir.
.
^
NiuiMf crio Cumm.uido *:n cliefe de todas as Coreas brasi-
leras em op.-ru\:oes na repblica do Paraguay.
QaartflJ-gdneral em Caragualaby, 3 de setembro
.Je 130','.
nim. e Exm. Sr.Passo a narrar sucintamente
* Y Exc. os suceessos que acompanharam a> ope-
racoes executadas pelas Coreas ilo meu commaudo,
posteriormente ao meu on" :o de 2o do inrz proxi-
uh passado. no qual dei V. Exc. couta dos mo-
tivos provenientes da dilllculdade deasseguraro
fornoctuteiitn de vveres as I -reas durante a inar-
baque se i: emprehendor.
A 27 par 11 liv sciOiieia positiva de que os
rwptrtiros fornl'ceJores'UeUiu) reunido em Ja-
suarao um numero de eabcas de gado sutilciente
para garantir, p->r um eorto numero de dias, a
aRntentapio la ia.riir que se ia mover.
Inr. ::ineii. niai |uei pai < o dia seguinte, 28,-a
HMufca dav:,i,-:..! i.i, mu-, :'> uiaudo dobriga-
leiro JoaO Mar. isl Jenna Brrelo, devia se dirigir
h Ihittmy iho da direi'a.
A p I (paraguay seprala da do Ibiti-
MiyptH m fieacao Ja eordillieira principal,
ramlfici;!- c : n-i !a sub a denominacao de Sa-
piKafcy. atravi.-s da qual. d?.j passagem differentos
lesfiladeir.s.
Constni'. I inimigo linha forras por essas
imiiiedi.ii">(-. .' pudendo ser qao prtendesse de-
i -nder (nos desladeiros, i'ii .ilgadj conveniente,
no rataito de disirahir sna attencao, que urna co-
buMa avaacasse pelo doeflladetro da direita, se-
?iiiaili pelo mesmo eamiono que levara o briga-
verifii-,.id:i no mez de jnnho prximo paando.
Con;). por.p, por este caminho a distancia en-
tre Paragaary ePirajbby.primeiro ponto objeetivo
de msso inoriinento, vinna a ter 48 kilmetros
niaw "' i do qae pela estrada que segu
tir--: mi >nf de Paragnary a Ibitimy, encostada
ordi.:! ; '' I! lirap. era preciso que a columna
dadireit: sepotcsso em movimento tres dias antes
|uc a ostra, de modo que, se o inimigo porventura
dcfcQJ;-.- com tenacidade o desliladeiro da es-
irad.i principal, pjdesse a mella columna Ihc a|>-
i>arcci'.r pela rectagoards, totnaado-o assim entre
lous f- .j_ -.
Kn ni-ia for.i n expedidas as dilleren-
Um u que vao juntas por copia sol) a le-
tra A.
Ao anoitecer do dia 28 se poz com effeito em
nanha era direecio a Paragnary o brigadeiro
JuoMaoucl l^sta do uoia columna competa
!a di vi-".: de cavallaria doaea commaudo, da 8'
Jirigad;. de infantaria, urna ala do Io regiment e
una ila do bataibao de eogeobeires.
AC'tir.panhei a marcln da eutotma at a altura
la est;! >_ de Cerro Le n, e na madrugada do dia
segawile, no inlnito de chamar a attencao do ini-
migo par o lado de Aseurra, dirig urna domons-
'racio centra esta posicao, cujo primeiro reducto
di por Bosu aiiilbaria bombardeado por .espado
ie algumas horas.
N > dia 30 foi pelo Sr. visconde do Herval rece-
tuda urr.a communieac3o em que o brigadeiro loSo
Manoel manifeslava ter-se visto fbrigado, pelo
man estado di~ caminlios, a marchar com mais
moro-idr.k- do que se snppunha.
Em e ::- iqaeacia adiei para odia 1" de agosto a
raafelta do i' eorpq do exer;'ito. Ao anoitecer ve-
ritlcou-se ella, indo fazor jnncc.ao com cssa colum-
na m Paraguary o beigadeira D. llenrique Castro,
o a:r.n.(iaule da divisao oriental, com a Coreado
sea cemmand >.
f?a manhia do dia 2 as Coreas, que deviam flear
inurdando a nos-a linia de communieacao, anda
Haeram um reeonkeeimento geral sobre as posi;oes
frMtoifU di iiimigo.
B* Pirajd iabl eoni as que ahi se achavam, ao
iia4.i do brigadeiro f>s Auto da Silva Guima-
Ito, om direccao Aseurra,e conlra esta posicao
-ust'.-i-j-oso logo at o meio dia com urna bate-!
ri do systema I.a-llittecontra de Withworth, que
bastant'. damno deverao ter causado ao inimigo,
i julgar | ela eeMn de nossos tiros, que quasi
tama arrebeetaram dentro do seu entrncheira-
Ml'UtO.
O inimigo b3o responden com as seis on sele
peers de grosso calibre que guarneciam urna triu-
rliWra apojada pelos flancos em espessa mata, e
liaitou-se a Carer alguns tiros de infantaria contra
nos atiradores, que se approximaram at pou-
mm oietros de sua trincheira. Nao ti vemos feri-
-meatos lamentar.
Simultneamente com cssa demonstratao, nexer-
ut argentino tez outra sobre o passo Pedrosa, e a
nossa forfa que guarneca o Tuquaral, ao mando
de eoreoel Carlos Bethieb de Oliveira Neri, fet
-fcre a subida de Cabanas a explorado que cons-
ta da paite junta \yr copia, sob a letra B.
Resse dia o general Mitre mandon-me apresen*
tar hiim dlvilo de Infantaria do exercito argentino
torte de 900 homens e commandadr pelo coronel
D, l.uit Mura C unpos, que d'ah em diante tomn
parle, as minlias ordens, as operafSes subse-
/tiente;. esse mesmo da Coi ella ficar em Para-
dVna manhiu ilee da, o segundo oorpo
, H!4j[arcHo marchado de Taquaril para PirajU.
*erwt-!ne o 8r. tenente-general Polydoro d
jeta Quihtanilha Jordie que com aquena mar-
a iafantaria llcra mmto cansada para poder
a tegnrr tiac^m en witeeer tfesse mesmo
diaj )6oir.o esleva determinado. Adianton-se, pois,
ta para i madrugada, es 1 horas nos po-
\
lomos em movimento, indo ficar em Paragnary s
I) da manliaa. _
Nessa tarde recebf do Sr. visconde do Herval,
eommaodaote do primeiro corpo de exercito, a
parte que va junta por copia, sobre a letra C.
lnfatiamente os padecimentos do Sr. general Po-
lydertftggravaram-se portal modo, que os medi-
cas julgaram perigoso quecontinuasse a marcha, e
tive a dr de me ver privado do dedicado concurso
A* lotes e experiencia de te benemrito general.
Assumio temporariamente o comraando do segun-
do corpo do exercito o brigajieir Carlos Itesin.
Em Paraguary Coi deixaio o oarpo de pootonei-
ros, e bem assim o corpo^fS do^vallaria. com o
fim de assegurar, pela oecupacao d'esse ponto, as
nessaseommunicacoes : um esquadraodeste mes-
mo corpo seguio para conduzir um eomboi de v-
veres as Coreas do brigadeiro Joao Manoel.
No dia 4 acompanhei o segundo corpo do exer-
cito, que Coi acampar no entrone-amento da picada
de Albopicu. Esta picada, segundo se conheceu
pela exploracao feila na vespera por ordem do Sr.
visconde do Herval, acliava-se, por espaco de um
3uarto de legua atravancada com arvores encurva-
as o entrelazadas; nao poda, pos, ser aproveita-
da para o nosso movimento offensivo.
D'ahi fui-me reunir ao primeiro corpo do exer-
cito, que se acbavaj acampado na bocea da pica-
da de Sapucahy, e no momento de apear-me foi-me
entregue r parte do Sr. visconde do Herval, junta
por copia, sob a letra D.
O inimigo oceupava ahi urna trincleira guarne-
cida por artilharia, cujos tiros enftavam perfela-
mente, nao s a estrada geral que atravessa o
desliladeiro, como tambem o aterro destinado ao
caminho de ferro e que corre parallelament es-
trada.
Toado ido examinar a posicao do inimigo com o
Sr. mnrcclul de campo Victorino Jos Carneiro
arboteiro, resolvemos construir duas bateras, ca-
da urna para i|uatro ticas de rogos, crusando-se
coulrabatessem a artilharia inimga. Aprovetou-
se a uoute para Cazer-se este servico, que Coi ese-
cutado, segundo as insirucijoes do commandante
geral da artilharia, brigadeiro Emilio Luiz Mallet,
pelo bataibao de engeiilieiratfebaixo da direcea-i
de seu distincto coinmandatite, coronel Conrado
Mara da Silva DitieneomP1''
Decid o- e, af.n d,iu, abrir duas picadas late-
raes, que, atravessandoo ir ato, fossem sabir re-
taguarda da posicao inimga.
Na manbaa do dia 5, lieando promptas as nos-
sas baterias^abriram o fugo, que foi tenazmente
respouddarpelo inimigo, ora com metralha, ora
com pales rasas.
No entretanto progredia a abertura das pica-
das ; ni da esquerda penetrouo Sr. brigadeiro D.
llenrique Castro, testa da divisao oriental, sus-
tentada pelas urga las 1* e 4a commandadas pe-
los coronis Luiz Jos Pereira de Carvalho o Ma-
noel da Cunha Wanderley Lins ; na da direita,
o brigadeiro Emilio Luiz Mallet e o coronel
Francisco Loureneo de Araujo com a 6' briga-
da de infantaria o quatro bocas de fogo do 2o re-
giment.
Antes de 1 hora da tarde, desembocando esta ul-
tima columna no interior do intrnebeiramento do
iuimigo, este quasi iinmedialamenie desainparou a
posicao, fugindo para os matos nossa esquerda e
dexando em nosso poder um priiuneiro e, alm
de alguma inunicao, duas pecas ee bronze monta-
das em seus reparos, Cundidas em Caacup em
abril da correte BOBO.
Quer a trincheira que elles guarneciam, quer a
que Ceebava o acampamento pela retaguarda,
aran completadas com abatizes.
Este triumpu > nos custou o Ceridos, sendo 2
por tiros de artilharia e 3 por tires de Cuzl, ao
iniMiitrar-se com o inimigo a brigada do coronel
Francisco Lourencjo.
Na tarde desse dia ficou o 1' corpo do exercito
acampado do outro lado do desliladeiro, edabi Uz
incontinente seguir urna brigada de infamara e
outra de cavallaria ao mando coronel Joao Anto-
nio de Oliveira Valporto. para encontrar-so com
as Coreas do brigadeiro Joao Manoel Menna Brre-
lo,, que ja se acliavaai em Ibitimy. (Letra E.)
As duas forcaa commumearam-se com effeito
dia segunte.Muranleoqualfoioi'crpodc exer
cito acampar nabifnrcaijao da picada que conduz
a Valenzuela a qual foi nnmeditamente reconheci-'
da conforme eu recorameiidra ao Sr. visconde do
Herval.
Sendo informado s 2 horas da tarde que esta
estrada pareca offerecer vantagens para a nossa
mareta, e recriando que durante a noute o inimi-
go ahi estaheleeesse sua defesa, mandei ao Sr. vis-
conde do Herval, que flzesse oceupar no mesmo
dia a sabida di lado de Valenzuela, e segui eu
mesmo a reunir-me ao acampamento do Io c irpo
do exercito. O trecho do caminho percorrido
neste dia muilo pantanoso e denominado Costa-
Puc.
Nessa tarde, com effeito, urna forca ao mando
do coronel M uioel da Cunha Wanderley Lins in-
ternou-se pela picada, e apoz breve tiroleio, desa-
lojou o ioinigo, que j ameacava levantar aba-
tizes e que fugio, deizando ito morios e tres
nrisioneiros, co.i.o consta ludo da parte sob a letra
F Tivemos tres feridos.
Durante a imite a divisan de infantaria argenti-
na Coi mandada marchar para a picada al'un de
aiiidar a nossa Con*a a sustentar a posicao tomada.
Na madrugada do dia seguinte, 7. todo o Io cor-
po do exercito marebou por esta picada em di-
reccao a Valenzuela, e em seguida bem assim o 2o
corpo de exercito com a Corea do brigadeiro Joo
Manuel, que de Ibitimy viera'rounir-se ao resto do
exercito.
So esta subida nao Cora ao contrario do qu)
succedia com todas as mais, eaxtrtan de antemao
por Lpez, era isto sem duvida devido a que ser-
via para cmnnuoicar-se eom Vil a-Rica e outros
dstrictos do sul da repblica, de onde recebia in-
nmeros recursos,
Logo que desembocamos na planicie, semeada
de matas, e em que seacha situada Valenzuela, co-
metamos a encontrar innmeras Camillas que sau-
davam com jobilo a ssproximacao de nossas for-
jas.
. Em Valenzuela Coram encontrados dons infeliz?s
brasileiros e hem assim algnns curopeus. A ca-
vallaria da vanguarda, ao mando do brigadoiro
Vasco Alvs Pereira, avancando immediatamento
na direccao a lucuruby, chegon a urna mina do
enxofre que se achava om exploracao, e cujos em-
pregados Mran aprisionados em numero de 40,
inclusive dous ingieres.
Ahi lambom eslava retida por ordem de Lpez
urna senhora inglcza enm seus filhos.
Em Itacuruby existia urna estacao tetegraphi-
ca que Cora ha pnuco desmanchada, ficando, po-
rm, os n>ie da linha que ligava Pinbebny a S.
Jos.
Ah tambem era a fazenda da mai de Lpez, om
cuja casa se arhou accumulada urna quantidade
fabulosa de clices, thnrmalos, custodias, lampa-
das e outros nbj etos destinados an culto divino,
sendo alguns verdadeiras obras de arte. Estes
objectos, todos de prata massca, tinbam sido evi-
dentemente arrancados pelo dictador s grojas do
Paraguay para irem augmentar a fortuna particu-
lar de sea lamttia.
Preoccupedns com opers^oes mais importantes
nlo tinlramiis lempo para inventariar essa im-
mensidadn de objectos e anda menos mees pera
transporta-lo ; aqaelles, pofm, que podero tra-
zer os soldados de cavallaria mandei entregar a
mtead*eU de- eseaeito. para serem reeolmdo* i
pagadona at lerem nlterw destino.
No dia B aarehou o eereltc do Valenzuela a
direccao a Peribebuv, continuando a eneontrar fa-
milias.
Nessa tarde dstaquei um bataibao de infantaria
um corpo de cavallaria e nina ala do bataibao de
engenheiros. ao mando do coronel deputado do aju-
dance general Dr. Francisco Piaheiro GoimarSes,
no intuito de ver se, desobstrando a pirada de
Mbopieu, conseguamos assim estabeheer com
Paraguay e Piraj urna commtini >aeao mais rapi-
dMlPwwrpefa estrada que d volta por Valen-
zuela ste resaltado Coi conseguido, como se v
do annexo G.
O exercito, seguindo oni sua marcha, teve no
dfa 9, da atravoasar um mato espesso e differentos
arrcios pedrogosos, em cujos pontos a estrada
exigi coucerlos para passagem da artilharia, o
que tornou a marcha muito nforoea, podendo s
a cavallaria chegar nesse dia a avistar Peribe-
buv.
Nossa tarde segulo a 1 divisao de cavallaria.
ao mando do coronel Manoel de Oliveira Bueno,
para o Barreiro Grande, para observar as estradas
que passam por aquelle povoado.
No dia 10 ambos os cornos de exercito veram
acampar junto villa de Peribebm/, nos lie ara occulla por urna restinga de mato que
desto lado a encobre. O 2" corpo de exerxito veio
ficar na estrada que de Poribebuy se dirige a S.
Jos, e o Io mais esquerda, observando sua ca-
vallaria a estrada que conduz a Ascum e Caacu-
p. Foram immedttamente corlados os dos te-
legro pbicos que ainda uniam estes pontos aode Pe-
ribehuy.
-Da posicao oceupada pelo 2o corpo de exprcito
foi aborta pelo bataibao de engenheiros, sob a di-
reccao do coronel Rufino Eneas Gustavo alvo,
unta picada, que foi encontrar a estrada do Bar-
reiro-Grande. Seguiram a tomar posicao em urna
altura visinha e a observar aquella estrada a 3"
divisao de cavallaria, ao mando do brigadeiro
Vasco Al ves Pereira, a divisao da infantaria ar-
gentina e mais duas brigadas di l' divisao de in-
cautara.
A praga de Poribebuy achava-se rodeada por
urna Corte trincheira guarnecida per bocas de Co-
go, cujo numero nao Coi possivcl enlo avahar cora
exactidao, mas que nos flzeram liros com grana-
das, logo que noj approximamos a reoonhecer a
posicao inimiga. *
Dolerminei que, ao anoitecer, se levaniassem
nos diversos pontos por nos oceupados bateras
que iompessem o Cogo ao clarear do dia o o sns-
tentassem at o momento d > assalto. J se tinha
dado principio a este Irabalbo quando, s 9 horas
da noite, reeobi do coronel Bueno parto de que
se approximava ao Barreiro Grande urna forca
iuimga, quo se calculava em 2,000 homens, a
(razia artilharia.
Immediatamento de ordem para sabirem nessa
direccao a inCantaria argentina e as duas brigadas
que se achavam na estrada daqnclle povoado, indo
do essa Corea ao mindo do coronel ("arlos Resin.
Nao me parecendo conveniente tentar o assal
emquano o exercito ficava assim desfalcado ad
ou-se esta operacao por 24 horas, em consequen-
cia deste ineidenlo imprevisto.
No dia 11 foi aberta urna picada, qne poz em
commnnicaeo mais directa os acampamentos de
ambos os curpos de exercito. O inimigo conti-
nuou a nos langar algumas granadis que arre-
bentaram porcuna dos nossos acampamentos,sem
cum tudo nos causar prejuiso.
Soube ipie infelizmente, ao chegar a nossa In-
fantaria ao Barreiro-Graude, a forca inimiga dahi
j se tnba retirado, pelo que mandei qne a nossa
se recolhesse ssuas anteriores posic/es.
Apresentaram-se nesse dia grande numero de
familias, que foram achadas por nossas breas no
Uarreiro-Grande, entre as quaes contara se algu-
mas das mais distinctas do Paraguay, o tambem
perto de duzentos brasileiros naturaes da provin-
cia de Matto-Grosso. Junto ao povoado do Barrei-
ro-Grande havia urna Cabrica do salitre, que C>
destruida por nossas Corgas.
Construidas, entretanto, durante a noite as bate-
ras que eu determinara (em numero do cinco), c
asestada a respectiva artilharia, romperam ellas
o fogo ao clarear do dia contra o entrincheira-
monto do Poribebuy, cujas faces toares! quasi
tolas onfiadas. Foram construidas as bateras da
direita segundo as instruegoes do brigadeiro com-
mandanle geral da artilharia Emilio Luiz Mallet,
eas da esquerda do coronel commandante do 2 re-
giment de artilharia Manoel de Almeida Gama
L"bo d'E'Vi, drgindo os trabalhos oszelosos mein
bros da commisso de engenheiros, matar Ampliri-
sio Fialho, capitaos Antonio deSenna Madureira e
Cato Augusto dos Santos Roxo.
unrnereram as batorias com sn.is bocas de fo-
go o Ia e 2o regimentos da arma, iendoena fren-
te os seus bravos commandantes, tenente-coronel
Soveriano Martins da Fonceca e coronel Manoel
de Almeida Gama Lobo dEga, c duas companhias
do 1" batalhao da mesma arma, ao mando do va-
lente major fiscal Francisco Antonio do Moura.
Por mais de duas horas sustentou-se nutrido
bombardeio, durante o qual foram collocadas era
u isigiio conveniento as columnas de ataque era
trente dos salientes que menos defendidos paredaa
pela irtilhhria inimiga.
l'ormou a columna da esquerda o 1 corpo de
exrcito ao mando do Exm. Sr. visconde do Heic-
val, incumbindo-lhe tambem observar a estrada
de Aseurra, por onde era provavel que o grosso
do exercito inimigo procurasse vir era auxilio da
praga sitiada tarefa esta que fo'. confiada ao Exm.
brigadeiro D. Honriquo Castro, commandante da
divisio oriental.
A columna da direita, cuja direeeSo immediata
assunii, compoz-so da e 4* brigadas da Ia divi
at de infantaria c da divisao auxiliar do infanta-
ria argentina, ao mando do brigadeiro Carlos Re-
sin.
Por (im, no ccnlro devia simularum-ataque so
de sen commando emires columna, sendo urna
d8 rijjerva. Elle mesmo, dando pela centesima vez
mai'orna prova de seu inexcedivel e j histrico
herosmo, avangou testa da columna da direita
e pessoafmente ajudou a coHocar os pranenoes
que deviam dar passagem aos nossos soldados
por cima do fosso que o inimigo defenda.
Soa informado queso pola rara feheidade de
to para cumprir es deveres do seu cargo de nm
modo til ao paiz. Ficou interinamente exercendo
as Citocgues de cnsul geral o Sr. Jos Correa da
Silva, mogo mui intelligente, activo e zeloso.
Ainda no foi preenchida a pasta da fazenda, e
contina a indigitar-se nm grande numero de pes-
soas para ella.
Na confederagao Argentina tambera reina eoin-
falhr duas vezes a espoleta de nm can ha o esca-^plota tcanquillidade. A cmara dos deputados da
pou Uo importante" vftfa dvw vidMma do llr) nV" "ti*Sn sanedonon, qoasi sem discussSo, varias pro
metralha que contra elle Cora dirigido a queiraa-
roupa.
Menos feliz Coi a columna da osquerda, pois vio
perecer gloriosamente em circumstancias anlo-
gas o cneCe quenrarchav.i sna frente, o heroico
0 manogrado Joao Manoel Menna Brrelo, perda
por dentis senslvbl para o exercito e a naco
que (antas glorias conquistaran! com o auxilio
de seu sempre e forgldo bravo e disliuctos ta-
lentos.
(Continar-se-ha.)
EXTERIOR.
MONTKVIOO, 29 DB SETKMBRO Dg 1869.
Estamos outra vez em una quadra de tormentos,
para nm'correspondente obligado a Cazer nma re-
vista semanal, sem ter Cacto algnm a mencionar
uella digno Je satisCazer a curiosidade sempre in-
saciavel do publico.
No theatro da-guerra, depois dos brilbantos Cei-
tos de agosto, que desiruirain os grandes recursos
que anda o inimigo podera accuimilar, nossas Cor-
eas Miraran) em um novo periodo de inagao ap-
pareate, emquanto que o bravo principe que as
comAanda prepara com urna aclividade tebril e
inlolgente os elementos que necessita para ac-
coracaelle-lo em sua ultima guarida que Santo
Estanislao, prximo i grande cordilbeira.
Tem-se querido Cazer crer que esta posigao
lormdavel, o que, nellaentrincheirado, Lpez con-
seguir rcter-nos por muitos metes.
tt um engao, Santo Estanislao foi urna situa-
gao estratgica, de importancia, quando os jesu-
tas a eslabeleceram, em relago aos nJios selva-
gen^ nicos inimigos qii3 ent.i i se temiam. Occu-
pa ouia bella planicie no cimo de nma mnntanha
c coifcmunica-se com S. Joaqnim, ijue tem ricas
passageos, sendo todo esse dislricto mui proprio
para a c.reago. Antes de Santo Esanslo encon-
tra-se um grande bandado, mas ha duas estradas
regulares que conduzeni cssa posicao, partindo
una de Assnmpcao e ou ra de Vilia-Rica.
Nao ha, pois, motivo para siip|MJr-se demora
as operaces, depois qde estivermos em frente
essa posicao. Lpez a abandonar com a mesma
precipitagao com que abandonou Aseurra, e se
nao falbar ainda dc*ta vez nlgum detalho e o pla-
n. Hilo principe^ nao sei por onde elle se esca-
I wx
A zona do Paraguay que boje I he obedece to
restricta- quo nao Iho ser mu fcil este recurso.
K' esta a conviccao geral no Rio da Prala, onde
RIO IH.HMIRO
2 DE OLTUURO DE 1869.
Proseguo honlem na assembla geral dos accio-
nistas do flanco do Brasil a discussao do parecer
da commisso de exame de contas.
O Sr. conselheiro Salles Torres Hornera comba-
leu as apreciages do parecer. O Sr. Dr. Fernan-
dos Moreira respondeu s observagoes do prece-
dente orador, o Sr. Dr. Teixeira Jnior, finalmen-
te, explicou diversos fados citados na sessao de
anle-honteni pelo Sr. Dr. Candido Torres Filho.
Concluindo o seu discurso, declarou o Sr. Dr. Tei
xeira Jnior que deixava de fazer parte da direc-
tora do banco, qualquer que fosse a deciso da
assembla geral dus accionistas.
O Sr. Bernardo Casimiro de Freitas disse que j
dera*Jambem sua demissao de director do banco.
O Sr. presidente declarou que a discussao fica-
va adiada pela hora, para continuar boje, e que
se houvessc tempe, se orocedera eleicao de
presidente e de dous directores.
Coosla-nos que resignara tambem o cargo de di-
se considera a eqrra omplet uii.nle concluida. |rector do banco os niembros da actual directora
que assignaram a resposia ao parecer da commis-
so de exame e o Sr. Jos Machado Colho.
3-
Hontem nao bouve sessao no senado(por falta
de numero legal.
O nosso enviado extraordinario, o Sr. conselhei-
ro Paraahos, por mas nianeiras alTaveis, e pela
lealdalc de seu procedimente, tem captado geraes
lympatbias.
' O governo provisorio o dlstingae com alta con-
sideragao, e o joven general, a quem elle tem pres-
tado servii;-as de grande valor, nao perde occa-
siao lambem de manifestar Ihe o seu elevado
aprego, noadmitiinlo por IVirma alguma que S.
Exc se retire de Assumpcao.
Entretanto a vida naqnella capital nada lem de
agradavel actualinenle. Reina un calor extraor-
dinario, e o riii est muilo babeo, de modo qne j
se receta a apparieao d.: algnma epidemia; Pare-
ce qne neslas condiees s por multo patriotismo
e dcdirac.it i se ple permanecer Imige da familia
e dopail, onde se oceupa u:na posicao dislincla.
Os tres secretarios de estado do governo pro vi-
-or i j foram Romeados. Sai os Srs. Decoud, Ma-
chain Miguel Palacios
E' de esperaiwqoe marebem de areordo entre si,
e com os inembros do referido governo, aflffl de
reorganisarem a sua patrio, t;iu cruelmente dila-
cerada. Desta Corma Coram satisfeias todas as Ic-
gilimas aspiraedes dos paraguayos que lomaram
paite mais saliente na lula contra o tyranno, e
grande a responsabilidadan'c qao assumiram pa-
ra com o mundo civilisade e para com seus coii-
'idalaos, cujos futuros destinos delles hoje de-
pendeni
Pela Repblica Oriental ha soeego : o que
raro. io lardar muilo que -n" venba tela da
discussao alguma quesio incandescente.
O senado regeilou pelo voto do presidente o pro-
jeclo da cmara dos representantes, permitlindo a
emissao de billieles de banco, de pequeo valor,
Houve no dia 15 um disturbio entre gente de
alguns de nossos escaleres e de b 'les do trafego
do porto, que quasi se iransformou cm um grave
conflicto!
A impundade com que de ntcmao contara os
provocadores dos brasileiros aeomga estes acon-
lecimentos deploraveis, e Cora para desejar que o
governo oriental dsso mais importancia este
assumpto, que j lem tido Cataes consecuencias, e
pode ainda outra vez ser a causa de rompimeuto
de nossas relagdes.
Em um porto civilisado, de una nagao amiga, a
Corea publica deve reprimir, e n5o provocar laes
desurdens.
Estavam dous escaleres nossos atracados ao m-
\he, um do Situado, e oulro da Nitheroky ; quan-
do ehegam alguns botes, iripoladis por italianos,
que, sem se importaran com nossas embarcaees,
i i! vest ram sobre ellas. Aqucdes tripolantes italia-
airuvidosem demasa, e seguros do apoio dos
nos,
zeladores qne com elles convivem, nao se conten-
bre o saliente e principal da CortitkaeSo Inimiga o taram com a marotera de abairoarem com nossos
* corpo de exercito, dobaixo das or-1 escaleres. Accroseeniaram essa provocagao urna
resto do 2a corpo d exercito, dobaixo das or-
dens inmediatas d> inclyto niarechal de campo
Victorino Jos Carneiro Monteiro, que desde o dia
7 assnmira o commando interino daijuelie corpo
de exercito.
Na frente das columnas marchavam as respec-
tivas linhas de atiradores, seguidas de earrogas
com prancboes o tardos de alfaf* destinados a en-
tupir os Cossos, as guaes eram guiadas por empre-
gados da repartigao do quartel-inestre-general, e
por fin contingentes do batalhao de engenheiros
com as ferrameotas precisas para acabar de
abrir a brecha no parapeo que aoobertava o ini-
migo.
Despostas assim as cousas; s 8 1|2 horas em
ponto parti do lugar em que en me aehava e to-
q ie le a vanear, a cajo signal os'nossos batalhoes
se arremessaram contra o entrineheiramento cora
visivel enlhusi-uio.
Ni.o careco mencionar todas as eircumslaneias
que ie derara neste nolavel Coito de armas, nem o
i un unieres actos de bravura que por esta oocasie
praticaram omciaes e pregas, pois encontra-se
sua snatueragaa rtriMirV*lfV' eom mais preeiso
do que eu pedera faze-lo, nap partes das difieren-
tes autondadee, qne todas auompanhnm o presen-
te rea torio, e sobre tudo naa dos Exms. Srs. com
mandantes dos oorpo d. exercito, para as qnaes
peco muito especialmente a attencao do governo.
Basta dizer qne todos quantos assistlratp ao as-
salto de Peribeaay mostramrse por tea txnupoT
tamfnto digno do nome- brasileiro ; nada poda
exeeler o arrojo com qqe-se travou a lula por pat>
le dos nossos hraaos, nem a tenacidade com que a
sustentaran! at-venoerem.
descompostura horrivel, em quo o epteto de fra
macico era o mais delicada do vocabulaaio era-
pregado Os marinheiros brasileiros repeflem o in-
sulto, e em um momento vm-se rodeados de um
grande numero de italianos armados de facas, que
os procurara ferir.
Appareee proposito o eapitao de fragata Gon-
galves, commandante do Silvado, e algnns brasi-
leiros, e conseguem acalmar a desordem, qu to-
niava incremento com a intervongao parcial da
polica, que sem ter visto o principio dola, deca-
rava-se contra os nossos I Assim Acarara as cou-
sas, quando, voltando ao escaler o pairad do Sil-
vado, que nenhuma parte tinha tomado na luta, e
qne conduzia para bordo a espada de seu eom-
maodaote, os zeladores o prendera. Gougalves in-
terven), e esforca-se cm obter a soltara de sea pa-
trao, mostrando que nenhuma parte tivera na
questo.
Os zeladores o desatendem atrevdamenle, e
eondutem o marinheiro, que entregue Gon-
^alves \n capitana do porta, onde ene o vai re-
clamar, protestando logo contra o procedimento da
polica. Em vista da parte deste digno offlcial, e
dareclamaclo do commandante da divisad naval,
o Sr. diefe Pereira Pinto, C
rial qne os dous zeladores fossom presos para se
Ihes instanrar processo. Provavelmente seno con-
siderados innocentes, como costme aqu, e se
pretender que o negocio est finio.
Segulo no transporte JtoitC/hcio, para tratar de
sna sati.de nessa curte, o Sr. Melehior Camejro de
Hendonca Franco, nostp consol feral.
O'SMa e*erejreu am arrig* elogiando este fane-
postas importantes do poder executivo, que encon-
traran! no senado, como est succedendo ahi, viva
opposicao. Sao ellas a adopcao do cdigo civil re-
digidn pelo Dr. Velez Sarsfield desde o Ia de Ja-
neiro de 1871.
Este traba Ihe foi exeeutadoem grande parte so-
bre o do jurisconsulto Dr. Augusto Teixeira de
Frenas, o por isso Alberdi Ihe foz na Europa una
grande critica. Em recompensa a mesma carai-
ra volou 100,000 pataeoes, em fundos pnblicos na-
c onaes.
Foram declarados livres de todo direito de im-
portagao os materiaes destinados exclusivamente
a construegao do caniinhos de ferro em qualquer
parte da repblica.
Estabelcceu-seque iodo o navio da navegagao alta
deve pagar em sua entrada um direito de ancora-
geni de dous pataeoes, para esta beleci raen to e con-
servagao de botes e bausas no porto de Buenos-
Ayres.
No Rosario descobrio-se urna Cabrica que falsi-
ficava os billietes do banco da provincia de Bue-
nos-A vres e os do banco Mau.
Os Iraballios do recenseamenio geral da repbli-
ca esto mui adiantados, e j se verifieon qne Bue-
noS-Ayres teill nina nahtaeSn <) r I hahi.
Untes'.
urna pqpulacao de 171,277 babi-
pnmeiro lugar o parecer da 2.a commisso de po*-
deres sobro a eleicao a que so proceden na paru-
cba de Nossa Senhora da Piedade de Cabreuva,
do collegio da cidade do lu, pertencente ao t."
dislricto da provincia de S. Paulo.
Approvou depois eni 3.* discussao o projecto
fazendo extensiva ao baenarel formado na facnl-
dado de direito de Pris, Fraucisco Gomes da Sil-
va, a disposigao do art. 1. do decreto n. 23 de 30
de agosto de 1834.
Rejeilou em segn'da o projecto aotorisando o
governo para mandar extrahr dez loteras para
ser o seu beneficio Squido applicado recOnstioc-
eo do theatro de Santa Isabel na capital da pro-
vincia de Pemambueo.
Occupou-se em ultimo lugar com a 3.*. discus-
sao do projecto, vlndo do senado, declarando que
os assentos tomado na casa de supphcagao de
Lisboa tm forca de lei em todo o imperio.
OSr. Araujo Ges offereceu ao mesmo projecto
um requerimento de adiamento. o qual nao foi
votado por falta de aomero legal, tendo orado o
sr. Alencar Araripe.
Continuando a mesma discussao, licou adiada-
pela hora, depois o orar o Sr. ministro da jus-
tiga.
O paquete inglez Arno, entrado hortem do Rio
da Prata com folhas de Bueuos-Ayres e Montevi-
deo al 22 e 28 do paseado, nenhuma noticia im-
portante trouxe nem d'alli nem do Paraguay.
S. M. o Imperador, -aeompanhado de seos sema-
narios, ebegou honteni, s 9 horas da manbaa, ao
arsenal de marinha, onde visitn as oflkuas de
machinas; em seguida ambareon na galeota im-
perial e foi a bordo da fragata Constitualo, navio
escola, onde lambem assislio s aulas de chimica
e pliysica. A's 2 horas da larde desembareou no
arsenal de guerra.
a cmara dos deputados approvou honlem em
urna s dscusso o projecto coiicedeudo diversas
pensies.
Tratou em seguida da 3.* discussao do proj' cto
fazendo extensiva ao hachare! formado na facnl-
dade de direito de Pars Francisco Gomes da Sil-
va, a disposigSe do arl. |. do decreto n. 23 de 30
ile agosto de 1831. Nao bavendo numero legal
para volar-se, ficou a discussao encerrada.
Occiipou-se em ultimo lugar com a 3.* discus-
sao do projecto (vlndo do senado) declarando ano
os assentos tomados na casa de suppbcaco de
Lisboa tm forga de lei em todo o imperio. Ora-
rain os Srs. Araujo Ges e Figuera de Mello, fi-
eaml i a diseus-o adiada pela hora.
Foram olTerecidas ao projecto as segrales
emendas :
Emenda substitutiva.
Art. 2.a No jnlgamenlo das revistas o supre-
mo tribunal de justiga, a requerimento de qual-
quer "de seu membros, ou do promotor da justi-
ga, dever tomar assentos para a boa Interpreta*
<;o das le- civis, commerciaes o criminaos.
1.a Para este effeito, depois da deciso da
revista, una commisso de tres membros Cari o
rotatorio da qneslo, e apresentand-sc era favor
de qualquer opiniao maioria de dons tergosyda ti -
talidade de votos, se lavrar o assento com a ex-
posicao do seus fundamentos. A minora poder
dedu/.ir em voto separado as razes de sua diver-
gencia.
2.a O assento urna vez tomado s poder
ser revogado pelos mesmos tramites, maioria de
dous tergos, e em virtude de nova revista sobre o
ponto controverso. O novo atesto nao ter appli
cacao ao caso occorrente que o tiver provocado.
8 3.a O assento, emquanto nao fr revogado
na forma do paragrapho antecedente, ou cassado
pelo poder legislativo, obngatorio para o supre-
mo tribunal.S. R./. M. de Alencar.
t Supprima-se o art. 2.", salvo o 3.aAlencar
Araripe.
Do Rio da Prea entrn hentem o paqnete in-
glez Araucana, da linha do Pacifico. Traz folhas
ile Montevideo at 26 do passado, mas nenbuma
noticia do theatro da guerra, nem consa que inte-
resse a respeito das repblicas do Prata ou do Pa-
cifico.
S. M. o Imperador, aeompanhado de seus sema-
narios vsitou honlem o laboratorio pyrotecbnico
do Campinho.
Sua Magestade cliegou s 6 horas da manbaa,
percorreu todo o edificio e suas dependencias, a
capella do Campinho, examinou minuciosamente o
fabrico dos foguetes de guerra de cauda central e
o do cartuchame, assistio a diversas experiencias-
de espoletas de lempo, e retirou-se ao meio-dia.
Por portara datada de 30 do mez passado foi
noraeado o rapitao do estado-maior de 1.* classe
Antonio Valeriano da Silva Fialho engenbeiro de
secgio da repartigao geral dos telegraphos.
Por decretos de 29 de setembro ultimo :
Foi concedida dispensa do lapso de tempo a An-
tonio Candido da Cruz Machado, aflm de poder
Urar diploma de commendador da ordem da Rosa.
Declarou-se que a pensao concedida por djMeto
de 13 de margo deste anno ao alferes Joao de sou-
za Meneies deve entender-se como concedida ao
alferes Jos de Souza Menetes.
-4-
Para preenebimeolo da vaga une deixou no se-
nado o tallecido Dr. Jb5o Jadntho de Mondonga,
procedeu-se a 27 do passado, na provincia do Rio-
, Grande do Sal, eleigao de um senador.
mteve a legagao im[)e- No colirio da capital e resultado da eleigao Coi
o seguinte : .
Desembargader E. Sayad Lobato... 60 votos.
Desembargaor Travassos........... 48
Conselheiro Feraandes Braga........
Dr. Borges Fortes...................31
Visconde do Henal..'.............. 13
Barao de Mau.........,-...... W >
Por ttulos de 1 do correte mez Coram nomea-
dos :
Joao Antonio Ribeiro, para o lugar de corrcio
a p do Ihesouro nacional, e Theodoro Mara do
Souza Aranha, para o de praticantc da ihesonra-
ria do Para.
Continuando honlem, na assembla geral dos
accionistas do Banco do Brasil a discussao do pa- '
recer da commisso de exame do contas. orou o
Sr. Di. Candido Torres Filho, e em seguida, a re-
querimento do Sr. Teixeira de Carvalho. enctr-
rou-sc a discussao.
Procedeu-si; vota cao do parecer e tendo-sc
receido 77 cdulas, verificnu-se nao se acharein
prsenles accionistas em numero sufficente.
Hoje deve ter lugar a votaed do parecer e a
eleigao do presidente e de dous directores.
E' para desejar que se reunam hoje accionistas
no numero exigido pelos estatutos, por isso que,
encerrada a discussao do parecer, a demora cm
tomar qualquer deliberaran alo pode ser seniio .
iii-i-jiiiln-.i! a,i nte#BiMi dw (irapetuA eimifinila*!
0 Etm. Sr.'Hiim^ do HerN-al dyltHi* t ftr$iibtonaf) brasllelro, que eom effdto estorpt-scnnj-1 acamara do depaiados approvou nontem em
O annuncio do um eataclysma para boje, an-
nuncio, cuja origeni, como a de lodos os (matos
extravagantes, seria dfficil de averiguar, lem es-
palhado entre boa parle da nossa popularo am
lerror, qne poderia dzer-se cmico, se nao" tives-
se trazido enmsigo graves incommodos. chegando
a obrgar militas familias a abandonareni as suas
casas e pmcurarem os lugares mais elevados das
vznhaneas da cidade, como se estvessemos amea-
cados de um segundo diluvio.
Era toda a parte o povo esencialmente crdu-
lo e sobretudo pYopens i a dexar-se impressienar
pelo que se Ihe pinta como extraordinario. Ji
liouv" um komem que cbamou metadn da popu-
larn de Lisboa margem do Tejo para o ver
atravesar o rio com botas de cortica.
0 boato a que nos referimos to destituido d:
loil i o fundamento racional, pelo menos as pru-
poreoes que se Ihe emprestan) e relativamente a
esta cidade, que somonte o susto em que ha posto
tanta gente boa e os transtornos que acarreta nos
justifican) se tornamos a fallar em scmelhante
cousa. Nao nos lisonjeamos de poder socegar
ledos os animo, mas. com a ajada de Deus, a dia
de boje passar como tm passado iodos os on-
tros, c a iranquilldae voltar aos espiritos.
Com effi'ito nenhuma nrovisio .intonsa menor
receio. E' venlade que a la e o sol acham-se
hoje, relativamente trra, em urna posicao em
qne aquellos asiros exercein quasi simultneamen-
te a sua mxima influencia sobre a maro. O mais
que d'abi pode seguir se subir a maro algum
palmo cima do nivel ordinario, o que nenlinm
perigo serio pode amearar aqu, distancia em
que nos acharaos do eqnador e sobre urna balea
vastsima em que nao qualquer cngolpliamento
d'aguas que produz sensivel mndanca de nivel.
Todos Babea que no no-so porto as mares so-
bem relativamente pouco, e portante ainda no ca-
so totajmenie Inadmisslvel da de hoje sabir o do-
bro, nao hatera motivo para susto. E bem pode
ser que a differenea seja tal que'aTf' passj desa-
percehida. Dous arligos que buje publicamos ex-
plicara isto com clareza.
As las novas trazpm freqnriilomerile perturba-
g5es atmosphericas, possivcl qae com a de bo-
je sneceda o mesmo. Nao sao. porm censas que
se prevejam, e lano ple ser que tenliamos chu-
va, vento, ou trovoada, como o uns bello da de
sol e co sereno e pnro.
C
Honlem nao houve sessao na cmara dos depu-
tados por falta de-numero legal.
Por decretos de 29 do Brrente foram removidos,
a seu pedido, os seguiutes juizes municipaes e de
orphaos :
Bacharel Francisco Rodrigues Seixas, do termo
de S. Paulo de Mnriah para os de Sahara e Cae-
Ih na provincia de Minas-Geraes.
Bacharel Presciliano Antonio da Silva Freir, do
termo de Mara Pereira para o de S. Joao do Prn-
cipe, ambos na provincia do Ciar.
Bacharel Antonio Jos Lopes Filho, do lermo do
Porto de Moz para o de Monto-Alegre arabos na
provincia do Para.
Foram nomeados juizes municipaes e de or-
phaos :
O bacharel Prafletoen Julio da Vega. do termo
da Campanha, na previncia de Minas-Geraes.
"O bacharel Francisco de Paula Pereira Barbosa,
do termo de Silveiras, na provincia de s. Paulo.
O bacharel Lucio de Toledo Malta, dos termos
reunios de Jacarehy e Santa Isabel, na mesma
provincia.
O bacharel Leocadio Cabral Raposo da Cmara,
dos termos reunidos de Piracuruca e Pedro II, na
prnvinda do Piauhy.
O bacl arel Agostmho Julio do Coato Belmont,
dos termos reunidos de Viga e Cintra, na provin-
cia do Para ; fieando sem effeito o decreto ae 7 de
iulbo ultimo, que o nomeou para o termo de S.
los das Cajazeiras, da provincia do Maranliao.
Foram tambem nomeados:
JosThomaz de Campos, capilao secretario geral
do commando superior da guarda nacional dos
municipios do Rio-Grande e S. Jos do Norte, na
dita provincia.
O major Antonio Gabnio de Almeida
e capilao Manoel Pereira de Ar
res ajndantes de ordens do i
guarda nacional dos nmnicjL
c Alagoa-Nova, da provincia I
Patricio Jos'FretreMofir,
fernt > i
' I


