Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11882


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Full Text
I
ANMO XLV. NUMERO 150.
PARA A CAPITAL S UTCAHES OHBE IAO SE PA6A POBTE.
*or tres nexes aduotadoi....... a^a
Por seis ditos {fea...... ........... ,2Kft
.......'.'.'.'.*.' .' .' .' .' .' '. J3
........i i i 1 .' .' |3iO'
vnso
TERCA FEIRA 6 DE JU1H0 DE 1869.
PA1A BOfTEO E ttU DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiantados....... o*
Por coditos idem......... .^iXX
Por bom tos dem....... ........... Z
174000
Por ura ailo.
MARIO DE PEMAMBICO

Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.

*.i ACSBKTEfl:
*s~^,^^^^^
8 v

I
^M,-imm as^Ktf^^-ss,-^ zs^istrai^^r^r'-' D-t~ w* te
PAUTE OFFICIAL
Ciovcrao da provincia.
<*KiCI08 DI VICK-PIIRSIDENCM DO DA
M JULHO DE 18o!>
Vlaua Jre Jos Mara de Hollaada Calvaieante.
informe o Sr. inspector da ttiesouraria pro-
vine izL
Aaunio Milaquias de Macado Lima. Informe
o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Maj.ir Aat >nio reit43 de Mello. Informe o Sr.
Htoaettir da thesouraria provincial.
Aunstn Cesar Cosseiro de Mattos. Dirija-se
10 Sr. tiupoet'ir da tuesouraria de fazenda.
Aatvaiu Vicente do Nascimento r'eito?a. Ao
Sr. i o tactor da ttwsoitraria de faaenda para
mandar pagar ao supplicaate o que tur devido.
Benedicto Jos Pereira.A' vista di in orma-
vio, tti tn lugar o que requor.
Barbara Francisca do Hego.Informe o Sr. ins-
pector da tliesoararia de fazenda.
Biabare! Oryssohto fferreira de Castro Cha-
vos. Ao Sr. inspector da thesooraria de fazenda
para mandar pagar ao supplicanie o que for
de vid o.
Francisca Paloma da Silva.Payando a suppli-
caate o que for devido, em virtude da portara
desta presidencia de 2 de Janeiro do crrente
aneo, 1' marrando a directoriajdo theatro o dia
am nue deve ter lagar a exaectacnlo, como requer.
Francisco de Souza Pontos.Sejam entregues
03 dwuta-ratos mediante recibo.
Joo Carlos MourySim pagando o supplicanfe
o que or devido em virtude da portara desla
presidencia de 2 de Janeiro do corrento anno, e
mareando a directora do ibeatro o da em que
detc ter lugar o concert.
Jofi ileraardiuo Correa de Barros.Pagando o
upplicanto o que for devido em virtude da por-
tara den* presidencia de i de Janeiro do cor-
real* no. e mamando a directora do theatro o
da em que deve ter lagar*o beneficio, como
r&nner.
Jato cario Pereira.Informe o Sr. general
OAmmjuJmi' das armas.
Jalio Atoxandte Primo da Costa.Pagando o
suplicante oque for devido em virtude da por
tariadesta presidencia de 3 de Janeiro do crreme
n\a9, e marcando a directora do theatro o da em
que deve ter lugar o benelicio, como rfoiier.
.Joaquim Perora Bastos.-informe o Sr. ins-
pector da taesouraria de fazenda.
Joo Itibeiro Mofl u loe. Conceda-e nm
mea com vcucimenius.
Josopha da lnvoncodi Santa Cruz.informe o
Sr. general commandante das armas.
Julia Francisca da Silva.Informe o Sr. Ins-
pector da thesooraria provincial.
Julia Francisca da Suva. Informo o Sr. ins-
pector da thesoiiraria provincial.
Capillo Jos Francisco de Sales.O supplicantc
deve ser inspeccionado pela junta de saude do
-ornando saperia* da guarda na-ional que
pefMsB. Remetta-se, por tanto, o presente reque-
imento .10 Sr. commandante superior dos munici-
Sios deBairciros e Agua Pela em observancia do
ispisto no decreto n. 3i96 do S de jullio de 186>,
recommendando-se o que determina o art. 11 do
mesmo decreto.
Jo< Rltoiro da Silva.Iuforme o Sr. director
lo arsenal de guerra.
Jos Francisco de Marros Lima. Informe o Sr.
Dr.jnit de direito da comarca de Caruar, ou-
vindo o juiz municipal respectivo.
Joaqtfim"Marques da Porciuticula. Informe o
Sr. Dr. juiz de direito da comarca de Palmares
(uvindo o juiz municipal respectivo.
Peyrcs Lajornard. Pagando o supplicante o
que f ;r devido por cada espectculo, em virtude
da portara desta presidencia de 1 de Janeiro do
-orreute anno, o marcando a directora do theatro
o da que ellus devem ter lugar, como requer,
Vicenti' Ferreira da Costa- taforme o Sr.
befe lalerino da icpaiticao das obras publicas.
PEENA1BUC0.
ASSSMBLEA PROVINCIAL.
SK.SS.U) OKDIXAUIA EM II DE JIMIO.
i',*:"si!ii:N'('i\ 00 su. mcusto leo.
(Cor.clHsao).
ORDEM DO DA.
;p dscusso do projecto 11. 8i que interpreta a
dispMicJo ib 3 5" da lei n. 857 deste anno.E"
approvado dispensado do intersticio a requeri-
inemo do Sr. O. Drummon I.
:$ discusso do projecto n. 97 deste anno, que
concede melhora de jubilacae professora Auna
''ampollo de Mello.E' approvado.
f dscussSo do projecto n. 7^ destt anno que
concede un alate de M par cent' a Joaquim Jos
da Oosta, arrematante das larrciras do Mangui-
nho e 'punga.
U SK ti. DRUMMONB manifosla-se contra o
projecto.
Encerrada discusso o projecto approvado.
3* dsGBM&p du projecto do oreamento provin-
caal coto as emendas e. aliiitivo a elle offere-
ciaas.
O S. LOPES MACIIAIX) pede para retirar urna
sua enienda.
Consultada a casa, consente na retirada da
emenda.
O SK. SILVA RAMOS justilica a emenda que
offereceii com relacao a eolkn'acao de mais al-
yuns combustores de gai na estrada do Apipu-
cos, passagem du Sant'Anna
OSA. AVIiCS i;AMA justifica e manda mesa
diversas emendas.
Vo m pojadas e entram cunjuncta-
menle cm discusso diversas emendas.
O Sil. i. liUMMiiNDEMEBCULHAO fazem al-
i-ideracoes sobre as emendas.
Encerrada a discussa > o projecto approvado
eotn as seguin'.es emeodM
Para ser colloeada onde convier :Augmen-
to-ae a quota para pagamento do contrato foito
com Francisco Pacifico do Arnaral e Carlos Er-
nesto de Mesquita Falcio, em 3 do corrent.Ay-
res Gam'i.htpes Machado.
Ao art. 44 31, accrescente-so 30 por cento
.oore leil excepto os judiciae.
Mergulkeui.Stares Brandaa.Ayres Gama.~Ti-
burtino Nogueiru.
< Ao art. 8accrescente-se : depots da palavra
Roaarinho, Barra de Sermnieni, povoaeao de San-
to Amaro da>mesma freguezia, Santo Antonio do
Jaai, Poco Fundo, Santo Antonio de Mandasia no
Brejo, Bobedouro e Taquaritlaga.Ayres Gama.
Lopes Hachado
Art. x -ento-se : o tnais a eadetra do
sexo feminiao |>ara a 3* seetfao da ra Imperial.
lfr Gama.Lopes Machado..
* ^o| Io do art. 8accrescente-se : depots da
palavra Hosarinh, a da n>rvoa>i do Rosarinho
da freguezia de Pao d'AlhaE. Pina.
c Ao art 11 :30:0001 para a exeeucao 4a
lei proveniente do projecto n. B deste anno.Fe
lisbim.
A art. 14 $ 6aaccrescente-se : 1:0004 para
a matriz de Pao d'Alho -E. Margues.
Ao art. 14- accrescente-se : 8:0004 para a*
obra da capaila de Nossa Senliora da Piedad*
erecta, em Santo Amaro desta cidade. M w'i
Tktaru.t. i
Ao art. 14aecrescente-se 1:000* para con-
cortos da capeila de Santo Amaro de Sennhaem,
Bacillar.G. Drummond.M. Amorim. Gitira-
*EpaMt*ondas.Jansen. Andri. C. Ptre-
ftmB. de Una
Ao art 14 6.accrescente-se : 2:0004 pa-
ra a igreja matriz de S. Vicente da comarca de
Itamb .4mmmm TaparesCorita t Mtllt
E.Pna.TbHrtino.Metmlkao-BeUrio.Hm-
lual.Andr.~Bacellar.Felitbino.B. 4* Cae.
. Burros.GUirana.
t Ao art. li- accesoente-se : 4:0004 para as
obras da matriz de 8. Jos Lopes Machado.
Ao art. 14aocreweute-se : 1:000* para as
obras da igreia de .Nossa Seuliora do Rosario da
freguezia da Boa-Vista.R. Borres.
Ao art 14 8 6*accrescente-se : 5:000* pa-
ra a execocao da lei 11. 84 do anno passado.E.
Marques.Ayre Gama.
Ao art. 14 : 1:000J para as obras da groja
de S. Goncalodo Rocho.ojws Machado.
1:0084 para matriz do Limoeiro.EmygsMo
Marques.
2:0004 para a matriz de logazeira.S. R.1.
de Castro.
Fica concedida a quuta de 2:0004 votada o
anno passado e cujo recebiinento nao se eTecluou
por ter cabido em exercicios lindos, para cons-
iruccau da igreja de Nossa Senhora do Livramen-
lo da cidade do Rio Fi.rmoso. S. R. Franklin
Tavora.B. de una.Samuel Pontual.Araujo
beitrao.Bago Manos.Amaral e Mello.Lupes
Machado.C. eraphico. Eduardo Pina.Car-
valho Mou, a.M. Amorim.
' Ao art. 13 : supprima-se o 20.S. R.Ay-
res Gama.
Ao 1* do arL 17 : depois da palavrac-
rurgiaoaccrescente-se : eufermeiro percebendo
este mais 3004 pelo trabadlo da distribuigio, ali-
inentacao dos presos pobi es.Lopes Machado.
Ao art. 4i SSaccrescente-se : e bem as-
sim o que deve o ex-arrematant* dos impostos
das comarcas da Boa-Vista, Cabrob e Tacarat,
de quatru letras dos exercicios do 186i a 1866,
de-contando a tbesjurana o que pela lei n. 596,
se mandou ahater, recebendo ella os jaros de 6
por cento ao anno da quantia que aquelle cx-ar-
remaiante tiver de entrar, e levautando do depo
sit-i publico a importancia de urna letra nella re
colinda pelo dito arrematanteLopes Machado. ido.E
Additivo ao art. 45 : contitra era vigor o $
19 do art. 43 da lei n. 754.Tiburlino Nogueira.
Rpaminomlas:Miguel Amorim.
Ao art. 46 : Ich o presidente da provincia au-
torisado a mandar cobrar, pelos canacs pompe
lentos ede cvnorinidado com as tabellas que re-
gulan) a materia, o pedgio da lianeira de Joo
Epmninandas.
Aoart. 48: em lagar deserao applica-
das, diga-sepoderao .-er applicadas. Soares
Ao art. 50 : urna parte da lotera para as
iloas da igreja do Rosario de Santo Antonio.
Mem, idoin, Livranieiiio da Varzea.
Idoa*,-ithMn. da inianhule do Espirito Santo
de oyanna.
Outra parte para a igreja de S. Sebastiao do
Bonito.Ayres Gama.
Ao additivo que crea mais nm lugar de col-
aborador na secretaria do governo, diga-se, em
lugar de 6005000 de ordenado, o mesmo orde-
nado que tem os outros collaboradores da mes-
ma reprrtico.Arminio Tarares.Soares Bran-
dal).
Alditivo aoart 47 : o presidente da provin-
cia mandar pagar ao coronel Jos de Carvalno
de Aojo Cavalcanti, a quantia de 500000. im-
portancia do atugue!de20i men^aes de sua casa
Itin na villa do Buique serve de cadeia e casa da
cmara, a contar do 1 de maio de 1867 ao ul-
timo de maio deste anno.Epaminondas..tmo-
rim.
Snpprima-se a emendi qne se refere eadei-
ra de osiruceiA primaria da povoaciio del'asma-
do.Arminio Tarares.
O presidente da provincia flea autorisado a
despender at 10:0003000 com os concertos c re-
paros da ponte e aterro da estrada dn cidade do
Rio Formoso.Gas-par Drnmmond.Silva Ramos.
Andi-f.Samuel PontualBardo de Una.
O presidente u'a provincia mandar construir
com toda a urgencia urna cadeia na villa do Bo-
nito, poden dn para i tla de 15:0004, que tirar da-Verba destinada
cadeias do interior, de conformidad? com a le n.
730 de 6 d junho de 1867 Jos GUirana.
O presidente da provincia mandar pagar a
Manoel Augusto Veira de Amorim, o que se Ihe
deve da tratilicaco que percebe, cabida em exer-
cicio Anuo, a contar de maio do correte anno
Ayres Gama..
Fica entendido que o procurador fiscal da
thesouraria provincial e administrador do consu-
lado, nomeados por portarla de.agosto do anno
passado, devem a importancia dos novos e re-
mos direito por suas nomeacoes, na forma da lei.
que lhes serao cobrados dentro do presente excr-
cico.Cartalho ifoura.
O presidente da provincia tica autorisado a
mandar pagar ao cscrivo do delegado de portis
da capital, a gRKitlcarSo anuual de 600.Miguel
Amorim.Cierro Peregrino.
Que as disposieoos geraes da lei do orja mon-
to e accrescente o seguinte : art. ou ao pri-
meiro esenpturario da thesouraria provincial M:ir-
comtro Pancracio Pereira dos Santos, ser paga a
quinta parte de seus vencimentos os dous lti-
mos anuos, como gratificacao pelo excesso de tra-
badlo que tem feilo, e aos segundos escripturarios
Bernardo Cameiro Monteiro da Silva Santos o Juao
Carneiro Monteiro da Silva Santos, a differenca
entre os seus vencimentos e os de primeiro es-
cripturario na mosma conformidade continuando
este ultimo a perceber a referida differenca, em-
quanto durar a molestia do primeiro escrptarar
IVmporal.Inopes Machada. Miguel Amorim
Araujo Beltro. Epaminondas.
Ao art. 14 4 accrescentc-se : 1:000 para
as obras da igreja do Livramento da freguezia da
Vaiv.ea.S. B.Eduardo Pina.
f Augmente-se o quantum para as caderas
creadas para o sexo feminrao de S. Pedro Martvr
de Oiinda, Arrombadose Caminlio Nove, doReci-
fe.Lopes Machado.
O SR". REG BARROS fax consideracoa* geraes
sobre o projecto.
Verllcando-se nao haver numero, flea a dis-
cusso adiada.
O Sr. 1'RF.sroE.NTE designa a ordern do da e le-
vanta a sesso.
SESSAO ORDINARIA EM 12 DE JUNHO.
PRESIDENCIA DO SR. AUGUSTO LEAO.
Ao meio dla.feita a chamada, acham-se presen-
tes os Srs. : Gongalves da Silva, Ayas Gama.His-
bcllo, Lopes Machado, Arminio Tavares, Franklin
Tavora, Augusto Leao, Andr Cavalcanti, Amyn-
thas, Euigdio Marques, Epaminondas de Barros,
Felisbino, Eduardo Pina, Sam.el Pontual, Amaral
e Mello, Mergulbao, M. Amorim, Krmiro Coutinbo,
Reg Barros, Baceliar, ilicero, Jos Gitirana, Soa-
res Branda, Barao de Una, Gaspar Drummond c
Tihurtino Nogueira.
Alue-se a sessSo e 6 lida e approvada a acta da
anterior.
O Sn. 1* Secretario d canta do seguinte
EVPEDIKXTF. .
Um offlcio do secretario do.governo, renietten-
do as informacoes pedidas relativamente ao quan
tum das despezas fuitas com os concertos de urna
das salas do palacio da presidencia, e dos roaros
daspontes da Passagem c Afogados.- quero fez
a requisico.
Outro do mesmo, enviando as nfoniioeoes pe-
didas acerca da peticio do coronel Joaquim Ca-
valcanti de Albuquerque. quera fea a requi-
sico.
E' lida, apoiada e approvada a seguinte propos-
ta de Sr. 1" secretario :
Proponbo que esta asserabla encarregu o
ofllcial-maior da secretaria da mesma, para rece-
ber a quantia votada no oreamento tuturo para
despezas do expedienta. Arminio Tutores.
ORDKM DO WA.
2." discusso das emendas apresentadas c;n ter-
ceira ao projecto de oreamento provincial.
Encerrada a discusso, sao as emendas e addit-
vos approvados, com a txcepcao ido que conceda
5O0 para as obras da capella-inr da matriz de
S. Caelano da Raposa, e de outra para compra e
reparo de nmveis para a secretaria do governo.
18 de julho, seria
foi enchotada, a cmara foi dissolvida, j dsse que
umanarae napode cahircwmo os gabinetes, e
por isso que ouso dizer, um povo sempre o pri-
meiro responsavel de na. ser hvre.
Sea narao livesse cahido a
tambem nos degros do throno.
t Sr. G. DnrjwoxD :Pelo que rejo, o nobre
depnijido quer derrubar o throno.
Vu 9*. Depltado : Elle ha de eahir por si
mesmo
O Sr. Amabal K Mello :Nao I Nao que
lamento que ambiciosos queiram compremetlor.
O Sr. G. Dtu;m>io.nd :S quero que tire a ul-
tima concltiso.
O Su. Amaral e Mello:J tenho lirado al-
gumas ; mas o nobru dopotado pensa eomigo.
quer que eu diga mas aquillo que nao ser im-
prudente fica r guardado.
Concluindo cora o nien colloga que encetou o
debate, di re anda, o paiz est em desgoverno :
as regras que duterminam o nossa governo tiram
esipiecidas, boje nos governam homens qne repre
sentom principies caducos, que representarii deas
condeinnndas : lujo somos governados som ob-
servancia do nosso systema
) que est escripto e foi jurado nao prevalece
De 1862 a 1863 decorreu praso muto bastante
para regular snbstitucio de um pessoal que de-
sarmasse os presumidos senhores do voto do povo
ano nao os quera como seus representantes e io
lenta foi a substitieu que mesmo nao se sentio e
o povo appiaudio a reraocao dos obstculos oppos-
tos ao exerccio de seu direito e a eleieao de 9 do
agosto de 1863 foi urna verdadeira feta popular
cm ipie vellios e mocos se eoagratulavam de haver
ebegado o da de escotaer libremente os que esta-
quero, I vam na altura de bem deffeuder os interesses do
Brasil tanto tempo abatido.
Com bemdizia o povo o adniinistrauor que Ihe
facilitara o poder cscoJher seus representantos f
Quem foi que vio ne tempo do partido progres-
sista a demissao completa de todos os delegados
de polica de todos os subdelegados, dos 1-, 2~, 3
i", 5o- e 6"supplentes de delegados e subdelegados
de todos os districtos i nem esse trabalbo era pre-
ciso, muitas cidados acceitacam- a- nova situacao e
pequeo era o numero dos conipivssores que' nao
foram opprimidos, ficaraiu apenas furiosos por nao
continuar a sua obra.
Em 1862e 1863asdoiniss6esm.algunsdistricto
7---------------
por quem r&*
prnvintia onde .1 nomeaco ruita
condece os nomeadbs.
(que digo em relacSo as demissoes c nomea-
coes nao se enfeude como censura por que ellas
roran fejlas: eu qK-ro estar com o meu nobre
coiiega cm alguns ponfos. Eu censuro a precipi-
tacao que nao poda deixar de fazer o mal que
todos soffremos. Censuro soinenfe-Jt precipitacao,
porque cu sabia qne a demissao das autoridades
eleitoraes ou policiacs era certa, a baixa-da milicia
mais para onde appellar ? e ijuando uin povo
assim arrastado, onde deve chegar ? o que deve
fazer ?
0- que nos rege dcsconbecido, sente-se pelo
mal dos seus effotos.
O Sn. G. Dvil'mmo.nd :E' governo, ou desin-
vern? *
O Sr. Amaral e Mello :E' triis que desgo-
verno : de uuia afio nao se zoniba to fcilmen-
te, e a historia dos potos ah est mostrando as
tristes consequencias que os desgovernos arras-
trara os mismos povos.
O nobre diputado pelo terceiru districto, em
lespost ao ni sso collega, fez ver nao que o mi-
nisterio tinha cahido de accordo com as regras
priameniares, mas sm que a poltica chamada
progresista, e que ru eontinuo a chamar liberal,
havia dominado no paiz sen razito de prevalecer,
e at pretenden comparar as trevas de 18 de ju-
lho de 1868 com a luz do 12 de maio de
! principiasse rao ilifflcil trabadlo seu,
que faz a' eleieao dos -elegidos do governo do
Brasilera por mira esperada eu sabia'qne cssa
oaixa hara de vr ordenada da corte que zoniba
muito das provincias e principalmente das pro-
^ vmcias do norte verdadeiras feitorias d sol. Eu
sabia que a nova milicia havia de ser oruauisada
; 1 e arregimema* de maneira a serem efeitos os
protegido* dos ministros que entre si dispatam a
torca para fornxir mais lucido e crescdo uedotao
na guarda que Ibes faz as honras constituriwnaes
durante a estaco das Sessocs.
Eu esperava mas prudencia no afistamcuro da
Em 1862 e 1863asdoiniss6es am.algunsdislrictos 1 SilaiKS!11 k ?sJKravf ,|Ue peite*o a
rhegarara at 1 e 2 iupplente, Ah o que todos vi-1 !JS2 *nf'nda a^?,a* f'" ''^"da> & afeua*
ram nesia nravinri- ,> r.ir.1t.,>Ma.^H,w m.,.m., t(nmes_ c.1e os autores desses cnines nao fossein
i.' discusso du projecto n. 84 deste anno, que perniitta-me a expressao, invertendo contra o que-
" 1 corrige urna falta que se (leu na lei n. 857 deste; rielo pernainbueano, notavel estadista, venerando
approvado, e o intersticio dispensado
rcqueriinento do Sr. Drummond.
3.' do de 11. 84 de 1867, que autorisa a cmara
da villa de Agna-Pieta a conceder ora abate da
quantia da 1:000 a Joaqun yerissimo do Reg
Barros, arrematante do imposto sobre passagem
no lugar Japaranduba.E' approvado.
2.a discusso da emenda apresentada em 3.a ao
projecto n. 20 deste anno, que manda o governo
contratar com Andr de Abren Porto, Zeferino do
Almeda Pinto, ou com quem mais vantagens offe-
recer, a collocaco de trlhos de ferro as ras
desta cidade.E' approvado.
Entra em discusso o parecur da commisso de
constiluico e poderes, approvanojo as razes que
den o presidente pan nao saneconar o projecto
queconcedeu ao ronferente Rodrigo Jacomc Ol-
ve ir una gratificacao por ter exercido o lugar de
escriturario.E' approvado.
Contina a segunda discusso do projecto de
lixaco de tetra policial.
0 SR. AMARAL E MELIX): Sr. presidente, eu
tenho vontade de aproveitar m ultimas horas que
nos resfcim, para dizer algumas palavras acerca do
desgoverno era que vai seguindo o enfermo Brasil
confiado guarda dos iniraigos da liberdade, dos
homens do regresso, dos cegos do futuro, mas es-
tou muto incommodado : nao posso demorar-m>
marquez de Oiinda, e para Sssira fazer voltou at
1852, jirocarando adiar uo organisador do gabi-
nete de 30 de maio daquellc anno, qualidades que
nao lh piiilem emprestar sem grandes prejuizus, os
sens inmiigos.
O inarquez de Oiinda acceilando o ministerio, de-
j pois da queda do ministerio que harta formado um
laqo a fortuna(foram suas palavra-) illudio' o
partido conservado:, porque o partido conserva-
dor nao Ihe luz epposicao e consentid que elle
continuasse na direceo dos pblicos negocios e
depois de encelladas as cmaras o marquez
maadou presidentes para as provincias e estes,
civaturas imciadas nos mysierios da nova poltica
fi/.rr:im- transformaciio.
Eu? vejo nesse procedimento do presidente do
conselho o honiein de estado, o chefe prudente que
tudo reiiiove e atcaaca a bem de sua patria sem
alteraco; mas das palavras do nobre deputado
se collige gne elle \/6
NO marquez du Oiinda em
IHfi, um conservador to euipcrraao como sao os
que ainda boje cavam 0 abismo em qne pretendem
lmar o pov. Das palavras do nubre deputado,
tambera se collge que os einpcrrados couservado-
nao tea corageavde eonbssar, queja em 1862
1 estovara tai estragados e carcomidos que nao tive-
nun milis i'oiva pira oppdr ao vulto venerando
que se levamava para coute-los e duigir a nacao
raniiobo do progresso (muios aootooos).
ram nesta provincia, os outros empregados mesmo
do partido conservador foram conservados o essa
conservacao, toda poltica, servio para motivo de
censura c desgostos entre os de origem liberal que
vlam, nao a prudencia no governo, mas, a tendencia
de alguns progressista para os conservadores.
Muifa vei eu vi a lula da alguns conservadores, vi
com que furor se arrojavara contra os progressis-
tas qne os consentiam nos cargos, ouvi mesmo m
reclamacoes e queixas dos nossos adiados infid-
encias locaes contra o mal resultante das nao di-
missoes dos conservadores, inimigos declarados.
Eu sci que as autoridades superiores respondan)
as reclamacoes aconselhaod prudencia e calma.
Pergunto dos ltimos das de julho a 7 de se-
tembro de 1868 menos de dous mezes poda o ad-
ministrador deraettir toda a polica e noiucar toda
polica acertadamente?
O que denictliram e nomearam nao podiam
deixar de errar na escolha era Io curto pread,
nao podiam deixar di; cahir as faltas em que
cahirain, e tanto mais quanto sendo esaraatns
as provincias deviam guar-se pelas informacoes
dos interessados na elevaeao dos seus prenles e
amigos.
O mal por Io precipitada derrubada mnstra-se
principalmente na nova edifleacao que estcahindo
por incapaz de resistir a simples analyse.
Guanta gente incapaz dos cargos ah eslo af-
frontando a raoralidade e o hom senso ?
Comodesnu ralisada vai a administracao da pro-
vincia auxilada^ielos chefes de capangas, crimi-
nosos que em muitns lugares fazem a torca dos
escolhidos autoridades? e assm que se rehabilita
um partido que nao deve querer ser o terror
d'uma populacao ?
Os bous pernambucanos de todos 09 partidos
olban cora horror para umita dessa gente que esl
aorada autoridade qne deva estar expiando o
crime. e com despreso para essa gente incapaz de
exerceros cargos eomoja foi demonsira'lo.
O Sn. Lopes Machado : Foram nomeados at
defuntos.
O S. Ammiai. e Mello :A reaccao foi at a
morada dos morios.
O Sr. G. Drummond:Em I80G oSr. consclhei-
ro Zar-barias nomoou juiz municipal um techara!
que j eslava morto.
00
nao ,
na discusso ern que os estilos da casa pprmiuera,
a apreriacao da poltica vencedora. EatreUato (Trocam-se apa.-tes).
devo responder ao nobre deputado pelo tercero i O Sn. AaiivfiAL k Mello :Cjuuo nao quer o no-
ilisineto. esfercadn defensor da srtoacSo restaura- loe deputado cenfeasar a vorladu daquelles dias.
dora dos principios coiidemnados pela maioria dos ou eomo est (agaaado o Honre deputado?! O
brasttoiroj. 1. marque/, de buda nao era conservador, era
O Sn. FaAmtu.N Tavora :Qne representa a 1862, era o que sempre foi archteet da mo-
planta extica da sosemelo nesta aasemUea. i narci 1 e sena ceabeomentos >bre. sua querida
O Se. G. DaWBBMMiB :Na opiniao qomtbrede- obra, eran aatvssarios B'aquclle lempo e elle se
Augmente-se o quantum para a entrada de
quatro pensionistas gratuitos no gymnasio.E.
Cout-inho.Araujo BtllraoFelisbino.Eduardo
Pina.
Para canalisacao do rio Jordao na Varzea
6:000*.Miguel Amorim.
1:000i para as obrife da capel la de Santo
Amaro das Salinas.Jos Gitirana.
c Ao art. 42aecrescente-semais 2:0003 para
pagamento do qne se deve aos empregados do
juno da fazenda que deixaram de perceber os 10
por cento na forma da lei n. 708.Lopes Ma-
chada.
* Ao art. 4i 21 accrascente-seinclusive as
photograpbas.S. R Mergulhao.Ramos
Ao art. 20accrescente-se : e o quantum ne-
cesario para a collocaco c llumlnftcao de 12
lampeos'de gaz na ra da Esperanza aberta en-
tro a ra do Hospicio e a da Soledade, por onde
paasam os iridios urbanos do Recit A Apipc
S.R Eduardo Pina.
8ne nuis approvadat alga mas emendas apre-
sentadas na sesso de hoje.
CoWna a segunda discnsSo do projecle de fl-
xacio de forca H'rial.
>
potado smenle.
O Sr. Amaral e Mello :Na opiniao da maio-
ria. Alm disso necessito pedir permissao para ti-
rar abrumas ronclusoes qne resultara da argu-
mentaQSo desenvolvida pelo nobre deputado q.ie
iniciou o debate na sesso de i do correnlc. Nao
o oliendo admirando seu importante desenrso, re-
eoraraendavel por mahoa motivos. Ah antis bem
patentes, 1, a falla de causa para o appareclmen-
to do mni>terio de 16 de julho de 1868 ; 2, os
alternados ce nraiettidos directamente por esse ga-
binete sem r.izoes de ser 110 systema constitucio
nal representativo : 3, osttentados commetlidos
pelos delegados da dictadora II!
Primeira parte : o ministerio Itaborabyassnmio
a direceo do paiz sorprendendo a nac'o, isto ;
o ministerio de 3 de agosto que to alto se man-
teve pela d:gnidade de seus mombros, pela digui-
dade (digo ainda), de seu Ilustrado organisador, o
mnito distncto patriota Exm. consel'.ieiro Zacaras
de Doat e Vaseoncellos deixou o poder, quando
estar cheio de vida pata confianza dos legtimos
representantes da naca o, deixou o peder sera tro-
pecar no tapete da cmara, deixou o poder, sem
ter cahido no sen do parlamento. Cma questo
se agita entre o ministerio e o poder moderador, a
escoma da um senador, o acorto sobre essa esco-
lha, a responsabilidade do ministerio sobre oa ac-
tos, attrihiiico dama poder ostabeloceram o des-
accordo entre os ministros e o eleitor dos minis-
tros. O brilho da preTegativa absoluta plantada na
constituicao que nos foi outorgada depois da disso-
luco da constituinte fez a desharmonia...
O Sn. G. DammoND : Prerogativa absoluta,
nao ; s o na opiniao do nobre deputado.
O Sr: Amaiial f. Mello :O brilho da preroga-
tiva do podor moderador, a sua omnipotencia na
escolha dos senadores, fez o desaccord > entre o
gabinete e o chote do estado.
Foi esse desacord,, foi essa desharmonia entre
o gabinete e o chefe do estado, que fizeram reti-
rar os ministros da escola da responsabilidado do
ministerio pelos actosd>poder moderador.
Nao garantiram o gabinete a grande maioria na
cmara temporaria, e o importante apoio de nata-
veis brasileiros na cmara vitalicia.
Disse o n )bre deputado : t cahio o gabinett
Zacaras Jora das regras parlamentares.
Ora, nao cabio o gabinete de 3 do agosto no
-eio do parlamento, cahio longe das regras parla-
mentares, cahio pela desharmonia do chefe d
tado. Pergunto : onde cahio o gabinete Zacaras ?
posso respondero gabinete da confian?a do par-
lamento cahio nos degros do throno ?
Eis a rainha primeira concluso do une ouvi na
discusso. Nos degros do throno do Brasil cahio
o ministerio da confianca da maioria dos brasilei-
ros. (Apoiados.)
Se o ministerio Zacaras aue tinha em seu favor
o apoio do parlamento nao cahio conforme a?
regras parlamentares c sim nos degros do throno,
a nacao que dava apoio e vida ao gabinete qne
assim cahio, para onde foi arrastada ? para onde
foi arrastada, pergunto ? porque urna naco nao
pod chir sobre si mesraa.
O Sr. AntY.ftHAs :E o ministerio Itaborahy
formou-se nos degros do throno.
O Sr. Ammral e Mateo :So da 16 de jnlho
eslava levantado o mlaislerio Itaborahy c cah'ido'o
ministerio Zacaras.
O Sr. A*tntii*s ;Fd abatido, nio cahio.
O BK. Amxrmij R Hsllo :No dfe 17 a nacao
pelos seus representantes tetn na^uarnara des-
ewiflwea ao nVBisterio ratroso, no da 4B a nacao Ido aVsctencia.
pteslou. (i Exm. marquez de diada ara o Ro-
mera de prestigio pata diz t marchemos: per-
guntaram-llie a que pretend:;, espondeu, os
raeus precedentes respondem pelo ura aqaama
dirijt), nao deeiareu ijual o seu Bm, mas o Brasil
intea 1 respoa le aos conservadores que o Ora era
hvantar o intardklo que pesva sobre o partido
liberal desde 1848, e era ainda mais que chamar
11:11 partido a communho das hn-ileiros, porque
era o progre
E eiim clleito lioa foi a invocaco dos preceden-
tes porque tuve o marquez a sea lado a maioria
liberal que. havia sustentado o ministerio (ue ar-
mn o loco a fortuna e teve tambem urna grande
parte do outro partido que aggredlo o ministerio
atmadord k.cos a fortuna.
O Sr. Tj. DniM.iio.Ni):Teve toda a cmara me-
nos um voto..
0 Su. Aatanai 5KBLL0:E verdade inspirou
conliaiiea a teda a cmara menos a ata eleilo do
povo.
O Exm. inatwuez de Oiinda foi na occasiao a
conliaiiea e o respeito, foi o Iris da Paz.
Pergunto agora na.eabeaa do reino estadista
estara operada alguma revoluco dos principios ?
dos principios que uorainam e dirigem os homens
que muia vez sao meosde que as lacias sao litis ?
Nao estaa o marquez ja convencido, eo uoPaes
Brrelo, Sa e .Allmipierqr.c. Sara i va e tontos on-
trosde que o grande partido-liberal nu- deva
ronlianar a ser o viveiro onde os conservadores
faziam boa pesca,ou a gmpaaafleM deviam criar
os conspiradores I !
Ah Senhores essa revoluco eslava feita nao
era mais tempo de continuar o exterminio, j era
seusivel a demorada familia liberal no banquete
poltico e por isso foi qne os conservadores nao
poderatn continuar a otra do nosso exterminio e
por isso nao podiam 111:.is seguir o caminho que
tinham seguido at 2'; do maio de 1862 (Apoiados).
O Exm. marquez de Oiinda tdmon o lugar pri-
meiro e segqiq chamando a nacao, e segtrio acom-
panhado da naco que agradecida o Saildoa e que
caraou o dia de luz o dia 12 de maio de 1863 j
v o meo collega que nessa parte de sua argu-
mentacao nao foi feliz.
A apreriacao que o nooYc deputado fez quanto
aos ministerios dissolvidos, ou corno disse devora
dos pelo parlamento nocurtoespaeo de cinco annos
nao justifica a assencao dos seus correligionarios,
nao justifica os alternados por elles coramcttld
essa analyse e o silencio que o nobre dbpuiaao
guardou a respeito das infraejocs denunciada na
mprensa e na tribuna sj una coutlsso da
dade da existencia desses mesmo fe
O Sn. G. Drummond :Eu analysei un por um,
nao piule convencer a V. Exc, mas, analysei-os.
O Sn. Amar-vl Mello *A analyse que o
nobre deputado deseen nao nos convence de que
esses factos dram de ser offensivas as leis, nao
1 vence de que um s dejxasse de existir. .
Ainda mais comparando o nobre deputado ad-
ministracao de 1862 a 1863 com a do 1868 a 1889
nao pode achar vantagens para os sens correligio-
narios.
Em 1863 nio hnirvc reaccao houverara calcula-
!das e bera meditadas subslituicfiaa>-
At 1863 Pernarabuco principalnienle nao era
legitimamente represen' hores
jrtflgareas se esfor^avam para Completar a obra da
'seutaeo pelos tos e sobrinbos nos me
icto eteiloraes'. Pernarabuco eslava rauho
dantos dfl mostrar ao Brasil oque possala no nui
0 Su. Amaral r Mello : Quer o nobre depu- capital.
tado comparar urna nomeaco na corte de nm juiz
municipal residente, em lugar muito distante e tai-
vez nos lmites do Brasil cora a nomeaco de au-
toridades poliches na mesma provincia ? eu ex-
plico como a nomeaco do polica morto qaer di-
ze, precipitacao c como a nomeaco do juiz falle-
cido quer dizer prudencia.
Cuno lleve fazer o minislro a nomeaco dos
juies nitiiiicipaes ? pelo simples pedido "para .1
nomeaco va: o ministro ouve o pedido feto por
quem se iateressa pelo prctendente e vai infor-
mal-se de quem nao intereau acerca da morad-
dado do pretndeme acerca de sua inteligencia a
------ mines nao fussem
os preferidos para aterrar os cidados pacficos.
O nobre deputado nao sa recorda dos aconteci-
mentos de Pa d'Alho, nio se recorda do que fez a
sua comarca, o Rio Formoso mesmo concorreu
para a pacilicaco da revolia mandada fazer pelos-
conservadores qne por de irazdocabecilhadlziam:
nao devenios apparecer para nao cnmprmnetter f
partido da ordem e vuci continu para desmoral i-
tar a situacao progressista, para mottra-ln gasta
e compromettida 110 paiz.
E quando assim proceda o partido que ostenta'
querer conservar o que j est caduco? em poca
muito melindrosa, cm enera de dilllcil provacao
para todos os lions brasileiros. Era quando
majs o governo precisava do concurso das gover-
naos que os conservadores asstilavam o povo para
investir contra os que obedociam a autoridade in-
cumbida de fazer a acquisico de gente para a
guerra. Era quando os progressistas nao viam
partidos e somente onviam a voz da patria
ultrajada, que o? conservadores mandavam a
materia recrutatel investir e assaltar as ca-
deias para soltar os rcrrulas, e nesses assal-
tos a mulher do guarda nacional destacado enana-
trava primeiro o irmo azilado no engenho do
conservador a muito tempo e esse rmo pedia-
Ihe qne o ftase guardar por estar ferido, qne o
fosse guanlar ate chegar a condcele para o asilo
e a mulliojr gunrdando o irmo volava para a ca-
deia para ver e chorar o cadver dn marido des-
tacado e assassinado talvcz peto seu proprio en-
tibado !
Mas diro, pr,rque nao foramper-eguidos os re-
voltosos ? eu poderei responder o primeiro dever era
restahecer a ordem sem estrepito que fosse onvido
pelos nossos irmads qiW-ntofriarii no Paraguay.
sem estrepito que animasse o- nossos inimigos o
Paraguay? Diro ainda eos chefes porque nao
eslo expiando o crime? anda poderia responder
que os supplentos tem tambem attrbuicao de jul-
gar improcedentes es snramarkM de culpa pre-
texto de ser o crmc difireme daqnelle que foi
summariado ? E que n foi o delegado de Pao d'A-
lho ? foi o Sr. (enente-coroncl Luiz de Albuquer-
qae Maranhia !?l Era elle o honiem mais capaz
de garantir a ubedieneia daqnelle povo: o at se
disse qne o Sr. Maranho sera o delegado do Re-
cife comolatiibeni o mais capaz de conquista/ esta
iUustracao, o rccolhiinento de informacoes para
fazer juizo exige lempo, c durante esse praso,
feito o juizo ir inicado e j est fallecido o Hornea-
do residen!1 distante do lugar onde a nomeaco se
faz e pode merecer censura o ministro que faz
same das qualidades, dos que pretendem a vida
publica ? o que exprime esse exame ? eu vejo
ah umita prudencia, umita vontade de nao preci-
pitar: ministros assim salvaran! por si mesmo o
Brasil contra o nial do (idiotismo que o devora.
Leave-ee o nao ceosure-se o ministro que de-
mora as nomeacoes para conbecer da capacldade
e aptido dos nomeados.
O Sr. Soares Brandao : E nm fado d
apontados pelo nobre deputado pode-se dar muito
fcilmente.
O Sr. Amaral e Mello :Eu estava na Corte
Ah quantos ejemplos poderemos invocar para
mostrar o excesso c .1 desordem que dominaram
110 governo na escolb 1 dos homens fortes para
a compressao dos inermes___Quantos exemplos
mesmo, para pro va r que os pretensos ordros sao
os maiorcs desordeiros do paiz, sao 08 maiores ini-
migos das instiluic -. fApoiados.) Mas,
eanloqnero chegar a um terreno que sempre
evito com o maiof cuidado.
Nao quero dlier cotno os conservadores chefes
da guarda nacional abosara das suas attribnices
para violentar o povo que os detesta : nao ha ne-
cessidade de tnoslrar o que todos rem ; j l foi
o lempo era que era preciso eoragem para dizer r
verdade a quem iliu li In go venia va,
Na poca da imprensa nao ha i Iludidos no go-
verno : existo capricho que tudo pode pender e
perder em tempo mus prximo do que sesnppSe.
A pi udancia e a resignar 1 tfvem jimias at um
eerto grao de sodrraonii', e elle coceado, sepa-
ram-se e dao logara txcessos que muito prejndi-
cam, se tudo nao aniquillam. Mas, os escndalos
se reproduzem e a prudencia nao (wider evitar o
que esIcuJadam'ente desejam os conservadores.
Elles tudo emponham para ornar necessaria ;
elles jabera que a poca nao Idea pertence, eUes
admirara o ponr qne rereberam enSbpodem
manter e tudo fazem para rivadar os sens ntnlos
ao poder.
Eu sempre pensei que o tcnente-corooel Mar-
era 1866 e era ministro e secretario de estado dos nhao nao poda continuar no Ingar de delegad 1 de
negocios da justica o Exm. Sr. conselheiro toS
Thnmaz Sabuco d Araujo.
O Sil F. Tavora : L'm delegado escreveu at
do co.
poficia do termo do Pao d'Alh en disse mesmo a
alguns amigosha de ser deniiltido uo ohstanti^
a torca do donatario de Pernatnbuco. E tattos
disseiam o mesmo. Entretanto o que acontecen?
Acontcc-u que mai- tarde se dsse na provincia
raa 11 Me- lo:Eu estava na crie e que tinnam vind orms da rtr,e p;ira s,.r j,,nnl.
conselheiro >abuco tinha ja fallado al- ,U ^yiegado de Pao d'Alho e que o muito inno-
O Sn. Amaral e Me'lo:Eu
o minislro
gtnnas vetea acera do Dr. Hermogenes com aeaeeaa
de Pernatnbuco, o erito ouvi annunciar prxima a
nomeaco do Dr. Hermogenes para jmz de direito e
os que asssm nnnunciaram jsseram : quando o
conselheiro Sabuco informase acerca da raorali-
dade t capacidad* do jniz municipal que pretende a
magistratura ritalkra, o jniz municipal est em
tembranQ; xeu nome est contemplado e se as
informacoes forem boas a nomoc-ao vira.
Eu que pos-o Conhecer as disiineta? qualidades
do Dr. Hermogenes desde o> bancos da Faculdade
disse a e se meu collega assim que cheguei em
Pernambuco que elle breve seria nomcado jniz da
direito. Mais tarde li a nomeaco do Dr. Hermo-,
genes para juiz de direito da comarca do Crato na
provincia do Cear.
O Sn. Lopes Machado : Magistrado muito digno,
intelligencis muito robusta.
O Sr. Amaral e mello : O que porra de
admirar senhores, a reaect nos eenriferuM
tambem e vejamos porque assm succeden, eu
bio sei do modo porque se noraeou polica um
morto no centro da provincia, pen*o nao estar en-
gaado dizendo que as comarcas do nosso sertlo
lmenle sao lombradas por certos sabidos para a
acquisico de diplomas de representante o feita a
acquisico^o entregues por esses espertalliSes ao
mais completo desprezo.
O quadriemo quando muito interotnpdo por
alguma resposta de mulls exigentes cartas e essa
resposla interesea tamo mais o sertaneio quando
ic aproxima a poca de repetir o diploma.
O patriota da cidade e que vive gosando da illn-
o dos sertanejos nem se quer turna nota do
falleeiraentodo amigo que Ihe ha de fazer falta.
os defensores dos homens do centro na
poca do moufar o sen grupo esto sugelto3 ao
erro as informacoes,nao lovam em conta a parca,
recorrem ao rol dos seus esforcadus campeoes o
os'apresentam para autoridades, e sao nomendns
porque j Venceram em tempos nassados e sao
eapazes de vencer outra vez, e a falta 'de tempo
para o exame das qualidades necessarias para' o
cargo ftiz a nomear3o du' morid porque qanrt
vivo atropcllou direito, commetteu desatioes e
ieu diplomas.
Assim qne se pode explicar o facto da nnmea1
l fo de autoridades qu j ai vivera na mesma
cente Sr. conde dcBaepcndy estava em apuros poi-
que o seu chefe o visennde de Cimaragibe nao
quera a deraissd do seu' pro lilccto amigo e p-
rente.
O innocente conde vigiado e contldo lutnu al que
poz a carga em babeo, e o visconde disse ao parete
que pedisse a dethissjo, mas quo elle sera remu-
nerado, ainda era preciso passar alguns dias para
esqueciraento e ter lugar a reraanenejap.
O Sr. Maranho foidomittido de delegado de p< -
licia de Pao d'Alho, mas outro nao foi Borneado
para provar aquello povo u prestigio do demittido
liara convence-los deque s o Sr. Maranho o.
capaz de ser efi'eelivo fiscal da -ota pri-o.
Porque nao se tem Borneado delegado de polica
para Pao d'Alho ? Todos all sabem que os pr-
meiros lugares sero sempre' dos prenles do viz-
conde de Camaragibe durante seu dominio. Nu
lera o tetrao de l'o d Allu conservadores capa-
ses da delegaca de polica e do conimaodo supe-
rior J Quera e quo seoppoe a nomeaco do parou-
l do Sr. Caiiur.isihe .' Q 1 causa das or-
di'iis viudas da corle? Pretende visconde vencer
all como aqni. La i o centro, de ondevein o mal
que nos abale ao ponto de suppoftar o vencedor
de e.
Mas en quera ainda responder ao nobre depu-
?obre urna sentenea que leu nesta casa con-
tra um Individuo, que re subdelegado do Rom Jar-
dnnr, nnmeado por um presidente progressista o
logo demittido assim que tol sabido a condemna-
endo a demias! 1 por mitro presideate pro-
gressista.
0 nobre deputado leu urna senlenca proferida na
ausencia do eondemnado.
OSn. C. Diummoxd :Nao.
O Sn. Amaral 1: Mi.:.o : -Snpponbo que est
pnganado ; creio quo elle foi eondemnado estando
ausente.
I O Su. Emigdio Marques :Estava ausente.
O 9r. G. Dru-mmoni-) : -Estava prsenle.
1 O Sr. Arminio Tavarks :Foi jugado a re-
Velia-.
! O Sr. G. Drcmmond :Jufgado presente
O Sr. Lopes MV.H.\no : 6 nobre deputado qtie
juiz municipsl est dizeinfo o contrario,
0 9n. G. Drvmmosb :-0 nobre deputado raj,
alWBBaV*




