Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11960


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Full Text
ANNO XIV. NUMERO 228.
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Propriadade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
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aretfi; Francino T.vare da Costa,e Aagoa*; Dr. *e Martin Alvee, na m* ejJwSroGas^ruJ nokir^dT^' DDBB***l d* **
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PARTE OFFICIAL
*ivcr 4a provincia
KTPIDIEVTE iSSKXJu PELO EXM. SU. M. MANOEL
D^ NASCIMKMi) MACHADO PORTELLA,, VIR-FRK-i
Sl122nrE D* fM'BWU EJI 10 DE JLLH DK
1809.
j. i' seec3o.
Pf. 356.Portara ao Exm. Sr. general comman-
danfe das armas.Telo nesla data nomeado obri-
gadPiroreformado Joaquim Rodrigues CoelhoKelly,
coronel Antonio Gomas Leal e tenente-coronel tose"
Lucas Soares Raposo da Cmara, para era com-
misslb ede conformdade com o aviso circular da
r.'partieao da guerra do 1 de margo de 1862,
(Txaminarem o armamento que se acha no arse-
dias demanhaa apresentar ao Dr. chele de polica
20 praeas do corpo sob sen comnaando, que serio
por ello distribuidas no servico da polica d'esta
eidade, como for ais conveniente.
iS. 368.Dita ao mosmo.Concedo' a antorisa-
cio por Vine, pedida em officio n. 288 de 8 do
crrante, para eliminar do corpo sob seo eommar-
do os cabos Joao de Paiva e Alexandre Pereira da
Silva,,e os soldados Francisco Paee de Almeida,
Mnoel Antonio d Mello, Manuel Amonio dos San-
io*, Firmiuo Jos de Souz.i. Jos Joaqun) do Es-
irito Santo, Manoel Felippe de Oliveira e Antonio
as de-Sania Auna, por lerem completado o lem-
po de seu engajaraeato e haverom sido jtilgados
moapaaes para continuaren! a servir.
3" seccao.
N. 369. Portara ao iaspuctor da thesouraria
de fazenda.Tendo resolvidu, em vista de sua m-
didarar a V. S. pata seu emlieejmente e flus
convsnientes, que acaba de e\peofr orden ao
" 'Mu
fm conveniente?.
V. 3i57.Dita ao mesrno.Informe V. Etc. de
puntas praca* compoe-se actualmente a guarni-
;ao das fortalezas do Brum c Huraco, e se pode ou
ao ser reduzida a mesma guarnicao.
N 208. Dita ao director do arsenal de guerra.
TVmlo nesia dala nomeado o brifjadeirp. reforma-
lo Joaquim Rodrigues Collio Kelly, o coronel An-
: mw Oonwr*fceal e tenente-coronel JosLuras
S iires Raposo daCaniara, para em comgarSaao c
dr conformdade oni o rm-o cirtflrar areparti-
'i > da guerra a > 1 de marro do 186i, examina-
ren o armamento que se ada nesse aTsenal acon-
dicionado em 3 caix&s vindos da corte no vapor
T ./'/h.s- com destino ao deposito especial de ins-
irurtjM desta provincia ; assim o communico
V s p.u a seu conhccinulo e em resposta ao seu
?llkio de 9 di corrate, sob n. 137.
N.339 Dita ao inspector do arsenal de man-
tilla.De conformdade com a sna inforuiarao de
'.' 'lo corrente. sob n. 1782, acerca do requerimen-
i de Aun Mana de Carvalho Pinto, autoriso V.
Si a m:indar atlmillir na eompanhia de aprendiz-
inarinheros d'esse arsenal o tilho da snpplcante
de niMiie Arg"miro de Carvalho Pinto, se for jul-
gado apio. ,
N. .'>60.Biti ao conselho .le compras navaes.
Pican a/iprvados os contratos que o conselho
< impns navaes celebrou com diversas ptwtoae
pira (WBoeerem ao almoxarifado do arsenal de
Miarinha os enjertos consta tes do termo junto
mr niiia, que veio annexo ao sen officio de 6 do
'irrente..
2. seccao.
\ :!62 Portarla ao chefe de policia interino.
Neata ihita exped ordem ao commandante do
>i(! provisorio de policia, para mandar apresen-
4n V. S. 20 piraras do niesmo corpo, aftin de se-
! :o por V. 8. disiribufilas no servico da policia,
>ine fr mai* conveniente. .
N. 363.Dita r.o rnesino.Ao commandante do
Tptj provisorio de policia, determinci nesta- data,
pie mand.isse dons offlciaes do corpo observarem
modo por que fcito o servido das rondas noc-
; irnas nesta eidade, levando ao conhecimento do
mes o eommandante, para serenj transmitiidas
V. S., as oecorreaelM notavei? que se dereni, bein
come qnaesqner faltas que notarem na illumina-
co publica o (ue I be communico para seu co-
uheei ment.
>' 36i.Dita ao conmandante superior da guar-
11 nadonal de nda.Expeea V. S. as siras or-
i- aara que sejim dispensados do servieo act-
i da guarda nacional, emquanto oxcrcerem os
irgns dn inspectores de quirterrite do termo de
Ignarassd as pracas do batalnSo n. 10 de infanta-
: i Mi o s';ii cimnnndo superior furriel Joaqnim
Barbjsa do Naacimeole e guardas Francisco De-
niz de Oliveira e Manoc! Antonio de Oliveira Lins,
uno solieitoa o Dr. chefe de policia interiuo em
'lleio n 996 de 8 do corrente.
X 36.)'.Dita ao jniz de direlto Ja enmarca de
ii ii.ir. Reeebi' o oiricio (le 29 de junho ultimo,
.m que V. S. remetteu-me o do juiz municipal
-e lenno de 28 do me.-mo mez, acompanhado
: is nttppaa BStatsneos que llie enmpre inistrar.
A eatatiatiea, que se est liquidando, a de 1868,
reerindo-se algonsdos citados mappas ao anno
irraate, devolvo-os, para que seja reparado osse
-piivoco. DSTotro igualmente oulros por nao in-
i unuiraqnelle jaz miafstra-los, o qunl, segundo o
disnosto no regulameato de' 30 de dezembro de
1SB5, Mimo V. S. Ihe fer ver, deve remelter para
. es alisiiea civil, os de US. 18, 20, 21, 22, 23, 2i
i 20, 21 e 29, e para a criminal os de n?. 9 e 15.
X 366.Dita ao commandante do cor|o provi-
s< rio de policiaSendo convenienle que o sevi-
; > <1a< rondas nocturnas nesta eidade seja feito
DI regnlaridaJe e vigilancia, determino a Vme.
oa ule todas as noites dou* offlciaes do corpo
s >!i -en commando observarem o modo por que
feit >, levando ao seo conhecimento, afim de
- rem transmillidas 10 Dr. chefe de policia, as
urrencias notaveis pie se derem, devendo ellos
ii'i|>arlhe diariamente para o mesmo lim as
Itas que notaran na illuminacao publica.
N. 367.Dita ao mesmoMande Vmc. todos os
FOLHETIM
OS CASACAS PRETAS
RONARCE
por.
Paulo Fval
lar na importancia de 7.1,i292 i-s., para a conti-
nuacao dos pagamentos por conta da verbaTri
bunal do conimercioao exercieio em liqnidagai)
do 1868 a 1869, visto achar-se qaasr extincto o
crdito volado mesma verba, segundo consla da
citada informacao ; assim o declaro V. 8. para
seu conhecinlealo e devidos affeilos.
X. 370.Dita a mesmo.evoivo*i V. S., j
reiuruiadas.. as relacoea nomiua*s qoe-eo refere
o oicio do commandante soperior do municipio
'de Raanb de 26 dn junho Miae,das pracas da
guarda nacional que estiveram destacadas naqnella
villa durante os inezes de novembro e dexembro
do anno prximo passado, (cando assim satisfe ta
a sua requisicao cuntida em officio do Io de jonho
ultimo, sob n. 343, ao qual respondo.
N. 371.Dita ao mesmo.Tendo nesta data ap-
provado os contratos constantes do termo junto
por copia, que o conselho de compras navaes ce-
lebren com diversas pesaras para forneeer ao al-
moxarifado do arsenal de marinba os objectos nelle
mencionados ; assim o communico V. S. para
seu conhecimento.
N. 372.DiU ao mesmo.Aceuso recebido o
officio de hontem, sob n. 448,"*m que Y. S. par-
tiuipou, que indo novamente a pra^a o arrenda-
mento por um triennio, a contar do Io deslc mez,
os proprios nacionaesannazens ns. leo sitos no
Forte do Mattos, e a casa terrea n. 21 na ra de
Santa Thereza, os maiores leos offerecidos fo-
ram de Maximino da SHva Gusmao, da quantia de
43I annnaes pelo arreodamento do armazem rr.
Ida da 4,721 i tambera anuuaes pelo armazem
n. 5, e o de Amaro Francisco de Veras da quan-
tia de 126*jaela casa lerrea n. 21. Em resposta
ao citado offlcio, tenho a dizer que podo V. S.
aceitar laes offerecimentos.
N. 373.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Em vista da conta junta em dnplicata,
que me remelteu.o'chefe de policia com officio de
8 do corrente,-sdB" n. 993. ni.->i:de V. S. pagar a
Luiz Pereira de Mello, ou ao seu procurador, o
que justamente se dever do aluguel, vencido no
semestre de Janeiro a junho deste anno, da casa
que serve de quartel ao destacamento do districto
de Santo Amaro deJaboaJao.
N. 37.Dia *ft mrsRfc EmTrsta dopret jun-
to em dnplicata que me remenea o commandan-
te superior da comarca de Palmares com offlcio
de 4 do corrente, mande V. S. liquidar e pagar
ao capiao Mauricio fos de Torres Temporal, os
veneimentos relativos ao mez de junho ultimo, dos
guardas nacionaes destacados na villa de Agua
l'reta.
N. 373.Dita ao chile da reparticao das obras
publicas.Providencie Vmc. para que a verifica-
cao do gaz mensalmenle consumido em cada urna
das reparticoes provlneiaes se faca em presenca
de um emp'regado para isso habilitado, remette-
do-se a esta presidencia notas do resultado da ve-
rillcacao em cada urna das-sobreditas repartieres
para terein o conveniente destino.
4' seccao.
K. 377.Portara ao en'^enheiro Haphael Ar-
chanjo Galvao Filho. Nao havendo crdito no
exercieio corrente para as despezas com a com-
pra dos objectos mencionados no seu officio de 3
do corrente, nesta data submetto ao conhecimento
do govorno imperial para resolver como fr con-
veniente a materia nelle comida.
N. 378.Deliberacao.O vice-presidonte da pro-
vincia em vista da proposta do director geral in-
terino da instruccao publica de 8 do corrente n.
208, resolve nomear o Dr. Bellarniino Gorrapde
Oliveira Andrade, delegado luterano do districto
de Goyanna.
KXPEDIENTK ASSIfHADO PELO SI\. DR.JOAOAJIM CORREA
DE ARAl'JO, SKCRK1ARIO DO GYKRKO, EH 10 DE
It'LHO DE 1869.
21 seccao.
N. 379.Offlcio ao Exar. presidente do tribunal
do commercio. O Exm. Sr. vice presidente da
provincia manda declarar a V. Exc. em resposta
a > seu oicio de o do corrente, que a thesouraria
de fazenda tem ordem para pagar os veneimentos
constantes do citado officio.
N. 380Dito ao Dr. chefe de polica interino.
O Exm. Sr. vico-presidente da provincia manda
Segunda
rliefe interino da repartoat) |das' obras pnblicas,
fical da illuminacao publica di-sia capital, para
que a verificara do gaz consumioido flmtsil-
mente com a iUaminacao da casa de detenpo se
faca em preseoea de m empregdo pora feso ha-
b litado.
N. 381.Dito ao mesmo.OEtra. Sr. e#-pre-
sidenw da provincia manJa- declarar a V. 8. que
njsta data se expedio ordem ao camnwadante su-
perior da guarda nacional de Oiinda para dispen-
s.r do servico activo enriuanto irem fasyoeinw
de quarleirao, o furriel Joaquirn Barbosa do Nas-
cimento e guardas Francisco Dieiz de Oliveira e
Manoel Antonio do Oliveira h?, do 10 batalbao
a que alinde c seu offloio-n. 996 -de 8 do cor
r nte.
N. 382.Dito ao mesmo.NeBi data autnrisoo
se a thesouraria provincial a pagar a Luiz Pereira
Si Mello ou ao seu procurador, a quantia le.....
605000 constante do officio de V. S. datado de 8
de corrente, sob n. 993, o qoal hVi*a5im respon-
d lo de ordem do Exm. Sr. vioe-presidenle da
provincia.
N. 383. Dito ao commandante superior da
gtarda nacional de Palmares. 5. Ep. o Sr. vi-
ce-pwidenteda provinciaaiMid* dmaTar a V. S
ejitfiptMta o seu officio de .4 do comente,
liuMouraria provincial tem ordem
capillo Mauricio Jos d Torre J
ciineotos constantes do pret qne^
annexo o'elliKlo nfflrio.
N. 385Dito ao juiz.mM(Mpal de frfjfaira.
0 Exm,-S*r. vicepresidente da provincia manda
declarara V. S. que fica iniei'radujpor seu olliiio
de S'do coirente, de ter V. S. ness dala entrado
no gozo da (trenca de um mez que lhe foi conce-
dida para tratar de sua sade.
N. 385.Dito ao bacharel Antonio Fernandos
Trgo de Loureiro, juiz municipal do Buique. O
Exm. Sr. vice-presidente di. |>revim'.ia manda ac-
cusar o recehjmento.do offlcio t)e V. S. de 6 do
coi reate, em que communiea ter nessa data en-
trado no bozo de tres mezos de dicenca que lhe
foi concedida pelo govorno imperial.
T. 386.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.O Exm. Sr. vice-presidonte da
provincia manda declarar a V.S. -para os tns con-
venientes que acaba^ de expedir ordem ao chefei
intorin da repart cao das obras publicas, liscal
da illuminacao publica desta capital, para qne a
veriflcacScr do gaz consumido mensalmenle com a
illtirninariro do quartel do corpo sob o seu com-
mando, se faca em presenca de um empregado
para isso habilitado.
3" seccao. ,
N. 387.Offlcio ao inspector na thesouraria de
fazenda.O Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia manda declarar a'V. S. que, segundo otttrio de
9 co corrente do juia municipal d tonino dd/nga-
zei-a bacharel Vicente Jansen de astro Alba
qnorqne, nessa data entrn elle iw gozo da Wccn-
ca de um mez que Ibe foi concedida para tra-
lar-se.
tU :t88.Dito ao mewno. S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia manda transmitir a V.
S. ynclusa ordem'do tribunal do Uiesouro na-
crlisr. sob'n; #*"-
II. 389.Di lo ao mesmo.S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia manda devolver a V. S.
competentemente despachado o incluso requer-
nifnto documentado de Jo3o Donclley, a que so
relere a sua informaco de 8 do corrente. sob
n. 445.
4" seccSo.
N. 390.Officio ao director da escola normal.
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia manda
declarara V. S. para seuconhcinenioe flns con-
velientes, que acoba de recommendar ao chefe
interino da reparlicao das obras pnblicas, fiscal
da illuiutna^ao publica desta espita!, que a veri ti-
caiiao do gaz consumido mens.ilimite com a illu-
mi.iacao desse estabelecimento, se faca em presen-
ca de nm empregado para isso habilitado.
N. 391 Igual ao regedor do gymnasio.
!<. 392.Dito ao director geral' interino da ins-
trocelo publica.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vireia tendo por deliberarlo dest: data e em vista
de sua proposta de 8 do corrente, sob n. 208, n-
solvdo nomear o Dr. Bellarmino Correado Olivei-
ra Andraae, para o cargo de delegado liiterario do
diftricio de Goyanna, assim o mana cominunicar
a Y. S. para seu conhecimento, eiwlando-lhc o ti-
tu o do nomeado para ter o conteniente destino.
N. 393.Dito ao mesmo.Oe ordem de S. Exc.
o 5r vice-presdente da provincia aceuso recei-
dos os mappas dos professores e professoras de
qte trata o otRcio de V. S. de 8 do corrente, sob
n. 207.
EJPEOIK.NTE A'SIC.XADO PELO EXM. SR. DR. MAXoEL
jo nasiim::nto iiaciado portella, VIRE-PIIESI-
DENTE DA PROVINCIA. EM 12 0E JUMIO DE 1869.
2* seccao.
S. 398.Portara ao commandante superior da
guarda nacional de Oiinda.Concedo a V S. a
permissa que pedem seu offlcio de 19 de abril
lindo, para que forme e fac,a exercieio o 9 bata-
Kilo sob > seu commando siaperior como pedio o
respectivo commandante.
N. 399. Dita ao nmsuio. De conformdade
com o que sollcitou o Exm. e ttvrn. prelado dio-
cesano, em offlcio de 29-de maio ultimo, maride V.
. dispensarflo senvfCo nmqnanroestlver emprega-
do na cmara episcopal de Oiinda o guarda nacional
.do 9" batalbao de iufaiitarm sob> seu coiniaande
soperior Martinho de Dume C mto, a ijue se refere
a sua informaco de 8 do cnrrafin
N. 400. Dita ao commandante'. superior da
guarda nacional de Itamb:Dev-ilVo a V. S. o
l>ret era dnplicata, que veto anuexo ao seu oflicio
dirl* do correte, tirando veneioientos pora o d*es-
tacaniento de guardas nacionaes dessft villa, relali;
vos ao mez de iunlio ultimo, amo-de (je seja re-
formaita paisafio-se os eompeteote* recibos ao
thesoureiro'djrnie-eurara de fazenda, Mmorvno
de Souza Leao por uiido coriemtttes veneimen-
tos.
N. 401. Dita ao comn indanie superior da
gnard* narionl de-Garantimis.Trnsmiltindo a
V. 8. para os Iris eenveaienlesi a delibera:K> de-u
data, juma por copia, pnlu qual foram nomeados
oOkae.s do es.|i.iadroii. 12^ muBicipiodo ikn jue,
de cooformidjde com a propusta do respectivo
major commandante, que veio annexo ao seu- offl-
cio de8 do mez tindo, cabe-me dlzer-lhe quedei-
xei de nompar'os cidadaos Antonio de Albaqaer-
qne ejlanoelSoares de Albuqu-rque Preaci pro-
ira-aReres da l* e 2" eompanhia do mes-
SBadrad, em consequenca destas s6 terem
is. s vista do disnosto no art. :1j ila lei.-n
9 dai setegDro de ISSO. 0 que T. S. farr
parnopara ui norte uo da 30 de junho prximo [ j^ TeX(,ira %.,
findo. segundo declarme o respetivo presv- \ca^L, dos Santos
dente em officio de IS'io'(jrrente, a quautia de iK^Si iu,..; i a ,
H):OO0O0O que sc acha recolWda a essa rejor ConSl
ti^ao. provementii dosdircitos perleocentss aquel-
la provincia arredilados nesta,
O- DK'U offlcio
e Mara Joaquina' i
e Vigencia Mbria a
. e a que se refiere
de 28 uoquclle mez, recommendo a
v. S. que facaontrejar a referida quantia ao
commandante do vapor Pirapama, que para all
seguo a 15 dest mez, pora o que lcan expedidas
as convenientes ordens.
N- 411.Dila ao mosmo. Atteodendo ao que
requereu o professor poblieo da tercera cadeira
da frejzuezia de S. Jos desta eidade, Feli
Lopes da Silva e Mara Al vas de
n^/qelle efBmandante.
Dita ao juiz de direito da comarca do
Goyanna,Fico (e posse do olDcio de 28 do titea
proxmoyassado, com que V. S. remetteu todos
os mappas estatisticos, que lhe eumpre ministrar-
me, ^o tend i acompanhado ao mappa sob n.
12 o rea torio e informaco recommendados pelo
art. 12 do respectivo regulamento, recommendo-
lherqoe os enve, assim como que active as de-
mais autoiidades k'Sa comarca para que cum-
pram com brevidade o que Ihes tambera impos-
to pelo citado regulameiito.
n. 403Dita ao juiz de direito da comarca de
Carnar.Cora o offlcio de V. 5, de 26 de junho
prximo |iasadi reeebi os II mappas estatisticos
que ministroiime. Contendn algnns desses raes-
mos manas mudos eqnivocojlevolvo-os inclusos
para que voltem : o do n. 11 Com os julgamontos
de 18(W, e nao do corrente anuo, com parece iu-
dicar, os us. 16, 27 e 28 com a quulilieaeao, by.-
pjlhecas inscriptas, e afienacBes de mmoveis do
auno prximo findo, como ludo recommendadn
pelo respectivo regulamento nos seus arligos i.o
26 combinado Cyin aquelles devulvo mais os
mappas sob n. 135. c 30,'por nao compeiirein a
V. S. e sim aos presidentes das relaroes.
>'. 404. %ta a) juiz municipal da primeira
vara do WWfeTransmuto a Viuc. a copia do
decreto d 2ii de marro' ultimo publicado no
Diario Ofltcial n. 75, de que trata o seu offlcio de
10 diste mL pelo qual perdnada a r Aniceto.
X. 40'i. Jjlita ao commandante do corpo provi-
sorio de pafecaPoJ Vine, alistar no corpo sob
o seu commando o paisauo Francisco Jos TVe-
motli (rata o cu ufflc.o n. 292 de 10 do
c irrente, jttrrivtr a necossaria .uoralidade,
S. Ido. DeliberacXa O vice-prwidentc da
provincia em vista da proposia do major comm^u-
il ante do esquadri de cavailaria n. 12 do muni-
cipio do Buique, c do que informen a rs'peto o
respectivo commandante superior eiri offlcios de
8 de junho ultimo resolve nomear para os postos
abaixo designados os cidadaos seguintes:
Estado-maior.Alfares portaestandarte Amo-
nio Lonrenco Bezerra, alfares cirurgiao Jos Fir-
mo Vcstemundo LicartSp.
.' C'imiMinhia.Capitao Alexandrino Marques
de Alboquerque Cavaleanli, tenenle Jos Paes de
M II) Civaleanti, alfares Antonio Cesarde Vascou-
cellos Campos.
2.' dita. Capilai'Mainel Cavalcanti Carneo
de Alhuqner.jiH' I. icerda, leneii'o Pedro Muniz de
Alcntara, alfares Mareelliuo Barbosa da Silva
Mullo.
3.1 seccao.
N. 408. Portara ao inspector da theseuraria
de fazenda.Podo X. S. nos termos de sna inf ir-
macao de 10 do corrente sol) n. 454, com referen-
cia a da coniadoiia dessa tln-souraria, mandar
pagar a Joaquim Jos de Parias Noves, que assim
0 solicita no incluso requeiuneiiUi documentado a
quamia de 3300 provenientu de conducao de
pecas de fardamciito do arsenal de guerra para o
quartel do deposito de roernias, como se v da
conla em duplcala, annexa ao mencionado reque-
riuieiito. ,
N. 409.-Dila ao mesmo.Pode V. S. de con-
formdade com a sua informacio de 9 do corrente
n 153, mandar despender sob minlia responsabi-
lidade, nos termos do decreto n. 2884 do pri-
ineiro de levreiro de 1802. a quantia de 30,3000
com o uagaihMto da folha relativa ao mez de ju-
nho uIlBlio, do servente do Lazareto da Iha do
Pina, visto irliar-se exliucto o crdito consignado
no exercieio em lquidaciio de 18C8 a 1869 a ver-
baLazaretosdo ministerio do imperio.
N. 410.Dita ao mesmo.Tendo deixado de ser
remellila para Paralnba no vapor Jpojuca, que
parte
tiii:* PATl*
IX
Cocottc e Plquepnce.
(Continnaco do n. 227)
. K verdade que apaniei o molde, disse
V.-jcottfe, mas nao no caslello. O banqueiro
ora digno de pertencer : nao ha meio de
o apanhar. Foi quando o parvo dos cado-
zos disse qne traia sempre a chave ao
^escoro como un bentinho, que eu brn-
H'.iei... Qaeres fazer-me a honra de mo
idrrar o que escreveste no teu cartapacio ?
I'jssavan debaixo de nm lampeio. Pi-
i'liiice enferrou a mao as profundidades
da algibeira e lirou de l o sea canhenho,
teira.
Nao era poesa,
-cima do hombro :
Porta da ra, fio de farro para cortar.
Porta da sobre-I jja, idem; mais duas fe-
diaforas de seguranza e urna ordinaria, e
''(as ferroltios. Mor na saleta : onve-se
safa, fio de ferro para cortar, quadruploi
-fsrrolhQ PorU da casa forte, fechadnm
Cocotte leu-lha por
Berlhier de linguet3S cruzadas, duplo de-
gredo, grade, cofre com mola de filar. Tres
pessoas armadas : urna mulher gorda, um
toleirSo e um rapagao de respeito ; valo-
res no Gm do mez ; dous a tres milli5es.
Haviam estas notas sido tomadas as
trevas. Apezar d'esta circumstancia e dos
balancos do carro, a letra era larga e legi-
vel. Adeviuhavase o punho de excellente
amanuense.
Exactamente, disse Cocolte. Com
isso e o molde pode-se dizer: Venha.
Quanto apanharemos n'esse negocio ?
Algumas migalhas, respondeu Pique-
puce, quo fechou a carteira.
E se vendessemos a historia ao ban-
queiro?
Piquepuce estremeceu e relanceou em
redor vistas de animal selvtico. Assomou-
Ihe aos libios urna palavra;mostrou, porm,
o pescoco com gesto significativo e disse,
forjando por sorrir :
Nao seria delicado...
Dobravam a esquina da ra de Nossa
Senhora de Nazareth. Tres carraagens
estavam paradas junto do passeio, defronto
da segunda casa, que a aote-penultima
pela ordem dos nmeros. Era porta da
.quella casa que Edme Leber f6ra condu-
zida, por ordem de Bruneau, pelos nossos
amigos' Echalot e Similor.
Ha reuniao hoje em casa do patrio,
dfsse Cocotte sem parar.
0> dous primeros trens estavam vazos.
Pel.portinhoia fechada do terceiro, a vista
perspicaz de Cocotte mais adevinhou do que
destinguio um rosto de mulher.
K condessa mormurou. Ahi est urna
qw iriMescanca.
da Silva Pereira, expeco nesta data s convenien-
tes ordfeiis a thesouraria provincial, afim de que a
contar do prmoiro do crreme faca suspender o
denconto de 2 por cenio, que effereceu o referido
professor dos seus vencimento para as despezas
da guerra, visto ler eessado seinelaante offereci-
ment,'o-que communico a V. S. para seu eonlie-
eiinanto.
N. 41?.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Mendcndo ao que reqoeren o professor
publico da terceira cadeira da freguezia de S.
Jos desla eidade, Falix Paos da Silva Perora, re-
commendo a X. S. que a contar do primeiro do
corrento, faca suspender o descomo d *'r to, que offereeeu o re/o-M r *essor dos seus
venoiiuentos"-* as despezas da guerra visto ler
eomJr .ucilianto offereciinento. -
i N. 413.Dita ao mesmo. Recommendo a V.
5, que em vista das duas inclusas eontas docu-
mentadas, que me remetteu o chefe-interino com
oficio de 10 do correle sob n, 1008, mande li-
quidar e pagar ao bacharel Joaquim Jos Ferrei-
ra da ociia, o que justamente se dever. prove-
niente do sustento e dietas fornecido, durante o
mez de junho ultimo, aos presos pobre* da casa
de deleocao.
X, 'til.Dita ao mosmo. Aceuso recebido o
offlcio de. 9 docorwfaaab n. :i'.ll, emquo V. S.
participou haver oseAgusio d'Araujo, dando
por fiador o proprietario Jos Ignacio Avila, ar-
rematado com o abato de 16 por contoi no pre^o
respectivo da ponte de Gindahy, e em resposta
lenno a dizer-lbe que approvo Ssaa arremata-
eao. ,
X. Uo.Dita ao mesmo. A Manoel Marlins
Fum, que apresentou conhecimento em forma
de haver pago o imposto decretado peto 23 do
arl. 48 da le o. 891 de 2o de junho do-corree
anno, conced por deliberacao desta dala a per-
mi'sao qne pedio para no anno finaucwro de
I89 a 1870 cxpdr a venda em sua leja sita-J
ra do Crespo desta eidade, bilhotes .das loteras
da Rio de Janeiro, depois de rubricados pelo-ad-
ministrador do consulado e pelo thesoureiro das
loteras desta provucia, nos termos do artigo se-
gundo da le n. 299 de 4 de abril de 1867: o que
a T. S. communico para sua inlelligeocia e xe-
cucao na parle qofl diz respeito ao referido con-
sulado.
DBSP.VCHOS D.\ VICK-PUESIDBCU DO WA 2
DE (HTUBRO DE 1869.
Antonio Luiz de Oliveira Azezedo. Especa-sc
ordem.
Antonio AiiguMo Mariel.Informe o Sr. inspec-
tor da the-ouraria de fazenda.
Bernardo Joanuim Gomes.Informe o Sr. ins-
pector da iliesonrria de fazenda.
Flix Justino do Espirito Santo. Kntregue-se
mediante rccib .
Jos Francisco dos Santos Miranda.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda ouvindo o
da alfandega.
Luiz Goncalve* da Silva.Informe o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional do muni-
cipio do Reelfe.
.Mnuoel Domingos Pereira de Freitas. Informe
o Sr. eornmaudante superior da guarda nacional
do Cabo.
Proprietarios e locatorios das ras da Aurora e
Unan.Por deliberacao desla data nao pode ser
feta a estarlo na ru.i da Aurora.
Comoaiihu dos trilitos urbanos do Recife
Oiinda.'Ai'provc-se de conformdade coma in-
formaco do engenheiro chefe d repartirn das
obraspobllcaSJn. :i3,'dj 3'J do m'z rindo.
Cioveruo do blspado.
MSHHSM VINDAS DO RIO DE JANEIRO.
Domingos Alvos de Figueiredo e Rachel Maria
de Jess.
Frederico Maia e Ambrosina Maia.
Ooriolano Peipien de Luna e Joaquina Vianna
do Luna.
Jos Teixeirae Mara Lmza de Barros Lins.
Joaquim Francisco Goncalves e Joanna Maria da
Coih'i'icao.
Francisco Jos do Azevedo e Candida Maria de
Jess.
Manoel Joaquim dos Santos e Joseplu Mara d
Jess.
Goncalo de S Leitao e Rosa Candida Perpetua.
Francisco Pereira Nunes e Anua Kosa dos Mi-
lagres.
Manoel Baj.tista do Sanio e Toares* Mua de
Jess.
Francisco
Aranjo.
Francisco- Yicira doe- Santos e Antonia Saria
da Conceicao.
Manoel PV>annclsco dos-Santo e Antonia feria-
do Conenicao.
Jbs- de Berros Silva eJosepha Francisea d
B*rro.
Pranrisco Pfeheiro de SMiHogo e F. ancisea Ifc^
nade Jesns.
Mnoel Francisco Gomes Jnior e Anna Mana-
da Coneeleao.
Joaqnim Idhliao a Araujp-e Emilia Rosalinade
Almeida.
Jbaqnim Peh da Costa e Marta Ferreira do
Xasciuiento.
Jos-Angelo Nenes e ThtreBa Mara do Espirito
Santo. r
AloxAndrino Fulicio Suassoim e Joann **
cisca de Fgueiredoi .,. M .
m.-- .! oe rigueiredo e Joanna Mana
do Espirito Santo.
nionio Lopes de liveira GnWo e Maria Caro-
lina de Oliveira Galvao.
Antonio Freir da Costa e Generosa Mara da
Conceicao.
Joio'lgnacra AJves e Maria "Joaquina de Jeros.
Jbo Hiendes da Costa e Carolina Maria do Es-
pirito Santo.
Ihoriiaz Jos de Aquino e Anna Francisca da
Conceicao.
Isidoro Eeile dos Santos o Anno Margarida do
Jess.
Joo Baptista da Silva e Josepha Maria de
Freitas.
Antonio Jos Uarte o Joaquina Mara de Jesns.
Francisco Jos de Santa Anua e Dionjzia Maria
da Conceicao, t
Antonio Pereira do Xaecimento Neves e Mara
Francisca da Luz;
Manoel Geraldo das Neves e GuUnennina Mana
da CondHeo. *t
Frrncisco Raymundo^de Araujo e DelphMa-
ra da Omecicao.
' Gavino Moreira da Cruz e Maria Francisca do
Xasci ment.
Joo Alves Carduzo e SenJiornba Moreira dos
Santos.
Manoel de Mftdeircs Aranna e Maria Florencia
de Medeiros.
Luiz Marlins de Pentor e Maria da Conceicao.
Bento Jos da SNaa e Mana Francisca da Soto-
dade.
Angelo liento da- *lva c Maria Francisca di
Conceicao.
Antonio Flix da Silva o Antonia Maria da Con-
ceicao.
Antonio Gomes flns Santos e Joanna Mana.
Miguel Mauricio Vctor e Mariana da Luz.
Florencio da Costa Nogueira e Canuta Maria da
Conceicao.
Domingos Ferreira Penna e Mara Francolina
do Espirko Santo. ,
Mannol Rodrigues Mara e Joanna Maria da
Conceicao.
Tertuliano Bezerra de Souza e Colleta Mara de
Sonza.
Joo Asterio do G'oes e Lira e Florencia Joa-
quina de Goes e Lira.
Joaquina Francisca Goncalves e Joanna Maria
da Conceicao.
Piquepuce representava admiravelmente
de homem que nada vira. Entraran an bos,
e Cocolte- enfiou a chocarreira cabea pelo
posligo do porteiro, gritandD:
O'., Rabot, Rodrigo, rompeu boje o
dia?
O porteiro levantou a enorme pala ver-
de, que lhe protega os olhos inflainioado,
e respondeu :
Todo o dia.
Bem bom, disse detraz Piqaepuce. E
nada de novo ?
Nada.
Piquepuce metleu por sua vez a cabera
pelo postigo.
0 Sr. Bruneau ainda seu vizinlio ?
, iergunlou abaixando ai voz.
No predio do lado, qoarto andar, b
porta da esquerda.
E Tees Palas a mi no quarto andar,
porta da diraita ?
Justamente. Que mais ?
0 Tres Patas est duente ?
Porque ?
-- Nao appareceo esta ooute ao cliegar
da carruagem.
O porteiro tirou immediatamente a pala.
impostWel f soltou; ao domingo !
Afinal, bem sabem que n3o sou espio dos
inquilinos. O Sr. Lecoq diz que isto urna
casa santa. Liberdade. Liberan* l Cada
qual govema a vida eonforme eotende.
E os olhos, vermelbos a magoados polo
reflexo do caodierr, aWrigram-se-llie An
aovo debao da vaata iseira.
Aqoelle l>eg*ea vean ter muitaves
com o patrio ? Interroga^ anda Ptqswnace,
hesitando um laalo.
Queta ? Tm Pata 1
lieparti^o * seccao.Secrolaria da polica de Pernambu-
co, 5 de outubro de rS69.
N. 14o7.-Illm. c Exm. Sr.Levo ao conheci-
mento de V. Etc. quo, segundo rnn-ta das parti-
cipacoes receidas nesta reparlicao, foram houtem
recomidos a casa, de detoneao os seguintes in-
dividuos :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
lrino, escravo de Jos Florentino, por disturbios.
A' ordem do da Boa-Vis!a, Thomaz Joaquim de
Mello e Jos Paren a Barbosa, por uso de armas
prohibidas ; Joaquina Mana da Conceicao, por
infraccao do regiilamonto dos trilitos urbanos.
Por offlcio d'esta data paiticipou-me o Dr. ad-
ministrador da casa de detencao, que o sentencia-
do gales perpetuas pelo jury do termo de lpo-
juca Jos Felippc Santiago, recolhido aquella casa
ora 5 de maio de 1867, tendo hoje pelas 6 hora*
da manbaa pedido para ser admittido respectiva
enfermara, afim de ser Iratado, no acto de ser
conduzido para alli, atirou-se, da varanda da pri-
meira ordem an pavimento terreo, onde espeda-
caodo o crneo, falleeeu instaniane ament.
Em data de 20 do mez prximo passado, com-
mnnicou-mc o delegado do Tacaran!, que s 8 ho-
ras da manliaa do dia 13 do mesmo mez, Marco-
lino Pereira da Cruz fura gravemente ferldo por
Joaquim Gato, que foi logo preso e recolhido
cadeia ; e que, sendo o (Hendido um dos r\ue
perlencem ao grupo dos assassinos Jeronymo de
Nao, o Bruneau.
O porteiro eruolliea os hombros e res-
ponden, pondo-se de novo ao trabalho :
quom desconta ao Sr. Aligele aos
pequeos. Mas dizeni que perlence.
Toque,. ordenou Piquepuce.
O verbo Rabot carregou n'um bot3o, e
ouvio-se argentina vibrago no andar de
cima.
Os dous companheiros subiram.
Passou urna sombra por traz da grade
da porta. O rosto sereno-e fri do pro-
tector de Edme Leber mostrou-se por um
nslantealli, depois desapparececou.
O noiiso herrte.
mais que tempo. mistr um beroe.
Todo drama, todo cont, todo: poema tem
necessidade de um ente privilegiado em
volta do qual a aegao se batalha. E moco,
Irallo. mysttrioso ; o alvo de todos os
odios e de todos os amores. Sem elle a
obra corpa sera alma.
tempo, mais que tempo. Haviam de
sttppor que n*o tinhamos bere.
Era no qnarte andar da ca6a cuja* tra-
zeiras davam por estreito vio para o pateo
das diligencias do Pratu de Eslaaho, da
casa que Tres PaU-vigiava por coala de
baro Sctawart, casa santa no dizer de Ra-
bot, o porteirow^ao iiu a honra de con-
tar no numero dos seus administrados nao
so o pbenomeno de Tres Palas, senSo ain-
da os peymm cuja ajigMMtg* Bruneau
era, a-faMM Sp. Mre^, pakao eCowWe
e de Piquepuce, Edme Leber com sua
mi, e Clialot com Similor.
O quarto onde o nosso bere resida era
composto de duas casas. A primeira, que
dava para a es ada, era mobiliada com urna
mala grand", um camap velho, que servia
de cama, duas caixas e urna banca. A ni-
ca janella que tinha, abria para urna varanda
pequea, estreita e coberta de um cannicado
revestido de trepadeiras, obra e amor de
dous casadtnhos ila classe operara quera
a falta do trabalho expulsara d'aquelle hu-
milde Edn. Por baixo da varanda ticava
o pateo incessantemente hmido, cercado
de tres lados e meio por predios e coja
calcada s nos dws- do solsticio recebia fu-
gitivo beijo do sol.
A metade toda do quarto lado dava vista
para as diligencia do Prato d Estanco.
O primeiro quarto pertencia de eerto ao
nosso here, mes nao bavia n'elle pessoa
algHma.
Eran tres amigos, tres bons e valenles
mocos, que viviam, Deus sabe como. Dous
delles oceupavam o segundo quarto, onde
logo entraremos ; Miguel, o nosso Itere*,
a mais importante dos tres, se bem qoe
apenas se chamasse Miguel, e os outros
dous pertencessem familias ricas da classe
media, tinaa aquello quarto exclusivamente
para si. As revelare* de Simftr e Echatet
sobre aquella casa, prenbe de mysterio,
onde se tratava de uudar a nmVm, poe-
ram-nus j ao tacto de que ate bavia l
leso ; nada w quarto de Migue* aoounciava
a presenta ou a passagem da molber $ue
queras, matar.
Ai*da atri Dio bavia lu.
tm reflenQ oWiquo, fie atraneseiva e
janella abcrla e parta de nutra janella per-
teneente ao quarto andar do lado frontetro
do pateo, allumiava por cima do papel des-
botado, alguna deseulios geomtricos, pre-
gados papede com allineles, e deixava ver
na passagem, papis de estndo, aquareHas
e desenhos lineares espalhados por cima da
mesa. A janella da casa fronteira estava
aberla; mas as misrrimas cortinas de pan-
ninho, levantadas de ambos os lados, des-
cobriam um d'esses quadros austeros e de
impressionar que.o Diabo- Cxo, em busca
de alegres aventuras, multas vezes,sorffen
de quando levanta os tectos de Peris,
eidade do prazer : um& mulher magra e
muito paluda, quem a iloenca, maiUi mais
que a idade, dava quasi a appaienda do
defuntfl, recostava-se em.eirm da tama e
trabalhava.
Parava cada instaate, veneida per evi-
dente extenuamente: os olhos cerriavam-se-
Ibe turbados ; quera, espreitasse aquello
supremo tsforco. d. nece-sidade ou do de-
ver, occorreria de cerlo o pensaeto, o
pensamento fea espertraja^ deqpeoca-
dieiro ia lfica apagar-se, ao mesino temno
qu a aguJUa corra d'aquetlae mioe trmu-
las. Mas a luz mexoravel continoava a
ftrigiF l mo paltid e descarnad* ioeift-
cav.a-se sobre a obra apenas o&xilbQsse
abriam, a agolUa conlua\a, conlinnava...
Niugoem. alli estava com a doente. As
vezes, quando as paJftebxas baixavam e por
um momento lhe fazum descaucar i nel
fraixidfe cIqs olhos< agitara ella olfl**,
mas era para fallar j;om/ Deu#.
O
rOwfdttr-sHW^
I
ILEGlffL



