Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11925


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Full Text
ANNO XLV. NUMERO 193.

CAPITAL C 1GABES OHE FAfl SE PACA POITE.
Mus.................. ftjOOO
............. n*)eo
................... awoto
QUARTA 25 DE AGOSTO DE 1869.
MBA BIVTIO FOEA D A mvnciA.
Por tras meces adiantaiiofe
Por s\-w ditos idear. H .
Por ao\ ditos iden
Por um anno. ,
.3SS
271009
DE PERMMBUCO
Propriedade de Manoel Fgueira de Faria & Filho*.

i *


SAO tEITE

V
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, do PaFi; Ganfaites ir Pinto,
Pereira iJ'Alraoida, esa Mnangvvpe;' Antonio
em Naareth
Natal; JosJtotao
PABTE OFFICIAI.
-rrr
;t<
dtr svovlucla-

- M'aiUTK AIUGKA5M> PELO OM. ft. OR. V
B* XASCUiKNTtt MACHADO POaTBV.A. ^HP
r-aosnwrn viven, i : 7 or. .i mi de
eccio. ^^
N. 212.Portara ao cumii andaiHe #B presidio
data ordeno ao eoTnnrahdanie
guardatonal deste trmmeipnY que
air par ouiro o guarda nacional ,dp
-egundo Mtattao 4* infatuara Marciano Jos do
Mspinilo Santo, que se aeha ah deparado, far.cn-
loo Vmc regressar logo que chegar dito subs-
' i luto.
N. t!3.Puweimmandante do deposito espe
i.-ial de ir.stroccao
boje peino urna
-'iicia i villa do
2'seccao.
V Si-ltartaria ao chefe de pothvla interino.
Km rcsnoNia ao offlcio oe V. S. de 4 do corren-
Te sob n. *t, tonho a dizcr-lhe que ppprovo o
intrato feito poto delegado do termo-de Cabrob,
pe"e eut seu offlcio de i da maio uliinr*, sob
0. 1,936, para exceder na quantia de i83 a ver-
ba oreada c que j se aeur'esgotada para paga-
mento dos dappregados de que trata o sea citado
oIucb.
xpkdik.me assignadf, pelo si. mi. joaiquim turbia
DE AH\UO, SECRETARIO 00 ttOVKBKt, BM 7 O*
JUIIHO DB.1869.
i* seccao.
2f. 235\Officio ao Exm. Sr. general eoeaoaanr-
danlo das armas.Ue ordem de S. iSxc. o 6r. vi-
ce-presidente da provioci eaBi nico a Y. Exc.
em resposta ao seu otlcio de 4 ib correle, sob
n. '129, que nesta data se mendou salisl'azer a se-
guuda va do pedida de quatrocentos mappas dia-
rios para a enfermara militar, o qual veio anuexo
ao seu citado offlcio.
N. 236.Dito ao mesmo. S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia manda commuaicar a V,
3o Mam!'1 A"me apresentar-me i *** 9ue nusla dala J-'r do corainandanle do de abril alta
E pra-a montada par* ir em dili- deposito especial de iustruccau, urna praca raon- S. mando 01
l Cal>*> lada para ir em diligencia a villa do Cano, uiensal, a ci
2" seceso
N. 237.Officio ao presidente do tribunal da re-
taceo.0 Exm. Sr. vire-presidente da provincia
manda declarar a V. Exc. que lira iuteirado por
seu ufi'io de 5 do correnie, de havur aessa dita
lo aliente! dc urna casa a razo de 6 ? mensaes, c.iocedidu aopiz municipal du termo do Buk|U,
hachare! Antonio fernandes Trigo de Lourmro,
trinta dias de licenea para tratar de sua sade.
NJ8.Dito ao Dr. ebefo do polica interino.
0 Exin. Sr. vice-presidente da provincia manda
declarar a V. S. que fica inteirado por seu oflieio
de 4 do corrente, sob n. 812, de baver V. S. no-
meado Thomaz Jos dos Reis, para o lugar de
guarda da casa de detenoao, por nao ler aceitado
a nomcarao o cidado Joaquim dos Santos Aaa-
vedo.
X. 239.Dito ao mesmo,0 Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia manda declarar a Y. S. em
lucio de 4 do corrente, sob n.
ara que sei substituido por rtojwst ao n cilicio de
Halo \'i prWiili r lo Fernando '7'.llue 1,Cou m'ouado de
na uc
liPipii
para serrir Je qiurtel no destacamento d'aujnella
I ir.ilidade.
N. 4IG.-D'ta ao mesmo.Em respo** io of-
rio de V. S. do t do Garrete, a dizer-lhe, que as leis provinciaes 763 de 11 de
limbo de 1867 o 82S.do 22 de maio de 1868, resol-
ve a duvida em que laboram as autoridades poli
eiaes das fregaeiias de SeYinbaeai c Gamellcira,
inai.to a pertcncer o lugar denominado Caclwei-
i i-lisa a am ou oulro daqueltes districtos.
S. 217. Dita ao commandanle superior inte-
rino da ndnrda nacional deste municipio.Expeca
V. S. suas ordens,
oulro no- Um I iniuimn
ile Noi'uiiha, o giurda
i lo batallt i de infanli;1a doste mu
Marri.iTin Jos do ESfcirito SaWo, de que trata o
fri i n. lOi i!' '! do r.irrcote, e se acha ha
roetes all ddslaeado.
N. 21S. -Dii?. ao ii'esino.Por deliberacSo desta
da'.a ileteiniinci, que liqne aggregado ao segumli
lut;""
niunif.i|.io, >.
naeMBBl da l%r*h\ba Tito l'.-dro Alves Peqvetto,i |n m
a que allude o acti i'iicio do 3 do corrente, sob
ii. 101.
N. 219.Din ao ronimandan:e do corpo provi-
4l.l'dr Vine, slislar no rorjw sob
-.-u cuinmando an paisano Numeriano Francisco d
Oliveira, de que ir..' licio n 229 do 1 do
' orriMlo, so liver para is.-o a ne>-. -.aria mor al i-
ule. .
N. 220. Dita ao presiduutc e mai- membros do
euoselhu de I rda nacional do
liio Fltii 'prideulo ao (if!i:-io de Vmrs.
de 30 do mez undo,. tonbo dizer-lhe?, que jnde
liendeMi la nia eotivocaeao, rontinne esse coa
clbo a funecioiiar. al completar os dias da lei e
j revisan da q*liieaeo, _proedeilo qnanto a
'rodo com a nova ilivi=:i policial.
.N. 2I.Dita ao delegado de "licjado termo
de Floresta.Dcvolvo Yme. o reeiw que veio
do afriiiLe 4o Fernando 0,/> 'lllu 1|Cou mieuauo ae quaido Y. S. Ihe com-
da setnu (jiupanbia do i muniam sobre es estragos bavidos por occasuo
das ultimas encboqtes dos ros no, termo do Rio
Formoso, sendo que em 7 do corrente se ordenou
ao director da- obras publicas para proceder aos
repares daquelles qus corrwom pela reparticao a
sen cargo.
N ,-Dite ao mesnaoDe ordem do Exm.
talhao de infantari i da guard nacional d'estel^- we-r*ideiite (fa ptaviaea transir Oto a,\.
iinmiMO. o alfercs do I-!' balalhao di guarda ^ o Ululo junto do oomea^d bacharei Jos Ma-
fia de Alluiquerque Lima, para o cargo de sub-
delegad) do dlstricto do Peres da freguezia dos
Afosados, dc mformidsda #om a proposta de V.
S. em uflicio Bs'8l de 3 do corrale, ^
N. fk{. Dito ao edmmandanle superior da
guarda nacional de Olinda.<. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia manda declarar a V. S.
em resposta ao seu ofticio dr 3 do correte, quo
transmittio aS ttiesouraris gcral e provincial para
os lins couvenienl' s, os documotitos. que vieram
annexos ao Sitado oBcio.
N. 2i2.Dito ao Dr. Juiz de direitp da comar-
--------------------------,__------------__-------
Mwosl Joaa/atm, ais de arerignar-so a aitegaoaa
por ello feita do ser seravo de Maaoet Urbano,
scBbor do' tOgenou Jact. da comarca do Naza
rosk.1
H. 2.Dita aomesau.(Joramunico a V. Kxc.
pao seu conhssiJUlo a tios convenientes qne
por despacho JaMa dot-concdelo dias de prase
aorecruta Maiwel JaciHiio de Hallo Hearique qne
por parlo do Dr. chafe' de pota Ihe fui bonscm
.Y 8s5!-Dita ao msoaetor aa arsanaS 4* mari-
nOa. i monde Y. S poetar- anoaba as ji, liaras
da tarde nrf caej 22 de Novaabro a galeota e inais
uot escalar desse arsenal, allm de qoodttiiram,
par i bordo do vapor Paran os Em presiden-
tes do Maranboe Parahyba, qiroseguem ao men-
cionado vapor.
N. 2-j6. Dita ao mesmo.Para euoiprunento
do aviso circular Uo ministerio da marinha de 22
ultimo, junto por copia cumpre qoa Y.
rgaoisar a remetta-me um mappa tri-
coirtar do i" do citado mez, do movi-
inaato do carvo da podra lornecido por esso ar-
senel aos navios de guerra.
N. 2o7Dita ao eapitio do porto.Em solu-
ca ao seu offlcio da 29 da maio alUm* sob n.
lio, tobo a dizur que para dar cumpriaieoto ao
aviso circular do ministerio da marinha de 22 'da
abril prxima passado, exigi do iu^pector do arse-
nal de marinha u mappa do cari-o do pedra tor-
nee i do aos navios da amada, ettnprindo qnaesaa
capitana remella o do forieuido sos-apopes as
diversas eompaobias.
If.- 258.Dita ao mesmo.Informe V. ahorca
do que pede Joanna Francisca de Paala, nvii do
remita Jos Thomaz-de Aqaino, no incluso reque
rSajBfJk

3S

sr
protimo Ando do official e praoas da guarda
cioaal destacados om Villa-Bela e pagar a si
ojartanria ai atfi'ros Jos Kayiniradi Pureira ou
ao sed-procurador Ji>a Teixcira da Rocha.
N. 279.Dia ao inspect >r da tbesonraria pro
vracial.--Expeca V. S. sua< ordens paro (ue, de-
pois de liquidada, em vjfta d conta junta e:n du-
plieaU, a despeza leita com o forneeimento de luz
e agti [vira o quartol do dosUcamento di Villa
do PO d'AHio, duraote es uiezes da marei> ;'i maio
dee arnin, snjn paofa-n sna importancia a Anto-
nloGanes a Wtktttfctf>ih> louo che-
fe de polica mnoffleio de liontom, sob'n. WT
N. 280.Drta ao mesmo. Acenso recehiuo o
ofllcio de 28 de maio ultimo sob n. tW, em que
V. S. participo laver o bacharei Jeeqaim Jo^
da Rocha-Jnior, dando por liailor o proprie'.ario
Jos Lopes Rosas, awematado om abat' de o
por eeoto nos preeos da respetuiva tabella o for-
neciotent para o* snst.mtj dos presos pobres da
caa do detene.lo no semestre de julho a dezembru
diste anno, a em re aposta tenho a dizer que nai-
de por novarttento om praoa e-s- forneeimento,
pois que foi elle arrematado no" semestre a nadar-
se com o abat- de doos por eent.
N. 281Dita ao mesmoDi*pois do liquidados
em vista dos prets juntos em dsplicata, quo me
retiietten o eonim.iiidante superior interino do mu-
nicipio d* Serinliem, com ufftcio de 2 do cor-
rele, mande V. S. p.igir os vne,lmentos, Ma-
tivos aos mezes de abril e maio dost anno, dos
guardas naeionaes descicaUift na povoaeao de 6a-
meUofra.
N. 281Dita ao mesmo. Prudencie V. S-.
para que em vista do pret noiirinal, junto em du-
plicla, sejam Hqoidados os vondasouiw retativo-
*i roer dc maio ultimo, dos> guardas naeionaes
N. 2i9.Dita ao mesmo.Mande Vine, por em destacados na villa de Agua l'rcta, e paga a sua
liberdade o reqruta Joao Sevenno Basios que Ihe i importam-ia ao capillo Mauricio Jos de Torres
foi a presentado por parte do Dr. chefe.de polica Temporal, conforme soliciten, n c.unm mdante su-
para o servieo da armado. \ penior^ comarca de Palmares e n ollleio de i do
N. 26. Deliberacau. O vice-prcsaiOBte d* corrente.
provincia allendeodo ao fpie requereu Jos Mara; it. 2<0.Dita ao mesmo.Mande V. S. liqnidir
Ferreira da Cunha. rusolve cuiieeder-llio licenea e pagar pin vista da foi ha o pret nominal, j
K*ra embarcar pura o presidio do Fernando de em iliojiliraia, que me remellen n eominandaiite
orouha no 1 vapor quo para all seguir os ge- superior' da emnirea d dunda, omollicio de
eros constantes da relaoao jauta assionada pelo ; hontein, os venclmentos a contar do 8 a 31 de
secretario do govorno, nao podendo porm desem- maio ultiinn. do i Meial i^ (naeAs da guarda nacio-
barcar os referidos gneros seiqnapBV ftlSedo nal destacadas na villa de-lauarassii.
N. 28i.-l)ila an chnfe da Vjiartico das obras
publicas!Recomiwndo a Vine. |e prnvidrnrir
na- em resposta ao seu offlcio de 22 de'maio ultimo,
que a thesouraria de fazenda tem ordem |ara pa-
gar ao alferes Jos Itaymundo Pereira ou ao sen
procurador Joao Teixeira da Rocha os vencimeo-
tos consfaoies do citado ofllcio.
N. 299.Dito ao Dr. Joao Pranciseo da Silva
Braga joiz de direito da comarca de Palmares,
0 Exm. Sr. vee-presidente da provincia manda
d clarar a V. S.. que (lea inteirado por seu officio
de 27 do mez (Indo, de haver T. 9: no dia ante-
rior reassomido o eiorciclo de seu cargo, o_oo
deixara por ler a 24 entrado no gozo da I
dc '5 dias, que lite foi concedida p
da retaoSo-a 25 do dito mez.
3.* secfao.
N. 300Dito ao inspector da thesouraria de
fazenda.S. Exc. o Sr. vice prestdente da pro-
vincia manda Iransnuttir a V. S. as 8 fnelnsas or-
dens sendo i do thesouro nacional sob ns. 70 a
71, urna do ministerio da guerra datada de 19 de
maio nltiino, e 3 m dnplicata da reparticao do
ijudante general ns. 7! a 73 e bem assim um offl-
cio da directora geral dc rendas pmblicas datado
dc 31 do citado mez de maio e sob n. 6.
X. 301.Dilo ao mesmo.O Exm. Sr. vire-pre-
sidente da provincia manda communicar a V. S.
para os devidus llns, que tendo o juz de dirciro
da comarca dc Palmares Dachrrrel Joao Francisco
da Sifva Braga oblido do presidente da retacan, a
22 de marco mido, 15 dias de Itcenca, a 2t dn dito
mez enTou no enzo d'ella, reassiinnndo porm a
26,, o exercicio de seu cargo, por terrm cessado
o- moSvos que o tinha feito pedir dita lirenca.
N, .302.Dito ao poete da reparlirao das obras
publicas S. Exc. o Sr. vice-presnteirte da pro-
vincia manda declarar a V. S. para seu conhecl-
mcoto e Hns convenientes, que no reqnerimento
de Andr de Abren Porto, a que se refere a sua
iufnrinacao de 29 de maio ultimo sob n. 203, lan-
ifitkt despacho sepuinte:Como requer, devendo
o supplicanle em vez de lianija obrigar-sc a ver
deimdir a sua custa os passadicos no easo dc
nao principiara construeco das pontenos prazos
mircados.Palacio do governo d Pernarnbuco, 8
de junho de 1809. Dr. Manoel de Nascimento
Machado Portella.
da Silva-na ocrasio eta que a patrunin, que all
ronda va e da quai fazia esto parle, procurara re-
couhecer ao mencionado Sant'Anna, que tacnau
entao evadirse e reugar-sc no Giquia, ooH
depois preso.
Deus uarda a V. ExcUta. e Exm Se Or.
Manoel do Nascimento Machado Portla, ice-
presidenB da prpyrcia. -D jno dj poKcia.
Fruncido jk&$tmra Jtae*/
PEENAMBUCO.
. ca de Ciwrob O Exm. Sr. vice-presidente
commandaote da ie exame, alim de verificarse lia agurdente ou nu-
tra qualquer bebida espirituosa.
2' seuco.
N. 261.Dito ao presidenie da aosreaio tribu-
nal de justica.Levo ao eniihocimunto do V. Exc.
para quesejain rOjiaradas as puntes de Gindah; e
Jiindia de Bnixo e o alterco do l'.i i-FoihioOb.
segaMo ollleio do respectivo delegado janto a
oulro do clieie de p ilin.i, n. 817 do 4 do cer-
que a 26do mez lindo assumio ojuiz de dirtilo da j rente, f-jiam arruinadas pela ultima endiente dos
Comarca de Palmares, bacharei Juao Francisro da i ios.
.la
provincia monda declarar qoe por seu ollleio de
30 de abril ultimo, Geou iuleir.ulo de haver V. S.
a 22 do dito mcieonceddo a Jos LioniJas da
i'ruz .\'-ves a exoneraciu qoe pedio do cargo de
promotor publicointerino dessa comarca Bornean-
do pora o substiluir Cliihm Heraclilo Peixoto c
annexo ao seu livo ao nluL'iiel da casa que serve le quartel ao cicio.a ... ,.-. i.
destacamento dc guardas nackmacs, exis-enir M. 3.-D.ta ao Jure de diraito interino d,
termo, a contar desetembro do anno pro- l'.^es. Angelo Caetono de Souza ConaroWy^ -; O
simo passado a abril d'e rometia em duplcala, como solicita o inappctor
ila thesonrra de fazenda, em offleto n. 352 do 1"
do eoraente mor, decrarand i-me Vmc. nesso-occa-
Siao a data da actnrisaeVi que leve, para alugar a
cata de que setrata.
X. MiDeliberaeiio.O "ice presidente da
provincia, attendendJ ao que rcqnereu o alferes
.1o 13 batalhio da ciar! nftei i ;.! da ParaHyba,
Tito Pedro Al. l pi em vista do que n-
fima o respectivo eorrnandante snperior em
.lucio n. 101 de 3 do corrente, resol ve que reja
rile atgr -a!; So 2o de infatuara da guarda nacio-
oal le
-V. 223 Dita O sv presiden!.' da prtytiBeia
flonerder a.) tenenle-coronel Manoel Joa-
ifOtta do He^o i- Albuqu.Tque. a exonerteiopol
lie pedida, do ca m de subdelegado do distiicto
ilo Peres, freguezia dos rWados, '!e conform'dado4
com a pivpo-i-i i!' : jidlicia "i* offlcio n.
<2i de -'i do correle.
N. tn.Dita.O'vice-presdcntfl da provincia,
dc c ide com a pron ista do chefc de po-
lida em offlcio n. 821 de 5 do corrente, resolve
nonicar o bacharei J?'j Mara do Albiiquerque
Kima iiaro o cargo d subdelegadinSo districto do
es, da" freur. :- dc A loga 1
3' ee^oi
N. 22C.- I'or: ira ao iiispeeMr SI mes airara de
T lo c mformidade

Kxin. Sr. vice-presdente da provincia manda de-
clarar a Y. S. que lica inteirado por seu oVio do
17 do mez lindo, de ler V. S. nessa data assumido
o exercico interino da vara dc direito da comar-
ca de Flores no impedimento do juiz elTectivn e
do seu 1" substituto.
seceso,
N. 211. OjBcio ao inspector da thesouraria de
fazenda.O"BXm Sr. vicepresidente da provin-
cia manda declarar a V. i. para os lins conveni-
entes, que o presidenie do tribunal da rclacao se-
gundo eommnnicuu emj o do correle, couredeu
in-sa dala ao juiz municipcl do lenn) de Buique,
bacharei Antonio I'ernandes Trigo de Lourero
30 dias de licenea eotn ordenado para tratar de
sua sade.
N. 21o.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre-
sideiite da provincia manda declarar a V. S. para
os fins conveniente;, que segundo offlcio do juiz
municipal do termo de Yilla-B 'lia bacrar-d An-
gelo Caetano da Silva Cousseiro, a 17 do mez
lindo, aessailala assiiiniu eilt o exercicio interino
da vara de di"itrrda comarca de Flores no im-
Silva Braga o exercicio do seu cargo, que liavia
deixado a 24 por ter entrada no goso da brenca
que pelo presidente da relacao Ihe foi concedida
por portara de 22 do dito aiiez.
H. 265.Portara ao Dr. chefe de polica inte-
rino.Em vi-ta do que ja me enastara o do que
V. S. me expoz boje verhalineute, acabo de man-
dar por em bberdado o recrula Joao Soverino
Bastos.
4 seccao.
X. 28X.Offlro aoprsideoto da provincia da
l!alii,i.Com o omein do V. Exc de 23 de maio
prefino lindo, rccoM dotn exonsplaros impressos
do relatoro com que o Exm. harn de-S. Loaren-
DSr-ACHOS DA VICK-PIX-SIIIBNT.tA DI DIA 19
or. AGOSTO DE 1869
Padre Antonio Doiningues de Yasconcellos Ari-
gao.-Informe n Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial.
Antonio Jos dos Santos Servina. Encaminhe-se
Padre Antonio D. de Vasconcellos AragaoFica
osuppHcante autorisadoa despender com as obra*
do que trata at a ipiantia de 8615SIO res, im-
piiriancia do beneficio em deposito e, proveniente
da segunda parte da lotera concedida em favor
las mesmas obras, comobrigagao paPem de pres-
tar ctmtas na thesouraria antes de ser por esta in-
lrmnisado.
Braz Mircillinn di Sacramento.Informe o Sr.
ro abri a aesembla h'gismuw
na attaidads d seu pnesraonto.
B" 286. Dito ao provodar da Santa ('isa de
MisericordiaEm vista de siu inloitnaeo do 4
sob n. I'.I33; com rrferrncia aos ro-
deaan provincia, < general commandante das armas.
I)-uningas Paulina Avres. Informe o Sr. Dr.
.N. 266.Dita ao inesma.Em resiiosta ao ofll-1 do coirento
Ci.) de V. S. de i do Corrite sob n. 810, tenho a qu-rm'iitns em i|ue Antonio Jos liodrignes de
dizer que a 'i de maio linde e 3 do corrente se pro- Sonza, HajalHu & Irinn e Angelo Bapeto do
videnriou quanto a ep.'dimia q;ie erassa na en-
marca de Garanhuns remetlendu-se a cmara
municipal de Bom Cnnscltio e ao respectivo juiz de
direito modieam> nios para serem qiplica.-los aos
p 'diiueiilo do juiz ckctiyo, e dp seu primeiro subs- Vo a guarda nacional do 2" l>atall>an de inl'antana
rfascitnoHto, pedem o aooondomeato do wbraaa n.
33 da roo' da Cadeia do Becife. peilencento a>
'stabeleeiuiew.o de carida lo,p6*5 V. Exc mandar
por em praca o referido arreiidainento, como in-
habilantes do dito municipio de, limii' (',-mseiho e dica no sen elad > ollleio, lomando por bsela
disirictos da mesma camarca que d-lles uecessi-
tassom.
f. 2dflDita ao nftsnio. -Havendo o recruta
Manoel Joaquim, segundo cominunica o general
commandanle das armas, declarado ser Bseravo
de Manoel Urbano, senlmr de engenlu Jac da
enmarca do Nazarelh, tenho ro.oivnlu que a rote
rido recruta soja posto a disposieo de V. S., alim
lo que pr.icedendo as necessarias averiguaro-s
acerca de sua verdadeira condiccao, Ihe d o con-
veniente destino.
N. 26*.Dita ao commandame superior interi-
no da goarda nacional do Recif.Srvanse V. S.
de provindenciar para que amanha as 2 l/ ho-
ras da tardo se ache postada una guarda no caes
da praca de Pedro II, allm de fazer as" noorse 1 -
vidas aos presidentes nomeados para as provincias
da Parahyba baenarel Vi-nancio Jos do Oliveira
Lisboa e di Maranhao Dr. Braz l'loiviitino II
bom de Sonta, os quaes segueina sooa destinos no
vapor Paran.
N. 269.Dita ao mesmo.Espoea Y. S. suas
ordens alim de que seja dispenso acti
que
Bacontadoria desa thesouraria a
sua raformacS") dj 2 do corrente,
va do pagamento, 000 no inclusa
i(o dTS' batalhao de
iufan^Wo'axg!iarda nacional deale municipio
Amaro Itera,rio IVr, ; Kosa, proveniente de
venoimeutos e far 11. I -e llcou a de-
prac -'a ;:i!a no presidio de For-
N. 227. Dita ao :.:: :-. Depaja de liquidados
la l'olia. relare nominal c prat, juntos
I ipiicau, i rometten o commandanle
Olinda com ofllcio de 3
orrentej ti pagar ns vencimentos
.'lliciaese prar,.; destacados as fortalezas do
Itrtjm e Buraco, sud) dos oSeiaas relativos ao
de maio ultimo, .- das pracas a segunda
qniozena do
N. 22'!.D.11 ao inspect rda IhcsouTaria pro-
vincial. Em v,?ta (i. 'as juntas em da-
lla, que o.,; remeiieu o commandaDle sooe
riof da comarca deOlii le 3 do cor-
1',', mande V. .- I ; i !..r e pagara despezn
ios mezes do maros a maio deste an-
Ijz e agua para o
; lartel do d.'tar laqueila eidade.
N. 229.D.ta ao mesmo.Hande Y. S. Rapi-
ar e pagaf-ein vista da foma, reiaci) nominal e
pret, junto em dnplicata. que me remetteu o com-
a marca de, Olinda com of-
icio de 3 d 1 corrente, os vencimentos do offlcial e
.as da guarda nackinal destacados naquella
Bode, sendo m d7 .pnical relativos ao mez de
maio ultimo c es das^raeas asegunda quinzena
do mesiuo mez.
N. 230.-Dita ao mesuw.Derolvendo a V. S. a
f.dlia e prcr, que rieram anuexos ao sen uflicio
de 4 do carrease, sob n. 3W teot a dieor em
i esposia, que. do coofbrmidadc com o jiarecer da
> iu lona dos^a thesouraria, mande pagar so-
mento a quantia de 37*723 e irrespondeute aos
vacnenlos que devem correr por cunta dessa
fiesouraria, relativas?, urnaceolta.deguardasna-
io que conduiia do tormo do Limoeiro para
t capibd ol, iworaiaa, um desertor e qualro
mtenciadas.
. 233. Portara vi^hailift. bispo. Peln
alcio.de 3 do corrente, soo ntfl|l fleo inteirado
le sido transferido os Brdo. Vicente Mana
,ira de Albaquerque, do lugar de coadjuctor
(la-fregue/ia dc Santo Amaro do JaboataO para a
N'ossa Seiihora-daSauodoPjnoda Panella e
f hostal Coelbo Estima, dssa froguexia para coad-
i'ictor.da.de Santo Ant:ni> oosSa eidade.
M. 234. -Dita ao provedjt da SasHa Casa de Mi-
tluto.
N. 24&Dito ao mesmo,-O Exm. Sr. viee-p\c-
sidenlfe da provincia rtanda dechuar a V. S. que
foi appruvado o contracto feito pelo delegado de!
Cabrob, do urna casa a ra/ao de o000 por mez,
para servir du qtiartel ao deslaca liento daquella
lofalidade.
M. 247.Dilo ao mtsiaaO- Exm. Sr. vice-
presidente da provincia manila declarar a Y. S.
liara os litis ciiivenieules, que segundo olflcw J >
juiz de direito interino de Cabrobo de 30 de abril
ultimo, a 22 do dilo mez foi exonerado, a pedido, B
promotor publico daquella comarca, Jos Leni-
das da Cruz Xeves e nomeado Cliilon Heracldo
Peixoto c Suva para o subsiiiuir.
N. 218Dilo ao inspViorda thesouraria pro-
vincial.O Exm. Sr. vice-presidenie da provincia
manda communicar a \". S.. que segundo ofllcio
do chefe de polica de '1 do corrente sob n. 812.
foi nomeado para o lugar de guarda da casa de
dtonra em sobotimifo o Jooqotm dos Santo
Azcve lo. que nao aeceou a nonieaoao o cidado
Thomaz Jos dos Deis.
. 2i. Dito ao mesmo.Constando de ollir.o
do Kxm. Itvd. prelado docasaao do 3 do corrente,
sob n. 111. terem sido transferidos os Rvds. Vi
ceiue Mana Ferreva de Albuqucrquc do lugar dc
coadjuctor da frepier.ia de Santo Amaro Jaboaio
pira a do Nossa SonUora da Sade do Pocu da
Panella e Thomaz Coitio Estima dessa freguezia
para coadjuctor da.de Santo Antonio pesia eida-
de : assim o coionronieo a V. S. de ordem do
Exm. Sr. vice-prcsidente da provincia para seu
conhecimento.
N. 230.Offlcio ao Dr. Armmio Conolano la-
vares-dos Santos, 1" secreterio da assembla legis-
lativa provincial.X. M7.De ordem de S. Exc.
o Sr. vice-preaidante da provincia, transmiti por
copia, a V. & pana ser prsenle a assembla legi-
ativa provincial, a inclusa informacao ministrada
pela thesouraria provincial em 3 do correnie sub
n.313, acareada pelicao que devolvo de Landeli-
no de Luna Preira, que acompanhou o offlcio de
V. S. de 26 de maio prximo undo sob n. 73, que
flca assim respondido.
EXPEDIENTE ASSIfiNADO PELO EXM. SR. BR. MANOEL
DO NASCMNTO MACHADO PORTELLA, VICB-PBS-
S1D8HTE DA PROVINCIA EM DB JUNHO DE
1869.
1' seccao.
jt l*.Portara ao general commandanle das
armas.Determinando o aviso do ministerio da
guerra de 29 de maio ultimo, que siga para a
corte afin do ser/ecolhido-ao asylo de invlidos da
pratia, conforme roquereu,o soldado reformado do
exercito Joo Ignacio dos Santos, tonho nesta data
trnnsportw. dessa praca, e
sob seu coinmando superior Agripino 11. Nogueira
Lima, em qnanto estiver naaregado na estacau
das Cinco Puntas da estrada de ierro lo Beciw a
S. l'ianrisco.
N. 27).Dita ao commandanle do corpo provi-
sorio-de pohcia.Pede Vino, artistar no corpa sob
o seu coinmando o pai-auo Feaneisco dos Res Nu-
iles Yianua, de quo trata o sen uViu n. 236 de o
do corrente, tendo elle a neeessaria moralidad .
N. 271.Dita ao subdelegad) supplonie em
exercicio do 1" districto da freguezia dos Afoga-
dos.Remeti incluso um etMhjtar knamsaa do
modello n. 9, julgmontos dos subdelegados, soli-
eitad 1 per Vine, ",-ui nllicio de 2 do corrente.
X 17* Daliberacao. O viee-presidento da
provincia attendondo ao que Ihe requereu
crivo do jmzo esBOetaJ do comnvrcio Manoel de
Carv.-ilho Paes de Andrade. .POSdlve c mceder-lhc
3 mezes de licenea, para tratar de saa saiWe onde
Ihe convier.
X. 273.Dita.O vice-presdente da provincia
alten,leudo ao que fhe roqnereu o bacherel Pedro
Gaodiauo d Katar e Silva Jamar jan municipal e
do otphaos do termo de -Vjjua Prct-i, resolve eon-
ceder-lhe 3 mezes de licenea, con vencimentos na
forma da le, para tratar de sua sai
8 seccao.
X. 273 Podara ao inspector da thesouraria
do fazenda. Altendend ao quo V. 8. expoz em
seu offlcio de 5 do corrente, n. 39, resolv alirir
a essa thesouraria sob mnh 1 respmisabilidade,
nos lerohis do art. fi" do decreto, n. 288k, de 1"
de fevereiro de 1862, um crdito suppleinentar
oa importancia da 2:802JJJ66, sondo 7:3721368
paraa verba nelacoes, e 22.i:i0598 reis para a
rba jnstcasde 1* instancias, ambas do mi-
nisterio da justica para qua se posso effectuar os pa-
gamentos das desperas a fazer-se por conta de
taes verbas at o llm do aelual exercicio.O que
declaro V. S. pera seu conheemento c em ros-
posta ao citado ofllcio.
N. 276.Dito ao inesnto.Becommenoo V. S ,
qne em vista da inclusa conta, mande pagar a
Gomes & Irmo, conforme soiieuou o chelo de
polica interino em offlcio do hont-m, sob n. 832,
i quantia de 103 800 reis despendida com as 48
pessoas qne tripolaram na Passagem da Mag-
dalena por occasio da' ultima cheia d. rio Capi-
baribe.
N 277.Dito ao mesmo.TransmiUo, por co-
pia a V. S., para seu conhecimento e fino conve-
niente o aviso dajtO de maio ultimo, em que o
Exm. Sr. nnnistrlaajB fazend3 determina que Sa-
I lusiiano Severiano Ramos qn oeeupa interin-
Inente o lugar d offlaial doAscarga na alfande-
ga desU capital aeja considerfco como cabo da
cajatnanhia do guardas da mesma alf.indega.
I. 278.Dito ao mesmo.Atleodt'ndo ao que
jar una passag-m u eatauo |nn wj......-
vapof ue seguein para o presidio de Rroando, a
Maris Lniza d'Aiaujo, mnllier do sentenciado Jos
provideneiado obro t
de sua rmiiher-ro vaporoue so espera do norte
0 aue communjeo 1 V. Exc para qoe d as or- expoz o commandanle superior interino da Go-
dea neste sentido. marca de Flores em offlcio de 23 de maio ultimo
T 253 DinTac r^samp.Respondo ao offlcioirecommendo V. S., queeov vista da.fblha, rete:
de Y. Exc. de do' correnie, .dizendo que iruinW^|ao
nominal e pret junto om duplcala, manda
- f^X"Sn^T%^^:mx^:- yaswiM;io*:.ffitf| **
prap 1 la mais favoravel aos interesses do patri-
monio.
X. 2V7.-Do ao engenheiro llscal da cstrani
de ferro.Communico a Vmc. para sen conheci-
metfto cen resposta ao sen oRMa 00 7 00 correa-
le, que nesta data providijnoiii mvaeitliJo de sur
dispensa lo do soroicn activo da faarda nacional,
em quanto e-liver eiomgatl 1 na ostaelo das Cin-
r 1 Pautas, o guarda de que irata o seu citado of-
licio.
X. 288.-Dilo an engonheira Itapbael Archanjo
Gotvi.11'ilho.M-mde Vmc. recbenla agencia da
companhia brasileira do paqnetes um caixao con-
lendo duas reg.ias graduadas quo para Iho ser en-
tregue foi reini 11 a esta presidencia com o of-
licio de 28 de maio ultimo, do inspector geral das
obras publicas da corle, davend 1 Vina, dar o com-
ptente recio para ser enviado apella iospueto-
lia.
K. 2H>.Ditoaos agento.* da ronaaanlna brast-
leira.Podi'in Vmc-. fazer^ seguir oir oipoiir-
do norte o vapor Piuau p: .relenie dos do sol
ainanhaa a hora" indicada en seu ollicio de-ta
data.
N. 290.Dito ao mesm. >- Sft- ajientes da
companhia brasileira de paqooles a vapor, m m-
dem dar passajfom paiii.a ttMlo por conta do mi-
nisten : da gin-ffa, hovapir que se espera do nor-
ia a soldado r.-foriia lo du exercito Joao Ignacio
das Santos, qua se acha ego, e b 'ai assim a 111a-
Iher do mesmo.
N. 291.Dito.--Os Srs. aBeatW da companhia
brasstoira de paquetes, fecam entregar* ao enge-
nheiii) ttaphael Archanjo Gatvao F1II10, um caixao
iido daas reguas graduad.ts que veio da eor-
te, no aapor Paran, rom aquello destino.
M. 2',I2.Dito a eompaiiliia IVniamburana.O
Sr. gerenle da coinpanliia IVrnambacana, mande
dar (hna pasaagem d estado a proa do pni
f~
laria l.uiza d'Arauj..,
'ilippe de l'ivueiredo.
EXPBMBNTE ASSIf.MADO PKI.o Sil. DB. lOAOBlM C0*'
CEA DB AIIA1UO, SEC!lETAII', 1 DO (aVERNa, EV1 8 DK
JCNHO DE 1869.
1* seccao.
K -393 OiBcio an grHTal commandante das
arma*>-be ordem dc S. Kxc. o Sr. vce-presiden-
le da provincia, communico a V. Exc. em respos-
ta m sea ofllcio n. 336 de hoje datado, que fi
mandado apresentar ao Dr. chele de polica o re-
crutaauoel Joaquim. visio ter elle declarado ser
c-cravo do Manoel Urbano, proprietaro do onge-
nho Jacii, da comarca de Nazarelh.
2" seccao.
N. Wi. Ollleio an Dr. chefe do polica interino.
-S. Exc. o Sr. vicepresidente da provincia, man-
da communicar a V. S. em raanasla os seus olli-
cios de houiem sob ns. 832 o 833, que se expedio
ordom para qne a thesouraria de fazenda pague a
Gomes & Irmao a quantia da 1034800 e a provin-
cial a de 48J00 rs. a Antonio Gomes do Sania
Auna.
N. 293 Dilo ao commandanle superior a
guarda nacional de Olinda.i. F.xc o S/. vice-
pc-sidemo da provincia, manda declarar a v. s.
i n resposta osen ollleio dc honlem, que a thesou-
raria provincial tem ordem pata pagar os veoci-
meiitos constantes do citado onVi".
X. 296. Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Serinliem.S. Exc. o Sr. vi-
cepresidente da prnviana, respondendo o ollleio
do1 V. S. datado de 2 do correnie c sob n. 17,
manda communicar que se expedio ordem a the-
iria provincial para pagar os vencimentos
constantes do citado ollleio.
X. 297.Dito ao commandanio superior ua
guarda nacional de Palmares.-S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia, manda communicar a
V. 8. em resposta o seu ocio de 4 do corrente,
que nesta data so expedio ordem a thesouraria
provincial para pagar .ao capitn Mauricio Jose Torres Temporal os vencimantos conitanies uo ci-
tado offlcio. ,.
N. 2W. Dito ao. comBaandante superior da
a nacional do.Fiores.-0 Eira. So. vice-pre-
ate da provincia manda conuoontcar a. v. s.
director gmeral da instro-cao publica.
Francelina Mara dos Prazeres.Indeferido em
v Francisco Alvo Moreira.Informe o Sr. g<
ral comnwndante armas.
Francelina Cesarina. Passe portara na forma
requerida.
Irmandade de Ifosa Senliera do Rosario da Vil-
la de Iguarass.Informe o Sr. n-pector da the-
saurana provincial.
Jos Domingos! Codeceira.A' vista da nter-
macao (lea o sappiicante aulorisado a nospendVr
coni as obras de qu trata at a quantia de
86I8IH reis, importancia do beneficio recomido
a thesouraria, e proveniente da parte da lotera
concedida para as mesmas obra-, e m -a obriga-
cao porem de prestar cenias n'aquerfS ropartiQao
autos de s r ii'lemnisado.
Leoncia de I.ana Freir.Passe poriaria na fil-
ma requerida.
MarcorarTo PamracioPereira d >s Santos. Cons-
tand.Ttgas informaees nao ter bavido exc,e--o de
irabailos, nao tem'lugar o (]ue requer.
Mara RosaKna de Soma* Braga.Informe o Sr.
director geral di m-lrucra> pSMica.
Seraliai Alves di Rucha Bastes.W-so.
Thomaz d'Aquino Bisa. Eucaminhe-se.
SO-
Adriaia Jos d >s Sullas.ludef-'ia l >.
Auto do Pereira do Monte.-informo o Sr. ins-
[ieclor da thes ihr.uia de fazenda.
Candido Manuel d Souza Oliveira.\olto ao
Sf. coininandante superior da guarda nacional
de Serinhaein para fazer juntar a fe de ollleio, e
a copia do term i de lospoocao como determiM o
art. 11 do decreto n. 3,496 do 8 de junho e
1863. .
Candido Alves LimaInformo o >r. msjieclor
da thesu'.irana de fazenda, ouvinddo da alfaudeg i.
Henriquode Miranda Bennqae.Informe oSr.
Inspector da thesouraria provincial.
Iz, bel Marte Brandao.Nao tendo a supplican-
le juntado procuraran que ratifique os poderes
que Ihe fotaai conferidos, c sendo S carta que
juntou datada de 26 de agosto do anno possago,
nao pode ter lugar o que requer.
Joaquini de Albino Giismao.Nao poda ser por
ora concedida a licenea que pede, coi vista.das in-
fsrmacis
rennte-coroncl Joao de Sa e Albuquerqe?.
Informe o Sr. Dr. chefe de nolicia.
Jos Mara Gonoalvcs Vieira Guimaraes.
D-se.
Joao Manoel Soares e Silva.Informo o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Joaquim Francisco Borges Uehoa.-Expeca-se
ordem no sentido une requer o supplicanle.
Manoel Vicente Ferreira de Mendonca.De-se
REVISTA DIARIA.
(Jl'ESTO IMPORTANTE. Teodo-nos sido mos-
trada urna luminosa resposta, dada pelo nosso
amigo e distancio collega Dr. AnloBo'de Vascoaf-
cellos Menezes de Druinmond, consulta remet-
tida d'uma das prijajincias- do norte sobro a ialer-
ven<;ao dos cnsules na arreoadacao do espotio
dos subditos da nacjio que represenLun, quaudo
concorrem na successo vi uva brasileira -e lillios
naseldos no brasil, on quamte nao se dio c-ssxs
circumstancias, e julgando-a digna de sor ci nhc-
cida |wr lodos aquellos que de veras apruciaiu o
estudo do direito; conseguimos urna copia para
publicar, o que de feito fazemos no presento nu-
mero; e para ella ebainajuos.a aiteucjn dos leito-
res, esperando que Ibes agrade lauto quanto
nos, por ser que.-iao que a cada momento pode
apparecer.
SOCIEDADE^EMAXCIPADOilA. llmleai ao
meio da no salan do Club Peraambucano ceie-
brmi-se a sessao de insiallaeao da sociedade
Emancipadora, como eslava uinuneiado.
Foram nomeados para duigirem os trabaihos
interinamenle os Sis. Jos Malueus Ferreira, pre-
sdento, e o Sr. Dr. Luiz de Souza- da Slvtira, se-
cretario.
SUiSTITUigAO DE NOTAS.-A thesouraria do
fazenda convida a todas as pessoas possuidoras
de lilas do oiOti da xexla u iOOOO da estampa, quanto antes irein troca-las pelas O
novo cunho, que acabain de chafar da corte.
, FERMENTO GRAVENo dia 21 do corrente,
no lugar Areia, freguezia de Aligados, qnando
tuna palrulha procurava reconhecer ( revistar a
Can lidn los do Sant'Aoua. este ferio gravemente
liento Francisco Jos da Silva, logrando evadir-
se e homisiar-se no Seala, onde foi preso no
dia 23.
LOTERA.A que se acha venda a 1171 a
beneficio da Ordem Tnveila do Carino, para fun-
daeao de um hospital, que corre no da 26.
CEMITEIUO PLilLICO.-Obluario do iba 21 da
agosto :
Hila Mara da Concecaa, I'ernambuco, 8i anuos,
solleira, Boa Vi-ta ; diarrha.
Maria, Pernambueo, 2 auuos, S. Antonio ; cuii-
vaicws.
Joaquim Jos Ferreira de Abrea, Pernambueo,
33 anuos soltird Santo Antonio ; cncephahie.
Manoel, Pernambueo, 10 dias, S. Jos ; ao nas-
cer.
Manuel, Pernambueo, o auuoSj S. Josa; tubr-
culos pulmonares.
Joao, Peruaubuco, 3 ni,/. ;. S. Jusij aonvul-
edes.
Francisco Clenienlino de l^^meirdo, Pehmbu-
eo, 23 anuos, solteiro, Boa Vista ; phlysica.
22
Francelina Varia da Conccico, Pernambueo,
28 annos, soileira, B,.a Vista tubrculos pulmo-
nares.
Reccmnascida Maria, Pornamuuco, Boa Yisla;
falta ue descobiinii'nto.
Lucindo, Pernambueo, 18 mezes, S. Jos ; den-
tieao.
Emilia, Pernambueo, 3 mezes, Sauto Antonio;
deatico.
Hecemuascda Maria, Pernambueo, Boa Vista ,
nascimento prematuro.
tao Alberto Canea, Pernambueo, 39 annos,
solteiro, Santo \ntonio : heiyspela.
Carolino, lVrnainbuco, 1 anuo, Santo Autonio;
"Icxigas.
Izaliel Ferreira Gomes, Peniainbuco, 87 auBOS,
viuva. Boa Vista ; gasirite cbruiuco.
por certidao o que constar.
Manoel Loureneo Pereira.Seja posto em liber-
dade. ,
Paul de Ananias.Indeferido a vista das m-
lormacoes. .
Paes de Mello c CInforme o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
foram hun-
os seguimos
llepardlro da polica.
2* seccao.Secretaria da polica de Pernambu-
eo, 24 de agosto de 1869.
N. lifl.-Illm. e Exm. Sr.Levo ao conbeci-
ment de V. Exc. que, segundo consta das par
cipacoes.recbidas nesta reparticao,
tem Yecolhidos a casa de detoncao
'"Kiaha' ordem, Jos N-ines do Nascimento,
vindo do termo de Ingazeira, como criminoso de
A ordem do subdelegado da Boa-vista, Senhori-
nha Mnria da Conceicao, Luza Mana da Loncei-
cao Goncalo Correa da Silva e Antonia Mana da
Conceicao, por briga; Canuto Alves, Antonio Jos
Gmese Antonio da Costa Marlins, por enme de
furto; e BariliJomeo Mlchiades Duarte, como
pronnnciado em crime inaflancavel. '
A ordeni do dos Migados, Peilro Celestino Bo-
zerra, por embriaguez e deslurbios; Candido Jos
de SanrAnna, por crimo de fenmentos graves; e
Vicente Jas da Costa, como cumplice em crime
de furto de eavallos. _, j u
O subdelegado dos Alegados, por ofAnode hon-
lem datado, parucipou-rae que mandara recollier
casa de deleneo o individuo de nome Candido
Jos de Sant'Anna (cima referido) por ter na noi-
te do dia M deste mes, no lugar das Aras da-
ipielle districto teko um forimento, que foi consi
dorado grave., na pessoa de Bnto Fini;iso JuS
CHRONICA Jl-\W\\RI\.
TKUlll.'.VIL S0 COvIlSJtClO.
SESS.vO Jl'DlCIAIilA E.\l 23 DE AGOSTO DE
18G9.
PRKS1DKNCIA DO KX.VI. SU. DB^BMBABGABOB A. r. PE-
IIETII.
Secretario, Julio Guimaraes.
\i maio dia docterou-sQ aborta a sessio estan-
do reunidos i'S Srs. desembargadores liis e Sil-
vi. A.-einli, depulados Rosa, Basto, Hiraada Leal
e barao de Ciuangy.
Lida, foi approvada a arla ,1a a i antenof;
O protocolo -I,, escrivaa Albnquerquo conserva
a mesma nunierac i e dala indicadas na acta da
sesso de 16 do piesenpune/.
O escrivao Alves du Brito rcgistroii o ultimo
protesto de letra a 20 do concite sob-o numero
1,727.
ACCOllDO ASSiNADO.
Appellante, Jos Antonio M-.-ieir Dias ; appel-
lado, Jos Lopes de Oliveira.
I0LOAMBS
Juizo especial do commercio : embargante ap-
pellante autor, Antonio Joaquim Salgado ; embar-
gado appellado red, Amonio G incaves Ferreira ;
jajaes os Srs. Beis e Silva. Acomli, barao do
Cruanuv e Miranda LeabDespreaSOuS OS embar-
gos empane e em parte receidos, para o enVilo
do ser conieumado o reo na quantia que cunfcs-
son, sendo vuto vencido o Sr. desembargador
Reis e Silva quanto ao recebimeuto.
Juizo municipal e do contrncrcio de Nazarelli:
embargante appellante reo, Manuel Thomaz de Al-
buquerque Maranhao ; embargado appellado au-
tor, o Dr. Symphronio Cezar i:,iutinho ; junes os
Srs. Beis e Silva, Accioli Rosa o barao de Cruan-
gy.Despresados os embargos, seudo voto venci-
do o Sr. Rosa.
AppeUanto, Jos Joaquim de Castro Moura ;
appellado, Galdino Francisco de Macedo.Adiado
a pedido do 2. juiz sorteado.
Appellante. Antonio Francisco .da .sdveira ; ap-
pellados, J. i:. Graf 4 C--Xao f,,i propalo por
nao estar presento o ir deseinbargador SsiUa
Gumaros.
PASSACEM.
Do Sr. desenibargauor Reis c Silva ao Sr. de-
sembargador Accioli: appiilaute, o coronel Jos
Carlos Teixeira ; appellados, Oliveira Filhos & C.
Xada mais houve, e foi encerrada a sessao
urna hora da tarde.
*?
PUBLICACOES A PEDIDO.
Cou.s!l,i.
Falleceu F... Portuguez, casado com Brasileira, e
deixandn filhos. .
Procedeu-so a inventario pelo Juizo do Orphos,
deram-se as parlilhas. e o Juiz nomeoua viuv
tutora dos Blhos.
A presenta-se agora o Vico-Consul quereudo
aeoci/'a si o inventario, administrar os bens coa-
jtmetamente coqa a viuva, e tirar para o Thesotjro
Portugooa- 2 % do liquido eto.; trazoada em tm
apoio a Lei de 10 de Setetnoro do #. tw**1
' "
/
V
Sbbi



