Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11930


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Full Text


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y '
ANNO XLV. NUMERO 198.
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE IA0 SE Pa PORTE.
Jorrcsmeesadanudo*............. ar-v)
Por seis ditos idea..................'
Por um anuo dem................... fwueo
Gada namero avuso.........., ;$>
DIARIO DE
TERCA FEIRA 31 D AGOSTO DE 1869.
PARA DENTRO E TOBA DA FBOTIICIA.
Por tres mczes adiaetodos..............
Por sts ditos idem............
Por don t ditos idem -......
Por ui anuo.


13#SOO
04259
ntooo
PEMAIttBUCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Fara & Filhos.

SAO a;i:vte*
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para; Gon?aves d- Pinto, no Maranhao; Joaqui Jos de -Otivefr*, no Cear; Antonio de temos fraga, no Aracaty; Joao Maria Julio Chaves, no Ass Antonio da Sita no Nata) Jos Justino
Perca d Aime.da, em tfamangoape^ Antomo AteundKno de Lima, na Parahvba; Antonio Jos Gomes, na fot da Penha; leJarmino dos Santos BohaoT emSanto^^DaSZ 5K(t?
:____________________________________ n wareth; Francino Tabres da Costa, em Alagoas; Br. Jos Martins Alves, na Balda; e Jos Jtbeiro Gasparinho, no Rio de Janeiro. r'
PARTE OmCIAL
Mialslerl* da Marlaha.
/raimando em ehefc da forra naval do Brasil
< inoperantes contra o governo do Paragnay.Bor-
do do Vapor Prlnisa em Assampeao. 2i> de julho
lo 1869. n '
Ht: e Exm. Sr TVnho a honra de remetter
X. Eac. a deseiii.rio e csboco do rio Salado, apre-
untada pelo cnenle Joao NepomucenoBaplisla
ombarcado no i ncourteado Cubra!.
Rnnvo a V. Esc. as'segnrancas do minlia mais
listinete coiisidorar;o.
A S. Kxe. o Sr rmselheiro ha rilo di; Coteglpe,
ministro o secretario de estado des negocios da
marraba:Blhiario Antonio dos Santo*, chele do
i-sqaadn
ExjHcmrim do rio Salgado.
litro. 8t. Em imprmenlo as ordens de V. S.
desatraqjei de bordo as i)'. horas da manha de
1! do corrente, na lancha a vapor Nato de Me-
'tonca que rebocara dons escaleres conveniente-
mente armados e tripulado?, subndn a quarenta o
Jiumero de pra;a destinadas expedico. A bor-
do da lancha aeava-se o Sr. teuente Emilio Car-
is Jvordan. uiombro da commissao de engenhei-
i-os e encarroad" do Jevantamcnto da planta do
rio Saldado.
Assim demandamos a tez desse rio, e coraeca-
mos a subt-lo, encontrando apenas pequeo? obs-
tculos te esse- o nomo que se deva dar agran-
des gfupns do camalotes. que prolongando-se de
nina o entra mnrgem do rio, vao ah entrelazar-
se com a< ai vores (pie o margeam, apre-entando
bastante difflculd.'ule navegaro mesirib em pe-*
'Hienas embarrarues.
Coma^ufii traballio conseguimos abrir rami-
nho porrtft" elles, e rhegmos ao passo Correa,
sem occan-or nada que morera especial menrao,
e.xcepcao do seguinte : na margern direita do rio"
Salgado, e prximo
rpidas, tao rpidas que parecen fechar o rio, a
estrenen crescendo- medida que se presegue
subindo. sao diffluldades que se hoje vencem
ainda. merc grande endiente que tiouve das
agiias.'em poueo lempo, continuando ellas a hai-
xar, como j eomecaram. nao darn passagm a
navio de calado e oompriraento deste. O passo
Jar existe cima da bocea doTebiquary-mi tres
leguas prximamente, e distante vinte do pasan
Fletas, por outro chamado tambem de Santa
Maria.
O Exm. Sr. brigadeiro Partingo fez-me a honra
de vii- a bordo deste navio logo que ella liindeou,
c de referir-me algumas particularidades de uin
encontr que Uvera no dia 31 ao lado dtreite do
rio com o inimigo que tentava embargar-lhe o
pateo para o outro lado.
Como sempre, felizmente as nossas armas fiea-
ram vicloriiisas.effecluando-seaquellaoperacocom
toda a ordem.
Eis resumidamente como se deu aquelle com-
bate, com que eslroou no Paraguay a diviso
sob o liando do digno general.
Adivisao paseara o rio Pirap, c marehava para
as uiarguns do Tebiquary-m, para passa-l<> tam-
bem, e seguir a reunir-se ao exercito, quando re-
cebeu o seu commandante ordem para retroceder
a vir buscar a bocea do Tebiquarv pela margern
esiiuerda desle.
Para isso marchou elle a repassar o rio Tebi-
quaryguass, no passo Jar, onde eslava prestes
a clngar, quaudo leve parlioipacao que o inimigo
vinha-lhe no encalco, e tiroleava j com a sua re-
taguarda.
Succedou isto no dia 20 o general fez guardar
o passo, marehuu no dia inmediato ao encontr
da 1 rea kiuiga, que lizoraata uma legua distan-
te do mesmo passo, e em numero calculado de
1,800 homens apiesontava-se formada para o com-
bato.
Teve este lugar, com effeito, sendo os para-
guayos reeliacadot com perda de cento e tantos
monos, alguns prisioneiros, e perseguidos pelas
aossat; fui gas urna legua para dentro, onde rec.o-
fluenoias paraguayas, o que para alguna pareeeu
urna dilllculdade lamentavel, e para mim um symp-
tuma do vida social nesto povo, que todos su'ppu-
nham arabrunhado pelas suas desgranas. Ejsas
aspirarles, porem, cedrara ao patriotismo cea-
perlado pelos conselhos do representantes das
nacoes alliadas, os quaes a todos areitavam, o s
aconselliavam unio, concordia e olvido d, pas-
sado.
Triumplmn na commissao dos cinco eletores a
seguinta combinaoio: coronel Carlos Loiaaga, Jos
Diea Bedoya e Cyrilo Hivarla.
Loizaga um dos membros da coinmissao pa-
raguaya delta para tratar com o governos alua-
do, o'nm dos eliefes das legioes paraguayas que
desdo o romero deslacompanhia tem acomnanlia-
do a cruzada contra Lpez, e representa o elemen-
to eiigrado, que longe da patria suspira pela ex-
pulsan do tyranno.
Bedoya, que tambem far.la parle desta commis-
sao, representa o circulo dos homens quo, tundo
servido ate poueo lempo a Lpez, islo al pou-
co lempo depois do comeco da guerra, sao hoje
seus inimigos decididos, e sao chamados pela sua
ntelligenela exerrer influencia no futuro da re-
pblica. B homem de fortuna e viva ha longo
lempo fc'ira do l'araguav.
Rivarola pertoneo a urna boa familia paraguaya,
perseguida {pelos despolas deste paiz por causa
dos principios llberaes que sempre ?tentou. 9eu
pal foi victima de Lpez pal, por ter pretendido
redigir urna conslituioao para o Paraguay. O
propno Rivalora de qneui fallo esleve cinco aunos
encarcerado, e s foi sollo para ser obrigado a
servir como soldad) nesta guerra. Escapon-se
das garras do tyranno e passou-se para nos lti-
mamente em Sarro Leio. Foi o candidato da me
ao passo Correa, existe urna
pequea (ag a na margern da qua! avistamos tres
-batanas nwalhadn?, e para l nos dirigimos nos I Iheram-se is matas visinhas, para evitar total des
por no ser possrrH ir a lancha em con- truicao. Relrooeilerain os nossos, e nessa niesma
noiio e uo da inmediato elTertuaram a passagem
tranquilla-mente no passo Jar. Ti vemos do nosso
lado 10 homens morios e 58 feridos, que, a pedido
do general, por falta de soccorros na diviao.'tra.L'a-
os liara Asfum|co nesie vapor. Transportados
eslespar;. bordo do Henrique lia !ins,-v embar-
cadas no monitor Cear, quatrs bocas de fogo
com seuspotrecbos, desoeram estes dous navios
para opas>o Fleita?, onde ocoiuoiandanleda forra
do demandar mais agua do que ahi
liairfa.-
Ao floeo&tarmcs a trra., vimos fugir para o in-
irnor ipioi searhavam em um
ranelw, < la ma'ta di margom, nao
era *lvet peU (ade dorio: nao os perseguimos
porque na uveiam iempo de se interna-
rea, como tambem por nao ser pendente arris-
atrtios eVh'logres nao rxplonwdF, rom laopouca
in Untar com auxilio algum em caso de
ramo-nos de dura chalanas, por
ruina.
Mxa-
ilesaaH
se adi i-m completo estado
e voltanMM ao i ndo linhamos
do a :
Terminamas assim o pvimeiro Ha de explorarlo
: i' '.70 metros,
metal c a distancia entre a frw e o passo Corra.
de/lo#H tra nomeada na reaniiio paraguaya de
ii do passado. Essa escolhcu de accordo com os
dous ministros pleiiip.leiiriari.i, aquellas (res ho-
mens para a governo, noticia que comerou a cor-
rer hontem < t horas da tardo. Poi uiia verda-
dera gloria para o dislinrto diplmala briilelro,
que assim ve-ieeo i(nrriM.-idi de Inda especie.
A elle eabe a honrosa larefa de ter feilo nascer o
espirito pablieo m l'araguav.
A's 7 horas da noite de hontem dirigirnm se to-
dos com nina banda de mosie brasileira que
obtiveram de um dos cornos da guarnirn norman-
do um imnienso prestito, que acompanbava as
qnatro baixfeiras (as alliadas c a paraguaya),
rasa do cortselhero Prannos.
Por afla*m se arhava o consdheiro cohi o sea
asylo, Ihefaz os riwis pomposos elogios, dando
dille nolida minuciosa. Ao mesmo asylo con-
nuam a cnegar eaixoes do roiipas das cidade do
Rosario c de Buenos-Ayres para vestir as fami-
lias paraguayas que chegam. Apresse-se o Brail
a imitar esse exemplo, promovendo iguaes donati-
vos. Tkes osmohis huuram nao s a quem as da,
con a quem as recebe.
MMTRYIMEO- II M AGOSTO PE 1869.
Cantmnam a incommodar ao drculo da 1W-
biina, cjjy- as verdades que refiro ao Jornal do
Comm*nl; e que sao por elle reproduzida*. Ain-
da naquelle peridico de 13 do eorrente vem urna
catilinaria de arrancar conro e cabello n contra o
P =
Taboada aecusa positivamente aquel
lili tXl'ir nturi-ilti'.ik HAK nAfutaf ^.,.
seerelrio e o Dr Boque Prez 0111 casa d> corone*, descrever eoin- franqueza o fklelidade o que se
Faria Rocha, que solemnisando o anniversaiio M !*
urna de suas india, dava um banquete iiamiella_ -^ao importa
tarde, em qua fazta tambem assim as despedida'
a seus amigos em Assumpcao, visto como marrh
amanlia para Taquara, onde vai rommanlar
Q'ila briga*. Cbegaudo all a noticia de aehu-se
na casa dcannlhulit1 Prannos a serenata, ata
cando foguetes o dando vivas ao soin das pceasrj
da miisic, foram todos os convivas, a convite, "do
r. Hoque Perz e consellioiro Paranhos, acom-
panha-loj casa desse ultimo.
Quando os dous ministros so apresentaram no
mek> do povo, rae a topeta va a portaJBa rna o tt
oseadas do edtOcio, foram saudado*>*om enthu-
siaslieos vivj, que eram esli\inddttmento cor-
respondidos.
Na sala da roeepeo, para onde sptiram todas
as pessoas que puleran entrar, finteando as ou-
tras nina'itntiwMn eanda at a rua.^ten dos para-
guayos, o que trasia a bandofra bra>sileira, orou
do i xeivi'o pretende aguaivlar novas orden, e pedib a palavra o declamu que om nmne de to
cidade paraguaya e tambem o mais popular enlro em nomedo povo paragua>o *egperado pilos
os antigs emigrados.
Assim, pois, acham-se representados, cora ideas
de sincera unan, oc partidos em qne se divide a
escassa populaco paraguaya que sobrevive a rui-
na quasi completa de sua patria.
Hontem noute a populacio paraguaya eneor
porada*, cora banda de mostea frente, e com as
bandeiras brasileira, argentina, oriental e para-
guaya. dirigiram-se-4-easa do nosso ministro para
coinpriineiita-lo e agradecer a importante parte
que tomou na crcacao do onverno provisorio.
Ahi se achava tambem o Dr. noque l'erez^ com-
missario argentino.
0 Sr. Paranhos recebeu com a sua costumada
affaliliJade a populacao paraguayo, que, na i ea-
bendo as suas salas, encala as varandas e osea-
das. Cin dos Paraguayos, o Sr. Secundo Deeond,
onde deixei liear os dous monitores, descendo en
no Hemif/ue Martas para bordo da Belmonte.
Ahi me foi BNMMe o olieiode S. Exc. oSr. com-
mandante em chefe que ordenava a minha subida
para Assumpeo, e deixei ao capitao tcnente Bar
bedo o coiinnando rta llolilha composta Am tros
monitores Santa Catkorina, Cear e Piaithy, que
v>) dia seguase, tendo-.-e reunid o mais nina lan- i chegara a bora do Tebiquary (a 84) com tres
at grande ex-
na armada com una peca, e tripolada por 10
fr'- rara.) e cli-gmos ao
ir-ta do passo Corroa crcae
B#nw*^ffienroiitr:onos trm forra de eaval-
laria par r-nos caso ossemos atacados
|xjlo inimfg0. Cano ainda nos sobrava tempo con-
iinuamos a subir o rio e lizenw mais b ou 0 m
Ihas.
Eslrilndo-se muilo o ro, o tornando-se cada
difiicii a navegaran, regressmos por nao
-rr Recpssano rontinuar explora rao alem depas-
so Agueiro.
Se he qne o curso peral do i io Salgado seja na
liroccao Pj. S., aprsenla elle voltss tao rpidas,
sucw o rio tao estreto, que embareacoes
.le inator Mmprimenlo do que ordinariamente sao
astMHM lanchas, as veiH'orao eom extrema ditli-
iildade.
A largura do rio varia de .10 a iO metros, sua
proftmdfdadc o d- 2U a :!0 palmos, n lorio de
ara lina, c a correnteza pode ser considerada
nilla na Superficie, sendo poim, mais sensivel
nas carnada > inferiores.
Os Iontnos adjaecntes que margeam o rio sao
batane completamente alagados
tiaai i para um c outro lado.
O passo Correa o primeiro porto que offerece
doseuibarqui- na margern esquerda ; ahi o slo
leva-se sensivelmente, e ondulndose forma pe-
|uenas eulltm roberas de plantarse.
.\> i'-a o rio alarga-se formando urna
potJMta baria para depois eslreilar-so de novo e
torre;1 por entre campos alagad E a at o passo Agueiro, onde apresenta-se o segundo
poni ,; d -embarque, sendo p irm, inferior ao
primeir
Nada mis lenlio a relatar ; termino aqu a ex-
l'osicaodo tralialho ordenado por V. S.
Deas-guarde a Y. Sllhr. Sr. capilo de fra-
Atonio Alves Nogneira, commandante
to eaenurarado Ci Wat.
Bordo deacouraeado Cabial, 2i dejullio de
Sti'J. .'< MticrflO TlaptiL1., segundo te-
n ule.
immandu em chcf< da forca ncval do Brasil
eui i contra o yoveinedoftiraguay.-*l)or
do do vapor !',;ct:a e:o Assumpcao, ;ii de jasho
de 196.
lllm. cExm. Sr.Tenlio a h-iora de remetter a
\. Kte. a inclusa copia do officio do commandan-
i em que, aim da descripcao que
do rio Tebiqnry coinprehendida en-
ts e Tara, narran que Ihe dis-
brigadeiro Pon re o en-
ireas de seo enramando e
lo de Homero,
a V. Exc. as expresses de ninlia mais
lanchas, a lim de guardar o rio o darf toda a pro-
teeao farra do general Porfinho.
Dus guardo a V. S.Illin. Sr. capitao tenante
Antonio Joaquim d Mello Tamborim, chefe inte-
rino do estado-maior da esqiuidra.- Victorio Jos'
Barbosa da Lomba, commandante da 1* diviso.
levada eonsidei
A S. Exc. o Sr. "conselheiro baro de Coiegipe,
mini.-iro e secretario de estado dos negocio da
marinba Eiisiario Antonio dos Santos, chele de
adra.
Coinmando da 1.' diviso da esquadra.Bordo
la canijoneira Hrnrii Martins oin Aaenfflpeap.
">de. jiiM. (le l&o.
lllm. Sr.Bm neo offleto n. 32 fle 21 de jullio
partieipei-lhe, para que fizesse seienle ao Esn. Sr.
rtffliUhMFucutnatoud.i lie uiu. cnciJ, que tuo eu-
contrara deniro do TelMquam com una canoa tri-
polada por gente da general IVrtinlio, que era
portadora de nos officios, qua todos Uie transmitti.
Ion detes ollk-ios dirigido aueommandanlado
[irimeirn navio da rsipiadra a ti* aorlas?e a ca-
nija, dizi,^ qne aqnelle general redamava o auxi-
lio nosso no passo Ja.ia. alim ile repassar o Teb-
quar; miado. Continu! a
marcha a nitro, e deixando no passo Flei-
tas uin d"s moniti.i a Cutarina, que por
(Tiisarranjo na machina, mesmo eom grande con-
.-'iiii tambera ') esca^seavai,
raininhava nial, Irimspui em da e meio a distan-
cia dalli ao passo Jar, onde chegnei a 2i, adian-
do j toda a dividi do mesmo general do lado es-
querdo do rio leudo exeentado rom o auxilio de
ilgnnits eana ,rw para que pedir a pre-
seaw dos navio?.
Ja Maroccasiao de uformaT Rabre a navegara"
do Tniquar) al o pas- ;oda a dis-
tancia pereurrida por mim ; dlo pura cima muda
o rio quasi inteiramente denspeet*. Se at aquel-
Jo pama a *ua navegaeao era lam, o'canal fundo e
large, -na seguida logo sua, pnomndidade dirai-
Hn,.pfmavadote em alguns lagares apenas urna
Sracad'apua. ainda que seja dMHBUta por acora
a desct, da aifiias : bancos da aratme se es-
teadero as vez* muio lora dsnargens: voitas
ASSLMPCAO, 7 DE AGOSTO DE 1869.
>'a minha ultima correspondencia, datada de 31
de julho, dei a grala noticia de baver comecado
a marcha do exercito brasileiro, a divisan das suas
torcas e a direceo que levavam.
S A. o Sr. conde d'Eu, frente do 2o corpo de
exercito brasileiro, de que commandante o ge-
neral Polydoro, chegou a l'araguary no dia 3, s
9 horas da manila.
J d'ahi linha seguido sua marchao 1 corpo, ao
mando do general visoomle do Herval.
Hontem recebemos aqui a iinportantissiina no-
ticia de mais um brilhante feilo para as armas
brasileiras.
Sua alteza, alacou no dia. 5 um dos passos da
eordilheira que do accesso plataforma da mes-
illa em que se aelia intriueheirado o tyranno do
Paraguay. Esse passo, que chamase Sapu-ahy,
.n-bava-se defendido por urna batera de duas pe-
cas de calibre 6. fundidas era Canap. Sua Al-
teza, fazendo culloc.ir convenientemente a sua ar-
lilharia, bombardeou-a por duas horas, que apro-
veitou inundando abrir no mato urna picada para
toma-la pela gola.
(I inimigo. logo quo a nos3a gente inveslio pela
picada, sentio-se perdido e abandunou a sua for-
te posirio, que iicou em nosso poder com a arli-
Iharia que a guarneca, leudo nos a lamentar
apenas o projuizo de qnatro homens feridos, um
d is quaes gravemente.
1) priacipe mandou perseguir pela cavallaria o
inimigo em fuga, e penetrou pelo dito passo de
Sapucahy em direccao de Valenzuela e Piribebui,
para lomar a inimigo pelo flanco esquerdo e reta-
guarda.
Operado que soja este importante, bem combi
nado e brilnantementc iniciado muvimenl, ter
lugar o ataque geral pelos lados indicados o pela
frente, sendo por esle ponto effecluado pelo gene-
nal argentino Emilio Mitro e pelo brigadeiro bra-
sileiro Jos Aulo da Silva Guiniaraes. Tudo in-
dica que Lopaa se coii-iovara em Ascnrra, e que,
portante, dentro de poneos das contaremos victo-
ria completa e definitiva.
Hontem chegou a esta cidade mais um corpo
de Matto-Ur so, eompostode 500 homens de tro-
pa magnifica. Esta aqui aquartellado emquanto
o nosso general em chefe nao Ihe der outro des-
tino.
A nossa esquadra, de combinaeao com o exer-
cito, contina a prestar relevantes servicos, fazen-
do sentir sua iccao em todos os pontos aceessi-
veis, l ella, no fio Maaduvira, Piribebui e Tebi-
quary.
Anle-hontom parti desle porto o transporte
Galgo com deslino a esle ultimo rio, onde foi bus-
car'o general Portinbo e os seus bravos, que de-
pois da brilhante victoria do passo Jara, ve reu-
nir-se, por ordem de sua alte*a, ao grosso do
nosso exercito.
Chegou tambem o contingente argentino que,
como ja disse, fra pedido pelo general Mitre.
(Vi!ipoe-*se elle de tres ba talhoes, cana o total
de 800 homens de boa tropa, que j seguiram
para Piray-Cajon, onde se acha acampado o dito
general. ,
Agora que aeabode dar tao boas naUcias a-res-
peito do estado actual das operaeoes militare..
passo a dar outra de um fado nao menos impor-
tante, pelas dimtuldades que encerrava, e que fo-
ram todas vencidas, granas a perseveranca, tino e
energa do Sr. consolbeiru Paranhos, pela grande
signilicacao que tem e pelas resultados que dar.
Quero fallar da rganisacao do governo provisorio
pasagoayo.
J dei noticia da reuniao popular que fizeram
ijqui os Paraguayos : de que nesta renniao foi
eieila urna commissao de 21 memhros, e escome-
ra de entre elles urna segunda de cinco elesMes
can poderes para elogerein os tros mera liras da
governo provisorio e enteader-ee com os repre-
sentantes das naees alliadas a respeito do na*
beteejmeato do mesmo governo, de ronformidade
com accordo ds 2 de jnnlio. Como era natu-
ral, apparecerara muitas asptrj,roes.eatr* n inr
dos os seus compatriotas presentes agradeca aos
representantes dos alijados a creacao" do governo
paraguayo que abra nova poca para o seu
paiz e resnscitava, qnal novo Lzaro, a naciona-
lidade paraguaya. Terininou dando vivas aos Br.
Paranhos e Prez.
Ento o nosso ministro, em um inspirado dis-
curso, congralulou-se com o poyo paraguayo por
este faeto, que fazia o Paraguay, depois de unta
lyrannia de 110 annos, pio o tinha embruieeioo.
rensseor de suas cinzas. Que dora avante,
S. Exc, mediante a uuio o concorJia dos
filhos, dexaria esta republea de ser um perigo
para .c-iis visinhas, e una mancha para a Ameri-
ca do Sul; pregrediria e se tornara forte
impulso da liberdado bem entendida o aos raios
da civilisacao. Turminou fazondo um voto para
que os exordios alliados dentro em poueo expel-
sem o tvranno Lpez de seu intimo eatrinrheir.i-
mento de Ascurra e o povo paraguayo cooeorra
mais enrgicamente para cssa grande victoria.
Por (ira fallou o Sr. Dr. Parea) que, em wn
brilhante discurso, deelarou que j hara quasi
desanimado de ver eliegado o feliz resultado quo
ento se festejara Que este era devido a perse-
veranca do Si. Paranhos, que, animado do fogo
sagrado, nunca p;rdera a esperanca. Que o sen
desanimo se con verter om enthusiasmo pela pa-
tritica resolucaa do povo paraguayo e oeompa-
nhava de todo corarao o seu roUega e amigo nos
vates que fazia pela futura prosperidade dos la in-
feliz repblica.
Depois de eulliusiasticos vivas s nicous allia-
das, aos seus representantes e a repblica do
Paraguay, dssolveu-se a reuniao, continuando at
alia noute pelas ras.
E' um povo qne comcea sua segunda infancia.
Deus o proteja em ssus nobres estere >s. A po-
pulacho paraguaya, que aqui eslava como estran-
geros em sua propria Ierra, vai ter um go\.
paraguayo, e breve tantos orphao> oacoutrarao
ao menos uma escola que Ihes ensine a lor e a
adorar a Deus. A lyrannia de Lpez nao cuidava
de escolas, mas s de quarteis.
8
Afira de dar prorapta noticia dos acontocimen-
tosque vio tenilo lugar neste mez, aproveilarei o
vapor da carreira de Buenos-Ayres, boje.
O conde d'Eu, cuja im;iacieneia para as npera-
^es activas da guerra tinha sido contrariada por
motivos que Ihe- nao foi dado vencer, iniciou ues-
te mez alguns rnovimenos importantes, que apres-
sarao o desenlaee da situaco.
No dia 3 mardiaram teclas as forca- bra-il 'iras
de Piray, (cando ahi.smente as argentinas sob
o coiinnando do general Emilio Mitre.
No Taquaral aeou uma diviso brasileira sob o
coinmando do brigadeiro Jos Auto Gumares,
ctijo nome ja bem concetuado no exercito, rom
o tira de esperar por ahi o inimigo, e contlo em
qualquer tentativa.
As operaeoes que intenta o augusto general p
rece que vao ser continuadas activamente, porque
sei que o foruecedor do exercito brasileiro man-
dn acompanhar ao mesmo exercito 100(004 ra-
nina
Ante-hontem noite achava-me no theatro.
quando live oeeasiao de ver um telegrainma viu-
do do conde d'Eu para o conselbcim Paranhos, o
qual tevo a bandado de mostrar-:n o.
Nesse telegramma dizia o conde que n'aquelle
da {i) nossas forcas se tinham apoderado de u na
trincheira do inisaigo, que fugira depois do nosso
assalto, deixando dous canhes novo fundidos em
Caaeop, e todas as rauni-oes de guerra.
Os Paraguayos deixaram um morto.
mus quatro feridos, sendo um grave. Chamase
o lugar Passo de Supucahy. Continuaran! os nos-
sas x marcha. Como essa trincheira liea no flan-
co do inimigo e ja na sabida da sorra do Ascnrra.
aquello leilo e sobre modto esperancoso.
Pode nosso exercito, continuando em sua mar-
clia, corlar a retaguarda do inimigo, e impedir
que se escape Lpez, eomo se oscapou em Cun
barity.
E' de erar qne o joven general empregue todos
os meios para evitar esse novo desencante. G
que na orrasio propria marcharo as nossas for-
cas que se adiara no Taquaral e as argentinas,
pondo om angustias os sitiados.
Tenlio fe no tino militar do augusto general.
Ante 'hontem j se adiara o -conde d'Eu duas
leguas distante de Valenzuela, o que prova qne
vai j contornando a paragem em que se acha Lo-
pes o sua genio. Vateozuela tica a snd-esie de
Peribebu> e Caaeop, lagares qne sao a nova ca-
l>ital e a novafuadirao das forras parapna\as.
fado nos augura o prompto desfecho desse dra-
ma-sangrento de quatro anuos.
Triumphou o Sr. oooselheiro Paranhos. Foi
hontem eleito o governo provisorio. Os ices mete-
broa desee governo sao: IiOisaga, caronM o ca-
nhudo aV tnrbune; Rivarola, advngadtstu '-
dude, e Bedoya, neiftciairtt.
Oomo noticiei na anterior, uma commissao de
alliados e agradecen a autoflftnia qne Ihe aea-
bavam de dar os ministros das iros naees al-
liadas. ajn
Tomou entun a palavra o Dr. Hoque Porra, e
em um bello improviso fez a apotheose d-iqucH
solemnidiide, deelarando com toda a effnsiio da
verdade, que a creftro do governo provisorio era
dovida ao ministro brasileiro, o qual nao desani-
mara nunca nesse. nobre c generoso intuito, ao
passo que elle Roque Peivz por mais de uma ver..
aqui mesmo em Assumpcao, tinha perdido as es-
peranzas do fundar govrnn provisorio, e tinha
proposto a um rotlega a rreaeo de um governo
militar, atientas as dissidoncias e difiieuldudes que
eslava experimentando.
Essa solemne declaraeao do ministro argentino
honra multo a nobreza e magnanimidade de sea
cantor.
OSr. Roque l'aroz continen depois andando a
regenerarlo do povo paraguayo, sendo muitis-i-
mas vozes iuterrompido pelos applansos dos assis-
t"Il!"<.
Fallou depois o eonselbhero Paranhos. A pala-
vra autopiajda e eloquentc desse estadista recebia
naquolla oecasio alguina cousa do iuspiaeo di-
vina. A- .-i alegras que iho iam na alma, os
regosHos vuaw apiiavam-Uie a physionomia que
parela ir^ntiar de gloria elle sati-faro.
Tenbo Aovillo diversas vezes ao ronsemelw**-
raiihos, m.te ii.iqm lia oeeasiao pareceu-uie que
Ihe cingia a frente a verdadeira carda do orador
popular. Don diversas vean foi sen discurso in-
i terromnido e ceberto de appausos cstrondusos.
Ao terminar, eom uma das mais fdizas aposlropbe
qne tenbo uuvido, um lirado unisono parti de to-
dos os pon i.-, o a banda de musir tocou o hymno
brasileiro no meio dos vivas que partan) de todos
os concurrentes.
Quando ccssi'U aquelle phrenesi de applausos,
tomou a palavra o coronel Faria Roena, a alludin-
do com muita telieidade coincidencia de solem-
nisar ello iiaipiella meto e-se dia qne llie era cha-
ro, convuloii a tolos es presentes a aooinnanlia-
roin aos dntU nim^tros casa, dondd linliam viu-
do, asta era a iHe, o all donara expanaia a I '-
ilis as alegras, a todos os sciiii ii-ntjs que trans-
Ioziain BU nnafantas naquellas iioras soieinnes.
O seu onvie foi p.(r ladee aceito. Ena > o
prcslilo cun as qnatro bandeiras e a banda de
musir aeompanliou aos ministro*, e aos inein-
bros do govurno eleito, at a casa do coronel Pa-
ria Roclia, no meio de vivas estrondosos e harmo-
no-as p eas ile msica.
A casa eslava completamente llinuui.ada. A sa-
la do banquete eslava ornada de Ijaoderas de te-
das as naeieiialJadcs. Do tecto penda a liaudeira
lianeeza, prendeiido-o brasileira que rabia em
senea solne a me.-a, onde se adiavaiu os meilio-
res viiihos e os manjaies mais soberbos. De um
lado penda a velha bandeira do batallio 40 de
voliinlario.-d.' que o coronel Faria Itoeha fra o
commandante, novada de balas, onfumacada pela
plvora dos combat'-.
Eram as glorias da guerra ni i s glorias
da paz.
Era uma fcsta solemnissima. Todos os aposen-
tos da casa liearam ehe.ios de povo, que nao ex-
bera na sala do banquete, (lo uo l'altava um dos
uieinbros do governo provisorio, urna CMBUMSti,
acompauhad.i das tres bandeiras e da msica, o
fo| bascar. Era oSr. Bedoya. Quando elle entrou
na sala, foi recebido euthusiasticainente. Orou o
Sr. Roque l'erez, que como sempre, arrebaten aos
ouvintes no seu brinde.
Depois delle usou da palavra o eonselhiiro Pa-
ranhos, que, no meio das mais sinceras e exptes-
sivas adhesoes dos concurretiles, pronuuciou um
uloquenlissiino discurso.
Era a coinmunho de todas as nacionalidades
essa testa do bautismo social deum povo que re-
nasce. Os diver- erara fritos aoestou-
rar do champagne, no meio dos esirondosos ap-
plausos. Aliu dos dous iiiinitros, oraram dive -
alheiros, levantando brindes.
Foram os tres meinbros do governo e mais aj
Dr. Maeham o Daeaud i|iaraguayns) coronel Fa-
ia Rocha, Drs. Luiz Alvares e .S\inp!irouio (bra-
sileiras), Syufomnu Aloosta* coi.mol Agero
(argentinos).
Como o eslado de molestia nao permitiira a? ge-
neral Salustiano comparecer ao lestiiu do coronel
Faria Rocha, s 11 horas da noute a serenata di-
rigio-se ao quartel-general para sauda-lo. Rece-
Ns live-'fbidos com l.xla a ainabilidade e delicadeza palo
intimo general, qne os le/, entrar com as quatro
bandeiras para uuia granda sala, follaran) diver-
sos paraguayos, agradeeerulo ao general brasileiro
a manera nobre c generosa com qne tratara sem-
pre aos paraguyos existentes na cidade da As-
Minipo, que era imia praoade guerra.
O goueral Salustiano icsponde.u a todos eom
exprs.-des francas e sinceras, 'demonstrando os-
nobres seniimentos desse militar brasileiro, aae
ao lado c urna coragein superior, tem um cora-
gao mu o bem formado e sensivel.
Terminou assim naquelia noule a soleiunulade
daiuaugurai;o do governo provisorio do Para-
guay. Marea-so para amanlia domingo ouquin-
la-feira a po verao. Cr-se quo neenpar o eaodo e euilleos
onde esta ;. ra a pagad. teredo brasilei-
ro. A meo ver, grande, inulo gramlo vai ser a
tarefa dos noves governantes. E' diflloil fazer nas-
cer ununaea.) nova do seto de um povo como ora
odo Paragiuv, e as circumsianciM em q*o se
acha easa eulade, naeteo de urna papulacao hete-
rognea, audaz e aveiitureira Keparem IS, Assis-
tirei a tedas as peripecias de imi sitiijicAo que
vai ser amilo interessaule para a philosopliia da
hislorm.
O Asvlo da F continua indo muite ragular-^
raeole. O Standar** peridico iuglez de Poenos-
A^-res, rujo rer,dr 'a- naugararao do
en proseguirei na minha missao
se*, sabsfeito por observar que as censuras qne
ntio feito, em linguagem severa, mas digna, vao
prodnzindo salularcs resultados, .obligando o go-
verno a enj-var-se a opinio publica, j que se fa-
zia snrdo voz da consciencia.
Corre como corto (pie o barao de Mauii fez nm
c-oiivefyp rom o dito governo, de interesse geral,
garapjrado-se nelle aos eredores do baneo-a co-
branza de seus titulo, o dando-se mais folga aos
seus devedores para satisfazer sen compromisos.
Asegura-se at que este estabelecinieiito reabre
suas portas na prxima segunda-faira, para conti-
nuar cm suas operaeoes commerciaes.
Esta noticia s bastn para reanimar o commer-
cio, que estava completamente paralysado. Nao se
sabe ainda positivamente das condicoes essenciaes
mas posma fidedigna afilrma que sao equitativas
a mu convenientes ao har" e ao commercio em
geral. Sendo assim, cu felicito o general Baile
por tor pratirado um acto que Ihe ha de valer
muitas adhesoes o acreditar o seu governo.
Prometli investigar a causa da ultima crise mi-
nisterial, e assim tambem a de sua soluco. Com-
pro hoje minha palavra.
Acaba o governo de publicar o decreto de 11
desle mez amnistiando a todos os individuos que
tomaran) parte na revoluen encabecada par Ca-
rchado, e reintegrando em seus postos todos os
militares demiltidos por aquella. Alen deste do-
cumento anlhentico publica a Tribuna a declara-
cao de que o governo pedir venia commissao
permanente do corpo legislativo para tambem re-
integrar em seu posto o general Car aballo.
Quem nao se lembrar do que tenbo eseripto. c
ler estes aclos do governo, sera estar informado
das circnmslancias que o obrigaram a assim pro-
ceder, os julgar importantes, magnnimos o pa-
triticos ; mas essa impresso durar poueo se
se atteoder he segrate : Ha das apparereu pn-
blirada, no j raenrionado peridico, urna petico
dirigida ao governo por militares e cidados da
repblica, para que fiaaase eonheeer quaes oram
os as de anno o meio se commellera tao Horroroso ai-
tentado, cm pleno da, em nina das ras mais fre-
queatadas desla capital, e nao s ainda elle eslava
impune, romo nao se saliiam quaes os seus aate-
r*>.-. I Ao publioar a Trihina MA ri(imrimeni..,
convidara os orientaes a lirmarem-no na respec-
tiva typognphia. Desde logo suspeitei que liavja
ah alguin manejo de Bustamante. O governo nao
demorou-se : boje mesmo dirigi n tribunal de
inslica urna ola exigndo andamento do proeesso
instaurado.
Tanto o decrete de amnista o de reintegracao,
como este faeto nao era mais do que a realisaco
das promessas que fizeram para oblar que Cara-
bailo largasse as arm;.s.
Mximo Prez, cansado de esperar pelo nira-
priinento do que se havia ajustado eom aqnelle
chefe. esereveu a Buslamanle, que seu toada,
deelarando-lhe (pie, seu governo nao rcalizffsse o
que ello, autorisado polo general Bailo linha pro-
.....Uido a Carab dio e aos seus ollleiaes ; assim
runo se nao proeedesse com toda a actividade
para deseobrir e castigar os assassnos do gene-
ral Floros, que ello Mximo traria a Ifcotevido
urna revolnrao iiiinrt;in(issiina, pois centava com
lodos os cheles da campanil, e ento vingar-so-
ha do USO procedmento e dcslealdade desse go-
verno.
Ilnslamanto receben esta communicacao e gnar-
doii-a com inlenco : nesse. entretanto Mximo
Prez corresp m lu-se com Pedro Vardla, em
Bneoes-Ayres, e tudo se preparava, como ja disse
em minha' anterior para tal revoluco.
Chcga o dia em que devia resolvor-se e paga-
mento des 800,000 pesos despendidos em sulteear
a revoluco de Caraballo, 800,000 pasos gastos
om menos de um mez, sefli se saber em qne, ste
, mais de 2.000:000a, com uma forra que nao
exceden de 2,000 homens.
O ministro da fazenda Marino Cervantes apde-
se a esto escndalo, c declara que a despea foi
exageradsima. Bustamante se, er insultado com
semelhanle inanil'estacfw, e aprsenla sua renun-
cia, lazemlo ao mesmo tempo, constar ao presiden
te a nlencao de seu amigo Mximo. Calente-se
como liearia o Sr. Batle nessa oeeasiao Claro
Ihe tem costado essa presidencia Elle aseaste
se, chama a Bu-tamante, e diz-lbe que nao aceita
a renuncia, e que mandar pagar as despezas da
guerra !
No da seguinte Bustamante toma man outra
vez do ministerio del gobierno : riso de seu col-
lega, que Iicou vencido, e foi publicar na Tribu-
na o decreto e o la I requerimento.
Desla forma julgo qne as cousas ternario a seu
estado normal, e quo nao haver revoluco, ; mas
duvido muite que so tomem ao serio as pesouizas
para deseobrir os assassnos do general Flores,
porque com as indagacOes precisas apparoeoriam
tambem os autores e cumpliros do aticntad da
mina, e cora isso se eomprometteriam pessoas hoje
altamente collocadas. Supponho que se fingir
cuidar deste assumpto, ate que o povo oriental se
esqueca delle ou os despreze.
Oex-corond Aguiar continua preso, e a com-
missao permanente decidi que deva sor julgado
no foro militar. Parece que ser o bodo expiato-
rio de todas estas vergonhosas traasaccoes pol-
tica-.
cao franca.
le presidente de estar ntervimfo nos negocios" das
provincias para sujeila-las o castiga-las peau cri-
me de Ihe terem m-gado seus votes.
Sarmiento respondu-lue xplicaado son ideas,
defendendo-se, e eondemnando o procedmento
de Taboada, que j ultrapassou era sua- coi -
rasponnenoia as raas em que devia riuler-aa, di-
ngindo-so ao chele do oslado. O* preparativos
bulliros tambem [iroseguem. a ludo indica graa-
de trovi>ada.
Enlrotanto a confederacao prospera, material-
mente fallando, c ha abundancia de dinheiro na
praca. O orcamente do auno prximo aprsenla
ura dficit importante e consta que o goveruo vai
contrahir um emprestims.
A lei sobro a transferencia da capital, era virtu-
de do veto do presidente, so -poder sor novameu-
te disritiida na sessao prxima Ento tambeau
ser temado em cunsideracio o projecto do go-
verno marcando os limite das diversas provincias
entre si.
Do Paraguay as noticias sao excellentes. Tudo
presagia mu prximo e honroso desenlace guer-
ra. Nao repetirei o que de Assumpcao tirio ine-
Ihor os emus collegas.
Na Confderaco Argentina prosegue a opposi-
co em seus trabajan*, contra a administrario do
Sr. Sarmiento. Agora mesmo acaba o seu gover
no do solfrer uma grande derrota na cmara dos
dejMUados, na celebre qoeslao do diraito du iflMO
vlhcSb do governo nacional as provincias.
Depois de um notovel discurso do Sr. Quintana,
que falln suocessivamonte em tres sesses, t re
provada a intelligencia que o governo dava a esle
a~sumpto> e por cuja consagracao muito se Inte-
rossava, TOtanoN* nma grande materia contra. Os
ministros nao lomaram parte no dbale, o que foi
muito reparado, explicando os oreaos d appeei-l
cae esto procedimenio^ior uma conll ipieza para diseutirer/i com os deputads que se j
achara divergeotes da poltica da admini-oi
actual. Conta se qe no nenado suceeder o mes-
iho, e que ealao u governo pora o veto a lei que
pasear, iiando-rr.e a intervenrao nos negocios da
provincia.
Toda osla qpr >siao doriva-so ainda da celebre in-
tervenclode V Juan, e hoje o assumpto inai-
palptanlo da poltica argentina, podendo ennver-
tor-se om par lW de diseordia e de guerra eivil, se d*
parte a par o nao houver prudencia e eondeseen-
denela. A este respeito publicara os jornaes nma
carta do ^neral Taboada ao presidente Sarmienti),
ipie mos .ra a attlnde cm que estn as provincia
ite norf .; wndo sna fenle aquello general, c a
faciiid/ IIIO DR I4.HGIRO
17 DK agosto di: 1860.
A cmara dos doputados approvon hontem., o
parecer da primeira commissao do poderes sobra
as cleicoes primaras das paroehias de Nossa Se-
nhora da Concoieo de Totoya, Nossa Senhora da
Coneeicaodas Barreirinhas, Nossa Senhora da Con-
ceieao de Arrayse e do Senhor do Bomtlm da
Chapada, perteeentcs ao 2" dstricto eleitoral da
provincia do Maranhao.
Reconheeeu depois coma doputado pelo 2 dis-
tricto da provincia de S. Paulo o Sr. Francisco de
Paula Toledo.
Approvou em seguida, em uma s discussao,
com varias emendas, o projecto concedendo pen-
soes a D. Paulina de Adelaida Campos e ou-
Iros.
Approvou depois em 3* discussao o projecto
que manda o g iverno restituir a Liberato Lupos
e Silva a quantia de 4:028 52, importancia de
juros que pagua como fiador de Livio Lopes Cas-
lello-Branco e Silva.
Approvou igualmente em -'V discnssn o projec-
to determinando que obtero o grte de b i'-'iaivl
em scieneias malheinaticas e physira> os alumnos
da escola central, que liverem appruvaces nas
iloulrinas das cadeiras mencionaila- no ar. 181 do
lt. 5" cap. 1- do reculamente de 30 de abril do
1863.
Approvou ainda em 3" discussao, depois de
algumas observaeoe- dos Sr. Correa e Mello Mo-
raes, o projecto determinando que o ministro do
imperio eos presidentes de provincias iwncedero
ttulos de natur^lisaro a todos os estrangeiro*
Approvou mais, em 1" discussao, o projecto
relativo reforma policial.
Bejeitou depois, tendo feto algumas considera-
coes o Sr. Ponido, o art. Io do projecto declarando
que as congregaroes das facilidades e academias
do imperio lican Milorisadas a permiltr aos tstu-
dantes de preparatorios a que faltar somonte um
exame dos praparat irios exigidos, que pnssam
frequentar o 1" auno da respectiva faculdade on
academia ; nao podendo, porn, fazer exame das
respectivas materias Bem que mostrein ler sido
approvados no preparatorio que Ihes faitar e do
ter pago a devida matricula.
Entrando em discussao o art. 2" do mesmo pro-
jecto, declarante que as approvaroes de exame-
de preparatorios ohiidas em nina academia ou
faculdade do imperio servem para tedas as mais
facilidades e academias do imperio, o Sr. Dnarle
do Azevede offereceu um requerimento de adia-
mento, que foi approvado depois de algumas obscr-
vaco.' do masno senhor e des Srs. Coolho Rodri-
gues e AraujoGes.
Approvou tambem om uma s discussao o pro-
jecto concedendo aposentadoria ao desembarga dio-
da rolarlo do Maranhao, All. liso Cordeiro de Re-
greros Lobato.
Occupou-se logo em seguida com a discussao
do projecto sobre a emenda do sendo proposi-
co que concede um anno de brenca cornos res-
pectivos veiii-iineiiios ao Dr. Lourenro Trigo do
Luureiro, lente da faculdade de,dreito doReei-
|r Depijs de alganias ob< irvagee dos Srs. Go-
mes de Castro e Cotnu Rodrigues, foi rejettada a.
emenda, tirando o Brujete adiado, de conformida-
de com o art. lo" do ngimnito internr>.
Continnod em ultimo lugar a 3" discussao do
projecto sobre a reforma do reonttamento. Ora-
ram os Srs. Dnarle de Anredn o Theodoro da
Silva, licando a discussao adala pela hora.
Foram offoreeidas as semintoa emendas:
Ao 2 do arl. 1 dga-se : Os studantes
das rat-uldades estabelecidas no imperio e dos
cursos theolngieos.Jimqnena.Rodrigo da Sil-
va Pedcrneiras.
Arl. 1." N. ti. Substitua-se pelo seguate; O
tatado e o rimo, de mais dr tu annos. que live-
rem filhos, aos quaes abawotem.
t Arl. 1." N. 8. Em vez detor eltf, diga-se
pela (teredo- delle.
f Arl. l'. Are rscente -se sata n. 10: As oraras
dos corsos policiaes dm mnvmcias.
t Art. 2.- Em vez da plira-eainda que nao
estejam completos, diga-seamplttos.
t Arl. 4. 2- Substitua-se poto seguinte : Os
designados qiir w nfio eoadtrem ao eumprintento
deste dever servirdo por quatro annos, indos os
faaea serda licenciados com obsjerao de se apre-
senlarem para o serrico era sircumstancias n
guefraj mlrma on externa, dentro dos cinco annos
subMiuentes.
Art. 4. 3." Em voz de- cinco annos, dt-
gs-f-eqnatro annos.
i Art. 5." g 3." Em verteinstruccoe* de 10de-
\ jolito de 182J, diga-se da lei de 19 de seterabro do
Aonde convier. Ailmitia-so o art. 10 do pro-
jecto do Sr. depntado IVdarnoiras.
Aondo convier. 0 miro da guanta nacio-
nal fica reducido ao que est preacripto na pr-
seme lei. O qorernu tmp$ilr nyutamento paria
a boa organimrao, aliMame*to, dusignacao e- serci-
ro da guarda nacional, constituida cerno iea.undtt
mena do exn-cilo. M. A. Jhiarte de Aze-
vedo.
O vapor Arinos, entrado ante-hontem dos portes
do sul, trouxe datas do Porte-Alegre at 31 du
passado, Rio-Grande 10 e Santa Camarina 13 do
eorrente.
Sobro a demora do referido vapor diz o Di
do Rio-Grande da ultima dala :
A demora do vapor Armes foi devida a seis
das de quai entena que soffreti, en) consequeneia
do ter tallecido" a bordo e j no porto de Montevi-
deo uoi sacerdote bespanhol que ta do Rio do Ja-
neiro. Este individuo commettea nma indscri-
co, tomou um pbrgante. sen precauco, e conti-
nou a doi-mir no oonves, e disto proreio-lhe a
morte.
' A' falla de um lazareto esparos i para dar
aceommod'.ieo aoereseido numero* de passageiros
que levmi este vapor, foram obrjgado a soffrer os
passageiro- a bordo a dupla quarentena que fhc
fot imposta,