30
il 6 s tt^i ^e Pernambuco Qaaiia feira 6
1869.

Sa e Laurindo de S, fui pelos mesmos condun-
do para o lugar onde se acham hdiWslados, peto
me deitao-se de proceder ao competente corpo
de delirio.
NestavMtla recommenda quelle delegadaque
instaure ranlo ntes o competente procosso,
dando-rae parto do seu resultado, e logo que este
me seja iransmittido, drei scienca V. Exc.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. Dr.
Uanoel do NascimeaKI Hachado PortMla, vice-
presidente da provina^a. O chefe de polica
Francisco de Assis Oliveira Mactel.
REVISTA DIARIA.
INSTITUTO HISTRICO E PflTLOSOPHICO.-*
Amanhaa roune-se, s 10 horas da manhaa, esta
sociedade, em sessao ordinaria, ra do Pires
n. 33.
SUICIDIO.Hontem pelas 6 horas e meia da
raanli, Jos Felippe Santiago, sentenciado ga-
les perpetuas pelo jury de Ipojuca, pedindo para
ser recolhido enfermara da casa de detengan,
onde se achava preso desde 3 de maio de 1867,
atirou-se da varanda da primeira ordem ao pavi-
mento terreo, qnando pop ella passava para en-
trar na enfermara, fracturando o crneo por tal
forma, que falleceu em continente.
FERMENTO GRAVE.-No da lo de setembro,
no termo de Tacarai, Marcolino Poreira da Cruz
fui frido gravemente por Joaquim Gato, que fui
em continente preso.
CORRECCO INDISPEXSAVEL. Aebandose
mal cscriptii o original das eolaeoes odeteos da
praca do commercio, de 4 do crrente, sahio hon-
tem publicado o algodo de Penedo, em vez de al-
godao de Pernambuco.
CLUB RADICAL.Hoje pelas 6 horas da tarde
ha sessao ordinaria, o se proceder a eleicao dos
tres adjuntos directora.
VINGANCA DE MULHER. as cartas particu-
lares de Bengala, diz o Jornal do Commercio de
Lisboa, enconlra-se a narracao de urna terrivel
vin^anca, exnrcida por urna joven india, que ape-
nas cinta Iii annos, na pessoa de seu noivo, e da
mulher que ella suspeilava o tinha desviado do
cumprimento de seus deveres.
Khan Mohamed ben Hassien, conhecido por um
dos ourives mais ricos de Cacullt, era corpulento,
bem feito, uin eivalheiro perfeito a todos os res-
pectos, e todas estas circunstancias reuna a de
contar 25 annos de idade.
Noivo havia 2 onnos da bella Fathma, fllha do
Hedji-Mtizravur, deva em poucos dias aprosen-
tar-su cun olla perante o Cadi. De repente, sem
!^j..'.r~,;~c: motivos da sua retirada, sahio
de Lalculta, ornando o ca......v.. *. r,.,,;
O sentimento de Fathma foi manifest nos pu-
meiros momentos; chorou muito, e arrancou os
seus bellos cabelles, por i$so que amvaa o infiel;
mas como primeiro que tildo pussuia o coracao de
mulher, quiz onhecer as causas da partida preci-
pitada de Khan Mulfamed, resolvida, com anticipa-
can, a tirar urna vinganca notavel, se effectva-
mente Ibc coiistasse que" tinha havido inlidel-
dade.
Urna velln, que de ha muito se ligava pela sua
affeigao a Fathma, foi encarregada de procurar
informaeoes, e com especalidade de interrogar
hbilmente os domsticos do ourives. Esta mulher
era breve descobrio todi a verdade.
Khan Mohamed tinha fgido, levando consigo
uma joven e linda judia, lilba de um negocianto
da ciliado, flue havia roubado da casa paterna,
tendo partido nao para Delbi, como se dizia, mas
para uma casa de campo, que possuia a alguma
distancia de Calcutt.
F.aluna, sabendu desta noticia, preparoa desde
loga at seus planos de carapanha.
Parti de nuute, em trajo de homem, e.acom-
panhada nicamente de nm escravo indio, com
cuja fidelidade sabia que poderia contar.
No meio da noute ebegaram a um ponto, situa-
do a uma pequea distancia da casa de campo
habitada por Khan Mohamed ; esperaran) all du-
rante o dia para prem execucao a seu pro-
jecto.
Na manhaa immediata, de madrugada, foi o
escravo vigiar em volta da casa ; poneos momen-
tos depois da sua chegada, vio sabir um joven in-
dio, da boca do qual ouvio que Mohamed ebegara
effectivamente, havia poucos dias, e tyie a excep-
to de sua mili e delle, nenlium domestico se elle a consultsva e ihe?peda o
achava em casa.
O escravo voltou logo depois para referir tndo
a sua ama, e ambos alies resolvern! em seguida
que era prudente e til proceder o mais breve
possivel.
Emquanto o escravo, ficou no ponto em que
se achavam para observar o qne se passava nu
casa do infiel, Fathma voltou Calcula, aonde
nandou fazer secretamente duas fortes gaiolas
de madeira chapeadas de ferro, as quaes collocou
no lugar mais remoto e recndito da sua habita-
cao ; apenas terminados estes seus preparativos,
voltou novamenle ao ponto em que se achava o
escravo ; mas Testa ve? tinha Fathma feito reu-
nir 6 indios dos mais robustos, e nessa mesma
noite, gracas ao concurso do joven escravo de
Khan-Mohamed, cuja cooper cao tinha sido hbil-
mente comprada, arrebatou Mahomed e a sua ju-
dia. Ambos elles, s lidamente amarrados e mor-
.lacados, foram conduzidos Calcuta e encerrados
as gaiolas de ferro.
Recusa-se a penna a descrever os horriveis
tratamentos que se applicaram quelles dous des-
grasados por espaco de quatro mezes, que durou
aqaelle espantoso captiveiro ; quando a juslica,
avisada dos vestigios do crime por um escravo,
injustamente bastonado, procurou liberta-los, en-
controu-se em face do dous verdadeiros esquele-
tos, magros e descarnados, cujo corpo nao era
mais do que urna chaga replente e cuja razao es-
lava perdida, a ponto de nao terem a conscieucia
do que se passava em volta d'clles.
Ambos quelles infelizes foram transportados
M hospital de Howrals, e nao obstante a grvida -
do do mai, nao se desespera de os poder salvar ;
s se reeeia que a joven ju lia fiquo sempre
louca.
Fathma panio-se a si propria da sua crueldade.
Quando estavam em casa d'ella para a prenderem,
enconraramna postada no chao para expirar ;
tinha-se envenenado. Todos os esforcos foram
imitis para a poder salvar.
DIVIDA FRANCEZA. poca, de Madrid,
proposito da ba xa que tem soffrdo os ttulos hes-
panhoes, que estao a 24 e 13, cotacao que s tive-
ram durante a i evolucao franceza de 1818. recorda
as seguintes linhas as grandes fluctuacoes que
tem soflrido a divida franceza durante as revolu-
eoes d'este seculo:
4 A origem da divida franceza nao outra se-
nao os celebres assignados da repblica. O dia
I i de Janeiro de 1797 o primeiro em que este
papel appareee colado, e ainda que tendo um juro
de 5 % o seu valor nao passa de 8. A propria
taz de Campo Forano durante o consulado ainda o
ez desccr. C irntudo em 1798 j est a 17 e mais
tarde, no anno segrate, a 24. Porm as desgra-
nas do exercito francez no Egypto e as levanda-
des do directorio fazem-n'e descer a 11. O golpe
de estado napolenico do <8 bramario eleva-o a
22, demonstrando- desde ento que as dictadu-
ras sao geralmente favoraveis a alta dos fundos.
As glorias da campanha de Italia tornam esta-
cionario o /, francez; porm logo que Bona-
parte se declara cnsul vitalicio, o papel francez
sobe rpidamente at 84. O imperio cleva-o at
00, preco entilo fabuloso, porque o capital adqui-
ra erescidos juros em toda a Europa.
A victoria de Austerlitz fa-lo subir a 65 e a
de Yena 10 /. mais. A paz de Tilsitt eleva o 5
A ao fabuloso preco de 92 /. E'verdade que
se Napoleao I fez guerra Europa, leve ao mesmo
terapo grande uidado em crear a fazenda e a ad-
min8trajao em Franca.
Comtndo as campanhas successivas comecam
a pezar sobre o crdito at que a noticia da der-
rota na Rnssia f iz baixar os nicos ttulos france-
zes entae em curso a 43. A retirada de Moscou en-
contra a renda francesa a 45. Porm cahe o im-
perio e quando os flnanceiros o julgam bem en-
terrado, solemnisam a paz da Europa e a restau-
racao de Loiz XVIII com ama sabida constante
ale os 66 francos. Assim o susto e a baixa sao
ternveis dorante os 100 dias; porm emquanto o
poder napolenico se abysma em Waterloo, a bol-
sa de Panz sobe le 45 a 60 /
moVir!lltS P'iraeiro P8"0*! da restouraeSo o
-movimento de alta accentua-se em poueo sensiveis
Si-^- S* ;pCSto Hespanht produz
aleama baixa e anda que as cmaras votara o
SSJV? f l6 ,D os ttulos de 5 /. chegant at o preco de 101 Al-
uns annos depois tem logar a conversio em par-
te e a creajao do 3 /. moderno. Esle nascc mais
vigoroso que o S*/ mu asflactaacoos sao tam-
bem grandes no espaco de 40 annes. Colado nos
primevos lempos a 09 e 60, a emancipacao da
treCHeaconqnisu de Argel j # eowntram. a
a W. TorMl a rovolucao do 1830 e a nsurreijao
da Polonia, fazenda recelar urna guerra ( zm descer o 5 '/.tJ 105 a 99 o o 3
As desordens de-Lyie abaltm-tfo Wo p%
47 /.
Porm resta>elece-se a traoiinBdado na Ea-
ropa, a dynastiade julho symbolisa a paz a pros-
peridade, progressivamente o 3 /s0*,e at 76, ep-i
contrando-o a 74 a revolucio de 18W- Ent;io
baixa terrivel at as vesperas dis necesso* de
junho, que chega a cotar-se a 32. A ficlori.i da
ordem eleva-o brevemente a 48, e tBn, auno de-
pois o gol na de estado cnaontra-o *)8, subindo
anda a 88 quando se reslabulece o Bpperio. A't
guerras do Oriento e Italia, tornando necessarios
grandes emprestnos, llzeram-n'o fluctuar dde
ento entre os precos de 70 e 75.
MLHERES CELEBRES.Em nma corre8]Kra-
doneia de Pars, dirigida oom dau 31 de agosto
um jornal hespanhol, limos as duas segninto cu-
riosas noticias:
Todos os dias se observara ranssinjpt e e itra-
nhos espectculos, porm um dos malJ extraordi-
narios foi o que offereceu umaescriptora chana-
da Mad. Olvmpia Andonard, apresentando-sc em
um dos ltimos di.is da semana passada na reilac-
cao do jornal Fgaro a desafiar o seu direcor e
projirietario Mr. de Villemessant.
A origem de uma tal secna foi um paraijra-
pho em qne aquello peridico disseem Verdade.
algum tanto cruamcnteque Mad. Andornftd t lili a
sido pateada em uma conferencia iliteraria por
ella celebrada nao se era que ponto da Allema-
nha.
Mad. Andonard, a qual pelas acedes deve ter
um genio como um diabo, apenas chegon a l'aris
foi dlreitioha, nao pedir ma retificacTio, mas en-
tregar a Villemessant o bocado de cartiio Bristol
3ue n'estes lempos tem substituido o cario I de
esafio de outros mais antigos.
Sou vuva,oxclamoanao tenho marido,
nem irmao que possa sahir em minlia defeza; por
tanto, vejo-me na necessidade de reclamar cera a
espada ou a pistolla uma satisfaco a rainha hon-
ra ultrajada.
t Debalde Mr. de Villemessant tratou de tran-
quilisa-la : dela'lde lhe offereceu publicar no jor-
nal nm artigo de expttac5es; Mad. Andoiard
sahio furiosa como nm tigre, declarando os nc Ins
das SU3S estemunhas ou padrinhos.
Segundo era natural, Villemessant nao quiz
bater-so, e em lugar do que lhe tinha offerecido
intilmente, publieou uma stira em verso, em que
cobre de ouro e azul a raservcl litterata.
Outra mnlher, mas de ndole dilferente e por
motivo bem diverso, tem sido nestes ltimos dias
objecto de todas as conversages. Alludo a Mad.
Dosne, sogra de Mr. Thiers, a qual acaba de bai-
xar a sepultura em Passy.
A historia do celebre poltico e estadista foi,
pelo que respeita o seu casamento, um verdadeiro
romance; e vale de pena de o contar.
Th;r. mui joven ainda, conheceu Alad
Dosne quando esta U. enviuvar, fleando-
Ihe uma fllha do poucos annos. a boiim e sobre-
ludo o talento da interessante viuva.nio iania-
rain em iranstornar a cabeca do inJpressionavel
escriptor, o qual se namorou louoraente da ra-
va Dosne, porm esta mulher de lana virtade
como juizo, nao quiz dar ouvdos s phrases
amorosas do futuro presidente do conselho de
ministros, nem aceitar a mad que Ihoofferecia por
ser bstanle mais idosa do que Thiers.
< Thiers ento despeitado tratou de effectuar o
seu casamento com uma senhora de grande ri-
queza,e qne hoje figura maito em Paris mas
nao o realizou sera primeiro fazer saber a Mad.
Dosne que casava to soinente porque ella o nao
quera.
A vuva, que lhe tinha ganho algum affecto,
chamou^oenlaosu.i ptesenga, e como amoroia e
terna mai offeeceulhe a mao de sua linda e can-
dida filha. Outro homem qualquer teria recesa-
do ; Mr. Thiers aceitou.
Verificou-se o casamento, e desde esse mo-
mento Mad. Dosne nao se separou mais de seu
genro. sendo para elle o que para Mr. Guizoi foi
at a sua morte a princeza de Lievcnuma espe-
cie de nympha Egcna.
? Mad. Dosne nao teve o menor motivo par se
arrepender da sua obra : vio feliz sua filha ; con-
servou at; o ultimo momento o affecto de Mr.
Thiers, e chegou idade de 80 annos entre toda a
especie de homenagens e consideraedes.
Poucos sabem a influencia que Mad. Dosne
oxercia sobre o historiador da revolu^ao france-
za :nos assumptos mais arduos e mais graves
elle a consultsva e Ihe'peda o seu parecer. Esta
! plena conlianca no seu talento durou at o ultimo
| dia, e hoje Thiers chora nao talvez a rali de sus
espbsa, mas sm a sua primeira, e nica paixao.
LOTERA.A que se acha venda a 125 a, a
oenellcio da igreja de S. Joncalo desta cidide,
que corre hoje.
pellado, Bento Carrea Lima. Anpellante, Joaquim
Gomes da* Neves; appelludo, n juz >. Appellanle,
o juizo; appellado, 6oiic pellante, o juizo; appellado, Graciliauo, escra-
Appellacao civel: aiipellanlo, Felppe da Cos-
M'-Monteiro; appellado, Jos Fructuoso Das.
Cunflletfi de Juriidirio jntre o jniz municipal do
termo do Brejo da Madre de Deus e o do termo o>
Cimbreaf
i sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Domingues da Suva.Appalacfies crimes:
app liante, o juizo; appellado, Clemente Jos de
Barros. Apnellaatc, aeromotor; appellado. Ma-
niiiil Hodngaes do vascimento. Appellacao ci-
ve,!: appellanle, Jos Francisco deOliveira; appel-
lado, Domingos du llarros Urando.
Do Sr. deseinbargidor Regneira Costa ao Sr.
desembargador Douiingties da Suva.Appellacao
crirae : aMellante, Jos I^dro de Mello; appella-
da, a jusflea.
Conflicto de jurisdicio entre pa/tes o jniz muni-
jtipal da cidade da foclaleza, o de direito e o res-
pectivo su delegado. t\ a^^H
Do Sr. dosembargador Dimlngues da Silva ao
Sr. desemhargador Roguera Costa.Appellacoos
crines : appellanle, o juizo; appellado, Manoel
Francisco da Silva. Appellanle, o juizo; appella-
do, Vicente Ferreira de liima. 7*T>
Assignou-se dia para julgamento dos n^jfatal
foitos:
Appellac5es crimes.Appellante, o promotor;
appellado, Salvador llaplist Nunes. Appellante,
o juizo; appellado, Juao da Silva Moroira. Ap-
pellante, o juizo; appellados, o Dr. Joaquim Ma-
rianno da Silva c outros. Appellante, Flix Jos
do Reg; appellado, Jos do liego Granja. Ap-
pellante, Jorge Carneiro do Valle: appellado, o
juizo. Appellante, o juizo; appellado, Joo Ferrei-
ra Alvcs. Appellante, o promotor; appellado, Be-
nedicto, escravo.
ArPELL.vcSEs civsts. Appellante, Alejandre
Rodrigues da Silva; appellado, Jos Joaquim da
Silva. Appellante, Sebastiad Jos Gomes Pena;
appelladas, as menores Mara e Joanna. Appel-
lanle, Flix Jos do Reg; appellado, Jos do Re-
g Grd'nja.
Deligencias.Cora vista ao Sr. desemhargador
promotor da justieaAppellacCes crimes: appel-
lante, o juizo ; appellado, Sebastd, escravo. Ap-
pellante, o juizo; appellado, Jos yicente de Frei-
tas. Appellante, Francisco Jusuniano Duarte;
appellado, o promotor.
As 2 horas da tarde encerrou-se a sessao.
CHRONICA Jl BKIARIA.
TKIHI \ Al. DA lti:itl\0
SESSAO EM 2 DE OUTUBRO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSEL1IEIB0 CAET.^NO
SANTIAGO.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
Dargadores Gitirana, Guerra procurador da coia,
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, Molla,
Domingues da Silva c Reguera Costa, faltaido
o Sr. desembargador Souza Leo, abrio-sc a
sessao.
Passados os fetos, deram-sc os seguintes jura-
mentos :
Recursos crimes.Reccorrente, o juizo; rec-
corrido, Balbjno Bezerra Sobral.Relator o Sr.
desembargador Gitirana, sorteados os Srs. desem-
bargadores Almeida Albuquerque, Molla e Do-
.ria.Improcedente. Reccorrente. o juizo; reccor-
rido, Joao Pacheco Alves.Relator o Sr. desem-
bargador Lourenco Santiago, sorteados os Srs.
desembargadores Reguera Costa, Gitirana e Do-
mingues da Silva.Improcedente. Reccorrente, o
juizo; reccorrdo, Jos Ferreira da Silva.Rela-
tor o Sr. desembargador Almeida Albuquerque,
sorteados os Srs. desembargadores Gitirana, Doria
e Dumingucs da Silva.Improcedente. Reccor-
rente, o juizo; roccorrido, o Dr. Joaquim Msxi-
miao da Silva.Relator o Sr. desembargador
Motta, sorteados os Srs. desembargadores Doria,
Reguera Costa e Gitirana.Improcedente. Rec
corrente, o juizo; reccorrdo, Tito Leandro Cor-
rea.Relator o Sr. desembargador Domingues da
Silva, sorteados os Srs. desembargadores Almeida
Albuquerque.Heguera Costa eMultaImproceden-
te. Reccorrente, o juizo; reccorrdo?, Anna Ma-
ra dos Prazeres e outros.Relator o Sr. desem-
bargador Reguera Cosa, sorteados os Srs. desem-
bargadores A. Albuquerque, Lourenco Santiag) e
Motta.Improcedente.
Aocbavob de petico.Aggravante, Ovidio
Ferreira da Silva; aggiavado. o juizo.Relator o
Sr. desembargador Gitirana, sorteados os Srs. des-
embargadores Guerra e Motta.Deu-se provimen-
lo. Aggravante, D. Maa da Conceico Ferreira;
aggravado, Marcolino Antonio Ferreira.Relator
o br. desembargador Domingues da Silva, soma-
dos os Srs. desembargadores Gitirana e Guer-
ra.Derara provimento.
Babeas cobpus.De Eraigdio Jos de Goes, te-
gou-se a soltura. De Lourenco Ferreira Mendes
Guimares, negou-se a soltura. De Severh.no
Marques de Oliveira, concedeu-se para o dia 23,
ouvmdo-se a autoridade. De Germano Lopes Fra-
zao, para o dia 5, ouvindo-se a autoridade compe-
tente. a
passagess.
DoSr. desembargador Gitirana ao Sr. desembiir-
gador Lourenco Santiago.Appellacoes crioKs:
appellante, o juizo; appellado Severiano Torqualo
dos Anjos. Appellante, o promotor; appellado
Joaquim de Almeida Freitas. Appellante, Jiao
Goncalves de Souza; appellado o juizo. Appellsn-
le, o juizo; appellado, Jos Francisco de Axeve-
do. Appellante, o juizo; appellado, Joaquim Gen-
calves da Costa.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque. Ap-
pellacoes civeis: appellante, Alexandre Rodrigues
de Senna; appellado, Honorato Joseph de Olivei-
ra. Appellante, Manoel Thomaz de Albuquerq le
Maranhao; appellado, o juizo. Reviste civel: ree-
correnles, Francisco Lopes e Jo5o Antonio da Sil-
va; reccorrida, a jnsca. AppellacSes di-
mes : appellante?, Antonio da Costa Calistro e ou-
tros ; appellado, o juito. Appellante, o juizo: ai>-
pellados, Antonio Godoes de Vasconcellos o ou-
tros.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador LourenaoSantiago.Appellacdesciveis: ati*
pellante, Antonio Pedro do Rosario; appellad),
Jos Bento B Mello. Appellante, Miguel Antn o
doa Santos; ppellido, Manoel Dultra de Souza.
Do 8r. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Almeida Albuquerque.Appellacao civel:
appellante, Francisco Camello de Albuquerque;
appellado, Octaviano Rodrigues Lima.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador MollaAppellacdes crimes
appollante, Joto Al vas le Souza; appellado, o jai
">< Appellante, Jos df fceaos Vascoiwellos; ap
TRIBUNAL DO COHHERCIO.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 4 DE
OL'TUBUO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOS ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
s 10 horas da manhaa, reunidos os Srs. depu-
tados Rosa, Basto, e barao de Cruangy, faltando
com causa o Sr. Miranda Leal, S. Exc. o Sr. pre-
sidente abri a sessao.
Lida foi approvada a acta da sessao de 30 de se-
iembre ultimo.
EXPEDIENTE.
Offlcio do Exm. Sr. vico-presitente o> uF itf
de 30 de setembro prximo findo, envianqpa -arta'
de registro da barca nacional Rocha, quero ven-
dida em hasta publica na ilha de S. Migul a qual
lhe fra remen ida pelo ministro dos negocios es-
trangeiros.Que se aecusasse a recepeao e que
fosse a carta archivada, fazendo-se as notas com-
petentes.
Dito do presidente e secretario da junta dos
correctores, firmado de 2 do corrente, acorapanha-
do do boletim comraereal da semana prxima pas-
sada.Ao archivo.
Foram mandados archivar 13 'ejemplares do
jornal ollcial de ns. 21o a 228.
ODr. Francisco Jos Rabello, como bastante pro-
curador de Felippe Carneiro Estrella, assigneu o
termo do juramento que prestou 4e ser pelo seu
constituinte bem serndo o lugar para que fora no-
meado de agente de leilCes da capital da provincia
da Parahyha.
O livro da correspondencia esteva regularmente
escripto al n. 187.
DESPACHOS.
Pcticao de Jos Francisco de S Leuo, para se
lhe certificar se se acaa matriclala neste tribunal.
Passe-se.
De George Palchelt, para se lhe rofistrar o co-
nheciraento comprobatorio de haver pago o impos-
to de seu offlcio de corrector geral, relativo ao Io
semestre do actual exercieo.llegistedo entrege-
se ao sopplicante.
De Bernardino de Vasconcellos, paraear admil-
tida a substituicao que se fizera da segunda teste-
niunba abonadora de sna flanea Joaq m Francis-
co do Espirito Santo por Jos de S Leitao Jnior,
como cousta do termo que juntaComo reauer,
fazendo se Js notas competentes. -
De Joaquim Elesbu Ribeiro, para ser adjiltlida i
registro a sua uoineaco de caixeiro despachan-1
lies, Reis e Silva, deputedos Rasa, Basto e baro
de Cruangy, faltando com particpacao de doente
o Sr. desembargador Acciaw% de nao poder com-
parecer o Sr. Miranda Leal.
-Lida, foi approvada a acta da sessao anterior.
O escrlvd Albuquerque registrn o ultimo pro-
testo de letra a 28 do mez findo sob o n. 1801;
B o escrivao Alves de Brilo a 2 do corrente sob o
I ACORDAOS SIGXAaOS.
Appellaata, Francisco- da Coste Maia ; appella-
do, o Dr. Jos Eugenio da Silva Ramos ; appel-
lante, Carlos Rpock ; appellado, tbe London and.
Brasil jan Bank : appellante,'Albino Jos Ferreira
da Cm.; appellado, Domingos Francisco lava-
res : embargantes, Jos Francisco Ribeiro Ma-
chado e oulros; embargado. Amaro Jos dos Pra-
zeres.
JULGAMENTO.
Juizo especial do commercio : embargante ap-
pellante reo, Felicio Jos Vaz de Oliveira; embar-
gado appellado autajr, Custqdjo Coilaeo Pereira
Jnior: juizes os Srs. Silva Guiraaraes, Reis e
Silva, Basto e barao do Cruangy.Foram despre-
sados os embargos.
DKSIGNACAO DE DIA.
Appellantes, o Dr. Manoel de Figueira Faria e
Sutrus^ appellado, o Dr. Gabriel Soares Raposo
S Cmara.O primeiro illa ulil.
A6QBAV0S. ;
Juizo especial do commercio : aguravante, Mar-
tenns Loot; aggravado, Antonio Gomes Netto :
aggravante, o baeharel Francisco Cordeiro da
Rocha Campello ; aggravado, Ignacio Luiz de Bri-
to Ta borda.
O Exm. Sr. presidiente negou provimento.
Juizo especial do commercio : aggravante, Ma-
noel Jos Goncalves Braga ; aggravado, Ignacio
A(vim da Silva:" aggravante, Joo Pinto de Lomos
Jnior; aggravados, Gaspar Cavalcante de Albu-
querque Uchoa e sua mnlher : aggravante, Sal-
vador de Siqueira Cavalcante ; aggravado, Leo-
poldo Ferreira Martins Rilieiro.
O Exm. Sr. presidente deu provimento.
Nada mais houve, e foi encerrada a sessao
meia hura la tarde.
Euglsk Baak f Rio
Llnited.
Capital do Banco 50.000
uma'. ,......
accoes de 20 cada
Capital realisado ....
Fundo de reserva.
-.
de Janeiro
1,000.000
500.000
120.505
Balanco da Baixa filial em Pernambuco, em
30 de setembro de 1869.
Activo.
Letras descontadas. 959:684^020
Emprestiuros* e contas
caucionadas ...... 187:210.H00
Letras receber. 1:0605330
jGuMfcfe'alpres dor
'*W*'.
i
Mobilia etc. do Banco.
Diversas contas.....
Caixa. ... i.....
Pauivo.
Contas correntes sim-
ples 399:947fS600
Depsitos praso fixo,
com aviso e por le-
tras 1,654:344(5760
470:187,5200
20:156^930
1,065:8733360
' 295:584,5410
~r^
2,996:75 LeU'as pagar.....
Titutos em cauco e de-
posito ........
Diversas contas.....
2,054:292*5360
3:5I9.->99()
470:187,5200
467:757^100
2,995:750,5650
S. E. e O.
Pernambuco, 4 de outubro de 1869.
F. B. Bloxham, Manager.
Joseph S. Lambley, Accountant.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Srs. Redactores.DmeUdo com geral sorpre-
za, do cargo de subdelegado do disuado do Ma-
Ihadinha da comarca do Limoeiro, para o qual
bavla sido nomeado logo que subi ao poder o
te da casa comraereal de Euzebo Raphael Rabel- partido conservador, sem que tivesse sciencia da
lo.Registre-se.
De Samuel Power Johnston & C. agentes da im-
perial companhia Fire Insurance Corapany estabe-
lecida em Londres, para selhes mandar entregar a
caucao que selhes exigi quando se concedeu per-
inis?ao para funecionarera nesla cidade, de terem
depositado competentemente a quantia de 10:000a
visto como j a esse lempo se tinha feito na corte
do imperio o deposito da quantia de ll:000j em
apolices da divida publica.A pecretara juute os
documentos concernentes a esta petizo.
De Manoel Jos Alves. apresentando para ser
registrada a nomeacao de seu caieiro Joaquim
Mendes da Silva.Registre-se.
De Manoel Antonio Franco, apresentando igual-
mente a de seu caixeiro Marliliano Felippe de San-
tiago.Regslre-se.
De Bonifacio Maxiraiano de Mattos, apresentando
tambem a que dera a Jos Caetano da Silva, para
caixeiro de seu arraazem de recolher do caes do
Ramos n. 32.Registre-se.
De Manoel Jos dos Santos, para se lhe certificar
se se acha ou nao registrada a nomeacao de seu
caixeiro Theodoro Jos dos Santos. Certifl
que-se.
Do Miguel Ferreira Pinto, para so lhe dar baixa
no registro da nnmearao de seu caixeiro Jos Fir-
mino Alves d<> Quintal e registrar-se-Ihe a do
substituto Miguel Pereira de Miranda.Como re-
quer.
De Machado & Santos, apresentando para ser
registrada a nomeacao de seu caixeiro Jos Igna-
cio Ribeiro Roma.Hegistre-se. ..
De Jos Fortunato dos Santos Porto, socio cora-
manditario da firma Mendes, Falcad & C, para que
se lhe registre como distrato dessa firma c papel
que se lizera pela retirada do socio Mendes.Vis-
ta ao Sr. desembargador fiscal!
Do mesnn Jos Fortunato dos Santos Porto,
apresentando a registro o contrato social da firma
Santos, Falcao A C, da qual elle socio comman-
diiario.Vista ao Sr. desernbargader fiscal.
De Augusto Luiz da Silva, presentando para ser
registrada a sua nomeacao de caixeiro da casa
commercial estabelecida na provincia do Cear de
Kalkmann & CRegistre-se.
De Jos Ernesto de Souza, apresentando tambem
para o mesmo lim a sua nomeacao de caixeiro
'ambera despachante da casa commercial dos so-
breditos Kalkmann & CRegistre-se.
De Antonio Correa de Vasconcellos, para se lhe
conceder continuar a sna escripturacao no livro
diario que pertenecu a firma de que fazia parte
JosMoreira Lopes e da qual elle supplcante
suecessor.Como requer.
De Jos Marcelino .da Rosa & Filhos, pedindo
que se Ihes certifique se continnam como seus cai-
