Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11939


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Full Text

V
AMO XLV. NUMERO 207.
*""e-
PARA A CAPITAL E 1GABES OIDE IAO SE PACA POJTE
mslS. :::::::::.......... fifis
fi*tuiero valso ..... **' ^
SABBADQ II DE SETEMBB DE 1869.
PABA DENTBO E FOA BA PROVIWCIA.
Por tres mezas adtaiHados..............
Por seis dilos ideo...........
Por no\i ditos idem............'.'
Porumanno............
OfWO
43*800
20B0
27|000
DE PEMAMBCO
Prqiriedade de Manoel Eguera de Faria & Filhos.
SAO itliVTI^ :
--""-^
Pereira d'Almdeda,
N^^rr^-r.^^^
a proro-
PARTE OmCIAl.
tioverno da proviucia.
MACHOS DA VICB-PRESIDFAT.IA DO DA 4
DE RTUMBRO Df. 1869
Anna Laurinda do Siqucira Varejo. Passe
i> 'Hara nomeando a supplicante, professora da
-adeira da villa do Buique.
Antonio Itibeiro de Figueiredo.Junte ccrtido
casamento.
Comm Elvira de Araujn.Cotfcda-se
sarao pedida sem ordenado.
Domingos Jo- de Antro unVote ao Sr. ins-
pretor daUtnsouraria de .u-nJ i, para informar.
Fabiao Jos de Figueiredo.Informe o Sr. co-
lonel coinmandante superior da guarda nacional
los municipios de Santo Anio f-Esrada.
francisca Marina de Ifsns. Concedo vinle
lias.
Paire Francisco Joo de Azevedo.Informe o
Sr. couselheiro director da Facu! lado de direilo
dita eidade. ,
Padre Francisco Virissimo Bandeira.Dr se.
Ilenriqneta Amelia d Menezes Lira.Se!, rt-
iii ivida para a cadeira de Abreu do Una.
Jos Paulino doMessas. (l supplicante j foi
inspeccionado.
Joaquim Bernardo da Cunta Barba. Informe o
Sr. coronel rmnmandanie superior interino da
puarda nacional deste municipio.
Joao Marinan Raes BarroM.lu irme o Sr. ins-
pector da thosouraria de fazAlla.
Joao Hermenegildo Xavier de Salles.Passe
-unitaria removendo o supplicante para a cadeira
da povoaeodo Sanio Amaro de erinbem.
Joaquim Uartms Moreira. -- Informe o Sr. ins-
pector da ihesouraria provincial.
Padre Jnai]uim da Cunta Oavalcanti.Informe
" Sr.Jnspector da thesouraria provincial.
Joao Mainel do Ol reir.Concedo o prazo pe-
dido.
I-iao Jos de Carvalho llora'!*. -Ao Sr. coronel
1 en mandan te iiperior nterin i da guarda nacio-
nal deste municipio, para informar.
Marcelino Gomes de Andrad .*.Iteqaeiraao pre-
sidente da provincia da Babia.
Thercza Emilia deSouz: Cr es.Como re-
Repartido da polica.
2a seecao.Secretara da polica de IVruambu-
co, 10 de setenibro de 18i'.>.
N. 13U3.Illm. e Exm. Sr. I. vo ao eonheci-
niento de V. Exc. que, segundi consta das parl-
<-pac5cs recebidas nesta repartico, foram hon-
lem recolhidos a casa do detengo os seguimos
individuos :
A' minia ordein. HaimcI J VarUog, por cri-
nic de resistencia.
A'ordem do Dr. juiz espacial do commercio,
Joan Baplista dos Sautos Ca'minha. por crime de
Itiebra culposa
A' ordein do subdelegado de Santo Antonio,
Vlexandrina Mara Vicuncia da Silva, por offensa
moral pul
A' nrtm*e S. Jos, Union') AWcs-do as-
cimento, por desorden) ; c Amaro, eterno do Dr.
Jos Vicente Ruarle Branda i, j.^." fgido.
A' ordem d da Ba-Vista,o,Di ; i, cuno suspei-
i i de ser eseravo e andar fgida S Francisco Pe-
reira Vidal, por disturbios. i
V ordem do dos Afogados, Manoel Pereira de
tirito, por disimilis.
Deas guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel do Naseimento Machado Portella vice-
presidente da provincia. O c!iefe de polica
Francisco de Assa Oliceira Macal.
dmdues, vogsos concidadaos c estrangeiros, que
volunlariamente e sem cessar tem vindo abrgar-
se entro os exercitos adiados ; ahi estao esses mi-
Ihares de test.emunlias da mas estupendas crue-
zas o outras tantas victimas salvas pela bumani-
dade dos alliados, para explicar a prolongacao des-
la lula e jusiificar a causa da allianca ante Deus
e os povos chrislSos.
iossem os alliados dirigidos pelas vistas am-
biciosas que alguns Ibes suppunham, e nada tea
servido tao efflcazmenXe a seus planos do conquis-
ta como cssa obra de exterminio material e moral
a que o inimigo votou todo o povo paraguayo, om
holocausto causa de un s homem.
Os alliados, porm, nunca tiveram outro pen-
samento que nao fosso o do sen direito e seguran-
?a futura, e souberam conservar-se na altura de
sua civillsacao.
queltcs feitos de inaudita crueldade o de ver-
dadeiro snleidio social oppunham a firmeza de
suas condignas iniencocs, combinada coui a uiais
generosa benevolencia para com os vencidos e pa-
ra com as familias destes, que todas tinham sido
condemnadas nudez, forne e a degradacao
moral.
* Vos sabis, senhores, qu nao ha exageracao
noste quadro, mas apenas urna paluda imagem
das tristissimas scenas que lodos temos' presen-
ciado. Epelo que respeita poltica dos alliados e
a magnanimidade com que tem sido ella obser-
vada, sois tambem teslcmunbas presenciaes e in-
suspeitas.
Milhares de prisioneiros vivem satsfet03 no
centro de nossas povoaQScs mais adiantadas, e
aqu ni propria capital do Paragnaf a philantro-
pia dos alliados levantou un asylo
das miseras familias privadas de sciis protectores
naturaes e assini atiradas pela raao do seu oppres-
sor om nieio dos deserto?.
* Faltava ainaa, senhores, a essa poltica justa
e humana satisfazer urna aspirarlo que honra o
vosso carcter e patriotismo, e era consenlanoa
com as vistas e mutuos compromissos dos gover-
nos alliados.
Os triumphos successiros da allianca liberta-
rain una grande parte do territorio paraguavo,
inclusivamente a sna anliga capital. Consideravel
populacao nacional e oslrangeira affluio a esta ci-
dado e suas circumvizinhancas, subindo o sea nu-
mero diai iamenie com as familias que o progresso
das armas alijadas vai.resgatando o reslituindo
vida social.
* A falla de um governo nacional e civil era
sensivcl as necessidades dessa numerosa popula-
cao, e alimenlava a falsa crencado que o mellior
do povo paraguayo eslava voluntariamente com o
inimigo da allianca, ainda depois de suas tremen-
das hecatombes ; quando a verdade que os ci-
dados mais importantes por seu carcter einlel-
ligencia, aquellos de quem depende o futuro do
sua patria, lia milito se puzeram do lado da al-
Manca, cooperara para o seu completo triumpho, e
desejam lomar mais eflcaz a cooperario dos op-
primidos contra o oppressor.
Pois bem; desde que os governos alliados
conhereram perfeitamente a generalidade e lorga
ca desses sentimentos, procuraram por-se do ac-
cordo sebre os uieios de ccacilar seus diretos de
belligerantes com os votos da populacao para-
guaya amTg,, e a creado do geverno provisorio
tornou-se para ellos urna idea digna do mais ge-
neroso arolhimenu.
Era, na verdade, a mais significativa prova
que os alliados podiam dar a todos de suas ami-
gaveis intenedes para com o povo paraguayo, sem
faltar ao que a honra e os dreitos de suas pro-
prias ncoes exigen) como repara^Ses de um pas-
sado doloroso e garantas do futuro, que deve ser
seguro e lisongeiro assim para os Paragu;no co-
mo para seus vizinlios.
Mais de urna dilieuldade se oppunha res-
I iza cao daquelle duplo pensamento, mas todas fo-
ram vencidas, gracas boa vonladc doi governos
alliados cao vosso patriotismo, e de muitos oulros
paraguayo? distinctos, que souberam comprehen-
der seus sagrados deveres nesta gravissima crise
porque ha quatro annos est passamlo vossa pa-
Iria, crise eujo termo j sorri a todos os coracoes
bem formados.
O governo provisorio nao' correspondera a
sanlidade e grandeza de sua missao sem o con-
curso espontaneo de seus compatriotas, aqu reu-
nidos pelos vnculos de origem c pelas desgranas
que a todos feriram c igualaran).
Esta condicao dependa de vos e smeme de
vos: a rcltgio do patriotismo e o brailo unisono
de tantas victimas sacrificadas nejo inimigo com-
mum_ a realizaran! promptamdntc.
< Era ao mesriio tempo indspen^avel que a elei-
co do povo redimido pela allianca offerecesse aos
aMiados a garanta de que nao podiam prescindir
as pessoas de seus escolhidos : Vos, senhores do
governo provisorio, tendes em vossas conscieacias
e em documentos atithenticos a convicrao e o tes-
temunuo de que os representantes das nac,oes ai-
liadas., assim que foram informados das candida-
turas majs populares, pelos seus orgaos compe-
lenies, nao tiveram que indicar nem excluir pes-
soas, e apenas vos pediram a consagracao de um
principio, o principio de concordia, que aesejavam
ver syinbolisado em o novo governo, como j viam
geralmentc adoptado entre o povo.
Por minha vez dou testemunho de que o ac-
tual governo provisorio una .representarlo feliz
daquelle pensamento poltico, to necessano ro-
generacao e paz futura do Paraguay. Nao hesito
em afflrma-lo ante vs e os alliaaos, pelo conheci-
mento que tenho do carcter e sentimentos dos
distrtetps rardes que o cojnpSem, e porque prc-
senciei o livre e sympathico enthusiasmo do povo
noticia do triumpho eleitoral dessa combinacao.
t Difftcil. mu difflcl a missao lio aetnal go-
verno paraguayo, quando v em torno de si tantas
lagrimas e desgracas, e encontra qnast de todo
aniquilado os poucos elementos de riqueza e or-
ganisaeao social qne tres dicladnras eoneeneram
a este -pew no longo periodo de mais de meio se-
cuto.
t As necessidades sao muitas e imperiosas, os
recursos excassissimos, mas essa mesma situacao
impie a todos os bons paraguayos o maior sacri-
ficio, e a f na sal vacio de vossa patria vos dar
torcas para superar todas as difliculdados do pre-
sente e laucar os fundamentos de vosso futuro.
* Senhores de governo provisorio, eneetai com
f a vosea empreza patritica, e confai para ella
com as sympathias e o concurso da amsade dos
alliados, eujoe direitos, estou certo, sabereis res-
pettar.
Q accordo dedejunho deste anuo, cujas
condicSes aceitastes plenamente, e a eordialidade
da* ronliinrr'n q*e o foverno imperial tem sem-
pro protossado repblica do Paraguay, serao,
los empregados por urna e outra por parto do Brasil, as normas e os movis das
A naliiralmi'iilp. se1 nnt-oe rIaruaCL AmpiatK fiiip.Ho.sdA hoif
Prez, representante da repblica Argentina. Eis
o seu discurso:
Exms. 8rs. Cabe-me o immenso prazer de
saudar nesle dia, em nome do governo argentino,
e como seu comiuissario especial, ao primeiro go-
verno Jure-da repblica do Paraguay.
Levantado as aras da aura popular, sua base
inabalavel existe no sentmento de amore de con-
cordia entre as potencias alliadas e os habitantes
desta parto do territorio libertado pelo esforco de
inssas a'nias.
Gomo representaate de um governo alliado,
esta parte de minba missao me tanto mais aera-
davel, porquantfr vejo na janta governaliva provi
sona da repblica um triumWrato de pessas que
por suas ideas libenee, por sna lllustracao e ten-
dencias progressistas sao una garanta positiva de
que com mao benfica saberlo fazer desappanecer
a negra nonle de urna tyrannia sanguinolenta de
sessenta annos, propendixk para formar a felici-
dade de sua infeliz patrie. Um triumvirato, repi-
to, que tem por principio de poltica a unao e con-
cordia para seus concidadaos; a fiddidade, a
consderac,ao e o afecto para com as potencias
alliadas; um decidido proposito de fazer desappa-
recer o inimigo eommiim, e alistar sua Jnfeliz
patria no numero das sociedades civilisndas e
chrisiaas. v
E' para mim um grato dever o andar a Vv
Excs. neste dia grandioso, aurora de urna nova
poca para a repblica, e o mais o poder one-
cer ao governo provisorio o concurso moral e ma-
terial da repblica Argentina para seu sustent-
culo e desenvnlvjmcnto.
Assim os principios sacrosantos que nao gua-
para soccorro' do a allianca nesta prolongada luta para e trium-
pho da liberdade e da jusiica learao patentes ao
mundo.
* Ella tora evidenciado com este fado qne nao
pensou em outra cou*a ao empunhar as armas so-
nao em buscar o desaggravo de offensas injustas
e nao provocadas por um d.'spota sem freo, sal-
var a sobdfcnia da repblica de Paraguav, o pro-
curar que se formasse Helia um governo livre.
que dsse garanta do paz a seus vzmhos pira
que juntos desenvolvessom suas relacAc* coni-
muns, seu commercio e sua industria, cultivando
as melliores relafBtt de amigado.
Em acto tao solemne nao posso eecnsar-me
nisa a borda de um arecioieto, vcrlendo lagrimas
de sangtie pelas per* de tantos lilhos Ilustres,
nnmolados horrorosamente pelo brbaro Caim
americano, Ser de nossos dias, abrindo as entra-
nhas de sua m.li patria.
Justica, rinfaoc,! contra as tropelas dssse t-
Iho rebelde, qiu a humilhou e profanou, calcan-
do-a jiio suas MnguinolenUs plantas.
t Aberta b-*jo nnia nova era para o desgrasado
povo paragey*, nij deve mais permanecer, como
at agora, a sua sorta servndo do oseanwo a sous
antigos mandatario*, que, abandonando toda a
decencia, eseandalisaram a todo o orbe.
* Fazendo justie aos discursos dos Srs. minis-
tros, devenios confessar que envolvem ellos ver-
nades que so maoifeeMni por si mesmo e qne
nao so podem contrariar sem hitar com a evi-
denci.v
Quanto guerra ao tyranno, por parto das
potencias alliadas, soja qual fr o resultado quo
ella produza, sem Deus, ncm a humanidade as
tornaran resp.msaveis pelo sangue derramado em
torrentes desfin-o principio da lucia.
Temos, pois, coosciencia be que a allianca, tra-
dnzindoseuslegitinios direitos como nacoes livre,
nao poderiam consentir em sua propria offensa,
deixando-se nllrajar sem appellar para os meio
legaes para repellir lio grandes ulirages c acabar
om as hostilidades da um governo insolente. A'
allianca deve o Paraguay Indo o que podera ser
d'aqui em diante a iwpeilode sua elevaciio ca-
tegora de nacas livre, com o triumpho dos prin-
cipios sacrosantos de liberdade o Justina, que ser-
virn! do norte sua ultima resolucfu, e cuja im-
portancia acclatnauos boje com enthusiasmo, de-
l>oi di: meio secuto de humillmcao e abatimento,
privacae e arbitrarieJ.i'es em que nos eonstui-
ram e per|>eiuara mo rgimen ominoso dos tyran-
nos. E', pois, tempo que entre os faetos de nossa
regenera^ poltica se registre um monumento
eterno, digno do um povo livre resgatado por un
prego inui elevado, cu la de tanto sangue ver-
tido, c depois de um sjUriniTito prolongado.
A allianca, repiJO, tirn o Paraguay do leliiar-
go e indifferenca em que so achava nos momentos
em i|ueo monsiro dictador Francisco Solano L-
pez Ihedisputava descaradamente sua existencia.
A adhiera do powi paraguavo aos governos
- alliados muito ju-ta o natural, desde que cnvol-
?i2fr!L5!S^-^J!?^!*J!!!P r9' ve pcincipi s altamente pdbUcus
EXTERIOB,
\--i Mi>r:\o, lo DE sr, ,-ro DE 18G9.
Boje, dia da Assumpeij de Nossa Sonhora, pa-
(lroeira do Paraguay, leve lugar a iuslallacao do
g iverM provisorio esta repblica.
s 11 horas da manba leve lu(.'.ir um Te-
eum na ca'.liedral desta eidade, a que assistiram
" nosso ministro, Sr. couselbe'u o I' iranhos, o com-
niissionad) argentino, Dr. Prez, o general brasi-
lero coinmandante da praca e m;:',ta pessoas dis-
linctas de divorsas nacionalidades. Fiado o Te-
Dfttm, os tres miembros do goveruo provisorio
prestaram juraniPiito e depois sct;air.Vni para a
asa do governo, que o antjgo palacio de Fran-
cia, onde funecionava no tempo de Lpez o mi-
nisterio dos negocios estrangero-:.
Bste edilieio foi cedido, de accordo cora o Sr.
P iranhos. pelo general Salustia io m governo pro-
visorio, Durante a testa religiosa reuniram-se na
pracada eathedral grande numero de paraguayos,
<(ue victoriavam as naces alliadas e o novo go-
vorao, que vem regenerar sua patria.
Reunolis o governo provisorio, os ministros das
incoes alliadas e grande, numero de pessoas gra-
no palacio do governoJomou o Sr. eonselhci-
io Paranhos a palavra, e pronuiiciou o seguinte
discurso :
Exms. Srs.A nltUuica do governo para-
. o provisorio, as circ.iimstanias actuaos,
iim contecmento que attestara, a todo lempo os
legtimos propsitos da guerra q-te os governos
alliadas tem sustentado com tanta perseverancia. E
i-ora effeito, este acto da allianca urna confir-
macio urlica e inequvoca de suas promessas ao
povo paraguayo, assim como 6 o mais nobre pro-
-lo desse infeliz povo, uo s contra o implaca-
vcl dictador e seu systctna de govor::o, mas anda
eoSra os estranbos ipic por um erro fatal de
nreciaoo exaltavam o oppressor a rebaixavam
m iralmente os opprimidos desta torra.
Tem sido quasi seinpre una desgrasa para a
\ erica do Su independente qe suas grandes
crises polticas nao seiaoi dosde o principio bem
eomprehendidas pelas potencias chamadas a dif-
undir a civjlisacao e a prestar por toda parte
u apoio moral causa do direito e do progresso.
Doata vez, sonhores, nesti porfiada luta, q e ain-
lura, porque o marechal Lpez abusou horri-
nenle da seu poder desptico e de uuia popu-
lacao ignorante de seas destinos ; na guerra do
Paraguay, senliorea, nao s europeas, mas at
onjericanos se illudiram em suas apreciaQoes, con-
tiibuindo dest'arte, sem o (|t;er#eB), para prolon-
, r o martyrio do povo paraguayo e os sacrificios
i normes do tres naces, que se alliaram em no-
me da sua honra audazmente olTeodida e de direi-
tos incontestaveis e esseuciaes sua saguranca e
lrosperidade.
i A luta pareoia takoz desigual, porque s coa*
iava-se o numero dos alliados, sem ver-se a diffe
j)rte. Dah estas sympathias que naturalmente se
explicara, mas que nem por issa deixara.n de ser
muito nocivas causa dos veruadeiros interesses
- raes da humanidade.
c Os alliados tm fcito a guerra de povos civi-
11 sados,- combaten) uo para destruir, mas por
amor da paz, attonuaia quanto possivel os ma-
I 3 inherentes a taes cauflietos ; o agpressor, po-
tem assolade o sea proprio territorio, forra-
do mais cruel -peregrna<;5o inoffensivas fami-
lias, immoUdo sem piedad antigoa e paeilcos
i ihitantes, a prsoneiros o a seus proprios com-,
I i'.riotas, sera distintivo de idade nem do sei
Ahi esto innmeras familia* rescatadas op-
sao e mais hedionda miseria ; ahi esto to-
d)S os prsoneiros paraguayo*, e Santos outros in-
novas rla^oes offlciaes que-desde boje se esube-
lecem entre autoridades brasileiras paraguayas.
Poderia assegrar d mesmo'-'departe dos alliados
do imperto, mas estos tem orgia* mais autorisados
c competentes. '
c 0 Todo Poderoso Vos illumioe, c approxime o
dia da pal honrosa e estavel que a todos interee-
sa, o com a paz conpeda-nos lodos os beas de que
digno este povo laborioso e valente, & sombra de
saa indepwidencia o soberana nacional.
Tas-^o, nhores, os votos que todo o Bra-
sil vos dirige pelo meu orgo nestes momentos so-
lemnes em que os altados esto talvez ferindo os
ltimos combates contra o seu e vosso obstinado
inimigo.
Depois de S.
E*o..oiu o Sr. Dr. Jos Roque
soltados, sempro que o governo da repblica do
Paraguay for composto de cidadaos lio bem dis-
posto a concorrer para este lim, como o eslo os
memliros que compoem esta junta provisoria de
governo.
Vv Excs. entranf cheios de f a desempenbar
una obra prenhe de (lilllcnldadcs. Assumem o
manilo em meio da ruina e desolarlo em quo
constituio o paiz um mandatario injusto o cruel,
que o principiou no abvsmo s para saciar seu or-
gulho e manifestar sua'impotencia.
Sem constiluco, sem leis|privad:is, nem pu-
blicas, sem precedenles gove nativos, s.'iiao os
que em seu proveito crearam os tyrannos mais
insolente., sem educaco publica, sepultado como
Jeixaram o povo na ignorancia, tudo tem de crear-
se, faiendo sabir de cabos um mundo de esperan-
cas para os qne habitara ou venhatn habitar este
frtil territorio.
Sei nem que a grandeza da tarefa Capaz da
aterrar aos espiritos mais fortes : sendo, porm,
por isso mais meritoria a obra, estou certo da que
vosso patriotismo a enprehender com mas fir-
meza.
0 mundo espera que de hojo om diante o Pa-
raguay Humar a sua attenco por seus progres-
sos, por suas nsttor{5es libraos, por sua protec-
c.o ao estrangeiro, por seu anhelo pela educaco
popular, por suas leis protectoras, que abralo
as porlas ao commercio livre, pelo desenvolviuien-
to de sua industria, o sobretudo pelo cultivo sin-
cero das boas rclacoes de amsade com sens Tzi-
nhos e com. todas as nacoes do globo. Essa pol-
tica franca captar para'a repblica as sympathi-
as genes, e fara esqueeer mu promptaniente os
estragos sanguinolentos causados por um tyranno
ominoso.
E se a islo se accrescentar que vossos esfor-
cos prepararao sem tropero os trabalhos para a
creaeao do governo definitivo da repblica, har-
inonisando as opinioes dos concidadaos, evitando
a guerra civil e cimentando assim a felwidade ea
paz interna, essa obra ter merecido com jusiiea
os calorosos applausos dos coracoes honrados e da
humanidade inleira.
Meu goveruo, Exms. Srs., vos deseja estes be-
neficios da maneira a mais calorosa.
Quanto a mim, ergo de seus sentimentos,
recordar-nie-hei, como de um dos acontecimentos
mais felizes de minha vida, o haver podido con-
tribuir com meu pensamento o minha pessoa para
realizar a creaco do primeiro governo livre neste
paiz lo desgranado, confiando-o a pessoas to
dignas e pelas quaes eonservarei o sentimentos
da mais alia estima.
O Sr. Cyrilo Bivarola, como orgo do governo
provisorio, respondau aos reprcsentiales das po-
tencias alliadas com o seguinte discurso :
* Exms. Srs. ministros.Nada mais satisfac-
torio para o governo provisorio da republjca do
Paraguay, como ser para todos os nossos com-
patriotas, do que as eloquentes patarras dos nota-
veis discursos dos Srs. ministros que se dirigem a
nos nesta solemne occasio, fazendo votos, por si
e em nome dos governos qne representan), pela fe-
licidade da infeliz repblica do Paraguay tanto
mais, quanto se nota nos discursos um rasgo no-
bre de generosidad, efterecendo a este governo o
concurso moral e material das potencias respre-
senladas, para seu sustentculo e deseovolvimen-
to de seus interesses mais vitaes.
a Altamente apreciaveis sao a este governo os
sentimentos de juslira e equidade que os Srs. mi-
nistros exprimem ao reconhecer a confianca que
Ibes inspiran) as pessoas que compoem o triumvi-
rato, como urna garanta positiva, que tem por
principio de politice a unio e a concordia para
com seus concidadaos; a fidehdade ; a conside-
ragao e d affecto para com as potencias alliadas.
Com mo amiga e fraternal ; coadoidos da
penosa sitnaco da repblica do Paraguay, os go-
verno alliados the olferecem urna segura garan-
ta da sua oxistencia; sob os principios regulado-
res da ordem que constantemente tem sustentado,
e se propoem a sustentar, existindo uin sentmen-
to de amor e concordia entre as potencias allia-
das e os habitantes dseta parte do territorio liber-
tado das garras do tyranno peta, armas libertado-
ras da allianca.
A queda da tyranno fugitivo, inimigo da paz
publica e do bem estar dos povos atropellados
vandlicamente, importa nrna necesstdade impe-
riosa reclamada ante o tribunal das geracoes pre-
sentes e futuras tela humanidade. cujo horrivel
taartyrio contina anda pela torrente de crimoi
e abominacoes de um s monstro de impiedade.
Separar-nos desta obrigaco sob qualquer
pretexto seria urna infraocao manifesta do de-
ver de um bom cidado; um ultrage irroga-
do honra o a gloria, conquistada pelas armas
a cusa de tanto sangue generoso. Expiraremos
sob urna ruina geral, combatendo o tyranno, an-
tes do que presenciar pacificamente, horrores, sy ra-
boto de urna phreaetica paixo d brbaro, salpi-
cado de sangos, rodoado dos cadveres do nossos
pas, espesas, lilhos, innos e amigos, abrindo um
tmulo era roda de si para todo un, povo desgra-
nado, cujo sacrificio offerace em holocausto (obre
as aras de seus negros crina*.
< Esta poca, senhores nMatros, urna poca
de dr o de gloria de dr paupie a patria ago
, pois que e con-
forme, a nossos intervsse* soclaes para a conser-
va i-o da paz geral e para establecer a livre na-
veitaeo dos ros, sol bases de estabilidade e con-
veniencias internacionaes, comcMiido urna nova
ordem de coosas na altura do secuto eai (pue vi-
vemos.
Seja-nos, portento, permiltido manifestar de
novo aos Srs. ministros dos governos alliados a
salisfaoo que sentimos vivamente, ruis, os mem-
oro que eoattitum o governo provisorio nacio-
nal, pelos votos que fazem pela feliuidado do po-
vo paraguayo, cojos altos destinos temos a honra
de presidir desde este dia, em que coracha o au-
no Io da liberdade da repblica do Paraguay ; de
durando hera alto era nome de nossa desgracada
patria que os aceilambs'como um testemunho ir-
refragavel de leal e generosa a amsade dos go-
vernos alliados.
A's seis huras da tarde' de honlem oflereceu o
Sr, conw^jjgrro Paranlios um grande banquete
aos memoras"d u l-
Instre collcga o Sr. Dr. Re pie Prez. Afem das
personagens indicadas, estveram presentes o nos-
so almirante BNriario, os generaos Salustiano
e Solydono, c diversas outras pessoas de distnc-
So.
A noite houve.repro3cniacaa(le grande gala no
theatro desta eidade, onde trab.ilha lia dias urna
companliii franeeza. Os artistas cantaran ohym-
no paraguayo, dando depois o Sr. Dr. Prez, com-
trrtssario argentino, vivas ao governo provisorio, c
o coronel (arlos Loisaga, membro do dito gover-
no, s nacoi- alliadas, as quaes deve Paraguay
a sua liberdade.
!-^S55
PEMA1BC0.
REVISTA DIARIA.
FESTEJOS PATRITICOS. Repetiram-se hon-
lem, as passeiatas com msica tanto pela manlia,
como pela tarde o noute, sendo o concurso de
povo extraordinario, e inexcedivel o contenlamen-
to. Em diversos pontos da eidade foram recitados
discursos c poesas" anlogas ao assumpto, alguns
dos quaes entUusiastica nente applaudidos.
A' noute repelise a lluininaco dos cstabele-
cracntos pblicos, e do uoaar.nide numero de
casas particulares. ^^
Do t-rrac i do theatro de Santa Isabel recilou
o Sr. Dr. L.'L. a seguinte poesa:
DoBrasil gigante immenso,
Va a agina vencedora !
O Paraguayo vencido
Hoje perdab nos implora :
A cada triumpho novo N
I) i sul ao norte esto povo
Estende fraternas raaos
E alegre sada aos bravos
Qne algenias quebraram jscraros
Vingando a morlo de rmeos'
Salve, joven, cuja gloria,
O pasmo em todos excita 1
Sobro as azas da victoria
Tua fama va escripia !
Nada resiste ao teu braco,
Ascnrra to cede o passo" m
E' tua a homrica accao :
Nao es conde, here guerreiro,
Es mais que beioe, s luzeird
Na historia dosta naco !
A' tua espada valente
Rato de morte a brilhar
Surgcm louros, surgem palmas
Com que a patria vai-se ornar !
Por entre fssos, trincheiras,
Rompe audaz lillas inteiras
Que audaz tyranno estendeu,
E de tal feto assombrodo
Sada o Brasil n'um brado
O nomo do conde d'Eu!
Lavaste, hroes, o insulto
Quo nos lancou o candillio:
D'este patria maior culto;
A' liberdade mais brlho :
Agora s nacoes guerreiras
Mostrai as nossas banderas
Tremulando em Assumpeo,
E dizei-lhes J ringados
Vamos dar aos libertados
A Ierra da pivmissa I
Saudemos, povo, sa.ideMos
Os vultos destes hroes
Cujos brilhos, cujos fell
D.) Brasil sao novos ses I
Venerem como eu venero
Mais nm Simi-Deus d*Homero
as glorias do novo Antheu
Einquante a patria em loavores
Da victoria acolhe as flores
A' sombra do conde d'Eu.
FERIADO Adm de poderem os empregados
da diversas estacoes publicas tomarem parte nos
tetejos patriticos, S. Eac. Sr. )iice-presidente
da provincia mandou qne hontem. deixassem ellas
de funocionar.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPEEm sesso
de 9 do corrento nomeou esta corporacao, para
contador, na raga do fallecido, o ofncial-maor da
secretaria Hyppolito Caselano do Vanconcellos
Albuqaerquo Maranhao. e para o lugar deste o
amanuense Augusto Genuino de Figueiredo.
INCENDIO.-Hontem, as 7 e 1/2 horas da
noute, as igrejas deram signal do incendio, ten-
do-se ello manifestado na doca, onde, ha das,
houve um ontro inre dio; dbea esta que j se
achava quasi rednzida um moa tao do le-
nha. Accudtram varias bomba?, piquetes de po-
lica e guarda nacional, e algnvnas autoridades
paheises.
DINHKIRO.O vapor Chav levou bontem de
nossa praca :
Para o Natal.. 20:GOCttOOO
o Ceara 18i:706*7iB
o Maranhao 200*000
PUr---- 21:7004000
ALFORRIAS A* cartas de liberdade das en-
ancas do sexo femenino, que foram passadas em
virtude da lei provincial do crrante-anno, achara-
so nos cartortos dos orphos desta eidade. alim
de serem entregues aos tutores respectivos no
acto de assignarera os termos de tutora, como
toi deliberado pelo Exm. Sr. vice-presdente.
MINERVA PERNAMBfCANA.Sob essa deno-
rainaco foi installada, no dia 7 do corrento, urna
sociedade para traur do estudo da phlosophia e
da historia.
Ap< alguns discursos anlogos, pronunciados
pelos Srs. Souza Bandeira, Feliope Xabuco, P6-
reir Franco, Meira Vasconcllos e Fernandes
Coeluo, procedeu-se ao acto da posse da direc^ao,
ijue se compoe dos Srs. : Antonio Alfredo da Ga-
ma c Mello, presidente; Jos Vicente MHra de
Va-concellos, vico-presidente; Antonio de Souza I
Bandeira e Arthnr Alfonso de Figueiredo Io e 5-
secretarios: Felippe Pereira Nabuco de AraujoJ
orador; Jos do II illanda Cavalcante, thesoureiro. I
As commissoes ficaram assim organisadas : de I
syadicancia os Srs. Antonio de Souza Bandeira,
Jo< Jaeintho Borges Diniz e Augusto Frederieo
de Siqucira Cavalcante ; de redacc/io os Srs. Jos
Vicente Meira de Vasconcllos, Gamillo Acciol de
Azevdo Silva e Thomaz Argerairo Pereira Cha-
ves ; do verdlcaco de poderes os Srs. Manoel da
Trindade Peretti", Honorio Hermeiio Correa de
Brilo, e Adolpho Sanches Pimentel.
THEATRO. A corapanhia lyrica do Santa Isa-
bel cantou no dia 7 pela segunda vez a opera de
Gonnod era cinco actosFausto.
Onde quer que tem sido e5sa opera cantada
graude numero de dilctaatis tem angariado, me-
rec ndo unnimes applausos as cidades onde o
gOsio pela msica tem tocado quasi o extremo.
O maestro eslava sera duvida inspirado quando
escreveu Fausto, porque cssa msica toca o su-
blinie^ Para nos que a ouvimos como curiosos
elle nao tem um sendo: anas, duelos, tercetos,
coros, etc. etc., tudo esl medido com um apura-
do bom gosto que prende, enleva e inebria, der-
ramando na alma um perfume do celestial poesa.
A msica e dilliciliina. de rylhnio previo e ele-
gante e a instrumentaco o melbor combinado
que pdssvel, e afastando-se'do geral das operas
da sua escolla.
As harmonas succedem-se por tal forma ;
as melodas sao i.lo bellas o tantas ; que
quasi impossivel dizer onde a msica (uelhor.
No enlamo torca c confessar que lodo o segundo
acto e o duelo da prima-dona e do tenor no 3."
sao lindi-siraos e captivam inteiranvnle.
A execuco no geral nao correu hora, sendo en-
tretanto mellior no segundo da.
- A Sra. Bcltrauini cantn alguns peda eos com
expresso c senliinenlo. A Sra. Perroiti. tambera
cantou bem a caneonela do lercelro acto no jar-
dim de- Marganda. O Sr. Cezari nao nos agradou,
bem como o Sr. Boschini fraguejou em alguns
pontos. Os coros foram geralmente bem canta-
dos, excepto todava o penltimo do quarte acto
que foi mnito desaliado.
Era resumo : a cooipanhia nao tem a torca pre-
cisa para cantar a opera* de Gonnod, que esl
cima de umitas outras do seu repertorio. Ella
l porm esforeando-se por agradar, e em grande
parte o cousequio, se uo por s mesmo, ao menos
lelas innmeras bellezas da msica, que ho de
attrahir muita concurrencia aos espectculos.
FESTA EM IGIJARASS. fesla de SS. Cos-
me e Daniio, padroeiros da freguezia de Igua-
rass, deve ter lugar no dia 17 deoutubro pr-
ximo.
DIARIO DE PERN'AMBUCO.Se ebegar hoje o
vapor francez Exlreinndure, da Europa -deslribui-
remos amanea nosso numero de segunda-fera.
NOVIDADE.A' toja n. 20 B da roa do Crespo,
do Sr. Alvaro A. de Almeida 4 C, acaba de ebe-
gar ura completo c variado sortimento de fazendas
inglezas e franeeza5. taes que cambraias, sedas, e
lias, tudo de gostos novos, proprios para bailes,
passeios e theatros; cujo sortimenlo vende por^
barato? precos.--
SOCIEDADE ABOLICIONISTA NAZARENA.
Com esse titulo acaba de ser inaugurada na eida-
de de Nazaieth urna sociedade, cujo lira pro-
mover a emancipaco do.demento servil. Teve
lugar a inauguraco no da 7 do correte sob a
presidencia do Dr. Joao Paulo Montero de Andra-
de, juiz de direito da comarca..
Por essa occasio u advogado Mano 1 do Mace-
do um dos socios, depois de proferir um discurso,
terrainou apresenlando a sociedade una carta de
alforna concedida a urna escravnlu d um anno
por elle generosamente libertada em nftme da so-
ciedade.
Era seguida u Dr. Beltrao medico alli residente,
demonsirou a conveniencia de" comecar-se pela
liberlacodo ventre. Essa idea foi.enthusiastica-
mente recebida e desde logo convertida ora rca-
lidade para 2&cscravas pertencentes differentes
socios insultadores.
A sociedado Abclicionista Nazarena trata de or-
ganisar os seus estatutos para cuja redccao fo-
ram. escolhidos os Srs.' Dr. Bezerra de Mello, Dr
Araujo Beltrao, Manoel de Macedo, Claudino Bar-
reto e Belarmino Carnuro.
Nao podjam os nazarenos solemnisar de modo
mais brilhante o glorioso anuiversarto de nossa
independencia.
Faetos dessa ordoro despensam qualauer elogio,
elles sao a mais cloquele, expresso do espirito
liberal qoo domina o secuto em que vivemos, e
aquelles que os praticam merecein as heneaos da
liunianidade.
Prosigan), pois os nazarenos no nobre erapenho
que brilhantemente encelaram e nao os desani-
memos difllculdadas quo por ventura enconlra-
rera.
As ideas nobres o generosos devera enxergar
as diflculdades mais um incentivo para sua rea-
Ijsaco. u ,
CURIOSO JLLGAMEN'TO A Gazfla dos Tri-
bpnaes, de Franca, relaia um julgamento de po-
licia correocional. curioso pelos precedentes do
queixaso, e-do row Foram ambos artistas, e mui-
to applaudidos em diversos theatros; deeahidos
das suas glorias passadas, um dedieou-se ao com-
mercio, e o outro quiz pagar-se por suas maa,
pato que leve de >e sentar no banco dos reos
Em 1813 era D. Pedro U imperador do Brasil.
Este imperio senta a necessidade de possuir um
theatro de opera como o da capital da Franca.
Foram dadas immediatamente as ordens precisas
para Pars, aim de se recrutarem os artistas. A
compaohia organisou-se de prompto cora um pos-
soai numeroso, veio-paray o Hio de Janeiro, e es-
treoa-se com o mellior eio p.Msivel, obleado nm
tnumplio; completo. E uo admira nada. O pri-
meiro bailarino era Mr. Charles, escriturado na
oiera parisiense : gauhava :O00 francos afora
os beneficios, e a primeira bnarina era madme
A'?i?.' ^ax'nha ruis muito- bonita : ganhava
t j-.OOO' fe. alera dos vantajoso beneficios oue ti-
nha..
Passados dous aanos, o primeiro baila rio qite-
davl ter receido V.OMOr., nao liaba nem unr
sold.
0! thesoureiro do tbealro, que o luvia lomada
entre denles, man lou-o ao admMstrador, o ad-
iranistradtr dirigto-o para o diroctor, o director
remettou-o ao ministro das obras publicas, o mi-
nistro das obras publicas envtou-o ao ministro da
laienda, e o ministro da fawn la mandouo ao im-
perador. 6raea a prdtecrib Sa sua cojlega
Anais, quo receljia os seus p.ig:Mnentos em dia,
e turna vallimento na corlo, pode Mr. Charles ob-
ter urna audiencia do imperador do Brasil. Logo
as primeiras nalavras cora que o bailarino expor
a sua pretenda, sua magostado imperial chamoa
o seu secretario, follou-lhe era segredo ao ouvido,
c este, fazendo um signal ao pretndeme para qne o
acomponhasse, levou a um gabinete sentou-se
a mesa, escroveu algumas linbas era um papel
sellado com as armas im|>criaes e enlregou o a
.Mr. Charles.
O bailarino, dundo de alegra, pensou que tinha
na mo urna ordem de 2i:iii>:l Ir. sobre a thesou-
raria imperial. A porta do palacio abri o pa-
pel, o qual contralla, apea a moa coueesso de
oOOgeiras de raatto para oceupar, a sua esculla,
em urna provincia habitada palos gemios, a 130
leguas das estacos postaos e dos guardas cam-
pestres.
Era impossivel pagar hospedara, ao alfahte,
ao sapatero, e a engomiuadcira com urna lettra
saciada sobre urna imita vrgem, se ao menos
fosse endossada por madame Anais algum valor
podia ter !
A desesperaco SOMere grandes expedientes.
N'essa poca hara no Rio de Janeiro um grande
numero de exploradores dos mallos, que a todo
o transe procuraram alrancar fortuna ; eram ea-
paies de tirar saoguo de ama pedia. Fallando
com elles Mr. Charles que o seu terreno produzia
uina grande i|nantid.idv de beben de primeira
qualidade. Estas informarnos resolveram-no a ir
tomar canta da dadiva imperial, e dentro de pou-
cos dias organisou com alguos d'estes liomcns
nina expedicn contra o beben ; fornecidos de
saceos de comidas e de arma', reservando abas-
tecer-so de cavallos no eaanbo,-. partirn); mas
nunca chegaram ao s tancia da propriedade doada, ,i caravana foi ata-
cada, dispersa e diziniaifci. A muito cusi o po-
bre donatario voltou ao Rio de Janeiro s com um
coinpanheiro, fatigado e-abatido, quasi morto de
miseria e de tome. Para rollar para Pranei teve
o ex-prinieb-o bailarino do theatro imperial do Rio
de JaneirMe se ajustar como 3judante de cozi-
nheiro cm-ani navio mercante.
Chegou a Pars o bailarino e cora grande, dfli-
culdade foi readmitalo no corno de baile da ope-
ra, ganhando 900 francos sera beneficio. Satisl'eito
com o sen anligo modo de vida, casou-se o veo
a ser pae de familia. Assim passou alguns annos
noste st/Uo quii
Em 18^8 madama ,Wa-is voltou para Par*. Alu-
gou urna casa na ra do Helitor o viva coju um
certo fausto. Apezar do ter abandonado o thea-
tro nao deixava por isso de receber os seos anti-
gos camaradas. lina vez, que Mr. Charles almo-
cara com ella, reeordaado-se do tempo que este-
ve no Brasil, dizia: qoem me dar estar l, eolio
morria d> tomo cu s) agora raorro cora minha
mulher e meus filhos : 901) francos por anno nao
me chegam para nada, perdi toda a agilidadc
das minnas pernas na America, e por isso nao
tenho nem um discpulo. Se livease ao menos 500
francos punha una lujo do fructas.
Pois um artista lia de ir vender fructa 1 rc-
plcou madame Anais.
j Que inj importa a arte, se j estou pesado e
nao tenho que comer.
Pois Deus to dr- umita fortuna, disc Anais,
dando-lhc urna nota do aOO francos. Pagar-me-
lla em prestacoes e quando poderes.
Passados de'z annos, em I8i8, madame Anais,
quo j centava Di annos, mudou-sc para urna
casa mais modesta, e andava a pe. Algumas ve-
zes vinha jadiar teta coovite a casa dn Mr. Char-
les, que fazia bom negocio com as fructas.
Em 1809, madame Anais comaos seus 55 an-
nos, a sua bolea eraagrecou tanto como o seu
carpo, e por isso as visitas ao seu anligo cama-
radas sao raais frequentes. Mr. Charles em di-
versas especioj tinha-lhe pago somina muito su-
perior tos 500 francos, um dia em dinheiro, ou-
tros em peixe, fructa, leguines, mauteiga e ovos.
To repetidos foram os saques, que o pobre
homem .enfastiou-se e disscllie urna vez que a
sua divida eslava paga e nqiaga havia muito
tempo.' Depois do muitos indeferidtenlos aos seus
pedidos. Anais irritou-se um ilia, chorou, deca-
mou em altos.gritos na toja c-uitra os villoes ruins
e ingratos, o vendo que as suas queixas nao ti-
nham resultado algum, deitou a mo a melhor
gallinha assada do mostrador metteu-a debaixo
do chale, o proparava-.se para seguir o seu ca-
minho.
O pacifico donatario da malta virgem dos Tup-
nambs deixava ir em paz a amiga corapanbeira
das suas glorias ehorengruphjgs, pela ridicuta-
ria de urna gallinha assada, mas sua nralner nao
foi da mesma opinio, e correu atraz d'ella cha-
inando-lbe ladra.
Um polica fez parar a desgracada Anais e,
achando-lhe -a .gallinha escondida, prendeu-a om
llagrapte delicto por furto.
Instaurada o pracesso correccional, os offendi-
dos nao quizeram ser partes, e contarara ao tri-
bunal toda a historia quo precede, pedrada aos
juizes que tvessem indulgencia com a ex-prmoi-
ra bailarina do theatro do Rio Aa '"n"im n3r
ura
de Janeiro, nao
veidadeiro furto,
havendo no facto acedado
mas s um erro de coala.
Anais, reconliecmd que Charles the tinha j
dado mais do que havia recebido, confessou que,
instigada pela colera e pela inisora, tirou a galli-
nha, como ama graca feita a ura anligo cama-
rada.
O tribunal, visto nao haver rateneao frandu-
lenia, absolveu Anais.
Qs qaeixosos ficaram muitos satisfotos.
O que sao as glorias mundanas! exclamou um
porteiro do tribunal no.lira da audiencia.
LOTERA.A que se acba a venda a iO', a
beneficio do patrimonio dos orphos, que corre
no dia 18.
BILHETES 0FFERECIDO3. Numeracao dos
bilheies da lotera 130* olTereeidos pelo thesoureiro
das loteras para auxilio das despezas da guerra.
Bilhetes ns. 989 a 998.
PASSAGEIRO"-. Saludos para a Ilha ftij
nando uo vapor Cururipe :
Dr. J. de Souza Nuues, Augusto J
Oliveira, 21 sentenciados, 2.' praca "^
Sabidos para os paitos do suTl
Gequi:
Padre Verissimo da Silva Pinheiro, luvencio de
Brito, Seralm Marcolino da Silva.
CEMITERIO PUBbtCO.Obtuario do da 6 do
setembro de *88: ,.
Joaquim Jos de Barros. Pe nambitco, 70 annos,
viuvo, Boa Vista ; erysipela..
tlpor
k




