Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11943


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Full Text
ANNO XLV. NUMERO 211.
PA A CAPITAL E LCABES OOTE IAO ,SE PAGA TOTE.
f or trw mezes a^udosJflH^^^^^^^^^^^^^^^^^B^^k^k^kl
Por seis ditos idem. .
Tor ura armo dem. .
dda numero avulso ,
. .
DIARIO DE P
6OOO
124600
240000
IB20
Propriedade de Manoel FigrieirGa de Faria & Fiihos.
.' pH
---------
"A .
------------------- 11
_
'
------------
as-
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Fiihos,. aa*ar;.GoDf al ves d Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oiveira, no Cear; Antonio de Lomos Braga, noAfacatj; JoSo Mara Mo Chaves, no Asfca; Antonio Marques da Sirva, no Nalal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, raamanguape f< Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmmo dos Santos BulcaY, eta Santo Antao; Domingos Jos da Cosa Braga,
em Nazareth; Francino lavare* da Costa, em Alagas; Dr. Jos Martins AJves, na Baha; e Jos Rfbeiro Gasparinho, no Rio de Janeiro.

PARTE OFFICIAL.
Ciovrrn da provincia
os*ev.iii)> da vicK-rnKsiDEM i \ do da 'J
II". SKTK.Ml.llu DE 18ti'J
Amador de Arauju Pessoa.Conccda-sc 3 mezes
com encimemos na furnia da lei
Aaguslo Cesar Pereira de Mondones.-*Informe AssumpCao.
Mis. Sopliia tynynilian dem idem.
Mrs. Carolina" Retanick, vmva, dem
idem.
Mrs. Izabel Ctler (alias Watts) viuva,
idem idem.
Mrs. Isabel Thomas. viuva, dem idem.
Mrs. Maria Auna Taylor, deixada em
<> Sr. I>r. juiz dos feitus da fazenda.
Padre Fraacisco VirisMino Itandeira.Sejam n-
trente mediante recibo.
Francisco Felfa Goaanlves.Infirme o Sr. en-
graheiro ehefe da reparlico das obras publi
cas.
Joaquim l'.odrigues Tavares de Mello.Sili>f.n;a
: exigencia da oaatadflria e pages w direilos na-
emanes, nmo requer.
Jasno lote le Sant Auna.Indeferido a vista
daMaferoiatdes.
JaiaflapiMa de Lea. Iforme o Sr. comman-
d*nte Mperor da guarda nacional do Rio For-
MM
t.iz Manol de Siqueira.Informe o Sr. inspoc-
l.r da thesooraria provincial.
Manoel de Almeida Lapa. Constancio Jos da
SHva Mana Jnior e Luiz Jos Itodrigues Pinliei-
iu i>irijam-se ao Sr. inspector da thesuuraria dt
(aaBUaa.
Manoel de Carva'.ho Paca de Andrade.Em tif-
ia do Asplo no avisa do ministerio da juslica de
2S ederembro de !*?*, nao |wde ser concedida
a prorogaeo que pede.
Manoel joaquim RaptistaDirija-se ao Sr. en-
fptiero ehefe da reparlico das obras publi-
cas.
Sefcas.lo Valeriano Alves de Souza.Informe o
Sr. inspector da thesourana de fazenda.
fltepartlco da polica.
t* iacrao. Secretaria da polica de Pernambu-
c., 15 de tembrode W69.
N 1313.Illm. e Es ni. Sr.Levo ao conheci-
utenla de V. F.xc. que, segundo consta das parti-
cipaeo'- recibidas insta repartir, foram hniitem
rocotbid a casa de detencao os seguiules indivi-
don ;
A.-rdem do subdelegado do Recite, Joanua, a*-
erava de JoSo Lucio'da Costa Montiro, a roque-
i'inieo'.o (.leste.
A'Ordem do de S. los, Willian Heikmoud, in-
'\n, n di- mptttn cmsnt
Deu i V. 1-acIllm. e Exm. Sr. Dr.
Manad do SascJawnto .Machado IVrtetla vice-
praainnl i da provincia. o ehefe de notieta
Fhmcr: i!e Auu O'.iwra liaael.
EXTERIOR.
Miss Ilarriet Taylor, idem idem.
JuOo Moynihan, menino de 40 annos, tra-
zido a Buenos Ayres no Taraguy.
Joao 1). Rebattick, menino de 8 annos,
i idem, idem.
Francisco J. Watts, menino de 8 annos,
idem, dem.
Chas A. Cutler.menino de 7 annos, idem.
idem.
Guilherme Mac Culloch. menino de 44
annos, idem, idem.
Jos W. Thomas, menino de 4 annos,
idem, idem.
Rosalina Moynihan, menina de 7 annos,
idem, idem. .
Isabel Cutler, menina de i annos, idem,
idem
Margarida Thomas, menina de 8 annos,
idem, idem.
Helena Thomas, menina de 2 annos,
idem, Wem.
Lavinia Crane,menina de 42 annos, idem,
idem.
Carlos Taylor, menino de 6 annos, deixa-
do em Assumpcao.
Alnnzo Taylor, menino de 4 annos, idem,
nLm.
Percy Taylor, menino de 4 anno, idem,
idem.
Isabel P. Newton, menina de 41 annos,
mandada a Btienos-Avres" no Taraguy.
Jorge II. Newton, menino de 8 annos,
idem, idem.
Sara J. Newton, menina de 6 annos, idem.
dem.
Malinas Newton, menino de > annos,
idem, idem.
Mrs. Portilho, deixado em Caacop, por
nao poder azer a viagem.
Apenas chpgou o vopor, o tenente Blo-
unt foi inmediatamente ao consulado inglez
c o Sr. Parish arranjou com que os enfer-
mos fo sem rec8bidos na sala da escola
attinenie igreja ingleza. Ao mesmo tem-
iin.NOs-Avnr:s.
- IMil.i:ZKSNOPAI(ACUAY.
Cegou o Taraguy hontem do majiha de i po, urna commissSo composta do Rev. Mr.
\.ssuinpr<, lendu sabido da.ju.dle porto '
hbado 21 docorrenle, e trazendo mufles
.los prisioneiros, j libertos, esperados
pelo vapor de S, M. Crucktr. Vieran elles
coaiaos ao tenenlewouat, que nos pedio
osternunliassemos a extrema benevolencia
do comruandante do Taraguy, e do com-
tuissan',. I. Manoel Delfino. Alguns dos
!iifeli7.c> astio abatidissimos, mas o lente
tlountiemum soi lmenlo de remedios res-
tauradores para a occasio; as criangas
[irincipalmeHte esli em pessimo estado, e
tnuitas delas iro para o hospital inglez,
inde se Ibes prearon urna sala para as re-
cbar, pois necessario sujeita-las a um
ralaiuetito de algum lempo antes que se-
jam enviadas para Inglaterra. E'grato saber
que o conde d'Eu manilestou toda a bene-
Ford, Rev. Chas Jackson e oulros, ajudados
por algumas senhoras iaglezas, occopou se
em distribuir roapa e ontros objectos que
nesta occasi3o s3o mais urgentes. O Dr.
Ateten lambem esleve presente, e parece
que nao ha motivo para anciedade, almde
roos ou tres meninos, que, sem duvida.se
restabelecerUo depois de serio tratamento.
0 estado eapparencia dos prisioneiros
tal que inspira as mais ardentes sympalhias,
e nos temos o prazer de noticiar que o
cnsul abri urna subscripcao para auxilio
delles. Alguns dos homens j se fortalece-
rn! to rpidamente, durante os ltimos
dez dias, que a gente mal pode crer
que tivessem passado tantos trabalhos no
espaco de quatro annos ou mais. Outros, I
entretanto, tem os cabellos prematura i
vdaoc para com a infeliz gente, provendo mente brancos, o rosto descarnado, asmaos
sileiras, a nao menos de 60 foram fundidas
desde dezenibro ultimo ; destas, 90 sao de
calibre 12, e outras foram fundidas sob a
direceo do capilab Thompson, que esta
com Lpez.
A evacuacao de Ascurra nao foi mov men-
t precipitado. A guarnico marchou em
24 horas a Caacup, comprebendendo al-
guns mil homens e meninos, e cerca de
3,000 mulheres, sendo estas empregadas
em carregar provisoes do exercito, e algu-
mas equipadas como lanceiros. A reta-
guarda, commandada por Cabalen), foi
cortada pelos adiados perto de Pirabebuy.
e destrocada, mas o grosso do exercito
proseguio a salvo at a Sem de Aldaraa,
levando comsigo 60 canhoes. (Juando os
brasileiros entraram em Caacop acharam
destruidas todas as machinas da fundi-
clio.
O Sr. Newton, que primeiro pas^sou ao
Paraguay em 4858, foi um dos ingtezs mais
proveitosos a Lpez, solfreu mais qno os
outros, e seos fiihos eslSo em extremo
abatidos, iligenciou sabir em 1804. e
tambem qnando o nario de S. M. Braco
chegou a Humayt, mas o general Barrios,
peremptoriamente lli'o reousou. Em fe-
vereiro de 4868, foi elle um dos que obti-
verain refugio na legacao americana, mas
foi logo mandado, em companhia de Milus
e outros, para San Lorenzo. Antes fundir
elle pecas em Ibicuy, incluindo a peija
monstro Criolla, e urnas setenta pegas pe-
quenas, durante desoito mezes, e urnas 400
too Iwnga dala i-eclamado, e sempre adiado.
Se as dcas facilitara a cobranra dos di-
rettoide importagoe wtporUicio, eobviam
o contrabando ; tambera incontestavel que,
sendo de custo eievadissiuio, pesam de um
moda>crafl4 sobre o oommercio,.esem du-
vida poro bices ao sen dasenvolvimento.
E.-quando o comnercio se acba to so-
lirecarregado cora os impostos e oom a
'li'prejfiaro da oMeda do paiz, parece-nos
poue*
goes, jizondo-o pai
noel Menelio Pinto, e FaJeSo, os solos tawlamus
ie e Qui toffir
as 7 s 10 lioras da noite estar cm exposi{io
o hospital respeetivo.
PASSAMENTO. Faileceu hontem, victima de
longos padeeimentos. o Sr. Dr. Henry K'raus, qne
a 7 annos resida entre nos, sempre. estim
todos que com elle ootrelinhaui relaroes
sade, quer pela sua illustraco e conhec1
e quer pelas snas maneiras manas e delica
Nasddo na iflw dS. Thonwz, qtuuido ella per-
teneja ao Reino Unido da tira Bretanha, o Df
cebeuogro de doutor om
us, que
imadode
fina pela Tiiiversidde de Copenhague,d'onde. Niines Machado. Relai.- o Sr.
para o Brasil no anno de 1836, indo resKtir btta. sorteadn os Srs. desenibargadores
.___* 1 ________' !.. 1 I \_ ^_ 1. .. 1 i ..!.'. n m. nn 11-i n.linm ljkll I H W7 ll'K A ti ll 11 Al 11 I'.U'ln
Olegario Vasconcellos faro.Relator Sr. ffes-
ernaartadnr Linrenco Santiago, sorteado os Sis
deseinbargadores Gitirana; Molla e Donitrtgnes da
Suva.-Improcedente Rect-nrrente. ojuizo;rec-
corrido, Pedro Candido do lleg.Relator o Sr.
desembargsdor Almeida Alfcwnierque, snrteados
os Srs. dest'mbargadores Sao Lefio, Loonoo
Santiago e Gitirana.Improcedente. ReceorraHe.
o juizo; receorrido, Eaeass Antonio Lopes.Re-
lator o Sr. desemhargador Almeida Albnqnerqne.
sorteado os Srs. desenbargdores Loufeneo san-
tiago, Motta e Bagneira r.a>ta. Imprceden-
la l^'oeorrenie, ojoizo. rocoor*i Bernar*-
mbargado!
Gitirana.
perior i qtw flaga aclualmente, embora as na capital da provinea a Parahyha at o anno de Domngees da Silva e Regoeira Costa. Deu-se
-
PEMAMBCO.
REVISTA DIABLA.
loueladas de balas. ltimamente este ve i lancia^mpregad.-i.
cultivando, perto de Tobaty, e por alguns; A'^Dnstruiri-i das dcs no Recife pren-
mezes viven, e mais a familia, do fructo dajde-'s, pois, nosse wr aomiMboramento
arvore ds cacao pisado dentro de um pouco: do- porto e ao erescente commerrio de Per-
de.pao. nmbuco ; e sem'-elles, longo d ser um
A Sra. Cutler viuva e tem alguns fiihos j bem, sert antes um mal tal conslruc-
pequenos; seu marido era engenheiro chefe rtn. '
do Salto do Cuayr, no rio Corumb. Ten-I
tou ella vir no feacon, mas foi impedida.:
Nos ltimos oito mezes esleve emwacnp^ |
onde eram e-cassisimas as provisoes, mas
o Dr. Skinner procurou sempre obter para
os inglezes captivos algumas races das au-
toridades.
Nao temos espago boje para dar mais
pormenores acerca dos soffrimentos desta
pobre gente, mas reproduzremos amanlia,
e nos outros dias as dolorosas narragilts
que chegarara aos nasos ouvidos relativa-
mente ao trisiisimo romance da guerra
sul americana.
Todo o elogio pouco ao capitao Fawkes
e tenente Blount pelos seus admiravds
serviros, e bem assim ao cnsul, Sr. Pa-
rish, Rev. Ford, Sr. Carlos Jackson, etc.
Mencionaremos tambem o activo interesse
que tomaram o honrado W. Stuart, minis-
tro de S. Magestade ; e o publico pode ficar
certo de que os infelizes sero bem trata
dos.
(The Slamlarl, de Buenos-Ayres.)
1862, tendo-se all fitlo pelos laeos do casamento
cum a Kxma. Sra. U Clementina de Mello Kraus,
e deixando S lilli#Resse enlace.
Desejando terflm maior circulo para seus tra-
balhos mdicos, Tranferfo saa residencia da Pa-
rahyba para a.cidade dofiecife, onde viven sem-
pre oceupado cm pensar de sua extremaila fa-
milia, e daquelles que o procuravamphra mitigar
iiins dores pliysicae.
Oracao generoso e bem fasejo, o Sr. Krans
M dcas, aunado *s eireumstaheias aeadio demore cornos recttrsos de sua bolsa aos
madarfO de Mpecto : i'Wndo o eom- "ecessitados que a ella recorrala, pelo que murtas
vezes ou\1mos louva-lo.
Os importantes serviros mdicos que presto" na
Parahylm. na invoslo d Cholera, obtiyeraw-lhc o
o dsi^nvolvimcnto habito' de cavalleiro da or'Jem da Rosa.
lima lagrima-ie saudade sobre o tmulo do ex-
tremoso pai, bofa marido, dedicado amigo, e dis-
tinelo mdico ; c nosses sinceros pezames sua
inconsolavel familia.
FESTA EM GAMELEIRA. Domingo prximo
os devoto* de Nossa Senhora das Dores, que se
venera na tarja malriz desta oojMJo, festejam
sua padroelra com toda solemntdMe. Orarao ao
Evangelho o Rvm. Dr. Pelinca, e aoTe-Deum o
Rvm. Antonio de Mello c Albuquerque.
A' tarde liaver.ao corridas de cavallos, c a noite
ser queimado um lindo Toco de artificio.
As novenas tem sido rmiito conconidas e ani-
madas.
D1NHBIR0.Os vapores Pofenau c Pirapama,
da companhia Petnambacanfi, levaram hontem as
seguiules quantias i
difliculdades qoc elle enconira no embar-
que a desembarque das cargas nos navios.
A Drimeira. necessidade, para odesenvol-
vrnwjto de oommTcio (lascKIades-rnarili-
masi incontcstavi.-tmente um porto franco
e abrigado. O de Fe'raambnco nao satisfaz
a priiaeira condicio: o fpe,'pois, Re convni
anteafde tudo ser melhorado. Venham
de
tive
mercie, mais desafogado e livr dos pesa-
drasitnos impostos, poder respirar com a
to ; oamlo finalmente
iiiariwno flo nosso porto liver augmentado
por tai f ma, que sobre a t^nelagem pese
um dtreiro de dora inferior ao que, pagnm
ente os navios, por todas as neces-
,'qhc precisam salisfazer, como an-
arga, descarga, ele. ect. ; e se-
8o plenaui"nte salisfeilas as exigen
fisco, que se" proclama, lao lesado
Contrabamlo, apezhr de toda a vig-
ale ts mulheres com caxallos para a jorna-
da at AssumpgSo. Viveram elles em Caa-
.upestos ltimos oito mezes, sofrendo
privacoes al que L"pez abando-
nou As;urra e foi para a sena de Caagua-
rn. Afumas das criangas andaram sete
milhas. descaigas, at alcangarem as Iin6as
brsseiras. Nao obstante i tirado suppr
que Lepex tivesse qualquer desses infelizes
encaroerado em Ascurra.
Iiii a isla dos subditos inglezes trazidos
do theatro da guerra, e tomados perto de
Veniuela e Caacup:
irrell, engenheiro civil, mandado
para Riu-nos-Ayres no Taragay.
Honrique Valpy, engenheiro civil, idem,
idem.
Carlos Sv.iie, engenheiro de minas, idem,
i 'leut.
Jorg Miles, engenheiro, idem, idem.
Fraiioi:eo Spivey, engenheiro idem, idem.
Carlos Scbunlt, ferreiro, dem, idem.
GuilhermeSmith, coslnbeiro idem, idem,
Joc Neal, creado, idem, idem.
Jos Bootbby, cosinheiro, idem, idem.
Guilherme Mac Culloch, engenheiro, idem
Mem.
Citas Aisan, ferreiio, dem, idem.
i. idem, idem.
\:y- han, miueiio, idem idem.
Jorge i'oung, engenheiro, deixado em
Assump 5'.
Hairy Porter, engenheio, mandado a
Duenos-Ayres no Taraguy.
Jor: Hickirbottom, dem idem.
i. J.Naylor, engenheiro, removido para
Assump
Carlos Crane, idem idem.
Ricardo Tranter, cosinheiro, idem idem.
Guilheime Kind, idem idem.
Jayme Lumsden, engenheiro, idem idem.
Jaynie Martn, engenheiro, dem idem.
R'canio Marshali, idem idem.
Jayme Cambridge, engenheiro, deixado
em ssumpgao.
'Hiomaz John Maggs, engenheiro, idem,
ido.
Carlos Richard, bombeiro, idem idem.
Guilherme Palterson, cagenheiro, entrou
como engenheiro para o vapor Adele.
Frederico Kirby, engenheiro dem idem.
Lae, engenheiro civil, deixado
doente em Pirajj.
Guilherme Newton, mostee fundidor tra-
zido a Buenos-Ayres no Taraguy.
ossudas, os olhos encovados, e rugas pro-
fundas na testa : esses, porm, dentro de
poucos diasrecobrarao muito do seu anti-
go vigor, apenas possam ter o necessario
repouso. Varia o estado das mulheres ;
urnas estao abatidas e consumidas, outras
contentes e alegres sob o peso dos seus
males: algumas sao viovas de inglezes que
morreram na guerra, e muitas residiram
annos no Paraguay. Corta o corago ouvi-
las contar os sotimentos e perigos, e nos
alcancamos publicar, ouvidos das proprias
boc;a"s. algumas noticias interessantes que
ho de inspirar sympathia e rompaixo a
todos.
Alguns delles nao se achavam desvalidos;
por exemplo, os Srs. Rurrel e Valpy, en-
geohekros civil e militar, que j antes da
guerra estavam construindo a estrada de
KJOS PBLICOS. -^--Alwixo publicamos o
ue a sociedade patritica Doze de setem-
gio ao Exm, comniaiiilante das armas, e a
i A) mesmo Ecm. Sr,
e Exm. Sr.A grata noticia do tetrao da
sanguinolenta guerra--que lio gloriosa-
i sustentamos contra o Paraguay, o maior
expansivas m unt i-.enlhusias-
mo. para a popiilaao dr.
Na anciosa esperanca desta noticia, a soocdade
palrioliea Doze de se.iembrocujo lim a pro-
inocao de festejos pblicos, nomeioii urna C.mmi_s-
sao central encarregada deorganbar urna divisa i
composta de batnllioes pfttrlkitttos que percorrera
as ras da cidade no dia que fr designado.
Ea enniassap abaUo assunada, apreciando as
cllenles qjualidodcs de V. Kxc.; a parte he-
hbroiea que tomn nesta tata de honra e dignida-
de para o paiz. para o qual a espada gloriosa de
V Kxe. cinqnisiou viventes lauros; considerando
a all e feral svmpatliia une nwrocidaroente goza
na po|.ulaeao d'esta cidade, anima se a rogar-lhe
a honra d acceitar o commamlo da divisan que
, pretende brgartfcaf e cojo ditalhe levara no co-
-- irin i|ll0fil"t'nl.0dB Y-EXL'- toat|o a oommUsaalr
UIAKIU Ut I LnilAmDULU ,e* Aeommisrfto eo'nfia tanjo s senfimenfos pa-
trioticos de V. Bxe. que oosa esperar, que a pre-
senca d. bravo general F.nles. a trente de urna
grande parte da populara o desta ridade, venha
recordar-lhe os feitos tmarusoa desto, e de tantos
hroes que nos lampejos do MM6 espadas ganosas,
honraram lio campo da batalha a instiga de uma
temporaria, do projecto ah apresentauo so- can^ sublime, e a arropancia magostosa de uma
nacao que defende os seus mais sagrados direils.
Deus guarde a V. Exc.-lllm. e Exm. Sr. gene-
ral Joaquim Jos Goncalves Pontos, digno com-
Para Aracaj. t Penado. 100*000 .aOOOOO
Macelo TOOOOO
Parahvba. :u:iooaooo
i Natal. i:i:30000
i Mossor. 7:6'koiU)
t Aracatv. 40:0000imi
Fortaleza 113:357 320
INSTITUTO HISTRICO E PHILOSOPHICO.
RECIFE, 46 DE SETEMBRO DE 4869.
AS DOCAS E O MKLlIOnAMENTO 00 P0BT0.
Na segunda discusso, havida na cmara
re dcas, foi approvado um addilivo cli-
camente ao melhoramento do porto de
Pernambuco.
N'esse addilivo tornava-se de alguma fr-
oaqi
mandante das armas.
lllms. Srs. Tenho em
iP8snca B caria ofTicial
ma dependente do melhoramento do porto que com data de hontem se seno -.Miierecar-me
do Recife a conslrucco das dcas; e essa de- os distincu cavalleir
pendencia tornava-se nosso ver tanto mais
necessana, quanto pareca-nos e parece-nos
que, melhorado o porto, de forma que
pela sua barra possam entrar sem risco os
maiores navios que o demandem. e apro-
fundado o ancoradouro, a necessidade das
dcas, actualmente reclamadas, desappare-
ceria, e o commercio nao teria de suppor-
tar os gravames da tonelagem cobrada as
dcas ; tonelagem que os clculos mais
Mrs. Izabel Edn, tra'rda a Buenos-Ayres pois em Caacop.
1 India nt df ""
ferro de AssumpgSo a Villa Rica. Ha ainda moderados elevam cima da que pagam boje
aos doze inglezes que acompanham volun-
tariamente a Lpez esuas forcas na retirada
para o interior; sao elles o Dr. Skinner.
que vai como coronel; capitao Thompson;
Mr. Nesbitt, chefe do arsenal; Mr. Taylor,
Jnior, e o criado do Dr. Stewart.
Todos fallam com grande elogios da be -
nevla soiicitude do Dr. Skinner, que sal-
voudafome muita daquella pobre gente.
Oremos que Mrs. Linch tambem se raostrou
muito benvola com elles.
Alguns dos refugiados sao daquelles que
no anno passado se abrlgaram em casa de
Mr. Washburne, onde ficaram cinco meses
sob a bandeira americana, at que foram
mandados para o interior. Minios delles
n5e recebiam paga desde longos annos e
tem subsistido com os seus proprios re-
cursos. Gragas a Deus, sobreviveram a
to penosos trabalbos, e os seus concidadSos
faro a oraum generoso esforgo era favor
delles.
Aqu vSo agora alguns pormenor^ que
pudemos alcancar.
0 Sr. Jorge Miles, 4 engenheiro do na-
vio de guerra argentino Yinte eme* de
Mato, foi aprisionado na de-cida dos para-
ioavos a Corrientes, a 43 de abril de 4865
e soffreu Hm penoso caplveiro de 4 annos
e 4 mezes. 0 engenheiro chefe, Sr. Hugti
Bain, morreu na viagem para Villa Franca,
deixando a viuva em Baenos-Ayres e uma
filha em Belfaste, Irlanda. Durante a guer-
ra, o Sr. Miles oceupou-se em fabricar ar-
tilharia para Lpez em Assumpgo,
Essas pega-i
erara quasi
p >rifls rifa-
os navios que entram em Pernambuco.
Na sessao de 3 do correte, por occasio
da 8* discusso do referido projecto, o Sr.
deputado Pereira da Silva apresontou una
emenda suppressiva do citado additiv, e
esforgou-se por demonstrar a sua inconve-
niencia, baseando-se em argumentos que
Ihe pareceram procedentes.
Os Srs. deputados por esta provincia
Augusto de Oiveira e Barros Barreto pro-
nunciaran! discursos em opposigo ao do
Sr. Pereira da Silva ; e, despeito do pro-
testo lavrado por esses destinctos represen-
tantes de Pernambuco, foi approvada a
emenda i
0 Sr. ministro da agricultura declarou
que assumia a respousabilidade dos damnos
que porvhtura trouxesse Pernambuco a
suppresso do addilivo, quando se tralasse
de dar execugo lei.
Em nossa oitava pagina damos essa dis-
cusso, e d'ella ver3o os nossos leitores e
protesto lavrado por parte da deputagao de
Pernambuco, bem como o compromisso do
nobre ministro da agricultura.
,Em nome da provincia de Pernambuco,
em nome da opiniSo publica que represen-
tamos, lavramos aqui igualmente um pro-
testo contra os prejuizos que possam so-
brevir ao commercio desta provincia da
construego de dcas em seo porto, antes
de raelhorada a sua barra e o seu ancora-
douro, de forma ser fcil a entrada de
navios de qualquer lolago.
Se ha conveniencia em construir-se dcas
no Recife, maior interesse deve trazer ao
commercio o melhoramer>to do oorto. de
sao cei al da sociedade insuflada nesta cidade
sob o titulo -- Doze de sct*tnbro promotora ti;
rstelos [Miblieos que sedevem re.ih-ar ao onegaf
a esta provincia a grata e almejad nova de se
haver terminado a guerra que gloriosamente pe-
lejamos ba qu.asi emeo annos no Paraguay, con-
tra o tyranflO daquella repblica, festej i|ue se
devem'manifestar pela exbibicao de batalhoes pa-
triticos formando uma divisan que percorrera as
mas desta capital, cujo coimnando a nebro com-
missao a que respondo julgon em sua bondade
devor eonfiar-me. .
Partilhando dos sentlmentos patriticos de que
se aeha possuida a sociedade Doze de setembro.
acceito com muito prazer a parlo que a nobre
commisso central me reservou uestes festejos e
agradeeo cordialmente as expressoes de benevo-
lencia de que se servio em sua citada carta em
relacao a estima que me tributa e aos servieos
que' prestei na guerra actual, da qual com pesar
me retirei por graves emeommodos de sande que
me privaran) de continuar os meus fracos servi-
ros, e de associar-me ao meus companheiros
d'-irmas as suas fadigns e glorias.
Asseguro a nobre commisso que proeurare
esforgar-me para corresponder sua especiativa
e da sociedade que tao dignamenle representa, e a
do brioso povo pernambucano, sempre enthusias-
ta quando se trata de memorar os f-itos gloriosos auii
de nossas armas, e de saudar as nossas phalan- s(
ges no estrangeiro, aclualmenle guiados por S. A.
o Sr. conde d%u, que bem cemprehendendo a sua
ardua e honrosa missao tem sabido pela sua pe-
ricia, e por ontros muito i ttulos, conquistar pa-
ginas brilhantes para a historia patria, grangean-
do a gratido e estima de sens commandad-is, e a
de todos os brasileiros que de coraco esperara
wr seu pavilhao trcmubr completamente lavado
da nodoa que sobre elle quiz lancar, porm de-
balde, o fementido Lpez, verdugo do sua mema
patria, da liberdade, e do genero humano.
Deus guarde a VV. SS.-O brigadeiro,/. J. Gen-
miren Fontes. Srs. memhros da commisso cen-
ral da socieladeDoze de setembro.
FESTA DAS CHAGAS DE S FRANCISCO. -
Os terceiros franciscanos celebrara araanhaa a
fsta de seu padroeiro, com aquella decencia,
pompa e brilhantismo de que aera sempre corear
os actos religiosos que fazem na sua igreja.
A' 7 horas da manbaa S l.\
bispo diocesano celubrara m
occasio a sagrada commuu'iao as pessoas devi-
damente efhfesadas. ,
A festa entrar s 11 horas e meta, sendo o ce-
lebrante o Rvm. Moura. que oOlciar pela pnmei-
ra vez, e orando ao Evangelho e ao Te-Doum o
Rvm. pregador da capella iiriperial fre Joaquim
do Espirito Santo.
Reune-se boje, s 10 horas da manhaa,, esta so-
ciedade, em sessao ordinaria.
SOCIEDADB EMANCIPADORA.Para hoje,
uma hora da tarde, sao convidados es memros
desla sociedade,va se reunirem no salao do Club
Pernambucano.
FRECUEZIA DE S. JOS".Moradores dos lar-
gos da P nha c da fiibeira so qneixam do deleixo
do Sr. fiscal da fregaeia de S. Jos, em relaco
esses dons pontos, onde o lixo e a inmundicia
anlam cm montes cada canto, sem que ao me-
aos elle mande removc-lns. Chamamos aatle"nc?Ti
da Illma. cmara municipal para esso deleixo m-
qnalilicavr1..
SUFFRAGIO.Hoje pelas 7 horas do dia cele-
bra-se na matriz da freguezia de Santo Antonio, a
mandado do Sr. Vicente Ferreira da Coala, una
nissa pelo repouso eterno do chefe de diviso Jo-
s Secundino Gomensoro.
IMPOSTOS Pr.frYINCI.VES Al o dia 29 do
correntc recebem-se os impostos abaVSO men-
cionados, relaiivos ao anuo lindo de 1U8 a 18(i';l.
no consulado provincial; e d'ahi por diante os
dbitos nao s^ilisfeilos, sero liquidados e rcmetti-
dos para juizo com a inulta de 9 por cont.
Os impostos sao os segointes :
Dcima urbana.
Cinco por cento mo morta.
Qua^o por cento sobre os estabolecimentos
commrciaes fra da cidade, typograpbias, cochei-
ras, botequins, hoteis, casas de pasto, eavallaricas
e fabricas.
Cinco por cento pela venda do capim de planta.
Oito por cento sobre consultorios medieds c ci-
rurcicos, cartorios e escriptorios.
Vinte por cento sobre estabelecimentos de com-
mercio amgrosso e a retalho, armazens de reco-
Qa^S I 'nl sooro armazens alfanJega-
ViSBr cento do consumo de agurdente.
Mil res por tonelada de alvarengas e canoas
abortas.
Cinco mil ris por escravo ganbador, e por bo-
lo, saveiro ou balieira.
Cinco mil ris por cavallo de sela particular.
Dez mil ris por cavallo de aluguel.
Trinta mil ris por escravo empregado em ser-
vico de alvarenga.
Trinta ra I ris por casa de bilhar.
Ciucoenta mil ris por casa de modas.
Cem mil ris por casa que em vender se roupa,
sellins e obra de marcenara estrangeiras.
Cera mil ris por casa de compra e venda de
escravos.
provimento. Reccorrenle, o juizo ; reccotrio.
Miguel Theoptulo da Silva Maia.Relator o Sr.
desembargado!- Molla, torteado* os Sis. desembar-
gadores Almeida Albo^dcrque, Lourenco Santia-
go e Sonz IjSo.lmpro(Ti)enie. Reccorrent
juizo; receorrido, Francisco tes Tavares.Rela-
tor o Sr. desembaigador Domiogues da Silva, sor-
teados os Srs. liescmbagaduies Souza Leao, Motta
e Lourenco SantiagoImprocedente. Reccorren-
le, o juizo; recrorrido. Jos Bernardo de Sou-
za Relator o Sr. tlesenilj.argador Domngues da
Silva, sorteados os Sis. deseinbargadorea Gitirana,
Almeida Albuqoerqac t> Regue'ira Costa.Impro-
cedente. Recroi rente, Ant nii i Garcta da Gama ;
i 'M,rrido, o juiz.Relator o Sr. dor-embargador
Regueira Costa, sorteados o- Srs. deseinbarg.idores
Gitirana. Lourenco Santiago e Souza Leo.Nao
omou-se conbecimenlo por ter sido apresentid
fra de lempo, lteccorrente, o Juizo; reccorrida.
Rosara Maria da inajMio.Relator o Sr. des-
embargador Rcgueira^osta. sorteados os Srs.
descinbargadorcs Almeida Albuquerque, Gitirana
o Doraingues da Silva.Improcedente. Reccor-
renle, o juizo; receorrido, Pantaleo, escra-
vo.Relator o Sr. dosembargador Souza Leao.
sorteados os Srs. descnibargadores Domngues 4
Silva, Motta e Giliraua.Improcedente. lteccor-
rente, ojoizo; receorrido, Amaro Jos da Sil-
va.Relator o Sr. di .nibargador Sonza Leao.
sorteado* os Srs. desemhar'ailores Gitirana, Re-
gueira Costa, c Lourenco Santiago.Improce-
dente.
Dknu.ncia. De Ifenriquc Jos' de Mendonca
contra o juiz de dircito da rid.ide d'Arvia, I.oiz
(Jorrea do Queiroz BarrosRelator o Sr. desem-
hargador Almeida Albuquerque, sorteados os Srs.
deseiibargadores Gitirana, Loureooo Santiago e
Regueira Costa.ImprocedenIP.
AocnAvn nr. i.tsTttfTntxTo.---Aggravanto, o te-
nentp-coronel foao li>ftes d Santos,- aggravado.
Francisco de Paula Cavalcante l.insRelator o
Sr.desembargado!-Suu/-i l.e.i'. sorteados os Srs.
desembargados Lourene i Santiago e Motta.Nao
tomaram conhecimento mandon-se resptsabi-
sar o juiz municipal ti- BUppamM de Serinhaem
e 4) subdelegado de Gamelleira.
Habeas conr-us. De loaimim Alves Tires,
concedeu-se a ordem para o dia 1S ouvindo-se a
respectiva tutbridade. De Kslevao gandido da
Silva Cardo, concedene ordem para odia
18 ouvindo-se a respectiva aotorldnde a citan-
do-se as partes intoressaoas.
Armi.eoKs t:mMKs.ApiieUaatts o juila ^ ap-
pelado, Francisco Alves dos Santos.A' nov
ji)i\. Appellante, o juii; appettado, Antonio Iti-
bero da Silva Ferro.Huilo o proeseo p c h-
competencia do juizo. Appellante, ojui^o; a pe-
lado, Joaquim Jos da Silfa Fragoso.Impr
dente. Appellante. Eazebio Martins de Oli 4i
apnellnda, a jiisii(\i.A'novo jury. Ap|
o promotor; appcllado, Manoel Ferreira ''.
la.Iniprocedenle e mandou-se instaurar
cesa i pelo criine de resistencia.
Assignou-se dia para julgamento dos -
faitea:
Ai'!':i.i..m;:ks Cifras. A;i|i-liante, loajBl i i
Ionio da Siiveir.i; appella.lo, Garca Fern
Rodrigues do Pas-o. Appellante, Manoel i
Pereira de Arauju; appellado, Beito Pe
de Araujo. Appellante onoulm Cvale ir
Alliiiipnniue Mello : ,-ippeilados, Delpllim LuLtCa-
valcanie Pessoa e a fazenda provincial.
Api'ei.lacoks chimes.Appellanle, Placido Pe-
reira de Figueirdo: appellada, a jusuca. ApJB*!'
lante, o juizo; appelldo, Joo de Parias Lei-
lao. Appellante, o juizo; appellada, Felicid I
Pires da Luz. Apiullaule. o juizo ; appellado,
Francisco Alves dos Santo*. Appellante, o Joo;
appellado, Antonio Ribeiro da Silva Ferro.
i \-s.w;kns.
Do Sr. desemliai-g.id.ir tiitirana ao Sr. desem-
bargado/ Guerra.Apnellacdea civeis appellanle,
Sebastiao Jos .iones Peana Jnior; appellados,
as menores Maria e Jnanna por seu curador. Ap-
pellantcs, Rispo Correa Lima e sua mulber; ap-
pellados, a viuva e bordeirce do capitao Rento C.
de Oiveira. Appellante, Manoel de Almeida Lo-
pes; appellade. Manoel Firmino de Figueirdo.
Do Sr. desemltargador Almeida Albnqaerqoe an
Sr. desembargado!- Molla.- Appellaco crime: ap-
pellante, o juzo; appellado, Aulouio Queimado de
Az '\e 1 i.
Do Sr. desembargad ir Moa ao Sr. desemnar-
gador Domingo.'.- da Silva.Appellaco crime:
appellante, Jos Canuto Santa llosa; appellado.
Liberalino Lilio de Senna Rrasil.
Do Sr. desembargad r D uningues da Silva ao
Cem mil ris por cada corrector commer
cial.
Cem mil ris por cada agente de leudes.
Duzenlus mil ris |>or casa de cambio.
Quatrocentos mil ris por caea de operaroes
bancarias eom emisso e sem privilegios, coinpa-
uhias anonymas e agencias.
Um cont de ris por easa de operagoes banca-
rias com emissio e privilegios.
Imposto soore carros, carrogas e mnibus.
Imposto addiconal.
SOCIEDADE DOUS DE JULHO.Haver sessao
neje j 5 horas da tarde na casa n. 70 ra da
Aurora. Pede-se o comparecimento de todos os
ores socios a esta sessao, para assistirem a
leitura do relatono do anno social lindo, e posse
da nova direceo.
LOTERA.A que se aeha a venda a lO', a
benelicio do patrimonio dos orphaos, -que corre
no dia 18.
CHRONICA JUDHIARIA.
TRIBUWAI- DA RELAJA.
SESSAO EM li DE SETEMBRO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. C0NSELHE1R0 CAETA.NO
SANTIAGO.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
Oargadores Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Ubuquerque, Mo'ta, Domingues da Silva, Regueira
Costa e Souza Leao, faltando o Sr. desembarga-
dor Guerra procurador da cora, e abrio-se a
sessao.
Passndos os feitos, deram-se os seguintes julga-
S'."" 1-ac "Rvm. o Sr. I mentes:
dando nessa Recursos crimes.fteccorrente, o juizo ; rec-
eorrido, Pedro Araerico de Albuquerque.Relator
o Sr. desemhargador Gitirana, sorteados os Srs.
desembargadores Domngues da Silva, Lourenco
Santiago e Motta.-Improcedente. Reccorrenle,
o juizo ; receorrido, Joao Capistrano Torres Ga-
lindo.Relator o Sr. desembargador Gitirana, sor-
teados os Srs. desembargadores Almoida Albu-
iiuermie, S uta Leao e Regueira Costa.Adia
Sr. deserooargadur Regoeira Costa.Appella
civcl: appellantes, Lraz Emiliano de Figueirdo.
sua mulher e oulros: apneilad Manoel Alexan-
dre de Azevedo Guerra, sua mulher e oulros. Ap-
Eellagso crime: appellanle, o bacharcl Antonio
cilicio Saiaival.eoCastello branco ; appellado, o
teiiente-coronel Andn- Kpiphanio Ferreira Li-
ma.
Do Sr. desembargador Rvgueira Costa ao Sr.
desembargado!- Souza Leo.Appellagao civel :
appellante, o juizo; appellado, Zeferino Ferreira
de Senna Rarros.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. des-
embargador Gitirana. Appellaco crime : appel-
lante, Joaquim Severiano .N'ogueira ; appellado?,
Tasso & Irmos.
DeLigencias.Mandou-se dar vista as par-
tes.Appellaco civel: appellantes, Vicente Fer-
reira da Silva a sua raolher ; appellado, Miguel
de Albuquerque Mello. Com vista ao Sr. dou-
tor curador gecal e vi-tas partes.Appell
civel: appeltantc, Joo de Carvalho SMtej appi'l-
lado, Andr de Albwfbrque Maranlio. Cora vis-
ta ao desembargador procurador da cora.Ap-
pellaco civel: appellanle, Jos Epiphanio Duracs;
pella
appellada, a junta da Santa Casa da Misericor-
dia. Com vista ao desembargador promotor d:>
justica Appellaco crime: appellanle, o juizo ;
appellados, Joaquim Noves dos Santos e ou-
tros.
As 2 horas da tarde eucerrou-se a ses
A orchestra ser regida pelo nrofesserJ.CoOlhfl iiuermie, S uta Leo e Reguera Costai.-Adia-
Barbosa cantando- oartistas Victoria Pierri, Ma-|do. Reccorrenle, o jatea; receorrido, rraociseo
PUBLICACOES A PEDIDO.
tiioni rejelton primeiro as don-
trinas do Dispo Monte?
A esta pergunta se deram j dilerentes
respostas. Uns responderam, os padres
estrangeiros: outros disseram, o hispo do
Rio, fulano suspeita que Utdo se deva atlri-
buir ao Sr. padre Caceta; porm sicrano
afuma, que um bispo de Portugal apresen-
tou as obras do mostrado Monte a Longre-
UltiVH