xeiros Joaquim Mauricio Goncalves Rosa e Fran-
cisco de Assis Goncalves Rosa.Como reqo
rem.
De Thomaz Jos de Senna e Veivano da Silva
Caldas, distrato socialRegistre-se.
De Antonio Joaquim Vaz de Miranda e Joao de
Sonza Leal Flores, contrato social. Rccis-
tre-se. *
De Joaquim Lpez llachado A C, contrato so-
cial. Salisfacam devidamente a ultima parte do
4 do artigo 302 do cdigo commercial.
De Manoel Moreira de Souza, Francisco Domin- nlfiu calumniador,
gues da Silva Araujo e Manoel Alves GonraM*- *"> ao publico.
Ferreira, rectifieaea de contrato de sociedade on? '-!**
roanditaria.Reglsire-se.
De Gandolft A Camaragibe, distrato social.Re-
gistre-se.
De Joaquim Lopes Mchalo, matrcula de coni-
raerciante Como requer.
De Antonio Fernandos de Figueiredo Pereira
tambera matricula de commerciante.Adiado.
Nada mais havendo sido submettido despacho, e
dada a hora (He meia da manhaa) o Exm. Sr.
presidente encerrou a sessio.
causa, que autorisou a minha demssao, e nem
consclencia dojiaver merecido, sent offendida a
minha reputacao de funecionario publico, e des-
de logo procure! com maior erapenho descobrir o
iniquo plano, perversamente concebido e astuta-
mente realisado.
Careca tranquilsar a minha conscieucia e jus-
tificarme perante a opiniao publica.
N5o me foi deficil encontrar a meaba, cujo fio
me guiou ao ponto procurado.
A combinarlo e concurso de urna serie de cir-
cumsptancias convenceu-me de que fui victima de
torpes machinacoes de um leproso tao pretencioso
fatuo e richoso, quanto mesquinho, de-presivel,
intrigante c perigoso por suas mandas jesuticas
e desregradas ambiedes, a quem tve a infelicida-
de de contrariar era um de seus clculos menos
con fessa veis.
Mas nao tendo esse ente repugnante e despre-
sivel a coragem de assumir a responsabilidad!) de
suas torpezas, abusou da boa f e conlianca de um
homem a quem respeite; de quem sou amigo e
a quem desculpo o ter deixado imbair-se, por
que taco justiea aos sens entntenlos, e dcst'arte
conseguio ferr-me pelas costas, como faz o co-
barde assassino, que emboscado aguarda a inno-
cente victima que deve cabir inanimado, sera ver a
mao que o fe re Pois bem, saiba o publico e saibao
Exm. Sr. vice presidente, que nao tenho actos na
mnlia vida, quer publica, quer particular, que
nao possam apparecer e sor descutidos. Se como
autoridade commetti excessos ou abusos, pede a
justiea que eu seia convencido e punido, nunca
porcm comdemnatlo indefeso.
Desafio ao meu calumniador para que denun-
cie aos tribunaes ou pela raprensa, os autos de
que se servio para conseguir a minha demissao,
e protesto confundido demonstrando a torpeza do
seu vil procedimento.
Nao posso, nao quero, e era devo, autorsar
com o meu silencio o desconceito a que me quiz
expr um detractor ignobil o perverso e nem con-
cernir que continu a desenvolver o miseravel
plano que coneebeu e tem comecado a por em
pratica, de aniquilar o partido conservador nesta
comarca, em cujo seio tem aberto to profundas
chagas, qne deficil. senao iuipossivei, ser a cura.
Limito-me por ora a desafia-lo para que me de-
nuncie ; se porera, o nao fizer protesto vollar a
imprensa, declinar-lhe o nome, referir toda o ne-
greira do seu procedimento, quer em rea gao a
historia da minha demissao, quer em rea cao a
todos os actos de sua vida, que possam ser trazi-
dos a publicidade : arrancar Ihe-hei a mascara e
expd-lo-bei aos olhos do mundo inteiro tal qual i.
Escolha : on denunciar-mo com os factos de qne
s servio para calumniar-ine e conseguir a mi-
nha demissao, ou ver a sua necrologa correr
mundos.
Ao ttrminar devo declarar que nao o penoso
cargo de subdelegado, de qne nao tenho sauda-
des, que me fez vir a mpreusa ; nao, pelo con-
trario receberia como alto favor se me fosse con-
cedida a demissao pela mesla forma por que fui
nomeado, ou se consaltada as conveniencias lo-
eaes, resultesse utilidade ao partido ou ao publi-
co: encontmodou-rae a demissao pela forma por
que foi decretada.
Tenho concluido, e aguardo o procedimento do
para vollar a explicago que
Dsse-lhe, voss est servido,' pdrm tenha em
vistas, que o pouco, que ainda possuo, dos raeus
muilos filhos.
. Depois de mezes, ainda rae tornon o mesmo com-
padre, para eu reforjar aipa fianea que tinha de
prestar o seu cunhado Pedro Ignacio Bap.tista, na
qual, figurara principal pagador, o genr deste,
Jos da Costa Brandad Cordeiro, em uma barrelra
no valor de 3^f#000, da qual barreira, elto*rm
bem Penha e um pardo propietario na Capunga,
erao iguaes fiadores. Sem sal, ento llie respond,
que eu ainda nao esteva doudo, para andar i all
anear a torto e a dlreto, e qne por isso, qqe'elle
s esteva no caso de pedir para si, alm de Bran-
dao Cordeiro me ser antliipatico
Nao obstante este minha resposte, ainda me ob-
servou o compadre Penha, dos bens que j pos-
snia Brandad, o crdito publico, que despunba j
Sor outras arremaiages da barreiraa, e da ericau
a municipaldade nesta cidade ; e que a final,
seu dito cunhado Baplista, sgro de Brandad, sendo
9 principal pagador, e enteressado nos lucros que
ouvessem, estara a par da sinceridade ; pois que
era as passadas arrematacoes de barreiras e a fe-
ricao, elle Baplista, tinha sido sempre o principal
pagador, sem que tivesse compromettimehio de
qualquer forma; taulo, que eu nao ignorara que
elle vivia interaniente cora as muitas de suas pro-
priedades nesta cidade e adianto de Api pucos, no
melhor desembaraM ; e que por elle Penha, pro-
curar na forma da le, mais um reforcador, que sen
dito cunhado Baplista e Brando, daro-lhe tam-
bem um interesse. Ea, nae se que nome me deva
caber, quando depois de tanto ouvr ao dito meu
compadre Penha, lhe respond, pois sim compadre
est servido.
Passado dias, perguutou-me o compadre ; se en
pagava a decima deste sitio j em nome dos meas
II hos, disse-lbe que nao, por serem ainda todos
orphos, pagando por isso em meu nome. Pedi-
me o recttio, dei-lhe do semestre passado, nao ser-
via si nao o que eu eslava a dever, pelo que diise-
rae o compadre, que o Brando u para a cidade
do Oiinda, pagar por mira, pois era aquelle tempo
era a onde os sitios deste lugar pagaran).
Mais adame, avisou-me Penha, para eu ir a
tbeseuraria provincial, assignar as lettras e termo,
fui logo, e tudo me foi apresentado pelo Sr. major
Affonso Ferreira, cujo Sivaatacegado, vendo a boa
f e promptido coro que eu ipabava de tudo as-
signar sem ter lido, me pargunteu dcilmente, o se-
nhor, anda tinha animo do alBanrar a ontrem 1
Ao que rernoadi, qne eu entenda que quando vi-
vamos era para ermos necessarios aos amigos.
Que illusao j to^expermentada. At ao pon-
to, deste sitio ir a praca, ainda en ignorava perante
Deus, eu, e eu smente, que Jos da Coste Brando
Cordeiro genro de Pedro Ignacio Baplista, tivesie
o seu irmao Antonio de Faria Brandad Cordeiro,
e que este servisse de painel, como o verdadeiro
arrematante da referida barreira de .1:0001000,
para a qual serva o meu reforco; e que anda
assim, este s barreira no seu dar a luz, nascesse
mesmo agora nao se quantas man barreiras por
mira reforjadas! I
Sem cousa que duvida faga, o qae aqu levo dito
c o mais que se deu a tal respeito, que nao ser
bom escraver, para, salo menos nao ranear a qncm
tiver de ler, eu, Cnduzindo em claro dia, o meu
bom compadre amigo Sr. Penha, com todo o dovi-
do respeito, a casa e digna presenca do Exm. Sr.
vice-presidente actual Dr. Portella, em cuja occa-
sio se achavam presente os lllms. Srs. eommen-
dador Pires, mais velln e Dr. Pinto, digno lente,
eu refer de verbo, adverbo, e ento o meu Dom
compadre anda neste ponto, teve alma pura, para
dizer, tudo verdade, eu fui o culpado, mas, tam-
bem fui trahido, depois da morte do meu cunhado
Pedro Ignacio Baplista e etc.
Mal digam os filhos
Dos seus desastres
Quem me obrigou ?
Mas, bons sao elles,
Quinze se contara
Mas, eu nao vi por elles.
Sitio do Arraial, i de outubro de 1869.
Francisco Jorge de Souza.
r*=r
EDI
TAE8.
i Neiva, juiz de
vara do crime, e substitu-
Oleo puro
de
de ligado
o. de JUuinia n
keoi|i.
A opiniao unnime dos mdicos de todos os
paizes, que o oleo de ligado de bacalho o re-
medio mais poderoso que ate agora se descobrio
para as enfennidades dos pulmoes e da garganta.
O fallecido Sir Benjamn Brodie, dizia: Quanto
tudo o mais intil, este salva a miudo a vida do
doente ; porm deve ser paro. Entre os typos
mais finos d'este genero, sobresane a sua pureza
o oleo de ligado de bacalho, de Lanaian & Kemp,
elaborado com os ligados saos dos pcixes apanba-
dos de fresco, e cuja conservago era todos os
paizes se garante. Na America "do sul, as Anti-
llias, Mxico e Australia, elle tido como artigo
de primeira classe, e na Inglaterra onde recente-
mente foi introduzido, se o considera superior
todos os mais leos de ligado de bacalho, qne
existem"no mercado. Para a tosse, pneumona,
pleuresa, phtysrca, bronchites, trachites, aileceo
ao ligado e debilidade geral, cre-se que real-
mente o medicamento mais til de que a materia
medica se pode mostrar ufana. Encontra-se
venda em todos os principaes estabelecimentos de
drogas.
COMMERCIO.
Recite, S de outubro de 1869.
Jos Rufino de Miranda,
SESSAO JUDCIABJA EM i DE OUTUBRO DE
1809.
rassiDENcu do exm. sa. BasauBAaGADon a. r. pe-
RBTTI.
Secretario, Julio GuimarSes.
Ao maio dia daclarou-se aborta a sessao, estando
reunidos os 9r?, desembar^ores Silva Suma-
Mal digo a sor te
Mal preparei
Ladrees traidores
Publicar farei.
Demittido de offieial da alfandega, o meu traidor
cempadre o Sr. Joaquim Jos Ferreira da Penha,
encheu-se de precisdes.
Eis, qne um dia pedto-mo para o amanear em
un direitos da rlbeira da Bda-vista, os quaes li-
Dara de ir a praca. A minha primeira resposte
fei com sal; pois vezas ba, que isso coatumo coro
pesas da minha liberdade. Mas, depois elle tor-
noa-tae com os olbos lacrymosos, qae quando para
tal fim me procurava, era porque sabia que
ea era camarada corto, pos vexaraes de meus
amigos i I
RAgA DO RECIFE 3 DE 0U1UBR0 DE 1809
AS 3 i/i HOHAS DA TAHUK.
Assucar bruto amenguo novo 3|200 por lo
kil.
t. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
. Secretario.
Novo Banco de Pernambuco
em liquidacao, 3 de agos-
to de 1869.
Os Srs. accionistas podem receber o
sexto dividendo de um e meio por cento
do capital: s quarla-feiras e sabbados.
Caixa filial do banco do Brasil
em Penianibuco, em liquida-
<;ao, 24 de setembro de 1869.
Pela caixa filial se faz publico que as
notas de sua emiss3o de valor de 200000,
de n. 117,501 por diante e que estao sendo
substituidas na thesouraria geral pelas di-
laceradas, nSo s3o rubricadas, e smente
assignadas por um director do banco, e
pelo liquidante da caixa abaixo assig-
nado.
Ignacio Joaquim de Souza Leo,
ALFANDEGa.
rtendimento do dia i a 4 109:4494039
dem do dia 5 ....... S2:66l918
162:1154957
MOVIMENTO DA ALFANDEOA
Volumes entrados com fzendas
dem dem cora gneros
Vnlnmes sahidos cora fzendas
dem dem coro gneros
384
472
-----836
176
476
ooi
O Df. Manoel
direit da 2V_
to da do commercio desta cidade do Re-
cife de PeranmbucojL^fljtt.termo por S.
M. I. que Deus grfrdT.
Faijo saber pelo presente qae no dia 28 do mez
de outubro do crreme anno, se ba de arrematar
por renda a quero n ais der, em praca publica de-
nois da audieacia respectiva, os predios seguin-
tes :
Uma dasa terrea n. 231 sita ma Imperial fre-
guezia de S. Jos, te Mk>iuis pequeas salas, um
quarto, cosinlia fora.caeknba meeira, e quintal em
aberto ae um lado, avallada por I:o00*000.l
Ontra dita n. 234 sita mesma ra e freguezia,
com duas salas, dous quartes, cosinba fra, e quin-
tal em aberto de um lado, avahada por 1:5001.
Outra dita n 19 sita ra da Praia do Calde-
reiro da mesma freguezia, tendo duas salas, dous
quartos, cosinha fra, quintal pequeo, e cacimba
meeira, avahada por 3:000*.
Um peqnene sobrado de um andar n. 73, sito
ra da l'.ilma da dita freguezia, tendo na loja unas
salas, tres quartos e cosinha fra, e em cima duas
salas, tres quartos, cosinha fra, quintal morado
e cacimba meeira, por 5:000|
Um sobrado de ires andares numero 59, sito
ra da Praia, tendo 1 e 2 andar varandas de fer-
ro, e no 3" trapeira, janellas, quatro salas e cosi-
nha ao lado da sala de detraz avahado por___
16:O0O
Ura do n. 32. sito ra da Praia denominado
Caes do Ramos, bastante arruinado, de dous anda-
res, avahado por 6:(i00a.
Os quaes vo praca por execnco de Joao
Buson, como administrador de sna mulher, contra
a vuva e herdeiros de Jos Higino de Miranda, e
na folla de lanzadores que cubra o preco da
avalicao, ser a arrematacao frita pelo preco d.
adjudicarlo, com o abatiinento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
raandei passar o presente edital que era afflxadi
nos lugares do costume e publicado pela im-
prensa,
Recife, 5 de outubro de 1869.
Eu. Manoel Marte Rodrigues do Nascimento, es-
crivao, o subscrevi.
Manoel Jos da Silva Neiva.
DECLARACOES.
O administrador da recebedona de rendas in-
ternas geraes faz publico que neste corrente mez
de setembro c no de outubro prximo futuro, que
os contribuiites do imposto sobre industrias e
profisses, residentes as freguezias da cidade e
as do fra, teem de paga-lo, livre de mulla ; lin-
do, porm, o referido praso, ser pago com a mul-
ta de 6 0(0.
Recebedoria de Pernambuco, 18 de setembro
de 1860.
________ Manoel Carneiro de Souza Lcenla
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do (tecife precisa contratar com quem
se queira cncarregar de fazer sua cusa as obras
de que necessite o sobrado n. 37 da ra da Moe-
da, concedendo ella, alem de outras vantagens, o-
arrendamento por grande numero de annos.
Recebe para isto propostas em cartas fechadas,
na sala ae suas sessoes, devendo os pretendenlcs
examinaren as obras de que carece o predio.
Secretara da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 4 de setembro de 1869.
O escrivd,
Pedro Rodrigue* de Souza.
Collectoria de rendas geraes da
municipio da Eseada.
O collector do municipio da Escada, faz publi-
co, que al o ultimo do corrente mez, que os
contribuinles do imposto pessoal, e do industrias
e proflsses teem de pagarem a bocea do cofre o
imposto do primeiro semestre do corrente exerci-
eo de 1869 a 1870, se o imposto exceder de I2,
e integralmente se nao chegar a esa quantia ; e
quelles que nao pagarem no referido prazo, in-
corferao na multa de 6 por cento sobre o debito.
Tambem convida aos que estao a dever os roes-
mos impnstos e laxaa oe esclavos do exercieo d<-
1868 a 1869, que venliam pagar antes que sejam
os livros recolhidos a thesouraria.
Collectoria do municipio da Escada, 2 do outu-
bro de 1869.
O collector
Antonio Torgunto Misericordia do
lauta Casa da
Itecife.
A Illma. jante administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico qne na
sala de suas sessoes, no dia 30 de outubro, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser a rrematadas
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios cm seguida de-
clarados :
ESTBELECIMEMTOS DE CARIDADE.
Ba da Vracao.
Casa terrea n. 19 '. 200*000
Travessa do Senbor Bora Jess das Crinulas.
Casa terrea n. 8....... 240*003
Ra do Calabouro.
Casa terrea n. 20, por anno 242*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Cacimba.
Casa terrea n. 10....... 86*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 10o ................ 1463000
dem n. 98........................ 03*000
dem n. 96........................ 202*000
Sitio n. 5 noForno da Cal........... 150*000
Os pretendentes deverd apre.-eniar no acto da
arrematacao as suas flaneas, ou cmpireccreni
acorapanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Hisc icordia do Re-
cife, 24 de setembro de 1869.
0 escrivaoJ
Pedro Rodritjues deS^uza
Pela secretaria da Sania Casa de Misericor-
dia do Recife, se convida aos prenles das ment-
res abaixo mencionada?, vircm recolhe-laa a
collegio das orphaas, viste assim o liaver resolvtdo
a Illma. junto em sessao de 30 do mez lindo.
Josepha, fllha de Auna Rosa do Sficramento.
Adelaide, dem de Ualdna Mara dos Anjos.
Josepha, dem de Scnhornha Joaquina dos San-
tos.
Maria, dem de Joaquina Candidn de Cama No-
bre.
Anna, ide:n da mesm.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 2 de outubro de 1869.
O escrivao,
______________Pedro Rodrigues de onza.
Conselho de compras
navaes.
O conselho novamenle fax publico cae contrata
no dia 9 do corrente mez, sob as conO.ci-es do es-
lylo e vista de propostas reeebidas ate as 11 ho-
ras da manhaa, o fornecimento no corrente tri-
mestre de outubro a dezembro de canbas para
tos eslahelecimentos de marinha.
Sala das sessoes do conselho de compras navaes
5 de outubro de 1.869.
O secretario
Alexandre Rodrigm: .'.es Anjos.
Descarregaro hoje 0 de ontabro
Barca inglczaJ/mnionemorcadnrias.
Vapor inglezOiindaidera.
Lugar norle-allemoBerthoeridera.
Barca nglezaZptor/naidera.
Barca portugueza Pereira Borgcs idem.
Brigue ansiriacoNtale S.farinha de trigo.
Escuna austracaElena P.idem.
Brigue norte-alleraao Willebaldtaboado.
Patacho inglezfifis Leecarvo
Escuna ngleza=fiessiidem.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
rtendimento de dia 1 a 4 7:441*488
Idem do dia 5...... 1.847*634
Pela secretaria da cmara municipal desta
cidade, se faz publico, para conhecimento de quei:
interessar possa, que nao tendo sido arrematados
no da 29 ae setembro ultimo corno estavam an-
nnnciados, os impostes de 100 rs. por carga do
farinha, e outros legumes vendidos nos mercados
pblicos, de 500 rs. por cabeca de gado morto
para o consnramo das freguezias de fra da cida-
de, e bem assim os alugueres de tainos de acu-
gue ns. 10,11, 12 e 13 do quarteirao do lado do
sul, coQtinuaro em praca no dia 6 de correa!.-
taes imposto e alugueres : aquellos que preten-
deren) arrematar, habilitem-se na forma da lei.
Secretaria da cmara municipal do Re-
cife, 2 de dutubro de 1809.
O secretario,
Francisco Canuto da Ba-Yiagem.
9:289*469
Rendimento do dia
(den do dia 5 .
CONSULADO PROVINCIAL
1 ai
14:008*737
3:220*950
17:229*687
Tribunal do commercio.
Pbr esta secretaria so faz publico que fican re-
gistrados :
O contrato uncial de Francisco Ribeiro Gaima-
raes e Jos Antonio da Cujilu Guir.iries, estab-
lecidos nesla cidade com taberna, =ub a firma de
Francisco Ribeiro Guimares & C e o capital de
1:869*258, nos fondos do estabeieemento, per-
teacente ambos.

:
^i


Ifjio de Pefn^nbieo Qun Ira
6 de Oufutfo de 1869-
3
i o Francis-
ca filiad'),
II S^MMUTuli a Irmt
. & C e o capital do
lita pal) socio
O en
eo Anta
rom casa
17:7iU!73
Gon^.ilvti.
O oontralo ti* Jo*|uim Ignacio Pesswi de Si-
queira e Andr# flafva?ait de lnuquerque Ah-
Verde, estabelecido; nesta eiJade com casa de
commercio de algodao e outros gneros de con-
signado, soto a Arma de Siqtieira & Arco-Vrde,
e o capital da 2O:O0OsiX)0 formado por ambos.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 4 de oatabro de 1369.
' O official-maior
Julio Gnhntires.
Pela mesnia secretaria so faz publico que
nesta data foi inscripto no competente livro o Sr.
Felipie Carreiro Estrella, na qnalidade do agente
le Ieil5es da prac,a da Parahyoa, que prestou ju-
ramento na mesma dala, por seu procurador.
Secretaria do tribunal do commercio do Per-
nambuco, 4 de outubro do 18159.
O offlcial-raaior
Julio Guimaraes.
.DO
CLUB PEMAMBCANO
Qnarta-fcira G de outubro
Concert vocal e ins-
trumental
Em henelicio dos Sr*. Galassi o Lorrbardelli, no
sali do Club, olerecido gratuitamente pelo seu
digno emprezario.
Tomaran parte no dito concert obsequiosamen
te a eximia prima dona Sra. Clementma Amaldi e
os distinctos artistas Srs. Giovanni Scol.ri, Gialdi-
ni" Gialdini e Martina, clarinetista.
Prograiiiiua.
I* PARTE.
1* Simpbonia da opera Guilherme Tell, para
piano a quatro nios, executada Sra. Amaldi e
Gialdini. (Hossiui)
2.* Aria do bartono da opera Ernani, .cantada
iclo Sr. Galassi. (Verdi 1
3. Clarineto, phantasia da opera Macbett, exe-
cutada pelo Sr. Martins. (Verdi.)
4. Aria da opera Straniera, cantada pelo Sr.
Lombardelli. (liellini.)
6. Cavatina da opera Assedio de Corinlhoo
Mahomette II, cantada pelo Sr. ScoJari. (Ilossini.)
6." Dueto da opera Erniaui, cantado pela Sra.
Amaldi e pelo Sr. Galassi.
2.' PARTE.
i. Phantasia para clarineto, executuda pelo Sr,
Martins.
2." Terceto da opera Crispinoela Comare, can-
tado pelos Srs. Scolari, Galassi e Lombardelli, e
se trocar com outro pedazo.
3. Aria da opera Lucia, cantada pela Sra.
Amaldi. (Donisctti.)
i. Dueto da opera I. Puritani, cantado pelos Srs.
Galassi e Lombardelli. diellini.)
o. Aria da opera Lucia, cantada pelo Sr. Lom-
bardelli. (Dcnisetti.)
6. Dueto da opera Linda di Charoounix, can-
tada pelo Sr. Scolari c Galassi. Donisetli.)
Principiar as 8 horas em ponto.
Os beneficiados rogam as possoas que se digna-
rain aceitar Mnelos deste concert, a bondade de
deixarem a sua importancia a pessoa que para
este firn estar enearregada recebe-la na entra-
da do salo.
AVISOS MARTIMOS.
CWANHIA BRAS1LERI
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul 6 esperado
at o dia 7 do correte, o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante J.
P. Guedes Alcoforado, o qnal
depois da demora do costume se-
guir para os portos do norto
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de na chegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sua sahida as ?
boras.
Nao se recebem como encommendas senao ob
jectosde pequeo valor equenoexcedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de modicao.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
ca lo como carga.
Prcvine-se aos Srs.'passageiros, que suas pas-
sagens s so receben) na agencia a ra da Cruz
a. 37 priraeiro andar, escriptorio de Anti-nio Luiz
de Oliveira Azevedo A C.
"ClfflPAMBA fiitASIU.II!
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 18 do corrente o vapor
Tteantitu, commandante J. M.
Ferrara Franco, o qual depois
da IfltnoKl do costume seguir
guiri para os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia d.'na chegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia da
sua sabida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medieo.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
fons s se recebem na agenda ra da Cruz n. 57.
' andar, escriptorio de'Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
COMPANilIA FEK.NA.MBUCANA.
LE
Xavega^ao costeara por vapor.
Mamanguape.
O vapor Mandah, comman-
dante Julio, seguir para o por-
to cima no dia 12 do corrente
as 6 horas da tarde. Recebe car-
ga, encommendas, passageiros e
dinheiro a frete al as 3 horas da tarde do dia
da saluda : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Eio de Janeiro.
Para o indicado porto, pretende seguir cam
mtnta brevidado o brigae nacional Isabel, pqr ter
a maior parte da carga engajada, e para o poti-
C i que Ihe falta, trata-se com os consignatarios
Antonio Luiz do Oiiveira Azevedo & C, ra da
Cruz n. 57, primea o andar.
COMPANHA PERNAMBUCANA
Navtgagio co trra por vapor.
Porto' de Gnllinlias.'Rio Formse e Taman-
dar.
O vapor Parahyba, commandante Mello, seguir
para os portos ama no dia 10 do corrente,
meia noite. Recebe carga, encommendas, passagei-
ros, e dinheiro a frotes no escriptorio do Forte do
Mattos n. 12.
COMPAA PERNAMBUCANA
BE
Vavcgaca costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Sfaco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah. Acarac e Granja.
O vapor Parahyba, commandante
Torres, seguir para o porto cima no
____, dia lo do corrente as o horas da tarde.
Recebe carga at o da Ih, encommendas, passa-
geiros. e dinheiro a frete ni as 2 horas da tarde
do dia da sahida, n j escriptorio do Forte do Mat-
tos n. t*._________________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
.Vavegaco costeira por vapor.
Macoi em -direitura a Pnedo.
O vapor Jaguarlte, commandante Guilherme se-
guir para os porios cima no dia 8 do corrente
as & horas da tarde. Recebe carga at o dia 7,
encommendas, passageiros e dinheiro a frete at
as 3 Inras da tard do dia da sahida no escripto-
rio do Forte do Mattos n. 12. ______________
GOMPANHA PERNAMBUCANA
DE
Navegaco costara por vapor
Goyanna.
O vapor Parahyba, commandante Mello, segui-
r para o porto cima, no dia G do corrente, s 9
horas da noite. Recebe carga, encommendas, pas-
sageiros e dinheiro fretes, no escriptorio do
Forte do Mattos n. 12._______________________
Para o Eio Grande do
Sul
pretende sahir com brevidade para o porto cima
mencionado o patacho nacional Senhora das Ne-
cea, de primeira marcha : para carga trata-se
com o consignatario Jos Joaquim da Silva Gomes,
ra da Cadoia n. 52.________________________
Rio de Janeiro
Para o indicado porto pretende seguir com mili-
ta brevidade a barea portugueza S. Joo, por ter a
maior parte de seu earreeamento engajado, e para
o resto que Ihe falta, trata-se com o consignatario
Joaquim Jos Goncalves Beltro, ra do Commer-
cio n. 17.
*Para o Rio Grande do Sul,
Vai seguir com brevidade o briguo porluguez
Boa Sortc, capillo Loureiro, recebe alguma carga
a frete a tratar no escriptorio de Ainorim Ir-
maos & C, ra da Cruz n. 3.
LEILOES.
Continua^ao do leudo
DE
miudezas, perfumaras e algu-
mas fazendas de \\r ho e al-
godao.
HOJE
O agente leiloes Pestaa n^wl o leilao de
perfumaras, miudezas fazendas de algodao e
linho, as 10 horas da manha na ra do Vigario
n. H, armazem.
Lll
DE
Terrenos e esteiras para
forrar casas.
O agenn Pontual competentemente autorisado,
vender em leilao os terrenos seguintes sendo : o
primeiro com urna frente para a ma da Saudade
e oulra para a ra da Unio, entre as casas ter-
reas do Sr. Dr. Alcofarado c herdeiros do finado
Luiz Gomes Ferreira, tendo 44 palmos de frente
e 596 de fundos ; o segundo em seguinffnto do
primeiro, com os mesmos funds, tanto de frente
como do fundos, teedo urna frente para a ra da
Saudade e oulra para a dos Ferreiros; send am-
bos os terrenos foreiros a marinha ; o terceiro
com 300 palmos de frente e dnzentoi a Irezentos de
fundos, (sollo proprio) o qual acha-so defronle lo
muro dos sitios do Sr. Dr. Fonseca e o do Barao
de Bemtica.
Na mesnia oceasio vender-se-ha il pegas de
efteiras para forrar casas, em estado perfeito e
tendo 4/4 de largura, sendo n'um s lote ou om
diversos, a yontade dos licitantes.
Sexta-feira 8 do corrente.
No primeiro andar do sobrado n. 42, a ra da
Cruz, as 11 horas.
AVISOS DIVERSOS.