mHr
que aBrastleira, que se casa com estranatim $g*n
condicao do mando, readqnirindo sua ittbtoha-
lidade, quando enriuva, e declara na Canora,
que quer fizar ilomictlo'no Imperto; bem como
a Cnnvenjo Consular de i de Abril do 1863, e o
Aecordo para a iuterpretacao do art 13 daquella
Convenci. (Decreto n. 3933 de 1857)
PerguBta-so :
1* Sea viuva de F. hoje, apesar do inventario j
feito, fra Canina da
cilio no Ini[)'Tio,'nao4
da intervencao do Vir
admoistracao, provalecende a do Juiz territorial 1
t 0* Cnsules, e Vii'^-CoOTules tea ialerr*-
rencia na arrecadaefo r.onjuajelamenie coa Juiz
torritorial, quaud o fallec lo doixa fllhos, viuva,
ou tcsta.neniciro premia ?
Parecer.
i Wr \
.' incrivel, qne urn Coaenf de Sua Magestade
Fidelissima apresente-se querendo avocara si o
inventario e partilha, (pie se procedern) dos bens
de uro eu Compatriota casado rom urna Brasilei-
ra, .1 qual fm nomeada pelo Juiz dos Orphaos
da localidadtutora dos seus flllios, e anda
mais quando elle pretende administrar esses mes
oos bens, e deduzir do respectivo liquidodous por
cento para o Thesouro Pu lico de Portugal; in
voeando para ap.io de todo esse son inaudito pro-
cedimeiito a Lei de 10 de Setembro de 1IJ60, a
Convenci Consular celebrada entre o Brasil, e
aquello Reino -de 4 de Abril de 1863 e o Aocordo
interpretad v > ao art. 13 dessa Convencao. (Decre-
to a. 3933 de 1867, etc.); ao pa diaposicoes conspirara altamenio contra taes actos
do dito Funccionario Consular I I
II
Autos do indo cumpre observar, que, enibora o
art i da citada Lei n. 1036 do 10 de Setembro de
de 1800, teah disp sto que a Brasileira, que ca-
sar com estrangeiro seguir a condigno Oeste,
si enviuvar, recobrarsua comlicao civilunta
ven, que declareque quer fixar o seu domicilia
no imperionra por Isso se deve concluir, que
a dita Brasileira, hoje Vinva daquelle Cidadao
Portuguez- desnacionaUsoit como ?minm-
meole declarou a Aviso n. 45 de *8 de Maio de
4863, e laminosamente sastentnu na Seso do Se
nado do I de Agosto de 1860, (qnando alli s.i dis-
enta o projecto dossa mesma Lei n. 1096). O
Exm. Sr. Viscomle de S. Vicente, accrescentando
que a referida lei s se refera modifleacao, a ap
plicacao da* Lei* civts sobre o patrio poder, suc-
cesses, casamentas dos futios dos estrangeiros, se-
gundo as condiroes de sua residencia no Imperio
e animo de fixa-la ou naonelle.
O Governo Imperial j havia estabelecido iden
tica doutrina pelo Aviso n. 147 de 17 de Abril de
1836 declarando, que nao poda ser considerada
estrangera a Prtugueza, quo se havia casado
com um Brasileiro.
III
Alm disto de primeira intuica, que a citada
Lei n. 1096 de 10 de Setembro de I860,-oo de-
ciaron, que a nvtlher pelo seu casamento com M
trangeiro adquire, ou pertle a sua Nacionalidade
Brasileira, mas simque segu a condicao civil
do mesmo seu marido, porque, como bem sabido,
n Nacionalidade est sugeita as relacoes do Direito
Publico, e aquella condicao f toda da esphera do
IHreito PrivadoMarcade, Commentarios ao Cod.
Om Francs etc.
A Constituicao Brasileira no art. 6 5 1 e a Carta
Constitucional de Portugal no art. 7, nao enume-
rara o casamentocomo nm dos meios de adquirir
ou perder a Nacionalidade.
A modernsima Constituicao da Monarchia He<-
panliola, (jurada 6 de junho de 1869), adoptan
esse mesmo principio, niais geralraente eguido.
Nmn mesmo outra a doutrina consagrada na
laaioria das Constitiiicoos, que tenho estudado.
Apenas a da Gra-Bretanha (segundo Blasklone
Lots njlaises, FisclielConstiliUion e l'Angleter-
re, e Frasqueoillelnstitu'ions politigues, judicia
res et administratives de Angleterre ele), dispe
no art. 5*. -Sao lnglezespor effeito das Uis, e
coslumes :
8 / A rnulher estrangera, que casar com In-
glez, ou estrangeiro naluralisaao.
S 2- etc. etc.
e no art. 61. A qualidade de Inglez se perde :
2' Pelo casamento da rnulher Ingleza com es
trangeiro, e ella segu ento a nacionalidade d
stit marido.
A ConslituicS) da Blgica decretada 7 de Fe-
vereiro do 1831, assim se exprime no art. 4.
A qiitiduie do Belga se adquire. se conserva, e
u perde n-j conformidade dos rearas determinadas
pela i Leis chis.
E o art. 18, do Cdigo Civil dessa Naeao precci-
tua o seguintp.
A rnulher Belga, que casar com estrangeiro, per-
ier a sua Nacionalidade.
^ &t mesmo modo, a Constituicao da Repblica, c
i.antao de Genebra (de 24 de Maio de 1847) con-
sidera no art,-!* i .!",i'M ul,r, Cenrbrensea mu
/wr ou a viuva de um Cidulo de Genebra.
Perstad )-rwpoi<, i|ue s escs Estados segu
rain a doutrina opposta nossa Constituicao e
de Portugalsobre a especie vertente.
IV
O.itro sm, recirdo-ma, qne na Cmara dos
Deputados etn 1864, o Exm. Sr. Gonselheiro Das
Vi'-ira, ento Ministro dos Negocios E-trangoiros,
essa questao, qw. ali se agitou sus-

