Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11945


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Full Text
i i___________________:______
^^CS"1"*
M
li

'

ANNO XLV. NUMERO 213.
PAJA A CAPITAl B IGAKS OOTE WAO a PASA PORTE.
mezes adoalados.................. 6000
"or sets ditos idera.................... <2 ** ubi auno idem.................... 240000
fi*Uaaoieroavulso................... ,5320
DIARIO DE
SABBADO 18 DE SETEMBftO DE 1869.
PARA DEHTRO E FORA DA PROVINCIA.
res mezes adiantedos. -k-.............. W7>0
idem................... 130300
i ditos idem.................. 204380
HPltmanno...................... 274000

Propriedade de Manoel Rgueirtet de Paria & Klhos.
---------------------*"
Os 5rs. Gerardo

PARTE OFFCML
Antonio Alyes & Filhos, no Para; Goncalves 4 Pinto no MarmhXo; Joaqnim Jos do Oliveira. no Cearl; Antonio dt^ernos Braga, no Aracaty; Joto Marra Mt> Chares, no Ass; Antonio Maraes da Silva, no Natal: Jos Justino
Pereira d Almeida, em Wamanguape;' Antonio Afexandrino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Vii/a 4a Penha; Relarmino dos Santos Bulcao, em Santo AnT
em IVazareth; Francino Tavares da Cosa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Al ves, m Baha; e Jos Ribeiro Gasparinho, no Rio de Janeiro.
Cioverao da provincia.
KXrKUKXTR ASSIOSAM Mj BU!. -'.. f)R. MANOEl
lll .VASCIM >! MMIIADO MRTI V \, VH'.E-1'IIESI-
XXI \ p.i >V|VUA. EM l : ; Nll. DS 18ti9.
I. secro.
X. 617Piulara o general ommanlante das
.n-.Manda V. Exc. por em liberdadc o Ment-
a- JiU'iuim Goncalves d Qneiruz, viste ter sido
jiilgid'i incapaz rio servir.) d > oxereito como
consta do leen, i de inspeceo la >xo ae seu ofll-
l > de 18 itesob. ']":'.
N. 638.Dita .v. viee-cons < litados Pont-
ieios. Se i commnnic:";.',., qne me diri-
-'.iaciml 18 do eorrenf) o Sr. Antonio
Luiz de Oliveira Aaevedo, vice-censal dos estados
POtfiflcios, de qne" pretende seguir para Europa
no palmeta ranee? que so espera do Kio, cabe-mu
dizer em'r ; nao aprese:,', julo o eidado
M.tn ii-l J ) v. mu I.im.4, o exequtur imperial,
liaple exc.var as funcces consulares durante
a ausencia fa r.'.e.-mo vire-consu", em vista do i|ue
elanuoeoM d:-> "-as circulare* da reparlicao dos
negocios etrangeirea de i le julh de 1864 e 10
le Janeiro rje \+>>. Renov ao *r. cnsul do i ikts Pe* protesto* do mona perfeita es-
tima c distme., cou-ideracn.
2' seceso.
X. 639.- ao cherede ;. ilieJa interino.
. i n o mu por copia do inspector da the-
MWaria provtn riol de l8do OTrente, respondo ao
de V. S. de '! J i mez rindo, sob n. 784, relativa-
oten!-' 0080*1 rito dos preso5 pobres da eadeia de
I tamb.
X. 660.Ti msmitla V. S. ao delegado de poli
(.id tormo Benti a infinaaei) junta por
m;iu iU delgalo lilter.irio .i i e.:li.i loealidade. a
que alinde d diree! r : il in'crino da
.nstrnc^Vi paldi.-a de l*dite sib n. I3i, a
ijual reip "i I" i represoolaeao de .pie trata o oi-
i) .l;ii|:te!!e .l:i 'gadode r> de abril lindo.
V. Gil.:>'. :. meslo.Transmiti a V. S.
pira -i-1 ilo, < a i de i ti; o faca
ia-' tr i ip n C n.ieiir. e .;:a il Olfloio, que me
dirigi o-UiijiVtor thi'sr.iraria proviru-ial em
iir.i de li intei. e >ob n. 351, e do parecer da res-
p-ri:v i e ','. I tmyagnan I pagamento di
i ispsza, t 'li> contal, tnw incluso devol-
V'),'c .t t\v i refere o ofBcio 6 \r. S. n 8o, do
9 do corre ite i I irneeinv al de lm e agna para
r, ijiiriel ,.,),, nacionaes
la rila l> i ; o-ii i--.. Inranto o> mena de
- ii-Mi'.ir.) i prmim passado a taaio ul-
tl i.
X. 661De o raijo. O viee-presidente da
;> ivineia aUemlea lo ao que i re i taren moel
lits de Cwvali) ei na,.i ::;..'" )-mr do eom
mii'l. tnpe I i i ii' I I dos
;< ,ji c bo e soneeder-lbi neis
HMiei *ra tratar de sna saude.
S. 663.Dit; .O fice-presideirte da provincia
chele de poli-

te das malas ficstrens da estrada de ferro, entre-
gue na esiaeao de Cinco romas logo depois do sua
volla do interior as earlas e conhecimentos que
forem reclamados pelos distinatanos.
I-AI'KDE.\"TE ASSIG.NAD" PELO 88. DH. JOAQUIM COR-
ItEA DE ARAl'JO. SGCRETAMO DO 00VRBN0, EM 19
DE JUNHO DE 1869.
1" eccao.
N. 67i.OiTicio ao capilo do porto.S. Exc. o
Sr. viee-presidenle da provincia manda declarar a
V. S. em resposla o seu difiri de lionlem, ob n.
7. i|iie a thesouraria de fazenda tem ordem para
pagar a liarlos Eduardo Mulhert & C. a quantia
de .'ioj couslanle de seu cilado ollicio.
i" seccao.
N. 67o.Offlcio ao commandante superior da
guarda nacional do Bonito.O Esm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. em
resposta os seus oflieins de 10 e 14 do eorrente,
que a thesouraria de fazenda tem ordem para pa-
gar a Antonio Jos de Arantes & C. os vencimen-
tos constantes dos citados offlcios.
X. 676.Do ao juiz de direito da comarca de
CaruarO Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia manda declarar a V. S. que lica inleirado por
seu ollicio de 16 do eorrente, de ter a H desle
mez ontrado no ?oso da liecnca de quinzo dias
que Ihe foi concedida.
3- secfao.
X. 677.Ollicio ao inspector da thesouraria do
fazenda.O Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia manda devolver a V. S. competentemente des-
pachado o incluso reqiierimento documentado a
que se refere a sua informacao de 14 do eorrente,
soh n. :86.
X. 678.Dita ao mesmo.0 Exm. Sr. vire-pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. para
oa ns cons-cnienles que, segundo o ollicio do juiz
de direito da comarca do Caruar, bachartl Anto-
nio Buarquc de Lima de 16 do correte a 14 des-
le eutrou elle no goso da licenc.a que Ihe foi con-
cedida iui|iiella data.
v 679.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice pre-
sidente manda communicar a V. S. para os devi-
dos lias, que Mguado ollicio do bacharel Arininio
Coriolan lavares dos Santos, juiz municipal da
segunda vara de 17 do corrent-*, nessa data reas-
sumio elle as su as fancedes passando a exercer a
primeira vara de direito deta capital.
N. 680.Dilo ao inspector da thesouraria pro-
vincial.S. Exc. o Sr. vice-presidente da provin-
cia i Mido por despacho desta data concedido per-
missao a Clelia Freir de Carvalho,
-aiulora .ni.! cora a prop;'.; d i c
x4:n offl-io r. < t d'i. :t ut, resol ve
nnte.ir para o lugar vago 4'- 11 do di*;
'riet.i do Pah.iares do lerm i- GarantaM, I
iw Sepomne <. de Mello e Silva.
3.' sceeiu>.
X. 664.PTtaria ao inip ;l P da lliesonrana
leCtnnda.Annniado ao itson o apitao
(iapart'] no offlcio junio por oopia, datado de 18
>l -Aran-ente e Mb n. 75. t m ll ni i a V. S. que
mande pagara Cartas Bdoardo Malher & C. em
-tm.-i ib eonta junta em ta, a qqantla de
:\)')) proveniente ra im; ress. >, que lizeramem
virtude de antorisaeio dB n sr. ministro da
raarinha dos artigo* do rngoiaraanto- de maio de
WM. .,
X. 661Dita ao mea Depon de liqunla-
Lis en vi i, da relaeo nominal e pret, juntos em
Hpeata rjne i remet ; > imaniante su-
perior da- ironrt com of-
lirio de ll ote, mandr ". S. pagara An-
t.MiaJa)s de Arantes & C os vencimento de ama
escolta de i i em maie ultimo
do a esta i | tal, condazindo reerotaa daquella
oitade.
X. 656.Dita o mesni vista das rela-
e (.res. ; i duplcala, que
me reme!- i >mnan irior das eomar-
: Ornan orn oBieiedalO dneor-
reat, mande \ .-. li r a Antonio J-
os relativos jos
. de abril e ni io dos guardas
s destacados n | lia fidade.
V. 667.Dita ao mesmo.Eoi resposta ao seu
rfflciO de BOBlein, sol n. ihe a dizer que
ufe V. i. aeeiur i w Iheram Mi-
\inino d.i sv. Gosnun, fuslina Jos da Silva
ipos, lhoT.it de Almeida Antones & Irraao,
Jose Marta de .Menear. |dim Maria da Goo-
lino 0 i Pereira de Oliveira,
ugei: dos proprios naeona s
i:ihr.i i h lie rindo otlleio, c eiTeetoar os respeeti-
pessoas cima menaona-
*. 653.Dita a thes acaria provincial.v.le
Y S euijrrae indica em sua informacao de hon-
, o, n i referencia a da contadona
,,a ,,,. ao arrematante
h=rep.ir lo 2" lance da es-
raJa a Victoria Ignacio francisco Pereira da
ir, qnanlia i I proveniente da ul-
:iii prestara) d < contrae;, e n > a de l:J.l J->-0,
constante do certificado annexo ao reiiuenmento
ij-m \. 669.Dita ao mesmo.Ipteirado pelo ollicio
i V. S. me d r8 i- ;i:i-. Ai n:lvor
Uii l'.mlino de llolima Valeue.i dando por fla-
btrdea lo Livranamto e Villa-Bella, ar-
r naia h. r >t un uriennio, os imposto* que devem
r eoerado* na eomar '.i do Garanlmns e no mu-
liO do Brrjo, sendo les'.e por 2: lOOOO an-
aoaea e os daquella par 5:800j000 tambem an
iriae-, tenlj a di-r em resposta ao citado olli-
cio qae approvo essas arramataedes.
N. 670.Dita ao tBesmo.Accuso a receprao
d > ofilcn de 17 do crrante sob 349, em que V.
S. partiripou haver Jos I'ernandes Monteiro ar-
remtalo o pedagio da harreira de Morenos por
un triennio c meiliao'.e a quaotia de 1:512*000
innuaes, o i| al para garaulia do seu contracto
hriga-se a reeolher eoo deposito, nessa thesou-
- aria mollees da ivida publica geral. Em res-
,, ao citado oiii i i temo a dizer. que approvo
ssa arreuiatacao.
y 471.__Portara a i desembargador provedor
da" SnU Casa de Misericordia Com infor-
maeSo junta por copia da cmara municipal do
Uecie de 9 do eorrente sob n. 3) respondo ao of-
, ,(Ue v. Ki ligio em 25 de maio ulti-
. ,|, n. 1913 nente ao terreno existen
i ra do Ylgari >, por'.encente ao patrimonio de
r dlegio dos orphao?, onde a junta administrativa
lessa Santa Casa pretenia construir um arma-
! G72.Dita ^ presidente da cmara munici-
de Ingare:: eate quatriennio.Infor-
me Vme. se Ja est fjrtcetaundoa cmara muni-
I do actual quadriennio e desde quando ; bem
: pela cmara transacta o
pectivo arrtiiv
N. 673.Hila a > caenheiro fiscal da estrada
de ferro.Com
nislrada p
crrente, i
cu que V:
i irmacao junta por copia, mi-
ilor do correio em i8 do
(Icio de 15 do eorrente,
videncia para que o em.
i ;c do transpor -
artista da
eoiiipaiihia dramtica, para dar um espectculo
no Iheatro de Santa Isabel, pagando a devida
quantia, e cntendendo-se com o actual emprezario
do mesmo theatro ; assim o manda communicar a
V. S. para seu conhecimento.
4*sercao.
X. 681.Ofllcio aos directores do theatro de
muuici- Santa Isabel.S. Exc. o Sr. vice-presidente da pro-
vincia tendo por despacho desta data, concedido
perinissao a Clelia Freir de Carvalho, artista da
rumpanhia dramtica, para dar um espectculo
no theatro de Santa Isabel, pagando a devida
quantia, e enteud-ndo-se com o actual empteza-
rio do mesmo theatro ; assim o manda communi-
car a VV. SS. para seu conhecimento e ns con-
venientes.
EXCEDIENTE ASSIC.XADO NLOMUL SR. DR. MAXOEI.
DO XASCIMENTO MACHADO PORTELLA, Vli::-
1'llESrDENTE DA PnOVI.NCIA, EM 20 DE JIS1IO DE
1869.
4" seecao.
N. 682.Portara a cmara municipal de S.
liento.Constando-mo de oflicio de 4 do mez pas-
sado, que me dirigi o juiz municipal supplenle
em exercicio desae termo, tenente-coronel Luiz
Paulino de Hollanda Valenca, que o delegado de
pilicia pretenda deitar abaixo urna casa que ah
elle edilicou, e que para asta fim o mesmo dele-
gado recorra a um mandado expedido pela c-
mara municipal de S. Bento, recommendo aessa
cmara que com urgencia me informo rircums-
lanciadamenle ludo quanto tem occorrido.
i:XPEDIE.\Ti: ASSIQNADO PELO EXM. SU. DR. MANOEI.
DO HASCIME.XTO MXCHABO PORTELLA, VICI'.-
pnr.siDKNTi: da provincia, em 21 de iu.xho de
1869.
i' seecao.
N. 683.Portara ao lxm. Sr. general com-
mandanle das arma*.Mande V. Exc. por em l-
berdade o retrata Raymunlo Jos de Moura, vis-
to ter provado iseneao legal.
X. 684.Dita ao mesmo.Tendo por despacho
desta data concedido ao remita.Thcodoro Mximo
i'. inte* de Bezende, quinze diasd prazo para pro-
var isenco legal : ansim o commuuico a V. Exc.
para o seu conhecimento.
\. 675.Dila ao inspector do arsenal de mari-
nha.Autoriso V. S. a mandar alistar na conipa-
nliia de aprendixes artfice* desse arsenal, visto
estar as condicoes legaes, o menor de nome Ve-
nancio de que trata o requerimento que devolvo
de Maturiua Barroso de Mello, sobre que versa a
sua inormacao n. 1,767 de 19 do eorrente.
X. 686.Dita ao mesmo.Concedo a autorisa-
gao que em ollicio n. 1.76S de 19 do correnle, so-
licita V. S. para vender em hasta publica, rece
Hiendo a respectiva importancia aos cofres da
tirana de fazenda, nove arrobas e nove li-
bras de bolacha em inoinho, que por intil fra
entregue no almoxarifado desse arsenal por parte,
do commandante da corveta a vapor Recife-
t* scelo.
N. 687.Portara ao commandante superior inr
(erino da guarda nacional do Uecife.Commnni-
co a V. S. para os lins convenientes que por deli-
berado desta data, mando que seja aggregado ao
2o halalhao de reserva da guarda nacional desle
muuicipio. o capito da 3* compauliia d sec^o
de reserva n. 13 do municipio do Ouricury, Jos
Firmo Pe .ira Jo Lago, que flxou nesla capital a
sua residencia.
X. 6-KDita ao mesmo.Por deliberacaodes-
ta dala mando que seja aggregado de confonni-
dade com a informacao de V. S. em ofllcio n. Ho
de 19 do eorrente, ao 2o balalho de infamara da
guarda nacional ueste municipio, o tenente quar-
lel mostr do balalho n. 7 da do Aracaty, Joa-
quim Facundo de Castro e Silva ; o que ihe com-
munico para os lins convenientes.
N. 689.Dita ao commandante superior da
guarda nacional do Cabo. Expeca V. S. ordem
para que rom urgencia vao destacar na villa do
Cabo um inferior e quinze praqas, que deverao li-
car as entinan do respectivo delegado.
X. 6.K'. Dita ao commandante superior da
guarda nacional de Garanhuns. Communico a
V. S. para os lins convenenti s que,segundo consta
do diario oflicial n. 117 do 15 de n.aio ultimo, foi
reintregado por decreto de 10 dodito mez no com-
mando do batalhao n. 28 desse commando supe-
rior o tencute-coronel Joao Corroa Brasil, Picando
sem effeilo o de 8 de maio de 1867, que o refor-
mou naquelle posto.
N. 691.Dita ao commandante do corpo pro-
visorio de policaMande Vmc. reeolher aoquar-
le do corpo sob seu commando, donde nio de-
verao sabir sem ordem desta presidencia as se-
guate* pravas : orna que en as ordens do- Dr.
juiz municipal da primeira vara, urna as ordens
di vaccinador, urna as ordens do subdelegado da
Agua Prtla, una que esl no registro do porto
urna i''. "--narlicao da ssde,tres na secretaria do
fovernr-, d'uas das que eslao na secretaria da poli-
ci, nma no hospital Podro II, duas na capitana
d porto, vinte e oito que servem de camaradas,
um inferior e quinzej>raeas que eslao no Cabo e
cinco eraras que estao no Caxang.
N. 9 Pila ao metno.Logo qne esta rece-
bar mande Vme. postar na casa do saiide do Dr.
Jooda Silva llames, sita em Santo Amaro,-qnatro
prunas do corpo sobo seu commando para guar-
dar all o criminoso de morte Pedro, escravo de
Hnralo Leite do XascimentO, que foi tratar-se de
varilas, devendo es*a (orea conservar-so all era-
quanto estivor em tratamento o dito criminoso.
N. 693.Deliberarlo. O vire presidente da
provincia attendendo ao que requeren Jos Fi mo
Pereira do Lago, capitao da 3' eompanha da sec-
caode reserva n, 13 do municipio do-Ouricury, e
era vista do que inforrnou o ommadoante supe-
rior da guarda nacional deste municipio, em olli-
cio n. 114 o 19 do eorrente, resolve aggrega-lo
ao 2 batalhao da guarda nacional do servico de
reserva desta capital onde lixou a sua residencia.
X. 694.Dita.0 vicepresidente da provincia,
attendendo ao que Ihe reqnercu Joaquim Facundo
tle Castro e Silva, tenente quarlel meslre do bata-
lhao n. 7 de infantaria da guarda nacional do mu-
nicipio do Aracaty, da provincia do Oar, e em
vista da informacao do commandante superior in-
terino da Repito, resolve que seja elle aguregado
ao 2" batalhao de infantaria desta cidade, onde li-
xon sua residencia.
X. 695.Dita.O vice-pres'rdente da provincia,
attendendo ao que Ihe requeren o bacharel Joao
Carlos Augusto Cavalc.inti Vellrz, juiz municipal
e de orphos do termo de Iguarass, resolve con-
ceder-lhe 30 dias de licenr.i, com os vencimenlo*
na forma da l, parp tratr--e nesla cidade.
X. 696.DitaOVicc-presidente da provincia,
resolve por conveniencia ao servico, exonerar o
bacharel Joao Alvo* Magalhae* do cargo de pro-
motor publico da comarca de Pao d'Allio.
N. 697.Dita.-O vioe-presidente da provincia,
resolve nomear promotor publico da comarcarle
Pao d'Alho o bacharel Antonio Domingos Pinto J-
nior.
3.a seccaoi
X. 698.Portara ao inspector da thesouraria
ae fazenda.Depois de liquidados, em vista das
olliis, juntas em dnplicata, mande V. S. pagar
ao capitao Joaquim Silverio de Sonza, conforme
sotictou o commandante superior da comarca de
Garanhuns em ofieio de 13 do eorrente, soh n.
48, os veneimentos correspondentes aos meces de
marco a maio deste anno, do bidente Beodato da
Costa Torres Palmeira, commandante do destaca-
mento de guardas naclonaos d'aqnella villa.
X. 699.Dita ao mesmo.Autorisando ao ins-
pector do arsenal de marinha a vender em hasta
publica, recolhendo a sua importancia aos cofres
dessa thesouraria 9 arrobas e 9 libras de bolacha
em moinhn, que por estar inutilizada foi entregue
ao respectivo almoxarifado pelo rommandanto da
corveta Recife; assim communico a V. S. para
sen conhecimento.
N. 700.Dita ao mesmo.Annnindo ao^jJMjso-
licitou o commandante superior da comarca do
Brejo, em ollicio do Io do correnle, t^eommendo
a V. S. que, em vista da folha, relacao nominal
e pret juntos, mande liquidar os veneimentos, re-
lativos ao mez ile maio ultimo, do ollkial e pracas
da guarda nacional destacadas n'aqnolla villa, e
pagar a sua importancia a Jeronymo Pej-.ejr Ma-
rn*, nu a Evaristo Mendos da Cnnha Metwlo
para esse fim indicados no citadojofllcio.
N. 701.Dita ao inspector da Ihesouraria pro-
vincial.Tendo pr deliberacao desta data, a bem
do servico publico, demittidn Manoel Francisco de
Barros llego do lugar de repetidor interino do
Gymnasio Provincial; assim communico a V. S.
para seu conhecimento e direcejio.
X. 702.Dita ao mesmo.Mediante fianza do-
ea, mande V. S. entregar ao vigario da fregu-
zia de Bezerros, padre Trajano de Figueiredo Li-
ma, que assim o solcita no requerimento sobre
que versa a sua informagao de 19 do eorrente, sob
n. 357, o cont de ris volado pelo art. 31 da lei
do orcamento vigente, para a casa de beneficen-
cia daquella freguezia, urna vez que elle prova
achar-se encarregado das respectivas obras.
X. 703.Dita ao mesmo.Tomando emeonsi-
deracao o qne requereu o vigario da fregnezia de
S. Loorenco da Malta, padre Jos Ildefonso Kodri-
giles da "Silva Duna, recommendo a V. S.que
mande entregar Ihe mediante Ranea idnea, a im-
portancia do beneficio da lotera ltimamente ex-
trahida a favor das obras da igreja matriz d'a-
quella fregnezia.
X. 701.Dita ao mesmo.Expeca V. S. suas
ordens. para que depois de liquidados em
vista do pret nominal junto em duplcate, sejam
pagos a Alfredo & Cunha conforme sorilou o
commandante superior da commarca dePjlmares,
em ofllcio do 8 do eorrente, os veneimentos, relati
vos ao mez de maio ultimo dos guardas naconaes
destacados na villa de Barreros.
X. 705.Dita ao mesmo.Tomando em consi-
deracao o que expoz no requerimento, a qne se
refere a sua informado de, 19 de maio ultimo, sob
n. 280, o vigario da freguezia de S. Pedro Martyr
de Olinda. p'rdre Joao Jos Pereira, recommendo
a V. S. que da verba de 50:0001 rs. volada na
lei do orcamento vigente para concertos e repa
ros du matrizes e capilla*, mando entregar ao sop-
plicante medanle flanea id mea, a quantia de
i:000 para a continuaran das obras igreja ma-
triz da sua l'ivguezia.
N. 706.Dita ao mesmo.De conformidade
com o que solicitou o Exm. presidente da Parahy-
ba, em ofllcio de 18 de eorrente, sob n. 2701, re-
commendo a V. S. que d suas ordens no sentido
de ser levantada a fianca de 100:000* que oassa
reparlicao presiono ba'rao do Livramcnto na qua-
lidade de contratante das obras do calcamento da
ra da Ponte e da estrada entre o Varadouro e a
ponte do Sanhan, naquella provinna, pos que
taes obras j foram recebidas definitivamente.
4' seccao.
N. 708.Dito ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia da Parahyba.Interado pelo offlcio rii fu-
lar de 12 do eorrente, sob n. 2,625 de haver V.
Exc. no da anterior, prestado juramento e assu-
mido o exercicio do cargo de presidente dessa
provincia, para o qual foi nomeado por carta im-
perial de 8 do mez prximo findo, asseguro a V.
Exc, que me encontrar seaiprc disposto a cum-
prr as suas ordens quer sejam relativas ao ser-
vico publico, quer do particular de V. Exc.
X. 709.Dita ao mesmo. De conformidade
com o offlcio de V. Exc. datada de 18 do correnle,
e sob n. 2.701, acabo de reeommendar as inspec-
tor da thesouraria dessa provincia, a expedico
de suas ordens no sentido de levantar a fianca de
100:000 que na mesma thesouraria prestou o
baro do Livramento, e de que trata o citado offl-
cio, que (lea assim respondido.
X 710.Dita ao desembargador provedor da
Santa Casa de Misericordia,.Approva a delibera-
cao que toniou a junta administrativa dessa Santa
Casa, Jtno consta de offlcio de V. Exc. de 18 do
correte sob n. 1954, de mandar adraitlir no col-
legio dos orphos o menor Manoel Francisco de.
Araujo, deque trata a inclusa certiao do idade,
Olho de Maria da Assumpcao. fallecida no hospital
Pedro II.
N. 711.Ditaao director geral da instrucQao
publica.Envio-me Vmc. um mappa de todos os
professores e professoras publicas de instrucQao
primaria da provincia com declararan das datas
de saas nomeaces, remocSes, licencas obtidas,
partes de doentes, tempo de exercicio e tudo o mais
que oonvenha mencionar para aiuirarse do cum-
interino da|fcsruccao publica de 14 do cbrenle
sob n. 177, toilvo cottcedi'f.lhe 13 das de licenca
rom ordenada smente para tratar de sua sade.
expediente mwhpj mu>m mi. mackow courba
DE ARAt* SECRETARIO DO GOVKR.NO. KM 21 DE
JUMIO DE M69.
1J serian.
X. 713.Offlcio ao director do arsenal de guer-
ra.Declaro a V. S. de ordeqi de S Kxc. o Sr.
vice-presidoie da provincia, rjue de conformidade
con a sua-inf-irniaco de 13 de maio ultimo sob .
n. III, sMjA o requerimento do mestre da offlcinn '
a l4 e i' clasne desse arsenal, Jos Luciano Cabral,
pruferio n.i mesmo requerimento n aoguinte des-
pacho: Fiea o suppliean! lopensado at 2* or-
dem de comparociT ao ponto das 6 horas, o obri-
gado aodaa 9, podeuao retirar-se depois de termi-
nado o expediente da direelori.i do arsenal.
S'secrio.
X. 714Offlcio ao Dr. chato de polica interino.
O Exm. Si. vice-presidente da provincia manda
declarar a V. S. que nesta data so expodio ordem
ao cuinmandaiito do urna prov.sorio de polica,
para postar na casa de saiide do Dr. Joao da Silva
Hamos em gamo Amaro, as pracas de que traa o
seu offlcio nar97 de boje datado.
X. 713.Di.i ao commandante superior d.i
guarda nacional de Palmares. O Exm. Sr. vice-
pnsidente da provincia manila declarar a V. S.
em resposta o sen ofllcio de 8 do eorrente, que a
thesouraria provincial lem ordem para pagar a
Alfredo A Cunha os veneimentos constantes do ci-
ta I i i (Tifio.
X. 716.Dito ao conimandinte superior da
guarda nacional do Brejo.Xesta data auorisou-
se a thesodcaria de fazenda a pagar a Jeronymo
Pereira Maos ; ou a Evarislo Mendes da Cunha
Az-Vfdii, 04 veneimentos consla:-ies do ollicio de
V. S. dfljl^^B i' do corren!.', o ipnl liea assinr
re.-pondido de or.temdii.lixui. Sr. vice-presidente
da o
X. 717 Dito ao coirMandante" superior da
guarda nacional de Garanhuns S. Exc. o Sr.
vire-presMhjtto da provincia, respotfStjde o ofllcio
de V. S. dKado de 13 do correntn sob n. '18,
manda declarar, que a thesouraria de fazenda
tem ordem para pagar ao capitao Joaqnim Silverio
de Sonza, s veneimentos constantes do citado
oflko.
X. 718.Dilo ao juiz municipal da vara desta
cidade.S. Exc. u Sr. vicepresidente da provin-
cia manda communicar a V. S. que para conve-
niencia do servico in.v dou reeolher ao respectivo
quartel a praca do corpo de polica que eslava as
ordens desse juzo.
3" seccao.
X. 719.Offlcio ao inspector da thesouraria
provincial.-*-Em oflicio de 16 do correnle partici-
pon o rrgeor do gymnasio provincial haver na-
sumid o exercicio do seu einprego,
fazel-o por molestia 110 dia 0111 que
CR que fruio. O quo communico a
de S. Exc. o Sr. vice-presidente
para seu conhecimento o lins conve-
coinpetenlo corpo de delieto e foram j capturados
tres individuos que segundo soppe loinaram par-
le na perpetrarlo desse rrime.
Deus guante" a V.\Exe.Illm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel do Xascimento Machado Portella vice-
prewlente da provincia. O chefe de polica
Francisco de Assis Oliveira Mactel.
uella dat
dexando
(indou a li
V. S. de o
d provinci
nienlos.
X. 720. fmlnn ao rege.I ir 1T0 gimnasio pro-
vincial. S. Exc. o Sr. viee-presi.lente da provin-
cia ficando inleirado pelo seu ollicio de 16 do cor-
rente, de haver V. S. naquella dala assumido o
exercicio do seu cargo dexando de fazel-0 por
molestia no da em que Andn a licenca que fruio,
assim Ihe o manda declarar para seu conheci-
mento.
PERNAIBUCO.
BEV1STA DIARIA.
TEBRAS PUBLICAS.Por deliberar.) da pre-
sidencia, de 16 do crrente, foi nomeado juiz eom-
mssario de inedco de Ierras publicas 110 muni-
cipio de Agua Preta, o Sr. Alexandrino Olympio de
HoHanda Chacn.
AITOIUDADE POLICIAL.Por deliberacao da
mesma dada, foi nomeado Jos Luiz Paes Brre-
lo, subdelegado do 2* districto da freguezia de
Gameleira.
IBMUIAWO DE OLIXDA.-O Bvm. Sr. reitor
acaba de receber os seguin'ei bolos, para as
obras do estabeleciineuto :
Vigario das Alagoas 50*000
Dr. Francisco Maia 10*000
Vigario do Muricv 1004000
Dito de Bonito 177*640
Dito de Caabas 50*460
Dito do Caico 87*000
HOSPITAL POBTGEZE' amanh o dia da
esla anniversario d inanguraco d'este estabcle-
ciment). Alm da misa solenina, ha ver a lar le
o leilo das pronda*, que foram benvolamente of-
ferecidas.
Logo aps a festa sero entregues diversas car-
tas de liherdade, alpimas cri.mcas escravas.
TRILHOS URBAXOS DE APIPUCOS. Hoto
noite, nm quarto de hora depois do espectculo no
Santa Isabel, haver um trem especial do lecife
Apipucostocando em todas as estico-s.
FESTIVIDADE. Os encarregados de l'esiejar
Nossa Senhnra das Dores, (pie se venera no con-
vento de S. Francisco desta cidade, celebrara
amanhaa com a pompa jiossvel.
LIHERDADE.A junta administrativa do Hospi-
tal Portuguez promoveu entre seus ineinbros a
alforra de Justina, de 6 annos de idade, escrava
do Sr. Jos Antonio Lopes Guimaraes; deven'o a
LOTERA.A qne se aetoa a venda a MO-, s>
l)enelicio do palrimomo- dos orplios, qne corre
hoje.
PASSAGEIROS. Sabidos para o Aracaty n .
hiaie brasileiro Marn Amilw :
GlodaaldoGoncaivcs LinlKires, Ualiuiqo Hamo;
Chaves e Jos Oios Stares.
CHROMCA JlDN'URn.
TIIIIU \AI. IM OHHU1LCIO
ACTA DA SES8O AtsMXISTKATlVA DK IftDE
SETEMBliO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. Sil. DKSKMBAK8ADOR ANSRUIO
FRANCISO) KRim
A's 10 horas da mauh.ia. reunidos os Srs. dipu-
tados Rosa. Basto, Miranda Leal e baro do
Cruangy, o Exm. Sr. presidente decktrou aberla a
sesso.'
Lida foi approvada a acta da sesso do 13.
EXPEDIENTE.
Oflicio d. 1 secretario do tribunal do eoimnercio da
corte, firmado de 4 do concille, iuHuindo a rela-
cao das matriculas Cdnimereaes all ltimamente
expedidas.Accuse-se e archivo-so.
Jnial lli.-ial do 11. 209 214. -Ao archivo.
O Sr secretario assignou o nffisfe qiw dirigi ao
irspect r da thesouraria acjmpaubaudo copia do
reunir da barca Flecha.
Foram distribuidos aos Srs. denotados os segu n-
tes livros :Diario do Si pieira & Arco Verde,
Copiador de Manoel Teixeira Bastos, diario e co-
pador do Pacheco & Pinto, ditos d i Jeronymo
Joaquim Fiuza d Oliveira.
Assignou-sc o termo que se lavrou no livro
diario que perteoceu a oxliucla firma dVa.-cun-
cellos 4 Malta, traiisiorindo-o a Antonio Joaqnim
de Vasconcellos.
Foi achadn escripia regularmente o livro da
correspondencia, leudo airingido ao n. 180 os re-
gistros ul feitos.
DESPACHOS.
Bequerimento de Joaquim Ignacio Pe.ssoa de
Siquera e Andre Cavalcanti d'Albuquerque Arco
Verde, olerecendo a registro o seu contrato de
sociedade conim.TCal, que para dito lint jnu-
lam.Visla a* Sr. desembargador ihooL
De Fehppe C.irneiro Bstoatla, mo.4rando haver
cooiprido o despacho de 12 de agosto ultimo,, pres-
tando a competente banca, atini do se Ihe expedir
o titulo, que impetrara, de ipente de leiloes da
cidade da Parahyba.Juta a primeira pelu*o
respectiva carta ser entregue amanh por occasio com os despachos o documentos quo niolisaram a
da festa I deterininacao titule tribunal para quo o suppliean-
ASSASS.XATOS._Xa arde do dia primeiro do | #SZS!H2 uT3gE
DESPACHOS DA VICH-PRESIDENCIA DO DIA 13
DR SETEMIIII.i DE 1869
Antonio Vicente do Nasciincnt i Feitosa.In-
firme o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Antonio Augusto Macel.l::>ioe a cmara
municipal da villa de arreir.i*.
Andr de Aleen Porto.Informe a cmara mu-
nr-ipal de.-ta cidade.
Bomvinda Rosa Jorge de Azevedo.Dirija se ao
Sr. director geral interino da instracclo pu-
phca
Dellina Mara da CooeeitSo.Informe o Sr. te-
nente-coronel commandante do cupo provisorio de
polica.
Francisco Amerieo de Arago Ilabello.Infor-
me o Sr. ciigenheiro chefe da reparlicao das obras
bublicas.
Francisco l'hilomeno da Costa Mello.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
joao Francisco Paes Brrelo.Prove que voltou
da campanha no posto de tenente
Padre Jos Porfirio Gome*.Preste o snpphean-
te as comas do excesso de despeza que allega ter
fcito. .
Jos.' Ni ci da Silva.Informe o sr. inspector
da thesouraria provincial.
Joaquim Pereira Arantes. Junt esto ao reque-
rimento anterior, volte ao Sr. coronel cumian 'an-
te superior interino da guarda aaci nal deste mu-
nicipio para informar.
Jo< Francisco da Tiindade Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Jos Francisco de Paula Costa. Informe o >r.
commandante do presidio de Pareando.
Leonel Augusto Penetra.Informe o Sr. coro-
nel commandante superior interino da guarda na-
cional desle municipio.
Sebasto Valeriano Alvares de Souza.Encami-
nhe-se. ,. .
Tbereza Maria de Jess.Iniorme o Sr. Dr. cue-
le de polica. _
luribio Archanjo de Lima Ferreira Barros.-
Informe o Sr. director interino do arsenal de
guerra. -. .
Vicente Ferreir da Costa.Iniorme o br. ins-
pector da thesouraria de, fazenda se os foreiros
dos terrenos de marinha de que trata sao ou uao
obrigados pelos aforamentos a construccaodosres
pectivos caes. .
William Richards.O supplicante ja foi atten-
dido, segundo informou o Sr. inspector da thesou-
raria provincial.
tarde do dia primeiro do
correte, no lugar Sacco dos Bois, do termo de
Flores, foram brbaramente assinatos os subditos
italianos Francisco e Joo, este com tres tiros, e
aquee com urna sangra no pescoQo, depois de
ter sido amarrado a um p de arvore. Segundo
deelarou um escravo desses italianos, foram elles
atacados por nm grupo de oito individuo, trazen-
do o* restes Hsnadoscom p de carvo, com o
proposito do roubar quanto elles possuiam, e que
-s por nm milagro elle preto peder escapar, fu-
gindn paia o mallo. A polica local tinl a j.i pren-
dido tres individuos, sobre os quaes reeahem
swpeitas de seren cumplices no facto, e prosegua
as demais tramites.
ALPORRIA E BAPTISMO.Amanha, na igreja
de S. Gonralo, s 10 horas da manba. ser bapti-
sada urna creanga de dous mezes de idade, escra-
va dos herdeiros" de Antonio Primo Soares, liber-
tada pelo Sr. Pedro Paulo dos Sant is, provedor, e
mais alguns irnios da contraria do Scnhor Bom
Jess das Dores, mediante a quantia de 90*000.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO SAO
FRANCISCO.Essa va de commuiiicaco renden
no mez prximo lindo de agosto. 15:675*160
edespendeu........ 33:073 jS'i.'i
dando em saldo...... 1-2:5995313
No mesmo periodo transilaram na linba 14:392
o meio passageiros; eforam transportados: 2.684
volumes com 51:606 e meio klogranimas de ba-
gagem 3:080 toneladas e 973 klogrammas de
mercadorias e 636 animaos.
.as merca lorias esto comprehendidas: 344
sircas de algodo com 26:393 kilogrammas, e
6:473 saceos com 494.105 emeio kilogrammas de
a asnear.
A despeza foi de 72,41 por cento da receita.
PARTIDA. Hoje a sociedade Terpsichove d
urna parola, para a qual a respectiva direcro
nao tem poupado esforfos.
mcrrial relativamente a dever tal lianza- ser
prestada no carlurio do escrixo do coiiumr-
cio.
De Francisco Maestral), apre-enlando para ser
admiltida a registro a iiuiucieo do seu caixuiro
Jercellino Vitalia T a vi re-.Begislre-se.
De Jos Antonio dos Santo- Codillo requereudo
permisso para cscriptiirar, sol) seu nomo indivi-
dual, os livros que se adiara cun l'ollias em bron-
co e que penenceram a lirm Uk'IIui Oliveira
de que lizera parte elle snpplicante.Como ro-
quer.
De Guilheime CaHieiro da Cunlia, pediudo que
se Ihe registre a Hornear.) de seu cauterio Frau-
cisco Jos Lopes.Registre-se.
De Josa Francisco de Sa Leito, eonraorciaote
matriculado ueste iiiirilissno tribunal, subnieiiin-
do registro a ii.nneaco de seu caixeiro gui-
da-livros Manoel Jos Victoriano de Barba.Re-
gs! re-sc.
De Antonio Va-eo Cabral requerendo 0 r. gistm
da nomeaco de ten caixeiro brasileiro Mani.el da
Silva Guimaraes.Reconliecida a lrma da nomea-
co, regstre-se.
De Jos Jooquim Soares, pedndocertidao .'
adiar ou nao registrada a Hornearn de sen ra-
xeiro brasileiro Jos Man I Soares.Selhnla a
pelieo, volte.
De Jos Domingos de Sampayo & C, pe.lindo
registro para a noini-ac, que juntara, !'-mi
caixeiro Alexandre Lucio do Xascimento.ltagis-
tre-se.
De Antonio Joaquim dr Vasconcellos, socio da
exmela firma de Vasciicullus it Malta, pedindo
ficen*:i para continuar no livro diario, que per-
tenceii a dita firma, a escripturaco de sua lirina
individual.Como requer.
De Manoel Jorge da Silva, submetlendo a regis-
tro a oomeaco de seu caixeiro Antonio Marlraho
da Silva Melrelles.Registrc-e.
De Miranda Sevc A C, subnu-tlendo lambein a
BATICE.-Diz o jornal Pmple Franniis que em ^gj.,,".,, 0 ti|u|0 ,(, nomear i de-seu caixeiro An-
us, no barro das Halles Contraes, ha urna mes- ( mi| ,;, ,1^^ perrc5ra, o pedindo que se elimine
i de meninas que ensina o exercicio deespin- ^remgtroresnectivo a Miguel ArclianjoSevo por
Reparti^o da polica.
i' seecao.Secretaria da polica de Pernambu-
co, 17 de setembrode 1869.
X. 1348.Illm. e Exm. Sr.Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segundo const das parti-
cipaeftes recebidas nosta repartir--, roramhonteni
recohidos a casa de detencao os seguintes indivi-
ordem do subdelegado do B wife, Francisco,
ecravo de Manoel Pereira Calda?, a requerimento
deste. .
ordem do de Santo Antonio, Agostmho, escra-
i-o de I). Maria Joaquina de Souza Bacellar, a re-
Pari
tra ..
parda e todas as monobras militares as snas ais
cipolas quer sahem a passear com pequeas
espingardas ao hombro como veteranos do im-
perio.
EXEBC1T0S COMPARADOSA Corresponde*-
gia di Berln calcula qne a artimaa tem 1,194
pecas de campanha, 13 regiment*, 198 bateras,
9 regimentos e 60 companhias de artilharia de ba-
ter.
Oexcrcito austraco conta igual numero de com-
panhas, mas s 1,132 pecas de artilharia.
O exercito francez s tm 1,140 pecas de cam-
panha e 34 companhas de artilharia de ha ter.
A csqnadra couragada da confederago do nor-
te est armada com 66 canhoes, dos quaes 6 sao
do calibre de 96 a 300; o 60 de calibre /2 a
200.
Diversas qnestfes militares da mais alta impor-
tancia pura a tctica da guerra preoceupam neste
momento a imprensa de Berln.
ESTATISTICA CURIOSA.Im yankee, que fez
viagem peta inaravilhoso caminho de ferro do Pa-
cifico, escreveu a um de seus amigos, enviando-
se a segrale estalistica, alim de determinar as
distancia exacta que separa de S. Francisco o lu-
gar da sua residencia. A distancia, diz elle, de
211 partidas de euchre, 178 copos de whiskey e
717 charutos.
VERDADEIRO DRAMA. Pde-se assim cha-
mar o seguinte facto, que se acaba de paasar n um
dos caminhos de ferro da Italia.
A condessa Armanda Cataner tinha tido rela-
coes cora o capitao Xagri, joven pertencente a
urna familia de que fazia parte o general carlista
do mesmo nome, que falleceu ba annos.
O carcter zeloso do capilo, tmha-lhe tornado
insupportavel a sua amada, com a qual linha rom-
nido as relagoes.
Tomando a sua vinganra, a condessa qinz mu-
dar de residencia, o para maior precaucao, fez-se
acompanhar desde Xapoles ate Voguera, por tres
cavalheiros conhecidos.
Passadas dnas ou tres estacoes, aquelles cava-
lheiros, julgando que ella eslava em completa se-
an ser mais caixeiro dos supplcantes Como
requer.
De Josff Antonio da Cosa c Sa, para dar-se-lhe
cerlido de estar OU nao matriculado como seu
caixeiro o seu lilho Thomaz de Lima e S.Cei-
tifique-se.
De Jos Domingues Pereira c Pedro Francisco
de Araujo Braga, declarando haverem pelo dis-
iraclo, que juntara, dissolvido a sociedade que
tinliam soh a f.rma de Pereira St Braga, abra do
se fazerem as competentes annotaedes no registro
re-pcelivo.Vista M Sr. desembargador fiscal.
Do Peraandes & Irmao, juntando pan ser re-
gistrada a noinearo, que pas.-aram a Joaquim
Januario Jelferson de Araujo para caixeiro de sua
casa de commercio na icavesss da Madro oo-
Deus.Regstre-se.
De Francisco Mamede de Almeida, corrector
geral desta praca, juntando igualmente o conhcei-
mente de haver pago o primeiro semestre do im-
posto de seu offlcio.Ronjotro-se.
De Carlos Pinto de Lomos c C, pedindo para
ser aneado no competente registro a carta, que
juntam," acompanhada da neressaria traduce,!-.
que Ibes fora dirigida por Amourons Frres.Re-
gistre-se. ,, _
De Soares & Souza, sncce.-sures de Manoel Lea i
Carneiro Pinto & C, apresenlando para Kaes ser
tranlrido o livro diario que pertenceu a tirina
extracta.Voltando a peticao depois de pernniiui.
o uso das eslampilhas nesta provincia, (ica sem
elfeito o despacho infronto, tendo lugar o que
requersm os su|)plicautes.
Dada a hora (11 e meia) e nao bavendo mais
que despachar, S. Exc. o Sr. presidente encerrou
a sesso.
das senhoras,
querimento desta.
l'ommnnirou-rne 0 Dr. iuiz mumcipal do termo
o longo trajete, passou pelas varanda da car-
roagem, at aquella em que se achava a con-
dessa.
Quebrando com um rewolver os vidros, pene-
trou na carroagera, e depois de urna lucta que pa-
rece dever ter sido torrivel, ass;\ssinou-a.
Xaestago immediala saltou do trem, chegou
atado a um pao, urna sangna no [.escoro, que
somvo dos assassinados declarara, que seus se
nhores tinham sido accommetti 1 j- por um grupo
de 8 individuos que commetteram tao ho roroso
attentad para roubar suas victimas, como acon-
teceu, que para nao serem oonhei-idos traziam os
pnmento da, *^^* ^jo^^ ^ ^ > l toeqj
provincia, attendendo ao que requereu Antonio cravo tamdem tena sute a^as:^."lJ?a,;e
Gomes Ferreira Leito, professor publico da ca-1 vosse fogido ese oceultado as per^egu.coe* que se
deira de instrueco primaria da povoaelo de Vi- nao nzeram espera^r nro >f>dera-e ao-
cenca o em vista diinfermaeo\lo director geral I Disso anda aquello jniz que procera te ac
SESSO JUDICIAR1A EM 16 DE SETEMBRO DE
1869.
PRESIDENCIA DO EXM. Sil. DESEMBARGADOR A. F. tt-
HKTT1.
Secretario, Julio Guimaret.
Ao meio dia declarou-se aborta a sesso, estando
reunidos os Srs. deserabargadores Silva Guima-
raes, Res o Silva, Aceioli, deputados Rosa, Basto,
Miranda Leal, baro de Cruangy.
Lida, foi approvada a acta da precedente sesso.
ACJC0R0.V0 ASSIOIUDO.
Appellante Jos Jeronvmo Monteiro, appellado
o Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leo, liquidante
da caixa filial do banco do Brasil nesta cidade ;
appellante Francisco Leito de Carvalho, appella-
do Joo Lopes Braga.
iLf.\Mi:> niAantor
Julzo especial do commercio : aPI'c"*"L nan-
'"^'S/suva Guilres,
destarrado a urna povoaco prxima, e depois de lista Xogueira; juizes os brs. o __ ordoaou-se
passar urna noitc a escrever, suicidou-so dando Ros e Silva, R);a e "'"",?, \m Sr. presiden-
em si um tiro de pistola. | urna deligenc.a cora o voto do exm. v
*
ILEBIiEl
-i





