Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11924


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Full Text
I
AIWO HU. NUMERO 192.
~
,
..*
FAtA A CAPITAL E IZARES OJDE HA6 SE PASA *
|or n ditos dem. ...............
Jar nm am dem ...... ........
ada numero avulso ...".......' &.........
......^^........
TEBA 24 D AGOSTO OE 1869.
-*---------
rm nmo i toba da mmcik.
Por tros mefBs adianlados.....
>r ditos idom. .... ........
Por wm dito* ifcm .... ; ." *.......
Porumanno..... ..........
.......*.......

Wt
#600
9B015G
270OO
Wm.

Os Srs. Garardo Antonio Alvos tflhog no Para ftm^tt^jL n- mAO A**1"*
PABTE OFPICAL
:^3gfP^
Coverao da pro*lucia
OMtACW DA" VfiK-PaKSIDENCU do WA l8
r2^^>'** i* chapos.-En-
Vl-.vinlri.ji Adelaida de Paula Brasil.-Deriia-
5.* W g,r" la,erin'J da ia,rucY>o pu-
i .i i. com ordenado sement
Aaittsta. Xivier de S>aza Fonceca -Vauarde o
..ed.to pedido a) gavern., teiperia g
S^.21" a^,,Ftrreira da Silva-
brSS a' Che'C dl rcttrli50 da3
f ter.Mtl.owar.tCn, ouriate a da altandega.
, ,onrdf,,hBip,|sU da S'.-lnform?osr.
M.-pecter di tbesuaram proviacial.
n Si 8a1" RiturIafi,ra,"oSr. Dr. chufe de
I^ihw ^uj|di Con!) Befante -Avista di
nnra?f vS-M "Pl"" Para se'- adotdo o
mu >r dj que trata a suplicante : e reawtta-sa
n, Lr.'n,r"i!u Rar* toa eonroniW
una n salina .Iulorma o Sr
ralomjiaandantedasarhus.
"reatan Gomes de Andrade.-Sdlado, volte.
-Jr; ,'f,, 'r"."'-'l': Carvanio.-rmite esto ao vc-
;! '"'a"!"ru""- a lie o suplicante aliado
^-t ^f"^ Sp- tenente-eu-
cjinyttdante do con, provisorio d: po-
Manoel Claudio Bezerra.
Prwrcfteo Emiliana.
ioao-Antonio Peroira.
14000
14000
4300
n. SLDE JWP'GAO-Falleeea, domingo,
na enfermara doste eslabeteduient, de conres-
poi estar soflrendo do auenacao mental
ASSASSINATO-No da tS dopassado ao meio
da, fo. assassmad* pauladas, quando se aetava
SgrOWs,do.termo de [ngaKira, a sexagenaria
wl md, J i' Pi SCU comP^heirode casa Jos
to nr^l ,u,,Mi'iae M mmediaiamea-
w preso, e confessou o erian I I
THEATHO DE SANTA ISABEL. Sobe ama-
n 'd ma"ro Doniytf-fworrtfl- tomando
da2ao de um hospital, que corre no da G
LEILAO O agnio Manas fM hoie leito de-
nove.s e hvros do direito e litteratura, a roa *
Imparador n. ifias 11 horas do i.iPrt^ntMAASr'or;,m li,,os namriZdafregne-
^dn.^ "ton, no dia 22 d corren^ os
seguinte proclamas : '
|. deoiinciaoao.
Am^JS-JS** ChSTe9' ^ Mari*
MiftiSffm d NaSCmeBl0' Cm Anna
ri'-Sannto,',a,R'IS<*0 dc Paula' "omMaria de Espi-
Ma1ia',:;,Hegrgrn0 fl?* "* Co"Bba
,, 2.' denunciacao.
ArSdMSoSr ^ *~
deTOaST"6"^^**^*^
OSC1 AlSaDO
7 mases, Boa-Vista; inle-
Msnoel, Pernambucs,
rite.
M^punimoa7ambUC0' W anO0S' Recift' ^y-
Francelina, Pernambuco, 20 anuos, Roeife ; -
Manoe, Pernambuco, Reeife ; ao na.~cer
rh^iSbaf3' 5anB0S' Rec,fe'
Belmlro, Pernambuco, 3 mea, S. Jos; conrol
rente ano finan
loeiro.-
f*Ej^?*^ eCm^UC^louTXnl^ePZa-WRMH ^Kmer prejm
jS ^i^-^",oa'*,. dfl se" ixeiro 5larti.iano modo. K- , nao
JosoFanttndei.-lieKilre.Se.
uo mwnjo, pedmdn coi lidio de sar ou
commerciaaa, atri ^ulado.-Cerqac se.
n."Tf Wi? S"- >'B^W>ADOB FISCAL.
soei-1 ^ lfcM,r' reis,ro dt u w,nttn
' -aitacam o parecer fiscal.
wih ?tlrran5'sc",0uero e Jw fcaacio Ka.
Ma?hotA9t',**fi",,tteiw B^.AIve*
ciaL^te6*' reff'S'0 de *^-
n 17. ^ WBMMfiio UA SECKETABIA.
diz auSf0 Ferr,"ra d0 *"" ;" 4UO M
rwistndaliP^ P,;oeur;"ia" AlvesAC,
ra?ma<,?a?8 "','u"al a fli- W do livro 3.", pa-
i mos.cojno re.|uer.
,,,S"t^ If*"^ PROSM.VS PA-SSADA.
J"ao Celiauo Salles Peixoto, com Felvina In.
Rcspartic^o da polica. ,crJ1 da ,*?
AflfcSSfSa! ^ PernaillJU- i -SS? SE^.?^ ^ ^-aulina
rt^ -30 ,COnheci- P"n!.?',Francsco Gnlarl. o- Rosalina Maria
r,vMi ?l,lda-i uesIa, '"'li'-;i"- ''"'"n '"-
SiSr'T1 dj 'i,Vii"aj uis^1-
,i,,'V.da 2.do.cor[.er|l^3 ardem do subdelegado
1 'Hfe. ^iiiaoc Mcnrl.u, envn, cstedeFran-
c eo SJS'Sf! CsM2?e,to a a,uelle d0 Frai1-
;J t-Micalvcs de Arroda, o pii.ue.ro por disiur-
' nlior Kgmi0 a re,lU01"""-'""> ^ sen
o^emdda B-ia-Yi^ia, Daniel, escravo de
LOMM [piacio de Araujo Lima. \nr luido.
A ordem du do '
reir
TRONICA JVDIKURH.
TRIBUNAL l>0 < 0*ffli;|t( 1(1
ACTA DA SESSAO ADMINISTHATIVA DE 19 DE
AGOSTO DE 1869.
PRSIDES-CIA DO XM. SR. DSSBBAnCADOn kSSKLXO
rnANcisoo PEnBfri.
~? i? s da m;Ml*>a*, riNnidos os Srs, denu-
A ftosa, Baste, Miranda Leafe bario dc Cruan-
Srl dePnu,do s"PP>e S LWtao para to-
nar parte na rehabttterSo de Joao Josa Leite G "-
2,rCT ? ST dad0 1>or ^"P^10 Sr ti-
a s?sSo*ranJa U3q'' Exm' Sr'P^entc abrir
^Fo dnois o>lida, apprevada a acta da scsSao
EXPBWIWTH.
iin4SL,T,J?d" foram *.Mribmdos (se
DESPACHOS.
Requeriniento de Cl.arles Ausiin Paterson sab- u r
Sfc rEn0rem^^f>r0CUraCa', ^ W "I l'-.l-bargadore
) interprete do commereio Antonio
^ ,P;',LD5on<*a i ,n3s *>ndo a entender
^ ,uVlm'!^9S p,'a ^'dnde dbSr.%-
l%.L'Z"?**'a radlt etH aue ca-
i- 8. 'ntend^tt:^;'^^ "*W.I
maKi.x (V. V ^ *"< i.eiie mu-i "as o puoiieo nde '-erifu'

auafr- n.nr"- e ', ''3 uanao a entender 6 S ni r'1 couunnaa n.SrrpeffintoDaS' "" -
cripta. "^r^F* obrigac^o a es-
JtUm&TSSi p,'r",-nSo d'esUooiuiao,
porque diz i a palavra desapparece na atiiw^nlm-
a : eerto um seg, edo de seu Densamente !
n... 25 ?Ue Procuro reedilicar meu predio
?aLf"S Condc0es dorias coi e
tomprei. Negon o Sr. Guimaraes '
2Sa ffi^.ftl! V!:,'kar 1"e ommettou a
vendo pela visto-
l-'ei-reira, por erime de forte.
So da 23, a ordem
ionio, Paulo, escrav
I ianci.-co da Silv;
i'or dikirl,iu>
A ordem do de S. las, Pito, escravo de D
Baulia Karfanda Maraes Canalho, por fgido.
Ero offlcio datado do 20 da jullio prximo lindo,
coimnuuicoume o dfelegad > de polieta de Ingazei-
ra, ipie. por vulta das doze horas da manhaa pou-
co mais u meno?, do da 1, estando a parda
* xag -aria Eausna de tal a dormir em sua asa
stto no lugar denominado Oitcz, distante daonella
villa urna legua, tend, a cabeca recostada sobre o
owentede urna das pottas, y morta pauladas
por Jos-Auaea, sen comp.uiheiro de casa.e malor
te qulnzo anuos di' idade, o qu.tl tundo sido aran
coaft9juocnmfi.ejes!j sendo procesado na
i Tinada le.
ODr. adminiatradnr d.i caa de detcneo, por
offliode huafem dtalo, parcipoo-me que, w
'nierinana, fallecer honl :i mesan de urna con-
tao cerebral, o detento de^nome Miebael Clef-
i'.it, que por mioha ordem fui alli recolhido no
a a lV deste niez, por se adiar accommettido do
alienaran mental.
., a V. Ex-,-.Illrn. e Exm Sr Dr.
aanoeldo Hascimento Machado FnrtelU viee-
te da provincia. -O chefu de pccia,
Inniciscu dtAsiit Otitei Maciel
Francclina.
AlJSlt EdUard *lah'e,i' COm ,oan,,a Ma,ia
fS?h S8pnSe F-erreira Cod,ho> Anna
amina ua Silva Guimaraes
da CnonceigAol,IOnO ^ mr*' C61" **** M'iria
nhn^'j ,Mndid0 de Macod0' com Jonna Eti-
pnrosina de Mendonea.
> D i-' denunciacao.
Berwrtfao PereiradeBrito, com Alejandrina
fc-ulalia Pereira de Brito.
)rdem do dos Atoados, F^cTsclTBaeiaPe- Lu% ^:inm Ja Siiva, com Rosalina Maria
de Moli, por disturbios ;.e Gervasio w*ift
ira. tur crime fin fnrt., iim,. i.eenanlo Jos
PERNAMBUCO.
BEY1STA LIAEIA.
1-NCliXDIO.No domingo, s 7 o meia horas da
noote. durauj as gr.-jas desta sidade ligoal de in-
ecaflo na Iregueru de A J, que u atera
namadoca tuctuaote, de roadeia, tente no
tado da fortaleza das Cinco Ponas. Apezar de se
i r dbscoberto o incendio quando elle ja lavrava
>m IntenfldadP, por ser oiogar prximo da boira
mar, pu-ov r reduudo a peqoenu proporcoes
petes acertadas medidas I >madas pelo Sr. Dr. cho-
te de policial 'ne compare-cu em continente, ac-
compsinhado do3 Srs. Ur. delegado, subdelegados
santo Antoni'i c S. Jos, e das baamai dos ar-
le de pMMfaha e guerra, da alfandoga o do
bngue-barcj Itamarac. .
HM don Buctoante propriedade do Exm.
M'. bario do Livramcnto. e adia-so ha bastante
lempo abanikmada.
INSTITUTO HISTRICO E l'UH.OSOPHICO.-
Heunorse boje, as i horas da tarde, esta sociedade,
em ameao extraordinaria, para controacao da dis-
n .vos estatutos. ~
lSQn.ADi.iiA PERCANA.Segoranj domia-
(o para a Baha, afim de ah esperaren! o moniter
f, qiv Oeou m Marinhaoj os vapores
porte* (.rnanos Pacltiriu c MaAawn, que
tarara nnbadudo Car.
i VWi EMANCIPADORA. Deve ter lu-
' no Club Pemamhiieaiio, graluitam-nt'.
lo pelo S. Palycarpa los Uyne, a reu
*"**** PfMOJH que. as.sinaraiB a. proposta para
a installafao da S.>a horas da amanlia i.
SEMINARIO Di: OLI.\l).\.-() Rvm. Sr. reitor
acaba de receber a qpaotia. de 2064W0, agencia
da palos Uvms. viganos A. M. de Castila o Igna
Antonio bobo, este na freguezia da S de
mnda, e aquelle na de Santa Antonio do Reeife ;
sendo ellas das Sis :
1/aiz Jos Pedir Simos.
Cturentino Ji-s de Mjrauda.
Jmilino Pereira de. Farht.
Dr. Ignacio Joaqujni do Sauza
i >aqnm da Silva Costa,
iaa Joaquim Antunes.
Joida Cunha Soares Guiuiai
iionm da Maltes 4 Irmaos.
Jos Luiz de Mallo.
Jos Nogueira de Sotiz.i.
I.uizdo Reg Barros. v
J)o GonraTvs Rodrigues Frai
Ernesto A Leopoldo.
Manool Ignncida Silva id
Jo Pedro.
'Amtenio Manad Alves P.
IM. A.F.
P.ilbino.JosfJe Mello.
J-wtBbii
A Thwd
V F. M
l Pereira, com Euthalia I-lora de
com Fiavia Augusta
riaTo-TSpTrito^ante: """"" PASSAGEIROS. O vapor Tocantins, entrado
dos portes do sul, trouxc a seu bordo os se-
grales :
Pedro Barbalho (Jetada Caval-ante, Antonio F.
de Lima c I lillio, Joaquim Francisco de Macedo.
Ltoaniu Augusto, Jos Carlos Goncalves, alferes
Amaro Francisco de Moura e sua mulher, Itel-
vina Rosa da Silva e 2 filhos, alferes Francisco
Eduardo Beinjamin, ex-praca Joaquim Cvriuo,
lito Vctor Francisco de Brito, 9 ex pracas 'inva-
lidas Caetano Moreira, Elov Francisco "de Cam-
l,os. H.-nry Laie, Gabriel Pires, 1 escravo ao com
mendador J ao do Reg Lima, Carlos R.nlolpho
rend e sua cunhada, Joaquim Ferreira da Costa
Jfanoel Evaristo do Souza Cutrim, Francisco Luiz
torrea de Andnidee 1 escravo, Joaquim Vranc,-
co de Onvcira, Carme Jos do Castro, Manocl Al-
yns i le bauza Leite, Manuel Fernandos da Costa,
Jos,' Joaquim Goncalves Coelho, alferes Guilher-
me Jos Ferreira Capella, Francisco Jos de Oii-
v.ira, Antn oPolicarpo da Silva, eapitao Manuel
Ueinentmo Carneiro da Cunha, alferes Tpado
LwS ?''"' ? cx-PraaS Silvino Gomes de
riRueiredo, Luiz Antonio Ferreira Souto, 1 ex-
praea, Arcbidomo Joaquim da Silva, capitao Mar-
colmo Jos Bizerra, Giovani Laubettc, Prospero
-Mseme, 3 ex-pracas, alferes Maximino do Farias
Uejannn, 1 tenenle Joao Travasso da Costa, 1
escravo, Bucci Luige de Niela, Jacintho Pereira
do bouza, Sdveslre Bande, Maria Das Martms.
ur. Augusto Teixeira de Freitaa e sua familia, Ju-
Di.is Brandao e Joaquim
RHphaei Ltiee, Jos
Francisco da Silva.
Seguem desta provincia:
AlUerto It.ith, u inspector de thesouraria da fa-
zonda das Alagoas, Aristides Jos Correa, Antonio
silvino Loureneo Franca, Francisco Magarinos de
Sooza Leao e um criado, Carlos Ernesto de Mes-
quiia 1-ak-ao, Anbal Falcao menor dc um anuo,
a ,f' ^"r' tnln' ,os Bap"8* da Silva,
Amonio Ifernandes Cad.l, Antonio Maoel da Silva
!+S22 daSilv,Meyrelles,Erm-ste Bertrn,!,
o v ce-consul de S. M. brita.mica J. W Siudar.
h. Ml>llot Azevedo, Francisco Teophilo da
Rocha Becerra, Idalina Carolina da Silva Mon-
teiro.
O vapor Plengi entrado de Tamandar e
portes intermedios, troupe a seu Dordo os so-
guintes :
Joo Antonio Alves da Silva enma escrava, An-
tonia Bernarda de Luna, Francisco Jos de Pmho
Francisco Ferreira de Albuquerque c sua cunha-
da, Hy/ipolito Francisco da Silveira c um es-
cravo.
Sahidos no mesmo vapor para os mesmos
porlos:
Jos Manoel de Barros Wanderlev e um escra-
vo, tebppe F. Chaves, Joo Baptist Cabral, sua
senhiira e 3 criados, Antonio Victorino de Andra-
dc, Mana Miquilina dos Santos, Antonio Jos Pi-
mental e Inneo Joo Maria Ferreira Braga.
O vapor Jaguaribe. sabido para os portes do
sul, levou os seguintes :
Franciseo Goncalves Torres, Jos Joaquim Pei-
xoto, Manoel Antonio da Silva, Francisco Pires
uaraem, Joaquim da Silva Ferreira, Antonirfde
Albuquerque II. Cavalcante e Manoel Frandsco
Oliveira Cavaqmuho.
CEMITERIO PBUCO.-Obluario do dia 19 de
agosto:
Lonrensa, frica, 60annos, solteira, Santo Anto-
nio ; gastnte chronieo.
Annunciada, Pernambaco, 4 mezes, S. Jos; diar-
rhea.
Silvana de Almeida Magalhaes, Pernambuco, 48
annos, caada, S. Jos ; febre perniciosa.
Antonio Jos Alves de CarvaHio, Pernambuco, *7
annos, casado, S. Jos ; febre parnidosa.
.20
Clara Maria do Eipirito Santo, Pernambuco, 75
annos, vinva 'Ma-Vista ; bvdrepericadio.
Candida,Pornanjhuco, Traaes, Reeife; convni-
sSes.
\ Maria, Pernambuoo, '47 metes, S.Jc<; convul-
f852f Carlearte-, Pernambticoj 38 annos, Santo Antonio;
440003 broncete aguda.
?40001! Robeflcs AtWtti,.40antw9rtBaa^Vista : tinewia.
204000
204800
2O4O0O
201000
aoiHOo
204000
104000
104001
IO4OOO
10*000
104000
104W0
104000
4000
4000
44000
44000
14000
14*00
' 1 r\~ -----(-- .. '"'i/mu
(.arios ferreira da Silva -Rcgisrre.se.
h?JLX TAaRMlk) T5*,*n* l,edndn que
Iho o H m n-^ firma 80ei** ''-O'iv-'ra A Carva-
n-a hr0p?",no W* Peneneeii a firma anteces-
mi ?L vV* An,"" de Carvalho A C. i'c
* lKIU",;"ar "lie snpplicante.-Como rc-
SLUt! ferreira da Costa e Jos Ferreira
t*>J2** />?ra que s#ja laucado no cora-
potente regetro o .Intrato ocial .la firma do Vi-
- i' JS? drt Cto Friho, o ma. nntam -
\ 1 a ao Sr lesembargador fiscal.
rpitom a2dn'fl Cam",a8ib'' n que pedem o
Z Eii ,,eB mutn s"fial- mostrando havn-
71^rl!'>n!'"lw Fran('is'- de Montes o Francisco
oo ,io\i Tt' ,-orif>s ftrma de-IIenri-
IV' *""!.* ri|tao, pedindo nue se Mies re-
KdVo7fiaJrU*-"s-Y3ta ao S>-- desem
A,normat:\l':l'-angI de
mlZnVTT M.annei de Rtmos. Pedido
oh V f re,r. d0 con,rat'' nuojnntn-n,
Se^barSo/'Lc?,' ^ & l~^ ao *
De Marques, Barros & C, dizendo
menta apresentaram registro pela
nwSTS0 n10mea?i0 1"e Joaquim daCunh'a
freir Irmao deram ao seu caixi-iro despachan
10 Anm-r fcgg, por serem para isto autorizados
por carta de Joaqnim da Cunha Freir.-Junb-m
por publica forma o trexo da carta que se refe-
ran os supplicantes e em dte foi pedido o regis-
tro da nomeacao de Chrisiiann Antier Baa.-Af.
sirnon-se vencido o Sr. dentado Basto). V '
ue Manoel Jos do Bastos Mdlo, pedindo o re-
ln d'",,,m(,nto, que jirota fnnmeacao de
v-L.^m ft)Wrt2*0 Lfii,c W*w e Jos
rortunato da Fonseea Bastos.Rejji.tre-e
De Manoel Modesto de Moraes. pedindo qne
spja inscripto o seu eaixdro Joao Baptfsta de Mo-
ra, cuia nomeacao apresonta.Rivri-qre-sp
De Patricio Jos Tavares de Vasconeellos', ne-
imdo que seja inscripta a nowaeSn que junta de
sencaixeiro Patricio Jos Tavarc's Juiior -Defe-
De Antonio Jos Alves da Fonseea, pedindo qne
a nnieaeao de sen eaixeiro Antonio Alves Pereira
RaantNM? Seja inicripta no livro ^mpetente.-
De Francisco Ribeiro Soares, pedindo que soja
registrada a noroejieao junta de sen eaixeiro Flix
Gomes de Abreu Mello. -Registre-se
De Alvaro & C, pedindo qne se mande reeis-
trara nomeacSo> quejan, de seu eaixeiro bni-
iliJSS Cavaleanle Uchfla CamPc""-Co-
De Custodio Antunes Gnimaraes, Dedindo nue
lliesejam transferidos os livros Diario e Copiador
que portenceram a tirma de Custodio & Bento.-
Como requerem.
De Jos Rodrigues de Carvalho, pedindo que
seja inscripta no livro competente a nomeacao de
seu eaixeiro Ignacio Rodrigues de Cirvalho.-Re-
gtstre-se.
De Bento Monteiro de Figueira, pedindo nue
seja registra,-, a noimai.Ant (|1]e junt dn >m
caixe.ro brasileiro Antonio Ferreira do Nascimen-
to Registre-se.
1,-".* 20dnfirae da Costa, pedinde que se-
SEJ^22& as,no'"''aci5es juntas de arfo* ca-
L*S &&Z* [Sn* Matheus de Almeida e
MinI da Costa M.ngericao.-Regi,trem-s.^.
5r7Sjd"10 Pe^<,ir-, de Brit. untando para
Theotnni 1 aa **%*& ie k*0 Ma'noel
1 nentonio Freir.Registre-se
,loDcArhn0 da- Cl ,,i,,eiro' P'Mindo emido
r,vL vT nao,reWrada a nomeacao de seu
i uel.se ranc,sco d0 Sallu3 Albaquerque.-Certi-
De Jos Maria Freir Gameiro (sera assignatura
com o appellido de Gamello) pedindo eeradao
nao registrada a nopieacao Je sen
SES^-^TJDICIARJA EM 1 D' AGOSTO DE 1
P1ES.0E.NCH W XJI. SR. IWMIBURBADOa A. F. PE-
BETTI.
. Sfcnttrio, Julio Gunara.
.Ynnfc.** d'>clar"ll" berta a sesa.> estan-
'TfSll desembargadores hois e Sil-
eVtf'coSgfS RoS;'' a?"J' Mi,a"Ja Leal
\'l< ywwnda a acia da ses-as anterior,
u sr...dosembaigador Silv* Gnimaraes (tekTo
MP0RDAO ASSIGXADO.
. lULOAUmOS.
Juizo espedal d.. commereio : appelianle, Jos
AUopioIbrcira Das ; appellado, Jos Lopes to
uitveira, testaiuenteiro de D. Anua .Maria de Mello
unu ; luizes cortos os Srs. Beis e Silva, Acewli,
osa e harao de Cruangy.Despresados os em-
bargos quantj a primeira pari o recobides q io-
ta a segunda.
Appellai)es Jos Joaquim de Castro Moura o
0111 tro, appellado Galdinu Francisco de Maeedo
SeTtmbare'ir,a. ^ 'w'^^-d^aV'a'rTm
He i tZ n a ^ lv".nento erreo da proprie-
nTJ '^iflcar-se est collocada uu rosii da
S^llnha"'?? f|Uera *?* ^GK
'm quYelanvameatcao oitao do pre-
polegada, alm da_-
dio do Nunciado
nha divisoria.
damnosrt,%q^U^L-^a"1-p^etendil,,), os Projuizos c
cer ni, Si nn^'TT' e PubIiC0 rnue-
cera no-j s6 pelo (hetb do estar feila a reedilicaeao
do meu nrofti.i ..- r..........._ .""-^ao
ponderara ainaa o* peritos que at wiufuao
haviara (actos op indicios- que indicassem /alta di-
llnifP? e doemprego de meios aconjelhados
peta arte para segnranca do predio do Nuncianje..
Disse que o Sr. Gnimaraes que tinba rotweri- S2UZT" q1"' mii '
^&bp-b. i & 5. m mptrnu ,,w, ,,......,
Afflrmei que nao tinh 1 conhecimentos nem rola-
Se anlrmMInyiente' (tetera'e.Temtefyns arti-
do v^n f Parom do r. Jftrandn, Vkma
paz o?,r ,,,,Um^r,^!5, mn *iv"r', toca
manraiar qualqoer pessiVi ^m
rara n^^ os ln,lfvos; M nm* taetm#ze-
S" s sClLSUspCTao e Intulramas relaces
qoe yj>. i,nila e,m 0 mesi|1|) Df d, -^
Iu?So2M,ode!!ru,r?criter<') e conce"
un rn^oU?"^ r,>curJ, -""siderado corad mas
iirnVmrch" ane,ro- de que se tem servido para
niS'I" P^0Ce,'., S eauP e retardar a'dis
ianBriLS"H!,iog03,a de Prowreoosji alguroa..
SLT .idas* CDfn a mawr facihdade qQ0 eu
s2S? gaf 'neU pw* c^tadoVvi-
s. ra.h7 sacnfic,d" rfireit ds pr^ric-
gJSftS S pubJiC0 tao imb(>cd 1"e nao dis-
' ubra nisso niais ama falsidade ; cuja allecacOe*
cu. de serem pelo bom senso ren'eiliS 8'Sal
em1 opposicao ao facto da reodilirapao, que nodo
CSSffJlij 'I-abinerpC .verincaS
"'< pWa v,stor.a que marca o lugar onde
meieira esta a iioml.reira de meu pre-
dade tao repuenantc e grosseira
o a exiaencia dc qu* reedifique eu meu pre-
dio, sen, iB,a e sera collocar na parede malino
^'^coraa afrente de men predio, cun-
oara^nl,Sf8Ji \V j"nI','u mn '
para nw^trar que far.ia bulha na obra e me servia
j8e.i alguiiKis com o honrado Sr. Dr. Miranda
S. S. dao o contestan : e saiba o publico, que o
>r. buimarafs tem relacocs possoaes com o diano
iliusirado juiz.
Declarei que nunca vi, nem tallei ao Sr. Dr. Mi-
randa, gue o Sr. Gnimaraes nos seus argos de
suspeicau afflnna ter ido examinar a obra Nem
,, r- *--* V-..IH./ 1IIIIH1M.U to ffliliruuf----r-T-"""""" ^l lw l'.VtlOllllc
..uioargaate, Manoel Tqomai de Albuquerque Ma- palavra sobre tao aleivosa e desairosa imputaco'i
eihoargado, o Dr. Symplironio Osar S. S. parece, qne jnlga basti "
_.....,_, jj, lllUillO VA!3ai
rt'a""'-Adiados a podido dos Si-, ((epatados.
O Sr. barao de Cruangy nao aproseutou o feito
3 seu pedido nMassaa-anterior, onlre par-
ap-
tes-appeHanl, Antonio lua^uini Salgado
penado, Antonio Gon reir.
. p" imbargador
silva Gnrinarai'.-, jia > foi nropost owitoenire
partes, appeliante, Antonio Francisco da Silveira;