Qcarta feira 25 de Agosto de 1869. 61 Ofl! RUIS ."VJXv
Nacov-s eivilistdas, camo dedarou o dj^no Miaistro
dos Negocios dos EstrangeirosConaelbeiro S e
Albuqperqueen} sua luminosa Neta, le 9 de
Margo de 1867, ao Ilustre Ministro Pleaif ateucurio
daqijella Nacao.
fc. para prova desta tninha assercio relteo 3
momoria, que por occasio do Acwd Interpre
talivo (Decrete n. 333i, de 21 do Agoste de 1867)
para regular a execuca do art. 13 da Djuvencao
i', insular, celebrada entre aquellesPBs FM 111-
(Decreto n.-f lio, de 4 d: Agoato de |M3) o i ibi!
Ministra Pleaipnteneiarw dcPortugalos deV;ia-
coneefloa e Soua orelen leu auila eom bastante.
reitodipotiiatie!'!!) em sua bou elakuraJa Notado
l*or, nusentu ou
in herdrat
i:, que nj sejam
rtugutees ; S que pfBtnitrmrin ~Uv iateror
B*"amente,-quam^[rf$kerdetro.id) Sub-
-----------------------
ntss > intrometter-se a^ora, I Chrsto, ido, entina a tod n os p )vos. (lug. cit.
i rwpoctiva parlha, como XX/H. 19). Lgj a exisleacia djcaacro.airirmi-
da pelo Ilustrado articulista fumteUavol, e nio
se lidie negar sen reaegir o E/aOfimi.
Aeeresceuta o Sr. articulista, qui osle cancro.
fu arerdaleira cama distuinuJiM. t quo de
ram-so s pirtas do covenlo d; S. Francisco, a-
iisuitas, c as iwrtas do hospiul Pedro II
la na nriHrl ni) incoitojcavat,
su Ctirisf^ q iialj d
muito meaos poler
depois de procedida
uienciean a presente Consulta.
. Aqanlla C mu insular inierprouda pelo
dito Aco)rdo-tliz-nos 1, 2 e 3 que o Ho Fum-
tonino Cumular ni > mtercem -tudilaarrec 111-
?>). 1> qu,nio o Su dito Porlujuet fallecido no
Brasil nao twer deixtpio kerdeinu de sua Naci-
Maltiiid, ou qumih can '
palores, presentes, e
fita
admillisse as disputos de quoi* osCoasues de
S. M. Fidelissii na poderiam nomear Tutores, e Cu-
radores d x her leims Porluguezcs menores, au-
sentes, eu interdicto*; o que alias senipre compe-
li a* luiz local (a dosnrtto dsw perHnnzes exigen-
cias daqueiies Agentes), e anda mesmo quando o
Governo Imperial isso nao havia admittido na o-
claracao Interpretativa da C mvencajBnsular da
Franca por offeudermaiiifestameite aquella com--
potencia, e a soberana territorial; 2" que S2 auto-
risasse a dovolucaa do testamento aberto pela Au-
toridade local, sempre que Uaquello A?enle Con-
sular de pendesse a sua esecucao; quando bem
sabido, que a questao sobre a validado dos testa-
mentos, de ordinario funda-so na falsidade malo
rial del les, cuja apreciaco s se pode effectuar pela
inmediata inspeceo ocular sobre o respectivo ori-
ginal, e assim (icaria a Autoridade local lolhida
para attingir o seu llm etc.
Felizmente, o Governo Imperial repellio tito exa-
eradas proteu^es, e coruudo anda outras duvi-
as possivois, pode confeccionar aquello Accardo
Interpretativo, sem duvida mais claro, mal expl-
cito, o por isso ine-smo superior aquell'outro cele-
brado com a Franca; gracas energa, e Ilustra-
cao do mesmo Conseiheiro Antonio Coelho de S e
Albuquerque, entilo Ministro dos Negocios Estran-
geiros.
VII
Considerando anda a citada Lei n. 1096, de 10
de Setembro de 1860, art. 1.", para a pro
lente Consujtacom relacao aquellos lilhos, nasci-
dia n^ Brasil, daquella nossa patricia casada com
Cdadao Portuguez. forca eonfeasar, quo esses
menores tambem sao Cidadar Brasleiros, por-
quanto essa Lei nao allerou, nem poda alterar
o art. 6 da nossa Coustituicao, quo assim
terminantemente dispoo, o anta mantm etn
toda a sua pleitude sempre a Nacionali-
dade Brasileira ; tanto assim quo no Anal do
art. 1* da mesma Lei se acuam consagrada* estas
palavras : Logo que estes filaos chegarem A maiori-
dade entraro no exercicio dos direitos de Cidadao
Brasileiro, sujeilos as respectivas abrigaces, no
[orina di Constituicao e das Leis; donde so con-
clus lgicamente, que apenas esses fllhos do Bra-
ileiras com estrangeiro durante a sua lucnordade.
Mnente nao gosam do exercicio dos direitos de
Cidadaos Brasleiros, mas nao os perdom, nao so
achain privados deiles, como ainda se evidencia
do disposto no art. 91 g l e art. 92 1- da mesma
Constituicao d i Imperio.
Para apoio de>to uiei parecer ainda ha1*0
Oulcio do Ministerio dos Negocios Estraogeiros ao
Prosiiente d Bio-Graude do Sul de 19 do Abril de
1864, (que nao vem mColleccao di Lcgislacao
dosse anno, mas o li no Jornal do Commercto da
Ciirte) declarandoque aquella Resolu$o de 10 de
Setembro de 1J60, nao des natural so u os menores
nascidos no Brasilpelo contrario, no que disp
a respeito dess menores ressaha a sua qualida-
de de Cid idio Brasileiro, sem prejaizo de sua Na-
tionalHade reconheciia pelo art. 6* da Constitui-
cao; tend que a dita Lei apenas conten kwi base
facultativa, e nao se estende a mais do que sujei-
lar os ditos menores Brasileos ao estado civil do
leus Pais; s permitte a applicacJo da Lei estran-
trangetra no que toca i re icoes jurdicas dos
menores com seus Pais, sob o ponto de Direito Ci-
vil ; 2- o Aviso n. 143 de 28 de Marco de 186o,
ropetindo-au o dita Resol icao de 10 de Setembro
de 1860, nao desnacionalisou os menores nascidos
no Brasil, filaos de Pais estrangeiros e nem o
poda fazerem face da Constituicao; pelo contra-
ro, no que dispe a respeito desses menores i essal-
va a sua qualidadede Cidadao Brasileiro.
VIII
Invoco ainda em prol dosta minha opinioa in-
terpretarlo auihenticasobre aqueliaLei de 10 de
Setembro de 1860islo a brilbanto discus-o
'ida no Senado acerca do resnocliro nrojectj.
os Portugune*- te
o
liseptlosj
men-one
gv, que
l> tlavra ji
ise ais saas que a Dms, ul;ii*b;.
s ooJl.id' ikIh pir ctuuii Liristo busca i, diz, p,,
sobre
tentou
Que a opinio d$ Gocerno Imperial era:
1.* Que si os Casamenlos das Brasileiras
estrangenv
Convtncies
com
tivessem sido celebrados antes das
Consulares, essas nossas patricias
respectivo p
as sessoes do 12, 13, 16, 19,21, 2i e 31 de Julho.
> de 1, 2, 3, 1 18 e 20 de Agost desse mesmo
anno, em que tomaram parte o Venerando Mr-
quez do Olinda, e outras notabilidades do nosso
paz como os Exms. Srs. Consclheiros Nabuco,
D. Manuel, Cansanst,, Barao de Muritiba etc.o
consereavam sempre os mesmos direitos deque ante Casado cun a nossa patriciasao Cidadaos Brasi-
rtorm-n.e qosavam. visto como as ditas Canrrnrt leims : n nr ; mQm,> ua .,..- m.._____:......
em que Qcou as-entado-/ue a dita Lei de 1860 era
puramente da aleada civil, ou do Direito Internado
nal Pnwido,e relativa aindanicamente ao poder
paternal, no rgimen do casamento, saccessao, e s
demais relames da familia, e tenda manter
untdade entre o Pai e o /Uno pelo estatuto pessoal
daquelle, smente durante a menoridade deste;
tanto mais quinto a Constituicao do Imperio no
11' do art. 6", admdle, que o dito filln do estran-
geiro possa optar por um% dis ditas Nacionalida-
des, a quem tem direito, o me tambem insina
Demolombe. Commeotaro do Cod. Civil Fraucez
art. 10 etc.
Logo evidentsimo, que de arcordo com a
tnterpretacfto doutrnal, e aulttentica sobre o dis-
posio no art. 1- da citada Lei n. de 1096 de 10 de
betembro de 1860, nao >e pode duvidar que
queiles menores HThos do Cidadao Portuguez
dido, no caso d' mo hioer testam-nteiii)
erieiros e Nachwitiiade dioerst da 'do ti-
nado, entre os qu-ies kyii, ou wr*' 0u hrr-
d'iro, q,i$ possa e devit ponr ni p)st^ e c.lbec
de casal, ou menores futientes, ou innphzes 3l
que deve interotr cmjmclammte na administra-
do darespeclwaheraHca-tiim a dita viuva, ou
ida Qobeyxdt casal au d*-lulam$nura ou o
representante legal das menores aumentes ou in-
capazes de diversa Nicionalidale do finado,'quando
em qualquer destas kgpolheses honvtr um'ou mais
herdeiros Porluguezes menores ausentes ou inca-
pazes.
Ora, evidente, que na especie figurada nao ha
herdeiros alguns l'ortuguozes menores, ausenio.s
ou meapazes, porque ba a Viuva, o os lilhos d'a-
quelle tinado Ci lado Portuguez, os qoaes todos
sao Cidadaos Brasleiros, como oi cabalmente de-
monstrado :
Logo irrccusavel. quo o dito Funccionario
Consular nao te;n inleroencao exclusiva, nem
mesmo coniuncta, na arreeadacao e administra-
cao daquelle espolio do seu patricio; ou alias
nao tem inleroencao algwn i, por etar cla-
ramente fra das duas ultimas hyp itheses cima
estabelecidas e fundidas u'aquellas proprias dis-
posiijoes Consulares.
XI
Essa exclusio absoluta da ntervonca>do Func-
cionario Consular, (porque o Subdito de sua S\-
cao nao fallecen; 1' sem hacer deixado herdei-
ros ; 2J ou execuioret testamentarios; 8- ou com
herdeiros desconhecidos; 4' ou tegalminte tm ipi
zes ; 6- o cuando aust Oes ;) aeua-se bom clara
e posilvamont.) explicada, e desenvolvida pelos
Avisos de 27 de Jaueiro de 1864 ; 3D do Janeiro
de 1863; (nao anooxos s respectivas CoMetos), e
na rdem do Thesouro n. 77 de II de Fovereiro do
mesmo anno de 1863 ; sendo que esta Ordem ul-
tima refere-se uau'hypotbese homognea
presente especie nos soguntes termos mu ex-
pressos :
Equivale dizerque a inleroencao foi con-
ctd-da aos Consistes p ira os casos, em que a
saccessao se consi'lera jacente
A inecessao ile Antonio los: Pacheco /Su'idito
PortugemJ nao se acltaporm compreheniida em
nenhum destes caos, pirque achacase prsenle a
viuoa, a quem pela Ord, Lio. 4 til. 95 e 93. %%
fie 9 perienoia fie ir ni puse dos bem.e cibe-
ra do casal.
Em summa, a Circular do Ministerio dos Nego-
cios Estrangeiros aos Presidentes las Provincias
de 6 de Maio de 1867,(aijual acha-se (publicada so-
monte no Diario do Rio de 1 > de Setembro desse
mesmo anno, e no Jornal do Commercio da Corte
dodiaimmediato) andareproduziu aquella mesma
doutrina.
Chamo principalmente a attencao para o Aviso
n. 8S, de 20 de de Fovereiro de 186o, que decla-
rou, que as Coaveitcoes Consulares nao plem
servir pira reso'oer s qnestoes anteriores as di-
tas, em queforam celebradasporquauto a presen-
te Consulta nao assaz explcita sobro a pocba.
em que se proceden a m-ucionada partilha ; o
bjm possivel, quo fo-se ante; da data da Conven-
cao Consu'ar de Portugal, e por conseguinto nesta
Itypothese lornarse-ha anplieavol a doutrina desse
Aviso ti. 83, sobre a nao re'.roactividade da respc.-t-
va Conv.mco Consular, bem como pode tambem ap-
plcar-se aquella interpretacae doutrnal di> M.mi-
tro dos Negocios Estrangeiros om 1864 sobre os
casamenlos das Brasileras com estrangeiros.
XII
Si pois a |uelle Funccionario Consular uao pi-
dia tor iiitervencao a'gU'Dt na arrecadagio do di-
to espolio do referid seu conpatriota, por so nao
dar qualquer das hypothoses de citado Accordo
Interpretativo, e mesmo por seren Brasleiros to-
dos os seus herdeimsa Viuva, e lilhos menores,
claro, que ainda mais indebita, e Ilegal dever
sera pretencido mencionado Cnsul deapocar
a si a arreeadacao, o administracao do.mesi
aos flhos
ente, qual
Christo: j|
pnm.'iro
miiii- Se
Mitli. X}29. Oue.ii podori i ns-
ii) santitiiA dufeus timw
, i|n; applicAie' tadi-tinlam
nt o Ignacio, a os lazarisws, c a
porlenco ao Clero? CmtindaJ.su
o mi ido vos aborrece, aboi que
que a vos, nio aborrecoa ello a
osseis do round i, amaria o mando
o q te era sou..... Nao o Servo mador d i que
seu Senhor. Se ellos roe perseguirn) a nrim.l i li-
ben vos lo do pars^uir a.vj (S. J XV.
18 -*2t). Acaso tois os qicmC)rreiam in
birulho de S. Francisco craro iniraig >s do esu
Cliristo T longo d) miro esta conse juencia an
ti-evangelica; porquo o divino Mdstre prdois-
se : t est a chegar o lempo, em quo todo o qu<
mama i^ilgar que nsso faz sorvic. i a Deus
(lug. cit. XVI. 2), e quem pir causa dos seus pro-
juizos julga do fazer teroict a Deus perseguinlo
os jesutas cortamente nao pocca ; salvo so a sua
ignorancia fbisqMuntaria e vencivel: mis en
tretanto a assoi^lo do n )bre articulista nao se
pode negar.
O iltustado articulista refere Golroanto algumas
palavras de S. Gregorio VII so!>re o supremo po-
der dos papas do igar o desligar tudo o que o
be n da groja exige: e no n. 160 do Corrcio de
Pernambuco, ptrte religiosa prova-se muito
bem. !. que os ponsaraantos de S. Gregori VII
foram communs ais pontfices romanos S. Grogo-
"ica
go-
vernaram a igreja antes de S. Gregorio VII: 2.
que_aquella doutrina ensina-se por S. Bernardo,
rentemenle, antepSe a felicidado temporal eter-
na, a materia ao espirito, a trra ao co.
Logo o projecCo ro'olh ir aquello do Jesu 'Ihris-
t, sto t d.ii Ce'.tr, o qtre do Cezar, e Deus
o .i|u-i do Duas j ; o o o governo t vil mandasso
alguna epusa, qi; pir jtiio Ja sociedado roais
nibreop.ne-se ai bou di alni,doiaj-s\ resposia
do b. Pedro o dcS. J loaos nug.stral is judeus,
* *e e justo di^ojb jtnwrrr-v.w a VOpR^s
ttMlf. lili-Jes i
nran'a'e roino de
(S. Mitb. VI. 3 ;
=P
Dous
a 1,000 30 a 9P das de vista
tas cima de I,00Dat Jo.OOO.
Lurgo du Peloutinho o. 7.
quan-
gosavam, visto como as ditas Convencdes
nao tinham effeito retroactivo ;
2* Que ainda n'anuelle ctso dos arts. 1" e 2 dad
Le n. 1096, de 10 de Setembro de 1860. nao seria
elle regulado pela de outra qualquer Aofo, nao
s porque assim offenderia o principia de Direito
InternacionalLocus regit aclum, isto que a
Le do tugar do Contracto rege o acto, as forma-
lidad s, a interpretar dos direitos, e obrigacoes,
que liie sao inherentes, sendo tamb m porque se
infringira a Lei do domicilio dos cintranentes
(o Brasil na especie rertente), que rege todos os
contractos respeito dos bem movis, ainda mes-
mo em paiz estrangeiro.
V
Esta npiniaa autorisada, ou iuterpretacao dou-
trnal do Governo Imperial emittida no Parlamento
iranquillisou raeu espirito respeito dosse ponto
a? ,conlrVer*|a provocada por aquella Lei
n. lTOb de 1860, que adrede mal entendida tem
sido.
E quando tive de apreciar o Acto Interpretativo
Ja Convencao Consular entre o Brasil e a Fran-
ca, emervei com satisfacao, quo assim fra bem
firmado o principio capitaldo domiciliocomo
regulador da Lei das partilbas; coropelindo aos
Juizes territoriaes proco l-las no caso de adminis-
tracao eonjuncti dos Agentes Consulares, o das
Viuvas Brasileiras, Cabccas de Casal, (pela Logis-
Jacao Patria) isto havendo herdeiros das duas
Nacionalidades.
Em una palavra, considere!, que dost'arte ca-
na resulvida urna das magnas controversias, e
renhidas I utas occasonadas pela extensiva intelli-
gencia, que prestavam os Funrcionarios Consula-
res daqueiies Estados com os quaes o Brasil havia
celebrado taes Convencoes (principalmente os de
Portugal), e que nos custaram quatro annos da
raais amarga experiencia, e de graves conflic-
tos.
lies
legi
Devo porm dizer em abono da verdade, quo a
Hespanha e a Suissa reconheceraro sempre a
gituaidide dessa interprotaci) doutrnal d;ida
am Governo Imperial sobre as ditas Convencoes
'/insulares; a Italia tambem as acnropanhou, o o
Governo Francez (de proverbial illustracao, e sem-
pre muito zeloso dos intoresses dos seus Subditos)
nunca approvou aquellas pretenedes exageradas
dos seus Cansules; sondo que at pela Circular do
en Ministerio dm NegnefcM Estrangeiros de 24 de
Fevereirode 1864, expedida aquellos seus Agentes
(e commuiicada ao Governo Imperial do Brasil em
3 do Ag sto desse mes no anno) condemnou em
grande parle taes exigencias d.dles, e declarou
?xpressainenteque osattribuicoes concedidas aos
Konxula pela respectiva Convencaopara protec-
cao dos interesses de seus Nioonues nunca deve-
rtam usurpar a Soberan-t territorial, cujas pero-
galivas cumprta manter intactas; em urna palavra
o mesmo Governo Francez em ulteriores Ins-
trucooes, qna den aos dit .s seus Cnsules orde-
n.n-lhes pos,tivamente -que elles nunca recia-
rnassem o direito de nome ir Tutores, de abrir
testamentos, restringindo as suis attribuicoes
'icios conservatorios, desunidos nicamente pre-
forarem a regulaco defi Uva dos direitos do<
herdeiros, compettndo exclusivummte aos tribu-
naes Umtoriaes prescrever as formalidades pela
Lei do paiz para chegar a umi partilha final.
Nao posso ainda obs*nrec*r (com magos o digo),
que principalmente Portugal, pai inno, coro quem
o Bra^ tambera celebrou urna Convenci Consular
eaipre apresenton pelos eus Agentesno Iraperi
a mainr reluctancia pwsiv^l a esses principios
oraimsaie recebtdos, e observados por todas as
leiros; o por isso mesmo s por mu proposito se
pode d zer, que essa Lei veio prejudi;ar ou coiu-
plicar a questao, que se venlilava sobro o art C
S 1* da Constituicao.
IX
E como quer que baja ainda quem pense, queii
no>so Direito Constitucional nessa parte singu-
lare t na opinio do Falix e Saint Joseph,
aiueHa di-posicao do art. 10 do Cod. Civ. Francez
en contrarioe idntica de todo o Mundo, ouso
anda arriscaruma reflexnem siistenlacao u'aqnelle
"autar preceto do nosso Pacto Fundamental.JVr-
mo po'est rnere patrian tu un etc.
Si em verdade aquello art. 10 do Cdigo Civil
Fraucez c paralelo **.s artigos 12 c 13 do das
iias-Sicilias, acs arts. 19 o 20 do da Sard-*nha, ao
art. 3 8 2 dod#Hollanda, art. 22 do da Austria,
e art. 18 % 3' do de Portugal etc., forca confe-
sar, qu.- nao deixa de haver certa anomala em taes
disposieoes, desde que o proprio Cod. de Napole,
que desf arte Ihes serviu de fontedeclarou no art.
7-que o exercicio dos direito* civis independe ale
da qualidade de Ciidao, a qual nao se adquire,
Mas se conserva, nao ser conforme a Lei Consti-
tnctonal; donde se evidencia, que o proprio Cod.
V,NY an-e? r,!l!<>nhece, que o furo, oua qualidade
ue Cidadao o objecto da exclusiva esphera do Di-
reito Constitucional ; sendo quo assim o mesmo
con. ,iv. anda serviu para explicar e desenvolver
aquelle artigo Constitucional.
Nem a n >ssa Constituicao mica oit singular
nesse ponto, porque com ella combinan) algumas
outras, como os da Graa Bretanha, a antiga e a
modernsima da Hespanha, a de Portugal, a da Con-
federa gao Argentina, a do Chile, e a Lei de 18S8
dos Estados Unidos etc.,baseando-se todas ellas em
que deve-se regeri nactonalid ule pelo lugar do
nascimenlo (ratione loci nativitatis,) e nao pela
origen ou geracao (ratione originis); e a meu ver.
ciin bastante razio pois,embora se possa presu-
mir, que o filho queira durante a sua menoridade
seguir a Nacionalidade de seu Pai, esta simples ure
sumpcao da vontale do filho, cedo l.ei. que sub-
titulo a vootade do pai; o qual de ordinario pre-
nuncia se mais pela a do paiz, em que aquelle nas-
ceu, ambos residera.sao felizes, e ouerece-lhes mais
vantagens etc.
A sim nao ha antinomia, em que os ilhos de es-
trangeiros nascidos no Brasil sejam Brasileiro'
conforme o 1 do art. 6 da C .nstituico, o a
mesmo lempo regule-sc seu estada civil pila Lei
di seu domicilio de origem (estatuto possoal) ou
de seus Paijrvisto como este ioteiramenle inde-
pendente daquelle ; tanto assim que o ultimo po-
de mudarse livremente, sem alias affectar por
modo algum ao primeiro.
Em Tace pois de todas essas valiosas considera-
coes torna-so evidente, que a Le n. 1036 do 10 de
Setembro de 1860, 6 intciram me contraria mel-
la pretoncao do Cnsul de S. M. Fidelissima, par-
que na forca de suas disposicoes unto a viuva,
como os fllhos munores daquelle Cidadao Portu-
guez si) Cidadaos Brasleiros, com os quaes o
dito Funccionario Consular nada tem que enten-
der.
X
Occorre anda, que o mencionado Agente Consu-
lar nao s pela re>petiva Convenga > (Decreto n.
3143 do *7 do Agosto do 1863), sena tamben)
pelo Aceordo Interpretativo dolaart. 13 -(De-
creto n. 3.933 de 21 d Agosto de 1867,; nao p nlia
intervir na arreeadacao, administrago e partilha
dos bens daquelle seu Compatriota, que foi ca-
cado coro nossa patricia, e sobrevive ; s*ndo quo
se bens pertencem somente a ella, e aos seas
a menores, tolos Cidadaos Cr^Ueir^ ej
espolio, depois de haver-se procedido o respectivo
inventario e partilha, a qual assim tornou-seir-
rectratavol.Res ja licita po vertate hibetur ;
sendo que qu mil milito, elle estando menos bem
avi-adjaponas poderla propor aaonullaca^desse
processo, por aegao ordinaria, si por voniilra ti
ver recorrido algum dos casos para isso estabeloc
dos, comoa supposta incompetencia do Jnizo, a
pretericode cttacoes, di avaliacao dos bens, da
noineoQo do Curador, total desorden, en-rmissi-
ma lezo etc. tudo por torca da Ord. lv. 3, tit. 41,til.
73,liv 4 til. 79,tit. 96 21 etc. Valasco de Partilio-
ne Cap. 39 n. 76 ; Pereira e Souza Proc. Cv. Nota
1021; art. 9 do DesretofRegulamoato) n. 156 de 28
de Abril de 1842 etc.
Parece-;:>e prtante que jamis, se devo con-
sentir nessa pretoncao daquelle Agente Consular; e
pelo contrario cumpre apresontar a mais enr-
gica opp isico, porque o assentiinento importara
sanecao a u u dos autores altcntados, o verda
deiro menoscabo das mais claras, e terminantes
Leis, e da propria soberana territorial, dos mais
comezinhos principios do Direito Publico, e Inter-
nacional, emfiu) occasionaria a injuslcavel inver
sao da pratica invaravcl, constante e esclarecida
aqu observada a tal respeito.
Ao concluir este meu humilde parecer, que sub-
metto censuradas pessoas habilitadas, pego muita
desculpa pela prolixidadedelle;aqualtornou-seino-
viuvel, a vista da diversdade, e multiplicidide
de especies, que prendia-se a presente Cnsul
ta, digna por corto da devida apreciaco o de maior
desenvolvimento dado por algum nolavel Icto e
nao |>or miroohucuro advogado
Recifo 9 de Agosto de 18:i9. Dr. Antonio de
Yasconcellos Menezes de Drummond.
Cancro muito mo!
nunspalavrassobreumaquestSe
religiosa.
Appareceu no Jornal do Recife de 16 de agosto
o artigoQuesillo religiosa, onde allirma-se a
existencia d'um cancro muito mo, a saber do an-
tagonismo, que ha entre a doutrina catholica <
algumas liberdades, que hoje sao proprias nao s
do Brasil, mas tamben) de muilos outros esta-
dos. E quaes sao oslas liberdades ? 1." a lber-
dade do peutainento, quo contrara aos dou;
ultim )s iiiaitd'imentos da lei divina, que prohiben)
os ino* desejos : i a liberdade da consciencia,
isto de criir o que so quer, o que proscripto
por aquellas palavras do Jesu Christo, quem nao
crr ser condemnado < (S. Marcos XVI. 16): 3." a
liberdade do culto, que concede iguaes direito*
todos os cultos; o que torna-se o mesmo, que
conceder iguaes djreitos verdade revelada pelo
Filho do Deus e aos delirios de Luthero, frade sa-
crilego, ou de Henrique VIH, re adultero : igua-
lando assim a sabodoria coro o erro, a verdade
com a mentira, a luz com as trevas, a virtude da
religio ao crime dasupresticao, en urna palavra
Jesu Christo, quo provou a sua divina roissao p.)r
milagros sem numero, e por tima assisteuch con-
tinuada dodezenove seculos sua igreja no roeo
le todo genero de perseguicoes, com os criminosos
chefes do talsas seit;is, estobelecidas pela violen-
cia, e que hoje .eslao desmoronando-se cada vez
mais: liberdade tanto mais prejudicial ao negocio
da salvagao das almas, quanto fr raas pr.judi-
anS teniporaes e livre circulagao de raoeda
Olbos
cial
boa e falsa, igualando o valor da verda leira
da falsa: 4." a autonoma ou independencia do
estad.), que tem por fira a felicidade temporal
dos cidadaos; como se este lira nao usso in-
ferior e subordinado ao fim da igreja que
a felicidado eterna dos chnstaos, e p >r con-
fluencia como se a igreja nao tivesse di-
reito de dirigir o poder civil, para que nao des-
vie os seus fllhos docaminho da8*1 vaca): o que
contrario divina esenptura, na qual lem js
que os santos ap Motos Podro e Joao desob lece-
ram aos magistrados civis que sob pretexto de
publica irnquillidado prohibiram-lhes de pregar
duendo: t Se justo diante de Dous ouvir vi* ,
vos, antes que a Deus, julgai-o vos. 'Actos IV
19): 5." o regio placel, que a liberdade que toma
para si o suocessor de Cezar de ligar recusando
ju desligar aeseitando as ordenagoes do successor
de S. Pedro, ao qual aumento dissera JesU Cbris-
to, tudo o que ligares na trra ser ligad > no
ete, e tito o qui desligares na torra ser desira-
do no eeo (S. Math. XVI. 19): 6.- a liberdade d >
ensino snblrahin lo-o do poder da igreja, a qual
lo 1.;via receben de Jesu Christo o direito'de dui-
gi-lopara que o erro das doutrinas ms nao d*.
vie o chrutao do sen ultimo fim, por isso nP&
Cezar, seao aos proaiJes da igroja dase Josu
no Magao, S. Gregwio II, S. Gregorio III, S. Z
ras, S. Leo III, S. Leo IV, S. Lea) IX. que
vernaram a igreja antes de S. Gregorio VII:
que aquella doutrina ensina-se por S. Bernat
S. riio.nt de A quino, S. Boa ventura. Santo Auto-
nina, S. J o de Caaistrano, e p >diame-se aceres-
c^uUr quasi tiidos os tlie dogos cath dcos, que
trataram aquella questao: 3.* que o concilio go-
ral Uteraneate IV, c i> concilio geral de Lo> d^
1243, applicaram as doutrina* da destroiiisago
dos reis, de sorto que esta questao hoje est j
ilolinida, e admittida pelos proprios gallicanos.
porque concedern) a infabilidade ao papa, quan-
do define juntamente com um concilio geral. Po-
lem-se lr tambem ts ns. 113 t- 149 do Correio
Pernambucano na parte religiosa, por terem rola-
gao estas materias. Cortamente o Sr. articulista
superou ao Sr. Castellar na ftdelidtde das allega-
goes, porquo C;istellar as cortes da Hespanha
tendo sido desaliado a mostrar o decreto de Inni-
cenco III, quo condemnava os jadeus a e do, e a carta de S. Pi V, em q te pedia um
assassino contra Isabel, da Inglaterra, respoodou,
ananhaa; porm esto amanha ospera-sedebal
da, poroue nem o decreto nem a carta exstem A
lidelidade, do Sr. articulista pde-se igualar com
a do artigo Inquisico hespaahola, quo sahio no
Jornal do Recife em 7 da julh), ero que prova
va-se por allegacdes insuspoitas, que a igreja nao
s na i participava dos seus abnsos, sena tambem
tomava as partes de protectora dos perseguidos
pela Inquisigo; e tolvoz aquello artigo nao dizia
nada sobre S. Vicente Ferrar, porque um prega-
dor nao representa a igreja.
Assim coro) o Archanjo S. Miguel extirpan do
co o cancro d > aniagomsui >, logo quo tentara do
estabelecer-so alii, assim tambero o-r. articulista
deseja do extirpa-lo no Brasi!. Oxal, chogasse a
extirpar este cancro maldito de todo o mun-
do I Ao menos nos basta, que se expilla da n issa
trra, e enlao este imperio alcangaria gloria igual
aos imperios do grande Constantino o de Carlos
Magno. Esto monstro aborrecivel entrava no
mundo idolatra em eompanliia dos ap tolas, a
quem Jesu Christo ensinava drendo: En vos
mando como ovolhas no meip dos lobos (S. Math.
X. 16). Acaso nao erara lolus muitos poderosos
aquellos governos idolatras 7 nao tinham leis e
liberdades iuteraroente contrarias ao Evange-
lho7 Ora o divino Mostr, que previa;os tumultos
do antagonismo, Ihes predizia assim : iVos seris
lvalos por meu respeito presenga dos governa-
dores o dos res (lug. eit. 18): Ihes doscobrio at
a causa do cancro, a qual era ello mesmo, accres-
centando:_ t.\o julgueis, que vim trazer paz
trra; nao vim Irazer-lhe paz, mas espada (S.
Math. X. 34): e os anjos no nascimento dille an-
nimciando a paz trra, docla-aram que era s
para os boraons de bi vontade, borne voluntalis
(S. Lucas II. 14), que sem duvida sao a minora, e
entre estes homens parece-iae do poder assontar
tanto o Sr. articulista, quanto ot son nr bre adver-
sario, nao podendo negar, que a vondade de am-
bos soja boa, porque ambos querera fazer o bom,
em ora desearan na escolha do roeio.
Agora 'vejamos, que cautelas ensinava Jesu
Christo aos seus discpulos quando o cancro eslava
na sua plenitule, isto quando o antagonismo
do Evangelho cora os governos era summ. Tres
casos ou hypothoses previa aquella mente divina,
que a discpulos podiam acontecer, e deu pro-
videncia para lodos tres. 0 primeiro caso c quan-
do o discpulo de Jess nem tem meios de se de-
fender, nem ple escapar : ento deve dar a vidas
antes que ceder exigencias contrarias ao Evan
galbo, dizendo o Mestre divino : t Nao te.naes ao,
que matara o corpo, a nao podem matar a al-
ma : teinei antes ao que podo (anear no inferno
(auto a alma como o corpo (S. Math. X. 28). O
segundo caso quando o christ) podo escon-
dor-se, e entao nao ser obrgado a sacrificar a
vida, dizendo-lhe Jesu Christo: Quando vos
perseguiram n'uma cidade, fug para outra (lug.
eit. 23): em confor nidada tiestas palavras S. Pe-
dro e os primeiros seus trinta successores esco-
Iheram antes a morte ou o desterro, que ce lerem
s exigencias dos governadores gen io;. O teive -
ro o ultimo caso e, quando a igreja tem j nidios
sufHcientes para reclamar ou defender os d reitos,
que Jesu Christo deu-lhe : porque o divino Mos-
tr predisse, que a falta de armas materia*) na
igreja n seria perpetua. E quando predisse
isto? Quando responden Pilatus: O mea rei-
no nao deste mundo: se o meu reino fosee deste
mundo, os meus "ministros baviara de pelejar,
para que eu nao fosse entregue aos Judeus: mas
agora nao d'aqui o meu reino (S. Joao XVIII.
36). Julgue n leitor judicioso, se as palavras.
agora o se upre sigoiflquem a mesma cousa. Quan-
do o ovedor disculpa-so dizendo, t agora nao
posso pagar, o credr Boa esperando de cobrar
o seu dinheiro em breve lempo: e todava tem
gente lio inimiga da verdade, que depois de tantos
seculos continua a citar aquellas palavras, toman-
do porm a cautela de supprir a nalavra agora,
que d ao texto um sentido to difT-rente I Jus-
tamente S. Pedro foi reprehendido, porquo quera
usar logo da espada material; todava o seu divi-
no Mestre longe de Ih'a tirar, ou do Ihe declarar
que nao era delle, disse, < mette a la espada na
bamha (lug. eit. 11). E para que so mella urna
espada na bamba, seno para desembanha-la
quando tempo? Os seus successores desdo o
*eculi VI, a saber, logo que puderain, comecaram
a desembainhar a espada material, para sustenta-
ren) o direito da igreja.
Concluo o Sr. artiouli-ta : Brove darem >s pro-
va da no.-sa boa vontade (logo tive razo de assen-
la-lo entre os homens de boa vontade)......s ha
um dos quatro modos seguintes paja extirpar o
cancro do antagonismo: e depois aprsenla
quatro projectos: O primeiro e anli-ovaagelco,
porque Jasu-Christo quiz, que Cazar ficasso Cezar,
e niandou de dar Cezar o que de Cezar, e o
pleno poder espiritual nao d direito ao papa de
dispar arbitrariamente do- reinos, ou de se entro-
metter em negocios temporaes para um (ira tem
poral: pode fazer isto smente quando o bem da
igreia o exija. O segundo iropossivcl, porque
nenhum hornera sobre a terra,Tntes nem todos os
homens unidos a lodos os anjos podem conferir os
direitos do supremo pontificado quem nao seja
legitimo successor deS. Pedro: o se a pratica dos
estados protestantes funda-so na supposico
absurda, que os seus chefes tenham sido do maior
autoridade quo Jesu Christo. 0 tercoiro projecto
das concordatas presentemente empregado nao sei
de que modo possa aprosentar-s para extirpar o
cancro do antagonismo, se o antagonismo existe
no stjslema presentemente empreado; parece a
mesma cousa, que pretender tirar com a tinta as
manchas da tinta. O quarto projecto da indepen-
dencia absoluta dos dous poderes suppoo igual
noorezae flus iudependentes; orao fin da soeie-
lade civil oo pode ser inJopaawente, seno de-
ve-se subordinar ao ultimo fim do hornera, que
fi n da igreja ta nhe obrgado pela raza* e pela f a ordenar a sua
vida temporal ao alcance da eterna; e Deus creuu
os bens temperaos, alio) de que ajudem o horaein
Nesta rehgion qnestti >o Djniz allagir
So n inte as doatnnas do Evan/ 11 p>r jiu, o Sr.
articulista de'laro-se e '>traoi mutuas,
I embira ea nio aehe diforeaga algmu eatre
mas o outras. Sj o ultra#l mi* ni edema
siadaniiiiteintojlerante em tangir ligo escommu-
nhoes, sera mslli ir q te o ISspirilo-Sant i por boca
d > evangelisto S. Joao acabo o artigo: i Se alguara
vem a v, e n) traz esta doutrina. nio o rece-
inoimjQk\ casa, n i n Ihe dgaos Dais te salve,
uorqlti a 4|ue I lio diz l)nu te salv, communica
com as suas mdigan obras (I. [. cpisl 10 o
II). Se o canoro do antagmism > o muito mo,
este que S. Joao amoac anda peiort
Um ininigo dos cancros.
Ao pubioo.
Ignacio de Souzt Guido abaixo assgnado depa-
rando casual nente, por occasio de ler o Diario
de Pernambuco n. 187 de 18 do eorrente moz, cora
um protesto assigmdo pelo seu infeliz Ulho o desa-
sizado Clemente Accioly Lins Guido, appressa-se
em declarar ao respeitovel publico quo dito seu
filho soffre de alienacao mental da especie a que
' mdicos Mmominia- e por isso
mamau) os
indi
absoluta nente da verdade ha no que se
ada Mcripto no tal protesto, que sem duvida foi
arranjado por algum inimigo ( s inimigo politico)
do Sr. Antonio Evaristo da Rocha, que prevale-
caudo se do*estado de loucura do referido sou fi-
lho, o Tez assignar to negra e infame calurauia
cintra um homem, com quem nenhum motivo de
inimnade ha ; con ra um cidalo respeitavcl por
todos os ttulos, e incapaz de praticar Ul aceao,
quanlo mesmo inimigo capital fosse.
O abaixo assignado par tanto sorprehendido por
a'n act|J. 1e s acha qualificacao ni perversi-
'J:"e de quero com tanta infamia pretende (porem
deb ilde) lancar urna nodoa na reputaco sem-
pre e em todo o sentido pura e elibada do Sr.
Antonio Evaristo da Rocha, protesta solemnemen-
te peranle Deus, e ao publico eootra aquella fal-
sa publieacio, de que seu infeliz filho foi mera
machina, e cheio do mais profundo sentimento
pedo ao Sr. Antonio Evaristo da Redil quo. pru-
dente o circamspecto como queira perdoar a
sen filho esse sen acto de loucura, phantasado e
levad ao publico com visos do verdade p ir al
gura sen inimigo desleal e pequenino ; ftcando
entretanto S. S. certo de que sua reputaco est
ta o firmada o segura nesta r-omarca, e misino f-
ra d'elta, que s qiem n-* o conhecer possoal ou
tradiccionalmente, peder crer em semo hante
embuste, em semelhante calumnia, que repugna
e repellida poli sua educacao, pelo seu proceder
sempre, soropie honesto e louvavol. pela sua pro-
bidade, pela sua bonomia to proverbial e final-
mente por Untas qualidades moraes, que o tor-
nara digno da geral estima, a do bera merecido
conceito e reputaco de que gosa.
O abaixo assignado por eonsoquencia so crgae
e proUsta por si e por seu futi desasizado Cle-
mente Accioly Lins Guido cintra a mentira, con-
tra o embuste e a calumnia que to perversa e
infamemente em nona do mesmo seu filhi foi re-
gistrado neste jornal em o falso e infernal pro-
testo.
Povoado dos Montes, 20 de agosto de 1860.
Ignacio I.inz de Souza Guido.
Bronchites, perda da voz.
A mndanc3 de arw n3o cura o bronchi-
tes ou perda da voz, porm o oleo puro
medicinal de ligado de bacalho, de Lan
man dr Kemp. o curar. O Revd. Heber
Rapelye, de Milwaukea, presentemente em
Buenos Ayres, para onde foi com a espe-
ranza de que o ar trpico o curara de
urna dor de garganta chronica de que pa-
deca j havia muitos annos, escreve o se-
guinte :
V mudanca n5o rae produzio bem
algum, porm aqu me aproveitei do uso
do i>|io de ligado de bacaloo, de Lanman
A Kemp, e depois de o tom tf pelo espaco
de do mezes posso assegurar-vos, que
me acho molhor, minh voz to clara e
forte como (Tanta*, e tenho toda a t, que
m hei de curar perfeitamento Gracas a
Providencia, devo sem duvida alguma este
resultado a excollente preparaco de Lan-
man Kemp. Odtros leos de ligados de
bacalho, podero ser elcazes, porm
consla-me que este o na realidade, e
isto em summo grao, e por isso o recom-
mendo como tal.
0 Reo. N. W. Simmontl3. de S. Luiz, e
o Reo. John Handford Jones de Bangor, pu-
blicarao resentemente (sem para isso se-
ren solicitad >s) seus testemunhos relativa-
mente ao mesmo particular. livite-se pois
o mais possivel os leos ordnarios de li-
gados de bacalho, porque sao falsifiodos
e oara nada servem. Este especifico puro
conserva-se perfeito em todas as latitudes
e pode obier-se em '.odas as principaes bo-
ticas o lojas de drogas.
Socidade banearia
em commandita
Teodoro Simn & 0.
Comprara e vendem por conta propria
metaos, moedas nacionaes jb estrangeiras,
iejjei de cambio, sedulas da governo e do
qanco do Brasil.
Descontara letras da trra e cultos ttu-
los commerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
mas transacooes, da cobranza de letras da
ierra e de outros ttulos commerciaes.
Recebea quaesquer quana em deposi-
to, em conta eorrente, e a prazo xo.
Largo do Pelourinho n. 7.
Novo Banco de Pernambuco
em liquidacio, 3 de agos-
to de 1869.
Os Sis. accionistas podem receber o
sexto dividendo de um e meio por cento
do capital: s quarta-feiras e sabbados.
Al.FANDKGA.
itendimenio do di S a :i 53Qt730j70.<
'dem do dia 24..... 36:80fc*8.l.'
667:535*5'! i >
MOVIME.VTO DA ALFANDEGA
'olumes entrados com fazondas
dem dem com gneros
Voluntes sahidos com fazendas
dem idem cora gneros
m
321
------5\l
tffc
433
6i7
Desearregara hoje 2o de agosto
Lugar dnaraarquezMarianamerendonas.
Barca inglezaGmW/ainernadorias.
Barca ingieraNaoniudem.
Hiate amermanoJfary fc Wendher -idem.
Brigue inglezMeitteferro e carvio.
Brigue norueguenseEnergefarinha de trigo.
Brigue norueguense.4i(/'uii(in.sf.iriBha de trigo.
Brigue iiorti'-alleinaoAgostenierraorias.
Brigue hespanholPepa charque.
Barca franeezaMousse de Nanlrsmercadori.i-
dECEBEDOKiA DE KENDAS i.NTEK.NAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Ilendimenti) do da 2 a 23 37:169*450
dem do dia 24...... 4l*46
38:030*91s
CONSULADO
itendimento do dia 2 a 23.
dem do dia 24. .
PROVINCIAL
. 66:928351)0
. 3:270*0-2:.
V0:i98*61.>
MOVIMENTO DO PORTO.
A'ifioj entrados no dia 24.
Ro de Janeiro 16 dia*, brigue inglex Jess, d
293 toneladas capitn A. Pherson equi agem !
em lastro, a Bnrstelraan.
Havre45 das, brigue francez Palestra, de S5
toneladas, caplaoHernautt, oquipagem 11,cai-
ga mescadurias ; a Tisset Krere.
Observacuo.
Suspendeu do laraaro a barca ingleza O*
capitn Le Gros, com a mesma carga que trouM
de Swansea.
Nao bouve sabidas.
EDITAES.
Protectora das fa-
milias
Em cumprimento do prevenido no art.
9 do regulamento, se convida a todos os
senhores contribuinles essa associac5o,
que ainda nao liverem apres.-ntado as certi-
dfies de idade dos segurados para que fa-
cam entrega d'ellas, na ra do Livramento
n \9, Io andar, alim de ser expedidas o
mais breve possivel para inspectora ge-
ral do Rio de Janeiro.
As cerdes devem ser selladas o reco-
nhecidas por tabeliiao.
Recife, 5 de agosto de 1869.
narciso de Vidal
COMMERCIO.
PRAGA
a ganhar os eternos; por isso Jesu Christo
diz: de que approveita ao homem ganhar todo
o mundo, se vier a perder a sua alraift (S. Math.
XVI. 26). Donde resulta, que quandi ha oppesi-
c> de direitos ou duvkias a socidade que tem o
fim meaoi aobre deve eoder: c quem peas diTe-
DO KECIPE M DE AGJSTO DE 1869
as 3 1/2 horas da Tarde.
ssucar bruto americano 3/200 por 15 kil.
(hontem).
Cambio sobre Londres 90 d/v. 18 1(2 d. por
1*000.
Cambio sobre Pars vista 523 rs. por franco
F. J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ENGLISH BANK
()f Rio de Janeiro Limited
Des vencionar.
Recebe dinheiro
oraze fixo.
Saca vista on praso sobre as cidade
principaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Ra do Commercio n. 36.
em conta eorrente e a
Faculdade de Direito
do Recife.
De orden) do Exm. Sr. director interino, con-
seiheiro Dr. Pedro Aulran da MaUa e Albuquer-
que, e em execuco ao aviso imperial de 14 d<
crrente, faeo publico que Oca mareado o preso
de seis meios contados da data de-te paro a in>-
crpcao dos que pretendcroni concorrer ao lugar
de lente substitu.) desta Faculdade, que servia o
eon-elheiro Jos Liberato Barroso, que fui de-
clarado vago, na frina do art. 104 d* 28 de abril
de 1854, em virtude de resolu<>) imperial de 4 d >
eorrente, temida sobro consulta da seceo dos ne-
gocios d imperio do conselho de estado, l'elo qu
todos os pretendentes ao dito lugar se pedern
apresenlar desde j na secretaria de>ta Faculda-
de para inscrever seus nemes no livro competente,
o que Ibes permittido fazer por procuradoc s-
estiverein a mais de vinie legcas detia cidade, ou
liverem jaste impedimento.
San, porm, ubrigados a aproenur decfinenu>
|ue mostrem sua qualidade do cidadao brasilei.
e de que estn no goso de seus direitos tiis e r"
uticos, certidaode faaptsmn, foiha rorrid do lu-
gar de seus domicilios e diploma de dnatof
urna das Kaculdades do imperio, on publica I
la, justificando a iinfiossilnlidade di
do original,e na mesma uica-ii.".j podero entre-
gar quaesquer documentos que jnlgarem conve-
nientes, ou como titulo do hahilitacao, on como
provas de serviens prestados ao os-tado, a linni<-
nidade ou a sciencia, dos quaes se Ihes passar re-
cibo : tudo de ronfonnidade com os arts. 36 e 37
do decreto n. 1,286 de 28 de abril de 1854 e 111
e segrales de n. 1,568 de 2* o everriro de 1855.
E para que chegue ao conhecimento de |ad-><
mandn o mesmo Exm. Sr. director interino af-
flxar o presento, quesera publicado as folb.i-
desta cidade e mis da curte.
Secretaria da Faculdade de Direito do Redfe, 4
do agosto de 1869.
O secretario.
' _______Jos llticrio B. de Menezes.
Vt\& secretaria da cmara municipal
desta cidade se faz pubix, qw naoteudn
sido rrematad i nesta at, como eslava
annunciada, a obra dos ncenos de qi
precisa a ponte denominada :bLca, or-
eada na quantia de 880, continAl em pra-
Ca a mesma obra em odia 2 do eorrente.
Secretaria da cmara municipal do Re-
cife, 18 de agosto do 1869.
O Sf crclario,
Francisco Cnula da Ba- Viagem.
Pela secretaria da cmara municipal
desta cidade se faz publico, que continuar
em praca em o dia 28 o eorrente, para
ser arrematado por .juem maior pre;oof-
ferecer, o imposto de 500 rs. por -cabeca
de gado morto para coasumo as fregae-
zias do Poco da Panea. ACogados, Var-
zia, Muribeci, Jaioalo e S. Lourencp da
Mata, visto qua nao (erara arrematados
nesta data.
Secretaria da cmara BMUHCJpal do Ue-
cfe, 18 de agosto de 1860.
0 secretario,
Francisco Canuto da Ba-Viagem.
DECLARACWS.
Saques sobre Londres
SOCIDADE B4JNCARIA EM COMMANDITA
Theodoro Simn $ C.
Scelo sobre os Srs. Samuel Montagu A
I fi, banqueiros era Londres. *
A* vista quantias 5 at 100, 3 das
ii vista quantias cima de 100 at
anta Casa da Misericordia do
Reeftfe.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda lser pnbttcn quena
sala do suas sessoee, no dia *6 d agosto, pelas
quatro horas da tarde, tora de ser arrematadas
juem mais vantagens off. :cer, pelo tempo de nm
tres annos, as rendas d.-3 prrdios un seguida 4e-
clarados!
ESTABELEGIMENTOS DB CAWDADE.
Itua do Encantaaentn
Sobrado de dous andares n. 3, COOaOOO
Ra do Padro Toriano.
Casa terrea n. 49...... 17OJ0OO
Ra das Caijada.
Casa terrea n. 36 ..... !78#00O
I
^
*- "