Diario de Pernambuco Sabbado 18 de Setembro de
I
1 'i

te, sendo votos vencidos os Srs. Silva Guimares
e Miranda Leal.
Appellanle Mano Antonia de Alnuquerquc Ma-
chado, appoll.ido Amaro Jos dos Prazeres ; ap-
pillante Mariano Xavier Garneiro da Cunha, ap
pcllalo Joao Pinto de Lomos Jnior ; appellanle
Antonio Jas Daarte liras; i. appollado <> curador
fiscal da nassa fallida do Tlwma! de Figueiredo ;
appellanle Jos Joiquiai Gome de Abren, appel-
lados a viuva e licrdeirw de Jos Antonio de Bar-
ros Wandcrley; apellantes os administradores
da massa fallida de Bernardo Jos Pereira da ci-
dade de S. P.vlro do (lio Grande do Sul, appella-
dos Daarte Pinto & C. Addiados a pedido do-
Srs. diputados.
Appellanle Jos Rodrigues de Araujo Port ap-
pellados Isidoro Bastos c C. : addiado porque os
appellad. s ainda nao aproseutaram os artigos de
suspeicao.
PASSAGRNS.
Do Sr. dcscinbargador Silva Guimares ao Sr.
desembargado!- lteis c Silva : amellante Carlos
Rooker, appellado London and Brasilian Bank, re-
presentado pelo seu gerente.
Do desemhargador Accioli ao Sr. desembarga-
doi Silva Guimares : appellanle Jovmiano Fer-
nandas da Silva Mana, tutor do orphao Angosto
lilli i de Joaquim Francisco dos Santos, appellada
D. Joanna Ignacia de Jezus.
CARTA TESTBMU.VHAVEL.
Juo especial do commcrcio : aggravante o ha-
chare! Francisco Jos Medeiros, aggravado o juizo.
O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Nada mais houve, e foi encerrada a sessao
1 hora da tarde.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Intcressa a todos a leitura do que abaixo decla-
ro ; e portanlo peco attencao ao digno leitur.
Acabo de ver iperar se em minha casa urna cu-
ra miraculosa, pela mao do ensigne proossor ho-
meopalliico o illuslro Sr. Francisco de Paula Car-
neiro Leo, na pessi'ia do menor Angelo, que al-
fTJeJ gratuitamente.
O doente conta a|)enas tres annos de idade, tan-
to tem de activo como de engraeado c galante de
cor e cabellos.
Ainda articula as palavras com difflcukjade ;
mas arremeda pe tintamente a gesticulacao de
qualquer orador, logo que vejo, sendo^qc por
tudo isto se torna cstimave!, por ser um innocen-
te iunolTensivo.
Antes de mencionamos o facto, va esta dea do
prevencao para torna-lo sensivel ao leitor, recom-
mondando a sua attencao no que vamos dizer com
relacao aos perigos cm que audou a enanca em
seu leito de sollrimentos.
A invasan mrbida se manifestou no paciente por
urna serie de convulsoes, precedendo un hgeiro
alquebramento, e dojnnou a enanca crea tic do-
ze horas que corrern no dia 27 do proxhtto pas-
sadi. A j
Cliamei iifcgdatanienie um medico alopatha,
o qual em prc^SJfii flo doente e suliro seu diag-
nostico, mandn dar lbo de maslrueo interna-
mente e unto de quinino nos pulsos eein toda li-
nha da espinha dorsal.
Ou fosse a quantidade das substancias ou a m
applicacao dellas, o caso que logo depois deste
tractamento, perturbaram-so as aculdades men-
taes do doente, c a sua pello se tornou lvida.
Este phenomeno fez que o facultativo lomasse
nova rosolucao, e outra nao fora se nao suppor
que o ligado eslava comproinettido, o que o caro-
inelano devia aproveitar, e deu.
Se houve erro no priioMn diagnostico, no se-
gundo nao houve menos ; porquanto o seguudo
tratamento exarcebou como o primeiro, e at pro-
duzio coma e delirio, porque como natural. *s
substancias alopathas, quando nao atacam > mo-
lestia, nem por isso sao indillerentes ao orga-!
nismo.
Cheio de bous desejos e bardo de luzes da scien
cia so apreciava o imperismo do tratamento pelo
o progresso do mal c vexame do doente ; e con-
fesso que a minlia allliccfto j:i era urna eufennida-
dade grave, porque o menino eslava em mim e eu
eslava nelle.
Ao amanheeer no terreiro dia de tratamenlo
(30), desped o medico, porque a morte artificial
me deixaria inconsolavel c cheio de remorsos se
consentisse nella.
Com elle foi a seencia e com o doente ficou
urna furiosa congestao cerebral e outros sympto-
mas de nio agouro, como siem seu dbil organis-
mo livesse entrado algum toxico do accao emi-
nentemenle superior ; porquanto o mal apresen-
tava um aspecto novo c conlnso, que neuhuma
rel*vno linlia co n a molestia primitiva.
Posso est engaado ; mas creio que os symp-
toinas de ligado nao se confunden) com os symp
tomas de vermes, e nem lgico que nina moles-
lia mude radicalmente de sede e de expresso no
cuno espaco de quarenta o oito horas ; phenome-
no que se nao enconlra as proprias variantes.
Pois ben:, nem tudo se deve dizer ; o medico
se tem cm grande eonia, e eu nao pretendo op-
por embargos : despedi-o como ja disse e chamei
outro.
Marcava o estado da enanca : perda completa
da falla, profundo abatimenlo'de lorias, sonoleu-
cia, intuineemento o dureza de toda a regiao ab-
dominal, pulso filiforme e fugitivo, dyspnea, calor
abrasante no alto e baixo ventre, umidade fro
glacial das extremidades e na maior parte do cor-
po cram os syuptomas priucipaes, que encontrou
na enanca o segundo facultativo, e que o primei-
ro lhe deixo i por heranca com o seu impirico e
brbaro tratamento.
E pois, que mais do que isso, precisa um doen-
te para at'ugcntar a sciencia e espautar os mdicos
da esperanea de salvacao ?
Em presnca do enfermo disse o segundo facul-
tativo diriginuo-se a mimo sen doente luz que
breve se apaga> unecionalismo orgnico mostra
ter soffrido grande perturbado de profundo ve-
xame do Toreas contrarias, e se nao me engao
elle pagar o tributo daqui a urnas quatro horas,
salvo se a Providencia exigir a vida dellc neste
mundo.
De minha parte nada teoho a fazer a beneficio
deste innocente; pirque se mo nao engao esta
febrcula, denuncia typho cm ultima periodo con-
firmado pelo cortejo de symptomas queou%rece o
seu estado. Sem embargo, a minha insulieiencia
nao deve desanimar, ante apressa anecessidade de
chamar outro ; porque comeen que ha homens
tao sabios e lio prudentes, que cu nao me julgo
digno de lhe dear agua aos ps.
Oue mais quera eu de quom me allava com o
desnteresse da prudente sabedoria em momentos
tao crticos, quando cu mesmo eslava convencido,
3ue a salvaoSo do menino j nao dependa da mao
e homens ?
As cousas em geral j nao tinliam para mim
Lrcito nem avosso, eu eslava incapaz do discrimi-
nar a necessklnde do tuceutum ; porque corlo
que nem sompre o que o homem quer, o que
dte ter.
e itia, mas nao sabia a razao porque tao grande
molestia so oceupava com tao pequeo volume ;
mas ao mesmo lempo a refl xao me dizia, que nem
era impossivel a salva^o da vida do doente, e
nem havia cousa alguma que nao tivesso urna ra-
zio de ser.
Nao obstante deu)rdem para oa preparativos do
enterro ; mas un amigo me vendo aOlictissimo,
aconselhou-ine que mandasse chamar o douto Sr.
Carneiro Leao, pois quo em circum tancias mais
criticas havia testemunha-Jo o dito Sr. Leao fazer
milagro e nao cura.
Kntoudi que o conselho era um unitivo de oc-
casiao; porm reflectindo lembrei-me que a espo-
ra*ca emenda na misericordia, c quo a diligencia
mai da boa aventura.
Mandei chamar o vea imnidiatamenU o Sr.
Crnero Leao, bem como algumas cousas que
mandei comprar para ornamento do anio, quo j
havia osperimentado amcacas do prime.ro turma.
O Sr. Caneiro Leao vendo o doente lampntou
o seu estado e dissevamos a ver o quo obra a
minha Lia- vonladc em favor deste defuntinho, nao
de motgiia, mas di therapeutica empregada des-
de o bastardo homeopalha at o emperrado alo
palh.: que me precedern!.
Com efleito, pouco se demorou a acco medica
montosa, antes de terminar o dito prazo appa-
receu a reaceSo, o doente ardia cm calor febril ft
todo o fro havia desapparecido triumpliando a es-
peranza que antes se desejava.
A primeira dilllculdad est resolvda, disse o
Insigne Sr. Carneiro Leao, resta desembaracar a
cabera e combaler a dureza do Ventre e todos os
perigos e phases rebeldes que costuuian offii
as molestias artificiaos produzidas por txicos ou
agentes poderosos. E olhando para mim dist-
eis aqui um doente que passa a ser meu somen-
to : quero dizer, niilgnem lhe poder mudar a ca-
misa fra de miaba pi osenea, tal era o oslado em
que eslava o menino.
Dah por diante o zelo e cuidados do Sr. Car
neiro Leo se redobraram, e elle se tornou imper-
tinente em perseguir a molestia como um hbil
cacador pofsegue a rapia.
A molestia foi cedendo aos bocadinhos de sua
entencdade, a cabeca e ventre j iam livres,
quando no lim de dez das desenvolveusu um tu-
mor entre as canecas da claviculas com tanta ra-
pidez que pareca ter havido all dilatacao de al-
gum vaso viznho.
At mais dous das o-tentou foror e faza temer
que por all algum vaso se havia dilatado, porque
olferecia um niovimento pulsativo ; mas como por
urna metaslesc deslocou-se para apparecor com o
mesmo aspecto, a direita, na pona do maxillar,
offerecendo a articulacao gravis tropecos.
A febre que havia desapparecido com os perigos
da molestiasprimitiva, appareceu com a presnca
dos tumores, e com o ultimo que nao est com-
pletamente desvanecido, anda persegue o menino
com seu typo intermitente.
A molestia persiste na inaocente :rianca cerca
de vmte das ; osla salva e a cura prodigiosa.
Acredito que o Todo Poderoso ouvio as minhas
supplicas, c por mao do mestre e insigne Sr. Fran-
cisco de Paula Carneiro Leao, soccorreu as mi-
nhas afliccoes.
ltecil'e, 13 de setembro de 1869.
Feli* Francisco de Souza MagalhCies.
e a
Ura boi, quanto mais urna crianja, nao suppor-
taria sem soffrer grandes esfagos a accao dos
enrgicos projects que rtidimente se derramou no
interior c pelle do pequeo muribundo, e teria
auccumbido antes do stimo dia depois da nvasao,
so a sua constituicao nao foso como 6 tao robus-
ta e bem formada.
Nosta occasio o estado do enferma era mais
grave do que, o que a pouco refer; porque aerea-
da perda completada d s sentidos, suor fri e pe-
gajoso, pulso contrahido e muito cm cima, docom-
posigo de phystonomia e geralmante resfriado,
restando-lhe apenas pouco> sgnaes de vida.
Ainda podo receber a primeira d5se. e o Sr.
Carneiro Leao a deu na esperanza de fazer voltar
o oblado agudo, nico signal quo poJia lisongear a
-an?a c promettor alguma cousa boa a soa
i em urna.? tres ou quatro horas se a
Divina Providencia o nao abaado?.:<
O couselhclro E.opes Vello
sua luivso na llolivla.
A leitura do discurso que ante Sua Magestade
o Imperador recilou o cavalheiro, D. Jos Mana
La Torre Bueno, ao apresenlar a credencial, que
o acreditava ministro residente-da repblica do
Per jumo ao governo brasileiro, reatando assim
as relacoes diplomticas entre os dous paizes, des-
perlou-nos o desejo de dizer algumas palavras
sobre o resultado benfico para o Brasil, da mis-
sao especial desempenhada, ha pouco lempo, na
Bolivia, pelo distincto Pernambucano, o conselbei-
ro Felppo Lopes Nctte.
O silencio quo na imprensa do paz e no parla-
mento se ha guardado sobre o tratado de limites,
amizade, commercio, livre navegacao, e exlradi-
i;ao celebrado entre o Brasil e a Bolivia pelo nosso
hbil comprovinciano, nao tem razo do ser. A jus-
tica o a gratidao pedem, quo servicos tao im-
portantes, e que tanta ligacao tiveram com os ne-
gocios da guerra, sejam trazidos ao conliecimento
do paiz, para sereiu por elle julgados, e pre-
miados.
O negociador do tratado celebrado entre o Bra
sil e a Bolivia (que tanto alcance leve para o hon-
roso desledle da questao diploaalica do Per),
nao tem jus smente ao agradecimento do gover-
no imperial, manifestado pela honrosa dislmceo
do dignitario daimperalrfirdemdoCrjzeiro ; tem-
no tanibem ao do paiz inteiro, quem servio cni
dedicacao e lealdade.
Nesta provincia raras sao as pessoas, que tem
conliecimento dos importantes servicos feitos
causa publica pelo conselheiro Lopes Netto, na
espinhosa e arriscada missao de que se encane-
gou, e da qual sahio coberto de louros, gracas ao
talento, e delicadeza com quo tratou questoes
complicadsimas de alta diplomacia pendentes,
havia muilos annos, e cuja solucao geralmente se
esperava fossem desagradaveis, se nao fataes ao
Brasil na melindrosa posieao em que nos achava-
mos no Prata.
.Nao nosso lim fazer o histrico das questoes
diplomticas resol vidas no Bra-il pelo nosso hibl
diplmala. Falta-nos a devida habilaco ; outros,
talvez, a possam fazer com pleno conliecimento
dos fados, e com melbores recursos intllectuaes.
Apenas, para esclareciinento da opniao publica,
diremos algumas palavras sobre o assumpto, do
3ual livemos conhecimeulo, pelo que, na occasio
a eelebracao do ratado, publicou a imprensa da
Bolivia c a de outras repblicas do Pacfico.
Nao precisamos lembrar o que occorreu entre
o Per e o Brasil p r occasio da declaracao de
Suerraao Estado Oriental, e iniciagao das bostili-
ades ao Paraguay. Devem estar na memoria de
lodos os protestos ronlra nos apresentados por
aquella repblica.
O sentir injusto do Per era o mesmo da Boli-
via, do Chile e de outras repblicas do Pacifico.
Eramos olhados como injustos aggressores, ini-
migos do governo republicano, e mais anda, como
conquistadores, que deseiavam absorver as duas
nacionalidades, o Estado Oriental e o Paraguay.
Fcil julgar quo melindrosa deveria ser a
missao de um diplomata, enviado a tratar com
qualquer d'aquellas nacoesj lio previnidas,desde
lonpa dala, com o governo brasileiro.
De todas as repblicas do Pacfico, a que por
sua pnsicao topographica e por actos de amizade
mais ligada se achava com o Paraguay, era a da
Bolivia.
Alm da aititode, que fomos obrigados a tomar
para com o Estado Oriental e Paraguay, e que des-
pertaran! as desconnancas da Bolivia quesloes
importanssimas tinhamos pendentes com ella,
a que nio cuidramos em tenipo de resolver, e
antes parecamos d'ellas esquecidos.
O nosso governo se linha descuidado de pomcar
um diplmala hbil e cuidadoso que, ao iniciar-
se a guerra, fosse contraminar o ininiigo que nos
minava all, e ganhava terreno.
Nestas crcumstancias nao era para admirar os
iuizos que se formaran!, at em altas regoes, so-
bre o provavel naufragio da missao confiada ao
nosso distinelo comprovinciano. Mutos, e funda-
dos em argumentos lgicos, deduzdos das noti-
cias que so nos transmuda d'aquellas paragens,
aeredilavam que o conselheiro L^es Netto nao
chegaria a apresoutar as suas credenciaes, pois
coniavan com declaracao de guerra contra nos
por parte da Bolivia.
Felizmente para o Brasil o governo tinha tido a
inspirar} de lembrar-se, ainda lempo, de en-
viar una missao especial Bolivia, o o acert de
confia-la a um homem, em quera se reuniam to-
das as qualidades desejaveis, para desempenha-lo
em occasio lo critica.
Ao chegar o conselheiro Lopes Netto Bolivia,
para onde partir ; toda a|pressa azendo urna
viagein, que quasi lhe cusa a vida, encontrou os
neg cios relativos guerra uo peior estado pos-
sivel.
Os agentes paraguayos, ajudados pelos de on-
tras repblicas alo Pacitico, linham tudo consegui-
do contra nos do governo boliviano : e um trata-
do de allianca entre o Paraguay e a Bolivia, esla-
va em vsperos de ser levado a efleito.
A imprensa daquelh repblica e a de suas vi-
snhas nos cram hostts, advogando calorosamente
a causa do Paraguay.
As difflculdades creadas pela diplomacia dos
governos republicanos, que tinham agentes acre-
ditados amo Melgarejo nao cram de pouca monta.
Tudo islo, que tena feito perder a cabeca i nm
diplmala ao animo Trace, servio apenas para pro-
vocar os bros do on>elhero Lopes Netto, e
aceender-lhe, ainda mais, o amor da patria, que o
levara at ao sacrificio da propra vida.
Com til g e'o, comtanla prudencia, sinecridade
o iiitejiigencia se houve, quo em poucos dias os
negocios mudaram completamente de aspecto, e o
reverso da medallia nos era muito favoravel, com
espanto geral dos ininrigos c dos proprios diplma-
las das outras naques.
O presidente da repblica, o general Melgarejo,
recubeu o nosso enviado com honras at entao
nao despensadas a outros ; aceitn as suas cre-
denciaes, tlispensando-lho todas as atttfnc5es.
O conselheiro Lopes Netto soubc apreveitar-sc
destas boas disposiedes de animo do general Mel-
garejo ; o com tanta mestria so l:ouve, que con-
seguio convncelo da injustica quo nos fazia, jul-
gando-nos inimigo3 das nacionalidades do Prata, e
persuad-lo d- razo que nos assistia na guerra
que faziainos ao Paraguay.
O resultado das longts conferencias do conse-
lheiro Lopes Netto com o presidente da Bolivia o
com seus ministros, foi o mais lisongeiro para o
Brasil.
Desfizeram-so todos os planos om favor do Pa-
raguay ; foi regeilado projecto da allianca da
Bulivia com aquella repblica ; e inmediatamente
prohibido, son severas ponas, o commercio de
indo qnanto se podosso considerar conlrahando
de guerra.
Os ministros o enviados do Lopes retiraram-so
furiosos, vendo perdido tudo o lempo o trabalho, e.
o que mai- valia, por Ierra um dos maioros ba-
luartes para o Paraguay, qual seria a allianca
com 3 Bolivia.
precisamos dizer quaes seriara para nos os
usada allianca da
la-lo na guerra.
t ratn o conse-
lheiro Lopes N r^HLp questSos pen-
dentes, ha qpasi nm secut, sobre limites : e ainda
nesle ponto so houve rom tanta pericia, que che-
pamps a um ecordo lisongeiro e honroso para
aniuas as parles contraanles, assignando-se um
tratado de amizade, limites, navegacao o oxtradi-
l'io muito nos honra ante as'naies civli-
sadas.
Nao prerisou rerarrer a subterfugios, a sophis-
mase arguei.is tao applauddas em eras j idas.
O conselheiro Lupes Nelto fallou semprc a la
MOVIMENTO DO PORTO.
Natos entrados no dia 17.
Havre3i dias, barca franceza Adele, de 37i to-
neladas, capitn Boberl, oqipagem 15, carga
mercadorias ; a Tissct Frere.
Maranho-;9 dias, hiale brasileiro Sobralense de
97 toneladas, capitio Antonio liomes Pereira.
equipagem 8, carga differentes gneros; a Sa
Leitio Irmo.
Navios salalos no mesmo dia.
Maranhio Iliate portuguez Carolina, capilao
Joao P. de Oliveira, carga varios gneros.
uwinciiii-iiouipes^eiioiaiioasenipre a un- AracatvHale brasileiro Marta inelia pinifio
do com tino dos dotes com que a natureza brlndou
o seu espirito, conseguio convencer o presidente
e o povo da Bulivia da sabia e justa poltica se-
guida pelo governo de S. M. o Sr. D. Pedro II para
com os dos estados do Prata, e nacaos amigas.
O conselheiro Lopes Netto nao perdeu a occa-
sio de approvcitar-so, em beneficio e nossas re-
lacoes com as outras repblicas do Pacifico, do
contacto cm que se aehou com os'cns represen-
tantes na Bolivia.
Os seus trabalhos relativos as questoes pen-
dentes com esta repblica, e sobre os negocios da
guerra contra o Paraguav, muito influram nos
agimos dos diplmalas do Chili, e do Per, que
modificaran! os seus juizos a respeito da poltica
do nosso governo.
Ao feliz resultado da missao do conselheiro Lo-
Ses Netto devemos o abandono em que se tem
chado o tyranno do Paraguay as Cordilheira?,
entregue s a seus proprios recursos.
Entre os prisioneiros l'eitos nos combates lti-
mos, o mesmo nos anteriores, nao se cnconlraram
soldados Bolivianos, c nem mesmo negociantes
d aquella repblica, tao perlo da qual se arSjltf
Lpez; o que por certo nao succederia se allianca
livessem feito estas duas repblicas.
Ainda um outro faci, muito agradavel para o
Brasfi, se deve, em grande parle, *s resultados da
missao do conselheiro Lopes Nmto. Queremos
fallar do acto expontanco do pfert, reactando
comnosco as relacoes diplomticas, que se acha-
vam suspensas.
O cavalheiro La Torre Bueno disse em seu dis-
curso do npresentacao do credencias o seguinte,
que bem lisongeiro deve ser ao conselheiro Lopes
Nelto: ^ l
t Si eu nao titesse, por fados que illustram o
Brasil, e que presenciei com satisfarao em Bolivia,
a intima c irresisticel convicalo d franca, sabia,
e justa poltica do governo 'de vossa magestade,
jamis tena aceitado mi cargo cujos resultados
tornara duvidoso um systema distincto d'aquelle
qne indica os nnbres aclos do gabinete brasileiro.
O presidente da repblica da Bolivia, o general
Melgarejo, c o ministro das relacoes exteriores ao
darem conta ao congresso boliviano da eelebracao
do tratado com o Brasil, leceram ao conselheiro
Lopes^Netto os maiores elogios quo se poderiam
fazer \nm diplomata.
O mesmo procedimento tiveram as folhas dia-
rias da7 Bolivia, e al as do Chile, do Per e de
New-York.
Alguns avulsos e brochuras se publicaran!
n'aquellas repblicas sobre o nosso trtalo; nel-
las o nosso comprovinciano altamente elogiado
como diplmala, como particular, e admirado o
seu elevado talento, e variados conhecimentos.
Quando ajmprensa estrangeira tem tao uobre
proceder, nao justiticavel o silencio que a seu
respeito ha guardado a brasileira, e especialmente
a de sua provincia natal.
Para salvar-nos da pecha de ingratos foi que
tragamos estas lindas, em pura homenagem ao
mrito da nosso digno comprovinciano, que lo
alto tem sabido levar o nome pernambucano.
Se bravoso hazaas mereceni os que no campo
da honra vertem o sangue em desafronta da pa-
tria, tambera os merecem aquelle, que, com risco
de vida, concorreu para facilitar nossos triumphos
no campo do Paraguay evitando urna allianca que
nos teria sido muito prejudicial e nos terla cus-
lado maiores sacrificios de vidas e de dinheiro.
O conselheiro Lopes Neto crodor, com justo
titulo, a gratidao da patria pelos servicos rele-
vantes que lhe tem prestado.
Recife, 16 de setembro de 1869.
*
EDITAES.
Anacahila \mm\
Urna simples tosse pode chegar a ser mortal se
nao so atalhar tempo; porm evitar-se-ha com-
