Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11926


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Full Text

-I"
AMO XLV. NUMERO 194.
X
PARA A eAl^^HtoES OHDE IA6 SE PAGA PORTL
toe Hs mezes adianudos.......
Por seis ditos dem. ..*...."
Por um aouo irlaan ....
Cada numero tvotar*. ....*.
61000
isiooo
320
QUINTA FEIRA 26 OE AGOSTO DE 1869.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------1-------------------------------------''------------------------. PARA DEMTRO I PORA DA PROVIICIA.

DIARIO DE PEMMBIM
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
BAO AGEXTEM:
.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para; GoocaivesA Pinto, no MaranhSo; Joaqoim Jos do Oliveira, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty; Jbao Mara Jnlio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Sita, do Natal; JoaSfetioo
Pereira d'Almeida, em Mamanguape;' Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyh; Antonio Jos Gomes, na ViiJa da Pnha; Belannino dos Santos Buicao, em Santo Anto; Domingos Jos da Cosa Braga,
em Nazareth; Francino Ta vares da Costa, em Alagas; Dr. Jos Martins Ai ves, na Babia; e Jos Bibeiro Gasparinho, no Rio de Janeiro.
PERNAMBCO.
-JF-
ASSEfflBLA PROVINCIAL.
Discurso do Sr. {aspar larum-
nioad, proHMiiri.iilo na sessao
le de junho.
O SK. GASPAR ORUMMOND :-Hontcm clieguei
-m o neu JMdru at o ponto <1:i queda Jo mi-
ni*-terio de U de agosto, que foi presidido polo Sr.
!. .carias de. fine* e Vaseonrcllos. Detentad os (tui-
tivos porque oslo, ministerio tinha resignado o
poder.
>3n. Si:,ritnw I,c. 'O actual ?
i) Sk. G Bboksio-id :O acUtal nao ; o de 3 de
agosto.
O Sr. Asapai. v. Mk i o Estava condemnado pe-
la opiniJo publica, segundo dis*c o nobra depu-
tado I I
O Sr. Silvkira Lodo :Foi por isso que me en-
gamc
O Sr. G. Brimmom> :V. Exc euganou-se por-
quo qniz en^anar-se.
INir ifieommoJ ido nao pude continuar : agr-
dogo a capa a benevolencia quo teva de conceder-
me Imje a palavra, e peno a conlinuacao dessa be-
nevolencia.
Sr. presidente, o ministerio de 3 de agosto nao
podtt gerir por inais lempo os negocios pblicos.
Assa, diiia cu, m eamara temporaria um partido
mmenso sa levantara contra elle ; acniftcies ter-
riveis eram formulada? lovando-sc a^videncia o
abvsmo s-que eonduzia o paiz. (Nao apoiados.)
m sonad i a ttuslrada maioria presurosa cor-' naQ>a garanta, so o governo desgraciadamente
< O que sollicitei da cmara, foram nicamente
os recurso* iudispensaveis nao s para acudir as
necessidades do thesouro, no que toca as dividas
que elle tem contrahido, mas ainda para conti-
nuar a guerra em que estamos empenliados.
Eiiteodamos-nos bem, senhores, nao vim a
sta cmara pedir um voto de conianea para o
ministerio actual, sei bem que nao o poderia obter,
sei bem que seria urna indiscripco da minha
parle, seria mesmo urna olensa a inaioria desta
caan : o que ped foram muios para acudir as
necessidades imperiosas do servido publico, e nes-
te ponto nao poderia eu ser tachado de indiscre-
to ou temerario.
< Nao somos, de certo, opovo mais adiantade na
pratiea du-governo representativo, e ainda ltima-
mente na Europa fui testemunha de um Tacto que
me brlificou no peasamento de que nao irregu-
lar o procedimento do ministerio, vmdo pedir a
cmara, onde tem urna inaioria adversa, os metes
indispensaveisde governo.
a O actual ministerio da Inglaterra achou-se
ltimamente em menora, foi derrotado em ama
questo importante, e declarou que pretendendo
dissolver a cmara dos communs, pedia-lhe os
me i os necessarios para poder consultar o paiz, e
em taes eircumstaucias ella nao Ih'os tem recusa-
do. .Youtras oceasioos tem acontecido o mesmo.
Se os cxemplos da Inglaterra sao de algum peso,
o que ped oo seria derairoso nem para o gover-
no, nem paraos membros desta cmara___
t Um Sr. Diputado :Se houvesse entre nos
garanta.
t O Si: Presidente do Consellio :Se entre nos
lia a tribuna uar denunciar ns erros, os defeitos
r at os erlmos desse ministerio : ,i imprensa to-
llos os das clamara contra os abusos, que em
grande escala so praticavam ; emfim, do proprio
sote do partido libe; al sahia a condemnco a.oiais
-overa, a mais soiemno contra os octos do minis-
terio de '-i de agosto .'
O Su. So\n-:s Br.vndIo d um aparto.
O Su. G. Diujui i.nu : Estas, poi', fora xi as cau-
sas que oriir naram a retirada desse gabinete, cau-
sa eonheera:u porte los aquettesqBS teom estu-
dedo a nistona poltica do qosso paiz : entretan-
to a cansa apprentc dada era a repulsa da rofe-
ri'ii'la da tan imperial nomeando senador peta
provincia do Km Grande do Norte o Sr. cousslhai-
ro de estado Salles Torres Homem.
D'isse, [orm, o nobre deputado peto segundo
ilistricwapoltica liberal tinha sij venco lora
n is comicios populares, e se de ver ir bu;ejr o
diere do novo gabiuotena inaioria da cmara, que
representara a v mtade nacional. '
Usi Sn. Dwctad :E o ministerio tiuha a maio-
ria aes cmara.
') Su. G. DnCMS ixd : PorqtlQ ra/.V) nao foi es-
perada a nova plia-c-, qu? tomara a poltica de-
jtoiStW discurso do consclheiro Octavimo, em que
se reclamara a uuidade e harmona do parliap li-
i.cral ?
O Sn. Soares Bu.v.sovo : Eu nao pcrguniei
jiorque nao >e esperou.
O Su. G. Ptti m m: -Srnhoiv?,na cmara vic-
ia, o sonador a eujo nomo foco referencia,
iioclaoiou a necessidade da iuacc^o dos progres-
-i-ta- coin o s'u; e!icarni;ados ionigosOS libo-
raes histrico-; massuis palavras uo tivcraoi
oo, peMeram-se na amplidS > do esu'co. A c-
mara t';: >rrla na i assentio a sercelhanM de-
selti. ni c liergencia, Sr. presidente, pergunta-
ivi eu .:goca a q-io n a roatado imuponsavej po-
deria chamar para organisar o gabinete que de-
via sQecdpV ao de de. agosto Iria porveoQja
procura-lu na m doria Bcci i qu na cmara qua-
triennal susfonava o gabinete dftcahido f
NiotsenNires, porque a (apaisada referenda
da carta imp rial nomeando senador pelo Rio Gran-
de do Xorte o Sr. consclheiro Salles Totffc Ho-
mem, era o'pinia p il imiuante nessa inaioria.. Bus-
i na aprven ura no lado histrico ? Tamben) nao,
i constitua urna jonoria insigni-
licaote c;ii cada urna das casas do parlamento ; o
i temis o paiz cainmharia de tropee, ca tropec.,
do qual o abysmo seria o pon) final. A cryse mi-
nistwial oa.i poda ter outra soju{90 fon da que
leve. O Luperador foi buscar na m.ioria da c-
mara victlieia o Cefa do novo gabinete. E na
verdade, conJessemus, escolhcu um eidadao, cuja
illustracao e prohijado os sens proprios adversa-
ros se "nao ainjavam a por i ; cujos co-
nliecimenlo's como estadista em materiasfinaneciras
quem fez os depuiade*, uenliiim de us pode ro-
pular-se verdadeiro representante da nagao.
Disse-se que a cmara nao nos deve dar as
armas com quo seria exterminada. Senhores, as,
armas que eu peco, de ver desta cmara conce-
de-las, sao s mojn de pagar dividas que nao fo-
ram cwtraliidas pelo governo actual, e de con-
cluir com honra urna guerra quo nao foi iniciada
por nos.
Urna Voz .E' urna guerra nacional.
t Sr. Presidente do Conselho :-E' urna gjuer-
ra nacional sem duvida, mais ao menos nao se
nos pode acousar da te la eomei,'ado.
l'i.ruiilo, entendamo-nos, nao pedi um voto
de conlianca, sei perfeitamente quo a cmara nao
poderia da-lo: o seria pueriliJad da minha parte
rir pedilo.
e A mocao epte est sfbfe mesa me parece
sufilciente.
A cmara prelende rejeitar os meios quo o
governo ilie pede Euto declare-o nessa omenda.
One au linhamus a cui)ttna(;a da cmara, eu
o sabia bem, eslava certo il.sso O que acreditra-
mos, aqu lio de que estavamdconvencidos que
nesia eamara. apezar de orna miioria contraria as
ideas pulitieas dt ministerio actual, nao haveria
quem Iho nogaase os monis, que se recenhecessem
indispensaveis para aecudir as urgentsimas ne-
cessidades do servico publico, qne ella segueria o
patritico exemplo do senado.
O senado, apezar de estar em maioria, con-
tra o ultimo ministerio, nao Ihe recusou os meius
do governo, cesteanno eu e meos collegas da'sec-
cao de fazenda que eramos todos membros da op-
posico, meus amigos, j haviamos declarado ao
Sr. ministro da fazenda que Ihe nao negaramos
os meios....
Urna Voz : Aqui nio senado.
O Sr. Presidente do Conselho : O senado tem
tambem direito como a cmara dos deputados, de
refutar nina proposta de crdito extraordinario,
ou reduzi-lo de modo quo equivalha a urna rc-
jeieao. ,
U Sn. Soarrs Brandad :Isto era muito diffe-
rente. Era um ministerio regular e constitucio-
nalmente organisado.
O Sn. G. Diu'mmond :Mas, como foi recebido o
ministerio pela cmara temporaria ?
Um S. Dkpmtado : Foi recebido com digni-
dade.
O Sr. G. Dni iimond : ponta de bayoneta.
Os liberaos histricos uniram-se, e assim vle-
ram apresentar combate ao ministerio, aposen-
tando o Sr. cohselheiro Jos Bonifacio, afta) de se
tancar na acta, a seguinto declara^ao.
A cmara vio com profundo pesar e geral
-orpreza estraulio apparecimenio do actual gabi-
nete, gerado fra do seu seio e symbolisando^ima
nova poltica, sem que urna questo parlamentar
das bordas do abysmo a que tiuha eondozido o
fatal predominio da poltica do progresso Sim,
senhores ; a verdade esta, embora ella vos nao
agrade ; ella est na conecieneia publica, e pondo
de parlo quaesquer considerandos, bemdgamos
ao chele da naci, por ter de urna vez demons-
trado quo nao para elle um titulo vo o de de-
fensor perpetuo do Brasil, que Ihe foi conferido
pelo art. 100 da constituieao do imperio.
Sr. presidente, cabio o ministerio de 3 de agos-
to, porque a necessidade publica assim o exiga.
(Nao apoiados.)
O Sn. Ahy.ithas :Cahio, porque a sua conti-
nuaeao no poder era incompatlvel cora a sua pro-
prio dignidade.
O Sn. G. Dhummond :Cahio, nao a poltica
vencedora nos comicios populares, como disse o
nobre deputado palo segundo districto, quem
respondo ; nao, porque senhores, o resultado da
rompressao nunca servio nem servir para aqui-
latar a (torea, os recursos dos partidos, e o seu
triurapho sempre contristador, sempre inglo-
rio..j
Sao apoiados ernzam-se apartes.)
> Sr. G. Dhummond :... mas sim porque
nao poda mais sustentarse ante a cmara, ante
o pastantas tioham sido as feridas abertas na
constituieao do imperio.
(Nao apoiados, vivas reclamaefies.)
O Sn. G. Drohmaxd: Sr. prc-ilonte, dssolvida
a campra^ o ministerio tere de procurar os meios
fara governar o paiz. Nao ora possivel que o alio
unccionalismo doixado pelo sen antecessor, con-
tinuasse a ser conservado Kra ja anido por eida-
di.s adherentes publica decahida, o que tinham
de ombaracar a marcha da adininislracao. Era iu-
diapensavel, pois, que a subsUtSMoao- losse feila por
aquelies que estivessem as condicoes de realisar
as vi-tas do novo gabinete.
O Sr. Soares Brandao :Sim, sonhor ; mas de
outro modo.
O Sr. G. Drummond : Nao fallarei das outna
provincias ; e limitar-me-kei a de Pernambnco.
Quera foi nomeado primeiro vien-jirosidente d'esta
provincia ? Foi o Sr. desembargador Francisco de
Assis Ferwra Bocha, magislcadn distinelo pela-
suas luzes e pela sua probidad'); um dos eraa-
menlos da retacao d'esta provincia, res|ieitndo
pelos seus proprios adversarios. Km tostemnaho
de verdade deelararam os deputados progressslas
e liberaesdo Re Grande do Sul na cmara qua-
tneimal, qne elie como presidente do Rio Grande
do Sul, nao tinlu sido reactor, lendo por norma
ca mida mais fee do que recomiendar ao3 dele-
gados do poder executivo as provincias, que te-
uliam em vista osle iuteresse naoional.
Sr. [iresklente, o aviso do ministerio da justica
nao pm obstculos s assemblas prorinciaes no
exercieio da sua attribuicao de legislar sobre a oV
viso civil o ecclosiastica. porque quando mesmo
o presdeme da provincia neg.isse a sanecao a-
qualquer lei qne a esse respeito. fosso feita pela
assombln provincial, niio. ReaHa esta privada do
direito de approvnressa lei por duns tercos, quan-
do de novo fosse submeiida sua deliberaran).
Um Si. Dbputado :Ficaris privada, porque o
governo-declarou que as comarcas nao seriam-pro-
vidas.
O-S*. G. fimiMMoxo :Nada temos com islo. Sr
presidente, porque o (acto de erear comarcas, nao
traz como consequeucia neaessana a do poder
eKeeutivo dar-lho iinmeiliatainente os juizes, se-
iftelliaote ohrigacao nao se deriva de lei alguma.
Ua"Sn. DepnTvon :Isto nao defeca.
O S*. G, iilshiond :Nao 6 defeza? Assim o
diz o nobre deputado, porq e a rertigem poltica
faz desriar do b.nn caminho : entretanto, en ron
citar urna autorolidu em taes materias para mim
de subido appeoo, autoridde qne os iwbres di-
putados nao qure n por em duvida em face do
seu netnal lilieralisno. ReHro-mo ao Sr. corts'e-
Iheiro Zacana;de Gocs c Vasc.mcellcs.
Sr. presidente. Un IXtiU assembla provin-
cial do Cear elevou a athegorta de comarca o
iremo de Aquiraz, ciuiiiH-enenilend i o de Casca-
re!. Esta lei foi sanecionada : entretanto a co-
marca nao foi provida, o o Sr. conselheiro Zaea-
em 29 de fevereiro de I8CI ordenara ao presiden-
te do Cear, que apreciando cuidadosamente as
razes que so deratn para a sanecao de semeHian-
le lei, nformasse se era conveniente on nao pro-
ver a referida comarca ; o ainda em 7 de julho do
mesmo anna a mesoia exigencia foi de novo feita
ao relerido presidente Lerei a casa ambos os
avisos : ei-los :
Aviso de 211 de fevereiro de 1864
t Tendo o. antecessor do V. Exc. sanecionado
um projecto de loi, approvad) pela assrmbla le-
gislativa, elev.mdo a eathegoria de comarca o ter-
mo de Aquiraz, enmprelieniltR'lo o de Gascavel,
por entender que era muit i exten-a a fomir-
ca da rpita) dessa provincia, a que perlenciam
esses rmos, tornando-se quasi imiwssivel que o
juiz de direito e promotor publico funecioivissem
regutafmente nos quatro tewws mais lisiantes
uns dos-ontros ; manda *. M. Impemlor que
de seus actos a jnstica, apreciando o mrito em V. Kxe. apreciando cuidadosamente as rzes quo
qualquer dos lados polticos em que estivesse.
O Sr. Lopes Luchado : Que elogios foram
estes ?
O Sn. G. BninnlMn :-Procure Mr os armaos
da cmara dos depuiadus, e tora a resposta a sua
interpellaco.
O Sn. Lophs Machado : V. Exc. quem os
dere apresentar, pois que quero est fallando.
Sn. G. Dri.jimokd : Meu nobre collega, pon-
en tenbo dite at agora, que nao seja ojuizo critico
dos liberaes apresentado no parlamento, qur al
respeito da publica prooiessista, qur a respeito do I uitfie as razo >s une
Sr. desembargador Assis. O meu discurso ser tro lei la.lriaphalfm asseu
presso ; V. Kxe. peder confrontar o que eston
dizendo oom o annaes que me retiro. Quem foi
o segundo vice-presidenie nomeado f
Foi o Sr. Ur. Manoel do Masciment Machado
lia. pernamliucano distincto, urna das no-sas en. iwraoofl a san
se deram para tal san -cao, iUftM a este minis-
se convm ou nao. prover a referida comar-
ca i
Aviso de 7 de janlio do 1861.
Nao tendo essa presidencia at o presente mi-
nistrado as infonnacoos qne por aviso de tJ de
fevereiro ultimo foram exigidas por ordem o 8.
M. o Imperalor, manda *nmim Augusto Senhor
que V. Exc com ugmeta ksetan bsta repr-
tela se convm ou nao prever a comarca de
Aqtiirai m'ssa prorinr.ia, apreeiaml. aidtdosa-
miluaiM.il para a s ue"; da
o oviueial qu
tai e ..liaren.
Uu Sr. D*utado:Por naen p 11 ser sus-
p loaos os actos do p lev legislativo provincial f
O Sr. G. DntrvKogta : O pie-i tunta da proviu-
E
eram rneyahecid porto is, o at admirados pe- vm provocado ai queda de seus antecessores.
I proj lente do conselho Zacaras na ca-'
mar ijnworaria.
Es;e roi o venerando Sr. visconde d.)
HaboraUy, afrontado ja pela opinia publica, como
nico capaz de salvar as linancas do paiz.
Si, verdade, Sr. presidente, o Sr. visconde do
y, : cetan lo a misso quo Ihe foi confiada
pela coime orgapisaudo o ratnitterio, caitvidou
para ipanheros a cdalaos dislinctos pe-
lassu.s lu/.e-. pela suajfcprafidlde, pelos seus
..ervieps, pela sua dcJiacio a causa publica.
i Nao ,'.o ii ..i .)
O:. ounisVerio, apresentou-se antes a
m
auTri
seria isto confundir a dedicacao
.amara temporaria, nao p^npedir o apoio, como
[nnon u nobre deputautrp"lo segunda dstrc-
11; nao porque
loa amig* com a submissilo de escravos, como
.sse o Sr. couselhciro Jos Donifaca, au porque
seria eraalhanie procedimonto improprio da d g-
mdade Jo nohro presidente Jo consela >; mas
sim solliciiou meios para goreroar, os recursos
o para acudir as necessidades
I) th-is mro, como tambeui para a conliimacao da
..Uei e o paiz eslava empenhado, e para
ul nao ti aba cop.ooitJj o partido conser-
^^Hb poruut peds um voto Je conlim^a a
aria ; mas sin; praticar aquillo que
gidos pelo syslema repre-
, 'tativ i continuo sucaedo, como por exemplo,
na Inglaterra; e baja \sU o procedimonto du
pela cmara ltma-ient: dssolvida para com o
miniaorio que pretend la, chaj vista o
erocedimenu. do Adiad) brasileiro para com o
gabinete de 3 de agosto e seus antecessores da po-
litica progresista. .
Eu leret a parte Jo Jiscurso do Sr. visconde de
Itaboraty, e menormente ti-ar reconnecida a
WKuteds Ituborahy (presidenlo do con-
.................................
....................-----,v*--.-
laala.b como vai a sessao, c tenaro nos
Cu ou: urgente,de tratar de leisde
H^kie ita decretar o Je recur-
upcriosainentc para aeudi-
i thesouro u-ra contrahido
ira e dignidade a guerra
fichamos empentados ; sendo, Jigo,
^aHHl mais urgente de todas
que nao nos resta tem-
Jp-i^ra tratar de oatro objecto.
N>hijo, tentares, reclamar da cama-
; to d aa ministerio outras
is como um derer que
;ue nos acharaos, e que
i no.
imora Jos Srs. Jepntados.nao
^^^fc de qi'e carece para
'o do Brasil, e para
o thesouro tem con-
a palavra, nao para cn-
1 agnado ; mas para
tomm palarras que pro
A miga sincera do systema representativo, a
da monarchia constitueional, a cmara lamenta
este faci singular, nao tem e nao pode ter con-
lianca no governo.
t Sala das sesses, 17 de julho de 18(18. Jos
Bonifacio, o
E o Sr. conselboiro Ottoni, declarando solemne-
mente-quo o seu voto seria nogando pao e agua, e
que se poJesse negara tambem luz^ e ar para a
respiraba.
estas condicoes, Sr. presidente, o ministerio
apresedtta i coi-da o estado em quo se achavam
os negocios pub eos, e a attitude da cmara ; e a
corea comprehendendo que eslavamos a bracos
com urna guerra terrivef; que as nossas retacos
exlernas cstavain estremecidas ; que as nossas
linancas eslaya* abaladas...
Q r. So\iu:s Hiianoao :(Apoiado.)
O Sn. G. Dl'immoso : ... qne um dficit ex-
traordin*flo pesava sobro o thesouro ; quo os re-
cursos de imposto* ja estavam quasi esgoiadus;
que o papcl-moeda j nao pedia ser aceito sob pena
de completa ruina da fortuna p .blica e das parti-
culares. ..
0 Sr. Rugo B/ntnos:E o novo ministeno emit-
tio quarenta mil contos.
OSa. G. Dritcmond :... conhecido que o
partido progressista nao poiia mais continuar no
poder, porquo todas as suas promessas tinham ti-
cado em realisacao, ante o dilemma de urna dissn-
inco da cmara, de destilmcao do ministerio,
acetou o-primeiro al vitra.
0 Sn.- Sit.vKin.A Loro :Porque vio que iam
principar a realisar-se essas promessas.
O Sn G. Drummond :Iam principiar a realisar,
diz o nobre deputado. Pois os seis annos em que
estere no poder o partido progressista, nao era
espaca sufflelenie para mo se flzesse urna s das
lie aprogoadas reformas t
Um 9r. Dm'TADO :No estado emquese acha-
va o paiz nao pedia.
O Sn. G. Dn'MMOND : Por ventura o partido
progressista quando se abri o parlamento do 1
de Janeiro de 1863, nao continha^ urna maioria
c.onsideravel, tendo eotno apposico apenas, um
peque.nogrupo de conservadores, o alguns poneos
membros da familia progressista que nao estavam
contentes pela raaneira por que tinham sido geri-
dos os negocios pnblicos nesta nossa provincia T
Um Sr. Deputado :Nos primeiros dias.
O Sr G. Drummond -.Sena por causa da c-
mara vieialicia t Nao, senhores, porque a cmara
vitalicia nem negou ao ministerio os meios de go-
vernar o paiz, nem por culpa sua deixarum de
ser lransf)rmadas em leis as pretendidas refor-
mas, apezar da maioria desta cmara ser adversa
a poltica do ministerio.
Em faco do que acabel de dizer, o que, pois,
(Ira como digno de censura no acto da dissolu
cao t Porventara nao foi esse avsto o exercieio de
urna das altribnicees do peder moderador, que
a guarda e equWbrio dos ontros poderes ? Por-
ventnra aSelaeSo de de nato dei!863 leve
moftvuto mH instes do que a de 18 de Julho le
- 18681 Porvenlura a dieaelurlo nao era no caso
nma neeossmade palpitaw para salvar o imperio
illustracoes, de una vida san mancha, tendo mos-
trado no exercieio da ardua tarefa que ihe foi con-
fiada, a maneira rfer quo se administra urna pro-
vincia com (o.la a moderaro, respeitando o direito
de todos e tondo em vista os principios de rigo-
rosa justiea.
Sr. presidente, o Sr. desembargad .r Assis as-u-
mio a* redeas da administracao desta provim-ki
no da 28 de julho do anuo passado. Antes, po-
rm, de entrar na apreciacao dos capiluloi de ae-
eosai-ao dirijiidos pelo nebro deputado pelo segun-
do districto a esse presidente, permuta me V.
Exc, Se. presidente, que eu responda ao nobre
deputado sobre os aclos praticados uelo ministre
da jii-iieA e do imperio, que elle julgou atteula-
torio da constituieao e das leis.
Tres foram astas actos : o primeiro a declara-
cao de que tinham cessado os poderes dos eleilo-
res feitos nesta provincia em 28 Je junho do auno
passado, para preenchimento do unta vaga de se-
nador ; segundo a circular do ministerio Ja jos-
tica aos presidentes para nao sanecionarem lei
provincial creando comarcas ; e olerceiro o aviso
le 16 de seteinbro, declarando quo as assemblas
provineiaes n;i. poli mi crear o logar de ajudante
do procurador das cmaras municipaes.
Declaro que nao tenbo c>raheciinrnt 16 de setembro ; e nao tendo o nohro deputado
otl Tccido ao nosso conhecimenlo este aviso, que
so nao ha encontrada na olloecao, nem feito con
sideracao em ordenia e)iihecer->e as razoes que
levo 'ministro da justiea para expedi-Ia, deixo de
responder nesta parle. Q.ianto ao primeiro devo
Jizer-vos, senhores, que o negocio est affecto a
cmara Jos Srs. seiudores, onde a ultima palavra
tem de ser proferida, a qual ser a approvacao ou
condemnaco do acto ministerial, sendo para M-
mentar qu'e esta asscmbiaestigmatisassa lo in-
conveniente e precipitaaaoienieaquolle acto, arro-
gando-se o direito de dirigir representacoes aos
poderes geraes sobre tal assuinpto, qit'iido alias
neniiun liie assisle, nem e?sa atlribui^o pode ser
derivada daquolla que llie determina velar na
guarda da con-tituico e das leis, e para fir-
mar minha opinio, eu lerei o que na cmara qua-
triennal disse o Sr. con>elheiro Zacarias a some-
lliante respeito.
O direito do representar sobre inleresses ge-
raes, que parece derivar-se da attribuicao de velar
na guo e das leis, as assem-
blas provineiaes o nao tem na escala que algn,-
osupp m.
Combinados os arts. 9 e 11 S 9 do acto ad-
dicional, com os arts. 81, 83 a 88 da constituieao.
resulta para ouitos, e eu sou desse numero, que
as assemnlas provineiaes nao podem dirigir re-
presentacoes sobre inleresses geraes, seno nos
termos precisos do art. 81 da constituirlo, islo c,
a respeilo da exeeucao das leis.
Aguardemos, pois, a deciso quo houver d
proferir em sua sabedoria o senado brasileiro.
Quanto segunda qnesloa de creacao de
comarca,en dire ao nobre deputado que nao
vejo razo para a censura por elle levantada.
Senhores, nost aviso o ministro da justiea leve
per flm aconselhar e instrnir aos presidentes de
provincia a manein por qu deriam proceder nos
rasos referidos no avioo, porque, como todos nos
-abemos, do faeto da creacao de urna comarca nao
resulta a obrigaeao para o governo provn-la de
juizes inmediatamente; porque isto d privati-
va competencia do poder executivo. Os interesse-
das provincias estoliyados aos do imperio ; e es-
tilo porque a cada prosjncia Ihe est subor-
dinada ; e tanto isto verdade, que as nossas leis
podem ser revogadas pelo poder legislativo feral.'
Os cofres pblicos estao sobrocarregados de en-
cargos quasi insuperaveis, muitas vezes filhos de
convencoes e de conveniencias partidarias. Deye-
mo* entender, Sr. presidente, que e- Brasil esta a
bracos com urna guerra mortfera, e mais de que
nunca precisamos de dinheir para a sustentacao
d'esta guerra, em que esta empenhada a honra
nacional.
O governo geral nao- pode deixar de ter em
muita considerarn, boj meis- do que ntm-
ca, a economa do* dntieiros pblicos ; e o
ariso cen Mirado-pelo notore depatodo pele con-
trario, digno de ser lontadu ; o ministro da just.
Um Sn. kpltado': O'conselho de estado
[.o le |
O Sr. G. Din mmom) :l'are-me. que nao ; e
muito i.euos revoga-los. porque, isto de eom-
[."'.-ncia ou da propria assenibla, ou J.v poder le-
gislativo geral.
Um Sn. Dupi tado : O nebro deputado respon-
dendo a MtjpBAa, rnfettoa o sen proprio argu-
mento, porque se s o pode legislativ o pode re-
vagar as l.'is provineiaes, o ministro da BStifea
;,'.!isou.
O Sn. G. Din MMo.N-a :!Vr I i >. enlrearevogacao
de urna lei provincial, e nao preencliimento de urna
comarca, ha salientes diversiiLnles.
O Sn. Lopes Machado :E como Jiz que os ca
sos sao os laesmo- .'
O Sn. G. Drum.mo.nd: Jj vejo que nao me fiz
compreh ender.
Senhores, o Sr. consclheiro Alencar, nao pri-
vn a assenbl i provincial de J:rcito de crear co-
marcas, noni o poilia privar, porque esse direito
Ihe'foi conferido pelo art 10 Io do- acto addi-
cional. .
S. Exc. nicamente tendo em vista economisar
os corres pblicos, e nao sobrecarreia-los de des-
pent com creacoes de comarcas, mudas vezes li-
llias dos inleresses pariidarijs, declarou HM presi-
dentes da* provincia*...
Uma Voz:Orden..u.
O Sn. G. Diummond : Instado.
Um Sn, Disputado :Ordeno1 i.
OSR.. Dkummond : Acceito a palavra. Or-
denou enlace das circnnistaiicias cutios Jo paiz,
q nao sauccionasse leis creando c .marcas,
mas este conselho, instruce/ao ou ordem como
queremos nobns deputados, deve ser entendido
em seus ju-tos termos quando nao luja penosa
sidade, que reclamo semellianle ci cacao
O Sr. conselheiro Alencar ammiou estar medida anda por mais esta razao, pm esa(
O Sn. G. Drumhrid: Em segundo lugar nao
me parece motivo serio para eslranhar, e mnito
menos para se censurar o se demiuirem duzen-
(as ^tantas autoridades policiaes em nma provin-
cia em ponto de guerra- preparado pelo partido
decahido, e que tinaa para mais de 500 ou 600
empregados dessa ordcm>, filiados todos dessa
poltica.
(Ha um aparte).
0 Sr. G. Drummond :Disse porr, o nobrv
deputado : nao censuro pekis demissoes, mas sim
lietas nomeaces.
Sr. presidente, muito men"S razao teveo nobre
deputado para antorisar com a sua patarra tal
censura. Nao ignora S. Exc. que muitas vezes
um presidente de provincia nao pode conhecer to-
das as loealidadades, e as pessuas aptas para os
cargos policiaes; tem necessidade de receorrer as
informacoes, que podem muitas vezes lvalo a
nomear a quem por certo nao o fartase por ven-
tura conhecess Um presidente de provincia, se-
nhores, pode ser sr Iludido, romo posso eu, o
nobre deputado, c todos nos. o que cumpria ao
nobre depatado demonstrar era que o Sr. Assis
Bocha tinha conheciineiito dessas pessoas, c que
apezar dessaconseiencia Ibes tirina entregue a ge-
rencia da polica as diversas localidades; mas isto
o nobre deputado nao fez nem poderfazer; por-
que as nomeaces feitas por este dtstincto admi-
nistrador, nao se encontra uma s- que tenha re-
ceido naquelles que estivessem carecidos de ser
policiados.
Isso-de eerto, senhores, pertence a outras po-
cas, em que at os condemnados eram ajiroveita-
dos como aqui demonstrei.
UuSn. Deputado : S mostrou um.
O Sr. G. Drummond .Mas diga-nos o nobre
deputado, quaes foram esses criminosos nomea-
dos para os-eargos policiaes?
(Ha um aparte).
O Sr.G. Drummond :Senhores, 1 i ludo quanto
se escreveu a tal respeito, vi o escarceo levant i-
Jo pela imprensa contra a nomeaeo das autori-
dades policiaes, o sem medo de errar posso ga-
rantir que todas as queixassc reduzjrara anomea
:o do Sr. Jos Osario do Mello para subdelegado
Poco, o do Sr. Luiz Maranho- para delegado
de Pih d'Alho.
0|Sn, Amarai. r Mei.i.o :Seria real aqnelle pe-
dido de (Iemi-sao do teneiienle-coroiiel Maranho.
O Sr. G. Drummond:Elle que Ihe responda,
lisias foram as noinoacSes que deram lligar a
grita da imprensa, e as qteixas qne hontem
ouvimos do nobre deputado pelo J districto.
(Nao apoiados.)
Se nao assim, o nobre dpputado declare os-
nomeSi e denuncie pro\ ncia quaes os roes Je
polica que oceupam us cargos potciae.
O Sn. Lotes Machado : Eu o farei.
O Sn G. Drummond :E eu comproroetto-me a
responder-lhe.
Sr. presidente. Fallarei do subJelegaJo do
Poco.
Foi-lhe attribiiida uma ranrte : negocios de fa-
milia, cujos segredos nao quero e nem devo pe-
netrar, e que ninguem tem o direito de traze-lo
ao tapete tiesta casa: negocios de famdia, repito.
esiiomlos de honrada .que niuguem se devo jul-
gar sent, levaran) a esse eidadao ais triliunaes
do paiz par i justificarse d'uma mpntaejU crimi-
nosa. Foi julgaJo innocente pelos iribunaes su-
periores do imperio, boje nenhum misado Ihe pe-
der hincar em face essa aecusaco, sem iucorrer
n'um orine : entretanto, quer o nobre depulado
quo pO* esse faci o Sr. Jos Cosario Je M.-llo li-
vesse nma conJemnao eterna, Picando inhibido
de exercer qual |uer cargo publico. Por ventura
eu e o nobre deputado estamos isentos de coni-
ni'tler erim-s quanlo os estimulo* da honra nos
leven at esse destacado ponto? Onde o nobre
depulado encontrn em nossa legislaco disposi-
cto .|ue aulorise a inhahilidaJe para os cargos
pulilicos para aquelies qne com ou sem razo
tennam solfi ido ou sobre ellos pesein alguma ae-
cusaco criminosa Jas quaes tenhanv siJo absul-
vidos?
O Sr. Lopes Machado :E como censura qua
os gales amnystia tos pelo poder morador fossein
defender a honra nacional?
O Sr. G. Drummond :A questo diversa;
nao ha paridad O que censurei foi o contracto
torpe do governo cuto os criminosos.
OSn. Loan Machado :Torpe .v Foi S. M. o
Imperador quem conceden a amnystia.
OSn. G. ai:.\iM0ND : Conceden, perdo firma-
do as inforuiacoes de seus ministros. Nao U iga
o nobre deputado para a dbwnstte a posson do
Imperador, que inviolavel e sagradas, e nos deve
merecer loda a veneraca i.
(Ha um aparte).
O quo eu censurei, senhores, foi que se con-
cedesse o perdo a condeainadS, daudo-ihes em
troca a arma da naco, porque esses homens sa-
bidos da ultima carnada da saetedado, anda con
as naos tintas de sangue, nao podiam ser inspi-
rado- por es-e patriotismo qua na guerra actual
teem feito tantos martvres, tantos hroes.
Um Sn. Diputado:Mas *a o quo o governo
distingui entae os condemnados.
O Sa. G. Drummond :Os velhos d. s magos b
odiosa
para todo o imperio, o sr. consclheiro Zacaras
referio-se a provincia do GoBSt. E pois se ve
que o primeiro, den o parecer em que tirmou-se
o acto do *egundo : o, primeiro mudadas as sce-
nas, um daquelles que qu.'.liica m mesiiii
providencia como acto de al)Soluisaio. Assi.u
enrr. ;n au cousas de-te mun.l) II I
Ja v. ppis, o nobre depatado, que os casos sao
idnticos, com ae pequeiias ateracoes que eu aca-
apontar.
Eis, pois, Sr. presidente, o que tenbo a aizer a
respeito destes fados referidos no manilosto do
eoutro liberal a que o nobre deputado nos repro-
duzio verbal mente eon i> aeresimo do que era
peculiar a esla provincia.
OSn. Soarbs Bra.noao:-So fallei destes tres
factos ?
O Sr. G. Drummoxd :Foram os que constitui-
rn) o capitulo da aecusaco contra a administra'
cao geral.
OSr. Soares Bradao : Nao estava inhibido
de reproduzro que vem no manifest ; mas pare-
ce-me que apresentei muitos oulros factos.
O Sn/S.: Drummond : Sr. presidente : vou
tratar agora das queixas contra o Sr. Assis Bo-
cha, a conde de Baependy.
Sr. presidente. O que fez o Sr. desembargador
Assis Bocha? Demrro, Jissc o nobro deputado,
lodos os delegados, todcs *os subdelegados, todos
os promotores.
OSn. Sbares Bn.AND.ui -Nao dtse assim. __
O Sr. G. Drummond O nobre depilado* nao foi
justo nesta parte. Pntneifament, senhores, nao
ha motivo para censurar--o que nn presidente de
provincia busque para M cargos do couuanca,
pessoas qne tenlram, atra dos predwados neces-
sarios, a mesma sahdariedade que elle em prm-
eipws politieos. porque isto. senhores, nao impor-
ta sean eoltecar-se em pos'?*0 (te NP Poer 8o"
vernar a prdvinia.
O 8n. 8.>*rr Brandao:Nao o censure* por
isto. ....
OSn, G. DnoMSiom -.-Batsarc'ederaithr delega-
dos e subdelegados e mais empregados de conlian-
ca, nao o mercenos, o* mean serta inepcia '
sr. desembargada
pnrqoe ser
O Sn S. '' *fo censurei por
isto.
aquello acto 6 digno de severa ce
f\ i i nrrj Vfinitini .^>
rorain?
O Su. Lopes Maciiadj -.Sabe O Sn. G. Drummond -A idea to\ da governo.
Em lini, Sr. presidente, saika V. Exc. e o nobre
conseguido nada ma restava a faxer. O .
tado das indanaeoe pohcia*s, Sr. pr.-sidente, fastas.
pelas proprias autoridades do partido prognosis*,
dao testemuiilio solemne da falta de ba-e para a*-
iribuir-se ao Sr. tnnean-curwiel Maranho o
outr'ora se tinha feito. E como em feo do nie
eu tenho dito, pretenden o nobre depu'ado lanzar
uma censura tae virotenta ao vice-presidfta
Jcsla provincia V
(Crusam-se aperts)i
O Sr. G. DrtmKONd :ir, presidente, entae
oulros factos, oimo nobre deputado polo 3a dia-
trielo aecusar coi toda a energa ao subdelegad
da Victoria.
O Sr. Abaujo Brutrao: Dli imo aparte.
O Sn. G. Drummosd : Para que tanto se incen-
dia em raivas ? O nobre deputado, bascado lt-
eamente em sua palavra.- nos disao que ease ho-
mem era um grande criminoso e nos aponan o
fado de una lottra.
O Sn. Abaujo Beumo: E am laclo real, de
que ha testemnnho.
Um Sr. Deputado : Eutid elle Jempre oucoho
a lettra.
Outro Sn. Deputado :Nao chegou a engollif.
U Sb. G. Drummond :En-vou tor-nar patento a
sem razo com que o meu naDre coHega invonlr
vou a essa aulordade.
O Sr. Araijo Beltrao :H teatemunbas de
vista.
O Sn. G. Drummond :Qua'nsad ellas? Senho-
res, ao jazo parcial e apaixoMdo do meu nobre
collega, cu vou antepor o juizo aulorisado de um
magestrado distinclo pela sua honradez. Befiro-
me ao Exm. Sr. desembargador Jos Felippe do
Soalza Leo (apoiados).
Pesso Ucoa/ca para lor o previmento- profeiido
por aquello magistrado em uia recurso inierposto
lelo subdelegado a quem me tenho aHudido no
processo que so Ihe insUiurou por seiuelhante
fado.
OSn. Lopes M-vchado : Heeurso nao justili-
cacao.
(Crusam-se muios apartes).
O Sr.G. Drummond :Nao possivel disulir-sc
desta (orina. Deixein-mc 1er ao menos o provimen-
to, e consintain-nie que eu me explique.
Sr. presidente, cinco processos curante b do-
minio pi'ogressist;i foram instaurados confra esso
suljJelegadii, e por esto fado : Jous tiverem ter-
mo lTn.il em vi-tudo Je babeas corpas concedido
pela relaeSo do districto ; e trez na juizo de direi-
to de Santo Anto e:h grao Je recurso.
O Exm. Sr. desembargador Jos Sellppc do Soti-
za Leo, em seu douto proferidono ultimo recurso,
decidi que nao haviam pravas da cramiiialidaJc
do recrrante ; que as testemunuas Jo vista eram
perjuras; quo deixava de mandar preceder cri-
minalmente emra ellas por ter o recrrante dado
a sua queixa.
Um Sr. Deputado: Isto nao qoar dizer que
elle nao tivesse engolido a leltra.
(Crusara se apartes).
O Sn. G. Drummond :Quem assim db^e foi
um magistrado que se nao detxou levar pos cuasi-
deracoes estranhas a ju ipio Ihe estava alTccta, emlioi a fosse Je um adver-
sario poltico.
O Su. Lopes Machado: E" um juizo que su cir-
cumscreve-s pravas dos autos.
OS*. G. Dbcmmond : Pois bem : se nesses au-
tos em que a verligein partidaria, tendo todo o n-
teresso de estampar as faces daquelle subdelega-
Jo o ferrete Je criminoso, em urna pocha om
que dominava e Jispuulia Je todos os recursos.
nao o pode conseguir, a consequeucia a Jeduzir-se
ser -que semelhante tacto cao se CS -e ludo
quanto se tem feito e tem se dito nao mais nem
menos do que o resultado das paixoos, dos odios,
Jas vingaucas mesquinhas,
O Sr. Araujo Bki.th ,o -. R-o fado da casa dos
orphos ?'Tenlia a bondade Je Jizer, porque sen-
do remettida ao ehefa de polica tuna peliijo com
documentos estes desappareccram.
O Sn. Soares Brandao : E' bonvler o prov-
mento.
O Sn. An.\uj.i Beltrao : O que exacto que
existem teatemunbas que presenclaram. o fado.
O Sr. G. Dri mmond ; Aponte. O que 6 cxaito
c q-ie essas testemnnhas Je que falta o nohro de-
putado j depozerem cm juizo, sobre seus depo-
mentosj honve apreciacao do juiz Je direito,_e
apezar de 5 ou 6 vezes reproduzida a hnputaQao
nao pode ainda prevalecer.
Uma Voz :Ainda pode ser processado.
O Sn. G. Dr.t-.MM.iNO :Sem Juvida, at qne se
renlique o noio bis in ijem de cuformidado como
que dtspoe o art. l'it da constituica* do imperio.
Proviuwnlo.
. Dou provimenlo a. recurso a folbas setenta e
nove verso, para despronnnciar como despronun-
cio o recrrante Joo Floreniino Je Gees tiival-
cantl O art. 270 Jo regulainonto n. 120 Je 31 de
Janeiro Je 8i2, permitte qiw ejwofiaio ou per
meio Je queixa ou denuncia, ss-instaure srguudo
processo para se conhecer Je quilquor delicio>
uma vez que no primeiro nao se tenha podido des-
cubrir o seu autor, e quando nao tenha decorrido
o tempo que a lei exig para a prescripc. O
aviso de 23 de dezninluo de 18S* determina qu*
o processo s poder ser repelido contra o reo- des-
pronuneiado em grao do recurso, ae contra elle
novas fcovas apparecerem. V-se a folrsi 1" ver-
so, que Victoriano Jo~ Vieina, queixou-se do rt-
corrente perante o subdeleido desta cidadapelo
dcdTm o'' rSSlTmm te eludid. mema lado W"W agora denunciado por Vi-
u ai ll auo qu.. i (i la ja a ijue ,-,,_ ,.,,, a panl.i R,.T.prr.i meante O miz auno, con
ocote de Paula Bezerra penante o jma aqno,
se v a II. 16, e sendo o recrranlo pmuiwiciado
pelo sulMlelegado, como se v a II..., fui a pro-
nuncia reformada pelo aiz municipal a 11. 67, o
confirmada a despronuneia cm grao de recurso
pelo, juiz de direito interino como so v a n. 70.
Pendo sido assim julgaJo o processo, nao poda o
remrente ser pronunciado no processo insuma-
do por denuncia de Viaenlo Je Paula Bezerra, se
nao a vista Je novas pravas...
O Sr. Lopes Machado :Eis ahi o fundamento.
O Sn. G. DRUMMona :Deixo-me acabar de ler.
... o que nao se v neslcs anios, porquo a pn-
meira testeraunha Juaqumi Auruliano deCaivalho
o a terceira Amerioo Brasilien.se Cav.ileanli de Al-
buquerque, quo ju/aram da vista no imdcosso, nao
podem merecer cieilito, porque a prinieira (Joa-
iiuini Aureliano^jura que sendo caixeiro de ven-
da do Manoel Jos l'ereira Borges nesla eidao>v
vira em um dia de sabiNSo do inz de marqo oa
abril de 1852, o recrreme na casa do pai, no pa-
leo da feira desla cidade, tomar um papel a un
homem que me disseram chamarse Vieira e ras-
gar, e soube- depois por Ihe Jizer Paulo Camino,
que o papel era um lettra di quantia de oduW>
em uma Ja admuislrae->s passadas foi conuida-
J.i para exercer cargos- policiaes que nao accei-
tou. (Nao apoiados i.. -
(Ha um aparte).
OSr. G. Drummond; O segunJo ficto, ro a
nomeaeo do Sr. tenente-coronel Luiz Maranho.
Pergunlo ao nobre dei>u'adoqual o crirae de-se
eidadao ? Lcmbro n. Sr. presidente, que o Sr.
conselheiro Silveira Lobo quando nos leu o seu re-
latorio na sessao d 1867, nos disse o segura te.
fallando da soltura de diversos roe rutas da cadea
de Pao d'Alho: .
Depois- desta seena de canbalysmo, refutua-
ram-se seus auturos com os presos que haviam
sollado, as matlas dos engenhos. AloVia e Barro-
cas, pertenconJe ao tenente-coronel Luiz de Ubu-
qnerquo Maranbi. a quem a opinan publica at-
iribuea rospua-abilidade de taes atlentados, e uv
digita como chefo que reuna, mamnba a alimen-
ta va taes dscolos e criminosos.
E afflrmava-nos tambem. que a autoridad com-
petente oceupava-se da formacao da culpa, e era
de crer qne o processo trouxesse ao mandes o
quaes fbslemos culpados. Se esUs palavras do
oVn5i?aM.^ fe 'er'en,e jffiS
- -- nienle d um cavado que desappareee de na
Assis Bocha.se o nao
anteracoa e tropeees
do
tixesse
sua
pena e colpa, ha una consequ-ucia a tirar-se se-
nhores, da qual o nobn*dopotado nao pode fugir :
ono Sr. tenente-coronel Maranho nenhuma par-
te leve nos negocios de Pao d'Alho, ou o proprio
ohefa de polica, e mais autoridde* encarregadas
do descobrimonto da verdad.1, foram eomplascen-
tes para cora ello, o que digno de severa censura,
por ser o dasvio do cumprimentodos deveres, com-
plaacenoia que a acreditavol, j pela posieo
adversa que ocrupava nos npgocios de Pao d Alhe
o Sr- tenente-corons Mnranho poltica progres-
Jsta hoje hberal, jacsftnalmente pelo desojo reve-
- lado peto proprio praaijajito da provincia de com-
fometUr a esse aidanMstincto.
Senhores, sejamnAjftMos. O fado atiribuido ao
Sr. tenenle coronel Maranho constituio uma ar
curral do recurrente, ao passo que consto da jus-
lifiMoao a fl. 49, que a lesiemunha nao estava a-
quelk> tempo nesla cidade, e nem era canoiro do
Borges, o a jnsliaentjio se acha enrreborada pela
declaraco a fl. 9 v do commendaJor Franca, ne-
gociante cstabeleaid na cidade do Recite, feita
debaixo de juramento, Ja qual consta qn a pri-
meira testemunha entrou do caixeiro na casa com-
mercial dirigida sobre a firma de Franca A trraaa
em 3 de fevereiro de 18W, e sahio no dia 3Q da
junho do mesmo nno, assim como que duiaads
esse tempo nao ven-elle a asta oidade, o a dwaa-
raco do eommendador Franca, encontra ape
nos recibos passados pete propria testemantia dos
ordenados que Ihe foram pjgos. cerno nj; n.
ma ponlca jpgnda"piiUVdmtaistracan da provincia I ii a fl 13, aimla eocontilpoip a ^'""^L.
par a conquista, ejeitoral. passaft ella, o ftm | dita eommendador uos asswitos dos litros m>
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HIGtVEl