061 Ul


Diario de Peraambaco Terqa feira 31 de Agosto de 1869.

0 agente da companhia de paquetes protertpo
por intermedio do ministro brasileiro contra a tu-
nos e projuitos causados na demora do paquete
pela neglicencia das autoridades do eslado vix-
nho, denioter um lugar apropriado para lazareto,
como teem todas as nac5es em-gerai.
De Bag esrreveram em lo me>ma follia:
No da 2 deste mez, no 2* districto alora do
arroio Quebraxo, Manuel Silveira Vidal, acomba-
nhailo de m.'u pai Finniano Silveira Vidal, 2 sup-
pente da subdelegada dtf polica daquolle distric-
io, Antonio I) jiniogos de Oliveira, juiz de paz do
inesmo districto. o Manoel Lucas Machado, inspec-
tor de quarteirao, disparou um tiro de pistola no
alferes da guarda nacional Mane el Mendes dos
Santos, ferindo- mortalmente no peito.
Esta victima do bacaraarte ascuas viven at O
dia II.
Ignora-se a causa (leste atroz attentado, e a
voz publica ifeanneia como principal autor a Fir-
miano Silveira Vidal.
t A justica instaurou processo contra todo?
quatro, porm nenhuin se acha preso, e Manoel
Silveira Vidal aps o criinc fugio.
O jniz municipal d Rio-Grande julgou impro-
cedente o sumiuario crime intentado contra Agos-
tinho Jos Ferreira Rodrigues e Manoel Silveira
Maciel, como autores do assassinato do padre
Estevo Semiglia, e reccorreu desse despacito, na
forma da lei, para o Dr. juiz de direito.
No dia 3 oaufragou na costa de NE da barra,
distante da atalaia 16 inilhas, o patacho allemo
Ora, procedente da Babia com 21 das de via-
gem, em lastro de ara. A tripolaco salvou-se
que
au-
dis-
alis-
Santa Catharina
menrao.
nada occorreu digno de
Por portara de 14 do crrente foi nomeado para
o lugar de ajudante de ordens da presidencia da
provincia do Cear o capitao de artilhnria Tibor-
cio Hilario da Silva Tavares, e exonerado 9a
referido lugar o major reformado LH\ Xavier
Torres.
Por decreto n. 1,402, de 4 do corrente, foi deter-
minado que passem a ser julgados em segunda
instancia pelo coriselho supremo militar de justi-
i:\ os processos de eonselho de guerra organisado
na provincia do Rio-Grande do Sul.
Inangurou-se ante-hontem a nova cstacao tele-
graphica de Petropolis perteneente a empreza
dirigida pelo Sr. KielTer.
O presidente da cmara municipal endereeou
um teJegramma ao paco de S. Christovao felici-
tando a S. M. e Imperador e em seguida varios
outros ao Sr. ministro da agricultura e s autori-
dades da provincia do Rio de Janeiro.
Hontem inaugurou-se a estacao da Raiz da
Sorra e Estrella, e em breve, segundo nos infor-
man!, comecara a funecionar a da Pavana.
18 -
Na cmaras dos depulados, hontem. logo dapois
da leitura do expediente, o Sr. Theodoro da Silva,
raq lerendo urgencia, fundamentou o seguinte re-
querimento:
Requeiro que o Sr. presidente nomo urna
cotnmisso para qae reveja o projecto do cdigo
penal militar, organisado pela commi-so militar
sidida por S. A. o Sr. condojl'Eu, e do parecer
te pode ser aceito para entrar na ordem dos
|alhos desla casa.
tirando si> na ordem do dia, oceupou se a ca
i cura a discussao do art. 1 do pr jeeto so-
bre a refirma policial. Orou o Sr. Souza Reis,
ficando a discussao adiada pela hora,
Foi ufferacido o seguinte substitutivo d i art. Io;
Fica alterada a legislacao vigente sobre as au-
toridades policiaes c suas funeces nos seguintes
termos:
1." Os chefes de polica sero aomeados pelo
governo na corte e presidentes uas prevncav,
dentre os cidadaos que juigarem idneos, nao
sendo sacerdotes nen fum-cimanos pblicos. A
incompatibilidade qu Mea assim estabeUcida a
resuello do carg de chefe do polica ser obser-
vad* noprovimento dos de delegado e subdelegado.
% i. Os chefes de polica sero subsliiuido-
ein scus impedimentos, o no caso de vaga, pelos
delegados do termo da capital, na ordem da nume-
racao dos dislrictos, e na falta de todos pelos res-
pectivos substitutos ; os delegados pelos subdele-
ga os respectivos, guardada a ordem que for es-
tab -locida pelo governo na corte e presidentes as
provincias, e que na poder ser alterada, e na
taita de todos polos seus snpplentes, (cando este-
roduzidos a dous
'" As autoridades policiaes nao exercero
me- fuocgi) alguna julinaria; as que Ibes cora-
jMMiain Banajendo de exclusivo exerejeio do
juilas nanieipaes.
-.* ?.,V.|''";;i, rcaiatalflcUa a *"miil" nade do
arti.si do enligo do processo. As autoridades
policiaes compete exclusivamente formar auto de
cjrpo do delicio; e nina vez feito esto o remetie-
ra' ufleialinente ao promotor publico, ou o en-
tregaro ;i parle offendid:i ou eu representante,
o o requerer; no primoiro cao, se competir
accao a justica publica; mi segundo, sefr ue-
eessariaquexa para que tenba lugar o summa-
rio crime.
Nos casos de que trata o art. 121 do cdigo
do processo, o corpo de dileto sera o termo de
qno trata o inesmo artigo e a eommunicaco do
quebrntenlo delle.
5. (I-:' o 3 do artigo 2 do projecto).
$ &! (E' o 1 e2 doan. do projecto).
61 Na falta de deprecado, a prisao dos reos
pronunciados, ou condominios em termo diverso,
que c-tojam evadidos, so lera lugar, etc.
O maiscomo noj| 3'1 do art 3o do projecto.)
iourza liis.
Continiiou depos a 3' discussao do projecto so-
bre a reforma do recrutamento. Oraram os Sis.
topeua Prado e Benjamn, licando adiscussi
adiada ,i -l.i l.ii
Foi uftVecida a seguinte ememla
gados de polica enviarlo Junta,
for designado no regiilamoaio, li'
tbenticadas dos cidadaos domici
trictos qne se acharom as cond
Udos.A. Figueira. '
Art. -2.* $ a. -em lugar deH *riz muni-
cipal do termo-^diga-sedo chel^MpHcin^-B
no 7.,emvezdeai dos juizes mnicipaes desig-
nados pelo governodigas^do cnefe* de polica.
No art. 3., 2. periodo, em vez depelas pa-
lochiasdiga sepelos municipios.E no i;
em vez dejuntas de parochiadiga-sejuntas
municipaes.
Stiprima-se o | i.
Ao art. i., era vez de parochiadiga-??mu-
nicipio.
Snpprinn-se o art. 8., e accrescente-se as pa-
lavraslicam abolidosdo j 3." do art. O.*, as
seguintesos castigos corporaes.A. Figueira. n
^upprima-9 o 1 periodefdo art. 2." e o 1.
periodo do S 7." do art. 3."
Supprimaajrse as palavrasantes do sorteio
do art. 3." >.
Supprimam-se no art. 2." as palavraVon f-
verem perdido a isencao legal antes de completa-
ran 21 annos.
Supprimam-se no .art. 9. as palavrasde
cinco anuos.A. Figueira,
Substitua-se o n. 2 do art. 1." pelo seguinte:
Os estudanles das faculdades e seminarios e os
de estabelecimentos pblicos de instrueelo secun-
daria sustentados pelo estado e provincia, contanto
q.ie provem assduidade e aproveitamento.
Ao n. 3, depos da palavras=saeras,acres-
cente-seos mdicos, advogados e engeuheiros
Civi. Suppriraa-se o resto.
Ao n. supprimam-se as palavrasque vi-
veram em sna companhia, e fique o oais como
est no projecto.
Ao I. supprimam-se as palavras desde-
mas serao obrgados, etc., at ,\o (im.
. Ao g I. do art. 2.", em lugar das palavras
um offlcial da guarda nacional nomeado pelo go-
vernn>, diga-seo do parodio.
Ao g C." da art. 3., em lugar das palavras
sedardiga-sedar a junta anlcs de dissolver-
see o mais como est no projecto.
Ao 9.", depois das palavrasnos cornos a
queaccrescente-se ; segundo suas vocacoes e
apiidoese o mais como est no projocto ; a no
ultimo periodo do paraurapuo, om lugar das pa-
lavrasUs dosignados te.em direito aos-diga-so
Aos designados serao abonados os, e o mais como
est no projecto.
? Artigo additivo que ter o n. 10:E' perml-
tidoa troca do numero entre os individuos da activa
e da reserva.C. BHtuncourt.
S. M. o Imperador, acompanhado de seus se-
manarios, vesitou hontem as oflicinas de machinas
do arsenal de maraa; em seguida dirigi-se ao
arsenal de guerra, onde tambera visitou as depen-
dencias d'aquelle estabeleciiuenlo.
Reuniram-se hontem no consulado geral do
Portugal os consoles estrangeiros residentes nesia
corte, afim de coutrarem nos meios de evitar
a desercao de raarinheiros. Presidio a rounao o
Sr. cnsul geral de Portugal.
Depois so coraprometterem a nao admiltir nos
navios de suas naces marinheiros que nao apr-
sentelo .atestado do desembarque, concordaran)
ora assignar urna nota para ser enviada por in-
termedio das respectivas legagdas ao governo im
penal, pedndo a adoptan de providencias para
que se nao recebara a bordo dasem larcacoes bra
sileiras tripolantes que nao apiosenlareinaltosiado
de desembarque assignado pelo respectivo cnsul.
20
Hontem nao houve sesso na cmara dos dopu-
tados por falla de numero legal.
Por cartas imporiaes de 18 do corrente foram
naturalsados os subditos portugueses Miguel Ri-
beiro de S, Jos da. Rocha Fernandos o Feliciano
Uernardino da Silva Braga.
Foi concedida a raedalha de 2.a classe ao cida
do Norte-Araericauo Jonh Ruland Freligh, por ter
salvo com risco do sua propria vida a de um pret >
que cahira ao mar de uoia das barcas da compa-
nhia Ferry.
Por decretos da mesma data :
Foi nomeado cavalleiro da ordem do S. Benlo de
Avia o tenenle-coronel Joo Evangelista Nciyda
Fonceca.
roram concedidas as seguintes pensocs om at
leneao a scrvieis prestados na guerra, o que licam
pendeules da appruvaco da assembla geral :
A Eulalia Gandid i Gardoso de B;irros viuva
do erpila., do 13. baiato do iuauria Jos Lo-
pes de Uarros, a da Mi inonsae* sein preJOtzo do
meo sold.
Ao capito do 30. corpo Ue voluntarios da patria
Guilherme Jos llamos, a deO mensacs.
Ao alferes do 51." dito Joo Barbosa de Ges, a
de 304 mensaes,
goncral Mitre, ver-se-Uo completamente cercadas.
A respeito destes ulanos movimentos receben
o governo as >eguintes paniepacoes offlciaes.
O Sr. cunselheiro Paraahat ao ministro pleni-
potenciario '.l de agosto de 1869. O ultimo telegramma
de sua alteza de ante-hontem. Sua alteza, de-
pos de lomar urna segunda trincheira.como a de
Sapucauy, oceupou nesso. dia o inia.ial*ntisiino
ponto do Vaieozuela, onde nao cncoofrou i
tencia, e lilwrtou prisicneiros de Mallo-Grosso e
estrangeirm.
A segunda trincheira achava-se na sahida da
|itcada doSapucahy, caminhodo Valenzuela. 0
inimgo leve 5 homons morios c dcixou 3 prtsio-
neros, <|ue declaranun ser dos que fugram da
priuieira trincheira. Sua alteza presuma que o
luimgo quera reconcentrar-se om Peibebuy, e
accrescootava no seu telegramma qno ludo ia
bem. '
i Consta-me que os generaos Mitre o Auto mar-
rbaiaboie sokro as pwicesa frente.do inimigo,
o que deve ser do combinao com o principe.
Hontem o inesmo general Mitre fez um reconheci-
ment.
De um momento a outro espero novase mais
importantes noticias, i
Teligratnma de sua Isteza ao Sr. consellieiro
Paranhos;
. 7 de agosto de I869.-ccupamos Valenzuela
parece terse concentrado para Peribebuv. Temos
libertado algunsBrasileiros de Matto-Grosso e es-
trangeiros.
Quanto :i marcha do general Mitre sobre as for-
tillcacoes da frente do inimigo, de que falla o Sr.
(Mii'clheim Prannos, o inesmo general offlcia a 8
ao seu governo neites termos.
i Hoja mandei o regiment S. Martiiilio com
duas companhias de infantrria sorprender a furca
i|ue guarnece a entrada do desladeiro de Ascura.
golpe logrou-se perfeilamenle. 0 inimigo foi
sorprendido ao romper do da, c completamente
desbaratado, abaudouou o priineiru rolucto, que
foi tomado pelos wwaos.
< Uin uiomento depos rebentou do mato um
hatalho inimigo, que tralava de cortar a retirada
nossa pequea forca, emquanto adianle do re-
ducto desmasrarava outras pecas de artilharia.
Entom esquadrao deatiadores de S. Martinho,
que icra de reserva, carregou o iniraifo, obri-
gando o a abrigar-se no bosque, e os nossos pude-
ram retirar sem serem molestados.
0 inimigo deixon 53 morios e lies prsionei
ros; nos (vamos 12 feridos e ura m rio, quasi
todos de metralha.
t Amanhaa deixarei este
. i." Que sejulgue legal a votacao dijs
nove collegtos que frmain o 3o districto da
provincia do Rio de Janeiro, para un lugar
de deputado assembla geral vago pelji
nomeagao dj senador|0D Sr. Francisco de
Paula de Negreiros Sayao Lobato.
2." Que seja recotihecidj depatad^
pelo inesmo districto e provincia, o Sr. Dr.
Jeronymo Jos Teixelra Jnior, e como tal
admittido a pr star juramento e tomar
ass nto na cmara. ^A"i
Sala das commisses, 23 de agosto^ Wm
1869.Conde de Baependy.-Cimddo Tol9 v^
res FtUto.-Portilla.Casado. -Fausto 4c
Aguiar.A. M. Perdigao Malheiro.
Foi a imprimir a seguinte redaegae:
A assembla geral-rolv :
Art. i." Fica approvada a penso an-
nual de 2i05concediila por decreto d 9 d;
dezembro de i86, a T.burcio Valeriam,
patro dos escaleres do arsenal de marinhu
da provincia da Babia, devendo o agraciado
percebe-la desde a data do respectivo de-
creto.
Art. i.' Revogam-se as desposicao em
contrario.
Sala das commisses, em 21 de agosto
de i69 C. Mendes de Almeida.J.
Evangelista N. S. Lobato.
T
Substitua use no final do g 3o do art. o m
palavras: -e rereber. era dobn, elepela-so-
guinles:crecebi-ro proporcionalmonte ao lem-
po ilescrvico o pretalie uatagMW du vnlontaiio
designado marcados na ei..Venezes Prado. .
Por dereto de 3 do corrente foi nomeado Frm-
Cleo Vieira de Mello tenenle-coronel comman-
lante do 7 batalho de infamara da guarda na-
cional da provincia de Sergpe.
I'ir decretos de il foram nomeados:
O baeharel Vicente Gvrilln Marinh >, juiz muni-
cipal e de orphi.s do termo de Ponta-Grossa, na
provincia do Paran.
O capitao Joa do Oliveira Lima e o alferes loa-
3uira Nogueira de Fretas, majores ajundantes
ordens do cotnraandante superior da guarda na-
cional do municipio de S. Bernardo, da provincia
do Cear.
capitao secre-
Joa Anselmo da Silveira Vidal
tar_geral do inesmo com uando.
Joo Ennes da Silva, capito quartel inestre do
mesrao ci>mmando.
O tenente Fernando Adeodato Collares, capitao
cirurgio-mr do inesmo coinmando.
Depos de prolongada enfermidade fallecen se-
puftou-se honem o c eihec.ido poeta salvrieo Faus-
tino Xavier de Novaos.
19
A cmara dos deputados approvou hontem o
tiarecer da !. coinmiss) de poderes sobre a el-
eicao priraaira da procba de Varzea Grand- e a
secundaria dos collegcs da linp.iratnz o Granja,
pertencfiitcs ao 2. (fistrieto elsitoral da provincia
ooCeara.
Continuou depois a 2.* discussao do art. 1. do
projecto sobre a reforma policial. Oraram os Srs.
Uaaear Araripe a Gomes de Castro, fiando a dis-
ctis-5o adiada pela hora.
Foram offejecidas as seg intes emendas :
Su ipnmain-se os S 2.-, 3' e 4. do art. 1.
A. Figueira.
Substitua-se o 8 1. do art l.' pelo segrate :
Art I. Os chefes de polica sero nomeados
polo imperador d'enlre os hachareis formados em
direito, que tiverora quatro annos de platica do
foro.A. Figueira.
Os chefes de polica percebero venciinenlos
Ruaes aos que perebem actualmente os juiz--s da
ireito no ovorecio de taes cargos. EMW ven-
craient >s so devidir > em dous lerdos do ordenado
o um t>rco de gratlieagaj pelo exercicio respec
vo. Cruz Machado. .
Occupou-s- era ultimo lugar cora a contnuaca
aa j.* discufisio do projecto sobre a reforma
So racruumeaio. Oraram os Srs. Capanema
mwistro da guerra, ficando a discussao adiada
pela ora.
Foram offorecdas as seguimos emendas.
Sui,stua-se o % I do art 2 pelo seguinte :
O aiistamento era fiio em cada parochia
por u na iunta corap-ista do presidente da cmara
municipal como presidente, do delegado de polica
um offlcial militar mi da guarda nacional no-
laeado pelogoveruo naciMj c pelos presidentes
u%i provincias.
0 secretario da cmara escrever pirante a
Os juea de paz em exercicio, o os subdale-
Por decreto do 18 do crreme foi reformado o
capitao do H batalli) Jo infamara Jos Gaio de
Aildrade cora o respectivo suido por iuteiro, ita
coiiforinidado das disposicoes do I-" do art. 9 da
|ei n. 618 de 18 de agost de l8o2, vislo achar-se
imposibilitado para o servico do exercito era con-
soquoncia de molestia adquirida cm campaulia.
Por outro decreto da raestna dta foram conced
das honras de p.istos militares do exercito,em atlen-
cao aos relevantes servidos prestados na guerra
actual contra o governo do Paraguay, aos iadivi-
dos seguintes:
De capilo, aos caplaes do 38 corpo da voiun
tartos da patria Domiciano Joaquim llibeiro e de
voluntarios da patria addido ao 9 hatalho de in-
faman i Gratuhano de Araujo Costa
De alferes, aos alferes do 44 corpo de volunta-
rios da patria Jos Letc da Costa Sobrinho e do
extracto 48 corpo dito l.eo Francisco Santiago.
-21
Na cmara dos depuu.lcs, hontem, logo depois
da leitura do expediente, o Sr. l,ard)so doMciiczjs
fundamentou o siguilo projecto :
A assembla geral resolve .
Art. I. Fica de-de j concedida urna subvenr'
annual de 40:00i)^ empresa ou companhia orga
Diaada para navegaco do no Araguaya, ontre o
porto de Itacaia, n;provincia de Mitto-Grusso, al
ao presidio de santa .Mara nado G>>yaz.
Art 2." Revogam-se as dispjsi.'Oes em contra-
ro.
Sala das sessoes,20 de agosto de 1869.Canlo-
sode Meimzes.Piranhos Jnior.Cruz Machado.
C. Mendes de AlmeidMello Mattos.
Appr >vou depois a cmara, em umas discussao
o projecto coucedeado ajpenso annual de 24(J a
Tiburcio Valeriano, patro dos eslieres do arse-
nal da marraba Ja provincia da Baha.
Coiiihuou era ultimo lugar a L* discussao do
projecto sobro a reforma do recrutamento. Ora-
ram os Sr. ministro da guerra. Pederneiras e Araujo
Lima, rando a discus-o aldiada pela hora.
Foi offerecida seguinte emenda :
No art 5. n. 3 ebminera-se as palavrasbeai
como al 1821
O art 8." substitua-se pelo seguinte: Ficam
abolidos no exercito os castigos corporaes, sei/do
substituidos pelas outras penas disciplinares cura-
ininadas as leis e regnlamentos.
t Ao art I. n. 9, dep lis Jas palavrasprove-
niente do servgodiga-seou que se liver inutili-
sado as raesraa' con liegoes Pereira da Silva.
Pederneiras.Junqueira.Lamego,
Entrou hontem do Rio da Pratao paquete Auns
com folhas do Buenos-Ayres ate li e Montivido
15 do cormte.
Da Assumptjo temos noticias de 9. Sabamos
que deixando no Taquaral urna divisa) brasileira
sob o comando do bngadeiro Jos Aulo Guimares.
e ora Piray, defronte de Aseurra. o exercito do
comiuando do general argentino D. Emilio Mitre,
para vigiarein p ir aquelle lado o inimigo e mesino
alaca-lo no momento opportuno, S. A. o Sr. conde
de Eu marchara eran o grosso do exercito bras*
leiro para Paraguary no intuito de contornar polo
sul as posicoes do Lpez. Este movimento ora
agora iniciado com feliz resultado.
No di 8, S. A. alacou o passo fortificado d
Sspucahy. Emquanto a batera era rija nenio
b nnbarlaada pela frente, abrioe urna picada la-
toral, pela qual alguraas torcas foram cahir sobre
a/olaguarda do inimigo, que mal as presentio,
tratou de salvarse pela fuga, deixaudo em no-so
imder duas pe^as novas fundidas em Caacup c
alguns prisoneiros. Senhor asim, custa do
quatro feridos apenas, d'um passo que Ihe abra
accesso ao eoalro da serra era q^a Lpez se acha
enlrincheirado. o exordio brasilero penelrou por
all, e desprendendo alguraa civaiKtna em persi-
gui;o dos fugitivos defensores dk'quelle passo,
avaneoo, e a 7 oceupou sem resistencia a povoaco
de Valenzuela, onde aehou alguns prii'ioneiros to-
mados pelos Paraguayos era Mallo Grosso.
J all pidia o exercito considerar-se retagnar-
acampamento para
approximar-mc do inimigo, c ponmitndo do outro
lado do arroio Pray, hei de hostilisa-lo- de todos
us modos.
A quesiao do governo provisorio para o Para-
guay (cava finalmente resolvida, tendo sido es-
collados para constituido os cidadaos paraguayos
Loizaga, Bedoya e Itivarola. So raso de Lpez,
escapando de Aseurra, remover o seu governo
para Caaguazu, atrs do outra cordilheira que se
erictii' raa s para o oeste, e onde a -distancia da
linha fluvial tornava anda mais flffTlf.il a perso-
guigo, sup*punha-se que o governo da Assump-
gao pidi-ria servir para f*zer-e cora elle ura
tratado de paz. Era esta pelo menos a opinio
que parecia prevalecer em Buenos-Ayres, onde se
accrescentava que os sitiados, retirandVsa do Pa-
raguay, ileixariam uns 2,000 homens para pro-
teccao do novo governo.
.\o congresso argenlinp o governo do presiden-
te Sarmiento foi derrotado na quesio da iulerven
cao nos negocios das provincias. O roe*mo go-
verno propoe a creaeao de nina nova provincia
d.is Missoes, formada do territorio de quo o Pa-
raguay linda eslado de .posse ao sul do Alto Pa-
ran.
0 governo de Montevideo publcou um indulto
para os que lomarara parto no ultimo le>ama-
nenlo. A questo bancaria nao eslava resolvida
ainda. A carta, que publicamos, do nosso cor-
respondente daqnella cidade derrama mais luz
sobre a marcha dos acjii;ecimenlos as duas re-
publicas platinas.
Por portara de 19 do corrente foi nomeado ama-
raran-e da naxadorfa das tropas da corte Mauoel
Da nasceno Barbosa.
Retrairamio hontem em assembla geral. sob
a presidencia do Sr. conde da Estrella, os accio-
nistas aos quaes foi apresentado o parecer da
cora nisso de exame consulta relativo ao anuo
baocarta de 1808 a 1869, dispensando-se a leitura
de-t- documento por j ter sido ojip-irti^nainjule
publcalo nesie Jim il. ?
Roirauio era discussao o parecer travou-se de-
bate, em que lomaram parte os Srs. cotisalheiros
liis, Claudio Jos da Silva e Santos Lima. O Sr.
conselheiro Reis impugna o parecer na parle era
qne propoe a approvacao das cotilas da directora
o mandn mesa urna declaradlo do voto eonIra-
rio que dava.
0_s Srs. Claudio e Lima responderain s abser-
vaco's do Sr conselheiro Res e sustentaram o
procedunento da directora, bem como a I* con-
cluso do pafecer.
A respeito da 2a concluso observoa Sr. con-
selheiro Reis que, importando as alU'ra{3es pro-
postas pela com ntssao de exame e consulta nina
reforma dos estatutos, cumpria, para qu pudesse
ella ser discutida o adoptada, que se aehasse re
presentada a maioria absolu'a das acedes araitti-
das na forma dos estatutos em vigor.
Sobre a 3* conclusn propondo um rato de
louvur e agradecimcnlo directora, nao houve
discussao.
Procedetido-se vota gao foram adoptadas as
coiicliisdes do parecer, salvo quanto s alteraco-s
dos estatutos, cuja discuss> fieaa aliada para
sesaio posterior em assembla geral coinpeiente-
mente constituida.
PassaadO-se eleigao do ura director, foram
recolhidns cdulas representando 150 vola, que,
apurada, deram o seguale resultado :
Jos Ant lirio de Leos......... 103 volos.
Joo Gavmho Vianna........... 45
Cdulas em branc-............. 2
Foi proclamado director o Sr. Jos Antonio de
Lomos.
22
Hontem nao houve sesso na cmara dos depu-
lados por falta de numero legal.
S. M. o Imperador, acompanhado d seus
semanarios, ebegou ao arsenal de-marinba
hontem s 10 horas da miuha, a embar-
cando na galeota imperial, dirigio-se para
