Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11914


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Full Text

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______ ~~ im->_________
-'Vfttt-t^mOB. DE lAff SE AU Jim.
6-5000
iwooo
4.W00
#3
OINTI FIM 12 DE OSTOOE 1869. -
Por* fe ditos idtia
Por toldaos dem
Poromanao.
aia remo i mx u mmwn

rao

Manoel
-'. .
-. *tl~:
JummxBm:
o:
Oi Srs. Gerardo Antonio Alves 4- Filhos, no Para GaactJw* Knta u___U
FAITE OITICUL.
Repartlfo da polica.
u,^j0' ~~ Secre,ar';' la polica de Fernn-
hoco,:ll de agosto do. 1*69. ^ ^ ^^
X 1181.Mm. e Eira. Sr. Lasa aa nnnh>e.
amo de V. Kxc. que, mmdo S*+?u.
cipagoes roo-hidu nesta reparticao toran, .co-
midos .i casa de delengao os segualas iiid.viduos :
A ordem dosuhdelegado do Heeife,FelippaMa-
na, da Uneeigao, por disturbios ; e Frederfco, es-
rravo de Jos Manoel de {tara Waaderley, por
A' orden do de S. Jos, os Martius ,Pereira,
por embriaguez e desordem.
ttoaa guarde a V. Exc. Ufan. e Exm. Sr. Dr.
.Manoel do Nascimento Machado Portella vee-pre-
sidente da provincia. O. chefe de polica interino.
tratqu-.v i'Assis Olivara ilackl.
desse partidoe liberal-nba do aceeito alvi-
Sp^^S^r8Cur80' *-
Na descripeao delatada da segunda pule da
sua oragao parlamentar, occupou-*e o i
00 i fU
ato im-
putado, a quoni tenuo aJtonra de reerir-rot. era
gtoosjai^ desta provincia t^eoe-
nnff.OS/'m-c,i^'"?maosexrcicios os argos
uaaae, latijim com a sufflc enca e antdo Dar
Sr:^'Tnl epara vctorSa/lSS
emuora sobre tiles pesasse o estigma de Graves
accusaces. Varios Lto foran.TdSof ,tara
eonstiUu'rem
PERNAMBUW).
as consc-
inim pro-
inim pesa,
ASSEMBLA PROVINCIAL.
Blacnrso proferido pelo Sr. de-
putado (aspar Drummoud, na
casa de 3 de juuhu.
OSIt. GASPAR DHUMMOND : Sr. presidente,
o debate em que vou cmpenhar-mc importante
gravo Hoje manque nunca carego da benevo-
lencia desta honrad assembla.
Segundo disso o nobre depwado pelo segundo
.fj1'' ts,jIl> l^rtamenr bem aceeito ser es-
eolhida a seguiids discussau da torga policial, co-
mo oeeasiao asada em que caiba a'cada um dos
membros desta casa a mautostacao do seu voto
le apoio ou opposicu a publica que dirige a go-
venugao do estado ; e tambera daqueUes que ins-
pirados. d.'s>,! espirito se acliam a te-ta da admi-
nistrado da provincia..]:', pois, soccneodo-rne a
esse eslylo, amparando-me com a epinio do meu
'ustinclu eollega, e cumprindo odever do velar oa
guarda da constuicao e das leis ; e por Corea
desse deverque v-nln declarar ante esta tasen-
olea que presto apoio explcito e franco poltica
Jo gabinete de i6de julho, e fac.o rendimenle de
iiieu voto de couanca ao actual administrador
'i'.tapruvincki.
L"m Sii. Ui-.riiA! :Faz muito mal.
O Sr. (. Dmdiuioko :Aceeito todas
queucias do meu pronunciamouto.
Sr. presidente, en nao me encubro a
lirio a arduidade da trela que sobre
rwanheco que combteme e solitario neste reciuti .
iniulias palavras se perdern seui que deixein im-
preaaao ; slm, que ellas nao poderlo Boa ao sa-
l-jr e ao paladar dos meus uobres collegas ; e
lamlMn uao dei\o de enxergar que a BMii iro-
Ijjaada, roprovaeao >e levantar presto e
Sr. presidente, eu desfallecera no empenlio se
< lo li.ram as aninvic^'s, ojao me presta a causa,
nobre, justa e elevada ; aira, que serven taes ani-
ni icoes a aspaoonr os recoios que rao assaltam de
nao desempenliar como desojara e devera o lim a
que me proponho.
i m Su Dkputaixi :Ha de desempenliar cabal-
0 Sa.';. DniHND :Se tvara os dotes que so-
hram no nobre d -potado pelo segundo districto,
lalvezjio; rr a pretencao de prender a
i(ao desta honrada assembla.
Su. 8 uass ii-\nu.v) :.Naoapoiado. nobre
deputad.) lempre falta inuito bem.
O Sn. G. Dhuujio.nd :... E servira o l'avore-
i-imentode laes dotes a demonstrar at a eviden-
cia a sem razio e injosliea daaiwUM que desc*n-
d anda bontoui do poder ra/eni hojeobliteracao
n toM ') se i passaao ; e esqnaeidoa delle se ati-
I im 8001 deansias desainadas contra oa distinctos
ravalheiros que ebamados pela eeattanoa da cora
em 10 de julln se acliam no gabinete que assie-
nala e-sa data.
Sr. presidente, eunij posafl deixarde laer ton..
nssao dos receios que pairam am ijish espirito. E
r una gran,le nuvidade que a venigem po-
ltica faca esquecer as conveniencias que devem
>cr ze!idas na discussau de
adduzidos par
- provas dos captulos de aeeusacao
Doa^are dePU^- ^ ledros deS.
SSS>-flgy*,u a ^r,sao d0 lneie-eoronel Ale-
Sr I m Ga",8d0' dispeRa d "-cielo de
^n\^n5C'aeS84,peJriore*da rda natnal.
Em siwima quu a tudos parecer (jue o nobre dt-
Sft'Sr5"hzet-vi88em c tSSSSS
iii *./"?*' o proposito de com-
pleta r o manifest do centro liberal. E era vai
Wldiff amU ^''a.proposicao, porque se p-
Sr?e I r qUe. ^ Jwon"* Varabas as
l^d0>,d'SC"r50 d0 nohre 1epqtado.se reduz
ao-encaijullamento em ura s quadr de toilas as
aoeupcoes que os orgaos na impransa de snas
duis publicas lera publicado contra as auminis-
tracoes geral e provincial e seus agentes.
oreada, Sr. presidente, aeompanhar o nobre
aeputado em todas as suas variadas digressoes, me
remoptare ate 18G2, poca da ateenean e domina-
cao do partido prggressista. Ahi chegado srme-
ir J r i. ,nslrar nobre depulado que os.
erro>, fa tas, abusos, violacpes claras do pacto fun-
da-iHuitai do eMado as escaucaras praticados pelos
senhores da situacao progresista foram razao d
queda de.-sa poltica.
Sr. presidenle era 18C2..........,
n t*" Amvmhas porque nao vai a 1810 ?
U Sa. G. DaumosB :Nao quero remontarme
a poca ao remota. Preciso apenas raoralisar a as-
censa; do partida ouir'ora progresista e boje li-
(iierai, narrar oserros e crimes pracados na gos-
tao dos negocios pnbrus, para dahi concluir que
dissolucao da camarade 1858, nao consume m
lacio que deva causar estranbezas aos que conhe-
cem as regrasdo gaverno constitucional ; era es-a
uis-solucao, constquencia necesaria da raaneira
desastrosa parque diriga as sumidades do partido
progresMsta a gov>rnfifo do estado ; e at se
Si, presidente, eneerndas aa cmaras, o Sr.
arquez de Obndn desearregon cora toda a torca
o seu poderoso brae a pesada dava de Hereu-
les de que se aebava armado.
Foram demittidos todos os pretkeirtes de pro
vinca, Borneados aqnelles que *tM se ageita-
rieesl^ades da ppoeba.
O Sa. Abmi.vio Tatahrs ;>Todos nao...O Sr.
Jos Bento. era conservador, e foi conservado.
U Su. G. Dhvvmond :Demtttra todos os che-
les de polica, todos os rice-presidentes, emfim or-
deeoo todo o alto ttanecionajismo d paiz para as
batalhas quo ?e inm erir. Coube, Sr. presidente.
a esta desventurada provincia, a triste sorto de
ser designada para experiencia'do Sr. con'ofhei-
ro Silveira de Sou?a ; desse prestdene que na
pnrase eloquente de um beral, hoje entbusiastf-
ia I
rammtoappnadidu pelo* nobre. dspatados, di/.ia ldV nad ecm^^rra^;--^! ";meat!r"
aqoelle distincto parlamentar na seasao de 4 de i rw. ^on^beiro Sebasuio do liego Bar-
^de poMal (dale^dpj. Para Gravat era
wETESlSI,m',>:i(ueul eattribuia a lome 4a
wtyhmto. rte Ouricury era eswlbldb ura
Mi como delegado. Para Bom Jardiiwera
Wdo um coalcmnado. ias lisias dos esso-
para a poltcia de Serinuera era eoinprv-
Ir"1" ?a^- Krolim, Sr. presidente, aa oo
hwJ.i?n l>s criu,M & assassinatos, da
fea, de roabo, as qoe trazom o gal e o
uiado, erara apagadas pela agua lustral
emada pefc prudencia, que de momento para
' rT,,er/"'a' rotemperava c iudusiriava
pan a sua obra (fc eompressao!
n, i, i"0""' ^ Presidente, todas ossas tropelisg
rain essa tofez provinca, perd.m ella um
v^^ '',lsdH,,,llcl,)s l"'"-S loo deixava uma
Idosdepata^los. Uelro-uie a per.
Zlifi-Jff"*^ *" deP*l'>*wo da mu
dtnoimgio-! K^^ayaa aasim reaNsadat as pro-
a* anouoaadwi pela abdici Gasonudra j v
Bem padtra. Sr. president.-. y injBanart i o
nobre deputado teto ditlrteio, *ifiSS! a
s>.>lei.a rtpteseiWatR-o fra ralsectoraaaaWe
-t-j
^
pt*ca ** tfifada e a etei$io
ri
dictadura ; be jawfera pt^clnintr ^e^Sqorfa
A entera
SSr 52 '~Z*S* **8""- *>*fco exacto.
Swaaes Biiako.v:-E am nina tcsle-

*-""-'ypusseiwKFF fora ralado imammtaf, o ^
dSTra*'>.".B,---P2d-ra **** *^ JL*** :-S'Jn ontn" 1*
augutiosa
occasio Kra nal acertado- +mmn^*,!ZJF'2!**mKt' : w*ro traneiraent
nal. .Naoofaae... fnmp^ M#*r as sens testfemnnhos porou-
foram seinesiB p, ofogon islas -dlfeSbrra.
w-rntmrtinuando. Sj presidente, o Sr.
marco de' 1861, que nao era aquello presidente se
pao dcil instrumento do tinado consclheiro
Paes Brrelo. (Nao apoiados.)
(Cruzam-se apsrtes.)
0 Sa. G. DRnHMoV-rodeve-a-pr.a ser le-|?ha jSSnha d2r ftrKL? f^rl hM
vantidn smente contra mm ; simporque nao fa- serrador. (H liJSP.??.elri l'"1"10 cun-
a^ordavaifSS^#cl(M;o ojnesmo syste'ma rep-
o nosso syste-
0 Sh. Amahal e Mello : Com
ma bem.
Sa. G. Drwimoxd : Cora a forma do gover-
no conslituciunal representativo, tal qal geral-
mente conbeoido, o. tal quai feralmente conbecido,
tal qual feJumeiUe nos rege.
Sr. presidente. Era 186 esiava^io peder o mi-
ni.-terio do 2 de marco de 18L 0 a testa da
presidencia desse ministerio a invicto Sr. duque
de taxias. Traba tase ministerio maiuria recoahe-
cida na cmara qualrienal ; entretanto succedeu j
que na resposla a falla do throno, o Sr. consellioi-
io /canas de Goeso "
co mais que repetir as pronosifiSes aventnrad
no parlamento^rasileiro por ura dos tojsos
distjnctos corribgionarios.
Um Sn. Depitauo :E para que-as repele
O Sn. G. Drummo :Porquo 1 Porque ten
ampia bberdade na tribuna, o enbo para
que nao irrogo urna injuria pessoal quando Uro
uraa caracterisac^^storiea.
Um oTReM^R'dilTADo :Mas nao reeonbece
a mjustica dessa proposico ?
O Sn. G. I>mijm*xd :A svrapatha destacada
dos amigos do Sr. conselheiro Silveira de Souza,
nao podein illudir a impressao de factos de sua
adiiiimstracao, que fallara mui alto.
Usi-Sir. Dctijtaou:JA tem sido to discutida
essa administracao...
OSn. (i. Drummo.no :Bemreconbeco que tem
essa administrtcao a que flz referench, dado as-
sunipto para ampias explorares; mas nao
razo para que deixe d? toca'r na triste memoria,
quede si legou, at porque foi nella que se linc-ju o
o primeiro marco milliario da dominacao progres-
sist.i,
(Crusam-se apartes.) I
O Sr. G. Drummoxd Bem apfriada e a ne-
eessidade, Sr. presidente, que tonho em apreciar
essa e outras administrai,'ocs que se llh; st'tiirain ;
e conveniente, que fique de urna vez para sem-
pre bem entendido que os nobres disputados mem-
bros do partido progresista sao os menos habili-
tados para farerem vozerias sobre eompressao de
voto, aceasando presidentes e chefes de polica ;
porque se que quizerem se dar ao improbo Iraba-
lliodecorapulsiirem as paginas da historia do seu
partido, encontrar ne la legendas de famosos
escndalos muito cima do? que hoje reprovain,
pintndoos com negras cores, que el les nao
lera.......
JttS^St 1%?*'ES: ~Ja C,av* ura
arredadodo verradhismo.
' >n. (. DnrMBoNo:A
pouco"
eleicao que traba de
i vador. th cofres publico for.am
_ Mas, Sr. presidente, wio me pode ter nrnhiiMn
.Dqiienr os movoi desse grand* ato, Sw^tu
caso poraue estando o partido conservador no n
der ba qnatoae anuos era ooeessario que un* o
tro pitido Sl, Mgensse nos negocios pabHee* ?
*,1Z ls ,jwiaa neceasidade-deser
e>tabelecida a altCTHtcao dos p, -
nacao do paiz ? Segundo o sem
coufessado pulo nobro deputad
ia* podein ser os .ivos arauuciados"acJna.qe
.lila a icvoltic-wv .o f,; ,i..,-. i _
V pH^.^aia lt N-esse dte ao l)rmripur se

'epelo^.'-dirtrieiie bradava
S A reeiio n5 *"* Mr mal o seu
palrano, o Sr. Mrquez do Oiinda.
(Aao apoiados).
O Si.. Aiim.mo :_R- materia velhajA vencida.
nn i' YD,) Muit-)l, ^-Accusacoes da ordena
q .1 ^T0 d,'P,,l;"ll> est fazcmdo, s podem ser
apresentadas, rindo documentadas. ^
iM orrnr Sn. D^rtTiDo :Bspeclflqaeos fados.
r!n J a V"*0*0 :~Estou narrando a l.isto-
w documentos que de im'tn sao exigidos es-
tenhara regulado a me/iu^o que foi operada, por
que apenas a auraitte qtmulo a cmara teuua wp
actos seus demonstiado recaea de apoio a pense-
a gaUuetes. Serja por ventara p,.nne
|ue & ministerio de 30'de
maioria da cmara qua
- ser essa a razo se-
pelo nobre deputa-
quem respondo, porque enii
wes cucumstaucias doveria- ser o gabinete tirado
dentro aquelles, cujas idea* provalecessem na.
manira da cmara.
P'*Jda provlneiti.
r.ar* ^S?;- P^Weme, os votantes do
sadLW e>anf:"nentos-faram.autori-
fenmentos nVmm-se entro da igrej, os soMados
ib^a ^m Parque dizia com tota a ga-
Jardia ,n,b,asca ?. era i,h> preferrvel a ver
3? ;ssrrm q,,er bo*
NessasituacSo.o juizde paz
e mesnrro* pro-
consriencia do publico, que me ouv^ e"qje
Um Sr.Dhpltado :EiH.o parto de 1810?
O Sr. G. Drumuojio :Ja disse urna vez quo o
ponto de partida era-do 18 i; pode porm o meu
nobre colle
distincto, Ulho querido ^eS^Weia ^fn-H-1" I "rC t*".'0" a P8- atender
sentido de apposifo formal, mas s^andoella elle
niesino declarou, para licar mais bem desenliada a
plnsiouomia da cmara quatrienal. Esta emenda
por urna sorpresa estratgica, por um lado arma-
do a fortuna___
O Sn. Amaual e Mello :Por ura laco armado
a fortuna ? *
O Su. G. Divlmmo.n :Sim, por um laco arma-
do a ro tuna. Hepito c repitirei ainda. Passou e
foi approvado por um j voto.
Entao o ministerio de 2 de marco compenetra-
do, segundo disse um de seus dignos membros, de
que era valiosa a mxima dos amigos cavalbeiros,
deque nem su arrancava a espada sem motivo,
nem se embainhava sem honra, oTcreceu a cora
ou o sua demissao, ou a dissolucao da cmara
quatrienal, e resignou o poder por ter sido esta a
vontade do chefe da nacao. Naquella circumstan-
ca toi chamado o Sr. consclheiro Zacaras para
orgmisador do ministerio de 24 de maio de 1862;
e da ascensao desse cavalheiro ao poder datotto
<|u
unpto t:o gravo
em Deeaaio lao \moo. En preferira deixar a
tribuna i sopitar a verdadcembora possa ella nao
agradar aos meus adversarios. Demonstrar atea
evidencia a Injoetiga das quetxa* levantadas con-
tra a governacao do paiz, sei o meu empenbo.
E nem so me pJe contar no numero dos lisongei-
i i dos amigos da situaeao OeuMa do poder, e
acompanhada lioje em a sua queda pela reprova-
tao que trouxe o desaso com que se bouve no po-
der duranto seis anuos que sao bojo de omminosa
recordaeo.
E" urna BVdat hoje histrica que o desaso com
que c bouve o gabinete transado acarrcou a sua
queda e istdicouasua condenmacao.
(Nao apoiados, vivas ieclamacoes)
O ia 6. Drummojd : Aos ieas nobres colle-
n t dirijo pedindo-lhes um pouco de generosi-
dade para aojniga. Se a exposicio, que vea fazer
I r agradavel, se nao' merecer a rossa
approvacao, como eu presumo, ao menos vedii
que a iiniiha dbil voz seja abalada sob o peso de
eoatiaaat intrrupcoes que podem concorrer para
tai a di*cu3sao da direeco quo desejo impri-
iiur-lbe.
Sr. presidente, desde que neta casa acensado
o gabinete de lo' do julho com o descomediir.ento
que a todos presente ; desde que innmeras pro-
posiroes tem sido temerariamente aventuradas no
intuito do denunciar que o paiz se precipita para
um abysmo insoudavel, devo eu em contraposicao
a 06*ecrvo de aecusaedes apresenlar a histor
Jiel dos Mis annos de vida do partido progressis-
U no (Hider.
. ET hem_que"jaronliocida essa historia para que
a sua liceo sirva a aqnelles quemis alto hoje
l'iadam contra o gabinete de 16 de julho, porquo
o ettet-a* proprios que so atreveram a rasga-
i as paginas da conslituico do imperio, a in-
lriugire todas as leis compicmenlares da mesma,
a posterjarem os direitos dos cidados, emfim a
pratii'a de todos esses excessos que lodos confes-
saraos conemnaveis, mas cuja paiernidade at-
ti ibuida menos jastamente aos adversarios desse
partido.
(Nao apoiados vivas reclamaete.)
O Sn. Gastas Drlmmond :-A licc^o dessa his-
toria servir a assignalar qual o partido quo tem
propugnado pela verdado do systema constitucio-
nal ; o somente depois de feita e apreciada a mo-
r didado histrica justica poder. ser feita.
Sr. presidente, nobre depulado a cujo discur-
so mo proponho a responder, devidioa suaorafao
ir'irlanMMar era dua partes.
ia primeira dellas denunciou os vicios e irregu-
laridadet da organisa^o ministerial do gabinete de
ldejnii:o, c como sequeneia desses viciosos
detalinot assim qualillcados, es actos do poder
executivo praticados pelo referido gabinete.
Na segunda parte fez-nos a narrativa de urna
larga serie de actos pratiovdos pelo presidentes
desta provincia, ot Exins. Srs;' Atis Rocha e eon-
d de Baependy, e do compendiario de a mitas as
partes do seu discurso eoneloie que a lei tinha
dosappatetido ; qae o systemn wpretenlativo nao
tinha mais existencia conhecda : e que o cononr-
seac teda* essa* creunutaneiss reduzia o trti-l
ai liberal ao extremo da escema t*lrt a reforma
tu. a recolufSo, mas que gratas a voz 'dof^fhtlMt
b5t3dopi,rtidoprogressis^e oulr,-ae Zl^*ZSL1L
. AT.oerapossivelquc o gabinete nue entao se ^:^^!^'^^\^V]
que o gabinete que enlao se
inaugurara so podesse sustentar ante a cmara
une. por grande maioria repellis ao chefe da nova
Era z7 de maio o Sr. conselheiro Zacaras offe-
receu o seu programma. Eram condigoes desse
programma a reahsacao de certas medidas recla-
madas pela opinio publica, como por exemplo,
prevencao do abuso da prisao preventiva, alivio
da gnarda nacional tanto quanto possivel do serv-
co ordinario, remocao dos embarazos duas fon-
tes de riqueza do paiz-a lavoura, o commercio.
xesse mosmo da discutia-se um projecto sobrt a
promocao do exercito ; foi pedido o'adiamento da
uiscussao do referido projecto at que a cmara se
convencesse deque o ministerio eslava disposto a
executr fiel o restrictamente oque fossedelibera-
do pela mesma cmara. O adiamanto proposto foi
approvado por grande maioria. O Sr. conselheiro
canas tendo a seu turno exigido a dissolucao
da cmara quatrienal, e nao a havendo consegui-
do, resignou o poder.
Um. Sn. Deputado : Isto pro va que nao havia
maioria consideravel para o ministerio de 2 de
margo.
O Sn. G. Orlmmono :A camsra de 1861, nem
era urna cmara unnime, nem tinha o gabinete
de 2 de marco maioria extraordinaria, ma* tinha
a que era sulJcientc para obteras reformas que
pretenda, e os meios de governar o paiz. Foi o
Sr. marquez de Oiinda o organisador do ministe-
rio do 30 de maio, e o successor do Sr. Zacaras.
Na presenta das cmaras fez o Sr. marquez de
Oiinda a exhibicao do seu programma roraUerial,
invocou o seu passado como garanta do futuro ;
acceitou a falla do throno que pertencia ao gabi-
nete de 2 de marco ; obteve a quasi unanimidade
da jamara em tudo e por tudo ; abrindo apenas
excepcSo solitaria o Sr. Martlnho de Campos, que
solemne eperemptoriamente neg aapoio ao gabi-
nete de que se trata porque, dizia elle, divsava
no horsonte como a filha do Priamo, a tempesta-
de qoe ao longe roncava e se aproximava do paiz.
O Sni SeAtKS Brahdao :Entao o Sr. marquez
de 01 inda,j era Daos, nao era conservador.
(Cruzam-se apartes.)
O Sr. G. DBuiMOfra :Os nobres CUegas sa-
bem perfeitamente a historia da celebre, Cassan-
dra filha de Priamo, oppondo-se a entrada do ca-
vallo greco dentro dos muros de TroyaTimco Da-
naoiet dona ferentes.Aiaita dizia o poeta Man-
tuano perpetaando a memoria da prophecia. O
Sr. Martraho de Campos foi a voz eloquente que
alto bradou estigmatisando a asseocao do Sr. mar-
quer de Oiinda. Ateo 8r. Martinho de Campos
aegandoo seu apoio ao gabinete...
Um Sn. Durin-ADO :Explicando perfeitamente
o seu. pensa ment.
O Sn. C-. Drummond : Dedarnu o 6r. Marti-
nho d Campee que o Sr. marquez de Oiinda nao
era o hornera destinan para acalmar os partidos,
e para fazer a felicidade do paiz. A filha de
Priam nao fot ouvida, sua prophecia foi des-
pcetada, mas veio a auoeeder ser Troya reduzida
a cinzas. O Sr. Martinho de Campos nao foi at-
tendio, e leve epaiz de passar peto eatalysmede
4883 a 4868, em que se eoostMuio o immenso su-
nrtdtarttt que foram subvertidas eom o maior
esfi4aJ*rtas as liberdades ptmlicas.
1 "leudcncia, a de 1817..
OSn. Amaral k Mhao : Eu partirei da de
180.
O Sn. G. Diummond :Est no seu dreHo.
O nobre deputado gosta de pocas mais anti-
gs, e ate creio que subindo at ellas, se poo ao
gosto das suas tendencias para a democracia pu<-
ra...
Sr. presidente, eu eontinnarei no proposito, em
cujo seguimento fui mlerromplde pelos apartes.
' O Sr. Silveira de Souza eneontrou a provincia
tora das eondiyoes da agita cao dos partidos de
arcad candente, ou, em melhores termos, os par-
tidos polticos diseutiam sem exaltacao, e as pai-
xoes de que 0iles.se inspirara, bavia:ii cahido em
amorteciniento. O que, pois, fez, Sr-. presidente,
o Sr. conselheiro Silveira de Souza na su i esira
administrativa tiesta provincia ? Para logo se
apresenton como dcil e affeicoado instrumento
das vontades e manejos do tinado eenseweiro Paes
liarreto. Assim o exprime a phrase eloquente do
Dr. Urbano. Os factos a que fec, i referencia,
mtr>8 dos tem
... n memoria de
todos. Fe2%itao o Sr. Silveira de Souza a pri-
meira derrabada progressista I !
O Sr. Emigdio Marques :E foi aprrovada pelo
Sr. Urbano. (Apoiados).
O Sr. Amynthas :Derrubada que foi por elle
applaudida.
OSr. O. Drummjlnd :Nao antro na apreciacao
desta qnestiuncula, al porqnMto negocios erare
partidarios, e deve a controversia ser resolv la
em conselho de familia. Os nobres depulados
ajustonl l e enlro si essas contas. e chamem a
contas o Sr. Urbano.
(Crusam-se apartes).
O Sr. G. Drummond :Dimittiu o Sr. conse'hei-
ro Silveira de Souza duzentas e duas autoridades
pohciaes, militariseu a polica de toda a provincia,
e fez todas as novas nomeacoes sob o nico moti-
vo das conveniencias polticas.
O Sr. Arminio Tavarks:Admira que o nobre
deputado queira Justificar a praliea de nm abuso
Leom a de outros.
OiTRo Sr. Dequtado :O nobre deputado que-
rer* comparar o Sr. Silveira de Souta com o Sr.
Assis 1
O Sr. G. Drummond : Nao tenho a pretenca de
cstabelecer paralelos ; de tal Den me livre ; nao
quero, nem poderia querer, porquo importara
comparar o respeito as leis com a sua vfoiacao, e
conlrontar o violador deltas cora o seu mais severo
respeitador. (Nao apoiados. Vivas reelaniae,
torno a repetir, que nao tenho a pretencao do
cstabelecer paralelos. So o fizera, era para que
tosse conhecido que os factos attribuidos pelo no-
ore deputado a administracao da provincia e ao
governo imperial, quando nao fossem mesmo in-
tunuados, como sao, nao eram nem mais, nem
menos qne a copia fiel dos seis annos da donomi-
nacao dos seus amigos.
fMm,?".DKPUTAD0 --0 nobre' Jeputedo j tem
feto mudas vezes esta biegraphia.
O Sr. G. Duummono :-9er esta nltima ediceao
mais crrela e augmentada.
^ O^S. M. Amorim :-E' biographia ou necreo-
0 Sr. G. DnuMMOND
essas arcosa-
referindo-me ao que
tem de jalgar todos nos. Qoertfi porm, aqupl
que me interrompem. que en decline toctos? w
^uotoro,. |:Ii nnruoKail. havia na cmara
U hscada, que tmha um alcanc para com os co-
fres da mes,,,;, Ksse alcaace I i oem da presidencia. Os llios dosso, hornera fo-
ram incontinente empr.e tUe e seas fjlhos
votmam no finado Sr. con^Uiero Sa e Albuquer-
1tie. Que bella aveneat! Un outro empregado
da cmara da Eseada foi nouioad lente do cor-
L J'i"'u1;-,c al*nns ll,ls dl'l' '< nainelacao,
sej.-ma do liento para a Escada s afazer com o
sen vote a promessa cantnmida O Sr cmse-
llieno Silveira de Souza nao dnvidava. Sr. presi-
dente, rasgar as paginas da lei da guarda nacio-
nal ; ora considerando os lut.nihocs em estado de
organisacao. ora tora daqnella condicao, levando
em Mdos esse manejos a mira de satisfazer aquel-
les; que acendam aos seus ?.ccm<. K assim
nao e, comparece a portara de 8 de iwvembro de
833, com a de 18 d mesmo mez; e yer-seba
entao toda a verdad,- ao crac teuh assevrado
t ni $utro empregado de faze.ida demittkl
inaos cestumes, e malversarles, era quinze dias
depois noraeado pelo Sr. conselheiro Silveira de
bouz i, lente d corpa de polica. E at Sr. pre-
m i"oie. o titulo de curar o ebolefa, servio em Ca-
ruata paras pagar adiantadamente a nm jleitor
da eidale da Victorix! !..
OSr. Soarrs Branhao:Sobre
eoes devo guardar o sensi >.
ja s lera dito mudas vezes.
(Crusam se anaries).
O Sn. G. LiiiiMMfivi).Muito mi erado meu,
lu toreado a fazer exposicio de lodos esses lacios:
o qoe iiz porqtM era preciso dar re-posta aos cla-
mores por elle levantadas contra a actual adminis-
tracao : c era necossario demonstrar llie (isto em
nada diminuf" o apreco pie me merece a sua pes-
soa) que elle e leus amigos se deveriam abster de
rensuraft-ieus adversarios, se par ventura estadas
sem a bistur a de sen prunrio partido.
Ci'ii-am-se aparte-1.
O Sr. (,. Diii'mmoni): Ouvi enm religioso silen-
cio ao nobre deputado a quem liibuto todo o re-
pello.
OSn.S-ne.es Hivndvo :Multo obrigado : o
tributo igualmente ao nobre depurado.
Um Sr. eputaoci : Semprc den o seu nao
jpoiado.
OSr. G. Dm-MMn.vii :P.,r mais que qnisess
aeompanhar a palavra eloquente do anbr deputa-
do. nao pude.
O m. Soarbs Brandad :
palavra eloquente.
O Sn. (. Drummond :Kuin, Sr. presidente, o
Ilustrado cor/n eleitoral do 3 districto proferio a
Bna seuenea tioal. o can li lato di presidente da
proveca, e do Sr. marquez de Oiinda foi vencido,
e 8/vfctoria toi alcancada por um outro distinclo
pernambneane.
Sr. presdeme, quando es-a? cousas assim cor-
reara na provincia, e do mudo que poderia Bi-
nen sem mesma exagerarse em muito chamar
de procnsul ou de Itegulo o presidente delta, um
fado grave se passava un corte do imperio.
A baqdeim bfasfleira era vilipendiada, a sobe-
rana nacional ultrajada, represalias erara exerci-
das pela Gra-Bretauha dentro dos portos do im-
perio. E eran pnelextos para todas essas provo-
caeoes a questo Albarda i, e a prisao na Tijuca
de alguns olbeiaes da marinha ingleza.
Um Sb. Dkputado : Essa beranra quera a
deixou ?
testando devida meme, e temi o seu protesto ante
i o befe de policu, abandonaiam as suas cadeiras.
a^U 1s--D*w:*a>o O ministerio tinha perdi-1
do a eleicao da mesa. J2?. mu.l*r O Sn G Drummond :-Sea-cmara dos depu- P^ia:(|,"! ^^^pe'' 4 a siw inrumisnoia
a fregiiezi d. Afeados, Sr. -
-Muito obrigado nao
E simplesmente a pagi-
na negra da historia do seu partido nesta pro-
vincia.
Crusam-se apartes/
? Sr. G. Drummond :Eu prosegeirei. Anda-
va o Sr. conselheiro Silveira de Souza cata do
pessoas as circunstancias de desempenbarera o
seu pensamento administrativo. E como proce-
dcuelle? Feitas as defidas excepcies fe-rara es-
comidos epreferidos aqnelles gue eram indieados
peia opiniao publica como verdadeins crimmoso.
poe-me, Sr. presidente, declinar nontes proprios,
e dura repuguancia para ser por mrm vencida,
mas e forcoso laze-lo para lanzar os ltimos tra-
eos no quaiiro da administracao do Exm. Sr. con-
semeiro Sihreira de Souza. Eis pois, o? traeos.
Aquelleaquem era attribuido o assassinato dos
dous irmaos era o delegado nomeado para a co-
marca do Limomro. Ha nm oniro que luz do sol
expeda passapertes para a eternidade, daodo-os
ao advocado Estoves era antoridade policial na
Alaeade Baixo. O celebre "
considerado como assassino
O Sr. G. Drummond :O Brasil, Sr. presidente,
atravessava das nefastos. O chefe supremo do es-
tado rodeado de todos os brasileirus se apresenta-
va na sumidade da nacao brasftefra constituida
como urna s familia, com um scoracao. com um
s sentimento, a devocao pela dignidade do paiz.
Era para ver os accordos do patriotismo brasrfeliw
vibrando por todo o imperio de modo to rpido
como a eletricidade. Em taes circumstancias,
quando a qoestao Albardo sob a impressao desses
*entun*ntos tinha solucao e deixava pendente a
oatra do juiz i arbitral do re dos Belgas; nnstas
circumstancias, digo, o Sr. marquez de Oiinda
instara era suas circulares pelo congraeatneuto
te todos os brasileiros em um s sentimento
o da devocao pela dignidade nacional. E apro-
x"La'se ajel)JCn abermra do parlamento,
0 delle se esperava que sob a inflencia desse
sentimento seri.m todas as suas delbericoes
ditadas; mas apezar de todos esses prenuncios
por toda a parte derramavam os arautos dp
poder as amea^as da dissolucao da cmara qua>-
trieoal, e at indcaram o di em que devena ser
1 do o decreto da dssorucii da cmara temporaria
do parlamento I I
Chegpn o dia 3 de maio, Sr. presidente foi aber-
to o parlamento, e S. M. o Imperador no recinto da
representacao nacional proferia as segrales me-
raudas palavras. t O dia di reumao da assem-
ble.a geral legislativa iempre de jubilo para
t -min e de espernQa para o Brasil.
No dia imraedfato apresentada urna mopao
pelo Sr. depntado Nebias, em virtude deila, que
entusisticamente approVada, se dirige a cmara
quatrienal era corporacao a presenca do S. M. b
Imperador para a elle fazer reudimenlo do prsilo,
de veneracao pela maneira porque tinha o
supremo do estado procedido na qne
sustentando com exemplos de civismo a
soberana nacional. E era, Sr. presidente, da
sigmftcacao, esse acto histrico da enmara qua-
trienal; enem de mistura com elle, e nem aps
Izidoro Hasearenhas t elle foi peta mesma cmara iniciado qualquer sig- iart-ja, onde se achava ^grB|ia^a"mesa pariT
-. i1^; le para com q gabinete, chial, e pondo a espada aos peil s do ti i de ou
S ?'"^^tprt^irapasido Solicita- E entretanto, Sr. presidente, com assombro dp- 'presidente, e prenden Mre pwtau de *e dh
da pele finadoconsefteinPaes Barreao, em ao-1 lodos o? brasilerpsi era ldo no dia t de mataw. IRiMuw ml^
Jados tinha manifesUdo um vote contrario a
rnete, entao em tal caso, segundo a opinio do
nobro deputado a que seuipre o constantemente
mo teniio referido, de vera ter lugar nao a disso-
lucao da cmara temporaria mas sim a queda
desse gabinete carecido do seu apoio.
1 orlante, Sr. presidente, sem urna razao de ser,
mi apparecida a dissofacaoda cmara temporaria.
N aquella situacao u parlid > conservador, eurvou
sua ironte ao acto da vontade Irrssponsavel. .Nao
levantou esse partido constitucional o grito do
que a dictadura tinha surgido; que as liberdades
publica- estovan ofiondidas ; que o reinado do
absoluiuiii) era chegado, e que o recurso extre-
mo, dos meios era necessario, como por exem
po a abocao do poder moderador. Ao con-
trario o respeito a todos os dogmas conslilu-
cianacs toi serapre guardado pelo partido conser-
vador ; curti seus dias de desgosto e provacoes
dentro dos limites tragados, dentro da rbita de
opposigao toda legal.
Prosigamos anda Sr. presidente, disselvida a
cmara, toi designado o dia 9 de agosto para a
primeira eleQao. Para as diversas provincias fo-
ram enviados diversos pnvconsules.
Em Periiambuco, porm, nao bouve altcracao,
eommiiou o Sr. conselheiro Silveira de Sonta; j
trahr dado mostras do aproveitada mestria. Em
alta escala foram prejiarados todos os elementos
da magna eompressao A tudo quanto j tinlia
praticado o Sr. Silveira de Souza veio juntar-se
anda a renovagaoj do medidas apresentadas o
mais alto elevadas, j a de junegao de extraordi-
narias providencias. Assim, por exemplo, aguar-
da nacional foi revolucionariamente alterada : a
instrucgao primaria toi seriamente eompromettida,
na mais so procedendo concursos, c sim no-
meacoes interinas com pingues vencimentos para
que se eslendesse mais o chuveirodas gracas
administrativas, que at as suas irradiagOcs coin-
preliendeu os curandeiros mais cuidadosos no
pleito .eleitoral |e tnos cordoes da bolsa quo na
-ande dos doentes. Como era um paiz de con-
qulsla foi por toda a provincia derramada a torga
publica destacada em grossos Bataihoes destinados
aos assaltos eleitoraes.
No 1." districto fra da capital, estiveram des-
tacados em p de guerra 450 pracas, no 2. 3*6,
no. 3. 305, no 4," 26G c no 468.
A' inans largas toi despejado armamento pelas
cohortes agenciadas pelos generaes de oleigocs, e
assim tudo aununciava a grande batalha que ia
ser ser empenhada no dia 9 de agosto.
Finalmente, Sr. presidente, raiou o dia 9 de
agosto; era o dia destinado a representagaa da
grande torga. Nunca, permitta-mo o nobre de-
putano pelo 2. districto copiar suas expressoes,
foi tao escandalosa a intervengan da autoridade
publica : nunca tao violenta eto torpe mesmo.
Narrar, Sr. presidente, tudo quando se fez, tudo
quanto se praticou tarefa superior a memoria
inda mais ingente, aos pulrrSes inda mais euro-
bustecidos e a estreftesa de i;m discurso nao com-
porta tanto- o to variados inci leBtes. Para tamo
uo tenho, nem memoria nem torgas. ( Nao
apoiados ).
E, por?, S-. presidenio, precisarei os pontos
mais prximos desta cidade, onde a torga eleitoral
fez exibigo de magnos primores, de magnos es-
cndalos. Varsea, Pan d'Alho e Afogados.
Na primeira fregneziaVarzeaquando o juiz
de paz proceda a chamada dos-votantes, pene-
trava a torga publica no interior da igreja sem
ser exigida a sua preoenga; c mais suceedia que
quando aceudiudo a chamada, compareciam o<
cidados advefsos a pditica dominante eram elles
repcllidos por grupos de desordeiros e turbnten-
io<, estranhos a freguezia, e commandados por
inspectores policiaes de quarteiroes. Erabalde o
Exm. fiaro de Muribeca presidente da assembla
parochial, proenrava levantar sua voz exigrado o
cumprimento da lei, era ella desobedecida; E
to apparelbudo andava o escndalo, Sr. presi-
dente, que o offlcial que commandava o desla-
caraento enipregava a torga a sua disposgao para
violentamente fazer retirar os votantes adversos
poltica dominante declarando que tinha ordens
particulares do presidente da provincia para in-
tervir na eleigo ; e recioso que o seu procedr
violento e injusto Usse lugar represalias, em
vozes altas bradava aos seus soldados:Fazei
togo no baro de Muribecase por Aontara eu
for oflendido.
E correram assim as cotizas, Sr. presidente,
n'aquella freguezia at o dia li.
N esse dia ao aproximar-se o juiz de paz da
igreja para continuar o proeesse ereitoral (dava-se
a singular cimumstancia de se achf presente o
chefe de polica da provincia) foi aquelle juiz im-
pedido do entrar no templo aos gritos toras e
morras ao juiz de paz >.
N'essas aperladas conjuncturas o Exm. baro
de Muribeca, para atalhar o deseuvolvimento das
secnas de sangne que pareciam estar preparadas
e immmentes, fez entrega das chaves da urna ao
chefe de polica, o retirou-se.
A conquista eslava completada por parte da
polica.
E aqui convem notar Sr. presidente, circums-
iaucia que nao deve ficar esqnecida. O ofDcial
encarregado de dirigir a conquista da freguezia da
Varzea, era o mesmo que poucos dias antes havia
sido deraittido de um emprego d'alfandega das fa-
xendrs nesta provincia pelo finado vsennde d'AI-
buquerqne, irmao do juiz de paz presdeme da
mesa parochial.
A eseolha desse offlcial as circumstancias que
fleam prc-notadas d cabida a '
nistra.
Em Po d'Alho o commandante de um, ama-
roso AMtacaoettio militar penetrou no interior dta
.. presidente, foi
pwtado um destacaraento de linha composto de 50
BS uprfa a *^ -01' eomaundo do
eap tao Moraes Reg. Os partidarios do suvertir,
eonnecendo ffUe eleigao llies corria desfavoravcl
rollocaram os inspectores do qarteira a testa
oos piquetes do observaran destinados a impedir o
tramito aos votantes adversos, e impondo aos
mesmo,. 0I1 ar(,;i?o ^ cliapa cariinbadt 0|, 0
' ^- 0*mvmia.por fas-epor ttefa qneriam
votar, e impedidosde-o fazer pea mesa parochial,
a polica para o conseguir recorren a desatinos, e
escndalos vergonhoso*. Destaordem sao os se-
guinte factos.
Marcolino Porreira da CosM escapa de sor as-
MtSHde dndose por feliz
casaca.
com o rasgaren a
Antonio Jos 'lavares seria iiifatlivelHtente as-
sassraadj se nao aparasse eom a mo urna punha-
ada que Iho tora dosfechada por agente? da rw-
iICIH.
E subindo at esto ponto as tropelas e violen-
as, Oirigiu-se o juia de paz ao presidente da
provincia a exigir do mesmo providencias quo
servissem a restaurar o respeito s leis; e ffit
as teudo conseguido eatregcu ao presidente as
chaves da una.
Bstam completada mais isla conqnisla. Can-
taram hyinnos do victoria os homens de laco
verde e amarello. Esse dislinctivo assignalava
os partidarios do governo, c servia a sepsra-los
dos corarnos na era do morticinio.
Anda outras seeoas, Sr. presidente. No I.i-
moeira o delegado militar ordenava a rcuniao dos
votantes, e a igreja oecupada emtodo o seo inte-
rior pula torca publica.
Em Nazarth a mesa expcllia violentamente o
juiz de paz, e este era espancado pelo proprio vi-
gario. Que cordura anglica !
Em Santo Anto o subdelegado de polica faza
postar junto a inairiz una loica de primeira linha
a grande numero de grupos de pessoas armadas.
Os eloitores eram presos por nao tirarem o
chapeo ao subele^ado, e o novo amedrentado pelo
recrutamento dava-se por feliz era retirar-so para
longe do theatro de laes scenas, e a noticia se en-
ea rregava alegre c contento de escrever os ter-
mos de sua conqu,.-' i.
Em Ipojuda reunise dentro da matriz o por-
tas leehadas nina mesa antes da hora designada
na lei. O juiz de paz legitimo e os eleiteres que
amanh.eciam porta da igreja eram impedidos do
entrar, e toreados a reliiar-se a ponta do bayo-
neta. No procedimento dos agentes do governo
naquella freguezia, o requinte da violencia toi
completado, e a sombra inda mais ligeira do pu-
dor de tnd' desappareceu.
Em Pajeii de Plores o juiz de dircilo, fronte
de grande torea annunciava o que tinha de fazer.
Ao cidado bacliarel Uorges que andaba loado aos
povos a circular do Sr. marquez de Oiinda, se fa-
zia disto um grande criine ; e preso e eondnrJd>
presenga do juiz de direito, de qt que se achava criminoso por andar envulvendo o
noine do Imperador em um papel incendiario !!
Em.'im as violencias platicadas e em grande esca-
la pelo subdelegado Isiduro Mascareutiasv o quai
passeiava de braco dado com os cramosos de
inorte Joaquim Nazario e outros, assassinos do pa-
dre Veras.
Nesga freguezia os censervadoiB.mliraram^e
da elelga
Em Tejucupapo a autoridade polititimpunu
a pena de prisao : arrojava-se o dixeilo do exigir
que volassem em urna chapa sua : cercara < va-
rejava a casa dos votantes.
O juiz de paz lestemuiilia lottn escndalos, nao
os querendo sanceionar com sua presenga, reti-
rou-se
Era Nossa Sendera do O as autoridades poli-
ciaes sahiara a varejar casas e a prender votantes
que nao se preslavam a acompauha-las ; e che-
gou o eynismo ao ponto de se dividir symbolica-
mente os cceles pelos artigos da lei eleitoral.
Ein*foncluso tinal de, todos esses factos, Sr. pre-
sidente, devo declarar que nio bouve freguezia
nenhuma na provincia, em que o partido conser-
vador,' rico de tradiges, forte pelo numero, pode-
roso pelos recursos, nao teeuasse por torga i i
preesao administrativa, que nao Ihe deixava ou-
tra alternativa seno a escoma entre as scenas oV
sangne. ou a sujeigo imposicao administra-
tiva MI! ^
Cruzam se apartes.)
m Sn. Deputado :Isto nao modo do dis-
c lir.
O Sr. Gaspar Drummond :Tenha paciencia :
ouca priraeiro toda a historia do que foi fee nos
seis annos do assento do progresso no poder. E
fique o nobre deputado que me interrompe con-
vencido, uuo suwie por taes e tan reprovados
meios, poderia o partido progressista ou official
ter vencido em todas as localidades, sem ter na
mor parte d'ellas nem qualificacdes.nem juitos de
Saz, nem eleitoros, nem supplentos, nem mesmo as
evogoes populares.
Como resultado de todas essas tropelas, foram
eleitos os trese infantes, como bem os qualicou o
nobre deputado pelo terceiro districto. Bem avi-
sado andara quem, em vea de chama-tos repre-
sentantes da provincia de Pernambuco, os cha-
masse com mara boni fundamento, representantes
da eompressao administrativa. (No apoiados.)
O Sa. Gaspar Dhcmmono :Nao sao attegaefies
sem assento as que acabo de fazer, Sr. presiden-
ta : sao factos que estio gravados na consciencia
ioterpretacao si- pnblica. Na cmara temporaria, o illustr.
Dr. Pigueiredo estigmatisou a intervmtgo indebi-
ta, e a violencia do presidente da provincia na
eleigao da Vanea ; e at o Sr. obnselhmro Sit-
veira Lobo declarou que para se conbecer o quan-
tum da aceao compressora, bastara saher-se que
a reeleieao do Sr. vlseonde do Camaragib havia
naufragado; mrfrafio que nao i dsria, aa oa
IIIGVEI
mimmmm