Diario de Pernambuco Q*pta feira 16 de Setembro de 1869.
I
gacao do Index, orgo do Santo Pi IX.,
para serena cqademnadas e prohibidas, como
acabamos de ver.
Peco perdi a todo, s aprsenlo urna
opinio inteiraracate diversa das outras, afir-
mando que os representantes do clero per-
oambucano desde muito tempo rejeitaram
as doutriuas do Rvd. conde de Iraj, e pro-
vemos logo.
Ninguem pode negar, que o Rvd. a*, co
neg Joaquina Pinto de Campos e o Rvd. Sr.
deo Dr. Joaqun Francisco de Faria sejam
dois dignos representantes da illnstracu
do clero pernambucano. Ora um e outro
rejeitaram ou expressa ou equivalentemente
em seus escriptos publicados pela imprensa
as doutriuas do Eim. e Rvd. Monte sobre
materias de sommo. momento. A brevi-
dade d'um artigo permute de escolher al-
gumas smente.
O Exm. Monte ensina j na tbeologiaemo-
ral, j nos elementosjde direito ecclesiasticoi
que no matrimonio ebristo seja separavel
o contracto civil ou natural do Sacramento,
de sorto que como era o matrimonio
entre os antigos idolatras, assim ainda hoje
entre os hereges, que nao reconhecem o
Sacramento. (Elementos etc. 938), a
saber, um contracto matrimonial, nao o Sa-
cramento do matrimonio. Pelo contrario o
Rvd. Campos as Miscellaneas Religiosas
publicadas no Rio de Janeiro em 1859,
combate esta doutrina como anti-catbolica,
pur Jess Christo ter elevado o contracto
matrimonial dos baptizados (quer catholicos
quer herejes) dignidade sacramental, sera
car-lhe a nalureza de contracto; de ma-
ncha que o contracto matrimonial dos
baptizados nao pode ser valido, sem que
seja um sacramento. Eis as pala 'ras delle:
Todos os povos catfwlicos sabem pela
fe de todos os seculos, que nao ha validado
da contracto, sem a validada do Sacrameat >,
desde que Jesu Christo elevou o contracto
ou o consenso dos contrabentes dignidade
de Sacramento (pag. i.) A doutrina...
de que o contracto nao se pode separar
delle (isto do Sacramento) sem perver-
ter-lhe a essencia, foi sempre e unicersal-
mente sustentada pela igreja catholica.
(pag. 14.)
E a sepuracao, que o Monte ensina, quando
e porque quem comecou a ser ensillada ?
O Ilustrado pernambucano responde muito
bera, que comecou com Luthero e Calvino
no seculo XV., e assim por quinze seculos
nao se conhecia na tfttja. Depois de
Luthero e Calcino, dizwle, o primeiro que
pretendeu estabelecer o principio da sepa-
raco entre o Sacramento e o contracto na-
tural foi Marcos Antonio de Dominis. (pga.
16.): para depois inferir, que o matrimo-
nio christo como contracto pertence ao po-
der civil, o como Sacramento pertence ao
poder ecclesiastico. Logo assim como no
Sacramento do baptismo impossivel sepa-
rar o Sacramento da lavanda, porque esta
mesma Sacramental, assim no matrimo-
nio christo impossivel a separaco, por-
que todas as vezes qua valido por divina
inslituio te* me dignidade Sacramental:
e a razo de nogar a dignidade sacramental
ao matrimonio valido dos herejes, isto ,
porque como diz Monte nao reconhe-
cem o Sacramento, provaria tambem, que
invalido o baptismo administrados aos
meninos antes do uso da razo que cer-
tamente nao reconhecem o Sacramento.
Nao menos errnea e rejeitada a opi-
nio de Monte, que o ministro do Sa-
cramento do matrimonio o parodio ou o
sacerdote (Elementos, 935 ): donde
Rea wndwn* matarte sacramenten nunca
concederemos ao Monte, que deva perteor
cer um e outro poder, poltico e ocelo
siastieo.
E o Rvm. Sr. deo Dr. Joaquim Francis-
co de Faria, que juizo pronuncioo a res-
peitop destas douli te ? Na sua
Coria Pastoral d to de 18(33,
pela qual pabHcou officialmento nesta dio
cese a saoia o luminosa encidyea e o
Syllabut do S. Padre Pi IX, qnaliiicou
todas as doutrinas condemna las al* por
estas palavras : Errus e falsas dou-
trinas, que tao fuaeatamente grassam na
poca aettial (pag. 5). Ora entre estes
erros e falsas ao condemnadas no
Syllabus, ha tambem esta*, que pertencem
ao Monte: t O sacramento do matrimonio
apenas um accessorio do contrato, tte
une se pode separar ... (num. 65). E'
falso, ou que o contrato matriomonial
entre os christos sempre seja sacramento,
ou que esse contracto seja nullo, se nao
houver sacramento > (num, 73). Pois a
opinio do Rvd. Sr. deo nao difiere da
do Rvd. Sr. padre Campos. E assim Per-
nambuco, para descobrir o erro, nao care
ceu das luzes dos estrangeiros. Agora o
leitor judicioso poder responder per-
gunta feita no titulo do artigo.
Eu accrescentarei smente, que em quasi
todos os seminarios a Theologia e o Direito
Cannico se ensinam na lingua, que viveu
atehoie, e vivera at o tim do mundo na
iwBatholica; e isto por dous motivos :
1'^Rue nao poucas materias da Theo-
logiaMoral mais decentemente discutem-se
em lingua latina, que na lingua vulgar; e
por isto o proprio Exm. Monte escreveu em
latim quasi todo o tratado do sexto man-
damento, e da sollicilaco: 2o, porque,
como dizia o Rvd. Sr. deo, no seu dis-
curso cheio de sagrada erudiclo e de fran-
queza sacerdotal, que pronunciou no se-
minario de Olinda em 5 de fevereiio de
1855, (pag. 25), t a lingua latina por
assim dizer, a lingua da igreja, to indis-
pensavel aos ecclesiasticos para os officios
divinos, para o eonhecimento dos sagrados
caones, dos Santos Padres e de toda li-
thurgia, que o concilio de Treato prohibe
conferir mesmo as ordens menores aos que
a ignoram. Ora, se o clrigo leve bas-
tante exercicio de lingua latina nos ltimos
annos dos seus estudos sagrados, ento
certo, que sahindo do seminario perceber
bem a missa que celebra, o breviario que
reza, e todas as sagradas ceremonias do
ritual; de outro modo nao sei, se lhe
possa chegar para perceber bem o latim a
artesinha do Pereira, ou a syntaxe do
Dantas, que esludava nos primeiros annos
do seu curso litterario, e da qual talvez
esqueceu-se totalmente,
Um Padre.
Sabe perfeitamente o Sr. Bernardo
Cunha Teixeira que a mesa regedora nao
lera com Uso merecido aecusaelo alguma,
porque o que deixo de pagar de aluguel,
deixa, tambem a irmandade de pagar pelas
bemfeitorias com que tenho melliorado visi-
o predio.
fing, Sr. Bern
jo saber aquillo que tolo
a commisso ievou
segueria este absurdo, que a igreja reco-
nhec ndo por verdadeiro Sacramento e va-
lidos (emhora illicitos) os matrimonios con-
trahidos clandestinamente e sem padre, nos
lugares, em que o concilio tridentino nao
foi promulgado; reconheceria Sacramentos
administrados sem ministro!! Muito menos
enganaria-se quem acredita em cartas es-
criptas sem escriptor, ou em dividas pagas
sem devedor. Por isso o Rvd. Sr. conego
escreve: O h imam e a mulher na sua
unio conjugal j nao sao dois simples agen-
tes de um contracto humano; mas dois
dispensadores do divino mysterio, dois sa-
grados ministros d'um celeste Sacramen-
to. (pag. 67.): e nenbum catholieo du-
vida afirmar, que dois leigos christos no
alto de contrahir o matrimonio adminis-
tram-se mutuamente um Sacramento, sa-
bendo, que em caso de necessidade pode
administrar-se o baptismo tambem por um
infiel, com tanto que tenha inlenco de fazer,
o que a igreja faz: porque os Sacramentos
se administram em nonie da Jess Christo,
e por isso o baptismo val do mesmo modo
quando se administra por ludas, e quando
so administra por S. Pedro; assim como a
estilla, que o dono distribue entre os po-
bres, obra de misericordia nao s quando
o criado distribuidor bom, seno tambem
quando um criminoso.
O Monte pensa, que as palavras do pa-
dre possam ser forma (isto prte esen-
cial) do Sacramento do matrimonio (Elc-
nant'js, 735.): e assim todas as vezes
que o padre nao falla, o matrimonio ser in-
valido por falta d'uma parte essencia); assim
como nao pode haver um individuo huma-
no, quando falta um dos dois elementos es
senciaes, animal e racional-: se lhe falta o
elemento racional um bruto, se lhe falta o
animal puro espirito. Ora S. Alfonso
em nome do todos os lueologos sustenta,
que o matrimonio valido, ainda quando o
sacerdote nlo pronuncrasse (embora Ilcita-
mente) palavra alguma (theol. mor. lv. VI.
-num. 897. prob. 3.); porque o concilio tri-
dentino na sesso i cap. 1. exige s a
presenca do parocho para a validada, nao
as palavras. Justamente pois o Rvd. padre
Campos diz. que segundo o sanio concilio
o matrimonio se identifica com o contracto,
e por isso nao tem oulra forma diversa
do mosmo contracto (pag 70.); excluindo
a op-nio que o Monte admitte.
O Monte admittindo a doutrina errnea
da separaco sobredita deve necessaria
mente concluir, assim como conclue que o
matr.monio christo deve pertencer um
e outro poder, poltico ecclesiastico
{Eleme tos 940) : como se en, admittin-
do nos outro: sacramentos tambem a mes-
la separaco, dissessse: o baptismo como
lavanda pertence lavadeira, como sacra-
mento pertence igreja ; e a penitencia
sendo n o juizo sacramental, como juizo
pertence ao juiz criminal, e como sacramento
igreja Logo confessamos com o Rvd.
padre Campos, que o poder civil tem di-
jeito de esaliolecer alguma cousa extrn-
seca ao sacram- nto a respeito dos effeos
do matrimonio christo, assim como
poderia (por exemplo) declarar incapaz de
iuccoder na heranca a quem nao sasfe-
tmc ao preceiio a coiiiiho anca!,
etc., porem at que o matrimonio christo eleiio juiz f
4 irmandade de Xossa Seahora
da Solidade e o Sr. Bernardo
da Cunha Teiieira-
Para poder o incauto leitor do Diario
de 11 do corrente comprehender a publica-
co ahi feita pelo Sr. Bernardo da Cunha
Teixeira sob o pretexto de responder ao
communicado assignado por Uns irmos,
preciso que seja contada ab initio toda essa
historia, qua pode ser resumida as pala-
vras seguintes.
Tendo-se procedido eleico da mesa
regedora da irmandade, e apezar de.tcr ob-
tido muitos votos, nao foi o Sr. Bernardo
eleito juiz, e tendo- so reclamado ao Sr.
Dr. provedor de pellas por nao ter sido
feita a eleiejo no dia marcado pelo compro-
misso, marcou a provedoria novo dia pa ra
se proceder eieico com sua presenca.
visto estar nulla a primeira. No dia desig
nado, reunido os irmos, e perante a pro-
vedoria, leve tugara nova eleico, cujo re-
sultado foi tambem contrario ao Sr. Ber-
nardo da Cunha Teixeira.
Nao obstante a presenca do Sr. Dr. pro-
vedor e fiel observancia de todas as dis-
posices do compromisso, appareceu peran-
te a mesma provedoria urna denuncia con-
tra a nksa regedora, (nao j a novamente
eleita. mas a transacta) e o Sr. Dr. prove-
dor. ouvindo ao pro notor respectivo, sus-
pendendo a posse da. mesa ltimamente
eleita. nomeou urna commisso composta
dos Srs. Drs. Joan Jos Pinto Jnior, e
Jos II Hiorio Bezerra de Menez-s, e do pro-
prio candid to ven ido Bernardo da Cunha
Teixeira para examinar os negocios da ir-
mandade, e darem o seu parecer sobro os
pontos de aecusaco de que tratava a de-
nuncia.
Depois dos convenientes exames i
tigacSas, que duraram mais de seis
deu a commisso o seu parecer', dado'po-
rm o membro Bernardo da Cunha Teixeira
o seu voto em separado.
Esse voto em separado 6 quasi ipsis
verbis o communicado que alludo, com a
difierenca de que aflirina no parecer aquillo
que no communicado d como queste.
Entretanto o Sr. Bernardo da Cunha
Teixeira sabe tambem como eu que a mesa
regedora que allude nao adiantou dinbei-
ro algum aos empreiteiros das obras da
igreja, e se deu aos mesraos a quantia de
iOOdlOOO foi porque, estando quasi conclui-
da a obra da terceira prestadlo, e oo ha-
vendo em caixa toda a quantia equivalente
a essa prestaco que era de um cont e
quinbentos mil ris, mandou a mesa que se
par isse com as mesmas obras. Para que
pois dar a entender que contra a f dos con-
tratos a mesa adiantou 400000 aos em-
preiteiros ?
A commisso verificou e expoz isso tudo
bera claramente.
Tambem nao ignora o Sr. Bernardo da
Cunha Teixeira o modo vantajoso pelo qual
a mesa regedora d qual eu nao era juiz,
arrendou, com approvacjSo do provedor de
capel'as, o predio contiguo a igreja para o
collegio das irmas de Santa Dorothea, e o
publico todo sabe o modo porque as arren-
dat t is tem tratado e melhurado grande-
mente o mesmo predio.
Finalmente sabe perfeitame o Sr. Bernar-
do da Cunha Taixeira que, muito embora
j tivesse sido anteriormente alugado por
melhor preco, o predio em que mora, es-
lava to arruinado que levou n^uito tempo
sem achar quem alugasse. e que ainda eu
nao era irralo desia irmandade quando ofie-
reci-me a alugar o mesmo predio por 600#
fazendo certas bemfeitorias : sabe o Sr.
Bernardo da Cunha Teixeira que tendo sido
aceita essa proposta tomei conta do predio
em que ainda moro, e que nao sei o motivo
porque, passando a sor irmo, e merecendo
a confianca dos outros irmos ao ponto do
ser juiz da irmandade, devo por esse tacto
privar-me de um beneficio que nao seria
|lni'ntp
Para que
jylia Tcix
O round) sai
evidencia, m
SU > admira que assim procure o Sr, Ber-
nardo da Cunha Teixeira insinuar-se quando
pretende que o seu parecer solus totus el
unus prevajeca comra a maioria da com-
misso, isto dos outros dous membros
Clljas ll-LUSTRACAO, I.VTEGRIDADE
i.idade juntas nao devem contrabaUncar e
milito menos veher t\o membro da com-
misso capaz de formar opinio.
Julguei sempre que a opinio solada de-
via ser vencida pela da maioria da commis-
so, mas vejo que nlo pode isso ser ad-
missivel pelo nico parcial dos membros
encarregados de syndicar dos factos to ma-
nevolamente inventados e denunciados pelos
despeitados por nao lerera podido fazer
valer o seu voto na eleico : membro. em
cujo interesse inutilisar a eleico, E o
mais que o vai consegurado.
Com a publicaco dessas poucas lnhas
ficar o publico inleirado do que ba nesta
irmandade ; porque declaro nao responder
mais cousa alguma do que a esse respei-
to publicar em qualquer jornal.
Do digno senhor provedor de capellas es-
pero a decisao que ajustica lhe dictar acer-
ca de todas" essas arguicoes e malevola/pen-
te feitas sera razo nem fundamento como
publico.
Recife 13 de setembro de 1869.
O juiz da irmandade,
iodo Valentim Villela.
O Exm. Sr. Dr. Manoel Joaquim de len-
doea Caslello-Branco, de miado por
Alagoas, e seu discurso proferido na ses-
so de 12 de agosto.
Respondendo s falsas aecusaces que
contra o ministerio de 16 de julho proferio
no senado o Sr. Causanso de Sinirab, o
deputado pela provincia das Alagas o Esm.
Sr. Dr. Castello-Branco grangeou um com-
pleto triumpho provando, com documentos
que apresentou cmara, e foram publica-
dos, nao s os abusos e violencias pratica-
das pelos (agora) correligionario do nobre
senador antes e deoois da eleico de 1863,
mais ainda qual fura o injusto e ingrato
proceder do Sr. Sinimb para com seus
generosos comprovincianos desde maU re-
motas pocas.
E nessa fiel e bem modesta exposico S.
Exc. se conduzio de um modo condigno
com a sua ndole sempre branda e at ge-
nerosa para com seus adversarios, do que
prova o modo como tratou ao Dr. Ca-
Iheiros de Mello, a quem o partido conser-
vador das Alagas deve tantos males.
Entretanto aqu veino '.ofcJornal do Recife
n. 209 de 13 de setembro corrente o Sr.
Dr. Ambrozio protendendo argir falsidades
ao discurso do Exm. Sr. Castello-Branco ;
mas arguicoes essas sem mais do que a
honrada asseveraco de S. S. que por certo
nao soube prever que factos provados
nao se arguem de falsos seno com me-
Ihores provas, como o fez S. Exc. emre-
laso aos differentes pontos do seu brilhante
discurso.
Em relaco ao procedimento do Sr. Dr.
Ambrozio, aecusado de ter aberto na calca-
da da casa de sua residencia em GaiBfra-
gibo caixoes de tercados ou faces, man-
dados vir de Pernambuco fazendo distri-
buir-los peles progressistas do voto livre,
nao haver disso um documento ? Quem
sabe ?
Consideramos que a asseveraco de S.
Exc. no recinto da cmara, j seja urna pro-
va do veracidade desse facto ainda mais
por yermos que o Sr. Dr. Ambrosio no seu
escripto se ostenta apologista da coragem ?
attribue S. Exc. fraqueza que teve em
port) de Pedras, onde, diz elle, que o Exm.
Sr. Dr. Castello Branco ficara acaado em
urna ca semTER A CORAGEM..., o Dr.
o repetimos, apologista da CORAGEM !
E por isso concluimos que parece certa
a remessa e distribuico dos facoes: por
que as armas sao um poderoso incentivo de
coragem, e esta que faltava tanto, como
o diz o Sr. Dr. Ambrosio, ao orador poi-
que este e os seHs correligionarios se ame-
drontariam ao aspecto dos faces, que de
povo desarmado ninguem se espanta.
Aconselhamos ao Sr. Dr. Ambrosio, que
quando quizr refutar outro discurso ou
esse mesmo, traga a imprensa melhores
armas, isto armas de raciocinio, por que
em combates de facoes nos achara inda
mais fracos do que ao Exm. Sr. Castello-
Branco em porto do Pedras.
Recife, 14 de setembro de 1869.
Anda nao llcou nisto a iuubnJiaaeio de Re- TABELLA
go : ao acto de cond corpo da
guarda prororapeu e em novas
ameacas contra o im protestando rirar-lhe cent
vidas (phraso delle) fPyjimj
Observando que HBp'rancisco do Reg eslava
em perleito juizo, e qat" scitmtemento o com pre-
meditacao commettera aquelles attentados, mandei
que iosm reeoWdo ao udrer, que coulra elle
se proceden* a conselho, que j teve principio
com asrsiU'ncia do Dr. promotor publico, que so-
lare o oceorriop tez minucioso interrogatorio ao
preso.
Eis tudo quanio realmente occorron.
Poderla ficar aqui: mas, pe$o permisso para
dirigir alguaias palavras a Ilustre redaccao do
Liberal.
Nao conheep, no cumpriraenlo de meas deve-
res, distiaecoes partidarias : apenas distingo o
soldado brioso, do relachado e insubordinado, sem
e impaJcia- me imporlar qual o seu sentir em poltica.
Se a redaccao julga adequada a qualicacao de
liljeral a homens do comportamento do Jos Fran-
cisco do Reg, entao tera razio de queixar-se de
mim porque ha muito procuro livrar o corno de
semelhantes liberaes (engajado em grande nume-
ro pelo meu antecessor) e que olevaram ao maior
grao de dcsmoralisaso c insubordinagae.
Os actos reprovados e criminosos pralcados
por pracas de meu eommaudo, felizmente ainda
nao parlram das quo foram por mim engaja-
das.
O qne tenho feilo para moralisar o corpo de po-
lica, livraodo-o dos membros gangrenados que
nelle encontrei, sabe o publico desta capital.
Tranquillo sugeto me ao seu juizo.
Abaixo transcrevo um extracto d f de offlco
da praca Jos Francisco do Uego, hoje to prote-
gida por seu prente, o ex-commandante do cor-
po de polica Jos Francisco do Reg Barros.
Recife, 15 de setembro de 1869.
Francisco Carneiio Machado Rios Jnior.
PO REN'niMENTO DA ALFANDEGA DE PERNAMBUCO DO ME,* DE AGOSTO DO
JWI rcEIRO, COMPARADO COM O DE IGUAES MEZES DOS DOUS
exporlacao para a Costa
DOCUMENTO A QUE SE REFERE A U0HRESPONDBNCIA
DO COMMANDANTB DE POLICA.
Cabo Jos Francisco do Reg foi preso por or-
dem do ex-cominannanle 17 vezes, a saber :
Preso om 17 de agosto do 1866 por ter recusado
o servico.
Preso em 1 de setembro do dito anno por faltar
a parada.
Preso em 30 de abril de 1867 por faltar a re-
vista das 8 horas da note e a dormida no quar-
tel. H
Preso em 15 de maio do dito anno por desres-
peitar ao sargento da guarda.
Preso em 29 do dito mez e anno por ser empor-
calhado a porta do quintal da 1* com'panhia e res-
ponder mal ao cabo do dia.
Preso em 10 de junho do dito anuo por faltar a
parada.
Preso Sm 10 de novembro do dito anno por des-
obedecer a sentinella e maltratar o sargento da
guarda.
Preso em 21 de Janeiro de 1868 por faltar o
pernoite.
Preso emjl de fevereira do dito anno por faltar
o servco.
Preso eni 27 do dito mez e anno por ter faltado
a revista e o pernoite.
Preso em 23 de marco do dito anno por faltar
com o respeito ao Sr. offlcial de estado-maior.
Preso em 30 do dito mez e ann por faltar todas
as revistas e o pernoite sem licenes alguma.
Preso em 13 de maio do dito anno por insubor-
dinacn, o qual foi submettido a conselho.
Foi rebaxado do posto de cabo em 15 de maio
do dito anno por insubordinado.
Preso em 2i de setembro do dito anno por estar
de guarda na secretaria do Dr. ehefe de polica e
ter desamparado a guarda.
Preso em 14 de outubro do dito anno por des-
turbios fora do quartel.
Preso em 21 do dito mez e auno que veio da
cavallaria estando de sentinella, abandonando o
seu posto.
Priste no tempo do tenente-coronel Francisco
Carneiro Macizado Ros Jnior :
Preso era 28 de maio de 1869 por fallar o per-
noite.
Preso em 28 de julho do dito anno por faltar a
ronda.
Preso em 13 de agosto do dito anno por ter
desamparado a guarda do quartel.
Preso om 31 do agest prximo passado por
insubordina gao pelo qne foi submettido a conse-
lho de nvestigaco e j se acha nomeado pelo
presidente da provincia o conselho de julgamento
a que tem de responder.
Francisco Carneiro Machado Rios Jnior.
COMMERCIO.
OULiUu.) 3 QO 3I U'JL.0 G C-w S
O eoniutandante do corpo de po-
lica e a redaccao do Liberal.
Pretonda guardar profundo silencio sobro as
injustas aecusaces qae a redaccao do Liberal ha
foto ao corpo sob o meu commando, mas, como
este silencio vai sendo mal interpretado, deliberei
vir a imprenta dizer algumas palavras sobre o
facto succedido no quartel com o soldado Jos
Francisco do Reg, e adulterado na noticia dada
no Liberal u. 9i.
Narrare apenas o necessaro para o restabelec-
mento da verdade.
Jos Francisco do Reg, engajado em 17 deagos*
to de 1866 p r seu prente, o ex-commandante Jo-
s Joaquim do Reg Barros, constituo-se a praca
mais insubordinada que tem tdo o corpo de poli-
ca ; pelo que, somonte no tempo do commando
de sea prente soffreuKpor sua ordem) 17 prisoes
o um conselho.
No dia 31 de agosto estando eu no estado-maor
ouvi vozes de Jos Francisco ; e, prestando atten-
cao, ouvi que elle usava do cxpresses injuriosas
contra os offlciaes do corpo em geral: mandei-o
vir a mmha presenca e o interroguei sobre as pa-
lavras que elle acabava de proferir e sobre as
causas que motivaram.
.Motivos frivolos por objecto de servco apenas
uodamenlavam o seu procedmeoso contra a hon-
ra de seus superiores.
Em vista do occorrido e. em face das attribui-
S5es que me confere o regulamento do corpo, or
enei quo Jos Francisco fosse castigado com &
armas aos honraros, castigo admirado pelo regula-
mento desde loaga data.
No acto de se The collocar as armas resisti for-
temento empregando a violencia contra os seus
camaradas (jue executavara a mmha ordem) e
acompanhando-a de impreca^oes injuriosas contra
a oIRcialidade e especialmente contra o majorFe-
tosa a quem amea^ou de trar-lhe a vida, apenas
fosse solt.
Estando presente a esta scena ordenei, que se
fizosso effoctivo o castigo das armas, sendo agar-
rado o delnqueme por quatro sargentoie assim
preso se lhe pozssem as armas. Ne Jos Francisco algumas cabecadas, urna das quaes
foi empregada na granadeira que o Sr. major Fei-
tosa segurava, do que resultou o pequeo feri-
racnto que teve na cabeca. Vendo que nenhuma
vantagem colhia na luta declarou-me que volun-
urianmiie te tojeitava ao castigo das armas o ti-
eciivament as carregou.
PRACA DO RECIFE 15JDE SETEMBRO DE 1869
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cambio sobre Londres 90 d/v. 19 3ii e 19
7|8 d. por U0O0 .
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
Sociedade bancaria
em commandita
Teodoro Simn & 0.
Compram e vendem por conta propria
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
sejj8| de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Brasil, por bora premio.
Descontam letras da trra e outros ttu-
los commerciaes.
Encarregam-se por conla alheia das mes-
mas transaccSes, da cobranca de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo fixo.
Largo do Pelourinho n. 7.
IilipOi!
Dircitos de con-
Ditos addicionai '.....
Ditosaddickmaes ile 2%....'............[
Ditos do baldeara > e ri'exuoTtacao!
Ditos de dita e ivexportacao pan
d'frica........................
Expediente dos gneros estrangeiros navega-
dos por cabotagna..............
Ditos de 1 ','j % dos gneros do pal
Ditos de 3% dos gneros livres........
Arniazen.igt'in...........................
Premios dos assignados...............,.,
tttmri,tC*D'"'i""'*o martimo
Ancoragem..................
E.rportnro
Dreos de 15 n', do pao b'rasil.............
Ditos de 9 % de exportacao...............
Ditos de 2% id. ni.......................
Ditos de 1 % do ouro em barra...........
Ditos de '/i % d<>* diamantes..............
Expediento das capatazias...........'.....
Interior
Sello do papel fixo.......................
Dito do papel proporcional................
Emolumentos...........................
Imposto dos despachantes.................
Dito de 5 e 13 ',,de transmisso deproprie-
dade.....................
Extraordinaria
Receita eventual i multas)____
Dizimo da provincia das Alagoas..........
Dito da provincia da Paraln ba............
Dito da provincia do Ro Grande do Norte.
Contribuicao de earidade..................
USO A 1870
::!:i:tai70
72:096#676
2614150
m
W8M31
2:i72360
!.'til I 078
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2:10ii800
I23:i87685
1:113*220
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l:166iol
1868 1809