bordo da fragata ingleza Liverpool, que traz
arvurado o pavilbao do Sr almira te Homby.
commaudante da esquarda q ie se acha no
nosso porto.
Logo que a galeota appareceu no ancor '-
douro dos navios de guerra, todos estes,
tanto nacionaes como estrafgeiros, e a for-
taleza de Villegaignon deram as saivas to
estylo, subiudo s verbas a tripolaco ds
navios.
Chegando bordo da fragata Liverpool.
sua magestade foi recebido pelos Srs. mi-
nistro ingloz e almirante Horuby, e de bor-
do assisiio ao exercicio e a um simulado
combate de escaleres a vapor e a remos
contra um dos navios de guerra.
Em seguida sua magestade, acompanhado
das pessoas mencionadas, visitou todos os
navios da esquailra, que salvava quando sua
magestade sabia de bordo de cada um
delles.
Terminada a visita, sua magestade vollou
para o navio ohefe, oude Ihe foi oderecid"
um copod'agua.
Erain 3 2/* horas da tarde quando su
magestade voltou para trra, recebendo
anda tiesta oxasio as salvas do estylo, n>
s da pane da esquadra como tambem da
fortaleza e dos outros navios de guerra na-
cionaes e estrangeiros.
* 9 *"t8rciB} argentino passava hoje o Piray.
i Jo se inove o precipita-se : deve esperar-se
odeseu ^
,, *M Do, conselheiro Parainalab
i ?*' u "WmiH no'icias He S.
a. o sr. marechai do eflMto. conde d'Eu, sao da
antc-h
DejHiis dei tomada brlhantc c felizmente a
BPincheira do Satcav, tobre o llaao aaaierilo
' miuiigo, o primeiro JtlifssMdftjajSte lado
da cordilheira, S. A. marchaW aJMTVa)enuela.
queeraoobjccvode
' segundo telegramma que rfebt do general
jjpdoro, com data de 4 larde, expedido de Pa-
ary constara, por caria de um ajudante de
us do princqie, nue ste esperava eulrar em
veawzuea dentro di dous dias. Valenmel
como se sabe, chave das posicoes interiores do
inimigo.
D alii a Caacup, Pirebebui c retaguarda de
Aseurra as distancies sao curtas o espera-se quo
uossus bravos nao tardaro a investir aquelle in-
trinebeiramento.
Se o inimigo nos liver all esperado, como ge-
ralraente se er, ah recbela sem demora o golpe
lina! da presente campanha. E' provavel (jue boje
se recebara importantes noticias.
O telegrapho nao se cstende ainda al Para-
guary, e por jso as noticias d'aquelle ponto ne
veui to rpidamente.
As forcas do brigadeiro Portinho Vem tomar
parte as operaces que se sio executando no
norte de Assumpcao. O Caigo foi recebe-las na
foz do Tebiquary, e nao podem tardar,
Chegaram mais 500 homens d Matto-Grosso
que formara nm lindo batalhao
Assumpcao, (i.De S. A. R. ao Sr. almirante.
Hoje a I hora di tarde atacamos a trincheira
de Sapucay, tomando-a era seguida.
O inimigo lo posto em fuga deixando 2 pecas
de bronze, calibro G, fundidas ltimamente m
Caacup. Fez-so um prisioneiro. Ti vemos 4 fe-
de agosto
de
lao
Sjgu^do te|.-!iira o tt i particular, falleceu
na cidade de S. Paulo, no dia 21, s II
horas di noite, de un h^moptises, e en-
terrou-se no dia 22 s 5 horas da tarde, u
Dr. Hippolyto Jos Soares de Souza, fi vice
presidente da provincia, inspector aposen-
tid'i da tliesiiuraria geral e do thesouro pro-
vincial ;e oiBcial da ordem da Rosa. Foi
depuudp geral na legislatura de 1852 a
H56, e deputado provincial durante algti-
mas legislaturas. Era pessoa geralmente
estimada, e um dos chefes do partido con-
servador na provincia. Tinha de 50 a 00
annos: Mscera na provincia do Mjranho.
t*-nwo tiodo actual Sr. ministro do imperio. Fal-
lecen pobre, deixando numerosa familia.
Por outro telegramma consta que na fa-
zenda do Sabaurna, provincia de S. Paulo,
foi assassinado J s Bernardo Brando J-
nior por um aggreaado da mesma fazend i
com que uvera urna quest5o de trras.
Por telegramma d> Porto-Alegre, de 10
lo corrente, dirigido a um commerciantH
desta praca, sabe-se que encalhra perto
barra do Rio-Grande do Sul o patacho
Araujo, pertenceute praca do Pernam-
baeo.
S. M. o imperador adomoaiihaQVt de seas sema-
narios, chegau ao arsenal de marinha hontem -
8 horas da manha, e assistio ao embarque de um
contingente de tropa para o transporte Anicata.
cora destino ao sul. Sua M. relirou-so s 10
lloras.
Deuse hontem na nossa barra um lamentavel
desastre, sobre o qual nos communicam o se-
guinte :
O rebocaiior Gamo sabia a barra levando a re-
boque ura navio: o mar estava muito revolto e o
rebitcador segua com difllculdade. Era certa oc-
casio o cabo passado do vapor uo navio premen-
se hlice e paralysou o movimento do vapor.
que vio-se obrigado a fundear. Entao de oatro
rebocador, qu; passava piralli naquella ooeasio.
atirou-se um cabo ao Gamo. Quaudo esie ime-
eava a suspender ferro, rebentou o cunho em que
so dera volta ao cabo.e este, desprendoiidofn vnf-
lentamente e batendo com forca no foguista Ma-
noel Duapto, atirou-o de encontr amurada.
Neste momento o vapor embarcou ura vagalbao
que, ao retirar-se, levou coinsigo o cotoo qua^i
despedacado do iufeiiz foguista.
24
A cmara dos deputados oceupou-se
hontem com a 2a discussao do projecto so-
nre a construeco de dcas. Oraram os
Srs. Barros Brrelo Pereiri da Silva, 6
camlo a discussao adiada pela hora.
Approvou depois em 3* discussao, com
varias emendas, o projecto sobre a relr-
da da posicio de Aseurra. Era dous dias di raarch
mais oceuparia Peribebuy, actual sede dv gover-
no de Lpez, Caacup, cortando entao i 'abara-
meoie a retirada quaesquer foroaa que se a'aham
na Aseurra, e que, tendo pola frento o oxerciW> do I SOS cidad3C3.
ma do rotnitamento.
Eoi a imprinir o seguinte parecer:
A 2a commisso de poderes, a quena
i'oram presentes as copias authenticas das
tetas 'los collegios que compoem o 3o dis-
tricto da provincia do Rio de Jaoero, um-
licou ter corrido regularnviite o proiwsso
eleitoral para o preenchimenlo do lugar que
vagou nesta cmara coin a noraeaco do Sr.
conselheiro Francisco de Paula Negreiros
Styao Lobato para o de senador do impe-
io.
A nov eleiclo f.;z-se a 23 do ruez pr-
ximo finio, o de 301 eleitores que compa-
recern! nos respectivos collegios, oble-e n
Sr. Dr. Jeronym) Jos Teixeira Jnior 295
volos. recahindo os seis restautes em diver-
OURIO DE PERWAMBCO
RKCIFB, 31 DE AGOSTO DR 1869.
NOTICIAS DO SUL DO IMPERIO.
Wmtem ehegou o vapor francez Guienne, tra-
zen 1 jornaes do llio de Janeiro at 14 e da Babia
al 19 do corrente.
Sao importantes as noticias do theatro da guer-
ra, como vero us leitores das cartas de, Assump-
cao e do que abaixo seguo, porquanto dolas ao
*e que coraetjou o assait as po-icoes de Lupni,
c un feliz resultado para as armas ailiadas, que
ja lo senhoras de dous pontos prximos de As-
curra, tendo os exercilos se posto cm marcha so-
bre a quartel general daquelle tyranno.
Esperavam-sc na corle o transporte Werneck o
o vapor City of lliussells. cada momento, pelo
que pode muilo bem >er quo o vapor americano.
uije hoje deve cbeg.ir, traga a le-cripco do cm-
bale, o quaes os resultados obtidos.
THEATUO DA HUBRRA.
As importamos po>icdes d' Vlenznela o Sa-
pucay, pontos principaes de defets de Aseurra,
foram tomados ao inimigo em 8 e 7 do corrente.
sendo a primeira abandonada pelas torcas que
ah se achavam.
Os seguintes extractos de telegraramas comple-
tara o quanto dizera as correspondencias:
Assumpcao 7. As operacoes d-* guerra se
activam.
Sua alteza o Sr. conde d'Eu prosegue om sua
marcha para se achar em Valenzuela, p rato ter-
minal de sua marcha. O general Milre espera
que elle a ellectue para entao mover-se com as
suas tropas.
Dentro em dous ou tres das o conde so acha-
ra em Valirazuela.
O reconhecimento do dia 2 sobre as'posicoes
inimigas so effectuou sem a menor resistencia. No
da 5, 1 hora da larde, o Sr. conde toinou a trin-
cheira de Sapucay sobre o flanco esquerdo. fi'
ete o primeiro passo d'aquelle lado da Cordi-
lheira.
^ -Smente tivemos 3 homens fura de combate,
lomamos 2 pocas de arlilnaria e ruemos alguns
prisoneiros.
. Esta operacao feila pelo Sr. conde nos d a
cnave das poste/Jes iumigas. As forcas argentinas
chegaram era numero dol.iOO homens. hoje esiao
..dos reunidos a,) general Mitre. Chegaram hon-
tem mais JO homens brasileiros vndos de Matbi
(irosso. E, pois, impossivbl que Lopi-z resista
torca destas operacoes.
Oeve-se ter tnflanca no triumpho : mais 8
lias e tudo estar acabado. O general Mitre s-
mente espera ti avisa do Sr. conde para marchar
sobre o forte do inimigo.
A esquadra faz sentir a sua accao cm todos
os pontos convenientes.
No uia 4 o almirante foi pessoalmente bom-
bardear Pereboby, capital de Lpez.
Asstin. p .s, iud,, ooncone para que Lpez
nao saina com certeza onde est iwra elle o ver-
dadeiro perico. Roque Prez, i
llosano, ll.-Ao r. ministro das relceos ex-
tenores common.c.a o ommi^ario nac.nal. -
\o dia 7 o principo oceupou Valenzuela sera dar
uint.ro. Hratem as Toreas argentinas fizeram om
roamhecimentosobre mdeafiadalros de Aseurra-
effectuou-se com feiicidade.
Oiaimigo foi engaado, a pos,cao assaHada
nao f.)i desooberta. T.vem. IJ fcrid*
f O; pormenores vo na corroondencia
Venecia.
ridos, sendo um grave.Assumpcao 5
de 869.-K de Almeida, cadete. *
Do commaudante da esquadra S. A. o Sr.
conde d'Eu.
Agradece a S. A. as notieias de hontem e
elicita-o por mais esso successo feliz de nossa*
armas.
Os navios da es piadra teem tambem por sua
vez continuado as oxploraees e reronhecimentos
no Mandimer e Peribebuv, despersando as guar-
das quo por ahi temencontrado.
Por estes 2 dias espero que chegue af este
porto, pelo menos, a forca do Sr. brigadeiro Por-
tinho.
O correspondente O. E. P, escreve cm 6, de
Guazd-Ver, ao Telegrapho Martimo,
iiesdo o da 31 de julho estil os exercitos al-
hados em activas operacoes. Limito-me, pela es-
treieza de lempo, a dar-lhe um ligeiro resumo
d'ellas, Dcompanlt indo os snceessos al esta data.
cr N'asse dia seguio a divisao de cavallaria sob
coinmando do general Joao Manoel para proteger
os movimentos de Portinho, que, nao obstante
haver aniquilado una columna paraguaya, aclia-
rawaa em urna posgao que inspirava receios de
ser atacada.
No dia soguinto, domingo, marchon cora
5,000 homens das 3 armas, om diro-cao a Para-
guary, o Deus dos brasileiros, o general Osorio.
No dia 2 houve m grande reconhecimento
leito por forcas brasileiras e argentinas, sobo
coinmando do Sr. conde d'Eu, sobre Aseurra.
Ueste reconhecimento e de seus resultados fallarei
il.'pois.
a A 3 seguio S A com metade do 2." corp do
exercito eommandado pelo general Polydoro (flan-
co esquerdo) e n'esso raesmo dia ehegou a Para-
guary.
Emquanto a marcha estratgica do general
Portinho tem por alvo corlar toda e qualqner
communicaco de vveres ao inimigo, as outras
tres expedices teem por objeclo levar-lhe o ata-
que pelos flancos.
O reconhecimento do da 2 leve hjgar.sob as
regras da arte, com toda a prudencia, e ao mesran
lempo com o valor tantas vezes demonstrado pelos
exercitos alliados. Era forcoso recontiecer-se os
diversos caminhos que vo ter ao reducto que
protege ou defend i a entrada de Aseurra.
' As decaracoea dos desertores pariguayos
nao concederain a luz precisa acerca da posicio
en que se encerra Lpez; e por isso eot nderara
os geueraes necessario observar em pessoa os
pontos prximos ao local era quo se oeculla o
dictador.
Isso foi conseguido. Os generaes Mitre e
Ve lia adiantara:n- iH.lucto; musios com nandantes de eorpos acom-
panliaraoi-os, sera duvida para instruirem-se pea-
talmente. Todos os eaminllos eslo examinad
e cotiheeidos e os obstculos a vencer nao deixa-
ram de ser ssladata convciiienleraente.
a Nio ha quera nao possua a conviccao do que
esse reducto cahir ao primeiro choque de noasaj
armas. (J ffeito moral ni) poda ser maior, o n
ni militar que os geojraes patentearam, merece
louvor.
E' incoatesuivel quo so so houvesse dado
pelo
houvesse
ataque era meia hora o ponto sera posso ; se iss
nao foi feito, teve-se smente om vista esperar-se
pela marcha sobre os C racos pelas columnas ex-
pedicionarias, o acabar-se assim de urna vez com
o poder de Lpez.
Era pouoas palavras descreverei osse re-
duelo.
Quasi ca frente ao acampamento argentino,
forraain as cordilheras ura meo circulo de um
rain bastante pequeo, e sobre esta parle do oval
da moniaiiha existem varios caminhos que se Jun-
tara ou lalvez cmzera-se era nina pequea altura.
O caininho a direita (de, Aseurra propiamen-
te dito) boiu, largo, praticavel para lodas as
tres armas ; purera era toda a sua exleosao u-
oimado pela arulharia intiuiga.
Os da esquadra ( o de Pedrato) nao sao
iguacs, purein uto apresontara a enorme vantagetn
de poder J^sroiaar-sa quasi a distancia de 5
piadras, sera sentios umlestados pelos fog.is da
balera. No eratauto todo o alio da serra apr-
senla facilidade para movereni-se columnas de in-
famara e al de cavallaria.
No centro o oval, ou para melhor dizer, em
um tfcis fossos d'esse oval, e na parle onde croio
se reuuera, ou cruzara os caminhos, si cons-
truido sobre urna peqaena eminencia o fortim
que, segundo as declaracoes dos passados, tem 0
pepa.
E' um sitio bastante alto, cujas espaldas e um
Uos flaiiais esto quasi ligados a montanha, que
apresontando-se-nos por este modo contra ucaiui
nhoda direita e a fieme contra o de Pedraso, osla
circumdada do urna peqneua valla^
Julgoqiie a aompiava d'este ponto est reser-
vada ao exercito argentid queira Deus que
c en alte se concha este grande volume da hi-io-
ria argentina, que so chama a guerra do Para-
guay.
Segundo tudo a prepara o ataque simultaneo
Je todas as forcas se eti'ectuar uo dia 13 ou 14
d'este mez, sto espera-se que n'otes dias es-
tojara todas as c.xpcdiccoes no ponto designado
|i ira o alique.
Aute-uontem ehegou o 9. de liniu e ikwrtera
a 2.* divuio da Lue.nos-Ayres, de Goya.
A vanguarda de toda as folias se compe
de 2 regiraectos do Rio Grande coinraandados pelo
general Albino.
6,000 retej aeompanbam a expedicao.
P. SA' noite ehegou um proprio com a se
guinie noticia:
Osorio obtevo urna victoria sobre os para-
guayos cm um ponto danominado Apucai a seis
leguas de Paraguary, tomando-Ibes 8 pegas, fazen-
do ura prisioneiro, sem ter perdido um s homein
tos seus e ficando somonte 4 feridos.
Os inimigos fugram apenas avistaran! nossas
forcas. Este ponto era do uraa grande importan-
cia estratgica e mnitos receios inspiravam ao
exercito.
Assim acontecer com Aseurra e as outras
fortiflcacoe8.
Xsssa fuga os n'o-grandenses Ihes malaram
inuitos homens.
li!0 OZ JANEIRO.
No se^Uo, na discussao do
inRm os Srs. visconde
l'ilperio, lal
orcamento do
de Camaragi-
be. Sraza Franco, Saraiva, Thcoude de Ilaborahy,
Silveira da Mot'.a "depois do quo foi elle approva-
:do 2'iseassao.
feliz xito mutos paize?, atlrahindo em todos a
cunosidade publica
~f,Els,; oerclaes da ultima data :
Lambo l.ondi j. a M>
dv., sallo fl boje | r, pm.
^fSSsSS^SSL^........
Melaes.-Soberanos, a l^io para 30 d
solembro prximo l'utnro. sabhado.
Acc' Companhia L'aiao e Industria, a
2203 por accaa
Fretes. -Cabo- Verti pan Rio, a 00 rs
Canal a ordena para portes do arte, para assu-
''i' eui ca \ is, i ; s. e .'i /., dito idea) para dit
am saceos, 30 s. e o','.; Muntcvido, 3 ,. -
Mouteviuto para o llo 280 rs. por arreba do
carne. -
lucluindo pequeas transacroes era cambi.'
elTectuadas hoje, sobre Londres a'18 "A 4 para
papel bancario ea 18 e 18 -",'; d., para o par-
ticular, c sobro Franca a K15 a 510 r*. por frane,
somm.101 os saques' para o paquete france/
Gmennr :
Sobre Londres cerca de ? 290,000 a 18 '
a 18 '/z il. para o pipel bancario, e a 18 '/,, |s
'/, 18 ',, 1S i/g e ls i d. para o particnlar.
oobre Franca cerca de frs. 1,400,009 aos e\-
tremus de,"i* a SO-'j rs. por frai
Sobro Haraburgo cerca de 50,000 de P7 a
945 rs. por .5.
Sobro Portugal regulou o premio da tabella
que demos na nossa fentela.
' Veiideram-so boje cerca de 40,000 soberanos
N ociaram-se boje 1000 .-.plices geraes
0 % a 79 ",, e 130 accoci da fompanlna oia
Industria a 2205.
As accoes do banco Rural o ffypoleeario li-
cam a 1SI5.
A laxa de descomo nao soffreu a'ler.i^io. >
A alfandega da coi te rendeu :ie 1 a 33 (!
corrento 1,968.681 590 rs.
Saturara para Pernamliiico : a ..', brigiie
norte alleraao Blumenthui ; e:.23, briguebras-
leiro Isabel.
S. IALI.O.
_ O presidente da provincia fizera nraa aseur-
sao ate viogy das Cruzes, exaininando s traba -
Ib os fonos na estrada projectada da estadio d 1
Rio- rande cidade de Mogy.
Fallecer na capital, com 79 annos da dad.
D. Isabel ilaria Drcssane, viuva do coronel Anto-
nio liressane Leito. Essa senhora aeonipanhot
I). Joao M na sua vinda ao Brasil. Deixou mai-
de 60 pes>oas de descenca.
baha.
A presidencia da provincia compron a a-
zenda da Ba Vista afim de para abi transferir a
hospital de ilicoadOs. -
Sentindo-se na capital grande cscaswi d'a-
gua, devido a j nao ser sulflcienie a dos depsi-
tos da companhia do Qneimado popnlacX). n
directora dessa companhia suspendou olorneci-
niento de pennas d'agua, e promova o augmento
da mai d agua, unindo a ella as aguas das fazew-
das Torci e Cobre.
No dia 25 chegaram ao porlo da capital ai
vasos de guerra peruanos, que ullimameoie esli-
veratn em nosso porto.
Era consequeacia do estar doente o capital
tenente Pinhe.ro, commandanl') do vapor de guer-
ra lien fe, a ter seguido para a corte o tenente
Saturuino, iraraediato, foi designado para eomnuu-
dar esse navio c capitao-ienente Joo fluilrigur-
Pinto,, unincdiato da curveta />'
7*a"o<"ou o amigo commecriaute Sebastio
Jos de I'igncredo.
O rio Paraguass tevouma h'a chala, o que
tez crer que nos serioes da piuvincia tem chovido.
Essas noticias awmaram alguinas possiaa, da
que se achavam na capital emigradas, a vettarem
aos seus lares.
Na villa do Orob morrou a a.r.rr.na Maria.
c en it) anuos de dade, tendo amamantado
mado finado vigario da fregu/; i, oua fallecen
com 70 e lautos annos.
Leinns no Jornal:
No da 26 le juibo passado, r,o diMricteil"
Andarahy, 110 lugar denominado das Ai
assassinado com ivu tiro d -pistola o inspector de
quarteirao, Jos Justino, por um individuo de no-
me Vicente Rodrigues da Silva, aniiliado por
hrancisco Rodrigues da Silva, lio oeste.
Este faci foi devido a ter o referido inspec-
tor, no da 2't do mesino mez, tomado das mo-
dilo assas.-inn utn clav'n e.. ,. ; | ,.. pnnta.
Oassassinii e seu coinjianl wasniaiu
evadir-se. apezar das dillige:
pelo subdelegado pare cap!
No dia 23 do crreme, regressoo da ridad.'
do Santo Amaro o alferes do corpo politiai Q\,
da Costa Chaves, que bavia para alli seiiklf rou
nina forca de cavallaria. iiiai,hoa pro Jr. Dr.
chefe de polica, aflu de batir as outlw de Un-.
curve Tapera, das freguezias do Bom Jrdim e
Rio Fundo d'onde prrliara, ;i lempo!, tiroapara a
estrada, sobra os viandantes.
Esta commissao foi desempeorada comi-
acautella e prudenci. e auxiliada pelos delega-
dos de Santo Amaro e S. Francisco o suldeargu-
dos das localidades, dand 1 > rem
presos lioseiido Xavier de Oliv.-ra, fijarci mi .
Xavier e Bathino Frreira, sobro es ojolreca-
hiam suspeitas, e j forara interrogados narepa*-
n -ao da polica.
Achara-se recolhidos cadoia da correr o
at ulteriores nlV< ni"' 's, qoe Coraba peditaatio
delegado de Santo Aniaro.
O Sr. Dr. chefe de policia conna naa pre-
videncias para descobrimenlo a verdode-dos
tactos.
Escrevera da cidade dos Lcnv es ; da Cachorira :
Joo Rento Barbosa, escriv".. Ja sobdek'ga-
cia da -bravada, homem de mais c tO aano-
idade, casado, tendo ido em companhia d'autfi-
I" vender alguns pequeos diamantas so ItJ.
deiiomidado Santo Antonio, foi 11 j ..rxnba cruel-
mente assassinado cora dous lir;s c ewairu I
cadas.
Os autores do lao barbar; ,i)C nao nos
consta que t-obain sido reeonheciioa aa* de
Nuppor que bajara sabido do numero deesa d-
meos une vivera alli, era Santo \monw, iera
mente tora da lei, matando e sopoilao 1
respnnsabilid ule algutua; c zombano Pasl'arte
dos delegailos du governo n'esla ciade.
O infeliz, que cahio aosgopes das fcroz.-
assassinos, deixou 11 ou 13 filhos minis triste
orphand ido, iaelnsive 6 senhora?, ama da* quaes
ega.
O cambio regula va : sobre U adras 48 *A o
l8/4. **" Pars 315 rs.
A alfandega renden, de
53V:7I7;ilo0rs.
stncn>E.
AJeancatn a 19 docorrent:
provincia.
O vicc-presidi-nte marcoa fgaaMy|iie 600 .
para sea-corros da populacao iodkenic ejne tem al-
fluido ao porto da lolia. p''l'.rCraaJb secca :
tiounou- u^ia eoni:i:i..-o va^^^B^W-la e--
^-lyjul.tsainente. rouip.ista *>^^^^B**<*>> !*-
ttinsureno il'Aiaujo, vigan^^KKgOiti,
Bduaif 1 Xaonleao d'Araujo.
E ori'enon ao engenheiro da provhi;'.. oneexa-
ranasse o canal Japaraloba o Comouja, e ava-
liasse a obras que sao Deccs'TTuls para que a
DavegacSo s,. faya regularmente.
Pela delegara na villa do P.ear, foram
pronunciados com.) inenrsos no art. i92 mdi-
go criminal Leandra, Maria e sec; Minos Mara
Leandra. Maria Senhorinha dos Anjos Made
Deus Pereira, pelo envenenamenio do se niati-
do c pai, Ignacio Pereira des Santos.
1 ilctorrent
3 desla
-
PEMAMBUC,
do passau
Na i' discussao ja linham tomado parto os Srs.
Paranagu, Silveira da Mola, Dantas, Saraiva e
mini-tro do imperio.
Foi remettido, requenmonto do Sr. Zacaras,
comini sao de nsiruecSo publica, o projecto au-
torisando a aposentadoria do Sr. conselheiro
Auran.
Achava-se na tric urna cwnpanha do ope-
ra bufia ingleza, que ia dar algnmas rennaenta-
edes no theatro Lyriro. Os esoHClaculos com-
ldem-so dccanefcs e danf.as popularos dos Esla-
los-Unidos, donde veio essa raridade, concert
rausicaes e operetas bufias, enjo assumpto prin-
cipal a vida e costamos dos preto na America
do Norte.
Esla singular ccerpaobia tem porsorrido com
EE VISTA DIABIA
ACTO DO PODER LEGISLATIVO-** o n.
IC58 foi publicado o de-reto de 11 do carrele,
votado pela a-sembla geral, disponed osaguinie :
Art. 1." As disposicoes do art. 108 da te a. 387
de 19 du agosto de 1840 sero observada* tolas
a ve/e.- tpic se liouver de fazer :' uakmer eleic >
de eleitores, jaisos tle paz, ou vereadores, alaveu-
do suspender se o recrotaine.iio em lodo O muni-
cipio, ainda que a eleiyau se faca snente em par-
to delle.
ArL 2.Fic.ira revogadas as disposJjoes em con-
trario.
MINISTERIO DO IMPERIO.?jr ar* *)!!),
20 e 21 do crreme :
ltequisiton-se do presidente da provincia da Pa-
rabyba a remessa de uraa demo-tslraeao m*aoci. -
sa dos pagamentos de ordenado, feitos na ta**u-
raria de fazenda ao presidente e viee-ptwiaVnto
da mesma prnviacia no exercicio de 48M gg, de-
clarand i-se as dalas em qne foram (-fleetudos. o
desde quando o vire-iiresidente pereaou erd
do integral e quando meio ordenado ;
Declarou-so ao presidnr/.o de Hic Oane d


Diario de Pernambuco Terca feira 31 de Agosto de 1869.

