Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11932


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Full Text
I
M
ANNO XLV. NUMERO 200.

PARA A'CAKTAt 8 tWAKS OR* IAd SE PACA POWT.
Por seis difrs idein.
Por um aano dem.
Uda nuaro avoiso
QUINTA FEIR 2 DE SETEMBRO DE 1869.
PARA DMTRO E FOBA DA P10TWCIA.
Por tres mezes adianUdo.
Por JMKiliu idem.
Por no\T ditos id
rS?2S2S* ' ' iSSS lfi Jor ros mezes adianudos............'.
DIARIO DE PERMBUCO.

Propriedade de Manoel Rgneira de Fara & Fhos.
i
i
Os Srs. Gerardo Antonio Aires Filhos, no Para; Gon?aivesd Pinto
Pereira d'Almeida, em Mamanguape
SAO a.i;\tk
i JWft, Fraocmo Tarares da Costa, em Alago*; Dr. Jos Martins Aires, na ^b^^^^'.Z^^' ^^ ,08 Co8t B,a*a'

PARTE OmCIAl.
*emo da proviucia.
OEWACHOS BA VlL-R-PaEslliESCIA DO Mi 28
ME M*$T'J F. 189
Augusto Caiulino Gooplres In.laforne o
sr, inspector daUesouraria de fazenda.
Amonio Jn;ii|iMiH das SajHos.J e provideo-
>nm no sentido que requc-r.
Augusto de S e Alluquerque.Informe oSr.
inspector (]4 thesouraria provincial.
renano Jaenme da Certa.A obra de que trata
val sbt pasta em oraos ii da 2 de selembro vin- '
iloBro, concurra a ella
Jos de N'ascuiiceilui-PriTgue-se o craso or
mais U das.
Oiroiwl Joaquim Cavaicaule de Albuquerqne.
Dirija-sc a fhesouraria provincial.
Joaquim Francisco le Souza Navarro. Indcfe-
nd.i em visto da doatrraa do aviso dj ministerio
da .micrra de 28 de julhc prxima lindo.
Jos Nwacto da Silva,fntoctne o Sr. Dr. direc-
tor geni da iastruecao publica.
Joo Hermenegildo Xavier de Salles.Seja re-
liado da mulla.
Joio Canviro I,in- ,'oriano Jooier.Informe o
Sr, inspector da Hwicwwa de faaenda, ouvido o
da alfaudega.
Joao Hieardo da 9 .-Seja posto em liber-
oade.
Lniza Mara da Boa lora.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
Lua da V'eiga Pesoa.Eucaniinue-se.
anflao Manoel Joaqurm Machado.Informe o
Sr. nener.il enmtoaadanle das armas.
Mano! deCanalho Pie.- d. Andrade.Encami-
nti* so.
Maria Finuoira de Gli.eira Itodrigues.Informe
" Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Silverio Juan N'e|>err.iieen& Bastos.Expeea-se
nidem no seMido qti > ivquer o supplicante, in-
rasando este BfwriM ante a fazenda da despeas
MUeoin o menor de <;u. se trata.
flanqueando ao mesmo tempo o inimlgo para cor-
tar-lhe a rqctaguarda pelo norte.
Em consequencia deste rnevimento o nmioo
abandonou o onlo da subida de Cerro Len, por
de os nossos j se communicavam comPi-
rayu..
' A'MS* telegraamia nnbiio/t qual (oi in-
lerrompio pelo man lempo. Esperamos pelo va-
por que derer rhegar amanhaa o resto das noti-
cias. (Muito bem).
O Sr. Prksibbnte (em pi :As noticias que o
nobre ministro acaba de transmitir cmara dos
Srs. depntado', se niio sao coraplclas. nos annun-
eiam o prximo termo da guerra, aimla que seja
uoioros para o nosso coracao a morte de mais
umdislincB general e de Untos outn.s bravos.
A|)nia*9.) Brevemente as afinas brasileiras co-
lierao o sen ultimo triaiiipho para a civilisaco e
humanidadc. (Apoiados). E o poder cruel desse
despola fantico ha debaqnear para empre diante
as nossas cohortes abencoadas e vencedoras. (Nu-
merosos apoiados). Brevemente a bandeira BSCo-
wr da allianca ha de tremular as amas do sen
ujtimo castello, levando quelles povos opprimidos
nao um plano recndito de ambicio e conquista
mas ararla de seus direitos e os principios da
iignidade do homem. ^Numerosos apoiados. Mui-
to bem, muito bem).
O Sh. Fkiiueba Vmis pela ordem):As glo-
riosas noticias qne acaba de traosmitlir-nus o no-
bre ministro da marmita e interinodos negocios es-
trangeiros encheram de enthusfasmo e iubo esta
augusta cmara. (Muites apoiados). Kequeiro que
se consigne na acia da sessb de boje a ineirAvl
siiistacao (fue a cmara seutio ao onvir olele-
gramtna qneo nobre ministro, por sua vez, teve
fortuna de ler nesta cafa (anotados), e bem assin
DIARIO DE PE8NAM3UC0
kcie, 2 de .:kmbi\o m 1809.
IMPORTANTES NOTICIAS DA GUERRA.
Polo vapor am\ cano Mcrrim'ick, en-
Irado Iinntetn :s t e it horas da tarde,
com ilutas da corte at iii. i iremos morto
importantes noti..;,^ do tlteatro da gnerra
So dia 12 S. Alteza o Sr. conde d'Eu,
i fente do exercto, que e.lle proprio
vommandava, atcou a ciilade de Pirabebur,
lotceira capital de Lpez, fazendo muitos
piisionoiros e tomando moita artiiharia
|Hjt*eciu*-HUko*, latvM, movis, iubei-
rose vveres.
Pn.ibebuy esta boje em poder dos
aliados, e abre as portas s fo*tilct$8et
le Ascuira, para Dudo se dirigia S. A.,
r.i/.ofidocoricoiilrdr para ahi todas as orcas
do exercito.
<) l'tiito d'armas foi brilbante e derra-
mot ondas di eottosiasmn no e.xcrcito,
tpie saudon calorosamenle o Principe, com-
matidante em ebee. A victoria, porem,
>ustoo-nos a perda de varios olliciaes,
entre os quaes o bra'-o general Menna Bar-
roto, coja espada tantos traaos brilhantos
deixoa lias paginas da historia d'essa ne-
fanda guerra
Urna vez iniciadas as opcraooes contra
Ueorra, com tanta meslria como feliz xito,
Indo leva a crer qut* ossa fortalusa ultimo
asylo de Loper, brevemente cahir em
ptider do exenito aliado.
O cominandaijie da pt ac il# Pifabebuv
foi ama das victimas d'esse embate, onde
to brilhant cora couquistou o exercito
aliado ; ella, porem, nao vale a peda do
general Menna Barrlo.
As noticias vo abaixo em sua integra ;
por ellas verao nossos leitorts c.ue a nova
pitase da guerra toma um carcter tal, que
d lugar a dizer-se que dentro em pouco
estar Lpez sem um abrigo no slo que
0 vio nasivr.
Felicitamos o paiz por mais este brilbante
iriumpbo ; e do intimo d'alma levantamos
um bruta ao vleme exercito aliado e ao
sen commandatite em chefe.
TSis o que pubcou o Jornal o Com-
h trcio :
i Na cmara don depotados, honevi (21), logo
is di li'itura do OKp>dtote, o Sr. ministro da
lilia. oM.mkI'i a palavia. diss*:
t Santaar presideute, acabando o govorno de
i loeber mu faustosas noticias d>thearo da guer-
ra, jul[;ui'i do raen di ver i-oanninjea-'a cma-
ra dos Srs. disputados na convm^aa de que ellas
.billas pr esta augusta cmara, assiui
como por todos-es Brn!)iloiroa,eom o interesse que
inspirara, i Muitos apoiados).
i I'.---. Ih'.'ikjh a V. Exc. para lw 3 lelegrarama
! Alegre:
Legai;ao imperial do Brasil c:n Montevideo, 19
iiu acosu de 1809.
llliii. c. Bxm. Sr.Aprcsso-me a levar aoco-
iiiieciineno de V. Exc. para que se sirva trans-
mitir pelo telecraplio ao Bxm. Sr. baro de Onte-
iipe, ministro da manilla e interino dos negocios
traogeiro.s o seguinie telegratnma do Sr. conse-
i ) JbW Mara da Silva Prannos :
Ao Si-. Carvalh-j..\ssump 1809.Moje preslaram jurjneato e tomaram
posso os niembros do goveruo da repblica do Fa-
uav oom solemnidad.; religiosa e civil.
No dia 12 do crrante pela mantia S. A. o
Sr. conde d'Eu, testa das torcas d* i,' e 2." cor-
pos de exer.-ito brasileiro e de 1,000 argentinos,
que foram uuOs ti ilfora-?, oblere tima
''jplcndida victoria, para as armas alliadas, loman-
ualto a cidade ile I'ii^pebuy, terceira ca-
pital de Lpez, que s achava cercada de largos
os, trincu degPd's "alibre.
< aUiue foi intrpido e vigoroso, praticando
parte.
(apoidos), e bem assim
um voto de reconhecimento e lotivor a todos os
bravos do exercito, aos dignos officiaes generaes e
ao muito distmcto e intrpido principe comman-
dante em chcf.' das toreas brasileiras (apoiados)
por tao bnlhante qnn glorfnsa victoria, procur-
ara de nutras igualmente esplendidas que devem
por termo a esta ja tao prolongada guerra, na
qual o povo paraguayo temsido antes innocente e
desgrasada victima da Ierren! Kranuia do seu
governo, que defensor da causa da "liberdadc e da
pttrla. (Muitos apoiados).
Outrosim, que as consigne wu, de dor, de pro-
funda magoa pela morte do intrpido general Joao
Manoel Menna Brrelo (muitos apoiados), esta 1-
lastre victima da guerra contra q Paraguay, as-
signa jada em tantas bualhas, por tanto herosmo
o dedicacao (muitos apoiados), provando alinal
suas virtudes cvicas de unj modo glorioso, que
ha de perpetiur sen norne na historia com inde- dolm"e3iat
level reconhecimento o poro brasileiro. (Numc- uara o ontr
rosos apoiados!.
Assim, pens que a cmara dos senhores
deputados corresponder nao s aos votos do paiz,
como aos dos uessos alliado, que nos lom aeom-
panbado nesta grande guaira- cem gloria e con-
si.incia. (Apoiadosi.
Atnrda hoolatt a cmara dos senhores depu-
tados, votando unnimemente a abolico dos cas-
tigos orpuraes, den. oloquente tesiamuuua do
mnito que Ihe mrrece a intrepidez e patriotismo
le nossos bravos soldados, e da inteira eonflanea
que deposita na abnegacao inexccdivel daquelles
que lera supportado as fadigas eprivac-oes de tao
prolongada luta, movidos pela elevada conscicncia
do sagrado dever de defender a honra e a iute-
gridnde da patria. (Numerosos apoiados). As
gloriosas noticias que o-illustre ministro nos trans-
miitio corresponden) i especlativa da cmara, e
con imam suai esperanzas. (Muitos apoiados).
O Su. Pisto d (Jampi>s coia voz commovi-
da] :O mundo j nada (em que der ao general
Joao Manoel Menna tarreto, alm de lourores e
lorias posthumas, queso Ihe pode m aproveitar
fama, mas n.o alma : a religi, porm, muilo
(em que dar-lhe ; a religio, que o aeompanhou
desde o berro at sua morte, vai anda acompanha-
nhalo ao seio da benia venturanza ; e. pois, tran-
sido de profunda comiuocao, venho convidar esta
illustra cmara para ouvr urna misas*, que ama-
nha s 9 horas do dia, celebrarei na igreja de S.
Jos pelo repouso eterno do here carislao que b
Brasil araba de perder. (Muitos apoiados).
O Sn. Cruz Mvchado :A moga que acaba de
tazer o nobre depulado por Pernambuco aceita-
ve' e digja da cmara de um patz catdico.
(Muitos apoiados). Mas preciso que soja acom-
panhada das formalidades do estvlo, de modo tal
que nao importe alteracao nelle, porque esta nao
consoante com o procedimenlo que tem tido e de-
ve ter a cmara dos scnbores deputados.
Que se convide individualmente cada um dos
senhores deputados a assistir missa que preten-
de celebrar o Ilustre repreeotanle de Pernambu-
co, convenho, mas que a cmara seja convidada
para comparecer em i-orpora.-ao, nao.
Perianto, oflereco mu addilameni.o, e o
segrate : Que, aceiando-se o convite, o senhor
presidente nome urna comniisse, que por parle
da cmara dos deputados assisia a essa missa, po-
dando todos nos, como individuos, tambera ouvi-la,
(Apoiados).
Nao ha vendo mais quem pega a palavra, pro-
cdese votacao.
E' approvada unaniuo-inente a mogao do Sr.
Ferreira Vianna.
A do 8r. Pinto de Campos considerada como
um convite feiio a cmara, que o tomar na de-
vida consideracao, e a do Sr. Cruz Machado
approvada.
O Sr. presidente om acto continuo noma os
Srs. Cru Machado, Biltencourt, Junqueira, Fer-
i oir Vianna e Ferreira de Aguiar para em com-
inisso asssilirem por parle da cmara missa
que tem de ser celebrada pelo Sr. Pinto de Cam-
pos, na lnita do seu convite.
i Entrando-j na ordem do da, a cmara ap-
provou em urna so discussao, sem dbala, o pro-
jecto concedeno pensoes s flbas do inarechal
de exercito reformado, bario de Sur-uby, e ao
liadre Anionio Thomu de Campos, viijrio col-
lado da fresuezia do Bom-Fiui, da dioese de
Goyaz.
Approvou em seguida, igualmente sem de
bate e era urna s discussao, pmjeeto aulorisan-
do o governo a conceder sociedado denominada
Viliiculefi Econmicos, estabelecda na cidade da
Rahia, isencio de direitos para todo o material
importado e que se importar para a construc-rao
da linea arrea da cidade baixa ilapagipe, oes-
sando ata iseneao logo que esteja construida a w-
lerida linha.
Continiiou depois a 2' discuseSo do projecto
dente dingi jp Sr. rainistr da marinha: e interi-
no de eslrangeiros aspslavras que em outro lugar
vao reproduzdas em resposta asquea mjsraa c-
mara aeabava de ouvir.
Alm das deimtHtragfies i> corpo legislativo,
os navios de guerra e fortalezas solvraam ao nwio
oae ao por do sol era sigua! do regosijo.
As noticias de non tem sobre a guerra foranr
irazidas pelo Santa Cwrz ao Hio-Graode, dalli osle
ya por seguio para Sama CaJharina, nqoanlo o
da carrera do Porto-Ategre levava o offlcio ao
presidente da provincia. Urna forte troveala in-
orrompeu a linha do Desierro para o sai, e o le
legra mina ticou era meio.
OSatitaCrnz enlrou hontem mesmo era Santa
Catharina e pouco so demorn ; foi participada a
sua chegada, porm, sem mais noticias. Haveria
conveniencia em se mandaram estas de Montevi-
deo ao presidente daquella provincia,porque adiau-
tam dons dias, o mandando-as em duplcala elle
e ao presidente do Hio-Grande do Sul, quando os
vapores toearem nos jwrtos das duas provincias,
previoe-se o caso que se deu, de orna interrup-
go da linba entre Desterro e Porto-Alegre.
Hontem s 11 horas da manba eslava a es-
lagao de Cabo-Frio prompla com ura resuma das
noticias para, por meio dos signaos Marvath.trans-
mitu-las ao paquete francez, que segua uara o
norte ; este, porm, dobrou o cabo depois das
quatro horas da tarde aera atiender aos signaes,
por mus ddigeucias qae Bsess o ompregado.
> Keeebeu-se hontem (oi coodusio do tele-
gramma-expedido de Porto-Alegre sobre os lti-
mos moviroentos dos exercilos alliados no Para-
guay. Diz assim:
Comraraunif avara com Pirav : por all tem
viada j cerca de mil familias paraguayas que se
dingiam a Piraya : o numero destes infelzes vai
crescendo de da em dia e vio ser um dos raaiores
cuidados do governo provisorio.
general Mitre cora o grosso das torgas ar-
gentinas e o general brasileo Auto que opera com
aquello a lesla de S.TJTJi) briwHemn daTtres armas
seguirain do acampamento ergaatmo de Jiw~suhv-
ra para o valle de Punja no dia *. No dia 12,le
madrugada lorcarama subida das Corlheias que
eonduz aos Altos. Eiicoiitrarau algn ressten-
iia que foi vencida com pequeua perda de parle .i
Brevemente teremo* urna victoria mai em
Ascnrra, onde o tyrann L.)p8 concluir pwa
serapre sua earreira de criine., e ainwidades.
O Sr. Paranhos me pede ,jne este rap-jr en-
tre embanderado no Uosari,? e em Buera>-Ayres.
e assuo o ordetiei. Tive que- retardar si sabida
urna ob daas horas, por conveniencia do eervco,
trataiiilo, como fazemos ueste momento, de ins-
lillacaoilo governo provisorio.
/ Qp*ira apresetiiar ao presente e ao paiz
rninas felciiagojs por este br*> trramph', e
ere*-que sempre sonAmigo sincero.i*e ft
Peres.
..* Acampamento deA'llos, agosto, Vi de 1869.
(T horas- da tarde,.Presado amigo.Nesie rao-
monto ctiega noticia qoe- S. A. o Sr: rondo d'Eu
teve ura esplendido irtumplio em Pirabebuv,
que cahto em poder dos alliados.
Os Paraguayos perderam miis de ?vt)00 rto-
mens, e o^ adiados imii wuess, entra elfes, por mi
se not a uwi sensivel oer do genera!-' Menna
Barrete.
; Torooa^ umtwm ara* moita artilha.ia
(nao se sabe o aranero!.
A segunda divisio, ao nando do coronel
(.ampos, provavelmente tomou'Barie neste gterinso
feto d armas.
Un exercito ntoani-s e hyrros em honra-do
tnumpbo.
Nao tenho ten?po para mais.
Sadila V. S. ;ttl'cliu)?a!nt.i>le o amigo-.
O/vm Antes.
Clminho de Alfs.
EstQMdo amigo.-HonK'in tivemee um recontro
-un os Paraguayo:'; s 8 horas da noule de 1*
nos nozciuos em marcha, do acampamento era
frente Ascurra, regando
amanecer de hvmtura. .V)ssa vansaiirda, ao
mando da um coroneljbra-il, no, couipunha-sc
norae* pelo imperador, 'eati*'o9 .techareis
rondados n direilo que liverem peto menos 4. an-
uos dr-pralica e nao poderao ser os wcislrados.
' ** Depois das [lalatfas subsldnir inleri-
nainentt'diga-e a um rdadao quo* esleja as
condietHs felaes p^ra exercer o cargo de chele de
polica.Antonia Prado. *
* SapprrnMaa-93 M palavras do J t.' do art. !.
por cpnvearencf? publica.II. Graca.
Por decreto e> 18 do passade-:
Fo> remov* o jofe mnoV^n e de orphaw Li-
eioio Alfredo do Silva, dmlermes reunidos- delta-
pieurti e Sonre para de Villa-Nova da Retnha,
lodos nrppfrvinca dn Jtaha, por assim o haver
pedido.
Foram-Borneados-:
O bacha^d Jos Al** da Silva Pereira; j
Bunicipal e-de orplrfos dw referidos tormos dw
Itapcuni e toare
Olwehanel Jhao \^aM da Silva Bueno, jii! f"1" wregameato de sal.
municipal e daorphaos dos termos reunidos-de ^'m?T de "?T0 Pw o vapor Qequi, da com
Apiabycltapava-du
Pauib.
Faettlnav na provincia de S.
'SSSrrio* eaugrnen, ^no3.a3giicalturae
nrt^.' ^ 8 re8isU""no*i iwssuides do ma vivo
o razeinos votos para que eraprezas do Igual
utilidade se reproduzam, gozando do-subido eou-
eeilo da companhia IVrnaiubucana ao w entre
nos con no eslrangeiro.
SOCIEft-ADE PATiUOTICA DOUS DB-JULKQ -
llavera la.ja as % lloras da tarde sessao paraMfci-
tacao de tontas na ra a Auroran. 70Vprijeiro
ARCADI*. PERNAMBUCANA.-Haver* jaM<
H-dinana dest- soeiedadc boje ao meiii-d* tn>
satao do Ca Peraa*ncano.
NAFHAG1WNos braxos de Jacuman pcfijBti-
se, no inii da semana passada, a galera icgfcz;
Lahcathire, qae la de Liverpool para Ca!M.
Para o lugar do sigis-
panhia Pernambucana
AO COHPO DOfiGMMEtCiQ E CASAS PARTI-
Kordeslgnadoecapitao do 9- baalli/i de infan- tl'LARES. O no*so amigo Guilberme Augusto
aria da-goarda nacional uVprovaicis de Pernam-
buco, Francisco Laia Viraes-, par exercer as func-
Oubs de major do isesino balhlho.
re dwpnsado dh exercicte da-* referidas func-
oe o calo Joo Sapisla da- Silw Manguinho,
Cmcedenim-se
itodrigaes Sette acaba de estalwleeer em Lisboa a/
sur residencia, abrindo uiiv .acreditada casa d-'
coaoMasoes, e eucawegando-ae da venda de lodos
os geaeros do Brasil; da compr e remessa de
qeasqner encommendas, de descont e Iransac-
ajas de crdito, de espedices de teiegrammas, e
da guarda nacional d*proi-- ci das Ategas, me-
lhi,rauiento da reforma no posto-de eapao.
Foi declarado avulso o juiz de direito da comar-
ca de Brejo. na provincia do-Maranhao, bacharel
Manoel da Suva Mafra, por nao ler enerada no
esto ponto ao oxercicio das fnnccOes deirtro do praso legal.
' l'or porariado 20. foi nomeallo Jo-li Silva
i-,.r.... ~ i ^nes Jonior para o lugar de platicante porteiro
KwT&S ":i:"UWM ""x J -'dminisloieo do corrato da prevtnci.^ta lli-
n tlan?,t^,r ^n ra,,nCl,mnS-T' ^y". vanelmenlc que Ihe compete,,
, pie. Aiaaniiaa estar i, -eammlii desempe..id, -
A HenriqHi Correa de Mello, tenenAj reformado I m-geral do cumplimento "de'ludas as ordem
de Pernaabuco e imr-provnuiaodo Brasil Ihe fo-
enceureraos gran Jes apene -es.
enlan.
Ileservo-me para
Outro lelegrarama do Desterro, oxtrahtd* de urna
folha deixada felo Sania Gnu, diz :
No dia 14 soube-se |wr coininunicai^ao do ge-
neral Auto que as suas forcaS e as do general Mi-; ,-
tre traly.im de envolver o inimigo ao norte dis
suas posicoas, procuraadn umr-s-- s do comriuo-
') d.i sua altea. De um
para
A"
< Jfnasas pej-das causistara rm eapitos ecerca
de iO soldados feridos, bnsHeiros, o i soldados
dos nossos. Os Paraguayos tfeharxra 16 unrt.H
e:n um desliladeiro cerca itcs <-r. quadias do
cainoo.,
D bollietim il Outriutb Ho de Janeiro ex-
trahmos mais o seguinie :
S. A. marchava soiine Ciacupi-, sitiando
io inesuio lempo, n inimigo para eorlar-lho a re-
(rada peto norte
e Mil. Era consequuncia deste
moviaHnto, o Inimigo ab.iieuwu o posto e o paa-
iDomentin so de Cerro l.eon. por nmle os nossos j.i se com-
nX^V n(",naS iml)or,anl,,;i- moienm cura Pinvu. Pnr al,i vieran, laj,,-
\J^^l^L^ryeV*-iZmnY! u,:"'"iva de t.OJ (amibas paragiay, que se
O numero destes infelizes-vS crescendo de din
que
na conformidaeVda tabella n. 1, a imess fefenr
o art. 23 da lei n. 938 de 36 de sniemero de 1857.
S. M. o Imperador, aeoiapanhado de seu se-
manarios, visitn-no dia 23, os cffloina? de ratwhi-
itT'dingji.iv
Cnossoaniigo Guilfeenne Setltr rautcouheci-
do (tnPeraaibuco, onde vv.-u desde rrianga, o
onde a- sua probidade- come negooiaiite e a dili-
gencia-inexeedivel cora^qne costuma tratar os ne-
gocios de sea* eommeaMa, Ihe cr*rara aoi nomo
honroso a turnara di^ao da conlianca iine s.-li-
cila.
Chanamo paranlo a aKengo do oonnnercio, e
ilas pessoas partu-ulares que delle tossai neces-
silar, para a circular que- vai tnuacripta n'oulra
parte do ness jornal.
dacao de Hm CEMITERR)- KIILIC.Obtuai io do da 23 de
agosto:
Joao Paulo,- l>fcVBambni-vM anno?, vhvo. Boa-
de- guerra.
Fallecen, no-di 19, na soafazena de-Saai-
(a Rosa, com 90 annns de idade, o Sr. Bardo-do
Rio Claro, deixand numerosa deseendeaohw
Os subditos iaflezos residentes na carta olli -
rei^eram no lia 2. en, casa do seu >minlrn,- un i
bat* ao almiraulc Hernby, corawandante- da-as-
quadra-da mesma aaeao. que eswve surf nessn I
poBto,'
Be S. Jos do Barreiro eserevem, era 24! dof
vapor raglez Ct of Hrtuietf*, o qual nos foi'ob-
sequiosamenle franqueado pelouosso col toga oSr
Joso de Vasconcellos :
. Importantes Atalhes.
' Feitos d'arinas.
O Dr. Prez, cominssario nacional em Assump-
caa,escrevaaoHinislaa.da lela.v oes o
segrate, que nos apressamos ufl dar nesta no-
liria :
Esperamos da parte do exercito argentino,
que enlrou no ataipte de Pirabeliuv, outrea dota-
lln-s importan les.
^ Entre ellas diz-se que o coronel Luiz Mara
Lampos, como sempre, soliresahio com sui iigura
valentemente militar, no meio da peleja.
Quera o extrauhava ?
A caita a seguinie:
AuiumgtiRtt
Agosto, ifi de iWitf, lo'e! i da muida.
Sr. Dr. D. Mariano Varella, Buenos-.-Vv-
res.Meu querilo amigo.No mon-Ma de sabir
para a igi eja, recebo os det.illn s {, tomada de
Pirabebuv, que me nvia o Sr. Paranhos.
Sao os primeiros a nicos detalhes. Nao
quero priva-lo da eonheeimenlo ilelles. f- im
apresso em iraduzr a caria do MareJerio do pri*
cipe aoSr. Paranhos, quo tea* a bondade de inos
trar-m'a. E' do theor seguulo:
Exm. Sr. conselliero Paranhos -.Depois do
telegrannna que hontem dirig X V. Exc. aecres-
centarei mais algumas nolicias para que V. Exc.
mande publicar.
A's 6 horas da manhaa o dia 1, nossas
baleras assestadas em tres punbjs convergirn)
os fbgos para a praga ; o, depois de duas horas
de constante
go a ac
avangaram por Ires pontos, ao niesm tempo que
general Victorino fazia per sna parle una ser-
cuida-
essan de 25, o Sr. Baro de
i para a praga ; o, depois de duas horas nlia u mlermo do- iir- rio- eslrangeiro!
tanta fogo, o principe, que em pessoa dici- ;l cxplendida victoria rom une a Divina
-gao, mandou tocar ataque; as columnas m coroq m->is urna v i 12 do
sobre construegio de docas Orn o ftr. Dionysio
Mariins, ticando a discussao adiada pela hora.
Em ultimo lugar oceupou-se com a c ratinua-
gaoda f discussao do art l.do proje-to sobre a
reforma policial Orn e Sr. ministro d.-> justica,
ilcande ?, dweanio taraban) adada pela hora.
a N> extracto que sol) a rubrica do Jemal do
hraaeirns e argentinos" feitos de bravura, que fo-1 Oommerci* dataos da sessao de oaaem na cmara
dos deputados vai incluido o telegramma que o
gverno imperial recebe i, transmittido.de Porto
Alegre. anuuniriandoHwasTan'bello triuntpho alean-
gado pelas aunas alliadas, quando, aps tenaz re-
sistencia do inimigo, se auode^ram de Pirabebuy
que cobr'ia a rectaiuaraa de Ascurra, e onde Lpez
linha a sede do seu governo depois da perda de
Menna Bar- Assumpcao e Luq percursora de suc-
fren- oessos que j por flnalueute btllhante
duas termo e-la ^ada guerxa, a uoticia foi
prrtto. S. A. iri
aio em pes^o,-. a argfio e fu \ -nlhusMi*!-
0 inimigo per-
dea mais de fcQDb oaMu entre morios e feridos.
O commandanie da 'la. i og-meral Abar-
iimbio \>~i s t**i!tos foram
mui inferioiv- fm a'igmentam-se
gnaer TUt
ravoeV
tida sobre o ponto mais forte. Um i|uarto de hoaa
depois o fosso havia sido assaltado, a trincheica
tomada e u inimigo desbaratad. Os batalhoes 23
e 17 de engenheiros; e os 7 e 27 do 2 carpo do
exercito argentino cobriram-so de gloria. A iv-
sisteneia tornou-sc impussivel. Ouze bainleiris,
dezesei- pegas de artiiharia de grosso calibie.
de 32, 24 etc., foram lomada.-. Mais de quinden-
ios Paraguayos cahiram morios, iresentos feridos
e quinheiitos saos pouco mais ou menos nesram
em nosso poder A torea na roinmandada pelo te-
nenie-coronel Caballero, que mor en, assim como
o major Lpez e outros officiaes.
Nossa perda foi comparativamente insignifi-
cante. Talvez iresentos boineus lora de com;
sendo puucos os mottaa.
Entre elles lamenta o exercito cora inmenso,
sentunento o valenio general Joo Manoel-Menna i
Barrete, que cabio traspassado por duas balas no
baixo ventre. Descanca aquello nobre como na
igreja de Pirabebuy ao lado direilo do al-
iar-mr. Alm de oulros perdemos tambera o
capao Seixas, quem foi confiada a linha de
atiradnres do corpo. Lpez eseu squito fugi-
ram para Caacup. Para al iremos.
Ah se eneontrou muitas obras d<; prata, d-
nbeiro, arehivos do estado, de Berges, notas do
proprio punho de Lpez, carias de t.inch. movis.
porcelanas, livrana, deposito de vinhos e mil eou-
sas curiosas.
As honras do dia cabem ao 23" corpo de vo-
luntarios ; foi elle o primeiro que da 2o corpo do
exercito saltou as trincheiras, levando a bandeira
o alteres Gaspar Ribeiro de Almeida Barros", que
plantou-a sobre a trincheira, conservaado-se
seu lado, e dando poresla forma urna prora ne-
quivoca de inexeedivel valor, leudo sitio l'erido
em diversas partes.
t Foram tambera feridos os conmeis C-jnrado,
Antonio Augusto, o major- Feliciano, o outros de
ojo noine rae nao record.
a S. A. fui ealo-.Msamente victoriado iwlo exer-
cito. A' noite S. A^coadocorou o eoirimndanle
da torga argentina e o* cnifes que (oram feri-
dos, coni a mcdalha de-mrito ; e podio a relacHo
das pragasquc.se deetiiigui-suii, para estendef
ellas essa hynra.
i Asalubridade-biia; temos vveres e forra-
A cavalhadi vae reguInnom;e. Os feri-
en] dia, e vaise lomando ara dns gr.mdes
ilos do governo provisorio.
No senado, na
Oilegiue (ministro da natuilm), olilendo a pala
"Im urdeu, dissp ipn-, atibando d>- receber
iinpMtrars noticia da Biterra, apressa-so em
irez-tss- ao conherimento do senado e do paiz,
eerto de que sern recebidas pw todos os bra-
sileiros cora n inters.- qne llae mspiram.
(S. Exc. l o lefcgramma ipta publicamos
acuna).
OSr. presidente declara que a-noticia recei-
da com -umita satisfagan.
O Sr. O-taviano (pida ordr*t)-diz que, se
licite azn-se na acta innncu ilos.senliraenlos do
senado ao ouvir a grata iiiiiuimcai;o, feitu pelo
Sr. ministro da inarnlia, da vico; a rom que a
Providencia coruu os esforcos e a bravura dos
exercilos alliados t- dos seus generaes, propoe
que o Sr. pre-iifi-'i!- faca ihearleiia* naqulle do-
cumriiio que o senado lirou po.r.iialo de grande
praaer n raeonlteetmente |da parte que nessa
violarla cuaba aos nn^os valnwes concidados e
a seu digno commandanie em eijfe ; lamentando,
porm, a doloro-a |V-rdn qoo sobremos de tantos
Ih-.ivos que raorrerant por honna. da patria ; no-
ine.idamente o bravo general Joo Manoel Menna
Barrete. [Apoiados unnimes.)-
Na sessao de 23, 0 Sr. 2." secretario leu a se-
gojafcj redaceo da mdnae preposta |K'lo Sr. Octa-
viarlo :
0 senado ouvio cora a mais viva satisfarn a
noliria coin-i.unirada pelo Sr. Uto tro da mari-
nha e iiii-.-iiu., dos neg cios eslrangeiro, relativa
ProTtdeii
crreme
me/., em Pirabebur, s esfcrm e o valor dos
exorcilos atflados e dos seus geeraes.
ManifesUndo os seiitimeiites de jubilo e reco-
nhecinicnto, deque se acha posaido pela parle-
que neste grande feito de amias coube aos nossos-
eonridados soldados, i^ ao seu digno e intrpido,
commandanie em chufe, que os eonduzio ao com.
bateeao tiiumplio, o senado kuwenta a parda do*
bravos a quem nao l'oi dado so-nvvivo- j gloria
que uaquelle dia conqutstanun para si e para a
patria, e n-iinea,lamente a do benemrito general
Joo Manoel Menna Belo,
i O senado assegura ao mesmo tompo le-'.u i
concurso de sua aeflao legistava para lemiuierar
servicos lao relevantes e para perpetuar a raemo-
iia alastre daquellesque os presta i-un.Visconde
de Abaei, presidente. Trederico de Almeida e
Albuquerque, l.u secretorio. Jos Martins da|
Cruz Jobim,2." secretarioJoao Pedro Das Vler,
3. secretario.Thomaz Pompeo de Souza.BrasiL
4. secretario.
< Posla a votos, i approvada.
0 Sr. presidente dclara que esta inAflo vai
insenr-se aa aria e levar-se ao conheeiaient do
governo.
= Na cmara dosdepotades, na sessb de IB,
passou-se o seguinie :
Foi approvado, oom una emenda, o prejecto
enneedendo privilegw a Bcnjamim lipton para o
fabrico e venda dos tijoios denominados Asitrican
biiililiug IHoek
* Approvou depois, em unta s discussao, sem
debate, com varias emendas, o prujeeto autoiisan-
de o governo a-conceder Mingao de direitos de
iraportagao aos- maehinisnfos, aparelhos, utensilios
e mais ohjectos- noees-arios |>ar a IUuminago
gaz e canalisagao das aguas o itos esgotos s em-
presas que .> propozoram a realitar taes raelho-
ramentos as eidades de S. Pauto e de Santos.
Appaowo ora aatmiili, sata,dbala, o projaato
do senado, proibio a vrala t: ascravos em
expasico. pubQca, sendo rogeitaJas todas as
emendas.
passado, ao .Innial to Commerci&4$> Rio
No dia 18, noCapilo Mor. awassmaraa ura
menino de ti anuos de idade e fnrlaram-lheuma
besta.
O menino o ferido rom tros facadas. urna,
as las, uina no venlro e outra na pescoco. ,Bs-
lavatuos anda dabam desta dolorosa mpresso
quando hojo as IOh->rasda mannaavCoi nuregua-ao
subielegado nesta villa um prelu captiva e fgida
que eoafeisou o crin < referi varias rireonw-
lancias. Disse entrt- oulras que o lim que linha
em vista era matar rcu senhor e um cantarada ;
que por esle motive fugira havia j um mez e se e-
conservara as iminediacoes da fazenda do Senhup.-
que en tenenle-corouL-l Jos dd Magalhaes Couio,
morador na cidade do Banana!.
t Acereseentou que, nao lendo eonseguido o
seu ftm, matara o menino, porque assim esperava
nao follar para casa.
Um telegrainiiMcommercial rcebido, no da.
24 na corte, de Santi Calharina, anouncia que o-
banco Man V C, cm Montevideo, e o goveruo
oriental chearam a un; accordo saUsfaetorio sabr
as quesloes pendentes entre ambos.
O cambio sobre Londres regalara' a 19 de
por 1*000 rs. lirme, e sobre Pans oH) rs. por
fraueo.
Os soberanos |Sr) vendiam-s' de 12 12fc52o rs. cada tn.i.
A alfandega reodcu ren de i a 25 do pas|>
do 2,152;2G0000.
AHI.I.
Tratava-se, i:a-capital, de organisar ama
asaoeiacao com o fin de promover a exlinceo da
eseiavido no Ura il, por meio de raanuinissoo,
o da divulgaco de ideas, que cbainem para esse>
ponto a altengo a as sym|>athas da populagao.
A frente d'esse tira importante e Inimamiario
projeclo, arhnvaM-H- pessoas eapazes de o rea-,
Haar.
Vista; besiKW-
Padre Fernandas de Andato, Pemaailweo, W
anaos, sollaim, S. los ; Mita-eulos aeJoionares.
Ral'ma Mara (ka Meree--,- Adriea, 60 mnos, sol-
letra, Boa-Vista ; rongeslio cerebral.
Manoel, Pernanimco, 2 inwrw, Santo- Antonio ;
PESNAMBUCO.
REVISTA DIABIA.
- Apfftivou anda, ra luna su discussi., sem
dbalo tambera com algumas emendas, o projec-
to autorisando o uovemo a maudar adiaittir
mntricnla do t. auno ihi i tirso medico da faflul-
dadede medicina ra Sllu > alumno do t. anuo
do curso pliarai.-icoulioo Kretlerico Augusto dos-
OTOS.
Imi
de
' da eblurana esquerdg,