circus
Vende-se
para dia de finados (2 de novembro), na loja de
Antonio Augusto dos Santos Porto, na praca da
Independencia, nico deposito nesta cidade, ricas
capelas para se collocarem as catacumbas e t-
mulos, no cemiterio publico e as igrejas, com
as inacripedes seguintes :
Meu pai.
Minha ini.
Meu esposo.
Minha esposa.
Menlilho.
Minha lllha.
Meu amigo.
Saudade.
Urna lagrima.__________^___^__
Preeisa-se de um caixeiro com pratica de
padaria, e molhados, e que d fiador de sua con-
ducta para um estabelecimento fra desta praca :
ajtralar na ra estreita do Rosario n. o.
CASA ll FORTUNA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
A roa do Crespo n.23 e casas do costme
O abaixo asalgnado, tendo vendido alm de ou-
tras sortes 2 qoartos n. 1389com l:000j da lotera
3ue se acaboo de extrahir a beneficio da matriz
3 Jaboatao (121a) convida aos possuidoresa
virem receber na conformidado do costume sem
descont algum.
Acham-se a venda os bilhetes da 3a parte da
lotera a beneficio da igreja de S. Goncalo do Re-
cife (122*) que se extrahir no dia 6 do corrente.
Preces.
Os do costume.
Manoel Martins Finza.
Procisa-se
do iifWtrabnlliador para s fabrica de1- wrveja da
iua da Floreniina n. 20, para todo o serrico.
ttencRo.
Precisa-se de orna senhora que nao tenha 'ami-
lia e que tenha conhecimenlo da lingoa nacional,
para ensinar primeiras letras e trabalho de agu-
Iha em um engenho distante desta cidade seis le-
goa. : a tratar na ra do Alecrim n. 14, e paga-
"e beni.
Precisa se de urna criada portugueza de con-
ducta afiancada, para curar de meninos em urna
casa de familia, devendo saber lavar eengommar:
a tratar na ra do Crespo n. 12, escriptorio.
HOnZEfilll DOUBADO i
Nova loja de calcado
JOAQUIM DAS DOS SANTOS 4 C. acabam de abrir um estabelecimento de cil-
iado estrange'rro' a na Nova n. 30, onde o publico enconlrar torio o qne iWste le-
ero de commercio ha de mclhor e de mais goto em Pars e Londres.
Por todos os vapores transatlnticos recbenlo elles constantemente remessas e
calcado novo, pelo que ter sempre o eslabelecimento o que a respeito se pode eli-
gir. Ao publico em geral e a seus amigos em particular, pedem a cooperacSo, que
Ibes poseam dispensar, certos de que sero servidos com lealdade.
Precisa-se alngar um moleque do 14 a 16
annos : tratar na ra daMoeda n. 17.
Para festa.
Aluga-se uol sobrado de um andar na ma do
Amparo n. 22, em Olinda ; para ver, podem pedir
a chave na taberna do Sr. Guilherme-, juntlo
mismo sobrado, e para tratar, na praca da Inde-
|)cndencia, loja de calcado ns. 37 e 39.
ama.
Na ra da Cadeia n. 50 precisa-se de urna ama
para cozinhnr.
Precisase de comprar um escravo de meia
d de : quem o tiver apareca no pateo de Terco
n. 63.
Aluga-se urna boa casa para passar a testa,
na povoacao do Montciro : tratar na ra Nova
o. 45, 2' andar.____________________
Precisa-se de alugar um piano ou compra-
se : nessoa que tiver derija-se ao pateo do Ter-
co n. 63._________________________ _
Precisa-se de urna ama para casa do moco
so teiro : na ra da Praia n. 58.
Aluga-se nma grande casa e sitio, tendo ca-
cimba com muito boa agua de beber, perto da
povoacao da Varzea o do rio Capibaribe ; oulra
dita peqnena junto a mesnia ; a fallar na roa de
Hortas n. 2, Io andar.
Precisa-so de urna senhora qne nao tenha
familia e que tenha conhecimentos da lingua na-
cional para ensinar 1" letras e trabalho do agu-
Iha em un engenho distante desta cidade seis le-
go.s ; tratar na ra do Alecrim n. 14, e paga-
se bem. _____________
-^^^^TliImoUodnguesFernandc^n^
ve; e sua senhora, convidam aos scus prenles e
amigos para assistirem a urna missa, que ser
celebrada na matriz da Boa-vista no da 7 as 0
horas da nanitas, por alma de sua muito preza-
da cmuiada Alire de Miranda Chaves.
Errata,
No artigo hontem aqui publicado sob o titulo :
.4 Mentira vai triumplmno em quanto nao che-
gn ii rerdade, onde se l o Sr. Francisco de
Gaicia e Souza deve ler-so o Sr. Francisco
de Gouveia e Souza.
AMA
Trccisa-se de urna ama para compar e cosi-
nhsr, paga-se bem : tratar na ra Nova, loja
numero II.
Os abaixo assgnades que formaran) o corpo
de choro doex-lheatro de Santa-Isabel, desenga-
ados de tantas promessas, em tito curto periodo
de lempo desvanecidos, sendo todos pas de fami-
lia, e devendo voltar seus lares.nao ibe resta ou-
tro meio senao recorrer benevolencia do magna-
nirr o publico desta cidade, o qual fui sempre o
primeiro na philantropia ; ueste intuito confiam
os abaixo assignados em sua bondade, querendo
assim levar sua patria chara lembranca do Bra-
sil. Os mesmos auguram muita feliciade aos
gen3rososeoracrtes. Desde j os abaixo assigna-
dos protestam fazer publico os nomes daquelles se-
nhores que se dignaran concorrer com e sen
obulo para esse fim tao justo.Androelto C., Al-
tavilla G., Albinolo C, Zoratii L., Rainerl F.,
Sacomano F., Boara Q., Baggio P., Baineri T., Rai-
neri G, Albinolo A.
Alugam-se por festa ou por anno tres casas
terreas, sendo duas de pedra e cal nos Arrumba-
dos, nma deltas grande e a outra 6 pe |uena, a
gra ide tem 5 salas, 7 quartos, cozmha fra, casa
de preto, quintal murado, cacimba e arvores de
fructo ; a pequea tem 2 salas, 2 quartos, cozinha
fra e quintal em aberto ; a terceia qne de ta-
pe, em Deberibe, no sitio Matumbo, tem 2 sali-
nha;, 2 quartos, cozinha fra e quintal em aber-
to : quem as pretender dirija-se a seu proprieta-
no. nos Arrombados, ou na ruada Roda, sobrado
n. 4'r, qne achara cent quem trattr.
Aluga-se
una ca a em Beberibe : a tratar com J. I. de M.
Reg, ra do Commercio n. 3i.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
taberna e que d fiador a sua conducta, porluguez
ou brasileiro, pois nao importa dar um bom or-
denado : na ra do Principe n. 46
Rut da Madre de Dos n. 20
Preeisa-se alugar urna escrava de meia idade
para tratar de meninos.
mnibus para Olinda.
Francisco C. de Medciros avisa ao publico que
do dia 9 do corrente havera mnibus para a dita
cidade as horas seguintes : do Recife para Olinda
as 8 horas da manha, o a tarde as 3 1(2 e 5 1|2,
de Olinda para o Recife as 7 e '.) da manha, c a
tarde as 4 1|2, sendo o preco 500 rs. por viagem.
t3 a-S &C
D 5 3 |
AMA
Precisa-se do urna ama para cozinhar para ra-
pazos goitoiros: na na da Lingoeta n. 1.
O testamenteiro do fallecido subdito francez
Joao Vignes, convida aos devedores do finado a
sataram seus dbitos amigaveunente.do contrario
serao ajuizados sem exeepcao algnma.
Ama
Precisa-so de urna ama para cozinbar para ra-
pazes solteiros : na ra da Lingoeta n. 1.
Pao nglez
de excellente fabrico, todos os das, das 6 as 7 ho-
ras da manha, na na da Cam a rao n. 13.
Precisa-se de nm menino para caixeiro de
taberna : na ra da Concordia n. I-'i, ou Augus-
ta B. 78. -. ,
CASA FELIZ
Aos 20:000^000
NoH'ectfe iHRA da Cmmeelf.So n. 3
Os abaixo asignados tendo-se habilitado na
forma das leis tem ex posto a venda os seus feli-
zes bilqetes das loteras do Rio de Janeiro na casa
cima sonde se pagaro as sortes que sahirem
no niesmo bilhete'com n descomo da lei somonte.
PRECOS.
Billiete iutuno 24,3000
Mems 125000
Quartos 6J000
E de 1005 para cima a 22 o bilhele.
Figueiredo t Leite.
BEBERIBE.
Aluga-se urna casa na povoacao de Beberibe,
com trastes : na ra da Imperatfiz n. 15-
Alug
am-se
duas casas terreas sitas no Mangninho, a margem
do rio, recommendaveis pela via forrea : a trataj
na ra do Vigario n. 31.
Oompanhia dos trilhos urba-
nos do Recife a Olinda,
Niio tendo algum dos senhores accionistas satis-
feito as 2a, 3a e 4' chamadas de 65 aeros, pelo
que, perderam o dirrtto a ellas em face do art. 8o
dos estatutos, por ordein da direccao, se faz pu-
blico que, se recebem propostas al o dia 5 de ou-
tubio prximo futuro, no escriptorio do thesou-
reiro, Sr. Jos Baptista Braga, ra Nova n. 33, so-
bre as mesmas accoes. As condiccoes das pro-
pestas o pagamento, contado de 3o 0/0 sobre
200 5, valor de cada urna accao ; observndose
as t isposicoos do art. 37 dos estatutos.
E>criptorio da cmpauhia, Recife 29 de setera-
bro de 186.
Joo Joaquim Alvos,
Io secretario interino.
ATTENCAO
o
Dcseja-se com urgencia fallar ao Sr. Francisco
da Costa e Silva, que se diz negociar em fazen-
das, sobre nma sua letra passada a Guimares &
Silva, firma fallida nesta praca, praso de nove
mezes, e j vencida. Pede-so mais ao respeitavel
eor|io commereial ou quem ao mesino senhorco-
nhe :er, d algnns esclarecimentos sobre sua resi-
den :ia etc., ra de Santo Amaro e travessa do
Lirra n. 2______________________^^__
Manoel Lopes Ferreira, tendo vendido a ta-
hea sita ara nova da Cadeia n. 7, julga nada
dev>r ; e quem se julgar credor aprsente sua
canta no prazo de oito dias contados desta data,
na "ua do Rangel n. 3, e roga a seus devedores
qiu.no mesmo prazo venbam pagar, o que devom,
alii i de nao serem executados.
Pccife, 2 de outnbrode 1869.
Precisa-se de urna ama que compre e coziuhe
pan duas pessoas : na ra da Senzala-nova n.
112, 3 andar.
Irmandade do Divino Espi-
rito Santo da igreja do
Collegio.
A mesa rlfedora tendo mandado lylhographar
pattntes, de vina elegancia que se tornam proprias
para qudros, pois conteem nao s os retratos dos
Apostlos, como o fiel desenlio da fachada da mes-
mi igreja, convida a todos os irmaos a proverem-
se delhs, mediante o eitipulado pele art. 117 do
compromlsso.
Luiz Epifanio Maurica,
___________ Escrivo._________
^^ Caixeiro
Na ra Direita n. 61, loja de chapeos, precisa-se
de um menino com pratica ou sem ella.
Ama de ieite
Precisa-se de umaj.ama de}ie:te : na ra da
Praia n. 49, Io andar.
U
Precisa-se de um caixeiro: na padaria da ra
Direita n. 84, _____
Na padaria da ra Direita n. 24 precisa-sc
alugar dous escravos para o servico da mesma.
Amas
Precisa-se de duas amas, sendo urna para lavar
e engommar, e outra para cozinhar e comprar
para casa de pouca familia, prefere-se escravas :
a tratar na ra do Imperador n. 17, 2o andar.
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FIO BEVEIiA
Barbante
Em casa de Rabe Schmetau A- C. Corpo
Santo B. 15.
SHERRY 0L0R0Z0
Gelo seal.
C O-\ iC HUEWMESSY.
Em casa de Rabe Schmettau <& C. Corpo
Sanio n. 15.
CAHMPANHA
SUPERIOR*
Roussillon, carte blanche.
i:m casa de Rabe Schmettau A
U Corpo Santo u. 15.
VINHO
DE
BORDEAUX SUPERIOR.
CHATEAU LA ROSE.
CHATEAC RAIJZAM
Era casa de Rabe Schmettau & C. Corpo
Santo n. i 5.
mmmmmm
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRAFOSO.
k Companhia Indemnisadora, estabelecida
nesta pra^a, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: a
ra do "Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Bartholomeu & C,
i
Joaq
(jal
uim Jos Gon-
ces Beltro
Engommadeiras
Precisa-se de duas engommadeiras que sejam
pcrfeltas e pagam-se bem : ua ra do Brum nu-
niero 100._______- __________________
Ama,
Precisase de urna ama para enfrommar para
urna pessoa : na ra da Roda n. i6, Io andar.
Os Srs. Annibal NapoleSo, G. Scola-
ri, Geaidini Gealdini e Leonida Boschini,
todos- da companhia lyrica italiana, tem
Cartas nesta typographia.
Nao houveram sabidas.
Precisa-se de urna ama para una casa de
pequea familia : na ra da Penlia n. 21, primei-
ro andar.
RA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAR
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os seguin-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guim;ires.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde-
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de]Famaliclo.
Lamego.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Antonio Jos Gomes, faz sciente ao respeita-
vel publico e principalmente ao respeitavel corpo
do commercio, que compren li\m e desembaraza-
da a venda pertencente ao Sr. Joaquim Soaree de
Moura, sita na estrada de I.niz do Reg n. 40,
quem se julgar com direito dirija-se a mesma du-
rante o prazo de tres dias a contar desta.
Recife, 4 de outubro de 1869. _________
Preeisa-se de urna ama para cozinhar : na
ra de Hortas n. 9i,sohrado._____________
Precisa-se de urna ama para cozinhar ou
] engommar : na ra da Cadeia n. 10.
Alug
ja-se
o sitio na estrada da Torre do Gnado Diogo Jos
da Costa, com boa casa a?sobradada, cocheiras
para carros e cavallos, e quartos para pretos, bai-
xa para capim, arvores de fructo, cora todas as
commodidades : quem pretender appare^a na ra
Nova n. 12.
Em casa de THEODORO CHRISTI-
ANSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-se
efectivamente todas as qualidades de vinhc
Bordeaux, Bourgogne e do Rueo.
Vinho, Pilulas, Xarope b Tintura
de jurubeba simples e ferruginoso;
Oleo, Pomadae Emplastro da mesma
planta preparados por
BaRTHOLONIEO & V
Pharmaceuticos-Droouistas
PERIVAMBLCO
A Jurubb : esta planta boje reconheciJa
como o mais pderao tnico, como o melhor
deaobslruente.ecomotal applieada nos padechnenlos
do ligado e baeo, bepatites, dnrosa, lumore inler-
nos e pocialmenU do ulero, hjdropeaia, erysi-
pellas, ele; t asaociada ao ferro til na paludas
core, chloroaea e falta de menitroacao, desarran-
joa do estomago, ele., e o que diaemoa altealao
innumena cora importantea obtidas oom nosaos
preparado* ji bem conbecidos e usados pelo mais
distinctoa medicoa do paix e Portugal. Em todoa os
nossoa depoailoa diatribuimos gratis folbetos ao
melhor laaem conhecer a Jurubeba seos resultados
e applicaco.
O advocado
Affonso de Allraquerqne Mello mudou o seu es-
criptorio para a ra das Cruzes n. 37. defronte da
typographia do Diario.
Precisa-se de nina ama para casa de pouca
familia : na ra do Caldeireiro n. 68.
Precisa-se de urna-ama livre para comprar
e cozinhar : na ra da Paz n. 2, taberna.
VltULES
D VALLET
\ifclU'
As Pllaloa de Valle*, approvadas pela
Aeademia imperial de medicina de Pariz,
sad empregadas com o maior .^bbjw
xito para curar a chlorosis,
e fortillcar as constituic3es
fracas. Nunca este ferrugi-
noso ennegrece os denles. "^^
Para a garanta da sua authenlicidade,
o norae do inventor vai gravado em cada
pilula como margem.
. .. i em Iio-Jan-f.ii'.o, Das aradle; CkncUl.
P"* I em Pihkaiiboco Manrer i C*.
m
i:
RA
|L0
G
CABUG
esquina
da na larga do
Rosario.
AML DE 0110
ttA
EO
CABUG
esquina
Est importante estabelecimento noseugpnero, tem sempre um sortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender. ida ra larga do
vista da qualidade e do pre Garante-se ser tudo de lei.' Compra-se ouro, prata e pedras finas por prepos muito ele- Rosario.
vados.
A loja est berta at ,s 9 horas da noute.
?'
*
K
iaaBBBPi


a*
BBBBBB
ha no
dePefnambiMio L Quaria fera 6 de utubro de 1869
/>//'
CARYAO DE BELLOC
PARS
Xpprovacto recoramendado peh academia imperial cara da gastralgia e era geral de todas as doenjas nervosas lo estomago e dos inleslinos.
& egualmente o remedio por rcellencia contra a reten.-o de rentre. Finaimente em
rato de aas propriedade absorrentet, reeomraeBdado como Terdadeiro remedio nos
cazos de diarrhea e choterina. car*** UMt, toma-se na occasiSo das comidas
sob a forma de pos oo de pastilhas.
Bepodto em Rw-lmmo, Duponckelle; dutolot. Em Pcmuhipco, Maurer I C".
9C*>
II
r
iikroskope acbroma
tisehcn. Objetiv Lin-,^^ St \}
seo.
Barometre e termo-
metre. Centigrade
e reuameure.
DE
Causa admirarlo,
Mas nao se pode duvidar;
No armazem Independencia
E' onde se pode comprar.
HEMOS PERISCPICOS
dono* deste mportaT.teTma^iftco armaTem de" seceos e molhados sitoraa doRangel res decabeoa. ~ de 30 centmetros
j
t-
\
E crystal de rocha do Brasil
v J ermauo. recommenda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeicoa-
dosf pitm'e, com este, vidros, a vista descanca, fortifica-so e nao a (-anca wmocjiD
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um v.dro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se esta obrigado a muda-Ios todos os annos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o crystalino do lho o determina quasi sempre d-
coa O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros doho.e,
n. 3, julgando nao aceitarom cooc rdata alguma rom os seus coll,gas resolvern* der todas as veaesqoeo ^^ mate pe,rto ou J jgos ?, W*
nominar o seu armazem INDEPENDENCIA, assm como o seu fim nao se*a illud- mu convergentes m* mu divergentes e a visao nao e pe""- ^ uu gi.iuc "u
pe^
Mas cLo nosUtos da via fe^ea, j-tem disido e ^^^^^ ^g^^^^^o^^^ perto, e'mal de
loase), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponfo de
vista o que faz divergir os oitjectos e deixa ver 18o longe como as entras vistas. Quan
do o'crystalino muito chato, o que succede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama presbyta, vem melhor de longe que de perto, e nao enxergam senao
um novoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergarao
tSo distintamente como na idade de 15 anoos. Servindo-se desles vidros quando e
vista principia cufraquecer, previne-se o mal.
F J. ermann encarrega-se pela sna experiencia, tendente aos olhos, a es-
colhcr, a primeira vista, seja qual for a iade egro de vista, oculos propnos para
qualquer pessoa, .
Para que sao fabricados estes vidros 7 7
N&O FOI PRECISO AGUA BEHU
O demonio mudou-se por sua hrre e expontanea rontatfe
YIVAODIADES.BARTHOLOMEI]
Agora mnguem presunta que foium demonio qualquer, fot
0 BQM DEMONIO
Mas nfto sahio da Boa-Vista
CHEGOU-SE ATE PARA INAIS PERTO DA MATRIZ
Sea dominio est hoje asseulado, onde foi botica,
ESQUINA DA RA U ARAGAO !t. 3i
EIHAK VE-IiO
Como garboso se ostenta
Comolepido se mostra
E as diabluras que faz!!!
sibilidade a ver quera vende gneros tio barato, por esta razio que aflnunaamos para
que todos tanto da praca como to matto acreditem o que neste asseveram e aquelles
que ainda n5o nos tenfcam honrado com snas fregueza, poderlo rigir-se ao mesmo,
oertos do que verlo gravada a sinceridade e mithodo de negociar muito franco sem qua
Tiecessitemos de andar meia noite pelos oitoes das matrizes figurando-nos por bos
demonios uem mesmo na frente da msica com o pendo na mi feito bausa.
FERREIRA & IRBEAO,
Ra do Rangpel n. 3, armazem da Indepen-
dencia.
iieitifi n\\
NDRE
DO
CABELLEIBEIRO
7 A lina doKJmpo1/ andar 7 A
ENCONTkAR-SE-H.Y sempre neste estabdecirnento um variado e.bomto sorti-
meutsora perfumaras francezas e piezas cuja lista damos aos leitores.
LUVA'S' Marca garantida JOVIN.
EXTRACTOS.De superior qualidade marcas LUBIN A GOSNEIA.
DITOS PJNOS.em frasquinhos proprios para presentes Lubin <$ Gosnell.
POMMARASBanhafma de varios cheiros-Lubin.Gosnelle, Societ Hyginiquc
JABONETES. finos para toiletteLubin A Monpelas.
MU BEiNTlFRICE.--agaa para limpar dentesSociet Hyginiqie Lubin A D.
fim.
BRIMNTINA.para Histrar a barba e os cabellosLubin.
AGUA 5E COLONHA.Marca verdadeira de Joo Marina Farica.
COSMTICO.oheirosoLubin.
POZ5DE ARROZ.dfto-Lubin.
HUILEDE SENTER-sOleo para consemrgo dos cabellosSoctet HygtenKjue
ESGOAS FINAS.para cabellos, denles e unhas.
BLAISEAL Pincel para barba.
GRANfOS.para cabellos.
RE9IS INVISrVEtS para cabellos.
QBA'ilXTAS L1NDISSBIAS.do melhor gosto.
LBNiSALAS. depbarfasia, para passew e de diversos tamanbosGt.,etc.,etc.
A laparfumerieParisienne.
7 A RUA0 CRESPO ---- 1. ANDAR 7 A.
AS BOUBAS CURADAS I
E
Todas s molestias syphiliticas,
l'EXO
I ELEIIR 00 01. SEVIAL
Uiiiooiepuratiw ematrcuro que tanta aceitacao tem mei^jido no Rra-
E \, nas repblicas doswle (-*ruas, rlKwmatismi., lodas-as molestias syptiiliticas e em geral todas aqoelfes
p-o\iMn di: pureza 4o asgoe.
VNICO DEPOSITO
KA
"lMuua<*la e flrogarla.
DC
Bartholomeu A C.
34Una Larga 4 Rosarlo 3*
\TTEICA0 AOLM
riramlt mmm de (aze&as c ronps feitas na da ImperaCriz
. 2, park larga, de Raredes Porto.
Reste estatelecimeato enoentrar o respeitavel publico um:bonito sortimento
de roupas -de todas as qiralidadee, inalitots de a4paea a '.ift, 3$50G t ti.-?. Ditos t
merino, ditos de casimira de tires atnitos gostos a 55, 65, 85 e 10^), de panno prelo
sacos e sobrecasacos. Ditos d brim pardo finos o ordinarios. Ditos . alpaca branca
e de coros de 35560 a 55000. Calcas do btitu de cor finas e. ordinarias, \U.t
hrancas de, tedas as cualidades, dita* de brira pardo fiao e ordinario,-ditas de casoara
de cor e preta de 45*.55, 65 a 15-5. ColIetes.de.lodas as qualidadcs e preco muio
b'arato. Completo sortimeuto de ca*ss francezas de algodao e de linbo de 25 at <*$
una. SortinKtnto de seroulas francezas de algodio, de lindo e bramante a S e 2550").
Grvalas (mantas) novisamio gosto a tolos os presos. Jfeias sortimeoto completo a 3,>.
45 at 75 a duzia.
ROUPAS PARA MENINAS.
Encasrega-se (fe.quaesquer obras de encommenda tanto para fcomem, cono
para meninos, c com brevklade, por isso que tem um bonito sortimeoto de fazeud. c
todas as qualidades tanto om casemiras como brins, pranos finos e outras muitas' a-
zendas.
F.2EJWWS
Braraantee de 11 palmos de largura a I.jSOO ojuetro.
Cair1l)rajas de cor e branca.
lpicas de .todas as cores a 640 rs. o covado.
Pod de-clive com lista de seda faz&oda de gosto a 15200.
Basijuines de guipure enfeitadas a 185600.
SorlMuento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolao fina a 65508, 75, 95 e 65600.
Algodao peca com 20 jardas a 4*0600, 55500 e 6VS660.
Peca de algodSa largo a 75300.
E mitras muitas /azendas que ser enfadonho mencionar Cheguem reopa
fci que se est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto loja de o'irivoe) d j
LEiO OA PORTA LARGA
Paredes Porlo.
Para a vista myope, (vista curta).
Paca vista que se cobre de nuvens.^
Para a vista que por momentos, v es-
veaear pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqueza.
Para a vista que os olhos sao desiguaes.
Para a vista que se turva com o traba-
Ibo e a letura.
Para a vista presbyta (vislagalon ).
Para a vista que nao supporta os raios
solares nem grande claridade.
Paja,, a.viiia operada da catarata.
Para a vista que as palpebras estSo cer-
cadas de sangue.
Para a vista que um dos olhos myope
c o outro preshyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olho se cobra de catarata.
Sortin. nte
para tbeatio,
alcance para
rinha.
de binculos
e oculos de
o campo e ma-
Lunetas, pince-nez e
face--main, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ac,
etc., etc.
Tem tambem grande sortimento de relogios para parede, que dao horas e para
cima de mesa dos mais lindos modelo Relogios para algibtira, de ouro, prata, prata
domada efoleada, inglezes, suissos e orisontaes dos melhores e mais afamados fabri-
cantes. *
Vendas era grosso e a retalho. Em Pernambnco.
N. 21=Rua NovaN. 21.
Negra tranca no co.Io lhe ondeia
a Snlta briza ao mago desdem :
Dcita a fronte n'um peito e conhece
< Quantas maguas o seio contm.
Esta linda e gentil creatura tambem ^^^^ ^___
VEMOK
Queijos, manteiga e caf,
Vinho, cha e bolaxinhas,
Doces seceos e licores,
De Nantes boas sardinhas.
TQdtttb.ir.ito
Pitra agrada",
Veahan freguezes
Jtie hao de gostar,
N. B. Brevemente ser annqnciado o dia, em que este importante armazem de mo-
lhados tera principio a pratica de certa diabnira.que admirar mais do que o TEMPORAL
na BONANCA da ra do Queimado. Por ora venham os freguezes visitar o nosso es-
tabelecimento, comprar os nossos superiores gener s por precos i
Manteiga ingleza flor a 15300 por 500
grammas.
Dita dita a 10200 id-:m.
Dita dita a 15000 idem.
Dita franceza a 900 rs. idem.
Batatas novas a 100 rs. idem.
Cha fino superior a 35500 idem.
Dito dito a 35200 idem.
Dito dito a 35000 idem.
Arroz pilado a 120 rs. idem.
Caf dcaroco a 200, iW e 280 rs.
idem.
Milho alpista a 2iO rs. idem.
Toucinho de Lisboa a 400 rs. idem.
Vellas estiarinas, masso 720. ,
Potes com sal refinado a 400.
Ervilhas franceza em manteiga, 900 rs.
a lata.
Frnctas portuguesas em calda a 600 rs.
a lata.
Ditas so de pecf gos maiores a 500 rs. a
lata.
Tijolo para facas a 120 rs.
Chocolate espanhol a 15000 o masso.
Frascos com conserva a 900 rs.
Ditos dita de rmistarda a 800 rs.
Latas com carne de ,>orco a 800 rs.
Sardinhas de Nantes era manteiga a 800
rs. a lata.
Copos finos para agua, duxia 45800.
Garrafas finas para meza, o par 55000.
Cognac engarrafado a 800 rs.
Azeite francez engarrafado a .45600.
Presunto em barril a 480 rs. por 500
grammas.
COMBARA DOS WAYIZES
16 -RUS DA CRUZ16
Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, fiambre, pastis de difieren
tes qnalidades, vinhos de superior qualidade, cha Hisson preto, e miudo, o melhor que
se pode encontrar no mercado, amendoas confeitadas, xaropes refrigerantes, doces df
calda, etc.
Incumbe-se de encommendas para grandes jantares, bailes, baptisados e ca-
samentes, a saber:
Pecas de nougat. PSes-de-lot eneitados.
Ditas de po-de-lot. Bollos idem.
Ditas de tmara de ovos. Pratos de doce de ovos.
Bitas de caramilo. Tortas folhadas de crm e carne.
Bandeja com armacao de assucar. Empadas.
UPADLO FERHAWDES DE I. GIMARAES
fe
SOB A DJRECCAO DO MUITO HBIL ARTISTA
fe
3 A1FMATE PEDRO
Nesta offieina encontrarlo os respeitaveis freguezes um dos primeiros arlis-
tis este j ben conhecido (com grande especialidade em fardas), por muitas pessoas
gradas deeta oidade.
O flKpio estabelecimente se acha munido de um completo sortimento de
faaendas, do qae ha de melhor no mercado, proprias da officina.
O gratule sortimento de roupas feita que tem, veode e manda fazer menos
20 por cento de que era outra qualquer parte (i dinheiro).
48 RA OA IMPERATRIZ 48
Junto a padaria franceza.
Vinho boTdeaux em caixa, 75000.
Vinagre branco engarrafado a 400 rs.
Bolaxinhas de ,'frentes mrreas. a
15400.
Fosphoros de seguranca, masso 500 rs.
i Banha de porco a 720 por 500 grammas.
Vinho do reino, garrafa a 15000.
Charutos do Lima a 35 e W a caixa.
; Sabo de massa a 240 rs. por 500 gram-
mas.
Latas comameixas a 15, 15500, 260>
e 35500.
Ditas de manteiga a 25800.
Ditas juliana a 15 por 500 grammas.
Frascos cora macas seccas a 25000.
Serveja de differentes marcas, duzia fifi.
Tapioca do Maranho a 240 rs. por 500
grammas.
Farello em sacca com 21 kilos por 5#.
Liguicas e paios a 800 rs. por 500 gram-
mas.
G-z, &U a 85500.
Dito em garrafa a 400 rs.
^ Latas de peixe a 800 rs.
" Bolaxiiihas beato Antonio a 15200 a lata
Latas de pao-de-l a 900 rs.
Biter em garrafas a 800 rs.
Licores finos como eoracol, amisade, e
outras muitas marcas a 15000 rs.
Estrilinhas para sopa a 800 rs. por 500
grammas.
Marrasquino de zeroa 15 a garrafa.
Massa de tomate a 720 por508grwa-
mas.
Os proprietarios garantem tudo quanto cima est especificado, adverte a todos
que nao conhecem o peso de 500 grammas, mais de urna libra, e se evplicar quelSe-
que nao entendem.