i parto do
d;i pri; est
lenria
para exo .naiiwule o dito cargo, no pe-
nodo dtiC'jnrfdo de 17 de abril a .10 de junbo ul-
timo ;
Oetcrra i presidente da provincia das
Alg preste informacoes circnmstancia-
'las Trido* na eleioo de elai-
W. S. Miguel dos Campos ; aflu
da cmara 1 >s depu-
do omcio 11 respectivo Io sucre-
'no mate. *> n. 387 ;
uinl-teri i da fazenda a expedi-
i i|he nas alfandegas do impe-
rio u isc imliiiiionlos pelas cartas de
u 5 78 da tabella annexa
ao decreto n. i.Titi (! i\ de atiri! ultimo, em-
qunnto nao fr approvada a tabella junta ao re-
oni ii decreto n. i73i de
1,1 ir o
1!.i' ju S. M. o Imperador comente
' *^Hj^V suas dineeses, atlm :ni i
'' '" "ll^Bff ti ''onvovilo pelo san-
lis i l'io IX. o .,. -. ba de abrir em Ho-
ina i.f da Wm MRmbro do corrente anuo ;
acdelo, ao lir. .l" Jos IVrr.'iri de
Aguiar. I Paeoldado do Dirci-
to do Recife, iii anuo do licenca rom os respec-
tivos viMic.imont m mi- ton i iln decreto legisla-
tivo n. le'il de ll do corre v. alim de tratar de
sua sa lomillo Ibe convier.
110 DA II >TI \. Por iviis de 16,
17, 18, 13 e 31 lio corren! :
I''uia i concedidos triol i ilias de licnca do Dr.
htao Ovare- Pendra ii !.- ra. itij municipal do
Madre Utas, em Pernambuco ;
Fui iinl, ii'rilo n podido de licriic.i, ao Dr. Joo
iu !''res do L\ra, juiz municipal do Aracah
no C
Tiiinimcoiise ao preiidente da provincia do
mliSo que foi prorogudo p m- ilius mea o
meio na ciuforn I ni I i!. IS di d. relo n.
VJG2 do i* de. ilc7.ooi'i ii innn paado,onn
m
e
Silva
pjiiiicos e
Julio Cesar Gomes
ilo (astro
iiiuhc-
iciiar u
so para o
entrar no cx das innecoo; d iiiiz i
4al o de oruhae* di termo di Casias, o sol
respectiva titul :
ln.lorio-se o ruqu rai".'. > ti I is rezar Bnrlaiiiy i i', podio, lo sor roiuto-
i> ii i coinirc di lYii:o [opona i, oo
ftaaby.
pjiiiniuiiicou-se ao presidente do Rio Grande
d i Hortc, que, na.) constando nesta ser retara que
leja vapo o lugar de qurtel-inestro sda guarda
iiackiiaJ (lo A>su, para o qual foi "orneado por
lorrtlo de !> de abril do I.Si.l o cidado Antonio
Manool de Souza, deixou par isso de ser appro-
vada a preposta remedida cm offleio de son an-
leeessor de 8 il* marco ultimo, na parte relativa
a nomeacao de Joao Antonio de Soma, para o re-
ferido lugar:
RaHeroa-se a is presidentes do Penumbaco,
Parahyba, Rio-Grande .!j N irte, Par.i e Sarape,
a rccomuioiidaoio foiu ojii aviso circular de
I'agosto do auno passido, para que laca orga-
nisar rnm n nossivcl brovi ladiie e remeta i eMa
seerctaria uin mappa das distancias, entre as di-
Ncrsas comarcas dessa provincia, o entre ellas e
i- confuanlo de nutras ;
Ree.mnendoii-se ao pre^ lente do Gura, que
informo ?e o juiz de dircito llermogones S era-
tes da Silva favares, r*issaniio o exereieio de
;ias tuneces) na cooiarc.i do Grato, depoii de
linda a lirepra que Ihe lora concedida ltima-
mente.
MLMSTKIO DA Gl'ERl'A.Por portara de
18 niiiado .'ose Pedro de fasis Cam-
para residir em Pernambuco.
K DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA.
I'ir doli'israca.i de 8 do conto;
l'oi concedida a exonor.i i. p;dida pelo ii" sup-
it4) juizminicip.il co tormo da Goyanna,
iaio Alvo- I'ragana.
Poram nomoado*. Jos-j Iiib"iro Ribas, t> sup-
jilento do d-Jeijailo do lorui.i lo Bonito ; Antonio
Hazilio de Castro S :i, Antonio Francisco I.eao,
dyearpo Jos do Sant'Anna. I" a 3 supplente
io subdelegado d < b-u, i. Periperl, do mesmo,
mo.
AFPOGA\ii:.\TO Xo do..;ngo, de 1 para 2 ho-
jas da tarde, indo os menores Adolplio Goncalves
da Silra, de 12 annos. lin 1- Hermenegildo Gen-
ilvi\< da Silva, o iim lilil di Sr. Joaquim Salva-
lor de Siqueira Cavaleane, temar banho em una
cistern* existente no sitio dj.-,o ultimo, nos Alllic-
i>)s, da rreguezia di 1) a-Vista, morrou affogado o
menor Adolpho.
VAPORES Til A NS ATLNTICOS.Segando le-
nios no Jornal dn B'tkia nao se realisa a alleracao
annunciada la nas vi.igens dos paquetes vapor das
linlns de Bonicaux e S)ui!ii:npton ; continuando
,a vigorar o actual itasrario.
DXHEIRO. O vapor fraa;oz Guienne, trotisc
liara :
Londnn and Brasilran Rat 60:000000
Maui&G. 10:000*000
PereHx Carneimi'C. 23:000i000
Manool Martins Fiuza 3:0!Hl00i)
o irmos I:686S00
Para a Europa I, esse vapor 42.000
trancos em ouro c prata.
O vapor Purand lev '.; nossa praca :
ParaMacei 98:iOI)30l)0
c Rabia 51)04000
c Rio de Janeiro 398:9004000
-v.mdo desta ultima parcell.i 381:0O0 em sedu-
las iuutilisadas para o tli-.'i.ni'o nacional.
NOVIDADE.O Sr. Joaquim Antonio Percira es-
leei'lj coai arinazem do lougas, ra Larca
do Rosario n. 20, acaba de zer urna importante
icforma no scu ostabolecimento.j dando nova
forma c proporcoes a casa, j surtiudo-se de t /dos
ii ubjeotos de loaca de aparados o delicados
goeto, o que ha de inais importante no mercado.
Alii os nossos assignantes c o publico encontra-
lio lido o necessario para >s arranjos de sua ca-
sa ppr precio rasoavul e a contento.
PASAGEIROS.O vapor irancez Giu>Htrou-
xo do3 portos do su! os seguate* :
Luiz Jos da Silva, Bdaard Mello, Annibal Na-
io, Antonio Al ves Carvalho' Bastos.
O vapor Giqui da Companbia Pernambucano
trouxo dos portos do sul os -.eguuintes passagei-
ros :
Joha Blace, Francisca Jovtea da C. Lima, D. H,
Bueno Cesar e um escrav \ ^dro Antonio P. da
i. ista, Paulino C. do Reg Barros, Jos M. Garca
fraga, e Silva, P. O. dc.Camargo, Manol Uran-
io, Joo C. da Silva Mae hado, tenente Numa P.
lar a v
i osto, oit i|
K' preciso re'
iioiii desamor a
doblado de poli
Cabial, persegue
mesmo alguna seus Oorreligiui "passo que
deixaM|||r impune pelas mas desta villa bo-
aaeidamente crimino-
Nao ha pessLalguina, qner de nm, quer de ou-
tro credo potUicS, excepcao d missivista,Ve-
Iho tohl-ido.iiuii deixe do tecer os maiores elo-
gios a lao distincto cavallieiro ; que deixe de ad-
mirar o scu modo de proceder iinparcial e j.usU-
cero, a sua honradez, a lirmeza de seus princi-
pio! e a sincerdade de sou carcter, nunca des-
menlida.
Mas como ningnam est genio de ser mordido
por algum nojento roplil, era preciso que o cyni-
irrespondonle, adulterando os factos, como de
rstame, achasse materia para fazer a aecusacao,
que se l d. 91 do supradito peridico.
Xai roiuns o faeio tal, como so passoo, mostran-
do a^siin a iiioNactido eooi que foi elle levado
inhecimorttii do publico :
Parruz, lava.id r do enttenhti Crussaby, no dia
iti de junbo prximo pascado, travaado so de ra-
ides coai .Mana Teiem, nuoadora no dito enge-
uho, e amasia de Pedro Marques, deii-lpe urna
cacetada,qua pondn7.i1) um luve Ceriincnlo no alto
da eabeoa. iodo por isso a olendida apresentar-se
ao digno subdelegado Sebastian Antonio di Rogo
CaraieaBli, aflu de qne ello d-.-o as nocessarias
providencias. Sendo quasi seis horas da tardo e
nao havendo por nartq pessoas luktiilitadas, para
fazerem o exame do ferimento, dotorminou-lh'' 0
subiti'li'gado i|uo no dia sogninto apparece^se na
casa da cunara desta villa, paia ah proceder-se
a corpo do delicio.
No da i 7 as 9 horas da manhaa vindo o sub-
delegado de sed engenho, para assistir aquello
iiaballio, recot.iui em raminho nm offlcio oVi in--
pepior de qiurtoirao Marciano, no qual Ihe parli-
oipava lor sido Ferraz graveiuenle forido por Pe-
dro Marque* que conseguir evadir-so.
O aeh'Yo snb lelegado, sem perda de tempo, cm-
[ircgou todos os muios, aflin de capturar o crimi-
noso, o que realisou as tres horas da tarde da
quele inestno dia, reine(lendo-o ininiedalanionto
ao delegado, a quem ofllciou communicando todo
o oceorrdo.
O major Silva Cabral, pressuroso no cninpri-
mcuto de seus deveres, den ordem, para que tosse
n eriininose recolhido a priso e detenninou ao
mesmo subdelegado, que inslaurasse o competen-
te proressr.
Proceden se corpo de delicto, e declarando os
peritos ser grave o ferimento, seguiram-so os niais
[unios do sumniario, coni toda brevidaile, sendo
alinal Podro Marques pronunciado como incur.-o
nas penas do art. 20o do cdigo criminal, 'despa-
cho, que foi sustentado pelo juiz municipal. De
pois disso o delegado reinetteu o criminoso ao Dr.
chefe de policio, para que o lizesse rccolher
casa do flotenco dessa capital, lugar onde se
acha actualmente.
Apreeiem agora os leilores quantn inexatidao e
talsidado existe na noticia deste facto dada no Li-
ttral de 18 do corrente, e julguc.n esse ininugo
pequeo c desleal que sob a capa do anenyino
pretende ferira repotaoao em manria.e a probi-
dado de lao distinctos funecionarios t
Felizmente a verdade por mais que se procura
oceultur, tende sempre a apparecer, e os homens
imparciacs o honestos sabeun fazer juslica.
Pao d'Alho, 26 de agosto de 18<9.
_ O soldad,) oco.
Idom do dia 30
i :0i9459 1 descripcao
U:4WRS.'i
CONSn
Itendimento do dem do dia 30 .
PROVINCIAL
. 79:li4i:.
. i:679499
8:t:913i85
PUBLICACOES A PEDIDO,
Negocios de Pao d'Alho.
O corrftspondente daqui para o peridico Libe-
m, na ausencia do factos verr'adeiros; pelos quics
possa fazer serias accasaroes as actuaes autorida-
des policiaes, phantasia abuso3 praticados por
Agua de Florida de Murray
e Lanmaii.
Em virtude das senhoras seren a preciosa por-
celana de barro humano, por isso mesmo ellas teom
todo o soberano direio cleicao de toda a espe-
cie de elegantes luxuras. que a asto estimulada
pola abantara podo inventar.
Entre todas as que perteneci ou figuram no
loucadur neohum ha que possa exceder em aro-
mtica delicadeza e finura, aquella cima men-
ii niada no alte deste paragrapho. Possuindo urna
mimosa e dclicadissima fragrancia summamentc
til e agradave em varias formas, ipier j como
aformoseadora da coniplcieao, excellente mistura-
da com agua como meio gradavel para encha-
goar a bocea e arrojar os denles, e finalmente co-
mo um excellente o admira vel meio curativo em
lodos os casos do nevorsidade, desmaios, veri i-
gons e ataques bystericos, em si ella merece um
nomo naMateria Medica,a par um lugar indispensavtl sobre o toucador.
Artm do evitar o desgasto de se comprar um ge-
nero de inferior qualidade, nada mais se precisa
fazer do que perguntar-se pelaAgua de Florida
de Murray e Lanman.
Acha-se venda nas pharmacias de A.
Caors, M. A. Barbosa, J. da Conceico Bra-
vo & C, I*. Maurer d- C. e Barlliolomeo
& C.
COMMERCIO.
PRAGA DO REGIFE 30 DE AGOSTO DE 18G9
AS 3 i/ HORAS DA TAROB
Algodao da Parabyba surte 15314 por kil.
pasto a bordo, frete de i, i d. sem capa,
Algodao de Maeei i* sorteU333 por kil. posto
a bordo, a frete de 1|2 d. c 5 0|0 (sabbado).
Dito de dito 2J sorte1428," por kil. posto a bordo
J frele de 1/2 d. e 5 0|0 (sabbado).
Cambio sobre Londres 90 d v. 18 3i4 d. por
i 4000 (sabbado).
dito 90 d v. 19 5|8, d. per 14000
Dito sobre
(hoje).
f. 1. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ALFANDEGA.
Kendimeuto do dia 2 a 28. 672:0294192
(dem do dia 39......31:1834733
703:212491o
M0V1MENT0 DA ALFAXDEGA
Volumes entrados com fazendas
dem dora com geuoros
Volumes sahidos cora fazendas
dem dem com gneros
3il
714
------1033
113
470
383
Descarregam hoje 31 de agosto
Barca inglezaGazellaniercadorias.
Brigue inglezeste Scollmercaderas.
Brigue francezPo/m/io mercaduras.
Barca francezaMousse de Sanies mercadorias.
Brigue norle-allemao.ioal/iniercadorias.
Hiato americanoMacy L- Wendlian -dem.
Escuna norte-allemao.Waf/n7dcarvao.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 2 a 28 43:4004236
MOVIMENTO DO PORTO.
A'aeio entrado no dia 29,
Calho do Lima78 dias, barca americna
PresciUa, de 7t6 toneladas, capillo 1.
B. Me. Ailey, equipagem 14. carga gua
no ; ao mesmo copitao. Velo refrescar.
Gttanapes (ilhas Peruanas) 7i dias, barca
franceza Gladialeur, de 900 toneladas,
capitao Bolibe, equipagem 18, carga
guano: ao mesmo capito. Ve i o refres-
car.
Navios entrados no dia 30.
Aracaj e pintos intermedios12 horas,
vapor brasileiro Grqui, de 223 tonela-
das, commaodante Azcvedo, equipagem
ti, em astro; companhia Pernambu-
cana.
Rio de Janeiro e Bahiafi dias, vapor fran-
cez Guien/te, de 1,1 G7 toneladas, com-
mandanle Joret, eq-tipagem 113, carga
varios gneros; tiesset Fr-re.
Calho de Lima86 dias, galera america-
na Sowamset, de 803 toneladas, capito
Jolinson, equipagem 1(5, carga guano ;
ao mesmo capitao. Veio refrescar.
Parahyba3 "dias, patacho brasileiro Se-
hkora pit3o Valeriano Antonio dos Santoseqni-
pagem 8, em lastro; a ordem.
Navios sahidos no mesmo Ha.
Rio de Janeiro e portos intermediosVa-
por brasileiro Paran, comnwndtite ca-
pillo de fragata Santa Barbara.
Uordeanx e p irlos intermedios Vapor
francez Guienne, commandante Joret.
Asslliate brasileiro Nova Esperanra,
capillo Manoel Francisco Salles, carga
difidentes gneros.
Observado.
S ispendeu do faroarlo para Bordala,
1>arca franceza Gladeateur, capitao Bolibe,
com a mesma carga que trouxe de Guana-
pes (illi s Peruanas.)
t
liwo orcamento, o qual ser
j^flUwwjrsnie iwo
O iospeitotUjitau
si.. C l'aeSli
LEILOES.
3
ilo ii
porM
no dia 3 de se
porta da
publica, as qoa
inwpazes de t
delta reparca
da apprvaeito _
Alfandega de
rtF^>^
di al
irara de tuenda, em
rrenle, faz publico que
ubro vindouro^a 1 hura da tardo,
repa/tMai), serSerlCTaJta? basta
\o emOarfa^ei "mratfes,1 velIfaV o
icertn, as ipiaes eram do sertico
ticaudo a arrennitaeao epe^dfcrf
referida tbaaooraria.
trnamliuco 30 de agosto de 1869.
O Inspector interino,
L di? G. l'.ics do And/ade.
EDITAES.
O Dr. Joaqnim Jos de Miranda, juiz municipal
supplente da primeira vara em exercicio nesta
cidade do Recife de Pernambuco, etc. etc.
Facn saber aos que o presente edital virem, em
eotao por este juizo so hao de arrematar a quem
mais dr, (indos os dias da le, os movis constan-
tes 4e molnlia, e outius objecios de phothographia
innstanles do escripto de |iraca que se acha em
poder do porteiro do juizo, onde podero os lid-
iantes veriflearem as suas qua lula des e valores;
eujos movis foram penhorados a Julio dos Santos
l'ereirae a Jos Francisco da Silva Ferreira, por
exeeneSo de Vianna e herdeiros de Joao Henriuue
da Silva.
Toda a pessoa que em ditos movis e nbjectos
rjuizer lancar o poler facer nos das de praca.
E para que chegue ao conhecinento de todos
inandei passar o presente que ser publicado e
afflxado no lugar publico do costnuie.
Dada e passada ne-ta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 3 de agosto do 1869.
Eu Podro Terruliano da Cunba eserivao o
sbscrett
Joaqnim Jos de Miranda
DECLARACOES.
Santa casa da misericordia do
Recife
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife precisa contratar a cobran-
es de suas dividas, pagando 20 0|0 pessoa que
deltas se encarregar.
Secretaria da Sania Ci cife 2i de agosto de 1869.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
De ordem do lllin. Sr. iusp-ctor da thesou-
raria de fazenda desta cidade se faz public que
no dia 4 de setembro prximo, peas 2 horas da
tarde, ser arrematada perante a juata da mesma
thesouraria, por quem niaior lanco oITerecer, a
metade da casa terrea n. 18, adjudicada fazenda,
sita na ladeira da Misericordia da cidade de Olin-
da, avahada em 8003000. Os licitantes doverao
comparecer nesta thesouraria no referido dia e
hora cima indicados.
Secretaria da ihesouraria de fazenda do Pernam-
buco 26 de agosto de 1869.
Servindo de ofQcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
Pela secretaria da cmara municipal desta
cidade se faz publico para conhecimento do quem
interessar possa, que nito foi arrematada, como
eslava annunciada, em 23 do corrente, a obra do
concert da ponte do Luca, oreada na quantia de
88000, a qual continuar em praca em o dia 9
de setembro prximo vindouro.
Secretaria da cmara municipal do Recife 28 do
agosto de 1869.
O secretario,
Francisco Canuto da Roaviagem
Pela secretaria da cmara municipal desta
cidado se faz publico que nao foi arrematado no
da 2-i do corrente, como eslava annnnciado, o im-
posto de 500 rs. por cabera de gado morto para
con-umodas freguezias do Poco da Panella, Var-
zea, Afogados, S. Lourenco, Muribeca e Jaboatao,
o qual contina em praga no dia 9 de setembro
prximo futuro.
Secretaria da cmara municipal do Recife 28 de
agosto de 1869.
O secretario,
Francisco Canuto da Boaviagem.
O inspecti r interino da alfandega faz publi-
co que em virtude da autorisacao da ordem do
tribunal do thesouro nacional n. i 17 de 11 deste
mez, transmetlida em portara da thesouraria de
fazenda n. 129 de 27 de contratar at o dia IO de setembro vindouro a fac-
tura de urna casa forte no armazem 11 desta re-
partico, tudo de conformidade com a planta e
THEATRO
f DE
S. ISABEL.
i:iu;>ie/a lyrica italiana.
QUARTA-HEIHA Io DE SFVTEMBliO.
Renta livre le assiguatura (7a do conto-ato)
'Repetir-se-hi a inuio apulaudida opera _de
Vurdi em 4 ac&s
i- iW l-lllWlll'
Os bilhetcs vendem-se no dia do o:-pectaculo.
Os Ira. assiguantcs lem preferencia sosente al
meio dia de 31 de agosto.
Principiara as 8 horas,
n. 3. A empieza previne .ios Srs. asignantes
que o dia de grande gala nacional 7 de setembro
ser recita de assiguatura.
*
De machinas de serrar m
cortar desonrif) na made
alisar.
, engradar.
assim como
late e mui-
sas utilida-
fazer"molduras e tornear
taa achina para fazer c
WTjtirlras machinas de d
des, madeiras etc.
O agente P nlual, competent m nte autorisado
lele jjm arbitra, rara leil#o de todas as roaeiiitras
o mais per ncejtda serrara a vapor ne lujar d"
Mnndegn n. 99, conforme a dwrrpcu dos objectos
em _poder do dito agente, bem como das made-
ras j apuaivlliatk o por appajalhar, ferramentas
Para nielh-ir ser aprecia'o lodo o inachinisroo
r este enr imivi
dever ter lugar
estar este emiiiivjinun! i no dia do le lao que
AVISOS MARTIMOS.
C0MPA1JA BRASILERA
d;
Paquetes a vapor.
Do? portos do norte esperado
at o dia 7 de setembro o vapor
l'ocaniim, commandante I. M.
Ferreira Franco, o qual depoix
da demora do costine seguir
paraos vortO" to sul.
Desde j recelieni-se. passageiros o engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no diado suaehegada. Encommen-
das ediiibeini a frote at o da da sua sahida as 9
horas.
Nao se receboin como enconimemias seno ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedam a duas
arrobas de peso uu 8 palmos cbicos de medicao.
Tudo quepassar destes limites dever ser embar-
ca lo conio carga.
Pretm-se aos Srs. passageiros que suas pasea-
ifens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
! andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
\zevedo & C.
Para o Porto
pretende sabir com a possivel brevidade o patacho
portuguez Liberal, lem parte da carga engajada, e
para o resto que Ihe falta, pode tratar-se com Da-
vid Ferreira Bailar, ra do Brum n. 92, ou com
o capitao do referido navio.
Companhia americana c brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 1 de setembro esperado dos por-
toe do sal o a por americano llerrimack o qual
denois da demora do costume seguir para New-
York, tocando no l'ar e S. Thomaz, para freles e
passagens trata-se com os agentes Henry Forster
4 C, rua do Commercio ii. 8.

GMPAMUA BMS1LE1R1
TJE
Qimrta-fera 1" de setembro
Nijieama-serrara a 'apor as 11 horas, on
poderao os pTetendentes ver o trblho das m
chinas e examinar os objeclos indados para o
leilio.
Precisa-ee alegur urna ou doas escravas para
vender na rua. pagando-se hun salario se agra-
daren) : para tratar na rua do Mondego, casa nu-
mero 2.
AMAS
Precisa-se de urna ama para colindar e comprar,
e outra para engommar e andar com enancas, pa-
pase bem : na praca da Independencia n. 22 se
dir quem precisa.
Sitio
Precisatse aloyar um sitio que tenha grande
baixa para capim, e algum** arvores de fructo :
quem ti ver ahnuncie ou dirija-se rua do Quei-
mado n. 12, Io andar.
0
De 300 calva com niassas.
Quarto-feira Io [de setembro as 1 horas
em ponfo.
Xo armazem do Sr. A. S. Azevedo na eseadmha
numero 5
O ageule Piulo far leilo por conla e risco do
quem pertencer de ."100 caixas com massa.- s uli-
ilas ultiinainenle desembarcadas do navio Mousse
de Atonta o existentes no armazem do Sr. Azeve-
do na eserdinha n.5, aonde se elfecmar o leilo
as 1 i horas do dia cima dito.
De te ancoretas de viuho flno
c fraco.
Qnarta-feira i de setembro as 11 1|2
horas.
Por jntervencao do agente Pinto, por orcasiao
lo leilo das mayas, no armazem do Sr. Antonio
da Silva Azevedo na eseadinha n. 5.
LEILO
ile movis e objectos de ouro.
De u a mobitia de Jacaranda com pedra, 2
grandes espelhos com moldura dourada, 2 guar-
da vestidos, um guarda roupa, urna estante para
litro*, un grande apparador demogno, i mobilia
de amarello a Luir XV com 18 cadeiras.de guar-
nicao, 1 marq ezao do amarello, 1 commoda. 2
marquezas, 1 mesa elaslica, 12 caderas de mog-
no, 1 cadeira de vigem, 1 cama franceza ue ja-
caranda, 1 relogio do parede, 1 dito para mesa,
2 consolos de amarello, 2 redomas com ramos de
flores, 1 dita grande c mi figura, 1 candelabro de
5 luzes, 2 pares de lanternas com pingenles, di-
versos objectos de ouro, garrafas, copos, jarros e
outros muitos objeclos que serla enfadonho men-
cionar.
Quarta-feira Io de setembro.
O agento Marlins far leilo por ordem de urna
familia que mtidou de residencia dos objectos ci-
ma no 1 andar do sobrado n. 11 da rua do Im-
perador as 10 horas do dia
LEIIAO
De um cabriole! americano de 4 rodas e
um cavado muito bom para o mesmo e
serve lambem para sella.
Pelo agente Marlins rua do Imperador em
frente ao 1' andar n. 14 onde haver leilo de
movis a 1 hora da tarde.
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o din 8 de setembro o vapor
Guar, commandante o te-
nente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os |H>rtos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-sc a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de suaehegada. Encommen-
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia da
ua sabida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a^ 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
Tudo que passar de3tes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
fi'iis s se recebem na agencia rua da Cruz n. 57.
andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.____________
Para Lisboa
O brigue portugnez Comanle II segu para
Lisboa com a menor demora possivel, por j ter
parte de sua carga prompta : para o restante e
passrgeiros, Irala-sc com os consignatarios Olivei-
ra, Filhos de C, no largo do Corpo Santo n. 19, ou
com o capitao na uraca do commercio.
LEILO
Da grande casa amarella no Arraial, com 37 1|2
palmos de frente e 6i de fundo, 7 janellas no
oitao, cosinha, estribara e qtiartos lora, com
grande terreno, cerca de 1,000 palmos de fun-
do, arvoredos, um riacho, pasto para animaes
c malla.
Uuinta-i'cii-a le setembro.
Por intervencao do agente Pinto, em 'seu es-
criptorio a rua da Cruz n. 38, as 11 horas.
No largo da Assembla n. 10 preeisase alu-
gar nm mole |ue ou urna negra, que se ja liel e de
Iios eostnmes, mesmo sem habilidad^.
Aluga-se una casa sita no Monteiro. tam"
bem alnga se alguns qnartos prnprios para rapa-
zas : a tratar na rna Nova n. 21, 4o andar.
Troco miudo.
1 1|2 0|0de premio por sedlas de 1} e 200O:
1 0|0 de premio por sedulas do b>, IOS e 2O2000
(nova estampa), paga-so por quantias de l:0O0 a
5:000a : na casa lo Theodoro Simn & C, largo
do Peln rinbo n. 7.
No escriptorio de Domingos Aires Matheus,
a rua do Vigaro n. 21, deseja-so saber se existe
insta cidade o Sr. Francisco Augusto do Corito,
lllno de Joaquim lote do Cont, da Ilha Terceira
(Afores) com quem muito se dessja fallar, a nego-
cio de seu interesse.
A pessoa a qoem houver sido olfereeido por
venda um par de brincos de coral de-apparecidos
desde sabbado a noite, |ide entrega los a ruaes-
Ireita do Rosario n. 47,1 andar, que ser recom-
pensado com o dupi do valor do mesmo obj- co.
Frecisa-se de um escravo de ini'ia idarle para
serviro maneire. paga-se bem, ou Uajbem se com-
pra : no largo do arsenal de marinha n. 8.
l'recisa-se de una ama para comprar eco-
zinliar na rna Velha n. 13.
&M&
Precisase de urna ama para cozinhar : na rua
oo Queimado n. 13.
Quem perden una caixa de tartaruga nos
lemites da Soiedade, pode procurar na estrada de
Joao de Barros n. 28, que dando os sniacs certfts
e pagando o annuncio, Ihe ser entregue.
Ama
Precisa-se de urna ama para o servico do urna
casa de familia, que saiba coser : a tratar na rua
do Aragao n. 32.
Precisa-se de um menino com algunia prati-
ca de motilados e que d fiador a sua conducta :
na rua das Cinco Puntas n. 148.
Cop<
b&isit
peiro
Precisa-se de um copeiro que seja diligente : no
hotel Central, rua larga do Rosario n. 37.
Chapellerie des clames.
Esta casa j muito conhecida pelos seus traba-
Ihos em chapeos, acaba de receber grande sorti-
mento de chapeos para senhon, de grande phan-
tasia, chapelmas Coqnenard de seda e fil rica-
mente enfeitados, oit >> de palha lina o que ha de
mais moderno em enfeites, chapeos de velludo pre-
lo e merino com enfeites escarales, alia novidade,
ditos do palha da Italia para senhoras e meninas,
grande phantasia. Continuase a eonceriar cha-
peos de senhora, tirando inteiramen'o novos : na
rua do Cabug n. 12, 1" andar.
Ensino
Offerece-se una pessoa para leecionar
em casas particulares ou na do sua resi-
dencia sem designarlo de hora e dia : fi
gramnutica porlugueza, mincipios de ^S
aritlunetica, noqoes de historia e caligra- {
nhi.'i : oromettendo alm de todo ^'i>
ano o mais tac .io.i|n.nri imthodo, 5B
que em breve dar bom resultado: a tro 3n
tar na rua do Queimado n. 33, primeiro. jfB
andar, das 10 horas da manhaa as 4 da 55
tarde : a entrada pelo largo do Collegio. gffi
Na Boa-Vista, rua da Conceico n. 20, pre-
sa-se de tima ama pata servido interno e externo
Precisa-se alugar orna escrava boa cozinhei-
ra e outra boa engommadeira : a tratar no arma-
zem da rua do Commercio n. 2?.
AVISOS DIVERSOS.
IKSTULTO ARGHEOLOGIGO E 6E0GRAPHIG0
PARA'
O patacho Protector seguir para o referido
porto em poucos dias, por ter a maior parte do
seu carregamento prompio : para o que Ihe falt,
quem quizer carregar a frele commodo, pode diri-
gir-so ao consignatario Joaquim Jos Goncalves
Beltrlo, rua do Commercio n. 17.____________
Para oMaranho
vai sahtr breve por ter a maior parte do carrega-
mento engajado, o palhabote portuguez Carolina,
capillo Joo Paulo de Oliveira, recebe carga a fre-
te : trata-se com E. R. (tabello, rua do Commercio
n. 44.______________________________________
Para Lisboa
o patacho portuguez Marta, capito Pedro Martins
Branco vai sabir breve por ter a maior parte da
carera engajada, recebe o resto que Ihe falta a fre-
te barato, e passageiros : trata-se com E. R. (ta-
bello, rua do Commercio n. 44.
Haver sessSo ordinaria quinta-feira 2
do prximo setembro, pelas 11 horas da
manhaa.
ORDEM DO DIA
Pareceres e mah trabalhos de commis-
s5es.
Secretaria do Instituto, 30 de agosto de
1869.
Josi} Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
Opera Italiana.
Enconlra-se em casa de Andr Delsuc,
cabellereiro, rua do Crespo n. 7, Io an-
dar, um bonito sortimento de luvas de pel-
lica, marca garantida de Joovin.
Falencia.
Os curadores flseaes da falencia de Joaquim Jos
Ramos rogam aos Srs. credores do apreseniar os
seus ttulos e contas aflm de poderem na forma do
art. 859 e seguintes do God. do Com. denro di pr-a
de oito dias, contados da publicarlo do presente,
no Io andar da casa n. 12 da rua do Imperador.
Perguuta!
!
Pede-se ae Sr Cunha (do Theatro) o favor de
nos dizer qual a razio por que nlo foram pagos,
segundo consta-no?, os porteiros que trabalbaram
nos beneficios do Hospital Portuguez e da filha do
Prestidigitador ; isto deseja saber
Os padecentes.
Convite
Tenho a honra de levar ao conhecimen-
to dos senhores subscriptores para a rea-
Itsaco da projectada fabrica de tecidos de
algodao, cujos nomis e quantias vem abat-
xo estampados, que sao convidado? a se
reunir em assembla geral, no dia quinta-
feira 2 de setembro prximo vindouro ao-
meio dia em urna das sallas do edificio da
Assuciaco Gommercial Benekcnte, para
deliberar a cerca do melhor modo de rea-
lisar a dita empreza o mais breve pos-
sivel.
Recife 30 de agosto de 1869.
F. M. Duprat.
Encorporador da empreza.
Precisa-sede urna mulher capaz que queir,
ir Mamanguape levar urna crianza a seus pas
dandose-lhe transpone e pagando se-lhe o traba-
lho : quem qnizer dirija-se rua do Cabuga nu-
mero 7, luja de cera, onde se dir com quem te
deve tratar. ________________
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRA FOGO
A Companhia Indemnisadora, estabelecida
esta praca, toma seguros martimos, sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobiiias: a
roa do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
RUI
CABUGA
AO ANNEL DE 01R0
MUA MME JOMAS
Este importante estabelecimento no sen genero, tem sempre nm sortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma ontra casa pode vender.
vista da qualidade^ e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencer da verdade.
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por presos muito ele-
vados.
A loja est aberta at as 9 horas darnoute.
RIJA
EO
CABUG ffi
esquina
da rua largado
Rosario.