i-a apresenlou o
Kito cutre partes, appellai.te, Jos Rodrigues de
Araujo Porto, aupellados Mdon Bastos A c
com aseguiute declaraco : 0 advocado ultiuia-
mente con -tmido pelo embargante e qne sus-
tentn a foll.as 7i u. emb.irgo- de folhas 66,
meu sobrinho por alinidado, por isso deciarc-
me suspeito nesla causa, o que juro.
E nao liavendo na casa qoeni passar os au-
tos, por ser, pelo mesmo motivo, suspeito o Sr.
nbargador Silva Guanara, s, o Ejm. Sr. pre-
' olciou ao Exm. cosclhoir presidente da
relacao a designaco de qm juiz revisor.
DISTBIBUJCOES.
Ao Sr. dcaenihargador Reis e Silva : appellan-
l''"'iJl!n*B'Jllls lk) J,K|i Cavaieauti Accioli ;
apiwJWWj.JBH ieixeira Hachado.
Ao Sr. desembargador Accioli : appeliante,
Jos Jeroiiyoi. M.nteiro; appellado, o Dr Ignacio
Joaquim de Souza Lea >, II |iiiuaT,te da caix'a filial
do Banco do Brasil nos! 1 bhI.1 le.
aomuv 18.
Juizo especial do commen-io :.;o:grav,in!e. Fre-
doricg Skiner; ag^ravado, o Dr. Prxedes Gomes
de souza Pitonga,
O Exin. Sr. presidente den provimento.
Juizo especial do-eommereio : agravante, An-
tonio FnjK'isou deOliveira: agravados, Tasso
irmaos.O Exm. Sr. presidente manden avahar a
causa.
Nada niais houve, e foi encerrada a sesso
meia hora da tarde.
tanto sua honrada
o por isso perdea o
3
lose Olas da ilva Ciaimares.
ao Sr. lyuplo Lioncalves
Rosa.
afllrmativa. Mas enganou-sc,
alvo I
Declarei que era falso ter trabalhado na reedi-
Bcacao a noite, como disseram diver.-os no abaix..
asstgnao de S. S. Nao se animou a contestar-
me ; e dizque foi nina >unposicao dos que assisr-
naram
Qiro coarclada e e\-asiva improprias do quem se
|,rLilL; ''"irill:ir l,!" f"'1" P 'r tor visto e assistido
^FI-*^ onoelii^jItJ^r-iiiM urna euppo-
Entretanto o publico nielhor decidir com os
documentos abaixo.
Allrmei, que logo depois do embargo, requer a
visiona ; nao por chicana, como diz e suppc o
sr. bunnaraes ; mas para1ogo provar averlade
e turnar patente mlnha justa pretencao, e que o
predio do Sr. Gnimaraes 6 serviente ao meu, nao
so porque a parede medra, como porque a nom-
brara de meu predio est alm da linha diviso-
na; pelo que minha pos-e se estende .lm da
da ineacao, o que flea provado com a visoria.
Disse que a reedilicaco de meu predio podia
ser lena como en desejava, substituindo a hom-
ureira amiga por outra ; o qne est provado pela
mesma vistoria que tamo prova em favor do Sr.
que ludo presume a seu favor, iwrque qner em
juizo negar a ju-tica que me assiste, e que ha con
tessado particularmente.
Eis a vistoria :
Perguntados (os peritos) se a actual nombra-
ra pode ser substituirla por outra qne fosse menos
larga, embora com maior compriuiento, para que
01 sua eolloeafao- a meia polegada fos-e quein
da linha divisoria, respondern! airirinativamente. .
\y. pois, o publico que nao commetti una s
falsidade. o que o Sr. Guimaraes nao provou una
so de suas asseredes. Entretanto S. S. nao poupou
c oi prodigo em falsidadss. Ei-las :
_0 Sr. Snimarcs disse que Ihe mande! fallar, e
nao quiz 1110 sujeitar una escriptura, mas nio
exacto, como j moslrei.
Depois do embargo feito c requerida a canelo,
um amigo de S. S. prucnrju um outro meu para
um accordo, c respond que s so requeresse de-
sistencia do embargo, sem o que nao me obriga-
va, nem me sujeitava consa alganra, tal era a
conriccao de meu direit).
Disse S. S. que nao teve recurso algum do jul-
garaenta da caucan.
mais urna falsidade, porque apenas requeri-
lTZ^?nkUm F-reire GameiroTest Camelloj.
-Assignada a peticao passe-se.
de esuc'''!,',' S-rafim- da Silva- P^^do certidao
cairP.ro vLT *&*** a mimeaco de sen
S^JSSRc-rii* 01>mpi0Serafim*
dilS,lSI,a Kri "nao, pedindo certi-
de dMsSrn2UTna- reisiT^s as nomeaefles
H gUel Zeferin0 de Azovdo -
De Manoel Antonio de Alcantera, nodindo que
se Ihe declare por certldo se est 'do. nao r2is.
trada a nomeacao de seu eaixeiro bra-ileiro Fran-
cisca de Paula Tavares de Mello.-Certique'se
De Jnaquim Pereira de Asovdo Ramos, pedin-
do eerodao de estar on nao registrada a nomea-
cao de seu eaixeiro Joao Baptist da 8ilvn fpr
tilique-se.
De Guilhermino Celestino do Carmo, pedindo
certidao do se achar ou nao registrada a nomea-
cao de seu eaixeiro Numeriano da Cunha Ferrao
De-se.
De Joo Jos Leite GuimarSes, pedindo eerti-
i J-leor da deo^, gaa Proferida nos autos
(te rehabihtaca.1 do Loureneo de Frats Gnima-
raes e Jos Antonio, de Preitas, miembros da flrma
nuimaraes A Irmao.Assignada a^Stioao, pas-
De Antonio Bwdho Pinto de Masauita (sem as-
signatura) pedindo certldo, do Uteor do contrato
sedal de dnode Paria A C.-~As3grnda a noticio
oasse-se. ^~
Do Jo5o da Cruz Macdo apresentando para.ser
registrado o eonh-cmente-do imposlode sen offl-
oo.decerroter, relatlTO, ao i? semestre do cor-
do embargo de obra nova cm que liti-
gamos.
No dia 20 dei urna resposta cabal aquella
publicaoao.
O Sr. Olympio nao returquio.
No dia ti tornei a dar outra ro-posta.
O Sr. Olympio gn.irdou o mesmo si-
lencio.
Mjs amanlia, lindo de decidir-se um
agravo .pie interpuz, provavel que o
Sr. Olympio publique algtima consa, nao
s para prevenir e Iludir o mimo dos me-
ritissimos juizes, como par saber que nao
poder lar resposta antes da deciso.
Tenlio esta desconfiang-a por saber com
quem lido.
Nao posso advinhar o que elle vai dizer,
mas oflforeco a considerago do publico im-
parcial, e dos merttissimosjtilgadores, mais
este manejo desleal do meu contendor.
Como procurador de Jos Das da Silva
Guimaraes.Joaquim Das da Silm Gm-
maraes.
t No dia 19 do correlo, o Sr. Olympio da, o honradV'sr. iV
fez urna publicaco contra mim, a respeito Sr- Gnimaraes que nao allegou cousa alauma
contra a idonddade do fiador e das testemunhas
de aboiiaeao ; pelo que mandou o Sr. Dr. juiz por
termo eaurao.
BijSse desp'acho, interpoz S. S. appellacao que
nao foi receida, por nao ser caso do emprego
d csse recurso ; mas nao se querendo subnietter,
aggravou, e foram os antea (nos qnaes a vistoria
que tanto jnlga proceder seu favor) ao vene-
rando tribunal da retaeao, que negou provimento
ao seu aggravo ; no qual S. S. allegou os fados,
de que fez mencao na sua publicaco f
Negado o provimento, teve lugar um segundo
aggravo, em consequencia de terS.S. pedido vista
para embargos de nullidade olTerecidos sentenca
qoejulgou a cauco, cuja vista nao fora conce-
dida.
Concedido o aggravo minutado e respondido
nelo (Ilustrado julgador, os autos foram Ilustra-
da apreciado do tribunal da relacao, que pela
segunda vez llic negou provimento ; portante
preciso zombar niuite do pnblico, para allirmar
que nao teve recurso da cancao I!
Salba mais o publico, que, anda depois dc o
tribunal ter negado provimento, confirmando as-
sim osdespaehos do Sr. Dr. Miranda, o Sr. Gui-
maraes requereu vista para embargos dc excesso
de execocao ; porqne eu havla feito a nombrara
collocando-a no mesmo lugar da antiga, e sobre
ella o capitd e cornija da casa :
Mas o Sr. Dr. Miranda, vio que apenas se Ira-
tava do mais um recurso protelatorio, e por isso
negou a vista ; desse despacho interpoz o Sr. Gni-
maraes aggravo, recurso que foi-lhe concedido
era apartado, conforme uina peticao qne o Sr.
Guimaraes nao quiz juntar aos autos.
A visea disto, cnvel que ao Sr. Guimaraes se
tenha negado recursos, como elle diz ?
Parece qne S. & o que deseja, que se Ihe faca
favor com sacrificio do meu diretto.
Mas, nao ten do ootido a rcalisacao de seos de
Olympio Goncalves Rosa ao Nr.
*ms da 8Mva ttiiianares,
Li e reli a publicaco do Sr. Das Guimaraes, e
fiquei pasmado pela falta de prona das falsidades
de que me havia argido no communicado por
mira feito 00 dia 19, e que se eomprometteu tor-
nar patentes.
8. S., porm, nao s nao exhhVo as provas dessas
pretendidas falsidades, mido confessou o quo en
disso, embora narrando mnito seu geito, o pro-
curando accommodiw ao papel dc victima, e para
que o qnanVo fcwsa perfetto, n5o pscrnpnlisou ante
n amnrnmi A.. SVl^' i_.l___u. i__.l.^
.-.,.. w.- w kii.'iutiu-;^, iiuv. lu iiihui u kuiiiiv m\j
gro da sena, qu por mais carregada1 cores nao
Imita a cor fleerade que qufz rejwr-se sna
pbltea^ao.
SenSo veja o piiblteo.
Dfcwe'en qoo antes de cemeen a, obra dn reedi-
Icwjro, me (wvia entend*! ce o Sr. Gnimaes,
sejos, eis qoealira-se sobre o honrado Sr. Dr. Mi-
p'iiiili non aa wa&iYt.t*nrl<% nun .. 1 Cl >ii __^
randa, nao se recordando que- vai forir ap I
Mi-,
m
e o qnadro fossa perfeito, nao pserupulisou ante trado tribunal da rdacSo que eonlirmou lodos o en ooz
emprego do tilsidados, que formara o fundo ne- despachos do Sr. Dr. juiz. arandi-
'O da SP in n.,i*i nn. mii nrrn(T-nl'ic ffi*.rj na lli*,trala ivuitrul;,>:;,-. I S _
(Jue triste cootradicao .
fleelaraeoofiarno tribunal, e sobre elle se aura
na MMte^do honrado Dr. Miranda, qaa deve
aF* ett> vr*5& f,ri', P01*actos con|*ir-
mao^ojaU toesmo tribunil da confianra do Sr
encobre uas suas publicedles, o fado de'ser
nseeiro da parode, de modo qne quera lase com
punca attencao, poderia erar que eslava reedifi-
cando sobre t, confiindindo csse facto o conseguintemente a
a servidas a qne est subordinado seu predio, pre-
tende insinuar-so o fazer-sc cnlieeid como tlc-
lima de urna espoliacao no seu dfftito de pio-
pnedade
Entretanto, sacrificio e espoliagao seria obrigar-
me a lerdera posso e dominio do fugar em que
esta a hombreira de meu predio, para tornar o de
S. 8. independento e livre de servido existente e
amiga ; lano mai- quantu o Sr. GuimarVs nao
prejuda-ad.) era cousa alguma, visto que a obra so
conclu.) com todos os preceitos c regias da arte.
Seria isso nina exproeriacSo, e es-a s p.'Kle ter
tugar por utihdade publica, c depois de compe-
tente iinl.mnisacao.
Pretende S. S." que apenas outro juiz pos-a func-
mr"T!'"il """* ,lt ";'lerer nova vistoria
sua 1") q"0 r" Bri *lU paredo (n'M
Para que porm demora asea nova vistoria ?
mais oonvenieni requerer perante a MgrindW va-
ra desd,? ja protesto e aJtaneo que nao me op-
pontio, porque tenho eonvi6$ao que apenas so
mri na parede o rspago necessario para a col-
toeaeje da hombreira, capitel c cornija, e desde ja
convido a qnem quizer para examinar, afim de
ajuizar do tal abaixo asshjnados que firmado por
pessuae incompetentes, roteresnam a rabordhM-
Uascomo, repito, salvas pequeas excepce?, que
atiestain por ouvir dizer. Crcio que na., t'ivo nmi-
tos tral.alhadorcs na obra, mas desde que nao me
e prohibido ter tantos qu.uitos ipi.-ir.-i e passa,aio
iiz injuria einjnaatn ao Sr. Guimaraen, qa alle-
gando essas e outras queij.indas nn.stra a taita de
luiidam.i.io e razao na sua pretencao.
Se parece ridiculo ter eu feito senlinella, nao
me arrependo, porque notel qne S. S. e.-teve sem-
pre alerta, ponto de ver todos os que me acom-
paiiliaram e outras c.msas mais insignificantes,
que nao me record ter feito ou mandado fazer !
Agoa, ronvonco-mo que nao foi infructfera a
minha senlinella.
Pieten.le fazer erar S. S. que eu nao prest) res-
peito ao Ilustrado-presidente da Relacao, porque
disse que .a carta lettanwabavel, n> tiiiha razo
do ser nem jusiga. Erroa o alvo, per.leu o sen
lempo ; porquanto o Ilustrado presidente, da Re-
lacao nao se de,xa levar por essas enoja*.
Alm diste, somonte agora s be, ignorando
porque e como lora essa carta ordenada pelo me-
retissimo conselheiro presidente da Relacao; |x.r-
qnanto essas petigoes e mais papis S. S. tem con-
servado em -i, sem queme tenha chegado noticia
alguma, com o que S. S. se niosira Bwstre, como
te/, e un o intcrlucutorio do S. Dr. Musida, en-
te despacho S. S. nao duvi,i desobedecer, dei-
xandode juntar aos autos a- eeticdm de uue fal-
la rile. "
I", pis.S. S. quem osle ipeitii aos ma-
gistrados e falta de obediencia as suas dedsoes, o
os motivos que tem para este seu procedimento,
que nao posso dizer, nem mesmo quero indagar,
nao procurando imitar S. S. que me julgou souien-
te animado pelas gragas do Sr. Dr. Miranda, de-
vendo tambera accrescentara c as do Tribunal ;
gracas que direi fillias da ustiea e lo meu direito,
pelas qnaes sou summainento agradeeido todos
e inca caz de os offender.
J v p ranlo S. S. que quando disse que a
carta tes emuiihavel nao linha laadamente, foi
porque o illuslrado Sr. ur. Miranda nao negou o
aggravo, mas somnie o temo- em separado ; ca-
so era pie nao tem lugar carta le-teuiimhavel.
Que foi mandado tomar o aggravo em separado,
se v do interluculorio do Sr. Dr. Miranda o da
pertinacia com que S. S. (o Sr. Guimaraes) pro-
cura ter em seu poder as petigSes que foram man-
dadas juntar.
Tenho mostrado que nao commetti urna s al-
sidade na publicagao que tu.
Tornel patente que o Sr. Guimaraes foi prodigo
naquillo qoe me imputeu, c para que nao fique
cm esqaecimento, repito aqui o facto de ter S. S.
requerido ao Sr. Dr. Pernambuco para mandar
suspender-me a obra, nao obstante estaremos au-
tos sugeitos a jurisdicciio do Sr. Dr. Miranda ; o
que por ser injusta e tumultuario, foi indeferido
por aquclle digno magistrado, cujo facto o Sr. Gui-
maraes, que prutestou descubrir as falsidades da
minha pnbhcagao nem de leve conte-tou.
E verdade que para S. S. tudo deve ger fcil, o
tanto o assim que quera que o Sr. Dr. Miranda -
zesse audiencia fura dos das por ello otabeleci-
do3 e marcados para olferecer os seus artigos de
suspeico. E porqus assim nao snecedeo, faz rot-
an puhhco que foi do proposito que deixou da- ha-
ver audiencia.
Tal o ardenle desejo, o proposito firmo do
emnaracar a reodtlcae,o de meu predio que tudo
reqncreu e todos os meios empregou, e como nao
j gambijs i'expresses suas) como
em movimento os carros da cidade e o
grandissmo numero de amigos que- o eeroam em
actividade.
Mas o imperio da vordade, a exeeugao da jas-
tica, nao tem necumbido de todo nesla trra, e
aMida so encontram homens qoe por e** sa-
erillcam e se deixam martyTisar, K o thals e qne,
nio 6 uin ma lod'is af wlles qne n&o/thw ca.
p";
^>*'
BBBBBBBB




&A8I

E
tomento pretcosoes -exageradas -- interessee
desarrasoados
E' por Uto q*e or.'Bc Miranda z victima ex-
piatoria ero nomo da lei.
Tonho, pois, refutado tudo quante.*as suas po-
tilicacdes ueste Diario, dos dias 20 a2I escreveo
o Sr. Joaquina Biasda Silva Gui iranios, primeiro
procurador de eu indi Jos Dia*da Silva Gui-
roaries.
Passando, (toreen, silencioso sobrero quede ri-
diculo disse o mosino-seahur, prolcst*-o vir i im-
prensa depois de concluida a questao.
DOCl^E.-ITOS.
Hit. Sr. Olympio O.iiKjalvet Hosa.-Era respos-
ta a carta supra tenliw a dizer o quinte : em
dias do Diez prximo ,passado, estando Vine em
sua referida obra, eu.ui chegando, Vmc. me eom-
municou que bavia recebido uro protesto por par-
te do Sr. Juaftiim Dias da -Rilva.Guiiaar3e>, e que
condeca disNnsicfio o hiosiuo -enrtor, para atro-
pellar sua reediteacao, furquanlo ih havia dilo
pessoalmente to a prestar t*la e qualgcier garantale elle exi-
giste, quer particular cum tianea,quer por escrip-
tura publica, ao que loe nao deu sollu$?.o alguina
e o mandou eiw para o protesto ; pode Vine, fa-
jero uso que jidgar cortaeuieute ilcsta ir.inlia res-
posta. Sou con estima de Vine, attunto venerador
criado Fraueelino Xavier da Fonseca.
Recife, i de agosto deWO.
Illio. Sr. Olyapio Gonc^lves Rosa.T-endo corno
tena* perfeiu leiulirauca do que mediste Vmc.
antea de i er embargada a obra que est fazendo
o seo predio sito a ra do Livramento n. J6, res-
poodo affiriuaUvaiueuto a todo o contodo de sua
carta, pudendo Vmc. fazer de miaba resposta o
oso i/ue Ihe convier. Sou como sempre de Vmc.
o menor criodoM. F. Pocas.
Recife. 20 de agosto de 18S9.
Sr. Oty rapio G.>u<\Uve> liosa.Em resposta a sua
carta cima, tenlio a dizer-ilhe que antes do Sr.
omecar a obra do citado predio, fui prouurado
pe Sr. Da, o qual fez-me-var o-ttuhor preten-
da na reedificaran que ia ,'aier entrar con as
tiombreiras das portas lateraos nos oitoes, e que
dista para o futuro devia haver risco se uunesse
coeder qualquer dos predios vizinhos ; e que
entendendo-mc eu com Vine, .fui informado que
respectivos lugares, e que ante* de comecar a
obra propozera amigavelmente urna conciacao,
ofereceudogan.ntia por perdas que houvessem,
por si mi se quizesse dara uutrem.
E* o quauto teuho a dizer, pudendo Vine, fazer
desta ouso que llie convier. De Vmc. atiento cria-
doJoao Jo Prado Martina. Ribeiro Jusior.
Recife, 20 de agosto de 1869.
flustrissimo Sr. Olympio Gonealves Basa.Res-
jjipdaml a presente carta de V. S,, tenbo a dizer
fue, na noute de 12 do crrete em que era com-
maudaute da patrulha, rondei por diversas vezes
a raa do Livramento, e nunca tive oeeasiao de
ver trabalh r se na reedilicacao do predio n. 16,
tu a rsaaraa roa ; o so tivesse presenciado :roe-
Inanto trabaio n ule, tena evitado sua eonli
nu i',\i > daudj parle ao respectivo subdelegado,
como era dever meu.
Desta roinba resposta, V. S. poder fazer uso
como Ihe convier, pois estou proropt a preslar un
jura.iieitj se preciso fr.
Dj V. S. Beato venerador e obrigado.O cabo
de esquadra, Ju* Ign.vio da Silva.
.\s abai.Ko asignaiJos attestamos e juramos se
aeu'ssario for, que u.t reedilicacao do predio n.
*6 do pateo- do Livramento, perlcncentc ao Sr.
Olympio Goncalves Rosa, nao so trabnlhou a nou-
te, como falsamente *e diz ; o que affirmamos por
mirarnos na mesma na. e eiiarroo- com o ara-
*>*'" rra3 as noutes dos dias em que re
gularroente se traqalhou ua reedificado do mes-
uio predio, por isso damos o presente'.
Recife, 10 da agosto de 1869.
(Comoanhelros toda noute) Joaquim Geminiano
dn Anuda, dem idem Pedro Gonsalves du Arru-
da, idem idem Joao Alves de Quintal, idem idem
Severiano Bandeira do Mello ; Manoel Albino 'de
Amoriin, A. dos Santos Coimbra; eu declaro que
vi traballiar at s C horas da tarde, Antonio de
P.uva remira; Francisco Boaventurada Luz Lnu-
reii-.i, J,)s Gouealves Ribeiro, Francisco Amazonas
de Laeerda, Guilherroino Celestino do Carino, Joao
. Haptista de Moraes, Joi Francisco Ferrcira J-
nior, Jos Diiningues da Silva Peixoto, 1m-6 Fran-
scu Mureira, Jw Silverio de-Souza, Firmino
Jo-e de Oliveira, J.iaquimInnocencioGiraos, Aus-
tru-lian > Curneiro Leao, Antonio da Cruz Ribeiro,
Paulino nofre Nanea, Manoel Francisco Poras
J.iao Antonio de Amoriin, Antonio Evangelista de
Sa, Joaquim Ferreira Campo, Demotriu A. de
Araujo BmDm, Jos Antunes Pereira Braga, Jos
Fernanles Gomes, Aureliano Luiz Alves; declaro
que sahindo da loja as 6 horas da tarde e voltan-
do M 7 I/i | nao se trabalhava Francisco Xavier
da Foaseea e Joaquim Francisco da Cruz.
Illu.slns Santi Antonio.Olympio Gouealves Rosa, pre-
cisa bem de sou direito, q'uo V. S. se digne
mandar que o inspeelor de quarteirao da ra do
Livrameuto, atieste se na reedilicacao do predio
da mesma ra se tem trabalhauo a noute, pelo
que : E R. M.-N. 182. 200 res, pagou diuen-
lea res. Recebedoria de Pernainbuco, 17 de
agosto de 1869.Chaves. Franca.
Recife, 16 do agosto do 1869.
Atieste, querendo. Subdelegaeia da polica da
freariiea de Santo Antonio, 17 de agosto de 1869.
Odilon Lima.
A Hnn >, q ie durante o lempo que se trabalha
na reedilicacao da obra qio so refere o requeri-
mento supra, nunca tive occasiao de ver, mas
lo que se trabalhar at s seis horas da tarde, o
que afflrmo em fe do cargo que occuiw.
Recito, 17 de Agosto de 1809.
O inspector, Hulino Lopoldino Mendos Brando.
tem no sentimento dos effeitos dramntico nc nu-
mero ireanScUsimos de Uta meldicas, que nao
saoouasde originalidade, no enuisiaiiuo apaixo-
nadoetc.; o seus defeltos, patenteiair.--e por urna
violencia habitual do estylo, o por-ausencia nao so
de greca cuma de maginacao,.por. ma harmona
pauprrima, por urna instrtuuentaco selvagem e
disprovidaJeariedades; e or unaVrande e cons-
laiHe uniformidade na combiuaeo ds effeitos, que
nao passauda mesma consa emnre.
Conde a- ortica do Trocador cu* a segrate
profloia :.*Vrdi aura sa-place au aew de nolre
sivilkntiojwfl sera class audesi-'ousaie BeJIini, dont
il apaste iislinction, ni la tendresse, apri Do
nisette, dont il ne possde pas la mm/m'u, lo orip,
et la flaxfeilit, et a une si grande distanee de
HossHii, que -celui-ci dot le oneiderer cooBne
barbaoi (8).
Ao passo^que nos diz o que preeedo, no.deixa
de reeonhecer comtudo na udicicsa analyse as
partes eolaridas dos grandes paiBs, em que a es-
curidao pede permissao para ocenpar o sen avul-
tado posto xle honra.
Mostremos com o critico alguns pontos da di-
minuta parte oceupada pelos coloridos: por exem-
plo ; applautnilo frenticamente no Trovador na
scena. em que Manrico ouve estreulicido de amor
a resposta plangente do sua amante em deses-
pero :
Di te. scordarmi;
nao reeenkeoe e*sa sublimidade excepcional?
No Rigoletto, no quarteto do ultimo acto, ao qual
chama u chtf "oavre 1Desconheeer a justiga
despresando a sua sublimidade de crsico judicioso
e imparcial?:fi finalmente na opeu.que noi foi
offerecida pela companhia eslreianto/no quinteto
do 2 acto, qe comeca :
E* seherro od follia,
Si falta profezzia,
elassificandode importantissimo, e anda mais, me
Ihor do que o quarteto do Ihno'.dto, icolhar sua
penna as fezes da parcialidade miseravel e ab-
jecta?
A negativa prevista ser o salvo conducto que a
confianza esclarecida offereccr a opinfao saba e
refleetida.
D'ahi quetn sabe? Pode ser <|ue a mxima, alias
roui verdica, lot capul.....indigite-nos esta outra
de nao menos uro timilhanca, errare hunuinum
est ? Si isto assimfdr, nao ser o diabo!.....
Fallemos tao largamente do saudado compositor
musical pela iroprensa diaria desta eidade^ com-
pete-nos, agora, fallarmos em traeos geraes sobre
a opera e a companhia.
O aseumpto desta eomposicao fora todo tirado
dos annaes da historia Sueca, nella narra-se o as-
sassinato do re Gustavo III, apunhalado n'um
baile em Ankeslorm, consequencia esta motivada
|wr desintelligencias polticas d'aquella poeha,
Scribe desenvolve esse faeto magistralmente.
No fwife de mascharat, porm, quo vamo-nas
oceupar, o assumpto nutra. Aqu trata-se do
assassinato do governador de Boston, o conde de
Werweo, pelo seu secretario Renato; queimpelli^
do pela vinganca, julga dar um justo castixo a
pessoa do sedurtor de sua mulner.
Este fado fe acha desenvolvido conveniente-
mente, assiro como os que o preeedera. como tam
bero os que encaininham a aeco at o ultimo
5uadro,da peca.
a algunas sftuacoes dignas por certo de apreso,
as qnaes Verdi interpreta fielmente; taes como :
a do 2. acto, quando o conde pedo com um tom
faceto e galanteador, a Ulrica que Ihe lea o seu
futuro, em quo d lugar a um quinteto admi-
ravel.
A do 3." acto, quando Renato vem avisar ao
conde quo fuja dos iaiwigos que o perseguem, ha
um trio sinceramente encantador. Na sabida do
conde, e na entrada dos conspiradores, desenvolve-
re um qaadru adniirad em sentimentos desen-
contrados que commove : Renato, protegendo
Amelia confiada pelo governador a sua descripcao
de amigo dedicado, nao sabendo que a pessoa a
quem protega, era a sua propna mulner; os
conspiradores cruzando as espadas cora Renato,
que julgaro ser o seu inimigo; e Amelia, angus-
tiosamente ajoelhada ontre os combatentes deixan
do cabir o veo que a oceultava, e com elle o pre-
zo de urna negra verdado esmagadora: a des-
honra, que o punhal dos snelos deveres' con-
jugaes.
Termina o aclo com um quarteto acompanhado
por um choro.
No 4." acto, quando Renato invoca as scenas
risonhas do seu perdido paraizo em troca das al-
gemas que dl iceraram, e o arrocho ao poste do
infortunio, una scena que nao se deve descre-
yer, deve-se sentir. Ah a aria nota por nota
identifica-se tambero cora o sentimento n'um con-
juncto lo harinonioso, que nao so commove. como
JKorie -de Pernembuoo Terq feira 24 de Agoeo de 1869.
m
,11.1 !