2
Diario de Pernambuco Sabbado 16 de Outubro de 1869.


" 4

i

0 tente Joio
tel-mestre do
AntooUMe
t-eoronl eomraeodanW do batatf de infante-
ra n. 10 da guarda nacional Oa provincia do
Para.'
Iranda, tenoh-
Ribeico, tenenlc-co-
albao do infamarla
Ire VilUrim,
O capto Anloj
ronel comman
n. 13 da mesma gal
Foram reintegrados:!
O lenent.
no commando do walho- de infantera n. 21 da
guarda nacional produca do PernamDuco,
Picando setn effoto o doertto de ti de junho do
18S7, que o reformou naquellc posto.
O tenerte-coronel Jos Francisco de Arruds, no
nominando do batelho de infantaria n. 22 da
mesma guaMn, Atando sem effelto o decreto de 8/
do abril do dito auno, que o reformou naquellc
posto.
Foi designado o batalhao n. 30 da guarda nacio-
nal 4a provincia do Para, para ser a elle aggrcga-
o <** tenento-cornel commandanie do batalhao
xl iO da mesma guarda, Thomaz Antonio Pereira
Foi concedida ao hachare! Agost'mho de Caro-
Iho DiasLima, a demaso que pedio do lugar de
juiz muuieipai o de orphos do termo dos UeueOes
na provincia da Dahia. '
Foi declarado de nenhum elTeite o decreto de 9
de junho do corrente anoo, que noineou o bacha-
re Antonio Pedro Ferreira Lima, juiz municipal c
de orphos do termu de Silveiras, na provincia de
S. Paulo, por nao ter aceitado a nomeacao.
Por portara de 4 dacorrente foram concedidos
aa pralieante da rcpartco Bsfl annexa a secre-
taria de estado dos negocios da guerra, Jos Joa-
quim Pereira Penha, tres mecos de licenea, com o
respectivo ordenado para tratar de sua sade.
Fallecen antc-hontem as 11 e mcin horas da
noute, o bao de Nova-Frburgo. Por carta par-
ticular datada de lo de fevereiro de 18M podio a
sua viuva e seus dous Jillns os Srs. barao de
S demento c Dr. Bernardo Clemente Pinto Sobn
nho, esperando que no Ihe bltasseo, por ser
sto o seu ultimo ped* o ulma vontade, que
seucorpo fosse c>llocado cm sepultura rasa, en-
volto em qualquer panno preto e encerrado em
caixao ordinario, coberto tambem de panno preto
sem ornato lgam de galio, verdadeiro ou falso, e
temi anonas na parte superior una cruz bran-
ca. Pedio anda que o corpo fosse transportado
uo seu carro, nao se convidando para o acompa-
nhamento pessoa algara, nem tao pono para as
misas de stimo da eanniversano; desejava
apenas que acompanhasse o corpo um sacerdote
por quem seria cucomoiemiado na occasiao de
baixar sepultura.
Hontcm nao houvo sessao na cmara dos depu-
tados por falta de numero legal.
De urna carta que nos foi obsequiosamente com-
municada, escripia da Babia em data de 22 do
pastado, pelo eapitd Manoel Bernardo Bnugigan-
ga do brigue portuguez Soberano, xtrahmios o
segunte : .. o,
, No da 2" de junho encontroi em lat. 4-4
14" e long. O de Grenvvich 26 31" urna galera
que pedia soccorro. Atravcssei logo; o capitn
veio a meu bordo c pedio-me que o salvasse, di-
zendo que o seu navio fasta umita agua, (|uo a
tripolacao i.'i n > poda vencer a forja da agua, quo
urna bomba eslava enrravada. Attendendo a ludo
isla, toinei a meu bordo 23 pessoas do navio, in-
clusive o capilla, o desembarqnei-os na ilha do
Sal. A galera chamava-se Od England, e per-
tencia praca de Pivmouth ; ia do Cardill para
Ponto de Galles; o eapitio cliania-so riiom
Bullman.
A cmara dos deputados approvou hontcm, cm
i' diseussao, o projecto autonsando o goveruo para
conceder a James B. Bonl IsooeSo de direitos so-
bre todo o material necesario empreza que tem
por Qid o assentamento de trlthos de ferro as
ras e nos arrebaldes da capital da provincia do
Para para o transito de vehculo; destinados ao
transporto de passageiros e condcelo do carga-.
Cunthioon denote a 3' diseussao do projecto,
viudo do senado, d larando que os as-enlos tuna-
dos ni casa da snpplieacSo de Lisboa tem forca
de lei em uto o Imu-rio. Orou o Sr. Perdiga.
Malheiro, hcando a diseussao adiada.
Em ultimo logar cont'muou a 2" diseussao do
ftPk %,- ,i(, j,roj---t-> .>l,r<, i ret"-"- o--I-:t-,I. Oi-iu
) Sr. Alencar Araripe, (kan Jo a diSfeusso encer-
rada.
piario de mNflwgucu
neoiFB, 10 de ouTUBno de 1869.
Quando. 10 do crtente, escreviamoj
as linhas que precederam os artigo* do
Diario do Rio, que aqu transrovoinos,
beta avisados andamos declarando que o
ministerio de 1(5 de julho eslava no lirmo
proposito e lou\avel intenta de raantei*
suas ideas sobre o orfameuto que se dis-
cute no senado, e, unido e accorde, per-
sistir no governo do paiz, culos inieresses
elle tinha sabido proteger e desenvolve;-
desde a ascencao dos conservadores ao
poder.
Fez-so a luz em ambas as casas do par-
lamento, explicando-so no senado o Sr.
barao de Gotegipe, ministro da marinha,
e na cmara temporaria o Sr. Paulino de
Souza, ministro do imperio ; e essas e*-
plicacoes, revelando a maior harmona er-
iro os membros do gabinete Ilaborahy, fez
baquear os boatos, adrede levantados poli
oppos'icao na corte, de enfraqiiecimento do
ministerio, e desanuviou o horisonte pol-
tico das pesadas nuvens quo alguns gagetros
de perdidas naos t'mham descoberlo.
Inlerpellado o governo pelo Sr. Costa
Pinto na cmara temporaria, em 2 do coi-
rente, responden satisfactoriamente pelo
orgao do ministro do imperio o que 11 e
cumpria, dizendo o nobre ministro que a
sua pirrase, quando se tratava do preten-
dido accordo,nao houve, nem poda he1-
vers devia ser interpretada como foi
no sena lo pelo seu collega da marinba.
Essa interpretarlo em resumo que, desde
que urna das partes pedia mais do qte
a outra eslava disposta a ceder, o io-
cordo tornava-se impossivel.
Longo de nos querermos condemnar ,n
limiiie csses accordos entre as casas to
parlamento e o governo, uos paizes regidlas
pelo nosso systema ; nos estados mais
adiantados, como a Inglaterra, elles :>e
do, mas s tem logar em condicoes di-
versas, c quando ha antagonismo manifest
entro as maiorias das duas casas do parla-
mento.
Assim, pois, pensando com o nobre mi-
nistro do imperio, esse ac:rdo nao paila
haier, por isso quo seria misler que a
materia da assembla geral cede se a pal-
ma d minora do senado, muito intelligente
e Ilustrada, verdade, mas tambera muilo
exigente e apaxonada ; e d'alri a estabele-
cer-se como norma a imposico dis mino-
ras, mediara apenas um passo, que sem
duvida sera funesto ao paiz.
Dissemos as ultimas linhas do nosso
citado artigo, que o ministerio devia lancar
mao &.i recursos extrae linarios para go-
vernar, e dissemo-lo de boa f e convenci-
dos de que era necessario chegar e.:se
extremo, se a opposico conlinuasse a pro-
^ tellar a passagem do orcamenio no se-
nado.
Felizmente, depois dos discursos dos
barao
conhecidos, fazer com que so retire um gabinete j O senado tem o direito de destacar, de rejei-
que rene todas as condicoes do oxistencia. r os additivos e quaosquer medid^ daqui en-
Kntretanlo, cm meu nomo e em nome da c-
mara, quo tem apoiadocom tanta dedicagao o mi-
nisterio (muitos apoiados), c (po est dando a inda
urna prova da sua dedicaeao rcunindo-se hoje,
(piasi um mez depois do passar o tempo dos seus
trabamos regulares (apoiados), qae est prompta,
at quando r necessario, a cumprr o so* dew
(muitos apoiados), (levo dicitar doge-vprno expli-
caco:! francas, que desvanecam de urna vuzAU
boatos que se tem propalado. (Apoiados.)
t Sobre o segundo ponto desojo tambem espl-
cacao muito franca e cathegorira ; porque se ha
quem queira levar o paiz anarchia e a revolu-
c*o, nao pode ser o governo, o o governo sahid i
do seio.do partido conservador. (Muitos apoiados).
Qualquer que seja o piocedimento da maioria
do senado, ou protellando as discussoes, ou reti-
rando-se para suas provincias, ou dentando de_
comparecer as sessoes, de modo que nio baja or-
eamento, os nobre iwnistros teem obrigacao res-
tricta de ticar no poder. (Apoiados).
Nem outro pndia ser o procedimento do go-
verno. A' quem ha do entregar o poder? Aos
adversarios, qae nao tem por si a opinio publicar
(Muitos apoiados). Se livos-em por si o paiz; ja
tinham feto a revolncao (apoiados),.riles uo luiu
feito par que nao tm podido. (Apoiados).
A opposico, quo nao tem por si a cmara
nem a maioria do senado, por certo que nao po-
de govemar. (Apoiados).
tE, depsis, este paiz e ostasituacao bao do flcaj
nierc de alguns senadores, s porque o_ regi-
ment do senado nao d o direito de terminar a
diseussao, quando dola nao ha mais necessidade ?
. O Sr. Correa :Se se tratasso de urna mino-
a na cmara dos deputados nao podia dar-se
questao idntica.
O Sr. Costa Piulo :Lcmbrabem o nobre de-
putado; urna minora nesta cmara, ainda que
numerosa, r.o poderia embaracar o direito da
maioria de conceder ao ministerio as teta governa-
nieataes, anda (|ue quizessem discutir cinco e >eis
vezes a rentegiacrw de um theaoureiro dathesou-
raria de Pernambuco em todos os ornamentos, e
at por occasiao da tixacao das forjas de trra.
Sr. Cruz Machado :E" preciso que o regi-
ment do senado faca elfectivo o direito da maioria.
t O Sr. Costa Pinto : Teiulo pedido apalavra,
Sr. presidente, pelas razoo* expendida?, permitta-
se-ine fallar por iiiiui tao sement. .
Tem-se fallado em tra.nsaecocs: eu admiti
tambem no systema representativo a possibilidade
de transacc>s,mas transaecoes com quem se possa
e deva faze-las. (Apoiados).
Entretanto que, quando a maioria do senado
Cor inferna qualquer das medidas votadas pela
cmara, pledar-setransaccao, annuindoa cma-
ra do.- deputados as ideas da maioria do senado,
que um corpo tao respeitavel, rao digno, com
lantosdiretos como a cmara dos deputados.
(Apoiados).
Mas iiao se d o mesuro caso tratando-sc de
alguns senadores- que, nao podendo decidir das
quesldes pelo vol, procuran) faze-lo polo abusona
palavra (apoiados); e que, se boje exigem a reti-
rada de tres ou quatro additivos, amanliaa drao:
retre-se, o gabinete, porque nao llie damos meios
de existencia (Apoiados).
Tem-se propo.-ito do transaceoe-, apuntado
o exemplo de paizes regidos polo un sino >ystema
quo o nosso, citando-se o que oeeoreu ul.ma-
S. M o Imperador, aeompanhado de seus sema-
narios, vial! m i: inte i o extrnalo do imperial col-
legio de D. Pedro !l, onde assistio a todas aulas que
funecionaram das 9 da manhaa 1 hora da tarde,
sna mngestade em segnida porcorreo parte do es-
belecimer.to.
Por decretos de (5 do corrate, foram concedidas
as se.iiirTtVs pensops, qn licam pendentes de ap-
pro auo da assembla geral:
Ao sargento do 33' corpo de voluntarios da
patria Jo iquim Izid .r. Pereira, a de 600 r?. diarios.
Aos cabos de esquadra do 1 batalhao do infan-
taria Francisco Ferreira Marques e do 3." dito Jos
Lourengo, a de 300 rs. diarios.
Aos soldados do Io dito Vicente Xavier do Mi-
randa, do 3." dito Thomaz de Aqnino do Espirito
Santo, do i. dito Marcos Antonio da Fonceca e uo
9. corpo 'le cavallaria d guarda nacional do Rio
Grande do Sul Manuel Antonio de Paula Rachel, a
de iOO rs. diarios.
Dei-larou-se que na pansiio, concedida aos filhos
do coronel ioioNiederauer Sobrinho deve compro-
bender-so tambem a ilha deste do nome Adelaide.
Por decreto do 6 do frrenle foram concedidas
as h<-nras de postos militares do exercita aos indi
vidnos abaixo mencionados, em attctrcio aos rele-
vantes servieos que prestaran) na guerra actual
contra o governo do Paraguay :
De major. ao espitan do5iJ corpo de voluntarios
5a patria Jos Joaquim do Macedo Costa.
De capitn, ao capitn do exlincto 21" corpo dito
Antonio Dezerra Cabral.
Do tenente, aos tenentes do ditoeorpo Luiz Mon-
teiro Caminho, e de voluntarios da patria, addido
ao 2. batalhao de infantaria, Terencio dos Santos
Andrade.
P.ir decreto da mesma dala foi nomeado 2' ei-
rnrgiao do corpo de sadfle do exercito o doutor em
medicina Aristides Americo de Magalhaes.
Por titulo de C do corrento mez foi nomoade o
*. escripiurario daalfandega do Gear, Francisco
Serafim de Miranda Moura para o lugar de 3." dito
Ja mesma alfandega.
9
A cmara do3 deputados approvou hontcm q na
rocer da 3' commissao de poderes sobre a eleico
primaria das parochia de S. Jos do Paraso, colle-
gio do llajub, do 3." dislricto eleitoral da provin-
cia do Minas-Gerae?.
Approvou depois em 3.' diseussao o projecto do
senado autorisando o governo para conceder a Ja-
mes B Bond isencao de direilos sobre todo o ma-
terial necessario empreza que tem per flm o as-
sentamento do trilhos de ierro as roas e nos ar-
rabaMei da capital da provincia do Para, para o
transito de vehculos destinados ao transporte de
passageiros o oonduceao da cargas.
Approvcu em seguida o art. 4. do projecto so-
tre a reforma policial, com as seguintes emendas:
Supprima-se o 2.'.
O 3." substitua-se pelo seguinte:A nanea
peder ser prestida antes de efectuada a prsao e
jm qualquer termo do processo.T. Alencar Ara-
pe.Duque-Estrada Teixeira.
Connuou cm ultimo lugar a 3." diseussao do
projecto declarando qiie os assentos tomados na
asa Ja supplicacao de Lisboa tm forca de lei em
todo o Imperio. Orou o Sr. Andrado FigOeira, fl-
cando a diseussao adiada pela hora. .
Fei da a seguinte emenda aparewda pelo se-
nado propositan desta cmara geelarando que a
lei n. i,iJ07 de 26 de selembro de 1867, decretada
para o exerekw de 1W7 a 1868 e 1868 a 1869,
oniinuac em vigor no exercieio de I 69 a 1870,
inHfuanto nao (r promulgada a respectiva le do
orcamento, com alleraces.
Accreseente se depois do 11 do art. Io o se-
guinte :
g 12 (addivo). fica tambem n governo an-
torisado a despender no cjopnte exorcicio, com o
pagamento de dividas de fcircieios lindo, at-----
-'lOOiOOO^OOo.
Faeo do sonado, em 8 de outubro de 1869.
Visc-n t- ie Abant, presidente.Frederico de Al-
rnetda t Albuqiwqae, i.* secretario.Ju Uartins
4a Cruz kbm, -oei-etario.
A reojnerinvnto do Sr. Pereira da Silva vence-se
orgencia para entrar a emenda na ordem do dia de
tioje, havendo duas s.js5ei, urna as dez Dora da
awaniaj e outra as sti* Ja tarde.
Srs. baro de Cotegipe, no da i, e
de S. Lourenco I do correnle, a oppo-
s'njo toinou-se mais parlamentar, eo go-
verno, prorogando as cmaras al 18, como
se disid tem espera ocas bem fndalas de
ver.approvado o orcamento, e portanlo
facilitada sua marcha regular, . de dignidade, e sem Ihe ser mislerlau';ai'
rno do um recurso exiraordinario.
A resoluco apreseatada 25 do passa-
do iMrconwra twii;iorarla BfTtepoia de hi
approvada, !cva*Fa 28 ao senado, foi por
esta assembla approvada ; voltoii, porm.
cahiara dos deputados por ter soilrido
nma emenda na cmara alta, e no da 0 do
correnle devia ser alli votada. Por esta
forma acharse-ha o governo habilitado,
e pode-se dizer que o e ta desde j.i. a
proM-gur na sua marcha regular.
jfto, porm, n3o Ihe basta; : oses'or-
Costque em prega o gabmete de Ib' de ju-
lho parque p'asse a lei do orcamento, es-
forfos que a nova prorogacjro demonstra,
da a justa medida do seu desojo de g>
vernar constitucionalmente, e leva evi-
dencia o seu patritico empenho de mar.ter
o rgimen representativo em todo o seu
vigor.
A' par do ministerio, a calmara temporaria
tem assumido urna attlude respeitavel, pola
inhabalavel confianca que deposita no go
verno, e pela firmeza com que se tem con-
servado no ser posto do honra : essa fir-
meza s iguala ao seu civismo.
Honra aos representantes da naco, honra
ao governo, qua sabem sor superiores s
intrigas partidarias, e se eolhearem nr al
tura requerida por suas elevadas posicO s.
Abaixo publicamos os discursos dos Srs
Costa Pinto e ministro do imperio na sessio
da cacara dos Srs. deputados de 2 do cor-
rente:
O Sr. Costa Pinto (para urna nterpedhcTio):
Sr. presidente, oedi a palavra para solicita de
qualquer dos nobres ministros presentes tlgn-
mas exnlicacoos sobro factos que se tem ltima-
mente dado.
Nao pareca csiranho que seja um amigo leal
e certo (apoiados) do actual gabinete quem levan-
te esta questao. Confesso-me amigo, mas inesmo
porque sou amigo do gabinete, e amigo sem pre-
teneoe? nem ambicSes, ainda mesmo das altas
posicfies tao dignamente oceupadas, jnlgo-me com
direito de exigir, em nome do paiz e da unanlmi-
dado dosta cmara (apoiados), que com tanto afin-
co e desinteresse tem apoiado o gabinete (muitos
apoiados), explicacoes francas c muiu claras.
(Muitos apoiados).
Os dous pontos sobre que peco explicacoes
sao: Io, se existe divergencia entre membros do
gabinete, como se tem procurado inculcar lio s
da parte da opposicjto, como mesmo da paite da
imprensa que se diz amign do governo; 2", se
verdade que o gabinete es resovido a dei iar o
poder quando a minora do senado, ou pelo uso
da palavra, ou polo abuso da prutcllacao (:,poia-
dos), faca com que o paiz fique sem o recursos
legaes necessarios para a gesto dos negocios p-
blicos.
O Sr. Pereira da Silva: Nao possivil, se-
ria fallar aos seus deveres.
O Sr. Costa Pinto: Entretanto ainde. hoje
declarou-se isso pela imprensa, e foi mna folha,
o nao offlcial oGiciosa,que appellou para un dito
altribnide ao nobre presidente do censelho...
O: Ministro do Imperio : Peco a piJavra.
< O 8r. Costa Pinto:___prelendendo que o
nohre visconde de Ilaborahy declarara quo nao
podia goyernar o paiz sem lei do orcamento.
mHHo acredito, Sr. presidente, qae baja liver-
gefecia entre os membros do gabinete; nao ( acre-
dito, porque o gabinote existe; entre cidadns tao
conspicuos, tao dedicados, ainda as pocas de
provanca, nao se pode admittir que o amor io pe-
der os fizessi; um s instante etquecer seus deve-
res e dignidades; as circunstancias do pr iz sao
taes que, borneas dignos eomo eessio, sopor sa-
crificio, s por mero patriotismo podem cnitinuar
a gerir os negocios pnblicos (amito* apohdos):
outras causis nao influcm, nao podem influir.
(Apoiados.) Se ellos fossem menos dignos, pode-
riam aproveitar-ee da primeira aborta que ?o Ibes
otfereceese para largaren) o poder, que, so i posto
de honra, tambero o de espinhos o de a;erbos
sacrificios. (Apolaos).
Mas se ee cavalbeiros que eompetem o gabine-
te continan) ao peder, ( porque nao ha divergen-
cia entre elles. Nem psdem peqaemnas quBttoes,
levaniaas iclacpposijao, exploradas parailw
viadas, mas o miuisterio, promoveioo ou adne-
rindo a nina idea qualquer, qae approvada pela
cmara, no pode ir desvirtuadla no senado, ac-
i]Uiescendo sua condenmacao directa ou indi-
recta. (Apoiados ; muito bem). Pens que collo-
cariamos esla augusta cmara o nos enllocara-
mos para oom ella on una pni^aoMileil se nao
osus.tcaiavel. ( Apurados; muito bem, muito
beni).
Polo nue me diz respecto pessoalmente, so me
licito rarerir-me minha impres-So individual,
rendo sido perante a cmara o orgao do pensa-
mento dogapinete sobro a medida de que se tra-
ta, pareceu-me estar emponliada a minha lealda-
le poltica no modo de considerar a questao. O
meu juizo estava, pois, formado, porque V. Exc.
sabe, Sr. presidente, o dever de lealdade nao po-
de encontrar no caminho bices ou conveniencias
mesmo polticas que se opponham a seu rigoroso
owoprimenlo. (Muito bem, muito bem).
t Como poderia ea vir. dizer a cantara que o
ministerio concordava na separaco de um arti-
go, cuja approvacao solicitara ? (Apoiados).
Tal vez esteja em erro, mas em occasies
anlogas o por maior numero de annos de vida
aue MC- conceda a Divina Providencia, o mesmo
impelo da mocdade. que urna folha de hoje al
trbulo o meu proeudimeiilo, levar-me-ha a pen-
sar o proceder do mesmo modo, sendo este; Sr.
presidente, um dos poucos casos em que, na du-
vida, antes quoro peccar por excesso. ( Muitos
apoiados; muito bem).
O Sr. Teixeira Jnior: Nesse termo V. Exc.
deve e ha de ter sempre o mesmo ardor, quer
na mocdade, quer na velluce. (Apoiados).
Um Sr. deputado: Honra Ihe seja feita
O Sr. ministro do imperio: Motivos muito
justificativos induziram o meu Ilustre collega da ma-
rinha como me induziriam, a nao rcpellir in ti-
mine qualquer plano tendente a accelerar a vota-
cao do orcamento.
O governo deseja, o empregar os me ios a
seu alcance para ter a lei do orcamento. E se
proiuove a rcsolucao, que proroga a lei vigente,
e porque,- alm de acautellar desde logo qual-
quer eventualidade de-difflculdades constitucio-
uaes, o honrado Sr. ministro da fazenda tem
pressa em ver decretadas as imposicoes iniciadas
por esla augusta cmara, as quaes, recabindo
principalmente sobre os anigos de mportaoao
desde o Io de Janeiro prximo Vindouro, devem
entrar desde logo nos clculos do commercio,
tanto nacional como estrangeiro (apoiados) O go-
verno nao pode deixar como que em suspensao
o na duvida tantos o lao importantes mteresses.
(Apoiados). ff
' Por lorma alguma, Sr. presidente, poda eu
condemnar em preliminares sobre a possibilidade de ser
abreviada a passagem do nreamcnlo no senado,
e nao o faria certamente, tundo intervindo oeste
negocio cavalbeiros lao destnelos e do lano pun-
donor.
Ja o meu llustro collega da marinha, in-
lerpellado no senado, deu o to fundada quanto
espontneamente, porque nao nos temos encon-
trado depois do uliimo consclho de ministros, o
nico sentido que pode ter urna phrase ue que
usei, o que tem servido de cstribilho estes lti-
mos das.
Orando o nobre deputado pela provincia da
mente na Inglaterra, onde a "cmara dos communs |a!)a (o Sr. Arauj> Ges), asseverava que a reso-
cedeu ideas da cmara dos lords ; mas convui i |U(^ao tin diseussao nao era effeito do transacca
ponderar que ceden a maioria e nao meia duza COm a minora do senado, o que conflrmei em
de lords. Estou certo de que assipi nao succede aparte, dizendo : Nao houve, nem podia baver
ria, se se iratasse de ceder urna minuria com transaegao. Como tal nao poda ser conside-
coragem bastante pura fallar sobre tu lo e sobre
todas as cousas
O Sr. Coelko Bocfa-itfue< :D mnire scwilli.
. O Sr. Cusa Pinto :.. .impedindo a rcsolu-
cao das qnes .
Para tratar de combinacao entro as maiorias
das cmaras convm ter em vista o sentimenlo
quo as anima, e particularmente, uo caso cm
ipiestao, o da mai >tia desta cmara, amigos de-
dicados, mas que nao sao servosda gleba. (Muitos
apoiados).
Como dizer essa maioria : reduzi os meros
que nos dstes, porque alguns senadores assim o
quorem I Ora isto...
t O Sr. Ci uz Machado : E' irrisorio,
t Sr. Costa Pinto:... realmente irri-
sorio
O Sr. Correa :Enotc V. Exc. que os
ditos extraordinarios ja foram concedid.* ; a de-
mora na concessao dos recursos ordinarios.
Sr. C'jj/a P'.i/o:b;xigindo estas explicacoes,
uio quero ;uadr a duciiso ; procuro lilarcar o
horisonte, para qui todos ve.jaiu.'o ci "tropo e
seffl nuvens.
i Toado Lito este pe, lo SOS nobres ministros,
espero que algirra de.iles dgosr-se-ha re.s^rfnd.'i',
e creio que um ja pedio ;. palavra ; aguardo as
suasinformaeoes. (Muito bem).
O Sr. presidente :->Q n'djre deputado formulou
dous pontos de ntcrpcllaco, cu os aceito verbal-
mente ; e como o nobre ministro do imperio" ja
pedio a palavra, nao necessario votacao da casa,
na forma do regiment.
i Tem a palavra o Sr. ministro do imperio.
t O Sr. Paulino de Soiaa:( ministro do im-
perio): Accedendo de mutto Dom grado aos de-
sejos do nobre deputado pela provincia de A Pau-
lo, vou dar as explicacoes que as palavras ha
pouco proferidas tiveram por m provocar. Fa-
lo hei com toda a franqueza, porque, alem de ser
um dever, tem sido sempre o meu costumo. ,-
t O fado-de una tentativa mallograda de ac-
cordo entre a minora do senado o o gabinete
icm sido explorado por diversos modos, como
afflrmou o nobre deputado, uo intuito de fazer
crer que existem divergencias entre membros do
ministerio. J hontem no senado o meu Ilustre
collega, o Sr. ministro da marinha, dou as conve-
nientes explicacoes.
E foram la,o completas e satisfactorias (aproa-
dos), quo eu nada acciescentaria ao que disse
aquello deslindo cavalheiro, louvando-me inteira-
inente em suas palavras, se, alem de ir prevale-
cciido entre nos a frecao parlamentar ingleza de
nao regular para urna cmara o quo so diz na