Diario de Pernanibuco Tsica feira 31 de Agosto de 1869.
3TT
- :-
O abaixo ungoado, conimerclante em Buenos
Ayres, e ora nrsts eidade, eumprlndoas orden*d.
seu pai, o Sr. Juio Fernandos Duarte, morador er>
BarceHos, reino do Fnrlnoal, c wiico I;: -iro seu finado ilho Antonio Femantes Duarte de Al-
mr-ida, ceminerri.-mto qne foi nesta eidade, faz pu-
blieo para conlir-menlo aquellos, a quem pos>a
inteTotsar, *|u<^ tica desde ja prohibida a aliouaca'
de qualquer bem, o pagamento de dividas e qual
tiuer nutra tr.msaccao relativamente hcranea no
-dito finado, pnis que o pai do nnnuncianto tcm re-
tirado 8* pudores que cniilt'iiti ao Sr. FHMH&e
Pernaii.lp-i Duarte tiara .n arree.idacao i!a dita lie-
ranea. O anouneiante roga especialmente aos se-
llioios UBwtMum i|ue lian lavr.-m esi-ri|ilura .'lipo-
ma de contrato quaiiio a bens de dita heraix.a,
mediante procurado de data anterior a do presen-
te annunci >. Recito 21 de agosto do 18I9.
_______ M.mofl Fernandos Duarte.
Caxeiro.
Precisa-se de um coni platica de la croa : n.
ra das Boias n.8.______________ '_____
. WmfioMi.ua ua paderia de Wiia Jnior c
Irmoo, precisase de 4 trabaltedores sendo un
dellrs btim m-;re de maeeira : quem qnizer em
pregar-sc oes,* estabcliciment dlrija-se a cas
ii. i'iO ra da Cruz toja de cera que adiar con
qm-rn ajustflr.
TRILHOS URBANOS
DO
Becife Apipucos.
Do 4o do setembro prximo em diante,
a partida dos treta*, ser regulada por tuna
tabella que pode ser procurada na estacan
do Recife desde j.
As horas das partidas as cstacies ter-
minaes, sero as seguntes:
DAS UTEIS
Do Recife Apipucos.
Manba 0,10' 7.10 7.'0' 8,36' e 9,50.
Tarde 2,30" 3,30' 4,20' 4,30' 5,30" 6,35' 8,.')' e 9,15'.
De Apipucos ao Recife.
Mantua 0,20' 7,8,3'9. 10 11"
Tarde 3,3o' 4,35' 5.35' ,35' 8.20' e 9,20.
DOMINGO* E DAS SANTIFICADOS
Do Recife d Apipucos.
Manhaa ti. 7, 8 e 9.
Tarde 1, 3, 4.3, 6, 7, 8,20' e 8,20.
De Apipucos ao Recife.
Mmhaa 7, 8, 9 e 10.
Tarde 2. 4. .'i. C 5' 7,5' 8,25' e 9,25'.
Escriptorio da eoiapaiiliia, 28 de agosto
de I86J.
O gerente,
Rawlinson.
IMO SOBRE;
ES
TPALIII
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA

mu ii ciisTiimim idi GiiPLiii iiiTiinii 11
CHAPEO DI 0L:
J RU
Da todas as qualidad
Da todos os fetios I
De todas aa preces I
A DO CRE
ios 0:000000
CASA DA KORTUNA
Reta do C respo aa. 88.
O abai>o asrignado tendofptido licenea da pro-
vea e satisfeito as oulras exigencias da loi,
risa ao reapeitavel publico que ter sempre a
nda no se estabelecimento bilhetes das lote-
lo Hio de Janeiro, cujos premios sero pago*
pi-omptameite a vista das listas com o descont
i lei.
Prtfos :Inleiros.. 244000
ArclOS. .. fssMJUU
Quartos. 6/000
E em quantidade matar de 100000 na raaao
d.5 22/000 por bilncto.
Manocl Mnrtins Finia.
COSTDREIRA.
(iose-se costuras de alfaiat-- a moda fran-
e.rca, por preco commodo, na ra Augusta
n .112, e d-sc llanca son re as meslas.
t -
Miktoskope achroma
tisohen. Ohietiv Lin-", ,/ \^i
sen Aim&vLuuSi. \-J
Barometre e tenii<-
metre. Centigrade
e reumero.
O adTogado
Affonso de Albuquerqne Mello mudoa o seues-
eriptorio para a ra das Cruzes n. 37, defronte da
lyiwpraplua do Diario.
MUDANZA DO
VLIGV-SI5
Aluga-se o V andar o sotan do sobrado
tratar no arm.izm da Expsito de Londres.
da i ii i ila Cada do Recife n. 00 : a
fc 'MIK
Precise-se do um'homoin que de fiador de soa conducta, para tomar conta de
um sitio, perto da prac.a e do caminho de ferro, dandn-se assim moradia gratis: a
tratar na^Exposiclo de Londres n. (50. ra da Gada doReeife.
Tintura iiisianiauea de Desiiour, e real do J.iyme : vende-se roa do Quei-
mado n. 0,
Salo de cabelleireiro,
onde tambem se encontrar um explendo e variado sorimento de perfumaras finas,
e dos inelhores fabricantes de Pars.
ra
(SEM LIMITE.)
Iravossa da
das Crnzcs n, i,
meiro andar, da-se qnal- 1
qiier qtuuia sohrc ouro, i
prala e pedias preciosas.
O dorio deste estabelecimenlo,
competentemente autorisado pdo
goventu, ero n ra/itir a transac.eo que se fizer em
sua casa, prometiendo todo o zelo
e coiisiderae,i) as pessoas que se
dignatfm de honra-ta em sen esta*
bclt'cimnto.
Na mesnia casa compra-seouro,
prala o brirtianlcs.
Precijja-so i!-1 que .,I, lavar o en-
B/Mnibar com perl'ie>\ li-jin como fazer o servie
w.-ruo de nma casa de pequea l'.imilia : a tratar
na ra Wftva i. 44. !<].>.
1
Pedro Buaniue de Macedo, aeab;i de deiootti
depois de granlo e.-perienria, um n-medi-i, que
tendo sido appheado a muitas pessoas lioineopallii-
eantentc tem obtibo nm resultado, qu* ainda n'in
fpttoa, i|u nido o remedio appiieada por elle pro-
prio, e observada a sna regra. em vista da pravi
-Jade de sua preparaao. mesmo senhor decla-
ra que no expoe a venda em parte al?uma o seu
remedio excep?Jo de sua casa. Declara mais,
que os vidrus do reincJio sero rubricados por
ello com tini enramada, aeouipanliando SOtala-
nio urna di'eer para o n>o do remedio. Declara
anda que es primipto a fazer qualquer cura eon-
dicionHlmente, para o que nodo ser procurado em
Olmda. ra Nova n. 4.
Albino Itaptista da Rocha participa
a todos osC'i froguezes que mudou-
se com a sua ollicina da praca da
Independencia n. 12 para a ra das
Cruzes n. 23 ; previne, porta ntn, a
todos os amigas e Ireguezes que se
achara em easa a qualquer hora
do da, para executar todo e qualquer concert
que de sua arte exigir possam, tendente a sua
proflsso; e em sua falta acharao com queni
tratar.
Aluga-se uin sitio com boa casa de
vivenda com commodos para gran-
de familia, ua Pnssagcm da Magda-
na, em frente ao sitio do Sr. Bailar
4 Oliveira : a tratar com Domingos
Alves Mathras, roa do Vijrario n. 21.
URGENCIA
ALUGUEL.
No Horacio di Onru se diz qumn precisa de
urna eserava que sirva para eomprar, cozinhar e
engommar, para casa de familia.
Aos 20:000^000.
V\%\ DA IJK.
Os abaixo assignodos fazem sciente ao respei-
lavel publico, que teem venda os sens muito fe-
lizes bilhetes do llio, ra do Grbug n. 2, loja do
Sr. Malheiro,pagando-se a vi:ta das listas siuente
com o descont da lei.
Suecos.
IttMiros 34iW|0
Meios 12*000
Ouartos 6 000
De 100/ para cima a 225000 o bilhete.
Vieira & Hnrigues.
Na rua de Heras n. 1 preeisa-so de umti
ama para cozinhar e comprar.
Precisase de urna ama que tinl.eo entenda de^ogommar, para ana cana de
pmca familia a -attr na rua da Pr-aia n. 00.
Precis.vse d* unu ama, profe rindo-se esera-
va, para o servico de urna caa de punca familia,
lora d>ta cAaOB : a tratar na rua do Livramento
n. 31, 2" andar.____
X'.nia do Cirredir do Bispo, sino n. :||.
fMvei-i ->. fili .r ;i.. Sr. Al.'xandriiw Cliristiano de
Miveir.i, otaprafnde di ali.indepi, a negru-io de
-a siit.-r -., e sde-gn-lbe por esta folh.-i', sor \f.
rtorar-M sua residencia, las C s 9 lloras da ma-
iiu;i eda3 ti iras da urde em jante.
No da i'i S < forri uto uw. e anuo fogio de
asa oo Sr. Dr. J,a.. de Hoanda da Cmha, a i
de Heinfirt, na Pa3gem n. 4S, on le se achara
altia-ado, o muteqiie Frnneiseo, crioulo, bastante
-pretil, de 15 ann. de idade, com um siobal de
qaafmadura no homtiro esquerdo, traja va caira t
laijueta de brim. rnnsta que se aelia servindu ton
KfR de emnalhadnr. le que .' oflleial. ou tliiifiodo
que pretende aprender esse offleio, p. 1 < que se
_jroteU contra quem lite der agasalho : quem i
apprehender, queira leva-lo rua da Aurora n. 20,
onde >era gr.itllicido.
COSTIREIRi E MODISTA
Com loja na rua da Imperatrz n. 7.
Tetn a honra de partecipar ao reapeitavel publico e em particular seus fregue-
zes,que, f eUsrelatSea que acaba de encelar com ajgamascosturoiraae modistas das mais
afamadas iki Parts, que todos os raezes Ihe mandara ligurinos, de vesHdos, man-
teieies e chapeos que esto no tnaior gusto o m;s modernos, se ac* habilita-
da para fazer vestidos para passekj e visitas, bailes c casamentos. As sent-oras qm-
ahoBrarmcoinasuartv.'gsezia, nao-deixaiTto fie ser sattefetas, tanto pelo bomgosto.como
pela barateza dos presos e prumptidao na entrega das eticomicndas ; tambem tciri bo-
nitos enfe tes wuit modernos e doto lasas ciires. Fazem-sc chapos de todas as qualidades
lauto 4-i l ecutto de palba.
Notas das raneas ftliaes do banco do Brasil,
trocam-se com mdico descont, na loja de Manoel
Soare> Pinlieiro, praca da Independencia n. 22.
Nova tinluraria franceza*
da rna rf Rosario da lloa-\ ist:i
u. 44. de Httn Wchnelder
Tinge e limpa com a maior perfeicao posslvel
todo c qualquer objecto de seda, la, algodao, ca-
semira, etc., etc., em pega ou em obra, tira o mofo
fazendas, assim como tinge chapeos de feltro,
alba, manilha.e tudo mais eoneernente sua pro-
por preces muito razoaveis.
Saina,
ssao,
%.%ROPsE
DE
SALSA MIIUU 00 PARA
ou
Depurativo do sangue
Usado as molestias de pello, impigens,
dores rheumaticas c ulceras venreas,
NICO DEPOSITO
SSiia larga dofftosarlo n.'flO.
Dividas.
0 abaixo assignado, arrematante das dividas do
espolio do finado Jcs Manoel Pereira de Menda-
ntia, avisa aos deved>ires do dito tinado qne man-
dem sati contados da data deste, lindo o qual proceder a
cobranea judicialmente ; na rua das Cinco Ponas
n. 82. Becife 2i do agosto de 1869
Joao de Azevedo Pereira.
I*rerisa-se do um feiiiit purtu^iiez para o
engenho Mallo Gro so comarca do llio Pormoso ;
a tratar com Joao Bento de Gouva no mesmo
nn?pnho ou com Leal & Irmao, rua da Cadcia
n. 56 1. andar.
Precisa-se de
rua Nova n. 3.
Anta de leKe.
urna ama de Icite
a tratar na
Ama
do Liio.i auia li.ie on eserava qf-
rjiinhe com perfriejh) diario de urna isa u qoe
seja de b ennducta
fl. 5, .') aniar.
a trat.ir na ru do Yi-crii
F
Pr- urna ama para servido interno de
casa de Emilia : na praga da bMb-pMdenci.'i n
3'J. se d ra.
Joaqiiim de Sooza Raposo obtend
ivdmvsp.ja vender sua loja de charutos,
ixtr. i!.i do Kexirio n. lil contratou
.-siu'indo a venda da dita loja. o n
quem direito tenha a no res-ao na dita
iirij.i-e rua de Hurtas n. 1, do DTaso de
liud i < orao li'ar sem ffeito qualquer
, contar da data deste. Becife 28 de
I ti!'
Joaqtrfm Vieira CoMbo da;-
Precisa-se de uina ama que sailu cowtsr e
eogoumwr, para casa d puuca familia : a tralar
oa i ua iv L RUA DO CRESPO N. 7 A,
ANDR DRI*S!i<;, cab'eH iriro deParis, tcm a honra de informar ao respeita-
vel pui)lico, que abri recenlemeoU), para os mysleres de sua arle, rua do Crespo
n. 1 A, primeiro andar, um elegaute sai o a LtnzXV, ornado Com a vantagem de j i ter 'ido juslutnetite apreciado pelo publico parisiense e
peniainbucano e atuiliado por habis empreados fiancezes o brasileiros, oferece o
seu |mestimo aos vaHieiro* a s exceHoU*sim^s 6-ifilMra* coolJaica, enflarregando-.se de quaJioer peufbado de baile Kieatro, solfee, noiva etc.
etc.; e fornecendo toda a Wfejrio de objectos para ornamento -dbs prectesos- cabees
de Ss. Excs.
Andr Bclsoc, teno em ista a utilidade dos i'reqoentadores de seu estabele-
cimento, tem preparado, outra eala, cora entrada especial, on te se encontrar seHnpie
o>tc Ptn i?i.traem perutna/ias, eUra.ies, saijot+etes, pos de-arroz, ditos pau
dentes, linas de Jouvin. etc., eaofm o mais eomplelfl sortimento dos productos de
perfumistas Lubin, Condray. Pivor, Rimmel, Grosuell, etc., etc.
Agradecendi desde j a todas as familias que (^obsequiaren), utilisando-se de
seus serv'icos, Andr Delsuc corjpromeite-se a fazer lutlo o que etiver ao seu alcance,
para completa sasaco da boa fregueza petnambucana.
ANr)RE DELSUC
CADELLEIREIRO DE PARS 7 ARUA DO CRESPO7 A -PRIMEIRO ANDAR.
Anu
Preeisa-se de urna ama para cozinhar o compra'
para casa de pouca familia : na rua das Cruze?
n. 28, 1 andar ; prefere-se eserava e paga-s
bem agradando. ______
auTFrtEa
Aos 4:0005
Bilhetes garantidos.
\ rua do Crespo 11.23 e casas do costme
O abaixo assignado tendo vendido alm de fu-
tras sortes 1 raen n. VUH een 4:0004 da lote-
ria que se^acabou de extrahir benelleio da or-
dem tercetra do Carino do Recife (117*) convida
nos possuidoi"s a virern receber na conformida
de.do costume sem descont aigum.
Acbam-se a venda os bilhetes da >* parte da
lotera a beneficio da ordem lereeira doCarnio
do Recife (118'), roe xtrahir no dia 2 de
seteinbro do correute anno.
Procos.
Os do costn me.
Manoel Martms Fiuza
^@i mmm mwm
(^1 O advogado Dr. Antonio de Vis- gj
oa concellos Menexes de Drntnmond, m-
muilouo seu escriptorio para a rua p
do imperador n. 20. onde pode g
^ ser procurado para o exerekio de i
^| sna pnih'ssaV) em todos os dias jf
rgi uteis das 10 horas da manla at i
ag as 4 horas da tarde. Fra dessas
injieras, e para qualqueroccorrencia *%
8 -urgente, ser encontrado no seu *
'% dumioilio, ;i rua da Aurora n. 2b\ I
0C1IL0S PERISCPICOS
E crystal de rocha do Brasil.
F. I. Germano, recommenda ao publico, seus vidros petiscopicos apeifeii.oa-
dos; porque, com este:< vilros. a vista descansa, foitilca-se e nao a canea como com
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um vidro, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obngado a muda-Ios todos os annos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o crysUtlino do odio e deteimna quasi sempre do-
res de cabeca. 0 alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do olbo, e.
todas as vezes que o objecto est mais perto ou mais looge, os raios que expelle sao
mui convergentes ou mu divergentes e a vUSo nao perfeita. Um grande numero de
pesseas tem o defeito de fazer convergir muto de sorte que a visSo nao disiiocta.
Com a applicaco de meus vidros pdese vencer estas diinculdades. Para os que tem
a vista curta e cujo cryslalno mui convexo i'o que faz ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama royope, por meio de um vidro concavo affast-seo ponto de
vista, o que faz divergir os objectos e deixa ver to louge cuino as otitras vistas- (Juan-
do o crystafino muto chato, o que succede aos que tem chegado a urna certa idade.
o que se chama presbyta, vfiem raelbor d longe que de perto, e nao enxergam senae
um uevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergarpo
t3o distinctamente como na idade de 15 annos. Servindo-se desles vidros quando a
vista principia eufraquecer, previne-so o mal.
F. I. Germano encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a es-
colher, a prmeira vista, seja qual for a iJade egro de vista, ocirios proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Para a vista royope, (vista curta;.
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras lreniem
de fraqueza.
Para a vista qne os olhos sao desiguaes.
Para a vista que se larva com o traba-
Iho e a leitura.
Para a vista presbyta (vista longa).
Para a vista que n3o supporta os ralos
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras esta cer-
cadas de sangne.
Para a vista que um dos olhos myope
e o Bntro presbylo.
Para evitar finalmente que o cryslalino
"Iho se cubra to catarata.
Sortimento de binculos
para thentro. e oculos d
alcance pata o campo c roa
rinba.
Limetas, pice-ne e
fkv--maia, ouro, prata,
tartaruga, btalo, ac,
getc, etc.
Tem tambera grande sortimen.. ia j.. ., i|ue do Iotas e pi.
cima de mesa dos mais lindos mot-h. hu(+.ua para aijiibetra, de curo, prata, j
donrada e foleada, ioglezes, suissos e onsi-ntaes dos uitlliores e mais afaaiadoafcbi-
cantes.
Vendas em grosso e a retalbo. Km Pernamluico
N. 21Una NovaN. 21.
19Rna aja19
FlteilEKICO ftlUTIER
;irurgio-dentista, muito conhecido ha dez annos n'osta cidade, pela perfeicao dos seu
trabalbos, tem a honra de participar ao reapeitavel publico que tendo feito muitos me-
horamentos na sua casa, pode tfliora avante receberas senhoras no sou gabinete ood
ichar5o os commodos precisos para familia.
Acba-se tambem na sua casa e na sua companhia, o seu sobrinboe discpulo
J. fliERI^LX
j qual acaba de voltarde urna longa viagem a Europa, durante a qual praticou com
feliz successo as priraeiras casas de P.uiz e de Londres, offerecendo assim as meiores
garantas do bom desempenho para ludo o que for relativo a profisso ; por ieso o
mnunciante pede aos seus amigos e olientes que por acaso o nao eiicor.irnrem no seu
gabinete, depositem no dito sen sbbrinho a mesma conflanca com que o tem honrado
i dez annos.
Dentaduras por todos os systeinas: a pn-ssat) do ar c com molas de ouro, platina
vtilcanite e um inteiramenle novo u'esta cidade.
Cura radical dos dentes cariados.
Chnmbagens (obturaces) com ouro e com tnassas diversas, segundo os casos.
Hemedio para acalmar as dores de tleiit.s.
Agnaeps dentri/icos fabricados pelo ptoprio nnnun.:iantc, o que llio permitte afian-
zar sua boa qualidade.
Escovas para dentes. etc.
Perfeipo de trabalho e preqos moderados.
Viarjms para fra mediante ajusto previo.
0 gabinete acha-se aberto das 8 horas da tnanhaa at as 4 da tarde de todoa ds
lias otis.
OtR'reee-se SO a Jo'OOO pelo alupnel mensal
de orna eserava que seja boa vnndedeira de rna
de tahofciiro. e que seja fiel, bem cono nm ande-
qu de lina eondueta : n.i rua da Praia n. f>8.
Feitor
Preeisa-se da um liomeui que .entenda de todo o
tmt.ir r largo d ribeira da iregnezia de 8. Jo
lirado n. 5 ,
f6RUA DA CRUZ 16
Ha diariamente sortiiih-nto de bollinhos para cli, fiambre, pastis de diffemi-
tes qualidades. vinhos de superior qualidade, cha Hisson preto, e mudo, o melhor que
se pode encontrar no marcado, auiendoas conl'eita-lis, xarepes rrftigeraot, -HooM-de
calda, etc.
Incumbe-se de encommendas para grandes jantare?, baiks, 'nptisados e ca-
samentos, a saber:
Peca de nougai. ~^ Ples-de-lot enfeHdos.
Ditas de po-de-Iot. Bollos dem.
Hitas de tmara de ovos. palos de doce de ovos.
Dilas de caramilo. Tartas folhadas de crome e carne.
Bandeja rom armaco de assnrar Eaipadas
- N.id.pwsilode;,rgiwixeiilo no raes da Ha
m- n 8, prertratf de um esrravo para tmlo u
.rvleu, druida-*- fmiHda e 30^000 Rn-n^aes, da-
llti s livre-.
Reroinmendainus >> inndestoMotel r.irticuiar
da eidade do Porto, rua de Saata Calliari ia,n. 1:15.
I'.ilarele beui diri^idn, com rotniooflida^AS pari
bauens i-' Lamillas deeentes, anuido Su eistontra buin
tralamna dormid o ^we^o
Na roaDireita n. 15 precLa?sa fallar com o Sr
M.moel Mara Paeheco, natural Jo Vianna do Cas-
telki, a negocio do seu nteresse.
O* TerdaeM-OOlXAmZ8 ROT1B, m uwcos appnwaos pta
Aeadtata a- Medicina, ton am como os nm ouiro* producto*
attrahido a cupidci do taUiScadorn, qoe para facilitar sua criminan
Industria nao-nejad, m-m ncoiaA annanHar vender fallosOoLLAKata
oom mmv hohb. Eo pirritio as familia* pata inlerrsae de mu IWtlial
que, para evitar folsifl<-ac"-s de>em exigir, que men Comtmata Ib.*
n'jao v.ndidoem calas de 'i de ranalia t,
par 4 etliqucUs coa a aBAa marea de Mrica a
prwpnctnctrctmatanctoilcs e seadM per ma asedalhi con iMMb,
COLLAR BOYEB, Bu St-Iartii. 225. Pira


Diario de Periiainbuco Ter<;a feira 31 de Agosto de 1869.
i
A ESMERALDA
GRANDE HOTEL
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no sen estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-o ao res-
peitavel publico, a quem offrecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
prapa, e por prepos o mais resumido possi-
vel. Tambem comoram ouro, prata e pe-
dras preciosas
\ 5 RA DO CANGA \ 5
Ra larga do Rosario b.44.
Especie lidade na preparacao dos gneros ali-
menticios, promptid3*rirasseio jas encommeudas
e boa organisacap'no estabaleeimonto. Herebein-
se asgnaturas'fara o osinheleeiraento o a uomiei-
lio, facilitase a lei tura de jomaos naeiunaes e es
trangeiros. Espaciosa sala \an o elegante jogn de
bilhar, e ha decente 6 rommoda hnspedagem.
Iwi liTrl U
\'ao o largaremos t <.....
I" na na Difeita n. 53, loja do terrajen*, que
lidiar ao Sr. Antonia Francisco Duarte
oascu irm.o ex-depntado provincial r, Maxt-
Fraacisco Duarte : deve saber quem .
Precisa-so de uina ama de lee, na
na da Imperatm n. 18, preferind i-?e
do matto e sein tiln.
Na uraga da independencia a.-i, te d di-
imeiro sob penhores de ouro, prata e pedias prc-
BiOMt) e seja qual fr a quantia : na me-ma casa
se compra e vende objectos de ouro e prala, e
igualmente se (a?, toda o qualquer obra de encom-
ienda e todo e qnntquer concert tendent" a
moma arte.
Madama Adour tem a honra de par-
ticipar ao respeitavel publico, amante dos
nossos theatros lyricos, que receben pelo
ultimo vapor da Europa, sahidas de baille
e bronus do ultimo gosto; ruado Imperador
n. 23 1" andar, e que vende por barato
orcen.
Vicente Alvo Morena, agenciador de ven-
das de escravos, mudon sna residencia da ra de
Hurtas n. 94 para a ra da Paz n. 3i, onde
freguezes o polerao procurar para a_mesuia ocru-
pa^ao. Recebe escravos e_ coinmissSo, c prometle
prompta venda.
ALGODAO
LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
MACHINAS americanas de serrote de todos os tamanhos para descarocar algodo, do
muito conhecido fabricante Eagle Cotton Gin.
MACHINAS ditas, tambem de serrotes e do todos os tamanhos para desoaro?ar, al-
godo do autor New York Cotton Gin.
MACHINAS ditas de todos os tamanhos, de carreta de ferro e mais toda a machina.
MACHINAS ditas de Itoller Gins, de cujo trabalho faz obter mais 2.000 em arroba
de algodo.
MACHINAS de faco do fabricante Platt B. & C, Obdhan PatentLiverpool.
Todas estas machinas sao de superior qualidade e as memores quo tem
vindo ao mercado ; e para a sua apreciacao convidam-se os senhores agricultores '
virem a exposico das mesraas na ra da Cada do Recife n. 56 A, loja do Bastos, onde
encontrarao mais o seguinte :
Debulhadoras para milito.
Cylindros para padarias.
Arados americanos.
Carrinhos de mao.
Machinas para cortar wpim.
Cannos de Chumbo.
Bombas de lapy.
Ditas americanas.
Tenas de ferro gaivamsadas.
Folhas de zinoo linas.
Ditas de cobre e lati.
Ferro de todas as qualidades. .
Arcos de ferro.
Folha de Flandres.
Machados americanos.
Faenes ditos.
Baktios e cestas do verguinha.
Vassouras americanas.
Folleque todos os tamaitos.
Tornos e safras para ferreiros.
Finalmente muitos outros artig
diversidado seria enl'adonho ennumera-los.
Foiha de ferro.
Balanras americanas.
Tinas de madeira americanas.
Ps de ferro ditas.
Baldes de madeira ditos.
Ternos de bandejas finas.
Trens completos para cozinhi.
Peneiras para padarias.
Baldes galvanisados.
Currentes de ferro para almanjartas.
Espingardas e rewolvers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Moinhos para refinacocs.
Azeite de espermacete, proprio para machi-
nas de tudas as qualidades.
Serras avulsas para machinas.
Maneaos e todos os mais pertences para as
mesmas.
Latas de gaz,
ospertoncentes lavoura e artes, que pela
AOS 20:000,000
G;usa da fe icidade
N. 22 PIUCA DA INDEPENDENCIA N. 2.
Os abaixo assignados, tendo obtido licen-
?a da presidencia e satisfoito as outras exi-
gencias da lei, avisa ao respeitavel publico,
que ter sempre venda bilhi'ti's das lote-
ras do Rio de Janeiro, cojos premios serfto
pagos promptamente a vista das listas, com
0 descont smcnle da lei, pelos piceos
seguintes :
Bilhetcs inteiros... 2*5000
Meios.....125000
fiarlos... Ot)OCO
Vi'ras fe Barbedo.
3 fiua do Imperador 37
nico deposito de loucas do Barbalho o
da villa do Gabo, mudou-se da ra Jas Cin-
co Ponas D.-I2, para a ra do Imperador
n. -i", com grande sortimento de lou<;as
para aguas, jarras, quartinhas e muringos,
catinos vidrados e por vidrar tte nina 10
polegadas. os quaes vende-se por menos
ilo que era outra qoalquer parle, por ser
o tnico metedor de loicas e ramios, da
fabrica do Barbaiho ( da villa do Cabo, o
(faal brevemente sera nvamele annun-
l'iado.
Precisa-se de tima ama de le te : a tratar no
pate do Carino, esquina da ra de Dorias n. 2.
AMA
Pre;ija-M de una ama escra.va para o so-vico
de uma familia de tos pessoas : na roa da Cruz
a ti i. i" ailar.
AO PUBLICO
.vbastiao Jos.'' da Silva Braga c Luiz Jos. Pinto
da Costa; scieniifleam ao resp itavel corno do com-
merio o ao publico, que c-tao contraluces por se-
riedndj para compra e venda de algodo na pren-
nlgndao da ra da Lapa ns. 12 o 14, cuja
rffc >r Braga A Costa, que ter principio no 1"
de setembro do corronte auno, da qnalsaoos nni-
cus respiin--avei< Recife .'(O de,ago*t>- de (tf'19.
EugommaTse roupa tanto de bornea) como de
senbora, com perfeicao : na na do Caldeiieiro BU-
niero 10.
Obstrucco
Do figado e do bago
Os preparados de JURUBEBA (finito,
xarope, atalas, or o, r,mf/,si roe tintara)
sao elicazes contra a obstruyo do ligado
e dobaQo.a ictericia, a hyrjropisia, as febres
nlermitten'es e durezas, os Oesarranjos do
estomago, as faltas de sanguo e de mens-
trnai;3o, o calharro da bexiga, etc.
Umco deposito, pharmacia de Sea autor
de J. d'Almeida Pinto.
Ra do Rosario Larga n. 10 junto ao
quartel de polici.
CARVAQ DE BELLOC
PARS
Approvado e recomroendado pela Academia imperial de medicina de Parij para a
cura da gastralgia e em geral de todas as doencas nervosas do estomago e dos inicstinos.
E egualmcnle o remedio por excellencia contra a ceiencao de ventre FimKmente em
razao de suas propriedaes absorventes, recoiamendacto como verdadeiro remedio nos
cazo? de diurrhea e cholerina. O <-ar<*o d Bellos toma-se na occaso das comidas
sob a forma de pos ou de pastilhas.
De ponto em RiivJa!eiho DupimcheUe; Chevolol Em Puinasiiicco, Maurcr Si C'\
E' de importancia!!!
O aviso quo faz o Campos da ra do
Imperador n. 28, pois s elle podo forne-
cer aos amadores da boa fumafa os cha-
rutos que tao ancosamente eram espera-
dos de Costa & Irmaos, e sito ellos das se-
guintes marcas : posicSe Normas itnpe-
riaes c Havaneiros. A ellos antes que se
acabem.
0 Campos
Tambem tem em scu estabelecimento,
alm de muitos outros gneros anto para
mesa, como para lospensa, o seguinte :
Camaroes seceos do Maraiibo.
O verdadeiro caf de Moka,
Fumo picado do Daniel do S. Joo do
Ro-Novo.
Termos de medidas para seceos, segun-
do o psdio francez, (metrico-decimal).
ASSIM COMO.
As tabellas qjtw t-m aceitaco tem mej-ecido
das casas de commercio em grosso e a re-
talho, smente pea fcil comprehenso c
commodo proco, s no
Armazem do Campos
Precisado de urna ama boa cozinln ira, Ierra ou
escrava, pagase bein ; na ra dos l^res, sobrado
n.27.
Ama
Preei para comprar e cozintiar, paga-su bem : na ra
Nova, loja n II.
Precisa-se alugar alguna escravos para ser-
vico de baixo de eoberta, paga-se .'M) mensaes c
comida : a tratar na ra do Brum, saboaria do
Recite.
:E0 DE JOIAS
G^5
GOMES DE MATTOS 1RM&0S
tendo feito completa mudanpa em sen antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com ofimde
dar-lhe maiores proporqoes e elegancia, eonvidam
ao publico em geral e com especialidade a& Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
onde encontrarao um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rnbins e tudo que em obras
^} J de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADERECOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de novos gostos, assiin cotu> grande variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de
objectos d prata para uao ls igrejas,
Comprara e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garantem
a quaHdade dos objectos vendidos.
Precisa'7 de nm nrra*o fe 18 a 23 aunes
qoe seja peca: na ra Mva. n. l. 4" Mudar.
U abano ssfgoad previne ao res-
peitavel publico que, tendo ido fazer cer-
tas cobraitcas em Ipcjnca e Serinhem, j
acontece, i|ue, no engeoho Piabinha, frpgw-j
zia de pojflct, perdeu urna letra, sellada |
e assignada pelo saccador, o Sr. Eusebio
de Paula Piolo, contra o Sr. Francisco da
Rocha Vieira, datada em 18 de junho de
1869, ha 8 mezes. no valor de 2.897.^55,
cuja letra nao cstava assignada pelo acei-
tante, o Sr. Rocha Vieira, o qual assignou
outta de igual i|uantia, em 30 de jullio
(teste roesmo anno, a sete mezes.
Como para o futuro possa appare^er al-
guma trnsanos a rcspeito da dita letra ;
por isso (hade j previne que (icar de ne-
nhum effeito-, beando-the o direito salvo
para protestar contra o infractor.
Pernsmbuco HO de agosto de 4869,
Roacentura da Rocha.
E (sciindaloso!
Desde o d>a 9-do crrenle, desapparoceii
da casa do abaixo assignado, roa do Desti-
no n. 27, seo escraviubo Gregorio, de 9
a 10 annos de idade, o qual por ter vindn
lia punco lempo matto, sttppe-se ler
m(m conduzfcto- por alguem, e em cu|a
fonijttniia estej* com< forro, ou mesmu
runo escravo. Hrotcsta-se contra qoeiu
quer que o tenha feito e pede-se o aoxio
policial e dos capites de campo para o
descobrimento do dito escravinho, njos
sines sao os -seguintes : cor acaboclado
escura, cabello um pouco desamla^to, tem
algn* era vos-nos ps, tanto que parece
apalpar qnando anda, tem pelo eorpo al-
gumas marcas de bobas, fo> vestido do se
guinte modo calca do brim amarello des-
bi'tido, camisa de aigmlnsinho e chapeo
de baeta, e levou um alwleiro de ftandres
contendo algutoas chicaras com arroa doce,
em ruja venda se'occupava. Recompen-
sa-se generosamente-a quem ile>cobrir.
francisco Ripoto fhico.
Loja de mju.lezas de Ferreira da Cunhar
Temporal, fu do QutMDiado n. (53. est
quimando por todo proco :
Jugo de vispara a itX) e SOO rs.
Redes para coques a 240,100 e 500 rs.
Linha de 200 jardas (duzia) l^OO.
Caixa luuitu lina para p de arroz t^OO.
Relogio-de sol 120 rs.
Latas com bmlia 1(50, 200 e 320 rs.
Agua dunda verdadeira a I 300.
Agua divina idem l^iOO.
Grvalas pelas para homem 4 0 rs.
Pentes de travessa pVa menina 320 rs.
Olio philocome verdadeiro 15200.
Aderecos de plaque al 'ifK), 2;> e 5.
Metas cruas para homem 3)5100 e 'i 9 a
duzia.
RotSes enfeilados para vestido, a l;)200a
duzia.
Leques do santo] tifi, cada um.
Dittos de madeira 3 cada um.
Coques de tranca, boa fazenda, 2$,
2^500 c 3 cada um.
Meias linas para senbora 4> a duzia.
Banha cm frascos a 400, 640 c 1)5208.
Frascos com extracto muito fino 2S e
2JI.700.
Caivetes de ditas folhas a 240 rs.
Sabonetas tinos 80, 160, 200, 240 ej
328 rs.
Olio babosa 400, 300, 000 e 800 rs.
Agua de colonia 400, 500 e 800 rs.
Garlas francesas 00 e 240 rs.
Caixa o/iii extracto 2.'>00.
Cartas portiifruezas a 120 e 200 rs.
Pentes brajtcos com costa de metal
320 rs.
Dittos retos 200, 240 c 320 rs.
Galo de laa para vestido (pessa) 400 rs.
Fila de sarja lisa e lavradas, L>500,
U e 2,j500.
Caixa cun ob'eias de maco 40 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Dilto e dourado a l.
Diltas com envelopes 500 rs.
Caixa com agulhas frattcezas 160 e
240 rs.
Lila para bordar de todas as cores (libra)
6800.
Bonels para menino 14,2# e 2^500,
Linlia de marca (caixa) 240 rs.
M ias para menina (duzki) 35 e 3(>500.
Pecas de tranca liza e de corocol a 40 rs.
Sapalos de la para menino a 320 e 800,
apellas francezasa 2^300.
Facas c galios, cabo de balanco (du-
zia) 1:\.
Chicotes para cavallo 600, 800 e 15500.
Rengalla de canna a I i. I?>u88 e 2<5.
Vorlas para luto 500 rs. (cada urna).
Papel abnaco, greve (resma) L$500.
eiuporal pode ser procu-
rado em seu estabelecimento bo-
nanza, emporal contina a
vender na Bonanqa, pelo mesmo
preqo que venda em sua loja
comtitulo.de emporal.
fcordeiro prevdente
Attenqo.
IVecisase da um caixeiro que tenha pratic.a de
taeran e que dO conhecimenlu de sna conducta.;
a tratar na p >voaeai de Apipucos. taberna grande.
COMPRAS.
om muito hWtfcir vantagem. compram-se
moada diouri> e prata : na'le}:i de-joiaadoo-
ra^ande Oui* n. i D, roa d > i'.abn?.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. i compra-se onro, prata
s pedias preciosas por precos mais vantajosoe do
pje em nutra quat|uer parte._______________
fiWiHTlilHI
lUk M11MI8
5r>Ra do Quefmado3i
A VF.RDADE tendo em deposito granee
quariiiu.ide demiudezase perfomarias.^4-
sejando apurar dir.heiro e adquirir b6a*-
tKv.ia est rssolvida a vender muitias-M
barato, tnnto a rclalbo, como a masfitei
para esses tornaren a revender; \wr
razUo convida ao respeitavel publico a ir
eomptienteinente munido a softir-M &
bom e barato. Pois qnando a VKROAt.tB
apparc-ce, tudo mais dfapparece
Grande sortimento Iteboneras de crae
ma*sa as mais lindas possi eis vestas a ca-
rcter.
Ricos globos para can'5'eiro de gaz
a 14800 e.......
Grande sorlimiitito de objetos de
loucapara brinquetlo de bocdbo
Garrafa com tinta a.....
Dita com agua florida a. .
Frasco conuco de babosa a 500,
600c. T.......
Dito corn agua de Colonia a OO,
400 e.........
Garrafa com agua divina ,i. .
Frasco corn extracto fino para
lenco a........
Lat;-s pejnenas cora banh a .
Sahonctcs de diversas quali'; des a
80,'ICO, 240e......
Finas estovtts para denles a 108,
320 e.........
Coques modernos a.....
Pavius para gaz.iltizia a. .
Escovas para fado a 5 0,
Ditas para cabello a. .
Pentes para tirar piollio a
Brincos do cores bonitos a
Pecas de tram;a de la
varas por.......
Franja preta de laa peca
10 varas a,......
Fila preta para relogio urna por
600 9
D'.O n.
160 e
com 8
com
i
1*0
70
1
IfOM
O
(SO)
2*Si
7t_
_^o
machina de postara,
a 880 e
i>mpram-#e e vendein se diariamente para fra
e dentro da provincia escravos de todas as lades,
flores e sesos, coni tanto que sejam sadtos: no
teiveiro andar di sbrado n. 36, ra das Cnues,
tvgnezia de Sant*Antonio.
" COMPRA-S"
nioeths de ouro e prata de todos os valo-
res, ouro e prata em obras nutilisadaa, e
&rHhdules e tais podras preciosas na lo-
ja de oarives do arco da Conceifao no Re-
cife. ______^^
Ouro e p 'at,
::ipram-.e moedas de ouro c i rata de todas
as (ualidades, p^r bom preco : na ra da Cadeia
d'> Itecife n. .r>8, loja do MMeio.
Qhnptk m urna osriia enRoniinadeira,
gradando pagn-se bein : na ra da Caeia oo
Recifr, armazn rt. W.______
Compra se una casa que tenha sitio, sendo
m vdpdade, Caminhn Novo, estrada de Julo Fer-
na*dw Vieira, oa nutro lafmr qo seja ierto ta i-idade : a tratar na ra da ffitfwratriz n. 4, 3*
andar.