r-m' i
Diario de Pcrnambuco Quarla fera 25 d<



** _"
Ra 4u G-hbotieo.
20 \ 2iJ000
. .'VH) |
to...... lCiOW
i DOS OBl'IL.I
Hua do Anwrim.
>abr_o de dcus andares n. 21, dem 600*000
o do Parazo.
l-ojadafi > n.29 101*000
da Guia.
<'.asa terrea n. 27...... 1921000
dem n. 23........ 144*000
Roa da Cacimba.
tem idem n. 12...... 1465000
Hua do Pilar.
<^sa terrea n. 105 ................ 1465000
dem n. 98........................ 20:000
dem n. 96........................ 20-MOO
"Sitio n. iioForuo da Cal........... 150000
Os pretndeme* deverao aprsenlar no acto da
irrem.it.ira.) as suas lianzas, ou comparecerem
apanhadosdos respectivos Sudores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, iJ de agosto de 1869.
iscrivao,
Pfdro Hodri - De oidem do lilil, ;>r. inspector il i thesoura-
na de uend.t sao convidadas as pessoas que an-
da pussuiivni n itas de .'3000 da sexta, o de I0
la (|uatta estampa, cm institu ai, virein tro-
a-las por utas d^ nova-' estampa-, que para issn
lein receido a tliesouraria do itxsotiro nacional.
Secretaria da tliesouraria de fazonda'de Per-
oambuco 23 de agosto de 1869,
Servi'ido de oluVial-moior,
______Carlos Joao de So azi Correia
Consviho de compras do arsenal
de atierra.
O conselbo de compras do arsenal de gaerri
precisa comprar o scguinto :
mira enramada, metros 4
M.-ippas modclliin. U (amostra; 100
Ditos para dietas (modelki dill'erent*) 1,000
Ganusa de meia 1
l.uvas da atgodo, paros 38
Faca para cozinliu 1
Obreias (inassos) 50
Vassoni_< de junco 400
Culturos cora forra.. is dottradas para
IIIUSCOS 17
Botios, pares 67
Camisas de meia 2
Cuvas de algiid.o, pares 74
Suspensorios pares 66
Rrrn escuro, metros 333,30
Briin braneo, nieta* 84,70
Algodoznho, metro' 319
f.enros dealgodo 103
Meia"* do algodo, par s iu:i
As pessoas que quizerem vender os objeetos
cima declarados, aprsentelo suas propostas na
sala do conselbo com a< respectivas amostras, as
1 J, horas no dia 28 do correte.
Sala do conselbo de compras do arsenal de
guerra de Pernamlmco 23 de agesto de 18S9.
Hygino Jos Coellio.
Coronel director interino.
Jos Baptista de Castro Silva,
Secretario.
tv.ranto a cmara municipal desta cidade os-
taro c:n basta publira para seren arrematados,
i>or quem maior lanco offerecer, nos dias 26 do
.orrente mez. 2 e 9 do ruez de setembro prximo
vinduiro, os impo;to* seguimos : capim de planta
)in|a quairtia do 6223000, affericao de pesos e me-
didas, sendo o arrematante Abrigado -a a Herir os
-la mesma cmara, so-.ri ndemnisaco alguma.
oelade 6)7_OO0 ; ooqueiros de produeco para
negocio pela de 476^000 ; os aleguis das cas-
nhas da Ribeira pida de 705-iOO ; .*> )i rs. por ca-
iieeae gado vascum pela de 2473000; mscales
boeoteiras pela de 294100 ; 100 rs. por carga
de fariuh e legumes pela de 13*j00 ; 100 rs. por
'afceca de gado reeolhido ao enrral pela de 27 J ;
repeso do aeougne peda de 6jo00: 200 rs. por ca-
liera do gado suiuo pela de 64600; 100 rs. por
obeea ue gado ovclhum pela de 1#300 ; os pro-
icndentes deverao comparecer nos referidos dias
'ora seus fiadores competentemente Inbiltados na
tornu da le.
Paro da cmara municipal de Olinda em sessao
le 19 de agosto de 1869.
Manoel Antonio dos Passos o Silva,
ProprcsMonte.
Hiymanito Theodorico Jos Dornellas,
P^Qciro no impedimento O nim. Sr. inspectoa da Ihesourana den-
'nda desta provincia manda fazer publico, que no
da 18 do eorrento, as lloras da tarde, iro
praca para serem arrematadas, por quem por me-
os fizer, as pinturas Ais pont-is, Santa Isabel e
Seta de Setembro. O orcamento e clausulas espe-
k'iaes para o contrato serao franqueados aos pre-
tendemos, na secretaria da mesma tnesouraria. As
pessoas a qusm convier a arrematacao, deverao
'ompareccr no referido dia e hora indicados
Secretaria da tnesouraria do fazenda de Pernam-
lmco 4 de agosto da 1869.
Servindo de offkial-maior,
Manoel Jos Pinto.
COMP.YNHIA PERNAMBUCANA
DK
V.iTcga?iio costeira por vapor.
Porto i Gall:tlias, Rio Formoso e
Tanandar.
0 vapor Paraliyba, commandante
Mello, seguir para os portos cima no
dia 31 do correte a meia noite
carp, eneommendas, passageiros e di-
ohsiro a frete, n escriptorio do Forte do Mattos
COlIPUfllA BRASlilIR
Dli
THEATRO
DE
S. ISABEL.
Emoreza lrica Uaiiaoa.
QUARTA-FKIRV o DE AGOSTO.
4a recit-i de assignattira.
l'ela primeira vez oxceutar-se-ha a grande
ra cm 4 actos de Douizetti
A FAVORITA.
Pcrsonagens. Actores.
Mfonso XI. rei de Caflella. Sr. Boschhii.
l.oonor de Gusman.....Sra. Amaldi.
Vjrnando.......Sr. Cesan.
Bafthazar, superior dos frades
deS. Jacome...... Soolari.
t. Gaspar, offlcial do rei. N. N.
Juez, confidente de Leonor. Sra. Beltrami.
Senhores e senboras da corte, nagins, guardas,
montanbezos, soldados, cortezah, frades etc., etc.
V accao no reino de Castella.
poca 1340.
Os bilhetes vendem-se no dia do espectculo.
Principiar as 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
Para o Porto
pretende sahircom apo-sivel brevidade o patacho
porluguez Liberal, tem parte da carga engajada, e
para o resto que Ihe falta, pode tratar-se com Da-
vid Fen eir Bailar, ra do Urum a. 92, ou com
o capitao do referido navio.
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 28 de agosto o vapoi
Paran, commandante o capitao
de fragata A. J. do Santa Barbara,
o qual depois da demora do cos-
tume seguir para o? portos do sul.
Desdo j ree!>em-se passageiros e engaja-se a
carga me o vapor poder conduzir, a qual devora
i.'i- embarcada no dia de suachegada. Kncommen-
Jas e dinheii a frete al o dia da sua sabida as i
horas.
Nao se roreliem como eneommendas senao ob-
iecs de pequeo valor e que nao excedam a dua.
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medican.
Vudo que pausar deslcs limites devora ser embar-
ca lo como carga.
Previne-so aos Srs. passageiros quo sua3 passa-
gens s se recenem na agenria ra da (raz n. 57,
! andar, escriptorio de Antonio Luiz do Oliveira
Azevedo & C.____________________
COMPAHIA BRVSILEIL\ '
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperarte
at o dia 8 de setembro o vapor
Uuai, eonimandanto o Io te-
ucnte P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebom-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual deverj
ser embarcada no dia do suachegada. Encommen-
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia ds
sua sabida.
Nao se recebem como eneommendas senao ob-
tectos de pequeo valor e que nao excedam a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medico
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
PreVine-se aos Srs. passageiros que suas passa-
ens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
andar, escriptorio de Antenio Luiz de Oliveira
Azevedo & C. _______________
~COMPANHIA~PERNAMUUGANA
DE
Navegagdo costeira por vapor.
Macei escalas e Penedo.
fl/J\ Pcreira, seguir para os portos cima
'""l* i!" da :il iln frrente as 5 horas da
tarde. Kecebe carga at o dia 30, eneommendas,
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas
da tardo do dia da sahida no escriptorio do For-
te do Mattos n. 12.
O apesto Pesua hr leili-) por con* e risco
de quem perteoenr de 12^rai_ascom 72 latas com
a vt-rdaduira bjniha de u^reo de l.i-uo o
vendida em mil ouinais toles a volitado d"S lici-
tantes no dia cima quarta-feira S do correnle as
II horas da inanlii noarmazem do Anne .
LELiO
De I barra em ancoras e olta-
vos com vaho verde e 13 l-
tase*)-- llnguieaa-
HOJE
O agente Pestaa far leilio por conta e risco
de quem pertcncer de 16 harris com vinho verdo
e 13 latas com linguicas de Lisboa do superior
qualiuade desembarcabas a semana linda, tudo
ser vendido em lotes a vontade : hoje as 11 hjras
da manha no armazem do Annes defronte da al-
fandega.
PARA'
O patacho Protector seguir para o referido
porto em poucos dias, por ter a maior parle do
seu carregamento promplo : para o que Ihe falta,
quem qnizer carregar a frete commodo, pode diri-
gir-so ao consignatario Joaqun) Jos Goncalves
Beltrao, ra do Commercio n. 17.
Para oM&ranho
vai sahtr breve por ter a maior parte do carrega-
mento engajado, o palhabote porluguez Carolina,
capitao Joao Paulo de Oliveira, recebe carga a fre-
te : trala-se com E. R. Rabello, ra do Commercio
n.44.
Para Lisboa
o patacho portuguez Mara, capitao Pedro Martins
Urauco vai sabir breve por ter a maior parle da
carga engajada, recebe o rosto que Itio falta a fro-
te barato, e passageiros : trata-so com E. R. Ra-
bello, roa do Commercio n. 44.
Para Lisboa
O brigue portugnez Constante II segu para
Lisboa com a menor demora possivel, por j ter
parte do sua carga prompta : para o restante e
passrgeiros, trata-se com os consignatarios Olivei-
ra, Filhos ScC., no largo do Corpo Santo n. 19, ou
com o capitao o tirara do commercio.
COMPANHIA PERNAMBUCANA '
DE
Varegaco costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Mondah, comman-
dante Pcnna, seguir para o por-
to cima no dia 28 do corrente
as 6 horas da tarde. Recebe car-
ga, eneommendas, passageiros e
dinheiro a frete at as 3 horas da tardedo dia
da saluda : escriptorio no Porto do Mattos n. 12.
Para
Seguir brevemente o veleiro patacho portuguez
Boa F. capitn Domingos Martins : recebe algu-
ma carga a frete razoavel, para oque se trata
com o seu consignatario Joaquim Gerardo de lias
os, fu do Vigario n. 16, Io andar.
LEILOES.
. LEILAO
De 50 saceos com arroz do Ma-
ranhao.
HOJE .
O agente Pestaa far leilo por conta c risco
de quem pertortcer de 60 saceos com arroz do
Maranho e serio vendidas em lotes a vontade
dos compradores no dia cima as 11 horas da
manha no armazem do Annes.__________^^
LEILAO^
De 12 caixascom banha de porco de Lis-
boa com 72 latas,
HOJE.
De t."i cal xas com ceblas mar-
ca TC'B fc C viadas pelo va*
por Saladla.
Ilitje 25 do eorrento as H hors da
manha
no armazem do Sr. Annes por ntervenrao do
agento Pestaa.
LEILAO
De algodao era rama
A 2t DO CRREME.
O asente Oliveira far leilo por mandado do
Illm. Sr. Or. juiz de direito da 2" vara cri inal
e substituto da do especial do commercio desta
cidade de 10 sarcas de algodao sob differentes
marcas, arrestadas por Linden Weydman & C.,a
C. Duvoisim para garanta o as quae< se
acharo depositadas na prenca dos Srs. Joo Fran-
cisco Antones & Irmo, sito ao largo da Assem-
bla no Forte do Mattos, onde os pretendentes po-
detn examina-las com antecipaco :
Quinta-feira"
ao meio dia om ponto, na indicada prenra dos
Srs. Antunes & lrmo.
AVISOS DIVERSOS.
T1ULH0S URBANOS
DO
Recife Apipucos.
1.TISO
llojc, io minutos depoi> de acabar o
espectculo do tlieatro de Santa Isabel, lla-
vera un trera especial quo parte do Recife
para Apipucos, tocando em todos os por-
tos intermediarios.
Escriptorio da companhia, 25 de agosto
de 1869.
O gerente,
Rawlinson.
Precisa-se de um liomem para des-
tribuidor deste Diario: tiesta typograpbia.
OPERA ITALIANA
S^
Depois do espectacu o
y
NO
TAS
32Ra do Imperador32
Convida-se aos prenles e amigos do fallecido
Dr. Joo Ferreira da Silva, a ouvirem alguiuas
missas, que pela alma do mesmo se tem de cole-
brarem na igreja da matriz do SS. Sacramento
da freguezia de S. Antonio no dia 27 do corren-
te, as 7 horas da manli, tFigessimo dia do seu
fallecimonto. Lembranga de nm amigo.
>Q
tu A ~
D. Juan Busson e sua mulher irnia de D. Sil-
vana de Almeida Magalbaes, fallecida em 19 do
corrente mez, convidam a seus parantes o amigos
para assistirom a algumas missas que por alma
daquella senhora mandam celebrar as 6 1|2 ho-
ras da manha no dia 26 do correute mez na ma-
triz da B^a-Vista.
Nos dias 41 e 15 do corrente mez de
agosto, fugiram do engenho Maranliao, fre-
guezia de Ipojuca, os pretos de naco An-
gola de nomo Isidorio e Felippe, escravos
de Joo de Souza Leo, o primeiro de ida-
de 40 annos pouco rcais ou menos, de
estatura regular, cheio do corpo, quebra-
do e carrega funda, falla amarinheirado e
tem urna cicatriz"de um taino em urna das
pernas ; e o segundo idade de 60 annos,
alto, corpo regular, tem falta de dentes na
frente, falla grossa, tem um lobinho bas-
tante crescido em um dos cotuvellos e
tambera quebrado. Ser bem recom-
pensado, quern os levar ao dito eogenhn,
ou a cidade do Recife, ra da Cruzn. 51,
primeiro andar.
Da-se at 4:000*000 a juro mdico sob hypo-
Iheca em bens de raiz, livres e desembarazados :
na cncadernaco parisiense, ra do Imperador n.
71, se dir com quem tratar.
)mm
'reciosa publicacao
i. "If1^ !
\nimturioao codimfrimwal Potingue:
e BrJ^KHmfi^jr^ .
Veode-se na loja do Sr. iferaclio Paula
..Mttntiyro, a ra do Imperada" n. 71, a
importante e moderna obra sro o titulo de
ai^toiaijcs ao cvdiyo do commercio porta-
Afdbnd volumes pelo Exm. Sr. conse-
Iheiro Dr. Diogo Pereira Forfifz de Sarfi-
paio Pimenlel, lente cathedratico na univer-
siilade do Coi robra. Os subidos crditos
Je qjjfe goza limito njcrecidinjento ]aelK
O abavMhgnWnaqunli__
blslapMo ft. Francisco Fernandos Duarte, hoje
-qMMttflfe respcitavcl pur
pMteanr conH a ifflnigna insinuaro foila em un
annnncio honl*n publicado nesto Diario contra o
mesmo Sr. R F. Darte, job assigoifar; do
Sr, Manoel Feriandes Duarle ; o qual, s:n iirodu
zir a procuradlo bastante, que diz tfir de jen
respeilavel Pai* Sr. Joo Fernandos D|arte rfsi.
donto em B.ire_os. naquelle Iteino. provenid
quem possa Inferessar, que Bcava desde j pro-4
bibida 1 alienarao de qualqner bem, o pagamento
de dividas, o qnalqpcr.o ta inmsaroo relativa/
mente a. he ranea de Aqjunio Fernandcs Duarte de
AlmoWa, alH .Llleehlo em rs|ado do ojio. se(u^j| ': aH,.,.alkll
descendentes, mas estabelecido^sta cWo : nois *sl 0MOeiUliSU.por SI SU NtUnam
_ idauo ; pois
queo dito Pai d'elle anouuriante linba j-evoga.do
os poderos, (|ilc eonferio ao mesmo Sr. Francisco
FernaaOes Duarte para arrecadaclo da dita be
ranea ; asaim como quo rog ra' ejpccia-Bentc
aos Si tabelliaes para nao lavrarum ecriptiira
algmm n.ula heranoa, avistada revr.garo daqniroulra
|irm'iirarao.
Em vrdadej, o Sr. Manoel Fernandos .Duarte
prticurou desparte derramar tima prevcn{afl des-
airosa contra sen honrado irmo o Sr Francisco
Farnandes Duarte, aprr.voitando-so para isto de
sua ausencia Ibsla CWadf,'ende ai'o presente
ten sempro gdUdo d'bastnte cremio marranfil,
e sendd rais esfraavol sse proceiliineiito d
111 'sino Sr. Manoel Irmandes Duarte, quando, ha
ponco, elle aqui rhegon de Portugal, onde
eslivera rom aqne'lc seu mano, nao aconi-
pnnlion-o commnnir.ico alguma a repeito dessa
snpposta revogafo da referida procuraco, nao
havia mesmo motivo para isso; o dito Sr. Francisco
Fernandos Duarte csi na mcRior harmona e em
inmediato contado com o seu rospeitavel Pai, se-
gundi^consta, e os bens constitutivos daquella he-
ranea csto sob a vigilancia e guardado bastante
procurador do Sr. Francisco Fernrndes Duarte ; o
qual por certo nao 09 alienar, nom o faria em
caso algum sem estar para isso devid.imcnte au-
lorisado ; o que tudo f;iz crer, que o Sr. Manoel
Fernandcs Duarte, so nao um verdadeiro int u-
so nesse neg procedido com multa precipitaco, temeridade, e
espirito oflimsivo repntaco de seu proprio ma-
no, e a do abaixo assignado, at boje Ilesas.
Entretanto, pode ficar corto o Sr. Manool Fer-
nandas Duarte, quo nao lograr qualquer desses
sus intentos, porque nao lera justos motivi s
para desairar aquello seu digno mano, nem tam-
bemao abaixo assignado, sen procurador bastante
nesta Cidade, os quaes sao notoriamente oonbcci-
dos como inenpazes de qualquer arlo reprovado,
bem como nao se introinetter mos lavadas,
sem os netos competentesna adininistr.u.o desea
beranca, da qual o Pai d'elle ja devera ter recei-
do as cenias tnais exactas, o acliar-se plenaine.ite
salisfoito.
Os Tribnnacs do Brasil offereecm as nocessarias
garantas para castigar os Injustos olfonsores da
repiiiaco albeia, e assogurar os direitos de quem
qur, que fr.
ife, 2i de agosto de 1869.
Frunrifro fiwdes de Araujo.
Sexta-feira a tarde voon do sogun;lo andar
do sobrado da ra das Cruzes 11. 41, una rola
hamhnrgueza milito mansa, e que canta constan-
temente, lomando para os fundos das casas da ra
do Crespo ou Imperador : roga se, pois, a quem a
liver apanliado o favor de a mandar levar refe-
rida casa, onde se gratificar o portador.
Precsa-se de um.t mulher forra ou captiva
que saiba cozitihar o diario de una casa na ra
do Queimado n. 18, 2a andar._________
- O collegio da Coiiceice precisa do um lio-
mem idosopara orenparo In^ar d:; porteiro.
para recomniendar lo importante obra,
guando no ermeorreste mai> para isso ,1
grande vanlageni de ser un ptimo com
mwitniio atrcdigo comjuercial btasileiro
(.na falta absoltilu que lia de qualqusr onlro)
pala mxima homogeneidade de entre mutas
das suas disposires, c as do mencionado
cdigo' porluguez, que Ihe servio de texto.
Correi pressurosos, dislincta tiocidade do
4o auno da Pnculdade de Direjto desla ci-
dade e Bot^eis jetos, a provgr-vos desse
poderoso auxiliar para vo'ssos Hrabalhos da
setencta, e peto preeo commodo de ^Wr>
oda a obra em C vol.
Publica^o Iliteraria sublime
sob o titnlo de Memoria do
Boni icMiis do Monte, em
Braga.
Acha-so a venda na loja da ra do Crespo
n. _5 A, esquina da do Oueimado, a pri-
morosa Memoria do Dom Jess, do Monte,
em Braya ornada de gravuras finas, se-
gunda edicto, obra da penna do ouro do
niui Ilustrado lente da universidade de
Coimbra, o Exm. Sr.. conselbeiro Dr. Dio-
go Pereira Forjas de Sampaio Pimentel.
Quem ti ver noticia da extraordinaria devo-
Co que existe em Portugal para cora
aquella milagrqsissima imagem, affluindo
sempre para o seu magestoso templo em
romaria, o numeroso povo de todas as
partes desse reino; quem sotiber avallar
as briihanles descripcoVs, e o bello estudo
daquelle con litterario portuguez, nao deixar de procu-
rar, qu'anto antes, prover-se de um exem-
glar da dita memoria, pelo diminuto preco
de 34 na loja cima indicada, onde j ha
pequeo numero deltas!
CRIADO
Na na oslrcita do Rosarlo n. 33, primeiro an-
dar precisa-se alugar um criado de 11 a 13 an-
nos, livre ou escravo para o servicp extern* de
urna casa.________________________
~^- Otfetecr-se um 111050 para caiseiro de ra,
tem pratic de vender paarar, comprar encom-
mendas ofciespp para rohranra nesta prara o
para o mtff, d fiador do sua conducta a contento
do quem precisar: na ma da Praia n. 3i se dir
quem ._______ _______ _
Frccisa-se alugar alguns escravos para ser-
vico debaixo de coberta, paga-se 3O000 mensaes
e comida : a tratar na ra do Druin, saboaria do
Recife.
Tanque de ferro.
Pede-se ao dono do tanque 011 caldrira de ferro
que so aeba 0111 eima de caos da altandega. o ob-
seqnio do fallar no eseriptorid da companhia Per-
iiambucana.
i-i.vial 11.111111
i'esta venda um escolhido sortimento de ob-
lectos de marcincria, como sejam, mobilias de ja-
arand. mogno earntirello, obra nacional e estran-
{eira, de apurado gosto e por prej;o razoaveis:
a ra estreita do Rosario n. 32. Nesta mesma
asa fazera-se com perfeicao todos os trabalhoS- de
hinha, como sejam, einpalhamentos de lastros
jara camas, cadeiras e sopns.
AMA
Na ra do Padre Floriano n. 3i, precisa-se de
umaescrava para alugar. paga-se bem.
m
Preci'sa-se de urna ama,
)OA cozinbare romp.ar, paga-se
se om trhtamonto -
preferindo-sc escrava,
bem e afianca-
na rna Diroita n. 32.
Miguel Gonealves Rodrigues Franca, lilho de
Manoel Goncalves* Rodrigues, vendo a herancaque
em urna quinta Ihe deixou na ilha de S. Miguel
seu av paterno Joo toncalves Riwlngues : a tra-
tar na roa do Crespo n. Vi, 1- andar.
odas as molestias syphiliticas.
PELO
ELEXIXDO DR.SEVIAL
nico depurativo sem mercurio que tan-
ta aceitac3o tem merecido no Brasil, as
repblicas do Sul e na Allemanlia espe-
cialmente para cura das boubas, sarnas,
rlieumalismo, todas as molestias syphiliti-
cas e em geral todas aquellas provm da
empreza do sangue.
NICO DEPOSITO
KA
Pharmacia e drogara.
DB
Barthomeu 4 C.
34Rna Larga do-fosarlo84
Aluga-se
um escravo bolieiro e copeiro : a tratar no bcece
do Ouvidor, sobrado n. I, Io andar, ou na ra No-
va n. 32.
Dividas.
O abaixo assignado, arrematante das dividas do
espolio do finado Jos Manoel Pereira de Menda-
nba, avisa aos devedores do dito finado que man-
den) satisfazer seus dbitos, no praso de 30 dias,
contados da data deste, (Indo o qual proceder a
cobranoa judicialmente ; na ra das Cinco Ponas
n. 82. Recife 24 de agosto de 1869
Joao de Azevedo Pereira.
Os apreciadores de manjares delicados encontra
rao todos os dias n > hotel central do Francisco
Garrido a verdadeira sopa de ra viole, ao verda-
deiro gosto italiano, assiin como mitras cxccllenles
iguarias, que seria enfadonho mencionar. All se
oncontrarao ain ja os mais asseiados aposentos para
hospedes, e banhos, buhares e pianos para re-
creio dos visitantes : na ra larga do Rosario n.
37, Io andar.
mmwmm mwsm s&
[|3 O advogado Dr. Antonio de Vas- gg
*a concellos Menezes de Drummoncl, rg
mudou o seu escriptorio para a ra ||
9 do Imperador n. _0, onde pode ^
^ ser procurado para o exercicio de -8
g sua proltsso em todos os dias _|
i uteis das 10 horas da manha at M
SS as i horas da tarde. Fra dessas c
lloras, e para qualquer occorrencia |
mi urgente, ser enecntrado no seu
H domicilio, ra da Aurora n. _6. SI
V1KOPE
DE
SALSA FARR1LIIA DI) PAR
ou
Depurativo do sangue
Usado as molestias de pelle, impigens,
dores rheumaticas e ulceras venreas,
NICO DEPOSITO
Rna larga do Rosarlo n tO.
AMA
S
Industria agrcola.
O abaixo assignado propnrtario de varios esta-
beleeimontos abricolos, leudo de relirar-se para
Lisboa a tratar de sua san de, deseja diminuir o
curso do suas operaciies, expondo a venda o engo-
lillo Mrrluc (funecionando actualmente com 50
a 60 escravos) distante legua e meia de Belem, com.
a qual corresponde por trra e por agua. *
A fabrica?ao do assucar ah ss faz pelo novo
systeina do vaccuo e do va|ior.
A agurdente por dous alambiques, sendo um
do antigo systema e onlro do continuo.
O material inteirnmente novo deste estabeleci-
mento, sabido da casa bem conhecida de Henry
Claiton & C. de iiOndres. e de primeira ordem a
sua installacao feita com toda a forra e perfeirao
que so podo desejar.
O material o os apparelh compocni-sc do sc-
guinte: fo
De umacaldeira de 20 carrillos de forra, com>
2 fornalhas interiores, dando consecutivamente,
vapor de 4 a 5 atheraospheras de prercao : esta
caideira est munida de todos seos aparelhos de
seguranea, indicadores e assecorios.
De una machina a vapor oriental de alta prec-
c5o, d-> forca de H cavados, dando a sua trans-
niissao a um jogo de moendas da maior forca co-
nhecida nos estabeleciuientos d'esla provincia.
De dois dossecadores a dobro fundo om com-
municacao com os feliros, systema Taylord.
De urna caideira a cozer no vacuo com todos
os seus aparelhos, o correspondondo com a bomba
do ar, mandada pela dita machina de vapor.
De 4 bombas para o movimento das diversas
operacoos, communicando com diversos depsitos
d agua fra, agua quente.mel para assucar, mol de
torbina e espumas etc.
De urna torbina a vapor gorrespondendo com
girador da machina.
De urna torbina ingleza, de um dimetro maior
movida por baixo pela transniissao mandada pela
machina a vapor.
Estas obras foram montadas e installadas polo
primeiro artista scientilico e pratico conhecido
n'esta provincia, que tem funecionado com todos
Miel aparelhos; dando productos de 11111 qualda-
de superiiir a todos que tem aparecido at hoje
nesta provincia. .
Este ostabelecimento pode fabricar regularmen-
te de 200 a 300 arrobas de assucar, e 2 pipas de
caxara diariamente.
Pertence a este engenho um lago, cujas aguas
servem para moer actualmente una pequea ser-
rara de madeira.
A casa de inoradla espacosa e de boa constroc-
cao : om lim, nesto lugar acha-se urna bonita
campia cercada de matas virgens onde se en-
contram com muita abundoncia madeiras tanto
para eentrucc3es naves como terrestres.
Para. 39djunhode 1869.
Jos Antonio de Miranda.
FEITOII
Precisa-se de um feitor que entenda perfeila-
mente de hortace c trate de cavallo, para tomar
costa de um sitio perle da cidade : a tratar na
rna da Cruz n. 42, 1" andar. ____________
Oflerece-se urna criada para cozmtiar : no
becco dos Ferreiros n. 10.
Precisa-se do urna ama forra ou captiva : _a
ra do Queimado n. 52. casa de homom solteiro.
Aluga-se na cidade de Olinda, roa do Anf-
paro, urna boa casa, caiada e pintada de novo,
para se passar a festa : a tratar na mesma ra
com o Sr. capitao Joo Goncalves Rodrigues
Franca.
Como advogado de diversos inleressados da
casa do tinado Jos Francisco Alm, de que in-
vcnlarianlo sua viuva a Sra. D. Mara do Monte
Alm, declaro, que estando os bous desse casal ar-
restados, o com outros embaraces, nulla a par-
tlna, nenbum berdeiro pode fazer veuda de ne-
nhuin dos bens da beranca. Recife 24 de agosto
de 1869.
Dr. Antonio Borges da Fonseci.
Precisa-se de um cosnheiro para casa de
familia morando em um dos arrabaldes : dirija-se
a rna da Cruz n. 6 1" andar._______________
Precisa-se de urna mulher de idade que te-
nha bous coslumes e possa servir a daas pes-
soas : a tratar no Gaz ra de S. Joo n. 51.
Olferecem-se duas senhoras portuguezas,
urna para educar, cnsinar priraeiras letras e prin-
cipio da lingoa frauoeza, e outra para tomar conta
da administracaa de qualqner casa de familia;
para informacoe-, dirijam-se os pretendentes ra
da Praia n. 1.____________________________
A profe sor particular Rosalina de Miranda
Henrique Teixeira, avisa aos senhores pas de fa-
milia?, que mudou-se da ra da Roda para a da
Florentina n. 2, onde eontinda a leccionar do dia
25 do corrente mez em diante._______________
Procisa-sc de urna ama que saiba cozinhar e
engommar, para casa de pouea funda : a trater
na ra do Cabug n. 1, loja de jotas.
Joaquim Jos Gon-
calves Beltrao
RA DO TRAPICHE N. 17, l. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os seRuifl-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Visee.
Villa do Conde
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova dc_Faraalicao.
Lamcgo.
Lagos.
Covhli.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Ensino
Offerece-se urna pessoa para lccionar
em casas particulares nu na de sua resi-
dencia sem designarlo do hora c dia :
grammatica portugueza, principios de
arithmetca, noedes de historia e caligra-
pbia ; prometiendo alm do todo ompe-
11I1.1 o mais fcil e adaptavel methodo,
que em breve dar bom resultado: a tra-
tar na ra do Queimado n. 33, primeiro
andar, das 10 horas da manha as 4 da
tarde ; a entrada pelo largo do Collegio.
Em casa de THEODORO CHRISTI-
tflSEN, ra da Cruz n. 48, encontram-se
iffectivamente todas as qualidades de vinho
Bordeaux, Bourgogne e do Rheno.
ttlA
CABUGA
AO AML DE OURO
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual, I esquina f*
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender. L ["
vista da qualidade e do preqo das joias cada um pder-se-ha convencer|da Verdade.l rua lar&adoj
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas porjpreqos^muito ele- Rosario,
vados.
A loja est aberta at s 9 horas da noute.