wftm
w
Diario de Pernambuco Ter<;a feira 6 de Julho de 1869.
I
ju
(uir municipal no Liinoeiro nao
ra.
O Sr. Armi.nio Tav
Vietorh e affiaiieo que foi
crime de ferinientos leves.
O Sr. Amara i.
flu (]I1U l
doas>mello poJe j ser julgado esse criminoso ue afido, porque as prvacoes' nfJ
os autos fcitos em sua ausenta, que heross...
i roeoldas sea a sua pre- Um *;. Su. Dkpotapo : Ada-* desorgan|
esuva *na Vic-f aoexercito quando subirpm o* con-orvad
dous tfiezetrNle sold **&>)* ao e:;er-
Mas ou estivo na cito dozv mezes de sold i -
julgado a revelia por Hoje s|ia alteza o Sr. eoude d'Eftgprepara tudo
de novo^porqueachou oexcrcttodespido,desmmi-
vhai. e Mello :Do que ouvi ler, con- lado, sm alimento, sem munico,. seu mema ue
indemnaco tinha sido a rerelia e sea- moverse,, reduzdo o senhores, eu nao posso dizor
ablete o
que dizcm
dizem as
senca?
Senhores, ou son juiz municipal de Nazarathe
posso affirmar que a esta hora estoja anda hVe
le culpal Nao to conhecido o uiacuinismo n'o-
cessante neste paiz?!
O Sr. Pixa :Esta que a verdi.
O Sa. Aiiaral b Mbllo :A prevalecer o rin-
apto de que nina condemnaesto a revelia mostra
um criminoso convicto onde friamos chegar coni o
nosso systema do processos T
O Sr. Emigdio Marones .Esse individuo d R
quem o nobre depuiado tanto se tem oceupado foi
condemnado a revelia, posso a/Hancar, appcllou e
tei absolvido agora pela reteco.
OSa. Aiiaral e Mello :E' claro que foi con-
demnado a revelia, desde que pode depois da pri-
sio provocar o conliecimento do iribunal superior
que agora fulminou a conderanaco proferida.
Contra as condeuiacoes a revelia no Brasil so i* r
recurso da cadda at que e tribu""' superior <*>r-
rija o abuso.
Pederemos afflrmar toJ nos que ja nao este-
jamos condeinnados alguns em procesos enmes
tambein ?!
O Sa. Drummond:Esse hflnxsm foi condem-
nado-peto jury da Victoria, na appcllou da sen-
tenca seniio depois do preso, nem foi absolvido
pela relacao, fui julgada pererpta a acco por
forja do decreto ultimo sobre es crimes de olen-
sas physicas leves, mas qnando excreta o lngar de
delegado era condemnado.
O Sr. Soarks Brandad :Quem dera. que os
criminosos que foram nomeados na administracao
do Sr. Assi Rocha fossem dessa cathegoria!
O Sn. Amaral r. Mello :Nao quero fazer a
defeza de-se individuo mas posso dizer que contra
a aecusacao que Ihc feita nao ha recursos ; por
que nao ha quem estoja Lvro de soffrer um pro-
cesso e de ser condemnado a revelia.
0"Sa. Lopes Machado :V. Exc. eseapou o an-
no passado de ser processado por ha ver exercido o
scu direito do cidado.
O Sr. Amaral b Mello :Porque votei contra
as ordens do ministro Paulino e o meucrime e do
inais 73 elcitores foi clasificado do ajuiamento
Ilcito 1 Nada exprime melhor a situaoo.. ...
(Trocam-se muitos apartes.)
O Sn. Amaral e Mello :Mas pergunto ao no-
bre deputado quanlos criminosos, alm desse um
coudenmado a revelia, desse que muito bem po-
de responder : foi condemnado seni saber e ape-
nas record o tribunal superior fulminou a minha
condemnaco e vstabeleceu o meu crdito dj Iio-
inem incapaz de infringirs leis ? Alm dessequo
asslin Ifce responde quautosmaiso noble deputado
aprsenla 1
O Sr. G. Drummosd :Meu coliega, sao tantos
que menos era ba-tanto.
O Sn. Amaral e Mello :Eu nao quero locar
no fiel da balanza que osla pesando os alternados
dos quo insistem na obra de destruir o,Brasil.
Nao quero tocar n'umliel porque em todos os par-
tidos que tem govemado o paiz encontram se fal-
tas : corlo, porm, que as vistas por conta do
partido liberal nao Ibespertencem. O partido libo-
ral uao tem livremente administrado. O partido li-
beral tem servido de remedio pa-a reparacao'das
olensas feitas pelos conservadores. O partido li-
beral tem sido chamado ao poder para remover
obstculos creados pelos conservadores, para la
zer aquillo de que sao meapazes os conservadores
comprometidos peanle o povo como os autores
de todos esees moios quo fazem o povo intil na
manifestacao de sua vontade, no exercieio deseus
direilos.
E quantos exemplos nao mostra a historia para
convencer-nos de que os maioros iuimigos da li-
berdade saoem momentos diflkeis e arriscados os
que mais grilam e pedem o soecorro que s ella
pode dar? Nao se attribna ao partido^liberal o
que existi de mal na sua administracao. Esse
partido nesta parte do continente americano tem
historia muito dilTerento da dos outros lugares do
inundo. Chamado para remover obstculos o par-
tido liberal nao tem tido lempo para zer o bem
que ambiciona. Os obstculos tem sido obra que
os conservadores, quo os retrgrados leein creado.
O Sr. G. Drummond :Esta tem sido a mlssao
do partido conservador, arraniar a casa que urna
menina travessa e tenca tem desarrumado.
O Sn. Amaral B Mello : Nao >omente o
;neu colleg.i a victima dessa Ulusioou o isteressa-
do em oceulur urna verdade de todos j eonheci-
da I O nobre Sr. deputado Junqueira na cmara
temporaria, onde nao exist um s liberal para
irova da liberdade do voto, la se levanta do turi-
iuIo na mao perante a dictadura e muito reveren-
te pede ao presidente do conreino para com pa-
inel .s reais delicadas retocar de cores mais vivas
o as
Qaarcala mil
o
emissao muid
iran voar na praca '-'->"' ","**t'v
los dias t-ncado na gaveta do
umbroso quadro das lln.iiicas doBrasiL Suas
pnmeiras palavras sao urna saudacao aogabirete,
que o contemplou na representaco, e dopois des-
se sandar, dirigido por quem governa aos governados, o vic-
timado Sr. Junqueira, firme na sua poslcao dethu-
riferario admira os de>tro<1-os em que encontrn o
campo para onde vollou o partido conservador, e
para gloria da poltica conservadora pode dizor es-
se deputado geral quo admirava esses destroc*
semreceio de que urna voz se lovanlasse admirando
tambem, porm accrescentandoOs dostrocos que
todos lamentamos foram a explosao das materias
inflammaveis aglomeradas no tempo em que os
vossos correligionarios governavam o paiz para es-
traga-ol. (Apoiados.)
O Sr. G. Diimmon :Nem V. Exc. responde-
ra.
O Sn. Amaral f. Mello :Nao lia all urna voz
que possa dizer quaes os autores do nial : nao ha
quem pergunte aquella gente COO tambem que
o partido progressista jescendo do poder a ib de
;ulho do 8G8, com forea ai esse lempo para man-
ter-se no governo com materia que deixou apenas
ie dez votos ao Sr. iLaborahy, j a sete de setem
iuo do mesmo anno, menos de dous metes, nao te-
vo mais prestigio para levar ao seio da cmara
um s liberal, que contoslasse o que all so diz pa-
ra Iludir.
Um Sn. Deputado :Isso natural!
(Trocam-se-muitos apartes.)
O Sr Amaral e Mello :Senhores, o meu in-
commodo nao me deixa continuar, mas eu quena
anda pergunlar ao nobre deputado qnal foi o ou-
tro motivo do apparecimento dos conservadores
as alturas do poder ?
m Sa- Deputado :Elle.mesmo nao esperava
por tanta ventura.
O Sr. Aviaral e Mello Porwto que. nao ;
oi um apparecimento que atordoou a nns, adini-
rou a ouiros, e a todos surprehendeu, foi extraor-
dinario, nao conhecido na vida dos povos que se
seguem pelo nosso systema; i*to pelo que esta
escriplo, e dizem que ainda nao foi revogado. Per-
mittam os meus collegas declarar que mais espe
ro da corte, que muito receto dos vapores, que
trazem as suistituiees que nos vo anniqui-
lando. .
Entretanto deixemos esse faeto, que muito bem
hade servir no f toro. Pergunto ao nobre depu-
4ter, alm da desarmonia entre os ministros c o
leitor dos ministros? O nobre deputado preten-
deu mostrar que foram os desmandos do partido
progressista condemnado no paiz, por querer as
reformas quo sao urgentes os desmandos do par-
tido progressista, eondemnado nesto paiz ameri-
cano.
O Sr. G. Drummond :Por elle mesmo.
O Sr. Amaral e Mello :E mais o que t des-
ordem na guerra ; da argumentacao do nobre de
potado resulta que dos negocios da guerra tam
ham veio a razao da asseucao do ministerio Itabo-
rahy.
Um Sn. Deputado : Ello falln na misso do
Sr. conselheiro Sara iva.
O Sr. Amaralb Mello:Elle tocou em pontos
taes que a miaba conclusa : o partido conser-
vador subi pela manifestacao da vontade augusta
do poder moderador, na escolha dos senadores, e
mais ainda por causa da guerra. Sao os motivos
que descobri para a reare*i que se operou, e foi
assim que responde ao nobre deputado pelo se-
gundo districto. _
O Sr. G. Drummo-md :Vejo que nao me fiz en-
tender por V. Exc.
O Sr. Amaral e Mello : -Que esses foram os
motivos todos sabemos. O que lera eito o partido
-.oDservador em relacao a guerra ?
O Sa. Amisthas :Uousa nenhuma.
O Sr. Amaral e Mkllo :O partido conserva-
dor acbou um grande exercito levantado contra
todos os obstculos oppostos pelos que aesulavam
o povo. O exercito esteva armado, montado,, ves-
tido, pago e animado, despunua de todos os recur-
sos alcanzados pela boa a patritica direegao dos
que se empenhavam na mis-ao do vencer o ^^H
ft mlroiMar os oossos torios. O que se cfcvia.
-0Sr. Amaral e Mllo :-Sua alteza ncIiouW;
uao puder mover-so. Eexrtttra
anda a terca parte do exercito, yac o partido iitic-
i\d pe levantar contra o Paraguay?
D Su. Deputado :Ha miu meno-
Q Sr. Amaral e Meiao : Ba ikDos tal vez
Eomianto, o Messias das finaac;^1 Vt' "lsai
qiiaren^^^^P^^
staiido o decreto da
inins-
tra,-^':'.-n
Nao uuero .-nd,J1, ministro que;* inunda-
do da ni(v- feduciaria, mas pergunto aos elogia-
dores V a^- visconde dli Daborahy : estar Itere
(fe .cisura o tlnanceiro mini-tro que tao violenta-
onte procedeu. Como deffend-lo da censura quo
'se'levanta pelo prazo em queesteve o decreto
trancado ?! O Sr. visconde de Itaborahy e os seis
collegag signatarios do decreto de misso de l)
mil contos, todos sao tao reservados, nm so delles
nao tem um prente, um amigo de eonanca para
sabendo da emissao calcular a baixa da moeda
metlica antes da emissao e alteracao do cambio,
'depois da emissao. Que vantajosa especulafao
mercamil nao tem espaco nes>a prisao do decre-
to ?l Que lucro nao poderiam haver os am/idiites
em detrimento do commercio abalado e serpre-
hendido |>ela inuudacao do Sr. ItaboraUy I Quin-
tos terao perdido mais do que inundara s por si
[india determinar?! E assim que se pretende os
foros do salvador de um paiz a abysmar-se ?! E
entre todos os signatarios do decreto, o que melhor
se defini foi o Sr. Paulino, joven ministro do im-
perio, protegido sobrinho doSr. presidente do con-
sol ho.
O Sr. Paulino, assignando o decreto da grande
emissao, explicou o seu discurso contra a emissao
na cmara liberal, quiz dizer quo cendeninava a
pequea emissao, mas approvava a grande emis-
sao.
O Sr. Itaborahy prendendo por nm mez o de-
creto de qnarenta mil contos nao se expoz a sen-
sura que acabei de-mostrar?
O Sr. Amvntiias :Expoz-se a urna aecusacao
muito bem fundada.
O Sn. Amaral e Mello : E como o joven
conselheiro Paulino se "-astigou a si mesmo, pote
que disse acerca do Sr. conseiheiro Zacaras I E
como se tem procurado dinheiro por todos os
metes que foram condemnados pelos nanceiros
que hoja estao virando as arcas do thesouro I no
emprestimo de :10,000:OO0(H) realisarara-se...
27,000:0005006, o os tres mil que fallam sao os
dez por cenlo de usura, de que nao se diz pala-
vra.
Como tem alcancado o Brasil vantagefte por to
do esse mover do mundo econmico em toe gira
o planeta IUiborahv o os scus satillites. Coluo es-
trestabelecido o crdito do Brasil com todas fas
ope.acucs (inanceiras? Todas as uacoos estao di-
zendo o Brasil inexgotavel.
O Su. Lopes Machado :Sabe a quanto se ele-
va agora o dficit ? era de 74 mil contos, agora
cliega ha muito mais.
O Sn. Amaral e mello :Pelo que de carao
ter ofcial a despeza de 132,533:189$U9 rs., o
defleil de 79:lOi: 1965343 rs. mais 79 mil e
tantos contos, que o j exaurido poro brasileiro
tem de pagar. Desde que comecou a guerra na
Bauda Oriental foi esse o maior dficit. No auno
lioanceiro de 18oi a 1863 o dficit foi de........
:O,600:000000 de 1863 a 1866 o dficit foi de 6i
mil contos; de 1866 a 1867 foi de 69 mil contos,
e no exercieio de 1868 a 1869 que se tem eleva-
do a 79 mil e tantos contos, isto superior a uos-
sa receita.
0 Brasil j est tambem obrigado ao pagamento
de 36 mil contos de juros do sua divida: 36 mil
contos exprimen mais de metade da nossa r
ceta.
Comparada a despeza de boje em que nao se
tem page aos soldados na campanlia com a despo-
za pi los encargos que satisfizerain os ministros l-
tieraes que mandaram construir esquadra, levan
taram e armaram o naiur exercito da America do
Sul, v-se que os diuheiros pblicos naquelle tem
po nao foram esbanjados. Naquelle tempo era no-
cessario muito dinheiro, mas todo o que foi gasto
ahi este ptovado pete muito que se foz. Hoje min-
ia di vida por pagar, muita despeza desnecessaria,
os rios do Paraguay j nao exigeni toda esquadra,
como se justifica o Missias das linancas. Para ou-
de foi tanto dinheiro cambiado ?! E Sr. Itaborahy
defende-se allegando que o governo usou de todos
os 40,uOO:OOOSOQO do papel-moeda! E porque
nao sendo nec.essaria toda essa quantia ella foi de-'
crotada?! Nao estava o ministro a par da neces-
sdade o atropelladamente decretou o que nao era
preciso? se foi assim como so justifica aquello que
devia saber as necessidades do paiz ?
A emissao da moeda feduciaria nao desacredita
pelo prejuizo que traz? Se 40,000:0005000 nao
eram a urgente necessidade, se menos supria o nc-
cessario, o luxo de poder do Sr. visconde de Ita-
borahy nao foi um mal para o crdito do Brasil,
j abalado as pracas estraogeiras ? Os Brasileros
devem estar convencidos que o descrdito das li-
nancas do Brasil pelo excesso do Sr. Itaborahy,
una colpa do senhor visconde que compremetteu
mais do quo era preciso.
O Si'. Itaborahy decretando um excesso de mcio
extraordinario e compromeltedor retirou a con-
fianca dos nossos credores cstrangeiros, ejnatou a
conhanea dos capitalistas quo nao quererao arris-
car seus capitaes em finprestimo a una na^ao tao
prxima a urna fallencia.
Mas, senhores, preciso notar que o Sr. Jun-
queira na sesso de 26 de maio ainda fez urna
descobera, acliou um meio de salvar o Brasil
compromeuido pelos loncos e travessos que des-
arranjarama casa que propriedade dos conser-
vadores, conforme um aparte do nosso colleja. E
o meio salvador que descubri o Sr. Junqueira o
resultado das couibinacoes do mestre de urna es-
cola desconhecida no mundo econmico, eco
equilibrio da receita com a despeza extraordina-
ria. Que dillieil e bem combinado adiado I
Eu pansava que nao haviaquem tivesse a coragem
de dizer n'um paiz em circumstancia3 extraordi-
narias como se aeha o nosso, que era preciso equi-
librar a receita cora a despeza, e ainda nao houve
quem assim dissesse, alm desse admirador do Sr.
Itaborahy : quem se lembrasse de cstabelecer esse
equilibrio uao houve ainda. O que quer dizer
equilibrar a receita com a despeza, quando um
dficit de 79 rail contos pisa sobre nos. Ser tsse
equilibrio pela exigencia de novos tributos no va-
lor de 79 mil contos ? Exigir tributos nessa razao
nao ser matar o commercio, a agricultura e to-
das as industrias? Isso nao aniquilar o paiz? E
como foi pouco lisohgeiro esse financeiro 1 pedio
ao Sr. Itaborahy que sacrificasse urna parte da
sua popularidade c salvasse a patria, fazendo una
rocsila para equilibrio com a despeza...
Sr. presidente, se o Brasil ti ver de pagar tribu-
tos ao ponto de fazer o equilibrio que reclama o
Sr. Junqueira, elle por certo nao aber mais onde
foi o campo em que hoje admira os destroces que
encontrou. Eu mesmo pens que o Sr. Itaborahy
nao acceita o conselho do scu dedicado admirador
nao obstante elle lembrar um meio prompto de
fazer dinheiro, e estabclecer urna proteceo im-
pondo tributos sobre a importacao que trar em
resultado a colonisaco e nao deixar de trazer
porque es Estados-Unidos da Ameriea do Norte
quando laceavam tributos sobre a importacao re-
cebiam mais colonos do que quando permiUiam a
Itere troca.
(Ha um aparte).
O Sr. Amaral e Mullo :Querer comparar o
Brasil com um povo livre ? Nos que nao temos
industria, que nao sabemos fazer sabao, precisa-
mos de mestres e proteceo que deixe apaco pa-
ra urna bablitacao ao ponto de entrar em con-
currencia eu comprebendo isso: mas concluir
dos Estados-Unidos para o Brasil arrojo que nao
se qualiflea.
O Brasil Rao chamar a colonisaco por essa
proteceo do Sr. Junqueira. Quem nao feliz em
sua patria procura a felicidnde no paiz estrangei-
r. Quem nao livre em sua patria procura a
liberdade na patria dos livres : principalmente
por isso que os Estados-Unidos attrabem a colo-
nisaco. Ali aquello grande povo tem governo
muito barato e o suor do pAvo reverte sobre o
mesmo povo em benrlicios que no* nao podemos
osar pela caresta do nosso governo. Os Estados-
nidos tem eanaes que coramunicam as lagas
sos rios e os rios aos maree, tem estradas da fer-
ro que aproximara as extremas atraveasaado os
desertes, e quando tudo falte para o colono, o de-
serto o attrahe e convida para a morada e d'ahl
as povoaedes, as villas e as cidades surgindo para
espanto d'aqoelles que nao sabem quauto preju-
dica um governo que em ludo governa; um go-
verno de escoh e de igreja. Se isso nao ver-
dade pergunto por quo motivo o Brasil tem gasto
inuitos rail contos para a colonisaco o nada tem
mito ? porque raso desde o primeirj reinado a
lia do S. Leopoldo au se adianta e tem sido
:empre sem vantagem todas as tentativas de colo-
1 porque o Brasil est solado sabendo
i|iie os Estados-Unidos recebem centenas de mi-
'lliares de colonos annualinente e vendo os colo-
nos passar em procura das ; narchisadas repub-
liPratatN) ser a liberdade quo os at-
tnlie f porque que as no-sas riquezas naloraes
ta > convidar a emigracjfci ? '
Ah Sjnbores no Brasil falta anda muito do
que eco--. cer a correte que
se precipita sobre os Estados-Unidos, azyllo dos
qae nao qoerein soffrer.
I'm Sb. Deputado :'Porque nao vera colonos?
O Sn. .Am.uial e Mello : Nao vein porque
quem quer ser livre e vive seb o governo da to-
tella nao abandona o pai. parentes, irmaos e ami-
gos nara ir viver sob a tuteila, quem faz o sacri-
ficio desee abandono d preTerenaia.ao paiz da li-
berdade. Os colonos proeoram o pas onde po-
dem ser livres, onde aspiren) os direit s do cida-
dao, a dignidade dj homem.
Um Sr. Deputado : Para mim a raso princi
pal que o homem livre nao se acostuma com o
clima do Brasil.
O Sr. Amaral e Mello :Pens que o sol do
Brasil aqueee a lilvrdade.
O Sr. G. Drummond : E' a trra dos escravos
na opinio do nobre deputado.
O Sr. Amaral e Mello :Ainda devo um es-
clarecimeuto acerca de um aparte que profer na
sesso de 3 o fez especie ao nobre deputado. Eu
disse que o camraho do Brasil para o progresso
estava obstruido.
Senhores entendo que no paiz onde o carrasco
sala no poscoeo da victima e a estrangula o o.
azorrague do senhor os.lerisa a terfa com o san-
gue do captivo o progresso Impossivel : esse
paiz nao pode prosperar, est muito distante de
reclamar lugar entre as nacoes cvilisads. Nos
temos esses dous capitaes luimgos e somos um
povo calholieo.
O Sn. G. Drummond :Porque nlo os estir-
param?
O Sr. Amaral e Mello :Nao houve tempo. O
que fieou de entutho consummo tanto tempo em
remover, que nao foi possivel em 5 annos reformar
e estirpar o mal.
-Esta a missao dos
B:
O Sr. G. de Drummond :-
conservadores desentulhar.
O Sr. Amaral e Mello :O partido liberal ob-
leve recursos para vencer os nietos que Lpez reu-
ni no tempo dos conservadores para a guerra
contra o Brasil. Por que os conservadores nao obs-
taram a aequiseo dos metes de defeca de Lpez,
quando em sen tempo feixavam os nossos rios cun
foriilicacoes que foram tomadas pela esquadra
construida pelo governo liberal ?
Sr. presidente, cu von passar a ultima parte da
discuss.io : esliveram eai discussao os airas presi-
dentes pie primeiro nundou a corte para nos cha-
mar a ordem.
O Sr. desembargador Assis Bocha, que nao po-
da deixar de fazer o que fez, por que o governo
quera vencer as cleico-js e elle quera mautor o
seu partido, foi censurado.
Pelas nossas leis oieitoraes e policiaes, o governo
vence todas as eleicoes ; os opposieionistas nunca
sao reeleitos o quando voltam a cmara fonm con-
vencidos do poder dos ministros do estado, dos pre-
sidentes de provincia, doschefes de polica, dos de-
legados de polica, dos subdelegados o mais que es-
tes dos inspectores do polica, executires das or
dens illegaes e muita vez escollados entre o que ha
de mais lemivel nos satlites eleitoraes; e quem
pode desputar a um governo assim armado e ainda
com o auxilio da guarda nacional comprimida e
obrigada a votar na chapa do presidente para cum-
plir as ordens do commandante superior, dos che-
fes de corpos, dos commandantes de seccSes, dos
coihmandantes de esquadres.dos capitaes de com-
panhiasvdos sargentos e at dos cabos, que fazem
a notiticcao do guarda para comparecer no quar-
tcl do superior e receber a chapa do governo que
tem o poder de dcstaca-lo e designa-te para o ser-
vico da puerra, Bem ter em-consideracao as prises,
os conselhos de disciplina e a condaeco dos offi-
cios e cartas em forma de oITlcios de um para ou-
tro municipio alim de castigar o guarda que nao
votou com o governo.
E quando os ofliciaes da guarda nacional nao sao
passivos obedientes do presidente de provincia, ain-
da o presidente temo recurso de subordinar a
guarda nacional aos delegado de polica, ordenando
aos commandantes superiores que apresentwn ao
delegado incumbido de vencer a elcicao toqjVa. for-
ra que exigir, commandada pelos ofliciaes que no-
mear e por esse engenhoso meio estao os juizes de
paz, eleitors e sopplentes subordinados a polica
eleiteral; por que o delegado para veneer precisa
descartar-se do juiz de paz, que capito da guar-
da nacional o nomea esse capilao para commandar
a torca ; assim se fez em Nazareth : foi requisitado
o capito Antonio Aureliano Lopes Coutinho J-
nior, segundo juiz de paz do primeiro districto, es-
tando o primeiro condemnado em consellio de dis-
ciplina ; e mais para inutilisar a maior opposicio-
nista o delegado requisita maior numero de ofli-
ciaes e designa entre os eletores e supplentes at
fiear com a materia para vencer a mesa, quando
nao esl disposto ao sacrificio de mandar os inspec-
tores ecapangas ospancar impunemente a opposicao.
Se assim que se procede no Brasil, endo o re-
presente do povo em vez de comparece r no parla-
mento animado pelo apoio dos seus concidados e
desejoso de servir bem o cargo que lhe foi confia-
do comparece trmulo e vacilante perante o minis-
terio que o mandou eleger e que por isso nao tem
receio da censura o aecusacao dos que devera ser-
vir de Oseaos da conducta c desmandos dos minis-
tros ? coma censurar os que foram julgados aptos
para fazer um trabalho tao conhecido de todos os
Brasileros que seriam menos encornmodados se
fossem governados pelo absolutismo franco e para
todos conhecido ?!
Mas os presidentes da reaeco foram censurados
pela escolha de hornera perdidos na opinio pu-
bliba, pola escolha de individuos qae nao podiam
attingir a altura de autoridado ; por isso foi aecu-
sado pelo meu nobre collega o Sr. desembargador
Assis Bocha c o innocente Sr. Conde de Bacpendv
foi igualmente por que manteve todo esse pessoal
elei toral.
Pergunto a todos os meus collegas, se o Sr. Dr.
Manoel do Nascimento Machado Portella ja demit-
tio alguns desses nomeados pelo".Sr. Di' Assis e
conservados polo impoccavel Sr. Baependy ? nao
fez mais que a dcmisso de um subdelegado contra
o qual muitas foram a reclamacoes da imprensa
o dos particulares perante o ehefe de polica ; mas
os outros ahi csi.io conservados e muitos couimet-
tendo maiores desatino boje.
A demissao pela qual epierem ver no Dr. Por-
tella um presidente tpaz de equidade seria dada
pelo innocente Sr. Conde, quando estivesse distante
de sua vigilante sen ti ne I la, e elle foi quera assignou
a demsso do necessario Sr. teoente-coronel Ma-
ranhoou melhor o obrigou a pedir essa dcmisso
pelas ordens vindas da corte.. O singelo Sr. Bae-
pendy no meu modo de pensar tez estere o mais su-
blime, foi um hroe presidente.
O Sn. Ehmirio Coutinko :Acbo o Sr. Dr. Por-
tella um carcter muito sisudo.
O Sr. Amaral e Mello :Nao estou dzcudo
que ridiculo; mas digo que na escala dos presi-
dentes de Pernambuco, elle merece mais do que o
Sr. tr. Assis, mais do que o innocente Sr. Baepen-
dy, por que ambos nao sao de Pernombuco, nao
conhecem o bom o o rao pessoal do scu partido,
principalmente no interior da provincia, nomearam
prestes a eleicoes, que deviam vencer, e couserva-
ram sem estar ainda reconhecido o corpo eleiteral;
isto sem ter chegado a poca de dispensar e lou-
var os seus dedicados afentes de guerra. Hoje
esta reconhecido o corpo eleitorai, c por que razao
o Sr. Dr. Portolla mantera ainda esses empreea-
dos? ^
O Sr. SoanES Brandao :O Sr. Dr. Portella tem
a seu favor ser vice-presidente.
O Sr. Lopes Machado :emittir um criminoso
convicto cumprir um dever.
O Sr. Soarbs rasdao :Eu censure! ao vice-
presidente Assis Bocba por ter-se prestado aquello
papel.
O Sa. Btco Barros :-rNem poda prestar-** a
outro.
Sr. Amasal b Mello :A comarca de Naza-
reth responde aos que nao censurara o Sr. Dr. Por-
tella, pedindo que attendam ao mal que esse vice-
presidente lhe tem Cuito era sentido de manter all
o dominio do terror. A comarca de Nazareth sen-