Diario 'de Pernambuee Quinta fetro 26 de Agento de 1869.
casa, como so ve Vejrlido a n. Hii a tercei-
rote a^nevio
en man, la hem, do
anno de t recurrente
rasgar um patM, pe um Itomam de nomo Vieira
trazia, tpm lAnmeram aOrsflHRiru de ti).
pasuda ente ou seupai,. e que. eslava
presente J uraliano, que a priineira les-

temunha, ad passo que. com exuberantemente
est privad i, J >aquim Aureliano uio eslava nesse
temo ne-ta cidade, isto em marco ounbril de
lUaVluo sera duvida a poca a que a lestemu-
ntia alludo, por -era que a primena t-istemuuea
dcsguo:i em son deprimente, e se a testomu-
nhajura falso neste punbyiia'o pode ser aceit>
OOU juramento como vindica, quanto ao niais.
Aaegunda lestomuftha juroo no primoiro proces-
so, que fui julgado improcedente, nao podia ser
adrnittida neste (segundo), por nao ser nova prava,
a vista da doiurina do aviso nudo, e por isso o
seu depuincnto que ja fo despresado no primeiro
pivctsso como defeituoso e inroncludento, nao po-
de ser recebido ueste como valioso. A quarta tes-
teraunba jura do ouvir dizer a priineira, c sendo
reputado fal-o o depoimeoto da priineira, nao ple
fazer prova o desta. A quinta lesteuiunna jura de
odvTf aizer a Jos Thomaz Guncaives do flosario,
testemunha do primeiro proce mento ni pode constituir nova prova, porque o
depoimento de Jos Thomaz foi considerado ineon-
eludente pela sontenca do juiz de direito intorino,
a Q. 70. A tata testeinunha refrete a lestemu-
nlia do primoiro processo Joao Francisco d'Araujo.
e a duas pessoos que ja nao existom, e cm parte
o sea oVpoimento nao consl'lue nova pro va, por-
que o depoimento da testemunha Araujo foi con-
siderado nconcludcnte no primeiro processo pela
sellenca do juiz de eircito interino, e einqnailo
ao niais o juramento nao pode fazer mal ao recr-
rante, porque a testemunlia lesahVcta ao recur-
rente, a vista do qoe disse o liscal no oflleto a fl
40 verso, e 4o que consta do interrogatorio do re-
crreme. Vd-so, pois, que nao existe nova prova
contra o recrreme, porque a priineira e terceira
Icrtemunha nao merecen fe, a segunda jurou no
prioieiro processo e nao poda ser adrnittida nes-
B; a quarta refere-so a primeira, e a quinta e
. sexta roferem-se a testemunhas que juraram no
primeiro proeesso, rendo que a sexta desafecta
ao recojrente, epor isso nao podia ser o recorren-
le pronnnciadi. O juiz o que entende que a primei-
-re e terceira testeinunhas s podiam deixar de
merecer f se o recrrante ti ves-* provado que
quando se deu o facto criminoso nao eslava ueste
cidade a priineira testemunha, mas o denunciante
designou na denuncia o mez de marco, como po-
ca em que teve lugar o faci criminoso e nao est
be.n pruvado que elle se desse em outra poca.
porqae apenas a sexta testemunga diz que a letra
foi paseada por seis mezes mas deve se presumir
q-je i denunciante esteja mellior informado da
poca em qoe facto se den, do que a iesteinu-
ua que jur.ni de ouvir dizer, e deinais, quando
u.na testemunha que necupa certa posico na so-
ciedade, emo a priineira, afflrma debaixo de ju-
ramento urna inexatido. o seu juramento em na-
da pode merecer fl} porque presume-se que jurou
falso em tudo quanto disse. Tambcm entonde o
juiz aqu, que as testeinunhas da juslificaco pro-
vain a eriminalidade do recrrante. A M tem
marcado o numera de oito testemunhas para os
processos de enmes pblicos, e tendo dep'Sti cin-
co testemunhas, porque urna nao pode sur adrnit-
tida avista da doutjina do aviso citado, temos que
s podem ser admitalas as tres primeiras teste-
mirabas da justificarn para corroborar a prova
dos autos; m is essas lestemuuhas nao fazm pro-
va contra o recrranle, porque a priineira jura a
favor do recrrante, e nao falla em lilareracao da
letra, e diz quoa lettra foi pa-sada pelo pai do re-
crrante ; e a segunda e terceira juram de ouvir
dizer pie o recrreme dilaceran urna letra, nao
dizendo em qne lempo e de quem era a letra. O
esrrivSo tirt o nome de recrrante do rol dos cul-
pados p.vse alvar de soltura a favor do recr-
reme, e aprsente e-te propnenlo ao juiz a|uo
para Ihe dar cumpriment Pague a municipali-
dad' as castas. Deixo de mandar proceder con-
tra a p-imeira e tere ira testemunhas. porque me
Consta que existe contra as rnesmas urna q eixa
iu juno, nidade da Victoria, 19 de abril de 1861
Jos Felippe de Souza Ledo.
) Sr. Lores Hachado :O que conclue d'ahi ?
O Sn. G. Dhumpiond :Que a emputeci feta
a esse funecionario. e repetida nesta casa pelo no
bre deputado pelo terceira distreto, nao tem fun-
dara nto, nao pode sor aceita, e por demais in-
justa a vista do prorimento que acaboi de ler.
O Sr. Lopes Machado :Na i, o provimento tem
por un dizer que o processo foi intentado irregu-
lar liento. i
O Sr. G. Drummond : Esta conclusio 6 de
quem quer escureeer o que por ua naturaza
claro.
o juiz de direito declara que nao merece feo
depoimento por ser falso, sobre elle baza o noble
dep ua lo pelo tercoiro districto a sua airusac. e
diz V. Exc. que nao ha juiz i emittido sobre a ma-
teria que constitue o acto criminoso.
Ha uiu aparte.)
I Sr. G. Dm-MMOKD :Desde quu se diz senho-
roe, em um processo que os depoimentos sao indi-
gnos de f, por seren as testemuuhas perjuras, a
coasequencia lgica que se pude tirar, quando es-
st leclaragao do proprio juiz, que aprecia as
pravas em recurso, gue em favor daquelle con-
tra quem se diriga a inculpacao existe a pre-
sumpeo de sua inno.-encia.
_Sr. AbadIo Brltuao :Ha de conver que el-
lo nao mcente.
O S. G. Drummond : Nao convenho com V.
Exc. nestas cousas.
O Sa. Araujo Beltuao : Trato agora de ou-
trus Tactos.
O Sn. G Drlmmond : Nao o posso satlsfazcr.
porquj devo resposta ao nobro deputado pelo se-
gundo districto e a minha viagem com elle 6 lon-
ga em tecasio opporluna lhe farei a vontade.
(Ha um aparte.)
O Sr. G. ruumo.nd :sr. presidente, j fallei
-nos funjei onarios a c|ue Udo pelo aegundo districto, quando accHsava ao
fir. desombargador Assis lo ler nomeado crimi-
nosos para os cargo- policiaes, dosejava que ti-
vease feilo a declinacao de lodos os mimes das
autoridades policiaes, aflin le responder de ina-
neira convemente e mostrar que os tactos das an-
tigs pocas nao podem ser aitribuidos aquelles
que seesmerain por amor dos principios na fiel
xec-neao d s leis, e respito a todas os direitos de
cidados.
O Sa. G. Dr'jmmond :Ser por ventura o de-
logado da capital? Ser por ventura o delegado
da E>cada, o de ipojuca na Agna-Preta, ele, etc.
iu u craio, senlwres, itorque fac.i jnstica ao no-
Aro deputado para nao supp-lo capaz de dirigir
allnsoes a caracteres to uobres, e que se lornam
dignos de louvor pela inoderaco e jusiira que
guardam no cumpnmeulo de seus deveres.
Ha um aparte.)
Sr. G. Orummond : O Sr. deputado quiz com-
parar a administraco do Sr. Assis Hucha ira
dos deoses.
O Sr. SoAJtsa Brandad :Nao do Sr. Assis, com-
pare! a Lyra e Cipib.ftihe.
O Sn. G. rummind. E com injustica notoria
ir. presidente, porque o Sr. deseinbargador Assis
nao esta as condiccoes de ser considerado edi-
tor raspnnsavel na aiministracao desta provincia,
illu-trailo como S. Exc, podena ouvir inftmna-
ces de amigos, mas nii seria guiad >, como nos
uisso o nobre deputado a quem respondo.
Senhores, nao g islo de levantar a lapide dos
sepulefaras e rev.dver as cinzas dos morios ; ras-
palo muilo o deposito lo* restos do homem, se
o quizesse fazer e o Bndeeea, en inliltraria um m-
pra de vida nesse ultimo cida la >, que o o >bre
deputado trouxe a me noria para condemna lo,
afim do ouvir o triste iuizo partido do seio dos
amigos que as oulras pocas com enthnsiaslico-
apylausns na impreu mas, do urna vez liquo certo o nobre Reputado
t|ue se o Sr. desombargador Assis pode, segundo
o seu pensar, ser equipar do a aquellos dous
fjDcciooarios oel faci das deinissos qie de-
cretou eonlra autorid ules adeersas a p linea ds-
niBante, com maioria de rasao se poder dizer
onv*mo do Sr. Silveira de Souza e o face da der-
rabada com que ilicin a sua administraco.
fCrasam-se aparte*.)
O Sr. G. DRUUMONBjjMUsJnda Sr. presidente, ci-
tou o nobre dep-iiadofH djersos funecionarios
que exe/ciam empregos lucrativos e que foram
atios peloSr. A-sis HochaaSr. presidente,..
*r deputado pira esligmatisar este procedi-
oeoto do Drosidente da provincia deveria princi
piar censurando os sea* praurins amigos, por to-
rem dpstiiuido a nnregiidos honestos que se e-
meravam no cumpriment dos seus .leveres, e
.(U exereiam saus lugares ti perfeitamente co
mo o nobre diputad pode dizer a respeito dos
ltimamente demitndos.
t Si. Aurtmaes :-^i> apoiado.
O ^r. G. DnuHoa*l-V. Exc, suspei' j o seu
juizo nede negocio, i parcial.
Sr. Amtnthas :Nao a mea respeito.
le censafl
fia presH
a e ro.spe-
O Sn.aS. Dhi .Mit.w :Senavvee, por exemplo a
directora da insiraccio pulilka era exercida
Sr. Dr. Joaquini 1'orleL'a qr.e ss dosvanecia no
cumprimenlo dos sous devones, que no'oxercioio
deste Cargo nio tinlia aulorido a mais leve
snra, no entretanto por ler'sido candidato-a ca-
deira da rapresentacao nacional pelo 3 dintrieto
rm competencia com o conselhero S o Albu^upr
une, foi demiitido arintosameute pelote
de Sanen I denissao qualifleada romo nin es-
cndala pelos proprios correligionarios de^ S. Kxe.
cuto por exemplo peto coneelheiro Lobos Xotttg
e\W esec escndalo tonto mais dit'no d-
quando o proprio presidente da proeteei
va nem ilioreoido tributo de homenageni
to a esse noseo {Ilustrado patricio.
O Sa. Soares Biiano : eu tamte.a firoste
O Sn. Aar.iTiiis : Eu aceimpanho em tudo
quaate dissi-r a respeito d'sse funecioo irio. K,.
O 8s. G. Biwnmiiw):PMs bem, semiorf, i
vice-presidente'da provincia foi buscar o fune-
cionario demitido bruscamente pelo Sr. Silyjra
da Souza, e o resumi ao eraprego quoomwta
honra e dignidado exereia. O acto le S Exc fbl
a reparaco de urna grave iajustica que o espirito
reactor Uuha motivado, e assim, Sr. presidente,
foram as oulras nomeaces feitas por S. Kxc
O Sn. Lopes Machado :Heparacoes, rcstitui-
coes.
U.u Sa. Deputado ;Sira, eram lugares a que
tinham direito pelo seu naefmento.
O Sr. G. Drummond :Sim, a que linh.im di
reito incontestavel de seivm restituidos pela ma-
neira honrosa poniue os tinham exorcido, e pelo
men. proco lelas leis e seus servicos quando-fo-
ram domiitidos.
0 Sn. Soares Braxdao :Nao entro nesta ques-
ISo.
O Sn. G. Drummoxd ;Como o nobre deputado
revela o deseje de que ea na> entre na compara-
cao entre os douiittidos e os nomeiados, eu me
ab-lerei mitando-mo a afllrmar S. Exc. que o
acto do Sr. desombargador Assis chamando a seus
cargos a tan distinctos funecionarios foi e ser
sempra applaudido p>r todos aquellos que reco-
nhecendo o verdadeiro mrito nao se recusam aj
fazer justioa aos seus praprios adversarios.
Sr. presidente, depois de tudo isto o nobra de-
pulado nos declarou que a oadeira presidencial
nunca foi t.io polluida, por quanto era contina-
entrada o saluda d'aquelles que dirigiam o vice-
presidente, chegando o escndalo a ponto de um
dos directores em um dos dias que o vicc-prasi-
dente nao pode hir a palacio, sentar-se na cadei-
ra presidencial, abrir a wrrospon loncia oflhial e
despachar.
O Sr. Soares BrvkdXo :sto notorio.
(Apoiados.)
0 Sr. G. Drummond : Contesto o facto c nem
ha possibidade de ser acreditado. Nao posso
erar senhores que o Sr. desombargador Assis Hu-
cha consentisse no que relatou o dstincto collega.
>. Exc tem dado sobejas pravas de que sabe de-
sempenhar os seus deveras sera dependencia de
auxiliares. Magistrado intelligente) S. Exc. nao se
prestarla a essa subserviencia que tao injusta-
mente 3 lhe procura altiibuir.
Um Sa. Deputado :O cargo de magislrado
um, o ilo presidente outra.
O Sn. G. Drummond :Que importa ? o que
exerce taes cargos o iue>mo que quer n'uoi
quer n'outro tem servido com dislincca sem su-
jeitar-se a esse papel ridiculo que a animosidad?
poltica procura, porm en balde, attribuir-lhe.
Um Sr. Deputado :Sn o gnverno reconhocii
isto porque nao o nomeiou presidente effectivo ?
O Sr. G. Drummond:Por que tuina nomeado
a nutro cidado, exlranho a provincia e nao menos
coiihecido, pela sua modera^o e interesse
Um Sr. Deputao: E' p >rque elle nao servia
para presidente, senao para urna quadra como
aquella.
O Sn. G. Drummond:A paixao cej delira
a razao e faz que o homein so anUponha a verd.i
de. Com que fundamento pode o nobre deputado
afUrmar o que proferio ? porventura o Sr. des-
e.nbargador Assis era um homem extranho e nao
conhecido no paiz, e que j nao tivesse revelado
sua aplido para tal cargo ?
^ Nao senhores, a provincia do Rio-Grande do
Sul, d um lestemunho do quanto foi ello zeloso
no cumprimenlo de seus deveres e com illuaira-
cn a administrou.
Senhores, a caduira de presidente, na) um
leito de rosas, |>ara que se ambicione; para
aquelles que pensam na imp irlanda dosdeveres
a que se liga, elle autos o leito de Procusto, o
Sr. desemb rgador A-sis nao desconheeia a pro-
vincia, e era de crer que nao ambicionasse a sua
adimnisiracao.
O Sn. Lopes Machado:A ra governo nao o iinineou presidenl .
0 Sn. Amynthas:Nao o nomeou presidente,
nem o eseolheu senador.
O Sr. G. Drummond:Senhores, es^as invec-
tivas revHam o despeito de pie so achain pnssui-
dos os nobras depuiados contra essa magistrado
to digno de elogio, mas (lquem certoN que essa*
sillas naoaleijar i a sua victima da inesma for-
ma que nao lhe chegar a comparaba > de Lyra e
Gapibaribe, que lhe fez o nobre depulado pelo i"
districto. A oulras poderao ser apphcadas essas
o nutras comparaeiies, mas nao quem continua-
mema tem dado teslemunhos de subida Hlustra-
5*1 e alta inoralidade. (Crusam-se apartes.)
O Sr. G. Drummond:Outro ponto de aecu-
sa?o, seuhor presideule, foi a demora na entrega
das patentes aos. otDciaes de guarda nacional no-
meadas pelo gabinete d cabido, demora que no-
alirmou o nobra depulado polo 2' districto ser
autorizado pelo vicepresidente da provincia. Se
nhores, por mais que deseje nao coustestar o no-
bre depulado quando afflrma faclos dosta ordem
sou forcado a desviar-me desse proposito, ,orque
do coutiario tenho pravas inconleslaveis. Eu ci-
ta re i o Sr. capitn Francisco Mauoel de Souza Ri-
beiro, que foi pe'o ministerio decahido nomeado
major de slado-maior do com nando superior de
Serinhem.
O Sr. capitn Manuel Germano Regueira tam-
bem foi nomeido para igual posto, o entreunto as
mas patentes nao foram retidas pela secretaria,
furam-lhe entregues inmediatamente.
Um Sr. Deputado:De que poltica eram.
O Sr. G. Drummond:Adhereutes ao partido
progresista. Como, p,iis, em fice do tal proce-
dimento se podo acceilar as inexactas informales
ibtidas pelo nobre depuiad i pei<> i' distrelo, e
que nos foram aqui transmiitidas ? (Tracain-se
apartes).
O Sr. G. Drummond:Dedara aos nobras
deputados que nao fui palaciano. Durante a ad-
ministraco dos Srs. Assis e Baependy nao fui a
palacio urna s vez a palacio urna s vez. Ao Sr.
emule de Baependy tive a fortuna de o conhecer
quando veio a este assembla ler o seu relaterio,
e com elle e com o Sr. Assis nao tenho relacoes
p#M4, Appelm para o t 'Stem inh > de to dis-
tinctos cavalleiros para que me contestem. Ja
v, poi, o nonre deputado que m nhas palavra-
sao motivadas por outra razao muitu nobre. qu-
a jnstica, e nao pelas affen-es e amizade.
Scntirn- presidente, o nobre depulado a quem
respondo deu importancia ao fucio do vice-presi-
dente da provincia oraenar aos commindantes
superiores que inandassem oV destacamentos para
as diversas localidades cummandados e compostoi
pelos offlc.iaes e pracas indicados pelos respecti-
vos delegados de polica.
Senhor presidente, este facto vor.ladeiro e eu
nao o contesto. Atienda-se, poroni, antes da cen-
sura aos motivos do proceder do vicepresidente.
A provincia tinha de passar por una quadra de-
respeettves comraandantes superiores de Goanna
e Caruard, que inandassem eompr os destas po-
jnllanca do diiegado de polica e
a*t o offlcial que o devia comisandar.
i Sx Dewt.vo i:Lea esta portarial
t mo: -Nio sei se a lere aqui,
mas pasto garantir que existe
injuetica
qualifcando-o com nunife.-ta
digno de imputaci.
:^eito,p.iis, o seu auxilio, e declino do sen
juizo por demais iajusto.e que scirasnid da pai-
xao partidaria.
8r. presdeme quios foram os faclos praticados
por Sr. conde de U lependy. o que fb'z elle portan-
sMveira d.ij?k > l *" *" ? nobrc dePBla- l0> PruV""i ras dos liberaos desla trra.
f,JS is^lfc 'W n *gUH4a lugair "" '*" ? ^ ** f""" ^MadoaAwn irona).
como in-
llcil.
Uma voz:Por urna conquista.
0 Sn. G. Drummond:Na havia forcA publi-
ca sulllcienia para garantir a tranquilidade pu-
blica se porventura fo-se alterada, o recurso, a
guarda nacional era o nico a pretenderse, mai
esta guarda nacional era c.mimandada por aquel-
los adherentes a poltica deoahida e que procur
vam no exercirm de seus postos intervir de modo
a dar ganho de causa aos do seu partido. Neste
estado e quaodo as ameacas e os terrores se der-
ramavam na popnlacao nao poda a presideneu
conservar-se inerte ; deveria, senhores, dixar
qne os destacamentos fossem compostos de pracas
e commandadas por uffleiaes que mais so pres-
Ussen a perturbar a or lem, do que a concorrer
para a sua tran|ulidadnqua:id> fosse perlur-
bada?
Nao senhores, por uma considerago mui sim-
ples, porque a mellior justica a que previne os
crimes. E que outro alvitre n.is criticas con li-
gos em que se acbava a proviucia devia a pre-
sidencia recorrer ? rae parece quo nao tinha ou-
tra.
E demais senhores, para que censuraos o des-
embargada" Assis por este facto ? S ria elle por-
ventura o iniciador dessa providencia. Nao, foi
antes um presidente liberal de v sso peito que a
aprasentou pela prim-ira eez ne-ta provincia e a
mand iu executar. (Ha nm aparte).
O Sa. G. Drummono:Talrezque o nobre dopu-
^q nl Miba' e I""" 'N!,l> Vl,u J'wrlhe. Em
1866 ou 1867 o Sr. coaseUieiro Silveira Lobo, as
proximidades de conquista etitoral, ordena va a
G. Dmmmind : encontrei a
portera e puso a ler em een-faci ao. nobre de-
potado. E, la :
l 2J seco5o.-Pal.ncio di poverpo de Pernam-
bueo, J Je Jan-iro do 18*7.-Wn7Sr Nao ob--
lante o quaponderou V. S. no ^a offloio do 1
de dezeumro-pr.ixim,) lindo, acra da sutlituico1
que prdonerdas pracas do destacamento dosta ci-
lado por oulras da coufiaoea de Mugado do po-
icw, recnmmendo-lhe qne em bem servico pu-
blico face efectuar aquella minha delerminacia e
4igna.o alfenH GuiuMrmo kVancisco do Paula
ontenagro para commandr a referido de*Uca-
meiito.-Deus guarde V. S.-Francisco de Paula
da Nlveira Lobo.Sr. commandante superior da
guarda nacional da Goyaona. < Crusam-se apar-
0 Sr. G. Drummond: 0 desarmnmento da
guarda nacional lambem foi motivo de aecusaco.
Mas senhores, como deveria preceder um presi-
dente na emergencia defflcil em que se achou o
Sr. Assis Roeha.Boatos atterradores eirculavam
de que a todo custo se obtuve ganho de causa
as eleicoes prximas. Cinco mil armas, espada-
das ou entregue as mes d'aqneilee que nio po-
diam inspirar contlanca ao governo : e pois faze-
losjecolher era imperioso dever, foLpoi, o que
fez o Sr. Assis Bocha. ,' H
Um Sr. Deputado: Armou a polica.
0 Sn. G. Drummond:Nao ha tal, o arma-
monta recebido foi recolhido ao arsenal de guerra
onde ato entao nao se encontrava uma arma. Se-
nhores, era tal a falla, quo as patrulhas eondu-
ziam presos do interior amarrados com cerdas e
guardando-os rom cacetas, ao passo que cinco
mil armas linliam sido dsiiuiuadas a at trinta
rewolvers foram comprados e entregues a aquel-
les que anda boje nao restituirn).
Oa. Amvnthas: Gracas ao Sr. Luiz Mar-
nhao.
OSa. G. de Dbummond:Gracas aos homens
que deixaram o poder em 16 do julho. (Cruzain-
se apartes).
O Sr. G. de Drummond Senh ures, o procedi-
meulo di*vice-presidente nao pede ser censurado;
e se outro elle tivesse ldo, sim,seria eu o primei-
ro a dize 1, porque d'est'arte S. Exc, revelava
nao ler eu cuidado a segaranca e tranquilidade
publica. >. Ezc nao tinha outro recurso sean
ordenar a entrega das armas espalhadas : mxime
em nina crise como considerada entre nos as
epochas eletoraes.
O Sn. Lopes Machado i Eolio sabia-se onde
estavam as armas ?
0 Sr. G. Drummond : Sabia-se poreue cnca-
va a entrega fela, a diremos ; offlciaes da guarda
nacional empregados de justica, e al ao portoiro
da secreteria ile polica til
Um Sr. Deputado : Fui para reprimir os re-
voltosos de l'o d'Alho.
O Sn. G. Drummond : Para quo diz o nobre
depulado seinelhante couza, se os conservadores
tivessem felo urna ravolia, j de ha muito esta-
nam condeumados aos infernos.pelos amigos de
V. Exc; a prova da verdade do que eu digo esl
< resultado do processo que o chefe de piilicia
inslaurou ou fez instaurar ao Sr. lente coronel
Luiz Maranh.
0 Sr. Lupes Machado : Quem despronunciou
ao br. Luiz Maranbo ?
O Sn. G. Drummond:0 processo foi feilo se-
gundo sou informado palo juiz municipal a nosso
colega Dr. Miximiano Uarte.
O Sr. Lopes Machado:Quem despronunciou.
Um Sr. Dkputadi : Um supplente do juiz mu-
nicipal.
0 Sr. G. Drummond:E o promotor publico
liorque uo recorreu para i juizo de direito ?
Sr. presidente, a provincia foi militarisada (foi
um dos punios da aecusaco do nobre deputado)
a bui de exceder-se a compressao.
Senhores, neste ponto da mesma forma que
n'outros nao leve fundamcuto ou razao de ser o
procedimento do meu nobre collega.
Um Sn. Deputado :Para Goyanna foi um bata-
Iho desta capital.
(Traca n -se mnitos apartes.)
0 Sr. G. Drummond -.Senhores, a forca desta-
cada nesta provincia na epoea eleitoral compunha-
se de de 717 pracas nesla capital o 196 no inte-
rior da provincia. (Nao anotados.) \
Um Sii. Diputado : Na provincia foi tamo
quanto os subdelegados exigiram.
O Sr. G. Drummono:Busquem iuformaeoes na
Ihesouraria.
Um Sn. Dkpotado :Nao fonte.
O Sr. G. Drummond:Deve ser a verdadeira,
porque all deve constar dos prets.
0 Sr. Lopes Machado : S em Bonito foram
destacadas 200, conforme consta do relatorio do
Sr conde de Baependy.
0 Sr. G. Drtmmond : 196 foram nicamente
de-tacadas pelo interior da provincia.
0 Sr. Lopes Machado : Chain > a atlencao de
S. Exc. para o relatorio do Sr. conde de Bae-
pendy.
_0 Sn. G. Drummond.Nao o tenho presente por
nao ter sido at b>je destribuido, mas garanto ao
nobre d-wuiado que o numero por mim ludicado
consta de documentos offlciaes.
0 Sn. Lopes Machado : Eu contesto o que
est V. Exc. dizendo.
0 Sr. G. DaMMiND :E eu afflrmo o que re-
fer auii'.naml i amia que o Sr. conde de Bae-
pendy uo puJia ter dito o quo V. Exc. lhe al-
iribue.
Um Sn._Deputado :E alem das 500 raras di
polica na ere >u destacamentos pagos pelos co-
fres provinciaes T
0 Sn. G. Drummond :J indiquei o numero.
Um Sr. Deputado : Trinia a quaranla praca-
eram destae utas por dia o nao eram pagas.
0 Sr. Lopes Machado :S para Goyanna foram
parto de I O) pracas do 1. balaluo desta cidad-.
Um Sr. Deputado :Conteste quo foi um de-ta-1
camento para a Villa do Cabo?
0 Sn. G. Drummond :O que afflrmei tenho a |ui
as pravas, os n ibras deputados que me contesta n
oosirein ou justifi piem que foi destacado esse nu
mero avallado de pracas que raferiram.
Agora. Sr. presidente, passo a urna ordem de
fac is dilferentes. Demonslrei que u numera di-
minuto de pracas de-lacadas pir ordem da presi-
dencia, cuinpre-me porm pcrgunlar ao nobre
leputado que o numero destacado cm epochas
eleitoraee (piando a provincia era administrada
por seis a oigos ?
Um Sn. Deputado : Isto nao defo-a.
O Sr. G. Drummond :J defend; falla o com
plemento da defeza e a compaiaco d'aquelle
nume o enm o que foi destacado por ordem d>
Sr. conselhero Silveira Lobno.
Sr. presidente, em J863, eu j disse hontem que
numera de pracas foi destacado.- Em 1867. foram
distribuidas pelo interior da provincia 1756 pra-
cas tendo na capital mais de 1000, sendo que
alem disto para Bom-jar lim a presidencia cm Ja-
neiro inandou 500 pravas I
O Sr. Amaral r Mello :Sim senhor, e para
P i d'Aiho mandou mais de mil para bater ao Sr.
Luiz Maranho.
Um Sr. Deputado :Os desnrdfiros.
O Sr. G. Drummond :Isto j est lo respon-
dido que as palavras de V. Exc. na podem rae-
apcer mais criterio.
Nad* O Sr. G. 'Drummond : Sala, 4 urna Terdado
porque o que aqui foi dito nada .
O primeiro artigo accifsaUrio foi a dispensa do
exercicio decwt:id.i polo Sr. conde de Baependy
contra alguna offlciaes superiores da guarda na-