outra, nao fosse expressaineota convidado a pro-
nuneiar-me sobro o assuropto.
t Lma vanlagm pesaoal Wm, Sr. presidente,
colindo nos quaturzo mezes e meio de existencia
do gabinete os luiuistros de 10 de julho, o?e a do
verem crescer o cada dia consolidar-so mais a
estima que mutuamente se tributara.
Os Srs. ministro A justica e da agricultu-
ra :Apoiado.
O Sr. Ministro do imperio : Alem da mais
perfeita cordialidade pessoal, faeto este particu-
lar, a que porem alludo com a maior sausacao,
temos vivido at hoje no mais perfeito accordo,
quanio ao Densamente poltico do gabinete, sendo
as inosmas as ideas de todos, salva una ou
outra apreciacao previa, urna ou outra Im-
pressao isolad de momento, que desapparecc
para dar lugar ao ponsamento harmnico, homo-
gneo e solidario do gabinete. (Muito bem).
< Esta harmona de vistas,esta solidanedade de
accao grandemente contribue para a forca do,ga-
binete, como a da situacao poltica loa oslado e
est na firmoza e ^sincera adbesao dos amigos
leaes e dedicados que o sustentan). (Muitos apoia-
dos, muito bem).
t A cmara sabe, com relacao a transaccao de
que se tem fallado, ou como as cousas so pa-sa-
ram. Um Ilustre senador pela Parahyba, meul
particular amigo, no intuito de facilitar, coayu-
cro de tempo, a volacao da lei de orcamento,
pmmoveu uina. conferencia entre um honrado se-
nador dos mais esforcados da opposico e o Ilustre
Sr. Barao de Cotegipe A proposta feita por parte da
opposico foi publicada no orgao do partfBo li-
beral na imprensa desta cort, quando hontem
dea o resumo de um discurso do Sr. conselheiro
Zacaras.
Ouvindo a proposta da opposico, fez mou il-
luslre collega o que eu faria, o quo faria qual-
quer dos outros membros do gabinete, pois nao
lia motivo para se deixar de ouvir e pesar con-
venientemente qualquer suggestao qne leuda a
arredar dilliculdades. Nao seria prudente outro
procedimento.
A resposia do nobro ministro da marinha foi
a que se podia esperar de sua reconhecida dia-
cricao: Ouvirei meus collegas, e, depois de re-
sol vermos, darei solutao. E" a resposla airo en
dara, que dara qualquer dos outros ministros
que se acbasse no caso figurado.
i Eutendeu o gabinete que nao poda ser acei-
ta transacao sobre a baso proposta, porque para
sua roalisacao era necessario acquiescer 1 se-
paraco e consequento desmoralisacao de ama
medida proposta nesta casa, aceita pelo gabinete,
e na qual, portante, o pensamente do goveruo e o
da cmara se haviam identificado.
Foi esta a opinio do ministerio : a do mi-
nistro da marinha, a minha, a de todos e de cada
um. dos ministros, quaesquer que tiveeaem sido
nossas i.npresses iodividuaes anteriores. Is^)
disse no senado o meo Ilustre collega, t en d5o
estou fazendo mais do que repetir aqu or ou-
tra? palavras.
rada..
O Sr. Pereira da. Silva :Nem a commissao
a proporia.
O Sr. Ministro do Imperio :Que no houve
transaccao, ponto de quo niuguem duvida, e se
pr jva pela ausencia do fado. Vrio porfa haye ,
porque, lendo-se malogrado a tentativa do accordo
com a ojiposico, o resolvendo o gabiuele fazer
iniciar por seus amigos urna medida de que pre-
cisava, uao tinha o dever, nem necessidade de pe-
dir acqniescencia de seus adversarios. (Muitos
apoiados)
i Senhores, as minoras parlamentares repre-
sentam um bello o imprtanle papel no rgimen
representativo, o de fi-calisar os actos do governo,
de dseutir as quesldes quo se agitam, de nteres-
so publico, procurando para suas ideas a adbesao
do paiz: tm grande peso as discussoes. nao tm,
porem, o direito de tercar a solugao das quesles,
que se determina numricamente. .
O Sr. Cruz Machado:E rnuito numos a rnr-
eiativa.
. O S Ministro do Imperio :O gabinete ou-
vir porventura aquellos que o snstenlam, pode e
dever consulla-los sobre a vanlagem de um pla-
no, que medite levar effeito; mas, tendo maio-
ria em ambas as casas do parlamento, que triste
posieao nao (icaria reduzdo se, para fazer iniciar
por "seus amigos urna medida de governo, tivesse
de solicitar previa licenca de seus adversarios T
(Apoiados; muito bem).
Disse em outra occaiao, Sr. presidente, que
sou em geral avesso sIransacfloes, e en verdade,
s em casos muito exeepeionaes a? julgo admissi-
veis, endo um delles o que ba pouco citeu no-
bre deputado por S. Paulo.
Pecentementn em Inglaterra, proposito do
bil relativo groja da irlanda, o proprio gabine-
te, apoiado pela cmara dos communs, servio de
msdianeiro entre essa cmara e a dos pares, para
salvar as ideas capilaes de um projeclo impor-
tante.
Eram, porem, as duas cmaras representadas
pelas resistivas maiorias, que se cnlendiam para
salvar em sua essencia urna medida amadurecida
na opinio e por ella requerida. Nunca, Sr. pre-
sidente, o gabinete britannico, apoiado numrica-
mente as duas cmaras, pedira lieenea aminon-
da enmara dos lords para fazer iniciar na dos
communs por seus amigos urna medida de gover-
no. (Apoiados). O exemplo, como disse bem o
nobre deputado, nao teria applicacao.
Ooutroponti da mterpellacao do honrado
membro foise exacto o que diz urna folha dia
ria sobre a resolucao do Sr. visconde de ilaborahy
de abandonar a direccao dos negocios oublicos, se
se encorrassem as cmaras sem ter sido volada a
lei do orcamento.
Nao foi semelhanle declaracao feita na tribuna,
ningucm pode contostar-m'o. Se alguem pretende
qne o foi em conversacao particular, quero ver o
protecollo. (Hilar dade geral).
t O nobre visconde ainda e-ta manhaa asseve-
rou-me qne nao enunciara tal proposicao.
O Sr. Curia : Coutra isto nao ha protocollos
possiveis.
> O Sr. Ministro do Imperio:Nem poda pro-
fer-la, porque, Sr. presidente, se, por defeito seu,
o ministerio se sentase impotente para obter a le
dos meios flnaneeiros, sua retirada seria urna so-
lucao constitucional, cedendo o lugar a outro ga-
binete, que nao enconlrasse os mesmos embaracos. I
<( Nao porm, esta a hypolheso, e sim a de,
limos feitos da guerra, que comecamos a publicar
sobre a rubrica Parte, Oficial.
TlIBATno DA GtJEim.t.
.0 seguinte documento mostra qual a sitir.v
c5q de Lpez e o- ltimos ro-ios quo emprega pa-
ra ver se pode prolongar ain la seq dominio em
parte, ao incno-, do paix quo tei devastado :
Viva a repblica do Paraguas !
t Tendo jalgado c.orrranienie o lixm. Sr.
chai pre>deule da repblica, e. general em chefe
de seus exercitos, para frustar a* vistas atrevida-
do infame tnimigo invasor, trasladar a residencia
do governe vice-presidencial para esta villa de
Santo Isidro Lavrador de Curuguali.onde ebeguoi
no dia de hontem, seguido do numei -issiraa po-
pulacao que, convencida da conveniencia de tao
opporluna medida, sem altender aos ineommodos
de um caminho tengo e mui escasso de meios e
recursos para tornar mais supportaveis as fadigas,
marchou espontneamente e content ero tao dila-
tado e incommodo trajelo, provando assim os
seus scatimentos de lealdade e patriotismo como
um dever sagrado de todo o filho fiel esta pa-
tria de sacrificios : assim, faco saber a Vine, para
seu devido conhecimento, o para que dirija suas
communicaedes com certeza e seguranza, dando
conta de quanlo occorrer dignide parlicipar-se
sem demora adminstracao vico-presidencial,
quando nao o poder sem dilculdade fazer direc-
tamente a S. Exc. o Sr. marechal presidente, que
por agora permanece em Santo Estanislao com o
grosso do nosso exercito, conservando urna forca
respeitavel acampada as costas do rio Capubari.
vDevo leinbrar-lhe e prevenir-lho, para sua
suida observancia que ao dar publicidade deste
succe.-so povoacao, pronuncie-se do melhor mo-
do que a prudencia Ihe dict para tranquilisar os
nimos, evitar todo motivo de alarma, desvanecer
as imposiuras que por parte do immigo se propa-
guen), como poner succeder por meto de traido-
res oceultos ou que possoas frivolas "e inconside-
radas cliegaram a propagar em pivjuizo da causa
nacional e dos mesmos individuos. Recommenda
r tambem Vmc. o incansavellabor da agricultu-
ra e o mais necessario para a subsistencia em ge-
ral, prohib nd a nao s a cooperacao contra nossa
santa causa em favor .dos nimigos, senao tambem
em qualquer acto anda quo insignificante na ap-
pareucia, desdffque, de um molo anda mesmo
indirecto, possa ter vlos do ndfferenca para t
servido quanto tenha relaeilo com a dofeza da pa-
tria e cumprimen!o das supremas ordens de no-so
governo, porquo do contrario recorrerlo as auto-
ridades a medidas enrgicas para o castigo dos
que, com abandono de seus deveres, nao se te-
nham recusado empregar-so no servico do louco
coiKUiislador.
Afaitas vezes hei tido occasiao de recommen-
dar isto mesmo aos faucetonarios pblicos, e ago-
ra o repito, para rewrdar-lhes de novo sen dever
c para que nao se descuidera de concorrer por
todos os meios ao alcance para una constante per-
severanca no sanio proposito quo so consagrou
a na cao desde cerca de cinco anuos a esla parte,
cujns sacrificios, platicados com tanta glora, fi-
cariam lanzados ao e paraguayo |uc vergonhosamente chegasse a con-
duzjr-se em sentido contrario nossa divisa :
morrer ou vencer.
O aviso de recepeao desta circular e mais
comtnumaces (|ue 'ulteriormente se expecam
ser por Vmc. dirigido com os cudalos c cautelas
necessanas pela via do paveado do Y, d'onde se
acha (ranea at aqu urna via fcil e segura, para
que chcgiiem sem expr-se extravos.
Deus guardi a Vmc. muitos anuos. Villa de
Santo Isidro,, di de JgoetO de 1869.Francisco
Snate?.Ao eidadSo cliefe de milicias de Caa-
rap.
PARAN.
Pelo presideB^da provincia fui suspenso o
chefe de polica..
S. PAl LO.
Em Campiasontinuava a secca.
Tem havido incendios de mattas, o cafesaes
por causadas qutimadjs.
Na fazenda do oninieudador Villela ficarain a
casas de machinas do beneficio do caf, engenho
de serra, moinho, etc.. all montadas vapor.
Este immcnso prejuizo, o o de um*. grande
quantidado de caf quo tambem foi presa do fugo, calculado em
10:000.3 mais ou menos.
Lemos no Crrelo Paulistano de 3 do cor-
rente :
O Sr. Dr. Joaquim Xavier da Silveira, com-
munica-nos as seguintes linhas, dignas da maior
attenco pelo phonomeno que annunciam, occorri-
du as raias desta cidade, na noule do ante-hon-
tem para lionfem.
c Hoje, da meia noute cm diante, um espect-
culo maravilhoso foi por itiim presenciado desta
cidade. Sabia eu a ladeira do Ac, quando ara
amigo, o Sr. Jos Augusto de Oliveira Netrn, cha-
rada a minha atlencfio para um phenomeno cu-
rioso quo se opera va no morro do Jaragu, duas
leguas desta cidade.
Urna chamma enorme, acompanbada de fumo
espesso e esbranqueeido, destacava-se daquellas
paragens, o movendo-so no sentido ascendente,
oscillava na atm isphera, voitando cm sc^jida ao
lugar donde se dcstacava.
* Durante a prineira hora a chamma reapa-
reca com pequeos intervallos, mas das duas ho-
ras em fiante atis tres (quando termijpu a nos*
sa observando) cram mais longos os intervallos,
sondo que ao apparecimento da chamma, que vol-
tava em vulumc desigua!, correspondan) peque-
as detoascoes, como o som de um pancada dada
em paredo detaboa*.
Tao extraordinaria phenomeno levou-nos a
acordarateuns amigos para que o presenciassem
o depois deirmos s ofGcinns do Correio Panliita-
no c Ypiranga procurar alguem que conmosco
assists>e iiuelle espectculo, acliando-as fecha
dr s, despenamos o noseo amigo Sr. Antonio Duar-
le Pinto, com quem, do hotel Paulistano, continua-
mos a observar aquellas erupcoes. Tesieniunlia-
raro o faci os amigos referidos', urna patrulba de
dous guardas, Baptisla o Maciel, o sargento ron-
dante, mais dous mocos, e a proprietaria do ho-
11 Paulistano, nicas pcssas que podemos en-
contrar.
t Pelas :} horas da madrugada, caneados de
urna observacao que nada adiantava, a inlerrom-
pernos, vendo como em despodida no mesmo lu-
gar uina enorme chamma lao intensa como ainda
nao se tinha mostrado, seguida de urna vaporada
de fnmaca principio negra o depois amarci-
gada.
t Ser esse phenomeno a repercussao longm-
qua do cataclysma anuuncado na costas do Pa-
cifico ?
Os hornera] da sciencia o drio.
COSTE.
Os trabalhos da assembla geral foram proro-
gados at lo do corrate, esperando-se que at
onto seria votado o orcamento geral do imperio.
O senado approvou, no da 7 a seguinte re-
daccao:
Emenda approvada pelo senado proposicao
Jos Joaquim da Silva Barrete, partidor o conta-
dor, do termo do Rio gormse, na mosma pro-
vincia.
Antonio Jos Guiarte Teixeira, partidor do ter-
mo (le Alca niara, na provincia do Manaban.
Francisco llaymando Carneiro Junqueira, tabe-
lio e escnvo'das execucoes civeis c do jury do
tecuo da Chapada, na mesma provinej.
lellj^wim Fernandes Barros, 2,labe!:
do publl^^Bcial e nota- do termo .lo BaturlU
ua provincia-do Cear.
Manoel Vieira Sampaio, 2.* tabelliao e escrivao
das cxecucSe civeis e crlmes do termo da Pal-
mera dos Indios, na provincia das Alagas.
Eis as noticias cummerciaes da ultima data :
t Cuncluindo pequeas Iraflsacees em cambio,
cffrciuadas boje sobre Londres a t) d. papel ban-
caro, e 19 '/, 19 e 19 V sobre Franca a 498 rs. por franco, e sobre Ham-
burgo a 915 rs. por m. b., sommam os saquea para
o paquete nglez La Plata : ._ _L .
Sobro Londres cerca de 3* 4l-",0i a M. \
papel baucario, i9 ',, 19 A *'/ d PaPe, P*1"-
licular.
Sabr Franca cerca de fr. 2,230:000 aos extre-
mos de 490 a 502 rs. por franco.
Sobre Hamburgo cerca de m. h. 46,000 do 91.
a 930 rs. por m. b.
f O mercado do metaes contina desanimado ;
venderam e hoje pequeos lotos de soberanos de
128O0 a 124780, e aigumas partfflas de ouro a
40'A a 41 % de premio. .
t Venderarn-se hoje pequeos f.les doapolicc.-
geraes de 6 % a 81 '. e :ti ditas do emprestimo
nacional de 1868 a 40* de premio.
t No mercado de accoes negociaranf-io hoje:
230 do banco do Brasil a 1G0# ; 1 luto do banco
Btiral e Hvpothccaro a 1914 ; ">'> da eompaahia
de navegado do Alto Paraguay a 153 ; 20 da
empreza municipal da praca da Harmona a 60 j
Saiiiram para Pernambuco : ;r 1, brigue bes.
panhol Barlholom ; e a 6, brigue portuguez Laiu
I, brigue hespanh j! Salvador e patacho dito
Sensat.
BABIA.
Vieram, no vapor inglez /.x Pinta, para a
provincia, os deputados geraes desembarga!- Ba-
ha, o Dionisio Martina.
Falleceu, na Tapera, o secretario da sade
do porto, Clemente da Bocha Galvao.
- No dia 4 do correnle observou-so na cida le
da ''ochera, um eclp.*e total do sol, o .mal priu-
eipiou s 6 e fiudoa as 8 horas da manhaa.
A alfandega rondeu do 1 a 12 do crrenle
289:7(i261.
O cambio sobre Londres regulava de 19 a
19 V d., e sobre Pars a 480 rs.
.
.leliberacan
i' e 6* stin-
60:OOOiOIHi
44:0003000
:0'OMOOli
'OOOdQOd
jOOu
lo-.OOOiO'
1,370
com todas ae forjas constitucionaes para governar,
achar-se o gsbnete, encerradas as cmaras, em
frente de urna dilculdade, ante a qual ria esbar-
rar outro qualquer gabinete que se formasse
(muitos apoiados), e sem os elementos de governo
une os fados atiestan possur o actual. A retira
da do gabinete nao solvera, antes aggravara a
ditSculdade.
Vozes:Soria urna cobarda.
O Sr. Ministro do Imperio:Se um ministerio
com a conQanca da corda, apoiado, efrcaz e dedi-
cadamente por esta augusta cmara, contando
maioria do votos no senado, tendo no paiz um
partido forte e disciplinado (muitos apoiados) para
anmalo e sustenla-to na accao (repetidos apoia-
dos, muito bem); se o gabinete actual, que iniciou
em 16 de julho do anno passado urna poltica sau-
dala em todo o imperio com applau^os, que o no-
bre deputado por Pernambuco comparou s explo-
sot* de jubilo de urna festa nacional (muitos apoia-
do*) ; se este gabinete, por que tem contra s urna
minora no senado, recuar ante as difiiculdades..
O Sr. Candido Menes: Faltara ao seu dever
e ao patriotismo. (Ap iados).
O Sr. Ministro do Imperio: ... que outro
constitucionalmente nao pedera vencer; quem, sr.
presidente, respectando a coBstituicao, se poderia
sentir com tercas para temar a responsablidade
do governo deste paiz? (Muitos apoiados ; muito
bem, muito bem). >
( O orador vivamente felicitado).
NOTICIAS DO SUL DO IMPERIO.
As datas dos jornaes do sul, que recebemos pe-
lo vapor inglez Lu Plata, ebegado hontem ao
amantocer, akancam da corte a 9 o da Babia a
13 do corrate.
Apeurde tirara chegado corte, tres vaoores
do Uto da Prata, nenhoma noticia importante ha-
via da guerra, como vern os leitores do que pn-
blicaroee sebre as rubricas Exterior e Interior.
Chamamos a attenco dos leijfjes para a com-
manieaS* de S. A. o Sr. cande Eu, sobre os ul-
da cama a dos deputados, declarando qne a lei n.
1,507 de 26 de seembro do 1867, decretada para
os exercictos de 1867 a 1868 o 1868 a 1869, conti-
nuar em vigor no exercicio de 1869 a 1870,-em-
(pianto nao lor promulgada a respectiva lei do or-
camento, rom alteracao.
Accrescente-se depeis do 11 do art. 1 o se-
grale :
l (auditivo). Fica tambem o governo au-
torisado a despender.no corrente exercicio, cora o
pagamento de dividas de exercictos lindos, ate...
500:OOOJOO. .,,
Paco do senado, em 7 de outubro de lo.
Visconde de Sapucahy.-Ftrmino Redrtgues bttoa.'
Foi approvada, era 2/ diseussao, a proposicao
autorisando a concessao de garanta de juro de 5
% ao capital addicionsl da companhia da estrada
de ferro de Pernambuco, cuja diseussao Jicara en-
cerrada na sessao antecedente, e approvada,
bem como a sogninte emenda addtiva do Sr. Sou-
za Franco, passando a proposicao para a 3.* dis-
eussao : .
t Devendo contar-se a obrigacao e pagamento a
partir da date desta resolucao. i
Prosegua a diseussao do art 8. do orcamento
Por portaras do ministerio da justica, de 7
do corrente, foram declarados sem eitoito os pro-
vimentes dos offlcios de jusiic dos seguintes ser-
ventuarios, por nao terem lirado os respectivos t-
tulos deBlro do praso legal:
Antonio Borges de Araujo, partidor o destribni-
dor do termo de Villa-Bella, na provincia de Per-
Joaquim Raphaol de Mello Jnior, depositario
eral do termo de Goyanna, na mesma provincia.
Sebastio Jos de Arroda, partidor e contador do
termo de Bu que, na mesma provincia.
Thom Jos de Carvalho, partidor e destribuidor
do termo do Cabo, na mesma provincia.
Francisco Caraillo de Paula Pacheco,, deposita-
rio geral do dito term .
Thomaz Rodrigues Pereira, partidor e destribur-
dor do termo da Escada, na mesma provincia.
Joao Luiz de Almeida Ribeiro, partidor e conta-
dor do tormo de Jgoarass, na mesma provincia.
PMAIBUCO.
EEVISTA DIARIA.
AUTORIDADES POIIAIS.-I'or
de 8 do corrente, foram nomeados :'.
Dientes do delegado do termo de S. Bento : Ulisses
CorolatiO Accioli, Antonio Aurelian > d:v Silva
Burgos, e Hermenegildo Frene dos Santos.
ESPANCAMKNTO.-No lugar (ion i"Agua, do
do 2' dislricto do termo de Cimbres, Limz Jos dos
Santos ospancoa sur. raulher, e ferio coi um
tiro i seu itero Pantaleao Bezerra do N'ascUnento.
O criminoso foi preso, eest sendo processadp.
SUICIDIO.No dia 21 dopassada a ti rou-se ar-
rio Ipojuca, um individuo de cor parda, dqiois do
se tur despedido ; e. tendo nadad i algum- tenqio.
pereceu allegado. O cadver foi tirado do rio no
lia 23, reronheceiido-se ser um escravo do enge-
nho Bertioga, que soffra de alien a cao mental.
MINISTERIO DA JUSTICAPor este ministerio
foi expedido um aviso ao presidente da provincia,
do Maranhn, em resposla ao seu .ifficio do 9 de
agosto ultimo, declarando, que visto nao ter o ju/
de orphos da capital feito inscrever as tutellas do
anno lindo, allegando t.ilfa do livr-, respetivo,
mande responsabilisal-o por seioellMie omii
curuprndo notar que esse livro nao foneeidn
por est secretaria e.smi pelo escrivao competente.
COMPAXHIA EQESTRE.A(*a-sefl presen-
te na capital da Bafcia urna coinpanhia equc>tre.
'gymni.stica brasileira, sub a dircecao do aftista An-
tonio Carlos do Caira?, muito, conheeBp: eatre ms
sob o nomo de 'Joven Paulista, com quo se apiv-
sentouao nosso pubBco, na comoauliia d Grande Ocano. .-.
Segundo nos'informan); essa rompanna
vir trabalhar nesta provincia dod;-) era poaen.
DINIIKIIIO.O vapor nglez .'.' Pinta Iroux
do tilas seguintes qu..;tiasii^a
J. Quirino de Aguilar c C.
Amorim Irinaos.
Marque-, Barros i C.
A. Frederico de Oliveira A- C.
Oliveira Filhos & C.
Bailar & Oliveira.
Pereira da Cunha & li
P. M. Maury
Para a Europa levou es?: -apar, do sul do
imperio cerca de 150.000 eir moeda .
Os vapores P levaraiu
hontem as quaniias seguintes:
Para a Fortaleza. -i:400#0>.'
o Aracaty. 10:0000O
, Mossor. :>3:O0O*00H
o Natal. H3:000#00>i
. a Paral.-,i.-::. I0:00n#00'i
1 Macero. 20:700*00.
. o Aracaju. 9:8lO*U'l
MINERVA PERNAMliUCANA. llavera boje,
as 4 horas da tarde, sesaao extraordinaria desia
socedade, para se tratar de assamptos da admi-
n'tracao da mosma ; e para ella sai convidada
todos os socios.
FESTA DOS NAVEGANTE8.Acna-sa designa-
do odia 7 de novemliro prximo para a celebr-
co da fesla de VMM Senhorn dos Navegante-,
padrocira dos martimos, a qual s venera na igre-
Ja do Pilar em Fura do Portas.
FESTA DO SEMIOR DOS PASSOS.A irman:
dade dessa invecacao. erecta na matriz de S. Fre
Pedro Goncalves,'celebra aiiianhaa, com toda a
pompa e brilhantisino, a festa du sen padroeiro >
Senhor Boui Jess dos Passos; sendo oradores
na fe.-taoRvm. conego Joaqun) Ferreira dos
Santo-, o no To-Deum o Rvm. Dr. tfll r. Nobre
Pelnca. ,.
A nrchestra, dirigida pelo pn-fessor Francelino
Domingos M. dos Passos, que apee una au-
sencia de 17 anuos, volta dedicar-so arte
sublime de Santa Ciciha, execulara a missa deno-
minada Santa Isabel, cun nma onvortnra de com-
posicao do Sr. regenta Os solos, tanto da fpsta
como do-Te-Deum, scrao cantados pelos artistas
Anialdi, Boschm o Jos Cclho. O Sr. Francehno
execulara, antes do sermao, diversas pbaniasias
musicaes em sua rabeca.
O setenario estove concorrdo, lia vendo em todas
as nontes boa ordem.
ANIVERSARIOS.Por ser o i" do :asamen!
de S. A. I. a Sr. princeza D. Isabel, condesan d'Eii,
estiverara emhandeiradns os navios de guerra o
estacoes publicas, salvando o brigue-Kirca Maa-
nea 1 ora da tarde.
ARCEBISPO Passou hontcm para a Europa.
adra de assistir ao concilio ecumnico, o Exni.
Revm. Sr. arcobispo de Buenos-Ayres.
FESTA ACADEMICA.-llontein cncerraram-se
as aulas da Faculdado do Direito, com ama bella
festa acadmica.
Os acluaes estudnntes do S anno, querendo ma-
n fesur ao Exm. Sr. conselheiro Lourenco Trigo
de Loureiro, o reconhecmento c grstidao qoe
guardavam do tempo em qne o mesmo Sr. conse-
lheiro fra seu lente, mandaram retrtalo ideo
em casa do Sr. Honschell C, e o.Terceoram com
teda a solemnidade elle retratado n'nma linda
moldura.
Reunidos os denras lentes da faculdade e gran -
de numero de osiudantes de todos os annos do
curso, a commissao tracarregada ap/osentou a S.
Exc. retratado, sendo interpetre de seus collegas o
acadmico Jos Ayres do Nascimento, ^ne, n un
eloquente discurso, signiflcou o seu penaamento.
Succedeu-lhe na irbuna o acaderocn do J-
anno Punir A. X. de Liras, depois do qae loi o
Sr. conselheiro abracado pelo corpo calaedratico
e plos oftortantes. ,
A coremonia comoveu todos, o a 8. Mxc. prin-
cipalmente, que agradeceu semelhante honra coi'
lagrimas que o impedirn! do fallar. .
Mais Urde foi levado casa por muitos acad-
micos acompanhados de urna Danda de rau>
Alli nova scena repetio-se tao locante aramio a
pnmi ira. S. Exc. abracou debulhada era lagri-
mas os seus ex-discipulos.
PONTE DO MADURO.LembraoM a queio
competir quo lance suas vistas part essa pojU.
cojo man estado ameaca o transito ptMiri.
GREMIO DRAMTICO. Hontem (15) Mive
sessao d'esta sociedade, sendo apreseatada a
tica ao dramaA escr*vapelo socio para
designado, o Sr. Dr. Jos E!
Domingo (17) houve sessao publica para a
1
A
1


**
*

. VSEbea
)arlo de Pernamlmco ,^ablWo 10 .de Outubro Je 18G9.
.;.. r,
Whn
Jr!
logar n
tjuca
Cunli
wBfVoi^tlir, onde lora
i manhaa, o ran-
aeeentoatenle vestidas.
'idos pm nosso