fV'NMS.
Escravo a vendn
Na ra Augusta n. ifl vendc-?e um mulatinho
fio ti ,i >'2 anuos de ida lo.
i i .. i,
Faritiha
Na nra Anpista n. 10 e dir quera venda 98
acooriinfirma (a trra de** qoaHdte.
Rua do tiiclmado n. 10
^ovo e variado sortimento de perfumaras
tinas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
aarias, de que effectivamente est provida a
oja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
eceber um outro sortimento que se torna
lOtavel pela variedade de objectos, superiori-
lade, qualidades e eommodidades de pre-
os; assim, pois, o Cordeiro Previdente pede
esjiera continuar a merecer a apreciarlo
lo respeitavel publico em geral e de sua
>oa freguezia em particular, nao se afas-
ando elle de sua bem conhecida mansidSo
> bata toza. Em dita loja encontrarao os
tpreciadores do bom:
Agua divina de E. Coodray.
Dita verdadeira de Murray & Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
;eza, todas dos melhores e mars acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacSo do
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualtdde e chei-
pos agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
jomada lina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
i outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples e enfeilados.
. Essencia imperial do uo o agradavel chei-
'0 de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
nente tinas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d"oleo de superior qualidade.
;om escoliiidos che ros, em frascos de diffe-
-entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
oara maos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos saboneles imitando
metas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
las perfumaras, muito proprias para pre-
entes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
em do perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e d"
noldes ndvos e elegantes, com p de arroz
boneca.
Especial p d arroz sem composicSo de
jheiro, e por isao o mais proprio para criao-
?as.
Opiata iugleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras differentes
lualidades tambem para dente?.
Tnico oriental de Kemp.
linda mais eoqnes.
Um outro sortimento de coques de no-
eos e bonitos moldes com filis de vidrilhos
s alguns d'elles ornados de libres e fitas.
MtSo todos expostos aprecia?3o de quem
is pretenda comprar.
GOLUNHAS E PNHoS BORDADOS.
Obras do muito posto e perfeicao.
PlvellaN e Oas para eiotos.
Bell e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escblba ao gosto do coro-
irador.
Oleo para
frasco a.....
Penas d'aco finas caixas
Dita d'aco Pery, caixa a. .
Galo de algodo peca ....
Latas com banha a.....
Lindos habadinhos e cntremoios
peca de >00 a. .... .
Botes de madreperola, groza a
Ditos de louca muito fino a 100 e
Ditos para calca a i O c. .
Caixa com papel amizade a. .
Ditas com envelopes a. .
Ditas com obrems a.....
Caka com agulhas fundo dotratio
Ditas de ditas ditas 3. .
Thesoura para costura a 100,
240 e......, .
Caixa com liiha de marca a .
Linha de cores em novcllos (li-
bra), a........
Ditas cora 200 jardas em carre-
teis duzia a 70, 120 e. .
Grampos muito tinos com passn-
ros, duzia a......
Cartas poituguezas, duzia a .
Ditas francezas a 20Q e .
Papel almaco e de i>eso, qe'sma
a 3^400, :i,;oo o .
.a muilo fina para bordar, libra
Fita de algodc para debrum do
sapatos, peca a.....
Ditas de la para debrum de ves-
tido, peca a ......
Pentes finos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 2i0, 30 e......
Caivetes grandes com molla a .
Ditos para aparar penna a .
Cartees com colxetes a .
Rosetas pretas. par a .
'JO.,
Me
200
IJ
200
240
700
>*
I
2o
m
8r
ifir-
SOB
I
20
tMftt
36001*
6*70U
100
IfK)
400
r>Q)
320
ito
|<9
Camina de muito boa qualidadf
Vende-sc na rua do Quuimado numero i'), I
andar_______'________________
BofflTrtp de Lwbi>:i
nr Bom rap de Lisboa
A loja da Aurora, na rua larga do Mofarlo a.
38, pertencente aManocl Jos Lopes t Irma', w -
reberam o bom rap de Li>boa, tanto em lata*
como sem ellas, do mais fresco e inelhor qualidade
que tem cliepado a este mercado ; as?im eom
tambem tem de imitas mais qnalurades, edetoo
elle se vende tanto cm linras rom" a r.-talho.
.Vende-se umapretinba com 18 ajinas de <1-
de, bonita figura e boa conduela, rom al puma b-
bilfdad, eum fllhodesu, de'idade 8 wm, um
palantezinho, olla tem bom leite para quem rriar crianca : na na da Paz n 3i.
Venda de sirio.
Vende-so um sitio no Monteiro, todo mtiradVv
com trra de plantacao. arvores de frnrt>. casa .V
morada c um bom banbeiro de pedra e ral s^tnn
a levada: a tra'ar na rua d> CabiifE n- H, ''tiea.
Vende-se a ea-a da rua Vellia n. 3
na loja do Coracao de Ouro. __
a trat-T
NA AI.IIA
1/ Torneiras para passairem 'itftn, de direwH
efonsuras: na rua do Oueimado, Azevedo & i--
mao
pira ertcanariiento d'agoa
Canos de ferro forrados de ^orrelana, e e:-:,-
nhass; Oc divor-as grossuras venda na na
do Queimado, Azevodo & Irmao.

Venw'96 titn p^r^pto
hue foi do flW.-Mloo d.i lti>IM a 8*) ,
igualmente so vende urna tnaiebo? le forja de 3 a
4- e*alhw, p,n perfei' o 'nrliteirit rtova : a
na Torre com Andr do Abrou Purtd.
Vend -se
o sitio da u-avessa do Remedio n. 2Ji na freguezia
ilos Afolados: quem o pretender cntenda-se rr.m
o seu proprictario na rua de 8 Prwtoo n. 10.
VERADEaO I RO
di 8ISISRGT, Ductciir-V.Irrii
Rua do Soine, 51, A PAI113.

4
.n\M\ gttf.if, vtf, fntr a mHil t
i\\\e 1 vn j mal s ust, uro n.lilo r i ;. ,s.i r:\ aiiia-
ll^'l^iiM/li, M Mir so rtnt z.
,V P/- rl-
n- I i
&1SC-} d S
btP; i
TOTE-MW.BtN
Ff PMAflWCIEl
BMiUi '
lUGfVEL


6
Diario de l'eiuambuoo Tercja eira 31 Je Agosto de 1HG9.

GR/
HA liOJA
DA
HliHMM
72. Ra da Imperatriz, 72.
Alrla fregueses
qli: Arara vui eautar,
Para vender suas fazendas (baratas
que muito ha de agradar.
O propietario deste estabelecimento, tendo grande prelo de fazenda3 em
sex, vai proceder urna h'qnidacao em todas as fazendas e roupas feitas existentes no
nsxabelecimooto, agora que occasiio de quem toro pouco dinheiro poder se vestir de
boa ftrzenda c baratissima cotoo se poderd ver no annuncio abaixo mencionado.
\. 45 RA DA CADEIA M. 45
DE
MVDAPOIO BARATO A*#50t).
h'-se pega do madapolao entestado
de 42 jardas 3{3Q0, dito di 'jardas ou
metros :-, Q|, 05500, 7300, e?000 e
UJOOO.
CUITAS FRANCESAS A 230 ts,
Vendem-se chitas francezas fiera esli-^'^Serlahos eeoaomieos a
dos a 230, 30 rs. o covado, ditas escuras Isaia.
BRAMANTE PARA LENCOES A 2-5.
Vende-se bramante cora 10 palmos de
largura para lenres, a 2$, a vara.
PECAS DE ALGODaOA *-,
Vendern-.-.; pecas de algodo muito en-
cornado >. o.">. Gi8007i3.
mulo linas 3G0rs. o cnvado.
Chali -.a avila fin 8 rs.
Vende-se enalta para vestidos 1 seuhora
i 800 rs. o covado.
PERGALES A ttfi RS.0 COYAD ).
Vende-se percales muito linos para ves-
tidos de senhora a iO rs. o covado.
BIrS!hanttaas s 4 i rs.
Vende-sc briibaatinis ou mursuimas de
cares para vestidos de se .horas 4iO rs. o
covado, lazinhas muito linas para vestidos
de serdiora '00 rs. e 500 rs.* o covado,
ditas do (juadrinbos 2S0 rs. o covado.
UISCADO FRANCEZ A 3GO 113. 0 COVADO
Vende-se riscado francez para vestido
de seuhora 300 rs. o covado.
Las tahas a 19 rs. o cavado.
Vendem se liasinhas para vestido de se-
ohora a 40, 280, 320 rs. o covado.
Cassas francezas a 280 rs. o covado.
Vende-se cassas francezas 280 rs. o
i evado, chitas francezas linas a 2S0 e 320
:-s. o covado.
Chales de merl& t .$.
Vende-se chales do merino estampados
2e2$50d cada um, para acabar.
CORTES DE LAS ABERTOS A 400
Vende-se cortes de la para vestidos de
senhora, 2?00 cada mu
ALPACAS DE COBES PARA VESTIDOS
Vende-se alpacas de cores para vestios
de senhora, 720 e 800 rs. o covado, di-
tas de lisras 700 e 7G0rs. o covado.
Chitas prnssianas 3ttO.
Vende-se chitas prusianas de stras de
oros muito bonitas a 300 rs. o .ovado.
CUITAS PAliA GOBBHTA A 190
Vende-se chitas incorpadus para coberta
i 320 rs. o.covado.
fiXaSes de 8 a 3 arcos
flOO.
Vende-se baloes de 30 a 30 arcos
i#'00 cada um, baloes modernos brancos
e de cores 55.
SOB A DIRECCAO DO MUITO HABILARTISTA
Zaunano, alfaiate.
Os propietarios deste novo estabelecimento, tendo experimentado a necessidade
urgente de ter na direceo de sua officina de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr. Lauriano Jos de Barros para tal mister, convicios de que satisfar
com todo o capricho a vontade do freguez.
Tem o mesmo estabelecimento um bom sortiinemto de fazendas proprias para
roupas de homem, como sejam: casimira de cor, indos padrees, completo sortimento de
pannos Anos, preto e de cor, casimira preta, grande sortimento de brins brancos e de
cores, merinos de diversas qualidades, bombazina, lindos cortes de gorguro para cohete,
gorguro Pekn, superior qualidade.
Os freguezes encontraro anda um variado sortimento de roupa feita, camisas
ingluzas, collarinhos, ceroulas, grvalas pretas. e de phantasia, meias para homens, se-
nhoras, meninos e meninas, chapeos de seda para sol, colchas, bramante, atoalhado,
baloes de diversas crese modelos, cambraias, malas para viagem, e outros muitos ar-
tigos que a modicidade de seus precos incita a comprar.
A ra da Cadeia n. 45
Vende-se coierinhos econmicos a 320
a duzia, s se vende assim barato por ter
grande porfo.
CASEMIRAS DE CORES
Vend ;-se cazemiras de cores para calsa
e p.ilitt 2> S&50O e 3d o covado,
.4lgodt cafestado k -!*.
Vende-se algodo enfestado proprio para
lences c toalhas, l!, a vara ou 900 rs. o
metro.
BRIM PARA CALCAS A 400 RS. O
COVADO.
Vende-se Lrim para calcas c palitots de
homem e menino, 400 e i40 rs. o co-
vado, dito lizo a imitar de ganga a 300
o covado.
Algodo de llsiras a tOO rs.
o covado
Vende-se algodo de lislras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
CORTES DE BRDI CASTOR A 640 RS.
Ve&de-se cortes de brim castor para
calca de homem, ;' GO e 800 rs. cada um.
CARTEIRA PARA VIAGEM A i&.
Vende-se carteiras para viagem 15
cada nma, cobertores do algodo f^OO
cada um.
Cobertasdc chita ISMOO
Vende se cobertas de chitas do cores
15800 e 2-5. cada urna.
ALGODO TRANCADO DE EOAS LARGURAS A
I 200.
Vende-se algodo transado de dua lar-
guras, proprios p.ara lences e toalhas para
mesa, se vende a i$200 o metro.
Mantas para gravuta 800 rs
Vende-se mantas para gravata a 200 rs.
cada urna, lencos> de seda do flores, a 650
cada um.
ATOALHADO PARDO A 25500.
Vende-se atoalhado .pardo para toalhas
de mesa ;i y00 a vara, toalhas escuras
15, cada urna. Ra da Imperatriz loja
da Arara n. 72.
S
45000
500
25000
^ti^r-S5?i S5SS2S
CONVITE GERAL
O proprictario do arraazem de fazendas dcr.ominado Gabaldi, na ra dalmpe-
rV.riz n. 56. declara ao respeitave publico que tendo grande deposito de fazendas em
ser, o desejando diminuir este grande deposito por meio de urna liquidaco que fin-
dar no da 15 ou 20 do corrente, por isso convida ao respeitavel publico a vir surtir-
se de boas fazendas, e por diminuto preco. a saber:
CHITAS LARGAS A280rs.
Vendem-se chitas francezas largas a 280,
30 e 3GO rs. o covado.
ALGODO ENFESTADO 1 RANEADO A
1-5000.
Vende-se algod5o enfestado trancado para
lencoes a 15000, dito liso enfestado a 900
o metro.
CASSAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vendem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 240 e ^80 rs. o covado.
MADAPOLAO ENFESTADO A 35300.
Vendem-se pecas do madapolo enfes-
tado a 3)300, dito inglez de 24 jardas ou
22 metros a 55, 65, 75, 85, 9 o 105, a
peca.
LANZINHAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
BAREGE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege de listas para vestidos
a 500 e 640 o covado.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
5.0 rs. O COVADO.
Vendem-se alpacas de cores a 500, 640
720 rs. o covado propria para vestido de
senhora. __ ,
SEDAS DE CORES A 15- .
Vende-se sedas de cores para vestidos de
senhora a 15 o covado.
PORCO DE RETALHOS.
Vende-se urna porc3o de retamos de cas-
sas, de la e sedas o de outras fazendas
por muito barato preco.
A' elles antes que se acaben.
CIIALY DE CORES A 800 RS.
Vende-se chaly de listas de seda a 800 rs.
o covado. /, .,
CHALES DE CASSA A 15-
Vende-se chales de cassa a 15, e de me-
m "CORTES DE LA A 25400 RS.
Vendem-se cortes de la de listra para
pidos de senhora a 25400 rs. para ac-
ALGODO A PECA 4.J000.
Vende-se pecas de algodo a 45, 55, 65
e 75 a peca. E muilas outras cousas que
teria enfadonbn nenp'wax.
Ra do Quetmado ns. 49 e 57
fojas de miudezaz de Jos de
Azevedo Mata, est acabando
com as miudezas de sene esiahe-
lecimcntos por isso queram apre-
ciar o que c bom e barahssimo.
Pegas de tiras bordadas com 12
mattiis, fazenda superior, a
15500,25, 3-5 e.....
CaixHS un linia cora 50 novelos
P.ires de sapatos de tranca fa-
zenJa nova a......
Pares de sapalos de tapete
(s grandes) a......15500
Du/.ras de meias cruas para la-
me! a........35800
Tramoias do Porto fazenda boa
e pelo preco nielhor 100 altos a
i.ivros de missoes abreviadas a .
Duzia de barathos francezes muito
linos a25400 e.....
Silabario pertuguez eem estam-
pas a ........
Grvalas de eres e pretas raudo
finas a ....... .
Carles com clchete de lato
fa.3cmla lina a......
Abotnaduras de vidro pwa- oolee
faaevida ina a. r ,
Gaixae com penca d'aco- muito*
una* a 320, 40* 500 e .
Carios de linha A4exand?8quer
tem 2O jardas a .
Carreteia de linha Alexandre d<
7Oat2e0a ......
Caixas com superieres obrsias-
de masen-a......
Duzias dea-^ilhas papa machina'
Libras de pregos iraccezes di-
verso tananho a. .
Livros escwpturado para rol do-
roupa a. ...... ^
Talheres pena menimte- muito-
finos a. ,.......
Caixas com papel amirade muito -
fino-a........
Caixas com 106 envelepes muito
finos a........
Peutes volteados- para Beninas e
senhorasa.......
Thezouras muito fiaas para
unhas e costuras a. .
Tnteiros coia. tinta prata muito
boa a 80 120 e .
Varas de fraoja para toslbas fa-
zenda fina a; .
Pegas de fita branca elstica
muito fiea-a......
Navellos de Hnhacom 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul!
muito fino a.......
Grozas de botoes de touga. muito-
finos a........
5200
25000
2580T
4320
5500
5020
5500
15000
5ioo
5100
5040
25000
5240
5120
#240
4700
4600
4320
,5500
5320
5160
200
60
25500
160
CITA3 PARA COBERTAS A 280.
Vende-se chitas francezas para cobertas
a 280 o covado,ita encarnada a 30 rs. o
covado.
CASEMIRAS DE CORES A 25500.
Vende-se casemiras de cores a 25500 e-
35000 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 35000.
Vcr.dera-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 35000, dios de seda a 105 cada uaa.
BRIM DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim de cores para ca'cas de
homem c meninos a 400 rs. o covado.
Gangas para calca a 3*0 rs.
Vendem-se gangas de cores para calca e
palitots de homens e meninos a 320 rs o
covado.
MSSELINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se musselina branca a 50 rs. o
covado, dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlatana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 25.
Vende-se lencos brancos a 25 a dazia.
Golliuhas e manguitos para senhora a
500 rs.
Ditas de lir.ho fino a 15000, para aca-
bar.
JGRANDE SORTIMENTO
DE ROl/PA FEITA DE TODAS AS QUALIDADES.
Vende-se a roupa feita por menos 26 ou
30 por cerdo do que em outra casa : por
isso os pretendentes podero yir examinar
para ver a realidade do annuncio.
Velbotina preta a 320 rs. o covado, para
acabar.
BALOES DE ARCOS A 15506.
Vendem-se baloes de 20 e 30 arcos a
15500 cada um, ditos modernos a 45.
BRIM HAMBURGO A 85000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
burgo a 85, ven a ser mais barato do que
algodaosinho.
CORTINADOS A 145000,
Vende-se cortinados para cama a 145
para liquidar. Ditos para janellas a 75.
Todas 63tas fazendas se vendem muito
I barato na na da Imperatriz n. 56.
Machinas vapor de
forca de 3 e 4 ca-
vallos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faci e serretes para desca-
r*ocar algodo.
Balancas para armazen e baldo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de lnez e de Ubit-
field.
Prencas para copiar ear^as.
Fogo americano palent
DO
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo n. 1
Os proprtetarios deste bem conhecideslakle-
eimenlo, lleta dos milito objeclos i|ue linliain ex-
postos a apreriacao do nsprltevel pulilicu, aitta-
daram vir e acabara do rcc>cr pelo ultiuio vapor
da Europa um turaplefo c rariaflo sortimcMu de
finas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
l5o resolvidos a tender, como de seu colowc,
por precos muilo barulinlios e cwamodos paia lo-
dos, eom tanto que o Gallo....
Moho superiores luras de pellica, prelas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mni boas e bonitas g(*inhas e ponhos para se-
nhora, ueste genero oTjue ha de mais moderno.
Superiores peutes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enflates para caberas das
Ex mas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
llios e sen etles; esta fazenda o que pode naver
de melhor e tnais bonito.
Superiores e bonitos leques de madivperola,
marfim, sawbib e osso, sendo aquellos brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superites meias fio de Rseossia para- se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por ."{05"X>0
a duzia, entretanto que nos as vondemos por -i>..
alm destas, temos tanibem grande sor! i me uto do
outras qualidades, entre as quaes algumas iiiiko
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marlim con lindas e encantadoras figu-
ras 4o mesmo, neste genero 6 o que de melhor se
pode desejar ; alm destas tomos tambera grande
auanlidade de oalras qnatidades, como sejain, ma-
esa, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chieotmhos du cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas do seda c borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora o para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez lam-
ben asseguranws sua qualidade o delicadeza.
Lindas e bellas capellas pan noiva.
Superiores agulhas para machina e para erox.
Linha ranito boa de peso, frouxa, para cneher
lahyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltrete, aasim
como os tontos para o mesmo 11 m.
Grande e vanado sortimento das melhore3 per-
fumarias e dos melhores e mais conheciios per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitam a denticao d.as innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pojs podero aquel-
los que delles precisaran, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se rendero com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dosebjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virera
comprar por precos muilo razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7
Grande e completo sortimenlo de machinas pira
descarocar algodo de nova invenco chegadas ul-
Ihnamente em direitura para a loja do Manotl
Beato de liveira Braga & C. na ra Direita n.
o3. Garante-se que a melhor qualidade qu
o prsenlo lem viodo ao mercado : atham-s* em
oxposicao aoi compradores.
Systctria decimal.
Grande e completo sortimenlode peso kilo-
grammos de melhor comprehenso dos que tem
lndo at o prsenle, assim como marcos de lalo
ale meio grammo pelo mesmo systema, balancas
de lalo de for^a de 5 a 20 kilogrammo; meteos
de inadeira e da lalo para medir fazendas, alm
de grande sortimenlo de miudezas e ferragens de
todas as qualidades, ludo por precos que s a visla
faz crdito : na na Direila n. 53, loja de Mauoel
Benlo de liveira Braga di C.
COGNAC.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch & C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o cousummo do
fteino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra do
commercio n. 32:
Extractan earnis
Este producto alimentacao para doentcs, mui
apropriada para ci caneas e para as pessas saas;
indispcn-avcl a todos, porm, principal.ente aos
viajamos, que terao nelte o recurso de poderem
ter alimentaro de carne fresca ineerraplivel, e
que com faciiidade se aprompta e se conduz, por-
que iriim pequeo volume carrega-se alimentacao
para maito lempo. Sobwtudo chama-se a aUen-
ca-' dos senhnres de engenhos queenconlraro no
XTRACTUM CARNIS e recurso de alimentacao
agradavel, hygienica e barata para seus fmulos c
seus doentes.
Este producto fabricado pelo processo do dis-
tincto medico Dr. Ubatnba, no Rio-Grande doSul,
que- acaba de-crear um deposito nesia cidade em
casa de Jos Victorino de llezewfc & C, ra da
Cada, escriptorio n. Si, primeiro andar, venden-
do-se :
No deposito a ra da Cada n.- 3*.
as pharmacias dos Srs.:
Manoel AWes Barbosa, niesaia rila n. 61
Joaquim de Almeida Pinto, ra larga de llosa-
rio n. 10.
Antonio Mara Marques Ferreira, prsca da
Boa-Vista n. 91.
N. B.As latas qae contera o extracta razem
urna guia para seu nso.
Scbonete de alcatrdo. _
DI
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que tao boa
acceitaco tem merecido n'esta provincia
muito se recommenda para a cura certi
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de peile.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu & C,
34ra larga do Rosario34.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
eeico, em barricas grandes.
Balancas orizontaes
Pelo uovo systema de kj Io-
granma.
Vende-se no armazem de J. A. Horeira Dias,
ra da Cruz n. id.________________________
Cal nova de Lisboa.
Vndese na ra do Apollo Larmazem de Reg
& Irmo n. 18,
Xarope de fedegoso
de Pinto
E' de urna cfQcacia verdadeiramente ma-
ravilhosa como calmante do syslema nervoso
e applicada contra a paralisia, aslhma,
tosse convulsa ou coqueluche, tos e recen-
tes ou antigs, 'suffocacoes, catharros,
bronchicos, etc., e em geral contra todos
os sof!rimentos-das vias respiratorias, e
na phtisica pulmonar, sua virtude contra
o ttano ou espasmos, e convulsoes 6 in-
contestavel, e ninguem ha que a desconhe-
Ca. Ba Larga do Rosario n. 10, Pemam-
buco.
t BOl'Bt CllADt
todas as molestias syphihticas.
PELO
ELEXIXDO DR.SEVIAL
nico depurativo sem mercurio que tan-
ta aceitaco tem merecido no Brasil, as
repblicas do Sul e na Allemanha espe-
cialmente para cura das boubas, sarnas,
rbeumatismo, todas as molestias syphihti-
cas e em geral todas aquellas provm da
empreza do sangue.
NICO DEPOSITO
NA
Pharmacia e drogara.
M
Bartbomeu A C.
34Rna Larga do Hosario34
BAZAR UNIVERSAL
SO -Ra IovatO
Carneiro Vianna
Ne9te BAZAR encontra-se ura completo
sortimento de todos os artigos que se ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machina* para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas- na ul-
tima exposicao servaos a electos paraalmo-
co e jantar, salvas, bandejas, tabolims-, bol-
sas e mates para viagem, indspensaveis para
senhoras, candieiros para sala ecimadenesa.
parede e portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf-, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casado, solteiros e enanca, berjos, cadei
ras lorias para viagem, ditas de balanco,
espedios de todos os tamanhos, molduras
para quadros. gaz, baWes americanos, gu r-
da comidas, brinquedos para criancas, um
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e n esa, tapetes para sala, quarto,
frente de snph, janefla e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se encontraro
venda no mesmo estabelecimento c que vale
a pena ir examinar.________________
NOVIDADE
A' COJA
PASSO
Chapelinas de paiha de Balia ultima no-
vidade emParis.
ENFE1TES
ds todas as qualidades e gostos.
Chapeos e gorros
de pallinha. tudo para senhoras e meni-
nas.
Camisinhas
bordadas para senhoras, como tambem ha
especiaos para noivas.
Saias
bordadas brancas e do cores, ultimo gosto.
Vestuarios
de cambraia branca bordados agulha,
gosto inteiramente novo, propriamente para
haptisados. Ditos de fuslo e alpaca de
erd, gosto zuavo, para meninos de
todas a idades.
Coeiros
le casemira bordadas seda frouxa.
Espartilhos
de lodas as qualidades e ultimo gosto.
Lnvas
de pelica do afamado Jouvin, recebem-se
por todos os paquetes.
Colxas
de seda muito ricas, proprias para ca-
samentes, assim como ha para uso ordina-
rio.
Chapos de sol
bordados e usos, pretos e de cores.
Baloes
de cores e brancos, para senhoras e rae-
rus.
Cortinados
bordados para camas e janelas, fazenda de
muito gosto.
Todos estes artigos- podem ser procura-
dos ra do Crespo n. 7 A.
A NOVa ESPERANQA
21Ra do* Queimado 2J
Advertencia!
A Nova Esperanca, na do Queimad
u. 21 tendo em deposito grande quantidada
de miudezas, e como se approxima o tem-
po em que tem de ser dado o balanco, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resolvida a vender suas mer-
cadoi ias pelo baralissimo proco, para assim
diminuir a grande quantidade das que
ten: assim pois, venham os bons fregue-
zes, e os que n3o forem venham ser fregue-
zes, em tempo t5o opportuno quando i
NOVA ESPEHANCA convida-os pechincha-
rem, pois que para comprar-se caro, nao
falta aonde e a quem...
Elle quer e ellaquer
E* sempre assim.
Elle (correspondente de Paris) quer sem-
pre primar em nos remoller objectos de
gosto e perfeicao, e ella ooja da Nova Es-
[teranca) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (dambos) i
Nova Esperanca ra do Queimado n. 21,
alm do grande sortimento que j tinha,
acaba de receber mais o seguinte :
Bonilos broches, pulceiras e brincos da
madreperola.
Papel e envelopes bordados e matt-
sailos.
Papis proprios para enfeitar bolloi
bandeijas.
Brincos pretos com dourados (ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos galloes, franjas e trancas de
seda e de la, para enfeites de vestidos.
BotOes de todas as cores e moldes novoi
para o mesmo fim.
Trancas pretas cornvidrilhos sendo com
pengentes e sem elles.
Boloes pi-etos eom vidrilhos com pingan-
tes e sem elles.
Luvas de pellica, carourca e excosaia.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos.
Delicados leque de madreperula., nar-
liin. osso e faia.
Espartano simples e bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimento da
miudezas ra do Queimado n. 21, na
Nova Esperaoca.
Collares anodinos ellectro-magnett
eos contra as convulces das
creancas.
Nao resta a raenor duvida, de que muito.
cultores se vendem por ahi intitulados o
verdadeiros de Royer, e eis porqae muitoi
pal de familias nao creem (comprando-os)
no eleito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros; a Nova Esperanca, porn
que detesta a falsificaco principalmente no
que respeita ao bem estar da bumanidade,
fez urna encommenda- directa destes collares;
e garante aos pais de familias, que sao o
verdadeiros de Royer, que a tairtas crean-
Cas tem salvado do terrivel incommodo dt
convulcSes, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperan?aa ra do Queimadc
n. 21 compraran o salva vida, para seci
lilhinlios, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando ent3o ser di-
fficil alcancar-se o effeito desojado, embora
sejam embregados os verdadeiros coliare
de Boyer.
Nao mais cabellos braneos
A tintura japoneza, para tingir os cabel-
los da cabeca e da barba, foi a nica admit-
tida Exposifio Universal, por ter sido
conbecida superior todas as preparacoes
at boje existentes, sem alterar a saude.
Vende-se a I500 cada frasco na
iHIIIlHUttBiHLH
1^ AVIliK.
fiAZ CAZ CAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster &
C, ra do Imperador, um carregamento de ga;
de primeira qualidade; o qual se vende em partida-
e a retal ho por menos preco do que em outra qual
quer parte.____________________________
Cal nova de Lisboa
Vende Joaquim Jos Ramos, ra da Cruz n.
8, Io andar.
Saceos com farinha de
mandioca.
Maia & Lam'olino vendem sancos com farinha
na rna estrella do Rosario n. 18._____________
cai Se Lisboa
POTASSA DARUSSIA
A mais nova uo mercado, a prego raroavel: nc
armazem de Manoel T Basto, ra do Commercir
n. 13.
Attengo
Vende-se um boi para carraca e um vitella
tourina: na Ponte de Ucha n. 10.
Ra do Crespo n. 17.
ESTEIRAS DA INDIA PABA FOBLIAR
SALAS.
Gorgoroes de cores para vestidos.
Poupelinas de nho o seda de muito bom
gosto.
Sedas de cores do lindos desenhos.
Alpacas de listas muito bonitas.
Ditas lisas de todas as cores.
Gorgoro em chitas, fazenda nova.
lii-llantinas de cores.
Casaquinhos pretos de guipure.
Ditos de casemira de todas as cores.
Riquissimos cortes de vestido de blond.
Ditos ditos de cambraia bordados.
Ditos ditos de tarlatana bordados.
Colxas de seda ltimamente chegadas.
Ditas adamascadas brancas e de lodas as
cores.
Damascos largos e estratos proprios pata
colxas.
Baloes de todas as qualidades.
Saias de cores,
Saias brancas bordadas.
Tapetes de todos os tamanhos e para co-
vados, aveludado.
Cambraias de cores e chitas de todas as
qualidades, e outras muitas uzeadas que se
vendem por todo preco, somente para acre-
ditar a distincla firma de
ACHIMES ClilMABlES tG.
Venda de impostes
Manoel Barbosa da Silva, arrematante dos m-
postos provinciaes das conweas de Tacarat, Ca-
brob e Bua-Vista, e dos irapostos do consumo das
agoardenles do termo de Olinda, avisa aos que
pretenderem comprar ditos impostos, que pode ser
procurado ra do Livramento n. 22, onde por si
ou seu procurador podem entrar desde j era ne-
gocio us pretendentes.
Sempre novidades pa-
ra bailes e casa-
mentes
NA LOJA DO PASSO
Ricos cortes de seda de cores, com ricos
desenhos inteiramente modernos. Ditos
de diversas fazendas de phantasia, como
sejam, bareje de seda, poupelina, tarlata-
na com flores plateadas, tudo propriamente
para soires. Ditos de la, gosto escocez,
novo gosto. Ditos de blond de seda para
casamentes, com os competentes veos e
capellas.
Todos os artigos cima descriptos encon-
tram-se por precos muito mdicos, ra
do Crespo n. 7 A.___________________
Rap Frinceza
DA IMPERIAL FABRICA DE VIEIRA GUIMA-
RES & COUTO,
DO RIO DE JANEIRO.
Vende-se este excellente rap r.o escrip-
torio de Joaquim Gerardo de Bastos, ra
do Vigario n. 16, Io andar.
w^m