t a falta do innocente Sr. Baependy, a quem nao
censuro, nao eondemno; nao o condemnaria por
motivo algnm.
O Sr. Soarbs Brawdao :Por quo 1
O Sr. Amaral g Mello :Por que elle gosa de
previtegios que o pde cima de qualquer condeo-
naco.
Uh Si. DrpUtado : -Quaes sao os previtegios ?
O Sa. Amaral b Mello: Pelas experiencias que
fez o Sr. Conde de Baependy, tem previlegios que o (
livramde qualquer condemnacao,pertence ao na-'adiada.
dos que nao poem ser condemnados por
vrvem sempre livres de culpas, e al isenlos da
malicia.
Ov Sr. Deputado :Nao ha tei a,esse respeito ?
O Sr. Amaral e Mello : Es^^Hr conside-
ra-lo capitulado nesse artigo qu9-ar$pwe sobre os
nocentes, que digo nao pode ser tovdemnade o
Sr. Baependy. (Risadas.)
Uma Voz :Qual o artigo da isencao ? ,
sr. conde, que no meo modo de
pensar entra no numero de-ses fefees, leinlirou-se
dacomareade Nazareth, nundou para all tima
terca do corpo de polica garantir urna povo que
l existe vietim i dos assasstoos protegidos por um
i- iiogionariodo Sr. Dr. Portella : a povoac da
Vicencia ota hoje en continuo sobresalto e o ia-
nocenlc Sr. Baependy ouvio os queixumes do.; ha-
bitantes daqaclia localidade e den providencias
para a captura o persegmcSo uo grupo de assas-
sinos que tem asilo as trras de Vertente, do te-
nenje-cqronel Jos Cabral de Jiveira e Mello, cgiu-
nuinlairio de batalho 18 de infcintaria da guarda
nacional.
Em Vertente est o muito feroz assassno Tinur-
tino Santos, o homem quo segundo afflrmam os
seus protectores j conta lo mortes a faca e se-
gundo outros conta 26 homicidios.
Eut Vrteme estao Joaquim de Queiroz, Jos Pa-
rahyba, Antonio Parahyba, Manoel Cirdeiro e mu-
tos outros criminosos celebres que aterrara os pa-
cficos habitantes da comarca.
Pelo innoceute Sr. Baependy um official de con-
flancafoi para a Vicencia destacado o^ela aclvi-
dade desse offlcial que o Sr. capito Camllo
Augusto Ferreira da Silva o grupo de assassnos
foi ncomraodado.
A terca chegou at a casa de uma mulher co-
nhecida por D. Maria, residente em trras d) Ver-
tente ; a porta dessa casa nao muitos dias; 10
de feverero dcste anno, Santos e mais dous cri-
minosos assassinarara a Manoel Francisco da Cu-
nha Leal por ser morador no engeuho Cauaviei-
ras do commandante superior Dr. Joan Dias Cou-
tiulio de Araujo Percha, padrasto e inimigo do
tcnente-coronel Cabral.
A presenca da terca em trras de Vertente en-
fureceu o tenento-coronel Cabral que muito mal
disse do Sr. Baependy charaou-o lonco velko inca-
paz de governar t sem forca para tirar Santos de
suas trras.
Mais tarde Cabral reanrra-se com as respostas
das cartas de um seu amigo ; que muito amigo
doDr. Portella. Nacamara se disse ento: o Cabral
c Santos bota o capito Camllo para fra da Vi-
cencia, porque chegaram cartas do Becifo asse-
gurando que o Baependy abre a asserabla pro-
vincial a 10 de abril, l o relatoro, e no dita 12
larga-se para a corte e ento tudo se far em be-
neficio de Santos porque o Dr. Assis como depu-
tado nao assnme a dirceco e vae gevernar o Dr.
Portella amigo do protector de Cabral e de Santos.
Na verdade, tinham muito bom fundamento do
que assim diziam : retira-se o innocente Sr. Bae-
pendjr, assnme o Sr. Dr. Portella a administracao
da provincia, Santos mostra-se em alguns pontos
da comarca declarando que vnha ao Becife bus-
car a ordem de retirar a terca e o official que o
incommendava, de volla desta cidade Santos diz nos
mesmos lugares que estava esperando a ordem
para recollier se o capito Camillo, ao Recite, an-
nuncia at o da em que havia de chegar, desig-
nando o modo como foi concedida a ordem! I !...
Os habitantes da Vicencia logo depois souberam
que o capito Camllo recebra ordem para reco-
Iher-se ao seu corpo o no da em que sahia da Vi-
cencia a terca, Santos e mais quatro assassnos
enlravam pela ra da Lama saudando o Sr. Dr.
Portella, o tetiente coronel Jo~ Cabral de Olivera
e Mello por ter um presidente to bom amigo, e
nessa mosma hora atacavam os assassnos o ci-
dadao J)o da Gama por Ihc attribuirem o traba-
lho de expiona-los por ordem do capito Camillo!! I
Do que se passou, o que devemos concluir
que Santos se nao estove no palacio do presiden-
te Perlella, como quero que nao estivesse, mandou
l sel protector, que obteve retirar uma boa ga-
ranta que gosavam os cidados que agora estao
nierc do punhal de muitos sicarios protegidos por
um tencnte-coronel correligionario do Sr. Dr. Por-
tella.
O Sr. Ermiro Coutinho : Por amor verdade,
convm fazer justica ao delegado de polica de
Nazareth.
O Sn. Amaral e Mello :O delegado de polica
de Nazareth est em lucia com os seus correli-
gionarios da familia de Cabral, que pretende im-
pr-se pela forja de Santos e de oulros assas-
snos.
O delegado de polica de Nazareth o chefe
conservador d mais prestigio naqueila localida-
de, onde o partido conservador muito resumido
e a lucia com Cabral, on melhor, a punicao de
Cabral faz dviso as fileras j muito rcduzidas ;
entretanto eu pens que o delegado de polica sen-
te o que est soffrendo a comarca, e bem conhece
quanto o proced ment do seu correligionario des-
moralisa a autoridado.
Mas, como prender o delegado nos assassnos
de Vortentes ? Com a guarda-nacional comman-
dada pelo tenonte-coronel Cabral ? Como proceder
o delegado sem terca estranna os negocios das in-
fluencias locaes ? E a retirada da forja nao foi
para garanta de Santos ? sem duvida foi. O dele-
gado, pois, nao censuravcl pelo que se passa em
Nazareth, nem elle quero fazer censura : nao
o culpado da falta de quem devia mandar-lhe
terca da que existe uesta capital para a captura
dos criminosos que nos das que passam percor-
rcm a provincia ostentando a inipunidade pela
proteceo dos correligionarios do Dr. Portella, que
e conservntor dos que vota mais odio ao parado
liberal, e que mais desoja v-te abatido, a ponto
de nao poder mesmo disputar ao seu partido o di-
reito que elle suppoe ler sobre esta provincia.
Pernambuco nao poda estar entregue peiores
mos, e loi por isso que o escolberarn para re-
commenda-lo para a corte como capaz de governar
na ausencia do donatario, sem receio do prejudi-
car-lho os interesses da familia.
O Sr. Dr. Portella ainda nao principiou o que
nos vai fazer : quando a asscniblea prorincial fe-
cbar-sc, elle far aquillo de que nao eram capazos
os Srs. desembargador Assis Rocha c Conde de
Baependy.
E' o Sr. Dr. Portella o autor dos obstculos quo
delegado de polica de Nazareth encontra para
desempenhar os devores de sea cargo.
Um Sn. Decutadj :Como se chama ?
O Sr. Amaral e Mello :JooCavalcanti Mau-
ricio Wanderley.
Senhores, eu pens que se prcvalecem a3 cen-
suras feitas aos dous primeiros presidentes, com
materia do razao devem prevalecer contra o Sr.
Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella, ve.r-
nielho nascido nesta trra, militante muito esfor-
zado, eheio de odio contra os scus adversarios
polticos, o por isso suspeito para estar no lugar
em que a todos devo atlender : o Sr. Dr. Portella
um nosso inimigo quo nos deseja aniquilar, c
esta armado eom o poder de presidente de Per-
nambuco : quanto mal nao da de completar I eu
espero d'elle mais do que dos outrus: eu espero
muito mais do que flzcra.n os que mcreeeram a
censura do nobre deputado pelo segundo distrieto
e que iniciou o debate.
Quero concluir.
Sr. presidente, eoacorde que se apresentasso o
projeeto flxando a torca de polica em 300 pracas,
porque minha oppo-cao nao ebege ate offender a
provincia, que nao pode deixar de ser prejudica-
da negando-se os metes de governo administra-
cao que nos adversa. No projeeto que e discu-
te, nao ba prova de confian ja meio necessario de
vida administrativa. No projeeto que se discute,
nao se concede autorisaco ao presidente da
provincia.
A assembla provincial deve procurar fazer o
maior Dem possivel ao povo pernambucano. Um
corpo de pdiciade 300 piacas dirainue o numero
dos guardas nacionaes destacados, e eu na co-
nheco um mal que mais prejudique o pobre guar-
da nacional, do quo o servico do destacamento.
Os guardas-naconaas agricultores ou abando-
nan! sua lavoura quo exige trabalho de todo o
da, sob penado peda, ou nao do pagar os guar-
das que os substituam, e esse pagamente muitas
vezes cliega tudo quanto o pobre agricultor po-
derla ganhar com estorco era um mez para remir
a numerosa familia ; e at sou informado que
essa quaatia dada pelo designado para o destaca
mente, flea muita vez muito longe da algibeira do
substituto quo serve duas e mais vezes, vendo
servir uma s vez.
E' claro, pois, quo uma terca de polica em
maior numero, dirainue o mal, e por isso a com-
misso de lixaco de forca pede casa que seja o
corpo provisorio da polica fixado em 500 pracas,
oir que nao possam fazer mal os que desejain
perseguir a guarda nacional. Tenho coneludo.
O Sa. Felisbino : Ento eleve-se duas mil
pracas.
O Sn. Soaiies Brandao : Mas a persegujo
ser maior ou menor, conforme fr Diaior ou me-
nor o numero de pracas de polica.
Verificando-Be nao haver casa, tica a diocussc-
S Pimsny
vanta a se?
asigna a ordem do di c le-
m
REVISTA MABIA.
IMP0STOS PROVINCIAES-Depoi (Taiiiaiihaa
linda-se o prazo do trnta dias utei-, marcado pelo
consulado provincial.^ejwwep^ao a ujaia do
cofre do segundo semestre do anuo* flnaUfr de
ia urbana, umo de
a;;;iarUejBt
Dal i por d
correm os c-
por cente ; e,
sern os seus i
de sotembro in-
s na inulta de 6
acerrado este trimestre addicionnl.
bit' para juizo, alim
de seren all cobrados judicialmente.
SOBRE PESSE MEDIDAS.Agora que esl
em ex
convm que da parte dos Srs. Ilseaes naja
vigilancia, alim de que os especuladores nao illu-
dan a kwiencia da populacao, impingindo uma
medida menor por outra maior sem differenca de
pfeeo.
Os mercados publicas principalmente devem at-
trahir toda a attenco do taes autoridades, nao s
porque os atravessadores de gneros nunca per
dem vasa de locupletarem->e, como ainda porque
a esses centros se vito prover em geral pessas,
quo nada cnlendem, e a ellos concorrem com g-
neros matulos, que se acbam em iguaes circuns-
tancias de ignorancia relativa ao novo sistema,de-
vendo por oonseguint essas autoridades munici-
paes fazer-lhes comprehender as dilferencas entre
o novo o antigo systema pela cuinparacao mate-
rial de uma e outra med da, tomando para isto,
por exeraplc, no padro antigo a medida mais
usual em seceos as pequeas transaecoes diarias
do povo, como seja a euia, e fazendo ver que ella
corresponde a 2 litros, 2 decilitros e 7 centilitros,
isto 2 I i litros; e que um litro tem 1 i/
tigela, isto menos um pouco do l/ cuia, sendo
uecessarios 7 litros para fazer 3 cuias precisa-
mente.
Igual demonstraco facam quanto s nutras me-
didas e pesos, que assim'ir a populaco compre-
hendendo de mido sensvel,pela vista, as difieren-
cas.e ficarportal forma habilitada a n ao receber
un litro de farmha'pelopreco e como sendo uma
cuia, segundo se vai fazendosem escrpuloalgum.
Srs. liscaes attendam mui especialmente para
isto ; e a sua vigilancia nos mercados pelo modo
que indicamos, no cousa para um da ou uma
semana s, como se comprehende fcilmente. As
sim procedam, que alm de cumprirem nm de-
ver, que Ihes corro por forca de seu cargo, fa-
zem um assignalado favor populaco. e princi-
palmente gente desfavorecida do recursos pe-
cuniarios, que a este mal nao deve ter a aggra-
vacao dos elidios da fraudulencia.
DISCUBSO.Na parte competente deste Diario,
publicamos o discurso pronunciado pelo Exm.
monsenhor Pinto de Campos, na sesso da cmara
temporaria de 8 do prximo passado mez de ju-
nho, para o qual chamamos a attenco nos nossos
lei teres.
O Exm. monsenhor acaba de dar mais uma
prova de sua robustez e intelligenria, oceupando-
se bem dos variados assumptos de que se com-
poe o seu discurso. Entre ellcs figurara princi-
palmente os religiosos, em prol dos quaes o Exm.
Sr. Pinto de Campos, sempre fez ouvir sua clo-
quete palavra. quer no parlamento, quer na tri-
buna sacra, quer finalmente na imprensa.
LARAP10S. Esses ilhos das trevas estao em
verdadera actividade na estrada de Joo de Bar-
ros, cujos moradores nada podein conservar nos
quintaes do suas casas, porque tudo pouco
rapaci lade desses discpulos de Belzebut. A poli-
ca local, porm, contrasta sojcrauamenle com
ellcs: einquanto ellos vcllam, ella dorme como
um innocente.
DINHEIRO.O vapor I'irapama trouxe as se-
grales quanlias para os Sis. :
Luiz Gonealvesda Silva......... 2:6103000
Irma Magua................. I:00000
Jos Luiz Ferreira da Costa...... oOOaOOO
Claudio Duboux............... 440*000
Joaquim Jus de Azevedo........ 400*000
PIRAPAMA Chegou hontem este vapor da
britaDirn f.iz nii
cial para a venda pu...,.|
viee-consul, nem
requereu a aili
pouco leve tcienca d
t Este facto. causou ba>
blico, pela levlandado que revela em seu autor,
alias ja relebre por indicacdesdenzual jaez em ca-
seen)cllmWe;T|ue M JK" para notaren
ua jinlorisaco judi-
clarando que nem o
lempor elle lhe
te nem to
qnestao!
^KiniK.nos Mtrai athegoria, pelo
despresd'i qa acarretam sna autoridado.
< O Dr. juiz do oiiiiiior^Hbrluio a sua re-
damara i. protPMan ii
IK'it.i ;. diz de in ,fUe o Sr.
itolders. my.sti(Icando seu proced i: nenio, queira
seus actos com relacao arrema-
taca o do patacho Elisa & Jane.
-1 Este vapor troux-nos a infausta noticia do
xecueite o novo sysuHbsBbos o.medidas, tall>lmenlo da Exm. Sra. D. Mananna de Assis,
im que da parte dos Srs. fNcaes baja toda a em trras da provincia do Cear, onde se dirigir
ha alguns mazos, para, buscar lenitivo '
Companhia Pernambucana, dos portos do norte de
sua escala at Granja.
No dia 18 do passado, foi ferido no Inha-
muns da provincia do Oar, com um tiro, o juiz
municipal respectivo. A' esse respeito dirigi o
juiz de direito da comarca o seguinte offlcio a pre-
sidencia da provincia.
Juizo de direito no Inhamuns em Maria Pe-
reir, em 19 de junho de 1869.Illm. Exm. Sr
Sendo informado no da 15 di correte que o Dr.
juiz municipal deste termo, Presciliano Antonio da
Silva Freir, fra alvo de um tiro, de que lhe re-
sultou tres ferimeutos gravos, immediatimente
ino transporlei para aqu, onde me acho desde o
dia 17 ; c para logo tratei de informar-me dense
deploravel acontecirnento, e enlao soube que o Dr.
Presciliano, estando sentado na calcada da casa de
sua residencia, pelas 9 horas da neite, recebeu
um tiro, omprcgando-lhe tres carocosMe chumbo
na testa, no canto do olho esquerdo e no braco di-
reito, e na parede interior da mesma casa seis ca-
rolos e tres no canto da sala em frente a urna
das portas foram empregados, do que se tinha
teito o competente corpo de delicio pelo juiz mu-
nicipal supplenle em exercieio, Manoel Joaquim
Cavalcanti.
Os autores desse horrvel facto criminoso nao
foram capturados, com quanto fossem vistes
quando se evadiram depois da perpetraco do
crime.
Um veo denso encobre ainda os autores do
attentado, pratcado contra a pessoa do Dr. juiz
municipal, at o presente : tudo mysterio.
Posso assegurar a V. Exc. que este lamen-
tavel sueeesso tem origem mui occulla que ainda
nao se podo por ora descortinar e nao na* intri-
gas polticas como talvcz so queira atlribur : ou-
tro shrt, assevero a V. Exc. quo tudo empregarei
no terreno da lei para que nao fique impune.
Cumpre levar ao conhccimcuto do V. Exc.
que fiz partir para esta villa oito pracas, do desta-
camento de S. Joo do Principe para auxiliar a
autoridado as inveslgardes e pesquizas conve-
nientes.
Pondero a V. Exc. que o destacamento de
vinte pracas para esta comarca insmeteme.
Deus guarde V. Exc.Illm. Exm. Sr. coro-
nel Joaquim da Cunha Freir, digno vice-presi-
dente da provincia.O juiz de direito, Francisco
de Araujo Urna.
O vapor Ambrose, da lnlia de Liverpool, no en-
trar da barra do porto da Fortaleza, balen nos ar-
recifes do lado de norte, sem solTrer avara.
Apparecerara nos lugares Bulo e Miguel Pe-
rcha, alguns casos de febro amarella, com o ca-
rcter distinctivo de deixar surjas asjiessoas ata-
cadas.
No Asylo de Mendigos da Brbalha, existe um
preto com 128 annos, algum tanto robusto, e que
caminha sem dilneuldado distancia nao pequea,
e gosa de bda-sade.
Da capital da Parahyba nos escrevem em 4
do corrente:
Aproveito a passngem do vapor Pirapama,
para dar-lhe alguinas noticias d'esla capital.
< Continuamos na pasmaceira do costme, de
que apenas veio arredar-nos por momentos, a
testa dos apostlos S. Pedro e S. Paulo, com seus
competentes aciessorios.
A vespera foi calorosamente solemnsada pelos
amadores dos buscaps e roqueiras; houveram
guerrilhas entre grupos intitulados paraguayos e
brasiteiros, onde se deram contuses e queimadu-
algo desagradaveis.
f A testa dos apstelos foi feita na igreja do
Collegio quo serve actualmedte de matriz, com
toda decencia, pregando ao cvangelho o Rvm, pa-
bre Dr. Correa das Noves, um dos ornamentos da
nossa tribuna sagrada.
t No dia 2. teve lugar, na igreja da Misericor
dia, a festa de Santa Isabel, com a preseuca de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, tomando
posse em seguida, a nova mesa da Santa Casa,
que tem de funecionar no crreme exercieio, da
qual provedor o cstimavel Sr. Manoel Porfirio
Aranha, e escrvoo pftstimoso Dr. Joaquim Mo-
reira Lima.
A' noite estove franco osle pi estabolecimcnto
concurrencia publica, sendo notavel o arete e
boa condtco das enfermaras, dependencias, etc
A msica dos educandos artfices, collocada
em lugar conveniente execntou, com pequeos
intervallos, varias pecas que prenderam a atten-
co dos circuinslanles, aiquasi onze horas, attes-
tando assim o proveito do collegio a que penen-
cera os menores.
Continua a commUsao d'alfandcgc, no exame
do* mercaduras salvadas do patacho inglez Elisa
& Jane, sendo descolpavel a demora que se nota
ueste trabalho, era vista da quaotidade de volu-
mes, que tem de sor submettidos a competente ve-
nfieaca.
O Dr. juiz do commercio reeUaaou petes jilaes
da ierra, contra os anouneios do leilao do cas-
co naufragado, na parte em qae o vite-cnsul,
. a uma
afleerao de bronchios que a aflligia, nao de tenga
data.
Bastante relacionada nesta capital, d'onde
era lilha e muito esttmada por suas exi mplarcs
virtudes, a Ilustre filiada tem sido chorada por
lodos que a conheciam e vencravam.
Damos nossos sinceros psames ao seu des-
di.oso consorte, o Exm. desembargador Assis
Bocha, c sua inconsolavel familia, pela irrepa-
ravel perda que soffrerain.
t O nos-o commercio contina entorpecido em
sua marcha por falta de entrada de gneros ; al-
gumas saccas de algodo que tea chegado ao
inrenlo, obtveram jS por arroba com i dc-
agrados aos matulos.
(tentina carga nesto porto para Liveqiool,
a barca porttigueza Migue!, embarcando as-
suca r c algodo.
ASSASSINATO.-Xo lugar Cachoei'r, da fre-
Hiiezia de Alacia de liaixo, do termo de 'timbres,
foi assassignado com dous tiro,, no dia 10 de ju-
nho, um individuo conhecido por Janea, nao so
tendo podido descubrir o autor desse crime.
CAPTURA.Pete delegado de Cimbres fui preso
Jos Gomes de Siqueira. conhecido jwir Zca, por
estar pronunciado como criminoso de raorte.
HARMONA ACADMICA.Com este neme an-
te-hontem a>guns acadmicos installarara urna so-
ciedade recreativa.
PASSAMENTO.Deu hontem alma ao Creador,
o Sr. Autono Jos do Oliveira Miranda, escrivo
da fazouda geral.
LOTERA.A que se acha a venda a ll.%
a beneficio da Santa Casa de Misericordia, que cor1
re hoje.
PASSAGEIROS.-O vapor Pirapama, tronxeda
Granja e escala :Conimendador Francisco Al-
ves de Souza Carvallio e 2 escravos, Joaquim
Jos da Silva Gomes, Joao Amerieo de Carvalho,
AntonoS. Lourenco Franco. Dr. Fran'ico Assis
Pereira da Rocha Jnior, seu mano, 2 manas e 3
criadas, B. B. de Souza, Justiniano Al ves nuiutat
e sua sendera, Antonio Luiz dos Santos, Cosme da
Rocha Bozerra, Abdias Emiliano Gomes, Pedro
Leite Badgel, Antonio Duar.e Pinto de Mosquita,
Francisco de Paula Rodrigues, Antonio Jos Pinto.
de Carvalho, Gabriel Arcbanjo de Lyra Pessoif
Laurindo Pereira Simes, Ernesto Ferreira Fran-
ca, Francisco lavares Pessa de Araujo, sua se-
nhora e 1 e.-crava, Flix ConM Barbosa, Querino
Sant'Anna do NaM-imento, Alfonso de Paula Albu-
querque M-ranho, Jos Joaquim Al ves Nobre C-
mara, Jos dos Santos Neves, Widbaldo Padilha,
Norberto Jauuraio de Luna, Tiuurcio Nunes de
S, Fr. Serallm de Calania, Antonio Antuucs de
Moura e 1 criado, Joo Antones de Monrae 1
criado, Antonio Goncalves Valentc e 5 escravos,
Eduardo Goncalves Valonte. seu lilho e I osera-
vo, Baymundo F. dos Santos (.aiinha e seu ma-
ne Antonio Teixeira Pequeo, Antonio Ferreira-
Anlero, Bonifacio F. da Bocha c 2 escravos Joao
droTavares da Cesta, Francisco Alexandrio d,i
testa Lima, Antonio da Costa Lima, Dr. Theoph-
lo D. A. Itibeiro, Francisco Thomasio do Jess,
Fraucisco Elias do Reg Dantas Jnior, SalustiaiM
llamos, 1 preso de justica e 2 pracas.
CMARA MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 15 DE ABRIL
DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. BAR VO DE MUR.'BECA.
Presentes os Srs. Dr. Souza Leao, Dr. Seve, Dr.
Barros Brrelo, Dr. Costa Jnior. Gaineiro e Dr.
Lobo Moscoso, faltando cot causa os mais senho-
res, abre-sc a sesso, e foi lida e approvada \
acta da antecedente.
L-se o seguinte
expedientf.
I'm offlcio do Exm. vice-presidente da provin-
cia, Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella,
do 11 do corrente, coramunicando haver assunii-
do no mesmo dia a administracao da provincia
por ter o Exm. Sr. conde de Baependy do ir para
a corte, alim de tomar assento na cmara tempo-
raria. Inteirada.
Outro do juiz de orphos 1. supplenle, Dr. Jos
Eustaquio Ferreira Jacobina, communicando ter
entrado no exercieio do mesmo cargo no dia I"
do corrente, por haver naqueila data tomado as-
sento na assembla provincial o juiz e'.Teclvo.
Inteirada.
Outro do procurador, informanao sobro o rc-
queriraento em que Antonio Domingos Pinto pe-
de o pagamento da quantia de 4454240, impor-
tancia do alnguel do cadeiras rue fornecen para
as malrizes desta cidade na occasio da eleicj
do eleitors no dia 31 de Janeiro deste anno, e na
rounio do collegio no dia 2 de marco passado,
cumprc-lho dizer quo nada pode informar, por
quanto o fornecimento fora l'eito em tempo de seu
antecessor, e que s elle po lera dizer alguma
cousa a respeito.A commis.-o de polica.
Outro do engenheiro cordeador. informando so-
bre o requerimento de Jos Correa de Brito, que
pede para construir uma casa de pedia e ral eom
vinte dous palmos do frente na ra do Principo,
tem a dizer que nada se oppe a preienco da
supplicante, dando-so lhe previamente a cordea-
co.Mandou-se cordear.
Outro do mesmo, informando sobre o que ex-
pe o fiscal da freguezia da Boa-Vista relativa-
mente ao muro quo estava consiruindo o briga-
deiro Joaquim Bernardo de Figueirdo na traves-
sa da estrada de Joo do Barros para Pombal
tem a dizer -jue essa travessa ha muitos annos
quo esta aborta e entreguo ao transito publico,
nao sabe por quem tei feta, se peto governo ou
pelo hngadeiro, e mesmo quando fosse ella aber-
ta por este, hoje nao |iode ello mais tapar a vista
da lei.Que as posturas em vigor determinara
que uinguem poder edilicar, reedificar ou derao-
br qualpier obra sem licenga da cmara, o mes-
mo brigadeiro, construndo quarenta o dous puf.
raos de muro na mencionada travessa, tem bren-
ca, infringi as ditas postulas.Posto em discus-
sao, resolveu-se quo o llscal fizesse o termo de
multa, e remellesse para se proceder como fr de
direito.
Outro do mesmo, informando o requerment.
de Jos Carlos Manco da Costa Res, lera a dizer
que certo o quo o supplicante allega de haver
obtido licenca para edificar em seu terreno, sito
praea sioiicircnlar do Apollo, que e.^se terreno
faz esquina do lado do sul da travessa projectada
na dita praca, a qual vai ter a ra di Sanzalla
A commisso de edifleaco.
Outro do fiscal da freguezia do Recite, infor-
mando o requerimento de Jos Dativo dos Pweos
Bastos, que pedo licenca pira abrir uma ofciua
de calderana a ra do Apollo n. .'i:; declara na-
da ter que oppr.Indef rio-se.
Outro do mesmo, informando sobro o quo ned"
Joao Dounelly Jnior para encaar o gaz na casa
n. 8 doi Becco da Boia ; declara que nada tora a
oppr.noncedeu-sc.
Mandou-so remoller a c mmsso de edificar.,
una peticao de Manoel Antonio Al ves Mascare-
nlias cm que pede licenca para fazer o concerto
de que precisa a sua casa na travessa do Caboc.
Despadiarara-so as pelices de Antonio Pinto
Uoncalves, Antonio Jos Pereira, hachare! Anto-
nio da Afeumpcio Cabral, Antonio Bernardo Taz
de Carvalho, Antonio da Silva Carueiro, Beroar-
dino Francehno de Carvalho, Basilio Goncalves
Claudio Jos dos Santos, Felii Luiz Cavacante*
hancisco Anastacio da Cruz, Henrique Martics
saldanha, Joao Baptisla da Silva Deca, Joanna
Haphsla Alvos, Jos Luiz Innocencio Pogge, Jos
Urra de Bnlo, Jos Goncalves Ferreira Gasta,
Jos Rodrigues de Souza, Josefa Maria da Exalta-
cao Poretti, Jos Dativo dos Passos Bastos, junta
admmislraiiva da Santa Casa de Misericordia, Jo-
s Syraphcio de S Estoves, Juvenco Aureiian<>
da Cunha Cezar, Manoel Francisco Duane, Mi-
guel Mendos da Silva, Manoel Martins de Carva-
lho Miguel Jos da Costa Meira, Miguel Artbanjo
william Bambissom, e levantou-so a sesso, mar-
cando o Exm. Sr. presidente, a requerimento do
br. Dr. Moscoso, para o da 19 do corrente a
pnraeira reuuiio.
i