1807 1868
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7i2:293 31187
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8733740
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135*000
695800
253*000
998*928
506:2063258
415154
1:1265035
103000
2123275
507:5953722
tn '":.o*m
, 2*384
181*561
3i2*01i
799*044
807*292
406*488
10:548*951
330*540
41:877*422
739*430
465*000
110*057
43*000
25*000
45*800
1:316*611
601:290*215
17*143
1:367*023
320*831
406*810
60.-!: 402*02';
Alfand-'ga de Pernambuco, 14 de setembro de 1869.
Senindo de chefe da 2* lee^o,
Anselmo Jos Pinto de Souza.
RECEBEDORIA DE RENDAS i.NTER.NAS Gli-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 14. 21:181*974
dem do dia 13 ..... 2:8915467
24:073*441
CONSULADO PROVINCIAL
Kendimentodo dia 1 a 14.
dem do dia 13 ...
28:797*932
1:988*119
30:7863051
MOVIMIENTO DO PORTO.
Navios saludos no dia 15.
Liverpoi 1 pela P.iraliyba Barca ingleza Moni,
capite Demand, em lastro.
Penedo e portes intermedios Vapor brasileiro
Potengy, coininandante Pereira, carga varios g-
neros.
Granja e portos nti'rmedios Vapor brasileiro
Pirapama, commandante Torres, carga varios
gneros.
CanalEscuna norte-allem Leoinus, ccniao C.
Henck. >
EDITAES.
O Dr. Manoel Jos da Silva Niva, juiz de
direito da 2a vara do crime, e substitu-
to da do com.mer.cio desta cidade do Re-
cife de Pernambuco e seu termo por S.
M. I. que Deus guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital vircm e
d'elle noticia tiverem, que no dia 7 de outubro do
corrente anno se ba de arrematar por venda,
quem mais der, em praca publica dcste juizo, de-
pois da respectiva audiencia, o seguinte :
Um sobrado de dous andares com loja, sito na
ra das Aguas Verdes n. 22, leudo no primeiro
andar 2 salas e 2 quartos, cozinha fra, e no se-
gundojindar tambem 2 salas e 2 quartos, cozinha
no sotao, quintal com portao para a ra de Hor-
tas, e na loja com rotula ejanella 2 salas, 2 quar-
tos, cozinha fra, pequeo quintal separado do
quintal do sobrado, avahado dito predio avista do
estado em que so acha, em 3:0003. O qual fei pe-
nhorado por exeencao de Jcronymo Joaquim Fiu-
za de Olveira contra Joaquim Colho Cintra.
E nao havendo lanzador que cubra o preco da
avaliacao, a arremata<;o ser feita pelo prego da
adjudicacao, na formada lei.
E para que chegue ao eonhecimento Je todos
mandei passar o presente edital que ser affixado
nos lugares do costume e publicado pela im-
prensa,
Recife, 14 de setembro de 1869.
Eu, Manoel Mara Rodrigues do Nascimento, e
crivo, o subscrevi.
Manoel Jos da Silva Xeiva.
ricao das testemunhas, que denozeram sob o ju-
ramento dos Santos Evangelhos, a respeito da au-
sencia e incerteza do lugar da residencia do jus-
tificado Dogo Carroll, e sendo tudo autoado e
preparado, me vierara os autos conclusos, os quaes
sendo por mim lidos e examinados, n'elles proleri
a sentcnca do theor seguinte :
Vistos estes autos, etc.Attendendo. que est
provado com o depomento de testemunhas de fo-
Ihas 33 a folhas 34, que Diogo Carroll acna-so
ausente em parte incerta o nao sabida, hei por
justificada a >ua ausencia ; mando, que se passe
carta de editos com o pnzo da lei na forma re-
querida a folhas 2 ; c paimem os justificantes as
cusas. Recife, 21 de agosto de 1869.-Dr. Joa-
quim Jos de Miranda.
Nada mais se continha em dita senlenca, dada
nos autos, por bem da qual se passuu aos justifi-
cantes o presente edital com o prazo 30 dias,
pelo qual se chama e cha o referido justificado
Diogo Carroll, para que dentro dos trinu dias
compareca por si en por sou procurador ante
este juizo, allegando e provando o que for a bem
de seu direito o justiga, a qualquer pessoa para
que lhe faca saber d'osta mesma citacao, aflin do
que elle nao fique indefezo.
O porleiro do auditorio publicar esta nos lu-
gares mais pblicos, e afflxar, pascando certido
em forma.
Dada e pas?ada nesta cidado do Recife do Per-
nambuco, aos 26 de agosto de 18G9.
En, Joaquim Jos Pereira dos Sautos. escrivo,
o subserevi.
Dr. Joaquim Jos de Miranda.
DECLARACOES.
ENGLISH BANK
O Rio de Janeiro Limited
Des.xmta lettras da praca taxa a con-
vencionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
Drazo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem correspondente
na Babia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-
York e New-Orleans, e imitte cartas de
crdito para os mesmos lugares.
Ra do Commercio n. 36.
O Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, juiz aos feitos
da fazenda desta provincia, por S. M. o Impe-
rador, que Dcds guarde etc.
Faz saber aos que o presente edital virem c
delle tiverem noticia, que se acha em concurso,
com o prazo de CO dias, a contar da data deste,
para provimento definitivo, um dos officios de es-
crivo dos feito da fazenda provincial desta cidv
de, creado pelo art. 3. da lei n. 335 de 26 de abril
de 1854, o qual icra vago por faliecimento do
respectivo servontuario vitalicio Antonio Jos de
Olveira Maciel.
Os pretendeotes ao mesmo offlco devem no re-
ferido prazo apresentar os seus requerimentos
competentemente instruidos de confrmidade com
o art. 14 do decreto n. 817 de 39 de agosto de
1851. e com o aviso a. 832 de 30 de dezembro de
1854.
E para que chegue ao eonhecimento de todos
mandei passar o presente edital, que ser lido e
alfixado nos lugares j costume e publicado pela
imprensa.
Cidade do Recife, 19 de julho de 1869. Eu, Joa
Vicente de Torres Bandeira, escrivo o subscrevi.
Abilio Jos Tacares da Silva.
Saques sobre Londres
SOCIEDADE BANCARIA EM COMMANDITA
Theodoro Simn $ C.
Sacco sobre os Srs. Samuel Montagu &
C, banqueiros era Londres.
A' vista quantias 5 at 100, 3 das
de vista quantias cima de 100 at
a 1,000 30 aj 90 dias de vista quan-
tias cima de 1,000 at 10,000.
Largo do Pelourinho n. 7.
ALFANDEGa.
Kendimentodo da la 14. 340:494*174
dem do dia 13......34:785*661
395:279*833
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Voluntes entrados com fazendas
dem dem com gneros
volumcs sabidos com fazendas
dem idem com gneros
83
364
-----447
246
541
787
Descarregam hoje 16 de setembro
Briguo ingiezJesse Scottmercadorias.
Galera fraocezaAmelieidem,
Barca inglezaGazelladem.
Barca italanafluaidem.
flrigee suecoHelenauboido.
Brigue hollandczCornelia & Gertrudcs -farfulla
de trigo.
Brigue portuguez Bella Figuereme varios g-
neros.
Barca portuguesa 5. /Moidem.
O Dr. Joaquim Jos de Miranda, juiz municipal
supplente da primeira vara nesta cidade do Re-
cife de Pernambuo, o seu termo, etc.
Faco saber aos que a presente carta de editos
vircm, que Joao Carroll o sua irmaa a vuva Mara
Poirer, me fizeram a peticao do theor seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz municipal supplente da primei-
ra vara.Joo Carroll, e viuva Maiia Poirer, que-
rem fazer citar a Roberto Carroll, I abol Carroll,
Miguel Carroll, Anna, Eduardo Carroll, Catharina
e Esttur, os sete primeiros maiores e a ultima de
14 annos, todos moradores nesta freguezia, filhos
de Jo" Carroll, finado, pai commumdossuppli-
cantes e supplieados, para na primeira d'es'e juizo
fallarem aos termos do um libello uvel, no qual
pedem a hpranca que Ihes conbe por morte da
mi dos supplicahtcs, relativamente aos bens que
esse tempo existiam no casal, e especialmente o
sitio da Ponte de Ucha, em que residem os sup-
phesdos, e o que fei vendido ao fallecido Jo> Gor-
deiro de CarvalhoLeite, depois do faliecimento de
dita sua mai, e dos quaes nao se procedeu a in-
ventario, entrando todos elles para communhao
do segundo iratrimenio do pai dos supplicanles, e
sendo partilhados pelos supplieados exclusiva-
mente por morte de sua mai D. Isabel Carroll.
E porque csses bens existiam ao tempo do pri-
meiro matrimonio, dos quaes eram nicos her-
deirs os snpplieantes, e s devessem entrar em
communhao do segando matrimonio os bens da
meacao do pai comm m, e o contrario succedeu,
deixando-se de fazer o inventario respectivo, e
assim entrassem indevidamente em communhao de
qne sao herdeiros os supplieados que entraram em
sua posso e n'ella estao, como melhor expor em
dito libello, Ucando logo citados para todos os
termos da causa al final execucao, visto se na
terem'conciliado com os supplicanles, e sob a pena
de revelia. E como o herdeiro Diogo Carrolt se
acha ausente em lugar nao sabido, requerem
V. S. a citago por carta de editos com o prazo
da lei.
Nestes termosPede a V. S. deferimento.E.
R. M.Domingos Jcse Marques, procurador.
N. 387 200 rs.-Pagou 200 rs.Recebedoria
de Pernambuco, 28 de julho de 1869.Franca.
Chavos,
Na qnal peti;o dei o despacho seguinte :
Cite-se na forma requerida. Recife, 29 de ju-
lho de 1869.-Dr. Miranda.
Em irtude t qual despacho se proceden, de-
pois da distribuigio ao escrivo SacteJ, a raque*
O inspector interino da alfandega, faz pu-
blico que per autorisscao da thesouraria de fa-
zeuda em portara n. 136 de 11 do corrente, sero
levados a hasta publica a porta desta repartico,
pela 1 hora da tarde do dia 18 do presente mez, os
objectos abaixo declarados, livre de dreitos ao ar-
rematante, Picando dependente da Exir.a. presi-
dencia da provincia a approvacaoda anemataco,
a saber :
1 braco grande de ferro para balanc.i. 1 dito
menor, 2 conchas grandes de pao chapeadas di-
erro com correntcs, 2 ditas menores dito dito sem
correntes, 54 pesos de bronze de diversos lama-
nhos, 100 ditos de ferro ditos ditos, 61 caixilhos
para janellas com parte dijs vidros quebrados, 8
grades de ferro para janellas com rede de arante,
4 rolos de la empastada e alcatroada para forr
de navio, 11 varetas de ferro, 1 porlo grande do
ferro, 2 'bandeiras de dito, 6 oculos de dito, >
grades de ferro para janellas. 2 ditas dito menn-
i es. 5 guindastes de ferro, I bamba para apagar
fogo, 15 rodas de ferro para carros de mao, 2 car-
ros grandes do caixo com 4 rodas, 4 banda do
portas, 4 portoes de madeira das mesmas, 2 gra-
des de madeira envenmadas, 2 poiiaes d.-.s mes-
mas, 13 meias portas para jauellas, 1 rolo de
chumbo pesando 228 klogrammas, 1 prrcao de
zinco da coberta no trapiche, pesando 7,150 klo-
grammas.*
Alfandega de Pernambuco, l de s (cr..bro de
1869.
O inspector interino,
_________________L C. Pacs de Andrde.
Huntu Casa da Misericordia do
Rceife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa d:i
Misericordia do Recife manda fazer publico quena
sala de suas sessoes, no dia 16 de setombro, pelas
(juatro horas da tarde, tem de sor arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tamgM de nm
tras annos, as rendas dos predios em seguida do-
clarados :
ESTABELECIMENTOS DE CAR1DADS.
Ra larga do Rosario.
Sngundo andar do sobrado n. 24. o02*00O
Boceo do Quiabo.
Casa terrea n. 8....... !56#00O
Ra do Nogueir.i.
Casa terrea n. 17....... I C'laOOO
Ra da Roda.
Casa terrea n. 3........ 'SIOOO
Ra das Calcada-.
Casa terrea n. 38 .'. rOlOOO
Iiua d,. Gloria,
Casa terrea n. 57 ...... i 6*000
Ra da Matriz da Boa Vista
Casa terrea n. 56....... 13*002
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 49...... rOfOOO
PATRIMONIO DOS ORPIIAOS.
Ra do Seqo.
Casa terrea n. 13 por auno. D*00O
Ra do Pires.
Casa terroa n. 36....... i 14*000
Ra da Cacimba.
Casa torrea n 10....... 86*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 105 ................ 146*000
dem n. 98........................ 2-)3*O0i>
dem n. 96......................., 202*O0<>
dem dem n. 103...... -02*00
Sitio n. 5 no Forno da Cal........... 150*000
Os pretendentos devero apreseutar n> acto di
arrematao as suas flaneas, ou comp^rscercm
acompannados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 9 de setembro de 1869.
o eeevMa,
Pedro Rodrioues de-Souza
Santa Casa de Misericordia
du Recife.
A Illma. junt administrativa da Sama Casa do
Misericordia do Recife, manda fazer publico, quo
precisa contratar para a botica do hospital Pedro
II, nos mezes de outubro a dezembro prximo vin-
dou.u, os seguintes medicamentos:
Alisintho, kilogramma.
Acido actico, idem.
Acido ctrico puro, idem.
Acido marnho. idem.
Acido ntrico puro, idem.
Acido oxlico, idom.
Acido sulfrico, idem.
Acido tartrico, idem.
Ac preparado, idom.
Acnito, idem.
Agua de colonia, duzia.
Agna.de flor do larauja, i
Agnado rosas, idem.
Agua de sedelito, garrafa.
Agua de Vichy, idem.
Agua ingkwa de Lisboa, idou.
Alcatro, kilogramma.
1




Diario de Pernambuco Quinta feira 16 de Setembro de 1869.
__________._____________________
lilro.
Alecrim, na.
Alfazema, ide
Algalias nglezasde n. 1 a 12, flusia.
iiama.
Alvaia lo, idem.
Amelias pagadas, ulero.
Amoniaco liquido, dem.
Arsnico, idem.
AssaFetia, idcni.
Ajsucar candi, idoni.
Assucar d i p, idem.
Arenca, dem.
Bagas do zimbro.
Italsamo de cnpahiba, idem.
Balsamo de ftoravanle, idom.
ilal-ain i de lol, dem.
Balsamo pruviann, idem.
Balsamo tranquillo, dem.
Banha de parco, idcoi.
Barbante lino para embrulho, idem.
Bejoim de Lisboa, idoin.
Belladona, idem.
Beiaina, idem.
(carbonato do soda, ilem.
Borracli is sortidas coi pipos, duzia.
lloles de rosas rubras, kilogrammn.
Bromorlo de potasa, idem.
Canecas de papoutas, idem.
tiainea, idem.
Caixas pira pilulas, groza.
rirgcm, kil igi amina,
omelanoa inglezes, idem.
idos u. -2, um.
Camphora, kilogramma.
Cauthari las cui p, idem.
Capsulas d copabiba, caixa.
Carbonato de magnesia, kilogramma.
Carbonato de potassa. idem.
Carbonato de soda, idem.
Carota, i:
Centaurea menor, idem.
Gara amarella, idem.
Cera branca era grumo?, idem.
Cevada, idem.
radinha.idein.
(alicorea, idem.
Chlorato de potassa, idem.
CMorofurmto, idem.
Colla de da adres, idem.
Confeitos de lclalo de ferro, duzia.
Cremortertaro em p, kilogramma.
Cubebas.em p, idem.
Ucgitalis, idem.
Dulcamara, idem.
emplastro de cicuta, idem.
Emplastro de aqutrao, idem.
Emplastro commum, idem.
esptulas de ac sonidas, una.
Esseneia de aniz, kilogramma.
Esseneia de canclla, idem.
Es.-eneia de eidra. idem.
Esseneia de llor de laninja, idem.
Esseneia de hortelaa pimenta, idem.
Esseneia de rosas, idem.
Esseneia de saisaparnlua, vidro.
Esseneia de therebentina, garrafa.
nca de vergamota, kilogramma.
Ergotin.i, idem.
ir chlorydico, idem.
Ether sulfrico, idem.
er ntrico, idem.
Extracto de acnito, idem.
Bando do aJcacns, idem.
liracto de belladona, dem.
acto de eamomilla, idem.
acto de cicuta, idem.
I \ tracto de lavas de calabar, idem.
Extracto de fumaria, idem.
Extracto de genciana, idem.
Extracto de nrubeba, idem.
Extracto de nos vmica, idem.
Extracto de opio ominoso, idem.
tracto de salsaparrilha, idem.
nielo de Iridaeeo, idem.
tracto de valeriana, idem.
i'ezes de oiiro, idem.
I'lor de rnica, idem.
Flor de borogens, idem.
Mor de enxofre, idem.
I lor de malvas, idem.
l'lor de sabugucim, idem.
'lor de tilia, idem.
ir de violas, idem.
Igado de enxofre, idem.
Fumaria, idem.
; unil de vidro n. 2, um.
ociana, kilogramma.
1 '.; cerina branca, idem.
omina de batata, idem.
Conima de batata purgativa, idem.
i omma arbica eseolhida, idem.
i>omma arbica ora p, idem.
(ral de porcellana n. I, um.
al de vidro n. I, idem.
I rva terrestre, kilogramma.
Irocblorato de morfina, idem.
Ipo, idem.
Incens puro, idem.
loe puro, idem,
lednrto potassio, idem.
Ipecacuana* pinta, idem.
apa em p, idem.
1 i'ines mineral, idem.
1 r de labtrraqne, garrafa.
Lidiara em p, kilogramma.
i...haca inteira, idem.
Kaeeila gallega, idem.
Magnezia calcinada, idem.
' .i^nezia de Henry, vidro.
I .una commum, kilogramma.
una em Ingrimas, idem.
mteiga de cacao, idem.
Massas causlica, idem.
' : de abelhas, garrafa.
' erenrio doce, kilogramma.
Hczeriao, idem.
M /.-tarda, idem.
Vusgo islndico, dem.
Citratode bismutho, idem.
'itralo de prata em lapis, idem.
' 'ro puro, idem.
< c\-moscada, idem.
<:ieo branco de Chevrier, vidro.
i'l'.o de alfazema, kilogramma.
Oteo de amendoas inglcz, idem.
de batiput, idem.
i'.co de cravo, idem.
de ligado de bacalho, garrafas 2i.
(Jico de ligado de bacalho ferruginoso, dem 8,
leo de Imhaca, kilogramma.
(Jico de ricino, idem.
Oleo vermfugo, frasco.
Parietaria. kilogramma.
Panel azul para embrulho, resma.
"apel branco para embrulho, idem.
Pbta de jujuba, kilogramma.
i'astilhas de Belloc, caixa.
t'astilhas de ipecacuanha, kilogramma.
'stilhas de Kemp, caixa.
Pastilhas de kermes mineral, vidro.
asnillas denaf, caixa.
t'^dra urae, kilogramma.
' cneras de cabello, urna,
'cneiras de seda, dem.
PercUornrto de ferro, kilogramma.
Pe de Borgonha, dem.
1 phato de ferro de Leras, vidro.
l-'riulas de Allon's verdadeira, caixa.
y. ulas de Vallet (30 piulas), vidro.
l'.gula senega, kilogramma.
Popa de tamarindos, dem.
ida mercurial, dem.
' i-tn de voado calcinadas, idem.
V3 de Rog, vidro.
f tassa caustica, kilogramma.
Totes de urna a oto ongas, duzia. ~""\
i'rocipitado rubro de mercurio, kilogramma.
hurgante Le Roy, francez, garrafa de 6/. V
Quassa, kilogramma.
: na em casca, idem.
Cuina era p, idem.
l.aiz de alcass.us, idem.
1 z de althea, dem,
ix.'.iz de espargo, idem.
Raz de genciana, idem.
Kezina de angico, idem.
I roto iodureto de mercurio, idem.
Rozina de batata, idea.
I /.na de guaiaco, idem.
I uibarbo em p, dem.
. abo branco amygdalino, dem.
iao para opodeldoC, idem.
>nete de alcatrao, duzia.
I amargo, kilogramma.
Silsa hortense, idem.
I aparrilha, idem.
charurto de oleo de bacalho, caixa.
-afras, kilogramma.
la, idem.
ine, idem.
lentes deangelin, idem.
Serpentaria, idem.
^permacete em rama, idem.
Solucao de protoodur ;to de ferro, dem.
Stramonio, idem.
'nitrato de bismutho, idem.
garrafa.