pletamente o perigo Jazendo-se uso iiumediato da
Anacahila Peina**- sua benfica influencia {faz cwelpropidaiiiente a
rritacao dos pulmoes e garganta, e restabelece
sua accao vigorosa, regular e saudavel. Os que
dizem que a asthma incuravel muito se enga-
ara.
Essa fortificante |coniposcao vegetal subjuga
essa aflictiva molestia, ainda mesmo quando de-
b3ixo das formas as mais obstinadas e aggravan-
tes. As anginas nunca terminaram em bronchites,
a tosse em phtysica, nem a rotiquidao em asthma,
se desde logo em seus principios forem atalhados
com esle balsamo vegetal suavisador e sedativo ;
seus benficos effeitos sao promptamente execula-
dos as enfermidades dos pulmoes, dos vasos bron-
chios e da pleura.
Acha-se venda ras phartuacias de A.
Caors, M. A. Barbosa, J. da Gonceico Bra-
vo & C, P. Maurer d- C. e Bartholomeo
4 C.
COMMERCIO.
PRAgA DO REC1FE17 DE SETEMBRO DE 1869
AS 3 1/2 HORAS DA TABDB.
As;ucar americano purgado 3lo0 por 13 kil.
Cambio sobre Londres 90 d/v. 19 3ii d. por
1J000.
Frelo do a!odo da-;. para Liverpool 9[16 d.
por libra e o OjO
V
r\ J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
ecretaiio
0 Dr. Manuel Jos da Silva Neiva, juiz de
direilo da segunda vara do crime, e subs-
tituto da do commcrcio nesta cidade do
Recite de Pernambuco seu termo por S.
M. o Imperador que Deus guarde etc.
Faro saber pelo prsenle que o bacharel Ama-
ro Joaquim da Fonseca Albuquerquc, me dirigi
a peticao seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.Dio o bacha-
rel Amaro Joaquim da Fonseca Albnquerque, que
Ibe sendo devedor Jos Luiz de Squera Caval-
canli, do urna letra saccada pelo supplicante e por
elle acceita a dous annos, vencida ni ultimo de
julho de 1864 de IHG10, coraos juros de dous
por cento ao mez, e porque o supplicado nao lhe
tenba pago, o supplicante quer protestar parain-
terrouiper a prescripeo, requer por isso a V. S.
digne-se marear dia e hora para as lestemunhas.
lestes termos pedo a V. S. defenmento E. B. M.
Advogadu, Amaro de Albnquerque.
N. :!68, pagou 200 rs.Recebedoria de Pernam-
buco, 20 de julho de 1869.=(;iiaves, Franca.
E nesta peticao dei o despacho seguinte:
Siin.Designado odia 23 do corrente para a
requiricio.
Cidade do Rccife, 21 de juilio de 1869.- -Neiva.
E sendo feita a distribuicao do escrivao deste
juizo Mauoel de Carvalho Paes de Andrade, o res-
pectivo escrivao interino em cumprimento ao meu
despacho lavrou o termo de protesto seguinte:
Protesto.Aos 23 de julho do 1869.nesta ci-
dade do Recit, cm meu cartorio, perante mim c
as testemunhas infra assignadas compareceu o
supplicante bacharel Amaro Joaquim da Fonseca
Albuquerque, e disse que reduzia a termo ido o
contedo de sua petiejio rer.) que olferecia como
parte do presente, no qual, depois de lido se as-
signon com as indicadas testemunhas.
Eu Manoel Slvino de Barros Falcan, escrivao
interino o escriv.Amaro Joaquim da Fonseca
Albuquerque.Joaquim da Silva Cosa.Antonio
Martins da Silva Campos.
Em seguido do que no dia designado produzio o
supplicante as suas testeimmha1:, que debaixo do
juramento dos Santos evangelhos, que Ibes foi por
mim deferido, juraram convenientemente acerca
da amencia do supplicado, em consecuencia do
quo o respsclivo escrivao, fazendo tudo autoar. sel-
lar e preparar-me fez os autos conclusos, c nos
quaes dei a sentenca seguinte :
Em vista da letra de folhas 7 e depoimento de
folhas 4 a 5, heLpor justificado o deduzido na pe-
ticao a folhas 2, m consequencia, mando se pas-
sem edilaes de elacao com o praso de 30 dias,
pagas as cusas ex-causa pelo justificante.
Cidade do Recit, 7 de agosto de 1860.Manoel
Jos da Silva Neiva.
E por forca desla sentenca o mesmo escrivao
interino fez passar o present edilal pelo theor do
qual chamo, cito e hei por citado ao dito suppli-
cado ausente, Jos Luiz de Siqueira Cavalcanti,
para qne dentro de 30 dias compareca ante esle
juizo por si ou por seu procurador, allegando e
provando o que fr a bem do seu direto e justi-
ca, sob pena de revelia.
E para que o supplic nao fique imlefeso to-
da e qualquer pessoa prente, amigo ou conhe-
cido, poder-lhe-ha fazer scienie de todo o expe-
dido.
E para que chegue ao conliecimento de
todos mandei passar o presente que ser
publicado pela imprensa e alxado nos luga-
res do costume.
Dado e passado neste cidade do Rccife de
Pernambuco, aos 13 de agosto de 1869.
Jju, Manoel Silvino de Barros Faleo, es-
crirlo interino o subscrevi.
Manoel Jos da Siloa Neiva.
O Dr. Manoel Jos da Silva Neiva, juiz de direilo
da 24 vara criminal e substituto da do especial
do commercio nesla cidade do Recit de Per-
nambuco, por sua magestade imperial c cons-
titucional o Sr. D. Pedro II, a quem Deus guar-
de etc. etc.
Faco saber aos que o presente edital e vrem delle
noticia tiverem que no dia 19 do novembro deste
corrente anno, pelas 10 horas da ainanba, tora
lugar n.i sala dos auditorios reunao dos credo-
res da massa fallida de Antonio Pedro de Jl lio,
afim de serem cumpridas as disposicocs dos arts.
842 e seguintes do cdigo coinmercial, sendo que
nenhum credor ser admttido, por procurador se
este nao tiver poderes especiaes para o acto, nem
procuracio poder ser dada a pessoa que seja
llovedora ao fallido, o nem um mesmo procurador
representar por dous, diversos credores, e que no
caso do fallido oropr projecto do concorlada sero
considerados como adherentes a concesso da nies-
ma concordata os votos da_qiielles credores que nao
comparecerem a dita reumo.
E para que ebegue ao conliecimento de todo*
mandei passar o presente que ser publicado pela
imprensa e affixado no lugar do costume.
Recit, 10 de setombro de 1809.
Eu, Secundino Eliodoro da Cunha, escrevente
juramentado o e-crovi.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Na-cimento, es-
crivio, o subscrevi.
Manoel Jos da Siloa Neiva.
naes e estrangeiros, sob a firma de Silva A Duar-
te, c o capital de 3:000,i l'orneeido por ambos.
contrato de Uenriqjie Francisco de Moraps c
l'iauciseo Zacaras de Moraes, cstabeleedos nesta
cidade com luj de ii.iudezas sob a firma de Hen-
nque de Muraos & Irmo, e o capital deo:828i
forneci los por ambos.
O contrato das,-ieladt .o Jo-e Antonio dos
Santos Colho e Joao Bapti-u Gonealves de Oli-
veira, que girou nesta praoa -o1 a firma de Co-
lho A Oliveira, cuja liquida 5o .a a cargo do
socio Santos ColbO.
U contrato de Mainel Siares Pinliero c Jos
Mana de Sou?a, PJtabeleoidos nesta cidade sob a
firma de Soares & Soiuza, com casa de conimer-
ci de gneros de estiva, e o capital de. .
4:000/.
O contrato de sociedad? do Mauoel Leo Car-
neiro Pinto e Jos de Souza Reg, cstabelecidos
nesla "cidade com casa de conunercio de gneros
de estiva, sob a firma de Leo & Reg, e o capital
de 8:000 fornecidos por ambos.
O contrato de Jos Antonio da Silva Machado e
vo Duarte de Senna Moreira, estabelecdos nesta
cidade sob a Orina de Machado A Moura, com casa
de commercio de miudezes, o o japlal do.......
7:000.
Secretaria, 13 de setembro de 1800.
O oficial-inaior,
___^_^^^^^^^ JuJi'o Guinwraes.
Conselho de compras
navaes.
O conselho contrata no da 20 do-correute mez
sob as condicoes do estylo o vista de propoetas
recebidasate as M horas da manha, o forneci-
mento do galinhas' aos eslabelecnientos de mari-
nha no trimestre prximo vndouro de outubro a
dezembro, assim como promove no mesmo dia por
igual forma, a compra dos objecto do malerial da
armada seguintes: 24 feixes de arcos de ferro
para pipas de 2|8 a 8,8, li! barris de alcatro, 30
pecas de bnm, 2 bules de ferro estanhado, 200 al-
queires de cal preta, 12 libras de cera em ardi-
les, 1 peca de cabo de couro de 3 iviHecraaas con-
tendo 60 bracas, 20 cubos de madeira, 120 bracas
de corrente de ferro de i I|2 pollegala relorcada,
20 arrobas de estopa de algodao, 20 pelles de
marroquim encamado, 8 ai robas de mialha'bran-
co, 10 libras de obreias fratieezas, 2 oculos de al-
cance, 400 ps do inangueira de sola cravado para
bomba de incendio, 2 peca3 de tapete, 2 terrinas
de ferro estanhado, 20 tira-linhas, e 1,000 lijlos
de fogo.
Sala das sessoes do eonselba de compras navaes
16 de setembro de 1869.
O secretario
____________Alexandre Rodrigues dos Aojos
O Illm. Sr. conselheiro inspector da tbesou-
raria de fazenda desla provincia, em virlude da
ordem da presidencia, manda fazer publico, que
no dia 18 do correnf mez, pelas 2 horas da tarde,
ira praca perante a junta da mosma thesouraria,
a quem mais der, o expolio dexado pelo finado
tenente pnsonciro de guerra Paraguayo Pedro
los Pereira. O inventario do din expolio acha-
se nesta secretaria, c ser franqueado aos preten-
demos.
As pessoas a quem convier devoro compare
cer nesta thesouraria no referido dia e lra indi-
cados.
Secretaria da ihesouraria de Pernambuco 11 de
setembro de 1869.
Servando de ofli.'ial-maior,
_^______ Manuel Jos Pinto.
Consulado provincial
Pela adminislragao deste consulado faz-se
publico a quem nteressar possa, que com
o presente mez termina o recebimento dos
diferentes impostas provinoiaes relativos ao
anno financeiro lindo de 1868 1809, sendo
em seguida liquidados c remettidos pelo
juizo os dbitos dos contribuimos, omissos,
afim de serem executivamentc cobrados,
na forma da lei.
Consulado
de 1809.
provincial, i ,]e setembro
O administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Sociedade bancaria
em commandita
Teodoro Simn & 0.
Comprara o ver.dem por conta propri
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras..
sbjj9| de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Brasil, por bom premio.
Descontam letras da trra e outrostitu-
los commerciaes.
Encarregam-se por coala alheia das mes-
mas transaccoes, da cobranga de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Becebem quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo fixo.
Laro;o do Pelourinho n. 7.
ALFANDEGa.
Rendimen'.odo dia 1 a 16. .
dem db dia 17.....
427:487*960
40:2414839
467:7294799
MOVIMENTO DA ALFANDEGa
Volumes entrados com fazendas
dem dem com gneros
Volumes sabidos com fazendas
dem idem com gneros
66
782
-----830
217
324 ,
34f
O uispsetor interino da alfandega faz publi-
co, que no 20 do corrente, depois do meio da e
porta da inesma reparlicao, serio levados hasta
publica, livres de direilo ao arrematante, as mer-
cadorias .baixo declarada?, compreoendidas as
disposicoesdo capitulo 6" titulo 3' do regnlamonto
de 19 le setembro de 1860.
Annazem n. II.
N. N.Duas caixas ns. 200 e 201, vindas de
Liverpool no briguc inglez Eleonor, entrado cm i
de Janeiro do corrente auno, consignadas a Nico-
demos N., com 269 santos de madeira ordinaria e
por acabar, no valor de 1003.
M. I.Urna dita n. I, vinda do Borde.iux no va-
por fraucez Nacarre, entrado em LJ do dito mez
consignado ordem, com amostras (tecidos de
plianlazia) sem valor.
40.Urna dita n. 2, idem idem,
Alfandega de Pernambuco, 17 de setembro de
1869.
O inspector uterino,
/-. de C. Paes de Andrade.
DECLARACOES.
Tribunal do commercio.
Por osta secretaria se faz publico que em dala
de 6 de corrente obteve caria de registro o hiato
>. Jodo taptista, de 6i toneladas, propriedade de
Thomaz Antonio Guimares, e em 13 do dito mez
a barca Flicha, de 297 toneladas, propriedade d--
Francisco Joao de Barros Jnior e Joao Lelo Mar-
quos Jnior.
O ofBcial-maior,
Julio Guimares.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A Ijlma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recita precisa contratar com quem
se queira encarregar de fazer sua cusa as obras
de que necessita o sobrado n. 37 da ra da Moe-
da, concedendo ella, alem de outras vantagens, o
arrendainento por grande numero de anuos.
Recebe para isto propostas em cartas (cebadas,
na sala ae suas sessoes, devendo os pretendentes
examinaren! as obras de que carece o predio.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Rccife, 4 de setembro de 1869.
O escrivao,
_______________ Pedro Rodrigues da Souza
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provincia, em virtudo dar ordens em
vigor, manda fazer pu lico que tem marcado o
dia Io de outubro prximo vndouro para o con-
curso que se tem de abrir ni mema tli Honrara
para preenehimento nao s das duas vagas de ter-
cciros escripiurarios nella existentes, como das de
praticanles da inesma, assim como da alfandega e
da recebedoria de rendas. Versauu )s exames
para praticanles sobre as materias de que trata
o 1 do art. Io do decreto n. 31 ti de 7 de junbo
de 1863, a saber : leitura, analyse grammatical e
orthogra;diia, arithmetica e suas applicacScs ao
commercio, com especialidade redueco de moe-
das, pesos c medidas, calculo de descont, juros
simples ecompostos, theoria, de eambkw o suas
applicaciios: e para os de tereeiros csiripturarios
as mesmas materias exigidas para pra'.cante, e
mais as do 3* do dito derroto, a saber: theoria
da escripluracao mercantil por partida; simples e
dobradas, e soas applicacoes ao commcrcio e ao
thesonrv, tradu -cao correcta das lingoas ingleza e
franceza, ou pelo menos da ultima, principios ge-
raes de geograpliia e historia do Brasil, algebra
at equacoes do "grao, e pratica do servieo da
reparlicao era que estver ser-.indo: o canadato
ser dispensado do examo em qualquer das mate-
rias cima mencionadas.se mostrar ter sido nella j
approvado. Os cand'datos que nao forera emprc-
gados pblicos deveio apresenlar seos requer-
mentos instruidos de documentjs que provem ida
de completa de 18 annos, iseneSo de culpa e pena,
e bom comportamenlo.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 31 de agosto de 1869
Servmdo de officu-maior,
Manoel Jos Pinto.
Descarregam hoje 18 de setembro
Briguc inglezJesse Scottmercadorias.
Galera frncezaAmelleidem,
Barca inglezaGazellaidem.
Barca itaiauaRosaidem.
Barca portuguezaS. Joao idem.
Brigue suecoHelenataboado.
Brigue hollandezCornelia & Oertritdcs-farinha
de trigo.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS OE
RAES DE PERNAMBUCO.
Uendirncnto do dia 1 a 16. 23:431#328
Idem do dia 17...... 2:223*566
27:6334294
CONSULADO PROVINCIAL"
KeodJncato do dia 1 a 16. 33:1394742
'dem dj dia 17....... 1:1484388
/ 34:28841:10
Pela mesma secretaria se faz publico qne nesta
data foram inscriptos no livro da matricula dos
oommerciantcs, a (Irma social de Louis#Saud & C,
esubelecida na capital do Cear confeasa de
commercio de exportaco e importacao^ em gros-
'o; e Francisco ftibeiro Pinto Guimares, portu-
guez, de 40 anuos de idade, cstabelecido nesla
cidade com casa de commercio de asucar, em
grosso, o commissao.
Secreria, 14 de setembro de 1869.
O offlcial-maior,
Julio GuimarSes.
Pela mesma secretara se faz igualmente publico
que fleam registrados:
O contrato de sociedade de Thomaz Jos de
Senna e Viviano da Silva Caldas estabelecidos
ne-ta cidade com casa de commercio do quinqui-
Iharias, sob a firma Caldas & Senna, e o capital
de 6:64041000 urnecdo pelo socio Senna.
O contrato de Joaquim Francisco Rodrigues da
Silva e Manoel Pinto Duarte, estabelecidos nesta
cidade com casa de commercio de gneros naci-
CORREIO GERAL
Relacao das carias registradas viudas da Kurooa,
e das existentes na administracao do correio
desta cidade, para os ceaborea abaixo d -cla-
rados :
Antonio Toza, Biaje Tenizola (2), Casero Breccia.
Felomeno de I.imyne, Francisco Antonio Otero,
Francisco Camello, F. de Paos Barreto, Francisco
de Simonp, Francisco Pemgitori, Guisseppo, Geo
ranni Laccoraua, Geraldo Gordano, Gnispppina
Bregor, Hermioie, Jos Fcrreira, icola C nte
Ramiro, Mela Lambaglia, Phipps ]. Cenders, Pas-
quale Lnifleilmino (2). D. Cari" Candiani.
Correio geral
Relacao das cartas registradas vindas de Macei e
centrar para os senhorrs abaixo declarados :
Arihur Henriquc ile Fisueiredo Mello, Dename-
neo Augusto Reg Ringel (2), alforos Francisco
Antonio Rodrigues, Francisco Ribeiro Pinto Gui-
mares, Dr. Jos Juaqnim de Oliveira Fonseca.
Os bilbe.'es vendem-se no dia d iculo.
Principia] iras.
N. B. Os Srs. a'signantes tem preferencia at
mcio dia de boje 17.
AVISAS MARTIMOS.
CO'AIIA BWSILEIIH
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 30 do rorrete o vapor
eommandante o 1 l-
ente P. II. Duarte, o qual de-
pota da demora do costme se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros p rngaja-se a
carga que o vapor poder conduzir. a qual devera
ser embarcada no dia desoachegada. Kncommen-
das e dinheiro a frete at as duas hora do dia da
iua sabida.
Nao se recebera como encoramendas senao ob-
lectos de pequeo valor o que nao excedan) a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medican.
Tudo que passar de-tos limites devera ~t embar-
cado como ca .a.
Previne-seaos Sis. passageiros que suas passa-
eens s se receben) na agencia ra da Cruz n. 57,
i* andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo C.
(X)MPANHIAPERNAMBl C\M~
DE
Vavcgavo costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor MaMfahA, eomman-
dante Julio, seguir para o por-
to cima uo dia 28 do correnti-
as 6 horas da tarde. Herede car-
ga, encommendas, passageiros r
dinheiro a frete at as 3 horas da tardo do da
da saluda : escriptorio uo Forle do Maltos n. 12
GOMPANHIA PERNAMBL'CAN.',
M
Vavcaav'.o costeira por vapor.
Macei cm direitura, Pnetlo c Aracij.
O vapor Jagua;ibe eommandanteCnilherraese-
guir para os portos cima no dia 22docorrenie
as 4 horas da tarde. Recebe carga al odia 21
as 3 horas, encommendas, passageiros -e dinheiro
a frete at as 2 Irma da tard do da da sabida :
no escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
COMPAMHA PEUNAMIHICAT"
DE
\aTcgaf-o costclra por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Hawor, Ara-
catv, Cear, .Mandalm. Acarac e Granja.
O vapor Ipojmca, rommandante
Maura, seguir para rs portos
_ cima ni' dia ;io do eorrente o horas
la tarde. Recebe earga al o dia 2!, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
i horas da larde do da da saluda oo i-criptorio
lo Forte do Maltos n. !J.
COMPAMHA PEKNAMBCANA
:
Vavcga^'o coscira por vapor.
Purto do Galliabas, Hio Fownoso e
Tanuodar.
O vapor Parahyba, eommandante
Mello, seguir para os portos scima no
dia 20 do crreme a Meta noe.
decebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiraa frete, u escriptorio do Forte do Mallo.-
n. 12.
COMPAMHA
DK
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul 6 esperado
at o dia 21 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sal, coiiimandanlc
J. P. G. Alcoforado, o qnal de-
pois da demora do costana se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e cnpaja-se a
carga que o vapor poder conduzir. a qual devera
ser embarcada no dia de suacbegada. Fneommen-
dase dinheiro a frete al o dia da sua adida as 2
horas.
Nao se recebem como encommendas aaafla ob-
jetos de peipieno valor equenoexcedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medica^.
Tudo que passar desles limites devora ser embar-
ca lo como carga.
Previne-se aos Srs. p. ssageiro. qne :j.is pas-
sagens s se recebem na agencia a i i da Cruz
n. 37 primeiro andar, escriptorio de nUBio Luiz
de Oliveira Azevedo 4C
BAHA
O palbabole GarbalJi, capito Cu-todjo
Vianna : a tratar com Tasso Irmo-.
tost-
O patacho brasileiro Ramn
tegae com imita brevdole paran Rio Grande do
Sul. para onde recebo a frete um re--: i de carga :
a tratar no oscriptprio de Amoriin I ruaos & C,
ra da Cruz n. 3.
Para o indicado puto pretende segu'r :om mili-
ta brevidade o lugre pnrttigur-z Cisneio Venga pi i
ter a maior parte da carga engajada ; 8 para a
pouco que lhe falta, traase com o :i:ignataii
Joaquim Jos Gonealves Ileliiao, i l do Com-
mercio n. 17
Kio de Janeiro.
Para o indicado porto, pretend seguir COK)
muita brevidade o brigue nacional IscStt, por ler
a maior parte da carga engajada, e para o pou-
co que lhe falta, trala-so com os c "signatario-
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C., a rna da
Cruz n..'7, primeiro andar.
- "
LEILOES.
uno
THEATRO
DE
S. ISABEL.
Empreza lyriea italiana.
SABBADO 18 DE SETEMBRO DE 1869.
Recita livre de assigi)Htura( 12a do contrato)
Cantar-se-ha a opera trgica cm 3 actos de
Bcllini
NORMA
do sobra Jo Jo tres andares e sclSo da rv..\
do Vigari ii. 26, edicado 99 cL5cs
proprios.
HOJE.
s 11 horas em ponto.
O agente Pinto far leilo servim'n do base i
maior offerta olnda do sobrado acir.ii re;ommert-
dado por ser edilicado em ra de raaito commer-
cio cm chaos proprios c de bom renlimento an-
nual.
Os preteadentos qnelran compa.; r ..s ihh -
ras do dia cima dito : no escriptora Oo refer jo
agente, ra da Cruz n. 38.
LElLIlT
DE
Urna mobila de Jacaranda, constando ci 12 ca-
deiras de guarnicie, 2 ditas do bracos, 1 o,
2 eoosollos com podra e jardineira, i cama
franceza de Jacaranda, 1 piano do armario, I
marqueta de amarello, 1 nieia comanda d
dito, 1 lavatorio, 7 cadeiras, 2 mesas de pinh .
3 camts de vemo, 2 pares de lanternas, esrar-
radeiraa de pnreelena, 1 tapete para 3ola, I ca -
diciro a gaz, 2 jarros de porcelana, 1 banbeiro
de foiha, 1 bacia c jarro, louca para antar.diu
para almojo, garrafas para vinho, eaficea, cop.'-i
para aoa o tivm de cosinha.
Kegaaada-feira SO do eorrent-
LHLaO
Da armario, pertunces, gaz, gneros, p.-
pas arqoiadM e canteiros da taberna da
ra de Santa Rita n. i.
O agente Martins far lelao da armacSo, gne-
ros, nertences c diversos movis da taberna di
ra do Santa Rita n. 1, em um ou mais lotes, enj i
taberna bastan'.: alrcguezada e ido bem loca-
usada.
Qaarta -feii a 22 do corr