cional.
O Sr. Soarcs Brando : Suspendeu Jo exer-
cicio.
O Sr. G, Dmimmond :O nobre depulado divida
a questo n duas, parles a priineira, negou a
presidencia o poder de praticar o que foi feito
pelo Sr. conde de Baopendy, e na segunda que
lk>uve injtistca da parte de & gxc
, Nem n'uma nem n'outra parte lvete o nobre
deputado razao, como passo a doin onstrar.
0 St. conde de Baependy nao suspendeu, ds-
pensou aos offlciaes superiores acotados pelo
nobre deputado, nao o fez por teinpo determina-
do, por ser da privativa competencia do governo
(feral, f-lo de accordo cora o que se deprehende
ilo doc do 6 de agosto de 1S65 e oulras disposi-
efles om vigor, dispensou seuhores, sugeiiando o
seu acto a approracao do governo Imoe ial, me
folgo da o der j u appravou. Quando porem,
-enhores, se uo podosse adduzir argumentos para
fundamentar os actos do Sr. conde de Baependy o
salus populissuprema lex o justilica de seine-
Ihante acto. A tranquilidade pubiiea eslava amea-
cad-i e os offlciaes a qnem se refere nobre de-
putado, com o exercicio dos seus postos procura-
vara chamar os corpns da guarda nacional para
com elies conseguiram os seus lias sinUros.
O acto de S. Exc teve os segrales fundamontos
L* a falta de disciplina, 2." a nao entrega das
armas da naci.
Sr. presidente, a falta de disciplina nos dous
pnmeiros offlciaes se torna de priineira Jntuicao.
A esses cavalleiros o presidente da provincia
ordenava que nao reunssem o seus respectivos
carpos p>r pretexto algara, no entretanto 8 dias
depois a reunio era feta sub a necassidade de
revista quando alias precuravara por taes indios,
exercer presso sobre os seis cummandados as
prximas oleteos da rereadores e jrazes de paz.
(Nio apoiados.)
Esses offlciaes, senhores, Gzeram parte lo grupo
quo em um dos das de agosto percorrera as
ras desta cidade ao som de mu-ica e dando vi-
vas e morras as autoridades constituidas.
O 3. offlcial, lenle coronel Joan de S foi
dispenso por nio ter entregue as armas da naci
que lhe foram conlladas dep s de ter sido por
vezes exigido'e at com praso deegnado. O no-
bre depulado pel< 2." dislrictojconlesta esse facto,
afflrmando que o Sr, lente coronel Joio de Sa
nao recebera tal exigencia, que nao se acbava em
exercicio do seu posto, e pelo contrario que a
mais de um mez permaneca nesta cidade.
O Sn. Soares Brandao : -E' verdade.
O Sr. G. Drummond :V. Exc. est engaado,
eo seu engao resulta de peusarque o Sr. eora
nel Jos Flix da Cmara Pimentel, eslivera no
exercicio do comineado superior do Cabo, quan-
do a exigencia ou a ordem foi dirigida ao Sr. te-
nente-coronel Joao de Sa para fazer entrega do
armamento.
Posso garantir a V. Exc. que o Sr. tenento co
ronef Joio de S foi intimado para fazer entrega
do armamento que havia recebidoe al? desig-
nou-se-lhe praio send que a ordem a semelhan-
te respeito foi-lhe enviada pelo teuente-coranel
Jos da Moraes Gomes Ferreira qne exarcicia in-
terinamente o lugar de commandante superior do
Gabo, e para prova do que acaho de dizor, offare-
co a declaraeo do raesino Sr. tenenie-coronel
MoraesEi-la.
Barbalho 6 de junho de 1869. Illm. Sr. Dr.
Gaspar Drummond. Ac >o de receer ubi
carta de V. S. com data de 6 do crrante
< seguintes termos: Na assembla provincial
hontem se disse que ao lente-oronel Jai)
de Sa, dispenso pelo Exm. conde de Baependy,
nunca foram pedidas as armas da naco deque
ella se achava de posse, conslando-iiie p irm
que V. S. nao s lhe pedir como marcara-lbe
prazo para essa eulrega, e resposias de seus of-
licios, e que nio pudendo obter resultado, le-
t vara tudo ao conhacimento do presidente da
provincia, dosejava quo V. S. abera da verdi-
de rae dissesse o que ha la real era tudo isto
permittiii lo-ma o uso de sua resposta. E'
exacto lar eu recebido do Exm Sr. vlce-presi-
dente Assis RiM'ha ordem >ara fazer recolher as
armas da naci de qu) eslava do posse o Sr.
tenante-coronal Joao de S, e leudo ganado
t neste sentido a este senhor, uo recebi resposta,
e tendo Iho marcado prazo para responder e fa-
zcr entrega nao oblive resultado. Leveitudoao
conheciinento da presidencia, nao me recordan-
t do se j era lempo do Exm. cmde de Baependv.
Flo V. S. fazer uso desla conforme lhe apr-
a ver. .viu com estima o consideracao de V. S.
atiento venerador e criado Jos de .Moraes Go-
iws Ferreira.
Um Sr. Deputado :Isto nao offlcial.
O Sr. G. Drummond : era eu podia commu-
car-me offlcial mente com o commandante supe-
rior do Cabo.
O Sr. Soares Brandao :Eu tenho um docu-
mento era contraro.
Sr^G. Drummond :J sei deso documento,
mas, nao justilica o que o nobre deputado referi.
Senhores, da carta que .a pouco li, resulta que
o tencnte-coronl Joode S, teve amencia da or-
lara do presidente para reoolher as armas deque
sa achava de posse, quo para essa din lhe foi
marcado um nrazo, e que esse offlcial nem res-
ponder o offlcio, nem a entrega que lhe era exi-
gida.
O Sn. Amtnthas:Nao prova.
O Sr. G. Drummond: Para quem calculada-
mente quer desronliecer a verdade. Quanto au
documento apresentado pelo nobre depulado pelo
* distnct", devo dizor a V. Exc., Sr. presidente,
que, enlrando o coronel Jos Flix em exercicio
do commando superior, depois de ter sido o prazo
intimado ao tenente-curonel Joao de S pelo seu
substituto, podia estar ello na pieua ignorancia
desse facto.
O Su. Soares Brandao :Mas vejo que ha tres
faotr.s, preciso pravar la ubem que eslava em
exercicio o quo recebera Inm onlens.
O Sr. G. Drummond :Quer nm quer outro,
se deduz da carta que a pouco li, porque o Sr.
teuente-coronel Moraes, niu offlciaria a um offl-
cial fra do exercicio, nem Iba mareara o prazo,
se porventura o primeiro offlcio uo lhe fosse en-
tregue.
Um Sr. Deputaoo :O motivo que determinou
a suspensao o mesmo.
0 Sn. G. Drummond :Est engaado V. Exc,
sobra este fado poseo fallar, parque me achava
no Cabo e Ipojuca quando elle se passava.
Um Sr. Deputado : Explique-o.
O Sr. G. Drummond:J foi convenientemente
denionsirado une a cainnaunicacio ollicial para o
reciiihimento das armas foi dirigida.
Um Sr. Deputado :Mas uo consta do ar-
chivo.
O Sr. G. Drummond :E nein de admirar que
nao conste.
O Sr. Lopes Machado :Mas do-se cortides.
na po-
no ei
O Sr. fi. Drcmmom:
uma discusso ipiandi
ros torrtamse surdus, j
llrn, mas, aquillo que d
su paites,
Sr. presidente, mostrej a ,
feta aoSr. cundo de Baependv e por rainSTvez
eonsmja-me V Exc que pergunte ao nobre dopti-
tao pelo insirilo, a sega.nto : Podo 8. Bxc,
em nome de sous amigos, aecusar ao governo por
ter .dispensado a offlciaes dn gaard* nacional ?
Lieio qne nao, cm faco da nistoria dos seis an-
(Cruzam-se apartes.) ^L-l
Um Sr. Obputado :=Quo defeza H
Outro So. DEPUTaeo Abuso por abuso!!
O sn. G. RL'MMOXD :-(iheco que incomnodo
aos mpus nobras collegas, mas forca que cu mo
resigne ao pesar quo mo cabe do afligi-tee. Se-
nhores, nao podis aecusar aos vossas adversarios
por dispensas, suspencas e reformas dadas na
guarna uartonal. exaraihai o ultimo annn> do voseo
remad. e encontrareis que foram laoeados tora
da activa
6 commandantes superiores.
5 chefes do estado-uiaior.
2 coronis.
2 tenentes-coroneis.
16 majores.
t capiies do estado-maior.
24 capilaes de lileira.
4 tenemos.
2 alfcres.
tro_d'eUa lcgalisa a pri-
itaro Iu juiz processanb-
estranhas sha vom>Jf
eoeia.de negocioi pobli-
leonelue qoe anda qne o legis-
'^?-rda^a'V,'l''--:'odapr?po-
. Ora, senhores. se os vossos amigos quando esti-
verara no poder abusaram tanto da guarda na-
cional, com que direito vaem hoje o- uobres de-
putados, dirigir censuras a quem nem-ao menos
os insislem em pequea parte ?
(Cruzam-se apartes.)
O Sr. G. Drummond .-Tendo demonstrado Sr.
pre-ideute, a injustica dessa aecusaco expassarei
a outra.
0 Sr. Amynthas : Nao dimionstrou ada.
O Sr. G. Drummono : Se para obtofresse re-
suliadorao fo-se preciso satisfazar ao no nobre de
puiado eu desanimara pela impossibilidade da
empreza.
O Sr. Amynthas :Fallando assim por ceno
O Sr. G. Drummond : Porque nem posso ras-
suscuar o Lzaro nem conseguir uipossiveis
Nao traiarai Sr. presidente, sobro a curadora
da orphaos 4sta capital, porque o qoe deixo dizer
ja foi dito quando respond ao meu distjncio col-
lega a semelhante respeito. Aeomiianho pois
u-sta parle referindo-me como elle a aquello man
discurso: passarei a administracio do Sr. conde
de Baependy.
O Sr. Amaral r Mbllo : Ahi eatou eu eom
V. Exc v
0 Sr. G-itRUMMONo: ^ijili-rr '
visse em suas palavras o ]^H ^btir a de-
vida ho uenagein a esse admi'iia1hid;ir tao dstinc-
to, mas nio posso acee. u auxilio quando
V. Exc procura eri-io to descomraaaalmeote
O Sr. G. Drummond :Nao facto. de que se
se duvide que as sc-retara- do i-ominando supe-
rior fra da capital nao esio-regularmente diri-
gidas, j por culpi dos proprio* commandantes, ja
pea falla de pessoal necessario Faco um juiz i
muito elevado do Sr. len-nte-coronel Jos Flix,
carcter nobre e circunispin-io, devo porm com
a franqueza que mo caracteriza, afllrmar, que S.
S. nao pode ter a sua secretoria em estado de
dar inforuiacOes exactos, S. S. nao se> dedica ni-
camente a esse servie.poz pouco tempo lem es-
tado no exerccios, e as interinidades mudas
vezes passara-se faclos do qoe os olLciaes eftacti-
vos proprietarios flcaui na plena ignorancia. Nao
deva pois causar estranheza que cousa alguma
uo so tanha escripto a seuielh rnta respeito nos
kvnos docoininando superior. Invo-tigae, porm.
senh ues, do proprio Sr. coronel Jos Flix parir
cularuiiiite se nao fra de publica notoriadule a
-xigeiiia pelo Sr. tenante coronel Jos de M iraes,
feito a tanente-coronel Joao de S, para entre-
gar as armas que havia recebido, e estou conven-
cido que elle amanto da verdad.! como pela se-
veridad* de principios que professa na. se recu-
sar a dar um lestemunho do verdade ao que
ai-abei de dizor.
Um Sr. Dbputdo :A certido nao presla.
0 Sr. Lopes Mochado :A caria que serve.
O Sr. G. Drummond :Jcuneiliei u na eoutra;
^signatario da earla um cidado conh-cido, que
nao tora por costme faltar o verdade, qualquer
das proposicoes quo referi, garanto aos nobres
leput idos que ella j stiikro cora vantagem. quan-
o!o oiguen com injustica quizercontestar.
{Trocara-e apartes.)
66 ao todo.
Notando-so que alguns- uestes actos, foram
praticailos contra offlciaes que acabavam de pres-
tar servcos relevantes a guerra, pelo que o go-
verno imperial os distingua com eondecoracoes
nonorifieas, como por exemplo : o honrado Sr.
coronel Domingos Alfonso Nery Ferreira (II Quem
assim tem procudido, senhores, nao pode censu-
rar com vantagem aos seus adversarios.
(Crnzam-se apartes novas reclainacijes.)
0 Sr. G. Drummond : -Vamos ao outra facto ;
a pnso do teqonle-coronel Alexandrino, da Ite-
marac.
O Sn. Soares Brandao : Aprecie o modo por
que foi feita a prisao.
O Sr. G. Drummond :S. Exc. nos disse que es-
te offlcial fra conduzido preso no meto de uma
escolta e laucado em uma enxnvia.
0 Sn. Soares Brandao -.Sobre isto nao ha con-
testaban.
O Sr. G. Drummono :=Quero admittir que seja
exacto, mas, e parece quo este offlcial foi reco-
lhido a priso decente.
0 Sr. Soares Brandad :Nio fallei nisto. Disse
que foi preso um tenente-coronel e conduzido por
uma escolta coinmandada por um sargento.
O Sr. G. Drummond : Concedo -lhe tudo, quero,
porm, que me diga, que responsabilidade pode
ter o presidente da proviucia, por esses desvos das
autoridades subalternas da polica.
O Sr. Lopes Machado :=Se nao demlttio a au-
toridad* raspnnsavel.
OSn. G. Drummond :Que theoralM Se assim
fosse, entao mal daquelles ine admnistraram a
provincia nos seis annos do dominio progres-
ssta.
Um Sr. Depi tado :Porque so deram abusos,
estoo todos justillo idos.
0 S. G. Drummond Lamento, Sr. presidente,
que se nbow esses desvos na priso do Sr. te-
nante-coronel Alexandrino, mas, me parece que
pondo de parle osse incidente, eumpra-nos antes
investigar, s- havia ou nao moiivo jusiioavel para
a prisao do predito lente coronel.
0 Sn. Soares Bkaxdao :Se defende as-dm, nao
tenho mais nada a dizer.
0 Sr. G. Drummond :O Sr. tenente-coronel
Alexandrino tinha contra si aecusaijoes graves, de
mora e de reduzir a escravidao possoa livre, sen-
do que por um de.stes faclos foi processado na
poca do dominio do partido decahi I >.
O Sr. Soares Brandao : Nao tinha pro-
cesso.
0 Sr. G. Drummond :Teve e foi entregue ao
presidente da provincia.
O Sr. Lopes Machado :Nao houve processo.
O -'r. G. Drummond : 0 Sr. Dr. Serpa Brandan
enregou opncesso munuamaou ao Sr.conse-
lhairn Silveira Lobo.
(Cruzam-sa apartes.)
Um Sr. Deputado :Foi preso naquella noca e
agora ha poucos dias foi que se fez o forinacio da
culpa, reconhecendo-90 sem base a imputa-
ca-i.
OSn. G. Drummond :Mas, oque prova isto?
Q le a autoridade policial proceden com justica.
pondo de parta as p lixoes polticas quando leve do
julgaraosen adversario.
(Cruzain-se apartes.)
0 Sn. G. Drummond :Prosigamos, havia ou nao
motivo para pi-i->?
O Sn. Lopes Machado :Nao havia, era apenas
o desejo de arrada-lo da eleicu.
O Sn. G. Drummond :Havia, sim, senhor, havia
a impufOflio de diversos crimes graves feilas a
esse cidado, e crimes inalDancaveis e a prsio
preventiva podia enlo ser determinada. (Nao
apoiados.)
Um Sr. Deputado :Mas, foi solt.
Outro Sr. Deputado :-rPor habeas-corpus.
O Sr. (. rummsnd : E sena procedente essa
decisio de habeas-eorpai ? rae parece que nao.
Sr. presidente, cotillero desde a muito ao honrado
juiz de direito de Oliuda e sempra o considerai e
anda considero como um di)3 nossos distinctos
ra igistrados, mas era abono da verdade apartme
nesto negocio da opinio de V. Exc
Um Sr. Deputado :Como fui julgado o habeas
corpus.
OSr. Amaiui. e Mello :Ouvi dizer que por
acaso o Sr. Assis Rocha tinha sido sorteado.
0 Sr. G. Drummond : Como esl V. Exc. pre-
venido coiilra o Sr desembargador Assis Bocha I!
Devo dizer quo na copia do accordao quo aqui te-
nho e pretendo ler, nao se acha assignado por esse
magislrado. E se estivesse presente e nterviesse
no julgainento, n nobr-1 deputado liquo certo que
nio se desviara da justica e ainda mais uma ve/
daria testouiunlios do sua alia intelligencia.
0 Sr. Soares Bbasdao :Nao o aprecioi como
mansirado. #
O Sr. G. Drummond :A queslao que nos cum-
pre ventilar a seguinte : poda o juiz de direito
do Oliuda conceder a soltura por babeas-corpus,
ao lenente-corenel Alexandrino?
0 Sr. LoppF Machado :Eu lhe digo que po-
da.
OSr. G. Drummond :Eu respondo que nao.
Senhores. para que esse favor da Ial seja conced
do, necessario que se verifique qualquer das hy-
pothese* do art. 3J3 do cod. do proa crim. contra
a detencio :
1 .* Q ih nio naja una Jueta causa.
2." Que baja demora n formacao da culpa por
mais de 8 das.
3." Q le o processo esteja evidentemente nullo.
4.* Que nao baja competencia para prender na
autoridade que autoiisou a priso.
Do que me consta o fundamento que teve o hon-
rado juiz de direito de Olmda fui o segundo, que
esta sugeito ao que dispe a segunda parte do art.
148 do citado cdigo, isto e : excepto quando a
< affl n-ncia dos negocios pblicos ou outra diffl-
culdade insuperavel o obstar.
(Cruzam-^e apartes.)
0 Sn. Lopes Machado :O nobre deputado quer
por a excepeo acuna da regra.
0 Sr. G. DnuMwo.ND :Pego ao nobre deputado
ie nao me interrumpa, deixe-rae continuar.
COM-
__ orepo-
b ment da verdade ou alllueneia do *r* t,"
blico para so toiapar U justa punicodesou
* riiiio. v
E por esta razan, senhores, que se vd a ne-
cossidade la audiencia da aotoridado nu>ordf-
nou a prisa,, aptos ,1a soltura por b.ibeas-corpuv
Um Sn. DeMjtado :-# juiz de direito leve re-
posta da autoridade de que uio tiuha concluido o
pnocesso p.-r aflnencia de neMeioi 1
0 Sn. (i. DnuMMi.-.i) :Nao mandou ouvir
1 H Sa Deputado :-Mandou.
0 Sr. G. Drummond :O accordao dia a
trano.
Um Sr. Deputado :Conteste que o jai de di-
reito pode deixar do mandor ouvir a aatoridndf
que prenden.
O So, G. Drummond :NKo contesto, mas res
""i1.:.. ^r Presidente, o cdigo do processo ne
art 3o.), determina que, sendo pcssvel, se oo<-a
a auloridado que houver determinado a priso."
Esla excepeo, senhores, nove ser attendida coik
cautela.
A autoridade que prendeu a nica que pode
fornecer dados a quera tem de decidir do hobeas-
corpus (juiz ou tribunal) aflm de conbee.-r se La
ou nao legaiidade no acto, c por isso de nccessi-
uade a sua audiencia.
A impossibilidade de que irata o precitado ai i
3.w_ a insuperavel, quaudo o juiz ou tribunal
ennheceque uo pode obter csciarecimeiitos pre-
cisos para firmar o seu juizo por qualquer dos
uulivos legitimos.
No uegocifl do que se trata, o honrado Sr. Di
(Jointino da Miranda dispensou a audiencia da
autoridade que ordenou a prisao, a que era V
necessidado para que S. Exc. pmlesse devida-
uicnie firmara sua decisio, o nio havia impossi-
bilidade de obter os esdarecimentos, J porqoe a
autoridade que tinha decretad a prisa > resida em
Iguar.issu e da mesma/rma que se pode eonduzii
que
(Trcam-se apartes.)
O Sr. G."
Drummond ;Fiquem convencidos que
uio rae deuiovero do proposito de dizer o que
pens, embora perca o meu lempo, procu ando
convencer ao honrado coiioga a quem respondo.
Ha um aparte.)
i Sr. G Drummond : -Conlnuem se assim o
desojara. Os apartes nao me cncomuiodam.
O Sr. A -aojo Usltraq :Mas est se mostran-
do lo encoinmodado.
0 Sr. G. Drmumond :Nao, senhor, por amor
da discusso tonlio pedido quo rae deixem con-
tinuar.
Um Sr. Drputado :EutSo nao poda ter lugar
O babea -Corpus ?
0 Sr G. Drummond :J lhe raspn li que pen-
sque nao.
Senh iras, a demora na conclusio le um pro
ce-so, ai.n do prazo fatal de oito das, nem sem-
pra p le autorsar a soltura por habeas-corpus e
ornar illegal a pri-o.
Mutos incidentes apparecem que prolongara n
processo de instrucco, militas vezes se loma no
curso do processo palpitante a necessidado de ser
ouvida uma qu m.is testemunhas residentes era
termo di verso' e no curto prazo legal, nio pos-
sivel sau'sfazer-se essa necessidado para o des-
cobrimentu da verdade. Nao era possivcl, senho-
res, que o legislador designando um prazo, nao
altende-se que por circamstonci*. impnssveis de
vencer-se, pode elle sor prolongado. Assim, pois.
a intorprelacao mais legal que se deve dar an
precitados arts. 333 e 148 do refer lo cdigo a
seguate : que o proloagaraento do praio e nao
mdo elle sem a rasposta, se eooeceria que havia
elle procedido com m f, e S. Exc. podara sen.
escrpulo proferir o seu rrridicium. Esla falt:i
tao grave, Sr. presidente, fez que o v.>nera>.do tri-
bunal da rolacii dsi-e provimento ao remiso in-
lerposto da soltura concedida e reformasse o acto
d o honrado juiz do direito de Olinda. Eu lerei
accordao.
Un Sr. Deputado :Vejamos o que fez a ra-
la gao.
0 Sr. Soares Bra.niiao :V. Exc. mo assegnra
queoSr. Assis R.cha nao ligurau no accordao '
O Sr. G. Drummond :Asseguro.
O Sr. Soares Brandad .Porque ?
O Sn. G. Brummond :Porque os l:abeao-cor-
pussao decididos por ludo o tribunal o assignara
es_ seus membros n aroordo, e o que teabtiM^
raaos.naose l a assjgnatura do Sr. desembaroa-
dur Assis Hucha.
O Sn. Soares Brandao : Pois ouel dizer i
pessoas de criterio que elle havia .-ido o relator.
0 Sr. Amaral r Ml-o :Ha muitos ox<>uxte<
I- ter o tribunal da refaci rovogado a ordem de.
babeas corpus.
0 Sn. G. Drummono :Tanha visto mu loo.
Eis o accordao.
Accordao em relaglo, etc.Que feito c sorleio,
relatorio do estylo, do provimento ao recurro
inierposto pelo jmz de direito de Olinda, pelo qual
ordenou a soltura dus r .s o tenente-coroneLAIe-
xandriuo Ferreira de Alcntara Miranda. Marli-
niano Kranrisco de Jess e Franc>co.Theo.lora d
Macedo. indiciados em diversos crimes nafBanca-
veis, porquanto essa ordem devera praeeder i
audiencia da futoridado que decretou a prUio.
o de quera o recrranle devera requi-iiar e?
clareeimentos ieecessarios acerca dola, isto om ob-
servancia da exprossa disposico do ;.t% 335 do
cdigo do processo, que elle nao guardou, e qu
s no caso de impossibilidade dispensa essa dili-
gencia que uma garanta de bda deri-o as
causas do hbeas carpus, e que era tamo maism-
cessaria na especie, quando so traa va de crimes
gravse de imp rtancia.
E nem salva o recrranle de precipitaco e Ue-
galulade com que procedeu, o dizer em sen des-
pacho quo havia dilficiildado em obter osesclan-
ciraenlos, pois, nao havia tei, era impossibilidade
le exig-las, quand mandou no dia 10 desetein-
bra, que no dia segrate as duas horas da tarde
tossera conduzidos eapre-eniados em juizo os da
entes, viste one liouvo tanta facilidade para so
curaprir a ordem dessa rondacio e anrtsjntacu
quanto para mandar ouvir e obter os esriaroci-
mentus do delegado de Iguarass onde tsUva
donde forara couduzidos os detento?.
E se o lempo era pouco para essa diligencia,
cumpria ao recurrente o dever. de marcar prazo
rasoavel para nuvir to delegado, a coja disposico
e-tavam os presos, nao havendo o nom pudendo
haver inconveniente e antes toda vantagem em
proferir sxa deciso afgumas horas mais larde ate
a resposta d delegado. E' dever dojou nio jul-
gar pretipiadamonte c sem as fonualiJades Ic-
gaes. *
O nico fundamento da decisio recurrida ( i>
mais que se narra nao contera materia relevante .
o estarem os reos presos sem processo por ma-
lempo do que marea alai no art. i8 do citado
cdigo.
Mas alm do nao ser exacto que a prisao tivesse
excedido o termo le oil dias, |iorqae nte-se
ella effectuado no dia 3, a siltoura verioVon-s
no dia 11; a lei nao estabelere nem poeia e.-tabe-
Iscerabsulutainenie o termo do oito lias para a
formacao da culpa, antes 'previo e rcronhereu
que em mallos casos que em muitos ca-os era
uto irapns-ivel, e eslabelecendo a excepeo da af-
ITuencia de negocio- publims ou qualquer mira
diiliculdado in-iipi-ravcl excepeo quo cultora o
juiz na obrigaco rigorosa de nao mandar soltar
ao que pede luibeiis-cnrpas, antes da audiencia da
autoridade que o mandou prender, quando > fun-
damento da ordem de soltura Consista, ramo na es-
pecie, nicamente no fado do eslar e ro pn
por mais de oito das, obrigaco que o recurren-
te deixoii de cumprir.
Portento, dando provimento ao recurso ex-ofi-
eio, anuullam eravogarn o Despacho de sldturados
sobredi tos reos, pagas por elies as castas.
Rcclfr, 9 do novcuibro de 1868. iniug, pr-
presidenie.Domiiujo^a Silva.Almtida Albt<
qu fique.Gitiriinn,
O Sr.G. Drummond :Da lei tura que acabantes
le ouvir, senhores. sp conh-ce que a pnoao do
Sr. leen te-coronel Alexandrino nao h\ nm al-
ternado cqntra a liherdade individual sim de ar-
cordn com os principios prascriptos na nos-a le-
gislaco criminal, assim nenhuma rajao teve o
nobre deputado a quera respondo para fazer des-
se acto moiivo de aecusaco contra o Sr. conde
de Baependy.
Senhores, lamento os desvos que c deTaro no
arto da prisa, cuino aflirmou o nobro Vootado,
mas S. Exc. nao devia para ser justo coran de-
monstra solidarisar por elles ao presidente da-
provincia.
Um So. Deputado :Mas nao lamente o cr-
cumstaueia de ter es-a autoridade uomeiada mui-
to tempo antes s ter mandado eftetnar a priso
as vespi-ras da eleicao.
OSn. G. Drummond :Lamento qne ?e deseu-
caminhasseo processo instaurado contra oSr. tc-
uente-corouel Alexandrino, e que elle nao osse
sugeito immediaianienie as prescripcocs Irgae?
uo conheco, porem, razio de str, para fue per
motivos eleitoraes se dexe de prender erimi-
llOMIS.
(Cruzam-se apartes.)
O Sn. G. Drummond :Senhores, i raestrri a
injustica da aecusaci. agora no mea cammlK',
perguntaroi ao nobre deputado, com nuo dir
-o cen-ura c.-.te facto quando so tem pratieado,
ainda mais escandalosos.
Um Sn. Dkputado : Isto nao defezx
0 Sr. G. Drummond : Por corto iue tu agora
nao estou defendeudo. Oque ora de fipfifo
insiiricac.il) eu ja lz, estou trazendu a memnrja, ur,
faci idntico, mais revestido te cii.umslau
escandolo-as pralicadas na poca em que o* ami-
gos lo nobro deputado governaram o pi
Sr. presi lente, o teeent.--corouel j^H ; a
Siquera. ollicial da ordem da llosa, I
Ouricury, por motivos insignificantes foi recolhi-
do a enxovia fardad c com a venera
tudo isto ordenado pelo delegado do polica.
Um Sr. Deputaoo : Quando foi isto?
0 Sa. G. Drummond : Em 19 de oalubro da
I8">3, quando era presidente desta provine o Sr.
consf-lheiro Silveira do Souza 11 E se nio
exacto contestem no.
O Sr. L ipks Machado :- irazer as prava.
O Sn. G. Drummond :fl *:o jsja a
- *