-''nvesJaV
ib-
iiem
S. A.
ausiasmo em arabas as
cmaras, e a assamlo um aspecto
mnee gri l-': <"m nomo derla c
Ws*( e roupa a. |-H|pe"4. (od'..>-e-smtwbsos, o Sr. presi-
: JaacupT'pv
dos seguem para Assnmpgdo, bem como os pn-
lioneiros e as familias, culre as qaaes
so i ras.
De V. Exc. amigo muilo obrigado13
agosto de-^B!Joao Memks .Snewto.
P. S. S. A. desapi que o vaper entre no Rio
embandeirado..
Mil louros par esu victaria, na quah, como
sompre, as torea* arganuas se puil ira-n cora a
cosiuraado hecaisana,
Mtiz Mari* Campos, que cwtuiMitdoa a divi-
sa argonltoa ao Ud<> A beu jus-
eteroio de seu reoenaecido v^l'
ruin a 2-a iliscnssip do
<-ki de dotas. Oraraiu
uijoGcs, fican-
I Santos fcavier.
< OcaipU-c
! projecto sonre a i
2H br'asi- I os Srs. Augusto d
do a discussao adiada pe ''"ra.
"i wftunnih a seguiute emeada.:
Supprima-se o 13 #) aiago f- -A. F-
gueira.
Conlmivn em ultimo lugar a 2.a d'isens'sao
do arig i" do projecto safeM a rotonoa po-
licial. O arara os Srs. II. r.o(pPSraea a Vieira
da Sa. ficando ig* poli aora>
* l^ram affercrlda1: as spgdintea eniep.das:
DELEGADJ-L1TTER ARIO. Pordeliberaeito da
piosidencia da provincia, de 30 do passado, foi
aomeado Francisco Camello Pessoa, delega('. lu-
terano de MUran?nape.
CEM1TERIO PUHLlGO.-PreseBO honlem, ju-
ramento o (oumu posee do lugar de administra-
dor deste eslaaelceimer.to, o Se. Antonio Augusto
da Fon^
CAPTIa&.Pelo d-lcgado depoliiia do ter-
mo de Cimbres, foi preso a 17 do mez passado
Antonio Luiz de Siquaira, coaOecido por- Antonio
Aojo, prtn;e.-ado | .r eritne deruubo.
Pelo delegado do tormo do Villa Hella^ foi preso
na fazenda Barro Varmelho, Estanislao Alves de
Souza,. eonhecfdo por Lu, por ler temado assas-
-inar, alguns dias antes, ao pardo Maoael, de 44
airaos- de idade, no distrieio de S. Jos,- do termo
de Piaoc, na provincia da Parahyba.
elo delegado do Ex foi preso Nicolao de
AHxaqerque Arraes. por ler assassinado Beato
.Vives Pedraliao, contiendo por Berluca, na villa
do.Asear, da provinaiado Cear.
BMP*tEZAl.YRICA.-0 Sr. J. Marinangeb pe-
fta-nos que declaremos sorem os dias segtmdi e
e sabbudo os designados para as re-
citas deassignatura, nao haver algum caso ex-
traordinario, orno se deu honioai, e dave dar-so
na semana prxima, por ser a taica-foira uia de
galaseta de selerabro.
! VAPORES AMERICANOS A directora da
companhia de vapores entre os Estados-Unidos e
o Brasil, acaba e reduzir os pregos das passagens
da seguirte torma : a 60*fl0 rs. do Rio de Ja-
neiro para a Babia, a 80*000 rs. para Pernambu
ee, e 200*000 rs. para o Para, c vico-versa.
UCENCAS.lVr portaras de 2o do passado'
civacedeu-sc licenca : para residir na provineia
do Ceara, ao sold'adb reformado Joo Francisco
dos Santos.; e na de Pcrntmboco, ao dito Jos
Dias de Cauto.
FESTEJOS.Km consequencta das noticias de
qao foi por ador (. vap r americano Memmac, va-
rios grupos cora msica o-soltando figo do ar
percorreram as Ras da cidade iodo palacio e
outras casas de cidados nota veis, varios edili-
cios se illuminaraiu, e houve muitos oulros signa-
es de regosijo
COMPANIHA HiRNAMBt'CAXA Pelo ultimo
desenleria.
>pito Joi) Mariuho Pae-t 'Jarreto, Pernambu-
eo, 70 annos, casadu, tala Volenlo ; indarama-
co nrinaga.
Joio, Pernambueo, li ntatw^ S. Jos ; coiwul-
atan.
tgnez, Pern.-X!tHico, 16 airaos-, solleira,' Santo
Aatonio ; tabre1 Hahaea:
Recemnascde UnribolooMo. PeTnamb'ieo,- San-
ie Aaiuaie ; espas*<,>.
2fi-----
Eduardo. Perr.amnnco, le: rtfe-; bepatitav
Manoel, Pernawboro. t acnv Rteife ; qneima-
Mfc
GariDella, Pernamauco, 20 -Jiae, Ba-Vsta ; es-
pnsino.
Luiza Joaqun-. Je- Souza, Pernambuco, 2a.an-
nos, soiteira, S. Jds-; tolano aponante.
Maria da Virgcm,dh) Rosario ; Pernamlra, 22
anuos, rasada, S. Jba ; inll..:o agio.
Maria, Peruam'Mure, '.i dia*, S. Jos ; ccnvul-
Stk'9.
27
Ckvudina Aranteferreira, Peraambuooj 2tS an-
nos, casada, S uV(t)jnda ; rruiera inierino.
Isabel Malhildfiu-dt Annuaaincao, Percamt>u:o,
80 aaoos, vinv,.li de OUimU. ; raolcsa inte-
rior.
Melieio, Pernaiibuao, 9 nea, Boa-Vista,; as-
tbema.
Manoel, Perua^iiMKP, 20 Jias, Boa-Vista es-
pasmo.
Jos Anloiiio Alvos Neiva, Porttigal, 50: airaos ;
casado. Roa-Vista-: bypetrojiiano corado.
Maria, PeruaiBuw, 8 uuaas ; Recife ; oonvul-
soes.
28-
Maria Narciz do Rosario,' Pernambuco, 18 an-
uos, viuva. Biia-Yista ; caero..
Ma noel, Pcrnamimco, 8-moas-, Ba-Vista ; con-
vulses.
Feliciano da Cu*t*, AGtiua, casado, S. Jos ; ci-
jolito chroiiico.
Joseplia Raines -Ja Cru, Ptrnambuco, % anuos,
casada, S. Jo> ; LrouchUe a^udo.
Uinbelina Frauisi-:i dos Santos, P;rnaiiibuco,
fl anuos, ea^adi. Ra-Vista ; plti -ic.i pulmonar.
Florencio Joseda, Silva, PernaJnUtfei :>'"> airaos,
solleiro, Roa-Vista ; bexigas.
Jos dos Sana Alves, Pernambuco, :i& annos,
solleiro. Boa-Vista ; hepalile elirotacej
Felippe Benteio Pereua, Pernambuco, 30 annos,
clisado. Boa-Vista ; aaourisina.
Jacintba Marra da C&uceic', Pernataiuco, 32
anuos, soiteira, Ba-Vista ; hidropesa.
Benta Maria da.Coneeico, Pernambuco, 38 ali-
aos, soiteira,Santo Antonio ; tiyspela-
29 -
Paulo, Paraamauco, l't annos, Ba-Vista ,
anemia.
Antonio Guabcta Pereira, Pernaialmco, 23 an-
uos, solleiro. Boa-Vi su : varilas.
Honorato.Alexaadre Pedro da Silva, Pernaml.u-
co, 18 asnea, soU*ro, S. Josa;;. tubrculos puliao-
nares.
GuiHie-miua Neves da Silva Pernambuco, 38
annos, s'oUeira, Santo Antoaio ; nsberculos pulmo-
nares.
Anna Seroilia de Castro Lima, Pernambuco, 2i
annos, easada, Boa-Vista ;.pleuro puritonita
Joaqeim, Pernambuco, 5 dis, Boa-Visia es-
pasma
Alexandrina, Pernambuco, 2 annos, BoarVista ;
aneima.
t Ay> art i.'
PUBUCACOES A PEPIDO.
Questo Aratangil.
De novo voMa imprensa o Sr. liaspar CavaK
canti, por meio dos seus patronos, para oceupar-
se cora os negocios de Arataagil: mas sempre in-
vertendo os fados, faltando a vardade, e c.wiira-
riando o* principios de direilo. alm de laelhoc
Iludir o publico.
Hojo, o motivo que o faz gritar o mandado dt
manitejno que me concede o juiz.
Na correspondencia publicada no tMario de
PernambHto n. 19S, de 27 de agosta cadente di/.
elle, que lera documento meu, pelo qma! eu reeo-
nlieci a sua posse, dando rmiieia em t&cucao do
ntordSo, o que com a nianutencao pretend con-
travir o mou proprio acto.
Diz mais que o mandado foi concedido, sem que
a minha posse inconiroversa fosa ao menos jotfi-
, ncada, e apenas fundada na simples palavra do
paquete da Europa verm ordens de duas impor- raeu advogadu.
untes casas comn.eiciaos em Londres para serera E nao se sabe, contina o articulista e quera a
lomadas eempanhi^ IVrnambucana .incoes ao o maior eymsmo, se de ura lal iuiz, se de ura tal
p,ir no valer d: 20,000 ou cerca de 2o0:000f. requerenle.
Semelbaole nptioia nao delxar de sec extrema-1 At aqu, esl o qne eies di/em sobre a manu>
r<;S doi>',!ichi sero tuerto agradaiei a dos que se uteressarem pea| tenrao da minha posse,
MUTILADO
I ttGlVH








-




Diario de Pernambuco <]ftnta l
"v R
ura 8 de Setembro de 1869.
3U

era commu-
Se-
o Sr.
Cumprc-mo.dzer algnma* patarras em ropos-
ta," sein porm locar us insultos e apodos dirigi-
gidos contra o juiz e o meu advoftndo< Todo o
mundo sabe que o patronos do Sr. Gaspar Cav.il-
canli, sao tao violentos e audazes como o diento
r) defendem r nio portanlo de estranhar que
raiam de tudo, e de todos. A cala um o seu
offlcio.
Vamos ao mindado de manuteneao
Quando se requereu esta manuteneio de posse.
o meu adversario foi citado: deixou eorrer a re-
vetia, nao so imporiou, nao veio a juiz i contesia-
lae impugna-la. Foi a final julgada por sonienca.
Ora, e4e silencio do meu adversario, essa ue-
utmma Unpujinacao de sua parte, a prova de sita
taeila confisco, tao valiosa em dircito quanto urna
conflsso expri'ssa.
Porque, ainda una vez, o Sr. Gaspar l.avalcan
ti, oge dojuio, abandona os meios lgaos d
testacao, para vir gritar na impr-rasa, era
nicados no Diario ? Porque nao tem razio.
ra curioso, emjuizo, allegar c contostar
Gaspar -iavalc.mti que eu estou de pos libo, quando todo o inundo sabe que uelle estou, c
que toda a queslao e empento) do Sr. Gaspar La-
valcanti pr-me dalh para fura; quando lie
proprio diz que en Ihe dei rancho, o que o br. os-
par receben o rancho de mim ?
.Neste documentj em que Ihe dei o rancho cu
nao reconhm a pesso do Sr. Gaspar Cavalcan i.
como declara o autor do artigo ; mas nicamente
disse quo dava o rancho em cumprimento e exe
.-.ucj do aecordio. Foi semprc o que susientei
desde o principio; que o rancho, o Sr. bis par
s opodia ter dado por mim, ou pelo miz no
caso do recusa minlii, mas nunca ser fornido pe.o
Sr. Gaspar, de propria autoridade e por violen-
ca- ,-
Dando cu o rancho, nao abdico a mirilla posse
ineontrovorsa, mas contmuo a nianteta e reo-
nbece-la, porque se a nao ivesse nao poda da-la
Mas a cesso da parto das trras, quantum satis,
que coueedi para oSr. Gaspar plantar, nao inhibe
que eo continu em todo o resto do engenho a
ter os raesmos direitos que tinha, a estarde posse
como estou, e boje manutenido judicialmente, de
todo o ugenho, casa de vivenda, purgar, seuzal-
las, sitios, etc., etc., etc.
Kuudaudo-se o Sr. Gaspar Cavalcanti no docu-
mento que diz ter meu, dando-lhe rancho, cum-
pre que os leilores saibam que o Sr. Gaspar nao
aceitou o rancho que eu Ihe dei, nao foi para o si-
tie qut eu Ihe designei. ... A-
Quanto a dizer que a manuteneao foi concedi-
da s sol a simples palavra do advogado, nao o
exacto : derara-se testemunhas. Veja os autos;
o uo os deixasse correr a revelia!
Nao ha mais que responder quanto a manu-
teneao. Gumpre, porm, prevenir o publico de
um outro incidente. Depois de concedida a m.t-
iiuiencao precedendo citacao, daado-so testemu-
nhas, jnlgaudo-se-a por senlenca, apparece agora
o adv,1(rodo do Sr. Gaspar, requerendo ao juiz
para dar-se por suspeito, sem allegar motiro al-
ga I ,
Ora, diz o meu advogado, que a suspcicao e
urna xcepcao, que s pode ser apresentada logo
no principio da aegao, o nao depois. Que igual-
mente na ,-xecurao nao se admille su O Sr. Gaspar Cavalcant, nao s nao compare-
eu em juizo, como na o allegou em tempo conve-
niente a su-peieao devida.
Como cabivel vir agora o Sr. Gaspar, ja na
execucao do mandudo da pnsse manutenida, esnn
motivo rasoavel, allegar essa tarda e supposla
suspecao? Nada mais eslravagontc.
s Vam >i ag ra ao resto do artigo quo respondo,
Diz o articulista:
J antes disto ambos deram dnspejo judicial
em tt horas a lavradores do engenho. O arbi-
trio e a pressao sbreos lavradores de Aratangil
- seriara um explicacao se nao se visse que tem p ir
flu incoinmod ir o lente corouel G, C-valeauti,
e impedir-lhe de fundar a sua safra, isto o que
a muito se procura.
Eis mais urna falsidade repelida Eu impedir
que planto o Sr. Gaspar, e funde a sua >afr.i?l...
Como se conciba isto, com o fado confessado e
publicado, de que eu Ihe dei rancho! Para que
Iho dei o rancho, senao para plantar e fundar sa-
fra 1 .
J expliquei em publicacoes anteriores a razao
porque desped bum ou dous lavradores : faetc
n que nada tem que ver o Sr. Gaspar porque
foram lavradores meus.
Quera tem pralicado arbitrio, pressao, c violen-
cias, o Sr. Garpnr, e a sua gente.
O Sr. Dr. chefe de polica, quando estove cin
Aratangil, e.mheeendo que 0 Sr Gaspar violenta-
mente expedir bum lavador meu de nonie Ha-
noel do a-cimento, ordenou ai delegado que o
restuis-c ao seu autigo estado; Sabe o publico
I no succedeu ?
Este l.ivra lnr que teve a audacia de cumpnr a
orjtein il > r. chefe de policia, foi espancado.
As informacesque tenbo a respeito sao segra-
los :
Quando Manoel do N\vcimento eslava apa-
nhando e sendo espancado. no meo de sicarios.
hum hoinem chamado Chico Cacadoi dizia: cabra
sabes por que apanine ? E' pelo desaforo de vol-
taros para o sitio donde meu to le despejou.
Avahe o publico de que sao capazes os bomens
que aecompauhan o meu contendor Ga-parCaval-
anti, da moderaco e respeito a lei, que mostrem
durante a sua invasao ein Aratanizil.
A prova do fado do espancamenlo. est na *
toria (corpo de diliclo) que ein seguida ininha
asignatura publico.
E quanto devo dizer por hoje.
Recife. 31 de agosto de I8a.
Joo de S e Albuquerque.
DOCUMENTO N. i.
itlm. Sr. juiz municipal suplente.Joao de S e
Mbuquerque, a bera de seu diroito ci'rece que V.
S., se digne mandar ao escrivo Moraes, que em
visla dos autos de aecao do manuteneao concedi-
da ao suplicante por este juizo contra Gaspar Ca
valcanti de Albuquerque Uchoa, isto na posse
do ngenh > Aratangil era que o suplicado esl
praticando actos de turbaco, Iho d por certidioa
scn.'in'i que julgou a dita manuteneao. Assim.
Pede V. S. dgnese defforir. K. R. M. D.
Ipojnca 23 de agesto de 186!). Aloes da Silva.
Miguel Joaquim do Espirito Santo Moraes, escrivo
no crime civcl e execuc^s nesu villa de Ip>-
juca da comarca do Cabo da provincia de Per-
nambuc), p ir mere vitalicia de S. M. Imperial
e contitucional a quem Deus guarde, etc.
Certifico que a seuteoca pedida por cerlido na
petieao retro do theor seegninte: Era vista da
justiHeacao de folbas julg i, por sentenca a manu
tengan de folbas concedida a Joao de S Albu-
bnorque, era norae dos sennores, contra o pertur-
Jjador Gaspar Cavalcanti de Albuquerque Uchoa,
polo gue prodnza sens cuellos jurdicos. Ipojuc
vinte tres de agosto de mil oitocentos sessesta e
siove. Lourengo Bczerrra Alvos da Silva E
oais se nao conlinha em dita senienga aqui fiel-
mente copiada do- proprin-i autos ao quaes me
reporto. Ipojnca 21 de agosto de 1869. Em fe
de verdade.Miguel Joaguim do Espirito Santo
Meraet.
N. t
AiitJamento da petigao de Manee! Jos do Nasci-
mento na qual reqoer eorpo de delicta.
Asno do nasciinentn de Nosso Seohor Jess
ChTHla de 18fi9, aos 23 de apisto do dito anno,
uesta eidad do Kecife de Purnambuco, em meu
canario por parte de M ra iel Jos do Nascimento,
me foi entregue nma sua petigo a qual aebando-
se informa foi por mim recebida, do que dou f.
Jos GuUoerme Augusto de Atliayde, escrivo.
III n. Sr. Dr. juiz municipal da 2* vara.Diz
Manoel Joe do Nascimento, pardo, casado, Javra-
dor do Ang*mho Aratangil, nelle morador, que no
dia 2Ldo corrente niez de agosto, eondnzindocan-
necife, 5?5 do agosto de 1869.
O escrivo,
Guilherm; Augusto de A'.hvjde.
Auto de eorpo de dclieto.
Aas 25 de agosto do 1859, em casa da residen-
eia do Dr. juiz municipal da 2" vara Armmio Ca-
rlolano Tavares d.is Santos, ond eu escrivo de
seu cargo abaixo nomeado fui vindo, ah presen-
tes o peticionario Manoel Jos do Nascimjsnto, e
os facultativos Dr*. Joiu da Silva llamos e (.ac-
iano X,aier Pereira de Brito, aos quaes dito juiz
deferii juramento a is Santos Evangelios em um
hvro delles, em que paz sua mo dircila e enc.ir-
regou-lhes que debaixo de juramento prestado
vistoriassem a pessoa do dito Nasei meato e que
respondessem os quesitoi seguintes :
!. Ha feriinento ou offensa phisica.
No caso armaiivo, mortal.
3. Qual o inslru ment qne occasionoao.
4. Himve ou resulten mulilagao, ou destru gao
de nlgum membro ou organ.
5.* P.le haver ou resultar isso mulilagao ou
dcstruiuo ? ,
6.* PoJo h iver ou resultar inabilitagao do al-
gum membro ou orgo sem que fique elle des-
truido ?
7. Pode haver ou resultar algama desformida-
de e qual ella seja?
8.* O mal resultante do feriinento ou offen-
sa phisica produz grave encomniodo de sade ?
9." O mal inabilia o paciento do sorvigo pjr
mais de 30 dias?
10.* Qual o valor do darano causado ?
En) vista do que patearan] os peritos a fazerem
os exames necessarios, depois do que, declara-
ran! que encjitraram na pessoa de Mauoel Jos
do Nascimento urna ecchymose com alguma in-
tumecencia em torno da regio articular esquerda,
a tres manchas sanguneas na cuajadura do glo-
bo do olho esquerdo, o urna escoriago n> labio
inferior com alguma intumeceucla. A ecclr.mose
aprsenla urna cor pardacenla, do que concluem
que o ferimento foi feito por instrumento contun-
dente, e respondeu :
Quanto ao primeiro qnesito, sim. Quanto ao
segundo, nao. Quanlo ao terceiro, que p- r instru-
mento contundente. Quanto ao quarto, quinto,
sexto, stimo, oitavo e nono, respondem nao.
Quanlo ao dcimo, respondeu que avaliam o dam-
no cauzado em 2001000.
E por nada mais dizerem ou.ve o juiz este auto
p ir (indo, no qual assigno' com os peritos Joao de
S e Albuquerque Jnior a rogo do peticionario,
e as testemuni.is presentes.
Eu Gailherme Augusto de Athayde escrivo o
escrevi.
Arminio Corioluno Tavares dos Santos. Joao
da Silva llamos.Dr. Caelano Xavier Pereira de
Brito, A'rogo de Manuel Jos do Nascimnnto Joo
de Se Albuquerque Jnior.Macario de Lima
Freir.Augusto Luiz Pereira dn Cunha.
N. 216. Rs. 800. Vai pagar 800 rs. de sello
Pernambuco, 26 de agosto de 1869.Athayde.
Condoli.
Aos 25 de agosto de 1869 fago estes amos con-
clusos ao Dr juiz municipal da 2.* vara, do que
fago a presente. Eu Guilherme Augusto de
Athayde, escrivo.
Julgo procedente o presento corpo de delicio
para que prodnza os seuo elfeitos, pagas as cusas
aliual. Recite, 26 de agosto de 1869.
ArmiAio Coriolano Tavares dos Santos.
Kecife, 5 de agosto de 1869.
marcisa de Vidal