.
I
II
Diario de Pernarabuco Tcrr;a tea* 6 de Julho de 18G9.
--________,____________






I v de
F l
Joao
Marta Sece.Ignacio Joaquim d Simo* LoM;
re
NOVO BANCO DE PERN'AMW
HALAKCST UQH
NHO DK 1809.
Iiotras pi
Titul,
Despe .....
Caixa.I1 ates valor
Emouro amoed
Em notas
e da Caixa Filial do
Banco di Brasil 53:181
Emprata e cobre. 161*331
l*: 2i:i,5Di6
i:>:(3W36
1:702-3900
85:399#0H
Ris.
i'po.
Capital...........
EmissSo..........
Conta* con i uros.
207:598^0:1
116:097 3000
9:0005000
u >oao
Contaa aorronies simples..... 5-.62C
Fondo do reserva........ 112-.7i:f766
Ttulos em cauca.i........ 1
-as fhllidas a cargo do Banco 3:613
Dividendos...........
Lucros cnerdas......... i i620
R8. 267:391
DBMORSTR.VCAO l)V RMISSAO
28 notas do loe de OO-iOd
21 ditas de 100J
20 ditas de oOi'Hn
I 000
J:400009
i O'.hiOOO
Ris.
!>:ilHa000
E.S. oO.
o guarda livros
Francisco Joaquim Pereira Piulo.
COMMUNICADOS.
Srs. Redactores.Vai agitar-se ueste ter-
mo orna queslao bastante importante, para
qual chamarei a attcnro do publico e
dos tribunaes do Para.
Francisco Alves de Miranda Varcjao ar-
reiidou o anuo passado o engeulu Sacco por
quatro safras, passou letras, que forma en-
dossadas, c a respectiva escriptura com to
da solemnidade, Findon a primeira safra,
e em tnaio d'este auno, metade do dito en-
genlio foi vendido ao Sr. Francisco Manoel
SouzaLeo, que seta inais fonnalidade,(por
quo elie nao as comprehende) fez planlaeo
c principiou a commetter os maiores desa-
tinos, arranchando e desacrancliando sen
bel piazcr muito desfarcamento Va-
rcjao cwisiderou-se para logo estrolhado de
iim direito, que ningoem etn boa fe llie po-
der contestar. Se o tal Francisco Manoel
nao arripiar carreira, Varejlo recorrer aos
tribunaes, afira de que a sua escriptura seja
mantida.
O Sr. Dr. JoSo Baplista de Siqueira Ca-
valcante, digno juiz municipal d'este termo,
perante qaem lera esta qtiestao de ser ven-
tilada, cstou convencido, que far justiea,
como costuma, e nao c nsentir, que a pre-
potencia e o arbitrio do taparotao levem
do rojo a razo e o direito.
Varejo nao poder ser compellido a dei-
xar o engenho, salvo se razao de ordem
superior isto o obrigar, n'este caso elle
so o poder fazer com a antecedencia de
ura anno, terapo que me parece solaviente
para elle procurar commodo paraba sua nu-
meroa familia, e salvaguardar os seus in-
leresse.
O Sr. Francisco Manoel tendo feito esta
grande compra julgou-se um Lpez as
Gordilheiras de Ascurras, e nao levou mais
em conta direito nenhum, por mais bem
constituido que fosse! ludo e tod"S
queria fazer aposico, e nem ao menos per-
inettia em sua alta sabedoria, que o ex-ren-
deiro disposesse do que Jbe pertence I
ameacou-o logo com aposico] Pois bem
estarc de observacao a ver o desenlace
d'esta qoesto, e voltarei ao prelo, se por
ventura fr negado Cesar o que fr de
Cesar.
No entretanto, devem estar os rendeiros
de engenhos precavido* contra o seguate
axioma de certos proprietarios egostasa
?eada cessa a renda, e o rendeiro deve
sabir de chofre.
Ipojuca, I de julho de \809.
O observador,
jaremos I mente junto ao Omnipo-
tente.
(Juan/lo a marte desfeicha o seo golpe
sobre a caneca r'u ;oa que nos est
ligada, quer pelos latos do sangue quer
pelos lacos da amizade, a nossa razao parece
tranviar-se pelo caminho da descreaca, e o
eoraco p r assira dizer avassalla-se ao soffri-
mnto, e entScrprineipalmente quedevemos
reorrer nica, verdadeira, sublime e santa
rehgiao de lesos Ctiristo, pois que somonte
ella poder dar resignacSo e consolo.
Portanto, Srs. consolemo-nos, resigne-
nio-nos e laucemo-nos aos ps da Croa,
para supplicar a Deus pela alma draqu-)la,
enjocadver vamos entregar solido do
tmulo. Ut sit trra levis.
Hecife, 5 de julho de 18
Candido Y. S. Freir.
--------BhHIH Bb
Agradecimento. ,
Os ahaixo as-ignados, offlciacs adidos ao Io na-
talicio de arlilharia da guarda nacional do Recife,
penhorados pela* exuberantes proras de attencao,
debeadeza e tratamento que receberam durane o
aquarielaineiito, \v;n por m -io do presente agra-
decer e manifestar a Ma gratidae e eterno ropo*
nlieciinentr, aos lllms. Srs. tcocnte-coronel Decio
de Aqnino Fonseca, fnpilo liscal Juronymo Emi-
liano de Miranda Castro, e aos deinais Srs. offi-
eiaea do mesmo eorpo. Igualmente prevalecem-se
os mesmos abatato assignados da opportunidnde
para agradecerem aos lllms. Srs. espinas Jos
Marcelino Alves da Fonseca, Jesuino da Costa c
Albuquerque, Chnstovo Santiago de Oliveira,~An-
tonia Jos Mauricio o Manoel Marques do Abren
Porto, as maneiras urbanas com que so dignara m
trata-Ios durante o mencionado aquartelamento.
Recite, 5 de julho do 1809.
Tencnte Joaquim Jorge de Mello.
Flix de Aran jo e Albuquerque.
Alferes Ai'lonio Francisco de Moraes.
Joo Leopoldo do Reg Villar.
Joaquim Ignacio da Fonseca.
Jrlfrculinio Silceira Bessone.
Antonio Alces de liveira Braga.
> Joo J. Alces de Albuquerquei'
Gallina Jos Baplista.
Jos Ferreira da Silva.
Francisco Sancho I. do Amara!.
Joao de Castro 0. Guimaraes.
3
guinles : Bemjamin Belirit de Aloncar 298*200, c
Manoel Ikuerra do Senna 190O0.
Secretaria da toes ,le fazenda de Per-
nambuco JG juuho de 1869.
Servimlo do offleial-mai
Manuel Jos Piulo
Pela subdelegacia do Poco da Panella rai-se
publico que ao da 23 do junto foram appreben-
didos pela mesma subdelegacia dous cavallos. sen-
do um rodado e outro alasao : quem se julgar
com direito aos ditos cavallos, queira comparecer
na dita snbdelegacia, para, provaado o seu direito,
recebe-los.
O subdelegado,
Francisco Carneiro Monteiro.
Pecante a cmara municipal desta
cidade estar em praca nos das 30 do cor-
rente, 3 e 6 de julho prximo" vindouro,
para ser arrematada por quem- menor pro-
co offerecer, a obra dos eoncertos de quo
necessitaocanoque d esgoto as aguas, que
no lempo invernoso se a-ccumulam nos quin-
taes e sitios da Casa Forte, oreados na
quanu'ade 1205000: aquelles que Dreten-
dereni arrematar a referida obra, compare-
cam no paco da mesma cmara nos mencio-
nados dias, munidos de Sanca idnea'
Par* da cmara municipal do Recife 23
dejunhode 1860.
Ignacio Joaquim de Souza Leo.
' Pro presidente.
Francisco Canuto da Boa Vitttjein
Secretario.
THEATRO
S. ISABEL.
Quarta-feira 7 de julho Je 1869.
Extraordinario e penltimo espectculo
BE
Pliysica e Magia Egypciaea
C0IP11L1 B.laSILER.1
DE
s a
Paquet
vapor.
MR. TEYRES
O qual se confessa
ao
POR
DE LAJORNARD.
verdaderamente grato >
respeitavel e illustrado publico desta cidade pelo
norii acollMinenoque se dianou dispensar-llie na
*ua primeira represento?
O epectaculo sera eimpletamente variado ao
anterior escolhendo para isso o Sr. Lajonrnard as
ir ais applaudidas sortes do repertorio Rotrin e al-
gumas da sua emeao durante snas viagens no
O programma em detalhi sor distribuido no
aia do espectculo.
Receljem-so desde j encommendas de bilhetcs
no Hotel do Oriente e no dia d*r espectculo uo
theatro.
tim o mais (oles, quarta-feira 7 do eorrem*, m
trapieto '--'^ f"iHiiwntu, as 11 uurs da.
manlias
BOi portos do sul esperado
at o dia 7 de julho o vapor
'.mnt, cuinmandante J. M. i
Ferreira Franco, o qual de]
P da demora do cotuw<
os portos do norte.
para
Desde ja
carga que o vap
ser embarcada t
Jas e dinheiro a
horas.
Niio sodpcebem como
tn-se i>assageiros p engaja-se a
poder conduzir, a ipial datf
jia de suachegada. Knconimen-
ote at o dia da sua sahida as i
o>*equca valor
arrobat'd |k>!
COMPANHIA
DO
COMMERCIO.
i
i
PRACA DO RECIFE DE JULHO DE 18G9.,
AS 3 1/2 HOBAS DA TABDR
Algod|o do Macei 1- solfl17*336 por 15 kil.
'ostu a bordo a bete de 1|2 d. e i 0|0
F. J. Silvera
Presiderte.
Leal Sevo
Secretario.
AI.FANDE6A.
Itendiinento do dfa J a 3 121:Gi3873
dem do dia *...... i i: 3II 303
163:9355178
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
volumes ontrados com fazeudas 38
dem idem com gneros U8
Volumes sabidos com fazendas
dem idem com gneros
186
27i
400
------074
PUBLICACOES A PEDIDO.
Discurso.
VB0KER1DO JUNTO AO TMULO DA EXMA. SRA. D.
KRAMC1SCA FAUSTA DO ESPIRITO SANTO, CON-
SORTE DO CAPITO VICENTE ANTONIO DO ES-
PIRITO SANTO, NO DIA 4 DO CORRENTE.
liccedit a me amare flebo.....
Senhores.Alguns minutos de attencao,
o que vos pero nesle momento solemne,
em nome da piedade.
Na linguagem humana, tao limitada por
sua natureza, nao encontramos urna phrase
a9sz enrgica e eloquente, que po^sa
traduzir a historia intima de nossa alma, e
quo seja ao mesmo tempo a expressao ge-
nuina do sentimento que nella predomina.
A Iingu3gem procura interpretar esse sen-
timento, nos expermentamol-o, porem ao
Ihe dado manifestai-o: tao 66(10 que
ha ao eoraco arcanos, quo somente pode-
ro ser prescrutados comprebendidos pela
verdadeirae sincera amizade; tito certo
tambera que opranto o nico e fle! orgao
das nossas grandes emoces, quando o eo-
raco confrange-se e enluta-se.
E' era nome desta amizade, Srs que,
r.umprindo um dever importante que ella
me impoe, venho render o ultimo tributo
sempre lembrada e distincta m5i de fa-
milia D. Francisca Fausta do Espirito Santo,
cujo nome, ainda que riscado do livro dos
vivos jamis dexar de ser por non repe-
tido e admirado.
Ja n5o existe aquella quet como esposa,
sempre procurou amenisar a vida de seu
marido, pautando os seus actos pelos prin-
cipios da hara, do dever e da obedien-
cia; aquella, na qualidade de mi, nunc
deixou de inocular no espirito de seus caros
filhos s saas doutrinas da moral e da reli-
gi3o, mostrando-lhes sempre o caminho da
virtude.
Triste erdade!quao dolorose me
confessar-te... Sito I 0 ajo da morte
acaba de passar, levando deste mundo de
illusoes para o reino das luzes a almo d'uma
virtuosa mi. deixando imraensos em praa-
to e incessante dor, um idolatrado esposo
e muitos extremosos Glhos...
Oh! Dcus debondadef. Altos sao os
vossos disignios. Perante elles curvam-se
todas as intelligencias, abatem-se todas as
scieneias que, em suas continas investi-
gages, proclamam como um dogma q>
aleratmulo, ha urna outra vida, que go-
Descarrcgam hoje 6 de julho
Barca inglezaIFVcA o{ thc Wnvemercadorias
e ferro.
Barca franceza VtrUim* mercadoris*.
Patacho hespanholhjnaritavinl o.
Patacho norte-allemao Johanafamilia de trigo.
Escuna dinamarquezaCodantaboado.
Bigae nacional Almeida //charque.
Brigue i iglezBell of the Clgilecarvo.
luiportaieo.
Vopor brasileiro hirapama, viiulo Granja eportos intermedios, manifestte
9 garajos carne ; a Cunha Irmos & C.
13 d tos dita; a Manoel Marques Pinto.
4 ditos dita; a Antonio da Silva Pontes.
4 ditos dita ; a Joaquim dos Santos Ne-
ves.
10 ditos dita, 2 barricas sebo, 40 cou-
ros salgados, 1GO saceos miltio; a ordem.
36 raolhos cominhos; a Lino de Faria
C.
80 barricas' faria ha
Irmos.
192 meios de sola;
mos.
911 ditos de dita, 12 molhos courinhos,
1 pacote pennas, 43 saceos algodo; a
Jos Lopes Davin.
14 ditas dito ; a L. A. Sequeira.
40 ditas dito, 43 caixoes velas de car-
nauba, 1 dita carne: a Gomes de Mattos -
Irmos.
13 saceos gomma, 161 couros salgados,
7 saccas algodo ; a Manoel F. do Monte.
7 couros salgados, 130 meios de sola ;
a Jos Goncalves Ferreira & C.
108 ditos dita, 5 saccas algodo ; a Js
J. de Carvalho Moraes.
18 ditas dito ; a Prente Vianria & C.
HECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 3 4:23*3398
ldn do dia 5 ..... 4:506*710
Nao tendo-se reajisado a arremataco dos
chafarizes .do bairro da Boa-Vista por nao
ter apparecido offerta superior base a pre-
sentada, sao de novo convidados os senho-
res licitantes a comparecerem conveniente-
mente habilitados neste escriptorio ra do
Cabogi n. 10, no dia 8 do corrente ao lj%
dia, afim de apresentarem suas proposlas
em carta fechada ; fleando desde boje os
ditos chafarizes administrados por conta
desta companha.
Bases sobre asquaes se deve laucar:
Bairro da Boa-Vista.
Chafar do caes do Capiba-
i'ibe..............t.... -3:0005000
Dito da ra da Aurora...... 1:200?$000
Dito da cidade nova de Santo
Amato................. 2:2005000
Dito do largo do Campo-Ver-
de.................... 800*000
Dito do largo da Soledade... 1:7255000
Dito da caixa d'agua dos Pi-
res ...................' 4:8755000
Dito da praca da Boa-Vista.. o:0005000
Dito da ra de S. Goncalo... 1:2005000
20:0005000
Escriploro da Companha do Beberibe,
de julho de 1869.
0 secretario,
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitonga.
de trigo ; a Tasso
a Si Leito A Ir-
Cousulado provincial
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que no dia 7 de julho vindouro se findam os 30
dias utpis marcados para a cobranea docolre dos
imposto (La dcima dos predios urbanos, de 30/0
sobre a renda dos bens de raiz perteneenles
corporacoes de miio morta, o do 20 0/0 do consu-
mo de agurdenle, relativa ao 2o semestre do anno
(inanceiro cadente de 181 a 1869, e que Qcam sn-
jeitos a mulla de 0 0|0 Iodos os dbitos que forem
pagos depois daquelle dia.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
30 de junlio do 1S69.
O administrador,
Antonio Cajneiro Machado Rios.
do
8:7411108
CONSULADO
Rendimento do dia i a 3
dem do dia 5 .
PROVINCIAL
18:787*614
8:771*604
87:389*218
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 5.
Granja e portos intermedios8 dias, vapor
nacional Pirapama, de 312 toneladas,
commandante A. G. Torres, equipagem
36, carga varios gneros.
Maco9 dias, biate nacional 'Nova Espe-
ranza, de 61 toneladas, capito Manoel
Fernandes Jalles, equipagem 6, carga
sal e couros; a Bartholomcu Loureuco.
Rio Grande do Sul32 dias, patacho na-
cional Ramn, de 172 toneladas, capito
Joo da Silva Loureiro, equipagem 10,
carga 10591 arrobas de carne ; a Amo-
rim Irmo.
Londres47 dias, brigue inglez Rio-Gran-
de, de 187 toneladas, capito S. K. Irib-
ble, equipagem 9, carga varios gneros;
a Tasso Irmo.
Navios sahidos no mesmo da.
Rio-Grande do SulPatacho nacional ,lraa-
jo, capito Luiz Agostinho do Espirito
Santo, carga vavios, gneros.
LisboaBarca portugueza Alexandre tier-
aano, capito Antonio Agostinho 'Al-
meida, carga assucar e farinha,
Observacao.
Suspendeu do lamaro para West Indies
a barca ingleza Glen Aldale, capito J.
Macdonkld, com o mesmo lastro que trou-
xe de Montevideo.
DECLABACOES.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
rariayle fazenda desta provincia, se faz publico
para conheciracnto dos interessados, que o tribu-
nal do thesooro autorisou o pagamento de dividas
de exercicios flndos. cojos credores sao os se-
1703000
176*000
170*000
177*000
168*000
178^0110
300*000
Sauta Casa Recife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico quena
sala de suas sessocs, no dia 8,de julho, pelas
quatro horas da tarde, tein de ser arrematadas
ipuem mais vautagens offerecer, pelo tempo de um
tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTADELECMENTOS DE CARIDADE.
Ra do Padre Floriano.
Casa terrea n. 47.....
dem idem n. 63.....
dem u. 47. 49 '. .
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 30.....
dem idem n. 34......
Idam idem n. 36......
Ra do Calabouco.
Casa terrea n. 18.....
dem n. 20........ 242*000
Ra da Moeda.
Prlmeiro andar do sobrado n. 37. 76*000
Segundo andar dito...... 96*000
Areal do Forte.
Casa terrea n. 1. ..#.... 100*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Senzalla Velha.
Casa terrea n. 18...... 206*000
Ra da Guia.
Casa torrea n. 27...... 144^000
Ra da Cacimba.
dem idem n. 12...... 140*000
Ra do Vigario.
1- andar do sobrado n. 27. 240*006
Madre de Deas.
Sobrado de um andar n. 0. 360*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 105 ................ 146*000
Ulemidem n. 103................ .. 202*000
dem n. 110..................... 203*000
dem n. 98........................ 203*000
d,en> 96......................., 202/000
dem u. 94... ..................... 240*0001
Sitio n. 5 noForno da Cal......._ .. 130*000
dem da Mirueira u 4..... 106*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
arremataqao as suas flaneas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cito, 17 dejunhode 1869.
O escrivao.
Pedro Rodriques de Souza
Grande e variado espectculo
\iUINTA-FEIRA 8 DE JUNH
BENEFICIO no ponto n.\ companha duamati-
CA JOS B. C. OE BARBOS E DO BII.HEIEIRO
DO THEATRO.
Depois de urna brilhante ouvertura subir
scena o magnifico drama em tres actos
0
No qual tomaran parte os Srs. Couto Rocha, Gil
Rraz, Guimaraes e as Sras. DD. Carolina, Clelia e
lunajoven.
Dar tlm ao espectculo a chistosa comedia em
um acto
0 marido victima das modas
Na qual lomam parle os Srs. flrochado, Couto
Rocha, Lessa e a Sra. D. Francisca
Os beneficiados airadeeam a todos o; seus com-
panheiros que graciosamente se nresiam a traba-
mar Ueste espectculo.
Os bilhetcs pndem desde j ser procurados em
casa do beneficiado na ra Helia n. 40 o no dia do
espectculo no escriptorio do theatro.
Principiar s 8 horas.
Grand eoncerl
Donne par Mr. Noury, vendredi 1) juillet,
datis le saln du diestra Santo Isabel,
avec le concours de Mme. Marte Dufres-
ny, clinteuse lgre, Mr. J. Coelho Bar-
bosa, tenor, Mr. Salusliatio, flutiste.
1.* PARTE.
1 Lo Dieu d'Or, ro-
mance dramati-
que (Valentino).. Mr. Nourv
2 Flour des Alpes,
Tyroliennc...... Md. Marie Dufresnv.
3 Grand airde Bra-
voure, pour Doto. Mr. Salustiano.
4 Grand air du Tre-
vatore(Verdi)... Mr. J. Coelho Barbosa.
5 Air duCanarides
PantinsdeViolet-
tc f Adam ) avec
accompagnemenl
de iluto par.....Md. Marie D. ct Mr. Salustiano.
6 Lagrenouilleaux
camelias, fabliau
DuutT (Ofrubach)
par............ Mr. Nourv.
2.' PARTE!
1 Bella adorata in-
cgnita, romance
de Topera II Giu-
ramento (merca-
dente ), chante
par............ Mr. J. Coelho Barbosa.
2 Je n'vousdis qu-
ca, chansonnette,
(Hiatry Celloi)... Md. Marie.
3 Pot-bourri, ox-
ente sur la Ilute
par............Mr. Salustiano.
4 Do de Bonsoir
voisin (Ferdinand
Poise)..........Md. Marie et Mr. Noury.
5 LAmour eans
plusieurs pays,
chansonnette co-
niique..........Mr. Noury.
6 Pour terminer la
soiree, grand do
de la mouche du
3" acte d'Orphe-
aux enfers, (Of-
fenbach).......Md. Marie et Mr. Noury.
Prix du billet d'entro cinc inilles ris (3*000.)
On cominencera 8 1/2 precises.
On se procure des billets lliotel de Franco,
ru do Trapixe.
encomujendas senao ob-
equenaBceedaqj a duas
_ *> oh 8 palmos cbicos de niadi^o.
Tudo que passar destos limites devora ser embar-
cado como carga...
Previne-se aos Srs. passajjeiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
Io andar, escriptorio de Antouio Luiz do Oliveir
Azevcdo A C.
LEILAO
de lo ja de fazendas com a#mac3o
a 7 do camote, j
igenu Oliveir, far leiliJo doflnitivamente,
por mandad/i do Illm. Sr. Dr. juiz 4o commercio
NHA eiiladc em exerciem, a reqiiertnento e sen-
do oiiviil.i os curadores liscaes da-massa fallida
do Guimaraes A Silva, da pereita como linda ar-
macao de amarello, para/nsada, e toda as fazen-
das tenles da lija siu a ra do Impeflalriz
n. 36.
RIO DE JANEIRO
Segu com brevidade para o porto cima, o bri-
gue nacional amao ; tem parte do seu carreira-
ment engajado, para o resto que IheJalta trata'-se
e >m os consignatarios Antonio Luiz do Oliveir
Azevedo A C. ra da Cruz n. 57.
Quarta-;
ao meio dia em ponto, no lugar
n- 30, sita a ra da Imperan u
da indicada luja
LEILAO
De estepa nrariad*.
Ouurta-feira 7 de julho.
Por iutervenrao do agente Trnto, ra da Crnz
n. 38.
Leilo
PARA
Para o referido porto segu com muila brevida-
de o palhabote portuguez Nato Protegido, por ter
a maior parte da carga tratada ; c para o resto
que the falta tratase: com o consignatario Joaquim
Jos Goncalves Beltrao, a ra do Commercio
n. 17.
COMPANHA PEHNAMUCANA.
DK
.Varegaco costelra por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandaba, Acarac c Granja.
O vapor Pirapama commandantt
Torres, seguir jiara os pintos aci-
_ ma no dia 15 do corrente as 5 horas
Ja tar.de. Recebe carga at o dia li. encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frot at as
2 horas da tarde do dia da sahida no escriptorio
do Forte do Mattos n. 12.
COMPANHA PKK.N.YMIiUCANA
Navegagdo costara por vapor.
Porto de Gallinlias, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba, commandante
Mello, seguir para os poitos cima
_ no dia 10 do corrente a meia noite.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete, n escriptorio do Forte do Mattos
n. 12.
De 3 carros depasseio, 9 afias de arreios, 19 ea-
vellos para.os mesmoMafrjis o mais perten-
ces da cocheara da ra do Imperador n. 27,
constando do usufmcln !> i-.m^i. para agua,
tinas, gaz e mais objeclos perteneenles a mes-
ma cocheira.
- Segunda-feira 12 do julho as 10 lloras.
Joao de. Dos daSilveira tend de retirar-se pa-
ra fora da praca, far leilao por interveocao do
agente Pinlo, dos carros, cavall -. arretos e mais
objeclos pertenceutes a sua cocheira da roa do
Imperador n. 27, aonde se eTectoar o leilao
dia o hora cima mencionados
no
AVISOS DIVERSOS.1
INSTITUTO ABCIIEOLOGICO E GE0G1P
PERMAlffiDCASO.
llavera sessao ordinaria quinta-feira 8
do_ corrente julfio, pelas II horas da ma-
nhaa.
ORDEM DO DA
e mais trabalhos de coarniisi
Pareceres
s5es.
Secretaria do Instituto, 5 de julho de
I8G9.
Jos Soares de Azevedo,
___ Secret rio perpetuo.
AVISOS MARTIMOS.
CWJIPAXIIIA
DAS
Messageries imperiales.
At o dia li do corrente mez espera-se di Eu-
ropa o vapor francez Navarre, o qual depois da
demora do costume seguir para Babia e Rio de
Janeiro.
Para fretcs, condiec5es e passagens trata-se na
agencia ra do Commercio n. 9.
Correio geral.
Relaco das cartas registradas vindas do sul
pelo vapor francez e das existentes na adminis-
tracao do correio desta cidade, para os senhores
abaixo declarados :
.Dr-Amaro Joaquim da Fonseca Albuquerque,
Alfredo Saldanha, Arlindo Francisco Nogueira, Dr.
Antonio Borges da Fonseca, Antonio Francisco de
Maraes (2), Antonio Goncalves Tone?, Antonio
Moreira Porlo, Antonio Pires Ferreira, Antonio Pa-
checo S. da Silva, Cosmo Jcs dos Santos Callado
Christovao Gomes Peroira, Custodio Joaquim Lo-
pes de Souza Jnior, Eugenio A. Brando Hamo*
Epifanio Manoel do Carvalho, engenlieiro fiscal da
estrada de ferro, Eduardo Turpin, Francisco An-
tanio da Rosa, F .Xavier Pereira de Brito, Goncalo
Jos Affonso, Ismael Cesar Duarte Ribeiro, Joa-
quim Ferreira de Carvalho, Dr. Joaquim Jos de
Campos Costa Modeiros Albuquerque, D. Joanna
F. de Gusmao L. Vital, Joao Deodato Bowman,
Jos da Cosa Bispo, Jos Domingues Porto Netto
Jos Francisco da Silva, Jos Lucas Ferreira Jos
Victorino da Silva Azevedo (21, Leonardo Jos Pe-
reira, Miguel Ferreira D. dos Santos, Miguel Garca
Alves Lima, Marciano Goncalves da Rocha, Ma-
noel Coelho Cintra, Manoel Joaquim de Miranda
Seve, Manoel Jos Luiz Ribeiro, Dr. Olimpio M da
Silva, Plinio Augusto Xavier de Lima, Pedro Gon-
calves Pereira Cascao, Pedro Tinoco de Souza, Dr
Silvino Cavalcanti de Albuquerque, Silva & Alves
Silva A Noves. D. Theodora Joaquina de Souza
Braga, majer Trajano Alipio de Carvalho Mendon-
ca, Tobas Barreto deMenezes.
COMPANHA brasileira
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o da 12 do corrente o vapor
Guar, commandante o primeiro
tenente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual' dever
ser embarcada no dia de suachegada. Encommen-
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia da
sua sahida.
Sao se recebem como encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nao excedara a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medico.
Tudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que snas passa-
fens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir
Azevedo A C.
COMPA.NHIA PERNAMBUCANA *
DE
\"avega?o costelra por vapor.
Goyaana
O vapor Parahyba, com-
mandante Mello, seguir para
o porto cima no dia 6 do cor-
rente as 9 horas da noite. Recebe
. carga, encommendas, passageiros
linheiro a frete no escriptorio do Forte do Mat-
tos n. 12.
COMPANHA PEMNAMBGANA
DE
VavegacSo costelra por vapor.
Mamanguape.
O vapor Coruripe, commandante Penna, segui-
r para o porto cima no dia 12 do corrente as 6
horas da tarde. Recebe carga, encommendas,
passagens e dinheiro a frete at as 3 horas da
larde no escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
Aracaty
Segu com a possivel brevidade o- palhabote
Emilia, capito Mendes, ainda recebe alguma car-
ga a frete : a tratsr com S Leito Irmos, ra
da Madre de Dos d. 1.
CO-MPAIS'IIIA PERNAMBUGANA
DE
Navegaco costelra por vapor.
RJacei em direitura e Penedo.
O vapor Juguaribe, commandante Moura, segui-
r para os porlos cima no dia 8 do corrente
as '6 horas da tarde. Recebe carpa al o dia 7
as 3 horas, encommendas, passageiros e dinheiro
a frete at as 2 h-.ras da tard do dia da saluda-:
no escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
COMPANHA pernambucana
DE
Navegacdo costara por vapor
Fernando de Noronha.
O vapor Giqui, commandante Aze-
vedo, seguir para o porto cima no
_ dia 8 do julho prximo pelas 11 ho-
ras da manha. Recebe carga at o dia 7, en-
commendas, passageiros e dinheiro a frete at
as 10 hora* da manha do da da sahida ; no es-
eriptorio do Fort do Mattos n. 12.
Tasso Irmos, consignaiarios do brigue in-
glez Rio Grande, em virtude da carta de freta-
mentb que diz quo os'recebedores dos gneros se-1
rao obrigados a manda-Ios buscar a bordo, avi-
sam aos mesmos recebedores que o dito navio
principia desesrregar no dia 8, o que faz publico
por ter conhecimentos, a ordem que ignoram a
quem pertence.
ESTIBO DE PREPARATORIOS
coui repetico para os almuuos
que tni de fazer exame eiu
uorembro.
Jos Soares de Azevedo, professor de
lingua e litteratura nacional no gymnasio
provincial do Recife, tem aberto em sua
casa, ra Bella, n. 37:
Um curso de
LINCHA FRANCEZA ;
PIIILOSOPIIIA ;
OGOGR.VP1IIA E HISTORIA;
RKTI10RICA E POTICA.
Os estudantes que pretenderen) fazer
exame em novembro em qualquer destas
materias, podem dirigir-se indicada re-
sidencia, tarde, das 3 horas em diante.
Pedido.
Pede-se aos seguintes senhores se dignem
vir ra do Crespo n. 7 A, toja do Paco, a
negocio de seu interesse; ou annunciarem
as suas moradias, para serem procurados:
Aristides Cesario de Almeida.
Luiz de Franca Belm.
Manoel Antonio da Silva.
LEILOES.
de
LEILAO
saceos de assucar com a vari; i
HOJE.
as 11 horas em ponto.
O agente Pinto far leilao por autorisaco do
cnsul de Franca, em presenca do Chanceller
do mesmo consulado, com licenca do inspector da
alfandega, com assistencia d'uii empregado da
mesma repartico para o fim nomcado, e por conta
e risco de quem perteneer do 300 a 400 saceos
com assucar avariados a bordo do navio francez
Le Piare arribado neste porto por forca maior,
cjexistentes no aiv.iazem tflfanlegado do baro do
Livramento, caes do Apollo, onde se effectuar e
leilo as II horas do dia cima dito.
LEILAO
de duas importantes armacoes de amarello,
candieiros de gaz e balcoes.
MMB.
O agente Martins, far leilo a requerimento do
depositario da maesa fallida de Joo Ferreira da
Costa Soares, e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio, das armacoes e gaz exis-
tentes no armazem Albania, a ra do Imperador
n. 37,
s 10 horas em ponto
no mesmo armazem.
LEILAO
HE ICC".
Tf
10 cadeiras de guarnico, 2 de braco, urna me-
sa redonda, 2 consollos, urna marqueza, urna ca-
deira de balanco, 2 quadros, 2 pares de lanternas,
um relogio com manga, 4 figuras, urna marqueza,
um armario, 9 cadeiras d faia, um aparador, 1
mesa de jantar, 1 cama de vento, 1 banheiro, 1
espingarda, 1 meia commoda de amarello, 1 cabi-
do, um lavatorio, 4 livros de lilteratura, 4 bahs.
HOJE.
O agente Martins far leilao a requerimento do
depositario da massa fallida de Joo Ferreira da
Costa Soares, e por mandado do Illm, Sr. Dr. juiz
especial do commercio, dos movis cima : no se-
Sando andar do sobrado n. 45, a ra do Impera-
ar. '
LEILAO
De dous fardos com fazendas, um pacote
com chapeos e duas barricas com fari-
nha com avaria d'agua salgada.
Quarta-feira 9 de julho
AS 11 HORAS.
O agente Pinto far leilo por autorisaco dos
Srs. Jos Guiiherme & C e por conta e risco de
quem perteneer dos volumes cima mencionados
salvados da barcaca Minerv'na, mestre Antonio
Francisco Fr'ga, as 11 horas do da cima dito
em seu escriptorio ra da Cruz n. 38.
LEILAO
DE
100 saccas com milho
Quarta-feira, 7 do corrente.
O agente Pestaa, far leilo por conta e risco
de quem perteneer de 100 saceos com milho em
Grande
loja de fazendas e roispas leifas
ma da liiijieralriz n. 32,
porta larga,
DE
PAREDES PORTO
Neste estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico um bonito sortimento de
roupas e fazendas de todas as qualidades e
precos commodos, tem sempre um bonito
sortimento de casemiras de cores e pretas,
panno fino de diversas qualidades, brim de
bonitas cores e brancos de boa qualidade,
encarrega-se qualquer obra por medida e
preco muilo commodo.
ROUPAS FEITAS
na loja da ra da Impcratriz a. 52, porta
larga, de Paredes Porto.
Tem neste estabelecimento un) bonito
sortimento "de roupas feitas de diversas
qualidades e precos commodos, como sejam
palitots de alpaca preta e de cores a 3>,
35J0 e 4A; ditos de panno preto sacos a
6#, 7$ e 8); ditos de panno superior a
12$, 14(51 e 165; ditos sobrecasacados de
dito dito a 18, 20,> e 255; ditos de case-
mira de cor a 55, 05 e I0;5; calcas, colletes
e palitots de casemira muito fina de edr a
20 e 255; caigas de brim branco de cor de
todas as qualidades de 25 a 05; ditas do
casemira preta e de cores de 45 at 125;
colletes de todas as qualidades; ceroulas de
bramante a 15500,25000 e 25500; camisas
francezas de lindo e de algodo de todas as
qualidades e preco mais barato do que em
outra qualquer parte; colarinhos, gravatas;
bonito sortimento de chapeos de sol de alpa-
ca e de seda; meias inglezas a 65 a duzia;
pechincha neste estabelecimento pelo
grande sortimento : todos os freguezes se
podero prover dos ps at a cabeca por
preeo commodo.
FAZENDAS
Grande sortimento, como sejam, chitas
baratas a 300, 320 e 360 rs. Madapolo
fino a 75,85 e 105 a peca. Algodo (pe-
chincha) a 55300 a peca e outras qualida-
des. Gambraia branca de todas as quali-
dades transparente e Victoria de 35500 a
85 a peca. Lanzinhas de bonitas cores, al-
pacas bonitas, selecta a pega com 28 metros
a 285000. Esguio o mais fino possivel a
25500 e 35 a vara, e outras muitas fazen-
das por preco commodo, que seria eafado-
nho mencionar, na loja do
LEhODA PORTA LARGA
IIK
Paredes Porto.
Attencao.
Rogase ao senhor que no Io de Janeiro de 186G
tomou urna carta de fianca para urna casa, a ra-
zo de 300| por anno, e que at esta data mora
dentro da mesma sem quo tenha pago um real,
queira vir pagar a .o entregar-lhe a
mesma chave, sob pena de ver o seu nome por
extenso neste iario.
' L
w