=
< .Illi. Sr.Tendo de se proceder a elei-
Codeom deputade assembla gera! legis-
^Uivainelo 3." dislKCto, para preeocher-se
a vaga, oecasionada pela escoHe Exm.
oiwtjliieiro Jos ficnlo da Cunh:Figueredd
f ni -senador por eeta provincia, apresento-
ae candidato esUvaga.
*8o tenbo- smicos parlamentares: ape-
nas, tncera e inne dedicacao a causa lio
partilt consenailiir, como j liei provado
em occmSo lilHceis.
Para poder le*-ar a effeito esta minl.a
deliUeracio, necessito do voto e coadjavaco
de V. S.
Se ebtiver resulUido feliz trabalbarei
para eorrespofider a confianca que em mm
deposttar o Ilustre corpo eleitoral do 3.
distrido, esforc'l()-me era promover o
bem do paiz, e especialmente o da uossa
decadente agricultura.
Antecipo os meus sinceros agradec-
mentos pelo favor que soilicito,
< Bio Fonaoso 20 de agosto de r9.
Be V. S. atiento, etc.
B. de Aragagi.
O inlaaie:* da calumula so dr.
refuf ldm do Diarlo de Per-
uanihiieo de Ao lermos a publicacao pedido transcripta no
seu conceituado Diario de 20 do correte, asig-
nado pe Refqgado, Picamos pasmos e foi-nos
preriso relr por differentes vezes para adevinhar-
inos as asneras iue se achara all escriptas, vaci-
lando se deviamos ou nao responder a tao disso-
nantes staltiloguio; porra. a consideracao que de-
vemos ao publico, flue sera duvida ter j iulgado
lo injusto proceder, vamos por esto ultima vez
dar urna breve resposta ao Sr. Refugiado.
Dissemos cui o Viario n. 186 de 17 do corrente
era defeza do nosso migo o Sr. Thumaz Jos de
Gusmao, ter sido este victima da calumnia e com
quanto o seu invejoso detractor se tivesse acober-
tado com a redaccao do Liberal, comtudo navia-se
deixado antever coa a informarn e copia da pre-
nuncia dada ; portanto fazendo justca a redaccao
do Liberal julga os quo ella nao afnrmaria ser o
Sr. Thomaz subdelegado em exercteio da freguezia
de S. Podro Martyr de Olinda, sendo elle 4* sup-
plcnte da S ; tambera uao loria interesse de al-
tera- os noraes de Rosa da Cimba para Rosa da
Costa, de Arsenio Antonio Carneiro da Cnnha Mi-
randa para Arsenio Antonio da Costa Miranda ;
Isto s interessaria oo vil ealuaraiador eom o fim
de se encapotar as treVas, o que nao obstante o
tiuhamos descoberto, etc.
Ora, o que cumpria fazer o Sr. Refugiado? Sem
duvida assumir a responsablidade da informaran
dada a redaccao do Liberal o pruvar xhubei ante-
mente que nu lioha calumniado, isto que o Sr.
Gu eieo da freguezia de S. Pedro Martyr de Olinda, o
que o despacho de pronuncia eslava ainda em p,
.-ortindo todos os seu> effeitos, por nj ter-se o Sr.
Gusmao defendido ou por ter sido eondemnado :
sera esta a nica resposta a dar-sc nao s ao ini-
imgo da calumnia como ao proprio 8r. Gusmao.
Nao procedendo assim o Sr. Refugiado, se elle o
informante da redaccao do Liberal, pois ainda o
nao quiz dizer, llca em p a calumnia-e por conse-
grante ludo quanto se disse em defeza do Sr. Gus-
mao ; portanto, ao autor ou denunciante cabe a
prova : grite quanto quzer o Sr. Refugiado, cus-
pa embora injurias a todos quanto ihe aprouver,
que nos nao Ine daremos nenhuma outra res-
posta.
De tudo quanto disse o Sr. Refugiado, somente
entendemos dous tpicos de seu dissonante aran-
zel na parte em que exige as inlciaes do seu no-
rae e do seguinte pedaco de ouro :ese a boa f
a inexperiencia que tem dos horneas, teem entaru-
gado seus passos, sua innocencia conhecida por
seus propnos offensores, teapparecer, confia em
Deus, etc.
Ora, nao nos dir o Sf. Refugiado s quem mu-
da ii nome, podo saaer-so quaes sao as inicaes do
yerdadeiro ? Nao explicara qual a sua boa f e
inexperiencia de que falla ? se ter levado a ca-
lura ia a redaccao do Liberal? Se someate isto
confesse a sua culpa, quo a generosidado do Sr.
Gusmao Ihe perdoar ; se porem, for algumas des
sas innocencias giricas, neste caso pediremos de
nossa parte ao Illm. Sr. Dr. chefe de polica que
teuha suas vistas nesse innocente.
, que
una,
Vompaohla Lyrlca.
Anciosamente esperada chegou-nos a Companhia
Lynca, a qual offereceu-nos na primeira noute da
sua cstrea e opera de Verdi, um baile de masa-
ras. Sem de3conhecermos mrito real, a que tem
jus o fecundo maestro Lombardo, nem mesmo
querendo por forma alguma, (o que nos seria im-
possivel) impallidecer com esse escripto o ruti-
lante brilho da sua cora de genio sem deffeitos
inasi, e ainda mais adornado com todo cortejo de
"virtudes incontentaveis, principalmente na opera
estreiada pola nova companhia; comtudo, escu-
dando-nos em ura mestre critico musical, de ro-
busta reputacao europea, pedimos vena ao mu
illustrado noticiarista de um jornal que aqu se
publica, i divergimos da sna opiniao, nao s sobre
a opera que anayson, como tambem sobre outras
importamos operas do cmminente cysne musical,
o celebre autor do Trovador, Rigoletto e Nabu-
codonosor, etc.
O il lustrado noticiarista chama como sustenta-
culo das ideas que so servo emittr em forma de
juizo, autoridades rnuscaes de grande nomeada, e
no em tanto nao nos diz qual ella seia, nem tao
pouco da-nos a conhecer as suas judiciosas criti-
cas. Creraos que o dizer simplcsmente : os mes-
tres dizem ? nao provar; desculpe-nos.
Nao ha duvida nenhuma que Verdi, tem incon-
testavelmente urna reputacao....... Italiana ; mas
rima reputacao man lilha da efervescencia poli-
tica da pocba-, em que se originramos suas pri-
nieiras operas, do que dada pelos saos preceitos
da arte musical.
Abracarao-nos a urna das autoridades de incon-
testavel mrito crtico da arte, e de incontestavel
imparcialidade em seu iuizoPaul Scudo. Pois
bem, convidando ao hbil noticiarista a 1er as pa-
ginas luminosas desse brilhante escriptor, acredi-
tamos que modificar o sen juizo sobre o autor
do Rigoletto. no ponto importantissimo da arte.
Para provarmos o que dissemos basta citarmos
aiguns trochos do professor critico para convon-
^VcnVerdade,ra '"iparcialidade. Por
exemplo: Scudo quem falla : Mr. Verdi n'est
KIK mn8icicn ; la lao*ae f?* *est falle
!2 i t..el aZeat ffwsl*ro; I crit mal, I
ySZu'E *PW1I ar'.Sl ""P0"3" de developper
uhr,^,ft,den,t,r5r,le3 w^lOMeM legitimes;
il brusqne tous les lTet, il violento tous les pas-
sions, au eu de les voquer avec ranagement'
ses personnages sont presijue toujours en fureur'
lepoignardalamain. (I) Mais adiante anda'
nos diz : Sa musique produit sur le puble Tef-
au taureaP U" UIW et0Ie rUge qu' 00 moD,re
Cmo exeoplos comprobativos dessa verdade
nos au as diversas e mulissimas imperfeicdes
para nao dizer defeitos, do maestro em quesao'
principalmente na opera que julga a mais impor-
tante do filho de Rosseto; o Nabccodonosor ; senao
lambem nos lombardos, Hernn, D\u foscari e
iMiza MUkr, sustentando o sen juizo nao s sobre
as qnaJidades, como tambem sobre os defeitos pela
aeyuinta fttrma: as qualidaJes de Verdi, enmis-
H) P. Sendo, acne mus. paga. 85 e W vol,
arrebata, cuasia, arrooa, inebria, e pronta a um
mundo de coraepes.
As scenas que se vao prendendo at o quadro
linalmente trgico, sao de effeitos verdaderamen-
te patheticos e arrebatadores.
Psseuiis a apreciar os artistas que mais se
tornaram salientes nessa noite.
Destaca-se eir priraeiro lugar como urna recor-
daeao de gloria a Sra. Ueltramni, urna das prima-
donas, soprano, no papel do pagem Osear. E-sa
senhora fez o possivel para satsfazer as exigencias
de ura publico que ja laureara frenticamente;
n'uma poca de sandosissima recordaco.
A sua voz clara, mas um tanto traca, devida
suppomos, as fadigas domesticas, e ao que mais, a
sua quasi completa retirada do palco. Com tudo
isto fui a voz que mais sympathisamos.
Vamos registrar aqu os logares em que mais a
distncta actriz mais so tornou credora dos ap-
plausos do publico.
No quinteto do 2. acto, no qual possuio-se
verdaderamente, e se betn que a sua voz fosse a
mais fraca das de todos os artistas, que forma-
vam o grupo; com tudo isto foi, a que mais so-
bresahio despida de irnperfeicdes notaveis. -
O mesmo juizo podemos fazer a seu respeito
quando a> 2." quinteto, era que o gentil pagem
vem convidar a llnalo e aos seus companheiros
para um baile que d seu amo, cuja de-cripeao
minuciosa juica de dever fazer aos convidados.
Cite fulgor, che musichc.
Como resumo de graca e de gentileza, o como
para dar-mos urna estremecida rodas de palmas,
-nos sutcentes que citemos a linda e inleres-
sante canco:
Saper voreste.
Em segunda luaar nos apparece a Sra. Araaldi,
lambem prima-dona soprano. E' pnssuidora de
boa vocalisaejio essa senhora, mas permita-se-
nos que digamos aqu muito era segredo artista
estreante : por melhor que o seu canto se paten-
tle, despido de alguuajenoes, nao obstante nunca
poder ser applaudda como devera ser, se a se-
nhora soubesse harmonisar em um solemno hy-
mino a sua bonita voz eom os transportes ou
moyimentos d'alraa, que sao a vida de toda com-
posigao musical, mxime, n'uma senhora que se
aprsenla ao publico como urna artista soprano
de primeira ordera.
Ha duas passagens sobre todas as quaes a Sra.
Araaldi foge do sentimento que devera mostrar-se
possuidora, como galo das brazas : a i rimeira,
quando v-se descoberta pelo seu marido no 3.
acto; e a !.' quando assiste a morle do governa-
d r.
Em ambas portou-se com urna fricsa nadms-
sivel.
Ah t Excellenlissima a frialdade m, e per-
de-se quando rigorosa: na arte ellamatla o gosto
e a poe.-ia, como quema impiedosamente as ver-
des roupagens das mais frondosas arvoresi
Em 3. lugar acha-se a nossa vista a Sra. Pil-
rothy prima-dona contralto que incumbio-se do
papel da cigana Ulrica Foi a mais desembara-
cada das prima-donas, e talvcz a que mais agra-
dasse-nos, so nao mostrasse-se um pouco nimiga-
sinha da ilexibilidade e elegancia
Haja desculpar-nos esta franqueza.
Quanto aos Srs. Cesario e Roschim nao despen-
saremos por hoje seno animacao, que o que
desejavamos que tvessera em suas estras.
Aguardamos para a 2 represenlacao.
Ambos nao deixaram de agradar ao publico
que os applaudo. O priiueiro no duelo do 3.
acto, e segundo na aria do 4.
Os charos estiveram a coatento geral, o que
prova o desejo da parte do inatigavel ensaiador,
em querer agradar ao publico.
Quanto a mise em sane nossos parabens, exclu-
sivamente quanto a decoraco do 3." acto
Esperamos as successivas repeticoes da opera
Verdi e ainda mais com anciedade pela opera que
o emprezario nos promette : a Favorita.
Luiz Rizzio.
Anda diremos ao Sr. Refugiado que elle tem
luila razo quando diz,ouBnaonasciB Ra lama p
efr i-uiiirancr riabituaao a outF mooo neproce
der nao dsse, ele.; porquanto para se rhegar a
altura em que est enllocado a necessario urna
longa escada, e anda assim nao se ebegar, por
que criado em bergo de ouro com colxes de es-
terco de cabra, para evitar as carneradas, nao
certamente para que qualquer l chegue.
O nosso fim est salsfeito, Srs. redactores, foi
provarmos, como cabalmente o fizemos no seu con-
ceituado Diario de 17 do corrente que o nosso
amigo acha-se isempto de qualquer imputacao,
agora respondemos ao Sr. Refugiado, somonte em
attencao ao publico o pedimos ao nosso amigo o
Sr. Thomaz de Gusmao que nada mais responda,
devolveudo, como o fazemos ao Sr. berco de ouro
a lama de chiqueiro que nos quiz a tirar
Recife, ti de agoslo de 180'J. ^JkvBV-
0 inimigo da calumnia.
sua fa-
satisfazer
recorrera
Aos altos representantes do partido con-
servador e especialmente ao desta pro-
vincia.
Hoje que vos trataos de reformar o actual br-
baro systeina de recrutamento, e outras leis. que
a pratica tem mostrado, nao eslarem de harmona
cotn o progresso o a civihsacao do nosso paiz, nao
levareis muito a mal, que um camponez vosso
correligionario recorra ao jornal para orientar-vos
sobre o que s a observado normar pode verifi-
car, por isso vos rogo, que prestis attencao a rus-
tica exposicao que vos fago, em relacao ao meio
de por Pira, ou ao menos de attenuar a maior ca-
lamidaue, que solircm os nossos pobres patricios
das provincias do norte do imperio, cuja calaini-
dade o furto do cavallos.
Distante como vos eslaes do pobre para quem o
seu cavado o seu nico thesouro, nao pddeis por
isso avahar como eu, que com elles lido, as suas
amargas queixas conir as leis do paiz. por nao
Ihes prestarem proteccao, quando se veem priva-
dos di posse o dominio do seu cavado, para cuja
acquisiao sorTrem annos de privaces, nu entre-
canto, que da noite para o dia o v desapparecer
do seu poder, para o de algum vadio e preguico-
so, que o vai vender por urna terga ou quarta par-
te do seu valor real, para assim alimentar os seus
vicios e libertinagem, portanto estando eu por isso
mais a par do mal c de sua causa, devo estar tam-
bem mais habilitado para lembrar os remedios,
que o podem acalmar, ou de todo estirpar para
que vos o appliqueis, j que s a vos foi dado este
poder.
O furto de um cavado para quem toda a sua
fortuna consiste em sua posse, dever ser punido
tanto, ou com mais severidade do que o rpubo da
metade do thesouro de ura mllionario, porque a
este ser mais fcil recuperar, ou preeneber o de%-
falqne soffrido, do que ao pobre o pequeo agri-
cultor fazer a acquisicao licita de um outro caval-
lo, avista do que vos indico es meios seguintes,
que a meu curto ver, podero muito concorrer
para fazer desapparecer aquella calamidade. fin-
iendo que tres, sao estes os meios
Primeiro, o acabamento cora a execucao do re-
crutamento para os individuos, que nao obstante
seren casados, se dedicarem ao fuo de cavados,
e forem como taes reconhecidos, porque o que ob-
servamos sobre quera sejam estes individuos ? De
ordinario vemos, que sao elles homens robustos,
mocos, indolentes e preguiepsoe, que quando se
querem dedicar a esta Ilcita profissao, a primeira
cousa quo fazem casaremsp, porque dizem elles,
sendo o furto de cavados de diteil prova visto
que nos o fazemos em alta noile, quando todos re-
pousam, e estando nos felo casamento isampto do
recrutamento (seu nico cabrion) nada aos pode
estorvar para que continuemos a exercer esta f-
cil e lucrativa profissao, unto mais que nos nao
furtando os cavallos d is ricos,"que teem meios de
perseguir, somente furtamos os dos pobres,
que tinha diuheiro nao somente
milla vivesse cora abundancia r
as sua peraltagens, pelo que jamis
outro meio de vida.
As vezes estas aves de ranina abandonara mu-
Iheres e lilhos, era rana loealidade, e vao exercer
sua profissao em outra longinqna, onde apenas sao
presos com alguns cavallos furtados, dizem logo a
auloridade que effectuou a^pr.-o ; nos nao fatuo*
quera furtamos estes cavallos, porm sim os com-
pramos, ou apanbemos por troca em mo de. flu
individua, que ia atravesando tal estrada, e nao
havendo pravas na oceaslto, por ter sido e furto
[iraticado alta noite, tica a auloridade intallada
sem saber o que resolva, e lembrandose do re-
crutamento para os ver robustos e sera familias.
Ibes declaraos senheres esli presos para o re-
crutamentoem continente responden elles nos
somos casados e temos Sinos, e em seguida escre-
vem ou mandara dizer ae suas mulheres, que se
apresentem cora cenidas dos seus casa mentos,
(como ha poucos das vi lr ama deslas astuciosas
cartas) para reclamarem as suas solturas, para
que nio sgam para o e.xerclto, que Ihes promet-
iera, que ao depois de sollos s viverao para ellas
e seus filhos, estas pobres a abandonadas creatu-
ras acreditando as astutas palavras do lobo,
como natural aos seus senos, e com esperanca
de passarem melhores dias, em que nao Ibes seia
preciso cora seus ilhiuhes Uagar o negro pao da
caridade, faz ra o quo dolas exgem aquelles, que
s com ellas se casaram para as terom como sen-
tinellas avancadas de ms vidas dissoluctas e des-
regradas.
Apenas se veem os lobos fra das jaulas, fa-
raint.i* como d'ahi sahem, furiam os primeiros ca-
vados que alta noite eacontram, e deixando as fa-
milias logo poucas leguas do lugar da priso, con
tiuam assim cm sna antiga profissao ; o que por
certo nao succediria se a qualidade de casado nao
os-isentasse do recrutamento ; e de mais devera a
sociedade e nos as leis consenlireiu que centena-
res de familias se estejam aliraeniando e vvendo
a rosta do suor do pobre, e laborioso cidado ? E
a que meio de vida se dedicaro os lilhos vardes
de.tas familias, quando chegarem a idade de se
drigirem por si ? Certamente como e natural, se-
guirn a profissao em que foram criados e educa-
dos.
Tres beneficios nos trar esta medida, o primei-
ro haver mais gente apta para o recrutamento,
o segundo nao haver tantos brasileiros nfelizes
com taes casaineutos, porque elles por certo nao
se effeetuarao era tao grande escalla, nao se al-
canzando com elle o tira desejado, o tercero e
principal a tranquillidade que gozar o pobre
dono de um ou mais cayados, com a certeza que
tem de que a sua fortuna j nao est a merco dos
ladrdes.
O segundo meio criando urna le, em que se
consigne, que o furto de cavados seja considerado
como crime de roubo para poder assim ter lugar
o procedmenlo ofOcial da justica. Scnlo o crime
de roubo, o criminoso de furto prat'cado com vio-
lencia, nao seria muito extraordinario, que se con-
siderarse como violencia, o abrmento de urna pea
de trro praticado com gazua, o corte ou desabo-
toamento mesmo de urna pea de corda ou sola,
que priva o animal de arredar-se para longo do
lugar em que seu dono o deixou pastando, e final-
mente a astucia que emprega o ladran para apa-
ubar o cavado, qne pasta sollo.
O que observamos diariamente sobre ser quali-
ficado o crime de furto de cavallos, como si n-
plesmente furto ? Vemos que um pobre c peque-
no agricultor, que s possue urna onerosa familia,
um cavado e plantaces, que mal e parcamente
cheg? para a sua subsistencia, v, sabe, ou ha
testemunhas que virara fulano furtar o seu nico
cavado, porra nao tendo meios para pagar a um
advogado, afim de que este d una queixa contra
fulano para revindicar a sua propriedade, ou pu
ni-lo pelo crime que cominetteu, Pica coro sua fa-
milia maldizendo as fracas leis do paiz, por serem
fracas a tal respeito, e pran toando a perda do to-
da sua fortuna, para cuja acquisicao se privou da
alimentacao indispensavel, e se expoz a completa
nudez, ao passo que veem o actor de to grande
dainno passear impune, zombando e cscarnecendo
delle, e do nossas leis, o que a* vezes atira este
pobre e laborioso cidado a commetter um crime,
matando ou ferindo oo desalmado, que o reduzio
ao desespera : tal certamente nao succederia e
fosse o crime de furto de cavallos considerado
gcralmente como crime de roubo, e nao somente
quando commettido em pasto* de fazendeiros,
excepcao esla certamente odiosa para proteger
aos ricos com prejuizo dos pobres, que mais do
quo elles carecem da proteccao de nossas leis.
Considerando o crime de furto de cavallos como
crime de roubo, fcil seria a qualquer disvalido,
a quem fosse furlado o seu cavado entender-se
Com O oromntnr nnhlii>a <> i*ttmrmr,\ha (lyarfianio
arguma responsabidade para contar os abusos)
que fulano em vista de taes e taes provas Ihe fur-
lara o seu cavallo : dada a denuncia pelo promo-
tor deveria este exigir da autoridade competente
a proseguico do processo, e filialmente punico
do delnqueme.
O tercero meio fazer voltar para ser julgado
pelo jury o crime de furto ou roubo de cavallos,
para qne sendo o juiz processante obrigado pelas
nossas leis a s condemna em vista do allegado,
e provado, ainda que esteja certo do contrario,
assim nao succede com o juz jurado, que juiz
nao s do allegado, c provado como juiz de cons-
ciencia, porque quantas vezes nao poder succe-
der, (como ja se deu no jury desta comarca) que
alguns jurados, que nao foram notificados para
deporem no processo que est submettido ao jury,
sao testemunhas de ver, que o reo comiuetteu o
crime de que aecusado ? medida esla que se
lorna mais indispensavel em alguns termos, que
tero, por infelicidade, um juiz partidario e par-
cial.
Fetas estas tres modificacoes em nossas leis,
parece me nue teremos ou o acabamento do furto
de cavallo, Jpu ao menas a sua extraordinaria di-
minuico.
A illustraco dos altos representantes do meu
paiz supprir as faltas e iacunas, que existem
ueste pequeo escripto.
Comarca de Nazareth da Malte da provincia de
Pernambuco, 10 de agosto de 1869.
H. C. S. D.
O. Mara Aeestina
m isso Irma o ex-
Ionio,'de Sacra
D. ilarmina, esp.
colino Pureira
Escrivaas por
do Sacramento, fillia dojgkj
lor Romualdo An- %$
iimao Mar-
eicjlio edevocao.
As Jlima*. Ji inaas.:
D. MariMagdalena dos Sontos, esposa do
nosse rrolo ex-doflnidor Torquato Jos
dos Santos."
D. Igaez Mara da GonceiYf
Mord ornas.
As illm;*. Sras. :
D. I.uiza Claudina dos Santos.
D. Florencia Mara do Livramento.
0. Felippa Mara da Silva.
D. Senhorinha Lopes Lima, flha do nosso
rm3o Gregorio Lopes Lima.
D. Romana Vianna Jorge.
D. Deolinda Francisca da Costa.
D. Maria das Mercs Correia.
D. Bibiana Mara da Silva.
O secretario da irmandade,
Joao Antaro Vianna da Paz
,000 30 at 90 das de vista
cima do 1,000 at io.000.
do Pelourinho n. 7.
quan-
Lyrgd
A'
do
proposito da narrado
Sr. P.
Ja que a publicacao feita no Diario de 5 do cor-
rente raez, relativa a Associaco Comraorcial Bene-
ficente, deu lugar resposta incerta no Crrelo
Pernambucano de 18, justo pedir venia aoSr. P-,
para dar, por roinha vez, alguns esclarecmentes
sobre o seu incomroensuravel historiado as duas
principies gazetas dente cidade, de 21 e 22.
Da parto os factos que omilto, e outros quo por
sua conta e risco apresentou apresenlou a quem
da verdade, devo declarar, que nao meu propo-
sito desmentido, porm, orientar ainda mais o
publico no intuito de poder formar um juizo im-
parcial.
Vamos ao que serve : a Associaco Commor-
cial lieneficente conta actualmente 225 socios
effectivos, e d'enlre elles um que fazendo parte
de urna firma social vive assiduamente no ivcon-
dito do seu arniazem sempro oceupado com as
nolicias radicaes do sulou estu Jando uovos e
modernos planos para ladnlhos de igreja, e sdig-
na-se de appareivr no edificio da Associarao ou
praca do commercio de anno em auno as reu-
mdes ordinanas da assembla geral para a elei-
cao da directora, ou extraordinarias qnando se
trata de qualquer assumpto em que presume
poder desenvolver sua vasta e franciscana eru-
dicao.
No primeiro caso, so a directora que termina
o exercicio nao merece suas barbudas sympathias,
ou de si brilhante capia fazendo inlerpellacoes es-
ludadas e premeditadamente escriptas, ou'exlem-
poraneas censuras que nada significara, e quando,
por acaso, alguns dos socios presentes Ihe corrige
alguma phrase retrograa, ou o distingue com
seus apartes, terao-lo prorompende em dulcissima
linguagem, adobada do mais auti-parlamentar es-
pirito.
Mas, como, esse novo, genero de inculca pessoal,
nao agrada ao espirito da classe, a Associaco
em duas sessoes seguidas deu o mais solemne
tostcinunho de despreso as suas continuadas fal-
laces.
Sendo elle o orgao da microscpica opposiQao,
lica subentendido que os seus quatro companhei-
ros representavam papel muito secundario.
Deixo-os pois margem. A tudo isso succedeu
ft desabafo pela imprensa, era cujo campo o
Sr. F. assumindo a urna posico simuladamente
imparcial parece curar das proprias dores, c os
conselhos que ninguem pedio solicitando ao mes-
mo tempo do publico juizo imparcial.
Ora, sondo eu crealura desse tribunal denomi-
nado opiniao publica, assislisse o direito de ma-
nifestar o meu juizo, satisfazendo por consequencia
ao Sr. F.-Ei-lo:
A confianca que mereceu e merece a actual
direccao, confianca adquirida por inconteslaveis
servicos prestados ao commercio est na sua
reeleico, est nesses cento e tantos votos para
cada director contra os votinhos de cinco capri*
chosos apostlos do absurdo e da fatuidade.
Dado o parecer, requeiro a quem competir que
no jardim da Associaco se erija urna estatua
allusiva a exemplar abnegaqo dos cinco matyres*
e em sala especial se colloquo fardado a eloquen-
tissiraa figura do mais barbudo orador da poca.
Dessa forma Picar elle, aqui soldado e com-
merciante e em S. Francisco fradeisto se-
gundo a lgicaUm orador barbudo ftoul trplice
vocaeao.
G.
Srs. redactores.Rogo a Vmcs. o obse-
quio de publicar em sen Diario, a circular
abaixo, que n^sta data derigi ao Ilustre
corpo eleitoral do tercero distrelo
Rio Formoso 20" de agwsto de 1869.
B. de Arapagi.
(2) Scudo lili. mus. vol. pag. 30|.
nos
que quando por acaso, surde encontrar-os ce
seu cavallo, se contentara s com a revendicaco de
sua posse, e deixam-nos livres e desombaracados
para continuarmos a furtar os de outrem e mai
urde o proprio, <*ue nos foi arrancado das ar-
ras.
J vi um desujs industriosos que declarou com
todo o disfarcamento no interrogatorio, que a elle
tez um delegado de polica desta comarca, por oc-
casiao di ser pegado com tres cavallos furtado
que sendo ello sapateiro, e nao tirando com isto
lucro sufflciento para alimentar a si e a sua fami-
lia, se dedicou ao furto de cavallos, ao depois do
a mesa begedora da irmandade do scnhor
Rom Jess dos Martvrios da freguezia
de S. Jos, faz publico a eleico das
pessoas que hao de festejan o excelso
padroeiro o Semior Bom Jess dos Mar-
tvrios NOANXO DE 1869 A 1870.
Provedores por eleicjio e devofo.
Os Illms. Srs.:
Candido AlTonso Moreira.
Jos Joo de Amorim.
Escrives por eleicSo e devoPo.
04 Illms Srs.:
Antonio Ferreira da Costa.
Marcolino da Luz.
Provedoras por eleicSo e devoco.
As Exmas. Sras.:
Baroneza do Livramento.
D. Francisca Silveira de Pinho, espoza do
Illm. Sr. Dr. Maximiano Lopes Machado.
Escrivift por elec3o e devoco.
As Illmas. Sras.:
D. Leonilla Rosa de Gusmao Vianna, espo-
sa do Illm. Sr. Feliciano Marques Vianna.
D. Maria Joaquina de Almeida, esposa do
Illm. Sr. Antonio Joaquim de Almeida
Cruz.
Provedores por eleicSo e devocJo.
Os Illms. Srs.:
Juvencio Aureliano-da Cunha Cesar.
Francisco Ribeiro do Carme.
Escrivaos por eleicJo e devcn;o.
Os Illms Srs.:
Ludgerio Lopes Lima.
Antonio Juvino Torres Bandeira.
Provedoras por eleicjo e devocSo.
As Illmas. Sras.:
D. Clara Goncalves Lessa, esposa do Illm.
Sr. Domingos Goncalves Lessa.
D. Felicianna Maria Olympia, viuva de Jos
Themoteo de Andrade. '
Escri.Sas por eleic?o e devoco
As Illmas. Sras.:
D. Marianna Gomes de Millo, Giba do Illm.
Sr. Manoel Gomes de Mello.
D. Aquilina Paz Mendonca, filha do nosso
irmio ex-provedor Innocencio Paz Men-
don;a
Provedoras por e!eic3o e devoco.
As Illmas. Sras.
Agua de Florida de Murray
& Lanman.
Todas as prepararles cbimicas envolvem
em si iraitacoes grosseiras de essencias de
flores extrahidas de muita casta de ingre-
dientes de urna natureza acre e revoltante;
porm o refrigerante e deleitavel aroma
que dimana do Datural incens das verda-
deras flores da natureza, quando, por as-
sim dizer, ainda em um estado virginal de
adolescencia sendo docemente embaladas
pelas genlis brisas dos trpicos, jamis pode
ser simulada.
Daqui provm e nasce toda a superiori-
dade deste admiravel e to afamado perfu-
me, a concentrada essencia de flores, co-
Ihidas por entre os enrama os jardins la
Florida, sobre todos os demais perfqmes
existentes; e finalmente dahi nasce -ssa
innata tenacidade com que ella se apega
tudo o que toca, sem jamis variar ou des-
mercer.
Nao conhecemos, pois, cousa alguma neste
genero que apenas de leve se possa appro-
ximar ou comparar em delicadeza e persis-
tente durabildade, excepcao dos oxtrac-
tos mais finos de Paris: e no entanto a
agua de Florida de boamente preferida
pelas senhoras da America Central e do
Sul, Mxico e Antilbas, at mesmo ao me-
lhor delles, e para mais ajudar o seu custo
segundo nos consta chega exceder a me-
tade daquelles outros.
Acha-se venda as pharmacias de A.
Caors, M. A. Barbosa, J. da Conceico Bra-
vo & C, P. Maurer &C. c Bartholomeo
& C.
Sociedade bancaria
em commandita
Teodoro Simn & 0.
Comprara, e vendem por conta propra
metaes, raoed.is nacionaas e ^trangeiras,
seji9| de cambio, sdalas do governoe do*
qanco do Brasil.
Descontara letras da trra e outros ttu-
los coramerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
mas transacc&es, da cobranca de letras da
ierra e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo flxd.
Largo do Pelourinho n. 7.
Novo Banco de Pernambuco
em liquidacilo, 3 de agos-
to de 1869.
Os Srs. accionistas podem receber o
sexto dividendo de um e meio por cenlo
do capital: as quarta-feiras o sabbados.
itendimento do
Idem do dia 3
Al.FANDEGA.
dia 2 a 21. .
487:746lil>'.
V:9&im
530:730#70s
MOVIME.NTO DA ALPANDEGA
Volumen sanidos cora fazendas 96
Idem idem cora gneros 57*
&< Descarregam hoje 2i de ago?lo
Barca inglezaOazellamercadorias.
Barca inglezaNaoniaidem.
Bngue portuguezConstante 1 idem.
Patacho portuguezMaraidem.
Brigue iiiglez-OfWi/ferro e carvo.
Brigue norueguenseEnergefarnha de trigo.
Brigue norueguenseAdjuvanstinh de Irigo.
Brigue hespanliol-#ty Lugar diiiamarquezMarianamercadoria?.
Escuna hollandezaAnua Mariaidem.
Hiate americanoMan/ & Wendhtr idem.
ABELLA dos rangos dos gneros sujkjtos a
HE1T0 DE EXPORTAg\0. Sr.MA.NA DE 23 A 2
MEZ DR AGOSTO OE 1869.
Mercadorias: Unidades.
Abanos......... duiia
Algodao em caroco..... kllog.
dem em rama ou em lia.
Carneiros vivos....... um
I'orcos idem........ 4
Arroz com casca...... fcilog.
dem descascado ou pilado >
I i)
.... >
.... nina
....
on inen-
.... litro
.
.
.... kitog.
.
c fermentadas:
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 23 DE AGOSTO DE 1869
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cambio sobre Londres 90 d/v. 18 1|2 d. por
U000.
Cambio sobre Paris 90 d|v. 320 rs. por franco
#. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras da praca taxa a con-
venconar.
Becebe diuheiro em conta corrente e a
oraza Qxo.
Saca vista ou praso sobre as cidade.-
priacipaes da Europa, tem agencias na Ba-
ha, Buenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orieans, e imitte cartas de crebito.
para os mesmos lugares.
Ba do Commercio n. 36.
Assnear brauco
dem mascavado. .
dem retinado .
Gallinhas ....
Papagaios .
Azeite de ameadoim
dobim.....
Idem de coco .
dem de mamona. .
Batatas alimenticias.
Baunilha ...
Bebidas espirituosas
Agurdente cachaba.....lilr.
Idem de caima...... >
dem genebra......
dem restilada.......
dem alcool........
dem cerveja.......
Idemvinagre.......
dem viiilio de caj......
Bolacha lina, comprehendidos os
biscoit s.........i-.iivg.
dem ordinaria, propria para
embarque........
Caf bom.......
dem escolla on rcstolho ...
dem torrado ou moide. ... *
Cal branca.........
dem prela........
Carne secca ( xarque ).
Carvao vegetal.......
Cera amarclla.......
dem de carnauba em bruto. >
dem idem em velas.....
Cha.......... i
Cocos seceos....., censo
Colla..........kilog.
Couros de boi. seceos salgados,
dem idem espichados. ... >
dem idem verdes.....
dem de cabras cortidos cm
dem de onca.......
Doces cm calda......k ilog.
Idem ein gela ou musa.
dem seceos.......
Espanadores de pennas grndc-s dazia.
dem pequeos.......
lem de palha ..?....
Esteiras de carnauba .... eenlo
dem propria para forrooa estiva
de navio........
Estopa nacional......liiog.
Fariuha de araruta.....
Idem de mandioca.....
Feijo de qualquer qualidade. .
I'uino charutos......
dem cigarros......
dem em follia bom .... *
dem em folha, ordinario ou re-
toiho ........
dem cm rolo e en> latas bom .
dem, ordinario ourestolbo. .
Rap .........
Goinma de mandioca. (poIvilh-J. >
Ipecacuanha ( rail).....
Angico (toros)......teia
Caibros........cm
Enxams........
Freiliaes........
Jacaranda (coucociras) .
Lenha em achas......
dem em toros......
Linhas e esteios......
Lour s (pranchOes).....
Po Brasil........
dem de jangada......
Quiris ,........
Vinhatico costadinho de 2.'i a 30
millimetros de grossura. .
dem pranchoes de dous costa-
dos al 50 millimetros dj gra-
sura .........
dem tabeado de menos de i
millimetros de grossura cwia
Taboado divorso....... i
Tatajuba........^iog.
Travs .........
Varas para pescar.....dotia
dem para agnilbada9 .... '
Idem para canoas.....
Cavernas do sucupira(em obra)
Eixos de sucupir para carro
idem..........pir
Mel melaco........Xilog.
dem de abelha......
Milho......... ilog.
*
a
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centro
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kilog.
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Valores.
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25K
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442
430
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4*000
1*43K
50(1
632
371
3!
10*001
1*1.",:;
78'.
2*180
48*00(1
24*000
12*00
16*00(1
12*00! i
i.-t.;
681
_'
272
3*000
320
1*000
13
681
545
2*180
170
1*70'.
60*000
360
1450O
5*000
95*000
3*000
12*000
6*000
10*000
102
5*000
6*000
on 16*00u
20*000
144100-.
06*000
3.1
S*000
UMO
600<
UOOf
3*50f
16*00;)
50
320
M
16
mooo
817
31
18
i
4*7>
160
Saques sobre Londres
SOCIEDADE BANCABIA EM COMMANDITA
Theodoro Simn C.
Saccao sobre os Srs. Samuel Montagu d
C, banqueiros era Londres.
A' vista quantias 5 at 100, 3 dias
do vista quantias cima de 100 at
Palha de carnauba..... melhos
Perhury......... kilog.
Pedras de amolar ..... >
dem de filtrar...... .
dem de rebollo .1
Pennas de ema ......
Piassava......... moifcos
Pontas ou chifres de novilbo 011
vacca......... c<>nto 2*80<
Sabo......... kilog. 348
*} >.....>
Salsaparrillia....... 2h :
Sapatos de couro branco pyr 800
Sebo ou grasa em rama kik.g. 340
Idem em velas. .-..,.. 47c,
Sola e vaqueta...... > 143x1
JaP'oca.......... 204
Lnhas de boi....... cento 380
Vassouras de carnauba *. 7t''R
Idem de piassava..... 1*200
dem de timb...... 1 960
Alfandega de Pernambuco. 21 de agosto de 1863.
O l. conferente, Manoel jrr.o a Silva.
O 2." dito. Joaquim da Costa Honro.
Approvo.Alfandega e Pernaajbueo, 24 de .1-
gosto do 1868.Paes deAniradt.
Conforme.Joaquim TerMioM JoMiitsroi.
K*
*
-
-
-
V'