COMMERCIO.
Lisboa, 28 de jullio de 180.
Illas. Sr.Participo a V. S. quetenho estable-
cido o meu escriptono de commissoes nesta cida-
de, roa do Amparo n. G6.
Eiicarrego-rae de ludo quanto seja coneernente
ao commercio, especialmente da :
VENDA doassucar, algodi, caf, arroz, na-
deiras, agurdente e mais gneros do Brasil.
DEM de vinhos, coreaos o mais gneros da Eu-
ropa.
COMPRA e remesa de gneros ou quaesquer
encoimnendas em grande ou pequea escalla.
DESCO >TOS por compra ou venda de lettras e
papis de crdito.
MVlMKNl'u de fundos para todas as pragas
ou lugares.
RECEBIMENTO e expedigo de telegrammas ou
quaesquer commiinicaces do Brasil, Rio da Pra-
ta e para qualquer parte da Europa.
COBRANCAS liquidages informagoes, etc.
A longa pratica que tenbo do commercio e os
meus habilos de trabalbo fazem-mo julgar que
saberei. cumprir cura zelo e aclividade qualquer
commissi com que V. S. quizer iionrai-ine. Ob-
servar i isca o com dedicage as ardeos que me
forera dadas ser o meu alvo.
Espero portanto nurecer a aoprovagao do V. S.
com a sua conlianca. Sos de V. S. amigo e criado
Guilherme Augusto Rodrigues Seite.
Por accaso e\perientals os se-
guiutes symptonaas?
Tendes losse violeula ? Sentcs dores nos pul-
moes ? Expectoris phlegma ou mucosidades ?
Vos cncommodam o debilitan) os sitares noctur-
nos ?.Estis ronca? Seoteaopprcssio no peito? Se
por accaso, ou dado o caJo quo adoeceis de todas
ou de qualquer urna das enfermidades menciona-
das, achar-voshti na urgentissima necessidade de
empregar um remedio efflcaz e seguro tal qual
seja oPeitoral de Anacahuite.Nao deixeis pas-
sar una hora sein que fagis urna prompta appli-
cagao deste inapreciavel e prodigioso remedio. Os
males o soll'rimentos, para logosero alliviados, e
por lira acabara i por restabelecer completamente
vossa saiiie ecoin elle vossa alegra e prazer. Sua
historia urna serie continuada de prodigiosas
curas e de triuraphos sem lim.
Aclia-su venda as pl:annacias de A.
Caors, M. A. Barbosa, J. da GonceigJo Bra-
vo & C, F. Mawer A C. e Bartholomeo
- C.
Ao Observador faeil serla desmacarar o
subdelegado, que foi auxiliar orn forrea pu-
blica ecom o poder de sua autoridade a
expoliado que ha (lias se verificou de ter-
reno alheio, e de que o mesrno Observador
deu noticia ueste Diario (em 18, 19 e O
do corrente.)
Faga o tal subdelegado ao Observador o
que fez a esse pobre portuguez, o esteja
autoridade, que Ihe fura confiada para im-
pedir e nao para auxiliar espolac5-s.
cima dos subdelegados, que esquecem
seu deveres e abusam de sua autori-
dade, temos felizmente um presidente il-
lustrado e justiceiro e um chelo de policia
integerrimo, que nao tolerariam urna auto-
ridade policial como a de que se trata,
desde que se convencessem da verdade
do que disse o Observador,
Quauto defesa que se fez o subdele
gado, desfargado em curioso, nada dizemos.
O publico sabe muito reni o que valem
essas defezas, e jnlga -etm justo criterio de
quanto sao despreztveis os kmvares em
boc propria.
Se este negocio nos interessasso Dio
seria aqui, mas sim nos tribunaes, que o
discutiramos. Nao nos interessa, e s a
ndignacao de que Ocafflos possuidos, de
ver que a autoridade patrocinava e protega
as para o referido engenho pelasi 9 l|2 horas a I com escndalo p-ib4ico um atentado contra
PRAGA D4J,RECU?B 1* DE SEfEMBRO DE 186
\S 3 1/2 MOn.V DA TARDE
Algodao do IVrajlMbtco l* forte 1*158 por kil
(hoiiiem).
Algoiiao de Pernambuco sera iuspecgau 15090
por kil. (boBtem).
Cambio sobre Londres 90 d/r. i9 1|S d. por
15000 (liontem).
f. J. Silveira
Presdeme.
Leal Seve
Secretario.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras da praca taxa a con-
vencionar.
Recebe dinheiro em conta corrente e a
o razo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
orincipaes da Europa, tem agencias na Ba-
bia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
liara os mesmos lugares.
Ra do Commercio n. 36.
Saques sobre Londres
SOCIEDADE BANCARIA EM COMMAND1TA
Theodoro Simn jf C.
Saccao sobre os Srs. Samuel Montagu d-
C, banqueirosem Londres.
A' vista quantias 5 at 100, 3 dias
de vista quantias cima de 100 at
1,000 30 ate. 90 dias de vista quan-
tias cima de 1,000 at 10,000.
Largo do Pelourinho n. 7.
Sociedade bancaria
em commandita
Teodoro Simn & 0.
Compram o vendem por conta propria
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
sBJjai de cambio, sedulas do governo e do
(anco do Brasil.
Descontara letras da trra e outros ttu-
los commerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
las transaeces, da cobranca de letras da
trra e de otros ttulos commerciaes.
Receben! quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo xo. '
Largo do Pelourinho n. 7:
Novo Banco de Pernambuco
em liquidacao, 3 de agos-
to de 1869.
Os Srs. accionistas podem receber o
sexto dividendo de um e meio por cento
do capital: s quarta-feiras e sabbados.
SfcMUHO
jo, (arinlia de mandioca da trra, gallinhas,
lenha, matto, manteiga ingiera, raanteiga
franceza, pao, sabio massa.sal, loucinho de
Lisboa, tapioca, jolo de alvenaria grossa,
vinbo de Lisboa, velas stearinas, vinagre de
Lisboa, velas stearinas de 8 em libra para
la n terpas.
Sala das sessoes do onselho de compras
navaet, 31 de agosto de 1869.
O secretario,
Alexamdre Rodritjmsdas Anjos.
De oi'jfl o lllni. Sr. inspector da tbesou-
raria ile fazeod* des|.-i ridade se faz publie-, que
no dia 4 ile Membro prximo, pelas i horas da
tarde, ser arrematada perate a junta da eaesma
thesouraria, por quem maior laneo olTerecer, a
ineade da casa terrea n. 18, adjudicada fazenda,
sita naladeira da Misericordia da cidade de Olin-
da, avahada em 800|i000. Os licitantes devero
comparecer nesta thesonraria no referido dia e
hora cima indicados.
Secretaria da ihesouraria de fazenda de Pernam-
buco 26 de agosto de 186!).
Servindo de oulcial-maior,
Manoel Jos Pinto. ^
Pela secretaria da cmara municipal desla
cidade se faz publico para conhecimento de quem
interessar possa, que niio foi arrematada, como
estava anunnciada, em 25 do correnta, a obra do
concert da ponte do Luca, oreada na quantia de
8805000, a qual continuar em praca em o dia 9
de setembro prximo vindouro.
Secretaria da cmara municipal do Recife 28 de
agosto de 1869.
O secretario,
_______________Francisco Canuto da Koaviagem
Pela secrelaria da cmara municipal desla
cidade^se faz publico que nao foi arrematado no
dia 2o do correute, como estava annunciado, o im-
posto de 500 rs. por cabeca de gado morlo para
con umodas freguezias do Poco da Panella, Var-
zea, Afogados, S. l.ourenco, Muribeca e Jaboatao,
o qual contina em praca no dia 9 de setembro
prximo futuro.
Secretaria da cmara municipal do Recife 28 de
agosto de 1869.
O secretario,
_____________Francisco Camito da boaviagem.
O inspecti r interino da alfandega faz publi"
co que em virtude da autorisaeao da ordem do
tribunal do thesouro nacional n. 117 de 11 deste
mez, transmettida em portara da thesouraria de
fazenda n. 129 de 27 de-te mosmo mez, precisa
contratar at o dia 10 de setembro vindouro a fac-
tura de urna ca-a forte no armazcm 11 deta re-
partido, ludo de conformidado com a planta e
descripfo do respectivo orcamento, o qual ser
presente aos pretendentes.
Alfandega de Pernambuco 28 de agosto de 1869
O inspector interino,
L. C. Paes de Andrade
2L
^
llendirnenlo do
ALFANDEGA
dia 1 .
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
totumes onlrados com fazendas
dem dem com gneros
Volumes sahidos com fazendas
dem dem cora gneros
153
567
------720
20i
320
------ 524
Santa casa da misericordia do
Recife
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Kecife precisa contratar a cobran-
ca de suas dividas, pagando 20 0|0 pessoa que
dellas se encarregar.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do Re-
cife 24 de agosto de 1869.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\aveii?:\o costeira por vapor.
Mamanguape.
. O .vapor Maudah, comman-
dantc l*enna, seguir para o por-
lo cima no dia 13 do correte
as 6 horas da larde. Recebe car-
ga, encommeadas, passageiros e
dinheiro a l'rete al as 3 horas da tarde do dia
da saluda : oscriptorio no Porte do Maitos n.-ii
COMPANHIA PERrmMItUCANA
DR
.\'avca;;ic5o cosleim por vapor.
Coya 11 na.
O vapor l'arahyba, commandante
Mello, seguir para o porto cima no
dia 6 do corrente as 9 horas da imite
Recebe carga, cncommendas, passageiros o di-
nheiro a frete, n escriptorio do Forle do Mattos
n.12._____________________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavega^o costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear,
Mandah. Acarac e Granja.
O vapor Pirapama coiumandaut<
Torres, seguir para os portos
cima no dia 15 do corrente as 5 hora?
la tarde. Recebe carga at o dia 14, encom-
mendas, passageiros c dinheiro a frete at a>
z horas da tarde do dia da sabida no escriptorio
lo Forte do Mattos n. 12.
"COMPAA BRASILBiHl
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul c esperado
at o da 8 de setembro o vapot
Guar, commandanle o Io l-
ente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
*cr embarcada no dia desuachegada. Encommen-
das e dinheiro a fete ate as duas horas do dia da
-ua sal ida.
Nao se recebem como encommendas seno ob-
lectos de pequeo valor e que nao exeodara a_ 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao
Fudo quo passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
feas s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
9 andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo &C._______________________________
Para o Porto
pretende sahir com a possvel brevidade o patacho
portuguez Liberal, tem parte da carga engajada, e
para o resto que Ihe falta, pode tratar-se com Da-
vid Ferrera Hallar, ra do Brura u. 92, ou com
d capitao do referido navio.____________________
Para Lisboa
pretende sabir com muita brevidade o palhabote
portuguez Novo S. Lourenco : para o resto da car-
ga e passageiros, trata se com os seus consignata-
rios T. de Aquino Fonseca & C, ra do Vigario
n. 19.
IXSTITlTft ARCHEOLOGIGO E GEOUBAPfllCO
PERMITO.
Havei' 01 (linaria quinla-feira i
do prximo setembro, pelas 11 horas da
maulia. -yvi"
OHPFM DO DA
Paret'i'os e mais trabalhos de commis-
soes.
Secrtlaiia do Instituto, 30 de agosto de
1869.
Josi' Soares de Azeredo,
Secretario perpetuo.
Opera Italiana.
Encotiira-sc cm casa de Andr Delsuc
cabellereiro, ra do Crespo n. 7, Io an-
dar, um bonito sorlimenlo de 1uvas de pcl-
lica, marca gaianlida do Jouvin._____
Despedida.
Candido Alberto Sodr da Molla nao podendn,
pela brevidade de sua partida ao sul do imperio,
despedir-se de cadn um do seus amigos, pede a
todos drsruipa dessa involuntaria falla, e offerero
o seu limitado presumo cm qualquer lugar em
que se ache._____________________________
Fugiono dia i de agosto o escravo de nomt^
Constancio, pardo, alto, cabellos rarapinhos, cara
bastante bexigosa, li-m urna bellido no oliio esquer-
do, e os pos tortos, julga-so andar na cidade e
dormir n'uma taberna sita no boceo de S. Joao,
d"onde sabe pela mauhaa e para onde volta a noi-
Ic quem o capturar leve-o ra Nova, loja d<^
Arroda A Irmao, onde ser gralifieado.
Quem perdou nina pulseira de ouro ao sa-
hir da igreja de N. S. do Carmo, por occasio do
Te-Deum no domingo 2 do corrente, dirija-se
ra da lmperatrz. loja n. 10, que dando os sii;-
naes certos e pagando as despezas com o presente.
Ihe ser entregue.
*auta Casa
da Misericordia
Recife.
do
Doscarregam hoje i de setembro
Brigue ingiezSessc Scottmercaduras.
Barca nglczaGazellaidem.
Barca francezaMousse de Nanttfmercadpria^.
Vapor iuglezSajhiramercaduras. t
Escuna norto-alhnnaaMalkitdeidem,
tCEBEDOUU DE RENDAS INTERNAS 'E
RAES DE PERNAMBUCO.
llendimento do dia 1 3:0835W
CONSULADO
Kendimenlo do dia 1 .
PROVINCIAL
i:6444203
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 1.
Westorvick 60 dias, brigue sueco Hilma, de 300
toneladas, capite N. A. Skogslroin, equipagwt
8, carga ferro, madeira e alcatrao ; a Kelle
&C.
Ro de Janeiro e Babia6 dias, vapor americano
Merrimacl;, de 2.000 toneladas, commandante
Slocem, equipagem 76, carga difTerentes gene-
ro* ; a Henry Forsler & C.
Navios sahidos no mesmo dio.
Barcelona Sumaca hespanhola Cariosa, capilao
Isidro Iserne, carga algodao.
Ro da Prata Patacho aMamao Concordia, capitn
Freessemaun, carga assucar.
A Illma. junta administrativa da, Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que na
sala de suas^sessocs, no dia 2 de 6setembro, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematadas
juem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra do Encantamento.
Sobrado de dous andares n. 3. 600*000
Ra do Padre Florano.
Casa terrea n. 49...... 170*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 36....... 192#0n0
Ra da Moeda.
Primeiro andar do sobrado n. 37. TfOOo
Segundo andar dito...... 96*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Amorim.
Sabrado de dous andares n. 21, dem 600*000
Ra da Cacimba. '
dem idem n. 12 ..... 146*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 10o ................ 146*000
dem n. 98........................ 203*000
dem n. 96......................., 202*000
Sitio n. 5 no Forno da Cal........... 130*000
Os pretendentes devero apresenlar no acto da
arrematacao as suas naneas, ou comparecerem
acouipanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re
eife, 31 de agosto de 1869.
O escrivo.
Pedro Rodrigues de: Souza
O inspector interino da alfandega, cm virlu-
ide da autorisaciJl da thesouraria de fazenda, em
1 mrtaria n. 130 do 28 do corrente, faz publico que
o da 3 de setembro vindouro, a 1 hora da tarde,
porta da mesma reparticao, serio levadas hasta
ublica, as quatro embarcacoes miudas, velhas e
neapazes de concert, as quaes eram do servico
desta reparticao, Picando a arrematacao dependente
da approvacio da referida thesouraria.
Alfandega de Pernambuco 30 de agosto de 1869.
O inspector interino.
L. de C Paes de Andrade.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegagdo costeira por vapor
Fernando de Noronha.
0 vapor Coruripe, commandante Silva, seguir
para o porm cima no dia 10 do corrente ao mcio
dia. Recebe carga at o dia 9, encommenda,
passageiros e dinheiro a frete at as 10 horas do
da da sahida : escriptorio no Forte do Malos n. 12.
Aluga-se para passar a fe Caboc, margem do rio : a tratar no caes do
Ramos n. 8._______________________"_______
Preciosa publicapo
jurdica.
Commentario do cdigo criminal Portuguez
e frasileiro.
Vende-se na loja do Sr. Heraclio Paula
Monteiro, a ra do Imperador n. 71, a
importante e moderna obra sob o titulo de
annniacoes an cUgo do commercio portu-
guez em 6 voluntes pelo Exm. Sr. conse-
theiro Dr. Diogo Pereira Forjaz de Sam-
paio Pntenle!, lente cathedralco na univer-
sidade de Coimbra. Os subidos crditos
de que goza muito merecidamente aquello
eximio commer alista por si s bastariam
para recommendar to importante obra,
quando nao encorrease mais para isso a
grande vantagem de ser um ptimo com-
mentario ao cdigo commercial brasileiro
(na falta absoluta que ha de qualquer outro)
pala mxima homogeneidade de entre muitas
das suas d6posi(5es, c as do mencionado
cdigo portuguez. que Iho servio de texto.
Correi pressurosos, distincta mocidade do
4o anno da Faculdade de Direito desla ci-
dade c notaveis jetos, a prover-vos desse
poderoso auxiliar para vossos trabalhos da
sciencia, e pelo preco commodo de 20->
oda a obra em G vol.
LEILOES.
LE1LA0
Da grande casa amarelU no Arraial, com 37 1|2
palmos de frente e Gi de fundo, 7 janellas no
oitao, cosinha, estribara o miarlos lora, com
grande terreno, cerca de 1,000 palmos de fun-
do, arvoredos, um riacho, pasto para animaes
' e malla.
HOJE.
Por intervencSo do agente Pinto, em seu es-
criptorio a ra da Cruz n. 3, as 11 ho-as^______
LEIL10
EDITAES.
V
uianha, passando o supplicante pelo lugar chama
do Munguba, fra ataeado por Jos Pereira Go
mes, Hirtioho Pereira (Jomes, Jos Cabral, Ma-
noel Cabral e ontros, armados de clavinoies e c-
cete* e eapilaneados por Francisco de Panla, vul-
go Chico Cacador e por Flix Jos de Mello, o
quaes agarraram o silabeante, lanearam-no por
trra, d^raiB-lhe soceos, ponlapes, bofeloe*. depois
lo ter- injuriada o supplcanie ; e como o sup-
plicante queira proceder corpo da delicio das
idneas pel supplicante resabida*, Mr isso pede
a V. S. que se digne i'e oomear peritos prefo*-
siosaes para fazerem o exame deto, sendo para
isso intimados, aflm de cemparecerem no lugar e
hora designados. E B. M.- A rogo de Manoel
.los do Nascimento, Joao de S e Albuquerque
Jnior.
N. 324, 200 rs.Pagon luientes res.Recobe-
doria da Peraambuco. 2o de agosto de 1869
Chave*.Franea.
A, proceda-se a corpo de delicio ; para o qne
nomeio aos Drs. J >ao da Silva Ramos e Caetano
Xavier Pereira de Brit >, que serfio notificadoe e
prestarao no acto juramento.
Recife, 23 de agosto de 1869.
Armmio Taoarei.
Cer fico que noti.l|iiei aos peritos nomeados,
i qua*s ficaram entcnJidoj.Dou f.
a propriedade, nos movu a publicar do
Diario o que observamos.
Diga .portanto o carioso, ou antes o sub-
delegado o que ihe parecer, pois nao es-
tamos resolvis a voltar impresa.
O observador.
Protectora das fa-
milias
Em cumplimento do prevenido no avt.
9 do regulamento, se convida a todos os
senhores contribuales essa associacJo,
que ainda nSo tiveram apresmtado as certi-
dfies de idade dos segurados para que fa-
jara entrega d'ellas, na ra c!o Livramento
n 19, Io andar, aRm de ser expedidas o
mais breve possivel para inspectora ge-
ral do Rio de Janeiro.
Al irtidocs devem .?1afc e reco-
nhecidas por tabelSo.
------------------------------------------------------------------f.
O Dr. Manoel Jos da Silva Neiva, juiz Be
direito da segunda van criminal e subs-
tituto da do especial do commercio ni
exercici 1 nesta cidade do Recife de Per-
nambuco por S. M. I. e constitucional o
Sr. D. Pedro II a quera Deus guarde.
Faco saber pelo presente que no dia |G
do mes de setembro do corrente anno, je
ha de arrematar por venda a quem mais
der em praca publica desle juizo depois da
audiencia respectiva, o escravo de nome
Joo, cabra, de idade de 35 anno, mais oh
menos, avahado por 700;?. cujo escravo
foi penhorado Franciseo.Thomaz de Barros
Campello, por execuco de D. Anna Jose-
pha Ferrera dos Santos. E na falta de
lancador que cubra o prego da avaliacao.
ser a arrematacao feta pelo preco da ad-
judicarlo com o abatimento respectivo da
le.
E para que cliegue ao conhecimento de
todos mandei fazer o presente edita! que
ser affixado nos lugares do costume e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife
de Pernambuco. aos 28 de agosto de 1869.
Eu,,Manoel Silvino de Barros Falc3o,
escrivo interino, o subscrevi.
Manoel Jos da Silva Neivas.
Consulado provincial
Pela adminislraco deste consulado faz-se
publico a quem inleressar pssa, que com
presente mez termina o recebiraento dos
dlerentes impostos provnciaes relativos ao
anno financeiro lindo de 1808 a 18(59, sendo
em seguida liquidados e remeilidos pelo
juizo os dbitos ds conlribuintes, omissos,
afim de serem executivamente cobrados,
na forma daJei.
Consulado provincial, Io de setembro
de 1869.
0 ladministrador,
Antonio Carneiro Machado Ilios.
AVISOS MARTIMOS-
COHPMIA BRAS1LEIRA
DK
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o da 7 de setembro o vapor
Tocantins, commandante J. M.
Ferrera Franco, o qual depois
da demora do costume seguir
"do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
las e dinheiro a frete at o dia da sua sahida as 9
Horas.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a dua.1
irrobas de peso on 8 palmos cbicos de medican,
rudo que passar destes limites dever ser embar-
a lo como carga.
Previne-se aos Sre. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
Io andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C
para os portos
DE PREDIOS
O agente Pontual competentemente aulorisado
vender em leilao um sobrado de un andar e so-
lio n. 98, em solo proprio, sito ra Imperial e
una casa terrea n. 3 em solo foreiro sita cam-
pia da Casa Forte propria para passar festa.
HOJE.
>o | andar do sobrado n. C2, ra da Cruz,
as 11 horas.
LEILAO
FAZEMDAS
Hoje 2 de setembro.
A. C. de Abreu continuar o seu leilao de fa-
zendas inglezas c franceza or intervencao do
agento Pestaa : hoje 2 de setembro as II horas
da manbaa cm sen annazem rua da Padeia.
LEILAO
FKEEICS.
A SABER :
Um sobrado de tres andares o solao edificado em
chao proprio na rua do Vigario n. 26.
Um dilo Ba rua da Aurora 11. 4, com grande sitio
com 135 palmos de frente a margem do rioCa-
pibaribe e cerca de 2,000 palmos de tundo em
hanto Amaro com arvored;s e vivviros.
Um sitio na travessa do becco dos Remedios (em
S. Amaro) com 150 palmos de frente e 1,200 de
fundo.
Urna ca-a terrea com 2 salas, 4 quartos e cosi
nha fon.
stHxta-t'eira 3 de setembro as
11 horas.
Por intervengo do agente Pinto, era seu es-
criptorio rua da Cruz n. 38._________________
DECLARACOES.
Consellio de compras navaes.
O conselho contrata no dia 6 de setem-
bro prximo vindouro s<>b as condeces
do estylo e vista de propostas entregues
at as 11 horas da raanh3a o fornecimento
no trimestre do outubro a dezembro do cor-
rente anno aos navios d'armada e estabele-
cimentos de marinba de viveres, dietas, e
ou.'ros objectos de consumo, seguintes:
arroez do Miranhlo, azeite doce de Lisboa.
azeile dito inferior, agurdente de 20 graos,
assucar bra ico retinado, aletra, aramia,
assucar tranco grosso, bacalho, bolacha,
bolachinh.* americana, cangica on milhc-
pilado, caCe'x em grlo, caf muido, cha by.--
soo, carne \'erde, savadinha, carne 8eccadoir;
Rio-Grande Y> Sol, carnauba em velas, fei-{eom o capitao naprafa do commercio.
COMPANHIA PERNAM3UCANA
DB
Navegacdo costeira por vapor.
Macei em direitura e Penedo.
"T"ltr O vapor G'iqui, commandante Aze-
MXL vedo, seguir para os portes acuna do
-d_M_W dia 9 do eorrente as 4 horas da tar-
de. Recebe carga at o dia 6, encommendas,
passagens e dinheiro a frete at as 2 horai da
tarde do da da sabida; no escriptorio do Forte
do> Mattos n. 12. __________.
LEILAO
De eerveja, eaf l__1-Jc mol-
do, passas miadas e flores de
malvas.
A 3 do corrente.
O agent Oliveira far leilao por conta e risco
de quem pertencer de porches de eerveja preta e
branca em garrafas e meias, encamotadas e em
barricas, caf imitaco qual se usa na Allema-
nha, passa mindas (cormhios), propras para
pudins e confeilarias e por conta do seguro,
o B2 fardos com 100 kilogrammas de flores de
malvas cora avaria, vioda de H-imburgo pelo Ati-
na Mara, capitao H. Van Dnffclen.
Sexta-feira 3 do corrente
as II horas da manha, em seu escriptorio a rua
da Cadeia n. 4, primeiro andar, por cima do ar-
mazem de fazendas do Sr Barroca.
Publlcaco Iliteraria sublime
sob o titulo de. Memoria do
icom irsus do Monte, em
llraga.
Acha-se venda na loja da na do Crespo
n. _5 A, esquina da do Queimado, a pri-
morosa Memoria do liom Jcsits, do Moni?,
em Draga ornada de gravuras finas, se-
gunda edicSo, obra da penna de ouro do
mu Ilustrado lente da universidade de
Coimbra, o Exm. Sr. conselbciro Dr. Dio-
go Pereira Forjaz de Sampaio Pimentel.
Quem tiver noticia da extraordinaria devo-
cau que existe em Portugal para com
aquella miiagrcsissima imagem, afflundo
sempre para o seu magestoso templo em
romaria, o numeroso povo de todas as
partes desse re:no; quem souber avhal-
as brilhantes desciipcoes, c o bello estudo
daquelle con ummado jurisconsulto e eximo
litterario portuguez, nao deixai de procu-
rar, quanto antes, prover-se de um exem-
glar da dita memoria, pelo diminuto preco
de 3.->. na loja cima indicada, onde j ha
pequeo numero dellas._____________
E' de importancia!!!
0 aviso que faz o Campos da rua do
Imperador n. 28, pois s elle pode forne-
cer aos amadores da boa fumaca os cha-
rulos que tao anciosamento eram espera-
dos de Costa o IrmSos, e s5o elles das sc-
guntes marcas: exposico Normas impe-
riaes e Havaneiros. A elles antes que se
acabem.
0 Campos
Tambem tem em seu estabeleciinento,
alm de muitos outros gneros anto para
mesa, como para despensa, o seguinlc :
Camares seceos do MaranhSo.
0 verdadeiro caf de Moka,
Fumo picado do Daniel de S. joao do
Ro-Novo.
Termos de medidas para seccoj;, segun-
do o psdiao francez, (metrico-deciinal).
ASSIM COMO.
As tabellas que mais aceitado '.em merecido
das casas de commercio em gromo e a rc-
talho, smente pea fcil eomprehens2o e
commodo proco, s no
Armazem do Campos
ObstrucQo
Do figudo e do ba^o
Os preparados de JURUBEBA (tOo.
xtirope, pituUii, oleo, etnpimirot tintura)
sao eflieazes contra a obstruc o do fifiado
e do baco, a ictericia, a hjdropisia, as febres
intermitlen es e durezas, os deeaiTanjos do
estomago, as fallas de sanguc o e mens-
truaco, o catarro da bexiga, etc.
Umco deposito, pharmaeia de seu autor
de J. d'Almeida Pinto.
Rua do Rosario Larga D. 10 junto ao
quartel de polici?.
AVISOS DIVERSOS.
Para Lisboa
O brigue portngnez Constante 11 segu para
Lisboa com a menor demora possivel, por j ter
liarte de sua carga prompta : para o restante e
passrgeiroB, trata-se com og consignatarios Olivei-
ra, Pilhos C, no largo do Corpo Santo n. 19,
Ao commercio.
Candido Alberto Sodr da Motta, tendo de fazer
urna viagem ao sal do imperio, deixa por seus pro-
curadores, em lagar ao seu caixeiro Sr. Jos
Domingues do Carmo 0 Silva, em 2a aos Srs. Pe-
reira da Cunha Irraaos e era 3* ao Sr. commenda
dor David Kerreira Bailar ; aos quaes infere io-
dos os poderes durante a aua ausencia para ger-
rem em todos os negoeios do toa casa particular e
commercial.
Ama e moleqne
Na rua da Cadsia do Recife n. 4,4" ailar, per
una do armazem do Sr. Barroca, prcrisa-so !
urna ana que cozinhe o ordinario de nma asa ;
tambem so toma de alnguel nm moieoce de 10 a
li anuos de idade, pura compras o mandados.
Prei'sa-se de urna ama para tratar de ums
menin;i<: na rua na Penha a. 23.
1 recisa-se de um copelrq ijna feda do
boleciro : no rua do Trapiche _.' l\, CM-nlatio
francez.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
taberna : na rua do Sol j>. 54. -
Aldanse
duas casas cora bastantes eoramenos, na tillado
nova de Santo Amaro : a tratar eom Antonio Jo*e
J Prei'**-* nraa nulfcer pertngte^C de
meia idade, q(-e *ra* ,er e esereverj para faz< r
eoaipanhia a uma enhora de ;\ie ca roa do,
OlliVil T-1" *
________________V *
.flWA INCORRETA