bumi



1 ..-_
Diario de Pernambuco Sabbado 18 de Setembro de 1869.
'''r i-i ni'-i|)ions 40 horas Jo dia.
LEILlO
DE
Fazendas geraes
a 20 do corrente
Magalhaes Irmos Cario leilo por ntervenco
do agente Oliveira, de grande e completo orli-
incnto de faadas ;.s mata proprias do mercado,
assiiu como Je nutras avariadas qtie possam ap-
parecer.
Scgunda-felra 20 Jo crrante
as 10 horas da manhaa, ein eu armazem ra
la Cadeia.
De 60 siccos com carnauba, 8 barricas
com breo, \ libras lo lio, 39 barricas
razias, 37 amias barricas, ; quartos,
'JO rolos arcos Jo Parlo, liversos peda-
mos d; pinho, ineia barrica :'':ii preg >s,
l carteira e mocito c a casa terrea da
na do Apollo n. O, :om tuntar) e ca-
cimba mccira.
Terca-felra SC 1c setembro as
IO hora*.
O asate Pinto Cari Icili a reqnertnwnlo de
Jwo Praorico de Sottzi, le tarlanto d w bens da finado lo" l. liz G mealves
e por iu mi 11 i da lllm Sr. iv. juiz municipal la
segunda vara, da ra*a terrea 6 nraH objectos ci-
ma mencionados, .is 10 oras do .lia cima dito,
no arm.izeni do sobrado da na do Apollo n. 15.
lEMPRESTIMO S0BRE1
F
Hospilal Portupe de Beneficen-
cia em Foniaiihiico.
A junta administrativa do Hospilal Porluguez
" 14 anniversario da ix-tallae; desto pi institu-
to, lera Ingar no dia I!) do corrente mez no scu
^ tttebelecimcnto du C.iju-'iro. As II horas da ma-
nilla haver missa cantada, presando ao cvange-
Iho, o I'r.-in. Sr. fre loiquini lo Espirito Santo.
Em seguida se prateara una acolo meritoria,
digna por certo de ser cmitada : o Sr. Francisco
Jos da (Insta Araujo membro da actual junta ad-
ministrativa, ipierendo com sua Esma. esposa a
Sra. U. VieenciaPerpetua Freir de Araujo, com-,
memorar o anniversario de ama nstituicao to
de caridade. tem resolvido dar gratuitamente car-
ta de libcrdado aos seus escravos menores Tho-
m, Rita e Crescencia, ftcando ainda a cargo
d'aquelles Srs. a educarlo destes menores. Ter-
minad! a fcsta, e este acto de raridad)*, ter lu-
gar o jantar aos enfermos,, que serlo servidos
pelos meiidiros da junta. tardo haver o cos-
ttimado Icilao de prendas, olTereei las ao hospital,
cojo producto applicado nos soceorros dos ne-
cesitados enfermos. Tres bandas melitares toca-
rao escolhid:is pecas de msica durante o Icilao,
sendo tima dcllas a da -viciado BELLA UNIO
que de boni grado se presta em obsequio ao Hos-
liital Ponuguez. Este e sua; depeodeaeias, esta-
fa a disposirlo do todos w concurrentes que o
quebrara visitar, desde as 9 horas da manhaa, at
as 9 horas da n. ute.
A junta administra) va, nao quenado cncom-
modar com fastidios,.; circulares, ou eatas pe-
lindo doaafivos a todas as pessoas que se aignam
semprc e todos os ann concorrer com as suas
offcrtas para abrBhan'.ar os festejos do aniversa-
rio do Hospital Pormgnez em Pernambuco, se
prevalece da occasio para solicitar da caridade
que extremosamente earaeterisa a populadlo des-
ta cidade, esses don.' devem trazer ao scu basar de prendas, naquelle
.stabeleeimento.
\: contando a mesma nnta administrativa que
o:n benevolencia e c.tiinho ser otivida, vem
lesde j pela sua parte, e em nomo de seus com-
patriotas desvalidos que se abrigan pelos seus
suiTrimentos. as enfermaras de to pa institui-
rn, agradecer a todas as pessoas que se digna-
rem por quahracr maneira coneorrer com o scu
bolo para tao humanitario tim ; sendo que os
onearregados dessas rea p^Oes sao os seguintes
senhores :
Hecife, 11 de setembro d I $69.
Fi ao.-iseo Joao de Barros,
Provedor.
NO RECIFE.
Antonio Jos Coimbra Guianraes.
Marccllino Jos Goncalves da Fo:ite.
Antmiio llenriquc Piudri;
Jos Joaquim de Lima Bairao.
Joao Pereira Mootinh i.
Faocisco Joao de Barros.
KM SANTO ANTONIO.
Jos Joaquim da Costa Maia.
taspar Antonio Vieira Ouimaraes.
Antonio Correa de Vascancellos.
Custodio Jos Abes Gaimaraes.
Antonio Al ves Lcbre.
BOA-VISTA.
Joao Francisco Paredes Por.
Flix Pereira da Silva.
Francisco Cocino Bran
Jos Aires Lima.
Domingos Antonio da Silva Beiris.
S. IijSB".
Pedro fos da Costa Castello Branco.
los Lbz Ferreira da Costa.
Theotonio Flix de Mella
Joaquim Antunes da Silva.
Jos Jero.nvmo da Silva.
PASSAGEJI E CAPUXGA. ^
Miguel Jos Barbosa Gnimaraes.
Jos Monteiro de Slqueira.
Jeronvnio leanuim Piusa de Oliveira.
OL1NDA.
Angelo Bantista da NasciraenH.
IUz Jos l'inio da Costa.
Antonio da Cruz Ledo.
Hecife, ti de setembro de 1809.
Francisca Joao de Barros,
Provedor.
(SEM LIMITE.)
Na travessa da ra
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se qual- B
qiier qnanlia sobre onro,
prala c pedras preciosas.
O dutio (leste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condicoes de ga-
rantir a transaccSo que se fizer em
sna casa, prometiendo todo o zelo
e considiM-acTio s pessoas que se
digoarttu de honra-lo emsen esta-
bclccimeiilo.
Na mesma casa compra-so ouro,
prata e brilliantes.
Maninwa
CASA FELIZ
Aos 20:000^000
IToUeeifearcoda Coucci Os abaso assignadoa tsndo-se habilitado na
forma das leis icm espostu a venda os seus feli-
zes billietes das loteras do Itio de Janeiro na casa
cima aonde se pagarla as sortes que sahirem
no mesni bilueto com o descomo da lei somente.
PRECOS.
Bilhole inteiro 2i0O0
Meios l-5000
Quartos C000
E de 1005 para cima a 22 o hilliete.
Figueiredo & Leite.
Hospital portuguez de bene-
ficencia em Pernambuco
O provedor do hospital porluguez de beneficen-
cia em Pernambuco pede a todos os seus collegas
da junta administrara, c a sociedade do mesmo
hospital o caridoso obseguio de comparecerem
aos actos que no da do seu aniversario 19 do
crrante mez, torao lugar no referido estabeleci-
mento do Cajueiro, aonde luds os habitantes des-
ta cidade,aos quaes convida, encontrarao nmafesti
vidade toda humanitaria, o,anda mais se no altar
a beneficencia depozerem o bolo aben^oado para
minorar os toffrimentos dos que gemem no leito
dador.
Rocffe, 17 de setembro de 1869.
FrauoiM Joo de Barios,
Provedor.
Nula.- das cacas liliaes do banco do Brasil
trocam-se com mdico descont, na loja de Manoel
Soares Piohoiro, praca da Independencia n. 2i.
GRANDE HOTEL
Ra larga do Rosario n. 44
Especilidade na preparacao dos gneros ali-
menticios, promptidao e asseio as encommendas
boa organjsacao no estabelecimento. Hecebem-
M assignaturas para o ustabeleciiiienlo e a domici-
lio, facilitase a leitura de jornaes nacionaes e es-
trangeiros. Espacosa sala para o elegante jogo de
Minar, e ha decente e commoda hospedagem.
Companhla Peruambncana
De ordem do conselho de direccao da conipa-
nhia Pernambucan.i se faz publico que somente
at o dia 30 do crrenle mez serao aceitas assig-
naturas de accoes da mesma companhia cuja
emisso se acha annunciada. Pemrmhuco 2 de
setembro de 1869.O gerente. F. F. Burges.
SBSMT"
Na ra estreita do Kosario n. 35, pri-
meiro andar, casa de urna familia que for-
nececommedorias precisa-se para todo o ser-
vico de casa e ra, de serventes livres ou
escravos, preferindo-se estes.
Aluga-sc a casa n. 28 da travessa de S. Joo
com 2 salas, 2 quartos, quintal e cacimba, prco
de 115000 : a tratar no mesmo lugar.
Precisa-sede um calxeiro de Idade de 16 a
18 annos : na ra da Cadeia-nova n. 7.
Ama de leite.
Preeisa-se de una ama do leite : a tratar na
ra da Imperatriz n. 33, loja de marcineiro.
Aluga-se
urna casa em Heheribe : a tratar com J. I. de M.
Reg, ra do C.ommercio n. 3i.
Xa travessa dos Kxpostos, sobrado n. 18, Io
andar, faz-se comida para fura, lava-se roupa e
engomma-se. tudo com asseio e promptidao.
Preelsa-se de urna ama para engommar e
andar com meninos : na ra da Cadsia. n. 10.
As Sras. Maria Jos Cervilha de Mello e Isa-
bel Rozinda de Mello, tem urna carta vinda do Rio
Grande do Norte, no largo do Corpo Santo n. 6,
armasen.
Ama
Preeisa-se de urna ama forra ou captiva para o
servico interno e externo do urna casa de peque-
a familia : na ra dj Copecicao n. 45.
Na ra da Cadeia n. o'.l exi.-te urna caria
para o Sr. Dr. Pedro Alfonso de Mello, e oulra pa-
ra o Sr. Basilio Moraes de Miranda Va.ejao.
Aluga-se o sitio da estrada da Torre, com
excedente casa de morada, a qual assobradada
na frente e tem cocheiras para carros ejcavallos e
quartos para prctos, baixa para capim p arvores
de fructo : a tratar na ra Jjra n. 12>Joa_jie
fazendas. ")
O abaixo assignado, como herdeiro dos bens do
casal de Manoel de Jess Jordao Caldeira e Paula
Maria de Fraga Caldeira, faz ver ao respeitavel
publico e a commissao de emancipacao de cscra-
vos menores, autorisada pelo governo da provin-
cia, que nao aceite qnalquer proposta de alguns
escravos pertencentes ao dito casal, pois pretendo
jiropor arc^ao em juizo contra qnalquer transac-
cao ou negocio que lizef de semelhantes escravos
e bens, tendo j protestado percas e dainos mes-
ma commissao, relativamente dnas escravas de
menor idade de nome Margarida de quatro annos
o Rosa de dous ; e para que ninguem se chame a
ignorancia, faz o presente, procedendo contra
aquelles em juizo, se o contrario o lizer. Recife,
9 de sotetnbro de 1869.
Manoel de Olegario Jordao Caldeira.
ESCRAY.
Precisase alngar para cezinhar: a tratar no
Cora cao de Onro, na do (aliaga.
Attenco
O Sr. que trouxe da provincia do Para, pelo
vapor Porua, chegado no lim do mez prximo
passado, una carta para o Dr. Candido Valeriano
da Silva Freir, e una encommenda para D.
Anna Candida da Cunha Freir ; loaba a bonda-
de de dirigir-se ao largo do Carme n. 18, pri-
meiro andar, on declare sua morada.
Precisa se* alugar urna escrava fiel para
vendas de taboleiro na ra, ou ainda mesmo
forra para o mesmo fim, paga se bem agradando,
o juntamente aluga-se um moleque de boa con-
ducta na ra da Prala n. 66.
xymn.
Precisa-se alugar urna ama livreou escrava, de
muilo hons costnmes, para servir de eompannia a
una senhora e fazer algnm servido de casa : d-
rija-se ra Bella n. 37, sobrado de dous an-
dares.
As Sras. Mara Jos Cervilha de Mello e Isa-
bel Rozinda de Moli tem una carta vinda do Rio
Grande do Norte, no largo do Corpo Santo n. 6,
armazem.
PADARIA
Precisa-se de um forneiro o dous ama^sadoesr
parapadiria, fow (Testa provincia : tratar na
ra do Amorim n. 37.
Precisa-se de um forneiro e um ainassador:
na padaria alloma de Santo Amaro.
S E. Don Casto Mendos Aunes.
(Q. E. P, D.)
Falleceu a 21 de agosto de 1869.
Ron Juan Buson, vice-consul de Espaa, supli-
ca a sus amigos y com especialldado a sus com-
patriotas, se dignan asistir a algumas missas f-
nebres que, en sufragio del Ilustre finado se cele-
brarn el martes 21 del corrente a las 6 1/2 horas
de la maana en lajoarroquial ingleza de Buena-
Vista, x desde ya agradece a todas las personas
que se digna rain a ese acto religioso.
Maria Bernardina Monteiro, seus netos, (ilhas e
genros, e Antonio Ferreira da Rocha Leal tendo
recebido a infausta noticii do falleciraonto em
Lisboa de seu genro, pai, cunhado e irmo, Fran-
cisco Ferreira da Rocha Leal, inandam, no dia 18
do corrente. celebrar missas poitj sua alma, na
matriz do_ Sanio Antonio, a principiar s 6 horas
da manhaa, para o que convidam os seus paren-
tes e amigos, e aos do finado, e desde j se con-
fessam agradecidos por esso acto de caridade e
rel;io. Recife, 18 de setembro de 18G9.
Sania Casa de Misericordia do
Hecife.
A Illa junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife, recebe proponas na sala
de suas sessoes, no dia 16 do corrente, pelas 4
horas da tarde, para o fornocimento do carnes
verdes que tem de consumir os estabelecimentos
a seu cargo, no trimestre de outubro a dezembro
vindouro.
Secretaria da Santa' Casa de Misericordia do
Recife, lo de setembro de 1869.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Sovza.
Convite.
Sao convidados os moradores da heroica fre-
guezia do Poco da Panella, para so reunirem no
domingo 19 do corrente, s 10 horas da manhaa,
no hotel do Monteiro, atim de tratar-so dos festejos
patriticos que a dita freguezia deve fazer,
quando chegar a grata noticia da terminacao da
guerra que sustentamos no Paraguay.
Aivocacia
O bacharel Francisco Gomes Prente
mudou o seu escriptorio de advocada
para a ra do Queimado n. 18 primeiro
andar, onde pode ser procurado das 10
horas da manhaa as 3 da tarde.
Precisa-se alugar um preto ou um molegue de
16 annos, escravos ou livres; na relinaco da ra
de Hortas n. 7.
Precisa-se de urna para cosinhar para rapa-
zes solteiros; na ra de Hortas n. 7 relinaco.
ATTENCO
o
Manoel a Silva Jacome Pessoa procurador bas-
tante nesta provincia daxma. Sra. D. Joaquina
Maria Lira, da Para'>yliP do Norte, precisa saber
onde se acha o Sr. Joao Pereira de Castro, Lima
herdeiro do casal da mesma senhora. O annun-
ciante pede quem pos dar tal noticia, se digne
faze-lo nesta typographia ou a ra Vclha da fre-
guezia da Boa Vista n. SI.
Precisa-se de alugar um preto, paga-se bom
alluguel ou mesmo da-se alguma quantia adian-
tada; a tratar no Pateo do Terco n. 63.
Precisa-se allugar urna escrava que saiba
cosinhar e emgommar ; a tratar ra da Cadeia
n. 34 2." andar.
Paga-se 500000 a um bom caixeiro com
pratica da taberna e todas as mais qualidades pre-
cisas; na ra do Aljube n. 21. Na mesma casa
tambem se precisa de urna ama para o servico de
casa de homem solteiro, a tratar na mesma.
O Sr. Dr. Manoel L. da Cunha Maciel lein
cartas na ra da Madre de De n. 1.
\m
Precisa-se de urna de boa conducta para tratar
do arranjo de urna casa com todo o aeeio de um
moco solteiro, que saiba bem lavar e emgommar
para elle s e cosinhar para 3 pessoas : quem es-
tiver n'estes caso. dirija-se pateo da Penna n. 10
que se dir quem precisa.
Aluga-se um boa baixa de capan : n
Capunga, a tratar na casa n. 22.
Aos 20:000^000
I DA PEUCIDAOE
--Praca da 1 ndeeadcnc!a- 9
Os abaixi' signados tem exposto a venda os
seus relizes bilhetes da j lotera em beneficio do
Monte Po Geral (z9i). cujas listas sao esperadas
at o dia 21 do corrente, sendo os premios pagos
vista das listas.
Foram vendidos nesta casa alera de ontros pre-
mios o tul hete n. 289 com 20:000*000, n. 749
com 800, e 3941 com 2005000.
__________Veras & Darbedo.
Olferece-se para caixeiro de armazem do
molhados ou de assucar, um rapaz porluguez com
pratica dos meamos, dando Banca do sua conduc-
U : a tratar na ra do Rangel n. 10._______
Ama
Precisa-se de urna ama para I ivar c engommar
s outra para cozinhar para ponca familia : na
travessa dos Pires n. 2i. sitio do Giriqnili.
CASA Di WT!
Aos 4:0001
Bilhetes garantidos.
\ ra do Crespo n.23 e casas do costme.
Acham-sc a venda es felizes bilhetes garanti-
dos da 10a parfe da lotera a beneficio do patri-
monio dos oiphos (120), que so extrahirsab-
bado 18 do corrente mez.
Procos.
Os do costme.
_____ Manoel Martins Finza.
ATTENCO
Na ra da Cadeia sobrado n. (5G se dir
quem vendft'nma escrava, bonita flgura
com babilkifittes, garanle-sc niio ler vicio
algdm.
Ama de leite
Precisare com toda urgencia de nma ama de
leite : na travessa do Veras n. 15, 1" andar. Nao
-e olha a prego.
Precisa-se de um criado para todo serrino de
hotel, paga-se. bem, prefere-se escravo : a tratar
na roa estreita d.i Rosario n. II, hotel Lisbonense
CSTREIRA.
Cose-se costuras de alfaiale a moda fran-
cesa, por preto commodo, na ra Augusta
n.M2, e d-se llanca sobre as mesmas.
Aos 20:000^0007"
Bilhetes do Rio a venda, ra do Cabug n. 2
Casa da F. Precos do eostumo.
CAHA D.l FK.
AMA
Precisa-se de urna ama para o servico interno e
externo de uma casa de pequea familia, prefere-
se escrava : na ra das Cruzes n. 28, Io andar.
Attenco
Precisase de oOlciaes de caldeireiro e latoeiro :
na ra do Brum n. 54._______________.
Precisase alugar um criado ou moleque de
idade de 12 a 14 annos; na ra da Cadeia do Re-
cife n. 53, loja de chapeos.
Precisa-se de uma ama de leite : na ra da
Imperatriz n. 18, preferindo-se do mato e sem
albos.
Alug
a-se
O sitio da estrada de ferro com excellente casa
de moradia a qual sobradada na frente, tem co-
xeiras para carros e cavallos e quartos para prc-
tos, baixa para capim e arvore de fructos ; a tra-
tar na ra Nova n. 12, loja.
Innocencia Gulhermina da Conceicao Campos,
Manoel da Costa Campos, Joao de Medeiros Rapo-
so, Claudino Jos Raposo (ausente), Francisco de
Medeiros Raposo, Joaquim de Medeiro3 Raposo,
Joo do Amara! Raposo, Joo Martins da Silva
Vilella, Jos Lopes Albeiro e Joaquim Lopes Alhei-
ro, agradecem de lodo o coracao a todas as pes-
soas que tao obsequiosamente se dignaram de as-
sistir ao funeral do seu mu i prezado marido, ir-
mo, genro, cunhado c primo, Joo da Costa Cam-
pos. De novo rugam aos seus amigos e aos do
finado, o caridoso obsequio de assistircm os actos
do stimo dia, que constara de missas e memento
solemne, que lera logar na matriz de S. Jos, no
dia sabbado 18 do corrente, pelas 7 horas da ma
nlia. pelo que desfle j manil'estatn sua gratidao.
A fabrica de lotiza do Barbalho
da villa do Cabo.
A fabrica de looca que existia na villa do Cabo,
em trras do engenlio Barbalho, a qual foi premia-
da pela exposico nacional de 1861, propriedade
do tenente-coroel Jos de Moraes Gomes Ferrei-
ra, nao existe ha muito, a ultima cheia do F'ira-
pama levou o que de resto baria ; assim nao sa-
bemos como della possa vir louca para ser depo-
sitada e vendida em um novo armazem que se
abri ra do Imperador! !
Pedimos a 'explicaran deste inigma.
Na ra da Concordia n. 130 vnde-
se muito boa farinha de mandioca em sac-
eos novos viuda da Escada no dia 15 do cor-
rente, faz-se differenca comprando-se 50-$
para cima.
Sociedade patritica Doze de Se-
tembro.
A commissao central, convida a todos os Srs.
menibros das commissoes parciacs, encarregados
da organisacao das batalhoes patriticos, a compa-
recerem no salo do Club Pernambucano na 2a
fcira 20 do corrente, s 6 horas da tarde, para
tratar-se de negocios relativos ao fin da sociedade.
Secretario,
A. Lamenha.
Caixeiro
Precisa-se de um homem para caixeiro de uma
padaria, que tenha pratica e de fiador de sua con-
ducta : no pateo do Terco n. 38.
Grande armazem de fazendas e roupas feitas rna da Imperatriz
n. 52, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sqjjtimento
de roupas de todas as qualidades, palitols de alpaca a 3$, 35500 at 6>. Wlos de
merino, ditos de casemira de cores bonitos poslos a 5>, 6$, 8;5 e 10J, de panno preto
sacos e sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
e de cores de 35500 a 55000. Calcas de brim de cor linas e ordinarias, ditas
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e prela de 4>, 55, G> a 155. Golletes de todas as qualidades e preco muito
barato. Completo sortimento de camisas francezs de algodao e de linhu de 25 al 5^
uma. Sortimento de seroulas francezas de algodao, de linho e bramante a > e 25500.
Grvalas (mantas) novissimo gosto a tolos os precos. Metas sortimento completo a 35.
W at 75 a duzia.
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarrega-se de qoaesqoer obras de encommenda tanto para homem, como
para meninos, e com brevidade, por isso que tem um bonito sortimeolo de fazendas de
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos linos e outras umitas a-
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de 11 palmos de largura a I-S8O0 o metro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as cores a 610 rs. o covado.
I'nil ile-chvre com lista da seda fazenda de gosto a 15200.
Basquincs de guipure enfeitadas a 185000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolao fino a 65500, 7-S, 85 e 95000.
Algodo peca com 20 jardas a 45500, 55500 e 65000.
Peca de algodao largo a 75500.
E outras muitas fazendas que ser enfadonbo mencionar Cheguem ronpa
feita que se esl liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto loja de onrives)di-
LEflO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
COQUES HE (HUELLOS.
CHEGO pelo paquete francez Esiramndure, um novo e completo sortiinenlo
de COQUES DE CABELLOS (k ultimo e purissimo gosto de PARS.
ANDRE DELSUC,
Cabellelreiro.
7 A, ra do Crespo, primeiro andar.
Superiores sedas de cor e hsiras a 15600 o covado.
Lindas poupelinas de la, com grande variedade de cores escuras e claras a
560 rs. o covado. .
Pecas de musselina branca com salpicos e com sete metros cada peca, pelo ba-
atissimo preco de 45000 a peca : na loja das Colnmnas, ra do Crespo n. 13,|,de
Antonio Correa de Vasconcellos & C.
\MA
/
Precisa-se de uma ama para lavar e engommar,
e outra para cezinhar para urna familia eslrangei-
ra : tratase no largo do Pelourinho n. 7.
Aluga-se
parte da frente do primeiro andar da roa do Im-
perador n. ;I2.
Beberibe
Aluga-se uma casa na povoacao com trastes :
na ra da Imperatriz n. to. w____________
Irmandade do SS. Sacramento da freguezia
de Jaboato.
O abaixo assignado.de ordem do irmao juiz,
convida a todos os irmos desta confraria para
que se rennam no consistorio da igreja matriz
desta freguezia, no domingo 19 do corrente, afim
de ouvirem ler o termo de approvaeo dado pelo
Exm. e l\vm. Sr. Bispo diocesano ; e em virtude
dessa mesma approvaeo eleger-se a mesa defin-
liva. Jaboato 16 de setembro de 1869.
Jos Francisco do Reg Barros.
M
Para festa.
Aluga-so um sobrado de um andar na ra do
Amparo n. 22, em Olinda ; para ver, podem pedir
a chave na taberna do Sr. Guilherme, junto do
mesmo sobrado, e para tratar, na praca da Inde-
pendencia, loja de calcado ns. 37 c 39._________
Precisa-se de um bom cozinheiro, homem ou
mulher, com tanto que entende da arte, paga-se
bem : na ra Nova n. 25.
Ama de leite
Precisa-se de uma ama de leite : no Corredor
do Bispo n. 23.
AIKRATR1Z
REGEWE.
Com esta dominacao veio pelo ultimo vapor ri-
quissimos corles de fular de seda de duas saias
bordadas a seda frxa, ultima novidade em Paris :
as Exmas. Sras. que quizerem verou mandar bus-
car para amostra, dirijam se ;i loja do Paco, ra
do Crespo n. 7 A. .No mesmo estabelecimento ha
um comp eto sortimento de pannos de croxe e
para guarnirlo de cadeiras, sofaes, jardineiras, e
tambem ha para bandeijas riquissimas toalhas de
labyrintho da trra (Cear)._________________
' Os consignatarios de 3o caixas com cerveja
marca diamante L, a 33 viadas de Londres no bri-
gue inglez Rio Grande, entrado em o ue jullio do
corrente anno, consignaaas ordem, as qoaes se
aeham depositadas na alfandega, queiram vir em
casa de Vasso Irmos pagar o frete das mesma*.
Cozinheiro.
Na rna do Amorim n. 37 precisa-se de um co-
zinheiro que seja bom.
Precisa-se de uma ama livre ou escrava, que
saiba cozinhar e que seja de boa conducta, para
um sitio na Passagera da Magdalena : a fallar na
ra Nova n. 44.__________________________
Quem tiver para alugar uma ou duas escra-
vas de todo o servico, inclusive de vender na ra,
annuncie, para ser procurado, ou dirija-se aos
quatro cantos em Olinda, taberna do alferes Joa-
quim Rabello Pessoa de Brilo.
Aluga-se um moleque com 13 annos de
idade que sirva para compras e mandados; na
rua_Direita n. 28 segundo andar._____________
Aluga-se urna casa terrea na ra Augusta;
a tratar na ra Direita n. 106.
Precisase de urna ama para cosinhar e
comprar ; na ra do Livramento n. 24, loja.
Prccsa-se de uma ama somente para cosi-
nhar ; na ra de Hortas n. 94, sobrado.
Caixeiro
FElTOli
Quer-se um feitor que entenda de horta e jar
dm para um sitio perto desta cidade : dirija-se ao
largo do Corpo Santo n. 19.________________
Cosinheiro
Precisa-se de um bom cosinheiro, forro ou es-
eravo, no collegio do Bom Conselho, ra do Hospi-
cio n. 36.
Precisa-se de um pratico de taberna : na rna
de Santa Rita n. 1.
A commissao administrativa da confraria de
Nossa Senhora do Livramento, convida a todos os
irmos para mesa geral afim de procederem a ele-
cao de juiz, no dia 19 do corrente as 10 horas da
manh. Recife 16 de setembro de 1869.
Joao Manoel Lins da Rocha
Secretario da commissao.
O Sr. Secundino Prediliano Gomes de Olivei-
ra, mande buscar urna carta que existe na loja da
ra Nova n. 50, e pagar o importe deste an-
nuncio.
Aos laboriosos.
Concei tam-se.
sob llanca, machi-
nas de* costura,
com perfeiro t-
presteza, fazen-
do-se mesmi'
qnalquer pee;,
que por ventun.
se quebr; assim
S como machinas a
apor, cylindros
t de padaria ouou
**." tro qualquer ma-
__r chiuismo tenden-
: | le a industria de
paiz, sob as mes-
mas condicoes cima : na ra dos Patos n. 8.
Na praca da independencia n. 33, se d di-
nneiro sob penhores de ouro, prata e pedras pre-
ciosas, e seja qual lr a quantia : na mesma cas;
se compra e vende objeetos de ouro e prata, i
igualmente se faz toda e qualquer obra de encom-
menda e todo e qualquer concert tendente :
mesma arte.
O advogado
Alfonso de Albuquerqne Mello mudou o seu es-
criptorio para a ra das Cruies n. 37, defronte di
typographia do Diario.
RA
esquina
[da ra larga do
Erario.
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,
e vende por precos que nenhuma outra casa pode vender.
vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencer daverdade.
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por prepos muito ele-
vados.
AJ loja esta aberta at s 9 horas da noute.
3C
esquina
da ra larga do]
Rosario.
nal


I
WM



Diario de Pernambuco Sabbado 18 de Setembro de 1869
0 .VYME, tend. cm vista sempre apresentar novas mclhoras em seu esta-
bslecimento de cabelleiro ra do Queimado n, 0, acaba dj preparar cora decencia
e gosto, %u sala especial onde o respeilavel publico, cora corteza, encontrar! o que
ha do primor ora perfumaras, bijoterias, flores e tinturas para cabellos etc. -Jcs mais
afamados fab. tutes de Para e Londres. Ello conscio do que o que cspeodc a pur
verdade, espora que o seu estabc-icimento seja visitado por seahoras o cavaibelros,
paca o que pesd sao vahdos.
Mikroskope acliroma-1 C^Vcx*^^^
seben. Obietiv Lio- ,, \T~)
seo.
Baroraetre e termo-
inetre. Centigrade
e reuuraeure.
isso c
no sei
honrado
19Ra Nova19
FRE1IERICO AUTIER
cirurgiao-deniista, muito conhecido ha dez annos n'esta .idade, pela perfeico dos seu>
trabalhos, tem a honra de participar ao respeilavel publica que tendo feito muitos roe-
Ihoramentos na sua casa, podo d'hora avante receberas senhoras no seu gabinete ond(
charlo os conimodos precisos para familia.
Acha-se tambem na sua casa e na sua companhia, o scu sobrinho o discpulo
o qual acaba de voltar do urna longa viagorn a Europa, durante a qual pralicou coa
feliz successo as primeiras casas de tarta e de Londres, offerecendo assim as melhoret
garantas do bom desempenho para tudo o que for relativo a proisso : por
annunciante pede aos seus amigos e clientes que por acaso o nao encontraren!
gabinete, de-positem no dito seu sobrinho a'mesma confianza coin T|ue o tem
a dez annos.
Dentaduras por tolos os systemas: a presso do ar e com molas de ouro, platin*
vtilcanite e um ntoiramenlc novo n'esta cidade.
Cura radical dos denles cariados.
Chumbagons (obturaces) com ouro e com massas diversas, segundo os casos.
Remedio para acalmar as dores de denles.
Agua e i'is denti lucios fabricados pelo proprio annunciante, o quelbe permilte. afiac
Car sua boa qualidade.
Escovas para dentps. etc.
Perfeicao de trabalho e presos moderados.
Viagens para fra mediante ajusto previo.
O gabinete acha-se aberto das 8 horas da manha at as i da tarde de lodos >
das otis.
N&O FOt PRECISO AGUA BENTA
O demonio mudou-so por sua livre e espontanea a onlade
VIVA 0 DA de s. baivholomeu
/agora mngucm presuma que fot um di monto qualquer, fui
0 BQM DE
AMDRE DELSUC
7
CABELLE1HEIRO
A Eua do Cre>po1.' andar 7 A
ESCONTRAR-SE-HA sempre r-iesle estabclecimcnlo um variado e. bonito sorti-
mento em perfumaras 'rancezas e inglezas cuja lista damos aos leitores.
LUYAS .Marca garantida do JOl'VIN.
EXTRACTOS.De superior qualidade marcas LUBIN & GOSNELL.
DITOS FINOS.em frasquinhos proprios para presentes Lubin Gosnell.
POMPADASBanba tina de varios elidirosLubin.GosBelle, Societ Hyginique
SABONETES finos para toiletteLobm & Monpelas.
EAU DENTFRICA.agua para limpar denlesSociet Hyginique Lubin A D.
E crystal de rocha do Brasil.
F. ti. Cerinanii. rccommeuda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeicoa-
dos; porque, coa este:, vidros, a vista descanca, forfica-se e nao a canea como cjui
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obrigado a muda-Ios todos os annos e os ter
cada vez maiS'grossos, o que altera o crystalino do lho o determina quasi sempre do-
res de caneca. O alcance ordinario da visla perto de 30 centmetros do lho, e,
todas as ver que o objecto est mais perto ou mais loage, os raios que exilie s5o
mui convergente ou fcui divergentes e a visio nao perfeita. Um grande numero de
pessoas tem <> defeto de faier convergir muito de sorte que a viso nao dstincta.
Com a applicacao de meus vidros pdense vencer estas dfliculdades. Para os que tem
a vista curta o rujo crystatino 6 mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
luiise), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponto de
vista, o que faz divergir os objeclos e deixa ver lo longe como as outras vistas. Qoan-
do o crystalino muito chato, o que suceede aos que tem ebegado a urna certa idade,
o que se chama presbyta, vem melhor de longe que de perto, e nao enxergam seno
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergarao
tao distinclamente como na idade da 15 annos. Servindo-se desles vidros quando a
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
I\ !. Germana encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a es-
colhcr, a pi imeira vista, soja qua for a idade e grao de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? 7
Para a vista myope, (vistacuita).
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras iremem
de fraqueza.
Para a vista que os olhos sao desiguaes.
Para a vista que se turva com o traba-
lho c a le tura.
Para a vista presbyta (vislagalon ).
Para a vista que nao supporta os raios
solares nern grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista flue as palpebras esto cer-
cadas de sangue.
Para a vista que um dos olhos myope
e o outro presbylo.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olho se cobra de catarata.