Diario de Pernambuco Terqa feira 31 de Agosto de 1869.
V -
RIVAL SI IDO
loja
Ruado Queimadon, 49 e 57
d< miudezas de Jos de Azeve-
da Mata e Silva conhecido por
Jos Bigodinho,
Est queimando ludo quanto tein ara seu
estabelecimento para acabar e fazernovo
sortimento, por isso queiram vir ou mandar
ver o qae bom e barato.
Caixas de linbas do gaz com
50 novellos a .
Lalas com superior banba a
120, 200 e.....
Frascos de oleo babosa muilo
fino a. t .
Dazias de meias (inglezas)
muito boas a
Garrafas com agua florida ver-
dadera ......
Garrafas com agua divina darae-
ibor quaiidade .
Caixas com 12 frascos de cheiros
proprio para miraos .
Dita comjt frascos muito finos
Oleo baboza muito fino que so
a vista ......
Sabonetes de calunga muito bo-
nito ......
Caixas de p de arroz muito
superior .....
Pecas de babadiiiho com 10
varas ......
Pecas de fita de eos qualquer
largura .....
Escovas para unhas muito fi-
nas .....s .
Escovas para denles fazenda
muito una .....
Pulceiras do contas de cores
para meninos .
Gaixas de linia branca do gaz
com 30 novellos .
Pecas de tranca lisa de todas
as cores .....
Resmas de papel pautado muito
fino ......
Pares de botoes para punhos
muito bonito .
Libras de 15a pa a bordados de
de todas ; s cores .
Pentes com costas de metal
muito finos .
Novellos de linba muito grande
para croxs .
Duzia de linba frova para bor-
dado ......
Grosas de botoes madreperola
muito fino .....
Sabonete muito finos 60, 120,
160, 240 e.....
Pocas de fita de laa todas as
cores ......
Espelhos dourados para parede
1^000 e .....
Espelnos de Jacaranda muito
fino ......
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol i .
Pares de meias cruas para me-
ninos i......
Caivete muito fino com 4 fo-
Itias ......
Frascos de sndalo e patecholy
muito finos .
500
400
400
4d0C
10201
15500
800
500
#240
#600
0500
50(.
#500
0240
0200
#600
#040
40000
#120
80000
#320
#320
#480
#500
#320
#500
10500
20000
#060
#320
10500
EM C0NTIN1JACA0
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
q(d-aoa Qa usatfaaawaaaq 3
DK
&*imim^**\
hi
** ttUEtMAltf
FLIX PEREIRA RA SILVA.
0 proprietario desle grande eslabelccimento tendo sido o arrematante da
extracto toja denominada==/A/W/l/ DAS 1>AMAS=4 ra da Iraperatriz n. 36, e nao
me tendo sido possivel, na mesma loja, concluir a liquidaco da grande quantidade de
raxendas que all existima, pelos poucos das que leve at entregar as chaves, vio-se
obrigado a passar a raaior parte dessas fazendas para o seu estabelecimento, o=PAVO
infle o respeitavel puolico encontrar um grande sortimento das melbores fazendas de
mino, laa, algodo o seda, que se llie vender muito mais barato do que em outra
qualquer parte, com o fim de apurar diuheiro, e as pessoas que negociara em pequea
escala, tanto da praca como do raatto. nesta casa poderao fazer seus soi timentos em
pequeas ou grandes porches, vendendo-se-lhes pelos precos que se compram, ns
casas inglezas; assim como as excellenlissimas familias poderSo mandar buscar as amos-
tras de todas as fazendas. ou raandar-sc-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas
casas; o estabelecimento se acba constantemente aberto das 6 horas da manhaa s 9
Utl IlUllC
15200
loja
Grande
de fazcud^rs e roapas Mas
roa da liepcralm n. 51,
porta larga,
DE
PAREDES PORTO
Nest^eslabelecimento encontrar o res-
peitavd publico um bonito sortimento de
roupas e blendas de todas as qualidades e
precos commodos, tem seapre um bonito
sortimento de casimiras de cores e pivtas.
panno lino de diversa* qualdatles, bt-tm d-
bonitas coros e bonicos de boa quaiidade,
encarrega-se qualquer obra por medida e
preco muito commodo
ROUPAS FEITAS
na Ipja da ra da Iraperatriz n. 52, porta
larga, de Paredes Porto.
Tem nste estabelecimento um benito
sortimento de re-upas feitas de diversas
jualidaes e precos commodos, como sejam
palitots da alpaca preta e de cores a 30
:$5 O e 4#; ditos de panno preto sacos a
w 7# e 80; ditos de panno superior a
125, 140 e 16($; ditos sobrecasacados de
dito dito a 180. 200 e 250; ditos de case-
aura de cor a 50, 60 e 100: calcas, cnlleb*
e palitote de casemira muito fina de cor a
20 e 250; calcas de brim branco de cor de
toas as qaalidades de 0 a 60; ditas de
casemira preta e de corea de 40 at 120;
catetes de todas as qualidades; ceroulas de
bramante a 10500. 20000 e 20500; camisas
francezas de linlio e de algodo de todas as
qualidades e preco mais barato do que em
outra qualquer parte ; colarinhos, gravatas;
bonito sortimento de chapeos de sol de alpa-
ca e de seda; meias inglezas a 60 a duzia;
pechincha nette Mabelecimento pelo
trraode sortimento: todos os freguezes se
poderao prever dos ps at a caneca por
pwco commodo.
FAZENDAS
Grande sortimento. orno sejam, chitas
baratas a 300, 32. e 360 rs. Madapolo
fino a 70,80 e 100 a peca. Algodo (pe-
chincha) a 50900 a peca e outras quaida
des. Cambraia branca de todas as qnali-
diulcs transparente e Victoria de 30500 a
80 a peca. Lanzinbas de bonitas cores, al
pacas bonitas, selecta a |>eca com 28 metro*
a 280000. Esguiio o mais fino possivel a
20500 e 30 a vara, e outras rauitas fazen-
das por preco commodo, que seria enfado-
nho mencionar, na loja do
DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
Explendido sortimento de
roupis feitas
NA LOJA DO PAV0 RA DA
IMPERATIUZ N. 60
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sorlido das raolhores roupas,
sendo calcas palitots e coletos de casemira, se piule imaginar, assim romo^umagrande
de panno, de brim, de alpaca, e de todas porrao de cortes da mesma fazenda, tendo
as mais fazendas que os compradores pos- de todas as cores e garantindo-se que neste
san, desojar, assim como na mesma loja genero nao ha nada mais bonito nem mais
tem tim bello sortimento de pannos casemi- proprio para rostidos, e vende-se por pro-
ras, brins, etc. etc. para.se mandar fazer cq muito rasnavel na loja de Flix Pereira
qualquer peca de obra, coma maiorpromp- da Silva, ra da Imperatriz n 60
ALTA N0VIDADE .
F.M POUPELINAS OU GOIIGUBO DE LINHO E
SEDA.
Pelo ultimo vapor chegou para a loja do
Pavao um elegante sortimento das mais
bellas poupelinas ou gorgures de linho a
seda, com os mais delicados padrees qae
LEAO
Tres casas em Oliuda
IT adoro-e U"e can torreas na cidade de Olin-
da,em clios.prnprios, as ras do Amparo n. t9
Jujeo da B'l* n. 26. o ladrira da S n 5 : trala-st>
no Vandouro com u Sr. Juo Pinto da Cuaba, ou
no. Itodfc, ra do Gidomi n. 9.
CMENT
Vende-se verdadeii-o cimento; na ra da
Na 1ro de D^os n, 22, ai de Jo3i>
Martins de Barros.
tidao vontade do freguez, e nao sendo
obligados a acceita-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
Pinito e ajgodao e outros muitos artigos
pnjprios para horneas e senhoras promet-
teido-se-lhe vender mais barato do que em
(Mitra qaalquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 00, loja e armassem de Fel Perei-
ra da Silva.
Aos 4ez mil eovadlos do cassas
CrancejcjtM
Cevado a 300 Covado a 300
Govadoa300
Covado a 300 Covado a 300
Cavado a 300 rs.
Vende-se na loja do PavSo roa da Im-
peratriz n. 60 urna grande quandade de
mil covados das melbores casas francezas
iwra vestidos,tendo padroes raiudos e gra-
dos, assentadss em-todas as cores, estas
oassas s3o prepriamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quaei como a chita, e alm dos padroc?-
serem muito bonitos, sao todos xos e serte
fazenda para rcuito mais dinbeiro, mas re-
talha-se a :*00-rs. o covado.
partilhos a 3AOOO na loja de
Pavo
Vende-se urna grande porc3o de esparti-
Ihos modernos com o competente cordo,
teno sortimento de todos os tasaanhos, e
vendem-se a 30 cada um.
BRAMANTE PARA LENQOES COM 10
PALMOS E LARGURA A 40800
Chegou para a loja do Pavo, ra d
Imperatriz n. 60, urna grande .poico de
p cas de bramante com 10 palmes de lar-
gura, sendo a largura da fazendao cumpli-
mento de um lenco], o qual se faz com um
metM e urna quarta, e para cama de cosa!,
com um metro e meio; e vende-se pel
barato preco de 10800 ris cada metro,
tende esta larga fazenda, utras mitas ap-
plicac?>es para airamos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
C'orte de vestid to Psvo a
e$ooo.
Vendem-se IranRos cortes de cambraia e
tarlataoa, ricamente bordadas a 15a, pelo
baratissirao proco de 65.
Ditos por cstarein m pom" machucados
a 40.
Ditos finissimos coit. seda a k >.
Assim cerno os mai m nos cortes de
poil de chwe, com das saias, sendo (a-
z^nda chogada pelo ultimo vapor, cada wn
em sua caixinha com o competente ignrino,
a 180; umsaiaios crt s de cambraia bran-
ca, ricamene bordados, que at podem
servir para oa, a 250000. e iratros mili-
tes cortos de diferentes fazendas que se
^Huidarn baratas na loja do Pavo.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se orna grande porcSo de cera de
caramba cm saceos, por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavo roa da Imperatriz n. 50. De Flix
Pereirada Silva.
CASSAS A 2i0
Vende-se cassas com delicados padroes c
cores fixas 240 rs. o covado: na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 00 de Flix
Pereira da Siha.
AS BASQUINAS DO PAVO
Chegarainpara a loja do Pavao as mais
ricas basquinas de casaqoiiros de seda
pretas ricamente enfeitados sendo com os
feitios mais novos que tem viudo ao merca-
do e vendem-se muito em coota.
GROZ DE COR
Chegaram os mais bonitos grosdenapeles
de cores, sendo verde, azul, lyrio.cinzento
*> branco muito alvo, que se venden mais
barato doqueem outri qualquer parte.
BASQUINAS Vr. !H,
Vende-se as mais moderi<.s e mais ricas
basquinas de fil preto, por preco emeonta.
VEST1DINHOS PARA MENINOS A
20000 E 20500
Vendem-se ve-tidinlios para meninos e
meninas, pelo barato preco de 20000 e
.'0500, assim como ricos enxovaes para
baptisado.
MADAPOLO FRANCEZA 70000 A PECA
Vende-se pecas de mada pollo francez en-
feslado com 20 metros a 70000 a poca; fe
pichincha
MUSSELINAS DE COR
Vend-se as mais bonitas muwelmas de
cores a 500 ra. o covado.
CELEZIAS
PANNO DE LINIIO
ATOALHADO
Vendem-se as mais finas celerias de linbo
com 25 varas cada peca, sendo mais linas
AGUIA BRANCA tem convcc3o de que a abundancia de objectos de novidade-
em seu constante e completo sortimento, a boa escolba no gosto delles, a superioridas
de de qualidades, e a |imitaco de seus precos, estao na op nilo do respeitavel publico
em geral, e na de sua boa freguezia era particular; mas arada assim ella julga de seu
utver scientificar a todos, da recepeo d'aquelles objectos que esto alcm do comraum,
.orno bem sejam :
Bonitas caixinhas de madeiras envernisa- Pannos de crochet para cadeifas.
das, contendo navalhas e os mais necessarios | Novo sortimento de toaihas de labyn'n-
para viagem, servindo ellas de carteira' tho, para baptizados.
loando abertas I Renda c bico de guipar, branco e
Outras conforme aquellas, proprias para! preto. i
senhoras. F"i! preto, de seda, com salpicos.
Outras roachetadas, com thesouras e os Pequeos c delicados espanadores do
s necessarios dourados e de madrepe- peonas coloridas, proprios para piannos,
para costura, obras de apurado gosto oratorios, etc.
Em
lilllil Bit,
FIO UlE YEL 4
Barbante
i de Habc S.'hmetau t^ C. O
Santn, i.'i.
SHEMY 0L0E0Z0.
(elo seal..
Em cr.sa d Rabe Srbmcttau & C. Lorpo
Santo n. 15.
i 111
SUPERIOR.
Koussillon, curie blaiohe.
I!m ?9s* de Rnhe Kclimetian tt
ti. (rpo *an n. 15.
vr
i-::
rola
e perfeico, proprias paro um bello "pre-
sente, tendo algumas com musha.
Estojos ou carteiras de ecuro com nava-
lhas, e os mais necessarios para viagens.
ESCOVAS DE MARFIM
Para unhas.-dentes, cabello e roupa.
Outras de nala com machetados de ma-
dreperola para os mesmos fins.
OBRAS DE MADREPEROLA
Leques, escovas para dentes, caetas,
didats, brincos, alfraetes etc. etc.
Ricas capelias com veos para noivas.
Cintoa de brim, com elstico para se-
nhoras.
Voltas de grossos aljofaes de cores,
para circular os coques.
Outras igualmente bonitas, e com pin-
gentes para o pescoco.
Outras com aljofares coloridos, e tran-
selin dourado.
Botoes com ancora, e P. II. para fardas
e cohetes.
Abotoaduras d'aventurine com o p de
prata donrada, para cohetes, cada um 5.
BotoVs de cristal, encastoados era prata,
para punhos, 40 o par.
Camisas de flaneila para hornera, a me-
Bonitos passan'nlios de metal praleados,
para segurar costuras, tendo almofadinlias,
de velludo para agulhas e alineles.
Thesouras de duas, tres, quatro c fifceo
peinas para irisar babadinhos.
AGULHAS NON-PLLSt'LTRA
, Tal a quaiidade d'essas agulhas, que
mercara ao fabricante o pomposo titulo de
Non-plnsultra, merece a Aguia Branca as
honras d'um annuncio, e sem duvida me-
recer das intelligentes senhoras, a devida
estima por sua apreciavel quaiidade.
At agora nada so. tinha visto de tao bom
em tal genero, e ainda assim custa cada
papel apens 200 rs.
Provavelmente d'aqui a pouco abundaran
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, porm as verdadeiras continuarSo a
vir especialmente para a loja da Aguia
Branca.
Descrever minuciosamonte por seus no-
mes e qualidades a infinidade d'objectos
que constantemente se achara a" venda na
loja da Aguia Branca, seria seno irapossi-
vel ao menos infadonho por isso ella con-
BORDEAUX SUPERIOR.
CMATI-AI LA ROSE.
CIATlA RAl'KAW
Em rasa de !Ub* Schiiu'ttau A C. Cuna
Sil'! i :i. !.'.
Bartlioloi7iPu &
anda qu os mais tinos esguines que tm lno,r quaiidade que tem vindo a este mer-, fia na constancia de sua boa e antiga fre-
vindo ao mercado, a 450, 550, 600000 e
7u0OOO, tambem se vende em varas as
mesnws celezias, sendo preciso; assim co-
mo, pannos de linho do Porto para lences
com perto de 4 palmos de largura a 700,
80 e l?j000 a vara, sendo em peca tam-
bera se faz alguma eqaidade ; bramantes
pan lences com l palmos de largura a
I08OO e 20360 o metro, e de linbo muito
superior a 30200 e 305(iO.
Aloalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 20400, 30 e 30500 o metre, e
ultras muitas fazendas brancas que se ven-
dem muito mais barato do que em outra
lualquer parte, com o lim nico de apurar
dinliH.iro.
CHITAS
MADAPOLO
J LGOPGSfNHO
\endera-se superiores chitas rscuras e
claras pelo barato preco 4e 2K0,320 e 360
rs. F as perca Has a 320 o 360 rs.
Pecas de algodyosinbo de todas as lar-
guras e qualidades. Pecas de madapolo
dos mais baratos at os mais finos; assim
como, superior algodaosii&hu enfestado para
lentes, toaihas, tanto Io como trancado;
todas e.'laa fazeiidas se vendem mais barate
do que em outra qualquer parte, para apu-
rar dhtfieiro.
PECUKCHA DO PAVA PARA ESCRAVOS
A 200 'US.
Ven-de-se urna grande porcSo de esta-
menha mescla escravas, namieas e cairas para oleques,
sondo -ama fazenda escura trancada e muito
encorpada, pelo baiato preco .de 200 ra.
o covado, fazenda que sempre se vandee
por niito mais dinbeiro
VES IDOS A OOrs.
Cbi duas -saias
Cliegaram para a loja do Pavao os mais
modenws, emais bonitos coi tes deve-stidos
de cambaia, c organ.lys; com mais lindos
pad oes. e o competente figurine, tendo
cada corte 18 covados. qne pode dar corte
ara senbora, e mt;nina, e vendem-se pelo
barato proco de 0000, nicamente -na lja
e arma/em do Pavao ra da Imperatriz
n. CO, de elix Pereira da Silva.
12a
para homens, senhoras e
cado,
Meias de
creancas.
Ditas de dita, tecido de borracha, para
quem soffre de icbagao as pernas.
quezia. e pede aos que do novo queiram
reennhecer a commodida-le de seus precos
e a cinceridade de seu agrado, que nao se
esquecam de comparecer ;i loja d'Aguia
Branca ra do Queimado u. 8.
SE Ulil HM f K\U
N. 23Largo do Terco.IT. 23.
S1MA0 DOS SANTOS ft
Os pmprielarios deste bem sortido armazem de secco e motilados, parlecipam
aos seas numerosos fregaezes, tanto desla praca, como do mallo o igualmente aos ami-
gos de bom e 'barato, qae teem una grande e atajse sorraento de diversas merca-
duras o as mais novas do mercado, as quaes veRdem em grosso Q a relalhu, por
menos preco *i que em outr-qualquer parle, por ser tnaior parte destas
compradas por corita propria, por isso quera comprar al a qiianlia de 100$. ter cinco
por cento pele seu prompto pagamento gurantindo-so qualquer genero sabido deste
armazem.
V.nio, Piulas,Xahope b Tintura
de j-jrudeha simpi.ks e ikk ruginoso;
uVA3, Pomada;: K.iplastro da mrit
I'I. \N'TA PRBPAR 'IjOS POR
BARTHOLOMEO & C"
PiARMACELTICOS-DllOOIJIfiTAS
IIKUURIIO
A larabeba : esia |.l,.m* lioji retoaLee^'
como o malt pederofo inico, como o melhor
SmoI -rinjlc.oro'nola! jpplicda 110= puJcrimentos
do lifadoe liaco, hupaliis, Juusjs, tumores iuWr-
nos 1 es|iccia;ncnle do ulero, hidropesas, erysi-
pella. etc.; c ns torea, chloroses e falta de menslrua;ao, dcaarraD-
jea do estomago, etc., e o que diremos altest.V
inniirneras curas ijipoilanles olitidos oom Bosso-t
pre| ara los ja heui cmibrcidos e asados pelos mais
diMiaclos mdicos do pai2 o Portugal. Era lodos os
DOOO) depsitos distribuimos gratis frjelos que
inrlbor fa>cm conhecet a lurubeba seos resaludes
e api Kciclo.
Vende-se urna nmlata do 28 auno,
eiigiimiiiadcira e cozinhuira : ua ra d FogO 1-'
mero 9.
.. -. ... J.L.1..
ORGANDY DE COR A 3-K) BS. O COVADO
Vendem-se finissimos organdys de cores
para vestidos com lindissimos padroes pelo
barato preco de 360 rs. o covado; assim
'rano ditos bransrauRo finos com listas
largas o eslreitas, edequadrosa 800 rs. e
IfOOO a vara, tambi-m tetntaratana bran-
ca, e do lodas a cores a 800 rs. a vara ;
flts de n,res a >O rs. a vara.edites lisos
a WK) ra. a vara, e da salpico a lOOO:
ratona loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n: O de Flix Pereira da Silva.
CHALES DE CASEMIRA
tiegaram os mais modernos, e mais
"bonitos dalos de casemira com dezenhos
inteiramenti novos, que se vendem a 9/?.
12) e l:j; assim como urna grande
p ireSo de ditos do menina que se vendem
oais baratos do que em outra qualquer
parte ; na loja e armazem do Pavo, na
da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira da
Silva.
Cortinados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento aos me-
Ihores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 123000 rs. cada par at 25NS000 rs,
ato r.a ra da Imperatriz n. 60, de Flix
ira da Silva.
GAZ AMEEIGANO 05 a lato, a 100 rs.
a garrafa e 60 rs. o litro.
VINHO VBRDADEIRO F1GUEHVA 560 e
640 rs. a garrafa, a 4$SOi o 4,5800 a cana-
da, a70e WOrs. n litro.
DEM DE LISBOA das melbores marcas.
a 4(10, 440 e 500 rs. a garrafa, a 36 e
3d5t0a caada, 60 e 640 rs. o litro.
AZEITE DOCE DE LISBOA 000 rs. a
garrafa, e a 14 a ranada, r 15340 o litro
VINHO BRANCO DE LISBOA a 600 rs.
a garrafa, 45500 a ranada e 900 rs. o litro.
VINAGRE VERDADERO DE USBO \ i
20o, 240 e 30 rs. a garrafa. 2**00,
10800 e 15400 a caada, 360 e 480 rs.
o litro.
MANtfSIGA 1NGLEZA FLOR 3 15440 e
I580 a libra, 35140 e 2.5800 o kilo-
giamino.
DEM FRANCEZA 960 900 e 850 rs.
a hura, e 26108, 16980 e 15870 o kilo-
gramiuo.
WEM PARA TEMPERO 640 rs. a li
bra, 16100 o kilogramoio, era porcSo se
far.i abatimenlo.
BAWHA DE PORCiDE BALTIMOOB
720 rs. a libra.. 16570 o kilwgrammi, em
poi'C" se far abalimento.
ARROZ DO MARANHAO E DA INDIA i
120 e 140 rs. a libra. 60 e 300 rs. o ki-
Ifgrammo 35800 a arroba.
ALPISTA 210 n. a libra e 520 rs.
kitegrammo. e 64 por 14 kilograramos.
;AF EM GRAO i 65 e 6.J500 a arroba,
00 e 2i0 r*. a
0-20 rs. o kilogrammo, era porcSo ha aba-
limento.
BOLaCIHSIUS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, a 15 e 15400 a lata.
VELLAS DE ESPABMACETE 7z0rs. o
masso. cm eaixa lia abatimento.
PHOSPHOROS DO CAZ E DE SEGU-
RA NCA. 3 280. 400 e 360 rs. o raasso,
30208 e 6500 a groza.
AM'IWS KM UTAS E CAClllMIAs
DE MtTOS TAMA.NHUS 35300, 55500
e l|.a litara.
G( i.MMA DE MDJIO AMERICANA 100 rs
o masso de urna libra, c era caixa lia aba-
limento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 100 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 55500
a duzia e 5(K3 rs. a garrafa.
DEM BASS. VERDADEIRA IIILERS-
BELL, ;i 800 rs. a garrafa e 95 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS M\RCAS 10600, 10280, 10 e
800 rs. a gamla.
GBNEBRA DE HOLANDA E AMBUR-
GUEZA 76 e 65 a fraqoeira, .: 500 rs. o
(rasen.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA.
115 a frasqoeira e 15 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
Fndo Jn engenbo Tuftoa os Santos da vina
de Ipoj:ii\ un da 'M il- luain, u escravu Gon(at.,
representa tur 4'i anit de Idtde, p me i mate bu
menot, eor vonplha, alto, RTo .,
sem barba, e us pea radiando, i'm i screvu .!;i 5>.'..
D. Senbtirinha UariadoLivrtacAtn, i|ue ro '"' I'>
villa de SiTiiihatin ; mi da imiricdinlD da fo|
esteve na mesnu villa tpppoo-se estar aeiintad/;,
o qae $e proceder tom o ri|;or da ki a qnaatu
leolia, c pede- c .- aatoridadns policiaes ou eapln
laVs do caiurtu i captara duinesmu o enlrcgarjio
mercadorias insmo engwiho ao abaxo assignad, no na rjia
daMoedan. 5,3 an&r,e>criptuiin t Al-
ves Perriira etC. qin' ser gaueru?amenlo recosv
pensadv.
MiguJ Panliuo T"!'!!''' l'rcf W
As autoridades policiaes e
quoiii competir.
No da 0 de inaio do crrente >< no ft>
gio o escr.ivo Bsequiel, crinlo de 3o 2
ataos de idade, esiatura regular rrfurcadfc,
cor bem preta, cabeca radwi la. irajava ca-
misa azul e calca de casemira cinznOa; *-
rante o da eostoaa andar panliaiulo as
ra-, ou .ni armazuns de assarar ou as
tabernas a conversar e a beber: duran c a
noite reeobe-se a tHbeiros abertus ou p^-
netraveis, a casas i m consinucSo e a B-
ITOS quaesquer lagares onde se possa abri-
gar: quem o appreliender letma a bondade
de o conduzir a ra da Aurora n. 6, onrtc
ser gratilicado.
Fugiram eng.-nho F':,
do terna da Ewada, na noitc de
10 ara II do enrrentf, dou
t'ravua riiiilato?, o q e .'. ram
vmiDrat'o'ao Exm. sr. bario A>
Naiimli lm 15 das pmiro rfrris
1 meos, fcnd.i Ji.ao. .lado re
30 a 32 anni
0
o?, bem barbado, pis-
tos cabelludos, lena os dclo:. Jos pes, Ko p
..----------. miaiauM curtos e i|uas que trepam mu no oatK,
.). 2uu e 2^100, era cat.ta faz-se gran-1 ten.lo todos os dentes de frente, i*orpo nvoiara
leva chapo di' couro de faflaneio, nea .zol do
alfrodio que Ihe ebaman poile d'i.nca e euberter
de abatimento.
TOUCIMIO DE LISBOA
I'K) rs. a li-
libra.' 440 e 520 raTo hva' e 880 rs" *. e 115500 por
I i kilograramos.
BALO ES MODERNOS 'E SAIAS DE LAA
Na loja rio PavSo vende-se os mais mo
demos baldes n-guladores tanto de mnsse-
lina como de la de cftr, e as mais moder-
nas saias d la enastada, mais barato do
que era outra qualquer parte.
SULTANAS
Chegou para a loja do PavJo tira grande
sortimeataaidas rois lin.ias sultanas, para
esti los. sendo muito larga e bonita fazenda
com listas de sida e os padroes mais novo*
que tem vindo a ese mercado, vehdendo-se
a 15400 o covado, n loja de Felir Pereira
da Silva a ra da Imperatriz n. .
kilogrammo.
SABAO MASSA 2G0 e 200 rs. a libra, CHA FINO. GRAL'DO E M1UDINH0 os
'70 h 410 rs o kilogrammo, em caixa lia melbores que ha no mercado, 35 e
abatimento. :->200 a libra, 75080 e #40 o kilo-
M\SSAS PARA SOPA. MACARRAO, TA- grammo.
utVa N l E, ALETK,A 800 rs. a libra o DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 25700.
157^0"klogramrno. ^500. 200 e 25 a libra, e 5550 e
SEVADINHA E SAFU 280 rs. a libra o h 5180 o kilogrammo.
Assim como lia cutios muitos mais genero, vdio em ancoretas, azeitonas,
passas, figos novos, charutos de diversas marcas, linguicas de Lislv' i. marmelada, con-
servas .-lea de marmello, pCcego. ervjlhas, petxe em latas, sardinbas de Naotes,
vinlio verde engarrafado, pomada canalla, cravo, erradofe, cominho, pimeota, grandes
molhos de sebolla 15500, finalmente muito mais gneros que enfandonho
menciona-los.
INJECTION BROU
T
Mjdmlca laiutrl r Ptfwrimlit, abauiuumtatu a u..ic, u. r cura M
de batfta escura e ma< al^uma rojipa, fui err.ryu
do niui. Sr. lente coronel Agsiinbo Conre*
, de. Ourictiry, O oatTO de Romo Fel,:-. c>-
bra, alto, bom corpo. idadi 23 aonos imiuco mais
ou monos, taron chapeo de couro de aha< \aoo
caiga axnl do algodo que lis cliamam pelle d\jn-
ca c cobertor do bata escara, ti.i eacrave do
ln Sr. Iviu.irdo Peceira de Souza, da prov
da Paraliyba, qae o venden por seu pnirurt
Sr. Jos L'ip's Alhcirii; quem n apprraedM-e
levar ao uusuio engenno Fi.*me>a "u rioTindfeoo
eseripturk) de Domingos Alvos Matheos, a ra ilo
Vigarin n. Jl, sor pen-ros.pni'ii',' nvoniiencado
Patio de nov.i ai dia 'b' di c rn n'e <
(lna0o do Sr. Jenuin > Jos Ja Rosa, onde se ach.i-
v.i alagado por aotori>aeao do m /ir iniz dW
conimercio.o escravo Antonio, pcrfnmiie m:.v
sa ralllda de Amaro Gon.alves non Santo fm
vestido de calca a camisa azul, eti.mi,,, pfef.
alto, magro, odos grandes o a|iii..mbadoe, '. ?--
inclinado para a (reate, tem 22 ano > de rdak'e
costuma eiiibrcagar se : r iga-se a uualqaer i
ndade policial na rapilio da ramp.. que o ence.i
trar, que o apprclicnda o rer*ia n casa rio d^
("ngao, uu o leve ra do Uangel n. 58, cm cara
do abano a-signaho, admiiii-tia ler di referida.
mas.a.
^^^^^ Manoel Joaiprim BapOata.

Fsic admiravel
-slivo OJO
coni^rDcmsiincr-
, iodo ou
.>;n um
A 1RJEGCAG CAOET 0"ALr,M" *-1
Pajiis. 7. BJ Dcnaln,
Itf
Fugio do ongeiilii Collegio da Luz a esrrava
pre.ta Martinha, baixa o delgada do C'irpo, rim
I mareas de bexigas, multo bebada h de moita tabla,
| paga-so liem a quem a le\ar a dito en^eiiho, a
aos Srs. Oliveira, Fillms & <'.., n. liecife
Fugio no dia i'.l ilo o.Trente, do engeoA*
Quileba da fregoeiia de Seriabaea. o .-cravo r.
bra, de nonte Flix, qae representa ter33ar>
mais ou rneitoa, alio, groas cara larga, !> W
lante, levi u ralea de brim pard>, camisa oe ma-
dapolo, cliaiHo de couru ou um miiro de chik-
DOTO cojo escravo I 0 (.airu-,
Inho da Pao d'Alho mmt e leva: so iba
[ engenno, mi no Iterite ;. n a d-> loiperador n 4J,
'ser geaeros-'monte i iado.