I I II
I MI
* .888! 30T203* 30 1
Diario
w
metas
dadoa,
se apartes.)
i Dm'mmond : S"io de todas
swiDawfccimeotos, Sr. presdele, vea o passa-
^^^^Boroso do venerand nde de Al-
,(i Baixo'u ab uimuloetse pcrnambtica-
no Verwnbaeo (^cinta feira 12 de Agosto e W6
aSlt 0R3WUK .1JI MHI
acontccimento Ario novas luas trapo publica.
ambate>aue disscrta
sella s-flao eram lu
adates Otro si; ora
de um spale liro pelo
da siliucio : 'e qiei^BFfai
foi o procedimento do efundo
Aquella rcnmstaiica ? una que todos oucam, o que disse
nara temporaria o illusirn lo Sr.

-.
triotismo. Esse
que eram creada
a vaga de u
tas feridas
disputa trav
progreslas
saber. Sr. p
presidente
Eu vou lr, par
face face na N
Dr. Urbano.
Un Sr. Bmmo :E o queM perfeitamente
respondido. ^-^
O Sa. G. Dmjmmond :Isto questao de la-
milla.
O Sr. Amynthas :O nobre deputado nao e
leal diiendo assim. .
O Sr. G. Drcumono :E porqae serei desleal ?
. Pode hw liebre depntodo que me interrom
pe, contestar que o Sr. Dr. Urbano tem hoje as-
sim como em ouiro lempo foros de importante
membro do partido liberal ? Pode acaso o nobre
deputado contestar qae o Sr. Dr. Urbano tem
lioje como seu correligionario ao es>presidente de
Pernambuco, e coin olle est en intente cor-
date r
Un Sr. Dktltado : Sao o estava naquelle
tempo.
O Sr. G. DaosusmiD :En creio qua o nobre
deputado qae nao eslava com elle. Era flu ouca-
Dios o que dizia o Sr. Dr. Urbano :
< Seuborcs, o governo imperial o bavia rccom-
mendado em soas circulares a todos os presi-
dentes de provincia que se abslivessem cumple-
c lamente de toda a ntervenco na cleicao : en-
treanto, o presidente de Pernambuco nao nter-
veio semiente por meio indirectos ; o presi-
dente de Pernambuco batea urna chapa em seu
palacio o espalhou-a.
< Senhores, alm dos destacamentos qae ja ha-
viam por quasi toda a provincia, mandaram-se
expresamente para a segunda eleicao novo*
destacamentos, novas demissdes e nomeeces,
mandaram-se militares para diversos pontos, e
at agentes nresidenciaes : foi para Bonito o
Sr. Pedro Alexandrino, feilor conerente da al-
fandega,
O sr. Godoy :Foi tanto qae Ievava e apr-
senla va eredenciaes do presidente, dande-lhe po-
deres para fazer promessas de nomeaooes, e
promeitendo entre outras eousas a Jo> Joaquim
Bezerra, o coniinando do batalbao: rom igual
credencial em Garuar eslava o Sr. Dr. Maxi-
muo Lopes Machado.
a Na fregueza de Quipap por exemplo, o pre-
sidente deinitiio us subdelegados, c noroeou ou-
tros ; nonieou un Joo Tiicmoieo de /tndrade, e
um Manoel Jos de Souza. Quer ver a cmara
carao eses subdelegados p ocederam ? Chegan-
do a vespera da eleicao, o subdelegado Manoel
Joao de Sou/a dirigi urna circular aos inspec-
tores, ordenande-lhes que no dia seguinte so
apresentassem com toda a sua genio armada
(naturalmente para garantir a Tiberdadc do
voto.)
Aqui est a ordem do subdelegado, dirigida
aos inspectores do quarleirao, e est a firma
reconhocida por dous tabellies. Vou Id-la com
a propria ortbographia.
Illui. Sr.Ordeno V. S. que notificando toda
sua gente do quarleirao se acliem amanha pelas
9 horas do dia em Vanellas, que tem de se pro-
ceder a eleicao de nuvos eleitoros para se crear
um sonador, c como parece querem alguina
pecoa eslrovar a dita elleicam pode vir com
elles armados para privar de algum incofa-
mento. Dos o Guarde por muitos anuos. Con-
ceco, 31 de outubro de 1863.Illm. Sr. ins-
pector de Saloubro. Manoel Joao de Souza,
subdelegado de Quipap. >
Com effeito, senhores, nesU freguezia nao
houve eleicao : foi o emprego vivo e material
da forca que veoceu expellindo os mesarios le-
iiimos. O parlido liboral tinha ahi compareci-
onvir o verccilctBin di
der quinie 'I
solhfiro Z ir baria* de i
Qtganisar o novo minislern
Senhores, o nuM6terpfle.
poder, depois le ter feito
O Su. G. Drumr
B( strang*
-
nacin

abandonen
rawa na admi-
Todos o presidentes de
lefetiSjSjKfo ficta,
^^H8^^Baus
nulos M Os cargii
acin .aos amigos da titmuco
traes do Sr- jconselbeiro-Nali
I ,110
represaatsda; ama can
eSco se fo-so marcada como exornlo a sogsjir-se
veramos pernf toda a esperanca de sor entre
ais urna realidada o systema repreaentutivo. He-,
gnou o poder o ministerio de 30 de inaio, e o seu
idlimo legado para o seu sucessor ei o decreto
de 30 d dezembro, aposentando desoHibargadores
e membros do apremo tribunal de jnstica, Me-
creto, Sr. presidente, que se podo cbainar sem es-
cmpulo verdadeift violacao da coaslituico do
imperio, menos preso do poder executivo para com
a representaco nacional II
Ch Sr. Drpotk) : E era praticado pela pri-
meira vez T
O Sr. a. Drummo.vd : Nao, o Sr. Nabuco ja
tinia feito o mntmo em 1SS6: mas a cmara
qualrienal o ?eu acto foi estiguialisado com toda a
forca pelos distiuclos iiarlanientares. Pernandes
da Canha e Gomes de Souza, de saadosa memo-
ria...
(Ha um aparte.)
O Sr. G. Brumho.vo :O Sr. conselheiro Zaza-
rias, presidente do conselbo do ministerio de 15 de
Janeiro, aquelle mesmo que ha pouco tempo de-
clarara o Sr. Sayao Lobato, entao ministro da
justica, pr pretendidas suspeitas de aposentaco
de magistrados, que o denunciara ante o parla-
mento, foi o propno por meio da forca a fazer exe-
cutar o ante-cous ilucional e violento decreto e
30 de dezembro. Gracas a Deus, senhores, a_ma-i
gistralura symbolisada no venerando barao de
Monte-Serrat, teve para o ministro da corta que
assim procedia umnon possumuse entregando
a cadeira da presidencia do arcopago brasileiro,
deixou que oulrein a aceitasse e trou;esse de rojo
a independencia da magistratura brasileira aos pes
do presidente do eonselho.
O Sr. Ermirio CoirriNno :O mal do Brasil e do
partido liberal, esl em nao haver um horaem que
saiba resistir as ordens que partem do alto.
O Sr. G. Druumoxd :Sr. presidente, os nossos
rmaos residentes na banda oriental eram rouba-
dos, e assassinados. Innmeras queixas foram di-
rigidas ao governo imperial, at que julgou con-
veniente enviar a aquella repblica urna misso
especial, sendo para isto encarregado o Sr. conse-
lheiro Saraiva. S. Exc. tnha um fim principal
que o conduzia ao Rio da Prata: entretanto, pon-
do de parte este llm, encarregou-se da miditaeao
de paz entre o governador da repblica e o chefe
Flores; que com armas na m5o procurava desti-
tuir amielle e exercer represalias pela carneficina
de Quinteiros.
A mediaeo foi regeitada; S. Exc. nao polo con-
seguir urna so repararo, um s melhoramento
para os pobres brasileiros: teve de retirar-sc dei-
xando o sen uttimatnm, no qual estava declarada
a guerra. Lpez, presidente do Paraguay, eons-
liluindo-se o arbitro da America do Sul, tendo ac-
cumulado elementos para urna aggressi lorie",
sem que o governo imperial Ihe pedisse a menor
explicaeao, ameaca o Brasil, so por ventura usa*
se de medidas euergicas contra a Repblica do
Uruguay.
Na cmara qualrienal a discordia e a divisao
appari-cia, chegando a ponto de em urna queslao
de preferencia, ser o ministerio vencido ; pelo que
o Sr. conselheiro Jos Bonifacio, julgando ofendi-
dos os seus brios, retirou-se do poder, e com elle
todo o ministerio, sendo chamado o Sr. conselhei-
ro Furtado para organisar o que tinha de Ihe suc-
ceder.
A 30 de agosto, falleceu o ministerio do Sr. con-
selheiro Zacaras, deixaudo em legado ao paiz o
despreso pela constituirlo, urna guerra externa e
devastadora de seus lilhos o de suas linancas.
riiftfiwado at pe4<
f Sr. Deputado

Eno
Mi.iG. Diu'xuoKB .: Btwpeco Hitaba i casa
paca lr o juizo critico d<4 Sr. cunselWro Zacaras
sobre esse acto do mi
tP* o
' si-n.iJor, :
jvjrno, nem
inutal por que
de bro
^ne
da iiia
de copo
Sm dos bataM
cada um
dando-se
ttlhSes env
rrr
ne ea
o ottoeenlas
afilar ctr-
ie compuuliam
sul pqlo S,r.
foi [Mil*
O mod*
[* *dendo qualquer
menta a orpreza
aira reoeaendo a
niomewo em que
jpunrw d&d o anniver-
|Brda!
o o ministerio do 1S
rembaracus de i" i
1 |rojrarnBMieraodi'/fii H>t
bem dlsse ura illnsire deputado pelo
ro; o fosse este o desojo e
.o de tododWrJtfleiro. Dorante a sia
a desuniao lavrava no seio dos seus
.ionio Me dizer-se que o ministro da
jn-tiea pretenda attar o presidente do conselbo,
e viee-wr iliam feito cott o Sr. Dias
de Carvaltib, e o propno" ministro da fazenda o
Sr. Carrio, declarara no parlamento que nao
sabia o que davia mais admirar, se o milagre da
vida desse minisleriu tao heterogneo, ou se a de-
dicacao da maioria que o sustenlava. Na sua
queda deixou o paiz a borda do abysmo, sendo
este o quar.to miuisterio qae a enmara fazie desap
Ja nossa prenda imperatriz.
foi dnsairosfl, a u ti-diplomtico, porque se
a diplomacia calca luva de pelica, aao e para
descarregar mao de ferro em um cjdadio illus-
irado, cheio de serweos, a que ao achava em
paiz esrangeiro iesempenharrao mlssao tiio im-
portante.
Imparcialidade sobre ludo ; se o nobre sena-
dor nio era correligionario poltico, aao fossem parecer, da mesma furnia que Saturno devorava
procura-lo, desde, porm, quqq pracuraram,; os sousjllhos.
para uiilisar-se de seus serveo, eantpria que TJ S. Soares Brando :Deixe estar que a