Diario de Pernambuco Quarla feir 25 de Agosto de 1869.
K

%
GRANDE HOTEL
Roa larga do Rosario n. 44.
speeididadc na prepara$o dos peero- li
menucios, pnmjitidao e asseio as eneommenda>
e boa orgnnisacao no estabelecimento. Receben;
se asignaturas para o estabelecimento c a Vnti-
lio, facilita ?e a leilura de fc*a*ce ef"n?es c es
irangeiros Espacoga sa!a n.ir* n eltynnic jogo d.
bilhar, o ha decente e commoda hospcdageiu.
No prc* da Independencia n. 33, se da di
nheiro sob penhores de ouro, prala c pedias pre
ciosas, e se;a qual fr a quanlia : na mosma cas*
rd compra'e vende objectos de ouru e prata, t
igualmente se faz toda e quaiqner obra da eneom-
neuda o todd e qualquer concert tendent- ;
ine-ma arle._____________________________
Madama Adour tem a honra de pai
licipar ao respeitavel publico, amanto o>
nossos theatros lyrieos, que recebeu pyli
ultimo vapor da Europa, sabidas de bailli
o bronus do ultimo gosto; ruado Imperador
n. 23 i andar, e que vende por barato
preco
I
-------------
Dr. Manonl Enodino RgoValeiiQa, me-
dico, ra da Cambia do Carmn n- 21.
I N'ESTA
j
*
ANTIGA CREDITATA
FABRICA
>
IICIIT11 II CtUtUTIIIIU IBI MIFlItl lTUIIT H
CHAPEOS BU *!.:
J RU
De todas as qualidades!
De todos os feitios I
De todos os preco* t
A DO CRESPO
ir 4 1
^&
aos 9o:oeo^ooo
CASA DA rODTUNA
lina do Crespo o. 43.
O abalxo assismado fen a da pre-
sidencia e satis-ito as outras exiojenrias da le,
avisa ao respeitarel publico que lera serrtpre
venda no seu estabcleciineiilo bjletes das lote-
ras do Rio de Janeiro, cujos premio sern pagu
lipiniptamente a vista das listas com o descont
gmente da lei.
Preces :loteiros.. 11*
Meio... 12*000
Quarlos. 6*000
E em quanlidade niaior de lOOjOOO na razao
de 22000 por bilbete.
Manocl Martins Fiuza.
COSTBEIRA
Cse-se costuras de alaiai a moda fran-
ela, por preco Commodo, na ra Augusta
n .112. e d-aa> flanea sobre as mesmas.
O navegado)
Alfonso de AJbuquerqne Mello mudoa o seu es-
criptorio para a rna das Croze a. 37. dftwrte da
tvpograpbia do.*arto. ______________
AUGUSTO PORTO & C.
ll-RUA DO dUEIH DO-11
Tendo ebegado ltimamente ao seu e tabeleeimento grande yariedade de fa-
Alves Morena, ageneiador de ven-] WD(]as &> R0St0 as p0em tsposirao de seus numerosos 'reguezes pelos mais Btodicos
mudou sua re sendo:
Vicente
das de oseravos, .
Hurtas n. 94 para a ra da Pai n. 31, onde seus i Prev! PsSl\eiS.
freguez.-s o poierao procurar para a iaesm oc. Bournous de cachemira brancos e de cores, o que ha de mais elegante para
paca i. Recebe escravos em ceimnisso, o proinette hombros de senhora.
proniptaven*. IVov-os gostos de manteletes justos ao corpo denominado silphides, sirennes,
)rieutales de retida preta de soalines, o que ha de mais elegante para urna moca
Basquius de guipure preto, novo g isto. enfilados de setim de cores. Vesti-
dos d blond com maja e capela p ira uoivas. l'i onlias o toallias de cambraia de liidio
bordadas. Cortinados bordados para camas o para jancllas de diversas qualidades:
isolxas de seda e de laa e de seda para camas de noivos.
Epingi, lindo gorgurao de laa e seda de cores, milito elegante fazenda para
mu lindo vestido. Sedas de coree e pretas, gorgurao de seda branco e de cores com
listas asseliuadas, panos. cjsmiras e multas outras fazendas cujos presos sao em geral
tnuite Mdicos. Grande sortimento de camisas para bomem, tunlo lisas como bordadas
e de cores.
Continuara sempre a ter grande variedade do tapetes para sof, para cama c
para pianno. por ao de tapetes ern pecas para alcatifar saloes. o grande quantidade de
AOS 20:000,000
(lisa dii fe ioidade
N. 22 PltACA DAlNEPKNDIiNCIA N. 22.
Os abaixo assignados, tendo obtido licen-
ra da presidencia e salisleito as nutras exi-
gencias da tai, avisa ao respeitavel publico,
que lora sempre venda bilhetes das lote-
ras do Rio de, Janeiro, cujos premios sern
pagos promptaineiile a vista das listas, cora
o descorito smente da 4ei, pelos precos
seguintes : '
Bilbetes nteiros... 245000
Mejos.....H6QOQ
Oiwrtos... 6*000
Veins & Bhrbedo.
CASA DA FOKTIM
Aos 4:00011
Bilhetes rarantidos.
A ra do Crespo n. 23 e casu3 do costume.
O abaixo asignado tendo vendido alm de nu-
tras sones 2 quarte- n. WM com 4:000J da lote-
ra que se araboH n> exlraliir benelleio da Santa
ta da Mi-iTiconHi. convida aos possoidoies
virem receber na confortnMade do costme sem
descouto algum.
Acham-se a venda os bilhetes da 4" parte da
lotera la ordem terceir.i do Curmo do Recife.
(H7J) que se -ixtrahira no da 17 do torrente
- mez.
Wrf(m.
Os do costunw.
Manoel Martina Pinza
Miguel Goiie< da Silva, eiahelec'nlo boje na.pra-
^ da Roa-Vi*!* n. 32, esquina da rna do Arapao,
participa a todos os seus (levadores que entregou
todas as suas dividas a seu pnmirador Joaquim
Jorge de Mello para cobrar jiiriicialinenl _____
Ahiga-se tos, com urna nwndo e.i-a assobradada, com mili-
tas arvor* de fnieto : a tratar aa ra da Impera-
triz n. 20. 2 andar.
PriH-isa-SH de un feitor porlupovz para o
engenne Maito Gre so e.miarca do I5iit PloMoM :
a tratar com Joio liento de &>uva oo iiioshio
engenho oo com Leal & I rudo, ra da Cadeia
n. 56 I." andar.
Destja-se com urgencia saber onde reside n
Sr. F'anrisco da Costa e Silva que -e diz nego-
ciar com fazendas, a negocio que Ihe diz respeilo:
ra de Santo Amaro n. 2.
l'rec.isa-se do
ra Nova n. 9.
Ama de Icitc.
nina ama de leitc
a tratar na
Por o Calvo
Precisa-so de um menino para caixeiro
t,:r na rna da Cadeia do Iteiile n. 10.
a tra-
Criado.
No caes de Apollo, armazem n, 60, precisa-se
de um criado de boa conduela, para compras e al-
1am servico em um pequeo sitio.____________
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar e compra
para casa de pontea familia : na rna das Cruz--
n. 28, Io andar : prefere-se escrava e pogs-w
bem agradando.
ttH\K ATIBE
Para o armazem do Campos, na ra d<<
Imperador n. 28.
Neste maito acreditado estabelecimento
aoha se coiistaHtenii'nte um variado sorti-
mento de gneros finos para meza
cosinha e entre estes tiomca-se apenas as
esp Quoijos do serlio sendo de manteiga e
coalha.
Cmaroes seceos do Maranbo.
O verdail.iro caf de Moka,
O superior e beta conliecido peixc miraguaia
que se vende a 150 a titira e 45500 a
arroba.
TABELLAS
do rednecao as mais facis e mais com-
pre|i,Hisiv,,,. ludo no
Armazem do Campos
Esteiras da India para forrar salas.
5
B l
B5 $

. + a 7Z =3
*x S sa, .
, c
iS-f s
o = a 3
" U ? 3
tlfi"
- 2.
e-g-a =.2.
.o s- s:
BJ -i
S
MARTIMOS
COSTi REIRl E MISTA
LECOMTE
Com loja na ra da Imperatriz n. 7.
Tem a honra de panecipar ao respeitavel publico e em pailifular i seus fregue-
zes, que, pelas ivlacQes que acaba de encelar com algumasco^ttireirasemodistas das mais
afamadas de Pars, <|ue todos os raezes IIm taamlm figulinos, de vestidos, man-
l'-letes c chapeos que estn n<> manir gosto e m lis Boemee, se acha habilita-
da para fazer vestidos para pasfeio e visitas, bailes e casatnentos. As seni.orns o,tK'
a honrarem com a sua freguezia, nao deixaiTio de ser satisfeitas. tanto pelo hora gosto, como
pela barateza dos precos c promptiiHo na ntrega das eneomtnendas ; tambem tem bo-
nitos enfeites rnnito modernos e de todasas cores. Fazem-se chapeos de todas as qualidades
tanto de fil como de palha.
0\TRArO0
A Compaiiiua liidoinisadora.cstabelecids)
aeita prac toma segaros' marramos sobre
ttavios e ligamentos e contra fogo
em edificios, morcaderias c mobilias*: i
ra do Vit'arion. 4. pavimento terco.
Ao commercio.
()s ab.iivi. a-signado ddlamn ao publieo e es-
Oiameote ao rorpo'do coimercio, que 'desden
II de jnllio prximo passado dNsolvcram ami-
I.it'j ule que tintn ni nesta praca
i a razan si**t| de Gnclbo 4 livera, ficand o
i e passivo da iciedode a carjto do
Dtns Coelho, Picando o
lun U.ipiisia Goocalves de Oliveira aeso-
aerado de todos os ncjrocios da referida sociedade.
^ 23 de agosto de 1869
Joofl
i sh riupa tanto bmnn c *"
seohora. com perfeio : na rna do Caldeireiro nu-
oro ib.
fiA DO CKBSPO N. 7 A,
PtlMlRO ANAIL
ANORti DF.l.src. cuell irethj SPaiis, tem a honra de informar ao respeita-
vel publico, que abri lecenlemeute, liara os inysteres de sua arle, ra do Crespo
n. 7 A, priniBtifl andar, um eiegoote sallo Lui/AV, ornado onm o maior gosto.
Com a vantagem de i -tmente apreciado peto nontico parisioase e
pecnambuiano e auMiiailo por habis eniptvgados francezes e biasileiins, offerece o
seu pL-eititao aoK cavalliei, nssimas wnhiras que 0 IwnrarrtB com id
Confianga, encarregando-se de qaatqaer pinteado de baile U.eatxo, soire. noi\a etc.
etc.; e ornecendo toda a cspi Bbjectos para ornamento dos precioses cabellos
Xarope de fedegoso
de Pinto
E' de tima efficacia verdadeiramente ma
ravilhosa como calmante do systema nervoso
le 6 applicadn contra a paralisia, astifina,
tosse convulsa ou coqueluche, tos e recen-
tes ou antigs, suflbeacoes,. catharros,
bronebicos, etc., e em geral contra todos
os soffrimentos das vas respiratorias, c
na phtisica pulmonar, staa virtude con ira
o ttano ou espasmos, e convulses in-
contestavel, e ninguem ha que a desconhe-
ca. Rea Larga do Rosario n. 10, Pernam-
buco.
MUDANCA DO
Albino Baptista da Itooba participa
a lodos osseus freguezes queuiudou-
se com asna oflicina dapraja da
Independencia n. 12 para a ra das
Crnzes n. 23 ; previne, 'pnrtanln, a
todos os amigas e Ireguezes que se
achara em casa a qualquer hora
do dia, para ejecutar todo e qualquer concert
que desua arte exigir poasam, tendente a sua
falta achara
prolissao; e em sua
tratar.
com qneni
Obstrucco
Do fijado e do baco
Os preparados de JL'REBA {vinho,,
xarope, punas, oleo, empl -Uro-e tintura)
sao ellicazes contra a obslruegao do figado
e do baco, a ictericia, a bydropisia, as febres
intermitlen'es e durezas, os desarraujos do
estomago, as faltas de sangue e de mens-
trya?o, o calharro da bexiga, etc.
nico deposito, pharmacia de seu. autor
de J. d'Almeida Pinto.
Ra do Rosario Larga n. 10 junto ao
quartcl de polici?.
Novidade
A botica de C. Catiio 4 C, ra da Imperatriz
n. 77, acaba de receber um completo sortimento
de comelos de hortalico, todas milito novas e p* r
coartado prwo._ A m t_______________
""AGENCIA
KM
Do Rr. A>cr.
PEIT 'RAL DE CEEJA
cura phtisiea e todas as mil*lias do piito.
SALSA PARRILHA
cura ulceras e chagas antigs, empigens c dartos.
TQIOO
conserva e lunpa os cabellos.
PILULAS 0ATHART1CAS
purameute vegetaes e sem mercifrio, cura sesoes,
purgam c puiiticam todo o systema buinano : ven-
de-; e nicamente em casa de Samuel P. Johnston
fs C, ra da Senzala-nova n. 42______________
Aluga->e um ?itie com boa casa de
vivenda com eommodos para gran-
de familia, na Passngem da Magda-
na, em frente ao sitio do Sr. Bailar
A Oleira : a tratar com Domingo-
Alvea Matheiis, rna do Vigario n. 21.
m
IflttiBNCIA
ALOGUEL.
No ^oracao d? Onro se diz quem precisa de
urna escrava que sirva para comprar, cozinhar e
engommar, para casa de familia.
Prrisa-se de um bom
Nova n. 25
coziulieiro : na ra
Atteitcao
Precisa-se de um caixeiro : na ra da Solodade
n. 0.
ICUIS PEBISCOFICOS
E crystal de rocha do Brasil.
F. 4. Cicrsuauu. recommenda ao publico, setis vidros periscpicos apcrfeieoa-
dos; porque, com este:/ vidros, a vista descanta, furtitica-se e nao a canga como com
os vidros ordinarios, l'ma vez escolhido um vidro, pode durar dex annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obligado a mdalos todos os annos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o crystalino do 6 ho e determina quasi sempre do-
res de cabega. O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do lho, e,
todas as voafcs qoe o objecto est mais perto ou mais kng-s os raios que expelle gao
mu convergentes ou um divergentes e a visfto nao 6 perfeita. Um grande numero de
pessoas tem o defeito de fazer conseguir moito de sorle qne a viso nao disiincla
Com a applicaco de meus vidros pdese vencer estas difficuldades. Para os que tem
a vista curta e cujo crystalino mu convexo (o que faz ver bem, le perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo aiasta-se o ponto de
vista, o que faz divergir os"objectos e deixa ver to longe cmo as ontras vistas. Quan-
do o ctystlino muitn chato, o que sucede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama piesbyta, veem melhor de toogo que do perto, o nao cnxergam senie.
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergero
tao distinctamente como na idade d- i 5 annos. Servindo-sc destes vidros quando a
vista principia eufraqueccr, previnu-se o mal.
P. *. Cieriuaasi encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a cs-
colher, a primeira vista, seja qual fur a iade e grao de vista, oeulos proprios pata
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Para a vista myope, (vista curia;. Para a vista que se torva om o traba-
Para vista que se cobro de nuvens.
Pan a vista que por momentos, v 'es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista md as palpebins tremem
de fraqoeza.
Para a vista que o oryotaao se cobre de
catarata.
Iho e a lcitnra.
Para a vista presbyta ,Vs'a longa.'.
Para a vista que nio supporla os raios
solares nem grande claridade.
Para a vUta operada da catarata. *
Para a vista que a-: oalpebras esto cer-
cadas de sangue.
dos Utos
Para a vista que ma ios ohios e mjope
Para a vista que os omos sao desiguaes. c o outro presbyto.
'i

l
)itiniotito de binocules para theatro, c 'le atan-
co para o campo e marinha.
KL
O i51?

Lunetas, piuce-nez
aro etc., etc.
e face -ma:a; onro, ; rlainga, bufalo.
V endas 'em grnsso e a cetelbo. Em Pernambuco.
\. 21-=Rua NovaN.
nuiy
11-Rua estreita do Rosaris-11
Este novo e modesto estabelecimento, tendo aberto ao respetnvcl publico este ele-
fante e bem fornecido hotel que situado n'uma posicSo inleramente satidavel, e sen-
lo constantemente sombreado pelos doces zephyros da tarde, tcUHOM preferivel qual-
puer outro d'esto genero, as tres cousas mais necessarias ao genero raciona!ali-
mento do corpo, dislrac3o da alma, e socego de espirito.
No pavimento torreo urna casa de pasto murro profusa, <*i primeira ordem ; no
primeiro andar, sala da frente, um excelente bilhar de mogno, para itiverreento. Sala
de traz um restaurante da primeira ordem. Quanto ao asseio e bemfeiloria das comedo-
rias, o delicado modo do pessoal do estabelecimento, promptidao C commodidade, s
ios Ilustres concorrentes 6 dado fazer justica.
Fornece comidas para fra, tanto por mez como avulsa. Todos os*as, uoite.
ncontrar-se excelteote sorvete, refrescos, caf, cb, bons vnbos Eigoiir*, Pools, Bor-
leaux, tendo bons eommodos para hospedagem, salao e quarto mobiRadq no segn
do andar.
Precisa-fe de una ama que saiba bem cozinhar:
nopatno da Ribeira n 13._________________
Precisa-se alagar una preta escrava de meia
Idade, para comprar e cozinhar : na ra do Ara-
gao n. 10. ._________________
MMA
Precisarse do urna ama para cozinhar :
Nova de Santa Rita n 53.
na ra
Aos 20.060jSr000.
CAHA DI UK.
Os abaixo issigmidos fazem sciente ao respei-
tavel publico, que teem venda os seus mmto fc-
lizes bilhetes do Rio, rna do Cchug n. 2. bija do
Sr. Uallieir, pagando -se a vi. ta das lisias smeiile
com o descont da lei.
PRECOS.
I nteiros 24*0)0
Meios 12*000
Oiiarlns ejOOO
De tOO| para cima a 22*000 n bilhete.
Vie-rah Rodrigues.
ataques
iNindo Reg Limo saca sobre a praca do Porto,
Hf Apollo ii. V.
Auga-se um sitio na llapanga, porto do Las
serr junio ao rio, o qual tem grande rasa com S
sallas. 7 qpartos. eo-dnlia fr*,'estribarla e coxei-
ra, qurt(# para feitor e esravos, c.ieiiiiba, cerca
do pW gSlIinhas, ele. e'c. Tildo aclis- retili-
eado, caiado e pintado do nevo : trnta-se a rui
do Vigario n. 2"! Io andar.
IDnw do dmmw ao Brasil,
^3
FLOR M BOA-VISTA
LOJA
DE
g
inHw^as ca xas ..
mdico dffiOjnm.i, na fcija de Manoel
>. pr.-ieo da Independewei n. 22.
mSf.:
de 8s-Jxcs.
Andr Delsiic. leudo em vista a oUliHib? dos freqaentadoivs de en estabHe-
cimento, tem prpparado, ouU-a sala, com entrada especial, on le se encontrar sempre
onsc rLi ix-rnAem perfirmars, Mtrartos, sabonetes. pos de arroz, ditos para
denles, luvas de Jouvin. etc.. emOai o mais completo sortimeiito dos productos dos
perfumistas Luhin, Condray. I'iver, Rimiwl, Crosnell, etc., ele
Agradecend'* desite j a todas as familias quo o'.obsequiarem, utilisando-se de,
seus servicos, Andr Oelsuc eoinpromettc-se a fazer ludo o que vsLWcr do seu aloance,
para completa salisfacrio (1h I raezia pernambucana. .
andre mime
aBELLEIREifiO DE PAIU9 -7 ARA DO CRESPO-7 A PtUMEIRO ANDAR.
Mu 4inUiMfia h'amn
l-* ra o Mesarlo li Bun-Vi m. 4#/lfer Htto *eleleter
Tinge'e linpa cmi a maior perTei.ao possvel
todo cquaiqticr o_jecl< tto seda, 4aa, alg^ao, ca-
nlira. *4c, etc,em pee e* <*fa, tira o mofo
fazendas, assim como tinge chapeos de fc-ltre,
IaTtta, maom, e tf*i** matsemeernent.- sua pro-
ssao, por preces muilo razoaveis.
Un ft nal b tlrcfe de hoto vem o Curioso re-
dendo ao observador que este Diario publicot
i e do correni _____
Precisa-"e de una ama que saiba cozinhar
e fazer compras : a tratar na ra da Cadeia do
Recife n. 1, avmazem.
_= PAULO FERKKDES DE MELLO GI1IES
-*fj SOR A MftBCCO DO MLiTO HBIL ARTISA ?
9 4LFAIATE PEDRO
Neta ofliciiia eiooU-ar5o os rsspeitaveis freguezes nm dos piiinetros artistas
em alfaiate para liem podar salsfazer toda e qualquer obra, tanto r^o bom erte, com"
no aperfeivoamoiito das mesmas.
Torna-se desnecessario recommendar este artista, pois qcc a sta thesoura ja e
bem conhecida, (e com laude especialidade em fardas) por muilas pessoas distmct>
desta cidade
Ach^se-ho figurinos de todos os mezes, pelo que o artista eieeola ilebatxo de
todos.as preceitos d'rte oualquer urna obra em face dos mesmos.
O mesmo estabelecimento se ocha munido de um completo sortimento da fa-
zendas, como sejam : casemiras de edr, ditos Drancos, seda para colletes, merinos, etc. e mais faaendas protfiw
oflicina. \
O grande sortimento de roupas feitas que tem vende por menos 20 O/v d;j
qua em oetra qualquer parte.
RA DA IMPERATRIZ N. 48,
junto padaria francesa.
nCiliflR DOS MNAZES
16 RA DI CRUZIS
Ha diariamente sorthnento-de bollinhos paradla, fiambre, pastis de diflfew_-
tes -qualidades, vinho* de superior -qoalidade, d Hisson preto, e miuda, o melhor ajbe
se pode encontrar itoiwrcado, amendoa confeitadas, xafape6 re^tjtates, doces i1
calda, etc.
Incumbe-se de -: ncommendas ^ara ;greodes jantares, bailes, bapfjsado* e n-
samentos, a saber:
Pecas de nougal. P3es-de-lol enfeitados.
Ditas ^epo-de-kH. Beilaoodem.
Ditas de tmara de i Pistos <1* dore de vas.
Ditas de caramilo. Tortas lomadas de crem e carne.
Bandeja com armario de assucar. tmpadas.
r
n


v^m
r

t
i

^
Diario de Pefiiambuco Quaiia feira 25 d Agosto
1869.
ESMERALDA
^-V.
Jim wmnmui ipi
aEMPRESni SOBRE
I PfiMfll
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
oompleta reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cr) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
pra^a, e por prepos o mais resumido possi-
vel. Tambem comoram ouro, prata e pe-
dras preciosas
JL11LP0 (AMA \ 5
(SEM LIMITE.)
Na Iravossa da na
das Cruzcs i, 2, pri- _
neira andar, da-se qiial- 1
quer quaniia sobre ouro,
prata c pudras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condicSes de ga-
rantir a transaccao que se flzer em
sua casa, prometiendo todo o zelo
e considerarlo as pessans que se
dignarem de honra-lo em sen esta-
belecimento.
Na mesma casa compra-se ouro,
prata e brilhantes.
paia piaula de capim a cura varios ^rvoredus une
nao Tractos : a tratar no Manguiiau, casa que laz
f*qwo oom a^ ctfrada* dos Afiici
~ jjgnte de LVfaa. m> *
iii,7, signado, morador no engenho
una do Maranhao, silo no Rio Grande do Norte.
ao publico que qmfoeiu far,a negocio com
j*.Jo.se de Mello de Albmiucrqtiu Montenogro
mr tres esrravos, constantes de urna cscripiura
c venda, passada em 30 de novembro de 1868 ao
nwamo ir. Jos, pelo abaixo assignado, visto como
peas razde que um lempo e em juizo competente
mostrar, esu milla ; eproiestand) desde j fazer
n r,0^10?"" o eu direito para obter a
Udade da dita escriptura, chama" por esto ao
uiw hr. Jos de Mello vir rec.ber do mfra sate-
nado a quaniia de 1:800*. nica quaniia a que
le.n dire o Engenho IHu do Maranhao, no Rio
Grande do Norte, 12 de julho de 1809
Alfonso Leopoldo de Albuquorque Maranhao.
Troco miudo.
, l 0| de premio por sedlas de 53, 10* e 20*000
inora o-taiiipa), paga-se por quanlias do 1:0003 a
oiOOO : na nasa de Theodoro Simn & C., largo
do Pelonrinlio n. 7
A BOMJVCA m M WMIII
U UUlfilllUl ur^Ruado Queimado--*
Depoi do espectculo
CEIASSOUI'RS
10 sala.) do
ItESTAURANT FRAXCAIS,
ra do Imperador u. 31 1 andar'
. I l'recisa-se de um aixeirn de l a li aunos
, de idade : na ra do Imperador n. 31
L m Ihr 1.1.1.1:1.
.\iio o largaremos at qnc, .
E' na ra Direita n. 53, loja de ferrag ms, que
oasou irmao ex-deputado provincial Dr, Maxi-
nuano Francisco Duarte: deve saber quem___
msmmm m mmmm
SB Preesa-se de urna ama de leitc, na
ra da Imperatriz n. 18, preferindo-se 9
isa do mallo o sem lilho. p?
L0J4
ALGODO
DAS MACHINAS
BASTOS
MACHINAS americanas de garrote lo todos os tamanhos para descarocar ateodao, do
muito conhecido fabricante Eagle Colln Gin.
MACHINAS ditas, timbera de serrotes e de todos os tamanhos para descarocar al-
godao do autor New York Cotton Gin.
SSSf *3 d? t0.'.10?. 0S Jb"!n,anb0 carreta Je *"* e mais toda a machina.
MACHINAS Jilas de Hoiler Gins, de cujo trabalho faz obter mais 2.000 em arroba
de afgodao.
MACHINAS de faco do fabricarte Pialt B. A C, Obdlian PatentLiverpool.
Todas estas macliuvis sao de superior qualidade c as melhores que tm
vmao ao mercado ; e para a sua apreciado ceavidam-se os senhores agncu'teres
virem a exposicao das mesmas na raa da Cada do Recife n. 56 A, loja de Bastos.-oad"
aicontrarSo mais o seguate :
ATTENCAO
Preiisa-se dr urna ama que saina comprar ecc-
Binbar para casa de poura familia ; na rua larga
do Rosario n. H. 2"an*r.
Criado.
Precisa-si' de um criado pura o servi.;o de casa:
na rua das Larangeiras n. 29, hotel
Joaquina Mara da Com-eico, Anm?sio
Jeaquii de Abreu, Jes-.ina Carolina de A-]
bren Foncc-ca, Annlia Joaquina de Abreu,
Francolina Emilia de Abren, Jos Malinas
Lopes da FOfceca, Ricardo Soares re Frei-
las. mii, irmos. e ctinhados de Joaquim
J" Ferrara de Abreo, fallecido no dia
21 do corrente niez, agradocem cordeal-
menle a todas as pesgoas que so dignaram
ocoaipanhar os restas mortaes ao cemito-
rio publico, e de noropedom a todos e
aos seus prenlos e preslimosos amigos
do mesmo finado, o obsequio de assist.iren)
a missa do stimo dia, que oor sua alma
mdndam celebrar no convenio de Nossa Se-
nhora do Carmo, no dia 21 do corrente
pelas 5 horas da ihaQhSa
Os inesmos aproveitam a occasio para
agradecerem a todas as pssfla* que o cer-
cantm com seus desvcllos e cuidados du-
rante a onfermiihide do mesmo, gratido
queja mais ser esqnecido.
Loj;i de miudezas do Ferreira da CunhaoV
Temporal, rui do Queimado n. 03, est
quimando por todo pFeco :
Jogo de vispara a 100 e 500 rs.
Redes p.;ra coques a 240, 'i00 e 500 rs.
Linha de 200 jardas (duiia) 1^200.
Caixa muito fina para p de arroz l>00.
Relogtf de s Latas com binha i l(J0. 200 e 320 rs.
Agua florida verdadeira a 1,5300.
Agua divina idem 1^400.
davalas pretaspara homem 4 0 rs.
Pentos de travessa para menina 320 rs
Olio philoof'nne verdadeiro i ],)200.
Adercros de plaqu 1,5500, 2S e 53.
Moias cruas para homem 3$ 500 e 4$ a
duza.
Botos enreilados para veslido, I 200 a
duzia.
Legues do santol B, cada um.
Diltos de madeira .1 3$ cada um.
Coques de tranca, boa fazend, 21
20800 e 3,5 cada um.
Meias finas para senhora 4,5 a duzia.
Banha em frascos a 400, 640 o L-5i00.
Fiascos com extracto muito fino a" 2;5 e
2:5500
Canivetes de duas folhas a 240 rs.
Sabonetes finos 80, ICO, 200, 240 c
320 rs.
Olio
Ajbm
A YERDADE tendo em deposito ,
qoantidade demiudezasc perfumaras,e*s-
sejando apurar dir.heiro e adquirir i'u fi-
Kiiezia est rssjlvida a vender imhUssI
barato, tanto a retalbo, como a Bsale
para esses tomaren a revender; p rarJio convida ao rrspeitave! publico afir
compelenlemente munido a s<*tir-*
fcom e barato. Pni9 ojiando a VFIWAjjB
appareco, tudo mais desappareee...
Grande sorlment de bmiecas de rra
massa as mais lindas possi>eis vestidas a o-
racter.
Ricos globos para candieiro de gat
afcfeOOe.......
Grande s.iitimerito de objetos do
louca para brinquedo de menino
Garrafa com tinta a.....
Dita com agua florida a. .
Frasco com oleo de babosa a 5,
GOOe.........
Dito com agua do Colonia a 30Q,
400 e........
Garrafa com agua divina a. .
Frase com extracto fino pora
lonco a........
Latas pequeas tom harnV a ...
Sahunctt'S de diversas quali tades a
80, 100, 210 e.
%sum
4^0F
9
Finas estovas para denlos a 100,
i de colonia 400, 500 e 800 rs. K^dJSSSTSI .' '
las fr.wo7.is i ^nn o >*tn r= v,,Jb I)ara #Z> dtmi -'.
Cartas fr.mcezas 200 e 240 rs.
Caixa com extraclo 25500.
Cutas pdrtngoezasa 120e 200rs.
Pontos blancos com costa de metal
320 rs.
Dittos netos a 200, 240 e 320 rs.
Galao de 13a para vestido (pessa) 400 rs.
Fita de sarja lisa c lavradas,
* e 2:5880.
Caixa com obreins de maco 40 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditto e dourado a {&.
Ditlas com envelopes 500 rs.
Debulitadores para milhov
Cylindios para padarias.
Arados aiaoiiivinos.
Carriohos de mao.
Machinas para corui wpini.
Cannos de chumbo.
Bombas (!? Japy.
Ditas americanas.
Temas de ferro gafvanisadas.
Folhas do zinco finas.
Ditas de cobre e lata.
Ferro de todas as quadades.
Arcos de ferro.
Folba de Flandres. #
Machados americanos.
Facocs mos.
Balaios e cestas de vergoinba.
Yassouras americanas.
Folies de todos os temaohos.
Tornos c safras para ferreiros.
Finalmente muitos outros artig
diversidade seria enfadonbo ennumera-los.
Folba de forro.
bataneas ttwricanas
Tinas de aunleira aunericaiiss. "
I';is de ferro ditas. &v
Ualiies (leweira ditos. jrj;-
Ternes de bandejas finas.
Ti ens completos para cozinha.
Penetras fiara padaiias.
Raides galvanisados.
Correntes de ferro -para almanjarras.
Espingardas e rewolvers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Monillos para relinaces.
Azeitc do osperBaacele, preprio para machi-
nas de todas as qualidades.
Sorras avulsas para machinas.
Mancaes e lodos os mais pertences para as
mesmas.
Latas de gaz,
osperterrcentcs lavoura e artes, que pela
1 ^ \Jl
a
O abaixo assignaao, commer^iante cm Rnenos-
Ayres, c ora nrsta eidade, cumprindoas oracnsde
seu pai, o Sr. Joiio Fernandes Duarte, morador em
Barcenos, reino de Portiural, e nico hcrJcini dfe
seu finado fllho Antonio Fernandes Duarte do Al-
rnciila, commerciant?qoo foi nesla eidade, faz pu-
blico para coBliecinienlo l.njaelle?, a quem pos interessar, qUo liea'desde j prohibida a alicnac'i
de qualquer bem, o pagamento de dividas c qual-
quer onlra transaccao relativamente heranca do
dito finado,,pcis que o pai do annunciante tem re-
tirado os pode'-es que conterio ao Sr. Francisco
Kernandes Duarte para a arrecadacao da dita he-
ranca. O annunciante roga especialmente aos se-
nhores tabetliaes que 63o hivn m escriptura algn-
ma de cootrato quanlo a bens do dita heranca.
medanle proeuracao de dataantenor a do presen-
te annuncio. R.x-ife 21 de agosto de ISli'.i.
Maiim'I Fernaii'les Duarte.
Joaquim da Silva liailwsa leu coniraudo a
compra da armado da fabrica de cigarros da rua
de Santo Avara n. 3, einn o Sr. Jofio Vicente Ven-
tura : se algoem Uter de por embaracos, apn'-.n-
te-se mesma, no Muso de tres dias," lindo o qual
nenhuma reclamaeao ser atiendida.
Ama
Precisa-se de una ama para comprar e cuzinhar
pnra casa de rapaz de snlleiro : na na do Quei-
mado n. 12. loja.
m
CARVO DE BELLOC
PARS
flPr* l^omamiaio pela Academia imperial de medicina de Par, par. a
lmmm remedm por esoellencia contra a reiencao de ventre ZZente em
cS? rXPntdrab60n' Dcporito cm RwJuiEao DupwheUe) Cherokt En. haium-c, Kaurer k C".
Precisa-si de um bom coinheiro para casa
de pequea familia, morando n'iun dosanabaldet:
na < ua da Qruz n. I.
16 PUBLICO
Jenmno Jos Tavarcs e Seb.isto Jos" da Silva
Braga, inembew.* il tirina commercial de Ti va res
A Braga, e-tiMefido cwn armazem de compra e
i venda de algod*> eai pluma, na rua da Lapa ns.
I le li, dissolveram amigavelmcnte no dia 30 de
i jnnho do con ente anno a sociedade, licndo liqni-
J dado todo o activo passi\m, e por sin sonta
mesma firma do qualquer obr.gaeTio para a praea
e centro, pissando o Jilo armazein para o si*cin
i Sebastiao Jos da Costa Braga, do que tudo dio
conliocinioiito a publico e e^iecialmente ao eor|to
eammeieial desla cididc. Recife 2i de agosto de
1*69.
37 Rua do Imperador 37
nico deposito de luucas do Barbalbo e
da villa do Cabo, mudou-so da rua das Cin-
co Ponas n. 12, para a rua do Imperador
n. 37, com grande sortimento de toncas
para aguas, jarras, qnarliiilias e mniiugos,
cannos vidrados e por vidrar de urna 10
polegadas, pe quacs vende-se por monos
do quo cm ontra qoalquer parle, por ser
o tnico recebedor de loucas e. cannos, da
la!.rica do naihalho e da villa do Cabo, o
qual brevemente ser liosamente annun-
c:l .___________
Aos senhores de engento ou
fazendeires,
Um moco nacional,' estado" solteiro, tendo che-
g^tln ha dias dijrflio de Janeiro, deseja encontrar
ulna arrumacaffem um-engenho ou fazenda, como
sacietario ou mesmo.para lencion.ir priuieiras le-
ffhs : ipeni in^pImt, qOeira fa/.er o favor de pro-
curar na rua trena do liosario, hotel Lisbonense,
qn'encontrar Com quem tratar.
Attenpo.
Preci>a-se alugar urna casa terrea ou loja, com
tanto que ienh> bom quintal em qualquer urna das
ras do bairm de Santo Antonio : quem tiver pt'i-
de dirigirse rua do Bosario da Boa-Vista n. 44,
que nao so nlha o pceo do aliiRuel.
PAREDES PORTO
Neste estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico um bonito sortimento de
roupas o fazendas de todas as qoalidades e
presos commodos, tem sempre um bonito
c.Hnmircio, que rompron ao Sr Maooel Luiz Pa- sortimento- de caserniras de cores e proles,
elieeo a Ul.eraa siuna rua d .Pa-s:md n. 33. li ; panno fino de diversas qual dades, brim de
vroedeseinbaracada de qual.juT debito; por is.. honHas cores e brancos de boa qualidade.
iinem Sf murar e. in rtirerin a i-pchunar n f'i9 mi
PrecUa-sede urna amaque sail.a bem eozinhar
ou engommar, prefci'e- n escrava : a tratar na
rua Nova. I >ja n. ti.
Manuel (ioni^lves Barros faz sciente ao res-
peitavel ipublicii e i-oio es|x>rlnlidade ao norpo do
Caixa com agulhas francezas IGO e
2*0 ra.
L3a para bordar de todas as cores (libra)
amo.
Bonetspara menino if% i& e 255G0,
Linha de marca (caixa) 2i0 rs.
M ias para menina (duzia) 3d e 3(>K00.
Pecas de tranca liza e de coroeol a 40 rs.
Sapatos de 15a para menino a 320 e 800,
Capellas francezas a 2^500.
Faca* e galfos, cabo de bataneo (du-
zia) 'ti.
Chicotes para cavallo G00, 800e 14500.
Bengalla de canna l&, 1^500 e U.
Vortas para luto 500 rs. (cada urna).
Papel ahnaco. greve (resma) i 5500.
Temporal pode ser procu-
rado em seu estabeleciment bo-
nanza, Temporal contin
vender na Bonanza, pelo mesmo
prego que vendia em sua loja
com titulo de Temporal.
6TJ
90flt
3
5Q
2J>
Grande
loja de fazendas e roupas fritas
rua da Imperatriz n. 52,
porla larga,
OE
ipiem s>- julgar com direno a reclamar, o f:ia no
praso de tres dia-. Beeife 14 de apst i de 18 9.
Olereca-se ami para lodo B tmatoottr
servieo de casa de familia : a tratar na rua do
Rango! n. 3S.
No largo !a Asseobloi n. 1!) preeisa-se alu-
gar um m ile |ao mi una Mgra, qu seja fiel e de
bons costamos, iiissnio sem habilidades.