Diario de Pernambuco Tir A josto
de
1869.
\/
1SSEIBLA 6ER&L
mi qmtqner crinw na f, nma vec-r Rcnazri (Elementa jirris-trim tti tf.rmr. 8 imbdltos on ipae piecdaqueixa eu denuncia nos termos | 3) exige que o estad puna os crii
CMARA DOS SRS. ESPUTADOS
SESSO EM 28 DE JULHO.
MlESlDKNCIA DO S*. NEB AS.
I A propria Inglaterra, ruja legislago
ato especial e em alguns pontos bem
rwrgente (lis leu de outras nares,
aegite a Mte respeito o mesmo principio,
** B3o ni engao at o exagera
E' preciso que diga cmara que o hon-
r>*> viscoude acabara d estabelecer os
pwtuiuHO-t ndmiltidos pela leislag.) fran-
cesa e pela portuguesa sobre a mate a
tpet se discuta. Continuando, disse o Sr.
tncomle. .
Blackstone, um dos ceus mate respei-
tewts jurisconsultos, refere a sua lei pa-
ira eos seguales termos.
4 t'ulelidade, allegeance, ao rei 0 o vi-
ador u/ie liga o subdito ao estado em reci-
|w>ii1adf da proteccilo (|ue delle recebe..
Va Inglez que passa Franca 011 China
*e nesses paizes, como antes devia, a
M&esma fldelidade soneraniada Inglaterra,
faoto oo mais annos depois deve-a como
fs% uasceu subdito de seu principe ; nao
pee, piMS por nenhum aclo, nem mesmo
pramlo lirtelidade a outro, desprender-se
d< dever de fidelidad para comello, pois
^ esse dever intrnseco, primitivo e an-
tetinr; qualquer outro ; nao pode desli-
gar-se seniio com o consentimento do prn-
cipe. Pode um Ingle* na verdade ver-so
> cireumstancias wabaragadas desde que
jpri-t iddidade a um outro ; ras a culpa
aux. pirque c 'llorn-se em taes ciruimstan-
s, es*a colpa nr> seria mzo sofliciente
- fvyeannera-lo'ilo sen dever.
A le pessoal da Inglaterra s gue pois
fcfez em qualquer parte do mondo a
egmtite v.em qualquer parte do mund
dtn deve-lhe inteira fldelidade.
OSr. m;irquez d Olinda. dscutindo o
prefecto, depois de reproducirs objecces
&> eoosdhode oslado da Franca, como o
Sai sentir o Ilustrado senador porGoyaz, o
Sr.Silve'rra da Motta, diss no seu discurso
a seguinte.
Se queremos a legislnriioinglea, adop-
ttto-la- em loda a sua exUnso-, mas nao
so en orna parte. A legislar*1 ingleza con-
Asno Inglez- com tal em toda a parte do
ando em que se actor c sujeilo s mes-
wtf obrigacoes; o Inglez sempre 6 Inglez
r.i afhgmerra airrl que se naturalizo
> outro paiz.
E manifest, Sr. presidente, que Blacks-
taiie referia-se ao dever de fideiidadeque o
faf{ez deve ao seu principe, mas nao a
.*b$ os crimes que o Inglez possa com-
tter fina da Inglaterra. Tomou o no-
tere marquez, assim como o honrado vis-
saode ja o bavia feito, a excepeo pelo prin-
wpit geral.
U'jptto, Sr. presidente, vigora em Ingla-
3tj o principio da juimIci ao penal terri-
iacal. E fcil ser prova-lo. I'or diver-
sos actos do parlamento tem-se estabelecido
mea serie de excepces; assim que os
ira;* de traicSo e de morte perpetrados
fera da Inglaterra sujeitnmo Inglez puni-
3B, JL-iirique VIII c. 23 e 33 Uenriqne
Vflf c. L O crime de bigamia commeltido
c Mtraogeiro foi declarado tambem pu-
ureel pir urna lei do tempo de George IV,
>Geo. IV c. 21 sj.c(. 2. Os crimes e d-
telos praticados pelas tripolaces dos na-
k8 fi>ram sujitos sanecao penal depois
& poWicaco da Iei,rk\l8), 17 c 18 Vict.
B. iOi, sect. iliT. T; analmente, segundo
.! cera! (lo dreito das gentes, a In-
^torra-iulga-se com jUrisdiccSo para punir
verane r:.ii-i so qual fot equiparado
t Irafico de esclavos.
Taot i basta. Sr. presidente, para xle-
HBonstrar qoe as leis iflglezas apenas tm
slibelACid ) oxcepoStS, e como o que existe
iBa s, no podemos deixar de
oocfoir contra a ouinilb dos nobros sena-
inres, a quem nie rofiro, que o principio
surai subsiste naquelle paiz.
i que se diz do subdito inglez, que
i para a Inglaterra quando se
Hala depuui-lo i'orqualqucr desses crimes
fiptrdieados em diferentes leis do seu paiz,
pile-se dizer do Franeez pie fra da
|rrir.a attentar a seguranza e a integridade
das lei do imperio.
O s-gundo grupo, Sr. pcesiente, for-
mado por aquelles estados que adoptam en
itd<> no estrangeiro quando fo-
lio fr a ves que-todos os povos tenhara
itcrtfss rwsao.
principio a punigo dos- rri:nespwpe4i'* Rodolph (Oe pana deWctemnr extra ter*
pelo proprki Indgena do pait no estran
geiro, n3o s contra a patria, como contra
um seu coucidad5o, e s em cortos casos
reconhece a penalidade, o direto de punir,
a offensa feita |a um estrangeiro. Estas
estados sao a Belgca_(L. de 30 de dezem-
bro de 183G), e a Honnnda, que s punem
as olTensas coutra estrangeiro. quando estas
constituem crimw graves, cmo, porexe*-
plo, os de morte, incendio, falsidadc, ote.
A Sardenba tambem punia o mmecomm!-
tido por um Sardo no estrangeiro, mas
nlo o delicio, quando nao havia reciproc-
dade.
O terceiro grnpo aparia-so ainda mais do
principio geral e a elle pertence exclusiva-
mente o Wurtemberg, que s purfe o crime
se tambem punido no paiz em que foi
perpetrado, e particularmente se sendo
commeltido contra o Wurtemoerg pu-
nido.
O quarto grupo compoe-se da maior par-
te dos Estados da Allemanha, d? Russia,
Noruega e alguns canles da Suissa. Estes
eslidos punem todo e qualquor crime
commeltido no estrangeiro por um ^ubdilo
seu ou seja contra o seu proprio paiz, cen-
tra outro subdito ou contra estrangeiro.
V pois a cmara que o legislador, tra-
tndose desta materia, lem rigorosa ne-
i-essidade de fazer esta class'iliearao com
mais ou menos perfeiro ou detalhe, afim
de formar os differentes systemas, estuda-
lose decid ir-so por um deles, se nao pudor
crear um systema seu, segundo as circums-
tafteias, o tempo e o povo para quem le-
gisla.
De todos estes differentes syslemas a
commisso pr-ferio o franeez, que exclusi-
vamente adoptou, pode-se dizer. rom urna
ou outra uoodificac5o provenienle antes da
nossa legislarlo actual, que nao poda ser
alterada fundamentalmente, do que de um
esludo mais detido sobre materia lao grave,
como bem ponderou o nobre depulado beloj
Paran, que eneelou o debate c precedeu
na tribuna o meu Ilustre amigo, depulado
pela provincia de Pernambuco.
D-se tambem notavel divergencia de
opinies quanto a ter ou nao o estado o
dreito de punir os crimes commettidos por
estrangeiro no estrangeiro contra elleou
contra um seu subdito, se mais larde o ag-
gressou cahe debaixo de sua jurisdicr>>.
ou seja por extradifo, ou porque espon-j
taneamente veio ao paiz.
Em um pequea e limitado numero de
estados nao ha punic5o fim tal caso. A
Inglaterra e rs Estados-I 'nidos observam
;i risca o principio da juridicclo porral
territorial ; assim, o direilo de asylo nestes
paizes Tai lo longe, que elles tolerariam
no seu proprio territorio o estrangeiro qne
nellese refugiasse depois de tentar contra
a sua propria seguranc em paiz estran-
geiro.
A maior parte dos estados, porom, abra-
cam outra doutrina. ado^lam a opini5o
contraria. Entender na maior parte dos
paizes, que o e-tado est no seu dreito
punindo o estrangeiro que mesmo fra do
seu territorio, e em paiz outro que nao o
seu, transgredi as suas leis, attenton con-
tra a su :-euranca, una vez que o possa
sujeitar legalmentc sua jnrisdicrao.
.\iitda uma ullima hypotliese e ^sta om
relaco ao estrangeiro que fra do seu paiz
commelte crirne contra estados eslrangeiros
ou contra algum estrangeiro. Na maior
parte di is paizes conSidera-se que o estado
ueste caso deve -julgar-so coiiipletamente
cstranlio ao faito. Formam, porm, ex-
cepcj a t.ste principio a Austria, ltaviera
Saxonia.
Se passarmos da legislaco dos diferen-
tes estados de que nos temos oceupado
para os escripias e opjnies dos professores
eescriplores, veremos, pelo que respeita
principalmente extenso da jnrisdlc.'.o
ilo esladn que aquellos escriptos se divi-
den) em tres classes.
Na primeira destas classes mencionare-
mos os escriptores que ao estado nao con-
ceden! o direo de punir a nao ser no in-
teresse da sua propria segnranca. Nomes
muito Ilustres esp'roam esta opiniao.
Feuei bacli no seu compendio de direito
ritorium adnmorom, col. 179^. considera
a punirlo do crime como um dever de hu-
manidade, e anda mesmo quando pao pre-
judique a nosa segnranfa, nem traga per-
turbacfto aO nosso bem eaar, mas a apiros
jalados e estes exijam a nossa coopera-
Sclimalz (b'treHo das gentes Berl. 1817)
estabeleeu como princ^ibgral o seguinte:
quem no estrangeiro rmmetle um crime e
ifa>Uff*n(\o a nossa lei, nem obra com
inimigo contra nos, n5o podo ser punidd
por nos. Admiti, porm, que o cidado.
leudo delinquido no estrangeiro e sendo o
crime grave, possa ser punido hnvendu re-
quisirao d) esUido ofendido; tambem ad-
imite a oxtradTca de criminosos eslran-
geiros refugiadas, e finalmente a punirn
de subdito que transgredi no seu paiz o di
rcito de outro oslado.
Martens (Prcis du droK des gens, ed. 3a,
pag.I82e seguidles) de opihu que, se o
estado nao tem obrigaco de punir o crlm
perpetrado no estrangeiro contra outro es*
lado, deve comludo fazo lo, havendo para
sso solicitaran.
Kld&eT (Direito das gentes, ed. Morstadi,
00 a (V.i). Se bem seja diffieil resumir
a opiniao deste escriptor, mais littcra'.o e
historiador do que jurista, comludo pdo-so
dizer que elle admitte o principio da trri-
toriabilidade do direito criminal r mi exrep-
cos.
Alm destes pde-se c hsullar Tittmann
t.DieStrafrei'htspfjege in Volkerreobil. Ilmsi-
cht. Dresd. 1817. Salfeld, II.Hidbud
des pot. Voirrfvcrrechtes', pag 80). Hliej
Traite de 1'instiiut. riim. lom. o* pag. 198 g&ro
e segrales, coja opiniao resume-se "nistot
qu do interesse da huma idade que (odo
crnW seja unido:
A' terceira classe pe lencem i s cscripto-
fores, que assimeom os da primeira adop-
tam um principio ixo; mas o principio adop-
tado por estes n3o s 6 diverso do daquel*
les, como at mesm contrario, npposto.
Estes escriptores reconhecem nao s o di-
reito como o dever por parte do estado de
punir o crime commeltido ainda fra do sen
?s
peno ; poder-se-ha tambem dizer do | criminal opina que o subdito de urna naco
fcasileiro, se se converter em lei o presente
pngpcto, quando no estrangeiro eommetter
Bgum dos crimes nclle especificados.
A Franca que adopla o mesmo principio
da jurisdircio penal territorial, alfastou-se
ietio arada mais do que a Inglaterra. O
tsgislador franeez nao eslabeleceu unica-
mteau excepQ5es, crcou uma categora
rtsnpleta de crimes q;ic sojeitou a julga-
nento pelos tribunaes francezes ainda
fiando commettidos fra do paiz. Quando
sesmo a \yi antiga e o cdigo de Brumaire;
amo IV, se pronunciassem pela punic3o
awk> regra geral, o cdigo do processo
criminal, arts. 6 e 7 restringi a pumcjio a
certos crimes, e assim, por esta legislaco,
s> crimes commettidos lora da Franca con-
tra subdito de outra naco, contra um cs-
fcangeiro. n5o eram punveis em Franca.
O Sn. Correa : Pela lei de 18(36? O
eontrario dispot; esta le.
O Sr. Vikira da Silva : -Nao consultei a
lei a. q>ie se refere o nobre depulado pelo
ilaran; biseava-me no direilo estabelecido
peto cdigo do processo criminal. Como
a duendo, Sr. presidente, a Franca decla-
ro puniveis os crimes commettidos no es-
nogeiro conl rao estado, feto contra a
sua segurar.*. como o de falsiflcaclio
dos seos serlos, TOpedas e papis. Os cri-
ases, porem, commettidos contra um Frau-
dar s eram punidos, quando bavia aecu-
100 por parte do offend
/Viuda mais, a lei francesa so pune os
mes e nao os disposigao que
a procurou tamlit-m coasignar no projecto
CJB8 se discute, tabelecendo-se uma diffe-
wmqi entre crimes inaflan e aBaaca-
?teis> pir Isso que crime e ielfito sao pa-
s sriionimas segundo o nosso cdigo
erioiial. Mas, se critu e Micto s5o sy-
nnos pelo cdigo nosso c-
i processo aceitou imptitamente
^'a dfstucctn cm rcl "io,
.a e compel 'Unguindo os cii-
' ^esem que os reos se livram sollos
oi's cujo jnlgame nmetldo ao
ftfy e po- excepcio ao jaiz de direito.
Precisando de, uma bae os autores do
(wojectoa foram bpsear no cdigo do pro-
tando a processo e julgamento
Rrasileiros que em paiz estrangeno per-
^ftrwem contra Brasileros ou eslrangeiros
.imes de fa!; -'.oionato
nao esl sugeito senao a legislarn do seu
paiz: e consequentemeute contra o seu
proprio subdito por crime commeltido fra
do paiz a jnr sdicgo do eslado s funda-
da quando se.trata delle ou de algum dos
seus subditos.
Mittermaier .dc opiniao que o estado j
faz bastante em relago a crimes commetti-
dos no estrangeiro, quando mlregn o es
trangeiro, dadas certas circumstancias, e
pune por si mesmo o nacional.
Sory (Conflicl of laws, ed. 2 pag 5IG) 6
partidario d3 restricco da jurisdicen cri-
minal ao territorio do estado: anpruva ex-
pressamente a doutrina do common!aw in-
glez, que o estado nao s nao lem o di-
reito de punir os crimes perpetrados fra
do seu territorio, como nem mesmo a obri-
gacao de importar-se de tal.
Oppenheim, na sua obra, Syslerna do di-
reito das gentes, pags 195 e 384 e seguin-
tes, opina tambem pela mais rigorosa terri-
torialidade da jurisdiegao criminal, e pansa
que todo e qualquer estado tem o dener de
defenderse a si proprio.
Wheaton, Elmens.ed, V t. 2o pag. 137
iiiclio on do estailo ollendido, livor cora-
mettido no estrangeiro crime contra esse
ultimo.
Ora, se ne parece admissivel o principio,
que o eslado deve punir o proprio subdito
que no interior tiver commeltido um crime
contra outra nac3o on subdito dessa nacao,
tenbo rainlias d ti vid is quando o crime fr
coiametlido fra do paiz e contra oulro es-
i que nlo aquel!e cm que o delinquenle
se acha ; e assim nao acbo conveniente
que, fazendo justira por nossas propras
mos, devamos punir o sukdlto estraRgeiro
que no estrangeiro, isto (>, fra do seu
paiz, tiver commeltido algum crime contra
o nosso pait, ou contra qnalqucr Brasi-
leim:
nlrelanto, o projecto fulmina penas con-
tra o estrangeiro que fra do imperio per-
petrar algum dos crimes pievislos no art.
Io, assim como estende o seu direito de
punir aos*s4rangeiros qut-eui paiz eslran
geiro perpetrarem contra Brasileiros algum
ilos crimes previstos no art. 3', tornando
dependente esta ultima diaposicao de igual
legislagio no paiz do delinquenle.
Nao reconhei;o juri-dicro em urna nagio
para punir o snbdrto d outra por crime
commeltido fra do sen paiz natal e fra
do territorio da naco contra a qual foi di
rgida a offbnsa. E assim nao posso ad-
miltir a theoria do projecto pela qual s
pnnivel no nosso paiz o estrangeiro qne
delinqui no estrangeiro se no seu paiz hou-
vr legisfarfio idntica;
On temos o direito de punir o estrangei-
ro que transgredi as nossas leis ainda fra
do nosso paiz, on nao temos esse direito.
E" preciso recomVce-lo, on ento rejei-
tar t'ida a theoria. Eu, por minha par-
le, Sr. presiden^, preliro a theoria contra-
ria : que* o crime cimmeltido por estran-
fra do sen paiz contra outro paiz
nao pode ser punido seno no paiz de que
fr subdito. Entend i que se deve rej-il ir
o principio de que corre-nos a obrigaco
dfl punir o Franeez que acliando-se na In-
glaterra commelleu crime contra o Brasil
OU contra outra qualquer naco que nem
a sua, nem aquella onde se acha.
Tanto o art. 2" como o art. 5o do pro-
jecto nao podem passar, nao devem pas-
sar.
Diz o art. 2*: A disposieo do artigo
do natalicio do S. A. imperial.A cmara
lica inleirada.
Dada a ordem do dia, levanta-se a sssao
s quatro horas da tarde.
2C
territorio, no interesse geral da sustneno! anlccedeirte poded ter execugo cm rela-
de um direito de ordem universal.
Pertenccrn aqui os seguintes cscripto-
rci:
Hugo (irolins, Vipt, Vatrel, K. S. Zarlia-
rid_(Vierzig Bueclier yom Staale). A. Bu
c3o aos estrangeiros que perpetrarem fra
do imperio qualquer dos referidos crimes
etc.
Assim, ou no seu proprio paiz on mes-
mo fra dll.
SESSO E* 30 DK JULHO.
PRESIDENCIA DO SR. NEMAS.
As seis e meia horas da tarde, feita a
chamada, verihea-se haver numero sufficien-
to, abre-se asess3o.
L-se e approva-se a acta da antecedente.
O Sn. Io Sbcketario, da conta do se-
guinte
EXPRD1ENTK
Um oflicio do ministerio do imperi, re-
metiendo as copias da consulta da scrcao
dos negocios do imperio do conselho de es-
t do de 31 de agosto de fSiB, resol vida
em G do mez seguinte, o do aviso deste
ministerio de 3 de outubro do mjsmo anno
relativas ao pedido de aposenladoria do
couselheiro Dr. Jos Mara de Avellar Bro-
lero no logar de secretario da faculdade de
direto de S. Paulo.A qoem fez a requisi-
C5o.
Outro do mesmo ministerio, enviando as
copias da portara da presidencia da pro-
vincia d Pernambuco, relativa as eteiges
a que so procedeu para vereadores e juies
de paz no municipio de Goyanna, do qual
faz parte a parochia de Nossa Senhora do
O' e das actas da eleigo desta parochia.
A quem fez a requisicSo.
Outro mesmo ministerio, declarando que
se expedir aviso presrdencia da provin-
cia do Rio de Janeiro, afim de que seja sa-
tisfeita rom toda a brevidade a requisic2o
desta cmara, solicitando as actas da for-
mac3o da mesa parochial e das chamadas
dos votantes e contagem das cdulas rela-
tivas se'eices de eleitores geraes das pa
rocinas de Nossa Senhora da Concedo do
Rio Bonito e de Nossa Senhon da Con-
ceic3o da Boa-Esperanga, do 2o distrielo
eleitoral da referida provincia. A quem
fez a requisico.
Outro do mesmo ministerio, enviando o
oflicio da presidencia da provincia do Espi-
rito Santo.com o qual transmiti a aulhentica
da eleicao secundaria do collegio de Benc-
vente. A 2* commisso de poderes.
Tres do 1 secretario do senado, partici
pando que o mesmo senado adoptou, c vai
dirigir a saneco imperial, as seguintes re-
soluces da assembla geral :
Ia atitorisando ogoverno a readmittirno
quadro activo do exercito, no posto em qne
f i reformado, o tencnte-:oronel graduado
Joo de Souza Fagundes ;
2a autorisando o governo a mandar ad-
merincq (Das AsyIr ht, 1853) e Viefort
(des crimes commis l'raager, I8S3)
D mesmo modo poderiamos especificar
as (qiinies dos quese tm oceupado com
estes cstuttos quanto as medidas que o es-
tado deve tomar para garanta de outros es-
tados, e quanto punico dos crimes com-
mettidos contra una outra naeionadade ou
cintra os subditos della; mas, j me larda
entrar na apfecicao das de.-posices cu
lidas no piojillo, que se discute para obre
elle emiltir ua opiuio.
Sr. presidente", o que notei na discueso
qne se abri no senado sobre este projecto
foi que lodos os senadores que fallraam e
emitlirara o sua opinase eslavam de accordo
(planto ao systema, havendo divergencia
lo smente em pontos secundarios. Man-
tido a questSo no mesmo terreno, versou a
discusso sobre dever ou n3o menciuuar-se
os crimes do perjurio e de peculato, ser ou
nao obligatorio o processo e julgamento,
etc. A discusso, pois, correu sobre pon-
tos secundarios, embora os discursos pro-
feridos por essa occasio rcvelassem muita
erudigao, e o mais perl'eito couhecimento
da legislago franceza.
Um nico senador apartou-se da maioria,
pelo que a sua opiniao foi considerada sin-
gular, singular em relago daquelles nobre
senadores que tomra.n parte na discusso
do projecto, apoiando se uos osa ijitos c na
jurisprudencia da Fianca, mas quanto a mim,
nao em'relago seiencia, nao em relago
legislago do povos nao menos adiantados
do qne a Fcauca. Reliro-me ao discurso
do nobre senador pela Babia, o Sr. barao
de Muritrba, cuja opiniao acaba de ser com-
batida tambem nesla cmara pelo meu dis-
lincto collega representante da provincia do
Parau, que procurou demonstiar que o
projecto nao s nao intil e impraticavcl,
como nao desnecessario.
Ora, 6 esta a opiniao do Sv. barao de
Mu atiba; S. Exc. julga o projecto intil e
inconveniente, lnitil, porque as penas es-
labeleedas pelas nossas leis acompanbam o
subdito brasileiro, nao importa em que lu-
gar, e cm apoio desla sua assercao cilou
alguns artigos do nosso cdigo criminal. In-
conveniente, porque o direilo de soberana
limita-se aos nacionaes c ao territorio sobre
que o estado exeree jurisdieco effectiva,
nuaJniitlindo que as p-ssoas que nasce-
ram e se nalurahsaram em paiz estraoho
eslejam sujeitas soberana de outro es-
tado.
Eu concordo em parle com o nobre se-
nador, quanto mutilidad do projocto para
certos casos, e adopto a sua opiniao quanto
aos crimes commettidos no estrangeiro con-
tra um estado estrangeiro ou os subditos
deste estado, ou por estrangeiro contra o
O art. 5o diz o seguint'': j Os estran-
geiros que em paiz estrangeiro perpetra-
rain contra Hraseiros algum dos crimes
referidos no art. 3" etc.
Estas disposigoes me parecem exhorbi-
lantes da nossa soberana.
Se o estrangeiro vier ao nosso paiz te-
mos o direito de faz-lo sabir, e o que
tiver delinquido no sen paiz podemos en-
trega-lo para ser punido, se vier ao nosso.
O Sn. FERMnttft Viayw :Isto fica ic-
solvido pela extradigo.
O Su. Vicira da Silva:A respeito da
extradigo direi algumas palavras^ agrade-
cendo ao nobre depntado o seu aparte.
A theoria resume-se no seguinte. Nao
admtli-la em relago aos naturaes do paiz ;
deixar ao governo livre arbitrio quanto
extradigo de sabditos eslrangeiros; nao
consentir na extradiego por crimes po-
lticos, e s permitti-la nos crimes graves.
Os differentes estados podem ser class-
licados em tres grupos, quanto extra-
diego.
O primeiro formado por aquelles es-
tados que admittem e consentem refugiados
est:angeiros no seu territorio, sem condi-
go alguma, c s cm casos excepcionaes e
rarssimos permittem a extradigo, havendo
tratados, como a Inglaterra e os Estados-
l'uilos.
Ao segundo pertencem os estados que
admittem refugiados, mas cstabelecem ex
cepces a juizo do governo, c nao consen-
tem na extradigo por crimes polticos,
lo ameagada i berdade, |
iiinenle estadiza uiaiquczde ParaV
a sen* dignos collegas, que tidos tinham perdido sin razao de ser a
falta d alimento para a lula, e qne flaal-
menle haviamos chogado an segundo pe-
riodo ou pbrasc do systema representativo
que devia ser aproveilado na sjsfaeflo de
grandes necessidades ndi>pens*ves ao flo-
rescimento desle vasto e rico imperio. Ta-
rifa era essa por sua nalnreza 13o grande e
nobre, que estava reclamando o concurso
sincero e patritico de lodos os brasileiros
de merecimento. qualquer que fosse sua
procedencia poltica.
A esse gabinete succedeu o de \ de maio.
presidido pelo Sr. marquez de Olinda, qne,
animado sem duvida do mesmo pensa-
mento, inscreveu em sen programmanaz
e concordia, e, como arrhasde soaleal-
dade, chamou para seus coHegas, as im-
portantes pastas da fazenda eda goerra, os
eminentes liberaes, o honrado Sr. couselhei-
ro Souza Franco o o finado general Jerony-
mo Francisco Coelho.
Estes actos servem para provar qne era
ento tendencia dos esprrilos a concilacSo
e com ella o amorlecimertlo das paixis e
dos odios politices.
Foi justamente nesla quadra que, pela
primeira veL Uve a honra de uma cadra
neste recinto e sentei-me entre os conser-
vadores que aoetavam a coneilagao e que
foram denominadosmoderados afim de
sedstinguirem daquclles que, rejeitando-a
como uloptaj verdadeiro sonho polilico,
conservavam s Esse grupo de conservadores chamado
moderado, foi se destacando do anligo par-
tido logo na verificago de poderes pea
entrada que dcm- a alguns liberaes Ilus-
tres, cuja eleioio Ihes parecen melbor.
A entrada destes liberaos no seie da ca
mar, seus protestos de haver renuriado
as exagerarles do passado, a harmona de
vistas e ideas, qne pareca dominar osdbfls
grupos, foi-os approximando de taPwnodo.
que alia! pareciam completamente identi-
ficados. Proclamou-se u liga, consequencia
natural dos acootecimentos que, de din em
dia, se iam succedendo.
Os liberaes declararam, sem reserva,
que a felicidade publica podia ser conse-
guida a sombra da eonstiioico e das insti-
tnices democrticas que pessuimns, e que
alguns senoes em nossas leis orgnicas,
poderiam ser corrigidos pelos meios que a
mesma consliluico prescreve.
Effectuada a liga, e depois de varias
conferencias, verificou-se que realmente
inittir a exame das materias do Io anno daU5o haviam divergencias capilaes nos dous
faculdade de.direito do Recife Antonio de
Souza Bandeira e outro; -----
crimes communs *so
como a Franca, a
em
Blgica,
ca-
a
quanto aos
sos graves,
Suissa.
O terceiro grupo comprehende os Esta-
dos da Allemanha que se reservam o di-
reito de consentir e pemittir a extradigo
de refugiados segundo os tratados celebra-
dos com outras naces, nao Jiavendo at
mesmo objecgfto para a exlradicglo de re-
fugiados por crimes polticos.
Um Sn. Depitado d um aparte que nao
ouvimos.
O Sr. Vieiha da Silva :Bem pode ser
que devido aos movimenios revolucionarios
de 1849.
O Sn. Gama Cerqueiua:Mas sempre
como oxeopeo.
O Sn. Vieiha da Silva:O certo que
os Estados da Allemanha admiltem extra-
diego por crimes polticos, eso lazem ex-
cencSO dos naturaes do paiz. A Austria
adopta o "principio anda mesmo nao ha-
vendo tratados.
O Sis. Gama Cimioueira d um aparle.
O Su. Vieiha da Silva :E po ventura
nos nao poderiamos celebrar tratados com
as repblicas visnhas que nos garantissem
estrangeiro, e quanto ao proprio subdilo o
estado por si deve puni-lo.
Modificado o projecto ueste sentido, en-
e segrales, parece partilhar a mesma opi- leudo que elle poderia ser adoptado como
nilo.
Wildman, Institutes of inlernationel law,
t. 2" pag 60 e seguintes, na"b recOnbece a
jurisdicgSo do estado sobre actos "pralica-
dos fra do seu territorio. Como excepro
admitte a jurisdieco no crime df pirataria,
mas como um direito de guerra contra um
inimigo commum.
Phillimore, Commentaries upon interna-
tionel law, t. i pag 35S, segu opiniao
idntica, admittindo apenas a punico do
proprio subdito que fra do sen paiz hnu-
ver attentado contra a propria patria.
Uma segunda classe formam outros es-
criptores, e que pela maior parle i vspeito se tem emittido. AL
ram sobre c direito fias gentes. N cnptore negam absolutamente o princi-
nhecem o nrir.cipio da territoriai'aflo efnto' pi; outros, e estes erntaMior Munaiii qce
um principio ixo o invariavel, ppr iiim-: aquelles, entendem que a punigo s deve
paiivel com a civilisagc, o pelas complica-! ter lugar em relaco ao subdito que dentro
coes que delle pijdem resultar em re,: seu paiz tiver commettido o crime ; lia
a outros estados, mas nao irmam um prin-lquem pense que deve ser punido o naci-
seo e por isso se contcntam com a nal que delinqui no estrangeiro e at en-
ndioagao de alguns casos em que por exeep- lo nao punido ; pensam outros que $ nu
Cao devem os crimes ser punidos quand nigao deve estender-se ao snbdiu.'
commettidos fra da patria e anda mesmo nago cstnngeira que na eetrang
por estrangeiro. Pde-se avafiaj da knp.",-quio contcaella;e fljMlmen'
fcic^o do systema pela sua exposigo. eiigir-se a punigo rhqnelles q
nosso paiz, opiniao seguida por escriptores a e.xiradicgo de Brasileiros quando a nossa
eminentes. Pens como Milter maier: Oscguranga o exigase? E, senhores, os
eslado deve, em curios casos, entregar o | crimes polticos nao sao julgados pelo jury?
Que melbor garanta podiam ter os que
fosseai arrastados parante os oossos tribu-
naes judiciarios por crimes desla natureza ?
Tem-so dito muilas veces que o jury entre
nos carece de reforma. Eu nao pens as-
sim. O jury das capilaes funecionam boje
muito regularmente e as suas decises sao
quasi sempre baseadas em justiga. Bem
longe de degenerar, esta instituigu vai-se
aperfeigoando cada voz mais.
E qual um dos tins do projecto seno
a punigo de crimes polticos ou seja pela
presenga expontanea do delinquenle no slo
da patria, ou pela extradiego '!
Sr. presidente, sao estas as observaces
que tinha de fazer. Resumi-as tanto quanlo
me foi possivel para nao fatigar a attengao
da cmara (uo apoiado); creio, porm,
ter dito bastante para justificar o meu vol.
Com as modiiieaces proposlas votarei pelo
projecto.
Tenbo dilo. (Mudo bett).
A discusso fica adiada pela hora.
O Sr. Io Secretario, obtendo a palavra
pela ordem,. procede leilura de um ofii-
co do ministerio, comauuicttd que S.
M. o imperador digna-se de "aeeeber, no
pago da cidade, uma hora da tarde,
a deputofo desta cmara, que, no dia
29 do correte, lem de felicitar o mes-
mo augusto sunhor, por ser aquelle dia o
lei do paiz.
O Sn. Taoles :Qual a modificacao .'
O Sr. Vieiha da Silva:Fallo da* parte
do projecto relativa aos estrangeiros que no
seu paiz ou fra delle commettem crimes
contra o nosso paiz.
Nao posso, Sr. presidente, daacer a de-
tallies, embora adopt systema diverso
daquellc que predomina no projecto. Se o
estado deve punir o crime contra outro es-
tado ou os subditos deste estado, qnestio
qu&carece de t xa rae.
rtfra, porm, muilo longe se quizesse
agora apreciar as differentes opinies que
3a approvando as penses concedidas a
Joo Bernardo de Oliveira c a outros. In-
teirada.
Um requerimento de Candido Jos Al ves
da Silva, vigario collado, da freguezia de
Una, da provincia de Pernambuco. pedindo
um anno de li:enga com a respectiva con-
grua para tratar de sua saude. A commis-
so de penses" e ordenados.
Le-se, julga-se objecto de deliberago
e vai a imprimir, para entrar na ordera. dos
ira bal los, um projeclo approvrndo pen-
ses.
Contina a discusso das emendas do
senado proposicSo desta cmara relativa
ao julgamento de certos crimes quo podem
ser comnaetdos em paiz estrangeiro contra
o Brasil eos*Brasileiros.
Depois algumas considerages do Sr.
Duque-Estrada Teixeira, lica a discusso
adiada.
ORDEM DO DIA.
Entra em discusso o projecto de respos-
la falla do lbremo.
Muitos Srs. deputados pedem a palavra,
e faz-se a lista da nscripeo.
OSR. PINTO LIMA (movimento de alten-
cao, silencio):Segregado, lia tres annos, I
desta tribuna, e tendo de dirigir-me a uma
cmara, perante a qual nenhum titulo me
reeommenda (nao apoiados), eu carego, se-
nhores, de toda a \ossa benevo enca, e a
solicito. A V. Exc. Sr. presidente, agrade-
go a immerecida honra que a mim, o mais
humilde memoro desta casa, se dignou
conferir, de cnectar este importante deba-
te, pelo qual aguardava ancioso para defi-
nir minha posigo.
Sinto que smente lo tarde vesse a dis-
cusso a resposta cora
O profundo respeito devido aquello a
quem respondemos, c a necessidade do
manifestar nossa opiniao em faed da nova
situago inaugurada no paiz, ludo aconse-
Ihava que fsse esta uma das primeiras
discussoes a que devesse atlender a nova
cmara.
Entretanto nao c uma censura que diri-
jo ; porque 6ou o primeiro a reconbecer
que nos temos oceupado de assumptos se-
rios e de medidas necessarias a governa-
go do estado. E' antes uma satisfago
que julgo necessario para justificar a demo-
ra em satisfacer um dever de hornera pu-
blico. Minha posigo singular no seio desta
cmara carece ser explicada, e isso o que
vou faz r.
Comquanto pela mesma provincia, pelo
mesmo dis-tricto, pelos mesmns amigos que
desde 1857 sempre mcenviaramao parla-
mento, todava excluido violentamente na
eleicao de 1807 porum grupo sem apoio
nos partidos nacionacs (apoiados;, o qual
estragou de tal modo o espirito publico,
que boje iiji'elizinento (com magua o digo)
subsiste a erenca no paiz de que ninguem
pode vir a eslo recinto sem subir do grupo
dos que rodeiam o poder.
Uma eleicao em taes eondiegoes, embora
ilba de legtimos elementos, causa sorpre-
sa e provoca interrogago geral. Vou satis-
fazer a essa curiosidade o responder a essa
interrogago.
Para o fazer a cmara me permittir que
lance um rpido olhar sobre o passado e
llie record alguns dos mais importantes
aconteeimentos que tiveram lugar no paiz,
depois que comewi a tomar parle em seus
negocios.
Tomarei por ponfo de partida a concilia-
Co, proclamada pelo gabinete Paran, que
parecen aceita pela maioria da nago, fati-
gada das lulas ardentes o ensanguentadas
dos partidos pofiticos. O espirito publico
aspirava urna nova poca, em que o pa-
triutiuno brasileiro pudesse ser aproveilado
e cuidasse mais de sua prosperidade e eo-
grandecimenlo.
A constituigSo eslava radicada no paiz.
suas instituiges uo eram ameacadas. e,
pois pareca terminada essa primeira poca
de lulas fralrecidas e de antagonismo poli-
tico, que ae observa no nascimeato do sys-
tema representativo.
Nao corrende perigo a ordem publica,
grupos que te uniram. Proclamou-se o
-partido piogressista, coja bandeira foi des-
baldada aos quatro ventos pelo nobiv de-
putade ento, e hoje senador por minha
provincia, o Sr. Saraiva, com aquello mes-
mo enthusiasmo, sempre ardente e sincero,
que costuma manifestar no comego decada
sesso quando nos vem desenrolar uma no-
va bandeira. (Apoiados e hilaridade.)
Esse novo partido, qu se propunba,
nao a fazer reformas precipitadas e radi-
caes, mas simplesmente a regenera o sys-
tema re)resent:rtivo pela veroade dos or-
Camentos e sinecridade da eleicao, ergeu-
se forte e esperancoso em face,do paiz, re-
cebendo applausos tanto mais vivos c sin-
ceros, quando era ardente o des'jo de ver
realisadas suas promessas. Unido, pois,
como um s homem, o novo partido dirigi-
se a conquista das urnas e delias recebeu
sua consagrarlo.
A nova cmara, era grande maioria, veio
dar apoio ao programma do partido pro-
gresista, c escollieu para seu presidente
um dos mais csfor(8dos albletas da situa-
go o Sr.- conselhciro Zacaras le Ges e
Vasconcellos.
A cora, remiendo bomenagein a nova
ordem de cousas que se ostabelecera no
paiz, chamou o presidente da cmara para
organisar o gabinete.
Formou-se o primeiro ministerio pro-
gressista, o primognito da situagetoo li
de Janeiro.
Nos primeros das tudo pareca correr
cv de rosa ; marchavamos ira a ierra da
Promissoa verdade dos orramrntns, a
sinccri'hdc da clefco. Ponen tempo, po-
rm durou essa paz engaad ra e amp-
rente.
No seio da propria cmara, quasi unni-
me, nasceu o veneno sublil da discordia,
que mais tarde, devia dar mirle t* inglo-
ria no infeliz partido progrcssisla.
O 15 de janci'O, apocar de ser o primei-
ro c mais vigoroso'filho do partido, viveu
apenas oito mezes c morreo sem dar fructo
algum, mas ao menos, deixou o partido,
embora aparentemente unido.
Succedeu-lhe o segundo fiflio, o 31 de
agosto, formado ao encerrarle a sesso.
Era seu presidente um eminente cida-
do. que havia recebido as maiores e mais
eloquentes demonstrages de aprego e esti-
ma, o honrado Sr. conselheiro Francisco
Jo- Fuado. Seu programma nao quera,
nem aceiiava reformas.
Encerrado o parlamento, dificuldades e
embaragos de todo o genero, surgem como
por encanto ao novo gabinete. A tremen-
da crise inaticeira de l de setembro o seu .
cortejo assuslador ; a inslenle e inespe-
rada provocago, do dictador do Paraguay, e
como sua consequencia lgica c natural,
essa guerra de honra para os bros naco-
naes que infelizmente ainda dura.
Estes e oulros aconteeimentos da maior
gravdade, que nasccrara de repente e se
aecumuaram de modo espantoso e inau-
dito, tornou por demais ardua e trabalhosa
a misso do gabinete que se acabavade
organisar.
Para domar successos lo extraordinarios
e fra de humanas previsoes, foLmister me-
didas lambe ai extraordinarias e fra dos
lmites legaes.
O gabinete, apezar da grave e immensa
responsabiidado que ia assumir, nao hesi-
tou ora momento, em cumprir sen dever.
Tratava-se de salvar o paiz, ameagado pela
medonha crisa commercial, que punha em
sobresalto tantas fortunas ? riquezas ; tra-
tava-se de viQgar o pundonor nacional, f-
tido do modo mais prfido e raqaalificavd.
Os membros do gabinete de 31 de agosto
uo podiam hesitar, nem recuar; seria uar -
covaixlia, mais ainda, seria orna faite do
patriotismo.
CCoiMwwr-se-lta).
I
TIP. 1)0 DIARIORl A l>Ab l'WIt S, .

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ILEGMn.


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