dono primeiroda, tinha vencido a mesa, o jniz- Promessas solemnes foram feitas quando sobo ao
poder; tudo se prometiera reformar; lei de 3 de
dezembro, da guarda nacional, ensino livre, elei-
cao directa, emfim o que pode desejar qualquer
idadao ; mas nem ao menos se iniciou ,vima s
dems reformas, e o ministerio a que me tenho re-
ferido, deixando o poder, alera dos doas factos. no-
torios quo acabei de precisara guerra com o es-
trangeiroe o mais manifest conculcamento da
carta constitucional, legou aos vindouros nica-
mente a lembranca de sua vida inglorial
O Sr. conselheiro Francisco Jos Furtado, orga-
nisador do ministerio de 31 de agosto, apresenlou
a cmara o programma do gabinete, e o seu car-
taz de reformas, precisando entre outros, os da lei
de 3 de dezembro, da guarda nacional, das que
entendem com o provimento dos individuos para
as pracas do exercito, das leis eleitoraes, das que
reqcm as municipalidades, administracao das pro-
vincias e instrucQo publica. Poucos dias depois
encerraram-se as cmaras. O ministerio no curto
espac de sua administracao nada de notavel fez,
senao a violacao clara e raanifesta das leis do paiz.
A guerra com a repblica do Prata, teve incre-
mento : Lpez aprisionava o vapor Mrquez de O-
linda, e recolhia a S. Fernando o presidente da
provincia de Malto-Grosso, e esta provincia era de-
vastada pelos paraguayos.
Senhores, durante a vida do ministerio de 30 de
agosto, deu-se na capital do imperio una cryse
commercial, proveniente da quebra da casa bao-
caria Souto & C, fallencia Sr. presidente, que nao
se poda duvidar do seu apparecimento pela ma-
neira porque se dingiam e adninistravam-se taes
eslabelecimentos : recebiam-se centenares de con-
tos com a clausula a vista, e immediatamente sa
do paz Ihe era contrario, mas todos os mesarios
aahiram da paraiatidade liberal ; ontrelanto,
dous dias depois o subuelegado veio com ama
forca, e expellio os mesarios legitimos.
O Sr. nos commandados pelo tonenle-eoronel Sebastiao
Lopes Guimares.
O Sr. Urbano :D'ahi dias o mesmo snb-
delegado e juz de paz cntrou na matriz com
qualro individuos, escreveu urna acta e man-
dou-a ao Sr. Silveira de Souza, que a recebeu,
nao nomearam mesa, nao fizeram acto algum
eleitoral: appareeeu um juiz de paz com qua-
tro individuos, dentro da igreja, escreveram
a- urna acta e a mandaram ao presidente, e a isto
chamou-se duplcala.
t Ora, tudo isto foi praticado pelos subdeiega-
dos que acabaram de ser nomeados adhoc, pelo
presidente do Pernambuco ; e au isto um in-
dicio vehemente, una presurapeo valento, urna
prova de que o presidente de Pernambuco no-
ineou esses individuos para fazereui o que li-
zen'm T
t Se elles foram nomeados na vespera da elei-
cao, se assim procederam, nao se deve concluir
d'ahi que obraram de accordo com as vistas,
ordens e inslruccdes quo haviam recebido de
quem os nomeou 7
Mas, senhores, faeto que o presidente de
Pernambuco se nao o ordenou. ao menos appro-
vou todos os factos que pralicou esse iibdele-
gado...
* OSr. Godoy .Factos escandaloso?, como hei
de mostrar quando me couber a palavra.
O Sr. Urbano .Como eu dizia, senhores, o
presidente de Pernambuco, ordenou ou appro-
vou todo esse procedimento do subdelegado Joao
Themoteo, e do seu companheiro ; o nobre pre-
sidente nega que tivesse approvado esse proce-
< dimento ?
Um Sr. Deputado .Elle o dir quando
fallar.
O Sr. Urbano :Pois bem : para que possa
< fallar cun mais conliecimento da causa, eu le-
re cmara urna carta do presidente de Per-
nambuco, dirigida esse subdelegado, em que
- nao s approva lodo esse seu procedimento, co-
mo Ihe agradece a prudencia e moderacao com
que se portn na eleicao.
i O $r. Godoy :Estando a minha vina e as de
otitro liberaos em perigo na presenca dos haca-
martes da gente do subdelegado,
t O Sr. Urbano .Aqui est a carta do Sr. Sil-
< veira de Souza :
lllm. Sr. Joao Themoteo de Souza.Sei que a
eleicao fez-se ahi em paz, e agradeco-lhe a mo-
deraco e prudencia com que se houve; estou
espera das informacoes que pedi sobre a dn-
plicata l'eita em casa do segundo juiz de paz.
Sonde V. S. amigo atiento e eriadoJoo Sil-
veira de Souza.
17 do novembro de 1863.
t O presidente esen-ve e este mbdlegado agra-
decendo-lhe a prudencia e moderacao com quo
se houve entretanto, o conflicto all foi tao
< grave e tao serio que na capital da provincia
por dous dias correu o boato de que tinha ha-
vido grande carnelicina naquella povoaeao, que
o tiangue tinha corrido a jarros, e as carreiras
- sauiram novas forras para assegurar melhor a
conquista da eleicao.
O Sr. Gooor : E os officios vinham diaria-
ment a S. Exc. participando-lhe os factos.
O Sr Urbano :E a um homem que proce-
de desta maneira pondo em eminente perigo a
ordem publica e centenas de vidas com as suas
tropelas e assallos a urna eleitoral, que o pre-
< sidente dirige urna carta auiigavel agradecendo-
Ihe a prudencia e moderacao com que se hou-
ve...
O Sr. Amar al k Mello :O Sr. Urbano quan-
do dizia isto era deputado feito na administracao
do presidente conquistaijor.
O Sr. G. Drummond : E o Ilustrado Sr. Dr.
Figueiredo nao estigmatisou elocuentemente o pro-
ceder do Sr. conselheiro Silveira de Souza decla-
rando que como liberal nao linha adherido nem
poda applaudir a marcha administrativa do pre-
sidente de Pernambuco? E por venlura era depu-f
tado eleito na administracao do presidente con-
quistador r Nao, senhores, nao ha razad para des-
te facto se tirar motivos para pr-se em duvida o
que foi dito por aquello distracto parlamentar.
Sr. presidente : Descrevi a maneira porque se
iizeram as eleicoes nesta provincia em 18o3, da
qual com razio a historia dir mais tarde cmo
j foi dito por um d-tinelo pernambucano, a frau-
de, a mentira, a violencia e o total desconceito do
nosso systenia eleitoral, foram o apanagio, foram os
ttulos deslas eleicdes. Eis finalmente a maneira
porque o delegado do poder executivo satisfaz a
inissao de qu foi encarregado.
Um Sa. Deputado ;Por quem ?
Sb, G. Dhjimoj : Pelo governo imperial.
liiam por emprestimo para o poder de quem ou terisa.
< o tratassem como mereca um cidadao as con-
dicSes de S. Exc.
E' Tardada, Sr. presidente, qae o nabre ex-
presidente do consemo, mi ;i tribuna dizer :
O que fez o plenipotenciario 1 Nada. Nao obte-
c ve nem aquillo que obteria a capacidad* mais
mediana. -
Ha nos-e dizer, Sr. presidente, manifosta in-
< gratido. (Apoiados.) O nobre ex-plenipotcncia-
i rio fez multo: a circularmanifestnw-exem-
po, honra a*sua intellgencia ; foi naposicao
< mais clara e bem deduzida que se fez da ques-
< tao brasileira com a banda oriental, eollocan-
do-a sob seu verdadeiro ponto de apta. Em
taes circamstaneias um diplmala nabil vale
> bem mil soldados, vale muito ; e o nobre ex-
c enviado em minha opinio prestou importantes
c servicos.
Senhores, o ministerio de 31 de agosto, cami-
nhou de abuso em abuso, at que teve lugar a
abertura da assembla geral era 9 de mato de 1863.
Ahi, no dia seguinte, as trevas do escrutinio, foi
elle condemnado, deixando o poder, perpetuando
o sea nome polas violacoea das leis eommerciaes
e outros abusos em grande escala praticados.
Escudado dizer, senhores, que nenhuma idea,
nenhuraa promossa do programma ministerial foi
nem ao menos iniciada. Foi organisador do mi-
nisterio que linha de succeder o Sr. marquez de
Olinda.o qualassumio as redeas da administracao
a 11 de maio, anniversarioda dissolucao da ultima
cmara conservadora III
Sr. presidente, nao narrarei a forma, modo e
maneira por qae foi feita a organisac) nisterio, porque isso foi devidamente publicado e
referido na cmara qualriennal e no senado : li-
mito-me nicamente a dizer que os amigos se di-
vdram, porque as pastas nao podiam chegar para
tantos.
O ministerio apresentou-se ao corno legisla-
lativo, e o Sr. marquez de Oliuda oflerecou o seu
programma, o qual era debeltar a guerra provoca-
da contra todos os direitos divinos e humanos, in-
augurada com a espoliacao, o rouboe aiaassiuato,
segundo as palavras do presidente do conseltio,
com o accreceqta'mento do sUUu quo anti bellum
do Sr. conselheiro Nabuco, ministro da justica.
O presidente do conselbo nao poda viver com
a cmara, pelo que loi adiada a 8 de jllio para i
de marco de 1866.
Compre, porm, Sr. presidente, memorar o se-
guinte :
Que urna segunda provincia do imperio, a do
ItioGrande do Sul, tinha sido invadida pela Uivi-
sao paraguaya, e a esquadra brasileira a 11 de
junho as aguas de Riachuelo tinha destrocado a
do dictador Lopes.
Fechadas as portas do parlamento, o staiu quo
do Sr. conselheiro Nabuco foi plenamente realisa-
do domillindo-se presidontes, vicos-presidentes e
chefes de polica.
Esta provincia era entao administrada pelo Exm.
Sr. Dr. Antonio Borges Leal Castalio Blanco, ma-
gistrado distinto, administrador zeloso que se
elevou a altura da sua nobre missao, collocando-se
cima das exigencias exageradas do seu partido,
fazendo desapparecer o dominio do reposteiro, e
demonstrando que nao era o editor responsavel
de actos albeios; e que ua acqoisicao da volunta-
rios, se tornou digno dos maiores elogios de.todos
os pernambucanos, enviando para o saf;'ddn6 ba-
talhes de voluntarios verdadeiramente volunta-
rios, e nao d'aquelles que s em nome assim eram
chamados; e tudo isto sem grave despeza dos di-
nheros pblicos.
Foi sea successor o conselheiro Joao Lustosa
da Cunha Paranagu, cuja presidencia s se tor-
nou saliente pelas somnias fabulosas que se gas-
taram na acquisicao dos chamadosvoluntarios
pelo grande numero de alternados que se com-
nietteram, entre os quaes figura o assassinato do
Dr. Estovad Benedicto Franca, e a polica inter-
vndo com mao armada para impedir o livre exer
cicio do poder judiciario.
fila um aparte).
O Sr.'G. Drummond :Sr. presidente, depois de
encerradas as cmaras, o Sr. D. Pedro II seguio
para o Bio Grande do Sul, alim do animar com
sua presenca a defeza d'aquella heroica provincia.
Era Uruguayana deu-se a rendicao da divisao
paraguaya ao mando do coronel Estigarriba, c
n'essa rendcao se encontrara factos dignos de ser
comineinorados. O primeiro e o mais estupendo
a chamada do general estrangeire para enraman-
dar o exercito brasileira dentro do imperio. O
segundo as condieces propostas ao general para-
guayo para que se rendesse. Resumir! estas
condieces, deixando que esta Ilustrada assoll-
blr as aprecie com aquelle criterio que a carac-
.1
cmara conservadora tambara ha de devorar
alguns.
O Sb. Lopes Machado :E s quem devora os
ministerios sao a* enmaras.
O Sr. G. Drummond : Succedeu ao ministerio
do Sr. marquez de Olinda, o de 3 de agosto, sob a
presidencia do Sr. conselheiro Zacaras de Ges
Vascoocellos. S. Exc. veio a cmara reproduzir
o seu primitivo programma, onde de promessas
nao bavia faltaalgama; mas tambera o paiz tnha
a certeza de que se nao obteria a realsaca de
nem urna s deltas. Do seio dos liberaes rompeu
o fogo contra esse novo ministerio; e o Ilustra
deputado pelo Para oTereeeu urna mocao em sig-
na! de guerra, a qual nio passou por urna insig-
nificante maioria de tres votos.
$r. presidente, era no din de 1866 quando estes
factos se passavam. O parlamento encerrava-se,
a cmara qualrienal chegava ao termo do sea
mandato: urna nova eleicao tinha de prnceder-se
no imperio. Horneas agitados para a compressao
foram nomeados presidentes para as prvidas :
Pernambuco foi designado para o Sr. Silveira Lo-
boliberal couhecido, mas um daquelles que
com a energa da palavra tinha profligado com
toda a vehemencia o inconstitucional decreto de
30 de dezembro de 1863, e lamentava a compres-
sao havida nesta provincia na primeira poca
eleitoral de 1863, citando como exemplo a nao
reeleico do Ilustre Sr. visconde de Camara-
gibe.
Um Sr. Diputado:Era porque o Sr. visconde
eslava acostamado a ir. ^
O Sr. G. Drummond :Era porque o Sr. viscon-
de exercia legitima influencia nesta provincia; e
se o* negocios pblicos corressem regularmente,
se tivesse sido urna vordade a liberdade do voto,
por mais que a presidencia fizessenao poderia
relira-lo do parlamento.
Sr. prasideule, assumodo as rdeas da admi-
nistrado desta provincia, or. conselheiro Silvei-
ra Lobo, o partido conservador nutria esperanzas
que una nova era se tinha de passtr!
Illusao amarga; que era breve desappareceut
A polica foi de novo organisada para se dar
ganho de cansa aos homens do poder, os templos
foram verdadeiros qnarteis, o elemento popular
nao interveio nesse negocio; o partido conserva-
dor foi posto extra-lege ; a compressao adminis-
trativa foi empregada cora toda a forca; o arse.
nal de guerra licou sem urna arma, porque foram
dadas aos encarregados da eleicao pela maneira
segralo: As outoridades policaes 903 Ao por-
teiro da secretaria de polica 88 : Ao juz de d-
reito de Garuar 100: Ao do Ouricury 110 : Bo-
nito 106; Goyanna 78: Buique 4o: Aguas
Bellas 31: Garanhuns 2o : Nazareth 2,'i: Igua-
rass 23: Palraeiras 36: Tacaran! 14 : Itamarac
10: Para o corpo de polica 446 : Para a guarda
nacional 3280, divididas da seguinte maneira
vida
,'overno imperial.
Anda mair/Sr.'presidente, o ministerio era lu-
^ar-de telar pelos ben* public&s t reprellonder e
punjr acuelles .qua. dalles- de*poze*sein a seu ta-
lante, manilju agralecpr ao geral.de una ordem
VeMgiosa por ter concedido a libcjdade do ventre
aos lllhas das nscravas que eslavara sob sua posse,
que aliajrff
fazenda naeional, e os eja*antos sio raer
sufrnclaarioe.
, Esn meto^^Bba^^ft adtros muitos qu
ria fastidioso enumerar, foram relatado no ro lin-
io da representaco nacional, era faro dte
uistorio nascidtquan amara estava
nar-se, e no laomeui. em >. vraba pedir a outra
approvaco da eus actos e o concurso para a rea-
lieaco d s:i poltica no futuro i fa
reptto, tlatmoronaram y partido |)
deram lugar a que os scKs mais distnctos mem
bros reconhecessem a necessidade da queda mi-
AMV, e que a governacao do paiz fosse entre-
fon as mss dos seus adversarios os conserva-
ores ; conviecao tao profunda, Sr. presidente,
que fez cora que una das illustracocs do partido
fcberat histrico, no seo da representaco nacio-
nal declarasse ser prefenvel a ascenco ao poder
ba poltica conservadora a permanencia do gabi-
nete de 3 de agosto, e ao estado critico desolador
m qua o paiz eslava sob o dominio progressista.
U.na circumsiancia, senhores, accresceu a tudo
sto. Refiro-me a escolha de um dos brasileiros
mais distinctos, um dos orna oentos da tribuna
parlamentar, urna das illustraces mais nota veis
do imperio do Sr. Francisco de Salles Torre* Ho-
mem (conselheiro de estado ltimamente nomeado
pelo gabinete de 3 de agosto), para senador do im-
perio, pela provincia ilo Bio Grande di Norte, cuja
escolla nao merecen a referenda do presidente
do eonselho, e sob este pretexto pedio a demis-o
a reaonciou o poder o gabinete de 3 de agosto,
pretexto, repito, porque a eausa real ora ouira ;
era porque o paiz estava a bracos cora urna guer-
ra mortfera verdadeiro cancro que exauna as
suas linancas e tirava-lhe seus filh s ; e o minis-
terio de 3 de agosto que ja tinha amortecido o es-
pirito publico nao podia com fcilidade formar ba-
talhoes para oppol-os ao despota do Paraguay.
Era porque a erise era immensa, as linancas se
achavam no mais deplontvM estado, a banca-rota
oatia as portas, a representar) nacional estava
dividida em dous corpos cinteado numero quasi
igual de combatentes toninW'difnYil seno ira-
possivel a realisaeao de qaaesquer medidas que
a salvacao do estado podesse exigir. Era emfim
por estas razoes, o nene estado de calamidades
3o o ministerio de 3 de agosto renuneiava o pq:
er eahndo com elle a noli tica progressista.
Sr. presidente, tenho ai aqui feito o histrico
dos seis annos em que o rgimen do progresso di-
rigi o paiz.
Fassarei agora a mostrar como teve lugar a or-
ganisaeaodo ministerio do Sr. conselheiro viscon
3e de Itaboray, atitn de convencer ao nobre deputa-
do pelo di a solucao da criso ministerial que deu lugar a
queda do gabinete de 3 de agosto.
Sinto -me, porm bastante incommodado, o nao
posso hoje continuar. Desejava que se me conce-
desse licenra para concluir o met discurso ama-
nhaa.
0 Sr. Gosg.ALVEs da Silva :0 nobre deputa-
do est incommodado?
O Sr. Amtnthas :J fez a biographia : varaos
ver algr.ma cousa de novo.
0 Sn. G. Drimmond :Eu promelto ao nobre
deputado que anianha responder! aj nobre col-
lega pelo 2 distrcto, e tirarei a concluso de tudo
quanto disse hoje.
O Sr. Amy.nthas:Pols estava fallando raui
era.
O Sr. G. Drummond :Nao Ihe podia agradar a
minha linguagem ; mas emfim refer o que estava
na consciencia publica. Espero, poij, que o meu
pedido ser satisfeito. Tenho por hoje concluido.
cional pa ca
muro da q
casa sonbora
om'ess in
nado o dan
dar busca de outra forma.
Nio
conquistada,
frante e pelo
attetrter l que haviam na
Hkwain assostar-se
.UUaais anda que,
i nem raoralisado, se devi:*.
m. Nao pnjunfMam
>^Br pess^BiMn
O Befe do MKia,
as foi-nos narrad
pedimos ao Sr. Dr.
mnbsceoiM muiu
synJicar desw fac-
ado, deve acarrelar
forte reprimenda.
a ronda a 11C ,
Bordia, que
ii/i1", entrado da
W segointes:
seguiule:
220
72o
792
30
451
100
loo
100
2iO
20
35
23
34
nao tinha fundos sulicicntes para remlr a obriga-
cao contrahda, ou alias s o podia fazer mu len-
tamente.
Declarada a fallencia, o terror se espalhava na
capital do imperio e o governo imperial entendeu
que devia orapregar molos para o seu desappare-
cuienlo.
O ministerio assumio a dictadura, nao para pro-
teger os credores, cuja fortuna desapparecia; mas
sra para com o poderoso manto salva guardar aos
devedores remissos. Nusse intuito, diversos decre-
tos foram expedidos : um suspendendo por ses-
senta d;as os vencimentos de todas as letlras, no-
tas pronissoras e quaesquer outros ttulos eom-
merciaes, e trabem os protestos e recursos em
quantias e pr^cripcies dos referidos ttulos.
Assim pois, com esta medida o governo impe-
rial desobrigeu a devedores do pagamento om da,
estabeleccndo este favor para bonse inos, e prin-
cipalmente para aquelle* que embora tenham
meios, s o cumprem cora receio de protesto.
O seguudo decreto, foi a noraeaco de flseaes
por parte do governo para liquidacao das casas
bancadas, sendo remonerados pelas massas falli-
das.
O tereciro finalmente foi a autorisaco para as
concordatas araigaveis dependentes da homologa-
cao dos jalees eommerciaes, limitando-se o papel
desses iuizes ao de simples contador de votos, su-
Seitando-se d'est'art os direitos e os bons dos cre-
ores ao arbitrio e capricho dos dous tercos, nao
s de crditos verdadeiros, mas at de puantasti-
cos; e foi tal a balburdia que nesse negocio hou-
ve, que at avizos appareceram revogando decre-
tos. Haja Vista o de 27 de dezembro de 186o.
Sr. ppesidente, o ministerio do 31 de agosto
anda se fez notavel por dous factos que vou refe-
rir:
I.0 Havia urna questiio de limites entre as duas
provincias de Santa Catharina e Paran. Esta ul-
tima provincia pedio a assembla geral urna de-
uiarcaeao, afim do por urna vez extinguir quaes-
quer duvidas. No senado o projecto leve discus-
so, o com a emenda foi derolvido a cmara dos
depulados. Nesse entretanto, o presidente da pro-
vincia' de Santa Catharina procurou alargar os
seus dominios, e o governo imperial por om de-
creto deraarcou a seu geito as duas provincias,
fazendo a esta ultima soffrer a perda de povoa-
dos que foram seas e que nunca foram contesta-
dos.
O f facto o seguinte :
0 conselheiro Jos Maria da Silva Prannos, foi
em missao especial ao Rio da Prata ; e gracas ao
seu tino diplomtico fez apparecer o brilhante de-
senlace da guerra que sustenlava naquelle lugar
com o convenij de 20 de fevereiro.
Nesse convenio, senhores se va a honra e d-
gnidade nacional salva-guardadas, e promessa
solemne de que veriam satisfeias todas as exigen-
cias consignadas no ultimtum do Sr. conselheiro
Saraiva.
O governo imperial approvou o convenio, de-
mittio porm bruscamente a esse Ilustrado con-
selheiro, dando-Ihe assim a remuneracao pelos
serveo relevantes que acabava de prestar a cau-
sa publica I!
Lm Sa. Diputado :Por quem foi demittido ?
Sao as secuintes: Primeira : O coramanaanle
de urna praca sitiada deve desligar a sua sorte da
dos seus soldados. Segunda : Smente se pode
combater quando lia ^probabilidade de trium-
pho. Terceira : Que um general pode desertar
o abandonar o seu posto desde o momenldj que o
inimgo Ihe alfirma que o seu governo tyrano,
e procura reduzir condicao de escrayos os seus
compatriotas.
Sr. presidente, abrio-se o parlamento em 1866; |
c o ministerio de 12 de maio sem ter realisado
urna s das reformas liberaos, resigneu o poder,
deixando como teslemunho de sua passagera cssa
rendico de Uruguayana de que a pouco fallei, e
0 desastroso emprestimo elfectuado era Londres.
Direi alguina cousa sobre isto.
Realisou-se, Sr. presidente, essa operaco de
crdito da seguinte maneira : levantamos......
5,000:000 libras sterlinas, e emttiraos ttulos a
74 com juros de 5%: a araortisaco seria de
1 o- sendo o completo pagamento em 37 annos.
Reduzamos a cifras :
Capital recebido........... 5,000:000000
Despeza de corretagem e
couimisses............ 147:000*000
o,li7:000*000
6,963.:613*000
Reduzida esta sorama a uossa nioeda, v-se que
Capital nominal
obrigamos.
a que nos
recebemos.
Que as despezas
de................
para a
44,440:000*000
recepeo foram
1,(11:113*320
Total..........
Mas o capital nominal .....
Juros de o % capitalisados na
amertisacao de 3 % em
annos.................
Cominisses e oulro3 encar-
gos e differenca na mora
calculados no mnimo
de 5 /o...............
45,731:113:320
61,892:392:344
74,494:349*800
3,694:626*615
Rs
Encargo' real.
139,481:771*759
13,730:638*439
Doste calculo v-se, Sr. presidente, que tendo
o emprestimo sidoquarenia e qualro nilhues qua-
trocentos e quarenta mil contos, somos obrigados
a pagar cento trnta e nove railhoes quatrocentos
e oitnta e um contos setenta e ura mil setecenlos e
cincoenta e nove ris, no decurso de 37 annos.
Nesta provincia, Sr. preridontc, o delegado do
isterio de 12 de maio, fez notavel a sua cora-
abrindo os cofres pblicos para a acquisi-
voluntarios: creava batalhoes e nomeava
^^Bandantes e ollciaes quando nem ao menos
tinha pracas para compr urna compankia; e
assim remetteu para o Rio cinco ou seis batalhoes
qpe em numero nao forma varo dous, dspendendo
na organisaclo de taes batalhoes que se compu-
nham de duzentas e tantas pracas cada om, cinco,
seis, e oito vetes mais do que despenden a sea
illusjrado antecessor o Sr. Dr. Casiello- Branco,
1. batalbao da arlilharia
1.* de infamara........
2. dito................
3.* dito................
4." dito................
3. dito................
6.-dito................
7. dito................
.A dito................
tOdito................
18 dito.................
*3dilo.......:.........
23 dito................
26 dito................. 30
40 dito................. 190
43 dito................. 16
Ao coramandante superior da guarda nacional
do Kio-Formoso 42. Ao de Santo Auto 30. Ao
de TacaraUi 7. Ao desucamento de Olinda 30.
Era fim, senhores, o homem que tinha profligado
a administracao do Sr. Silveira de Souza, peles
abusos praticados nesta provincia, veio reproduzi-
los com o maior escndalo posskel, a ponto de oc-
casiouar a retirada de um dos distinctos membros
do partido liberal, o finado Dr. Faltosa, de saudosa
memoria; e para prova do que levo dito, eu lerei
ainda urao vez a carta de despedida desse Ilustre
pernambucano:
E urna vez que para V. S. como para mira,
o elemento popular a base e o fundamanto de
sua existencia poltica, posso afllrmar a V. S.
sera modo de errar que as combinaces polit-
cas da actalidade em Peruarabuco, o eleirento
popular se acha reduzido a un papel bem In-
< significante. Assim nao podendo em conscien-
ca hostilisar o gabinete, e nao podendo acora-
panhar a marcha Uo partido nesta provincia,
pela maneira porque os directoras deste o tem
compeebendido, so me resta conservar-rae na
obscuridade do meu gabinete, onde sou susten-
udo pe a conviecao de haver compreheaddo o
meu dever.
Com muito pezar, pois, sustento a abstenco
a que rae refer em milia#priraeira carta, soii-
citando de V^fi., continu honrar-me cora a
sua particular araisade, e pondo a disposico da
i V. S. toda a nullidado de meu presiim). *
tenho a dstincta houra de confessjsr-me do
V. S. amigo ltenlo e obrigado. Dr. Antonio
Vicente do Nascimeulo Fetosa. 13 de Janeiro
de 1367.
Mil setecenlos o setenta e seis pracas foram
destacadas no interior da provincia, alm do rail
e trinta quo permanecern! na capital, emfim, a
eleicao foi feita, e treze nfaatcs, como qualioou
o nobre deputado polo 2' distrcto, foram euviados
para a represontacao nacional.
Sr. presidente, aiuda depois de linda a eleicao
infligi penas a empreados pblicos encaneci-
dos no sarvico. pelo crirae de nao adberirem a
sua poltica, aemittindo o admnistrador do consu-
lado, procurador fiscal, e outros. ; E i.lim, praticou
o mesmo nesta provincia, que o Sr. Siiveira de
Souza, a quera tao acremente tinha censurado,
pelo que chamava urna das folhas que se publi-
cava nesta cidade a este ultimo o novo deraocrito,
pele facto de rir-so constantoraento quando se
encontrava com o presidente da provincia.
Sr. presidente, : em maio de 1867, abrio-se o
parlamento, e o ministerio veio a cmara qua-
triennal receber as congratulaccs dos amigos e
correligionarios. All, porm, soffreu raanifesta
cotraried^de. Na resposta ao discurso da cora
o ministerio foi aecusado pelos proprios amigos,
pelo abus escandaloso que praticara na conces-
sio das gracas, reduzindo a raoeda ou a prego
certo o premio devido, ao mrito a aos servicos ;
peio contracto torpe havdo entre o miuisterio e
os criminosos de Fernando concedendo-llies o
perdo, recebendo elles em troca a farda o a ar-
ma do soldado ; pela emisso sinistra de papel-
raoeda que dea lugar a baixa do cambio cambio e
a redueco das fortunas particulares, o finalmen-
te pela necessidade que dizia ter em face do dficit
oneroso de emittir nova l.;va de papel moeda ate
prefazer a quanta de vate mlhdes de contos.
Quasi dous se passarara, Sr. presidente, o minis-
terio de 3 de agosto nehuraa s das ideas de re-
forma do seu programma procurava realizar. Na
cmara qualriennal a qpnosico dos histricos se
augmentava; e all as lucias da tribuna produ-
zam para o imperio a verdadeira csterlidadc. Na
cmara vitalicia, a maioria continuamente de-
monstrava os erres e defeitos do gabinete de 3 de
agosto, levando at a evidencia que elle nao po-
dia por mais tempo dirigir a governacao djj esta-
do. Na falla do throno de 1867 e 1868, se annun-
ciava a extinecao do elemento servil, sem que
para sto estivesso o paiz preparado ; annuncio
sem necessidade, porque nem ao menos se iniciou
urna s medida para a sua realisaco. Com a mais
raanifesta violacao da carta constitucional, o mi-
nisterio concedeu a liberdade aos escravos da aa-
co, exercenda assim urna attribuicao que nao
era sua. Por um decreto a provincia do Rio,
Grande do sul foi retirada da comraunho brasi-
leira, deixando de gser representada na cmara
EEVKTA DIAEUL
AUGUSTOS VIAJANTES.-Devendo passar para
a Europa no vapor ouro, SS. AA. os Srs. duque
e duquezade Saxe e seus lilhos, e sendo provavel
que des%mbarqaem durante as horas de demora
do vapor em nosso porto: S. Exc. o Sr. vice-pre-
sidente da provincia nomeou dua* comraissoes,
tuna para pGaaarar o palacio da presidencia, o ou-
tra para cotmdar senhoras para receberem S. A.
a Sra. duqueza.
/A primeira commissao compe-so dos Srs. Dr.
Ignacio Joaquim de Souza Lefio, bario do Livra-
inento e Candido Alfonso Moreira ; e a segunda
dos Srs. coronel Domingos Alfonso Nery Ferreira,
desembargador Jos Pereira da Costa Motta e
Francisco Mamcde de Alraeida.
Logo OjipSS. A A. leclarera nue querem desem-
barcar, Hr icada una bandeira no mastro da
torrenarsenal de marraba, dando a fortaleza do
Brum tres tiros com pequeos intervallos, aflu de
que o pubiieo seja instruido do lisongero proposi-
to de SS. AA.
NAVIO DE GUERRAProccdent do Rio de Ja-
neiro, chegou hontem a canhoneira de guerra
americana Kansas, coniraandantc Henry rben, j meltendo
montando 9 pecas e com una guarnico de 121
pessoas. Veio tomar carrito e segu para Ncw-
York.
DIA ONZE DE AGOSTO.-Os alumnos do l.
anno da Pacaldade de Dimito festejaran] hontem,
na matriz de Santo Antonio, o anniversario da
creaco das academias de direito, dando a lber-
dado a tres enancas do sexo (ementan.
s 11 horas da manha.estando a igreja replec-
la de galas, e cheia de liis de todas as gerarchias
o Rvra. Sr. Dr. Joaquim Graciano de Araujo bapti-
sou e poz os santos leos aos prvulos Mara, Ma-
xmiana e Capitalina, sendo seus paranymphos os
Srs. Drs. Antonio da Vasconcellos Menezes de
Drummond e Jos Antonio de Figueiredo, lentes
da Faculdade. e o Sr. tcnente-coronel Francisco
Carnoiro Machado Ros Jnior, commandante do
corpo de polica.
Concluida a ceremonia, pronunciaram palavras
de felicilacao e uncorajamento os Srs. Drs. Figuei-
redo c Drummond, acadmicos Quintiliano Borges,
e Moncorvo Lima, por parte das sociedades N-
cleo Pliilosophico e Dous de Julho, e os Srs Victo-
riano Palhares e Justinianoda Silva, por parto das
sociedades Gremio Dramtico o Gremio Philoso-
phico Litterario ; terminando o acto por diversos
irechos de msica executados pela banda do corpo
de polica.
Foi urna festa magestosa e sublime, pela qual
felicitamos aos seus propunadores.
NCLEO PHILOSOPillCO UTTERARO. Era
consequencia da copiosa chuva que cabio no do-
mingo ultimo, deixou de funecionar esta socedade
o que tora lugar hoje pelas 3 horas da larde.
THESOUREIRO DAS LOTERAS.Tondo ayan-
cado licenca para ir a c'irte o Sr. Antonio Jos Ro-
drigues de Souza, deixa era seu lugar o seu rmo
o Sr. Jos Rodrigues de Sou7.a.
GABINETE PORTUGUEZ DE LEITRA. A
convite da directora desta sociedade, deve hoje
reunir-se pelas 6 horas da tarde os Srs. socios ef-
ectivos, que tera do eomnor as commissoes de re-
cepeo e de decoraoao para a festa anniversaria,
([ae'fo transferida para um dos prximos domin-
gos, visto nao poder ter lagar como do costutm
a 15 do correle, em consequencia da nova illu-
minaco a que se est procedendo nos sales do
mesmo gabinete.
LARGO DA ASSEMBLA.Inforraam-nos que
contina o trafego de encher pipas e barris com
agurdente neste largo, apezar das continuados re-
cfamaefles, impedindo-se o transito uo s com es-
ses objectos, como com arcos, vimes e cascos va-
stos.
TRAVESSA DA MADRE DE DEL'S.Proprieta-
rios e moradores desta travessa reclamara o promp-
lo calcaraento d^lla, attendendo-se que ra de
grande inoviraento commercial, e alera disso que
o imposto que devem elles pagar pelo calcamento
cobrir sem duvida o seu valor material. Pare-
cendo-nos justo o pedido, apresentamo-lo auto-
ridade competente paca que Ihe d favoravel defe-
rmenlo.
INSTITUTO HISTRICO E PHILOS0PH1CO.
Funcciona hoje sta sociedude era sesso extraor-
dinaria
CIDADE DE OLINDAInformam-nos que lti-
mamente se deu era Olinda o seguinte facto, que
merece ser syadicado pelo Sr. Dr. chefe de po-
lica :
Um moco de 26 annos, tendo pretendido casar
com urna moca, o pai deilo se declarou em com-
pleta opposicio, sem motivo plausivel. O moco,
recelando um acto menos pensado do pai, horaem
virulento, oceultou-se. Nao podendo o pai desco-
bri-lo por meio de seus agentes, raplorou a pro-
leccao da polica, que se prestou a dar busca em
quauta casa Ihe fosse indicada al encontra-lo.
Sendo indigitada polica a casa de um amigo
do moco, mandn a auteridade cercarla antro 10
e 11 horas da manlia, para se dar hojeas at em
bahd.5 gavetas, entrando as pracas da guarda na-
to, (| i : lo a-: i
i auto i menos an
, I.TKH^ A one
Iejelici^H^Snta Casa
porra n
PASSAGEIROS.-On^H
l'aralwlia. rffmxe S^H|^^^
Joo RoJolpho Gomes, Antonio Martn* de Pa-
ria, Jos Antonio Pereira da Canha, Victoriano An-
tonio, Antonio Pereira da Silva C. Jnior.
CEMITERIO PUBLICO. Obtuario do dia 9 de
agosto :
Manuel, 'eruambuco, 3 mezes, S. Jos ; es-
pasmo.
Jos, frica, 63 annos, solteiro, Santo Antonio ;
congesto cerebral.
Mara, Pernarabnco, 32 annos, Boa-vista; tubr-
culos pulmonares.
Luiza Florinda, Pernarabuco, 63 annos, S. los ;
bepalite chronico.
Manoel, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos; eonvul-
ses.
Cecilia, Pernambuco, 9 mezes, Santo Antonio ;
denticio.
Paulo, frica, 50 annos, Recife; gaetro inte-
rile.
. 10 -
Julia, Pernambuco, 4 mezes, Santo Aatonio;
convulses.
Alexandrina Mara da Coneeico, Pernambuco,
37 annos, solleira, Boa-vista : gasttite chronico.
Maria, frica, 70 annos, solleira, Santo Antonio ,
ascite.
Urna mulher cujo nome ignora-se, exposto j
inorta, Boa-vista ; malestias intestinaes.
Maximiano, t'ernambuco, 2 mezes, Santo Anto-
nio : totas convulsa.
Jos Cerdoso da Cunha, Portugal, 21 anuo, sol-
teiro, Boa-vista ; tubrculos pulmonares.
Joo, Pernambuco, 2 annos, S. Jos ; vermes.
Chrispim, Pernambuco, 10 dias, Boa-vista ; es-
pasmo.
(HRONRA JIDH1ARH.
THIBr\tL DO COHMISRCIO.
ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 9 DE
AGOSTO DE 1869.
PHESrDKNCIA DO EXM. SR. DRSEXBAIlG.UXm ANSELMO
FRANCISCO PKRKTTI.
A"s 10 horas da manha, reunidos os Srs. dipu-
tados Rosa, Basto, Miranda Leal e barao de Cruan-
gy, S. Exc. o Sr. presidente declarou abert i a
sesso.
Lida, foi approvada a acta da sessao da >.
EXPEDIENTE.
Offlcio do presidente c secretario da junta dos
corretore, datado de 7 do correte, apresentan-
do o boletim commercial da semana prxima li-
da.Ao archivo.
Jornal Oficial de n. 177 i 182.A.) archivo.
Ao Sr. deputado Basto foi distribuido O livre
Copiador de Joaquim Gerardo de Bastos.
Foi assignado pelo Sr. presidente um offlcio di-
rigido ao administrador da recebedoria, em que
se Iho remelle copia dos otarios dos agentes de
leiloes Marlins, Pontual, Simes, Euzcbio, Pinto,
Pestaa, Guimares & Olivcira, ucompanhai.il*
tambem por copia as relacoes que Vioram ioelnsas.
Pelo Sr. secretario foram Armados 2 officios que
dirigir aos agentes de leiloes Pinto e Peslana en-
viando-lhes copia do parecer do Sr. ilesembarga-
dor fiscal proferido sobre a materia dos officios de
ditos agentes.
DESPACHOS.
Requerimento de Gamlolfi & Camaragibe, pe-
dindo para que se registre nosle meritfssimo tri-
bunal o contrato do sociedade que estabeleccran
em um hotel.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Dito de Joo Bernardo d Rogo e Francuco An-
tonio de Garvalho, pedindo o registro do distrato
social relativo a luja de fazendas n. 2't da roa No-
va desta cidadeVista ao Sr. desembargador
fiscal.
Dito de Antonio Henrique de Arau.o o Vicente
Pereira Tavares, pedindo tambera o registre do
contrato que juntara de capital e industria em ura
eslabelecimento do taberna ra Forraoza o. 1!.
Vista ao Sr. desembargador liscal.
Dito de Bernardo Jos da Silva Guimares apre-
sentando a registro nina procurarn bastante dan-
do poderes aos individuos nella mencionados para
gerirem todos os negocios de sin esa commer-
cial.Rogstre-se.
Dito de Veras A Barbedo, assoeiados em eom-
mercio de consignacoes e para huerem negocios
de conta propria e alheia, offerecend> registr o
respectivo instrumento de contrato.Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
Dito de Francisco Ferreira da Rocha Leal, sub-
registro duas procuracoes bastantes
consltuindo procuradores que durante sua ausen-
cia na Europa tratera de seus negocios quor par-
ticulares, quer relativos a firma social de Roclia
Leal & C.Registrem-se.
Dito de Antonio do Moura Rolim pedindo coni-
dio de ter ou i\:u sido registrada em dezembro
de 1864 a nomeaco do seu guardalivros Jos
Cantono Baptista dos Santos.Certfique-se.
Dito de Cypriano Francisco Cardozo, pedind v
que so mande registrar a nomeaco. que junta,
de seu caixeiro Jos Ignacio Soares, Brasileire.
Registro-se.
Dito do Antones Guimares & C, pedindo tam-
bem que seja registrada a nomeaco. que junta,
de seus caixeiros Laurentino Jos de Paria S-
mes, Pergenlino da Cunha Albuquerque Pinhei-
ro e Atitano Jos da Costa Castcllo Brauco.Re-
gstre-se
Dito de Augusto Candido de Atbayde Sciaas,
pedindo tambera que seja registrada i nomeaca*,
que apresenta, de seu caixeiro Jos Mamedc d-
Brito Fonseca.Regstrese.
Dito de Melquades Manoel dos Sanios Lima,
Eedindo matricular neste tribunal o seu caixeiro
rasileiro Hermenegildo Vctor de Almeida Portel-
la, csja nomeaco apresenta.Registre-so.
Dito do Manool Ferreira Tinto Malbeiro, pedin-
do o registro da nomeaco, qne junta, de seu cai-
xeiro Joo Jos Augusto Pereira da CostaRe-
gistre-te.
Dito de Alves & C, assignado por sea procura-
dor F. F. de Novaos, cuja procuracao se acba re-
gistrada ueste tribunal, pedindo que >e admita .i
registro a nomeaco, que junta, de seu caixeiro
brasileiro, Jos Marques dos Santos Aguiar, c que
seja iluminada do respectivo registro a nomeaca i
de Luiz Jos da Costa e Silva, que dcixoa do ser
seu caixeiro.O que assiguou a peti;o, o no-
meaco, junte proeuraco dando-lhe para isso po-
deres.
Dito de Jos Francisco do Rogo Rangel, pedin-
do que seja matriculado o seu caixeiro Ulysses
do Reg Rangel, cuja nomeaco aprsenla.Re-
gistre-se.
Dito de Cunha & C, pedindo o registra da no-
meaco, que juntara, de seu caixeiro Joo Evan-
gelista da Silva Braga.Regislre-se.
Dito de Andrade & Mello, pedindo o registro
das noraeaces que apreseutam do seus caixeiros
Manoel Benvenuto de Vasconcellos Castro o Jco
Fernandos do Barros. Gomo requeren).
Dito de Tho i az Francisco de Salles Rosa, pe-
dindo o registro da nomeaco de seu caixeiro
brasileiro Manoel Soares Mariz.Regislre-se.
Dito de Margues, Barros & C, pediudo o regis-
tro da nomeaco que os commerciantes do Cear
Joaquim da Cunha Freir 4 Irrao deram ao seu
caixeiro Christiniano Ander Egg, Suisso.Os que
assignaram a petizo, juntera procuracao dos que
fizeram a nomeaco.
Diio do agente de leiloes Francisco topacio Pin
lo, pedindo licenca para ir ao Rio-brande do
Norte effectuar um leilo do casco, mastreaeao a
parte do carregamento salvado da barca fraiecza.
Alphoresine, encalhada no banco de Pedras das
Garcas, para o qual fra autorisado polo respecti-
vo cnsul.Vista ao Sr. desembargador sca).
COM I.NIORMACAO DO SR. DESEMBABGADOn FKCAL.
De Jos Mara Ramonda, fazendo deelaracao dos
socios oomraanditaros.A deelaracao que o sup-
plicanle fez no requerimento de quem sao os so-
cios commandilarios, deve ser feita por os socios
era escriptura publica como o contrato.
De Cactano Cyriaco da Costa Moreira e Joa-
quim Francisco do Espirito-Santo contrato de so-
ciedade.Salisfacam a ultima parte do art. 302 %
4 do cdigo commorcial, o que feito volteni.
De Paulo Leite Ribeiro e Manoel Pereira de Gar-
valho Sobrioho, contrito de sociedade.Regis-
lre-se.
De Jos Pinto de Magalbes e Germano Pinto de
Magalhies, lambem contrato de sociedade.Re-
gistre-se.
De Viviano da Silva Caldas, oppondo-se v> :-
,
-I
A
-
n
(





fiitro .'** fra wUl > r.orTb-S
de Sonna.(Adiado
dcputadu.)
A DI',
Autos d n; jo
lln ;i (;.::):! [i1! l.i I; Dmck.'r & Barroso,
votando contra os Srs. dep
Aria de Crttaogy.
1 Leite fiflnares.
Jeputadf--
Da.i a li ira Jo costume o Exm-Sr. presidente
?nccrrou a scssm^ i,.,. ^~

Diario de Pernambuco Quinta feira*
-(A#a
Hua da Moeda.
Prlmeiro and.ir do sobrado n. 37.
COMMERCIO.
PRAf;A
DO RECIPE 11 DE AGOSTO DS 181
AS 3 I/i IIOKAH BA TAM8.
Gamiiio sobre Londres 90 d/v. 18JS i orJ
UOIHl.
Cami tngal90 d/v 180 0|0 da premio |
lIlOMll'IU .
Canil.o sol r o P.io de Janeiro = lo d/v. 3|'i 0|0
di! I lOlItl'OH.
?>.'scouto cu ietnisdi! :t ui 8 00 ao anno
Sobrado de dous ailare- n. 21, uleni 0*000
Pleo do Pe raizo.
Casa terraa a. 19 ^? I* 19f000
Ra Jifa tula.
Casa terrea n. 27...... 144*000
I Mfl^a d:l Cacimba? d k> t
Hem dem n. 13...... liCiOOO
Una do Vigario.
!. andar do sobrado a. 17. \ *0>00o
Madre de Den?.
ELESGO B-A GOMPAKHN
nf Primas d mas,
de i\g
sobrado de um andar n,'.. .
Ra da Pilar. .
ea n. 105 .............
3GOSOO0
(houtrme :
f, J. Silveira
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
Caixa Filial do Banco
d Brazil.
. A caixa filial do Banco do Braztl em Per-
nambuen em liquidaco paga o 31' dividendo
das acroes do Banco do Brazi! inscriptas
nesta caixa, a razo de 9-5 por acrao.
Beotfe, ldujuluo de 1860.