VEJAM ODE DIABRURA
Tirar premio sem comprar bilhees
Isto s pode ser artes do
I l I
BOM DEMONIO
Est decidido=o mundo marcha!
Leiam=admirem
. E...... espalhem pelo universo
SE TO EXTRANHO ASSMPTO CABE EM VERSO.
BOAS FESTAS SEM CSTAB DINHEIRO
QLE PEf HWI1A
No intuito de fazer urna fallada o bou bemomio resolvou mimosear d era.
em diante com um bilbete a qualquer pessoa que de urna vez lhe comprar 55600 ti*
gneros, com dous a quem comprar 105000, e assim por diante sempre um hiftete
por cada 55000. '
Cada um desses bilhetes dados de mao be/jada proporcionar ao portador
o direito de receber om dos premios abaixo mencionados, se a roda da fortuna lhe for
propicia coincidindo o numero do dito bilhete com o do que tirar urna das tres sorU-
maiores da 1* lotera que correr nesta provincia no mez de dezembro vir.donro
PlIlIlflO fRiMIO
1 gigo de champagne, valor....... 305000
I caixa de vinho do Porto (Meneres).. 23/1000
1 duzia de garrafas de cereveja (Bass) 9,5000
1 presunto de fiambre............ 155000
1 queijo prato................... 60080
1 dito flaraengo.................. 35G0O
6 latas de marmclada fina.......... 65000
1 caixa de pacas................. 85OOO
"
I
100>000
1/2 gigo de champagne, valor............ 15566
6 garrafas de vinho do Porto (Meneres). <. 115500
t ditas de cerveja (Bass).............. 45500
1 queijo prato......... .......-..... 65600-
1 dito flamengo.......*............... 35000
1/2 caixa de peas.. .................. 45000-
6 latas de maraelada*.'................ 6500O
505000
IHIIIIIIOM
(MTIUIA E MODISTA
Superiores sedas de edr e iistras a 15600 o covado.
Lindas poupelinas de 15a-, ora grande vartedade d cores ecuras e dars 1
560 rs. o covado.
Pe?as de massefina branca com salpeos e com sote metros cada peca, pelo ha-
tssimo preco de 45000 a peca : na loja das Colmana, ra do Erespo p. 13. ,%intomo Correa de Vascoocellos & C.

6 garrafas de vinho do Porto (Meneres), valor.. 115500
6 ditas de eerveia (Bass).................. 45500
1 queijo prato...........f............... 6jj800
1/2 caixa de charutos de Simas............... 34060
255000
MAIS DIABRURAS!
Se a pessoa a quem a sorte houver favorecido ^uizer trocar por outre
Com toja na roa da Imperatriz n. 7.
Tea a honra de parteciper ao fespeifawl pbUoo e em parawrfar seus fregue-
zes, ^ue, pelas relaefies que acaba de encetar com algunas costuseiraee modistas das ais
afamadas de Paris, que todos os mezes lhe mandam figarinos, de vestidos man-
teletes e chapeos que esto no maior josto e mais medernos, se acha habilita,
da para fazer vestidos para passeio e vias, bailes e aaameiitos. Ai senboras oue
a honrarem com a suA-eiaezia, nao deixario de ser satisfeitaa, tanto pelo bom aosto mL
pela barateza dos precos e promptido aa enuvga das eneettMk^atW ; tambem tem bo-f
nrtee eafeites moHood?mofe de todasai *r; Faaem-se cttan^ dWWts -(raffdad^
tanto de fil orno de palha. H 4
os gneros cima mencionados ou preferirir receber o
se ter drjvjda em satisfazer.
Venham, freguezes
Da praca e mato,
Comprar barato
Ao BOM DEMONIO
r em ditewo
frapa da Boa-Vista n. 32, esquina Ai ra
do Aragao.


--.^
Diario de Pfcrnambuco Quarta Teira 6 de Outubro de 1869.

I
II
-i
A
ERALDA
o
3
8 IB
a
i
LOJA DE JOIAS
DR
IBEIBA BA8TE a E.
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado de novo, est as condi-
co3s de servir vantajosamente os seus fre-
guezes, visto que acha-se prvido com um
expendido sortimento de obras de ouro e
prata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, enjos pregos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
se em troca ou compram-se com pequeo
3.baf*p
5 BIJA DO CAlill V 5
ALGODO
LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
ACHINAS amt>rieanas de errte de todas es tamanhos para descarocar algodo, de
muito-conhecido fabricante EagleCotton Gin. %
CACHINAS ditas, tambera da serrotes e de todos os tamanhos para descarocar, al-
gedio do autor New York Cotton Gin.
-'\CI1I\\S ditas de todos os tamanhos, de carreta de ferro e mais toda a machina.
'ACHINAS ditas de Holler Gins, de enjo trabalho faz obter mais 2.600 em arroba
de algodo.
ACHINAS de laco do fabricante Platt B. & C, Obdhan PatentLiverpool.
Todas estas machiaas sao de superior qualidade e as melhores que tm
<"indo ao mercado ; e para a sua apreciaco convidam-se os senhores agricultores '
.rem a expsito das mesmas sa ra da Cada do Recife n. 36 A, loja do Bastas, onde
tacontraro mais o seguinte:
')ebulhadores para milho.
Oylindtos para padarias.
Arados americanos.
Carrinhos de mo.
aehinas para cortar apim.
Zi unos de chumbo. .
orabas de Japy.
itas americanas.
Telhas de ferro galvanisadas.
"olhas de zinco inas.
Ihtas de cobre e lati,
ferro de todas as qualidades.
reos de ferro,
folha de Flaadnw.
iacli.iil.is americanos.
7acoes ditos.
ialaios e cestas de vergaiuha.
Vassouras americanas,
folies do todos os tamanhos.
"^ornos e safras para ferreiros.
Finalmente muitos outros artig
tiversidade seria enfadonho canumera-tos.
Fofta de ferro.
Balsncas americanas.
Tinas de madeira americanas.
Ps de ferro ditas.
Baldes de madeira ditos.
Temos de bandejas finas.
Trees completos para cozinha.
Peneiras para padarias.
Baldes galvanisadas.
Correntes de ferro para almanjarras.
Espingardas e reweivers.
Guara comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Moinhos para refinados.
Azeite-de espermacote, proprio para achi-
nas de todas as quididades.
Serras avulsas para Machinas.
Manaes e todos os mais pertences para as
mesmas.
Latas de gaz,
osperteneentes lavoura e artes, que pela
Atten Fugio a i de outubro, do cngerrtio Slatto Grosso,
prupriedade de Jo.mi ionio de fioavel* o escravo
Manoel, com 40 anniw de itfafl, powrie ai eo
menos, conhecido par Manoei l'aciota, tem os se-
guintos signaes : estatura media, cor preta, denles
alvo3, cara meca, corpa bem feito* tcm algumas
marcas de chicote anda (ratea*, levou alguma
roup.\: rng-se a uuum onpprehender que lovdo
a seu sonhor no dito eogeuho, ou em casa dos
Sr>. Leal & Irmo, a ra da Hdela do Recife n.
5, que ser generosamente recompensado._____
Na ra Direita7loja de calcados n. 32, pre-
cisa-se de doas offleiae* fapateiros do ponto, que
sejam peritos e assiduos, papa-se bem.________
Looncia de Luna Freir, profesora publica
de instruccaa primaria do sexo feniooino da ea-
deira dos Arroinbados, avisa ae-s senhores pas de
familia que se acha com sua aula aborta desde o
t do vigente.___________________________
O flm para qne clianiamos o cstadantt o 4*
anno da nossa faculdade de direilo, Augusto C de
Mello L'Eraistre, ra do Qiieiniado n. 2',, leja
de fazendas, Itie cntrcgarnios una eucoininenjjai
vinda no Har.
0 SOBRE!
ES
na pnvoacao de Apipucos urna carteira contando
904000 e urna cbave de relogio a pessoa que
acbou, quorendo reslitui-la mediante urna boa re-
compensa, dirjase ao hotel do dito lugar.
CRIA 1IO
Precisa-se de uni criado, preferindo-se eser.vo:
na roa dasLarangeiraa n. 29. hot-l commerml.
Joaquim Lopes Machado lei publico que o
Sr. Antonio Duarte de Figueircdo deixoa do ser
caixeiro de sua casa desde o din i" do corrente.
FESTIVIDAIJK.
Anhelando laior a mesa reidora da irmandade*
do Sonhor Bom Jolas das Dores, em toncalo,
no dia 31 do crreme me* a festa do mflagroso
Senhor Bom Jess dos Pobres Afilictos, coma
pompa devida, ropa a todos os devotos do mesmo
Bom Jess se dignem conc.irrer com suas esmo"-1
las. as quaes podem ser entregues ao respectivo
thesoureiro nos dias de quinta foira a noite na
tgreja.
Liberato Meivrriano de gu*a,
Escrivao.
(SEM LIMITI.)
Na Iravcssa da roa
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-sc qnal-
per quanlia sobre ouro,
prala e pedras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condicoes de ga-
rantir a transaec5o que se izer em
"sua casa, prometiendo todo'e zelo
e consideratao s pessoas que se
dgnarem de honra-lo em sen esta-
belecimento.
Na mesma casa compra-se ouro,
prata e brilhantes.
Precisa-se do urna ama, livre ou escrava,
que saiba bem cosinhar, e seja do muito
brms costantes. Ditigir-se ;i tu Bella p.
'.il, sobrado de 2 andares.
Alnga-se ama casa no Poco, roa do Ro : na
ra de Hurtas, sobrado n. 48.
Est fgida desde o dia 20 de junbo prximo
passado a escrava Henriqueta, preta, crioula, ida-
de de 18 a l'.i annos, clieia do corpo, altura regu
lar, cabellos carapinbos, testa lar#a, pelle grossa
e espinhenla, boicot grossos, bocea grande, dentes
largse perfeilos, olhos e mos grandes, com una
cicalmem cima de una dallas : roga-se s auto-
ridades polieiaesc a quem convier a sua captura,
que se gratificar satisfactoriamonlc, em casa do
sen senhor, ra dollearique Dias, n. 20.
KELLEIt A C, ra da Crin n. 33, re
| cebem eneommendas de quem quizer se
I utilisardas producios do bem .condec-
i do estabelecuotuto geograpliico e top-
J grapliice de
[Wurster Rendegger & C.
WINTERTHK .NA Sl'ISSA
Premiado as exposi^Oes de Londres e
I Paris o qual se encarrega da lithogra-
phia eimprcssaode cartas geographicas,
! plantas de cidade, plantas de emprezas
Itcchnicas o i)e qualquer trabalho impor-
tante deste genero.
No escriptorio dos mesmos ndiam-se
I algumas amostras das produeQow do di-
I to estabelecimento.
Trilhos urbanos ao
Recife a Olinda.
O escriptorio d'esta companhis fui transferido
paca o primeiro andar do predio n. .'IS da ra
Nova, entrada pela ma das Flores n. 14, o qual
estar aberto todos os dias uteis, das 9 horas da
manhaa s 4 da tarde
Recife, 4 deootubro de 18i().
Jodo Jo/iquim Altes,
Io secretario interino.
Falleneia de Jtaquesjg
Suva & C.
O abaixo asnignado, a bem de sea crdito, de-
clara ao respcilavel corpo commcreial ifue londo
feito parte da Urina Marques, Sil va &C. na qualidade
de commanditarin, e vendo que a fallencia daqnclla
firma se acha declarada, declara pelo presente,
que j na > lazla parte della por se ler desligado
com o consentimento por escripto dos respectivos
credores.
Recife, 4 de outubro de 1860.
Manoel Monte'm da Cunha.
Casa
Precisa-se alugar urna casa com Quintal, sita
nos arrabaldes. dando-se preferencia a Boarvwta,
de 3004010 a oOOOu por anuo : a Halar na fa-
brica do gaz.
Faz-se comida para tora com asseio e promp-
tido : a tratar alraz da matriz da Santo Antonio,
sobrado n. 18, i* andan; por.idhia da Mbenla? T
0 MUSEO DE JOIAS
GOMES DE WIAnOS IRMftOS
tendo feito completa mudanza emi sen antigo e
acreditado estabelecimento de joias;, com o fian de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especial idade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RUft DO CABUGA N. 4 '
onde encontrarSo um completo sortimento do que ha de mais elegante,
l>ello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubias e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADERECOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RBINS
ele novos gostos, assm como grande variedade de salvas e paliteiros de
wata contrastada de gosto anda nao visto, e completo sortimenio de
(tbjectas de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garontem
a qualidade dos objectos vendidos.
0 MUSEO DE JOIAS
Obra curiosa.
Est impressa e porta venda pela qnantia de
l(KK) cada ejemplar a obra intitulada.
E'nm monumento de cspeciali lados brjsHeras,
em verso, seno sobtiine, mus de portUgOcz de
bom cunho o de una verciflcatjao deleitav. I.'
As notas em prosa sao utilissimas pela sua or-
ginalmade, coulendo at roceitas uteis diversas
(jnermidadoR
E>t, |ieqtieiio livro em lirochura o nico que
ha no lrasil, proprio para as escolas, e digno de
todos os Brasileiros que prezam o Deni de sen
paiz : as livrarias dos Sr*. Lahacar e Nn^ncira
O apente do compras e vendas de
escravos, Jos M.ntins Alves da Cruz adas
se residimlo na na de Hortas n. 96, promp-
lo a desetnpenliar nao s o scti dever para
oslo lira, cuino para (nitros qnc seus cum-
mitentes o julguetn Italiiliado medanle suas
respectivas commisses.
E' de importancia!!!
0 aviso que faz o Campos da ma do
imperador n. 28, pois s elle pode forne-
cer aos amadores da boa fumaca os cha-
rutos qtie io anciosamente eram espera-
dos de Costa & Irtnaos, e sao elles das se-
guintes marcas : exposicp Normas impe-
riaes e Havaneitos. A elles antes que se
acabem.
0 Campos
Tambem tem cm seu estabelecimento,
alm de muitos outros gneros anto para
mesa, como para despensa, o seguinte :
Camaroes seceos do Maranh5o.
0 verdadeiro cafe de Moka,
Fumo picado do Daniel de S. Joo do
Rio-Novo.
Termos de medidas para seceos, segun-
do o psdtao francez, (metricodecimal).
ASSIM COMO.
As tabellas que mais aceitacfo tem merecido
das casas de commercio em grosso e a re-
talho, smente pela fcil comprehenso e
oommodo preco, s no
Armazem do Campos
Imperial compaiiliia de Londres
Por seus agentes nesta praca
SamHtl Power, Johmlon & C.
llua da Senzalla Nova n. 42.
Faz publico que tem aberto urna agencia nesta
praca de seguro contra fogo.
Os agentes eslao autorisadoaa emittirem apoli-
es, flcando assim os segurados desde logo segu-
ros contra qualquer prejuizo, que possatn soffrer
cansado polo fogo.
Os agentes esto autorisados a averiguirem
quaesquer reclawacoes e depois de competente-
mente examinadas a saldarem (como j tem feito)
por meio de saqnes sobre a couapanhia em Lon-
dres ao cambio rio dia.
A companhia prometi prompta verificaco de
qualquer reclamacao, assim como promptu paga-
mento, concluida jue seja satisfactoriameate taes
verilicatoes.
As pessoas que quizerem dfectuar qualquer
seguro bastaro renwtter a esta agencia urna nota
indicando somonte a ra enumero do predio que
desojaren) segurar ou em que estiverem deposita-
das as mercadorias, assim con as quantias.
Samuel Power, Johuaton & C.
Agentes.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Troco miudo.
Ba-se bom premio por sedlas de If 000, 2;
3, JOj e 20f (nova e-tampa: na casa de Tlieo-
do-ro Simor V O., I arito do Palrarinhon. 7.
fre^iSa-se de una familia capaz que se en-
earregue de lavar e engommar ronpa de homem
com tada a perfeicao e asscio, e se responsabilisc
por qualquer falta ou troca : dirija-se a ra Bella
a. i?, sobrado de dous' indares,
E; R. Rabello mudou o seu escripto-
rio, da ra do Commercio n. ii para
mesma ra n. 48, Io andar.
Preeisa-se de utn uomem parafeilor
de"pequeaa sitio perto do Recife ; na ra
do Imperador n. 15, oflicina typographica.
Attenciosamente se pede a um Sr.
cbapelleiro que dizem ser senhord'ummo-
4eque cabrinb por nome Theodoro, que
vive pelas tahvroas e ra das Cruzes, insul-
tando com deheses, e pratioando actos olTeu-
sivos 3 pjejttidaes.'que o corrijaide seus
erros, e-quaodo assim-o nao eemprasoffre-
r o que llie fizerem, pois saffra taes insultos, e offensas prejadi-
ciaes de quem incompativel para o
fazer.
No ultimo caso n3o#r o senhor razio
d qneixar-se eas autoridades ficam scien-
tas desta advert^ocia, nao sero pontuaes
para uns e com morosidade para outros I
Precisase de nina para o lervtco interno o
externo de urna casa de familia, prefenndo-se
escrava : na ra larga do Rowrjo n. Iti, por ci-
ma da padaria do Sr. Manoel Antonio do /esos.
SOCIEDAW .MOME PO POPULAR"
PEUNAMBLCANO.
De ordem do' IHm. Sr. director fio convidados
os socios c'ffi'CfBS, para a reuniao de asscmbla
geral, no dia quai-ta-feira 6 do corrente as 7 horas
da noite, aflm ilctralar-se de negocios decircums-
tanri.i.
Sft'i'elaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
no 4 ile Mtemkce de 1869.
Ernesto Jos de Menezes,
_ _________Secretario interino.
Precisa-se de um menino de 12 a li annos,
para raixgiro da labenia : no pateo da Peuha uu-
im-ro 1(1
COMPRAS.
Com muito Hiaior vantagem compram-se
moedas de ouro e prata : na loja de jolas do Co-
mcaode Ouro n. i O, ra do Cabng.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se onr-j, prata
e podras preciosas |>or precos mais vantajosos do
iue em outra qualquer parte. _______
Ouro e p*at
Compram-so moedas de ouro e prata de todas
as qualidades, por bom preco : na na da Cadeia
do Itecife n. fiS, b>ja do azulejo.
Compram so moedas de ouro o prata de to-
dos os valores, ouro e prata em obras inutilisadas.
brilhantes e mais pedras preciosas: na loja de
ourives do arco da Conceicao, no"Recife.
UM 1
8GRVOS
Compram-se c vendemse diariamente para fra
3 dentro da provincia escravos de todas as idades,
cores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
lerceiro andar do sobrado n. 30, ra das Cruzes,
l'reguezia de Santo Antonio.
Compra-se um prcto de meia idade : na ra
do Ranget, padaria.
Compra-ee um scravo de meia idade: a
tratar'no piteo do Torco n. 48, refinacao.
rVNDAS.
Vende-se um sitio com casa de lijlo, bas-
tantes coqueiros, alguns arvoredos e nveiros, sito
nos-Afogados na estrada (pie vai para os Reme-
dios: a tratar na ra do Rangel n. 61, ou na ra
Direita dos Afogados n, 2i. com o abaixo assig-
nado
^__^_______l'-ao Chrisostomo de Albuquerque.
Vende-so nina eserava de 17 a 18 anuos de
idade : na ra das Trinchciras n. 48, Io andar.
Vende-se utn boi novo de c; rroca : no sitio
da vinva Villa-secca, na Estrada-nova.
Libras sterlinas
Vendemse libras sterlinas : no cscripterio de
Leal Ruis, ra da Cadeia n. 40.
Vende-se utn casal de escravos casados o um
moleque, ebegados ltimamente do sertao; leem
muitu boa conducta, e o escravo ptimo sapa-
teito : na praca da Boa-Vista n. 12.
Papas.
Do .dia 3 do torrente em diante ha ver papas
todos os dias*, das 6 1|2 horas da manhaa s 8, na
ra das Laranjrciras n. 29, hotel commercial.
Venjle-.-e urna mobilia de Jacaranda em bom
estado : na na das Larangeiras n. 13, loja.
Tiiollos de marmore
lJ
Vendem-se
De 8 */j polegadas por face ----- iGO
De !) ditas de dita ......... 590
De 10 ditas de dita .....^ .. GiO
tratar na Ponte de Ucha n. 17, cas<-
torrea cinzenta, pouco adiante do sitio do
Dr. A. de Oliveira.
Santos Falco & C, ra da Cadeia n.
45, receberam um novo sortimento de ca-
semiras decores, as melliores que lemvin-
do a este mercado, tanto em fazendas,
como em padroes. No mesmo estabeleci-
mento encontrar-se-ha s afamadas mants
Alovalirr, bem como um lindo e variado
sortimento de calcados para hotnens e se-
nkoras. do primeiro fabricante tre Paris.
I. mi i la cadeia45
Novidade, novidade!
Chegnu pelo ultimo vapor so para a loja da
ra do Crespo n. 17 de Antunes tiiiitnaries & C
*uccessores de Jo^ Gomes Villar, ricas chapeli-
nas de palhas c de blond, ultima moda de Paris.
Vende-se urna escrava de dezoito annos : na
ra Direita n. 141, primeiro andar.
*- AUm4e nina, boa a .os Capnaf com
bpiftodos .para familia : a tratar no nie.-aio lc-
gr, mu-das Creoulas n. 5.
Precisase de um feltor de boa conducta, forte
e vigoroso, que swja easado, para servico de sitio
e a direivo dos escravos : a tratar na fabrica de
rap, ra' do Mondego u. J07
ATTENCAO
Aluga-ae um* cosa mobilada com giisloe sim-
plicidade n'um dos arrabaldes mais partos 4a d-
dade : .que.m pretender dirija-se a ra de Santa
Isabel n. 3, qu> achara rom mea tratar.______
Da-M JU30ttf a juro de 4 1|2 OtO coto segu-
rauca em predio dentro (testa cidade : a tratar na
ruadaMman. 63.
Vende-se por preco imito eomracdo a armario
e balea da taberna Flor* do Brasil, na ra da rea
triz da Boa-vista, esquina da ra Vetha, hoje offl
cia de mareineiro, cuja armacao se acha fra do
seu lugar, porm em perfeito estado para qualquer
estabelecimento : a tratar na dita oflicina, onde
verao os pretendentes a dita armacao, ou com Ru-
fino Manoel da Cruz Cousseiro, no caes de Capiba-
ribe n. 8, e ra do Lima, em Santo Amaro n. 31
Veude-se urna escrava preta de 36 annos,
que faz todo servico diario de urna casa com per-
feicao, pela quantia de 800*000, ultimo preco : no
3 andar do sobrado n. 36 da ra das Cruzes.
Vendem-se diversos escravos pecas, proprios
para armazem ou engenho, vindos do Cear, assim
como algumas scravas com habilidades ou sem
ellas : na ra da Cruz n. 53, 3 andar.
A VERDABE
55Ra do Queimad55
A VERDADE tendo em deposo grande
quantidade demindezase perfumaiias, c de-
sejando apurar dir.heiroe adquerir L<')3 fie-
guezia est issolvida a vcnilcr u,i;itis>iiiu
barato, ; por essa razio, conxitla ao re^pet-
tavel publico a vir conipetentemenle inut.i-
do a sortir-se do bom e barato. Pois ijiiui
do a Verdadc apparece, tudo mais ite>-
apparece-----
Grande sortimento de bonecos de cera
massa as mais lindas poi;siveis vestidas a ca-
rcter.
Ricos globos para candieiro de gaz a 1 |M0
Cbamins a....... ^20
Grande sortimento de objetos de
louca para brinquedo de menino 1W>
Garrafa cor tinta a..... W;0
Dita com agua florida venladeira a MESOO
Dita com lita dita a 1*0 0
Frasco com oleo de babosa a 500 e ?8
Dito com agua de Colonia a {00 e 800
Garrafa com agoa divina a. MMO
Frasco com extractos finos a "0OW>
Lat; s pequeas com banha nitrito
lina a le...... 100
Sal, metes do diversas quali todesa
80,100,2406. .... :i-0
Finas cscovas para de i tes de lOa GOO
Lindos coques modernos a. 260
Pavios para gaz, duzia a 'iO e KK)
Escovas para faci a Z 0, (JOO e 7(0
Ditas para cabello a..... 500
Pentes para tirar pioln) a 1GO o. 2*0
Brincos de cores, bonitos a 1(10 e 200
Pecas de tranca de lia com 8
varas por....... 80
Oleo jiara inacbina de costura,
frasco a........ 800
Pennas d'aco finas caixas a 800 e M0BO
Dita d'aco Perry, caixa a. ItfiOO
Galio de algodio peca .... 400
Lindos babadinhos e entremeics
peca de 500 a...... MN06
Boloes de madreperola, groza a 900
Ditos de louca muito lino a 120 e 200
Ditos para calca a 100 e. 240
Caixa com papel amizade a. 700
Ditas com evelopes a. 480
Ditas com obreias a..... 40
Caixa com agulbas fundo dourado 280
Ditas de ditas ditas a..... ItiO
Thesoura para costura a 240 e M
Caixa com liaba de marca a 80
Linha de cores em novellos (.li-
bra) a........ K
Carreteis delinhaAlexandiede/O
at 200. .,,.... m
Grampos muito finos com passa-
ros, duzia a...... f*0
Cartas portuguezas, duzia a 400
Ditas francezas a 22O0 e V->0O0
Papel almago e de peso, resma a
3iOO, HHOO e 4)5500
Lia muito Gna para bordar, libra %!'.
Fita de algodio para deb um de
sapatos, peca a..... 10.''
Ditas de lia para debrttm de ves-
tido, peca a...... W1
Pentes finos -para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 240, 920 e...... O-
Caivetes grandes com mola a '>:
Ditos para aparar penna a !
Cartees com colxetes a 10
Rosetas pretas, par a ... 100
Tranca de lia de caracol peca a 40 e 180
Fita de coz pe?a a 480 e B60
Alfinetes de latao a..... 100
Sapatos de 15a para menino a 240o 800
Ligas para senhora, par a. ICO
Gravata de sedas decores a 800
Calgadeiras a....... 8:;
Grande sortimento de rendas das Illias.
Um par de suspensorio de borracha per
lOOrisimm
Ka verdade na do <|nciiuadt
u. ...
CIMENTO
Vende-se verdadeiro cimento ; na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joio
Martins de Barros.
. Vende-se um eserayo moco, proprio para
servico de campo : a traur na ra Vclba n. 58.
Uvas e maqaas desembarcadas
/ houtem,
ptimas uvas (soltas das caixas) muito doces, e
macaas : no deposito de pi e cestas na ra
larga do uosario n. 36. __________
BREU
Vende-se breo fino o mais superior que ha no
mercado, por preco commodo : na ra do Viga-
rio n. 26.
JUU
Precisa-se de urna solapara casa de pouca fa-
milia : na ra da Cadeia n. 21, loja.
Temporal na Bonanza
Este estabelecimento acaba de receber um com-
pleto sortimento de agulbas curtas e cqmpridas,
as.melhores8.ue tem vindn ao mercado; as agu-
Jhas tem o distinctivo do TEMPORAL.
Prerinese a todas as familias que quando Man-
daren) comprar estas especiaes agulbas que vejaui
no papel o distinctivo do TEMPORAL.
Faco esta observac.au para que as familias nao
sejam engaadas pelos meas eoMegas apresentan-
do atrs agathas e dizendo*que sao as que ea
noaade.
S onde ha estas agulhas na
LOJA DA BOJ!ANCA N. 3
preco do cadapapel 166 rs.
\t\HESK
A PRE$0 F1XO E MDICO
SOMRHINHAS de setim verdeultima no-
vidade para senhoras, a 18 e 25^.
LINDOS cortes de tarlatana orvalhada, pro-
prios para bailes a 10<$, i:i;>, 1 ?>,>, I T
e 221000.
ESPECIAL sortimento de coques enfeitados
e lisflsultima modaa 2^500, 3i>000,
3,5900, 40, 40500, 50 e 6?J.
GRANDE o bello sortimento do chapeos de
palha da Italia, elegantemente enfettados,
para senhoras e meninas a 150, i 4-), 13o.
110 e90. .
TRANCAS E CACHOS imitacio de ca-
bello, para senhoras, a 10800 e 800 rs.
GRANDE o agradavel sortimento de gui-
pan oacroch preto, em pecao tati\.
a 20, 3*1500, 4 e 00.
DITO brinco a 24500, 30 e 30800.
LINDO FIL de seda branco com ramag. rn
o metro 30*00.
LINDOS e ricos aderecos de plaqus du-
bls, com brigantinas, rubins, esmeral-
das, perola, e camafeos ; nio ha di le-
renc'a do ouro de lei e conserva por be
go tempo a sua cor natural, veode-se a
. 15& 180, 300, 450, 900 e 1200, esW
preco menor ao feitio de qualqner pe. a
verdadeira do mesmo trabalho.
DONITAS CORRENTES do mesmo meta!
para /elogios, a 00, 80 e 100, no
BAZAR BA JstO&A50-RUA NOVA
Mo mais cabellos brancos.
A tintura japoniza para lingir os cabei!<->
da cabeca e da barba, (oi a nica admittida
Ex/wsico Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparacoes ai<
hoje existentes, sem alterar a saitde.
Vende-so a 10000 cada frasco na
Ena da Cada n. 51.
1. andar.
nnificior
Na taberna o largo do Paraito o. 10, ven':
ma&teiga inleza flor a 1#400, USOO e 900 i
HbM. carne do sertao nova a 310 a Utm e baiat...
novas a I ItOO o gigo.___________^_______
Venden-Mafias oua* *rmm de o 15 i*.i
raa de Saata Rita, wtra no fundo desta < e n. ?.
na ra de Sinta Rto-oova, ambas em
prie :. Wir oa raa da Aorera a. a, ca
alate Eozeblo.