4
Diario ie Fefuambuco ^ Ter^ feira 6 de Julh de i 869.
- iriLin
N'ESIA ANTIGA. E CREDITATA
FABRICA

(3lB&I?a(D3 D3 3Q2.
CIRST11TIIIRTI IG1 COIfLITO ItlTUISTI lt
CHAPEOS 11 SOL;
De todas as qualidades I
De todos os feitios I
De todas os presos I
RA DO CRESPO
SANTO ANTOMO
X' ra das Cruzas n. 2, iravessa de S.
Fran irlo novo deposito pa-
ra gross e relalho de louca fabricada na
villa do Cabo, branca e vermellta, bordada
e approvada para adobar c estriar agua:
jairas proprias para sala, maiores e meno-
res, copos com p, quartinhas, garra
e pequeas para meninos, moringas com
aza em cima c outros objectos mais que
se precisar, assiin como qnarlinlias da
Rahia.
ANA
Precisa-se de una ama para comprar, co-
inhar e cngoramar paca casa de' pouca fa.
milia :a tratar na ra do Livramento n-
et, loja.
i stt m mmmmwm
; Escnptorio de advocacia.g
B O Dr. Joo Thom ta Silva transferio |j
3 o seu esc-iptorio de advocada da ra do 5
tai Imperador para a ra do Queimado n g
34, 1 andar, por cima da loja de fazen- gg
S das do Sr. Antonio de M. Rohm, nitrada eg
qSS pelo pateo de Pedro II, aonde pode ser jg
fiS} procurado das 40 horas da manhaa as J
3 da larde. JSi
11-Rua estreita do Eosaris-11
Este novo e modesto eslabelecimentoi teme aberto o respeitavel publico este ele-
gante e bem torneado hotel que situado n'uma posico iuteiramente lavel, (
do constantemente sombreado pelos doces zephvros da tarde, lorna-se prererivela quai-
uer ou.o d'este genero, as tres cousas mais ner ssarias ao genero racional ali
ment do eerpo, distrajo 4a alma, e socego de espalo. ...
No pavimento terreo urna casa de pasto mullo profusa, da pnmeira ordem ; noi" i"''i"'"
primeiro an.lar. sala da frente, umesceente buhar de mogno, para divertimento. Sala
de traz um restaurante da primara ordem. Quanto ao asseio e bemfeitona das eomeo-
rias, o delicado modo do pessoal do cstabelerimcnto, promptido e commodtdadc, so
aos Ilustres coocorrentea dado fazer justirn.
Fomece comillas pan fra, tanto por mez come avolsa. Todos os das, a norte,
-ueoiitrr-se escolente sorvete, refresco, caf, cha, bous vinhos Figueira, Porto, Bor-
deaux, leudo bous commodos para lio ;J, salao e quartp mobihado no segn
do andar.
Ra do Imperador
n. 26
Ha diariamente neste novo estabel- ral
ment completo sortimento de doces para
cha, pastis de varias qualidades, culpadas,
podios, po-de-!, bollos .ioglczes, pre-
suntos ditos era liambie, superior cha liys-
son e iniuiliiiho, chocolate lino hespanhol,
xaropes, conservas de superior qualidade.
Fructas de Lisboa e liancezas, lombo de
poico assado, marmelada milito fina, vi-
nhos finos do Porto, \erry, Madeira, Ror-
deaw, .M tscatel e da Figueira. Cognacs
fpos, veidudeira genebra de llollanda, li-
cores laos e marasquinbo, cerveja Bass
verdadeira, branca e preta. Bouqnets arti-
ficiaes de muito goslo.
Recebe-sc encommendas para casamento,
bailes e baotisados, tudo com muito asseio
AMA
Na roa do Torres n. 16, 2" andar, prerisa--
una una que compre, eozinlie e engommo para
una pe soa.
CURROS FNEBRES
Mudanza.
Agr & t:- 'azein sciente ao publico que se
acbam na ra do Imperador n. 9, armazem, con-
fronte ao convenio de 8. I'nneisrn, orrde os >n-
cwrtrarSo a qudtqaef hora do da ou da noitc,
para cuinpnr as suas obrigneoes; enearregaudo-
se de ludo quanto nec a qualquer acto
fnebre, para o que tem o pataosj preciso.
(M

D. Anua Rodrigues Costa, viuva de Diogo Jos
da Costa, e sens lillios e genio, agradeeem a todas
as pessoas amigos do uado o prenles, que o
acompanhar&m ao ceiniterio publico, e de nevo
co&vidam a todos os seus paren tes r amigos do
mesmo, para assistiivni a missa do seiuooi.i, que
deveri ter Lagar quartafeira 7 o camote m I
horas da manliaa, na igreja da ordem teiviri de
S. Francisco, e pedimos aeseutpa as prssoi< que
deixarain de ser convidados por falta de lenfenn-
ca na occasiao.
Mr. Mercier.
Alfaiate francez tendo de rclirar-seno
primeiro vapor para a !"ui opa, julga nada
Ideyer nesta praca, porm se slguein se jul-
Gymnasio Campestre
E' ao Sr. Procopio de Sena Santiago,
ponto diste llieatro, que s- deseja fallar na
ruaDireita n. 33, a negocio que nao lhe
deve ser estranho.______
Piecica->e de uuia ama para casa dt>pouca
familia para servlcos de portas para dentro : a
tratar na Iravessa de S. J t n. 22, ou na ra do?
Pipiares n. 6._________________ i
i'rensa-se fallar com o Sr. Jos do Porto'
negociante de blendas e mtaleus, que foi para o
engenbo dos Patoso dahi liara o centro, a negocio
de sen interesa : na na dos Prazeres n. 42.
mnibus para Olinda
No dia 8 do corrente cm diante o mnibus de-
nominado Olinda partir do Recite para aquella
cidade as 7 borts da manhaa e as 4 1|2 da tarde,
e de Olinda para o Recife as 9 da manhaa e as G
da tarde. As assignaturas desta dato salo por
cartees paramaior eommodidade dos asaignantes.
Precisa-se de 4(KS a premio, dando se boi.i
Urinas ou seguranca n'uma escrava : quein qui-
zer pode dirigirso i Uoa-Vi>ta, ra da Gloria n.
63, ou aannncie para ser procurado. _____
COWPANHIft
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OliIMDA.
Precisa-se comprar para as obras dos
trilhos urbanos para Olinda e Beberibe 7
ou 8 mil sulipas. Quem pretender esse
fornecimento pode apresentar, ate o dia i 5
de ju'iho, sua proposta em carta fechada
ra do Commercio n. 32 2' andar, es-
criptorio da compa,,hia, (kclarande os pre-
sos. As sulipas de.vem ser de 2 25 m. de
comprimento, 20 a 25 centmetros de largu-
ra e 10 a 12 de grossura, e das seguintes
madeiras : sicupia, embiriba, mariaprela,
barah, anieira, oicica, babatimao, pao
ferro, jatob, coraeo de negro, sapucaia.
ou pinlio creosotado. Todas estas madeiras
devero er do milo edirigidas ao
Superintendente,
Aitdv Porto.
Cosinheiro
Prccisa-se de um bom cosinheiro
do Rosarle n. 14.
na ra larga
COSINHERO
Precisa-se de um cosinheiro ou eosinlieira que
seja permita para este lim, nacional ou estraogei-
ro : a tratar na ra Nova n. 22.
O advogado
Alfonso de Albuquerqne Mello inudou 0 seu es-
criptoriu para a rua das Crnzes n. -37, defrontu da
typograpbia do Diario. __________________
Ao commercio
Vende-sc ou permuta-si! urna propriedade
no bairro do Recife.com duas e breve Iras
frentes, em urna das nelhores localidades
para o commercio, por se prestar a um
extenso armazem. com tresentos e tantos
palmos de fundo, e ser prximo ao embar-
que do caes do Apollo e a alfandega: a
tratar na rua da Impcratnz n. 45, loja de
miudi'/.is. ___________
i ;0 ugar u.ij cBuheira: rua do
Pilar n. 6:t 1" andar.
MVILI
Os apreciadores de manjares delicados
eiieonlraiao lodos os domingos, no hotel
central,de Franei.-eo Garrido, a verdadeira
sopa de Havfoli do venladeiro gosto italiano:
assim como outras excettPntes iguarias que
seria enfadonho mencionar. Aiii se en-
contrarlo ainda os mais asseados aposen-
COMPANHIA
de Seguros martimos e terrestre Fideli-
daie, estabelecida no Uto de Janeiro, ca-
pi'al 3,200:000 yOOV.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C.
agentes desta companhia, touiam seguros
contra fogo e a risco martimo. Hua da
Cruz n. 57 primeiro andar.
NMADES
BOM NEGOCIO
O commendador Tasjo
deseja alugar por mdico
prefo as baixas e alaga-
dos do seu sitio do Co-
eunda, as quaes vao des-
de aponte da estrada ao-
va de Beberibe al qaasj
a esiidua \tina ao logar de Agua Fra,
comprehendendo urna grande illa, qual
assim como as referidas baixas se prestan
muito a plaulago de capim, arroz e qnal-
quer outras plantas que percisam de trra
Iresca todo o anno.
O referido commendador nao duvida fa-
zer arrendamento desses terrenos e alafa-
dos por G ou mesmo 9 annos, e dar osa
aimo de fogo morto a guem der lianza
idnea e se obrigue a rotear os roesmos.
1EMPRESTIM0 S08RI
i
as ras da ci-
das 9 horas da
j da tarde, urna eaixa contende
gar sea credor pode apresentar sua coia ate ^'^ra'hnspedesfbnhos; buhares e' piano
10 do correle.
o dia
Igualmente pedo aos seas devedores se
sirVnm vir saldar SHas eootftS e na) fa-
|zendo-lhe repetir este jiedido nominal-
mente pelos jornaes, porque ignora soas
moradas.
Outro sim aquel les que teem obras e en-
commendas veuliam busca-las setiio sabe os
sens nomes pelos jornaes.
Vendem-se cortes de casimiras o cos-
lomes inteiros linos, preco razoavel; brins
de linbo finos de todas as qualidades ; cortes
gurgurao de seda para colhetes, cortes de
colheles de 15a linos, dito de sarzilim fran-
cez. finos, boles, para criado, de cor-'ias,
de bares, lisos e de vriolla finas e botoa-
dura de colhetes Anas; na rua dq Commer-
cio n. 7 i. andar.
COWEITARIA DOS ANAN4ZES
' 16RUA DA CRUZ16
S. AMTOMIO, JOAO E S. IMEUtO
Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, podins, p3es de lo, bollo inglez,
presuntos, ditos em feambre, pastis de diferentes qualidades. Papis para sortes,
bollos simples e enfeitados, amendoas confeiladas e confeitos. Vinhos linos engarrafa-
dos, superior cha llisson, preto e miudinho, fructa em xaropes, ditas seccas e ebrista-
isadas, assucar candi, xaropes refrigerantes.
Recebe-se encommendas de bandeijas para casamento, bailas e baptizados, com
bonitas armaces de assucar, sendo estas preferiveis as de papelo: bollos etc., pes
de l enfeitados, qualquer encommenda para' fra sera bem acondicionada.
O abaixo asignado, tendo dito no Jornal -lo
Ktfl n. 12'1 do 1." de jnnho do eorrenlfe mno,
que nada devia ao SivJoao Ferreira da (>ista Soa-
res, tanto em conta corrente, como em letras ven-
cidas e a vencer, por ja ter ultimado todas as
transaedes com o Sr. Soares, c em poder do abaixo
assignado >e acbarem todos os documentos que
tinha acceitado; acontece quecm um dos nme-
ros do mesmo jornal, viramos Srs. Yascgncellos
e Mattos a declarar, que em virtude a publiracao
cima mencionada, era de seu dever declarar que
em seu poder existe urna letra de rs. I:10io00,
saccada polo Sr. Soares, e acceita pelo abaixo as-
signado, vencive! em 16 de julbo de prximo fu-
turo, a qual Ihes foi ada em pagamento pelo pro-
prio saccador, cm Janeiro do corrente anno. O
abaixo assignado de novo faz sciente ao cerno do
commercio, que nada deve ao Sr. Soares, como
declarnu no seu annuncio; o a letra que os Srs.
Vasconcellos e Mattos allegam estar em seu poder
falsa; assim eomo toda o qualquer ontra em
que o nome d j abaixo assignado guro com rela-
5S0 ao Sr. Jnao Ferreira da Costa Soares. Ma-
i'nanguape, 14 le junho de .1869.
Jos J'ereira de Castro Pmto.
DENTISTA EFM
19Eua Nova19.
FREBERICO U WTWEU
cirurgro-dentista, muito coaheeido ha dez anuos u'esta cidade, pela perfeico dos seus
trailhos, tera a honra do participar ao respeitavel publico que tendo feito muitos me-
moratnentos na sua casa, pode d'hora avante receber as senhoras no seu gabinete onde
aeharo os commodos precisos para jamilia.
Acha-se tambem na sua casa e na sua companhia, o seu sobrinho e discpulo
o qual acaba de voltarde urna longa viagem a Europa, durante ^ qual praticou com
felia saccesso as primeiras casas do Pariz e de Londres, offerecendo assim as melhores
garantas do bem desempenho para tudo o quo for relativo a prosso ; por isso o
ariuunciaiiie pede aos seus amigos e clientes que por acaso o nao enconarem no sea
gabinete, depositem no dito seu sobrinho a mesiua confianoacom que o tem honrado
a dez cintos.
Dentaduras por todos ossystemas: a pressodo are com molas de ouro, platina
Tulcanite e um inleiramente novo n'esta cidade.
Cura radical dos dentes cariados.
Chumbagfens (obtura?es) com ouro e com massas diversas, se^imdo -os casos.
Reraediopara acalmar as dore* de dentes.
Agua e pos dentricios fabricados pelo proprio annunciante, o que lhe per-milte aflan-
Car sua boa qualid
Escovas para dentes. etc.
Perfeipao de trabalho e precos moderados.
Viagens para fra medante ajusto previo.
D gabinete acha-se aberto das 8 horas da manhaa at as 4 da tarde de lodos ds
das uteis.
CASA DA HTIIIU
Aos 4:000$
Billietes garantidos.
A rua do Crespo n.23 e casas do costme
O abaixo assignado tendo vendido nos sen5 mui
to felizes bilhetes garantidos 1 meio n. 412.3 com
a sorte de 4:000 e outras umitas sortee de 10,
'iO e 20JS da lotera que se acabon de extrahir
em beneficio da igreja de S. Pedro Apostlo do
Heci (111*) convida aos possuidores a virem
receber seus respectivos premios em os des-
contos das leis, na casa da Fortuna rua do
Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 24' parte da krteria
beneficio da Santa Casa da Misericordia (115)
que se extrahir ter?a-ferra 6 do mez vindouro.
Precos.
Bilhete.....4*000
Meio. .... 2*000
Quarto.....1*000
Em porca de 100* p'ara cima.
Bilhete. *. 3*500
Meio......1*750
Quarto. .... 875
Manoel Martina Finia.
Precisa-se de urna ama para comprar o co-
zlnhar : na roa d Praia n. 44.
g"5 mi
cnnE ie mmmn
ADVOCACA. ,
O bacharel Augusto Garles Vaz de
j/Oliveira, tetn aberto seu escnptorio de,:
! advocada na cidade de Mamanguape
(provincia da Parabyba) onde poda ser
| procurado.
Nesta capital iwdem enUnder-ee com-
whi irmio o Sr. Justino J. de S. Gampot,
rua do Hospedo n. il
Precisa-so de urna ama pajieorinhar par ua
pessoa: na rpa da Roda n. 46, andar.
para recreiO dos habitantes
Rosario n. -'17 1" andar.
rua
larga
do
Juaiiui
P
quiin Antiinii) finio Svnulio, sua mullicrTu-
lhus e genro. vem pelo presente agradecer cordi-
almente a todas as pessoas de sua amizado que se
.liiiaram coinparecer ao enterro de sBanfezado
lilho. innao e cimbado Jonquun An'.onio Pin So-
rodiii Jnior, e o acompanliaram at o cenlfterio;
o de novo ibes rogara o eartdo*) obsequio de que-
rer assisr a missa, que pelo eterno repouso de
sua alma, tem de ser celebrada na matriz do Cor-
no Santo no dia terca-ieira (i do corrente, as 7 Ij
horas da manhaa. stimo dia do FIO DE VEIi.4
Barbante
Em casa de Babe Schmetau & C. Corpo
Santo n. 15.
SHERRY 0L0R0Z0.
Gelo seal.
Em cflsa de. Rabe Schinettau 6 C. Corpo
Santo n. 15.
CHAMPANHA
SUPERIOR.
Roussilloii, carie blanche.
Km casa de Rabe chmcttaa L
ti Corpo Sant a. tft.
AMOR AO PR0XO0
De ordem da presidencia da sociedade
Amor ao Prximo, foi adiada a sess5o da
assembla geral para H do corrente, as 7
horas da noate. E assim faz sciente a todos
os socios da supra dita sociedade, afim de
todos eomparecerera na referida secg3o,
para que so possa resolver materies que
versam a favor desta sociedade
Secretaria da sociedade Amor ao Pro-
simo, 2 de julho de 1869.
Io secretario.
Attonio Manotl 4o Stteratttento.
Com esnnod.uoi..iajjiio
dade todos 09 das uteis
manhaa as 5
artigos das ultimas modas de Parspara
SENHORAS
Como sejam:
Ricas c bellas.chapclinas.
Lindos e elegantes chapesinhos.
Casaquinhos de guipui.;.
Ficlis de renda pretos.
Delicado sortimento de cintos.
Corpinhos de cambraia enfeitados.
Rorns de lan e seda, claros.
Coques enfeitailos e lisos, etc. etc.
E muitos artigas de novidade tanto pas
senhoras como para homens e enancas.
As pessoas que pretenderen! alguus des-
tes objectos, queiram ter a bondade de
mandar dizer soas moradas noBAZAR
DA MODA.--RI A NOVA N. 50am de
sercm procnrai
Os propiiel :: < du- u\/.\u D\ M01>A,=
certos na oj scolhaa desles artigos,
por seo tn,!ti hnbifcorrespondente emParis,
. un do al'liancar que ven-
deni suaa mercadorias por precos as me-
lhores condirocs a dinhemx____________
Ainda*nao vieram, no entretanto o negocio
de interesse, e p:vci n. 17 cornos 3ra. I'.ujIu Ferreira da Silva, ex-
procurador da cmara, Dr. Francisco Pinto Pes-
soa.
Em casa de .l.ODOKO CUIUSTl-
ANSEN, rua da Cruz n. 18, encontram-se
eflectivamente todas as qualidades de vinhe
Bordeaux, BourRgne e do Rheno._______
Pifadas- de Bravina
Estas prodigiosas plalas sendo applica-
das as pessoas acommetlidas de febres in-
termtttentes, s3o incimiparaveis em sua chi-
cada para completamente vencer as ditas
febres, achando-se nicamente venda na
botica n. 3 un Direita desta cidade.
O abaixo assignado, testamenteiro in-
ventarianle dos bCDS deixados pelo falleci-
do subdito francez Joo Vignes, convida aos
credores do mesmo. a apresentarem-lhe as
coutas de seus crditos, para por ellas se-
ren atlendidos no inventario que se est
procedendo pelo juiz municipal da 2a vara
desta cidade, e isto no mais breve termo
possivel, visto estar a con el ti ir-se dito in-
ventario. Recite 21 de junho de 1860.
Gtrpar Antonio Yieiru (i ni maraes.
O Dr. Ermirio Coutinho, reside rua
da Cadeia n. 05. onde tem aberto osen
consultorio me Jico, e podo ser procurado ;i
quaiquer hora para o exereicr de sua pro-
lissso.
(SES LIMITE.)
Na Iravessa da rua
das Crines n, 2, pri-
meiro andar, da-se qual-
quy quaiitia sobre ouro,
prata e podras preciosas.
O dono desle estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condic5es de ga-
rantir a traosaccSo que se fizer era
sua casa, prometiendo todo e zelo
e consideracao s pessoas que se
dignarem de honra-lo em sch esta-
belecimento.
Na mesma casa compra-se ouro,
prata e bri I liantes.
LEIAM.
Em urna casa de fami ia, a rua estreita
do Rosario n. 35 1" andar, fomece se come-
dorias para fra', ii.ai.iland-se levar as
casas (|ue nao liverem portador, e garan-
lindo-se oact'io, promptidSo e eommodida-
de no preco, perianto cjivi3a-se ^aosSrs.
esltidantes e negociantes a honrar-hps com
as suas assignaturas.
lugii-se
Urna casa com bastantes commodos na
Cidade Nova de Santo Amaro, a tratar com
Antonio Jo.- encalves Jnior ea Santo
Amaro.
Precisa-se de urna ama para coiinhar e com-
brarnaruade, Agoas-Verdea n. 70, t- andar.
Precisa-se de una ama para cozinhar em
urna casa de pouca familia : na rua da camboa
do Caiino n. ii.
Roga-se ao Sr. Jos Marinho de Hoiianda Falcao,
4* sargento da 5* companhia do corpo policial, o
.favor de pagar aa uberua mais prxima su
residencia, a quantia de 10*120, importo do gene-
ros, poiquen proprietario da taberna nao pode es-
perar a sua vontade. Awkn cerno disen (nao acre-
ditamos), que o Sr. Falca) maltrata eameacaseus
credores quanda vio aua casa recaber sea di-
nheiro. e acressenu que soldado o que nada lhe
euccedcr,Toa**a sHoMarte eoBbeeeoad* *8r.
(eoentc-coronel commandartte do eorpo e elle nao
approva insolencias e traflcaaeies de quem quer
qucVja.
Um dos pacanles.______
Offececo-se um professor para ensinar a fal-
lar, a escrever e tradnrir afroa franeew: na
rua de Sania-Rita a 1.
Criada
Pre.'isi-s.i de nma criada forra ou captiva para
; engommar : na rua do Imperador n. 73, segundo
andar.
Atteaijao
0 proprietario do sitio denominado
I Agliasmha, ejn Beberibe, contina a vndel-
os terrenos de sua respectiva rea, guar-
dadas as prescripcoes de limite estabeleci-
das pela planta topographica e projecto de
concurrentes segunda a execuco delineada
para o seu retalhamento ou subdiviso.
A certeza, da prxima realisafao da viacSo
frrea, pela companhia dos'rarris urbanos
do Recife Olinda, devendo estabelecer
natural e necessariamelite estaco na bifur-
cafo formaila pola estrada novamente exc-
cutada ao Porto da Madeira, na proximida-
oe do qual existe o sitio supra menciona-
do no sentido transversal a aotiga estrada
de Beberibe ; torna de moi subido valor < s
terrenos ora oxpostos- venda, que fleam em
pequea distancia da estaco dessa via-fer-
rea, prestes a realisar se. Esta valiosa
circunstancias, !m de outras que muito
recommendam c aboaam a superioridade
desses terrenos, basta para firmir a convic-
cao de quanto mdico o sen preco, de-
vendo isto muito contribuir para despertar
o interesse dos compradores, que j tem
compras (n'.aboladas, e aos quo ainda nr-o
tem conhecimento desta importante venda
offerecida a concurrencia do publico.
O encarregado de taes vendas o dis-
tinto ongenheiro AntonioF. R. Solt, quem
sedever procurar em casa de sua residen-
cia, e as quinta-tetra- e Domingos no sitio
de que se tem tratado em Beberibe.
t Precisa-se dn rnna ama que sej
moca, para tura, eompra e sea
rteo de ..OH familia allemaa. b de
duas pessoas no largo da matriz
Ja Santo Antonio n. 4, andar.
Prttia-*e de ama ama pora casa de poaea fa-
milia : na rua do Sol n. 33, armazem de ina-
I deira.
MARTIMOS
C9i\'TRAFOCIO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecida
esta praga. toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: a
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Precisa-se d'alugar urna casa com
sitio ou quintal, que tenha commodos para
familia, em lugar desde o Caldereiro at
ypipucos, prxima aos trilhos urbanos:
pessoa que a liver oqueira alngal-a annon-
cie ou dirija-Sr- rua do Apollo n. 2 arma-
zem, a tratar com Pinto Karboza dr C
MEDICO
O Dr. L. J. Gorreia de S usa de saa%
m prolisso ; para o que pode ser prm-nra-
p^( do a qoalqoer hora do dia em casa de Ma
tai residencia, rua das Niniptias n. 17. Da
S consultas gratis aos pobres todos os dias,
Sjj das 8 as 10 horas.
H'lH SS SI 1&JUP8&8I8
Lava se e engomma-so com todo o aeeio e
prompiidw) -por preco raaaavd : na rua Direha a.
101. Na mesiua casa eosiuha-se para algam e-
Inhelecimento.
Paraguay.
Na rua Direita o 53. reeebe-?e qualqnfr quan-
tia de dmheiro para entregar no Paragcay sem
Inoro aliiin, dandi-ic dLsfn garanta._______
VUi
Precisa-se de urna nina livro ou escrava de boa
conducta, que cnnzinhe com perfei^ao o diario de
nma caa : a tratar na rua do Vigario n. B, 3
andar.
;i
J
Resta venda uai cscolliidc sortimento de ob-
lectos de marcineria, como sejam, mobilias de ja-
arand. mogno eamarello, obra nacional e eelran-
eira, de apurado gosto e porprejjoi razoaveis :
ia rua estreita do Rosario n. 32. Nesta mesan
asa fazem-se com perfeico todos os trabamos d*
jalhinha, como sejam, empalhamentos de lastNs
jara camas, cadeiras e soplis.
Trocam-se
is notas do baneo do Dras e das caixas filiaw,
ora descont muito razoavel : na praca da bde-
jendencia n. 28.__________________________
Os abaixo assignados scientifcam ao corno
commercial e qiiem interessar possa, que em
30 de junho do crreme anno dissolreram ami-
gavelmente a sociedade que tinham no armazera
de carne seeci, silo rua da Prara n. 22, qne gy-
rava sota a firma deLebre & Silva, euja liqui-
dacao Ac a cargo e exclusivamente por conta, do
socio Patricio Ignacio da Silva ; e o socio Lebre
desonerado de qualquer responsabihdade.
Recife, 2 o julho c 1869.
Anitmio Alcts Lebre.
Patricio Ignacio 4a Sitra
Ama de leite.
I'recisa-so de una ama deleite: ou segunda
andar da casa n. i" rua do Imperador.
Atten<$o
Aluga-se o 1 andar do sobrado n. t da nw im-
perial : a u-atar no audar terreo.
Attcn#o
Provuic-se a quem pretender negociar A ob-
jectos da cocheira do Sr. Joao de Dos, sita rua
do Imperador n. 27, que nao effectue Reaejo se
primeiro se ajusfar com o abaixo assignado, tanta
a respeito da casa como a respeito de certas ntm-
feitorias que lhe pertencou, como o tanque, eal<'*-
mento. Ilecif 3 de julho de 1869.
M. P. de Moraes Pinheiro.
Prccisa.se de urna ama forra o < captiva para o
servico interno e externo de urna casa do pouca
familia.: a trattr em.frente a rua do Viprio n.t,
taberna.




Diario de Pernambuco Tenja feira 6 de Julho de 1869.