\
EM TiUNSTTO.-l
porto, I. vou o va[or ingle La Piala tt passa-
. giros. >*
IRMAXDARR ACADMICA.Devo reunir-s
amanhaa esta irmndade, afim de eleger a juiza,
para o .anno do 1870, visto nao ter querido aced-
a r o cargo a o foi antes da festa.
_CEMITEIfOnJBi.ICn.-Pelo respectivo admi-
nistrador san convidabas as pessoas, que toni rea-
tos raorlaes de amigos o parentes depositados as
oatacumbas do eslabelocimeotn, a fazerom nos re-
lrar dentro do prazo do 30 das, contados de 15
la.tti'rente, nina vez que tenha decorrido, aps o
alo, vmte e sele mezes para os adultos,
e$ pira as criaoeas de 8 annos.
U BABRETO.A* toja de madama Fal-
que, iiii do Crespo n. i. eugaram hontem di-
verso; exomplaros do retrato lythographado do
bravo e de-tinelo general Menna Barret >, ltima-
mente fallcridn.
ISfi*1'^ l,tSSOas> 'l'ae >-'onlieceram o destincto
Rio Grnmlease, c os apreciadoroi do mrito desto
bravo general, rccomuwndanios a acqulsicao desse
rctrat i que t-iista apenas 2000 rs.
LOTEBIA. A que so acha a venda o a 123*
J berWeio da S. uta Casa do Misericordia, que
curro Hoje.
SANTA .: \SA DA MSF.HICOBDU DO RECI-
Fl-:.O [ir-- al existente nos estabelecmentos
cargo da anta casa no ni", d: setembro, loi o
seinte.;
Hospital Pedj //.Enfermos210, mendigos 16,
Utos de enfermos (>. ei los 17, serventes e
lavadeiras, 1"total 264.
Hospital dos Lazaros.Cnfermos 32, emprega-
Hospicio Sr alienados. -Knforin >s 80, empresa-
dos 10tota! 90.
Casa dos expalos. F.ducandas em casa 89,
meninos em erear/to 76, amas extornas 76, ditas
internas 1, mprogados 12, servente 1 total
S3S.
Collegio dos orphSo.Educandos 73, emprega-
dos 11 serventes 3total 83.
CoUeyio das orpkSat.Edueandas 132, empro-
gados 12, serventes 2total 146.
Diversos empreados.Advogados 2, soliritado-
res i. cobradores 2, .empregados da secretaria
7.-T-tall :.
PASSAGEIROS. O vapor inglez La-Plata
sabido para a Europa, leven a seu bordo os se-
guimos Antonio Calatrin, Joao do Castro Guima-
res, Joao Van Poncke, Manuel Pereira do Azeve-
do, Joi Goncalfs do Azevedo, Antonio Evange-
lista de 8a, Francisco Moreira dos Santos Andrade,
llurmann Mellar, E. F. Kitoe, H. Law, Alexandro
LawiMn.
dem do vapor inglez Olinda, que seguio
para Liverpool, coadozio tambem a seu bordo o
seguate: J. Waters.
os Srs. deseinbarg.idyrt' Silva Gnini?
ma&> liosa. I
e Miranda Leal, falluiulo co^ii3rih.'osfo o Si.
harao de Cruangy. '
W approvaja aaeh da precedente uSo.
i-li Hilo o niiicio de l do ores; nie mez do Sr
bario da boledade communicando que, por sus-
peito nao podo fnuceionar romo juiz rio feito que
pende de embargos entre partes, embargante?
liuimaraes & Ohveira, em liqudaoao, embargada
a directora da Caixa Filial do liaiico do Brasil
nesta cidade.E o "
que se odiciasse
roana.
Exm. Sr. presidente ordenou
ao Sr. Jos Francisco Lavra
ACCOBD.VO ASSIGNADO.
Embargantes, o Dr. Manuel de Figuefra Faria
e outros ; embargado, o Dr. Gabriel Soares Rapo-
so da Cmara.
jn.n.wF.NTiK.
Appcllanlo, a compaithia Vigilante por seu gs-
rente ; appedado, Jos Joaquim Goncalves Bel*
irao. Appellante, Fr. Francisco de S. Uoavenlura;
appellado, Manocl Ribcro Bastos, cessionario da
massa fallida de Antonio Pereira do Carva-lio Gui-
maraes. Appellantes, a viova e herdeiros de Ma-
noel Goncalve-' di Silva ; appellada, D Claudioa
Senhorinna Vieira de Carralho. Adiados, a pedi-
do dos Srs. depntados.
Nlo estando frsente o Sr. barSo do Cruaugy,
nao foram propostos os feitos em que o mosmo
senhor juiz, entre partes, appellante, Jos Pe-
reira do Araujj ; appejlado, Jos Alvos du Faria ;
appellantes, Abren & Veras ; appellados, Augusto
Porto A C. : appellante, Osario Deodato de Pon-
tes Franco ; app-liado, Salustiano l.ai'riano de
Montes ; embargante, D. Alexaudrina Maria dos
Santos; embargado. Antonio Joaquim Fernandes;' crivo o snbscrevi.
arrematada porquem maior lanco offerecer,
as podras do alvenaria e contara em'bruto exis-
tentes as proximidades da fortaleza do Brum.
As pecs-oas a quemeonvier, doverao compare-
rer nesta liiesodraria no dia e hora cima indi-
cailos.
Secretaria da tliesonraria de fazenda de Por-
nambuco, 11 de otilnbro de 1869.
Scrvindo de offlcial-maior,
ManoelJos Pinto.
O Dr. Manoel Jos da Silva ."Veiva, juiz de direito
da 2" vara criminal e subs-iituto da do especial
do commercio nesta cidade do Recife de Pcr^
nambuco, por sua mageslade imperial e cons-
titucional o Sr. D. Pedro II, a quena Dous guar-
de etc. etc.
Faco saber aos que o presente edital Tiren), que
nao lendo havido a reunio dos credores da tnas-
sa fallida de Cosia & Castro, no dia designado po-
la sontenca da duclaracira de dita fallencia pyj
nomear-se depositario ou de|iosilarios, em ratio
de tercm fallidos interposto aggravo para o Exm.
presidente do meritissimo tribunal do coarnercio.
e sendo-lhes negado o provimento, em ciiWpri-
mento delle, e pelo presente convoco de novo aos
credeics para fazerem a indicadanomeacao no dia
19 do crreme a 1 bora depois de roeo dia na
sala dos auditorios.
E para que ebegno ao conbeeimento de todos
mandei passar o presente que ser publicado pela
imprensa e afllxado no lugar do costume.
Dado c passado nesta cidade do Recito do Per-
nambuco, lo de setombro de 1869.
En Secundino Heliodoro da Cunda, cscrevenle
juramentado o escrevi.
Eu Manoel Maria Bodriguesdo Nascimento, es-
Loucas, porwlwiiaij, vniros o rlnystaos do
tem sortido eslaL^lecitneuta rtt6
Ra da Cctea n. .
O apiste Oliveira coiitna diariamente das 9
da maohaa s 3 lloras da tarJe, as vendas dos
artigos supi a-mencionarlos, os unis proonos c
indlspensaveis para rasa? de familia, e a presos
rasoaves para animar a concorrencia.
LEIO
bran-
DE
vinho3 tintos e
eos
A 18 do concillo
Ferreira & Matbeas farao leikV> por intervencao
do agente Oliveira, de 89 quariolas e 40 barris de
vinbo tinto, o de 10 quartolas e 20 barris de dito
oraneo :
Segunda fclra 18 do corrente
as 11 horas da mani'aa em pont
sito ra da Cadeia n. 8.
to, em o arnmzcm
appellante, Arminio Pessoa de Albuquerque ; ap-
pellados, David William e outros.
Nada inais houve, e foi encerrada a sessao a
13 liira da tarde.
PUBLICACOES
A PEDIDO.
THRONICA JUDIflARM.
trirl'%%9. no Hl:li:at< to
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 11 DE
OUTI'JI DE 1869.
HHHU bo HX.M. si!. DiaBMBAKOADOI ANSELMO
nUKOBGO r-ERETTI.
- 10 horas da manhaa. reunidos os Srs. depu-
lados Basto, e Miranda Leal, faltando com parti-
t:ipa$2o os Srs. llosa e baro de Cruangy, S. Exc.
o Sr. presiden* declarou aberta a sessao para
mero expediente, e nomeou o Sr. Miranda Leal
para servir de secretario em falla doelfeelivo.
Lida, foi approjada a acia dasessfrde 11.
KXPEDlNTR.
lcio da presidencia, ouvindo ao tribunal
respeito da petimo di bacbarel Julio Augusto da
uuua Guimaraes, relativa ao pedido de tres me-
zes de licenca, por ter de acompanhar para fra
da cidade pessa enferma de sua familia.O tri-
bunal maiidou informar quo o peticionario assi-
iluo e cumpridor de suas obiigacoos, declarando o
niesmo tribunal que inclina-se a "acreditar que, s
por motivo justo que o supplicante pede dispen-
sa de eomparecimento em sua repartijao.
Officio da direcca > da associacao Commercial
Kenecente, remetiendo um exemplar do relatorio
dos setis trabalhos noanno social que terminou em
31 de junho prximo passado.Accuse-se o rece-
bunento, e agradeca-se a remessa do relatorio
mencionado.
Foram a rubr car os livros diario e copiador do
Juao Teixcira Machado.
DESPAC1US.
Recjuerimeuto de Fonscca & Santos, para regis-
trar-se-lhes a nomeacao que juntam, de seus cai-
xeiros Heliodoro de Aquino Fonseca o Manocl da
Silva Carralho.Seja registrada.
De Jos Miguel dos Santos, para tambem regis-
lrar-se-llie a de seu caixeiro Jos Miguel dos San-
tos Jnior.Hegistre-se.
De Chalara 4 Habello, para o mesmo fim quan-
, to de seu caixeiro Hygiuo Rodrigues Pereira da
Silva.Sim.
De Antonio da Silva Pontos Guimaraes, para
igualmente registrar-se a de seu caixeiro Zeferino
Dominguos Moreira Jnior.Seja admittida re-
gistro.
De Paulo Guelplie, tambem para ser registrada
a do seu caixeiro Francisco Damasio dos Santos
Honorato.Como requer.
De Remeterlo Jos Velloso daSdveira, reque-
rendo para se Ido admiitir registro a nomeacao
de seu eaixeiro Alfredo de Albuquerque Marlins
Pereira.Como pede.
Do Florencio Tertuliano do Reg Costa, reque-
rendo para que se d baixa, na matricula de Joa-
quim Paulino Xicas Mnniz, visto terdeixadode
sor si u caixeiro.Na forma requerida.
De Couto & Silva, submottendo registro a no-
meacao d" seo caixeiro Ernesto Chaves de Lima
Miranda Couto.-Faca-se a insenpeao pedida.
De Joaquim Rodrigues Tavares de Mello,
para certifibar-se-lhc se a tirina ccllectiva de Maia
A Espirito Santo ou nao solidaria, visto existir
registrado nesse tribunal o respectivo contrato so-
cial. Certifique-se o que constar.
De Jos Isidoro Marlins, apresentando para ser
registrado o conliccimeno de ler pago o primeiro
.semestre do imposto anmiode seu offlcio de agente
de loiles.Depois de registrado seja entregue.
De Joaquim Paulino Nicas Muniz, requereddo
. a inscripcao de seu caixeiro Augusto Jos Muniz,
cuja nomeacao junta.Altendido.
De Heitor & Sampaio, na mesmo sentido quanto
ao seu caixeiro Francolino Vctor das Nevos.Na
forma pedida.
De C. Starr & C, tambem no mesmo sentido,
quanto aos se s caixeiros Miguel Fontoura, Joa-
quim de Oliveira Mello e Joaquim Caetano de Sou-
za Cousseiro Jnior.Deferidos.
De Firmino de Parias Barroso e Silva, pedindo
registro para a nomeacao de seu caixeiro Jos
Germano Bezerra JniorSim.
De Antonio de ouza Braz, registro tambem da
nomeacao de sea caixeiro Simeo Theotonio da
Silva.Seja registrada.
De Joseph Grosjeaa, para registro tambem da
de seu caixeiro Ceciliano Augusto de Gusmao Lo-
bo.Proceda-se ao registro pedido.
Do corrector geral Francisco de Miranda Leal
Seve, mostrando, com o documento que junta para
ser registrado, ter pago o primeiro semestre do
Imposto annuo de seu cilicio.Regisffe-se e en-
tregue-se.
De Jos Fortunato dos Santos Porto, vindo com
o con'rato quo se submetteu registro, devida-
mente sellado, tendo assim cumprido o despacho
de 11 do corrente.Declare no contrato qual a
parte que compete a cada socio as perdas.
Do Dr. Jos Bernardo Galvao Alcoforado, mos-
trando, com a tradcelo que junta com o decre-
to que ncorporou companhiaBrasilian Street
KaitwayLimited, licar satisfeito o despacho pro-
ferido em sessao de 16 do agosto prximo passado.
Volte com vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Jos Euzcbio Alves da Silva, pedindo regis-
tro do conhecimeio que junta, de ler pago o im-
posto de seu offisio do agente de leilrjes relativo
ao primeiro semestre do corrente anno lnanceiro.
Registrado seja entregue.
COM IWFORMACAO DO Sn. DESEMB.VnGADOn FISCAL.
De Antonio Barbosa de Moraes Cabral, pedindo
ser noineade agente de leilocs da praca de Ma-
*.ei.(Adiado; por nao estarem preseptes os Srs.
llosa e baro de Cruangy.)
De Glareneio da Silva Juca, fazendo igual pedi-
do.=( diado pelo mesmo motivo.
De Bartholomeo Gomes de Albuquerque, pedin-
registro de sua barcaca Maria Lviza.Satis-
laca o parecer fiscal.
Dada a hora (ll\i/2 da manhSa) o Exm. Sr. pre-
sidente encerrou a sessao.
SESSAO JUDiaARl- EM li DE OTUBRO DE
1869.
ruEsjeiiNcu do exm. sn. dksembaroabob a., f. pe-
BRTTI.
Secretario, Julio Gmmaraes.
Ao meto dia declarou-se aberta a sessao, estando
O SrUm eleltore o bacharcl
tlosHonorio Bezerra de le-
nczes.
Agradeco, e lionra-me mesmo, a lombranca que
leve um senhor cleitor do incluir no numero dos
candidatos por elle apresentados no Diario de
hontem, para depntadna provmciaes, o men obs-
curo nom. Mas nao posso deixar de reclamar con-
tra a patente, que me quiz dar aquelle senhor, de
membro do partido conservador ; os que me co-
nhccein de perto.sabem que nunca me pronunciei
ostensivamcote as nossas lulas polticas.
Nao se inlira danui que sou um egosta, indiffe-
rente ao bem do meu paiz; nao. Quero promover
esse bein, quanto couber era minbas facas forcas;
mas quero por isso mesmo estar desprendido de
consideraecs partidarias para abracar ou rcpellir
a idea boa ou m, venda d'onde vier.
So me julgasse habilitado a prostar ao meu
paiz, atormente ha quadra actual, os snicos im-
portantes que acnbam de prostar no parlamento,
entro outros, os disididos Srs. Zacharias e Candi-
do Mendes, o, sobretudo, so a cleicao entro nos
fosse a cprcssao genuinada ronlade do povu,
aspirara a grande honra de representar a minha
provincia, mas reconliccendo as minhas fracas
habitacoes, es ton muito satisfeito na obseuridade
e abstencao poltica em que tenno vivido.
Recife, lo de outubro de 18C.9.
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Sembramos os seguintes nomes para composi-
ao das chapas de depuiados provinciaes do 1."
districto.
Exm." Barao de Muribeca. -
Dr. Ernesto d'Aquino Fonseea.
Dr. Antonio Joaquim de Moraes e Silva.
Dr. Amarlo Joaquim Fonseea de Albuquerque.
Dr. Virgilio de Gusmao Colho.
Dr. Pedro Alfonso de Mello.
Dr. Antonio Joaquim Ayres do Nascimento,
Dr. Joao Maria Seve.
Um eleitor.
COMMERCIO.
1869
PRAgA DO RCCIPB 15 DE OUTUBRO DE
AS 3 i/2 HORAS DA TARDK.
Assucar bruto americano 3200 por lo kil.
(Me).
Algodo de Pernainbuco l1 sortel03i por kil.
(hontem).
Couros seceos salgados549 rs. por kil. (hontem).
Cambio sobre Paris 90 d|v. 482 e 485 rs. por
franco hontem).
Cambio sobre Londres 90 d/v. 19 3ii
13000 (hoje).
Descont ao letras12 0/0 ao atino (hoje).
t. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario
d. por
ALFANDEGa.
Hendimento do dia 1 a 14 .
(dem do dia 15.....
458:8573556
29:3083216
488:1653772
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com fazendas
dem idem cora gneros
Volumes sahidos cora fazendas
dem dem com gneros
500
-----500
23 i
221
'too
Descarregam hoje 1G de ontubro
Barca inglezaHermionemorcadorias e forro.
Barca ingleza Franch Wilson mercaderas e
carvao.
Suma hespanhola Carmen vinhos.
Escuna norle-allemaoAdelaidmercadorias.
Barca inglezaLauradem.
Brigue iuglezGlacttsbacalbo.
Barca nacional ^Ide/oidetaboado.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PER NAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 14
dem; do dia 15 ... ,
29:7I9060
3:3853285
33:1043845
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 14
dem do dia 15
44:0665847
1:4943372
45:5613219
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 15.
Rio de Janeiro e Babia6 dias, vapor inglez La
Plata, do 1757 toneladas, commandante Artbnr
Hole, equipagem 129, carga dTerentes gne-
ros; a Adamson Howie & C.
Terra-Nova27 dias, barca ingleza Meteor, de
247 toneladas, capitao William Jones, equipagem
13, carga 3018 barricas com bacalbo; a Saun-
ders Brothers & C.
Terra-Nova29 das, barca inglez mogene, de
311 toneladas, capitao D. G. Doevn, equipagem
12, carga 3250 barricas com bacalbo ; a D. C.
& ij. C Sempson & C.
Cardiff42 dias, barca ingleza MargareUi Wilkee,
de 348 toneladas, W. Alexander, equipagem 11,
carga carvao; a D. Eduardo Fenton.
Navios saltidos no mesmo dia.
Soutamptom e portos intermediosVapor inglez
La-Plata, commandante Hole.
Granja e portos intermedios Vapor brasileiro
Pirapama, commandante Torres, carga differen-
tes gneros.
Aracaj e portos intermedios Vapor brasileiro
Gtqui, commandante Azevedo, carga varios
gneros.
Rio-Grande do NorteBarca ingleza Zephynne,
capitao W. H. Penniston, em lastro.
BarcelonaBrigue hespanhol Henriqueta, capitao
Ambrozio Baronalo, carga algodo.
Canal- Brigne inglez SL Cuthbrt, capitao Simpson,
carga assucar.
LiverpoolVapor inglez Olinda, capitao Lang,
carga algodo.
Rio-Grande do SulBriguo brasileiro Boa-Sorte,
capitao Joaquim da Silva Loureiro, carga assu-
car.
EDITAES.
O Illm. Sr. conselheiro inspector da ti*
a riade faienda d'esta provincia, em virtude do
offlcio da presidencia de 5 do corrente mez, man-
da fazer publico que no dia SO do mesmo mez, as
duas horas da tarde, ir nevamente praca para
Manocl Jos da Silva Neiva.
DECLARACOES.
O aministrador do cemiterio publico desta
cidade faz publico para conhcciraentoados interes-
sados dos restos mortaes do seus pafentes inhu-
mados as catacumbas, tanlo das irmaddades e
contrarias, como das da Illma. cmara, que fica
marcado o praso de 30 dias para a remocao dos
mesmos, aquellos que attingiram o temp pres-
cripto pelo regulnmenlo, isto dous anuos e tres
mezes para os adultos, c anno e oilo mezes para
enancas menores do oito, c aquelles que nao o
fizercm no referido praso nao terao direito a re
jlama$ao alguma.
Cemiterio publico da cidade do Re-fe aos 15 de
lutubro de 1869.
O administrador,
Antonio Augusto da Fonseea.
Santa Casa da Misericordia
do Eecife.
A Ilion, junta administrativa da Santa Casa da
disericordia do Recife precisa contratar com quem
so queira encarregar de fazer sua custa as obras
de que necessita o sobrado n. 37 'da ra da Moe-
da, concedendo ella, alem de ontras vantagens, o
; rrendamento por grande numero de annos.
Recebe para sto proposlas em cartas fechadas,
na sala ae suas sessoes, devendo os pretendentes
(xaminarem as obras de que carece o prodio.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 4 de setembro de 1869.
O escrivao,
Pedro Rodrigue de Souza.
AVISOS MARTIMOS.
baha
do sitio denominadoQnatro Ledosna na de
Joao Fornande Vieira n. 1, com urna grande
casa, um andar e totu com inuias accommo-
mod.ic.jus. qtiarlofafra, coebeira e estribara
cacimba com exceneiile agua, tanque para ba-
nho e terreno, chaos proprios.
Quarla-feira 20 de outubro do 1869, s 11 lloras
em panto.
O agente Pinto far leilao, procedida a compe-
tente autorisaeao, da casa cima indicada, cuja
venda se torna recommendada, ja por ser dita
casa edifica la em chaos proprios, como por ser.
perto da cid ido ; o lefia ser eflecloado s 11
doras do dia cima dito, em o escriptoi io do refe-
dro agento.
Irmndade de N. S. do
Ter Pola secretaria desta irmndade sao convidados
lodos os nossos irmaos para domingo, 17 do cor-
rente, as 10 horas da manda, so rcuoirM em
mesa geral aflm de se elegercm os funeclonflrios
que tem a servir no anno de 1869 a 1870.
Consistorio da irmndade 13 do outubro do 1869.
Ignacio P. da Silva,
_____________________Secretario.
LicOes de canto, "msica e de-
senho.
G. MARINANGEL, Orando sem meios de sub-
sistencia pela horrivel catastrophe acontecida no
Iheatro de Santa Isabel, e nao querendo ser de
peso tociedade, propoe-se a dar licites de msi-
ca e desenlio como ja flzera lia mas'de vmte an-
uos em cinco collegio* de ambos os sexos e ere va-
rias casas particulares.
A generosa hospitalidade que elle hareeebido de
todo?, e a amisade que sempre Ihe consagraram
as pessoas mais cstimaves desta Cidade. f.-rc-ihe es-
perar que desta vez tambem Ihe nao faltar tra-
badlo, com qoe possa sustentar sua familia, e telo
que invoca a eoadjuvarao de quantos o conhecem
no sagrado empenbo em que se acha, no meio do
qual pora em aceao todas as suas forcas para eon-
tinuar a mostrarse digno da protecro com que
sempre foi honrado.
As pessoas que se qurzeran aproveitar do seu
desvelado prestimo, poderlo acha-lo na ra do
Sove (libados Ralos) em urna das casas do Sr.
Tiburco, perto de qnatro coqueiros.
GIULIA BKLTRAMINI MARINANGEL, dis-
cipula do conservatorio de Milao, decidindo.se a
deixar a carreira ideatral e xar a sua residencia
oni Pernambuco, onde sempre recobeu tamas pro-
vas de estima e sym,iathia, |>elas quaes conserva-!
ra eterna gratidao, deseja emprogar o seu lempo
em dar lifSes de msica e canto, tanto de aper-
foicoamento como de principios.
As pessoas queqimeremseulilisarde seu pres-
umo poderao dirigir-se a ra do Seve (liba per-
dos Ratos) cm urna das casas do Sr. Tiburcio,
to de quatro coqueiros.
Aos
Bilhetes tW
vende VicirTW
ra do Cabug n. ,
. Na ra da Moedju 5, 2 andar, escriptorio
de Manoel Alv, & c., vndese vinho
\crae supetor ertrlfcrTis, ancorctas com vinho d->
Porto superior o nialvazia branco.
CAPELLAS
Vende-se
para dia de finados (2 de novembro), na loja de
Antonio Augusto dos Santos Porto, na praca da
Independencia, nnico deposito nesta cidade, ricas
eapellas para se collocarem as catacumbas e t-
mulos, no cemiterio publico c as igrejas, com
as insc-pees seguintes :
Alen pai.
Minha mai.
Meu esposo.
Minh;: easosa.
Meu filho.
Minha lillia
Meu amigo.
Saudade.
Urna lagrima.
O testatnenteiro do fallecido subdito france/
Joao Vignes, convida aos. deredores do finado
salilarem Mas dbitos nmgaveimente, do contrario
erao ajobados sem excepcao alguma.
de um silio no arcado do Giqni (primeiro do la-
do direito ao sabir da bomba, com 478 palmos de
frente c fundos at a beira do rio, com boa casa
de vi venda com 5 janellas de frente, c aceotn-
modatoes para grande fomilia. (piarlos fra,
grande estribara, bem perto do embarque, 2
viveiros e inultas frutoiras.
Quarta-feira 20 de ontubro, s ll horas, por n-
tervencao do agente Pinto, em seu escriptorio
ra da Cruz n. 38.
O palhabote Garibaldi, capillo Custodio Jos
Vjanna : a tratar r (MIMMA BRASILEIHI
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o da 18 do corrente o vapor
Tocantins, commandante J. M.
Ferreira Franco, o qual depois
da demora do costume seguir
gira para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e encaja-so a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devora
ser embarcada no dia desuachegada. Encommen-
cas e dinheiro a frete at as duas horas do dia da
-ua sahida.
Nao se recebem como encomraendas senao ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
ludo que passar desteslimites dever ser embar-
cado como carga.
Preyine-se aos Srs. passageiros que suas passa-
ens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
Para o Rio Grande do
Sul
Com a possivel brevidade pretende sahir para o
nferido porto o brigue portuguez Adelina, recebe
cirga a frete, para o que pode-so tratar com sou
consignatario David Ferreira Bailar, ra do
Brnm r<. 92.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
tfayega^o costefra por vapor.
Goianna.
O vapor Parahyba, commandante
Mello, seguir para o porto cima no
Ez&GH dia 16 do corrente as 9 doras da noite.
Recebe carga,encommendws, passageiros e dinhei-
ro a frete, no escriptorio de Forte do Mattos
a 12._____________________^_
Rio Grande do Sul
Pora o indicado porto sahir em poucos dias o
b'gue brasileiro Tygre, e recebe alguma carga a
frete : a tratar na ra do Vigario n. 1, Io andar,
ei-criptorio de Bailar, Oliveira & C._________
COMPANHIA BBAS1LEDU
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
al o dia 21 do corronte, o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante J.
P. Gue-des Alcoforado, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os portos do norte
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
arga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de suachegada. Encommen-
las e dinheiro a frete at o dia da sua sahida as 2
horas.
Nao se recebem como encommendas senao ob
|ei?tos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso ou-8 palmos cbicos de medicao.
Tt.do que passar destes limites dever ser embar-
ca lo como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros, que suas pas-
sajens s se recebem na agencia ra da Cruz
n. 37 primeiro andar, escriptorio de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C.
Xa importancia de IO l :i ? i r*o
ris
Quarta-feira ;} de novembro de 1869.
O agente Pinto levar lelao, s II horas do
da cima dito, por antorisaco do liquidatario da
extincta firma de Southal Mllors 4 C. as di idas
na importancia de 40:437^150 rs., sendo........
31:187310rs. de conformidade com j) mandado
de penhora contra J. de SiqneraTerrao, e......
9:249jS8iO rs. do conformidade com dous manda-
dos contra A, Pinto de Lemos ; o leilao ser
effectuado no da cima dito, no escriptorio do
referido agente, ra da Cruz n. 38.
AVISO
Quem quzer alagar o segundo andar do sobra-
ao ii. 40 silo ra da Cadeia do Recife, o qual
est perfetamente pintado, forrado a papel e es-
toirado, tendo alem disto ga/, dirija-so ao escripto-
rio da compandia Pcrnanvluicana, no Forte do
Maitoi n. 12, que all achara com quem tratar.
Aluga-se urna ama para eozinhar
ua ra da Cacimba n. 1, 3a andar.
a tratar
Preciso-se alugar um ou dous eseravos, pa-
ga-se bom aluguel : quem t ver pode ir tratar
no pateo do Terco n. 63.
Sabo de alcatro
Para curar as molestia* da pelle
tacs como nmpingens, dartbros, sarnas, comichSes
o mais molestias de pelle, sem occasionar acciden-
tes ; desfaz as manchas do corpo, pannos, sardas,
restabelece a cr natural, quanto a culis, secca,
grossa e amarelleata, occason.mdo por alguma
enlcrmidade, e como desinfectante c preventivo
das molestias contagiosas.
NICO DEPOSITO
Botica do Pinto, ra larga do Rosario n. 10, junto
_____ ao quartel de polica.
AMA
AVISOS DIVERSOS.
Arrenda-se um sitio com casa, na Varzea, o
qual tem inuitas arvores fructferas e boa agoa de
beber, e Oca muito prximo ao rio : a tratar no
niesmo com Jo- Valentim da Silva.
? h i .
Oak .
Alfredo Prisco Barbosa e Francisco Allemao
Barbosa mandam dzer algumas missas na igreja
da Madre de Dos, tercafeira 19, as 7 horas da
manhaa, por alma de sna prezadissima mi, econ-
vidam aos seus parentos e amigos para assistirem
a este acto, e desde j protestam seu reconheci-
ment aos que se dignarem comparecer.
Jos Peres Campello de Almeida convida aos
seus parentes e amigos para otivirem urna missa
pelo eterno repouso d'alma de Fea to o corone"
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia para comprar e eozinhar na ra da Paz n.
2, taberna._______________
Precisa-se alugar urna escrava para comprar
e eozinhar pira casa de homem solteiro : a tratar
na ra do Padre Floriano n. 71, 2 andar.
^luga-se metade de um segundo andar (uiii
dos iWbs) e soto prnprio para escriptorio ou do-
micilio de homem solteiro : a fratar na travessa
do Livramento n. 28, taberna.
Ama
Precisa-se de urna ama para eozinhar para ra-
pazes solieros na rna da Lingoeta n. 1.
Aluffam-se
duas casas terreas sitas no Manguind, a margen)
do rio, recommendaveis pela va frrea : a trataj
na ra do Vigario n. M.
Precisa-se de urna para o servico interno
externo de nina casa de familia, prcfonndo-si-
escrava : na ra larga do Rosario n. 16, por ci-
ma da padaria do Sr. Manoel Antonio de Jess.
AMA
Precsa-se de urna ama para casa de |pouca fa-
milia : na ra da Cadeia n. 21, loja.
Engommaieira.
Precisase de urna engommadeira : no segundo
andar do sobrado da ra ireita n. 82.
Precisa-se alagar urna pequea casa ou
o andar de algum sobrado, para um rapaz
solteiro, as duasfreguezia. Recife ou San-
io Antonio : quem livor dirija-se a esta ty-
pographia.
Attenvu,
Precsa-se do um escravo :
47, padaria.
na ra da Praia n.
ATTENCAO
O abaixo assignado commerciante cm Buenos-
Ayres, e ora nesta cidade, cumprndo as ordens
do seu pai, o Sr. Joao Fernandes uarte rdlrador
em Barcellos. reino de Portugal, e nico herdeiro
de seu finado filho Antonio Fernandes Duarte de
Almeida, commerciante que foi nest* cidade, faz
publico para conhecmoute daquelles, a quem
possa interessar, que fica desde j prohibida a
alienaco de qualquer bem, o pagamento de divi-
Jos Peres Campello, na groja matriz dp. Boa-vis- das e 'qualquer outra iransaccao relativamente
la, segunda-feira, 18 do corronte, stimo dia de heranea do dito finado, pois que o pai do annun-
seu fallecimento. I cante tem retirado os poderes que conferio ao Sr.
1 Francisco Fernandos Duarte para a arrecadarjio
Fugio no dia 29 do mez de setembro prxi-
mo passado a escrava cabra de rome Severna,
natural da cidade do Aracaty, com os signaes se-
guintes : idade 40 annos, altura regular, chcia do
corpo, falta de dentes na frente; testa estreta,
olhos pequeos, beieos bastante rdebos, tem o dedo
miDiino da mao esquerda um pouco dobrado para
a pal.ia da mao, tem o andar um pouco empinado
para a frente, foi vestida* com um vestido de chita
escura com palmas brancas, anda novo, chale de
la jvelbo cor de bonina, e um outro de cores,
bastante velho, servndo de rodilha, com um tabo-
lero do (landres, levou mais urna trouxa contando
dous vestidos, um de chita com listras encarnadas
e outro cor de cinza ; desconfia-se que ella esteja
oceulta em alguma casa, pelo que se protesta con-
tra a pessoa que a tiverjem sua casa, e roga-ses
autoridades e mais pessoas que a apprehendam e.
a bvem ra do Amorim n. 39, ou ra do Hos-
picio "n. 47, que sero generosamente recompen-
sados.
Aracaty
Segu nestes das o hiate Sobralense, ainda re
cebe alguma carga a frete : a tratar com Sa Lei-
t) Irmaos ra da Madre de Dos n. 1,
LEILOES.
n
DOS
gneros e armaq&o da taberna si-
ta ra Imperial n. 181.
O agente Pontual vender em leilo por ordem
de Illm. Sr. Dr. provedor dos"residuos e eapellas,
os gneros e armacao existentes na taberna ci-
ma, n'um ou em mais lotes, a vontado dos licitan-
te!.. Previne-se aos senhores pretendemos que a
taberna acha-se bem sortida, e n'uma localidade
magnifica.
Sepunda-feira 18 do correne.
N: mesma taberna s 11 horas e roeia.
Directo dos devotos de N. S. do Bom
Successo dos Navegantes, erecta na igre-
- ja do Pilar, em Fra de Portas, fundada
no anno de 4861.
De ordem da direccao faco sciente aos senhores
devotos que foi deliberado o dia 7 de novembro
vindouro para a festa da Excelsa Padroeira dos
Martimos, com toda a pompa e brilhantsmo como
de costume, podeudo os mesmos senjiores de-
votos entregarem seus obulos commissao nomea-
da para a mencionada festa : os Srs. thesoureiro
Antonio Henrique Mafra, procurador geral Domin-
gos A. Mafra, procuradores Baltazar Jos dos Beis,
Julio Augusto da Silva Neves, Augusto Fernandes
da Sil*a Manta e Goncalo B. A. Lete, de que a
mesma direccao Dea asss agradecida.
Recife lo de outubro de 1869.
O secretario,
G. Leite.
Irmndade acadmica de X H.
do Bom C'ouselho.
Dte ordem de nosso irmao juiz o Sr. Dr. Vicente
Pereira do Bego, convoco a mesa administrativa
da irmndade acadmica de N. S do Bom Conse-
ibo para se reunir no dia 19 (domingo) no consis-
torio da mesma irmndade, ailm de proceder-se a
eleiclo para o cargo de juiza que se acha vago por
nao ter a eleita querido aceitar o referido cargo.
Consistorio da irmndade acadmica 14 de ou-
tubro de 1869-
Camillo Correi* Dantas.
Secretario.
~Aos 20:000^000
CASA DA FEL1C1DADE
9S--Praeada independencia-9 9
Veras 4 Barbedo tem exposto a venda os
seos felizes bilhetes das loteras 297 e 298, das
quaes vem as listas da primeira pelo Cmzeiro do
Sul que esperado at o dia 21 do corrente, e a
outra pelo vapor francez de 30 do mesmo.
Os mesmos cima venderam alm de outras
sones a de 800*000 no n. 2604, e a de 100|000
em 3433 da 296-.
2:000#000
A casa da F venden da lotera 256 o. meio bi-
Ihete n. 1234 com 2:000*000, alm de outras umi-
tas sortes. <
A Sra. D. Maria Xavier Lesaa de Oliveira
tem duas cartas em casa de Alfredo & C., ra da
Cadeia do Recife n. 39.
da dita heranea. O annunciante roga espicial-
inente aos senlores tabelliaes que nao lavrem es-
eriptura alguma de contrato quanto a bens do
dila heranea, mediante procuracao de data ante-
rior a do presente annuncio. Recife, 21 de agosto
de 1869.
Manoel Fernandes Duarte.
ATTENCAO
O abaixo assignado pai do finado Antonio Fer-
nandos Duarte Almeida, vendo no Diario de Per-
nambuc, de 28 de agosto passado, um annuncio
publicado por meu lidio Manoel Fernandes Duarle
scicntificando ao respetavel publico d'aquel la ci-
dade e a todos que possam interessar que tica
d'aquclla data prohibida a alienaco de qualquer
bem, o pagamento de dividas e qualquer outra
transaccao relativamente heranea de meu fina-
do filho Antonio Fernandes Duarte Almeida com-
merciante que foi n'aquella cidade e fallecido
n'esta villa de Barcellos, reino de Portugal, e de
quem eu sou o legitimo herdeiro, recommendando
mais aos Srs. tabelliaes que nao lavrem escriptura
alguma de contrato quanto a bens da dita heran-
ea, visto eu ter retirado os paderes que tinlia con-
ferido a meu filho Francisco fernandes Duarte,
apresso me em declarar ao respeitavel publieo
d'este reino e do imperio do Brasil, que taes po-
deres nao retrei, nem tao pouco autorisei aquelle
meu filho Manoel Fernandes Duarte a faser tal
publicaoao, por isso que o dito meu filho Francis-
co o nico por inim autonsado a receber e fa-
zer as transaccoes precisas, concernentes dita
heranea, assim como habilitado por elle na mesma
heranea o honrado commerciante d'aqnella praca
de Pernambuco, o Illm. Sr. Francisco Guedes de
Aranjo.
Barcellos 22 da setembro de 1869.Joao Fer-
nandes Duarte.
(Segiu o reconhecimento.)
Da Correspondencia de Portugal de 29 de se-
tombro.
DevoQao de N. 8. da Luz erec-
ta na igreja de S. Jos de
Riba-Mar.
A mesa regedora da devocao de N. S. da Luz
convida a todos os nossos irmaos para urna reu-
nio de mesa geral na segndafeira, 18 do cor-
rente, as 6 horas da tarde.
Recife 13 de outubro de 1869.
O secretario interino,
Leandro llonorino Jos de Sampaio.
Attenpao
O abaixo assignado vendo no Diario de hontem
a tratar de sua saude, offerecendo" socieae "fia
taberna da Tamarinejra n. 4, a sr a do Sr. Jos
de Albergara, ningnem poder fazer negocio al-
gum sem que o abaixo assignado estoja pago do
que o niesmo senhor Ihe est a dever.
Becife 13 de outubro de 1869.Por procuracao
do Sr. Francisco da Silva Ferreira,
Jos Ignacio Barbosa.
Armacao de tumulosje cata-
cumbas.
Na ra do Imperador n. 9, coxeira de
carros funebres, ha urna pessoa que se en-
carrega de armar, e dar os necessarios
arranjos para o dia 2 de novembro, dia de
tinados, armando catacumbas e jazigos,
tud'' por preco commodo.
O abaixo assignado, casado com D. Maria de
Jess, declara ao publico que em poder de sua
dita mulhor acha-se a escrava Antonia oe sua
propriedade, e por Isso s pelo abaixo assignado
peder ser vendida, e protesta contra qualquer
venda. Becife 13 de outubro de 1869.
Jos Joaquim da Cunba.
Attenco
Aluga-se um grande sitio com muitos arvoredos
de fructo, urna grande batata para eapim, boa
agoa, casa para morada, na cidade de Olinda, na
ra da Mangabeira n. 2, confronte ao jardni : a
tratar'na escadinha da alfandega, armazem n. 3.
D-se dinheiro a juros, na ra da Concordia
do3 onde se diro as eondicfies.
Precisa-se de urna ama para eozinhar : a
tratar na ra da Senzala-velha n. 48.
AMA
Precisase de urna ama de meia idade para casa
de familia : a tratar na ra do Arago n. 32.
ATTEt\0
Jos Joaquim da Cunha, abaixo assignado, ne-
gociante eslabelecido nesta praca ra da Praia
n. 16, e resideute na ra do Progresso n. 6, bairro
da Boa-vista, declara ao respeitavel publico que
nao seu, nem nada tem com o annuncio publi-
cado no Diario de Pernambuco de hontem, firma-
do por pessoa de igual nome, visto como, merc de
eos, vive na melhor e mais cordial intelligencia
com sua mulher, a quem muito preza e estima.
E, como seu nome seja mais conhecido JUtigo
nesta praca e fra della, tanto em transacedes
commerciaes como particulares, er provavel que
o do seu charapim seja mais moderno ; e, neste
caso, roga-lhe o abaixo assignado, que naja de
fazer alguma alteracao que estabejec differenca
entre ambas as firmas, para que nao se d no fu-
turo igual iui-proqu. Recife 14 de [outubro de
1869.Jos Joaquim da Cunha.______________
Fragata Amazonas.
Tendo de se confiar a um procurador a cobran-
ca de algumas dividas mais antigs desia casa, do
tompo da extincta firma Marques, Silva V C, e
algumas ainda anteriores a est, e hoje pertencon-
tes aos abaixo assignados, roga-se aos senhores
devedores mais atrasados o especial favor de vir
paga-las quanto antes, para se evitar maiores des-
peas com costas, que s sarao feitas em prejuizo
dos mesmos devedores.
Teixeira, Marques V C
bacbarel Jorge DornellasBibeiro Pes-
soa pode ser procurado na ra do Impe-
rador n. 43 segundo andar, para onde
mudou a sua residencia e o seu escripto-
rio de advocara.
8
Na ra do Queimado n. 31, loja, precsa-se de
urna ama para eozinhar.__________
Festa.
Arrenda-se ou vende-se o peqneno recreiozinh >
de propriedade do abaixo assignado com algn-
cammodos para pequea familia,. Para vend
acha-se livre e desembaracado do dividas, est i
situado no lugar denominado Chacn, um dos mais
amenos para o passamento das (estas, contendo a
pequea distancia o rio Capibaribe, assim como a
respectiva estacao para se tomar o trem : tratan
na casa de bannos do Becife.
Catulino G. Lessa.
O abaixo assignado tendo arrematado o im-
porte de affuricao do municipio do Recife, declara
ao raspoitavel corpo do commercio que tem abor-
to o seu.e;criptorio na ra do Bartholomeo, ond
pode ser procurado das 8 horas da manhaa as 3
da tarde, do dia 14 de corrente era dante ; de-
clara igualmente que nenhum bilhete de afferica-
poder ser pago l oa tenha assignatnra d >
mesmo abaixo I^BBaS, pois que a umguem
traspassa este poSK Recife 14 de outubro da
1869.Feliciano MatWes Vianna.
Loja para vend
Traspassa-so a chave e
da Cadeia do Recife
de urna
do ilospi
ru