Diario de Pernambuco Sabbado 11 de Setembro de 1869.

Manoel Joaquim de Moraes, Pernambuco, 40
anuos, casado, Roerte ; apoplexia cerebral.
Mara, Pernambuco, Santo Antonio ; ospasmo.
Francisco, Pernambuco, 30 annos, Boa Vista,
hepatite.
Manoel, Pernambuco, Santo Antonio; espasmo.
Albartino Moreira Falco, Pernambuco, 2o an-
uos, solteiro, S. Jos; phtysica pulmonar.
Manoel, Pornambuco, 3 aunos, Boa Vista; me-
nengito.
Alfredo, Pernambuco, 5 mezes, S. Jos; ma-
rasmos.
Mara Thcreza de Jess Pereira, Pernambuco,
26 annos, solteira, Poco; phtysica tuberculosa.
Joaquim Manoel Lopes da Silva, Portugal, 41
anuos, solteiro, Recite; phtysica.
Mara Jos das G;tndeias, Pernambuco, 30 an-
uos, solteira, Reci fe ; tubrculos pulmonares.
DorcoHaho, Pernambuco, 10 metes, Recite; es-
pasmo.
Manoel Joao da Costa, Pernambuco, 24 annos,
solteiro, Recite; asuhixia.
Mariano, Pernambuco, 4 annos, Boa Vista; be-
xigas.
Rosa do Paraizo, frica, 68 aunos, Boa Vista ;
ongeslio cerebral.
8 -
Theodoro Francisco Cavalcante Lins, Pernam-
buco, 28 annos, solteiro, castro hepatite.
.. Jos Luir de Oliveira Braga, Pernambneo, 17
annos, solteiro, Boa Vista; ttano traumtico.
k^Esporanca, Pernambuco, 26 annos, Santo Anto-
nio tubrculos pulmonares.
Mara, Pernambuco, ludias, Santo Antonio; es-
pasmo.
Cosme Clcmentino Ferreira, Pernambuco, 20
annos, solteiro Boa Vista; tubrculos pulmonares.
Mara Florinda do Espirito Santo, Babia, 24 an-
nos, solteira, Boa Vista ; gastro entorile.
Francisco Soares Lira, Pernambuco, 30 annos,
casad.>, Boa Vista; hydropczia.
Joaquim, frica, 70 annos, solteiro, Boa Vista;
tubrculos pulmonares.
Manoel Auselino da Silva, Pernambuco, 30 an-
nos, solteiro, Boa Vista; bexigas.
Norberto Joaquim da Silva, Pernambuco, 25
annos, solteiro, S. Jos; phtysica.
Joao, Pernambuco, 5 mezes, S. Jos; convul-
yocs.
Arnaldo, frica, 30 annos, Boa Vista; infeccao
purulenta.
CHROMCA JUBICURM.
THinrvti. da iii:i. M io.
SESSAO EM 4 DE SETEMBRO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. COXSELHEIRO CAETA.N0
SANTIAGO.
As 10 horas da manha, presles os Srs. des-
embargadores Gitirana, Guerra procurador da
cora, Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque,
Motta, Kegueira Costa e Souza Leio, abrio-se a
sessao.
Passados os feitos, deram-se os seguintes julgi-
mentes:
Recursos crimes.Reccorrente, o juizo ; rec-
corrido, o bacharel Ayres de Albuquerque Ga-
ma.Relator o Sr. desembargador Domingiics da
Silva, sorteados os Srs. desembargadores Gitirana,
Lourenco Santiago e Souza Leao.Improceden-
te. Reccorrente, o juizo; reccorrido, Antonio
GaJdino Aires da Silva.Relator o Sr. desembar
gador Domngucs da Silva, sorteados os Srs. des-
embargadores Gitirana, Lourenco Santiago o Al-
meida Albuquerque.Improcedente. Reccorren-
te, o juizo; reccorridos, Antonio Gregorio Moreira
outro.Relator o Sr. desembargador Regueira
Costa, sorteados os Srs. desembargadores Louren-
co Santiago, Motta e Domingnes da Silva.Impro-
cedente. Reccorrente, o juizo; reccorrido, Luiz
Gnnzaga de Aranjo.Relator o Sr. desembarga-
dor Regueira Costa, sorteados os Srs. desembar-
adores Girana, Lourenco Santiago, e Souza
eao.Improcedente.
Aocravos de pkticao.Aggravante, Manoel
Joaquim do Reg Albuquerque; aggravada, a fa-
zenda.Relator o Sr. desembargador Regueira
Costa, sorteados os Srs. desembargadores Motta
c Lourenco Santiago. Sao tomou-se conhecimen-
to. Aggravantes, Manoel de Souza Albuquerque e
outros; argravado, Tiburcio Valeriano Baptis-
ta.Relator o Sr. desembargador Souza Leao,
sorteados os Srs. desembargadores Lourenco San-
tiago o Domingucs da Silva.Nao tomou-so
conhecimento. Aggravante, D. Josepha Mara dos
Prazeres; aggravado, Dr. Carolino Francisco de
Lima Santos.Relator o Sr. desembargador Guer-
ra, sorteados os Srs. desembargaeres Lourenco
Santiago e Souza Leao.Nao uKram conheci-
mento. ^^
Habeas corpus.Do Estovio Carraido da Silva,
negou-se a soltura pedida.
Denuncia.Queixoso, Francisco de Paula Reg
Barros; querelado, o Dr. chete de polica.Rela-
tor o Sr. desemhargador Domingues da Silva, sor-
teados os Srs. desembargadores Gitirana, Regueira
Costa o Motta. Improcedente.
Apiellacao ciumi:.Appellante, o juizo; appel-
lados, Manoel Luciano da Silva, Luiz Vieira da
Silva e Manoel Soares.Mandou-se novo jury o
ultimo reo.
go, Domingues da Silva e Regueina Costa.Impro-
cedente. Reccorrente, o juizo; reccorrido, Silviuo
Jos Francisco. Relator o Sr, desembargador
Lourenco Santiago, sorteados oe Srs. desembarga-
dures Almeida Albuquerque, Motta c Domingues
Ha Silva.Improcedente. Reccorrente, o juiza;
reccorrido, Luiz Jos -da Costo Arantes.Relator
o Sr. desembargador Almeida Albuquerque, sor-
teado os Srs. desembargadores Gitirana, Louren-
co Santiago o Regueira Costa. Improceden-
te. Reccorrente, o juizo; reccorrido, Justino Jos
Francisco.Relator o Sr. desembargador Mott.i,
sorteados os Srs. desembargadores Domingues da
Silva, Lonrenco Santiago e Regueira Costa.-Im-
Sroeedente. Reccorrente, o juizo; reccorrido,
W Marques da Silva.Relator o Sr. Domingues
da Silva, sorteados os Srs. desembargadores Re-
gueira Costa o Lourenco Santiago Improceden-
te. Reccorrente, o juizo; reccorrido, Joao Gomes
de Sant'Annn.Relator o Sr. desembargador Re-
gusira Costa, sorteados os Srs. desembargadores
Gitirana, Almeida Albuquerque c Motta.Impro-
cedente.
Aggbavo de instrumento.Aggravante, Manoel
ftomao de Carvalho; aggravado, o juizo.Relator
o Sr. desembargador Gitirana, sorteados os Srs.
desembargadores Motta e D. da Silva.Deu-se
provimento.
Appellaoes crimes. Appellante, Laurentino
Jos da Silva; appellado, Joao Baptisla Chaves
Peixoto.Mandou-se ao curador geral. Appel-
tanta, o juizo; appellado, Thoin de Amorim Li-
ma.A' novo jnry. Appellarlte, : juizo; appella-
do, Francisco Moreira Bandeira de Mello.Im-
procedente. Appellante, o juizo; appellado, o
capitao Vicente Gurjao do Amaral.Coafirmada a
sentenca. Appellante, o juizo; appellados, Fran-
cisco Jos Raymundo c outros.Nullo o processo
por incompetencia do juizo. Appellante, o promo-
tor ; appellado, Manoel Goncalves Louro.Impro-
cedente.
PASSAGRNS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desem-
nargador Guerra.Appellacoes civeis : appellante,
Antonio Jos l'iuto; appcllada, D. Mara Francisca
da Concei'io. Appellante, o Dr. Joaquim Fran-
cisco de Miranda; appellado, Jos Rodrigues do
Passo.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago.Ap-
pellacao crime: appellante, a juizo; appellado,
Francisco Alves dos Santos.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Souza Leao.Appellacoes civeis :
appellante, Alcxandro Rodrigues da Silva ; appel-
lado, Honorato Joscph de Oliveira Figueirdo. Ap-
pellante, Alexandre Rodrigues da Silva; appella-
do, Jos Joaquim da Silveira.
Assignou-se da para julgamento dos seguintes
feitos:
Delicenchs cntMEs.Com vista ao Sr. desem-
bargador promotor da jnstica.Appellacoes cri-
mes : appellante, o promotor; appellado, Salvador
Baptista Nunes Barbosa. Appellante, o juizo; ap-
ellados, Primo Feliciano da Silva e Jos Anto-
nio. Appellante, o Dr. juiz de direito; appellada,
Bernarda Maria de Senna. -Appellante, o promo-
tor; appellados, Luiz Rodrigues de Seuza e ou-
tros.
A' 1 hora da tarde encerrou-se a sessao.
Zacaras de Moraes, registro de sea contrato so-
cial.Registrse.
De Guilherme Garret, corrector peral da praca
de Mcete, Nunca paradeixar, por inetivo de mo-
lestia, o exercicio do olllcio.Junte attestade de
molestia.
De Thenaz Jos de Sena, sobre o registro do
contrato social que para dito fin apresentou, e
que se o>poz Viviano da Silva Calda*.lleuutre-
se o contrato junto pelo supplii-.inte.
De Thomaz Antonio Guimaraes, pedindo carta
de registre para o seu hiate S. Joao Baptista.
Lomo reifter.
De Lui Sand e Hermann Sand, pedindo matri-
cula eommercial.Como requeran, nassaudo-se
carta de matricula para a firma.
De Joaquim Francisco Rodrigues da Silva e Ma-
noii Pinto Uarte, contrato de sociedade da lirma
De Jos Atrtonio dos Santos Codito) o Joo Bap-
tista Gonealves de Oliveira, distrato social da fir-
ma Loelno & Oliveira.Registre-se.
De ama Pompilo Passos, agente de leudes da
praca de Macelo, renunciando o lugar, e pedindo
o de corrector geral condicionalmente.Prestada
a banca na forma da lei, volte para se pasear ti-
la! .
Nada mais se ofTerecendo a despachar, o Exm.
Sr. presidente encerrou a sessao.
SESSAO JUDICIAR1A EM 0 DE SETEMBRO DE
1869.
PRBSIDBNCIA DO RUI. SR. DESEMBARGADO A. P. PR-
BBTTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
Ao meio dia declarou-se aberta a sessao, estando
reunidos os Srs. desembargadores Silva Guima-
raes, Res o Silva, Accioli, deputados Rosa, Basto,
Miranda Leal, bario de Cruangy e supplente S
Leitao.
Lida, foi approvada a acta da sessao passada.
O escrivao Alves de Brto registrou o ultimo
protesto de letra a i do presente raez, sob n. 1734 :
e protocolo do escrivao Albuquerque conserva a
mesma numeracao e data indicadas na acta da
sessao de 30 do mez lindo.
ACCORDAO ASSIGNADO.
Appellante Alexandre dos Santos Barros, appel-
lado Manoel Jos de Miranda.
JULGAMENTOS.
Juizo municipal e do commcrcio de Maceid: ap
pellante reo Francisco Leitio de Carvalho, appel-
lado, autor ~
JULGAMEKTOS.
Juizo especial do commcrcio: appellante Jos Ro-
drigues d'Araujo Porto, appellados Isidoro Bastos
& C.; juizes os Srs. Gitirana, Aceioli, bario de
Cruaugy o Miranda, adiou-se e ja gamenlo por
apresentarcn os appellados urna policio pedindo
a suspeieio do Sr. barao de Cruanay, na qual o
mesmo senhor proterio o seguinte despachonao
teui lugar.
Juizo especial do conimercio : embargantes ap-
pellante, reos os administradores da massa fallida
de Jos de Castro Redondo, embargado.appellado,
autor Jas Alvaro da Cruz ; juizes os*Srs. Silva
GuumrSes, Res e Silva, Miranda Leal e Basto,
foram despresad s os embargos.
Appellante Jos Jeronymo Montciro, appellado
o Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao, liquidante
da caixa tilia! do banco do Brasil nesla cidade ;
appellante Francisco Leitao de Carvalho, appella-
do Joao Lopes Braga; appellante Jos do Reg
Mello, appellado Antonio Baptista Nogucira, adia-
do a pedido dos Srs. deputados.
PASSAGEM.
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. des-
embargador Accioli: appellantes Jos Francisco
Wibeiro Machado e outro, appellado Amaro Jos
dos Paazeres.
CARTA TESTEMUNHAVEL.
Juizo especial do commercio : aggravante o ba
charel Francisco Jos de Medeiros, aggravado o
juizo.
O Exm. Sr. presidente ordenou a seguate deli-
genca : Mostre-se quando a decisao de fls. 4 v.
foi publicada nos termos do art. 812 do cdigo
do commcrcio, e se o foi no dia 6 do agosto pro-
ximo nassado, segundo toi determinado em dita
decisao.
Encerrou-se a sessao meia hora da tarde.
CAARA MUNICIPAL.
tor o Dr. Joaquim S.'rapiao ue Carvalho ;
jaita* os Srs. Silva Guimaraes AcciohTRosa e Ba-
PASSAGEXS.
Do Sr. desembargador Gitirana aoSr. desembar-
gador Guerra.Appellacoes civeis: appellante, o
major Rento Bezerra Ferreira de Mallos; appel-
lado, Antonio Guedes de Moura. Appellante, Ar-
chanjo Soares da Silva; appellado, o major Jos
Antonio de Oliveira.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque
Appellacao civel: appellante, o juizo e Manoel
Goncalves Ferreira da Silva; appellado, Caetano
Pereira Goncalves da Cunha.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque.Appella-
cao civel :Nappellantes, o Dr. Gaspar de Menezes
Vasconccllos de Drummond e outros; appellados,
os herdeiros de Joao Henrique da Silva.
o Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva.Appellacoes civeis:
appellante, Francisco Acacio Wanderley; appella-
do, Manoel de M. Montenegro Pessoa. Appellantes,
Luiz ile Fifbeirdo, sua mulher e outros; appel-
lados, Manoel Alexandre de Araujo, sua mulher e
outros. Appellantes, Jos Antonio dos Sant s Oli-
veira e outros; appellado, Francisco Severiano
de Moraes Correa. Appellante, Joaquim Cavalcante
do Albuquerquo Mello; appellados, Delino Luiz
Cavalcante Pessoa e a fazenda.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Costa.Appellacoes
civeis: appellante, Joaquim da Silva Costa; ap-
pellado, Firmmo Jos Rodrigues Ferreira. Appel-
lante, Alexandre Rodrigues Ferreira; appellado,
Jos Joaquim da Silveira, tutor dos fillios de Ma-
ria Benedicta. Appellante, Alexandre Rodrigues
da Silva; appellado, Honorato Joseph de Oliveira
Figueirdo.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva aoSr.
desembargador Souza Leo.Appellacoes civeis :
appellanto, Joao Luiz Ferreira Ribeiro; appellados,
o Dr. curador geral e Justino Pereira de Pa-
rias. Appellante, Manoel de Almeida Lopes; ap-
pellado, Manoel Firmiao Ferreira.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Souza Leo.Appellacao civel:
appellante, Scbastiao Jos Gomes Penna Jnior;
appelladas, as menores Mara e Joanna.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Gitirana.Appellacao civel: appellan-
te, Jos Teixeira Machado ; appeilad-), o coronel
Jos Luiz de Vaseoncellos.
ntEie; \ ti DO COMMERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 6 DE
SETEMBRO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manhaa, presantes os Srs. de-
putados Rosa, Basto, Miranda Leal e bario de
Cruangy, o Exm. Sr. presidente abri a sessao.
Foi lida e approvada a acta da sessao de 2.
EXPEDIENTE.
Olllcio do conservador do commercio de Ma-
cei apresentando, para ser pelo tribunal enviada
ao governo imperial, a consulta que por indicacao
do mesmo tribunal, faz ao sobredito governo,
afim de xar o numero de corretores para essa
praca commercial.Quo se eucaminhasse ao go-
verno geral.
Oflicio ao presidente e secretario da junta de
corretores, remetiendo o ultimo boletiin commer-
cial.Ao archivo.
Aos senhores foram distribuidos os seguintes
livros : Diario do Miguel Jos Alves, copiador de
S Leitao rmaos, diario e copiador de Joaquim
Das de Almeida Costa.
Lavraram-se termos de transferencia dos livros
Diario e Copiador, aquelle pertencente a Veriato
Cenleio Lopes & C, e este a Antonio de Azevedo
Neves, para a lirma de Veriato & Delphim.
Venficou-se achar-se regularmente escritura-
do at n. 17o o livro da correspondencia.
Mediante a prestado do competente termo de
juramento e responsabildade, expedio-se a carta
de registro do hiato S. Joao Baptista, solicitada
por Thomaz Antonio Guimaraes.
DESPACHOS.
Requerimcnto de Manoel Leao Caraeiro Pinto,
e Jos de Souza Reg, requerendo a transferencia,
para a firma que elles compoem, do livro Diario
que partencia ao primeiro supplicante.Como re-
queren).
De Sures & Souza. successores no cslabeleci-
mento commercial de Manoel Leao Carneiro Pin-
to & C, permissao para poderem usar dos livros
que servirn) aos seus antecessores.Volte a pe-
ticao depois de sellada com o sello presentemente
alinissivel.
Dos mesmo* Soares & Souza, registro de seu
contrato social. Vista ao Sr. desembargador
fiscal.
De Manoel Leo Carneiro Pinto e Jos de Souza
Reg, registro de seu contrato social sob a firma
de Leao & Rogo.Vista ao Sr. desembargador
fiscal. .
De Nogucira & Medeiros, certidio da nomeacio
de seus caixeiros Mameliano da Costa Honorato e
Luiz Antonio do Souza.Certifiqae-se.
. De Jos Joaquim Alves, eslabelecido com taber-
na ma do Sol n. 29, certidao de existir algnm
registro de contrato social entre Alve* & Irmao,
eom relacao mesma taberna.Certitique-se.
De Joo da Silva Paria & Irmao, registre da no-
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos:
Appellacao civel.Appellante, Eitcvao de Al-
bnquerqne Mello Montenegro; appellado, Jeronv-
mo Jos Barbosa.
AppRLLAcdRs crimes.Appellante, o promotor;
appellado, Manoel Pereira Parola. Appellante, o
promotor; appellado, Antonio Vicente da Silva
Pereira. Appellante, Laurentino Jos da Silva:
appellado, Joao Baptista Chaves Peixoto. Appel-
lante, Roberto Alves dos Santos: appellado, o
juizo.
Deugencia.Com vista ao Exm. Sr. desembar-
Sdor promotor da juslica: appellante, Francisco
_ naci da Silva ; appellado, o juizo.
Appellacao civel.Appellante, Manoel de Al-
meida Nogueira; appellados, Maximiano Cardim
de Oliveira e outros.
As 2 horas da tarde encerrou-se a sessao.
SESSAO EM 6 DE SETEMBRO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SB. CONSELHEIRO CAETANO
SANTIAGO.
9 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
re Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
luquerque Domingues da Silva e Regueira
tasto, faltando s Srs. desembargadores Guerra
procurador da cora c Souza Leao, abrio-se a
sessao.
Passados os feitos, deram-se os seguintes juina-1
montos:
Recursos crimes.Recrreme, o juizo; recorri-
do, Jos Francisco de Albuquerque Maranho J-
nior.Relator o Sr. desembargador Gitirana, sor
leadiM os Srs. desemba redores. Lourenco Santia-
meacao de caixeiro despachante que deram a
Jos Ferreira Mendes Guimaraes, cidadao brasi-
leiro.Registre-se.
De Manoel Teixeira de Andrade, registro da no-
meacio do seus caixeiros Antonio Faria de Andra-
de e Victorino Faria do Andrade.Registre-se.
De Gracijiano Octavio da Cruz Martins, registro
da nomeaeao que dra Joas de Souza Faveiros
de Moura, para caixeiro de sua botica ra do
Queimado n. 47.Registre-se.
Do Mendes Falcad & registro da que deram
a Jos Fortunato dos Santos Porto Jnior, Antonio
Luiz de Oliveira e Ricardo Alves da Silva Leile,
para caixeiros de seu estabeleciroento de fazendas
a ra da Cadeia do Recite n. 45.Registre-se.
De Luiz Leopoldo dos Guimaraes Peixoto, regis-
tro de urna procuraco bastante de sea consti-
tunte Jos Caetano de Carvalho.Registre-se.
De Luiz Goncalves da Silva, commerciante ma-
triculado, registro da nemeaco de seu caixeiro
Manoel de Castro Fonseca.Registre-se.
De Phipps Brothers & d, registro de urna pro-
curaco bstanlo que juntam.Registre-se.
De Christiani A Irmao, certidao de se achar ou
nao registrada a nomeaeao de seos caixeiros.
Certifique-se.
Do Jos Francisco Cardezo Ayres, registro de
sua nomeaeao de caixeiro de Pedro M. Maury.
Registre-se.
De Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes, portu-
guez, de 40 annos de idade, residente e estable-
cido com armazem de asnear ma do Brum da
freguezia de S. Fre Pedro Goncalves do Recite,
requerendo para ser admittido a matricula de
commerciante.OlTercce em prova de gozar de
crdito publico, um atlestado firmado pelas firmas
Tasso Irmao, Henry Forster & C. e Saunders Bro-
ters d: CVista ao Sr. desembargador fiscal.
De Augusto Miguel da Silva, segundo escritu-
rario da alfandega de Macei, para, bem de sua
defeza, chamar-se ao tribunal o livro Copiador de
Reg 4 Silva, afim de extrahir-se urna certidao
do registro da carta expedida por essa firma ao
cemmerciante Cesar Augusto Zanotti, d'ende cons-
ta a remessa dos'velumes enviados dita firma.
Indique o supplicante a lei em que se fonda para
requerer o que consta da presente peticio.
De Francisco Joao de Barros Janior e Joo Licio
Marques, cidadios brasileiro?, domiciliados nesla
praca, registro da barca Flecha, que houveram
por compra a Jos de Souza Gomes.Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
Dos meamos, permissao para sabir do porto a
nbredita barca independente da carta de registro
que impetraran), visto estar dita barca prompta de
carga para o porto do Ass.Nao tem lugar,
a vista da deliberacao ornada por este tribunal
em sessao do 13 de maio do corrente anno, para
vigorar do i- de julho em diante, mrmente por-
que nao foi junta outro pelicao dos supplicante
o competente auto de vistura.
COM LNFORMtCAA DO SR. DESEMBABGADOB FISCAL.
De Joao do Amaral Rapozo, baixa no registro
de urna escrtptura de hypolhoca.-Como requer.
De Hennqae Francisco de Moraes c Francisco
rao de Cruangy.Fot confirmada a senlenca ap-
pellada.
Juizo municipal e do commercio de Olinda : em-
bargante appellante, roo Joaquim de S Cavalcanti
de Albuquerque, embargado appellado, autor Ma-
noel Joaquim do Reg e Albuquerque, tutor da
orphaa fdha de Manoel Gouva de Souza, hoe An-
tonio Henrique Rodrigues, cessionario das dividas
do mesmo fallecido ; juizes os Srs. Silva Guima-
raes, Accioli, Miranda Leal e barao de Cruangy.
Foram recebidos os embargos, sendo vol vencido
o Sr. Miranda Leal.
Retirando-so da sala das conferencias o Sr. ba-
rao de Cruingy, entrou o julgamento dos embar-
gos que pendem da appellacao interposta do juizo
especial do commercio, entre partes, embargante
appellante, reo Jos Carlos Teixeira, embargados
appellados, autores Oliveira Filhos A C. ; juizes os
'"Srs. Reis e Silva, Accioli, Rosa e S Leitao.Rece
berani-se os embargos com o voto do Exm. Sr.
presidente, sendo votos vencido os Srs. desembar-
gadores Reis e Silva e Accioli.
Appellante, Jos* Jeronymo Monteiro ; appellado,
o Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao, liquidante
da caixa filial do Banco do Brasil nesta cidade ;
appellante, Francisco Leitao de Carvalho ; appel-
lado, Jo* Lopes Braga ; appellantes, os adminis-
tradores da irassa fallida de Jos de Castro Re-
dondo ; appellado, Jos Alves da Cruz.Adiados,
a pedido dos Srs. deputados.
PASSAGEXS.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Reis e Silva ; appellante, Antonio
Jos Duarte Braga ; appellado, o curador da
massa fallida de Thomaz do Figueirdo ; appellan-
te, Mariano Xavier Carneiro da Cunha ; appella-
do, Joio Pinto de Lemos Jnior.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes, ao Sr
desembargador Accioli: appellantes, a viuva e
herdeiros de Manoel Goncalves da Silva ; appel-
lada, D. Claudina Senhorinha Vieira de Carvalho.
Do Sr. desembargador Reis e Silva, ao Sr. des-
embargador Accioli : appellantes, a viuva e filhos
de Joao Cavalcanti Accioli ; appellado, Joio Tei-
xeira Machado.
Do Sr. desembargador Accioli, ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes : appellante, Manoel Anto-
nio de Albuquerque Machado ; appellado, Amaro
los dos Prazeres.
DISTRIBUICAO.
Ao Sr. desembargador Reis e Suya; appellante,
Frei Francisco de S. Boaventura ; ^rppellado, Ma-
noel Ribeiro Bastos.
AGGRAVO.
Juizo especial do commercio : aggravantes, Jos
Fernandes Gomes A C. ; aggravado, Jos Bezerra
de Msdeiros.O Exm. Sr. presidente negou provi-
mento.
Nada mais houve, e foi eneerrada a sessao s
2 horas da tarde.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 9 DE
SETEMBRO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. de-
putados Rosa, Basto, Miranda Leal e barao de
Cruangy, S. Exc. o Sr. presidente abri a ses-
sao.
Foi lida e approvada a acta de sessao de 6.
EXPEDIENTE
Ofllcio do conservador do commercio do Cear,
firmado de 4 do corrente, pedindo esclarecimentos
sobre qual deva ser o numero dos interpretes pa-
ra cada lingua que se deve marcar para a respec-
tiva praca, por quanto o decreto n. 863 que mar-
cou at tre< o numero de interpretes para a pra-
ea do Rio de Janeiro em cada lingua, foi mandad*