-
Diario de Pernamboco


Trqa fetra
_ ____
24 dfr* Agosto
ate
.
P869.
SBEDOMA DE RENDAS INTERNAS
raes de rEUMAMnrc.o.
Hendiraintr -Meiu do dia 23......
*
CONSULADO
Rendimentododia a SO.
Idera do dia 9.1 .
PROVINCIAL
. 58:2CU8i
. 8.705i76i
i
66:919*588
MOVIMENTO M PORTO.
Navins entrados do i-i Si.
Maranhlo 7 das, fragata peruana Ma-
ranon, commandante capitao de fragata
Nicolos N. Portal.
\racaty6 dias, liiate brasiiciro Deits te
'/'tarde, de 9G tonehdas, capita Manoel C.
da Costa, carga 497 fardos de algodo
o outres generas; a BarUiolomeu Lou-
renro.
Nanos sahidos no mismo dia.
>llhas CiBrias Patacho inglez Albertina,
capitao C. P. A wer, c;n lastro.
-Rio Grande doSulBaroa brasilea Laura,
capitao Antonio V. da Silva, carga assti-
car e outros gneros.
Sim ficando designado o d de -amaflhia
ara a inquri$3o. Cidade do Recife \i de
Igosto de 1889-NeiraEm virtud e do
.1 fura mvsmaogkjo detribnid ao
rivao desie juiz^ oel Mara Rodrigues
do Nascimcnto, <^| fepvrou o termo de
protesto do tbeor segQRe:Termo de pro-
testo. Aes 12 de agosto de 4869, na cidade
do Recife, em meu cartorio appareceu o
supplicante o commendador Joio Pinto de
Lemos, por seo bastante procurador o solli-
citador Fivderfco Chayes, e disse perante
mim e as testemunhas iofra assignadas que
reduzia a protosto o contedo de sua peti-
fo retro, a qual offerecia como parte do
presente que fica sendo; e de como a&sim
o disso e protestou lavrei este termo no
quil depoisde lidose Qrmou com as ditas
testemunhas: Ea Manoel Maria Rodrigues
do -Nascimento cscrivio o escrevi. Frede-
rico Chaves, Faustino Jos da Fonseca,
Eelix Fia. cisco de Souza Magalhes. E
tendo o supplicante produzido suas teste-
munhas. sellados e preparados os autos su-
biram a minlu conclusao c nellos dei e pro-
fer a entenca do thcor seguinte : Em
vista dos depoimnnlos das testemunhas de
folhas cinco a fblhas seis, he par justificada
a auzencia em lugar incerto e nao sabio do
8*1 do eoaselh de compra* do arsenal-*
guerra z*ta de 18S9.
^^i Coelho.
'* interino.
Jos npBltv de Castro Silva,
. Secretario. H>
IfcihiaMunlor pmuno Primeiro, comman- SUpp|jCafj0 Amcriro Xavier Pereira de Brlo
danto capitao de franata 1). Gamillo N. n pm ,((nMmiPnn9 mandn si np. ditan
capitie de fragata
Carrillo.
ttahiaFragata peruana Pacifica, cora-
mandante D. Aurelio Anida.
A ul ie saludo *o d,.\ 32.
H::liiaBrigue bespanho! ilauiuueta, cap-
to Ambrosio Baronat, carga varios g-
neros.
Natos entrados no da 23.
Cardiff43 das, barca ingleza Era, de
.289 toneladas, capito Alejandre Mac.
Quellin, oqnipagem 10, carga carv3o ;
a A. L. de O. Azevedo < C.
Swansea43 dias, barca ingleza Obey, de
271 toneladas, capitao Le Uros, equipa-
gem II, carga carvo; a Sawnders Bro-
tlieros C.
'llamburgo4S das, brigue norte allcmao
Agatht, de 10G toneladas, capitao Brolna,
equipagem 9, carga varios gneros ; a
Domingos Al ves Matbeqs.
MarseilleliO dias, barca franceza Mouss,
de 3(i5 toneladas, capillo Veschi, equipa-
gem 13, carga varios gneros ; a Oettle
C.
Tamandar e portos intermedios0 hiras,
vapor brasiiciro Pohngi, de 218 toera-
das, commandante Joaquim Jos Pereira,
equipagem JO, a companhia Pernambu-
cana.
\racaly 6 dias, hiate brasileiro Marta
Amelia, de 55 toneladas, capito Fran-
cisco Thomaz de Assis, equipagem 6,
caiga varios gneros ; a Prente Vi-
anna & C.
Navios sahidps no mcsoio dia.
MaceiVapor brasileiro Joguaribe, com-
mmdante Guilhermc, :arga varios ge-
nero.
ttahifcr- Fragata peruana Alnrtmon, com-
mandante capitao de fragata Nicolos
N. Portal.
e em cdnsequencia mando se passe editaos
de citado com o praso de 30 dias pagos
as costas ex-causa polo justificante. Cidade
do Recife 18 de agosto de 18(59, Manoel
Jos da Silva Neiva. Por forrea da quatoes-
crivo fez passar o presente edital pelo qual
chamo, cito e hei por intimado o dito suppli-
cado para que comprela neste juizo don-
iro do dito praso alim de allegar, o que fr
de Justina.
E para que chegue ao conhecimento de
todos mandei passar o presente que ser
publicado pela imprensa e aunado nos luga-
res "Ho costume.
Recife I de agosto de 1869.
Eu, Manoel Silvtno de Barros Falc5o, es-
crivao o escrevi.
Manoel Jos da Silva Neiva.
DECLARACOES.
Provincia da Parahyba do Norte.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector do llic-oum
provincial, faco publico, para sciencia dos nteres-
gados, que a dita repartiQao compra toda pedra
ilo granito, ronduzida como lastro, pelos navios
(pie foreni earregar an porto da referida provincia,
a razio do l por tonellada. posta em trra.
Recite 12 de agosto de 1869.
O agente de rendas,
Joao Kodolpho Gomes.
EDITAES.
Pe\a secretaria da cmara mun\c\pa\
.sido arrematad* nesla dats, como eslava
annunciada, a obra dos ccncertM de que
precisa a poute deoorainada do Luca, or-
eada na qaantia de 88fi, contina em pra-
<;a a mesma obra era o dia 25 do corrente.
Secretaria da cmara municipal do Re-
cife, 48 de agosto de 1869.
O secretario.
Francisco Canuto da B'hi-Viagcm.
do
600000
170*000
178*0(10
242*000
76*000
96*000
600*000
101*000
Pela secretaria da cmara municipal
lesla cidade se f iz publico, eme continuar
<:m praca em o dia 25 do crrente, para
>ar arrematado por quem maior prejo of-
lerecer, o imposto de 500 rs. por cabega
de gado morto para consumo as fregue-
zas do Pogo da Panella, Alogados, Var-
y.ea, Murbect, Jaioalo e S. Lourenco da
Mala, visto qm n5o forara arrematados
tiesta data.
Secretaria da cmara municipal do Re-
cife, 18 de agosto de 1869.
O secretario,
Francisco Canuto da Ba-Viagem.
Ki Dr. Manoel Jos da Silva Neiva, juiz de
direito da segunda vara criminal o subs-
ituto da do especial do commerco em
xercicio nesta cidade do Kecife de Per-
nambuco por S. M. I. e constitucional o
Sr. D. Pedro II a quem Deus guarde.
Fa^o saber aos que o presente edital vi-
ren e lelle noticia tiverem que por parte
do commendador Joo Pinto de Lemos, me
loi dirigida a petiejio do theor seguinte:
lllm. Sr. Dr. juiz do commerco. O com-
mendador Joao Pinto de Lemos, sendo cre-
ler de Americo Xavier Pereira de Brito. da
quantia de 6:221#8'0, principal de tres
(tras vencidas a 27 de agosto de 1864,
sendo ditas letras saccadas e endorsadas por
seu Qlho Joao Pinto d Lemos Jnior, e como
n supplicante queria interroinper a pres-
i-ripg5o achando-se o acceitaanto auzente em
lugar nSo sabido, requer* V. S. se digne
mandar tomar p r termo o seu protesto
para ser intimado por edicto como determina
> art. 453 3o do cdigo commercial assim
pede a V. S. defenmento: E. R. M.O pro-
curador Frederico Chaves: A qual, estando
sellada, dei o despacho do thoer seguinte:
m
Santa Casa da Misericordia
Recite.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que na
sala de suasjsessoes, no dia 25 de agosto, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematadas
uuein mais vantagens offorecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra do Encantamento.
Sobrado de dous andares n. 3. .
Ra do Padre Ploriano.
Gasa terrea n. 49......
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 36.......
Ra do Cahbougo.
Casa terrea n. 20......
Ra da Moeda.
Primeiro andar do sobrado n. 37. .
Segundo andar dito......
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
l\ua do Amorim.
Sobrado de dous andares n. 21, dem
Patno do Paraizo.
Loja da frente do sobrado n. 29 .
Ra da Guia.
Casa terrea n. 27...... 192*000
dem n. 25........ 144*000
Ra da Cacimba.
Mem dem n. 12...... ft6000
Ra do Pilar.
Gasa terrea n. 10o ................ 146*000
dem n. 98........................ 203*000
dem n. 96........................ 202*000
Sitio n. 5 noForno da Cal........... 150*000
Os pretendentes devero apresentar no acto da
arremataqao as suas flaneas, ou comparecerem
acompanbados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 13 de agosto de 1869.
O escrivao,
________________Pedro Rodrigues de Souza
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesoura-
ra de fazenda sao convidadas as pessoas que an-
da p'issuirem notas de 55000 da sexta, e de 10*
da quarta estampa, em substitu ao, a virem tro-
ca-las por notas do novas estampas, que para bao
tem recebido a thesouraria do thesouro nacional.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pcr-
nambuco 23 de agpsto de 1869,
Servindo de offtcial-moior,
Carlos Juao de Souza Correia
THEATRO
DE
S. ISABEL
Km prez* lyilea italiana.
QUARTA-FEIRA 5. DE AGOSTO.
41 recita de assigoatura.
Pela primeira vez exeeular-se-ha a grande
opera em 4 actos de Donizetti
A FAVORITA.
Persnnagens. Actores.
Affonso XI, rei de Castetla. Sr. Boschini.
Leonor de Gusman.....Sra. Ainaldi.
Fernando........ Sr. Gesari.
Balthazar, superior dos frades
deS. Jacome....... Scolari.
D. Gaspar, offleial do rei. N. N.
Inez, confidente do Leonor. Sra. Beltramini.
Senhores e senioras da. corte, pagens, guardas,
raontanhezos, soldados, cortezaos, frades etc., etc.
A aceito no reino de Castella.
poca 1340.
Os bilhetes vendem-sc no dia do espectculo.
Principiar as 8 horas.
niMwao, urna rama franfp, orna earteic- eom
duas Tncvn pro ria para um oseriplorio, urna di la
!"'*'? **^*s cinaras *? Ttman^ rr
l.iiiz \\. 4par'e| de lanteroas, um candelalfro de
-
rqnwas, i
lou?a ite iiiucciana para j
OsaaMelio, mu
reiro com pouco uso
s un
Obi fo, di
meio
lar, n
:!l oa
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCAXA
%'avegaeo tesleira por vapor.
Porto de Gallmhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba, commandante
Mello, seguir para os portos cima no
. dia 31 do corrente a meia noite
Recebo carga, encommendas, passageiros e di-
nhoiro a frete, ni escriptorio do Forte do Mattos
o. 12.
JL
COMPANHIA BRAURA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 28 de agosto o vapor
Paran, commandante o capitao
de fragata A. J. de Santa Barbara,
o anal depois da demora do cos-
tume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-so a
carga que o vapor poder conduzir, a qual deven
ser embarcada no dia de sna chegada. Encommen-
das e dinheiro a frete ate o dia da sua sabida as i
horas.
Nao se recebem corrto encommendas senao ob-
|ectos de pequeo valor e que nao excedam a dua
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medica.
| Tudo que passar destes limites dever ser embar-
ca lo como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
zens so. se recebem na agencia roa da Cruz n. 57,
" andar, escriptorio de Antonio. Xuiz de Oliveira
Azevedo A C.
vatono, um porta toalha. ujna .mesa elasjica, um
rologio ue paredk um (ar; iqca., um por cadtiras de b>laico e diversos relogios de 'juro
r-pmta para algeira. k _
IIOJE / 3 I
f> agente Maitns compotentomente autoriMdo
farileilaodos nbjectos cima .fiiscriptos no tma-
zim. d roa do Imperador n. 16, as 11 horas em
ponto sea reserva depreco?.
um candelalfro di
isn nm la TWwtar contra a maligna fhsi
De am piano francez c forte, urna mobika ia mot-
il* cora I sof, 1 oifisa o 2 contlos com pe-
dras, 4 cadeiras de iliacos o 12 de guarnito,
I mobilia ostufada eom 1 sof, 2 canclras de
bucos e 2 de guarnica, candieiras a gtiz, 2
vistas, 2 mezas de jogo, 1 mesa redonda de ja-
c.vand, 2 espelhos, 3 redomas, 1 mesa elsti-
ca, louca e vidros, mezas com gavetas, 1 cama
di bronzH par duas pu-ssas, 1 dita para me-
nino, dilfireiites cadeira,'lavatc(hs, 1 mar-
(piezao, flandi^i) irom de c^mha exulto ob-
jiiCtOS.
no je.
No 2o andar da ra io Trapiche n 8.
A. Du-Mont, tendo-so retirada com sua fami-
lia para flew-York, faz leilo por interveuoao do
agente Pinto, dos movis e mais objectos cima
menci. nados, existentes no 2"-andar do sobradu
da ra do Trapich' n. 8, onde se cITecttiar o
teile.
Principiar as 10 horas.
LEIUO
De urna porfao de ivros de lilteratara
bem conservados e de bons autores em
portuguez e francez.
MOJE.
Pelo agente Martins no armazom da ra do
In>yeradi>r n. 16, ,v H liaras em ponto.
LiLir
HOJE.
De cma machina de coser, um piano forte,
iima mobilia de raogoo e mgitos ontros
movis.
Por iotervencao do agento Pinto, no 2* andar
do sobrado da ra do Trapiche n. H.
LEIL40
PARA'
ConscJho de compras do arsenal
de guerra.
O conselho de compras do arsenal de guerre
precisa comprar o seguinte :
Casemira encarnada, metros 4
Mappas modello n. 9 (amostra) 100
Ditos para dietas (modello differente) 1,000
Camisa de meia- 1
Luvas de atgodao, pares 38
Faca para cozinha 1
Obreias (massos) 30
Vassouras de junco 400
Cniuroes com ferragens douradas para
msicos 17
Botins, pares 67
Camisas de meia 2
Luvas de algodo, pares 74
Suspensorio-, pares 66
Brim escuro, metros 333,30
Brim branco, metaos 8i,70
Algodozmho, metros 319
Lencos de algodo 103
Meias de algodo, pares 103
As pessoas que quizerera vender os objectos
cima declarados, apresentem suas propostas na
sala do conseibo com as respectivas amostras, as
11 boras no dia 28 do corrente.
O palacho Protector seguir para o referido
porto em poneos das, por ter a maior parte do
seu carregamento prompto : para o que Ihe falta,
quem quizer earregar a frete commodo, pode diri-
air-se ao consignatario Joaquim Jos Goncalves
eltro, ras do Commerco o. 17.
Para o Maranho
va i sahlr breve por ter a maior pane do carrega-
mento engajado, o palhabole iwrtnguez Carolina,
capito Joo Paulo do Oliveira, reeebe carga a tre-
te : trata-se com E. B. Habollo, ra do Couimi-rcio
n. 44. v
Para Lisboa
o patacho portuguez Maria, capito Pedro Martins
Branco vai sabir breve por ter a maior parte da
carga engajada, recebe o resto que lhe falla a fre-
te barato, e passageiros : trata-so com E. R. Ra-
bello, ra do Ommereio n. 44.
Para o Porto
pretende sabir com a possivel brevidade o patacho
portuguez Liberal, tem parte da carga engajada, e
para o resto que lhe falta, pode tratar-se com Da-
vid Ferreira Hallar, ra do Brum n. 92, ou com
o capito do referido navio.
Para Lisboa
O brigue
Lisboa com
portugnez Constante II segu para
menor demora possivel, por j ter
parte de sua carga prorapta : para o restante e
passrgeiros, trata-se com os consignatarios Olivei-
ra, Filhos &C., no largo do Corpo Santo n. 19, ou
como capito n nraca do-commerein.
C0MPAXH1A PERNAMBUCAXA
DE
Vavegaco costeira por vapor.
Mamangnape.
O vapor MondiAi, comman-
dante Penna, seguir para o por-
to cima no dia 28 do corrente
as 6 horas da tarde. Recebe car-
. ga, encommendas, passageiros e
dinheiro a frete at as 3 horas da tarde do dia
da sahida : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Para
Seguir brevemente o veleiro patacho portuguez
Boa F. capito Domingos Martins : roceno algu-
ma carga a frete razoavel, para oque se trata
com o sen consignatario Joaquim Gerardo de Das
os, ra do Vigario n. 16,1* andar.
LEILOES.
LEIUO
De urna mobilia do Jacaranda, um colre prova
de fogo, um apparador, um guarda vestido e
amarello, urna commoda de Jacaranda, um san-
tuario de dito, urna mobilia de amarello. um mar-
De I saceos com felj5o.
MOJE.
O agente Pestaa far leile por con la de quem
perlancr de 24 saceos com feijo em um ou ma*
lotos: boje as 11 horas da manha na porta do
armazcm do Annes.
De 10 pipas e meias cora vinagre de Lis-
boa marca AAST desembarcado hontera
HOJE.
O agente Pestaa far leilo por conta de quem
Eprtencer de 10 pipas e meias com vinagre de
isboa desembarcados hontem c sero vendidas
emnmoumais lotes : hme as 12 horas da ma-
nhaa no largo da escadinho da alfandega.
LEILO
De 50 saceos com arroz do Ma-
ranho.
Qnarla-feira 24 do corrente.
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem pertencer de 50 saceos com arroz do
Jhranhaa e-sorao vendijas em lotes a vonlade
dos wimpradore- no dia cima as 11 boras da
flautea no armazcm do Annes.__________^^
LEILO
De 12 caixas com banha do porco de Lis-
boa com 72 latas,
QUARTA-FEIRA 23 DO CORRENTE.
O agenle Poslana far leilo por. conta e risco
de quem pertencer de 12 caixas com 72 latas com
a verdadeira banha de porco de Lisboa e ser
vendida em um ou mais lotes a volitado dos lici-
tantes no dia cima quarla-feira 25 do corrente as
II horas da manha noarmazem do Anne .
LEILO
De algodo era rama
A 26 DO CORRENTE.
O agente Oliveira far leilo por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de direito da 2' vara cri i inal
e substituto da do especial do commerco desla
cidnde de 10 saccas de algodo sob differentes
marcas, arrestadas por Linden Weydman A C, a
G. Duvoisim para garanta e as quaes se
acham depositadas na prenca dos Srs. Joo Fran-
cisco Antunes A Irmo, sito ao largo da Assem-
bla no Forte do Mattos, onde os pretendentes po-
den) examina-las com antecipaco :
Quinta-feira'
ao meio dia em ponto, na indicada prenea dos
Srs. Antunes A Irmo.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se de um cosinbeiro para casa de
familia morando em um dos arrabaldes : dirija-se
a ma da Cruz n. 6 !' andar.
nbalM assigNB, na quaji
meVo Sr. Pl inrisro F ^Hp* Di;acw*Jiojt
-peitovel puBUco
sinua<3 foi.'rem um
anniincio hontem publicado neste Difiri contra
meanio Sr.- F. F. Di:artt, sb asignatura d
*. Manoel Fernairde L*aTte ; o qiiM, sem produ
zir a procuraco basl He-, que dil ter de sea
respiiiVerifii o Sr. Jii.ii'FernandeaDuarIc, resi-
dente em tnrcellos. na guem possa hmressar, une licava dosde j proH
nrtiida a alienacao de qnJqncr bem, o. pagamento
de diviUs, o qHalimei-'i ti iraasacr^r) rehrtiwi-
menlP 'berancn de .-Vain Fernmdfes- Dqsrtfi do
Afmeida, alli fallecido em oslado do soliiwsem
descendentes, ma- e.taTietecido nesla cidade"; poi.
que o dito Pai d'elle anannciantc linha revngadn)
os poderw, qtie conferio *> mesmoSr. 1'n.uci-ci
Kernandes Dnarto para arrecadaco da dita be-
ranea ; assini como qne rog va cjialmenio"
aos Srs. tabellies para naO/lwrareu.e*cripturai
alg.uma de contrae, quanti aos betwda mencio-
na d'a neranca, avista da ascegacao dbquell'Airat
procuraco.
Em verdade. n Sr. Manoel Fernndc* DKarte
proeurot d'est'arle derramar urna pfevencKo-des-
ajrosa coutra seu honrado irmo o Sr. Francisd
Fcrnandes Duarto, apnwrcilando-se para istn de--
na au tem TMiipre gozao de bastantfl credM morcan',
e de roputaco ilhbada, como publico e noloci;
sendo mais eslranliavel osse piocedimonti). do
mesmo Sr. Manoel Fernandos Duarte, qtmndo^ lia
pouco, elle aqu chegou de Poitugal, onde
estivera (-om aquello sea mano, nao, aooru-
pauhou-o communicago alguma a respeito dtssa
snpposla revogaco da referida procuraejo, nao
havia mesmo motivo para.isso; o dito Sr.l'raneiseo
Fernandes Duarte est na melhor harmona e em
immedi.ito contacto com o seu respeilavel Pin, se-
gundo consta, e os bens conslitulivos daquea he
ranga esto sob a vigilancia e guarda-do bastante
procurador do Sr. FranoiscoFerilrmles Dwrte ; o
qual por certo nao os alienara,.nenio faria em
caso alguin sem eslar para isso de-vukniente au-
tonsado ; o que ludo faz. crer, que oSr. Manoel
Fernandes Duarte, se nao um verdadeiro iut u-
so nesse negocio, (como pareoe), ao menos tem
procedido com muila precipita^o, temeridade, e
espirito offensivo reputaco de seu propriu ma-
no, e a do abaixo assignado, al boje illesas.
Entretanto, pode flear certo o Sr. Manool Fer-
nandos Duarle, que nao lograra qualquer desses
sem intentos, porque nao ter justos motivos
Eara desairar aquello seu. digno mano, ncm lam-
em ao abaixo assignado, seu procurador bastante
nesta Cidade, os quaes sao notoriamente condeci-
dos orna incapazes de ipialipier acto reprovado,
bem como nao se iiUrometter mos lavadas,
sem os meios competemosna administrarn detsa
heranca, da qual o Pai d'elle ja devera ter recebi-
do as contas mais exactas, o achar-se pleuameute
salisfeitu.
Os Tribunaes do BrasH offerecem as necessarias
garanlias pan castigar os Injustos offensores da
reputaco albeia, e assegurar os direitos do quem
qur, que fr.
Hecile, 24 de agosto de 1869.
___________ Francisco Guedes de Araujo.
Sexta-feira a tarde voou do segundo andar
do sobrado da ra das Cruzes n. 41, urna rola
hamburgueza muilo mansa, c que canta constan-
temente, lomando para os fundos das casas da ra
do Crespo ou Imperador : roga se, pois, a quem a
ti ver apanhado o favor de a mandar levar refe-
rida casa, onde se gratificar o portador.
CRIADO
Xa ra osfctia do Basarlo o, 3o, primeiro an-
da r prec:sa-se alugar nm criado de 12 a 13 an-
no s, livre ou escravo para o servieo externo de
amar.
PERRME WeXJHNGUIVEL.
Para o Iijh..Tocg*w, e Banho.^
Precisa-se de urna mulher forra ou
quesaiba cozinbar o diario de urna casa .
do Queimado n. 18, 2o andar.
captiva
na na
Ocollegio da Omeeice precisa de um lio-
mnm idoso para oceuparo lu/ar de porteiro.
Joo Francisco de Souza convida aos seus
amigos e os do finado Joo Luiz Goncalve3 para
assisiirem a mlssa do stimo dia, na ign-ja da Ma-
dre de Dos, na terca-feira, 24 de agoslo, as 7
horas do dia.
Da-se alo -i:OuVJO0Oajun> mdico sob iiypo-
theca em bens de raiz, livres e desembarazados:
na cncaderna^ao parisiense, raa do Imperador n.
71, se dir com quem tratar.
Engomiia-se roupa lano de liouiem comod0
senhora, com pertei^o : na ra do Caldeireiro nu-
mero Ib. _____________________
Aluga-se
o sitio da Via va de Diego Jos da Costa, na estrada
da Torre, com grande casa de vi venda assobra-
dada, cocheiras para carro e cavallos, e miarlos
para pretos, baixa para capini e arvoredos de
fructo : a tratar na sua Nova n 12, loja.
Quem quizer
ser ama de um menino ne 3 annos, fazendo o ser-
vico que for preciso ao mesmo, c sahindo com elle
a passeio, e o mais que so contratar, dirija-se
praca da Roa-Vista n. 30. 2o andar.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite, e paga-se bem :
na ra da Praia n. 34.
AMA
Na ra do Padre Floriano n. 31, precisa-se de
umaescrava para alugar. paga-se bem.
MU
Preoisa-se de urna mulher de idade que te-
nlia bons costumes e possa servir a duas pes-
soas ; a tratar no Gaz ra de S> Joo n. 51.______
Olorecem-se duas seBboras portuguezas,
urna para educar, ensinar primeiras letras e prin-
cipio da lingoa franceza, e oulra para tomar conta
da administraba de qualquer casa de familia;
para informaces, dirijam-se os pretendentes ra
da Praia n. 1.
Precisase de urna ama, preferindo-se cscrava,
para cn2inhare comp.ar, paga-se bem e alianca-
se Iriin tratamento : na ra Direita n. 32.
Miguel Goncalves Rodrigues Franca, lilho de
Manoel Goncalves Rodrigues, vende a heranca que
em urna qni'nla lhe deixou na ifha do S. Miguel
seu av paterno Joo Goncalves Rodrigues : a tra-
tar na ra do Crespo n. 12, 1 andar._________
Nova tinturara franceza
da ra do Rosarlo da Boa-Vista
a. 44, de Qlo chneider
Tinge e limpa com a maior perfeico possivel
todo e qualquer objecto de seda, La, algodo, ca-
semira. etc., etc., em pega ou em obra, tira o mofo
fazendas, assim como tinge ehapeos de fettro,
palha, manilha, e tudo mais eoncernente sua pro-
lisso, por precos mu> raaoaveis.
AvMt'P APA-.ff.%DA
_\GA de florida,
DH
MIJllR.iT A LAMU.
He o mais. dWicado e-naimosoeao mes-
mu tempo o ni ostavel de todos os per-
fumes, e encana om.Siviit) seu maior auge
de excellencias, o proprio aroma das verda-
deiras flores, mnod aindh na sua flores-
cencia c fragpnda natural. Como um meio
seguro e rpido altivio contra as dores de
cabera, nerv6idadc, deliindaile, desmaios.
flatos, ;issM como ^contra, todas as formas
ordinariacm accidentes lij stericos; de
summa efcacia e uio tem outro que o
iguale. Igualmente, quundo destemperada
com agua, tornare um dentifricio o mais
agradavcl e excellente, dsindo aos dentes,
aquella alvura-eai/icrolala apparencia Uk>
altamente apreciadla e desejada pelas Se-
nhoras.
Como um remedio contra o mau hlito
da boca, dfeppia de diluida em agua, V
summamente- exeellente, faz remover nea-
tratizar todas- as materias impuras que se
criam roda, dos dentes e das gengivas,.
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riquaza
perman eccia do seu fragrant aroma, ella-
por certo nm- tem igu;il; e a sua suoe-
rioridade sera rival. Ella igualmente fcr-
na-sc um eio mi exeellente, para fceer
remover fc- sobre a pelle do rosto, teda a
qualidade de brotoejas, ebulic,5es, sanias,
pannos, manchas, impigens e espiaras.
Quando se-queira servir della como reme-
dio para- fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramontos, e que tanto desfei-
amaflTOwius feices do bello sexo; devera-.
se usal-a. n'ura estado de dilluicSo, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
tratamento de qualquer espinlia, itiar-se-ha
della pura em toda a sua forga Final-
mente- como um admiravel meio de com-
municar as feigoes trigueiras e paludas,
urna pelle macia c d'uma transparente al-
vura dando-lhe urna linda ct de rosa :
para um tal Um, ella leva a patata a todos
os perfumes que so teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Beta entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua de Florida pe Murhay 4
La.nm.vn.
As imitagoes que se tem feRo na Franca*
Allemanha, assim como em outras partes ;.
sao inteiramente inuteis e valiosas ; por-,
tanto recommenda-se mu especialmente
s senhoras, que tenliam toda a precaafo
e cuidado, de quando comprarem, estejam.
certas (jue compram. f
A Genova
AGUA. DE FLORIDA
BE
MURRAY & LANMAN,
A qual preparada smente pelos, nicos
Proprietarios,
LANMAN & KEMP, DE NOVA YORK"
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, & C. P. Mau-
rer & C. A. A. Barboza Bartholomeu, A commissao do mez Marianno na igreja de S
Jos de Riba-mar, mai.da celebrar no dia 25 do
corrente urna missa as 5 huras da manfiaa por
alma do seu prestimoso membro, Patricio M;irtms
Ferreira dos Santos, convida a sua familia e aos
prenles e amigos do finado so dignem comparecer
na mesma igreja.
O secretario,
___________Maximiano de Sonyi Pimcntel.
Ao commerco.
a
Os abaixo assignados declaram ao publico e es-
pecialmente ao corpo do commerco, une desde o
dia 31 de julho prximo passado dissoWeram ami-
gavelmente a sociedade que tinham nesla praca
sob a razo social de Coelho A Oliveira, fleando o
activo e passivo da mesma sociedade a cargo do
ex-socio Jos Antonio dis Santos Qoelho, ficandoo
ex-socio Joo Baplista Guncalves de Oliveira deso-
nerado de todos os negocios da referida sociedade.
Recife 23 de agosto do 1869.
Jos Antonio dos Santos Coelho.
Joo Baptista Goncalves de Oliveira.
Offerece-se um moco para caixeiro de ra, e
lem pratica do vender trancar, comprar encoin-
mendas ou mesmn para cobranca nesta [iraca on
para o mato, d fiador de sua conducta a contento
de quom precisar : na ra da Praia n. 31 se dir
quem ____ _______
Dividas.
AVISO
Precisa-se alugar alguns escravos para ser-
vicp debaixo do eoberla, paga-se 30A000 mensaes
e comida : a tratar na ra do Brum, saboaria do
Recife.
No Jornal do feeife de hojo vem o Curioso res-
pondendo ao observador que este Diario publicou
nos dias 18, 19 e 90 do corrente._____________
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
e fazer compras : a tratar na ra da Cadeia do
Recife n. 1, armazn.
O abaixo assignado, arrematante das dividas do
espolio do finado Jos Manoel Pereira de Menda-.
nha, avisa aos devedores do dito finado que roan-
dem satisfaier seus dbitos, no praso de 30 dias,
contados da data dcste, lindo o pial proceder a
cobranea judicialmente ; na ra das Cinco Ponas
n. 82. Recife 24 do agosto de 1869
Joao de Azevedo Pereira.
FEITOK
Precisa-se de um feitor quo entenda perfeila-
mente de hortalice e trate de cavallo, para tomar
conta de um sitio perto da cidade : a tratar na
ra da Cruz n. 42,1- andar.
G
RITA
DO
CABUG
esquina
| da raa larga do
Rosario.
AO ANNEL DE OURO
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre nm sortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender.
vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencrmela verdade.
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por^prepos muito ele-
vados.
A loja est aberta at s 9 horas da noute.
HITA
EO
CABUG
esquina
da ra largado1
Rosario. nf
a
^


h

f"