Sncco da
Sulfato d
Rail i
Suir
Tansagom, kilugmi
Vidros cora col :L.
Vidros para opoJeldoc,
Vomitorio de Le Roy, francez, vidro.
Vinho de jurubeba, garrafa.
Vnho de Covisart, garrafa.
Xarope de Bourgois, vidro.
Xarope de codina de Berthe. idem.
Xarope de espargo, idem.
Xarope de Guy, idem.
Xarope de iodureto de Gibert. idem.
Xarope de jurubeba, idem.
Xarope de Labllony, idem.
Xarope de Lamoure'nux, idem.
Xarope de nao. idem.
Xarope peitoral inglez, idem.
Xarope de quina de Grimault, idem.
A pcjc.m.' t|uc i|ul/.'^i i ii \ .'ii'". 11 ".i rt .tiicuia-
taco do foriiHcimeuto dos ditos medicamentos'
ile'vem comparecer coffl su.is propestas em cartas
lechadas na sala das sesses da mesma Illma. jun-
ta administrativa pelas 4 horas da larde do diajlfi
do eorrente. aeoinpanhados de seus tadores, ou
munidos de cartas destes.
Secretaria da Santa casa de Misericordia do Re-
cite, 6 de setembro de 1861*.
O escrivao,
Pedro Rodrigue* de Son:a.
Pela secretaria da cmara municipal dosta
tidade se faz publico para conhecimento dos inte-
ressndos, i|ii"a rOQUenmento de um pretndeme
aarrematacao do imposto de uffences, ficou a
mesma nesta data espadada para o da 22 do cor-
rente.
Secretara da enmara municipal do Recfe, 11
de setembro de 1809.
O secretario,
Francisco Canuto da ttoa-viagem.
luspe^eo do arsenal de
mariuha.
Faz-so publico que a commissao de peritos
examinando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
18*i'i, o casco, machina, caldeira, apparelho,
mastreacao, veame, amanas e ancoras do va-
"or Potrnij da companhia l'eniambucana de na-
vetraQao cosleira, achou todos esses objectos em
estado do poder o vapor navegar.
Inspeccao do arsenal de marraba de Pernambu-
co 15 de setembro de 1869.
O inspector.
H. A. Birbosa de Almeda.
rns
agent
rna
-eseriptorio do referido
Depois da audiencia do juizo de orphaos do
dia 17 do crrente, ir praca a renda do sobra-
do n. 17, sito ra estrellado Rosario, por lempo
de tres anuos, servndo de base a renda de 80J,
que paga aiinualmente sob Manea.
O Illm. Sr. couselheiro inspector da tbesou-
raria de, fazenda desla provincia, em virtude da
nrdera da presidencia, manda fater publico, que
no dia 18 do correnfe mez, pelas 2 horas da larde,
ir praca peranteajunta da mesma tiiesouraria,
a quem mais der, o expolio deixado pelo tinado
tenente prisionero de guerra Paraguayo Pedro
Jos Pereira. O inventario do dito expolio adia-
se nesta secretaria, c ser franqueado aos preten-
dntes.
As pessoas a quem convier deverao compare
cer nesta thesourara no referido dia e hora indi-
cados.
Secretaria da thesourara de Pernambuco 11 de
setembro de 1809.
Servndo deofllcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Savegacao costelra por vapor.
Goyanna.
O vapor Parnhijha, commandante
Mello, seguir para o poilo cima no
dia 16 do corrento as 0 horas da noite.
ilecebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete, n > eseriptorio do Forte do Mattos
n.12._________________________________
COMPAWIIA BRASILElUl
DE
Paquetes a vapor.
Dos porto do norte esperado
at o dia :!' do rorrente o vapor
Gum, commandante o Io te-
nente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzr, a qual dever
ser embarcada no dia desuachegada. Encommen-
das e dinbeiro a frete at a duas horas do da da
sua saluda.
Nao se recebera como encommendas senao ob-
leeros de pequeo valor e que nao excedam a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medijo.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-seaos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia run da Cruz n. 57,
Io andar, eseriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
BAHA
O palhabote Garibaldi, capitao Custodio Jos
Vianna : a tratar com Tasso Irmaos.
Aos 20:000^000.
Bilh-'tes do io a venda, ra do-7 Calmea n. 2
da Fe. Procos do eusiunvi.
CASA DA V.
de arroz descascado 17 do
eorrente.
O agente Oliveira far leilao por conia de quem
pertencer, de 120 saceos de arroa descascado de
muito superior qualidade, e em lotes vontade
dos pretendentes.:
ftexa-feira f 9 do eorrente
s 11 horas da manbaa em ponto, no armazem do
Sr. Annes, defronto da arcada da alfandega.
9
avisos diversos;
I.YSTITIJT ARCHELO&IGO E GEOGRAPHCO
I'ER^VMRITWO.
Haver sosso ordinaria quinla-feira 16
do eorrente setembro, pelas II horas da
manhaa.
OHDESI DO da
Pareceres e mais trabalhos de commis-
soes.
Secretaria do Instituto, 13 de setembro
de I8G9.
Jos Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
O abaixo assignado avisa ao respeitavel pu-
blico, que nao se responsabilsa por qualquer ob-
jecto que scu escravo Basilio v comprar Hado.
Raphael Fernandres branles.
Perdigueiro
Desencaminhou-se um cachorro perdigneiro, de
eor pedrez, eom grandes malhas cor de caf no
lomlio : lera orelhas comprdas da mesma cor :
quem delle der noticia na ra Nova n. 11, ser
bem recompensado.
Precisa-se de urna ama de leite
de S. Pedro n. 10.
no pateo
Attenpo.
Precisa-se alugar um sitio que tenha urna boa
casa de vivenda com 6 ou 7 alcovas, e fra dola,
habitares para quatro criados. Deseja-sc que
dito sitio seja nos arrabaldea dusta cidade e com
preferencia em o trajelo da va frrea de Apipu-
cos. Drijam-se os donos verbalmente ou por es-
criptoao consulado francez, ra do Trapiche Novo
n. IV.
Ao commercio.
Jos Domngues Pereira com quanto julgue a
firma de Pereira 4 Braga a nnguem nesta praen
estar devendo, convida com ludo a quem a ella se
julgue credor, a quanto antes procurar cobrar do
annunciante por a ter dissolvido com Pedro Per-
reir de Araujo Braga, e Picar somente na posse
dos eslabelecimentos.
2:000
O n. 814 da lotera 293 eom a sorte de 2:000/1
foi vendido na ra do Cakng n. 2, Casa da F, e
contrallara a vender os da s.'gninte lotera n. 294.
Pranci-co Bibeiro Guimaraes & C partici-
pam ao respeitavel corpo do commercio e a quem
mais possa interessar, que no dia 9 de eorrente
compraran) ao cr. Bernardino Jos de Medeiros, a
taberna sita ra da Detencao n. lo, livre e de-
sombaracada de dbitos e de" qnalquer onus : se
alguemse julgar com direito a qualquer reclama-
cao, compareca na mesma taberna, no praso de 4
das, contados da publieaco deste. Recife 11 de
setembro do 1669.
Perderam-se
duas chaves de cofre, seguras por una eorrente
de prata, desde a ra do Queimado at ao pateo
do corrio : quem as achar e as quizer entregar
na r-? da Independencia n. 22, ser recompen-
sado.
Caixeiro
AMA
Preci-ase de urna ama para o servico interno e
externo de urna casa de pequea fomifia, prefere-
rava : na ra das C.nizes u. 28, 1" andar.
Da-se bom premio
Si, lOj e 20 (nova ,
do-ro Simop Troco ranido.
por sedlas <
estampa: |
i do Pelnrinlion. 7.
Precisa-se de urna ama
rna Direila n. 8.
Ama de Jeite
de leite : a tratar na
CASA IME PENIIOUES.
Travessa das Cruzes n. .
O abaixo assignado ajis a todas as pessoas que
teera penhores vencidos em sua casa, que nao os
resgatando al o dia 30 do eorrente^^&r c6m*a
publico de ditos penhore1sJl(\f(,r,-,lls em vigor, salvo
fr^-'^ Pl'dMI'las da t:,es penhores reformadas
>cj'i.acionalmente Becife 13 deselombro de 1869.
"" __________N. Danheisser
Ama.
Precsase de urna ama para coznbar e com-
prar, pagando-se bem : na ra da Cruz n. 10, 2o
andar.
[EMPRESTIMO SOBRE!
PMIMS
Rogase pessoa, em poder da qual, existe
nina letra vencida, ou a vencer uestes das, e fir-
mada por Cincinato Velloso da Silveira, o favor
de a apresentar na rna da Mangneira n. 7, para
ser satisfeta a importancia da mesma.
Attencao
Precisase de offlciaes de caldeireiroe lalociro
na ra do Brum n. 54.
Precisa-se alugar um criado ou moleque de
idade de 12 a 14 annos ; na ra da Cadeia do Re-
cife n. 53, lojade onapepa.
-As Sras. Mara Jos Orvilha de Mello e Isa-
bel Kbzinda de Mello tem urna carta viuda do Ili i
Grande do Norte, no largo do Corpo Santo n. 6,
arrhazem.
na
pri-
Precisa-se de um homem para caixeiro de urna
padaria, que tenha pratica e d Dador de sua con-
ducta : no pateo do Terco n. 38.
AMA
Precisa-se de nma ama livre ou escrava, que
saiba coznhar e que seja de boa conducta, para
um sitio na Passagera da Magdalena : a fallar na
ra Nova n. 44.
Para o indicado porto pretende seguir com mui
ta brevidade o lugre portuguez Cisne do Vouga por
ter a maior parte da carga engajada ; e para o
pouio que Ihe falta, tratase cora o c nsignataiio
Joaqura Jos Goncalves Bell rao, ra do Com-
mercio n. 17,
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o dia 21 do eorrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante
J. P. G. Alcoforado, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no da de sua chegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sua sahda as 2
horas.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
ca lo como carga
Previne-se aos Srs. passageiros, que suas pas-
sagens s se recebem na agencia ra da Crux
n. 37 primero andar, eseriptorio de Antonio Luiz
do Oliveira Azevedo C.
Rio de Janeiro.
Para o indicado porto, pretende seguir com
muita brevidade o brigue nacional Isabel, por ter
a maior parte da carga engajada, e para o pou-
co que Ihe falta, trata-se com os consiguatanos
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ra da
Cruz n. 57, primero andar.
Jos Affonso Bandera, seu sogro e sogra, ir-
maos e cunhndos, summamentc penhorados de
reconhecimento muito agradecem a todas a* pes-
soas e mais parentes que prestaram o caricioso
obsequio de assistirem aos sulTragios e de acom-
panbarem ao cemiterio o fretro de sua presada e
sempre chorada esposa, filha, cunhada e irma,
D. Mara Anna Boudoz e de novo convidara a es-
sas caridosas pessoas e amigas a coniparecerem
na matriz da Boa-vista, sexta-feira 17 do corren-
te, pelas 7 horas do mantea, stimo dia do seu
passamento, afim de assistirem a algumas missas
que se tem de celebrar no referido da e por
cujo acto de caridade Ibes serlo summamentc
gratos.
Hospital Porluguez de Beneficen-
cia em Pernambuco.
A junta administrativa do Hospital Portuguez
de Beneficencia em Pernambuco, faz publico que
o 14* anniversario da iastallaeao deste pi institu-
to, lera lugar no dia 19 do eorrente mez no scu
estabelecimento do Cijueiro. s II horas da ma-
nbaa haver missa cantada, pregando ao evange-
llio, o Itvm. Sr. frei Joaquina do Espirito Santo.
Em seguida se praticara urna accao meritoria,
digna por certo de ser emtada : o Sr. Francisco
Jos da Costa Araujo membro da actual junta ad-
ministrativa, querendo com sua Exma. esposa a
Si a. 1). Vicencia Perpetua Freir de Araujo, coni-
meinorar o anniversario de una instituico toda
de caridade, tem resolvido dar gratuitamente, car-
ta de liberdade aos seus escravos menores Tlio-
in, Bita e Crescencia, lieando ainda a cargo
d'aqnelles Srs. a educacao destes menores. Ter-
minada a festa, e este acio de caridade, terkuii- '
gar o jantar aos enfermos., que sero servidos
pelos membros da junta. tarde haver o eos-
tomado leilao de prendas, otTerecidas ao hospital,
cujo producto applicado nos soccorros dos ne-
cessitados enfermos. Tres bandas melitares toca-
rao escolhdas pecas de msica durante o leilao,
sendo tuna dellas a da soriedade BELLA l'M AO
que de bom grado se presta em obsequio ao Hos-
pital Portuguez. Esto o suas dependencias, esta-
r a disposiclo de todos os concorrentes quo o
queiram visitar, desde as 9 horas da manha, at
as 9 horas da neule.
A junta administrativa, nao querendo encom-
modar com fastidiosas circulares, ou carias pe-
dndo donativos a todas as pessoas que so dguam
sempre e todos os annos, concorrer com as suas
offertas para ahrilhantar os festejos do anniversa-
rio do Hospital Portuguez em Pernambuco, se
prevalece da occasiao para solicitar da caridade
que extremosamente caracterisa a populacho des-
ta cidade, esses donativos que maior importancia
deven trazer ao scu basar de prendas, naquelle
estabelecimento.
E contando a mesma junta administrativa que
coai benevolencia e carinho ser ouvida, vem
desde j pela sua parte, o em nome de seus com-
patriotas desvalidos que se abrigara pelos seus
soffrmentos as enfermaras de to pa institu-
cao, agradecer a todas as pessoas qne se digna-
ren por qualquer maneira concorrer com o seu
Otrotu para tao hcnrontiirrto fim pente *|u<* >e
enearregados dessas receptes sao os seguiutes
senliores :
Recfe, II de setembro de 1869.
Francisco loio de Barros,
Provedor.
NO RECIFE.
Antonio Jos Coimbra Guimaraes.
Marcellno Jos Goncalves da Fonte.
Antonio Henriiiue Rodrigues.
Jos Joaquim de Lima Bairo.
Joao Pereira Moutinho.
Fancisco Joao de Barros.
EM SANTO ANTONIO.
Jos Joaquim da Costa Maia.
Gaspar Antonio Viera Guimaraes.
Antonio Correa de Vasconcelos.
Custodio Jos Alves Guimaraes.
Antonio Alves Lebre.
BOA-VJSTA.
Joao Francisco Paredes Porto.
Flix Pereira da Silva.
Francisco Cocino Brandao.
Jos Alves Lima.
Domingos Antonio da Silva Beiris.
S. JOS'.
Pedro Jos da Costa Castello Branco.
Jos Luiz Ferreira da Costa.
Theotonio Flix de Mello.
Joaquim Anlunes da Silva.
Jos Jcronvmo da Silva.
' PASSAGEM E CAPL'NGA.
Miguel Jos Barbosa Guimaraes.
Jos Monteiro de Slqueira.
Jeronymo Joaquim Fiusa de Oliveira.
OLINDA.
Angelo Baptista de Nascmenlo.
Luiz Jos Pinto da Costa.
Antonio da Cruz Ledo.
Becife, II de setembro de 1869.
Francisco Joao de Barros,
Provedor.
(SEM LIMITE.)
Na Iravessa da
Cruzes n, 2,
8 meiro andar, da-se qual-
qoer quanlia sobre oiiro,
prala e pedras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condices de ga-
rantir a transaeco que se fizer em
sua casa, prometiendo todo e zelo
e considerarlo s pessoas que se
dignarem de honra-lo em seu esta-
belecimento.
Na mesma casa compra-se ouro,
e bril liantes.
CASA FELIZ
Aos 20:000^000
Xo Recife arco da Couceico n. 2
Os abaixo assignados tendose habilitado na
forma das leis tem exposto a venda os seus feli-
zes bilhetes das loteras do Rio de Janeiro na casa
cima aonde se pagaro as sortes que saliirem
no mesmo bilhete com o descont da le somenle.
PRECOS.
Bilhete inteiro 245000
Mcics 12 3000
Quartos 6^000
E de 100 j para cima a 22 o bilhete.
Figueiredo & Leite.
Aluga-se o Io andar do sobrado da ra de
Apollo n. 28, lado da frente, proprio para eserip-
torio : a tratar no armazem do mesmo.
Notas das caixas liliaes do banco do Brasil
trocam-se eom mdico descont, na loja de Manoe'
Soares Pinheiro, praca da Independencia n. 22.
GRANDE HOTEL
DE
Innocencia Guilhermna da Conceico Campos,
Manoel da Costa Campos, Joao de Medeiros Rapo-
so, Claudino Jos Raposo (ausente), Francisco de
Medeiros Raposo, Joaquim de Medeiros Raposo,
Joao do Amaral Raposo, Joao Martins da Silva
Vilella, Jos Lopes Alheroe Joaquim Lopes Alhei-
ro, agradecem de todo o coraejio a todas as pes-
soas que to obsequiosamente se dignaram de as-
sistir ao funeral do sen mu prezado marido, ir-
raao, genro, cunhado e primo, Joao da Costa Cam-
Sos. De novo rogam aos seus amigos e aos do
nado, o caridoso obsequio de assistirem os actos
do stimo dia, que constara de missas e memento
solemne, que tera lugar na matriz de S. Jos, no
dia sabbado 18 do eorrente, pelas 7 horas da raa
nha, pelo que desde j-manifeslam sua gratidao
LEILOES.
LHLMI
do sobrado de tres andares e soto da ra
do Vigario n. 26, edificado em citaos
proprios.
Sabbdo 18 de setembro
s 11 horas em ponto.
O agente Pinto far leilao servndo de base a
maior offerta obtid do sobrado cima recoramen-
dado por ser edificado em ra de muito commer-
cio em chaos propnos e de bom rendimento an-
imal.
Os pretenderles <; mpareoer as 11 ho-
Quinta-feira, 10 do eorrente, as 7 horas da
manha, Vicente Ferreira da Costa manda cele-
brar na matriz de Santo Antonio algumas missas
pelo repouso eterno da seu finado amigo o Sr.
chefe de esquadra Jos Segundino de Gomensoro,
fallecido no Ro de Janeiro no dia 30 de agesto do
correte anno. Pede, portanto, aos amigos do fi-
nado, que o acompanhem nesta demonstracao de
seu sentiraento.
ORIENTE
Ra larga do Rosario n. 44
Especi.lidade na preparaejio dos gneros ali-
menticios, promptidao e asseio as encommendas
e boa orgausacao no estabelecimento. Recebem-
se assignaturas para o estabelecimento e a domici-
lio, facilita-se a leilura de jornaes naconaes e es-
trangeiros. Espacosa sala para o elegante jogo de
bilhar, e ha decente e coraraoda hospedagem.
Companhia Peruamfoucana
De ordem do conselho de direceo da compa-
nhia Pernambucana se faz publico que somente
al o dia 30 do eorrente mez serao aceitas assig-
naturas de acces da mesma companhia cuja
cmtsso se ncha annunciaen. l'erai mWuw % m
setembro de 1869.O gerente, F. F. Borges.
FIO IM Ul A
Barbante
Em casa de Rabe Schmetau C. Corpo
Santn. 15.
SHERRY 0L0ROZO.
^OtiVAC IIEMiYFSSY.
Em casa de Rabe Sdimettad a- C. Corp<.
Santo n. l.
CAHMPANHA
SUPERIOR.
Roussillon, carte blanche.
Eiu casa de llalte Wclimettan A
G. Corpo Nant n 15.
VINHO
DE
BORDEAUX SUPERIOR.
C11ATEAU LA ROSE.
CIIATEAU KU/1\
Em casa de Rabe Schmettau A C. Corpo
Santo n. lo.
Club Fernambucano
A partida do eorrente mez ter logar na
noite do dia 17.
TiOliUTRT
\eneravel ordem 3" de 8.
Francisco da cidade do
Recife.
De ordem da mesa regedora convido a
lodos os nossos cliarissimos raaos para
compareccrcm paramentados com seus h-
bitos, igreja de nossa veneravel ordem.
os dias 10 e 17 do eorrente, para assistir-
mos as vesperas, festa e Te-Ueum. em so-
lemnisaco do anniversario da impresso
das chagas do nosso Sepbarico Padroeiro,
esperamos que nossos irmSos nao deixaro
de tomarem parte no regosijo de t5o
grande magnilude, para a ordede sera-
pliica. Secretaria, 13 de setembro de
189.
O ecrctaro,
Joo da Cunlia Soar Guimaraes.
ESCRAVA.
Precisase alugar para coznhar: a tratar M
Coracao de Ouro, ra do Cabug.
C.ub Fernambucano
Fica transferido o concert annnneiado para bo-
je nos salos do club pernambucano, sob a direc-
eo do Sr. Jos Coelho Barbosa, para qu nido se
annunciar, sendo o programma alterado.
Attenpo
Na ra estreita do Rosario n. 35, pri-
mero andar, casa de urna familia que for-
nececommedorias precisa-se para todo o ser-
vico de casa e roa, de serventes livres ou
escravos, preferindo-se esles.
Ama
Precisa-se de una escrava que cosinlie o dia>
rio de urna casa de familia, faca as compras, pa-
ga-se bem : na ra dos Pires sobrado n. 27.
Dividas.
A Arcadia Pernambucana manda cele-
brar amanlia, pelas 9 horas do dia, urna
missa na matriz da Roa-Vista pelo repouso
eterno do bravo general Joao Manoel Menna
Brrelo, fallecido heroicamente no memora-
vel combate de Pirabebuy; e para esse acto
de religiao e patriotismo convida a todos os
cidadaos sem distineco de classe.
O secretario,
J. de S e Albuquergue Jnior.
Fugio da casa do abaixo assignado
o seu escravo de nome Eugenio, cri-
oulo, idade 50 atraos, pouco mais ou
menos, estatura regular, cor pMta,
cabeca calva, barba mesclada, tem
marcas de bexgas, pernas finas, enttula-se forro,
foi escravo do engenho Carana, e suppSe-se an-
dar para as bandas de l : quem o pegar leve-o
ao hotel do Universo, ra do Trapiche n. 1, que
receber 505 de gratifleacao.
_,__ _______MedericArnoult.
Aluga-se o siiio da estrada da Torre, cora
excellente casa de morada, a qual assobradada
na frente e tem coclieiras para carros e cavallos e
quartos para pretos, baixa para capim e aores
de ructo : a tratar na ra Nora n. H, loja de
fazendas.
O pianista Annibal Napoleao, socio de mri-
to da sociedade Philarraonica do Rio de Janeiro,
da Associacao Musical de Lisboa e reccnlemente
condecorado com o habito de Chrsto por S. M.
Fidelissima de Portugal, demorando-se ainda al-
gum tempo nesta cidade com o tim de dar alguns
concertos, encarrega-so durante esse tempo de
tomar urna ou duas discipulas que se queiram
aperfeicoar no estylo moderno ao piano e ins-
truir-sc no novo methodo harmnico do celebre
pianista Goltochalk : trata-se com o pianista no ho-
tel de l'Univers, na ra do Trapiche-novo, das 9
da manbaa at 1 da tarde. No mesmo lugar se
acham bilhetes para o sen primeiro concert.
ina.
Precisa-se alugar urna ama livre ou escrava, de
muito hons costumes, para servir de companhia a
nma senhora e fazer algom servico de casa : di-
rja-se ra Bella n. 37, sobrado de dous an-
dares.
Aluga-se um moleque de 14 16 annos de
idade, proprio para criado, ou para qualquer ou
tro servifo que esteja era relacao com o tama-
nho do mesmo : tratar na pra^a do Corpo San-
to n. 17, Io andar. '__________
PADARIA
Precisa-se de um forneiro e dous amansadores,
para padaria, fra Testa provincia : (ratar na
ra do Araorim n. 37.
O abaixo assignado, arrematante das dividas do
espolio do finado Jos Manoel Pereira de Menda-
n'.ia, avisa aos devedores do dito finado que man-
den) salsfazer seus dbitos, no praso de 30 dias.
contados da data deste, lindo o qual proceder a
cobranca judicialmente ; na ra das Cineo Ponas
n. 81 'Recife N de agosto de 1869
Joao de Azevedo Pereira.
Aluga-se a casa n. 28 da travessa de S. Joao
com i saias, 2 quartos, quintal e cacimba, prego
de liJflOO : a tratar no mesmo lugar.
O Sr. que. trouxe da provincia do Para, pelo
vapor Paran, chegado no lim do mez prximo
passado, una carta para o Dr. Candido Valeriano
da Silva Freir, e urna encommenda para D.
Anna Candida da Cunba Freir ; tenha a bonda-
de de dirigir-se ao largo do Carmo n. 18, pri
meiro andar, ou declare sua morada.__________
Precisa-se alugar una escrava liel para
vendas de taboleiro na ra, ou ainda mesmo
forra para o mesmo fin, paga-so bem agradando,
juntamente alupa-aa um moleque de boa eon-
ducta : na ra da Praia n. 66.
Aos 20:0004000
CASA DA FELICIDADE
<--lra<\iIa Iudependencia-SS
Os abaixo assignados tem exposto a venda os
seus felizes bilhetes da 39* lotera em beneficio do
Monte Po Geral (294;, cujas listas sao esperadas
at o dia 21 do correte, sendo os premios pagos
a vista das listas.
Foram vendidos nesta casa alm de outros pre-
mios o bilhete n. 2829 com 20:000*000, n. 749
com 800*. e 3941 com 2005000.
^______Veras & Daihedo.
Aluga-se
um excellente cozinheiriTe um bom oflical do ca-
rapina, ambos escravos : na ra Direila n. 21, 1-
andar._________________________________
Aluga-se a parte da frente do Io andar da
ra do Imperador n. 32.___________________
Precisa-se de ara lorneiro e um amassador:
na padaria allomaa de Santo Amaro.
lerece-se para caixeiro de armazem du
motilados ou de assucar, um rapaz portuguez com
pratica dos mesmos, dando flanea de sua conduc-
ta : a tratar na ra do Rangel n. 10.
Precisa-sede um caixeiro de idade de 16 a
18 annos : na ra da Cadeia-nova n. 7.
0 abaixo assignado nao se responsabilsa por
conta que os seus empreados contrahirem era
nome do abaixo assignado. Recife 13 de setembro
de 1869.
Luiz da Fonseea Macedo.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar na
ra da Imperatriz n. 53, loja de marcineiro.
Aluga-se
urna casa em Beberibe : a tratar com J. I. de M.
Reg, ra do Commercio n. 34.___________
Precisa-se comprar ou alugar um sobrado
de um audar, ou casa terrea, com bastantes com-
modos para familia : quem tiver annuncie ou di-
rija-se ra do Hospicio n. 24, sendo nos bairros
de Santo Antonio ou Boa-Vista.
Na iravessa dos Expostos, sobrado n. 18, Io
andar, faz-se comida para fra, lava-se roupa e
engomma-se. tudo com asseio e promptidao.
Ainga-se una mulata cozinheira e costurei-
ra : a tratar com Albino Jos Ferreira da Cunha,
no largo de S. Pedro n. 4. _____
Aluga-se um escravo para criado de qual-
quer hotel ou casa particular : a tratar na ra
Augusta n. 10.
Precisa-se de urna ama para engommar e
andar com meninos : na ra da Cadeia. n. 10.
As Sras. Mara Jos Cervuna de Mello e Isa-
bel Roznda de Mello, tem urna carta vinda do Rio
Grande do Norte, no largo do Corpo Santo n. 6,
armazem.
O Sr. Secundino Prediliano Gomes de Olivei-
ra. mande buscar urna caria que existo na loja da
ra Nova n. 50, e pagar o importe deste an-
nuneio.
Na padaria a ra do Rangel, precisa-se alu-
gar um preto. _____________________^
Feitor
Precisa-se de um feitor de meia idade, cssado.
e que d fiador a sua conducta : na ra do Ara-
gao n. 32.
Aluga-se um boa baixa de capim : n
Capunga, a tratar na casa n. 22.________
Ama
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para o
servico interno e externo de urna casa de peque-
a familia : na niada Conceico n. 45.______
Na ra da Cadeia ti. 59 exi-te nma carta
para o Sr. Dr. Pedro Alfonso de Mello, e mitra pa-
ra o Sr. Basilio Moraes de Miranda Vaiejao.
Ama
Precisa-se de urna ama para lavar e engommar
s outra para cozinjiar para pouca familia: na
Iravessa dos Pires n. 22. sitio do Giriquiti.______
CASA DA F0RTNT
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
k rna do Crespo n.23 e casas do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garanti-
dos da 10* parle da lotera a beneficio do patri-
monio dos orphaos (120'), que se extrahira sab-
bado 18 do eorrente mez.
Presos.
Os do costume.
________________Manoel Martins Fioza.____
ATTENCAO
Na ra da Cadeia sobrado n. 66 se dir;
quem vende urna escrava, bonita figura
com habilidades, garante-se nao ter vicie
algum.
Ama de leite
Precisa-se com toda urgencia de nma ama d.
leite : na travessa do Veras n. 15, 1 andar. N*
je olha a prec/)._________________^_^___
Precsa-se do um criado para todo servico de
hotel, paga-se bem, prefere-se escravo : a tratar
na ra estreita do Rosario n. 11, hotel Lisbonense
Aluga-se
um excellente cozinheiro e um bom offlcial de ca-
rapina, ambos escravos : na ra Direita n. 21, ^
andar.________________________
COSTUREIRA.
Cose-se costuras de alfaiate a moda fran-
ceza, por preco commodo, na ra Augusta
n.li2, e d-se flanea sobre as mesmas.
Em casa" de THEODORO CHRISTI-
ANSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-se
eflectivamente todas as qualidades de vinh-
Bordeaux, Bourgogne e do Rheno.
Na praca da Independencia n. 33, se d di-
nneiro sob penhores de ouro, prata e pedras pre-
ciosas, e seja qual fr a quantia : na mesroa OMa
-c compra e vende objectos de ouro e prata, e
igualmente se faz toda e qualquer obra de encom-
menda e todo e qualquer concert tendente
mesma arte.______ ____________,
O advocado
Alfonso de Albuquerqne Mello nradou o sea es-
eriptorio para a ra das Cruzes n. 37, deronte av.
tvpogranbia do Diario.
f
i




.-


::.v ,;.,*.; .-..^-'"%^,^;- -1" -----------


Diario de Peruambuco Quinta feira 16 de Setembro de 1869.
NOVIDADE
O JVYME, tendo em vista sempre apresentar novas melboras em seu esta-
blccimenta de caboHeire rm do Queimado n, 0, acaba da preparar com decencia
e go6to, uimi sala especial onda u respeitavel publico, com certeza, encontrar o que
ha do primor em perfumaras, bijolerias, flores e tinturas para cabellos etc. s mais
afamados fabricantes de Pars e Londres. Elle conscio de que o qne espende c a puro
par 0 -que:-\.w:- me o seu estabelcimento seja visitado por senhoras e cvame! ros,
Mikroskope achroma-
tisehen. Objeiiv L^ .^^
ITISTA BE FABIS
19-Eua Nova-19
o ati:ai:Etico ^iitiek
cirurgiao-dentista, muito conhecido ha dez annos n'esta idade, pela perfeipo dos sem
irabalhos, tem a honra de participar ao respeitavcl pulucoque tendo feito muitos me-
Ihoramentos na suacasa, pode d'bora avante receber as senhoras no seu gabinete ond<
acharo os eoinmodos precisos para familia.
Acha-se tambem na sua casa e na sua companhia, o sen sobrinho e discpulo
.1. IiEKOl\
o qual acaba de voltar de urna longa viagem a Europa, durante a qual praticou com
feliz successo as primeiras casas Pariz ede Londres, oereccndo assim as melhore?
garantas do boni desempenho para tudo o que for relativo a profisso ; por isso o
annunciante pede aos scus amigos e clientes que por acaso o nao encontrarem no set
gabinete, depositen! no dito sen sobrinho a mesma confianca com que o tem honrado
a dez annos.
Dentaduras por todos os systemas: a pressao do are com molas de ouro, platina
valcanite e um inteiramente nmro n'esta cidade.
Cura radk-al dos feotes cariados.
Chombatrens (obturacoes) com ouro e com massas diversas, segundo os casos.
Honesta para acalmar as dores de denles.
Agua e pos dentri icios fabricados pelo proprio annunciante, o quelhe permitte afian
?ar sua boa quadade.
Escovas (tara dentes. etc.
Perfei Viagem para fra mediante ajusto previo.
O gabinete acha-se
das uteis.
sen.
Barmetro e termo-
metre. Centigrade
e reuumeure.
NO FOI PRECISO AGUA BENTA
O demonio mudou-se por sua livre e expontanea vontade
YIVA 0 DA DE S. BARTnOLOME
Agora nmguem presuma que fot um demonio qualquer, foi
0 BOflfi DE
\n)\ui:p inos
DCDLOS NIISEinEIS
E erystal de rocha do Brasil.
F. I. Germano, recommenda ao publico, scus vidros periscpicos aperfeicoa-
dos; porque, com este:/ vidros, a vista descanta, fortificarse e nao a canga como com
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obrigado a muda-Ios todos os annos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o cryslalino do lho e determina quasi sempre do-
res de cabeca. O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do lho, e,
lodas as vezes que o objecto est mais perto ou mais looge, os raios que expelle sao
mui convergentes ou mu divergentes e a viso nao 6 perfeita. Um graud numero de
pesseas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a viso nao distincta.
Com a applicacao de meus vidros pie-se vencer estas diflieuldades. Para os que tem
a vista curta e cujo cryslalino mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affas-se o ponto de
vista, o que faz divergir os objeetos e deixa ver lito longe como as outras vistas. Quan-
do o crystano muito chato, o que succede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama presbyta, vem melhor de longe que de perto, e nao enxergam senao
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergarao
tao distinctamente como na idade de 15 annos. Servindo-se desles vidros quando a
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
F. I Ciermanu encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a es-
colher, a primeira vista, seja qual for a iade e grao de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Mas nao sahio da Boa-Vista
CHEGOU-SE AT PARA MIIS PERTO DA MATRIZ
Sea dominio est hoje assetitado. onde foi botica,
ESQUINA DA RA U ARAGAO H. 32
YEIHA9I VII-l.O
Como garboso se ostenta
Como lepido se mostra
E as diabluras que faz!!!
Negra tranca no eolio lhe ondeia
Solta briza ao mago desdem :
Deita a fronte n'uin peito e conhece
Quantas maguas o seio contm.
Esta linda e gentil creatura tambem
1M11II]
Queijos, manteiga e caf,
Vinho, cha e bolaxinhas,
Doces seceos e licores,
De Nantes boas sardinhas.
Tudo barato
Para agrada ,
Venham freguezes
Que bao de goslar,
N. B. Brevemente ser annunciado o da, em que este importante armazm de no-
toados ter principio a pratica de certa diabriira.quc admrala mais do que o TEMPORAL
na BONANCA da ra do Queimado. Por ora venham os freguezes visitar o nossoes-
labelecimento, comprar os nossos superieres gener- s por precos muito rasoaveis.
Para a vista myope, (vista curta).
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqueza.
Para a vista que os olhos sao deslguaos.
Para a vista que se turva com o traba-
lho e a leitura.
Para a vista presbyta (vislagalon ).
Para a vista que nao supporta os raios
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras esto cer-
cadas de sangue.
Para a vista que um dos olhos myope
e o outro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olho se cobra de catarata.
Sortimento de binculos
para theatro. e oculos de
alcance para o campo e ma-
rinha.
i
Lunetas, pmce-nez e
face--main, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ac,
etc., etc.
Tem tambem grande sortimento de relogios para parede, que do horas e para
rima de mesa dos mais lindos modelo Belogios para algiheira, de ouro, prata, prata
l<*rtla .-loteada, itigteifjs, snissos e orisontaes dos metilorCS e mais afamados fabri-
cantes.
Vendas em grosso e a retalho. Em Pernambuco.
N. 21=Rua NovaN. 21.
Manteiga ingleza flor a i #300 por 500
grama*.
Dita dita a I 00 dem.
Dita dita a 1(5(000 idem.
Dita franceza a 900 rs. idem.
Batatas novas a 100 rs. idem.
Cha fino superior a 30500 idem.
Dito dito a 30200 idem.
Dito dito a 3*000 idem.
Arroz pilado a 120 rs. idem.
Caf d caroeo a 200, 240 e 280 rs.
idem.
Milbo alpista a 240 rs. dem.
Toucinho de Lisboa a 400 rs. idem.
Vellas estiarinas, masso 720.
Potes com sal refinado a 400.
Ervilhas franceza em manteiga, 1)00 rs.
a lata.
Eructas portuguezas em calda a 600 rs.
a lata.
Ditas s de pecfgos maores a 500 rs. a
lata.
Tijolo para facas a 120 rs.
Chocolate espanhol a 10000 o masso.
Frascos eom conserva a 900 rs.
Ditos dita de mustarda a 800 rs.
RataS ri ni raniti de orco a 800 rs.
Sardinhas de Nantes em manteiga a 800
rs. a .Ha.
Copos finos para agua, duzia 40800.
Carrafas finas para meza, o par $0000.
Cognac engarrafado a 800 rs.
Azeite francez engarrafado a 10000. .|
Presunto em barril a 480 rs. por 500
Vinho bordeaux cm'caixa, 70000.
Vinagre blanco engarrafado a 400 rs.
Bolaxinhas de differentes mrrras. s
10400.
Fosphoros de seguranca, masso 500 rs.
Banha de porco a 720 por 500 grammas.
Vinho do reino, garrafa a 10000.
Charutos do Lima a 50 e 60 a caixa.
Sabaode massa a 240 rs. por SOOgram-
mas.
Latas com aineixas a 10, 10500, 20800
e 30500.
Ditas de manteiga a 2-3800.
Ditas juliana a l- por 500 grammas.
Frascos com macaas seccas a 20000.
Serveja de differentes marcas, duzia 60.
Tapioca do Maranhao a 240 rs. por 500
grammas.
Farello em sacca com 21 kilos por 50.
Liguicas e paios a 800 rs. por 500 gram-
mas.
G*z, lat* a 0500.
Dito em garrafa a 400 rs.
i. Latas de | eixe a 800 rs.
Bolaxini;s beato Antonio a 10200 a lata.
Latas de .3o-de-l a 900 rs.
Bter cin garrafas a 800 rs.
Licores finoa como coracol, amisade, e
outras umitas marcas a 10000 rs.
Cslrilinhas para spa a 800 rs. por 500
grammas.
COMTARLt DOS ANMZES
16 RA DI CRUZ16
Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, fiambre, pastis de difieren
tes qualidades, vinhos de superior qualidade, cha Hsson preto, e muido, o melhor que
se pode encontrar no mercado, amendoas confeitadas, xaropes refrigerantes, doces de
calda, etc.
Incumbe-se de encommendas para grandes jantares, bailes, baptisados e ca-
samentas, a saber:
Pecas de nougat. P5es-de-lot enfeitados.
Ditas de po-de-lot. Bollos idem.
Ditas de tmara de ovos. Pratos de doce de ovos.
Ditas de caramilo. Tortas folhadag de crme e carne.
Bandeja com armacao de assucar. Empadas.
COSTURERA E MODISTA
MADAMA LECOMTE
Com loja na ra da Imperatriz n. 7.
Tem a honra de partecipar ao respeitavel publico e em particular seus fregue-
zes, que, pelas relaces que acaba de encelar com algumas costureiras e modistas das mais
afamadas de Paris, que todos os mezes lhe mandam figurinos, de vestidos, man-
teletes e chapeos que estao no maior gosto e mais modernos, se acha habilita-
da para fazer vestidos para passeio e visitas, bailes e casamentas. As senhoras que
a honraron com a sua freguezia, nao deixaro de ser satisfeitas, Unto pelo bom gosto, como
pela barateza dos precios e promptidao na entrega das encommendas ; tambem tem bo-
nitos enfeitesmuito modernos e de todasas cores. Fazem-se chapeos de todas as qualidades
tanto de filo como de palha.
Marrasquino de zero a 10a garrafa.
Massa de tomate a 720 por 500 gram-
mas.
Os proprietarios garantem tudo quanto cima est especificado, adverte a todos
que nao conhecem o peso de 500 grammas, mais de urna libra, e se evplicar qoefies
que nao entendem.
VEJAM QUE DIABRURA ~~
Tirar premio sem comprar bi/hetes !
Isto s pode ser artes do
BOM DEMONIO
Estdecidi(lo=o mundo marcha!
LoiaiP" ndmirem
E...... espalhem pelo universo
SE TAO EXTRANHO ASSMPTO CABE EM VERSO.
BOAS FESTAS SEM CUSTAR DINHEIRO
PPEH!1\TM!'
No intuito de fazer urna fallada o bom demosbo resolvou mimosear d'ora
om diaale com um bilhete a qualquer pessoa que de urna vez lhe comprar 50000 de
genero-:, com dous a quem comprar 100000, c assim por diante sempre um bhete
por cada 50000.
Cada um desses bilhetes dados de virio Miada proporcionar ao portador
o iiroito de receber um dos premios abaixo mencionados, se a roda da fortuna ihe for
propicia coincidindo o numero do dito bilhete com o do que tirar urna das tres sorles
maioros da l1 lotera que correr nesta provincia no mez de dezembro vindouro.
1 gigo de champagne, valor....... 300000
1 caixa de vinho do Porto (Meneres).. 230000
1 duzia de garrafas de cereveja (Bassi 90000
1 presunto de fiambre............ 154000
1 qneijo prata...............----- 60000
1 dito flamengo.................. 30000
6 latas de rnarmclada fina.......... 60000
1 caixa de pacas................. 80000
1000000
FLOR M BOHISTA S
I.OJA
DE tffci ^
iSPAULO FERHANDES DE M. GIMARAES
SOB A DEcCO BO MUITO HBIL ARTISTA ^
ALFAIATB PEDRO I
Nesta oflicina encontrarn os Mspettavets freguezes um dos primeiros artis-
tas este ja bem conhecido (com grande especialidade em fardas), por muitas pessoas
gradas desta eidade.
O mesrao estabelecim^nto se acba munido de om completo sortimento de
jaacada* do que k de meJhor no mercado, proprias da ofBcioa.
Ograode sortimento de roopas feita qwetem, vende e manda facrmenos
20 por cen|o do 9110 era ostia qualquer parte ( *nbeiro).
48 RA OA IMPERATRIZ 48
Junto a padaria franceza.
1/2 gigo de champagne, valor............ 15000
6 garrafas de vinho do Porto (Meneres)... 110500
6 ditas de cerveja (Bass).............. 40500-
1 queijo pralo....................... 60000
1 dito flamengo...................-... 30000
1/2 caixa de pacas..................... 40000
6 latas de marmelada................. G0OOO
500000
BlHW IIIEI1IL
6 garrafas de vinho do Porto (Meneres), valor.. 110500
6 ditas de eerveja (Bass).................. 40500
1 queijo prata........................... 00000
1/2 caixa de charutos de Simas............... 30000
250000
Se
MAIS DIABRURAS !
a pessoa a qoem a sorte houver favorecido quizer trocar por onir*
os gneros cima mencionados ou preferirir receber o respecivo valor em diobeiro- nao
se ter i vida em satisfazer.
Venham, fregnezes
Da praqa e mato,
Comprar barato
Ao BOM DEMONIO
Praca da Boa-Vista n. 32, esquina da ra
do Aragao.