H6000
ouooo
202(I0(I
203*000
lo0*000
llendimento do
Idetn do di a 11
AWAMEGA
dia t a 10 .
212:177*1150
l:!)3t*1!
229:131*63
MOVIMIENTO iA Al.l'ANDEi-A
Voluntes entrados com lineadas 178
dem idem com trmeros J02
com gneros
Volumes sabidos com [azandas
dem idos covi poneros
-----570
120
481
----- COI
UaacarroRam boje li de agosto
ftarea franc'iaCautilHieresd>)i'ia<.
arca ingliza.Tubiim mercaduras.
Itriarii} ingloz WW ai ireadrias.
l'ataeho tegiez YeoUtedem.
ECiinanort"-alIaua i',V,/ :-'.' '
Hrgnc suecoAanetttboado.
Briguo ingle/..lb*MMl>?b:iealii:n.
Rrieuo nacional .itatlMa i#clianr.ie.
Barca li"<|ianMa Viroeatr*ia A'.v.i//vulio*.
I5ECEUEDOIUA DE RBH INTEHAS GE
RAES DE renJRIBt'A).
endimonto do dia t a 10 17:218*076
idea do da 11...... 762*367
17:980.1443
CONSULADO PROVINCIAL
ttendimento do da 2 a 10.
tdein do da 11.
30:162*777
656*379
30:8195456
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 11.
Parahvba18 horas, vapor brasileiro Parahi/ba,
de 10 toneladas, coiiunandaote Mello, equipa-
pagem 17, em lastro ; a companhia Pernambu-
caaa.
"Rio do Janeiro 5 dias o ineio, vapor de guerra
americano Kamsas, commandante Henry Er-
ben. Veio receber carvo segu para New-
York.
Rio-Grande do Sul 21 dias, biata portuguez
Villa-Flor, de 199 toneladas capilao Manuel Pe-
reira da Silva, equipagem 10, carga 10,000 ar-
robas de carne secca; a David Ferreira Bal-
thar.
Navio saliido no% intimo dia.
AracatyIliate brasileiro A'oro luventicel, cap-
to Vicente Ferreira da Costa, carga difforentes
gneros.
EDITAES.
Perante a cmara municipal dc-sta c-
dade, estar em pra<;a em os dias 11, 14 e
18 do crente, para ser arrematada poi-
quen, menor preco oTerecer, a obra dos
roncertos de que necessita a ponte do Luca
sita a estrada do mesmo nomo, oreada na
quantia de 880-5000 ; aquslles que preten-
deren! arrematar, habilitom-se na frraa
da lei, e compareeam no paco municipal em-
os dias mencionados.
O orramento da dita obra, acha-se na se-
cretaria da mesma cmara, anda ser apo-
sentado as pessoas que o quiserem exa-
minar.
Paco da cmara munic'pal do Recife, 4
de agosto de 1869.
//nado Joaquim de Souza Leo.
Pro-presidente,
franetsco Canuto da Uoa-Yiagcm.
Secretario.
DECLARACOES.
Manta Casa da Misericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recite manda fazer publico que na
sala de suasjsessoes, no dia 12 de agosto, pelas
(|uatro horas da larde, tero do ser arrematadas
tres anuos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra do Encantamento.
Sobrado de dous.andares n. 3. .
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47.....
dem n. 49.......
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 3ft......
Ra do Calabouco.
dem n. 96......
dem ii; 94......
Sitio ii. S nol'orno da Cal.
Os pretondenles devero apreseotar no acto da
arrematacao as snas flaneas, on comparecerem
aoimpanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 3 i dojulbo de 1869.
escrivao,
________ _____Pfrfro Rn/trigius de Smm
CI1PO PUOVISOIUO DE POLICA
Nao tondo sido realisado o contrato do for-
j.necimeato de 400 fardamentos de panno azul para
uso deste corpo (bonei, farda e caifa), novamente
se convida as pessoas que se qulzerem propor aa
dito fornocnieiiio. apresenlarem nesia secretaria
snas propostas al ( da 14 do correnlc.
Secretara do curpo provisorio de polica, 9 de
agosto de 1869.
O secreta ro,
Jos Gcraldo de Lima.
Le cnsul de France sous-
sig a rhoiineur
de convier Ise Franeis rsidant Pemam-
buco, att Te-D ettm<\a\ ser chant d-
manclie 15 ilu cooraat, 1 lieure de l'aprs
midi, dans .l'Eglise Notto Dame dtt Para-
so, l'uccasion d>; la fte de S. -M. l'Em -
percur Napolen III.
II espere que, celie anne, comme toutes
les autres, lis voudront assister en grand
nombre celte solemnil etmanifester ainsi
i'altacMment qu'ils conserve, t la France
et au chef qu'elle s'est donn
Le Cnsul de France,
___________Osmin Laporie.
O inspector interino da alfandega faz publi-
eo, que no dia 16 do corrente, depois do meio dia
porta da mesma roparticao. ser levada hasta
publica, livre de direitos ao arrematante, urna cai-
xinha da marca C. 1- e C, vinda do Porto no brigue
portuguez l'nulfi, entrado em 20 de julho prximo
pass^do, eontendo trese klngrammas de rotulo*
de papel a 2*666 o kilogramma34*658 rs., a
qnal fui abandonada aos direitos por Cunta li-
maos de C.
Alfandega de Pernambtieo, 11 do agosto de
1869.
O inspector interino,
_______________L. de C. Pues de Andradt.
Consulado de Portugal
Correudo por este consulado o inventa-
rio do finado subdito portuguez Jo5o Bento
Para, slo convidados, em virtudo da con-
venci consular, todos os credores daquelle
finado, a apresentarem suas contas neste
consulado, dentro do praso de 15 das para
serem conferidas.
Consulado de Portugal em Pernambuco
aos 10 de agosto de 1809.
O chanceller,
Animes Gttimaraes.
Em conformidade com o disposto na
convenci consular, convidam-se os credo-
res da tinado Padre AugusHBMaria Ferreira
Botlho a apresentarem neste consulado as
suas contas dentro do praso de 15 dias afim
de serem verificadas
Consulado de Portugal em Pernambuco
aos 10 de agosto de 1809.
O chanceller,
Antunes Guimares.
Sao convidados pelo presente, em con-
formidade cora o disposto na convenco
consular, todos os credores do finado sub-
dito portuguez Antonio Teixeira de Farias,
fallecido na cidade de Olinda. a apresenta-
rem neste consulado dentro do praso de 15
dias, as suas contas para serem verifica-
das..
Consulado de Portugal em Pernambuco
aos 10 de agosto de 1809.
0 chanceller,
Antunes Guimares
Lwnbardelli. det arista' le du sexo Xkumiiuo ; ruyetif lo
Gialdni ; ntaVhlnsta, Sr. lloara ; al!
calmi ; ponto, Sr. Bcltram.
Vestuarios, scenarios, musioj iUmees
\de scenas, etc., etc. Tudo loi
pressamente pelos artistas rrrai
0 desejo mais ardentc da
dar aos mttitos dileettantes de mi
e procurar-lhes noules de a
vo recreio. Oxal que este desejo so rfMBV I ser
a maior salsfa^So da empieza.
<)t Sis. assignantes do anno passado serao pre-
feridos at hoje 12 ao meio dia e terao um abati-
mento do 5 por rento sobre as viole e cinco reci-
tas noe precos do costume. Camaroh de pri-
moira ordem 12*000, ideiu do segunda 133000,
idom de terceira 9*000, ddras 3000 e plateas
U^iOO.
N. B. A empre/a empenha todos os
seus esforcos para fazer a estrea da com-
panhia no dia da ebegada do vapor inglez
para solomnisar a cligada de SS. A A. II.
com a opera Un Bailo ia maschera.
IMPERIAL FAUNA DI OllJA
ElTA DO SEBO N. 35
DE
\\M\ LEIDE\ k C.
Domingo I. de agosto de 1869
Grandes ravalhadas egymnasticase o clarao da
China, dando flm com o *
Segredo do diabo
sobre a direccao do artista
JOS'MOREl{A LEMOZ
Principiando as 4 horas e dando lim as 9 da
noito.
ENTRADA MIL RIS
O inesmo artista cima espera do respeitavel pu-
blico pernambui ano a sua coadjuvacao.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Xavegaco costclra por vapor.
Goianna.
O vapor Paruliyba, commandante
Mello, seguir para o porto cima no
dia 16 do corrente as 9 horas da noito.
Recebe carga, encommendas, passageiros o di-
nheiro a frete, n i escriptorio do Porte do Matto?
u.12.
ropa o va i i
duinor
Janeiro.
Para con]
agmefc ruado Commereio n.!.
passagens trata-se na
l^
Sepue eo Lifc*j-t1'o"vi,l hi
tugue (TnwquTrTa coffBrgrandeTBtle Wiarga
engajada : quein no mesmo anin-r ca regar on ir
de passagem trate c4 a eeasaalar|(Hritaiuiz
de Af||imo Fonsecar & <:., ra do Vigario n. 19
primiiro and"
anda/.
Mo
rande do nl
Para 9 porto cima seuunjiim brevidde o pa-
tacho nacional' Prmriir.Tecbc algnma caraa a
frete, e trata-se mi os consignatarios Anlrfo
Luiz de Oliveira Atcvedo A C. ra da Cruz n| 57.
COMPANfflA PEllNAAlUUdVNA.
DK
\avcgaco costclra 'por vapor;l^,3c,ldJtle3idabacl!a!';irrl|Lva !'
Macao. flossoT.TS" S&SwUffWS'S S
:
JMM
no banco de pedias das Garfas no Kio
(ranfc da Norte rti sa ultima viagem
de Marseille a S. Francisco, sei( appare-
Wo, vela5,-'sohrs,'ellentes a eanegaii-n-
to avaado, salvado e existente na alfan-
dega do Rio Grande W&atoietataii
A SABST J
^egunda Em um solle o tal qual se achjno lugar
do naufragio.
,000
1L:
tatjr; Ccar, Manrbhft, Acanrctt e
Granja.
0 vapor Pirapama. commandante
Torres, seguir para os portos
_ cima no dia 14 do corrente as 5 hora
la"*rde. Recebe carga at o dia 13, encom-
mendas, passageiros e dinhero a frete at a>
! horas da tarde do dia da sabida jio escriptorio
lo Forte do Mallos n. ti.__________
ra S. lignel e Tereelra
0 patacho portuguez Mara, esperado de Lisboa,
salir para as duas ilhas cima, poucos dias de-
pois de sua ebegada a esta, desde j se engaja
carga e fftssageros : trata-se com E. R. Rabello,
ra do Commereio n. 44.
LEILOES.
Pelo presente, e em virtude no disposto
na convenco consular, s3o convidados todos
os credores do espolio do finado subdito
portuguez Jos Maria Pereira de Mendanha,
para apresentarem suas contas dentro do
praso de 15 dias, afim de serem verifica-
das.
Consulado de Portugal em Pernambuco
aos 10 de agosto de 1869.
O chanceller,
Aul 11 ues Guimanes.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
Eaipreza lyrica italiana.
A empreza tem a honra de prevenir o Ilustra-
do publico desta capital,que t3m ebegadoa compa-
600*0001 nhia que deve dar as vinte e cinco recitas de obri-
ga^ao do contrato celebrado com o govorno desta
provincia, e para este fin j se recebem no thea-
tro assigoatur&s pelas vinte e cinco representa-
cues, as quaes nao se dariio menos de quatro
178*0001 operas novas como Um Bailo in Mascheza, Martha,
Fausto, Favorita, etc., etc. alm das j conhecidas
170*000'
184*000
Ca3a terrea n. 80 ". 42*0001 por este Ilustrado publico.
Para
^eguir brevemente o veleiro patacho portuguez
Boa Fe. capitn Domingos Martins : recede algu-
ma carga a frete razoavel, para o que se trata
com o seu consignatario Joaquim Gerardo de Bas-
oa, ra do Vigario n. 16,1 andar.
Para o Porto
pretende sahir com a possivel brevidde o patacho
portuguez Liberal, tem parte da carga engajada, e
para o resto que Ihe falta, pode tratar-se com Da-
vid Ferreira (altar, ra do liriun a. 92, ou com
o eapitan do referido navio.
Con.panl.ia americana e brasile-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 15 do corrente esperado de Xew-
York por S. Thomaz e Para o vapor americano
Merrimack, o qual depois da demora do costume
seguir para os portos do sul, para frotes e pas-
sagens trata-se com os agentes Henry Forstr &
C, ra do Trapiche n. 8.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
Navegando costeira por vapor.
Macei, escalas Penedo e Araeaj.
O vapor GiQni, commandante Aze-
vedo, seguir para os portos cima no
dia 14 do corrente as a horas da tar-
de. Recebe carga at o dia 13, encommendas,
passagens e dinuciro a frete at as 2 horas da
tarde do da da sahida ; no escriptorio do Forte
do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
Navegando costara por vapor
Fernando de Noronha. '
O vapor Coruripe, commandante Pedro, seguir
para o porto cima no dia 12 do corrente ao meio
dia. Recebe carga at o dia 11, encommendas,
passageiros e dinhero a frete at as 10 horas do
dia da sahida : escriptorio 110 Forte do Matos nu-
mero 42.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaeo costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor Mondah, comman-
dante Penna, seguir para o por-
to cima no dia 12 do corrente
as 6 horas da tarde. Recebe car-
ga, encommendas, passageiros e
diheiro a fete at as 3 horas da tarde do dia
da sahida : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Para o Rio Grande do
Norte.
Fecha-se a barcada Acacia, de lotacao de tres
mil arrobas : a tratar no escriptorio de Alfredo
& Cunha, no caes da Alfandega Vellia.
O bilbete da 19' lotera, n. 290, a favor do hos-
picio de Pedro II, pertence a Domingos Tasso 14
partes, e a Jos F. Machado, de Mamanguape 10
partes.
Feitor
Mforece-
si o, podendo
'a sr costuras1
tr vessa da Li
^^^or do
do meanio so oeeajur em
o.boceo das Crenlas na
casa que tem coebeira
-----^----------- *.--------:----------------:______,
Na ra do Raouel n. 9 admiHe-se urna pes-
que queira apiender o trabalho de pactara, pa-
pfcdB-se-ll:
Precisa-sc alagar una oacrava que saiba,
ra er o diario e urnatas do peqoeni-fainilia : a
ti lar na ra do Crespo 11. 7.
EvangjjHJtae&^aJbHha. tedo~de retifwr-
s toMiiorarininMte- tratar de sin sando, van
li ro e dombaraca'ia aos Srs. Joaqiim Francisco
Rdfigues da Suva e Manoe! Pinto Duarta, a sua
t terna da ra im Prea n. 46, pelo que roga a
todos os senhores quo ejulgafom seas mdorr
proseotem suas contas para seren pagas no
i'-mo estabeb'cimenio. Recife 7 do agosto de
lleap
iifc'smc
IS6P.
Precisn-se de una pretil vtlha para agradar
o tratar de un> doente, na ra larga do Rosario
i-ih_________________
TRIUMPHO MEDICA DA SCIENCl
#
***.
LEILO
De 3 bancos para carspina, 1 machina para ser-
rar, 1 dito para furar, 1 cabriole! novo e per-
teoces, 1 porcao de madoira sienpira, nmarello
o pnho. macacos para carros, 8 rodas para
carros, 4 ditas para mnibus, podras de a mo-
lar, ferranienta e outros objectos, una mesa, 6
cadoiras. 1 cama. 2 bancas e 1 sof.
HOJK.
Quinta-feira 12 de agosto as 10 1|2 horas
em ponto.
O agente Pinto autorisado pelo cnsul da Suissa
far lcilo por conta e risco de quem pertencer dos
movis o mais objectos pertencentes a olUcna de
carros existentes na casa da ra dos Pires n. 36.
LEILAO
Das machinas de serrar madeira, alisar,
corlar, desenlio na madeira, engradar,
fazer molduras e tornear, assim como
machina para aacr cbocolate e militas
outras machinas de diversas utilidades,
madeiras etc., etc.
O agente Pontual competentemente autorisado
far leil de todas as machinas e mais pertences
da serrara a vapor no lugar do Mondego n. 99,
conbrmp a descripeo dos objectos em poder do
mesaoo leiloeiro, bem como das madeiras j ap-
paiwadas e outras por apparellur, fernimentas
etc. Para rrelhor ser apreciado todo o machinis-
100 tara este em movimento nos dias 11 do cor-
rea* das 9 horas as 12, e no dia 12 at Andar o
leifib que dever ter lugar. .
HOjE. ^
Ha mesma serrara a vapor as 11 horas, onde
poderlo os pretndenos ver o trabalho das ma-
e examinar os .objectos indicados para o
eimi
s
de gavia, :i m.tstms clcjrrrtjr. ]>!ms n"reral
de 100 tnnelUdas de ferro fundido, 700 barras de
chumbo, (4o tonelladas pouco mais ou menos),
cerca de 700 pelacos de marmore serrado e em
bruto.
Terca-feira 17 do corrente.
Vender-se-ha em dilTerontes lote as velas, mas-
tros, correles cabos. moitSes, amarras, pecas de
calios, apparelho de rame, pecas de lona, lio, al
cali o, veroiz, bren, sebo, fugao, caixa de medi-
camentos, sobreceente e mais" objectos perln-
ceules ao navio.
i:.n ionliiiiiaio
nos dias 18 e 19 do corrente.
Vender se-ha tambem a parle do carregamen-
to avadado, constante de vinhos linos em barris c
caixas. licores, rhamp.vgRO, azeite doce em ral-
ns, rllias, sabio, mannore, obras de alabastro,
qarras de chumbo, barricas cora cnxofre, gomma,
iuslrumentos para agricultura, caixa com livros
e outros objectos que fazem paito do carrega-
raenio.
Tudo por conta o riseo do quem pertejicer no
estado e lugar em que se acha, de conformidade
ro os aimnncios alH publicados, no dia do lei-
lo e condicfoes declaradas no acto da arremata-
Cao
No dia 14 do eorrenie seguir o vapor Pirapa-
ma da compnnhia l'ernambucana, o qual deve
ebegar no Rio Grande do Norte segunda-feira
16 do corrente, dia justamente em que deve co-
mecar a venda do casco e salvados da referida
barca.
AVISOS DIVERSOS.
garaatindo-sc ao comprador o arrendamen-
to do predio por 5 annos, com as condiedes do
contratoque estar presente na occasiao.
De 50 saceos com feijo (trauco
e fradlnho.
HOJE.
O agente Pestaa far leilo por conta c risco
de quem pertencer de 50 saceos com feijo fradi-
nhoe braneo, amanlia quinta-feira 12do corrente
as 11 horas da manlia no armazem do Anncs.
LEILAO
De 29 saceos com arroz marca A, 11 di-
tos com dito marca B, 22 ditos com di-
to marca C, 19 ditos com dito marca D,
76 ditos com tarinha sen} marca, 32
ditos com milho sem marca.
O agente Martins lar leilo a requerimento do
capilao do hiato nacional Jovem Arthur, por con-
ta e risco de quem pertencer e por mandado do
Illm. Sr. r. juiz especial do commereio de 81
suecas com arroz, 76 ditas com farinha e 32 ditas
com milho todas a variadas a bordo do mosmo
hiate procedente do Maranho.
Sexta-feira 13 do corrente.
No armazem baro do Livramento no Forte do
Maltn. 15, as 11 horas do dia.
LEILAO
DE '
fazendas geraes, a 13 do
corrente.
Ferreira & Matheus farao leilo por interven-
cao do agente Oliveira, de grande variedade de fa-
zendas, consislindo principalmente em brins, pan-
nos, casimiras e merinos de dfferentes qualida-
des, madapolo francez, sargelins sortidos, ves-
tuarios para baplisados, chapos de seda e de la
para homem, espartilhos, basquinas e leos de
seda, e diversas outras :
Sexta-feira 13,
s 10 horas da manlia em ponto, no bem conhe-
cido armazem ra da Cadeia n. 8.
Irmandadc acadmica de N. S. do
Bom Conselho
Do novo convocada a mesa geral da irmanda
de acadmica de N. S do Bom Conselho para no
dia 15 do corrente, depois da missa de sua Divina
Padrocra, eleger a mesa administrativa para o
anno de 1869 a 1870, visto nao ter comparecido
numero sufllcicnto no dia 8, para o qual havia sida
convocada.
Secretaria da irmandade em 11 da agosto de
1869.
___________Jos Furtado de Mandonca.
Fugio do engenho Todos os Santos da villa
de Ipojuca, no dia 30 de malo, o escravo Goncalo,
representa ter 45 annos de idade, pouco mais ou
menos, cor vermelha, alto, grosso, olhos pequeos,
sem li irba, e os ps radiando, foi escravo da Sra.
D. Senhorinha Mara do Livramento, que morn na
villa de Seriubem ; no dia immediato da fgida
esteve na mesma villa : snppoe-se estar aromado,
o que se proceder con o rigor da lei a quem o
lenha, e pede-'e s autoridades pohciaes ou capin
laes de campo a captura do mesmo e entregar no
mesmo engenho ao abaixo assignado, oa na ra
da Moeda n. 5, 2 andar.escriptoro do Manocl Al-
ves erreira & C, que ser generosamente recom-
pensado.
________Miguel Paulino Tolentino Peres Falco.
Fugiram de hontem para hoje do engenho Fr-
meza, do termo da Escada, os eseravos de nomes
Joo e Flix, sendo o primeiro mulato, bem bar-
bado, altura regular, os dedos mnimos dos ps
bastante curtos, e ospeitos fechados de cabellos;
e Flix bem alto, mogo, cor fula e pouca barba ;
foram comprados no Recife ao Exm. Sr baro de
Nazarelh, e quem os apprenender e levar no es-
criptorio de Domingos Al ves Malbeos.rua do Vi-
gario n. 21, ou no referido engenho, sera genero-
samente recompensado.
Na praca da Independencia n. 33, se d di-
nhero sob penhores de ouro, prata e pedras pre-
ciosas, c seja qual fr a quantia : na mesma casa
se compra o vende objectos de ouro e prata, e
igualmente so faz toda e qualquer obra de encom-
menda e todo e qualquer concert tendente
mesma arte.
Aluga-se na Estrada nova
quartos, cozinha fra e cacimba :
da viuva Villaseca.
urna casa com 2
a fallar no sitio
Gabinete Portuguez de Leitura
EM
A directora manda scientifiear aos Srs. associa-
dos que em consequenca de se estar substituindo
parte da antiga illuminacao do Gabinete, resolven
transferir a solemnisacao do 18 anniversario, para
um dos domingos prximos, o quo ser previa-
mente annunciado.
Secretaria 11 de agosto de 1869.
O Ia secretario,
Joaquim Xavier Vieira Ligo.
CNCER
Remedio efllcaz para eryspella, pelo verdadeiro
descobridor, Pedro Buarque de Macedo, cujos fras-
cos sero rubricados pelo proprietario, e os que se
encontrar sem a rubrica do mesmo, sero falsos,
afiancando a todos que nao ficarem completamente
perfeitos, o aHtor se responsabilisa, visto que ser
falso todo aquelle que se encontrar sem a rubrica
do mesmo.
Em casa de THEODORO CHRISTI-
ANSEN, ra da Cruz n. 18, encontram-se
eflectivamente todas as qualidades de vinho
Bordeaux, Bourgogne e do Rheno.
Em tempos modernos nenluim descubri-
mento operou maior revolucSo no modo de
curar anteriormente em VQga do que o
MITORYL DE mCAHITA
TANTO NO TRATAMENTO DA
tossk, cnopo,
ASTHMA, TIUSICA,
HOUQUDO, RESFKIAMKNTOS.
I1H0XCHITKS,
TOSSK CONTCLSA,
DORES bE PEITO, ]
EXPICfUKACO DE SA.NGl'E.
Como em (oda a grande serie de enfermi-
dades da gaganta, do peito e dos orgaos
da respiraco, que tanto atormentam e fa-
zem solrer a humanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geralmente na appli-
caco de vesicatorios^ sangrias.sarjar ou ap-
plicarexterioimente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzir empolhas; cujos diiTerentesmo-
dos de curar, nao faziam seno enfraque-
cer e diminuir as forcas do pobre do^le,
contribuindo por esta forma d'uma iriineira
mais fcil e certa para a enfermidade a ds-
truico inevitavel de sua victima Quem dif-
ferente pois o effeito admiravel do
PEITORAL DE ANAGAHUITA !
EM VEZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAZAIf
INAUDITOS S0FFRIMENT0S AO DOE.NTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA A IRRITACAO
DESEMVOLVE O ENTENDIMENTO,
FORTIFICA O CORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa (o*
Lentes dos Collegiosde Medicina de Berlim)
testificam serem exactas e Yerdadeiras esta*
relacoes analgicas, oa alm disso'a experi-
encia de militares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas con
este maravilhoso remedio, sao mais que
suflScientes para sustentarem a opiniao do
PEITORAL DE ANACAHU1TAI
Deve-se notar que este remedio se acha
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm,
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquelles que slo dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocianico, formam a base da
maior parte dos Xaropes, com os quaes to
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A Composirab de Anacahuita Peito-
ral acha-se linda e curiosamente engarrafada
em frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada um, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applicaco d'um ou dous frascos
para a effectuacao de qualquer cura.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo C, P. Maurer
4C.,M. A, Barbosa. Bartholomeu 4 C, e
em todas as principaes boticas e lojas de
dragas.__________________
Joaquim Jos Oon-
palves Beltrao
RA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Braga, e sobre os seRuin-
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de]Fama!ic5o.
Lamego.
Lagos.
Covilha.

RA
S CABUGV
"1 esquina
da ra larga do
Rosario.
AO ANNEL DE OLRO
IRUA
EO
MflE
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender.
vista da ,qualidade*e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencer da verdade.
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por prepos muito ele-
vados.
A loja est aborta at s 9 horas da noute.
CABUG
esquina
da ra largado
Rosario.
S
s



r-

y-

PertiAiubuoQ _
Quinta fera 12 de Agosto de 1869.
i
r UTm
Tmy
COMPAKH

a URBANOS
DO
HEC1IK A' OLHBI.
l>or ordem la directora e reqnei-
raento do numero <1e accionistas que esta-
be'cce o art. l dos estatutos, sao convi-
dados todos os Srs. accionistas para reu-
nircm-se era assemblea geral no dia 17 do
coi rente, as 10 limas do dia no, salSo do
Club Pernambucano, allm de se tratar ti.-
completar o numero de mcmbros da di-
rectora e di outros pontos relativos as
encommeudas do material qt tem de vir
da Europa, segundo reza, a requeriraento.
Escriptorio da compaNata, ( de agosto
de 4869.
Io secretario,
7Aeo. Jutt.
i
N'ESTA NTIGA E CREDITATA
FABRICA
IRHTIi II CUIT1ITIINTI 181 CflFMTt MlIiUlft II
CHAPEOS BE SOL;