Diario de Pernambuco Teiqi feira 24 da Agosto de 1869.
GRANDE HOTEL
DE
ORIENTE
Ra
larga do Rosario n. 44.
Especialidade na preparado dos gneros ali
menucio-, promptido c asscio as cncommenda-
e boa organisacao no estabelecimento. Recebem
se asignaturas para o estabeleeimento e a domici
lio, facilita se a leilura de jurnaes naeuHiaes o *
trangeiros. Epacosa sala para o elcganu* jogo t
biltiar. e lia drente e cominoda linpedigf m.____
Na nraca da Iiidcjx'Rdencia n. 33, se nheiro sob pabrtres de ouro, prata e pudras pre-
ciosas, e a qual fr a quanta : na niesma cas;
se compra e vendo objectos de ouro o praia,
igualmente se fai toda o qnalquer obra le encom-
ineuda e todo e qualquer concert tendent-
niesma ule.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leitc sem lilho :
travessa do Veras n. 15, i" andar. Nao se olh
a prego.________. _____________
Madama Adour tem a honra de par-
ticipar ao respeitavel publico, amante dos
nossos theatros lyricos, que recebeu pelo
ultimo vapor da Europa, sabidas do, baille
e bronus do ultimo gosto; ruado Imperador
n. 23 Io andar, e que vende por baratu
preco.
Dr. Manool Enedino Rogo Valenea, me-
dico, ra da Camhoa do Carmo n- 21.
rriLin
ANTIGA CREDITATA
FABRICA
IICHTIA II CHST1IT1IIITI IEI CI1PLITI ItlTUIITI II
CHAPEOS Bl HtL;
De toda u qualidades I
De todw os feitios I
De todas os procos I
RA DO CRESPO N* 4
\oh ?o:oooooo
CASA.DA KORTI
Ra Ho Crespo a. 83.
O abaixu assiguado teodo oblido liceaca da pre-
sidencia c satisfcito a outras exigencias da le,
avisa ao rcspeftaral publico que- teri sempre
venda no scu estabelecimento liilhctes das lote-
ras do Rio de Janeiro, cujos premio* sero pagos
priiinptamente vista das listas com o descont
siueiite da lei.
Preces :Inteiros.. 2**000
lleiot... 12*000
Quartos. 6*000
E em quantidade niaior de 100*000 na razio
de 22000 por bilhele.
Manocl Martins Fiuza.
Vieente Alves Mareir, aseneiador le ven-
das de eseravns, mudou sua residencia da ra de
lionas n. 94 para a ra da-Pac n. :ti, onde seus
fregnezes o polerao procurar para a mesma oeeu-
pacao. Recebe eseravos em commissao. t promette
prompta venda. ________
AOS 20:000,000
Gisa da fe icidade
N. 2 PRAf.A DA INDEPENDENCIA N. 22.
Os abaixo assignados, tendo oblido licen-
i;a da presidencia e satisfcito as outras exi-
gencias da iei, avisa ao respeitavel publico.
que ter sempre venda bilheles las lote-
ras do Rio de Janeiro, cujos premios sero
pagos proiiiptaineiite a vista das Iislas.com
o descont smenle da lei, pelos procos
seguintes :
Billietes inteiros... t0Q0
Meios..... 12,5000
Quartos... (>000
Yeros AUGUSTO PORTO & C.
11--EUA DO ftUEIM DO--11
Tendo chegado ltimamente ao seu e labelecimento grande variedade de fa-
ttndas 0e gosto as pem disposico de seus numerosos freguezes pelos raais mdicos
procos possiveis-, sendo:
Bournotts de cachemira brancos e de cores, o que ha de raais elegante para
hombros de senhora.
No vos gostos de manteletes justos ao corpo denominado silphides, sire,nnes,
orientales de renda preta de soalines, o que lia de mais elegante para urna mofa.
Basquines de guipare preto, novo gjsto.enfdtados deselim de cores. Vesti-
dos d-- blond com manta e canda pira noivas. Fronbas e toa I has de cambraia de linbo
bordadas. Cortinados bordados para camas e para janellas de diversas qualidades:
colxas de seda c de la e de seda para camas de noivos.
Epingl, lindo gorguio de 18a e seda de cores, rauito elegante fazenda para
w lindo vestido. Sedas de cores e prctas, gorguro-da seda branco e de Cores com
listas assetinadas, panos, casetniras e muitas outras fazendas cujos procos so em geral
muite mdicos. Grande sorlimenlo de camisas pjra liomem, tanto lisas como bordadas
e de cores.
Continnam sempre a ter grande variedade e tapetes para sof, pan; cama e
para pianno. poro de tapetes em pecas para alcatifar salos, e grande quantidade de
Esteiras da India para forrar salas.
AOS 20:000*5000
CASA FELIZ, ARCO DA CONCEICO N. 2.
Os abaixo assignados tendo-se habilitado na for-
ma das leis tem exposto venda o* seus felizes
bilhetes das loteras do Rio le Janeiro, na casa
cima aonde se pagaran as sorteo que sahirem
nos mesmos bilhetes com o descont da lei so-
mente.
Pre Rilhctes inteiros. 24*000
Meios. ...... 12*000
Ouartos. .... 6*000
E de 100* para cima a 22* o bilhete.
Figueiredo & Leite.
COSTUREIRA
Cos'e-se costuras de nlfaiate a moda fran-
caza, por preco commodo, na ra Augusta
n .112, e d-se flanea sobre as mesmas.
O advogatlo
Alfonso de Albnquerqne Mello mudou o seu es-
criptorio para a ra das Cruzes n. 37. defronte da
typographia do Diario. ________
Xarope de fedegoso
de Pinto
E' de urna eflicacia verdadeiramente ma-
ravillosa como calmante do systema nervoso
e applicado contra a paralisia, asthma,
tosse convulsa ou coqueluche, tos e recen-
tes ou antigs, sufibeacoes, catharros,
broncneos, el*., e em geral contra todos
os soflrimentos das vias respiratorias, e
na phtisica pulmonar, sua virtude contra
o ttano conteslavel, e ninguem ha que a desconhe-
ca. Ra Larga do Rosario n. 10, Pernam-
buco.
CASA DA FORTUNA
Aos 4:000j
Bilhetes garantidos.
A roa do Crespo n.23 e casas do costume.
O abaixo assignadtf tendo vendido alen de mi-
tra- Kiries 2 quarto- n. 1331 eom V0005 da lote-
ra que se aealmu de extrahir beneficio da Santa
<]a-a da Misericordia, conviila ao possuldores a
virem receber na confoimidade do co-iu:iie seui j
deanonta algum.
'Acliam-se a venda os bilhetes da i* parte da
loleria da ordem terceira do Carmo do Recife.
(U7') qne se extrahir no dia 17 do crreme
mez.
Preco i.
Os do costume.
______________ Manoel Martins Pinza.
ATTKCAO
Miguel Gomes da Silva, establecido hoje na pra-
ca da Boa-Vista n. 32, esquina da ra do A rapan.
participa a todos os seus devedores que er.trejrou
todas as anas dividas a sen procurador Joaqun;
Jorge de Mello para cobrar judieialtnent.
Alu
los*, com urna grande casa assobradada, com mui-
tas arrores de frnclo : a tratar na ra da Impera-
triz n. 20, 2" andar._______________________
Prepara se bandeijas de bolos e bebimos de
todas as qnalklades por prego mais commodo <|w
em mira jualquer parte : no o tao da matriz da
Bta n. 1.
Prerisa-SH de tun leitor porlupuez |iaia o
engenhn Maito Oro so comarca da Itio Formoso;
a tratar com Joao Rento de Oouva no niesmo
engenho ou com Leal 4 Irmao, ra da Cadcia
n. 86 1." andar.________________________
Desi-ja-se rom urgencia saber onde reside a
Sr. Francisco da Costa e Silva que mj diz mgOi*
eianoon fazendas, a negocio que lhe diz respeilo:
ra de Santo Aman- n. 2.
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Precisa-se de
ra Nova n. 3.
Ama de leite.
urna ama de leitc
a tratar na
Por o Calvo
a tra-
Precisa-se de um menino para caixeiro :
tar na ra da Cadcia d< Recife n. 10.__________
Criado.
No caes de Apollo, armazem n, C9, precisarse
de um criado de boa conducta, para '-.inipras e al-
i servico em um |>equeno silio.
Ama
Precisa-se de una ama para eozinhar e compra1
para casa de ponca familia: na ra das Cruz*;
n. 28, Io andar ;. prefere-so cscrava e paga-se
fcem agradando.
MODISTA
.MUANCA 00
Albino Baplista da Rocha participa
a todos os seis freguezes que mudou-
se com a sua oOIcina da praca da
Independencia n. 12 para a ra das
Cruzes n.23; previne, perianto, a
todos os amigos e Ireguezes que se
achara em casa a qnalquer hora
do dia, para executar todo e qualquer concert
que de sua arte exigir possam, tendente a sua
profissao; o em sua falta acharao com quem
tratar.
Obstrucpao
Do figado e do bago
Os preparadas de JBRUBEBA {.viuho,
xarope, pautas, oleo, emplastro e tintura)
sao eflicazes contra obstroccSo do figado
e do baco, a ictericia, a hydropisia, as febres
intermitteo'es e durezas, os esarranjos do
estomago, as faltas de sangue e de mens-
truaco, o calliarro dabexiga, etc.
nico deposito, pbarroacta de seu autor
de J. d'Almeida Piulo.
Ra do Rosario Larga n. 10 junto ao
qttartel de polici?.
Novidade
A botica de C. Callo & C, na da Imperalriz
n. 77, acaba de receber um completo sortimento
de sementes de hortalice, todas muito novas e pf-r
commodo preco.
AGENCIA
Dr. Ayer.
PEITiRAL DE CFJ1EJA
cura phtisica e fcidns-as niolostias do peilo.
SALSA PARRILHA
cura ulceras e chagas antigs, empigens e darlos.
tomo
conserva e linipa os cabellns.
PILULAS CATHARTICAS
pnrameute vecetaes e sem mercurio, cura sesoes,
purgain e punfleam todo o systema humano : ven-
de-?e nicamente em casa de Samuel P. Johnstou
& C, ra la Senzala nova n. 42
Aluga-e um sitio com l>da casa de
vivenda com cemmodos para gran-
de familia, na Passagcm da Magda-
na, em frente ao sitio do Sr. Rallar
4 Oli\eira : a tratar com Domingos
Alves Mathens, ra do Vigario n. 21.
Aluga-so urna casi uiargem do rio Capi-
haribe, napovoacao da Tone, sendo fresca, tendo
excedente agoa, e tendo mais alguns orvoredos
-i minios : para cintraiir-se na ra do Impera-
dor lija de marmore n 20.
Para o armazem do
Imperador n. H.
Nesle muilo acreditado estabelecimcnto
acha se cimstantem'lite um variado sorti-
mento de gneros finos para meza
cosinha u entre estis oomea-"se apenas a>
especialidades seguintes:
Queijos do serto sendo de manteiga r
enalba.
Camares seceos do Maranho.
O vi'iiladoiro &if de Moka,
O (jupt-rinre bemci-nhecidopoixe miraguaia
qiif- so vende a U>0 a libra e 45500 a
arroba.
TABELLAS
de rtdiiccao as mii-i facis e mais cojd-
pr.ln-nsuo.j. tudo no
Armazem do Campo]
SEGUROS
Conrloja'na ra da Imperatriz n. 7.
Tem a honra de paitecipar ao respeitavel publico e em pat Ocular seus fregue-
zes, que. pelas ivlaces que acaba de encetar com algumas costureras e modistas das mais
afamadas de Paris, que todos os mezes lhe mandam' figurines, de vestido, man-
letetes o chapeos que esto no maior gosto e mais modernos, se acha habilita-
da para fazer vestidos para passeio e visitas, bailes e casamenlos. As sennoras qe
a litmrarem com asuafreguezia, ni deixaro de ser satisfeitas, tanto pelo bom gosto, corrtn
pela luirateza dos procos e promptlao na entrega das encommendas ; tambpm tem bo-
nitos enfeites muito modernos e de todasas cores. Fazem-se chapeos de todas as qualidades
tanto df fil como de pama.
RA DO CRESPO N. 7 A,
MARTIMOS
rn\Tn,i fogo.
A Corapanhia Indemnisadora, estabelecida
a esta praca Uiraa seguros marit irnos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobihas: a
roa do Vigarion. 4, pavimento ter co.
fim casa de THEODOBO CHBJST1
ANSEN. ra la Cruz o. 18, eacontram^
effectivami'iite todas as qualidades de fifcf
Bordeaux, Bourgogne e do Riieno.
PRIMKIRO ANDAR.
ANDR DELSL'C. caijell ireiro de Paris, lena a honra de informar ao respeita-
vel pabiieo, que abri recenleroente^ para os tnysteres de sua arle^ ra do Creapo
n. 7 A, primeiro andar, um elega$-*lao/ia Lnw XV, ornado cuta o maior gosto.
Com a tantagem de y\ tot-d* iu**mt"iie apreciido pelo publico parisiense e
pernamburann ; anudado jiiif baU-is empreca l.s francezes e brasileims, "nfferece o
sea prestioM) aos eavK*eiros e ds eMel-iitssimas senhoras que o bonrarem com sua
corttanca, t?ncarregando-9e de qualqter peuteado de baile tbeatror soir6e, noiva, etc.
etc.; e forneeendo toda a especie de objectos para ornamente dos preoiasos cabellos?!
(\o Ss Fxrs *
Aterir Dlsuc teno em vista a utilidad los frequentadore de seu estabula-
cimento. iem preparado, outra sala, com entrada especial, on e se encontrar sempre
oNic ruis -ultraem pirfumarias, exOaftos, sanrnees, pos de arroz, ditos para
d.-ntes, luvas de Jouvin, etc., emlim o mais completo sortimento dos productos dos
perfumistas Lubin, Coudray. Piver, Rimmnl. Gaosnell, etc., etc.
Agradecendo degde j a todas as familias que o'jobsequiarem, utilisando-se Je
seus servicos, Andrtj Uelsuc compromeib -se a fazer ludo o que es*ver ao seo alcance,
para completa satisfacio da boa freguez/a pernambucana.
URGENCIA
ALOGEL:
No 'orafao ds -Ouro se din qiifm precisa de
urna escrava que siri para comprar, eozinhar e
engommar. para casa de familia.
Precisa-se de
Nova n. 25
um boui cozinheiro : na ra
Attentfto
Precisa-se de um caixeiro: na ra da Solodade
n. te.
KA.
Precisa-sede ama-ama qne saiba bem eozinhar:
no patee da RMetra n. 13^_________________
Precisa-se alugar una preta escrava de meia
dada, para comprar e coiiuhar na ra do Ara-
pan o. 10.
Precisa-se de ama ama para eozinhar
Nova de Santa Rita n liS.
na ra
Aos 20.000^000.
tA<*l Di KIJ.
Ot abaixo asi)jwdo f.irom sciente ao respei-
tavel publico, que teein venda os seus muito te-
bies luibetes do Rio. na do Crbug n. 2, lojado
Sr. Malheiro, pagando-se a vita das listas somonte
cora o descont da lei.
PltECOS.
Iwteiro 24^0JO
mos atrno
Onartos 6*000
De tOOj para-cima a 2*500t) bithete.
Vieira & Rodrigues.
JbKtuMint.^i. >__'
oclos rnnunus
^E crystal de rocha do Brasil.
F. <#. Germana, recommeuda ao publico, seus vidros periscpicos aperfeivoa-
dos; porque, com esteu \i os vidros ordinarios. Urna vez escolhido um vidro, pJde durar dez annos, emquanlo
que, com os vidros ordinarios se est obrigado a muda-Ios todos os annos e os ter
cada vez mais grossos, o que altera o crystalino do "iiho e determina quasi sempre do-
res de cabeca. O alcance ordinario da vista pe rio de 30 centmetros do lbo, e,
tudas as vezes que o objecto est mais perto ou mais looga, os raios que expelle sao
mu convergentes ou nui divergentes e a viso nao 6 perfeita. Um grande numero de
pesseas tem o.defeito de fazer conseguir muito de sorte que a vtsao u5o distincla.
Com a appliMfao de meus vidros pdese vencer estas dilticuldades. Para os que tem
a vista curta e cujo crystalino mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponto da
vista, o que faz divergir os objectos e deixa ver tao longe como as ootras vistas. Quan-
do o crystalino muito chato, o que succede aos que tem chegado a urna certa idade,
o que se chama presbyta, vem melbor de longe que de perto, e naoenkergam sen<.
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergaro
tao distinctamente como na idade de 15 annos. Servindo-se desles vidros qaando a
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
F. #. Germano encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a es-
colher, a primeira vista, seja qual for a iade e grao de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
Para a vista myope, (vista curta,).
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqoeza.
Para a vista que o crystalino se cobre de
catarata.
Para a vista que os olhos sodesiguaes.
Para a vista que se torva* com o traba-
lho e a leitura.
Para a vista presbyta (vista longa).
Para a vista que nao supporla os rafes
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras ?st3o cer-
cadas de sangue.
Pata a vista que tuB ios olhos myop.
e o oulro prcslivio.
Sortimento tle binculos para theatro, c Ouhu de alcan-
ce para o campo e marinha.
Lunetas, pince-nez
ac etc., etc.
e lacemain, ouro, pitt, : ai taruga, bfalo.
\ en las cm grosso e a retalho. Km Pernambuco.
N. 21=Rua NovaN. 21.
11
11-Eua estreita do Rosaris-11
Este novo e modesto eslabelecimento, tendo aberto ao respeitavel publico este ele-
jante e bem fornecido hotel que situado n'uma posirjao inteiramento saudavel, e sen-
do constantemente sombreado pelos'doces zephyros da tarde, torna-se preferivel qual-
quer outro d'este genero, as tres cousas mafs necessarias ao genero raciona!ali-
mento do corpo, distracSo da alma, e socego de espirito.
No pavimento terreo utna casa de pasto muito profusa, da primeira ordem ; no-
primeiro andar, sala da frente, um excelente bimar de mogno, para divertimento. Sala-
de traz um restaurante da primeira ordem. Quanto ao asseio o bemfoitoria das comedo-
rias, o delicado modo do pessoal do estabelecimento, promptidSo e commodidade, s
ios ilustres concorrenles dado fazer justiea.
Fornece comidas para fra, tanto por mez como avulsa. Todos os dias, noite,
'ncMitrar-se cxcellente sorvete, refrescos, caf, cha, bons vinhos Figmeira, Porto, Bor-
leaux, tendo bons commodos para hospodagem, salao e quarto mobihado no segun-
do andar.
cd

FLOR DA BOA-VISTA
3
ANDR DELSUC
CABELLEIREIRO DE PARS 7 ARA DO LflESPU1 A PRIMEIRO ANDAR.
Joao do Rero Lima saca sobre a praca do Porto,
ra de Apollo 4. _________________
Auga-se nm sitio na Capunga, porto do Las-
serre junto ao rio, o qnal tem grande casa com 3
sajas, 7 quartos. co-iulia fra^HMaamfl coxei-
r, qwrtt^ par feiMrajawnivafciftWml. cerca-
do para gallinhas, etc. etc. Tio acba-se retifl-
saj^caiado e dbUJo de novo tratarle na ra
do Vijtarie n. il 1* andar. _______
Sota das caixas Aliaos do banco do Brasil,
trocam-fe eom mdico descont, na luja de Manocl
Soare* Pinneiro, pra;a da independencia n. 22.
LO.I1
DE t?5
zrPALO FERNNDES DEMELLO GilRES^
5^ SOB A DIRECCAO DO MBITO HBIL ARTISTA
3 AIMttH PEDRO
Nesta officina encontraro os respeitaveis freguezes um dte^primeiros artistas
em alfaiate para bem poder satisfazer toda e qualquer obra, tanto no bom corte, oomo
no aperfeicoamento das mesmas.
Torna-se desnecessario recommendar este artista, pois que a 6na thesoura j
bem conbecida, (e com- grande especialidade em fardas) por mata pessoas distinetas
desta cidade
Ach' todos oa preceitos d'arte qualqnor urna obra em face dos mesmos.
O mesmo estabelecimento se acha munido de um completo sortimento de'a-
zendaa, como sejam: casemiras de cor, ditas pretas, pannos pretos, ditos azttes, bril*
de cor, ditos brancos, seda para colletes, merinos, ele. e mais /ajeadas propria
officina.
O grande sortimento de roupas feitas que tem vende por menos 20 0/0 lo
que em outra qualquer parte.
BA DA IMPERATRIZ N. 48,^
jauto padaria franceza.
com m DOSAllS
16 RA OA CftUZ-16
Ha .diariamente sortimento de bollinhos para cha, fiambro, pastis de diffe
tes quatdadee, vinhos de superior qualidade, cha Hisson preto, e miudo,*o melher
se pJe encontrar no mercado, amendoas confeitadas, xaropey refrigerautes, docesl
Mida, etc.
Incumbe-se de encommendas para grandes janlares, bailes, baptisados c
samentos, a saber :
Pe^s de nougat. P5es*de-lot enfeilail
Dfias de plo-tle-lot. Bollos dem.
Ditas de tmara de ovos. Pratos de doce tle ovos.
Ditas de caramilo. Tortas folhadas de crme e carne.
Bandeja com armado de assucax. Empada.s.


Diario de Pernambuco Terga feira 24 de A gosto de 1889.

==:
\ -
Se
e
se
o sobrado n. 1, mangabeira em linda,
cora muito boa agua para beb r, que se veBde
inensalmente cerca de ltala inH rl| cm lempo
do vero, leudo tres salas de frente, sote quartos
e ura para banho, sala de jantar, coziuha fra,
com um rico pomar di fructas, saptit, ptnhetris,
coqueiros, mangueiras de especiares qualidades,
ramo jasmim e nutras: a tratar no Recite arma-
em n. 3 A, defronte da cscadinba, das 9 horas da
manhaa as 3 da lame.
JEMPRESTIWIO SOBRE!
(SEM LIMITE.)
Na Iravessa da ra
das Ciros n, 2, pri-
meiro andar, da-se qual-
quer pumita sobre ouro,
prala c podras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condicoes de ga-
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo- w rita e s
dernas e primorosas que teem vindo a esta,^^^!
pra?a, e por prepos o mais resumido possi-
vel. Tambem cwnoram ouro, prata e pe-
dras preciosas
\ 5 Rll.4 BO CABlfiA AL 5
ranlir a transaeco que se fizer em
sua casa, prometiendo todo e zelo
c consideraco s pessoas que se
dignarem de honra-lo em seu esta-
belecimento.
Na mesma casa compra-so ouro,
ALGODO
LOJA DAS MACHINAS
Depois do espectculo
CEI.VSSOLPRS
to salo do
RESTAGRANT FRAN'OAIS
na do Imperador a. 33. 1" andar.
Precisa-se de um -a'xeiro de 11 a li anuos
de idade : na ra do Im '-ador n. 32.
Precisa se .tingar um prcto para o servico
interno de urna casa. ajucm o livor dirija-se a ra
do Rosario larga n. 10," junto ao qtiartel Se poli-
ca.
AJuga-n um espaooso terreno mailo frtil
ra planto de rapia e com vario! mareaos que
io fruei : tratar no Manguind, casa que bu
tjqinii; 1 ttJil doV All i ri,. c a m
pf^yne d iVhcu.
niT"j0 ?baixo assignado, morador no eugenho
lina do Maranhao, sito no Rio Grande do Norte,
previne ao puHieo qne ningueni faca negocio com
o Sr. Jos de Mello de Albqqucrque Montenegro
sobre tres es-ravos, constantes de urna escripiura
de venda, passada em 30 de uovembro de 1868 ao
mesmo Sr. Jos, pelo abaixo assignade, visto como
pala* razoe* queem tempo e em juizo competente
mostrara, est nnlla ; e protestand) Mesde ja fazer
*yr 0pportQnamentc o seu direito para obter a
ivillidade da dita escriptura. chama por esle ao
dito sr. Jos de Mello vr receber do infra asan-
nado a quantia de 1:8003, nica quantia a que
tem direio. Eitgenho Ilha do Maranhao, no Rio
Grande do Norte, 12 de julho de 1869
Affonso Leopoldo de Albuquerquc Maranhao.
Troco miudo.
1 1|2 0|Ode premio por scdulas do t e 2*000;
1 0|0 de premio por sedulas de Si, 10-5 e 205000
(nova estampa), paga-se por quantias de 1:000" a
5:000a : na casa de Theodoro Simn A C, largo
do Peln rmho n. 7.
MACHINAS americanas do serrote de todos os tamaitos para descalcar al^Jo do
muito conhecido fabricante Eagle Cotton G.
MACHINAS ditas, tambem de serrotes o de todos os tamanhos para descwwar, al-
godao do autor New York Cottot? Gin.
MACHINAS ditas de todos os tamaitos, de carreta do ferro e mais teda a machina.
MACHINAS ditas de Koller Gins, de cujo trabalbo faz obter mais 2.000-em arroba
de algodio.
MACHINAS de facao do fabricante Platt B. A C, Obdhan PatentLiverpool.
Todas estas machinas sao de superior qualidade e as melhores que tn
vindo ao mercado ; e para a sua apreciado convidam-se os seabores agricultores "
virenavaexposicao das mesmas na rea da Cada do Hucife n. 56 k, loja do Bastos, oncb
encoirtraro mais o seguinte :
Follia de ferro*
Halancas americanas.
Tinas de madeira americanas,
Ps de ferro ditas.
Iuill.it
Xo o lardaremos at que..........
t? na ra Dirciti n. ."53, loja de rerragens, que
se desoja fallar ao Sr. Antonio Francisco Duarte
ou sen irado ex-deptado proriueial Dr, Maxi-
miano Francisce Duarte : leve saber qnem ___
m m mmmam
Precisa-so de unta ama fie leite, na
xua da Ir.iperatriz n. 18, preferindo-se
Jo mallo e sem Mito.
Debalhadores para milito.
Cylndros para pactaras.
Arados americanos.
Camnhfls de mSo.
Machinas para corlar sapttn.
Cannos de chumba.
Combas de Japy.
Oitas americanas.
Telhas de ferro galvanisadas.
Folhas de zinco linas.
Ditas 4e cobre e laWo.
Ferro de todas as qualidades.
Arc6 de ferro.
Folha 4e Flandres.
Machados americanos.
Faces ditos.
Balaios e cestas doverguinha.
Vassouras americanas.
Folies de todos os tamanhos.
Tornos c safras pra ferreiros.
Finalmente muitos outtes artig
divorsidade seria enfadonho ennumera-los.
Baldes de madeira ditos.
Temos-de bandejas finas.
Trens- completos para cozinha.
Peneiras para padarias.
Raides galvanisados.
Correntes de ferro |>ara almanjarras.
Espingardas e rewovers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Moinhos para relinaces.
Azeite de espertnacele, proprio para: w&-
nas de todas as qualidades.
Senas avulsas para machinas.
Mancaes e todos os mais pertenecs ijp8ra as
mesetas.
Latas de gaz,
ospertencentes lavoura c artes, pe-pela
Preeisa-se de nma ama que saiba comprar e t>
janhar para rasa de ponca familia ; na ra larga
; lo Rosario n. 21, 2* andar.__________________
Criado.
Precisa-so de um criado para o servico da casa:
na ra das Larangeras n. 29, hotel
i
O baixo asstptado, eenimenianto em Buenos-
Ayres, e ora nestt cidwde, cunTprlodc as rdens 4s
seapai, o Sr. J<* Ferundes ndarte, morador jm
Barcr.llos, n>ino seu finado filho Antonio Fernandes Duarte de Al-
meida, commeinianteiqae foi net* cidade, faz pu-
blico para onbmmunto daijueltes, a quena pessa
interessar, que Sea desde j prohibida a alietia;ii
de qaalquer b, o pagamento de dividas e yil-
qurr mitra traeacc5o i dito finado, pon que o ^ai do amnmciante t!ire-
tirao os pode?x-s que conlerio ao Sr. Framiseo
IVraandes Duart para a arrecadcao da dita he-
ranja. O aniwncianie roga esw.-i^lmeute aosse-
nh*!s tabellises que^no lavr>-m eseriptura afgu-
ma de contra quafflo a lien de d.t heraw;,
mediante nroeuraejio- fte dataairtcnor a do presen-
te aanuncto. Recifer 21 de ago*5 de 1869..
Manuel Femantes Duarte.
Maria de Paula Abren, Jo5o Caetano de
Abreu. Anntsio Joaquitn do Ahreu, Joaqui-
na Maria da Conceiao, lesuina Carolina de
Abreu Fonccca, Amalia Joaquina de Abreu,
Fvancelina Emilia de Abren, Umbelino
Al ves Corroa de Abreu. Jos Mathias Lo-
pes da Fonceca, Ricardo Soares di Preitas,
mi, irmaos, cunhada e entibados de Joa-
quim Jos Ferreira de Abreu, fallecido no
ilia 21 do corrente niez, ajjradecem cor-
dealmente a todas as pessoa* que se digna-
ran) acompanhar os restos mortaes ao ce-
miterio publico, e de novo pedem a todos
e aos seus prenles e prestrnosos amigos
do mesmo finado, o obsequio de assistirem
a missa do stimodia, que por sua alma
mandam celebrar no convento de Nossa Se-
nhora do Carmo, no dia 27 do corrente
pelas 5 horas da mauha
Os mesmos aproveitam a occasio para
agratlecerem a todas as pessoas que o cer-
caran com seus dsvellos e cuidados du-
rante a enfermidadu- do mesmo, gralidio
qicj mais ser esquecido.
37 Ra do Imperador .37
rico deposito to toiqas do Barbalho e
da Ha do Cafen, mndon-se da ra das Cin-
co Pontas n. 12, para a na do Imperador
n. 37, com grande .-swtimcnto de Inueas
para aguas,.arras, qsarlinhas o, miiring.s,
cannos vidredos e par vidrar de urna 40
polegadas. <.>s quaes vende-se por menos
to que em outra qtwlquer par, por ser
o nico reecbedor de louras o cannos, da
fabrica de Barhadto e da villa qual brevemente seca novamente annan-
ciado. .
Am enhores de engariiiraT
tita r gBdo lia tiias do Rio de Janeiro, deseja encontrar
ulna arroma can ent in engenho oa fazenda, rumo
sectetaria ou mesme para lecetonar nrioriama le-
tras : qcsm prefisar,^neira farer o favor de pro-
corar m. ra e treita do Rosario, hotel Lisbonense,
que encontrar coui ^tteri tratar.
Attenpc.
Preoi:.a-se alugunuma casa leen ou loja, eotn
tanto-qee tenlu fcom quintal em <}twlquer urna das
nus do Jjairro de Santo Antonio : qnem tivcr:po-
<: dirigir-se rna do Rosario da -.Roa-Vista n. i.
queni: se olha o prrro do alu^nel.
Joaquin a Silva Barbosa tem contratoV. a
compra da arsjaraoda fabrica de cigarros da ra
de Santo Amaro n. o, com o Sr. oao ViceoteSVen-
tura : se alguet* uver de por embaracoe, aftresen-
to^e mesma, no pnm de tres dias,"limin e qual
nenbuma reclama^ao^er altendWa.
CARVAO DE BELLOC
Approvado e recommendado pela Academia imneaial de medicina de Pariz para a
^ura da Ratralgia c em geral de todas as doen{ nervosas do estomago e dos intestinos
S" ,mente rem6dl0 P01" llencia contra a retenco de venlw finaiinente em
raza de suas iiropriedades abserventes, recoramandado como verdaeiro remedio nos
cazo> de dian*ea e cbolerina. c,ao ^ Bawuia-*, na xx&o das comidas
aab a forma da pos ou de pastilhae.
DepoWto cm Rio-Jakeiro. DuponckeUt; Chevolot. Km Persausoco, Jtom-wiC.
ried^dc Kawaatripadora.
Sao convidadas todas as pessoas que a-signaram
apropasta para ainstaRaeao da *ociedade Eatam-
padbrt, i"omptreerin terca-feira, 24 d correte, ns 11 horas Jo dia,' na Club PeraaoAu-
cano, gratuitamente oflerecido para este Ihn pelo
8r. Poticarpo Lnyme.
Ama
Precisa-?.! de nma .anta para vmtprar easozinhar
pnra casa de rapaz de solteiro : na rna d-Qoei-
mado o. tt. loja.
Prewsa-s de um.botu cniiuheiro para casa
I de pequea familia, inorando n'uit; dos a:ral*Uo6:
I na > ua da Cruz n. .
en
M!
en
GOMES DE Unos MUIOS
tendo feito completa mudaiu?a em seu antgo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lke maiores propor$5es e elegancia, eonvidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manha s 9 da nont na
RUI DO CABUGA'N. 4
onde enoontrarSo um completo sortimento do que ha de mais elegante.
belfo-e precioso em-brilhiuites, esmeraldas, rubins e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
MJERigflS DE BmHMtTES, ESMEBLDAS E RUBINS
de royos gostoa, assim como grande variedade de salvas e pateiroa de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de
objectos de prata para uso das igrejas,
H^r^u e^OCam ?uai<^ue,' Joia ou P-= preciosa e garnteme
a qtialidade dos objectos vendidos. *
rVcisa-sedc a ama qne tu* bem cozinnar
cm engommar, iwefere se s^ava : a tratar na
rna Nova, loja u. 11.
-w Com muito maior vaniagem cnmpram-e
aKjeds. racaode Ouro n. i D. rna do Calmita.
Attenqo.
Gaatnra-se farinna de mandio! da trra : a
tratar na praea do Corno Santo n. 21, 1* andar.
0 muze) de joias
Na rae do-Cabug o. -4 compra-se euro, prata
j podras preciosas por preous mais vantajosos d
|ne em oHtraquahiuer parte.
Loja de iniudezas de Ferreira daCunhaA
Temporal, ra do Queimado n. (53, est
quimando por todo preco :
Jogo de vispara a 400 e 500 rs.
Redes para coques a 240, 400 e 500 rs.
Linha de 200 jardas (duzia) U200.
Caixa muito una para p do arroz 1$500.
Itelogio de sol 120 rs.
Latas com banha 160, 200 e 320 rs.
Agua florida verdadeira a 1 .-5300.
Agua divisa idem .H00.
Grvalas pretas para homem 4 0 rs.
Pentes de Iravessa para menina 30 rs.
Olio philocme verdadeiro 15200.
Adereros de plaqu' 1*5500, 2?S e 50.
Metas cruas para homem 3-W0 e 43 a
duzia.
Botos enfeitados para vestido, l->200 a
duzia.
Leques do santo! 5->, cada um.
Ditlos do madeira 3,-jl cada um.
Coques de tranca, boa fazenda, 20,
2.S;i00 e H cada um.
Majas linas para senhora '> a duzia.
Banha cm fiascos a 400, G40e 1-SiOO.
I'rascos com extracto muito fino 20 e
20500.
Caniveles do duas folhas a 240 rs.
Sabonetes finos 80, 160, 200, 240 c
390 rs.
Olio bahoza 400, 500, 600 e 800 rs.
Agua de colonia 400, 500 e 800 rs.
Caitas fiancczas 200 e 240 rs.
Caixa com extracto 20500.
Cartas portuguezas a 120 e 200 rs.
Pentes blancos com costa do metal
320 rs.
Ditios pretos 200, 240 e 30 rs.
Gal5o de la para vestido (pessa) 400 rs.
Fita de sarja lisa e lanadas, 10500,
2> p. 2->."O0.
Caixa com obreias de maco 40 rs.'
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Dillo e dourado a 10.
Dilfas com envelopes 500 rs.
Caixa com agulhas francezas 160 e
240 rs.
LDa para bordar de todas as cores (libra)
60800.
Bonels para menino 10, 20 e 20500,
Linha de marca (caixa) 240 rs.
M ias para menina (dozia) 30 e 30500.
Petas de tranca liza e de corocol a 40 rs.
Sapatos de 15a para menino a 320 e80O.
Capellas francezas a 20500.
Facas e galfos,' cabo de bataneo (du-
zia) 70.
Chicotes para cavallo 600, 800 e 10500.
Rengada de canna 10, 10500 e 20.
Vortas para lulo .4 500 rs. (cada urna).
Papel almaco. greve (resma) 10500.
Temporal pode ser procu-
rado eiu seu estabelecimento bo-
NAN, Temporal contina
vender na Bonanra, pelo mesmo
preco que venda em sua loja
com titulo de Temporal.
111
5o
000 c
im
160 e
com 8
Grande
loja de tondas e rompas eias
rna da Imperalriz n. !2,
porla larga,
DE
MIM-SE1VI
B8CRlLYg
Compraoi-sc e vendan-se durianientepftra fra
c dentro da provincia eseravosda todas as edades,
cores e sexos, com tanto que sejain sadins: no
tereciro andar d i gobraa n. 3f,arua das Cruzas,
f:-cirii''/;a de Santo Antonio.
% MUSEO
(MPRA-SE
meedas de ouro e prata de todos os v
re&, ouro e prata em obras i bu ti usadas-, e
bFfoatttes e raais pedias preciosas- na o-
"ja de ourrves do arco da COncricio no R-
cife. .
55Ruado Queinwdo
A VKRDADE tendo eai deposilo grande
quantidade demiudezasc pe fumarias, erfc-
sejamlo apurar dicheiro e adqut rii boa Vc-
guena est rssolvida a vender n intisstmi.
barato, tanto a retalho, como a mascates
(.ara esses tornarem a revender ; por essa
razo convida ao respeitavel publico a vir
compeientcmente munido a soitir-?e do
bom e Barato. Pois qaando a VERDAUE
apparece, ludo mais desapparere...
Grande sortimento de btaecas de cera e
massa as mais lindas possieis vestidas a Ca-
rcter.
Ricos globos paracardii'iro de gaz
a 10800 e.......
Grando .sortimento de objeto* de
louca para brinquedo de aenino
Garrafa com tinta a. .
Dita com agua florida a, .
Frasco com oleo de babosa a 500,
600e.........
Dilo com agua de Colonia a '360,
iOe........
Garrafa com agua divina a. .
Frasco com extracto Uro) pan
lenco a........
Lats pequeas com hanln a .
Sabonetes de diversas qtnli ladea a
80, 160, 240*. .....
Finas escovas para denles a 160,
320 e. ........
Coques modernos a. .
Pavios para gaz, duzia a.
Escovas para fado a 5 0,
Ditas para cabello a. .
I'enlrs para tirar piolho a
riiioos de cores bonitos a
Pegas de tranca de 13a
varas por.......
Franja prela de la pera com
10 varas a, ..... .
Fila pela para relogio urna por
Oleo para machina de costura,
frasco a.....: .
Penas d'aco finas caixas a 800 e
Dila d'aco Pery, canta a. ...
Galo de algado pera ....
Latas com banha a.....
Lindos babadinhos' e enlremeios
pera de 500 a......
Boies de madreperola, groza a
Ditos do louca muito fino a 100 c
Ditos para caifa a 1< 0 e. .
Caixa com popel amizade a. .
Ditas com envelopes a. .
Ditas com obreias a. .
Caixa com agulhas fundo donrado
Ditas de dilas ditas a.....
Thesoura para costuia a 100,
240 e......, .
Caixa com linha de marca a .
Linha de cores em novellos (li-
bra) a....... .
Ditas com 200 jardas em carre-
teis duzia a 70, 120 e. .
a|Grampos muito finos com passa-
ros, duzia a......
Cartas portuguezas, duzia a .
Dilas francezas a 20200 e .
Papel almaco e do peso, resma
a 30400, 30500 e -
ua muito fina para bordar, libra
Fita de algodao para deb um de
sapatos, peca a.....
itns de la para debrum de ves-
tido, peca a......
Pentes finos para segurar ca-
bello a.......
Ditos ditos de bfalo para alisar
tf2i0, 320 e......
Caivetes grandes com molla a .
Ditos para aparar penna a .
Cartes com colxetes a .
Rosetas pretas, par a .
Pentes de chifre para cc dzia
a 10500 c.......20600
Trancas de laa lisa caracol, pe?a
a 40 c.......
Fita para coz. peca a 480 e .
Alfinetes de latan a.....
Sapatos de la para meninos a
240, 800 e ......
Ligas para senhoias a. .
Filas de sarja ns. 1' e 2, peca a
800e........
Gravatas de Seda de cores a .
Rendan das ilhas por baralissimo
preco.
Os apreciadores das calcas apparefam
na loja daVERDADEpara se munirem
de suspensorios com borracha pelo dimi-
nuto preco de 100 rs. o par, e taiuliem ifc
caleadeiras boas a 80 rs.; as pessoas que
no poderem vir a este eslabelecimente
podem mandar seus portadores qne serao
fielmente aviados ; a Verdade mostraiao qi.r
diz rna do Q eimado n. 5$.
I
2>0' 0*
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706
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imm
10000
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40500
60766
id
166
166
100
lo
IfJO
a
!05fiO
160
Vende-se uil escravo peija,
annos, p meo mais on menos : na
do n. 13, 1 andar.
de idade de .14
ra do Queinia-
"*Compra-fe chombo wlW: o armaaeiBd*bo'a
amarella, no oiip da sertria de polica,
Ouro e p ata
vse moei
es. por t)
do (Wife n. >8, loja do aznlejo.
Compram-se moedas de uuro e i rata de todas
as qualidades. por bom preeo : na rna da Cadeia
Compra-se urna on dnas c'a)*as nesta didade,
de pref-feneia ea ra conMnereial : na eneader-
nacao parisiense se dir qnem (|iwr.
BE V EIIIIII.
Precisa se comprar nm porlao de ferro j ser-
tido, que tenha sete palmrts dodargo, mais ou me-
nos : o ra do GrwpM n. 16.
BB

VNOAS.
Parna de-mandinga da trra mnite boa
tem para-vender Maia &. Landelino, na Iravessa 4u
Qlipimadon. 18-p:_______ ^
.Vjfidi'-H' a taliei na da ra Imperial a. 21*
mnit afrepuezada para a trra : a tratar na mes>
PAREDES PORTO
Nesle estabelecimento encontrar o res-
peilavel publico um bonito sortimento de
roupas e fazendas de todas as qualidades e
precos comrnodos, tem sempre um bonito
sortimeato de casemiras de cores e pretas,
panno Uno de diversas qualidades, brim de
bonitas cores e brancos de boa qualidade,
encarrega-se qualquer obra por medida e
prefo muito commodo.
ROLPAS FEITAS
na loja da ra da Imperatriz n. 52, porta
larga, de Paredes Porto.
Tem nestf estabelecimento um bonito
sortimento de roupas feitas de diversas
qualidade* e precos comrnodos, como sejam
;palitots de alpaca preta e de cres a 30,
305 0 e 40; ditos de panno preto sacos a
>60, 70 e Hfi; ditos de panno superior a
120, 140 e 100; ditos sobrecasacados de
dito dito a <80. 200 e 250; ditos de case-
mira de cor a 50, 60 e 100; calcas, colletes
tpalilots de casemira muito fina de cor a
26 e 250; oalijas de brim branco de cor de
todas as qualidades de 20 a 60; ditas de
casemira preta e de cores de 40 at 12*5;
&Hetes de todas as qualidades; ceroulas de
bracwnte a 10300,20000 e 20500; camisas
francezas de finito e de algodo de todas as
qualidades e pneco mais barato do que em dTt'nte e ^te ^
outra -qualquer parte; coiarinhns, gravatas;
bonito -sortimento de chapeos de sol de alpa-
ca e-de seda; muas inglezas a 60 a duzia:
pecaincha oeste estabelecimento pelo
grande sortimento: todos os frepezes se
podera* prove- dos pos at a cabeca por
preco coawaiodo.
FMumm
Grande sei timeoto, como sejam, chitas
rtas a 300, 320 e 360 rs. Madapolo
a 70,80 e O0 a pefa. AlgodJo (pe-
chmcaa) a 60500 a peca ontras qualida
des. Cambraia braaca de todas as quali-
dades transparente e Victoria de 30500 a
80 a .peca. Lananhas. de bonitas cores, al
pacas boaas, selecia a p^a com 28 metrtx
a 280000. Esguiao o mais fino nossivel a
0500 e 30 a vara, o oulras muitas fazen-
das .por prer<> commodo. que seria enfado-
nho mencionar, na loja do
LEJO DA PORTA LARGA
Paredes Porte.
l-aia d Qieimado lora n. ti; vendase ba-
lotes de niusselina a 2 e artos de panno a U.
Vinho verde
A' ra do Livrameoto n. 6 eontintia haver para
vender por oreos razoawai-: o moJHor vinho verde
at boje vindo a esle mercado.
JO
Vende-se na estrada de Joio de Barros ama
casa 3e pedra cal acabada do ponco, mnito bea
construida, de paredes dubradas e com :' palme*
modos, duas grandes salas, seis qnartis, cnJ.:
dous fra, cozinha, dispensa o cacimba, com a i
taiTciro de 100 palmos de frente e 400 de fnnflo i
a pessa que quizer cmprala pode dirigir-so |
sitio da bomba n. 10 na mesma estrada, qne aeb--
ra com quem tratar.
---------------------------------------------------------------- ___
= Vende-sc na ra- da Aurora u. J6 nm ea-
ctavo pardo, de 13 anno* de idade, rubusto, ba
figura, perfeito oflcial de alfalate, eom principe
de eocheiro, e ptimo para pagenr.
VERDADEIROi
l n

te ICVOBKi, I erln
Ru do SeinS, 51, A PAHIS

!
ma-nu-nn paleo do Titco n. til.
Wnd-'m-se dilas negrlbas de nlade 14 an-,
:nns. muit i benitas e cora todas as habllMafid pire-
ci.-a: a ver e tratar na ra Imperial"'n. w: se-
gundo andar.
1 '"..............------------.----------------_,__________ .....
Qnem pretender comprar qaatro vaccas ca-
da urna com bezerro : diria-se ao armarm d.v
sal da<9horas*;anhSa.eidbnM.. Wra mais
mfortuaotjs na jna da Cadeia de'-Reeife n- 33.
Cal novade Ifeboa.
^Vende-se na ra do Api>,to.,.araa.zeBi de Reg
irmao n. 18.
Km 'J i BiMJ, val, r ntre i' rol Ha e ,. nrl ,
liirilvaoai-annelriftvniHMiwfcr SJ ,
A 11. i-iurt I

t : j >sru ::n Mira I
d"M I
a CV itins ,:,
aom s.