I



Dinric *e Pernambuco Quinta feira 2 de Setembjo de 18G0,
iMl _____ ,____ nauu
ASIAAS
Prc
'Mitras para cngumm |l
M liui: na uraija da luJepcndeucid u. --',
se
.OOO^OOO
CASA DA FELICIDAD!?
t-Pracada ladepeiideacla-tf
Os abaixc asigaadiis tom exposto a venda os
seas felizes bilhetes da otaria I17-IH de Nithe-
i'ohy, cujas listas sao esperadas atoo da 8do cor-
rente senda os premios pagos in continenti.
Veras & H. iliedn.
I'recisa-se Je una ana para ea*a de fami-
lia : a tratar na rna estivila do Rofaiio a. 18 B,
lojarte iniui1ezai.________________________
.Tereee-se um Ivimem oui umita pratica de
servieo de canijio, para feitor ile engcuhn, sabe lr
8 aaaraw a pessoa juo precisar, dirija-se ao
liecca do Heixolo n. il, para tratar,
Preeisa-se de ama ama de leite a tratar no
pateo do Carino, esquina da ra de II iras n. 1
~Xa ra Direita luja de calcados n. :i preci-
sa-se dedal calxeirn qnetenha pratica desso ne-
gueio, pri'fciindo-se p iringue/..
"Arralo
O camaroteiro da segunda o i'Jera do
ilioatro de Santa Isabel, pelo presente
declara que Antonio da unlia, nada Iho de-
\- isa lr.i!).il|)i)._____________________
Attenpao
Nio oinhecendo quem soja o fiscal do
< teatro, deixa de responder sobre o
chapeo que alinde eni sen amulado in-
orto no Diario de hontem.
o lmcar:
Punas azucaradas de Brislol.
Jos Martina Aires da Cruz, faz
seiente aos seus amigos e comitentes, que
tnudou sua residencia da ra do Fogo n.
'K para a de Hortas n. !(!. ronde promefte
'.omprir suas ordens cuino do costme c
pratica.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
IIEC 51 TE A9 OaMYIl.
Por ordein da directora sao convidados
os Srs. accionistas effeclnarem no praso
de 10 dias (a contar do dia de setembro
prximo) a i1 prestaeiio de suas are"es na ra-
zaode 10%. Para esse fin su-.i encon-
trado o Sr. thesoureiro todos os dias nteis
desde as II boras da manliiia at s da
larde no seu escrplorio, roa Nova n. 3o.
Escriptorio da coinpanliia, 30 de asusto
de .8(19.
I'secretario, \
Titeo. Just.
NAO CONTEN NE.M CALOMELANOS NEM NENHl'l
oirrno MINERAL.
A grande necessidade e falla de um ca-
Ihaitico ou de urna medicina purgativa, ba
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, inlinito o gosto e
prazer que sentimos, etn podcrmos com
toda a conliaiicaescguridade, recommendar
as pilulas vegetaes rnica radas de Bristol,
como tima cellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro c agradavel catbaitico de
familia. Este remedio ruto composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
COmtlosiiao ili>ss:w pillti|a, vendein, mas sim, sao preparadas com as
mais linas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, bervas e plantas, depois de se
baver ebrneamente extrabido c separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor .medicinal,
daijuellas porcoes fibrosas inertes e agres-
tes inteirumentc destituidas da menor virtu
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
dophgtn, _a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
jaravilboso possivel sobre as regioes do
igado, assim como sobre todas as secre-
coes biliosas. Isto de combinaro com o
lepiandritt, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e fonnam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fura apresentado ao
publico. As pilulas cegetaes assncaradas
de Bristol, acbar-se-bo sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efli-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintcs.
TIWI'MPIIO MEDICA DA SCIENCT
I
f&tyfal
i
Precisa,
casa d
na ama p.n
ine ?;
nWnm
zem da ru
ypAOTTIl
II /lilil %
ma escrava boa eouobei
.-jdeira : a tratar n
Commereio n. ii.
uiaajntlaoij xWLquaxjueA'.
ape levar urna erianra a seus pais
I'rccis
r. Maman
dando se-
Iho : quemjnuizer dirija-fe i ra'iCSbl^aDU-
mero 7, lojJH cera, onde se dir com quem se
devo tratar.
transporte e pagando gillte^giraba'-.
Dyspepsia, ou indi-
gesto,
Astringencia, ou..
prisifo do ventre
habitual,
Azia do estomago c
* flatulencia,
Peda do apetite,
Estomago sujo,
Hydropesia dos mem-
bros ou do corpo,
AffeccSes do figado,
Ictericia.
Ilemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabera.
I'iecisa-se de nina ama
zinhar : na ra do Qaeiuiado
para eomoraro eo<
n. 22, loja.
Aluga-Se por festa ou animalmente urna casa
terrea com soiao nos Arrumbados de Olinita, com
ommodos suflieientes para nina grande familia,
por ter 7 qnartos, 5 salas, cozmli.i ff% asa de
pretos quintal murado, arvoi-'s de fructo, e ea-
eirtiha ; quem pretender dirija-so rna da Roda
s-nbrado n. que a'-iiar imiii qtie.-n tratar.
Su ahaxo assignado tenlio justo e contrata-
doa unerna sita na Imperial n. H3, aMortrtn Antonio fos (roncalves t'lerhe, cotn o Sr.
Antonio Jos Parara da Cunta, cuchado do falle-
cido, livre e desembarazada de qualquer debito
pra?a : por isso quem se julgar rredor da mesma
Hirija-se ao annuneiante na mesma ra n. 497, no
praso de tres dias. a coutar desta data. Recife 1"
de setemhro de 1869.
Offerece-se urna pessoa solteira para feitor
de sitio, com pratica bastante ; a tratar na ra do
Codorniz n. 3.
Em todas as molestias que derivam
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrUka de Bristol esse melbor de todo*
os purificadores deve ser tomado conjun
lamente com as pilulas, pois que eslas
duas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menor duvida em dizer,
qne no inaior numero dos casos, podemos
atlian^ar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radical, isto
est bem visto, quando o detente nao se
ache n'um estado muito alm, dos recursos
humanos.
Rogase aaxenhpr Adelino Theodoro Al ves
h Tavor de dirigirse ra de Santo Amaro,
taberna n. 8, para entregar uns documentos que
estao em seu poder.
. SITIO.
Precisa-se alugar um sitio que lenha baixa de
t-apim e alguns arvoredos de fructo : a tratar na
ruado Queimado n. 15, I" andar.
Por engao foi cntiepue mm carta viuda do
Rio de Janeiro para o Sr. Francisco Maciel de Oli-
veira : na secretaria da polica, unde poder ser'
procurada.
Precisa-se alug.ir urna escrava que seja boa
guitandeira : na na das Flores n. 37.
Joaqun. Jos Hamos
cx-socio dos Srs. oliveira Filil fe C. ainda mais
esta vez declara para evitar eqaivoeae que nao se
rofere a elle o annunciode l'allencia, inserto neste
(Marte, e sim a nma outra pessoa i|ne (por una
latal coincidencia!!1 tem o mesmo nome^
llluminaco particulai* da ra
r%ra.
Os signatarios da illuml!iae.ao particular da ra
Nova, rogam ao Illm. Sr. cngenlieiro director da
compubia de illuniinaeao a fax, que, de confor-
midade com o artigo iu do respectivo contrato, se
digne mandar fechar os bioos defrnnte das casas
dos que nao pagam o consumo, para que estes
nao estejam gozando o beneficio rusta dos con-
tribuintt-s que ponderosamente tcetn guardado a
fe do referido contrato.
Arrenda-se a padaria do Chora-meninos com
iodos os pertences, bem afreguezada, com commo-
dos para reflnacao e fabrica de velas, em muito
boa locadade, propria'para um principiante, e
p>r prono commodo : a tratar na mesma.
Precisa-se de urna ama para eozinhar : na ra
no Queimado n. 13.
Copeiro
Precisa-se de um copeiro que seja diligente : no
hotel Central, ra larga do Ii osario n. 37.
Do Dr. Arer.
PEITORAL DE CEREJA
cura phtisiea e todas as molestias do nulo.
SALSA PARRILHA
cura ulceras e chagas antigs, empisens e darlos.
TNICO
conserva e hmpa os cabellos.
PILULAS CATHARTICAS
puramente vegetaes e sem mercurio, cura sesSes,
purgam e purificam todo o svstema liumano : ven-
de-fe nicamente em casa d Samuel P. Johnston
A C, ra da Senzala-nova n. 42
Ensino
Offerrce-se urna pessoa para lecionar
em casas particulares nu na de sua resi-
dencia sem designacao de hora e dia :
grainnutica portugrza. principios de
arithmetica, nocoes de historia c caligra-
phia ; prometiendo alm de todo empe-
nho o mais fcil c adaptawl methodo,
que em breve darbom resultado: a tra-
tar na ra do Queimado n. 33, primelro
andar, das 10 horas da manliaa as 4 da
tarde ; a entrada pelo largo do Collegio.
SEGUROS
MARTIMOS
E
CO\TKl FOCO
A Companhia Indemnisadora, estabelecida
esta praca, toma seguros martimos sobre
oavios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercaduras e mobilias: a
ra do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Em terapos modernos nenhum descubri-
mento operou maior revolucao no modo de
curar anteriormente em voga do que o
PEITORVL DE AMCAHl'ITA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOS, CR0P0,
ASTHMA, TIIISICA,
ROUQl'IDO, RESFRIAME^TOS.
BRONCHITES,
TOSSE CO.NVtXSA,
PORES DE PEITO, "
r.xprcrcRAcAo de sangos.
Como em loda a grande serie de enfermi-
dades da gaiganta, do peito e dos orsaos
ba imwiBACo, que tanto atormentam e fa-
zem soffrer a humanidade. A maneira'an-
tiga_ de curar consista geralmente na appb-
cafao de vesicatorios, sangrias.sarjar ou ap-
plicar exterormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzir empolhas; cujos differentes mo-
dos de curar, nao faziam seno enfraque-
cer e diminuir as forras do pobre doente,
contriouindo por esta forma d'uma maneira
mais fcil e cetta para a enfermidade a des-
truic3o inevitavel de sua victima Quem dif-
ferente pois o effeito admiravel do
PEITORAL DE ANACAHUITA I
EM VEZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAZAR
INAUDITOS SOFFRIMENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA ADOR.
ALLIV1A A IRRITACO
DESEMVOLVE O ENTENDIMENTO,
FORTIFICA O COItPO
e faz com qrje-o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa (os
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
testificam serem exactas e verdadeiras estas
relaces analgicas, ou alm disso;a experi-
encia de mlbares de pessoas da America
Hespanbola, as quaes foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais que
suflieientes para sustentaren! a opiniao do
PEITORAL DE ANAC.\HUITA I
Deve-se notar que este remedio se acha
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm.
alguns d'estes ltimos, e partculamiente
aquelles que sao dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocianico, formam a base da
maior parte dos Xaropes, com os quaes tSo
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A Composicjo de Anacahuila Peito-
ral acha-se linda e curiosamente engarrafada
em frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada um, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmerte a applcac3o d"um ou dous frascos
para a effectuaco de qualquer cura.
Acla-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo d- C, P. Maurtr
4 C, M. A, Barbosa. Barthojomeu C, e v
em todas as princtpaes boticas e lojas (le -
dragas.
Resta a venpa Hm escolhido sortimento de ob-
ictos de marcineria, como sejam, mobilias de Ja-
caranda, mogno eamarello, olira.napianaU airan-
pra, de aparado goMo e porn'njjo rzoaVeis:
b rna estreita do Rosario n. 32. Nesta mesma
fsa fazera-sewm perfaicao todos os trabalhos de
*lmnr,a, como sefam, empalhamentos de lastro
?ra camasAadeiras e sophas.
Joaq
uiiii os Gon-
pavs BeltrSo
fttlA DO TRAPICHE N. 17, i. ANDAR
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban
M do Minho, em Braga, e sobre os seguiD
te logares era Portugal:
(Lisboa.
Porto.
tValenca.
Guimarcs.
jCoimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castelio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de]Famalic5.
Lameg^>.
Lagos.
Covilha:
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
co\>s:i,:io de iiikec^Ao
s Srs. Saundrs Brothers & C, Tasso InnSos,
Luiz Antonio de Siqueira.
...PSB. F. BOfiQBS.
Restando anda emiltir algumas qccSes desta companhia, da rruantia nominal d
UO^OWO cada urna, das quaes s se aaeitam em viuiMle da lei, O % ou 40)5000 por
cada aecao; convida-se pelo presente ao [iiihlico era geral e especialmente aos Srs
capitalistas e interessado no commereio, que queiram ar empreni> seguro aos seus
capitaes. disponivew, a-subscrever o romero de aerees que Ihes approuver
Algumas destas accoes j tem sido imnadas por pessoas que cor.hecem a vanUcem
dena presente occas.ao (conhecidameote a melbor), empregarem o dinheiro de qu
podercm dispr em objectos de valor real, como,vapores, predios efe., uue Ihes garin-
> Vcepanhia possue boje 10 vapores. S ilcitamente novos, e destero ultimo est
a chegar de Inglaterra, onde fui construido ??t>ressamente para ella
Alera disso est edificando vastos armas*, no terreno ptie possue no largo d'As-
be ni U183.
Seus dividendos tem sido ds 10 % ao anno nos ltimos 4 annos
As aceces que se emittireni gosam dos meamos dreitos, e perceberSo o beneficio
dos mesmos dividendos que os antigos em proporco da entrada
Recebem-se assignaturas no escriptorio da companhia no seu edificio ao caes da
.vsm'idIic n. iz.
MOLESTMSrdtfPEIO
HYPPHQSPHITOS
doD^CHORGHILL
XAROPE de H YPOPHOSPHITO de SODA
XAROPEdeHYPOPHOSPWTOtfe CAL
PILULAS de HYPOPHOSPHITO tteJJUIfirNO
CHLOROSE ANEMIA
VERDADEIRO LE ROY
de SlfiXtRET, Oocteiii-M^hriii
Bus de Seine, 51, A PAIUS.
to*fe ,;.-MT,fa, 1, mn \ r..:;;:,,. |ia,,, .,',"'
"|c Ii a o mrn nHr, un n.lo i,iir ., n
rellocuiaoMiLLo liiini.iL Uu t.m, ratc
X II I rn.rl-
-letal MKutnaMira
Ai ?> n (mu. wi.
brel'.a ..?.-
a (iii ilbu .. i a
ao ni rni".^;i..sf
di nli.il laruNirHo
Biaiur ilrscuui.i
DOCTEUR-MEOECIN
.ET PHARMACIEN
Chapell^rie des clames.
Esta casa j muito conhecida pelos seus traba-
lhos em chapeos, acaba de receber grande sorti
ment de chapeos para senhor-, de grande phan-
tasia, chapelinas Coquenard de seda e fil rica-
mente enfeitados, ditos de palha fina o que ha de
mais moderno em enteites, chapeos de relludo pre-
to e merino com enfeites escarales, alta novidade,
ditos de palha da Italia para senderas e meninas,
grande phantasia. Continuase a concertar cha-
peos de senhora, tirando inteiramente novos : na
ra do Cabug n. ii, Io andar.
no
I'recisa-se de um moleque de li anuos
hotel francez, ruaNkiGommercio n. H.
Xa Boa-Vista, ra da Conceicao n. 20, pre
cisa-se de urna ama para servico interno e externo
XAROPEdeHYPOPHOSPHITO de FERRO
PlLULASdeHYPOPHOSPhTTPdeSrABSAHESIA
TOSS. BRONCRlTfS
DEFLaOS,, ASTHMA
AUGUSTO PORTO & C.
ll-EUA 1)0 QUEIM DO-11
Tendo chegado nttimamonte ao seu e labelecimento grande variedade de fa-
endas de gosto as poem disposicSSo de seus numerosos freguezes pelos-mais mdicos
precos possiveis, sendo:
Roumous de cachemira brancos e de efires, o que ha de mais elegante Dar
hombros de senhora. f
Novos gostqs de aanteltes justos ao corpo denominado sih.hides, sirennes,
orientales de renda prela re soalin^s, u que ba de mais elegante para urna moca.
Basqmnes de gmpnre preto, novo g isto.enfcitadb desetim de cores-. Vesti-
dos d- blond com manta e capella para nonas. Fronhas c tOalhas de camoraia de lmho
bordadas. Cortinados bordados para camas e para janellas- de diversas qualidadfe?
cotos de seda e de laa e de seda para camas de noivos.
Epingl, lindo gorgurao de lita e seda de cores, muito elegante fazenda pora
tira lindo vestido. Sedas de cores e pretas, gorguro de seda branco e de cores com
listas assetinadas, panos, casemiras e militas outras fazendas cujos precos sao em geral
mmte mdicos. Grande sortimento de camisas para homem, tanto lisas como bordadas
e de cores.
Continuam sempre a ter grande variedade de tapetes para sof, para cama-
para pianno, porc5o de tapetes em pecas para alcatifar sales, e grande quantidade cte
Esteiras da India para forrar salas.
PASTILHAS PECTORAESd.D'CHRCffiLL
Eligir para o xaropa o frasca quadrado t em
tvdoi o productos a asignatura do 0** CHUR
CUIU,, e o lelreiro com a marca de fabrica da
Phamacia aWASW. ll,riw ra, Hglicne. PARS
POS DE ROG
-ipjiravadoM pela Academia impmriat
de medicina de Pariz
Um frasco do rtm de Bloc, diss*rrido
em urna garrafa d'agua, d urna limonada
agradnvel, que purga rpidamente e de
um modo eerto, sem causar a menor
irritacao como acontece com a maior
parle dos outros purgantes, o* l** ti*
Stog. s3o inalteraveis por isso empre-
gam-se fcilmente em viagem.
k "^ I em Patuncco. Maurer O*. A
AVISO
aos eonvalescentes e s pessoas
fraeas e debilitadas
O QIIINIUM (.ABARRAQUE ipprovado
pe Academia imperial de medicina de
ParU o tnico por excellencia.
SOFFRIMENTOS DESTOMAGO, CONSTIPACO.-
Cura em poucos das pelo CARVto DE BELL0C em p ou em pastiilias.
ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. Essasaffecoessiodis-
sipadas rpidamente pelas PFR0LAS O'ETHER tl'ClUIH.
ANEMIA, A PALLIDEZ e os niflVimenlos que nen-ssit.im do
empiego dos ferupinosos sio sempre comliatliios com o mclhor resulUidO'
pelas PILULAS OE vallet. Cada i'ilula tem incravado o iionie VUUT.
PO DE ROG. Basta dissolver um frasco d'este p em meio
garrafa d'agua para se olitr urna limonada agradavel que purga sera f-
zer clicas.
VINHO DE QUINIUM de barraque. Este vinho, m dos
pnutos cuja composicio garantida constante, i urna das melhores pre-
paracocs de quinino, aom acio notavel sobre os eonvalescentes, dando-
Ihcs forcaa e apressando volta a aaude. Cura as felires antigs que re-
sistao ao sulfato de quinino.
MOLESTIAS DA BEXIGA. A maior parte d>e*u l~.
tias, como as sciaticas, lombagos, caanos, e todas as dures nervosas em
geral sao curadas pelas perolas oe essenciA OE thebejntina do
Dr. Clertan. O professor Trousscau em sea Tratado de therapeulico acoa-
selha as para serem tomadas na occasiio do jantar, na dse de 4 i 11.
OLEO DE FIGADO DE BACALHAO DE BERTH.-
Garantido puro e de priineira qualidade, um dos poucos aprovados pela
Academia de medicina.
^
AVISO. Todos
estes medicamentos foram aprovados pela Academia
imperial de mediana de Pars.
Rt-Jaaeiro.
tulla.. .
DEPOSITO
Em Par, t. FRERE, 1, ra. Jacak
Duposciraxi; Heiuikh \ Pernambuco.. tbmm H O.
i Ciara.....Miuaai et O.
TcsDonrn.
Has et r..
D*p rio
cin Rih-Javkii'.o, Di/nchetlc; CkctaM.
em 1'EnSAaimco, Maurer ^ C".

Pars, 36,RuaVTenne, Vt
CHABLEMDECIN
AJEITFERMIDADAS UESSKXUAES, AS AJRt>
COKS CUTNEAS, E ALTKRACOESDO SAKGUa.
-------------------------^iOOOOcurMdaaimpnyn*
[utulai. Aeiriea, iiru
lcomixou,acrimonia,$al.
IVicoea, viciosai do tan-
----------------__aV; wrw, al*rfo$
ao muy,*. (Xarope vegetal em mererio).Rap
" veer. BAIfHR MIIFRIKI
lomao-ae doua por semana, segaindo o iracuasaaw
Paimratitio .- emnregado as mesmas molestia*.
i Esu Xarop* CitracU 4*
ferro i* CHAB1.E. can
ifflmediatamuuqialtuf
c-ao, rtlaxacao,
OEPURATIF
im SANG
PLUS DE
COPAHU
MM.
t debxlido.de, ignal-
Rente oa fluxos e floree brancas das malheres.
ata injeccao benigaa Rpnga-M cor o Xarop* U
Cilraeto de Ferro.
eaaarratdaa, Pomada que a* cora *R tro* dia*.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra na* mfecfoe cutnea e cotniaoei-
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
*o R' Chatkto. ada frase* ai aoeMipahad* 4
*R folhto.
MDALHA A EXPSITO UNIVERSAL DE 1867
Para a Superioridade d'a
PERFUMERA oriza
Infernada por LE GR AND, Perfumista do Imperador dos Fraiceies,
MV, Rna Sft.Rt-HoRort, M9
PARS.
ORIZA. LACT
LEITE ANTEPHEL1C0
Para rtfracar, tranquear t aiuctr a pete, [alindo
diiappartctr al nodoas s a ardai.
PARS.
CRME ORIZA.
DE NINON DE LENCL06
Pare dar frticura d peile, destruir as rugas da car*,
constrear ittrnamtntt a tetina da juientudi.
SABAO OltlZA.......D'uma massa excesivamente suave e d'um perfume dos mais delicados.
ORIZA-CiiEAM oessatse. Massa especialmente preparad* para os banhos e a barba.
OR Z A- FLUID........ Pomada fortificante e nutritiva para conservar os cabellos e empedilos de quebrasen).
ORIZA Pili LOCME.. Tetuno de boi e oleo de avcla com base de quina para os cabellos.
OHIZA-OII........... Oleo flnissimo perfumado para lustrar os cabellos c empedilos de quebrare
ORIZA-BRILLANTINE. Cristallisado com violeta, para dar brilbo aos cabellos e a barba.
ORIZA I'XOWERS.... Agua incomparavel de um perfume suave e delicado, para fortificardo R
ORIZA-AC10UI.1.N... Vinagre do loucador, aroma e anlepuilico.
ESSKN'CE-OIUZA..... Perfumo concentrado para os lencos producto muito delicado.
ORIZA-LYS...,......Perfume do bom tom e da alta sociedade para os lencos.
ORIZA-POWDKRS-----Flor de arroz da Carolina para a cara e a bcllea da pelle.
OR1ZA-DRNTIFRIGE.. Para alvejar os denles e conservar as genglvat.
0R1ZA-DENTA1RE-... Nova massa para alvejar os denles sem destruir o esmalte.
AGUA TNICA DE QUINA E POMADA DE BALSAMO DE TANNINO
Pin apui a ulriaie ii uieri. hrlificwli u cabe I*s, i tapwiiii't le cahir n dieat'i cniwr npidiault.
DEPOSITO GERAL na Caza de
E em Caza de todos Perfumistas do Brazil.
RA
|D0
S CABUG
esquina
| da roa larga do
Rosario.
AMEL DE OURO
RA
EO
CABUG
esquina
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igualj _
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender. U|
A vista da qualidade e do preqo das joias cada um pder-se-ha convencer dverdadeJda raa larffadoP
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por prepos muito ele- Rosario
VadOS. ^vuRaiiv.
A loja est aberta at s 9 horas darnoute.


;
f
Pernambuco ^- Quinta feira 2 de Setembro de 1869.
-w
TUJLHOS URBANOS
DO
Recife Apipucos.
Do i" de setembro prximo em diante,
a partida dos nens. ser regulad;) por urna
tabella que podo ser procurada na estacao
do Recc desdej.
As horas das partidas as eslaecs ter-
minaes, serSo as sesuimes:
DAS uteis
Do Hrcife d Apipucos.
Manliaa 6,10 1,W 7.S0' 8.S0* o 9,60.
Tarde ->,W 3.:tu" 4,20' 4,:t()- 5.:t0' 6,35' 8,0 e 9,15'.
Dt lipipucos ao Uectff.
Manilla 6,20' 7,8,5* 9, 10 e 11'
Tarde 3,3o 1,35' 5,3S" 6,35 8,30' c 9,20.
DOMINGO- E DAS SANTIFICADOS
Du Recifr Apipucos.
Maiihaa C. 7, 8 e 9.
Tarde 1, 3, i, 5, 6, 7, 8,20' e 9,20.
De Apipucos ao Recife.
Manhaa 7, 8, 9 e 10.
Tarde 2, 4,5,6 o 7,o8,oc 9,25'.
Escriptorio da companliia, 28 de agosto
de 180.
O gerente,
latcliiison.
i-rriLin
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
M
EWPRESTIMO SOBRE!
IKUTli
CIISTHTIIIIU 101 CIIFL1H III
cunt bi i,:
De toda* u qualidades I
De todo* os feitioi t
De toda* es preces t
RA DO CRESPO
N' 4 ]
AOS SO.OOOSOO
CASA DA FORTUNA
Rua do Crespo n. 93.
O abaixo nssiguadutaido nbtdo brenca da pre-
sidencia c salisfeilo as outras exigencias da le!,
avisa ao respeitavel publico que lera sempre a
venda no sen estahclecimeiilo blheles das lote-
ras do llio de Janeiro, cujos premios serao pagos
promptamente vista das listas com o descont
smente da le.
Preeos :Inteiros.. 24JOOO
Meios... 124000
Qunrtos. 6 000
E em qnantidade rnaler do 10000 na ramo
de 22*000 por bilhele.
___________________-Manoel Marlins Finia.
COSTURERA.
Cose-se costuras de alaiate a moda fran-
coaa, por prego comiBodo, na rua Augusta
n .tti, e d-se fianra sohre as raeunas.
Mikroskope acbroma
tisehen. Objetiv Lin- .
sen. **-*.
.-Idw.
Barometre e termo-
metre. Centigrade
o reuomeure.
VLUGA-SE
advocado
Alfonso de Albuqnerqne Mello luudou o seu es-
cripiorio para a rua das Cruzes n. 37. defronte da
typograpliia do Diario. ___________^_
MDANCA DO
Aluga-se o i andar c solao do sobrado
tratar no armazn) da E\pnie":o de Londres.
da rua da Cadea do Recife n.
(SEM LIMITE.]
Na travessa da na
das Cruzcs n, 2, pri-
tneiro andar, da-sc qual-
quer quaiilia sre ouro,
prata c podras precias.
O dono deste estabeleetmento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condices de ga-
rantir a transaocSo que se fizer em
sua casa, prometiendo todo e zelo
c considerago s pessoas que se
dignaran de honra-lo em seu esta-
belecimento.
Na meswia casa compra-so ooro,
e brabantes.
Pircisa-se de um hometn que de ador do sua conducta, para lomar conti de
um sitio, perto. da praga o do caminho de ferro, dando-sc assim moradia gratis: a
tratar naExtwsicSo de Londres n. 60, rua da Cadea do Recite.
1 "-------------------------------------------------------------
Albino Baptsta da Rocha participa
a todos ossens frceuezes queiuudoa-
se com a sua ofBcina Capraca da
Indeitendencia n. 13 para a rua das
CrilieS n. 23 ; pNiVB, parlante, i
todos os amigas e treguezes que se
achara em casa a qualquer hora
do dia, para executar todo e qualquer concert
que de sua arte exigir possam, tendente a sua
prollsso; e em sua falta achario com quem
tratar.
le Desnour,
du Quei-
TMtuia instantnea
inado n. ft,
Salao de cabelleireiro,
onde tambem se encontrar um explendido e variado sorimentp de peTumat as finas,
e das tiaelliores fabricantes de Parts. i
t
Hit

Precisa-se gommar com peiTeico, bein como azr-r o servido
nterno do ama casa de pequea familia : a tratar
na rua Nova n. 44, laja.
"CACEB. ~
Pedro Btarqne de Macedo, acaba de dcseobrlr
depois da grande experiencia, um remedio, que
leudo sid't applicadn militas pessoas homeopti-
camente Um oblido um resultado, que anda na"
tattou, pitando 6*remodio applicado por elle pro-
prio, e observada a sua regra, em vista da gratl
dado di! sua preparadlo. O mesmo senhor decla-
ra que mo CXpfie venda em parte alguma o seu
remedio a escaple de sua casa. Declara mas
que os vhIims do remedio serao runneaaos pitf
ollccoiB tinta encarnada, acompanhando ao mes-
mo una di'eeeS" para o uso do remedio. Declara
anda que e?t;i prompto a fazer qualipiei- cnia er\n-
dicionaiinenie, para o que pode ser procurado em
Oiinda,rua Novan. 4.
A 2(KK) O FRASCO_______________
-- No da t' do cornnte inez c anuo fbgifi de
ca^a doSr. Dr. Inlo de RoUanda da Contia, roa
de Bemfica, na Pamacen n. 48, onde se achava
alugado, o mnleque Francisco, erioulo, bastante,
preto, de lo annos de idade, com un signal de
queiaadnra no hombro esquerdn, trajava calca e
raqueta de briin, consta que se aclia servndo em
luja de e.npalliador, 4e ipie olicial, un lingiudo
que pretende aprender esse ollicio, pelo que se
protesta contra quem Ibe der ag.isalh.i : quem o
apprekeader, sjoasn toea-lo rua da Aurora n. 2fi,
onde ser gratificado.
Ama
Preewa s de orna wm Hw* m tfrrtm *jne
eoznbeeo|i.pH'fo*iao o*liario de-mu a e#i o quo
seja de'boa eondaeta : n tratar ns rua d Vigario
r. "i, 3" andar.
Preeifa-se de urna ama para servico interno re
sa de familia : na praca da IprJepcndeiim n
se d-r.
Aluga-se um sitio com ba casa de
vivenda com eommodos para gran-
h de familia, na Passagem da Magda-
^^HHH na, em frente ao sitio do Sr. Bailar
A; Oli\eira : a tratar com Uouingos
Alves Matheus, rua do Vigario n. 21.
URGENCIA
ALGUEL.
Xo CoracSo de Onro se diz quem precisa de
urna escrava que sirvo para comprar, etzinhar e
engoniniar, para casa de familia._____________
Aos 20:000^000.
ca% da ri:.
Os abaixo assignados fazeni sciento ao respei-
tavel publico, que teem venda os seus muitt fe-
lizes l)ilhles do Rio, rua do Cibug u. 2, loja do
Sr. Malhero, pagando-se a vi:ta das listas somonte
com o descont da lei.
PREtMS.
Inteiros 24OOp
Meos ldiitin
Ouartos GS000
De 100/ para cima a 255000 o bilhete.
Vieia ir Rodrigues.
olas das eaixas flliaes do banco do Brasil,
iroeaia-e com inodloo descont, na loja de Manoel
Soaros Pielieiro, pra?a da Independencia n. 22.
OCULQS PERISCPICOS
E crystal de rocha do Brasil.
F. dos; porque, com estea vidros, a vista descanga, fortifica-se e n5o a canga como coi
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obrigado a mdalos todos os annos e os tr
caaa vez mua g>uM, o vkdim n ctvslaiino do 6ibo c determina quasi sempre do-
res de cabega. O alcance ordinario da vista e peuw a. on .-pntimetros rtn aio, *,
todas as vezes que o objecto est mais perto ou mais looge, os ratos que expelle sao
moi.convergentes au mui divergentes e a visSo nao perfeita. Um prande numero de
pessoas tem o deeito de fazer convergir mudo de soiie que a viso uio distincta.
Com a applicago de meus vidros pde-se vencer estas dilbculdades. Para os que tem
a vista curta e cujo crystalino mui convexo (o or.e faz ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro cncavo afasta-seo ponto de
vista, o que faz divergir os objectos e dcixa ver rio longe ctino as outras vistas. Ojian-
do o crystalino rauito chato, o que sucoede aos que tem chegado a urna certa idade.
o que se chama- presbyta, vem mclhor de longe que de perto, e np enxergam senat
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergaii
t3o distinctamente como na idade de lannos. Servindo-se desles vidros quando a
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
F. S. Germano encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a es-
colher, a primeira vista, seja qual for a iade e gio de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Precsase de mu una que sajn i natwr c
tgominar. para casa du poHpa famili* : a Iralr
na rua dn-Clmg n. I, luja de joia.
Sitio
Preeisatse ataaM unnuiio que ittnba grande
baixa para capia, e alguanM Wnw quem liver annuneie en dirjase roa do Ouei
mado n. 12, 1- andar.
Xo largo da Assembla n. i% precisa se alu-
gar um mate iue ou urna nefra. que soja liel e de
*whs costo nie-. mesmo sem habilidades.
Alaga-se urna ea-a siu no Monleiro. laiu*
bem alaga se algnns quartos proprios para iapa-
7M : a tratar na rua Nova n. 21, 4o andar.
Troco miado.
1 1|2 <)0de preaio por sedatas de 4* e J6O0;
1 0|0 de pi-etuio p sdalas de '> 5. 10 e 2li400il
laova e-lampa), iiega-se por quautias de i.O0) a
:000 : naeaa deTeodoro Simn &-C-,
do Peloui-iuhi n. 7.
laigi
No eseriptorio ae Domingos Alves -Maneus,
a rua d > Vicario a. i!, deseja-se raber se existe
nesta crdade n lo do Codto,
Mino de Joaquwi Jos do Cont, da Ilh lereeira
(Acores; c un quem muibj 30 deseja fallar, a nego-
cio de seu inlcresse.
COSTl REIIt E MODISTA
COMTE
Com loja na ra da Imperatriz n. 7,
Tem a Iioiiim de artecipw ao res|HMiavel ptWlico e tin piirlicular seos fregue-
zes,que,pelai'elages que acaba de-etcetai'crnQalgiuaascostuieirascniodistasdasaiais
afamada de hiris, que lulos os ino'^os Hu tuaudaw gariue*., de vestidos, -man-
l*'lees 0 cliapeo? qtw oto no maiof gusto e mais mudennos, e ach;i balita-
da para fazer 'vestidos p-: i passeio e visitas, bailes cauainettos. As sealioras que
ahonratiem coia^si ia, nao deixarao do sor saiisoitas, Uo pulo tumi gosto, comn
pela baraleza doprcgO mptitfo a i-nhega das eucouiiueiidas ; taimVia itito iio-
!ii tanto de al com de palha.
wropi:
1F,
m nmm do r.u\
Depurativo do sangue
l'sado as molestias de pelle, impigens,
dores rheumnticas e ulceras venreas,
I NICO DEPOSITO
ttwa larga dlterl f ?.
Dividas.
O abaixo assignado, arrematante das dividas do
espolio do finado Jos Manoel Pereira de Menda-
nia, avien aos devedores do dito filiado (pie man-'
dom sasfazer seus dbitos, nopraso de 30 das,
contadiis da data desle, flndo o qual proceder a
cubran.a ju4trialmeiit ; aa rua das Cinco l'ontas
n. 82. 'Recite 24 de agosto de 1HC9
Joao de Azevedo Pereira.
Para a vista myope, (vista curta).
Para vista que se cobre de ntlvens.
Para a vista que por momentos, ve es-
voagar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqueza.
Para a vista qoe os olhos sTio desiguaes.
Para a vista que sCtuna rom o traba-
lho e a leitura.
Para a vista presbyta (vista longa).
Para avista que nao supporla 'jaraios
solares era grande clarjdade.
Paia a vista operada da catarata.
Para a vista que as plpelas fcalo cer-
cadas de sangue.
Paia avista que um dos olhos myope
e ooutro piesb.vlo. ,
Para evitar finr..Vrnente que o crystalino
** ollio se cobra de atarata.
Sortimento
para theatro,
alcance iiata
rinha.
de binculos
c oculos (le
o ca:. 10 e uia-
Precisa-se de um leitor poiinpez para o
engenlio Malto Grosso coman-a do Ro Formoso;
a tratar com Joao lenlo de Gnuva no niesrno
engenho ou com Leal & Irmao, rua da Cadeia
n. '6 1. andar.
Precisa-se
rua Nova n.
Ana de leile.
do una ama de leite : a tratar na
Ama
Prccisa-se de urna ama para cozinliar e comprai
para casa de pouca familia : na-rua das Crute>
a. 28, Io andar : prefere-se eserava e paga-s
bem agradando.
CASA DA raili
Aos 4:000^
Bhetes garantidos;
\ rua do Crespo n.23 e casas do costume
O abaixo assignado tendo vendido ah-rn de ou-
tras sortes 1 meio n. J2o5 com 4-.000A da lote-
ra que se acabon de xtrahir beneficio da or-
dem terceira do Carino do Recfe (117') convida
jos possuidore9 a vrem receber na conformida
de do costume sem descont algum.
Acham-se a venda os blhetes da 5' parte da
lotera a beneficio da ordem terceira do Carmo
do Recife (118*), qoe se extrahir no da 2 de
setembro do torrente anno.
Preeos.
Os do costume.
Manoel Martina Fiuza
Lunetas, pmce-nez e
la;e-a-main, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ago,
etc., etc.
sortimento .-para paretie, que d3e hoias epam
cima de mesa dos mais lindos modelos. Helogws para algibeira, de ouro, piala, pralii
dourada c foleada', ioglezes, suissos e unstntaes dos miJhores e mais afamados Jabn-
Vendas Roo grogSO e a relalho. Km Pernambuco.
N. 21=llua NovaN. '21.
Tem
tambem grande
\m
Precisa-se servico manciiv. paga-sefeem, ou tambem so eesn-
jra : no lar.'" do .n Prcci-a-se de una ama para comprar eco-
aialiar na rua Velja n. l."i.
I'rr.-i-.i-e de iiui menino com alguia-i itrai-
^a de uir.ili.nt ,. e que fiador a tela :
ia rua das Cinco Puntas n. i'.H.
-M-------1______
Falencia.
I falencia de n ,^
Han
aaMtitnl alim de pod^-em na !- :
arl. 8i ates do Cod. do Com.Ulro d,
1 oito di da publieacSi do \)\iy.
no i andar da easj n. i2 da rua "do Imarrador.
AI(i,i-;i-S0
uow ^o gaiiinol
^mmmL
'i quartos laan ndtt 2 co n jai
quartos p
lia, tem diversos |w'-s ocios.
banlio perl no lugar da Capnnp
da beeco da \ entura n. 8 : quem i :iui-
ir i iimIi n 1'
Lili
BIL )0 CltESPO K 7 A,
HklWKIRO ANDAR.
ANDR jDELSI '.. caljell i.-'iro dePariR, i -ita a bonra de.infermar ao respeila-
vel publico, que abrin 'ment, par;! os de sa arle, rua do Crespo
n. 7 A, primeiiu andar, uro elegante sam a Luir. >rV-, orando wni o maior gosto.
Com a v, r s*Mo jos apreciado pro ptihl'O parisiense e
(JHniambhwa< puf1 rabei empregados ranczes e brasileiros, offerece o
u prestoao aos. vuijjftatf e as cix^nifsiiu-is senioeas que o bourai-eu com sua
confianza, etic.in,gH' : oi.r fWwMado de baile tlieatfo, soire, noiva. etc.
eic. ; o fornecendo >da a esyecie de olijectos para ornainenio des. prexiosos cabellas
O advogado Dr. Antonio de Vas-
concellos Menczes de Drummond,
- mudot o eu escriptorio para a rua
do Imperador n. 20, onde pode
ser procurado para o exercicio de
sua prolisso em todos os das
uteis das H) horas da manhaa at
as 'i horas da tarde. Fra dessas
horas, c para qualquer occorrencia
urgente,. sera encontrado no seu
domicilio, a rua da Aurora o. 26.
19Rua Nova19
FKE11E BUCO O irurgio-dentista, muito conhecido ha dea annos n'esta cidada, pela perfeico dos seui
trabalhos, tem a honra de participar ao respeita\el publico que tendo fe i to muitos me-
horamentos na sua casa, pode d'uora avante receber as senhoras no seu gabinete onde
ichar3o os eommodos precisos para familia.
Acha-se tambem na sua casa e na sua companhia, o seu sobrinbo e discipnlo
I. IEHOUX
o qual acaba de voltar de urna longa viagem a Europa, durante a qual praticou com
feliz successo as primeiras casas de Pariz ede Londres, offrecendo assim as melhores
garantas do bem desempenho para tudo oque for relativo a prolisso ; por isso o
annuncianto pede aos seus amigos e clientes que por acoso o nao encontraran no sen
gabinete, depositem no dito seu sobrinbo a misma confianga.com que o tem amnde
a dez annos.
Dentaduras por todos os systemas: a pressSodo are com mola: ,;o ouro, platina
vulcanite c um nteir.imenle uovo n'esla cidade. #
Cura radical dos dentes caiiados.
Cbumbagens (obturac'-es) com ouro ecom massas fivers is, seguiioo os casos.
Remedio para acaimar as dores de denles.
Agua e pos dcutnicjosfabricados polo proprio aniiunciante.. oqueihe permitte aflafi-
;ar sua boa qualidade.
Escovas para dentes. etc.
Perfeipo de trabalho e preeos moderados.
Fingen* pora fra mechante ajusfo previo.
0 gabinete acha-se aborto das 8 horas da mantia ateas 4 da tarde de todos da-
lias uteis.
\
Feitor
Precisa-se de um heinem que entend do todo o
s rviee de campo, paw trabalhar em um sitio : a
tratar no largo da rilieira da freguezia de S. Jos,
suradii n. ^_ ,_
de Sa. Excs.
Ans Di'lsuc
.to, iam picpam-'
denles, Iuvm de Imm:.
perfumistai libu, Coadray.
. cqueiadores de eu estabeie-
i ^Ja <.,ih chirada rsjwcial. (le se eflcvwtrar sempre
. pus d aru>4 dos para-
-Niiw|to dos prodoAo ds'
r, J'-.,.:iel, Grasnell, etc., etc.
A. i viIi.s que o'.obsequiarem.. iHilisando-se de
servidos, An r.': D?!* i.-se a fazer tudo o qoo i > tcu> alcance,
para completa satis i fivguowa jiernaiiibucana.
Reconimeudaroos o niodealoHotel Particular-
da cidade do Porlo, rua de Santa Cathariaa n. 13o.
Palacete bem dirigido, com romniodidades para.
lioawHB e familias decenios, aondese encoatra bom
tratajaento por indico pn ^^___
ttencAo
Na na Uireila n. lo preaica-si- fallar com o Sr.
Manoel Mara Pacheco, natural de Vianna do Cas-
tello, a negocio de si-n interr ,
16- RUA DA CRUZ 16
Ha diariamente sortimento de boilinho.-. para cha, fiambre, pastis de diflemi-
tes qualidades, vinhos dosuaerier qoalidade-, cliHissn pwto, e n a, o ineRier-qae-
se pode encontrar no i*to,<]o, amendoas confeitadas, .varones ref: ^erantes, doce:
calda, etc.
Incumbe-se de encoranaemlas pan gmedes jantn- -. bailes, baptisados c ca-
samentos, a saber:
Pecas de nougat. Paes-de-lol eineitad
Ditas de po-dc-lot. Bollos dem.
Ditas de tmara de ovos. Calos de doce de o\
Ditas de caramilo. Tortas folhada- de rWne o carne.
Bandeja com armado de assurar. ;mpadns.
r BAGUE
LECTRIQUE
ROYR
(Juriii perden urna
li'iaitesj e4<
. caixa de larlarug nos
. ledade. pode pmesrar m estrada d-
Joao de Barros n. 28, que dando os siinac5 certos
* HQmUo o ^iiHHivio, llie sH- A pessoa a quei bou ver sido ofTerecdo por
vanea uui pai' de liriucos da coral lo-aiiparecidos
iwd<> tthfeado a n.-iu>. p.'ide entrega los ruae-
ireitado Rosario n. 47. i" rida*, que serrarom-
ft,sad cu o depl '1" mesmo ohj-cto.
Silva
leitor exigir a lCABELLEIREIRO DE PARS 7 A -RUA DO CES'0-7 A PRLHEIRO ANDAR.
DELSUC
A' rua Direita n. 58
Gra i.armnre inscripeao sepulchral em-
Hitida ,i : ; dourado, e lantrbeni abre-sc
elijvo: t.)nfrtB--e qualquer obra de marmore.
Inisial ou de porcelana, ludo com pcrfeieao, pres-
ipm e-imeeo eumnen.
gar urna ama para cozinliar e
comprar ,
i andar.
i tratar na rua larga do Rosario u. 31<
VERITAftLES
rG~e s-Martin^' *&\
.-'? Vffi:RlT\F.i
HOYE
0?