GOMES DE MAHOS IRMAOS
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em ge-al e com especialidade as Exms. L,
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente I C/^
das 6 horas da manhaa s 9 da noute na "^
RUA DO CABUGA N. 4
ondeencootrarao um completo sortimetil do que ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e tudo que ejn obras!
e ouro. prata platina *P pode desejar.
ADERECOS OE BMUMNTES. ESiERALDAS E RUBMS
de hotos gostos a9S111 oomo g^de Tariedade de tal vas e paliteiros de!
praU optada e de gftftt anda nao visto, e corneo sortimento de
ODjeclos oe prata para uso das igrejas,
Precisare do nm.i ama de leite : a tratar no
pMeo di Carino, esijuina da rua de Hurlas n. t.
Na rua de fl.irus n. \ precisa-e de urna
mna para coiinhar econuir;.r.
COMPRAS.
-; i
Com inofto Maior ramagem compram-se
moedas de our e praia : na loja de joias do Co-
racando (tero fr. i t. rua d> i^muf.
Attenqo.
Comprase farinlia de mandioca da trra :
tratar na praea dn Corpu Sanio n. "21, Io andar.
CouiprwiK e trocan, qualquer joia ou pedra preciosa e irarantem
a qnalidade dos objecto vendidos. P
0 MUSEO DE JOIAS
tr>
0 hiiiz^o de joih
Na rua d i Cahug n. 4 compra-se onro, prat
i pedras pref osas por proco* mais vantajosos di
iue fm 'Oir n.oaH|twr parta.
~mMroiiri"
Comprani-sH e endein se diariamente par* tra
odeulro da prormcia esclavos d todas as idades,
cpros e sasoa, mn tinto que sejaaj sadis : no
leii'eiro andar il snhradH n. 36, ra das Cruzes,
freguezia de'Santo Anto.ni"._______
moedas de ouro fe prata de lodos os valo-
res, ouro e pnOa em obras inutilisadas. e
brrlhanles e mais pedras preciosas na lo-
ja de ourives ,i.. aivo da Conci'lrao no Re-
cife. i
Ouro e p ata
Compram-se murdas de oore e trata da todas
as nualidadeN pr binu pwco : na rua da Cadeia
do ftefifo n. 08, luja do azulejo.
Compra*e urna ou duas 'asas esta didade,
de pref. rencia em rua eommerelal : na enrader-
nagao parisiense se dir miwn m-r.
encarrega-se qualquer obra por medida
pre.-o muito commi.do
ROUPAS FEITAS
na loja da rua da Imperatriz n. 52, porta
larga, de Paredes Porto.
Tem neste estabelecimento nm bonito
sortimenlo de roupas feitas de diversas
qualidades e precos commodos, como sejam
paNtots de alpaca preta e de cres a 3 *S& O e i->; ditos de panno preto sacos a
b'->, 7,-5 e h->; ditos de panno superior a
125, t4 e l.'j; ditos sobrecasacados de
dito dito a I8>. 203 e 255; ditos de case-
mira de cor a 5& ti e t0: caigas, culletes
' [talitots de casemira muito fina de cor a
20 e 253; cateas de brim branco de cor de
todas as qualidades de 25 a 6#; ditas fie
casemira preta e de cores de 40 at i2!;
cuteles de todas as qualidades; ceroulas de
bramante a t ->300, 2*000 e 20500 ; camisas
francezas de linlio e de algodo de todas as
qualidades e prect) mais barato do que em
nutra qualquer parte; darinhns, grvalas;
bonito sortimento de chapeos de sol de alpa-
ca e de seda; meias inglezas a (5 a duzia:
pechtneha nesto estabetecimento pelo
grande sortimento : todos os freguezes se
poderao prover dos ps at a cabeca por
prego commodo.
FAZENDAS
firande sortimento, c<>mo sejam, chitas
baratas a 300, 32o e 360 rs. Madapolo
tino a 73,85 e 105 a peca. AlgodSo (pe-
Cbinctia) a .r)>."00 a peca e ontras qualtda
des. Cambraia branca de todas as quali-
dades transparente e Victoria de 35500 a
85 a peca. Lanzinlias de bonitas cores, al-
pacas bonitas, selecia a peca com 28 metros
a 283000. Csguio o mais fino possivet a
23500 e 35 a vara, e outras murtas fazen-
das por preco commodo, que seria enfado-
nho mencionar, na loja do
LESO DA PORTA LARGA
DE
I Escovas para fado a .'i 0, C00 e
Ditas para cabello a.....
Pentespara tirar piollio a IC't e.
Brincos de cores bonitos a KiO c
Pecas de tranga de laa com 8
varas por....... at
Franja preta de tiia pera con:
10 varas a....... ;^x>
Fila pela para relogio una r>fi |0
Oleo para machina de ctrsrof,
frasco a....... tOO
Penas d'a.co tinas Misas a 860 e iiK&
Dita d'ac^ Pery, caixa a..... itftki
Galao de algodo pera .... 4O
Latas com banha a-, S*
Lindos babadinlios e enrcmri
peca de 500 a...... EC0
Itoioes de madreperola, groza a #0
Diios de loufa muito fino a 100 e 208
Ditos para calca a li.O e. 2W
i'aixa com papel amizade a. 7(!>
Ditas com envelles a. 4^0
Ditas com obretas a..... 'j)
Caixi com agulhas fundo dourad* *tff
Ditas de ditas ditas a..... i&t
Tlicsoiira para costuia a 1W>.
240 e......, CO
Caixa com lintia (te marca a ?2SC
Linha de cores em noveltos (li-
bra) a ....... Uf
Ditas com 200 jardas em carre-
teis duzia a 70, 120 e. ?2<
a Grampos muito finos com pausa-
ros, duzia a......
Cartas portuguezas, duzia a i$Wl
Ditas francezas a 25200 o ^tO
Papel almaco e de ptso..resm;t
a 35400, :<5500 o 4#np
^a muilo fina para bordar, libra CffAi
Fita de algodo para debroo^ de
sapatos, pega a..... lf>0
Ditas de 15a para debrum de ves-
tido, peca a...... 4SJC
Pentes finos para segurar ca-
bello a....... 508
Ditos ditos de bfalo para titear
a 210, 320 e...... l&l
Caivetes grandes com molla a 390
Ditos para aparar penna a )
Cartes com colxetes a to
Rosetas pretas, par a (W
Pentes de ctiifre para cuc duzia
a 15500 e.......'ftC
Trancas de la Usa caracol, pe >
a 40 e........ 4Gf>
Fita para coz. peca a 480 c TMC
Allinetes de latc a..... (2S
Sapatos de la para meninos a
240, 800 e......*#;M
Ligas para sen horas a. 4ti)
Fitas de sarja ns. 1 e 2, pera .i
800e........40W
Grvalas de seda de cores a to)
Renda- das*ilhas por baratissitu-
[irefo.
Os apreciadores das calcas apparecan
na luja daVERDADEpara se Aoniren
de suspensorios com borracha pelo irfii
uto preco de 100 rs. o par, e tmttcm iV
calfadeiras boas a 80 rs.; as pessas nao poderem vir a este csiabelecimento
podem mandar seus portadores que seiT.-i
fielmente aviados ; aVcrdade mostrara o ijt?
diz rua do Q eimadn n. 55.
6
DE FEHHO.
Precisa se eomprar um porti.i de ferro j ser-
vido, que tenha sale palmus de largo,.maja tt me-
na rua do Crespo n. 16.
V"N0M.
Ven3e-se)aa de canoa a 6V0 rs. o klapram-
ma n.i p;.teo do Garnw. --aMina da roa e llor-
_**____________. ..
Veulem-se 50 saceos de supri.* cera d^
anwwUa. wn minie o da *b*vHi o Hbwo n. 19
Vend-m se .W tiari ls de tmab lioia nulfe
mro, ti b.Trria de qirima promnto a euS&rcar :
m armazem n. 19 na lilioira do peiie.
Vende-se n.> rua da Anivra u. S8 um ;-
cravo pardo, de 13 annos de dada, robusta !> I
figura, perfeito ofllcial de alfaiate, com prineiiit
de coclleiro, eptimo pa.a ,inpem.
Vende-sc um molido de 90 a ftanmT* il--
ulaile, bmiiti fifrura e ptimo para eriado : a tr*
lar aa rna de Apollo u. 55.
Vende-se uin cavallo ruc>. bnua
grande : para ver, na coch tratar na rua da Guia n. 7.
Vende-se um pardo de dad* 6 anno-, lj>-
leeiro e enlende de pintor, tem bonita figura i
preta de idade de 2 asnos, eoz.inlta, lava, c >c .
engomma liso : a rua larga do R isario, ca.a i-
ife. 3* andar.
Vende-se mu i toma criouta de II wm
ocm. vioili do mato : na rua do'Foco n. U.
VH0ADEIR0 ifiR
Paredes Parlo.
Qnem pre>eu4rtrmrirarqoMrn tarcas ca-
da urna com bezerro dirija-sc ao armawm do
sal da< 9 hora* da manbaa em diaiue. Para mais
informafocs na jua da Cadola <1*> '*eto o. 33.
Oil nova de Lisboa.
Vimde-se na rna do Apollo .arfnnzem de Roso
Se 1rn*o n. I. "
VAli DE IJ^KOV
R
, POTASSA DftRtISSM
A mais nova o mcreadu, firey razoatel; no
armazem de Manoel T )hto, raa 4o Comnwcie
U> Id*
de sisatnr.T, Datleiir-il i
Ru da Selne, 5i & y.S!-.:'
l IL
:' 5
Kfiid.Vg4rl. ral, aire a rrtra c n
|Wl1l-)llfl.B,M||t,|,|t, ,
ititatout o apiMiKjau M eil;
A" B.
*
PKARMACIEH^
'- |4
W

i




6
-Piarfc tU^.Vnuwoahifio rrr. Quarip feira 25 de Agosto de lft69.
GRANDE LIQUIDADO
1A
LOJi
DA
HHHHm
72.----Ra da Imperatriz.----72.
Alerta freguezes
que Arara \ ai cantar,
Para vender suas fazeiulas (baratas)
que muito ha de agradar.
0 proprietario deste cstabeleoimento, tendo grande porco de uzeadas em
aer, va proceder urna liquidado em todas as fazendas e roupas feitas existentes no
jgtabelecimentn, agora que occasUR) de qnem tem pouc.o dinlieiro poder se vestir de
boa fazenda c bnratissima como se poder ver no annuncio abaixo mencionado.
BRAMANTE PARA LENQOjBB A 2*.
ViMi'lc-se bramante com 10 palmos de
largara para lences, a 2$, a vara.
PECAS DE ALGODaOA &
Vendem-se pe^as de algodo muito en-
corpado 13, :>$, G>80o7\
IV. 45 RA DA CADEIA
DE
SOB
rV. 45
MADAPOLAO BARATO A
Vendc-se pecas de madapolo enfestado
de 12 jardas 30300, dito du i jardas ou
i& metros 80, G0, B#M0, 7$800t 8>00 e
000.
CHITAS FRANCESAS A 280 rs.
Vendem-se cintas francezas para dos a 280, 320 rs. o covado, ditas escuras duzia.
A DIRECCO DO MUITO HABILARTISTA
Laurtano, alfaiate.
Os proprietarios deste novo estabelecimento, tendo experimentado a necessidade
urgente de ter nadireceode sua offleina de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr. Lauriano Jos de Barros para tal mister, convictos de que satisfar
com todo o capricho a vontade do fregoez.
Tem o mesmo estabelecimento um bom sortimemto de fazendas proprias para
roupas de homem, como sejam: casimira de cor, indos padrees, completo sortimento de
pannos finos, preto e de cor, casimira preta, grande sortimento de brins brancos c de
cores, merinos de diversas qualidades, bombazina, lindos cortes de gorguro para collete,
gorguro Pekn, superior qualidade.
Os freguezes encontrado anda um variado sortimento de roupa feita, camisas
inglezas, collarinbos, ceroulas, gravatas prelas e de pbantasia, meias para homens, se-
nhoras, meninos e meninas, chapeos de,seda para sol, colchas, bramante, atoalbado,
baloes de diversas cores e modelos, cambraias, malas para viagem, e outros muitos ar-
tigos que a modicidade de seus preces incita a comprar.
A ra da Cadeia n. 45
muito finas 360 rs. o covado.
Challa multo lino KOO rs.
Vende-so chalin para vestidos le senbora
#'800 rs. o covado.
PERGALES A V6 RS.0 COVADO.
Vende-se percales muito finos para ves-
tidos de senbora a 40 rs. ocovado.
Brilhantlnas a 44 rs.
Vende-se brillantinas ou mursulinas de
cores para vestidos de se 'horas 4i0 rs. o
covado, lazinhas muito finas para vestidos
de senhora a 400 rs. e f>00 rs. o covado,
ditas do quadrinhos : 240 rs. o covado.
1USGAD0 FRANCEZ A 300 RS. 0 COVADO
Vende-se riscado francez para vestido
de senhora 3G0 rs. o covado.
laslnhas a 84 rs. o covado.
Vendem se lasinhas para vestido de se-
ahora a 240, 280, 320 rs. o covado.
Cassas francezas a 280 rs. o covado.
Vende-se cassas francezas 280 rs. o
- -vado, chitas francezas finas a 280 e 320
.s. o covado.
Chale le merino '<*.
Vende-se chales de merino estampados
i2tJe 20500 cada um. para acabar.
CORTES DE LAAS ARERTOS A 26400
Vende-se cortes de la para vestidos de
senbora, 20400 cada um.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS
Vende-se alpacas de cores para vest. ^s
de senhora, 720 e 800 rs. o covado, di-
as de listras 700 e 7G0 rs. o covado.
Chitas praaslanas 3O.
Vende-se chitas prussianas de listras de
ores muito bonitas a 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 320
Vende-se chitas incorpadas para coberta
a 320 rs. o covado.
Balde de O a 8 arcos
1500.
Vende-se baJocs de 20 a 30 arcos
t.0500 cada um, baloes modernos brancos
3 de cores 50.
Vende-se colorinhos econmicos a 320
a doria, so se vend assim barato por tor
grande porco.
CSEMIRAS DE CORES
Vend.j-se cazemiras de cures para catea
e palitt 20 20500 e 30 o covado,
Algodn enfestado a 1.
Vendc-se algodo enfesiado proprio para
lences o toaihas, 10, a vara ou 900 rs. o
metro.
BRIM PARA CALCAS A 400 RS. 0
COVADO.
Vende-se brim para calcas e palitots de
homem e menino, 400 c 440 rs. o co-,
vado, dito lizo a imitacfo de ganga a 3G0
o covado.
Algodo de listras a 300 rs.
o covado
Vende-se algodo de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
CORTES DE BRIM CASTOR A 640 RS.
Vende-so cortes de brirn castor para
calca de homem, i G40 e 800 rs. cada um.
CARTEIRA PARA VIAGEM A 10.
Vende-se carteiras para viagem 10
cada urna, cobertores de algodo 10500
cada um.
Cobertas de chita !**00
Vende se cobertas de chitas de cores
10800 e 20. cada nma.
ALGODO TRANCADO DU EUA3 LARGURAS A
i 1209.
Vende-so algodo transado de duas lar-
guras, proprios para lences e toaihas para
mesa, se vende a 10200 o metro.
Mantas para grvala 9W rs.
Vende-se mantas para grvala a 200 rs.
cada, urna, lencos de seda de flore, a 640
cada um.
ATOALHADO PARDO A 2050.
Vende-se atoalhado pardo para toamas
de mesa 20500 a vara, I albas- escuras
10, cada urna. Ra da Imperatriz loja
da Arara n. 72.
_______________________________________
40000
500
20000
30800
>
0200
20000
CONVITE GERAL.
O proprietario do armazem de fazendas denominado Caribaldi, na ra da Impe-
ralriz n. 5. declara ao respeitavel publico que tendo grande deposito de fazendas em
er, e desejando diminuir este grande deposito por meio de urna liquidaco que fin-
dar no dia 15 ou 20 do corrente, por isso convida ao respeitavel publico a vir surtir-
le de boas fazendas, e por diminuto preco. a saber:
CHITAS LARGAS A 280 re. CHITAS PARA COBERTAS A 280.
Vendem-se cintas francezas largas a 280, Vende-se chitas francezas para cobertas
320 e 3G0 rs. o covado. I a 280 o covado, dita encarnada a 320 rs. o
Ra do Qeimado ns. 49 e 57-
lojas de mudezaz de Jos de
Azevedo Mata, est acabando
com as miudezas de seus estabe-
Iccimentos por isso queram apre-
ciar o que bom e baraUssimo.
Pecas de tiras bordadas com 12
metros, fazenda superior, a
10500, 25, 30 e.....
Caixas de liaba cora 30 novellos
Pares de sapa tos de tranca fa-
zenda nova a ......
Pares de sapalos de tapete
(so grandes) a.......10500
Duzias de meias cruas- para ho -
mem a........
Tramoias do Porto fazeada boa
e pelo praco melhor tOo attos a
Livros de ns33es abreviadas a .
fhv.h de baraibos francezemuito
finos a204Oe ...... '208Of
Silabario portuguez com estam-
pas a ........
Gravatas de e*rese pretas-muito
finas a ........
Cartoes conv colchetes de-lato
fazenda Una a......
Abotuaduras fazenda fu a. .
Cawas com peona d'aco cito
unas a 320y 400, 500 e .. .
Cartees de liaba Alexandra-que
tem 200 jardas a .
Carreteis de Haba Alexand? de
70 at 200 a>......
Caixas com superiores obaeias
de massa a ..... .
Duzias de agubas para maebina
libras do pregos rancezes di-
verso taraaeho a. .
LiVros escripturado para ol de
roapa a. ...... .
Talberes para- meninos Muito
finos a. ...
Caixas com papel amizade muito
fino a.........
Caixas com 100 envelopes muito
finos a........
Pentes volteados para meninas e
senhoras a.......
Thezouras Eaurto finas para
unhas e costuras a. .
Tinteiros cora tinta preta muito
boa a 80 120 e .
Varas de franja para toaihas fa-
zenda fina a, .
Pegas de fita branca elstica
rnflito fina a......
Novellos de linhacom 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a......
Grozas de botes de louca muito
finos a........
2)
Grande e completo sortimento de machinas para
ilescarocar algooaode nova invcncSo chegadas l-
timamente em direitara para a loja de Manoel
Bento de OlWeira Braga & C, na ra Direa n.
53. Garanle-sc que a melhor qualidade que at
o prsenle tem vndo ao mercado : aeham-se em
exposiyao aos compradores.
Systema decimal.
Grande c completo sorlimenlode pesos kilo-
grammos de melhur comprebensao dos que tem
vindo at o presente, a??im como marcos de lalao
:it meio grammo pelo mesmo systema, balancas
de latao de forja de 5 a 20 kiloirramnios, metius
de madeira e de latao para medir fazendas, alm
de grande sortimento de mtndWas c ferragens de
todas as (jualidades, tudo por precouljue s a visi;.
faz crdito : na ra Direita n. ai), loja de Manoel
Bento de Oliveira Braga & C
ALGODO ENFESTADO TRANCADO A
10000.
Vende-se algodo enfestado trancado para
lences a 10000, dito liso enfestado a 900
o metro.
CASSAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vendem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 240 e 280 rs. o covado.
MADAPOLO ENFESTADO A 30300.
Iferfriem-se pecas de madapolo enfes-
tado a 30300, dito inglez de 24 jardas ou
22 metros a 50, 60, 70, 80, 90 e 100, a
peca.
LANZ1NHAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
RAREGE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege de listas para vestidos
a 500 e 640 o covado.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
5-0 re. O COVADO.
Vendem-se alpacas de cores a 500, 640
e 720 rs. o covado propria para vestido de
senhora.
SEDAS DE CORES A 10.
Vende-se sedas de cores para vestidos de
senhora a 10 o covado.
PORCO IE RETAUK.
Vende-se urna porcSo de retalhos de cas-
sas, de la e sedas e de outras fazendas
por muito barato preco.
A' elles antes que se acabera.
CHALY DE CORES A 800 RS.
Vende-se chaly de listas de seda a 800 rs.
o covado.
CHALES DE CASA A 10.
Vende-se chales de cassa a 10, e de me-
rino a 20.
CORTES DE LA A 24400 RS.
Vendem-se cortes de la de listra para
vestidos de senhora a 20400 re. para aca-
b-r* ALGODO'A PECA 40000.
Vende-se pecas de algodo a 40, 50, 60
e.70 a peca. E muitas outras cousas que
i (iris enfadonhn menp^v.
0320
0500
0020
0500
10000
0100
0100
0040
20000
4240
4120
0240
4700
4600
4326
4500
4320
4160
200
60
20500
16f
covado.
CSEMIRAS DE CORES A 20500.
Vende-se casemiras de cores a 20500 e
30000 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 30000.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 30000, ditos de seda a 100 cada um.
RR.M DE CORES A 400 RS.
Vende-s brim de cores para ca'cas de
homem e meninos a 400 rs. o covado.
Gangas para cal va a 390 rs.
Vendem-se gangas de cores para calca e
palitots de homens e meninos a 320 rs. a
covado.
MUSSELINA RRANCA A 500 RS.
Vende-se musselina branca a 500 rs. o
covado. dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlatana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 20.
Vende-se lencos brancos a 20 a duzia.
Gollinhas e manguitos para senhora a
500 rs.
Ditas de linho fino a 10000, para aca-
bar.
GRANDE SORTIMENTO
DE ROUPA FEITA DE TODAS AS Ql'ALIDADES.
Vende-se a roupa feita por menos 26 ou
30 por cento do que em outra casa : por
isso os pretendentes padero yir examinar
para ver a realidade do annuncio.
Velbutina preta a 320 rs. o covado, para
srnhsr
RALES DE ARCOS A 10*00.
Venden -se baloes de 20 e 30 arcos a
10500 cada um. ditos modernos a 40.
BRIM HAM6URG0 A 80000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Bam-
b rgo a 80, vem a ser- mais barato-do que
algodosinho.
CORTINADOS A 140000,
Vende-se cortinados para cama a 140
para liquidar. Ditos para janellas a 70.
Todas estas fazendas se vendem muito
barato na ra da Imperatriz n. 56.
Machinas & vapor de
forqa de 3 e 4ca-
vallos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de facao e serrotes para desca-
rocar algodo.
Balancas para armazem e balco.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Uhit-
field.
Prencas para copiar carias.
Fogo americano pateat
Scbonete de alcatrdo.
DI
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que to bo*
acceitaco tem merecido n'esta provincia
muito se recommenda para a cura ceru
das impigens, sarnas, caspas e todas a
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Barthotomeu A C,
34ra larga do Rosario34.
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se po armazem amafello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defront* do arco da Con-
ceicao. em barricas grandes. ______________
Balanzas orizontaes
Pelo novo systema de kylo-
Dias,
iraaiMi.
VenJe-se no armazem de J. A. Moreira
ra da Cruz n. 26.
IiOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo o. 9
O? proprietarios deste bem conliecMo estabete-
cimenfc, alm do* bmMos ojelos qne tinham ex-
poatos a aprociaciio do respeitavel pufetco, man-
daran Tr e acainm de reeeber pelo ultimo vapor
da Eiwopa um completo e variado sortimento de
finas e mu delicadas especiaftdades, as quaes es-
tio rewfvidos a vender, como de seu costume,
por preess muito baratihes e eommodos para to-
dos, cora tanto que Gatlo....
Muito superiores tovas de pellica, pretns, bran-
cas e do mi lindas ring.
Mui boas e bonitas golliiihas e punhos para se-
nhora, neste genero a que ba de mais moderno.
Superiores pentes do tartamga para coques.
Lindos e riqusimos enfeiies para caberas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores eom vidri-
thos e sem elles; esta fazenda o que pode liaver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqnes de madronerola,
marlim. sainlalo e oseo, sendo aquellos brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por :t0000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 203,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qnalidades, entre as quaes alguinas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
casta" de marlim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
auanlidade de outras qualidades, como sejam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. ele.
Finos, bonitos e airosos cbicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda c borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de I a 12 annos de dade.
Navallias cabo de marlim e tartaruga para_ fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguram9s sua qualidade o delicadeza.
Lindas e bellas capellas pnra noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Boas baralhos de cartas pnra voltarete, assim
como os lentos para o mesmo tim.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conheeidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsdes, e
facilitam a denticao das innocentes crianeas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltcm no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel
tes que delles precisarem, vr ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deiros collares, c os quaes attendendo-se ao fin
Sara que sao applicados, se venderao com um mui
minuto lucro.
- Rogamos, pois, avista dos enjertos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Risquit Dubouch & C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, t'ornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Tb. Just. ra do
commercio n. 'M._______________
BAZARMVERSAL
ORoa Xoti-IO
Carneiro Vianna
Neste R.-VZAR encontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que so ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposc5o servaos a electos para ahno-
CO e jantar, salvas, bandejas, taboliros, bol-
sas e malas para viagem, iadispensaveis para
senhoras, candieiros para sala e cima demesa.
paredoe portal, mangas, tulws e globos de
vidro, madrinas para fazer caf, ditas para
batervos, ditas para amassar familia, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e crianga, bercos, cadei
ras longas para viagem, ditas de bataneo,
espelhos de todos os tamanhos, molduras
para quadros. gaz, baldes americanos, gu r-
da comidas, brinquedos para crianeas, um
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e n esa, tapetes para sala, quarto,
frente de soph, janella e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se encontrarn
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pena ir examinar.
Bartholomeu & C.
Extractan) carnis
Este prodneto aliroentacao paA doentes, mui
apmpriada para creancas e para as pessdas sas;
indispen-avel a todos, porm, principalmente aos
viajantes, que tero nelle o recurso de poderem
ter alimentacao de carne fresca incerruptivel, e
que com facilidade se aprompta e se conduz, por-
que n'um pequeo votme carrega-se alimentacao
para mnito tempo. Sobretodo chama-se a atten-
Jj3'> dos senhnres de engenhos que encontrarao no
EXTRACTUM CARNIS o reeurso de alimentacao
agradavel, hygienica e barata para seus fmulos e
seus doentes.
Este producto fabricado peto processo do dis-
tincto medico Dr. Ubatnba, no Rio-Grande do Sul,
que acaba de crear um deposito nesta cidade em
casa de Jos Victorino de Rezende & C, ra da
Cada, escriptorio n. 32, primeiro andar, venden-
do-se :
No deposito a ra da Cada n. 32.
as pharmaeias dos Srs.:
Manoel Alves Barbosa, mesma ra n. 61.
Joaquim de Almeida Pinto, ra larga do Rosa-
rio n. 10.
Antonio Mara Marques Ferreira, praca da
Boa-Vista n. 91.
N. B.As talas que contem o extracto irazem
urna guia para seu uso.
Vende-se urna bonita crioula de 19 annos.
com urna cria de 4 mezes, marh, filho da mesma,
enzinha e engomma soffriramente : na ra do
Fogo n. 9.
BAZAR DA MODA
Os abaixo assignados, proprietarios deste
estabelecimento, declaram ao respeitavel
publico e com especialidade a seus nume-
rosos treguezes, que desta data em diante
as raercedorias serao vendidas a preco flxo,
e mdico. Isto resolveram os mesmos pro-
prietarios em consequencia de reiterados
pedidos de muitas pessoas por ser este
systema de vender o que mais garanta e
confianca inspira ao comprador.
As vendas em grosso. ser3o feitas com
os abatimentos na razo seguinte :
Compras de 0$ a 100$ descont 5%
de 1000 a 500)5 10%
de 5000 para cima 15/
Pagamento realiasado no mesmo mez de
compra.
Os proprietarios do^RAZAR DA MODA,
observam mais que, recebe.ido todas as
mercadorias de conla propria, offerecem
a quem comprar todas as vantajosas condi-
Ces das casas importadoras.
O estabelecimento conserva-se aberto
todos os das uteis das 6 horas da manhSa
s 8 horas da noite.
Recife, I de agosto de 1869.
Jos CHARUTOS
Os melhores charutos da exposicao e variedade
de outras qualidades, finos ; encontra-se no-notel
Central de Francisco Garrido, ra larga do Rosa-
rio n. 37, Io andar, e ra estreita do Rosario n.
4 A. Vendem-se a retalho e em grosso.
A NOVA ESPEiMCA
21Ra do QueSado
Advertencia!
A Nova Esper?nca, ra do Queimad
u. 21 tendo em deposito grande quantidad*
de miudezas, e como se approxima o tem-
pe em que tem de ser dado o bataneo, por
isso desde j previne ao respeitavel publr-
co, que est resolvida a vender suas mer-
cadorias pelo baratissimo preco, para assim
diminuir a grande quantidade- das que
tem: assim pois, venbam os bons fregue-
zes. e os que n5o forem venham ser fregue-
zes, em lempo to opportuno quando i
NOVAESPERANCA convida-os pechincha-
rem, pois que para comprar-se caro, nio
falta aonde e a quem...
Elle quere ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Paris) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos da
gosto e perfeicao, e ella (loja da Nova Es-
peranca) quer sempre dividir com se"s fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
bo, e por este dar continuo (d'ambos) i
Nova Esperanca ra doQueimado n. 21,
alm do grande sortimento que j tinha,
acab* de reeeber mais o seguinte:
Ronitos broches, pulceiras e brincos da
madreperola.
Papel e envelopes bordados e mati-
sados.
Papis proprios para enfeitar bollos a
bandeijas.
Rrincos pretos com dourados (ultima
moda ).
Fitas largas para cinto.
Modernos galles, franja e trancas da
seda e de Ea, para enfeites de vestidos.
Roldes de todas as cores e moldes novoi
para o mesmo flm.
Trancas pretas com vidrilbos sendo com
pengentes e sem elles.
Rotoes pretos com vidrilbos com pingen-
tes e sem elles.
Luvas de pellica, camurca e excossia.
Finas meias de seda para senbora e me-
ninos.
Delicados leque de madreperula, mar-
fim, osso e faia.
Esparlilho simples e bordados.
Rngalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimento de
miudezas ra doQueimado n. 21, na
Nova Esperanca.
Collares anodinos ellectro-magneh
eos contra as convulces das
creancas.
Nao resta a menor duvida, de que muito.
collares se vendem por ahi intitulados ci
verdadeiros de Royer, e eis porqae muito
pais de familias nao creem (comprando-os)
no effeilo promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros ; a Nova Esperanca, por
que detesta a falsicaco principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes collares;
e garante aos pais de familias, que s5o oa
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
Cas tem salvado do terrivel incoramodo di
convulces, assim pois preciso, que ve-
nbam a Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seu
lilhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivoi mal, quando entjO ser di-
fflcil alcancar-se o effeito desejada, embor
sejam empregados os verdadeiros coUarea
de Royer.
Vinuo, Pilulas, Xauope e Tintura
de jurubeba 8imple3 e ferruginoso;
Oleo, Pomadae Emplastro da mesma
planta preparados por
8ARTH0L0ME0 &. V
Pharmace uticos-Droguistas
PEII.Y4HBI l O
A Junibeba : esla planta boje recunliecida
como o mais poderoso tnico, como o melhor
do ligado o bai;n, hepatites, duresas, tumores inter-
nos e especialmente do ulero, bydropeaiaa, cryai.
pellas, ,1o.; e aasociada ao Trro ulil as paludas
corea, chloroses e talla de nen.-lruaco, desarran-
jos do estomago, etc., e o qne diaemos allestao
innmeras curas impoilanles obtidas oom nossos
preparados j hem conocidos e usados pelos mais
di.-tini'tos mdicos do paiz e Portugal. Em lodos os
nossos depsitos distribuimos gratis folhetos qu
mrlbor facem conbecer Jurubeba seos resoltados
e appliearo.
PECHINCHA.
Feijdo a 8S000
Vendem-se saceos com feijan branco e fradinho
a 83 o sacco de tamanho regular : no trapiche
Barao do Livramento, no Forte do Maltos.
Nao mais cabellos brancos
A tintura japoneza, para ungir os cabel-
los di cabeca e da barba, foi a nica admit-
tida Exposigo Universal, por ter sido
conbecida superior todas as preparacoes
at hoje existentes, sem.alterar a saude.
Vende-se a lOOO cada frasco na
ISHDlDlMBi-ll
! ANDAR.
CIMENTO
Vende-se verdadeiro cimento ; na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joan
Martins de Rarros.
ANTI-WAGI.
Se a venda annunciada de urna parte do sitio
denominado Barbalbo, a margem do Capibahbe,
pelo Sr. Joao Paulo de Souza, amipo do Sr, Joao
Francisco Paes Brrelo, pertencente a esle, como
se presume, adverte-so que est penhorada por
execucao do Ernesto Jo3 Felippn Santiago, que a
promovo perante o juizo do commercio, escrivao
Paes do Andrad.
Rap Princeza
DA IMPERIAL FABRICA DE VIEJRA GUIMA-
RFS COUTO,
DO RIO DE JANEIRO.
Vende-se este exceliente rap no escrip-
torio de Joaquim Gerardo de Bastos, ra
do Vigario n. 16. i andar.
f.AZ fiAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Hcnry Forster 6
C, na do Imperador, um rarregamento de ga;
de primeira qualidade; o qual sevndeera partida
e a retalho por menos preco do que em outra qnal
quer parte.
Ra do Crespo n. 17.
ESTEIRAS DA INDIA PARA FORRAR
SALAS.
Gorgorees de cores para vestidos.
Poupelinas de linbo e seda de muitc bom
gosto.
Sedas de cores de lindos desenhos.
Alpacas de listas muito bonitas.
Ditas lisas de todas as cores.
Gorgoro em chitas, fazenda nova.
Rri I han tinas de cores.
Casaquinhos pretos de guipure.
Ditos de ca$emira de todas as cores.
Riquissimos cortes de vestido de blond.
Ditos ditos de camhraia bordados.
Ditos ditos de tarlatana bordados.
Colxas de seda ltimamente chegadas.
Ditas adamascadas brancas e de todas as
cores.
Damascos largos e estreitos proprios para
colxas.
Baloes de todas as qualidades.
Saias de cores,
Saias brancas bordadas.
Tapetes de todos os tamanhos e para co-
vados, aveludado.
Cambraias de cre% o chitas de todas as
qualidades, e outras muitas iazendas que se
vendem por todo preco, somente para acre-
ditar a distincta firma de
AX1LXES GUMARAES & C>
Tinta rxa de Monteiro
Vndese tinta rxa de Monteiro para escrever :
ua loja de calcado do sobrado amarello na ra da
Cruz h. 21.
Venda de impostes
Manoel Barbosa da Silva, arremtame dos m-
postiis provinciaes das comarcas de Taparat, Ca-
brob e Bua-Vista, e dos impostos de consumo das
agoardentes do termo de Otinda, avisa aos que
pretenderem comprar ditos impostos, quo pode ser
procurado ra do Livramento n. 22, onde por si
ou seo procurador podem entrar desde j em ne-
gocio os pretendentes.
Grande liquidacao de vinbos por lodo preco : no
armazem da Liga ra Nova n. 60.
-
Escravos
Vmde-se urna escrava boa cozinheira, de Idae
de 24 anno, entendendo tambem de roca, e urna
negrinha filha da mesma, de 8 annos .- a tratar na
ra do Corredor do Bispo n. 29, das 10 horas da
manha as 6 da ta^de.
Vinho verde
A' ra do Livramento n. 6 contina haver para
vender por precos razoaveis, o melhor vinho verde
at hoje vindo a este mercado.___________

Vende-se a armncao do armazem da Liga a ra
Nova n. 60 ; a tratar no mesmo armazem.
-.