!
i
Diario de l'e* itiunbuco Ter;a fejra 24 J<
Acroo de -1869.
GRANDE LIUDAC
NA
JLO'JA
DA
72.
ARARA
Ra da Imperatriz. -
72.
*. 43 RA BA CABKIA W. 45
DE
Alerta freguezes
que Arara vai cantar,
Para vender suas fazendas (baratas)
que muito ha de agradar.
O pmprietario deste estabelecimento, tendo grande porcao de fazendas em
tur, vai proceder urna liquidarlo em todas as fazendas e roupas feitas existentes no
i Uflwtecimeoto, agora que occasio de quem tem pouco dinlieiro poder se vestir de
fazeuda o baratissima como se poder ver no annuncio abaixo mencionado.
MADAPOLA BARATO A 3>00.
Vende-se pepas de madapolo enfestado
de f2 jardas 3|$00, dito de 21 jardas ou
Si metros 50, 05, C$300, 7500, 8000 e
wo.
CHITAS FRANCESAS A 280 rs.
Vendein-se chitas francezas para
BRAMANTE PARA LENCOES A U-
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencoes, a 2:1 a vara.
PECAS DE ALGODvOA 40.
Vendem-se pecas de algodao muito en-
cordado 1$, 5J, 6>800e70.
v-csti--Co!crl&hos econmicos a 390
d 19 a 230, 320 rs. o covado, ditas escuras
Djufto finas 3C0rs. o covado.
Chalii\ inulto flao SOO rs.
Vende-so chalin para vestidos ie senbora
i ^ rs. o covado.
PERCALES A 440 RS.O COVABO.
Vende-ac percales muito finos para vts-
{ '.os do senhora a 440 rs. o covado.
Ifirilhaatlnas X to rs.
Vende-se brhantinas ou mursulinas de
c >res para vestidos de se dioras *440 rs. o
covado, lzinhas muito finas para vestidos
re senhora 400 rs. e 500 rs. o covado,
Citas de quadrinhos ;i 240 rs. o covado.
RISCADO FRANCEZ A 360 RS. O COVADO
Vende-se riscado francez para vestido
de senliora 3GO rs. o covado.
Lasiuhas a 84 rs. o covado.
Vendem se ISasinhas para vestido de se-
bbsra a 240, 280, 320 rs. o covado.
Cassas francezas a 280 rs. o covado.
Vende-se cassas francezas 280 rs. o
covado, chitas francezas finas a 280 e 320
rs. o covado.
Chales de merino 84.
Vende-se diales de merino estampados
i 2e 25500 cada um, para acabar.
CORTES DE S ABERTOS A 2:5400
Vende-se coitos de la para vestidos de
senhora, 25400 cada um.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS
Vende-se alpacas de cores para vestios
<*e senhora, 720 e 800 rs. o covado, di-
tas de listras 700 e 760 rs. o covado.
Chitas prnssianas SAO.
Vende-S8 chitas prussianas de listras de
cores muito bonrtas a 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COBERTA A 320
Vende-se chitas incorpadas para coberta
320 rs. o covado.
ffales de 80 a SO arcos
fl500.
Vende-sc baioes de 20 a 30 arcos
IJJ800 cada um, bal5es modernos brancos
t tie cores a 5$.
luziu.
Vende-sc colcrinhos econmicos a 320
a duda, s se vende assim barato por ter
grande porcao.
CASEMIRAS DE CORES
Vend-se cazemiras de cores para calsa
e palitt 2^ 25500 e 35 o covado,
tlgoilo enfestado 1 .
Vende-se algodao enfestado proprio para
lenres e toalhas, 15, a vara on 900 rs. o
metro.
BRIM PARA CALCAS A 400 RS. O
COVADO.
Vende-se brim para calcas e palitots de
hornera e menino, 400 e 440 rs. o co-
vado, dito lizo a imitago de ganga a 360
o covado.
Algoilo de listras a 800 rs.
o covado
Vende-se algodao de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
CORTES DE BRIM CASTOR A 640 RS.
Vei,de-se cortes de brim castor para
calca de liomem, 640 e 800 rs. cada um.
CARTE1RA PARA VIAGEM A 15-
Vende-se carteiras para viagem 15
cada urna, cobertores de algodao 15500
cada um.
Cuberas de chita 1800
Vende se cobertas de chitas de cores
15800 o 25, cada urna.
ALGODAO TRANCADO DE EAS LARGURAS A
1^200.
Vende-se algodao transado de duas lar-
guras, proprios para lences e toalhas para
mesa, se vende a 15200 o metro.
.llantas para gravata 800 rs.
Vende-se mantas para gravata a 200 rs.
cada urna, lencos de seda de flores, a 640
cada um.
ATOALHADO PARDO A 25500.
Vende-se atoalhado pardo para toalhas
de mesa 25500 a vara, toalhas escuras
15, cada urna. Ra da Imperatriz loja
da Arara n. 72.
SOB A DIRECQO DO MUITO HBIL ARTISTA
Launano, alfaiate.
Os proprietarios deste novo estabelecimento, tendo experimentado a necessidade
urgente de ter nadirecc5o de sua offleina de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr. Lauriano Jos de Barros para tal mister, convictos de que satisfar
com todo o capricho a vontade do freguez.
Tem o mesrao estabelecimento um bom sortimemto de fazendas proprias para
roupas de homem.comosejam: casimira de edr, indos padres, completo sortimento de
pannos finos, preto e de cor, casimira preta, grande sortimento de brins brancos e de
cores, merinos de diversas qualidades, bombazina, lindos cortes de (forguro para collete,
gorguro Pekn, superior qualidade.
Os freguezes encontrado anda um variado sortimento de roupa feita, camisas
inglezas, collarinhos, ceroulas, gravatas pretas e de pbantasia, meias para homens, sc-
nhoras, meninos e meninas, chapeos de seda para sol, colchaS, bramante, atoalhado,
baioes de diversas cores e modelos, cambraias, malas para viagem, e outros muitos ar-
tigos que a modicidade de seus procos incita a comprar.
A ra da Cadeia n, 45
II

T
CONVITE GERAL.
O proprielario do armazem de fazendas denominado Garibaldi, na jua ialpe-
, Mriz n 5(i Sara ao respeitave publico que tendo grande deposito de fazendas era
"i dejando diminuir Este grande deposito por %^Xft^
, ara no dia 15 ou 20 do corrente, por isso convida ao respeita\el puniito a \ir suri*
Ra do Queimado ns. 49 e 57
tojas de miudezaz de Jos de,
Azevcdo Mata, est acabando*
com as miudezas de seus estebe-
lecimentos por isso queram apre-
ciar o que bom e baratissimo.
Pecas de tiras bordadas com 12
metros, fazenda superior, a
15500,25, 35 e.....
Calas de linha com SOsovellos
Pares de sapalos de traeca fa-
zenda nova a ......
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a......
Duzias de meias cruas para bo -
mem a......'. 35800
Tramoias to Pon fazenda< boa
e pelo preco reemor 100 atfos a
Livros de raisses abreviada a .
Duzia de batalhos fnmcezes nitit*
finos a25*OOe.....
Sbario porkiguez com estam-
pas a........
Gravatas de cores e pretas muito
finas a .........
Cartes com clchelas de latao-
razenda tirsi a. ^
Abotuaduras de vidro para coleta-
raeenda fisa a. .
Caixas com penna dYa^o muito*
tinas a32Oj.4O0, 508 e -
Cartes de Knha Aleaandre que--
tem 200 jardas a- .
Carreteis de liaba AJesaadre d&-
70at 200a.......
Caixas com superior obrejas-
de massa a......
Dizias do agulhas para* machina
Libras de pregos 'ranewes di-
verso tarimnho a. .
Livros escripturado para rol di*
roupa a. ...... .
Talheres para meninos muito
finos a........
Caixas com papel anonade muito
fino a .......
Caixas com- lOOenvelopes muito
finos a........
Pentes volteados para meninas- e
sehhorasa.......
Thezouras muito finas para
unhas e costuras a. .
Tlnteirescom tinta preta auito
boa a 80 120-e .
Varas do franja para toalhas. fa-
zenda fina a. .
Pecas de fita branca elstica
muito fina a. ... .
Nvalos de linha com 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito linoa......
Grozas de botes de touca muito.
finos a........
IOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Grande p completo sortimento de machinas para
descarocar algodao de nova invencao cuegadas l-
timamente em direitura para a loja de Manoel
Dent de Oliveira Braga & C., na ra Dircila n.
33. Garntese que a melhor qualidade que at
o presente Vm vindo ao mercado : acham-sc em
exposiao aos compri Systema decimal.
Grande c completo sortimento de pesos kito-
grammos de melhor comprehensao dos nue tero
vindo at o presente, assim como marcos de latao
at meio graramo pelo mesmo syslema, balanzas
de latao de forca de 5 a 20 kilogrammos, metros
de inadeira e de lalio para medir fazendas, alm
de grande sortimento de mhiiwas o ferragens de
todas as qualidades, tode por preras que so a vista
faz crdito : na ra Direita n. s3, loja de Manoel
Benlo de Oliveira Braga & C.___________
COGNAC.
45000
500"
25000
15500
5200
5OO0
2580f
5320
5500
5020
5500
40000
5100
5100
504(1
^25000
5246
129
#240
5700
5600
5320
5O0
5320
^160
Roa do Crespo n. 9
Os proprietarios deste bem conhecHo estabrte-
ciment", aifn dos muitos objeetos que tinltara ex-
poslo< a apreeiaeo do respeitavel puNlco, man-
daran! vir e acabam de receier pelo ulfcno vapor
da Europa um completo e variado sorlnento d*
finas e mui decadas especiaMades, as quaes es-
tao resovidos a \-ender, com* de seu eostume,
por pren miito baratinhos e eommodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores tayas de petaca, pretas, bran-
cas e de mui lmdas cores.
Mui boas e bonitas- gollinhas punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coque.
Lindos e riquisshnos enfeites jra catoecas das
Exmas. sentaras.
Superiores trancas pretas e de cores com idri-
Ihos e sera elles; esta fzenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques madreperola,
marfirn, sndalo e osso, sendo aquellos braneos
25000 t*m lindos deenbos,e estes pretos.
i Muito superiores meias fio de Escossia para sv-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30^000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 203,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as qnaes algumas omito
tinas. ....
Boas bengalas de superior canna da India e
cistao de marftm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melbor so
pode desejar ; alm-destas temos tambem grande
Juantidade de oatras qualidade, como sejam, ma-
cira, balcia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e irosos chicotinbos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas c 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para_ fazer
barba ; sao muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vei tam-
bem asseguramws sa qualidade o delicadeza.
Lindas e" bellas rape lias para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
lbyrintho.
Bons barathos d cartas para voltarete, assim
como os tontos para o mesmo flm.
Grande e vanado sortimento das raelhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convolsocs, e
facitam a deoticao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebo-Ios por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
es que delles precisaren), vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Bogamos, pois, avista djscbjectos que deixamos
declarados, aos nossos fregnezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do" Crespo n. 7______________
De superior qualidade da mu acredita-
da fabrica de Risquit Dubouch* C, em
cognac urna das que^na agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra do
commerek) n. 32.
BAZABUNIVERSAL
JOUua NovaSO
Carneiro Vianna
Neste BAZAR eneontra-se uro completo
sortimento de todos- es artigos que so ven-
dem por precos eommodos como scJBm: Um
completo sortimeno de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas
adoptados na America e approvad na ul-
tima expoeicao servieos a electos para almo-
C9 e jantar, salvas, bandejas, tabolirw, bol-
sas e malas paca viagem, iudispensaveis para
senhoras, eandieiros para sala e cima demesa,
parede e portal, mangas, tobos e globos-d
vidro, maehiiras para fzer caf, ditas para
batervos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, caaws de ferro para
casados, soHeiros e enanca, bercos, cadei
ras tongas para viagem, fitas de balanco,
espelhos de todos os lmannos, moldura
para quadros. gaz, baldesaraericanos, gu r-
da comidas, brinquedos para criancas, um
completo sortimento de eestinhas, oleados
para sala e nesa, tapetes para sala, quarto
frente de sopb, janella e porta, capachos de
Sparto e ciko, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos qoe se encontrar5o
venda no mesmo estabeiecimento e que vale
a pen ir examinar.__________________
Barthoiomeu & C.
200
60
25500
16f
de boas fazendas, e por diminuto preco
CHITAS LARGAS A 280 rs.
Vendem-se chitas francezas largas a 280,
l-O e 360 rs. o covado.
ALGODAO ENFESTADO TRANCADO A
15000.
Vende-se algod5o enfestado trancado para
lencoes a 15000, dito Uso enfestado a 900
o metro.
CASSAS FRANCEZAS A 240 RS.
Vendem-se cassas francezas para veti-
de senliora a 240 e 280 rs. o covado.
MADAPOLO ENFESTADO A 35300.
Vendem-se pecas de madapolao enfes-
tado a 35300, dito inglez de 24 jardas ou
22 metros a S|. 65, U, 85, U e 105, a
peca
LANZINHAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
r.Uora a 200, 240. 320, 400 e 500 js. o
covado.
BAREGE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege de listas para vestidos
a 500 e 640 o covado. ___
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
50 rs. O COVADO.
Vendem-se alpacas de cores a 500, 640
e 720 rs. o covado propria para vestido de
senhora. m
SEDAS DE CORES A 15-
Vende-se sedas de cores para vestidos de
senhora a 15 o covado.
PORCO DE HETALI10S
Vende-se urna porcao de retalhos_ de cas-
sas, de la e sedas
por muito barato preco.
A' elles antes que se aoabem.
CHALY DK CORES A 800 RS.
Vende-se chai/ ^e listas de seda a 800 rs,
o covado.
C1IAL8B >E CASSA A 15-
Vende-se duies de cassa a 15, e de me
ri a 25.
CORTES DE LAA A 25400 RS.
Vendem-se corles de 15a de Ustra para
vestidos de senbora a 25400 rs. para aca-
bar" ALGODAO A PECA 45000.
Vende-se pecas de algodSo a 45, 85, 65
e 75 a pe?a. E militas outras cousas que
seria enfadonbn menf.r*ar.
CHITAS PARA COBERTAS A 280,
Vende-se chitas francezas para cobertas
a 280 o covado, dita encarnada a 3O rs. o
V CASEMIRAS DE CORES A 255J0.
Vende-se casemiras de cores a 25500 e
35000 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 35000.
Vendem-se chapos de sol de alpaca pre-
ta a 35000, ditos de seda a 105 cada um.
BR.M DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim de cores para ca'cas de
homem e meninos a 400 rs. o covado.
Gangas para catya a 3 r.
Vendem-se gangas de cores para calca e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado.
MUSSELINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se musselina branca a 500 rs. o
covado. dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlatana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 25-
Vende-se lencos brancos a 25 a duzia.
Gollinhas e manguitos para senbora a
500 rs
Ditas" de linho Ono a 15000, para aca-
bar.
GRANDE SORTIMENTO
DE ROUPA FE1TA DE TODAS AS QUALIDADES.
Vende-se a roupa feita por menos 28 ou
de outras fazendas130 por cento do que cm outra casa: por
isso os pretendentes podero vtr examinar
para ver a reaidade do annuncio.
Velbutina preta a 320 rs. o covado, para
Ai* A1131*
BALES DE ARCOS A 15500.
Venden -se baioes de 20 e 30 arcos a
15500 cada um, ditos modernos a 45.
BRIM HAMBURGO A 85000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
burgo a 85, vem a ser mais barato do que
algodaosinno.
CORTINADOS A 145000,
Vende-se cortinados para cama a 145
para liquMar. Ditos para janellas a 70.
Todas estas fazendas se vsndem muito
barato na ra da Imperatriz n. 56.
Machinas vapor de
forpa de 3 e 4ca-
vallos.
Motores para 2 cavaUos.
Arados americanos.
Machinas de facao e serrotes para desca-
rocar lgodao.
Bataneas para armazem e baldo.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de hit-
Qeld.
Prencas para copiar cartas.
Fogao americano patent
A NOVA ESPERABA
21 Ra do Queimado 2}
Advertencia!
A Nova Esperaba, a ra' do Queimad
d. 21 tendo em deposito grande quantidade
de miudezas, e como se approxima o tem*
po em que tem de ser dado o balanco, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resolvida a vender suas mer-
caduras pelo baratisshno preco, para assim
diminuir a grande quantidade das qua
tem: assim pois, vennam os bons fregue-
zes, e os que nao forem venham ser fregue-
zes, em tempo tao opportuno quando i
NOVA ESPERANCA convida-os pecbincha-
rem, pois que para comprar-se caro, nSo
falta aonde e a quem...
Elle quere ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Paris) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos da
gosto e perfeic3o, e ella (loja da Nova Es-
peranca) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos) i
Nova Esperanca ra do Qneimado n.,
alm do grande sortimento que j tinha,
acaba dereceber mais o seguiste:
Bonitos broches, pulceiras e brincos da
madreperote.
Papel e envelope bordados e mati-
sarfos.
Papis proprios para enfeitar bollos
banaeijas.
Brincos pretos com dourados (ultima
moda ).
Filas largas para cinto.
Modernos gallis, franjas e trancas da
seda e de 15a, para enfeites de vestidos.
Botes de todas as cores e moldes nevo
para o mesmo fim.
Trancas pretas com vidrilbo sendo cero-
pengentes e sem elle.
Botes pFetos com vidrillios com pingo
tes e sem eltes.
Luvas de pellica, camurca e excossia.
Finas meias de sed para senhora e me-
ninos.
Delicados teque de madreperula, mar-
fim, osso e fan.
E ipartilho simples e bordados.
Bengalas debaleia.
Fiaalmente, um completo sortimento de
miudezas ra do Queimado n. 21, na
Nova Esperanca.
Collares anodinos ellcvtro-magneti
cs contra as contmlc'es das
creancas.
N5o pesta a menor duvida.de que muito.
collares se vendem por ah intitulados ot>
verdadeiros de Royer, e eis porqae muitc
pais de familias nao creem (comprando-os)
no efleito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros; a Nova Esperanca, porB
que detesta a falsificaco principalmente no
que respeita ao bem. estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes collareij
e garante aos pais de familias, que sio o
verdadeiros de Royer, que tantas crean*
Cas tem salvado do terrivsl incommodo da
convulcoes, assim pois preciso, que ve-
nham a Nova Esperanca a roa do Queimado
b. 21 comprarem o salva vida, para sena
[fiminhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando entao ser di-
fGcil alcancar-se o effeito desejado, embora.
sejam empregados. os verdadeiros collare
de Rover.
Scbonete de alcatrdo.
DI
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que tao boa
acceitaeSo tem merecido n'esta provincia
muito se recommenda para a cura cerU
das impigens, sarnas, caspas e todas ai
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Barthoiomeu & C,
34ra larga do Rosario34.
-.-----
CEMENTO
PORTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
roira'da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
ceicao. em barricas grandes.
Balanqas orizontaes
Pelo novo systcma de kylo-
granna.
Vende-se no rmaiem de J. A. Moreira Das,
ra da Cruz n. 26. ___
Exlraclimi carnis
Este producto alimentarao para doentes, mui
apropriada para cranlas e para as pessoas sias;
indispen-avcl a todos, porm, principalxiente aos
viajamos, que terao nello o recurso de poderein
ter alimentacao de carne fresca ineerruptivel, e
que com faciAdade se apromptu e se conclu, por-
que n'um pequeo volume carrega-se alimentacao
para maito tempo. Sobretndo chama-se a ajten-
ca > dos senhori'S de engenhos que encontrarlo no
EXTRACTUM CARNIS o recurso de alimentacao
agradavel, hygienica e barata para seus fmulos e
seus doentes.
Este producto fabricado peto processo do dis-
tincto medico Dr. Unatuba, no Rio-Grande do Sul,
que acaba de crear um deposito nesta cidade em
casa de Jos Victorino de Reiendc & C, ra da
Cada, escriptorio n. 5J, primeiro andar, venden-
do-se:
No deposito a roa da Cada n. 32.
as pharmacias dos Srs.:
Manoel Alves Barbosa, mesma ra n. 61.
Joaquim de Almeida Pinto, ra larga do Rosa-
rio n. 10. .
Antonio Maria Marques Ferreira, praga da
Boa-Vista n. 91.
N. B.As latas que contem o extracto irazeui
urna guia para seu uso.
BAZAR D4 MODA
Os abaixo assignados, proprietarios deste
estabelecimento, declaram ao respeitavel
publico e com especialidade a seus nume-
rosos treguezes, que desta data em diante
as mercedorias ser3o vendidas a preco fixo,
e mdico. Isto resolveram os mesmos pro-
prietarios em consequencia de reiterados
pedidos de muitas pessoas por ser este
syrtema de vender o que mais garanta .e
confianca inspira ao comprador.
As vendas em grosso. sero feitas com
os abatimentos na razio seguinte :
Compras de t0# a lOOfl descont 5%
de 1005 a 500,5 10%
de 500d para cima 13/
Pagamento realiasado no mesmo mez de
compra.
Os proprietarios doBAZAR DA MODA,
observam mais que, recebendo todas as
mercadorias de conta propria, offerecem
a quem comprar todas as vantajosas condi-
coes das casas importadoras.
0 estabelecimento conserva-se aberto
todos oa dias uteis das 6 horas da manha
s 8 horas da noite.
Recife, 1 de agosto de 1869.
Jos de Souza Soares vlnho, pluilas, xarope e tintura
de jurubeda simples e ferruginoso;
Oleo, Pomadae Emplastro da mesma
planta preparados por
BARTHOLOMEO & CA
Pharmace uticos- Droguistas
I-I lt\tU(l ( O
A Jurubcba esla planta i boje recunbae da
romo o mais poderoso tnico, como o melhor
desiih-n ni'iiU-, e cnnm lal applicada nos padecimenios
do ligado e bafo, hepaliies, duresas, tumores inter-
nos e especialmente do ulero, hydropeaias, erysi-
pellas, i le; e associada ao trro un as pallidas
cores, cblnroses e falta de menstruacao, desarran-
jos do estomago, etc., e o que disemos atteato
innmeras curas impoilantes oblidas ooto nossos
|irl'.nalns j liem coiihrcidos t usados pelos mais
diMioctoa mdicos do paz e l'onugal. Em todos os ,
nossos depsitos distribuimos gratis kdhelos que
mrlhor fa.-em conheccr ( Jurubeba seos resallados
c applicacio.
PECHINCHA.
Feijdo a 8(8000
Vendem-se saceos com feijaa branco e fradinho
a 8| o sacco de tamanbo regular : no trapiche
Barao do Livramento, no Forte do Mattos.
Nilo mais cabellos brancos
A tintura japoneza, para tingir os cabel-
los di cabeca e da barba, foi a nica admit-
tida Exposifo Universal, por ter sido
conhecida superior todas as preparacoes
at hoje existentes, sem alterar a saude.
Vende-se a 1#000 cada frasco na
i H-MA l)\ CID1H-S. 51
! A1VDAR.
Ra do Crespo n. 17.
ESTE1RAS DA INDIA PARA FORRAR
SALAS.
Gorgorees de cores para vestidos.
Poupelinas de linho c seda de muito bom
gosto.
Sedas de cores de lindos djennos.
Alpacas de listas muito bonitas.
Ditas lisas de todas as cores.
Gorgorito em chitas, fazenda nova.
Brhantinas de cores.
Casaqtiinhos pretos de guipure.
Ditos de oasemira de todas as cores.
Riquissimos cortes de vestido de blond.
Ditos ditos de cambraia bordados.
Ditos ditos de tarlatana bordados.
Golxas de seda ltimamente chegadas.
Ditas adamascadas brancas e de todas as
cores.
Damascos largos e estreitos proprios paca
colxas.
Bales de todas as qualidades.
Saias de cores,
Saias brancas bordadas.
Tapetes de todos os tamanhos e para co-
rados, aveludado.
Cambraias de cores e chitas de todas as
qualidades, e outras muitas iazendas que 6e
vendem por todo preco, somente para acre*
ditar a distincta firma de
AMITO GLIMARAES i C
Tinta rxa de Monteiro
Vende se tinta rxa de Monteiro para escrever :
na loja de calcado do sobrado amarello na ra da
Cruz h. 21.
CIMENTO
Vende-se urna bonita crioola de 19 annos.
eom urna cria de 4 mezes, n.acho,-filho da mesma,
cozinha e engomma softrivelmente : na ra do
Fogo n. 9.
CHARUTOS
Os melhores charutos da exposico e variedade
de outras qualidades, finos; encontrase no hotel
Central de Francisco Garrido, rna larga do Rosa-
rio n. 37,1* andar, e ra estreita do Rosario n.
4 A. Vendem-se a retalho e em grosso.
Vende-se verdadeiro cimento ; na ra da
Madre de Dos n. 2, armazem de Jo3o
Martins de Barros.
Aim-VaNTAfiHL
Se a venda annunciada de urna parte do sitio
denominado Barbalho, a margen) do Capibaribe,
felo Sr. Joao Paulo de Souza, amigo do Sr. Joao
rancisco Paes Brrelo, pertencente a este, como
se presume, adverte-se que est penhorad por
execuclo do Ernesto J*s Feppe Santiago, que a
promove perante o juizo do commercio, escrivao
Paes de Andrade.
Rap Princeza
DA IMPERIAL FABRICA DE VIEHRA GUIMA-
RF.S & COUTO,
DO RIO DE JANEIRO.
Vende-se este excellente rap no escrip-
torio de Joaquim Gerardo de Bastos, ra
do Vigario n. 16. i andar.
GAZ CAZ GAZ
Chegou ao amigo deposito de Henry Forster 4
C, rna do Imperador, nm carregamento de gai
de primeira qualidade; o qual se vende em partida-
e a retalho por menos preco do que em ontra qual
quer parte.
Venda de impostos
Manoel Barbosa da Silva, arrematante dos fm-
postos provlnciaes das comarcas de Tacarat, Ca-
brob c Boa-Vista, e dos impostos de consumo das
agoardentes do termo de OliBda, avisa aos qije
pretenderem comprar ditos impostos, que pode ser
procurado ra do Livramento n. 29, onde por si
ou seu procurador podem entrar desde j em ae-
gocio os pretendentes.
Grande Iiquidaco de vinhos por todo preco : no
armazem da Liga ra Nova n. 00. ____
Escravos
Vende-se urna eaerava boa eozinheira, de idade
de 24 annos entendendo tambem de roca, e urna
negnnha filha da mesma, de 8 anno : a tratar na
roa do Corredor do Btspo n. 29, da 10 horas da
manha as 6 da tante.
TTABERXA.
Vende-se a taberna da esquina da ra de Santa
Rita n. 1, a qual est mnito afreguezada : quem
pretender dirija-so mesma, que achara com
quem tratar.