Of vavluleirat COLLARES a*rea, os meos apprnvadi peta
AoMlait de Medicina, Irm ulia coaM et aMat oulros prednct<
atiraliido a cu^idex dos falsilicadorcs, que para fucililar sua crimino**
iDdMiriaaa*wptja, oi-m rcoeia annunciar veodrr falMnCoataaas
coas uww wof que, para eiitar bUiliracoe*, de\em exigir, qae meus Coxxabm lat
ejao vndjdos en calas de umbas de "ff^Tiiff m ffirratiai mansas
por k mlqnalii osa a aaiaha soarca de uinii t iiiiiain'a u.
amaniata mnmmumuiait.e nHau por ama* w o lettrmt,
COLLAa BOYEa. Rae St-lartii, 225. Pani.



Diario de Pernambuco Quinta feira 2 de Sctembro de 1869.
A ESMERALDA
GRANDE HOTEL
DB
ORIENTE
Ra larga do Rosario n. 44.
Espo-Llidade na preparado dos gneros ali-
menticio?, promptidao e assoio as encomaieadas
bo.i organisacao no cstabelecimeiito. Uecebem-
;e as-ignaluras para o estabekrtmcnto e a domici-
lio, farilila-.se a leiiura de jomaos naeionaes e es-
trangeiros. Espaeosa sala para o elegante jogo de
b'lli.ir, r haidorcntc e commoda hospodagem.
Xa praca da Independencia n. 33, so da di-
nnciro sob penhores de ouro, prala e pedras pre-
ciosas, n seja qual fr a quantia : na niosma casa
-o compra e vende objeetos do ouro e prala, e
igualmente se faz toda e qualquer obra de encom-
ienda c todo e qualquer concert tendente a
ma arlo.
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabue-. t. 57 (junto a
^ loja ae cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortini8nto de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
prapa, e por prepos o mais resumido^possi-
re. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciosas
_ J. 5 lili DO CiBlIfli HL 5
Madama Ailour tern a honra de par-
ticipar ao respoitavel publico, amante dos
nossos thcatros lyricos, que recebeu pido
ultimo vapor da Europa, sahidas de balle
e bronus do ultimo gosto; ra do Imperador
n. 23 i andar, e que vende por barato
prego.______________________________
Vicente Alves Moreira, agenciador de veo-
las de estratos, miulou sua residencia da ra de
Hartas n 94 ama ra da Paz n. i, onde seus
fregiiezes o poierao procurar paca a mesilla oc.cli-
pacao. Recebe escravos em coinmissao, e prometi
prompta venda.
Kngomma-se roopu lano i!<- bofnem cmodo
senhora, com perMca ; na ra do Caldcireiru nu-
mero 16.
i!Hi
O abaixo assignado previne ao res-
peilaoel publico que, tendo id faar cer-
tas cobrancas em Ipujuca e eftnhtcAacori-
tere, que, o eiigerio Pindofoinki, fregn.:
zia de Ipojnca, perdea urna tetra, sellada
e assjgnada pelo saccador, o Sr. Ensebio
ile Paula Pinto, contra o Sr. Francisco da
Rocha Vieira, datada em i8 de junho de
186p, ha 8 mezes, no valor de 2.W7I65S,
cuja letra nao eslava assignada pelo acei-
tante, o Sr. Rocha Vieira, o qnat assignon
oulra de igual quantia, em .'JO de julho
deste raesmo anno, a sete mezes.
Como para o futuro possa app.necer al-
gumaitransaccjfo a respeito da dita letra;
por Uso desde j previne que licar de ne-
nhum effelo, licando-lhe o direito salvo
para protestar contra o infractor.
Pernambuco 30 de agosto do 186'.),
____|_______Boaventura da Rocm.
E' escandaloso!
Deidc o da 9 do crrante, dosapparecen
da cafa do abaixo assignado, ra do Desti
no ii.,27, seu cscravinho Gregorio, de f)
a lOpnnos de idade, o qual por ler vindo
lia pqbco lempo do mallo, suppoc-se le!
sido cuiidu/.ido por alguem, e em coja i
comptnh esleja como forro, ou mesnao
comol escravo. Protesta-se contra quem
qiierque o lenha feito e pede-so o auxilio
policial e dos capitles de campo para o
descaWimenlo do dito cscravinho, cojos
signis s5o os seguintes : cor acaboclado
escun, caballo um punco desandado, tem 320 rs.
A MUlty
i.oj.i de miudezas de Ferreira daCunhaA
Temporal, ra do Queimadu ti. 03, cala
quimando p ir todo prero :
Jogo de vispara a 400 e 'OO rs.
Redes iara coques a 240. 400 e 500 rs.
Linha de 200 jard-is (dur) HW.
Caixa muito lina para p de arroz l.$500.
Relogio de sol 120 rs.
tal com binlia 160, 200 e 320T8.
Agua florida vertladmra a 15300.
Agua divina dem a 1^400.
Gravitas pelas para homem 4 Ors.
Pentes de li avessa para menina 3iO rs.
Olio philocome verdadeiro IftiOO.
Aiaiifo de plaqu i 00, jeij.
Meias cnias para homem 3MQ0 e '$ a
diizia.
Botes enfeitados para vestido, I100 a
duzia.
Loques do sanlol ;i .'i), rada um.
Dillos de niileira 3-> cada mu.
Coque* de tranca, boa lazenda, i.
-J-viODe U cadaum.
Alejas linas para senhora .> a duzia.
Banha em fiascos a 400, 640 e 1200.
raseos com extracto muta fino -> e
Caivetes de duas folhas a 240 rs.
Sabonetes Unos 80, 160, 200, 240 e
Prectea-se de urna ama hvre ou eserava
que compro, cosinbee cmaboe, para cas;
de pouca familia, na roa das Cruzes n. 4
ALGODAO
LOJA DAS MACHINAS
BASTO
MACHINAS americanas de serrote de todos os tamanhos para descarocar igodao, do
mu'rto conhecido fabricante Eagle Colln Gin.
MACHIN'AS ditas, tambera de serrotes e do todos os tamauuos para eacarbear, al-
godao do autor New York Colln Gin.
MACHINAS ditas de todos os tamanhos, de carreta de ferro e mais toda a machina.
MAGIIINAS di'.as de Roller Gins, de cajo trabalho Uj. obler mais 2.000 em arroba
de algodo.
MACHINAS de facao do fabricante. Platt B. A C, Obdl.nn l'aten! -Liverpool.
Todas estas machinas jo de superior qualidade e as melhores que lm
vindo ao murcado ; e para a sua apreciaco convidaron os sentires agricultores "
virem a exposico dasmesmas na ra da Cada do Recite n. 38 A. lula do K.s' .-. or.
encontrarlo mais o seguate :
I'recisa-se de alngar urna pardoha, de
12 a 13 annos, para andar com urna cri-
anca, a tratar a ra do (Mo n. 33 na im-
perial fabrica de en veja.
Club Pernmbucno
O baile do Club IVrnamlmcano annancia-
do para o da 6 do torrente nao tem lugar
porjustos motivos, tieando transferido pira
quando se annunciar.
ebulhadores para milho.
Cylindros para padarias.
Arados americanos.
Carriulws do mTio.
Machinas para corlar apiro.
Cannos de chumbo.
Bombas de Japy.
tus americanas.
TelLas de ferro galvaiiisadas.
r'olhas de zinco finas.
Ditas d-3 cobro e lati.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Folha de Flandres.
Machados americanos. .
Facoes dftos.
Balaios e cestas de veiguiuha.
Vassciras americanas.
Folies de todos os tamanhos.
Tornos e safras para ferreiros.
Finalmente mudos outros artig
diversidade seria eufadonho ennumora-los.
onde
Folha de ferro.
Balanras americanas.
Tinas de madeira americanas.
Ps de ferro ditas.
Baldes de madeira ditos.
Ternes-de bandejas linas.
Trens completos para coziulia.
Peneiras para padarias.
Baldes galvanisados.
Correntes de ferro para almaiijan Espingardas e rewolvers.
Guarda comidas. #
Ferros a vapor para engommar.
Moinhos para relinacoes.
Azeite de espermacete, proprio para machi-
nas de todas as qualidades.
Senas avulsas para machinas.
Mancaes e todos os mais pertca:es para as
mesmas.
Latas de gaz,
osperiencentes -lavoura e arles, que pela
Os abaixo assignados fazem sciente ao
respeilavel publico, que venderam nos seus
muilos felizes bilhetes do Rio, os dous
raeios da sor e grande n. 3946, da 2I21 lo-
teras a favor das Artes Mechanicas, Libe-
raes e Benedcentc, extrahida a 18 do mez
prximo passado, e continam a Ur a
venda os da lotera segirnte : na ra do
Cabug Casa da F.
Vieira & Rodrigues.
.lf..
lina senhora projioeso ja ser ama de homem
Mi'ti-iro, engomma c r.osinha rom perfeicao, tem
as hahilitaeoos para boa) reger urna CA, por ?er
milito pixosa, pode ser procurada na ra de San-
ia Theren n 14.
alguis cravos nos pos, tanto que parece
apalpir quando anda, tem pelo corpo al-
gm marcas de bobas, fot vestido do se-
.'iinti modo : calca de brim amarcllo des-
botado, camisa de algodaosinho e chapeo
de bata, e levou nm taboleiro de llandres
contendo algumas chicaras com arroz doce,
em cuja venda se oecupava. Recompen-
sa-si; generosamente a quem descobrir.
Francisco Hqmso Falca >.
tt(
engao.
l'riM-is.is de nm eaixeiro qne tenha pratlea de
taberna e ipie M eontwrtawntu de sua coatoetti;
a Halar na pnvaaeie de Apipuros, taberna grande.
I'recisa-se alujar um escravo para s*i vico de
padaria : quem o livor dirija-si ao pateo do Terco
n. CJ.
ATTENCAO
Deseja-se encarecidamente saber onde reside o
Sr. francisco da Costa e Silva, que se diz negociar
com liizendas, alim de |>agar tinta sua tetra pasca-
da aus 8rs. luim.iraes & Silva, (roa fallida nesta
praca. O auuuucianle pedo ao respoitavel publico
cao corpo commercial, ou a quem noticia tior
do mesmo annuuciado, dar-llie algumas informa-
coes sobre sua residencia.
e lavradas, I;5oU0, Franja prela de
10 varas a.
Precisa-se de nma ama boa cozinheira, forra ou
eserava, paga-se beni; na raa dos Pires, sobrado
n.27.
Ama
Precisa-se. alugsr uma ama forra on escruta
para comprar o cozinliar, paga-se hrm : ua ra
Ni iva, loja n II:
Precisn-se de una ama de leite, na
roa da Fmpcratriz n. 18, pref(?riudo-sc
do ma'.to e sein filho.
CARVAO DE BELLOC
PARS
>pprovado e recwnmendado pela Academia imperial de medicina de Pariz para a
cura da gaslialgia e em geral de todas as doencas nervosas do estomago e dos inlestinos.
E egualmcnte o remedio por eicollencia contra a retejiese de venlre Finamenle em
razao de stias propriedades absorrentes, reooinmendado cerno verdadeiro remedio nos
cazos de diai-rliea e cholcrina. fr* ae Bclloc toma-be na occadao das conid?s
sob a forma de pos ou de pasiilhas.
Deposito em TAio-Jaseiro. Duponchelle; Clu-volot. Em Pensusreco, Maurcr t ''.
iHJ
I'j\trahi mercio 20 4e agosto do torrente

ainjo.
AnematacKs jndiciaes
No da de setembro prximo futuro as
porLas da casa da relacjo, depois da au-
diencia i jui/ nuioicipal da a vara, se hao
de arrematar, a queni mais der cima da
avaliaro d^ ::00^000 annuaes, os alu-
goeis do predio n. ai K, da ra do Lavra-
dilho, pcuhoindos na execugao que move
a sociedade Duhs de Desembro, do gran-
de Oriente Benedictino, contra a socieda-
de (loria do Lavradilho do grande Urieu-
te do J.avradio, pelo carlorio do escrivao
Caetano da 8ilva.
GOMES DE WIATTOS IRM&OS
tendo feito completa mudanza em seu aiitigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e oom especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
onde encontrarao um oompleto sortimento do <|ue ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubina e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode dfsejar.
ADEREMOS DE BRPANJES, ESMERALDAS E P,BIS
de novos gostos, assim como grande variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gQilo aiuda.uao viato, e completo sortiment de
objeetos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e aarantem
a qualidade dos objeetos yendidoc.
II JOIAS
Getulio Moreira de Castro Lima, Joaqmm Anto-
uio Pmto Serodio, sua mulher e lilbos, vem pelo
presente agradecer cordiaimunle a todas as pessoas
tjue sedigiiaram a>sistir ajs sullragio* fetos por
alma de sita esposa, tima e irma ; e de novo Ins
rogajn o cariiloso obsequio para oavirem a missa
de rtuuien) e meinonto, que inandam celebrar na
igreja matriz do Corpo Satlo, pelas 7 1(2 horas da
uiauuaa do da '] do correte inez, stimo da do
Seu lallecilllenlu.
ivj Aulouio 043 Aidujo Laiaugnir.t Leiie, Joa-
quim r'rauctco do Aleui, Manuel Juaquim de Alem,
Autonio Joaquim de Alm, Alvaro Joaquiui de A-
lem, Mana da Tiedade dos Sanios Aleai, Jos Joa-
quim Das Feru;nnle> Jnior, marido, tilhis e cu-
uhade, e mais prenles da tinada D. .Mana do Mon-
te Coollio Alem, agradcela (ordiaiuieoie a todas
as uessoas que se oiguaram acwuipauuar seu corpo
11,1 atiurtiTiu publico ; e-4enov os Cuuvida para
HSSKtir a missa dffseluiiu da, oh segaoda-ieira'fi
do cor re ule, as 7 Horas da maunaa, na igreja da
Madre de eos.
Olio bahoza a 400, oOO, 000 c 800 rs.
Agua de colonia i 400, 500 c 800 rs.
Cartas fi ance/.as z 200 e 240 rs.
Caixa com extracto 2500.
Cartas portnp;uezas a 120 e 200 rs.
Pentes brancos com costa de metal
320 rs.
Dillos pelos 200, 240 e .520 rs.
GatSo de laa para vestido (pessa) 400 rs.
Fita de sarja lisa
-'> e 2w00.
Ciixa com ohreas de maro 40 rs.
i:iixa com papel amizade a 700 rs.
Di lio e domado a 1$.
Ditlas com envelopes 500 rs.
Caixa com agulhas franeczas 1G0 e
240 rs.
Laa para bordar de todas as cores (libra)
(;>800.
lionels para menino 1 >, 2,> e 25500,
Linha de marca (caixa) 240 rs.
M ras para menina (duzw) 3^ e 3-5-500.
Pecas de tranca liza e de corocol a 40 rs.
Sapatos de la para menino a 320 e 800,
Capellas franeczas aa500.
Facas c galios, cabo de bataneo (du-
zia) 7r>.
Chicotes para cavado G00, 800 e 1*500.
Bengalla de canna \$, 1^500 e 2,5.
Vortas para luto 500 rs. (cada uma).
Papel almaco. greve (resma) 1^1500.
emporal pode ser procu-
rado em seu estabelecimento bo-
nanza, emporal contina a
vender na Bonanca, pelo mesmo
preqo que vendia em sua loja
com titulo de emporal.
feordeiro previdente
Kua do inclinado n. 1.
Sovo e variado sortimento de perfumaras
tinas, e outros objeetos.
Alm do completo sortimento de perfu-
narias, de que effectivamente est prvida a
oja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
loja ik mrn
55Boa do teimado5o
A VERA0E ti ndo c deposit grande
qoantidade 1 ''i fumarias, ede-
sejando apurar di.-.heiroe adqurir.ba fre-
Kuczki isla iss.):\ida a vender tnuitissimo
barato, tanto a retJho, como a maste*
para csses torn-ivni a rvei dor : por essa
razao convida ao respeilavel publico a vir
I i'ompelentemenle munido a amlrr-se d
I bom o barato. Pois quando: V'ERDAuE
apparece, tinte muid teVaj pai i ....
Grande sorttmcrtlti de botaras de eri e
massa as mais lindas ptssivtfis \ i ca-
raeJer.
Ricos globos pararan Heiro de
a 1-5800 e...... rflfl
Glande sortimento de uUy I
louca ptl iihnqtie!.) do imninu
Garrafa com titila a. ....
Dita com agua florida a. .
Frasco com oleo de babosa a ."iO.
GOOc.........
Dito cii .!!'.) (! Colunia I 300,
400 e........
'Garrafa com agna divina a. .
Frasco com extracto tino |
lenru a ....... k'-DOO
l.at s peipicnas lom banln a .
Sahonctts de diversas quali ladea I
80, 100, 240 e. ....
Finas escotas para denles a ti',
320 o. ........
Coquee modernos a.....
Pavii.s para gaz, duzia a. .
Fscovas para fado a 5 0, GOO e
Ditas para cabello a.....
Pentes para tirar piolho a MO e.
100
800
IrO.O
700
500
IVHK)
140
400
Brincos de cores bonitos a 160 e
Petas de tranca de la com 8
varas por. .......
a peca cea
(00
320
708
500
240
200
eceber um outro sortimento que se torna
O abaixo assignado declara que teudo-*e au- intawi npi, Varprl-.rlp dp nhiprto ntado de'su provincia para lugar inserto o Sr. Oiave peia\arieauaeaeODjeciOS,superion
sentado
Antonio Joai|iiun d:i Cosa e Silva, roga-se, por-
tadlo, aos redores deste, para apiniilur suas
contas no praso de 4 rtias, na II ja-Vista, ra do
'Hsario n. ."(i, para se verificar seus dbitos em
razao de urna carta escripia pelo mosino ao abaixo
assignado, alim de se deliberar o que ntelhor con-
vier. Kecife 1 Antonio Martius de Carvalho Azewdo.
Bomuegoeio.
Quem quier emprestar t.OOiOOO a pronto de
S 0/0 ao raei para ser mbkado em presta^'oes de
80^000 incnsaes, annuncie por esta folha.

COMPRAS.
Com muito waior vantaaem compram-3e
(upadas de ouro e prata : na loja de joias do Co-
racao de Ouro n. 2 D, ra do ilabujt^__________
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
i pedras preciosas por procos mais raatajosos do
pie em nutra qualquer parte.
Compram-se c vendeinse diariamente para fra
e dentro 4a .provincia escravos de todas as idades,
cores & sexos, com tanto que sejam sadios-: no
lerceiro andar do sobrado o. 36, ra das Cruzes,
frejuozia de Santo Antonia
COMPRA-SE
moedas de ouro e prata de todos os valo-
res, ouro e prata em obras inutilisadas, e
brilhantes e mais pedras preciosas: na lo-
ja de ourives do arco da Gonceir5o no Re-
cita___ 0_________________^_
Ottroep'at
Omnpram-se moedas de ouro e prata de toda
as qualidade.-, por bom proco : na na da Cadeia
do l'.enfe n. 58, loja do azulejo.
Compra-se
urna csanos stfguintes lugares : Chacn, Apipu-
cos, Monteiro e Ponte de Ucha. prefere- pequea ; uuem a livor dirya-se ra das Cinco
Ponas n. IM
Coinpra-se uiua cadeirhwa ou palanquimr
embora soja usado : a tratar na ra da Imperatriz
n. W.
Cixhos.
Compram-se quatro pares de caixillKH para ja-
nellas : na ra larga do Hotario n. Ui, botica.
VrNDAS.
Vene-se a laherna sita no atorro dos Afo-
sados, hoje ra Iinpfrial n. 208, com poueos fun-:
do^etcui eoinuiodos para familia : quem preten-
der nde examinar, e a tratar na ra da praia
n. 7G. ^
Wndiem-e diw prna- bontlas, iwna df 15
aupas e nutra de 30, ta cm habilidades, e aquel-
la 1rnta : na ra de It >rtas n. 9t>.
*** Veuidem -e libra- esterlina, em ouro : nO es-
eriptorio de C.arvaUo & Kogoeira, roa do Apollo
B. JO,
Feyto
mulaiiulio muito 'no o, eni sa
barato preeo : no armazem do ls
Camino, ua (ravessa da Madre de 1
-se por
RoJ/-igu* de
)eos n. 5.
lade, qualidades e commodidades de pre-
;os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
i espera continuar a merecer a apreciaco
io respeilavel publico em geral e de sua
aoa freguezia em particular, n5o se afas-
lando elle de sua bem conliecida'mansido
i barateza. Em dita loja encontrarao os
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita Terdadeira de Murray dr Lammao.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
:eza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para couservac3o do
issei da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
a ostras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
(rancezes om frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
ueate- finas e agradaveis.
Oleo pnilocorue verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
Ma escolhidos cheros, em frascos de dille-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para mSos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos nwilo finos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
'rucias.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
aas perfumaras, muito' proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
Fita preta para relogio uma por
Oeo para machina de cosliii ,
frasco a........
Penas d'aco finas caixas a 800 o
Dita d'aco Pery, caixa a. .
GalSo de algodo peca ....
Latas com banha a.....
Lindos babadinhos c entremei s
pera de 500 a......
Botos de madreperola, groza a
Ditos de louca muito lino a 100 e
Ditos para calca a !<0 e. .
Caixa com papel amizade a. .
Ditas com envelopes a. .
Ditas com ohreas a.....
Caixa com agulhas fundo ourad i
Ditas de ditas dilas a, .
Thesoura para costara a 100,
240 e........
Caixa com linha de marca a .
Linha de cores em novcllos (li-
b^ a........
Ditas com 200 jardas em carre-
teis duzia. a 70, 120 e. .
Grampos muito linos com pasa-
ros, duzia a......
Cartas portuguezas, duzia a .
Ditas francezas a OO < .
Papel almaro e de peso, resma
a .">400, 3fS80 e .
Ja muito tina para bordar, libra
Fita de algodo para Jebrum d
sapatos, peca a.....
Ditas de la para debrum 3e ves-
tido, peca a ......
Peines Unos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 240, 320 e......
Caivetes grandes com molla a .
Ditos para aparar penua a .
Carles com colxotes a .
Rosetas pretas, par a .
80
000
m
000
1OO0
1:'|IK'
'
600
200
240
708
i 80
0
280
10
500
280
800
1S200
200
15400
36000
f \:;oo
61700
160
488
401)
500
320
100
40
100
Bom rap de Lisboa
Bom rap do Lisboa
A toja da Aurora, m ro larga do Rosara*
38, pertenecnte a .Manuel Jos Lopes & liniao, m-
cv heram o bem rap do Lisboa, lauto em lata*
como sein ellas, do mais fresco e mejlwr qualtdai-a
que tem clieiado a este mercado ; assim como
tubem W,ai de militas mais qualidades, c de todo
dMe e vcode tanto .'in limas con: i a n-lalho.
Venda do sitio.
Vendc-se um sitio uo Monteiro, todo pinradj),
com torra de planlacao. arvores de fructo, easa u
inorada o um bom lianlieiro de pedia e cal s. bie
a levada : a tratar na ra do Cabug n. H, botica.
u
para enoanaiueuto d'agoa
Ganos de ferro forrados de porcelana, o esia-
rmados, ae diver-as grossuias : venda na ra
do Queimado, Azcvedo <\- iriniio.
No ruado Vipario n. t'J, e criptono deTbo-
maz de Aquino Fonseca & 0., vndese :
Hereori de I i\i libra em oaixas,
Vinhoengarrafado feneiM
dem idem de ontros fabricantes
dem em bnrris e aocoretas, especial.
Cal de Lisboa viuda pelo ultimo vapor c carga.
Cera cm vela? de Lisboa.
Oliainpagne e cognac om caixas.
i'.arv.i anioia! e vidro- cm caix:.s.
Vende-se urna, duas, at oineo casas no bec-
co da Paz, com commodos para pouca familia f a
tratar na ra da Vira cao n. 17.
Farinha
Xa rna Augusta n. 10 so dirti qnem \
saceos,de farinbada Ierra de boa qualidade.
M
T
Completo sortimento de" luvas novas Be
Jouvn de Jindas cores escomidas ao ultimo
moldes novos e elegantes, com pode arroz i gosto d'actual moda emPar-, chegados pei'i
a boneca.
Especial p de arroz sem composc5o de
eheiro, e por isso o mais proprio para crian-
Cas.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras differentes
fualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
A i iiriu mal coques.
Um outro sortimento de coques de no-
'os e bonitos moldes com filis de vidrilhos i
d alguns d'ellos ornados de flores e fitas,
sto todos expostos apreciaco de quem
os pretenda comprar.
G0LL1NHAS E PUNHOS BOKDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicao.
Fivclla* e fltas para cimts.
Detto e variado sortimeato de taes objec-
ios, ficando a boa escolba ao gosto do com-
orador.
vapor Oticida, ao armazem do vapor frati-
cez ra nova n. 7._______.
Escravo venda
Na ra Augusta n. 10 vendase nm mulatiho
de 11 a 12 annos da idade.
Ven
-se
o litio da travesaa do Romean n. l, na freguezia
dos Afogadps : quom o pretender onlenda.se coa
o sen proprictano na ra de S. Francisco n. 10.
Charutos de Havana.
Chcgaram casa de Jos Loqmi) Bourpard i
ra da Cadeia n.-l, os mais Mxediiados cliai i.n .
de Havana.
Dia 7 de setembro
PAfAA IiAlLKS.
Ricos cortes de tarhitaua burda.I a seda co. 1
satpieos pratiaifes-pek) centro n que pode Invtr
de m^lbor gosto nesto artigo : vendaba na I
do Pago ra d Crespo 7.
Novidae,
UVAS EMAV-XAS
Chegaram no-ultimo .vapor d Karona,o acham-
se venda do peOl restaurat;i do Hotel Ceotrut,
'rwa sirena do ftnsarit) u W. ______ ,
r Tndese tm cylindro em I o., ;,r -
prio para padaria : quer
palco do Terco n. 6.