Diario de Pernambuco Quinta feira 16 de Setembro de 1869.
A ESMERALDA
5
SEZOES O' FEiBIS IVTBRMFTE.MES
As plalas anli-perrodicas de Pinto.
nico deposito duales. me^ifiafwitos na
pharmacia do-son autor ra: larga do Ro-
sario n, 10, jimio ao quartei do corpo de
polica.
~AOElGLl
E.H
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu esabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
pra^a, e por presos o mais resumido|possi-
veL Tambem compram ouro, prata e pe
dras preciosas
V. 5 RUI DO CARGA \ 5
lodisli brasiloira
Jlaria Carmiua avisa ,19 senhoras mais
'le raatifias aoe faz vestidos pelos mais mo-
dernos figunnos de Paria, lava, arma e en-
feita chpeos de pallia ou de seda, tanto
para senhoras, como para meninos e mais
barato do que oulra qualqner: no patee
e S. Pedro n 12. loja.
AVE
PEITOHAL DE CEREFA
cura phtisica e todas as molestia do pello.
SALSA PARRILHA
ourp ulceras e chagas antigs, eiupigens e darlo?.
TNICO
conserva e limita os cabellos.
PlLUI.AS CATH.UtTCAS
purameutevegotacs c sem mercurio, cura se
purgam c purillcam tudo o syslema humano :
de-feunicamente em rasa do Samuel l'. Johusion.
& C, ra da Senzala-nova n.
Attenqo.
Constando ao ahaixo assignado que a sua mu-
lher I). Maria Cristiana Fiu^tos Vianna conduiio
hontem, 5 do coircnle, om sua companhia para a
cidade dollecife-dous escravos. Cornelia e Uto,
o primeiro de 24 a -* auno? de idade e o segundo
de 12, i; que os pretende vender ; declara ao pu-
blica, para que maguen so chamo .1 engao, que
sua mulher que inove contra o ahaixo assignado
accao de divorcio, au pude dispar d'esscs escra-
vos, e que o mesnu ahaixo assignado dar-se-ba
pressa em promover, pelos mcios lgaos a nullida-
de de qualqucr negocio qur so (hwr eom os referi-
dos escravos.
Eugenho Goyam.a Grande, G de setembro de
181)9. I
Joo Francisco envolca nt i de .iiilbuuen/tie.
O agente de compras e vendas de
escravos. Jos Martina AI ves da Cruz achas-
se residindo na ra do Ilorlas n. 90, promp-
to a desempenhar nao s o scu dever para
este im, como para uniros rpio aeus com-
mitenteso julguem habilitado mediante suas
respectivas commissfies.
e ciaras a
Superiores sedas de cor e slras a 1$G00 o covado.
Lidas poupclinas de la, com grande variedade de cores escuras
560 rs. o covado.
Peras do musselina branca com salpicos e com sete metros cada pega, pelo ba-
atisskno preco de 400 a peca : na loja das Colnmnas, ra do Crespo n. 13, de
Antonio Correa de Vasconcelos A C.
LOJA
ALGODO
DAS MACHINAS
Aloga-se nm primeiro aolar na na da*
Agoas-Verdes n. 80, c um nutro dito peoprk) para
rapaz solteiro, na roa Direila n. 03 : a tratar na
ra das Cn17.es 11. 9, I" andar.
Osabaixosassignados, propietarios deste
'St,il)il,cinienlo, declaram ao respuilavcl
iniieo e com especialidad; a seus nme-
ros freguezes, que desta data em dianle
as mercadorias serio vendidas a prego fixo,
e mdico. Isto resolveram os mesmos pro-
priefarios em consequencia de reiterados
pedaos de militas pessoas por ser este
systema de.veii.br o i|ue mais garanta e
niniiaiii.a inspira ao comprador.
As vendas em grosso, serao feilas cora
os abatimenlos na razan segninte :
Compras de m-\ a 1005 descont o %
de IO05 a 500$ 107,
de 500,) para cima > 15/,
Pagamento realisado no mesmo raez da
compra.
Os propietarios rioBAZAR DA MODA,
observam mais que, recebendo todas as
mercaderas de conia propria, offerecem
a quem comprar todas as vantajosas condi-
c5es das casas importadoras.
O estabelecimento conserva-so aborto
tbftps os dia* olis das G horas da manliaa
s 8 horas da noile.
Itecife, 1 de alisto de 1800.
________ Jos de Soiiza Soares & C.
Escrava para alugar
So largo do Corpo Santo n. 17, andar, existe
para alugar ama escrava que sabe lavar e eozit
nhar.

I
t'ozinheii-o
Precese, de.um cozinbejro 011 mesmo ajudante
pMtieo de casa de pasto : no largo da Ribeira nu-
mero 3,
Colla compasla lyrica i giuntn in questa
cilta il professore BcJ'ranii Callislo, il quale da le-
zioni dil coi 110, troiiba, sax, eornetto trombone ,
e homhardino. Compone o ri.luco per banda, per len' "''
orcliestra c per piano forte Marcie c Ballabili. Ri
dnoeduelt,terv.etti.qu.irt'tli, cavalillo e romanzo
con accpmpagnamento de piano forte per banda e
jad orchestra. Por le trattative dirigers al teatro
S. Isabella dalle 12 alie 3 e dalle 8 pom alie 14.
O Sr. Jos Delpbino 1L1 Silva Calva-
dlo dirija-se ao largo do Paraizo n. 8,
para recebor urna carta.
BASTOS
MACHINAS americanas de serrote do todos os tamanhos para descarogar algodo, do
. rauito conheoido fabricante Eagle Cotton Gin.
MACHINAS ditas, tambera de serrotes e de todos os tamanhos para descarorar, al-
godo do autor New York Cotton Gin.
MACHINAS ditas de todos os tamanhos, de carreta de ferro e mais toda a machina.
MACHINAS ditas de Roller Gins, de cujo trabalho faz obter mais 2.000 em arroba
de algodo.
MACHINAS de faco do fabricante Plalt B. C, Obdhan PatentLiverpool.
Todas estas machinas sao do superior qualidade e as melhores que tm
vindo ao mercado ; e para a sua apreciaco convdam-se os senhores agricultores "
virem a exposgSo das mesmas na ra da Cadea do Recre 11. 56 A, loja do Bastos, onde
encontraro mais o seguinte :
Aluga-se duas casas com bastante com-
modos, e vende-se urna na cidade Nova de
Santo Amaro: ;i tratar com Antonio Jos
Gomes Jnior, em Santo Amaro.
Sonhorinha Leopoldina do Reg Cazumh, vul-
va de Emilio Americano do Reg Cazumh, con-
vida a todos os amigos, parentes e conhecidos de
seu fallecido marido, para assislirem a missa do
stimo dia que deve ter lugar 'no convenio do
Carmo as 7 horas do da (qnarta-feira| 1S desta
inez ; agradecendo cordealmente, nao s aos que
assi.-tiram o acompanharam o seu enterro, como
us que comparecer^ na referida missa.
Debulhadorc-s para milho.
Cylindros para padarias.
Arados americanos.
<]arrinhos de m5o.
Machinas para cortar capim.
Cannos de chumbo.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Telhas de ferro galvansarlas.
Follias de zinco finas.
Ditas de cobre e lato.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Fotha de Flandrcs.
Machados americanos.
Facos ditos.
5alaios e cestas de vergainha.
Vassouras americanas.
Folies de todos os tamanhos.
Tornos e safras para ferreiros.
Finalmente muitos outros artig
iiversdade seria enfadonho ennumera-los.
Folha de ferro.
Balanzas americanas.
Tinas de madeira americanas.
Ps de ferro ditas.
Baldes de madeira ditos.
Temos de bandejas finas.
Trens completos para cozinha.
Peneiras para padarias.
Baldes galvanisados.
Correntes de ferro para almanjarras.
Espingardas e rewolvers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Mojnos para relinagoes.
Azeite de espermacete, proprio para machi-
nas de todas as qualidades.
Serras avulsas para machinas.
Mancaes e todos os mais pertences para as
mesmas.
Latas de gaz,
osperlencentes lavoura e artes, que pela

Precsa-se de duas amas, sendo urna que
cosinhe bem o ordinario de urna casa e com-
pre, e outra que engommo. prefere-se
escrava e paga-se bem : na ra dos Pires
sobrado n, il.
CONVITE
Veneravel ordena tcrcclra de s.
Francisco do Becife.
Convidam-se aos reverendos senhores sacerdo-
tes nue queiram celebrar missas com a oflerta de
-JiOOO, a dirigiiem-Hj igreja dajta veneravel ur>
dem, das 7 3 9 horas da maobaa do dia 17 do
eorreiite.
Secretaria li de setembro de 1809.
O secretario,
Joao da Cunha Soares Cnimarae-.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite, mas que n.o
na ra larga do Rosario n. 1-J. -1
andar.
Com
muito maior vantagem compram-se
moedas de ouro o prala : na loja de joias do Co-
ragao.de Ouro n. 2. D, ra do Cahag.
0 muzeo de jpas"
Na ra do Cabula n. i eompra-se ouro, prata
a pedras preciosas |>or presos mais vantajosos do
jue em outra qualquer parte:
Pitillas assiicaradas de Brisiol.
co.wu) ti;m m:m calomelanos m:m nemusi
oirno MINERAL.
A grande necessidade e falla de um ca-
thnrliio ou de urna medicina purgativa, ha
muito que tcm sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
nii'dica e por isso, infinito o gosto e
prazer que senlini->s, em pdennos com
toda a i'otiliaiiraesegurdade.recommendar
as punas iryciacs assucafada dtBrtt,
como una excedente medicina purgativa, a
qual cncerra em si todas as parles e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito] seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
diosas drogas ordinariamente usadas na
coniposira 1 dessas pilluias, que por ah se
vendem, mas sim, sao preparadas com as
mais linas e superiores ipialidades derai/.es
in. (Iiciiiars, hervas e plantas, depois de se
liaver chmicamente extraldo e separado.,
os principios activos, ou aquellas partes
que conteni o verdadeiro valor medicinal,
aquellas porgues fibrosas inertes e agres-
tes ntPiramente destituidas da menor vrtu
de. Knire esses agentes activos ou ingre-
dientcs especficos, podemos nomear a po-
dfihglu, a qual segmido a experiencia
mm (lenioiisado, possue um poder o mais
3aravilhoso possivel sobre as regies do
Wjadn, assim como sobre todas as secrc-
i.oes I lili. isas. Isto decombinaco como
U'ptaii'hii!. e mais alguns extractos vege-
.' drogas altamente valiosas, consti-
tui'iii e formara urna pilla purgativa, tor-
[jMOdo-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natmvza, que jamis fora apresenlado ao
publico. As piluhs vegetales aseuearatu
de Bristol, achar-se-bao sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente effl-
caz, para a cura de moleslias, taes como
sejam as seguintes.
Hidropesa dos mem-
bros ou do corpo,
AITecges do figado.
Ictericia,
Ilemorrodias.
Ouro ep (,at
de ou
preco
Itecife n. 38, loja do azulejo.
Compram-sc moedas de ouro e prata do todas
as qualidades, por bom preco : na ra da Cadeia
.lo Mr--
Comprain:se moedas de ouro e prata de to.
dos os valores, nuro e prata em obras inutilisadas
brilhantes e mais pedras preciosas : na loja do
ourh-es do arco da Conceicao, no Recife.
mSBAYO
Compram-se e vendem se diariamente para fra
e dentro da provincia escravos de todas as idades,
core e sexos, com tanto que sejam sadios : no
tercelro andar do sobrado n. 36, ra das Crmos,
freguezia de Santo Antonio.
Comprase um pao de bandeira, que
nao* seja muito grande : nesta lypographia
se dica.
Compi.a-se.uina negra que engomme bem e
coznhe. que nao leona vicios e nem achaques :
11a ra .Nova n. 8.
Dyspepsia, ou indi-
gestan,
Adstringencia, ou..
prisiio do ventre
habitual, .
Azia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite,
Estomago sujo,
Mau balito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Era todas s molestias que derivam ?
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilka de Bristol esse melhor de todo
03 purilicadores deve ser tomado conjun
tamente com as pilulas, pois que estas
duas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menor duvda em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
affiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompta c radical, isto
est bem visto, quando o doente nSo se
ache ri'ura estado muito alm dos recursos
humanos.
Vende-se, na ra da Aurora n. 26, um exeel-
lenle escravo pardinbo, de cor escura, de 13 annos
de idade, boa ligura, robusio, olHcial de allaiate, e
com principio de holeeiro, ptimo para pagem.
Compra-se um prcto de meia idade : na ra
do Rangel, padaria.
Precisarse de un bom co/.inheiro, bomem ou
mulher, eom tanto que emenda da arte, paga-se
bem : na ra Nova 11. So.
Precisa-se de urna ama de boa conducta para
tratar do arrnnjo de urna casa com todo o asseio,
de um moco solleiro, que saiba bem lavar e en-
gommar para ello s. e cozinhar para tres pessoas:
quem estiver nestes casos, sendo branca oh parda,
dirijase ao pateo da l'enha n. 10, que l se dir
quem precisa.________ .
Precisa-sc de urna ama de leite
11. 18, prefrindo-si!
na ra da
mato e sem
0 MUSEO DE JOIAS
^5
gomes de nanos iRMAOS
tendo feito completa mudanpa em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com ofimde
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. k
onde encontrarlo um completo sortimento do bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREMOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de novos gostoa, assim como grande variedade de salvas e palitetros de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de
objectos de prata para uso das igfejas,
Comprara e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garanten
a qualidade dos objectos vendidos.
X2

0 MUSEO DE JOIAS
(Jomprara-se por maior preco sedulas
de 1 >, >u00 e 5,5000: na ra Nova, loja
D. Z7._______"
Compra.-se um escravo de cor
meia idade, sadio c de bous costumes :
na ra larga do Rosario n. 38, loja.
preta, de
a tratar
3
VENDAS.
Para cocheiras
Mel muito boma pieeo. commodo : ao caes do
Ramos n. 2't, enchenieiit*) de Botelho Aiaujo i C.
'm jiara tender
Vende-sel! tneial aguas de pedra e cal jun-
ta a ponteziulia confronto a' campia do Pombal,
ao lttoo-dlreio quwn vas do Konpieio para Santo
Amaro, pertencentes ao fallecido Joaquini Jos
Pereira de Magalhes para liquidaijes de dividas
no mesmo : a tratar com o enipregado do chafa-
riz do Forle do Mattos.
Jos Joaqutm da Cesta Maia C, ra do
Crespo n ti, acabam de receber um grande sor-
timento de pedias marinare, como Bejti lijlos de
diversos tamanhos, laminas, saccadas, soleiras c
degraos, bem mam telhas de ferro galvansado
de diversos tamanhos, que tudo vendem muito
em conta. : -^ --
6mrata^ patrio icas.
Pele ultimo vapor ebegamn de encommeuda
especial graiaUs brasileiras, aure-verde para os
prximos festejos da couclusao da guerra. A ven-
da oeraa da cabelfcreiro Jnymc, roa uo Quei-
maao n.
Tendere ou permita* ^or alguna casa
nesta eidade-: om sitio con terna de pJantai.
capoeiras, ca? de vivenda, e para farinha,
minias laiaugeiras e limeiras, uui co,nfrale
outras arvores ja prtiduando, o qnal conbacido
por Sitio Jacomin ao lado da villa de Igcnras-
r : trata-sj no sobradada ra de !lorias n. 48.
, N rna do Vigarie a 19, eidriptorio de T. de
Aquino Fonseca & C, vende-se mercurio, vinho
engarrafado ME-NliltliS, aocorotas espeeiaes, cal
de Lisboa, cera em velas, chapagne e cognac, car-
vio animal, vidros em eaixas.

Vende-se corveja branca llani a molbor do mer-
cado e engarrafada par E. i G. Hibbert a 7A
duzia na ruti do Gohhmh'oo n. ii, armazem de
Efuard IVntut, ondtaiukenha a venda corveja
Peta do afamada Bsu-ci^, le Londj-es a 8*000 a
duzia.
no
Para offereccr ao Hospital Portuguez
dia 19'da crrenle.
"UJwtO tluO SO Qn 98Klv' ^p^**K per wr lfiWI"
ramente nuvidade, e per e*e imlivo torna-se urna
prenda mu valise o por punco dmheiro para o
comprador. Guarda se segredo do objeclo qne
paranao s tornar cortbeeido, o qne geeommon-
mew'Ojoe nao dahcem de vir compran para olTer-
tar aquello pi e^taJielaomeniB um. anti9> qm
reahnente-ha dfrser mor bem aceito pela respetta-
vel commisso a qwm fca entregue, como tambera
ha de ter bastante animagao. pela, parta dos con-
IIX..
para encanamento d'agoa
Canos de ferro forrados de porcelana, e esla-
abados, de diversas grossuras : venda na ra
do Qoeimado, Azevedo & Irmae.
LIGA
Carante-se a casa, porlanto faz
conta. Restando apenas algumas
mercadorias e arinagao da liqui- I
i Ba To do armazem da loja ra L~^
Xova n. tiO, faz-si scieiite ao pu- ^1
blieo interessado. que lii|uida-se a M^jj
armacao e mercadorias existentes fc-j
inda no dito armazem, e por con-
sequencia negocio inc.onlesta- |
velmenle ventajoso, visto que' se
garante a casa : quem pretender g
dirija-se tratar no mcsiuo arma-
zem.
LIGA
Nao mais cabellos brancos.
A tintura japoneza para tingir os cabellos
ota cabeca e da barba, foi a nica admittida
Ei'posico Universal, por ter sido reco-
nhecida superior todas as preparacies at
hoje existentes, sem alterar a sade.
Vende-se a 1AOOO cada frasco na
Bna da Cada n. 51.
1. andar.

Cal nova de Lisboa.
Vende-so na ra do Apollo armazem de Reg
& Irman n. 18.
Pechincha
Vende-se nm sobrado na ra do Qnatro Cantos
da cidade de Olinda, por preco muito commodo,
por ter soffrido ruina de estar ha muito lempo fei-
xado, faz-se todo negocio ; a tratar na ra do Li-
vramento n. 31, 2o andar. ______
Peixe abacalhoado
Industria rio-grandense da fa-
brica de Ferreira Guimaraes
& C. no Rio-Grande lo
Sul.
Esli peise, assim preparado de excellenle ma-
deira : vende-se no armazem de Antonio Gomes
Pires & C, ra da Cadeia n. 53.
Vendem.se quatro escravos pecas, proprios
para qualquer servieo, principalmente para o de
no 3o andar do sobrado n. 36, ra das
ampo
Cruzas.
Vende-se um balco em bom estado,
proprio para estabelecimento por preco
commodo: na ra' da Cruz n. 13.
VENDE-SE
Vende-se unn escrava de naga*, i ra da Cruz

ooRa do Queimadij 55
A VlltDADE tendo em deposito grand?
quaniidade de miudezase perfumaras, e de-
sejando apnrar dinheiro p. adqnerir l-a fre-
goeeia est rssoKida a vendfr numissimo
barajo, por e&a rwfe cnirrife aoresj
tavcl publico a vir competentemente iuii-
do a sortir-se do bom e barato. l>ois i|bm
do a Verriarie apparece, ludo mais des-
ap[arece-----
Grande sortimento de lonecos de cera e
massa as mais lindas possivi is vestida a ca-
rcter.
R'os globos para caiidieii-o degaia
Cbamins a.......
Grande sortimento de objetos de
looca para hrinijuetlo de meiM
Garrafa com tinta a.....
Dita com agua florida venladcira a
Dita com dita lila a .
Frascocomoleodebabi-a a 5 Dito com agualde Colonia a ".00 e
Garrafa com agua divina a. .
Frasco cora extractos linos, n .
Lats pequeas cora banln muito
bna a LSn-e......
Sab.....les de diversas qnali ladesa
-SO, IliO, iOe.....
Finas csci.vas paia dei.les de 120 a
Lindes coques modernos a. .
Pavios para gaz, dHzia a 2V0 i! .
Escovas para fado a o u, UbO o
Ditas para cabello a.....
Pentespara tirar piolho a tCOe.
Brincos de cores, bonitos a ICO c
Pecas de traiga de lia COUJ 8
varas por.......
Oleo para macbina de costura,
frasco a........
Pennas d'ago finas caixas a 800 e
Dita d'aco Perry, cafre, a. .
Galao de algodo pera ....
Lindos babadinlios e ntremelos
peca de 500 a......
Botoes de madreperola, groaa a
Ditos de looca muito lino a. 120 e
Ditos pata calca a lO e. .
Caixa com papel araizade a. .
Ditas com envelopcs a. .
Ditas com obrcias a.....
Caixa com agolbas fundo ti miado
Ditas de ditas ditas a.....
Tbesoura para costina a Oe
Caixa com linha de marca a .
Linha de cc>res em novellos (li-
bra) a -......
Cairelis lelinha Alexut.dr.- de TO
at 200. .......
Grampos muito linos cora pasea-
ros, duzia a.......
Cartas portuguezas, duzia a .
Ditas francezas a 2uo e .
Papel almaco e de peso, resma a
35400, 3;K)0 e .
ii5a muito fina para bordar, libia
Fita de algodSo para debriim de
sapatos, peca a.....
Ditas de 13a para debrem de ves-
tido, peca a ......
Pcnies linos para segurac ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a'210, 320 e......
Caivetes grandes com molla a .
Ditos para aparar penna a .
Cartoes com colxetes a .
Bosetas pretas, par a .
Tranca de 15a decaracol peca a O c
Fita de coz peca a 480 e .
Alfinetes de latSo a.....
Sapatos de la para menino a 240e
Ligas para senhora, par a. .
Gravata de sedas de cores a .
Calcadeiras a.......
Grande sortimento de rendas das libas.
Um par de suspensorio de borracha poi
lOOris! !!!!!!
Xa Verdaile risa lo Uticiuiado
ii. ..>.
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100
209
8t)
Assncar de oxido de ferro de
C hauieami.
O assucar fe ruginoso de Chanleaud
pela associacao do exido de ferio mteiram ufe w-
uoel com o assucar cuidadosamente purificado.
Este assucar, de urna bella apparencia cry.-taliua,
tem o simples gosto mu agradavel do issuear,
sem o menor sabor adstringcnle : nao tem ;
irritante sobre a mucosa do estomago c enteti
e rpidamente absorvido pelo apparelho digesti-
vo sem causar as constipacois do ventre.
E' hoje o preparado de ferro de mais aceilaciio
para a chlorose atona dos igaos, perdas l-ra{
menstruacoes dillices, etc., o tem a seu fav i
juizo alorisado da escola de medicina de Pans,
e dos chimicos os mais nofaveib.
DEPOSITO ESPECIAL
Pharmacia de Bartholomeu & C, ra lar|a do
Hosario n. 34.__________________
Na pbarmacio do Piulo ra
Larga do Rosario n. 10 junio
ao quartel do corpo de polica.
Acbam-se constantemente prompias a ic-
rem satisfeitas, as prescripces dos Srs.
facultativos, e as necessidales dos enfei -
mos, as especialidades da mesma pbanfta-
cia, compostas de medicamentos, lanto in-
dgenas, como estrangeiros.
Tosse e molestias do
peito.
Xaropes de fedegoso, rabo de tat, Agilito
pao Cardozo, juc,mulutig, mutainba, ct..
etc. etc.
Rheumatismo e inolesti^s
syphiliticas.
Arrobe vegetal, xarope le SalsaparriH*
do Para, pillas e xarope do veame, tin-
tara e xarope de sienpira.
Hoenras do Ogado e ftaro. anemia,
opilafo etc.
Emplastro, oleo, pommada, tintura, pi-
lulas, xarope e. vinho da milagrosa JUIU -
BEBA,
e. iaz i;.\z
Chegon ao antigo deposito de Ucnry Forsiei A
C, ra do Imperador, un carregamenlo de c.m
de primeiraqnalidade;oqual se vende em pan
e a retalho por menos prfo do que em outra ip.al-
juer parte
CAMa DE LINWO t,
POTASSADaRSSIA
A mais nova no mercado, a pre<;o razoave
armazem de Manoel T Basto, a na do Comm
n. 13.
Vendem-se duas
pedra ecal, sita.
i
na qc ter Dastante ammacao, pela, parte dos con- vonde-so urna escrava de nac/wya ra da Cruz C, "m .--- ^^^mu t
rorrentPR an fertao. Podo-se proourw. roa do n. 20, t andar, seu Jo ba quitaudeira, engoma LaPun8a : Crespo u 7 A, leja do Paco. 1 liso o costaba o di lypographia quo ach;i