m
6
$}Q de Peixmmb4co Quarta feira 6 Je Oututyo de 18^.
LIQUIDACG
SEMI
O proprietario do .irmazem de fazendas denominado ARARA, na da Impera-
triz n. l, declara ao respeilavel publico e seus fregnazes, quo est liquidando todas as
fazendas e roupas feitas que tem em seu estabelecimento como se poder ver no seu
annuncio e preco abaixo mencionados,
Chitas francezas matizadas a
3 so ra.
Vende-so chitas francezas oscuras matiza-
das a 320 rs.o covado por este preco sna
loja da Arara, ra da imperatriz n. 72.
LAAZINHASA lu US.
Vonde-se lazinhas para vestidos de se-
niora a 210, 280, 30 e iOO rs. o co-
vado.
BAREGES DE L.U A 500 RS.
Vende-se baragos de l.i ooin listras para
v '.stulos de senhora a -i e GiO rs. o
covado.
Alpacas le listras a rs.
Vende-so alpacas de listras para vesti-
do? de senhora a rO0 -<. o covado.
CHITAS FRANCEZAS A 289 RS.
Vende-se chitas francesas claras a 280 rs.
.o covado.
CORTES DE LAA PAR V VESTIDOS A
2,)K">.
Vende-se cortesdi lita para vestidos de
se inoras a 2>i00 cada ni.),
PERCALES A 440 RS. COVADO.
Vende-se percales muito linos para ves-
tigios de senhora a 410 rs. o covado, mur-
soiinas brancas finas, a 300 rs. o covado,
brillantinas de cores, a i 10 rs. o covado.
Baldes modernos le todas as
cores.
Vende-S'bales moderno sbranco e de co-
res a 45, i.-)*00 e 55.
COBERTORES DE ADGODAO A 14500.
Vende-se cobertores de algodSo a i 500,
cobertas de chitas a 15G00 o fl cada urna.
GANGAS PARA CALCA A 30 RS.
Vende-se ganga para calca a 320 o cova-
do, brim de cores para calcas de hamem e
meninos a 400 rs. o covado, casemiras de
cores para calca e pautte a 2^500 e 3f>,
o covado, meias casemiras entestadas para
cagase palitots a l o covado, brim pardo
de todas as qualidades e brim branco de
todas as cualidades na roa da Imperatriz
n. 72.
Alpacas Ifizas a 040 rs.
Vende-se alpacas de .ores lizas finas a
GiO rs. o covado, taratanas de cores a 320
rs. o metro.
MADAl'OLAO ENFESTADO A 3^500.
Vende-se pecas de madapoHo entestado
a 3#500, pegas de mailap.-lao inglez de 24
jardas a 5r>, G^400,14, 85 e 10$ a peca.
Assim como vende-se chitas para cobertas, a 240, 280 e 320 rs. o covado,
ellas antes que se acaben) todas mais fazendas e roupas feitas, e que pelo preco que
\ai vender ou liquidar, poucos das poder durar, c quem se qnizer sortir de fazendas
e roupas feitas para a festa pelo preco que lhe agradar, se poder dirigir a ra da
Imperatriz armazemda ARARA, que estar aberto todos osdias uteis, das 6 horas da
rnanha, s 9 horas da noite. *
72. Ra da Imperatriz. 72.
Algodo enfestado OOOrs.
Vende-se algodo cnfesiado proprio para
lem.'jes e toalhas, 900 rs. o metro, dito
trancado a \$, metro.
Chales de merino '$.
Vende-se diales de merino estampados
a 25. chales brancos e de cores a IfjOOO
cada um.
CORTES DE BRIM CASTOR PARA CALCA
A 640 RS.
Vede-se ama grande porca"o de cortes
de brim castor para calca de homem, 640
rs. cada um.
'ande porra de retalhos
Vende-se grande porcln de retalhos de
chitas e casias pretas a ICO c 00 rs. o
cova lo, retalhos de cassas, 12a e chitas de
cores baratsimos.
LIQU1DAM A ROUPA FEITA
V-'nde-so palitots de brim de cores a 2$,
ditos de alpacas de cores a2;jl, dios de
mera casomira a 2-> e 2;5oOO. ditos de pan-
no pelo bom a 8> o IQ, calcas do algo-
da*o azul para escravos a G40 rs. ditas de
algud.lode listras a 800 o 1:5, camisas de
piscado de listras a 800 rs. cada urna, cole-
tes de brim e fuslo de cores a Me 1(5500,
coletos de cesemira de cores a 23500 e 3$,
e outras militas qualidades de roupas feitas
que se vende por baratsimo preco.
Algodo de listras a 900 rs.
o corado
Vende-se algodo de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
PECA DE ALGODaO A 40.
Vendem-se pecas de algodo 45000,
55200, Gmo o U, para liquidar.
Rales de arcos l300.
Vende-se bal5es de arcos para senhoras
pelo baratissimo preco de I300 cada um,
Cortes de cambraia barras
a 3dOOO.
Vende-se cortes de cambraias barrsa a
2A e 35 cada um.
LENCOS DE SEDA A 610 RS.
Vende-se lencos de seda a 640 rs. cada
um, para liqnidar-
CARTEIRA PARA VIAGEM A 10.
Vende-se carteiras para viagem 1$
cada una.
as mm SEDAS
11--RUA DO QUEIMADO--11
Chcgaram da Europa pelo ultimo vapor loja de Augusto Porto A C. ricos
corles das mais linda sedas de mimosas cores para vestidos proprios para bailes e casa-
ir entos.
Grande variedade de sedas de listras de diversos precos todas de lindas cores,
gorgurio de seda preta, e grosdeoaple de varias qualidades e gorgurSo de seda 15a de
differentes cores.
Novos vestidos brancos de blond para noivas, lindas colxas de seda para camas,
d tas de la o seda, cortinados bordados para camas e janellas, fronhas e toalhas de
ciimbraia de linio bordadas.
Luvas novas de Jouvin.e elegantes sombrinhas de s Jas de cor para senhoras.
Espartilhos de 50 at 10$, lindos bournous de cachemira de cor para saluda
du baile, basquins de renda preta, e ditos de croch branco e preto para senhoras.
Grande variedade de camisas bordadas e lisas para homens e meninos.
Sortiment de muitas fazendas de la, linho e algodo todas por precos muito
irodico.
Tapetes grandes para sof, piano e camas, pecas de tapates o de alcatifa para
ferrar salos ludo em quantidade; e vendsjm. sempre^w m,enos que em outra qualquer
pirte.
Esteiras da India de 4.5 e 6 palmos de largo.
Este admirare!
Depurativo oao
conlcmemsimer-
Icario, iodo ou
arsnico i um
_______________ ___Vigoroso modifi-
cador parao sangue ecurs radicalmente as molestias dcpvlle, taes como a lepra, asimpigens, as herpes, as
espinlias, eos Pannos, eleEmpregado diariamente elle refresca a massa do antige e consolida osode.j
A INTFrPn TADFT ^ura en> 3 l" 0i c0,r'nK'Illl' Dugos ou reeeaes
Pabis, 7. B< Denain,
ISSIlilli
os mais rebeldes.

JEME
CONVITE GERAL.
O proprietario do armazem de fazendas denominado Garibaldi, na ra da Impe-
ratriz n. 56, declara ao respeitavel publico que tendo grande deposito de fazendas em
ser, e desejando diminuir este grande deposito por meio de urna liquidado que fin-
dar no da 15 ou 20 do corrente, por isso convida ao respeitavel publico a vir surtir-
so de boas fazendas., e por diminuto preco. a saber:
RIVAL
Rita do Quetmado ns. 49 e 57
lo jas de mrudezaz de Jos de
Azevedo Maia, est acabando
com as miudezas de seus estabe-
lecimcntos por isso queram apre-
ciar o que bom e barattssimo.
Pecas de tiras bordadas com 12
metros, fazenda superior, a
10300, U, Uo..... 4>000
Caixas de linha com 50 novellos 500
Pares de sa patos de tranca fa-
zenJa nova a......20000
Pitres de sapatos de tapete
(s grandes) a......10500
Duzias de meias cruas para bo-
.mem a........30800
Tiamoias do Porto fazenda boa
e pelo preco raelhor 100 attos a 0200
Livros de missoes abreviadas a 20000
Duzia de baralbos francezes rauito
finos a204OOe.....08OC
Silabario portuguez com estam-
pas a ........
Grava tas de cores e pretas rauito
finas a ........
Cartes com clcheles de hrtao
fazenda fina a......
Abotuaduras de vidro para cofete
fazenda fina a. jfr; .
Caixas com penna (Taco palto
finas a 320, 400, 500 e .
C;irt5es de linha Alejandre que
tem 200 jardas a .
Girielis de linha Alejandre d*
70 at 200 a......
Ciiixas com superiores obreias-
de massa a......
Duzias de agulhas para machina
Libras de pregos franceses di-
verso tanwnho a.....
Livros escripturado para rol de-
roupa a. ...... .
Tilheres para meninos muito-
finos a. ,......
Caixas com papel amizade muito
fino a........
C xas com 400 envelopes muito
finos a........
Pintes volteados para meninas 6
senhoras a.......
Thezouras rauito finas par*
unhas e costuras a. .
Tinteiros cora tinta preta muito-
boa a 80 120 e .
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a. .
I'3cas de fita branca elastisa
muito fina a......
Novellos de linha con 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a......
G rozas de botoes de louca raaito
finos a........
0320
4500
0020
0500
10000
0100
0100
0040
20000
0240
01
0240
0700
0600
0320
0500
0320
0160
200
60
20500
160
CHITAS LARGAS A280rs.
Vendem-se chitas francezas largas a 280,
30 e 360 rs. o covado.
ALGODAO ENFESTADO TRANCADO A
10000.
Vende-se algodo enfestado trancado para
lencoes a 10000, dito liso enfestado a 000
o metro.
CASSAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vendem-se cass *s francezas para "vesti-
das de senhora a 240 e 280 rs. o covado.
MADAPOLO EXFESTADO A 30300.
CHITAS PARA COBERTAS A 280.
Vende-se chitas francezas para cobertas
a 280 o covado, dita encarnada a 320 rs. o
covado.
CASEMIRAS DE CORES A 20300.
Vende-se casemiras de cores a 20500 e
30000 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 30000.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 30000, ditos de seda "a 100 cada um.-
BR1M DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim de cores para calcas de
Vendem-se pecas de madapo!5o enfes- homem e meninos a 400 rs. o covado.
tado a 30300, dito inglez de 24 jardas ou
2 metros a 50, 60, 70, 80, 90 e 100, a
peca.
LANZINHAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
BAREfiE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege de listas para vestidos
a 500 e 640 o covado.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
8JO r?. 0 COVADO.
Vendem-se alpacas de cores a 500, 640
e 720 rs. o covado propria para vestido de
senhora.
SEDAS DE CORES A 10.
Vende-se sedas de cores para vestidos de
sjahora a 10 o covado.
PORCO DE RETALHOS.
Vende-se urna porcSo de retalhos de cas-
sas, de la e sedas e de outras fazendas
por muito barato preco.
A' elles antes que se acabem.
CHALY DE CORES A 800 RS.
Vende-se chaly le listas de seda a 800 rs.
o covado.
CUALES DE CASSA A 10.
Vende-se chales de cassa a 10, e de me-
rino a .'
CORTES DE LAA A 20400 RS.
Vendem-se cortes de la de listra para
vestidos de senh?ra a 20400 rs. para aca-
bar.
ALGODO A PEQA 40000.
Vende-se pecas de algodo a 40, 50, 60
e 7-> a peca. E inultas outras cousas croa
eria enfadonbn nen^ar.
Gangas para ca!?a a 390 rs.
Vendem-se gangas de cores para caifa e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado.
MUSSELINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se musselina branca a 500 rs. o
covado, dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlalana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 20.
Vende-se lencos brancos a 20 a duzia.
Gollinhas e manguitos para senhora a
500 rs.
Ditas de linho fino a 10OOO, para aca-
bar.
1GRANDE SORTIMENTO
DE ROl'PA FEITA DE TODAS AS QUALIDADES.
Vende-se a roupa feita por menos 26 ou
30 por cento do que em outra casa: por
isso os pretendentes podero vir examinar
para ver a realidade do annuncio.
Velbutina preta a 320 rs. o covado, para
3C3i)3r
RALES DE ARCOS A 10500.
Vendem-se bales de 20 e 30 arcos a
10500 cada um, ditos modernos a 40.
BRIM IIAMBURGO A 80000 A PECA.
Vendem-se pecas de bi im lizo de Ham-
burgo a 80, vem a ser mais barato do que
algodosinho.
CORTINADOS A 150000,
Vende-se cortinados para cama a 140
para liquidar. Ditos para janellas a 70.
Todas estas fazendas se vendem muito
barato na ra da Imperatriz n. 56
Machinas a vapor de
forca de 3 e 4ca-
vallos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faco e serrotes para desca-
rgar algodo.
Bataneas para armazem e balco.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Uhit-
field.
Prencas para copiar carcas.
Fogo americano patent
JLOJA
1 DO
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo u. 9
Os proprielarios deste bein conheeido estabete-
cimente, alm dos muitos objecfos que tinliam ex-
postos a apreciacao do respeitavel publico, man-
da ram vir e acabam du receber peto ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
finas e mu* delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvidos a vender, como de seu costme,
por precos muito baralinhos e cominodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas golfinhas e pnnhoe para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes do tartaruga para coques.
^"Lindos e rtquissimos enflates para caberas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
lhos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfm, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Mnito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por SQffOM
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20J,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas nitrito
finas.
Boas bengalas de superior carina da India e
caslao de marlim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
auanlidad de outras qualidades, como sejam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotnhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 anuos de idade.
Navalhas cabo de marlim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas, e do mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramas sua qoalidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltareie, assim
como os tcntos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e raais conhecidos per-
fumistas.
COLABES DE ROEB.
Elctricos magnticos contra as convnlsoes, e
facilitam a denticoo das innocentes enancas. So-
mos desde muito reeebedoros destes prodigiosos
ollares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, aftm de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre eneontraro destes verda-
deros cellares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dasenjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Grande c completo sortimento de machinas para
descarocar algodo de nova inven cao chegadas l-
timamente em direHura para a loja de Manoel
liento de Oliveira Braga & C, na ra Direita n.
53. Garante-se que a melhor qualidade que at
o presente tem viudo ao mercado : acham-se em
expoicao aos compradores as de i, 12, 14,16,
18 e&) serrar
Systema decimal.
Grande e completo sortimeotode pesos kilo-
grammos de melhor comprehenslo dos que tem
vindo al o presente, assim como marcos de lalo
at meio grammo pelo mesmo systema, balancas
de lato de forca de 5 a 20 kilogrammos, metros
de madeira e de lato para medir fazendas, alm
de grande sortimento de miudezas e ferragens de
todas as qualidades, tudo por procos que s a vista
faz crdito : na ra Direita n. 63, loja de Manoel
Bento de Oliveira Braga & C.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch 4C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra do
commercio n. 32.___________________
bazauniversal
*RiiaXora
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que se ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas par cos-
tura de todos os systemas, mais medernas
adoptados na America e approvadas- na ul-
tima exposico servifos a electos para ahuo-
CO e jautar, salvas, bandejas, taboli ros .bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candieiros para sala e cima de mesa,
paredee portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e crianza, bercos, cadei-
ras longas para viagem, ditas de balando,
espelhos de todos os tamaitos, molduras
para quadros.gaz, baldes americanos, gu r-
da comida, brinquedos para criancas, um
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e nesa, tapetes para sala, quarto,
frente de soph, janella e porta, capachos de
Sparto e eco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se eneontraro
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pena ir examinar.
GAZ GAZ G4Z
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster *
C, ra do Imperador, um carregamento de gai
de primeira qualidade; o qnal se vende em partida;
e a retalho por menos preco do que era outr qual
craer parte.
Scbonete de alcatrdo.
Antonio
DS
Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitaco tem merecido n'esta provincia,
rr.uito se recoramenda para a cura cerU
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholoraeu & C,
34ra larjra do Rosario34.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarel'o de Vicente Fer-
rara da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceieo, em harneas grandes.
Manteiga a 900 rs. lihra.
i" pechlncha sena Igual.
Vende se manteiga ingleza fio:- a IfOOO por 600
Srammas e 900 rs. a libra; no progresso do pateo
9 Carmo n. 9.______________-____________
Farinha a' venda em saceos
Vende-se farinha da terr* a 3|800 o sacco ; a
datar na ra Augusta n. 10.
Extraelnm carnis
Este producto amentaeao para doentes, mui
apropriada para crcangas e para as pesgoas saas;
indispensavel a todos, porm, principal este aos
viajantos, que tero nelle o recurso de poderem
ter amentaeao de carne fresca incerrupttvel, e
ue com facilidade se aprompta c se conduz, por-
que n'um pequeo volume carrega-se alimentacao
para muito lempo. Sobretudo chama-se a atlen-
co dos senhores de engenhos que eneontraro no
EXTRACTO! CARNIS o recurso de alimentacao
agradavel, hygienica e barata para seus fmulos e
seus doentes.
Este producto fabricado pelo processo- do dis-
tincto medico Dr. Ubatuba, no Rio-Grande do Sul,
casa de Jos Victorino de Hezende & C, ra da
Cada, escriptorio n. 58, primeiro andar, venden-
do-se :
No deposito a ra da Cada n. 32.
as pharmacias dos Srs.:
Manoel Alves Barbosa, mesma ra n. 61.
Joaquim de Almeida Pinto, ra larga do Rosa-
rio n. 10.
Antonio Mara Marques Ferreira, praca da
Boa-Vista n. 91.
N. B.As latas flue contem o extracto trazem
urna guia para seu uso.
I
RIA DO (DEIUDO 19
Musselinas de cores finas e mordernas, cova-
do 480 rs.
Cambraia de coresorgandy, coyado 320 rs.
Cambraia Victoria para todos os ju-ecos.
Alpaca liza de todas-as cores, covado 640 rs.
Alpaca da Escocia, trancada com litras, cova-
do 800 rs.
La com listras de cores transparentes, cova-
do 700 rs.
Poil d chevre de diversas cores.
Toalhas para rosto, urna 500 rs.
Ditas felpudas.
Fusto branco e amarello, covado 640 rs.
Basquinas boa fazenda e enfeitadas com oslo
a 23*000.
Espartilhos modernos a 5*000.
Saias de la com barra a 6,1000.
Cortes decazemira, lindas cores e boa fazenda
a'Si, 9* e 104.
Atoalhado de linho, bramante, algodo alvo tran-
cado, lences de linho, cobenas, camisas inglezas
d linho e algodo, collarinhos, guardanapos de
linho, baloes para senhoras e meninas, chapeos de
sol de seda, lencos de cambraia de linho, ditos
de dita de algodo e lencos da China.
Estamenha a melhor do mercado, covado 2*200.
Roupa fetta.
Bom sortimento de roupa feita para homens
aprompta-se por medida por commodos precos.
A ra do Queimado n. 19
Moleque cozinheiro
Vende-se um bom moleque de 15 annos d ida-
de, com ptima figura, e connha soffrivelmante,
proprio para criado po. ser muito ladino : na roa
do Rosario da Boa-vista n. 6,
Loja de miudezas de FERREIRA DA CU-
MIA d TEMPORAL, eslo quintando por
todo preco venham ver o que bom c ba-
rato a saber:
Lindos brinquedos magnticos para me-
ninos de 240 a 1#.
Linhas em novellos de 400 jardas a
60 rs.
Pecas de tranca de todas as cores a 40 rs.
Latas com superio banha 120, 160
e 2000.
Frascos com oleo baboza 240, 320,
400 e 600 rs.
Ditos de extracto 100, 320, 500 e
640 rs.
Ditos com banha 320, 500 e I (200.
Ditos de agua de Colonia 320, 400 e
500 rs.
Baralhos de cartas portttguezas a. 120 e
160 rs.
Ditos francezas 200 e 240 rs.
Grande sortimento de sabonetes 80,
120, 160 e 200 rs.
Caivetes finos com dnas folhas a 240 rs.
Linha de 200 jardas em carretel (duzia) a
10200.
Lindos port-maine 240 rs.
Pentes de travessa para meninas 200>
320e400rs.
Duzia de meias inglezas muito finas a
30800
Ditas de ditas para senhora a 40300.
Garrafas com a verdadeira agua florida, a
40200.
Ditas com agua divina 10300.
Frascos com sndalo a 10200.
Pecas de entremeios a 300, 640 e 800 rs.
Lindos gorros de velludo para menina a
50000.
Papel amisade beira' dourada (cai.xa) a
900 rs.
Dito em pacotes a 700rs.
Lindos bonets de panno para menino a
20000.
Pentes brancos finos para alisar a 240 e
320 rs.
Macos com grampos 30 rs.
Lindos frascos para cima do mesa com
extractos a 10500, 20000 e 30000 ao par.
Jogos para vispora a 200, .240 e 320 rs.
Linha de marca (caixa) 240 rs.
Temporal pode ser procu-
rado era seu estabelecimento bo-
nanza onde contina a vender
pelos baratos precos de seu an-
tigo estabelcimento com titulo
de Temporal na Bonanqa.
Rua do Qiielmado n. G3.
Scllins baratos,
X %7, RU.\ DO UVRAME1TO N. 27.
Neart estabelecimento vende-se sellins e
silhes, de todas as qualidades dr> melhor
que se pode fabricar no pai, assim como os
mais arreios pertencentes ao mesmo, ven-
de-se tambem, colxoes, traviceiros, caixi-
nhas com almofadas, proprias para meninas
levar para aula. 0 proprietario deste esta-
belecimento garante a pontuahdade, esme-
ro e zelo de seu trabalho; oortanto pede ao
respeitavel publico sua proteceo, qoeaffian-
Ca vender tudo pelo mais barato possivel,
e por menos do que em outra qualquer
parte. _^_^_____
3 cordeiro prevdente
Hna do Qnelmade n. l.
fovo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que efectivamente est provida a
ioja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um oulro sortimento que se torna
aotavel pela variedade de objectos, superiori-
iade, qualidades e commodidades de pre-
cos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciacao
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem eonhecida mansido
e barateza. Em- dita loja eneontraro os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murrar & Lamman.
Dita de-Cologne ingleza, americana, fran-
oeza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgco para conservado do
isseie da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, mawres e menores, com
pomada fina para cabeflo.
Frascos com dita japoneza, transparente
a outras qualidades.
Finos extractos ingleaes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essenciaknperial do me-e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras coacentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philosome verdadetre-.
Extracto Voleo de superior qualidade.
com escolhidos cheiros, em fraseos de dille-
rentes tamaitos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondo e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas corabonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira i n ve misad a 3ntendo fi-
aos perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e d
moldes novos e etegantes, com p de arroz
a noneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de campbtra e outras differentes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mais coques.
m outro sortimento de coques- de no-
vea e bonitos moldes com filets de vidrilhos
a alguns d'elles ornados de flores fttas.
ssfio todos expostos apreciacao e quem
os pretenda comprar. _
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Firelias e fitas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com;
prador.
MASSA c X4I0PE
DECOOElNADEBERTHj
PreconsadoB por todos os medicas contra os I
DEKLUXOS, CATHAMIOS, E TODAS ASI
ntr.ITACOES DO PE1TO.
Xff. B. O Xarope de Cotlcina que mtrteo a I
honra, alia* htm rara mire os Mtdicamentutl
novoi, a ter registrado eomo .nrn du$ medica-
mentos o/icie do Imperio Frontet dispensa]
qualquer eligi.
AVISO. Por causa da mprehensit'H folsi-
ficnco rjiuj Km suscitado o liliresoltado dol
Xarope mas.M de Berlh soUoj forado al
lembrar aj ata medicamenii to jusiai<.ntt|
conceituaos so se ^^y
Teudem em taiiin- ^-^tf^^^D
bate frascos (erando ^\2_>f5- * assignatnra em e 'jSr^rCr^f^ *
fitstc. ^
46, Hue des eotes, e aa Ptunuucih Onitsjl
c Krauva, 7, Hue de Jvny, m l'ari*, e eu)J
todas s Pliaimocias priuiipacs th. llranl.
%wm\\ '......"
Paris, 36,RuaVivienne, D*
CHABLEmoecin
Saias de la, obiecto de gosto e de excellente
qnalidade : na rua do Queimado n. 31, loja de A.
M. Rolim & C.
Attenpo
Na praca do Corpo Santo n. 17, Io 2
andar, vende-se mais barato do que em ff
outra qnalquer parte cal de Lisboa o |
potassa da Russia da mais nova no mer-
cado, assim como vinlio Bordeaaxde su-
perior qualidade em caixas e garrafas.
MbaiHlJiK
DEPURATIF
i.. SAIVG
aU9KNFERWDADASDESSCXUAES,ASJ
>ES CUTNEAS, E ALTKRACQMDO SAJKJUB.
-1 MOcaras lUtnpwytw
nula. kervM, aarna
tom,acrimotttt\tat
u, vtciottu o Mk>
_________JUJ virvt, $ mUtr*tn
do sawjae.(Xarope vagetal aam ~iir1t) ,
rattivam rege-tesem AllfM MIIfaUUJKat
tOBMO-sa dona por Man, sagoiado o tracuaitaka
Depurativo : i cm pregado du meimu olaaliaav
BU Xaropa Citracta dk
trra da CHABLK. acra.
immediatannDleqaala^af
PLUS DE
COPAH U
pvrgacM, rtlaceaeM.
i debilidad*, a igaaM
ente os /litro e fUru bremo* im sialharaa.>
Esta iDJaeeaa benipi aspraga-aa eoa a laraaa aaj
Citraeto de Ferro.
eaaarraMaa. Ponida qt* u ara aaa tras aa.
POMADA ANTIHERPETICA
Costra i aas uffteeou tutanrtu a oomttmJ
LULAS V8GETAES DEPURATIVAt
tolhato,

:

>*


-i -,


*
Diario de Pernambuco Quarta fera 6 de Oulubro de 1869.
7
|
300
400
400
4O0C
i^seo
SJ50ft
800
500
**o
600
500
50C
500
240
200
600
040,
4000
1S0
8|000
320
320
480
500
320
500
I 500'
2000
060
320
1500
RIVAL SI Mil
RuadeQueimafon, 49 e btloja
de miudezas de Jos de Azeve-
do Mata e Silva conhecido por
JoseBigodt'nho.
Est queimando tudo quanto tcm era seu
estabelecimento para acabar e fazernovo
sortiment, por isso queiramvir ou mandar
ver o qae bom e barato.
Caixas de Unbas do gaz com
50 novellos a .
Latas com superior banlia a
420, 200 e .... .
Frascos de oleo babosa muito
fino a.......
Duzias de meias (inglezas)
muito boas a .
Garrafas com (agua florida ver-
dadeira ......
Garrcas com agua'di vina darae-
lhor^ualidade \ .
Caixas com 12 frascos de cheiros
proprio para miraos .
Ditacom|6 frascos maito finos
Oleo baboza multo fino que s
a vista ......
abonetes de cahinga muito bo-
nito ......
Caixas de p ele arroz muito
superior .....
Pecas de babadinho com 10
varas ......
Pecas de fita do cs qualquer
largura .....
Escovas para unbas muito fi-
nas ......
Escovas para dentes fazenda
muito fina .....
Pulceiras de contas de cores
para meninos ....
Gaixas de linha branca do gaz
com 30 novellos .
Pecas de tranca lisa de todas
as cores .....
Resmas de papel pautado muito
fino ......
Pares de bot3es para punhos
muito bonito .
Libras de la para bordados de
de todas as cores .
Pentes com costas de metal
muito finos .
Novellos de linha muito grande
para croxs .
Duzia de linha froxa para bor-
dado ......
Grosas de botoes madreperola
muito fino .....
Sabonete muito finos 60, 120,
160, 240 e.....
Pecas de fita de la todas as
cores ......
Espelhos dourados para parede
1000 e .....
Espelhos de Jacaranda muito
fino ......
Pe?as de 'trancas brancas e de
cores de caracal .
Pares de meias cruas para me-
ninos ......
Caivete muito fino com 4 fo-
lhas ......
Frascos de sndalo e patecholy
muito finos 15200
FAKEMO:lS
A OIHHEIRO NA I.0JA E ARMAZEM
EO