vigorar para a de Pernambuco pelo o de numero
1002 de 26 de junho de 1853.-0 tribunal resol-
vea que se respondesse que nesta capital ha s
dous interpretes para todas as linguas, e que pelo
artigo terceiro do citado decreto n. 863 um s in-
terpreto pode servir para diversas linguas.
_ Foram a rubrica os livros que se seguem : co-
piador e diario de Joaquim Dias dos Santos & C,
copiador de Jos Mana Palmeira, diario de Joa-
Suim de Souza Neves c o de Puntes Gaimares &
astes
Assignou-se a carta de rehabilitacio commer-
cial de Joao Jos Leite Guimaraes.
DESPACHOS.
Requeriraento de Francisco Simoes da Silva
Mafia, com taberna ra Direita dos Afogados n.
13, apresentando registro a nomeacio de seas
caixeiros Augusto Cabral de Barros e Antouio Jos
Ftlippe Santiago.Registre-se.
Do Jos Pires de Carvalho, com loja de fazen-
das sita ra Direita desta cidade n. 75. apresen-
tando, para o mesmo fim, a nomeaeao que dra a
Laorentia Pires de Carvalho para caixeiro de di-
to estabelecimento.Registre-se.
De Francisco Ignacio Pinto, apresentando tam-
ben) para ser registrado o conhecimento demos-
trativo de baver effectuado o pagamento dos im-
postes geraes de seu ofllcio de agente de leudes,
relativameute ao exercicio de 1869 a 4870.Re-
gistre-se.
De C. Cali & C, ofTerecendo registro a no-
meaeao que deram a Alvaro Targino Fialho e Theo-
doro dos Santos Silva, para caixeiros de ten estabe-
lecimento de pharmacia roa da Imperatriz n.
77.Registre-se.
Com informacao de Sr. desembargador fiscal.
Ue Soares & Souza, contrato de sociedade.
Registre-se.
De Manoel Leao Carneiro Pinto e Jos de Souza
Reg, contrato social da firma Leao A Reg.Re-
gistre-se.
De Francisco Ribeiro Pinto Guimaraes, pedindo
carta de matrcula.Como requer.
Sendo 11 horas e meia, e nada .mais existindo a
despachar, o Exm. Sr. presidente encerrou a ses-
sao.
re-
Ihe
ali-
SESSAO JUDICIARIA EM 9 DE SETEMBRO DE
1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
Secretario Julio Guimaraes.
Ao mete dia declarou-se aberta a sessao es-
tando reunidos os Srs, desembargadores Gitira-
na, Silva Guimaraes, Reis e Silva, Accioli, depu-
tados Rosa, Basto, Miranda Leal e bario de Cra-
angy.
Lida, fui approvada a acta da ultima sessao.
ACORDAOS ASSIGNADOS.
AppellanlB Francisco Leitao de Carvalho, appel-
lado o Dr. Joaquim Serapiao de Carvalho; embar-
gante Joaquim de S Cavalcanti de Albuqoerque,
embargado o tutor da orphaa filha de Manoel
Gouvela de Souza; embargante Jos Carlos Tei-
xeira, embargados Oliveira, Filbes & C.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 18 DE AGOSTO
DE 1869.
PRESIDENCIA DO SR. DR. BARROS B.VRRRTO, CONTI-
NUADA PELO SR. DR. SOUZA LKO.
Presentes os Srs. Dr. Barros Barrlo, Dr. Costa
Jnior, Dr. Moscoso, Dr. Pitanga, Dr. Seve e Ga-
meiro, faltando com causa os mais senhores,
abre-se a sessao.
E' lida e approvada a acta da antecedente
sessao.
L-se o seguinte
EXPEDIENTE.
Um ofllcio do Exm. vico-presidente da provin-
cia, de 12 do corrente, declarando que, annuindo
ao que solicitou o Sr. Osmin Laporte, con ul de
Franca em ofllcio de 9 do mesmo, convida a c-
mara para assistir na igreja do Paraizo ao Te-
Deum, que o mesmo cnsul tem do mandar cele-
brar all a 15 doste mez urna hora da tarde.
Inlei rada.
Outro do mesmo, de 17 do corrente, recommen-
dando a cmara que informe se o terreno, oceu-
pado pela parte incendiada da casa em que func-
ciona a Faculdado de Direito aquelle por onde
tem de passar a nova ra do Principe, e no caso
aflirmativo, se deu sciencia disto aos respectivos
proprietanos, afim de nao screm feitos os precisos
reparos.Que se responda que esta na planta pa-
ra a passagem de urna das ras, e em lempo com-
petente se deram as providencias necessarias.
Outro do mesmo, dizendo ter a companhia dos
trillm urbanos do Recite Olinda, requerido a
apprevacio da planta que ltimamente tez em
consequencia de ter sido pela cmara obrigada a
mudar o ponto de partida approvado pela repar-
ticao das obras publicas, c nao cofJiando que fos-
se em tempo algum designado ponto de partida
para a mesma estrada, o apenas que fra- appro-
vada pela presidencia da provincia urna planta de
parle da linha, recommenda mesma cmara que
com brevidale informe tudo quanto respeito
coostar-lhe, declarando tambem os motivos porque
parece-lhe mais conveniente a nova direccao.A
oouimissao de edificacio,
Outro da direccao daassociacao Commercial Be-
oeficente, communicando que em asrembla geral
de 6 do corrente fra reeleita, e tem a honra de
fazer semelhante communicacio cmara para
seu conhecimento.Que se respondesse.
Outro do subdelegado terceiro supplente da fre-
guezia do Poco da anella, communicando haver
no dia 14 do corrente assumido o exercicio do
mesmo cargo.Inteirada.
Outro do engenheiro cordeador, informando so-
bre o requerimento de Bello-Almindo Florismun-
do de Andrade Pestaa, em que pede jera edificar
na ra Imperial urna casa, cumpre-lhe jiizer que
nada tem a oppOr, dando-so-lhe cordeacao.Man-
dou-se cordear.
Outro do mesmo, informando sobre o requeri-
mento de Thomaz Jo da Silva Gusmio, declara
que nada tem a oppr.ConceJeu-sc.
Outredo mesmo, informando sobre o que pede
Joaquiu Lopes Machado, tem a dizer que nada se
Ihe offerece oppr.Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando contra a preten-
do de Francisco Ferreira Rallar.Indeferio-se.
Outro do mesmo, informando sobre o que pede
Benjamn do Carino Lopes, quo nada tem a op-
pr.Concedeu se.
Outro do mesmo, informando sobre o que
quer Antonio Victorino, declara que nada se
offerece oppor, urna vez que o mesmo siga o
nhamento do muro existente.Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando sobre o que re-
quer Joao Luiz Ferreira Ribeiro, para murar o
terreno com frente para as ras da Concordia, Ca-
no e Palma, tem a dizer que nada se Ihe offerece
oppor, dando-se-lhe cordeacao.Mandou-se cor-
dear.
Outro do mesmo, informando sobre o requer
ment de Francisco Alves Montciro, tem a dizer
3ue nada se Ihe offerece oppor, dando-se-lne cor-
eacio.Mandou-se cordear.
Outro do mesmo, informando o requerimento do
D. Joanna de Jess Neves Guimaraes Duarte e D.
Josepha Thomazia de Campos Quaresma, que pe-
dem para concertar a sua casa n. 39 do patee de
S. Jos, diz que nada tem a oppr.Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando sobre o requer-
menlo de Antonio Valentn) da Silva Barroca, em
que pede para concertar a casa n. 7 da ra da
Madr< de Deus, cumpre-lhe declarar que a men-
cionada casa est marcada na planta da cidade
para ser demolida para o alargamento da ra na
distancia de vinte palmos.Concedeu-se a licen-
ea, assignando a administracio da Santa Casa ter-
mo de responsabildade de nao exigir a importan-
cia dos concertos quando houver de ser desappro-
priado o predio.
Outro do mesmo, informando sobre o requeri-
mento da Santa Casa de Misericordia, tem a di-
zer, que nada sj Ihe offerece oppr a pretcncao
da supplicante, dando-se-lhe cordeacao para a
obra que quer fazer. Mandou-se cordear.
Outre do mesmo, informando o requerimento de
Agostinho Ribeiro da Silva, diz quo nada tem a
oppor. Concedeu-se a licenca.
Outro do mosmo, informando o requerimento da
Santa Casa de Misericordia, para fazer os concer-
tos de que precisa a casa n. n. 80 da ra do Pha-
rol, cumpre-lhe dizer que nada tem a oppor.
Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando sobre o que re-
quer Francisca Maria da Conceicio Sanios, diz
que nada tem a oppor.Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando sobro o que re-
quer Candido Theotonio da Cmara, tem a dizer
que nada se Ihe offerece a oppor pretencio do
supplicante.Concedeu-se.
Outro do fiscal da freguezia da Boa-Vista, com-
municando haver multado a Luiz Jos da Costa
Amorim, por estar fazendo ama parede contigua
ao oitio da casa n. 34 da ra da Esperancn, e ao
pedreiro Joaquim Anselmo, os quaes, reconhecen-
do a legalidade da multo, satisflzeram. Intei-
rada.
Outro do mesmo, communicando que as lindas
da ponte do Maduro acham-se em mo estado.
Ao engenheiro cordeador para informar.
Foi approvado um parecer da comraissao en-
carregada dos negocios do cemiterio publico, com
ama emenda em seu final, apresentada pelo Sr.
Dr. Souza Leao, e sendo esse parecer relativo
representacio do Dr. chete de polica, teita pre-
sidencia e que foi lida em ses-io de 4 de corren-
te.Que se remettesse presidencia juntamente
com as isformacoes do administrador do mesmo
ecmilero.
Foram igualmente approvados dou pareceres
de comraissao. O primeiro da de edillcacdes, de-
clarando que se informasse presidencia que nao
preceden approvacao do governo a conccs>ao tei-
ta pela samara ao Instituto Archeologco para a
collocacV de urna estatua ao lado da fortaleza das
Cinco Pontas, e que pode ser col locado esse mo-
numento em frente da mesma fortaleza.O se-
undo da de polica concordando com o parecer
i de peticoes sobro a especialisacio da hypolhe-
ca dada por Joao Soares da Fonseca Velloso como
fiador de Jos Simplicio de S Esteves.Mandou-
se fazer o termo de flanea.
O Sr. Dr. Barros Barrete apresontou os dous se-
Suintes projectoi de posturas, o primeiro man-
ju-se mandou-se remetter por copia ao Srs. Drs.
Moscoso e Pitanga para estudarem a materia, o o
segundo comniissao polica :
l*. Sendo de urgente necessidade extirpar-sc o
abuso lao frequetrte nos mercado nnblicos de fo-
rraba e peixo dcste municipio, resaltante da ven-
da por alto prcej dos gneros alimenticios de con-
sumo diario, devido ao nocivo intermediario dos
revendedores ou atravessadores de taes gneros,
proponho qae esta illostrlssiina cmara submetta
a approvacao do presidente da provincia a seguin-
te postura : r *
Art. Io Ficaexpressamente vedada a en'rada
nos mercados publiceos de forraba e peixe deste
municipio, s pessoasque ahidorem comprar u-ene
ros para revender.
Art. 2-. Na inesiiia pena, mcorrerio aquel-
las pessoas que na estradas, suburbios, ras
e pracas da cidade compraren) para revenderem
quaesquer gneros alimenticios, destinados a se-
i em vendidos nos mercados pblicos.
Art. 3". Tambem serio cxpcllidas dos merca-
dos pblicos aquellas pessoas que ah so conluia-
rcm para elevar o preco dos gneros ou usarem de
qualquer outro artificio tendente a encarecer os
gneros expostos venda.
Art. 4". Os infractores (icario sugeitos a pagar
por cada vez 30{09J de multa e o dobro na rein-
cidencia.
Art. 5 Na mesma multa incorrerio aquelles
individuos, que as estradas, suburbios, ras
ou pracas da cidade forem encontrados, com-
prando para renvenderem, qualquer genero ali-
menticio, que for destinado para ser vendido nos
mercados pblicos.
Art. 6o. Ser prohibida a venda por atacado
nos mercados pblicos de qualquer genero ali-
menticio ; sob pena de pagar tanto o vendedor
como o comprador 135000 de multa cada vez.
Salvo se o genero tiver estado exposto venda
publica durante ao menos seis horas successivas.
Art. 7". Ficam revogadas as disposices em
contrario.Paco da-cmara municipal, 18de agos-
to de 1869.M. de Barros.
2o Para providenciar-se de modo a tornar ef-
fectiva a limpeza e asseio das ras, beccos pracas
e caes da cidade, antes de se exeeutarein os arligos
do contrato da companhia de limpeza e esgoto.pro-
ponho que se peca autorisacio ao presidente da
provincia para ser executada'provisoriamente a se-
guinte postura :
Art. I Para cxeeuco dos arts. 5, 6 e 7 das
posturas municipaes de 10 de novembro de 1833,
a camara_municipal ^contratar o servico diario
da remocio do lixo e varreduras da cidade, assim
como a remocio do entulho o lixo, que actual-
mente acham-se depositados em differentcs loga-
res da cidade.
o Art. 2 Este servico poder ser feito por con
tratos parciaes, abrangendo una ou mais ras,
ou um s bairro da cidade, segundo for julgado
mais conveniente ; precedendo era todo o caso a
coneorrencia cstabelecida por annuncios on edi-
taos.
Art. 3". Todos os moradores desta cidade,
quer sejam de casas particulares, quer de estabe-
lecimentos pblicos ou particulares, serio obriga-
dos a depositar antes das seto horas da manhaa
em frente s suas casa o lixo, e varreduras das
mesmas, para serem dalli removidas por carro-
cas pagas pela municipaldade. Essas tarrocas
traraoumacampainha dosom bastante forte e dis-
tincto para advertir ao publico.
t Art. 4o. Fra da hora cima estipulada e
depois da passagem das carrocas, s poder sr
conduzido qualquer lixo ou varrednra custa do
dono, para ser depositado as canoas, que estacio-
narent nos lugares designados na presente pos-
tura.
Art. 5o. As carrocas incumbidas da remocio
do lixo u conduzirao diariamente para os lugares
onde estaccionaro canoa apropradas para tal
fim, ou contendo barricas vazias para recebe-lo.
As canoas removerlo diariamente, se for preciso,
e descarregario nos logares previamente indicados
pela cmara municipal.
Art. 6. As canoas estacionario nos seguin-
tes lugares : no bairro do Recite, urna no caes de
Apollo e outra no caes do Brum. Em Sauto An-
tonio, em frente a ra da Concordia, em frente a
ra Bella e outra no caes Vinte e Dous de No-
vembro. Em S. Jos, urna no caes do Ramos, e
outra em frente a ra de Santa Rifo. Na Boa-
visla, urna em frente a ra da Ponte Velha e ou-
tra em frente a ra Formosa.
Art. 7 As carrocas poderao conduzir o en-
tullio ou lixo para atlerrar lugares de servidio pu-
blica ou pertencente a particulares, que assim ro-
quisitarem da cmara municipal.
Art. 8 Os lugares cima mencionados, bem
como o numero e capacidade das canoas poderio
ser alterados, segundo fr reconhecido pela expe-
riencia.
i Art. 9. Os infractores de qualquer das dis-
posicocs supra mencionadas pagarao 53 de multa
e e dobro na reincidencia.
Paco da cmara municipal 18 de agosto de
1869. M. de Barros Brrelo.'
0 mesmo Sr. Dr. Barros Barreto apresentou
igualmente urna proposta para que a autoridade
de qualquer fiscal do municipio seja cumulativa
em todas as freguezias, devendo os guardas obe-
deccrem indistinctamente todas as vezes que fo-
rem chamados a servico, sob pena de suspensio.
Da mesma sorte ficam* debaixo da vigilancia do
fiscal da freguezia de Santo Antonio o mercado da
freguezia de S. Jos, a respectiva ribeira de fari-
nha e" do peixe, assim como os acougues da raa do
Rangel.Foi approvado.
Mandou-se remetter a commissao de edifica
ede quatro peticoes, duas do brigadeiro Joaquim
Bernardo de Figueirdo, urna do Remigio Kemp e
urna de Jos Alves Barbosa : a do peticoes, dous
requerimentos de Francisco Joio Honorato Serra
Grande e a de arborisaeio, duas peticoes de Can-
dido Jos do Oliveira.
Foi apresentada a cmara urna carta preca-
toria passada a frvor de Andrade & Reg; delibe-
rou-seouvir ao advogado.
Concedeu-se ao contador Emilio Americano do
llego Cazumb um mez de licenca com todos os
vencimentos para tratar de sua saiide, e designou-
se o offlcial-raaior para substituir aquello no seu
impedimento.
eterminouse espacar para o dia 25 do cr-
reme a arrematacGidabbra dos concertos da pon-
te do Luca, c que" novamente se pozesse em praca
no mesmo dia o imposto de 500 rs. por cabeca de
gado merlo para o consumo das freguezias de fra
da cidade.
Despacharan)-se as peticoes de Amelia Felicia-
na Ferreira de Bro, Antonio Martins Duarte,
Alexandre Jos, Antonio Eloy Rodrigues da Silva,
Alexandre Bernardino Jos Reis e Silva, Antonio
Domingos Maia, Antonio Candido de Oliveira, A-
gosiinho de Lima Cavalcante Lacerda, Benjamim
do Carino Lopes, Basilio Jos da Hora, Bento Joa-
quim Gomes, Bento Jos Bernardes, Bellarmino
Florismundo de Andrade Pestaa, Bernardina
Francelina de Carvalho, Bernardino de Souza Pin-
to, Donma Luiza das Dores do Paraizo, Emilio
Americano do Reg Cazumb, Eduardo Dawis,
Francisco Ferreira Baltar, Henrique de Miranda
Henriques, Henrique Martins de Saldanha, Fran-
cisco de Paula Costa, Francisco Alves Monteiro
Jnior, Francisco Muniz Tavares, Fulgencio Infan-
te de Albuquerquo Mello, Jos Pereira de Azevedo,
junta da Sania Casad Misericordia, Joaquim Jos
Baptista, Joaquim Pereira Bastos, Joo Luiz Fer-
reira Ribeiro, Jos dos Santos Ramos de Oliveira,
Joao Jos da Cunha Lages, Jos Joaquim Barbosa
da Silva, Jos Jeronymo Monteiro, Joao Nepaum-
ceno Accioli, Joaquim Jos de Sant'Anna, Jos Da-
tivo dos Passos Bastos, Jos Mendes Salgado Gui-
maraes, Joo Jos Rodrigues Mendes, Olympio Gon-
calves Rosas, Raymundo Celestino Jos de Barros,
Silrestro Correa da Costa, Satyro Serafina da Sil-
va (3), Silvestre Henrique de Pai va, Thoeaaz Jos
da Silva Gusmio, Umbeliuo Ferreira da Silva,
Vicente Jos de Oliveira, Vicente Moreira da Silva,
e levantou-se a sessao.
Eu Francisco Canuto da Boaviagem, secretario
a escrevi.Manoel de Barros Barreto pr-pre-
sidente.Jos Maria Freir Gameiro.Dr. Pedro
de Attaude Lobo Mjsco'o.Bento Jos da Costa J-
nior.Dr. Joao Maria Site.Dr. Prxedes Gomes
de Souza Pitanga.
n ,n.A *ecretrfo.
O Sr. acadmico CanUo Correa Dantas.
0 Illm. Sr. Dr. Jos Antonio de Rguoircdo
Procuradores.
Os r?. acadmicos:
Mil n?d Sq.UCri M^ia'd0 r,rm,eiri> *
ElMdio Cleinentino de Aguiar, do segundo dito.
Hcnnquo Aflonso Miranda Leal, do terceiro dito
Braz rlorentino Henriques de Sot.za Jnior do
quarto dito. '
Candid Valeriano da Silva Freir, do quinto dio
Arijuuctos
Os Srs. Ifcademicos :
Francisco Jos Mera Sobrinho.
Antonio de Souza Gouva Filho.
Francisco Barbosa Aranha da Franca.
Gonealo Paes de Azevedo Faro.
3&399&Q
da juiza, escriva e monlomas,
que tm de concorrer para o
brilhaaf ismo da festa de Nos
sa Senhora do Boni Conse-
lho, em 1870.
Jnlza.
A Exma. Sra. D. Mariano- de S e Albu.iuereue,
filha do Exm. Sr. Barao do Goaranpes.
Kserlva
A Exma. Sra. D. Emilia Pinto, consola do Illm.
Sr. Francisco Ignacio Pinto.
Mordomas
As Exmas. Sras. :
D. Isabel Augusta Schollar Pinto, consorte do Illm.
Sr. Manoel Jos Carneiro Pinto.
D. Emilia Candida de Mello Luna, consorte do
Illm. Sr. Antonia Rufino de Andrade Luna.
D. Florinda Perpetua de Sonza llego, (Iba do
Illm. Sr. Miguel Francisco de Souza Reg.
D. Maria Amelia Vianna, filha do Illm. Sr. Joio
Fernandes Prente Vianna.
D. Clementina Pinto da Silveira, consorte da Illm.
Sr. capitao Jos I. Pinto.
D. Amaba da Silva Limo, filha do Illm. Sr. Jos Al-
ves Lima.
D. Adblaide de Carvalho Peixoto, filha do Illm. Sr.
Manoel Ribeiro de Carvalho.
D. Idalina Esmeraldina Moutinho, filha do Illa). Sr.
Joio Pereira Moutinho.
D. Thereza Goncalves Coulinho, consorte do Illm.
Sr. Dr. Symphronio Cesar Coulinho.
D. Francisca Ermelinda da Silva Fragoso, Olha do
Illm. Sr. Antonio da Silva Fragoso.
D. Adelaide Soares de Amorim, filha do lm. Sr.
Jos Joio de Amorim.
D. Carolina Soares de Amorim Moreira, consorte
do Illm. Sr. Candido Aflonso Moreira.
Secretaria da irmandade acadmica Co Hora
Conselho, em 8 de setembro de 1869.
Jos Furtado de Ment,;u.
ELEiplO
PUBLICACOES A PEDIDO.
Bisare
mesa administrativa da ir-
mandade acadmica de
Nossa Seniora do Bom
Conselho, para o anno de
1869-1870.
*alz.
O Illm. Sr. Dr. Vicenta Pereira do Reg.
Das prssoas qcr tem dk coNr.oRRFn para a festv
dh Nossa Senhora da Penha desta fregue-
zia DE G.UIELI.EIRA. NO CORRENTE A!;'(0 DK
1869.
Juizes protectores
O Exm. c Rvm. Sr. D. Francisco CardotO Avies,
bispo diocesano.
O Illm. Sr. coronel Jos Pedro Velloso da Sirveira.
Juiza protectora
A Exma. Sra. D. Maria Lybia Wandertoy da Sil-
veira, esposa do Sr. tenente-coroncl .'ncinato
Velloso da Silveira.
Juizes por eleicSo.
Os lm?. Srs. :
Rvm. vigario Augusto Franklin Moreira da'Sva.
Rvm. padre Jos Esteves Vianna.
Antonio Maria de Aranjo.
Major Joao Baptista Paes Barreto.
Juizas por eleieio
As Exmas. Sras. :
D. Isabel Maria Cintra Wanderley.
I). Rita, filha do Sr. Joaquim Pedro Pa'.r'o'.a.
Esposa do Sr. Antonio Jos Pinto.
D. Maria Marcionilla Rodrigurs Pereira Lima.
Juizes por devorao
Os Illms. Srs.:
Felippe llayniundo de Lima.
Major Amefico Xavier Pereira de Brito. '
Tenente-coronel Jos Eugenio da Silva Ramos.
Tenente Fructuoso Dias Alves da Silva.
Jui'zas por devocio.
As Exmas. Sras.:
Esposa do Sr. Felippe Bemcio Alves Ferreira.
Esposa do Sr. lenle Uarlinho Rodriraes da
Silva.
D. Francisca Maria de Jess, esposa do Sr. major
Eustaquio Velloso da Silveira.
Esposa do Sr. capitao Joio Pereira Chave?.
Esposa do Sr. Joao Manoel Pontual.
Escrivies por eleieio *
Os Illms. Srs.:
Francisco Lins Goncalves Chaves.
Francisco DorotheuRodrigues da Silva.
E-crivaas per cleicao
As Exmas. Sras.:
Do Sr. Thelesphoro Marques da Silva.
Do Dr. Pedro Gaudiano de Ratis e Silva.
Escrivies por devocio
Os Illms. Srs.:
Capitao Domingos Soriano de Azevedo e Si'ti.
Dr. Pedro dudiano de Ratis e Silva Jnior.
Escrivias por devocio
As Exmas. Sras.:
D. Maria Amelia Adelaide Machado, espoil do
nosso irniio Flix Venancio Machado.
Esposa do Sr Antonio Raymundo de Lima.
Mordomos
Os Illms. Srs.:
Tenente Andr Cordeiro Colho Cintra.
Alteres Jos Basilio Camello Cavalcanti.
Elias Jos da Silva.'
Jacntho Machado do Mendonca.
Rvm. Cbistovio do Reg Barros.
Francisco Tito Xavier de Lima.
Silvestre Pereira da Silva Guimaraes.
Jos Aflonso Paes Brrelo.
Pelronillo Pita de Albuquerque.
Antonio Velloso da Silveira.
Malhias Cavalcanti de Albuquerque.
Francisco Genuino Correa.
Francisco de Paula Pinto.
Antonio Soriano de Azevedo e Silva. .
Miguel Alexandrino da Fonceca flllv; i
Joaquim Malaquias da Silva.
Manoel Thom de Jess.
Jos de Mattos Rangel.
Francisco de Mattos Rangel.
Austricliano Pergentino de Almeida Andraa?.
Manoel Joio da Fonceca Pita.
Rvm. Jos Ribeiro de Andrade.
Mordomas
As Exmas. Sras. :
D. Xeomisia. esposa do Sr. .capitao BarthoUmcu
do Reg Barros.
D. Joaquina, esposa do Sr. Bento S veriano da.
Fonceca Pita.
Esposa do Sr. Francisco de Borja Machaddf
Esposa do Sr. tenente-coronel Pedro Francisco do
Albuquerqne.
Esposa do Sr. alteres Antonio Joaquim da For.ieca
Carvalho.
D. Belarmina de Mornay.
D. Mara Paes Barreto.
D. Leonor Alves de Medeiros.
Esposa do Sr. Dr. Francisco Alve da Silva.
Esposa do Sr. Pedro do Reg Dantas Monteiro.
Esposa do Sr. Manoel Vicente da Costa Pereira.
D. Senhorinha, filha do Sr. Mizael da Rocha Car-
valho.
Esposa do Sr. tenente Matheus do Reg Barros.
Esposa do Sr. alteres Hermenegildo do Reg Barres:
Esposa do Sr. Antonio Feij de Mello.
Esposa do Sr. Joio Bernardino.
Esposa do Sr. Joo Cavalcanti de Albuquerquo.
Esposa do Sr. Joao Luiz Cavalcanti.
D. Henriqurta, esposa do Sr. Jos Joaquim Cecilio
dos Santos.
Consistorio da irmandade de Nossa Senhora da
Penba de Gamelleira, 20 de iunho de 1869.
O vigario.
Avgusto Franklin Moreira da Sil) .
Eleieio
dos juizes, escrivies e mordomos que ho
festejar Nossa Senhora do Rosario, ora-
go e padroeira da freguezia do Moribe-
ca, no anno de 1869.
Juiz por eleieio.
O Illm. Sr. Manoel Carneiro Leao Jnior.
Juiza por eleicao.
A Exma Sra. D. Julia, conserte do Illm. Sr. Joao
Alves Mendes da Silva.
Juizes por devocio.
Os Illms. Srs.:
Commendador Braz Caraeiro Leao.