Diario de Pernambuco Quarta fera 25
de Agosto
de 1869.
Ccordeiro providente
Ra ovo e vanado sornwnto de perfumaras
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
manas, de que effectivamente est provida a
loja do Gordciro Previdente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
notavei pela variedade de objectos, superiori-
dade, quahdades e commodidades de pro-
cos; assim, pois, o Gordeiro Previdente pede
e espera continuar a merecer a apreciadlo
do respeitavel publico em gera! e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conbecida mansidao
e barateza. Em dita ioja encontrarse os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadoira de Murray 4 Laraman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
cesa, todas dos melbores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacSo do
tsseio da boca.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
franceses em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
ro de violeta.
Ostras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escollados eberos, em frascos de dille-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menores
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumaras, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegaates, com p de arroz
e boneca.
Especial p de arroz sera composico de
cheiro, e por isso o mais proprio para Crian-
CJS.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de campbora e outras differentes
qaalidadss tambera para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mala coquea.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filis de vidrilhos
e alguns d'ees ornados de flores e fitas,
estao todos expostos apreciac,5o de quem
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicio.
Fivellaa e fita para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com-
prador.


EM CNTJNUACO
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DE
FLIX PEREIRA DA SIH'A.
*. i PrPretario deste grande estabelecimento tendo sido o arrematante da
fhi^,0Jaadtn0m,naa=='M/i>/l/.^S ^^S= ra da Imperatriz n. 36, e n5o
fla s,do1Poss!vf1' na mma ,0Ja conduir a liquidacao da grande quantidade de
lhri"H,qaeall,eX,Sl!am Pefos Pu>s dias que leve at entregar as chaves, vio-se
obr.gado a passar a ma.or parte dessas fazendas para o seu estabelecimento, <=PAVO
nde o respe.tavel puDhco encontrar um grande sortimento das melbores fazendas de
n lmJr ,rag /l6 sreda'^ue se ,h ?ender 'to mais barato do que em outra
2 W. ,P, i' m fim de, apurar d,nneiro' e as Pessoas q^ negociara era pequea
lct!P?COm0-,lnn'i,tlJ0' nestacasa poderao fazer seus sortimentos em
aS^?l?i.g.r?' PrCeS' ^dendo-se-lhes pelos preCos que se comprara, n t5d, t,L rZ?f0 aS CXT llent,tsiraas as Podero mandar buscar as mos-
cSa', ShSSS '0U TdaMe'ha ,evar Peloscaixeiros da mesma Ioja emsuas
da note C'tabelecimeal se ac4ia constantemente aberto das 6 horas da manilla s 9
56 $UIMA*6
om RntnnaL?RANCA l?m conv,.cc3o de quoi a abundancia de objectos de novidade-
fl?d m?S completo sortimento, a boa escolha no gosto dclles. a superioridad
m lq.? e2' e a ,miltac50 de seus Pre?os' esl3 na P "i5 do respeitavel publico
em geral, e na de sua boa freguezia era particular; mas ainda assim ella juica de scu
ar a todos, da recepcao d'aquelles objectos que estao-alm docommum,
Explendido sortimento de
roupas teitas
NA LOJA DO PAVO A RA DA*
IMPERATRIZ N. 60
ALTA NOVIDADE
EM POlPELlNAS O GOHGURO DE LINI10 E
SEDA.
Pelo ultimo vapor chegou para a Ioja do
Pavo um elegante sortimenlo das mais
Acba-se este grande estabelecimento com- bellas poupenas ou gorgures de linho e
pletamente sorlido das raelhores roupas, seda, com os mais delicados padroes que
sendo calcas pabtots e coletee do casemira, se pode imaginar, assim como urna grande
ae panno, de bnm, de alpaca, e de todas porco de cortes da mesma fazenda, tendo
as mais fazendas qne os compradores pos- de todas as cores e garantindo-se que neste
Lm Hf1 a3!.im C.mo. na mesrna ,oja fe-enero n3o ha nada mais bonito nem mais
tem um bello sortimento de pannos casem- proprio para vestidos, e vende-se por pre-
ras bnns, etc. etc. para se mandar faze* Co muito razoavel na Ioja de Flix Pereira
qualqocr peca de obra, coma maiorpromp- da Silva, ra da Imperatriz n. GO.
tido a vontade do freguez, e nao sendo
como bem sejam :
Bonitas caixinhas de madeiras envernisa-
das, contendo navalhas e os mais necessarios
para viagem, servindo ellas de carteira
juando abertas
Outras conforme aquellas, proprias para
senhoras.
Outras machetadas, com thesouras c os
mais necessarios dourados e de madrepe-
rola para costura, obras de apurado gosto
e perfeico, proprias paro um bello pre-
sente, tendo algumas com musi ;a.
Estojos ou carteiras de ce uro com nava-
Ibas, e os mais necessarios para viagens. ,
ESCOVAS DE MARFIM
Para unbas. dentes, cabello e roupa.
Outras de balea com machelados de ma-.
dreperola para os mesmos fins.
OBRAS DE MADBEPEROLA I
Leques, escovas para dentes, caetas,
didaes, brincos, alfinetes etc. etc.
Ricas capelias com veos para noivas.
Pannos de crochet para cadeiras.
Novo sortimenlo de toalhas de labyrin-
tho, para baptizados.
Renda c bico de guipur, branco e
preto.
Fil preto, de seda, com salpicos.
Pequeos e delicados espanadores de
peonas coloridas, proprios para piannos,
oratorios, etc.
Bonitos passarinhos de metal prateados,
para segurar costuras, tendo almofadinhas,
de velludo para agulnas e alfinetes.
Thesouras do duas, tres, quatro e cinco
peinas para frisar babadinhos.
AGULHAS NON-PLSULTRA
Tal a qualidade d'essas agulhas, que
mereceu ao fabricante o pomposo titulo de
Xon-plusullra, merece a Agia Branca as
honras d'um annuncio, e sem duvida me-
Cintos de brim, com elstico "para se- lecerJ das intelligentes senhoras, a devida
nhoras. estima por sua apreciavel qualidade.
Voltas de grossos aljofaes de cores A, a8ora liao para circular os coques. ', em tal genero, e ainda assim custa cada
Outras igualmente bonitas, e com pin- paPel aPens 0 rs
gentes para o pescogo.
Calumaile Lisboa
Vendo Joa'fuim Jo Ramos, na da Crur n
8. 1-aadar._________
I'IMIOISIII
No armazem pintado de verde,, sito a ra
do C->es 2 de Novembron. 30, veude-se.
superior madeira de pnho da Sceoia, com
:5 polegadas de grossura, 9 de largura,
14 ps de comprimenlo a 3(K)0 cada uma
taboas de forro a 8,-?,.0& e 10,5000 a di;
pinho amerismo de resina 200 rs. o p*
FUNDICAO "lOBOilMI
Ra do Brataa a. 59.
PASSANDO O CHAFARIZ *
Tem sempre deposito do todo o marinis-
mo empreado ua agricultura da provincia
entre o qual:
Machinas de vapor, tara assucar e paia
lgod^o.
Rodas d'agoa.
Motores de diversas especies.
Moendas de auna.
Rodas dentadas, para animaos, agoa
vapor.
Taixas de ferro, batido fundido e de
cobre*
Alambiques.
Arados e instrumentos d'agricultura.
Descarocadores dalgodo etc. etc.
ilavendo em tudo variedade de Umanuo
'lesde o menor at o roaior que se
ma empregar.
Farnha de inandim-a da Ierra inu!o~b:.,
tem para vender Maia & Landeliuo, na iravessa n
Qiieimado n. 18 B.________
Vende-Mi a taberna da ra Imperial n. 21-
muito afreguezada para a trra : a tratar na mes
ma nn no pateo do Trro n. 141. I
COStt!
Vendem-fc duas neprfnhas di; idade l\ irt-
no, muito bnita < emn txdas as Inliilidaikwpre-
cisas : a ver tratar na ra Imperial u. 67, s*,
ziindo andar.
RIVAL B \
Ra do Queimadqn, 49 c 57 Ioja
de miudezas de Jos de Azeve-
dv Maia e Silva conhecido por
Jos RigodinJio.
Est queimando tudo quanto tem em seu
estabelecimento para acabar e fazer novo
sortimenlo, por isso queiram vir ou mandar
ver o que bom e barato.
Caixas de bubas do gaz com
SOnovellos a 300
Latas com superior banha a
iO, 200 e..... 400
Frascos de oleo babosa muito
fino a....... 400
Duzias de metas (inglezas )
muito boas a .... 4J00C
Garrafas com agua florida ver-
dadera ...... 10201
Garrafas com agua divina da me-
mor qualidade .... 1^500
Caixas com Yt frascos de cheiros
proprio para mimos 2$o0ft
Dita com|6 frascos muito finos 1800
Oleo baboza muito fino que s
a vista ......
Sabonetes de ca-iunga muito bo-
nito .......
Caixas de p de arroz muito
superior .....
Pecas do babadinho com 10
raras m\ .
Pecas de fita de eos qualquer
largura .....
Escovas para unhas muito fi-
nas ......
Escovas para dentes fazenda
muito Gtra.....
Pulceiras de contas de cores
para meninos ....
(aixas de tinha branca do gaz
com 30 novellos .
Peoas de tranca Usa de todas
as cores .....
Resmas de papel pautado muito
fino ......
Pares de botes para punbos
muito bonito .
Libras de (a pa<"a bordados de
de todas ss cores .
Pontee com cestas de metal
muito finos .
Novellos de tinha muito grande
para croKs .
Duzia de liuia froxa para bor-
dado ..... .
Grosas de botes madreperola
muito fino .....
Saboueto muito f'nos 60, 120,
160, 240 e.....
Pecas de fita de la todas as
corea i......
Espelbos dourados para parede
1^000 c .....
Espelbos de Jacaranda muito
fino ......
Pecas de trancas brancas e de
cores de caracol i .
Pares de metas cruas para me-
nos ......
Caivete muito Eno cora 4 fa-
las a ......
Frascos 4a laadalo e patecholy
moHo finos .
cassas
obrigados a acceita-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho e algodao e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, Ioja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
.ios dez mil eovados de
francezas
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
Vende-se na Ioja do Pavao ra da Im-
peratriz n. 60 urna grande quantidade de
mil eovados das melhores casas francezas
para vestidos, tendo padroes raiudos e grfi-
dos, assentados era todas as cores, estas
cassas sao propriamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a chita, e alm dos padroes
serem muito tonHos, so* todos fixo e seria
fazenda para muito mais dinhetro, mas re-
talha-se a 300 rs. o covado.
Espartllhos a 3$000 na Ioja do
Pavo
Vende-se urna grande porco de esparti-
Ihos modernos com o competente cordo,.
500
240
600
0500
50C
500
240
200
600
040
4O00
120
8000
330
320
480
500
320
500
i500
2000
060
320
1500
4200
tendo sortimento de todos os tamanhos,
vendem-se a 3 cada um.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 1800
Chegou para a Ioja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, urna grande porco de
p cas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de um lenco!, o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; o vende-se pelo
barato preco de 1800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicacoes para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
Cortes de vestido do Pavo a
4000.
Vendem-se honitos cortes de cambraia e
tarlatana, ricamente bordados a 13a, pelo
baratsimo preco de 6.
Ditos por cstarem-um pou machucados
a4.
Ditos ftnissimos cou. seda a 4.
Assim como os mais m nos cortes de
poil de chvre, com duas saias, sendo fa-
zenda chegada pelo ultimo vapor, cada um
em sua caixinha com o competente figurino,
a 18; fimssimos crt s de cambraia bran-
ca, ricamen e bordados, que at podem
servir para noiva, a 250009. e outros mui-
tos cortes de dillerentes fazendas que se
liquidam baratas na Ioja do Pavo.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-so urna grande porco de cera de
carnauba cm saceos, por preco mais barato
do que em outra qualquer: na Ioja do
Pavo rita da Imperatriz n. 50". De Flix
Pereira da Silva.
CASSAS A 240
Vende-se cassas com delicados padroes e
cores fixas 240 rs. o covado: na Ioja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Flix
Pereira da Silva.
AS BASQUINAS DO PAVO
Chegaram para a Ioja do Pavo as mais
ricas basquinas du casaquinhos de seda
pretas ricamente enfeitados, sendo com os
feitios mais novos que tem vindo ao merca-
do o vendem-se muito em enna.
GROZ DE COR
Chegaram os mais bonitos grosdenapeles
de cores, sendo verde, azul, lyrio, cinzento
e branco muito alvo, que se vendem mais
barato doqueem outn qualquer parte.
BASQUINAS DE FIL
Vende-se as mais modernas e mais ricas
basquinas de fil preto, por preco emeonta.
VESTIDINHOS PARA MENINOS A
2000 E2500
Vendem-se ve-tidinhos para meninos e
meninas, pelo barato preco de 000 e
2500, assim como ricos enxovaes para
buptisado.
MADAPOLO FRANCEZ A 7000 A PEQA
Vende-se pecas de madapolo francezen-
feslado com 20 metros a 7000 a peca;
p*-chincha.
MUSSEUNAS DE COR
VenuV-se asmis bonitas musselinas de
cores a 500 r$. o covado.
CELEZIAS
PANNO DE LINHO
ATOALHADO
Vendem-se as mais finas celezias de linho
com 25 varas cada peca, sendo mais finas
ainda que os mais linos esguies que tm
vindo ao mercado, a 45, 55, 60000 e
7t000, tambem se vende em varas as
mesmas celezias, sendo preciso; assim co-
mo, pannos de linho do Porto para lences
com perto de 4 palmos de largura a 700,
800 e 1>000 a vara, sendo cm peca tam-
bem se faz alguma equidade ; bramantes
para lences com 10 palmos de largura a
1800 e 2500 o metro, e de linho muito
superior a 3200 e 35()0.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
largura a 2400, 3 e 3500 o metro; e
outras muitas fazendas brancas que se ven-
dem muito mais barato do que em outra
qualquer parte, com o fim nico de apurar
dinhrtiro.
CHITAS
MADAPOLO
ALGOD0SINHO
Vendem-se superiores chitas escuras e
claras pelo barato preco de 280, 320 e 360
rs. F as percallas a 320 e 300 rs.
Peras de algodosinlio de todas as lar-
guras e qualidades. Pecas de madapolo
dos mais baratos at os mais finos; assim
como, superior algodosinho enfestado para
lences, toalhas, tanto liso como trancado :
todas estas fazendas se vendem mais barato
do que em outra qualquer parte, para apu-
rar dinheiro.
PECHINCHA DO PAVO PARA ESCRAVOS
A 200 RS.
Vende-se urna grande porco de esta-
menha mesclada, propria para vestidos de
escravas, camisas e calcas para moleqoes,
sendo urna fazenda escura trancada e muito
encorpada, pglo barato preco de 200 rs.
o covado, fazenda que sempre se vendeu
por muito mais dinheiro.
VES l IDOS A 800 rs.
Com duas saias
Chegaram para a Ioja do Pavo os mais
modernos, e mais bonitos coi tes de vestidos
de cambaia, e organdys; com mais lindos
pul Oes. o o competente figurino, tendo
cada corte 18 eovados, que pode dar corte
para senbora, o menina, e veudem-sc pelo
barato preco de 000, nicamente na Ioja
e armazem do Pjvo ra da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da Silva.
Outras com aljofares coloridos, e tran-
selin dourado.
Botes com ancora, e P. II. para fardas
e colletes.
Abotoaduras d'aventurine com o p de
prata dourada, para colletes, cada um 5.
Botes de cristal, encastoados em prata,
para punhos, 4 o par.
Camisas de flaneila para hornera, a me-
Ihor qualidade que tem viado a este mer-
cado,
Meias de la para homens, senhoras e
creancas
Vende-se d.i estrada de Juan do Barros unu
casa de aedn r cal acabada de pnuco, muito bem
construid, de (redes dobradas e com 3i palmos
de frente e 60 M fnnJo, e co;n w. senuinlos com
.mudos, duas grandes nla*. seis guarios, lendfl
Provavelmente d'aqui a pouco abundaro ous.f. e-inhn, dispensa o carimba, com an
terreiro de 100 palmas delrmle e 400 de fund; :
a pessoa que qolier e^mpra-la nde dirigirse a<>
sitio da bom ha n. 10 nn mesma estrada, que acla-
ra com quem tratar.
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, porm as verdadeirns continuaro a
vir especialmente para a Ioja da Aguia
Branca.
Descrever minucigsamente por seus no-
raes e qualidades a inlinidade d'objectos
que constantemente se acham venda na
Ioja da Aguia Branca, seria seno impossi-
vel ao menos infadonho por isso ella con-
fia na constancia de sua boa e antiga fre-
quezia, e pede aos que de novo queiram
reconhecer a commodidade de seus precos
emeeridade de seu agrado, que nao se
A 3
Ditas de dita, tecido de borracha, para esqoecam ^comparecer i Ioja
quem soffre de tnchaco as pernas. Branca ra do Queimado n. 8.
ESCRAVOS FUGIOOS.

4
ARMAZEM CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter SIMAO DOS SANTOS ft C.
Os propnetanos deste bem sonido armazem do secco e molhados. partecipam
aos seus numerosos fi eguezes, tanto desta praca, como do matto c igualmente aos ami-
gos do bom e barato, que teemum grande e vanfajoso sortimenlo de diversas mcrca-
doria e as mais novas do mercado, as quaes vendem em grosso e a retalho, por
mrnos preco do que era outr qualquer parte, por ser m.iior parte destas mercadorias
compradas por conta propria, por isso quem comprar al a quantia de 100,?, lera cinco
por cento pelo seu prompto pagamento garantindo-se qualquer genero sabido deste
armazem.
Fugio do engenta Todos os Santos da villa
de Ipojiica, no lia 30 de maio, o escravo Goncaln,
representa ter 48 annos do idade, pouco mais oo
menos, cor vermellia, alto, ctosso, ollms pequeo?,
sem barba, e os pes radiando, fw oscrato da Si a.
D. Srnhorinlia Maria do Livramento, que rtiorou na
villa de Sermlifu'ii: ; no dia imnirdialo da fu
eslevo na mesma villa : siippoese estar acontado,
o que se proceder com o rigor da lei a quemo
tenlia, e pede- e s autoridades policiaes on rapin
taes de campo a captura domesmo e enircgar do
mesmo engenho an abaixo assignado, ou na ra
da Mucda n. 3, 2 andar.escripturio de Manuel Al-
ves Ferreira 4 C, que ser generosamente recom-
pensado.
Mifrnel Paulino Toientino Peres Falca:.
ORGANDY DE COR A 30 RS. 0 COVADO
Vendem-se finissimos organdys de cOres
para vestidos com lindissimos padr5es pelo
jarato preco de 360 rs. o covado ; assim
como ditos braiuos muito finos com listas
largas e estreitas, e de quadros a 800 rs. e
1#000 a vara, tambem tem tarlatana bran-
ca, e de todas as cores a 800 rs. a vara ;
filos de flores a <>40 rs. a vara, e ditos lisos
a 800 rs. a vara, c de salpico a 10000:
isto na Ioja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz^: oO de Flix Pereira da Silva.
CHALES DE CASEMIRA
Chegaram os mais modernos, e mais
bonitos chales de casemira com dezenhos
integramente novos, que se vendem a 90.
10,$, 120 e 140 ; assim como urna grande
pirc3o de ditos de menina que so vendem
mais baratos do que em outra qualquer
parte ; na Ioja e armazem do Pavo, roa
da Imperatriz n. 00, de Flix Pereira da
Silva.
Cortloadoa
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento eos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 120000 rs. cada par at 250000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Fefi
Pereira da Silva.
BALES MODERNOS E SAIAS DE LA
Na Ioja do Pavo vende-se os mais mo
demos balos reguladores tanto de musse-
lina como de la de crtr, e as mais moder-
nas saias (11 la entestada, mais barato do
que em outra qualquer parte.
SULTANAS
Chegou para a luja do Pavo um grande
sortimento das mais lin.ias sultanas, par;-
vesti los, sendo muito larga e bonita fazenda
com listas de sarta e os padroes mais novo<
que tem vindo a ose mercado, vendendo-s.
a 10400 o covado, na Ioja de Flix Pereira
I da Silva ra da Iroporatria n. 60.
GAZ AMERICANO 90 a lata, a 400 rs.
a garrafa e 60 rs. o litro.
VINIIO VERDADEIRO FIGUEIRA 560 e
640 rs. a garrafa, a 40500 e 40800 a cana-
da, a 70 e 940 rs. o litro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 30 e
305HO a caada, 600 e 640 rs. o litro
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 70 a caada, e 10340 o litro.
VINIIO BRANCO DE LISBOA a 600 rs.
a garraa, 40500 a caada e 900 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa. 20200,
l;5800 e 10400 a caada, 360 e 480 rs.
o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 104O o
10280 a libra, 30140 e 2,4800 o kilo-
grammo.
DEM FRANCEZA 960 900 e 850 rs
a libra, e 20100, 10980 e 10870 o kilo-
grammo.
DEM PARA TEMPERO 60 rs. a li
bra, 10400 o kilogrammo, em porco se
far abatimento.
BANHA DE PORCODE BALTIMOOR
720 rs. a libra, o 10570 o kilogrammo, em
porco se far abatimento.
620 rs. o kilogrammo, em porco ha aba-
timento.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, a 10 o 10400 a lata.
VELLAS DE ESPARMACETE 70 rs. o
massa, cm cana ha abatimento.
PH0SPH0R0S DO GAZ E DE SEGU-
RANZA, 280, 400 e 560 rs. o masso,
30200 e G:00 a groza.
E CACHINHAS
30500, 50500
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA .
120 e 140 rs. a libra. 260 e 300 rs o ki- a a irasqueira e 10 o Irasco,
logrammo e 30800 a arroba. i QUIJOS DE DIVERSOS VAPORES.
AMEIXAS EM LATAS
DE MOTOS TAMANHOS
e 10 a libra.
GOMMA DE MIL1I0 AMERICANA 400 rs
o masso de urna libra, e em caixa ha aba-
timento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 100 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 50500
a duzia e 500 rs. a garrafa.
DEM BASS, VERDADEIRA IIILERS &
BELL, a 800 rs. a garrafa e 90 a dzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 10500,* 10200, 10 e
800 rs. a garrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E AMBUR-
GUEZA 70 e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA.
As autoridades policiaes ea
quem competir.
No dia 29 de maio do crrente armo fu-
gio o escravo Eseqniel, crioulo de 30 3i
annos de idade, estatura regular, reforcado,
cor bem prcta, cabera redonda, trajava ca-
misa azul e calca de casemira cinzenta; du-
rante o dia costuma andar ganhantlo as
rua>, ou em armazens de assucar ou as
tabernas a conversar e a beber; Jrame a
noite rccolhe-se a telheiros abortos oo pe-
netraveis, a casas em conslrucco e a ou-
tros quaesquer lugares onde se possa abri-
gar : quem o apprehender tenha a bondade
de o coodw'r ra da Aurora n. 26, onde
ser gratificado.
Fagiram. do engenho Firmeza
do termo da L'scada, na noilc do
10 paratl do crlente, dnus es-
e-rayos mulatos, os <| aes bram
comprados ao Exm. Sr. baro de
Nazaicth ha lo dia* pouco na&
ou menos, sendo Joan, idade de
;!0 a 3 annos, bem barbado, pci-
tus c.-iiielludos, tem os dedos dos pea, isto os
mnimos curtos c quasi (po Ircpam um no nutra,
tendo todos os dentes de frente, corpo regular o
leva chapeo de eouro de sartanejo, calca aznl do
algodao que Ihe ehamaoi pelle d'onca e cobertor
de haeta escura e mais alpuma ronpa, foi escravo
do Illni. Sr. tenente coronel Agostinho Correa do
Mello, de Onneiiry, o outro de nomo Feis. ca-
bra, alto, bom corpo, idade 5 annos pouco mal*
ou menos, levou chapeo de eouro de abas largas,
caifa azul de algodao que Ihe chamam pelle d on-
ea c cobertor de bata escura, foi fscravo do
lllm Sr. Eduardo Pereira de Sonza, da provine!*
da Parahyba, qne o vendeu por sen procurado,- 8
Sr. Jos Lopes Alhciro ; quem o apprehender o
levar ao m smo engenho Firmesa ou no Reoifeue
escriptorio de Domingos Alvcs Matheus, a ra do
Vigario n. 21, sor generosamente recompensado
ecjrs
30, 0800 e 20400, em caixa faz-se gran-
de abaineiio.
TOL'CINHO DE LISBOA 400 rs.
a ii-
ALPISTA 240 rs. a libra e 520 rs. o
kilogrammo. e 65 por 14 kilogrammos.
;AFE EM GRAO 65 e 6-4500 a arroba, ,
200 e g40 rs. a libra. 440 e 520 rs o "ra* e 880 rs- kilogrammo, e H500 por
kilogrammo. kdogrammos.
SABO MASSA 260 e 200 rs. a libra, CHA FINO. GRADO E MILDINHO os
570 ?* 440 rs o kilogrammo, em caixa ha melhores que ha no mercado, 3 e
abatimento. :>->20 a libia, 7,5080 c 05i0 o kilo-
MASSAS PARA SOPA, MACARRAO, TA- grammo.
!* JN. ? ALETRIA 80 rs- a libra e DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 25700.
15750 o k logrammo. ^.m in0Q 0 2* a Iibra, e 55450 e
SEVADINHA E SAFU 280 rs. a libra c -jl80 o kil .grammo.
Assim como ba catres muitos mais gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
passas, figos novos, charutos de diversas marcas, linguicns de Lisboa, marmelada. con-
servas ffela de marmello, pcego, ervilhas, peixe em latas, sardinhas de Nantes.
vmho verde engarrafado, pomada canella, cravo, ervajoce, cominho. pimenta. grandes
molhos de sebolla 15500, finalmento muito mais gneros que cnfandonbo o
menciona-los.
Fugio no dia 9 do eorrenie mea do
i^genho Saiit'Auna da comarca do. (Porto
Calvo, o cabra Wcnceslau, estatura regu-
lar, de 22 anucs pouco mais ou raeno-:.
sem barba, cabadlos preto, o bem cara-
pinhados, foi comprado ua cidade do R*
cife, para onde veio da provincia da Pa-
rahyba ; e bem assim o escravo Maooel
crioulo, oe 22 annos, estatura regular,
tem um dente, quebrado no queixo superior,
bem preto; quem os apprehender leve a
casa do negociante Joaquim Rodrigues Ta-
vares de Mello, no Recife, ou no referido
entrenho cue ser Ix-m recompensado.
I llilll
INJECTION BROU
& S i I
a 11
Eate admiraTei
DepunlKo nao
oiiiem eib si mer-
urio, iodo ou
nenien i um
Vigoroso uiodiC-
[
cadpr parao safigne e cura raiculuientras moWuijs depile, Uts como a U pro, as imiiin ns, suerpe,
pii*B, e os Pannos etc. EmpreRado dfariom.-nle elle refresca a raassa do sanpuc e consolida o Mude.
A INJECCAO CADET "
**ai, 7, B' Dcnatn,
Cura cm 8 das os corrimcntoi
os ai r (Acides.
amigos ou rccenlM
itesl
no dia IG do correule moz de agosio a eserava t'.a
nome Alaria Joaquina, de idade 28 anuos, pouco
mais ou senos, er muala acatioclada, cabell s
eoinpridoi e annelados, tem pannos no rosio, altu-
ra icgularrclieia do corpo, falla alto, e tilha do
fcrto do Maco do Assii, levou saia de chita cor?
listras encarnadas, alguma eousa de>boUdo, e um
e.isaqiiinho branco, vinha sempre da Capungacom
orlahces o ructa-pao em um tboleim de madeira
grande, c pa- ava sempro no Caniinho-nnvo; o
desde ja protcsta-se contra quem a livor aculad.;
e pede se autoridades policiaes e rapitaes de
campo a captura delta, que serio bem recompen
sados, levando-a na Capunga ao sitio do IuSo Jos
iiunna LaPc-,. ou na rua do Vicario, taberna
n. Jm.
-----------------------------------___________
iio ma 18 do ccr <,mo inez de agosto tu
do engenho Taquaiy, freguezia de Santo Anl
um mulato di noiu Dalihazar, escravo do cari-
tao Aristteles Carneiro da Cunha e AUmqueracjo.
Levou cal^a de algwdaozinho azul de qoadr
camisa ilc ciscado da mesma cor, e eonduzfo D
rde. E' serianejo, alto, cspaJaudo. pouc
do e tem cabellos crespos e iiuos; em um dos i i
do rosto tem urna cicatriz a urna pequea rapl
na altura do otomago, provefc
da ; tem falla branda c bonita
imaiK ,
'oslante de umr.
ti" ira I

fla-se que procurasse as proximidades do
Peixo, donde natural. Ser hwn gra
quem o levar ao dito ongtnhi, ou ewade ao i.
I fife. ra larga do Rosario n. 94^engud,
aaaai


Diario de Pernarabaco Quaria, feira 25 de Agosto di
1869.