Diario de
*
Pernarabuco -c-
_____
Quinta fcira- 26 de
.A oslo
i.
-
.....i------
Mtor
" f ti
k"-
i.O.l i
.1 furia
i'.n.'V
ser l r vo): -Sbeme dizer quera wi < prendeu T ..
O i\. G D.-nnn>:-0 delgalo vapli) I.juc>, e turto eslecomio re^l J**
le dlroti era c >rr.p-mdeneii< sua- conlinuaram
facto praticad) on o tenante-coronel uiraw^-
Tal eraa corteza diinpumdadel!
Sr. preddente de uirW. heJ^?J2"
lar, reflroino a prisao de Antunio Rufino Moniei-
10,* junde ItaulK'
O,,,^ MAjpiw>:-H rjeonheci un
Sa.G. Daiuw>* :-necoalwo e nem o pa-
d.ria deixr de fazer pir amir a yerdade. Mas
S.rM *M respmsabilidaie pj Ttartr-ie
"r s curtante fac.' ao presidan*! do Peroambii-
' olS* de o dk-r don testemuntm da re-
provUi, demiuindo insabJelegadotroedacre-
^05ffDMTAM:-Xi3 mn^r^M-
*0 ia. G. D*w*o : -S r** qae serve o
jux d i dT.no ,u comarca na 6 elle o guarda wt-
P'
i.
i peda-nos que repearteu-se, e mandn (en) urna
algum imiproqu.
^HtelTO.-Co o prazo lo
^^24 do corrente, se acha
^He lente substituto ^^^L que era oecuoada pelo
los Liberato Barros, e que fo
pela resolueo imperial de 4 do
tanto M. Mi. nao un a suprema nm-
Vcamaneira porque as nucida*! jalaran
.umpreai os seas doveres, na i era da sua con ,.e-
neari* nroaader citnainWmonta eantraa utocidada
,,ae te dawiava do eamirtw h-g-.l ? Pf oerto >i;->*
>hn. lojta, ni) lia razai pura M Mnarjota o M.
onde de Baepjndy o que mais da parto dero sur
levado mn wnta ao juta do direito.
(lia mn apart".) .
O 5a. G. Dm-mjiuno :-0 resultado do proce.so
aa no li.n das oootaa a susnensao do entregado
~-o Sr. ronde de Baepehdvaumariameo ow-
vensou a provincia e esner i alente ao termo de
Itamh de.w empreado qoe liu mal se compor-
iava, eseu arlo lie digVJ de aprace O nao de cen-
TS Sa Depltad.i:-0 qae h uve foi urna
larca. .
O Ra. Ues Machabv.E os oalros foram e-
iniMtdoj.
OSn. Gaspar Dm mmond:Os outro?, nem.o
MKamscr por que caire elles-articularan se
tintamente a aecusacoea sem a mais diminuta
iirova.
m Su. Deputado :Era una jtuz do paz que so
reerutava para impedir a victoria das urnas.
OSilG. rMMo.Ni: -Para que o noare do-
puudoalllrma'uinainexaetido, qae neeessida e
l>de havar de inutilizar o i" juiz de paz quando
se aprsenla o piimeiro para elci^to.
S.-nhores, lamento que so prendesse a ura ci
dadio casado maiorde iOannos [tara ie.-ruta, inai
Mh> psn achar razao de parte do nobro de|iu-
53o para censurar ao Sr. condi de Baependy
Mando S. lixe. revelou p >r actos be;n sigiunea-
qnv repivava soinelliant proceder. S. .se.
mandwit imme.liat.unente saltar o Sr. Antonio IluU-
ito .: demiilio o subdelegado. .
Afacedistoa solidariedade que llie qutzattn-
Wnir ao nobre depulado f.^por terral!
Sr presidente, admira, causa espanto ver
levantar-seo nobre depuialo para denunciarum
fado solado contra a hvdadodoeidadao, n en-
ti oanlo nem a menos una palivra por parle
do* nobres depatados para estigmatisar proced-
ment igual mais em grande asala praticados no*
sempre niemoraveis sei-- anuos, foi aqu proferida,
os bem, eu voa completar o quadro c duei o que
M fez asemelbante respeito. Eis a lista dos nemes:
Beotc Correa da Silva cacado com Mana Evan-
gelista da Coneeiao, com seis lilhos, rccruUdo!
Manoel de Manos Coma, casado com brancisca
Thnmaria Cabial, 7 lilhos!
Manoel do Couio Corn-a. casado com Joseplia
AUria do E>pirito Santo, i filhos I
Galiriel de Brilo, casa* com Mana da Concei-
rao, 6 filhos.
(Ha um aparte.) n
O Sr. G. Drcmmond : -- Querem maisT Ou-
' Antonio dos Res Correa, casado com Ignez
Dias do Espirito Santo, O lilhos I .
Antonio Luii da GrtCa, casado com Mana Cae-
tana do Nasrimento, 11 S!ho*.
Vicente Ferreira do Esnirito Santo, casado com
Domingas Maria Machado, i lilhos.
Antonio do Fre tas Carioso, viuvo, com W U-
Ihos, tendo at um como praca.
(Cruzam-se apartes.) .
O Su G. hummond .Senhore?, nao foi ne>u
proTincia que so fez o recrutamenlo por um mo-
do tio brbaro na propria provincia do Uo de Ja-
neiro, nu termo de Mark, um capitao reformado
foi recrutado e couduzido a pe para a capi-
alllllll
Quein nraticou taes factos, senliores, nao tem
direito liara aecusar taes adversarios, por verda-
deiras futilidades.
(Crnzam-se apartes.) ______
O Sr G. Diu:mmoxd :Sr. presidente, sinto-me
extraordinariamente fatigado c nao quero abusar
por mais tempo da benevolencia desta illustraaa
assembla. (Nao apoiados.)
Nao sei se toqnei em todos os pontos d > discur-
so do nobre depntado, a qoetn me comprometa
responder, e anda que o nao fizes:W o meu estado
de ade nao comporta extorco maior, e eu desejn
obedecer res desejos de concluir-se desde ja esta
iliscussao. .,
Eu vou concluir. A assen?ao do partido con-
servador em 1G de jullio. e a chamada do vene-
ran lo senuor visconde de Itaboraliy nao foi mais
nem menos do noeonsequencia nacional e resul-
ta* neeessari 4e 3 de agosto. (Nao apoiados o vanas reclama-
" O S. G. Dbcimond :Sr. presidente o cartax
das reformas libi-racs, uova tnica ensangrenta-
da de Cesar, da pode crear illusoe*. A pedra quo rolara do cimo
da montanha de ina poda serdetida em sua precipitosa queda.
Os novo? Antonios caliram, e cahiram porque ja
so reconheciam fraeog c impotentes ante a opiniao
publica que os fulminara f... (Nao apoiados. vivas
reclamacoes.) '
O Sr. vsronde de Itaborahy; sera quera salve
.imperio do cataclisma que se lhe aproximava.
Sr. e
declarada vaga
corrento mez.
PINTURA DE PONTE.-Peranle a thesouraria
de fazendavai &-praei, no dia t8 do corrente, a
pintura das pontos 7 de selembro e Pedn II.
a^BTITUTO HISTRICO E PHILOSOPHICO.
Funceona luje esta socedade, em sessie ordina-
ria, para a diseu Alliu p.ierquo BarrosCalabar. face da histeria,
poda ser considerado traidor 1
BOA CAPTURA.Segundo co.-nmuncaco do
ubdalegado da freguezia de S. Jos. Bartholomen
Jdeli|u1aias Diarte, preso pelo subdelegado da
frejcnezfcida Boa-vista, est pronunciado desde 23
de jimba do 18$, o art. K*- do cdigo criminal,
aebando-se sen proeesso affeclo ao tribunal do
jnrv para julgamento.
SSOCfCA') COMMERCAL AGRCOLA.Reu-
nio-se anle-li'iitnk s 10 horas do dia, grande
naraero do so'.Us *$a aaaooiMao, e elegerain os
Srs. : presidente, Francisco Rihi-iro Pinto Guma-
res, secretario Juao Mana dos Santos Almeida,
tliesoUBBiro Antonio Climaco Moreira Temporal,
A siridad-' circapi se presentemente com a re-
f irnn do sen regiment e oolta o ornamento das
despegas a fazer com os reparos do cdieio onde
funeeiona.
MI5SA FU\lirmE.-A mi.sa que, em lugar
competente, .foi annunciada pelo Sr. D. Juan Bu-
son para a matriz di Boa-vista, foi, por motivo,
transferida celcbroeo para o convento de S.
Francisco, s fi c mcia horas da manhaa de hoje.
LOTERA.A que so acha venda 6 a U7'.a
beneficio da Ordem T.-rceira do Csrmo, para fun-
dacio de um hospital, que corre luye.
PASSAGEIRO O vapor Munda, vndo de
llaimngaane, ironxe os sogointes :
Felnto Lopes du Mendon^a, Dr. Jos Canos da
Costa Rilietro, Pe 1ro Gou^alves da Cunha, Anto-
nio Baptista Uelliorut, Joaquim Justiuiano Gomos,
Pedro Lopes de Mendonca, J.iao Eneas Ikndeira e
urna criada, Mmel Hiticiro ih- Oliveira Pinto,
Jos de Mallos, Jo.io Ribeiro Baracho, J w Joa-
quim de S onza Lein os Jnior, Ja > Goncaives
Ferreira, Jos Justino P. de Almeida, Hermene-
gildo Lobo, Antonio da Costa Burges, Manoel da
Silva Lima, Jos Velloso da Silveira, Jos Manins
da Costa. Jo< Podro Bapiista Carneiro, J. Cllio
Moreira, Joo Gomei da Silva M., Amcrico J. de
Franca' ...,
CEMITERIO PUBLICO. Ottuarlo do da 23 de
agosto :
f.oiirenco, Pernnmbnco, 13 dias, Santo Antonio ;
espasmo.
Antonio, Pernambuco, G anno?, S.Jos; con-
vulses.
Bonifacio, Pernambuco. 13 meze?, febre ; S. Jos.
Francisco, Pernambuco, 15 dias, Boa-vista ; con-
gesto cerebral.
Francisco Jo-c do Rosario Barroso, Pernambuco,
60 annos, casado ; apoplexia.
Michenl Chflort, Irlanda, 28 aanos, solteiro, Santo
Antonio ; eongosta.)cerebral.
Francisco das Chagas, Pernambuco, 60 annos,
solteiro. S. Jos amol cimento cerebral.
ECITAES.
pettcSo
avulso) recebe-lo em auto apat
v-ner?t4o tribuna! da rdaflo d. eWft q|re
O aggravo devia ser lomodo nos proprios
aulos, sendo qoe no civl nunca hoove ag-
gravo en auto apartado; e que o juiz andot
errado quando P^n* "*n*o rei(0S) as mflrcadrias abaixo declaradas.
5 3K,da ma,Sadraad;: lindas do Prt n^ trigup ;pprtogn,z |rt-
' O isrteetor interino
imblico, que no.dw 2t* do
de nwlo dia e a porra da irFsmii repartifao,
serio levadas a basta- -publica, livro do-di-
mandou tx-oflicio quu eu, ou msti
ou meu procurador fosse intimado para no
termo de 24 horas entregar no cartorio pe-
tic5es. que fizeramos.
E diz o- Sr. lympio, que ludo quanto
dizemos contra o Dr. Miranda recahe sobre
o tribunal superior, a quem tenho protesta-
do e contino a protestar o mais. sincero
respeito e conQtnca 1 Aquelle digno tri-
bunal nao acceita seraelhante soliifariedade.
Quer o meu contendor que eu venha
provar pera iraprensa os metis artigos de
suspcico. Ado isto inconveniente, a prova
dos actos c palavras em que $e funda a
suspeicao, deve ser feta em juizo, e na
dilacao probatoria. Nao conveniente en-
treter a ctiriosidade publica com a disrus-
sao dos mesmos actos. Basta que sejam
provados quando, e como a lei exige.
Al egando sur mteivo da parade suppoe
o Sr. lympio que pode attravessa-la de
lado a lado com arcos, cornijas e soleiras,
fazendo escavaces para collocar ludo isso;
impossibilitando de reediQcar o mea predio
e arriscando-me a um maior prejmzo !
Nao aceito o convite de requerer nova
vestoria pelo juizo da 21 vara, visto como
isto seria Ilegal. Pois se a causa corre no
juiz da 1* vara, como diz o Sr. Olympio
que eu requeira pela 2* ? Elle diz isto
por saber qne eu n5o posso desta vez pe-
gama palavra, como cima fz.
Os pretendidos Jocumentos que acom-
panham a publicacao a que respondo sao
algumas resposus de cartas, as quaes os
respondemos referem-se ao que llies disse
o proprio Sr..Olympio.
Taes resposus nao provam cousa algu-
ma, mas ha urna dolas que faz rir ao ho-
mem mais serio. E' aquella em que se
diz : respondo afirmativamente a todo o
contedo de sua carta, O Sr. Olympio
publicon esta resposta, mas guardou a carta!
E' o que basta por ota.
Como procurador de Jos Dias da Silva
Guimaraes.Joaquim Dias da Silca '
maraez.
GOMPANHIA PElWMBUCANA
*avo;.i?5o coscii'.T p#r vapor.
i Pui'ta dJ*U4l'|i|a Hiu "fformoso e
^amandart;.
^*-y O vapor Parnhijbtt, comaiarilanle
_il 4* Mello, seguir para os porte cima i
tOtrnti dia 31 do correncia fflRa noe
Recebe carca, encqmmendas, patsacciros o. i-
aJteW'a Trate, u eseratorto do f o to do Mata
tfvttmAlNttAm HHASIJI
DE
Paquetes a vapor.
wnpho, entrfdo em zofl to no
prximo pasado, pertenconles
Duarte Rodogues.
Trapiche Dantas.
Sem marca.I2G canastrai com alhos,
pesando bruta 2J001 lulogi-amm/is, 'tara cb
1.1% liquido lugal i,77 kHogrnmm
1156 rs. o klTogramiV), nryl 4ft.
Marca 0.-40 ditas com dUo, pos.iudo JSSm^ de (rsala A. J. de Santa
i er\a i i ~ V o 1"a demKs da demora do cas-
bruto 603 ktlogrammos, tara de Vi \ It- ,~Rri l port do sui.
quido legal 517 kilogramnii, a i66 r*. o I Doid ja retaem-se passaaeiros o engaja-seja
kiiogl'llimo 855H22. I arga nueo vapor poder cimduzir, a guai devr
. Alfandega de Pernambuco 2u de agosto ser embarcada no dia de a da. Encommm
Dos poitos d none* aptradi
at o dia 8 de agosto ?vanni
Paniiii. conimandntt o capifin
la Barbara,
de i869.
O in?pector interinq",
de C, Paes de Andradc.
Z
CLARACOR? ^ 31
las c diulieiro a frote al o dia da sua sabida as i
horas.
Nao so reoebcm como encommendas seaao (>b-
loctos de pequeo valor e que nao ejiccdam a dua.'
arroba* de peso ou 8 palmos ruinaos de mediciu.
rudo quepassar desies limites deter ser embar-
clo cog o car^'a.
' *re\ inc-seTBs Sr?. passa^iros qn snas pasaa-
ms s se recebuui na agencia ra da Cruz n, 87,
Gui-
PUBLICACOES A PEDIDO.
i Nao adiados, vivas reciamaeoes.
E;se nobre estadist^Tia cotnpanhia de.seus col
legas, erapenbados todos na diffieil commissao a
riles confiada, ja tm grangeado e asseguraram
devocie de tod( os t.raaileiros que amam ao
.sen pau. Ess esperaneae a miuha, e a de to-
jos os brasleiros. _
Esse nobre estadista e sena companheiros, nao
raa os arehiteetoa das ruinas do imperio da
Sauta Cruz como o aOlrmam os progresaistas de
lionte.n, serao os athlet-as o obreiros das suas
arandes prosperidades, fazen lo nascer a harmo-
Jia e a nniao pelo re-ieito ao- randas princi-
pios. (Nao apoiado, reclamacoes, sussurro.)
Taaho concluido.
EEVISTA DIARIA.
DRPUTADOS AS>EMBEAGERAL.-Por do-
liberacio da presidencia da provincia, de 24 uo
rorrete, oi designado o dia 2C de novembro pr-
ximo para se proceder eleico de dous mem-
hros da cmara temporaria, pelo D c 3 distnctos
e'.eitoraes.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PHOVINCIAL.-
Var delibera cao de 2\ do torrente, usando da at-
iribmcao quo lhe eonfere o g t do arl. 24 da lei
a de agosto de 183i. resolveu a presidencia
da provincia convocar a nova assemhla, que deve
funecionar no bienio de 1870 a 1871, e designar
o domingo 8 de novembro prximo para se pro-
ceder eleico dos scus respectivos membtos.
AUTORIDADE POLICA' -Sob proj r'uefe de polica, foi nomeado Antonio Severiano
dJT Gouva Lima 2 supplente do subdelegado do
dhricto do Sacco, do termo do Ex.
STRCCO PUBLICA.A' seu pedido, foi
f Mniivida a professora de instruccao primaria Do-
iningaa Paulina Ayrcs, da c.adeira da villa do Bui-
Juua par* a da oovo.ic.ao de Correntes.
ARSENAL DE MATtlNHAPara servir inten-
'; nra-nie o lugar de portiro desta reparticao, foi
o, pela presidencia da provincia, Antonio
arisco Ignacio d; Je
PASSAMENTO.Den hontem alma ao Creador,
o capilao reformado do exercito Joao Marinho
*aes Barretu.
Jos Das da %\\sx Ciulmare.
ao %r. olympio Cion^alTes
Rosa.
E to o quo disse eu ? Bem sei com quem
lido.
Logo abaixo do meu pequeo protesto
veio a esliradissima ladainha do meu ad-
versario, o em seguida urnas respostas sem
as perguntas.
O Sr. Olympio acabou protestando, que
nao voltaria mais a imprensa antes de con-
cluida a nossa questao. Como bom isso
de atirar um golpe e fugir com o corpo!
Mas vista de sua resolucao, tambem me
aguardarei para depois, fazendo apenas
agora algumas considerares.
Eu j disse que nao pretenda embara-
zar o Sr. Olympio, mas apenas garantir-me
para o futuro; e por isso exigi, como con-
dic5o para nao oppr-mo a obra que elle
eslava fazendo, que o mesmo Sr. Olym-
pio se obrigasse, a nao oppr-se em tempo
algum reedifleacao da frente do meu pre-
dio.
Do modo pelo qual se pretenda fazer
e se fez a obra fleo imposibilitado de con-
certar a frente do predio n. 18 e at su-
jeito a um d< sabamento.
O Sr. Olympio nega, que se esquivasse
a assignar urna escriptura, de confonnidade
com a sua promessa, e affirma que offereceu-
se a garantir qualquer prejuizo ou damno,
que eu podtsse soffrer com a reedificac,ao
de seu predio.
Pego na palavra! Procifrei em vo obter
que o Sr. Olympio reduzisse a termo o que
rae mandou dizer ; mas urna vez que elle,
s cora o im de contestar-me, declara que
est prorapto a assignar um escriptura, res-
ponsabilisando-se pelos prejuizos que em
qualquer tempo resulte de sua obw, e obri-
gando-so a n3o se oppr reedifica?ao do
meu predio declaro que acceitj isto, e de-
sisiire logo que elle o fa<*a.
J v" o publico que nao sou eu quem quer
qnestionar. Se o Sr. Olympio esquivar-se
binda a fazer o que diz em sua correspon-
dencia, est claro que elluquem nao tem
razo, quem est causando prejuizo, quem
procura illudir ao publico e aos tribu-
naes.
Para provar sin ba o Sr. Olympio
trunca urna parte do auto da vistoria I Era
seu artigo transcreve elle o segrate :
Perguntados (os peritos) se a actual
homhreira pode ser substituida por outra
que fosse menos larga, embora com maior
comprimento, para que na sua collocaco
meia pollegada,fosse quem da linha di-
visoria, responderam afirmativamente ?!
Accrescenta o Sr. Olympio:
V, pois, o publico que nao commetti
urna s falsidade, e que o Sr. Guimaraes
nao provou urna s de suas asserces.
Eis ahi as palavras supprimidas pelo Sr.
Olympio:
c Responderam fTirraativamente, enette
caso perguntados se a fenle da casa do Nun-
ctante poda ser demolida sem prejmzo
da casa do Nttnriado. Responderam que
ainda assim nao.
O Sr. Olympio copiou al afirmativa-
mente, e deixou o mais no tinteiro! Que
innocencia I
Se eu pergnntar a alguem se posso cor-
tar a cabera de qualquer pessoa, me diro
que sim; mas se perguntar depois se ella
licar cora vida, se eu ficarei livre de peua
e culpa neste mundo e no outro, de certo
responderam negativamente.
Posso beber um copo de veneno ? Sim.
Mas se o beber deixo de soffrer ? N3o I
O Sr. Olympio procura identificar o Sr.
Dr. Miranda, com o venerando tribunal da
relacao, diiendo que este tem approvado
lodos os actos daquelle. N5o exacto.
O venerando tribunal da relaco', acaba de
ilar provimento ao aggravo que interpuz
nltimamentc do despacho pelo qual o Sr.
Dr. M.i randa negou-me vista para deduzir o
meu direito contra o excesso na execucao
d sentenca, que julgou a caucao
O Sr. Dr. Miranda, depois de mandar
anta Casa la Misericordia do
Rcciffe.
A Illma. junta administrativa da Sania Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que na |
sala de snas^sessdes, no dia 2o de agosto, pelas
quatro lioras "da tarde, tem de ser arrematadas I
ijuein mais vantagous offereeer, pelo tempo de um'
tres annos, as rendas dos predna em seguida de-
KSTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra do Encantamento.
Sobrado de dous andares n. 3. G00000
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 49...... 170$000
Ra das Calcadas.
Casaterrean.36....... 178*000
Ra da Moeda.
Primeiro andar do sobrado n. 37. "r>^2
Segundo andar dito...... 90^000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Amorim.
Sobrado de doni andaros n. 31, dem 600000
Ra da Cacimba.
dem idera n. 12...... OiOOO
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 103 ................ 1463000
dem n. 98....................- 203*000
dem n. 96......................., 202*000
Sitio n. 5 no Pomo da Cal........... 1505000
Os pretendontes deverio apresentar no acto da
gens
Io andar, escriptorio de Antonio
Azevcdo & C.
Luiz de Oliveira
C01FA1IA RASILEIUA
DE
DOENGAS CUTNEAS DOS TRPICOS
Nos paues quentes a pelle se acha esti-
mulada a urna telo excssiva, e dahi re-
sulta urna inflnidade de molestias cut-
neas. Prurido, ou urna constante comi-
cho externa, sem grande inflammaco ap-
pagente, erupfes escamosas, espinhas pus-
tulosas, borbulbas d'agaa, brotoejas, ro-
sela nu sarampM falso, erupcSes salsugi-
nosas herpes, empigens ozagre e ebulicies
empigenosas A quasi| todas as especies e
cores, desde o rosado desmatado, al ao
mais escuro carmesim, podem ser mencio-
nadas neste numero.
Todas estas enfermidades, assim como
todas as erupcSes exteriores causadas pelo
calor, sSo prompta c seguramente removi-
das mediante o uso da salsaparrilha de Bris-
tol, o mais salutfero e precioso do todos
os detergentes vegetaes; o ventre deveri
conservar-se livre e desembarazado usan-
do-sc das pilulas assucaradas de Biislol,
conjunctamenle com a salsaparrilha.
Acha-se i venda as pharmactas de A.
Caors, M. A. Barbosa, J. da Conceicao Bra-
vo & C, P. Maurer 4C. e BartholomeO
& C.
COMMERCIO.
piiAgA
DO RECIFE 2b DE AGOSTO DE 1869
A 3 l/ H0BA8 DA TABOR
Cambio sobre Londres 90 d/v. 18 6|8 d. por
UO00 (hontem).
Frete de algodao de Macoio para Liverpool|= o.
por 1* sem capa.
1 F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ALFANDEGA.
Hendimento do dia 2 a 24 57:53bloi0
dem do dia 25......37:226*088
604:761*628
arremaUao as suas (ancas, ou comparecerem
acompannados dos respectivos fiadores.
Secretaria da SanUa Casa da Misericordia do Re-
cife, 13 de agosto de 1869.
O escrivao.
Pedro Rodriniies de Sciuza
De ordern~do"lllin. ?r. inspector da thesoura-
ria de fazenda sao convidadas as pessoas que ain-
da possuirem notas de TirSOOO da sexta, e de 10
da quarla estampa, em substitu ao, a virem tro-
ca-las por notas de novas estampas, (|ue para isso
tem reeebido a thesouraria do thesouro nacional.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 23 de appsto de 1869,
Servindo do otlicial-moior,
Carlos Jnao de Sonza Corroa
Consuihode compras do arsenal
de guerra.
0 eonsemo do compras do arsenal de guern
precisa comprar o seguinte :
Casemira encarnada, metr-M
Mappas inodellu n. U (amoetra)
Ditos para dietas (modello dilerente)
Camisa de meia I -
Luvas de atgodao. pares
Faca para cozinha
Obreias (massos)
Vassonra* de junco
Cinturoes com ferragens douradas para
msicos '.'
Botins, pares '
Caulista de meia -
.Jaivas d algodao, pares 7*
Suspensorio-, pares ,*
Rrim escuro, metros Min
Brim branco, meUos *.{
Algodaozmho, metros *'
Lencos de algodao JJJ-.J
Meias de algodao, pares *"
As pessoas que quizerem vender os objectos
cima leela'ados, apresentem suas propostas na
sala do conselho com as respectivas amostras, as
11 horas no dia 28 do corrente.
Sala do conselho de compras do arsenal de
ruerra de Pernambuco 23 de agosto de 18S9.
Paquetes a vapor.
Dos portos do sl 6 esperado
at o dia 8 de aetenibm o vapor
Gunr, commandantc o Io te-
nenie P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os torios do norte.
Desde j recebem-se passaaeiros e engaja-se a
carga que o vapor poder connuzir, a qual deven
ier embarcada no dia desuachegada. Encommen-
das e dinheiro a frute at as duas horas do dia da
Nao se recebem como encommendas senio ob-
jectos de pequeo valor c que nao excedam a_ t
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos do medicao
Fudo que passar destes lmites devora ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
fens s se recebem na agencia ra da Crnz n. 57.
andar, escriptorio de Antonio Luz de Oliveira
Azevcdo A- C. ____
cost^aTewmbcana
DR
Navegando costeira por vapor.
Rfaceio escalas e Penedo.
0 vap.^r Potengi, commandante
Pereira, seguir para os portos cima
no dia 31 do corrente as 5 horas da
tarde. Recebe carga at o dia 30, encommendas,
passageiros c dinheiro a freto at as 2 horas
da tarde do dia da sabida no escriptorio do Par-
te do Mattos n. 12.
2L
ROUBO
200^000 de gratifl-
capao.
0 abaixo assignado manifiesta flmenla o qne
llie foi rnnlMd B*dia sexta-feir.i, 7 de agosto, as
G horas da larde, do Recite para a Capunga, os
ubjeclos abaixo declarados, roubados de dentro o>
um bah de flandres que eonduza urna c;rroca.
julgkudo ter sido feto o ruiibu na iraca do captm,
na Roa-Vista, aunde o carnweiro so_ demarou em
urna labe-roa. O abaixo assignado utTerecea quaa-
lia cima a quem llie entregar o dito rotibo, cora-
protnettendo-se a guardar inviolave! segredo, po-
dendo vir ao meu poder por qualquer intermedio.
2 braceletes de ouro com llvela, cnlrancado.
I dito do cornalina encarnado, 1 appsrelllo w be-
zouros, completo, cncastoadn em miro, obra do
Porto, 1 bracellede sndalo, I dito de dito de me-
nina. 2 ditos de cural do dita cun chapa de uro e
pedrnbas, 1 dito de menina do cunliiihas brancas.
1 allinete de ouro de menina com roraes (pedias)
1 par de brincos de ouro com pingentes, tendo.uar-
te superior sobre a rsela urna perola, c parle in-
fprior por baixo urna pedra azul, I par do brincos
de cornalina encamada e encasloado em ouro, 1
dito de ditos de ouro a balo, 1 dito de rosetas pe-
Jnenas cota una pedrinha de coral no meio, 1 dito
e brincos de ouro de menina com pedral bran-
cas, l dito de rositas de ouro li-as, 1 annel de
ouro de menina com as letras MJSL, 1 dito de ca-
bello de dita culi as letras MJCR, I par de botoes
de punho para menina, 2 ditos de ditjs dito para
hoiiiem, sondo 1 par de cornalina encarnada en-
castada em ouro, e I dito de puro com roseas n
cea tro, 1 boto de camisa (d peito) de buzourn
encasloado em ouro, 1 volta de tranceln) marcha-
lado com una llguiuha de azebirhe, l dita do dita
cun requintes, de menina, tendo um S. Braz de
ouro, 1 tlga de cornalina encismada em ouro, i
dita do unicornc, 1 bola de cornalina encastoada
em ouro, 1 cara de onro representando o sol, 1
moednha de ouro, 1 busiozinho encasloado em
ouro, 1 moedinha de prala enca>toada em ouro,
l relugio de ouro patente com crrenlo do rncsiua
metal e chave, 1 imagem de dito representando N.
S. da Conceieao, ti-ndo 2 pollegadas de comprimen-
to o pesando de 18 a 20 oitav.is, 1 votta de aljofa-
res imitando pandas, varias nioedinhas de prala
nova b 9 000 em papel, ludo dentro de um bah
de tartaruga, c dentro deste um pequenino de tar-
taruga tamben; que continha u uun> das meninas.
9 caimsiuhas de menina guarnecidas com renda, e
algumas com marca M. 5 vestidinlios do menina,
sendo 2 do chita, 2 de mussefina e 1 de cambraia
com lislra verde, 2 timaozinhos de chita, 5 cober-
tinhiis, seado 2 encarnadas. 1 leiieolzinho com mar-
ca M, 6 Iravcsse iuhos encarnados coiiVfronhas, 6
pares de nieinlias, 3 marca I e'3 marca A, 1 saia
de cambraia branca com tira bordada em roda, d
senhora, 1 botina de senhora, de pellica branca, e
mais objectos miudos, 1 par do sapatos de ourello,
novoi, de homem.
Jos da Silva Leite.
PARA'
4
100
1,000
1
38
1
50
400
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com fazendas
dem dem cora gneros
Hygtno Jos Coelho.
Coronel director interino.
Jos Bapiista de Castro Silva,
Secretario.
Volumes sahidos com fazendas
dem idem com gneros
-------383
1G8
412
------ 580
Descarrogara hoje 26 de agosto
Barca inglezaGazella mercadorias.
Barca inglezaNaoniaidem.
Briguo norueguense Aijuvnns lannlia de trigo.
Lugar dinamamnez.tfanVmamercadorias.
Brigue norte-allemoA^a/A-mercadorias.
Barca francezaMousse de Nanies -mercadorias.
Hiale aniericano-Miry & Wmdherdem.
Brigue hespanhol Pepa charque.
Brigue inglezJfeliteferro e Tsarvao.
Brigue francezPa/eafro-mercadoriasJ
IECEBEDORIA DE RENDAS l.NTEltNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO.
Hendimento do dia 2 a 24 M'-MOW"
dem do dia 25...... 687*222
38:718*134
CONSULADO PROVINCIAL
Hendimento do dia2 a2i. ^JS?*^
dem do dia 25....... 1:094*673
_7ll93fi294
O Illm. Sr. nspectua da thesouraria de la-
zenda desta provincia anda fazer publico, que no
dia 28 do corrente, as 2 horas da tarde, irao a
praca para serem arrematadas, por quem por me
nos fizer, as pinturas das puntes, Santa Isabel e
Sete de Selembro. O ornamento e clansulas espa.-
ciaes para o contrato serao franqueados aos prer
tendentes, na secretaria da mesma thesouraria. As
iiessoas a qusm eonvier a arrematarao, deverao
comparecer no referido dia e hora indicados
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco 24 de agosto de 1869.
Servndo de oflicial-maior,
Manoel Jos Pinto.
O patacho Protector seguir para o referido
porto em poucos das, por ter a maior parlo do
seu carregamento promplo : para o que lhe falla,
quem quizer carregar a frete commodo, pode diri-
girse ao consignatario Joaquim Jos Goncaives
lleltrio, rua do Cnmniercio n. 17.___________
Para oMaranho
val sahtr breve por ter a maior parlo do carrega-
mento engajado, o palhahote portuguez Carolina,
capitao Joo Paulo de Oliveira, recebe carga a fre-
to : trata-se com E. R. llabello, rua do 'lommcrcio
n.44._________________________________
Para Lisboa
o patacho portuguez Mario, capitao Pedro Martins
Branco vai sahir breve por ter a maior parte da
carga engajada, recebe o reslo que Ino falta a fro-
te barato, e passageiros : trata-se com E. R. Ra-
bello. rua do Qnimercio n. 44.________________
Para Lisboa
O brigue portognez Constante II segu para
Lisboa com a menor demora possivel, por ja ter
parte de sua carga prompta : para o restante e
passrgeiros, trata-se com os consignatarios Olivei-
ra, Filhos & C, no largo do Corpo Santo n. 19, ou
com o sapttao n-- nraca do commercio.__________
COMFANHIA FKR.NA.MBIJCANA
DE
\,nvcgav, costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Mondahl comman-
dante Penna, seguir para o por-
to cima no dia 28 do corrente
as 6 horas da tarde. Recebo car-
ga, encommendas, passageiros e
frete at as 3 horas da Urde do da
escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Convidase aos prenles e amigos do fallecido
Dr. Joo Ferreira da Silva, a ouvirem algumas
missas, que pela alma do mesmo se tem de cele-
braren! na igreja da matriz do SS. Sacramento
da freguezia de S. Antonio no dia 27 do corren-
te, as 7 horas da manh, trigessimo dia do seu
fallec ment. Lwnbranca de um amigo.
D. Juan Busson e sua uiulher irmia de D. Sil-
vana de Almeida Magalhaes, fallecida em 19 do
corrente mez, convidara a seus prenles e amigos
para assistirem a algumas mistos que por alma
daquella senhora mandam celebrar as 6 I [2 ho-
ras da manhaa no da 26 do crrente mez no con
venio de S, Francisco_____________________
Liberato Luiz de Frenas e stia fami-
lia convidam a seus amigos e paremos, a
as>istirpm as missas que mandam rezar
na matriz de S Jos por alma de sua pre-
sada mi, amanha 27 do corrente as 7
horas do dia, primeiro aniversario de seu
falleomento. agradecendo desde j aos que
se dignaren! aceitar o pre entp convite
dinheiro a
da sahida
LEILOES.
Iaspecco do arsenal de
marioha.
Faz-sc publico que a commissao de peritos
examinando na forma determinada no regulamenio
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854 o casco, machina, caldeira, apparellio.
mastreacao, veame, amarras e ancoras do va-
por Poiemji da companhia Pernambucana de na
vegacio costeira, achou todos esses objectos em
e-tado de poder o vapor navegar.
Inspeccao do arsenal de marnha de Pernambu-
co 25 de agosto de 1869.
O inspector.
H. A. Barbosa de Almeida.
AVISOS MARTIMOS.
MOVIMENTO DO PORTO.
Para o Porto
pretende sahir com a possivel brevidade o patacho
portuguez Liberal, tora parte da carga engajada, e
ara o resto que lhe falta, pode tratar-se com Da-
lid Ferreira Rallar, a roa do Brum n. 92, ou com
o capitao do referido navio.
fEBNAMBUCANA. Hojcao meio
ordinaria desta socedade.
ATRO.Nao sendo possivel
8 IfpSdS 25. receba ^ag^nos pTo^fos a1* ar-
JVatiw enfradoj no dia 26.
Mamanguape^12 horas vapor brasileiro
Munda, de 222 toneladas, comman-
te Joaquim Luiz G, Penna equipagera
18, carga algodlo; a companhia Per-
nambucana.
Baha5 dias, hiab brasileiro Garibaldi,
de 110 toneladas, opitSo Jos Vianna,
equipagem d; carga varios gneros; a
Tasso rm3os.
Liver .00145 dias, barca ingleza Jessu
Scott. di2 toneladas, capitao I. Luener,
equipagem 12, carga varios gneros; a
Saunders Brothers r C.
Kavio sahido no mesmo dia.
BarcelonaPolaca hespanola Virgem del
Carmo, de 235 toneladas, capitao D.
Joam Arto, carga algodao.
Oo*ert>afdo.
Por Liverpool suspendeu do lamar3o, o
lugre norueguense Klisto, capitao J. Geraid
com a mesma carga que trouxe do Rio de
Janeiro.
Suspendeu do lamarao para Macei o
brigue ing ez Jeus, capitao Pfersoin, com
o mesmo lastro que trouxe do Rio de Ja-
neiro.
Companhia americana c brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia Io de selembro esperado dos por-
toe do sul o apor americano Merrimack o qual
depois da demora do costume, seguir paraiN-
York, tocando no Para e S. Ttnmaz para fretcs e
pasaagens trala-se com os agentes Henry Forster
4 C, rua do Commercio n. 8.
LEILAO
De algodao era rama
A 26 DO CORRENTE.
O agente Olrfeira far leilao por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de direito da 2' vara en mal
e substituto da do especial do commercio desta
cdade de 10 saccas de algodao sob difluientes
marcas, arrestadas por Linden Weydman & L., a
C. Duvoisira para garanta e as quaes se
acham depositadas na prees dos Srs. Joao Fran-
cisco Antuues & Irmao, silo ao largo da Assem-
bla no Forte do Mallos, onde os pretendontes po-
dera examina-las com antecpacao :
HOJE .
ao meio dia cm ponto, na indicada prenca dos
Srs. Anlunes 4 Irmao.
LEILAO
De machinas de serrar madeira, alisar,
corlar desenho na madeira, engradar,
fazer molduras e tornear, assim como
urna machina para fazer chocolate e mul-
las outras machinas de diversas utilida-
des, madeiras etc.
O agent P ntual competent n"nle autonsado
far loilao do todas as machinas e mais pert neos
da serrara a v^por m lugar do Mondego n. 99,
conforme a diseripcao dos objectos em Doder do
dio agente, bem como das made ras ja appare-
lhadas e por apparelhar, ferramenlas etc.
Para melhor ser aprecia o lodo o machraismo
estar esto em moviraento no dia do leilao que
de ver ter lugar
Quarta-fe ra Io de setembro
Na mesma serrara a -apor as 11 horas, onde
podero os pretndeme ver o irabalho das ma-
chinas e examinar os objeclos indicados para
leilo.
Joao Jos de Carvallio Moraes, Luiz Alfredo de
Moraes e Jos Candido de Moraes, tendo de man-
dar celebrar na igreja do Collegio, sabbado 28 do
corrente, p las 8 horas da manhaa algumas mis
sas p r alma de Antonio Rodrigues de S Van
na. honrado commerciante que foi na praca do
Ro de Janeiro, antigo amigo e orresp ndento dos
annnnciantes e de seu finado pae, convidam seus
amigos c os do Tallecido a assistirem aos ditos
suffragios rom o que alm de obsequio aos an-
nuncianles pralicaro um acto de piedade c pres-
larap homenagem a memoria o fiuado.
^T)Js7^te4OlK00Oajiiio nioOx-o sub hypo-
theca em bens de raz, livres e desembaracados :
na encadernacao parisiense, rua do Imperador n.
71, se dir com quem tratar.__________
Aluga-se'
um escravo lwlero e copeiro : a tratar no ucccc*
do Ouvdor, sobrado n. 1, andar, ou na rua No-
va n. 32.
Dividas.
0 abaixo asignado, arrematante das dividas do
espolio do finado Jos Manoel Pereira de Menda-
nha, avisa aos devedores do dito tinado que man-
dem salUfazer seus dbitos, no prxso de 30 mas.
contados da data deste, rindo o qual proceder a
cobranca judicialmente ; na rua das Ciooo Ponas
n. 82. "Recife 24 de agosto de 186'.l
Joo de Aaevedo Pereira.
FEITOR
Precisa-so de um feilor que entenda perfeiU-
raente de bortalice e trate de cavallo, para tomar
conU de um sitio perlo da cidade: a tratar na
rua da Cruz n. 42, 1 andar.
Aiugam-se duas excelleiites escravas,
sendo que urna compra e cosinht e outra
para serv \o intdrno de casa de familia:
quem precisar dirija-se, em Santo Amaro,
ao sobrado junto do cemiterio inglez.