De todas as qualidades I
De todee os feitios t
De todas os preces I
A DO CRESPO N
T
CASA DA FORTI
Huu de crer^ ^ 13.
O absxi '.eml! otoido llccnca da pre-
sidencia e satirio as outras exigencias da lei,
avisa ao fflpbi 1 publico 4Ue lora sempre a
venda leeimciUu bilhetes das lote-
ras Jo ilto de-Janeiro, cujos premios sero pagos
prompiamente vista daj isias cora o descont
somonte da lei.
Preco :inlek-o?.. 2i000
Metes... 12*000
- Quartos. 6*000
K om quantidade inaior de 100*000 na razio
3e 22*000 |K>r buhte.
Manocl Martins Finia.
Club Pernambucano
A partida 'Vt corrate mez lera lugar na
oite Attenco.
Xa ra de San Rita Vclha n. 39, aprompta-sn
cora perlero, Mo? de todas as enaWdaees.v tam-
liem d se de veiktgoiiei ; aimmipta-se presuntos
-de fiambre, faz-se-pudins de tofos as qaaa'ades *
todos os mais prt is para janlar : as pessoas que
llavera nos domingos e dias santificados mo de
-vacea, independente de avisa
No'eoHegle daConceirao preciso-s de urna:
ongomnadeii-t*iperita, forra'ea ecreva.________
Negocio importante
Alejandre Sussuarana, residente na pro-
vincia do Gear desej* sabor noticias do
.portuguezl.iiio Jos Barbosa >fue morou aa
longos sanos na prega de ernambuco;
tambem esteve na oidtde de Hatnrit da
proTincia do Cear. aeade dercou duas fHtas
o bem assim como Mjteoife. O anmm-
ciante casado com oa prente proxiaia
do dito enhor.
Teve orna fillia ^w* foi professora na
cidade -do Recife e como o annunont
tenha o tratar negocios de importancia,
faz este annnndo, que apera resposta por
este jornal, ou no Cear felo Pedro II, on
Cearenee.
As pessoas que dar-am para wiacer-
tar, na ra das Chucos n. 20 ofCiaa de
marcineiro, un sof, un lavatorio e outras
pecas, queiram vir busca-las, por que se
acliam desde muito lempo promptas, no
praso de 8 dias, lidos os quaes sero ven-
didos para pagamento do trabalLo.
PILULflS
ANTI MJBATICAS
Cura radicaloie&tc as Mas.
nico deposito.Pharmacia de Joaquina
-de Almida Pinto, ra larga do Rosario nu-
mero 10, junio ao quartel de pokicia.
\AROPE
SALSA Pllllfill 1)1) Pit
ou
Depurativo do sangue
Usado nas molestias de pello, impigeos.
llores rlieumatieas e ulceras \ cuereas,
HNKX) DEPOSITO
Khi larga do Rosario n. O.
JUNTO AO QUARTEL DE POLICA
Pernambiieo.
AGIA DOURO
Custodio 6c liento, Undo de novo sortido osen Igm conhecidoestabelecimento
de 'iudcas, denominado AGITA IVOl'KO, partecipam a todos seus freguezes e ao pu-
bliw cin geral, que tem constantemente nm completo sorlimcnto tle miodezas finas; e
otvjectos ta alta novidade ; vendeado ludo 10 % menos do que em outra qualquer parto,
para o que recebem dirotamenle de sua coat.
rVomptilicam-se a mandar em qualquer casa, urna pessoa com o mais diminuto
otffcto que Ibes seja pedido, esperando assim a proteccad de seus freguezes, e gaian-
tiado-mes o Custodio 4 Bento, firmes em seus tratos, e pontualidade cm seus deveres.
Eua do Cabug n. 1--A.
CASA DA FORTUNA
Aos 4:00011
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo assignado tendo vendido alm de ou-
tras sones 2 quarto n. 774 com 4:000* da lote-
ra que se acabot de extrahir beneficio da Santa
Gasa da Misericordia, convida aos possuidores a
virem receber na conformidade do coslnme sem
descont alpum.
Acham-se a venda os bilhetes da 27' parte da
Santa Casa (116a) que te extrahir no dia 17 do
corrente mcz.
Precos.
Os do costnme.
Maztoel Martins Fiaza.
eOBPAIIHIi PEMAIBCiltA
AUGUSTO PORTO & C.
11-RUA DO QUEIM DO--11
Tendo ebegado ltimamente ao seu etabelecimento grande variedade de fa-
iendas de gosto as poem disposigo de seus numerosos freguezes pelos mais modks
pre?QS possiveis, sendo:
Rournoos de cacbemira brancos e de cores, o que ha de mais elegante para
hombros de senbora.
Meneo gostos de mantolatat justos ao corpo denominado silpbides, sirennes,
OFieotales de renda preta de snalinw, o que ba de mais elegante para nina moca.
Basquines de guipare preto, novo g>sto. enlodados desetim de cores. Vesti-
dos drtblond com manta c capeIJa ptia noivas. Fionhas e toallias de cambraia de linho
bordadas. Cortinados bordados para camas e para jane'llas de diversas quadades:
cabas de seda e de lia e de seda para camas de noivos.
Epiagl, lindo goi'Kiuo de la e seda de cores, muito elegante fazenda para
am lindo vestido. Sedas de cores n pretiSj gorguro de seda branco e de cores com
listas assetinadas, panos, casemtras e muitas outras fazendas cujos precos sao em geral
mmte mdicos. Grande sorlimcnto de camisas para bomem, tanto lisas como bordadas
e de cores.
Continuam sempre a ter grande variedade e tapetes para sof, para cama e
para pianno, porefio de-tapetes em pecas para alcatifar salos, c grande quantidade de
Esteiras da India para forrar salas.
AOS 20:000*5000
CASA FELIZ, ARCO DA CONCEICAO N. 2.
Os abaixo assignados tendo-se habilitado na for-
ma das leis tem exposto prenda os seus felizes
bilhetes das loteras do Rio de Janeiro, na casa
cima aonde se pagarao as sortes que sahirem
nos mesmos bilhetes com o descont da lei s-
mente.
i Presos.
Bilhetes inteiros. 2t*0f 0
.Meib......12*000
Ouartos.....6*000
E de 100* para cima a iip'.o biUiete.
Fipneircdo & Leite.
COW^EIiHO DE I1IUKCVAo
Os Srs. Saunders Brothers & C. Tasso Irmos,
Luiz Antonio de Siqueira*
GGRMTE
0 SB. F. F. BOHGES. -
Restando ainda cmillir algumas aceces desta companhia, da quanta nominal de
200^000 cada urna, das quaes s se aceitam era virtude da lei, 20 "/.. ou 406000 por
cada aeco; convidarse pelo presente ao publico cm geral e especialmente aos Srs.
capitalistas e interessados no commeneio, que queiram dar emprego seguro aos seus
capitaes; disponiveis, a subscrever o numero de accoes que Ihes approuver.
Algumas destas accoes j tem sido tomadas por pessuas que conhecem a vantagem,
de na presente occasiao (conbecidamente a melhor), empregarem o dinheiro de que
poderem dispr em objectos de valor real, como.vapores, predios etc., que Ibes garan-
tan) seus capitaes.
A companhia possue boje 10 vapores, G inteiramente novos, c destes o ultimo esta
chegar de Inglaterra, onde foi construido expressamente para ella.
Alm disso est edificando vastos armazens, no terreno pue possue no largo d'As-
sembJa.
Seus dividendos tem sido ds 10 / aoanno nos ltimos 4 annos.
As accoes que se emittirem gosam dos mesmos direitos, e percebero o beneficio
dos mesmos dividendos que osantigos em proporcSo da entrada.
Recebenvse asignaturas no escriptorio da companhia no seu edificio ao caes da
Assembla n. 12.
OSTUREIRA.
Cose-se costuras de alfaiate a moda fran-
coza, por preco comraodo, na ra Augusta
n .112, e d-se flanea sobre as mesmas.
_ O advogado
Affonso de Albuquerqne Mello mudou o seu es-
criptorio para a ra das Cruzas n. 37, defronte da
typographia dn Diario.
Miguel Gonyaives Rodrigues Franca, lilho de
Hanoel Goncalves Rodrigues, vende a heranca que
em urna quinta Ihe deiXttO na iiha de S. Miguel
seu av paterno Joao Soncaivos Rodrigues : a tra-
tar na ra do Crespo n. 12, Io andar. _____
l'rccisa-s de duas amas que sailiain 0OZ-
nkar e en^'oaiiiiar, iiiefere-se esclavas: ua ra
das Cruies ii. 21 2o andar.
Ra larga do Kosario n. 44.
Especilidade na preara cao dos gneros ali-
menticios, promptidao c asseio nas cncommendas
< boa organisacao no estabelecimento. Hecebem-
se assignaturas para o estabeleciinonto c a domici-
lio, facilita se a leilura de joroaes nacionaes o es-
rangeiros. Espacosa sala para o elegante jogo de
iilhar, e ha decente e commoda hnspedagem.
Tasso Irmaos mandam dizer missas por alma do
seu finado amigo e caixeiro Antonio Jos dos Pas-
sos Veigas, na igreja da Madre de Reos, das 7 as
9 da manhaa do dia 12 do corrente, stimo de seu
allecimento. Serlo gratos aos amigos do finado,
<: aquellas almas eandosas que concorrerem aeste
acto de religiao e eardade.
Ama
Na ra da Cadea do Recife, n. 4, 4"
andar, por cima do armazcm do Sr. Barro-
ca, precisa-se de urna ama que saiba co-
sinhar.
Precisa-se una ana, para amamen-
lar urna crianca: na ra do Pilar n. (13.
Guarda-livros.
Praisa-se de urna pessoa habilitada para fazer a
esefpturacao mercantil por partidas simples de
urna casa commercial de una provincia prxima :
a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 31.
Jos Antonio Travassos faz sciente ao puWi
roe especialnicnte ao corpo commercial, que ten^
lo ajustado suas contas corr o capitao Jos Lau-
reotiao de Azovedo.e verificando as, conlieeeu q;is
liavia duvidas, dissolvida esta, declara que esta
saldo at boje com o mesmo Sr. Laurenlino. Re-
ciede agosto de lW)
.Na ru i n. 6
eossarar una escraka i|U'' c
sa#e- alugar ou
A viura BaaeUier deelam iue^eeae o dia 3
de nuio do c frente aneo arrendou h casa o e~la-
beleeiraento de paderia, to ra da Impcratriz
n. 50 ao Sr. Severino Cj ra, [rudo desde enta cgs-
sadoiua- transaecfi relativas ao dito estabelaci-
mento Declara tambem que nada deve praca
neos 4 pessoa alguma, mas se algnem sejulgarseu
credor, queira no praso de oito dias, apresentar-
Ibe sua conla mesms na n. 44, Io anidar.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra do
Queimado n. 22, loja.
Feitor
Precisa se de um homem quo entenda de todo o
ico de campo para feitor de um sitio : a tra-
tar uo largo da ribeira da freguezia de S. Jos, so-
brado n. 5.
/.
Na ra das Cruzes n. 11 ha para- alagar
moleque de 16 a 18 annos, proprio para serrico
interno e compras de qtialqBer fanritia e hotel,
Precisa-se de urna ama : no largo da Penha
i. 12,1* andar.
Xarope de fedegoso
de Pinto
E' de urna efficacia verdaderamente ma-
ravillosa como calmante do systema nervoso
e applicado contra a paralisia, asthma,
tosse convulsa ou coqueluche, tose recen-
tes ou antigs, suffocac5es, catharros,
broncneos, etc., e em geral contra todos
os soffrimenlos das vas respiratorias, e
na pbtisica pulmonar, sua virtude contra
o ttano ou espasmos, e convulsoes n-
contestavel, e ninguem ba que a desconhe-
c;i. Ra Larga do Rosario n. 10, Pernam-
buco.
Anda nao vieram, no entretanto o negocio
de interesse, o precisa-so fallar a ra do Crespo
n. 17 com os Sis. Paulino Ferreira da Silva, cx-
procurador da cmara, Dr. Francisco Pinto Pes-
soa.
Precisa-se de tima ama Hyre ou mesmo es-
crava, que cozioho com perleicao o diario de una
ca>a. e pie seja de Ikki conducta : a tratar na
ru;i uXiictM9& terceijto andar. I

IDANCA DO
do dia.
Albino llaptista da Rocha participa
a todos osse'is freguezes que mudou-
se com a sua oflicina da praca da
Independencia n. 12 para a ra das
CrtUes n. 23; previne, portanto, a
todos os amigos, e Ireguezcs que se
achara em casa a qualquer hora
para executar todo e qualquer concert
possam, tendente a sua
falla adiarlo com quem
que de sua arte exigir
proflssao; e em sua
tratar.
C0SRBEIR4 E NWSTA
Com loja na ra da Imperatriz n. 7.
Tem a honra do partedpar ao respeilavel publico e em particular seus freme-
zes, que, pelas relacoes que acaba de encelar com algurnascostureirasemodistas das mais
afamadas de l'aris, que todos os mezes Ihe mandam figurinos, de vestidos, man-
teletes e chapeos que estilo no maior gosto e mais modernos, se acha habilita-
da para fazer vestidos para passeio e visitas, bailes e casameatos. As senioras que
a honraren) com asna freguezia, nao tleixajTiode ser satisfeitas, tanto pelo boa gasto, comr
pela barateza dos precos e promptidao na entrega das encommendas ; tambem tem Bo-
nitos enfeites muito modernos e de todasas cores. Fazem-se chapeos de todas as quadades
tanto de fil como de palha.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
coa ioduheto ao rcaao ihaltebayel
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICDfA DI PAR, ETC.
Poiauindo at praprledades do lalo el do ferro, eonvem especialmente nas Amccota
atca/iFTTLOSAa, a Tsica no principio, a (raqueta a* temperamento tambem nos casos d.
Falta ob cok, amkhorhea, em que precisa uracir tona o sango; seja para restituir
tt a sua riqueza abundencia normaos, ou para provoeeroaegalar oMuearso poriodieo.
K. B. iodorelo d. tarro imparo m bMmmU un BdiajDMte ioUl,
imUMe. Caso (.roT da ftairu, d* amtkMBG4A4.4as
loioa 4 uur,<, iw^ nipt nono mIU *m r
aotto rata, .-jai isprodaiid, qa M
numf Nrit. Dit.-ss Mcooflir St I
tr*"'"* eas^^sB^aa
io&rior 4ssa
"t****-1^?? i**m* fjg^g?!!?*** Fkvwetut*, mi Cosjars, jo,
Obstrucco
Do figudo e do ba$o
Os preparados de JL1UJBEBA- (vinho,
xarope, pitillas, oleo, emplastro c tintura)
sao ellicazes contra a obstruefo do ligado
e do baco.a ictericia, a bydropisia, as febres
intermitientes e durezas, os desarranjos do
estomago, as faltas de sangue e de mens-
truacao, o calbarro da bexiga, etc.
nico deposito, pharmacia de seu autor
de J. d'Almeida Pinto.
Ra do Rosario Larga n. 10 junto ao
quartel de polica.
Aluga se o-armazem d. 9 da ra da Moeda,
com grandes proporcSes para recolhimento de g-
neros ou para .prensa de algodao por ser perto do
desembarque : a tratar na ra do Qneimado n. 13,-
1" a dar._______________________________
Attenco
Tendo-se furtado da ra do Qneimado n.
32, urna crur. de ouro com H brilhanles,
sendo um maior e dez mais pequeos, pe-
de-se sos Srs. ourives e mais pessoas a
quem a dita cruz fr offorecida o favor de
apprenbender e dar parte na dita casa pois
se gratificar sendo que a pessoa o exija.
DENTISTA i PARS
19-Rua Nova-19
FlisEDERICO U VLXIsKK
:irurgiao-dentista, muito conhecido ha dez annos n'esta cidade, pela perfeico dos seus
trabalbos, tem a liorna de participar ao respeitavl publico que tendo feito mudos me-
Ihoramentos na sua casa, pode d'hora jante receber as senhoras no seu gabinete onde
icharo os commodos precisos para familia.
Acha-se tambem na sua casa e na sua companhia, o seu sobrinho e discipnla
I. LKKOIV
o qual acaba de voltar de urna longa viagem a Europa, durante a qual praticou com
feliz successo nas primeiras casas de Pariz e de Londres, offerecendo assim as meibores
garantas do bem dosempenlw para tudo o que for relativo a profisso ; por isso e
annunciante pede aos seus amigos e clientes que por acaso o nao encontrarem no seH
gabinete, depositem no dito seu sobrinho a mesma confianca com que o tem honrado
a dez annos.
Dentaduras por todos os systemas: a presso do ar e com molas de curo, platina
vulcanita e um inteiraincnle novo n'esta cidade.
Cura radical dos dentes cariados.
Chumbagens (obturacoes) com ouro e com massas diversas, seguudo os casos.
Remedio para acalmar as dores de denles.
Agua e pos dentrificios fabricados pelo proprio annunciante, o quelbe permitte afian-
zar sua boa qualidade.
Escovas para (lentes, etc.
Perfeico de trabalho e pre F ingers para fra mediante ajusto previo/
0 gabinete acha-se aberto das 8 horas da manilla ateas 4 da tarde de todos ds
lias uleis.
11 Ra estreita do Eo$aris 11
Este novo e modesto estabelecimento, tendo aberto ao respeitavl publico este ele-
gante e bem fornecido hotel que situado n'uma posico inteiramente saudavel, e sen-
do constantemente sombreado pelos doces zephyros da tarde, torna-se preferivel qual-
quer outro d'este genero, as tres cousas mais necessarias ao genero racionalali-
mento do corpo, distracSo da alma, e socego de espirito.
No pavimento terreo urna casa de pasto muito profusa, da primeira ordem; no
primeii o andar, sala da frente, um excellente bilhar de mogno, para divertimento. Sala
de traz.um restaurante da primeira ordem. Ouanto ao asseio e bemfeitoria das comedo-
rias, o delicado modo do pessoal do estabelecimento, promptidao e commodidade, s
aos Ilustres concorrenles dado fazer juslica.
Fornece comidas para fra, tanto por mez como avulsa. Todos os dia, noite,
mcontrar-se excellente sorvete, refrescos, caf, ch, bons vinhos Figueira, Porto, Ror-
deaux, tendo bons commodos para hospedagem, salao e quarto mobiliado no segn
do andar.

3
AM
Precisa-se na ra da Palma n SO' de
urna ama para cozinbar, engommar e com-
prar e tratar de urna moca e urna menina.
AMA
Precisa-se do una ama boa cozinheira, e outra
que eneamme bem, forra ou eserava, e que tenha
boa conducta : na ra do Pires, sobrado n.
UI4
Precisare de tima ama, forra ti esera-
va, de boas costumes, para servir urna
senbora, e fazer-lhe algom ser vico de casa:
dirija se ra dos Prazeres, na Boa-Vista,
casa terrea n._ lo.
FLOR DA BOA-ViSTA
de r-T5
^PALOFERKANDESDEMELLOGIMARAES^
-^ SOR A DIRECCAO DO MUITO HBIL ARTISTA gg
S tlFUATElWO 1
Nestl oflicina eneontrarSo os respeitaveis freguezes um dos primeiros artistas
em alfaiate para bem poder satisl'azer toda e qualquer obra, tanto no bom corte, como
no aperfeicoamento das mesmas.
i'orna-se desnecessat io recenanendar este artista, pois que a sua thesoura j
bem conbecida, (e com grande especialidade cm fardas) por militas pessoas distincUis
desta cidade
Achar-se-bo figulinos de todos os mezes, pelo que o artista executa debaxo do
todos os prescitos (Tartqualtjtter urna obra em face dos mesmos.
mesmo eslabelecimento su acha inuiudo de um completo sortimento de -fa-
zendas, como sejam : casemiras de cor, ditas pretas, paanos i retos, ditos azucs, bri
do cor, itos brancos, seda para colletes merinos, ele. e mais fazendas propriac
oflicina.
O grande sortimento de roupas felas cjuc tem vende por menos 20 0/0
que em outra qualquer parte.
RA DA IMPERATRIZ N. 48,
junto padaria franceza.
i.
u
H
Attenpo
Na ruaEstretta-o Rosario a. 35 Io andar prepa-
ram-se ricasbandejas de bolos para casamentisjBbai-
lescbnptisadog.porerecanHriejcolumodo.comwilos
dedifferentes quaiidades.boquets de flores artiticiaes
e naturaes proprios para enfeites de bolos e para
casamentos e para qualquer ollera com fitas bor-
dadas a ouro e letreiro agosto dos donos ; as en-
commendas devem ser feitas dous dias antes,
enfeitam-se velas ricas por muito barato proco
para baptizados e enfeites de altares; faz-se ca-
pelios e cenos pora as loja* e flores para enfeites
de igrejas; prepara-se qualquer encommenda,
para fon com toda a presteza, de rosas, pausas,
capetla?, festoes e reeeirae para afeites de igreja
mais harato do que em outra quaiquer parte e
eom toda presteza; faz-ee pio-de-lo, pudias e do-
ce, lado enfeiado para preseates.
COlITAMi DOS ANANAZES
16 RA DA CRUZ 6
I
Ha-diariamente sortimento de bollinhos para cha, fiambre, pastis de differen-
tes quadades, vinhos desujierior qualidade, cli llsson preto, e miudo,-i melhor qn
se pode encontrar no mercado, amendoas confeitadas, xaropes relrigeraulfis, doces, de
calda, etc.
Incumbe-se de encommendas para grandes jantares, bares, baptisados e ca-,
samentos, saber:
Pecas de nougat. l'es-de-lot enfeitados.
Ditas de po-de-lot. Rollos idem.
Ditas de tmara de otos. Pratos de doce de ovos.
Ditas de caramilo. Tortas folhadas de crme e carne.
Bandeja coa rmaejio de assucar. Empadas.


.
*

I
b
Btm dte Tkto*pb*o~ mata ftfra 12 efe AgosW BAZAR DA
COIfl
10/.
i>
Morera Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
prapa, e por prepos o mais resumido possi-
veL Tambem compram ouro, prata* e pe-
dras preciosas
IV. S RIJA DO um U IV s
ALGODlO
LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
MACHINAS americanas de serrote de todos os tamanlios para descarocar algodo, do
rnuito conhecido fabricante Eagle Cotton Gin.
MACHINAS ditas, tambem de serrotes e de todos os tamanhos para descansar, al-
godo do autor New York Cotton Gin.
MACHINAS ditas de lodos os tamaitos, de carreta de ferro e mais toda a machina.
MACHINAS ditas de Roller Gins, do cujo trabalho faz obter mais 2.000 em arroba
de algodo.
MACHINAS de fnco do fabricante I'latt B. C, Obdhan PatentLiverpool.
Todas estas machinas sao de superior qualidade e as melbores que tm
vindo ao mercado ; e para a sua apreciaco convidam-se os senhores agricultores "
virem a exposifo das mesmas na ra da Cada do Recife n. 56 A, loja do Bastos, onde
encontrarlo mais o segante: dti.v. .
Os abaix asignadas, proprietarios leste
estabelecimento; declaram ao respeitavel
publico e com especialidad* a seu. nume-
rosos treguczes, que desta data em d'tnnte
[as mercedorias scrfto vendidas a preco fixo,
, e mdico. Isto rcsolvcram os mesmos pro-
l prietarios em consequencia de reiterados
pedidos de muilas pessoas por ser este
systema de vender o que1 mais garanda e
confianca inspira ao comprador.
As vendas em grosso. sero feitas
os abatimentos na razao seguinte :
Compras de 10$ a 1005 descont
de 400# a 500#
de 500j para cima
Pagamento reauasado no mesmo mez de
compra.
Os proprietarios doBAZAR DA MODA,
robservam mais que, recebendo todas as
mercaduras do conta propria, offerecem
a quem comprar todas as vautajosas condi-
c5es das casas importadoras.
O estabelecimento conserva-se aberto
todos os dias uteis das horas da manlia
s 8 horas da noitc.
Recife, 1 de agosto de .1809.
Jos de Sonza Soares & <_
u
Precisfl-se fallar com urgencia a s
Srs. Joo Apolonio Cavalcante e Antonio
Fernandos de Almeida ; na ra da Cadi-a
do Uecife n. 53, armazem de mol liados.^
IVeeisa-se de urna ama, portugueza,
que saiba bem engommar e coser, e qu te-
ma bous costumus; i Halar na praca da In-
dependencia n. 38, loja de calcad.______
Dr. Manool Enedino RegoValenca, me-
dico, ra da Camboa do Carmo n- 21.
Debulhadores para miho.
C\ lindros para padarias.
Arados americanos.
Carrihtts de mao.
Machinas para cortar sapim.
Cannos jde chumbo.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Tenas de ferro galvanisadas.
Folhas de zinco finas.
Ditas de cobre e latao.
Ferro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Eplua de Flandres.
Machados americanos.
Faces ditos." .
Balaios e cestas de verguinlu.
Vassouras americanas.
Folies de todos os tamanhos.
Tornos e safras para ferreiros.
Finalmente muitos oulros artig
diversidade seria enfaduuho ennumera-los.
/
Folha de ferro.
Bataneas americanas.
Tinas de madeira americanas.
Ps de ferro ditas.
Baldes de madeira ditos.
Tornos da bandejas finas.
Trens completos para coziiha.
Peneiras para padarias.
Baldes galvanisados.
Correntes de ferro para almanjarras.
espingardas e rewolvers.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para engommar.
Moinhos para renaees.
Azeite de espermacete, proprio para machi-
nas de todas as qualidades.
Senas avulsas jara machinas.
Mnones e lodos os mais pertences para as
mesmas.
Latas de gaz,
ospertencentes lavoura e artes, que pela
o segundo tildar e sotili da casa n. tli da ruado
Viga rio : a iraiar na inosiiia casa, das 9 huras da
manhaa s 4 da larde.
Alnga-sc
n segundo c terreiro andar da rna do Trapiche n.
16 : a tralar na mesma casa das 9 as 4 horas da
larde. _______________________^^^^
Cozitiheli-a
Precisa-se de tuna ama para coziuar : a tratar
na ra do Mondejo n. 24.__________________
Casa no campo,
Aluja se uina casa na l'assageni a Magdalena
n. 3, antes da ponte pequea, cum bastantes com-
modos, dous quartos ra o um quintal murado :
quem pretender alaga-la pode entender-se com o
Barao do Campe-Verde, em seu armazem ra
de Apollo n. 32. ________________
olas das caixas liliaes do banco do Brasil.-
trocam-se com mdico descont, na loja de Manoel
Soares Pinlteiro, praca da Independencia n. 22.
Attenpao.
Precisase de una casa mobilhada e com todos
os arranjos domsticos para um estrangeiro. que
seja nos bairros de Santo Antonio ou da Boa-Vis-
ta : quem a tiver nestas coadicoes, dirija-se ra
do Vigario n. 10, que achara com quem tratar.
C&RVAO DE BELLOC
PARS
Approvado e recommendado pela Academia imperial de medicina de Pariz para a
cura da gastralgia e em geral de todas as doencas nervosas do estomago e dos intestinos.
E egualmenle o remedio por excellencia contra a retencao de venUe lina-lmente era
razao de snas propriedades absorventes, recommendado como Kerdadeii o remedio nos
cazos de diarrhea e cholerina. O carvo- le Belloe toma-be na occas3o das comidas
sob a forma de pos ou de pastilhas.
Depotito era Rio-Janeiro, Dupoiichelle; Chcvolol. En Pehnakbuco, Mavrer i O.
Ama
Precisa-so du una ama para, cozinbar e comprai
para casa de pouca familia : na ra das Cruze*
n. 28, Io andar ; prefre-se escrava e paga-se
bem agradando. ^
Antero Augusto Poixoto de Alehcar agradece
sinceramente irmandade do Espirito Santo, erec-
ta no convento de S. Francisco, e ao Hlm. Sr. Ma-
noel Rodrigues Teixeira. o interesse que tomaran)
no enterro de sua mulher Marianna Barbosa de
Alencar ; e convida ao? christaos para assistir a
missado stimo dia, que manda celebrar no mos-
mo convento, no dia 11 do crrante, as 6 horas da
manh.i.
t'l
lI
Resta venda um escolhido sortimento de ob-
lectos de marcineria, como sejam, mobilia8 de ja-
iarand,mognoeamarello, obra nacional cestran-
jeira, d apurado gosto e por prefco* razoaveis :
la ra estrella do Rosario n. 32: Xesta mesma
jasa fazem-se com perieicao todos os trabalhos de
salhinha, como sejai, eipaluamentos de lastros
para camas, cadeiras e soplis.
Caixeiro
Na ra da Lapa n. II precsa-se de nm pratico
de talierna.________________________
Aluga-se um sobrado reedificado de novo e
pintado, e tambem so faz negocio com urna mobi-
lia du Jacaranda, guarda-roupa e mais alguns mo-
vis : a tratar na ra do Padre Floriano n. 71, 2o
andar. _______________________ ^
IVecisa-se alugar um preto ou moleque para
andar na ra com fazenda : na rna da Cadea nu-
mero n. 9.
PiYCisa-se dtfcp Jna que engorinaw bem : na
iJf Kisa de pequea familia.
5 S
a ALUGUEL
No Goracao da Ouro-se diz *pem precisa de ama
escrava que sirva para comprar, cozinbar e en
gommar para casa de familia.
T.W
ATTEN CO.
Loja de miudezas de Ferreia dauu(n
Na praca do Corno Santo n. 6, andar, dese-j Twuporaj. rttt dl (eimado n. OS, est
ja-M fallar com os Srs. Manoel Rodrigues Cardoso! qBili)ilo por lodo preco
J0 Dr. Ermiro Continho reside
a ra da Cadeia h. Ci, onde lem
l aberto o seu consultorio medico, e
piule ser procurado a qnalquer bo-
ta para o exercicio de sua prolis-
sSo. v
Aluga-sft um sitio com boa casa de Vi venda,
com cominodos para grande familia, na Passagriu
da Magdalena, em frente ao sitio dos Srs. Baltar te
Olivcira : a tratar cuco Domingos Alves Matteos,
a i ua do Vigario o. 21.
ATTENCAO
o
G. Cato & C., rna da lmperatriz n. 77
A' este glande c til estabelecimento acabam de
chagar carregainenios especiaes de drogas e Untas
esperadas de encommenda propria. Ao ja conhe-
cido sortimento de drogas, preparados, e timas,
bem como de objectes e instrumentos necesarios
a medicina, cirurgia e trabalhos artsticos e ehi-
mieos, acaba este estahelucitnento de enriqnerer-
te com tres importantes i emesias vinda< das pra-
c^is de Lislwa, Ilamburgo e Paris. KxperimeriTom
e desengancm-se dos que ahi se ineuleam aem laes
meios e por urna ostentaoao (salvas as oxtopedes)
pa^a, ao menos se. ennveeerem de que na fre-
guezia da Boa-Vista a tnica botica importadora
dos mercados estrangeiros, e qne por isso e-l em
inelhores dondicoes, qur em relacaoas qualidades
qur aos precos'.
Novidade
A botica de C. Catao & C, rna da lmperatriz
n. 77, acaba de recebar um completo sortimento
de sententes de hortalice, todas rnuito novas e por
commodo prco.
Aluga-se
nina casa com bastantes commodos, na cidnde nova
de Santo Amaro : a tratar com Antonio Jos Go-
mes Jnior, em Santo Amaro.
Os abaixo assiiiiiados scientilk-ain ao respei-
lavel^ corpo cominercial detta praca, que nesta
dala dissolveram amigavelmenle a sociedade que
tiiihaiu sol a razao de Vasconcellos & Malla, reti-
rando-se o socio Malla pago de seu capital, e livre
de qualquer j-esponsalnlidg.de da exiincta firma ;
cuja liquidacao liea a caigo do socio. Vasconcellos,
a quem exclusivamente liea pertencendo a pro-
priedade e estabelecimento denominadoSaboaria
e Serrara do Recitesito s ras do Brum e Gna-
rarapes, e armazem de madeira n ra do Caes 22
de Novembro desta cid.Me. Recife 31 de iulbo dr
1869.
Antonio Jiinim de Vasconcellos.
Manoel Vctor de Jess da .Malla.
Na ra das Aguas Verdes n. 100, segundo
andar, se dir quem d urna pequea quantia a
juros.
l)a-se a juro at 3:000 j sobre Inpotheca de
casas dentro da praca -ata tratar na roa larga do
Rosario, loja n. 22, s dir com quem tcm a iratar.
AMA
Precisa-se de^nnra ama livre para cozinhare
comprar para casa de pouca lamilia : na ra da
Paz n. 2, taberna._________________________
precisa-se de urna cozinheira : na fabrica
de chapeos ra do Crespo n. 6. ________
OSr. Elisiario Gomes queira dirigir-se rna
de S."Francisco n. 6, a negocio que noiguoi a.
MARTIMOS
E
CONTRA FOO.
A Gompanhia IndeniBisadoFa, estabelecida
.testa praga. toma seguros maritimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: a
roa do \igarion. 4, pavimento ter eo.
e Joaquim Martina da Silva.
AMi
Em S. Jos do Manguinho, casa n. t, antas da
gre>i, pagarse bom aluguel a dnas amas que se-
jam do boa conducta, o entendam bem de eugom-
mado e cozinha.
Ml.
Na ra do Padre Floriano n. 34, precisa-se de
moa: iia para servir a duas p!ssoaa, paga-st bem.
Alug;un-sc Oous escravos proprios para cria-
dos : na rna Augusta n. 10.
Joaquim Ferreire dos Santo, professorde
danea, natural de Portngal, e chegado ha pouco
da Europa esla pr vincia com sua e<|iosa, tem a
honra de pai lieipar aos seus Ulnstres lialiitanles,
o mui principalniento aos Ilustres chefes de fami-
lia, que inuilou a sua residencia da ra do Impe-
rador o, 75, 2 andar, para a rna estreita do Ro-
sario u. 31, 2o andar, donde contina a leccionar
em danca, de baixo de toda a rega, a!e.m de urna
variednde de dancas de roda, nao menos deonze
quailrilhas differenles, sendo a mxima parle dol-
as de brabante effeito, as tercas, e quintas a noi-
te, c nos domingos de manliaa e a noite para as
pessoas que nao podem ir nos dias uteis, o no re-
to da semana oromptifica ir s casas particulares-^
e collegios, se para isso for chamado.
Muita attenpao.
Ftigio no lia 29 de junho o escravo Manoel, de
nacao Angola', dado 30 anuos pouco mais ou me-
nos, com cu sigues segnintes : falla de dentes na
frente, andar vagaroso, pernas linas, marcas de
bexieas, levou calca c camisa de riscadinhoi cha-
peo ae pallia novo : rogase aos Srs. capitaes de
campo de o aprcbenderein que olevem a ra Di-
reita n. 16, que ser generosamente gratificado ;
desconfia-se que anda pelos engenhosdo Cabo.
Precisa-se de una ama que saiba comprar e
cosinhar, na ra larga do Rosario n, 21
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. i compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por precos mais vantajosos do
qte em outra qualquer parto.
Na praca da Independencia n. 33, loja de ou-
!j ves, compra-se ouro, prata, c pedras preciosas.e
tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
iodo e qualquer concert.
I
-jSXjo. i vi
Gompram-se e vendem se diariamente para fora
e dentro da provincia escravos de todas as tdades,
cores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
leiceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
freguezia de Santo Antonio.
Compra-se
farinha de mandioca da trra : na rna do Com-
mercio n, 17,. .
Scdulas k i$ e 2$
Compra-se na casa de Theodoro Simn
4 C., largo do Pelourinho.
COMPRA-SE
moedas de ouco e prata de todos os valo-
res, ouro e prata em obras inutilisadas, e
brilnantes e mais pedras preciosas : na lo-
ja de ourives do. arco da ConceicSo no Re-
cife .1
U.
Jugo de visparn a 400 e -^o rs.
Redes para coime* a 210, 'i00 e 500re.
Liaba il- 200 jarte, (duisia) 1A280.
Caixa muilo fina para p de arroz 14MJ&.
Kelogio de sol 120 rs. H
Latas com luana a 160, (K) e 320W.
Agua florida verdadeira 8^;>:J00.
Agua divina ulem LHOO.
Grvalas pretaspara liomem i Ors.
l'entes fie ravessa pvira menina :t-iO.
Olio philocoiiHi vertaiteiro i :>O.
Altre>is de piaqtt L}500. .j e 5&
. Meias cruas para honiem '>"> 00 e 4f a
duza.
liotoes enfeilados para vcstiilu, I200*
du/.ia.
Loques di} santol o.->. cada um.
Ditlos de madeira Ifl cada um.
Coques do tranca, boa fazenda, i
2450*3 e :!* cada um.
Meias linas para seuhora M adur.J.
Banha em fiaseis a 100,640e lr)-0.
Frascos com extracto rnuito lino 2 e
2;5.:iCO.
Caivetes de duas folhas a 2i0rs.
Sabonetes linos 80, IGo, 200, 2lO
320 rs.
Olio baboza 100. 600, 600 e 800 rs.
Agua de colonia 1 MX), :00 c 800 is.
Cartas francezas 200 e 2V0 i .
Caixa com extracto ;i 2*500.
Cartas portnguezas a I20e 200 rs.
Pentes brancos com costa de metal
320 i s.
Ditlos pretos 200, 210 e 30 rs.
Galio de laa para vestido (pessa) 4tK)5.
Fita de sarja lisa e lavradas, l>i00.
U e 2-5500.
Caixa com obreias de mai; 40 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditto-e douradb a Iq-
uillas com en velones 300 rs.
Caixa com agnlbas francezas IGO e
210 rs.
Lila para bordar de todas as cores (bray
0,)800.
Bonets para menino H, 2tS e 2,>00, .
Linha de marca (caixa) 240 rs.
M-ias para menina (duzia) 3 c 3500.
Pefas de tranca liza e de corocol a 40 rs.
Sapatos de la para menino a 320 e803,
Capellas francezas a 2^500.
Facas e galios, cabo de balanco (d-
zia) 7fi
Chicotes para cavado 600, 800 e 1500.
Bengalla de canna i&, i^iOO e U-
Vorlas para lulo 500 rs. (cada urna).
Papel almaco, greve (resma) 1^300.
Temporal pode ser procu-
rado em seu estabelecmiento bo-
nanca, Temporal contina a
vender na Bonanca, pero mesmo
prego que vendia em sua loj*
com titulo de Tempera!.
..Comprase chumbo velho : no armazem da bo'a
marella, no oitao da secretaria de polica.____
Os preciadores de manjares delicados encontra
rao todos os dias n) hotel central de Franciscc
(anido a verdadeira sopa de ravioje, ao verda-
deirofioslo italiano, aftm comooutras excellentes
iguarias, que seria enfadonho mencionar. AHi se
encontraro aiiuaos mais asseiados aposentos para
hospedes, e banhos, bilhares ejiianos para re-
creio dos visiuntes: na ra larga do Rosario n.
37, Io andar.
0
GOMES DE MATTQS IRNIftOS
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
I acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manha s 9 da nouterna
RA DO CABUGA N. 4
onde encontraro um completo sortimento do que ha de mais elegante
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubina e tu^o que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar. 2L
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBUtS"
de novos gostos, assiu orno grande Yariedade de salva e paliteiros de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de
pbjectos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garantem
a qualidade dos objectos vendidos.
-Jjl
\o o largareaios at que..........
E' pa roa Direita n. 53, loja de lercagens, que
so deseja fallar ao Sr. Antonio Francisco Dnarte
ouseu irmao cx-deputado provincial Dr, Maxi-
nnano Francisco Duarte : deve saber quem....
Precisarse
alugar um escravo, paga-se bom aluguel : a tra-
tar no pateo do Terco n. t. ______
Us proprietarios do sitio do Mondego n. 89
fazem sciente ao publico qut nao deram autori-
sacao ou conscntimcnto aljnim para a declaracao
constante do amurada de leiSo das machinas e
senaria sitos no mesmo sitio, tanlo ao traspasso
e continuarao do arrendamenlo as bases do
mesmo contracto, que pelos arrendatarios tem
sido infringido, como melhormcnto farao valer
seus direitos, protestando desde j pelo presente,
visto screm ditas machina* e serrara a garanta
que peles arrendatarios l'oram dadas ao cumpl?
Bienio das condiccSes do-mesmo>ajntraflj ^>
~ Troca-se a moradia ile um 1.*
andar da ra das Cruzes por um
sutrado em alguma outra ra-do |
luesttio hairro do Santo Antonio,
prferndose as oMlimidades da
I'rafa/da Independencia; a (|uam oonvicr eixo
caria n'esla lypojiajhia com as iniciaos J. A. F.
para, aw pi ocu,t
Comprani-se Diarios a .'i000 a arroba: na
ra larga do Rosario n. lo.__________________
Ouro e p,(atit
Compram-se mqedas de ouro e prata de todas
as uaidades, por bom prceo : na ra da Cadeia
do Heeife n. 58, loja do azulejo.
No armazem da ra das Cruzes n.25, compram-
se e vendem-se trastes novos e usados.
V:NDAS.
Farinha de mandioca
da Ierra rnuito boa, tem para vender Maia 4 Lan-
delino, na travessa do Qneinindo n. 18 D._______
Oadeiras de piuho.
Chejraram as antigs e bem eonbecidas cadeiras
de pinho, de abrir e fechar, proprias para estabe-
lecinionlos, pela commodidade (|ue ofTerecem, ven-
de-se pelo preco do costume, nos armazens de ta-
boado de pinho de Paulo Jos Gomes *
caes ii de nwembro.
& Climaco,
POVOiDO
DOS MONTES.
Vende-se urna casa noste pnvondo, sita a ra
Bella, a mal teui vinte palmos de frente e sessenla
e tantos de fundo a tratar na mesma ra n. 32,
a de 10 do enrrento em diante tamqcm no Recife,
s Cinco l'ontas n. 83.
l'J
oarai
ado.
- Precisa se de una ana que saiba beai cozi-
fchar e fazer compras : a tralar na ra da Ca-
fpeia do Recife n. 1, armazem.
AVISO
Os abaixo assisnados avisam ao respeitavel pu-
lieo c com especialidade ao corno do commercid,
_,ue asU data dissolveram a sociedade que tinhara
Ea fabrica de cigarros, siu ra pireia ,u. 50, -
ando tofl o aaivo e passlvo a cargo do socio
Francisco Jos Ribeiro Braga, e ficando o socio Mi-
guel Agostinh'i Ramos Machado desonerado de to-
da e qualquer responsabiTidadfi tendente firma
de Machado & Draga, assim como fica o mesmo
socio Miguel, desta data em diante, sem direito al-
gnm a qualquer reelainacao queem lodo e qual-
quer lempo queira reclamar sobre dita fabrica.
Recife II de agosto de, 18>9,,
Miguel Agosnho Ramos Machado.
' Francisco Jos Ribeiro Braga.
Leite de vacca.
a travessa to Ouvidor, co-
rlieira, vondo-se leite de vaeca.
das ." horas da manliaa s 6, e
d;is i horas da tarde s 6.
Na aua do~Quemado loja n. 44 vnde-
se balos depaano l000 ditos de mussu-
llna 2^300.
Aos Siu joallieiros e ao
publico
Vendem-se lindas joias e com especialidade um
grande e elegante coracao de ouro : a tratar na
ra estreila do Rosario esquina da das larangeiras
a qnalquer hora.
Vendem-se dei pipas de muilo bom mel de
furo, prompto embarcar, em barris de 3: na
ra nova de Santa Rita n. 19. armazem.
0 MUSEO DE JOIAS
__________________*-
i: ruae-treUa do ll*ai lo p. 3&
! andar.
Fornce-se comedorias para fura, de ama .casa
particular de familia, preparadas com todo o as-
sai., proiplid-o e eommudo precio : na rna estrei-
ta do Rosario n. 33, 1 an
irjjuej I.opjk. -jajald9
[ues Loiie
rl. pljld
Ao.SrKJU|ajL
Porto, fre; MnrgarSo. pino de
FereiraBlas/nesstk-jse fallar na r
u. 13.
LIVROS.
Na rna da Trincheiras n. 48, Io andar, se dir
quem vende urna porcao de livros de litteratnr,
bem conser,vados e de. bons autores, em portuguez
e francez. _______^^_
Cal nova de Lisboa
Ven^p Joaquim Jos Ramos, ra da Cruz n.
8,1 andar.
Vende-se um escravinho de 14 annfis de ida-
de, bem reforc/uto, cor escara, bom official de al-
faiate, e ptimo para nagem : na ra da Aurora
n. i6.
Titfe.r^ade, Monteiro
Ra do Queimadon, 49 e 57 ojo.
de miudezas de Jos de Azcm-
do Maia e Silva conhecido por
Jos Bigodnho.
Est queiaando tudo quauto temecisec
estabelecimento para acabar e fazer um
sortimento, por isso queiram vir ou mandar
ver o que bom e barato.
Caixas de linhas do gaz com
SOnovellos a ... -00
Latas com superior banha a
120, 00 e..... 400
Frascos de oleo babosa muito
fino a. ...... 408
Duzias ile meias (inglezas )
muito boas a .... 4$0D
Garrafas com agua florida ver-
dadeira '..... ItJKWD
Garrafas com agua'divina dame-
lhor qualidade i .... If^O
Caixas com 12 frascos de cheiros
proprio para mimos 2#>0('
Dita com|6 frascos muito finos &800
Oleo baboza muito fino que s
a vista ...... &>O0
Sabonetes de calunga muito bo-
nito ...... #46
Caixas de p de arroz muito
superior ..... >600
Pe?as de babadinbo com .10
varas ...... --0
Pecas de fita de eos qualquer
largura p-00
Escovas para unhas muito fi-
nas ...... 500
Escovas para dentes fazenda
muito fina .... o4,
Pulceiras de contas de cores
para meninos #200
Gaixas de linha branca do gaz
com 30 novellos ->oO
Pecas de tranca lisa de todas
as edres #040
Resmas de papel pautado muito
fino ...... 4S00G
Pares de botos para punhos
muito bonito #120
Libras de la pa-a bordados de
de todas s cores 8#00C
Pentes com costas de metal
muito finos #320
Novellos de linha muito grande
para croxs #32
Duzia de linha froxa para bor-
dado ...... #480
Grosas de botes madreperola
muito fino ..... #500
Sabonete muito finos 00, 120,
160, 240 e..... #320
Pecas de fita de la todas as
cores ; #500
Espelhos dourados para pared-
1#000 e..... 1#_0-
Espelhos de Jacaranda muito
lino a...... 2#000
Pegas de trancas brancas e de
cores, de caracol IBM
Pares de meias cruas para me-
ninos ..... fM
Caivete muito fino com 4 fo-
lhas ...... 1#500
Frascos de" sndalo e patecholy
muito finos 1#20.
Vende-se a taberna da ra de Agoas-Ve;
Quiteria Vewte-se tinto rxa de' Monteiro para escrever : | n. 13, beb afreguezda para a trra, por ter ;tu
Imperial alojj- calcado do sobrado amareo na'ra da i dono de retirar-se para o serwo i tratar w __