t)
UiffQf4e Feniambuco Quinta /eir 2 de, J^tiunjiro de U
tiHANDE LIIJUtACAO
\A 10.IV
DA
72.
Ra da Imperatriz. -
72.
Alerta freguezes
qlk Arara vai cantar,
Para vender suas fazeixlas (baratas)
que multo ha de agradar.
O proprictario de3tc estabelecimento, tendo grande porco de fazendas em
Uto, vai proceder urna Kquidaro em todas as fazendas e rnupas feitas existentes no
estabelecimento, agora que occasio de quem tem pouco dinheiro poder se vestir de
b>a duenda ebantissiraa comosepoder ver no annuncio abaixo mencionado.
! 45 RIJA Di CADEIA \. 45
DE

M VDAPOLAO BARATO A 3;>300.
V,-nde-se pecas de madapolo enfestado
d> \i jardas 3!?00, dito do i jardas ou-
tf metros 51, 6<9, 6*300, 7S0O, 8000 e
99000.
CHITAS FRANCESAS A 280 rs.
BRAMANTE PARA LENCES A 20.
Vendc-se bramante com 10 palmos de
largura para lences, a 2-S. a vara.
I'EC.S DE ALGOaO A
Vmdem-se pec-as do algodSo
corpado f|, :>\ 6/1800e 7*.
muito en-
Vendem-se chitas fhtocoias para
esti-'Ctlernhos ecouamicos a 3*
d )s a 280. 320 rs. o covado, ditas escuras
muito finas 300rs. o covado.
Chali 11 millo uo A S0 rs.
Vende-se chalin pan vestidos le senliora
800 rs. o covado.
PERGALB3 A U4 BS.0 COVADO.
Ven le-se percales muito linos para ves-
tidos de senhora a H rs. o covado.
Krilaatiaa* a 440 rs.
Veode-se brtibaitina ou mnrsulinas de
cores para vestidos do so .horas 440 rs. o
OOvado, li/initas muito.nas para vestidos
de senliora 400 rs. e 500 rs. o covado,
ditas de quadrinhos 240 rs. o covado.
Rl:iCAD0 FRAN'CEZ A 36i RS. O COVADO
Vende-so riscado fhmcez para vestido
de senliora 300 rs. o covado.
Lasiahas a 54 rs. o covado.
Vendem se lasinhas para vestido de se-
nhora a 240, 280, 320 rs. o covado.
Cassas francezas a 280 rs. o covado.
Vende-so cassas francezas 280 rs. o
covado, chitas francezas finas a 280 e 320
rs. o covado.
Chales de merino a 9*.
Vende-so chales do merino estampados
i34e 2500 cada um. para acabar.
CORTES DR LAASARERTOS A2;H00
Vende-se cortes d la para vestidos de
senhora. 2-J400 cada um
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS
Vende-se alpacas de cores para vestid xs
de senhora, 720 e 800 rs. o covado, di-
tas do listras 700 o 7G0 rs. o covado.
Chitas prussiauas 3SO.
Vende-se chitas prusianas de listras de
cores muito bonitas a 300 rs. o covado.
CHITAS BABA CBBRTA A 320
Vende-se chitas no upadas para coberta
320 rs. o covado.
Baldes de SO a SO arcos
Vende-se ^aloes de 20 a 30 arcos
10500 cada um, balos modernos brancos
ede cores 5#.
duzia.
Vende-se colorinos econmicos a 320
a duzia, s se vende assim barato por ter
grande porcao.
CASE.MIRAS DE CORES
Vondj-se cazemiras de cores para calsa
e palilt -2:> 2^500 e '.i> o covado,
Algodo enfestado 1 A.
Vende-se algodo enfestado proprio para
lentes e toalhas, 1>, a vara ou 900 rs. o
metro.
BRIM PARA CALCAS A 400 RS. 0
COVADO.
Vende-se brira para calcas e palitotsde
homem e menino, 400 e 4 40 rs. o co-
vado, dito lizo a iiuitafo de ganga a 360
o corado.
Algodio de listras a SOO rs.
o covado
Vende-se algodo de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
CORTES DE BRIM CASTOR A 640 RS.
Vende-se cortes de brim castor para |
calca de homem, 640 e 800 rs. cada um.
' CARTEIRA PARA VIAGEM A 1.
Vonde-se carteiras para viagem id
cada urna, cobertores de algodo 14500
cada um.
Cobertas de chita \ lSOO
Vende se cobertas de chitas de cores
1*800 e 2-5, cada ama.
ALGODO TRAXCAHO DE ECAS LARGURAS A
11200.
Vende-se algodo transado de duas lar-
guras, proprios para lences e toalhas para
mesa, se vende a 1#200 q metro.
Mantas para gravata O rs.
Vende-se mantas para grvala a 200 rs.
cada urna, lencos de seda de flores, a 640
cada um.
ATOALHADO PARDO A 20500.
Vende-se atoalhado pardo para toalhas
de mesa 2$500 a vara, toalhas escuras
14, cada urna. Roa da Imperatriz loja
da Arara n. 72.
SOB A DIRECQO DO MUITO HABILARTISTA
Layiano, alfat'ate.
Os propietarios deste novo estabelecimento, tendo experimentado anecessidade
urgente de ter na direccao de sua oficina de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr. Launano Jos de Barros para tal mister, convictos de que satisfar
com todo o capricho a vontade do freguez.
Tem o mesmo estabelecimento um bom sortimemto de fazendas proprias para
roupa3de homem, como sejam: casitnira de cor, indos padrQes, completo sorlimento de
pannos finos, preto e de cor, casimira preta, grande sortimento de brins brancos e de
cores, merinos de diversas qualidadefc, bombazina, lindos cortes de gorguro para collete
gorguro Pekn, superior qualidade.'
Os freguezes encontraro ahija um variado sortimento de roupa feila camisas
inglczas, collarinhos, ceroulas, graveas pretas e de phantasia, meias para hmens, se-
nhoras, meninos e meninas, chapeos de seda para sol, colchas, bramante, atoalhado,
baloes de diversas cores o modelos, ambraias, malas para viagem, e outros muitos ar-
tigos que a modicidade de seus presos incita a comprar.
A na da Cadeia n. 45
44000
500
24000
CONVITE GERAL.
O proprietario do armazem de fazendas denominado Garibaldi. na ra da Impe-
ratriz 11. 56, declara ao respeitavel publico que tendo grande deposito de fazendas em
ser, o desejando diminuir este grande deposito por meio de urna liquidaco que fin-
dar no dia 15 ou 20 do crrante, por isso convida ao respeitavel publico a vir surtir-
le do boas faiendas. e pnr diminuto preco. a saber
CHITAS LARGAS A280rs.
Vendom-se chitas francezas largas a 280,
220 e 360 rs. o covado.
ALGODO ENFESTADO TRANCADO A
IOOO.
Vende-se algodo enfestado trancado para
lengoes a i#000, dito liso enfestado a 900
o metro. .
.CASSAS FRANCEZAS A 240 RS.
Veadem-se cassas francezas para vesti-
dos de senliora a 240 e 280 rs. o covado.
MAAPOLAO ENFESTADO A 34300.
Vendem-se peras de raadapolo enfes-
tado a 3->300. dito ingkz de 24 jardas ou
38 metros a 54, 64, 74, 84, 94 e 104, a
peca.
LANZLWAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nliora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
BVREGE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege do listas para vestidos
a 500 e 640 o covado.
4LPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
3.X rs. O COVADO.
T* Vendem-se alpacas de cores a 500, 640
e 720 rs, o covado propria para vestido de
senhora.
SEDAS DE CORES A 14.
Vende-se sedas de cores para vestidos de
scuhora a 14 o covado.
POflCO DE RETALH09.
Vende-se ama porco de retalhos de cas-
ias, de 13a e sedas e de outras fazendas
por muito barato prego.
A' elles antes que se acabem.
CUAL Y DE CORES A 800 RS.
Vende-se cbaly de listas de seda a 800 rs.
o covado.
CHALES DE CASSA A 14-
Vende-se chales de cassa a 14, e de me-
rino a 24.
CORTES DE LA A 24400 RS.
Vendem-se cortes de la de listra para
vestidos de senhora a 24400 rs. para aca-
bar.
ALGODO A PEQA 44000.
Vende-se pecas de algodo a 44, 54, 64
e 74 a peca. E muitas oatras cousas que i
seria enfadonbn mencionar. I
CHITAS PARA COBERTAS A 280. /
Vende-se chitas francezas para cobertas
a 280 o covado, dita encarnada a 30 rs. o
covado.
CASEMIRAS DE CORES A 24500.
Vende-se casemiras de cores a 24500 e
34009 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 34000.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 3>000, ditos de seda a 104 cada um.
BRiM DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim de cores para ca'^as de
homem e meninos a 400 rs. o covado.
angas para calca a 3 SO rs.
Vendem-se gangas de c&res para calca e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado.
MSSELINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se musselioa branca a 500 rs. o
covado, dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS;
Vende-se larlata&a verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 24.
Vende-se lencos brancos a 24 a duzia.
Gollinhas e manguitos para senhora a
500 rs.
Ditas de linho fino a 14000, para aca-
bar, t
IGRANDE SORTIMENTO
DE ROUPA FEITA DE TODAS AS QUALIDADES.
Vende-se a roupa feita por menos 26 ou
30 por cento do que em outra casa : por
isso os pretendentes podero vir examinar
para ver a realidade do annuncio.
Velbutina preta a 320 rs. o covado, para
BALOES DE ARCOS A 14500.
Venden -se bales de 20 e 30 arcos a
14500 cada um, ditos modernos a 44.
BRIM HAMBURGO A 84000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
burgo a 84, vem a ser mais barato do-que
algodaosinho-.
CORTINADOS A 144000,
Vende-se cortinados para cama a i 44
para liquidar. Ditos para janellas ,a 74.
Todas estas fazendas se vendem muito
barato na ra da Imperatriz n. 50.
RIVAL 1!
Ruado Queimado ns. 49 e!,57
lojas de miudczaz de Jos de
Azcvedo Mata, est acabando
com as miudezas de seus estabe-
lecmcntos por isso queram apre-
ciar o que bom e baratmimo.
Peras de tiras bordadas conM2
metros, fazenda superior, a
14500,24, 34 e.....
Caixaa do linha com 50 novellos
Pares de sapatos de tranca fa-
zenJa nova a ......
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a......14500
Duzias de meias cruas para ho -
mem a........i 34800
Tramoias do Porto fazenda boa
e pelo preco melhor 100 attos a 4200
Livros de missoes abreviadas a 24000
Duzia de baralhos francezes muito
finos a24400e.....' 480f
Silabario portugnez com estam-
pas a ........
Gravatas de cores e pretas muito
finas a .....
Cartoes com clcheles de lato
fazenda fina a......
Abotuaduras de vidro para colete
fazenda fina a......
Caivas com penna d'aco muito
finas a 320, 400, 500 e .
Cartoes de linha Alexandre que
tem 200 jardas a .
Carreteis de linha Alexandre de
70 at 200 a......
Caixas com superiores obreias
de massa a......
Duzias de agulhas para machina
Libras de pregos irancezes di-
verso tamanho a. .
Livros escripturada para rol de '
roupa a. ...... ,
Talheres para meninos muito
finos a. ,......
Caixas com papel amizade muito
fino a........
Caixas com 100 envelopes muito
finos a........
Pentes volteados para meninas e
senhoras a.......
Thezouras muito finas para
unhas e costuras a. .
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80 120 e .
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a......
Pecas de fita branca elstica
muito fina a......
Novellos de linha com 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a...... 24500
Grozas de botoes de loura muito
finos a........ 46C
4320
4500
4020
4500
14000
4100
iioo
4040
24000
4240
"*I20
4240
4700
4600
4320
4500
4320
4160
200
60i
LOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Una Os proprietarios deste bem nunhacido eslabele-
cimento, alen dos nitritos ohjeclos ([uc tinliain ex-
postos a apreciacao do respeitavel publico, juan-
daram vir e acabam.de receber pelo nlthnQtvapor
da Europa um completo e variado sortimento.de
finas e mu delicadas especialidades, as qoaea es-
So resolvidos a vender, como de scu costume,
por pregos muito baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luyas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
nhora, ueste genero o que ha do mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites p;ira caberas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o quo pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por i,
alm destas, temos tambera grande sortimento de
outras qualidades, eutre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de suporior canna da India e
Graude o completo sortimento de_ machinas para
descaro$ar algodo de nova invenro chegadas l-
timamente em direitura para a loja de Manoel
liento de Oliveira Braga & C. na ra Direita n.
33. Garntese quo a rnelhor qualidade que ate
o presente tem vlndo ao mercado : acham-se em
exposicao aos compradores.
Systema decimal.
Grande e completo sortimento de pesos kilo-
grammoi de melhor comprehensao dos que tem
vindo at o presente, assim como marcos de lalao
alo meio grammo pelo mesmo syslema, balaw-as
de lalao de forra de 5 a 20 kilogiammos, metros
de madtira e de'lalao para medir fazendas, alm
de grande sortimento de miudezas o ferragens de
todas as qualidades, ludo por procos que s a vista
tU crdito : na na Iliieila n. 53, luja da Manuel
Bcoto de Oliveira Braga & C.
COGNAC.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch & C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino ta Inglaterra.
Veude-se em casa de Th. Just. ra do
commercio n. 32.
BAZAR UNIVERSAL
O Ra NotatO
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que se ven-
ilem por pregos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposicao servicos a electos para almo-
CO e jantar, salvas, bandejas, taholiros, bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candieiros para sala e cima demesa,
paredee portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e enanca, bercos, cadei
cas longas para viagem, ditas de balanco,
espedios de todos os tamanhos, molduras
para quadros.gaz, baldes americanos, gu r-
castao de marfim com lindas e encantadoras tiuru- da comidas, brinquedos para crianfas, um
Machinas vapor de
forca de 3 e 4ca-
vallos.
Motores para 2 cavados.
Arados americanos.
Machinas de facao e serrotes para desca-
rocar algodo.
Balancas para armazem e balcao.
Gamas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Utait-
field.
Prengas para copiar carlas.
Fogo americano patent
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
3uantidade de oatras qualidades, como sejam, nia-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cbicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegurames sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
MmnM tontos para o mesmo lint
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecilos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsdes, e
facilitam a denticao das innocentes maneas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a rccebe-los por toaos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
romo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
Sara que sao applicados, se venderao com um mui
minuto lucro.
Rogamos, pois, avista dasebjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a vireni
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7_______________
ExtraeUim carnis
Este producto alimentario para doentes, mui
apropriada para creancas e para as pessas suas;
indispemavel a todos, porm, principa!viente aos
viajantes, que terao nelle o recurso de podereni
ter alimentaco de carne fresca incsrruptivel, e
que com facilidado se aprompta e se conduz, por-
que n'um pequeo volume carrega-se alimentado
para muito lempo. Sobretudo chama-se a alten-
iao dos senhores de engenhos que encontraro no
EXTRACTM CARNIS o recurso de alimenlatvio
agradavel, hygienica e barata para seus fmulos c
seus doentes.
Este producto fabricado pelo processo do dis-
tincto medico Dr. Ubatuba, no Rio-Grande do Sul,
que acaba de crear um deposito nesla cidade em
casa de Jos Victorino de Rezende & C, ra da
(ladea, escriptorio n. 52, primeiro andar, venden-
do-se :
No deposito a ra da Cada n. 32.
as pharmacias dos Srs.:
Manoel Alves Barbosa, mesma ra n. 61.
Joaquira de Almeida Pinto, ra largado Rosa-
rio n. 10.
Antonio Mara Marques Ferreira, pr?ca da
Boa-Vista n. 91.
N. B.As latas que contem o extracto trazeiu
urna gua para seu uso.
Scbonete de alcatrdo.
AntoniQ Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que t5o boa
acceitacao tem merecido n'esta provincia
muito se recommenda para a cura certe
das impigens, sarnas, caspas e todas af
molestias de pede.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu & C,
34na larga do Rosario34.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceico, em barricas grandes.
Balanzas orizontaes
Pelo uovo systenia de kj lo-
grauma.
Vende-se no armazem de J. A. Moreira Dias,
rna da Cruz n. 26.________________________
Cal nova de Lisboa.
Xarope de fedegoso
de Pinto
E' de urna' efficacia verdaderamente ma-
ravilhosa como calmante do systema nervoso
e applicado contra a par'alisia, asthma,
tosse convulsa ou coqueluche, tos e recen-
tes ou antigs, suflocacOes, catharros,
broncneos, etc., e em geral contra todos
os soffrimentos das vias respiratorias, e
na phtisica pulmonar, sua virtude contra
o ttano ou espasmos, e convulscs in-
contestavel, e ninguem ha que a desconhe-
ca. Ra Larga do Rosario n. 10, Pernam-
buco.
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e n esa, tapetes para sala, quarto,
frente de soph, janella e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se encontrarlo
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pena ir examinar.
NOVIDADE
A' LOJA
1K)
PASSO
Chapelinas de palha de Italia u'tirna no-
vidade em Pars.
ENFEITES
ds todas as qualidades e gostos.
Chapeos e gorros
de padinha. tudo para senhoras c meni-
nas.
Camisinhas
bordadas para senhoras, como tambem ha
especiaes para noivas.
Saias
bordadas brancas e de cores, ultimo gosto.
Vestuarios
de cambraia branca bordados agulha,
gosto inteiramente-novo, propriamente para
baptisados. Ditos de fusto e alpaca de
cores, gosto a zuavo, para meninos de
todas a idades.
Coeiros
de casemira bordadas seda frouxa.
Espartilhos
de todas as qualidades e ultimo gosto.
Luvas
de pelica do afamado Jouvin, recebem-se
por todos os paquetes.
Colxas
de seda muito ricas, proprias para ca-
samentas, assim como ha para uso ordina-
rio.
Chapeos de sol
bordados" e lisos, pretos e de cores.
Baloes
de cores e brancos, para senhoras e me-
nas.
Cortinados
bordados para camas e janelas, fazenda de
muito gosto.
Todos estes artigos podem ser procura-
dos i ra do Crespo n. 7 A.
A NOVA ESPERABA
21 Ra do Queimado 2)
Advertencia!
A Nova Esperpnca, ra do Quelmad
n. 21 tendo em deposito grande quandad
de miudezas, c como se approxima o tem-
po em que tem de ser dado o balanco, por
isso desde j previn* ao respeitavel'publi-
co, que est resolvida a vender suas mer-
cadorias pelo baratissimo preco, para assim
diminuir a grande quanlidade das qne
tem: assim pois, venham os bons fregue-
zes, e os que nao forem venham ser fregue-
zes, em tempo tao opportuno quando i
NOVA ESPERANCA convida-os pechincha-
rem, pois que para coaiprar-se caro, d3o
falta aonde e a quem...
Elle quer e ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Paris) quer sem-
pre primar em nos remetler objectoi de
gosto e perfeicSo, e ella (loja da Nova Es-
peranca) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o quo de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo < d'ambos) i
Nova Esperanca ra do Queimado n. 21,
alm do grande sortimento que j tinha,
acaba de receber mais o seguinte:
Bonitos brooiK, puicciras e brincos de
madreperola.
Papel e envelopes bordados e mati-
sados.
Papis proprios para enfitar boUoa
bandeijas.
Brincos* pretos com dourados (ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos galloes, franjas e trancas de
seda e de laa, para enfeites de vestidos.
Botoes de todas as cores e moldes novo
para o mesmo fim.
Trancas pretas com vidrilhos sendo com
pengentes e sem elles.
Botoes pretos com vidrilhos com pingen-
tes e sem elles.
Luvas de pellica, camurca e excossia.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos.
Delicados leque de madreperula, mar
fim, osso e faia.
Espartilho simples e bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimento d*
miudezas ra do Queimado n. 21, na
Nova Esperanca.
Collares anodinos ellectro-magneti
eos contra as convulces das
creancas.
N3o resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por ahi intitulados o
verdadeiros de Royer, e eis porqae muitci
pas de familias nao creem (comprndoos)
no effeito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros; a Nova Esperanca, porn
que detesta a falsificaco principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes collarer
e garante aos pais de familias, que sao o
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
Cas tem salvado do terrivel incommodo d
convuleftes, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para sem
filhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando ejptlo ser di*
fficil alcancar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros coUare
de Royer.
Nao mais cabellos brancos
A tintura japoneza, para tingir os cabel-
los da cabeca e da barba, foi a nica admt-
tida Exposicao Universal, por ter sido
eonhecida superior todas as preparacoes
at boje existentes, sera alterar a saude.
Vende-se a 1)5000 cada frasco na
i 51RA M mHL 51
1* ANDAR.
Vende-se na ra do Apollo barmazem de Reg
& Irmao n. 18.
AS MAS BADAS
E
todas as molestias syphiliticag,
pelo
ELEXIX DO DR. SEVIAL
nico depurativo sem mercurio que Un-
ta aceitacao tem merecido no Brasil, as
repblicas do Sul e na Allemanha espe-
cialmente para cura das boubas, sarnas,
rhenmatismo, todas as molestias syphiliti-
cas e em geral todas aquellas provm da
empreza do s*angue.
NICO DEPOSITO
iaz iaz Chegou ao antigo deposito de Henry Forster A
C, rna do Imperador, am carregamento de ga:
de primeira qualidade; o qual se vende em partida-
e a retal ho por menos preco do que em outra qual
quer parte.
Saceos com farinha de
mandioca.
Haia A Landelino vendem saceos com farinha
de mandioca, em purco, e por preco commodo :
na ra estreita do Rosario n. <8. _________
CAL DE liIliO.%
POTASSA DARUSSIA
A mais nova no mercado, a preco razoavel: nc
armazem de Manoel T Basto, ra do Commercic
n. 13.
KA
Pharmacia e drogara.
M
Barthomeu & C.
84Rna Larga do Rosario34
ATTENCAO
Vende-se urna porfi de gradeamento de ferr
que foi do passadico do Recito a Santo Antonio, o
igualmente se vende urna machina de forca de 3 a
4 cavallos, em perfeito estado, e caldeira nova : a
tratar na Torre com Andr de Abren Port.
Sua do Crespo n. 17.
ESTEIRAS DA INDIA PARA FORRAR
SALAS.
Gorgoroes de cores para vestidos.
Poupelinas de linho e seda de muito bom.
gosto.
Sedas de cores de lindos desenhos.
Alpacas de listas muito bonitas.
Ditas lisas de todas as cores.
Gorgorao em chitas, fazenda nova.
Brilhantinas de cores.
Casaquinhos pretos de guipure.
Ditos de casemira de todas as cores.
Riquissimos cortes de vestido de blond.
Ditos ditos de cambraia bordados.
Ditos ditos de tarlatana bordados.
Colxas de seda ltimamente chegadas.
Ditas adamascadas brancas e de todas a?
cores.
Damascos largos e estreitos proprios para
colxas.
Baloes de todas as qualidades.
Saias de cores,
Saias brancas bordadas.
Tapetes de todos os tamanhos e para co-
vados, aveludado.
Cambraias de cores e chitas de todas as
qualidades, e outras mudas iazendas que se
vendem por todo preco, somonte para acre-
ditar a distincta firma de
AmUSESCUIMAlBUC.
Venda de mpostos
Manoel Barbosa da Silva, arrematante dos im-
postos provinciaes das comarcas de Tacarat, Ca-
brob e Boa-Vista, e dos impostos de consumo das
agoardentes do termo de Olinda, avisa aos qne
pretenderen! comprar ditos impostos, que pode ser
procurado ra do Livramento n. 22, onde por si
ou seu procurador podem entrar desde j em ne-
gocio os pretendentes.
Sempre novidades pa-
ra bailes e casa-
mentas
NA LOJA DO PASSO
Ricos cortes de seda de cores, com ricos
desenhos integramente modernos. Ditos
de diversas fazendas de phantasia, como
sejam, bareje de seda, poupelina, tarlata-
na com flores prateadas, tudo propriamente
para soires. Ditos de 13a, gosto escocez,
novo gosto. Ditos de blond de seda para
casaraentos, com os competentes \\os e
capeas.
Todos os artigos cima descriptos encon-
tram-se por precos muito mdicos, ra
do Crespo n. 7 A.__________________
Rap Frnceza
DA IMPERIAL FABRICA DE VIEJRA GUIMA-
# BES d COUTO.
DO RIO DE JANEIRO.
Vende-se este excedente rap no escrip-
torio de Joaquim Gerardo de Bastos, ra
do Vigario n. 16, i andar.

>
M



Diario de Peruambuco Quinta feira 2 de S
etembro de 186
9.
\
K
agua florida ver-
RIVAL si sin
Ra do Queimado n, 49 e 57 foja
de miudezas de Jos de Azeve-
do Mata e Silva conhecido por
Jos Bigodinho.
Est queimando tudo quanto tem em seu
estabelecimento para acabar e fazer novo
sortimento, por isso queiram vir ou mandar
ver o que bom e barato.
Caixas de linhas do gaz com
50novellos a .
Latas com superior banba a
4sJ0, 200 e.....
Frascos do oleo babosa muito
fino a.......
Duzias de meias (inglezas )
muito boas a
Garrafas com
dadeira .
Garrafas com agua divina darae-
lbor qualidade .
Caixas com 12 frascos de cheiros
proprio p;ira miraos .
Dita com|t frascos muito finos
Oleo baboza muito fino que so
a vista ......
Sabonetes de calunga muito bo-
nito ......
Caixas de ro de arroz muito
superior .....
Pecas de babadinho com 10
varas ......
Pecas de fita de cs qualquer
largura .....
Escovas para unhas muito fi-
nas ......
Escovas para dentos fazenda
muito fina .....
Pulceiras de contas de cores
para meninos ....
Gaixas de linha branca do gaz
com 30 novel los .
Pe^as de tranca lisa de todas
as cores .....
Resmas de papel pautado muito
fino ......
Pares de botoes para punhos
muito bonito ....
Libras de 13a pa a bordados de
de todas >s cores .
Pentes com costas de metal
muito finos .
Novellos de linha muito grande
para croxs .
Duzia de linha froxa para bor-
dado ......
Grosas de botoes madreperola
muito fino .....
Sabonete muito finos 00, 120,
160, 240 e.....
Pecas de fita de 15a todas as
cores ......
Espelhos dourados para pareda
looo e .....
Espelhos de Jacaranda muito
fino'......
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol i .
Pares de meias cruas para me-
ninos ......
Caivete muito fino com i fo-
Ihas ......
Frascos de sndalo e patecholy
muito finos .
500
400
400
bWOC
i 206
1*300
2d50fv
800
500
0240
GOO
500
50C
,5500
240
200
600
040
4000
120
8000
320
320
480
500
320
500
1500
2000
060
.5320
EM CONTJNACAO
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM

*tSSmS2*K

mmm g>& maipaiaa'ifiajso. q DE
FLIX PEKEIKA DA SILVA.
O proprietario deste grande estabelecimento tendo sido o arrematante da
exmela loja denominada=JAfi>/tf DAS DAMAS=b ra da Imperatiz n. 36, e nao
Ihe tendo sido possivel, na mesma loja, concluir a liquidaco da grande quantidade de
fazendas que all existiam. pelos poucos das que leve at entregar as chaves, vio-se
obrigado a passar a maior parte dessas fazendas para o seu estabelecimento, o=PAVO
onde o respeitavel puolico encontrara um grande sortimento das melhores fazendas de
linho, 15a, algodao e seda, que se Ihe vender muito mais barato do que em" outra
qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, e as pessoas que negociara em pequea
escala, tanto da praca como do matto. nesta casa podero fazer seus sortimentos em
pequeas ou grandes porcSes, vendendo-se-lhes pelos precos que so compram, n s
casas inglezas; assim como as excellentissimas familias poderSo mandar buscar asamos-
tras de todas as fazendas, ou mandar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas
casas; o estabelecimento se acha constantemente aberto das 6 horas da manhSa s 9
da noite.
h.
& z
A AGUIA BRANCA tem conviccSo de que a abrtndancia rh! objectos de novidade-
era seu constante e completo sortimento, a boa eseolha no gosto delta, a superioridas
de de qualidades, e a hmitacao de seus precos, estao na op nio o respeitavel publico
em geral, e na de sua boa fregaezia em particular ; mas ainda assim ella jlga de sen
dever scientificar a todos, da recepeo d'a^iellos objectos que estao alera du connuuui.
como bem sejam :
L MU i.uiui
FIO lfETOL.1
Barbante
Em casa do Rabe Scbmetau d- C. Cor o
Samo n. 15.
SHERRY G10E9Z0.
Gelo seal.
COC.MAC IB W1SSV.
tm casa de Raba Schmettau A C. Cori o
Santo n. 15.
ALTA NOVrDADE
EM POLPELI.NAS OU QORGl'flO DE UN'IIO E
SEDA.
Pelo ultimo vapor ebegou para a loja do
elegante sortimento das mais
Pavo um
1)500
15200
Grande
loja de fazendas e roupas feitas
ra da Inperatrh n. 52,
parla larga,
DE
paredes porto
Neste estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico um bonito sortimento de
roupas e fazendas de todas as qualidades e
preces commodos, tera sempre um bonito
sortimento de casemiras de cores e pretas,
panno fin de diversas qualidades, brim de
bonitas cores e brancos de boa qualidade,
encarrega-se qualquer obra por medida e
preco muito cnmraodo
ROUPAS FEITAS
aa loja da ra da Iraperatriz n. 52, porta
larga, de Paredes Porto.
Tem neste estabelecimento um bonito
sortimento de roupas feitas de diversas
qualidades e precos commodos, como sejam
palitts de alpaca preta e de cores a 3,
3^55 O e t; ditos de panno preto sacos a
6, 7 e 8; ditos de panno superior a
120, 145 a !6; ditos sobrecasacados de
dito dito a 18, 20 e 25; ditos de case-
mira de cor a 5, 6 e 10,?: calcas, colletes
e pautte de casemira muito lina de cor a
20 a 25$; calcas de brim branco de cor de
todas as qualidades de 2 aC; ditas de
casemira preta a de cores de 4 at 12;
colletes de todas as qualidades; ceroulas de
bramante a 1500,20000 e 2500; camisas
francezas de linho e de algodao de todas as
qualidades a proco mais barato do que em
outra qualquer parte; colarinhos, gravatas;
bonito sortimento de chapeos de sol de alpa-
ca e de seda; meias inglezas a 6 a duzia;
pechinoha neste estabelecimento pelo
grande sortimento : todos os freguezes se
podero prover dos ps at a caneca por
preco commodo.
FAZENDAS
Grande sortimento, orno sejam, chitas-
baratas a 300, 320 e 360 rs. Madapolo
fino 7, 85 e 10 a peca. Algodao (pe-
cbmchi) a 50SOO a peca e outras qualida
des. Cambraia branca de todas as quali-
dades transparente e Victoria de 35500 a
8 a peca, lanzinhas de bonitas cores, al-
pacas bonitas, utfecia a peca com 28 metros
a 283000. EsgiiSo o mais fino possivel a
2500 a 3 a vari, a outras muitas fazen-
das por preco commodo, que seria enfado-
nbo mencionar, a loja do
LEO DA PORTA LARGA
DE
Explendido sortimento de
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO A RA DA
IMPERATR1Z N. 60
Acha-se este grande estabelecimento com-'. bellas poupelinas ou gorgnroes de linho o
pletamente sortido das melhores roupas, seda, com os mais delicados padroes qtie
sendo calcas palitts a coletes de casemira, se pode imaginar, assim como urna grande
de panno, de brim, de alpaca, a de todas porco de cortes da mesma fazenda, tendo
as mais fazendas que os compradores pos- de todas as cores e garautindo-se que neste
sam desejar, assim como na mesma loja genero nao ha Dada mais bonito nem mais
tera um bello sortimento de pannos casemi- proprio para vestidos, e vende-se por pre-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer co muito razoavel na loja de Flix Pereira
qualquer peca de obra, coma maior promp- da Silva, ra da Imperatriz n. 60.
tidao vontade do freguez, e nao sendo
obrigados a acceita-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico, um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho e algodao a outros muitos artigos
proprios Para homens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
Aos dez mil covados de cassas
frauce zas
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
faredes Porto.
CIMENTO
Vende-se verdadeiio fimento; na ra da
Ma ir do Daos o. 22, ymazem de Joo
Martina de Barros.
3rar
Itroetrag para paroajrom d'a, de diversas
roiwas: aa roa do Queimado, Azevedo Ir-
nao.
peratriz n. 60 urna grande quantidade de
mil covados das melhores casas francezas
para vestidos, tendo padroes miudos e gra-
dos, assentados em todas as cores, estas
cassas sao propriamente .francezas, tendo
transparentes e tapadas,' rom tanto corpo
quasi como a chita, e alera dos padroes
serem muito bonitos, sao todos fixos e seria
fazenda para muito mais dinheiro, 'mas re-
talha-se a 300 rs. o covado.
Cspartilhos a 3AOOO na loja do
Pavo *
Vende-se nraa grande porcao de esparti-
Ihos moderaos com o competente cordo,
tendo sortimento de todos os tamanhos, e
vendem-se a 3 5 cada um.
BRAMANTE PARA LENQOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A t#800
Chegou para a loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, urna grande porco de
p cas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de um lencol, o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; e vende-se pelo
barato proco de 1.5800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicaces para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
Cortes de vestido do Pavo a
G4000.
Vendem-se bonitos cortes de cambraia e
tarlatana, ricamente bordados a 15a, pelo,
baratissimo preco de 6$.
Ditos por estarem um noun machucados
a4J.
Ditos finissimos con. seda a i.
Assim como os mais m nos cortes de
poil de chvre, com duas saias, sendo fa-
zenda chegada pelo ultimo vapor, cada um
em sua caixinlia com o competente figurino,
a 18;?; finissimos crt s de cambraia bran-
ca, ricamen e bordados, que at podem
servir para noiva, a 255000, e outros mui-
tos cortes de differentes fazendas que se
liquidam baratas na loja do Pavo.
CEIU DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porcao de cera de
carnauba em saceos, por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 50. De Flix
Pereira da Silva.
CASSAS A 210
Vende-se cassas com delicados padroes e
cores fixas 240 rs. o covado: na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Flix
Pereira da Silva.
AS BASQUINAS DO PAVO
Chegaram para a loja do Pavo as mais
ricas basquinas de casaqoinhos de soda
pretas ricamente enfeitados sendo com os
feitios mais novos que tem vindo ao merca-
do e vendem-se muito em conta.
ROZ DE COR
Chegaram os mais boniuis grosdenapeles
de cores, sendo verde, azul, lyrio. cinzento
e branco muito alvo, que se \endem mais
barato do que em outn qualquer parte.
BASQUINAS liK 1 (L
Vende-se as mais modoj.i,.., e mais ricas
basquinas de fil preto, por preco em conta.
VESTILINHOS PARA MENINOS A
2,*000 E 2500
Vendem-se ve-tidinhos para meninos e
meninas, pelo barato preco de 2i0O0 e
-.'5500, assim como ricos enxovaes para
baplisado.
MADAPOLO FRANCEZ A 76000 A PECA
* Vende-se pecas de madapolo francez en-
testado com 20 metros a 7000 a peca;
p chincha
MUSSELINAS DE COR
Vendase as mais bonitas musselinas da
cores a 500 rs. o covadd.
CELEZIAS
PANNO DE LEVIIO
ATOALHADO
Vendem-se as mais finas celezias de linho
com 25 varas cada peca, sendo mais finas
ainda que os mais finos esguies que tm
vindo ao mercado, a 45$, 55$, 60,5000 e
7O;S000, tambera se vende em varas as
mesmas celezias, sendo preciso; assim co-
mo, pannos de linho do Porto para lences
com perto de 4 palmos de largura a 700,
8 bem se faz alguma equidade ; bramantes
para lenres com 10 palmos de largura a
1)9800 c 25500 o metro, e de linho muito
superior a 3$200 e 3)5500.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 2)5400, 35 e 35500 o metro, e
Vende-se na loja do Pavo ra da Im- futras muitas fazendas brancas que se ven-
ratl'i-7 n fl lilil rtr->nHn mnn' \, l.i.l.. An"> J___ ___..
dem muito mais barato do que em outra
lualquer parte, com o fim nico de apurar
dinheiro.
CHITAS
MADAPOLO
ALGODOSINIIO
Vendem-se superiores chitas escuras e
claras pelo barato preco de 20, 320 e 360
rs. F as percallas a 320 e 360 rs.
Pecas de algodosinho de todas as lar-
guras e qualidades. Pecas de madapolo
dos mais baratos at os mais finos; assim
como, superior algodosinho enfestado para
lences, toalhas, tanto Jiso como trancado ;
todas e>tas fazendas se vendem mais barato
do que em outra qualquer parte, para apu-
rar dinheiro.
PECHINCHA DO PAVO PARA ESCRAVOS
A 200 RS.
Vende-se urna grande porco do esta-
menha mesclada, propria para vestidos de
escravas, camisas e calcas para moleques,
sendo urna fazenda escura trancada e muito
encorpada, pelo barato preco" de 200 rs.
o covado, fazenda que sempre se vendeu
por muito mais dinheiro.
VESTIDOS A 800 rs.
Com duas saias
Chegaram para a loja do Pavo os mais
modernos, e mais bonitos cortes de vestidos
de cambaia, e organdys; com mais lindos
padres, e o competente figurino, tendo
cada corle 18 covados, que pode dar corte
para senhora, e menina, e vendem-sc pelo
barato preco de 5000, nicamente na loja
c armazem do Pavo ra da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da Silva.
ORGANDY DE COR A 3i0 RS. 0 COVADO
Vendem-se finissimos organdys de cores
para vestidos com lindissimos padroes pelo
barato preco de 360 rs. o covado ; assim
como ditos bran;os muito finos com listas
larga* e estreitas, edequadrosa 800 rs. e
l<;000 a vara, tambem tem tarlatana bran-
ca, e de todas as cores a 800 rs. a vara ;
RIs de llores a 40 rs. a vara, e ditos lisos
a 800 rs. a vara, e de salpico a 15000;
isto na loja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz n: O de Flix Pereira da Silva.
CHALES DE CASEMIRA
Chegaram os mais modera..s, e mais
bonitos chales de casemira com dezenhos
mteiramente novos, que se vendem a 95.
100, 12;^ e 145 ; assim como urna grande
porco de ditos de menina que se vendem
mais baratos do que em outra
parte ; na loja e armazem do
da Impfiratriz n. 60, de Flix
Silva.
Bonitas caixinhas de madeiras envernisa-
das. contendo navalhas e os mais necessarios
para viagem, servindo ellas do carteira
juando abertas
Outras conforme aquellas, proprias para
senhoras.
Outras machetadas, com thesouras c os
mais necessarios dourados e de madrepe-
rola para costura, obras de apurado gosto
a perfeiyo, proprias paro um bello pre-
sente, tendo algumas com musia.
Estojes ou carteiras de ecuro com nava-
lhas, e os mais necessarios para viagens.
ESCOVAS DE MARFIM
Parannhas. dentes, cabello e roupa.
Outra de balea com machetados de ma-
dreperola para os mesmos fins.
OBRAS DE MADREPEROLA
Leques, escovas para dentes, caetas,
dida-'s, brincos, alfinetes etc. etc.
Ricas capel'as com veos para noivas.
Cintos* de Brim, cora elstico para se-
nhoras.
Voltas de grossos aljofaes de cores,
para circular os coques.
Outras igialmente bonitas, e com pin-
gentes para o pescoco.
Outras com aljofares coloridos, e tran-
selin donrado.
Botoes com ancora, e P. II. para fardas
e colletes.
Abotoadnras d'aventurine com o p de
prata donrada, para colletes, cada um 5?.
Pannos de crothel p.ira cadeiras.
Novo soiliniento de toalhas de labyrin-
tho, para baptizados. ^
Renda e bic de guipur^ bronco e
preto.
Fil preto, de seda, com salpicos.
Pequeos e delicados espanadores do
peanas coloridas, proprios para piannos,
oratorios, etc.
Bonitos passarinhos de melal pratcados,
para segurar costuras, tendo almofadinhas,
de' velludo para agulhas e alfinetes.
Thesouras de duas, tres, quatro e cinco
pamas para frisar babadinhos.
AGULHAS NON-PLUSULTRA
Tal a qualidade d'essas agulhas, que
mereceu ao fabricante o p'omposo titulo de
Non-plttsulira, merece a Aguia Branca as
honras dura annuncio, e sem duvida me-
recer das intelligenles senhoras, a devida
estima por sua apreciavel qualidade.
At agora nada se linha visto de to bom
em tal genero, e ainda assim custa cada
papel apens 200 rs.
Provavclmente d'aqui a pouco abundaro
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, porm as vordadeiras continuarlo a
vir especialmente para a loja da Aguia
Branca.
Descrever minuciosamente por seus no-
mes e qualidades a infinidade d'objectos
.1 1XA-
SIJPERIOR.
Roiissiilon, curte blnnrhe.
Km casa de IIalie Krhmettan tt
S. rorpoftaot n. 15.
VINHO
DE
BORDEAK SUPERIOR.
CHATEAU LA ROSE.
CHATF-1U RAUZA]'
fcm casa de Itabo Sclimettau & C. Corpa
Santo n. 15.
BartholoTn!! & c,
boioeide crista!, encastoados em prata,1 que. constantemente se acham venda na
ra ntllhns. A n nur I l: .l __: n____ .__:____-, :._____!
para puihos, 45 o par.
Camias de flaneila para homem, a me-
Ihor qualidade que tem vindo a este mer-
cado,
Meias de la para homens, senhoras e
creancas
Ditas le dita, tecido de borracha, para
quem sofre de inchaco as pernas.
loja da Aguia Branca, serg seno impossi-
vel ao menos infadonho por isso ella cf.a-
fia na constancia de sua boa e antiga fre-
quezia, e pede aos que de novo queiram
reconhecer a commodidade de seus precos
e a cinceridade de seu agrado, que nao se
esquecam de comparecer loja d'Aguia
Branca ra do Queimado n. 8.
qualquer
Pavo, ra
Pereira da
t or loados
Para camas e janeHas.
Vende-se um grande sortimento aos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 125000 rs. cada par at 255000 rs,
isto na ra da Iraperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
BALES MODERNOS E SAIAS DE LA
Na loja do Pavo wnde-se os mais mo
demos baloes reguladores tanto de mnsse-
lina como de la de cAr, e as mais moder-
nas saias d i laa entestada, mais barato to
que em outra qualquer parto.
SULTANAS
Chpgou para a loja do Pavo um grande
sortimento das mais linuas sultanas, para
vestidos, sendo muito larga e Iwnita fazenda
com listas de seda e os padroes mais novos
que tem vindo a es-e mercado, vendendo-se
alOO.e covado, na loja do Flix l'ereira
da Silva ra da Imperatriz n. 60.
MUIlI CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter SIMO DOS SANTOS ft C.
Os proprietarios deste bem sortido armazem de secco e molhados, parlccipam
aos seusiumerosos fieguezes, tanto desta praca, como do matto o igualmente aos ami-
gos do bm e barato, que teem um grande o vantajoso sortimento de diversas merca-
dorias eas mais novas do mercado, as quaes vendan em rosso e a retalho, por
menos peco do que em outr qualquer parte, por s>er maior parte destas mercaderas
compraos por conta propria, por isso quem comprar at a quantia de lOOfl. ter cinco
por cen pelo seu prompto pagamento garantindo-se-qualquer genero sabido deste
armazen,
VlNHO, PiLULAS, XAROPE E TlNTUR.l
de jrubeba simples e ferruginoso;
Oleo, Pomaue Emplastro da mesma
planta preparados por
BURTHOLOSIEO & C*
Pharmact;ut:cos-Drogt.'ista3
EKEEt.\.4IULCO
A Jurnh'.'ba : sla plti |10j-; rtronWi*
como o Mil poderos.) inico, como o melhor
lesobMrueiiiu.e como lal applicaJa dos paik-cin<;nio
do ligado c baco, hcpnics, daresas, tumrw inter-
nos e esiwcialuienle Jo ulero, lirdrpesias, erysi-
pcllas, ele.; e assoc.ada ao ferro c uul nas p.l!idai
cores, chtoroses e falla de me;ilrua;5o, imum-
jos do eslomago, ele, o que divrmos miesta
innmeras curas impoilanles oblids oom nastet
preparados ja hem conocidos e usades pelos mais
dislinclos mdicos do paz e Portugal. Em lodos o<
nossos depsitos distribuimos gratis folbetos qua
raelbor fa^eln conheccr a Jar-bcba secs resnltadcs
e appticafio.
Gouiuia le SSQiSto oa (iiiliJ:i<9r.
- Veade-5e na ra do Qeiaudo nun ero 13, i"
am'ar.
GAZ iMEBICANO n a lata, a 400 rs.
a garraf; e 60 rs. o litro.
VINH VEBDADEIBO FlGUEIRA 560 e
640 rs. garrafa, a 43500 e 45800 a cana-
da, a 7' e 940 rs. o litro.
IDEM)E LISBOA das melhores marcas,
"00, 40 e 5t)0 rs. a garrafa, a 30 e
iiO acanada, 600 e 640 rs. o litro.
AZEIE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, a 73 a caada, e 13340 o litro.
VINlIi BRANCO DE LISBOA a 600 rs.
a garrafa 43500 a caada e 900 rs. o litro.
VINA(RE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 24' e 30 rs. a garrafa, 2,>-200,
U)800 ( 13400 a caada, 360 e 480 rs.
o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 13440 e
13280 libra, 33140 e 23800 o kilo-
grammo
IDEMFRANCEZA 960 900 e 850 rs.
a libra, 123100, 13980 e 13870 o kilo-
grammo,
DEM PARA TEMPERO 640 rs. a li
bra, I3W) o kilogramrao, em porco se
far abatpento.
BANIl DE1 PORO) DE BALTIMOOR
720 rs. libra, c 13570 o kilogrammo, em
porco s far abatimento.
ARRO DO MARANHO E DA INDIA
120 e 19 rs. a libra," 260 e 300 rs. o ki- LiBTr?1! e.'- "frasc."-
620 rs. o kilograramo, em porco ha aba-
timento. v i
DOLACIiINHAS KJhUJAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, a 13 o 13400 a lata.
VELLAS DE ESPAR.MACETE 70 rs. o
masso. em caixa ha abatimento.
PIIOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, tm, 400 e 560 rs. o masso,
33200 c 63500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINIIAS
DE MUITOS TAMANHOS 33500, 53500
e 13 a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso de una libra, e em caixa ha ab-
liraento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 100 rs.
a libra, em caixa fai-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 53500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS. VERDADEIRA IHLERS
BELL, 800 rs. a garrafa e 93 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 13500, 13200, 13 e
800 rs. a garrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E AMBUR-
GUEZA 73 e 6?a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LAUANJA DOQE .AROMTICA.
logramm e 33800 a arroba.
ALPIA 240 f?. a libra o 520 rs. o
kilogranfno. e63 por 14 kilogrammos.
:AFtKM GRAO 63 e 63500 a arroba,
200 e 50 rs. a libra. 440 a 520 rs. o
kilograrrno.
SABAMMASSA 260 a 200 rs. a libra,
570 f 40 rs o kilogramrao, em caixa ha melhores
abatimelo. 33200 a
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
33, 23800 e 2-5400, em caixa faz-se gran-
de abatimento.
TOUC1MIO DE LISBOA 400 rs. a li-
bra, e 880 rs. o kilogrammo, e 113500 por
14 kilogrammo?.
CHA FINO. GRALDO E MIDINHO os
que lia no mercado, 33 e
libra, 7^080 o 63540 o kilo-
M.ASS.S PARA SOPA, MACARRO, TA- grainmo.
HlA?JN E ALETRIA. 800 rs. a libra e DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 23700.
13750 oclogrammo. 23500. 23200 o 23 a libra, e 53450 e
SEVAHNHA E SAF 280 rs. a libra o 43180 o kilogrammo.
Assim como ha outros muitos mais gneros, vinte em ancorelas, azeitonas,
passas, fcos novos, charutos de diversas marcas, liognicas de Lisboa, marmelada. con-
servas gla de marmello, pcego, ervilhas, peixo em latas, sardinhas de ranles,
vinho verte engarrafado, pomada canella, cravo. ervadoce, oominho, pimenta, grandev
mullios 1e sebolla 13500,' Analmente muito mais gneros que enfandonho
mencionlos.
Fupio diHMi-ienho TijiIds os Santos da villa
de Ipojura, no dia 30 d* maio, a esenvo Gmeal i,
representa t..-i i8 minos d,> idade, dodco m;iis ou
menos, cor vernielha, ;:lto, aotso, olios poqaesos,
sem barba, c o< ps radiando, fin awraTu da Sra.
I). S.'tihorinh.i ilariad.. Livranento, que moran ra
villa de Serhihctr. : no .lia imm.'diatu da Tupida.
estera na mewoa villa : snppoVae estar acontado,
o que se proceder com o rigor da le a quem o
leiilw, e pede- e s unloridadra policfaes vu capin
Uta de campo a captara oomoKmo e enirraarno
meNUo engenho ao abaixo avigaado, en na ra
da Moeda n. T, i' andar.ocriptorio de Uanoet Al-
ves Perreira & C, que ser generofamenle recom-
pensado.
Miguel Panlino Totenlino P-^res PalrXo.
As autoridades policiaca ea
quem competir.
No dia 2!) da maio do crreme amo Ri-
gi o cscravo Csequiel, crioulo de 30 32
annos de idade, esuiiuia icgular. reforcado,
cor bem preta, cabeca reden la. trajava ca-
misa azul e calca de casemira cimenta; du-
rante o dia costu na andar ganhando nas
rua>, ou em arinazens de assacar ou nas
tabernas a conversar e a beber; duran e a
noite rccolhe-se a t--lheiros aberlos ou pe-
netraveis, a casas em construi-cjio a a ou-
tros quaesquer lugares onde se possa abri-
gar: quem o apprehender tenha a hondada
de o conduzir ra da Aurora n. 2C, onde
ser gratificado.
Fiigiiaiu do engcnio Firmeza
do termo da focada, na noite de
10 para 11 do crranle, dous es-
eraras mulatos, o q aes fbram
comprado ao im. Sr. ha rao de
Nazareth lia 5 das pnuro m is
cii menos, sendo Jnao, idade de
vg^^-ia***- 'O a $2 anuos, bem barbado, pei-
tos cabelludos, ten oa dedoi dos pea, isto ne
iiiioiiuos curtos e quasi que trcp;.ui um no oatTO,
tendo todos os dentes de frente, corpo regular e
leva rhano de conro .te sartanejo, caiga azul de
algodao que Ihe cliaiiiaui peile d'onca e cobertor
de hacia escura o mafcalgiUM TOnfW, r"; '.ravo
ilo Illni. Sr. lente coronel Agosiinho Horafia <*e
Mello, de Ourieury, u ouiro de nome Flix, ca-
bra, alto, bom corpo. idade 23 annos pouco mais
ou menos, levou chapea de aouru de abas largas,
calcaazul de algodao qne Ihe ehaniam peile do:i-
ca e cobertor film Sr. Eduardo Pereira de Souza, da provincia
da Parahyba, que o venden por seu procurador o
Sr. Jos Lup's Alheiro ; quem o apprehender o
levar ao mesm.. enpenlu. Plrmesa ou no eeifeii)
escriptorio de Domiufros Alves llamen*, a ra da
Viparion. 21, sori generwameate recompensado

riil^ lulaUlvrl c erer*U*, akaoiuUiucaw a uu.ca ,|i.u cura msj ueutium aduiinu. v ..^0
i li alian boUcM A mw. (Eligir iMrMM ) IHuw 4c uuaoia.) Parn. ea
l tirtwwl aatila. II.

Este admirare!
[Depurativo nao
ronlemcmsimcr-
[curio, iodo ou
irsenico; um
___Ivi^oroso niodiD-
cudorrura o mangue e cura radicalinentras molcsli^i ricp.'llc, laes cemo s Irpra, asknpigens. as herpes, as
esuinliia, r. os Paaooa, efe. Emprp;ado diariamente elle refresca a ma2 dosangoc e consolida o saude
1 IRJECCAO CADET Cura?L1Z?*aam nx*0i "^
*is, 7. B* Oenata,
liiiiiiii
Fujiio doetigenlK ollegmda Luz .1 esera'a
preta Martinha, bafin e delfiada do corpo, con
marcas de bexifms, muilo bobada e de mufla labia,
pat-M-se hem a quem a levar ao dito engento, OH
aos Srs. Oiiveira. Filho & C, no Recife.
Kugio uo dia 23 do eorrentc, do engeii'.o
Qiiilib.i da fieyu.zia de Seriiihiem, o e?rravo ca-
bra, de nome Flix, que representa lar 38 ann.s,
mais ou menos. ,-i|t, rosto, cara larga, bem l'al-
lante.Jev. u raiga ile brim pardo, tamisa do nu-
dapolao. chapeo de conro ou um outr-o do chi'e
novo ; cuj. 1 escravotalvez teula lomado o eami-
nho de Pao d'Alho .- quem o pegar c levar ao dito
engenho, ou no Recife a ra do Imperador n. 4S,
serjrener Pugio .10 eniienlio I!.un J.irdmi da frego.via
da Escada, na madrugada do dia 30 de agosto pr-
ximo passado o e erara preto anoef, 1
idade 30 annos, pmieo mais ou menos, c..jo e
ra tem os signaes segnintes: crioulo, cor lu,
secco do corpa, estatura regular, ponen barba,
11 desembarazado, milito regrista e. tom falta .lo
um iicdaco da oreiha diraia, eo o foi oom-
orada lia p 'iico dias nosta cldade do Recife ."." yc.
Pedro JorgV! : roga-se as autoridades paliriae- a
\y
'gnes, Ahneidat G