Sortmei.;o de binculos
para thealro, o oculos de
alcanc) para o campo e tna-
rinha.
Tem
Lunetas, pince-nez e
face--main, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ac,
etc., ele.
rologios para parede, que do horas e para
tambem grande sorlimento do
cima de mesa dos mais lindos modelo Relogioit para algibeira, de ouro, prata, prata
dourada eloieadd, mglezcs, suissos e orisontaes dos memores e mais afamados fabri-
cantes.
itae m orn*&n i> a rclalbo. Em Pornambuco.
N. 21=Rua NovaN. 21.
Vendas em grosso e a rclalbo.
l'ierrc.
BRILllAM'INA.pava lustrar a barba e os eabeHosLubin.
AGUA BE NOLONHA.Marca verdadeira de .Io3o Marina Farica.
C08MW1CO,cherrosoLobin.
POZ DE ARROZ.-dito -Lubin.
1IUTLE DE SENTEUROleo para consorvaco dos cabellosSociet Hyginique
ESCOVAS FINAS.para cabellos, denles e unhas.
BLAIREAU.Pincel para barba.
GRANPOS.para cabellos. *
REOES INVFSIVEIS.para cabe*.
GRAVATAS LLNDISSIMAS. do melhor gosto.
BENGALAS.de phantasia, para passeio e de diversos lmannos etc., el.,ete.
A la parumerie I'arisienne.
7 A RA DO CRESPO !." ANDAR 7 A.
(MEIMIA DOS WtVtZES
16 RA DJ CRUZ-16
Ha diariamente sorlimento de bollinhos para cha, fiambre, pastis de difieren
tes qualidades, vinhos de superior qualidade, cha Hisson preto, e miudo, o melhor qm
se pode encontrar no mercado, amendoas confeitadas, xaropes refrigerantes, doces d
calda, etc.
Incumbe-se do encomiuondas para grandes janlares, bailes, baptisados e ca-
samentos, a saber:
Pecas de nougat. Pes-de-lot enfeilados.
Ditas de po-de-lot. Bollos idem.
Ditas de tmara de ovos* Pratos de doce de ovos.
Ditas de caramilo. Tortas folbadas de crme c carne.
Bandeja com armacao de assucar. tmpadas.
costIira E MODISTA
MADAMA LECOMTE
Com loja na ra da Imperatriz n. 7.
Tem a honra de partecipar ao respeilavel publico e em particular seus fregue-
zes, que. pelas iclaeoes que acaba de encetar com algumascostureirase modistas das mais
afamadas de Pars, que todos os mezes Ihe mandam figurinos, de vestidos, man-
teletes o chapeos que esli no maior gusto e mais modernos, se acha habilita-
da para fazer vestidos para passeio e visitas, bailes e casamentos. As senboras que
abonraretBcomasuafregu;v.a, nao deixarao de ser satisfeitas, tanto pelo bom goslo, como
pola barateza dos precos e promptido na entrega das encommendas ; tambem tem bo-
nitos enfeites muito modernos e do Jpdasas cores. Fazenvsa chapeos de todas as qualidades
Unto de fil como de palba.
Mas n:*io sahio da Boi-Yista
CHEGOU-SE AT PARA WAIS PERTO DA MATRIZ
ESQUIRA DA RA U ABAGAO R. 32
Como garboso se ostenta
Como lepido se mostia
E as diabluras que faz!!!
Negra tranga no co.lo lbcondeia
* Salta briza ao mago desdem :
i Deita a fronte n'um peito e conhece
< Quantas maguas o seio conlm.
Esta linda e gentil creatina tambem
Oueijos, manteiga e cal,
Vinho, cha & bolaxinhas,
Doces seceos e licores.
De Nantes boas sardinhas.
Tudo barato
Para agrada ,
VeohaiD froguezes
Que bao de gosiar,
N. B. Brevemente sera annunoiado o da, cm que este importanu m mt>-
Ihados ter principio a pratica de certa diabrura.quo admira: mais do que o TEMPORAL
na BONANCA da ra do Queimado. Por ora venham os freguezes visitar o nossD es-
tabelecimento, comprar os nossos supereres gener s por precos muilo asoaveis.
Manleiga ingleza flor a 133O por 500 Vinbo bordeaux em caixa, 7^000.
gramma?.
Dita dita a I o00 idem.
Dita dita a 1000 idem.
Dita franceza a 900 rs. idem.
Batatas novas a 100 rs. idem.
Cha lino superior a :i:joOo idem.
Dito dito a 3500 idem.
Dito dito a 3000 idem.
Arroz pilado a 120 rs. idem.
Caf de caroro a 20<3, 240 e 280 rs.
idem.
Milho alpisla a 210 rs. dem.
Toucinho de Lisboa a i(K) rs. idem.
Vellas estarinas, masso 720.
Potes com sal refinado a 400.
Ervlhas franceza em manteiga, 900 rs.
a lata.
Fructas portuguezas em calda a 000 rs.
a lata.
Ditas s de pect gos maiores a oOO rs. a
lata.
Tijolo para facas a 120 rs.
Cliocolte esp 'liol a (000 o masso.
Frascos un conserva a 900 rs.
Ditos dita de moscarda a 800 rs.
Latas i'.Mii carne de orco a 8K) rs.
Saidiiihas de Nantes em manteiga a 800
rs. a l.ila.
Copos finos para agua, duzia i$s(K).
Garrafas linas para meza, o par K#606.
Cognac engarrafado a 800 rs.
Azeite francez engarrafado a L)000.
Presunto em barril a 480 rs. por 500
grammas.
Vinagre branco engarrafado a 400 rs.
Bolaxinhas de ',flfenles mrreas. i
idioo.
Fosphoros de seguran^, mass 500 rs.
Banha de porco a 720 por 500 grammas.
Vinho do reino, garrafa ; I/000.
Charutos do Lima a Sj t Co a caixa.
Sabaode massa a 240 rs. or 500gxau>
mas.
Latas com ameixas a 1 I ,,500, 8IH
e 31600.
Ditas de manteiga a IbbO.
Ditas juliana a 1,> por 300 grammas*
Frascos com maceas secett a 200O.
Scrveja de differentes marcas, duzia tf>.
Tapioca do Maranho a 240 rs. por50t>
grammas.
Farello em sacca com 21 \os por a^.
LiguifHS e paios a 800 ;;. poi 500 gram-
mas.
Gz, Ida a 8(5500.
Dito cm garrafa a 4lK) re.
Latas de lixe a 800 rs.
Bolaxinii;ts beato Antonio a !20alai.
Lats de pao-de-l a 900 rs.
Bter em garrafas a 800 rs.
Licores tinos como cora ol, amisade, e
outrat nuitas marcas a lOOOrt.
Eslrilinbas para tupa aKK) rs. pur5 grammas.
.Marrasquino de zeroa l#a garrafa.
Massa
mas.
de tomate a 720 por-KOyraa-
Os proprotarios garantem i.ido quanto cima est especificado, adverte a todos
que nao conhecem o poso de 500 grammas, mais de urna libra, e se e ;' -ara qttettes
que nao entendem.
TEJAM QUE DIABRUBA
Tirar premio sem comprar bitheies
Isto s pode ser arles do
II'!
AS BOUBAS CURADAS
E
Todas as molestias syphiliticas.
PLI.0
ELEXIR 00 DR. SEVIAL
nico depurativo sem-mercurio que tanta acettacao tem merecido no _.
sil, as repblicas do sul e na Allemanha especialmente para cura das boobs,
sarnas, rheumatismo, U>4as as molestias syphiliticas c em gcral todas oqueflt
provm da cmptireza do sangue.
NICO DEPOSITO
NA
Pharmacia e drogara.
Il K
Barthotomeu a- C.
34Raa Larga do Rosario84
Estdecidido=o inundo marcha!
Lciam=a 111 u i re ni
E...... cspalliem pelo universo
SE TAO EXTRASHO ASSWPTO CABE EM VEHW).
BOAS FESTAS SEM CUSTAR DINHEIRO
" (]ie pe "iukciia :
No intuito de fazer ams fallada o bom ukmomio resolvou ...iosear tfera
em dianle com um bilbete a qualquer pessoa que de urna vez lhe coi.iprar BjfOtt
gneros, com dous a qtiom comprar I0.'5000, e assim por diante sempre um bi-
por cada oMXM).
Cada um dessos dados de ma beijada proporcion-r ao porta -
o direto de receber um dos premios abado mencionados, se a roda da fortuna Ibe
propicia coincidindo o numero do dito billiete cora o do que tirar orna
maiores da Ia lotera que correr esta provincia no mez de dezembro v
MIRO HUID
I gigo de champagne, valor....... 3OA0O0
1 caisa de vinho do Porto (Meneres).. 23QM)
1 duzia de garrafas de cereveja (Bass) O^OOC
1 presunto de fiambre............ 15AKK
i queijo praO................... (i5I00(i
i dito tlamengo.................. 3OK
latas de marmolada tina.......... 65000
l caixa do pagas................. 85000
10GW
ias tres sj
louro.
^
^-l
DA BOA-VISTA
1/2 gigo de ehimpagne, valor............ I50uu
0 nsrrafes de vinho do Porto (Meneres)... HSOi>
G ditas de cerveja (Bass).............. ijMMO
1 queijo prato....................... (,5(MHt
1 dito fiamer.go...................... 35000
1/2 caixa de pagas..................... 45000
6 latas de marmelada................. 65000
505000
&3
IOJA O
DE (^
UPADLO FERKANDES DE I. GUIMRAES--
SOH A DIRBigAO DO MUITO HBIL ARTISTA ^t-
^
&H
ALFAIATE PEDRO
IB..
0 garrafas de vinho do P.trto (Meneres), valor.. H5AKI
6 ditas du eerveja (Bass).................>. ii*fe>-
^ uueijo prato............ .............. t100
1/2 caixa do charutos de Simas............... 3500(
255000
MAIS DIABRURAS

Nesti ifhcina encontrarao os respeitaveis freguezes um dos primeiros artis-
tas- osle j Ix'iiv e-herido (com gr.nde especiaKdade em fardas), por muitas pessoas
gradas desta cidae.
0-im estabclecimenio se ach mnnido de um completo sortimento de
faaendas, do que ha de melhor no marcado, proprias da officina.
O grande sortimento de roupas feita que tem, vende e manda fazer menos
20 por cent de que em outra qualquer parte {- dmlieiro).
48 RA DA IMPERATRIZ 48
Junto a padaria franceza.
r
Se a pessoa a quera a sorte houver favoiacido qutzw IrdUC poi ow
os gneros-cima menc*nadot ou- preferirir receber
se ter duvida em sasfazer.
c respeciv wor n dinheiro

Vcnhaxn, freguezes
Da praqa e mato,
Comprar barato
Ao BOM DEMONIO
Fra^a da Boa-Vista n. 32, esquina da mu
do Arago.
\um u
_l



III II I
Diario de Pernambuco Sabbado 18 de Selembro de 1869.
A ESMERALDA
AGENCIA
L0.ll DE .lllltS
PEITOKAL DE CEHEIA
cura nlitisica c lodM as motwaa do peilo.
SALSA PAKIULHA
cura ulceras c cagas antigs, mnigcns e dartos.
TNICO
conserva e limpa os rabeHoA
PILULAS CATHARTCA8
puramente vegctaes e sem mercurio, cura sesc?,
purga.....pin itiram lodo o systema humano: ren-
di-e nicamente u casa do Samuel P. Johnstoo
& C, ra da Senzala-imva n. te
Attenco.
ladisla brasilcsra
Mara Carmina avisa as scnlioras mais
dft familias que 'az vestidos pelos inais mo-
dernos flgoTinos de Paris, lava, arma e < n-
feita chapos d-pallia 011 de seda, lano
para senhoras, como para meninos c mais
barato do que oulra qualquer: no pateo
deS. Pedro n l_. foja.
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado de novo, est as condi-
coes de servir vantajosaraente os seus fre-
gnezes, visto que acha-se prvido com um
expendido sortimento de obras de ouro e
prata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, sujos- presos sao os
mais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
se em troca ou compram-se com pequeo
abate.
Constando ao abaixo assignadh pie a saa mu-
Iher Maria Clu isi;ana Bastos Vianna conduiib
lionteii), 5 do coi rente, ein sua companliia para a
cidade duHceife dous escravos. 1/imelio e Lito,
o primriro Jf "i't a 5 annus ili idade e
ili\ 12, o que os pretendo vender; declai
blieo, para que uiuguein se chame a engaa, que
sua inulher que move eoalra o abaixo assignudo
aofmde divorcio, nao pote, dispr d'eises eaera-
vos, e que o iiic-iii abaixo asiignado dar-se-ba
pretal cm promover pelos meios lgaos a nullida-
de de qualquer negocio que se liz.-r com os refer-
'I i- cscravo8.
Eiigcabo Goyanna Grande, C d sotembro de
18G9. '
vio Francisco GavaloyiLi de .hilbuuwitie.
O agente de ruinpns e voixl.
escravos. Jos .M.irlinsAlves di Cruz adas-
se residindo na na de I Inflas n. 90, protnp-
to a desempenlir.r nio so o sen deverpara
este fim, como para ontros que seus cora-
niitentesojulgnem liabilitado medanle suas
respectivas commissoes.
k DO cura i \. :
ALGODAO
LOJA DAS MACHINAS
do
al-
MVCHIXAS americanas de serrote de todos os tamanhos para descarocar glgodo,
inuit6 conheeido fabricante Eagle Cotton Gin MACHINAS ditas, lamhrtm de serrotes e de todos os tamanhos para descarocar,
godo do autor New York Cotton Gin.
MACHINAS ditas de todos os tamanhos, de carreta de ferro e mais toda a machina.
MACHINAS ditas de Itoller Gins, de cujo trabalho faz obter mais
d algodSo.
MACHINAS de facao do fabricante Plalt B. & C, Obdhan PatcntLiverpool.
Todas estas machinas sao de superior qualidade e as melhores que tm
i ao mercado ; e para a sua apreciarlo eonvidam-se os senliores agricultores _
virara a exposicSo das mesmas na ra da Cda do Recife n. i6 A, loja do Bastos, onde
eacontrarSo mais o seguinte :
A

Aluga-se las raros com bastante
modos, e vendi)-- urna na cidade Xrm de
Santo Amaro: i tratar com Antonio Jos
Gomes Jnior, em Sanio Amaro.
CHOCOLATETMVaTHIO ?, dt meflfcr qua-
lidade.
CHA' PP.ETO E (MIA' VENDE, .la aietll ir qua-
lidade.
Livros pira a tomada da historia d.is mo1erikl9.
Keeimens para oso dos enfermo.
Tudo o que diz re-pcito a ll_neop:Uha i RO ira-
tann-nto dos docntes.
fk I'IIAIIMACIA ESPftQIVL HO-WSTlVA, !>0 DR. S\-
-^BiNo O. L Pimo.
iHfl
Os aiaixos assignados, proprietarios desle
eitilielecimenlo, declaram ao respeilavel
publico e com especialidade, a seus nme-
ros fieguezi's, que desta dala em dianlc
as m?rc lorias serio vendidas a preco lixo,
e mdico. Isto resolvern os sesmos pro-
prie.rios em consecuencia de reiterados
[iclidos de muiUs pcasoas por ser esle
systema de vender o que mis garanta e
i onk.nca inspira ao comprador.
As vendas em grosso, ger! i teilas com
os atatimentos na razio seguate:
' Compras de 50(J a 100-3 descont o V0
, de iOO a 500^1 10%
de 500,-J para cima lo0/,,
Pagamento realisado no mesmo mez da
comp.a.
Os proprieliiios do-BAZAR DA MODA,
ibserv.iin mais que, reCobcndo todas as
lacread* Has de conta propria, oTerecem
a, quem comprar ludas as vantajesas condi-
COes das casas in;portadoras.
O eslalie!eciui;'nt conserva-se aberto
todos os dias titeis das horas da nanha
as 8 horas da noite.
Becife, 1 deaoosto de i809.
Jos de Sonza Soares & C.
Ama de loite
Precisa-se de una ama de leite, mas que nan
enii.i fiho : na ra larga' do Rosarlo n. l, i
andar.
ATTENCO
Precisa-se de urna ama de Ima Mftnfta para
tratar do arranjo de urna rasa com todo o reo,
de um moco soileiro, que saiba lim lavar.e en-
goinmar para elle ?. o cozinliar para tres ftssoas:
quem estiver oestes rasos, sendn branca ou parda,
dirija-so ao paleo da Penba n. iO, que la ; dir
quem precisa.__________________
Troco niiiido.
a-se bom premio por sedulas de l^!;. 2;
ai, lOi e 205 (nova e-tainpa: na cata de Tbeo-
do-ro Simop *c C. largo do Pelourinlion. 7.
RESPOSTA
A fabrica de louoa do Barbalho, Ja villa
do Cabo, sempre existi e nao se acaten
com a cheia do Pirapama como diz espe-
culador do annunrio com a denominarlo
cima, porque o fabrico cora o nnsraa
iligO o
barro e com os mesmos operarios-
indulto tambeni Heve existir; anda 2.000 em arroba | hoje esteja collocnda cm trra do silio CaiO
r distante do antigo lugar e l') a 20
bracos, o fabrico com o Imito daqnelle
lugar, lugo esta explicado o inigma que pe-
de o especulador, adveitindo mais ; id
o nico deposito no novo arma/:-. la
ra do Imperador D. 37.
alhadores para milho.
odros para padaiias.
irados americanos.
Carrtahos de mSo.
Machinas para cortar capim.
CaaaM do chumbo.
Bombas >i Japy.
Iiit;s americanas.
Telhas de ferro galvanisadas.
as da inco finas.
i >i!as de cobre e latao.
D de todas as quatidades.
s de ferro.
Folha de Tlandres.
tades americanos,
r'aces ditos.
B.ilaios e cestas doverguinu.
uras americanas.
Folies de todos os tamanhos.
Tainos o safras para forraros.
Finalmente mudos ontros artig
diversidade seria enfadonho ennumera-los.
Folha de ferro.
Bataneas americanas.
Tinas de madeira americanas.
Pas de ferro ditas.
Baldes de madeira ditos.
Temos de bandejas finas.
Trens completos para cozinha.
Peneiras para padarias.
Baldes galvanisados.
Correntes de ferro para alraanjarras.
espingardas e rewolvers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Momhos para refinaccs.
A/.ete de espermacete, proprio para machi-
nas de todas as qualidades.
Serras avulsas para machinas.
Mancaos e todos os mais pertonces para as
mesmas.
Latas de fu,
ospertencentes lavootl e artes, que pela
l'recisa-se de um criado haliil e i|ue seja
mofo : a tralar na tejada ra do Crespa o. i!.

COMPRAS.
Giin milito Kiaior vantagem cninpram-sc
moedas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
raraode Ouro n. 2 I), na do-Eahng.
0 muzco tic joias
A'a ra doCabog n. 4 conipra-se ouro, prata
i pedras preciosas por preces mais vantajosos do
iun em nutra qualquer paite.
" Ouro ep 'ata
Compram-se moedas de ouro e prata de todas
as ipialidades, por bom preco : na ra da Cadeia
do Hecife n. .'8, loja do azulejo.
Compram-se inoedas do ouro e prata de lo-
dos os valores, euro e prata cm obras inutilisada*,
brilhantes e mais pedras preciosas : na loja de
ourives do areo-da Conceicao, no Recife.
TRIUMPMO MEDICA DAS CIENCIs
A
Km lempos modernos neniara) descubr-
155Una do Qiieimado
i A VERDADE totido em deposito gr;iajte
qontidade demindezase perfuni.oias.
sejando apnrar dir.hcii
i"ue/:a est rssjlvida.a vender fbftMOM
barato, ; por i 9S3 razo i a n se'-
lavel poblico a vir compel
do a sorlir-se do borne barato, pois sjh
do a verdade appaiece, ludo B;ais d
apparnce.r..
Grande sortimento de teneros di i
Compram-se e vendemse diariamente para tra
e denlro da provincia escravos de todas as uiades,
iivs e sexos, oopj tinto que sejain sadios : no
tereeiro andar ti i sobrado n. 36, ra das Cnues,
freguezia de Santo Antonio.'
Campra-sc um prelode meia idado : na rna
do Rangel. padalia.
Compram-se por inaior [irei;o sedulas
dB |,5, 2lu00 e.'iSOO: na ra Nova, loja
Compra-se um escravo de cor preta, de
meia idade, sadio e de lions eostumes : a tratar
ua ra larga do Rosario n. -'18, loja.
nicnlo opi'i'ou maior revoluci) no modo
curar anterioinieiite em vogadoqne o
PEITORVL DE AMCUIIITA
TANTO NO TRTAMENTO DA
TOSSK, CBOPO,
VSTIIMA, THISIC\,
itoi'onno, nr.smiAMKNTOs.
BBOBCHerES,
TOSSK CONVII.SV.
noiiES nr. reno, \
i:\i'icuRA(:o DE sasge.
Como em I oda agrande serie de enfermi-
dades da Ata;anta, do picnoe dos orgaos
da nt:siMiiA<:AO, ipie tanto at'irmentam e fa-
zem solTrera liiimanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geraimente na appli-
caro de vesicatorios, sananas,sarjar ou ap-
plicar oxteriorraentl ungentos tbiiissmos
corapostos do sabstancias vesicantes, alera
de produy.il' cmpolhas; CJOS i'.ill'eieiilesmo-
dos de curar, nao fazam sena) enfraf|iie-
ccr e diminuir as forras do pobre doehte,
,oiiiiiii;iiido por esta forma d'uva naneira
mais fcil e certa para a enfennidade a des-
truicao inevtavcl de sua vitma Quem dif-
fereote poiso olleitoadiniaveldo
PEITOBAL DE ANACUUITA !
EM Vl-Z DE IllHITAR, MOIITIl ICAn E CAlZAIl
I.NAITUTOS SOI'KUIMK.M.'S AO DOE.NTE,
CM.MA, MODIFICA E SUAVIZA ADOR.
Al.LIVIA A IBJUTACO
DESEMVOI.VE O lATllNDI.VIKNTO,
FOi'.TtEICA O CORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melliores votos em medicina da Europa (os
Lentes, dos Collegiosde Medicina de Berlim)
testiicam serem exactas e verdadeiras estas
rclacocs analgica, ou alm disso|a experi-
encia de miniares de Bessoas da America
Hespanhola, as quaes forain curadas com
este maravilboso remedio, sao mais que
sulliciiutos para sustentaren! a opiniio do
PETORVL DE ANACAHITAI
Dcvc-se notar que este remedio se acha
kiteiramenle izentode venenos, tanto m'mc-
rafis, como vegetacs, em (planto que porfni.
alguns d'estes ltimos, e particularmentu
araielles que sao dados sol a forma de Opio
B rido llydrocianico, formam a base da
maior parte dos Xaropes, cornos quaes to
fcilmente se engaa a credulldade do pu-
blico. A Comimsicao de Anacaluiita Pcto-
ral ai'ha-se linda e curiosamente engarrafada
m frascos da medida de ocrea de mcio
quartillio cada um,e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ramente a appcarao d*um ou dous frascos
para a effectuaejio de qualquer cura.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
,A. Caors, J. da C. Bravo A- C, P. Maurer
& C, M. A, Barbosa. Bartholometi A- C, e
era todas 'as principaes boticas ojas de
dragas.
Jornaes para ombrulho
Comp am-se jornaes p;ra cnibrulho a 140 K, a
libra : lia fabrica a vapiir da roa larga do Rwai i o
o- I. ______________
Compram-s'e di 10 ;ocs da compa-
rta Pornaoibucna ; na ra do Amorim n. Cti.
Coinpra-se ti prtai%m lioin esta lo, o qua le-
ihain altura de 10 palmos e largnr.i de 5; tratase
na ra larga do Rosario n. 30.
Percisa-se de duas amas, sendo uiit. que
cosinhe bem o ordinario de urna ca
compre, o oulra que engomte, prefere-se
e paga-se bem
escrava,
sobrado
na ra dos P.res,
n.
il.
Perdigueiro
Desencamirttou-se um cachorro perdig :siro,de
cor pedrez, com jrandes mallias eur de mi"1'! no
lombo : tem orelha? comprida-* da mesma cor :.
quem di'lle der noticia na roa Nora n. 1!, sora
bem recompensado. -__________________
Para nina familia
maa de duas pess .a-, pro-
cisase do urna ama nvi^a
para comprar o fea r o
mais servr.' de asa
AMA
Antonio n. 4,3 andar.
VrNDAS.
Vendem-se duas pequeas casos de
pedia ecal, situadas na Baixa-Verde da
Capunga : quem preten der dirija-se a esta
lypographia que achara com quem tratar, ^
Vende-se o patacho nacnnl Na, prompto
navegar, cujo navio se acha ancorado ueste
porto roncliiiudo a descarpa do carregamoold de
carne que Irouxe dj Rio Grand do Sul, v nden-
do-se conjuntamente dois escravos mocos, bnns
marinlii'iros. Os pn-tendenles podem ir a sen
bordo examina to c tralar no cscriptorio da ra
da. Catiiia n. :>i._________________
de i massa as mais lindas ora :.. a t>
ter.
I Bicos globo? para candieiro de gaz a
C.hanuni'S a.......
Grande soi lmenlo de. objetos de
loura paja brinquedo d
- Garrafa com tinta a.....
Dita com agua florida terdadeira a
Dita com dita dita a .
Frascocomoleo de babosa a
Dito com agua de Colonia i :0u e
Garrafa com agua divina ,:. .
Frasco com eocli a .
LUs pequeas cera bai.i.. muito
lina a l*e......
Sabonetas de diversas qua
80, I60,40e.....
Finas escovas para denles de iia
Lindos coques modernos a. .
Pavius para gaz, duzia a 't0 c .
Escovas paia fado a .' O, 680 e
Ditas para cabello a. .
Penles para tirar piolho a H') e.
Brincos de cores, bonitos a 100 e
Pecas de tranca de la com H
\aras por.......
Oleo jiara machina de costuro,
frasco a........
('cunas d'aco tinas caixas a 800 e
Dita d'aco Perry, caixa a. .
Galao de algodo peca ....
Lindos babadinhos o ntremelos
peca de 308 a......
Botos de madreperola, grotja a
Ditos de louca muito Uno a lO i
Ditos paia calca a ItiO e. .
Caixa com papel amizade a. .
Dilas com envelopcs a. .. .
Ditas com obreias a.....
Canta com agtilhas fundo !
Ditas de ditas ditas a.....
Thesoura para costua r> .', Caixa com buha de marca a .
Linha de cores em novelios (li-
bra) a........
Carrcteis de linha Alexandie le JO
al 00..,,....
Grampus muito finos com passa-
ros, duzia a......
Carlas porluguezas, duzia a .
Ditas france/.as a --200 e .
Papel almaco e de peso, resma n
3)5408, 34300 e .
ba muito fina para bordar, libra
Fita de algodao para debrum de
sapatos, peca a.....
Ditas de 13a paira debrum de ves-
tido, peca a ......
Puntes linos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 2U% 320 c......
Caivetes grandes com molla a .
CANOS
para cncaiiamento d'agoa
Canos de ferro forrados de porcelana, e esta-
: venda na ra
miados, de diversas grossuras
do Qneimado, Azcvedo & Irmio.
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LIGA
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ti*
VV-.
VA
"' i
(f
tarso da tnirir. '.
Vendo-Ve ou pennrta-so por alguma casa
nesla cidade ; um sitio coin ierras de plantar,
capoeiras, cas)i de viveuda, e pars farinha, com
Ditas laranpeirs e. liineiras um copieirale
0
ZSZ
GOMES DE MATTOS IRM&OS
tendo feito completa mudanpa em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores proporqoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUG N. 4
omleencontrarao um completo sortimento do que ha de mais elegante,
beHo e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubias c tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBiNS
de noros gostos, assim como grande variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de
ohjectott de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garantem
aqualidade dosobjecto vendidos.
Oarante-se a casa, perianto faz
conta. Hestando apenas atgomas
mercadorias e arma^ao da .|u-
|r^ dacao 4o armazem da l.ija rna C
Nova n. W. fazse atiente ao pu- ta-
buco inlercssado, que liipiida-sc a HJI
; rmacao e mercadorias existentes p
ainda no dito armazem, e por con-
seqnenefa 6 negocio IncontesU-
vrhnenle vantajoso, visto qnc se
garante a casa quem pretender
ttirija-se a tratar no mesoso ;ra;u-
zcm.
LIGA
nutras arvores ja produzindo, o qual conhecido
imr Sitio Jaeoinin ao lado da villa de !iuaras- -
rB : iraia-e no schrado da ra de Hurtas n. 48 ^q yS\% CabelIOS OfallCOS.
Veiwit -se
urna taberna na ra Dlreila com pouow fundos e
em muito lioin local : quem proUodar dirija-se a
ra Direda n. CT, que achara com quem tratar.
Vende-se una escrava perfeita engomma-
r deira. cozinlitira e coslureira, ;> ditas para tudo o
servico, idade de 16 a 30 annos, um bom esera
vo, um dito e iwi molcquc idade 12 a 30 annos :
ua tr.iwssa d i Carmo n. 1.
0 MISEO DE JOIAS
\m\ DO K
DA
VIIIA DO CABO
KL.t Dtt IMPERADOR N. 37.
Ueste armazem lia um gran Jo sortimento de
luartinlias de diversas qualidades, bflhas, man
gues, junas para sala, grandes e pequeas, vasos
a II o re |
uitos para foruiiga, lou^a vidrada pana ir a fugo,
A Untura japoniza para tingir os cabellos
da cabeca c da barba, foi a nica admittida
Erposico Universal, por ter sido reco-
nliecida superior a todas as preparacSes at
boje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a i\0OOO cada frasco na
Rna da Cada n. 51,
1. andar.
Cal nova de Lisboa.
Vende-se na ra do Apollo
4 Irmao n. 18.
armazem de l\eg>
para Bwe* proprio para jardim, eae>s para ditos,
tuca
cunos vidrados epor vidrar de 1, 2, 3, C e 10 pol-
legadas de diameift, o quaes vende por preo
nyito raziKivi-iypor ter grand sortimento._____
Vende-se um fardamento nimposto de farda,
honet o banda, pniprio para o corpo de polica oo
esquadrad de i-avallara de Jaboalao : nesta lypo-
graphla.___________________________
Vende-se manleiga iogleza lina a J_N) o
kilograinma ou l a libra, batatas novas o gigo a
1 JO : no ateo do Carmo, esquina da ra de
Hurtas, arufaziSai n. 1.______________________
_XwVa_ ussvas .
Chegoii de novo pelo Extremadura complsro
ortlmenlo de luvnsde Joiivin, de corea esenlhidas
ultima moda : no arm"Z.'m tk< vapor ft_ncez,
roa ,.\ 11 va n. 7.
Vende-se superior niel em Barra de 5. em
tasa de Mannel Alvos F>rnandes C. ra da Moe-
ia 8, I.* anejir. ____________________
Vemle-se toas esfrav ., uceas, seo-nanr _e
12 para 13 auno?, c ounade tO ma oo menos ;
na rna dii Qu'-imado n. t I" andar.___________
(omtaa da boa qualidades e
I cera de carm uba ero saceos
Vende-e na rna d. Qwlma*i n fT, t. andaf.
Pechincha
Vendc-se um sobrado na ra d > Qootro Cantos
da cidade de Olinda, por pre?o muito commodo,
por ter sofredo mina de estar ha muito tempo fei-
xadn, faz-se todo negocio ; a tratar na ra do Li-
vramento n. 31, 2o andar. ______^^____
Peixe abacalhoado
Industria rio-grandense da fa-
brica de Ferreira Guimaraes
& C, no Rio-Grande do
Sul.
Esle peixe, assim preparado de nttsftettfl ma-
neira : vende-se no armazem de Antanio omes
Pires A ('.., ru da- Cadeia n. 53._______ .
" Vende-se um balcao en bom estado,
proprio para estabeterimento por preco
commodo: na ra da Cruz n 13.
VEISDE-SE
. Vende-se unta escrava de naeao, ra da Cruz
n. 20, andar, sendo boa quMandelra, engoma
liso o corintia o diario.
Na ra di Vigarinn 19, esrriptnrio de T. de
xjuinivFonseca 4 C.. vende-se merrmie, vinho
engarrafado MENEKKS, nncorotas ispectaes, nal
.<_ Lisboa, cera em velas, eliapagno cognac, car-
vtn animal, vidro em caixas.
-1- Vende-se gela de mi de veaea em
fpeqnwos- copos por _40 rs.: n? ru fe
Ci _z n. 13.
Vend-so, na ra da Aurora n.Sfi, um exrel-
i'nle rsrravo nanliono, de cor nw_fa, de t auno?
de idade, boa lu_ra. roua.to, ofBial de stfliiato, e
com principio do boleeiro, ptimo para pagem.
Ditos para aparar penna ,i I'j
Carloes com colxetes a M'
Ucsets pn tas, par a 10(
Tranca de la d-caracol peca a 10 e 100
Fita de coz peca a i80 e 5_i
Alfinetes de. latao a..... I O
Sapatos de la para menino a _'iOe fcbf'
Ligas pa> a senhora", par a. IC1
Grvala de sedas decores a _W
Cslcadeii-as a....... JS'
Grande sortimento de rendas das III i..
Um par do suspensorio de borracl,;: i c
100 ris IIIII
Ka verdade rna do cicieinrcntfo
n. _>5.___________
Assiiear de oxido de ferro de
Chanteaud.
O assucur fe .ruginoso deCbanteaad i i !.-i.-
pela asfociac do exido de ferio ifi iranirnti
arel com o'assucar cuidadosamente puriCMiJ.
Este assucar, de urna bella apparencia m.-;..':i,
tem o simples gosto mui agradavel_ du i-s.-i.i..
sem o menor sabur adsUngCDte : no tem ai
irritante sobro a mucosa du estomago e enl..:.
e e rpidamente absnrvido pelo app rst-
vo sem causaras consiiparois du veulre.
E boje o preparado de ferro Je mais aci i!
liara a clilnrosc atona dos orgSos, [" r las brai
uienstru.l';'x's dilticeis, [,.. o tem a wn I
ojio auiorisado da estola de mciciua dt I
e dos cbimicos os mais notareis.
DEPOSITO ESPECIAL,
Pharsaatia de Bartliolomeu k C., roa larga O
tloaao n. 34. ________________________
Na pbarmacio do 1*1010 ru i
Larga do Rosario n. lOjtiMd
ao quartel do corpo de polici:
Acbam-se constantemente promplas ;i .ii
rem satisfeitas. as prescripges dos I
facultativos, e as necessidades dos ei
mos, as especialidades da mesnia pbaii
cia, composlas de medicamentos, lardo
digenasv como estrangeiros.
Tosse e molestias d.
peito.
Xaropes de fedegoso, rabo de lal. Ar i
pao Cardbzo, juc.niulungt'i, mutamba.t'i .
etc. etc.
Rheiimatismo e niolesti:
syphiliticas.
Arrobe vegetal, xarope de SaUai
do Par, patadas e xarope do vtame, ti
tura e xarope de sicupira.
DoeiK'as do Igado c huf o. mi\
(Hlanio clf.
Emplastro, oleo, pommada, tmloia, -
lulas0 xarope e vin da milagrosa JL'Kti-
HEBA.
SEZOES Ol FEBIIES imiliHTEMEN
As pilulas antiperi(i_icsde Hinto.
nico deposito-ilesas niedicameiiti.? '
pharmaeia de sen antor ra Ia.'ga> di- !'.
sario n. 10, junto ao quartel do'coip
policia. ......
A_L BE I.lNBOt
par8*bR8si.
A mats nova no mercado, a pi Ml
armamm de Manoel T Bario, A ra o <- >
n. I a_________________________--------
pura oocheiras
SH muito- bom a pre? tommod
Ramos '^o. enenemento di Btelo
llinlin
1