I
BMtZrtl D01IR4D0
Nova loja de calpado
JOAQiM DAS DOS SANTOS A C. acabara de abrir uin estabelecimento de cal-
cado estraBgeiro a roa Nova n. 30, onde o publico encontrar todo o qne nesie ge-
nero de commercio ha de mellior e de mais gosto. era Pars e Londres.
Por todos os vapores transatlnticos receberao elles constantemente remessas ue
calcado novo, pelo que lera sempre o eslabelecimento o que a respeito se pode exi-
gir. Ao publico em geral e a setts amigos em particular, pedem a cooperacao, que
Ibes possara dispensar, cortos de que serio servidos com lealdade. f

Mikroskope achroma-1OW^
tisehen. ObjetivLin-, ^,St \D
sen. ------^*-------"
Barometre e term-
metro. Centigrade
e reuomeure.
Causa admiraco.
Mas i5o se pode duvidar;
No armazem Independencia
E' onde se pode comprar.
FERIIEIRA i HtMO ,,,
donos deste importante e magniiico armazem de seceos e molhados sito a ra to Kangei
n. 3, iulgando nao aceitarem concordata .Iguma com os seus collegas resolvecam rjer
nominar o seu rmazem INDEPENDENCIA, assim como o seu hm nao s*ja illuai-
ao respeitavel publico deixarao de annunciar, sera o que o mesmo o julgue eadmire.
Mas como nos pontos da via frrea, ja se tem discudo e apreciado a realera e impos-
sibilidade a ver quera vende gneros tao barato, por esta razio que anaaBCiamos para
que todos tanto da praca como do malto acreditem o que neste asseveram o aqueiies
que ainda nao nos tenham honrado com suas freguef.ias, podero dingw-se ao mesmo,
certos de que vero gravada a sinceridade e mUhodo de negociar rauto franco sem qua
uecessitemos de andar meia norte pelos oiloes das matrizes figurando-nos por Dons
demonios nem mesmo na frente da msica com opendo na mo fetobalisa.
FEEEEIRA & IRMAO,
Ra do Rangel a. 3, armazem da Indepen-
dencia.
DE
QCULQS PERISCPICOS
E crystal de rocha do Brasil.
F. *. Germaun, recommenda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeicoa-
dos- orque, com este:, videos, a vista descanca, fortificare e nao a canea como com
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um vidro, pode durar dez anuos, emquanto
aue, com os vidros ordinarios se est obrigado a muda-Ios todos os annos e os ter
?ada vea mais erossos, o que altera o crystaUno do lho e determina quasi sempre do-
res de cabeca. O alcance ordinario da-vista perto de 30 centmetros dooho.e,
todas as vezes que o objecto est.i mais perto ou mais longe, os raios que expelle sao
mui convcrwtes ou mui divergentes e a visao nao perfeita. Um grande numero de
oessoas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a visao nao e aistincta.
Com a appHcaeo de meus vidros pde-se vencer estes difficuldades. Para os que tem
a vista curta e cujo crystalino mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
longe) o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affaste-se o ponto de
vista, o me faz divergir os objectos e deixa ver lao longe como as outras vistes. Quan-
do o crystalino muito chato, o que succede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama presbyto, vem melhor de longe que de perto, e nao enxergam senao
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergarao
tao istinctamente como na idade de 15 annos. Servindo-se destes vidros quando e
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
F *. Germana encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olnos, a es-
colher,'a primeira vista, seja qual for a idade egro de vista, oculos propnos para
qualquer pessoa, _
Para que sao fabricados estes vidros 7 f
ANDRE DELSUC
/ierre.
CABELLEIREIRO
7 A Ra do Crespo1/ andar 7 A
ENCONTRAR-SE-HA sempre neste estabelccimento um variado e.bonito sorti-
mento em perfumaras francezas e inglezas cuja lista darnos aos leitores.
LUVAS Marca garantida de JOUVIN.
EXTRACTOS.De superior qoalidade marcas LIN & (>O>NELL.
DITOS FINOS.em frasquinhos propnos para presentes Lubin & Gosnell.
POMMADAS Banha fina de vanos cheirosLubin.Gosnelle, Societ Hygienique
5AH0NETES.finos para toiletteLubin Monpelas.
EAU DENTIFRICE.agua para limpar dentesSociet Hvginique Lubin & D.
BRILIIANTIXA.para lustrar a barba e os cabellosLubin.
AGUA DE COLONHA.Marca verdadeira de Joo Marina Farca.
COSMTICO.cheirosoLubin.
POZ DE ARROZ.ditoLubin.
HUILE DE SENTEUROleo para conservado dos cabellosSociet Hygienj^ue
ESCOVAS FINAS.para cabellos, dentes e unbas.
BLA1REAU.Pincel para barba.
GRANPOS.para cabellos. ___________ ..___,____
hKi>B ivi&ivKis.para sneiTox
GRAVATAS L1NDISSIMAS.do melhor gosto.
BENGALAS.de phantasia, para passeio ede diversos lmannos etc., etc., etc.
A la parfamerie arisienne.
7_A|R(JA DO CRESPO ---- I. ANDAR 7 A.
asISIaTciIadaTI
e m
Todas as molestias syphiliticas.
PELO
ELEXIR DO DR. SEVIAL
nico depurativo sem mercurio que tanta aceitacao tem meiecido no Bra-
sil, as repblicas do sol e na Allemauha especialmente para cura das boubas,
sarnas, rheumatismo, todas as molestias syphiliticas e em geral todas aquellas
provm da empureza do sangue.
NICO DEPOSITO
Pharmacta e drogara.
BE
Para a vista myope, (vista curta).
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqueza.
Para a vista que os olhos saodesiguaes.
Para a vista que se turva com o traba-
lho e a le tura.
Para a vista presbyte (vistagalon ).
Para a vista que nao supporta os raios
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras est5o cer-
cadas de sangue.
Para a viste que um dos olhos myope
e o outro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olbo se cobra de catarata.
NAO FOI PRECISO AGUA BENTA
O demonio mudou-se por sua livre e expontanea volitad
VIVA O DA DE S. BARTHOLOME
Agora mnguem presuma que foi um demonio qualquer, foi
O BQM DEMONIO
Mas nao sahio da Boa-Vista
CHEGOU-SE ATE PARA INAIS PERTO DA MATRIZ
Sen dominio esthoje assentado, onde foi botica,
ESQUINA DA RA U ARAGAO R. 32
VE*II O VB-LO
Como garboso se ostenta
Como lepido se mostra
E as diabruras que faz!!!
Negra tranca no eolio lhe ondeia
Solta briza ao mago desdem;
Deita a fronte n'um peito e conhece
Quantes maguas o seio contm.
- Esta linda e gentil creatura tambera
Queijospmanteiga e caf,
Vinho, cha e bolaxinhas,
Doces seceos e licores,
De Nantes boas sardinhas.
Tudo barato
Para agrada",
Venhara fregaeies
Qae hio de gostar,
N. B. Brevemente ser annunciado o dia.em que este mpoitente armazem (fea*.
Ihados ter principio a pratica de certa diabrura.que admirar mais do que o TEMPORAL
na BONANCA da ra do Queimado. Por ora venham os freguezes visitar o nosso u-
tabelecimento, comprar os nossos superieres gener s por presos muito rasoaveis.
Manteiga ingleza flor a 40300 por 500 Vinho bordeaos cm caisa, 75000.
Bartholomeu & C.
:s lta Larga do llo&arfo-
34
OLIVEIRA a* CARVALHO
Suceessores de Reg &Moura.
24-Ra Nova 24
Os proprietarios deste novo eslabelecimento fazem sciente ao publico, que
3cabam de receber um perfeito e variado sortimento de pannos finos, casemiras, brins e
outras inuilas fazendas de gustos modernos, as quaes vendem por precos razoaveis.
Os mesmos scientilicam que tendo admillido para sua officina de alfaite, um artista hbil
no desempenho de suas ftinccoes, recebem qualquer encommenda de roupa por medida
prometiendo satisfazerem, com ponlualidade e presteza qualquer pedido neste sentido.
(MIREIRV E MODISTA
MADAMA LECOMTE
Com loja na ra da Imperatriz n. 7.
Tem a honra de partecipar ao respeitavel publico e em particular seus fregue-
zes, que, pelas relaces que acaba de encetar com algumas costureiras e modistas das mais
afamadas de Pars, que todos os mezes lhe mandam figurinos, de vestidos, man-
teletes e chapeos que esto no maior gosto e mais modernos, se acha habilita-
da para fazer vestidos para passeio e visitas, bailes e casamentes. As senhoras que
ahonrarem com a sua freguezia, nao deixar5o de Eer satisfeKas, tatito pelo bom gosto, como
pela barateza dos precos c promptido na entrega das encommendas ; tembem tem bo-
nitos enfeites muito modernos e de todasas cores. Fazem-se chapeos de todas as qualidades
tanto de fil como de palba.
CARV0 DE BELLOC
PARS
Appro?ado e recommtndado pela Academia imperial de medicina de Part para a
cura da gastralgia e em geral de todas aa doen^as nervosas do estomago e dos intestinos.
eguatmente o remedio por excellencia contra a retencio de rentre. Finamente em
ruio di uas propriedades absorrente*, reeoramendado como terdadeiro remedio nos
cazos de diarrhea e cholerina. O emrvtm !> tama te na eccaeito das coudas
sob a forma de pos ou de pasthas.
Dapoo em Rio-Jahiiro, Duponchee; Chevolot. Em Pirukscco, Maurer I C".
Sortimento *le binculos
para theatro, e oculos de
alcance para o campo e ma-
rrana.
Lunetas, pince-nez e
face--main, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ac,
etc., etc.
Tem tambera crande sortimento de relogios para parede, que do horas e para
cima de mesi dos mais lindos modelo Bclogioapar algibeira, de ooro, prata, prata
dourada efoleada, inglezes, suissos c orisontees dos melhores e mais afamados fabri-
cantes.
Vendas cm grosso e a retallio. Km Peritambuco.
N. 21=Rua govaN. 21.
i;om t;in\ nos wmzts
16RA DA CRUZ 16
Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, fiambre, pastis de difieren
tes qualidadcs, vinhos de superior qualidade, cha Hisson preto, e miudo, o melhor que
se pode enftmtrar no mercado, amendoas confeitedas, xaropes refrigerantes, doces de
calda, etc.
Incumbe-se de encommendas para grandes janteres, bailes, baptisados e ca-
samentas, a saber:
Pecas de nougat. P5es-de-lot enfeitados.
Ditas de po-de-lot. Bollos idem.
Ditas de temara de ovos. Pratos de doce de ovos.
Ditas de caramilo. Tortas folhadas de crm e carne.
Bandeja com armac5o de assucar. Empadas.
ffljTircisTRr
EESTAURANT a la carie
DE
Francisco Garrido
Entrada geral ra larga do Rosario u. 37 e para familias ra
eslreila do Rosario n. 4 A.
Este vasto o acreditado eslabelecimento sem duvida o que offerece maiores
vantegens nos em precos mdicos como por sa tornar o mais prximo possivel das
estaclo dos caminhos de ferro e ser beira mar do caes Vinte e Dous de Novembro, que
tambero se presta ao embarque e desembarque dos passageiros que vem e outras pro-
vincias e da Europa, e que preferirem essa accommodaco menos despendiosa nos trans-
portes da bagagem.
Os hospedes achar3o todas commodrtade em grandes salase asseiados quartos.
Ha sala para le tura de jornaes nacionaes e estrangeiros; m mesma ha um
magnifico piano para recreio.
Ha urna outra sala para jantares particulares.
Come-se a mesa redonda a la carte e manda-se domicilios.
Os vinhos mais finos do mercado acham-sc no estabelecimento.
A' noile ha sorvete e refrescos, caf, cha e chocolate a toda a hora. Tem mag-
nficos, buhares de mogno para divertimento.
Falla-so hespnhol, francez, italiano e inglez.
grararaas.
Dita dita a 1.5-200 idem.
Dita dita a 13000 idem.
Dita franceza a 900 rs. idem.
Batatas novas a 100 rs. idem.
Cha fino superior a 3500 idem.
Dito dito a 35200 idem.
Dito dito a 3f?000 idem.
Arroz pilado a 120 rs. idem.
Caf d caroco a 200, 2i0 e 280 rs.
idem.
Milho alpiste a 240 rs. idem.
Toucinho de Lisboa a 400 rs. idem.
Vellas esliariffas, masso 720.
Potes com sal refinado a 400.
Ervilhas franceza em manteiga, 900 rs.
a lata.
Fructes portuguezas em calda a 600 rs.
a late.
Ditas s de pee*gos maiores a 500 rs. a
lata.
Tijolo para facas a 120 rs.
Chocolate espanhol a 141000 o masso.
Frascos com conserva a 900 rs.
Ditos dita de musterda a 800 rs.
Latas com carne de porco a 800 rs.
Sardinhas de Nantes em manteiga a 800
rs. a lata.
Copos finos para agua, duzia 4(5800.
Garrafas finas para meza, o par 5*000.
Cognac engarrafado a 800 rs.
Azeite francez engarrafado a 1)5000.
Presunto em barril a 480 rs. por 500
grammas.
Os proprietarios garantem tudo quanto cima est especificado, adtj a todo
que n5o conhecem o peso de 300 grammas, 6 mais de urna libra, r -o ageite
que nao cntendem.
Vinagre branco engarrafado a i00 rs.
Bolaxinhas de J'Gerentes mrrea*. a
1,5400.
Fosphoros.de seguranga, masso 500 rs.
Banha de rjorco a "20 por 500 ?ramma*.
Vinho do reino, garrafa a lOCO.
Charutos do Lima a 5 e ('<> a caixa.
Sabo de massa a 240 rs. por 500 gram-
mas.
Latas com ameixas a I \ 1(5300, 20806
e 35500.
Ditas de manteiga a 2t50O.
Ditas juliana a !? por .'00 grammas.
Frascos com magas sectas a 2000.
Scrveja de differentes maras. dv.zia 6#.
Tapioca do MaraohSO a 240 rs. por 500
grammas.
Farello em saces cora i I kilos por 5#.
Liguigas e paios a 800 rs. por 300 gran
mas.
G*s, Iota a 8(5300.
Dito em garrafa a 400 rs.
(Latas de peixe a 800 rs.
Bolaxinhas beato Antonio a L)200 a lata.
Latas de pao-dc-l a 900 rs.
Bter em garrafas a 800 rs.
Licores finos como coracol, amisade,
outras muitas marcas a I >000 rs.
Estrilinhas para sopa a 800 rs. por 500
grammas.
Marrasquino de zero a I > a garrafa.
Massa de tomate a 720 por 500
mas.

f
A' ra do Crespo 20 A, esquina da ra das Cruzes.
Alvaro Augusto d'Almeida 4 C. parlecipam ao respeitavel publico, e com es-
pecialidade s Exmas. Sras. que o seu antigo e acreditado estabelecimento ra do
Crespo n. 20 A, de pequeo que era, acaba de ser transformado ejn urna bonita e vasta loja
de fazendas finas aondepela soalocali&deeampJidao, o publico sao s ter todas as com-
modidades para fazer suas compras, como acha-lo-bo desde j prvido, de um variado e
oscolhido sortimento de fazendas finas e grossas, o que tudo se vende por precos m-
dicos.
Este estabelecimento, apezar de estar j bastante conbecido, os seus proprieta-
i ios tem resolvido entituialo por LOJA DOS ARCOS, para evitar eqwwcoi, e torna-lo
|K>r esta maneira ainda mais popular. Eacontra-se nesta loja
Ricos cortes de biond e de seda branca para noivas.
Ditos de seda de cor e pretos.
Brochad de seda, fazenda inteiramente nova.
Foulard idem idem dem.
L3as de muito gosto.
Cortes de cambraiae chite Mara Antjinette.
Sajas bordadas, camizinhas, egpartilhos, balI5ea, basquinas, fichus, sorabrinhas
luyas de pellica, chapeos ei
- Ha tambem constantemente um completo sortimento de esleirs da India para
forro de salas, assim como alcatifa, tapete, capachos e muitos outros artigos, que seria por
demais mencionar.

a
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a
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^m
'............
:

Diario
de Pern
ernambuco Sabbalo 16 de Outubro de 1869.
LAJA DE JOIAS
DK
&c
Este antigo estabelecimento. completa-
mente reformado de 'novo, est as condi-
poes de servir vantajosauxente os seus fre-
guezes, visto que acha-se prvido com um
expendido sortimento de obras de onro e
prata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, eujos presos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
se em troca ou compram-se com pequeo
abate.
i!\ DO CtMJGA \ 5
Grande aruiazom de fazendas e roupas feilas roa da Imperatriz
n. 82, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o reapeitavel publico um bonito sortimento
de roupas de todas as qualidadea, palitots de alpaca 3$, 30500 at G. Ditos dt
merir., ditos de casemira de cores bonitos gostos a 5$, 0$, 8# e iO$, de panno preto
sacos e sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
e de cores de 30500 a 8)5000. Calcas de brim de cor finas e ordinarias, ditas
brancis de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de ccV e preta de 4#, H, 6 a i5t. Golletes de todas as qualidades e preco muito
barato. Completo sortimento do camisas francezas d algodao e de linbo de 20 at 54
urna. Sortimento de seroulas francezas de algodao, de linho o bramante a tft e20500.
Grvalas (mantas) novissimo gosto a todos os procos. Meias sortimento completo a 30.
40 at 70 a dozia.
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarrcga-se de quaesquer obras de encommenda tanto para homem, como
para meninos, e com brevidade, por isso que tem nm bonito sortimento de fazendas de
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos-linos o outras muitas fa-
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de 11 palmos de largura a I $800 o metro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as cores a 040 rs. o covado.
Poil de-livre com lista de seda fazenda de gosto a 10200.
' Basquines de guipure enfeiladas a i8#000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolo fino a C05OO, 70, 80 e 90000.
Algodo pega com 20 jardas a 40500, 50500 c 60000.
Peca de algod5o largo a 70500.
E outras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Chcgurm roupa
feita que se est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto loja de ourives) do
LEflO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
Carlos Antonio da Costa Carvalho deseja
fallar com o Sr. Jos Rabia da Costa Carvalho a
negocie de sen interesse sobre una heranca : na
praca c o Corpo Santo n- 6.
Aluga-se
para li.inhos do mar, una casa junto a igreja de
S. Pedro; a-tratar" na coelicira de carros tune-
bres, n \ ra do Imperador.
Ama de leite.
Proeisa-se de urna ama que tenha bom leite,
para crear time crianca de um mez, piga-se bem.
ua ra Dureita o. 8i, sobrado.
IEMPRESTIMO SOBRE!
)
1
DAS MACHINAS
Ana,
Precisa-sc de urna ama para coziuhar : na ra
estreita do Rosario n. 18 B, loja de miudezas.
CACHINAS americanas de serrote de todos os tamanhos para descansar algodo, do
muito conhecido fabricante Eagle Colln Gin.
BICHNAS ditas, tambera de serrotes e de todos os taannos para descansar, al-
godo do autor New York Colln Gin.
MACHINAS ditas de todos os tamanhos, de carreta de ferro e mais toda a machina.
MACHINAS ditas de Roller Gins, de cujo trabalho faz obter mais 2.000 em arroba
de algodao.
MACHINAS de faco do fabricante Plalt B. C, Ohdhan PatentLiverpool.
Todas estas machinas sao de superior qualidade o as melhores que tm
vindo ao mercado ; e para a sua apreciarao convidam-se os senhores agricultores "
virem a exposico das mesmas na ra da Cadca do Recife n. 56 A, loja do Bastos, onde
-ncontraro mais o seguinte :
Folha de ferro.
Bataneas americanas.
Tinas de madeira americanas.
Ps de ferro ditas.
Debulhadores para milito.
Oylindros para padarias.
Arados americanos.
Carrinhos de mo. ,
Machinas para cortar apiro.
Cannos de chumbo.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Telhas de ferro galvanisadas.
f olhas de zinco finas.
Ditas de cobre e lato.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Folha de Flaodres.
Machados americanos.
Faces ditos.
Balaios e cestas de verguinha.
Vassouras americanas.
Folies de todos os tamanhos.
Tornos e safras para ferreiros.
Finalmente muitos outros artig
diversidade seria enfadonho ennumera-los.
Baldes de madeira ditos.
Trnos%e bandejas finas.
Trens completos para cozinha.
Peaeiras para padarias.
Baldes galvanjsados.
Correntcs de ferro para almanjarras.
Espingardas e rewolvers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Moinhos para refinac5es.
Azeite de espermacete, proprio para machi-
nas de todas as qualidades.
Serras avulsas para machinas.
Mancaos e todos os mais pertences para as
mosmas.
Latas de gaz,
ospertencentes lavoura e artes, que pela
(SEM LIMITE.)
Iravessa da rna
das Cnizes n, 2, pri
Dieiro andar, da-se qual-
i (jucr quantia sobre ouro,
i prata e pedras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
jg competentemente autorisado pelo
geverno, est as condicQes de ga-
rantir a transaeco que se fizer em
SUa LdM, [II UlUCtlGUUU IUU ^ vu
e consideracao s pessoas que se
di,marem de honra-lo em seu esta-
belecimento.
Na mesma casa compra-se ouro,
prata e brilhantes.
m CONSULTORIO MEDICO CIRRGCO
Malaquias Antonio Goncalves, doutor Jjj^
em medicina pela faculdadc do Rio de jS
Janeiro, tem scu consultorio medico ci- S
rurgico, na ra da Cruz n. 20, 1 andar, gg
Consultas das 10 a 1 hora.
Cliamades por csciiptn.
CASA DA FORTUNA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
' A ra do Crespo fe.23 e casas do costme.
Acham-sc a venda os bi Hieles da 29* parte da
lotera a beneficio da Santa Casa de Misericordia
23") que se extrahir no dia 16 do torrente.
Precos.
Os do CGStumc.
_______Manocl Martina Fina.
Precisa-te de um creado para lodo servico
de hotel, paga-se bem, prefere-se escravo : a tra-
tar na ra estreita do Rosario n. II, hotel Lisbo-
nense.
Feitor
Precisa-sc de um feitor de mcia idade e casado
para um sitio perto destapiara : a tratar na ra
do A a gao n. 31
Dase sociedade ou vndese o estabeleci-
mento de niolhados na ra Nova n. 61.
iJ C\a xxxli. o x r\
Precisa-^ de um euzinheiro ou mesmo ajudait-
te com alguma pratica de casa de pasto : na
ra Je Santa Kita-vclha n. 1.________________
ALGA-SE
I.
o Io andar do sobrado sito no caes do Brum n.
Allli'l. 75, com commodo bstanle para grande familia :
Precisa-se de urna ama que saiba ..erfci.ameo.e g~ ES fc 3? to^" ^ ""
Nova loja de miudezar
Meaos 50 ,, do que em otiJra
qualquer parte
Henrique de S Leilo parlecipa ao respeitavel
pnbliro, com espccialidado ao sexo anvivel, que
lew aborto ra da Imperatriz n. 36 um grande
c mporiant e.-labeledmento do miudezas cora o
tilnjo de-VAPOR *US NOVIDADESonde o pu-
blico em geral encontrar constantemente um
completo sorlimento de ludo quanto ha de mais
moderno a de mais gosto nos f.rincipaes pai-
zes da Europa, lendo para este fim um vapor os-
penal com o titulo cima indicado.
O proprietai io adiando muito enfadonho, ou an-
tes por ;is-iin dizer quasi que impossivel mencio-
nar pelos seus nomes e procos os objectus de gosto
existentes em seu eslabelecimento, por i>so con-
tentase apenas em mencioar aquellos ;ue julga
mais recommendaveis nao so pela sua bellota e
elegancia como tambein petos precos que s5o ven-
didos, deixando os outros que estao expostos em
seu estabelecimenlo para serem admirados pelos
proprios compradores.
Vejam o que bom :
Lindsimas camisiohas bordadas e enfoitadas
com lindos e elegantes enfeiles, proprios para as
senhoras de bom tom : venderse por precos muitos
commodos.
Lindos coques a imitacao de cabellos que em
outra qualquer parte vendem por 33d00, vndese
por 2O0.
Guepur branco e preto com lindos e delicados
padroes, a Io00, 2i000, 2o00, 3O0 e 4000
o metro.
Loques de alia nnvidade em Paris, sendo de osso,
MU c seda, sndalo e seda -, e outros snlpicdos
de lantijoilas, ditos de madrependa e seda o mais
eleante e moderno possivel. ditos de madeira.
sendo lisos, arrendados, e ouiros guarnecidos com
ricas palma:-; Jitus hrancos com llores douradas,
ditos de osso e seda, ditos brancos e proprios para
noivas; ledo P'ir precos to diminutos que s o
freguez vendo a qualidade e elegancia poder dar
creilito.
Venladeiras mui.is fio da Escossia para senho-
ras, sendo hsas, bordadas e arrendadas, o melbor
que possivel haver para sapatinhos razos; p. r
|irei;os ComwodS.
Ditas cruas tambem para senhoras, fazenda
muito lina.
Ditas lio da Escossia com listas de cores, para
homens.
f enlataras meias inglezas para homens, fazen-
da muito (na ; a 8 e 10* a duzia.
Ricas ehapelinns para senhoras, chegaJas recen-
tcmenlc e guarnecidas de ricos e elegaules enfei-
les de setim e llores finissima<.
Lindos kncos de cambraia de linho, bordados
agnlha ; pelo banitissimo preco de UoOO e2O0O.
Ditos de cambraia tambem bordados a 800 rs.
Lindos cachos de flores francezas o mais moder-
no possivel e de melbor gosto, sendo : ros?s, bo-
loes solios e bot'.cs em cachos de lindas cores,
pelo baratsimo prego de 15500 o cacho.
Fitas largas prnprias para cintos da ultima
moda, de muito lindas cores e por precos muitos
baratos.
Completo sorlimento de ricos e elegantes enfei-
tes de seda o mala moderno possivel ; como sejam
'Escossczes e de outras qualidades, estao constan-
temente a venda a ra da Imperatriz n. 36, onde
as Exmas. senhoras poderao cscolher a voDtadc
ou mandarem bucear as amostras, sendo ludo o
mais barato possivel.
Lindas bonecrinlias de loitca pelo baratissimo
prego de 110.
Grande soi tmenlo de eseolhidas lias proprias
para bordados, a '} a libra.
Latas com superiorbanha franceza a 160.
Fitas de velludo pretas a Ifi a peca.
Gollinhas bordadas a aguiha a 240.
Agulbas para crochet a 160.
Lidos boioi.'s de setim para enfeites de vestidos
de lodas as cores, a 400 rs. a duzia.
Grande quantidade de finissimos calungas que
se vendem com grande abatimento.
Alm dos ohjectos cima indicados existem mni-
tos outms que s a presenea dos freguezes pode-
ro avJffar a dilferenca dos pregos e da qualidade
que faz dos de ouh a qualquer parte.
O proprielario convida a todas as pessoas em
geral a visitarcm o seu estabelecimento o qual se
a5'Vrun^a^^,e"q^efia,sAflW.5H^JP.a^a1^'.91v
rao no proprielario e as mais pessoas do estabe-
lecimenlo o maior agrado c sinceridade em todo e
qualquer negocio.
Loja do Vapor das \o\idadcs
Kua da Imperatriz u. :i
cozinhar : na ra do Queimado n. 42.
Precisa-se alugar urna ama de leite, livre ou
escrava : na ra da Cidade Nova, em Santo Ama-
ro, casi. n. 10.
Atagam-se duas casas cm Reberibe, no porto
da Madeira, beira do rio, com 2 salas, 2 quar-
tos, cozinha fra : a tratar na ra Direita n. b9.
Aiuda est vago o lugar de feitor do sitio da
Sapucaia, as vanlagens sao 400*000 por auno,
cama e mesa ; mas s se aceita pessoas liabilila-
dase de conducta abonada : a fallar na alfandega
com o Sr. Caldas Barreto.
Precisa-sc de urna ama escrava ou livre qlie
cozinbe, engommo e faga todo o servigo interno e
externo de ama casa de familia de duas pessoas :
ua rna Direita n. 12, i- andar.
Por 450*000 veude-se un preto de 50'annos,
muito robusto, baratissimo : na ra de Hortas
n. 96.
(J Sr. Manuel Pereira de-Azevedo queira ap-
parece- a ra das Cinco Pontas n. 8J, ou aanuu-
cie sua inorada para ser procurado.
Aluga-se urna loja propna para negocio : a
tratar ao sobrado n. 5 no largo da ribeira da fre-
de gnizia S. Jos.
DE JOIAS
GOMES DE MAHOS IRHI&0S
toado feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialida.de as Exms.
Sras. de bom gosto a compareeerem pessoalmente
das 6 horas da manha s 9 da nonte na
RA DO CABUG& N. 4
onde encontrarfio m completo sortimeulp do (jue ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e tu do que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de novos gostos, assim como grande. Variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de
objectos de pirata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou podra prc ciosa e garaflH
a qualidade do objectos vendidos.
Na praga da Independencia n. 33 se da di-
nheiro sobre penhores de ouro, prata e pedras
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesma
casa se compra e vende objectos de ouro e prata,
e igualmente se faz toda e qualquer obra de en-
commenda, e lodo e qualquer concert tendente
mesma arte.
COZINBEIRA.
Precisa-sc alugar urna nscrava que seja boa co-
zinbeira : na rna do Crespo n. 23.
ttengo.
Vende-se um terreno na ra do Principe [unto
a casa u. 10, com 80 palmos de frente e loO de
fundo a tratar na ra Direita n. 95.
AVERDADE
55Ruado Queimado55
A VERDADE lendo era deposito gratule
quanlidade de miudezas e perfumaras, e e-
sejando apurar dinheiro e adquirir boa fr*-
guezia est rssjlvjda a vender liuitisimo
barato, pur essa razo convida ao respei-
tavel publico a vir competentemente muni-
do a sorlir-se do bom c barato. Pur <$ji
do a Verd^de appareee, ludo mais dcs-
apparece-----
Grande sortimento de bonecos e cra
massa as mais lindas possiveis vestidas ca-
rcter.
Ricos globos para candieiro de gaza
Ebamins a.......
Grande sortimento de objetos de
louca para brinquedo de menino
Garrafa com tinta a.....
Dita com agua florida verdadeira a
Dita com dita dita a ...
Frasco com oleo dfl babosa a SOO e
Dito corn agua de Colonia a 300 e
Garrafa com agua divina a. *. .
Frasco com extractos inns a .
Latas pequeas com banln muito
fina a 12o e......
Sabonetes de diversas qnali lories a
80, lOO.Oe......
Finas escobas para denles ife 120 a
Lindos coques modernos a. .
Pavios para gaz, duzia a 240 o .
Escovas para fado a o 0, G00 e
Ditas para cabello a. ;
Pentes para tirar piolho a I(0 e.
Brincos de cores, bonitos a 100 o
Pecas de tranca de 13a com S
varas por.......
Oleo para machina de costura,
frasco a........
Pennas'd'aco finas caixas a 800 e
Dita d'aco Perry, eaixa a. .
Galao de algodo peca ....
Lindos babadinltos e entremeios
peca de 500 a......
Boloes de madrepcrola, groza a
Dilos de louca muito tino a 120 e
Ditos para calca a KiO e. .
Caixa com papel amizade a. .
Ditas com envelopes a. .
Ditas com obreias a.....
Caixa com agullias fundo dourado
Ditas de ditas ditas a.....
Thesoura para costura a 240e
Caixa com liuba de marca a .
Linha de cores em novellos (li-
bra) a........
Carreteis de linha Alexandrc do 70
at 200.........
Grampos muito tinos com passa*-
ros, duzia a......
Cartas portuguezas, duzia a .
Ditas francezas a 2r3200 o .
Papel almaco e de peso, resma a
35400,, 300 e .
uaa muito fina para bordar, libra
Pita fin slfffilSn nnra Iphrum <>
180O
320
100
MMV*
110 0
720
5
\nm
wm
ce
te-
600
2*S0O
:]2<*
700
500
24
200
000
15000
J.5W0
400
kxi
200
BM
700
480
40
280
100
30H
280
10t>
Jt.
:>joo
:t-)000
i/SCD
C57CC
anoel Domingues da-ilva e seos fllhos con-
vidam a todos os seus prenles o amigos para as-
istirem a missa que pelo eterno repouso d'alma
do ana me e av. fallecida em Portugal, man-
dam dizer no dia 16 do correte s 7 horas da
manh, na" matriz da Boa-Vista ; pe'0 que *esile
j se confessam sumniamento gratos por este
acto de religio e ca idade.
inlia
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
engommar: na ruada Praia n. 53, 3 andar.
O escravo preto, de nomo Jos, idade naisde
60 annos, alto, secco, cara ru?go?a, ps e mos
grossos, bem fallante, $e aeha fgido desde o dia
11 do correte mez, do sitio da Sapucaia, em De-
beribe, costuma em sitas corsoes ir para a ma-
teara, ribeira, etc., servir de carroceiro ou ganbar
as'ras da cidadftdoBflcife : reeoimnendase
autoridades cornaatentei e capifies de campo_a
sua cnptuia, medrante a respectiva iadomnisacao
do trabaltio. _________^_
Aluga-#n unuama para corinhar
na roa da Cacimba n. 1, 3" andar.
a tratar
COMPRAS.
Com muito mamr vantagem compram-se
moedas de ouro e prata : na loja do joias do Co-
racao de Ouro n. i D, ra do Cabuya.__________
Q imam &$ joias
Na roa do Cabua n. 4 compja-ae ouro, prata
e pejras prectosas$or precos niis vantajosos do
que era outra (roaftner parte.
Compram se'meeas de onro prata de lo--
dos os valores, onro e prata em obras inutilisadas,
brithaates e mais pedras preciosa: ua loja de
ourives do arco da Cooceisao, n,I^ecife.
O Campos da ra do Imperador n. 28 tem para
veader o seguinte:
Quedos londrinos, pratos, llamengos e de Minas,
todos muito frescos e de boa qualidade.
Presuntos para Hambres e para tempero, paios,
salames etc. etc.
O verdadeiro bacalho de Noruega.
Latas com lagstas e ostras.
O verdadeiro caf Mocha.
Especialidades
Grande remessa de cigarros de diversas quali-
dades, vindos da provincia do Rio de Janeiro, no
vapor brasileiro Paran.
A saber:
Cigarros ao duque de Caxias. ,
Ditos ao lliurity.
Ditos aes lorenles do Diabo. /
Ditos Barbacenns.
Ditos Papel peitoral.
Ditos de S: Paulo.
Ditos do Ro-Novo.
Temos de medidas para seceos, segundo o novo
syslema (mtrico francez), no armazem do Cam-
pos.
As mais adoptadas e mais facis tabellas para
de promplo se reduzir (ai e ^ a kilogrammas e ao
inverso eslao se aeabando por isso recommenda-se
aos eslabeleci'iientos que ainda nao tem, que ve-
nhain seus donos munir-se desse tao grande agen-
te d commcreio, pois que, com a safra que est
porta, lorna-se ditas tabellas indispensaveis.
28-TUDO NO ARMAZEM DO CAMPOS-28
Fita de algodo para debrum de
sapatos, peca a.....
Ditas de 13a para debrum Je ves-
tido, peca a ......
Pentes finos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 240, 320 e. .
Ditos para aparar pciro""" .
Cartoes com colxetes a .
Rosetas pretas, par a .
Tranca de laa de caracol peca a 40 e
Fita de coz peca a 480 e .
Alfinetes de latao a.....
Sapatos de laa para menino a 2 40o
Ligas para srnhora, par a. .
Gravata de sedas de cores a .
Calcadeiras a.......
Grande sortimento de rendas das Ibas.
Um par de suspensorio de borracha por
100 rcis !!t IIII
Xa Verdade rna do <|Escfnjat2
a. &5.
480
sor*
40
100
]0t
seo
100
800
1(30
200
80
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para lingir os cabelles
da cabeca e da barba, foi a nica adtniltido
Exposieao Universal, por ter sido reeo-
nhecida superior todas as preparaces ate
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 1$000 cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
1. andar.
ii
i
Vende-so na estrada de Joo de Barros urna
casa de uedra o cal acabada do pouco, muito bem
construida, da paredes dobradas com 34 palmos
de frente c 60 de fundo ; e com os commodos
seguintes : duas grandes sallas, 6 quartos, sendo
i fra, cosinha, dispensa e cacimba, tendo a mes-
ma casa um terreno de 100 palmos da frente e
420 de funde e duas ras com arvoredos na
frente e outro no fundo : a pessoa que quizer
compra-la podo dirijir-se ao sitio da Bomba n. 10
na mesma estrada que achara cem quom tratar.
Resta venda um escolhido sortimento de c*-
lectos de marcineria, como sejam, mobilias de ja -
jarand, mogno eamarello, obra nacional e estram-
eira, d apurado gosto e por pr$o.< razoaveis :
ta rna estreita do Rosario n. 32. Nesta mesma
asa fazem-se com perfeicao todos os trabalhos te
palhinha, como sejam, emnalhamentos de lastro?
para camas, cadeiras e sophs._______________
I
ri
O MUSEO DE JOIAS
ESCHATOS
Ompram-se e vendem se diariamente para fra
e dentro da provincia escravo de todas ajadades,
corea e sexos, com tamo que sejam wiows: no
terceiro andar de safara* a. 3, i ra das Cruiee,
fregnezia de Santo Antonio. _________
Compram-se oa troeara-se duaa asa pe-
juanas : no largo de S. Gonealo, lado torra.
Veade-se um Bs^rayo erioulo com 25 annos
de idade, de nome Joquim, Canueiro, remador,
com urna viuda curavel no olho esquerdo : quem
0 pretender derija-se casa de delencao para
velo e fallar com'Manoel da Silva Notes em
Fora de Portea,na roa da Pilar ou na associaco
dos platicas.
Escravos e escravas.
Yende-se oito eseravts de 18 a 26 annos de
idade, suas habilidades e conducta se far ver ao
comprador, 1 escrava para ongenbo por 800J,
1 ocravo de 40 armos por 6001 i ditos para
todo o aervico mesmo de padaria, e refjnacao
por oommodo preco : na travessa do Carino nu-
mero 1.
RIJA DA LORIA M 5
Olaria do Fundfto.
Ha sempre neeta olaria grande sorlimento de
materiaes, como Ujolos de alvenari batida, ladri-
mo,quadrado dea, i e mais pollegadas, telhae e
telbfles, lijlos de tapamenlos. O proprietario des-
ta olaria garande a b-jndade e barro de tees mate-
riaes, como tambem vende-se mais barato.do que
em outra qnaiquer parte. ___________^__
Vende-se a taberna Flor da Palmcira : na
rna da Palma n. 37.______________________
Novo systema de pesos
e medidas.
EKPI ICARIO A POYO
PreQO 400 rs.
A venda no Razar Acadmico, ra da Impera-
triz n. 43, Ra Nova ns. 9 e 39, tojas ; ra do ^im-
perador, fivraria acadmica c encardenacao ('an-
sense ; ra do Crespo, loja do Gallo vigilante ;
Fu do Queimado, loja.d'guia Branca.
Veruizes.
Vende-se no eseriptorio de Joaqnim GerarAJ U*
Bastos, ra do Vigor n. 16, primeiro ind.ir.
scguinles vemiioe em latee de 6 e 9 libras, do
acreditado fabricante do Para, Gaolano Antonio
dos Santos Lisboa :
Verniz copal escuro.
Dte dito claro.
Dito dito escuro propto para obras de folha 'te
Flandres.
Dito cor de ouro ou douradilho.
Vendan m 49 saceos com boa cen de *-
nauba : no armazem de agoardente na ribeim 1I0
peixe n. 1^_______________
=~ "~r