Cruz b. 21.
j saude.
i
_




6
cjfc Peuumibvpo. ~- ^i^J^ira lorflwJkg*** f, Igfth


LIQUIDACiO
HA IiOJ i
DA
72. Ra da Imperatriz.
U,
Alerta freguezes
que Arara vai cantar,
Para vender suas fazendas (baratas)
que muito lia de agradar.
0 proprietario deste estabelecimento, Icndo grande porgSd de fazendas em
*r, vai proceder urna liqudac3o em todas as fazendas e roupas'feitas existentes no
esUbefenwirto, agora que occasiSo de qaem tem poueo dinheiro poder se vestir de
bn rasenda ebaratissima como se poder ver no annundo abaixo mencionado.
MADAPOLAO BARATO A 3;>O0. BRAMANTE PARA LENGOES A 3*.
Vende-se pecas.__de madapolo eafestado' Wnde-se bramante com 10 palmos de
largura para aiCdes, a 2$, a vara.
da 12 jardas 35500, dito de 2i ardas ou
42 metros o, 6,5, C$300, 7$00. 8*1)00 e
95000.
CHITAS FRANCESAS A 80 i *
Vendem-se cliitas francezas pan >t
dos a 280, 320 rs. o covado, ditas escuras!
muito finas 300 rs. o covado.
Chali i iuiiHo Ojio sno rs.
Vende-se clialin para vestidos Je senhora
4 00 rs. o covado.
maito en-
PEHCALES A 4W RS.O COVADO.
Vende-se percales muito finos para ves-
tidos de senhora a 440 rs. o covado.
Brillantinas Vende-se brtihaatinas ou mursulinas de
cores para vestidos de seohoras 440 rs. o
covado, Ufozinhas muito finas para vestidos
de senhora i 400 rs. e 500 rs. o covado,
ditas de quadrinhos 240 rs. o covado.
RISCADO F1UNCEZ A 360 RS. 0 COVADO
Vende-se riscado francez para vestido
de_senhora 360 rs. o covado.
Laasiuaas a 40 rs. o covado.
Vendem-se I5asinhas para vestido de se-
nhora a 240, 280, 320 rs. o covado.
Cassas francezas a 280 rs. o covado.
\ende-se cassas francezas 280 rs. o
co\ado, cintas francezas finas a 280 e 320
rs. o covado.
Chales le merino *.
i ** t^,chales de meriao estampados
o^lnld? UQ' lra acabar.
COR I ES DE U AS HURTOS A 2,>400
Anh2C *So ^"'-ts de la par* vestidos de
Aii?. -SiOO cada mn. .
..iS DE CORES WJtA VESTIDOS
.ende-se alpacas de ores para vestios
de senhora, 720 e 8CMr&. o covado, di-
tas de listras 700 7,60 rs. o. covado.
Chitas praMlanas
Vende-se chitas prusianas de listras de
cores muito bonitas a 360 rs. o covado.
CHITAS PARA COUERTA A 320
Vende-se chitas incorpadas para coberta
320 rs. o covado.
Bales de O a arcos
Vende-se bales de 20 a 30 arcos
i-5500 cada um, bales modernos brancos
ede cores 50.
PECAS DE ALGODaO A
Vondem-se pecas de algudo
corpado ',%, ;;.*. 84tJ0Oe7&
*c$t-- Colejinhos econoaaieos a 8*0
duzia.
V^nde-*' colerinios econmicos a 320
a duzia, s se vende assim barato por ter
grande poiro.
CASE.WRAS DE CORES
Vende-se cazwnirjs de cores para calsa
e pantufa 2-5 24'>"00 e3$ o covado,
4f*ilSo enfesiadm lA,
Vende-a* algodo infestado pToprio para
lencec c tochas, 1, a vara ou 900 r. o
metro.
BRIM PARA CALCAS A 400 RS. 0
* U RIJA DA CADEIA *. 45
DE
SOB A DIRECQ0 DO MUITO HABILARTISTA
Laurtano, ai futate.
Os proprietarc deste novo estabelecimento, tendo experimentado anecessidade
urgente de ter na directo de sua ofllcina de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr. Lauriano Jos de Barros para tal mister, convicios de que satisfar
com todo o capricho a vontade do freguez.
Tem o mesmo estabeleciraefflo am bom sortimemto de fazendas proprias para
roupaede fiomem,corno sejam: casimira de cor, indos padres, completo sortimento de
pannos fiaos; preto e d cor, casimira preta, grande sortimento de brins brancos e de
cores, merinos de diversas qulidades, bembazina, lindos ertes de gorguio para colleUv
gorgurao Pekin, superior qaalidade.
Os freguezes encontrado anda um variado sortimento de roupa feita, camisas
inglezas, collarihhos, ceroulas, grvalas prelas e de phanlasia, meias para homens, se-
nhoras, meninos e meninas, chapeos de seda parajsol, colchas, bramante, atoalhado,
bales de diversas cores e modelos, cambraas, malas para viagem, e outros muitos ar-
tgos que a modicidade de seus precos incita a comprar.
A ra da Cadeia n. 45
LOJA
DO
COVADO.
Vende-se brnr para calcas e patttots deseas e liras bordados com-2
hornera c menino, a' 400 c 440 rs. w co-% metra, fazenda superior, a
maldiwm -4
Ra do Quemado ns. 49 e 57 p
lojas de miudezaz de Jos de (jALLU VlbiLAMJi
Azevedo Mata, est acabando' *> Crespo n. 5
com as mhfdezag de seus estabe~
lecimentos ports>so queram apre-
ciar o que bom e barati&simo.
vado, dito Jizo a icattafo de ganga a 300
o covado.
Algodo de lisra a 109 r
o covado
Vende-se algodo de listras para roopa
de escravos a 200 rs. o-covado.
CORTES DE BRIM CASTOR A 640 RS.
Vende-se .cortes de [ tohm caslor pwa
calca de horru-m. 6-40 800 rs. cada-um.
CARTEIP^A PARA VIACEM A i&.
Vende-se t-arteiras par viagem 1\J
caca urna, cobertores de algodo 4)5500
c^la um.
Cobertas de chita MnO-
Vende se cobertas de chitas de cores
4#K00 e 2-S. cada urna.
ALGODAO TRANCADO DE EAS fiAJiaUR^frA
13200.
Vende-se algodao transado de dnas-lar-
guras, propiios para lenceso toaJhas para
mesa, se vende a i#200 o metro.
Mantas para gravata W9%- rs
Vende-se mantas para grvala a 20Ors-.
cada urna, lencos de seda de Horas a tWO
cada um.
ATOALHADO PARDO A 2,5809.
Vende-se atoalbad pardo para- toabas-
de mesa 2$300 a vara, t.ialbas escaras
45, cada urna. Ra da Imperatriz leja
da Arara n. 72.
CONVITE GERAL.
0 proprietario do armazem de fazendas denominado Garibaldi, na ra da Impe-
ratriz n. ii. declara ao respeitavel publico que tendo grande deposito de fazendas em
ser, e desejando diminuir este grande deposito por meio de urna liquidaco que fin-
dar no dia 15 ou 20 do crrante, por sao convida ao respeitavel publico a vir surtir-
se de boas fazendas, e por diminuto pre/Jo, a saber:
jjBUO, M-. U e.
Caixas v imita com 30'noveftes
Pares de .sjwaos de tranca 9v~
zeniianoT^a-...... 2^000
Pares de supatos de tap?%-
si) gramil)- *. ..
Duzias de mem cruaapara'ho*--
mem a.........
Traraoias do Sor- fBiwida bosr
e pelo prer>nmor l#f> 'attos-
vro de missw- aCFevJdsa-..
Duzia-e barateo franoesss-nwito
finos a2^400> e-......
SilaloriD portognte cen>estam-
pas a......... .
Grvalas de cras-e pTetessnwto-
fines a....... .
Cart3es com caWietcs- *Iato
fajeada fina *. ..#. ..
AlioUwdnras de /tito paro-coleta
faaeud fina. .. ,. .
Caixas com pea d'oc* rauito
finas-a320, 43g^5B8>- .
Carlita- de linhai Alexanle q*--
tesv 200 jarda*-a.......
Carreteis de linb^. .Uesaodre d^
70t 200, a .......
Gaius com supriores obreias-
dmassa Dazias dsagalhas para aMehina-
Libras de prego (raneases dtr-
varsotamankoa. .
Lwros eseripjwado pasat ral dai
rsapa a. .......
Talheres para meninos- muito.
finos a........*
Ca i xas com papal amiaade muito-
6noa........
Caixas com fttO enwlepes- maito-
finos a........
Pentes volteados pars meninas-e-
senhoras a........
Thezouras muito. finas pata
unhas e costuras-a.. .
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80 120. e .
Varas de franja para tala as fa-
zenda fina a. v .
Pecas e fita branca elstica
muito. fina a. .... .
Novellos de linhacom 400 jardas
Resmas de papel de peao azul
muito fino a......
Grozas de botdes de loaca muitc
finos a. .......
CHITAS LARGAS A 280 rs.
Vendem-se chitas francezas largas a 280,
320 e 360 rs. o covado.
ALGODAO ENTESTADO TRANCADO A
10000. .
Vende-se algodo enfestado trancado para
len?oes a i 5000, dito liso enfestado a 900
o metro.
CASSAS FRANCEZAS A 210 RS.
Veodem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 240 e 280 rs. o covado.
MADAPOLO ENFESTADO A 3*300.
Vendem-se pecas de madapolo enfes-
tado a :i:j300, dito inglez de 24 jardas ou
22 metros a 50, 60, 70, 80, 90 e 100, a
peca.
IANZ1NIIAS PARA VESTIDOS A
200 RS.
Vende-se lanzinhas para vestidos de se-
nhora a 200, 240, 320, 400 e 500 rs. o
covado.
BARECE PARA VESTIDO A 500 RS.
Vende-se barege de listas para vestidos
a 500 e 640 o covado.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
5.0 rs. O COVADO.
Vendem-se alpacas de cores a 500, 640
e 720 rs. o covado propria para vestido de
senhora.
SEDAS DE CORES A 1#.
flJVende-se sedas de cores para vestidos de
senhora a 10 o covado.
I'ORCO DE RETALHOS.
Vende-se urna porc3o de retalhos de cas-
sas, de la e sedas e de outras fazeudas
por muito barato preco.
A' elles antes que se acabem.
CHALI DE CORES A 800 RS.
Vende-se chaly de listas de seda a 800 rs.
o covado.
CHALES DE CASSA A 10.
Vende-se chales de cassa a 10, e de me-
rino a 20.
CORTES DE LA A 20400 RS.
Vendem-se cortes de la de listra para
vestidos de sennora a 20400 rs. para aca-
bar.
ALGODO A PEQA 40000.
Vende-se pecas de algodao a 40, 80, 60
e 70 a peca. E muitas outras cousas que
eria enfadonba mencionar.
4*000
dOO
10500
30800
0200
20000
-208GT
4320
500
4020
0500
40000
0100
0100
OU
0000
'4240
4700
4600
4320
4500
4320
4160
. Os pragrietari feste hem ennhecido eslafoete-
eiinenSo, alt-ui do B'tos objeefs que tinhum cx-
postos a-;preciacao *) rospmavel pu!>lin>, ni;m-
larim ?r e aeabM receher efo irftiin vipor
d;i Enrnt um coinyAto c vnrian sortiinentu de
finas e m delicadas epeeialid;u^ w qunus es-
&* resotTMtes a vei'drt',. orno e de seu costuiue,
por preros moilo bannhus o coamodos paira to-
dos, com (smfo que o taJIo....
HRiito tafermes lur** d pellica^, pretaa, bran-
cas e de mui Rodas eftren.
Mkii boas r bonitas gottinhas e pimlios para se-
nhora, neste genero o que- ha de nis moderno-.
Superiores pentes de tartaruga para coque*.
Lindos e rkiuissimos enfeitcs pora eabei.-as at
Exraas. senhoras.
Superiores trancas preta e de cores eom vidri-
lhos e sern elles; esto fajeada o qra pode Iiaver
de melhor e roats bonito.
Superiores e bonitos legues de madreporola,
marflm, sndalo e osso, sendo aquellos braneos
com lindos de#enlws, e este prelos.
Muito superiores lucias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes seinpre se Ycndcram por ;tt)3000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
alin destas, temos tambem grande sortimento de
outras qulidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior caima da India c
castao de marflm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero 6 o que de methor se
pode desojar ; alm destas temos tambem grande
Suantidade de outras qulidades, con sejain, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. ele.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qulidades.
lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de dade.
favalhas cabo de martim e tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas, e de mais a roais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tain-
bem assegurames sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para cncher
?abyrintho.
B.ms baralhos de cartas para voltaret*, assim
JL cono-M taM^tM o meamo fim.
2w Grande e vanado sortimento das roelhores per-
fumaras e dos memores e mais conhecilos per-
fumistas.
COLABES DE BOEB.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
faeiitam a denticao das innoceales crianeas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, alim de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pots poderao aquel-
tes que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrando destes verda-
deiros collares, e os quaes atteftdendo-se ao lim
para que sao applicados, se renderao com nm mui
diminuto luero.
Bogamos,.pois, avista dos cbjectos qne deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virera
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
200
60
20500
16f;
CHITAS PARA C08ERTAS A 280.
Vende-se chitas francezas para cobertas
a 280 o covado, dita encarnada a 320 rs. o
covado.
CASEMIRAS DE CORES A 20500.
Vende-se casemiras de cores a 20500 e
30000 o covado.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 30000.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 30000. ditos de seda a 400 cada um.
BRIM DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim de cores para calcas de
homem e meninos a 400 rs. o covado.
Gangas para eal^a a 3 SO rs.
Vendem-se gangas de cores para caiga e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado.
MUSSELIXA BRANCA A 500 RS.
Vende-se musselina branca a 500 rs. o
covado, dita de cores a 440 o covado.
Percales finas para vestidos de senhora
a 440 o covado.
TARLATANA VERDE A 320 RS.
Vende-se tarlatana verde e de cores a
320 o metro.
Lencos brancos a 20.
Vende-se lencos brancos a 20 a duzia.
Gollinhas e manguitos para senhora a
500 rs.
Ditas de linho fino a 10000, para aca-
bar.
[GRANDE SORTIMENTO
DE ROl'PA FEITA DE TODAS AS QULIDADES.
Vende-se a roupa feita por menos 26 ou
30 por cento do que em ontra casa : por
isso os pretendentes podero yir examinar
para ver a realidade do annuncio.
Velbotina preta a 320 rs. o covado, para
n/oKop
BALES DE ARCOS A 10500.
Vendea-se bales de 20 e 30 arcos a
10500 cada um, ditos modernos a 40.
BRIM HAMBURGO A 80000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo d Ham-
burgo a 80, vem a ser mais barato do que
algodlosinho.
CORTINADOS A 140000,
Vende-se cortinados para cama a.440
para liquidar. Ditos para janellas a 70.
Todas estas fazendas se vendem maito
barato na ra da Imperatriz n. 56.
Machinas vaporde
forca de 3 e 4 c-
vanos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de facao e serrotes para desca-
rocar algodao.
Bataneas para armazem e balco.
Camas de ferro.
Cofres do ferro do Milnez e de Uhit-
field.
Prencas para copiar cartas.
Fogo americano patente.
Scbonete de alcatrdo.
M
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que tilo boa
acceitacSo tem merecido n'esta provincia
muito se recommenda para a cura ceru
das impigens, sarnas, caspas e todas a>
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu & C,
34ra larga do Rosario34.
CEMENTO
POBTLAND.
Vende-se no armazem amarello de Vicente Fer-
reira da Costa & Filho, defronte do arco da Con-
C3icao, e m barricas grandes.
Boas cscravas
Vcndem-se 2 escravas que engoramam perfeita-
ii'.ente, cozinham e cosem muito bem, figuras bo-
nitas, 3 ditas e i bom escravo para todo servico :
na travessa do Carmo n. 1.
FOLHA DE
FLANDRES
da fabrica Derwent a 233000 I C ou 24^500 sor-
tida : na ra da Cadeia n. 4.
Burras.
Vendem-se duas faceiras e ensmadas burras
para carro :'a tratar na ra do Vigaripn. 31.
Agulhas
para machinas de costura de Grover & Baker :
vendem-se na rna da Cadeia do ftecife n. >1, t
andar, a 2 a duna.
IIASSA e XAROPE
DECODEINADEBERTHI
Preconisadas por todos (a mdicos contra ]
DEKLUXOS, CATIIARROS, E TODAS AS|
IRR1TAQOES DO PE1T0.
K. B. O Xaropc t Codcina que mtrtto a I
Aliara, alia bem rara tuire os Mcdicamitto*\
novos, di ttr regitli ado como um dos medica-1
meatos o/Jieiaes do Imperio Fraucei dispensa J
quaquer elogio.
AVISO. Por em da reprehensiTel falsi-1
ficaco que lora tuteitado o felii resultado do I
Xarope e massa de Bcrlh' somos Toreados n[
lembrar queeslrsmedicanieutos laojusiatu.nu \
eoncciluadss t> se
tliki in em cnixn-
lia5i flMStns It'MIIHlO v^ ^\0 ~J&A
ossigiialuru em
fri'nli'.
46. /(< da Ecolcs, t na Fbaraiacia Central I
PILULESSSDtEICAUV!N
Carro
Vende-se urna linda caleca hancera em bom
oso, feitie moderno : qnem a pretender, dirija-se
a o caes 22 de Novembro n. 31.
H, kMlerw MbMtopoL Pirk.
Esta frteujto rargailvo vegetal to coramodo
coni Kradirel o remedio mais inallivcl para dcs-
tnir u eallygaea, as ncTralglas, as mais re-
kaldes, assim como a Mil* e a vticoildafea.
Elle efca as gatirlilt, obstrnccoei enxa-
eeaa, amura, orea, eatarrho, aptfeM,
0 aerecimento das rtlnias ranria pode rew-
atir-M lettu paluras: kXeitabelecer ou eouer-
var a sade.
Ellas Me pedeH nem resfoardo aa comida nem
kebida; em dote lawaaHti e trutatlro, asase tonar
ellu nu releecOee i em dose porgaUva de noite ao
deiUMe.
Ptrnsmbuu: MU. aarer et C*
POS DE ROG
Approvados pela Academia imperial
de medicina de Pariz
m irasco do Po de Rog, dissolrido
em urna garrafa d'agua, d urna limonada
agradavel, que purga rpidamente e de
um modo certo, sem causar a menor
irritacao como acontece com a maior
parle dos outros purgantes. o Pa *m
Bog, sao inalteraveis por isso empre-
gam-se fcilmente em viagem.
em RioJiimno, DuptukiHe; Ckerobt-
em Pojuiti, Meurer a C". A
Dopru'U
Grande e rompteto soriimento de machinas para
descae;ar alyodaode nova invencfm chcgadal^nl-
liinamente em direitura para a luja de Manoel
bVmto de Oliveira Braga A C, na ra Direita n.
33. Garntele que a melhor qualidade qne at
o prsenle tem viudo ao-mercado : acham-so em
exposioao aos roni|iradorts.
System decimal. .
Grande e completo sortimenlo_ de pesos kIv
grammos de melhor comprehenso dos-que tem
vudo^U* o presente, assim como marcos de lato
al meio grammo pelo mesmo systema, bataneas
de lato de forra de 5 a 20 kilograninios, natros
de niadeira e de Jalao para medir fazendas, alm
de grande soriimento de miudezas e ferragens de
lodasa* (jua)idades, tudo por precos que s a vista
faz crdito : na ra Direita n. 53, loja de Manoel
Bentn de Oliveira Braga & r
Extraetom rarnis.
Este prodnelo alimoclacao para doetrte?, mui
apropriada para crfanras, e pan* as pessoas saas;
indisjiensavel a lodos, porm principatmenie aos
viajante*, que lefio nelle o rtrurso de- poder
ter alimrntacao d carne fresca incorrupt'rretl, e
que com faclidade seaprompla e se sonduz, por-
que n'um pequeo vottinte carrega se alrinentafo
para muio hiiii|>o. Sulirttndo cliaasa-se a alten-
cao dos Srs. de eigpiriri que encontrro no E*-
TRACTUM CARMS o recurso de alinienlacao a^ra^
davel, bygicaica c barata para seus fanmlos e seu
dbeites.
Esle prodnrto f.ihriradb pelo procejso do dis-
tincto medico aV. Lbfltuba, m> Rio-Gransfc do Sul,
qne acaba de crear um deposito nesta cidade em
casa de Jos Victorino de Rkkkdk 4 C.r ra da
CatKa, escriptorio n. 52, i'andar, vendesdo-se:
No deposito a pi da Cada n. 31 a.
as pliarmaeias dos Sis. :
Manoel Alves Itorbosa, incsam ra n. 61.
Joaquim de Almeida Pinto,; roa larga do>Rosa-
rio n. 10.
Antonio Maria Marques Femira, pra?a da
Boa-rista n. 91.
N. B.As totas que contem o txlvacto trazem
urna guia para seu nso.
COGNAC
De superior qualidade da iui accredila-
da fabrica de Bisquit Duboueh di G., em
cognac urna das qu# mais aguard^nie de
cognac, fnrnecem para o consunaao do
Reino da Inglaterra.
Vende-se era casa de Th. Juet, rea do
coramercio n. 32.
Tabellas vermicidas
E
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efficaz, e preferivel a todos of
conhecidos, j pela certeza de se resulta-
do, ej pela fcil applicac3o as creancas,
quasi sempre mais atacadas de tS*> terrive
e muitas vezes fatal soffrimento.
NICO DEPOSITO
M
Pharmarla drogara.
M
Barthomeu & G.
4Rna Larga m Rorl-4
BAZAR UNIVERSAL
OR ua Xova O
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que- so ven-
dem por presos commodos come sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os ystemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposicSo servaos a electos para almo-
Co e jantar, salvas, bandejas, taboetros, bol-
sas c malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candieiros para sala e cima demesa,
parede e portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e erkanca, bercos, cadei
ras lorigas para viagem, ditas do balanco,
espelhos de todos os tamaitos, molduras
para quadros. gaz, baldes americanos, gu r-
da comidas, brinquedos para enancas, um
completo sortimento de cestfnhas, oleados
para sala e nesa, tapetes para sala, quarto,
frente desopli,janellae porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se encontrarlo
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pena ir examinar.
ncia!
A Nova Esper?nca, ra do Quemad
n. 21 tendo em deposito grande quantidada
de aaidezas, e como se approxhna o tem-
lio em que tem de ser dado o balanco, por
isso desde j previne ao respeitavel publi* *
co, que est resolvida a vender suas mer-
cadorias pelo baratissimo preco, para assim
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, venbam os bons fregue-
zes, e os que nao forem venham ser fregue-
zes, em tmpo Ufo opportono quando i
NOVA ESPERANCE convida-os pechincha-
rem, pois que para comprarse caro, nSf
falta aonde e aquem...
Elle quere ella quer
i # E' sempre assim.
Elle (correspondente de Pars) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos de
gosio e perfeicSo, e ella (loja. da Nova Es-
peranca) qoer sempre dividir com seos fre-
gu/es o que d" bom consianlemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos) i
Nova Esperance 4 roa do Queimado n. 21,
alm do grande sortimento que j tinha,
acaba de-reeeber mais o seguiute:
Bonito* broches, pulceiras e brincos da
trwdreperola.
Papel e envelopes bordado e mati-
sadtos.
Papis proprios para enfeitar bollos
bandeijas.
Brincos pretos com dourados (ultim
moda ).
Fitas largas para cinto.
Modernos galfes-, frajas e trancas de
seda e de la, para enfeites de vestidos.
Botoes de ttwias as cores- e moldes novoa
para o mesmo fin.
Trancas pretas eonvvidrirhos sendo com
pengentes e sem lites.
Botoes pretos- cora vidrilljse com pingen-
tes esem elles.
Luvas de pellica, camurca e excossia.
Pinas meias- de seda para senhora e me-
nino.
Delicados teque de madreperula, mar-
im, osso e faia.
Esparttiho simples e bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, am completo sortimento de
miudezas ra db Queimado n. 21, 'na
Nova Esperanca.
Collatt anodinos elhetrt-magneti
eos eontra as convtdffas das
creancas.
N3o resta a> meBor duvid, de que muito.
collares se vendem por al intitulados oi
verdadeires de Royer, e eis perqae muito
pas de familias ne creem (eemprando-os)
noefleito promettidbio que s-pdem dar,
os vendadeiro; a Neva Esperanca, por
qae detesta a falsifeacSo priacipataente na
qae respeiia ao bem estar d* humanidad,
fes urna encomnend directa destes collar,
e garante aos pas de familias, que sao o
veradeiros de Rover, que terntas creas
Ca tem salvado do terrive iacoraraodo d
coavulcSes, assim pois precisos qae ve-
nham a Nov Esperanca a ra do- Queimado
n. 21 compraren o salva vid, para sen
fiManhos, antes que estes sejam aeommetu
de do terrive mal, quando entao ser di-
ffie alcancar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros collar
de Royer.
Vinho verde
A' ra do Livramento n. 6 eontinua haver para
vtder por precos razoaveis, o melhor vinho verde
at boje vindo a este morcado.
PAST1LII4S ASSICAIUDAS
DO
DR. PATERSON
De bisiniifh e magnezla.
Remedio por excellencia para (ombate*
a magreza, facilitar a digestao, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPEQAL.
Pharmacia de Bartholomeu & G.
34------Ra larga do Bosario------34.
Rap Princeza
DA IMPERIAL FABRICA DE VIEHRA GULMA-
RARS & COUTO,
DO RIO DE JANEIRO.
Vende-se este excellente rap no escrip-
torio de Joaquim Gerardo de Bastos, ra
do Vigario n. 16, Io andar.
MOLESTIAS do PEITO
HYPPHOSPHITOS
tfODrCHURCfllLL
XAROPE de H YP0PH0SPHITO de SODA
XAROPEdeHYPOPHOSPHITOdeCAL
PIlULASdeHYTOPHOSPrlITrj de QUININO
-CHLOROSE ANEMIA
CORES PLIDAS
XAROPE deHYPOPHOSPHITO de FERRO
PILULASdeHYPOPHQSPHITDdelVIANGAWESIA
TOSSE BRONCHITIS
OEFLUXOS ASTHMA
PASTILHAS PECTORAESj.d CHRCHJIL
Exigir para os uropes o frasco quair+tto em
toda ot productot t ajsignatura do D" CKI1-
CBtXL, c o letreiro com a marca de fabrica da
Pharjpacla IWAaW, i, ra Castlflhnt. PARS

hajtyaWaA. >-^
Alegrai-vos myopes, e presbytas, j po-
dis ver delonge,. j podis ver de perto^
nn ha mais vistas certas, nem caneadas.
F. J. Germann acaba de recebes pelo ulti-
mo vapor um rico c variado sortim* Bto de
oculos, lunetas, pince-nez, face -main, lor-
gnons, de ouro, prata, tartaruga, marfim,
ac, bfalo, uaeur, unicornio emelchior:
assim como binculos de urna a tres mudan-
cas para theatro, campo e marinha, da ulti-
ma invenco; duquezas, vienezas de 6,8 e
12 vidros, tudo dos melhores fabricantes da
Europa.
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRAO
Remedio por excellencia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchites,
catarrhos, tosses convulsivas, escarros san-
guinos, e outras molestias do peito.
YE* DE-S
NA
PHARMACIA E DROGARA
DB
Bartholomeu & C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
CHARUTOS
Os melhorcyrftarutos da expostcao e variedade
de outras quaaudes, finos ; encontra-se no hotel
Central de Francisco Garrido, ra larga do Rosa-
rio n. 37,1" andar, e rna estreita do Rosario n.
4 A. Vendem-se a retalho e em grosso.
PMODASlKl
.No armazem pintado de verde, sito a ra
do Gaes 22 de Novembro n. 30, vende-se
superior madeira de pinito da Suecia, com
3 polegadas de grossura, 9 de largura, e
14 ps de comprimento a 3000 cada urna:
taboas de forro a 8$, 9$ e 10(5000 a duzia,
pinho americano de resina 200 rs. o p;
Vinho Sherry
o melhor que ha no mercado ; no armazem de J
O. C. Doyle, rna do Gommercio n. 48.
Vende-se breu barato : no armazem da bola
amarella, no oitao da secretaria de polica.
CIMENTO
Vende-se verdadeiro cimento; na ra da
.Madre de Dos n. 22, armazem de Jo5o
Marlins de Barros.
r



tOfii Ai.,? ivH I* jm'im!
Diario de Pernambuco Quinta fera 12 de Agosto de 1869.