6
SEMI
LlQUIDAfAO
nazem ilo fazenda? I -i ominado ARARA, rua da Impera-
oilarcl publico eseus U u-zes, que est liquidando rulas as
'i proprietario
tria n. 7-2. declara ao resp
fa/.andis e roupas feitas quo lefia em sen estab-; metilo como se poder ver no seu
j.inu.ncio e proco abaixo mencionados,
Chitas francesas mal izadas a ,\ Igodlo eafestndo rs.
** rs. i,._se a|grnl3o enfesiado proprio para
scuras matiza- IciH,-,0- e Maatt M)0 rs 0 mctr0) ()it0
Ven<'
dac;a320 rs. o covado pon este preco sna-lla ,J0 a f ,5T metro.
leja da Arara, rua da imperatriz n. 72.
L.UZ1NHAS A i.BS.
Vende-se Lrizitihas paia vestidos de se-
niora a 240, 280, 3*0 e 00 rs. o co-
vado.
ra'i;:':s de i.\ soo rs.
le-so baragos do 13a .un listras para
'< los de senhora a K90 c iO rs. o
cu vado.
41 pacas de lisie* a 500 rs.
Venle-se alpacas de ..is pira vesti-
das de s'hora a 500 rs. o covado.
CHITAS FRANCEZ>> A -28!) RS.
"'iie-se chitas francas claras a 80rs.
o covado.
CORTES DF. LAA PAR* VESTIDOS A
2:>iP.
Vende-se cortes de 19a para vestidos de
soalioras a >'00 cada um,
PERCALES A itfl RS. COVADO.
Vende-se percales muito linos para vts-
tidos de senhora a 440 rs. o covado, mur-
solinas brancas finas, a oJO rs. o covado,
lirilhantinas de cores, a ,0 rs. o covado.
SBalcs moderaos de todas as
corc.
Vende-s-hales moderno sbranco edec-1
r.>sa'.f5, i.'OO o :;s.
COBERTORES DE ADGODO A 15300.
Vende-se cobertores de algodo a 1 ^i>00,
cobertas de chitas a 1#000 c 2$ cada urna,
GANGAS PARA CV A A :i20 l!S.
Vende-se ganga para calca a .'{20 o cova-
do, brim de cores para calcas de hamem e
meninos a 400 rs. o covado, casemiras de
cures para calca c.pali'ots a 2#500 e 3,->,
o covado, meias casemiras enfestadas para
calcase palitots a | o ;ovado, brim pardo
do todas as quadades e brim branco de
todas as quididades na roa da Imperatriz
n. 72.
Alpacas lizas a AO rs.
Vende se alpacas lo ores lizas finas a
650 rs. o covado, tarlataoas de cores a 320
rs. o metro.
MVDAPOLAO ENTESTADO A 3500.
Vende-sc pecas de madapollo enfestado
a 35500, pecas de madapolo inglez de 24
Chales de merino a 2&.
!e-se chales de merino estampados
a -y diales hrancos o do cores a 1S000
cada um.
COATES DE BRIM CASTOR PARA CALCA
A GO RS.
Vetide-se urna grande porcao de cortes
de '.),:i castor para calca de homem, 040
rs. cada um.
{raudc porcao de ael:ilhos
Vende-sc glande porco de rctallios de
chit s e cassas pelas a l(>0 e 200 rs. o
co. i lo, vlalhos de cassas, la e chitas de
cores baratsimos.
LKJUIDAM A ROUPA FEITA
_ v i,..?0 rnlitots de brim de cores a 25,
dito- de alpacas de cores a 25, dios de
meia casemira a 2-> e 2-J'iOO. ditos de pan-
no preto bom a 8> o I0-?, calcas de algo-
d i azul para escravos a G40 rs. ditas de
algododo listras a 800 e 15, camisas de
riscado de listras a 800 rs. cada urna, cole-
tea de brim e fustao de cores a I re 15500,
coletos de cesemira de cores a 25500 e 35,
e outras muitas quadades de roupas feitas
que se vende por baratissimo preco.
VUodo de listras a O rs.
o corado
Vende-sc algodo de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
PECA DE ALGODaO A 45.
Vendem-sc pecas de algodo 45000,
5520), 05000 e7->, para liquidar.
liales de arcos a 1500.
Vende-se bales de arcos para senlioras
pelo baratissimo preco de 15500 cada um,
Cortes de eambrala barras
a 34000.
Yendc-se cortes de cambraias barrsa a
25 e 3,j cada um.
LENCOS DE SEDA A 640 RS.
Vende-se lencos de seda a 640 rs. cada
um, para liqnidar-
SARTEIRA PARA VIAGEM A 15-
Vende-se carteiras para viagem 15
cada nina.
11--RUA DO QUEIMADO--11
Chegaram da Europa pelo ultimo vapor loja de Augusto Porto A- fj. ricos
corles das mais linda sedas do mimosas cores para vestidos proprios para bailes e casa-
mentos.
Grande variedade de slas de listras de diversos precos todas de lindas cores,
gorgorito do si-da preta, e grosdenaple de varias qnalidades e gorgorito de seda la de
ditlerentes cores. ,
Novos vestidos brancos de blond para noivas. lindas cohas de seda paf*a camas,
ditas de ira e seda, cortinados bordados para camas c jancllas, fronhas e toalhas de
cambraia i!e linho bordadas.
Luvas novas de Jouvin.eelegantes sombrinhas de solas de cor para senhoras.
Espartillios de 55 at 105, lindos bournous de cachemira do cor para saluda
de baile, basqninos de renda preta, c ditos re croch branco e preto para senlioras.
Grande variedade de camisa bordadas e lisas para hom-ns e m minos.
Soitimento de muitas fazendas de la, linho e algodo tedas por preces muito
mdico.
Tapetes graudes para sof, piano e camas, pecas de tapies o de alcatifa para
forrar sales ludo em quantidade ; e vendem sempre.'por menos que cm mitra qualquer
Esjteirasida India de 4,5 e 6 palmos de largo.
9 j
SAHIDAS DE BAILE
Chegaram pelo ultimo paquete vindo da Europa, lindissimas saludas de bai- $j
les, ricamenteenfeitadas, o melhr gosto que tem vindo ao mercado : ruado fig
Crespo n. 13, loja das columnas, de Antonio Correa de Vasconcellos.
j irdas a 55, 65400, 70, 85 e 105 a peca.
Assim como vendeja chitas para cobertas, a 240, 280 e 320 rs. o covado,
ellas antes que se acabem todas mais fazendas c rofipas feitas, e que pelo preco que
vai vender ou liquidar, poucos dias poder durar, e quem se quizer sortir de fazendas
e roupas feitas para a festa pelo preco que lit agradar, se poder dirigir a rua da
Imperatriz armazem da ARARA, que estar aberio todos os dias uteis, das 6 horas da
manha, s 9 horas da noite.
72. Rua da Imperatriz. 72.
Rua do Qucimado ns. 49 c 57
lojas de miudezaz de Jos de
Azcvedo Mata, est acabando
com as mdenos de scirs cstabe-
lecimcnlospor tsso queram apre-
ciar o que c bom e baratissimo.
Pecas de tiras bordadas com 13
metros, fazenda superior, a
15500,25, 35 e..... 45000
Caixas de linha com 50 novellos 500
Pares de sapatos de tranca fa-
zenda nova a......25000
Pares do sapatos de tapete
(so grandes) a......15500
meias cruas para ho-
P
CONVITE GERAL.
0 proprielario do armazem de fazendas denominado Garibaldi, na rua da Irope^
rjtriz n. 56, declara ao respeitavel publico que tendo grande deposito de fazendas em
ser, e desejando diminuir este grande deposito por meio de urna liqnidaco que fin-
car no da 15 ou 20 do corrente, por isso convida ao res
se de boas fazendas, e por diminuto preco. a saber
Duzias de
mem a
Tramoias do Porto fazenda boa
epelo preco tnelhor 100 altos a
tivros de missoes abreviadas a .
Duzia de baralhos francezes muito
_ finos a25400 e.....
Silabario portuguez com estam-
pas a ........
Gravatas de cores e pretas muito
finas a ........
Cartoes com clcheles de atao
fazenda fina a......
Abotuaduras de vidro para colete
fazenda fina a. .
Caixas com penna d'aco muito
finas a 320, 400, 500 e .
Cartoes de linha Alexandre que
tem 2.00 jardas a .
Carreteis de linha Alexandre de
70 at 200 a......
Caixas com superiores obreias
de massa a......
Duzias de agalhas para machina
Libras de pregos francezes di-
verso tamanho a. .
Livros escriturado para rol de
roupa a........
Talheres para meninos muilo
finos a. ......
Caixas com papel amizade muito
fino a........
Caixas com 100 envelopes muito
finos a........
lentes volteados para meninas e
senhoras a. v .
Thezouras muito finas para
unhas e costuras a. .
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80 120 e .
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a. .
Pecas de fita branca elstica
mnito fina a......
Novellos de linha com 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a...... 25500
[Orozas de botoes de louca muito
finos a........ 460
35800
5200
25000
2580C
5320
5500
5020
5500
15000
5100
5100
5040
25000
240
5120
5240
5700
5600
5320
5500
5320
5160
DO
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo n. 9
Os propnetarios desto bom conlmcidn estabele-
cimenio, alm dos mnitos objeclos que finhain px-
postos a aprcciaro do respetara! paMiro, man-
dnmm vir e acabam de receber pido ultimo vapor
da Europa um completo c variado sortimento de
finas e mu delicadas especialidades, as quaes oa-
tao resorVidos a vender, como 6 de sen costume,
por precos muito baratnhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muilo superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mu lindas coros.
Mu boas e bonitas gollinbas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentos de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para caberas da?
Ex mas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
lhos c sem elles; esta fazenda o que podo liaver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos loques de madreperola,
marflm, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 203,
alm destas, teios tambem grande sortimento de
outras quadades, entre as quaes algumas muito
toas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marflm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desojar ; alm destas temos tambem grande
quantidade de oatras qnalidades, como sejam, rna-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qnalidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 12 annos de idade.
Navalhas cabe de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramss sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina c para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
200
60
respeitavel publico a vir surtir-
GHITAS LARGAS A280rs.
Vendem-se chitas fnmcezas largas a 280,
30 e 300 rs. o covado.
ALGODAO ENFESTADO TRANCADO A
ItJOOO.
Vende-se algodo enfoslado trancado para
Pmcoes a 15000, dito liso enfestado a 000
o metro.
CASSAS FR\NCEZASA240RS.
Veadem-se cassas francezai para vesti-
dos de senhora a i 10 e 80 rs. o covado.
MADAPOLO ENTESTADO A 35300.
Vendem-se pecas de madapolo enfes-
tado a 35300, dito ingle- de 24 jardas ou
22 metros a 55, 60, 75, 85, 95 e 105, a
pega,
LANZINHAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
N naora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
BAREGE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege de listas para vestidos
a 500 e 640 o covado.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
5u0 rs. O COVADO.
Vendem-se alpacas de cores a 500, 640
e 720 rs. o covado propria para vestido de
senhora.
SEDAS DE CORES A 15.
Vende-se sedas de cores para vestidos de
seabora a 15 o covado.
PORfO TE TVETALHOS.
Vende-se urna porcao de retalhos de cas-'
, de la e sedas e de outras fazendas
muito barato preco.
A' elles antes que se acabem.
CHALY DE CORES A 800 RS.
Vende-se chaly de listas de seda a 800 rs.
o covado.
CHALES DE CASSA A 15.
Vende-se chales de cassa a 15, e de me-
) a 25.
iRTESDELAA A25400RS.
Vendem-se cortes de la de listra pira
idos de senhora a 25400 rs. para aca-
bar.
ALGODO A PECA 45000.
e pecas de algodo a 45, 85. 65
otates outras consas que
CHITAS PARA COBERTAS A 280.
Vende-se chitas francezas para cobertas
a 280 o covado, dita encarnada a 320 rs. o
covado.
CASEMIRAS DE CORES A 25500.
Vende-se casemiras de cores a 25500 e
35000 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 35000.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 35000. ditos de seda a 105 cada um.
BRIM DE CORES A 400 RS.
Vendc-se brim de cores para calcas de
homem e meninos a 400 rs. o covado.
Gangas para cal^a a 390 rs.
Vendem-se gangas de cores para calca e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado.
MUSSELINA BRANCA A 300 RS.
Vende-se musselina branca a 500 rs. o
covado, dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA. VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlatana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 25.
Vende-se lencos brancos a 25 a duzia.
Gollinhas e manguitos para senhora a
500 rs.
Ditas de linho fino a 15000," para aca-
bar.
JGRANDE SORTIMENTO
DE BOCPA FEITA DE" TODAS AS QCALIDADES.
Vende-se a roupa feita por menos 26 ou
30 por cento do que em outra casa: por
isso os pretendentes podero vir examinar
para ver a realidade do annuncio.
Velbutina preta a 320 rs. o covado, para
acabar.
BALES DE ARCOS A 15500.
Vendem-se baloes de 20 e 30 arcos a
15300 cada um, ditos modernos a 45.
BRIM HAMBURGO A 85000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
burgo a 85, vem a ser mais barato do que
algodosinbo.
CORTINxVDOS A 145000,
Aende-se cortinados para cama a 145
para liquidar. Ditos para janellas a 75.
Todas estas fazendas se vendem muito
barato na rua da Imperatriz n. 56.
Machinas a vapor de
forca de 3 e c-
vanos.
Motores para 2 cavallos. '
Arados americanos.
Machinas de faco e serrotes para desca-
nsar algodo.
Bataneas para armazem e balco.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Miinez e de Uhit-
field.
Prencas para copiar carias.
Fogo americano patent
tabyrintho.
Bons baralhos ele cartas para voltarcte, assim
como os tcntos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
facilitam -a dentieo das innocentes criancas. So-
mos desde nraito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebc-los por todos os
vapores, aflm de que nunca fal'em no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderlo aquel-
les que delles precisaren), vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deros GoHares, o os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se renderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista d33cbjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes 3 amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, rua do Crespo n. 7.
Extracta carnis
Este producto alimentacao para doentes, mui
apropriada para creancas o para as pessas saas;
iadispensavel a todos, porem, principalmente aos
viajamos, quo teriio nello o recurso de poderem
ier alimentacao d.arnc fresca incarruptivel, e
(joe com facilidade se aprompta c se conduz, por-
que n'um pequeo volume carrega-se alimentacao
para muito lempo. Sobretndo chama-se a alten-
cao dos senhnrcs de engenhos que enconlrarao no
EXTRACTUM CARNIS o recurso de alimentacao
agradavel, hygiomca e barata para seas fmulos e
se ns doenes.
Este producto fabricado pelo processo do dis-
tincto medico Dr. Ubatuba, no Rio-Grande do Sul,
que acaba de crear um deposito nesia cidado em
casa de Jos Victorino de Rezcnde 4 C, rua da
Cada, escriptorio o. 5, primeiro andar, venden-
do-se :
No deposito a rua da Cada n. 32.
as pharmacias dos Srs.:
Manoel Alves Barbosa, mesma rua n. 6J.
Joaquim de Almeida Pinto, rua larga do Rosa-
rio n. 10.
Antonio Mara Marques Ferreira, prsca da
Boa-Vista n. 91.
N. B.As latas que conten o extracto trazem
urna guia para seu uso.
.
Grande o completo sortimento de machinas para
descansar algodnode nova inven cao chegadas l-
timamente em direitura para a loja do Manoel
liento de Oliveira Braga & C, na rua ireita n.
53. Garante-se que a melhor qualidade q.ie at
o presente tem viudo ao mercado : acham-se em
expt)M(So aos compradores.
Systc-ma decimal.
Grande e completo sortimento de pesos kilo-
;i-ammos de melhor coraprebensao dos que tem
vindo at o presente, assim como marcos de latao
at meio grammo pelo mesmo systema, bataneas
de latao de forca de o a 20 kilogrammos, metros
de madeira e de latao para medir fazendas, alm
de grande sortimento de miudezas e l'erragens de
todas as qnalidades, ludo por precos qua ^a vista
faz crdito : na rua Direila n. 53, loja de Manoei
Bento de Oliveira Braga & C.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch &C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consumm do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. na do
commercio n. 32.
BAZAR UMVERSAL
Rua Xova-9*
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se um completo
sortimento de lodos os artigos que se ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposico servicos a electos para almo-
Co e jantar, salvas, bandejas, taboliros, bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candieiros para sala e cima demesa,
parede e portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e criancp, bercos, cadei
ras longas para viagem, ditas de bala neo,
espelhos de todos os tamanhos, molduras
para quadros.gaz, baldes americanos, gu r-
(la comidas, brinquedos para criancas, um
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e nesa, tapetes para sala, quarto,
frente de soph, janella e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se enconlrarao
venda no mesmo estabelecimento e que.vale
a pena ir examinar.
Scbonete d alcatrdo.
DE
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa lea.
acceitaco tem merecido n"esta provincia, buco,
muito se recommenda para a cura ceru
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu 4 C,
34rua larga do Rosario34.
Xarope de fedegoso
de Pinto
E' de urna efjicatia verdaderamente ma-
ravilhosa como calmante do systema nervoso
e applicado contra a paralisia, asthma,
^tosse convulsa ou coqueluche, tos-e recen-
tes ou antigs, suffocaces, catharros,
bronchicos, etc.,e em geral contra todos
os sofirimentos das vias respiratorias, e
na phtisica pulmonar, sua virtude contra
o ttano ou espasmos, e convulses in-
#ontestaveI, e ninguem ha que a desconhe-
Rua Larga do Rosario n. 10, Pernam-
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amareo de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceicao, em barricas grandes.
Novidade.
UVAS EMAgAS
Cliegaram no nltimo vapor da Earopa, e acham-
se venda no petit restauran! do Hotel Central,
na estreita do Rosario n. 4 A.
Farinha
Na rua Augnsta n. 10 se dir quem vendo 98
saceos de farinha da Ierra de boa qualidade.
Jos Mana Palmcira continua ven ler em sen
escriptorio, largo do Corpo Santo n. 4, Io andar
Potassa da Russia superior.
Lonas da Russia de superior qualidade.
Brinzoes da Russia de superior qualidade.
Cemento Portiand.
Dito Remano.
Pao de algodo do commendador Pedroso.
Vlnho Bordeaux.
Loja de miudezas do Ferreira da CunhaA
Temporal, rua do Qucimado n. 03, est
quimando por todo preco :
Jogo de'vispara a 400 e 300 rs.
Redes para coques a 210, 400 e oOOrs.
Linha de 200 jardas (duzia) lf>200.
Caixa muito fina para p de arroz I OO.
Relogio de sol 120 rs.
Latas com banlia 160, 200 e 320 rs.
Agua florida verdadeira a 15300.
Agua divina idem I 400.
Gravatas pretas para homem 4 0 rs.
Pentcs de travessa pora menina 320 rs.
Olio plilocme venladeiro 13200.
Aderecos de plaqu i 1300, 25 e 53.
Meias cruas para homem 3;J500 e 4-3 a
duzia.
Botoes enfeitados para vestido, I 200 a
duzia..
Leques do santol 55, cada um.
Dittos de madeira 35 cada um.
Coques de tranca, boa fazenda, a 23,
20500 e 35 cada um.
Meias linas para senhora 43 a duzii.
Banlia em frascos a 400, 040 e 15-00.
Frascos com extracto muito lino 25 e
2500.
Caivetes de duas folhas a 240 rs.
Sabonetes finos 80, 100, 200, 240 e
320 rs.
Olio baboza 400, 300, 000 e 800 rs.
Agua de colonia 400, 300 e 800 rs.
Cartas francezas 200 e 250 rs.
Caixa com extracto 25500.
Cartas portuguezasa 120 o 200 rs.
Pentes brancos com costa de metal
320 rs.
Dittos pretos a 200, 240 o 320 rs.
Galo de la para vestido (pessa) 400 rs.
Fita de sarja lisa e lavradas, 15300,
25 e 25500.
Caixa com obreias de maco 40 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditto e dourado a 15.
Dittas com envelopes 500 rs.
Caixa com gnllias francezas 1G0 e
240 rs.
La para bordar de todas as cores (libra)
G5800.
Bonetspara menino l\ -2> c 25300,
Linha de marca (caixa) 240 re.
M ias para menina (duzki) 35 e 35500.
Pecas de tranca liza o de corocol a 40 rs.
Sapatos de la para menino a 320 e 800,
Capellas francezas a 25500.
Facas c galfos, cabo de balanco (du-
zia) 70.
Chicotes para cavallo 000, 800 e 15300.
Bengalla- de canna 15,, 15500 e 20.
Vortas para luto 500 rs. (cada urna).
Papel almaco, greve (resma) 15500.
emporal pode ser procu-
rado^ m seu estabelecimento bo-
nanza, emporal contina a
vender na Bonanqa, pelo mesmo
prego que venda em sua loja
com titulo de emporal.
A Nova Esperrnca^ rua do Queimad
d. 21 tendo ern depoRto grande quantidade
de miudezas, e como se approxima o tem
pO em que tem de ser dado o balanco, po/
[.isso desde j previne ao respeitavel publi
co, que est resoUida a vender suas mer-
caduras pelo baratissimo preco, para assins
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, venham os bons fregue-
zes, e os que nao forcm venham ser fregue-
zes, em tempo lo opportuno quando i
NOVA ESPEBANCA convida-os pechincha-
rem, pois que para comprar-se caro, nc
falta aonde e a quem...
Elle qur e ellaquer
E' sempre assim.
Elle (correspondente deParis) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos de
gosto e perfeico, e ella (loja da Nova Es-
peranca) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos) i
Nova Esperaba rua doQueimado n. 21,
alm do grande sortimento que j tinha.
acaba de receber mais o seguinte :
Bonitos broches, puleciras e brincos df
madreperola.
Papel e envelopes bordados e mati-
sados.
Papis proprios para enfeitar bollos
bandeijas.
Brincos pretos com dourados (ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos galles, franjas e trancas de
seda e de la, para enfeites de vestidos.
Botoes de todas as cores e moldes novo
para o mesmo fim.
Trancas pretas com vidrilhos sendo com
pengentes e sem elles.
Botoes pretos com vidrilhos com pingen '
tes e sem elles.
Luvas de pellica, camurca e excossia.
Finas meias de seda para senhora e me
nios.
Delicados leque de madreperula, mar
fim, osso e faia.
Espartilho simples e bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimento de-
miudezas rua do Queimado n. 21, n>
Nova Esperanca.
Collares anodinos ellectro-magneti
eos contra as convulces das
vreancas.
Nao resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por ahi intitulados m
verdadeiros de Royer, e eis porqae muitcs
pais de familias nao creem (comprando-os,
no effeito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros ; a Nova Esperanca, por
que detesta a falsificaco principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes collare-
e garante aos pais de familias, que sao o
verdadeiros de Royer, que a tantas crean
Cas tem salvado do terrivel incommodo d
convulcSes, assim pois preciso, que ve
nham a Nova Esperanca a rua do Queimadi
n. 21 comprarem o salva vida, para sena
lhinhos, antes que estes sejam acommetti
dos do terrivel mal, quando ento ser i-
fficil alcancar-se o effeito desejado, emborj
sejam empregados os verdadeiros collare
de Royer.
ATTENQAO.
E' chegada a occasiao de quem quizer preve-
nir-se de urna das melhores tabernas, tanto por
seu local ser dos melhores.eomoesmaftguezada,
pois se dir o motivo aos prr porque se
vende : no pateo da Peona n. 6, a tratar na
mesma.
Para cabriolee
Vende-se um rico cavallo, bonita estampa, gordo
e mantedo, muito trotador, bom de cabriole!; na
cocheira do Thomaz, rua e Santo Amara, defiou-
teda estacao.
GAZ GAZ GAZ
Chegon ao amigo deposito de Henry Forster
t-., rua do nperador, nm carregamento de gai
de pnmeira qualidade; o qnaI se vende em partida"
e a retalho por menos preco do que em outra qual
quer parte.
J cordeiro previdente
Rua do Queiniado n. 1 fi.
tfovo e variado sortimento do perfumaran
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que efectivamente est provida
ioja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torn;.
aotavel pela variedade de objectos, superior! -
iade, quafidades e commodidades de pre-
;os; assjm, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar merecer a apreciaco
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansidc
a barateza. Em dita loja encontrar os
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
oeza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservaco do
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
d outras quadades.
Finos extractos iuglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel cliei-
ro de violeta.
Oatras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oteo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de dilTe-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maioits e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixiuha para barba.
Cauinhas com bonitos saboneles imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
aas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras differentes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coques.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filets de vidrilhos
e alguns d'elles ornados de flores e fitas,
esto todos expostos apreciaco de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Flvellas e Otas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec
tos, ficando a oa escolha ao gosto do com
orador.


Diario de Periiaiubuco Subba lo 18 Je Seteuibro de 18C9.