>



Diario de Pemambuco

Kduardo Carneiro I
1 V lj"u feCoracii
Handeira. w
. i, Jubas por !
As Exmas. Sl'J* :
1). Frann- u dj 1)|n) s,._ j,inoe, ,v,nie.
ro Leao.
1>. Anna. consorte do Illm. Sr. coronel Jos Carlos
"eixeira.
!> Jjauna Joa m na Machado Pires Forreira.
O* I!lm Si
Bario de Muribcc.
l>r. Francisco d > R%-o Muros do Laeerda.
l>r. Manoel do Nascimento Machado Portclla.
Juizas honorarias.
A Exmas. Sras. :
D. Bnmeise.i, consorte do Illm. Sr. Carlos F. Tlieo-
doro Cliristiansen.
A consorte dj lllni Sr. Maaoel Xavier Carneiro
da Cunln.
! Maria Adelaide de Si e Alb qucrqn .
Tivies por'clcic/io.
Os I.'lms. Srs,:
Migue! Mendes da Silva.
Jos Carneiro Lea i.
Loizdc Franca Mendes da Silva.
' Escrivaas por elcijo
As E.xnn-. Sras.:
1>. Antonia Moroira Borges.
I). Bsrmrda Joaquina Pinto Bandeira.
A consorte do Illm. Sr. Miguel Xu:ies .
Escrivaes por duvocio.
Os nim
Jos Francisco d'Oliveirn.
Agoslinho Forreira de Souza.
Jos Nogueira de Olivoira.
Escrivias por tevoeio.
As Exmas. Sras. :
I>. Maria Joa .juina Mendos da Silva.
I>. Rila, consone Jo Illm Sr. coronel A^ostmho B.
da S. Cavalcanti.
I) Scnhorinha Carneiro de Laeerda.
Mordemos.
Os lian. Srs.:
Isidoro de Frailas Gamboa.
Francisco Cocino de Soasa.
.loaqnim Tbeodoro Percira d'Oliveira.
Joao Jos de Albuquerque.
Jos Ignacio do Lira.
I'edro Jos Gomes de I.ira.
___
Sabbado 11 de Setembro de 1869.
----------------.
sor elle citmHo como embarace que
ijuizeso crear; t.inlo assu que oH'ereci
ao gerente fia roestna empreza, caso ella
precisasse, terrenos situados por delrs da
ine$ma ra por prcr.u gu.il ao qu se tiver
vendido outros na mesma localiclado.
Com estas publicaco, Srs. redactores,
muito obsequiarlo eeu assignanle.
Setembro, 10 de 180'J.
M. de Barros Brrelo,
Em um templo sagrado, na morada
de Dos, e na occasio em que se celebra-
va um acto solemne, vio-se a hypocrisia
envolta em lagrimas, c logo em seguida
em outro lugar tambem sagrado, na habi-
tacao dos morios, appareceu urna fra des-
fazendo-se em pranto junto a urna de snas
victimas!
Toma figa !
Quetn nao te couhercer que te com-
pre.
Luiz Porfirio deF. Albuquerque.
Jos Carlos Vieira Teixeira.
Joao Antonio de Farias.'
Joao Apolonio Cavalcanti.
Francolino Carneiro d'Albuquerque.
Antonio de Su e Albuquerque.
Manoel da Silveira Lobo de Miranda Hcnrique.
KJinnnd de Carvalho Moraes.
Hstevio Jos Pao* Rarreto.
Luiz Vital Coelho dos Santos.
Eslevao ht Paes Rarreto Jnior.
Thomaz Jos dOlivcira.
Gabriel Germano de Aguiar Montarroys.
oaquim Ribeiro de Aguiar Montarroys.
Germano Jos de Farias.
Fernando Francisco de Aguiar Montarroys.
Antonio Manoel da Farias.
Dr. Maximino lbeiro de Aguiar Montarroys.
Mordomas.
As Exmas. Sras.:
1). Rosa Pereira d'Qliveira.
I. Fcancelina, consorte do Illm. Sr. Herculano A.
H.AS.
). Leonilla Eudocia de"M raes Rabello.
H. Maria Cysneiro Freir de Moraes.
D. Maria Barbara do S e Albuquerque.
I). Joanna Maria do Farias.
I). Josepha, c nsorte do Illm. Sr. Manoel A. de Al-
buquerque Macha'o.
Procuradores.
Os Jllms. Sr?. :
Joao Antonio Pereira d'OIiveira.
Antonio Eutropio Pereira de Souza.
Juiz protector.
O Illm. Sr. capitio Jos Tnomaz Pires Machado P.
Thesonreiro.
O Illm. Sr. Dr. Joaquim Elviro do M. Carvalho.
Vigario, Joaquim dArago Ebla.
Eleigo
I'AS ll'IZAS, ESCniVAAS E mordomas que tee.u de
FESTEJAR NOSSA SBNHOIU DA CO.NCEIQAO DA ESCA-
DA NA ICREJA DA CON'CEICAO DOS MILITARES. NO
ASNO DE 1870.
Juiza por eleicio.
A Exma. Sra. D. Lucrecia de Souza Soares.
Juizas por devovao.
As Exmas. Sras. :
U. Joanna Pires Machado Po/trlla.
11. Alexandrina Rita do Amparo.
Itaronezado I.ivramento.
Jtaroneza da Victoria.
Juiza perpetua.
A Exma. Sra. D. Olympia Lins Ribeiro.
Escrivaa por eleicio.
A Exma. Sra. Angelina Candida Correa de
Brito.
Esrrivia3 por devocao.
As Exmas. Sras. :
I). Francolina Perpetua da Fonseca.
J). Idalioa de Souza Moutinho.
1). Otympia Lopes Guimaraes Amara!.
I. Senhorinha Emilia Jorge.
Mordomas.
As Exmas. Sras. :
1>. Maria Cicilia de Albuquerque Laeerda.
1). Thi reza de Jess de Albuquerque Laeerda
I). Julia Carneiro de Albuquerque Laeerda.
. Ambrozina da Rocha Bastos.
1). Petronilla da Cruz Santos.
D. Maria da Silva Campos Guimaraes.
IV Erinclinda Maria de Andrade.
J. Josephina de Aguiar.
Eleicao
l"S JUZES, KSUUVAES E K0HD0.M0S QUE TEEM DE
FESTEJAR SOS3A SEMI >IU DA CONGEICAO DA ESCA-
SA NA-ICREJA DA C0.NCB1CAO DOS MILITARES NO
ANNO DE 1870. '
Juiz por eleicio.
O Illm. Sr. conimendador Bernardo Pereira do
Carmo.
Juizes por devocao.
Os Illms. Sra. :
Tonente-coronel Joaquim Jos Silveira.
Bario de Nazareth.
Joao Ignacio Soares de Avelar.
Major Antonio Bernardo Qointeiro.
Jai/, perpetuo.
O Illm. Sr. Dr. Alexandre de Souza Pereira do
Carmo.
Escrivio por eleicao.
O Illm. Sr. capitio Jos Jeaqum Cocino.
Escrivaes pDr devocao.
Os lllms. Srs.:
Tcnente Manoel Antonio Viesas.
Capitao Leopoldo Borgss Galvio Uclia.
Coronel Hygino Jos Colho.
'.apitao Jos Ignacio de Medeiros Reg Montciro.
Mordomos.
Os Illms. Srs. :
I!vd. Antonio de Mello Albuquerque.
Desembargador Francisco Domingues da Silva.
)r. Felippe de Figueira Fana.
.fos Lopes da Silva Guimaraes.
Jos Maria Goncalves Vieira Guimaraes.
('.apitao Francisco Borges Leal.
Capitio Manoel Antonio Goncalves.
l'rederico Cesar Burlamaqni.
Procnradore.
Os Illms. Srs. :
Constantino Antonio Gomes.
Antonio Fernaudes Jorge.
I.udgero Antonio de Albaqaerqae Mello,
lfanoel Marques Dias. .
Procurador geral.
O Illm. Sr. Manoel Zefeftto de Salles.
Thesoureiro.
O LlJm. Sr. Jos Antonio de Souza.
O vigario,
Antonio Marques e Castilho.
Trillaos urbanos de Olinda.
Coostaado-me que se procura insinuar
que eu tenho erapregado esfor^os e solici-
lado os de amigos pin crear obstculos
< onstrucco de carris de ferro para Olinda,
e me parecendo que tal procedimento seria
poaco louvavel em qiialdW pessoa, e prin-
ipalmente da parle de um engenheiro; de-
<:aro que sera fundamento talinsinuac2o,
<: que em vez de querer embaracar a rea-
lir.afSo dessa empresa, faco sinceros votos
par* qu ella se realizo em corto es-
paco.
Quanto ao facto de ter promovido um
ixo assignado, reclamando contra a
construccao do Terminus na roa da Auro-
em frente a ponte de S. Isabel, nao deve
AindaUns lrmosno Diario de Per-
nambuco do 7 do corrente, a insistir emque
a commissio da Soledade encarregada de
acabar a obra da igreja, que se acba em
concert lia mais de dous annos, e a dizer
i]ue no ha progresto, que s v delcixo.
ijuasi abandono, cousu stnsirei e de al-
ijuma forma reparado. E' tal a frtil ida-
de de despropsitos que nao Ihe vejo ap-
plicacao nem interpreiaro possivel. Por-
tan to vista de seu aranzel ritiro desde
ja o titulo de ignoran! e inepto, subsli-
tuindo-o pelo de idiota.
I cara agora satisfeito ?
Tire a mascara, Sr. Uns limaos, S. S.
nao se conhece Pois nao ve S. S. pelo
que al hoje tem dito, que incapaz de
dar um conselho, quanto mais de dizer
urna commiss5o que se compenetre de seus
deveres.
Ou S. S, quer jogar por tabella? qaer
por sua vez censurar aquelleo que pozeram
a igreja da Soledade no estado em que se
acba, e o melbor meio que adiou foi ati-
rar-se sobre a commisso ?
En llie declaro, nao escrevi sob pres-
so da raiva, como disse S. S. que nao
sou empregado publico nem poltico, que
me veja em dependencia e que tenba com-
promisos ; portanto p sso dizer muilas
verdades. Eis a raziio porque disse S. S.
que fui por demais violento.
Pois bem, dir-lhe-bei ainda pela ultima
vez:
Que a commisso tilo foi encangada de
acabar obra alguma, e sim :
De verificar se era exacto que a mesa re-
gedora representada, contra a sua vontade,
pelo juiz, e tnesoureiro interino, adiantara
certa quantia aos empreiteiros contra dis-
posif5o expressa no contrato;
De verificar se era exacto que o juiz da
irmandado figurava nesse contrato como
juiz, contratante da obra e fiador dos em-
preiteiros;
De verificar se era exacto que a mesa re-
gedora arrendara o predio n. i p)r 500$
annuaes, por tempo indeterminado, sem
receber cousa alguma no primeiro anno,
cedendo tambem os corredores da igreja c
o coro com a condicao de n5o poder levan-
tar o preco;
De verificar se era* exacto que um dos
predios da irmandade eslava alagado ao
seu juiz ha seis innos por menos 200$ do
que estivera anteriormente a outros raqui-
Irnos;
De verificar se era exacto que um dos
procaradores nao recolhera ao cofre todo o
dinheiro que arrecadara, etc., etc., etc.
Nao esteja a compromelter os seus ami-
gos.
Recife, 9 de setembro de 1869.
Bernardj da Cunha Teixeira.
poroacao do mesmo nomo, e nos termos da infor-
inapto do enienlfiro chele da reparti./w das obra*
publicas n. 306 do .'1 do corrrem>
LE N. 88S.
O Dr. Manoel do Xascmeiito Mochado Porlclla
vicepresidente da provincia de Pemambuco : Fa-
ro saber a todos os seus habitantes, que a assem-
bia legislativa provincial decretou eeu sanecionei
a resolucao seguinto :
Art. I. O presidente da provincia fica antorisa-
do a contratar com Justino Jos de Souza Cam-
pos, ou com quem melhores vanlagons ofkrecer o
encananiento d'agua potavel para a cidade'de Olin-
da sob as segnintes bases
i.' As aguas deverao ser saudaveis e tiradas
do lugar indicado pelo engenheiro director das
obras publicas.
2.- Poder o contratante organisar ijma com-
p:inhia para execucao das obras.
3." O contratante ter o previlegio de vender
a!ua ao povo a razio de 20 ris por balde usual
pelo ospaco de 50 anuos, cojos prasos comecara a
correr do dia cin que fr anniineiada pelos Jor-
naes a conclusio das respectivas obras pela collo-
cacao de dous chafarizes nos lugares designados
no contrato.
J.0 prazodo previlegio ser espacado na ra-
zio do 3 ano is por cada chafariz collocado alera
domencionados no piragrapho precedente.
Art. 2." O presidente da provincia tica autorisa-
do a impor ao contratante as condicoes q ic julgar
necessarias para facilitar a rea sacio doste t-nca-
namento determinar os polios para'coneco e con-
clusao dos trabalhos e imoor as mullas necessa-
rias.
Art. 3. Ficam revoga Jas as disposicoes em con-
trario.
Mando portanto, a todas as autoridades a quem
o conheciineuto e execucao da presente resolucao
periencer, que a cumpram e facam cuinprir tao
inteirmente como nena se contin.
O secretarlo do governo desta provincia, a faga
ini|)iiioir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, 23 de junho
de. 1869, quadragesiino oilavo da independencia e
do imnerio.Dr. M-mocl do Nuscimtnto Machado
Porttla.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta
secretaria do goveruo do Pernambuco, em 23 de
junho de 1869. O secretario, Dr. Joaquim Correa
de Amijo.
Registrada a fl. do livro de leis provinciaos.
Secretaria do governo de Pernambuco, 23 de ju-
nho de 1869.O chefe da 4.* seccio, Francisco de
temos Duarle.
O secretario,
Dr. Joaquim Coma de Araujn.
BECLABACOES.
De ordeiu do Illm. Sr. inspector da thesoutaria
de fazenda desta provincia se faz publico que lira
transferido para o dia 11 do corrente mez a ar-
rematarlo da metade da casa terrea n. 18 adjudi-
cada a fazenda sita na ladeira da Misericordia da
Cidade de Olinda.
Secretaria da Ihesooraria de fazenda de Per-
nambuco 6 de setembro de 1869.
Servindo de offlcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
No dia |4 do corrente, depois da au-
diencia do Sr. Dr. jui/ de orpliaos, tem de
ser vendida em Insta publica a preta Li-
hinia. s.-.dia de sorv-ro domestico, avaliada
por Jm)&, e vai a praca a requeriraento
do Libanio Candido Ribeiro, tutor da
menor Anna Amelia.
7" "'m- W- conselheiro, inspector da thesou-
rana e fazenda desta provincia manda fazer pu-
blico,-que a arrematacio que iteveria ter boje lu-
gar as 2 horas da tarde, peralte a junta da dita
ihesourana, de 21 eavallos do deposito especial de
instruccao, flea transferida pvira o dia II do cor-
rento a mesma hora, petante a referida junta.
Secretaria da Ihasparari* de (usada de Per-
nambuco em 9 de setembro de 1839.
Servindo de offlcial-maior,
_________ Manoel las Pinio.
Veode-se umpreto de W anuos, robusto, mu
cabnnha de 9 annos, lindo e lindissimo : na ra
do Hortas n. 96.
Vendam-se escravas de idade do*17 a 33 an-
nos, sendo 3 boas engommadeiras o. cozinheiras, a?
snas conductas-fielmente se far ver aos compra-
dores, 1 dita de meia idade, boa quitandeira, por
)()$, 1 bom escravo que paga U diario : na tra-
vessa do Carmo n. 1.
Perante a cmara municipal desta cidado de
Olinda, estarao novamente om basta publica para
seren arrematados por quem maior lanco offere-
cer, nos dins 16 e 23 do correte mez, os impos-
to* seguintes cap m de planta pela quantia de
6225000 ; nffericio do pesos e medidas, sendo o
arrematante obrigado a afferir os da mesma cma-
ra sem indemnisacao alguma, pela de 607*000;
eoqueiros de produccio para negocio, pela de
4763000 ; os alugncis das casinhas da ribeira,
pela de 70o00 ; 508 rs. por cabega de gado vac-
cum, pela de 247*000 ; maseates e boceteiras, pe-
la do 29*100 ; 100 rs. por carga de farinba e le-
gnmes, pela de 13*300 ; 100 rs. por cabeca de
gado recalhido ao curral, pela de 27*000 ; repeso
do aeougue, pola de 6*500 ; 200 rs. por cabera
de gado saino', pela de 6*600 ; 100 rs. por cabeca
de gado ovclhum, pela de 1*300.
Os preteudentos deterio comparecer nos referi-
dos dias com s us tiadores competentemente habi-
litados na forma da Ici.
Paco da cmara municipal de Olinda em 9 de
setembro de 1869.
Manoel Antonio dos Passos e Silva,
Pro-presidente.
Raymundo Theodorico Jos Dornellas,
Po teiro, no impedimento do Secretario.
COMMERCIO.
PRAfA DO RECIFE 10 DE SETEMBRO DE 1869
AS 3 1/2 HOIUS D\ TARDE.
Cambio sobre Londres90 d/v. 19 018 e 19 3ii d.
por 1*000.
Cambio sobre Pars 90 d|v 485 rs. por franco.
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ALFAXDEGA.
Kendimento do dia 1 a 0. 193:327*759
dem do dia 10...... 1:536*284
196:884*043
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com fazendas
dem idem com gneros
Volumes sabidos com fazendas
dem idem cora genero?
45
384
-----393
1
116
117
Descarregam hoje 11 de setembro
Brigue inglezJesse Scoltmercadorias.
Gaiera francezaAmelieidem,
Barca inglezaGazella idem.
Barca italauaflo5 Brigee snecoHelenataboado.
Brigue hollandezCornelia & Gertrudcstmuhz
de trigo.
Brigae portuguez Bella Figuereni>e varios g-
neros.
BECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 9 12:758*516
Idem do dia 10...... 582*500
Faco constar a quem convier, qiie o Illm. Sr.
Dr. director geral interino tem designado o dia 11
de outubro prximo vindouro, pelas 10 horas da
manhaa, para ter l,gar nesta secretaria o exame
de habilitacio para o magisterio primario do sexo
femenino.
As senhoras que qnizerem fazer dito exame de-
verao inscrever-se na forma das nslrucc5es de 11
de junho de 1859, at o dia 9 do mesmo.
Secretaria da nstrueeio publica de Pernambnco
10 de setembro de 1869.
O secretario,
Aureliano A. P. de Carvalho.
Inspe^co do arsenal de
variaba.
Faz-se publico que a commisso de peritos
examinando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeira, apparelho,
mastreacio, veame, amarras e ancoras do va-
por Parahyba da companhia Pernambucana do
navegacao cosleira, achou todos esses objeclos era
estado de poder o vapor navegar.
Inspeccio do arsenal de marinha de Pernambu-
co 6 de setembro de 1869.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
Emjireza lyrica italiana.
Sabbado 11 de setembro.
8a recita de assignatura (10a do contrato)
^ Repetir se-ha agrande opera phantastica em
o actos de Gonnod
FAUSTO.
Os bilhetcs vende-seno dia do espectculo.
Principiar as 8 horas.
SALAO DO CLTbMAMALCANO
DOMINGO 12 DE SETEMBRO.
Grande e variado concert vocal e instru-
mental dado pelo violouista
Francolino Domingos e Hon-
ra l'cssoa.
iPROGRAMMA.
\ 1" parte.
. 1.Phantasia o variacoes sobre um tirina ori-
ginal, exeeutadas por Francelino.
2.=Aria carnada pelo insigne professor o Sr.
Jos Coelho.
3.Phantasia para flauta, pelo distincto profes-
sor o Sr. Salustiano.
4Phantasia para clarineta, pelo applaudido
professor o Sr. Antonio Mai lins.
5.Grande cavatina exeentada no ophcleidc po-
lo eximio professor Henrique Jansen.
2* parte.
1.Romance mazurka, executado por Fran-
celino.
2.Aria cantada pelo Sr. Jos Coelho.
3.Phantasia pa;a clarineta pelo Sr. Antonio
Martins.
4.Phantasia para flauta pelo Sr. Salustiano.
5.Carnaval de Veneza, de Paganini, executa-
da por Francelino.
As pecas serio acompanhadas a piano pelo exi-
mio maestro Poppe, que do bom grado se presta.
Principiar s 8 horas da noile.
11M1
Para o indicado porto pretende stauir com mui-
ta brevidadeo logre portuguez Cisne do Vonya por
ter a maior parte da carga engajada ; e para o
ponco que Ihe falta, traase com o c nsienataiio
Joaquim Jos Goncalves Bellrao, raa do Com'
mercio n. 17
LEILOES.
LEIL.10
Para livrarias c escriitlorios.
HOJE.
O agente. Pestaa far leilio por conta de quem
pertencer de diversos objeclos uteis e necessarios
em escriptorios e arinazens a saber : macos de
contas, callendarios. ditos sema>ics, notas', car-
ios com envelopes, rtulos, ditos com lios, amos-
tras de artigos para pholographia, papis de III-
trar serio vendidos em lotes no dia cima no caf
Commercia largo do Cor|w Sanio n. 9.
Irmandade do Divino Espi-
ri o Santo, erecta no con-
vento, de S. Francisco do
Recife.
Por ordem do nosso irniio juiz convido a todos
osfhnrissimos irmioa a eotnparerann enl o nos-
consistorio, em mesa geral, domingo 12 do corren-
te, as 10 horas, alim de se tratar de negocios nai>
previstos em nosso compii>misso, e da eleicio d--
dous membros da mesa regedora.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito San-
to 7 de setenib.o de 1869.
O secretario,
_______________Claudio lileluirq Carneiro Leal
u
fazendas
coiitinuarao.
em
* HOJE.
Mello, Lobo & C. continuarlo por intervengo
do agente Ohveira, o seu leilio do esplendido sor
timento de fazendas as mais proprias do mercado.
Sabbado 11 do corrente
as 10 horas da manhia em seu armazcm a ra
da Cruz.
LEIIAO
De 13 latas com nanita de poico, 7 barricas
com cerveja, 3 barris coto presuntos, 4
caixas com molhos.
SEGUNDA-FEIRA 13 DO CORRENTE.
O ageute Pestaa far leilio por conta e risco
de quem perlencer dos gneros cima em lotes c
para fechamento de conlas no dia scgunda-leira
13 do corrente pelas 11 horas da manhia no ar-
mazcm do Annes.
13:341*016
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio sahido no dia 9.
Penedo por Macei Vapor brasileiro Giqui,
commandante Azevedo. '
Navios sahidos no dia 10.
Bahia Brigue italiano Pegli, capitio Antonio
Graffiona, carga a mesma que trouxe de Ge-
nova.
Bahia Brifae ingloz Sea Queen, capitio Jenette,
era lastro.
Portos do SnlPolaca hespanhola Viajero, capi-
tio Jos Emilio, carga a mesma que trouxe de
Valenca.
Ilha de FernandoVapor nacional Cururipe, com-
mandanto Nolasco, carga varios gneros.
GoyannaVapor brasileiro Parahyba, comman-
dante Mello, era lastro.
Portos do N Tte Vapsr nacional Guar, com-
mandante primeiro lente S. ir Duarte, carga
varios gneros.
Observacao.
Nio hoave entradas.
EDITAES.
3.* seceo.Secretaria do governo de Pernam-
bnco, 6 de setembro de 1869.
EDITAL.
Pela secretaria do gaverno, sao convidadas as
pessoas qne qnizerem contratar o previlegio para
abastecimento d'agua potavel a cidade de Olinda,
nos termos da le provincial n. 888 de 23 de junho
ultimo abaixo transcripta a apresentarem suas pro-
postas em carta fechada ao Exm. Sr. vicepresi-
dente da provincia at o da 6 de outubro prxi-
mo vindonro, devendo as aguas ser trazidas mil
metros cima da por.!? sobre o rio Bcberibe na
Conselho de compras
navaes.
O conselho contrata em 14 do corrente mez
vista de proposlas recebidas ateas II horas da
manhaa e s..b as condiccoes do estylo, o forneci-
mento no trimestre prximo vindouro de outubro
a dezerabro, dos objeclos de fardamento seguintes :
Para aprendizes artfices.
Boneis de uniforme, bonets de ssrvicp, blusas do
bnm branco, blusas de algodo azul, blusas de
panno azul, calcas de brim branco, calcas de algo-
do azul, camisas de algodiozinho, cobertores de
' !?-)crtores dc algodo, calcas de panno azul,
eolchoes de hnho chelos de palha, fronhas de algo-
daoznho, lencos de seda preta para grvalas, len-
coes de algodaozinho, sapatdcs, saceos de guardar
roupa e travesseiros de linho cheios de palha.
'ara imperiaes marinheiros e aprendizes ditos.
Bonets de panno azul, camisas de brim branco,
calcas de algodo azul, camisas da algodio azul,
calcas de pa ino azul, calcas de brim branco, ca-
misas de baeta azul, tendo o eorpo 3 palmos de
comprimento e as mangas 2 inclusive os punhos,
fardetas de panno azul, lencos do seda preta para
grvalas, sapatoes e saceos de lona para mari-
nhagem.
Para fuzileiros navaes.
Bonets de chapa e palla, earaisas de brim bran-
co calcas de algodo azul, camisas de algodio azul,
ca cas de brim branco, calcas de panno azul, fr-
delas de brim branco, grvalas de couro do lus-
tre, polainas de panno preto, sapatoes e sobreca-
sacos de panno azul. j~~~ *,
Para artfices avulsos.
Blusas de panno azul, blusas de algodio azol,
caigas de bnm branco, calcas 4e algodio azul cal-
cas de panno azul e camisas de algodiozinho
Tambem o conselho contrata o foruecimen'to de
gahnhas para os navios da armada e estabeleci-
mentos de marinha no dito trimestre, e promove a
compra dos seguintes objectos do material da ar-
mada :
2 bules de ferro estanhado, 200 alqueires de cal
preta, 120 bracas de corrente de ferro de li| pol-
legada reforcada, 11 libras de cera em archote, 20
arrobas do estopa de algodio, 10 lences de ferro
ingloz de 1|I6 de grossura, 10 arrobas de graxa
do Rio Grande, 20 peles de marroquim encarnado,
8 arroba? de mialhar branco, 2 ocnlos de alcance,
10 libras de obrejas francezas, 6 panelas de ferro
para derreter bren, 40 grosas de peonas d'aco, 6
arrobas de pregos de ferro de costado de 7 polle-
gadas, 6 arrobas de pregos de ferro de costado de
6 pollegadas, 10 arrobas de pregos de ferro de cos-
tado de 5 pollegadas, 10 duzias de taboas de pinbo
de 2 pollegadas, 10 duzias de taboas de costadioho
de pao carga, 2 terrinas de ferro estanhado, 20
tira-lmhas, 1,000 lijlos de fogo, 30 vidros encar-
nados e circulares para pharol com 21 3i4 polle-
gadas de dimetro e 1|4 de convexidade.
Sal lo conselho de compras navaes
10 de setembro de 1869.
O secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
AVISOS MARTIMOS.
Para Lisboa
pretende sabir com muita brevidade o palhabote
portuguez Novo S. Lourenco : para o resto da car-
ga e passageiros, trata-se cora os seus consignata-
rios T. de Aquino Fonseca & C, ra do Vigario
n.19._____________________'__________
COMPAHHiA PEHNAMBUCANA
DE
\a vesana o cosleira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear,
Mandah. Acarac e Granja.
O vapor Pirapama commandante
Torres, seguir para os portos
_ cima no dia 15 do corrente as 5 horas
la tarde. Recebe carga at o dia IV, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
horas da tarde do dia da sahida no escriptorio
lo Forte do Mattos n. 12.
L
COMPAMHIA
DAS
Messageries imperiales.
At o dia 14 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Exlramadure, o qual depois
da demora do costume, seguir para a Baha e Rio
de Janeiro. Para condiccOes, fretes e passagens,
trata-sena agen-ia, ra do Commercio n. 9.
De 2 caixas com brim pardo
ava lado.
Segunda-feira 13 de setembro as 11 ho-
ras na porta da alfandega,
O agente Pint i far leilio a roquorimento de
D. P. Wild, e por autorisacao do cnsul de Fran-
ca, em presenca de seu delegado e por conta e
riso do quem perlencer de duas caixas m3rca
V. P. n. 129 e 130 com 60 pegas de brim pardo
avari?do a bordo da barca franceza Figno, vin-
da do Havre, o leilio ser cfTectuado no dia, hora
e lugar supra mencionados
Troco miudo.
Da-se bom premio por sedlas de 1*000,2*:
o, 10* e 203 (nova Marapa: na casa de Theo-
do-ro Simpe V C. largo do l'eloiuinho n. 7.
Tosse e molestias do
peito.
Xaropes de fedegoso, rabo de tat, Agrio
pao Cardozo, juca, mulung, mutamba, etc.
etc. etc.
Arr.a de leite
Prccisa-se de una ama de leite : a traiar na
ra Dircita n. H.
Docneas do ligado c ba?o, anemia,
opilado ele. .
Emplastro, oleo, pommada, tintura, pi-
lulaa, xarope o vinho da milagrosa JURU-
BEBA,
mm mmm mmm mwmm
lEMPRESTimO S0BRE
no deposito de vlnhos e agoar-
dente sito raa do Lima nu-
mero SO.
O agente Puntual competentemente autorizado
vender em leilio o deposito cima bem como a
armario do mesmo n'ura lote ou em diversos a
vontade dos licitantes.
Terca-feira li do roncte.
Dever ter lugar o loilo no mesmo deposito
as 12 horas.
Os Srs. licitantes podero desde j examinarem
o bataneo no escriptorio do dito agente, ra da
Cruz n 62, 1 andar. Garanle-se o arrendamen-
to do predio em que est o deposito.
LEIII(T~
Da galera ingleza Lancashire, da lotaco de
1177 toneladas iuglezas encalhada defrote da
barra de Gramame na provincia da Parahyba do
Norte, na quinta-feira 16 do corronto ser ven
dda em hasta publica o casco de ferro da refe-
rida galera, os mastros reaes c tres vergas gran-
des de ferro, tres ancoras grandes c cerca de
300 bracas de corrento, quatro vergas sobresa-
lentes de 30 e 70 ps d comprimcito e o mais
que tiver a bordo.
O leilio ter lugar na praia de Gurugi (distan-
te do navio poueo mais ou mcuos meia legua) do
meio dia em dSante na presenca do Illm. Sr. vice-
cnsul brilannico e os emprogados Socaos e ser
feito por conta e risco de quera perlencer. As
condiccoes serio annunciadas no acto do leilio.
(SEM LIMITE.)
Na travessa da ra
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se qual-
quer quantia sobre ouro,
prala e pedras preciosas.
O dono desto cstabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condifQes de ga-
rantir a transacc3o que se fizer em
sua casa, promettendo todo e zelo
e considerarlo s pessoas que se
dignarem de honra-lo em sen esta-
belecimento.
Na mesma casa compra-se ouro,
prata o brilhantes.
AVISOS DIVERSOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
%'avcgacSo costelra por vapor.
Goyanna.
O vapor Parahyba,- commandante
Mello, seguir para o porto cima no
_ dia 16 do corrente aseoras da noite.
Recebe carga, encoramondas, passageiros e di-
nheiro a frete, n. escriptorio do Forte do Mattos
o. 12.
JL
Companhia americana e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 15 do corrente esperado o New-
York por S. Thomaz e Para o vapor americano
South Amerita, o qual depois da demora do cos-
tume seguir para os portos do sul, para fretes
e passagens trata-se cora os agentes Henry Fos-
ter & C, ra do Commercio n. 8.
COMPANHIA PEHNAMBUCANA
M
Navegagda costeira por vapor.
Macei, escalas,enedo e- Aracaj.
m^\V n y*P9r Potengi, commandante
M Pereira, seguir "Tara os portos cima
I no dia 15 do corrente as 5 horas da
tarde. Recebe carga at o dia li, encororoendas,
passageiros e dinheiro a frete at as horas
da tarde do dia da sahida no escriptorio do For-
te do Mattos n. 12.
Aos laboriosos.
Concei tam-se.
sob fianca, machi-
nas de costura,
coin perfeicio e
presteza, fazen-
do-se mesmo
qualquer peca
que por ventura
^ se quebr; assira
| como machinas a
C\vapor, cylindros
t.s^jde padaria ou ou-
frMro qualquer ma-
-chinismo tenden-
g- te a industria do
paiz, sob as mes-
raas condicoes cima : na ra dos Patos n. 8.
na
CASA FELIZ
Aos 20:000^000
Xo Recife arco da Concelco n.
Os abaixq assignados tendose habilitado
forma das leis tem exposto a venda os seas feli-
zes bilhetes das loteras do Rio de Janeiro na casa
cima aonde se pagario as sortes que sahirem
no mesmo bilhele com o descont da le somente
PRECOS.
Mbete inleiro 2U000
Mos 12^000
Quartos 60O0
E de 100* para cima a 22i o bilhete.
. Figueircdo & Leite.
Ama de leite
Precisa-se de una ama de leite ; a trataj n
Ponte de Ucha n. 9 A.
Aluga-se o Ia andar do sobrado da ra dr
Apollo n. 28, lado da frente, proprio paraescrip-
torio : a tratar no armazem do mesmo.
Attenco.
BAHA
O palhabote Garibaldi, capitao Custodio Jos
Vianna : a tratar com Tasso Irmaos.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.VaregaeS* costelra por vapor.
Mamanguape.
O vapor Mandah, comman-
dante Penna, seguir para o por-
to cima no dia 13 do corrente
as 6 horas da tarde. Recebe car-
ga, encommendas, passageiros e
dinheiro a frete at as 3 horas da tarde do dia
da sahida : escriptorio no Forte do Mattos n. 12
AVISO
Quem tiver contas com o brigue inglez Gmntct
devem apresenta-Ias no escriptorio de Saunders
Brothers & C, largo do Corpo Santo at o dia 13 do
corrente.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava que
saiba bem cozinhar : na raa Nova n. 2i, loia de
fazenda._______
~ Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio a venda, ra do Cabug n. 2
Casa da Fe. Precos do eosiumo.
nsi Di ii:.
Precisa-se de una ama que saiba bem en-
gommar, prefere-se escrava : na ra Nova n. 50,
1* andar.
Precisa-sc alugar um prto qne seja bom, paga
se 25S por mez : quem tiver dirija-se a ruad
Hortas n. 7.______
a pharmacio do Pinto ra
Larga do Rosario n. 10 junto
ao quartel do corpo de polica.
Acham-se conslanteracnte promptas a se-
ren satisfeitas, as prescripcoes dos Srs.
facultativos, e as necessidades dos enfer-
mos, as especialidades da mesma pharma-
cia, compostas de medicamentos, tanto in-
digenas, como estrangeiros.
Feitor
Precisa-se de um feitor de meia idade, cjsade
e que d Hador a sua conducta : na ra do Ara
gao n. 32.
Notas das caixas filiaes do banco do Brasi
trocam-se com mdico descont, na loja de Manoel
Soares Pinheiro, praca da Independencia n. 22.
GRANDE HOTEL
ORIENTE
Ra larga do Rosario n. 44
Espcci-alidade na preparacio dos gneros ali-
menticios, promptidio e asseio as encommendas
e boa organisacao no estabelecimento. Recebem-
se assignaturas para o estabelecimento e a domici-
lio, facilita-se a leitura de jornaes nacionaes e es
trangeiros. Espacosa sala para o elegante jogo d-
bilhar, e ba deeente e commoda hospedagem.
C'OMpauhia l'ernambucana
De ordem do conselho de direecio da compa-
nhia Pernambucana se faz publico que somentr
de solemnisar a sua padroeira no diaria %^ff*^ "*"$&>*
do corrente, publica o programma abaixo :
Hoje ao meio dia diversas girndolas de
fogo subirlo ao ar, e a banda de msica do
Io batalhao de guarda nacional, tocar di-
versas pecas de seu repertorio; na madru-
gada do dia 12 haver tuissa rosada, depois
da qual subir ao ar urna salva, e a mesma
msica locar diversas pecas; s 41 horas
entrar a festa, sendo a msica do bemeo-
nhecido maestro Colas Filho, e a missa do
Dogma da Conceico, pregando no evange-
Iho, o muito distincto pregador da capella
imperial, fre Joaquim do Espirito-Santo ;
tarde haver rasoura em roda da igreja ;
s 7 horas da ooute entrar o Te-Deum,
pregando o Rvm. Sr. padre Leornardo Jo3o
Grego, e Andando assim a festa que a mes-
ma commisso tem a apresentar. Convi-
da-a a todos os caros irmos para compa-
recerem as horas determinadas paramen-
tados afira de assistirem a festa o Te-Deum.
e rasoura da nossa padroeira.
Consistorio, 10 de setembro de 1860,
Joao Manoel Lino da Rocha.
Secretario.
PROGRAMA
Da festa de Nos.sa Senhora
do Livrameuto.
A commissSo administrativa da contra-
ria de Nossa Senhora do Livramento, tendo
CUIJI
eivnssao se acla annunciada. Pernrmhueo 2 de
setembro de 1869.O gerente, F. F. Borges.
Precisa-se de ama ama para comprar, eoxi
nhar e engommar para urna pessoa : na ra d.*
Senzala-velha n. 132, 2 andar.
Joaquim de Vasconcellos Pinto declara ao
seus freguezes amigos e conhecidos, que eontintL*-
a comprar assucar no armazem defronte da es?a-
?ao, em Gamelleira, e pede a seus freguezes qj
com elle tem relacoes de negocios, facam dili-
gencia de saldarem suas contas esta safra, ben-
como fornece-se saceos para receber assucar en.
pagamento.
Na roa estreita do Rosario n. 35, pri-
meiro andar, casa de urna familia quefor-
nececommedorias precisa-se para todo o
vi?o de casa e ra, de servente livres ou
escravos, preferindo-se estes.________
Ama
Precisa-se de urna escrava qne csinhe o dia-
rio de urna casa de familia, faca as compras, pa-
ga-s bem : na roa dos Pires sobrado n. 27.