6
m
Diario de Peinambuco Quinta feira 16 Je Soteuibro.de 1869.
*
LIQUIDACAO
SEMI
AS MVAS SED4S
11-RUA DO aiIEIMADO-11
Chegaram da Europa pelo ultimo vapor loja de Auguslo Porto & C. ricos
s mais linda sedas de mimosas cores para' vestidos proprios para
proprios para bailes C casa'
O pioprictario do armazem de fazendas denominado ARARA, ra da Impera-
.. i,decWa ao respeii;i\i'l publico e-seus i -. que est liquidando /odasas
idas e roupas feitas tje tem em sen esUbulccimuaio rumo Bf poder ver no seu
.nuncio e preco abaixo mencionados,
Chitas fraaeozas matizadas a
SO rs.
Vende-se chitas francezas escoras matiza-
das a 320 rs.o covado por este preco sna
loja da Arara, rn.i da imperalriz n. 72.
L.UZINHAS A 240 RS'.
Vende-se laiinhas pata vestidos de se-
nhora a 840, 280, 30 e 400 rs. o co-
vado.
BAM3GM DE LA A 500 RS.
Vende-se baragos de I5a com listras para
\ >st|dos de senhora a 800 e 650 rs. o
ado.
tlpac:!* de listras a 500 rs.
mde-se alpacas de listras para vesti-
da senhora a 500 rs. o covado.
CHITAS FRANCEZAS A 80 RS.
te-so chitas francezas claras a 80 rs.
o covado.
CORTES DE LA PARA VESTIDOS A
S#400.
Vende-se cortes d I ira para vestidos de
lioras a 2H00 cada nm,
PERCALES K O RS.O COVADO.
Vende-se percales muilo finos para vts-
de senliora a 440 rs. o covado, mur-
solioas brancas finas, a 300 rs. o covado,
brillantinas de cores, a 440 rs. o covado.
Ktales moderaos de todas as
cores.
Yende-S'haloes moderno sbranco edeco-
res a 4#, 40500 e 5A.
COBERTORES DE ADGODO A l.>500.
Vende-se cobertores de algodao a 1 j500,
cobertas de chitas a 10600 e 25 cada urna,
GANGAS PARA CALCA A 320 RS.
Vende-se ganga para calca a 320 o cova-
do, brim de cores para calcas de hamem e
meninos a 400 rs. o covado, casemiras de
cores para caica e palitots a 20500 e 30,
o covado, meias casemiras enastadas para
calcase palitots a 10 o covado. brim pardo
de todas as qualidades e brim branco de
todas as qualidades na ra da Imperatriz
n. 72.
Alpacas lizas a 40 rs.
Vende se alpacas de cores lizas finas a
610 rs. o covado, tarlatanas de cores a 320
rs. o metro.
MADAPOLO ENTESTADO A 30800.
Vende-se pecas de madapolo enfestado
a 30500, pecas de madapolo inglez de 24
Algodao eafesiado OOrs.
Vende-se algodao eafistado proprio para
lenges e toalhas, 900 rs. o metro, dito
trancado a 13, metro.
Chales de uici-iu 9>$.
Vende-se chales de merino estampados
a 2>, chales bronces e de cores a 10000
cada mu.
CORTES DE BRIM CASTOR PARA CALCA
A 640 RS.
Y .de-se urna grande porfo de cortes
de brim castor para caira de hornera, 640
rs. cada um.
diraude porco Vende-se grande porfo de retalhos de
chitas e cassas pretas a 160 o 00 rs. o
ova lo, retalhos de cassas, la e chitas de
cores baratissimos.
LIQUIDAN A ROTPA FEITA
Vende-se palitots de brim de cores a 20,
ditos de alpacas de cores a 20, di'os de
mr-ia casemira a 2-5 e 20500. ditos de pan-
no preto bom a 80 e 10->. calcas de algo-
da azul, para escravns a 640 rs. ditas de
algodao de listras a 800 e 10, camisas de
riscado de listras a 800 rs. cada urna, cole-
tea de brim c fustiio de cures a 10 e 10500,
coleles de ccsemira decores a 2?5500 e 30,
e outras muitas qualidades de roupas feitas
que se vende por baratissimo preco.
Algodiio de listras a 300 rs.
o covado
Vende-se algodao de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
PECA DE ALGODaO A 40.
Vendem-so. pecas de algodao 40000,
50*00, 6,-JOOOe70, para liquidar.
Baldes de arcos a 1.S500.
1 Vende-se baloes de arcos para senboras
pelo haratissimo preco de l$50O cada um,
Cortes de cainbraia barras
a 3AOOO.
Vende-se cortes de cambraias barrsa a
20 e 30 cada um.
LENCOS DE SEDA A 64Q RS.
Vende-se lencos de seda a 640 rs. cada
um. para liquidar-
CARTE1RA PARA VIAGEM A 10.
Vende-se carteiras para viagem 10
cada nina.
cortes das
mentos.
Grande variedade de sedas de listras de diversos precos todas de lindas cores,
gorguro de seda preta, e grosdenaple de varias qualidades e gorguro de seda la de
dillerenles cores. 8
Notos vestidos brancos de blond para nofros, lindas coisas de seda para camas,
ditas de laa e soda, cortinados bordados para camas e janellas, fronhas c toalhas de
cambraia de linlio bordadas.
Luvas novas de Jouvin.eelegantes sombrinhas de sedas de cor para sentioras.
Espartilhos de 50 at 100, lindos bournous de cachemira de cor para saluda
de baile, basquinos de renda preta, e ditos de croch branco e preto para senboras.
Grande variedade de camisas bordadas e lisas para homsns e mminos.
Soitimento de muitas fazendas de 13a, linho e algodao todas por precos muilo
mdico.
Tapetes grandes para sof, piano e camas, pecas de tapetes o de alcatifa para
forrar saloes tudo em quantidade ; e vendem sempre'por menos que cm outra qualqurr
parte.
Esteiras da India de 4,5 e 6 palmos de largo.
jardas a 50, 60400, 70, 80 e 100 a peca.
Assim como vende-se chitas para cuberas, a 240, 280 e 320 rs. o covado,
ellas antes que se acabem todas mais fazendas e roupas feitas, e que pelo preco que
vai vender ou liquidar, poucos dias poder durar, e quem se quizer sentir de fazendas
e roupas feitas para a festa pelo preco que Iho agradar, se poder,i dirigir a ra da
Imperatriz armazem da ARARA, que estar aberto todos os dias uteis, das 6 horas da
manbla, s 9 horas da noitc.
72. Ra da Imperatriz. 72.
CONVITE GERAL
O proprietario do armazem de fazendas denominado GaribaMi, na rea da Impe-
ratriz n. 5li, declara ao respeitavel publico que tendo grande deposito de fazendas em
ser, e desojando diminuir este grande deposito por mei de urna liquidaco que fin-
dari no da 15 ou 20 do corrente, por isso convida ao respeitavel publico a vir surtir-
se de boas fazendas, e por diminuto preco, a saber:
CHITAS LARGAS A280rs.
Vendem-se chitas francezas largas a 280,
3^0 e 360 rs. o covado.
ALGODAO ENFESTADO TRANCADO A
10000.
A'ende-se algodao enfestado trancado para
Incoes a 10000, dito liso enfestado a 900
o metro.
CASSAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vendem-se cassas francezas para vesti-
M de senhora a 240 e 280 rs. o covado.
MADAPOLO ENFESTADO A 30300.
Vendem-se pecas de madapolo enfes-
tado a 30300, dito inglez de 24 jardas ou
22 metros a 50, 60, 70, 80, 90 e 100, a
p.'-a.
LANZINHAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
BAREGE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege de listas para vestidos
a 00 e 640 o covado.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
5i0 rs. O COVADO.
!*Yendem-se alpacas de cores a 500, 640
e 720 rs. o covado propria para vestido de
ser.hora.
SEDAS DE CORES A 10.
Vende-se sedas de cores para vestidos de
sehora a 10 o covado.
PORCO DE RETALHOS.
Vende-se urna porco de retalhos de cas-
de laa e sedas e de outras fazendas
muito barato preco.
A' elles antes que se acabem.
CHALY DE CORES A 800 RS.
CHITAS PARA COBERTAS A 280.
Vende-se chitas francezas para eobertas
a 280 o covado, dita encarnada a 320 rs. o
covado.
CASEMIRAS DE CORES A 20500.
Vende-se casemiras de cores a 20600 e
30000 o covado.
i CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 30000.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 30000, ditos de seda a 100 cada um.
BRIM DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim de cores para calcas de
homem e meninos a 400 rs. o covado.
Gangas para calca a 3 SO rs.
Vendem-se gangas de cores para calca e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado.
MUSSELINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se musselioa branca a 500 rs. o
covado, dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlatana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 20.
Vende-se lencos brancos a 20 a duzia.
Gollinhas e manguitos para senhora a
500 rs.
Ditas de linho fino a 10000, para aca-
bar.
JGRANDE SORTIMENTO
DE ROUPA FEITA DE TODAS AS CUALIDADES.
Vende-se a roupa feita por menos 26 ou
30 por cento do que em outra casa: por
isso os pretendentes podero vir examinar
para ver a realidade do annuncio.
Velbutinc preta a 320 rs. o covado, para
SAHIDAS DE BAILE
Chcgaram pelo ultimo paquete vindo da Europa, lindissimas sabidas de bai-
les, ricamente enfeitadas, o melhor gosto que tem vindo ao mercado : ra do
Crespo n. 13, loja das columnas, de Antonio Correa de Vasconcellos.
21
A NOVA ESPERAN^
Ra do Queimado 2)
Advertencia!
Grande o completo sortimento de machinas para
descarocar algodao de nova nvcnco chegadas l-
timamente em direitura para a luja de, Manoel
Beato do Oliveira Braga & C. na ra Dircita n.
oi. Garante-M que a melhor <|U \lidadc que at
o presente tem viudo ao mercado : achain-se em
Mfpoicao aos compradores.
Systema decimal.
Grande e completo sortmenlo_ de pesos kilo-
grammos de melhor compreliensao dos que tem
viudo ate o presente, assim como marcos de latao
at meio grammo pota mesmo sysiema, balancas
de latao de forca de 5 a 20 kilogrammos, metros
deniadeirae dc'lalao para medir fazendas, alm
de grande sortimento de miudem o ferragens de
todas as qualidades, tudo por pree/is que s a vista
faz crfdiio : na ra Direita n. 53, loja de Manoel
Rento de Oliveira Braga & C.
COGNAC.
II VIL M
Ra do Queimado ns. 49 e 57-1-
lojas de miudezaz de Jos de
Azevedo Maia, est acabando
com as miudezas de seus estabe-
lecimenfospor isso queram apre-
ciar o que bom e barahssimo.
Pecas de liras bordadas com 12
metros, fazenda superior, a
10500,20, 30 e..... 40000
Caixas de linha com SOnovellos 500
Pares de sapatos de tranca fa-
zenda nova a......20000
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a......10500
Duzias de meias cruas para ho-
mem a........30800
Tramoias do Porto fazenda boa
e pelo preco melhor 100 attos a 0200
Livros de misses abreviadas a 20000
Duzia de baralhos francezes muito
finos a204OO e.....208OC
Silabario portuguez com estam-
pas a ........ 0320
Gravatas de cores e pretas muito
finas a........ 0500
Cartees com clcheles de latSo
fazenda fina a...... 0020
Abotuaduras de vidro para colete
fazenda lina a. 0500
Caixas com penna d'aco muito
finas a 320, 400, 500 e 10000
Cartees de linha Alexandre que
tem 200 jardas a 0100
Carreteis de linha Alexandre de
70 at 200 a...... 0100
Caixas com superiores obreias
demassaa...... 0044
Duzias de agulhas para machina 20000
Libras de pregos francezes di-
verso tamanho a. #240
Livros escripturado para rol de
roupa a........ 0120
Talheres para meninos muito
finos a. ,...... 0240
Caixas com papel amizade muito
fino a........ 0700
Caixas com 100 envelopes muito
finos a........ 0600
Pentes volteados para meninas e
senhoras a....... 0320
Thezouras muito finas para
unhas e costuras a. 0500
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80 120 e 0320
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a. 0160
Pecas de fita branca elstica
muito fina a...... 200
Novetlos de linha com 400 jardas 60
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a...... 20500
Grozas de botoes de louca muito
finos a........ 160
Machinas vapor de
forca de 3 e 4 car
vallos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de facao e serrotes para desca-
nsar algodao.
Bataneas para armazem e baldo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Uhit-
field.
Prendas para copiar carlas.
FogSo americano patent
LOJA
DO
GALLO VIGILANTE
lina do Crespo n. 9
Os propnctarios deste Lem eonhecido estabele-
cimento, alm dos inuilos ohjectos que tinliam ex-
Sostos a apreciado do respeitavel publico, man-
aran vir e acanain de. receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e variado sortimento de
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
li resolvidos a vender, como de seu costume,
por precos muito baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos euf ites para cabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores o bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 305000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por i\) i.
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, eulre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castan de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
quantidade de oatras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de oadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navaihas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegurames sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para erox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para cncher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo tim.
Grande e vanado sortimento das melhores per
fumarias e dos melhores e mais couhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as eonvulsoes,
facilitan) a denticao das innocentes mancas. So-
mos desde muilo recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a reeebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
romo j tem acontecido, assim poja poderlo aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao lim
para que sao applieados, se Tenderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dosebjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do'Crespo n. 7.
Extractan! carnis
Este producto alimentarlo para doentes, mui
apropriada para creancas e'para as pessas saas;
indispensavel a todos, porm, principalmente aos
viajaDtos, que terao nelle o recurso de poderem
ter alimentario de carne fresca ineerruptivcl, e
que coro facilidade se aprompta c se conduz, por-
que n'um pequeo volume carrega-se alimcntaclo
para omito lempo. Sobretudo chama-se a atten-
clo dos senhores de engenhos que encontrarlo no
EXTRACTUM CARNIS o recurso de alimentario
agradavel, hygienica e barata para seus fmulos c
seus doenles.
Este producto fabricado pelo processo do dis-
tincto medico Dr. Ubatuba, no Rio-Grande do Sul,
que acaba de crear um deposito nesta cidade em
casa de Jos Victorino de Rezende 4 C, ra da
Cada, eseriptorio n. 5$, primeiro andar, venden-
o deposito a ra da Cada n. 3&
as pharmacias dos Srs.:
Manoel Alves Barbosa, oiesma ra a. 01.
Joaquim de Almeida Pinto, ra largado Rosa-
rio n. 10.
Antonio Mara Marques Ferreira, prara da
Boa-Vista n. 91.
N. B.As latas que contem o extracto razcm
urna guia para seu uso.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch & C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra do
commercio n. 32.
BAZAR UNIVERSAL
a 8nua \ova *
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que se ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo soitimento de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposiQ5o servicos a electos para almo-
co e Cantar, salvas, bandejas, taboliros, bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candieiros para sala e cima demesa,
paredee portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para araassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e crianca, bercos, cadei
ras longas para viagem, ditas de bala neo,
espelhos de todos os tamanhos, molduras
para quadros.gaz, baldes americanos, gu r-
da comidas, brinquedos para criancas, um
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e nesa, tapetes para sala, quarto,
frente de sopb, janella e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para eseriptorio e
mu i tos outros artigos que se encontrado
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pena ir examinar. _____
Vende-so chsly os listas ua seda a 800 rs. acabar.
covado. BALES DE ARCOS A 10500.
CHALES DE CASSA A 1$. Vendem-se baloes de 20 e 30 arcos
Vende-se chales de cassa a 10, e de me- 10500 cada um, ditos modernos a 40.
a 21. BRIM HAMBURGO A 8000 A PECA.
CORTES DE LAA A 20460 RS.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
v endem-se cortes de 15a de listra para' burgo a 80, vem a ser mais barato do que
..dos de senhora a 20400 rs. para ac-' algod3osinho.
CORTINADOS A 140000,
Vende-se cortinados para cama a 140
para liquidar. Ditos para janellas a 70.
Todas estas fazendas se vendem muito
barato na ra da Imperatriz n. 56.
Ve
ALGODAO A PECA 40000.
Vende-fe pee8 de algodao a 40, 50, 60
e 7- a peca. E muitas outras cousas que
,.i efadonbomem^v.
Scbonete de aicatrdo.
DK
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitac5o tem merecido n'esta provincia,
muito se recommenda para a cura cert
das impigens, samas, caspas e todas ai
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu 4 C,
34roa larga do Rosario34.
Xarope de fedegoso
de Pinto
E' de urna eGcacia verdaderamente ma-
ravillosa como calmante do systema nervoso
e applicado contra a paralisia, asthma,
tosse convulsa ou coqueluche, tos-e recen-
tes ou antigs, suffocaces, catharros,
broncneos, etc., e em geral contra todos
os soffrimentos das vias respiratorias, e
na phtisica pulmonar, sua virtude contra
o ttano ou espasmos, e eonvulsoes in-
contesavel, e ninguem ha que a desconhe-
ca. Ra Larga do Rosario n. 10, Pemam-
buco.
CEMENTO
PORTLAND.
^Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceicao, em barricas grandes._____________
Novidade.
UVAS EMACAAS
Chcgaram no ultimo vapor da Earopa, e achar-
se venda no petit restauran! do Hotel Central,
ra estrena do Rosario n. 4 A. ________
Farinha
Na ra Augusta n. 10 se dir quem vende 98
saceos de farinha da trra de boa qualidade.
Jos Maria Palmeira contina venler em seu
eseriptorio, largo do Corpo Santo n. 4, 1* andar
Potassa da Bussia superior.
Lonas da Bussia de superior qualidade.
JJrinzdes da Russia de superior qualidade.
demento Portiand.
Dito Remano.
Pao de algodao do commendador Pedroso.
Vlnho Bordeaux.
Vende-se dous bonitos escravos de 14 e 18
annos, sao pecas, e una mulata de 28, com habi-
lidades : na ra de Hortas n. 96._____________
PffllOA
Torneiras para passagem d'agoa, de diversas
grossuras: na ra do Queimado, Azevedo & tr-
vio.
Loja de miudezas de Ferreira da Cunta A
Temporal, ra do Queimado n. 63, est
quimando por lodo preco :
Jogo de rispara a 400 e 500 rs.
Redes para coques a 240, 400 e 500 rs.
Linha de 200 jardas (duzia) 10200.
Caixa muito fina para p de arroz 10500.
Relogio de sol 120 rs.
Latas com banha 160, 200 e 320 rs.
Agua florida verdadeira a 10300.
Agua divina idem 10400.
Grvalas pretas para homem 4 0 rs.
Pentes de travessa para menina 320 rs.
Olio philocme verdadeiro 10200.
Aderecos de plaqu 10500, 25 e 50.
Meias cruas para homem 30300 e 40 a
duzia.
Botos enfeitados para vestido, 1>200 a
duzia.
Leques do santol 50, cada um.
Dittos de madeira 30 cada um.
Coques de tranca, boa fazenda, 20,
20500 e 30 cada um.
Meias finas para senhora 40 a duzia.
Banha em frascos a 400> 640 e 1^.200.
Frascos com extracto muito fino 20 e
20500.
Caivetes de duas folbas a 240 rs.
Sabonetes finos 80, 160, 200, 240 e
320 rs.
Olio boboza 400, 500-, 600 e 800 rs.
Agua de colonia 400, 500 e 800 rs.
Cartas francezas 200 e 240 rs.
Caixa com extracto 20500.
Cartas portuguezasa 120-e 200 rs.
Pentes brancos com costa de metal
320 rs.
Dittos pretos 200, 240 e 320 rs.
Galao de la para vestido (pessa) 400 rs.
Fita de sarja lisa e lavradas, 1-0500,
20 e 20500.
Caixa com obreias de maco a 40 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Dittoe dourado a 10.
Dittas com envelopes 4 500 rs.
Caixa com agulhas francezas 160 e
240 rs.
La para bordar de todas as cores (libra)
60800.
Bonets para menino 10, 20 e 20500,
Linha de marca (caixa) 240 rs.
Meias para menina (duzw) 30 e 30500.
Pecas de tranca liza e de corocol a 40 rs.
Sapatos de la para menino a 320 e 800,
Capellas francezas-a"20500.
Facas e galfos, cabo de balaneo (du-
zia) 70.
Chicotes para cavallo 600, 800 e 10500.
Bengalla de canna 10, 10500 e 20.
Vortas para luto 500 rs. (cada urna).
Papel almaco, greve (resma) 10500.
emporal pode ser procu-
rado em seu estabelecimento bo-
nanza, emporal contina a
vender na Bonanga, pelo mesmo
preqo que vendia em sua mja
com titulo de emporal.
A Nova Esprenla, ra do Queima
n. 21 tendo em deposito grande quantidtd*
de miudezas, e como se approxima o tem
po em que tem de ser dado o balaneo, por
isso desde j previne ao respeitavel pooli
co, que est resokida a vender suas mer-
caduras pelo haratissimo preco, para assinc
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, venham os bons fregue-
zes, e os que nao forem venham ser fregue-
zes, em tempo to opportuno quando i
NOVA ESPERANCA convida-os pechincha-
rem, pois que para comprar-se caro, nc
falla aonde e a quem...
Elle quere ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Paris) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos dt
gosto e perfeico, e ella (loja da Nova Es-
peranza) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos) i
Nova Esperanca ra do Queimado n. 21,
alm do grande sortimento que j tinha;
acaba de receber mais o seguinte :
Bonitos broches, pulceiras e brincos de
madreperola.
Papel e envelopes bordados e mati-
sados.
Papis proprios para enfeitar bollos
bandeijas.
Brincos pretos com dourados (ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos galloes, franjas e trancas de
seda c de la, para enfeites de vestidos.
Botoes de todas as cores e moldes novoi
para o mesmo fim.
Trancas pretas com vidrilhos sendo com
pengentes e sem elles.
Botoes pretos com vidrilhos com pingen
tes e sem elles.
Luvas de pellica, camurca e excossia.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos.
Delirados lequp de madreperula, mar-
fim, osso e faia. *
Espartilho simples e bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, "um completo sortimento de
miudezas ra do Queimado n. 21, ni
Nova Esperanca.
Collares anodinos ellectro-magnett
eos contra as convulces das
creangas.
Nao resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por ahi intitulados o
verdadeiros de Royer, e eis porqae muitoe
pais de familias nao creem (comprando-os
no effeito promettido, o que s pdem dar
os verdadeiros ; a Nova Esperanca, por
que detesta a falsilicaco principalmente da
que respeita ao bem estar da humanidade.
fez urna encommenda directa destes collare*-
e garante aos pais de familias, que sao o*
verdadeiros de Royer, que a tantas crean
Cas tem salvado do terrivel incommodo d
convulces, assim pois preciso, que ve
nham a Nova Esperanca a ra do Queimadi'
n. 21 comprarem o salva vida, para seu
filhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando ento ser di'
fficil alcancar-se o effeito desejado, embon
sejam empregados os verdadeiros collares
de Royer.
Para cabriole*
Vende-seTim rico cavallo, bonita estampa, gordo
e mantedq, muito trotador, bom de cabriolet; na
cocheira do Thomaz, ra de Santo Amar, defron-
te da estacao.
Para forrar casa.
Vende-se boa alcatifa pelo barato preco de 900
rs. o metro : na rna do oue'mad n- "> 'ia dp
A. M. Rolim & C.
Vende-se a taberna sita na ra do Pharol n
Id, com poucos fondos. a trat* na mesuia.
icordeiro previdente
Ra do Queimado o. IB.
Novo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que effectivamente est provida;
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torni
aotavel pela variedade de objectos, superiori-
dade, qualidades e commodidades de pre-
cos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreeiaco
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansidc
s barateza. Em dita loja encontrara os
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
oeza, todas dos melhores emafs acreditados
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservas do
sseie da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e ebei-
ros agradareis.
Copos e latas, maiores e menores, com
psmada fina para oabelk).
Frascos com dita japoneza, transparente
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocme verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de difie-
ren tes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinba para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando -
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz.
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de camphora e outras diferentes
qualidades tambem para "dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Aluda mal coques.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filets de Tidrilhos
a alguns d'elles ornados de flores e fitas,
8sto todos expostos apreeiaco de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
FlTelIas e fitas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com-
prador,