VeneiiKe di*ersos escravos pea, proafiae
para anaazem ou oguiUw, iodos do Ceaf, as-
sim orno algumasescravas com habilidudes c sem
feRaa : na ra da ""- n. 55,3 andar.
CEBLAS
ftlOOOotnto
Muito nova- na ra da Madre de Dos bu-
7.
PIL
DE VALLET
As rUmim* f#to, anprovadas pela
Academia imperial de medicina de Pariz,
sao" empreadas com o mior
xito para curar a cblorosis,
e fortificar
fracas. Nunca Ote
noto ennegrece os
- Para
if

i



6
O proprietario d<> anrmzcm de blendas denominado AIURA, ra da Impcra-
triz n. 72, declara ao resnel3\c! publico e seus fregueses, que est liquidando rodas as
, fazendas e roupas fei'.as que tem em seu eslabcsiviinenlu cuino se poder ver no seu
annuncio e preco abixo mencionados,
Chitas franceas matizadash \] jo.Jo cufesado i Qrs.
3* Vende-se dulas francezas escuras matiza- \mCi e to.ilhas, G00 rs. o metro, dito
das a 320 rs.o covado por este preco sna lrai!l.,,n ;1.1 >. metro,
loja da Arara, roa da imperan iz n. 72. Chales de sncria a 8.
LAZtNIIVSA 210 RS,
Vende-se laazinias paia vestidos de se-
nhora a 2i0, 280, 3:!0 e 400 rs. o co-
vido.
BAJJRGES DE Lkk A 500 RS.
Vende-se baragos de lia com listras para
v^siidoa do senhora a 800 e iO rs. o
do. ,
/Upad* de listras a .!> rs.
i/en lo-se pacas de listras para vesli-
d ; d'> -'itVSra a 59,') rs. o covado.
CHITAS FRANCESAS A 289 US.
Vende-se chitas francezas claras a 280 rs.
CORTES DE lk PAR4 VESTIDOS A
2H0.
Vende se cortes d? lila para vestidos de
K .lioras a 2UOO cada um,
PERCALES A 110 HS.U COVADO.
Vende-se percales nsito linos para vts-
a de Beohora a 440 rs. o covado, mur-
solias brancas linas, a 500 rs. o covado,
brigantinas de cores, a 410 rs. o. covado.
iSales moderaos de todas as
cores.
Vende s -balos moderno sbranco edeco-
res a 45. U300c5>.
C rBEUTORES DE ADGODAO A 4-9500.
Vende-se cobertores de algodo a 4;?o00,
cobertas de chitas a .GOO e 25 cada urna,
GANGAS PAKA CALCA A 30 US.
Vende-se ganga para caiga a 320 o cova-
do, brim de cores para oalcas de hamem e
meninos a 400 rs. o covado, casemiras de
cores par o covado, unios casemiras enfestadas para
calca palitots a 15 o covado. brim pardo
d? todas as qualidades e brim braneo de
todas as qualidades ua ra da lmperatriz
n. 72.
Alpacas lizas a 40 rs.
Vende-se alpacas de cores lizas finas a
640 rs. o covado. tarlalaaas de cores a 320
rs. o metro.
MADAPOLO ENTESTADO A 35500.
Vende-se pecas de mauapolo enfeslado
s 35500. pecas de madapolao inglez de 24
Vende-se diales de merino estampados
a 2$, diales brancos e decores a 15000
cad.i mu.
QORTES DE BRIM CASTOR PARA CAUCA
A 640 RS.
Ve de-se urna grande porcao do cortes
de -brim castor para caira de bomem, 640
.rs. cada um.
Cirandeporco de retalhos
Vende-se grande poreo de retallios de
chitas e cas-as prelas a 180 e OO rs. o
cqv.i lo, etallios de cassas, la e chitas de
cores baralissimos.
LIOL1DAM A ROUPA FEITA
Vende-se palitots de brim de cores a 25,
dilos de alpacas de cores a25, dios de
me: i easemira a 25 e 25">00. ditos do pan
no pelo bom a 85 e 105, calcas do algo-
dao azul para escravns a 640 rs. ditas de
algodSodc listras a 800 e 15, camisas de
riscado de listras a 800 rs. cada urna, cole-
tes de brim c fuslo de cores a 15 e 15500,
coleles de cesemira de cores a 25500 c 35,
e outras multas qualidades de roupas feitas
que se vende por baralissimo preco.
Algo.lo de listras a 309 rs.
o covado
Vende-se algodo de listras para roupa
de escrivos a 200 rs. o covado.
PEGA DE ALGODaO A 45.
Vendem-se pegas de algodo. 45000,
55200, 65000 e 75, para liquidar.
ES i! oes de arcos a f 500.
Vende-se bales de arcos pan senhoras
pelo baralissimo preco de 15500 cada um,
Cortes de cambraia barras
a 34000.
Vende-se cortes de cambraias barrsa a
2 j e 35 cada um.
LENCOS DE SEDA A 640 R3.
Vende-se lencos de seda a 640 rs. cada
um, para liqnidar-
CARTEIRA PARA VTAGEM A 15-
Vende-se carteiras para viagem 15
cada nina.
4s mm SEDAS
11-RUA DO QTJEIMAD0--11
Cliegarara da Europa pelo ultimo vapor loja de Augusto Porto & C. ricos
cortes das mais linda sodas de mimosas cores para vestidos proprios para bailes o casa-
mentas.
Grande variedade de sedas de listras de diversos precos todasMle lindas cores,
gorgurao de soda preta, e grosdena'ple do varias qualidades c gorgurao de seda la de
dillcrentes cores.
Novos vestidos brancos de blond para noivas, lindas colxas de seda para camas,
ditas de la e seda, cortinados bordados para camas c janellas, fronhas c toalhas de
cambraia de liriho bordadas.
Luvas novas de Jouvin.eelegantes sombrinhas de solas de cor para sealioras.
Espartilhos de 55 at i05, lindos bournpus de cachemira de cor para sabida
de baile, basquinos de renda preta, e ditos de croch branco e proto para senhoras.
Grande variedade de camisas bordadas e lisas para bomens e mininos.
Sortimento de muitas fazendas de la, lirlfio e algodo todas por precos muito
mdico.
Tapetes grandes para sof, piano e camas, pecas de lap-tes o de alcatifa para
forrar saloes ludo em quantidade; e vendem semprc*(5or menos que em outra qualquer
parte.
Esteiras da India de 4,5 e 6 palmos de largo.
I'slc ailuiirovel
Depurativo nao
Iconlemem si mer-
curio, iodo ou
arsnico) um
Itigoroso modifi-
cador parao sanguc ecura radicalmente as molestias de pelle, taes como a lepra, asimpigins, as herpes, as
csplnlias, i- os Pannos, etc.Emprcgado diariamente elle refresca a massa dosauguc e consolida o saude.
k IlilPrPAA r A T\ V T ^ura cm d'a5 corr'IUC"Ius anligos ou recente*
fiis, 7, B' Denain,
jai das a 55, 65400, 75, b5 e 105 a peca.
Assim como vende-se chitas paracoberbs, a 240, 280 e 320 rs. o covado,
etlas antes que se acabem todas mais fazendas e roupas feitas, e que pelo preco que
vai vender ou liquidar, poucos dias poder durar, e quem se quizer sortir de fazendas
e roupas feitas para a festa pelo preco que lhe agradar, se poder dirigir a ra da
lmperatriz armazemda ARARA, que estar aberto todos os dias uteis, das 6 horas da
manhSa, s 9 horas da noite.
72. Ra da lmperatriz. 72.
rival m mim
Ruado Quemado ns. 49 c 57
lojas de miudezaz de Jos de
Azevedo Mata, est acabando
com as miudezas de seus cstabe-
lecimenos por isso queram apre-
ciar o que bom e baralissimo.
Pecas de liras bordadas com 12
metros, fazenda superior, a
15500, 25, 35 e..... 45000
Caixas de linha com 50 novellos 500
Paros de sapatos de tranca fa-
zenJa nova a......25000
Pares de saptes de tapete
(s grandes) a......15500
Duzias de meias cruas para bo -
mem a........35800
Tramoias do Porto fazenda boa
e pelo preco melhor 100 attos a 5200
Livros de missoes abreviadas a 25000
Duzia de baralhos francezes muito
finos a25400e.....2580C
Silabario portuguez com estam-
pas a ........ 5320
! Grvalas de cores e pretas muito
finas a........ 5500
Cartes com clcheles de lato
fazenda fina a...... 5020
Aboluaduras de vidro para colele
fazenda fina a. r #500
Caixas com penna d'aco mnito
finas a 320, 400, 500 e ... 15000
Cartees de linha Alcxandre que
tem 200 jardas a 5100
Ga'rreteis de linha Alexandre de
70 at 200 a...... 5100
Caixas com superiores obreias
de massa a...... 504Q
Duzias de agalhas para machina 25000
I ihraa da pi'^goo
verso tamanho a
AOJA

CONVITE GERAL.
O proprietario do armazem de fazendas denominado Garibaldi, na ra da Impe-
ntrz n. 50, declara ao respeitavel publico que tendo grande deposito de fazendas em
ser, e desojando diminuir este grande deposito por meio de urna h'quidaco que fin-
dar no dia 15 ou 20 do corrente, por isso convida ao respeitavel publico a vir surtir-
se de boas fazendas, e por diminuto preco. a saber -
CHITAS LARGAS A280n.
Vendem-se cnitas francezas largas a 280,
320 e 360 rs. o covado.
ALGODAO ENTESTADO TRANCADO A
15000.
Vende-se algodo enfestado trancado para
lencoes a 15000, dito liso enfestado a 900
o metro.
CASSAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vendem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 240 e 280 rs. o covado.
MADAPOLO ENTESTADO A 35300.
:ndcm-se pecas de madapolo enfes-
tado a 35300, dito inglez de 24 jardas ou
22 metros a 55, 65, 75, 85, 95 e 105, a
peca.
LANZINHAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nliora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
RAREGE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege de listas para vestidos
a 500 e 640 o covado.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
5K)rs. OGOVADO.
" Vendein-se alpacas de cores a 500, 640
e 720 rs. o covado propria para vestido de
senhora.
SEDAS DE CORES A 15-
Vende-se sedas de cores para vestidos de
s.-inora a 15 o covado.
PORCO DE RETALHOS.
Vende-se urna porcSo de retalhos de cas-
sas, de laa e sedas e de oatras fazendas
por muito barato preco.
A' ellfts antes que se acabem.
JCHALY DE CORES A 800 RS.
Vende-se chaly de listas de seda a 800 rs.
o covado.
CUALES DE CA8SA A 15.
Vende-se chales de cassa a 15, e de me-
rinji a 25.
RTESDELAA A25400RS.
Vendem-se cortes de 13a de listra para
idos de senhora a 25*00 rs. para aca-
^ ALGODAO A PECA 45000.
Vende-se pecas de algodSo a 45, 55, W
e 75 a ^ca. E umitas oatras cousas qoe
nbo menirnv.
CHITAS PARA COBERTAS A 280.
Vende-se chitas francezas para coberlas
a 280 o covado, dita encarnada a 320 rs. o
covado.
CASEMIRAS DE CORES A 25500.
Vende-se casemiras de cores a 25500 e
35000 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 35000.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 3->000, ditos de seda a 105 cada um.
BRIM DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim de cores para calcas de
hornera e meninos a 400 rs. o covado.
Ciaugas para cal^a a S&O rs.
Vendem-se gangas de cores para calca e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado.
MUSSELINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se mussena branca a 500 rs. o
covado, dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlatana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 25-
Vende-se lencos brancos a 25 a duzia.
Goliinhas e manguitos para senhora a
piOO rs
Ditas de llnho fino a 45000, para" aca-
bar.
(GRANDE SORTIMENTO
DE ROUPA FEITA DE TODAS AS QUALIDADES.
Vende-se a roupa fetta por menos 26 ou
30 por cento do que em outra casa: por
isso os pretendentes podero vir examinar
para ver a realidade do annuncio.
Velbutina preta a 320 rs. o covado, para
BALES DE ARCOS A 15500.
" Vendem-se baloes de 20 e 30 arcos a
15500 cada um, ditos modernos a 45.
BRIM HAMBURGO A 85000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
burgo a 85, vem a 'ser mais barato do que
algodosinho.
CORTINADOS A 145000,
Vende-se cortinados para cama a 145
para liquidar. Ditos para janellas a 75.
Todas estas fazendas se vendem muito
barato na rna da lmperatriz n. 56
. 5240
Livros escripturado para rol de
roupa a. ...... 5120
Talheres para meninos muito
finos a........ 5240
Caixas com papel amizade mnito
fino a........ 5700
Caixas com lOOenvelopes muito
finos a........ 5600
Pentes volteados para meninas e
senhoras a....... 5320
Thezouras muito finas para
unhas e costuras a. 5500
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80 120 e 5320
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a. 5160
Pecas de fita branca elstica
muito fina a...... 200
Novellos de linha com 400 jardas 60
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a...... 25500
Grozas de botSes de louca muito
finos a........' 160
Machinas vapor de
forca de 3 e 4 c-
vanos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de fac3o e serrotes para desca-
nsar algodo.
Balancas para armazem e ba!c5o.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Ubit-
Qeld.
Prencas para copiar carlas.
Foglo americano patent
DO
GALLO VIGILANTE
ISiia do Crespo n. 9
Os propnetaiios dcste bem ronhecido cslabelc-
cimento, alm dos muitos objecios que tinham cx-
postos a apreciarao do respeitavel publico, man-
daran vir e acabain de rcccbcr pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
finas e tnui delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvaos a vender, como 6 de seu costume,
por precos muito baratinhos e commodos para t^
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mu lindas cores. .
Mu boas e bonitas gollinbas e punbos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores penles de tartaruga para coques.
Lindos e riqniagimos enfetes para cabegas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidr-
lhos e sem cllcs ; esta fazenda o que pode baver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madrcperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores hieias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castiio de marfim com lindas e encantadoras figu
ras do mesmo, nete genero 6 o que de melhor se
podo desejar ; alm destas temos tambem grande
2uantidade de oatras qualidades, como sejam, ma
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos c airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a ii annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,c de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bera assegurames sua qualidade e delicadeza.
Lindas eellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa. de nfisq. frouxa, para enr.iuT
iEyrnnno".
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tontos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das mclhorcs per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsdes, e
facilitam a dentico das innocentes criancas. So
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes o amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Scbonete de alcatrdo.
M
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitaco tem merecido n'esta provincia,
muito se recommenda para a cura certa
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nnico,
Pharmacia de Bartholomen & C,
34roa iarga do Rosario34.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se b armazem amarello de Vicente Fer-
reir da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
;ei?5o, em barricas grandes.
Vende-se a armacao da loja da rna da Im-
seratriz n. 13 A, propina para qaalqaer genero de
negocio : a tratar no Vapor das Novidades, ra
Temporal na Bonanra
Este estabelecimento acaba de receber um com-
pleto sortimento de agulhas curtas e compridas,
as melhores que tem vindo ao mercado; as agu-
lhas tem o distinctivo do TEMPORAL.
Previne-se a todas as familias que quando man-
darem comprar estas espeeiaes agulhas que vejara
no papel o distinctivo do TEMPORAL.
Faco esta observacao para que as familias nao
sejam engaadas pelos meus collegas apresentan-
do outras agulhas e dizendo que sao as que eu
annuncio.
S onde ha estas agulhas- na
LOJA DA BONANCA N. 63
preco de cada papel 100 rs.
Assucar de oxido de ferro de
Chaoteand.
O assucar Je- ruginoso de Chanteaud oblido
pela associacao do exido de ferro integramente so-
luvel cora o assucar cuidadosamente purificado.
Este assucar, de urna bella apparencia cristalina,
tem o simples costo mui agradavel do assucar,
sera p menor sabor adstringente : nao tem accao
irritante sofcre a mucosa do estomago e entestinos,
e rpidamente absorvido pelo apparelho digesti-
vo sem causar as constipacor s do ventre.
E' hoje o preparado de ferro de mais aceitacao
para a chlorose atonia dos orgaos, perdas brancas
menstrua^oes diflkeis, etc., e tem a seu favor o
juizo aulorisado da escola de medicina de Paris,
e dos cliimicos os mais notareis.
DEBOSITO ESPECIAL,
Pharmacia de Bartholomeu & C, ra lai ga do
Rosario n. 34.
de
Collccfo
CIMENTO
Vende-se verdadeiro cimento; na roa da
adre de Dos n. 22; armazem de Joo
Martins de Barros,
varios regnlamentos de impostos alte-
rados e creados
pela lei n. 1507 de 26 de setembro de
1867, comp ehendendo
es de pftssoal, escravos, industrias e proflssoes,
sello (organisado alphabeticamente, explicando
cada acto a que sello est sujeito se se deve em-
pregar estmpilha ou verba, no jrimeiro caso
3ueni deve lnutilisa-la), transmissao do proprit-
ade, dizima de chancellara, emolumentos, mul-
tas applieadas fazenda publica etc. etc., e em
appendice o do cofre de depsitos
pblicos
notadas com as
instituicoes e decisoes posteriores
at a presente publicacao
por
Francisco Augusto de Almeida
1 eseripturario
da
recebedori dt Pernambuco :
acha-se no prelo e breva'-a ser publicado ; as-
signa-se na roa estreita do Rosario n. t, por 3 J
o volume ; depois de publicado custar 4| para
quem nao assignar. Torna se de grande utilida-
de aos Srs. advogados, solicitadores, negociantes
e fuuccionarios pblicos, a acquisico deste tra-
balho.
,- Vende-se a retinacao da ra Direita n. 10, a
mais antiga e acreditada nesta cidade, e com mui-
to boa freguezia; a tratar na rnesma.
Giande o completo sortimento de machinas para
descansar algodo de nova inven cao cliegadas l-
timamente em direitura para a loja de Manoel
Rento de Oveira Braga & C, na ra Direita n.
33. Garante-so que a melhor qualidade que at
o presente tem vindo ao mercado : acham-se em
exposjcao aos compradores as de 10,12, li, 10,
18e20 sorra-.
Systenia decimal.
Grande e completo sortimento de pesos kilo-
grammos do melhor comprehensao dos que tem
vindo at o presente, assim como marcos de latao
at meio grammo pelo mesmo systema, balanzas
de latao de forca de 5 a 20 kilogrammos, metros
de madeira e de latao para medir fazendas alm
de grande sortimento de miudezas e f"rragens de
todas as qualidades, tudo por procos que s a vista
faz crdito : na ra Direita n. 53, loja de Manoel
Rento de Oveira Braga & C.
COGNAC.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Duboucli -C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Tb. Just. ra do
commercio n. 32.
BAZAR UNIVERSAL
3 9Hua Nova*
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que se ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposico servicos a electos para almo-
CO e jantar, salvas, bandejas, taboliros, bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candiciros para sala ecimademesa,
parede e portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e crianza, bercos, cadei
ras longas para viagem, ditas de balanco,
espelhos de todos os tamanbos, molduras
para quadros.gaz, baldes americanos, gu-r-
da comidas, brinquedos para criancas, um
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e aesa, tapetes para sala, quarto,
frente de sopb, janella e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se encontraro
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pena ir examinar. ___________^____
(i\Z GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster 6
C, ra do Imperador, um carregamento de ga;
de primeira qualidade; o qual se vende em partida
e a retal ho por menos preco do que em outr qual
quer parte^
. Loja de miudezas de FERREIRA DA C-
NHA & TEMPORAL, est3o quimando por
todo preco venham ver o que bom e ba-
rato a saber:
Lindos brinquedos magnticos para me
nios de 240 a \$.
Linhas em novellos de 400 jardas a
60 rs.
Pecas de tranca de todas as cores a 40 rs.
Latas com superio banha 120, 160
e 2-sooo. #
Frascos com oleo baboza 240, 320,
400 e 600 rs.
Dilos de extracto 160, 320, 500 e
640 rs.
Ditos com banha 320, 500 e I #200.
Ditos de agua de Colonia 320, 400 e
500 rs.
Barallios de cartas portuguezas a 120 e
160 rs.
Ditos francezas 200 e 240 rs.
Grande sortimento de sabonetcs 80,
120, 160 e 200 rs.
Caivetes finos com duas folhas a 240 rs.
Linha de 200 jai-das em carretel (duzia) a
1S2O0.
Lindos port-main 240 rs.
Pentes de travessa para meninas 200,
320e400rs.
Duzia de meias inglezas muito finas a
3^800
Dilas de ditas para senhora a 45500.
Garrafas com a verdadeira agua florida a
10200.
Ditas com agua divina 1?$300.
Frascos com sndalo a 1)5200.
Pecas de entremeios a 500, 640 e 800 rs.
Lindos gorros do velludo para menina a
55OO.
Papel amisade beira dourada (caixa) a
900 rs.
Dito em pacoles a "OOrs.
Lindos bonets de panno para menino a
2,5000.
Pentes brancos finos para alisar a 240 e
320 rs.
Macos com grampos 30 rs.
Lindos frascos para cima de mesa com
extractos a 1^500, 2,5000 e 3,5000 ao par.
Jogos para vispora a 200, ,240 e 320 rs.
Linha de marca (caixa) 240 rs.
__Temporal pode ser procu-
rado era seu estabelecimento bo-
nanza onde cdhtina a vender
pelos baratos' preqos de seu an-
tigo estabeleimento com titulo
de Temporal na Bonanca.
Ra do Qneimado u. 83.
Attenco
Na praca do Corpo Santo n. 17, 1*
andar, vende-se mais barato do que em
outra qualquer parte cal de Lisboa e
potassa da Russia da mais nova iro mer-
cado, assim como vinho. Bordeacx de su- ;
perior qualidade em caixas e garrafas.
Sellins kralos,
N. 27. RA DO LIYhAMlvNTO N. 27.
Neste eslabelecimenio vende-se sellins#e
silhCes, de tud.s as qualidades do mellir
que se pode fabricar no paiz, assim como os
mais arreios pertencentes ao mesmo, ven-
de-se tambem, colxoes, traviceiros, caixi-
nhas com almofadas, proprias para meninas
levar para aula. O proprietario deste esta-
belecimento garante a pontnalidade, esme-
ro e zelo de seu irabalho ; porlanto pede ao
respeitavel publico sua proteceo, queafllan-
Ca vender tudo pelo mais barato possivel,
e por menos do que em outra qualquer
parle. ^______^__
J cordeiro previdente
Ra do Novo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
aiarias, de que efectivamente est provida a
toja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
aotavel pela variedade de objectos, superiori-
lade, quah'dades e commodidades de pre-
sos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
i espera continuar a merecer a apreciaclo
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem condecida mansido
e baratez. Em dita loja encontraro os
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray 4 Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
eza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
ftita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacSo do
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japwieza, transparente
i outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
co de violeta.
Outras concentradas e de ebeiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oteo de superior qtratidade.
com escolhidos cheiros, em frascos dediffe-
rentestamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papeleo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coforidos, e p
moldes novos e elegastes, com p de arroz
e boneca.
Opiata ingleza e franeeza para dentes.
Pos de camphora e outras differente.*
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mata coquea.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filets de vidrilhos
e alguns d'elles ornados de flores e fitas.
sstSo todos expostos aprecac3o de qaem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS RORDADOS.
Obras de mnito gosto e perfeico.
Flvellas c Otas para cinto.
Bello e vanado sortimento de taes- objec
tos, ficando a boa escolba ao gosto do com.
pndor.
Lageamento
Vende-Be na roa de Apollo n. 4, lagdo
calcadas e rmazeos,
para
VeHde-se breu lino o mais superior qne ha n
mercado, por prco cominodo : na ra do Viga-
rio n. 26._______________________________
Vende-se urna casa terrea u > becc
Barreta n. 9 : quem pretender dirija-se
trada de Joao de Barro* n. ,t2.
CM>T
CURA
.CERTA eINFALLIVEL!
em TRES DIAS
[Ph^Bd Denain 7.
P A R I S
RIGAUD
oa Llq.U. r*t*m*rt4*r |
friaKIm do o.b.lloi.
Em olio dias o mais,
sem o inprego de Den- i
hume outra anbslaicia,
fai com que o cabelle I
torna i ana cor primi-
jra, aeo manchar al
pelle nem sujar a roupa |
e sen apreaealar o me-
uer perigo.
0 Colorigeneo difiere I
inteirameme de todas
aa lindaras tendo per
base o nitrato do prate e
de data ou tres substaa-
cies liquidas diversas.
Aanea-ee o sueeesse |
exigindo a assgaatura. I
!.<>.. V.l I O
Em Pernambuco, P. Maurcr & C
Macei, Paulo Jos da Costa Ar;
em
1-'