_-______:------,;----------------------*--- -_______---------------------
-i_


Diario de Pernambuco Sabbado 11 de Setembro de 1869.
Ama
Preciu-se de urna am.i vre on escrava quo
coiinhecom pcrfeicio o diario de tima casa c que
ja do boa c.niducta : a miar na ra do Vigark)
a. 5, 3" audar. ________^^^
Eslfujili a escrava rvcoittina de
0 nb.iixn HQUjHaitrf. COtfi
V
n'i'deiro do
Vi)
bens do
casal de Manoel >' lesna lardao Calucha c l'aula
Mari.a rto Fraga TilfU-ira, fax ver nn respeitavel
Am i.-nhni i, it mm< fihuMn ,-.ru ,ii >' uuMim e ionvuis*>o 'lo mnanoipat'So de e*ra-
aouu Isabel d !) ^^W^0_^*a|,voBin>ot}auw-bada polo g..vcrnoda provincia,
,|ijc n"'0 fiw'tu tjiKilqnor propo-ta do a!(ran? csrrn-
vii> ivrtersenie so dito casal, pwis pretendo pr por
denlos pequeos, cora ama pinta pretn no
branco do olho, cam estes redondo?, tecca
do corpa, pehp atacado, 011 ciu pe. Jul-
a-se que sedtisida, < protesta-ee mata
quem a tiv procurarfr 4r< Sr, Jamyiw Feveira da
Silva, de i('..i.iir.i, a.-iiu.i do L":u) ao Sr.
Cerdn desia prwi. K.hm-so as autoii- i?_*? ******>n 't-'.-iies emjm,
, ... ', ___. a tonfrai io o flicr. iimie 9 w **omt>iii de U
danos policiaes inda a vigilancia poisenvol-
ve todo este a,ti nm ciime, e pede-se a'
todos acuelles qtw a a Cpiwaraun i'm a
levar a mi Nova n. IG indar que sera"
gratificado.__________________________
~'4_ai"
Precisa-se de mu ana que xaiba cosinhar : a
iratar na ra d" Oiii-iiiiadi) n. 31'
ace."i i ero pi?.o contra qualquer transacoao ou ue-
i (|'ie. xor de seniclhantes escravos e bens,
lenJo p protestado tficas e dsmndl rocana
rnmiifs-a i. relativa nefltu duas osernvas de menor
i-Ilutad-! nonio Mn-arili ic '. a;;:. > c llosa de 2:
o para que ttiMctiem >< rtiaim1 i i|tfli>rfnria. lazo
H
18G9.
Nomlao il i mull/, ila li.-a-Vi^ia iu I, proci-
sa-se alugar oiua uterava para vender laboleiro
com b\m. ei 'o imknr inranla sua conducta.
Coxinhclro
l*recsa-?e de uin rozinheiro, on tnosino ajndan-
te pratieo do casa il* pasto : no Moceo da Lingoela
n. 43.
Uatiocl Itolisario Jorda>> r.al-loira.
.No ra das. Flores n. .'15 procisa-se de una
vendeiloii.i de Imlus. p;.!.vse 100 n. por pataca.
Ama
Aimla precis.i-se do tuda ama pa cozinliar :
no pateo da llibeira n. 13.
OITercTc-si
DICS para casa
com perfei^io, e. faz ei.ii- ::\r-,\w sorvie de casa :
a tratar no ateo de S. Pem w. 3. (oa.
urna portopueza de bons ro o ponra farnifla, engomma o case
Mikroskope
lisehen. Olijeliv Un-
son.
Barometre c termo-
metre. Centigrade
e reuumcure.
Precisa- .-. alagar um. preto para ser-
vico de padan, (menos maceiro), qnem
tiver pode se dirigir .i ra da Imperatiiz
n. M._______________________
O agente de compras e voudas de
escravos, Jos Marlins Alvos da Cruz aellas
se esidindo na raa de Hurlas n. 90, promp-
to a doaomwnhar niln s o son devor para
este fin, com i fiara "dios quo si-ns com-
mitentes ojul^^.ciii habilitado mediante sua<
respectivas cfomnissps.
Na BiVi-Yista, ma \ ellia n. 82, lom
para se alagar urna preta para cosinhar e
emgominar.
Alii.'a-so una escrava para ama do leitc
ra das Cinco Pontas n. \\\, sobrado.
na
ESCHAVA.
Preris.i -e alnpar para cozinliar
Coracau do Orno, roa do Cabog.
a tratar no
4M\
11-
Prorisa se de urna ama que compre, coziuhe e
eag.mmie, para mulber c marido : na raa da Pal-
ma n. 9.
Antonio de Albuquerque e Mello embarca
para o Dio d*> Janeiro a sua escrava parda de 23
nonos di- dado, de nnnie Feldierta.
Ana.
200^000
iil- qiiesla
ina'e da le-
Um negro do idade G annos, sem vicios, sadio.
proprio d.uasi'.i >: na ra larga di Rosario, toja
ii. 32.______________________________________
Aliiga-se nm primeiro an lar na ra das
Agoas-Verdes n. 8fi, r mu nutro dito proprio para
rapaz solteiro, na ra Din ila n. (3 : a trataf na
ra das Ouzes n. d. I" andar.
Offereee-se nm moco para caixeiro, com
bstanle piatica de molbados, para aqui ou fura
da cidailo. e danilo liadui a soa cnidncta : a tra-
tar na travessa da Senzalavelha n. 4, talterna.
Colla compagina lyrica e giunto
cilla il professorc Ueltra'mi Califato, il i_
zioui dil corno, tromba, sax, cornetto (rumbona
e bombardino. Compoaoe ridnee per banda, per
orclicstra e per piano fule Mareta o Dallabili. Hi-
duceduett, ter/.otti.qiiaitt'ii, cavaiii:e e romanzo
con aeoompagnamento do piano forte per banda e
jod orcliestra. I er le tralttlive dirigersi al lealro
S.lsalxlla dalle 12 alie 3 e dallo 8 pom alie H.
Puipps (irotbers c C. fazein sciente a cata
praea que tem dado proourac/io bastante aos Sis.
George A. Bradley e John K. Stalhain aos quaos
eoncedem todos os poderos ara asngnarem am
bes juntos, todas as transa^oos da casa commor-
cial dos annunciantes, seja qual for a nalurea
delta?, outro sim que por impedimento de algum
d is on-n^ionados procurad^iros. |iaraassignar <|ual-
quer transaecao fica encarregado o Sr. James
Handm para assignar eni lugar do procurador
impedido.
Preeisa-se nlugar urna e^erava que cozinbe e
on^.mun:, paia cm do minio pouea familia ; e
tamben) al upa-se urna negrinlia ou moleque ; na
na lo caos do Capitiaribe, casa nova com portao
de ferro ao lado.
Ama
Precisase de nma ama para livar e enpommar
s nutra para cuziatiar para ponra familia : na
travessa rio Hn n. ii. sitio do Ciri ;uiti.
Precisa se de um caixeiro de 14 a lti anuos:
ha rna di /meordia n. 7.
friuaudadc
da E'eulia de
de \>ss;i
e aaVni
el-
%'euerarel
-en liosa
leira.
Por ordem da mesa regedora cientfico
a todos os irmos desta vencravel irmanda-
de, e tnais devotos da milagrosa Nossa Se-
nhora da i'enlia, que a fesla de sua Augusta
Padroeira licou transferida, por motives
ponderosos, para o dia 3 de outubro pro-
xio vmdouin.
Consistorio, em '> de sotembro de 1869.
O escrivao,
Joo L. Dorm las Cmara.
USr. Jos Domuiiiisd.i Silva & C, dirija-
sd a rita do Q.mimado n. I, aArrf de fe Ihe entre-
^.'.ir nina carta oommorcial.
mi
uc-
ICUK PERISCPICOS
E crystal de rocha do Brasil.
F. i. .ermanu. recuromenda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeicoa-
dgs; porque, com esle, vidros, a vista descanca, forlica-se e nao a canea como om
os vidros ordinarios. Urna vez escoihido um vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os \idros ordinarios' se est obligado a muda-Ios lodos os annos e oster
cada vez mais grossos, o que altera o cryslalino do lbo e deteimina quasi sempre do-
res de cabera. O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do lbo, e,
todas as veles que o objecto esl mais perto ou mais longe, os raios que expelle s5o
nrui convergentes ou mui divergentes e a viso n3o 6 perfeit. Um grande numero de
pessoas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a viso nao distincta.
Com a applicarao de meus vidros pde-se vencer estas difiiculdades. Para os que tem
a vista curta e cujo cryslalino raui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro .concavo aiTasta-soo ponto de
vista, o que faz divergir os objeelos e deixa ver to longe como as ontras vistas. Quan-
do o ctystalino muito chato, o que succede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se cham?. presbyta, vem melhor de longe que de perto, e nao ensergam senSo
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergaro
to distinctamente como na idade de 15 annos. Servindo-se desles vidros quaudo a
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
F. l. Ciermana encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos oihos, a es-
colher, a primen a visla, soja qual for a idade e grao de vista, oculos proprios para
(jualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
I'reci-a-se de urna ama livre ou escrava, que
saina cozinliar e qim soja de boa conducta, para
um sitio na Passagem da fc^dalenn : a fallar na
rna Nova n. i.
Frecisa-se de una ama tona ou escrava
paia o sorvioo de urna oa-a de Itfnilia : na ra do
Aragau n 10. toja de cbarutos.
Precisa si- de uo. ama para eozuiliar e com-
[irar, em casa de bomem solteiro : na ra do Pa-
dre Floiianon. 71, "i" indar.
Precisare
de um caixeiro que tenha pratica de taberna
travessa das Cruzei n. 12.
na
aos **o:ooo^ooo
CASA DA FORTUNA
Ra do Cres|o o. 93.
O abaixo assignado tendo obtido Urtica da pre-
sidencia e satisfeito as outra* exigencias da le,
avisa ao respeitavel publico que ter sempre
venda no seu estabelecimento bilhetes das lote-
ras do Kio de Janeiro, cajos premio serio, pagos
promptamentc vista das listas com o descont
s.mcnte da lei.
Preces :Inteiros.. 24JOOO
... I2000
Quartos. 6(000
E em quantidade maior de 1003000 na razao
de 223000 por bilhete.
__________________Manoel Martins Fiun.
O advogado
Alfonso de Albuquerqne Mello inndou o seu es-
eriptorio para a ra das Cruzcs n. 37, defronte da
typographia do Diario.
Dividas.
O abaixo assignado, arrematante das dividas do
espolio do finado Jos Manoel Pereira de Menda-
n\ia, avisa aos devedores do dito finado que man-
dein satifazer seus dbitos, no praso de 30 das,
contados da data deste, lindo o qual proceder a
cobranca judicialmente ; na rna das Cinco Pontas
n. 82. Recife 24 de agosto de 1869
Joao de Azevcdo Pereira.
Jos Martins AI ves da Cruz, faz
sciente aos seus amigos e comitentes, que
mudiu sua residencia da ra doFogo n.
9, para a de Hortas n. !)G. anude promelte
comqrir suas ordens como do coslume e
pratica.
Aluga-se a casa n. 28 da travessa de S. Joao
com 2 salas, 2 quartos, quintal e cacimba, preeo
de 113000 : a tratar no mesrno lugar.
- Jo> Monteiro de Siqueira mudou-se
para i casa n. 3 de ra da Cadeia
So houver quem queira vender urna casa
terrea em chaos proprios e cora commndos bastan-
tos para grande familia, e principalmente na fre-
Ktiezia da Boa-Vista, annuncio por este Diario, ou
dirija-so na do Hospicio n. 2i.
Na ra Formosa p.
Dina ama de leitc.
Ama de loite
21, sobrad
D-ecisa-se de
CASA DA FORTUNA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
\ ra do Crespo n.23 e casas do costume
Aeham-se a venda os felizes bilhetes garanti-
dos da 10a parte da lotera a beneficio do patri-
monio dos orpbao9 (120), que se extrahtr s.ab-
bado 18 do correte mez.
Precos.
Os do costume.
___________________Manoel Martina Fina
Club Fernambucano
A partida do correte
noite do dia 17.
mez ter lugar na
X
COMPANHIA
DOS
TBILHOS URBANOS
DO
UBI II I A> OIJMK.
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas effectuarem no praso
de 10 das (a contar do dia de setembro
prximo) a iaprestaco de suas acc es na ra-
zao de 10 %. Para esse im ser encon-
trado o Sr. thesoureiro todos os dias uteis
desde as H horas da manha at s 2 da
tarde no seu escriptorio, ra Nova n. 35.
Escriptorio da companhia, :iO de agosto
de 1869.
Io secretario,
Iheo. Just.
Para a vista myope, (vista curia).
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras treraem
de fraqueza.
Para a visla que os olhos sodesiguaes.
Para a vista que se lurva com o traba-
dio e a lei tura.
Para a vista presbyta (vislagalon ).
Para a vista que nao supporta os raios
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a visla que as palpebras esto cer-
cadas de sague.
Para a vista que um dos olhos myope
e o outro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olho se cobra de catarata.
Sortimento
para theatro.
de binculos
e oculos de
alcance para o campo e ma-
rialia.
Lunetas, pince-nez e
face--ma, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ac,
etc., etc.
Tem tambem grande sortimento de n-logios para parede, que Jb horas e para
cima de mesa dos mais lindos modelo Helogios para algibeira, de ouro, prala, prata
dourada efoleada, inglezcs, suissor e orisontaes dos melboies c mais afamados fabri-
cantes.
Vendas em grosso e a retalho. Km Pernambuco.
N. 21=Rua NovaN. 21.
ATTENCO
Na ra da Cadeia sobrado n. 06 se dir
quem vende urna escrava, bonita figura
com habilidades, garante-se nao ter vicio
algum.
Os abaixo assignados declaram a
quem interessar possa, que nesta data
reatizaram a compra dos gneros, armaejo
e ntencilios commerciaes existentes na ta-
l'erna sita ra Direila n. fl. pertencente ao
Srs. Jeronymo Francisco Perreira e Fran-
cisco Igleizas Lopes, livre c desembaracada-j
de qualquer compromtsso anterii r a re-
ferida compra. Quem so julgar com di-
reito a reclamar contra este-acto, queira
faze-lo no praso de oilo dias, findo os
quaes n3o se attender a reclamacSo al-
guma.He fe, 6 de setembio de" 1869.
FrAnnsco Fernandos >ta Silva.
Francisco Jos Pereira do Valle.
Offerecem-se duas senhorasportuguezas, urna
para administrado de qua!que,r casa de familia, e
outra para educar meninas nesu cidade on fra
dell* t quem precisar de seus serviros, pode diri
gir-sean laiyo do Pharol n.57.
Precisa-se de um caixeiro de !t a 16 aunos
na ra da Concordia n. 7.
Maaoel Cordeiro tem justo e contratado a la*
berna sita na Casa Forte, eom Jos Joaqnim Dias
quem se julgar com direlto a mesma, compareca
uo praso de tres dias.
IV. ft. das
convcuo
Borcs
tic 91.
Cao fgido
Dsappareceu um cachorrinho inglez, rateiro,
urna coleira de uvial branco ao posebeo :
.ptem o adiar ou souber alguma noticia delle, di-
rija-se rna de Apollo n. 32, quo ser gratificado.
o 2" andar e sotaiTdo sobrado da
ra da Guia n. 31 : quem pretender, entenda-se
ao deposito da ra da Setrzala-velha n. 48.
Ama de leite
Precisa- e com toda urgencia de orna nma de
efte : na travessa do Veras n. 15, andar. N5e
tfi olha a preco.____________________
PrecUa-ie do om ferreiro as obras da Re-
coPoS-fge ComPan.-' Limited, no largo dasGin-
eToeho erecta no
Francisco.
Aviso a todos irmSos da devoco de N.
S. das Dores, para comparecereru em
nosso consistorio, domingo 12 do corrente,
afim de a-sistrtm a mesa geral-, e para
cntregarem as esmolas das cartas, como
tambem para darem suas joias, para se
tratar da festividade que se ha de fazer no
dia 19 do corrente.
Consstorio da dovocHo de N. S. das
Dores, 10 do setembro de 1869.
Affons L. de Albuquerque Mello,
Escrivao.
am ieiilio i iiiiin
Causa admiraco,
Mas nao se pode duvidar;
No armazem Independencia
E' onde se pode comprar.
FERREIR4 i IH.lt
donos deste importante e magnifico armazem de seceos e molhados sito ra do Rangel
n. 5, julgando nao aceilarem concordata alguma com'os seus collegas resolveram de-
nominar o seu armazem INDEPENDENCIA, assim como o seu fim nao seja Iludir
ao respeitavel publico deixaro de aanunciar. sem o que o mesmo o julgue e admire...
Mas como nos pontos da va frrea, ja se tem discutido e apreciado a realeza e impos-
sibilidado a ver quem vende gneros tap barato.- por esta razao que annunciamos para
que todos tanto da praca como do matto acrediten) o que neste asseveram e aquelles
que ainda n3o nos'tenham honrado eom suas freguezias, poderSo dirigir-seao mesmo,
cerlos de que ver5o gravada a sinceridade e m< thodo de negociar muito franco sem que
necessitemos de andar a- meia noite pelos oites das matrizes figurando-nos por bous
demonios nem mesmo na frente da mnsica com o pendi na mao feito bausa.
FEREEIE A & IBMAO,
Ba do Rangel n. 3, armazem da Indepen-
dencia.
(WHTAUt ROS t\l.\AZES
16 RA DA CRUZ 16
Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, fiambre, pastis de difieren
te qualidades, vinhos de superior qualidade, cha Hisson preto, e miudo, o melhor qu*
se pode encontrar no mercado, amendoas confeitadas, xaropes refrigerantes, doces df
calda, etc.
Incumbe-se de encommendos para grandes jactares, bailes, baplisados e ca-
samentos, a saber:
Pecas de noogat. P5es-de-lot enfeitados.
Ditas de p5o-de-lot. Bollos idem.
Ditas de tmara de ovos. Pratos de doce de ovos.
Ditas de caramilo. Tortas folhadas de crme e carne.
Bandeja com armacao de assucar. Empadas.
C08T0REIRA.
Cose-se costuras de alfai.ito a moda frari-
coza, por preco commodo, na ra Augusta
n .112. e d-se flanea sobre as mssmas.
Vicente Alves Morara, agonciador do ven-
das de escravos, mndoa sua residencia da ra de
Hortas n. 9-1 para a rna da Paz n. 34, onde seus
frejruezes o polero procurar para a mesma occa-
pacaa fcecbe escravos, e prometle prompta venda
COSTl'HIM E MODISTA
MADAMA LECOMTE
Com loja na raa da Imperatriz n. 7.
Tem honra de partecipar ao respeftavel publico e em particular seus fregoe-
zes, que, pelas retacees que acaba de encelar com algumascostureirase modistas das mais
afamadas de Paria, que todos os mezes Ihe mandam figurinos, de vestidos, man-
teletes e chapeos qhe estao no maior gosto e mais modernos, se acha habilita-
da para fater vestidos para passeio e visitas, bares o casamentos. As sentioras que
a honrrem com a sua fregoezia, nSo deixaro de ser satisfeitas, tanto pelo bom goste, como
pela barateza dos precos e promptid5o na entrega das encommendas ; tambem tem bo-
nitos enfeites muito modernos e de todasas cores. Fazem-se chapeos de todas as qualidades
tanto de fil como de palha.
UJBlVfl
NftO foi preciso agua benta
O demonio mudou-se por sua livre c exponlanea vonlade
VIVA 0 DIA DE S. BRTBOLQME
Agora nmrjucm presuma (juc foi um demonio qualquer, foi
OBQM
Mas uo saino da Boa-Vista
CHEGOU-SE ATE PARA IAIAIS PERTO DA MATRIZ
ESQUINA DA RA D J ARAGAO I 32
TEMHAlfl VJE-IiO
Como garboso se ostenta
Como lepido se mostra
E as diabruras que faz!!!
Negra tranca no co.lo lheondeia
Solta oriza ao mago desdem
Deita a fronte n'um peito c conhece
Quantas maguas o seio contm.
Esta linda e gentil creatHra tambem
EMDE
Ooeijos, manteiga e caf,
Vinlio, cha e bolaxinhas,
Doces seceos e licores,
] De Nantes boas sardinhas.
Tudo barato
Para agrada ,
Venhain freguezes
Que hao de gostar,
N. B. Brevemente ser annunciado o dia, em que este importante armazem de mo-
lhados ter principio a pratica de certa diabrura.que admirar mais do que o TEMPORAL
naBONANCA da ra do Queimado. Por ora venham os freguezes visitar o nosso es-
tabelecimento, comprar os nossos superieres gener s por pre?os muito rasoaveis.
Manteiga ingleza flor a 1#300 por 500
gramma*.
Dita dita a 1,5200 idm.
Dita dita a i 000 idem.
Dita franceza a 900 rs. idem.
Batatas novas a 100 rs. idem.
Cha fino superior a :i#500 idem.
Dito dito a 33200 idem.
Dito dito a 3#000 idem.
Arroz pilado a 120 rs. idem.
Caf de caroco a 200, 2i0 e 280 rs.
idem.
Milho alpista a 240 rs. idem.
Toucinho de Lisboa a OO rs. idem.
Vellas estiarinas, masso 720.
Potes com sal refinado a OO.
l-'rvilhas franceza cm manteiga, 900 rs.
a lata.
Fructas portuguezas em calda a G00 rs.
a lata
Ditas s depecfgos maiores a oOO rs. a
lata.
Tijolo para facas a-120 rs.
Chocolate espanfiol a I 000 o masso.
Frascos com conserva a 900 rs.
Ditos dita do mi -tarda a 800 rs.
Latas com carne de .orco a 800 rs.
Sardinhas de Mants em manteiga a 800
rs. a lata.
Copos finos para agua, dtizia 4800.
Garrafas finas para meza, o par 5000.
Cognac engarrafado a 800 rs.,
Azeite francez engarrafado a I 000.
Presunto em barril a 480 rs. por 500
grammas.
Vinho bordeaux cm caixa, "000.
Vinagro branco engarrafado a 400 rs.
Bolaxinhas de differentes mrreas. a
I400.
Fosphortw do segnranca, masso 500 rs.
Banha de porco a 720 por .fi00 grammas.
Vinho do reino, garrafa a 1^000.
Charutos do Lima a 5j$ c fi a caixa.
Sabaode massa a 210 rs. por 500 gram-
mas.
Latas com ameixas a I, H'JOO, 2(5800
e 3500.
Ditas de manteiga a 2*800.
Ditas juliana a 1 > por OO grammas.
Frascos com magias seccas a 2000.
Scrveja de differentes rotreas, duzia (l-S
Tapioca do Maranbo a 2-40 rs. por50>
grammas.
Farello em sacca com 21 kftes por (M.
Liguicas e palos a 800 rs. por 500 gram-
mas.
G z, Ma a 8500.
Dito em garrafa a 400 rs.
i Latas de pcixe a 800 rs.
Bolaxinhas beato Antonio a L-?00alata.
Latas de pao-de-l a MO rs.
Bter em garrafas a 800 rs.
Licores linos como eoraeol, amisade, e
ontras muitas marcas a l#)00rs.
Fslrilinhas para sopa a 800 rs. por 500
grammas.
Marrasquino de zeroa la garrafa.
Massa de tomate a 720 por 500 gram-
mas.
Os proprietarios gararitem tudo quanto cima esl especificado,, adverte a todos
que nao conhecem o peso de 500 grammas, mais de urna libra, e se cvpioaril aquelles
que nao entendem.
VEJAM QUE DIABRURA
rirar premio sem comprar bilhetes !
Isto s pode ser artes do
Est decid ido=o mundo marcha!
Leiam=ad ni irem
E...... espalheni pelo univerpo
SE TO EXTRANHO ASSUMPTO CABE EM VfflMfc
BOAS FESTAS SEM CSTAR DINHEIRO
No
QUE PEf IIIM!'
. intuito de fazer ama fallada o bom drmomio resohou rf. vescar dora
cm ruante com um bilhete a qualquer pessoa quo de urna vez Iho compraT f*fl00 de
gneros, com dous a quem comprar 10000, e assim por dianto sempre am bilhete
por cada 5;)000.
Cada um desses bilhetes dados de mao beijada proporcionar ao portador
o Jirotto de receber um dos premios abaixo mencionados, se a roda da fOftlHl Ihe for
propicia coincidindo o numero do dito bilhete com o do que tirar urna das tres sortcs
maiores da 1" lotera que correr nesta provincia no mez de dezembro vjJhMWAn
gigo de champagne, valor....... 305000
caixa de vinho do Porto (Menores).. 23000
duzia de garrafas de cereveja (Bass) 9000
presunto de fiambre............ 15S00O
queijo prato................... 6,000
dito flamengo.................. S.^OWi
latas de marmclada fina.......... 600O
caixa de pacas................. 8000
100000
Ill-.IIIU IIU
. 1/2 gigo de chimijagne, valor............ !5O0O
6 garrafas de vinho do Porto (Menores)... 11 500
G ditas de cerveja (Bass)............:. 4^500
1 queijo prato....................... G1000
1 dito flamengo...................... 3O0O
1/2 caixa de pacas..................... 'l^0^
6 latas de marmelada
10 PnilO
6 garrafas de vinho do Porto (Metieres), valor.
6 ditas de cerveja (Bass).................
i queijo prato...........................
1/2 caixa de charutos de Simas..............
00000
500000
noee
........... 30000
250*0
MAIS DIABRURAS F"
Se a pessoa a quem a sorte houve favorecido quizer trotit- ^r, zafiro*
os gneros cima mencionados o preeririr receber o respecivo valor e*6 Ramiro nao
se ter Juvida em satisfazer.
Venham, fregnezes
Da pra<;a e mato,
Comprar barato
A BOM DEMONIO
Praca da Boa-Vista n. 32, esquina ifrtaa
do Aragao.


Diario de Pernambuco
Sabbado 11 de Setenibro de 1869..