i
\
4





Ti


Diario Je Pernambuco Quinta fera 16 de Selembro de 1869.
j
rival mmm
Ra do Queimado n, 49 e 57 loja
de miudezas de Jos de Azeve-
do Mata eStlva conhecido por
Jos Bigodinho.
Est queimando tudo quanto tem em seu
estabeiecimento para acabar e fazernovo
sortimento, por isso qaeiram vir ou,mandar
ver o que bom e barato.
Caixas de linhas do gaz com
50 novellos a
Latas com superior banha a
120, 200 e .
Frascos de oleo babosa muito
fino a.......
Duzias de meias (inglezas )
muito boas a .
Garrafas com :agua florida ver-
dadera ......
Garrafas com agua'divina dame-
lhor qualidade .
Caixas com 12 frascos de cheiros
proprio para mimos .
Ditacom|6 fiascos muito finos
Oleo baboza muito fino que s
a vista ......
Sabonetes de calunga muito bo-
nito ......
p de arroz muito
.....
babadinho com 10
EUm LMIMCO
500
400
400
4500C
15201)
15500
25oOf\
5800
DE
J
unhas muito fi-
dentes fazenda
de cores
Caixas de
superior
Pecas de
varas ......
Pecas de fita de cs qualquer
largura .....
Escovas para
as .
Escovas para
muito fina .
Pulceiras de coritas
para meninos .
Gaixas de linha branca do gaz
com 30 novellos .
Pecas de tranca lisa de todas
as cores .....
Resmas de papel pautado muito
fino ......
Pares de botes para punhos
muito bonito .
Libras de 15a para bordados de
de todas as cores .
Pentes com costas de metal
muito finos .
Novellos de linha muito grande
para croxs .
Duzia de linha froxa para bor-
dado ......
Grosas de botes madreperola
muito fino .....
Sabonete muito finos 60, 120,
160, 240 e.....
Pecas de fita de laa todas as
cores ...... .
Espelhos dourados para parede
15000 e .....
Espelhos de Jacaranda muito
fino a......
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol .
Pares de metas cruas para me-
ninos ......
Caivete muito fino com 4 fo-
lhas ......
Frascos de sndalo e patecboly
miito finos .
(5500
0240
,5600
5500
550C
500
240
200
600
040
4.$000
120
85000
320
320
4SO
500
820
500
15*00
25000
060
320
[500
{00
EM CONTIMJACAO
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DE
FLIX PGREIKA DA SILVA.
O proprietario deste grande estabeiecimento tendo sido o arrematante da
exmela toja denommada=/Afl0/.W DAS DMASO ra da Imperatriz n. 36, e n5o
loe tendo sido possivel, na mesma loja, concluir a liquidacSo da grande quantidade de
razendas que all existiam, pelos poucos dias que leve at entregar as chaves, vio-se
obrigado a passar a maior parle dessas fazendas para o seu estabeiecimento, o=PAVO
onde o respeitavel publico encontrar um grande sortimento das melliores fazendas de
linho, laa, algodao e seda, que se Ihe vender muito mais barato do que em outra
qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, e as pessoas que negociara era pequea
escala, tanto da praca como do matto, nesta casa poderlo fazer seus sortimentos em
pequeas ou grandes porcoes, vendendo-se-lhes pelos precos que se compram, as
casas inglezas; assim como as exoellentissimas familias podero mandar buscar as amos-
tras de todas as fazendas, ou mandar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas
casas; o estabeiecimento se acha constantemente aborto das 6 horas da manha as 9
da noite.
** SUttMAltf
A AGUIA BRANCA tem conviccSo de que a abundancia de objectos de novidade-
em seu constante e completo sortimento, a boa escolha no gosto dolles, a superioridas
de de quahdades, e a limitacao de seus precos, estao na opinilo do respeitavel publico
em geral, e na de sua boa freguezia em particular ; mas anula assim ella julga de seu
dever scientificar a todos, da recepelo d'aquelles obje:(os que estao alm do comraum,
como bem sejam:
Explendido sortimento de
roupas feitos
NA LOJA DO PAVO RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-se este grande estabeiecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
sendo calcas palitts e coletes de^casemira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos
na
ALTA XOVIDADE
EM POUPELIXAS OU GORGURO DE LINHO E
SEDA.
Pelo ultimo vapor chegou para a loja do
Pavo um elegante sortimento das mais
bellas poupelinas ou gorguroes de linho 9
seda, com os mais delicados padroes que
se pode imaginar, assim como urna grande
por;uo de cortes da mesma fazenda, tendo
fie todas as cores e garantindo-se que neste
sara desojar, assim come na mesma loja genero nao ha nada mais bonito nem mais
tem um bello sortimento de pannos casem- proprio para vestidos, e vende-se por pro-
ras, bnns, etc. etc. para se mandar fazer ,:o mqito raeoavel na loja de Flix Pereira
qualquer peca de obra, com a maior promp- da Silva, ra da Imperatriz n 60
tidao vontade do freguez, e nao sendo
Yeuue-se verdadeiro cimento ; na ruta da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joo
Martins de Rarros.
BRACO
Ra do Imperador n. 26
Neste estabeiecimento se encontrar diariamen-
te um completo sortimento de pastelafia de todas
as qualidades para lanche e sobre-meas, ele, etc.,
bolinnos de todas as qualidades para cb, presun-
tos de fiambre, bolos inglozes, pndins, e finalmente
tudo (|ue cmsiste em urna boa pastelaria, enn o
maior asseio e esmero, cha hys-on, preto e miudi-
nho do meibi*r que ha uo mercado. Nesta casa
recebem-se eueomniendas para casamentes, bailes
e haptisados, compremetteiido-so os douos do es-
tabeiecimento a ser ir o melhor que for possivel
a vontade do freguez, dispondo para csse lim de
um completo pessoal. Re.;ebe-se ambo toda e
qualquer encommenda, como sejam, bandejas,
bulos e paes-de l& decorados, doces d'ovos, seceos
e de calda e eryslalisados, fruclas naciouaes e es-
trangeiras, anicndoas confortadas, um completo e
variado sortimento de caixinhns de todos os gostns
o procos, para mimosear senil iras; estas caixi-
iihas lecentemente chegadas de Pars, sao de pri-
morado go to, ott'erece molas aos galanteadoi'es do
bello seso, pois nellas acuario um digno e serio
presento para as donas de seus pasamentos lico-
res, vnoos finos de todas as qualidades, conservas
e mOlhos em latas. Os donos deste estabeiecimen-
to nao se poupando despezas, fazem todos os
esforcos para servir o respeitavel publico o me-
lhor que for possivel, e sendo principiantes e lu-
tando com tadas as diflculdades, esperam a con-
correneJa do respeitavel publico desta eapital, na-
ekmaes e estraogeiro-'. Pechincha : legitimo vi-
nho museatel em caixas, que se vende porcommo-
do preco para particulares e para uegocio.
obligados a acceila-las, qiiando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabeiecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho e algodao e outros muitos artigos
proprios paratomens e senhoras promet-
tendo-se-ihe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, leja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
Aos dez mil covados de cassas
francezas
Corado a 300 Covado a 300
Covado a 300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
ende-se na loja do Pavo ra da Im-
peratriz n. to urna grande quantidade de
mil covados das melhores casas francezas
para vestidos, tendo padroes miudos e grvi-
dos, assentados em todas as cores, estas
cassas sao propiamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a chita, e alm dos padroes
seren muito bonitos, sao todos fixos e seria
fazenda para muito mais dinheiro, mas re-
talha-se a 300 rs. o covado.
I2fiparlko0 a 3&QOO na loja do
Pavo
Vende-se ama grande porco de esparfi-
lhos modernos com o competente confio,
tendo sortimento de todos os taannos, e
vendem-se a 34 cada um.
BRAMANTE PARA LENCES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 15800
Chego para a loja do Pavo, rtia da
Imperatriz n. 60, urna grande porcSo de
p^asde bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o campri-
mento de um lencol, o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; e vende-se pelo
barato preco de 13800 ris eada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicaces para arranjos de familias, sendo
grande pechincha peto preco.
Cortes de vestido do Pavo a
4000.
Vendem-se bonitos cortes de cambraia e,
lailatana, ricamente bordados a 15a,
CELEZIAS
PANNO
ATTENtfO
Grande e til no-
vidade.
Tabellas comparativas dos oreos de
qualquer genero de peso pelo antigo sys-
tema a,) moderno MTRICO DECIMAL,
irabalho hoje de grande utilidade, por-
ojne com um simples golpo de vista v>
se a relaco do pretjo da libra ou da ar-
roba com o kilogramma sera se perder
urna s fracelo, poupando assim o tra-
baltio de fazer o calculo e evitar de si
os engaos. Estas tabellas sao luje in-
dispensaveis todos que neguciam com
algodao, assucar. couros xarqae, mi-
Ibado", farragens c todo qualquer genero
ou artigo de peso. Algans exemplares
que restam, vende-se na do Crespo
n. 18, loja dos Srs- Andrade & Mello,
Madre de Dens n. 2i, armazem do 9r.
Aniorim, o Vigano n. 1, primeiro andar.
harutos de Havana,
e grande sortimento Ja Baha o Rio do Janeiro,
fumo do Para, em macos e em chicotes, dito su-
perior de Baependy, o ontras muitas qualidade*,
que se vendern em grosso e a rutalho, na antiga
casa de Jos Leopoldo Dourgard, rna da Cadeia
P.I8,__________________________________
xcellente compra.
Vende-se urna mulata de 19 a 20 annr.s, lava,
coxinha e enfomma perfetamanle, sem vicios nem
jicii^coj, c mata praxis p:ra m =nr l:r. :
[na ra de Santo Amaro n. 2, defroote da capel la
1 da Pieiade, ou ncsia typdgrapbia.
baratissimo prec-o de C-?.
Ditos por estarcm utn poy-o machucados
a IjJ.
Ditos finissimos dflu seda a -'i.
Assim como os mais m nos cortes de
poil de cbvre, cora duas sa3S, sendo fa-
zenda chegada pelo ultimo vapor, cada um
em sua caixinha com o competente figurino,
a 185; finissimos crt s de cambraia bran-
ca, ricamen e bordados, que at podom
servir para noiva, a 25$000, e outros mui-
tos cortes de dilterenfes fazendas que se
liquidan! baratas na loja lo Pavo.
CBBA DE CARNAUBA.
Vendo-so urna grande porclo de cn de
carnauba em saceos, por pre^o mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. uO. De Flix
Pereira da Silva.
CASSAS A 240
Vende-se cassas com delicados padroes e
cores flxas 240 rs. o covado: na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Flix
Pereira da Silva.
AS BASQUINAS DO PAVO
Chegaram para a loja do Pavo as mais
ricas basquinas de casaquinhos de seda
pretas ricamente enfeiiados sendo com os
feitios mais novos que tem vindo ao merca-
do e vendem-se muito em cunta.
GROZ DE COR
Chegaram os mais bonitos grosdenapoles
de cores, sendo verde, azul, Iyrio,cinzento
e branco muito alvo, que se vendern mais
barato doqueem ouln qualquer parte.
BASQUINAS DE FIL
Vende-se as mais modernas e mais ricas
hasquinas de fil preto, por preco emeonta.
VESTIDINHOS PARA MENINOS A
2J000 E 2#>00
Vendem-se ve>tidinho3 para meninos e
meninas, pelo barato preco de 2-J000 e
-5500, assim como ricos enxovaes para
baptisado.
MADAPOLO FRANCEZA 7*000 A PECA
Vende-se pecas de madapolo francez en-
testado com 20 metros a 76000 a peca;
ptehincha
MUSSEUNAS DE COR
Vendf-se as mais bonitas mosselinas de
cores a 500 w. o covado.
DE LINHO
ATOALHADO
Vendem-se as mais finas celeeias de linho
com 25 varas cada peca, sendo mais finas
ainda que os mais finos esguioes que tem
vindo ao mercado, a 455, 555, 605000 e
705000, tambera se vende em varas as
mesraas celezias, sendo preciso; assim co-
mo, paneos de lineo do Porto para lences
com perto de 4 palmos de largura a 700,
800 e 1-5000 a vara, sendo em peca tam-
bera se faz alguma equidade; bramantes
para lences com 10 palmos de largura a
1 >800 e 25500 o metro, e de linbo muito
superior a 35200 e 355U0.
Atoalhado adamascado -com 8 palmos de
largura a 25400, 35 e 35500 o metro, e
outras muitas fazendas brancas que se ven-
dern muito mais barato do que em outra
qualquer parte, com o fim nico de apurar
dinheiro.
CHITAS
MADAPOLO
ALGODlOSINHQ
Vendem-se superiores chitas escuras e
claras pelo barato preco de 280,320 e 360
rs. F as percates a 320 e 360 rs.
Pecas de algodosinho de todas as lar-
t guras e qualidades. Pecas de madapolo
dos .mais baratos at os mais finos; assim
como, superior algodosinho entestado para
lences, toalhas, tanto liso como trancado;
todas ettas fazendas se vendem mais barato
do que etn outra qualquer parte, para apu-
rar dinheiro.
PECHINCHA DO PAVO PARA ESCRAVOS
A 200 RS.
Vende-se urna grande porcio de esta-
menha mesclada, propria para vestidos de
esoravas, camisas e calcas para moleques,
sonto urna fazendi escura trancada emuito
encorpada, pelo barato preco de 200 rs.
o covado, fazenda que sempre se vendeu
por muito mais dinheiro.
VESTIDOS A 800 rs.
Com duas saias
Cbegaram para a toja do Pavo os mais
modernos, e mais bonitos cortes de vestidos
de cambaia, e organdys; com mais lindos
pad fies, e o competente figurino, tendo
peiojca<,j corle |g CVadns, que pode dar corte
Bonitas caixinhas de madeiras envernisa-
das, contendo navalhas e os mais necessarios
para viagem, servindo ellas de carteira
paando abertas.
Oo tras conforme aquellas, proprias para
senhoras.
Outras machetadas, com thesouras e os
mais necessarios dourados e de madrepe-
rola para costura, obras de apurado gosto
e perfeico, proprias paro um bello pre-
sente, tendo algumas com musia.
Estojos ou carteiras de couro com nava-
lhas, e os mais necessarios para viagens.
ESCOVAS DE MARFIM
Para unhas. dentes, cabello e roupa.
Outras de balea com machetados de ma-
dreperola para os mesmos fins.
OBRAS DE MADREPEROLA
Leques, escovas para dentes, caetas,
didaes, brincos, alfinetes etc. etc.
Ricas capellas com veos para noivas.
Cintos de brim, com elstico para se-
nhoras.
Voltas de grossos aljofaes de cores,
para circular os coques.
Outras igualmente .bonitas, e com pin-
gentes para o pescoco.
Outras com aljofares coloridos, e tran-
selin dourado.
Botes com ancora, e P. II. para fardas
e colletes.
Abotoaduras d'aventurine com o p de
prata dourada, para colletes, cada um H-
Pannos Je crochet para cadeiras.
Novo sortimento de toalhas de Iabyrin-
tho, para baptizados.
Renda e bico de guipur, branco e
preto.
Fil preto, de seda, com salpicos.
Pequeos e delicados estaadores do
pennas coloridas, proprios pura piannos,
oratorios, etc.
Bonitos passarinbos de melal prateados,
para segurar costaras, tendo almofadinhas,
de velludo para agulhas e alfinetes.
Thesouras de duas, tres, quatro e cinco
peritas para frisar babadinhos.
AGULHAS NON-PLUSULTRA
Tal a qualidade d'essas agulhas, que
mereceu ao fabricante o pomposo titulo de
Non-plus>.iltra, merece a Aguia Branca as
honras d'um annuncio, e sem duvida me-
recer das inteligentes senhoras, a devida
estima por sua apreciavel qualidade.
At agora uada se tinha visto de to bom
em tal genero, e ainda assim custa cada
papel apens 200 rs.
Provavelmente d'aqui a pouco abundaro
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, porm as verdadeiras continuaro a
vir especialmente para a loja da Aguia
Branca.
Descrever minuciosamente por seus no-
mes e qualidades a inlinidade d'objectos
Bartholomeu & C,
Viniio, Pilulas, Xaiiope e Tin
HE JlRLBEDA SIMPLES E l-'ljnilUGI.N'.
Oleo, Pomadae K.m'i.astuo dame-- \
pl.anta preparados por
BARTHOLOMEO & V
Pharmace uticos- Droguistas
PER.V4MBLCO
A Jurobeba : osla pbn'.a huje rccnn!.-:-:ia
como o mais poderoso tnico, como o wthot
4csobsirunie, e como lal ipplicada oo$ pal
do ligado e ba\'o. Lopatiles, duresas, tumores inter-
nos c especial menta do tero, hidropesas, aifi -
pellas, etc.; a associada ao ierro til as paludas
cores, chloroses a falta de iv.'.istruaco, demarran-
jos do estomago, etc., a o innmeras curas impoilaules obtidas oom no'siii
preparados j bem conhecidos e usados pelos ote a
distinctos mdicos do paiz a Portugal. Em todos os
nossos depsitos distribuimos gratis folbetos c:i
melhor fasem conbecer t Jurubeba seos resulta-.
a applicaco.
(1
111
1
,4.
i
Resta venda um escoltado sortimento de ob-
ectos de marcineria, como m'.imi. inohilias de jir-
:arand. mogno eamarello, obra nacional e estrrv
ieira, de Aperado go-to e por prii;o raioaveis :
a ra estreita do Rosario n. 3. Nesta mesir.a
asa fazem-se com perfMfSo iodos os trabalhos *
oalhinha, como sejam, emp;'.!huilientos de lastros
jara camas, cadei ras e sopns.
Boloes de cristal, encastoaos em prata,' que constantemente se acham i venda na
para punhos, 4# o par.
Camisas de flanella para homem, a me-
lhor qualidade qoe tem vindo a este mer-
cado,
Meias de la para homens, senhoras e
c reancas.
Ditas de dita, tecido de borracha, para
quem soffre de inchaco as pernas.
loja da Aguia Branca, seria seniio impossi-
vel ao menos nfadooho por isso ella con-
fia na constancia de sua boa e antiga fre-
quezia, e pede aos que de novo queiram
recoMhecer a commodidade de seus pregos
e a -cinceridade de seu agrado, que nao se
esqe;am de comparecer loja d'Aguia
Branca ra do Chimado n. 8.
A ra do Livrainento :. G, contina a ka-
ver para vender por prego* rasoaveis, o
melhor violto
mercado.
verde at hoje viudo a ste
SE ALC1H DIVIIIAU IM VI
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
SIMO DOS SANTOS ft C.
Os propietarios deste bem sortido armazem de secco e molbados, parlecipam
aos seus numerosos freguezes, tanto desta praca, como do malte e igualmente aos ami-
gos do bom e barato, que teem um grande e vantajoso sortmenlq de diversas merca-
dorias e asmis novas do mercado, as quaes vendern em grosso e a retalho, por
menos preco do que em outn qualquer parte, por ser maior parto destas mercaderas
compradas por conta propria, por isso quem comprar al a quantia de 100 \ lera finco
por cento peto seu prompto pagamento garantindo-se qualquer genero iahido deste
armazem.
ATTENCAO.
i. ebegada a oceasiio de quem quitar prev
nr-se de tuna das melhores tabernas, tanto pi.r
seu local sor Jos melhoros.comn est afreguezaAa,
pois se dir o motivo sos piviendeiilcs porque se
vende : no pateo da Penba n. 6, a tratar r.a
mesma.
ESCRAVOS FGIDOS.
'para senhora, e menina,'e vendem-se pelo
barato prego de 000, nicamente na loja
e armazem do Pav3o ra da Imperatriz
n. GO, de Flix Pereira da Silva.
ORGANOT DE COR A 3(50 RS. O COVADO
Vendem-se finissimos organdyss de cores
para vestidos com lindissimos padroes pelo
barato prc;o de 940 rs. o covado; assim
como ditos bran:os muito finos com listas
largas e eslreitas, edequadrosa 800 rs. e
l-;a00 a vara, larabem lera tarlatana bran-
ca, e de todas as cores a 800 rs. a vara ;
filos de llores a fiiO rs. a vara, e ditos lisos
a 800 rs. a vara, e de salpico a 1,0000;
isto na toja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz n: 00 de Flix Pereira da Silva.
CHALES DE CASEMIRA
Chegaram os mais modernos, e mais
bonitos diales de casemira com dezenhos
inteiramente no,os, que se vendem a 9$,
U*i, 125 e IH ; assim como ama grande
porcio de ditos de menina que se vendem
mais baratos do que em outra qualquer
parte ; na loja o armazem do Pavo, ra
da Imperatriz n. GO, de Flix Pereira da
Silva.
Cortinados
Para camas e janeHas.
Vende-se um grande sortimento aos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 25000 rs. cada par at 250000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
BALDES MODERNOS E SAIAS DE LA
Na loja do Pavo vende-se os mais mo-
dernos bales reguladores tanto de musse-
lina como de la de cor, e as mais moder-
nas saias dd la entestada, mais barato do
que em outra qualquer parte.
SULTANAS
Chegou para a loja do Pavo um grande
sortimento das mais lindas sultanas, para
vestidos, sendo muito larga e bonita fazenda
com listas de seda e 03 padroes mais novos
que tem vindo a este mercado, vendendo-se
a 16400 v covado, na toja de Flix Pereira
da Silva ra da Imperatriz n. 00.
GAZ AMERICANO 9 a lata, a 400 rs.
a garrafa e 600 rs. o litro.
V1NH0 VERDADEIRO FIGUEIRA 560 e
GiO rs. a garrafa, a 40500 e l;$800 a cana-
da, a 7-20 e 940 rs. o litro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 30 e
30500 a caada, 600 e 640 rs. o litro.
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 70 a caada, e 10340 o litro-
VINIIO BRANCO DE LISBOA a 600 rs.
a garrafa, 40500 a caada e 900 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 2*200,
10800 e 10400 a caada, 360 e 480 rs.
o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 5 10440 e
10280 a libra, 30140 e 20800 o kilo-
grammo.
DEM FRANCEZA 960 900 e 830 rs.
a libra, e 20100, 10980 e 10870 o kilo-
grammo.
DEM PARA TEMPERO a 640 rs. a li
bra, 10400 o kilograramo, em porco se
far abatimento.
BANHA DE PORCODE BALTIMOOR i
720 rs. a libra, o 10570 o kilogrammo, em
porco se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
120 e 140 rs. a libra, 260 e 300 rs. o ki-
logrammo e 30800 a arroba.
ALPISTA 240 rs. a libra e 520 rs. o
kilogrammo, e 60 por 14 kilogrammos.
CAF EM GRAO 60 e 60500 a arroba,
200 e 20 rs. a libra, i 40 e 520 rs. o
kilogramaio.
SABO MASSA 260 e 200 rs. a libra,
570 e 440 rs. o kilogrammo, em caixa ha
abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA-
LHARIN E ALETRIA, 800 rs. a libra e
10750 o kilogrammo.
SEVADINIIA E SAF 280 rs. a libra e
620 rs. o kilogrammo, em porco ha aba-
timento.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, a 10 e 10100 a lata.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso. em caixa ha abatimento.
PHOSPIIOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, 280, 400 e 500 rs. o masso,
302O e 60500 a roza.
AMEIXAS EM LATAS E CAGHINIIAb
DE ML'ITOS TAMANIIOS 30300, 50500
e 10 a libra.
GOMMA DE MILIIO AMERICANA 400 rs
o masso de una libra, e era caixa ha aba-
timento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 100 rs.
a libra, em caixa !'a---e abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 50500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, verdadeira ihlersa
BELL, 800 rs. a garrafa e 90 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 10500, 10200, 10 e
800 rs. a carrafa.
As autoridades policiaes ea
quem competir.
No dia 29 de inaio do crrente anno fri-
gio o escravo Eseqtiiel, crioolo de 30 i 32
anuos de idade, estatua regalar, reforcado,
cor bem preta, cabera redona. traja va ca-
misa azul c calca de casemira menta; du-
rante o dia costuma andar ganhando oaa
ras ou era annaiens de assucar ou as
tabernas a conversar o a beber; durante a
noite recollie-se a tclheiros abertos ou pc-
neraveis, a casas em cnstrocglo e a un-
iros quaesqtier lugares onde se possa abri-
gar: quem o approhender tenha a hondada
de o conduxir na da Aurora n. 26, onde
ser gratificado.
Pngiram du engenho Firmexa
do termo da Esead, na noite, de
10 para II do eorrente, dous os-
Clavos mulatos, os q aqs foram
comprados ao Exm. Sr. barao de
Nazaretb ha 13 dia* ponco mais
ou menos, rendo JnSo, idade da
, 30 a 32 r.nnos, bem barbado, pei-
toa cabellados, tem os dedos dos ps, isto es
mnimos curtos e quasi que trepam um no ouln-,
tendo todos os d< ules de frente, corpo regular o
leva chapeo de COOrO de surtan 'jo, calca ;izul da
algodao que Ihe chaman) palle doea cobertor
de bataescara e mai<< alfruma roupa, foi escravo
do iiltn. Sr. lonenie coronel Agostinho Correa d
Mello, de Ouricury, o outro do nome Flix, sa-
br, alto, bom corpo. idade 25 sanos pouco mais
ou menos, levon chapeo de couro d al as largas,
calca azal de algodao que me chamam pello d'on-
ea b cobertor de baeta escura, foi escravo do.
lllm Sr. Eduardo Pereira de Souza. da provincia
la Parahyba, que o venden por sen procurador o
Sr. Jos Lopes Alheiro ; quem o apprebeader o
levar ao mrsmo engenho Pirmesa ou no llecifen >
eseriptorio de Domingos Alves Malheus, a ra do
Vigari n. 21, sor generosamente recomneasado
9C3E
No dia l"i de agosto til'.iuio fuizio de casa do
Sr. !)r. Joo de Hollanda da l'.unha. ra de Bem-
ika, na Passagem, n. 18, onde se achara alujado,
L.NLUKA fc HOLAiNUA L A.MIJbH- :(||ei|iie Franciseo, crir.nlo, basiantc p eto, do
GEZA 7;j c O.p a Irasqueira, e 500 rs. o,! anuos de idade, com um slgnal de quehnadara
frasco. no_ hombro esipierd.j, trajava calca e jaquelada
brim, consta que se ocha servindo em loja de m-
1DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
11 QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
3#, 2800 e 2,; 00, em caixa faz-se gran-
de abatimento.
TOUCINHO DE LISBOA a 400 rs. a li-
bra, e 880 rs. a kilogrammo, e U500 por
li kilogrammos.
CHA FINO, GMLDO E MIID1NH0 os
melhores que ha do mercado, 35 e
35200 a libra, 70S0 e 65i0 o kilo-
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 2,5700,
25500, 25200 e 2$
45180 o kilogrammo.
a libra, e 54480 c
Assim como ha outros muitos mais gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
passas, Dgos novos, charutos de diversas marcas, lingmVas Je Lisboa, marmelada. con-
servas gela de raarmello, pcego, ervilhas, peixe em latas, sardinhas de afitea,
vinho verde engarrafado, pomada canella, cravo, ervadoce, comlnho, pimenta, grandes
molhos de sebolla 15500, finalmente muito mais gneros que enfandonho e
menciona-los.
palhadiir, de que ollicial, ou ilntruido que pre-
tende aprender i.'sse ofllco, pekt i|ue se protesta
contra quem Ihe dar agasalho ; quem o approhen-
der, qui'iru lvalo ra daAur.ua n. 2G, qne
ser un tuteado.
Muita attencao
Fugio no dia 29 de junho o escravo Manoel, do
na^ito Angola, idade 50 annos, poaco mais ou me-
nos, com os signaes seguintes : falla de denles na
frente, andar vagaroso, pernas unas, marcas de be-
xias, levo" calca e camisa de ris( adinho, chapeo
de palha novo : nqta-se aos scnhrrs capitaes de
campo de o prenderen! e levarem-no ra Uireil
n. 16, quo sarao generosanienie gratificados. Bs-
coulla-se que anda pelos engenhos do Cabo.
ATTENCAO
No nrmazem da ra de Apollo n. 28 ha para
vender urna cadeirinha ou palanqoim com todos
os portences, em muito bom estado, e por preco
cornmodo.
CIGARREIROS.
No armazem n. 18, travessa da Madre de Dos,
vende-se papel de seda para cigarros, marca muito
grande, e superior qualidade. por preco cornmodo.
Furo do engenho Todos os Sanios da villa
do Ipojnca, no dia 30 d maio, o escravo Goncak),
representa ter 43 anuos de idads, pinico mais ou
menos, cor vcrmelha, alto, grosso, ollios pequeos,
sem birba, e 03 ps racbando, foi escravo da Sra.
D. Senhurirdia Mari.i do Livramenlo, que morou u.i
villa de SerinbiPK ; no dia immediato da fgida
esteve na mesma villa : snppoe-se estar acoutado,
o que e proceder com o rigor d:i Ifi a quem j
tenha, e pede- e as auloridades policiaes ou capis
fus de campo a captura domosmo e entregar no
iesmo engenho ao abaixo assiguado, ou na roa
da Moeda n. o, 2' andar,esrriptori<< de Manoel Al-
Ch tonl-pnrgativo e depurativo
de Chanabard.
Composto das plaas as mais odorferas e as ves Ferreira &C, que ser"generosamente recom-
mais virtuosas dos montes os mais elevados, o ch \ r)ensai|0
tmtpttrgativo de Chambaril possue um gosto sabo-
roso e um aroma suavissimo, e as propriedades as
mais notaveis sobre os erabaraijos do estomago,
Miguel Paulino Toh-nlino Peres Falcao
Fugio no dia 1 do cirrout.'. do engenho
dos intestinos e do ligado, e o'desob-irtiento por uas Bocea?, sito na freguezia do lli- l-oini
excellencia na constipacSo do ventre, e nao tem weraro cabra claro de r nio, sendo sec-
resguardo algum. Depurativo especial e directo
das biles o dos humores, refresca o sangue depu-
rando-o.
DEPOSITA) ESPECIAL,
Pharmacia de Bartholomeu & C, ra larga do
Rosario n. 31.
Urgencia
Goncalvcs A Teixeira tem pura vender travjs _
de qualidade c im 40 nalmos de comprlmento o ] Rcrife. na da Moeda n. S, 4 andar, pscriptni
co do corpo, alto o fallante, os bem f.-itos, ve:) do
-erto do Pianc e foi vendido tirs.a praca em
jalbo prximo passado pe i S
Silva llamos, esuppoe-sc que f smo
serli->, levando cale e cami- nhe,
chapeo de couro c un matla :ro do ove-
Iba con; alguma roupa : pir i- as auto-
ridades policiaes e capilacs d de o cap-
turar e entregar no mpsniJ eni; )hc s
Sebastin Antonio Acciolv Lins Wanderley, ou no
Vendo-s um escravo moco e de bonita Ogu-
r, sbdreir* toda obra, e pent em assentamen-
m it ngaatas, e muito bom eoilnheiro : na es- 12 polloRadas da grosura : na esquina da ra Munoel Alves Fenvira & C, Uada 4 Wo tic Barros, sitio n. 19. da Penha a. 8. mente recompen-ados.
wmm