)
ESMERALDA
ATTENCAO
Aeha-se exporta venda as ilvrarias econmi-
ca, franceza, acadmica e universal, unta pequea
brochura coutendo diversos regulamentos : ro-
teiro dos signaes do thelegranho, tabella das mu
das recebidas na alfaiidega c de scu valor ao par,
reduccao de pesos e medidas da praca da cidade
dolleeife, e dos diversos p.uzes, calculados em
" Jechnaes, e tambem a convergi consular catre
o Brasil e Portugal, ludo pela diminuta quanlia de
50rs.____________________________________
Aluga-sc hu grande sitio
na estrada de loio do Barros, com 6 quartos, 2
salas, cosinha e 2 quartos grandes fra grande fi-
lio todo arborisadu com l'ructeiras : a tratar cun
Andr de Abreu Porto._________
"ABga-sc
uta outrosilio na Torre com S g anles qnarto, 2
grandes salas, cosiubae cuarto ora grande, bai-
.\a de capim pe lo do rio : a ti. tar com Andr
('e A. P' r". ____________
para servico de
Recife
0 abaixi
ivocacia
lavo
baixo asignado mudoudo
| n.'92para o n. 4i, primeiro andar,
da ra do Imperador (qua.si de fron-
te da typographia do Jornal do Re-
cife), seu escriplorio de advocada,
onde pode ser procurado das 10
lioras da manhaa as 3 da larde.
\karo Camiiiha T. da Silva.
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug, n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem vindo a esta
prapa, e por prepos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
preciosas
IV. 5 RA DO CIBli \ 5
Precisa-se de um homem _
um sitio : a tratar na ra da Gadeia do
numero z5.
Jos Xavier Faustino Ramos, parleci-
pa aos seus amigos, que mudot a soa re-
sidencia, da ra dasCinco'Pontas, para a da
Concordia n. 101.
dras
BASTOS
al-
MACHLNA americanas de serrote de todos os tamaitos para ileacarocar algodo, do
milito conhecido fabricante Eale Cntton Gin.
MACHINAS ditas, tambem de serrotes e de tudos os tamanhos para descarocar,
godao do autor New York Cotton Gin.
MACHINAS ditas de todos os lmannos, de carreta de ferro e mais toda a madrina.
MACHINAS ditas de Holler Gins, de cojo trabalho faz obter mais 2.000 em arroba
de algodao.
MACHINAS de faco do fabricante Plalt B. C, Obdhan PatentLiverpool.
Todas estas machinas sao de superior i|ualidade e as melhores (fue tOm
vindo ao mercado ; e para a sua apreciaco convidam-se os senbores agricultores '
virem a exposicao das memas na ra da Cadea do Recife n. 36 A, loja do Bastos, onde
encontrarao mais o-segrate :
Joaquim Jos Gon-
(jalves Beltro
RA DO TRAPICHE N. 17, 1. ANDAR.
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
co do Minbo, em Braga, e sobre os segnin:
tes logares em Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
GuimarSes.
Coimbra.
Chavos.
Viseo.
Villa do Conde.
Vrcos de Val de Vez.
Vianna do Caslcllo.
Ponteado Lima.
ViHa Real.
Villa-Nova de Famaliclo.
Laraego.
Lagos.
Covilha.
Vassal (Vilpassos).
Mirandella.
Beja.
Bnrcellos.
Preeisa-se
Debulliadores para millio.
'.vlindios para pMWfao.
Arados americanos.
Canrinh s de mfh.
tfachiuas para cortar .apira.
(pannos do chambo.
Bombas de h\>\
t tilas americanas,
lemas de ierro gahanisadas.
l'olhas de anco linas.
Hitas de cobre o lati.
ierro de todas as qualidades.
Arcos de ferro.
Falla de Flaudns.
Machados americanos.
Paces ditos.
l'.aiaios e restas de-verguinha.
J
Yassouras americanas.
finalmente muitos outros artigos pertencenles
liivrsidaile seria etil'adonlio ennumera-kos.
HP"^
Folies de todos os tamaitos."
Tornos e safras cara ferreiros.
Folha de ferro.
Ral.in;,;s americanas.
Tinas de madeha americanas.
I's de f< rro ditas.
f! ildes de imdeira ditos.
Ternos de bandejas finas.
Trema completos para cozinha.
Peneiras para padarias.
Raides galvauisados.
Correntes de Ierro para aimanjarras.
Espingardas c rewu!>er.
Guarda comidas.
Ferros a vapor para eogbuQ i.
Moinbos para reunaces.
lavoura e artes, que pela
Para aeumpanhar urna I'amilia que se relira para o
Rio de Janeiro, de duas criadas nrnstnmadas a
viajar e cuidar de enancas a tratar na ruado
Commcrci) n 31.
Aiuga-sc moa escrava cxcellentc cozinheira:
.i tratar no sobrado n. 50 da ra da Aurora.
Precisa-se de nm criado prourio para sitio :
a tratar na rua eslreita do Rosario p. 28._____
Luiz Foisc-a do Maeedo, tendo eomprado
em vmtc tantos de maio prxima pasando ao Sr.
Jos Pinto da Cunhao hotel LieboMtse, sito rua
estrella do Rosarlo n. II, ndmitiio nelle, coino sn-
ci> da iudusliia, com a inetade do lucro que por-
ventura liouvesse, a loSo Martn fien8, i como
no batanete a que se procedeu no diio lintel em
30 de junho prximo passado appareca gcave pn
juizo, como claramente se mostra dos lancamen-
tos nos livros, feitos pelos mosmo Viegas, declara
o annunciante telo despedido no dia Io do corren-
te, nfio se responsabilisando por qualquer debito
cpic appareca posterior a esta data, contratado
pelo dito Vigas. Outro sini,dedara quo qualquer
pap-.-imcnto de divida nertencente ao e menlo, e das qra no bafanceto fornn classiieadas
como activas em lima nlacao teita pelo nvsmo
Vlegas. so poderlo ser pagas ao aiiiiuiit'iai.ie. Be-
i>f..J da {UlMt 4a-lii. _______^^
Precisa-SC de ur.ia ama para eozinlure c.im-
iw pateo do Terco n. 63, se dir quem pre-
Do engenho Limla l-'lor, fugio no dia
10 de junbo, o cscravo pardo de nome An-
tonio. Ruga-so as autoridades policiaes, e
capit5es de campo, sua appreliensri). Jul-
ga-seque o dito escravo tomara a direcci
da'provincia de Alagoas (Colonia Leopoldi-
na). Quem o aprehendr ou quizer emn-
lia-|i) ou mesmo interceder para que jiao
seja castigado (o que de bora grado se at-
tendei) pile niamla-lo ao dito adflnho
Boro Destino, junto ao povoado do Trom-
hetrs, acata piaran. O rua do Livramentu
oujno sitio n. i de S Jos do Manguiilio.
Compra-se um escravo quo
entendadlo otlicio atratnr no escriplorio ileAmo-
rim Irmaos &. C na rua da Oruz
n.3.
urna carroca para boi
andar,
Compra-se
na roa da Cruz u. 8, 1"
Compra-se
um carro americano, de passein, de 'tia'ro rodas,
qoatru asseatoo, e que sirva para ora e dous ca*
vatios, aluda mesmo que eeteja em mcio uso, |>o-
rm beni conservado, o o tiver para vender annnneie para sor procurado
0 muzeo de joias
Na rua do Cabug n. \ coinpra-se ouro, prta
e pfcaa preciosas par prefas mais vaatajosoe do
que em outra qualquer parle.
Ouro e prata cm obras veihas, assini
como brilliantes sendo (te primeira qtiali-^
dsde; compram-se pop*mioi> irecoqoe
em otitia parte. Na loja de joias (Esme-
ralda) rin do Cabug n. 5.
ilTi M WHI
POB
ll'clovano Palhorcs
I bonito vul. impresso em Pars
->UOO
9II ua do Crespo9
Mvrnrla franceza.
A EXPOSICIO.
Nova loja de calqado estrangeiro
. pata liomens, senhoras e
meninas.
NA RUA NOVA N. 8
cm freate a canilln Lyra & Vianna, temi -pela experiencia
adquirido a certeza de que o publico desta
capital, era mal servido, pela falta de esta-
lielecimenles, surtidos do bous calcados,
sUuaram a sua nov- loja, na rua Nova n. 8.
Lyra A Vianna, convidara por isso a o
publico, e eorn especialidade ao bello sexo,
para visitar seu novo exlabelecimenlo de
calcados linos, maoufactarados pelos mais
habis fabricantes da Europa; ali encon-
irarSo sempre, todas as qualidades de cal-
s, solidos pela boa manufacturado,
ros, p'orscrdm muito novos, e vendidos
por pr'ei'o commodo, pata mereccrem a
coiifiaocd de seus dislmctos ffeguezes.
Compromelem-se a mandar vir encorr.-
roendas i!a rajados especiaes, e a exhibir
as obras de pliantasia e de mais aprmo-
rado gosto, alitu deque suas dislinclas fre-
goezas calvan e mosirem sempre o chique
da boliRS franeeza. Isto s na rua Nova
n. 8, loja da exposico de calcados de
Lyra A Vianna.
Na rua Nova n. 60, armiem da Liga, vendem-
sc sementes novas de borlalices e llores.
Vende-.-e tnn prtb Se 18 annos de liado
trata-so na rua da Itnperatriz n. i'i.
\Y:iicni-se dous bonitos cscravos, um mo-
lei|ue de 1(1 anuos, lioni cozinheiro, c um cabri-
nha de 10 ajinas : no terceiro andar do sobrado
n. IJ(5 da na das Ciuzes.
Papel para..embrulho
Compva-se papel para embrulho, na loja
doPavo, rua da Iinpetatrizi.. 60.de Flix
Pereira da Silva.
Na praca da Etfdependeneia n. 83, loja deou-
rives, coiiipni-scouro, prata, o podras preciosas,e
tambem se faz qualquer obra de eacomnienda, e
odo e qoalqner concert.
COMPRA-SE
moedas de ouro e prala de todos os valo-
res, ouro e prata em obras inutilisadas. e
brilhantes e mais pedias preciosas na lo-
ja de ourives do arco da Conceicao no Re-
rife.
prar
cisa.
Precisa-se de urna ama do idade
nhe bem, para casa de, homem s ilteiro
na rna Imperial n. 47. '.________
qu coz.-
a tratar
Precisa-se
Comprar una iimir tno^.i, prendada, o carinho-
sa para criancas : a tratar na rua do Kangcl n.
.". sobrado.das 8 s 10 horas da manliaa, e das
5 da tarde em diante.
E' por cerlo para admirar que oxistindu
em una rua de progressus, urna loja com
um completo sortimento demiudezas linas, Pegas
RIVAL III wsm
Rua do Quemado ti, 49 e 57 loja
di miudezas de Jos de Azeve-
dv Mata e Silva conhecido pin-
jse Bigodinho.
Esti queimando tudo quanlo lem em sea
estabelecimento para acabar e fazernovo
sortimento, por isso queirara vir ou mandar
ver o que bom e jarato.
Garrafas com agua florida ver-
dadeia....... 1-J200
Garrafas eoaiMaa divina dame-
lhorqualidade t,$500
Latas com superior banlia fran-
eeza ...... 200
Caixascom 12 frascos de cheiros
proprio para mimos 2#J00
Dita comjij frascos niHito linos (5800
Oleo baboza muito fino que s
a vista .,.....
Sabonetes de catanga muito bo-
nito ......
CaUas de p de arroz milito
superior .....
Pecas ile babadinlio com 10
varas i -. .
Gaixas redondas emiando tar-
taruga ;i......
de Ida de eos qualquer
largura .- .
Escovas paj-a unhas muito li-
nas ......
Escovas para denles fazenda
muito lina
Pulceiras de cuntas de cores
para meninos .
Caixas de traba branca do gaz
com 50 novellos '.
Caixas de linha bronca do gaz
com :10 novellos .
Pegas de tranga lisa de todas
as cores .....
Resmas de papel pautado muito
fino ...... .
Pares de butes para punais
muito bonito .i .
Libras de laa pa a bordados de
de todas s cores .
Pcntes com cosas de melal
muito nos .
Novellos de linha muito grande
para croxs .
Duzia de linha" froxa para bor-
dado ......'
Grosas de botoes madreperola
muito lino .' .
Sabonete mu lo finos GO, 120,
KiO, 240 c.....
de fita de la todas as
,,'J !f J::IUI>I( 'ODaSHV-HJ B13
)ufMi *sei||!|sed ap no sod ap bujjoj b qoe
srpiuioo =H(> OfpHOm i a-;-rnioi al|a *P o**ai o EUi.w|oq3 9 i:aq.ucip ap soiei
sou oip^uiai oji.ipcpja.v ouioa opepuamuiosaj a 'saiuaAJOsqB sapepsudoud sens ap oijziu
ma atUduiiRUtj ,i.ijum op ogJuaio.1 e cjikoo iiauo[|93\a aod oipauaj o ajuampmSa j
n sop o oSujqsa op scsoajou si5uaop sb sepoi ap [cjoS uio o ui?|bjisi;2 sp qpa
e e.iud zuej op Bupjpaui ap |Buaduii uuuapuov B|d opcpu,uiuioj.'j 9 epcv
KVLL
Precisa-.-e alagar nina escrava que
compre : na roa de S. Francisco n. -i'i.
cozinhe e
Preeisa-e de nina ama para cuantiar em
casa de. fMiiilia : na rua Nova de Santa Hila n.
o.l. 2" andar, _______ ____
sit
301139
Pro 'i a--' 'le uma '.uHier do" feria tido para
geoceiqtar t> dna criancas de e. .'; nnnos de
ida'lf, f fn;.T alguiru costura em urna c.isa de
pequea familia, pivt-i---> noein souberler ees-
erever para in-lraindn ditas criancas nos pri-
meiros rudimcHd's da liimo.i portuguesa a |ies-
- ja que siiver MStM cmidi.oes e poder abonar
sua conducta, annuncie por esta folha para ser
procurada, ou dirija-se por eacripto esta typo-
(iaphia i'. V.
Cozinheira
li.>.>.--e de. uma criada para eozinhar : na
rua do Imperador n. #, segundo andar.________
VENDAS.
de pao e cestas, rua larga do
Rosario.
Chegaram novos supprimentos de Inlaios de
todos os formatos, muito ateta e precisos as casas
de familia; tambem recebemos do Lisboa cera
branca em rolo para aecender loa*- ludo vende-
mos pelo menos que possivel. ______
K\m de MU\
''-a-
',**-.'
IVi-jvi-se de uina ;uiu de leilc
rua Seal 'Estancia) n. 8, sitio.
a tea ti i na
;E0 DE JOIAS
gomes de roanos irmos
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o fim de
dar-lhe maiores propor ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manha s 9 da noute na
RUA DO CABUGA N. 4
onde encontrarao um completo sortimento do que ha de mais elegante,,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubina e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREQOS DE BRILHAUTtS. ESMERALDAS E RUB1HS
de novos gostos, assim como grande variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gosto anda nao visto, e completo sortimento de
objectos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garantem
a qualidade dos objectos vendido.
Viuho.
A' rua do Livramentc n. 6, tem para, fender em
barris deqninto e incia pipa, o melhor vinho ver-
de at hoje, vindo a este mercado, e vende-se por
prec/is raznaveis.__________________
^BAIUTISSIMO
Vendem-se o >obrado n 17 rua do Pilar, com
excellentes commodos. sotan prande, quintal e
portao para a mar: a tratar na menina rua n.
3, Io andar.__________________________
ATTENCiO
e nao tenlia anda por este Diario [>a-
tenteado a lodos seus frc>tiezes, o sen
agrado o stnceridade, asiia vigilancia, e os
modas do sen basar.
Esta roa a prodigiosa rua do Cabug,
e esta loja a antiga loja daaguia d'ouro
runa das mais surtidas neste genero, e que
icsde s.'us principies usa desle modesto
litlo: modesto porque nunca foi estamplo
neste jornal, e modesto porque mudos o
olvidara, porbaver igual tm uma casa de
pasto, no ent etanto. como temos direito
de antiguidad, vamos destinguir o nosso
com aljjuas. annunejos, para o publico saber.
que a vrdadnira aguia d'oiuo
urna loja de miudezas a rua do Cabug n.
I A, onde se encontrar um completo sor-
timento de miudezas linas, e por menos
I (>|i)do que em outra qualquer parte, como
sejam :
Guipeur com uma e duas larguras preto e
branco, fitas largas de todas as cores e
com vistas.
Um completo sortimento de enfeites para
vestid?.
Fronbas com diversas inscripefies.
Enfeites para cabera.
Camnlias de Jacaranda forradas com seda
e com espelho na lampa, com a compe-
tente chave, propjias para guardar
joias.
Entremeios transparentes niuilo finos e de
todas as larguras.
Allmiis finos para 50, 100 e 200 retratos.
Binocjos dechagrem e marfim cousa muito
Superior.
Espelhos dourados proprios para sala.
Um completo sortimento de loques de todas
as qualidades.
Um completo sortimento de perfumaras
de todos os autores."
Lavas de Jouvin constantemen e frescas.
E outros mais objectos tendentes ao mesmo
genero que ludo se vender da forma per-
mitlida, na rua do Cabug n. I A, aguia
d'ouro, de Custodio A Bento,
cores ......
Gspelbos dourados para parede
' 16000 e .....
Espelhos de Jacaranda mudo
lino ii......
Pegas de trancas brancas e de
cores de caracol i .
Pares de meias mas para me-
ninos ......
Caivete muito fino com i fo-
llias ......
Carlilbas da doutiiua as mais
modernas .
Frascos de sndalo e patecholy
nmito finos .
350

mo
600
50n
1,5500
500
500
mw
nm
$800
1000
0 40
iooe
80000
m
Ii80
mei
5320
>.jC0
I 500
2000
O60
oc
15200
UTO BARATO SE VEftE!!
NO
No armazem de David Ferreira Bailar, rua do
Brum n. 92, ba venda os seguales gneros por
precos razoaveis :
IBoliuetes de balaaco
proprios para barcacas e hyaies. mailo superiores.
Vinho do Porto
em cfcxas de duzia de garrafas, c cm barris de
dcimo, do Porto, muito lino.
Furiiiha de mandioca
ba em saceos, nova e de superior qualidade.
Pedras de lotiza
muito proprias para lavagem de louca em co-
zinhas. .
RU
DA DE SAN-
Os
Vende-se a laberna da rua de Santa Bita
n. I, muito afreguezada : a tralaj- pa mesma.___
Veiide-*c uma parle, de, um sobrado sito a
rua Direita n. 127 : a tratar na rua estreila do
Bosaro n. lo, loja.
IM 0\S FAMILIAS
Rua Nova rt. 14
Acabam de ebegar para esta loja rande quan-
tidade de fustoes, sendo branco e amarello, assim
como temos grande pechineha eia liaziabas e al-
pacas de todas as qualidades, chitas, e*9s*s e ou-
tros maites abjectos por prteus commodoe.
Veodem-se dous cylindros ben conettoidos,
proprios para padaria, por mdico preso : a tra-
tar no pateo do Terco n. 63.___________________
Veodem-se duas casinhas meia-agoa* de pe-
dia e cal em bom estado, boa localdade, na o-
voaejio dos Aogados: a fallar nesta cidade, foja
de armacao fnebre n. 38, rua estrei'a do Rosario,
Batatas baratas
Vende-se a 800 reis o gigo, rua da
Madre de Deus n. 22,
Com dinheiro vista vende-se o sitio Limao
na povoacao dos Montes, ao pe da estacao de Una:
a traur com Jos Paulo do Reg Barreto, na villa
do Cabo.
Vende-se urna porcao de livros para o curso
dn 2." armo e tambem algumas obras de Chatu-
ibriand c romances, H operns italianas, tuno em
bom estado, no Corredor do Bispo n. o o; na mesma
casa precisa-se a lugar uma ama, que tenha muito
boa conducta, para tratar dn dos meninos e en-
;ommar para pequea familia; na mesma casa se
lira quem compra ou alnpa uma casa lora da
cidade nos arrebaldes, Manguinho Capunga.So-
ledade, Caminho Novo; que tenha boai sitio.
Vende-se uma machina de costura em per-
feiio estado : na trevessa do Queimado n. I, pri-
meiro andar.
NOVA N. 50 ESQUINA
TO AMARO
i propietarios Jos de Souza Soares
C, alm dos braiissimos piceos por que
eslo vendendo a grande variedade de arti-
gos de moda c novidades de bom gosto,
tanto para bomens como para senhoras e
meninos, vendem:
CHAPEOS moda imperial, de castor
branco para homens, fazenda lina, a I0|!
(o preco 14^00).
COQUES enfeilados para noivas, grande
novidade a 'i>500.
DITOS sem enfeite c de delicados mol-
des, sendo de seda imitaco de cabellos
a -8 e 3f?50O.
MEIAS superiores nglezas para homens,
a duzia de pares 7-5800 (o preco de 91
a 10000).
LEQUES de madeira sem differenga de
ndalo a 2000 e 2,$500, (grande pechin-
eha !)
DITOS com lentijoulas a 3(5 e 4,5000.
BARALHOS de cartas francezas boa fe
zenda, a 200 rs.
Vvl'EL inglez sem pauta, formato pe-
queo e fazenda superior, um pacote por
I000.
LINDOS cintos de palha enfeilados para
senhoras (grande novidade cm Pars) a
2;5500 e 3N.
DELICADOS corpinhos de cambrata bel-
lamente enfeilados a 65O0 rs. (admira o
preco I)
UMA grande variedade de lindos ob-
jectos para mimos, assim como muitos ar-
tigos de novidade e de apurado gosto que
se vende por presos baratsimos
\o Bazar da Moda.
Vende-se uu> moleque de t annos, uma mu-
lata de 10 annos, ama dita do 14, e uma preta de
io annos, tudo vindo do mato : na rua do Fogo
numero 9.______
H
Grande officina de
alfaiate
LIMA. LESSA A C0M*NHIA
Rua Nova n. 14
Tendo chegado, ltimamente contratado para
nossa ofllcioa, nm dos mais peritos alfaiates de
Lisboa, o Sr. Manoel Martinuo -Aive Gar ia, a
quem conflanjoaa direc^ao da rnaama ; portante I
convweidws como asamos de sua imprtanle te-
joora, vemos prevenir o re*peit<\vel puWico, que
nao ha ver quem possa execular q alquer obra
com mais perfeicio e por mais eaprichoso que seja
c-iffae*, eemo o dito Sr, Martmoo-AWes fiareia;
assim eoaao tems grande sorlimenlo de case-
miras, pajuios finos, btius de toda .qualidade,
camisas e rodas francenas,, chapeos de sol de
seda, scvalas c -ortiincuio
de fazeidas finas.
r
Vendem Augusto F. de pliveira & C i v*
Commercio, n. 42.
-
Para o armazem do Campos, na rua do
Imperador .o. 28.
Neste muito acreditado estabelecimento
acha se constantemente um variado sorti-
mento de gneros finos para meza e
cosinha e entre estes nomea-se apenas as
especialidades seguintes:
Queijos do serfo sendo de ruanleiga e
coalha.
Camares seceos do Maranho.
O verdadeiro caf de Moka,
O superior e bem conhecido peixe miraguaia
que- se vende a 160 a libra e i#500 a
arroba.
TARELLAS
de reducto as mais facis e mais com-
prehensivas, iudo.no
Armazem do Campos
\F6lha deFlandres
Xa rua da Cadeia, armazem de Silva Bar-
roca.
Taberna
Vende-se a taberna da rua da Concordia n. 94,
a qual est bem afreguera4a e tem poucos fundos
propria para algum principiante ; o motivo da
venda dir-se-ha ao pretendente em particular : a
tratar na Ponte-Velba n. 14 das 6 as 9 da ma-
nha e desta hora em diante n'esta tvpograpbm
Estopa para cola feto
Vende-se na. rua da Praia n. 1, por preco cop\
modo.
manteiga ingleza a 80 rs. : na rna da Maugucira
numero 2.
Nao mais cabellos -broncos
A tintura japoneza, para fingir os cabel-
los di eabetja e da barba, foi a nica admii-
tida Exposifao Universal, por ter ida
conhecida superior todas as prepamet-s
at boje existentes, sera alterar a saude.
Vende-se a 1^000-cada frasco na
5i.mi!,\flKtiEii-;a
Na rua do Apollo ri. i.'l veudem-se libras -
tcrlinaa a 13^300 cada uma.
-'
_,
- '


6
Diario de Pemambuco Terqa feira 6 de Julho de 1869.
GRANDE LIQIMCiO
WA IiOJA
ARMA
72.-Boa da Imperatriz. 72.
Alerta frejmezes
que Arara vai cantar.
Para vender suas fazemhis (baratas)
que mijito ha de agradar.
' 0 proprichrio tiesto estabeleeimento, tendo grande porfo de fazendas ero
ser, vai proceder urna liquidaro em todas as fazendas e roupas leitas existentes no
estabelecim'nto, agora (jue occasio de quem tem pouco dinheiro poder se vestir de
boi Aseada e baratsima como se poder ver no annuncio abaixo mencionado.
MADAPOLO BARATO A 3*500. BRAMANTE PARA LENCES A 2$.
Vende-se pefas de madapoliio entestado Vende-se bramante com 10 palmos de
de 12 jardas 33300, dito le 21 jardas ou largura para lences, a 2-v a vara.
22 metros 50, G>, 6^500, 7>30), 8;$000 e PECAS DE ALGODO A *-
9(5WK>.
V CHITAS FRANCESAS A 2S0 rs.
Vendem-se pecas do algodo
corpudo ;i tjS.?, 6800 o7|.
muito en-
\. 45
W. 45
Vendem-se chitas francezas para ?est- C oler Julios econmicas a 38 &
dos a 280, 320 rs. o covado, ditas escuras tliizia
ni lito finas 360 rs. o covado.
Chali multo Gao a S0 rs.
Vende-se chalip para vestidos le senliora
800 rs. o covado.
PERCALES A 410 US. O COVADO.
Vende-se percales muito linos para ves-
tidos de senliora a 440 rs. o covado.
Brilhaatiuas 44 rs.
Vende-se briihanlinas ou mursulinas de
cores para vestidos de se moras 440 rs. o
covado, lazinhas muito linas para vestidos
de senhora i 400 rs. c 500 rs. o covado,
ditas de quadrinhus ;i 240 rs. o covado.
RISCADO FRANCEZ A 3G0 RS. 0 COVADO
Vende-se riscado francez para vestido
de senliora 3G0 rs. o covado.
Ilaslnhas a IO rs. o covado.
Vendem se lasinhas para vestido de se-
nhora a 240, 280, 320 rs. o covado.
Cassas francezas a 280 rs. o covado.
Vende-se cassas francezas 280 rs. o
cevado, chitas francezas finas a 280 e 320
rs. o covado.
Chales de uierin Sfc.
Vende-se chales de merino estampados
*2#e 23500 cada nin, para acabar.
CORTES DE LAS AHEilTOS A 23400
Vende-se cortes de la para vestidos de
senliora, 23400 rada um.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS
Vende-so alpacas de cores para vestidos
de senhora, 720 e 800 rs. o covado, di-
tas de lislras 700 e 700 rs. o covado.
Chitas priisslanas 3BO.
Vende-se chitas prussianas de listras de
cores muito bonitas a 300 rs. o covado.
CHITAS PAR \ GOBERTA* A 320
Vende-se chitas incorpadas para coberta
320 rs. o covado.
Raides de 20 a 3 arcos
1 #.-*.
Veude-se baloes de 20 a 30 arcos
I430Q cada um, baloes modernos brancos
ede cores a" 50.
Vende-se colerinhos econmicos a 320
a iluzia, su se vende assim barato por ter
grande porcao.
CASEMIRAS DE CORES
Vende-so cazemiras de cores para calsa
e p.ilitt 23 25500 e 30 o covado,
Algodao enfestado 1.*.
Vende-se algodo enfestado proprio para
lences c toalhas, lo, a vara ou 000 rs. o
metro.
BRIM PARA CALCAS A 400 RS. O
COVADO.
Vende-se brim para calcas e palitots de
homem e menino, 400 e 440 rs. o co-
rad dito lizo aimilaco de ganga a 300
O covado.
Algodo de listcas a 80 rs.
o covado
Vende-se algodo de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
CORTES DE BRIM CASTOR A 640 RS.
Vuiide-so cortes de [ brim castor para
calca de homem, 640 800 rs. cada um.
CARTEIRA PARA VIAGEM A 1$.
Vende-se carteiras para viagem 13
cada urna, cobertores de algodo 13500
cada um.
loberas de chita iSOO
Vende se cobertas de chitas de cores
1,3800 e 23, caila urna.
ALGODAO TRANCADO DE EAS LARGURAS A
15300.
Vende-se algodo transado de duas lar-
guras, proprios para lences e toalhas para
mesa, se vende a 15200 o metro.
llantas para gravata a rs.
Vende-se mantas para grvala a 200 rs,
cada urna, lencos de seda de flores, a 640
cada om.
ATOALIIADO PARDO A 20500.
Vndese atoalhado pardo para toalhas
de mesa 23500 a vara, toalhas escuras
a 1(5. cada urna. Ra da Imperatriz loja
da Arara n. 72.
RIJA DA C'ADEIA
DE
, MENES, VALC\0 & C.
SOB A DIRECCO DO MUITO IIABIL ARTISTA
Launano, alfaiate.
Os propietarios deste novo estabeleeimento. tendo experimentado a necessidade
urgente de ter na dirceco de sua officina de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr. Lauriano Jos de Barros para -tal mister, convictos de que satisfar
com todo o capricho a vontade do freguez.
Tem o mesmo estabeleeimento om bom s^rtimernto de fazendas proprias para
roupas de homem, como sejam: casimira de cor, indos padres, completo-sortimento de
pannos finos, preto c de cor, casimira prefa, grande sortimento de bros brancos e de
cores, merinos de diversas quididades, bombazBa, lindo* cortes de gorguro para collete,"
gorgurao Pefcin, superior qualidade.
Os freguezes encontrado anda um Tariado sortimento de roupa feita, camisas
inglezas, collarinlios, ceroulas, gravatas pretas- e de phantasi, meias para bomens, se-
nhoras, meninos e meninas, chapeos de sC'd para sol, colchas, bramante, atoalhado,
baloes dfe dirersaa crese modelos, cambraias, malas para viagem, e oulros amitos ar-
tigos que a modicidado de seus precos incit a comprar.
A ra da Cadea n. 45
0 Garibaldi principia
Curtamente ha de agradar,
Que pelo preco que vai vender
Ninguem o pode igualar,
O proprietario deste estabeleeimento denominado Garibaldi, declara ao resp ita-
vel publico e seus freguezes, que tem recebido grande sortimento de fazendas, e est
constantemente rec^bendo por todos as vapores que chegam da Europa novo sortimen-
to de fazendas da moda, e que vender por prefo mais barato de que em outra qual-
quer parte, garantindo se a qualidade e cores, na ra da Imperatriz n. 56, de Lourenfo
Pereira Mendes Guimares.
CHITAS LARGAS A 280 rs.
Vendem-se chitas francezas de cores fi-
xas a 280, 320 o covado, ditas matizadas
escuras a 360 rs. o covado.
MADAPOLO ENFESTADO A 30500.
Vendem-se pecas de madapolo enfes-
tado a 35500, dito inglez de 24 jardas a
50, 60, 65500, 75500,83, e 100 a peca.
ALGODO TRANCADO A 10200 O
METRO.
Vendem-se algodao de duas larguras pro-
prio para lencos e toalhas por ser muito
largo, a 15200 rs. o metro.
RISCACO FRANCEZ a 360 rs.
Vende-se finissimos riscados francezes
proprio para vestido de senhora e roupa
para meninos por ser de bonitas cores a
360 rs. o covado.
BRAMANTES PARA LEN0ES A 20 A
VARA.
Vende-se bramante de dez palmos de
largura proprio para lences a 20 a vara.
Chitas anizonas a 360 rs.
Vendem-se ricas chitas de listras de um
de nome amzonas, para vestidos de se-
nhora a 360 rs. o covado, deste preco e
qualidade s na loja do Garibaldi.
AOS SENHORES DONOS DE COXEIRAS.
Na loj do Garibaldi, ha urnas casemiras
de listras muito encorpadas proprias para
forrar carros, e se vende muito barato por
ser muito largas, preco a 20500 o covado.
ALGODAO ENFESTADO A 10 A VARA.
Vende-se algodo enfestado muito largo
proprio para lences a 10 a vara.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
ouO rs. O COVADO.
Vendem-se alpacas estampadas de cores
500 rs. o covado propria para vestido de
^nhora.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 30500.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 30500 cada um.
BRIM HAMBURGO A 80000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
burgo com 20 varas a 80, 90 e 103 a pega.
Cortinados para jaaellas a J.
Vendem-se cortinados para janeas a 70
o par, ditos para camas francezas a 440 o
cortinado.
angas para calca a 3 SO rs.
Vendem-se gangas de cores para caifa e
palitots de homens e meninos a 320 rs. o
covado, brim de cores a 400 e 440 rs. o
covado.
Lasinhas de quadi'inhos a
-lO rs.
Vendem-se lasinhas de quadrinhos para
vestidos de senhora a 240 rs. o covado,
ditas estampadas a 280 e 320 rs. o covado.
POPELINAS EM LAA A 640 RS.
Vendem-se popelinas em la da listra
para vestidos de senhora a 640 e 800 rs.
o covado.
CORTES DE LAA A 20460 RS.
Vendem-se corles de la de listra arpa
vestidos de senhora a 20400 rs. para aca-
bar.
LA CHINEZA A 500 RS O COVADO
Vende-se la chineza para vestido de se-
nhora a 500 rs. o covado.
Casemiras para calcas.
Vendem-se casemiras cor de caf, preta
e azul escuro com listras, para calcas e pa-
litots, fazenda muito encornada, propria
para o invern, sendo de duas larguras
que 1 3/* covad-'S d urna caifa para ho-
mem pelo prefo de 20500 o covado.
Alpacas lizas para vestidos a
800 rs. o covado.
Vendem-se alpacas lizas e dobradas para
vestidos de senhora 700 e 800 rs. o covado,
BALOES DE ARCOS A 10500.
Vendem-se baloes de 20 e 30 arcos a
10500 cada um, por este preco s na loja
do Garibaldi,
BRIM TRANCADO PARDO A 800 RS. O
METRO.
Vende-se brim pardo trancado a 800 rs.
o metro, dito muito fino a 10200 o metro.
BALOES MODERNOS A 50000.
Vendem-se balSes modernos e de cores
a 50 cada um.
CASSAS FRANCEZAS A 280 RS.
Vendem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 280 e 320 rs. o covado.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10*.
Vendem-se chapeos de sol de seda a
100 e 120, na ra da Imperatriz, loja do
Garibaldi n. 56.
iiiuL m
jiua do Quemado na. 49 e 57
lojas de miudezaz de Jos de
Azcvedo Maia, est acabarreh
com as miudezas de seus estabe-
lecimentospor uso qtteram apre-
ciar o que c bom e baratissimo.
Pares do sapatos de tranfa fa-
zeivla nova a......25000
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a......10500
Du/.ias de meias evuas para ho-
mem a........35800
Tramlas do Porto fazenda boa
epelo preco inclhor 100 altos a
vros de misses abreviadas a .
Duziade barataos francezes muito
finos a25iOO e.....
Silabario portuguez com estam-
pas a ........
Grvalas de crese pretas muito
linas a........
Duzias de meias para senhora fa-
zenda boa a......
Redes pretas lizas muito finas a
Cartes com eolebetes de lato
fazenda lina a......
Abotuaduras de vidro para colete
fazenda lina a. .
Caixas cora penna d'afo muito
finas a 320, 400, 500 e .
Cartes de linha Alejandr que
tem 200 jardas a .
Carreteis de linha Alexandre de
70at200a......
Caixas com superiores obreias
de massa a......
Duzias de agulhas para machina
Libras de pregos francezes di-,
verso tamanho a. .
Livros escripturado para rol de
roupa a. ...... .
Talheres para meninos muito
finos a. ,......
Caixas com papel amizade muito
fino a ...... .
Caixas com 100 envelopes muito
finos a........
Pentes volteados para meninas e
senhorasa.......
Tbezouras muito finas para
unhas e costuras a. .
Tinteiros com tinta prela muilo
boa a 80, 120 e .
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a. .
Duzia de phosphoros de segu-
ranfa da melhor qualidade a
400 e........
Pefas de fita branca elstica
muito Tina a......
Novellos de linha com 400 jardas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino a....... 20500
Pefas de fitas bordadas com 3
varas a....... 500
Ditas de ditas bordadas com 12
metros de 20000 a 30000
Grozas de botes de loufa muito
finos a........ 16C
0200
20000
208OC
0320
0500
45000
0320
0O2fi
0500
10000
0100
0100
5040
25000
0240
0240
0700
0600
0320
0500
5320
0160
LOJA
DO
GALLO VIGILANTE
l&ua do Crespo n. 9
Os propr*Uros deste bem conlieodo estabele-
eimento, alera dos niuitos objectos (juc tinham ex-
postos a apreeiarao do respeitavcl pnWieo, mati-
(l.inm vir e acabam de reeber pelo ultimo vapor
d;i Europa uit> completo e variado soptimento de
linas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvidos a> vender, como de sen costume,
por prcros milito baratinhos e commodo para to-
dos, com tanto que o Gallo.-.
Milito superares lavas de pellica, preftg, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas c bonitas gollinhas e punho para se-
nliora, neste genero o que lia de mais moderno.
Superiores "pentes de tartaraga para coques.
Lindos e riquwsinios enfeiles para caberas das
Hxmas. senliora.
Superiores trancas pretas e de cores coia vidri-
aos e sem elles; esta fazenda o quo pode haver
de melhor e ma* bonito.
Superiores e bonitos leqoe de madreperola,
raarfim, sndalo e- osso, sendo aquclles francos
com lindos desenlio, e estes petos.
Muito superiores meias fio de Escossia para so-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30000
a tluzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
alm dcstas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidade, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de mari com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alen destas temos tambem grande
Suanlidade de outras qualidade, como sejam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cuicoinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas rapellas para noiva.
Superiores agulhas para' machina e para erox.
Linia muito boa de peso, frouxa, para enchur
labvrintho.______________
Bons liramos de cartas para voltarcte, assim
5*20 como os tcntos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das raelho/es per-
fumarias e dos melhores o mais tonhocidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsocs, e
facilitam a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisaren!, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
Sara que sao applicados, se venderlo com um mui
minuto lucro.
Rogamos, pois, avista dM cbjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do'Crespo n. 7._________________
Grande" e completo sortimento de machinas para
desearocar algodo de nova invencao chrgadas l-
timamente ero direitura para a loja de Manoel
Bento de Oliveira Braga & C, na ra Direita n.
''. Garntese i|iic i melhor qualidade que at
o presente tem vindo ao mercado : acham-se em
expoirao aos compradores.
Systema decimal.
Grande e completo sortimento de pesos kilo-
grammos de melhor coniprehensao dos que tem
vindo at o presente, assim como mareo* de lato
at me gramnto pelo mesmo systema, balancas
de latan de forea de S a 20 kilugraimnos, metros
ile madeira e ifc'lato para medir fazendas, alm
de grande sortimento de miudezas c ferrageqs de
todas as quahdades, tudo por precos que s a vista
faz crdito : na ra Direita n. Si, loja de Manoel
Bento de Ohveira Braga & C.
21
500
200
60
Scbonete de alcatrdo.
M
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que t5o boa
accetaca"o tem merecido n'esta provincia,
muito se recommenda para a cura cerU
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholomeu A C,
34ra larga do Rosario34.
Libras eouro nacional, moedas
de 5 francos.
edoende-se no arco da Conceif5o na loja
Vurives, no Recife.
CAZ GAZ CAZ
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster &
C, ra do Imperador, nm carregamento de gai
de primeira qualidade; o qual se vende em partida;
e a retalho por menos preco do que em outra qual-
quer parte.
BALANCAS
PELO NOVO SYSTEMA DEKILOGRAMMA
COM OS RESPECTIVOS PESOS.
Venderse no armazem de J. A. Moreira
Das, ra da Cruz n. 25.
PAST1LUAS ASSIiCARADAS
DO
DR. PATERSON
De bismtiih e magnezla.
Remedio por excellencia para combate'
a magreza, facilitar a digestSo, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomeu & C.
34------Ra larga do Rosario------34.
RAP FCfTILAP.
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXEIRA FREDERICO & C.
Acaba de chegara este mercado umaporga des
te ptimo rap, nico que pode supprir a falta do
princeza de Lisboa por ser de agradavel perfume,
E' fabricado com superior fumo e pelo melhor
systhema conhecido, tendo tambem a vantagem de
ser viajado, o que para este artigo urna espe-
cialidade. as pracas da Baha, do Rio de Janeiro e
outras do imperio tem o rap Popular sido asss
accolhido, e provavelmente aqni tambem o ser,
logo que sejafeonhecido e apreciado. Acha-se
veuda por preco commodo, e para quem comprar
de 50 libras para cima, far-se-ha um descont de
3 0/0, e de 500 libras para cima o de 8 0/0 : no
escritorio de Joaquim Jos Goncalves Beltrao,
ra do Commercio n. 17.
Vende-se a verdadeira graxa do bem conhecido
abricante Day & Martin n. 97 : no armazem de
J. A. Moreira Dias, ra da Cruz n. 26.
Milho
Vendem-se saceos com milho, no trapiche da
Companhia : a tratar no mesmo, e no Io e 2 an-
dares da ra da Cadeia velha n. 1.
CADET
CURA
lCERTAeINFALLIVEL
em tres das
[Ph^BDenairiy
PAR I S
POS DE ROG
Approvadot pela Academia imperial
de medicina de Parii
Cm frasco do P de Bog, dissolvido
em urna garrafa d'agua, d urna limonada
agradavel, que purga rpidamente e de
um modo cerlo, sem causar a menor
irritacao como acontece com a maior
parle dos outros purgantes. O p de
Bog, sao inalleraveis por isso erapre-
gam-se fcilmente em viagem.
em I:io-J.im;h.o, Dtponckt'le; Cktitlet.
em l'EKMiuico, Huurer t C*
Di'puill