AVISOS DIVERSOS.
DAS
Messagcries imperiales.
PTCcisa-se de um homem para des-
tribui dor deste Piano; nesta typographia.
~~ Attenpo
Serafim da Silva Ramos, artista alfaiate,
morador na rua das Aguas Verdes,
que nunca teve estabeleciraento
nem de outra qualquer especie
trabalha pelo
At o dia 30 do corrente me* es era-S' dos
portos do sui o vapor francez Guienne, co mman-
danle Jor4aitia' deP'9 da demora do costume
seguir par ^ardeos tocando em Dakr4r (Goree)
e Lisbi
Para condicoea, frete e passagens (rala-se na
agencia rua do GomUMWo n. f
declara
de caf
e s sim
seu ofcio de alfaiate. E
constando havojL.outra pessoa le igual no-
me, faz a presente dedaraco, afim de evi-
tar duvidas futuras. Recife 24 de agosto
de 1869.
Desde marco ultimo, pue j foi no
meada pelo Illm. Sr. Dr. juiz de capella.
urna administra? para reger a igreja do
N. S. da Soledade da Boa- Vista, de cuja
commissao faz parte o Sr. Bernardo da Cu-
nha Teixeira, que fez grande empenho
para ser o juiz da riLandade, promettendo
que faria todas as obras que a igreja pre-
cisa, com melhor gosto do que as quo
estfio feitas, e como at o presente n5o te-
mos visto andamento de qualidadu algum
em dita obra, nao obstante existir dinheiro
em caixa, perguntamos a este Sr. qual o
motivo desta demora, afim de ser suspen-
so algum mu juizo; deixamos de censu-
rar os outros dous merobros da commissao
por serem pessoas inteiramente indepen-
dentes aos negocios da igreja da Soledade.
Vns limaos.
OITe|cce-se urna criada para cozinhar
becco dos Ferreiros n. 10.
-Precisa-se do urna ama para o
de urna casa de pouca laBlIU
[ n. 49,1* andar.
, Btenw


J+ '
Diarid de Pemambuco Quiuta li 26 d Aguato de 1869.
GRANDE HOTEL
ORIENTF
Tlua larra do llr.
JaiaiM-lJdade na ^eOO
11.44.
menucios vr ^repaTa^&o- t> boa r -"plido e asseio nas eneommenda~
/rganlsaeao bo estabeteeimento. Receben.
?1Siil?na,urM nara o e o, facilita se a leitura de jorobes 'lacion.-o c es
trangeiros. E d
Wtfaar, o ha decente < conmiuda hospedagnii.
- .Na praca Ja Independencia n. 3.1, se >l di
penhores de ouro, piala o pedias pie
,pi
nliuiro sob
ciosas, e seja (pial fr a quantia : na inosma eas;
sft compra e vvude objeclas de ouio e piala,
igualmente se faz tuda n qualquer obra de encom-
uenda e ludo e <| lalquer eoncerlo lemlenl-
mesma ario.
-rriLin
N'ESTA ANTIGA E CRED1TATA
FABRICA

OS^5>a(D3 2>3 Q(Da
Madama Adour tem a honra (Jo |kii-
tiripar ao respeitavel publico, amante do>
nossos ttieatros lyiieos, que reeebeu pel<
ultimo vapor da Europa, sabidas de bailb
e bronus do ultimo goxlo; ruado Imperador
n. 23 1 andar, c que vende por barato
preco
I)r. Manool Encdino RogoValenea, me-
dico, ra da Camba do Cariuo n 21.
Vicente Al ves Moreira, agenciador de ven-
das de escravos, mudou sin residencia da ra de
Horias n. 94 para a ra da Paz n. 3i, onde seus
iregnezes o poJerio procurar para a niesma oceu-
pacao. Recebe escravos em rommisso, e prometi
prompta venda.
AOS 20:000,000
Casa da fe icidade
N. 22 PRACA DA INDKPENDKNCIA N. 22.
Os abaixo assijmados, tendo oblidolicen-
r.a da presidencia e salisfeito as ontras exi-
gencias da lei, avisa ao resjieitavel publico,
que ter sempre venda bilhetes das lote-
ras do Rio de Janeiro, cujos premios serao
pagos promptamente a vista das listas, com
o descont smente da lei, pelos precos
seguiutes :
Bilhetes inteiros... 24i5O0O
Meios.....125000
Quartos... GaOOO
Verm & Bnrbedo.
(ASA DAT0RTll\r
Aos 4:000$
Bilhetes #araiftidos.
A ra do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo assignado leudo vendido alm de on-
tras sones 2 quarlo- n. i;t31 eom 4:000 da lote-
m que se acabou de extrahir beneficio da Santa
titsa da Misericordia, convida aos possuidores
viran resaber na conformidade do costuuie sem
eseonto algam.
Acham-se a venda o? billietes da" 4' parte da
lotera da crJcm terceira do Carino do Recife,
(117') que se exlnhir o da 17 do corrente
rnez.
PrefjOS.
O* do costn me.
________Manoel Martina Finza.
Aluga-se o sitio n. 16 da estrada dos AmT-
tos, com una erando casa assobradada, com mui-
rs arvores de fructo : a tratar na ra da Impera-
Iriz n. 20, 2- andar.
II CHIT1ITIIIIT1 ISI CIlrLITe MITIIIITI DI
CHAPBS m mi:
De toda* as qualidadei I
De todea o feitioa I
De todaa oa precos t
RA DO CRESPO
N- 4 1
AUGUSTO POMO & C.
ll-EA DO QUEIM DO--11
Tendo chegado ltimamente ao sea etabelccimento grande- variedade de Ca-
lendas o gosto as pocm disposifo de seus numerosos freguezes pelos ais mdicos
precos possiveis, sendo:
Bournous de cachemira brancos e decores, o que ha de mais elegante para
hombros de senhora.
No vos gostos de manteletes justos ao rorpo denominado silphides, sirennes,
orientales de renda prela de soalines, o que ha de mais elegante para urna moca.
Ilasquines de guipure preto, novo csto.enfcitdoi deselim de cores. Vesti-
dos d" blond conrmanta e camlla pira noivas. Fronhas e toalhas de eambraia de linho
bordadas. Cortinados bordados para camas o para janeUis de diversas qualidades:
colxas de seda e de lia e de seda para camas de noivos.
Epingl, lindo gtfgarao de laa e seda de cores, muito elegante fazenda para
om lindo vestido. Sedas de cores e pretas, gorgorito de seda branco e de cores com
listas asselinadas, panos, casemiras e muitas outras fazendas cujos precos sao em geral
muite mdicos. Grande sormento de camisas para liomem, tanto lisas como bordadas
e de cores.
Continuam sempre a ter grande variedade de tapetes para sof, para cama e
para ptanno, por. ao de tapetes em pecas para alcatifar saloes, e grande quantidade de
Esteiras da India para forrar salas.
ios *o:oooooo
CASA DA FORTUNA
IIua ri < Wft|>o o. as.
O abatx atgnaio tem> obtido licenca da pre-
sidencia e salisfeito as ouiras exjgeucias da lei,
avisa ao respeitavel publico que ter sempre a
venda no sen cstabe.leeimeuto buhe-tes das lote-
ras do Rio de Janeiro, cujos premios serao pagos
propiamente vista das listas eom o descont
smu(c da lei.
Precos :Inteiros.. 2i000
Meios... 125000
Quartos. 6*000
E em quantidade maior de IO04OOO na raz3o
de 22000 por bilete.
______Manoel Martins Finza.
COSITOEIRAT
Cose-se costuras de alfaiat' a moda fran-
ciza, por preco commodo, na ra Augusta
n .112. e d-se flanea sobre as mesmas.
O advogado
Affbnso de Albu(|uerqne Mello mudoa o seu es-
i-riptorio para a ra das Crnzcs n. 37. defronto da
typographia dn Diario.
MUDANCA DO
Albino Uaptista da Roelia participa
a todos os sens freguezes que mudou-
se eom a sua ollieina daprac> da
Independencia 11. 12 para a ra das
Crnzes n. 23 ; previne, portante, a
todos os amigas e Ireguezes que se
achara em casa a qualqucr hora
do dia, para exeeutar todo e qualqner eoncerto
que de sua arte exigir possam, tendente a sua
proflssao; c em sua falte acharao
tratar.
com queni
Aluga-sc uiii sitio eom boa casa de
vi venda eom coramudos para gran-
de familia, na Passagem da Magda-
11a, em frente ao sitio do Sr. Bailar
& Olixeira : a tratar com Domingos
Alvos Matheus, ra do Vicario n. 21.
Precisa-!"' ib) un leitnr porluguez para o
engenlio Ma:to Gro so enmaren do Rio Formo*);
a tratar eom Joao Rento de Gonva no merm
QBfrntHi 011 toa Leal A fruiaH, ra da Cadeio
o 1. aunar.
Uesi-ja-.-e com urgencia saber
Sr. Francisco da Costa c Silva que
<-iar rom fazendas, a negocio que Ihe
ra de Santo Amaro n. 2.
onde reside o
so diz nego-
diz respefto:
Preeisa-ge de
ra Nova n. 3.
Ama de leile.
urna ama de leite
a tratar na
Criado.
No caes de Apollo, armazem n, 60, precisa-se
lo uin criado de boa conducta, para c impras e al-
sei-vicn em nm pequeo sitio.
Am<\
Rreeha-se de una ama para coxinliar e compra
para casa de pouca familia : na ra das Cruz^-
n. % I amlai- ; prefere-se esrrava o paga-sf
bem agradando.
-- Poi adiado na estrada de Santo AiitSo.
por um moleque do engenho Bnlho^s, um
mbrtilho com diversas cartas, para serem
entregtHs aqui no Recife a Sra. D. Qanrii-
a F. de Gs Cavakanti. as quaes estn
em pnder de Antonio Pires Ferraa, ,1,1
Boa-Vista, trvessa da Trempe n. 5, qu.-
s as entregar a mesma senhora, ou a
pessoa de shs eonfianf.i.
-se
dividas na villa
oulro lugar das provincias do Rw-Grandi-
do N<-te e Parahyba, a qnal d fiador nesla
prar;a: procurar na ra larga do Rosa-
no n. 2 l,a, oa na ra do Cabug n. 2.
loja.
nina jiessoa para cobrar
da Penha mi qualquer
eommercio.
Ao
Bsabaix.assigu4iia deda raa ao publico e es-
ppCiatBtente an coi-po do rommerel, i|u lia 31 de jullio prximo passa ImwHeaanrtaiao que ttnham nesta i.raca
s* a raza., uncial e.Coellio A OHveira, ficando\,
activ 1 da wesma soeiedade a cargo do
ox-socio J \nionio dos Santos Coelho, ficando o
ox-soeu) j ftapiisu Goacalyes de (Mivcin aeso-
nerado de t...lB os negocios da referida soeiedade.
tecife i-i d; .-este d.- JHfio.
lose &m un 1 dos Santos Coellio.
__________>"*' B:tg[sl^ Goncalvrs de OhVeiv
Engomma-s roupa tanto de bemem e-iiode
aora rom perfeicao : na ra do C^ldeireiro nu-
inero pe.
Precisa-se 4e uin.-Kuwlher forra ou
?iuesaiba rpanhar o diario de urna casa
lo Uueiinado n. 18. 2- andar.
URGENCIA
ALUGUEL.
No '/)racao ds Onro se diz quem precisa de
urna escrava que sirva para comprar, cozinhar e
engommar, para casa de familia.
Precisa-se de
Nova n. 25
um boin cozinheiro : na ra
Attencfto
Preeisa-se de um caixeiro: na ra da Solodade
n.40.
sen.
Mikroskope achroma-
tisehen. Objetiv Lin-*
'iKUltV&BtM Si. V-'
fiarometre e leinjo-
metre. Centigrad.'
e reoomcure.
ICILIS PERISCPICOS
E crystal de rocha do Brasil.
F. 4. dos; porque, com este:, vidros, a vista descanca, fortifica-sc e nao a canea como com
os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um vidro, pode durar dez aonos, emquanlo
que, com os vidros ordinarios* se est obrigado a muda-Ios todos os annos e os 1er
cada1 vez mais grossos, o que altera o crystalino do Vo e determina quasi sempre do-
res de eabeca. O alcance ordinario
a vista curta e cujo crystahno mu convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
ongej, o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponto de
vista, o que faz divergir os objectos e deia ver tao longc como as ontras vistas Uan-
do o crystaimo emuito chato, oque succede aos que tem chegado a urna certa idade
o que se chama presbyta, vem melhor de longe que de perto, e nao enxergam seni*
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes
tao distinctatnente como na idade de 15 annos.
vista principia eufraquecer, prevne-se o mal.
F. f. Ciermana
colher, a prim-ira vista, seja qual for a idade egro de vista, oculos proprios para
enxergarc
Serviodo-se desles vidros quando 1
.ir..
Precisa-sede urna ama que saib bem cozinhar:
no pateo da Kibeira n. 13.
Precisa-se alagar uina preta escrava de mcia
idade, para comprar e cozinhar; na ra do Ara-
gao u. 10.
Precisa-se de uipa ama que saiba cozinhar
e fazer compras : a tratar na ra da Cadeia do
Recife n. 1, a.inazcm.
Aos 20,000^000.
CASA IA Ui>.
Os abaixo assignodos fazem sciente ao respei-
tavel publico, que teein venda os seus muito fe-
bles bilhetes do Rio, ra do Crbug 11. 2, loja do
Sr. Malhciro, pagndose a vi. ta das listas smenle
com o descouto da lei.
PltECOS.
Inteiros 2i0i0
Meios 12 000
Ouartos GJ00O
De 100/ para cima a 223000 o bHhete.
Vieira A Rodrigues.
encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a es-
qualquer pi ssoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Para a vista que nao supporta os raios-
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras est5o cer-
cadas de eangue.
Para a vista que um dos olhos mvopi-
e o outro presbyto.
Para evitar finalmente que o crvsUlino
do olho se cobra de catarata.
Para a vista myope, (vista curtaj.
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras treraem
de fraqueza.
Para a vista que os olhos sodesiguaes.
Para a vista que se turva com o traba-
Iho c a leitura.
Para a vista presbyta (vista longa).
Saques
lean do Reg Lima saca sobre a praga do Porto,
a roa de Apollo n. i.
Auga-se um sitio na Capunga, porto do Las-
senv junto ao rio, o qual tem grande casa com 3
sallas, 7 qy.artos. co-inha fura, estribara e coxei-
ra, quartos para feitor e escravos, cacimba, cerca-
do para gallinhas, etc. etc. Tudo aCha-se retifl-
cado, caiado piuuJo de uuvo : trata-so na ra
do Vigano n. 23 Io andar.
Notas das caixai liliaes do banco do Brasil,
rocam-se com mdico descont, na loja de Manoel
Soare.- Pinlteiro. praca da Independencia n. 22.
tova tinlnraria ranceza
da ra do Rasarlo da Boa-Vista
11. 44, de Qtto Sehnelder
Tinge e limpa om a maior perfeiran posslvel
todo e qualquer objeclo de seda, laa, ilg.idao, ca-
emira. etc., etc., em peca ou em obra, tira o molo
lazendas, assim como tinge chapeos de fellro,
palba, manilha, e todo mais eoncernente a. sua pro-
IssSo, por preces muito razoaveis.
Sortimento de binculos
para tlieatro, e oculos de
alcance para o campo c ma-
rinlia.
Lunetas, pince-nes e
facc--maiB, curo, prata,
tartaruga, bofalo, ac,
etc., etc.
Tem tambem grande sortimento de relogios para parede, que do horas e para
cima de mesa dos mais lindos modelos. Relogios para algibeira, de ouro, prata, prata
dourada efoleada. inglezes, suissos. e orisontaes dos melhores e mais afamados fabri-
cantes.
Vondas em grosso o a retalho. Em Pernambuco.
N. 21=Rua NovaN. 21.
I
AMA
Precisase de ama ama, preferindo-se escrava,
par;, cozinhar e eomp. ai-, paga-se bem e alianza-
s bom tratamento : na ra Direita n. 32.
captivii
na ra
COSTI REIR E MODISTA
A LECOMTE
Com loja na ra da Imperatriz n. 7.
Tem a honra.de panecipar ao respeitavel pnblico e em patlicular seos freue-
zes, que, pelas relacoes que acaba de encetar com algumascostureirase modistas das mais
afamadas de Pars, que todos os mezes Ihe mandam figurines, de vestidos man-
t-letes e chapeos que eslSo no maior gusto e mais modernos, se acba habilita-
da para fazer vestidos para pasa-io e visitas, bailes c casamentns. As seonoras que
a iiourarem com a sua freguezia, na. deixato de ser satisfeitas, tanto pelo bom gosto, como'
pela fwnueza dos precos c piompti.lao na entrega das encommendas ; tambem tem bo-
nitos nleites muitu modernose de lodasas cores. Fazem-se chapeos de todas as qualidades
tanto de filo como do palba. .
Miguel Goncalves Rodrigues tonca, tilbn de
Manoel Goncalves Rodrigues, vende a berani;aque
em urna quinta Ihe deison na fha de S. Miguel
sen avo paterno Joan Gnncalres Rodrigues : a tra-
tar na na do Crespo n. 12, I* andar.
A profess'.ra particular Hosalina de Miranda
Henriqne Teixeira, avisa aos senhores pais de fa-
milias, que mudouse da ra da Roda para a da
Florentina n. 2, onde contina a lecdonar do da
2o do corrente rnez em diante.
Na ra dos Ooihos n. 28 precisa-se de um
criado paT* compras e recados.
CRIA1MI
Na ra estreita do Rosario n. 3:>, primeiro an-
daivprecisa-se alugar uin criado de li a 13 an-
nos, livre urna casa.
Olferece-se um moco para caixeiro de ra, e
tem pratiea de vender asnear, comprar encom-
mendas ou mesinn para cobranea nesta praga ou
para o mato, d tlador de sua conduela a contento
do qsem precisar : na ra da Praia n. 3i se dir
quera .
Precisa-se alugar alguns escravos para ser-
vico debaixo de robera, paga-se 305000 mensaes
c comida : a tratar na ra do Bruni. salioaria do
Recife.
11--Ra estreita do Rosaris-11
Este novo e modesto eslabelecimento, tendo aberto ao respeitavel publico este ele-
fante e bem fornecido hotel que situado n'uma p<-ic3o inteiramente saudavel, e sen-
lo constantemente sombreado pelos doces zephyros da tarde, torna-se preferivel qual-
mer outro d'cste genero, as tres cousas mais necessarias ao genero raciona!ali-
mento do corpo, distracSo da alma, e socego de espirito.
No pavimento terreo urna casa de pasto muito profusa, da primeira ordera ; no
primeiro andar, sala da frente, nm excellente bilhar de mogno, para divertimento. Sala
de traz um restaurante da primeira ordem. Quanto ao sseio e bemfeiloria das comedo-
ras o delicado mudo do pessoal do eslabelecimento, promptido e eommodidade, s
ios Ilustres concorrenles 6 dado fazer Justina.
Fornece comidas para fra, tanto por mez como avulsa. Todos os das, imite,
j,neontrar-se excellente sorvete, refrescos, caf, cha, bons vanos Figucira, Porto, Bor-
le. do andar.
Ocollogi'i ca Conceici,! precisa do uin lio-
J,i"i i ocennaro liuar de porteiro.
Ai
-Va ruad., 1-vlre 1-loriano n. 3i, precisa-so de
ueue-cia.a para ab i-e bom.
Feitor
ile um hr ;n. **rv '", l'ar.i trabalhar em um-iti.i
tratar no largo da ribeira da reguezia de S. Jo'-
n o '
RIJA DO CRESPO N. 7 A,
AOR DCIJITr.
Joa/tVi-annaeo de Souza estando proredenrto
oinv finado Jo,io Luiz onc.lv s, r-ca
as pessoa que tiveram cuntas r* a
rprespnta ln na rua da Guia, talc i n f
i
-folteiro : na rua do
de liiiinem
Ama
i ito d, ti. loja. Vrceisa-se de
ama para comprar, aozinhar e etigommar.
familia. ^______
Preeiw-se da urna ama ane saiba co-
sinliar para dons homens sol.teiros, na rua
do Ilaugel o. G9.
PRIMEntO ANDAR.
,ibe ireiro dePaiis. tem a honra de informar ao respoita-
..._puWieo, que abri re utsmcnie, para os tnysterea de sua arle, rua do Crespo
n. ; A. primeini andar, um '^ewante salao a Luiz XV, ornado com o maior gosto.
Com a vantagoqt Jo j; fej* sido justanienie apreciado pelo publico parisiense e
pernambmano e ainiiario-^por habis empregados francezes e brasileros, offerecc o
sen |)iestim confianca, i-ocaiTegaiido-sn de qualqu.v penteado de baile tl.eatro, soire, noiva etc.
etc.; e fnrnecenflo toda a especie de o ojelos para ornamento dos preciosos cabellos
de Ss. Bies.
Andr Delsue. fondo em visti a u llidade dos frequentadores de seu estabele-
ctmento, tem preparado, otira sala, com i^rada especial, on le se encontrar sempre
o.vec ri.rs ri.Tit.vi-m perfematias, extra, 'tus. sahoneles, pos de arroz, ditos para
fiemes, fuvas de Jouvin. me, omlim mais completo sortimento dos productos dos
perfumistas Lubin, Conday. PivAr, Rimmel, cosnell, etc., etc.
Aitraditcnnii. d rodas as fialiffias qo o'.obsequiarem, utiliundo-se de.
seus serviros. Andr Dwfsu .mete-se a faz. "* 'udo o qoe estiver aa>0 alcance
para completa satisfacao da boa freguezia pernambu, ^na.
-Dnwiniie le n cusiubeiro para casa doo
familia morando emum dos arrabaldes : dinja-se
a rna da Cruz n. 6 P1 andar.

Precisa-so de una miill),r de dado que te-
nha bons costumes e possa servir a duas pes-
soas : a tralar no Hat roa de S. J^ao n. 51.
i
J
i
Precisa-se de urna ama forra on captiva : na
rua do Queiniadn n. 32. casa de homem solt.-iro.
Aluga-se oa ciclado ite ((linda, rua do Ain
paro, ama boa casa, caiiuh e piulada de novo,
para se passar a festa : a tratar na mesma na
com o Sr. capitao Joao Go:.-alves Rodrigues
Franca.
lauque de ferro.
Pedo-se ao dono do tanque on ealiMin do ferro
que se aelia em eim fu caes da altandoga. o ob-
sequio de fallar no oscriptorio *a eompanhia Per-
naiirfracana.
DENTISTA i FABIS
19Kua Nova-19
Flt E I E RICO \ UTIER
;irurgio-detitista, muito conhecido ha dez anuos n'Sst;: cidade, pea perfeic3o dos sens
trabalhos, tem a honra de participar ao respeitavel pabUco que tendo feito muitos me-
horamentos na sua casa, pode d'hora avante receber as senhoras no seu gabinete onde
Charao os commodos precisos.para familia.
Acha-se tambem na sua casa e na sua eompanhia, o seu sobrinbo e discpulo
I. IjEROIIX
o qual acaba de voltar de urna longa viagera a Europa, durante a qual praticon com
feliz successo nas primeiras casas de Pariz e de Londres, offerecendo asshn as melhores
garantas do bm desempenho para tudo oque for relativo a profisso ; por isso o
innunciante pede aos seus amigos e clientes que por acaso o nao encontrarem no seu
gabinete, depositem no dito seu sobrinbo a mesma confianca com que o tem honrado
< dez annos.
Dentaduras por to los os systenaas: a press5o do ar e com molas de t>o#o, platina
vulcanite e um inbiramenle novo nesta cidade.
Cura radical dos denles cariados.
Chumbegens (obturaes) com ouro c com massas diversas, segundo Qfl casos.
Itemediopara acalmar as dores de denles.
Agua e pos dentrifteios fabricados pelo proprio annunciante, o que Ihe permitte afian-
;ar sua boa qualidade.
Escovas para denlas, etc.
Perfeico de trabalho e precos moderados.
Vingens para fra mediante ajusto previo,
O gabinete acha-se aberto das 8 horas da manbaa ateas 4 da tarde de todos ds
lias nteis.
s
CABELLERE1R0 DE PARS
ANDRfi DELivUC
7 ARUA DO CRESPO- ~7 A
XlROrE
M
Sllll PlIllllLlll i
ou
Depurativo do sangre
Usado nas molestias de pelle, impigens,
dores rheumaticas e ulceras venreas,
NICO DEPOSITO
PRIMEIRO ANDAR.' Rut larga do Hosario u. O.
COMEITUIl DOS IViMZES
16 RUA DA CRUZ 16
Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, fiambre, pastis de dffli
tes qualidades, viuhos de superior qualidade, cha Hisson preto, e alindo, o melhor
se pode encontrar no mercado, amendoas confeitadas, xaropes refrigerantes, doces
calda, etc.
Incnmbe-se de encommendas para grandes jantares, bailes, bapatadae 1-
samentos, a saber :
Pecas de nougat. Pies-de-lot enfeitados.
Ditas de pao-ile-lot. Bollos Mtm.
Ditas de tmara de ovos. Pratos de doce de o\
Ditas de cara'milo. Tortas folladas de erme ecamc.
Bandeja com armacao de assucar. Empadas.


*m
Diario de Pernambuco Quinta feira f de Agosto de 1869.
5


ESMERALDA
I
9
a
a
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimeuto
de jolas da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
pra$a, e por prepos o mais resumido possi-
vel. Tambem comoram ouro, prata e pe-
dras preciosas
\ > rua do cuma iv. s
ALGODO
LOJA DAS MACHIMAS
BASTOS
MACHINAS americanas de serrote de todos os tamanhos para descarocar algodo, do
muito conhecido fabricante Eagle Cotton Gin.
AI ACHINAS ditas, tambora de serratos e de todos os tamanhos para descarocar, al-
godo do autor New York Cotto Gin.
MACHINAS ditas de todos os tamanhos, de carreta de ferro e mais toda a machina.
MACHINAS ditas de Roller Gins, de cujo trabalho faz obter mais 2.000 em arroba
de algodo.
MACHINAS de faco do fabricante Platt B. C, Obdhaa PatentLiverpool.
Todas estas mashiaas sao de superior qualidade e as memores que tm
vindo ao mercado ; e para a sua apreciado convidam-se os senhores agricultores
virem a exposico das mesmas na ra da Cada do Recife n. 56 A, loja do Bastos, onde
encoutrarao mais o se-minte:
ilMO SOBRE!
na
pri-
- (SKM LIMITE.)
Na ravossa da
das Crazcs n, 2,
meiro andar, da-se qual- B
quor quanlia sohre (Miro,
|(i'ala c podras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, esta as condiges de ga-
rantir a transaego que se fizer em
sua casa, prometiendo todo e zelo
e considerado s p^ssoas que se
dignarera de honra-lo em sen esta-
belccimenlo.
Na mesma casa compra-se ouro,
prata e brhnntes.
THElTi LVRICO
lepis do espectculo
CELVSSOUPRS
io salao co
RESTAUMNT MANCIS,
ra Jo Imperador n. 3i, t* andar.'_____________
Precisa-se ao um aixein de l a li aunos
id tlaile : na ra do Imperador n. 3.
u
\o o largaremos at que..........
E' na ra Direita ti. 53, lija do ferragen, que
se dewja fallar ao Sr. Antonio Francisco Duarte
nucii innao ex-depntado provincial Dr, Maxi-
miano Francisco Duarte : devo saber quem ___
Troco miudo.
* *l* OjOde premio por sedlas d
^MF"* P"r '-'dulas de SI, S c Sfljooo
paga-se pur quanlias de i:l
Theodoru Simn & C, lateo
do Pelourinlio n. 7.
- ti
Precisa-se do una ama do leite, na;
ra da Impcrairiz b. 18, preferindo-sc
do ma'.to e sem filho. i
Joaquina Mara da Concciciio, Anncsio
Joaquim do Abren, Jesuina Carolina de A-
breu Fonceca, Amilia Joaquina de Abren,
Francelina Emilia de Abren, Jos Malinas
Lopes da Fonceca, Ricardo Soares de Fre-
tas, m'ai, iimos. c cimbados de Joaquim
Jos Ferreira de Abren, fallecido no da
21 ilo correte raer, agradecen contal*
mente a todas as pessoas que se dignaram
acompanhar os restes mortaes ao cemilg-
rio pulilico, e de novo pedem a todos e
aos seos prenles e prestrnosos amigos
do mesmo Rilado, o obsequio de assistirem
a missa do stimo da, que por sua alma
mandam celebrar no convento de Nossa Se-
nhora do Carmo, no dia 21 do corrente
pelas' 3 horas da manhSa
Os mesmos aproveilam* occasiSo parq
agradeccrem a todas as pessoas que o cer-
caram coni seus dedVe'los e cuidados du-
rante a eufi-rmidado do mesmo, gralidao
queja mais sit. tsqiiccido.
Debulbadores para imiho.
Cyliodros para padarias.
Arados americanos,
'."arrinlios de ralo.
Macbinas para cortar capia.
Catinos ^le chumbo.
Bombas de Japy.
Bitas americanas.
Tehas de ferro ga'.vanisadas.
'olhas de zinco finas.
Ditas de cobre c latao.

Ferro de todas as quatdades.
Arcos de ferro.
Tolha de Flandres.
Machados americanos.
Vacos ditos.
Balaios e cestas de verguiuha.
Tassouras americanas.
Folies de todos os tamanhos.
Tornos e safras para ferreiros.
Finalmente miiitos oulros rtig
jiversidade seria enfadonbo ennumenl-los.
Folha de fea.
Bataneas americanas.
Tinas ile madeira americanas.
I's d farro ditas.
II,ildes de. madeira ditos.
Telaos Ue bandejas finas."
Ti ens completos para cozinha.
I'eneiras para padarias.
baldes galvanisados.
C irreales de ferro para almanjarras.
Espingardas e rewolvers.
Guara comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Momlios para relinacoes.
Azeite de espermacete, proprio para wachi-
nas de todas as qualidades.
Sorras avulsas para machinas.
Mancaes c todos os mais pertences para as
mesmas.
Latas de-gaz,
ospertenecntes lavoura c artes, que pela
/M
CARVAO DE 8ELL0C
PARS
Ipprovado e recowmendado pelt Academia imperial de mediana 4e Pariz para a
curt da gastralgia e em geral de todas as doen L epialraenie o remedio por excelencia contra a reiencao de Teirtre finamente em
raa* de suas propriedades absorvenies, recommedado como verdadero remedio nos
cazos de diarrhea e cbolerina. O .r-ao de BeUoc tema-be na occaao das comidas
sob a forma de pos oh de pastilhas.
Dapowto em Rio-Jabeiho Duponekdle; Chevolot Em Pernabuco, HctrerkO:
ATTEMCAO
m
Precisa-se de urna ama que saiba comprar e co-
liobar para casa de pouca familia ; na rua larga
do Rosario n. 21. andar.
^vtTECAO"
O abaixo assiguado, comineniante em Bneaos-
Ayres, e ora iwsta cidade, cumprindo as ordeBs de
seu pai, o Sr. Joo Fernandos Duarte, morad* em
Barcollos, reino de Portugal, e nico herJeiro dr
seu linado lilho Anlonio Fernandes Duarte de Al-
meida, commereianteque fei nesta cidade, laz pu-
blico para conhecimenlo daquelle, a quem possa
interessar, que lica desde j:i probibida a alienaeao
de quali|uer bem, d pagamento do dividas e qual-
quer outra transaeco relativamenlo beranea do
dito finado, pois que o pai doannunciante tem re-
tirado os poderes que coulerio ao Sr. Francisco
Fernandes Duarte para a arrecadaeao da dita be-
ranea. O annunciante roga especialmente aos se-
nhores tabelliaes que nao lavn-m escriptnra aigu-
ma de contrato qnanto a bens de dita howaica,
mediante procuracjto de data anterior a do prsen-
le annuncio. Recife 21 de agosto de 1860.
Manuel Femantes Duarte.
Ama
Precisase de urna ama para comprar e eozinhar
pnra rasa de rapaz de solteiro : na rua de fjiei-
mado n. 12. loja.
Precisa-Si de um bom cozinlieiro para casa
de pequea familia, morando n'um dos arraualdcs:
ua ua da Cruz n. li.
Aluga-se um espacoso terreno muito le til
para planta de eauim e un varios arvon-dos que
dao fructos : a tratar no MangiiiiiRo, casa que laz
esquina cora as estradas dos Alictos e a que vai
para a ponte de Urhoa. .
Offerece-se urna ama para lo lo e ipialqieM
servido de casa do familia : a tratar na rua do
Rangel n. 32.
oT Rua do Imperador 37
L'nico deposito de loucas do Barbalho e
da villa do Cabo, mudou-se da rua das Cin-
co Ponas n. 12, para a rua do Imperador
n. 37, cun grande sortimento de leecas
para aguas, jarras, quailinlias o. mnringos,
e.innos vidrados e por vidrar de tima a 10
polegadas, os quaes vende-se por menos
ilo que em outra qjalquer parle, por ser
o nico recebedor de loucas e cannos, da
fabrica do larballio e da villa do Cabo, o
qual brevemente ser novamenle annan-
ciado.
Aos sen-llores k ensenho oh
fazendeiros,
Um moco nacional, estado solb-iro, lendo che-
gado lia dias do Rio de Janeiro, desoja encontrar
urna amimaeao em umengenho ou fazenda, como
secioiario ol mesmo para leccionar primeiras le-
tras : qrem precisar, queira faeer o favor de pro-
iiirar na rua e licila do Rosario, hotel Lisbonense,
que encontrar com quem tratar.
Attenpo.
Precisa-se ahigar urna casa terrea ou loja, com
tanto <|ue tenlu bom quintal em qoalqoer urna das
ras do bairro de Santo Antonio : quem tiver po-
de dirigir se ru do Rosario da Boa-Vista n. 44,
que nio se ellia o preoo do aluguel.
Precisa-so de urna ama que saiba bem eozinhar
ou engommar, preferese escrava : a tratar na
rua Nova, loja n. 11.
Manuel (ion^alves Barros faz scientc ao res-
peitavel publico e edm "espcialidade ao corpo do
commercio, que comprou ao Sr Manoel Luis Pa-
.hceo a taheroa sita na rua do Passnnd n. 33. H
TrgAdesenktekrn(ada de .qualqm-r debilo; por isi
quem se julgar cun direito a reclamar, o faca no
praso de tres dia^. Recife 24 de agosto de 18^9.
Precisa-.-* de umii ama de leito : a tratar no
pateo do Carmo. esquina da roa de Haras n. i.
Na rua de liarlas n. 1 precisa-se de tuna
ama para eozinhar e comprar.
ATTEN CO.
No larga da Asse.nbla n. l precisare alu-
gar um mole |uc ou urna negra, que seja
buns costumes, mesmo sem Habilidades.
Aluga-so urna casa sita
bem alnga se alguns qtiartos ncopaM para rapa-
zas : a tratar na rua Nova n. 21, 4* andar.
L'aj moco que tem bastante pratica de armazem
de seceos e moldados, -e que leu soffriel letra,
por isso haoil para tomar eonta de qualquer MM-
beleeimento uestes gneros, se olorece para cai-
I,, xeiro nesta praca ou fra della, par< o que dar
j fiador a sua conduca : qem do seu prestimo se
.--------- i quizor utilisar, dirija-se por cari fechada com s
" raieiaw J. J. rua estreita do Rosario n. 12, typo-
I grapbia eommcrcial.
Precisa-Mi de um f. Uor para um sitio do
Monteiro : na rua do Crespo n. 13.
Novo Atheneu.
Hoje ha ver sesso ordinaria as 11 horas ao dia
no pateo do Carina n. 9, sendo a ordem do dia,
posse de dj>crsas commisRoes, e aprescnlacao de
theses.