l

=*:
z~:

Ccordeiro prevdentej
Ru 4 aneluiatU 1
Novo e variado sortHOto de perfumaras
finas, e outros objetes.
Alna do completo sortimt alo de perra-
alarias, de que eifeclivamente est provida a
toja do Cordeiro Providente, ella acaba de
receber ura outro sortiraento que se torna
notavel pela variedade deobjectos, superiori-
dade, qualidades e commodidades de pre-
sos; assim, pois, o Cordeiro Providente pede
e espera continuar a merecer a apreciado
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguesa em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conbecida mansidao
e barateza. Em dita toja encootrarao os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores emais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgia) para conservado do
assei da boca. .
Cosmetiques de superior qualidade e ebei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, con
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoueza, transparente
e outras qualidades.
Finos extractos ingieres, americanos
franceses em frascos swples e entecados.
Essencia imperial do fino e agradavel cliei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo pntoeorae verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
cora escelhidos cheiros, em frascos de dife-
rentes tamanhos.
Sabenetes em barras, maiores e menores
para mios.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em carimba pan barba.
Caixinnas cem bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada contend fi-
nas perfumaras, muito f roprias ;para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com pe de arroz
o boneca.
Especial p de arroz sem composico de
:heiro, e par isso o mais proprio para crian-
cas.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de camphora o outras differentes
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Aiada mais coques.
Um oulro sortiraento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filis de vidrilhos
o alguns d'elles ornados de flores e fitas,
esto todos expostos apreciado de quem
os pretenda comprar.
GOLUNHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Fivellas e fitas para ciatos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com-.
prador.
Vinho degestivo de
chassaing
COM
PEPSINA E DIASTAEX.
Beraedio por excellencia para cura certa
das digestes difficeis e completas, acalmar
as dores gastralgias, e reparar as forcas
produzindo urna assimulac3o completa dos
alimentos; siendo mais uin excedente tnico.
PHARMACIA. E DROGARA
M
Bartholouieu 6 C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
FUNDICAO DOBOWfflAN
Ra do ISi-iini a. 59.
PASSANDO O CHAFARIZ
Tem sempre deposito de todo o marinis-
mo empregado na agricultura da provincia,
entre o qual:
Machinas de vapor, para assucar c para
algodSo.
Rodas d'agoa.
Motores de diversas especies.
Moendas de canna.
Rodas dentadas, para animaes, agoa e
vapor.
Taixas de ferro, batido fundido e de
cobre.
Alambiques.
Atados e instrumentos d'agricultura.
Descarocadores d'algodao etc. etc.
Havendo em tudo variedade de tamanho
desde o menor at o maior que se costu-
ma empregar._____________________
gaz i;\z m
Cbegou ao antigo deposito de Henry Forster *
C, ra do imperador, am earregamento de ga>
de primeara qualidade; o qual se vende em partida.
o a retalho por menos preco do que em outra qual
quer parte._____________________________
CUBA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galoupeau.
Deposito especial
i Pharmacia de Bartholomjfi A G.
34------Ra larga do Rosaro-----34.
EM CONTINUACVO
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
3(Daaa m mvmNtmu* m
DE
FLIX. PEREIRA DA SIIiVA.
O proprietario deste grande estabelecimento tendo sido o arrematante da
extinct toja denominada=/ifiO/.tf DAS DAMASi ra da Iniperatriz n. 36, e nao
Ihe tendo sido possivel, na mesma toja, concluir a liquidado da grande quantidade de
fazendas que all existiam, pelos poucos dias que leve at entregar as chaves, vio-se
obrigado a passar a maior parte dessas fazendas para o seu estabelecimento, o=PAVO
onde o respeitavel publico encontrar um grande sortimento das melhores fazendas de
lindo, la, algodao e seda, que se Ihe vender muito mais barato do que
qualquer parte, com o fim de apurar dinheiro, e as pessoas que oegociam em pequea
escala, tanto da praca como do mallo, nesta casa pode rao fazer seus sortimentos em
pequeas ou grandes porces, vendendo-se-Wies pelos presos que se compram, as
casas inglesas; assim como as excellenfissimas familias poderlo mandar buscar as amos-
tras de todas as fazendas, ou maadar-sc-ha levar petos caixeiros da mesma. toja em suas
casas; o estabelecimento se acha constantemente -aserio das 6 horas da mauhaa s 9
da norte.
,Zi jxperiencia
A agua-florida de Guislain
Mo mais cabellos brancos
A tintura japoneza, para ungir os cabel-
los da cabeca e da barba, fot a nica admit-
tida Exposifo Universal, por ter sido
conbecida superior todas as preparares
at hoje existentes, sem alterar a saude.
Vende-se a 1000 cada frasco na
151RA Di (MBHL 51
f ANDAR*
RAP
PALLO CORDEIRO
Vende-se rap Paulo Cordeiro fino, viajado, meto
grosso e vinagrinl.o : no deposit cargo de Joo
Francisco da Silva Soares, ra do Vigario n. 11.
Faz-se vautagens a quem comprar porco, e iro-
c-seo rap que nao sahir do agrado dos consu-
midores? _______
COLA
Vende-sc superior cola da Bahia ; no escriptorio
de Antonio Luir de OUveira Azevedo A C, ra da
Cruz n. 57.
Vende-se un exeellente escravo de 14 anHos
de idade, pardo, offieial de atfaiat*. reforjado, e
ptimo para pagem ; na roa da Florentina a 28.
Esplendido sortimento de
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO A UA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melbores roupas,
sendo calcas palitots e coletes de casen*ira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas qHe os compradores pos-
sam esejar, assim cerno na mesma loja
tem tm beHo sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, coma maior promp-
tido vontade do freguez, e nao sendo
obligados a-acceita-las, quando nao slejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar' o
respeitavel publico um bello sortiraento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho e algodo e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-he vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
los dez mil covados de eassas
francezas
Covado a 300 Cavado a 300
Covado a 300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
Vende-se na loja do Pavo ra da Im-
peratriz n. 60 urna grande quantidade de
mil covados das melhores casas francezas
para vestidos, tendo padrees miudos e grata-
dos, assentados em toda* as cores, estas
cassas sao propriamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a chita, e alm dos padroes
serem muito bonitos, sao todos fixos e seria
fazenda para muito mais dinheiro, mas re-
talha-se a, 300 rs. o covado.
ISspartilkos a 3$000 na loja do
I'avo
Vende-se urna grande porco de esparti-
lhos modernos com o competente cordo,
tendo sortimento de todos os tamaitos, e
vendem-se a 3 cada um.
BRAMANTE PARA LENCES COM 10
PALMOS DE LARGURA A I$800
Cbegou para a loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, urna grande porco de
pecas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpli-
mento de um lencol, o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; e vende-se pelo
barato preco de I 5800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicacoes para arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
Alpacas brilhantes
a 640 rs.
Chegaram para a loja do Pavo um ele-
gante sortimento das mais lindas alpacas
brilhantes com as mais delicadas cores, e
com os mais bonitos lavradinhos a imitaran
de seda, as delicadas cores que existem
neste bello sortimento encontra-se o bonito
Bismak, o bello Lyrio, o delicado verde
assim como, perola, roxo, canna, azul caf,
etc. Vende-se esta bella fazenda pelo ba-
ratsimo preco de 640 rs. o covado por se
ter recebido em direitura urna grande par-
tida superior a dez mil covados, seno
seria para muito mais dinheiro, isto na loja
e armazem do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60 de Feliz .Pereira da Silva.
POUPELINAS A 500 RS. O COVADO.
Na loja do Pavo, na ra da Imperatriz
n. 60, vende-se um grande sortimento das
mais lindas poupelinas ou laziuhas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de creancas, com as rilis modernas e bo-
nitas cores ; padros com listrinhas miudi-
nlias, que se vendem pelo barato preco de
500 rs. o covado, pechincha que se acha
nicamente na loja de Flix Pereira da Sil-
va, na ra da Imperatriz n. 60.
Cortes de vestido do Pavo a
4000.
Vendem-se bonitos cortes de cambraia e
tarlalana, ricamente bordados a la, pelo
baratissimo preco de 65-
Ditos por estarem- um pouco machucados
a 4.
Dilosfinissimos com barras de seda a l&
Assim como os mais modernos cortes de
poil de ^hvre, com duas saias, sendo fa-
zenda chegada pelo ultimo vapor, cada um
em sua caixinha com competente figurino,
a 18#; iinissimos crt- s de cambraia bran-
ca, ricamente bordados, que at podem
servir para noiva, a 25#000, e outros mui-
tos cortes de differentes fazendas que se
liquidam baratas na loja do Pavo.
BALES E SAIAS
Vende-so grande quantidade dos melho-
res baldes de arcos a 20, de panno e mus-
selina por preco barato, assim como gran-
de quantidade de saias bordadas de cor a
40, 50 e 60, na loja do Pavlq, ra da Im-
peratriz n. 60.
ALTA N0V1DADE
EM l'tttl'F.I.IN.VS 4KJ OlllRO DE LINUO E
SEDA.
Pelo ultimo vapor cbegou para a loja do
Pavo um elegante sortimento das mais
bellas poupelinas ou gorguroes de linho a
seda, com os mais delicados padroes que
se pode imaginar, assim como urna grande
porco de cortes da mesma fazenda, tendo
de todas as odres e garantmdo-se que neste
genero nao ha nada mais bonito nem mais
proprio paja vestidos, e vende-se por pre-
co muito razoavel na loja de Flix Pereira
da Silva, .i ra da Imperatriz n. 6.
CELEZIAS
PANNO DE UNIIO
ATOALHADO .
Vendem-se as mais finas celezias de linho
com 5 varas fada peca, sendo mais finas
ainda que os mais finos esguibes que tem
viudo ao meivado, a 450, 550, 60;>000 e
"U-M300, tambem se vende em varas as
mesmas celezias, sendo preciso; assim co-
mo, pannos de linho do Porto para lences
cora perto de 4 palmos de largura a 700,
800 e 1-5000 a vara, sendo em pera tam-
hem se faz alguma equidade ; bramantes
para lences com 10 palmos'de largura a
1?>800 e 2#500 o metro, e de linho muito
superior a 30200 e 30500.
Atoalbado adamascado com 8 palmos de
largura a 20400, 30 e 30500 o metro, e)
outras muitas fazendas brancas que se ven-
dem muito mais barato do que em outra
qualquer parte, com o fim nico de apurar
dinheiro.
CHITAS
MADAPOLAO
AiGODAOSlNIItUl
Vendem-se superiores chitas escuras e
claras pelo barato preco fie 280, 320 e 360
rs. F as percallas a 320 e 360 rs.
I Veas de algodosinho de t^as as lar-
guras e qualidades. Pecas de madapolo
dos mais baratos at os mais finos; assim
como, superior algodosinho enfestado para
lences, loalbas, tanto liso Como trancado:
todas eilas fazendas se vendem mais barato
do que em outra qualquer parte, para apu-
rar dinheiro.
PECHINCHA DO PAVO PARA ESCRAVOS
A 200 RS.
Vende-se urna grande-porco de esta-
menha mesclada, propria para vestidos de
escravas, camisas e calcas para moleques,
sendo urna fazenda escura trancada e muito
encorpada, pelo barato preco de 200 rs.
o covado, fazenda que sempre se vendeu
por muito mais dinheiro.
ROUPA
EM LIQUIDACO NA LOJA DO PAVO
Vende-se urna grande porco de roupas
para homens, sendo grande quantidade de
calcas de brim, castor, casemira e meia
casemira, de todos os precos e cores. Pa-
litots de alpaca, brim, casemira, meia ca-
semira e panno fino. Cohetes de todas as
qualidades. Camisas de linli < e algodo.
Ceroulas e outros muitos artigos, por preco
muito em conta.
Casemiras da moda
NA
I-OJl DO IM1AO
Chegou pelo ultimo vapor francez, um
grande e verdadeiro sortimento das mais
modernas e mais finas casemiras para cal-
cas, paletots e coletes, tendo lisas, com lis-
tras e com listra ao lado, tendo para todos
os precos, e afianca-se venderem-se muito
mais barato do que em outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qualquer peca de obra, a vontade do
freguez, para o que tem um bom alfaiate.
Aos quinhentos palitots
a 18$ e 20#000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
60, vendem-se urna grande porco de pa-
litots sobrecasacados, e propriamente so-
brecasacos de panno preto, sendo obra
muito bem acabada pelos baratos precos
de 180, sendo forrados de alpaca, e de
200 forrados de seda; esta fazenda a nao
se ter feito urna grande compra, seria
para muito mais dinheiro, porm liquida-se
esta pechincha pelos precos cima.
Cortinados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento aos me-
lhores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 120000 rs. cada par at 250000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
AS CAMBRAIAS DO PAVO
Vendem-se finissimas pecas de cambraias
lizas transparentes tanto inglezas como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
precos de 50000 at 100000 a peca, assim
como iinissimos organdys branco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a 10000, a vara, na loja do
Pavao ra da imperatriz n. 60, de Fex Pe-
reira da Silva.
*" *f' r8j""
as
n.

~p ^
*a $1MAB*
5* a.
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis
lain
Tintura indelevel paratingir os cabellos,
sem manchar a pelle.
A bem conceituada agua-florida de Guis-
lain que entao era desconhecida em Per-
aambuco, j hoje estimada e procurada
por seu effica resultado, e ainda mais se-
r, quando a noticia de seu bom elleito e a
i tornar de todos conhecida.
composta ni-
camente (te vegetaes inoffeusivos, tem a
propriedade extraordinaria de dar a cor pri-
mitiva aos cabellos, quando estiverem bran-
cos, e Ibes restituir o brilho perdido, e as-
sim como preservar de embranquecer, sem
ser prejudicial de modo algum.
BT porm necessario fazer conhecer, que
o bom resultado produzido pela agua-flori-
da, nao instantneo, como muitas pes-
soas tal vez supponham, mais sim ser pre-
ciso fazer uso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obter o fim desejado, como bem
provam testemunhos de pessoas insuspeK
tas, e d'entao por diante, basta usa-la dus^ ikuito gosto.
veces por mez, contando sempre com o bom
xito, pdenlo a experiencia ser feita em
outra qualquer cousa.
Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
na do Quetmado n. 8,
A Aguia Branca, contando com a protec-
?5o de sua boa freguezia, tambem capricha
em nao Ih'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favoravel com que
a honram, e em prova ao que fica dito, d
como exemplo o explendido sortimento
pje acaba de receber, ainda mesmo achan-
io-se bellamente provida do que de bom
e melhor se pode desejar nos gneros que
sao de sua competencia.
Haja visla aos necessarios livros de missa
oraco, obras de apurado gosto e perfei-
co, sendo: com capas dexmadreperola e
locantes quadros em alto relevo.
Ditos com ditas de marfim igualmente
bonitos.
M@2
loja de razzias e roigas
iiia da IiMpcralriz n. 82,
porta larga,
DE
PAREDES PORTO
Neste eslabelecimento encontrara o res-
peitavel publico um bonito sortimento de
roupas e fazendas de todas as qualidades e
precos commodos, tem sempre um bonito
sortimento .de casemiras de cores e pretas,
panno fino de diversas qualidades, biim de
bonitas cores e brancos de boa qualidade,
encairega-se qualquer obra por medida e
i preco muilocomnK'do.
ROUPAS FEITAS
na loja da ra da Imperatriz n. o2, porta
larga, de Paredes Porto.
Tem neste estabelecimento um bonito
sortimento de roupas feitas de diversas
qualidades e precos commodos, como sejam
palitots de alpaca prela e de cores a 30.
3J&.Q e 40; ditos de panno preto sacos a
e faia etc, etc. tendo pos de sndalo alguns 60, 70 e 80; ditos de panno superior a
Ditos com ditas de velludo, outros ffin
tando charo maclietado.
Ditos com ditas de marroquim com cruz
e guarnico, dourada ou prateada.
Coras e tercos de cornalina.
Assim como.
Grande e bello sortimento de leques
toaos de madreperola, madreperola e seda,
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda,
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de flores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azues.
- Voltas de cerrente de borracha.
Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de fio de Escocia abertos, tambem
para meninas e senhoras.
Ditas mi%> finas d'algodao, alvas, e
cruas para meninas e senhoras.
.Lavas de fio d'Escocia, torcal, e seda
para meninas e senhoras.
/Meias de la para homens, muflieres e
-meninos.
Gollinhas e punhos bordados obra de
Entre-meios fines tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enfiar fita.
E OS PRODIGIOSOS
Anneis e collares Rover para creancas.
Bonitos cabases ou bolsinhas de pelica
e setim para meninas ou.senhoras.
Lindas cestinhas bordadas a froco, e lisas.
Delicadas caixinnas de vidro enfeitadas
com pedras, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga para joias.
Bonitos albuns com msica.
Pinseis ou bunecas para poz de arroz.
Novos e delicados ramos de flores
marrafes para enfeitar. coques.
Bello sortimento de trancas de palha.
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e alfinetes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonita
120, 140 e 160; ditos sobrecasacados de
dito dito a 180, 200 e 230; ditos de case-
mira de cor a 50, 60 e 100; calcas, coetcs
e palitots de casemira muito lina de cor a
20 e 25; calcas de brim branco de cor e
todas as qualidades de 20 a 60; ditas ue
casemira preta e de cores de 40 at 124;
cohetes de todas as qualidades; ceroulas ue
bramante a 10300,20000 c 20500; camisas
francezas de linho e de algodao de todas as
qualidades e preco mais barato do que em
outra qualquer parte; colarinhos, gravatas;
bonito sortimento de chapeos de sol de alpa-
ca e de seda; meias inglezas a 60 a dmJa;
pechincha neste estabelecimento pelo
grande sortimento: todos os freguezes se
podero prover dos ps at a cabeca por
preco commodo.
FAZENDAS
Grande sorlimento, como sejara, chitas
baratas a ^O, 320 c 3G0 rs. Madapolao
fino a 74, 80 c I0 a peca. Algodao (pe-
chincha) a 50500 a peca e outras qualida-
des. Cambraia branca de todas as q:,i,.-
dades transparente o Victoria de 30800 a
80 a peca. Lanzinhas de bonitas cores, .'.!-
pacas bonitas, selecia a peca com 28 metros
a 280000. Esguiao o mais lino possivel a
20500 e 3;) a vara, e outras muitas fazen-
das por preco commodo, que seria enfadu-
com nho mencionar, na loja do
LESO DA PORTA LARGA
ARMAZEM CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
SIMO DOS SANTOS ft C
Os proprietanos deste bem sortido armazem de secco e molhados, parlecipam
aos seus. numerosos freguezes, tanto desta praca, como domatto e igualmente aos ami-
gos do bom e barato, que leemum grande e vaotajoso sortimento de diversas merca-
duras e as mais novas do mercado, as quaes vendem em grosso e a retalho, por
menos preco do que em outn qualquer parte, por ser maior parte destas mercadorias
compradas por conta propria, por isso quem comprar at a quantia de 1000, ter cinco
por cento pelo seu prorapto pagamento garantindo-se qualquer genero sahido deste
armazem.
GAZ AMERICANO 90 a lata, a 400 rs.
garrafa e 60( rs. o litro.
ha aba-
V1NH0 VERDADEIRO FIGUEIRA 560 e
640 rs. a garrafa, a 40500 e 40800 a cana-
da, a "20 e 940 rs. o litro.
DEM DE LISBOA das melhores marcas,
400, 440 e 500 rs. a garrafa, a 30 e
30500 a caada, 600 e 640 rs. o litro.
AZEITE DOgE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 70 a caada, e 10340 o litro-
VINHO BRANCO DE LISBOA a 600 rs.
a garrafa, 40500 a caada e 900 rs. o litro.
VINAGRE VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 20200,
10800 e 10400. a caada, 360 e 480 rs.
o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 10440 e
10280 a libra, 30140 e 20800 o kilo-
grammo.
DEM FRANCEZA 960 900 e 850 rs.
a libra, e 20100, 10980 e 10870 o kilo-
grammo.
DEM PARA TEMPERO 640 rs. a li
bra, 10400 o kilogrammo, em porcSo se
far abatimento.
BANIIA DE PORCODE BALTIMOOR
720 rs. a libra, o 10570 o kilogrammo, em
porco se far abatimento.
ARROZ DO MARANHO E DA INDIA
120 e 140 rs. a libra, 260 e 300 rs. o ki-
logrammo e 30800 a arroba.
ALPISTA 240 rs. a libra e 520 rs. o
kilogrammo, e 60 por 14 kilogrammos.
CAF EM GRAO 60 e 30500 a arroba,
200 e 240 rs. a libra, 440 e 520 rs. o
kilogrammo.
SABO MASSA 260 e 200 rs. a libra,
570 e 440 rs. o kilogrammo, em caixa ha
abatimento.
MASSAS PARA SOPA, MACARRAO, TA-
LIIAR1N E ALETRIA, 800 i s. a libra e
1075Ookdogrammo.
SEVADINHA E SAF 280 rs. a libra e
620 rs. o kilogrammo, em porco
timento.
BOLACIIINHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS QUALIDADES, a 10 e 10400 a lata.
VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
masso. em caixa ha abatimento.
PHOSPIIOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANZA, 3 280, 400 e 560 rs. o masso,
30200 c 60300 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANIIOS 30500, 50500
e 10 a libra.
GOMMA DE M1LH0 AMERICANA 400 rs
o masso de urna libra, e em caixa ha aba-
tmenlo.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 100 rs.
a libra, em caixa faz-se abatimento.
SERVEJA INGLEZA MARCA SI 50500
a duzia e 500 rs. a gnala.
DEM BASS, VERDADEIRA 1IILEHS
BELL, 800 rs. a garrafa e 90 a dnzia.
VINHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
[DIVERSAS MARCAS 10500, 10200, 10e
800 rs. a garrafa.
GENERRA DI]
GUfiZA 7:) e 60 a liasijueira, e 500 rs. o
frasco.
dem de laranja doce aromtica,
110 a frasqueira e 10 o frasco.
QUEIJOS DE DIVERSOS VAPORES,
30, 20800 e 20400, em caixa faz-se gran-
de abatimento.
TOUCLNHO DE LISBOA 400 rs. a li-
bra, e 880 rs. o kilogrammo, e 110500 por
14 kilogrammos.
CHA FINO. GRADO E Mf/IHNHO os
melhores que ha no mercado, M e
30200 a libra, 70080 e (10340 o Wq-
grammo.
DEM PROPRIO PARA NEGOCIO 20700,
20500, 20200 e 20 a libra, e 50450 e
40180 o kilogrammo.
Paredes Porlo.
Vento-so nou taberna sita na melhor Ice:,
tic da Casa Forte : a tratar na mesma eom J -:
Joai|Ui"m Da?, e o mesmo senhor faz a venda ur
nciimiuodns tic saude.
lll vil]
Campos, na ra
llilJJU J1
Para o armazem do
Imperador n. 28.
Neste muito acreditado estabclecimen'o
acha se constantemente um variado sorti-
mento de gneros finos para meza e
cosinha e entre esles nomea-se apenas es
especialidades seguintea :
Queijos do serlo suido de manleiga e
coalha.
Camaroes seceos do Maranho.
O verdadeiro caf de Moka,
0 superior e bem conhecido peixe miraguaia
que se vende a 100 a libra e 40900 a
arroba.
TABELLAS
de rodueco as mais lacis e mais corn-
pichensiL.i, tudo no
Armazem do Campos
Potassa da Hnssla
a mais nova no increado, a preco razoavel : na
roa do Conunercio n. 13, arr.iazem de Manuel Tu-
xeira Basto.
ESCBAVGS FU6P0S.
Ausentou-se no ultimo dejunlio deste anuo o
escravo Jacob, erioulo,do idade '3o annes, cor u.'a,
balso e magro, rosto eoinprido. pouca barba, i -
tos estufados, entes da frente todos perfeitos, bem
fallante, peritas finas, o eom um vinculo no meio
do dedo mnimo de ambos os ps, j* foi morader
no Bjo-Formoso, e tem sido visto nesta cidade e
seus arrabatdes, como em Apipuco?, etc. : quem o
apprehender conduza-o ra da Imperatriz n. 44,
i andar, que sera generosamente roeompensado.
AVISO
As autoridades policiaes ea
quem competir.
No da 2!) de maio do correnle ar.no >
HOLA.MiA E A.MBUR- gio o escravo Esequicl, crionlo de 30 o
annos de idade, estatura regular, reforcado,
cor bem preta, cabeca redonda, trajava ca-
misa azul e calca de casemira cinzenta; do-
rante o dia costuma andar ganhando as
ras, ou em armazens de assucar ou r.r.s
tabernas a conversar e a beber; durante a
noite rccolhe-se a telheiros abertos ou pe-
netraveis, a casas em construeco e a oo-
tros quaesquer lugares onde se possa abri-
gar: quem o apprehender tenha a bondade
de o couduzir ra da Aurora n. 20, onde
ser gratificado.
Assim ci>mo ha outros muitos mais gneros, vinho em ancorelas, a ze i topas,
passas, figos novos, charutos de diversas mgjbas, linguicas de Lisboa, marmelada, Con-
servas gela de marraello, pcego, ervilhaa, peixe em latas, sardinhas de Nantes,
vinho verde engarrafado, pomada canella, cravo, ervadoce, cominho, pimenta, grandes
molhos de sebolla 1A500, finalmente muito mais gneros que enfandonho
mencionados.
|U-|H
Este admiravel
'|iurali\0 nao
Dnleoiemslmer-
iirio, iodo oo
[arsnico; um
licoroso modifi-
cador para o sangue e cura radicalmente as molestia:, de pe le, taes como a lepra, as im^igens, as herpes, as
espiabas, os Pianos, etc. Empregado diariamente elle refresca i massa do saogue e consolida o saude.
Cora em a dias as connentoj amigos ou recentes
os atis rebeldes.
9AJUB,
f i i I
IHJECCAO CADET
lVuuaY 7, B< Deaaia,
Kugio no dia 9 do corrente mez .1
engenho Sant'Anna da comarca do Porto
Calvo, o cabra Wenceslau, estatura recu-
lar, do 22 annos pooco mais 00 men.s,
sem barba, cabellos preto, e bem cara-
pinhados, foi comprado na cidade do Re--
cife, para onde veio da provincia da Pa
rahyba; e bam assim o escravo MancU
crioulo, de 22 annos, estatura regalar,
tem um dent quebrado no queixo superior,
bem preto; quem os apprehender leve a
casa do negociante Joaquim Rodrigues la-
vares de Mello, no Recife, ou no referido
encenho aue ser bem recompensado.
De>appareceu do engenho Judi da S
zia da Escadao escravo Manoel, de nacao Angola,
idade, pouco mais ou mano?, 4.' annos, alto, sef eo,
eom falta d) dentes em ambas os qe
descarnado, ps compridos, tem cicanizos de
ligo, muito ladino. lo da freguoza de Serin.'
da familia Wanderey. 0 abaixo a
a prisJodo dito escravo, e promette gra
nero$amente a quem delte der noticia, on o .
ao mesmo eogenho, ou ao largo do Carmo n. 1.
Manoel Antonio dos Santos Das.