I


E^^BUI
___l_____

Di$fl*io de PeiTianibuco Sabbado 16. de Oulubro de 1869.
I
RIVAL SEH SEGUNDO Ellin I
Ruado Qucimadon, 49 e 57 loja UlUllvlllJ U
Ra do Quemado n, 49 e 57 loja
de miudezas de Jos de Azeve-
do Mata e Silva conhecido por
Jos Bigodinho.
Est queiraando tudo quanto tera em seu
estabelecimento para acabar e fazernovo
sortimento, por isso queiram vir ou mandar
vero que borne barato.
Caixas de linhas do gaz com
30 no vellos ...'-. 500
Lalas com superior banha a
120, 200 e..... 400
Frascos do oleo babosa muilo
fino a....... 400
Duzias de meias (inglezas )
muito boas a 40OOC
Garrafas com (agua florida ver-
dadera ...... 10201
Garrafas com agiuV divina da me-
lbor qualidade i 300
Caixas com 12 frascos de cheiros
proprio para mimos 205OC
Dita com|6 frascos muito finos (800
Oto baboza muito fino que so
a vista ...... 300
abonetes de calunga muito bo-
nito ...... ^240
Caixas de p de arroz muito
superior ..... 600
Pecas de babadinho com 10
varas ...... 0500
Pecas de fita de eos qualquer
largura ..... 50C
Escovas para urdas muito li-
nas ...... ,500
Escovas para dentcs fazenda
muitofina $>i0
Pulceiras de con tas de cores
para meninos .... ,520o
6aixas de linha branca do gaz
com 30 novellos #660
Pe?as de tranca lisa de todas
as cores ..... $040
Resmas de papel pautado muito
fino ...... 400
Pares de botoes para punhos
muito bonito 120
Libras de laa para bordados de
de todas as cores *80OOO
Pentes com costas do metal
muito finos 320
Novellos de linha muito grande
para croxs 320
Duzia de liana froxa para bor-
' dado ....., 048G
Grosas de botoes madreperola
muito fino ..... 050
Sabonete muito finos 60, 120,
160, 240 e .. 320
Pecas de fita de laa todas a
cores ...... 300
Espelhos dourados para paredo
10000 e..... i.;:;>!
Espelhos de Jacaranda muito
fino ...... 2#900
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol 060
Pares de meias cruas para me-
ninos 320
Caivete muito fino com i fo-
lhas ...... 10300
Frascos do sndalo e patecboly
muito finos I 200
1
BRACO DE OURO,
Ra do Imperador n. 26
Neste estabeleeimento se ufeoiMur diariair.on-
te um completo sortiuvnto Je paetelaria de todas
,13 qoalidados para lance a sobre-mesa, etc., etc.,
naos do to i dales pava cha, presun-
tos de fiambre, bolos inglezas, putas, e linalmentc
tudo que consMtt on ana boa pa.-lelaria, como
matar asseto e esmero, cha hyeson, preto e i:iu>li-
nho do mclhnr que ha n > mercado. Ncsta casa
tecebem-se encommenrlas para basamentos, bailes
rbaptisados, eoBipreinettendn-*e os donos do 63-
a belecimento a ser ir o irodhor que for possivei
a vonCade do tregoex, dispoiido para esse tim .Je
um completo pessoal. Reeebe-se avnlso toda e
qualquer oacommeadn, como sejam, bandejr.?,
bolos e paes-ie decasaidos, doces trovos, seceos
e de calda e eryetalisades, fractas aadoaaas e es-
trangfiras, anwndoas confoitadas, um complete e
variata sortrmente fo-eaisunbas de tolos os oslo;
e precos, para mii> jar senh.iras ; estas caixi-
nhas recntenteme chegadus de Pars, sao de pri-
lorsdo go to, oflerece aaalasjios galanteadores do
bello sexo, pois neJIas acbarao uin digno e serio
preseros para as donas de seu* peaanentos. lico-
res, visaos tino^ le todas as qualidades, conservas
laniolncs cm latas. Os donos deste estabelecimen-
es nao se apiada despetas, Uzen tolos os
o torcos f)a ra senrir o respeitavcl publico o me-
t or que for possivef, e sendo principiantes e Iu-
eando con todas as ikuldades, espram a con-
eorrenei. do respeitave publico desta capital, na-
eionaes e estrangaires. Pechincha : legitimo vi-
nho muscatel em caixas, que se veade porcommo-
do preco para particulares o-para.negocio.
NO
DE
VEWSE
A PRECO i'IXO E MDICO
SAIlillMAS de setim verdeultima no-
vidade para eenhoras, a 18 e 23$.
LINBOS curtes de tarlataaa orvathada, pro-
prio para ba;'ics a 100, 130, J50, 1*7-9
e 221000.
ESPECIAL sortimento de cajes eafettados
e lisasultima modaa 20509, J')000.
35500, i, i,>300, U e 6-1
GRANDE e Jicilo sortimento de chapeos de
palha da Italia, elegantemente enfetUdos,
para senboras e meninas a 13^, i i-$, J3l,
llffl w.
TRAN(LVS E CACHOS initacio da ca-
bell, para senboras, a 1;$800 e 800 r*.
GRA0OE a agradavel sortimento do ^ul-
pure ou croch preto, em pecao metro
a 2, 34500, 4 e 6$.
DITO branco a 2^500, U o 3800.
LINDO FI*9 de seda branco com ramagem
o metro 54300.
LINDOS e raos aderecos de plaqus du-
bls, com brUhantinas, rubios, esmeral-
das, peroa, e camafeos ; nao ha diffe-
reaca do oaro de lei e conserva por lon-
go lempo a sua cor natura!, vertde-se a
134, W, 30J, 43f, 903 e 120?, este
preco menor ao feio verdadeira do mesmo trabalho.
BONITAS CORUENTES do mesmo metal
para relogios, a 64, 84 e 105, no
BAZAR DA MODA50RA NOVA
A DINHEIRO NA LOJA E ARiAZEM
D0 -^
DiS
FEaLIX PEREIRA Di SIIVA*.
O proprietario d'este grande esiabelacimetito, vendo que se est aproximando o fin-
do anno, e tendo em ser um grande- deposito deposito de fazendas; nao faltando em
avultadas encommendas quo Ihes est3o obrigado todos os dias, tera resolvido liquida-
las por preco muito mais baratos do que em outra qualquer parto ; s com o fim
de diminuir o deposito e apurar dinheiro. Enconlraso nesto estabelecimento do
PAVO, avahado sortimento deiazuidas do lxo e modas; assim como de primeira
necessidade. As pessoas que negociara em pequea escala ivesta loja poderlo surtir-
se vende*ndo-se-lhes pelos precos que comjiram, n-s casas ingtezas; assim como as ex-
cedentsimas familias poderao mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou raan-
dar-se-ha levar pelos caixeiros da raesma loja em suas casss; o estabelecimento se
acha constantemente aberto das 6 horas di manhaa s 9 da noite.
Farelo de Lisboa
rotulo Gao er
*emd&-stre
nde3 a SjfOO, ttff "rma-
i Paraso n. 14.
Expleudido sortimento de
roupas feitas
NA LOA DO PAVAO RA DA
1MPERATRIZ N. 00
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhorcs Toupas,
seado calcas palots o coletes de'tjasemira,
de panno,-de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desojar, assim como na Resma loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, bnns, etc. etc. para se mandar fazer
qualqecrpeca de obra, comatnaiorpromp-
tidao a vontade da freguez, e nao sendo
obligados a aceeita-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'esto vasto estabelecimerrto encontrar o
respeitavel pubhco um belo sortimento de
camisas franoezas e inglezas, ceroalas de
Imho o algodo e outros muitos artigos
proprios para'Iiomcns e senhoras promet-
tendo-se-lbe Tender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
rz n. 60, loja o armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A !800
Chegon para a loja do Pavo, ra da
fmperatriz n. 60, urna grande porco de
pt-cas de bramante com 10 palmos do lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de um lencol, o qual se faz cora um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; e vende-so pelo
barato preco de 15800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicaces para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
CEflV DE CARNAUBA. *
Vende-se urna grande porfo de cera de
carnauba em saceos por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
PavSe ra di Imperatriz n. 30. De Flix
Pereira da Silva.
MUSSELINAS DE COR
VenJp-se as mais bonitas musselins de
cores a 300 rs. o c.ovado.
AS BASQUINAS DO PAVAO
Ch-bgaram para a loja do Pavo as mais
ricas basquinas de casaquinhos de seda
pretas ricamente enfeitados, sendo com os
feitios mais novos que tem viudo ao merca-
do e vendem-se muito em conta.
FAZENBAS PARA LITO
Ma loja Jo Pavio.
Encentra o respeiiavel publico ueste eslabeleel-
mento ui grande sortimento de fazendas pretas,
como sejam, cassas trncelas e inglezas, chitas
le todas a3 qr.aliJaJes. far.enJa de I
todas me tem vinJo, proprias para luto, como
sejam, ISazinbas, alpacas lavradas e lisas, canto,
bomhazinas, merino, et., preco barat.
m RVAS DASQOLWSCOM CINTO.
Crfljarain as mais modernas basquinas de gros-
lenaple preto, ricamente enfeitadas, sendo de nm
feitlo iiiteiramente novo, com ricos datos largos, e
veudem-33 por preco razoavel
CASSAS llA.N'CEZAS.
Vende-se um elegante sortimento das mais finas
e p.k'.s modernas cassas lirancezas que tem vindoj
ao mercado, sendo com pdross miudinh n e
grandes, ; venJemse por preco mnito eiu conta.
AS SEDAS DO PAVAO
Altas ii ividades.
Pelo ultimo vapor i'liegaram para lo(a do Pa-
rlo, que vende mais barato-do que em outra qual-
gorguioes de linho e seda, eom os mais delicados
pidrocs, sedes Je listras, padrees inteiramente
wvos, groi de todas as cores, sendo ver Je, azul,
lyrio, rosa, einiento, etc., setins, branco, azul,
vej'4e, rtxo, lyrio etc., etc., assim como um gran-
de sortimento' Jo grosdenaples pretos de todas as
quaidades, e superior gorguro preto Je seda
para vestidos e co!letc>.
AGRACIANAS.
Cheou esta nova fazenda c ni o nome de Gra-
cianas, sendo de urna s cor, lyrio, ruso, vente,!
azul, eic., etc., e muito encorpaJa, com lustre pro-
priametate de seda, sendo meihor o mais moderna
que este anno tem vinJo para vestido, e vnde-
se pelo barato preco de 2 o covado.
ALPACAS LAVRADAS
Na loja do Pavao.
Chegon pelo ultimo v.por um grande sortimen
tollas mais modernas o mais bonitas alpacas la-
vradas para vestidos, tendo entre ellas algumasque
rzem a vista propriamerte de seda, e vendem-se
por precos mu'rto om conta.
Ql'nGrRAO-PRETO.
Chegcn para a ioja do Pavto o mais encorpado
gurgunw ile seda preto para vestidos e eollctes,
que se vende mais barato do que em outra qual-
quer parte.
MADAPGLAO FRAXCEZ
A 751)01), s o pavio.
Vendem-se pegas de madapolo francez com 22
metros, pelo barato preco de 7000, dito entestado
com 20 jardas a 75000, assim como finissimos ma-
dapoloes frsncozes e inglezes, ditos de jardas, qne
so vendem mais barato do que cm outra qualquer
parto, por haver grande poreao
AS CASSAS DO PAVAO
Covad.. a 300 rs.
Vendem-se flnissimas cassas francezas coro lin-
dos desenhos e cores flxas a 300 rs. o covado.
CHITAS BARAS
Na loja do Pavao
VeBde-se urna grande porco de chitas escuras,
e claras, da ores flxas, por precos que admiramn
BB1LHANTES BAREGES A 400 RS.
S o PavSo vende as mais delicadas ba-
regesde pura <~a, sendotransparentes com
os mais delicados desenbos, de quadrinhos,
listras e lizos, sendo n'esto artigo o mais
delicado que tem vinde ao mercado, e
vende-se pelo baratissimo preco de 400 rs.
o covado,
PELERINAS A 40000
Na loja do Pav5o vende-sa j--mais mo-
dernas romeiras ou basquinas de ^j"och,
pretas enfeitadas com verde eoutrx'*;
pelo barato pre.;o de 4^000 cada om, P
cbincha.
Cortlaades
Para camas e janellas.
Vende-so um grande sortmento dos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
1 prios para camas e para jaaellas, que se ven-
I dem a 12)$000 rs. cada par at 250000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
BAL&ES MODERNOS E SAIAS DE LA
Na loja do Pavo vende-se os mais mo-
dernos baloes reguladores tanto de musse-
linacomo de la de cor; e as mais moder-
nas saias dd laa enfestada, mais barato do
qne em outra qualquer parle.
SULTANAS
Chegon para a loja do Pavo um grande
sortimento das mais lindas sultanas, para
vestidos, sendo muilo larga e bonita fazenda
com listas ddseda o os padres mais novos
que tem vindo a este mercado, vendendo-se
a 15400 o covado, na toja de Flix Pereira
da Silva rea da Imperatriz n. 60.
ORGANDY BRANCO.
Vende-se o mais moderno organdy braneo para
vestidos eom'iisiras largas e miuJas, assim como
urna grande porrao de cambraias brancas, tapadas
e transparentes, tendo das mais baixas dei00d a
peca, at as mais linas de HO on 123000, todas
estas camlnaia se vendem mais barato do qne em
outra qualquer parte.
COLCHAS DE FISTO.
VenJeir.-se colchas Je ftwio brancas e de cores
por preco muito em conta, na loja do Pavao.
ORGANDY DE COR
A 360 rs. o covado.
Venden-se bonitos organdys de cores com bo-
nitos padroes e Ihes a 3C0 rs. o covado.
CAMISAS PARA SENH' ISA.
Yendi'i:i-si: Quissimas camisas Vancezas borda-
das para senhoras, na loja Jo Pavo.
AS CELEZIAS DO PAVAO.
Vendem se a* mais linas celezias, esgnides c
bretanhas de linho por prwo muilo em conta.
ISTAO BRANCO PARA VESTIDOS A 6i0 RS.
Vende-se fusilo branco, com lista c lavradinhos,
imito proprio para vestidos e roupas de meninos,
a CO r?. i) covado.
COLLEIWNUOS PARA SENHORAS.
Vendem-se finissimos coilerinhos de e^guiaod6
linho proprios para senh ras e lambern para me-
ninas aoj a duzia.
ALPACAS DECORDO.
Yeadem- se as mais brilhantes alpacas de cor-
OSozlnio para i idS as rnals (nulas cores,
como Blsmark, lyrio, fox >, sga eto. etc., pelo
.barato preco de I j rs. o covado-
TARLATANAS.
Vende-se Qnissima tariatana branca e de tedas
as cores, a;si:n cerno l branco lizo a 800 rs. a
vara.
ALGOBAO ENTESTADO.
. Vende-so superior ajcodiozinho com duas lar-
guras, proprio para leneoes, sendo lizo e eutran-
cado, o vende-se por meco muito ramaveL
AIE1AS PARA MENINOS A 3300 RS.
VenJem-se dazias do metas superiores para
meninos e meninas, pelo barato pre^o de 3300 a
duzia.
CASQUINAS DE GUIPi
Chegaram as oais bonitas e modernas basqui-
nas pretas de gnipute, que se vendem mais barato
i!o que em outra qualquer parle; assim como as
mais delicadas romeiras ou pelerinas de croch
pretas, enfeitadas Je verde sonaras cores, quo se
vende muito em conta.
CHAPEOS *g SOL.
Vende-se um grande sertimtnto Je chapeos de
sol do seda e alpaca que so vouJem muito ba-
ritos.
LENCOS BRANCOS.
Vendem a bonitos lencos braucos e decores
com barras e abanhados," pelo barato preco de
'' jjOO a J;ia, ditos de linho a'ianhaJns a' 63 a
duzia, ditos de esgue vpara varios precos, ditos
de algodao a S.i e 13600 a duzia.
A MOM '
Na loja do Pavo vendem-se modernissi-
mos chales de fil preto cera lindas palmas
de fieda, pelo barato pre;o da o$00&,
pe cbincha.
BASQUINAS A I20OO
Na loja dOjPavo vende-se as m3s mo-
dernas basquinas ou/nanteletes do guipure,
pelo barato preco de 123000 cada urna.
PARA ESCRAVOS
Na loja do Pavo vende-?o estamenha
e'algodiio mesclado para vestidos e roupa
ce mo'eqaes a 200 rs. o covado, na ra
di Imperatriz n. 60 de 'Flix Pereira 45
Suca.
Papel para cinbrulho.
Conipra-se papel para tmbralno : na loja do
Pavao, ra da Imperatriz n. 60. do Flix Pereira
da Silva.
FOSTOES BRAXCOS PARA VESTIDOS A
400 RES.
Na loja do Pavo veede-se um grande
sortimento de bonitos osloos crneos, pro-
prios para vestidos e_ roupas de creancas,
assim como tarabem para ro jas de ho-
mens por serem de lavores miudinhos e
bantanto uneorpaJos, evendern-se pelo ba-
rato prego de 400 rs. o covado nicamente
na loja n. O da ra da Imperatriz.
CORTES A 8 )0()0 DE VESTIDOS A 8/O00
CORTES A 8.-900O COM DUAS SAIAS *
Chegaram para a loja do Pavao os mais
bonitos cortes de la com duas satas,
s-ndo neste genero, os de mais gsoto que
tem vindo ao mercado, e cada um em
seu carto, com o competente igurino, e
vendem-se pelo baratissimo prego de 10800,
&) na loja de Flix Pereira da Silva a ra
da Imperatriz n. GO.
CORTES DE SEDA A 20000.
Na loja do Pavo, vendem-se bonitos cor-
tos de seda para vestidos tendo 15 covados
cada um, e cora quatro palmos de largura;
pechincha na ra da Imperatriz n. 60, de
I'elix Pereira da Silva.
CHALES DE CHACHEMTRA A 6& 100 E
125000.
Na luja do Pavao vendem-se os mais
bonitos chales de verdadeira cachemira de
or, com os desenbos mais modernos, a 60,
10 e 12/5000, mqito barato na ra da Im-
peratriz n. 60.
MnEIR9B'M!HWLI\!l(
DE
* r
sf t^*r
A AGUIA BRANCA tem convicio do que a abundancia de objectos de novidade-
em seu consunto e completo sortimento, a boa escolha no gosto delles, a superioritlas
de de qualidades, o a limitacSo de se3 precos, esto a op nio do respeiUvel publico
em geral, e na de sua boa freguezia om particular; mas ainda assim ella julga de seu
de ver scientificar a todos, da recepto d'aquelles objectos que esto alera do commum,
como bem sejam:
Bonitas caixinhas de madeiras envernisa-
das, contendo navalhas e os mais necessarios
para viagem, servindo ellas de-carteira
mando abertas.
Ontras conforme aquellas, proprias para
senhoras.
Outras machetadas, com thesouras e os
mais necessarios dourados e de madrepe-
rola para costura, obras de apurado gosto
e perfeigao, proprias paro um bello pre-
sente, tendo algumas com msica.
Estojos ou carteiras do ecuro com nava-
lhas, e os mais necessarios paraviagens.
ESCOVAS DE MARFIM
Para unhas, denles, cabello e roupa.
Outras de balea com machetados do ma-
dreperola para os mesmos lins.
OBRAS DE MADREPEROLA
Leqaes, escovas para deotes, caetas,
didaes, brincos, alfinetes etc. etc.
Ricas capellas com veos para noivas.
Cintos de brim, com elstico para se-
nhoras.
Voltas de grossos aljofaes de cores,
para circular os coques.
Outras igualmente bonitas, e com pin-
gentes para o pescogo.
Outras com aljofares coloridos, e tran-
sen dourado.
Botoes com ancora, e P. II. para fardas
e colletes.
Abotoaduras d'aventurine com o p de
prata dourada, para colletes, cada um oj.
Pannos de crochet para cad ras.
Novo sortimento de'toalas de labyrin-
tho, para baptizados.
Renda ubico de guipui, branco e
preto.
Fil preto, de soda, com sal picos.
Pequeos e delicados espadadores de
pennas coloridas, proprios para pianitos,
oratorios, etc.
Bonitos passarinhos de metal prateados,
para segurar costuras, tendo ahioladinhas.
de velludo para agulhas e alfinetes.
Thesouras do duas, tres, quatro e cinco
pernas para frisar babadinhos.
AGULHAS NON-PLUSLLTRA
Tal a qualidado d'cssas agulhas, que
mereceu ao fabricante o pomposo titulo de
Non-pltisultra, merece a A guia Branca as
honras d'um annuncio, e sera duvida me-
recer das intelligentes senhoras, a devida
estima por sua aprcciavel qua lade.
Al agora nada se tinha visto de tao bom
em tal genero, e ainda assim costa cada
papel apens 200 rs.
Provavclmento d'aqui a pouco abnndarSo
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, porm as verdadeiras continuarUo a
vir especialmente para a loja 3 Aguia
Branca.
Dcscrever minuciosamente por -cus no-
mes e qualidades a nftnidade d objectos
Botoes de cristal, encastoados em prata, que constantemente se achara venda na
para punhos, 45 o par.
Camisas de flaRella para homem, a me-
ihor qualidade que tem vindo a esto mer-
cado,
Meias de Ka para homens, senhoras ,e
creangas.
Ditas de dita, tecido de borracha, para
quem soffre de inchacao as pernas.
loja da Aguia Branca, seria senSo impossi-
vel ao menos infadonho por isso ella con-
fia na constancia do sua boa e anliga fre-
quozia, e pede aos que de novo queiram
reconhecer a commodidade de sena precos
e a cinceridade de seu agrado, que ;o se
esquecam de comparecer loja d'Agoia
Branca ra do Quoimado n. 8.
ITVRA
PARAUSO DA INFANCIA BRASILF1
LO
Dr.AvCesarEorges.
ti' 2 ADA r.
AVGJJSTAUA)
Esles ri-ullad Je prr.nle f
rioin'ia e J;> nuiw, vieran
lisfazer a i. ,:ii inslai! les di
instruegao piv 1 tal forma tjnr, p
governos do ; ivinrias lecm sid<
adoptadas pata as escotes pnllicas, asaM romo
por grande nr.rr.t ro de proB irllcolsrts.
O primen > ( abA>latamen(e diverso iaa
.- vulgaru ..'' i-''iJii-ciJas pelu o*me Je A
I! C) e composto regnndo um syslema nataral,
philoso))bc 1 que aos meninos ri-ilta
eatraordinaiian 'uto o conhedmento da leu
Utrnando-lbcs 1. > oais rpidos, e etto meaos
penosos, sius rimeiros, limfdos" e vacilaMes ,
sos na villa Ulti iria.
O srijttiidu lin 1 consta de mmios arfiav, eon-
los etc., M revs como eonvcni ;i I
aMancAo das rrianras, e't-scriptoj em lingua
aestylo aproiriadbs franqueza Je s;a M
genca.
E de manein combina-fas halle fe arham _-";
materias qne, r. mesmo passo qoM vlvamttMa in-
Uressamo deliilam os pgquenrs leitore-, Icjran -
Ibes o in'plantau: Ihes 11 1 5 \J'-
L-undo preceitos 1!" :n ral, iuspiraadn-nies; ifrsiln
lego, rom .1 a leilura, o amor Ja vii tu e a repaffnancia da do \n'u>.
sfn arnbi s e.-tis livro* ntidamente imnsTftofl a
elrgantemenTo imcadernados em Pars, e coa)
estampas linas representando os as- impos d contos ; o que torna mais convidativos aos
ninos e minio 1 roprios pura presettei 1 u premii*
J .s meajaos.
Con1 egnudo d os blica brues
com msica para o comee/) e Um da e-cula.
Reeommemlai '-! 3 pois nmliaJaiimM aiis s^-
nhores pais de iamilia, c pro fosfore? que anda os
nao eoBhccem.
Pi neiro livro. "'00
1
ooo
\ VENDA NA
l.ivraria francazo,
9RA 00 CRESPO9
Barthoiomeu & C,
i 1
11T
N. 23Largo do Terco.H. 23.
SIMAO DOS S
Os proprietarios deste bem sortido armazem de secco e molhados, partecipam
aos seus numerosos freguezes, tanto desta praga, como do matto c igaalmeoba ao3 ami-
gos do bom e barato, que leem um grande o vantajoso sortimento de diversas merca-
dorias e as mais novas do mercado, as quaes vendem em grosso e a retalho, por
menos preco do que em outn qualquer parte, por ser maior parte destas mei cidorias
compradas por conta propria, por isso quem comprar at a quantia de ICO?, ter cinco
por cento pelo seu prompto pagamento gaiantindo-so qualquer genero sahido deste
armazem.
GAZ AMERICANO 93 a lata, a 400 rs.
a garrafa e 60> rs. o litro.
VINHO VERDADEIRO F1GUEIRA oCO B
GiO rs. a garrafa, a 45500 e 4800 a cana-
da, a 7-20 e 940 rs. o litro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 'e 500 rs. a garrafa, a U e
SiJoO a caada, 600 e G40 rs. o litro.
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 7$ a caada, e 15340 o litro.
VINHO BRANCO DE LISBOA a G00 rs.
a garrafa, 4!500 a caada e 900 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA a
200, 240 o 320 rs. a garrafa, 2-J200,
lSOO e 1,5400 a caada, 3G0 e 480 rs.
o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 3 10440 e
I#280 a libra, 3140 e 2,5800 o kilo-
grammo.
DEM FRANCEZA 960, 900 o 850 rs.
a libra, e 25100, i980 e 10870 o kilo-
gramrao,
DEM PARA TEMPERO GiO rs. a li
bra, IdlOO o kilogrammo, em porco se
far abatnenlo.
BANHA DE PORCODE BALTIMOOR
720 rs. a libra, o 101570 o kilogrammo, em
porco se far abatimento.
ARROZ DO MARANIIAO E DA INDIA
620 rs. o kilogrammo, em porgao ha a'oa-
limento.
BOLACHINIIAS E.M LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, a \6o llOO a lata.
VELLAS DE ESPAftMACETE 720 rs. o
raasso. em cana ha abatimento.
PIIOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, 480, 400 o 560 rs. o masso.
3,520b e 65500 a groza.
AME1XAS EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 3:j.00, S5S00
e 15 a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA M) 1 rs
o masso de urna libra, e em caixa ha aba-
timento.
BATATAS NOVAS DE LISROA a 100 rs.
a libra, em caixa faz-so abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II i 5,5500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM rass, verdadeira iiilersa
BELL, 800 rs. a garrafa e 93 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 10500, I ?200, 10 e
800 rs. a garrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E AMBR-
GUEZA 70 e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
120 e 140 rs. a libra, 260 e 300 rs. O U- VuIb Tlp MVER^TvW
logrammo e 30800 a arroba. QL 3S
ALPISTA 240 rs. a libra o 520 rs. o' f800,e 20400, em caixa faz-se gran-
kilogrammo, e 60 por 11 kilogrammos.
CAF EM GRAO 60 o 60500 a arroba,
Vinho, Piuxas, Xarope e Ti>jtuilv
DE JURUDEBA SIMPLES E FEtinL'Gt.\'030;
Oleo, Pomadae Emplastro da mesma
planta preparados por
8ARTH0L0IYIE0 & CA
Pharmace uticos- Droguistas
PEHirAXIBUlO
A Jurubeba : esla planta bojo recoBbecida
como o mais psderoso tnico, cuino o melbor
desobslrucote.econio (al applicada nos padetinienios
do ligado e baco, hcpatiles, daresas, tumores inter-
nos e especialmente do ulero, hidropesas, erysi-
pellas, etc.; e associada ao ferro un! oas paluda*
cores, chloroses e falta de menslruacio, deserran-
jos do estomago, etc., e o qne diremos attesUo
innmeras curas impoitantes oblides com nosso
preparados ja bem conhecidos e asados pelos mtit
distinctos mdicos do paii e Portugal. Em lodos os
nossos depsitos distribuimos gratis folbetos qae
melbor fasem conbecer a Jarubena os reenluAn*
e applica(io.
Veodem-po libra? sternas : no escr|
Leal Itei-, roa da Cadeia 11, 49.
scravos rumas.
rs. o
200 e 240 rs. a libra, 440
kilogrammo.
SABO MASSA 260 e 200 rs. a libra,
TOUCINHO DE LISBOA iOO rs. a li-
bra, e 880 rs. o kilogrammo, e 110500 por
1 i kilogrammos.
CHA FINO. GRADO E MIUDINHO os
30 e
kilo-
570 e 440 rs. o kilogrammo, em eaixa ha melhores que ha no mercado,
abatimento. 30200 a libra, 70080 e 60540 o
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA- grammo.
LHARIN E ALETRIA, 800 rs. a libra e DEM PROPRIOfPARA NEGOCIO 20700,
10750 o kdogrammo. 20500, 23200 o 20 a libra, 0 55*50 e
SEVADINHA E 8AF 280 rs. a libra 6 40180 o kilogrammo.
Assim como ha outros muitos mais gneros,- vinho em ancorlas, aeitonas,
passas, figos novos, charutos de diversas marcas, linguifas de Lisboa. marmelaJa, con-
servas gela de marmello, pcego, ervilhas, peixe em latas, sardinhas de Nantes,
vinho verde engarrafado, pomada canella, cravo, ervadoce, cominho, pimenta, grandes
molhos de sebolla i 10500, finalmente muito mais gneros que enfandonho
mencionados. __________
A ra do Livramento n. 6, contina a ha-
ver para vender por precos rasoave3, o
melbor vinho verde at hoje vinity a este
mercado.
C1JL DE lil^HOV
E
POTASSA DARUSSIA
A mais nuva uo mercado, a preco raioavei: 11c
irmKtn d4 Mmioel T, Basto, roa do Commarcic
Cha toul-purgatlvo c depurativo
de Chaubard.
Composto das planta? as mais odorferas a as
mais vlrtuoa9 dos montes os mais elevado?, o cha
toni-purgativo de Ckambard possue tim |UttO sabo-
roso e um aroma suavisslmo, e as propri jdades as
mais notaveis sobre os embaraces do estomago,
dos intestino? e do ligado, o Jc>'objCru3Mo por
excellencia na onstipaco do entre, e nao tem
resguardo algum. Depurativo especial 9 directo
das biles e des humores, refresca o s;,u uo depu-
rando-o.
DEPOSITO ESPECLAL,
Pharmacia de Barthoiomeu & C, ra larga de
Rosario n. 34.___________________________
Vemle-sf o deposito de charntos da ra es-
trella do Rosario n. 16 : a tratar na na de Hortas
numero t.
Veade-? ama casa ierre na ra da Concei-
cao n. 19 : a tratar na ra da Aurora n. 132 A,
com o agente Euzebio.
Fngio no dia 49 do mei passado a e 1
Severma, rabr, nato ral da eulado do Ara
eom os signaes seguintes : llura refalar, rh
do eoruo.ulboa pequen je, it-sia estreit, Ikltj o
denles da fiante, tem o ded 1 llegar nu o mii>in 1
da man fsi|iii'i'l.i nm pnuuj dobrndo para .i palma
da mao, betcos Bn is 1 basi mies rox -. 1 'voa nm 1
tnraxa contendo dous vestidus, ora de cliim t .
listras enrar r. la-, c ontro de la enr de rma,
foivestida.com nm vestido tTerhita wrnra r "i
palmas bra 1 :s ... 1 n ebal de lia o
bonin, enm iuii servindo oV rod Ka, c m nm
tabolcim de Sandras.; desconlki-M que etl; e ',1
oceoita em ;lgiiiu casa, pelo nm* w pr tra a pes-oa u,ue a livor <.ce-tillada, ubrigand -
a pagar o- Jius de servia : roga-fe, p-ii.-.n! >,
autoridades e mais pess ja.-, qw- a appnHwaNba e
a levtm ra do Amorim 11. :t9, Io andar, ou 1
ra do Hosoicio n. 17, uul se irralilicar.
Fugi'.> do engi-nho Qaeiinadas da coiiir
ilo Brejo da Madre de lieos, a estrara Pac tira,
parda clara, cabellos caraptahos, de idade 16 pal >
17 anuos, estatura regular, boa engommadu.ta a
costnreira, cuja fuga tefe Inear no dia 23 da se-
temliro prximo pausado, leudo no ruste pint s d.
sardas e espinbaa, denlos completes, o sano ra-
vida de dona para tres nit'::es : rnaam-se as ; :it >-
ridades polioiaes a captura da referida escrafa,
assim como a i]nalquer pessoa do povo, qne sera
bem reemnpensado; a entregar n<> Recita ao ma-
Jor Jos Caetano de Hedeirvs, na rua de ApolKi d.
10, e no Urejo da Madre de Dos a sua sonhor 1
D. Bernarda Cordeiro da Carvalhc-_____________
FOinos.
Gratifica se com 1GO0O<>O (M* cada um.
Do engenho Solcdade, en Porto Calvo, rugirn
no dia 27 do inez paitado, dous escravos, en] 9
signaos sao os segointcs : um de nonio l-'elippc,
idade 23 annos, natural do Coar, cor cabra, um
pouco discorado, tem os cabellos carapinhado:,
penca barba por baixo do qoeixo, estatura baizo
regular, e corpo iv. ntam regular, as pernas groa-
ses e cabelludas, maos c pos bem fetos, ulh
Erandes e vivos, falta de um dente na frente, fal-
indo claro 9 deseinbarf at!o. O outro do no
atanoel, tambera cabra, itaural do Rio Granile dt>
Norte, tem 23 annos de idade, os cabellos carapi-
nhados, rosto corto, ollios e bocea um tanto
quono?, nariz pequeo e um tanto grosso, tem do
alto da cabeca nma cic;ttriz que se de parando o cabello, nao tetn barha, v de estatu 1
mediana, espigado, bracos u peina- tina-
regulares ; eslao ambos limpos de eostas a naae-
gas, visto nao terem s-jlTrido castigo algum: ra-
ga-se, porlanlo, s autoridades pntiaes,
de campo, ou a qualquer pessoa que os, cocual
do os capturar, e leva-los ao iwneonado
Soledade, no termo de Porte'Calvo, ou Beata pr-
ca no escriptorio do Joaquim Rodrigues Tavar,:;
de Mello, largo do Eorpo Sanio n. 17. Io andar,
pelo que em qualquer das partes recebera a gr .-
tifleatio cima promettida.
Luiz Manuel Uodrgue> Vatanoa, como pn -
curador desna mullur e comnetentemente ante-
risado pelos demais herdeiros dos fallecidos papi-
lla Antonio Gomes Pessoa e sua malhnv-r
coiiscnhores, representantes do
valor do engenho TabaAiuga, 1
Taqunra, termo da I
de Gnyanoa, conlra
hre dito engenho.
clarecimen:
50, 1
de eti-i: ..

^w }'.&+-"^^BfpPWwaBjM>iia>*ii*,ii


Diario de Pern.ambuco Sabl>ail< 16 de Ou de lflflt.