rival si s
Ra do Queimadon, 49 c 57 loja
de miudezas de Jos de Azeve-
do Mata e Sva conhecido por
Jos Bigodinho.
Est queimando tudo quanto tem em seu
estabeleciraento para acabar e fazcrnovo
sortimento, por isso queiram vir ou mandar
vero que borne barato.
Caixas de litihas do gaz com
5novelIos a .
Latas com superior banlia a
1*0, 200 e .
Frascos de oleo babosa muito
fino a.......
Duzias de meias (inglezas)
muito boas a .
Garrafas com [agua florida ver-
dadera ......
Garrafas com agua divina dame-
lhor qualidade .
Caixas com 12 frascos de cheiros
proprio para mimos .
Dita comJG frascos muito finos
Oleo baboza muito fino que s
a vista ......
Sabonetes de calunga muito bo-
nito ......
Caixas de p do arroz muito
superior .....
Pecas de babadinbo com 10
varas ......
Pecas de fita de eos qualquer
largura .....
Escovas para unuas muito fi-
nas ......
Escovas para dontes fazenda
muito fina .....
Pulceiras de contas de cores
para meninos .
Gaixas de linha branca do gaz
com 30 novellos .
Pecas de tranca lisa de todas
as cores .....
Resmas de papel pautado muito
fino ......
Pares de botdes para punhos
muito bonito .
Libras de la para bordados de
de todas as cores .
Pentes com costas de metal
muito finos .
Novellos de linha muito grande
para croxs .
Duzia de linha froxa para bor-
dado ......
Grosas de botoes madreperola
muito fino .....
Sabonete muito linos 00, 120,
100, 240 e.....
Pecas de fita de la todas as
cores ......
Espolhos dourados para parede
1#000 e .....
Espelbos de Jacaranda muito
tino ......
Pecas de trancas brancas c de
cores de caracol a .
Pares de meias cruas para me-
ninos ......
Caivete muito fino com 4 fo-
lhas ......
Frascos de sndalo e patechoiy
muito linos .
DE
500
400
400
4->0OC
I 200
1)300
2330G
800
300
,5240
600
300
50C
300
40
200
600
040
4 000
120
8000
320
320
480
300
320
300
1300
25000
060
320
I 300
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
(saaoa m uai?aaa?ai2o. m
DE
FELIY PEREIRA DA SIL YA.
O proprietario desle grande eslabelecimento tendo sido o arrematante da
exmela loja denominada=XUlfl/1/ DAS DAMAS=i ra da Imperatriz n. 36, e nao
Ihe tendo sido possivcl, na mesma loja, concluir a liquidacao da grande quantidade de
fazendas que all existiam, pelos poucos dias que leve at entregar as chaves, vio-se
obrigado a passar a maior parle dessas fazendas para o seu estabelecimento, o=PAYO
onde o rcspeitavcl publico encontrar um grande sortimento das melhores fazendas de
liuho, laa, algodo e seda, que se Ihe vender" muito mais barato do que em outra
qualquer parte, cora o fim de apurar dinheiro, e as pessoas que negociara em pequea
escala, tanto da praca como do matto, nesta casa poderao fazer seus sortimentos em
pequeas ou grandes porces, vendendo-se-lhes pelos precos qm so compram, na
casaj inglezas; assim como as excellentissimas familias podeio mandar buscar as amos-
lias de todas as fazendas, ou mandar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas
casas; n estabelecimento se acha constantemente aberto das 6 horas da manhaa s 9
da noile.
Explendido sortimento de pechincha do pavo para escravos
l 00
Vende-se verdadeiro cimento ; na roa da
Madre de Dos n. 2, armazera de Joao
Martius de Barros.
BUACO DE OURO,
Ra do Imperador n. 2G
Neste estabelecimento se encontrar diariamen-
te um completo sortimento de pastelaria de todas
is qualidades para lanche e sobre-mesa, ele, etc.,
tiolinno de todas as qualidad.es para cha, presun-
tos do fiambre, bolos nglezes, podios, e i'malmenlc
tudo que consiste em urna boa pastelaria, com a
maior asseio e esmero, cha hysson, prelo e tuiudi-
nb > do melhor que ha no mercado. Nesta casa
reecbem-so encommendas para casamentos, bailes
e baplisados, compremettcnlo-sc os donos do es-
tabelecimento a ser ir o melhor que for ppssivel
a vontade do tregnez, dispondo para esse iim de
um completo pessoal. Recebe-so avulso toda e
qualquer cncommenda, como sejam, bandejas,
bolos e paes-de 16 decorados, doces d'ovos, seceos
ede calda e crystalisa los, (motas nacionaes e C3-
trangeiras, amendoas confeitadas, nm completo o
variad. sortimento de caixinhas de lodosos :.
e precos, para mimosear senhoras*; estas caixi-
lias reeeatemente chegadas de Par, sao de pri-;
morado po to, oerecc molas aos galanteadores do
liello sexo, pois nellas acuario um digno e serio
prsenle para as donas de sou> ponsamentos. lico-
res, vinhos finos de todas as qualidades, conservas
e m'.lios cm latas. Os donos deste estabelecimen-
ol nao se poupand despezas, fazem todos os
es h >r que for possivel, e sendo principiantes e lu-
tun lo com todas as diflieoldades, esperam a con-
eornncia do reepeiuvoi ponneodew cipital, na-
eionaen e esirangeiros. l'echincha: legitimo vi-
nho muscatolcm caixas, que se venue p
do proc,) para particalare- e pare, negocio.
ATTENCAO
Grande e til no-
Tidade.
Tabellas comparativas dos pr< 50S Je
qualquer genero do pe.*) pelo antigo
tema a o moderno MTRICO DECIMAL,
trauallio boje do grande uldado. por-
que com un .-imples golpe de vista vo-
so a relacao do proco da libra ou da f
roba con o kilogramma sem se perder
urna s fnceau, poupando assim o tra-
balho de fazr o calculo e evitar do si
I os engaos. Estas tabellas sao boje Ita-
dispensaveis todos qne negoeiam com
algodo, assucar. couros xarque, nu-
Ihado-, ferragens e todo qualquer genero
ou artigo de peso. Alguns cxemplaies
que restam, vende-se roa do Crespo
11. 18, loja Jos Srs Andrade & Mello,
Madre de Dens n. 24, armazom di 8r.
Amonio, c Vigar.o n. 1, priraeire andar.
Charutos e Havana,
e grande sortimento d* Babia o Rio de Janeiro,
fumo do Para, em magos e em chicotes, dito su-
perior de Baependy, o outras mu tas qualidades,
que se vendem em "grosso earetallio, na amiga
casa de Jos Leopoldo Bourgard, ra da Cadeia
u. 1&__________________________________
Vendenvse seto t sera vos, senda duas pretas
de 15 a 20 annos, duas mulatas de 20 a 28 anuos,
esta com hadilidarics, um cabra d 14 annos, um
cabrinha de 9 annos e 11ra preto de 30 3nnos. to-
do de boa conduca : na roa de Hnnas n. 96.
Vende-se urna negrinha do ti annoi com
ItbaiUdades; na ra da Penba n. 5, i" andar.
roupas feitas
NA LOJA D(> PAVO RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acba-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
sendo raleas palitts e coletes de casemira,
ile pibno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assim como na mesma loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, com a maior promp-
tido vontade do freguez, e no_ sendo
obrigades a acceita-Ias, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeilavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho e algodo e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-ihc vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 80, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
Usparflfhos a 3AOOO na loja do
Pavo
Vende-se urna grande porco de esp'arti-
Ihos modernos com o competente cordo,
tendo sortimento de todos os tamanbos, e
vendem-se a 3# cada um.
BRAMANTE PARA I.ENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A I 800
Chegou para a loja do PavSo, ra da
Imperatriz n. CO, urna grande porco de
p.cas de braniante i:om 10 pajmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de um lencol, o qual se faz com um
metro e urna quarta, c para cama do casal,
cora um metro e meio; e vende-se pelo
barato prero de I 800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, ouiras muitas ap-
plicacoes para ananjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porco de cera de
carnauba em sacos, por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavao na da Imperatriz n. 30. De Flix
Pe re ira da Silva.
MUSSELLNA8 DE COR
Vende-se as mais bonitas musselinas de
cores a *i()0 re, o covado.
AS BASQUINAS DO PAVAO
Chc-garam para a loja do Pavo as mais
ricas basquinas de casaquinbos de seda
pretas ricamente enfeitados, sendo com os
(tritios mais novos que tem vindo ao merca-
do e vendem-se muito cm cunta.
FAZENDAS PARA LUTO
Na loja do Pavao.
Encontra o respeilavel publico ueste estabeleci-
mento um grande sortimento de fazendas pretas,
como sejam. Masas francezas e inglezas, chitas
pretas de toda? as qualidades, fazenda de laa de
todas qne te vindo, proprias para luto, COI
sejam, I alpacas lavradas e lisas,
bomhazina, merino, etc., que tudo
precobarati. ___
NOVAS BA 3QUIN \S COM CINTO.
Cflegarsjn as mais modernas basquinas de gros-
donaple pftto, ricamente enfeitadas sendo de um
feitio inteiramente novo, com ricos cintos largos, e
eadem-se por preco razoavcl *
GASSAS FRANCEZAS.
Vende-se um legante surtbnenlo das mais finas
o mais mederqu ciscas francezas que tem vindo
.10 mercado, sendo com padfSes miudinh' s o
grandes, e vendem-se por preco mnito em conia.
A3 SEDAS DO PAVAO
^Altaa invidades.
Pe: 1 nltimo vapor chegarah) para lo;a do Pa-
vao, (ue vend mais barato do que em outra qual-
que- pnrte, as sedas seguintes : ponpelinas ou
gorgnrdcs de linho e seda, com os mais dedicados
atdrues, sedas do lisuras, padrbs inteiramonte
noves, groz de toa? as cores, sendo verde, azul.
lyrio, Msa, cimento, o;., setm-, branco, azul,
verde, riso, l.rioetj., etc., assim como um ma-
4e sortimento do grosdcnaples pretos de todas as
qualidades, o suporior orgnrao preto de seda
;i;;r, viudos e coges. cianas
Gtaon esta nova rnzenda cm o nomo de Gra-
cianas? sendo do urna s cor, lyno, ttarm
a ul etc., etc., o muito carnada, com lustre pru-
Sentc de seda, ?endo melhor e mais modem
que este anuo tem vindo para vesUdos, o ven*
*c pelo barato preco de 25 o covado.
AI-PACAS UVRADAS
Na loja do Pavao.
Chegou pelo ultimo vapor um grande sorlimen
to das'mais modernas o mais bonitas alpacas la-
vrada* para vestidos, t-ndn entre ellas algumasque
fazein a vista propriamertc de seda, c vendem-se
por precos muito cm conta.
GURGIJRO PRR10.
Qiecou para a loja do Pavao mais eucorpado
aursunio de seda preto para vestida* e colletes,
que se vende mais barato do qne em outra qual-
,,USrpart- MAAPOUO PBAXGEI!
A TiOOO, s o pavao.
Vendcm-e pega* de madap-dao francez com 22
met os, pelo barato prego de 7000. dito enfestado
com 20 jardas a 7*000, assim nm flnissimos ina-
dapnloes francezes e inglezes, ditos de jardas, que
se vendem mais barato do que em outra qnalquer
parto, por haver erando Pnrcao
V AS CASSAS DO PAVAO
Covad a300rs.
Vcadem-se flnissimas cas*a francezas com lin-
dos desenhos e cores flxa- a 300 r?. o covado.
CHITAS BARATAS
Na loja do Pavao
Vende-so urna graude porgao de chitas escuras
cantao.
se vende por
II
iUillUikiiiJHJis
Reta '\. 1 1I.1 de oh-
ectos de 111. ;
arand, n
jeira, de pur v .i
a ru.'s estreita
asa fazein- ,:.
Mihinha, coim
jara con.!-.
b^ ^EMA^
lora.;...- p
prossuras: na ra do Queimado, Air-
mlr.
A AGUIA BRANCA tem convicciSo de que a abundancia de objectos de noviJade-
em seu constante e completo sortimento, a boa escolha no gosto lidies, a auperior
de de qualidades, e a limtac3o de seus precos, estao na op nio do respeilavel publico
em geral, e na de stiaboa freguezia cm particular; mis anda assim ella ulg.i de seu
dever scientiQcar a todos, da recepeo d'aquelles objectos que est5o alora do commum,
como bem sejam:
Vende-se urna grande porco de esta-
menha mesclada, propria para vestidos de
escravas, camisas e calcas para moloques,
sendo urna fa/x'n'la escura trancada e muito
encorpada, pelo barato preco de 200 rs.
o covado, fazenda que sempre se vendeu
por muito mais dinheiro.
Cortinados
Para camas e jancllas.
Vende-se um grande sortimento aos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 12!000 rs. cada par at 25,5000 rs,
isto na ra da Imperatriz 11. 60, de Flix
Pereira da Silva.
BALOES MODERNOS E SAIAS DE LAA
Na loja do Pavao vende-se os mais mo-
dernos bales reguladores tanto de musse-
lina como de laa de cor, e as mais moder-
nas saias de la entestada, mais barato do
que em oulra qualquer parle.
SULTANAS
Chegou para a loja do Pavao um grande
sortimento das mais lindas sultanas, para
vestidos, sendo muito larga e bonita fazenda
com listas de seda e os padrees mais novos
que tem vindo a es'e mercado, vendendo-se
a 1.5400 o covado, na loja de Flix Pereira
da Silva ra da Imperatriz n. 60.
ORGANDY RRANCO.
Vndese o mais moderno organdy braneo para
vestidos com listras largas e miudas, assim como
una grande porco de camhraias brancas, lapadas
e transparentes, tendo das mais baixas de i000 a
peca, al as mais finas do 10 ou 125000, todas
estas eamraias se vendem mais barato do que em
outra qualqiii-r parte.
COLCHAS DE FtT^ftO.
Vendem-se colchas de fustao brancas c de cores
por preco uiuilo em eonta, na loja do Pavao.
ORGANDY DE COK
A 360 rs. o covado.
Vendem-se bonitos organdys de cores com bo-
nitos padrdes e lixes a 360 rs. o covado.
CAMISAS PARA SENHoRA.
Vendem-se finissimas camisas francezas borda-
das para senhoras, na l< ja de Pavo.
DARBGES A :m RS.
Chegou para a loja do Pavao um grande, snrli-
menio das mais lindas bareges transparentes todas
de laa,,.proprias para vestidos e roupas para me-
ninos, sendo com as mais vivas cores, tendo de
listras, qindrinlios e lisas, o vendem-se pelo bara-
to preco de 300 rs. o covado, nicamente na loja
do Pavao.
AS CCLEZIAS DO PAVAO.
Vendem se a? mais finas celezias, esguijes e
bretanha-. de linho por prego muito cm conta. 4&
Bartholomeu & C,
Viniio, Pilulas.Xarope e Tintura
db jimubeba simples e ferruginoso;
Oleo, Pomadas Emplastro da mesma
planta preparados por
8ARTH0L0ME0 & V
Prarmace uticos- Droouist as
n:itiiMRKo
A JmtitisLa : esla planta linjc reconliec'da
como o mais poderoso toiio, como o melhor
ilcsobslrueiilu, e como tal ppli&Ja nos pailecimentos
1I0 ligado e ba^o, hep.itiies, daresaa, tumores inter-
nos c especialmente do ulero, hidropesas, erjfsi*
pellas, etc.; e associada ao ferro 0.1H nai palhdas
cores, cbloroses e falta de mcu.-truavao, dcsarran-
]os do estomago, etc., e o qne diremos atlestao
innmeras curas impoitantes obtdss com nossos
preparados ja bem conhecidos o osados pelo* mais
dislinclos mdicos do paiz e Portugal. Em lodos os
nossos depsitos distribuimos gratis folhetos oue
tnelbor faaem coubecer a Jurubeba seos resultados
e applicacio.
Bonitas caixinhas de madeiras envernisa-
das, contendo navalhas e os mais necessarios
para viagem, servindo ellas de carteira
quando abertas.
Outras conforme aquellas, proprias para
senhoras.
Outras machetadas, com thesouras c os
mais necessarios dourados e de madrepe-
rola para costura, obras de apurado gosto
e pcrfec3o, proprias paro um bello pre-
sente, tendo algumas com musba.
Estojos ou carteiras de ecuro com nava-
lhas, e os mais necessarios para vtagens.
ESCOVAS DE MARFIM
Para unhas, dentes, cabello e roupa.
Outras de balea com machetados de ma-
dreperola para os mesmos iras.
OBRAS DE MADREPEROLA
Leques, escovas para dentes, caetas,
didaes, brincos, alfinetes etc. etc.
Ricas capellas cora veos para noivas.
Cintos de brim, com elstico para se-
nhoras.
Voltas de grossos aljofaes de cores,
para circular os coques.
Outras igualmente bonitas, e com pin-
gentes para o pescoco.
Outras com aljofares coloridos, e tran-
selin dourado.
Botoes com ancora, e P. II. para fardas
e colletes.
Abotoaduras d'aventurine com o p de
prata dourada, para colletes, cada um 5$.
Botoes de cristal, encastoados em piala,
para punhos, '*> o par.
Camisas de flanella para homem, a me-1 vel ao menos
lhor qualidade que tem vindo a este mer-
cado,
Meias de la para homens, senhoras e
creancas.
Ditas de dita, tecido de borracha, para
quem soll're de nchnro as pernas.
Pannos de crochet para cadeiras.
Novo sortimento de loalhas de labyrln-
tho, para baptizados.
Renda e bico de gtiipur, branco e
pulo.
Fil preto, de seda, com' salpicos.
Pequeos e delicados espanador
pennas coloridas, proprios para piannos,
oratorios, (te.
Bonitos passarinhos de metal prateados,
para segurar costuras, tendo almofadinias,
de velludo para agulhas e alfinetes.
Thesouras do duas, tres, qualro e cinco
pernas para irisar babadinhos.
AGULHAS NON-PLSDLTRA
Tal a qualidade d'essas agulhas, que
mereccu ao fabricante o pomposo titulo de
Non-plmultra, merece a Aguia Branca as
honras d'um annuncio, e sem duvida me-
recer das intelligentes senhoras, a devida
etiraa por sua aprcciavel qualidade.
At agora nada se tinlia visto de to hora
em tal genero, e anda assim cuita cada
papel apens 200 rs.
A roa do Lin-amento n. (j. contina a ha-
ver para vender por presos rasoavoa, o
melhor violto verde al boje vindo a esie
mercado.
J -<' Joaqnir d I jifia Maia fs t, i ua do
Grrsjn i! 6, :.;' am de r. vl,.r ci.i ara
lmenlo de 1 liUalua de
dirirros i.iniai.os. I..inii.i-. sarratbo,
depiaos, |h.mi mu iWhas o ferro palvaiiigado
de diversos 1. olios, : ia lo venacm mi
em cunta.
Grava tas patrio icas.
Pele ultimo M" i" Phi'p.iam (! i-iicnmmenda
e.-pcrial grvalas brasileir.-n, anre-ver prximos festej* da ronrlii>. 1 da guerra. A ven-
da ameasa do f illeceira Javiue, luaooQaci-
mado 11.
Vende-se cervela branca llass a melhor do mer-
cado e irn^an:.!;.,':> ji ,r B. k 6. Hibberl a 7J1
duzia ama do noinmcreiq n. ii. armazem du
Edoard Penton, < ide lambeiu lia a renda eerre 1
Provavelmente d'aqui a pouco abun-iarao prei.i do afamad* Barclay, d 1. mdres. a 8000u
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, porm as verdadeiras continuaro a
vir especialmente para a loja da Aguia
Branca.
Descrever minuciosamente por seira no-
mes e qualidades a infinidade d'objectos
que constantemente se achara a vend na
loja da Aguia Branca, seria seno impossi-
infadonho por isso ella con-
fia na constancia de sua boa e antiga fre-
quezia, e pede aos que de novo queiram
reconbecer a commodidade de seus precos
e a cinecridade de seu agrado, que nao se
esquecam de comparecer loja d'Agaia
Branca a ra do Queiraado n. 8.
duzia.
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
SIMAO DOS SANTOS 8: C.
-J-Ss'- 32 annos, bem baibado,
Os propietarios deste bem sortido armazem aos seus numerosos freguezes, tanto desta praca, como, do mallo o igualmente aos
gos do bom e barato, que teemum grande e vantajoso sortimento de diversas mercar
dorias e asmis novas do mercado, as quaes vendem era grosso e a retamo, J-gij a^pa^mno^ntro,
laiur parte deslas luercadonas |,.vachapode con d? sartanejo, calcald de
As autoridades poMaes e&
quem competir.
No dia 1$ de maio do corrate armo fu-
i gio o escravo Escquie!, erioulo do 30 3J
i amos de idade. estatura regular, reforjado,
cor beta prela, cabefa rodeo ia. Irajava ca-
Imisa azul e calca de caseaura ciuzenla; do-
rante o dia costima andar gaobando as
rua>, ou em armazens de assucar ou as
: tabernas a conversar c a beber; durante a
noile recolbo-se a lelbeiroa abertos ou pe-
j netraveis, a casas cm conalroc63o e a ou-
! tros qoaesquer lugares onde se posea abri-
gar.: quem o approhender tenha a bondade
de o conducir ra da Aurora n. 20, onde
ser gratificado.
Fogiram do engenho Firmeza
! teftno da Escada, na noile de
10 paja II do correte, dona e>-
> tnnlatos, os q aes foram
eociprados ao Exm. Sr. bario de
i ha 13 dias pouco ma s
on ments, sendo Juan, idade de
pe-
as cabelludos, ( :: os i. dos ps, i.-to 6, PS
menos preco do que em ouln qualquer parte, por ser ma
compradas por conta propria, por isso quem comprar ale a quanlia de 100>. ter :i:ico
por cento pelo sen prompto pagamento grantindo-se qualquer genero sabido -1
armazem.
G.AZ AMERICANO 9l a lata, a 400 rs.
a garrafa e GOO rs. o litro.
VINHO VERDADEIRO FGUEIRA 560 e
GO rs. a garrafa, a 40500 e ,)800 a cana-
da, a 70 e 940 rs. o litro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 c 500 rs. a garrafa, a 3*5 e
3.-55UO a caada, GOO e GOrs. o litro.
AZEITE DOCE DE LISBOA 000 rs. a
garrafa, e a '> a caada, e 15310 o litro.
VINHO BRANCO DE LISBOA a 600 rs.
a garrafa, 4#500 a caada e 900 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
OO, 240 e 30 rs. a garrafa, ,)-200,
l o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 3 I $ 4 40 e
i 80 a libra, 3,5140 e 23800 o kilo-
grammo.
DEM FRANCEZA 930 900 e 850 rs.
a libra, e 2I00, I 980 e 1(5870 o kilo-
grammo.
DEM PARA TEMPERO GO rs. a li
bra, 1400 o kogramrao, cm porco se
far abatimenlo.
BANHA DE PORCODE BALTIMOOR
720 rs. a libra, o L>570 o kogramrao, em
porco se far abatimento.
ARROZ DO MARANHAO E DA INDIA '
G20 rs. o lJlograramo, em porco ha aba-
timento.
B0LAC1I1NUAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, a itfo l.>400a lata.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso. em caixa ha abatimento.
PIIOSPHQROS DO GAZ E DE SI
RANl'.A, 280, 400 e 500 rs. o masso,
3 200 e 500a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACIUNIAS
DE MITTOS TAMANHOS 3500, 5500
e 1 a libra.
GOMMA DE M1LHO AMERICANA a 100 rs
o masso de unta libra, e em caixa ha aba-
timento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA i H rs.
a libra, cm caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IHLERS4
BELL, 800 rs. a garrafa e 95 a di:
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS i500, 1200, 5e
800 rs. a garrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E ASI
GUEZA* 7 o G.-> a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
,l uu ^*" *"A iwuiA a, frasqueira e l o "frasco.
0e ii0 "aJLJSS**" 60.e J0U rS" kl" QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORAS,
Para uerecer ao Hospital Poruiu>/. li-
dia 19 'io curenle.
Objecto qne se d subid-i aproen por ser intei-
ramente nnvidadi', h por esse unitivo turna-se urna
prenda mni raliosa e p r pouco dinheiro para n
comprador. Guarda se segredn do objec.lo que
para nao se lomar i-onljecido, o que reconunena-
ni(i5 que nao deixera de vir comprar para olTer-
tar quelle pi e-labflecimi'nto um artigo que
realmente ha Se ser mui bem aceito pola respeita
vel coiiimi-S'O a qni'm for enUVpoe. como tambem
ha de ler bastante animacio pela parte dos con-
rorroalra ao leilio. Pode-se procurar ru do
Crespo n. 7 A, loja do Paco
TOMO
Yi'ie-sc o estabelecimento de lahnrna espada-
ra com bOas freguezias, na ponte de Uclia; i
tratar na ra do IIosari' da Roa V Para forrar casa.
Venle-soboa alcatifa pelo barato proco de 900
rs. o metro : na ra do Ouo'mad n. 31, loja de
A. M, Rolim & C.
loprammo o 5^800 a arroba.
ALPISTA 2i0 rs. a libra e 520 rs. o
kilogrammo. e 03 por I i kilooramraos.
CAF EM GRAO e 6A5O0 a am
<00 e 240 rs. a libra. O e
Dlogrammo.
SABO MASSA 260 e 200 rs. a libra,
570 e 440 rs d kilogrararao, em caixa ha
abatimento.
arroba,
520 rs. o
Ql
35, 25800 e 2,>U0, em caixa faz-se gran-
de abatimento.
T0UC1NII0 DE LISBOA 400 rs. a li-
bra, e 880 rs. o kogramrao, e 11 >500 por
U kilogrramos.
CHA FINO. GRADO E MIlDlNlO os
melhores que ha no mercado, :J,J c
35200 a libra, 7080 e G.5i0 o kilo-
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA- grammo.
LHARIN E ALETRIA, a 800 rs. a libra o DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 2^700,
I6750okUigrammo. 25500, 25200 o 25 a libra, e 55450 e
SEVADLMIA E SAE 3 280 rs. a libra e 45180 o kilogrammo.
Assim como ha outros muitos mais gneros, vnho em ancorlas, azeii
de Lisboa, marmelada. con-
.. latas, sardinhas do Nantes,
vinho verde engarrafado, pomada canella, cravo, ervadoge, cominho. pimer.la. gnn.los
molhos de sebolla a 15500, finalmente muito mais gneros que enfandonbo e
mencionados.___________________________
.VSSILU eulllt) UU UtlllUS llliiuua iiuua (weiwi .......
passas, figos novos, charutos de diversas marcas, ungiras
servas gela de marmello, pcego. ervMhas, peixe om la
Vrn sem vicio*, |ro-
*>ria pura ; a traur na traves-
sa da Madro do D-'os a. 14, das 9 horas da ma-
e claras, de coresGxas, pjrprecne que admiram.irau-i as I Ja tarde.
ATTENCAO
No nrmaieni da ra de Apollo n. 28 lia para
vender urna cadeirinha ou palan piim com todos
s pertences, em muito bom estado, e por pi
i-ommndo.
CIGARREIROS.
No armazem n, 18. travesa da Madre de Dos,
vende-se pape! de seda para cigarros, marca muito
grande, e superior qualidade, por prec cnmmndu.
Vendse um escrav.i inoc^i e de bonita flgu-
Ch tonl-purgalvo e lepsiratvo
de Chamliai'd.
Composto das plaas as mais odoriferaa e as
mais virtuosas dos montes os mais elevado*, o cha
toni-purgativo de Chambead pussue um g *W sabn-
roso e um aroma suavissmo, e as propiiodades as
mais notaveis sobre os embaraces do estomago,
do< intestinos c do ligado, o de-r.L-truerno por
excellencia na constipafao do ventre, l Rile tem
resguardo algitm. Depurativo especial e directo
dasbilesedos humores, refresca c saugoo depn-
rando-o.
DEPOSITO Ei'KCIAL,
Pharmacia de Bartholomeu & C, ra larga do
Rosario n. 34.
algodio que liie ctaamam pclle don^a e cobertor
lebatHaesc algn ronpa,foi escravo
do Illm. Sr. i n' coronel Agosn'nho Correa de
Mello, do Ouri.'iiry. o ontro de neme Pelis. ca-
bra, alto, bom cor idad iS anuos pouco mais
>u menos, I iro de abas lar
ealea ./.ul d llw camam pee d'on-
' i cobertor de bata .'-cura, fui escravo i
film Sr. Eduardo Pereira de Souza, da provh
la Paraliyjia, po o vendeu por seu procurad' r
Sr. Jn.- Loo Alhiro ; quera o apprebemlcr e
levar ao nKsmo engenho FTnnesa ou no Itccifeii
!scriptor4o d i D rniin Alves Matbens, a ra do
Vtgarjan. ti, sor ganoros.viuanto nTompen'sad
No dia l> de i> fugio de casa o
Sr. l)r. Joao 1; Bollanda da t'.unlia, ra de Ben<-
llca, na Passagem, n. 48, onde se achava alagado,
o nioleque Kraneisco, crenlo, bastante i> elo, de
l' annos J; Idade, com um signal de qneimadara
no hombro esquerdo, Irajava calca e jaqueta de
brim, eonsta que se acha servindo em loja do m-
ulbador, dti qno. ofllcial, ou ilngindo que pre*
tondeaprcj CDco, pelo po h protesta
coDtra qaem Ihe der aj -. b qocm o appreben-
der, queira leva-to na da Aurora n. 20, que
va grateado.
Muita attencao
Pnglo no da N da janho o osonve Manoel, i!e
n*c0 Angola, idade 60 auno*, muco mais ou DX -
nos, com os signaos soguiates : falta de denles Da
Frente, andar vagaroso, pernas linas, mareas de L. -
sigas,levo'i raleas camisa deriscadinbo, cha]
a palha novo : rojta-se i capillos tie
.- iiuno de o pr idc^em e lovarw-no roa Direita
n. Id. que sj7 ; generosamenie grauficados. bi-
eouiiase qn mda| unos do Cabo.
Fugb do engenho Todos os Santos da villa
11 Iiojncj, no dia 30 de maio, o esclavo Goni
representa t;r 43 aunes de idade, piuco mais n
menos, cor vermelha, .lio, grosso, olfios pequeo'.
sem barba, a os ps radiando, fui escravo ia Sr..
D. Smliorinha Mariado Livrntnento, que inorou vt
villa de Serlahen:; n< da uiuiouiMd da fu
asteve na mosaia villa : suppCe-se estar acoui
o que se proceder eom o rigor da lei a qi.
lenha, e pede- o s autoridades pobciaes mi c.
tacs de campo a captura dumesmo o entregar no
mesrao engenho ao abaiso assignado, m na ma
da Moeda n. j, 2a andar,efcrptorio de Manoel Al-
vos Perreira i C, que ser generosamente n\
pensado.
_________Miguel Paulino Tolenlino l'eres Palcao
Fugio no dia 1" do corren to, do
Duas Boceas, sito na freguezia do Ilio Fuimos
eseraVo cabra claro de nomo Saturnino, wndo se -
ce do eorn >} lita o fallante, ;s neo t tos, voi
itcrtio doPijnc e fui vendido neta praca
fatuo prximo passado pelo Sr. ivdro Jnrg
Silva Ramos, 9supp0c-sc que fugio para n me
s.Ttao, levando calca e camisa da agodaozin
cbapo de i iro e mis tnatiila.) de co-ro de i
Iha core algnma roupa : por isso pede se as auto-
ridades policial a taptaes de campo de o
turar o entregar nomesmo engenho ao >*u senhir
Seba ReTe. ma da Moeda n. ,', i" andar, rsciiptorio de
Manoel Alvos Ferroira & C, quo sera-- generosa-
mente recompen ados.
Urgencia
Gincalvas A Teixeira tem pura
ler nvos
ra. pcdri'iro do toda obra, e perito em assenlamen-' de qu.li lado c n W palmos de comprlmento o
todo engcnhos, e muito bom enziheiro : na es-. 12 n-ijlecidas do grossura: na otqtuoa da
trada de uj do Barros, sitio n W. da Pcnha n. 8.
>
Fugio da casa do abaixo MaM|
o seu escravo jo ii
onlo, idade o'o
menas, estatura
cabep calva, i
'Tas perno-
'JE
dar oari bandas de la : quem
ihlulVc'. universo, ra .do Trapiche n. 2, que
receblo 3QJ de gratifleacao.
Mcdcnc Arnouli.

r\ 1





,wt
Pernambuco Sabbado 10 de de Setemliro 1869.