di:
FLIX PEBEIIRA DA SILVA:
O propietario d'estc grande estabelaeimento, vendo que se est aproximando o fin-
ito anno, e tendo era ser um grande deposito deposito de fazendas ; n5o fallando em
avultadas encommendas que Ibes est5o obrigado todos os dias, tem resolvido liquida-
las por preco muita mais baratos do que fm outra qualquer parte ; s com o fim
de diminuir o deposito e apurar dinheiro. Encontrase neste estabelecimento do
PAVAO avallado sortiment de iaz^ndas do laxo e modas; assim como- de pnjmeira
necessidade. As pessoas que negocian em pequea escala n'esta loja podero surtir-
se vendendo-se-lhes pelos precos qoe compram, as casas inglesas; assim como asex-
cellentissimas familias poderlo mandar busca;* as amostras de todas as faxendas, ou man-
dar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas casas; o estabelecimento
acha constantemente aberlo das 6 horas da manhaa s 9 da noite.
se
A ** fttMA
A AGIA BRANCA tem conviccao de que a abundancia de objectos de novidade-
em seu constante e completo sortiment, a boa escolha no gosto delles, a supeiioridas
de de qualidades, e a jiiiiitacao de seus precos, esto na opiniao do respeitavel publico
.egeral, e na de sua boa freguozia em particular; mas aiuda assim ella iulga de seu
dever santificar a todos, da recepcao d'aquelles objectos que esto alera docommum,
como bera sejam :
Cortinados
Para camas e janeHas.
Vende-se um grande sortiment eos me-
lhores e maiores cortinados bordtdos pro-
prios para camas e para janellas, que se ten-
dera a 12000 rs. cada par at 250000 re,
sto na rtfa da Imperatnz n. 60, de Flix
Explendido sortiment de
roupas feitas
NA LOJA DO PAVAO RA DA
WPERATRIl N. 60
Actea-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das raelhores roupas,
sendo calcas palitts e colotes de^casemira, i Pereira da Silva.
de panno, de brim, de alpaca, e de todas BALES MODERNOS E SAIAS DE LA
as mais faeendas qe os compradores pos- j Na loja do Pavao vende-se os mais mo-
sam deseiar, assim como na mesma toja demos bales regaladores tanto de musse-
tem um bello sortiment de pannos casen*- j lina como de la de cor, o as mais modor-
ras, brins, etc. ele. para se mandar fazer! as saias de la enfestada, mais barato do
qualquer peca de obra, coma maior promp- que em outra qualquer parte,
tido vontade do freguez, e nao sendo SULTANAS
obrigaJos a acoeila-las, quando nao stejam Chegou para a loja do Pavo um grande
completamente ao seu -contento, assim -como -wtimento das mais liadas saltanas, para
n'este vasto estabelecimento encontrar o vestidos, sendo muito larga e bonita faenda
respeitavel publico 106110 sortiment de <;om listas desdae os padrees mais hovos
camisas francezas e inglezas, ceroalas de que tem vindo a este mercado, vendendo-se
linbo e algodo e outros muitos artigos :i 1.5400 o covado, na loja de Flix Pereira
BRACO DE OURO,
Ra Xeste estabelecimento se encontrar diariamen-
te um completo sortiment de pastelaria de todas
< qualidades para lanche e sobre-mesa, ele, etc.,
Dolinos de tocas as qualidades para cha, precun-
}os de fiambre, bolos ingleses, pudins, e finalmente
:udo que comiste em ama hoa pastelaria, cora o
maior asseio e-esmero, eh .hysson, preto e miudi-
oho do melhor -que ha oe mercado. esta casa
tecebem-se encommendas para casamento?, bailes
rbaptisados, cempremetteodo-se os donos lo es-
abelecimento a scrir o melhor que for possvel
a vontade do freguez, dspondo para esse lim de
um completo pessoal. Recetoe-se avuso toda e
qflalquer eneoramenda, e*mo sejam, bandejas,
bolos o paes-de decorados, doces d'ovos, seceos
e de calda e crystlisados, rselas naeioaaes e es-
traagerra, amenduas confeitadas, um completo e
variadoortimento* e presos, para mimosear senfcjras ; estas caixi-
nhas recentemente hegadas de Paris, sao de pri-
morado go to, offerote molas aos galanteadles do
iiello sexo, jois nellas adiarlo um digno e serio
presente para as donas de seus pensamentos. Neo
res, vinluB Unos de ludas as qnalidades, conservas
lamlhos em latas. Os donos deste eslaelecimen-
es nao se poapand' despezas, faiem todos os
otorcos para servir o respeitavel publico o Me-
t or qae for possiv.il, eendo principiantes e iu-
eamlo com todas as dilTlculdades, esperan) a ean-
correncia do respeitavel oublico destaoipital, na-
cionaes e estrangeiros. Pechincha : Jegitimo vi-
nho muscatel era caixas, que se vende porcommo-
do preco para particulares e para negoeio.
Arencar de oxido de ferro de
Cfeaateaaid.
O asuicar fc-mgitmo deChanteaud obtido
fKa associac*} do hy.Ho de ierro inteirameie so-
liuel com o assucar euidadosamente purilicado.
Esle assuear, de urna bella apparencia crystalina,
tem o simples gosto mu agradavel do assucar,
ien o menor sabor adstringente: nao tem ac^o
irritaate sobre a mu.:osa do estomago e entettinos,
-. rapidameate absorvido pelo apparelbo digesti-
vo sera causar as onsiipacit s do vontre.
E' boje o preparado de ferro de mais aceitacao
para a Morse atona dos orgos, perdas bran-as
menslrua$oes diOlces, etc., e tem a seu favor o
iuizo autorisado da escola do medicina de Paris,
e dos eliineos os mais notaveis.
DEPOSITO ESPECIAL,
Pharmacia de Bartholomeu k C., ra la ga do
Rosario n. 34.
Vernizes.
Vende-se no escriptorio de Joaquim Gerardo de
Rastos, ra do Vigario n. 16, primeiro andar, os
seguinles vernizes em latas de 6 e 9 libras, do
acreditado fabricante do Para, Caetano Antouio
dos Sanios Lisboa :
Verniz copal escuro.
Dte dito claro.
Dito dito escuro pnprio para obras de falla de
Klandres.
Dito eor de ouro ou donradilho.
Resta venda uni escolhido sortiment de ob-
lados de marcineria, como sejam, mobilias de Ja-
caranda, mogno eam trello, obra nacional e estran-
geira, d aparado go-to e por prt|jo< razoaveis:
va roa estreita do Rosario n. 32. Nesta mesma
cisa fazem-se com pdfeicao todos os irabalhos de
palhinha, como sejam, emnalhamentos de lastro
para camas, cadeiras e sopbas.
No armazem de Cuaba Irmaos & C, ra de
Madre de Dos a. 31, vende-se vinno do Porto, da
Pasto, e Uno, era garrafas|e barra, de Menezes,
Chamico, e outras marcas acreditadas, vinho de
Pasto, mitaneto o Figaeira, era barns do e 10.
}begou ultmiiBeoje rapertor vinho verde, marca
Menezes, em uarlos.
Retalba- tarato parrteabar.
proprios para horneas e senhoras promet-
tendo-se-ibevender mais barato deque em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
tnz n. 60, loja e ermazem de Flix Perei-
ra da Sika.
BRAMANTE PARA LKNgOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 4^800
Chegou para a loja do Pavo, ra da
fmperalriz n. 60, urna grande pore5o de
pegas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpli-
mento de um lenco!,-o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e moio; e vende-se pelo
barato prego de 10800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicaces para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
CERA DE GARNABA.gj
Vende-se urna grande porcSo de cera de
carnauba em saceos por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavo ra da Imperatnz n. 50. De Flix
Pereira da Silva.
MSSELINAS DE COR
Vende-se as mais bonitas musselinas de
cores a 300 rs. o covado-.
AS BASQUINAS DO PAVO
Chegaram para a loja do Pavo as mais
ricas basquinas de casaqninhos de seda
pretas ricamente enfeitados sendo com os
feitios mais nevos qae tem vindo ao merca-
do e vendera-se muito em conta.
FAZENDAS PARA LOTO
Na loja do Pavao.
Encontra o respeitavel publico neste ostabeleei-
mento um graade sortiment de" fazendas pretas,
como sejam, cassas francesas e inglezas, chitas
pretas de todas as qualidades, fazenda de laa de
todas que tem vindo, proprias para luto, como
sejam, lazinhas, alpacas lavradas e lisas, cantao,
bombazinas, merino,te, que tudo se vendo por
pre.'olarato.
NOVAS BASQUINAS COM CINTO.
Cbegaram as mais modernas basquinas de gros-
denaple preto, ricamente enfeitadas, sendo de nm
feitio inteiramente novo, com ricos cintos largos, e
vendem-se por preco razoavel
CA88AS FRANCEZAS.
Vende-se um elegante sortiment das mais Onas
e mis modernas cassas francezas que tem vindo
ao mercado, sendo com padrSes miudiohos e
grande-, e vendem-se por preco muito em conta.
AS SEDAS DO PAVO
Altas navidades.
Pelo ultimo vapor chegaram para lo/a do Pa-
vo, que vende mais Larato do que em outra qual-
que*- parte, as sedas seguintes : ponpellnas ou
gorguroes de linbo e seda, com os mais delicados
ptdroea, > novos, groz de todas as cores, sendo verde, azul,
lyrio, rosa, cinzento, ote, setins, branco, azul,
verde, roxo, lyrio etc., etc., assim como um gran-
de sortiment de grosdenaples pretos de todas as
quah'dades, e superior gorgurao preto de sedaH
para vestidos e coileteo.
AGRArjANAS.
Chegou esta nova fazenda c m o nome de Gra-
cianas, sendo de urna sj cor, lyrio, rxo, verde,
azwl, ete., etc., e muito encorpada, com lustre pro-
priamente de seda, sendo melhor e mais moderna
que ste anno tem vindo para vestidos, e vende-
se pelo barato preco de 25 o covado.
ALPACAS LAVRADAS
Na loja do Pavao.
Chegou peio ultimo vapor um grande sorlimen
to das mais modern.-.s e mais bonitas alpacas la-
vradas para vestidos, tndo entre ellas algumasque
fazem a vista propri miente de seda, e vendem-se
por preces muito em conta.
GRGURO PRETO.
Chegrj para a loja do Pavo o mafs encorpado
gurguro do seda preto para vestidos e colletes,
que se vende mais barato do que em outra qual
quer parte.
MADAPOLAO FRANCEZ
A 7,5000, s o pavo.
Vendem-se pecas de madapoln francez com 22
metros, pelo barato preco de TOOO, dito entestado
com 20 jardas a 7000,'a?sim como ilnissimos ma-
dapolies francozes e inglezes, ditos de jardas, que
se vendem mais barato do que ero outra qualquer
paite, por haver grande porco
AS CASSAS DO PAVO
Covad a 300 rs.
Vendem-se flnissimas cassas francezas com lia-
dos desechos e cores fixas a 300 rs. o covado
CHITAS BARATAS
NaiojadoPavo
Vende-se urna grande por^o de chitas escuras,
e claras, de .-ores fixas, por pregos que admiraran
BRILLANTES BAREGES A 400 RS.
S o Pavao vende as mais delicadas ba-
reges de pura Ha, sendotransparentes com
os mais delicados desenhos, de quadrinhos,
listras e zos, sendo n'este artigo o mais
delicado, que tem vinde ao mercado, e
vende-se pelo baratissimo preco de 400 rs.
o covado,
PELERINAS A 4*300
Na loja do Pavo ende-se as mais mo-
dernas romeiras ou basquinas de croch,
pretas enfeitadas com verde e outras cores.
pelo barato preco de 4#000 cada um, pe-
chincha.
la Silva ra da Imperatrien. 60.
&RGANWY BRANCO.
Vende-se o mais moderno organdy braneo para
vestidos com listras lapgas e miadas, assim como
urna grande'perco de cambraias brancas, tapadas
n transparentes, tendo das mais baixas de 4 000 a
lieca, al asmis finas de i ou 121000, todas
estas cambraias se vendem mais barato do que em
outra qualquer parte.
COLCHAS DE EDSTO.
Vendem-se colchas de fustao brancas e de cores
por preco muito em conta, na loja do Pavo.
ORGANDY DE COR
A 360 rs. o covado.
Vendem-se bonitos organdys de ceres com bo-
nitos padroes e fixes a 360 ts. o covado.
CAMISAS PARA SENHMRA.
Vendem-se flnissimas camisas francezas borda-
ilas para senhoras, na loja do Pavo.
AS CELEZIAS DO PAVO.
Vendem se as mais finas celezias, esguioes e
bretaijhas de linlio por preco muito-em conta.
FUSTAO BRANGO PARA VESTIDOS A 610 RS.
Vende-se fustao branca, com lista e lavradmhos,
muito proprio para vestidas e roupas de meninos,
. oO rs. o covado.
COLLEINIIOS PARA SENHORAS.
\endem-se Dnissimos eollerinhos de esguiode
linho proprios para senheas c tambem para me-
i mas, a a duzia.
ALPACAS DE COR-DAO.
^Tendera- se as mais brilliantes alpacas deor-
(aozinho para vestidos, .tendo asmis lindas cores,
barato preco de J rs. o covado.
TARLATANAS.
Vende-se finissima tartatana branca e de todas
as coros, assim eomo fil kranco lizo a 800 rs. a
"ara,
ALGODO EXFESTADQ.
vende-se superior algodaozinho com duas lar-
guras, proprio para lenoees, sendo lito e entra-
izado, e vende-se por preco muito rasoavel.
MEIAS PARA MENHOS A 3f0 RS.
\ endem-se duzias de meias superiores para
meninos e meninas, pelo barato preco de 35300 a
.uzia. ^
BASQUINAS DE GUIPUZE
Chegaram as mais bonitas e modernas basqui-
nas pretas de guipuze, que se vendem mais barato
do que em outra qualquer parte; assim como as
mais delicadas romeiras ou pelerinas de croch
pretas, enfeitadas de verde e ontras cores, que se
lenes muito em eonta.
CHAPEOS DE SOL.
Vende-se nm grande sortimtnto de ebipos de
sol de seda e alpaca que se vendem muito ba-
tatos.
LENCOS BRANCOS.
\ endem se bonitos lencos forneos e de cores
cora barras e abantados, pelo barato preeo de
SJ|)0 a duzia. ditos de linho abanhados aia
c.uzia, ditos de esgniSo para varios precos, ditos
de algodo a 25 e 15600 duzia.
A 5,J0O0
Na loja do Pavao vendem-se modernsi-
mos chales de fil preto com lindas palmas
de seda, pelo barato preco de 5#000, ft
pechincha.
BASQUINAS A I2000
Na loja do Pavo vende-se as mais mo-
dernas basquinas ou manteletes de guipnre,
pelo barato preco de 125000 cada urna.
PARA ESCRAV05
Na loja do Pavo vende-se estamenWa
de algodo mesclado para vestidos e roupa
de moleques a 200 rs. o covado, na roa
da Imperatriz n. SO de Flix Pereira .g
Silva.
Bonitas caixinhas de madeiras envernisa-
dacontendo navalhas e os mais necessarios
para viagem.'-servindo ellas de carteira
quando abertas.
Outras conforme aquellas, proprias para
senhoras.
Outra raachetadas, com thesouras o os
mais necessarios dourados e de madrepe-
rola para costura, obras de apurado gosto
e perfeicao, proprias paro um bello pre-
sente, tendo algumas com msica.
Estojos ou carteiras de couro com nava-
lhas, e os mais necessarios para viagens.
ESCOVAS DE MARFIM
Para unbas, denles, cabello e roupa.
Outras de balea com machetados de ma-
dreperola para os aesmo's fins.
OBRAS DE MADREPEROLA
Leqoes, escovas para dentes, caetas,
didaes, brincos, alfinetes etc. etc.
Ricas capellas com veos para noivas.
Cintos de brim, com elstico para se-
nhoras.
Voltas de grossos aljofaes de cores,
para circular os coques.
Outras igualmente bonitas, e com pin-
gentes paraopescoco. fc
Ontras com aljofares coloridos, e tran-
soli dourdo.
Botoes om ancora, e P. n. para fardas
e colletes.
Abotoaduras d'aventurine com o p de
prata dourada, para cohetes, cada um 50.
Botoes de cristal, encastoados em prata,
para punhos, 40 o par.
Camisas de flanella para homem, a me-
lhor qualidade que tem vindo a -este mer-
cado,
Meias de la para homens, senhoras e
creancas.
Ditas de dita, tecido de borracha, para
quem soffre de inchaco as pernas. Branca
Pannos de crochet para cadeiras.
Novo sortiment de toalhas de labyrin-
tbo, para baptizados.
Renda e bico de guipur, branco e
preto.
Fil preto, de seda, com salpicos.
Pequeos e delicados espanadores de
pennas coloridas, proprios para piannos,
oratorios, etc.
Pilulas assiiearadas de Brislo!.
CONNAO TEM M.M CAIOyiCLA.NOS NEM NEMIIJM
Ol'TRO .mi.m:hal.
A grande necessidade e falta de um ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ha
muito que (em sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; c por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, era podermos com
luda a conlianca e seguridade, rccommend tr
as pilulas vegetacs as&itcaradas de Bristnl,
como urna e-xa'.! -iite medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e m;iis
ingredientes esscnciaea, tornaiulo-se em um
perfeJtQ, segoro e agradavel cotharco ie
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
eomposico dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas m, sao preparadas com as
mais linas c supriores jualidatles de raizes
Bonitos passarinhos de metal praleados, I
para segurar costuras, tendo almofadinhas, 'ncdicin:es, hervaa e plantas, depois de se
de velludo para agulhas e alfinetes. haver. cbimicarneute extraldo e separad' .
Thesouras de duas, tres, quatro e cinco, os Prmc,P0S activos, ou aquellas partas
que contem o verdadeiro-valor medicinaj,
(aquellas porces fibrosas inertes e agres-
tes inteiramenlc destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
. dientes especilicos, podemos nomear a h-
mereceu ao fabricante o pomposo titulo de Unphgtn, a qual segundo a experiencia
Non-phtmlira, merece a Agu.a Branca as mm demonstrado, possue urapoier oma.s
honras dura annuncto, e sera duvtda me-:;,aravilhoso possvel sobre
recer das mtelligentes senhoras, a devida
estima por sua apreciavel qualidade.
At agora nada se tinha visto de t5o bom
.pernas para frisar babadinhos.
AGULHAS NON-PLUSULTR.
Tal a qualidade d'essas agulhas, que
em tal genero, e ainda assim custa cada
papel apens 200 rs.
Provavelmente d'aqui a pouco abundaro
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, porm as verdadeiras continuaro a
vir especialmente para a loja da Aguia
Branca.
Descrever minuciosamente por seus no- dio prompto, seguro e eminentemente exi-
mes e qualidades a infinidade d'objectos,a?- para a cura de molestias, taes como
que constantemente se acham venda na sejam as segrate*-.
as regioes do
figado, assim ci.mo sobre todas as secre-
coes biliosas. Isto de combinaeo corr, o
leptandrin, t mais alguns extractos vega-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuera e formam urna pUula purgativa, tor-
nando-sc por isso niuitissimo -uperioi, i
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis foi'a apresentado ao
publico. 4a pilulas vijriars assucarau
le Bristol, achar-se-ho sempre nm reme-
loja da Aguia Branca, seria senao mpossi-
vel ao menos infadonho por isso ella con-
fia na constancia de sua boa e anliga fre-
quezia, e pede aos que de novo queiram
reconheccr a commodidade de seus precos
Dyspepsia, ou nm-
geetSQ)
Astringencia, ou..
priso do ventee
ahitual,
e a cinceridade de seu agrado, que nao se! Aa do estomago e
esquecam de comparecer loja d'Aguiai 2,llatulencia,
ra do Quoimado n. 8.
Peda do apetite.
1 E.^tomago suj.0,
Hydrupesia dos mem-
bros ou do corpo,
Afi'eoces do figado,
Ictericia.
lemorrodias,
Mau Imlito. e irregu-
laridades do sero
l'emeriino.
Dores de cabera.
ABMAM CONSERVATIVO
V. 23Largo do Terpo.N. 23.
SMAO DOS SANTOS ft C.
Os proprietarios deste bem sortido armazem de secco e molhados, partecipam
aos seus numerosos freguezes, tanto desta praca, como do mallo e igualmente aos ami-
gos do bom barato, que teem um grande e vantajoso sortiment de diversas merca-
donas e asmis novas do mercado, asquaes vendem era grosso e a retamo, por
menos preco do que em oulri qualquer parte, por ser maior parte destas mercadorias
compradas por conta propiia, por isso quem comprar at a quantia de 1000, ter cinco)
por cento pelo seu prompto pagamento garantindo-se qualquer genero saludo deste
armazem.
Era todas as molestias que derivam ?
sua origem da mnssa do sangue: a salsa
pam'lha de Itrhtol esse melhor de todm.
os purificadores deve ser tomado conjan
ament com as pilulas. pois que esteo
duas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obraren de liarmonia urna
com a outra, quando lielinente assim se faz,
nao nos resta a mencr duvida cm dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
alancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura proni[>ta e radical, isio
est bem visto, quando [o doente nao se
aohe n'um estado muito aiin dos recursos
humanos.
Vende-se urna e.-nava pardi, boa figura c
com boas habilidades : a tratar na na do Hoe:.-
no i);i llja-vjsta n. .'t!.
ESCRAVOS FSIDOS
Papel para
' para embrulbo :
Compra-pe pap..
Pavao, rua da Imperatriz n. 60,
da Silva.
cnibrulho. '
m leja
do
Flix Pereira
Jos Joaquim da Costa Maia & C., rua do
Lrespo n o, acabam de receb-w um grande sor-
lunenlo de pedras marmore, como seja lijlos de
' 1S KtolMn,M lam'i", saccadas, goleirag e
. egraos, bem como telhas de ferro galvanisado
de diversos, tamanbos, one tudo vendem muito
em eonta.
GAZ AMERICANO $$ a ato, a 400 rs.
a garrafa e 600 rs. o li.ro.
VINHO VERDADEIRO FGEIRA 560 e
640 rs. a garrafa, a 4^500 e 4^800 a caa-
da, a 70 e 940 rs. o litro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 30 e
30300 a caada, 600 e 640 rs. o litro.
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 70 a caada, e 10340 o litro-
VINHO BRANCO DE LISBOA a 600 rs.
a garrafa, 40500 a caada e 900 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 20200,
10800 e 10400 a caada, 360 e 480 rs.
o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 5 10440 e
10280 a libra, 30140 e 20800 o kilo-
grammo.
mfiMuFRANCEZA 960, 900 e 850 rs.
a libra, e 20100, 10980 e 10870 o kilo-
grammo.
DEM PARA TEMPERO 640 rs. a li
bra, 10400 o kilogrammo, era porcao se
far abatimento.
BANHA DE PORCODE BALTIMOOR
720 rs. a libra, o 10570 o Logrammo, era
porco se far abatimento.
ARROZ DO MARANHAO E DA INDIA
120 e 140 rs. a libra, 260 e 300 rs. o ki-
logrammo e 30800 a arroba.
ALPISTA 240 rs. a libra e 520 rs. o'
kilogrammo, e 60 por 14 kilogrammos.
"CAF EM GRAO Cje 60500 a arroba,
200 e 240 rs. a libra, 440 e 520 rs. o
kilogrammo. .
SABAO MASSA 260 e 200 rs. a libra,
570 e 440 rs. o kilogrammo, em caixa ha melhores
abatimento. 30200 a
620 rs. o kilogrammo, em porciio ha aba-
timento.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, a 10 o 10400 a lata.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso. em caixa ha abatimento.
PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RABA, 5 280, 400 e 560 rs. o masso,
302O e 00500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 30500, 50500
e 10 a libra.
GOMIA DE MILHO AMERICANA 400 rs r^/p^afSiar.
o masso de una libra, c em caixa ba aba
Fugio desde o uitinu do mer. de junho, o
preto Jacob, leudo os signies seguinles : estatura.
baixa, magro, fao, ollios pe pien-is, rosto colima-
do, tora ponca barba, o- denles da frente perfei-
to, bom [allanta, os ps pegenos e seceos, os
de'os mnimos de ambos os ps tcm um fineo
or.) se tivese amarrado um eordio : b pessia
que pDrehande-lo dinja-so rua da Imneratr..
n. {4, 2 andar, q.-e ser.i generosamente recom-
pensado.
lmenlo.
, BATATAS NOVAS DE LISROA 100 rs.
a libra, om caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 50500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IIILERS
BELL, 800 rs. a garrafa e 90 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 10500, 10200, 10 e
800 rs. a garrafa.
GENERRA DE HOLANDA E AMBUR-
GUEZA 70 e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM L\E LARANJA DOCE AROMTICA,
110 a frasqueira e 10 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES, a
30, 20800 e 20400, em caixa faz-se gran-
de abatimento.
TOUCINHO DE LISBOA 400 rs. a li-
bra, e 880 rs. o kilogrammo, e 110500 por
14 kilogrammos.
CHA FINO. GRADO E MIUDINHO os
que ha no mercado, 30 e
libra, 70080 e 60540 o kilo-
Aos senhores acad-
micos.
Vende-se por 404000 10 voluntes de direito c-
vil de Pother, novos e sem nehum uso, sahido
tres dias.da livraria : na rua e-.treita do Rosario
li. II
Vende se a barcaca Floro /, em bom esta-
do e bem appaielhada, de 50 caixas : a tratar com
Antonio Jos Gomes de Azevedo, na rua da Prala
r~, Ven,lem-3 travs de scupira e outras qua-
I dados com 8 a 12 polegadas, e 40 a 150 palmos:
i ver e tratar na serrara do Sr. Vasconcllos.
Escravos e escravas..
Vende-se urna mulata, figura elegante, idade
20 annos, perfeita engommadelra, costureira, co-
i nheira, ama prela boa coiinheira e engommdei-
ri, quatro scravas para toda o servico, dous es-
cravos aeostumados ao servico de campo, um mn-
'tinho de trezsanns; na travesado Carmon. 1.
MASSAS PARA SOPA, MACARR0, TA- grammo.
H!tAJ!?N, E, alethia- 800 rs. a libra e dem PROPRIOIPARA NEGOCIO 20700,
10750 o kilogrammo. 20500, 20200 e 20 a libra, e 50450 e
SEVADINHA E SAF 280 rs. a libra e 40180 o kilogrammo.
Assim como ba outros muitos mais gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
passas, figos novos, charutos de diversas marcas, lingnicas de Lisboa, marmelada,.con-
servas gela de marmello, pcego, ervilhas, peixe em latas, sardinbas de Nantes,
vinho verde engarrafado, pomada canella, cravo, ervadoce, cominbo, pimenta, grandes
molbos de sebolla 10500, finalmente muito mais gneros que enfandonho
mencionados.
Cha (oai-purgativo e depurativo
de < haubud
Composto das plantas as mais odorferas e as
mais virtuosas dos moates os mais elevado*, o cha
toni-purgatito de Chumbar possue nm gosto sabo-
roso e um aroma saavissimo, e as propiedades as
mais notavois solire os embaraces do estomago,
dos intestinos e do figado, 6 o dcsob?truente por
excellencia na constipacao do ventre, e nao tem
resguardo alyum. Depurativo especia' e directo
das biles e dos humores, refresca o sangue depu-
rando-o.
DEPOSITO ESPECLA.L,
Pharmacia de Bartbolomea & C, rua larga de
Rosario n. 34.
agio no dia 16 de seterobro crranle o pre;o
j eriouo Juliao, com os signaos segaiotes : Mar
sa suissa?, ten i'
nnos de idade, ponco mais ou menos. Este es-
cravo pertcncen e fbi comprado Sra. D. Aihan.'.-
iia Mana d. Espirito Santo, viuva de Joa.i Mano I
ue Sonia Vianna, moradora no Curato de Bom Jar-
d.m. Suppoe-sc com fundamento, que este escraro
se tenha dirigido para aquella comarca, bem o-
rao ha razoes para supir que elle all esteja
acontado em t-asa de algurn prente de sua ex-se-
nhora : por isso roga-se is antoridadcs^poliriass
ecapitaesde '.ampo o favor do o capturaren! e
enviar rua .Nova n. 40, onde se indemnisara
qnajqncr despeza. e se gratificar, sendo mster.
A abaixo assignada protes'a Je pelos meios legar-s
proceder contra quem quer que tenha dado canto
ao reierulo sen escravo, por isso .pie est oonvi- ,i
de que o dito escravo f&ra seduzido para fugir.
_________Maria Carolini F. rreira de Carrallia.
Aehando-se fgida h;t um inez a escrava r.;-
lippa, idade i a fS anros, baixinha, chea de
corpo, cor fula, venta chata e selada, olhos peque-
nos e incoados, niaos e ps pequeos, gosta de tra-
zer o cabello aherto de um lado, muito gingadeira,
cara carrancuda e muito I ia, levou vestido saia
de chita do listras rochas e largas, e chales enr.v-
Baoo : recommenda-se e pede se mesmo polica
oa a qualquer pessoa que a encontr a captura
della e leva-la ao pateo da Santa Cruz n. 1C, a te
se g atilicar. Ella foi da Paralaba do Norte.
Fugio,
f<>, fugio
A rua do Livramento n. 6, contina a ha-
ver para vender por precos rasoaveis, o
melhor vioho verde at hoje vindo a este
mercado.
CAlr DE IIBOA
, POTASSA DARUSSIA
A mais nova no mercado, a praoo razoavel: w
arnutem de Manool T. Ba m So Cominercic
n. 13.
do engenho Jagnarao, do termo de Serinhaem, o
c^ravo Luiz, crioulo, com idade de 38 annos pou-
oo mais ou menos, peneucente ao abaixo assigna
do, cojo escravo foi comprado ao Sr. Pedro Jorge
da Silva Hamos, como procurador do Sr. Francis,-
! o Hiendes do* Santos, morador no Brejo da Madre
Deus, e tem os signaos seguintet: altura regular,
testa grande s carnuda, oibw pequeos e eocar-
!iicado, ps seceos, e m inqueija, por soffrer rte
cravos ; tem no braco direito JO lado de dentro
um caroen, qua parece lubinhn, e as costas e na-
degas marcas de chicote j velhas; levou camisa
e calca nova de algodo azulee chapeo de couro u
vellio o. mais roupa ; tatito cora o cabello cmack,
teado barba por baixo dj qufllxo: quem o pe-
Sar. leveo ao referido engenho ou oa eidade do
ccife, a entregar ao Sr. Miguel Lucio de Albu-
querque Mello, qoe ser recompensado : recom-
menda-se s autoridades policiaes captura d'elie
Antonib Francisco Cesar de Vatconcellos Camp'
N rua do Vigario i. 16, esaMplorio de T.
de Aquino Fonseca 4 t, veode-se nvreurio, vi-
cho engarrafado MENERES, anwretaj especia,
cal do Lisboa cera em velas, chapagr.e e eogna-,
carvo animal, vidros em caixas.
Fugio oo dia 2t) do moz passado a escrava
Severina, parda escura, com os signaes seguiotes:
altura regular, chea do corpo, tem o dedo polegar
ou o mnimo da mao esquena cota um (lequeoo
defeito provenienlo de om Uliio, tem Talla d* den-
tes na frente do lado superior, belfos finos e bs-
tanlos riixos, representa ter 40 annos, levou ves-
tido do chita escura com palmas brancas, anda
novo, chale de lia cor de bonina. e um ouiro chu-
la j' veluo serviodo de rodilha, com paa tabokir
de Daodres, com urna trouxa coutando dou
tido, un de chita com listras
de laa car de cinza
mais iwssoas que > apprtfiaiitaj
do Amnrim o. 3!
_ 47> que otestando-ye conh-u
a pos.-oa que a '