- /
/
Vende-se a armacio do armazem da Liga ra
Nova. u. 00 : a tratar no mesmo armazem.



f
V
Diario de Pernambuco Tercja eira 24 de Agosto de I8G9.
Ccordeiro providente
Roa Novo e variado sortimento de perfumaras
finas, e outros objeclos.
Alm do completo sortimenlo de pe tu-
rnaras, de que efectivamente est provida a
loja do Cordeiro Providente, ella acaba de
receber um outro sortimeno que se torna
notavel pela variedade de objeclos, superiori-
dade, qualdades e commodidades de pre-
Cos; assim, pois, o Cordeiro Providente pede
e espera continuar a merecer a apreciaco
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
Undo elle- de sua bem conhecida mansidao
barateza. Em dita loja encontrarao os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray A Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melbores e maisacreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrficia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toet
Elixir odontalgico para conservacao do
isseio da bocea.
Gosmetiques de superior quatdade e chei-
ros agradaveis.
Copos e tatas, maiores e menores, oom
pomada fiaa para cabello.
Frascos oom dita japoneza, transparente
6 outras qaalidades.
Fiaos extractos ingtezes, americanos e
franceses em frascos simples e enfeitades.
Essenda imperial do fino e agradavol chei-
ro de violeta.
Oatpts concentradas e de ohetres igual-
monte finas e agradaveis.
Ole philocome verdadeira.
Eflracto d'oeo de superior qnatidade,
com scolhidos che-ros, em frascos de difie-
ren tes tamanoes.
Sabonetes m barras, maiores e menores
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
-Tas de meamos.
Ditos muito finos em caixinba.pwa barba. 1
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada ntendo fi-
nas perfinaarias, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelao igualmente benitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de -metal cotoridos, e de
moldes aovos e elegantes, com p de arroz
- boneea.
Especial p de arroz sem cemposico de
eheiro.^e por isso o mais propo para enan-
cas.
Opiatr ingleza e franceza para dentes.
Pos to camptora e outras dilTerentee
qnalidades tambera para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada *u:iig coqpaen.
Um outro sortimento de coques de ao-
vos e-bonitos raides com (Hets de vidrilbec
algons d'elles ernados de 'flores e filas,
estSo todos expostos apreciaco de quetc
os pretenda comprar.
GOfeLlNHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicao.
Ftvellaa e atas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, fieendo a boa escolha ao gosto do com-
prador.
EM G0NT1NUACL40
A OINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DE
FLIX PEREIRA DA SIIiVA,
0 proprietario deste grande estabelecimento tendo sido o arrematante da
extracta loja denominada=/AUD/l/ DAS DAMAS=i ra da Imperatriz a. 36, e nao
me tendo sido possjvel, na mesma loja, concluir a liquidaco da grande quanUdade de
razendas que all existiam, pelos poucos das que teve at entregar as chaves, vio-se
obrigado a passar a maior parte dessas fozendas para o seu estabeleciwento, o=PAVO
onde o respeitavel puDhoo encontrar um grande sormeote das melkores fazendas de
linho, 15a, algodao e seda, que se lhe vender muito mais barata do ane em outra
qualquer parte, com o Jim de apurar dinheiro, e as pessoas que w^ociam em pequea
escala, tasto da praca como do roatto. nesta casa poderlo fazer seus sormentos m
pequeas ou grandes porcoes, vendendo-se-lbes pelos precos ue se comprara, n-s
casas mglezas; assim como as exceHenissimas familias poderSo mandar bascar as amos-
tras te todas as raziadas, ou mandar-se-ha levar pelos uxeiros da mesma loja em sua*.
casasen estabelecMfento se aclia constantemente aberto das 6 horas da manhaa as w
da notte.
** CtUtlMA**
Eiplendide sortimento ite,
roapas feitas
NA LOJA DO PAVO A REA DA
niPERATRIZN.e .
-Acha-se este^rande esUbleoknento cam-
ptamente sortio das meHieres roupas,
f ndo calcas paatts e coletea de casenara, se pde imaginar, asm como" tima grande
oe panno, de "bntn, de alpaoa, e de tedas porcao de cortes da mesma faaenda, tendo
s mais faaendas que os compradores >pos- de-todas as ores e garantindo-se que oeste
*am desejar, assim como na mesma loja gensro nao ha nada mais bonito nem mais
tem um beMesertimento de pannos easemi- proprio para vestidos, e vende-se por pre-
ras, bruta, etc. etc. para se mandar fazer co muito razoavel na loja de Flix Pereira
qualquer peca de obra, com a maiorpromp- da-Silva, a roa da Emperatriz n. 60.
CELEZIAS
ALTA NOViBADE >
EM P00P6LINAS 'O GeROCBO BE IDSHO
SUDA.
Pela ultimo vapor chegou para a loja 'do
Pavao um elegante sertimento das mais
bellas poupelinas ou gerguroes de linbo o
seda, com os mais dwiicados padroes fue
A AGUIA BRANCA tem conviccSo do que a abundancia de objeclos de novidade-
em seu constante e completo sortimento, a boa escolha no gosto delles, a superioridas
Ue de qualdades, e a limitaco de seus precos, estao na op niao do espeitavel publico
em geral, e na de sua boa freguezia em particular i mas anda assim ella julga de seu
dever scientificar a todos, da recepeo d'aquelles objectos que estJo alm do commum,
como bem sejam:
Bonitas caixinhas de madeiras envernisa- Pannos de crochet para cadeiras.
das, contendo navalhas e os mais necessarios Novo sortimenlo de toallias de labyrin-
para viagem, servindo ellas de carteira ibo, para baptizados,
mando abertas ^et^ e |)co Q guipui, branco e
uutras conforme aquellas, proprias para preto.
senboras. p^ pret0> ,je sea> com saipco8#
uatras mactietadas, com thesouras e os truenos e delicados espanadores de
idos e de madrepc- peonas coloridas, proprios para piannos,
oratorios, etc.
Bonitos passarinhos de metal prateados,
$ara segurar costuras, tendo almofadinhas,
de velludo para agullins e alfinetes.
Thesouras de duas, tres, quatro e cinco
p .-mas para frisar babadinhos.
Cal nova de Lisboa
Vende Junijuiu Jo;c Homo?, rua da Cru: a.
X, I" andar. ^^ ____
Potaasa da ltiissia
a mais nova nu mere ido, a preco rawavel : c
ra do Conimcrcio n. 13, armazein do MauocL T -
xeira nasto.
UVAL SEU E Ra da Quemado n, 49 4 IINI 5 57 loja
de miudezas de Jos de Azeve-
Jost BigodwJio.
Est queimando tudo quanto em cm seu
estabelecimento para acabar e fazer novo
sortimento, por isso queiram vir ou .mandar
vero que borne barato.
Caixas de finitas do gaz com
50novetios a ." 500
Latas com superior banha a
400
Frascos de oleo babosa muilo
fino a....... 400
Duzias de meias (inglezas)
muito boas a . 4#C
Garrafas com agua florida ver-
1,520c
Garrafas cora agua divina dame-
lhor qualidade . 1#00
Caicas com 12 frascos de cheiroa
propro para mimos , 2550fN
Dfita com|6 frascos muito finos ^800
Oleo baboza muito fino que so
55O0
Sabonetes de calunga muito bo-
5240
Caias de p de arroz muito
superior ..... ,J600
Pecas de babadinho com 10
varas ...... 500
Pecas de fita de cs qualquer
largura . oSOf.
Escovas para unhas muito fi-
500
Escovas para denles fazenda
240
Pulceiras de contas de cores
para meninos . 200
taixas de Unha branca do gaz
com 30 novellos . 600
Pecas de tranca lisa de todas
040
Resmas de papel pautado muito
4 000
Pares do botes para punhos
muito bonito . 120
Libras de lia para bordados de
de todas as cores . 8O00
Peotes com costas do metal
muito finos i . 320
No vellos de Unha muito grande
para croxs . 320
Duzia de linha froxa para bor-
480
Grosas de botiJes madrepcrola
500
Sabonete muito finos 60, 120,
160, 240 6..... 320
Pecas de fita de 13a todas as
500
Espelhos dourados para parede
15500
Espeldos de Jacaranda muito
2000
Pecas de trancas brancas e do
cores de caracol i . 060
Pares de meias cruas para me-
320
Ganivete muito fino com 4 f-
1500
rraseos de sndalo e patecboiy
muflo finos a , i200
tidao voatafie do fregaez, e nao sendo
obligados a aeceita-las, quendo nao stejam
completameate ao seu contento, assim como
n'este vasto stabeleciraeato encontrar o
respeitavel fpablico um bello sortimento de
camisas rancezas e inglesas, cerollas de
linho e algodio e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras f>romet-
tendo-se-lhe wender mais barato do outra quaiguer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, Jeja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
Aos dezaall eovattos de assas
t'ra acezas
Covado & 300 Covado a 300
Covado 800
Covado a 396 Covado a 300
iCavado a 300 rs.
Vende-se na loja do Pavo ra da Im-
peratriz n. 60 urna grande quantidade de
mil covados -das melhores casas fcancezas
para vesdo6,>tendo padroes miudos.e gra-
dos, assentados em todas as cores, estas
cassas sao propriamente francezas, tendo
-transparentes -e tapadas, com tanto corpo
quasi como -chita, e alm dos padrees
serem muito boratos, sao/todos ffxos e seria
fazenda para nwito mais dinheiro, mas re-
talha-se a .'100 rs. o covado.
ttsparitilhM a 3.9000 na loja do
f*avo
Vende-se nraa grande porfo de esparti-
Ihos modernos eem o competente cordo,
tendo sortimento de todos os tamanhos, e
vendem-se a 3 cada um.
BRAMANTE PARA LENgOES COM 10
PALMOS DE LAfiGURA A 1800
Chegou para a toja do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, urna grande porcao de
pecas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento -de um lencol, o qoaJ se faz com um
metro e ama quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; e vende-se pelo
barato pr-eco de 1800 re cada metro,
tendo esta 4arga fazenda, outras muitas ap-
plicacoes para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
Cortes de vestido do Pavao a
O.SOOO.
Vendem-se bonilos cortes de cambraia e
tarlatana, ricamente bordados a 13a, pelo
baratissimo preco de 6.
Ditos por estarem um noiw<' machucados
a4.
Ditos finissimos con. seda a 4.
Assim como os mais m nos cortes de
poil de chvre, cora duas saias, sendo fa-
zenda chegada pelo ultimo vapor, cada um
em sua eaixinha com o competente figurino,
a 18; finissimos edrt sde cambraia bran-
ca, ricamene bordados, que at podem
servir para noiva, a 25^000, e outros mui-
tos cortes de dfferentes fazendas que se
liquidam baratas na loja do PavSo.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porcao de cera de
carnauba em saceos, por preco mais barato
do que em outra qualquer: na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 50. De Flix
Pereira da Siha.
CASSAS A 240
Vende-se cassas com delicados padroes c
cores fixas 240rs. o covado: na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Flix
Pereira da Silva.
AS BASQUINAS DO PAVAO
Chegaram para a loja do Pavo as mais
ricas basquinas de casaquinhos de seda
pretas ricamente enfeitados, sendo com os
feitios mais novos que tem vindo ao merca-
do e vendem-se muito em conta.
GROZ DE COR
Chegaram os mais bonitos grosdenapeles
de cores, sendo verde, azul, lyrio, cinzento
e branco muito alvo, que se vendem-mais
barato do que em outra qualquer parte.
BASQUINAS DE FIL
Vende-se as mais modernas e mais ricas
hasqninas de fil preto, por preco em conta.
VESTIDINHOS PARA MENINOS A
2000 E2500
Vendem-se ve-tidinhoj para meninos c
meninas, pelo barato preco de 2000 e
250O, assim como ricos enxovaes para
baplisado.
MAAPOLO FRANCEZ A 700O A PEQA
Vende-se pecas de madapolao francez en-
festado com 20 metros a 7U00 a peca;
pichincha
MSSELINAS DE COR
Vende-se as mais bonitas majielinas de
cores a 500 rs. o covado.
PANN8 BE LIMIO
ATOALHASO
Vendem-se as mais finas celezias deliuho
can 25 varas cada peca, sendo mais finas
anda que os mais linos esguines que ttia
viudo ao mercado, a 45, 55, 60*000 e1
.7o000, tarabem se vende em varas as
mesmas celezias, sendo preciso; assim co-
mo, pannos de lidio do Porto -para lences
com perto de 4 palmos de largura a 700,
6HO e 1000 a vara, sendo em peca tam-
bem se faz alguma equidade ; bramantes
para lenges com 10.palmos de largara a
i$800 e 2500 o metro, e de hubo muito
superior a 3200 c 35O0.
Atoalhado adamascado com 8 palmos de
larg;ura a 2400, 3 e 3500 o metro, e
outras muitas fazendas brancas que se ven-
ded muito mais barato do que em outra
qualquer parte, com o fim nico de apurar
dinheiro.
CHITAS
MADAPOLlO
ALG0DA0S1N1I0
Vendem-se superiores chitas escuras e
claras pelo barato preco de 2S0, 320 e 360
rs. F as percallas a 320 e 360 rs.
Pecas de aljfodosinlio de todas as lar-
guras e qualdades. Pecas de madapolao
dos mais baratos at os mais finos; assim
como, superior algodSosinho enfestado para
lences, loalhas, tanto uso como trancado;
todas etias fazendas se vendem mais barato
do que em outra qualquer parte, para apu-
rar dinheiro.
PECHINCHA DO PAVAO PARA ESCRAVOS
A 200 RS.
Vende-se urna grande porcSo de esta-
menha mesclada, propria para vestidos de
escravas, camisas e calcas para moleques,
sendo urna fazenda escura trancada e muito
encorpada, pelo barato preco de 200 rs.
o covado, fazenda que sempre se vendeu
por muito mais dinheiro.
VES l IDOS A 800 rs.
Com duas sajas
Cbegaram para a toja d Pavo os mais
modernos, e mais bonitos corte3 de vertidos
de cambaia, e organdys; com mais lindos
padroes, e o competente figurino, tendo
cada corte 18 covados, que pode dar corte
para senhora, e menina, e vendem-sc pelo
barato preco de 000, nicamente na loja
e armazem do Pav5o ra da Imperatriz
n. 60, de Flix Pereira da Silva.
rola para costpra, obras de apurado gosto
e perfeicao, proprias paro um btllo pre-
sente, tendo algumas coa musia.
Estojos m carteiras de ce uro com nava-
feas, e os mais necessarios paravwgeos.
ESCOVAS DE MARFIM
Para trabas, denles, cabello e roupa.
Outras de balea com machetados de na-
dreperola para os mesmos fins,
OBRAS DE MADREPEROLA
Leques, escovas para dentes, canelas,
dida*s, brincos, affinetes etc. etc.
RiGas capellas com veos para noivas. '
Cintos de brm, cora elstico para se-
nhoras. .
VoRas de gr-ossos aljofaes de cores,
para dreular os coques.
otras igualmente bonitas, e oom pin-
genles para o pescoco. |
atrs com aljofares coloridos, e tran-
seR dourado.
Botoes com ancora, e P. II. para fardas
e Golletes.
Abotoaduras d'aventwrae com o p de
prata dourada, para coketes, cada um 5.
Botoes de cristal, encastoados em prata,
para punhos, i o par.
Camisas de flaneila para homem, a me-
Ihor qualidade que tem vindo a este mer-
cado,
Meias de lia para homens, senhoras e
creancas.
Bitas de dita, tecido de borracha, para
quera soffre de inchaco as pernas.
AGULHAS NON-PLUSULTRA
Tal 4 a qualidade d'essas agulhas, que
mereceu ao fabricante o pomposo titulo de
-Vew-jjJwsM/fra, merece a Aguia Branca as
honras d'um annuncio, e ser duvida me-
recer das intelligentes senhoras, a devida
sima por sua apreciavel qualidade.
At agora nada se tinha visto de tilo bom
tal genero, e ainda assim cusa cada
papel apens 200 rs.
Provavelmente d'aqui a pouco abundaro
as falsificadas para serem vendidas barata-
mente, parra as verdadeiras continuarlo a
vir especialmente para a loja da Aguia
Branca.
Descrever minuciosamente por seus no-
mos e qualdades a innidade d'objectos
que constantemente se achara veuda na
toja da Aguia Branca, seria senao impossi-
vel ao menos infadonho por isso ella con-
fia na constancia de sua boa e amiga fre-
quezia, e pede aos que de novo queiram
reconheeer a commodidade de seus precos
e a einceridade de seu agrado, que nao se
esqoecam de comparecer loja d'Aguia
Branca ra do Queimado n. 8.
Vende-so bren barato: no innazom da L
ainari'lla, ni. oilSo ta Mflretoria de piilichi.
PHODSUilA
No armazem pintado de verde, silo a ra
do Caes 22 de Novembro n. 30, vende-s*
superior madeira de pinho da Suecia, cora
3 polegadas de grossura, 9 de largara, e
14 ps de comprimento a 3000 cada um^;
taboas de forro a 8fl, 9 o 105000 a duzia.
pinho americano de resina 200 rs. o p
FUNDICAO DOBOWMAN
Ra do Uruu o. &9.
PASSANDO 0 CIIAFARIZ
Tem sempre deposito do todo o maijjCJ -
mo empregado na agricultura da provine ,
entue o qua!:
Machinas de vapor, para assocar ep."1
dgodiio.
Rodas d'agoa.
Motores de diversas especies,
Moendas de cama.
Rodas dentadas, para animaos, ago i
vapor,
Taixas de ierro, batido fundido e
cobre.
Alambiques.
Alados e instrumentos d'agricullura.
Descalcadores d'ahjodao etc. etc.
Havendo-em tudo variedade de timar, -
desde o menor at o maior que se eos! -
ma empregar.
ESCRAVOS FGIDOS.
- Fugw do engenho T-xIos es Sanios da tilia
do Ipojuca, no da 30 de maio, o serado Goncni
reprsenla ler 43 annoa de dad*, miueo mais,
menos, cor vcrnx-lha, aleo, ctoso, oilios petiueno
sein brba, e o^iis rarhando, foi osrravn da Bn.
D. Senhonnha Mara do I.ivramento, que moroui.i
villa de Sermnaem ; no dia immediato da fueia
asleve na mesma villa : suppfe.M estar acouUid-,
o qiie se proceder com o rimr da le a quem o
lenha, o pede- e as autoridades pohriaes ou cap-n
I de campo a captura do mesmo e entregar no
ou
'gan
na i .1
1 ILIlll 1)1 VII>Alt Vi-Mi v n
NO
mesmo engenholao abaixo assignado, ,
da HoedaB. 5,2> andar,eserpioro de Mapoel A -
ves Remira A C, que sera generosamente reeor -
penado.
Miguel Paulino Tolentino Peres Palea \
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
SIMAO DOS SANTOS ir C.
Os propnelanos deste bem sortido armazem de secco e molhados, parlecipam
aos seus numerosos freguezes, tanto desta praca, como do mallo e igualmente aos ami-
gos do bom e barato, que leemum grande e vaotajoso sortimento de diversas merca-
duras e asmis novas do mercado, as qoaes vendem em grosso e a retamo, por
menos preco do que em outr qualquer parle,' por ser maior parte destas mercadorias
compradas por conta propria, por isso quera comprar al a quantia de I00, teta cinco
por cento pelo seu prompto pagamento garantindo-se qualquer genero sabido deste
armazem.
ORGANDY DE COR A 3tf0 RS. 0 COVADO
Vendem-se finissimos organdys de cores
para vestidos com lindissimos padrSes pelo
barato preco de 360 rs. o covado; assim
como ditos bran;os muito finos com listas
largas e estreitas, e de quadros a 800 rs. e
l.->000 a vara, tambem tem tarlatana bran-
ca, e de todas as cores a 800 rs. a vara ;
filos de flores a H40 rs. a vara, e ditos lisos
a 800 rs. a vara, e de salpico a 1000;
tsto na loja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz n: 60 do Flix Pereira da Silva.
CHALES DE CASEM1RA
Chegaram os mais modernos, e mais
bonitos chales de casemira com dezenhos
inteiraraente novos, que se vendem a 9.
10, 12 e 14; assim como urna grande
porcao de ditos de menina que se vendem
mais baratos do que em outra qualquer
parte ; na loja e armazem do Pavao, ra
da Imperatriz n. 60, de Flix Pereira da
Silva.
Cortinados
Para camas e janeHas.
Vende-se um grande sortimento aos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 12000 rs. cada par at 25O0O rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Fetx
Pereira da Silva.
BALOES MODERNOS E SAIAS DE LAA
Na loja do Pavao vende-se os mais mo
demos balGes reguladores tanto de musse-
lina como de 15a de cor, o as mais moder-
nas saias d^ laa entestada, mais barato do
que em outra qnalqtier parte.
SULTANAS
Chegou para a Inja do Pavao um grande
sortimento das mais lindas sultanas, para
vestidos, sendo muito larga e bonita fazenda
com listas de seda o os padroes mais novos
que tem vindo a es'e mercado, vendendo-se
a I 400 o covado, na loja de Flix Pereira
da Silva ra da Imperatriz n. 60.
GAZ AMERICANO 9 a lata, a 400 rs.
a garrafa e 60 rs. o litro.
VINHO VERDADEIROFIGUEIRA560e
640 rs. a garrafa, a 45O0 e 4800 a cana-
da, a 720 e 940 rs. o litro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 3 e
35iiO a caada. 600 e 640 rs. o litro
AZEITE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 7 a canaria, e l310 o litro-
VINHO BRANCO DE LISBOA a 600 rs.
a garrafa, 4500 a canaria e 900 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 2200,
I 800 e i 400 a caada, 360 e 480 rs.
o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 5 1440 e
1280 a libra, 3I40 e 2800 o kilo-
grammo.
DEM FRANCEZA 9(50 900 e 8oO rs.
a libra, e 2I00, 1980 e 1870 o kilo-
grammo. ,.
DEM PARA TEMPERO 640 rs. a li
bra, 1400 o kilogrammo, em porc3o se
far abatimento.
BANHA DE PORCODE BALTIMOOR
720 rs. a libra, c 1570 o kilogrammo, em
porci se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
620 rs. o kilogrammo, em porcao ha aba-
timento.
BOLACHINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALDADES, a le I 400 a lata.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso. em caixa ha abatimento.
PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA. a 280, 4U0 e 560 rs. o masso,
3200 e 6500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 3l)0, 50300
e 1 a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso de urna libra, e em caixa ha aba-
tmenlo.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 100 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA II 5500
a dnzia_e 500 rs. a parrafa.
DEM BASS. VERDADEIRA IHLERS-
BELL, 800 rs. a garrafa e 95 a duzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
DIVERSAS MARCAS 1500, 1200, le
800 rs. a garrafa.
GENEBRA DE HOLANDA E AMBUR-
GUEZA 7 o 6;> a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LARANJA DOCE AROMTICA,
120 e 140 rs. a libra. 200 e 300 rs. o ki- ll?J,.squei e 1?* frasco-
logrammo e 3*800 a arroba.
ALPISTA 240 rs. a libra e 520 rs. o
kilogrammo. e 6 por 14 kilogrammos.
;.\F EM GRAO 6 e 6500 a arroba,
200 e 240 rs. a libra. 440 e 520 rs. o
kilogramrao.
_SABAO MASSA 260 e 200 rs. a libra,
570 440 rs. o kilogrammo, em caixa ha
abatimento. v
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA-
LH\RIN E ALETRIA, 800 rs. a libra e
l750ok logrammo.
SEVADINHA E SAF 5 280 rs. a
As autoridades politiaes e a
quem competir.
No da 29 de maio do corren te amo fa-
gio o escravo Eseqniel, crioulo de .10 a 32
annos de idade, estatura regular, reforcari ,
cor bem preta, cabera redonda, trajava < -
misa azul e calca de casemira cinzenla; do-
rante o dia costuma andar ganhando n;-s
ras, ou em armazens de tancar ou as.
tabernas a conversar c.a beber; dnranm a
noiie recolhe-se a telheiros abonos ou pe-
netravois, a casas em ccnslruccao e a ou-
tros quaesqner lugares onde se possa aori-
gar: quem o apprehender tenha a bondade
de o conduzir na da Aurora n. 26, onde
ser gratificado.
Ftigiram do engenhu Firmeza
do tormo da Ksoada, na noite de
10 para II do eonreote, dou e-
cravos mulato?, o* .| ar* bmn
comprados ao Exm. 8r. bario de
Raureth ha 15 dias ponro- mais
u monos, fendo Joo, idade' o
30 a 3 aniMtf, i>oni barbado, pt\-
tos cabolludos, tem os d"doi dos pf, isto es
mnimos curtos c quasi rmo trepam um no Miro,
tendo todos os denlos de frente, corpo regular e
leva chapeo d couro de artan<;jo, caiga azul d-,t
algodao iuie Ihn chaniam pello d'oitca e cobertor
de baeta escura e imiis alpuroa ronpa, foi escravo
do Illm. Sr. lente coronel Agostinho Corroa do
Mello, de i)uricury, o outro de Dome Flix, ca-
bra, alto, bom corpo, idade 25 annos pouco mais
ou menos, levou chapeo de couro de abas largas,
calca azul do algodao que lhe chamam pollo d oi>-
n e cobertor de bata escara, fui escravo de
film Sr. Eduardo Pereira de Boas, da provincia
da Parahyba, que o venden por seu procurador o
Sr. Jos Lopes Alheiro ; quem o appn hender e
levar ao mesmo engenho Firmes ou no Ik-cifem
escriptorio de Domingos Alvos Mathens, a ra i!o
Vigario n. 21, sor generosamente recompensado
libra e
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES, a
3, 25800 e 2-^400, em caixa faz-se gran-
de abatimento.
TOUCINHO DE LISROA 100 rs. a li-
bra, e 880 rs. o kilogrammo, e 115500 por
li kilogrammos.
CHA FINO. GUALDO E MIUDINIIO os
melhores que ha no mercado, 33 e
35200 a libra, 7^080 e G550 o kilo-
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 25700,
25300. 5380 e 25 a libra, e 55*50 c
't5!80 o kilogrammo.
Assim como ha outros muitos mais gneros, vinho em ancorelas, azeitonas,
passas, figos novos, charutos de diversas marcas, linguicas de Lisboa, marmelada. con-
servas gela de marmello, pcego, ervilhas, peixe em latas, sardinhas de Nantes,
vinho verde engarrafado, pomada canella, cravo. ervadoce, cominho, pimenta, grandes
molhns de sebolla 15500, ualmenlo muilo mais gneros que enfandonho
menciona-Ios.
INJECTION BRO
Fugio no dia 9 do crreme mea do
engenho Sant'Anna da comarca do Porto
Calvo, o cabra Wencesiau, eslatura regu-
lar, de 22 annos pouco mais ou menos,
sem barba, cabellos preto, e bem cara-
pinhados, foi comprado na cidade do Re-
cife, para onde veio da provincia da P,!-
rahyba; e bem assim o escravo Manoel
crioulo, de 22 annos, estatura regular,
lem um dente quebrado no qneixo superior,
bem preto; quem os apprehender levo a
casa do negociante Joaquim Rodrigues la-
vares de Mello, no Recife, ou no referido
eneenbo aue ser bem recompensado.
Escrva fu#ida~
Aeha'se fgida a escr.tva Anna, tendo sahido de
casa com um vestido de lia qua* branco com ei>-
feites azues, chales de merino azul com barra i
lampada de cores, e uus brincos de podras bran-
cas ; alta, de idade, poueo mais ou mono?, ij
runos, aeha-se nutrida e tem os bracos multo pun-
tados de marcas de bexigas : quem a pegar leve*
a ra ireita, casa n. 33, ue sera gratificado.
rtfealca iBlalllvet c lreer*il, >btoiuunwDiu uuie* >( cut tcoi uenlium dimito. V. <.uc|
Mi iMMlfct WUcta t muU. (Kilfir iutn**** wm). (K MM ikUMii.) Pul*, ta m
< iwm anas. >*< itwu. h>.
-VHIU
M
A.
Este admiravel
jDepuraiivo nao
Iconlem en si mer-
[rurio, iodo ou
[arsnico am
----vigoroso Djoi-
cador pura o singue ecura radicalmenlcM Boleslias depHe, Ues como a lepra, as impigens. as berpea, m
espinhas, e os Pannos, etc. -Empregado diariamente elle refresca a massa do singue c consolida o Mude.
A INJECCO CADET CUU --"-'-JJ" .? corrimct't0 antigos ou recentes
4JU8, 7, B' Deniin,
ifi
no dia 18 do correla raer de agosto a eserava i>e
nome Mara Joaquina, de idade 28 anuos, ponoo
mais ou meaos, cor mulata acaboclada, cabellos
compridos e annelados, tem pannos no rosto, altu-
ra regular, cheia do corpo, falla alto, filha do
jorlao de Maco do Assil, tevou saia de chita con
listras encarnadas, alguma eoOM desbotado, e um
casaquinho branco, vinha compre da (^[.ungacnm
orlalices e fructa-po em um taboleim de madeira
grande, e pa-sava sempre no Caminho-novo: e
desde ja protesta-se contra ooem a tiver acoaiaa:
e pede se a autoridades polieiaes e caj)itcs e
campo a captura della, que serio bem recompen
sados, levando-a na Capunga ao sitio d(( J.o Jos
da Cunba Lages, ou na ra do Vigario, taberna
n. o.l.
mei de aj<--fci iukio
o* mais rebeldes.
o ma 18 do ctr.wxa .
do Cngenho Taquary, frejueiia do Sanio An[..,
um mulato do nome Ballhazar, escraw do capi-
llo Aristteles Carneiro da Cunha o Albnquerquo.
Levou cal^a de algoikionho aiul de quad;
camisa de riscado da nifsma cor, e coaduno urna
rede. E' sertanejo, alto, cspadaJo, p-mco barba-
do e tem cabellos crespos o linos; em am dos lados
do rosto^em urna cicatriz o urna pequea ruptura
jia altura do estomago, proveniente desauaca-
da ; tem falla branda o bonita flgur. IV
fia-se que procuraste as proximidades do U'
Peixe, d'onde natural. Ser bem graritlc
quem o levar ao dito engenho, ou cMadc do
cife, ra Urga do Rosario n. Mangado ml:


Diario de Pernambuco Terca feira 24 de Agosto de 1869.
mmnk GEEiL
CMARA DOS SHS. DEPTADOS
SE3SAO EM f* DE J11.HO.
PRKSIRENCIA DO Bit, MCBU9.
(ContinMafai
O Sn. Prrridv n.v Silva:Pens que a
dotib contraria ao cmelo, e que
ote de obrigacjft do governo eumpfir
do. Nao pode o governo aug-
ui ruar o frete as seajcs decretadas por
de i| !>: se iLve considerar parte inte-
grante o contratqh>ltarittvo.
E alm disto Injusto, e provo-t. A es-
trada de ferro construida para beneficiar
a agricultura, para fornecer-lhe commoni
cacao mais rpida e barata. Al ntre-
las paga-se 450 rs.; de Entre-Ros ao
ao Porto Novo doCunha contam-se i\ le-
guas de distancia, aOrs.. 50 rs. mais,
;t 141 ilo Porto Novo do Cunha ao Rio
fe Janeiro, alm dos saceos e da commis-
$3o dos reeebedores.
O mesmo acontecer na i* sesso, a ag-
u -ntando-se 50 rs. desde a eslaco
da Babia. Quanto se pagar de Rezen-
dc, de Qitelnz, de Lorena, etc. ? Mais
do que actualmente se paga cora as tropas
t) qno lucra a lavoura com a estrada de
forre, que Ihe faz pagar mais cara a con-
dueco de mus productos ? Demais, por-
que os mais prximos corte, e se servem
meaos da estrada de ferro, pagam'20 rs.
os da cinco ou seis leguas mais adiante,
O rs., e os mais longiquos, quo mais
tproveitara a estrada, ha de pagar 50 rs.?
Ailo, nao possivel sustentar esse aug-
mcuto, qi urna iniquidades alm de
pivjuizo paro a estrada de ferro, que ser
abandonada pelo (aviador quando, por meio
das tropas, puder mandar uiais (barato ao
mercado os gneros da nossa producto
agrcola.
Atien/lam o Sr. ministro e o Sr. director
a estas observaces, fixem o frete confor-
me o contrato, ou pelo menos oigualem....
O Su. Kkrheiba Lagk :Quer 20 rs. em
toda a linlia ".'
O Sr. Pkrkira da Suva :Acho muito
inelhor o igual para todos.
Rada, seuliores, basta. Repito que nao
posso mais. Termino aqui o meu discurso.
Sinto ler-lhes dado alguns momentos de
desagrado. (Nao apoiados; muito bem,
muito bem).
O Sil. PENI DO faz algumas considera
(.fies.
A discussao fica adiada pela hora.
Daia a crdem do dia levanta-se a sesso
s seis lloras da tarde.
Depois de ligeras consderares dosSrs. t potado re4ira ao ministro
Joo Mtudes e ministro do imperio, ap- adlieso que elle nao so'ici
provada a
da jasea urna
ilou, nem sotici-
ajs, porem urna adtiesao a que o
da Rustica se julgava e se julga com
dSRlo at. que su prove.nesta tribuna pie
hoao foi e nao fi I W pensamento
inaugurado em 16 de juthodo anno passa
(Apoiados.)
Quando se provar" nesla tribuna, Sr. pre-
sidente, que o ministrarla justica trahio seu
partido I a q*e o elevou, ento o
nobre i! qualquer conservador
o repudiar. Mas anlcs
,ii io ra&#fesoluc3o e nas
franqueza; uceesieli assar o Rubicon
dejxar i ?em n ministro da justica,
redacclo.
ORDEM DO DIA.
Contina a 3* discussao da proposU do
ore-amento fixando a despeza e renme a
receila gara! do imperio para o ann a m
I 69 a T870 com as emendas apmodas.
Wm mais masa, lid a, apoiada e entra
conjunctamente em discHsso, a que se arha
publicada no Jornal de 4 do crrente.
O SR. J. DE ALENCAR (ministro da
justica):Sr. presidente, de todas as fue- tem o direito
coes parlamentares sem duvida o orea d
ment urna das mais importantes; na
phrase enrgica de um-eseriptor, o acrt'o
do systema representativo. -."..._ AflftoeUj solidario, e o partido conservador
Realmente, sem essa funego essencial cos o qual elle se acha identificado. (Mui-
no se comprehenderia o movimento regu-tos apoiados)
lar de um governo livre. E' pelo orcamen- Somieres, \peco-permiss3o para recordar
to que a vontade nacional transmitida pelos alguns fados recentes, a histor a do bontem,
seus legtimos representantes, acta com que est viva na memoria de mudos mam
mais (brea; pelo ornamento que a na-
ci se governa a si mesma, ifluindo de
urna maneira directa sobre o poder exe-
cutivo. ,
Ha onnos, senhores, nesta mesma tribu-
na, neste mesmo lugar, cu iiz a respeilo
deste assumpto algumas consideraces, que
pod.-ria reproduzir neste momento. Re-
cordo-me de ter observado enlio que
influencia do orcamento se deve a fun-
daco em Inglaterra do governo parlamen-
tar.
Esta augusta cmara sabe que foi no
tempo de Carlos II que se adopto o cos-
tnme de votar subsidios cora para des-
pejas certas e determinadas. Lord Claren-
don quabcou esse costume de urna inno-
vacao republicana. Tal senbores, a forca
demoeratica desla prerogaliva Ao parla-
mento.
E' por iso que a discussao do orcamento
e muito importante, sobretudo as assem-
d
dtos desta casa. Digam elles que preoecu-
pacao grave, queprofuntla intuict de oj-
mensa responfebilidade n5o bavia no espi-
rito dos cliefes do partido eonservafilonnu
momento em que esta sifoacao nasera no
fio de urna expk3o de regozijo publico.
Muito se tem dito, senhores, meitose tem
discorrido a respeito desta phase impor-
tante da uossa poltica ; st-ja-me permittido
tambem diz r da tribuna a minha palavra a
este respeito.
Nao fui tima escolba de senador, neai a
Unca : o nobre viseoede de Ilab>rahy, ac-
tualiuonle presidente d) Gonselbo. como
seu nonie Ilustre (apoiados), com a sua
scienc a prttioi e o profundo conhecimenl
das linancas do p tanto tempo
dirigi, levado ao poer por ana anjfes
tac3o muki>signiriaiiva da opinio (apoia-
dos) ; luloii "porfladi e enrgicamente eain
da lula para occorrer s despezas publicas.
O quofoidfficil, bem difficil ao actual
presidente do conselho, lTestido da raaior
forra que podeter um Jionocm em utn pa
constitucional, a confiaba plena daado I
da cora (apofcdosV o fue foi difflcil ao
acutal ministro seu antecessor ?
Senhores, -.e-oiuiisterio de 3 da agosto,
mednilo o lMnfe**h cPhe, rendo ascir-
cumstancas diflucis a que twlia arrastado
o paiz. desertou o poder : para cobrir essa
deserco tanto mais reparavel quanto tinha
sido a pertinacia com que havia procurado
O Sr. Rihkiho da Luz :Apotado.
O Sn. MixisTo da Justica :Em tod
caso me parece que nlo se pode fazer cen-
sura ao poder execotivo pelo escrpulo
que manifesta d ferir orna attribuico da
legiilatora.
Em segundo lqgar oceupou-sa o
deputado mais especialmente. da a
tracao da justica em referencia
&raba.
que re-
to Paran, que elle chamou de
O Su. Pexido:Em L'beraba
side ojuiz.
O Sh. Mimstboda Jbstica- Fallou-nos
ento de urna rede de processos, de vio-
lencias inauditas, e por esta occasiao mostrou
a podica de sua linguagem, quando pedio
pernissd cmara para pronunciar urna
patarra, alias innocente, que tambem eu
nao direi.
O Sn. Penioo :Nao relogo de repe-
tido.
0 Sn. Ministro da Justina : Smente
Pelas copias ao
nidria oiist
esteassnmpto vei
prineipei t3o hni
foram a impruden
nuuicipal do Patroeiaio b oao u-
to da co-
marca hucha da Corta
Miranda.
manter*se ntfe, engendrou essa questao lastifno que-e meemo esoropnlo n3o tivesse
constitucinnal, essa resistencia cora.
Quiz simular JOB retrala com as honras
da .guerra, mflB||eriso que nao dos Illa-
damos, n3o houve essa retirada, houve urna
fuga.^uma rota batida. (Apoiados.)
O ministerio de 3 de agosto deixou o
poder com premeditaran e calculo, impellido
pelo- terror do estado a que arrastara o paiz.
(Apoiados.)
Pois, senhores-, esse poder que. os nossos
adversarios, apezar da sua Idolatra, aban-
blas quem compete a iniciativa d im-
posto e da despeza publica. 0 Oteresse I se a existencia do periodo de dous anuos,
com que os oradores tomam parte neste que durou o gabinete de b de agosto. Logo
questo constitucional em que se pretendeu jdonavam assim, como um po to de perigo;
envolver este tacto a cansa qne determinou, este poder houve um liomem que o accei-
a crise de i3dejuHio do enno passado e a uta por obediencia ao seu paiz, por leal-
retiradado gabinete de 3 de agosto. Sohaldade ao seu partido: esse homerfi aimou
urna lgica dos acoutecimentos, se os actos I companheros que n3o hesitaram em au-
traduzem o pensamento, a causa assignalaiajxiiia-lo. levad >s pelos mesmos estmulos,
desta crise nao foi mais do que um pre- mas, sobretudo, pelo seu nobre cxemplo.
texto, simples pretexto. Senhores, nao o a occasiao de escrever
0 Sn. An.M'Jo Oks : Apoado ; nao historia do gpbinete de t de jnllio; mas
podiam sfthir pela porta pularam.a janella. para avahar se elle tem prestado alguns ser
O Sn. Ministro i>\ Ji-stica : Percorra- vicos ao paiz no deveis perguntar oque
debate, o calor oom que ennunciam suas
opinies attestam a vitalida le do espirto pu-
blico.
Varias questes se tm agitado nesta dis-i
cuss3o Eu pretendo oceupar-mo exclusi-
vamente daquellas que entendem com
ministerio da justica. As outras tero'para
elucida-las um raciocinio certamente mais
vigoroso e urna voz mais cloquete.
SESSAO EM S53 DE Jl'LHO
PRESIUrNCiA DO S. NENAS.
Vo mefo di, fiita a chamada, vciill-
ca-se havor nonero suficiente, abre-se a
sesso.
L-se e appfova-Se a acta da a tece-
denie.
O Sn. 2 SicciiKiAiuo, servindd de 1 d
sonta do segunde
BKVKim.sri:
Um oifiio do ministerio do imperio, de-
clarando que se expedir aviso a presiden-
cia da provincia do Rio-Grande do Sul, so-
bre a decbo desta cmara acerca da elei-
cio primaria, da paroehia de Bag, perteu-
cente ao collegio de igual nomo do 2" dis-
tricto elciloral da mesma provincia.Intei-
r.da.
Oulio do mesmo ministerio, enviando a
copia do 'juicio em que o director da facul-
lade de medicina da Babia pede que sejam
prvidos os lugares de lentes e oppositores
que est o vagos na mesma faculdade, por
neio de concursos.A' commisso de ins-
truccao publica.
Oulro do Jiinislerio da guerra, decla-
rando, enaresposla ao oflkio desta cmara
eobri id i copia do parecer "da commisso de
marraba e guerra relativo ao decreto sobre
iso is s familias de officiaes fallecidos em
cam| fin de seram prestadas novas
iofoi iceiva da materia do mesmo
. que o go*( rao ao conceder pensea
tora o meto sold que.
pos- etir aos agraciados.A* com-
iiis.-o de pansiies e ordenados.
Cinco do Io secretario do senado, comr
municando ter constajo ao senado que S.
M. o Imperado consente as resolocoes re-
lativas a pensoei c coucesso de carta de
aatara isaco a varios estrangeiros.Intei-
ida.
Um requerimento de diversos negocian-
em ourivesarri) naoionaofl e estrangei-
: nao. I o contra o imposto de suas
. -A' cuiiiinisso de fazenda.
Oui'o do padre Pedro de Melle Alcanfora-
do, parodio da freguuza de Sant'Anna desta
corte, pediado dez loteras para eontinuacao
obras da matns -da referido freguezia.
A" mesma commisso.
Outro do padre Jos Correa Das de Mou
i-a, pedi ni i 11 Iio conceda a sua reforma,
alientos os seos Mticos prestados na ac-
tual guerra e o seu estado de sade.A'
eonimiso de marinha e guerra.
Outro de Jos Gustavo de Mello Mallos,
escrivao dos feitos da fazenda nacional na
provincia da Baha, pedimlo mai< dous ,?nnos
de Hcenca p ira tratar de sua sale fura da
capital da dita provincialA' commisso de
justica civil,
Outro de Cosaco Gabriel de Frotas,
odinde para fazer acto dol anfio medi-
co da coit', cujas aulas frequenla como
ouvinte, depois de Ipprovado no I", em
que se acha matricuMo. A" commisso de
nstruccao publica.
Outro de Manocl Ferreira da Silva, pe-
diodo que sejam considerados validos os
exames de preparatorios j feitos afim de
sar admittido no. fat do auno ao exame do
'!ariiio medico, o qual fcequcnta orno ou-
.ite.A' mesma commisso.
Entram suosoSSivamente em discus-
sio, e sao approvados sem debate, as re-
dos prefectos sobre pensos e ma-
llas de estudanles, que bram a impri-
mir na sessao anteccdenlu.
Entra em tadicusso o provecto appro-
"ando pensbes concedidas a D. Anua Joa-
I > o outro .
O SR. COELHO RODRIGUES pede, e a
cmara consente, que o projecto tiftiba urna
discussao ; na quai entrando approva-
sem debate, e remettido commisso
de redacro.
Contina a discussao o requerimento
oferecidu redaoeo do projevo, ceoee-
deodi aos bispos que .'oreiu a Roma, afim
de assistirem ao concilio ecumnico, urna,
ajuda de cusi para as despozas do viagem
atamento
ra elevada po-
0 nobre deputado que oceupon fcontem sidente do conselho
tongamente, e com o brillio cos-tumado, a
attenco da casa, em prmeiro lugar leu
urna observaelo a que eu devo resposta
antes de entrar as consideracoes que jolgo
opportuno fazer.
Fallou o Ilustre orador sobre a.inconve-
niencia da demora com que sao trazados ao
parlamento os balancos das despezas, pre^
judicando assim a prestaco de contas.
Folgo de ver reproduzida por tao distinc-
to orador urna observaco que eu Iiz na
poca a que ha pouco liudi.
Realmente, senhores, a prestaco de cori-
tas a saneco do orcamento; sem sta
frmula complementar a Bscalisaco torna-se
impossivel, a lei dos subsidios perde sua
forca, annulla-sc.
E' preciso, porm, attender s circuins-
tancias peculiares do paiz. O proprio legis-
lador reconlieceu a impossibilidade de se
liquidar a despeza annua dentro do.exerci-
c o, quando cyncedeu o semestre addicional.
Fimlo este prazo, anda mvessario que
os balaocete? provinciaes sejam encerrad' '-
e remeltdos a esta corte para sobre elle-
s canfeccionar o bataneo geral, que deve
ser presente ao poder legislativo.
Nao justo, pois, senhores, attribuir
administracao aquillo que em grande parte
e devido s distancias.
Km todo o caso o gabinete actual nao
pode ser attingido pela censura do nobr
deputado, pois conta apenas um anno de
existemia.
Quanto ao ministro .uta juslica, soja me
permittido lembiar que elle preslou home-
nagem a esse principio de fiscalisaejo pelo
parlamento, principio que eu considero al-
tamente benfico. No meo relatorio men-
cione! o estado dos crditos at 31 demar-
co. Posteriormente depuz stibre a mesa
uuia demonstradlo especificada de todas as
despezas feitas pelo ministerio da justica
at 30 de abril.
Asseguro ao nobre deputado que neste
ponto, nao aceito a benevolencia ; peco
mesmo a motor severidade do exime da
parte econmica da minha administrar >.
Se, pois, o nobre deputado, ou algum SUlro
representante da naco, nutrir alguma du-
vula sobre qualquer despeza effectmda peio
ministerio da fustiga, estou piompto, a dar-
liie todos os csclareciinentcs, a fornecer-4hc
os dados precisos p ira a justa iprecaco
da legalidade dessa despeza.
Mas, senuores, {nao foi sobre este ponto
que versou a censura e aecusaco. 0 nobre
deputado pela provincia do Rio de Janeiro
implcitamente raanifestou um voto favura
vel proposta do goveruo sojeita consi-
deraco desta augusta cmara, quando de-
clarou que nao julgava necessaria qualquer
redueco de despeza em relaco aos servi-
Cos do ministerio Ja justica.
O oulro o orador que liie succedeu na
tribuna, o disserto e facundo representante
da provincia de Minas, espraiou-se em con-
sideracoes de outra ordem ; foi a adminis-
tracao da justica que-KSpecialinentc servio
de thema ao nobre deputado para dirgii
ministro da justica aecusacoes que liveram
tanto de leves no fundo, como de pesadas
e rudes na forma.
Pretendeu o nobre deputado, como elle
proprio disso, lanzar osligna sobre o mi-
nistro da justica.
0 Si. Punido : Eu nao disso tal.
O Sr. Ministro da Justica : Quero
erer, senhores, que o m-bre deputado ni
volubilidade da sua pa'avra soltou o voca-
bulo sem consciencia do seu alcance ; achou
talvez o termo bonito e sonoro, e o empre-
gou. Esta augusta cmara ouvio que o
nobre deputado comecou suas aecusacoes
tribulando-me urna honra que nao moreco
o seu respeito ; e outra honra anda mais
subidaa sua estima. Nao se cencobe, se-
nhores, que se respeite & so estime a pessoa
que se estgmatisa. Devo, pois, acreditar
que a palavra escapou ao Ilustre orador
arrebatada peta sua fecundia inexaurive!.
Senhores, ninguem mais do que eu apre-
cio as posicoes claras e definidas ; foi por
isso que applaudi a declaraco Cuita pelo
nobre deputado do seu repudio ao ministro
da justga, at que se creasse a relaco de
Minas. Embora ou nao comprebenda a qne
proposito vinha um repudio onda au houve
consorcio ('risadas), devo aceitar a -declara-
c3o do nobre deputado no nico sentido que
ihe posso attribuir, e este : ojjnobre de-
lepois da sua organisa^So, a altivez do no
nre ex^presideule do conselho tsve de ceder
ante o nobre matipez, hoje duque de l^a-
sas-, cojos sondeos era redamados pela si-
tiiaro dillicil -da campanha doParaguay
sabido, seohores, que as retaroes de cor
te/.ia entre estes dous eavalheiros eslavam
rompidas : imagine-se por ahi qnanto n3o
deveria custar o sacrificio ao nobre ex-pre-
Longe de mim, senhores, a idea de cen-
surroste sacrilici-) de rivalidades pequeas
de resentimentos, patria e ao bem publi-
co ; ao contrjrio, um imprescmdivel de-
vtr. O contraro seria trabir a causa na*
ciona!. Aciedita que o nobre ex-presiden
te do conselho esleve na altura da sua po-
sico. quando foi casa do general exigir
os seus s r\c'sem nomc do aiz. Se re-
cord esta circumstancia nicamente para
fazer 0 contraste do Sr. Zacaras em outu-
brode I8(i(i com o Sr. Zacaras enjulho
de ffiW.
Em 20 de fevereiro urna questo de dig-
nidade, de pundonor, cutre o Ilustre gen;-
ral e o ministerio, provoc&u nova crise do
gabinete do 3 de agosto ; quiz elle retirar-
se e consenou so no poder por um acto de
.idmiraicl pitriolLsmo dos chefes onserva-
ireSj '1 'K- nt3o conorreram para manter
una siluaco Tfpp:jsta, uaica+nente em res-
peito s normas coastilucionaes e s prali-
as-salatares doF governo parlamentar. Nao
convinba, senhores, que a espada fosse, nao
direi a causa, n3oera, mas nem mesmo
simples i pretexto para urna mudanga na po-
ltica do paiz.
O Su. Arai-jo Ges : Desmeplio-se a
caudilliageui de qu elles fallavarrt.
0 Sn. Mimstuo da Justica : Justa-
mente.
Notarsl urna circumstancia que digna de
atenco. O nobre cx-presidente do con-
selho, ijue boje attribue a siluaco- de Iti
de jullio em grande parto influencia do
espirito militar, foi quem por duas vezes,
como acabei de recordar, quiz "ttiH(?M
(usarei de urna expresso figurada) quiz
entregar a espada de Brenno ao Ilustre ge-
neral, e fui elle, soldado da lei, que nobre-
mente a recusou com applauso de se<;S
amigos (Apoiados.)
Eis, senhores, duas occasies em que a
sobrauceria do nobre ex-presidente do con-
selho passou por baixo das torcas caudinas.
duas vezes em que elle vio a sua allivez*Bs-
magada pela roda desse mesmo carro da
fortuna que o tinha elevado. A terctdra
vez foi a escolba do senador pelo Cear.
sabido que o nobre ex-presidente do
conselho tinha um candidato do seu peito,
ou para usar da sua expresso, um candi-
dato que era a corda do seu coraco. Este
candidato foi preterido, e nenhuma crise
ministerial, neuhum abalo solTreu o ministe-
rio de 3 de agosto.
Se eu desejasse mal ao nobre ex-presi-
dente do conselho, se umjoiz severo dese-
ass puni-lo pelos grandes erros da saa
administracao, bastava impor-lho a peni-
tencia da, noute que succedeu a essa esco-
lba.
E possivel. senhores, que a um estadista
j to provado, tito habituado s decepcoes,
faltasse a resignaco necessaria para nao
sacrificar urna situaejio escolba de um ci-
dado disluclo, como era o Sr. Salles Tor-
res Homem, cidado que j estova escolhi-
do peta opno antes de s-lo pela c v i ?
(Apoiados.) Nao creio, nao posso crer. (I
Sr. Zacaras nao fura o estadista ameslndo,
que se preza .de ser, e que se mostrou em
iliTerejites occasies, se tivesse collocado
urna questo de gabinete sobro esse inci-
dente.
A razo, a verdadeira razo da crise foi.
elle tem feito, o que tem creado, iso
pouco, muito pouco : perguntai porm, o
que se tem impedido, o que se tem obsta-
do, oque se tem prevenido, i Apoiados.)
Isto sin, senhores, muito ; basta ima-
ginar que forca nao seria precisa para es-
barrar a enrreira do mal, para restituir o
paiz a essa tranquillidade de espirito, que
permiltio ao nobre deputado por Minas vir
a este recinto aecusar a um governo com
posto de seus correligionarios por faetos
pequeninos e sem fundamJDto, compromet-
iendo assim a solidariedade e harmona
proverbial de nosso parlido.
Qu ndo, sentiore?, cu vejo a impaciencia
de alguns dos nobres Jeputados em rclaco
'apoltica; quando vejo as aecusacoes qu
se levantam aqoi contra um ou outro mi-
nistro, pens comigo que a gralido nao
orna virtudc poltica. E n3o deve ser.
cima delta c-sto outras virtudes que nos.
homens polticos, devemos prezar sobre
tudo o amor ao paiz c o culto ver-
dad?. (Apoiados ; muito bem.)
Se, porm, senhores, algum pequen.
servicoque o gabinete de IG dejulho pres-
tou ao paiz e ao seu partido, assnmindo o
poder em circumstancia to ardua, se isso
n3) um argumento contra as aecusacoes
que se levantam, eu creio, senhores, que
deveria ser ao^acnos, urna razjlo para que
esse gabinete e qualquer de seus membros
merecesse nessas aecusacoes mais cortesa
e mais gravidade.
Nao se rompe com um amigo por pe-
queninos fados, nem se procurara- pretextos
para manifestar um descontentamento que
n3o tem oilra'Tazo de ser, cumpre dize-lo,
senSo um certo espirito de inconstancia,
semprc funesto aos partidos. (Apoiados.)
Senhores, tempo de tomar em conside-
racao as censuras que dirijio-mc o nobre re-
presentante da provincia de Minas. Come-
i.o, porm declarando ao Ilustre orador
que dorm tranqullamenle (risadas)...
O Sn: Pkmdo : Eslimo muito.
O S:i. Ministro da Jisti_i.\ : -----que
as suas aecusacoes nao me causaramo pe-
sadello com que amea<;ou-me.
Vario? pontos foram feridos pelo nobre
deputado. Em Io lugar tratou ello do
decreto de 30 de dezembro que aposentara
alguns magistrados, e manfestou o desejo
de que fi governo enunciasse seu pensa-
mento a respeito de qualquer medida ten-
dente S revogaro desse decreto.
Se o nobre depu tado pela provincia de
Minas tivesse, antes de aecusar o ministro
dajostica, ido seu relatorio....
0 Sn. Penido :L.
O Sn. MiMsrno da Jcstica : .... at
mesmo para adiar motivos serios de argui-
lo, acharia sua opinio a respeito desta ma-
teria claramente expressl as palavras que
pego permisso cmara para ler.
E' de meu deyor nesta occaiso [soli-
citar de vosso patriotismo urna providemia
que ponha termo anomala suscitada na
magistratura brailesira pelos decretos de 30
de dezembro de i803.
Os ministros do supremo tribunal e
d-isembargadm'es euto aposentados reque-
reram ao poder legislativo sua reintegra-
cao. Nada se resolveu a este respe o;
porem. as les do orcamento de 1864 a
8G3 em diante foram consiguados fundes
para o pagamento integral desses magis-
trados.
0 desembargador Joaquim Teixeira
Peixoto de Abreu Lima dirigio-sc uUmr-
mente ao governo imperial pedindo que
fosse revocado o decreto de sua aposenta-
r". Enlendeu o governo que no estado
da questo sao poder legislativo compela
resolv-la.
Esse estado nao pode continuar. No
momento em que vos preparis para ga-
rantir no futuro com urna sabia reforma a
o nobre deputado, quando em retacaba
um sed collega empregou a palavra stigma.
Senhores, o actoal jniz de direito de
Uberaba..
OSr.Penido :^-Dc Paran.
O Sr. Mlmstro da Justica .Tem razo;
o erro contagioso.
0 Sr. Pkmdo :E quasi serapre vom de
cima.
0 Sn. Ministro da Justica : 0 actual
juiz de direito da comarca de Paran o
Sr. Dr. Alves de Brito.
O Sn. Pbnido : A resposta ha de ser
cathegorica.
0 Sr. Ministro da Jcstica : A respeito
deste magistrado nada consta na secretaria
de justica ; n3o tnia, pois, o governo sabe
para qualquer medida contra as arbitrarie-
dades que llie imputam.
Lanzando seu olhar perspicaz sobre a
legislai;o para descubrir o meio que devla
empregar o governo aura de cohibir os ex-
cssos desse magistrado, o nobre deputado
apooto'u em primeiro lugar o da reraoco ;
mas logo apis respondeu a si mesmo re-
cordando BOS que oSr. conselheiro Eusebio
de Qnciroz, de respeitada memoria, havia
cohibido os abusos que se davam em rela-
i.o a remocOes arbitrarias de magistrados,
limitando as aos casos muito restrictos* do
decreto de-26 dejulho de !830.
Abandonou, por conseguinte, o nobre de-
putido este meio, e o abandonou com razo
0 governo nao godera remover um magis-
trado de urna comarca onde nao se dava
rebellio ou sedico, e onde sua incompa-
tibilidade nao estava manifestada pela repre-
sentaco do respectivo presidente.
Soccorreu-se o nobre depntado a outro
meio, o da nomeaco de chefe de polica,
como expediente para arrancar o magistrado
da sua comarca; mas a reprovaco que em
torno delle recebeu semelhante lerabranca
o fez recuar.
O iu Punido : Engaa se, nao recuo.
O Sn. Mimstuo da JuStica : Realmente(
nao decoroso, nao sera digno do governo
t Tendo o fct^H f ptfifia ^mprega-
do em ser' ira dos ofli-
ciaes de j iiriz munici-
pal, que por todo i alcance
procura va embaraca-l* de suas
funeces, jnlgouse coo direito a mandar
chamar na mesma nrasi3o ao referido ofli-
cial ue justica, havendo outro disponivel,
enSo tendo elle comparecido; o juiz muni-
cipal o mandou prender correccional-
mente.
t A esta violencia do juiz respondeu o
delegado com outra violencia, e depois do
Ihe dirigir palavras inconvenientes ordenou
que fosse solt o. oflkial de justica. 0
juiz municipal, apezar de ser autoridade
desobecida, instauro processo por crime
de desobediencia nao so contra o referirlo
delegado mas anda contra todas aspesjoas
que indifferenles assistiram soltura
ollicial de justica. Esta iojqstira desper-
tou clamor geral, e receioso de que atten-
tassem contra sua pessoa ou mesmo te-
niendo alguma violencia por parte do de-
legado o juiz muni ipal retirou se para o
termo da Ragagem, onde resida o juiz de
direito.
Mesmo relatorio fl. Vi:
O bcharel Jo3o Nuncs Ramalho foi
r ni'ln
confiar um cargo do tanta importancia, es-
sencialmente poltico, a um homem que
Ihe adverso, que a3o partlha e comuiun-
logo suspenso do exercickr do car
mesmo presidente.
A' vista do que acabo de ler creio que o
nobre deputado teria razo, e razo de so-
bra, para aecusar o ministro da justica, se
elle n3o tivesse incontinente cessado o de-
creto da nomeaco dtf semelhante juiz.
(Apoiados.)
A segunda parte desta censara foi que o
ministro de justica nSo tinha prvido o
termo, em cujo caso entenda o nobrc'de-
putado estar elle justificado do ficto de ha-
ver cassado o decreto. Com essa inertpa-
Co veio tambem a de deixar vago q,termo
de S. Romo.
Senhores, n3o sei que o ministro da jus-
tica tenha attribuico de inventar e fabricar
julzes afim de manda-Ios para este ou dquelle
termo. O nobro deputado, que tem dous
lilhos muito dignos e aptos para acarreira
ila magistratura; o nobre deputado, que
bem pudera no seu desvelo aconselliar-lhes
que fossem felicitar a populacho daquelles
lugares, requerendo ao governo sua no-
meaco ....
O Sn. Penido: Pediram outros, nao
Ibes deu, nao querem esses.
0 Sr. Ministro da Justica : Assim como
esses dignos hachareis nao desejam servir
em lugar 13o remoto, porque entende o no-
bre deputado que os outros odesejem?
O Sn. Ribkiro da Luz : S. RomSo s
leve um juiz desde que villa.
0 Sn. Ministro da Justica : Esqueci-
uie de trazer o Diaaio 0]idal n. de
ga suas ideas, a um cidado que, alm do ,9 d(J junho> em qu0 foi psbikd um an-
iis, acabasse de dar na comarca onde ex-
ercia jurisdieco exemplos de seu pouco
respeito lei.
Disse-nos, verdade, o nobre deputado
que o chefe de polica nao tem aeco, e,
portan lo, no pode fazer mal; mas isto,
senhores, urna proposico que nao pre-
cisa d^sefr contestada.
OSr. Penido: l'ensa que sm ? Eu
pens de nutro modo.
O Sn. Mimstuo da Justicr: 0 nica
meio legal deque o governo poda tancar
mo era ordenar que se lizesse effectiva o
responsabihdade dese magistrado; mas
ji disse e repito: nao havia base para se-
melhante procedimento. Alm de que o
delegado do governo central na provincia
estava habilitado para usar desto recurso
com a mesma etbcacia e com muito mais
promptido.
Senhores, aproveito a occasiao para fazer
um consideraeo a respeito da tutela a (pie
se tem habituado a populacho cm nosso
paiz.
E' necessario que o cidado saiba ser
cidado, necessario que cada um use,
contra a autoridade, dodireilo de resis-
tencia legal a constituico e as leis do paiz
Ihe outorgam.
Esse habito de imputar ao governo, de
querer que o govern'o tudo faca, nao me
parece bom. Nao creio que assim nos
eduquemos para o systema representa-
tivo.
o ie as classes mais desfavorecidas assim
procedan^ acho exphcavel; mas nao aqnelles
que devem dar o exemp o, como o nobre
deputado, a Ivogado distincto na sua. pro-
vincia, que dovia ir em soccorro dos per-
seguidos. Em vez disto, guardou-so para
aqu fazer iraputaces ao governo por n5o
ter tutelado alguns cidados que porven-
tura sollreram com os abusos-de um ma-
gistrado, abusos que o governo i.uorava !
Isso nao me parece rtaoavel.
Em terceiro log^r o Ilustre representante
fallou nos do juiz municipal do Patrocinio,
e div dio aqu a sua censura em duas
partes: a primeira, porque, tendo sido no
meado para este termo o bcharel Ramalho,
foi o decreto cassado. Fez-nos ento o
nobre deputado e apologa deste juiz, apre-
sentando-o como digno, e muito digno, de
portanto, outra. Eu taco justica ao criterio independencia da magistratura, daris um
do nobre ,cx-presidentc" do conselho assig-
natando-a.
Gahanisado no poder pela abnegacSo do
nobre raarquez de Casias e peta coiitinuico
da guerra, o ministerio de 3 de agosto pd--
chegar at julho do anno passado por um
milagre devido a duas virtudes, talvez exa-
geradas, ao patriotismo do povo brasileiro
absorbido no interesse mximo da do/eza da
honra nacional, e ao chismo do partido con-
servador, que sacriSxava suas legitimas
auibices a um receto nobre de perturbar
essa obra da de&affronta nacional. (Apoia-
dos.)
Era julho, porm, senhores, as dlrBcul-
dades se aggravaram por tal forma, que
venceram a obstinaejio do ministerio : elle
vio diante de si o abysmo, vio este maels-
(rom deque fallara ha poucos das o nobre
senador, pela provincia de Pernambuco.
Na verdade, senhores, a crise finadeeira
era medonba!
Para avaliar-se o oslado do paiz om ju-
lho de 1868 basta attender a urna circums-
exemplo fecundo, eliminando do modo que
vos parecer mais acertado aquelle abuso
vivo e permanente.
Me parece que nao se pode ser mais ex-
plcito.
Oeseja o nobre deputado saber qual a
razo por que o governo entende que n3o
pode tomar sobre si a derogago daquelle
decreto ? NSo s essa razo transparece
bem clara das palavras do relatorio, como
eu estou prorapto a manifesta-la nesta occa-
s3o, e em qualquer outra em que se sus-
cite debate a este respeito.
A raz3o muito simples> senhores.
O decreto de 30 de dtcmbroestabeleceu
urna situaco de quo derivaram direitos
adquiridos que'o goveroo nao pode prete-
rir. Esse decreto, se nao "mereceu 4ima
approvac3o plena, pelo menos na parte re-
lativa a esses direitos adquiridos, leve
urna censagrago do parlamento, qiiamtol
se votaram os fundos necessarios para^
pagamento dos novos ministros e desem-
bargadores.
exercer o lugar. ,
0 Sn. Peumo :Nao disse tal, e sim quo
era melhor elle do que neuhum.
0 Sn. .Ministro da Justica :A palavra
do nobre deputado tem.'certamente, muito
valor ; mas para o governo,^ permitta-me
que ihe diga-----
O Sn. Pkntdo : Nenhum; nem eu
quero
O Sn. Mimstiioda Justica :.... outros
documentos officiaes devem merecer maior
le.
Eis o que se le no relatorio do ministerio
da justica do anno de 1866 pagina 5. E'
a lianscripco do relatorio do chefe do po-
lica da provincia de Minas.
O Sr. Penido:Do Sr. Afbuquerque,
inimigo ade
O Sb.Ministro ba Justica: A falta
de juiz municipal letrado na Ragagem, a
imbecilidado e subserviencia miseravel do
pouco cooceituado bacliarel Joo Nunes
Ramalho, juiz municipal do Patrcino, ang-
mehtaram a forca bruta do juiz de direito,
o-qaal ara coadjivado poderosamente pelo
rbula trefego Francisco de Paula Jusliano
da Gama, promotor da comarca.
No relatorio de 1868 pagina 14 acha-se
tambem o trocho de um officio do presi-
dente sojtfe as oocorreocias do- Pairo*!
cinio:
nuncio'da secretaria da justica, declarando
que se dar ajuda de costo de 6005ff todos
os hachareis que requeiram a vara munici-
pal dos termos que se acham vagos ha mais
de seis mezes, por falta de pretendentes a
elles. Entre esses termos esto compre-
hendidos nao s os da Ragagem. Patroeionio
o S. RomSo, da provincia de Minas, como
outros de Para. Amazonas, Goyaz e Mito
Grosso.
O governo fez tudo quanto est a seu al-
cance em relaco a este ramo de servico.
Dar gratificarles extraordinaria, augmentar
os ordenados desses juizes nao era cousc
que eslivesse na aleada do poder execoti-
vo ; nem me parece qne para corrigir-se
urna irregulatidade se deva commetter um
abuso Uto grave, qual seria fazer o governo
despezas sem autorisaco do poder legisla-
tivo.
O termo de Patrocinio j est prvido-
0 ministro da justica, recouhecendo a ne
cessidade de ter alii um juiz formado, pedio
ao digno presidente declinas que Ihe indi-
casse algum bcharel da provincia. quzesse servir. Foi-lhe indicado com os
molhores abonos um, ej so acha nomeado
desde o dia 13 do correte.
O o. ponto de acensaeao versou a res-
peito da nomeaco de juizes de direito no-
vos, quando os avuls >s anda nJo tinhan
sido encartados. Anda nesta parte n3o
quiz o imb deputado fazer-me a honra de
ler o meu relatorio : seno ter-se-hia pou-
paioao trabalho de Cormular urna aecusa-
co injusta. (L.)
Estabeleci como regr-a de niinlia ad-
ministracao, nao fazH- non '. de
direito de ds* entrancia, eniqnanto existis-
sem avulsOs sem comarca. Esta regra foi
man ida, e-actualmente nao existem tBais do
que oito juizes disponiveis e lodos de t.*
e 3.a entrancias.
Com esta medida nao s allivou-se o
thesouro de um onus superfino, como ga-
rantile o magistrado cm disponibilWade
de urna preterico injusta, s commoda para
aqnelles que preferem a condico de pen-
sionista do estado de juiz permanente.
Essa condico, o supremo tribunal de justi-
ca a favoreceu, contando com" antiguidade,
contra a expressa e terminante dispouicio
do art. 1. da lei n. 557 de 20 de jiinho
de 1860, o tempo que deeorre at designa-
Co de comarca.
Cumpre que medida to importante
n3o dependa nicamente da'opinia) in vi-
dual de um ministro, de modo .que dexe
com elle o governo. Para a autelar grava-
mes ao thesouro, e tirar pretexto a nina
inobservancia da le qahto antiguidade,
torna-se indispensavel qne um precedo legis-
lativoprescreva ao poder execlivoa obri-
gaco de nao prover comarcas com juizes
novos emqdant ex'istiem disponiveias.
Se o nobre deputado houves'se indicado
um s tacto da nomeaco de um juiz novo,
existndo avlsos de 1 .a entrancia, loria ra-
zo na sua censura. Mas o nobre deputado
nem indicou esse tacto, nem pareceu-me.ter
perfeito coubfcimento da questo. Nao
atienden differenca muito nolavel que
existe entre (juizes disponiveis vencendo or-
denado, e juizes que renunciaran! o exerci-
cio do cargo, e que por conseguate, es*
lando fra do quadro, nao pode ni voltar a
elle senao cm vrtude do nova nomeaco*
.
(Contmutu*mk*}.

IlP. DO DIARIO-BU DAS CBVZK8 *.


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