Precisa-sa de urna ama quo saiba eozinhar e
engommar, pira casa de poaea familia : a tratar
na rua do Cabug n. 1, loja de joias.
J s trinco Rodrigue' da Annnnciae.o o sna
mi Senhoriiiba Monica dos Pr.v- res, convida a
todos os amigos e c.inhccirto do finado Caclano
Alberto Carrilho para o dia 27 do corrente assis-
tirem a missa que se tom de celebrar lio convento
do Carmo, pelas 7 horas da tnanha.
0 MUSEO DE JOIAS
C^
GOMES DE MATTOS IRMAGS j
tendo feito completa mudanza em seu antgo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, eonvidam
ao publico em geral e com espcialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na
RUA DO CABUG N. 4
onde encoutrarao um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubina e tudo que era obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUB1NS
de novos gostos, asaim como grande variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de
objectos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia oo pedra preciosa e garantem
a qualidade dos objectos vendidos.
CX2
0 MUSEO HE JOIAS
m
AMA
A SOMSA
Loja do mudczaa de Ferreira daCunhad
temporal, rua do Queitaado n. U, est
quintandojior todo pra^o :
Jugo de vispara a iU o oiKfcrs.
Redes para coques a 2i0, iOO e 500 rs.
Linlia da 20!) jardas (dozia) 15200.
Caixa muito fina para p de arroz t-)5U0.
Kelogio de l 120 rs.
Latas com tmita 100, 200 e .120 rs.
Agua fiVidn verdadeira a 1(5300.
Agua divina dein 1:>400.
Gravataapretas para bomem i 0 rs.
Pentes de travessa para menina :I20 rs.
Olio philocme venladeiro \r)00.
Admeos de plaque I49BO, W e
Meias cruas para liomem A 3)9 00 e '"> a
du/.ia.
Hotoes en fui lados para vestido, i->200a
duzia.
Leques do santol o eada um.
Diltos d madeira :{> cada um.
Coques de tranca, boa fazenda, 2),
26.'(K) o, :j;> eada um.
Moias finas para senhora i$ a duzia.
Hanha em frascos a 400, GiOe H00.
Fiascos com extracto muito fino 2> e
23500.
Caivetes de ditas folhas a 210 rs.
Saboneles linos 80, 160, 200, 2'tO e
320 rs.
Olio balio/.a 490, ''00, G00 e 800 rs.
AffOfl de colonia 400, 500 e 800 rs.
Cartas francesas 200 e 240 rs.
Caixa com extracto 25500.
Cartas porluguezas a 120 e 200 rs.
Pentes brancos com costa de metal
320 rs.
Diltos netos 200, 240 e 320 rs.
Galao de la para vestido (pessa) 400 rs.
Fita de sarja lisa e lavradas, 15500,
2> e 2o00.
Caixa com obreias do maco 40 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Dilto e domado a 1#.
Ditlas com envelopes 500 rs.
Caixa com agulhas francezas IGO e
240 rs.
La para bordar de todas as cores i iibra)
(5800.
Itonets para menino l-">. 25 e 25500,
Linha de marca (caixa) 240 rs.
M as para menina (duzia i 35 e 35500.
Pecas de Iranca liza e de corocol a 40 rs.
Sapatos de la para menino a 320 e 800,
Capellas francezas a 25500.
FVNr e galfos, cabo de balanco (du-
zia) 75-
Chicotes para cavallo G00, 800 e 15500.
Bengalla de canna :'t 15, 1,5500 e 25.
Vorlas para luto 500 rs. (cada urna).
Papel almaco. greve (resma) 15500.
Temporal pode ser procu-
rado era seu estabelecimento bo-
nanca, Temporal contina a
vender na Bonanca, pelo mesmo
preqo que venda em sua loja
com titulo de Temporal.
LOJA M
55Hua do Queimndo55
A \"KtDADE tendo em deposito grande
quaotidade demiudezase perfumaras, fide-
sejandu apurar dir.beiro e adquirir boa fre-
Kuczia est rssjlvida a vender niuitissifBO
barato, auto a retalbo, como a mas
para esses tornarem a revi der ; ]ior >
razoconnda ao fcspeitav! publico a tw
competentemente munido a >rtirs bom-e barato. Pois quatido a VEKDADE
apparece, ludo mais dqpapparcce....
Crande sortimento de bonecas de cera e
iiiassa as mais lidas possicL-uMi .
racter.
Ricos globos para caudieiio de az
a 1/SOO e.......2-VO '.
Oande sortimento de objetos de
louea para brinquedo de meniio 100
Canala com tinta a.....
Dita com agua llorida a. u <)
Frasco com oleo de babosa a 51)0,
GOOc......... 08
Dito com agua de Colonia a B00>
400 e........ 50p
Garrafa com agua divina a. 15500
Frasco com extracto lino para
lenco 'a........10D0
LaUs pequeas tom banls i a 140
Sabouetes de diversas quaJi ludes a
80, IGO, 240e...... 400
Finas escovas pata denles a lu,
320e. ....... 800
Coques modernos a.....W^d
320
7(0
500
240
201)
Preci-a-se At urna ama escrava para o e vico
de una familia de tres pessuas : na rua da Cruz
u. t8,1" nmlar.
COMPRAS.
-Com muito mainr vaoiagem coiapiara-se
iiiedas ouro c prata : na leja do joias do Co-
raeaule Ouro n i 1). rua d>> Habupa.
Attenco.
Compra-se farinha de mandwca da torra : a
tratar aa praca do Corpo Santo n. 21, Io andar.
0
muzeo de joias
Na rua do Cabig n. 4 compra-se ouro, prata
a pedras preciosas por precos mais Tntajo309 dr
jue em outra qualquer parte. ________
:.[,
C uiipram-w* vendem se diariamente para lora
e denlro da provincia eseraioi de todas as idades,
0 sexos, emu tanto ijue sejam sadios : no
ter.'jifo andar d> sobrado n. 36, rua das Cruzcs,
freraezia de Santo Antonio.
moedas de eM'o e prata de lodos os valo-
res, ouro c prata em obras inutisadas, e
brilhantes e mais pedras preciosas na lo-
ja de ourives do arco da Conoeicae no Re-
cife.
Ouro e p 'ata
Compram-se moedas de ouro e (trata de todas
as qualidades, por ijom preeo : na rua da Cadeia
do Recife n. !8, loja do azulejo. ^__^^
Couipra- de preferencia em rua coramereial : na eucader-
nn-;3o parisiense se dir quem 'HWT. _________'
DE FEltBO.
Precisa se comprar um portao de ferro j ser-
vido, que tenlia sete palmos de largo, mais ou me
nos : Da roa do Crespo n. 16.
8 Compra e urna
agradando |>aga-se hem
llurtiCt- arm'iwhi m. 62.
escrava eafomuiadeira,
: na rua da Catfeia ao
VrNDAS.
Ventfe-sn eamaroes secos do Maranhio
a 480 rs. okikwama ; no pal o do Carmo
esquina da rua de (lorias u. %
Vn do Paraizo, cocheira n. 12.
Grande
loja de Hizendas c roopas leilas
rua da loiperatrz n. 32,
porla larga,
DE
PAREDES PORTO
Neste estabelecimento encontrar o res-
petavcl publico um bonito sortimento de
roupas e fazendas de todas as qualidades e
prec/is commodos, tem sempre um bonito
sortimento de casemiras de cores e pretas.
panno fino de diversas qualidades, brim de
bonitas cores e brancos de boa qualidade,
encarrega-se qualquer obra por medida e
prego muito comeando.
ROUPAS FEITAS
na loja da rua da mperatriz n. 2, porla
larga, de Paredes Porto.
Tem ueste estabelecimento um bonito
sortimento de roupas feitas de diversas
qualidades e precos commodos, como sejam
palitots de alpaca preta ,e de cores a 3(5,
3fJ3 0 c 4;?; ditos de panno preto sacos a
6)j, 7$ e 8$; ditos de panno superior a
125, 145 e 165; ditos sobrecasacados de
dito dito a 185. 205 e 255; ditos de case-
mira de cor a 35, G5 e 105: caigas, colletes
e palitots de casemira muito fina de cor a
20 e S; raleas de brim branco de cor de
todas as qualidades de 5 a 65; ditas de
casemira preta e de cores de 45 at 125;
colletes de todas as qualidades; ceroulas de
bramante a 15500.25000 e 25500; camisas
francezas de linho e de algodo de todas as
qualidades e prego mais barato do que em
outra qualquer parte ; colarnhos, gravatas;
bonito sortimento de chapeos de sol de alpa-
ca e de seda; meias inglezas a 65 a duzia;
pechincha neste estabelecimento pelo
grande sortimento: todos os freguezes se
podero prover dos ps at a :beg por
pre?o commodo.
FAZENDAS
Grande sortimento, como sejam, chitas
baratas a 300, 32o o 360 rs. Madapolao
fino a 75,85 e 105 a-pega. Algodo (pe-
chincha) a 55500 a pega e ontras qualida
des. Cambraia branca de todas as quali-
dades transparente e Victoria rie 35500 a
85 a pega. Lanzinhas de bonitas cores, al
pacas -bonitas, selecia a pega com 28 metros
a 285000. Fsguiao o mais fino possivel a
25500 e 35 a vara, e outras muitas fazen-
das por prego commodo, que seria enfado-
nho mencionar, na loja do
LEAO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
l'avios pai a gaz, duzia a.
Escovas para fado a o O, Ca1 e
Ditas para cabello a.....
Pentes para tirar piolho a IGO e.
Brincos de cores bonitos a 160 e
Pegas d tranga de la com 8
varas por....... o
Franja prela de la pega com
10 varas a....... 000
Fila preta para relogio urna por 160
Oleo para machina do costura,
frasco a........ 600
Penas d'aco finas caixas a 800 o 1(XI0
Dita d'ago Pery, caixa a> 15400
Galn de algodo pega .... 4s'0
Latas com banha a..... 20
Lindos babadinhos c eutremeks
pega de 500 a......I5GO0
Botoes de madivperola, grozi a 800
Ditos de louga muito fino a 10U e SM
Dilos para caiga a 1(0 e. 240
Caixa cora papel amizade a. 700
Ditas com envelopes a. 480
Ditas com obreias a..... 0
Caixa com agulhas fundo dourado 2S0
Ditas de ditas ditas a..... 100
Thesoura para costura a 100,
240 e........ 500
Caixa com linha de marc* a t
Linha de cores em novellos (li-
bra) a ....... 5(0
Ditas com 200 jardas em caire-
teis duzia a 70, 120 e. 1;>2G0
Grampos muito finos com passa-
ros, duzia a...... 200
Cartas porluguezas, duzia a 1541 "
Ditas francezas a 25200 e 3*000
Papel almago e de peso, resma
a 35400, 35300 e 4#8O0
Ja muito fina para bordar, libra 65700
Fita de algodo para debrum de
sapatos, pega a..... 160
Ditas de la para debrum de ves-
tido, peca a...... 480
Pentes finos para segurar ca-
bello a....... 400
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 240, 320 e...... 500
Caivetes grandes com molla a 320
Ditos para aparar penna a 100
Carloes com colxetes a 40
Rosetas pretas, par a 100 ,
Pentes de chifre para cuc duzia
a 15500 e.......25000
Tiungas de la lisa caracol, peca
a 40 e....... 100
Fita para coz. pega a 480 e 500
Alfinetes de latan a..... 100
Sapatos de la para meninos a
240, 800 e......15500
Ligas para senhoras a. IGO
Fitas de sarja ns. 1 e 2, pega a
800e........15000
Gravatas de seda de cores a 209
lleuda- das ilbas por baralissimo
prego.
Os apreciadores das caigas apparegain
na loja daVERDADEpara se munirem
de suspensorios com borracha pelo dimi-
nuto prego de 100 rs. o par, o tamhem de
calcadeiras boas a 80 rs.; as pessas que
uo poderem vir a este estabelecinieulo
podem mandar seus portadores que sero
fielmente aviados ; a Verdade mostrar o qt e
diz rua do Queimado n. 55.
. Vende-se um terreno com alguina*
bemfeilonas no Caminho Novo ou rua da
Esperanga, a tratar na rua larga do Rosario
n. 48 Io andar, ou na mesma rua n. 50 :
terreno tem de largura 48 palmos, na frente
e tom 60 palmos no fundo, comprimeuto
da frente ao fundo 242 palmos.
Tres casas em Olinda
V ndem-se tres casas terreas na cidade de Olir.
da,em chaos proprios, uas ras de Am|ttrb n. 39.
Jugo da Bola n. 26. e ladra da S n. 5 : traiu-fc
no Varaduaro com o Sr. Joo t'iuto da Cunba, en
no Rerifo, rua do Codorniz n. 9.
VERDABEIRO LE ROY
de ICIttRCT
Roe do Saine,
Cal nova de Lisboa.
Vende-se na nado Apollo .armaxe de Reg
4 Ini''i n. i*
'lanei-co Garrido tundo de retirai-se
par< a Europa a onstlho dos medico^
vende o s-u bem conh^i^j e acreJH*l Hoti-l Central sito a rua larga do Rosara 1*
andar. Os prrteiidentcs podem ditigir-se
an mesmo. a qualquer hora do dia.
Vendem -e seis escravas de t4ftde de^Ta
W annos, ngommam e cozmbam muito bom, dous
escravos para todo s?rvira : ra Vavosa do Carmo
numero 1.
ftr grrf, n. mire i r<,lha c o r."nl 'iil
la* li'a im atte.au rotulo bainMi "-
relio com si*o Iwiwul co CaT'ino ru\c z.
It B.- '-mrt-
>" billiralillf
J. (i ic.i
krel'
6r ilis > > s'a
(OD % I' '
oli,:ln;
nmtcr dt.t.i.


6
Diario de Pfet nambuco Quinta feira 2 de Agosto de M169.
3A
ARARA
72. Ra da Imperatriz. 72.
Alerta freguezes
que Arara va i cantar,
Para vender suas fazendas (baratas)
que muito ha de agradar.
0 propriotario destc estabelecimento, tendo piando porcSo de fazendas em
Bor, va proceder urna liquidaran em todas as fazendas a roupas fetas existentes no
artbelociroento, agora que o.vasio de quem tcm pouco dinheiro poder se vestir e
boa fazenda e bnratissma como se poder ver no annuncio abaixo mencionado.
HF. 45 RUA D4 CIDRIA M. 45
DE
MADAPOLO BARATO A 3;>500.
Veade-se pecas de madapoln enfestado
Je 12 jardas 3.-550, dito de 2i jardas ou
ft metros U, 60, W300, 7*500, 8,5000 e
y000.
CHITAS FRANCESAS A 80 rs.
BRAMANTE PARA LENCOES A 2*.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lences, a 2,>, a vara.
PECAS DE ALGODaO A 40.
V.ik'm-se pecas de algodao muito en-
corpado 1&.5A 65800 o 75.
Vendem-o chitas (tarazas para ;Csti- Coierlnhos eioaoniico a 330
dos a 280, 120 rs. o covado, ditas escuras
muito finas 3G0rs. o covado.
Challa multo Qao SOO rs.
Vt*nde-se chatio para vestidos ie senliora
a 800 rs. o covado.
PERCALES A m nS.O COVADO.
Vende-se percales muito finos para ves-
tidos de senliora a 4i0 rs, o covado.
If rthaiitluis a 4 lO rs.
Vende-se briihantinas oti mursulinas de
cores para vestidos de se horas 440 rs. o
ovado, liazinhas muito finas para vestidos
de senliora ;i 400 rs. e 500 rs. o covado,
ditas de (pudrinos 240 rs. o covado.
UISCADO FRANCEZ A 3G0 RS. 0 COVADO
Vende-se risrado francuz para vestido
de senliora 300 rs. o covado.
1.5 as i a lias a 84 rs. o covado.
Vaudem se ISasinhas para vestido de se-
nhora a 440, 280, 320 rs. o covado.
C issas francezas a 280 rs. o covado.
Vende-se cassss francesas 280 rs. o
covado, chitas francs finas a 280 e 320
rs. o covado.
Chales de mcri& a 9.
Vende-se chales de merino estampados
2:>e2S00.eada um, para a-iabar.
CORTES DE L\AS MIRTOS A 2.400
Vende-se cortes de l;.i para vestidos de
senliora, 23400 cada um
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS
Vende-se alpacas de cores para vestii. ^s
deS'iihora, 720 e 800rs. o covado, di-
tas de listos 700 c 7G0 rs. o covado.
Chitas prnssianas 3ttO.
Vende-se chitas prusianas de listras de
cores muito bonitas a 3G0 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 320
Vende-se chitas incorpadas para coberta
n 320 rs. o covado.
Bales de 96 a 3 reos
Vende-se baloes de 20 a 30 arcos
1#:00 cada um, bales modernos brancos
orle cores 53.
duzia.
Vende-so colerinhos econmicos a 320
a duzia, s se vende assim barato por ter
grande porcao.
CASEMIRAS DE CORES
Ved '.-se cazemiras de cores para calsa
e patt ;'i i$ 2>500 e U o covado.
Algorfa enfestado 1.
Vende-se algodao enfestado proprio para
lences e toalhas, 1$, a vara ou 900 rs. o
metro.
BRIM PARA CALCAS A 400 RS. 0
COVADO.
Vende-se brim paca calcas c palitols de
hornera e menino, 400 e 4,40 rs. o co-
vado, dito tizo a iinitacao de ganga a 300
o covado.
Algorfo de I tetras a ZOO rs.
o eovado
Vende-se algodio de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
CORTES DE BRIM CASTOR A GiO RS.
Vebde-se cortes de brim castor para
ca! "i de homem, i GiO e 800 rs. cada um.
' CARTEIRA PARA VIAGEM A 4$.
Vende-se caiteiras para viagem lf>
cada urna, cobertores dealgodo 4 500
cada um.
Cebcrtas de chita 1800
Vende se cobertas de chitas de cores
4rJ80O e 2->. cada urna.
ALGODAO TRANCADO Ol EUAS LARGURAS A
1*200.
Vende-se algodao transado de duas lar-
gura;, proprios para lences e toalhas para
mesa, se vende a 13200 o metro.
Mantas para grvala SOO rs.
Vende-se mantas para gravata a 200 rs.
cada urna, lencos de seda de flores, a 640
cada um.
ATOALHADO PARDO A 25500.
Vende-se amainado pardo para toalhas
de mesa 23500 a vara, toalhas escoras
Id. cada urna. Ra da Imperatriz loja
da Arara n. 72.
SOB A DIRECCO DO MUITO HBIL ARTISTA
Lauriano, alfaialc.
Os propritarios deste novo estabelecimento, tendo experimentado a necessidade
urgente de ter .na direceo de sua oflicina de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr. Laurino Jos de Barros para tal 'mister, convictos de que satisfar
com todo o capricho a vontade do freguez.
Tem o mesmo estabelecimento um bom sirtimemto de fazendas proprias para
roupas de homem, como sejam: casimira de cor, indos padrees, completo sortimento de
pannos finos, preto e de cor, casimira preta, grande sortimento de brins brancos e de
cores, merinos de diversas qualidades, bombazina, lindos cortes de gorguro para collete,
gorguro Pekn, superior qualidade.
Os freguezes encontraro anda um variado sortimento de roupa feta, camisas
inglezas, collarinhos, ceroulas, gravatas pretas e de phantasia, meias para homens, sc-
nhoras, meninos e meninas, chapeos de seda para sol, colchas, bramante, atoalhado,
baloes de diversas crese modelos, cambraias, malas para viagem, e outros muitos ar-
tgos que a modicdade de scus precos incita a comprar.
A ra da Cadeia n. 45
CONVITE GERAL.
O propretario do armazem de fazendas den manado Garibaldi, na ra da Impe-
ratriz n. 50, declara ao respeitavel publico que tendo grande deposito de fazendas em
ser. e desejando diminuir este grande deposito por meio de urna lquidacSo que fin-
dar no dia 15 ou 20 do corrente, por isso convida ao respeitavel publico a vir surtir-
se de boas fazendas, e por diminuto preco, a saber:
RIVAL Sil
Ra do Quemado ns. 49 e 57
tojas de miudczaz de Jos* de
Azcvedo Maia, est acabando
com as miudezas de seus esabe-
lecinicntos por isso queram apre-
ciar o que c bom e baralissimo.
Pecas de liras bordadas com 42
metros, fazenda superior, a
14500,2& 3#6..... 4.3000
Caixas de linha com 50 novellos 500
Pares do sapatos de tranca fa-
zenda nova a......25000
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a......43500
Duzias de meias croas para ho
mem a........33800
Tramoias do Porto fazenda boa
e pelo preco melhor 00 attos a 5200
Livros de missoes abreviadas a 23000
Duzia de baralhos franeezes muito
finos a2-540O e.....2580f
Silabario portuguez com eslam-
pas a ........ 3320
Gravatas de cores e pretas muito
finas a........ 5<>00
Cartes com clcheles de lato
fazenda lina a...... 5020
Abotuaduras de vidro para colele
fazenda fina a...... 5300
Caixas com penna d'aco muito
tinas a 320, 400, 500 e 45000
Cartes de linha Alejandre que
' tem 200 jardas- a 5100
Carreteis de linha Alcxandro de
70at200a...... 3100
Caixas com superiores obreas
de massa a...... 5040
Duzias de agulhas para machina 25000
Libras de pregos iraneezes di-
verso lamanho a. 5240
Livros escrrpturado para rol do
roupa a........ 5120
Talheres para meninos muito
finos a. ,...... ,5240
Caixas com papel amizade muito
fino a........ 5700
Caixas com 400 envelnos muito
finos a........ 5600
Pentes volteados para meninas e
senhorasa....... 532
Thezouras muito finas para
unhas e costuras a. 5o00
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80 420 e 5320
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a. 5160
Pecas de fita branca elstica
muito fina a...... 200
Novellos de linha com 400 jardas 60
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a...... 25500
Grozas de botoes de louca muito
finos a........ 46f
IOJA
DO
Grande c completo sortimcnlo de machinas para
desearocar algodaode nova nvencao clicgadas l-
timamente e( direilura para a loja de Manoel
tenlo de Oliveira Bfflga 4 C, nn ra ireila n.
53. Garante-se que a melhor jualidade que at
o presente lem vlndo ao mercado : achain-sc cm
exposicao aos compradores.
{Systerria decimal.
Grande e completo Mrtimento de peioskilo-
grammos do melhor eemprebeosSo dos que tem
viudo at o presente, assim como marros de lalao
at meio grammo pelo mesmo systema, bataneas
de lato de forca de ii a 20 kilogrammos, utios
de madeira e de lalao para medir fazendat, alm
de grande sortimento de miudezas e (eft-ngens de
todas as qualidades, ludo por pnCM que s a vista
faz crdito : na ra Oireila n. 53, loja de Manuel
Benlo de Oliveira Braga & C.
COGNAC.
CHITAS LARGAS A280rs.
Vendem-se chitas francezas largas a 280,
32o e, 3440 rs. o covado.
ALGODAO ENFESTADO TRANCADO A
15000.
Vende-se algod5o enfestado trancado para
lonches a 1;>000, dito Uso enfestado a 900
o m-tro.
CASSAS FRANCEZAS A 240 RS.
Veudem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 240 e 280 rs. o covado.
MXDAPOLO ENFESTADO A 35300.
Vendem-se pecas de madapollo enfes-
tado a 3A300, dito inglez de 24 jardas ou
2* metros a 55, 65, 75. 85, 95 e 405, a
peca.
LANZINHAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
BV.REGE PARA VESTIDO A 500RS.
Ve.nde-se barege de listas para vestidos
a 500 e 640 o covado.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
5.0 rs. O COVADO.
Vendem-se alpacas de cores a 500, 640
e 7() rs. o covado propria para vestido de
senliora.
SEDAS DE CORES A 45.
Vende-se sedas de cores para vestidos de
senhora 45 o covado.
I'ORCAO DE RETALHOS.
Vende-se urna porcao de retalhos de cas-
sas. de la e sedas e de outras fazendas
por muito barato preco.
A' lies antes que se acabem.
CHALY DE COBES A 800 RS.
Vende-se chaly de listas de seda a 800 rs.
o covado.
CHALES DE CASSA A 45-
Vende-se chales de cassa a 45, e de me-
rino a 25.
CORTES DE LA A25400 RS.
Vendem-se cortes de 13a de listra para
vestidos de senhora a 25400 rs. para aca-
ALGODO A PECA 45000.
Vende-se pecas de algodao a 45, 35 65
e 7A a peca. E muilas ontras cousas que
*oria enfadonbn mew CHITAS PARA COBERTAS A 280.
Vende-se chitas francezas para cobertas
a 280 o covado, dita encarnada a 30 rs. o
covado.
CASEMIRAS DE CORES A 25500.
Veude-se casemiras de cores a 25500 c
35000 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 35000.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 35000, ditos de seda a 405 cada um.
BR.M DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim de cores para calcas de
homem e meninos a 400 rs. o covado.
Cansas para cal^a a StO rs.
Vendem-se gangas d<- cores para calca e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado.
MUSSELINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se musselina branca a 500 rs. o
covado. dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlatana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 25.
Vende-se lencos brancos a 25 a duzia.
Gollinhas e manguitos para senhora a
500 rs.
Ditas de lnho fino a 45000, para aca-
bar.
GRANDE SORTIMENTO
DE ROUPA FEITA DE TODAS AS QUALIDADES.
Vende-se a roupa feta por menos 26 ou
30 por cento do que em outra casa.: por
isso os pretendentes poderlo vir examinar,
para ver a realidade do annuncio.
Velbutina preta a 320 rs. o covado, para
BALES DE ARCOS A 45500.
Venden -se baloes de 20 e 30 arcos a
45500 cada um, ditos modernos a 45.
BRIM HAMBURGO A 85000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim liz^ de Ham-
burgo a 8?5, ve a ser mais barato do que
algodSosinho.
CORTINABOS A 445000,
i' cortinados para cama a 445
par- r. Ditos para janellas a 75.
Todas estas fazendas se vendem muito
barato na ra da Imperatriz n. 56.
GALLO VIGILANTE
lKiia do Crepo a. 9
Os propritarios deste bem conlincidn estabele-
cimento, alm di>s muilos objectos que tiubaiii ox-
po8l0s a apreciarao do respeitavel publico, nian-
daraxn vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e variado sortimeuto de
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
to revolvidos a vender, como de seu custume,
por presos mnito bar.itinhos c commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luyas de pellica, pretas, bran-
cas c de mui lindas cures.
Mui boas e bonitas gollinhas e pnnhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno. t
Superiorespentes de tartaruga para coquis.
Lindos e tiqusimas enfulles para cabe<;as das
Exma. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta tazenda o que pode haver
de melhor o mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes preto*.
Muito superiores' meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre cvcnderam por 300(>Q
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 205,
alm destas, temos tainbem grande sortimento de
outras qualidades, cslre as quaes algumas muito
tinas.
Boas bengalas de superior canoa da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode (toejar ; alm destas temos tambem grande
3uanlid?de de oatras qualidades, como sejam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, ee. ele. etc.
Finos, bonitos e airosos chiconhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas do seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga parafazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vei tam-
bem asseguranws sua qualidade a delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para cncher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tcntos para o mesmo fim.
Grande e vanado sortimento das roclhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitam a dentirao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois podero aquel
les que delles precisarom, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dDs chjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bsquit Dubouch A C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra do
commercio n. 32.
BAZAR UNIVERSAL
ORiiat NovaO
Carneiro Vianna
Neste BAZAB encontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que se ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposiclo servicos a electos para almo-
fo e jantar, salvas, bandejas, tabolros, bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candieiros para sala eciroademesa.
parede e portal, mangas, tubos e globos de
vdro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para amassar .farinha, ditas
para fazer mantega, camas de ferro para
casados, solteiros e crianca, berros, cadei
ras longas para viagem, ditas de balanco,
espelhos de todos os tamanhos, mohluras
para quadros gaz, baldes americanos, gu r-
da comidas, brnquedos para crianca*, um
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e n esa, tapetes para sala, quarto,
frente de sopb, janella e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se encontraran
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pen ir examinar.
Bartholomeu & C.
Machinas vapor de
forca de 3 e 4ca-
vallos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de faco e serrotes para desea-
rocar algodo.
Bataneas para armazem e balco.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Mlnez e de l'hit-
field.
Prencas para copiar carcas.
Fogao americano patent
Scbonete de alcatrdo.
DI
Extractan) earnis
Este producto alimentario para doentes, mui
apropriada para creancas e para as pessoas saas;
indispen-avel a todos, porm, principalmente aos
viajantes, que tero nelle o recui-so de poderem
ter alimentacao de carne fresca ineerruptivel, e
que com facilidade se aprompta o se cunduz, por-
que n'iiin pequeo volume carrega-se alimentacao
para maite tempo. Sobretndo chama-se a alten-
gao ds senhnres de engenhos que encontraro no
EXTRACTUM CARNIS o recurso de alimentacao
agradavel, hygienica e barata para seus fmulos e
seus doentes.
Este producto fabricado pelo processo do dis-
tincto medico Dr. Ubatuba, no Rio-Grande do Sul,
que acaba de crear um deposito nesta cidade em
casa de Jos Victorino de Rezrnde & C., ra da
Cada, escriptorio n. 52, primeiro andar, venden-
do-se :
No deposito a ra da Cada n. 32.
as pharmacias dos Srs.:
Manoel Alvos Barbosa, mesma ra n. 61.
Joaquim de Almeida Pinto, ra larga do Rosa-
rio n. 10.
Antonio Mara Marques Ferreira, prsca da
Boa-Vista n. 91.
N. B.As latas que contem o extracto razem
ama guia para seu uso.
BAZAR DA MODA
Os abaixo assignados, propritarios deste
estabelecimento, declaram ao respeitavel
publico e com especialidade a seus nume-
rosos Ireguezes, que desta data em diante
as mercedorias serao vendidas a preco fixo,
e mdico. Isto resolveram os mesmos pro-
pritarios em consequencia de reiteradas
pedidos de muilas pessoas por ser este
systema de vender o que mais garanta e
confianca inspira ao comprador.
As vendas em grosso. serio feitas com
Antonio Niines de Castro.
Esto acreditado preparado, que to bo
acceitacao tem merecido n'esta provincia os abatimentos na razSo segumte :
muito se recommenda para a cura cerU
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu & C,
34roa larga do Bosario34.
CEMENTO ~
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceicao, em barricas grandes. ______^^^
Bataneas orizontaes
Pelo boto systema de kylo-
gramwa.
Vende-se no armazem de J. A. Moreira Das,
ra da Crui n. S6.
Vendem-se dnas negrlnhas de idade ti an-
nos, multo bonitas e com todas as habilidades pre-
cisas : a ver e tratar na rua Imperial n.- 67, se-
gundo andar.
10%
Compras de 0*$ a 400$ descont
> de 100;> a 500,-$ >
de 500,9 para cima 45/
Pagamento realiasado no mesmo mez de
compra.
Os propritarios doBAZAB DA MODA,
observam mais que, recebendo todas as
mercaduras de conta propria, offerecem
a quem comprar todas as vantajosas condi-
ces das casas importadoras.
O estabelecimento conserva-se aberto
todos os das uteis das 0 horas da manh3a
s 8 horas da noite.
Becife, 4 de agosto de 4869.
Jos de Soma Soares CHARUTOS
Os melhores charutos da exposiclo e variedade
de outras qualidades, finos ; encontra-se no hotel
Central de Francisco Garrido, ra larga do Rosa-
rio n. 37, andar, e ra estreita do Rosario n.
i A. Vendem-se a retlho e em grosso.
A NOVA ESPERANQA
21 -Ra do Quemmilo=2)
Advertencia!
A Nova Esper?nr.a, ra do Queimad
u. 21 tendo em deposito grande quantidaoe
de miudezas, e como se approxima o tem-
po em que tem de ser dado o balanco, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resolvida a vender suas mer-
caduras pelo baralissimo preco, para assiso
diminuir a grande quantidad das que
tem: assim pois, venham os bons fregue-
zes, e os que nao forem venham ser fregue-
zes, em tempo to opportuno quando i
NOVA ESPERANZA convida-os pechcha-
rem, pois que p"ara comprar-se caro, n3o
falta aonde e a quem...
Elle quere ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Pars) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos de
gosto e perfeJc3o, e ella (loja da Nova Es-
peranca) quer sempre dividir cora seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos) i
Nova Esperanza ra doOueimado n. 24,
alm do grande sortimento que j tinna,
acab* de receber mais o seguinte:
Bonitos broches, pulceiras e brincos de
madreperola.
Papel e envelopes bordados e mati-
sados.
Papis proprios para enfeitar bollos
bandeijas.
Brincos pretos com dourados (ultin
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos galles, franjas e trancas de
seda e de laa, para enfeites de vestidos.
Botos de todas as cores e moldes nova
para o mesmo fim.
Trancas pretas com vidrilhos sendo coa
pengentes e sera elles.
Botes pretos com vidrilbos com piDgen>
tes e sem elles.
Luvas de pellica, camurca e excossia.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos.
Delicados leque de madreperola, mar-
fim, osso e faia.
Esportilho simples c bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimento de
miudezas ra do Queimado n. 24, na
Nova Esperani;a.
Collares anodinos ellectro-magnett
eos contra as convulces das
creancas.
Nao resta a menor duvida, de qae muito.
collares se vendem por ah intitulados ot
verdadeiros de Royer, e eis porqae muitct
pais de familias n5o creem (comprando-os)
no effeito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros ; a Nova Esperanza, por
que detesta a falsificafo principalmente no
que respeita ao bem estar da humaaidade,
fez urna encommenda directa destes collares;
e garante aos pais de familias, que sao os
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
Cas tem salvado do terrivel incommodo dt
convulcoes, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanra a roa do Queimado
n. 24 comprarem o salva vida, para seos
filhinhos, antes que estes sejam acommetti*
dos do terrivel mal, quando ento ser di*
flicil alcancar-se o effeito desejado embon
sejam empregados os verdadeiros collares
de Royer.
VlNHO, PlLULAS, XAROPE E TlNTURA
de jurubeba simples e tenruotnoso;
Oleo, Pomadae Emplastro da mesma
planta preparados por
BARTHOLOMEO & C
Pharmace uticos-Droguistas
IMICVillUI O
A Jurubeba : esla planta hnje reconliec da
como o mais poderoso Inico, como o melhor
dcsob*irneute,e como lal applicaiia nos padecimenlos
do ligado e baco, hepaliies, duresas, tumores inter-
nos o especialmente do ulero, hidropesas, crysi-
pellas, ele; e issociada ao ferro c un as palladas
cores, chloroses e falla de men^triiacdo, dcsarran-
jos do estomago, ele, e o que diemos altesio
innmeras curas impoilanles obtidas com nossos
preparados j bem conloados e usados pelos mais
di>nncios mdicos do paz e Portugal. Km lodos os
uosos depsitos distribuimos gratis folbetos que
mrlbor fa.-em conhecer a Jurubeba seos resultados
e applicacao.
PECHINCHA.
Fetjdo a 8S000
Vecdem-se saceos com feijao branco c fradinho
a 8 o sacco de tamanho regular : no trapiche
Barao do Livramento, no Forte, do Mattos.
Nilo niais cabellos brancos
A tintura japoneza, para tingir os cabel-
los cabeca e da barba, foi a nica admit-
tida Exposifo Universal, por ter sido
conhecida superior todas as preparacoes
at hoje existentes, sem alterar a saude.
Vende-se a IdOOO cada frasco na
1 SmHA DI CADEIVX. 51
1* ANDAR.
CIMENTO
Vende-se verdadeiro cimento; na roa da
Madre de Dos n. 22, armazem de Jo3o
Martins de Barros.
Rap Princeza
DA IMPERIAL FABRICA DE VIEIBA GUQtA-
BAFS d- COUTO,
DO RIO DE JANEIRO.
Vende-se este excedente rap no escrip-
torio de Joaquim Gerardo de Bastos, ra
do Vigario n. 46. i andar.
'ii'Z GAZ GAZ
Chegou ao amigo deposito de Henry Forster o
C, ra do Imperador, um carreganiento de ga;
de primeira qualidade; o qual se vende em partida,
e a retalho por menos preco do que em outra qual
quer parte.
= Vende-se na ra da Aurora u. 26 nm es-
cravo pardo, de 13 annos de idade, robusto, boa
figura, perfeito offlcial de altaiatc, com principio
de cocheiro, e ptimo para pagem.
Vende-se um mulato de O a 22 annos de
Idade, bonita figura e ptimo para criado : a tra-
tar na ra de Apollo n. SR.
Vende-se um pardo de idade 26 annos, bo-
leeiro e entende de pintor, tem bonita figura ; urna
preta de idade de 2i annos, cozinha, lava, eose e
engomma liso : ta ra larga do Rosario, casa n.
26, 3 andar,
Ba do Crespo n. 17.
ESTE1BAS DA INDIA PABA FORRAR
SALAS.
Gorgores de cores para vestidos.
Poupelinas de nho e seda de muito bom
gosto.
Sedas de cores de lindos desenhos.
Alpacas de listas muito bonitas.
Ditas lisas de todas as cores.
Gorgorao em chitas, fazenda nova.
Brillantinas de cores.
Casaquinhos pretos deguipure.^
Ditos de cate-mira de todas as cores.
Biquissimos cortes de vestido de blond.
Ditos ditos de cambraia bordados.
Ditos ditos de tarlatana bordados.
Colxas de seda ltimamente chegdas.
Ditas adamascadas brancas e de todas as
cores.
Damascos largos e estreitos proprios para
colxas.
Bales de todas as qualidades.
Saias de cores,
Saias brancas bordadas.
Tapetes de todos os tamanhos e para co-
vados, aveludado.
Cambraias de cores e chitas de todas as
qualidades, e outras muitas iazendas que se
vendem por todo prefo, somente para acre-
ditar a dstincta Arma de
Ail'SESfiUimlESH
Tinta rxa de Miiteir
Vende se tinta rxa de Monteiro para escrever :
ua loja de calcado do sobrado amarello na ra da
Crnt n. 21.____________________________^
Venda de impostes
Manoel Barbosa da Silva, arrematante dos m-
postos provinciaes das comarcas de Tacarat, Ca-
brob o Bift-Vista, e dos imposlos de consumo das
agoardentes do termo de Olinda, avisa aos que
preenderem comprar ditos imposlos, que pode ser
procurado ra do Livramento n. 22% onde por si
ou seu procurador podem entrar desde j em ne-
gocip os pretndeme._____________ _
Grande liquidacao de vinhos por lodo preco : no
armazem da Liga na Nova n. 60.__________
Vinho verde
A' ra do Livramento n. 6 contina haver para
vender por precos razoaveis, o melhor vinho verde
at hoje vindo a este mercado.
Vende-se a armacao do armazem da Liga rol
Nova n. 60 : a tratar no mesmo armazem.______
CAJL IIE LISBOA
POTASSADARUSSIA
A mais nova no mercado, a preco razoavel: no
armazem de Manoel T. Basto, ra do Commercio
n. 13,