8
<**%*.
-.:.'.'i
de Pernambuco Quarta
feira 6 de
Outobro de 186
9.
ASSEHEEi GERAL
CAMilfA DOS SRS. DEPUTADOS
SESS.t) EM23DE AGOSTO
?aR5ITK\CIA DOSR. NEMAS.
(ConliiniacAo)
O Sr. Ministro da Justica :Sim, una
projecto que ostudamos, o para o qual de-
ve cadaum eoncorrer com seu contingente.
(Apoiadas) listamos na elaborarao d lei:
tc.ibi!h-ra >s todos para que seja per-
ffita. _
Senhores, este principio eoastitaciotwi a | mettido a
sen aracSo da jostra e da pulida eu o c n-
sidcro um principio Batatar e feenrido.
Batan c m vene do qoe se. como disse em seu
aparte o nohre deputado pela provincia da
fijhia, to competente nestas materias, a
aparar*) Sent principio vai produzir um
bal<* cm nossi organisaco indiciara, se-
r m abalo reparador, ser um to-
rneo.
Esl reserva* para nos dar plena exe-
ircf) a este principio: nem a Ing'aterra,
ea a Franca, par/es to adiantados na ci-
wfrsirio, paizes que mareham na diantei-
ra do" pr.)p-wso, ainda o conseguiram: as
masas nao sao desconhecidas a esta urgen-
te cmara,
A hgtoterra, senliores. um paizessen-
donante de'.rentralisador. lsolado, no
no meio do ocano, aquello povo tem um
tai -vinculo di nicioualidade, que nao pre-
cisa de ou'r.n? los polticos. Se a Gr3-
Brelauia urna illn no meio d> ocano,
pode-se dizer que a naco ingleza urna
t'ba no mundo civilisado: tal a terca com
pese desle;: o espirito inglez.
A inglatern nm estado formado de pa-
Mdiias. o tu a associacao de freguezias.
Ift^fea paro-hia?, de remota antiguidado,
foram croando o sen governo privativo; as
autorid-atos indiciaras absorveram em lar-
ga escala ss attribuicoes administra-
tivas.
Ka loglate-ra nlo Ua ministro da justica;
a justica se administra por si mesraa. Nada
mais natural do que absorver a polica.
Km Franca, ao contrario, ha urna exces-
siv.niesctialisacJio, lia mesmo absorpeo ;
parece que a civilisai;So daquelle povo nao
tenMrabaHiado durante tantos seculos para
crear urna naco, mas sim para crear urna
capital. A ("ranga pr cisa de todos os los
poltico? e mesmo administrativos para
patatar a sua capital os fragmentos de ler-
ritorio e populaco, que se desmembra-
ra* ao primeiro abalo.
Km Franca nao so creou-se urna admi-
Hracao de justiea, mas creou-se um mons
,tro jurdico, ama nstituico hybrida, deno-
minadapollita judiciaria. A polica ju-
diciaria cor responde no crime ao conten-
cioso administrativo no civil: um mixto
de attribuicoes heterogneas e repug-
nantes.
lun, ao passo que na Inglaterra se
operava om movimento excntrico de ad-
MafeacSo para a magistratura, para a jus-
tiea. en Franca se operava um movimento
concntrico da magistratura para a admi-
nistraco. Itesulta dahi que na Inglaterra
n5o existe aecusador publico; em Franca o
eeawdor publico intervem em todas as
cansas.
Sao estes, senliores, os vicios orgnicos
que tem impedido, e impediro por muito
tempo ainda, que esses paizes possamche-
gar a verdade das insttuices representati
vas, a verdad > da divisao e independencia
dos poderes.
Uva Voz : Mis na Inglaterra reclama-se
a ereaco do ministerio publico.
O Sr Ministro da Justica : Usam
aqu lies paizes de remedios que entre nos
seran males, remedios que Ihes sao
peculiares, para a nvitralisar seus vicios
orgnicos. Nos nao temos taes vicios, as
BOOMS instilo roes foraac calcadas sbreos
verdaderos principios libertes. A inde-
pendencia dos poderes foi consignada como
um dogma em nossa carta fundamental e
leg> posta m pralica. Nao ha, pois, obs-
tculos ;insuperaves qae inhmam a realisa-
cSo de urna medida lio importante.
hvoi'o o patriotismo do partido conser-
vad'*-. Esse polillo que souhe vencer os
asomos do espirito vortiginoso1 miando se
iratou de defender a antoridade, ha de,
estou convencido, ha de ter a mesma ener-
ga, a mesma constancia, a mesma firmesa,
quando se trata de vencer algnns obstcu-
los materiaes para robustecer esta mesma
antoridade, animando-a com o espirito de
urna liberdide regrada. 'Apoiados.)
Senhores, o projecto trata, como disse.
k organisar vm systema policial. Bemsei
quanl dilcil entre nos por em pratica
esse systpma ; causas poderosas inhibem a
sua rcalisacao ; algumas j eu aqu refer:
grandes distancias, ?op'ilac5o muito dise-
minada por nm vast territorio, falta de
de recursos, faltapossoai idneo. Kntre*
tanto, senliores, compro que estabelej^
moj as bases que se h5o de desen-
volver mais tarde com o progreso
teste grande paiz. 0 que existe actual
mente apenas um embryo, apenas um
rudimento de polica.
A polica boje trata apenas de prender e
le proecsaar; nao se oceupa com aquello
desvelo, que cleva, na pesquiza do delicio,
tut sua prevenco mesmo.
O mal uio devido s aos homens, nao
devido a pie les que excreem esses car-
gos, devido a falta de educaco, que s-
meole sd consegue com o tirocinio, com a
pratica.
A eoiifuso das attiibuices judidarias e
pociaes concorre muito para isso; preja-
uca as duas funcfes ; ao passo que o
juiz enfeudo que a sua missao prender e
Ninguomsah0, siinUorcs, nis grandes
capilaes onde existe urna b >a polica, quan-
tas correccoes de grandes criminosos e
operam obscuramente; niuguem sabequaii-
tas calamidades soda, qnsntas desgr^j
sao persemdas por.ma medida do fm-
cia. (.ApoiflM)
Para ofganisir nm boa systema poiioai,
urna das prncipaes condic-js sem du
Outro ponto, twhlop^^-oobi|e- dopotado,ftfeiphmente muni-lo de um maodi 1> sem
foi a conveniencia de alargar o crculo d'ond'
se deva tirar o chef j d.i polica. S. Exc
ettode ^H-iea rnn^o restricto ce circulo,
limitad* aos bacharets tirma^os.
Primtttrament en notarei; qMe o nobre
deptttado estiisoiado nesWpntto; porque
duas emendas aprsenla las na casa llie sao
inteiramenle oppostas. O nobre deputado
vida aTreansacJo" do seu pessoal, o seulpelo Maraal-j eo nobre deputado pelo
Un de Janeiro cntendea que a liabitil.-ic3o
exigida pelo pnpiocto f.o insulliciente ;
perseguir, o subdelegado entende que a
saa OMssao e processar sem provas, sem
wne.
E" preciso, se queremos manter e ga-
rantir a seguranca publica, nos esforoarmos
para crear urea polijia.
A polica por assim dizer, a hygene
moral da sociedade, ella qu depara esss emundicias sociaes que pul-
'iiam as grandes capilaes. ella que exrir-
pa os vicios e as paixSes; ella que^xtin-
gne os fucos da corrupeo.
Lido-se o excellente artigo "do Sr. M-
xime du Camp a re&ppito ile polica de Pa-
ria, pode-se tazer orna dea dos beneficios
qo esta insttneSo presta aquella grande
capital.
fara'realizar essas medidas, para por
p.m pralica urna boa polica n5o necessa-
rie nicamente actividade, intelligencia,
energa, nao, senhores, oecessario, so-
bretado, um tacto espacial, que cure e
pense asebagas sociaes sem irrita-las, sem
sarcerba/las. (Apoiados;.
quaoro.
Foi isto o que o projecto que ave a
honra de apresontar e o projecto da coan-
misso tratavaa de (azer no art I*, suIh
drscussSo. Ah esta defieiila
loda a funccISo policios li esf5n a* l^
operacoes em que se pone
fiioccoa vontade, a aeco o a oxeeucn.
O chefe de polica, o delegado e subde-
legado, eis a vootade, a auloridado pocirf;
os agentes sao a acco : a guarda podal
a execucio.
Desmembrar (leste todo inteirico ana
parte, oera, permittara-me dit-loo* n*brw:
deputados que tem contestado esse arti;o
do projecto,ser troncar um sysloma, iftuti-
lar urna organisaclo. (Apoiados.)
Eu vou passar em resenha as din"er classes que acabei de mencionar. Antes
disto, porm, preciso fazer urna obsena-
c5o. N5o possivel satisfazer aqnelle de-
sejo de laconismo que tem manifestada al-
guns nobrus deputados.
Nao possivel que urna le nova deixe de
prendor-se aquella lei que preleade refor-
mar por algumas disposics. Dahi. r3-
sulla naturalmente a repeticao de disponi-
coesj consignadas. Estas repolieoes no
sao superuas, nao sao ociosas, tornanvue,
ao contrario, indispensaveis para compleiar
o pensamento da nova lei, |ra clarecer
melhor o systema que se pretende estbe-
leeer.
Sobre os chefes de polica tem-se feUo
tres ordens de consideracn.'.s; prime-ira.a
respeto da competencia para a sua BQflWa-
co. Entende o nobre deputado por Pt r-
nambuco que no sentido de descentrali:ar
a administraco devia a nomeaco dos che-
fe* dfi polica ser uina altribuio dos pre-
sidentes de provinda.
O Sn. DQOE-EsTnADA TEixEm.v : lito
nao descentralisar.
O Sn. Ministro da Justica: E' d)s-
centralisar; mas ha outro systema 'do dus-
centralisac3o, quo eu prefiro aquelfe qu
sustenta o nobre deputado. Ha sem duvida
um movimento descentralsador quando se
desloca urna aitribuicSo do governo geial
e se transmitte ao governo provincial; mas
tambem ha um movimento desceutralisador
quando se devide urna attiibuico, quando
se evita queessaattribuii seja concentra-
da na autoridade local, na primeira auteri-
dade da provincia.
O systema representativo, senhores, o o
systema da lula; necessario creara todo
o poder urna resistencia legal. Nao sei oue
resistencia elllcaz encontrar o preside lie
da provincia desde que elle reunir em suas
mos todos os fios di administrar ao. (Api ia-
dos). Quando as provincias se crearem
centros locaes de resistencia, uao smente
na lei, mas na pntica, nao duvidare acota-
panhar o nobre deputado no se i pensamnn-
to descentralisador; porm ac.Uiahneute.
nao (apoiados), actualmente eu prefiro que
se descentralisedvidindo as atiribuicoes.
Assim que fazia o meu pnijecto primi-
tivo quando commettia ao chefe de polica
a attiibuico de nomear delegados e subde-
legados, pondo-lhe, porm, o correcti da
suspenslo, como medida miramente admi-
nistrativa, pelo presidente da produca.
Por esta forma obtinha-s -, em relaco a
estas funecoes, o perfeito jugo do syslena
representativo, com o indispensavel corrtc-
tvo da resistencia.
A estes argumentos de doutrina eu ac-
crescentajei um argumento de autoridade.
um argumento poltico.
Nao me parece qae seja muito conforme
a >s principios do nosso partido fazer lo
de prompto um passo largo no movimento
descentralsador.
O S;t. Dcoi;k-Estuada Tkixkiiia : -
Apoado.
O Sn. Mimstbo da Jiisticv: 0 diefe
de polica o centro da administraco oo-
licial de urna provincia.
O chefe de polica urna autoridade muito
importante na administraco. E' o lo que
prende x provincia ao ministerio da Justina,
o qual em piz tao vasto como e#le. de ve
er o qu dudaron o rejuJaiiiyito-de 'M de.
Janeiro, o piimeiro chefe, o contro de toda
a administraco judiciaria do imperio.
Ha quem conteste, Sr. presidente, ao ni-
nslro da justica o direito de dizer ao pre-
sidente que conveniente deraittir um de-
legado. So o presidente ti ver a attrbtii-
Qo dj nomear o chefe de p >lida nao ficar
o ministro da justica com as mos atadas ?
(Apoiados.)
O nobre deputado com esla medida des
cenlralisadora visava a um resultado, e era
obter que o chefe da polica fosse nonr.do
d'entre as pessoas da mesma provincia.
Entendo que o nobre deputado nao con-
seguira scmeiha-ita resultad)." (Adia-
dos.)
Os secretarios e os ajudantes de ordens
sao em geral escolhidos de lora das pro-
vincias, entretanto, ninguem ignora que na
qualidade de empregados de immediua
confianza sao sempre nomeados por indica-
cao dos presidentes. Dado ao presidente
o direito de nomear o chefe de polica, suc-
ceder o mesmo. O presidente o levar
comsigo, como leva o ajodanH de orden.', e
o Secretario.
Alui disto se ol; se para desejar
que a autoridade policial de urna pequtna
circumscripco seja residente no lugar,
comtudo o centro da administraco policial
de urna provinda, o lo que prende a ad-
minisbraco policial dessa provincia ao seu
primeiro centro nao me parece que deva
ser local. Julgo que Oca muito sacrifica Jo
o elemento geral que devemos manter, e
pedeai mais a garanta di pralica necessaria,
e (] ni longo tfe reconhecer.
(Apnhdos
endereco.
O Sn. Sobxa Hfeis: A precatoria pMe
eonter tamtem essa frmula.
(Ha outrs apartas).
O Sb. Mmistkoda tttmfK'. As atlri-
biiiQues desles agentes, visto que elles
n) lm outras sena) excutar s ordens'
qo me sao dadai, esJ lefimihs desde
qia a lei define as at'iibuicoa* das autori-
dafles. Brta% parte, -sentwres, regula-
menlar, enici ua altribiic) q;i3 a oosti-
t'cao d-ta ao po 1er execiijvo de dar
imstroecoea par exacac du* lea.
Neste ponto tem mu I a applicaco^ pa-
Ettarflfc |i>! a garmrtia da donedado lavra de Montes piiea.Hob ::ivmm -nta la
dfvt.Ki* es A japnosa *fa dscrpeo da administraco; quo
iienhiim ministro da justica deveri nomear
chefe de polica um bacliarel formado q.ie
oh em cargos poblwes, ou no exerdeio da
advocada, nao tetiha dado provas enwbe-
rairtes de sua capaddade. Sbs atguns dos
tabres deputados pensam qae deve
este princ'rpio consigna.o na lei: nnvsfo bordn'Ii>dfriddr, o resto partettee ao
nisto inconveniente; ha, pelo eontriirSo,
vimlagens. (\poiados.)
Um\ Voz:O que eeentendo nao eofrw
a exigencia de um-tengo tirdtno-, qimndiJ
ha falta.de pessoal habilitado.
OSe.Mi^iSTne ba Jvsticv:PermHta o
nobre deputado que lembre. a observaeo
feita pelo nobre deputado do Marffflrtte, o
qual recordou que ha mais 'de *09 j^ses
miHMcipaes habilitados para jatees de direito,
sem contar oatros muito? badiarJeis exefen-
do diversos cargos. Parece-me qoeiw mar-
gem sufficiente pira escolber.
do chefe da pe*cw
por um dislinctc criminalista, o Sr, Legras
verend. Disse M'ntesquien que a polica
nao precisa de le*-; sati*fai-se eem re-
gulamentos'. (ttjWritodih teis).
Este principio verdad jiro. Desde que
a le tea.denidftesphera da eompetenoia
polidal, e can fe pf.fcisa* garantias- 1i
psider execufivo.
Ai attrfeuH-oes dis agentes de p>licia
aao'dwem s-.'.r Axis o geraeSs basta que
sejaffl eOermmadas conforme as localidades
om aoe sorvirem. ?*em aesmo ha neces-
sidade de serein determinadus por um re
golameulo o>, govenv, hasta que o sojam
em om regiment do chef5 de polida.
(Milites apoiadas).
Portanto nao Iw essa laciina, que s
indcou, no projecto.
OSb. Abvuso Giiss: -- A espiomgem
indispansavel, nao lia polica s ?m ella.
O Sh.Hiwci.mo Oaapt.N.Inglaterra
InsTicx: Ha p)licia
Ouanto aospensao
pelo presidente, entendo que orna medid i; na b*,podn secreta,
administrativa necessaria. 'E nao a m-jsma d que trata a lei reglamen-
tar dos presideut.'. a 1; de !1 de outubro
de 183. Ah se dispe sobre-a sospensa! E por1 fallar em p dicta secreta, .jiebre
criminal, queso |fiWe ter logar qmmte ha .^flutudcr una amigo iivj lembra un
um crime grave; porq n a autoridade SH-. objecc) que se tem feito crenco
agalos dapohciii : enlende-so que
eonvem crear ofticialmoate este ramo
sorvic.o publico.
Eu, porin, alopto a opinioootraria.
Entendo que em om paiz livre, quo em
Bma Voz f Ellas esto na posso desse
dirito.
O S. MwiTno ua Justica :E' verda-
di, mas a posse nao dominio.
O Sa. fiexEs be Castro :Ja prescreveu.
tJnA fwx:O eostan fae !ei.
OSb. Ministboda Justica:E' o costu-
me secular. Se lixar a forc policial d a
attribaieo de orgnisa-la, tambem erear e'n.-
pregos provindaes devia dar sassemblas
o dir lo de crearem cdigos espeeiaes para
os eraos de oflicio que corainettessem os
empregados.
O Sn. Go.as de Castbo:O crime nao
jl provincial, geral.
. O Sb. Ministro da JAstica :E' este o
principia firmado por nm brasleiro muito
illustrado, qae por dHTerentes vezos mos-
trou quinte sabia respeitar as franquezas
protinctaej. (Maitos apohiios.) Mas a
questo muito diversa.
da um aparte,)
Kn nao quero contestar a posse em que
como dzem os nobres deputados, esto as
assemblas provindaes de legislar a este
respeto ; mas nao se trata de organisar
corpos policiaes, nem de usin"par^or meio
de om desforco, de um interdicto possesso-
ro, pois que se trata de posse, o direito
em que estao as assemblas provinciaes.
no ; trata-se apenas de deflnir as attribui-
c5es de policiaoriminal que devem ter esses
instrumentos da autoridade. E' preciso que
o cidado brasleiro saiba, emqnalquer can-
to deste imperio, em qualquer provincia
onde se acho, que direitos tem sobre elle
um soldado de polica.
O Sn. Gomes de Castro da om aparte.
0 Sn. Ministro da UontcA : Perdo;
meu pensamento est daro. A attribuic i
e; po
o din
secirta ; e taato que, no oramento ha urna dos agentes materia regulamentar-, aorea-
cooig;n de Hondos |>.ira oAn ervico. cao materia da lei.
Disse o nobre deputado que, apezar da
cordianca plena, e en Ih'o agradeco que de
perior nao tem o direitx suspender a i.i-
Terorpilla presompro de trm crime, selo
quando este de tal natureza quo ponha em
.1 uvilaa miralidade e honestidade dsse
individuo ou em risco a seguranca publica.
Ocaso aqu] muito diffarente; _-Pode-se
dar um conflicto sem carcter criminal, uma
inco.mpatibilidade poltica entre o presidente
e o chefe de polica, s vezes urna dtyor-'-
wenria na matieira de resolver urna ques-
to.
Ora, estando as provincias em grande
distancia da corte, convm que os presiden-
te? tenhara um meio com o qul, sob sua
responsabilidade, pontiam immediatamente
um termo a esse conflicto, que pdtte ser
prejudicial administraco. A qu 'to 6
logo sulimettida ao governo geral, que a re-
solve dermitivamente.
Creio, pois, que alm da suspenso que
actualmente existe, e para a qual j os pre-
sidentes Cto aurorisados, convm consig-
nar esta espacial administrar i policial.
tlegalqs e mbdAt'^ul/s.'S^ mou pro-
jecte'dida a atiribuiclo de nomear estes
'empreo! s ao rhefe d.voolida. Fui leva-
do a sto pela eonyicco em que estou de
qne assim o seiafo jnnlava em aclrvidade,
solo e proinptid >. Eis a discenlralisacio
qae podemos lleetuar des'le ja.
Mo ha que receiardesta medida, porque,
como j disse', o presidente tem aeco im-
mediata sobre o chefe de pobo para emen-
dar qualquer acto quejulgue menos conve-
niente.
Mas, desde que a nobre comiaisslo sup-
prio esta dausula, realmente parece.que o
paragrapho que se refere aos delegados e
subdelegados tornou-se at certo ponto su-
perfino: nao o era, emquanto se consignava
a respailo destes empregados urna condicao
nova, a da noroeaco. Agora, que foi rcti-
raila essa eoadico, ficando esses empre-
gados no estado anterer, algtima proceden-
cia tem a primeira vista a emendi suppres-
Siv;i.
Entretanto, defenderei o trtbalho da trnn-
missa pela razo que j meneionei. Tra-
tando-st- de formular, o systema policial e
definir os empregados a quem a lei com-
meltia essa competencia, nao se podiam
preterir os delegados o subdelegados.
Ouanto snbstituicao, nao tratei deste
ponto, porque julgo a materia puramente re-
gulimentar. A lei deve prescrevero modo
da substuico quando se trata de empre-
gados judiciaes; mas tratndose de em-
pregados de livre nomoariio e demisso do
executivo, a materia cabe na altriliuico
deste.
SiiMi itos. a respeto dos agentes se disse
que era urna superlluidade. Vejamos. Os
agentes concorrem para as funccSes policiaes
sao elles que realizam o pensamento da au-
toridade. sao elles que no momento dado
se trSnsporiam ao logar onde se'cofrlmetteu
um delicio, e all representara* o delegado
ou subdelegado, os quaes nao se poderiam
mover cotn a facilidade desejada, e para di-
versos poBtos.
Estes agentes sero era nosso paiz o que
sao os inspector* em Londres, e o que sao
os cifnts desurde em Pars: sao os man-
datarios da autoridade, sao os seus bra-
cos.
Hi duas especies de agentes: os agentes
fi\o*, como sao actualmente os bossos ins-
pectores de quarleiro; e os agentas mo
veis, que nao esto adstrictos a urna ck*-
cumcrip-ao territorial e que se transpor-
tan) da um a outro lugar, medida de ne
ressidades.
dos
ii3j
de
um
ma
at fortalecer eroum paix to vasto como o O Sa. Socza Ruis :Mas
para confraternisar as provincias, vo esli-
dando, o paiz e assim adqaiapi habilit; *
coes para oceupar os cargos da alta adui-
nislracio geral, o que nao succederis ao caoe
contrario. E' preciso que as provinci is
nao se formem j .ivairos para a -a b
mmistracSo lo oovm preparar o.
tirocinio para a adn. .So geral.
O Sr. Heraci rro Graca d um aparte.
O Sr..Ministro d.v Jisticv: Euentenite
q-*ew nosso palt, pela constituico, na
gnem tem o direito de oxerder tima frttri-
bufo ssno em vrtudo de lei (apoiados),
nao ha empregado publico, creatura de odtro
emoregado publico (apoiados) todos os em-
pregados pblicos por meaor que soja a
fraccao de poder que elles representen! bSo
de ser creaturas da le.
O Sa. Gomi-;s de Castbo : Nesse sentido
foi que eu falle.
paiz constitucional representativo nenhu-
[istitui(;o pode existir que nao esteja
ll.xada na lei, que na o seja autorisada pe)
poder legislativo, quo o poder creador.
(Apoiados).
A polica secreta j existe no nosso paiz
reconheci la por lei; anniialmentc o par-
lamento vota para ella urna' consignado.
Nao se trata, pois de crear o que j
existe, mais sim de regular e, organisar o
servico. (Apoiados).
A polica secreta nao urna cansa peri
gosa, mas necessaria, indispensavel; ella
que vela i nces sanie mente pela sociedade ;
ell qiu obscura, e ignorad i, protege-a
tranquillidade das familias, a nossa honra,
a nossa vida, a n ss i propried ido. (Apoia-
los).
Os escrptores mais liboraes na.) se de-
claram coara a polica secreta ; declaram-1
se, sim, contra a influencia poltica que se
procura exercer por esse meio (apoiados);
declaram-se contra os agentes cluraado'
prowcndorYs, (pie em vez do prevenirem
o crime, ao contrario o cslimulam afim de
prender o perseguir.
Ora, a organisaco da poliria secreta
trar esse grande beneficio de se lhe dar
nm destino rszoavel; de impedir o seu
desvio para lins perniciosos sociedade.
Uva Voz : Mas eoto nao sscre.a.
O Sh. Mimstiio p.\ Justica : Quando
di$>organisacHo nao quero dizer que
se conheca esses agentes: que se definam
snas attribuicoes, porjuo. como j i disse,
isso pertence ao centro da administrara)
policial na corte e em cada provincia.
Meu pensamento que so creem esses
agentes, que se organise a instituico.
Uma 'Voz:Sao agentes ostensivos.
O Sr. Ministro da Justica :-r-9s agentes
nao sao Ostensivos, a ereaco, que os-
tensiva : sabe-se que ha uma polica se-
creta : mas os seus instrumentos nao sao
conhecidos seno por aquellos que os em-
pregam.
Qnanto guarda policial, o executor
dos actos da autoridade policial.
Em todos os paizes a legislaco policial
consigna estes agentes: sao os constables
em Londres, a gendarmerie em Pars.
E' necessario, senhores, uma disciplina
especial para formar o soldado da guarda
policial, discipliua que difere muito dapiella
a que est sujeito o soldado do exercito.
O soldado do exercito nao conhece a
lei obedece o seu superior; o guarda po-
licial ao contrario obedece principalmente
lei; entre elle e o seu superior ha a lei,
qual elle deve obediencia e qual elle
"responde por qualquer filia que commelta.
E' necessario, pois, definir nos regula-
mentos policiaes as attribuicoes dessa
guarda. ,
Diz-se que em nosso piiz nao se pode
fazer isto, poiquo o acto addieional ;om-
mette s assembla6 provinciaes a prero-
galiv* de fixar a-terca policial.
Senhoreseu respeto tniiito esses escru-
paos; entendo que-as susceptibilidades
pabs franquezas provinciaes sao to res-
petareis como as susceptibilidades do lio-
mem pelos seus bros e P'ti'M) jndepen
ienda ; mas entendo iguatonte que ellas
no devem ir ao exeesso.
Eu tambem sou lho de uma provincia,
tambem itesejo zejar o no me qae della re-
cbi, tambemreconheco a necessidade de
defender as frasqnozas locaes; tambem
aprecio o titnK) e Ce aren serrina a do
titulo de fifto^da provincia mais illustrada.
Vozes :Tem razo.
posita no governo, repogna-lhe dar esta
autorisacio, porque o futuro incerto; c
pue ser que a execuco desta lei caiba a
qnem nao lhe morera igual confianca. Se-
nhores, eu agradeco, como disse, a confian-
ca qu j o nobre deputado deposita no actual
ministro da justica, mas assegnro-'a S. Exc.
que nao desejo e nem acceitarei mesmo
nenhuma aotortsacio que importe a delega-
|co de attrihujo legislativa.
O Sn. (Iomes de Castro :Muito bem.
O Sn. Ministro da Justica :Nao seria,
Sr. presidente, quando eu aprsenlo nesta
casa um projecto de lei que assenta princi-
palmente sobre a separago e mutua inde-
pendencia dos poderes, nao seria nesta occa-
sio que eu pedira uma antorisaco que ten-
de a confundir os poderes, uma autorisaco
que destocara uma attribuigo legislativa
para transfer-la ao executivo. Nao, Sr.
presidente, ou se tivesse a honra de execu-
tar esta lei-----
O Sn. Gomes de Castro :Ha de ter.
O Sr. Ministro da Justica :.. -nao du-
vidaria regulamentar o modo que por esses a-
gentes haviam de exercer as suas attrbui-
co u ; pela convieco em que estou de que
o ministro que o fi esse exercia uma attii-
buico sua, exereia aquella attribuico que*
conferida ao poder executivo p3lo art.
102 12.
Sr. presidente, tratarei agora muito ligei-
ramente da 31 these que me propuz a de -
senvolver neste projecto, sto do desen-
volvimento das garantas indivduaes. Des-
tas garantas a primeira o corpo de de-
licio.
,Ea entendo qae o corpo de delicto como
est definido neste projecto ser realmente
uma garanta da lit3rdade individual. A
attribuico exclusiva conferida s autorida-
des policiaes para praticarem esto acto dar
em resultado que nenhum processo crime
s
O Sr. Ministro da Jistica :Desde que
lio hoa~*r roiligio d> crime,' desde e
nao bouver snspeita, nao ha deudo, ou pdo
menos nao ha presumpeo ou indicio de
crirnaalidade; como faaer o corpo do qae
nao elisia ?
O Su. AtfonSo oe Carvai.iio d utro
aparte.
O Sr. Ministro d\ JvsticJ' -'E' o art 4.
9." da lei de 3dedezembro ; porem, me-
lhor definido, como define o cdigo francez
e como define PaustinNelie, erudito crimi-
nalista.
Mas dizia eu que este corpo de delicio
nao seguido necessarianwfrtc de um pro-
cesso. Se a autoridade policial, depois das
diligencias feitas, nao se compenetrar d3
existencia do delicio, gnardar o auto, qae
tal vez om anno ou mais depois se complete.
O Sn. Ai.kncak AR-tRiPE:Como maitas
vezes tem acornenlo.
OSr. Ministro da Justica: F verdad'
Nao passa, pois, o corpo d debeto de om
seto privativo da polica ; nao tem nter al-
gum judiciario ; o tribunal lhe da aqnelle
qae merece pelo peso das provas ate" col-
ligidas.
Qoanto flanea, o projecto, como sabera
os oohres deputados, alarga a esphera. E'
verdade que ao nobre depntado por Per-
nambuco parecen nao se facilitar p'erfita-
mentc a flanea, apezar da dlsposieo que
permiti no momento mesmo da priso a
caoco.
Propunha o nobre deputido como meio
de facilitar i ganca uma hypotheea inde-
pendento de esceiplura publica: este meio
me parece nSo ser conveniente nem ftcoes-
sario, e seno, vejamos.
Exista na IcgisteeSo a flanea por hyp?-
ibeea, e por deposito do diuheiro ; o projec-
to accrescenta*ie a flanea fidejussoria, isto
, a cauco de dous homens abonados.
Por consequencia, todo o individuo que li-
vor crdito pessoal para que dous abonados
o garanlo perante a antoridade afiancado
mmediatamente no acto da prlso ante o
agente que o prende ; aquello que uSo tiver
crdito pessoal, mais que titer dmheho,
afianca-se promptamente por meio do de-
posite.
O 3." meio, o da hypotheea, na verda-
de mais tardo, porm a modficaco lea
brada-peto nobre deputado a quem vena
aprovetar? nicamente a uma dasse de
individuos, aqnellesque, sendo proprielarios
de hens de raiz, nao tiverem nem crdito
pessoal nem mercantil, isto qne nao ti-
i-erem reputadlo'para obter abono ou em-
so
a-
dos remunerados 7
O Sr. Gmm-deCatiio;Slo rqfcanean-
dos dacerto. ?
1 (Ha outros apartes.)
O Sr. Ministro da Jcstk-.a:RemoTiera-
dos qnando 6r possivle. Dizia en haagentes
lixos. como os actuaes inspectores de qnar-
nosso.
Senhores, oessa nonea<;o de homens
de provincia diversa, eo acho nao s urna
garantv como uma grande vantagwn pol-
tica. A emigrafo oflidal que fazem os ho-
mens de talento, os homens Ilustrados q >e
vo para outras provincias levados pelo de-
sojo de servirem cargos pblicos de mni'.o
proveito. Estes empregados concorrem {.transportar de um outro ponto com cele-
iO Sr. Mi.Msrno da Justica : Mas, j
disse entendo que nao devemos levar longe
esi& susceptibtlilades.
jgTO)artido conservador o partido da
raze-; assim como elle sabe conciliar a
uoidade e a solidariedmle .(Jas euas opi-
ai5es com as conviccoos indivduaes, tam-
bem elle deve cxmcilfer a unidade nacional
coa a9 franquezas, com a autonoma das
provincias.
, O artoaddidonal donas assemblat pro-
vinciaes a attribuico de fixar a terca po-
lidal; mas a attribuico de fixar a terca,
oomo nraito hem demonstrou o illnsirado e
egregio brazileiro o Si1, conselhiro Euse-
tehO, e ha agentes movis que se podern1 'bio de Queiroz em um luminoso parecer
rldade precisa para desempenharem qual-
quer eommissio.
A iuxjJJ-toatfai.OlM* qu
ntadapel
H
;proce
pode
de consulta de 14 de janeirode 1856, nao
cpmpreKende a attribiiico de organisar a
esma terca (apoiados); do contrario re-
sultada dan* que m asambleas .provindaes
tara i o direito do crear uma compatencia
para o jalgamento das infraccoes e
altas commettidas por esses corpos ;
crear tribaaaes para a applicaciadassas
precatoria^ vaiTpeats.
erS intentado pela justica publica sem uma
base e sem um fundamento ra tavel. Actual-
mente os nobres deputados sabein o que
se passa : com um exam) superficial feito
no cadver de um individuo que pode ter
morrido em virtude de um accidente, men-
ino por ua suicidio, se inventa um processo.
O Sn. Alkncar de Araripe:E s vezes
com uma simples portara.
O Sa. Ministro da Jistica :E s vezes
com simples portara, verdade.
Ora, quando qualquer cidado qae se
sent oflendido, com o direito de queixa
que lhe compele, vai ao tribunal aecusar o
seu offensor, ha ah, senhores, dous cida-
dos, dous inleresses indivduaes em anta-
gonismo; a posirao igual. Mas quando
a justica publica, a justica armada, revesti-
da do carcter imponente da lei, que vai ao
tribunal pedir a aceusaco de um individuo,
nocessario que ella tnba c-nsriencia da
presumpgSo vehemente da criminalidade,
necessario que ella tcnba alguma base, do
contrario esse processo ser uma iniquidade.
(Apoiados.) Ora, com o Corpo de delicio
como se estabelece no projecto sto nao se
pode dar. llavera queixas sem base, ca-
prichosas, na aeco particular, na aeco pri-
vada ; mas na aeco publica, nao. A aeco
publica s poder ser intentada sobre a baie
do corpo de delicio, desse auto que c, como
eu j disse, a malerialisaco do crime, a
renniSo de todos os seus vestigios.
O Sn. Gomes da Castro : Mas o indi-
recto confiado k polica e Dengoso.
O Sr. Ministro da Jistica: Perdo,
nao clamo isso corpo de delicio endireclo.
O Sn. Gombs.de Casino: Est no
projecto da eommissio.
O Sr. alencar de Araripe : Quando
desapparecem os vestigios do crime como se
ha de pralicar ?
O Sr. Ministro da Jistica :O corpo do
delicio deve existir em todo o caso.
O Sr. Gomes de Castro .-Estimo que V.
Exc. esteja de ccordo neste ponto.
O Sr. Ministro da Jistica: Todas as
vezes que se commette um crime neces-
sario que a polica procure investigar a exis-
tencia desse crime para promover sua po-
niclo ; isto que eu chamo corpo de delic^
lo; nao outracousa.
O Sr. Gomes de Castro i Nao isso ;
o projecto diz...
(Ha outros apartes.)
O Sn. Ministro da Jstica: Ora, como
que a autoridade ha de compeneirar-se da
existenda do crime ? Inquirindo, interro-
gando, examinando: eis o corpo de de-
licio.
Partem os nobres deputudos talvez de
um presupposto, que nao exacto. O corpo
de delicio hoje necessari ament seguido
de um processo. porgue o despacho que o
julgano procedente. de tarifa; todo o
corpot de delcto comeco de um processo;
ma nao sucoeder assim com o corpo de
delicte esiabeteddo pelo projecto.
. O Sr. Aronso dr C.vbvaum> d. om
aparte.
prestimo.
O Sn. Souza Res :Nao foi isso o que
eu disse.
O Sn. Ministro da Jistica : Nao foi do
certo ; uma deduco do que disse o no-
bre deputado.
0"St. Souza Res :Eu admitto todos 03
meios lembrados no projecto.
O Sn. Ministro da Justica :Mas qoei
alm driles a hypotheea independenle da
eseriptura publica.
O Sr. Theodoro da Silva :Quem tem
meios de dar hypotheea tem abono,
O Sr. Ministro da Jistica Justamente.
Dd maneira que sem grande \antagens para
a seguranca individual vem o nobre depu-
tado alterar o rgimen da legislaco do paiz.
vem introduzir ma hypollieca actualmente
desconherida em direito.
Quanto a priso o nobre deputado fez
urna aecuiafo ao projecto qu apreseniei.
dizendo qae o projecto se resseota...
O Sn. Souza Res : Nao Uve inieresse
algtim-*, nHi'o qualquer expresso qae pos-
sa molestado.
O Sr. Ministro ha JusTipa : Doou-
me, nao porque fosse olTensivo o .qae >
nobre deputado disse. mas perqu, senil'
rninha inlencodar naia satisfaco npinao
publica, que reclama maior garanta para ;
liberdade individual, era censurado por
querer opprimir essa liberdade- individua1,
introduzindo em nossa legislaco um meio
odioso, qual c a incommuuicabilidade du
preso. Admirei-me extremamente dessa
censura.
A incommnnicabilidade existe na nossa
legislaco, est no art. 191 do cdigo cri-
minal, no qual se dispoe que responsav;-
o jute que mantem ncommunicavel o preso
por mais lempo que a lei determina. Ou-
tro paragrapho desse mesmo artigo manda
responsabilisar o carcereiro qne cmara
preso ncommunicavel um reo sem ordea
da autoridade. Por consequencia, estab-
lecida est na nossa legislaco, c em vir-
tude deste artigo que todas as autoridades
policiaes, sempre que julgam n-cessario,
mandan por ncommunicavel o reo. Nem
houve qnem as aecusasse ainda e pedisse
imposico das penas do art. 191 do cdigo
criminal.
Uma Voz : Depende de !*i q%e limite
O Sr. Ministro da Jcstica : Depende
de lei que li ne, diz o nobre deputado. Esta
ei, na opinio muito autorisada do Sr. vis-
conde de Abaet, quando discuta no senado
o projecto de reforma judiciaria de 1858,
o al vara de 5 de marco de 1790, qne aato-
risa a conservar o reo ncommunicavel por
cinco das,
O Sr. Vasconcellos, ento ministro da
justica, que apresentou aqiiette projecto.
entenden que o alvarno eslava em vigor,
'que tinha sido derogado pelo cdigo do pro-
cesso ; por isso no seu projecto de reforma
judiciaria coosignou urna disposico limi-
tando a incommunicabilidade a 48 horas,
nos casos de priso de reo inafiancavel, i
estendendo a oito das, quando boavesse
c-ros que devessem ser inteirogaaea.
Eu, comoj disse, entendo tque o alvar
nao est em "agw" mas sim o art. 191 do
cdigo, o qual ealabelecendo a cauco pena!
smente no caso te excedar-se o limite da
lei, implcitamente reconlrcce na aotoridaib*
o direito de mandar conservar. o preso in-
commonicavel quando o for preciso para a
nvestigaco da verdade. Isto nao soffre
dovida.
Demais, Sr. presideotev se o nobr%.dv-
putado consnltar o regulamento de -01 de
Janeiro de *34i, ha de achar ao art. 1(>7
direito o,oe tort oaa so a autoridade, mas
O carcereiro, de conservar incommunicavet
o reo que commetter infraccSo da disciplina
das cadeias.
O Sa. Souza Bbb :Isto outra eousa.
O Sh. Mpustro da Justica : N3o digo
qne seja.a mesma cousa, reflro-me a esto
artigo para mostrar, que a incoamunicabi-
dade nao meio odioso e ja est em nos^a
lei e costumes.
OSr. Souza Ras : pt|% depois de
reoonhadda a infraocSo, etc.
L

dU-*-


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