I


I
ASSpUAJERiL
CMARA DOS SIS. DEPUTADOS
SESSO EM 15 DE JLIIO
VMBIDmCM. M S*. NKBUS.
(Conclusas)
Ao onvir o nobre deputado encelar o seu
ftsctirso, eu o toda a casa nSo podamos
stppor senio que S Exc. a repellir ilumine,
eremptoriamente, a de modo mais formal,
projecto em discusso. Assim S. K\c.
ao* disse: Eu sou inimigo de nfamas
quando ellas nao sao fundad is em quaixas
tegrtimas: quaes sao es que existem contra
aciiKil systema de reerutamento ? Taro
bem sou inimigo de reformas impensadas e
sen fundamento, reformas quo destroem e
nlo melhoram: mas o qu i observo que a
interrogarlo do S. Exc. era to cheia de du-
vida que pelo menos e jamis poderia per-
nitlirdhe que eoncluisse do modo por que
onctaio,' isto pela acallarlo da reforma
Hae deixa va suppor ser infundada e nao kn %P
fitiinaib por queixas reaes. .+-_
S. Exc. proieguio:
< Ei opponho-me 4 adopcao, crea cao
e MD o imposto novo ; por va de re-
gra es imoostos no vos sao mal arrecada-
dos : porlanto na.) quero que o velbo
imposto do reerutamento seja substituido
peto novo imposto da conscripto e sor-
teio. _
Antes de tudo, ponderal ei ao nobre de-
guiado que ba|na sua pbrase, na sua com-
paraeSo do reerutamento ao imposto, menos
sieza de ideas. A phrase poder ser
imaginosa, mas decididamente nao justa,
rtao apropriada. A constituico-----para
que invoca-la ?----- Os proprios impulsos
rio cora ;lo tAm gravado na alma de todos
os Brasileiros que o seu prira iro dever
defender o sea pai/.. Essa obrigaco nasce
espontneamente, e nao desponta por eei-
io de imoosicao de lei. i
E um alto dever moral o de servir a ban-
deiri do paiz ; e a mim me repugna, con-
esso-o, ouvir aquella comparado de um
(tever moral com o imposto, cousa de ori-
feu material, e intciramente"material. A
obrigaco que leva o cidado as ileiras do
acerato para servir ao seu paiz jamis po-
ter-se-ha confundir com o imposto pecu-
niario, a que, por exemp.'o, sujeito qual-
quer taverneiro pelo uso de vender merca-
dorias com que negocia.
O Sn. Psmubu Vianna:Nao c urna
obrigaco moral s, reduz-se a servico ou
dinii<-iro: imposto.
O Sn. Tiieodoro d.v Silva:Se reduz-se
a dinbeiro ala falsa consequoncia do
principio falso de qu; o recrutamenlo im-
o)-;to de singue. Nao querendo, porm,
demoi-ar-me na impropnedade daquella
pftrase, eu observarei ao ilustre deputado
(Me, ao passo que elle considerava (e pisto
6 qu me parece ter bavido de sua parte
alguma perphxidade) o reerutamento como
imposto, e oppuuba se adopeo* de todos
es impostos novos, pela razi) muito conhe-
eida era economa poltica de que a novida-
de e alleraeo uos impostos trazan sempre
dMBcaldsdes a arreeadaro, conclua nao
Oslante que aceitara a nova forma de re-
erutamento, a conscripcao e o sofvico!
O Su. Fkhrkira Vianna :Mas veja que
nao repelli, moslrei s as dilicuklados pla-
teas.
O Sa. Tiieodoho da Sii.v : Porde-me
o Ilustre deputado. Se este era o seu pro-
ito. como eu creta, parece que foi alm
do :.i que visava, porque, lendo de con-
cluir pe i adoprlo da conscripcao o do
sortsff, apezar das ditliculdadea prtticas
que entrevia, comliido prucurou laucar o
systema ao pii>lico descrdito.
O Sn. Fkuhkihv v'ivnna :Nao tenho fe.
O Sn. TiiEoaono da Silva : -Q nobre de-
! o os ilizi.i: O. que tena prodaz-
do a conscripcao e o srtelo ? O que pro
Uu/.io na Franca ? Por quem foi ongon-
drad > o systema da conscripcao 1 Por Na-
lo. o maidr organisador militar at
e conlieeido, porm accrescento eu, o
maiar devorador de seu proprio paiz.
OSa. Feikkiha Viasna : Ambicioso.
O Sn. TtiKODono da Silla : Tudo isso
a exacta. Napoleo oam sikh guerras sem
iin, com seus boloeaustos humanas, arran-
cad das profissoes pacilicas e do seio das
familias a mais de 1500,000 francezes
como cu disse outro dia, mas a conscrip-
cao, como baja se faz, com o sorleio que
auo ora desconliecido, porque s foi esla-
belecido na restauraciio, inspira as rapog;
Baacias que aquellas perguntas do nobre
deputado dispertariam ?
-Senhores, se o nobre deputado s tinlia
por iim manifestar duvidas, com o propo-
sito deliberado em que eslava de acceitar
a conscripcao o o sorteio com as isences
que depois indicou, Dar que, pergunto eu,
procurou estragar a sua propria deliberado,
desacreditando o systema, que logo deca-
ron joe aceitava ?...
O Sr. Ferreirv Viasna :V. Exc. disse
que eu nao tinha f.
O Sr. Tiieodoro n\Silva :... no em-
tanto que proseguio ora querendo ora nao
querendo-a conscripcao e o sorleio?....
OSa. FF.niiKiiiv Vianna ;Desejo dusil-
ludir o povo.
O Sn. Tueodoro da Silva:.... ora cha-
mando de alistamento da fraude ao rgi-
men do projecto, ao passo que tambem cha-
mava de cacada humana ao modo actual do
reerutamento, no qdal s vio o acaso com
violencia.' O que quer o uobre deputa-
do ? Cacada humana, acaso com violencia,
mas em principio punha em davida qu*
ni quixaa fundadas quanto ao mo-
do por que se faz o reerutamento actual-
mente Tambem disse-nos que a cons-
eripgiio e o sorte:o, me i os oppressivos
jpopalacSa, lalvez sejam destinados a fazer
com qii baja neste imperio um exercitoj,
aggr.:ssivo, e a converter este paiz, de pa-
cifico que ., en potencia militar.
Sanhore?, eu nao vejo que o projecto
possa inspirar sseg raceios que o illuslre
deputado manifestou.
O Sr. Fekuliv Vianna :A mim, nao ;
tendencia que posso indiajr a outros.
O Sr. Theodoroda Silva :Se pelosim-
ples facto da adopc-ode uma-ei relativa a
conscripcao e ao sorteio o paiz pudesse de
sbito tornar-se de pacifico, que era po-
tencia- militar de primera ordem, eu tam-
bem acompanharia ao nobre deputado, e
dira: n5o continuemos, paremos, a lei que
* se discute funesta, vai perturbar uossas
relaces civis, a tranqullidade das familias,
o dosenvolvimento das prollsses pacificas
e o futuro do paiz; ella aniquilr a agricul-
tura, que j deflnha por falla de bracos :
nao desviemos da agricultura, e alo des-
tniamos os poneos bracos que pasraimos,
-emspera de m# iav
cipaco doclemeuto sor\il, iio glorioso ser-
vico das armas, mas servido davorador, J~
bracos e vidas.
Onde, em que fundam-ie as cois*ta!
tarto
e apprehaosoes do nobre dcputadjf|H| j^^^^^HB
facto coaatante na Europa de que all
diversos paizes posauem. o tendea a pos-
suir exercitos cpda vez mais numerosos?
0 Sa. Fecieiiu Vlv>n\ : Da historia
da conscripcao.
0^. Tiieodoro da Silva : Perde-me
o illajpe deputado ; a conscripcao e o
teioanSo sao senao .dous organisadores, nao.
O Sn, Ar-auio Lina : Nao, seanor.
U Sn. TiiKODono da Silva : Ueste mo-
o sea pensamento...
jo JiiMA : NSo quero que
qaj|oJ> ^jssa; declarei que
no exercito
digo bem, hikbsao seni) dous insti'ttfiaaaias.'dos protegidos
poi
aame aeMados
0 Sn. TtiKonono da Silva : Mas qoaes
sao esas closscs que o nobre deputado nao
nomea, e que dia^HBervem no exercito ?
Qoaes sao ? I'dtfflb; mas o nobre (ie-
^aulado i eapiind--. NSo sao os dos
pobres, porque destes que s compoe o
exercito, como todos nos sabemos ; loao
formadres dos quadros .doexurcilo mi-
LiSde
e ricos
que o nobre deputado diz
dous instrumentos inactivos mqivdj)4j||q0e}Ba> BrlSil'ha classes que ais servem
abas*
lei nao fixa a forra dos contingentes anuos
de que se compara o mesmo exercito.
A couscripcao e o sorteio nao cnsul* ;m
nao augaientam nem, dimnuom o ajdrcito
emquanto a lei clara e raanifestamsnle nSo
determina a sua constitalcio, o seu augnuo-!
ou diminuicao. Nestas condicoes, per-
ito ao nobre deputado, que recelo1 ha em
que este projecto venln derramar sobre o
paiz encientes de infelicidade, se a nos. po-
der legislativo, no uso de n issa facu'dade
constitucional, relativa lixago de forca
publica, que cabe designar cada anoo o
contingente de que o exercito se devera
comp >r ? Onde est o pongo ?
0 Sn. Feuiieia Vian.va : as reservas.
0 Sn. Tiieodoro da Silva : as reser-
var ?... Isto dar-mc bia lugar a grande
desenvolvimento.
0 Sn. Ferreia Vianna : At enten 1 i
que vamos alm.
0 Sr. Tiieodoro da Silva : NSo so in
ti nid o nobre deputado. Estas supposta? e
Ilusorias reservas, e eu assim as quililico
bem determinadamente e^om intenro, ii3o
devem affligir ao nobre deputado.
S. Exc. o Sr. ministro da guerra j nos
disse que a 2a reserva llie pareca escasada
e impr.olicoa.
0 Sr. Ferreira Vianna : Se V. Exc
poe a reserva disposicao dp ministe^ da
justica, nao tenho receio, masem pianPT es-
tver -.o servico do da guc ra tenho:
O Sr. Tiieodoro da Silva i Nao en-
tendo bem ; mas ainda nisto ni pro-ede
o temor da V. Exc. As reservas s serio
chaimdas ao servico em caso degu.'rra e
por doterminacao da lei e quein faz a lei
somos nos.
Do qua tenho dito conclue-se que o pro-
jecto em discusso nao tea o inmenso al-
cance que se lhe empresta, nem deve aterr.
rorisar o paiz, como pareceu ao nobre de-
putado, que alias concluio aceitando-o com
sencoes mais desenvolvidas.
bem provavel (jue S. Exc. lvesse feito
outras reflexoes que agora a miaba inexpe-
riencia na tribuna (uo apoiados) e umeer-
to calor desque nella me possuo, me fazem
esquecer ; mas creio que em resumo com-
prebendi, na rpida comparacao de seos ar-
gumentos, quanto elle servio-sa de dizer-
nos.
O eloquente orador cncontrar-me ha sem-
pre disposto a ouvi-lo com attenco. .
O Sr. Frrreiha Via.n.vv : Muilo obli-
gado ; mostra qua nao avaro.
0 Sn. TuEODOliO da Silva : Mas cu
pedira a S. Exc. que, sempre que baja de
dar-nos o prazer de ouvi-lo, faca -o como o
lern fetoem todas as ccasies, ;i excep-
Qo de hontem, isto exa u rigor lgico
com que sabe argumentar, cora a precisan
de dialctica que o distingue, qualidldas
que bastea Ihafallaram. S. Exc. perdoc-
niiue lhe diga, quiz e nao quizo projec-
to, emboca por fim declarasse que o acei-
tava, tal foi em snmma osen fliscuis.
O Sn. Ferreira Vianna: Confio no uize
i\ i nobre collega ; eu desejava ouvir a sua
opiniS i autorisada.
0 Sn. Tin:,nono da Silva : Quanto ao
-r ilustre orador, deputado pela provincia
do Cear, de cujos talentos tambem desde
muito estou acostumado a ser admirador,
confesso que, cinbora cmi posices diversas,
foi o discurso que mais impresso me cau-
sara, de quantos tem sido proferidos con-
tra o projecto, se nao fusse a sua conclu-
s7! que desfez-me ta! impresso.
Natei no nobre deputado urna" cifernii-
ade de que o supponho isento, e que hon-
tem iofelizmeate me parecen possur : S.
Exc. sceplco.
S. Exc. reco;ihe;e que o reerutamento,
como se faz no Brasil, funesto e pessi-
m > ; diz qu infelizmente o exercito s se
compoe de horneas pobres e miseraveis ;
que sem duvida essa urna tendencia m;
porm naovemeios de vence-la; e por tanto
'roza os bracos com impassibilidade. (Sig-
naos negativos do Sr. Aranjo Lima.) S.
Exc. disse-o bem claramente, cu tom^i no-
no exercito, e estas sao 3s dos -mais
tados e favorecidos, se deixa sem raspas-
ta a pergunta que lhe tenlio feito pjra sa-
ber si; rofere-sea (otras classes, trancando
desl'arte o seu pensamento, impede^me de
pi-osegiiir na demoostrago de que nao coa-
vea que subsista aquella clamorosa des-
igualdade.
. Se qntretaoto nao posso alangar-ma na
serie de consideracoes que a fazenda em
relaco primeir parte do seu discurso,
devo observar que S. Exc. ncorreu, segun-
do me parece, na mesma perplexidade e
incoherencia em que vi incurso o ustre
deputado pelo municipio neutro.
S. Exc. diz que a conscripcao.e o sorteio
sao cousas nexe juveis no Brasil ; a pu-
blicidade
m-s iafpHgnado orneada que aflfise
ret, e com a qual pretendo que se elimine
do projecto a faculdade para que as pra-
ex-rcita poseam xoaor -ducada 4 Pewsia.
cas que as-vaB ao
rar-se PfM|l la. conliibaicao pmiara.
Eu na fcirai maior questo pala subsis-
tencia da bcaldade das a&anaracdes pecu- unicacia da llamaaha \ aPrussa nSo poda
as maos, e cslendendo-se do eleitoado
de Brandeburgo at apoderar-se do gil*
kme lbe d o ame
confj ^4llaft(ilo%^inspira a crenca
de que serva ma, provindecal de
nianas; entretanto observarei que quando
no tivesse motivos para duvidar da oonve-
nitiicia da nuautenco dola, qolhia-os das
proprias pabwras queante-hentem aqui pro-
ferio o honrado Srf ministro da guerra.
S. Exc. tJsa-nos: A? oxoneracoes pe
cuniarias na tem produzdo grandes ma-
les. De taes palavias eu ialiro, como
toda a casa,que alguns males devam ter
produxido, embora nao sajam grandes. Por
coasegaiote, ai uvidas qae outialMcorca
da conveniencia das exoueracTvs pecunia-
vigorram com estas palavras ditas to oe-
medida o reflectidamente por S. Exc. cuja
apreciacao, [)ost que rapid:i, nao -deka
de ser muito expressiva.
Poderaser mntida aquella faculdade;
mas note a casa que a simultaneidade Be
do^m^bjJ|pl^ subjtiajijgao. a saber: a
subslituicao pessoal e a suostituicao pecu-
niaria, revela pouea ou nenhuma confianca
n'um delles! Para que as exoneracoes pe
cooarias, se bastan e salisfa/.em as subs-
lituicoes pessoaes? Una de duas: ou o
quantum das exoneracoes pecuniarias licar
aqun daquillo em'qaa deva ser fixado,
ou ir alm. Se realizar-se a primera hy-
blicidade no sorteio fa. com que uoobuaj.poUiese, eoto todos que precisarem subs-
abstado acuda a chamada para o sorvioa, titu.r-sa usarSo do recurso das exomra
pela raza! de que nao ha rati qie t eiircij
iregar-se a boca do gato.
Sn. An.vLJO Lima : Apoia lo.
O Sn. TueoDOito da Silva : E o no-
bre deputado, qus co:it:sla a bonfJadc do
systini. i' mes.' > lhe attribuo miles, o
n ilre diputado que o aeha iaexequiv. I,
a;eta-j par fim, e cerio que sem a pub;i-
cidade no serteio. mas com a iestriccao de
que elle .se faga sem essa puulicidade, isso c.
as (i-cultas. Nsto havci cihcicacia /
O Sn. Anviu) Limv : Temb-m isso
nao exacto ?
O Sn. Tiieodoro da Silva : O nobre
deputadj aceita a conscripto e o sorteio.
om a restrceo que establete como me-
dida salvadora ; porm ella de todo in-
No haffif mais risco que afigure-se
feliz.
ao nobre deputado, de que o rato nao va
para a boca do gato; porm baja o tal sor-
teio s oceultas e decididamente a ovelrw
lia de ser tragada pelo lobo, quando.ella
descansava na segundada de que era guia-
da por seu pastor.
O Sr. Aracio Lima d um aparte.
O Sn. Tiieodoiio da Silva : Nao naja
tal publicidade no sorteio, para que nao se
evadan ou oceultem os sorteados, para que
a nova lei seja de urna exequibilidade ina-
tlieuiaiica na vasta zona desle vasto paiz,
onde ha matas tao densas a abundantes que
os pobres bomens do norte dizem cheios
le confianca, como referi o nobre d potado
se Deus grande, o mato maior (risadas);
tal o pa io do mesmo Ilustre deputado !
Mas nao enganemo-nos : se a publicidade
pode preju licar a execuco do projecto, in-
conveniente que se pode diminuir com o
oraprego de meios indirectos que o mesmo
projecto lembra, e outros que podem ser
iridiados, o remedio que o nobre deputado
offnreco como ellicaz eu nao o aceito o por
miulia parle recuso, porque to nocivo que
deixa a populaco (\o Brasd em coadicoes
pciores do que est actualmente com os
seus usos c cosfumes violentos acerca do
reerutamento.
Pode o nobre deputado aceitar o systema
di conscripcao e sorteio que ao mesmo
lempo combate ; mas a cisa ne deve acei-
tar o remedio venenoso que lhe offere-
cido.
Sr. presidente, em negocio difcil e gra-
ve, como o do reerutamento, parece que
deve ser inicuamente estranha casa toda e
qualquer divagaco, exageracoes, cxcitnco
de seutim satos e discussoes acadmicas.
Assim complica-se a soluco do problema.
Se disse aqu, com sorpreza minha, no
primeiro dia em que se abri a discusso,
que havia ignominia em perlcncr ao exer-
cito, em ser soldado brasileiro, porque o
castigo da chbala era aviltante I
Senhores, nisto ha transtorno de ideas e
falsa apr ciaco. O que avilta o erime,
esta
coas pecuniarias, o effectuar-se-ha o que eu
j previ e disse n'uma-ilas secces passa-
das, isto poderemos ter dinbeiro em
caka mas nao (eremos lomens para o
exercito; ou augmentar-se-ho os embara-
ces para a acquisieo de seu pjssoal; se.
porm, realizar-sn a segunda hy|>othese,
como OfMos dis cxoneraties [xcunia
ras seja muito alto, lodos recorrerla s
subslituices pessoaes. Portanto um dos
meos intil; o menos ajustado o das
substituices pecuniarias, por conseguinte
coiivcm nao acta-lo.
Accrescem, Sr. presidente, s considera-
Coes que faro outras que dizem respeito ao
poprio decoro do governo; e ellas me pa-
recem procedentes e de peso. Acredito
que o governo desee algum tanto da posi-
cSo em que deve manter-se, ingerindo-se
naqnillo que s deve caber iniciativa indi-
vidual, isto aceitando a exonerarlo pe-
cuniaria para com o producto del la ha ver
por si o substituto. Nao ine parece isto
decoroso e digno: assim o governo far
de corretor do quo nteressa ao cidado.
Entendo que este principal ou exclusivo
interessado quem deve procurar que o
substitua, (cando habilitado, com o recurso
da substituico que (he garantido, a no
solfrer perseguido alguma; no emtanto
que a garanta conjuncla de outro recurso,
alm de amesquinliir o governo, poder
trazeremresultado tal ou qual dimnni-
co no pessoal do exercito. Tanto assim
que em tempo de guerra, segundo dispe
o |)rojecto, suspender-se-ho as exonera-
'.'s pecuniarias, escoadouro por onde
muitos escapar-sc-hiam enlo do
das armas, isto importa a condemnacao
da medida, que sera dissolvente as criti-
cas pocas da guerra.
Diz-se, porm, que as exoneracoes pecu-
niarias sao establecidas para com o seu
producto occorrer-se ao melhoramcnto dos
sidos e ao pagamento de prora os de reeor
gajamentos. E' melhorar a sorle do sol-
dado com a fundaco da cnixa de dotaoao
militar; mas no desempenho de (o alta
missao^po esteja elle a procurar migaihas.
Nos que nao fazemos economas com a va re-
za quando se trata do bem eslar do exer-
cito, e pelo contrario dispendemos com lar-
queza com a acquisieo dos mellioraracntos
que interessam sorte do soldado, como se
tem visto por occasio da guerra que sus-
tentamos, sem que facamos cada memora-
ment dependente de um novo imposto es-
pecial, estaremos em condires to aperta-
tadas que necessitemos crear aquella con-
tribuigo para a fondaclto da eaixa militar?
Os melhoramentos de vencimentos s oraras
do exercito, se sao precisos, concedamo-los
sem o recurso de tal caixa, que nao sei o
que produzr. Como quer que seja, a
araba palavra nao pode contrapr-se do
deiXaf de ser, como um povo eminente-
mente militar, onde todos sao igualmente
obligados a servir com saa pessa no ex-
exercto, alo havendo substituices nem
isenc
Nam uina nem otitra cousa pretendo eu
para Brasil, que deve gear no meo termo
da Inglaterra e da Prussia. Elle ha de
ser por longos annos um povo principal-
mente agrcola, assim como nada o induz,
quer por sua poia^^ajuajiaphica, quer
por sua poltica para cobros povos vzinhos,
a ser potencia militar. Por cnseguinte,
se nos cumpre malhorar a orguiisaclo do
etertto, abolindo^ecnitamento forgado a
arbiti-ario .qua temos, tambem de alta
conveniencia que adoptemos medida, que
adocem a satisfazlo daquella necessidade.
'Aceito, pois. todag'as^lsjBCes que atten-
dam s reclamaces da humanidade, s
prescripcSes daeqaidade e s exigencias da
justica. Aquellas, porem, que se fundam
em privilegio de classes eu as impugno.
(Apoiados).
Dizem alguns, e tambem o nobre depu-
tado pelo municipio neutro, que as isences
que devem ser adoptadas neste projecto
sao as das nossas antigs les, Observarei
que, se se.nelhanta desidertum effectuar-
se, o projecto de nada servir e Picar des-
truido. Amigamente, nos tempos do re-
gimen colonial e do absolutismo, tudo de-
penda da grac-a do soberano. As nossas
les admitlirara isences mais por motivos
de favor e proteceo do rei a certas classes
dasociadade do que por aquellas alias
razes, apenas tres isences se concediam
de humanidade e jostra. Com este carc-
ter apenas se faziam tres concessoes : o
lilho nico de mulher viuva, ao irmlo que
suslentava c edneava a irmSos orpbos, e
ao homemca.sido; todas as outras isences
eram concedidas por protecflo a diversas
classes... (Signal negativo de um Sr. de-
putado^.
Confirmo o que disse, demonstrando-o
com a* proprias inslruccoes de 10 de julho
de iSii. Por motivos de equidade, buma-
nidade ou justica ellas s estabelecem as
tres isences segnintes: ao filho nico de
mulher viuva, ao irmo que sustente e edu-
que irmo orphao, ao homem casado. Todas
as mais eram, repito, concessoes feitas a
profissoes, a classes inteiras; eram, por
assim dizer, favores, privilegios dados pelo
governo a essas classes, pois, nao tendo
aquella expresso de humanidade e de dt-
reito absoluto, s como favores e privile-
gios podem ser consideradas.
Esses favorecidos eram os segnintes :
filho de lavrador, feitor ou administrador
de pi opriedade rural, tropeiros, boiadeiros,
mestres de ofiicios, pedreiros, carpinteiros,
canteiros, pescadores, oilicaes de officios
fabrs, boleeiros, marinheiros, arraes, cai-
mro estas eorresptmdem imwHe afistameo-
tk .*! ffeHKA .1.. IA i\ > i* a
aiasiQ.a>iOYr<*4fcMri# ttalida-
de tros tsadtos aa rfai, da W?"
Uveis na no Brasil, nun connecer, anda
que saja apsaaknadameiite. a quanto ele-
var-se-ha o uero dos iscntos por moti-
vos de humanidade e justica ; por ootra,
faltam-nos os dous termos para orna compa-
rac5o eflicaz. Mas se em franca, ltenlos
os resultados expostos, a correspondencia
ou proporcao dos isentos por aquelles mo-
tivos de 3i '/ com rolafo totalidade
das excluses, bem se conprehende que,
en o nosso paiz, dar-se-ha o mesmo resul-
tado pouco mais ou menos. Por conse-
guate, as novas isences alo sero esteris,
bia da aproveitar a maioria daqueUes qua
presentemente slo isentos, mas por nativos
de pertencerem a certas classes a profis-
saas. Onde est a suppasta tyraonia do
projecto, que, alm das isences, consagra
o principia das substituices ?
* Fiadzrei, Sr. presidente, com urna obser-
vaco relativa a emenda que offereceu o no-
bre deputado pelo municipio neutro. S. Exc.
formulou-a em tlieses geraes, mas to poucas
e ao mesmo tempo to ampias nos seus
termos geraes, que eu, alo distante ser
amigo do governo, confesso ingenuamente
a S. Exc. o Sr. ministro da guerra receto
dar-llie emelhante presente, que no seu
caso tambem recusara.
O Sn. FerOeira Vianna :Eu alo dou
nada.
O Sr. Theodoro da Silva :A emenda
autorisa o governo a estabelecer o rgimen
da conscripcao c sorteio as classes de 18
a 21 anuos, e as isences sero as das
inslruccoes de. 1822. Isto .to vago e
indefinido que nSo o posso admiltir.
O Sr. Fkmbma Vianna : Refiro-me le-
gislaco actual.
O Su. Theodoro da Silva:Todos nos
sabemos que nao basta consignar a idea da
conscripcao e sorteio para quo se resolvaa
todos os complicados problemas que a des-
envolvimento dessa idea suscita; cada um
delles teqj m nensa influencia quer sobre a
libeWade individual e poltica, quer sobre a
segoranca das familias, desenvohimentos
das industrias e riqueza do paiz. Portanto,
tilo serei eu quem coricorra para que o go-
verno tenha t3o larga e copiosa faculdade.
O Sr. Ferreira Vianna :Nao dou facul-
dade ao governo obrigo-o a trazer a cmara
o regulamento que fizer.
O Sr. Tiieodoro I Silva :Senhores,
da constituico que a iniciativa para legislar
sobre materia de reerutamento compete ex-
clusivamente cmara dos Srs. deputados.
E' to importante semellante attribuiclo,
porque entendo com todas as relaces so-
caes e polticas, que s cmara dos Srs.
deputados, provindo inmediatamente da
nacao, e com ella em mais immediato coa-
tacto, cabe o uso dessa to grave e melin-
drosa attrib ico.
Parece, pois, quo nao se compadece com
a constituico a incumbencia de que o go-
verno formule um regulamento sobre objec-
to para o qual incompetente, c concernen-
te a um systema que no,conheccmos. Eu,
que a idea commumente aceita ; o nobre ministro da guerra, que, embora re-
0 exercito no Brasil ha
longos annas d classe
ta disto : Quem
Ihante tendencia ?
de compor-so por
dos pobres...
O Sr. Araujo Lima : Nao disse isso.
O Sn. Tiieodoro da Silva : Disse que
ha grande repugnancia para o servico das,
armas e...
O Sr. Araujo Lima : O que eu disse
que todas as classes nao iam s fileiras co-
mo soldados.
O Sn. Tiieodoro da Silva : Tanto me
basta. Logo ha ciassesque nunca vo para
o exercito ; nao a dos miseraveis, porque
destes quo elle se compoe; porlanto as
classes santas alo podem ser outras seno
as dos protegidos e abastados ; nao ha meo
termo. Porm o nobre deputado, nao obs-
tante reconhecer implcitamente tudo slo.
cruza os bracos com a impassibilidade da
descrenca, porque entende pie a m tenden-
cia nao pode ser vencida.
O Sr. Araujo Lima : r- Tambem nao 6
exacto; quero que se melhore o systema
* existe.
Sn. Tueodoro da Silva : Perdoe-me;
o aparte do nobre deputado obrigar-mc-
Jiii a entrar j no exame do modo porque
ntende que a conscripcao e o sorleio de-
'yem ser adoptados ; o que presentemente
sviar-me-hia do ponto com q.ie me oc-
castigo, a saneco penal, por mais rude
que saja nao pode expor alguem ignominia.
A chbala de certo um meo rigoroso de
castigo ; espero einDeus com o correr dos
lempos nos nao o teremos ; mas desacre-
ditar a reforma da le do reerutamento, que
alias nao estabelcce aquolle castigo qu- i
existe e tende a accelerar sua aboh'cao por
que pode vencer aeoai'- ineio de melhor composico do mesmo
exurcilo ; fomentar desl'arte antipathias ao
projecto, com a supposiclo de que ha igno-
minia em servir com as armas ao paiz,
apreciago, alm de estranha, to pert rba-
dora das ideas que formo da importancia,
mereeimeoto e honra de tal servico feito ao
paiz, que realmente tico sorpreso de que,
juando a guerra perdura e co'ntina a exi-
gir actos de herosmo e sacrificios de vida;
quando devoramos ser soffregos de decre
tar dislinccoes aquelles que servem ao paiz,
desaggravando sua honra com tanta gloria,
em vez de imitarmos o exemplo d* todos
os povos, que nos das afilelos da patrii
apressam-se a conferir galardes aos bene-
mritos, estejamos no seio da representaco
nacional a apresentar argumentos taes como
aquelle.
Apezar da explicacao agora feito pela
bre deputado, eu havia ebegado mesma
concluso que is.comecando a estabelecer
quando fui interrompido por S. Exc. a sa-
ber ; que S. Exc. embora expuzesse de
novo o seu pensamento com certas reser-
vas, com tudo assignal
ravel, isto que
pe-se 13o s]
d sprotegdos.
O Su. Ara
pobres, nem e;
O Sn. Tieodo
ha grande repugnancia
armas...
F)z-se tambem urna dssertaco acad-
mica sobre o caso. Eu poderia reconvir
com disserlacSo idntica sobre o arbitrio, a
violencia e a prepotencia com que so faz o
reerutamento na actualidade. Quem nao
sabe que o acaso da sorte ceg f Quem
ignora que elle nao tem impulaco do bem
ou mal que causa ? Mas tambem nnguem
i,moraque a sorte ao menos nao se domina
pelo arbitrio, nem tem a ceguera da vn-
ganca e de outras paixes roins.que sua falta
deimputaclo provra de-que ella jamis tem
a fotenco de fazer mal, e que n3o ha mos
mais insuspeitas de parcialidade quando se
tem de escolher entre muitos individuos
postos as mesmas condicoes de igoalaada,
porque nlo ha maior nivelador qae a sorta!
Algum vexame solado que ella cause no
servico de reerutamento, as isenc5es e subs-
tituices o corrigem.
Feitas estas observaces, limpo o terre-
no por assim dizer, das consideracoes que
lhe eram estraahas, como aquellas a que
me- teolio referido: entremos no exame mais
preciso da materia em si.
Sr. .presidente, occopar-me-bei hoie de
preferencia ..cpw as substituices por meio
pecuniario e com as isences.
eonhecesse que as exoneracoes pecuniarias
nao tm deixado de produzir alguns males,
comtudo nao as impugnou formalmente
mas declaro qae tenho certa repugnancia a
semellante medida.
Sr. presidente, a igualdade no servico do
exercito, sto o concurso de todos na
guarda da paz publica e na defesa da honra
nacional, nao um simples dever que nos
impoe a constituic5o do estado, 6 tambem
urna obrigaco moral que nasce c vive por
si no coraco da todos os brasilciros, como
no de todos os cidados das naces livres,
eu j o disse. Por conseguinte nao se pode
repellir, cantes cumpre aceitar o systema
de reerutamento que tende a satsfazer me-
lhor igualdade de semellante dever.
Dizem, porm: a igualdade absoluta
nao possivel que se consiga- em cousas
humanas; os homens sao naturalmente de-
sigaues entre s; preciso, pois, que tam-
bem sejam tratados com urna certa desi-
gualdade. Estou de accord quem con
testa que o absoluto nao o caracterstico
das relages humanas, e que a igualdade
absoluta urna chimar
Todos tem igual obrigaco de servir e
defender a bandeira de seu paiz, posto que
todos nao sejam pessoalmcntc obrigados a
tal servico. Eis a idea capital do projecto,
da qual resulta que assim como as subs-
tituices, sem que oflendam aquella igual-
dade de obrigaco de todos, permitiera ao
cidado eximir-se do servico pessoal, as
isences vm completar os temperamentos
indispensaveis para que nao baja aquella
igualdade absoluta, nem to pouco se desat-
ienda justica. Assim concilia-se tudo.
Adoptar-s o systema da conscripcao e
sorteio com a rigorosa obrigaco de que,
por amor da igualdade absoluta, sirvan
todos eom sua pessa no exercito, pre-
tencSo que me parece nao pode ser aceita,
por nlo assentar as nossas tradices, cos-
tumes, interesses e leis; c se assim fosse
admitti lo, o resultado seria a inobservancia
e inexecucao.da lei. As nossas tradices,
coslumes e leis s5o as de numerosas e am-
pias isences; os interesses de nossas in-
dustrias nascenles reclamam que nao seja-
mos una potencia militar.
A Inglaterra, por muito adianlsda que
est a por ola ter exercito numeroso, pode
ter um systema ubrrimo para o servico
militar.
xeiros, estudantes, etc. Eram 17 isences
3rvico em beneficio de certas classes. lan, f-0 co:icorrerei jmais com 0
wos, porem, ampliamos o numero das ^, ,___- AJ____,.
isehses por motivos de equidade, huma-
nidade e justisca, elevando-o de 3 que eram
a 15, a saber, alem daquellas, mais estas:
ao genro de mulher viuva, ao neto de mu-
lher viuva, ao viuvo com filha menor, ao
lilho. genro ou neto de pai ou avo sexage-
nario, ao filho, genro ou neto de pai ou
av valetudinario, ao que tver perdido al-
gum irmo no exercito por feriment rece-
bido em combate, ao que j tver um irmo
no exercito e ao que frcom outro irmo
designado no mesmo sorteio.
Desta confrantarlo verilica-se que pelo
systema da conscripto e sorteio a equidade
e a justica nao sao preteridas, entretanto
que eram muito mal attendidas nessa to
fallada lei de 1822, cujo systema de isen-
ces por favor c graca, embora nao lhe
fossem estranhas aigumas razes polticas
e de estado, era comtudo caracterisado pelo
privilegio.
E' certo que nos agora supprimmos as
isences relativas s classes e profissoes :
nem podemos proceder de outra maneira,
sob pena de acabamos com o rgimen e
economa do novo systema. Se lizerraos
concessoes a classes inteiras, ccrlamentc as
bases de igualdade do systema sero des-
truidas.
Nestas circumstancas pergunto: qual
dos dous systemas de isences- deve ser
preferido ? Qual das duas bases mais le-
gitima, racional e nobre A do projecto,
m que se ampliara as isenses pelas eleva-
das ii'scripces de 1822, em que eram con-
cedidas por proteec-o e favor a classes da
sociedade ? (Apoiados).
Senhores, nao paraca que importa em
pouco a concesso das isences ue que tra-
to. Se tivessemos ostatistieas, veramos o
alcance e extenslo dos resultados dessas
isences. Urna vez, porm que nao as te-
mos, vejamos os dados que nos fornecem
as estatisticas da Franca.
Senhores, era Franca verificou-se que o
alistamento para o exercito em 180:1, foi
de 325,127 individuos, e que o numero de
excluidos por isences montou a 104,827.
Examinemos o modo de distribuco dess"S
algarismos por cada urna das cathegorias de
isenclo.
Por falta de catalura (nos nao te-
mos semellante isenclo, s pro-
pria de paizes que querem pri-
mar nao s pela organisaco mi-
litar, como pelo proprio garbo
dos soldados, pelo capuralismo
para melhor dizer........... 11,421
Enfermidades................. 57,559
Irmo.mais moco de algum cgo. 6i
dem mais idoso de orphos..... 2,061
Filho genro ou neto de viuva___ 13,381
739
dem, dem idem de septuagenario
Irmo de outro sorteado na mes-
ma occasio................ 85
dem de outro com praca no exer-
cito....................... 16,771
dem de militar raorto por fer-
ineiito recebado em combate..... 2,646
Total dos isentos... 104,827
Excluidos os isentos pelos tres primeiros
motivos, que no projecto e as emendas
nao foram estabelecidos com constituido
isences, reduz-se aquella totalidade a
35,633, numero correspondente ao das
pessoas que foram santas pelas mesmas
causas fixadas no projecto a as emendas.
Ora, se o alistamento era de 325,127 in-
dividuos, e as isences provenientes de
motivos da bumanidade tambem por nos
admittida3 montaram a 35,683, claro
met vol para a adopeo da emenda.
Ainda que o nobre deputado, estabele-
cendo suas syntheses ou dieses geraes, re-
lativas conscripcao e sorteio, e conferindo
ao governo larga faculdade sobre to diffi-
cil assumpto, subordine a adopgo definiti-
va do seu trabalho a deliberaco desta casa,
mesmo assim, confesso que me repugna dar
ao governo semellante arma; e creio que
elle proprio nao aceitara to funesto pre-
sente, que, alm de contrario constitu-
Cao, llie traria grandes embaracos.
(Ha um aparte).
Se o regulamento est as atlribuic-es
do governo, nao precisa elle para isso de
autorisaro nossa ; c assim fespondo aum
aparto procedente do Ilustre deputado pelo
municipio neutro.
Eis, Sr. presidente, as consideracoes que
eu tinha de expor cmara. Concluirei
com urna observar!. A pura e simples
hesitarlo sobre a soluco deste projecto,
depois de agitar a discusso que tem bavi-
do, depois das promessas, lautas vezes re-
petidas, do que cuidar-se-liia de melhorar
o reerutamento, e.quando lia a propaganda
de reformas radicaes e subversivas que co-
nhecemos, daria pretexto a supposicoes in-
convenientes. Nao sejamos soffregos em
effectuar reformas impensadas, mas mos-
tremos que o partido conservador nao as
repelle quandsao bem fundadas, justase
necessarias. E' o meo de desinteressar
aquella propaganda- da reformas impossi-
siveis. (Apoiados).
Eis o que boba a. dizer. (Muito bem,
muito bem).
O SR. BARO DE MRITIBA (ministro
da guerra);Sr. presidente, tenho obser-
vado que o systema estabelecido por este
projecto nao tem sido devidamente aprecia-
do no seu verdadero sentido, especialmente
quanto ao art. 1."
A discusso tem estado um pouco fra
da sua disposicao (apoiados); lem-se Irazido
para este primeiro artigo materia que per-
tence aos dous seguntes e que s pode
servir para confundir o sentido do mesmo
artigo.
Nao tenho., Sr. presidente, a prelenc-o
de refutar nenhum dos Ilustres deputados
que fallarara sobre a materia; admiro os
seus talentos, admiti as suas observaces
em grande escala, mas cssas observaces
nao se ppdem referir ao art. I.
De qufHrata o art. Io ? Trata de sabor
quaes slo os homens aptos para o servico
militar (apoiados); quaes sao os ckfadlos
brasileiros que podem pagar o tributo do
recrutameato, e de entre esses que podem
paga-lo quaes os que devem ser exceptua-
dos, o Sao aptos, diz o projecto, todos
os individuos que tverera a idade de 18 a
35 annos e enumera depois certas isen-
ces que < devem fazer que alguns desses
individuos- de.18 a 35 annos nlo estejam
sujeitos ao servico do exercito.
J v, pqis, a.cmara quo aqui nao se
trata propram*nte de um ramio da hnr o
alistamento, trala-se do objecto a quo ba
pouco me.refer, isto 6, saber quaes sao
os individuos que podem estar sujeitos ao
servico do exercito. O modo por que elles
blo de ser sujeitos a essa servico pertence
ao art. 2o, isto .por meo do alistamento
e depois por neio do sorteio.
(ContiuacK-ha.)
TP. IX WJtW-Hl V feA* CMMSlfr
lUGIVEL



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