Diario de Peruambuco Quinta feira 26 de Agosto de 869.
7
Ocordeirof providente
Rua ** *lttado a. te.
novo e variado sortiraento de perfumaras
. ana, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
*nas, de que efectivamente est provida a
do Cordeiro Providente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
notavel pela variedade de objectos, superiori-
dade, qufidades e commodidades de pre-
jo; assim, pois, o Cordeiro Prevklcnto pede
e espera continuar a merecer a apreciacao
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansidao
barateza. Em dita loja encontrarao os
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores e maisacreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentricia.
Dita de Qor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgia) para conservacao do
asseie da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, raaiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japonexa, transparente
e outras qualidades.
Finos extractos ingieres, americanos e
franceses em frascos simples e enfeitados.
Esseocia imperial do fino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente tinas e agradaveis.
Oleo philocome vurdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escarnidos che ros, em frascos de diffe-
retites Umanhos.
Sabonetes era barras, maieres e menores
para mos.
Ditits transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Carsinhas com bonitos sabenetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumaras, muito preprias para pre-
entes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tam-
ben de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes aovos e elegantes, om p de arroz
6 boneca.
Especial p de arroz sem composca"o de
oheiro, e por isso o mais proprio para crian-
cas.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de camphora e nutras diferentes
gualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kerap.
Alada mais coques.
Um uulro sortimento de coques de no-
vos bonitos moldes com filets de vidrilhos
alguns d'elles ornados de flores o fitas,
esto todos expostos apreciacao de quem
s pretenda comprar.
GOLLINHAS *E PUNHS BORDADOS.
Obras de, milito gosto e perfeicao.
Fi vrllas e Otas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escoiha ao gosto do com-
prador.
(I
DE
EM C0NT1NUAC AO
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
Cal nova de Lisboa
** CjEIMA^
:#*

ea\&m m m^iwa\f DE
FLIX PEREIRA DA SILVA.
O proprietario deste grande estabelecmento tendo sido o arrematante da
extracta loja denominada=/A/iD/ L/ DAS DAMAS^i rua da Imperatriz n. 36, e nao
Ihe tendo sido possivel, na mesma loja, concluir a liquidacao da grande quantldade de
riendas que all exist:am. pelos poucos das que leve at entregar as chaves, vio-se
"bngado a passar a maior parte dessas fazendas para o seu estabelecmento, o-=PAVO
onde o respeitavel puoheo encontrar um grande sortimento das melhores fazendas de
linho, la, algodao e seda, que se Ihe vender muito mais barato do que em outra
jualquer parte, com o fim de apurar diuheiro, e as pessoas que negaciam em pequea
escala, tanto da praca como do matto. nesta casa poderao fazer seus sortimentos em
pequeas ou grandes porces, vendendo-se-lhcs pelos precos que se comprara, n s
casas inglezas; assim como as excellentissiraas famnias poderao mandar buscar as amos-
tras de todas as fazendas, ou mandar-se-ha levar pelos caixeiros da mesma loja em suas
casas; .. cstabelecimeato se acha constantemente aberto das 6 horas da mantaa s 9
da noite.
Expleadido sortimento de,
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO RUA DA
IMPERATRIZ N. 60
ALTA NOVIDADE
EM POUPELINAS O GORGURO DE LINHO E
SKDA.
Pelo ultimo vapor chegou para a loja do
Pavo um elegante sortimento das mais
Acha-se este grande estabelecimento com- bellas poupelinas ou gorgures de linho 9
pletarsente sortido das memores roupas, seda, com os mais delicados padrees qHe
sendo calcas palitts e coletes de casemira, se pde imaginar, assim como urna grande
le panno, de bram, de alpaca, e de todas porcao de corles da mesma fazenda, tendo
as.raais fazendas que os compradores pos- de todas as cores e garantindo-se que neste
sam desejar, assim como na mesma loja genero nao ha nada mais bonito nem mais
tera um bello sortimento de pannos casem- proprio para vestidos, e vende-se por pre-
ras, bnns, etc. etc. para se mandar fazer Co muito razoavel na loja de Flix Pereira
qualquurpeca do obra, coma maior promp- da Silva rua da Imperatriz n. GO.
A AGUIA BRANCA tem convicio de que a abundancia de objectos de novidade-
em seu constante o completo sortimento, a boa' escoiha no gosto driles, a superioridas
de de qualidades, e a IimitacSo de scus precos, cst5o na op nio do respeitavel publico
em geral, e na de sua boa freguezia om particular; mas ainda assim ella julga de sen
dever scientificar a todos, da recepeo d'aquelles objectos que estao alm do commum,
como bem sejam:
Bonitas caxinhas de madeiras envernisa- Pannosde crochet para cadeiras.
das. contendo navalhas e os mais necessarios Novo sortimento de toajbas de lahyrin-
para viagem, servindo ellas de carteira tbo, para baptizados,
luando abertas Renda e bico de guipur, branco e
Outras conforme aquellas, propras para preto.
senhoras. Fil preto, de seda, com salpicos.
Outras machetadas, com thesooras e os Pequeos e delicados espanadoros de
mais necessarios dourados e de madrepe- pennas coloridas, proprios para piauuos,
rola para costura, obras de apurado gosto oratorios, etc.
e perfeicao, proprias paro um bello pre- Bonitos passarinhos de metal prateados,
sent, tendo algumas com musi a. para segurar costuras, tendo almofadinhas.
DI Vil vTlI MI
rIML aMlMlil illiv
Rua do Queimndo n, 49 e l )7 loja
di miudezas de Jos de zeve-
do Mata e Silva conhea do por
Jos Bigodinho.
Est queirnando tudo quanto tei n cm seu
estabelecimento para acabar e f izer novo
sortimento, por isso queiram vir o ii mandar
vero que borne barato.
Caixas de lionas do gaz com
80uovellos a . 500
Latas com superior banha a
120, 200 e..... 400
Frascos de oleo babosa muito
400
Duzias de meias (inglezas )
muito boas a . 4-S00C
Carrafas com agua florida ver-
dadeira ...... 10201
Garrafas com agua divina da me-
Ihor qualidade .... I-)U0
Caixascom 12 frascos de cheiros
proprio para mimos . 2
Dita eoudd frascos muito tinos ($800
rflo baboza muito fino que s
a vista ...... (5500
Sabonetes de calunga muito bo-
.5241-
Caixas de p de arroz muito
,5600
Pecas de babadinbo com 10
500
Pecas de Ota de eos qualqucr
largura ..... 501.
Escovas para unhas muito -
,5500
Escovas para denles fazenda
0240
Putceiras de cuntas de cores
para meninos . 200
(sainas do linha branca do gaz
cora 30 novellos . 0600
Pecas de tranca lisa de todas
0040
Resmas de papel pautado muito
? fino ...... 40000
Parea do botSes para punhos
muito bonito . 0120
Libras de la pa a bordados de
de todas s cores . 80000
Pentea com costas de metal
muito finos . 032(1
Novellos de linha muito grande
para croxs . 0320
Duzia de linha froxa para bor-
dado ...... 0480
Crosas de botSes madreperola
muito fino ..... 05O(>
Sabonete muito finos 60, 120,
0321
Pocas de fita de 15a todas as
050(1
Espelhos dourados para parede
1(5000 e..... 10500
Eapelhos de Jacaranda muito

Pecas de trancas brancas e do
cAres de caracol i . 0060
Pares de meias cruas para rao-
0320
Caoivete muito fino com 4 fo-
10500
Frascoe de sndalo e patecboly muito finos . 10200
tidlo vontade do freguez, e nao sendo
obligados a acceita-las, qnando nao stejam
cinnpletamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortunento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho e algodao e outros muitos artigos
proprios paraliomens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na rua da Irapera-
triz n. 60, loja e aimazem de Flix Perei-
ra da Silva.
Aos dez mII corados de cassas
francezas
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
Vende-se na loja do Pavo rua da Im-
peratriz n. 60 urna grande quantidade de
mil covados das melhores casas francezas
para vestidos, tendo padroes miudos e gra-
dos, assentados era todas as cores, estas
iassas sao propiamente fraucezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi corno a ciita, e alm dos padrees
serem muito bonitos, sao todos "flxos e seria
fazenda para muito mais diriheiro, mas rc-
talha-se a 300 rs. o covado.
tigpartllhos a 3.SOOO na loja do
Pavo
Vende-se urna grande porco de esparti-
Ihos modernos com o competente cordo,
tendo sortimento de todos os tamanhos, e
vendem-se a 30 cada um.
BRAMANTE PARA LENgOES COM 10
PALMOS DE LARGR\ A 10800
Chegou para a loja do Pavo, rua da
Imperatriz n. 60, urna grande porco de
p gas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de um lencol, b qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; e vendn-se peloj
barato preco de 10800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicacoes para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
Cortes de vestido do Pavo a
eooo.
Vendem-so bonitos cortes de cambraia e
tarlatana, ricamente bordados a la, pelo
baratsimo preco de 0$.
Ditos por estarem um dou- machucados
a 40.
Ditos finissimos con. seda a 40.
Assim como os mais m nos cortes de
poil de chvre, com duas saias, sendo fa-
zenda chegada pelo ultimo vapor, cada um
em sua caixinha com o competente (igunno,
a 185 ; finissimos crt s de cambraia bran-
ca, ricamen e bordados, que at podem
servir para noiva, a 250000, e outros mui-
tos cortos de differentes fazendas que se
liquidam baratas na loja do Pavo.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porco de cera de
carnauba em saceos, por pr-co mais barato
do que cm outra qualquer: na loja do
Pavo rua da Imperatriz n. 50. De Flix
Pereira da Silva.
CASSAS A 210
Vende-se cassas com delirados padroes e
cores fixas 2i0 rs. o covado: na loja do
Pavo rua da Imperatriz n. 60 de Flix
Pereira da Silva.
AS BASQUINAS DO PAVO
Chcgaram para a loja do Pavo as mais
ricas basquinas de icasaqninhos do seda
pretas ricamente enfeitados, sendo cora os
feitios mais novos que tera viudo ao merca-
do e vendem-se muito em cunta.
GROZ DE COR
Chegaram os mais bonitos grosdenapeles
de cores, sendo verde, azul, lyno. cinzento
i* branco muito alvo, que se vendem mais
barato do que era outri qnalqunr parte.
BASQUINAS i)2 FIL
Vende-se as mais modernas e mais ricas
basquinas de fil preto, por preco emeonta.
VEST1D1NHOS PARA MENINOS A
20000 E 20500
Vendem-se ve-tidinho* para meninos e
meninas, pelo barato prego de 40000 e
-'>o00, assim como ricos enxovaes para
baptisado.
MAOAPOLO FRANCEZ A 70000 A PECA
Vende-se pecas de madapoln franeezen-
festado com 20 metros a 70000 a peca; e
pchincha
MSSELINAS DE COR
Vendase as mais bonitas musselinas de
edres a 500 rs. o covado.
CELEZIAS
PANNO DE LINHO
ATOALHADO
Vendem-se as mais finas celezias de linho
com 25 varas cada peca, sendo mais finas
ainda que os mais linos esgui5es que tm
vindo ao mercado, a 450. 550, 60,5000 e
7o0OOO, tambem se vende em varas as
iuesmas celezias, sendo preciso; assim co-
mo, pannos de linho do Porto para lences
com perto de 4 palmos de largura a 700,
8o0 e 15000 a vara, sendo era peca tam-
bem se faz" alguma cquidade ; bramantes
para lences com 10 palmos de largura a
10800 c 20500 o metro, e de linho muito
superior a 30200 e 305oO.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 20400, 30 e 30500 o metro, e
outras muitas fazendas brancas que se ven-
dem muito mais barato do que em outra
lualquer parte, com o fim nico de apurar
dinlviro.
CHITAS
MADAPOLO
ALG0D0S1NHO
Vendem-se superiores chitas escuras e
claras pelo barato preco de 2mO, 320 e 360
rs. F as peralto a 320 e 360 rs.
Peras de algodosinlio de todas as lar-
guras e qualidades. Pecas de madapoln
dos mais baratos al os mais linos; assim
como, superior algodsinho enfestado para
lences, toalhas, tanto tiso como trancado .
todas e>tas fazendas se vendem mais barato
do que em outra qualquer parte, para apu-
rar diuheiro.
PECHINCHA DO PAVO PARA ESCRAVOS
A 200 RS.
Vende-se urna grande porco de esta-
menha mcsclada, propria para vestidos de
escravas, camisas e calcas para moleques,
sendo urna fazenda escura trancada e muito
encorpada, pelo baiato preco de 200 rs.
0 covado, fazenda que sempre se vendeu
por muito mais dmheiro
VES IDOS A 800 rs.
Com duas saias
Chegaram para a loja do Pavo os mais
modernos, e mais bonitos cotes de vestidos
de cambaia, e orgamlys; com mais lindos
pad oes. e o competente figurino, tendo
cada corle 18 covados. que pode dar corte
para senhora, e menina, e vendem-se pelo
barato preco de .0000, nicamente na Inja
e armaren do P n. 60, de Flix Pereira da Silva.
ORGANDY DE COR A 3 >0 RS. 0 COVADO
Vendf m-se finissimos organdys de cores
para vestidos cora lindissimos padrees pelo
banto preco de 360 rs. o covado ; assim
como ditos bran os muito tinos com listas
laraas e eslreitas, ede quadrosa 800 rs. e
1 :S0K> a vara, lamban tem tarlatana bran-
ca, h ile todas as cores a 800 rs. a vara :
filos dii flores a i>40 rs. a vara.e ditos lisos
a 800 rs. a vara, e d salpico a 0OOO:
isto na loja e armazem do Pavo, rua da
Imperatriz n: tiO de Flix Pereira da Silva.
CHALES DE CASEMIRA
Chegaram os mais moderm s, e mais
bonitos chales de casemira com dezenhos
inieiramente novos, que se vendem a 90.
10,-^ 120 e lir ; assim como urna grande
p irco de ditos de menina que se vendem
mais baratos do que em outra qualquer
parte, ; na loja e armazem do Pavo, rua
da Impe.rairiz n. 60, de Flix Pereira i'a
Sil\a.
Cortinados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento aos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 120000 rs. cada par at 250000 rs,
isto na rua da Imjwratriz &. 60, de Felu
Pereira da Silva.
BALOES MODEBNQS E SAIAS DE LA
Na loja do Pavjij vi-nde-se os mais mo
deiuisbairies reguladores tanto de muse-
lina como de la de cor, e as mais moder-
nas saias d Ij.i en e>tada. mais barato do
que em oulra qualquei parte.
SULTANAS
Chegou para a loja do Pavo um grande
sortimento das mais linuas sultanas, para
vesti los, sendo muito larga e lionita fazenda
com listas de soda e os padroes,jnais noviw
que tem vindo a es e mercado, vendendo-se
a 15400 o covado, na loja de Flix Pereira
da Silva rua da Imperatriz n. 60.
Estojos ou carteiras de ecuro com nava-
lhas, e os mais necessarios para viagens.
ESCOVAS DE MARFIM
Para unhas, dentes, cabello e roupa,
Outras de balea com machetados de ma-
dreperola para os mesmos fins.
OBRAS DE MADREPEROLA
Leques, escovas para dentes, caetas,
dida-s, brincos, alfinetes etc. etc.
Ricas candas com veos para noivas.
Cintos de brira, com elstico para se-
nhoras.
Voltas de grossos aljofaes de cores,
para circular os coques.
Outras igualmente bonitas, c com pin-
gentes para o pescoco. I
Outras com aljofares coloridos, e tran-
selin dourado.
Botoes com ancora, e P. II. para fardas
e cohetes.
Abotoaduras d'aventurine com o p de
prata diwrada. para cohetes, cada um 50.
Boles de cristal, encastoados era prata,
para punhos. 40 o par.
Camisas de flane.la para homem, a me-
Ihor qealidade que tem vindo a este mer-
cado.
Meias de lia para homens, senhoras e
creancas
Ditas de dita, lecido de borracha, para
quem soffre de inchaco as pernas.
de velludo para agulhas e alfinetes.
Thesouras de duas. tres, quatro e cinco
pernas para frisar babadinbos.
AGULHAS NON-PLUSULTRA
Tal a qualidade d'essas agulhas, que
merece.u ao fabricante o pomposo titulo de
Non-plusttltra, merece a Aguia Branca as
honras d'um annuncio, e sem duvida me-
recer das intelligentes senhoras, a devida
estima por sua apreciavel qualidade.
At agora nada se tinha visto de to bom
cm tal genero, e ainda assim custa cada
papel apens 200 rs.
Provavelmente d'aqui a pouco abundarn
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, porm as verdadeiras continuarao a
vir especialmente para a loja da Aguia
Branca.
Descrever minuciosamente por seus no-
mes e qualidades a innidade d'objectos
que constantemente se acbam venda na
loja da Aguia Branca, seria seuo impossi-
vel ao menos infadonho por isso ella con-
fia na constancia de sua boa e antiga fre-
quezia, e pede aos que de novo queiram
reconhecer a commodidade de seus precos
e a cinceridade de seu agrado, que nao se
esquecam de comparecer loja O'Aguia
Branca rua do Queimado n. 8.
!,!' Ju
Crui n.
PIMO III SUCIA
No armazem piulado de verde, sito a re
do Caos 22 do Novembron. 30, vende-e
superior rflf.dc a de pinho da Sucia, com
3 polegadas de grossura, 0 de largura, e
I i ps de comprimento a 3 ida ornar
tahoas de ferro a 80, 9 e 10,6000 a duzl tj
pinito americano de resina 200 rs. o p
FDiddroolo
11 ua do lliiun u. 59.
PASSANDO 0 CJIAFARIZ
Tem seirpre deposito de todo o ma 'bmis-
ino emprugado na agricultura da provici^,
mire o qual:
Machinas de vapor, para assucar e pa'a
ilgodo.
' Rodas d'agoa.
Motores de diversas especies.
Moendas de anna.
Rodas doatadas, para animacs, ogoa
vapor.
Taixas da ferro, batido fundido e "te
obre.
Alambiques.
Atados e instrumentos d'agricullura.
Descarocadores d'algodp etc. etc.
Havendo em tudo variedade du Unanlo,
lesde o menor at o maior que se costu-
ma emprepar.
Fariuha de. mandioca da Ierra mudo ba
Irm para vtndar Maia & Landuiiuo, na travesa
Queimado n. t.i B.
Veiide->; talcrna da rua Imperial n. 3
rnuito afrrpii'jzada para a Ierra : a miar na men
ma on nn pnt-> i iUi Tercn n. 141.
Vende-sc c.ina bonita erioula de 15.-hmk
peca. vinda do mato : na rua d>> Pago n. 9
Vende-se un cavallo ruei, h un andador a
grande : pan ver. na corhojra da rua da Roda,
tratar na ron da Guia n. 7.
Vendi-se laa de caima a OVO rs. o k i|f i -ani-
ma no paleo do Curmo, osiuioa da rua de Uot -
!n Vondemse 50 saceos de snppriir rera tt>
carnauba no armar.em da riwif do l'eixo n. fj*
Vendem-se 10 rS do iqulfc bonimel do
furo, em barrs de quinto, nronmlo a embarcar:
no armazem n 1!) na liheira do peixe.
ESCRAVOS FUGSOS.
Fugio do engento Todos os Santos da vilfa
de Ipojuca, no u\ .10 df maio, o cscravu (Jon^aK;,
representa ter i*> anuo's de idade, pouco mais l*\
menos, cor verniclha, alto, firosso, olhos pequeos,
sem b irba, e os ps rachaiido, fui eseravo da Sra.
D. Senhorinlia M.iria do Livrameiilo. qae intnourfa
villa de Serinhen ; no da iramediato da fgida
esteve na mesan villa : suppoe-sc estar acnniad,
o quose priH-ed'-i com o njror da lc a quen^li
lenha, o pede- e as autoridades poiiciaes ou captl
lais de campo a captura doOMKWM o entrega/ no
mesino engenho ao abaixo assignado, ou na rOt
da Moeda n. 8, 2 andar.eseriptorio de Haoopl At-
ves Kerreira & C, que ser generosamente recom-
pensado.
Miguel Paulino Toleulino Pores Palrao.
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter SIMAO DOS SANTOS fr C.
Os proprietarios deste bem sortido armazem de secco e mnlharios. partecipam
aos seus numerosos freguezes, tanto desta praca, como do matto o igualmente aos ami-
Kos do bom e barato, que teem um grande e vantajoso sortimento de diversas merca-
d..ria> e asmis novas do mercado, asqtiaes vendem em grosso e a retailio, por
mrnos preco do que em outr qualquer parte, por ser maior parte destas mcrcadorias
cimpradas por corita propria, por isso quera comprar al a quantia de 100,!. tora" cinco
por cento pelo sen prompto pagamento garantindo-se qualquer genero sabido deste
armazem.
GAZ
a garrafa e
AMERICANO 9,$ a lato, a 400 rs.
60 rs. o litro.
VINHO VERDADEIRO FIGUEIRA 560 e
640 rs. a garrafa, a 40500 e 4,5800 a caa-
da. a720e 940 rs. o litro.
DEM DE LISROA das melhores marcas,
.1 4(i0, 440 e 5iK) rs. a garrafa, a 35 e
30500 a canada, 60o e 640 rs. o litro.
AZEITE DOCE DE LISROA 900 rs. a
garrafa/e a 70 a caada, e 10340 o litro
VINHO RUANCO DE LISBOA a 600 rs.
a garrafa. 40500 a canada e 900 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISROA
20ii. 240 e 30 rs. a garrafa. 20200.
l(5800 e 10400 a canada. 360 e 480 rs.
o litro.
MVNTEIGA INGLEZA FLOR 10440 e
10280 a libra. 30140 e 20800 o kilo-
giamnio.
DEM FRANCEZA 900 900 e 850 rs.
a libra, e 20100, 10980 e 10870 o kilo-
grammo.
DEM PIRA TEMPERO 640 rs. a li
hra, 10400 o kilugrammo, em porcao se
far abatimento.
BANHA DE PORO)DE BALTIMOOR
720 rs. a libra, c 10570 o kilugrammo, em
porco sh far abatiuumto.
ARROZ DO MARANHAO E DA INDIA
120 e 140 rs. a libra. 260 e 300 rs. o ki-
loprammo e 30800 a arroba.
ALPISTA 240 rs. a libra c 520 rs. o
kilogrammo. e 60 por 14 kiloprammos.
..VP EM GRAO 60 e 60500 a arroba,
200 e 240 rs. a libra. 440 e 520 rs. o
kilo^frammo.
SABAO MASSA 260 e 200 rs. a libra,
620 rs. o kilogrammo, em porco ba aba-
timento.
B0LACHINI1 AS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, a 10 e 10400 a lata.
VELLAS DE ESPARMACETE "0 rs. o
masan, em cana ha abatimento.
PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANZA, 280, 4 30200 e 55500 a gmza.
AMEIXAS EM LATAS E CAUHNHAS
DE MUITOS TAMANHOS 3:>5O0, 50500
e 10 a libra.
<;< )MMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso de urna libra, o em caixa ha aba-
timento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 100 rs.
a libra, em caixa (:i/.-^f abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II >j00
a duzia e 500 rs. a gHrrafa.
DEM rass. verdadeira ihlersa
BELL, 800 rs. a garrafa e 95 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 10500, U200, 10 e
800 rs. a garrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E AMBl'R-
GUEZA 7 frasco.
dem de laranja doce aromtica.
110 a frasqueira e 10 o Irasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
30, 20800 e 20400. em caixa faz-se gran-
de abatim.'iiWi.
TOUCINHO DE LISBOA 400 rs. a li-
bra, e 880 rs. o kilogrammo, e 11 >50 por
14 kilogrammos.
CHA FINO. GRADO E MH.OINHO os
As autoridades policiaes et*
quem competir.
No dia 29 de maio do correte a> no fu-
gio o escravo Eseqniel, crinlo de 31 ,T
amos de idade, estatura regular, nfurcadfe
ir bem prcta. cabera redon la. trajava c
misa azul o caiga de casemira cinzenla; du-
rante o dia cistuma andar paidiando naj
rua>, ou em amuscos de assucar ou as
tabernas a conversar e a beber; durane a
noite recolbe-se a teibeiroe aberios ou pe-
netraveis, a casas em conslrnccao e a ou-
tros quaesquer lugares onde se possa abri- ,
gar: quera o apprebender tenba a bondad
de o conduzir i rua da Aurora n. 26, OMfe
ser gratilicadn.
Fugirafl) do engenbo Ffrim i
do termo da Eseada, na noite t*.:
10 para II do coirente, dons e--
navos mulatos, o< q aes fonfflS
comprados ao Exm. Sr. barao de
Nazarctli lia 15 dias pouco nn i
on menos, ?endo Jnio, idade )a
30 a 32 ann-j?, bem barbado, pe-
tos cabellados, tea o dedos dos ps, isto 6, os
mnimo curtos e quasi que trepam mu no iialfO,
tendo todos os dente- de frente, corpo regular
leva ebapo d" eonro de sartanejo, ralea azul dv
itgndio de bata eseura e mito alguma ronp'a, foi c-erattt
d-i Illm. Sr. tenente coronel Afosljann r.oir.i i'a
Mello, de Ouriciir>-, o outro de noRM Flix, ca-
bra, alto, bom eorpo, idade 2o annos pouco maij
ou menos, levou ebapo de eonro de da- largas,
calca azul de algodao que llo ehamain pelle (Ton-
ca e robTtor de bata escura, foi escr.ivo d\>
Illm Sr. Ednardo Pereira do Sonza, da proviorta
da Parahvba, que o vendeu por sen procurador
Sr. Jos Lop's Alheiro ; quem o apprt'brnder o
levar ao mesm > engenho Firmcsa ou no ccifeu
escriptorio de Domingos .Uves Matheus, a rua di
Vigario i). 21, sor generosamente reroiupen>ad >
-3Tf
570 e 440 rs o kilogrammo, em caixa ha melhores
abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA-
LIHRIN E ALETRIA, i 800 r3. a libra e
15750 o k logrammo.
SEVADINHA E SAF 280 rs. a libra e
que ha' no mercado.
libra, 7->(>80 e 6,$ol0

U e
kilo-
35200 a
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 25700.
2-5500, 25200 e 25 a libra, e 55450 e
45180 o kiloorammo.
Assim como ha outros muitos mais gneros, vinho em ancoretas, azeil
passas, figos novos, charutos de diversas marcas, linguicas de Lisboa, marnielada. con-
servas tvlaa do marmello, pecego, rvilhas, peixe em latas, sanlinlias do Nantes.
vmho verde engarrafado, pomada canella, cravo, ertadoce, cominho. pimenta, grantles
mullios de sebolla 15500, finalmente muito mais gneros que enfandonbo 0
menciona-loa.
INJECTION BROU
Nydmlea lulalllvrl t frrorr Mili a, alMuluUaicDW umc. .|..t Mi ~rii. Mliuiu Mluiu,. > uctf
w fffaftn baUM* < iiuad*. (Biicv Imiumim Ai <). (Hum de axhUMia.) pru, ea u
4* tm BBOG. hntmmi limii, IB.
Este admira?el
Depurativo nio
;ontemeinfmei>
Irurlo, Olio OU
RH HEfl 1M1 aisenic..; 6
^^^fcJ*JSW^BBL..>^Bi poroso n. mIiA-
rudnr par* o singue e cura radicalmente as molestia de pelle, taes comn a li pr>, as impigens, as uerf^^H
espiaba, eos Pianos, etc. Empresa I" cliarairiile elle refresca a masa do sangue e consolida o sao de I
L INJECCAO fADFT COr" ?*>-d-* corrin,tl>t<" ai>Sos ou roce
Paja, 7, B* OvMiD,
11 f
I i i
Pugio no dia 0 do cum-nie mez do
engenho Sant'Aiiua da comarca do Porto
Calvo, o cabra Wenceslau, estatura irgu-
lar, de 22 anuos pouco mais on menm.
m'iii birha. cabellos preto, e bem cara-
(liuhados, foi comprado na cidade do Re
cife, para onde vtio da provincia da Pa-
rahyba; e bem assiia o esciavo Manoel
crioulo, oe 22 annos, estatua regula*,
tem um dente quebrado Do queixo superior,
bem preto; quem os apprebender leve a
casa do negociante Joaquim Rodrigues Ta-
vares de Mello, no Re cife, ou m referido'
eneenho aue ser bem recompensado.
iio uia 18 do crveme mez do agosto nglo
do engenho Taquaiy, fregueitia de Santo Anuo,
um mulato do iiom Baltliazar. cscravo do f a pi-
tan Aristteles Carneiroda Cunlia e Albnquerqce.
I.evou calca de algodaoaaoho azul de quadr>>3 o
camisa de rincado da mesma eAr, e condnzio qrrra
reda, E'serlanejo, alio, espada ddo. piuco liaran-
do c tem cabellos crespos e finos ; em um do lad'.m
do rosto tem urna cicatriz c urna pe(|iena ruptnr.i
na altura Ao estomago, proveniente do una Tira-
da ; tem falla branda o A bonita figura. Hec o-
h-s>' que procurasso as proximidades do 11 m du
Peixe, donde natural. Ser be. n pratiflva h
quem o levar ao dito eng-nho, ou acidado do Ru-
eife. na larga do Rosario n. S't senmidn andar.
os uia rebeldes.
Nos dias II o 15 do ctunnle me de
agosto, fugiram do engenho Maranlio, fre-
gnezia de Ipojqca. os pret-.s de nai;ao An-
^'la de neme Isidbrio c Fetlpiir, escra\oa
de Joln de S m/.a Leao, o primeiro do da-
la 40 anuos pouco icais oq menos, /:
statura regular, chcio do corpo. quebra-
lo e carrega funda, falla amariiiheiado
em um cicatriz do um talho cm urna a
pe-nas; e o segundo ida.le de 60 annos,
alto, corpo rearar, tem falta de r
in ule. fada grossa, tem um Inhinho bs-
tanle crescido em ura dos coiuveus o
bmbern 6 quebrado. Suri bem recom-
pensado, quem os levar ao dito enjjenho,
[ou a cidade di Rcife, rua da Cruzn. ^i,
' primeirn andar.