6ER&L
vaga
que
CAMAB DOS SRS. DIPUTADOS
SKSSAO EM 23 DE JUUtO.
peU0E*A no su. nonas.
(Co/tf fui por isso que a pr.i|i*ito desta ccn-
mItoixo nobre depilado o nomo de
m, Kurisir-do a quem Iftuito respcilo por
*fcgo, u bachare J Caewno Gaimartcs,
atete imputar ao ministro da justica nao
ter-toe anda designado ma comarca.
& dente, oeste pomo devo emittir
u franqueza a rninlia opiuo. Su da-
^Scs. que mais sustenta i necessidade do
a severa e minuciosa fiscalisacao dos
^tC'pu(ferwutfvo pelo parlamento.
s eu nao pOSJb adrnitlir que o poder
fceW 'Wo invada urna atli ibuieo do poder
iivo. A n >raeaco de einpregados e
teste respeito urna censara tao
! nao pode ser bein respondida.
Disse que n3o liobam sido prvidos os
lugares da guarda necional; n*> indicou,
! porm, quaes lugares, nem prtcnofc o lem-
po em que tinham sido feitas essas propo*-
las, afim deee o parlamento padesse a
liar se houve negligencia quanto a esse ramo (Ule dos m-mhros ~d* tribunal qae
do servigo. U6 V'sto 0;n Pe'a maio'
Neste ponto foi o orador interrompido ria^^^^HS^I ^^bquclles que <
pelo nobre es-presidente de Minas-Geraes
re orna mancira positiva o brusca msnrwf
uro modo indirecto, como conten.
Em- relago as outras consideragoes que
ufe d|Mtadea respeito do jutga
ment d$s appeHac.. c6 ue as relacSes
nbera de *4*#o. Mepare-
^tMm m-mbros d tribunal qae no
com estas palavras: ministro j exph-
cou a raz.j, disse que no confiara no sen
delegado, que>necessidade de informa
para resolver. k'
O Sr. A.ndrade Ficieira d uti Opa

MM, nao o mais
O Sr. Ministro da Justica:As mHWbte-"SIS eSlbelecido em relago s appellagoes
Wf'.t
palavras, que se acham escriptas nos an-
imes palavras proferidas nesla casa cm um
discurso a respeito de igual qi)stao, foram
outras, que vou repetir: Fallava eu a res-
peito dos actos de suspensao e riii
inejea- ___.._ ,,-------------------------r ___ .
o**wco deste pdfer; qualquer raembro- je officiaes da guarda nacional, quando rui
*. uiilinc[it.i tem o direito e al| o dever i iterrompido pelo aparte de um nobre de-
rwimr r r governo quando este Ozer putado da provnca de Minas, que interro-
ebs DumeacaO contra a le ou urna nonwa-, gava-me- a respeito de nomeacoes. Retbr-
k>KwvKiveiien'.c, da qnal resulte damno quj-|hC eu :As nomeagoes tambem carc-
irttm Nao Ihe reconheeo, porm, o ,.m a nfnrmaroes.
examinaran**
0 Su. Aiuijo Goks : Apoiado.
0~ S. Mwwmo da J^W-ft^-----c Ia0
Hranumdkh aceriIdaJJWptar para os
jfl!garan*tjs dit# ^pellagoes Crimea o que
civeis. Assim tornavam-sc os julgamentos
ruis certos...
0 Sr. Abacio Ges : Inspiravam mais
confianga.
O Sh. Ministro dv Jistica : inS-
deputado,
nliecels : a adhesSo, o apoio, a
cuoperago eficaz do parlamento, a mani-
estaco favoravet da opinio. a adhesio
franca, sincera do partido Anaervador d'onde
nasceu o goieroo, e qne t apoia c temne-
cessidade de apoia-lo eflicaimente para
cumprir a sva misio. (Muitos a oiadoa;
mnito bem.)
Vos ouprehead*is perfeitaiBeiite senuo-
que se urna simples nuvem de descen-
anf, um siremecnnenw qtialqner viesso
emliaracar, cntorpacc^ erta obra to diflicil
de se construir; o que acontecera i A
vossa missao, r misso d> governo, a mi*
so do partido que o sustenta eslava com-
plijtamcflte nurlillcada. (Milito bem mui-
Hwfllffilfem : as condlces em qae nos
achamos collocados o governo, v* e o par-
tido que no? apoia se no comprehendermoi
a conveniencia destr cooperario reciprofr',
estamos peisdos; orno iirtido nada po
deremos fawr (apodos),
vvttixic coarciar o poder executivo no
vKiciuile nma legtima attnbuicao no
sctsitdo de preferir este ou aque le individu
igualdade de circumstancias, de indicar
geruoest:t ou aquella nomeagao. un-
quMihi me conservar nesla posK'ao. apezrtr
e todo o respeito que tributo ao parta-
K&o, zelarei a iride[vendencia do poder
ewrricio me foi confiado, e nSo con-
cera de exame e informagoes.
que seja a confianga aue o governo deposito
nos seus delegados, o acto Ihe compete, e
responsabilidade sua, faz-se necessana
que proceda com toda a prudencia.
O Sr. Pknido :Va a quem toca.
O Sr. Ministro da Justica :So estas
as minhas palavras. Nao possivel des-
cobrir nellas esse pensamento de dejeon'
flanea que enxergou o nobe deputado pelo
-i ipie seje invudido. 4o distrielo da provincia do Rio de JartB-o,
Lo, p.r4anto. olo respoudo ao nobre | ux-pi-esidente de Minas.
Aputuii . .a, a algn* cdllcgas que trtbotam esti- gr 0 g0verno, por mais a!t que seja o
aoSigoo magktrado, direi que os seus gra0 de confianga que tenha no sou dele-
ieftx;osainda nao foram attendidos e seus ga(il)(.e 0 nobre deputado a mereca, nao
mn<~*> aproveitados pela razao j mani-|St p)je e\igiressa especie de passiviilade
Mtada aqui de nao I lie couvir qualquer (jue parece desejava o Ilustrlo ex-presi
piravam, como bem diz o nobre
mais corifinga, e at nos preparvam para tara completamente frustrada !
a creago de novas reJ;.ces, independeme L queJrisU sor^e no seria a do part
do augmento do numero dos joizes. I conse\Alor, uVpoit dos grandes
A mesma reflexo tem lutjar em relajo rae tem feito para organisar esle paz; d
* de 1.a entrancia. c de existirem
mx iuixes avnlsos de .1 entrancia perce-
teuo ordenado. Se o nomeasse incorre-
ao governo na censura que sem funda-
mi.i V !WS.
pt.r esta occasi devo recordar ai-
fcuuwi palavras bem singulares do nobre
imputado.
Iguurava que liuuvcsse um ministro da
,tu,-a nesla corte, e Otilio em Ouro-Prelo.
l>.w.-t*!S o nobre deputado qne offeree.ra
a marca do Sabara ao Sr. Or. Joaqnun
Caeiatw Guimares.
O So. res ido: 0 nobre ministro decla-
HHirii* em carta que elle seria immediata-
Me Aospachodo; hei de manda-la buscar
tutKno-1'relo. .
OSr. Mixistko d.v Jcstica:O ministro
fectica iieleg.u e podi.i delegar ao nobre
tK|Nt.tado suas altriliiiires?
OSr.. Pk.mdo:No as quero, repu-
ikvas. ,
O a. Mimstro da Justica :O nobre
epoado cousultou o digno magistrado, de
^yas se trata, sobre a sua nomeagao para
oxnarca do Sabara, e declarando elle que
t&> l>:e conviva cssa eomarca por causa
a dsaiuia, ufferecen-lhc u nubre deputado
3, &t Kio das Nortes; para onde se poda
toattpoiiar fcilmente. Enlo deu-nos o
mte* daputado urna amostra de seu lyris-
m> seutiuiental fazendo a dcscripcao da
viagno em um Otti de bois onde se pu-
Asssom acommodar os filhiutios. Para as-
&iu oiTecer comarcas, ipie nem vaps
a^avata, cerlamenle se considerava o nobre
t^Mado verdadeiro ministro da justiga,
tkieodo mais do que o actual.
O Su. Pknim:Ueus me livre Nao
qptxo ser.
OSr. Ministro da Josticv : Aqu,
t2v.iv cm outras muitas occasibe*, se con-
mtese iiiaiiifi'slainente o orador. Tendo
MECO Mitos i.itei puliado o ministro da jus-
te;; por t.jr deixado vagos dil'rentes ter-
mf, acciisiiu-o por tor logo prvido a co-
Miaica do Rio das Mortes, tifio eonscntindo
j- a vaga,, para que seu succes-
>ik- provesse nelta < magistrado de que se
inva.
o i ;a que o nobiv depitaao quasi
ipio ftj poupou i. trabalho de resp.mdcr-
v, porque iiotimbio-se de responder e
se&itar a si mesmo.
i\i exigiencia do nobre deputado. que
parece excessiva, a de querer que o
grtfrno aome juizes de direito que nao
atoNfam. En saba de urna palavra niuitir
ivp.;i*ida de urn illuslre senad./r que os mi
iiM> nao t i a difelto de adoccer: Squei
mWqo ijue os jui/es de diicio nouieados
tatubem nao o tm.
fcia exigencia foi a proposite da nomea-
$5o do juiz de direito da comarca de Jepii-
tatiy. Escolbeu governo para esta co-
fcu-a um magistrado digno a todos os
speitos (apoiados) lia nesta casa quem o
eokega.....
. O S'.. IV.nido: -Eu mesmo confirmo.
(i Su. MiMSfltO da Ji-stica :-----e d
* sdaWlustragUb o melhor aliono. (Apoia-
Tm1; os magistrados nomcados tem um
pura se transportar a sua comarca, e
so nao smente para a vige.n, e
dente de M as.
O Sn. Avbrade Floranv: Eu dese-
java apenas que acreditisse as minlias
informagoes.
O Sr. Ministro da Justk:\ :Refera-m
a informagoes da secretaria : nem o nobre
deputado apunta -laclo aU'um de pedir o
go*ttf infonnaces extra-ollicias para
aquilatar do criterio das propostas dos seus
delegados.
0 Su. A.ndrade Figukira : Isso exa-
me da secretaria.
O Sr. Ministro da Jistica:Examc o
infirmagoes. Qncrei o nubre depulade
entrar as minhas inlenges, para dizer
que essas informagoes sao de pessoas es-
tranhas ?
0 Sr. Andrade Figukiav d un aparte.
O Sn. Ministro d Jstica Kxame e
inrormago di secrelaria e dos auxiliares
inmediatos do ministro.
O Su. A.nduadc Figit.iha \ Para ISSO
de s. is meees!
teioaem para preparo necessano a urna
wiimga de residencia.
O Sil Pswm: -Para isso ha urna pala-
bra:morreo o Nevos.
Su. Ministro da Jistica :AchO qui-
a pakavra do nobre deputado nao "
iesle recinto (apuiados), e certamen'-
S&-. presidont" n" > a ouvio, alias n^o con-
searia que o bebse depa.i \ a emprc-
uee.
O Si'. l'r.Mno :-Est muito engaado;
catire ministro riao me pode impr; nao
lie dirig insulto. Quer tirar a liberdade
oo presentaste da naci ? Na fique certo
tpfi niMica me ha de escravissf. O nobre
Ministro pdi; esmagar-me coma l'orga,
** nunca me ha de tirar a liberdade de
Csitar, eimpianlu viver.
O Sr. Fhbstdcnte: Reclamo ordem.
Hu nao ouvi as palavras do nobre deputado
a a cuinprir o meo dever o sustentar jo
amlamento regular da scusso. O nobre
Ministro pode continuar.
O Sa. Pknid a V. Exc.
qpe, diga ao nobre niinitij que nao' me
insulte.
Yares: Nao houveinsulto.
O Sr. Prksiii 3 qualquer
iasolto, embora pai um ministro,
a sabefa manter a ordem o a liberdade
Ai discdsso, conservando a dignidade da
canora e. de cada um dos nobres deputados-
(Sfotto bem). m
OSr- Ministro da Jistica:Senhores,
ouncluio o nobre deputado a parte do seu
ffcehrso que se refera ao ministro da jas
B tratando da guarda nacional, e fez a
precisava
O Su. Ministro da Ji me c informagoes sfb iodispensaveis. por-
que militas vetos podem as propostas nao
estar de conformidade. nao direi com a le,
mas pelo menos com a inielligancia que o
governo di a le.
Falla agora o nobre deputado em seise
oito mezes a irspoito de sus[>eos deof-
liciaes da guarda otonal. Qual era a n -
cessidade que havia de prctcW ouiros ser^
vicos mais importantes para acudir a es^a
que j sta va prvido pe > ; cto da prcsi-
,1 ncia ? Suspenso um ollicial, o sen subs-
tituto, de nomeago da mesma presiden-
cia, entrava logo em exercicio ; o servigo
publico portanto nao soffria.
Haveria e ha essa necessida le urgente a
ponto, de prejuJicar outros servicoS mais
importantes ? Pensa o nobre deputado que
o ministro da justiga no tinha encargos
encargos muito pesados a que attnder V
Quem se mostrou aqu IHo impaciente em
relaea i as reiinnas....
O Su. A.ndrade Fioit.ia .-A minha im-
paciencia era por .ue, no lim de tanlo lem-
po, as re.'Tinas nao appareciam
O Sn. Ministro oa Jistica :..,. enten-
ilo que o ministro da justiga devia prete-
rir essa necessidade timbera paipitanto.em-
bnra nao se descuidasse de alien !cr cm
grande parte ao servigo da guarda nacional.
Nela materia foram moilo os aclos da re-
pariigo, e seu numero avultul > demonstra
quaiit" extenso o expediente da secreta-
ria s nesle ramo.
Senbores, eu desejava dizer algumas pa-
lavras a respeito das observaroes milito ju-
diciosas que um Ilustre represenlaota da
provincia da Babia fez em urna das sessbes
anteriores a respeito de diversos assump-
to's cncefnenles ao ministerio da justig i;
mas tendo-me alargailo alm do que de-
jiva, nao poderei acompanhar o Ilustre
orador no desenvoivimento que deu as suas
ideas.
Tralou em primeiro lugar o nobre depu-
tado, que um dos ornamentos da nossa
magistratura...
OSn. Ahauo-Gf.s:Obrigado a V. B*c.
O Sn. Ministro da Jlstica : ... e cujo-
talentos en muiti respetto, do supremo
tribunal de justiga, da incerb-za de suas d
cisoes, assim como da potica forras que ti-
nha para firmar a interpretacao judiciaria
das nossas leis civis.
En acompanlio o nobre deputado nestas
reflexes; acredito que realmente neces-
sario elevar o supremo tribunal de justiga a-
altura de sua misso (apoiados) ; 6 necessa-
rio que esse tribunal, enllocado na cup> la
do poder judicial, seja o orgao da vurda-
deira interpretar) da lei, seja o centro de
toda a administrago da justica.
Est snjeito a discussao da casa um pro-
jecto do senado, que procura altender a
esta importante necessidade: esle projec-
to consagra a idea de tornar "bs aroslos do
supremo tribunal de justica obngatorios
para todos os juizes, inclusive o proprin
tribunal, podendo serem cues derrocados
seno por lei. Nao me parece esta idea
muito conforme com a nossa constituya >,
entendo que ella desloca urna allribuigao do
poder legislativo para conferi-Ia a om po-
der inteiramente distraclo. ao pofler judi-
ciario.
Tenbo a respeita dcsta questo ideas
que hei de formular, em urna emenda" para
ser submetlida a coosiderago da casa na
occasio em que se discutir o prometo:
reseivo-me para enlo desenvolver de urna
maneira mais ceinpleta>ineu pensamento.
Smente direi agora que em minha opinio
?a pode chegar ao
nando os arestoi
obrigatorios para elleTat que por elle
mesmo sajan derrogados, seguindo se os
mesmos tramites por que foram eslabele-
cidos. Assim obtem-se a unilbrmidade
da jurisprudencia, nao eorao se pretende,
aos aggravos. So'dus os juizes sortea-
dos que, .^em lerem examinado o feito.
vencem moitas vezes a opinio ilojuiz rela-
tor que estudou e q ue deve ter por conse-
queucia um voto mais consciencioso.
O Sn. Aii.ujo Gks d um aparte.
O Sn. Ministro da Jstica : ver-
dado; bu votam uoruiualm rite, sem exame,
suDscrevendo opin'iV) do relator.
AlguiS dos meus antecessores entenJeram
que tiobam a allribuigao de regular esta
materia, revocando e modificando o regula-
mentode 3 de Janeiro de 1833, promulga-
do em vivlude de disposigo provisoria. El,
porem, teulio escrpulo, confesso, de us ir
desla attrbuigo : p'jrece-me q'il esW re-
gulament^, expedido em, virtule de urna
autorisaro d poder legislativo, econsa-
grado por longa1 experiencia, adquiri urna
lal oil qual forra legislativa, em virtude da
qual no derc ser derrogada peio' poden
executivo.
Em relago ao codigp civil, ultimo ponto
de que tralou o nobre deputado, eu nida
mais posso dizer alm do que deixei esenp-
to no' me rotatorio. Entendo qiw um c-
digo uvil sobre una larga base scienlilica.
com um vasto sysleana e grandes innova-
goe-, nao 6 npportuao ; temos outras ne-
cesidades em njssa legisla'go mais ur-
geu'es e a qu: de preferencia convera at-
tender.
Como disse no relalorio, acredit que se
sati>fui'a a opima), fazeado-se urna com-
pilago do actual direito civil o introduziu-
do-se apenas aquellas mo liieages que a
experiencia, que praxc mesmo do nosso
froj tem aconselh ido.
(i Si. Ahumo Ges: Isto mesmo c
um cdigo.
OSa. Ministro dv JisTira : E um
coligo, mis um cdigo modesto, ao qual
devenios aspirar, e noum cdigo como se
proje 111, fago esta distinego porque
cxii|, como sabe o nobre depudo um
projecto ,jid ;ip.irla-sc int^iraraenie desla
idea e que, inti ochz uoi syslmtia in'eira-
meiiten vo, io s no paiz, como na-scien-
cia do direito ci^rf.
Sao eUs as cousiderifioes que eu enten-
do conveniente fazer por emqrraulo a res-
peito dd que disse o nobre deputado, pe-
po i s de tantas lulas porqu tem passaio,
sem ter realisado suas osperanc^as, achar-se
completamente aniquilado ? Seria a maior
das descregas Niuguem mais poda con-
tar com a organisago de um partido que
tantos beneficios tem feito a'o pai, c que
ain'ia pode fazer sua prosperidade. (J ui-
tos apoiados ; muito bem.)
Senbores, os partidos uo se organisam
nicamente pela gloria de terem certas dou-
irinas nscrintas as suas bandearas; pre-
ciso q*e ellas sejam realisadus (apoiados),
que se iraduzam em fados, em leis.
Mas, o que preciso para conseguir
essas vantangeui ".' A uiuo de vnntades,
compenetrando-se cada ilm da importancia
da missao que o lado poltico obngado a
desemoenhar. (Muito bem.)
O Su. Chuz Machado : Accrescent-irei,
devend. lera devida direcgo.
O Sa. Ahaujo Gf.s : Multas vezes a
cansa relativa o individuo.
O Su. Ministro da ACKicTRA : Por-
tanto, senbores, eu qin teulio recibido o
pesado encargo de ministro, que tambem
me tenlio compenetrado das minhas ebri-
gag5es (muitos apoiados). nao s pela po-
sjS ein que estou, mas pela responsabili-
dade que tenho prabte um partido, no
posso deixar deipwcar constantemente o
appia desle partido; o 3poio dos represen-
tantes inmediatos da opinio publica.
Nao posso deixar de invoca-lo, no posso
dispensa-lo por modo algum. e me doeria
extremamente ver que p quenas dissiden
cias fossem capazes de entorpecer a mar-
cha que este partido deve seguir. (Apoiados)
Sr. presidente, eu j fui mais I iflge do
que pretenda, porque V. Exc. sabe que na
3* discussao dos orgamentos no muito
licito divagar ; mas perdoe-me a casa o
liave-h occu.pi lo com esta pe plana rjigfob-
so, e pego a V. V.\:. que lo.la a vez que
a sua elevado ; preferio, portanto, d
posto indirecto a um que fosse mais di red
e que pesasse assim mais immediatamenl
sobre a prodcelo.
Mas no basta isto, sem divida; pre-
ciso que ama Overa fscalisaco das des-
lazas tambem auxilie, cood)Mte a acgo dos
impostos. As despezas a que somos obri-
gados actualmente, aloradas ordinarios, sao
augraentadas*com as extraordinarias, que
de certo modo tambem aggravam as des-
pezas ordinarias.
Portanto, a necessidade de fiscaliiar, de
mdueir, tanto quanlo sejajpossivel, a des-
peza de rigorosa obrigaco; vos todos
comprehendeis que estamos adstrictos a
assim proceder.
Isto jnstilica a opinio do nobre deputado
de que precisa urna larga discusse das
despezas publicas.
Nao tomos, como o nobre depatado disse
dados para poder, com a maior precisan
nossa mHWao'es- possive, (harpas despezas.
S. Exc. disse que nao temos os balancos
Se nos esclare?am, que as daspezas no
lo discriminadas mo conv'mha, e nem
podemos aprecia-las pelos balangos, que
vera mui^o tarde.
J o meu nobre collega, o Sr. ministro
da justica, declarou qu es erara as regras
da nossa contabihdj.de publica": temos o
svstema de contabilidade por exercicios ;
unilo o exercicio, preciso liquida-lo.
Esta quidacao pode rcalisar-se em anno e
meio depois de expirado o anno llnauceiro.
Para que se possarn tirar os balancos de-
finitivos, nao temos ouiro syslema, poisno
adoptamos o dos balancos provisorios como
em outros paizes, por exemplo, na Blgica
e na Franca, onde ha balango provisorio e
definitivo.
Mesmo nos paizes em que a contabilidade
publica tero sido levada sutr maior per-
feigo anda no conseguirara ter csses ba-
langos to especificados e to prximos aos
orgamenlos que possarn servir de base para
se, tratar da despeza com toda a indivi-
dua gao.
ltimamente at se tem recorrido aos or-
camentos rectificativos ; inovagio dada lti-
mamente na Franga para poder approxi-
mar os orgamentos s despezas electivas.
E nos j temos um exemplo que nos
pode servir de fundamento para julgr que
seria para o nosso paiz urna pratica rauilo
conveniente.
Temos o orgamento que se discute, que
ser um verdadeir > orgiineato rectificativo
a receita c despeza do exercicio de 1809 a
Ji
1870.
Se pudisemos adoptar esto systema.
o nobre deputado loria enlo occasio de
achar elemento para poder consignar as
despezas com muito maior individuago ;
mas no eaitanto preciso que varaos com
os elementos que temos. Estes, posto
que nao sejam muito perfeilos, todava nos
(o olguraas bases.
Feitas esias considerages, passo agora
a dizer mais positivamente alguraa cousa a
nlender"q'iie eii saio fra da q.iesio, qdo respeito do orgamento ou da proposla que
dudo4he desculpa d nj dse nvJ ve-I as
aais lar^arOeale, porqae mo ach*fatigado.
Agradego, enlretuito, ao nobre deputado o
auxilio mui'.o valioso de suas luzes que trou
KC a c^ta disciusso.
Aules de concluir devo dizer tambem al-
gumas pa.avras a respeito de un addilivo
ne transvii) dos' preceitos do regiineUtO da
casa, me chame ordem, que en serei o
primeiro a tratar nica e especialmente do
assumpo em discusso.
O Sr. Piiksidicnti: : A discusso tem
sido tratada amplamente ; e nao pode dei-
xar de ser assim. Desdo que a 3* discus-
sao do orgamento versa sobre todas as
verbas de todos os ministerios comprehendo
questoes dilliceis. tido que, com igualdade, a discusso corra
neste terreno desde o principio.
O Su. Ministro da Agiuciltira : O
pedido que liz a Y. Exc. tem por origem o
uo estar eu bem corto das doulrinas do
que f.i apresentado, consignando o aug- regiment da casa.
"ado desojado, tor
supremo tribunal
ment de vencimUlos aos magistrados.
Com muito pezar, Se. presidente, vej-
me obrigadoi manifestar um voto contra-
rio esta medida.
Ninguem mais do que eu roconhece a
necessidade de garantir magistratura a
independencia material, que a base da
independencia moral.
A este respeito emmoiei o mea pensa-
mento no relalorio que tivo a honro do apre-
senlan ao corpo legislativo.
t Realmente mister muito civismo e
virtude para formar lanos magistrados roe-
peitaveis semnenlnm elemento a ao con-
trario com nina organisago obsoleta, iuap-
U ;is necessid les e ideas aetuaes, c com
;ii/'s mal remunerados era consiante pere-
jjrinago por extenso e-despovoado terri-
torio.
(juanto nao devo o paiz esperar dessa
magistratura desde que a revestir das mi-
randas necessarias sua independencia !
Urge altender tm;i necessidade. vibal ;
pois j so nota do parte da nossa mocidade
certo afastamento por uma carreira que of-
fereee to digno emprego s {acuidades do
liomem de probMade e inlelligencia.
i Em vez de attrahir como em outros
paizes, as capacidades amesiradas no MBer
cicio da advocacia ; a magistratura entre
nos j cm muitos casos serve apenas de ti-
rocinio para aquella lucrativa polisso.
Aquestao pararnii, senliores, nao e pois
de principio, nao de juslica, nao de con-
veniencia. Essa j desde muito se acha
resolvida pelo voto unnime do paiz. A
questo doimpossibilidale. E-tuaug ish
cmara, que conhece quanto o Esta lo tem
pedido e atada talvez ha de pedir bolsa
docidado para oeeorrer s necosstd id s
publicas ; e ta BOgnsM cmara, a quem
compete a iniciativa do imposto e das des-
pezas publicas, resolver em sua sabedoria.
Do um lado est a magistratura, deposi-
tara da justiga e guarda do direito ; do
outro lado,.porm, est a nago j muito
exhausta, esl a propriedade bastante ag-
gravada, est a industria que definha.
Acretito, senhores, que a propria^magis-
tratura, chamada a decidir esta questo, a
resolvera no seu patriotismo pela abnega-
co.
o que tenho a dizer. (Muito bem.)
O SR. ANTAO (ministro da agricultura
Sr. presidente, na gravissima sitoaco
porque est passando o paiz, nenhurn go-
verno fem o direito de existir sem attender,
sem respeilar s condices que llie sao im-
postas pelas dficuldades do tempo ; o m-
hiorameoto das financaa, o acabameiHo d*a
guerra ^a adopco daqatlas reformas que
a opinio publica ardenteraente reclama.
Sr. Souza Res : Apoiado.
O Sr. Ministro da Ahriciltcra : Para
satisfazera essas condiges 6 necessario
que elle empenbe todos os seus esforgos :
mas nSo basta o esforgo do governo, e pre-
ciso que seja aeompanhado de todos o au-
xiliares que Ibe sao-indispensaveis para le-
var atabl empre lb grandiosa.
Quaes'So csses auxiliares? Yus todos;
agiv-
0 5b. Cbuz Machado : O exordio foi
agradavel. (Risadas.)
O Su Aii.vno Ges : E muito
davel. (Apoiados.)
O Su. Ministro \>\ Aiuucn.n.v: Tra-
tarcf agora, Sr. presidente, do discurso que
hontem proferio na casa o nobre deputado
pe o 3o distrielo da provincia do Ro de Ja-
neiro. Pareceu-iuo ou\ir qne o nobre de-
putado se ibscreveu, como relator de urna
das commisses da casa, c que ne-ta qua-
lidade Uvera a preferencia para fallar.
Pego licenga para chamar a attengo do
nobre deputado para esta circumstan;ia ; as
ommisses do orgamento, eleitas pela c-
mara dos Sis. deputados, representando a
sua maioria, o seu pensamento (apoiados,)
as quesles que fem de subm dler de
ciso da casa, tem uma missao muito dilTe-
renle da do deputado qne por si apresenta
um projecto, que por si discute uma ques-
lao. (Apoiados.)
Estou persuadido que o nobre deputado
usou da prorogativa de relator da Ia com-
mis.so de orcamento, nao llie pertcncendo
o remenlo lo ministerio da agricultura,
no intuito iinicainente de fa lar em primeiro
lugar porque no posso crer que livesse
outra ntengo.
O Sh. Pkruira da Silva d om aparle.
O Su. Ministro da Auriculiiiiv : Eu
adraittiria de muito boa vontade que o nobre
deputa Ib fa Usse na quadade fie relator
da commisso, se nicamente S. Exc se
restringisse a fazer observadnos sobre os
diversos artigos e emendas que se achavam
em discusso ; mas parece rae qua oi'-
lustre deputado foi um pouco alm deste
proposito.
O Sa. Pona* da Sn.vv: Nao se-
ihor.
O Sa. Ministro da AmtiLi.TL, \ : Pa-
receu-me.
O nobre deputado, cm seu brilhanlo exor-
dio, tragou a situago financeira do paiz
declarou S. Exc. que temos uma despeza
consideravel, e uma receita que inferior
a essa despeza. Nao lia maior dilicold ule
para um paiz do que o dse juilibrio da sua
receita e despeza : portanto, a necessidade
de resolver esle problema, isto o equi-
librio da receita e*despezi, mereceu a mais
aturada atteago do nobre ministro da fa-
zeuda e do gabinete actual.
Posso assegurar, com toda a afouleza,
que o gabinete de 16 de julbo compre-
headeu, como en disso a principio, que
uma das condiges da soa vida era o rae-
Ihoramento das (nangas, e vos sabis- que
este problema complexo em um paiz que
chegou situago lo deptoravel como o
nosso ; mas estudadas lo las as necessida-
des publicas, examinando lodos os recursos
de que podia o paiz tancar mo para equili-
brar a sua receita cora a despeza, ogab-
oete nao trepidou em apresentar a necessi-
dade de creago de alguns impostos.
Procorou qoe na aggravaco deste onus
Dose prejudicassem asfontes da prodaccio
e harmonlsou, tanto quanto foi possirel, a
facilidade da arrecadago dos impostos com
foi feita por mira.
O Ilustre deputado, depois de ter enu-
merado as diversas propostas taitas pelos
raeus antecessores, e principalmente refe
rindo-se ultima, disse qu& eu tinha feito
uma proposla mais elevada.
O Su. Pkrkira da Silva: A differenca
apenas de 10:000^000.
O Sn. Ministro da Agricllura : Fe-
lizmente diz agora o nobre deputado que
apenas de 10:000^000.
Passo a mostrar ao nobre deputado algu-
mas diffrencas que euwntro nos algar s-
moi que apreseotou. Comcgarei pelo ex-
ercicio de 1866 a 1867.
A quantia pedida para o ministerio da
agricultura as taDellas do org enlo para
este exercicio foi de 9,83o.U)2S101 ; a
despeza effecliva, porem, foi de.........
ll,5.*.::i'.^357. Despendeu-so mais do
que o orea lo 2,:}70:i-)7,S2.').
No exercicio de I8'i7a lOtiS arcou-se a
despeza em I l,9l.i:7(ll S105: despendeu-
se I,33:!)il,?0i0. Houve um excesso
de despeza de 4lU:180,)615.
No exercicio do 1868 a 1859 orcau-se
a despeza em 12,59:658^70. Fui cu
que dei execugo maior parte do orga-
mento a que se refere este exercicio.
You mostrar, com os dados que tenho
quanlo despend, e nao exceder a esta
somma, entretanto mesmo a parte que
anda nao esl liquidad:.
Orgou-se, como acabei de dizer, em
12,o9:Gr3,->770 a despeza deslo exercicio;
;i despeza elTecliva no ha de exceder l
10,200:000:H, viudo assim arealizar-sc uma
redcelo de l,9.')9:''>ov\770.
Nole-se que liz examinar toda a despeza
realizada at o (im de junbo, quo eslava
ordenada e ahnla nao satisfeita. Calculei
com a despeza polo maior do semestre
addicional, e nao me don uma despeza su-
perior aquella que cima mencionei.
O Sn. Pkuijuv da Silva: Estimo
muito isto.
O Sr. Minisnro da Ac.iuclltira: Por-
tanto nao posso ser de modo alguin aecu-
sado de dissipador, de a tiscasar a d s-
peza publica tanto quanto possive. (Apoia-
dos>. E eu, senhores, nunca aecusarei um
ministro porque tenha pedido no seu oiga
ment umi somma que pareca um pouco
mais elevada. O ministro, quando traa de
fazer os orgamentos conta corn a despeza
no seu completo, conta com lodosos ser-
vicos, paca nao se ver foreado depois de
falla desta providencia a abiir crditos e
crditos avultados. (Apoiados).
Esta a obrigago do ministro que quer
com sinceridade fazer a despeza publica,
prever nos seus orgamentos os servieo>
que julgi indispeusaveis, sem occullar
c^usa alguma. Mas tambera sua obri-
gaco liscalisar a despeza na exocuco
tanto quanto seja possive, ts procurar rea-
lizar aquellas economas que o servico com-
portar. (Apoiados).
Portanto, ainda mesmo que eu tivess
pelillo uma despeza um pouco raaisavul-
do que a effectiva e do que as propostas
do meu antessor, no poderia ainda ser
julgado. E tanto mais quanto a commis
sao quo trata desta parle do orgamento
tem proposto reduegoes de accordo co-
migo.
Mas, senhores, votto ontra vez questo
de ter sido mais elevada a proposta que fiz
o que a do meo aotecossor, e que agora
o nobre deputado em um aparle acaba de
dizer qoe apenas ha differenga dj.........
10:0000000.
O nobre deputado deve lembrarse de
uma cousa, isto 6, que na proposla do meu
antecessor vmha consignada a quantia de
UOO:OOOiO0O para a estrada de ferro de
D. Pedro II, e que eu propnz pora esta
aqu ba umi
nobre de pu tato
no p ismdi o nem ais-
pen^
0 Sn. Pkrf.ira O Silva: -De certo.
0 Sr. Mimstro da AfiniccuuRA :Tam-
bem ha algumas pequeas despezas que se
elevram, mas que sao compensadas por
outras que se reduzram.
Feitas as comparacoe.;. \<"-sc que a
minlia proposta ellectivamente no mais
exagerada do que a do meo antecessor.
\ de meu an ecessor foi-de...........
11,819:8995770, e a que eu apresentei
de II,930:839^ 110, com a differenca que
acabei de notar.
Julgo, portanto, que as apnreliensbe^que
manifestou o nobre deputado vista da
proposta que Uve a honra de apresentar,
lero desapparecido.
Antes qae passe adianto devo lembrar ao
nobre de deputado, que elle, tratando do
balango provisorlb, ou da synopso, disse
que admirava-se de que viese urna des-
peza no classiflcafla nesse documento.
O Sr. Pkrkiba da Silva :Faltando so-
bre os gastos do ministerio da agricultura
no exercicio de 1806 a 1867.
OSr. Mimstro da AcMcnrcnA:Mas
ncSlc -aso devo ser justo no deixando in-
defeso o meu antecessor a tal respeito. O
nobre deputado deve lembrar-se primeira-
mente, qun um synopse, que balaogo
muito incompleto e que esta .despeza nao
classificada apenas de 66fl^67i
0 Sn. Pereira da Silva : Peralto; no
balancete distribuido aqui o anno passado
ha uma despeza maior no classificada.
0 Sr. Mimstro da Aohicultora:Pode
s'er.
O Sr. Pereiba b.,1 Silva :En disent
isto aa ultima sesso.
0 Sa. Ministro da Agricultura :Seria
muito irregular quo no balango definitivo se
eucontrassera despezas no glassificadas, c
n ste ponto leve mnita raz3oJ o nobre de-
putado quando. as ce; surou; mas no deve
admirar quo ribs balancetes on synopses
venham taes despezas; porque no estando
completa a liquidago do exercicio, (alian-
do os documentos, que depois so presen-
tes contabilidade, taes despezas desappa-
recem para tomar o seu lugar na verba
respectiva, cofdo ha de acontecer do que
se trata.
0 nobre deputado, 2na!ysaudo as diver-
sas verbas do orgamento e fazeWo as suas
observagoes, julgava necessario altera- as.
M is antes d ludo preciso notar que a
proposla por mira apresentada para o
anno de 1870 a 1871, ao passo que a pro-
posta referente ao exercicio de 1809 a 1870
6 do ministerio anterior.
Na proposta, o primeiro paragrapho trata
da secretaria de estado, em que livc de pe-
dir o augmento de 0:000.5 sobre o qual
fallou o nobre deputado.
Posso dizer ao nobre deputado que a
esse re-peito combine! com a Ilustre com-
misso aim de no alterar o vencido na V
discusso, em que no se contempla este
augmento (apoiados), podendo coinludo pon-
derar ao nobre deputado que nesla verba
eni diversas pocas se tem gasto inuito mais
do que o algarisrap indicado.
Aroduego, pois, se ha de fJzcr; e~ pa-
rece-me que o nobre deputado acreditara
q le a commisso no propor emenda al-
guma neste sentido sem estar de "accordo
com o ministro, como tambem aconteeeu a
respeilo das despezas eveutuaos, em que
propoe a reducco da somma votada em 2a
discusso. II.
O Sn. Psbeiba da Silva :Estou d accor-
do que f.izse a diitlinuico de harmona
com o nobre ministro.
0 Su. Mimstro da Acricuuoba:Para
as obras do municipio neutro,pe lia a pro-
posta de 898:04 lr>190. 0 nobre deputa-
Ido, tratando desta verba, disse que
laqueas em que se podem fazer maiores
reduegoes : porqoanto, deduzi.la a despeza
com ofessoal, no.s o tecbnico, como o
encarregado de liscalisar, ele, qae, segun-
do as tabellas que acompanham o orca-
mento, eleva-se a 98:00U|000..
O Sr. Prbkira da Silva :O balango diz
l.")il:000;5000.
O Sih di.NisTiio da Ar.iuc.ULTi;nA :Eurc-
firo-me oroposta em que eslo ospecilica-
das as verbas.... como d'uia. foila esta
deducaco, segundo o nobre deputado, ludo
o mais se gasta, cora a agua, nao existindo
obras que justifiquem estas despezas.
Senhores, admirei um observag) que
sobre este assumpto fez o nobre deputado.
l)is consideraveis, milhares de conto> para abas-
tecer de agua a cidacio : e entieUulo a po-
pulago da corte eslmorrendo d
botrrendo-se, uma falta d'agua cora nunca
se senlio.
0 Sn. PiaiEiRA daii.va :Gomo oeste
anno.
O Sn. Ministro da Agricultura :Se-
nhores, as construyes- feitas para o baste-
cimento d'agua no foram preparadas para
resistir s grandes seccas de mamila quo
nao fique redando o fornecimento. (Apoia-
dos.) A seoca ueste anno foi extraoHHOa-
ria: em nenlium putro houve algonw mais
prolongada, (Apoiados.) Em quaes cir-
cumstancias o que havia de fazer o ministro
da agricultura ?
0 Su. Cuidoso de Mkn&zes : Havia de
cenverter-sc cm Aaro.
O Sn. Ministro da Agricultura :
preciso que possuisse a vara m.raculosa
que no deserto fez jorrar agu-s do roe
lo, para de repente supprir a \9m
da populago no meio da extraordinaria
secea.
Sem dlvida uma das cousas mais di-
lliceis o fornecer agua em abundancia em
uma cidade to vasta como esta. Para sa-
tisfazer essa exigencia preciso empregar
os icios mais apropriados. Mas em oble-
las est a soluro de um imp ,>ro-
blema. '
O Sn. A Ficcjeira :
directora das obras pubhi^B
despendido. V. Exc. no poH
em seis mezes.
O Sr. Ministro da AgriColtcrv
mo qne o nobre deputado raji
justiga.
O fornecimento de agua i
de qualquer outro obje^^H
para rtlumiuaclo, que pde'i
do ; a agua destina-se a prover a a
dectiriavol neccssidadMl
(Gontim*r-se-ha).
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