?
iSSIHi GEML
CMARA DOS SRS. DEPUTADOS
SESSO KM 7 DE AGOSTO
nKsi>r.Ni.(\ no su. m-bias.
(Cmliiuia^ii)
kgriiita i V. Exc. a raa a sua aii-m-
- .i desculpa d ) ii na!iT>'i que
Voz::-:-Mudo !> e 11 lll I '
. ...j i liei a hada ida !
,, ;i Linie:n do da, Ufana-s a sfls-
, .$ I! lluras menos i la norte.
ata ]iios i
i:i.np.vsso da j
s::ssao em o de agosto.
MEStttKXCM 1)0 SU. \T.IHA*.
\u meto da, bita a chafada, verdi-
kater numero saflkiente, abre-se a
C.--se .0 approvu-se sateta da antece-
d utU: ,
O Sa. I" Seoiet.viuo d eoflfl do se-
g ule
Kxri'.niKNTK :
lu ado do ministerio da guerra, re-
Hea lo ;is informaoes re piisiladas por
.-mi isa, sobra o uero de remitas,
Huanos ib patria e de.-guados da guar-
tuxunal remettMtos da presidencia das
' -;:j> parabala e&rto dorante a adminis-
u do ex-presidente Jos Martins Pe-
i de Aleacastre. \ q um fe/, a requi-
(5 uro .11 pivsi leeeia da proviacia do Rio
d: JtfMtrJ, enviando um exemplar do rela-
. c :u i|fltt o S eonseHujiro Itonevenu-
. i Vigasto (!' Migd il ft T.ij.ies passou a
.-. mi us'r.r i di mesma provincia quando
.1; ii.iiir snenlo sela cmara. A
archivar.
ln requerimento do I" confcwule da
aibudega da ene. Luridio Jo Candido
5 r ira do Lago, pedunto u;n auno
de !i-
i com t ui lo los os vencimentos para
: atar de toa anude. A commisso de
pasitos e ordenados.
Ostra do padre Francisco Aniones de
. |. ira, pediBdo Ii euca por lempo nde-
-,'io, cuia seos veiicimentos, para igual
ii.A inesaia commisso.
O jiro de J lie Raymmido Duarle, phar-
fMMMMtsa apprevado pela escola dephar
lia da provincia do Minas-Geraes, pe-
ii lo pira oxcrcer saa pro!iss3o em qnal-
jaer pools do iinp rio. A commisso de
(rcelo publica.
Eilratu successvamento em discusso
i -i: i approvadat sem debate, as redactes
Feram a imprimir na sessdo anlece-
ile sobre o auxilio para as obras do di
mecnico projectado no porto da Baia ;
ica;5o de binas oas barras da provincia
'.; .S rgjpe ; coojtniccSo di urna ponte so-
I a o rio Salgado, n i Ri i Grande do Nor-
desobslrucco de diversos ros e por-
; melliorainento dos portes ilo Mar
i e Parabjba do Norte, bem como da
ra de Itapeipjrim, no Espirito Santo;
taimente sobre os veochnentos (ios em-
idos dos tribunaes do oommercio das
iu : is 11 Miianliao o Pernambuco.
Entra em '' disc isso.e approvado
desate e remull i > commisso de
icc,o, o projeclo cm.: '. i loteras
la casa da Misericordia da corte.
Entra em ta discusso o projeclo ~m-
-. loo governo a maular pagar a D.
i Lu loviua (1 : Araujo Carneiro a
psesio d moate-pio militar a que lem di-
lo desde o fallecimeotu ile sua mai l).
reza Luduvina Go:iJfce>. v'iuva do ca-
pit3 Jos Maiia de iro.
O Sa. Candido Tonu : Fii i pede e a ca-
ffiara consmte que o projeclo lenba urna so
i: i. na qoal 'nlraad > ': approvado
. 11 1 tato e rometti I i a (. niiinisso de re-
daccao.
Entr- '.'ii -no projecto an-
. : i ii j ;\ rio : readmittir no qua-
;o u i p <: 'ole-coronel
da arma d ao tenente-coronel
r.,!1- M miz Ti II i d ,. '.
I)[) .-. de bre 9 s dos Srs.
i \ i,i :s e i' I approvadu um
u iim 'ni i n md ao governo.
!' itra em I e passa '
d'.n! { i. ;;i.! !;iih1o_ [echar
casas deoegocu na cidade do Ro de
tetra aos domingo? lias santificados.
O Ss. Mello Moa ves requer dispensada
rsticfo para ser dado i m .smi projecto
{ ara a i1 discusso ua sess i de ainanlia.
Consultada a cmara, resol ve pela a'ir-
niativa.
Entra cm 2a i& i e passa %*
sea debate, a projecto cenferindo o grao de
ebarel aos alumnos da escola central.
OUDEM DO DA.
Continua a discissj do projeito de res-
posta atta do throno.
O SR. J. DE ALENCAR (minitroda jus
: N5o entarci neste debate, Sr.
presidente, se ama o mcia especial
i me iinpuzesse p dever.
Asilua.ao cooservadora, inaugurada no
dia 10 de jullio do auno passado, tem
sido aecasada, tem sido atacada por todos
os modos e sobre" todos os pontos,
FOLHETIM
OS CASACAS PRETAS
ROMAICS
Paulo Eval
Segunda parte
'JT1US* PATN
pOKffl o a VO :[-. lili-
jein duvidj j p. -''. Kidtdi
autoridade.
Esta imputarSo pesa principalmente so-
bro Bflm. O ministro da justiea, dwfc
como diz o legislador, e centro da admi-
uislraco policial do imperio encarregado
do pessoal da magistratura perante tisca-
lisaro, ordem e moralidaile, o ministro
da justiea, dispondo da torca publica, de
que faz parte muilo importante a gualda
nacional; sem duviih, senliorcs, o pri-
meiro respin.savel pela b6a e liel ese*
cutio das leis.
Se, pois, esvesse trovado que Itonve no
paiz urna reaecao, eSsa rea.ctao espantosa
de que fallam os liberaes, e nao passa de
um pesadelo da in digesio do lauto ban-
quete de seis annos de poder; se cstivesse
provado que houve tal reacfo, cu seria o
reo autor de 15o grave atentado contra
as liberdades publicas.
E' esta a circumstancia especial a que.
alludi: este o dever que me traz neste
momento tribuna: veulio defender o
gabinete de 1G de julho da pedia de reac-
tor.
Aproveitarei, porem, o ensejo, Sr. pre-
sidente, para considerar a qn:stfio, a gran-
de queslao poltica de aetualiddc, sol) um
punto de vista mais largo, mais geral.
No seu alTao de recen pistar o poder, os
nossos adversarios inveslem coa'ra a si-
tuacjki actual por todas as faces.
Primeiraraente a itacam em sua origen.
A situado, dizem os liberaes, Ilegitima;
foi um golpe de estado, loi a inaugura;31
do absolutismo.
Em segunde lugar a alaeam em sua
marcha, em sen progress > c desenvolvi-
menio. A sitasffe, no entender de noss
(adversarios, tem sido umi serie de tro
pelias, e violencias; unu reac^o, unn
dictadura.
Finalmente, senhores. a'acim a MtaaeSo
at as BQfS consequen ias. Ameacam-nos
com o celebre moterforw.i un rrc la-
fdo dilemma que efks apresen'am ao
paiz, e ao qual o bom s:ns> do p.iiz res
ponde: Regenerai-vos, se nao querei-
a extineco do vosso part o. (A|>oia-
dos; muito bem).
Desejo, Sr. presidente, apreciar a ipies-
to por estas diversas faces. Civio que
em algumas consideraroes que vou apre-
sentar a esta augusta cmara, nao rarei
mais do que traduzir seus senlimenios,
suas convieges, que eslou persuadido,
senhores, s3o os seutiineijtos e a conviecSo
de todo o paiz.
A historia far justiea ao partido con
servaJor, quando descrever os fastos da
crise a mais difficil por que j passou o
o paiz desde sua entancipaco ; a historia
dir que essa crise s podia ser vencida
pelo patriotismo de um partido forte, vi-
goroso, e sustentado pela opniao na-
cional.
O merecimento do bjbbnete de IG de
albo loi o de ter tido cor.igem para con-
liar as energas vivaces da idea conser-
vadora no memento em que ludo pareca
sossobrar (apoiados); o merecimento desle
gabinete, senhores, foi o de crr no civis-
mo brasleiro, no patriotismo do seu par-
tido. (Modos apoiados).
M ts, senhores, vos que atravessandfl
aquellos lempoc qu^.p.~ >' l.-ceu ao dii
IG de julho de HWf/V[ i'!l's lempos de
laiit j desfallecimenlos. sabis qu: era
ento urna cansa dlicil, ert i sei p-e
ciso subir muito alto, al a Providencia,
que protege o Brasil, ou cavar muilo, at
as profundezas do coraco brasleiro, para
adiar ahr viva, emb ra latente, a fe p >li-
lica. (Muito bem).
Esta situaco nascen de um estafe
iMorgi-u dp partido conservador; lodos
clico;re4P para ella, todos, senhores,
desde o modesto escriptor da mais rff-
mota provincia, que compria nobremento
seu dever, lutando sem descanso, at
essa memoravel opposico d<> senado, que,
pela sua attiliide grave e digna, preservou
as tradicoes do partido conservador e o
figo sagrado da liberdade constitucional
do brasil. (Apoiados; muito bem, muito
henil.
Esta sitnaoSo lirmou-se pida foni de
que a revestio a dedicacao de um grande
partido ; lirinou-So pela coadjuvaciio que.
he preslaram cidadaos eminentes, brasi-
leros Ilustres, que, sacrificando os mais
legtimos interesaos, abandonando urna
posicao commoda e vantajosa, nao liesi-
taram em parlilbar com o gabinete de IG
de julho a responsabilidad^ do poder.
Nomeados presidentes, esses ciliada >s
abiam que l eslava em cada provincia,
elevado para elles, para sua reputacao o
at para suas familias, um calvario.
O supplico da cruz, Sr. presidente, o
supplicio da cruz nao se havia de repe-
tir no Brasil noannodi 1808, em urna
obscura locatdade, na parochia de S. Miguel
de Alagoas ; sfo, senhores. Este suppli-
cio, supplicio moral muito mais cruel do
que a tortura physica, devia reproducir-
se' em cada provincia para cidadaos
sempre respeitados pelos seus servidos e
Ct
diamante.
. iri
Edmee a
por seu
O bolo
(Goiitinuacao
?a terceira vez, cort^u-lhe
palavra e disse,
turr
- -Nunca Ihe ped tados seus. mi-
cha senli
V Mroneza deis r um gesto de
Mtonteio, e dirigi i a porta, dj-
!a :
- N'esse caso, fj;.o o que quzer.
N > momento em que iva rostas,
vistas d Edme, rpidas e agudas, pro-
al.ida penetra iaxo das mas
es do cabello ; mas o penteado,
jqas, s; me nao engao, se chamava bandos
rtha, mantinha as orcinas completa-
oea litas. Edini nao vio o que
juetia.
- Minh'i senhora. iciou baixinho,
guando a baronesa ia para a porta, se eu
s me tivesse querido despedir, teria ti lo
a honra de Ihe escrever. Tem muila ra-
zio : sso cousa que se diz em duas pa-
lavras. Queira licar, aioda nao acabei.
A baroneza continuou a andar e a ifrao
alcancoa o puxador. A donzidla repetio
com voz mais baixa ainda, mas estridula
tambem.
Queira ficar,'miaba senhora, queira
,iear I -
Como a baroneza se n3o detinha, Edme
jiroseguio :
Nos mudmo-nos, Sra, baroneza. Ha
tres mezes e meio que moramos na ra de
Nossa Senhora de Nazareth, na segunda
porta esquerda, entrando pela ra de S.
Martinho.
O puxador, que girara j, voltou pri-
mitiva, e a porta conservou-se fechada.
Edme contiimava :
Ao fim do pateo, na casa cujas tra-
zeiras dio para o Prato de Estanto.
Tomou a r'espiraco, como succede de-
pois de esforcos violentos. A baroneza
eslava immovel defronte da porta ; uose
lite va o rosto, as tambem o corpo tem
a sua physionomia reveladora. A apparen-
cia da Sra. Schwartz trahia sbita turbago.
Por forfa que Edme soffrera muilo, por
que no sombro azul dos olhos fuzilavam-
Ihe scentelhas de cruel satisfarn. t,on-
cluio :
No quarlo andar. As janellas de cor-
tinas azues... Sabe ?
Voltou-se afinal a Sra. Schwartz, mos-
trando o formoso aspecto, to puro e tran-
mentos. Apeiados; milito
^^Hbtan'o, ii-mhu;
cidad.los hesitou, todos ellos
promptamonte p ira o posto do peri^
os tendes-visto de volt i de sua ardua i
sao, aqu e no senado, mostrarem as inju-
rias, os doestos, as calumnias de que foram
victimas. (Apoiados.)
Eu creio, Sr. presiden!.'. qm C{se:! |,(>n-
radus brasHeiros podem patentear estes
gidpes da opposico com o mesmo senli-
mento de nobre orgollio com que o soldado
que volt i (lo Paraguay most-a snat glorio-
sas cictirizes. (Apoiados; muito bem.) To-
i??i- solTreraH por mu cansa nobre, todos
cuailjalei'i-m. pel-a nnrio.
Settnpres, urna prova do eithusiasmo
com que foi inaugurada esta sitoacio, da
exuberancia de foi\a que ella (irou das d -
ilicacoes de seus amigos, deu na ultima
sendo o nobre deputado por Minas, que
ue.-le momento nao vejo na casa.
Este Ilustre representante, advogado
distmrto nesla corte, um tlenlo dos mais
apreciados, durante vinte anuos se manteve
estranho poltica, na qual elle pedera ter
reclamado pelo direito de seus merecimen-
tos um i pasico superior; notaveis esta-
distas, algtius dos qtiies nos pranleimo*.
Ih.' acenavam com a consderaco que o
esperava na poltica; mas elle recusara.
Satisfuzia-sc com os louros de sua nobre
prolissn, com os louros de sua carreta
Iliteraria, de>la carroira, senhores, da qual
eu confesso que tenho saudade, adraras a
ella devo s mais vivas salisfaces o algttts
dos momentos mais tolizts da minlia
vida.
Sirva isto do resposla aquellos que s
vrzes pretendemferr-me, laiii;ando-nie como
remoque a lemb.-anca d meus lrabaHios
itranos.
O S;. Pkhki.v n v Silva:E' o maior
elogio que l!ie |io 1 n fuer. (\p"iados)
O St. Ministro da Ji;sti:;\ : Nao tenho
grandes ttulos, mas de lodos aquelies que
ppssa um (fia merecer, neidium prez.irei
mais do pie o de eacripior (apliados)...
O Su. Peiu:iha d\ Silva : E tem loda a
razio.
O Su. Mi.mstho D.vJLsnr.v : ... poique:
senhores, este titulo eu o adquir pelo meo
trabadlo. (Apoiados.)
Nunca, senhores, em parlamento de pai-
zes mais Ilustrados, nunca foi qualquer so-
mero, julgido incapaz, inapto para poltica,
pelo fado de haver Iridiado a carreira litte-
rarla
O Sn. Barro3 Bahhkio:Eslava sto re-
servado aos acluaes liberaes.
O Sn. Ministro da Jstica: este-
va, isto reservado opposico destes lem-
po-, a homens que se dizem e queeucon-
sid'To coTOo Ilustrados.
Mis. senhores, dlzia eu que o nobre re-
presentante de Minas viva tranquillo e-u-
fando os louros de sua prnfi-so e as glo-
rias de seus trabalhos litterarios, quando
soou a Ii ira da naefuracio Jesla silua-
co.
O partido conservador snbi'ido ao p iler.
chamoa a postos todos, os seus memores,
e o nobre deputado que modestamente se
contidernUj como soldado da reserva, acu-
d i an redamo e trouxe situaco oapeiu
muito prestimoso do nm bello carador, de
um nome Ilustrado e de un talento robos-
lecklo por estulos solilos. (Maitos apoia-
dos.)
O.ivindo na ultima sosso o nobre re-
preMjritintc [> o Mtmis, pitrer como qtie se defenda contra urna opinio
que de algnm modo, procura tolher-lhe a
lib'i'dide de tribuna, a franqueza com que
ja enunciar as suas conviccoes quando
se iriii de qualquerqueStn importante.
Essa opinio contra a qual se defenda o
nobre deputado nao 6 minha, nao, senho-
res, nao do governo. O governo enteude
e desoja que todos os seus amigos se enun-
cien! nest i tribuna com a maior franqueza,
porque as opinies de seus amigos que
o governo ha de ir buscar as luzes e as
torcas de que precisa para superar as difli-
dades da sitna<;o. (Apoiados.)
O governo nao deseja que a consciencia
ou a intelligeiicia do seus amigos sejrtolhi-
da por qualquer considerar') individual, por
qualquer deferencia a alguns nomes, por
qualquer sympathia a alguns homens pol-
ticos.
Nao, senhores, o que o governo deseja
e espira 6 justamente aqm'llo que sosten-
lava o nobre deputado, aquillo que vemos
diariamente nesta casa. E' a congregara
de todas as intellig'encias, a unio de im
le partido quando se trata das legiti-
mas aspirarnos da idea conservadora. No
mais cada representante da nacto tem aqu
tanto ou mais direito de discutir livremen-
te os altos interesses do estado do que os
membros do gabinete. Faco apenas um
Voto, que o voto de todos nos; nessa li-
berdade de discusso cumpre que tenda-
mos sempro em vista a solidariedade do
partido, os deslinos da idea conservadora
ueste paiz. (Apoiados.)
Eu nao acredito, senhores que a solida
riedade de um partido, a verdadeira solidis
riedade poltica s- ja esse amalgama de in-
quio que pela frente de Edme passou
urna nuvem prenhc de colera, mas tambem
de esperanra.
Oh f pensou naturalmente se eqtte
enganasso t
E isto quera sobretodo dizer :
(Juem dra que me enganasse !
Por que valia mais o coraco de Edrle
que a propria belleza d ella.
^ Sabe !... murmurou, entretanto, a
Sra. Schwartz, repetindo a ultima palavra
pronunciada. Como hei de saber?
Depois, impaciente e como se se houvesse
arrependido j de Ibe ter dirigido tal per-
gunta :
E que tenho eucom tudo isso ? arti-
culou.
Era, porm, tardissimo. As repetidas
mterrogaCbes davam completo desmentido
serenidade do rosto. O golpe tora cer-
teivo e calara fundo.
Como e porque ?
A Sra. Schwartz, sem esperar d'esta vez
sla,.chiamoo s feicOes urna expresso
1 e disse meia voz :
Pobre menina I esquecia me !...
O que lilteralmente signifleava :
Divaga tenhamos compaixo I
Os olhos febricitantes de Edme, cravados
nos d"ella, pareciam ler agara n'elles como
em livro aberto.
Minha senhora, ajticulou brandaman-
te e com a tristeza dos prmeiros moments,
quando pela primeira vez entrei em saa
casa, era quasi urna crianca, e prestava a
maior ltenlo aos objectos de adoro.
i vicissitudcs da poltica s
isiuuiam lOnnar, e de que i nossa
historia nos d um exemplo bem re-
cente.
N3o ; esse amalgama lem o .fermento da
pixo que breve o corrompe. A verda-
deira solida rida poltica em m'u conceito
aquella que se funda na urmssa dos prin-
cipios, na virilidad dos ciradercs, na ro-
bustt'Z das crticas.
Esta a verdadeira solidariedtide : quan-
to mais es|>onlaneo e livre, qnanlo milis
independente o voto que o represen-
tante da nafas presta a um gcveHM amigo,
tatito maisro governo se honra, se ennobre-
00, se fonlica com esse apoto. ( Muitos
apoiados.) r~
E' por sso, Sr. presidente, que o gabi-
nete de IG ile julho vem a este recinto
reveslir-se da torca necess.uia para arros-
trar com as dilliculdades da siluag5-i.
Mas, senhores, se esta situado nas-
eeu de um esforco enrgico do partido
conservador, ape/.ar de todo o vigor dcste
partido, apezar da coadjuvaco valiosa dos
mais dislinctos de seus chefes. dos mais fi-
lustres de seiis membros, a suiaro nao
poderia contiimir se nao tivesse o apoto da
opinio nacional. (Muitos apoiados).
O dominio progressisla eslava condem-
nado por todo o paiz. at pelo paiz. A
convieco da necessidad d i ascenso do
pulido conservador era tilo intensa, lo
o Tgioa e irresislivi'l que tiuha penetrad)
al ni propriao>; o no amago do gabinete de 'i de agosto.
Ajioiad s )
) Sn. Pune, ns Cami-os: -Sem davnla
n'iiiuimi : o Se. Pinto Lima j aqni O disse
com mo do mesuv.
O S Mwhtro n\ Justioa : -Alguns dos
nobres deputadus aqu p:es-nce.uam. a pi
ouviiam es tkek'* htwr.wis rvicnon o pu-
lido conservador como mu a garanta, como
urna salvarlo pira o paiz. (\lui!."S apoia-
dos |
O S. Pinto ME Cvmi-os : l'orni, quan-
do esiavam de!'iixo da tira ferrta. (Ri-
sadas).
OS:i. Mim-iko SA Ji-snnv : O presi-
dente do gabinete de :i de agosto nao s se
incumbi de provar a legitimidade da as-
cenr.ao do partido conservador, como por
duas vezes quiz entregar-lhe o poder.
O Su. Pinto de Campos: Negou atea ra-
zo de ser do partido liberal,
O Su. MiMisrao da Jistk;\ : Se este
laclo evidente romo acaba de ser confir-
ma lo por meus Ilustres collegas, deve sem
dovela causar reparo o inexpcivel silen-
cio do nobre ex-presidonte do coiisellio no
dia em que obleve de S. M. o Imperadm
a exonerarn que pe lio para si e seu mi-
nisterio.
As patarras do nobre ex-presidente do
conselho eslo nos Annnps do parlamento,
elle se proferto no senado, na sesso de IS
do julho do armo passado. Disse :* Q i
leudo Soa Migest.ule aceitado a demisso
do gallineto, iligiiou-se pergiintar-filS qual
o nome que elle mlicava para organisaitor
do futuro gabinete-, e o nobre ex-presi.ie i
le do conselho pe,lio muito respeit isamen-
te a Sua Magestaile que o escususse de fa-
zer tal indicanii.
O Su. Pini' i dsCvmi'os : --0 coraco que-
ra, mas a boca ferli iva-so.
O Sit. MiNisrito da Ji;sth:\ : Senhores,
eu creio que no h'i um cidado brasiieiro,
por mais obscuro que soja, nao ha um sub-
lit'i cm todo sata imperio a quem a cori
interrogando naquello momento sebre urna
to grave questo politica, uo se julgasse
obrigado, at com o sacrificio de sua vida.
a corresponder a suaconlianca. (Apoiados).
Entretanto O cidado naquello momento
mais altamente collocado, o homem que de-
via ter pleno conliecimento da politica do
aiz, poifl acabava de dirig-la, o ento
anda primeiro conselheiro di corta rora-
800 responder a pergnn/a (pie Itio dirgia
Sua Magestade, reeusos dar a cora o con
seibo que ella Ihe peda para resolver una
sitnico de que elle era o Drimeiro respon-
savel! (Apoiados ; muko bem.)
Este fado, senhores, novo, creio que
nao ha exemplo delle na historia do syste-
ma representativo. E muito grave; vi
nelle o primeiro symptoma desea opposieo
desordenada e virulenta que se devia levan-
tar dahi a poneos das contra o gabinete de
IG de julho) (Apoiados).
Senliorcs, creio que poderei explicar a
razo do silencio do nobre ex-presidente da
conselho. S. Exc. saja que s o partido
conservador poda vencer a crise, sabia que
a ascenso do partido conservador era a
nica soluijo lgica, natural, necessaria da
situac que elle havia creado ; mas nao
queira legitimar ... nao digo bem...
O Sn. Cm z Machado :Legitimar ni seu
orgulho.
O Su. Ministro da Jisti^: Exadamen-
te : nao (pieria em seu orgulho legitimar
esta soluco, preparava-se para a opposi-
eo que devia coinec.ar dentro em pouco.
Ento nao queron lo iudicar o partido con-
servador, s Ihe i estiva-os outros dous, r.
conservador e o progressisla. Nao podia
indicar o partido liberal, porque linha me-
Nunca vira senhora to formosa, to elegan-
te, to rica ncm to simple* como a Sra.
baroneza. Em "breve conheci cada peca
dos "seus adornos babitoaes lo bem como
se me houvessem pertencido. As meninas
sao assim, minha senhora, as meninas po-
bres Entre mil boles de diamantes des-
tiugna eu os soberbos brilh ntes que
nunca abandon.im as orelhas da Sra. baro-
OBM.
Aqui Edme relanceoa os- olhos para o
retrato. A Sra. Schwartz acompanhou-lhe a
vista, e traduzo fielmente o pensamento que
exprima, dizendo :
Desde o nascimento de Branca, poca
em que meu marido me fez este presente,
nunca mais usei outros brincos, nem mes-
mo em bailes.
Sabia isso, minha senhora, replicou a
mofa, e de crer que eu pensasse que por
sso mesmo Ihe costara muito ver-se pri-
vada d'algum.
A baroneza encaroii-a estupefacta.
Depois, mas porvenlura nao to ligeira
como convinha, levou subitameute a mo
s orelhas.
Edme puchara da bolsa, e tirava d'ella
o papelinho que embrnlhava o objeclo da
grossura de um grao de millio.
Assustou-me I murmurou a baroneza,
que procurou sonar.
Ma-* ei-la socegada, nao ? pronunciou
a donzella com to ajBMtp sarcasmo,.que a
cor subi s faces dpKBroneza, substituin-
do n'ella a extraordinaria pallidez.
Com gesto rpido e de certo involuntario
do. Calon-sc, pois, mas o seu silencio fui,'
Sr. piesdenlo, urna fraqoea, urna debili-
dade ; foi urna iufracfio do seu dever de
cidado, do seu dever de subdito, do seu de-
ver de conselheiro da cora.
O Sn. Casado : Foi falta de lealdade.
O Sn. Mi.nistiio ra Justica :E' verda-
de, pde-se dizer at que toi falta de leal-
dade.
O Sn. Casado :E' como eu o traduzo
o o Brasil inteiro.
O Sn. MtMSTno da. Justica IMas, se-
nhort's, o nobre ex-presidente do conselho
esqueceu-se de que o seu silencio era a
rel'erenda desla situaco. Se na escola do
nobre ex-presidente do conselho a cora
nao pode praticar um acto que nao seja co-
berto pela responsabilidade ministerial, o
acto da designaco do nome do Sr. vsconde
de Itaborahy para organisar o novo gabinete,
o acto da ascenco do partido conservador
toi referendado pela mudez do Sr. Zacearas.
(Apoiados).
O Sn. Cni'z Machado :Muito bem.
O Sn. MiNismo da Justica :E', senho-
res, esta situaco preparada, paciente com
lirmesa por um partido acostumado a lutar
unicameute com os meios .legaes, e-ta
situaco lilha de urna opposieo legitima e
moderada, esta situaco que linha, como
j disse, a referenda do silencio do nobre
ex-presidente do conselbo, esta situaco
que se diz creada por um golpe de estado,
por um acto de absolutismo!
Senhores, se as revoiuces se legtimam
[telas consequencias benficas que produ-
lem, o golpe de estado que puzesse um
termo situaco progressisla esyria no
mesmo caso....
O Sn. Casado:Apoiado.
O Sn. Ministro d\ Justica:-----sera
a lei suprema, suprima ler, da salvago
publica.
Mas. senhores, a superordade, a vrtu
de dos governos constitucionaes supprir
as revoiuces e os golpes de estado.
(Apoiados). Chegado o pan posco mais
critica, situaco a m; is perigosa, de re-
pente, sem o mnimo abalo, sem neuhuma
inliacco de lei, por um acto daquelle que
a naco collocou bem alto para velar inces-
santemetite sobre ella, pelo livre exercicio
de urna prerogativa constitucional, apparece
urna soluco natural, lgica, benfica e al,
senhores, liberal e democrtica. (Apoia-
dos).
A nomeaco do ministerio, a livre no-
meaco dos ministros o a dissoluco da
cmara sao. como sabis, as duas molas
reaes desse organismo constitucional to
laboriosamente construido durante scalos
por um
ihores
psito
moderna, aquella aristocracia excntrica,
anachronica mesmo, para dar aos outros
pivos lcoes e extmplos da meihor forma
de governo.
Inexplcavel aberraejto, senhores O
chefes do partido liberal taxam esta sita-
cao de Ilegitima porque nasceu com a n >-
meaco de um ministerio que teve contra
si o voto de um dos ramos do parlamento,
e porque deu lugar a urna dissoluco.
A dissoluco urna prerogalva da cora;
a intolerancia de nossos adversarios nao
chega ainda ao ponto de contestar esta
ventado.
Ha tres casos, Sr. presidente, em que a
dissoluco necessaria; l", quando urna
cmara rejeila um ministerio que tinha at
ento sustentado; ". quando o ministerio
recentemente nomeado nao obtm a con-
taoca da cmara; 3", quando o ministerio,
tendo embora o apoio eficaz da cmara dos
diputados, encontra nina resistencia tenaz
no outro ramo da legislatura.
Cavour, o grande estadista talino, aehou-
se em 1853 em una situaco anloga. O
senado sardo fa ca urna opposieo systema-
tea a respeito de medidas importantes que
tinhan passado por grande materia na ou-
tra cmara. O chefe do gabinete italiano
pedio ao rei a dissoluco da cmara, e na
sua exposico de motivos exprimio-se mais
o;i menos uestes termos :Senlior.A
resistencia que o senado, corpo essencial-
mente conservador, tem ipresentado a al-
gumas medidas do governo, adoptadas pela
cmara, nao pode ter outro fundamento
seno a convieco em que elle est de nao
ser a cmara interprete fiel da ventada na-
cional. Os ministros de vossa magestade
dedicados s liberdades constitucionaes e
convencidos da necessidad de manter a
harmona dos poderes polticos, tem a hon-
ra de propr a vossa magestade, a dissolu-
co da cmara a:im de nterwgn' a opinio
nacional, b
Ei cite! este fado, Sr. presidente, para
mostrar aos nossos adversarios que a disso-
luco da cmara nao como elles preten-
dem, um acto violento, um golpe de estado;
mas ao contrario, sabiamenieapplicada,
um-temperamento salutar do governo re-
presentativo. (Apoiados).
Prescindindo, porm, desle caso excep-
cional, eu compararei os outros dous.
O que mais grave, senhores ? dissol-
ver urna cmara que rejeila o ministerio a
quem ha pomo sauentava, ou dissolver -
urna cmara que noga prdimmarmente, sem
exame e sem motivo, a um ministerio no-
varaente orgamsado. nao nm vi.to de con-
fianza, porm os meios de solver compro-
missos de honra qnc a situaco passada.
havia creado ? Sen dnv.da o primeiro caso
mais grave. (Apgados.) Foi o de 1863;
neste ca o* a coma sobmette ao juizo do
paiz urna questo domaetira departido,
questo que dove ames ser juigada pela mo-
ralidade, pela bonestidade politica. No se-
gundo caso, a cora submelte ao paiz a
grande questo nacional, a questo da idea,
do principio, pelo qual a naco quersergo-
vernada. Este foi o caso de 18G8. (Apoia-
dos.)
Em ambos os casos, porm, Sr. presi-
dente, ha, sem duvida, urna vonlade bem
manifesta, bem pronunciada do soberano :
ha um acto muilo significativo do poder
irresponsavel, a resistencia que a princi-
pal \itude da cora.
Eu creio que se pode definir a misso, a
sublime misso da cora no governo cons-
titucional por estas palavras : a resistir
opinio appirente para provocar a opiniu.
real do paiz. (Apoiados.)
(tostumam, senhores. buscar na Inglater-
ra exemplos para resolver as nossas ques-
tes prliticas. Os exemplos soqons, mas
a sua applicai.o nem sempre.
Quantos parlamentos nao lem sido dis-
solvidos na Inglaterra em circumstoncias
idnticas s de 1863 e I8G8 no Brasil t
Quom nao sabe que naquclle paiz constitu-
cional, naqoeUe paiz mesire do syslema re-
presentativo, a dissoluco tem sido at um
meio de fortalecer a minora ? Eu citare!
o exemplo do Robert Pcel em I83i. Es-
tando elle no governo linha na enmara dos
communs apenas urna minora de 130 vo-
tos. Dssolve- a cmara, recorren ao paiz.
Sua minora elevou se de 130 a 30 votos;
mas as elecds nao Ihe denm trunipbo.
Eiilrelanlu Robert Pool permaneeeu no po-
der, e s depois .de tres votacoes successi-
vas o cedan a lord Melbourne.
Este faci referidu por um Ilustre his-
toriador, May. Diz este escriptor a respei-
lo do assmnplo:
Quando um vol de deseonfianca se
produz em um parlamento anlgo, como o
de 1781, os ministros lem a alternativa da
dissoluco ; porm quando j tem has ido a
consulta ao paiz, como em 1811c 183!,
ueste caso a votaco da cmara decisiva.
Citarei ainda, Sr. presidente, duas auto-
ridades para mim muito respeitaveis, supe-
riores a todas aqu das que tem sido ciladas
e que eu poderia recorrer. Rdiru-tne a
es-
cola
opinies lem o cunho da ex-
periencia, sao lidies da poltica pratica, su
lices da poltica que elles propros appli-
cai>in quando no governo. Nao sao meras
llieorias uu aspira^oes de escriplor.
(juor a cmara ouvir as paiavras de lord
Grey a respeito desta questo ? Diz elle :
Pelo exercicio desse poder (o da dis-
soluco) o soberano est habilitado a ap-
pellar para a naco lodas as vezes que le-
nba razo de crer que a cmara dos cum-
muns nao a expresso liel da vontade na-
cional. No lempo da celtbre lula entre Pitt-
os chefes da coalico, estes imputarnm
cora o abuso, de urna de suas prerbgalivas
por causa daquillo que cbamavam uuia dis-
soluco penal. Desdo ento, porm, ac-
crescenta o escriptor, Gcou eslabelecdu
como regia da consliluco, que, recusando
a cmara dos communs sua conliahea ao
gabinete, a queslao, se ella exprime Bel-
mente a vonlade do paiz, ha do ser resol-
vida pela dissoluco, nao pudendo a cmara
dos communs obstar ao livre exercicio da
prerogativa pela denegacTu) dos crditos
necessarios marcha do servico publico
at a reunio do novo parlamento, sem
incorrer na poca de (asgan, in reproach
f faction. Cito as propalas palavros in-
glezas para mostrar que nao faco urna tra-
dcelo livre.
Poderia, pois, Sr. presidente, com a au-
toridade de um estadista lo respeitavel,
com as palavras de um Ilustre liberal n-
glez ; poderia dizer que a cmara passada
quando neste recinto, no dia 18o de julho
de I8G8, negou ao overno os meios ne-
cessarios para a allminislraco do paiz, nao
representaba um partido. (Apoiados.) Na-
quelle momento, quero crer que so naquel-
ie momento, halucinada pela paixo, repro-
senlava apenas urna faeco. (Apoiados.)
A opinio de lord Brougbam positiva.
O roi, diz esse escriptor, pode dissol-
ver a cmara em qualquer lempo comanlo
que tenham passado as leis ananas, e assim
appellando para a naco elle destruir qual
quer cabala facciosa, qualquer oligarcha
que, nao representando fielmente o voto
popular, conspire no intento de constranger
o principio.
O Sn. Cnuz Machado : Tem appl'ca-
Co perfeit.i. era urna facfo nascidaas
trovas de urna noute.
(Ct)ntiiiiiar-se-ha.)
losame.ue consiruiuo ouranie secuios e que eu poderJ1 reco,,er. Rcn.u-u
im povo excepcional. E verdade, se- ,ord Brougham o a lord Crey, notaveis
;s, parece que a Providencia de pro- tadisldS ,,a |ng|aterra cstadifttas da es
i preservou, no meio da civ.hsacao |bera, Suas 0 jnj-es [m Q cm]iQ (Ja
levantou um dos bandos, mostrando assim
o boto que reluza na orelha.
E o outro ? perguntou a voz. fria de
Edme.
Hesitou a baroneza e a colera fez-lhc tre-
mer os laidos, que estavam lvidos.
E todava, em vez de chamar os criados
e de castigar como podia aquella extrava-
gante insolencia, manteve o sorrisoe le-
vantou o segundo bando, dizendo :
Perda-lhe.
Minha senhora, respombu Edme em
tom lento, claro e agudo, como a ponta de
um punhal, esse custou- Ihe seis mil fran-
cos, e ficar agora com tres brincos, se-
nhora baroneza !
Ao mesmo tempo, desembrulhou o pa-
pel para mostrar no concavo da mo um
bfllo semillante aos da Sra. Schwartz, e
accrescentou :
Eis o motivo da minha visita, minha
senhora. Os pobres nunca pensam inme-
diatamente nos recursos dos ricos : ha tres
mezes que a julgava aficta, e esta a pri-
meira casa onde entro.
A baroneza eslava immovel como urna
ostalua.
Edme poz o diamante n'um trem, cum.-
primentou e dirigio-se para a porta com
passos firmes.
No pateo do castello, tocava a campainha
para o jantar, com toda a torca ; o relogio
bateu sete horas emeia.
A baroneza deu um passo como para
correr atraz de Edme. Deteve-se e fal-
taram-lbe as pernas. Na escada a voz o
baro Schwartz diza cun chistosa pronun-
cia ajsaciana :
. Para a mesa hora militar Prevenir
senhoras.'
A baroneza levou as duas mies aos olhos,
que mil deslumbrameios cegavam. No
andar de cima soitava o (ao de Branca as
ultimas notas. L tora, abrio-se a grade,
que se fechou depois estrtmdosamente.
Era quasi noute, mas o diamante reluza
no trem, concentrando os raius -dispersos
do crepsculo.
Foi-se I pensou em voz alta a baro-
neza. Que Ibe liz eu ?
Pegou no diamante com mo convulsa,
como se os tomes que cspargia a tivessem
magoado. A vala quodra-se Ihe fixa e
vilria. Eslava immovel, se bem qu a voz
do marido a fizesse cada instante astro-
Nnecer.
Caliou-se o piano de Branca. Desceram
a escada uns passos ligeiros, e a propria
Branca vivida rosa, entrn precipitada-
mente na sala.
O' m, chamou. Eslsahi ?... sem
luz ?... verdade oque me disseram ?
Edme veto 1 Janta comnosco ? Ento
onde est el a ?
Vinte perguntas valem mais que urna
para as pessoas conturbadas.
N3o facamos esperar teu pai, respon-
deu apenas a Sra. Schwartz.
(Gontmuar-s-ka.)
TVP. IM> UlAKIO-tlIA M8 CtttIESH. .

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