Diario de Pernambuoo Quinta elm 2 de St'loniWo de 1869.
VSMBLA GEBAL
r
smenlo, quepoder nao ser o mais recr-
iado, mus seguramente 6 sincero.
Urna facilidade encontr na declarado do a^les meaos gravosos, menos perui-
CAMABA DOS SRS. DEPUTADOS
SESSOEM 30 DE JILHO."
presidencia no sn. MBUS.
(Continua o)
(tonco leobo a dizer sobre o projedo re-
digido pela nobre rommisso. Todavh ha
um periodo contra o qnal hci de votar, a
liara Uso pennittir a caaftra que en man-
de urna eatcad siippressiva.
Arespnsta i falla do throrte, sondos
estyios adaptados cm todos os paizes regi-
dos pelo mesrno syslema que o nosso,
urna paraphrase, um acto de cortezia a
.-.orna, em que se acoeipanha, periodo por
periodo, a Ma do throno.
Solivianto eu vejo que o le ice i ro pe rio-
4o desta resposta diz assim : A larga
sombra do rgimen constitucional repre-
sentativo, manlido pola incessante vigilancia
.)e V. M, Imperial, bSo pod m medrar as
bteas ideas, as ms paixoes e os interesses
sempre dkpoates a appellar
para a agitacio, para a forca e para a vio-
lencia material.
NJosci, Sr. presidente, a que periodo da
falla corresponde este da resposta. NSo
sei tambera aquem quer alludir a honrada
commisso ; su se refere opposico, adio-a
injusta, e impropria de urna pera desta or-
rtem.
Na opposico lia Brasileiros milito -distrae-
tos e patrilas to sinceros como nos o
sanos. Essc eslylo nao me parece pru-
dente, e pode parataer provecafao. Provo
car/io s 'iieliante- watt* os legitiraistas que
/oram euiuprifnafltar H-nnqa V, c a ou-
tra de 18iS contra os banquetes politices,
foram sempre confrmnariaa pelos hornees
ensatos e a ultima foi considerada o fogo
chegulo mina que Tez voar Luiz Philippe.
que era um bom re.
Que coveni'nciahade iiserir na respos-
ta esae periodo imprudente '! Eu nao a
descubro ; esses desabafos sio mais pro-
prios dos polmicas da impreusa e da tri-
buna, mas nao tem canimeiilo quando nos
dirigimos cora.
Pensando assim, bSo smente hei de vo-
tar contra esse 3 periodo da resposta, como
bei dw mandar urna monda supprimindo-a.
Quinto ao mais, nenhuma observaclo tenho
a fazer, c porianto voto a favor.
Termino, Sr. presidente, agradecendo a
esta augusta cmara a benevolencia com
que me onvio, e que me dcixou profunda
mente penhorado.
Vqzca : Muito he o Muito bem !
O SR. F. BKL1SAIM0 : ^5r. presidente,
o Ilustre orador que acaba de senlar se oc-
Gopou a attencSo da cmara com oesboeo
histrico das ultimas administraroes que se
tem suecedido no paiz E' um assumpio
elevado e digno redmente desta discussao.
(Apoiados.) J que outros predicados rae
alleuaai (nao afama*), procurarei no as-
' somat de que vrm orcopar-me a elevaco
em que (levo manler-se sle debate ; tra-
ta re i exclusivamente -das nossas questes
entornas, isto da guerra em que nos adia-
mos empenhados no Paraguay, sendo su-
bordinadas a essa gr.ando questao todas
as mais em que tenho de tocar.
E este, Sr. presidente, o ponto principal
do discurso da cora e tambem o ponto
principal da resposta que se acha em dis-
eussao. E senhores, a primeira preoecu-
pataoda Brasil ; deve ser a primeira preoc-
cupaea i di parlamento.
Um dos gabinetes que dirigi os negocios
pobcos no comoco desta guerra, como
observan ha pomos inoinentos o nobre ora-
dor que acabou de fallar, teve como nico
ramma debeWar i guerra.
Se naquella occasio a guerra era a pri-
m>->-.-i da orcupacoes do Brasil; se ento
{ludia constituir o programma anteo, o lim
exclusivo dos esfarfos do governo ; boje,
m tomado maitu mais onirosa,
muitu io iis desastrosa, que tem compromet-
tido muito mais a* naana futura1, que exige
sacrifki is muito rnaiores, a guerra deve ser
3 nossa primeira. e principal preuceupaco.
nd -. senliores, mu axemplo de
..lia.: atraso poltlko, se depois de cinco
anaos.de ana guerra honrosa para nossas
anaas, ina> devasladora ; se depois de sa-
caias tantas vidas e despendidos tantos
rapitaes, nao exislisse no Brasil alguem me
levantasse a voz a la*w da paz, senoexis-
liSSfi um partido que quizesse e preparasse
os piars de celebrar so a paz. tambem
pe drvemus imitar os exemplos da
fagialerra. Ba odas as guerras emque
se t ni acbade ampaalniliii tem aaaapre
aparecido um partido iavoravel paz ; no
proprio puSamenio inghz vezas numerosas
ae apreseutam setnpre discuiindo todas as
questSes das diMureatcs guenas quo tem
sustentado aq ella naco, todas as conve-
niencias, a jiossibilidade ou necessidade de
porem-se Ibes um lermo. Foi o que pre-
senciamos anda lia poucu a respeito da
guerra da Abyssinia, o que presenciamos
laabem durarte a gaerra da Crimea, e nao
s passados muilos annos que, na maior
lata que a Inglaterra tem sustentado neste
secuto, liavia um paitido da paz. frente do
qual no parlameido se aebava Fox, um dos
estadistas mais eminentes daqoelle pai?. E
cutreairto. senhores, a Inglaterra sustenta-
ra uessa guerra os venladeiros inloresses
do,mundo civiljsado oontra a poKlioa insen-
sata de Napolela%
Toiando cm assumplo t5o grava. Sr.
prcsidciilo. eu me srlo iobrcinado ucanlia-
do ; j s debata que nos oecupa, j a mag-
i cumplo, j.i a mir/bi posicSo es-
pecial, tornam-mc sobremanera conslragido
o esse ni mi c :.sira<;imcrito sincero.
Mas, r. presidente, eu faltara aos dic-
ta:ies da uiinlia Cniscit'iica, as minbaa con-
Vic, de represen tanto da
naco, se, divergi i l i profundamente
ueste pohto de qnanto se lena felo, nao
iomasse a palavra para mioifestar com fran-
jdeza oaacu pensamentu completo, franco,
, po* tase mc.ano que aioeapaoibo a po-
rtica do a- lo"l gabine!'1 rom tanta lealdade,
coin i.i;iij Grmeta, quant. me sieto pequ -
no e iusigxi.kanltj para auxia-lo. Muilos
nao apoiados.)
Sr. areaidente, si a l'ailar nes-
t: assumpto, 6 doprs das dtclaraooes pe-
r nkptori fon i > do go-
B dluslrad Sr. presidente
i ouajfeatou'sc aflata cmara
c uoo tambem os Srs. ministros da gu rra
edestraugeiros ciar rnanifestaram-
se de tnaneira a nao detxar a menor duvida
sobre o ni,i lo porqir en.aram os negocios
,merra ; e assim, dever daquelle que
aceita essa direcc^ i, q-J8 nntre duvidas
a escrpulos, ir ou aocultar scu pen-
de credrtos : preciso discernir
diversos meios de que podemos laucir mao a urna
Ilustrado Sr. presidente do conselho : disse
S. Exc. que a nossa honra eslava vingada,
e que era vingar a honra nacional o Brasil
linda dado as mais exuberante provas de
eneraja e esforcos como poucas nares o
tem igualado.
Se, portanto, a guerra e acha nesta po
sic3o, se a honra nacios est desaggravada.
se s nos mantem no Paraguay urna qnes-
to de interesses, abre-se campo vasto e
desembalado para a discussao. Icsde
que o honrado Sr. presidente do conselho
fez esta declaracjio, entend me a guerra
tinba dado um grande passo e nao poolar
deixar de carainhar rpidamente para seu
termo. Desde que o governo declara que
a honra nacional est desaggravada, c que
a questao se colloca nos limites de meros
interesses, esla guerra nao mais possl-
vel.
verdade, senhores, que no senado um
Ilustre senador, tanto mais autorisado quan-
to que tem tomado grande parte na direc-
Co dos negocios pblicos uestes ltimos
annos, entenfaru que a honra nacional nao
se adiara desaggravada. era quanto nao
collocassemos o inimigo na posico de nao
poder mais offender-nos.
Basta, porra, este enunciado para ficar
patente qne nao se trata mais das oensas
receidas, mas de offensas qne passamos
receber no futuro. Nao se trata mais das
affrontas recebidas, mas de imaginaras que
por acaso possam ter lugar.
Cousequentcmente pelas offensas feitas
honra nacional, a guerra est terminada,
isto nos temos lavado completamente os
ultrajes que nos foram toncados.
Collocada a questao aestr terreno cumbre-
nos fallar com clareza naejo ; preciso
que conhecamos bem a posiro em que se
acha esta guerra, que conhecamos os sa-
crificios que estamos fazendo o os que tere-
mos de fazer, para que a "naco, pondo de
um lado o fim poltico que anda nos man-
tem no Paraguayo de oulro lado os onus
a que nos sojeilamos, as difficuldades com
que sobrecarregamos o futuro deste paiz e
que ameacam esmagar-nos, possa julgar e
decidir se convem parar ou continuar nessa
guerra to ingenie, to eolossal nos sacri-
ficios que exige quanto mesquinha e estril
nos resultados que proraette. (Nao apoia-
dos.)
O Sr. Candido Torres Fn.uo :Apoiado.
O Sr. Di'oije-Estrada Tkixkii.a : Peto
a palavra.
O Sr. F. Bblisario : a primeira
distas quesloes a financeira. O Ilustrado
Sr. presidente do conselho nos disse que
ninguem mais do qne o governo e de que
S. Exc. conhece as difficuldades com que
luamos para adiar recursos. Nao bastante
que o governo conher.a essas difficuldades,
necessario que o paiz todo as confiera e
possa bem avaha -las.
Quando discutimos os novos impostos
com que aggravamos ainda a sorte dos
contribuintes para fazer face aos augmentos
das despezas e dos juros dos nossos grandes
emprestimos, a primeira commisso do or-
camento nos disse que a guerra j ha\ia
consumido cerca de 30^,000:000-5. Para
chegaraeste resultado a commisso com-
prou o quantum da nossa divida ao como-
Carmos a guerra com aquelle que c actual-
mente, e da dillerenca entre os dous alga-
rismos, concluio que aquella era a dospeza
da guerra.
Mas, Sr. presidente, nao representa este
algarismo todas as soramas que a guerra nos
tem absorvido ; a maior renda do Brasil, a
cioeos.
E se qneremps ter urna prava do quo
bem tem procedido o rfastracto cidado
qae dirije vm tanta proficiencia a pasta da
fazonda, nos a vemos, Sr. presidente, no
que actualmente observamos da parte dos
nossos adversarios. Todos os ministros da
fazeuda da si'uacao passada, exceptlo de
um que nao ganluria muito em sereiq seus
actos dismtidns...
O Sr. Drorr.-Esniun Thkkuiv : -
Apoiado.
E, senhores, a moeda tem chegado attt di guerra exigir que ftpmw
ima depreciando que, creio, nao excedeu eos, que tenhamos de emitti
nunca de 15 0/0. e nao obstante j tem
havido motins em algumaa ciaiades da Ita-
lia, como em-Kapaies, por caiua da depre-
piaclo da meada, motins que cortamente
no Brasil os correspondeutes arehi -ultra-
montanos dos nossos Jornaes terto apre-
sentado com symptomas de, reaeco a favor
da antiga rgaisacao da Ilata.
E' tal a resistencia que se tem encontra-
do na poputac3(>, que o govenio ilaliaao
tem laucado mo de todos os meios, anda
pa mais impopulares, como o ultimo ioi -
posto sobre o trigo, mas uo tem podido
9 Sn. T. Btfaas.Mio : -.. .acham-se pre-^onlinaar a emit'ir papel, paraevilarmaior
sent'es n* senado : um delles sobre ludo depreciafao no meio circulante.
Atlrllmo, com todos qnantos refletem
sobre as cousas do Brasil, que o nosso esta-
do do atraso provea em grande parte do
nosso inqtialilicave! sy.dema liuanceiro.
Um ecoBomisti nolavel. que trotn das
aossas relacSes commerciaes, [)ostiviHwn-
le declara na falta de estabilidade da
moeda ilo Brasil, que principalittWte, re>i-
\1r segiiranca.
') illusdado Sr. presidente do conselho
leflloroii-nos, s.nitores, um paiz que, des-
completamente ou em parte a cohfianca
para o estado, elevase o preco loa t-
tulos consolidados, c ento o governo
transforma nestes ttulos os espitis qne
se aclmvain empregados era eradlos a
curto praw>, pelo engodo dos juros aovados
e pela certeza de receher 6 capitana as
soramas dadas sem as coslumadiBosclla-
;5es no valor dos ttulos a longo pnzo.
No Brasil, porm, sera diilicil lo the-
souro contrahir um empresimo (fe urna
quantia mais avultada a curto prazu
Te lo-hii tentado o honrado prciente
do conselho resoapando aos paizes lran-
geiros para reahsa-lo? Se nfSo o fz,
que certam ule foi impossivcl. Ea m-
possivel que, estando o Brasil a braco com
urna guerra to desastrosa e cuja tenina-
co nao dado prever, a Inglatern on
oulro qu thjuer mercado monetario^d/iEoro-
pa nos olTereccsse os scus capitaesreu con-
dicoes aceitaveis.
O Sr. Dcqik-Estuada Teixeira:^So-
bretudo depois qae o nosso credik foi l
elevacao dos impostos, e tudo quanto antes barateado com aquellas operacoas que se
tem constantemente oceupado tribua, fa-
zendo graves aciflsacoes ao gal>ineto e ao
partido conservador, e ainda uenlmm del-
les mo.slrou quaes os meios de que devia-
mos laucar mo a nao seroja aquelles que
temos euapregado. E' porque, senhores,
outros nao existem, porque as cireum-
stancias aao to calamitosas, que os mews
sao m is. -s i funestas, por forca dessas
mesmas ciicurastancias, a cujo imperi) nao ^ fJ5 i p issivel, Sr. presidente, quo o ca-
dado fugir. "ptal se fi\e oeste jwiz, que aquelle que
O Su. Pereuia da Sima:At deixaram accy-nulou riquezas com sua-s ecmomias e
passarsem discussao o emprestimo paga ve I como snor de sen rosto para si ou para
em ouro e a emisso de 10,000:000^ de seus filhos, as conserve n'um paiz q i; Ihe
papel-mocda. uo offerece garantas ; nao, o capital ir
O Su. F. Bblisarw :Assim portanto, | procurar abrigo nos paizes em que encon-
ar, presidenle, nao dscutindo em abs-
tracto esses meios que podereinos [trovar o
seu erro ; preciso comparar com outros
e ver se de algum podia-se larit;ar ml6 com
maior vantagem.
As apolices de valor flxo foram enjillidas:
a 90, cntregando-se aos portadores nm l-
talo de 1:000) ; mas o thesouro nao rece-
beu efectivamente sena > (KKWWO |>or caria
urna dessas apolices.
lia, Sr. presidente, um meio que a scien-
cia a.:onselha e cuja vantagem a experiencia
tem comprovado nesias ardutf circoABtaa-
cias.
E' sempre dillkil n'uma crise emittir t-
tulos de divida consolidada ; ellos soltrem
uina depresso i>o s das circumstancias
graves que o paiz atravessa nessas occa-
sies, como tambem da certeza que tem o
capitalista de que novos ttulos sero forco-
samente emittidos. Assim, portante, lera-
se recorrido em taes condices a empresl-
tnos de curto prazo, embora com jnro mui-
to mais elevado, para que, correado os
ca pitaes para este emprestimo, fique o the-
souro mais folgado, aim de esperar urcum-
staucias mais felizes para consolidar a lvida.
Passado o peior periodo da crise, volta
os novos esfoT-
emittir de novo uina
grande quantidado de moeda-papel, quaes
serSo aiada os onus que bao de pesar sobre
o Brasil ?
Sappofihamosqoe, cootinuando a guerra,
sejamos obrigados a emittir a quantia de
50,000:000-5, Com a actual depreciaco
da moeda, essa quantia nao pode produzir
para o thesouro, em valor real e elfectvo,
se nao pouco mais de 33,0011:039* sem
levar em cora a redacro que ha A- re-
sultar da propra einisalo. Qual ser a de-
preciaco que produzr mais essa somraa
de papel no valor da moeda ?
A ninguem dado dtz-lo com precisio;
rccooheeemos o facto, mas nao podemos
precisar o quantum. !fao estarel longe,
porm, da verdade se avahar em 20"/, a
depreciaco que ha de trazer nossa moeda.
-Pois bom; supponhamos que sjr essa;
os credores do estado e os portadores da
moeda-papel na qual incluo a dos bancos
possuem um valor le 413,476:162^ (na
poca era que foram feitos o* relatorios) ;
se a depreciado for de 00/*, ba de bnpor
aos credores do estado um prejuizo, urna
peda de 86,295:252*000 t .
Assim, portaBto, Sr. presidente, para
que o governo possa ter 33,000:000$, que
apenas suficiente para a continuaco da
guerra, por poucos mezes ha de impor aos
possuidores da divida do estado urna perda
estril de 8(i.000:000 I E quaes sero
os prejuizos que solrero os cidados em
todas as outras relaces commerciacs, em
favorecida pela nalmeza, mas que eu direi todas as diversas transacc/ies ?
.ipiare:it.'in.:iiie, uu s -m algumas rea- Se a moeda fiduciaria soffrer a depresso
de mais 20'/,, igual prejuizo solrero to las
consumiamos dentro do paiz nestes dous
ministerios to despendise, o da marnha
e o da guerra, boje san dispendidos in
Paraguay ; ludo isto constilue onus de
guerra.
.Mas, senhores, nao somonte na grande
divida que se adiam representados os gra-
vames que supporta o Brasil. Ella eleva se
boje, segundo os clculos que posso fazer
pelo relatorio do nobre ministro da fazejtda
a mais de 500.000:000"), e se calcularmos
a disiila exterior segundo o cambio actual,
se avali unos o emprestimo interno de valor
(ixo, chegaremos a um algarismo pouco in-
ferior a 00,000:000,$,
esta a importancia em que um ilus-
trado senador avaha a nossa divida actual,
leudo tambem declarado que, se a guerra
fizeram.
Sr. E. Beluario :Se recorrssemos
agora ao crdito da Europa, as couicoes a
que teriamos de sujeitar-nos senm to
desfavoraveis, que qnando, linda aguerra,
tivermos necessidade de recorrer quelles
mercados, as circumstancias em ]ue se
apresentaria o Brasil teriam nota\jlinente
empeiorado.
Lembro-me que ltimamente m fondos
russos trm sido granih.'niente depeciadoW
nos mercados europeos, attribnin'o-se a
causa desta depresso iuiportanei;e mul-
tiplicidade dos emprestimos que tm con-
trahido aquetta estada, de modo Im em
|touco mais de um auno, se bem m recor-
d, lovaiitou qtianlia superior a Snilhoes
de libras esterlinas. A Bussia etretanto
Ces ilejsf.ivoieci'lo, eotre! iiitu urna ra;a
vigorosa, por isso me-BjO que luta conlra
as difficuld idos da natiirezi. tinba elevado
aquelle p'iiz a uoi dio iri: dj prosperi-
dad: fallava da Escossia.
Sr. presidente, a ECO-sla sempre t'eve
os meamos rochedos. o mesmo solo ngra-
o, a mesm.i ra.a de homeus e o mesn
clima (apeados); foi o capital in^lez que,
accumuland-se nessas grandes operacoes
mcrcantis, que aquelle p vo vigoroso faz
em todas as parles do globo, fo-se reco-
Ihondo aquelle paiz, promovendo to nola-
vel prosperidade. Mas possivel no Bra-
sil a accumulaco de espitaos ?
0 Sn. Cardoso de Menezes : Quando os
elementos do paiz se desenvolverem.
O Sn. f. Belisario : Ouco, Sr. presiden-
te, continuadamente o problema de procu-
rar trazer-se para o Brasil captaes estran-
geiros; como podereinos nos, porm, cui-
dar da imporUiro desses captaes para o
Brasil, se nos nao podemos asar aqu os
nossos. eapites ou ler a esperanea de con-
seguir altrahir os captaes estrangeiros,
quando os proprios capitaes do Brasil des
apparecem, cemigram promra de abrigo?
Se lancarmos osolhos para o Brasil, para
esta provincia do Hio de Janeiro, que me-
Ihor conheco, nao pederemos deixir de
sentirmo-nos desanimados: esta provincia,
pie tem exportado tantos e tantos mlltoes
de arrobas de caf, nao ten) visto nenhuma
parte (pde-se quasi assim dizer) de to
avultadas sominas" lixar-se no seu solo; to
enormes capitaes tem desjpparecido sera
deixar vestigios., Porm as ricas matas
qne cobriam esses montes desapparecepam
e a fertilidade espera o trabalho de hornera
para voltar!
E, Sr. presidente, quasi que nenhuma
s obra importante mostra o capital se te-
nha flxado como em outros paizes. Nesses,
estradas aperfeicoadas, canaes, cidades
sumptuosas, o melhor aproveitamento do
solo, os progresos da agricultura, etc.,
mostram a lixaco dos capitaes; cutre nos
nada disso acontece !
as transaeces que se liquidaremem moeda-
papel ; assim o (pie desconla letras com-
merciaes ou empresta dinheiro, o que re-
cebe rendas pelo alugnel de suas fazendas,
ou de suas casas, todos aquelles que re-
cebem ordenados on salarios, todos em
surama, que receberem urna qualquer quan-
tia em moeda-papel (o nico agente da
nossa circulaco) soffrero um prejuizo
igual redueco do valor da moeda.
Es, portanto, se continuarmos aemiltir
papel moeda, as perdas, o peso torrvel
com que ainda sero onerados os cidados.
Mas, Sr. presidente, podemos nos contar
com os recursos de nosso paiz para conti-
nuarmos a levantar imposlos para paga-
mento das dividas que vamos contrahindo ?
E' o proprio Ilustrado Sr. presidente do
do conselho que nos diz no seu relatorio
que, chegados os impostos a um certo
pinto, nao aflectam smente s economas
do paiz, mas o proprio capital; que longe
de produzir recursos, elles deprimem as
rendas publicas; porque nao affeetam s,
as sobras da producro, atacara o proprio
capital productivo.
E, senhores, est o Brasil em circums-
tancias de supportar dividas lo colossaes,
de pagar impostos to onerosos .'
Temos o habito de comparar o nosso
estado com o das nacocs europeas : anda
nao ha amitos dias o illuslado Sr. ministro
da guerra, querendo argumentar para a
eicvac3o do nosso exercito em lempo de
paz, a 20,000 bomens, trouxe-nos o ex-
emplo dos estados da Europa.
llavera porventura algum lermo de com-
parado entre nos e aquelles estallos f
(Apoiados). Basta attender que se all
possivel augmentar os impostos, eleva-Jos
sommas qnecoabeoemos, porque aquel
les paizes esto servidos de todos os me-
Ihoramenlos materiaes e moraes que urna
sociedade quasi pode alrncjar.
O habitante da mais insignificante paro-
cha dai| elles prncipaes estados, tem
urna estrada de ferro, ou nm canal para
Tenho conmigo urna tabella (mostrando) levaran mercado os seus productos por di-
das alterarles do nosso cambio esde 1808, i minuto frele e trazer-lhe aquelles de que
data da nossa emancfparo onmiercial. precisa; tem ao pe da sna casa o juiz. a
mas francezas, ludoeMaya pneparado; fiu-
guem, porra, tiulu a coragem de relol-
vda, de diser a ultima palavra; tal era
a gravidade do aasumirto; e tratava-se dos
pequeas interesses de insignificantes n-
cleos de populacSes que pouco nfiuiam na
metropole. Foi preciso, diz e3te escriptor,
que viasse a revoluco de fevereiro de 1818
para que durante a febre, aegnudo suaex-
presso, pudesse ser' resolvidl a questao,
porque, diz elle, as sociedades nao resol-
vera estas quesloes seoo durante a agita-
cao, como os poetas quo s produzem nos
momentos de inspiraco.
Ora, Sr. presidente, qual deveria ser e
nosso empenho, quaes devertam ser as vis-
tas dos nossos estadistas, quando urna qnes-
lo to grave exige urna solucao ? Podare-
mos ns adia-la indefinidamente, sem li-
mite, como outras ? Nao est as nossas
mos adia-la segundo nossa vontade, essa
questio.se impoe por si mesma e ha de
exigir urna solucao.
O que, pois, nos aconsclhava a prudencia
que fizessemos quando urna questao to
grave nos-araoaca de um modo to terri-
vel ? Era ertamente melhorar o nosso es-
t;ido social, araaraaol esses melhoramentos
materiaes to necessarios s industrias, era
alliviar o povo de impostos, era termos urna
divida pequea. Mis, Sr. presidente, ns
faz mos justamente o contrario, nos sobre-
carregamos o Brasil de um modo extraor-
dinario.
Quando a guerra cm que nos adiamos
empenhados tm chegado ao ponto do exi-
Kr da naco sacrificios lio pesados ; quando
ameaca o seu futuro de urna maneira lo
evidente; quando osresultados qne esta
guerra promette sao to insignificantes,
pde-se estranhar que urna voz se levante
pedindo ao governo que, encarando a ques-
tao com toda a coragem, nos prepare urna
solugo honrosa, mas breve ? Creio que
ninguem peder estranhar qu-* embora ami-
go sincero do governo, e por isso mesmo
que o sou, eu empregue osla Itnguagem.
O Sn. ANDftADK Fiockira :Mas quer a
paz com Lpez ?
0 Su. F. Belisario: Houve, Sr. presi-
dente, um grave erro no comefo desta
guerra, a que eu attribo, e creio que
todos ns, a soa prolongacio tio extraor-
dinaria; reiro-me urna clausula dessafa-
taiissimo tratado de I de maio de 1805.
(Apoiados.)
Mas, senhores, se reconhecemos que essc
tratado contraro aos nossos interesses.
[mesmo nossa poltica, se elle Ilegiti-
mo no seu fim, nao deveriamos tomar o
encargo de executa-lo era todas as suas vir-
gulas. O erro tem em poltica consequen-
cas inexoraveis.
Certamenle, Sr, presidente, Lpez nos
deu motivos de guerra. Nao quero discu-
tir se esta guerra poda ser evitada, isto nos
levara muito longo; mas pens que dado
o fado da apprchenso do vapor Mrquez
ik 01 inda c os que se Ihe segqiram, nao
poderamos por certo ter recusad.) a
Tem sido taes essas alleragoes, Sr. pre-
sidente, que exstmdo este estado linanoeiro.
esta dreulacao fiduciaria como a temos, o
Brasil, se tivesse prosperado mais do que
tem feito, teria realizado um milagro na
ordem econmica.
Em 1808 (tocare! smente nos pontos
prncipaes para nao fatigar a attenco da
i-amara) (io apoiados) o cambio sobre
Londres era de 70, e sobre Pars 152 ; isto
, 15 valiam70 pence e um franco custava
escola, o parodio, ote. etc., eralira tudo
quanto pude precisar do estado.
Sao estas as dreumstancias do Brasil ?
Senhores, entre ns tudo est por fazer, es-
tamos no estado quasi primitivo (apoiados);
quanilo todos prosperara, ns estamos no
estado lameiitavel em que nos adiamos ; se
lancarmos os olhos para o nosso litoral
vemos que os nossos portas, ah mesmo
onde se aeeumula a populaco mais densa
do Brasil, esto todos no estado em que
terminasse por um milagro neste momento contrado este grande emprestimo pra pro-
ella nao nos legara urna divida inferior a mover sua riqueza interna, unieamele para
800,000:000.). pela qual teriamos de pagar
mais de 0,OO0:O>O,j de juros annuaes, e
isto porque de urna grande parte da divida.
o papel-moed <, nao pagamos n-iihum juro.
Diza eu, porm, Sr. presidente, que nao
era smente na enorme divida, nao era
smente nos juros que temos de pagar an-
nualmente, que esto os sacrificios do
Brasil, principalmente nos meios de que
lanca mo o thesouro, as difficuldades com
que luta. no peso a' que se submette para
ha ver esses recursos.
Tres tem sido principalmente as ultimas
operacoes de que temos laucado mo para
haver recursos; a emisso de apolices da
divida publica, o emprestimo interno de
valor fixo e a emisso do papel-moeda.
appHca-o em estradas de ferro.
Qual sera a depreciaco dos nosns ttu-
los se contraliisscmos em lo curb prazo,
ao smente 22 milhes esterlinos; porm
muito maior quantia, nao para promover a
nossa riqueza, mas para aniquilad ? As-
sim, portanto, Sr. presidente, ranos im-
possivcl e prejudicial recorrer aestran-
geiro.
Outro recurso nos restava, e 6te, de
KSirs. ; em maio de ISI4o cambio sobre a natureza os deixou fapoiados), nada lize-
Londres era de 90. Nessa poca, porra, j mas para melhorar um s !
as libras soffriam urna depreciaco na In-| Quaes sao, senhores, as vas de coramu-
gla torra, mas a nossa moeda Imita effecti- nicaco que temos? As popnlaces do di-
vamente augmentado de valor, porquanto terior vivem seprate de ns; e ainda
sobre a Franca o franco valia li rs. quan-
do em 1808 valia tSi rs.; era 1819, quan-
do o banco de Londres abri o troco de
suas notas, o nosso cambio era de 00 pence
por l(J, e o franco valia 160.
No anno da nossa independencia o cam-
bio regulava entro 47 e 'i9, s .bre Londres,
em Fevereiro de I8f$ 13 \-> ; tres anuos
depois, em Fevereiro de 829, o cambio
se achava reduzido metade. e 98 '>. No
mez de marco o cambio desda a 20, subia
(|ue infelizmente se tem lancadopio, em maio a 20' '/, era juuho desda a 23 V*.
de todos o mais pernicioso: retirme ao
papel-moeda.
J muitos dos males que tenho idicado
as operacoes a que me hei referid, pro-
vm das inexoraveis edmequencias do em-
prego deste expediente funesto: pr causa
a ultima operacao de que temos noticia, da depreciaco do -nosso meio ciculante
quanto emisso de apolices, foi a venda
de 10,000:000.a a 78. Como, porra, nao
se contrahio e^e emprestimo [rara ser des-
pendido dentro do paiz e sim para haver
dinheiro afim de ser dispendido no Rio da
oca todos os outros emprestimos se tem
tornado to gravosos, e que as diifidldades
com que luta o thesouro lem-sc torado to
sensiveis.
Comennos esta guerra com a roeda j
l rata, o thesouro, recebend. 790;i, recebeu depreciada. O banco do Brasil coi suas
em moeda effectiva, em valor real pouco emissoes exageradas tinba j deprciado a
uossa circulaco fiduciaria.
Foi. Sr. presidente, um decreto Impen-
sado do governo que, abrindo os diques
liara estas graudes emissoes, abmdo-os
timbera para todos os desproposits que
tem commettido aquello estabeleunento.
A depreciaco que j exista, augmntou-se
consideravelmente com a emisso .....
50,000:000/5.
E' pi-adso ter vivido sempro aui no
Brasil, estar habituado desde a nfancia
com esta detestavol moeda gara qc ella,
soffrendo to speras e continuas ahera-
ces, nao provoque orna manutengo es-
tn.ndosa de reprovacao da parte dipopu-
Uco: 9 que tem suecedldo oseados
estados.
Ima das prncipaes difficutdade com
i que pichamos, que iuta a Italia a financeira ; isio e, a
. irme divida, os dficits continuaos e a
mais de 500A000.
Assim, portanto, senhores, contrahindo
urna divida nacional de 1:000*. ouerando
perpertuamente o futuro do Brasil c an
urna dival de 1:000$. o thesouro recebeu
pouco mais de 500^, pelos quaes ter Ue
pagar um juro de 12 0/0 e no caso de p-
dennos umdia amortizar essa d.vida, tele-
mos de faze-le com um pfejuisu de 50 0 0!
O Sn. Bibeiro ha Luz: Nao apoiado ;
o calculo do Dobre deputado nao exa
ento redaza metade a despeza que se fax
no Paraguay.
O Sit. F. Brj.is.viwo: r- Sr. presidente,
oulra operaro foi a emisso de apolices de
valor lixo, i;-t.i de uin yatar cerl* se-
gundo o padro legal da nossa moeda. Scu
ora daquelles que approvaram esta oprra-
C3o cama a menos miosa
recorrer.
Nao podemos acensar e cmbale
peraces fiaaneeiras que se lazem na actua-
lidade, argumentando cm absoluto. as
dreumstancias diliceis a que o Brasil ehe-
goo, nio se podem discutir em absolatd,
diswrrendo sobre theses abstractas da
scencia econmica, quaesquer operacoes
depreciaco do papel-moeda ; diculda-
des muito maiores para a sua unficaco
do que o espirito reaednario, do que a
eonliuuaco de Ronia em jwder dos papas,
do qu" a demagogia e as rivalidades eatre
aquelles differentes estados, outr'ora inim-
gos c antinmicos.
Em abril de 1831 a 20, em outubro do mes
mo anno a 30, e em seteinbro de 1832 a
46. J nao fallando das os cilaees de to-
dos dias, s porlei, dessa poca em dian-
te o padrara de nossa moeda inudoii tres
vezes I
Ora, Sr. presidente, possivel que a
moeda, que a medida commum dos valo-
res, como a denominam os economistas es-
t>ja sujeita a lautas alternativas ?
Imaginemos, senhores. que qualquer ou-
lra medida de peso ou de exlenso fosse
sujeita s mesmas mudancas; que urna
vara, tendo boje cinco palmos tivesse ama-
nhia qnalro, on tres, ou dez ou doze ; seria
possivel negociar cora esta medida? Cer-
tamenle qae nao. Pois, senhores, as per-
turbacoes quetrazem ao mercado monetario
as mudancas continuadas no valor', no pa-
dro da moeda nao sao menores.
Se dous negociantes fossem depositar no
banco do Brasil antes de IHi'i. quando o
cambio eslava ao par, a quantia de 100:0005
um em ouro e o oulro em papel, e estipu-
lasseo primeiro s receber seu dinheiro na
mesma especie, e o segundo nada contra-
tasse, o que acontecera pouco lempo de-
pois qnando fossem receber seu dinheiro ?
Um receberia os mesmos 100:0005 que
deposito* valendo intrinsicamente o mesmo
que valia na poca do deposito ; o segundo
receberia 100:000.) em papel, 100:000*
nominaes, pois que tendo a moeda perdido
um terco do seu valor elle receberia elTec-
trvamente pouco ralis de sesienta c seis
contos. Entretanto, senhores, ambos li-
nbara depositado a mesma quantia, por-
quanto os 100:0000 era papel no lempo
do deposito equivaliam aos 400:0005 em
ouro. '
Assim, Sr. presidente, se a continuaco
por essa razo que conheco, com o Ilus-
trado Sr. presidente do conselho, que o
Brasil, um daquelles paizes que pagan
mais impostos. Temos impostos munici-
paes, provinciaes e geraes; c qual
massa da populaco que paga impostos ?
Avala-se a nossa populaco de 8 ou
9,000:000 de habitantes ; mas, senhores, a
populaco que se acha esparsa neste in-
menso territorio, que nao tem meios
neiihuns do cnmmonicac i com os por los
do litoral, cuja esphera de acaSa ro ul-
trapassa um pequeo raio, cuja vida eco-
nmica se circumscreve a um circulo limi-
tado, por acaso materia trltutavel que
concorra para as nossas rendas r Es o
que preciso ponderar para reconhecer
que j pagamos impostos pesadissimos.
(Apoiados).
Este o nosso estado presente; se,
porem, penetrarmos as nossas vistas um
pouco mais para o futuro, masum futuro
to prximo, que quasi o nosso presente,
vejo urna crise pavorosa que nos ameaca ;
a cmaneipaeo dos escravos. "Essa ques-
tao to importante em todos os paizes onde
tem existido esta funesta instiluico,
mutissimo mais grave no Brasil.
Acredito sinceramente que depois de roa
lizarmos libertaco dos escravos, passados
muitos annos, nao s voltaremos ao estado
a :tual, como melhoraremos era relacao a
elle; mas havemos de passar nos prtneiros
annos por duras e terriveis provaces.
Ns, muito mais do que qualquer outro
paiz, porque a relaeSo entre os escravos e a
populaco livre maior aqui do que tem
sido em outros estados.
E justamente as provincias mais pros-
peras, mais productivas, aquellas que mais
concorrem para a riqueza publ.ca, onde
abunda a escravatura; sero, portanto, as
que mais ho do soffrer, affectando e a
vasta escala n5o s as fortunas particula-
res, como as rendas pablicas. (Apoia-
dos.)
Sr. presidente, nm publicista notavol, ad-
vogrnlo caloroso da emancipaco, tratando
deste assumpto, e referindo-se s colonias
francezas, mostra bem qual a gravidade desta
grande questio econmica e social.
Era Franca nio hava urna opiniao con-
traria liberdado dos escravos das colo-
guerra.
Nao aecusamos por isso o partido adver-
sario que se achava no poder; dados aqueHes
lados nao era mais possivel evitar a
guerra.
Mas o procedimento de Lpez autrisa-
va-nos a celebrar aquello tratado compro-
metiendo-nos a nao fazer a paz com elle e
a nao ouvir suas proposices, quaesquer que
fossem ? E' aqui que vejo o grave erro, e
preciso proclamado claramente para que
nao executemos o erro que reconhecemos
e reprovamos.
O Ilustrado signatario desse tratado des-
culpon-se on defendeu-sc no senado com
as palavras do memorndum de 2'i de Ja-
neiro de 1S65, do Sr. conselbeiro Para-
nhos.
Eis-aqui, Sr. presidente, as palavras do
memorndum citadas pelo Sr. consalhelro
Octaviano, cuja illustraco e reconh.ecidos
talentos dispensavam na verdade este re-
curso :
A' vista de tantos c taes actos de pro-
vocaco, a responsabilidade da guerra so-
brevinda entre o Brasil e a repblica do Pa-
raguay [tesar exclusivamente sobre o go-
verno da Assurnpco. O governo -de sua
mageslade rcpellir pela forca o seu ag-
gressor; mas resalvando com a dignidade
do imperio os seus legitimuS direitos, nao
confundir a naco paraguaya com o go-
verno que asim a expe aos azares de
uina guerra injusta.
Sr. presidente.no vejo nestes exnressoes
seno as parases usuaes da diplomacia.
0 Su. TxQCCS :Apoiado.
O Sn. F. Bf.usaiuo :Precisavamos dar
urna deui' nstraco de que nao trabamos in-
tencSes infensas a nacionalidade paraguaya,
que n*, cercados de repblicas to dosas
de sua independencia, e, sempre atlribum-
do, sem razo, ao Brasil unja poltica de
conquista a absorpeo, pradsavamos, di-
go, declarar que nenhuma intenco tinha-
raos contra a repblica d'< Paraguay ; mas
desta declarac para a de nao tratar, vdo
nao celebrar a paz ou tratado algum rom
Lpez, ba um espaco inmenso. (Apoia-
dos.)
Qual fui a provocr.co que recebemos do
Lpez? raziamos guerra ao governo de
Aguirre, no Estado-Oriental, j haviamos
comecado essa fatalissma poltica de inter-
vir as questes internas dos' noss s vi-
si los.
0 Paraguay offerecen-nos sua mediaco
por soiicitaco do governo legal da repbli-
ca do Uruguay.
.Nao aceitemos,, c Lo\kt. iiHo se deu por
offendido, nem para isso tiulia direito.
Quando porm, Sr. presidente, o no$so
plenipotenciario em Montevideo dirigi ao
presidente Aguirre o uUimuiam de 4 de
agosto, o governo do Paraguay eio/O desse
mez euviou-nos urna nota que,>rotestando
contra o nosso procedimem/T terminava
deste modo:
t.....S. Exc. o Sr. pr/sidente da re
publica ordenou ao abaixo assignado quo
declare a V. Exc, como represeutanto de
S. M.o imperador do Brasil, que o gover-
no da repiibca do Parag^y, considerar
qualquer oceuparo do tufritono oriental
por foreas iraoeriaes, pelo/ raoUvos consig-
nados no ultimtum de do crrante, inti-
mado ao governo oriental pelo ministro
plenipotenciario do Imprador, em misso
especial junto daquelle governo, como at-
lentatoria do equilibrio dos estados do
Prata, que interessa reoubli-a do Para-
gjLiy como garanta le sua seguranc*, paz
efrosperdade, a f o protesta da-maneira
a mais solemie pa tal arlo. de*meran-
do-se desde j toda responsabilidade
pelas coDsoquenofis da presouie declarado.
(ntinuar-!e>ha
T%V. IM) DtABl6-I)A DAS C1HZKS N. 4
4:


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