E
Diario de Pernambuco Quinta Ceira 16 de de Seteni

SSEM8LEOERM,
CMARA DOS SHS. DIPUTADOS
SESSOEM "1 UE SETKMBRO DE 1869.
1 l'AUTK D\ OBDEM DO WA.
tro oni :;' seoseaio o prujecto antorsando
>iino a r n difcrente. partos da Imperio.
O SU P1T.EIHA ll.V 8II.VA :I.:u;:
>.la cilltistiadi fui decerln ,i i' discussao deste
i, que autori.-a o govcrnu a contraclnr rom
-uotpanhias pai Mentares i roiistrueeao do dcas
ra que deltas neces-itom pina
(J---*iiv>lvnieiit<> de sua navegaco, oprogressos
. prosperidade de bou comiacrcio.
Lenibrada lia de oslar a cmara de que, em
rfiMpriln da iiupagnacao que siisciiei contra a in-
liaoe projecto de'uin utifu addtivo-apresen-
Uds pul un Ilustro representante do Peruambu-
rospeto do |K>rio do llocife, foi esse artigo
aoftadu, e faz ja parte do projecto como art. 2.
Cono nos oreupamos da '' disousso, o anda
.ulpo, declaro mesino. 6 isla occasiao oppoi tu-
la para se rever e meboi ar o prujectu aflm do que
teja sonado rcnietlido o niais perfeito, regular
- sistemtico i|uc se possa, tomo eu a palavra, e
lf reata do KM o debato, chamando a attencao da
oiara para mu assumpto da mais alia irascen-
na, e fue importa um poderoso demento des-
la i promover o cominercio, a navegaco, a
i c a riqueza dos portos nnrrhimos do lm-
.au realJiroi a di iisso nos pontos em que
aii noco.-ia mus du vidas. 0111 que como de
rdo lieamos lodos nos.
hBmm subco o aciiea additivo a que mo refer
me de nu^o ruiwb.no, pediudo a cmara o
ia iiola '] discussao. Aproveitarei a oc-
ia pan manifestar a ncressidade de con igir pe-
- (Iipiisires emitidas em don pargrafo
c orejelo.
cpt.isde expor o mais brevemente que me se-
el a> i zoes em que apoio, e o jionsatnen-
tae inspira, maud.irei a mesa para seren sub-
lulas a consideracao da cmara tres emeadas,
i) aeiiar-ine cunvencidisshuo de que ellas
... dhoram sensivelmenle o projecto, e o tornam
i (I pe da sor enviado outra casa do paria-
Mp, como obra pi-osada, madura, e reflectida
i ? legisladores brasileiros.
i > projecto tem um nico fim, o de promover
aslrueeio do dc-as, cootiando-a companhias
rulares Daaoaea ou estrangeiras, qoe se or-
sem regularmente e se enrarreguem do exe-
,-!as e costeadas i sua custa, mediante favores
ni., pecuniarios, maslgaos, que Ibes conceden!
poderes do estado.
Sealo, portanto, so a construccao de dcas nos
M d imperio, que dolas necessitam o que se
i; le conseguir, devo ser clara a sua redac-
aflm de que della resulte com toda a eviden-
pensamento do projecto.
O arj. I", entretanto, dopois de delinir a nature-
i projecto, amscenla dusneressariamente
phraso que julgo dispensavel por se prestar
liras iuterpretaeoes c que pela primeira das
Midas que olfercerei aurjei icao da cmara,
ja gupprimir. A mencionada phrase inclue
rlaraco do outras obras olis ao commercio
liwegafio. I'odia d'alii inferir-se, como um
mlires mombros da depulaoao de Pernam
o fez, ijuea porios, diques, eoutros assump-
' poda applica-la. Prestava-se assiin aphra-
:.! interpretada a concluir-so que ao projecto
.idia additar o artigo approvado cm2' discus-
a respeito do porto de Pernambuco...
U Si!. Almiaro BE Oliveira :E deve referir-
.10 perto.
Sn. PebkuU d.\ Suva :Permilta-me o no-
. ipntado que nao responda eu j ao sen apar-
!--. Em lempo, em lugar competente, e no correr
discurso, guarde-o, que achara occasiao
.... a eu o salisfarei.
08*. nxusto na Oi.ivmn.v: Pode o fazer j-
O Sn. I'fhkmia da Silva : Gonfundirei O me-
:o que desojo eniiilir a minlia opiniao, o
nada ganbar pare esclareeinunioa com
elnantes inierrupciios. Proinetto-lbe inesmo
the lembrarei o scu ajiarie para o repetir,
iodo eu livor de liatar do seu objecto.
indo, pois, com esla primeira emenda de
. i da piraso, que inencionoi, desfazerin-
urroncas, explicar o sentido e pens-
oniou do piojeci.. derlanr posiiivainenle
trcelo de dcas, e nao lambem de
: mitras obras uteis ao commercio e lia-
se refere o ntv jecto sujeito oeste inonien-
ssa .ipioi'iarito e o\ano.
. emenda, que lerei do apresoniar,
;: i | :; Alii .- resolve que as compa-
,. iras incumbidas da construccao de
- nosso porlos tonliaiii um representante
apitfj do imperio para Halar directamente
iverno C#i as dcas que desojamos
bolecam nao sao unieamente reservadas ao
, rtitdo Uto do Janeiro, e sim estendido vai ser
inde melboramenlo e beneficio a todos os
s das provincias am que conveoba constru-
afim de alo promover lacilidade de navega-
. commercio e dar-Ibes elementos verdadei-
e reaes de prosperidade e riqueza, para qoe
as cuii panhias a ler representantes seus
capiUl do imperio ? Nao basta que os tcnbam
localidades o portos em que possuam dcas '
ahi representado o governo Imperial polos
delegados ? Nao podeiu com clles tratar acer-
en do seus iiileresses?
iiitendo que sim, c que troca...;j-se a expres-
aragrapno da capital do imperio pela para-
seoas localidades em que tenham as companhias
o-iabelecimentosmelhorado fica o projecto,
niais favoravel s companhias, que lendo pela
erossidade dos seus negocios de se representar ahi
seus agentes, nao precisam nomear novo pro-
mor na capital do imperio.
Quanto lerceira emenda por mim annuncia-
eamara ter de resolver, seu intento
uppressao do artigo additivo approvado em 21
ussao, destaeando-o inteiramento do projeolo
mo materia albeia c impropria delle.
Um Sn. Dhputado :Enlao o porto de Pernam-
i'ueo c negocio alheio s dcas I
O Sn. Prrriha da Silva :Essc aparte prova
que reina anda nestt 3" discussao a confusas que
uoioi na 2', a conusb de porlos com dcas, ob-
jectos c ideas inteiramente diversas, c por isso
e-uie a cmara gfearmissao para que eu a desfaca
itabo!, i ->'^^ia palavradcae oda
eiq)ressiio porto,coliMBse entende na lingua-
ge; econmica e no uso^Muium do commercio.
P"! baaias intcnW-s namraes ou ar-
ekMa qne torwtm os aneoreooros dos navios.
ftm aotrea9 e sabidas pan o mar. Dca sao
s particulares artificiaos no todo ou em par-
loa com caes para atracacao di-
navios e descarga c embarque de suas
ti mas, e com armazein para nelles serom
oardadas at que, pagos os diretos
di gaos, seretirem e se introduzam no consu-
m do publico, ou se reciHbarquem iara se trans-
..oma outras localidades.
Podo bsver porto sem liavcr dML e oque
ntoce entre nos com muitos paizes isiranpei-
rus. Ojiroprio Recife tem porto, mas nao dcas.
i de melboranioiilo do pono, 6 inteira-
'nz" i- O que snecedo que descarre-.
im os navios nos ancoradores por
me de naldeacoes para barcos pequeos, que tra-
/^ as niei cadorias para as alfaudogas ou liras
rdo, salvo qnando ha trapiche* al-
...noogados, qe todava nio .llerecem de ordina-
as garantas precisas e as se-
uia: pensaveis contra o contrabando. As
ilrario coutm (.las esas garantas
lanos do lisco, e, o que mais,'
'seo grandes despejas com armazens
'3 de cargas e embarques do mercado-
'Aestm jv repito, baver porto sem dora,
o pollo, por ieao nies-
mo qne sao objectos diloronies e disliiictos. A
rcuniao das dus comtitue um imporlanssimo
melhoramento, um grande pmgre>so. (Apoladoa;)
que quer o projecBJi que dijentimos. c que aos
portos existenlrs no imperio so accresceiiloindeiu
e por osa racao cu o lenho sustentado com MSP
as miuhas torgas. (ApoiaJ
Deliberar, por 'in, que cm Pernambuco se nao
construam dcas cmquanto M nao molhorar o
porto de modo a que entreo fcilmente nellu em-
barcacoes de todas as lulatjes e tamanlios, como
o pretende o ariigo cuja suppremo proponho, f
nao s materia albeia ao n-sumpio de projecto na
parte em que falla do porto, como ale, na niinha
opiniao, desfavoravel ao progresso o nielhora-
nienlo do commercio do H
(ReclamacSes de varios doputados de -ft.-rnaiubnco).
Vou provar aos Ilustres representantes dessa
lio digna e briosa provincia, qual consagro par-
ticular sympaihia, que tenbo toda a razao para
ostabelecer a proposicao que onunciei. Prestem-
mc um pouco da sua benvola auoneao.
E' urna vordade incentestav I que o iwrto do
Recife earece de ser melhorado e aperleicoado.
Orlou-o a natureza com una mnrallia de pedra.
que o forma e Ihe serve de abrigo. Essa mura I ha
nos a temos com o lempo solidilioado c letutaHita-
do para defender o pao. O que precisa hoje
eslcnd-la mais longo, e nielborar a entrada resis-
tindo mais seguramente forca das correntes e ao
embate das ondas,.e desobsiruindo-a de ateas, que
os rios quo Ihe dao orgom r.bi amontoao eom o
curso das suas aguas.
Pernambuco merece, tem direilo indtsputavel a
este melhoTamrnto. E' um porto da niaior impor-
tancia. Poss-.io commercio extenso e sempre em
progresso crescente. Forma o segundo cinporio
mercantil do imperio americano. Se boje s pode
dar entrada a embarcaces de cena e limitada le-
tacao, canvm, urge que so n prepare para rereber
e com facilidade navios de lodos os lmannos.
(Apoiadns). >"islo estamos de accordo todos.
(A)ioiados).
Ma*, pergunto eu, nad traamos ja doste mcllio-
ramento do porto do Recife em occasiao opportu-
na? No orcaincato que tem de vigorar ite 1869
a 1871 nao foi, e por proposia miulia, permittam-
me os nobres doputados que Ibes lembre esta cir-
cumstancia para mim honrosa, nao foi consignada
urna somma annual de OIX) eolitos de res para se
appiicar desobstra^ao e nulliot amentos do i" rio
de Pernambuco? (Apoiados). E' oque o Ibesoiiro.
exhausto hoje, obligado a despwws extraordinarias
de guerra, curvado sob o peso de um dc/icit deplo-
ravel, pod poremquanto despender aniiualiuonle,
e com o correr dos lempos ha de ser productiva
essa despeza, ha de produzir o i/.ellioraniento do
porto.
Tratamos, pois, na occasiao propria de salisfaror
tomparliin particnlar taxns por serviros, qne a^ Suscilando-se, pnrm. da snppr pala-
allandepas eobram como arinazenagens. etc., e
adininislracao forma o que em nossa lei ctia-
^M capatazas, qne docas, perqu estas substituem e
aniinllam as enpatazias 1 wwNlcixar de execu-
tar urna lei scui que outra a, nuMiAfue ? (Apoia-
Pdc o governo consentir a urna companhia par-
lieular o direilo de desappropnar lorenos, pre-
dios e estaln s individuaos ?
< Sr. ArorsTO de Di.ivbra : Temos lei de
lipropriaoao. Podo.
O Sn. Poseda da Sn.v.v :--No pode pela ac-
tual li |ipropracao,<|ue c s para utlida-
de publica e nao pode judicialmente entender-se
em favoiMfe ofiprezas iiartieulares. (Apoiados.) E
deinais, pelo antual projecto so organisa novo c
mais declarado processo para taes desappropria-
{to. Como sem aulorisacao logislaiiva poderiao
governo conceder dreitus que elle proprio nao
Irm para si ? (Muitos apoiados.)
Assini, pois, o projecto necessario, e nao ocio-
so, contm disposiees, que nio podeni ser execu-
cadas smio qnando consignadas em lei expreaaa.
Den* nos livie des-a omnipotencia do governo co-
mo a entende o nobre deputado Seria o absolu-
tismo, e nao o governo constitucional ; este fun-
iln-sp na divisao o harmona dos poderespolitieos I
Eada iimdos nossos poderos polrtioes lem aitri-
Htkiflw proprias e disUnctas, e nao pode usurpar
as dos ontros poderes que a cinsiiiuicao creou
para ordem do machintsmo governamental ese-
guranca o garanlia dos direitos dos cidaaos.
(Apoiados.)
Disse-se na 2a discnsslo que a idea de dcas,
ora uma transpiantacao para o^nosso piiz dees-
trangeiros, que inais'nos daumicam que nos be-
neliiiain.
E'. sim, senhores urna idaestrangeira. bullan-
doz.i. inglo7.a, e ia francora giialinonie. Mas um
granan mellMxameuta. E' uiy poderoso auxiliar |
do fisco. Foi um elemento robustisswin e i'ecun-
dissimo para o dcs^nvolvimenlo e prosperidade do
eoinmorck e da navogacao.
Por minha parle adopto, procuro chamar para
o meu paiz qnanHs ideas uteis, prandinsas. appa-
cprom as naros. ais adiantadas n rivilisaeao.
nas letras, ni industria, as artes, gos priHjresos
materiacs, no coniui'icio, nu ludo omliiu que
constitue as fotidie.s de prosperidade do meu
paiz. (Muitos apoiados.) Lng porle. as pdapta, e i lias so apropriem :i sna y-si-
(0, :is suas necessidades, a seus interosses, aos
rostamos p usos do scu novo, veonam as ias
fecundas, que nascem dos grandes fetos realiza-
dos, e se implantem na nossa trra. (Apoiados.)
Se nos conlenlassemiS s com o que no.-so.
entre nos naseeu, entre nos foi inventado, quanto
oslaramos anda atrasados Teriamos estradas
vras que p npuiiar a eucessao de obras
do porto...
O Sr. IaiiiiosIIarrkto :E sa a dca
truida em logar qne implique nccessariainente
com o melhoramento do porto '1
O Sn. Ministro da Ar.RicuLTURAr:A dca nao
pode ser construida senao em lugar onde possam
coii-iniir-se miamos : osla que a neceseidade
dara- que lia jai n armazens prximos bacia
que tn de reoebr as eoibareacoes para a carga
o dtsearga dos gneros on mercadorias.Nao
pode, poitanlo, haver o susto de que as dcas so-
jam construidas nesses lugares onde se vao fazer
os mclhorameutos do jiorto.
Depois lia outra circuoislancia, pela qual en-
lendo (uenao possivel conceiler-se a companhia
asobras de um porto, e ostabelecer urna laxa em
favor de taes eompanliias. Na Franca, por exem-
po, dezenas de porlos sao melhorndos custa do
governo, |ion|ue as obras do melhoramento de
um porto por qnalquer omprea, phra sujeitar de-
pois todas as einbareaces nua. entraretu urna
laxa em favor dessa empreza, trariam e;n resul-
tado um monopolio prejudicialissimo ao commer-
cio. (Apoiados.) Consegunlempntp,*todas as na-
coes (piando tralam de inelhnramento de seus por-
los, o f.izein do modo que nao se affecte o com-
mercio.
Repito, pois, que nao pode havor susto algum
quando se diz qne o govenm lica sement aulori-
nado a cuntediT a construcro de doras nnmielles
porlos onde Ib rom reclamados esses melhora-
mentos.
Accresce, que no projecto de orcamonto que so
asta disctiiuido no senado, j acamara consignou
urna qrJbta para molhoramenios do porto de Per-
rminbih-o ; o, pois. osla manifest o pensamento
do govei'iio osle respeito.
A cmara sabe qual 6 a lopographf.i desso por-
lo; elle c tono aguas de dou ri
pooto que se uao:u ao mar, omzoodj ahi um an-
corndouro.
Esie aocoradouro por um lado defendido pela
trra llne e caes, o por otro lado por una gran-
de muralha natural, que se chama arrecifes, con-
tra a qual as ondas se arremessam. perdendo ahi
iodo o seu furor; de modo que as aguas do aoco-
radouro cerrem placidas e mansas como as de
um lago.
Portanto, senhores, para se tirar todo o partido
deste excediente ancoradouro, que urna verda-
dera dca, basta fazerem-se exeavacoes afim de
aprofumh-lo. Logo quo se consiga este melhora-
mento, naturalmente os navios poderlo atracar
aos caes, e dispensando assim o emprego de alva-
rengas, o que eonstiiue urna averba avuliada de
despeza para o dono do navio ou para os seus car-
regadorea.
E se o nobre ministro da marinha quizer refor-
mar, como parlicnlarmente Ihe ped, o regulamen-
to da praticagem, de modo a reduzir as grandes
despezas que se fazem de pilotagem, do amarra-
cao e mnvimento interno do porto, tambem por
esse modo contribuir para diminuirle da despe-
za do porto.
Sao estes os dous meios praticos que en conhe-
ci para diminuir as despesas que hoje fazem os
navios no porto de Pernambuco, despezas que se-
guramente sao excessivas e que por essa manera
podero ser reduzidas de 8 a 10 shilings por to-
nelada brasilcira, em lugar de 12 a 13 ; porom
seguramente para nielborar esse mo estado de
cousas e altcnder aos justos reclamos do commer-
cio, parece extraordinario que se pretenda adop-
tar o meio consignado no projecto que est no se
nado elevando a titulo de melnoramenlo ( anda o
repetirc) de 2o a 31 shilings a despeza actual de
12 a 13 (Apoiados.)
essa grande, incotiloslavel e urgente nocessidade. macadamisadas, machinas agrilas, navios a va
provando provincia de Pernambuco que somos
solcitos em promover seus progressos maieiiaes.
(Apoiados). Se o thesouro publica nao pode por
ora dar mais, tenhamos confianza no futuro, que
ser mais prospero, acabada, terminada a guerra
do Paraguay, e reorganisadas e restabelecidas as
nossas financas.
Eu nao sei qual o pensamento do governo a res-
peito do modo de eHectuar o melhorcmento ne-
cessario do porto do Recife. Nao sou interprete
das opinies do governo. Aqu s posso enunciar
as minhas ideas particulares. Pens por ora que
nao convm dar a companhias particulares o me-
lhoramento dos portes, e que olios devem ir sendo
feitos pelo governo segundo as torcas do thesouro.
Mas pode haver opiniao diffcrenle "e mais Ilustra-
da e experimentada que a minha.
Devo, porni, declarar que nao lendo, como tem,
o governo, aulorisacao ; que s os legisladores
Ihe pndem conceder, para Halar rom empiezas
particulares a construccao do portos, nao a pode
dar elle a companhias a respeito do porto do Per-
nambuco e neni de nenhiim nutro porto do Im-
perio.
Quanlo a dcas, porin, que conslituom a mate-
ria nica deste projecto, ou quero conceder e-.-a
aulorisacao ao governo, porque creio linucuieule
qne mnito convm que scjain ellas o.onsiruidas
por companhias particulares, sob todos os pontos
de visla em quo encare e aprecie a questao. De-
sojo que nao s o Rio de Janeiro, mas tambem os
demais portos do imperio possuam, consgatn essas
imp irlantes obras la i uteis u necessarias pros-
peridade e auguintos da uavegaeSo e do commer-
cio. (Apoiados).
Pnssemos atora qnestie do saber so, nao os-
lando ainda melhorado o porto do Recito, aclian-
do-se tal anal existe, OU nao conveniente all
construir dcas. Dizem os honrados representan-
tes da provincia qoe lem dca- naliiraos, possuc
caes eeteadidos pelo rio e trapiches allandegados.
.Mas islo ludo conslitue dcas ? Offerece as ga-
rantias das dcas, presta todos os serviros de urna
1 .Nao de corto.
Se houver lagar proprio para fundar-se una
doca, o que o governo estudaro, e decidir, de-
pois de exames profundos, so apparecoruma com-
panhia que a queira construir, se esta couipa-
ubia olfeiecer condiei's do garanlia e vantagens
ao governo e ao fisco, porque se ha du inhabilitar'
o governo a consentir na sua feitura ? Poique o
poden tero llio de Janeiro, Sanios, Maranho ou
outro porto,e nao ba de Pernambuco gozar desse
beneficio E' por otnoaa a nteres-es indixiduaes ?
Nada devem tiles valer diante das vantagens ge-
raes.
por. telegrapbos elctricos, caniinbos de ferro, e
lautas outras insliiuicoes promotoras de grandes
vantagens moraes e maleriaes, incitadoras de me-
Iboramentos e progressos, quelevantam, civttisam,
eiiprandocein. ''tinqnecem, illustram, gloriam um
paiz qnalqii'i' '
Ah I Nao decerlo. Recebemos do estrangeiro
mais induslriosi'. mas aninado do espirito inven-
tor, mais adiaulado nas sciencias appUcadas ao
bem-estar e aos aperfeicoamenlos physicos, mais
ciylisado, enilini, ideas quo vein fecundar entro
nos as fonlos de grandes riquezas escondidas, que
vein desenvolver os gennens de futuras prospe-
i idados.
Por minha parto soropre que vejo, qne poreor-
ro pazes estranbos, e noto os morimentos, os ca-
naos, as maiuifacluras, os o fim. que manil stain a grande imaginacao, o in-
ri enso poder c (breo do liomem, sempre* que ob-
servo a distancia que dessos paiz.es lia para o nos-
so. ancio, ambiciono, invejo a supenoridade dos
povos do Franca, listados-l'nidos, Inglaterra, Hol-
landa e outras tantas naces 1
Quero o bem, o progresso, o melhoraniento da
minha Ierra, oxal aeompaiihe ella a e*as nacftos
que mareham na dianteira das naoes euro
com a mesma celerWade e rapidez. Procuro, por-
tanto, esludar l o estudtr c ; l para conhocer,
aqu para deseobrir os meies da applicacao e da
iniplanlaco das cousas e instituicoes utis e im-
proficuas, o nunca faltara ao meu derer prestar
mcujraco concurso ao servico do paiz !
Onanto milia emenda, taiiihem eu a aceito.
porque nao ora p-isMvel snjoiiar as qutstes que
se den-in pnirc as companhias o o governo a um
jmzo especial s na crtr. Sr re estaboleeer um:i
companhia de dcas. por oxemplo, no Para, all
quo deve estar o agente dessa companhia qne
responda por todas as qoestdes.
Acho, porlnt, mnito razoavcl a disposicao
desla emenda, o por isso a adopto.
Sao estas as razos que tonho para aceitar as
emendas qne aoanam de se offerecidas pelo nobre
piulado do llio do Janeiro.
Vean :Votos, votos.
O SR. AUGUSTO 1>E 01.IVEIIU :Sr. presi-
dente, entre as emendas- apresentadas pelo nobre
deputado do Rio do, Janeiro e aceit; s pelo nobre
ministro da agricultura, una so refere BQ art. Io,
e outra ao 2".
A primeira emenda supprime as ultimas pala-
vras do arl. Io, do modo que o projecto s poders
autorisar a conslroccao do dcas n armazens, ex-
cluindo a idea do quaesquer outras obras mar-
timas.
A segunda emenda refore-se ao art. 2o relativo
ao melboramenlo do porto de Pernambuco, appro-
vado em 2a discussao o dispondo que, emquanto
eslao
e
lorto mercantil, que se possa appcllidar
do, hoje o que possue porto fcil e
commercio e navegaco pou-
~|e muito dinheiro
11 trapiches nao substituem docas, estas
ligadas ein todos os seus inleresscs com o lisco, e
aquellos nao. Alm disio com as condicoes exa-
radas no projecto, com os favores que* se Ihes
conceden), e que nao podem sor dispensados a
iiapjches, quanto nao ganliar a navegaco, quan-
to nao lucrar o commercio, quanto nao pronio-
veio os melhorainentos maleriaes e senao fac -
litaro as transaccoes mercanlis :'
ISo pois, proprio do projecto o artigo a res-
pello do porto de Pernambuco, que conslitue ma-
teria diversa e alheia, e sobro que j nos legisla-
mos o que era necessario no proprio orcamento
do imperio, satUfazendo assim suas mais urgen-
tes necessidades, com urna consignaco annual de
C00:000,5.
No projecto actual., s tratando de dcas e nao
de portos, nao occasiao apropriada para mistu-
rar as duas cousas diversas.
Por outro lado a excepelio de docas paia Per-
nambuco me parece contraria antes que favora-
vel aos mrlhoramentos exigidos por aquello gran
de emporio coiimiercial do norte do imperio, e
mesrao odiosa, parque as outras provincias rece--
bem o favor que denegado a Pernambuco. Se
la conyer far-se ha ; quando o governo emenda
que nao til a Pernambuco alli construir dcas,
se nao servir da aulorisacao, porque olla con-
cedida |iaia os portos que precisaroiii destos
eslabeleciinentos. Nao tem, portanto, razao de sor
una excepto to impropria.
J v o nobre deputado por Pernambuco, que
me honrou ao principio com o seu aparte, que eu
Ihes respond em occaiio opportuna, sem espe-
rar que o nobre deputado me avasso o reMtit
se. (Risadas.) ^^
O Sr. Augusto de Omveira :Se o projecto
so para dcas, desuecessario, porque o g.
no pode consentir na sua construccao, indeuen-
dente de lei.
O Sr. Pereira da Silva :E' um novo engao
em que labora o Ilustre representante de Pernam-
buco. Sem lei nao pode o governo conceder cons-
truccao de dcas com as eondicoes favores que
no projecto se doclaram e se niinuciani.
O Sr. Augusto dk uveiba: Todos sem excep-
Qao pode conceder.
O Sn. Pereira da Silva : Ento i>o sabe o
nobre deputado da: dispesices das nossas luis. On
obriga-me o honrado deputado a deiuorar-uie
mais algum lempo na tribuna para examinar as
condicocs e favores consignados nesie projecto, e
ir-lhe seu erro.
Voto por e.-le projocio assim emenda*) como
piopuz, por n'elle deparar ideas e providencias
as mais vantajosas aos melhorameuto; materiaes
n ao* progresse vordadeiro, que devemos anhelar.
Voto porque tende a chamar e attraMr ao seio do
paiz capitaes, industria e nlelligencia osli angeira.
c tudo temos a ganhar com esse facto pliysica-
mente e inoralinenle. (Apoiados.)
Mando meso as tros emendas, que me re-
fer, e espero da cmara a sua approvaco. (Muito
bem, muto bem.)
Vo mesa esio apoiadas as segnintes emendas:
Vm mesa, sao lidas, apoiadas e entram cofi-
juntamente em discussao as seguinies emendas :
Supprim.im-se no art. 1 as pajavras desde
quaesquer outras obras, etc.at o fim. Pereira
du Silra. >
a Ao 13, em vez dena capital do imperio
dga-senos lugares em que tiverem seus estabe-
lecimenlos.Pereira da Silca.
Supprima-se o art. .-*-Pereira da Silca.
O SR. AUGUSTO DE OLIVEIRA :-Sr. presi-
dente, antes de oceupar a attengao da casa eom
algumas observaeoes que tenbo do fazer acerca
das emendas apresentadas pelo nobre depntado
pelo Rio de Janeiro, desejara ouvir a opiniao do
nobre ministro da agricultura....
O Sn. Mimstro da Agricultura :Peco a pa-
lavra.
O Sn. Augusto de Oliveira :... acerca
d'ellas, porque eslranho que seja o nobre deputa-
do pelo Rio de Janeiro que as tenca aprosenlado,
sendo autor do projecto o nobre ministro da agri-
cultura.
Aguard as expcaeoes do nobre ministro para
fazer algumas observarles acerca dessa materia.
Quero nicamente pergunlar se o nobro ministro
adopta essas emendas.
O SR. ANTAO (ministro da agricultura) :Sa-
tisfazendo aos desejos do-Ilustre deputado por
Pernambuco, vou em poncas palavras dizer o mo-
tivo por que aceito as emendas apresentadas pelo
nobre depulado pelo Rio de Janeiro.
OSr. Barros Barreto :Muita forca tem o no-
bre deputado pelo Rio de Janeiro !
O Sn. Ministro da Agricultura Coineearei
pela emenda da suppressSo do 2" art. do projecto,
em quo se declara quo nao se condflerao Socas
em Pernambuco, emquanto nao se fizerem as obras
do porto.
Na segunda discussao, tendo-se approvado o 1*
5, pareceu que esta emenda resakava 0s escr-
pulos de consciencia dos nobres doputados por-
que, decarando-se no 1 que se raculta'va ao
governo o direilo de fazer eoncessoes para o esta-
beleeimenlo de dcas e outras obras que interes-
an ao commercio e navegaco, os nobres de-
potados enxergarara nesta disposicao a possibili-
dado de qualquer governo no futuro fazer a con-
enssao a una companhia para as obras do porto
e entao os escrpulos dos sobres deputados ica-
vam resalvados com o art. 2o, que declaravaque
as dcas seriam construidas depois que as obras
do porto fossem feitas pelo governo,.'como era a
opiniao do nobre ministro da fazenda, que assim o
linlia annunciado na casa.
Como A ,l>e, pelo projecto o governo
pata desancoprlatos 00
forma du procedo suuunario da le de 1868, lei
alias destinada s para as estradas de ferro. V.
Exc. tambem sabe que m jWca$ ieem de ser esla-
beleeidas nos pomos mais imporlatfM dos porlos
maritimos, onde etislem edificios de grande va-
lor ; e portanto couvlria adoptar todas as cautelas
e precauces para garantir cm toda a sua plenitu-
do o direilo de propriadade.
Eu comprehendo que os inleresscs dos proprie-
tarios nesta corte, clfondidos |>or qualquer con-
cessio do governo, podem preeurar sua defeza
pela imprensa e assim despertar a attenelo do
governo quando estiver desviado das regras de
justica. ^las os proprietarios nas provincias mais
remotas, como sejan o Para e o Maranho-, que
difflculdado nao tero em vir a esta corte advogar
os seus inieresses 1 Nao seria mais racional que
contratos desla ordem sempre liesmem dependen-
tes da approvaco do poder legislativo, do mo-
mento em que as desapropriaettes teem de recahir
sobro propnedades do valor?
Eu, senhores, sou avesso a tudo quanto au-
lorisacao desta ordem. Entendo que os inieresses
em ultimo recurso devem ter um lugar para a sua
defeza, e esse lugar a cmara dos doputados,
verdadeiro tribunal de opiuio publica, onde os
nteresses legitimes e honestos podem sempre en-
comiar vozes conscienciosas para desaggravar-los
de qualquer dffensa qne Ibes queiram fazer as
maquinaedes de reposteiro nas eoncessoes menos
reflectidas e menos justas.
Nao ha.inconveniencia alguma, senhores, em
que os contratos feitos para as provincias flqnem
dependentes da 'approvace do corpo legislati-
vo. Cumpre nolar, se liz excepcao da proviucia
do Rio de Janeiro, porque os mtere-ses aqui
podem ter fcil defeza na imprensa, vantagem de
que nao gozam as provincias mais remotas.
Se a construccao de dcas no porto de Pernam-
buco na rcalidade dispensavel, a sua nocessida-
de nos mais portos do imperio uo me parece tao
urgente, e palptame, como pensam os propugna-
dores desse projecto. Antes de dcas, julgo, Sr.
presidente, que existem outras necessidades a at-
tender, necessidades altamente reclamadas por to-
do o paiz, c por consegumte de interesse mais m-
medialo. De preferencia essas grandes cons-
truccoes dispendiosas e fura do nosso alcance,
conviria antes tirar todo o partido possivel dos
nossos elementos natoraos. Em um paiz novo
como o nosso, para o qual a natureza oi tao pro-
diga, onde existem tantos porlos e enseiadas ac-
cessiveis e de fcil abordagem, dcas seguramen-
te uo podom construir urna necessidade da mes-
ma ordem, como nos mais paizes para os quaes
a natureza foi menos favoravel, e onde as docas
sao antes verdadeiros portos artitciaes. (Apoiados)
So se quer prestar alguma attencao ao nosso
commercio martimo, como muto conviria, trte-
se quanto antes de vener quaesquer obstculos
para que os nossos portos possam receber navios
este porto nao der entrada a navios de toda a Iota-1 de todas as lotacoes, desobstruindo-os, aprofun-
Todavia, Sr. presidente, eu nao faria questao
destas duas ideas, quo foram omiltidas no projecto,
j nem lao pouco da emenda que supprime o additi-
vo referente ao porto de Pernambuco, so porven
tura eu estivesse corto de que o gabiuote actual
leria urna longa vida. Couuo iuleiramentc na
sinceridade das declaraces feitas pelo nobro mi-
nistro da agricultura :' t> quando por qualquer
motivo nao pudesse confiar, bastava-me ver no
gabinete actual o nobre presidente do consoHio
para eu estar seguro de que os inieresses de
Pernambuco seriam sempre bem defendidos^ por-
que julgo que S.'Exc. um vardadoiro protector
para tudo quanto fr necessario prosperidade e
engradeciinento da minha provincia.
cao, nolle nao se possa fazer dcas.
dando-os e fazendo tudo o mais que fr necessa-
rio ; e afim de offerecer maior seguranea a na-
vegaco conviria mandar construir, quanto antes
pharots em toda a costa. Pelo quo diz respeito
s commodidados commerciaes dentro dos portos
dando tuna questao que tem suscitado tantas du- i sao sulicientes caes onde possam fcilmente atra-
vidas, eu peco lieenea a S. Exc. para lavrar ler
O nobre ministro da agricultura fundamentando
essa emenda supprossivii acaba de nos fazer im-
portantes o>clraooes. Agradocendo ao nobre
ministro esse servico que acaba de prestar ekici-
mo deseas suas doclarai oes. as qoses se eifraui
no segninle : isto S. Exc. diste que as obras de
porlos devem sempre correr por mota di governo,
que dcas eram ennstruccoes do natureza diversa
da de obras para melhoramontos de portos; o que
pelo que diz respeito a provincia de Pernambuco,
na aulorisacao concedida por este projeto nao se de-
ve confundir dcas com as ebeas piopriamento di-
tas do melboiaiiiento do porto dessa provincia, obras
estas que o gabinete actual j se comprometteu a
mandar fazer, tendo'para esse fim Ihe sido consig-
nado fundos na lei do orcamonto.
Essas declaraces feitas pelo ministerio, em-
quanto elle existir, serven para por termo a cor-
las ideas especulativas sobre o mellioramenlo do
parto de P-rnanibuco, e quanto ao futuro, parlindo
essas declaraces do proprio autor do projecto,
devem serapre'ser consideradas como interpreta-
cao authenlica do seu puisamcnlo. *
Se setratasse,Sr. presidente, de urna obra ordi-
naria, embora importante, como as de que nos oc-
cupamos todos os dias, se o artigo nao se referisse
ao melhoramento do porto de Pernambuco, qoe no
meu eo.tender lem nao s um grande alcance po-
ltico o commercial e acha-se em posieu > loda pe-
culiar, eu de bono grado, aceettanflo as declara-
ces do nobre ministro, volara pelo projecto e
emendas; rom julgo qoe ningucm pode por
um s momento desconhecor qual a importancia
polaca e commercial do jnflhormento do porto
de Pernambuco, nem as eirenmstancias que lti-
mamente se tem dado a esse respeito.
Eu nao cansarei a attencao da cmara, lem-
brando-lbe todos os pontos do globo quechegaram
ao maior grao de proprfedade e de grandeza s
em consequencia de suas respectivas poscoes
geographicas; apenas lembrarei em temposreme-
los Cartlago e Venoza. o nos lempos mais moder-
nos Trieste. Genova, llamburgo o New-York.
Quem lancar um s momento os olhos sobre o
nwppii-muuao hade reconhecer quo o porto do
Pernambuco, achando-se situado na parte mais
oriental da America meridional, lem um futuro
de prosperidade e de grandeza para o eommoreio
em geral, e um ponto de auxilio, como porto de
refugio, para prestar soecorros a humanidade nos
casas de adversldade uiaritima.
Sendo um porto central, por assim dzer, na cos-
ta da America meridional, elle pode proporcio-
nar extraordinario dcsenvolvuienlo ao nosso com-
mercio em todas as suas relac.es entre as diver-
sas provincias e com o estrangeiro ; e quanto a_
essa immensa navegaco de longo curso, que per-
corre o vasto ocano atlntico, otn vista da ten-
dencia do seculo actual, da navegaco de vela ir-
se gradualmente transformando em vapor, o
ponto natural para os supprimcntos do combusti-
vel, refrescos c tudo mais; e nos casos de adver-
sidade, tambem o ponto natural que pode pres-
tar todos os auxilios aos navios qoe, balidos pelas
tempestades, seuipro procuram um logar onde
obtenham soecorros e possam reparar suas ave-
rias.
A cmara sabe que nao basta o nobre deputado
pelo Rio de Janeiro e o nobre ministro da agricul-
tura vireo asseverar, comofizeram ha pouco nesta
casa, que nao se devia confundir dcas com me-
Ihnramentos de portos, para que nao possa haver
urna opiniao contraria, e para prova desta minha
assenjao citarei.o projecto que se acha no senado,
o qual confunde estas duas cousas que SS. Excs.
parecem tao distnctas.
O Sn. Pereira da Silva :Logo que passe este,
o outro nao tem valor em relaco a dcas.
Porm ningucm .pode asseverar qual ha de ser
a duracao desic gabinete, ueni afiancar a nterpre-
tacao que ter o presento projecto para futuro por
parte dos seus successores. (Apoiados).
Ligando eu, Sr. presidente, tanla importancia ao
melhoramento do porto da minha provincia, V.
Exc. comprehendo que eu nao devo, por forma al-
guma admittir nina idea que possa cootraria-lo;
e desde o momento cm quo o projecto, ainda na
hypothcse mais longinqpa, pode suscitar a mais
leve suspeila de contrariar osse grandioso raelho-
laine.nto, acha-se para mim nas condicocs da inu-
her de Cesar, devo repudia-lo.
Reconheco que pronuuciando-mc por esta for-
ma talvez desagrade aos ministros do actual ga-
binete, a quem respeito e estimo. Porcm, senho-
res, nao a pnmeira vez que a cons
dever impo ao coracao J
sacrificio.
do homam um doloroso
1* condieao ou favor.Pode o governo conceber
urna lei que autorise a urna companhia qualquer
o emiuir tiiulos, como sao os wamenl/, endossa-
veis, transfenveis e negociaveis nas piaras com-
merciaes, e que portanto sao admittidos a cireu-
lacao ? E' urna verdadeira emissao essa dos wa-
ments2 e pela nossa legslacao nao perinittda
ue muito ainueiro conseguem emissao nenhuma de ttulos. (Apoiados.
itra.a_ deteriorarlo das mercado- 2- wndicaoou favor.Pode o govt
Pensando ou que era preciso tirar todas estas
difflcnldades, eptendi-me com o Ilustre deputado
qne offereeeu as emendas, e lhcdisse que naodu-
vidarii. acceder retirada d'este artigo additivo,
comanlo, porm, que se salvassem aquellas de-
pressSes do 1, que podiam trazer a idea de que
seria permitiido fazer eoncessoes companhias
para o porto de Pernambuco, embora expressa-
mentc tal faculdade nao se achasse no projecto,
que apenas limitava essa faenWade para a cons-
truccao das dcas.
O Sr. Augusto de Oliveira .Eu j ti ve a hon-
ra na 2a discussao deste projecto de demonstrar
cmara que, a titulo de mellioramenlo para o polu-
to de Pernambuco pelo projecto no senado a que
acabo de me referir, se quer fazer dcas estabele-
cendo laxas, que do o seguinte' resultado, i
que os navios, em lugar de pagar.em por tonelada
brasilcira, como actualmente, de 12 a 13 shilings,
leriam de pagar de 2o a 31 shilings. (Apoiados).
car as embarcaces ; quanto ao resto a fazer, dei-
xe-se essa trela ao instincto do proprio interes-
se commercial, fazendo o governo pelo seu lado
nos edificios das alfandegas as obras e pontes ne-
cessarias para facilitar a descarga de navios e
assegurar mebior a arrecadaeo para a renda p-
nica. Pelo qne diz respeito s outras necessida-
des do commercio em geral, muito mais urgentes
do que dcas, sao seguramente telegrafo* elc-
tricos, \:.s de communcacoes de diversas espe-
cies, e sobre tudo o aproveitamenlo de centenares
de leguas de estradas naturaes, que offerecem os
nossos rios, nos quaes convm promover c auxi-
liar a navegaco vapor.
Eis pois, Sr. presidente, as razoes que me le-
van) a ainda persistir na minha idea emittida cm
1" discussao. isto que nao vejo no projecto a
utilidade transcendente que quer o nobre orador
pelo Rio de Janeiro. E domis, para provar a sua
desnecessidade e inulilidade, basta dizer que o
governo j est pelas leis ordinarias autorisado
a emprehender obras idnticas s de nue trata o
projecto; e o nobre ministro da agricultura pa-
rece estar do accordo commigo sobre este ponto,
visto que S. Exc. at nos disse que, em virtude
da lei de 1 de oulubro de 1828, j o governo es-
lava autorisado a mandar construir quarquer
obra que fosse conveniente ao servico publico.
Por out o lado j o governo foi autorisado pela
le do orcamento, cuja discussao pende hoje do
senado, para confiar a carga e descarga dos na-
vios a companhia; portanto, no que diz respeito
arrecadaeo da renda publica, j existe a ne-
cessara disposicao legislativa ; por conseguinte o
projecto inteiramente desnecessario.
Para nao repetir tudo quanto pondera a pri-
meira voz que oceupei a a#encab da cmara, nao
entrarei em una nova analyse de diversas dispo-
siees do projecto, que sao todas desuecessara;;
apenas lembrarei a que se refere s laxas. Para
companhias particulares nao se torna necessario
a interveneo do governo para que ellas possam
perceber a ttulo de taxas o pagamento dos servi-
dos que prestem; porem para as companhias com
carcter publico essas taxas, tornando -se verda-
deiros impostes, haveria neste caso verdadeira
delegacao ao governo por parte da cmara de
urna alta allribuico que Ihe privativa, como a
da iniciativa dos imposlos.
Quanto disposicao do projecto relativo aos
icarrauts e de que se mostrou tao maravilhado o
nobre deputado pelo Rio de Janeiro, esses ttu-
los nao sao mais do que os recibos de depsitos
de mercadorias, j em uso entre nos e que cons-
tituem materia de nossa legislaco commercial.
Em minha provincia todas as transaccoes realza-
das sobre o algodo, um dos artigos mais impor-
tantes de produeco, se fazem por meio destes
recibos de deposito ou n-arrants que sao passados
pelos armazenarios -ou prnsanos, e que por in-
lermedo de correctores sao por via do endosso
transferidos. Por conseguinte para que nas d-
cas se possam dar recibos de deposito ou uar-
Eu vot contra este pr jecto e suas emendas,
porque entendo, nao so que elle desnecessario,
mas principalmente porque em urna hypothcse.
elle pode, prejudicat o melhoramento do pon
de Pernambuco : portanto em ultima condusao.
declaro que ca materia que de uteresse vital
para a minha provincia, presciudo de quaes-
quer consideracoes para ministerios a quem quer
que seja ; etimpro um dever sagrado, son ante-
que tudo deputado por Pernambuco. (Apoiados.)
Tenbo concluido.
O SR. BARROS IJARRETO :Embora, Sr. pre-
sidente, ou (piando enectui a discussao deste pro-
jecto houvesse declarado que lencionava oceupar
ainda outra vez a tribuna, todava, depois que o
honrado Sr. ministro da agricultura declaren que
aceilava a emenda que cu lira a honra de offere-
cer, e quo a cmara, tendo a generosidade de
adoptar, faz agora parte do projecto, julguei-me
desobrigado de fallar ainda sobre este assumpto.
Como, porm, o honrado deputado pela provincia
do Rio de Janeiro, de accordo, segundo cuvi, com
o nobre ministro da agricultura, quer snpprimir
o additivo que o nobre ministro adoptou e a c-
mara approvoo.cu levanto-me para protestar con-
tra* todo c qualquer daino e prejnzo que da exc-
eucao do projecto possa provir a provincia de Per-
nambuco.
Sr. presidente, a questao das docas, cm relacac
a Poruaiidiueo, nao e tao fcil de decidir-so, nem
de tao pequea monta como acreditan! os nobres
deputados.
Entendem elles que o estabelecimento do docas
all nada tem que ver com o melhoramento de-
porto do Recife, visto que podem ser construidas
independente deste melhoramento.
Semelhante opiniao nao tem fundamento, por-
que a localidade escolhida para as docas ha do de-
terminar nccessariamenle o projecto que deye sor
adoptado para o melhoramento do porto : no po-
de ser urna obra estranha a outra.
latir mra "ilisnr niii
Passando, portanto, ao !, em que smento fica
o governo autorisado a fazer concessao para o es-
tabelecimento de dcas, taes como sao conhecdas
e suppnmindo-se aquellas outras palavras, a con-'
sequenm lgica que deve-se snpprimir o artiau
additivo.
I r>p'i"^A a,
Portanto, senhores, essa distinecao, que hoje
parece to clara aos nobres deputados, nao tem
sido considerada assim por ontros n nao sei se
no futuro nao haver quem, diseordnado de nos,
nao queira reahsar a idea consignada no mesmo
projecto que se acha no senado.
E demais, senhores, a construccao de dcas no
porto de Pernambuco me parece mesmo consa
impossivel, porque, como j foi ponderado nesta
casa pelo meu nobre collega, e amigo, deputado
portanto, mais que evidente que o projeeto por
Sse lado i ainda desnecessario.
Infelizmente para os apologistas do projecto,
elle lem ainda outro inconveniente, isto de ter
duas lacunas notaveis.
Para qualquer deputado por Pernambnco sera
porventura indifferento que seja esle ou aquello
ponto escolbido para as docas, que saja este ou
aquelle projecto adoptado para omelhoramento do
porto do Recife ? Nao senhores, nao ha depntado
de Pernamjfuco que a esse respeito mostr indif-
ferenca. (Apoiados.)
Se o projecto adoptado fr o do Sr. Neate o qual
parece ter a seu favor as maiores adhes5es,a pro-
vincia ha da receb-lo com indisivel repugnancia,
porque o bello aspecto da cidade do Recito ha de
ser mudado, o rio ha de ser desviado da parte da
cidade, e esse desvio causar prejnizos extraordi-
narios, causar talvez a ruina do caes e edificios
da linda ra da Aurora.
Serao alin disto deslocados interesses commer-
ciaes de urna cidade importante de mais de 120
mil almas, e de igual quantia o movimento an-
nual dos valores commerciaes que alimentam a
navegaco.
O Sr. Ministro da Agricultura : Podem-se
estabelecer docas sem se tocar no porto.
O Su. Barros Barreto :Em que lugar?
O Sr. Mi.Nismo da Aoiiui .tira :-No lugar em
que a propunha o prim iro projecto, e com o qual
o nobre depulado concordou.
O Sn. Barros Barreto : E quem me"garante
que a doca ser estabelecida nesse lugar 1 V. Exc.
ter com o seu ministerio urna existencia mathu-
salenica para que possa afflrmar que esta lei ser
executada pelo seu ministerio e nao por um ontro
que possa desvirta-la, tornando-a fatal para Per-
nambuco T
Sao estas consideracoes que me levam a rece-
ber com a maior repugnancia essa emenda que
- taboa
", .. .. vai fazer desannarecer do projecto a nica tanoa
mft nao precisa nova d,spos,cao leg.slat.va; J^"qPuPe iiava para a minha provincia.
J ti ve a honra de mostrar a cmara, por occa-
siao da 2" discussao, que o projecto nao consagra-
va o principio da concurrencia, condieao esla ne-
cessaria e indispensavel todas as vezes que se trata
de contratos pblicos. A segunda que, urna vez
que o governo pode fazer contratos que interessam
as provincias sem ser obrigado a ouvir as respec-
tivas autoridades provinciaes e s respectivas
pracas commerciaes, deviam taes contratos ficar
governo, iode-1 Portanto, nao tetdio duvida em aceitar c-a.np- ?r Prnianibuco, a^elU^'poilp iw'lua natureza I dependentes da approvaco do poder legislati-
Apoiados.)
Mas se o nobre rainisiro insiste pela suppressao,
e a cmara est resolvida suppnmir esse artigo,
ento resta-rae somonte em nome d;' provincia ao
Pernambuco, declarar o gabinete de 16 de julho
responsavel por todos os damnos que da execu
de semelhante lei resultaren minha provincia.
(Apoiados.)
O Sr. Ministro da Agricultura : Eu lomo a
responsabilidade.

Ninguem mais pedindo a palavra, e pondo-se a
votos o projecto, approvado com as emendas, e
sendo adoptado, c remetlido commisso de re-
daceo.


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