CilAlW IOS SRS. DSPODOS
SESSAO EM 16 DE SETEMRO
MKSmEXCU DO SK. NEMAS.
(Gwfiinmco)
ilfi. desde que urna priso se realiza, io-
raati 'le o cxecutor dola, qiur seja agente
potttico, qnor seja particular, pode dontro
de potos momentos encontrara autoridade
que tona i conhecimento do facto, e veri-
ti .fus sea priso esta no caso do ser rain
tida; atrs nos, pvm, na so verifcalo
citas circunstancia;. E ilre n6s as autori-
edpjji JflfisSiccionaes. o nem sraipre
acta:a-se e a lugares ceitos. onde po3sam
s.f fil!ate oncontradiN sobretodo nos
term centraes, e fura das ciJades e
Prca ler m individm, sea motivo
uiuito fundado, e sem previo ex une e de-
mhneio da autoridade competente, para
so apoto buscar essa autoridade em longes
diitaarias, artirisar manifest vexarae
contra a liberdade individual, portaito a
eraisso ni) podia nesta parte seguir o
po da legslago ingleza, deixande
.ubsisr a vaga apreciarlo dos motivis de
'.na prisio criminal, como at aqu temos
lile; ella j'ilgm ser de ineontestavel van
Ugein os para nossos concidados o espe-
tit*r quae.s es casos e hypotheses que
densa du-se -para que a prisSo pudesse
:ser efectuada antes de culpa formada, e
tura de flagrante deudo.
Na. i smente na legislaco mo lerna
t tulas os povos civilisados que vemos
aut ifrts, que nis deixaram monumentos
d mi legislago, consagravam este meio
de garantir a sociedade. A priso preven-
tiva lea sido considerada como nm meio
conducente prevengan dos crimes, isto ,
com urna providencia, da qual resalla a
minora ci do numero dos crimes pela
aaior probabilidad; da punico ; pois
rrincipio reconhecido em direito criminal
jue tanta mais certa a inevitavel a ap-
r/licarii da pena, qnanto mais se arredam
os homens mal intencionados de perpetrar
delicio s.
Se So exstissc a priso preventiva
BMM meio assecuralorio da punico, mu
fcilmente qualquer individuo que perpe-
traste un delicto grave, podia evadir-so ;
*? isto seria urna anim ago constante para
m malfazejos e perversos.
A prmo preventiva inqueslionavel-
meate necessaria eomo am meio de evitar
.1 reproduceo dos crimes, corno um meii
de iatimidago ; a legislaco enrama! lem
como um dos seus grandes ns intimidar
peb punigo do delinquente aquellos que
possan no futuro commetter crimes sene-
iliaotes. Ptinc-se, conforme dizem os cri-
minalistas, stpirna detenili minas delin-
Nao temos infelizmente "urna estatistica
criminal pela qual nos possamos guiar no
alalo que tivessemos de fazer acerca dos
abuses a respeito da priso preventiva
eniffl nos. Calculando, porem, geralmcnte
lelas factos divulgados no paiz, embora
^P-coigidos em quadros methodlcos e
mparativos, por onde possamos fazer
;iar aprecia-cao delles, todava consi-
derando sobre esses actos, vemos que a
o preventiva no Brazal s torna-se ver-
adeiramento notavel pelo numero, mas
fflra pela duraclo.
Com afeito as nossis autoridades poli-
iaes fazem numerosas prises sobre o li-
tlo de averiguaroe e ahi que est o
jrraadi'. aboso : quando instauram os res-
pectivi).-; procegsos nem por isso as dlon-
(ras sao excessivaa na inaxnna parte dos
i-asos. Km regra no e&paco de u;n at dons
nmzes os prooessos eslao (ei'.os: embora
baja lamenta veis xcepcOes ; todava secon-
frontarmos este rcsullado com o que suc-
cede tiii i.iiii.a, paiz bem organisado,
nao teremos grandes motivos de desa-
'injo.
O qae exeessivamenle se procrastina em
> Bossopaiz sao os julgamentos perante o
jury, sobretodo quad apparecem appella-
^H : ahi que est um mal gravissimo
A priso preventiva torna se oppressora c
Bpportayelmente ioiqoa pe i extremada-
mora na doeisfo desses recursos perante as
relaees. EntSo a qnestao nao de mezes:
moias e frequentes vezes de annos.
Coasultando-se a estatistica criminal da
Franca, acba-se cstabelecido como verdado
'jii as prisoes preventivas na maioria dos
eafM diiram alli de um a quatro mezes,
estadeodo-se algumas vezes alm de seis.
Se M nossos ti ibunacs superiores n3o re-
tardassem tanto as suas deciso;s quan-
to ha reairsos, por cerlo n3o riamos mui-
u aK;m.
FOLHETira
OS CASACAS PRETAS
ROMANCE
por.
Paulo Fval
Segunda parte
TKG PATti
(Gontinuaro do n. 234)
XIII
A baronesa chwartz.
ram a Miguel trez-'ntos francos de
optando por mez, para enlrancia, e quar-
U no predio. Habitavam en!8o na segun-
da t*a nobre, j palacio.
Em lb>e geral, professava Schwartz a
opiaio de que se devem soffrear os rapa-
'.eis. e dar-lhes nooco dinbeiro. porque o
dioaero o grande oerigo em Pars. .Mi-
gad, porm, era o relphira da sua realeza
ndostrial ; n'el'.e se revia; mal Ihe pare
<*era que nao fizesse algnma extra vagan-
Migaol fez extravagancias, se fez Todos
'ajudaram. No fim de doos mezes, tinha
dividas. Eslava nos dez'seis.primavera de
Mitr'ora. Agora fumarnos aos dez ; entre
os, aos dezeseis, -reflecte o Lovelace,
ownos que nao atirc pira jockey, o que
amadirece^epressa as inteligencias.
Miguel, o nosso bere, foi por instantes
.rolebie em Todo Pars : tere conquistas
das que glorifican), e creio que omou dous
Hteflos, por bons motivos. Se para tanto
tiostsi) quJa, have-lo-biam os chronistas
da aooti|jk elegante celebrado eatre as
idis'as^Bcbwirtz estava contentissimo
ro futo, a form.i-
s nao se pro-
longa, como aca luer, alm do un
at dous mezes; e se !^^^PP ^ sneceda,
ro que com a ad i actual pr)>
jacto assx melhor
As auSfedados, fazcudo a priso dos cid
pados, ^[emetter immediatamente io
juiz criminal cora o corpo de del co j ins-
tituidlo com as prevas do delicto e do de-
linq-ento, de forma que assm o juiz pro-
cessante encontrar oprocesso quasi prepa-
rado, e podar em muias ciroumstancws
cumprir strictramente a lei, formando a cul-
pa dentro do prazo legal ; mas quanco
assim nao succeda, desapparecerao os m -
tivos ou pretextos de excessivo relard.i-
nwoto.
A base do crime est firmada, os doci-
mentos colligidos, as testemunhas indicadas:
assim o juiz orgaaisador do proeesso no
ver embaracos que tragara a procrastiii3-
co do feito. 15o prejudi.i aos interosses
da justica e aos direitos da parle. Obrigi-
do a dar a razio da demora, quando a ba-
ja, elle achar-se-ba cm difliculdades quar-
do quizer propositalmente retardar o andi-
menlo d) um proeesso.
Pela legislaco romana, dado o crime,
podiam os juizes resolver a priso preven-
tiva, como vemos pelo seguinte fexto:
Qui aecusatnr sob custodia oficii faci.
O direilo antigo francez consagrava omes-
mo principio, ordenando que a priso pre-
via teria lugar contra os culpados sem do-
micilio naquelles crimes a que se app icas;e
pena infamante ou aflictiva.
O direito moderno francez da mesata
forma estabelece a prislo preventiva, reo-
nhecendo a necessidade de semelhante pri)-
videncia; e assim em 1850 dizia o ministro
da justica era Franca: a Os tribunaes di-
vera sempre ordraar a priso preventiva
dos culpados em materia criminal; niio
podem abster-se disso sem prejuizo da jus-
tica, quando Irata-se de crime graves, cu
quando os culpados nao le.n domicilio
cerlo.
Foi, pois, Sr. presidente, segurado os
exemplos de todas estas legslaces que a
commisso julgou dever manler o principio
estabelecido na oossa legislaco actual em
relaco priso preventiva, limitando, po-
rm, os casos era que ella devia ter lugar
aflm de evitar os abusos, que no nos jo
paiz se tm pralicado. Repetir! que a ar-
guico feita contra o arl. '.V do projecl^,
considerando-se as desposicoes, como op-
pressivas da liberdade do cdado, com-
pletamente infundada: u esta augusta c-
mara, approvando o mesrao artgo consig-
nar importantes garantas da liberdade in-
dividual.
Disse-se ne>la casa que para dar-so .a
priso preventiva, a polica estabeleceria a
espionagem, e que a espionagera, sempre
odiosa devia ser repellida. Nao descubro
no projecto essa espionagem a vil tanto e re-
pllenle que o nobre deputado polo Ilio de
Janeiro euxergou ; mas se por espionagem
o Ilustre preopinante entende a vigilamia
que a polica deve manter na sociedade,
entao digo que inconveniente nenbjMi ella
offerece, porqurnto a polica, quando v,<]ia
o cidado nao o viga cora fias sioistros;
bem, pelo contrario o viga sempre por
dous motivos e ambos uteis, ambos mu lo
legtimos: o 1", quando te;u de perseguir
o criminoso, para o prenderle entregar
punico que merece.
A polica, como o nobre deputado sal e,
tora dous no ios de procWer p >r um modo
ctra reprime, e por ditro m uTo cT pro-
teje. Para cumprir estes encargos ella tem
necessidade de ser cautelosa: e nmhoni
raza aceitavel lia para que se considere as
precoucoes que s vezes a polica toma em
suas aeces como cousas dignas de rapto-
vaco e repulsa.
Se a discripfao louvavel em todo o ge-
nero de accSea e em todas as circumstan
cias da vida, ella indispensavel da paite"
da polica, que lida com todo o genero .le
mteresse o com toda casta de pessoa- Para
sorprender o malfeitor, omitas vezes llic
necessaria Decollar os seus passos, e estar
vigilante; para amparar o-citkuio pacifk
tambera em muilas circumstancias do sou
dever nao ostentar-se: assim que ella de-
sempenha a sua importaule misso, o s:u
duplo lim de reprimir e proteger. Nisto
consiste a essencia da instiluico da po-
lica, pue nao pode ser desconsidera la
em sua acclo pelo simples labo dj espo-
nadem.
No i i" do arl. 3" do projeclo se d z,
qoe a priso poder cT'ctuar-se i>r
ordem verbal da autoridade, quando esUja
presente ao acto, ndependcnleraenle de
mandado escripto. Esta disposieo foi con-
siderada cuno offensiva do arl, 17> | l(
da constituico do imperio. O que estatie
o preceilo constitcitinal ? A constituirlo
declara, que i a excepeo do flagrante de-
coro elle. A gloria de Miguel reflectia-se
na casa, que Ihe augmentou lealmente o
ven cimento.
0 Sr. Lecoq fez o resto.
Conhecemos o Sr. Lecoq de longa data, e
temos consciencia de nunca Ihe lia'-er
pronunciado o norae sera o circundar do
merecido respeito. Pessoas como o Sr.
Lecoq nunca seconhecemde mais. Pa"e
cein-se com o lalim, que nunca se sabe
bem, mesmo depois de oiio annos de col-
legio.
Na sua vida, desempernara o Sr. Lecoq
muitas e mu honrosas funceoes, lincen-
ti mo-lo n'nutro tempo na fulgurante qua-
lidade de caixeiro, viajando por conta eos
patres.' Era novo entao. As vezes, quan-
do se viaja para negocio, adquire-sc ce:-lo
lyrocinio diplomtico, e nem todos seriara
capazes de vender como elle vendeu os
famosos cofres de defeza e segredo da
casa Berthier A C.
Deus louvado, cumpria a idade madura
as promessas da estra") j nao viajata
senlo por Paris, centro das civilisacoe?;
tinha casa sua; era personagem milito mais
importante que o proprio baro Scbwariz.
Desapparecea caca do toda a parte ; s
Paris. a floresta de Paria, conserva riqu s,-
simo fundo de soberbos aniraalejos para e
Ibes atirar, armar-Ibes ou corre-los. O
Sr. Lecoq trazia arrematadas, sem puchar
os cordos bolsa, as'cacadas de paris.
Nao era usurario, que horror NSo i
nha, seja-nos permitlido dze lo, nenhuria
fabrica de casamentos, com o Sr. de t,il,
quem as suas reiacoes na alta sociedade
permittem offerecer dotas sortidos de clitf-
coenta escudos a tres milhes : disoricl),
decencia, celeridade, nem cansaco nena
Reto, a priso uo pedo s
nao por ordem escripia da
Ora, Sr. presidente, nao posso encon-
trar aaui na dispi i proceito cousti-'
luciooal motivo neubwo do argumento
*jcto, quando det#r-|
' a aotaridada |wlel ou criminal
fJHsa fazer a priso, estando presente ine-
pendente de i .0 que a constiUi-
Co qui/, i que um individuo, que
nao seja a autoridade competente para de-
cretar priscos, as faca sem ter e'sse manda-
do, sem ter es^a ordem escripta da autar-
dad-;; foi este o abuso que a constituicSo
quiz evitar e peo ve ai r.
Comprehendeu-se que ncsla sabia deter-
miiuco ha urna importante garanta indi-
vidual. O cidado s obdece a lei e tem
por intermediario a voz da autoridad o com-
patente. Se a qualqoer pjss-oa fosse licito
prender, oj C'mflictos seriara frequites,
os abusos repetidos.- e ningnem saberia
quando ouvia a voz da aujnridade, ou a voz
ile alguin esperto malfeitor que a pretan-
desse abusar em nome dessa mesma auto-
ridade.
Sem a cautella da ordem escripta todo o
cidado eslava exposlo aos ineommudos de
urna priso pelo simples alvedrio de um
inimigo, ou mesmo de qualquer inquieto
vizinho, qoe o quizesse perturbar em seu
socego. Intimada a voz de priso o pacifi-
co cidado teria de submelfer-se al que
pudesse perante a autoridad) liquidar o sen
direito.
Sem a cautella da ordem ->scrip'a pode-
ria, em ontras ojcasies, ser intimada ao
criminoso, ao turbulento, a ordem do pri-
so resol vida pela autoridade legitima, e
elle duvidar de sua exactido recusar se a
obediencia, e dabi seguirem se conflictos
perniciosos.
Apresentada a ordem escripta, o cidado
obediente a lei sabe que ouve a voz da au-
toridade, e o cidado recalcitrante nao tem
pretextos para duvidar.
Estas foram as contigenefts que a cons-
tituico quiz prevenir; porm jamis se
a Miar na sua letra, sem mesrao no seu
espirito, a prohibico de que a autoridade
presente onde est o criminoso, seja li-
cito effectuar urna priso mediante ordem
verbal.
Aqu nao ha abuso nenhum, e tanto mais
quando na conformdade das disposicOcs do
projecto a autoridade que cffectua a priso
sem mandado escripto, tem obrigaco de
lavrar o respectivo auto, consignando os
motivos da priso. E' isto o que a le
quer, e a autoridade obrigaia a fazer.
Nenhuma violaco ha. pois, da constilui
Cao em determinar o projecto, qoe a autori
dade possa verb dmente decretar a priso
estando presente.
Do contexto do artigo da conslituic1
collijo que ella excluo a argumentaco for-
mula'.! i contra a disposieo do projecto.
O citado artigo di eo.'i*tluico emprega
a palavra-exacntada em referencia a pri-
so : ora execulor aqu lie que cumpre
ordem estranlia; pmulo j se v, qoe a
constituico, quando assim se exprimi, re-
porlava-se ao caso em qne ha mandante e
mandatario ; ao caso em que um expede, e
outro cumpre a ordem.
Na hypolhese, porm. da presenca da
autoridade a consa diversifica : a autorida-
de nao tem mandatario, e executora da
da sua propria deliberaco. Assim o art.
170 % lo da coiistiluicSo, nkAtda por for-
ma alguini, que a priso do criminoso se
realiza sera mandado- e^crino. _fluando a
autoridade competente assiste ao acto, e
execota a mesma priso; sendo ante-racio-
nal que alguem expeca ordem para si mes-
mo. Naguem recebe ordem de si mesmo:
seria nm contrasenso.
E\itar duvidas e conflictos, cohibir abo
sos e excessos, foi o que a lei quiz preca-
ver com toda a sabedoria; porm vedar
que a prfso se fizesse em presenca da au-
toridade, indepentemenlc du mandado es-
cripto, seria cousa 8*0) fundamento e p e-
judic.ialissiraa justica; niiihuina razo es-
peculativa, nem de onveniencia exige se-
melhante abstenco.
Digo, que seria cousa aflmenle censn-
ravcl, se a lei proninisse a priso cm taes
circumstancias, e basta para demonstra-I
figurar hypolhese mu realizavel. Suppo
nhamos que a autori lade eneontra um cri-
minoso importante, mas como nao leva por
cautella um mandado, embora numerosa
comitiva a acompanhe. e possa ser o cri-
minoso inmediatamente agarrado, para,
manda chamar o escri\Tn para lavrar a or-
dem, procuram-se meios de escrever, e no
entretanto o offensor da justica social a
seu salvo retira-se e evade-se para lugar
seguro.
E pergunto eu: urna legislaco que an-
torisasae semelhanie escanda-lo seria digna
de aceitaco?
J vem, pois, os nobres depiHados qne
de seculo de xito ; pagamento depois da
cura. Nao. Nao tinha essa industria pouco
acreditada que se chama escriptorio de
emprestimos ; nao se entrega va exporta-
co ; nao venda recrutas ; nao favoreca a
emigrarlo allema ; era Ho pouco se de-
dicava criaco de tenores.
Nao. pelo menos nenhuma d'essas ex-
celentes cousas eram objecto particular da
sua patente.
Que fazia entao ? Adminislrav* urna
agencia.
E o que urna agencia ? Supponho que
ha agencias que se podem definir, com
lempo e pachorra. Faz-sc- isto ou aquillo,
n'esta ou n'aquella agencia ; na de Lecoq,
fazia-se ludo. As pessoas bem informa
das, porm, eram de opinio que aquello
ludo nao passav de pretexto para enco-
brir urna singular industria, que ia flores-
cendo no reinado de Luiz Felippe : a pe-
quena polica. Ha tantos curiosos I A pe-
quea polica, que foi n'aquella poca pra-
licada por um Ilustre patife converso e
feito eremita, estava para a prefeitura co-
mo as espeluncas clandestinas esto para
as tabolagens "autorisadas; attrabia simul-
tneamente os tmidos e os demasiadamen-
te ousado?.
Outra gente, anda melhor informada, ia
mais Icnge e diia que o negocio de pe-
quena polica era ao si tambera pretexto
para oceultar... Aonde desceriamoa,
porm, de pretexto em pretexto? O facr
lo que o Sr. Lecoq tiaha excellentes relat
coas e ganbava quanto dinbeiro quera.
^mpreatava como cavamoiro, reengaod,
declarares e letras de cambio
cnafoo a dever-lbe dez mil asa
SctMvarta pagou em pestanejar.
lifa bateram o projecto, que este'
ii razoavel fundamento, o ao-
rta, quando determina que a
isa fazer-se sem mandado, estan-
do a pidade presente ao acto.
E a a nisslo conveio em consignar ex-
pressamj ta determinoco, porque na
execucld Panossas leis-actuaes tem havi-
ilo duvidas a e.-se respeito; embora infun-
dadas, todava essas duvidas se levantam, e
dever fio legislador estabelocer as leis
tal clareza, que ellas jamis cem motivo a
variedajle as decisjs, e tornem vacillanle
o direilo.
Recont o fado da pronuncia decretada
contra um delegado de polica por haver
procedido a urna busca c realizado urna pri-
so sem previo mandado. Deu por si a
busca, e entendendo depois da busca haver
causa sulBciente para a priso do indiciado,
iraraedatamente a fez offecliva : dabi seguio-
se oueixi contra o mesmo delegado, o qual
foi por fim pronuncia lo pir havr proce-
dido a basca o priso independente slc man-
dado.
Se, pois, a I est sujeita a essa intel i-
gencia, compre rcsalva-la como errnea,
lirmando nina disposieo clara, positivie
e terminante; assim a jurisprudencia ser
uniformo e cessar a incerteza do modo
porque a autoridade deve proceder em se-
m el han es conjecturas.
O projeclo no art. 3nao limitan as ga-
rantas a favor da liberdade individual a
simples dilimldade da priso preventiva,
exigindo condicjs restrictivas do arbitrio ;
elle pro;urou tambera firmar oulro genero
degaranlies ; quero fallar da liberdade pro-
visoria, aquella qne se concedo aos indivi-
| dos j presos, mediante caueo.
Quando o juiz decreta ;1 prislo preventi-
va, nem sempre lia prova cabal contra o in-
diciado mas essa prova existe (piando da-
se pronuncia. Entre um e outro acto
apparecem suspeilas, qoe podem desvanc'
cr se-, o em tal situarlo a equidade pede
que o rigor da justica se abrande, afira de
que nao solra injustamente quem apenas
pode ser victima de coincidencias lamenta-
veis. Antes da pronuncia as provas nao
csto depuradas, e na duoda convra an
tes favorecer a liberdade pessoal do qne
ser demasiado rigoroso em attencao ni-
camente aos evenluaes inteTesscs da socie-
dade.
Fundados nessas considerares estabe-
leceram a liberdade provisoria, isto o
reo preso d caueo do comparecer ante a
juslica no caso de pronuncia, am de ser
recomido a priso.
A oauco segura os direitos sociaes de-
vendo ser tal, que furce o reo a nao faltar
ao compromisso cm que se acba para com
a commtinho civil. O temor da perda de
de caugo ebriha o reo a preferir os lances
do julgainenlo, no qual elle pode justificar-se
e isenlar-se de toda a penalidade.
O nosso cdigo do proeesso, sondo redi-
gido sob principios liberaes, omitlio esta
garanta da liberdade; e lano mais nota-
val essa omisso, quanto sabido que
esse cdigo foi modelado pela legislaco in-
gleza, que amplamente liberalisa a caueo.
Os nossos ligisladores de IS'M receiaramse
por certo desla providencia, eotendendo que
seria urna fonte de abusos contra a segu-
ranza individual e contra a publica tran-
quillidade.
A situaeo do paiz est mudada; esla-
iBos'hoje em melbores condicoes, e nao
(levemos hesitar em aceitar to imprtame
regaba da oossa berdi/Je. O paiz tem sede
de gaaanlas para o cidado; seja a admi-
nistraco da justiga bem regularisada, e nao
temamos dentar o cidado cm condiges
favoraveis para a manutnnco dos seus di-
reitos.
A liberdade individual de summo al-
cance, j para o gozo das vantagens civis,
e j para o oxeecido dos direitos polticos,
(umpre ao legislador prever tudo isso, e
fortificar as regalas do cidado, quando
alestas nao resulta perigo algum para a so-
ciedade, a qual, bem pelo contrario, s pode
ter existencia tranquilla e segura quando o
cidado e se considera livre.
Povos amigos j admiltiara a liberdade
provisoria, como urna das grandes vanta-
gens sociaes; e as nages modernas a son-
sagram em seus cdigos.
Na antiga Boma eu vejo estabelecido esse
meio garantidor da liberdade individual: a
sua legislaco facultava anda ros reos de
crimes graves a cauro fide-ijussoria. To-
dos os bomens versados no cftudo de di-
reilo conhecem esta verdade, o a historia
deixon-nos um testemunlio memoravel desse
principio da legislago romana. Quando foi
descobertaa celebrada conspirago de Lu-
cio Calilina, originada na corrupeo dos cos-
tumes, e agitada pela audacia do arruina-
do e ambicioso tribuno, os cmplices deste
grande atlentado nao foram logo lancados
nos careeres; deram caueo, sendo entra-
dor ; neo amae de garanta, ora qnarte tava orna ou outra un Jo entra pessoas
gres a dadores idneos, qne por elles
viam a melo.
Esta salutar regaJa^^^^Brdo n9o mor-
reu com a reforma am^Ho romano; e
quando os imperadores rafimdiram a es-
parsa e extenssissima legiatt(te do povo
re, no'Digesto ficou consagrado o mesmo
principio: alli achamosesta despstelo clara
e terminante: .\on invincula cjkimdw,
qui fidejussores dore paratusest.
\travs da calamitosa poca da barbaria'
da idade media anda transluz a garanta da
flanea ou caucao nos crimes; de maneira
que nos capitulares do Carlos Magno vemos
concedida esta liberal providencia, que pa-
rece incabivel em leis do tempos to atra-
zados. Nessas leis se l: Si res iwn
habtt reud fidejussore Donet: si fidejussores
habere nou poient, a ministris comitis cns-
todietnr. Donde se moslra qae a prislo
s tinha lugar quando o indicado delin-
quente nao poda dar caueo.
Posteriormente em Franca conservou-se
igual desposicio; e as ordenanzas de va-
rios res amigos eipressamente determina-
vam, que em materia criminal o preso se-
ria sollo, dando boa e suflkiente caueo.
Ora, se povos anda to pouco adianta-
dos em civilisaco coosagravam principio
lo liberal em sua legislaco, nlo devemos
nos boje, que vivemos em tempbs denomi-
nados das lu/.es e da liherdade, ficar em
condigo inferior em materia de garantas
populares: cumpre aceitar a importante e
salutar providencia da caugo provisoria.
Gomo ja disse Sr. presidente, admito que,
nlo obstante toda essa somma de regalas
estabelecidas pelo projecto em favor da li -
berdade, anda venba alguem aqui argiir o
projeclo como infenso a liberdade do cida-
do.
O Sr. Andr.vdk Figueira d um aparte.
O Sr. Ai.encah Araiupe :Mostrare qne
se ha desigualdade entre o pobre e o rico
esse um mal social resultante da propria
natoreza das cousas.
O cidado abastado tem meos de dar
caugo ao seu procedimento, porque a for-
tuna o favorece; e na sociedade convem
respeilar as condicoes indivdues. Nao
o legislador quem faz o rico c o pobre : a
riqueza procede da actividade do hornera e
de accidentes da sorte, o jamis as inevi-
laveis consequencias desse fado foram con-
trariadas sem abalo das bases da socie-
dade.
A fortuna estabelece a desigualdade en-
tre os cidados : o rico goza mais do que o
pobre, e um tem na sociedade civil privile-
gios (se assim me posso exprimir), que nao
tem o outro. Assim, por meio dos seus
recursos pecuniarios, que constituem um
meio de forga, e por consegrante de aegao,
o cidado rico cm todas as situacoes tem
vantagens sobre o cidado pobre; e pode
alguem desconhecer esta lei ou regra das
sociedades numanas ?
A caugo um meio de obrigar o reo a
comparecer cm juizo quando a lei o exige;
e se o reo abundante de bens, tem meios
de a prestar, e o destituido delles o nao
pode fazer, a increpaeo nao deve recahir
sobre a lei criminal, mas sim sobre as leis
fnndameutaes da sociabilidade humana. A
desigualdade as vantagens sociaes de-
corre da propria natureza, quecreou os bo-
mens desiguaes em aptides e recursos.
O cidado rico assegura a justiga o fim
que esta tem em vistas ; o cidado baldo
de bens nlo est na mesraa condigo, e nao
pode, portante, ser equiparado a quem offe-
rece bastante garanta do seu procedimento
em relaco sociedade.
Nao to sement na ordem penal que
a lei mantera essa desigualdade : na ordem
poltica, por exemplo, vemos que o cidado
fortunoso aspira e consegue posices que o
fidado indigente jamis obtem. Para cer-
eortava nos gordios sem caivete nem gla-
dio ; e acba va objectos perdidos, sem mag-
netismo. Qualro paginas de prospecto nao
nastariam para. Ihe enumerar os subidos
mritos.
O Sr. Lecoq era notoriamente feiticeiro.
Nao confessava anda de si para si o baro
Schwartz que desejava erapregar feitigos
para penetrar o segredo da mulher ; cou-
sas ha, porm, que se fazem e nao se con-
fessam.
Sao al geralmente as que melhor se
fazem.
Era o S.r. Lecoq recebido em casa do
baro, que o acolbia s rail maravilbas ;
bavia entre elles nao sei que mystenos.
que, todava, ninguem causavam espanto,
porque nao ha milho militante que nao
precise'de seu Lecoq.
O que era singular que tambem a ba -
roneza Schwartz pareca tomar goslo pela
bruxaria.
Urna manha acordou o baro as-
aambrado ; nlo aconteca isso muitas vezes'
que era liomem diloso e de excellente fei-
gio. Hava pouco mais ou menos um anno
qm Miguel satura da escola, e a sua pri-
vanca tocava o apogej. Arroslava elle co-
rajosamente com distra coes e negocios ;
era, sem contradiegao, o mais luzido d'esses
atieres fazendarios qne trazem na algiber
da paletot um basti de marcena!. A pri-
meira pessoa que n'aquella manha pro-
cu/oh o bario disse-lhe, sorrindo, que a
sua Mirabel estava perdidinha de amores
por Miguel, que Ihe resistid com denodo.
O bario ficou triste ; nao porque amassq
bel : s quera esposa ; mas porque
a dos qoarenta, e donis dos qua-
mogoem r gostoso de taes graei-
los cargos do estado a lei exige a posse de
certa abastanga de ben*; o que implcita-
mente envolve a repulsa do cidado que os
nao tem. No entretanto ninguem clama con
Ira eslas exigencias porque ellas sao uteis
ordem social.
Se esta a consequencia necessaria das
cousas humanas, justo parece que o cida
dio rico seja solt sob caueo, qsttido a
d, e que o cidado pobre o nao seja, por-
que nao olerece a mesma soguranga so-
cidade.
Su. Andrade Figueira :Pelo amor de
Dos O pobre nao pode dar fiadores por-
que nao abonado.
0"Sn. Alencar AnARii-i::Se apparecer
fianga idnea tolitur queslio cnlo o reo,
embora pobre, presta caugo. se tem do-
micilio certo c so to. Desde que a ma-
recem fiadores capazos o reo torna-se abo-
nado.
O Su. Anonade Fic.ieia : O projecto
nao faculta, ahi que est o odioso.
O Su. Ai-Kxc.U! AiiAiuri: : Mas, dizia
eu, se o cidado abundante de fortuna
pode garantir a sui presenga na occasio
o, por qne razio a lei roe lia
^^Be coarelar a liberdade ?
emqoanto ao cidado desfavorido
de baos, se nao tem por si nem por meio
de fiadores os indispensaveis meios para
garantir a sociedade, de qoe comparecer
perante o tribunal na occasio opportuna.
fia de a lei arriscar a soguranga social ?
O elTeito da caugld depositar a pessoa
do reo as mos dos fiadores, substiluindo
a guarda dos carcerciros pela guarda dos
seus amigos, ou daquetles que por elle se
obrigam.
Por consegrante, se a le lera este meio
de fazer com que o cidado criminoso, ou
suspeito de crime, seja levado ao tribunal,
nao ha razo nenhuma para que se .negu
semelhante recurso, quaodo a priso tem
exactamente por fim principal o compare-
cimento do acensado ante a justica para
ser julgado,' c este fim se consegue com a
canelo.
Eu se qoe ao recurso da cauglo paaa a
liberdade provisoria *o propbe a inobser-
var cia por parte da autoridade, qoe frus-
trar as diligencias do indiciado. E' sempre
o argumento do abuso. Se pelo receio do
abuso nao aceitassemos a gnrijflfda caueo
por esse mesmo receio deixtpmos de re-
ceber qualquer novo melhoramenlo : vivo-
riamos estacionarios.
As autoridades policiaes que decretam a
priso preventiva, bem como ascriminaes,
que tambem a podem ordenar, acharo
correctivo no recurso para o juiz superior
quando deneguem a caugo; e assim ahi
temos um meio de tornar effectiva a ga-
ranta da lei, ahi encontrar o cidado injus-
tamente preso o desejado allivio op-
presso.
Tamdem, Sr presidente, o artigo 3o do
projecto foi atacado na parte em qoe traa
da incommunicabilidade dos reos presos.
Tem-se querido apresentar esta disposieo
do projecto como consa borrosa, como
fado inquisitorial, e portanto merecedor de
iraiqediata reprovago.
Os nobres depulados, que fallarara neste
sentido, nlo justificaran) o seo horror.
Commiseraram-se do criminoso, esqnece-
rara-se da sociedade. A legislaco dos
paizes mais adiantados da Europa consa-
gran) a incommunicabilidade como prpvi-
dencia necessaria em certos casos acclo
da justiga ; e nenhuma razo especial ao
nosso paiz eu encontr que nos indoza a
nao adfoitUr as nossas leis semelhantes
providencias.
Algumas dessas legislag5es antorisam a
incommunicabilidade por longos prazos:
vejo nellas facultado terse o preso inconi-
municavel at 20 dias; no entretanto que
no projecto a incommunicabilidade nopas-
sar de cinco das.
Ora.se o projecto, acompanbanoVb es-
pirito dessas legislagoes, aceitn a incom-
raunicabi idade, baseou a sua disposieo
no exemplo de povos coitos, dignos de
iroilaco: bom amparo ahi descobro para
a doutrina agora contestada.
E recorrendo ao nosso direito, o qua
adiamos nelle ? Vemos que pelo art. 181
do cdigo criminal estabelece-se apenas
para a autoridade que rctiver incommuni-
cavel um individuo por mais tempo do
que aquelle que a lei permitlir.
Por consegrante, o principio da incom-
municabilidade acba-se consagrado na noss3
legislaco ; mas por urna maneira indeter-
minada, resultando daqui esiarcm as auto-
ridades no costume de ler o individuo in-
eommunicavel pelo lempo que entendem
conveniente.
O Sr. Andradk Figueira:Nao, senbor.
O Sr. Ai.encar Ararii-f. :Se o projecto,
em vez de deixar esta faculdade indefinida,
regularisa o usodella, determinando o m-
ximo lempo por que a autoridade pode
retero indiciado incommunicavel, evidente
que vem trazer nossa legslago um
grande meihoramenlo.
Actualmente a autoridade pode reter um
delinquente em segredo por tempo inde-
terminado a pretexto de exigencias da jus-
tiga.
O Sr. Anuiiaoe Fioosba : Nao pode,
repito.
O Sr. Alencar Auaripf. :Nao ba limi-
tago ; a disposieo do cdigo criminal d
azos ao abuso, que o projeclo cohibe.
Essa disposigo, bem o sei, apenas refe-
re-se lei que estabelcccr o praxo da in-
communicabilidade, e emquanto essa lei o
nao deferir, o uso da incommunicabilidade
csl sujeilo a conteslages, sobretudo
quando ponderamos queja tiremos na an-
tiga legislaco marcado o prazo por que
podia o criminoso ficar em segredo ; mas
o meu intento agora nao mostrar que a
autoridade policial ou criminal pode-con-
servar incommunicavel ao reo indiciado em
crime, c sim fazer ver que essa providen-
cia j merece o assenlimento das leis pa-
'rias, o uo urna innovarlo que faz>
mos. {Continuar-se-ha).
Ilavia alm disso as resistencias do sen
protegido para com Mirabel. Miguel dava-
Ihe partido : dupla humilhago. .
Ao almogo pareceu-Uie a baronza tao
formosa, que se ibe magoou o corago. A
baroneza n'aquce da assemelhava-se
urna mulher que desperla do largo c in-
dilVererite repouso. Ilavia annos que o
baro Ihe nao vira aquelle vivido e divino
sorriso. Ou antes vira-o elle nunca ? Por
mais pie labulasse, nao se lembrava de
tal. As vezes, residem estas transfigura-
ges nos proprios olhos dos que observara;
veem repentinamente melhor, ou, pelo
menos, veem de modo divjrso ; n'aquella
manha, porm, a disposigo de Schwartz
tingia de negro tudo que nao era a esposa;
porqua era ento aquelle esplendor que for-
mava aurola formosura da baroneza ?
Fallava pouco. Edme almogava ao p
de Branca; a garrulice das duas criangs
provocava-lhe sorrisos distrahidos. Nao
sei porque estravagante associago de
ideas, SchwarU desejou fervorosamente
n'aquella manbw ve-la um dia zelosa.
E ainda menos sei por qae singular labor
mental o ferio do lado da mulher a offen-
sa'quo Ihe provjera da formosa Mirabel.
Sao cambiantes difficeis de exprimir: a
tristeza, motivada pela injuria da amante,
redobrou-lhe por causa da mulher.
Pronuociou-se por acaso o nome de Mi-,
guel; os lindos olhos da baroneza fulgu-
raran.
Era de crer que por acaso tambem, poisj
que nunca a baroneza podra tomar ao
serio a alia felieidade do npssp bere.
Nio se imporlava com o que fiziam, e i
isso s llmitava.
"i/davia, fechou-se Sdiwartz no seo ga-
WhftQ, sob pretexto de ter qne so eotragar1
grandes clculos. Estava elle acbrunba-
do, sem saber porque ; tinha positiva-
mente um ataque de spleen, como se se
chamara Black em vez de Schwartz.
Para Miguel nao bavia prohibigs. Ghe-
gou. Schwartz leve repenlinaraenle idea
de Ihe dar urna misso para Nova York.
Podemos aflirmar que aJJlirabl nao figu-
ra va em semelhante resoluc
No dia seguinte, porm, nom sombras
bavia j de tal idea; Schwartz nlo podia
passar sem o seu Miguel.
Nao vamos, porm, to depressa; antes
do dia seguinte, houve o sero, e nlo po-
demos perder esta occcasio de Denetrar
com urna rista de olhos no fujiio do cora-
go da intessante baroneza.
Ao almogo, haviam-tbe fulgurado os
olhos, isto e certo. Depois do meio dia,
levon a Branc. pesseio a csteve de urna
alegra de encantar. Revja-se na ranea
com urna especie de arrebatamento, e a
menina, adorada, como sabjiyte -lo, admi-
rava se das apaxonadas caricias d aqaell
mirar. O tempo estav tldalo ; mas o
roslo da baronezi eslava radiante, como
se houvera sol resplandecente. Ao ja:
tornou-se pensativa; a nonte veio acha-t
triste; recolheu-se cedisslmo para o sea
quarto.
Estomago I disse o bario.
Tem a prosa vulgar os seus soohos, cqMo
a poesa. E nao -Ibes parece' que um ho-
rneo) que fallava do estomago i proposito
d'aquel las adora veis meliacolias, tio no
fundo razio para ser zeloso ?
(Gbafjtar-MrAa.)
,nt. II MiklMMRIAMBCMUS'. <
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