Diario de Pernambuoo Quinta feira 2G
1869


m
EMBLa GERAL
Nao deve, pois, :i o nobre de-
CAJBARA DOS SRS. DSPTADOS
SESSAO EX *t DE Jl'LHO.
presidencia to sr. nebias.
(Contirwncm)
( abastecimento n'agua em condicoes que
A.'iiu populaco nao questo fcil
in simples, come* su poder suppr, Para
iil'i !viii de so esladar mui serlamen-
if o modo pratieo, ilo elTectuar mu servico
Ho importante qaan< le de mullas
rt gran les obras, lew as quies, e por con-
seguate semavuliadas despezas, nao s-
ronsegutr tomar efllcaz o permanente esso
tVmelicio reclamado com tanta instancia bas-
ta capital.
.\ iaspeccao das obras publicas tem teito
alguns-estudos para cliegar a um resultado
laMMacterio. Est recoihecido que oabas-
eeimento de agua a populago do Rio de
Janeiro nao pude ser inferior a 00 milhoes
to litros em 21 horas correspondentes a
fu litros por individuo, pore>) que ainda
b5o'Iguala a que se d em outros paizes,
r-:)in i nos Estados Unidos.
E ilretanto actuatmente apenas so reco-
Rteai i )s eneanamentos em tempos ordina-
rios, e alo sendo de seca, 30 milhoes de
litros.
Desta simples exposico se deduz quan-
*ts nhr.s se h'm ainda que fazer afim de
etew o abastecimento a 60 milhoes de i-
ttas. 1" indispensavel construir vastos re-
aervatorios para supprimenlo no tempo de
i. I. preciso comprar inais alguns
aaiianoiaes para aoffctcr aquella quanida-
de d. agu. Nao s isto: As obras ne-
jaras consomem tempo, e muito avul-
n las-quantias. Ellas nao se tmprovisFio
fcc.n pode o estado de urna vea despender
a somma indispensavel.
s-m durida existem mananeiaes de que
se pode tirar o abastecimento na devinta
pn.iporco. Para consegui-io o despendi
sil calculado em mais de 8.000:009^000
M is. disse o nobre depulado : diversos
individuos e companhias se tm offerecido
para abastecer do agua acidado E' c-rto
Iuh desde a crcaro do minisierio de agri-
cultura, semelliantes propostas se tm apre-
sentado. Mas a materia de tal natur za
qu '. como j disse. demanda complicados
estudos, alim de ehegar-se a um resultado
completo.
Quando e entrei para o ministerio da
apicultura foi esse um dos objectos a que
ais seriamente attondi. Concluio-se en-
H i ii:i reservatoa as Laraugeiras, qu.'
la c nter a reserva de 5 milhoes de li-
tros, .e auxiliar o fornecimento, que lie
HM.OOO litros, durante a asaca, Havia
mais algumas pequeas sanas que apenas
dai s aguas o repouso de 5 minutos, nao
>, portanto, a necessaria clarifi-
aucio.
Nota-so que durante o anno, pelas raeili
cues que mandei fazer, cheguei a recoube-
r.er que os 30 milhoes de litros ficaram,
|->r e'Toito da secea, reduzidos quasi a ter-
sa parte. Nao pas, de admirar que
esta capital soiTresscduranta a secca, como
em nenhuma outra occasio. (Apoiados.)
as obras publicas, onde cstiveram lti-
mamente como inspectores dous prodssio-
naes de consumraadas babilHacOes, e que
. uraram estudar esta materia com todo o
i e cuidado, o primeiro delles o Sr. Su-
bragy, depois doler feito os seus estuilos.
disse que ain Ja nao so acliava habilitado
.i lodosos dados precisos para poder
ap.vs.'iitar UBI pMfecto, o portanto que ti-
n'ia raceto de indicar qualquer medida que,
|i'h precipitaco, mais tarde toase reconbe-
i.isuilicieiite. c elle concht o seu ro-
lai-urio com estas palavras, que cu peco, li-
*;i; i cmara papa 1er :
Esta quest i do lana monta e de ta|
gravidade, qae nao. levemos contentar-nos
puiado que se leubam apresentado diver-
sos projectos e que ainda at hoje nao se
tenha assentado em um definitivo, quando
New-York, com JM idrfe de sens
engenheiros, a dgfl WO annos pos*
conseguir ter unfl leato do
snlficiente.
Emi853(conBfc> Sr. Sobragy), II
ann >s depois da concl "n dos mais
grandiosos aqueductos do mundo, j a jun-
ta das aguas declarava em seu relatorio
animal que so liaba dad' lo a ulti-
ma gotta de agaa.
Em Boston serv* 4o baaa ao,pUHW
a media de i30 litros de agua artos-par'
habitante, atlendendo-so ao accrescimn dV
populacho. Estava terminado cm 18i8 o
aqueducto; um anno depois ora de 270
litros o consumo, de 287 em 1850, c em
1851 de 302.
Estes exeqiplos nos mQSjjam, e bem
desejaria que essa verdade Qcasse bem ca-
lada no animo de todos, que nao sao os
estudos feitos at o presente, nem csses
que se flzessem em algons mezes os que
podem offerecer base segura e os elemen-
tos necesarios para a destribuicao de agua
na capital do imperio, vi?ando-se sempre
as necessidades futuras.
Mas note a cmara a circumstancia de
que, depois desses grandes aqueductos,
ainda houvcsse falta d';:gua, passados l
guns annos. as obras para o abastecimen-
to de agua as povoacoes; n3o se deve
olhar s para 4 presente, indispensavel
attender s necessidades do futuro.
Disse o nobre depulado: porque ra-
llo nSo se tem procurado essas compa-
nhias para que esludem o projecto ? Devo
exp<>r a minlia opiniao a esto respeito, e
como tenho procedido era casos semo-
Ihantes.
Quando presidente da provincia do Rio-
Grande do Sa', reconheci que a capital es-
lava privada do abastecimento de agna po
tavel, e que esta era fornecida pelos parti-
culares por precos extraorlinarios....
OS SttS. BlTTKNCOTOT, .U.vaiM J.V T. iE-
DEIINE1RAS :ApOiado.
OSh. Minjstmo ba Ai'.nicrurn.v: ....o
que acabam de conQrmar os nobi es depu-
tados daquella provincia ; com todo o es-
forco estudei o m ido de abastecer aquella
cidade ; e, reconheceodo que os cofres pro-
inciaes e municipaes nao tinham recurso;
sulbcientes para fazer as obras do abasto-
cimento d'agua, tralei do organisar urna
companhia....
O Sn. BiTTENConvr:Aa liado.
O Sr. Mimstiio da AoaiWLTUn.v :fi
estudar o projecto, qne foi remecido a um
engenheiro especial na Franca; a obra
executou-se, e ella l existe.
0 Sr. BiTTENCOittT :Apoiad >.
0 Su. Mimstio da Ac.icn.TLiiA : -Mas
quando eoli'dguei a urna cmpre/.a particu-
lar o abastecimento da agua peson-me ho
espirito a considerarlo do monopolio que
poderia baver, Enire a n^cessidade de la-
zer a obra mediante urna empresa particu-
lar a o raed do monopolio, quiz salvar-
me associando a provincia e'mprcza, e
urna lei autorlsou a presidencia a tomar
a terca parte das accoes, aftm de qua a
provincia' ao mesmo tempo li Co dos dircitos de seguro, pelo bera-esfctrrftscalisacao r
da vida, pjlo maior valor das propneda-
das.
< M ai tas cidade^ mentadas por
mares geme so-
nopuli luzia de
rompwhias, que me medem agua por
i, e no resera m de alimen-
ta-la por urna ionio eeasiaiit1, correndo a
toda a Lora, e em quatquer quatidade que
mediante a siatptes manobra de urna

tornena.
t Hiiladelpha, New-York.. Boston to-
i sabiamente a sen c-irga. abasiecer de
i seus Jiabitaofts : litalmtb monopolio
pode iisoagear ss*de vender a satistVfio
dtjssst primeira necessidade aos habitantes
da nossa metropole, e aos represtntantes
dos nossos eslados. A agua foruecida
por administraco rnuoicipal as cidades or-
dinarias, e pelo estado capital.
K' opimo coosignada por este enge-
nhimo.
O Sn. Candido Torres Fimio:E' um
pouco excenlrii'i, camo algumas outras do
Sr. Sobragy
O Sr. Ministro da Agricii.tira : 0
paiz que citado tantas vezas como modelo
para meihoramentos .c obras, onde as com-
panliias sao empregadas em toda a qualida-
do do obras ri^quiz encarregar o abaste-
cimento das aguas cm suas cidades a com-
panhias. Os Esttdos-Uuidos o paiz onde
ha maior abundancia de aguas potaveis,
mas nao por companhias, crea um imposto
luu rcsolvido a eni
dsstria particular de&de
rantias d
da industria part|^^^^H
que os telegmfhas das
feitos pela mostna particular.
O Sr. Andrade Fkh'ehia : E
nicos que funcoionam; os mais
sem iatiw. f
o Sa. V rospeile d3 as-
sociaco commorcial do Pernambuoo V.
Exc. ja fez olguma cousa ?
O Sr. Ministro da Amucn.ruuA :
Quando entrei aclioi urna-represeutaco a
usssociaco coimnercial do Peniaiabuco,
nem snsteatava com muito calor urna! \\
iao sua.
L) Sa. Andrade Figueira : Chama
f. Exc. o capsQo de bandeara. (Risa-
ale e provin-
Sr. Mmistao da AmuccLTcnA: Nao
sso.
-'
declarando que quena fazer por nm con-
trato a rrhfr tettigraphica de Pernambuco
ao Rio de Janeiro. Segundo a opiniao que
dommava enlao, respond que naquella
poca eu n5o podia resolver nada definitiva-
mente, que eu nao estava ainda resohidoa
fazer por indastrw particular o servico dos
lelegraphos, qc era negocio que eslava era
estudo e exame, porque j luvia mais de
urna praposta. lu is trago aqui: seti-
vt-sso lempo as leria e apresentaria os no-
mes de todos os proponeutes.
Entretanto manaei riessa occasio que se
fosse fazendo a liaba com a subvincoqne
dava a provin;ia, ogoverno geral e os par-
ticulares, mais para ir adianlandu o servico,
e nao que eu iivessc a intenco de d ixar
de o entregar depois industria particular.
O Sr. Correa de Oi.rvEiRA : Mas V.
para este fim, c faz as obras ou pelas mu- Exc. permiti ? A propo ta da associacao
nicipalidades ou pelo estado, conforma i commorcial de Pernambuoo podia prestar-
uma cidade ordinaria ou a capital dos es-se a qualquer dos systemn, quo mencio-
tados. nou.
Tendo assim manifestado a minha opi'.a",
vacillo a respeito do abastecimento de agua
por companhias: todava nao uxcluo a or-
gaaisaco do algumas associages, que pos-
sam faze lo, sem tirar os lucres exa-
0 Sr. Ministro da Aiiiucn.TiRA : S
havia uma di(rerenca, que ora coiapromel-
5o qs i 0 Sr. Andrade Figueira : Pois lest
audamina sua correspondencia nao ha muitos
das.
Sa. Miustro da Agricultura : As
seguro ae nobre depulado que na corres-
pondencia ollicial sempremuto respeiloso.
0 Sr. Axdrade Figueba : Esta nao
conheco, mas a que vem no Jornal do
Couwwrcio muito insultante, desaforada e
insolente. Eu nao o tolerava mais um s
instan* como men suborrJmado.
O Sr. Ministro da AoRiciLTuaA.; Des-
de, porm, quo este director nao stmjpoe
ao meu pensamento. ao desejo que tenho
de entregar as linhas telegraphicas a em-
presas particulares posso raoito bem apro-
veitar a sua inteligencia, porque inqueslio-
navelmente pelo que respeita lheoria tem
feito profundos estudos e pode ser consul-
tado com provalo na parte technica, s m
ingerir-sc na parte mais complicada da ad-
ministraco,
0 Sr. Andrade Figueira : Entretanto,
V. Exc. o conserva para director ; se nao
serve para a parte pratica, n3o servo para
director.
O Sr. Ministro da Agricultura : Mas
isso depende boje de um rogulamenlo, e
posso assegurar ao nobre deputado que j
se acha nomeada uma commisso para con-
fecciona-lo.
O Sr. Andrade Figueira: V. Exc.
acaba de condemna-lo como director, que
disse que para a parte pratica nao podo
U:r o Estado mais urdo em uma despeza servir; realmente nao podo servir ; tcmNse
que elle nao podia fazer.
0 Sr. Correa de Olivkira : Nao, se-
to,;) us primeir>sexames e comas obser-
mpre perigaaas de alguns curiosos.
B : ilarmos una media razoavelpopula-
'.ao i fl i do J.i ,oiro. com a qual se ella
itisfazer ale futuro um pouco eemu-
ilovem >sc miar c un o volurao de sessou-
: 'S do litros em ~l'i \vh\\*. Milito
loiu,- desea quanlidadc parece licar a som-
m f iti das a.^iiasaprovi'i'adas acualmenl
e das que aiada se podem encaar, nao in-
dura o ertas dilerencas para mais, aecu-
soii.is em algumas mediees parases feilas
em meu lempo.
Para (pie s; nao penseque to fcil a
sofu5osatisfactoria e completa de problu-
tio im|i ulanie como o de uma boa dis-
licio, addusirei com algumas pirUpula-
ridid-; ilo que nos fornsse a ce
de {lew-York.
primeiro projao para o ab i
ment daquella cidade foi apresentado em
111'i ; c insista na abertura do pocos, nos
s eram elevadas as aguas c depois dis-
Irilmidas pela cidade.
I' i ri iinienio. nao sendo ainda sufflei-
ente^ estas, recorrern aos pocos artezea-
em i827.
No mesmo relatorio ainda encontr os
larecimentos, para os quaes
mo a att"nc3o ddsta cmara :
f Em 18:t appajpseu a primeira idea
do aprovdlar as aguaFlaCrotn, que pode
foraecer i cidade 150 mlioos de litros.
Hu de OH milhoes de francos o capital em
i-ivgailo nostas obras, os juros annuaes des-
aa'sunir, s8o do 3,000,000 frs.. pagos por
l c.iiitrrbuieao indirecta, o uma laxa di-
lecta sobre a aguas, liavendo um fundo de
anartizueao para reembolso do capital. S
em- IH'ri estavam de todo concluidas as
obras monomeniaes deste aqueducto, isto,
s/wrrtiii i e tantos annos depois da apresen*
tas*) da primeira idea seria para o abaste-
ente daquella grande cidade, e depois
terem apresentado dozo projectos
para o mesmo fim.
Tendo em vista o que se tem passado
i os projetos de jiestribuico das aguas
Estados-Unidos* c que peccam em ge-
pi'lo lado da previso, como all se
i reconhecido, peco ainda uma vez a
p rmisso para chamar para este ponto a
mcao esclarecida do governo imperial,
jdade do Rio do Janeiro, por sua bella
geographica, por seu porto talvez
*e;n rival, pelo grande movimemo commer-
nolla j se nota,,c por sua populacho
ute crescida, est no caso de
ir com um accrescK|o rpido de nume-
us habitantes, e e ter populacSo
ddbrada do que boje lera em futuro nao
mu remoto. Estas circumstancias reuni-
n5o a collocar?o no caso dessas cida-
da America do Norte, onde em rauitas
empreza, com o inters-c immediato de
accionista.
O Sr. BnrrExcouRT,:A potado.
O Sn. MiMstno d.\ A<.iiir.'jLTuA: As-
sim so fez, e creio qoe aquella capital est
perfeitamente abastecida de agua.
O Sn. BinKNConvr:E por prc^o n-
fimo. ,
O Sr. Ministro da Agrii'i:ltara :J ve
o nobre deputado que nao ou inimigo de
promover o abastocim nto das aguas por
raeio de companhias.
.Mis peco ajad* ''enea cmara para
ler o que a este respeito pondera o mesmo
engenheiro, o^Sr. Sobragy:
Qual o modo de levar a effeitoas obras
indisponsaveis para uma boa destribuicao
da agua ? Por adminis'.racao ou por com-
panhia ?
* A rospeito desta importante quaslao
j tive a honra de chamar a alteuco de
V. Exc. em um pequeo irabalho publica-
do no relatorio do anno de 18Ji Alli
pens ler moslndo qu: vantagens de or-
dem econmica, de grande peso para cap-
tas e determinadas obras, e em dadas cir-
cumsiancias de um paiz, nio lem para o
uosso o alcance quo a primeira vista pare-
com ter. 0 principio que alii estaboleci e
que priorj me parecen mui admissivel.
supponho que so aclnr provado depois de
exame um p neo detido das obras que de-
venios ;is companhias, e sobretudo sts-
trangeias. Cada vez me confirmo mais
na opiniao quo enta emilli .acerca dos in-
convenientes de ser entregue a uma com
panhia a empreza da destribuicao das
aguas em qualquer cidade. E' monopolio
de oatureza lao especialtrata-sc de um
arligo indispensavel na alimentaefio-que
me nao parece se deva encarregar a cs-
trangeiros, sobretudo, de no-lo forneccr.
Uma consid-iracao moral que naquclle pri-
meira trabalho sobro esto projecto flz so-
bresahir o vexamc e abatimonto real
que sentimos quando vemos que at a agua
nos deve ser medida por gente de fra.
Falta-nos o capital, dir-se-ha.A res-
posta simples. O sacrificio para obt-lo,
quando. se trata de salisfazer a uma necessi-
dade desta ordena, muito menor do Me
o neoessario para que a popularlo v todos
os semestres pagando soramas bem cresci-
das, por agua que nao ser provavelmente
como as que temos hoje, e com todas as
faltas que naturalmente sero mais frequen-
tes do que o sao no presente, e isto por
um espaco de 30 ou 90 annos.
a Pedirei aigum tempo mais para os
estudos, por serem insulDcientes os que
at hoje se tm feito. JJjo devenios adop-
tar o que nos parecer seductor por um
exame superficial questo que deve ser
bem estudada, para nao cahirmos em algu-
mas dessas faltas que sempro aompanham
a precipitaco.
: Continuando ainda, diz elle quo convi-
ria notar o que se passa em outros paizes';
o citando um trecho dosAnnaes de pontes
e calcadas da Franca, a proposito das com-
oanhias organisadas para abastecimento de
aguas, transcreve o seguinte:
i E' impossivel dar cotila do impulso
que imprime ao desenvolvimeoto de uma
cidade a distribuico daagua. New-York
sent as vantagens qtieaisso resultara; e.
por pasado que ahi soja o irauosto, por con-
a*el que seja a divida proveniente da
^o do aqueducto do Cr-ton, ne-
* abitante se quoixa da exeeucao deste
lices.
0 Su. Ministro da Agrigui.tui a : Seja
em apo ices, seja em diuhoiro, era sempre
uma despeza quo so linha de fazer no fu-
turo ; eu nao podia resolver-me a aceitar
Sir Charles T. Bright, Marcoartu e outros
gerados que una compaahia procura au-;nhorcs ; cedia rceebendo o proco em apo-
ferir.
Eu nao t^dio tempo de expr o projecto
]uo fui apresentado pelo engenhciroBu-
Ihos, quando inspector das obras puDljas,
projeclu que me.parece muito admissivel,
e pelo quai pederemos obter em pouco
tempo semclbanto servico sem o perigo do
monopolio e de grandes despezas para o
esldo; mas se os nobres dcpulados o>ii-
zcrem ver esse trabalho muito importante
bao de enconlra-lo nos-aanexos do relato-
rio do I8i5. E' digno do estado.
Passou depois a nobre depulado a tratar
dos telegrapbos: disse quo o ministerio an
teri;ir podio O0:000> para esto servico. o
que o actual pede mais71:0t)0. Eu j fia
notar a principio qne a pr mosti quo eu Ji-
mia apresentado era para 1870 a 1871.
sendo ilc esperar que o servico crescesse e
demandaste mais despeza neesa poca ; e
portanto liaba eu razo muito plansivel para
jlttficar esse augmento. Todava, nao taco
esta observaco porque queira manter a
verba, tanto mais quantojentedi-me com
a comtaisslo alim de ser conservada a de
380:0001000.
Bou! mo cusa agora tratar das va-
nante que appareceram quando o noble
deputaj.) seoccujtou deste ramo de servico.
mas iJSo na renjedio seno tratar disto.
Sermorcs, a-qtrcsl3o de telcgrapHWSbas-
tanto complicatla ; o estabeiecimenro de
linhas telegraphicas n i assmbpto que se
nossa resolver .cora umita faciiidade. Tres
se K;m de
metti lo em muitas emprezas e n3o deu con-
ta de nonhuma dallas. i
0 Su. Ministro da Agricultura : En-
tendendo que poda aproveita-lo no seu
genero, isto nao obsta que se eu, pelo exa-
me mais meditado que llzer do que se tem
publicado, reconhecer que elle transpoz o
limite dos seus deveres, tome outra deli-
esla proposta, quando linln outros propo- berac2o. Por ora preciso de ter mais deli-
neles qpc faziam o servico gratuitamente, damentc os
propuiiham-sc a fazer a linha desde o Para
at o Rio de Janeiro gratuitamente; Ba-
Icstrine propunha-se a trazer o cabo transa-
tlntico at a Natal, a leva-lo desto ponto
a diversos partos do norte, e tambera esla-
va disposto a trazer a linha at o Rio de
Janeiro. Portanto, tendo todas estas pro-
postas, eu nao podia aceitar inmediatamen-
te uma, q ie me pareca mais onerosa.
(lia um aparte.) '
Eu tenho inloncao do entregar as linhas
emprezas particulares, o para isso mandei
sustaressa mosma ordem que linha dado
para Pernambuco para a factura da Ualja
por canta do goverao. Rosla-me preparar
as condicos geraes dos contratos, que devo
incluir no edill chamando os concurrentes.
O Sr. Cardos Fontus : Preferindo as
emprezas nacionaes ?
0 Sr. Ministro da Agricultura :
Preferindo as empresas nacionaes, se de-
rem garantas, cm igualdade de erreams-
tancias.
O Sr. Andrade Figsira : V. Exc.
pretende faze-lo j, desdo que appirecao
concurrentes ?
O Sa. Ministro da Agricultura : Hei
va i
sao os systemas entre os qpaes
escolher o mais apropriado ao paiz : o de' de marcar prazo para s propostas.
p:ilearer ao Estado o e-tabelecimenlo d O Sn. Andradi: Imoulira : Mas
linlia lelcgraphica, o de licar entregue pura i tratar disto ?
e exclusivamente a uma empreza particular' 0 Sn. Mvmstro da Ai;icultu!:a :
sem nenhuma ingerencia do Estado, ou a I irabalho quo est entre ata as.
concosso do Estado 3 industria particular O Su. Amuiadi: Fioheira : -- Faro
com certas cautelas -e reservas. Sao estas
os tres systemas quo lem estado em voga
em diversos paizes.
A Franca, por exemplo, sustenta o prin-' desnecessaria.
cipio do que as linhas telegraphicas devein O Sn. Ministro da Agricultura : O
ser asseutadas pelo governo, e que cm suas nobre deputado de^o lombrar-se do que j
pergunta porque trala-se de volar a verba
nao s para esto axercicio, como tambem
para 1870 a 1871, o eolio osla ultima ser
relaces jurdicas com a sociedade sao uma
dependencia do correio.
temos linhas tolograpliicS : nao sao s as
urbanas, temos linhas telegraphicas que j
A Inglaterra al o anno passado linha < vofora da capital, existo a que va i a S in-
seguido uma opiniao diversa. | tos, a que v.i a Parsnsgn, a que yai ao
Alli o telegrapho era entregue industria: Desterro e segu at Porto-Alegre. E ver-
parlicnlar : as companhias assentavam as d ule quo ellas nao tem fanecionado r> g-i-
linhas telegraphicas sem dependencia de
nenhuma autorisacao ; mas ltimamente
passou no parlamento ama lei autorisand i o
governo a eamprar essas linhas para reuui-
las ao servico do correio, porque enlendeu-
se que nao se pode deixar do sujeiiar
adminislra/o publica- este meio de corres-
pondencia. Assim como o correio atoa
rastituico publica, tambem o tolegraph,.
devia seguir a mesma soite, s gundo a
lamiente, mas existem c deve-se hoje apro-
veita las, c mservando-as.
O Sr. Andiiadk Figuuu : Por conta
do Estado ? com a direcloria actual ? Nao,
perd
O Sn. MiNisrao da A:iigi:i.t^v : Se
adiar qiein arremato...
O Si\. Anuiiaiie Fiuuuiav: Isto e o
que convem quinto antes, mosmi para nao
chamarem a V. Exc. o capitfio da bandoira.
opiniao do parlamento ; e assim autorisou' (Risadas.)
a dasapropriaeSj dKs linhas telegraphicas. 0 Sr. Ministro da Agricultura : Vou
dizer a razo porque pedi osla verba.
Alm disto temos o telegrapho do Rio Gran-
de para Pelotas o os que seguom daqui at
Nos Estados Unidos o telegrapho plena
e absolutamente entregue empreza parti-
cular, nao ha necessidade do autorisacn i,
sujeilando os particulares aos regulamontos j S. Joao da Barra e Miedlo, o os do interior,
municipaes ; do nem uma outra aulorisario | Nao possivel, pois, tendo-ae j feito
carecem. uma despeza que, como disse o nobre de-
Em nesso paiz, quando se tratou desle potado polo Rio de Janeiro, importa BOJ mil
servico, o primeiro punsaiivnlo foi copiar a [a tantos contos, abandonar hoje tudo isto.
Franca ; entendeu-se quo as linhas telegra- O Sr. Andradi: Figukira : Nao aban-
phicas deviam ser asseutadas pelo governo,' donar, entregar a uma companhia, sono
que nao podiam ter outro agente senao o | V. Exc. gastar -2, 3 ou 4 n.il contos e oua- deraveis.
artigo que foram .publicados.
O Su. Corrua de Olivf.ir.v : Quera
tem o direito de julgar da opportunidado d i
demilti-lo o minisierio.
O Sr. Andrade Figueira : 0 governo
pie tem esse direito ; mas nos tambem te-
mos o direito de nolar quando se falla ao
principio da autoridade.
O Sr. Ministro da Agricultura :Pa-
quetes d vapor. E' outro artigo cm que o
nobre deputado estabeleceu alguma censu-
ra ao ministro da agricultura.
0issfi^--SrExc. que o meu antecessor
t'ifihygasto 2,300:000$, e pedir *no orea-
ment para 18158 a 8i9 ,7OO:O005 ; e
quo o actual ministro da agricultura linha
pedido 3,02:000000.
Leio na lei que votou o orcamento para
18U8 a 18G9 nao 2,700:000$ mas........
2,820:000.$, incl liado-se ainda a despeza
da*:ompaiiha Pernambucana de paquetes
que eslava em atraso, c se mandou pagar.
Eram, pos,U8O:000;5000.
O nobre deputado disse que a compa-
nhia brasileira ae paquetes tem auferido
sommas consideraveis : eu o reconheco ;
o que nao presta aquolle servico que dola
so devera esperar: tambera outro ponto
om que estamos do perfeilo accordo, e tanto
assim que j mandei publicar o edital que
o nobre deputado vio, no qual chamo novas
companhias ou empiezas para realizar esto
servico.
Noiou, porm, o nobre deputado que o
esta nao tvesse feito ha mais tempo : vou Ihe
dar a razo por que nao se fez. O nobre
deputado sabe que a 1!) dodeaambio de
18t7 foi quando o governo celebren um
accordo com a companhia, mandando ob-
servar as condicoes do contrato de 1831),
com algumas modificacos, e este estabe-
laceado quo smente com a antecedencia de
sessenta dias podia-se intimar a resciso do
contrato.
Correu o anuo de 1868: tendo-se feilo
esse accordo, era bem natural que nao so
lizesso logo um contrato novo ; alm disto,
o que actUOU no animo do governo naquella
poca para nao celebrar um accordo defi-
nitivo ainda poda subsistir acual-
mente.
Devo lembrar-se o nobre deputado quo
celebras conu-alos co:n u na conipanbia de
uavegaco na iioca em quo o cambio est
lo bailo ella lia do pedir necessariamoiite
sommas muito mais avuliadas do
quando o cambio estiver mais alto: h
versas despezis a atienden a do combus-
tivel e oalras terao de influir para isso
Eu preleudia estabelecr a'gumi clausu-
la para o {aturo ; primeiramonto as co.i-
diges geraes, estatumdo que o contrato
litase feito por cinco anuos; mas, so acaso
so liver do celebrado co.n miis alguma es-
te iso, outra lausula se tornar necessa-
ria, tasado limitaces para o caso em que
o cambio ahogar a um valor mais alto, e
de modo a evitar as didieuldades dirse pa-
gar mais tardo despezas muito mais consi-
Sa. Prrrirada Silva:Mas ha mili-
tas relacOes entre Montevideo e o Rio
Grande.
OSn. Ministro da Acrkctcsa :Muito
poucas sao as relaces: os paquetes, 05
correios acompanham sempro as relaces
commerciacs, e essas nao existem a 1
de productos similares entro o Rio Grande
e o Rio da Prala.
Quanlo parte do annuncio ref ente a
navegac5o do- Paraguay, direi que o nobre
eputado esqneceu-se que a esto respeito
a proposta que fiz s devia ter execo(;3u
no anno de 1870 a 1871. Se acaso anda
nessa poca existir a guerra muito infelizes
seremos, o que de certo nSo devemos snp-
pr-----
O Sr. Pereira da Silva :Estamos per-
didos se existir nessa poca.
0 Sr. Ministro da Agricultura :J
v que eu devia ter previdencia c pelo
menos Celebrar um contrato para a navega-
do de Matto-Grosso, quando fosse possi-
vel; e portanto inclu na proposta a des-
peza respectiva, n3o com a intenso de
immediatamente instaurar o servico.
O Sr. ANDR.vnr. Figueira :Faz o con-
trato para quando se concluir a guerra t
O Sr. Ministuo da Agricultura:Est
claro.
O Sr. Andrade Figueira :Era me-
Ihor faz-lo depois da guerra: talvez as
condicoes possam variar.
0 Sr. Ministro da Agricultura :Fal-
lou-sc sobre colonisaco : aqu pouco po-
derei dizer ao nobre depulado; mas nao
tenho remedio seno aventurar algumas
consideraces, por isso que S. Exc .me pro-
pe uma redueco muitoconsideravel nesta
verba.
Sonliores, eu disso-o muito claramento
no meu relatorio quo sou contrario ao que
se chama colenisaco ollicial; n3o com-
preli-ndo que ella possa servir a paiz
algum. (Apoiados.)
A colonisacao ofcial j tem sido e\pofi-
mentada por nos em muito larga escta, e
pouco temos conseguido. Est visto' gue
eu nao havia de deixar de concordar om
o illuslre deputado quando diz'qUe pSo
approva a colonisacao subvencionada.
Mas deve lombrar-se o nobre dcpntado
que ns j temos ncleos coloniaes estabe-
lecidos, que temos contratos ccleDrados
com os quaes devemos fazer despezas ; se
boje abandonamos estos ncleos; se os
nao collocarmos as devidas condicoes de
prosperidade, nada mais conseguiremos a
tal respeito; porque cnto o descrdito da
immlgracao ser infallivel.
Uma Voz: E faltando a compromissos.
0 Sr. Ministro da Agricultura :A'.em
do que temos contratos que.exigem des-
pozas a quo indispensavel acudir.
O que so pede para a colonisacao 5 exac-
tamente para este im: primeiramonto para
salisfazer aos compromissos do governo -e
em segundo lugar para melborar a sorte
dos ncleos coloniaes que carecem ainda
de providencias para sua mauuiencue de-
senvoivHoenfet
Eu comprehendo, senhores, a necessi-
dadp quo sento o paiz de ler uma glande
immigrago (apoiados); emendo quo in-
dispensavel que em preguemos os me ios
conduccentcs e mais efllcazes para este fim:
mas, pergunto : quaes sao elles ?
0 ilustro depulado diz :lia meios mo-
raes e maleriaos, se nao me engao foran
as suas expressoes. Os meio#moraes..
que consistem em apresenlar o paiz em
condicoes vantajosas, a tal grao do prospe-
ridade que co vide o esirangeiro a vir re-
sidir entro nos; e os meios maleriaos, que
S. Exc. segundo pens, faz depe dor das
circumstancias do pdennos olereeer ter-
renos medidos o apropriados cul ura para
sen estnbelecimonto, faeidade do commu-
nicaces, etc.
Discord do nobre deputado, nao em
tudo, mas em parte : entendo que o que
indispensavel para urna grande immigraco
em qualquer pdza elevaclo dos salario^...
0 Sa. Fkriu'ira Lage :Apoiado.
Sr. Ministro da Agricultura : ..
a creaco de grandes estabele imentos, de
grandes obras de meihoramentos (apoiados
c indispensavel que os immigrantes, che-
gando ao paiz, achcm nello trabalho c bons
salarios, 011 jorna.es, c estas animales
contraro naquollas obras, e cstaboleci-
meni
O Sn. Frreirv Lage : Apoiadissimo.
Uu Sr. Derutado : E' preciso que
^jl baja esl as....
governo, e assim tomos permanecido. Icatei telegrapho para Porto-Alegre.
Mas jase v quo, para conseguir levara! O Sr. Ministro da Agrurltura: Ora,
effeito esto syslema preciso quo. o Estado ten lo eu exposto os diversos systemas para
gaste grandes sommas, e fra de duvjda o cstabeleeimento de linhas t-legraphicas,
quo elle nao esl as circumstancias de
la*ze-lo.
. Portanto, este systema, ainda que fosse
notei que desde o principio tiuba prevaleci-
do o pensamento das 1 ubis exploradas por
o nta do governo. O director dos telegra-
om bons principios do administraco muito phos desta opiniao, opiniao quo elle tem
aceilavel, nao podia sor levado a effeito es- i inabalavel
elusivamente parque nao tinhamos os meios j O Sr. Andrade Figueira : Podera nao !
de o realisar. Eis aqui o que tem d do pro dono stui.
causa a que muitas propostas, que tem sido
apresentadas para' o eslabelecimenlo de li-
nhas telegraphicas por empreza, j nao te-
a quoixa contra a falla d'agua se levanta trabalho, pois que o augmento dos impos
torca ? [tos por asmis compensado pela diminu
nham Milu aceitas; porque tem-se vacillado
at o presente so convir ou nao entregar
industria particular o assentamento das
linhas.
Esta foi a posico em que achei o nego-
cio dos lelegraphos. Desde logo declare
que nao partilhava e-ta opiniao, e que. a
realisacao desse servico pode ser entregue
a industria particular, reservando-se ao Es-
tado o direito de chama-ios a si, quado en-
tender que assim necessario.
O Sr. Candido Torre:* Pilho : Apoia-
do, tem' toda a razo.
O Sr. Ministro da Agricultura : Nes-
te sentido tenho feito todos os esforens para
levar avante este systema. Celebrei por
ensaio, para mostrar que era possivol.ua
contrato para o estabolecimento de uma
linha interior.
O Sr. Andrade Figueira : Foi mo
.isto, porjue pode a empreza nao tirar lucro
e desacreditar se um pouco a idea.
O Sr. Ministro da Agricultura: A;
O Sr. Ministro da Agricultura : Nao
ha nada que o convonca de que se possa
entregar com vantagem publica industria
particular as emprezas telegraphicas ; mas
nao passa de opiniao, porque nao se lem
opasto desde que eu entend que devia
adoptar outro pl no.
Elle veio imprensa e sus ten ton a sua
opiniao cora calor, com muito calor. Eu li
muito ligeiramenle os arligos que publicou,
ainda nao os li dtidamente ; nao sei mes-
mo se elle disse essa cousa que o nobre
deputado chama capilo. de bandeira. (Ri-
sadas.)
O Sr. Andrade Figueira : Tem dito
horrores todos os dias demanhaa.
O Sa. Ministro da Agricultura : Nao
.'tenho ainda, como disse, reflectido sobre
as palavras que elle tem dito ; pareceu me
ao principio que susteutava com calor a sua
opiniao. mas nao que dirigisso insultos ao
ministro, disso nao tinha 1 provas na sua
correspondencia oficia', a qual 6 toda sem-
pre muito respaitosa. Nao podia, portanto,
fazer obra por uma leitura rpida que fiz e
da qual nao tive outra idea seno que o
OSn. Pereira da Silva:Abi est oro-
medio; aceite esla bise.
O Sr. Mlnisti 1 da Agricultura :Tenho
ain la do dizer alguma cousa a esto r pai-
to ; mas nao poderei ser muito extenso as
consideraces que passo a expr, del'endeii-
lo-m: das arguices quo me fez o nobre
deputado, por que me falta tempo, c a hora
da sesso j esl adiantada.
Quando liz annunciar no edital as ditTo-
rentes linhas a que se referi tivo em vista
salisfazer s necessidades existentes. Quan-
lo lintia intermediaria, o nobre deputido
sabe quo por uma ei n. 632 de 18 do se-
teinbro de 1831, contratou-se esse servico
emnorembro de 1852, e desde enti para
c tem sempre o corpo legislativo votado
8i:000> por duas viagens mensaes.
Esta navegaco foi estabelccida com o
im do servir s colonias do governo exis-
tentes as provincias de S. R|lo. do Pa-
ran e de Santa-Catharina. f|p* suppri-
mir esta despoza? Foi uun daqnellas que
o nobre deputado entendeu que se devia
supprimir. Eu posso reduzi-la mas nao
suppiimi-la.
Eis o quo fiz, estabelecendo qui apenas
houvesso uma viage.m mensal, e nao duas;
pareceu-me isso sulliciente, e que assim se
poderia bem salisfazer as condicoes do
servico.
O Sn. Andrade Figueira d um aparte.
O Sr. Ministro da Agricultura :Quanlo
linha do sul tambem entend que nao ha-
via necessidade de ir do Rio Grande Mon-
tevideo : a correspondencia do Rio- Jranrte
nao de ordinario feita para a praca de
O Sr. Ministro da Agricultura : Es-
tradas, portes, canaes, telegraphos, tuda
isso preciso quo venha em auxilio da im-
migraco ; porque bem evidente,- que o
immigrante que sahe do seu paiz, vem
para o outro, ainda mesmo com a passa-
gem paga, nao tendo os meios de subsis-
tencia necessarios, o nao os encontrando
nos salarios nao pude viver seno ex-
pensas do gov. fro; e sabem os noto
deputados quanto cusa cada iinmigrante^o
governo ? Nao costa menos de 4004, ter-
mo medio.
0 Sr. Pereira da Silva : Deas hos
livre da continuaco deste systema !
O Sr. Bittencouht : lia outros que tem
eustado muito mais. (Apoiados).
0 Su. Ministro da Agricultura :Senho-
res, sobro esto ponto ainda este annp pro-
curei estudar muito seriamente a razo poi-
que passaram aqui pelo nosso porto, aos
tiOO e 800 inmigrantes com destino ao Rio
da Prata ; causou-me isto grande sorpresa,
o perguntando-se-lhcs se queriam ficar
aqui ? respondern! que nao, e pr'eforam
ir para o Rio da Prata. Mas l o gwverno
quanto Ibes paga ? Nao d subvengoes,
mas offerace trabalho com salario bem rc-
munerador.
Admirou-me isto e procurei estudar o se-
gredo desta grande giramigraco : o pri-
meiro documento que encontr! foi a mi
sagem que prisidente Sarmiento dirigi
em Maio deste anno ao cougresso. Diz
elle o segrate :
Trinta mil imraigrantes chegaram as
nossas praias o anno passado, e segundo a
proporco ascendente que em seu numero
vem dos annos anteriores, devemos contar
de 35 a 40 mil para o anno corrente. O
resto da America hespanhol nao conheco
nada que se approxime a estas cifras, bem
como nao offerece salarios mais elevados
do que os que o immigrante encontra aqu .
mesmo no acto de desembarcar.
a
(Cojttinmr-se-ko).

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ViSMUlZUilu <


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