.
AGENCIA
EM
to f)r. Arer.
VFATV:. \!, DB CBRRJA
cura phtisica e r.xl.i* n< molestias do pu>.
SALSA l'AIIWI.HA .
cura ulceras o rhagas .minas, empigens c d.o-io-.
m.vir.o
conserva e hmpa <.s cabellos.
m.n.vs i:ati[articas
purameute vejrslnos em mercurio, cora mmSbs
purgan) e piirilicaw lodo o systema humano : ven-
dc->e nicamente em casa de Samuel P. Johnston
& C, ra da Scmala-nova n. 42
Alu#a-se
o 2* andar e soio il i sobrado da rita do Ai
n. 1, com mnitos /.nnmodos o bstanle asnei Jo,
visto ter-se roodinVado ha poneos olas, acha-sia
liave no 1 andar do meslo para quem qmtca
lo, e alii sabara ":.! se alupa.
Vi'
Attenqao.
Constandoao tono fusionado que asna mu-
llier I). Mara Cbrfetiana Bastos Vianna ennduzio
liODtein, Bu-i ntreme, em sua companliia para a
cidade doRccife -donseseravos. Cornelio e Lito,
o pnmeiro ie 24 a-25 amos de darte e n segundo
de 12, e que os pretende ven.lcr ; declara ao pu-
blico, para que ningncm se chamo a engaso, que
snamulher que move contra o abalxo. assignado
aerando divorcio, nao pode dispor d'esses escra-
vo, e que o misma nlnixo assignado dar-se-ha
pressa em promover pelos ineios legacs a nullida-
dc de qualquer negocio que se fiz-r com os referi-
dos eseravos.
Engenho Goyanna Grande, C de setembro de
Joo Francisco CnmlciinH SEZUES 01; FEBIIES KBIIITECTES
As pillas anti-periodcas le Pinto.
nico deposito des.. > medicamentos na
pharmacia do son autor ra larga do Ro-
sario ti. 10, junto ao quartd do corpo de
polica.
MM SI 18(1
Rua do Quemado n, 49 e 57 loja
de miudezas de Jos de Azeve-
dv Mata e Suva conhecido por
Jos Bigodinho.
Mi queimando tul.. i. .fo tem em seu
dslitbelfi-imento para acabar c fazernovo
sorlimctiio, por isso qtioiram vero que 6borne barato.
Caixas de linhas iln giz com
i.1 novellos a ^00
Latas com superior Inulta a
120, 200 e..... 400
Frascos de oleo babosa muito
lino a. ..... 4oo
Du/ias de metas (ingle?, is )
muito boas a 4500c
uGinafas com agua florida ver-
dadeira...... j^OC.
Garrafas com agua divina damc-
lhor qualidade .... 15500
Caixas com 12 frascos de cheiros
proprio para mimos 20oO<>
Dita com|6 frascos mtnto finos #800
016o baboza muito fino que s
a vista ......
Sabonetcs de calunga muito bo-
nito ......
Caixas de p de arroz muito
superior .....
Pecas de babadinlio com 10
varas ......
Pecas de fita de eos qualquer
O
EM CONTINACiO
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
tod ClEIMA^
DE
FLIX PERBIRA DA SILVA.
largura
i
para
unhas muito fi-
dentes fazenda
de cores
TRILHOS RDANOS
no
Xtecife Apipueos.
Kmquanto durar a interrupgo do transi-
to no sitio da Jaqueira. eni consequencia
da .ollocarao do novo cncanatnento d'ngtia,
licam supprimidos os irens depois do espec-
tculo dothoatro de Santa Isabel.
Escrptorio da coinpala, 10 de setembro
de 1869.
O gerente,
Rawltnson.
Modisto hrasileira
Mara Carmina avisa as senhoras mais
de familias que faz vestidos pelos mais mo-
dernos figurinos de Paris, lava, arma e en-
feita chapos d pama ou de seda, tanto
para senhoras, como para meninos e mais
barato do que outra qualquer: uo pateo
de S. Pedro n (2, l>>i.i.
Preeisa-se de tima ama livre oa cscrova para
todo o servico de easa le pepuena familia : na
ra das Cruzes n 4.
ii-i..
COMPRAS.
Com muito waior vartagem enmpram-se
las de "tin. e pr.tt.i : na leja de joias do Co-
rarao do Oum n. 2 f. roa do i'.abng.i.
0 museo Na ra do Catmg n. 4 cotupra-se ouro, prata
e pedras preciosas por preeos mais vantajosos do
que em ontra qualquer parte.
Ouro e p 'ata,
Gompram-se moeda? de ouro c
as qualidatles, por bom preo : na
do Hccife n. 58, loja do azulejo.
Oompram-fe moedas de ouro e prata de to-
dos os valores, ouro e prata em obras mutli>a brilbantes e mais pedras preciosas : na loja de
ourives do arco i\ Concei:;ao, no llecife.
irata de tedas
na da Cadeia
Compram-se o vendemse diariamente para lora
dentro da provincia srravos de todas as idailes,
ores e sexos, eom tanto que sejam sadios : no
terceiro andar do .sobrado n. :o, ra das Gnes.
freguezia de Santo Antonio.
Su hotiver qoenj tjueiri vender urna
casa terrea em cha is prprioa e eom com-
modos bastantes pan grande familia, e prin
cipalmente na freguezia da ^a-Vista, an-
nuncie por este Diorto, ou dinja-so rua
do Ili'silicio ti. 24.
- -- ________________________________________________________________________
Escovas
as .
Escovas para
muito fina .
Pulceiras de contas
para meninos .
Gaixas de lnha branca do gaz
com .10 nnvellos .
Pecas de tranca Irsa de todas
as cores .....
Resmas de papel paulado muito
fino ......
Pares denotos para punhos
muito bonito .
Libras de la pa a bordados de
de todas *s cores .
Pentes com costas do metal
muito finos .
Nnvellos de linba muilo grande
para croxs .
Duzia de lnha froxa para bor-
dado ......
Grosas de botoes madreperola
muito fino .....
Sabonete muito finos 00, 120,
100, 210 e.....
Pecas de fita de la todas as
cores .....^.
Espelhos dourados para narede
lfOOQ e .
Espelhos de Jacaranda muito
tino ......
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol i .
Pares de meias cruas para me-
ninos ......
Caivete muito flno com 4 fo-
Ihas ......
Frascos de sndalo e patecholy
muito finos .
<55O0
mo
dooo
#308
ioOC
,5500
02W
5200
,5600
;5040
dOOO
mo
8,5000
,5320
9 t$320
f5480
900
-5320
500
1,5500
2,5000
060
320
li5300
15200
obrigado aSSr a maior pirte ,.LaS faS,'".^'J^^SSE^!.^,^
zendas de
em ontra
as da manha s 9
\ AGOTA BRANCA tem convieco de que a abundancia de otyed* de no-
em^eu constante e completo soitimento, a. boa escolha no ffosto .lelles, a supi i
^note". rtA*d*" se ^"'' constantemente abe. to das 0 bor
KM
Ex[)lendido sortimento de
roupas feitas
NA LOJA D(> PAVQ A RUA DA
IMPEItATI'.IZ N. 00
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente Portillo das melhorcs roupas, sed.i Sed ca.Cas ra,u o m de cJS ^L^JSX^SmS
tendoI
ALTA N0V1DADE
fOlPICUNAS O OORGIRO DE LINHO E
SEDA.
Peto ultimo vapor cliegou para a loja do
I avao tim elegante sortimento das mais
bellas poupelinas ou gorguioes de linho 9
m"d s r ^T I* C **? :1S S^ c garantindo-se que neste gentes para o pescoco.
como bem sejam
Bonitas caixiiihas de madeiras envernisa-
das, contendo navalhas e os mais necessarios j
para viagem, servindo ellas de carteira!
juando abertas
Ontras conforme aquellas, propras para
senhoras.
Ontras roacheladas, com thesouras e os
mais necessarios domados c de madrepe-
rola fiara costura, obras de apurado gosto
e petTeirJio, propras paro um bello pre-
sente, tendo algumas com mus a.
Eslojos ou rarteiras de couro com nava-
Ibas, e os m:is necessarios para vtagens.
ESCOVAS DE MARITM
Para unhas. dentes, cabello e ronpa.
Ontras de balea com machetados de ma-
dreperola para os mesmos fins.
OBRAS DE MADREPEROLA
Leques,. escovas para dentes, canelas,
didaes, brincos, alfinetes etc. etc.
Ricas capel'as com veos para noivas.
Cintos de brim, com clstico para se-
nhoras.
Voltas de
para circular os coques.
Outras igualmente bonitas, e com pin-
Pann de crochet para cadeitas.
Novo < limeiiio dt toahas de latjrr.n-
tho, para baptizados.
Reriun e bico de guipur, braoco
pelo.
Fil l; ; >; de seda, com salpicos,
Pequem e delicados espanndorc I
peonas coloridas, proprios pera piano
oratorios, (le.
Bonit passarinlios ie sucia! pcatoad
para segurar coloras, loado aimofaili,h^-.
de veluJo para agulhas e alfinel s.
Tbes^aras do iluas, ir.s, ijtiairo e fit
pernas para frisar babadinoos.
AGL'LIAS NON-PLtSLLTIl4!
grossos aljofaes de cores,
sam desojar, assim como
>brigados a acceita-las, quando nao slejam
completamente ao seu contento, assim como
n'estc vasto estabelecimento encontrar o
respetavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
LINHO
ATOALHADO
Vcndem-se as mais finas celezias de linho
com 23 varas cada peca, sendo mais finas
anda que os mais linos esguioes que ti'm
htiho e algodao e outros mu.tos artigos vindo ao mercado, a 45, 55, 605000 e
PANNO
loja de fazendas e roupas fciias
i na da Imperalriz n. 32,
porla larga,
OE
cnssas
V1NDAS.
Vende-se urna canoa que
grossos : a tratar na rua u Ja
pepa
1,000 lijlos
i. *7
- Vende-se urna preta d* i.......,.uie,
eao, por 6001 : na rua das Flore* n. 7.
Vendemse libras esterlinas, em ouro: no es-
criptorio de CarvalhoA Nogneira, rua de Apollo
n. 20..
Vende-se a armario da loja n. 43 A sita a
rua de Hortas, eir perfeito estado toda pintada e
de bom loro, prpria para qnein qntzer e>tat.e-
lecer um deposito ou fabrica do rigarros e cha-
mtos: a tratsr na toja conti.suo n 4.1.
Cal nova de Lisboa.
Vende se na rua do Apollo
& Irmao n 18.
arrnarera de Rege
CIGARREIROS.
No armawm n. 18, travessa da Madre de Dos,
vende-se papel do seda jrara rigarros, marea muito
grande, e superior qanlidade, por preco ron.....ni,
Vende-se urna mulata de 19 a 30 annos, la-
va,c izinhae engomma muito bem, sem vicios nem
achaques : a tratar na rua do Santo Amaro n. 2.
defronte d.i eapclla da Soledade.
- Vende-se,na ruada Aurora n.26, um exrel-
lonle eseravo pardinho, de Cor escura, de 13 annos
de idade, bita figura, robusto, odien! de alfalate, c
com principio de hoteeiro, ojitimo para pagem.
Venn-lw tima negrinha de
habilidad* : na rua da Penh-n.
14 annos, com
1, Io andar.
Vende-se-urna carroca de cavallo com ai-
xao, cobert, propria para roftacao ou padaria :
para ver c tratar, na oflieina do Sr. Carlos, em S
pgalo.
Attenpo
Veollem-se o* estalielecimentos do taberna c
padaria da Posta de Uolia, para pagamento dos
credores : a tratar na rua do Hosarto da Boa-
Vista n. Si.
Neste estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico um bonito sortimento de
roupas e fazendas de todas as qualidades e
preeos commodos, tem sempre um bonito
sortimento do casemiras de cores e pretas,
panno fino de diversas qualidades, brim de
bonitas cores e brancos de boa qualidade,
encerrega-se qualquer obra por medida e
proco muito commodo.
ROUPAS FEITAS
na loja da rua da Imperatriz n. 52, porta
larga, de Paredes Porto.
Tem neste estabelecimento um bonito
sortimento do roupas feitas de diversas
qualidades e presos commodos, como sejam
palitots de alpaca preta e de cores a 35.
355 0 e V5; ditos de panno preto sacos a
65, 7,5 e rir5;_ ditos de panno superior a
125, 145 c 165; ditos sobrecasacados de
dito dito a 185, 205 e 255; ditos d case-
mira de cor a 5,5, 6 c 10; calcas, colletes
e palitots de casemira mojto lina de cor a
20 e 255;.calcas de brim hranco de cor de
todas as qualidades de ^ a 05; ditas de
casemira preta e-de cores de 45 at 125;
colletes do todas as qualidades; ceroulas de
bramante a 15500,25000 o 5500; camisas
francezas de Imito e de algodo de todas as
qualidades e preco mais barato do que em
outra qualquer parte ; rolarinhos, gravatas;
bonito sortimento de chapeos de sol do alpa-
ca e de seda: meias inglezas a 65 a duzia;
pechincha neste estabelecimento pelo
grande sortimento: todos os freguezes se
poderlo prover dos ps al a cabe<;a por
preco commodo.
FAZENDAS
Grande sortimento, orno sejam, chitas
baratas a 300, 320 e 360 rs. MadapolSo
fino a 75,85 e 105 a peca. Algodio (pe-
chinchf) a 5,5300 a peca e outras qualida
des. Cambraia branca de todas as quali-
dades transparente e Victoria de 3.5500 a
85 a pe?a. Lanzinhas de bonitas cores, al
pacas bonitas, selecia a pefa com 28 metros
a 285000. Esguiao o mais fino possivel a
25500 e 35 a vara, e outras muitas fazen-
das por preco commodo, que seria enfado-
nho mencionar, na loja do
LESO DA P03TALARGA
DE
Paredes PoKo.
proprits para homens e senhoras promet-
tondo-se-ilie vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na rea da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Pcrei-
ra da Silva.
tos dez mil covados de
francezn
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
Vende-se na loja do Pavo rua da Im-
peratriz n. 60 urna grande quantidade de
mil covados das melhores casas francezas
para vestidos, tendo pdroes miudos e gra-
dos, assentad^^em todas as cores, estas
cassas sao proUbmento francezai ~ tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a chita, e alm dos padroes
serem muito bonitos, sao-todos lxos e seria
fazenda para muo mais dinherro, mas re-
talha-se a 300 rs. o covado.
l.sjiai lUiis a 3-oWOO na loja do
Pavo
CIMENTO
Vende-se verdadeiro cimento ; na rua da
Va Ir de Dos n. 22, armazem de Jlo
Martlns de Barros.
PARA AMA
Torneiras para paesagem d'agoa, do diversas
gros80ras: na rna do Queimado, Azovedo & Ir-
mao.
Vende-se urna grande porcao de esparti-
)S modernos c
tendo sortimento de todos os tamanhos,
vendem-se a 35 cada um.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 15800
Chegou para a loja do Pavo, rua da
Imperatriz n. 60, urna grande porcao de
p Cas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fezimda o cumpli-
mento de um lenco!, o qnal se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro c meio; e vende-se pelo
barato preco de 15800 reis cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicacocs para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo'preco.
Cortes de vestido do Pavo a
*ooo
Vendem-sc bonitos cortes de cambraia e
tailatana, ricamente bordados a la, pelo
baratissimo preco de 65.
Ditos por estarem um ptom machucados
a 45.
Ditos linssmos coi). seda a 45.
Assim como os mais m nos cortes de
poil de chvre, com duas saias, sendo fa-
zenda chegada pelo ultimo vapor, cada um
em sua caixinha com o competente figurino,
a 185; inissimos cort s de cambraia bran-
ca, rieamen e bordados, que at podem
servir para noiva, a 255000. e outros mu-
tos cortes de differentes fazendas que se
liquidam baratas na loja do Pav5o.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande, porgao de cera de
carnauba em saceos, por pregomars barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pav3o rua da Imperatriz n. 50. De Flix
Pereira da Silva.
CASSAS A 240
Vende-se cassas com delicados padroes e
cores fixas 240 rs. o covado: na loja do
Pavo rua da Imperatriz n. 60 de Flix
Pereira da Silva.
AS BASQUINAS DO PAVO
Chegaram para a loja do Pavao as mais
ricas basquinas de casaquinhos de seda
pretas ricamente enfeitados sendo com os
feitios mais novos que tem vindo ao merca-
do e vedem-se muito em conta.
GROZ DE COR
Chegaram os mais bonitos grosdenapeles
de cores, sendo verde, azul, lyrio, cinzento
e branco muito alvo, que'se vendem mais
barato do que em outra qaalmir parte.
BASQUINAS DE FIL
Vende-s i WaiS modernas e mais ricas
hasqninas de fil preto, por.preo em conta.
VESTIDINHOS PARA* MENINOS A
25000 E 24600
Vendem-se ve-tidinboU para"h*feniDos e
meninas, pelo barato preco de 25000 e
25500, assim como riJo^ efkftvaes para
baptizado.
MAtMPOLO FRANCEZ A 75000 A PECA
Vende-se pegas de raadapolio francez en-
festado com 20 metros a 75000 a pega; e
prchincha
MUSSELINAS DE COR
Vende-se as mais bonitas musselinas de
cores a 500 rs. o covado.
70.5000, lamben se vende em varas as
mesmas celezias*, sendo preciso; assim co-
mo, pannos de linho do Porto .para lenges
com perto de 4 palmos de largura a 700,
800 e 15000 a vara, sendo em pega tam-
bem se faz alguma equidade; bramantes
para lenges com 10 palmos de largura a
15800 e 20500 o metro, e de linho muito
superior a 35200 e 35500.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 25400, 35 c 35500 o metro, e
outras muilas fazendas brancas que se ven-
dem muito mais baralo do que em outra
lualquer parte, com o fim nico de apurar
dinlieiro.
CHITAS
MADAPOLAO
ALGODAOSINHO
Vendem-se superiores chitas escuras e
claras pelo barato preco de 2K0,320 e 360
rs. F as percallas a 320 e 360 rs.
Pegas de aloodosinho de todas as lar-
guras o qualidades. Pecas de madapolao
dos mais baratos at os mais finos; assim
ZZ"aJLdT l'm va ? espa,-Ui Iem0' sopenor algodaosnho.enfesiado para
todas etas fazendas se vendem mais barato
ilo que em outra qualquer parte, para apu-
rar dinheiro.
PECHINCHA DO PAVAO PARA ESCRAVOS
A 200 RS.
Vende-se urna grande porgo de esta-
menha mesclada, propria para vestidos de
escravas, camisas e caigas para moleques,
sendo urna fazenda escura trangada e muito
cncorpada, pelo barato prego de 200 rs.
o covado, fazenda que sempre se vendeu
por muito mais dinheiro
VESTIDOS A 800 rs.
Com duas saias
Chejaram para a loja do Pavo os mais
modernos, emais bonitos cortes de vestidos
de cambia, e organdys; com mais lindos
pad'oes. e o competente figormo, tendo
cada corl 18 covados, que pode dar corte
para senhora, e menina, c vendem-se pelo
barato prego de 5000, nicamente na loja
o armazem do Pavo rua da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da Silva.
Outras com aljofares coloridos, e tran-
selin dourado.
Botoes com ancora, e P. II. para fardas
e colletes.
Abotoailuras d'aventurine com o p de
prata doarada, para colletes, cada um 55.
Botoes do crisial. encastoados em prata,
para punhos, 45 o par.
Camisas de fianeila para homem, a%e-
Ihor qualidade que teta viudo a este mer-
cado,
Meias de la para homens, senhoras e
creangas.
Ditas de dita, tecido de borracha, pa-a
quem soflrc de nchago nas pernas.
Tal a qualidade d"essas agulhas, yi
merecen ao fabricante o pomposo titulo < .
Nott-pimillm, merece a Aguia Branc
honras d'i::n atmoncio, e sem duvida l
recer das intelligentes senhoras, a e\i a
estima por sua apreciavel qualidad,'.
Al agora nada se tinha visto de to bol i
em tal gnero, e anda assitu cusa caa
papel apens 200 rs.
Provavelmente d'aqni a ponen abunda,:
as falsificadas para serem vendidas liara! -
mente, pnrm as verdadeiras continuniri -.
vir especialmente para a loja da Ar'
Branca.
Descrecer mirmetosamente i>or seus m
mes c qualidades a infinidade rfOlMecl -
que constam*emnte se acham venda i*
loja da Agola Branca, seria genio hmposs-
vel ao Bfenos infadonho por so ella cor>-
fia na constancia de sua boa c amiga fr<-
quezia, o pede aos que de novo qncirai i
reconhecrr a commodidade do seus prrc
e a emeeridade de seu agrado, que nao$<< -
esquegam de comparecer loja d'A:1
Branca rua do Qncimado n 8.
II
ORGANDY DE COR A 30 RS. 0 COVADO
Vendem-se .inissimos organdys de cores
para vestidos com lndissimos padroes pelo
barato prego de 360 rs. o covado; assim
como ditos branjos muito finos com listas
largas e estreitas, edequadrosa 800 rs. e
15000 a vara, tambem temtarlatana bran-
ca, o de todas as cores a 800 rs. a vara ;
filos de,flores a 40 rs. a vara, e ditos lisos
a 800 rs. a vara, e de salpico a 15000 ;
isto na loja e armazem do Pavo, rua da
Imperatriz : 00 de Flix Pereira da Silva.
CHALES DE CASEMIRA
Chegaram os mais modernos, c mais
bonitos chales de -casemira com dezenhos
nteiramente novos, que se vendem a 95,
105,125 e 145 ; assim como urna grande
porgo de ditos de menina que se vendem
mais baratos do que em outra qualquer
parte ; na luja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz n. 60, de Flix P.-reira da
Silva.
Cortinados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento oos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 125000 rs. cada par at 255000 rs,
isto na rua d Bnperatriz n. 60, de Flix
Pereircnla -sttva.
Largo do Tei^o.N. 23.
SIMO DOS SANTOS ft
Os proprietarios deste bem sortdo armazem de secco e moldados, pariecipa -
aos seus numerosos freguezes, tanto desta praga, como do mallo c igualmente aos at -
gos do bom e barato, que tecm um grande e vantajoso sortimento de diversas merca-
dorias e as mais novas do mercado, asquaes vendem em grosso e a retallm, po
menos prego do que em oulr qualquer parte, por t>er maior parte deslas mercad'
compradas por conta propria, por isso quem comprar al a quantia de 1005, ter cii
por cento pelo sen prompto pagamento garantindo-se qualquer genero sabido des!
armazem. .
BLOS MODERNOS E SAIAS DE^LA
Na loja do Pavo vnde-se os mais" mo
derhoe bal5es reguladores tanto de musse-
lina como de la de cAr, e as mais moder-
nas saias d; 13a eniestada, mais barato do
que em outra qualqiir parte.
SULTANAS
Chegou para a loja do Pavo um grande
sortimento das mais linuas sultanas, para
vestidos, sendo rauit larga e bonita fazenda
com listas dosdae os padr&es mais novos
que tem vindo a este merc&do, vendendo-se
a 15400 O covado, na loja de Flix Pereira
da Silva roa da Imperatriz n. 60.
GAZ AMERICANO ) a lata, a 400 rs.
a garrafa e 00 rs. o litro.
VINHO VERDADEIRO FIGUEIRA 560 e
040 rs. a garrafa, a 45500 e 45800 a cana-
da, a 740 e 940 rs. o litro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 c 500 rs. a garrafa, a 35 e
35500 a caada, 600 e OOrs. o litro.
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 75 a caada, e 15340 o litro
VINHO BRANCO DE LISBOA a 600 rs.
a garrafa, 45500 a caada e 000 rs. o litro.
VINAGBE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 c 3*0 rs. a garrafa, 25200,
15809 e 15100 a caada, 300 e 480 rs.
o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 15540 e
15280 a libra, 35140 c 25800 o kilo-
grammo.
DEM FRANCEZA 960 000 e 850 rs.
a libra, e 25100, 15980 e 13870 o kilo*
grammo.
DEM PARA TEMPERO 640 rs. a li
bra, 15400 o kilogrammo, em porcao se
far abalimento.
BANHA DE PORCO DE BALTIMOOR
720 rs. a libra, c 15570 o kilogrammo, em
porgo se far abalimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
120 o 140 rs. a libra, 260 e 300 rs.'o ki-
logrammo e 35800 a arroba.'
ALPISTA a 240 rs. a libra e 520 rs. o
kilogramnio, e G por 14 kilogrammos.
;AF EM GRAO 65 e 65500 a arroba,
200 e 240 rs. a libra, 40 e 520 rs. o
kilogrammo.
SABAO: MASSA 260 e 200 rs. a libra,
570 e 440 rs o.kilogrammo, om caixa ha
abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACARRAO, TA- grammo.
LHARIN ,E ALETRIA, SOOrs. a libra e mEM PROPRIO PARA NEGOCIO a 257* -
10780 o kilogrammo. 255O, 2J20O e 25 a libra, e 8J450
SEVADINHA E SAF 3 280 rs. a libra e 40180 o kilogrammo.
Assim como ha outros muitos mais gneros, vnTib em ancorcas, azeton;i
passas, figos novos, charutos de diversas marcas, h'ngnfcas de Lisboa, marmelada.
servas gela de marmello, pcego, ervilhas, peixe em latas, sardmhas de Nanto-,
?inho verde engarrafado, pomada canea, cravo, ervadoge, cominho, phneta, grani
molhos de sebolla I5500j finalmente mOito mais gneros que enfandonlio
menciona-los.
620 rs. o kilogrammo, em porgSo ha ab*>-
limento.
BOLACHINIIAS EM LATAS DE DIVI
SAS QUALIDADES, a 15 e 10400 a lata.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs.
masso. em caixa lia abatimento.
PH0SPH0R0S DO GAZ E DE SEGU-
RANZA, 280, 400 e 560 rs. o mass
35200 e 65500 a groza. .
AMEIXAS EM LATAS E CACIilNHA>
DE MIJITOS TAMANHOS 3o00. i:
c 15 a libra.
GOMMA DE MIIJIO AMERICANA .4 4001
o masso de urna libra, c em caixa ba ao
lmenlo.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 100 rs.
a libra, em caixa faz-se abalimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II ;. "
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADERA IHLERS
BELL, 800 rs. a garrafa c 95 a dittia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO I
DIVERSAS MARCAS 15500, 15200. 10
800 rs. a parrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E AMBI
GUEZA 70 e 65 a frasqueira, e 800 rs
DEM DE LARANJA DOCE AROMATIC'
110 a frasqueira e 15 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPOR ES. '
35, 25800 e 25400, em caixa faz-se grc
de abatimento.
TOUCINHO DE LISBOA 400 rs. a
bra, e 880rs. o kilogrammo, e 115500 i
14 kilogrammos.
CHA FINO, GRALDO E MID1NH0
melhores que ha no mercado, 3
35200 a libra, 75080 c 60540 o ki
Vendf-se
Chtoal-pur^atlvo c depura*ir*
de charabai'd.
millio novo em saceos grandes : para ver, na com- ClJ>osU) das planIas as mais odorifm, e .
pa.ihial'ernaMib.icana.eatrattr, no armazem da mah virtnoas dos^njoalrt omai* elevado-,
Estrella, largo do Paraizon. 14.______________ lonipurgalito de Chavibanl possue nm g-
Vende-se um escravinbo peca e idade roso o um aroma suavissimo, e as prbpnedad
de 12 a 13 annos; na rua do Queimado nls notaveis sobre os embararos do
I'I Io andar intestinos e do figado, o desob-truente \*
excellencia na cedstiflago do vetjtre, I
resgUqvdo aigum., Depurativo espinal
das biles c dos humores, refresca o shgo del.-
rando-o.
DEPOSITO ESPECIAL,
Phannaeia do Bartholoffieu A &, roa lar?
Rosario n. 34.
n.
Vende-se urna escrava de idade li- annos
crionlD, com habilidades : na rua da Pcnha n. >,
Io andar.
ATTENCAO
Urgencia
Gonealves 4 Teixeii
.No nrmazom da rua do Apullo n. 28 lia para
vender urna cadciriha ou pilanquira com todos de quadifle cim40 pam
os pertences, em muito bo: i c?!ado, e por nrero 12 Hesrada* commodo. IdaPenban. 8.
na
ter tr;
i fr
i
KlGlVll


6
Diario de Peinambuco Sabbailo 11 Je Seiembro de 18G9.
LIQUIDACI)
SEM IGUAL
O proprictario do armazem Je fazcndas denominado ARARA, ra da Impera-
Iriin. 72, ec! ira ao respeitavel publico e seus fivguezes, que est liquidando /odas as
das e roupas feitas que tem em sen estabelecimenlu como se poder ver no seu
aa:iuncio e prefo abaixo mencionados,
Chitas fraaceras matizadas
391 rs.
Vende-se cliias francesas escuras matiza- lentes c i,
d.i3,a3() rs.o covado por esto preco sna trajeado a i a metro
loj da Arara, ru.i da imperatriz n. 7-2. tia|es ,|e,
AlgodSo enfestado OOO rs.
Vende-sc algodo enfestado prnprio para
900 rs. o metro, dito
LAAZINHAS A 210 RS.
Vende-se lazinhas para vestidos Je se-
DhDTl a 2iO, 280, 320 e 400 rs. o co-
vado. *
BARBGES DE l.W A uOO RS.
le-selwregcs de I3a com listras para
...tos de senhora a 590 e GiO rs. o
. ivde.
Alpaca? de listras a 509 rs,
Vende-se alpacas de listras para vesti-
d >5 de senhora a '00 rs. o covado.
CUITAS FRANCEZAS A 289 RS.
i-i-so chitas francezas claras a 280 rs.
o cavado.
CORTES DE LA PVRV VESTIDOS A
2-S400.
Vende-so cortes d > ira para vestidos de
-s iiioras a 25100 cada um,
PERCALES A 'i 1(1 ItS.O COVADO.
Vende-se percales milito linos para vts-
t. los de senhora a O rs. o covado, mttr-
fonas brancas tinas, a 500 rs. o covado,
brillantinas de cores, a 4'0 rs. o covado.
(Baldes modernos de todas as
cores.
Vende-s halos moderno sbrauco ede co-
res a .,$, 4)5500e5>.
COBERTORES DE ADGODaO A 1*500.
Vende-se cobertores de algodo a M500,
cobertas do chitas a IAG0O e 2d cada urna,
GANGAS PAHA CALCA A 320 RS.
Vende-se ganga para calca a 320 o cova-
do, brim de cores para caifas de hamem e
meninos a 400 rs. o covado, casemiras de
cores para caifa o palitots a 2 #500 e 3,-),
o covado, muas casemiras entestadas para
caifas e patots a I $ o covado, brim pardo
le todas as qualidades e brim branco de
todas as qualidades na ra da Imperatriz
r. 72.
Alpaeas lizas a A40 rs.
Vende-se alpacas de cores lizas finas a
C40 rs. o covado, tarlatanas de cores a 320
rs. o metro.
MVDAPOLAO ENTESTADO A 33500.
Vende-se pecas de madapolo enfestado
a 3,5500, pecas de madapolo inglez de 24
ardas a 5#, 65iOO, 14, 8-5 e 10$ a pefa.
merino 3.
Vende-se chales de merino estampados
a 2,5, chales brancos c de cures a 1#000
cada um.
CORTES DE BRIM CASTOR PARA CALCA
A CO RS.
Vo!idc-se una grande porfo de cortes
de brim castor para calca de homcm, GiO
rs. cada um.
Grande porcao deretalhos
Vende-se grande porfo do retalhos de
chitas c cassas pretas a 100 e 200 rs. o
cova lo, retalhos de cassas, la e chitas de
cores baratissimos.
LIQUIDAN A ROPA FEITA
Vende-se palitots de brim de cores a 2?$,
ditos de alpacas de cores a 2?$, di'os de
moia casemira a 2 e 20500. ditos de pan
no preto bom a 8 > e 10$, caifas do algo-
do azul para escravns a GiO rs. ditas de
algodaode listras a 800 e 1#, camisas d
iscado de listras a 800 rs. cada urna, cole-
tes do brim p fusta) de cores a 16e 10500,
colotes de ccsemii a de cores a 20500 e 3$,
e outras militas qualidades de roupas feitas
que se vende por baratissimo preco.
Algodo de listras a 3O rs.
o corado
Vende-se algodo de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
PEA DE ALGODaO A 40.
Vendem-se peras do algodo 40000,
50200. 0)000 e 7.->, para liquidar.
Baldes de arcos 1A500.
Vende-se balites de arcos para senhoras
pelo baratissimo profo do i #500 cada um,
Cortes de caraliraia barras
a 39000.
Vende-A cortes de cambraias barrsa a
2:> e 35 cada um.
LENCOS DE SEDA A 610 RS.
Vende-se loncos de seda a GiO rs. cada
um, para liquidar-
CAWEIRA PARA VIAGEM A 10.
Vende-se carteiras para viagem 10
cada urna.
Assim como vende-se chitas para coberhs, a 250. 280 e 320 rs. o covado,
ellas antes que se acabem todas mais fazendas e roupas feitas, e que pelo preco que
vai vender ou liquidar, poucos dias poder durar, e quem se quizer sortir de fazendas
e roupas feitas para a festa pelo prefo que iho agradar, se poder dirigir a ra da
imperatriz armazem da ARARA, que estar aberto tod^s os dias uteis, das 6 horas da
manhaa, s 9 Iroras da noite.
72. Ra dajmperatriz. 72.
CONVITE GERAL.
0 proprietario do armazem de fazendas denominado Garibaldi, na ra da Impe-
ratriz n. 5, declara ao respeitavel publico que tendo grande deposito de fazendas em
Mr, o desejando diminuir este grande deposito por meio de urna liquidaco que fin-
dar no dia 15 ou 20 do corrente, por isso convida ao respeitavel publico a vir surtir-
se do boas fazendas, e por diminuto prefo, a saber:
CHITAS LARGAS A280rs.
Vendem-se chitas francezas largas a 280,
320 e 300 rs.o covado.
ALGODAO ENFESTADO TRANCADO A
1*000.
Vende-se algodo enfestado trancado para
I nfoes a 10000, dito liso enfestado a 900
o mjtro.
CASSAS FRANCEZAS A 210 RS.
Ve.idem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 240 e 980 rs. o covado.
MADAPOLO ENFESTADO A 3,5300.
Vendem-se pecas de madapolo enfes-
tado a 30300, dito inglez de 24 jardas ou
22 metros a 50, 60, 70, 80, 90 e 100, a
P? a.
LANZINHAS PARA VESTIDOS A '
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
BAREGE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege de listas para vestidos
a 500 o GiO o covado.
ALPACAS DECORES PARA VESTIDOS A
5-jO rs. O COVADO.
^Vendem-se alpacas de cores a 500, 640
e 720 rs. o covado propria para vestido de
senhora.
SEDAS DE CORES A 10.
Vende-se sedas de cores para vestidos de
hora a 10 o covado.
PORCAO DE RETALHOS.
Vende-se urna porfo de retalhos de cas-
*sas, de la e sedas e de outras fazendas
por muito barato preco.
A' Hiles antes que se acabem.
CUAL Y DE CORES A 800 RS.
Vende-so chaly de listas de seda a 800 rs. acabar.
CHITAS PARA COBERTAS A 280.
Vende-se chitas francezas para cobertas
a 280 o covado, dita encarnada a 320 rs. o
covado.
CASEMIRAS DE CORES A 2)5500.
Vende-se casemiras de cores a 2(5500 e
30000 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 30000.
Vendem-se chapeos de sol'de alpaca pre-
ta a 30000, ditos de seda a 100 cada um.
BRIM DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim de cores para caifas de
bomcm e meninos a 400 rs. o covado.
Gangas para-calca a 33 rs.
Vendem-se gangas de cores para caifa e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado.
MUSSELINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se musselina branca a 500 rs. o
covado, dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 4iO o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlatana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 20.
Vende-se lencas brancos a 20 a duzia.
Gollinhas e manguitos para senhora a
500 rs.
Ditaj de Itabo fino a 10000, para aca-
bar.
(GRANDE SORTIMENTO
DE ROUPA FEITA DE TODAS AS QUALIDADES.
Vende-se a roupa feita por menos 26 ou
30 por cento do que em outra casa: por
isso os pretendentes podero vir examinar
para ver a reahdade do annuncio.
Velbctina preta a 320 rs. o covado, para
Covado.
CHALES DE CASSA A 10.
Vende-se chales de cassa a 10, e de me-
.'' a 20.
CORTES DE LA A 2M00 RS.
Vendcm-se cortes de la de listra para
ido* de senhora a 20400 rs. para aca-
bar.
1 lODO A PECA 4000.
Vende-se pecas de algodo a 4)5, 80, 60;
E umitas outras cousas- que
lonhn mencionar. '
BALOES DE ARCOS A 10500.
Vendem-se baloes de 20 e 30 arcos a
10500 cada um, ditos modernos a 40.
BRIM HAMBURGO A 80000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
burgo a 80, vem a ser mais barato do que
algodosinho.
CORTINADOS A 140000,
Vende-se cortinados para cama a 140
para liquidar. Ditos para janellas a 70.
Todas estas fazendas se vendem muito
barato na na da Imperatriz n. 56.
AUGUSTO PORTO & C.
11--RUA DO QTJEIMAD0--11
Tendo chegado ltimamente ao seu e-tabelecimento grande variedade de fa-
zendas de gosto as pem disposifo de seus numerosos fregueses pelos mais mdicos
decores, o quo ha de mais elegante para
i-orpo denominado silphides, srennes,
.; mais elegante para urna moca.
.enfeitados desetim de cores. Vest-
Vonhas e toalhas de cambraia de linho
para janellas de diversas qualidades:
prefos possiveis, sendo:
Bournous de cachemira b
hombros de senhora.
Novos gostos de manteletes i i>,
orientales de renda preta de soalines, i
Basquines de guipare 'preto, n..
dos de blond com manta e apella para owi
bordadas. Cortinados bordados para camas
colxas de seda e de la e de seda para camas de .oivos.
Epingl, lindo gorguro de la e seda decress muito elegante fazouda para
um lindo vestido. Sedas de cores e pretas, gorguro de seda branco e de cores com
listas assetioadas, panos, asemiras e muitas outras fazendas enjos pref os sao em goral
muite mdicos. Grande sortimento de camisas para homem, tanto lisas como bordadas
e de cores.
Continuam semprc a ter grande variedade de tapetes para sof, para cama e
para pianno, porfo de tapetes em pecas para alcatifar saloes, e grande quantidade da
Esteiras da India para forrar salas.