AVISO
aos eonvalescentes e spessoas
fracas e debilitadas
OQUINIUM LABARIUQUE apprOTDdo
pela Academia imperial de medicina da
i 'nrii i o tonno por excellencia.
Vpl't
cm Rio-Jameiro, DHpoHchttlf, Cheiolot.
cm I'kh^ahuuco, aurer A C".
NOVA ESPERAHCA
Kua do Queimado 2)
Advertencia!
A Nova Esprenla., ra do Queimad
n. SU tendo em deposito grande quantidada
de miudezas, e como se approxima o tem-
po em que tem de ser dado o balanco, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resol vida a vender snas mer-
caduras pelo baratissimo preco, para assim
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, venLam os bons fregue-
zes, e os que nao forem venliam ser fregue-
zes, em tempo t3o opportnno quando i
NOVAESPERAKCA convida-os pechiueha-
rem, pois que para comprar-se caro, nao
falta aonde e a quem...
Elle quer e ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Paris) mer sem-
pre primar em nos remetter objectos de
gosio e perfeicao, e ella (loja da Nova Es-
peranza) quer sempre dividir cora seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, c por este lidar continuo (d'ambos) i
Nova Esperance ra do Queimado a. 21,
alm do grande sortimento que j tinha,
acaba de receber mais o seguinte:
Bonilos broches, pukeiras e brincos de
madreperola.
Papel e envelopes bordados e mati-
sados.
Papis proprios para enfeitar bollos e
batuleijas.
Brincos pelos com dourados (ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos galloes, franjas e trancas de
seda e de 13a, para enfeites de vestidos.
Botoes de todas as cores e moldes novoa
para o mesmo fim.
Trancas pretas com vidrilhos sendo com
pengentes e sem elles.
Botoes pretos com vidrilhos c'm pingen-
tese sem elles. f
Luvas de pellica, camurca e excossa.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos.
Delicados leque de madreperola, mar-'
fim, osso efaia.
Espartilho simples e bordados.
Bengalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimento de
miudezas ra do Queimado n. 21,'na
Nova Esperanca.'
Collares anodinos ellectro-magnett
eos contra as convulces das
creancas.
N3o resta a meiw divida, de que mmto
collares se vendem por ah intitulados ot
verdadeiros de Royer, e eis porqae Tnuitot
pais de familias nao creem (comprando-os)
no effeito promettido, o que s pdem dar,
os verdadeiros; a Nova Esperanca, porm
que detesta a falsificac5o principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes collare
e garante aos pais de familias, que so o
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
cas tem Salvado do terrivel incommodo d
convulcoes, assim pois preciso, qu ve-
nham a Nova Esperanca a ra do Queimado
n. 2i comprarem o salva vida, para sena
filhinhos. antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando et5o ser &
fficil alcancar-se o effeito desejado, embor
sejam empregados os verdadeiros collare
de Royer.
CUBA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galonpean.
Deposito especial
Pharmacia de Bartholomeo & C.
34------Ra larga do Rosario------34.
. COGNAC.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch & C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, forneccm para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just, roa do
commercio n. 32.
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo eficaz, e preferivel a todos os
conhecidos, j pela certeza de seu resulta-
do, ej pela fcil applicaco as creancas,
quasi sempre mais atacadas de t3o terrivel
e muitas vezes fatal soflrimento.
NICO DEPOSITO
NA
Pharmacia e drogara.
DR
Barthomeu & C.
34Rna Larga do Rosarlo34
VINHO
DE
BORDEAUX SUPERIOR.
CHATEAU LA ROSE.
CU ATE AU RAIZAD
Em casa de Rabe Schmettau & C. Corpo
Santo n. 15.
Na fabrica do fallecido subdito fran-
cez Joo Vignes, existe um bom sortimento
dos muitos acreditados pianos, os quaes se
vendem mdicamente para liquidado.
MASSA c XAROPE
DECODEINADEBERTHI
Preconisados por todos os mdicos contra os I
DErXUXOS, CATHARROS, E TODAS AS|
IRRITAQOES DO PE1T0.
V. B. O Xarope de Codeina que mereci a I
honra, alta bem rara entre 01 tlcdicamenloel
novo$, de ter registrado como um do medir-1
mentos ofliciact do Imperio Francti di$pen$a\
qualqucr elogio.
AVISO. Por causa da repreliensivel fals-|
ficaeio que tem suscitado o felii resultado do I
Xarope e massa de Berih somos Toreados al
lembrar queesle*medicamento* taojusiamcnle|
conceituados s se
Tendera em caixin-
has c fruscui Ictan ijo
a assignatura em
ueste.
> 46, Ru des colct, e na Pharmacia Central I
de Franca, 7, liue de Jouy, cm Paris, c em|
todas as Pbarmacias principucs do Bi
BAZAR UNIVERSAL
SORa NovaO
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que se ven-
dem por precos commodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas'
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposic3o servicos a electos para alrao-
CO e jantar, salvas, bandejas, taboliros, bol-
sas e malas para viagem, indispensaveispara
senhoras, candieiros para sala e cima de mesa,
parede e portal, mangas,' tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farinha, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e crianca, bercos, cadei-
ras longas para viagem, ditas de bataneo,
espelhos de todos os tamanhos, molduras
para quadros, gaz, baldes americanos, gur-
da comidas, brinquedos para criancas, um
completo sortimento de cestinbas, oleados
para sala e mesa, tapefcparasala, qaarto,
frente de sopb, janella fibrta, capachos de
Sparto e coco, objectqfBra escriptorio e
muitos outros artigos j se encontraro
venda no mesmo estabj
a pena ir examinar.
Alegrat-vos myopes, e presbytas, j pe-
deis ver de longe, j podis ver de perto,
nao ha mais vistas curtas, nem caneadas.
F. J. Germann acaba de receber pelo ulti-
mo vapor um rico e variado sortim- no de
oculos, lunetas, pince-nez, face -maia, Ior-
gaons, do ouro, prata, tartaruga, marfim,
ac, bfalo, ncar, unicornio emekhior;
assim como binculos d5 urna a tres mudan-
Cas para theatro, campo e marinha, da ulti-
ma invencao ; duquezas, vienezas de 6, 8 e
12 vidros, tudo dos melhores fabricantes da
Europa.
O mesmo vapor trou-
xe urna excellente ma-
china para graduar e
observar numero dos
vidros qoe senecessita
conforme a vista de
qualquer pessoa.
Tem excellentes sterioscopos, instrumen-
tos de mathematica, barmetros, vidros de
chrystal do rocha, e de cores para resguar-
dar a vista; eoncerta todos os objectos
precos commodos e com promptido; tira
o mofo dos vidros e encarrega-se de toda a
encommenda relativa a ptica.
Receben tambem os excellentes relogios
do antigo e afamado fabricante Roben Gerth
&C, os quaes vendem preces commodo9
garantindo a sua superior qualiaade.
ento e que vale
Vende-se um mallo muito novo e carre-
gador baixo, o qual existe na matriz da
Varzea, ra do Fogo, em casa de Jo5o
Simoes Ferreira,
CAPSULAS MOLES
DE
ALCATRAO
Remedio por excellencia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchites,
catarrhos, tosses convuislvas, escarros san-
guinos, e outras molestias do peito.
VENDE-SE
PHARMACIA- E DROGARA
DE
Bartholomeu & C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
ESCRAVO
Vende-se um lindo escravo de 18 annos de ida-
de : na ra de Apollo n. i.
V cxposl^n
A loja de calcado na rna Nova n. 8 em frenle
camba do Carmo, tem grande sortimento de boti-
nas para hornera, recebido neste ultimo paquele,
e vende barato.
Vende-se um lindo escravo peca
boa do Carmo n. t.
na cam-



.
4

J
Diario de' PernaiuLuco
C^ordeiro previdente
Rna do inclinado n. te.
noto e variado scrtiniento de perfumaras
finas, e outros objectos.
Ajm do completo sortimento de perfu-
maras, de que elFetivamente est prvida a
loja do Cordeiro Providente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se*torna
notavel pela variedade de objectos, superiori-
dade, quatidades e commodidades- de pre-
os; assim.pois, o Cordeiro Providente pede
e espera continuar a merecer a apreciaco
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular; nao se afas-
lando elle de sua bem conhecida mansidao
e barateza. Era dita loja encontrarao os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentriScia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservadlo do
assei da bocea.
Cosmetlqoes de superior qualidad e chei-
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
e outras qaalidades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples eenfeitados.
Essencia imperial do fino eagradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas o agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
E3*racto d'oleo de superior qualidad,
com escolliidoscheros,em frascos dedilfe-
rentes laman nos.
Sabonetes era barras, maiores e menores
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos rauito finos em caixinha para barba.
Caixinoas com bonitos-sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada contenda fi-
nas perfumaras, maito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes novos e elegantes, com p de arroz
o boneca.
Especial p de arroz sem composico de
cheiro, e por isso o mais proprio para crian-
cas.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras differente6^
qaalidades tambera, para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada niais coques.
Um outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filets de vidrilhos
o alguns d'elles ornados de llores e fitas,
esto todos expo'stos apreeiacSo de quera
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUXHOS BORDADOS.
Obras de milito gosto e perfeicao.
Flvellas e fitas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS.
O que de melhor se pode encontrar neste
genero, sohresaliindo os delicados ramos
ominados para coques.
K
QUE SE LIQUIDAM
A OINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO
FlBIiIX PEREIR1 DA SIIiVA.
O proprietario d'este estabelecimento convida ao respeitavel publico desta ca-
ntal a vir surlir-se do grande sortimento que tcm de fazendas, tanto da moda como de
lei, assim como de um grande sortimento de roupas para homens e meninos, e as
pessoas que negociam em pequea escala, tanto da pracatomo do mat?, aesta casa
poderlo fazer os seus sortimentos em pequeas ou grandes porcoes, venoenio-se-lhes
pelos precos que se compram as casas inglezas ; assira como as excellentissimas fami-
lias, poderlo mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou se Ihe as mandam
levar em suas casas pelos caixeiros d'este estabelecimento, que se acha aberto con-
stantemente desde ds 6 horas da manha s 9 fla noute.
Vinho degestivo de
ehassaing"
COM
PEPSINA E DIASTAEX.
Remedio por cxcellencia para cura certa
das digestes dilliceis e completas, a calmar
as dores gastralgicas, e reparar as forcas
produzindo urna assimulaco completa dos
alimentos; sendo mais um escolente tnico.
VETDE-SE
PHARMACIA ^E DROGARA
DB
Bartholomea & C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
FUHDICAO 00 BOWMAN
Kua do Brum o. 535.
PASSANDO O CHAFARIZ
Tem sempre deposito de todo o marinis-
mo empregado na agricultura da provincia,
entre o qual:
Machinas de vapor, para assucar e rara
algodao.
Rodas d'agca.
Motores de diversas especies.
Moendas de canna.
Rodas dentadas, para animacs, agoa e
vapor.
Tixas de ferro, batido fundido e de
cobre.
Alambiques.
Arados e instrumentos d'agricultura.
Descarocadores d'algodo etc. etc.
Havendo em tudo variedade de tdmanho
desde o menor at o raaior que se costu-
ma empregar.
ni ni i liU.l I.HIUIfJ.
Vende-so manteiga ingleza maito boa a 900 rs.,
14, e 1120 a libra, amito lina, presumo de La-
mego a 800 rs. a libra, carne do sertao a 360 rs.,
.'iuguica fina em latas a 1 a libra, farollo, sacco
de 4#100, e u de Lisboa fino a 5*100 : no pateo
Panizo n. 80. _____________
XAROi'E PS1TORAL
DE
RABO m TATIT
PLANTA DO BRASIL
E expectorante e recommendado as
affeccSes do peito, bronchite chronica, he-
moptise, e tosse chronica.
PREPARADO POR
JOAQUIM DE ALMEIDA PINTO
PHARUACEUTICO
Pernamtmco ra larga do Rosario n. 10.
k
Vende-se terrenos de produeco o com
arvores fructferas e prximo a esta-
c3q dos trilhos urbanos do Recife
Olinda e Beberibe, no becco do Espinheiro,
podendo quem quiser dirgir-se nos domin-
gos, ao sitio n. 6 na estrada de Joo de
Barros, o nos demais dias, ra da Impe-
ra triz n. 68,
Vend' -se
a taberna da ra de Hurtas n. 43. em vina-
de de mu :rar-so para fra : a tratar
na m-
Explendido sortimento de
Alpacas lavradas de cores a .O
Alpacas a 360. Alpacas a 560
Alpacas de cores
Na loja do Pavio ra da Imperatriz n.
00, vende-se uns poucos de mil covados
das mais lindas e modernas alpacas lavradas
com as mais modernas e bonitas cores,
proprias para vestidos e roupas para meni-
nos, tendo entre ellas azul, lyro, roxo, cor
de canna, verde claro etc. c os lavrores
muito miudinhos asseutados era urna s
cor; para se poder retalhar esta fazenda
pelo barato preco de 360 rs. o covado, foi
preciso fazer-se urna grande compra deste
artigo, o qual grande pechincha.
Aos dez mil covados de eassas
francezas
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300
Covado a 300 Covado a 300
Covado a 300 rs.
Vende-se na loja do Pavo ra da Im-
peratriz n. 60 una grande quantidade de
mil covados das melhores casas francezas
para vestidos, tendo padres miudos e gra-
dos, assentados em todas as cores, estas
eassas sao propriamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a chita, e alm dos padres
serem rauito bonitos, sao todos fixos e sera
fazenda para muito mais dinheiro, mas re-
talha-se a 300 rs. o covado.
Espartilhos a 3$000 na loja do
Pavo
Vende-se urna grande porco de esparti-
Ihos modernos com o competente cordo,
tendo sortimento de todos os lmannos, e
vendem-se a 3# cada um.
MADAPOLO ENTESTADO A 3600, S
NO PAVO
Vemlem-se pecas de madapolo enfestado
com li jardas, sendo muito incorpado pelo
barato preco de 3600 ris, assim como
pecas de algodosinho com 16 jardas
40BtiO e 5$000 ris.
GRANDE PECHINCHA
EM
A pataca o covado
' PERCALLAS A 320" RS.
AOS DEZ MIL COVADOS
PERCALLAS A 320 RS.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
00. vende-se urna grande porco de per-
callas francezas proprias para vestidos, sen-
do de cores lixas e mais larga que as chi-
tas, tendo os pannos muito encorpados e
com os desenhos mais bonitos que tcm
viudo ao mercado, tendo padres miudos e
grados o vende-se pelo baratissimo preco
de 320 rs. o covado, garantklo-se estar esta
fazenda em perfeito estado, e vendendo-se
por este baratissimo preco para apurar d-
nheiro.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 10800
Chegou para a loja do Pavo, ra
Imperatriz n. 60, urna grande porco de
peas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o eumpri-
mento de um lencol, o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; e vende-se pelo
Casemiras da moda
NA
LOJA DO PAViO
Chegou pelo ultimo vapor francez, um
grande e verdadeiro sortimento das mais
modernas e mais finas casemiras para cal-
cas, paletots ecoletes, tendo lisas, com lis-
tras e com listra ao lado, tendo para todos
os procos, e afianca-se venderem-se muito
mais barato do que em outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qualquer peca de obra, a vontade do
freguez, para o que tem um bom alfaiate.
Aos quiihentos palitots .
a 18$ e 20#000.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
00, vendem-se urna grande porco de pa-
litots sobrecasacados, e propriamente so-
brecasacos do panno preto, sendo obra
muito bem acabada pelos baratos precos
de 18$, sendo forrados de alpaca, e de
20j! forrados de seda; esta fazenda a nao
se ter comprado urna grande compra, seria
para muito mais dinheiro, porm liquida-se
esta pechincha pelos precos cima.
POUPELINAS A 500 RS. O COVADO.
Na loja do Pavo, na ra da Imperatriz
n. 60, vende-se um grande sortimento das
mais lindas poupelinas ou lazinhas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de creancas, com as mais modernas e bo-
nitas cores ; padros com listrinhas raiudi-
nhas, que se vendem pelo barato preco de
500 rs. o covado, pechincha que se acha
nicamente na loja de Flix Pereira da Sil-
va, na ra da Imperatriz n. 00.
AS CAMBRAIAS DO PAVO
Vendem-se finissimas pecas de cambraias
lizas transparentes tanto inglezas como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
precos de 50000 at 100000 a peca, assim
como finissimos organdys branco liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a 10000, a vara, na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Cortinados
Para camas e janeHas.
Vende-s um grande sortimnlo aos me-
lhores e maiores cortinados bordados pra-
prios para camas e para janellas, que se ven-
dem a 120000 rs. cada par ate 250000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO A RA DA '
IMPERATRIZ N. 60
Acha-se-este grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
sendo cateas palitots e coletes de casemira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assira como na mesma loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, coma maiorpromp-
j tidao vontade do freguez, e nao sendo
dajobrigadosaacceita-las, quando-nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'esto vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho e algodao e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
11--RUA DO QUEINAD011
DE
AUGUSTO PORTO & C.
Receberam superiores vestidos de blond com manta e capella para noivas, que
vendem-se por precos mais mdicos do que em qualquerolra paite.
SAHIDAS DE BAILEde cachemira branca ede cores o que ha de mais lindo.
BASQUINESde renda pieta, e de gorguro preto, p que ha de mais
elegante.
CHAPEOS DE SOLpara senhoras delicadamente bordados.
BALOESbrancos e de cores para senhoras e meninas, esparlilhos, saias bor-
dadas, e saias de la com barras de cor.
GORGUROde seda branco e preto para vestidos, sedas de cores, moirean-
tique branco, e grosdenaple branco, de cores e preto, princezas, bombazinas pretas,
alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
f..i h.

b$ $MAltf
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis-
lain
Tintura ndelevel para Ungir os cabellos,
sem manchar a pelle.
A bem conceituada agua-florida de Guis-
lain que ento era des conhecida em Per-
nambuco, j hoje estimada o procurada
por seu efficaz resultado, e ainda mais se-
r, quando a noticia de seu bom effeito e a
experiencia tornar de todos conhecida.
A agua-florida de Guislain composta ni-
camente de vegetaes inoflensivos, tem a
propriedade extraordinaria de dar a cor pri-
mitiva aos cabellos, quando estivercm bran-
cos, e Ibes restituir o brlho perdido, e as-
sim como preservar de embranquecer, sem
ser prejudicial de modo algum.
E' porm necessario fazer conhecer, que
o bom resultado produzido pela agua-flori-
da, nao instantneo, como muitas pes-
soas talvez supponham,- mais sim ser pre-
ciso fazer uso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obter o fim desejado, como bem
provam testemunhos de pessoas insuspei-
tas, e d'ento por diante, basta usa-la duas
vezes por mez, contando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia ser feita em
outra qualquer cousa.
Assim pois esta agua-florida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
ra do Queimado a. 8,
A Aguia Branca, contando com a protec-
fo de sua boa freguezia, tambem capricha
em nao lh'a desmerecer, procurando sem-
pre corresponder a idea favoravel com que
a honrara, e em prova ao que fica dito, d
como exemplo o explendido sortimento
que acaba de receber, ainda mesmo achan-
do-se bellamente provida do que de bom
e melhor se pode desejar nos gneros que
sao de sua competencia.
Haja vista aos necessarios livros de missa
e_oraco, obras de apurado gosto e perfei-
fo, sendo: com capas de madreperola e
tocantes quadros em alto relevo.
Ditos com ditas de marfim igualmente
bonitos.
Ditos com ditas de velludo, outros i m
tando charo machetado.
Ditos com ditas de marroquim com cruz
e guarnico, dourada ou prateada.
Coras e tercos de cornalina.
m i m\m i n
B'coHonitii. niilidadc e utodecao
mercado.
eiIEGl'KM .V PECfHJiQU. ^
Balesjrsneez -, arc< "pequeos e pau-
to, pan ,i
Cufcniiras twoilos padrOes, com
lsti..fl i ni,) tJSBQ
Ditas iranr. m, rom llstras
larga*, covao 4*m'iO
I)t,.s ditas me-etoaV, covado 3
'.>.- largas rom Imbu d teda para
senboru o proprias Jo montara, co-
vaic. I-. pro
Paletota lo tdpac pelos Se. eerea 4 r i
Alpacas lisas ao curca imiito llns o liona
Hoa para, senhora, favado, rs. 8C0
(^aiiiiiiaius de ouiv, ararloi padrSea,
rovado, rs. glO
Hilas do coros, mais fina?, onvad. rs. 31 O
Dita* miudas. inojenns, iinssirna>. (Ova-
do, rs. 400
Ditas de flore* ramies e Petras, co-
vado. rs, WKl
Colarinios de linflb do divorsos pistos, rs: -4C0
Ditos de dito muito linos, chegados no ul-
timo paqnese, os. 6C0
Chitas claras, buASlinl;is, covado,rs. :>>
Ditas oscuras, helios padres, covado rs. 400
Ditas coloridas, unas, | roprio pan familia
covado, rs. 4(0
Ditas risoaihiilr -, variados padioo>, co-
vado, rs. 30
Ditas escuras econmica?, covado, f. 368
Ditas de boa compo?;ao de titas, covado 320
Ditas claras econmicas, covado 840
ltoupas o mais artipos que Sea a pedido da res-
peitavel froguezia. dando-so ama-tra do tudo.
Calcado para homem
Mendos Fahao k C. receberam nm sorlimento
de borzeguiM do Soto de diflbrentes cioalidaclc;,
sondo calcado liesoo > bfia acabado, vonde-'odo
9 a li para vender bara'.o, ra da Cadcia do
llccifo n. lo.
IIILRiB
Vende-se um hilh.ir eom seus perteneea na
ra do S. Francisco n. U.
A
ssnn como.
Vende-se duas es.-ravas poea linda, orna
criooJa de 18 auno- c outra muala de 19, amba
coznlian, lavam. engommam e fazem labyrintl u
sao periUma? co.-tnreiras: a tratar com o flentc
Jos Manins AlvosjJa Cruz, rna do Fogo n. 9.
Vendem-se nm moleijue e unta uegrinlia a
tratar a ra do Pilar n. 13 i-, andar.
FGIDOS.
Crande e bello sortimento de leques
todos de madreperola, madreperola e seda,
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda,
e faia etc, etc. tendo nos de sndalo alguns
cora 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de flores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azac-s.
Voltas de cnente de borracha.
Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de fio de Escocia abertas, tambem
para meninas e senhoras.
Ditas muito finas d'algodo, atas, e
cruas para meninas e senhoras.
Luvas de fio d'Escocia, torcal, e seda
para meninas e senhoras.
Meias de la para homens, mulheres e
meninos.
Gollinhas e punhos bordados obra de
muito gostb.
Entre-meios fines tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para enfiar fita.
E OS PRODIGIOSOS
Anneis e collares Royer paracrea;
Bonitos cabases ou bolsinhas de peiiea
e setira para meninas ou senhoras.
Lindas ceslinlias bordadas afroco, e lisas.
Delicadas caixinlias de vidro enfeitadas
com podras, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga para joias.
Bonitos, albuns com msica.
Pinseis'ou bunecas para poz de arroz.
Novos e delicados ramos de llores coro
marrafes para enfeitar coques.
Bello sortimento de trancas de palha.
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e alfitretes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas
Acha-se fgida ha oito mezo a preta e#-
craya, de naeo, de nomo M.iria.onm 40 annoa de
idado, baixa o cor ma, consta que di;. ?or forra e
anda vcndcnJo na frrgneria da Doa-Visti, cm
urna bandeja pintada de encamado, com que
fugio : grati8ea-sc l"-ni aaooni a appn-hender e
leva-la a ra Imperial n. 103.
JNeravM fgida
Aaspmo-8o g> ca.-a de seu seuhor no.
Jia 19 do conx;:le, a pela fula, de nomo
Candida, idade de 'Mi a 40 anuos, alta e
magra. Foi compr da ;i cerca de nm mez
ao Sr. Joo Paulo d'Almeida, natural de
Goianna, e soppe-se que para l osse.
Levou deis vestidos de chita escara, sendo
um com babado novb, um chale de aa
verde, j usado e outro preto novo. Qutm
a capturar qoeira leva-a no armaztm n,
38 roa da Cadeia, que ser iy compen-
sado.
barato preco de 13800 ris cada metro, tendo-se-lhe vender mais barato do que em
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap- outra qualquer parte. Na ra da Irnpera-
plicaces para arranjos do familias, sendo triz n. GO, loja e arfnazem de Flix Perei-
grande pechincha pelo preco. ra da Silva.
COBERTORES DE L PARA O INVERN
DE 3tf000 C$000
Chegou para a loja do Pavo, um gran-
de sortimento dos melhores cobertores, de
l de carneiro, sendo rauito grandes e
muito encorpados, que se vbndem de 35
at 6>lO cada um, era relaco s dille-
rentes qualidades.' pechincha: a elles an-
tes que se acabem.
ATTENCO
AS PECHINCHAS QUE SEJJQUID.\iI
NA LOJA DO PAVO
Cortos do organdy listrados com 10 va-
ras cada un e que tambem servem para
Iutoa3l000.
Lanzinhas de cores para vestidos a 200
rs. o covado.
Cortes de eambmia com barras bordadas
e muito finas a 341 o 45000.
Cassa toda preta para vestidos a 320 rs,
a vara. v
E' peciiiticha para fechar contas.
Alpacas brilhantes
a 640 rs.
Chcgaram para a loja do Pavo um ele-
gante sortimento das mais lindas alpacas
brilhantes com as mais delicadas cores, e
com os mais bonitos lavradinbos a imitnco
de seda, as delicadas cores que existem
neste bello sortimento eucootra-se o bonito
Rismak, o bello Lyrio, o delicado verde
assim como, perola, roxo, canna, azul cafe,
etc. Vende-se est bella fazenda pelo ba-
ratissimo preco J$tiQ rs. o covado por se
ter recebido em diritura tima grande par-
tida superior a dez, mil covados, seno
seria para muito mais dinheiro, isto na loja
e armazem do Pavo. ra da Imperatriz
n. 60 de Feliz Pereira da Silva.
Vestidos cona taas saias a 8
Chegaram paia a loja do Pavo ra da
Imperatriz n. 60, os mais modernos cortes
de poil de Chvre com duas saias para ves-
tidos, sendo n'este genero o que ha de
melhore mais novo do mundo, e vendem-se
pelo barato preco do 2OW00 na loja de
Flix Pereira da Silva.
O atoalhado do Pavo.
. Vende-se superior atoalhado de algodo
*>m 8 palmos de largura, adamascado a
W200 a vara; dito de linho fazenda muito
tuperior a 3200 a vara ; guardanapos de
inho adamascados a 4#o00 a duzia e muito
inos a 8OO, o ditos econmicos a 3))500
i duzia.
ALPACAO DE CORDO PARA VESTIDOS
A I;5000
Na loja do Pavo, vende-se superior alpa-
co ou gurguro para vestidos, sendo n'es-
te genero o mais moderno e mais bonito
que tem vindo ao mercado com differenles
cores, sendo mais largo que alpaca e ven-
de-se pelo baratissimo preco de i#000 o
covado.
Wovidade Xovidade
GURGROES DE SEDA PARA AS FESTAS
DO MEZ D5 JUNHO
Chegou pelo vapor de 11 do corrente,
para a loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, um brilhante sortimento dos mais
modernos e mais bonitos gurgures de seda,
para vestidos, tendo padres miudinhos e
grados, com lindas listras matisadas, as-
sentadas n3S mais delicadas cores, como
sejam, verde, bismark, lyrio, azul, perola.
etc. etc., assim como ditos lisos de todas
as coras, garantindo-se que na actualidade
nao ha urna fazenda de mais gosto nem de
mais pbantasia do que esta.que se vende por
preco muito rasoavel, no estabelecimento
de Flix Pereira da Silva.
Bbadinhos baratos na loja
do Pavo.
Vende-se urna grande porco de bba-
dinhos de todas as larguras, sendo com os
babados verdadeiros, por urna terca parte
de preco que se vendem em outra qualquer
loja, s com o flm do acabar-se com este
artigo, assira como tambem se vende urna
grande parte d'entremeios, pelos mais li-
mitados precos para acabar, na loj e ar-
mazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60
de Flix Pereira da Silva.
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Z% DE FGADOS FRESCOS DE BACALlAO n **b*
I 9 m^iimibiiimii "* f****t pliarmaci Hobc,
2, ra de Gailiglione,
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inlrufitoodrs, 03 le
I iutr.!c. li'iilri c'
wi(0s fe1 as enm leos
s a-"-ailortt p"ra ''.--.'<, fo'-.i: ,-rdntlrlroa olroa figado
B frescos le iacniliaa do Tcrra-\vj-.- n ou seos aucccu'aneoa sq
deiros leos de (nado de bacalho
1 ivlaiivaiuenie incito c^io, 1 u olutl-os freti-.us e sem mistura cumnre ejercer
ilcncia c icr os maiores cuidados 1103 proprios *. assim como manda fawr
lg desde o auno de 1819. Estra oli-o* paros 4. Terra-Kova de Baut
1 para esto precioso medicamoiiio urna fama universal as tnotettiat Ao veito, ai ate- cnr\
usase Ibwphalkas, amagiesa dos Jt;inos,clc.,o por isso.derain lugar a nocivas e desleaoi
O oleo de Uogg mui fcil do cGcrir. distinjroe^e entre os oatros oleo* oe! n>
palli, o seo dieiro suave e delicado, e seo gosw de sardinha fresca.
'.TOKIO favoravel do ciiefe dos irabaJhos cliymicos da FACULDADE DE MFOOTNA nu
, \ltts coni-lue como segu : 0 oleo cCr ,le pallia de U. Hogg eonlem urna /rea par/e demmtml
eli>ioa nc oa mail dome os leos pardos e nao aprsenla algum dos inco-venUnlee u,
revota n'estes, quanto ao cheiro e sabor. ^" v" *e
Vende-ce em lodos u pbo.rum.-iu da Frauaea e doa ataOxea eatroagelroa.
Fugio du cn?enlu> I'apngnio, termo de Porto
Calvo, na provincia ilas Alagoaa, o escravo Lucia-
no, criculn, preto. darle do 3f annoa, poueoraais
ou menos, aliara balva, Imrbado, bem fafianle, em-
briaga-se maito, c ntitnla-sa turro, tem offleiodo
sapateiro. e 6 tambem carrairo, consta que anda
cm Goyaun, rm Permntbuco ; recoininenda-s
a todas as autoridades polieiaes. assim remo a
qualquer pessoa que a encontrar, 'que o preste e
r Muetia-o ao sen seobor que .i o caprlie J.is Cn-
ilido das Noves, no engenho Papagao, cu na ra
de Apollo, arronem1 n. 32. que se pagar toda o
quawqner aispeas que hotiverem de. ser feitos
com a prisao do mesino ewniTO, assim como se
gratificar geuoroament a quem der noticia
exacta <\ i referido escravo.
Beilnrniiuo
Evadw-se do ngeuho Marreras, na comarca de
Porto Calvo, e nodta 18 de maio do corrente in -
no, o escravo Betlarmino, eabra escuro, de idadn
do '.!h aun s, alte s feceo do corpo, sem barba, pea
grandes, tem estado nesta cidade. e o sen maior
passeio pelo balrro da Boa-Vista, pode ser iuo
elle se encaininhe para a freguezia da Esrada,
i foi elle criado, e 6-conbeeido: quem o pe-
gar e levar ao referido engenho, on Basta praca,
na ra da Cruz n. bi, i" andar, rece"
tilicacao.
receber Loa gr,i
Fugiraro no da 25 do passado mex,
cscravs dos engenhos GoocefcJo e Piu-
belado termo Senohaem, pertenceote uta
lo nomo Jos, no m.tjor Manoel Geimano
Bezerra Pt-roira de Bastos, e outro de no-
mo Ltiiz, pertencente ao Dr. Jo. Eugenio
(J;t Silva Hamos: o primeiro lem os signaes
segointes ; com 30 o tantos anuos de idade,
ciioiilo, baixo, cfaeio Jo. corpo, cor hila,
resto redolido, lem mareas de chicle as
costas e as nadega?, levou camisa de ris-
cadinho verde .a velha, calca e jac.vieta, o
chapeo do Lacia ; resegando crioulo, dada
0 e tantos anuos, estatura regular, Lu
preto. rosto coci, beicos gtosos. eltat s
grandes e ahotucados, cachabo grosso, cora
marcas de chicote as costa, sobre as cas-
tellaa do lado direilo, levou camisa de rts-
cado de algodao, cora grande remend as
costas, seroula de algodo de sacco, e urca
copa de chaceo de palha sem abas.
Estes escravos forana comprados b i i
auno pouoo mais ou menos, na cidade do
Recife. Quem os pegar queira api escota-
ao Dr. Joo da Silva Ramos, na cidado
do Recife, que ser bem recompensado.
Fugio do engenho Abreus. sito na
comarca de Nazarcth, desde o lia S3 de,
junho passado, um escravo crioulo de nomo
Cesario, cojos signaos sao os aegniotee:
cor fula, sem barba, cabellos carapinbos.
nariz aquilino, de 10 anuos de idade, pnuco
mais ou menos, estatura regular, uceo
do corpo, prrnas finas e ps pequeos. O
referido escravo dado a bebidas es-
pirituosas e muito fallador. So|ipoe-so ter
elle ssbido em direccS ;i cidade do Rtv
Se alguem o capturar, leve-e ai) refepktorD-
genho, ou nesta cidade ;i rna do Apollo n.
M, primefro andar, que ser generosameri-
to recompensado.
Escravo fgido '
Fugio no dia 2 de jalao o caira por nome Iv-
x, comprado lia dias do mez passado ao Sr.
Eduardo Pereira de Sonza, de Ao*a Branca", termo
le Pianc. com ns sesnintes Mgnaen : cor cabra
escoro, idade 2-" annos, estatura regatar, corto to
corpo, cara larga, mal encarado, olhos fundos,
de revez tem falta de denles uo
ito de cima, sem barba, falla devaneada, 1a-
vuo chapeo deconro, etica de brim pardu,cami a
de aJgoda"Zinho, di:eui que vai em direeeao ao
sertao. Fugio mais no la i, o mualo alai linho,
idado 10 aniiiis. alto, cabello piulando, barbada,
um tanio amarello, anda a titulo de procurar sc-
nhor, f(ji comprado ao Sr. Luiz Barralbo Caval-
canli, oo lugar Pa w no Tim-
ba.tia, ou S. Yii n*>
brim, camisa d ho :
quem appn
casa do ibai
qne ser bem recompensado.
Josc Lopes Altioiro,