4;>000
500
20000
JUMA
DO
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo h. 9
Os propnetarios (leste bem erabeeido esttbete-
rimente, alen dos muitos objerfos qoe nbam cx-
poslo a apreciarao do respeitavel publico, man-
daran vir e aeabam de receber pelo altiroo vapor
da Europa um completo e variarlo sortitncnlo de
finas e mui deliradas especialidades, m qiuics es-
tao resolvidos a vender, como de sen eostiime,
por precos muito baratinhos e commotKis para to-
dos, com tanto que Gallo....
Moito superiores lavas de pellica, prcla*, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mni boas e bonitas gollinhas e punhos para f-j
nhora, neste genero o qoe ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para roques.
Lindos e riquissimos enfeites para caberas das
Exmas. senhoras.
| SAHIDAS DE BAILE
Chegaram pelo ullimo paquete vindo da Europa, lindissimas sabidas de bai-
K les, ricamente enfeitadas, o melhor gosto que tem vindo ao mercado : ra do
j Crespo n. 13, loja das columnas, do Antonio Correa de Vasconcellos.-
m mmffiffimfflmmmmtummmmmmmmmmm
EIYAL SEM SE(il.\flO
Ra do Queimado ns. 49 c 57
lojas de miudezaz de Jos de
Azevedo Mata, est acabando
com as miudezas de seus estabe-
lecimentos por tsso queram apre-
ciar o que, bom c barattssimo.
Pefas de liras bordadas com 12
metros, fazenda superior, a
loOO, 2, U e.....
Caixas de linha com 50 novellos
Pares de sa patos de tranca fa-
zenla nova a......
Pares de sapatos de tapete
(so grande) a......1^500
Duzias de meias cruas para ho-
mem a........3800
Tramoias do Porto fazenda boa
e pelo preeomelhor tOO attos a (5200
Livros de misses abreviadas a 2i5000
Duzia de baralhos francezes muito
finos a2$400 e.....'iJSOf
Silabario portugoea coro estam-
pas a ........
Gravatas de cores e preta muito
finas a ........
Cartoes com clcheles de- lato
fazenda fina a......
Abotuaduras de vidfro para clete
fazenda fina z. .. r .
Caixs com penar 'd'afo moito
tinas a 320, 40$. 500 e .
Cartoes de linha Alexandre que
tem 200 jardas a .
Carreteis de linha Alexandre de
70at200a......
Caixas com superiores obreras
de massa a......
Duzias de agulhas para machina
Libras de pregos francezes di-
verso tamanho a. .
Livros escripturad'para rol da
roepa a........
Talheres para meninos muil
finos a. ,......
Caixas com papel amizade muite
fino a........
Caixas com 100 envelopes muito
finos a........
Pentes volteados para meninas e
senhoras a.......
Thezouras muito finas para
onhas e costuras a. .
Tinteiros com tinta- preta muito
boa a 80 120 e .
Varas de franja para toalhas fe-
zendafina a. ,. .
Pefas de fita branca elstica
muito fina a......
Novellos de linha com 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a......
Grozas de botoes de louf a muito
finos a........
Grande e completo sortimento de machinas para
descantear algodaode nova inven cao ebegadas l-
timamente em direitura para a loja de Manoel
IJento de Oliveira Braga & C., na ra Direita n.
53. Garante-se que 6 a melhor qnalidade que ate
o presente tem vindo ao mercado : acbam-se em
exposicao aos compradores.
Systema decimal.
Grande e completo sortimento de pesos kilo-
grammos de melhor comprehensaodos aue tem
vindo at o presente, assim como marcos de latao
at meio grammo pelo inesmo systema, balanzas
de latao de forca de 5 i 20 kilogiammos, metros
de madeira e de latao para medir fazendas, alini
de grande sortimento de miudezas o ferragens de
todas as qualidades, ludo por precos que s a rista
faz crdito : na ra Direila n. 53, loja de Manoel
Bento de Oliveira Braga 4 C.
COGNAC.
Do superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch & C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o con3ummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra do
commercio n. 32.
BAZAR UNIVERSAL
9Ra Xova 2 2
Carneiro Vianna
Neste BAZAR eneontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que se ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para eos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposifSo servidos a electos para atrao-
co e jantar, salvas, bandejas, taboliros, bol-
,5320
4500
4020
4500
10000
4100
.Jioo
A0'*0
24000
4240
4120
'0240
4700
4600
0320
0500
0320
0160
200
60
20500
Superiores trancas pretas e de cores con vidri- sas c malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candieiros para sala e cima demesa,
parede e portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e enanca, bercos, cadei
ras longas para viagem, ditas de bal a neo,
espelhos de todos os tamanhos, molduras
para quadros.gaz, baldes americanos, gu r-
da comidas, brinquedos para crianc.as, um
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e nesa^tapetes para sala, quario,
frente de soph, janella e porta, capachos de
Sparto e cAco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se encontrarlo
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pena ir examinar.
160
Machinas a vapor de
forca de 3 e 4ca-
vallos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de facao e serrotes para desca-
nsar algodo.
Balanfas para armazem e bakao
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Ubit-
field.
Prenfas para copiar carcas.
Fogao americano patent
Scbonete de alcatrdo.
DI
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que tSo boa
acceitaf3o tem merecido n'esta provincia,
muito se recommenda para a cura cerU
das impigens, sarnas, caspas e todas su
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu & C,
34roa larga do Rosario34.
lhos e sem elles; esta fazenda o que lode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e Osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 3i000
a duzia, entretanto que nos as vendemos jor 20,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas- de superior canna da India e
castiio de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de inellior se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
Suantidade de outras qualidades, como sejam, ma-
nir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc
Finos, bonitos e airosos cnicotinhos de oadoia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda c borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora c para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
avalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegurames sua qualidade c delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina enara crox.
Linha muito ba de peso, fiouj^Waia encher
lAyrintho. ^^
Bons baralhos de cartas para voltaretc, i
como os ten tos para o mesmo fim.
Grande e vanado sortimento das mclhores per-
fumarias e dos melhores e mais conliucidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsocs, e
facilitam a denticao das innocentes crianzas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, a fim de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deiros Gollares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderlo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos multo razoaveis toja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Extraeum carnis
Este producto alimentacao para doentes, mui
apropriada para creancas e para as pessoas saas;
indispen-avel a todos, porm, principalmente aos
viajamos, que terao nelle o recurso de poderem
ter alimentacao de carne fresca incerrupttvel, e
qoe com facilidad se aprompta e se conduz, por-
que n'nm pequeo votume carrega-se alimentacao
para muito tempo. Sobretudo ebama-se a atten-
ao dos senhores de engenhos que encontrarlo no
EXTRACTUM CARNIS o recurso de alimentacao
agradavel, hygieniea e barata para seus fmulos c
seus doentes!
Este producto fabricado pelo processo do dis-
tincto medico Dr. Ubatuba, no Rio-Grande do Sul,
qae acaba do crear um deposito nesta cidado em
casa de Jos Victorino de Rezende & C, ra da
Cada, escriptorio n. 52, primeiro andar, venden-
do-se :
No deposito a ra da Cada n. 32.
as pharmacias dos Srs.:
Manoel Al ves Barbosa, mesma rna n. 61.
Joaquim do Almeida Pinto, ra larga do Rosa-
rio n. 10.
Antonio Maria Marques Ferreira, praga da
Boa-Vista n. 91.
N. B.As latas que contem o extracto irazem
urna guia para seu uso.
CEMENTO
PORTLAND.
SJVcnde-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceicao, em barricas grandes.
Xarope de fedegoso
de Pinto
E' de urna efiieacia verdaderamente ma-
ravilhosa como calmante do systema nervoso
e applicado contra a paralisia, astbma,
tosse convulsa ou coqueluche, tos'e recen-
tes ou antigs, suffocafoes, catharros,
broncneos, etc., e em geral contra todos
os soffrimentos das vias respiratorias, e
na phtisica pulmonar, sua virtude contra
o totano ou espasmos, e convulsOes in-
contestavel, e ninguem ha que a desconhe-
ca. Rut Larga do Rosario n. 10, Pernam-
buco.
AS BOtBAS
Novidade.
UVAS EMAQAS
Ghegaram no ultimo vapor da Earopa,e acham-
se venda no petit restaurant do Hotel Central,
ra estrella do Rosario n. 4 A. *
Farinha
Na ra Augnsta n. 10 se dir quem vende
saceos de farinha da trra de boa qualidade.
98
E
todas as molestias syphilitlcas.
PELO
ELEXIXDO DR. SEVIAL
nico depurativo sem mercurio que tan-
ta aceitafao tem merwido no Brasil, as
repblicas do Sul e na Allemanlia espe-
cialmente para cura das boubas, sarnas,
rheumatismo, todas as molestias syphiliti-
cas e em geral todas aquellas provm da
empreza do sangue.
NICO DEPOSITO
NA
PharMacia e drogara.
DX
Barthomeu d C.
84Rna Larga do losarlo34
Loja de miudezas de Ferreira da Cunhad-
Teraporal, ra do Queimado n. G3, est
quimando por todo prefo :
Jogo de vispara a 400 e 500 rs.
Redes para coques a 240,400 e 500 rs.
Linha de 200 jardas (duzia) 15200.
Caixa muito fina para p de arroz I#oOO.
Relogio de sol 120 rs.
Latas com banha 160, 200 e 320 rs.
Agua florida verdadeira a 103OO.
Agua divina idem 1400.
Gravatas pretas para homem 4 0 rs.
Pentes de travessa para menina 320 rs.
Olio philocme verdadeiro a 1#200.
Aderefos de plaqu 1#>00, 25 e 5&.
Meias cruas para homem 3^500 e 45 a
duzia.
Botoes enfeitados para vestido, 1&200 a
duzia.
Leques do santol 55, cada um.
Dittos de madeira 35 cada um.
Coques de tranfa, boa fazenda, 25,
25500 e 35 cada um.
Meias finas para senhora 45 a duzia.
Banha em frascos a 400,640 e 15200.
Frascos com extracto muito fino 25 e
25500.
Caivetes de duas folhas a 240 rs.
Sabonetes finos 80, 160, 200, 240 e
320 rs.
Olio baboza 400, 500, 600 e 800 rs.
Agua de colonia 400, 500 e 800 rs.
Cartas francezas 200 e 240 rs.
Caixa com extracto 25500.
Cartas portuguesas a 120 e 200 rs.
Pentes brancos com costa de metal
320 rs.
Dittos pretos 200, 240 e 320 rs.
Galo de la para,vestido (pessa) 400 rs.
Fita de sarja lisa e lavradas, 15500,
25 e 25500.
Caixa com obreias de maf o 40 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditto e dourado a 15.
Dittas com envelopes 500 rs.
Caixa com agulhas francezas 160 e
240 rs.
Laa para bordar do todas as cores (libra)
65800.
Bonets para menino 15,25 e 25500,
Linha de marca (caixa) 240 rs.
M-ias para menina (duzia) 35 e 35500.
Pefas de tranca liza e de corocol a 40 rs.
Sapatos de 13a para menino a 320 e 800,
Capellas francezas a 25500.
Facas e galfos, cabo de balanco (du-
zia) 75.
Chicotes paracavallo 600, 800 e 15500.
Bengalla de canna 15, 15500 e 25.
Vortas para luto 500 rs. (cada urna).
Papel almafo, greve (resma) 15500.
emporal pode ser procu-
rado em seu estabelecimento bo-
nanca, emporal contina a
vender na Bonanca, pelo mesmo
preco que vendia em sua loja
com titulo de emporal.
Predios novos
Vendem-se duas casas terreas muito bem cons-
truidas, solo proprio, e que se pode levantar so-
brado por ter alicerces bem fundados, assim como
os oitoes, na fregnezia da Boa-Vista : a tratar na
rna do Mondego, olaria, com Alexandre dos Santos
Barros.____________________________^
Para cabriolea
Vende-se um rico cavallo, bonita estampa, gordo
e mantedo, muito trotador, bom de cabriolet; na
coebeira do Thomax, ra de Santo Amars, defron-
te da estacao.
A NOVA ESPERANCA
21= Ra do Queimado-2)
Advertencia!
A Nova Espcr?nfa, ra do Queimad
n. 21 tendoi em deposito grande quantidade
de miudezas, e como se approxima o tem-
po em que tem de ser dado o Manco, por
isso desde j previne ao respeiUBjpl publi-
co, que est resolvida a vender soas mer-
cadorias pelo baratissimo prefo, para assirc
diminuir' a grande quantidade das que
tem: ssim pois, venbam os bons fregue-
zes, e os que nao forem venham ser fregue-
zes, em tempo t3o opportuno quando A
NOVA ESPERANCA convida-os pechincha-
rem, pois que para comprar-se caro, nlc
falta aonde e a quem...
Elle quer e elija quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Paris) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos da
gosto e perfeifo, e ella (loja da Nova Es-
peranf a) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos) a
Nova Esperanf a ra do Queimado n. 21,
alm do grande sortimento que j tinha.
acabi de receber mais o seguinte:
Ronitos broches, polceiras e brincos da
madreperola.
Papel e envelopes bordados e mati-
sados. I
Papis proprios para'enfeitar bollos
bandeijas.
Rrincos pretos com dourados (ultim>
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos gailoes, franjas e trancas de
seda e de la, para enfeites de vestidos.
Rotes de todas as cores e moldes novoi
para o mesmo fim.
Trancas pretas com vidrilhos sendo com
pengentes e sem efes.
Rotes pretos com vidrilhos com pingen-
tes e sem elles.
Ltivas de pellica, eamurfa e excossia.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos.
Delicados lequo de madreperola, mar
fim, osso e faia.
Espartilho simples e bordados.
Rngalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimento d
miudezas ra do Queimado n. 21, n>
Nova Esperanf a.
Collares anodinos elhctro-magnth
eos contra as convtdces das
creancas.
Nao resta a menor duvida, de que muito.
cellares se vendem por ahi intitulados ci
verdadeiros de Royer, e eis porqae muite*
pais de familias nao creem (eomprando-oa)
noeffeito promettido.o que s podem dar
os verdadeiros ; a Nova Esperanf a, por
que detesta a falsificar,o principalmente ni
que respeita ao bem estar da humanidade
fez urna encommenda directa destes collares:
e garante aos pais de familias, que sio o
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
fas tem salvado do trrivel incommodo d
convulfoes, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanf a a roa do Queimado
n. 21 compraran o salva vida, para seus
filhinhos, antes que estes sejam acommettt-
dos do trrivel mal, quando ento ser >
flicil alcanfar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros collares
de Royer.
J cordeiro previdente
Rna do Queimado a. 10.
Novo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que effectivaraente est provida
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
aotavel pela variedade de objectos, superiori-
lade, qualidades e commodidades de pre-
ces ; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
3 espera continuar a merecer a apreciaf ao
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, n5o se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansido
e barateza. Em dita loja encontrar os
tpreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudf ay.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
oeza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservafo do
isseie da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis. m
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocme verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de diffe-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
Oradas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
aas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
oem de perfumaras finas.
Ronitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
9 boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentos.
Pos de camphora e outras differentcs
pjalidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mais coques.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filets de vidrilhos
a alguns d'elles ornados de flores e fitas,
sto todos expostos apreciaclo de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeifo.
Flvellas c fitas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com-
prador.
~
UtUfEL
IIIWI


,
Diario de Pernambuco Sabbado 11 de Selembro de 18C9.

ESMERALDA
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (jmito a
!oja de cera) aeabam de reabri-lo ao res-
neitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
pra$a, e por presos o mais resumidopossi-
veL Tambem com&ram ouro, prata e pe-
iras preciosas
N. 5 RIJA DO CABUG V 5
ALGODAO
LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
"ACHINAS americanas de serrote de todos os tamanhos para descarocar algodao, do
multo coohecido fabricante Eagle Cotton Gin.
MACHINAS ditas, tambem de serrotes e de todos os tamanhos para descarocar al-
godao do autor New York Cotton Gin.
MACHINAS ditas de todos os tamanhos, de carreta de ferro e mais toda a machina
MACHINAS ditas de Roller Gins, de cujo trabalho faz obter mais 2.000 em arreba
de algodao.
MACHINAS de facSo do fabricante Ptett B. d C, Obdhan PatentLiverpool.
Todas estas machinas* sao de superior qualidade e as memores que m
rindo ao mercado ; e para a sua apreciado convidam-se os senhores agricultores "
rirem a exposico das mesmas na ra da Cada do Recife n. 56 A, loja do Bastos, onde
contrario mais o seguinte:
[)ebulhadores para milho.
Cylindros para padarias.
arados americanos.
Garrinhos de mo.
Machinas para cortar capira.
Gannos de chumbo.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Telhas de ferro galvanisadas.
Folhas de zinco Anas.
Ditas de cobre e lati.
Ferro de todas'as quadades.
Arcos de ferro.
Folha de Flandres.
Machados americanos.
Faces ditos.
Salaios e cestas de verguinha.
Vssouras americanas.
Folies de todos os tamanhos.
Tornos e safras para erreiros.
Finalmente muitos outros artig
liversidade seria enfadonho ennumera-los.
Folha de ferro.
Balancas americanas.
Tinas de madeira americanas.
Ps de ferro ditas.
Baldes de madeira ditos.
Temos de bandejas finas.
Trens completos para cozinha.
Peneiras para padarias.
Baldes galvanisados.
Correntes de ferro para almanjarras.
Espingardas e rewolvers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Moinhos para refina$es.
Azeite de espermacete, proprio para machi-
nas de todas as quadades.
Serras avulsas para machinas.
Mancaes e todos os mais pertences para as
mesmas.
Latas de gaz,
ospertencentes lavoura e artes, que pela
Calcadciras a....... 80
Grande sortimento de rendas des Ilhas.
Um par de suspensorio da borracha por
100 ris I!! !!!
.Va Verdade na do ____________n. 55.
CJJL DE LIBOA
POTASSA D&RUSSIA
A mais nova no mercado, a preeo raznavel: nr
armazem de Uanocl T Basto, a ra do Commercic
n. 13.
para encanamento d'agoa
Canos de ferro forrados de p ireelaua, e esla
uados, de diversas crossnras .- venda na ra
do Queimado, Atevedo & Irniao.
Vendem-se quatro bandas de canoas para
abertura das mesmas, sendo ue amorello, e por
proco eommodo ; duas gradea de ferro para ja-
nellas, de 13 galmos de altara e C de largura ; e
urna divisao 'de amarello para escriptorio, com
porta, obra superior : a tratar pa ra do Mondc-
go, otaria n. 13.
As autoridades'polMae::
quom eomptjr.
maio do crrento
No
gio o -
airaos
cor btfin |n la, cal -;\ rcdoii la, traja -
misa i:... e calca de uaemira tiwml i -
ranle o lia costo na indi* gwrtni^e
roa*, ou cm armarens de aasacar
tabernas a conversar o a brbft ; durante a
noite recole-se a t.;liwr< abertos ca pe>
iictravc.i. a casas ero ,o e a -
tros quaesqcer lugares on| se possa \ ri-
far: quem o apprebcnder tenha a bogdade
Jo o cocduzir ra da Aurora n. 26, urde
ser gratificado.
Vende-se um molequiubo d-< 7 para 8
annos, bonita figura e muito sadio; nesta
typographia se dir quem vendo.
Superiores sedas de cor e stras a 10GOO o covado. .
Lindas poupelmas de 15a, com grande variedade de cores escuras e claras a
->o rs. o covado.
Pegas de musselina branca com salpicos e com sete metros cada peca, pelo ba-
sussjmo prepa de 4*000 a peca : na loja das Colnmnas, ra do Crespo n. 13, de
.-.atoo Correa de Vasconcelos & C.
.U&ucar de oxido de ferro de
Chanleaad.
O wucar'(eruginoso deChanteaud obiido
'Ca associacao do exido de ferro mteirantentc so-
uiW com o assocar cuidadosamente parificado,
este assucar, de urna bella apparencia crystalina
lein o rapios gosto mu agradavcl do assucar'
cm o menor sabor adstringente : nao tem accSo
.iTitaate sobre a mucosa do estomago e entettinos,
e rpidamente absorvido pele apparelho digesti-
vo sem causar as constipaos do ventre.
E" hoje o preparado de ferro de mais acehacao
f ara a chlorosc atona dos orgos, perdas brancas,
menstruacoes difllceis, etc., e tem a seu fawr o
aizo amansado da escola de medicina de Paris,
e dos cbimicos es mais notavew.
DEPOSITO ESPECIAL,
Pharmacia de Bartholomeu & C, ra larga do
> -.sano o. 3i. fc
JilUIUll
Resta a venda um escolhido sortimento de ob-
lectos de marcineria, como sejam, raobilias de ja-
jarandarmognoeamarello, obra nacional e estran
jeira, de apurado gosto e por prdeo* razoaveis
cu ra estreita do Rosario n. 32. Nesta mesrn?
:asa fazem-se com pcrfeicao todos os trabalhos df
palhinha, eomo sejam, empalhamentos de lastro^
para camas, cadeiras e sophs.
LIVAS
Completo sortimento de luvas novas de
'ouvin de lindas cores escomidas ao ultimo
, osto d'actual moda em Parte, chegados pelo
vapor Oneida, ao armazem do vapor fran-
,ez ra nova n. 7.
Garante-se a casa, portanto faz contn. Restando
apenas algumas mercadoras e armacao da liqui
dacao do armazem da loja Yua Nova n. 60, faz-se
scicnto ao publico interessado, que liquida-se a
armaeao o mercadorias existente ainda no dito
armazem, e por eonsequencia 6 negocio incontes-
tavclmenle vantajoso, visto que ?e garante ^i casa :
quem pretender drija-se tratar no mesmo ar-
/iazem.
AVERDADE
55Ruado Queimado5o
Pennas d'afo finas caixas a 800 e 1*000
Dita d'aco Perry, caixa a. 1)9400
Galao de algodSo peca .... 400
Lindas babadinhos e entremeios
peca de 500 a......|#500
800
Botes de madreperola, groza a
A VKRDADE tendo em deposito graad Ditos de louca muito fino a 120 e
quantidade de miudezas e perfumaras, e de? Ditos para calca a 160 e. .
sejando apurar dinheiro e adquerir boa frej Caixa com papel amizade a. .
guezia est rssolvida a vender muitissimo Ditas com envelopes a. .
barato, ; por essa razo convida ao respei- Ditas com obreias a.....
tavel publico a vir competentemente muni< Caixa comagulhas fundo dourado
do a sortir-se do bom e barato. Pois quan
do a Verdade apparece, tudo mais des-
aparece ....
Grande sortimento de bonecos de cera e
massa as mais lindas possi veis vestidas a ca-
rcter.
l,W0
GAZ GAZ GAZ
r!^^^S^SSSTJt- .A ma d0 Livrament0 n- 6>contin,,a a ,,a-
*V^n * areUlhopormenosprecodoque em ootraquai molhor vinho verde at boje viudo a este
mercado.
Ricos globos para candieiro de gaz a
Chamins a.......
Grande sortimento de objetos de
louca para brinquedo de menino
Garrafa com tinta a.....
Dita com agua florida verdadeira a
Dita com dita dita a ... .
Frasco com oleo de babosa a 500 e
Dito com agua de Colonia a 300 e
Garrafa com agua divina a. .
Frasco com extractos finos a .
Latas pequeas com banha muito
fina a 120 e ,,
Sabonetes dediversas quali lades a
80, 100,240 e.....
Finas escovas para denles de 120 a
Lindos coques modernos a. .
Pavios para gaz, duzia a 210 c .
Escovas para fado a 5t>0, 600 e
Ditas para cabello a.....
Penles para tirar piolho a 160 e.
Brincos de cores, bonitos a 160 e
Pepe de tranca de 15a com 8
varas por.......
Oleo para machina de costura,
frasco a......
Ditas de ditas ditas a.
Thesoura para costura a 240 e
Caixa com linha de marca a .
Linha de cores em novellos (li-
bra) a........
Carreteis de linha Alexandre de 70
at 200. .,,....
320 Grampos muito finos com passa-
I ros, duzia a......
iOO Cartas portuguezas, duzia a .
800 Ditas francezas a 2#2O0 e .
1550h Papel almaco e de peso, resma a
100 O 3,5400, 3500 e .
720! L5a muito fina para bordar, libra
500 Fita de algodo para debrum de
sapatos, peca a.....
Ditas de 15a para debrum de ves-
tido, peca a ......
Pentes finos para segurar ca-
bello a.......
320, .Ditos ditos de bfalo para alisar
a 240, 320 e......
Caivetes grandes com molla a .
Ditos para aparar penna a .
Cartoes com colxetes a .
Rosetas pretas, par a .
Tranca de lita d*caracol peca a 40 e
Fita de coz peca a 480 e .
Alfinetes de lati a.....
Sapatos de 15a para menino a 240e
Ligas para senhora, par a. .
Grvala de sedas de cores a .
200
240
700
480
40
280
160
500
280
500
100
1*500
'1,5000
200
600
25500
320
700
500
240
200
80
600
200
1)5400
3000
4,5500
6^700
0
480
320
500
320
100
40
100
100
560
100
800
160
200
Jos Hara Palmera contina ven ler em seu
escriptorio, largo do Corpo Santo n. i, Io andar
Potassa da Hussia superior.
Lonas da Russia de superior qualidade.
Brmzoes da Hussia do superior malidale.
Cemento Portiand.
Dito Remano.
Pao do algodo do commendador Pedroso.
Vinho Bordeaux.
No ra do Vigario n. 19, e criptono de Tho-
maz de Aquino Fonseca c C, vende-se :
Mercurio de 1 i\i libra cm caixas.
Vinho engarrafado Meneres-.
dem idem de ontros fabrican? ;s
dem em barris e ancorelas, especial.
Cal de Lisboa viuda pelo ultimo vapor de carga.
Cera cm velas de Li?lioa.
Champagne e cognac em caixas.
Carvao animal e vidrosem caixa-.
Vinho
Fiigii.na do ongeiiho ru~;r.a
do termo da Estada, ua noile *e
10 para II Jo rorrete, dous i*
er.ivos mulatos, os q..aes ton q
comprados ao Exm. Sr. barSi
Naiareth lia l-'i dia* pono i *
nos, -'Mulo JoSIo, idao'
. CO t Zi .-inos, Leni bit'ido.-
tos cabe!ludo.;, tem os dlus dos' ps, isto i
mininus curtos c quasi que Irepam um no o..
tendo tod'3 c? denles de frente, coq regular "e
lewcba|io d: couro de sartaurio, calca aza!
algodiio tue ihe chamam pllc d'onra e eot*
de bala irseura e n.is alguma roupa, fol
do Ilhn. Sr. t'-neni<;eoronel Age*liiilio Correa c
v Mello, de Onrieury, o outro de nunie Feli.
bra, alto, lom corpo, idade T6 aaoos p
ou menos, levcu cnapo de couro de aba
caiga azul d.1 algodao que Ihe chamam p
ca e coLcrlor de bata escura, foi escravo do
film Sr. Eduardo Pereira de Souzn, da prflTiBfia
da Parahyba. que o venden por seu procurador o
Sr. Jos Lopes Aiheiro : quem o appreheae i
levar ao i >mo engenho Firmesa ou no Reci
escriptorio de Dimiingos Alvos Mathcus, a ra
Vigario n. 21, sor generosamcnti: recompensado
No da lo de agosto ultimo lugio de casa do
Sr. r. Jo.r;o de Hollanda da Cunha, a ra e 1
fica, na Pa.:?ngcm, n. i8, onde se achava aiug;
o moleque Francisco, crioulo, bastante p:et<:
13 anoto de idade, com um signal de qti< n...
no homlTo esquerd j, trajava calca o Jaqoetaoe
brim, consta que :e aelia serviodo em loja de
palhador. do que ofTieial, ou lingindo qnc r..
leudo aprender sse ofllcio. pelo que se prol
contra qnom Ihe der agasalho ; qnem o appr
der, qaeira leva-lo ra da Aurora n. C. i le
ser gratificado.
Manocl Jos Goncalves Pereira tem vinho fine,
(puro) vindo do Porto, cm caixa de 12 garrafas.-!
proprio para presentes, mimo-, etc. afiancando-se
sua boa qualidade, declara-so me devte' genero
nao tem vindo a esto mercado ; na ra da Cruz
do Recife n. 36.
_!1
O verdadeiro e melhor cemento que tem
vindo ao mercado, vende-se por 10,5 a bar-
rica de 14 arrobas, no armazem de Candi-
do Alberto Sodr da Motta, na travessa da
Madre de Deus n. 14.
ESCBAVOS FGIDOS,
100^ de gratificapo
Fugio do engenho Martin, do termo de
Itambe, no dia 18 de jiilho ultimo findo,
a escrava Joaquina, com os signaes se-
guimos : mulata de 25 ranos de idade, falla
vagarosa, cabellos um pou>:o encarapinha-
dos, palpebns e olhos salientes e grandes,
tem urna pequea cicatriz1 na testa, ps
cavados, bracos finos, ventre cresoido e es-
tatura regular. Quem apprehender a re-
ferida escrava, que fugio para o Recife,
onde diz que livrc, c levar ao dito en-
genho, tem 100,5 de gratifkacSo.
Fugio uo dia 2.1 do eorrente, do engenho
Qnileba da l'reguezia de Serinl.aem, o escravo ca-
bra, de nome Flix, que representa ter .15 annc
mais ou menos, alto, grosso, cara larga, bem fal-
lante, levi u calca de brim pardo, camisa de ma
dapolao, chapeo de couro ou um outro de chile
novo; cujo escravo tal vez tenha tomado o cami-
nho de Pao d'Alho : quem o p'gar .; |pvar ao dito
engenho, ou no Recife a roa do Imperador n. 45
ser geuiuomente recompensado.
Mnita aenco
Fugio do dia 20 de jnnlio o escravo .Man* L le
naco Angola, idade JO annos, pouco mais oa
nos, com es signaes segnintes : falla de denle a
frente, andar vagaroso, pomas iii;.s, varea< de : -
xigas, Icvcj calca e camisa de risradinho, ehapt-o
de palha novo : roja-se nos senhores capilai t
campo de o prenderen e levarem-no roa Dir a
n. lt, que sero generosamente giatilcado. j-
conlia-se que anda pelos engenhos do Cabo.
Fugio no dia Su de jamo prximo p.".!
do cngcnLo liba, comarca do Cabo, o preto A
nio, crioulo, idade 28 annos, altura regul
do con, cor fula, as nadegas um pouco -:..
|hs feios de cravos o bichos que leve ; levon
tido camisa o calta branca, chapeo de bata de
cor j usado: foi veudo pelo Sr. Loare o
Vieira de Bello, dcsconfia-se que segnira a a o
.engenho Paciencia ;>or l ter pai. Qnem o w r
e levar M largo do l'araizo n. 11, sera bem
compensado.
Fugio do engenho Todos os Santos da i
de Ipojuca, no d.'a ,i() de maio, o escravo 6on<
representa ler ':'. ;.;;uos de idade, .pouco ma. i
menos, cor vermelha, alto, grosso, olhos peauer. >,
sem barba, e os ps lachando, foi escravo da Sj .
. Senhorinha Maa do Livramento, que mon
ViftdaSeri no dia inmediato da
estove na otesma villa suppoe-se oslar aconla^
o que se proceder com o rigor da le a 11
tenha, e pedo-e s autoridades pohciaes o
tacs de campo a captara do mesmo e en .
mesmo engenho ao abaixo assignado, oa narra
da Upada d. : iar.e.-ei'ipiurio de Uanocl I-
ves Forrera i l... :.;ae ser generosamente n
pentado.
Miguel Paulino T^lonlino Peres Pal
Pgil do i '. de agosto o escravo de : e
Constancio, pardo, alto, cabellos carapinbos. a
bastante bewgosa, tom urna bellide no olho ,- -
d-j, e os pes tortos, jul{a-se andar na cida
dormir n urna taberna sita noBecco de s. ; '
donde sa:.e pela manbia o para onde volta l -
tc qoern o captirar leve-o ra Nova, loja da
Arroda A. Innao, onde ser gratificado.
LISTA GERAL
119
>
DOS PREMIOS DA O.
PARTE DA LOTERU CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 74o, A BENEFICIO DA SANTA CASA DA MISERICORDIA, EXTRAHIDA O 10 DE SETEMBRO DE 1869.
XS. PREMS.
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6
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13
16
18
19
33
38
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67
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26
29
44
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47
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66
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87
90
91
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25
30
36
39
45
48
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M
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NS. PF IEMS. NS. PREMS.:
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74 25
83 26 n
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89 52
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15 83
29 88
37 90
38 96 _
41 99
42 603 . _
43 I
45 - 10 ,^_
46 21 _
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63 35
93 38 8*
97 39 44
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14 45
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22 51
34 58
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40 63
45 64
46 69
55 90
59 91 40
61 93^ 44
64 96 _
66 97
85 706 ^
92 8 _
94 13 _
97 17 _
98 18
00 19
25
729
33
34
35
39
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54
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65
68
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*


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8
^H
m m
------------- i,.....

Diario de Pemambuco Sabbado"
1869.
ASiEMLEl GEfiaL
CAJEABA BOS SRS. BEPrADOS
SESSAO il O DE ACOST
PHKSIDCCCtA PO Sil. NEMAS.
(Omti>imtrCn<)
liaero de kilmetros em 18G per-
s Iruns foi d i 330,030; eni
a circtili(9n do :iH.i)i. S m 2."
ib 1833 foi A 3H.3U, quasi
\ ii cobo no armo de 1885.
Vcm'sce que boje todos o* tres :'molip-
k rcspnnaavt>i; oulr'ora a matar parte
o d oarga nio os tinlia, c o havia
v-m>- mixtos Guflto KhMkDCQte. fel devia
Honrar o numero de embregados e por-
i a ib-spcza desta verba come de fado
il v>i, mas o resultado foi o que ja
> visto.
o novimento dos viajantes dos suburbio-
i n rtiSfiddp4Stf.Oi8:lijecdi57i,lW-.
i. viajantes da serraem 18G.' fnram 138,
i ;-!: boje s3o !>7.i72.
!' si.i.ito em todas as verbas ha conside-
, .vil tegmento de servico e cieguint-
rte feria hawr anmenlo de despoza,
rtanfa) nao ilevu causar reparo, que o
m inspector do trafego c os cheles de
ovao e de (dicinas recebem um augmen-
to de v^nci-nentos, visto o xcesso de
* ii traba lio.
Em 18'o-" gndava-secom as agentas das
st u-oos i. 11 da renda: em 1*69 com
lo o augmento d serviro c de estacfces,
gasta-se somente 3,0')
Em H03 havia 13
. i-tii o dobro.
agencias
cm 1809,
H
Km !8l>-" havia lcmpix'gatbs; em 1809
Ros, O m.iviuicivH mi I8!'> >" foi do
1.119 arrobas;*om 1889 superior a
si.000,000 A receila om 1805 foi de
i ,000:0003000 ; em 1809 superior a-----
h;'10:0003000.
O tcdiilhodatrarro e das oflkinas tem
ojotado consideravelmente na scgainle
proporcJo : em 1805 foi de 80 % da ren-
da, en 1809 foi de 02 %.
1ortanto, seja qual fr a comparadlo, o
* ibre denotado achara sembr justificada a
u -tualidade. Aqu esto todos os documen-
tos, eu lU'os oereco para examinar.
Nao quero fatigar a attenro da cmara
(;5o apoiados)...
O Sr. Perf.ira da Silla:Nao fatiga, ao
. mirara.
o Su. Ferreira Lace: .. .nem carero
ipar-mo por mais lempo com questes
' albinismos.
O Su. Penen*, da Silva :E" urna ques-
i.'.o milito conveniente c muito til.
' 0 Su. Fkrreira Lace: Vou concluir o
mea discurso smente tratando do ponto
< n que o meo nobre amigo e onobre de
pillado pelo !: districto da provincia do
liiode Janeirooff-receram a emenda, que
lassou nesta casa.
Ss. Excs. qnizeram chamar a attenco do
enverno pira dio sahhmos do valle do Pa-
. aiiyin, antes de deixar tateiramente con-
cluidas tridas as linliss do contrato da. ex-
da; com) que receiavam que o no-
Ore ministro da agricultura fosse langar-se
; sde j na continuarn da estrada de ferro
i o interior da provincia de Minas, com
juizo da eonetosS > da 3.* seccio, e do
da i., que6 ndispensavel nao de-
u >rar-se, por isso mesmo que eila aprovei-
la tod o tu) de Minas, (Apoiadea.)
.0 Sa. Axdbade Fionmu:E' mais m-
i irtante qae o prolngamelo do centro
Minas.
0 Su. Fbmum Laok : Pergunto eu :
! Coramos nobres depatados encontrar
b para esse receio ? S r porque o no-
: re ministro da agricultura apresentou os
trabalbosd coramissSo de estados da Mao-
liqoeira at o Parapeba, e orcamento* das
-,../.r- a fazer nessazona? >er porque
nebro ministro ap i bases para
i estrada de farro, que deve traospor a
i de Paulo Alfonso do alto ao baixo
S. Francisco ?
irqne S. Bxc. desoja, como
DOS d.vemos desojar, que a estrada
i caminhe para o interior, logo que
seja sasfeita, pelo menos, a majar parte
tas ibrigacoes que se teta da umprir no
valle do Parahyba?
Greio q.ie nesta parte os nobres deputa-
na o foram justos p ra com o nobre
listro da gncoUura, pofqne nao ha um
:-') acto do sen ministerio que ordenasse
otra cousa que nao soja a conclusao da 3.a
.'!, e o} estudos que se esto fazendo
rara encelar a i.'quando juigar conveni-
ite.
O S... Psasaift da Silva : Nem nos
dissemo isso.
O Su. FniaMU Lmii: : P r conseguinte.
i! ir ile antemouma suspeita de que a
estrada de ferro fosse j avan'ar para o
lior, sem deixar tudo completamente
termina/To no vallo do Parabyba, sem du-
vida |ueivrcruzar os brajos do governo,
que nao poder attender ao pensamento da
lei de 1852, nem ao menos procedendo aos
estudos preliminares.
O Su. Andrabe Pigi'kiia : O govereo
ftsli compromiittido para com a provincia
do R o de Janerp, as obrigacQs da ox-
lompanliii, a fazer as duas secces, visto
rao a_mesma provincia conooxrea com
o lia.
O Su. Kr.inF.iuALAC.i:: t' do que ee
i ; porque, em que se termeic ou se de
t...mi andamento a tudo no vallo do Para-
hyba, na zona de caf, antes de se concluir
toa ateo Porto-Nov9, r.c.. 1 a se pode
i fazer para o centro: estamos de ae-
fcdrdo.
Mas, se se pode tratar do pensamento
i idioso di loi: se, para sua execuc.o, se
" iniciar desdo j os re, sos de que a
ida de ferro pode dispr procurando
:ga isacao detinitiva c perma
i,ente, a'fim de poder caminBar com mais
"elocidade c aproveitar lodos os ma'os;
..orno nio se ha d0gensar .tamliem nesse
prolongamentu se daqui a um aono mudos
i'icsse, empleiteros na que se
empregados, so acliaram sem
ranos de trbame?
O Su. A a, i um aparte.
O Se hf..miv Lagc:Os trabatfcos da
spcrao nao h5o de sor encelados com
empreiteiros e operarios que. v3
oeeapai da aondfeso da 3.*; mas urna vez
in andamento os traballios das duas sec-
vemos- com muita antecedencia,
! j, cuidar em estudar todos os
ios de poder saber como o governo ha
ile apresentar-se per. orpo legislati-
: idir esta mag||.jpBsto do
ilongamento da i.
O Sn. Pebei : Basta-nos a
.laracSo de qna efl a5o concluir a
rS.* secc) e r a \:
tara.
O Sn. FEanmA LAcrEu digo queera-
quanto nao soconsluica 3.a Mceia, emmian-
lo nao nos tivermos empenhado na 4.a (na
miaba opiniSo, porque o governo quem
manda), nao se deveencutar os trabalhos.do
prolongamentu.
O Su. P:uf.iiia da Siiw: .Mas depois
de concluidas as ditos sec.'.'s.
O Su. FEIW1HA La,o : Tudo isso se
ixide e se deve conciliar porque os emprei-
leiros, que tiverem concluido o servido de
olii as de arte, nao tero que fazer, e cm
' ha de oceupar todo esse pessoal ?
O Sn. A.nduad; FiGtr.mA : 1130 de ter
muito que fazer na 4.a seceo.
O Sa. Ministro da Af.mcn.rn\ :
N3o gastarlo mais de qualro3annos. *
O Su. An'drath: Fici:ei:ia : Oxal que
le faca em quatro annos.
O Sn. VtHitr.niv La(.i.: Pego licenciaos
metts nobres collegas para separar delitos o
terceiro signatario dessa emenda.
O Sn. PnEsiDKXTF.: Eu peco licenra a
V Exc. para observar-lhe que a discusso
assim como vai mais propria do ministe-
rio da agricultura.
O Sn. FtRREHLA Laci : V. Ex;, tena ra-
zo e me desculpar, porque eu vou j con-
cluir, adiando para outra occasio a qudsto
das tarifas, que muito importante.
O Su. Pkukira daShw:V. Exc, Sr.
presidente, ha de deixar-nie dar urna tes-
posta nesta materia.
0 Sr. Ffjirkiua Laf. : Sonhores, es-
to u convencido de que o nobre terceiro
lignatario da emenda, o muito digno dopu -
lado pelo 2. districto de.Minas-Geraes, nao
leve intenco de prender iutoiramente a es-
trada de ferro no valle do Parahyba, s-
mente em beneficio dessa zona....
(Trocam-se apartes.)
Eu espero que S. Exc. e lambm Ss.
Excs. nos ho de auxiliar em lempo oppor-
tuno.
0 Sns. Pereira DA Silva i: Axdhaoi:
FfGuanu : Sim, senhor.
O Su. Ff-rreira Laci: :... para que essa
estrada se torne realidade do pensamento da
lei que a decretou em 1832. Tenho con-
cluido.
Vozes :Muito bem! Muito bem !
A discusso fica adiada pela hora.
Dada a ordem do da, levanta-se a sessao
s onze horas menos dz minutos da noite.
niuier, lillios ou
nada se to napessoa do locad jr ou o injuriar na
sua honra e na de sua
pssoa de sua familia.
t 3." Exigindo o locatario do locador
servicos nSo comprehendidos no contrato.
Art. 9. Os presidentes de provincia a
reqaerimento do proprictario de estabele-
cimentos ruraes, tendo em consideraco i
importancia (lestes, designant denlre os lo-
cadores at o numero do tO, que ficarao
isentos do i-ecrutamento durante o tempo
do contrato.
Art. 10. Fica > tambem isentos do
recrutamenlo os individuos que se contra
larem como criados para o servico domes-
tico. .
t Cmara dos depulados, 7 de agosto de
1869.T. .Menear Afaripe.W. J. Men-
Janea Cusidlo Bronco. M. Gsttfo Aran-
o Lima.
A assembla geral resolve:
i Art. i. Nao se concederlo mais pen-
ses permanentes aos servidores do estado,
aos quaes, quando o governo imperial jui-
gar de ver remunerar, arbitrar qtnntia de-
terminada por ma s vez.
Art. 2." As actuaes penses continua-
rao a pagar-so como esto csiabelecidas,
quando os coneessiooario nao preflram subs-
litui-las por qu.inlia certa, acbilrada pelo
mesmo governo imperial.
t Art. 3." Em ambos os casos o arbi-
tramento depende de approvaco do poder
lodos os governos temobriga ;) deserjus-'
ios c moderados. (Apoiados).
A moiteracao 6 condicJa ossencial do go-
verno. (.Vpoiados
Nao vendo eu ahi definida bandeirj al-
guma que me fosse syinpathica, pelo con-
trario laadendo a nulificar a bandeira con-
sen'adora, nao era possivel que eu para alii
nal oclinasse. Os fados o provaranv: as
mil i has appreienses foram justificadas.
A conciHacao foi o pomo de discordia, a
hcela de Pandora que se abri; dahi veio
a divisao dos partidos. E desdo esse pe-
riodo at 46 do jumo de 1808 o que vi-
mos nos ?
Conservadores wrmelhos ou puros, con-
servadores liberaes, liheraes conservadores,
liberaes puros, liberaes historios, progres-
sistas, liguen os, urna infiiiilade de denomi-
nares que se qvteriam arrogar exclusivo de
um partido !
Eu nao vi aqu, e nao tenho visto, hist-
ricamente fallando, seno fraeces dos di-
versos partidnos, nenhuma das quaes era
bastante poderosa para constituir um par-
tido. O resultado fui que nenhima dess-as
frac.oes, nenhum desses denominados par-
tidos dotou, quando no governo, o pait de
ipialquer grande melhoramento; algumas
conten cousas ms,
subi oga-
SESSAO EM 7 DE AGOSTO.
PRES1DE.NCIA DO Sil. NED1AS.
Vs 7 horas da tarde, feita a chamada,
verificare aaver numero aufDciente, abre-se
a sessao.
L-se e approva-se a acta da ailccc-
dente.
OSr.
i Secretario, d cuida de sei
guinte
EXPEDIENTE.
Um officio do ministerio do imperio, en-
viando o officio com o qual a presidencia
da provincia de Minas-Gej-aes transmitte as
actas da clcicjio primaria a que se procer-
deu as parochias de S. .los do Toledo e
Cambuhy, do collegio de Jaguary. A* 3"
commisso de poderes.
Eous do 1' secretario do senado, devol-
vendo, por nao ter o mesmo senado podi-
do dar o seu consentimento, as resolucfies
da assembla geral que autorisam o gover-
no a mandar admiltir a exame c matricula
diversos estudantes.In/eirada.
Outro do mesmo secretario, envina-
do a prop osico que revoga o 2V do
art. 2" da lei n. 1,083 de 22 de agosto de
1860, e restabelece adisposico do art. 43
do cdigo commercial.A imprimir.
Outro da presidencia da provincia da Ba-
bia, enviando dous exemplares das leis c
resolucoes da assembla legislativa dcsta
provincia, sanecionadas e publicadas no cor-
rente anno, sob, ns. 1,055 e 1,089.A'
commisso de assemblas proviiiciaos.
Um reqnerimento de Jos Simplicio Nar-
ciso de Carvalho, pedindo dispensa do la-
pso de tempo decorrido dos exames de
preparatorios j feitos, para se matricular
no Io anno da faculdadc de direito do Re-
cife, mostrando-se h bilitade nos prepara-
torios que Ibe faltam.A' commisso de
inslrucco publica.
Le-se e remedido commiss) de
instrueco publica, pedido do seu autor,
um projecto tornando extensivos ao Dr.
Candido M. de Almeida os favores consig-
nados no aj. 207 do erecto n. I^8 de2i
de fevereiro de 1835.
Le m-se e vo a imprimir para entrar
na ordem dos trabadlos os segundes pro-
jectos:
. A assembla geral resolve ;
Art. i." Ao contrato da locacao de
servicos eilo por nacioiiaes applicavel a
pena de prisSo simples de S a 20 dias,
quando o locador o nao cumplir. A pena
se repitir tantas vezes quantas forcm as
faltas do locador.
Art. 2. A pena ser imposta pelo juiz
de paz do domicilio do locatario, mediante
processo summario e com appcllago ex-
officio para o juiz de direito da comarca.
* Art. 3. O contrato ser feilo em pre-
senta do juiz de paz do lugar do mesmo
contrato, As partes contratantes, duas tes-
temunhas e o juiz de paz assiguaro o ins-
trumento do contrato, sob pena de nulli-
dade.
Art. i. Contra e locatario poder o
locodor por via executiva na falta de pa-
gamento de salario, exhibindo o instrumen-
to do contrato.
< Art. 5. Gs menores de 21 annos se-
ro assistidos de seus pais, tutores ou cu-
radores, na celebrago dos contratos, e a
obrigaejo destes resultantes nao execeder
ao tempo da maioridade.
Art. 6. O locatario no caso de despe-
dida do locador, antes de lindo o prazo do
contrato sem justa causa, pagar ao mesmo
locador o salario do resto do tempo.
Art. 7. E' justa a causa para despe-
dida :
l. Doenca prolongada que impossibi-
lite o locador de continuar a prestar o aer-
vifo ajustado.
2.' Condemnaco do locador a priso
ou a outra quatyuer pena que o inhiba de
prestar servico;
t 3." Embriaguez habitual do locador.
4. QJuria feita pelo locador segu -
ranea, honra ou fazenda do locatario, sua
mulher, filhos ou pessoa de sua familia.
5." Impericia do locador para o serri-
'co ajustado.
t Art. 8." Poder o locador escindir o
contrato.
i. Faltando o locotario ao campri-
mento das condiges estipuladas no con-
trato.
i." Se o locatario fizer algum feriinen-
legislativo.
Art. 4. Fic.im revogadas as disposi-
qo s em contrario.
Pac-: da cmara dos deputados, 7 de
agosto de I8R9.T. Ale cor Araripe.
O SR. PEttEIRA DA SILVA manda
meza um substitutivo, da commisso espe-
cial de recrutamenlo, respeito do pro-
jecto que a cmara approvou em 2* dis-
cusso, cujo substitutivo vae a imprimir
para entrar na ordem dos trabalhos.'
Leem-sc e vo a imprimir diversas
redac5es.
ORDEM DO DA
Prbcede-se a votaicSo das redaces que
foram a imprimir na sessao antecedente, e
sao approvadas sem debate.
Fntram snecessivamente em discus-
so C" sao approvados sem debate, os pare
ccres' da 2a commisso de poderes sobre as.
elei(;5os primarias da paroch;a de S. Benlo,
pertencente ao 1" districto eicitoral da pro-
vincia das Alagas; dd Santo Amaro de
Brotas, Divina Pastora e P do Banco do
1 districto de Sergipe, S. Christovam, Si
mo Dias, Riacbo, Estancia e Aran, do 2o
da mesrfla provincia.
Contina a discusso do projecto de
resposta falla do Ibrono, com a emenda
apoiila.
O SR. PERDICO MALIli:iRO.--Sr. pre-
sdente, depois dos brilhantes discursos que
j foram proferidos na discusso do' voto
de gi'aca's en acho-me verdaderamenteaca-
iliada ao entrar neste debate.
Nao sou orador, nem tenho dotes para
s-lo Chao apoiados), nem lo punco a prali-
ca d tribuna. Declaro a cmara que em
minlft vida nao tenho oceupado outra tri-
buna que noseja esta e nicamente na pre-
sente sessao legislativa. Nao portanto,
de estranbar que na eiposifo 'las minbas
ideas, dos meus pensamentos o dos meus
senlimentos, nao me occorram fcilmente as
mais apropriadas phrases e palavras. Assim
peco e espero a benevolencia nao s de V.
Exc, como da augusta cmara, do bello
sexo que vejo abrillantando esta nossa sos
sao, do Ihistre auditorio.
Ilomem novena poltica multante eu ti-
nha e tenho'necessidade de definir miaba
posigo nao s em relaco a poltica, mas
em relaco ao governo ao meu procedimen-
to nesta cmara, e a exeeuco do compro-
misso que tenho para com o paz, para com
os eleitores e para comigo propriu ; tanto
mais/quntft da miuha humilde individuali
leis que se fizeram
como apontarei.
Masem IGde julhode I8G8
bnete actual ; esta asceuso caracterisou
logo bem, defini perfectamente a nova si-
luaclo, porque basta ver de .que nomes se
compunha o ministerio para ver tambem
qual a poltica que devia prevalecer e con-
seguintemeiite quaes as suas consequencias
me di/.e-bi, por vezis s ten
lvi d.s-'jav.i laat'ojm q-ie nj*aj pato
houvesse algumi raodiflcai;3o, de modo que
todos pudessomos livramente concorrer com
o fructo de nossos estudos e trabalbq, e
nao encoiHraesemos algoma m ventada de
qualquer dos membros dessa commu-
nho.
Uma Voz :Nao ha mi vontade.
O Sn. Pkudigo Malueiho :-*-9So ex-
pressoes geraes ; c uma ibese.
Anda na outra ordem de ideas em rela-
co poltica e administracSo. Eu dis-
tingo das questes que se reforein admi-
ministrago a questo poltica. Quanto a
qoestio poltica, e.n sua esseacia, desde
que ella tem seu fundamento as ideas ca-
pitaes, as ideas substanciaos do partido
conservador, eu a sigo e at nao admittira
sobre ella a discusso. Mas quanto a admi-
nistrado, ainda distingo: eu esta ordem
de ideas implica com alguma idea poltica,
essencial, fundamental ou nao.
as questes de alta administrado, quasi
\ sempre idea poltica se acha envolvida de
um modo mais ou menos directo; nestas
questes de alta adminislraco, eu com-
peliendo que um membro do partido con-
servador possa ter uma opinio diversa da
do governo ou de algum dos seus mem-
bros, e que elle deve emitti-la com toda a
franqueza, porque seria mo amigo seno
dsse um bomconselho (apoiados); o ami-
|d aceite o conselho se o juigar conveniente.
(Apoiados.)
Parece-me, porm que ne ta ordem de
ideas nao devemos fazer queilo, porque
poderia affectar directamente a poltica,
Eu exultei co n este acontecimenlo, se- produzir uma sciso no partido c talvez a
nhores, ponpie vi no actual gabinete como
seu presidente o muito venerando servidor
benemrito do estado, visconde de liabo-
rahy, um daquelles mesmos que tanto se
ilistinguio em lempos anteriores e ainda no
ministerio de 29 de setembro de 1818,
assim o nobre ministro di guerra outro d s
queda da situarn.
Nos temos questes de alta a lministra-
co...
Uma Voz:Isso disciplinar? t
O Sn. Pkuoigao Malheiuo :E' mais qua
disciplina, politice; a alta administrago
envolve poltica, porque traa de questes e
lindo representante daquelle glorioso mi- iuleresses ae ordem a mais elevada, e pode
nistero, e os domis Srs, | o nobre deputado facilmonte compreheuder
Qual o estado de paiz nessa apoca ; como nella est envolvida a poltica. Em
um fado bem recento e que est presente \ laes questes apenas conselhos, afimdeevii-
;l todos. | tar os inconvenientes que apontei.
Aginado paraguay eslava no seu maior | Temos, porm, outra ordem de ideas,
auge, as linatigas achavam-se em estado flf-
llictivo, o thesouro quasi exbausto^avrava
a descrenca e o desanimo na populacho, a
cmara achava-se dividida em grupos, na
havia partido constituido, o governo era em
taes condiges impotente para govemar.
(Apoiados).
Tal em rpido- esbogo, o estado em
que se adiara o paiz cm 10 de '
1808.
Pergunto eu ; quando eram chamados os
veteranos do partido conservado-, quando a
,ual a que se refere a questes mera-
mente administrativas. as questes pu-
ramente administrativas, eu me reservo
plena e inteira liberdade de pensar como a
minlia intelligencia me dictar, de emittir
miaba opinio com toda a franqueza, como
tenho feito at aqui, e de procurar susten-
ta-la com aquella eflicacia o forca de von-
julho dejtade que me sao propinas, porque em taes
questes nao vejo cousa alguma da poltica,
nem da discplioa do partido, que possa
por em perigo o mesmo partido, nem a si-
forca activa all cstava tambem cfazia parte
do ministerio, pedia acaso a forca de reser-
va ecnser var-se inactiva ?
Senhoras, eu era soldailo da reserva :
entend do m:u devor, como cidado e eu desejava e desojo que
como Brasiletro, acudir o reclamo da pa-(toda a liberdade,
tria, acudir voz dos ch.:fes o concorrer j O Sn. F. Beusabio
quanto cm mim coubesse para auxiliar o lolhe.
governo' nstas ciicumstancias difficilimas.
(Muito bem.)
O nico motivo, portanto, que me fez
tuagao.
0 Sn. Perjura da Silva :Apoiado.
O Sr. Peiuhoao Maliieiro : E' nestas
questes puramente administrativas que
se nos deixe
Ninguem
0 S;. Perdioo Malheiuo : Feitas estas
considerages geraes, passarei a fazer al-
gumas obsorvages relativamente ao dis-
lesejar, e com empenho, uma cid-ira no I curso da cora e ao projecto de resposta
parlamento foi este, e nao qualquer outro ; Ida nobre commisso.
na conscicncia e pe-
en o digo com a mo
rante Dos.
Tive amigos-prestrnosos que me auxilia-
ram ueste ltenlo, e os elaitores da minha
provincia mcth,ourram com os seus votos.
J dirig a todos os meus agradecmenlos, e
nesta occasio os repilo.
Mas, se eu declaro francamente que apoio.
o actual gabinete, que desejo concorrer
quanto em mm estiver para que elle ehegue
ao seu louvave' lim, qual o bem publico, o
servico do paiz, a salvago do estado, e pa-
rece-me que mesmo nesta cmara j tenho
dade "a intriga poltica se tem servido para dado provas deste meu desejo (apoiados)
procurar saprar a discordia, para procurar
levantar a sciso nesta cmara e p r conse-
guinte no partido que ella representa, dan-
do-me como opposicionista e ambicioso que,
Visa talvez a um lugar no poder.
Mas eu devo neste momento solemne
ser o mais franco, o mais claro e preciso
possivel para bem determinara minha posi
gao, nao porque ligue importancia alguma
a minha pdSSoa.mas porque enlendo que
coneorrendo com 03 meus trabalhos, e o
meu voto sincero o dedicado (apoiados)...
O Su. Plukiiia da Silv:Mudo dedi-
cado.
O Su. Perdigo MvLincino :----- toda-
va eu nao desejo estar comprometldo de
tal modo que se pense que em tudo e por
tudo hei de seguir o governo, contine elle
a compor-se das pessoas que actualmente
muito o honram, ou de quaesquer outras;
se o cidadSo deve satisfago d3 si ao publ-jo pessoal, uma vez que represente as ideas.
co, a sua patria, o homem publico, o bo-
rnes poltico deve-amuito mais 0 homem
politico tem obrigago de bem definir a sua
posigo. O homem que deseja ser verdadei-
ramente til ao seu paiz nao deve deixar
duvidas a seu respeito,
$ao me compete, nao tero por
alguma posigo dubia, mas bem definida e
precisa. Se eu tivesse de fazer opposigo ao
gabinete actual ou a qualquer outro, teria
coragem bastante para faz-la (apoiados),
tomando toda a responsabihdade, ainda que
licasse unidade.
O Sn. Pinto de Campos :Todos llie fa-
zemjusliga.
O Sn. Pkuiiigo Malheiuo:Nao eom-
prehendo outro procedimento; e a minha
lealdade para com o partido, para com o
governo assim o exigira. (Apoiados.)
Nao fenbo tambem ambiges. A minha
ambicio nica bem servir ao meu paiz.
Se eu fosse um ambicioso, ne deixaria do
ter occasies de oceupar os lugares a que
viso os ambiciosos ; nao teria deixado pas-
sar a idade das aaptracoes e ambiges.
Aos 25 annos eu entrei na vida social,
(overnava o paiz o memoravel ministerio
de 29 de setembro de 1818, onde centava
amigos; e nao s nessa quadra, porm ainda
posteriormente nao deixei de ter offertas e
convites que nunca aceitei. Se agora acho-
me neste lugar, um nico motivo me trou
xe aqu, eu direi com toda a franqueza.
A poltica do gabinete de 29 de setom-
bro de 1848 era completa, grandiosa por-
tanto, sympatbiea. Ilepresentava aquello
gabinete as verdadeiras ideas conservado-
ras, desejava o bem do paiz no seu mfor
auge, tendi as melhores reformas, o com
effeito as conseguio ; realisou grandes rae-
Ihoramentos sociaes sustentou a honra na-
cional, aboli o trafico, fez progredir a c-
vilisacio. Todas essas ideas eram grandio-
sas e me fizeram pulsar o corago.
Mas pouco depois a poltica mudou,
transfonnando-se na chamada conciliaco,
com a qual nao syrapathisei, embora res-
peitasse a louvavel intenco.
Com effeito, no meu entender, a concilia-
co n2o dvia ser uma bandeira poltica;
ora a nogago della. (ApoiadosJ. Se a con-
ciliage era a moderago no governo e a
justiga, estes princjpios nao o distnctivo de
poltica alguma, devem ser communs a
todas: sejam conservadores, sejam liberaes.
sejam absolutistas, sejam republicanos,
os principios, que o que eu desejo ver
no governo, para mim quasi difirante,
embora ligue muita importancia aos nomes
proprios ; sao nomes histricos ; a histo-
ria ha de mencionados com louvor.
Essa posigo nao me parecera digna nem
forma do homem, nem do cidado, e muilo menos
do representante da naco; o represen-
tante da nago tem, alera de deveres de
homem e de cidado. o dever de mandata-
rio da nago, e o mandatario da nago nao
pode dispr da dgnffiade da nago, que nao
sua; preciso que proceda com aquella
dgnidade que, resguardando a propria,
resguarde a alheia.
Eu distingo, Sr. presidente, quanto ao
partido conservador duas ordens de ideas
a primeira fundamental a que ou chamarei
a dogmtica; eu considero o partido con-
servador umacommunhao politica, que equi-
paro communhao religiosa catholica. O
partido conservador tom seus principios,
suas regras, suas ideas, que eu qualifico
dogmticas. Uma deltas a manutengo
dos principios consttucionaes, da^erdadeira
doutrina jurada, nada de reformas radicaes,
melhorar apenas; isto da ndole, innato
ao partido conservador em toda a parte
do mundo, e o tambem no nosso paiz.
(Apoiados.)
! O Sr. Parto de Lastros:E' o que cons-
ttue a sua forca.
O Sr. Pehdigo Maliiei/'o :E sua essen-
cia ser Arme nos principios que exigem
firmeza. Isto chamo eu dogma. Na parte
degmatica, eu sigo de inteira f o partido
conservador.
Mas na parte disciplinar, me parece que
ha muito a desojar. Se a disciplina da
igreja nao inexoravel, tambem e com muito
maior razo a de um partido nao pude
a-lo.
- O Sr. Pinto de Campos:E' bom nao
fafeer comparages com a igreja. (Hilan-
dade.)
, 0 Sr. Perdigo Malheiro : Julgo que
n3o deshonro o partino elevando-o at
igreja. i
Na parte disciplinar, devemos modificar
om pouco o. nosso procedimento. Parece-
me que entre os membros da communhao
nio ba aquella tolerancia que facilita a trans-
isso das ideas, o concorso das boas ven-
tades. E' este um defeite de todos os par-
tidos om sua disciplina ; um defeito que
to no partido conservador, e que, pesa-
se o discurso da cora fosse entre nos
o que em algum paiz, um simples cum-
plimento do chele da nago, uma simples
saudago ao corpo legislativo por occa-
-u) de se reunir para os seus trabalhos,
eu comprebendo quft o projecto de res-
posta nao pudesse, nao devesse tambem
ser seno um simples acto de cortezia da
cmara ou do corpo legislativo.
O Su. Pereira da Silla :E era melhor.
O Sn. Perdico Malheiuo : Confesso
que preferira ver introducido nos nossos es-
lylos parlamentares este systoma (apoiados)
porque nos Picara muilo "mais lempo, visto
o limitado praso das sesses, para tratr-
onos dos negocios mais graves, de mais
ulilidade pralica. Mas os nossos estylos
nao sao estes: o discurso da cora tem-se
por um documento em que o ministerio
expe syntheticamente o seu pensamento,
deaonvolvendo-o nos seus relatnos, nos
projectos que offerece, na discusso, etc
O Sn. Pereira da Silva : E' por isso
que se o considera documento ministe-
rial.
0 Sn. Perdico Malheiro: A resposta
nao pode deixar de acompanhar esse modo
ou cstylo. Se a cmara est de accordo
com as ideas do governo, como a actual,
responde uniformemente e diz-se at que a
resposta nao seno una paraphrase do
discurso da cora. Se nao est de har-
mona com o governo pode deixar entrever
alguma cousa do seu pensamento. Con-
siguintemente, segundo estes estylos, o
discurso da cora e o projecto de res-
posta falla do tbrono sao sujeitos aqui a
uma discusso amplissim que abrange
nao s a politica geral como todos os
ramos da adninistraco...
O Su. BrrjBNCOURT: E' de grande con-
veniencia.
O Sn. Perdico Mu.heiuo : ... sujei-
tando talvez mesmo a algum desar a pro-
pria cora, que deste modo quasi que se
descobre. (Nao apoiados).
0 Sn. Pereira da Silva : Nao sujeila,
porque uma pega |mnisterial.
O Sn. Perdigo Mvi.heiho:Isto uma
li "Cao ; uma pega ministerial que se faz
ler pelo chefe do estado, que para mim
emendo que nao e nao deve ser apenas
um leitor.
0 Sr. Pereira da Silva : Exprime o
pensamento ministerial.
O Su. Perdigo Malheiuo: Portanto,
segundo estes nossos estylos, sou forgado
a acompanhar o debate neste terreno para
nao me tornar singular; alias, segundo o
outro estylo que eu preferira, me limi-
tara a dar o meu voto e acompanhar
symboticamento o projecto de resposta.
No discurso da cora eu notei algumas
omisses. A primeira que nao se v
alli uma palavra ou uma phrase que in-
dique nm pensamento de gragas ao Al-
tsimo pelas vsmtagens que temos obtido
em relago guerra, e a ter protegido o
Imperio nesta crise diflicilima que temos
attravessado e estamos atravessando.
Eu nao fago aqui seno um ligeiro repa-
ro ; nao quero fazercensura, porque adian-
do-se a cmara, como eu disse ha poaco.
de perf;ita harmona governo
nao sendo o projerto osta am tal
caso seno quasi que uma paraphrase do
discurso da cora, a itlestre commisso
identificou-se com o pensamento que cor-
responde quelle que eujulg subenten-
dido, implcito na falla do tbrono, e assim
suppre perfectamente essa lacuna, ae laeuna
chamar. Esse pequeo defcile
-ne p-rece que ola cabalmente remediado
pelo projecto da resposta.
Ha urna outra omUsSn a que a cmara
j deu remedio, achando-ae, como se acha,
identificada com o g.werao ; e que neste
discurso da coi i nao diz uma palavra
lieilo do conc | -il que devo ter
tugar em dezembro do crreme aaao. Um
concilio geral ou ecumenieo, senhores, n5o
u;n faci e.oumwn na igreja calholica nos
seculos mais prximos ;. a igreja nao conta
nudos concilios geraes nesta data : o ul -
timo leve lugar em meiados do seclo
XVI, c o presente ha de ter lagar muilo
depois do meiado do seclo XIX : drsde
0 concilio de Jurusalm, presidido por S.
Pedro, a igreja nao conta muitos concilios
geraes cm relago sua longa existencia.
0 Sr. F. Belisaio : Nos primeiros
tempos da igreja celebraram se muitos con-
cilios.
O Sn. Perdico Mauikiro :Masaos l-
timos nao tem havid.i! muitos coucilios ge-
raes, o que eu quero dizer. Nio era
portanto um fado para passar desaperec-
bido, sobreludo em um paiz catholco.
(Apoiados). E' um fado lo importante
no orbe calholico, que devia c deve in-
teressar ao estado calholico, a chefe ca-
tbolico, ao povo calholico.
Quero [crer que este pensamento nao
foi emitido voluntariamente (apoiados), sao
dessas faltas que escapam; mas nao de-
sejo que se coiitinuem a fazer as censuras
que eu tenho ouvido ; e eis a razo por
que fallo, A cmara acha-se identificada
com o pensamento do governo; c a c-
mara j votou um projeclo concedendo
um ajada de casta aos bisps que forem
a esse concilio: aqui est satisfeilo com-
pletamente o pensamento.
1 Outras ommisses ainda eu notei, so-
breludo em relago ao artigo melkora-
inenlos, de que estamos nacessitados.
Reservo estas outras omisses para a parte
especial em que iioi de entrar.
Mas uma omisso, que foi intencional,
eu nao posso deixar de fazer sobresalid-:
a que diz respeito ao elemento servil.
O Sr. AraujoGes :Nao apeado ; nao
foi intencional.
O Su Pkiu.ico Malheiuo :0 nobre de-
putado nao se anticipe, eu vou explicar o
meu pensamento; nao tenba susto, porque
eu nao tenho nenhum.
Houve omisso intencional. Pergunto
eu : deve o governo ser censurado por isto
ou nao? Eu respondo que nao. (Apoia-
dos). Ahi est, meu collega; est vendo
que nao linha razo; ausenlou-se antes
de tempo. E enlendo que o governo nao
pude ser censurado...
0 Su. Anduade Pgeuu : Seria cen-
surado se inscrsse.
O Su. Peudigo Malheiuo:...seria cen-
surado se inserisse; c eu nao sou suspeilo
nesta questo; posso dizer com toda a
franqueza a minha opinio. 0 que deve
ser censurado foi o pensamento havido em
1807 e 1868, iiiserndo-se n'um documento
desta ordem. e fazendo-se partir oh alto
o grito do alarma. (Muitos apoiados).
Eu, como homem, como philosopho, nos
meus esludos de gabinete, applaudi muito
o pensamento, louvei muito a isengo ; mas
como cidado e como brasileiro tremi
pela inopportunidade da idea, da propa-
ganda.
Nao era quando o paiz se acbava no mais
forte da lula com o Paraguay, quando a
lavoura se via a bracos com grandes diffi-
culdades, quando nao vnham reforgos de
lora, quaudo o commercio se via opprimdo,
quando as linangas se achavain em deca-
dencia, se pode dizer, quando a divida do
estado cresda e preeisava de que a produc-
go ; nao era a essa occasio mais oppor-
luna para se levantar a propaganda da
emancipago. (Muito bem).
Isto, senhores, obrigou-me a publicar a
ultima paite do meu trabalbo sobre a es-
eravido antes do tempo em que eu preten-
da faz-lo. A Ia parte era jurdica ; nada
tinha com a questo ; a 2a parte era sobre
indios; era uma parto histrica que tambem
nada influa na questo. Nao havia incon-
veniente em publica-las logo, e o fiz. A 3a
parte era mais grave; era a que entenda
com a questo da emancipago, que cu que-
ra tratar com toda a profudeza, com todo-
o criterio.
Fui obrigado por aquelle fado a publica-la
inmediatamente. Emtti francamente a mi-
nha opinio. Reprovei e disse que nao era
nestas cirenmstancas que se devia tratar
de semelhaute assumpto, que nao era a oc-
casio mais pportuna.
Aquellas periodos de lo importantes do-
cumentos foram a espada de Damocles que
se suspendeu sobre o paz niero ; o paz
ieou debaxo do pnico. A propria idea
soffreu pela natural roaego que assim pro-
duzio.
A emissovoluntaria no discurso da co-
ra deste anno foi a balanga que sobre-
veio....
O Sr. Andrade l'im-Eiiu:foi um bal-
samo.
O Su. Peudigo Malihiho:.....foi o
balsamo nessa ferida: cabio a espada. O
povo est tranquillo, e pode continuar a
estar ; porque emquanto overnarem os
conservadores, a idea nao se ha de preci-
pitar; tudo depende da opportunidade. Sao
da ndole do partido conservador tambem
os melhoramentos; o partido conservador
nao cleixa por isso que conservador, de
ser do progresso; ao contraro, os grandes
melhoramentos que temos tido, sobretudo
os moraes e sociaes, sao devidos ao partido
conservador. Ah esto na collecgo de
leis os monumentos para provar, ah esto
os fados historeos. E se nao, vejamos,
passemos uma rpida vista de olhos sobre
o partido conservador, e o partido liberal,
em face um do outro.
Eu prescindo das fraeges dos partidos,
-porque, j disse, nao as considero partidos.
Nao vejo no Brasil seno dous partidos de
opinio, sao o partido conservador e o par-
tido liberal; nao vejo na legislago seno
os dous partidos representados, e vou pro-
va -lo.
De 18z\ data da nossa independencia
ou de 1821, como quizerem, data da nos-
sa constituigo, al 1830 pde-se dizer que
ios partidos no Brasil existiam emuryonarios,
nao havia discriminago, nao haviam ideas
que separassem bem um do outro. Em
.1830 nao haviam s-nSo partidos liberaes,
fctodos eram liberaes; mas um dcuominava-
S-i exaltado, outro denominava-ae modera-
do: eram os dous partidos de 1830.
O Sr. Ferreiiia VianiN :Havia tambem,
os columnas. (Gontinuar-se-ho).
TI P. 1)0 DAIIVA MS CIVZES 4
metal
'


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