8
Diario de Pernambuco Tenja feira 6 de Julho de 1869.
ASSEMBL GERAL
CMARA DOS SRS. DEPUTAOS
SESSO EM 8 DE JffflHO.
rSESlDEXClA DO SR. TISCO.NDE DE CAVARA-
GIBF..
Conlinua'fio.J
Nesta parte eu nao vejo que de oulro
modo ponamos [Masar, nem dizer, seno
qne as cousas vo a seu caminho, como
nao podiarr. deixar de ir; e que o gover-
no dove ler pensado bem e redeclido ainda
melhor sobre o modo por que, alinal, de
dizer ao paiznada temos mais com o
Paraguay. (Apoiados.)
Tambem, Sr. presidente, a discusso que
am ultimo lugar houvc lioutem nesta casa,
desportou-me o desejo da inteirar-me bem
dos fados de que se oceupou o nobre de-
putado pelo Piauhy ; e tendo conseguido
isto, oceuparei ainda a alinelo desta augus-
ta cmara com o assampto.
Vi que o uobre ministro da agricultura
havia, no meu entender, respondido satis-
factoriamente ; e por isso deixei escapar
urna palavra a nobre deputado, que pro-
yocou a discusso, na persuasao (m que
cstava de que elle Cambem se satiszera com
a resposta do nobre ministro; mas ainda
boje o nobre deputado reproduzio suas
apprehimses; devo, portanto, responder-
tie por que o considero em perfeito en-
Sei que se aflha na casa pessoa compe-
tente para satisfnzer s interpcllac?>es do
nobre deputado ; mas nao me julgo dispen-
sado de dizer algomas palavras a este res-
peito : tal a convieco que tenho de que
o nobre deputa uo est, to direi em erro
(e, quando o dissesse, creio que nao o offen-
deria) mas em perfetto engao.
Primeramente, com relaco ao orcamen-
to. Creio que ninguem desconhece que
em vista dos dados com que jogou o nobre
deputado, podemos contar no exercicio vu-
douro com urna verba superior aquella
que figura no orcamento; mas por que a
esses dados nao se attendeu no orcamen-
to ; que se discute, cabe censura-----
O Sr. Aurellwo de Carvalho: Nao
iz censura por isso.
O Sr. Souza Res :Eutao me parece
que 'nada vera ao caso a obssrvacSo do nobre
deputado Viria muito ao caso se se ti-
vesse dado o contrario, isto : se se ti-
vesse oreado em mais.
O Sr. Aiuiei.iano de Garvai.uo :En-
tendo que se deve calcular segundo as
probabilidades.
O Sr. Soiza Reo:Deas permita que
nao s, effectivam nte, a receita da es rada
de ferro de D. Pedro II chegue ao que
disse o nobre deputado, como al que ex-
ceda ; dahi nao vira mal algum, mas s-
mente beta.
(uanto ao inconveniente que o nobre
deputado encontrou em ser director da es-
trada de ferro de D. Pedro II o presidente
da Unio e Industria, me parece que nao
tem razo.
O nobre deputado suppoe haver esse in-
conveni-nt, porque juicio os interesses da
Unio e Industria por tal forma complica-
dos com os da estrada de ferro de D. Pe-
dro II....
O Su. Anu-UANO de Carvalho:Como
esto.
O Sr. SumaReis: ..que julgou fcil
serem estos prejudicados por aquelles.
Eu deixo de parte o que possa haver
nisto de aggravante ao director da estrada
de ferro de D. Pedro II. Estou muito con-
vencido de que o nobre deputado nao quiz
irrogar urna ajara cavalheiro; suas
vistas alo foram ursino fazer aceusaco,
como S. Exc. declarou ; e, quando podesse
haver as palavras do nobre deputado urna
offensa ao Ilustro director da estrada de
ferro, eu nao respon eria nesta parte ao
nobre deputado, porque sem duvida a pes-
soa que esse lugar oceupa nao precisara
dedefesa. (Apenados.) ^-
Vamos, portanto, s complicares que o
nobre depuiado acha que existen), compli-
cacOes que parecem ao sobre deputado
fazer mo o contrato que se realizou entre
a Unio e Industria c a estrada de ferro de
D. Pedro II.
O fundamento do nobre deputado, quan-
to a este ponto, a diffic.uldade de se co-
nhecer qual seja a carga da Unio e Indus-
tria o qual a da estrada de ferro.
O Sis. Ai i: Tam-
ben) no trato do individuo.
Sn. Soma Res : Ja digo; eu tive
desejos de conhecer bem os factos que
o nobre deputado se referi, porque pare-
ceu-mo haver da parte do nobre deputado
seria aecusaco ; entretanto, como pude
comprehend-los, no acho razo no nohre
deputado. Melhor, porm, do que eu, sera
duvida, espero ainda jue se demonstrar
ao nobre deputado o erign"
acha.
Eis, Sr. presidente, o que Un
A cmara me desculpar se Ibe r
lempo do que esperava. (Muito bem.)
O SR VISCONDE DE ITABOR.VIIY fjfl
sidente do cmselho):Sr. presidente, m
ponto a que tem *chegado este debate, ert
deixaria de tomar a palavra se nao foss
dever que tenho de dar algumas explicar
no s ao nobre deputado que acaba de
fallar, mas ainda ao digno representante
pela provincia de S. Paulo que hontem
apresentoa algomas objeccoes ao artigo
que discutimos.
Comecarei por este ultimo.
Disse-nos S. Exc. que o traballio da il-
lustrada commisso de fazenda incomple-
to, porque nao d ao governo recursos iu
dispensaveis.nem para supprir o delicil re-
sultante da comparacao da receita e des-
peza ordinarias no exercieiode 1869 IS70
uem o augmento que esse dficit ha de ter
com as despezas extraordinarias para as
quaeso governo j veio pedir cantara os
fundos necessarios.
Para provar sua asserco allegou a auto-
risacao dada ao governo para emittir papel
e fazer operaebes de crdito.
Peco uceara ao nobre deputado para di-
zer-lhe que sua argumentado baseou-sc em
um equivoco.
Alillustrada commisso nao pr >pz que se
desse ao ministro da fazenda faculdadepara
emittir papel-moeda, aflm de supprir o d-
ficit do orcamento.
Nemeu'a aceitara. Oquo ella propSze
a cmara adoptou.foi dar por justificado o
acto do governo que autorisou a emissio
de papel-moeda, as ciecumstaurias im cro-
sas em que se achou.
Mas da-lo por justificado, deixa-lo sub-
sistir emquanto houver absoluta necessida-
de do recurso que elle d ao thesouro, at
que seja votado o crdito que pedi, nao c
a mesma cousa que decretar a emi sao d
papel-moeda, como um meio de supprir o
deli.it do exercicio de 186.") a 1870.
Eu disse mais de urna vez que 9 iliritava
os meios ndispensaveis para supprir o d-
ficit do exercicio corrente, aura de nao s;r
obrigado a fazer'novas emissoes de papel)
Os recursos que a lluslrada commisso pro-
poe e a cmara votou sao nec ssarios para
evitar taes emissoes.
Tambem nao me parece que os meios
propustos pela commisso, em suas emen-
das sejam iusulBcientes para supprir o d-
ficit do thesouro, nao sao as despezas or-
dinarias de I8G9 a 1870, mas ainda dos
encargos que i he ho de resultar das des-
pezas extraordinarias que (leve fazer daqui
at o lim do corrente anno. Propz ella
que se augmente os direitos de consumo na
mesmos direitos.
delles elevarse
razo de 40 ;0 dos
Ora como a importancia
j a 35,000:000:5, o
augmento
id o uuoi u un cow ciuu uu it;i iu. ^ l .
O S;i. Arnui-iANODE Carvalho:-E' cousa ll, come.;u do exerc-ioo.
de M (l
producir uai accrsoiino de renda de....
li,O0P;0Q0|. Os 5 % adicionaos sobre
gneros que nao os pagam, e cujo valor
oflicial monta a 40,000:000;>, daro......
2,000:000$, que reunidos ao algarismo pre-
codenfe faro o total de 1(5,000:000^000.
Admittindo que o sello e outrusimpostos
creados ou augmentados pela lei de 1887
readam mais 1,000:000$ do que a quautia
em que foram oreados, como me parece
muito provavel, o augmento ser de......
17,000:000;>000.
Dado, porm, que a elevaco das laxas
Dio s fafa para o progresso do consumo,
mas ainda produzajana diminuiro corres-
pondente a 2,009:0 a receita, oque a
importancia dor" direitos cuja abolico se
propoe seja de 1,099:000;$, restar-nos-ha
ainda um augmento provavel de 1 '*.099:0003
Ora, o dficit do orcamento ordinario de
1S00 -18/O calculado em 10,090:00.')-:
e como os 40,000:000;) que o governo pe-
dia para applicar s despezas extraordina-
rias devem produzir o augmento de 3 a
4,000:000,-?, seoae-se que o accrescimo da
recita, calculado tambem em 14,000:000.
bastara para supprir o referido dficit,
se o augmento podesse sei^ roalisado des-
distincta. A muilia questo 6 que o direc-
tor da estrada de ferro tem interesses, na
Uniao e Industria.
O Su. Soi'za Ubis :Isto nada importa-
ra se nao f>sse a confuso, que o nobre
deputado pensa que existe, na carga.
O fundamento d i argumento do nobre
deputado, com, relaco compHcaefo de
interesses das duas estradas, resulti da con-
fuso qtiesuppo! haver da carga da Unio
e Industria com a da estrada de ferro.
O Sr. ArEi.iANO de Carvalho. A mi-
nha questo outra.
O Sr. Soma Res:0 nobre deputado,
para chegar a esse resultado, disse com to-
da a clareza :Nao se pode distinguir qual
seja a carga de urna e da outra estrada, e
per conseguate o p csiden c da Unio e
Industria poder. fizer sua toda a carga da
estrada de ferro.
O S. AniEi.iANo de Carvai.iio:Nao foi
isto o que eu disse.
O Su. Soiv.a Res :Observare! ao no-
bre deputado (jue me parece lito fcil dis-
criminar isto, sapparecoro todas as suas .ippreliensoes,
A nio e Industria nao conduz carga at
Entre-Ros, mas smente de Entre-Ros,
para cima.
O Su. Ai iielia.no de Cai'.vai.uo: V.
Exc. est engaado.
i Sn. Soma Res : Toda a carga, por-
tanto, que sabir da estaco de Entre-Uios
pelos vehculos da Unio e Industria a
de que se de luzram os 25 %-
O Sr. Ai remano de Caiwalho:Tanto
questo dsnclfl. que cuj ityscqa
parte, da cn.ifuso das cargas, o Sr. mi-
nistro me tinba satisfeito. A quest > hoje
que o actaal director da estrada de ferro
de D. Pedro II tem interesses differe
do thesouro como presidente da Unio e In-
dustria. Se o nobre dep icha que
isto argumento improcedente, com-
bata-o.
O Sr. Soma Res :Desde que o nobre
depn 'oiso das car-
gas oparece. a qac
de comp duas es
trad ir unican
director, de qnem, como ) disse nao trato.
Julgo, pois, que a nobre commiso at-
tendeu como devia s necessidades do ser-
vico publico e nao foi to imprevidente
como parecen ao honrado deputado por S.
Paulo.
Posto, isto, Sr. presidente, parece que a
abolico -lo expediente das ni -rcadorias
navegadas com cartas de guia, e-que sobe
a setecentos e tantos contos, nao produzir
o desequilibrio do orcamento.
Nao vamos abolir este artigo de iv portanto, sem nenhuma coupensac|o,
como se disse. Augmentando os direitos
de consumo em tamanha escala, como pro-
pe a commisso da fazenda, nao muito
allviar o commercio dos vexames que 1 lie
causa nao tanto a importancia como a parda
de tempo que exige o processo da cobran-
ca e fiscalisaGo desse artigo de receita.
AIem de embaraco ao com nereio, o des-
pacho de mercadorias com cartas de guia
d muito trabalho, toma muito tempo aos
empregados das alfandegas e complica mui-
to o expediente.
Alm desta, outras censideracjs ha que
devem tambem ser em linha de conta.
J um dos Ilustres memlnos da com-
misso mostrou como este imposto desi-
gual ; recahe sobre as mercaduras trans-
portadas para as provincias marilimas ni-
camente, estabelccendo assim urna especie
de barreira entre as diferentes provincias
do imperio.
Nbte-se ainda qus o expediente de 3%
pago pelas mercadorias que tendo sido
despachadas para consumo e pago os com-
petentes direitos, sao depois transportadas
para outra provincia, aomesmo tempo que
apenas se cobra 1 % das que antes do pa-
garen os direitos de consumo sao ex [loria-
das para portos nacionaes.
As que pagam logo os direitos de consu-
mo ficam sujeitas ao ejtpediente de 3 /;
as que adiam este pagamento por t ou 3
mezes pagam 1 % de expediente,
que se nao pode
Ainda mais, a cmara sabe que
cadorias depositadas nos entreposto3 do
governo ou particulares nao pagam expe-
diente, quando s3o levadas d'ahi para quat-
quer porto nacional ou estraugao; e ule
ibe a razo pon]1 n do
raesmo favor as depositad irnuzeos
das alfandegas e as que, depois de terem
pago os direitos de consumo s5' enviadas
para portos nacionaes.
So o m*re ^epntaV foss* alfandega
do Rio de Janeiro ou da sua provincia
examinar o trabalho e totaipo perdido para
fazer um despacho de carta-gua, se visse
que pre rever cadernos e ca
nos de papel para fazer, ootr'ora tn
agora duas cartas de g pajeo v
' itn para fisc ilisaro le ex
:; se soubesse quintas vezes para
dar nsignificantes ipVantTaS se causam
mmodos e vexames no commercio e-
tre provincia c provincia, havia de recol-
nhecer quanto justificidi a medida pro-
posta pela commisso de fazenda.
Ora, pnupar tempo e evitar vexames ao
commercio. concorrer para seu desanvol
vimento e para augmentar as rendas do
Estado.
Acho pois que nem o augmento propristo
pela nobre commisso, se fosse arfecadado
desde I >go, seria insufficionte para supprir
o defir.it presumido para fazer face ao di-
fcil do exercicio de 1869 a 1870. nem a
abolico''dos 3 /0 de espediente a queme
reliro qiTf? pode causar iftlfalque pr.'jnd-
cial renda publica.
Quantn ao imposto da dizima, nao tenho
opinio to firmada como a respeto do im-
posto de que acabo de fallar.
E' todava fra de dnvida que a di/.inw
da chancellara, odfl^K cobrada antes do
regulamento, pouc prodpzia. A lei de
18(57 autorisou o'governo-'-pira alterar o
systema da cobranza, mrt nao mere
como anteriormente a hri f.-ito, o mxi-
mo doimpoiftrf^que tambem seria injus-
to. X cobrancl da dizima antes, de pro-
ferida a senten(va,' ha de augmentar sem
duvida n prodaelo desta verba, mas m
muifos casos lia il amb kn dffietfltar, se-
no mposSibilitr s p.irlel n rn-ni'urarem
o seu direito i\f justic i. (Anoiados.)
n i >m tiver d propor nina dominda do
valor do 3wf:Oo5$ por exmplb, emoorh
tenha cjr'eza de nao po ler haver seno pe-
quea parte desta somm.i, ter de pagar
antes da decso da causa a quantia de...
0:000;?. (Apoados)
Um Sr. Debitado :Mis o regnlartienio
previne o caso em que se far a restituico
do impost. '
O Sn. Presidente no Consei.ho :E" cor-
to que o regulamento manda restituido,
quando a parte vencida nao tem meins pira
paga-to parte vencedora; mas em muRos
casos ser diffi-i! desembolsar tamanlias
sommas antes da decis) do pinito, e o
que, segundo as inforrnaces que tenho,
est j ar.onteccndo; em muitos casos as
demandas (icario paradas, nao se Ihes po-
den dar andamento, porque as partes nao
tero meios d faze-lo. (Apoados). ["fteste
caso o tliesooro tambem fica pivjodicado,
porque o sclh dos papis forenses vutta
mito (apoados),' nao direi que a terca
parte do seo ivndimentoprovni desta or-
gem, mas talvcz nao esteja muito longe
disto.
0 imp i.-i) da (fiema pdi, pois, preju-
dicar ao do sello ; de* modo que o thesou-
ro perca por um lado o que lucra por omito.
(Apoados.)
En, pois, me inclino a adoptar a emenda
prupusta pelo Ilustre deputado por Mmas,
o qual por sna tongr'pnrtic, ewo procu-
rador dos feitos da fazenda e come afK'o-
gado, est mais habiliUido do que muitos
de nos (apoados) para avahar os effeitos
desse imposto.
Sr. presidente, nao quero mais abusar
da paciencia da cmara imuitos nao apoa-
dos); o limito-me estas explicaces 40c
eram do meu dever prestar aos Hures
deputados a quem teiHio tido a honra de
refirir-me. (Muito bem)
O Sn. Faaaauu Laae fazalgumas consi-
deracoes, em resposta aos prndenles ora-
dores, em relaco estrada de ferro de
Peto II.
Ninguem mais pedndo a palavra, o pon-
do-se a votos o artigo da proposta, ap-
provado.
Entra em discusso o art. M, e
tambem approvado, bem como s dispos-
coes geraes.
Sao ldos c apoiados, o cntram em dis-
cusso, os artigos afddilivds OlTervi.los
mi-sma proposta. *
O producto da alienaco dos bens das
orderis regulares nao pode ser applicado
seno a acquisico de apolices da div.da
publica interna,que serlo inalenaveis. Er
alienacoes gozarlo do batimento da mela-
do do imposto de transmisso."
A:cre.-cente-se no art. Ia, antes^as
palavraspredios rust ;os terrenos.au
gumte:A. M. [Perdiyo Mulkeiro.-Wc-
reir da Silva.
Ficam igudados desde j os vencimen-
tos dos empregados da secretdria do tribu-
nal do commercio de Pernamluico, aos dos
empregados da sorr. tarta do tribunal do
commercio da Babia.JfrNftia.
Fica o governo autorisado a despender
at a quantia do 16:0(Kis com a collocaco
de boias as barras da provincia de Sefgi-
pQ.Gnimares. Menezes.Prado.L.
Macid.Ficl de Carvallio.
O governo fica autorisado a despender
110 espaco de 5 annos, a quantia de...-...
(500 0004 com o melhoramento da capital
do Cear.Manod Fnumdet Vieira.
T. de lencar raripe./). Jos Piulo
haga Jnior.Domingos Jos Nogiieira
Jagiiarilie.Justino Domingites da Silva.
J. de Menear.THogo Velho.Figueira de
Mello.R. F. de^Araujo Lima.
O governo fica autorisado a despender
com a construcclo de urna ponte sobre rio
Salgado, na capital da provincia do Rio-
Grande do Norte, a quantia de 350:000/$
no prazo do 3 annos.Rapozo da Cmara.
Gomes da Silva.
Os vencime.ntos dos empregados do
tribunal do commercio do Maranho cam
igualados aos dos empregados da Rahia.
Paco.Vieira da SHva.Grapa.
O Sr. Pereira da Silva obtendo a pala-
vra pela ordem requer que tanto os arti-
gos additivos j apresentados como todos
aijuelles que naturalmente se tero de pre-
sentar sejam discutidos amanhaa, depojs de
impressos no Jornal do Commercio, visto
aohar-se a hora j muito adiantada e screm
diversas as materias contidas nesses arti-
gos.
Consultada a cmara, resol ve pela afir-
m a ti va.
Dada a ordem do da, levanU-se a sesean
s quitro horas monos um qnarto da
tarde.
SESSAO EM fl DE JUNHO
'*FKSIKNC|A DOSR. V. DI CAMARAGIBE.
; lio meio da, feta a chamada, verificado
[MHr numero sufficiente, abre-se a sesso.
L-se o approva-se a acta da anlece-
d nte.
O Sr. Io Secretario d conta do se-
guinte
EXPElEME.
Um offico do nato sterio do imperio, de-
clarando que se expedir aviso presiden-
cia di provincia do Rio Grande d Sul para
que nnnde proeeer com toda a urgencia
nova eleico, afim de preenchr-se a vaga
occasionada pelo fallecimento do Sr.Joo Ja
cintho da Jfendenca, que for eleito dupo-
tado pelo 2o districlo eleitoral dqnella pro-
vincia.Inte irada.
Oulro do mesmo ministerio, enviando o
offico em que a presidencia Ja provincia
do Paran presta inonaacSes acerca da pe-
liCoda mesa parocbiai da capital, repre-
sentando cautra o acto pelo qual a mesmi-
presideucia declaiou de nenlium effeito a
deliberaco tomada pela dita mesi de adiar
para o da 2 de marco a eleic > primara a
que se procedeu no dia 31 de Janeiro.
A' 3a commisso de poderes.
Oulro do ministerio "dos negocios estraa-
geiros, remetiendo a copia da nota que o
ministro dos negocios estraageros de Por-
tugal drigto ;m enviado de9. M. o Impera-
dor, communicando- be as moefk-s de feli-
citar) ao Brasil voladas pelas cmaras dos
pares e dos deputados, por motivo das vic-
torias ateaneartas no Paraguay A com-
misso de diplomacia.
'Outro do ministerio ila guerra, devolven-
do o requetimento em que o padre Chris-
tovo de Hollanda Cavalcanti, capeHb da
fortW.a do Buraco, 11:1 cidade do Recle,
jpede o pagainanlo da despeza qne fez com
o seu transporte para a din fortaleza.
A commisso de fazen 11 qui fez a riquisi-
Co.
Oulro di presidencia da provincia da
Paralijba, remetiendo as duas copias dos
contratos celebrados pela mesm presiden-
cia com o engenheiro civil Antonio Goncalves
(ia Justa Araujo e outros para a Ilum'iuaco
da capital da provincia a gaz corrente, ab >s-
tecimenlo de agua potavel e proloagamento
da estrada de rodagem da povoacSo da
Cruz do Espirito-Santo villa do Pilar.
A commisso de obras publicas.
Outro da assembla provincial deGoyaZ,
pedindo urna suoveocao para a navegara a 1
vapor do Rio Araguaya entre o porto de
Itacaia na provincia de Malo-Grosso e a de
Santa Mara naquella provincia. As com-
misses de commercio e fazenda.
Um requerimento deMinoel Pacheco da
Silva Jnior e out'os. pedindo urna garan-
ta de G 0/0 sobre o capital de o00:000 a
favor da cmpanhia que intentam organisar
lora do Imperio para o estabelecimento de
fabricas de tecidos de algodio. smiss-
mas commissoes.
Outro de Jos Antonio Murinho, eirur-
gio-mr de diviso, reformado, pedindo a
annufiaco do a;to do mnistuio passedo,
pelo qual foi eli ninado do estado oll'eciivo
do corpo saude do exercito. com-
missio de inarinha e guerra.
Oulro de Joo da Malla Machado Jnior,
pedndo ser admitlido a azer -exame do
anatoma descriptiva, nico que lhe falla
para cmnnjetar os do 1" anuo medico ; e,
orna Vezapproviih no dito exame, ser ad-
mitlido matricula de 2 anno, a cujos
actos tem assistido. A commisso do ins-
trucclo publica.
Outro de Francisco Chrispniano Vil de-
taro, alumno do 3o anno medico da facul*
dade do Bio de Janeiro, pedindo ser admit-
tido a exame do 4" logo que seja appro-
vado nas materias do 3'. mesma com-
misso.
L-so, e vo a imprimir para entrar
na ordem dos trabalnos, para serem snb-
mettidos votaco cinco dias depois, na
forma do regiment, os pareceres a respeto
das eleicoes de varas parochias do 3C dis-
trkto da provincia de 9. Paulo e nico do
Espirito Santo.
L-se, e approvado sem debate, o
seguinte parecer.
Sebasto Antonio Rodrigues Braga,
no dia 2a do mez (indo de maio, apresen-
tou um requerimento pedindo concesso
para estabelecer urna linha frrea entre a
provincia de Santa Catharina e a do Bo
Grande do Sul.
Tendo esta cmara em sesso do dia 2
do corrente mez adoptado definitivamente
um prefecto de lei sobre o mesmo assump-
to, nada ha hoje a deferir sobre apretenco
do supplicante.
< Por esse motivo a commisso de com
mcrcio, ndrustria e artes de parecer que
o requerimento apresentado acompanhe
para o senado o projecto de le adoptado,
afim de ser all tomado na consideracoque
merecer.
Sala das commissoes, em 8 de junho
de 1889.Augusto de Olimra Ferrara
LagesJ. J. de Limae Silva Sobrinho.
L-se, jnlga-se objecto de deiiberaco
e vai a imprimir para entrar na ordem dos
trabalhos, o seguinte projecto :
A assembla geral resoive :
Art, Io Fica o governo autorisado a
mandar passar carta de naluralisaco de
cidado brasilero ao subdito porluguez Jos
da Silva Santos, casado com braseira e
residente no municipio da Parahyba do
Art. 2 Ficam revogidas para este ef-
feito as dwpqsicOss em contrario.
Sala das sesses, 0 de junho de 18(59.
Gama Cerqucira. > '
Entram succcssivamcute em discusso,
o sao apprevados sem debate, os pareceres
da Ia e 3a commisso de poderes sobre as
eleicoes das parochias da Boa-Vista, e Nossa
Senhora da Luz, do* Io districto ; de Gara-
uhuns, Bonito e S. Jos dos Bezerros, do
i districto da provincia de Pernambuco ; e
ila parochia da Pecha do G districto de
Minas Geraes.
Entra em i* discusso o projecto que
autorisa o governo a conceder cmpanhia
Paulista da estrada Yje ferro de Jundiahy a
Campias os mesmos favores concedidos
cmpanhia inglesa da estrada lie ferro de
Santos.i Jundiahy.com excepeo da garanta
de juros'.
Depois de algomas consideracoes dos
Srs. Joao Mendos, Bodrigo Silva e Antonio
Crado, o projecto approvado e passa 2a
diseuseio.
Entra em Ia dscusso o projecto que
autorisa o governo a mandar admiltir ma-
trcula da facu'dade de direito de S. Paulo
o aldante Eduardo de Almeida Maga-
llflM,
O Sr, Candido Toiiues Filmo pede que o
projecto telina una s discusso.
Consultada a cmara, resoive pela affir-
mativa.
Vera mesa, sio lidas, apoiadas e en-
tram conjuntamente em discusso dverssas
emendas oncedendo igual favor diversos
estudantes.
Niognem pedindo a palavra e pond >-se
a votos, o projecto approvado com todas
as emendas e remettido commisso de
redaccio.
Achando-se na sala immediata o Sr. Luiz
Antonio Pereira- Franco, deputado eleito
pelo 4o districto da provincia da Bahia,
introdazido eom as formalidades do estylo,
presta juramento e toma assento.
- ORDEM DO DIA.
Entram em discusso os artigos additivos
offerecidos proposta do orcamento do
exercicio de 18891870, na parte relativa
a recerta geral do Imperio.
OSR. PINTO DS CAMPOS Sr. pre-
sidente, -me bastante doloroso ver me for-
Cado pelos deveres de minha posico, e
mais ainda pelos dictantes de minha cons-
ciencia, a impugnar ideas de um amigo a
quem muito prezo, e com quem me tenho
arriado sempfe no mais inalteravel accordo.
Espero, porm. que o meu nobre amigo,
pisto e rasoavel como nao levar a mai
que eo faca- algn? breves reparos sobre
algumas de suas proposicSes, emitlklas lia
poucos dias neste recinto.
Nao venho, Sr. presidente, fazer a apo-
I gia das ordens religiosas, de cuja aboli-
co total se nao trata agora, nem espraiar-
me em largas dssertacoes sobre o direito
de prapriedade, visto como nao este di-
rectamente contostado. (Apoiados.) 0
meu (im outro, rectificar algumas as-
sercSes, que naesmo em face do nosso pac-
to fundameatal s3o pouco orthodoxas.
O meu nobre amigo, na enumerar) que
fez dos motivos que o levara iu a apresentar
o Seu artigo addilivo, disse que as corpora-
c5 religiosas nao eram propietarias dos
bens que possuem, mas sim depositaras ;
e desta distinecio derivon toda a forcado seu
argumento no senlido de mostrar que o
governo tem toda a competencia para pres-
1 creyer formulas e regras qoe modifiquem,
1 liuiitem, ou alterem o exercicio ou desen-
volvimento da propredade das corporac^es
regulares e de mo mora.
Ora, senhores, o meu nobre amigo, em
quem folgo de reconhecer um verdadeiro
typo do perfeito magistrado (apoiados) tanto
na integriiade, como na sabia appKcaeSo
das leis, esqueceu-se, sem duvida, que os
principios geraes do direito nao fazem dis-
tneco entre a propriedade adquirida pelos
esforcos da propria industria, e a proprie-
dade havida por ttulos de doaroes, e suc-
cesses testamentarias (apoiados); esqueceu-
0 imperante ou a nac* ,jjera como
soluto de ludo o que possuem
os seos subditos, estes ou escondem o que
possuem, ou dissipam : s 1 o escondo
outro tanto perdido para a agricultura,
para o commercio, para a industria, e para
todos os gneros de propiedades:. se
elles o orodgaiisam em gosos frivolos,
grosseiros, c improductivos, anda oulro
anlosubtrahidoempregos uteis, eespecu-
acoes productivas.
Y a cmara que as inhibas asserebes
tem por si a incontestavel autoridade de
um dos maiores vultos da sciencia, e que
de certo nao ser suSpeita aosnobres de-
putados, principalmente ao meo nobre
amigo.
Muito antes de Benjamim Constant j o
parlamento de Paris, composto de Ilustres
magistrados, em urna representacSo que
em 10 de Fevereiro de 1784 dirigi ao
re, diza:
N5o possvel, senbor, atacar ana
propriedade, sem assustar todas as outras,
porque todas se susientam mutuamente;
[tuque a propredale publica est essen-
cialmente unida com a particular; e final-
mente porque quando urna vez^ se ultrapas-
sam o limites do dir to natu*i,Tonte nica
do direito positivo, j nao ha estorvo algum
que possa conter : entra-se em urna con-
fuso deplora ve!, e j se nao conhecem
outros nomes, seno a debilidade que cede
e a forea que opprime-----Todo o indivi-
duo e toda a corporaco tem urna proprie-
dade, e esta a que a rene e liga soeie-
dade----- por conseguinte toda a proprie-
dade-, seja de particulares, seja da commn-
uidade, seja eeclesiastica, tem direito jus-
liga da sociedade, ou do soberano, que
seu chefe.
Eu disse no comeco do meu discurso,
que nao vinha faz r grandes dissrtacoes
sobre o direito de propriedade, e conti-
no neste proposito, nao so porque esta
augusta cmara nao precisa das minhas hu-
mildes prefeccoes, como porque sou eu o
menos habilitado para fallar desta materia.
(Muitos nao apoiados.) Todos sabem que
a nica propriedade que possuo o dia e a
noite (hilaridide) eso aspiro a pessuir a
graca de Dos, que a verdadoira riqueza
dos espirlos. 1 Mudos apoiados.)
At aqui oceupd-me do addilivo do meu
nobre amigo, contra o qual voto com grande
pezar, porque o considero, permita di-
ze-lo, attentatoro do direito de proprie-
dade.
O Sr. lencar Abarle d um aparte.
O Sr. Pinto de Campos : A maior ga-
ranta e o interesse do proprio proprielario,
que sempre se suppc ter mais que nin-
guem verdadeiro zelo pela conservacoe
augmento de seus bens, muito embora na
se que a constituico do Imperio, garantin- pratca hajam excepcoes contrarias. (Apoia-
do o dir to de propriedade em toda a sua
plenitude, nao fez distineco entre dominio
directo, e til; esqueceu-se finalmento que
na generalidad.,' do artigo constitucional
i tambera se nao encontra distineco alguma
i entre propriedade do individuo, e proprie-
Wlade doscorpos moraes, ou confraras cc-
cl-'sjasticas (apialos) ; nsse arli/o pois
se acham abrigidas todas as propiedades
legitimas existentes no Imperio.
E nem se diga, Sr. presidente, que o di-
reito de usufructo nao garantido pela nossa
legislaco patria...
0-"9ir. AtUiLAiT* Awahipi. : O artigo
addilivo garanto o nsofructo.
O Sn. Pinto be Campos : Mas como
garante, meu nobre amigo ? Garante alte-
rando substancialmente, e por urna especie
de violencia todas as condiees di proprie-
dade religiosa. ("Apoiados.) Mas, dza
e#, Sr.'presidente, que o direito de uso-
fruclo girantido pela nossa legislaco pa-
tria ; e pelo que respeita s corporanvs re-
ligiosas esse direito est essencialmente li-
gado com a ndole e intuitos destas mes-
illas corporacoes, visto que esse direito
emana, como ha pouco eu disse, de doaco s
e successoes testamentarias, que, segundo
os fins destas insliluicoes, sao applicadas
a manutenco e brilhantismo do culto di-
vino, subsistencia dos religiosos c ao soc-
corro dos pobres.
O Sh. Biitemcourt : E militas vezes
para as exigencias do Estado.
0 Sr. Pinto dk Campos : verdade,
e tanto verdade, que os principes e os
povos, possuidos de reconhecimento pelos
grandes servieos que as ordens religiosas
prestaram sempre hmrmiidade e civili-
sace Ihes izeram em todos os lempos co-
piosos donativos de urna parte de seus
bens; donativos acompanhados di condi-
ees onerosas, de cargos mui sagrados,
como exprosso em todos os tikri 3 de mu-
fB3 e successes testamentarias. O que
era preciso, pois, que se examioasseui
esses ttulos de posto, afim de se conhecer
se esses encargos tem sido ou nao satis
feitos. e quaes dessas corporacoes bao in-
corrido na pena de commisso.
O Sr. Bitt:noourt : Apoiado.
O Sr. Pinto de Campos :Era esse o
procedmento regular oue se devia ter, e
nao oempregodo mojos coercitivos do Rwe
exercicio de urna propriedade garantida
pela constituico do Imperio, que. consagra
o grande principio de que a lei igual
para todos, quer proteja, quer castigue.
(Apoiados.)
Mas, disse o meu nobre amiso: Os
bens dessas corporacoes sao mal dirigi-
dos, sao mesmo dissipados. Eis aqui,
Sr. presidente, urna triste verdade com que
sou forcado a concordar. Sei que infeliz-
mente em algumas dessas corporacoes se
tem dado verdadeiros escndalos de dissi-
pacoes e extravos, dissip:reoes e extravos
que tem compungido o espirito catholico,
e ao mesmo tempo chamado o odioso, e
at o despreso para com essas corporacoes,
qne assim desmeniem o seu passado glo-
rioso. (Apoiados.) Mas, senhores, eu, que
assim condemno com toda a energa os es-
candalosos extravos dessas corpora;
nao deixo tambem de reconhecer que tu lo
isso tem a sua origera na incerteza, na ins-
tabilidade com que continuadamente amea-
eada a existencia dessas propri.dados,
cujos depositarios e zehrdores, nao contando
oom um futuro de seguraoca, sao levados,
bem, que erradamente, a dissparem bens
de cojo gozo s? julgama cada instante pri-
vados.
O Sr. BrrrExconRT: Apoiado ; temem
o abalo de sna propriedade.
O Su. fnrro dk Campos :Estas ideas
nosJo minhas; sSb de um grande publi-
cista -muito estimado pelo meu nobre ami-
go, autor do addilivo; O de um homem,
que se chaweu nada menos que B^njamim
Constoot, 9 itfal dte o segrate: Quando
dos). Nos, porem, temos leis, temos pro-
cessos regulares estabelecidos pela juris-
prudencia, para conter os perdularios. Em-
oreguem-se esses meios em relaco s
ordens regulares e corporacoes de mo-
morla, que por ventura estivessem no caso
de serem refreiadas em suas dissipacOes.
(Apoiados). Acredito mesmo que o governo
do Brazil leria ha muito tempo remediado
todos esses desvos e extraaos do certas
ordens religiosas, se hotivessc pelos ca-
naes competentes levado ao conhecimento
do chefe supremo da christandade o estado
du ruins e dtsmoralisaco de algumas
dessas ordens, e sollictado toda a efficaz
cooperago da 'Santa S no sentido de
serem extinctas ou reformadas essas cor-
poracoes refractarias. Estou muito con-
vencido de que a corte de Boma, sempre
accessivel a todas as reclaraacoes justas,
havia de anuuir promptamenle s reclama-
Coes do nosso governo (apoados); porque,
senhores, o Pontfice santo1 que ora preside
a igreja de Deus nao podo querer a con-
tinuaco desta fonte viva de escndalos
(apoiados); nao pode querer que corpora-
coes, que j foram exernplos de santidade,
sejam hoje foco de escndalos e desordens
intoleraves. (Apoiados).
Mas, Sr. presidente, o nosso governo nao'
tem querido seguir este caminho recto,
alias o rnais curto; o nosso governo tem
s guido a tctica fabiana (hlaridade); tem
querido por meio de rodeios lentos e pro-
longados, ir cansando e extenuando o mi-
migo, al que anal este exhalo o ultimo
suspiro, e ento possa dizer o governo :
Agora, que j nao resta um s frade,
estes bens devem passar ao patrimonio do
Estado. (Sensaco). Nao acho leal este
meio de exterminaco ; se o governo con-
sidera inutes, prejudciaes as ordens reli-
giosas, use de toda a franqueza; mas faca-o
legalmenle, procurando o concurso do
chefe da igreja, e nao por sen proprio arbi-
trio, mandando fechar as portaras dos
conventos (apoiados), com expressa prohi-
bico, em avisos reservados, para se nao
adoiitiir ninguem que queira se consagrar
a Uns! (Apoiados).
Senhores! esse arbitrio um golpe tre-
mendo na hbei dade individual (apoiados,) ;
este arbitrio nao digno de umgoverno que
dirige os destinos de um paiz onde ha plena
liberdade de industria, de vocaco e de
associacoes de todos os gneros (apoiados);
de maoeira que n'um paiz onde ha liber-
dade para tudo, nao ha liberdade para
iervir a Deas no retiro e na meJitaco ;
uo ha libsrdade (mlim para ser frade!
(Apoados; bilaridade).
Nao possvel, pois, que esta oppresso
de consciencia continu, muito principal-
mente no regirnoi do partido conservador ;
porque este partido que foi sempre a ga-
ranta viva de todas as liberdades (muitos
apoiados), esto partido que constitue um
corpo'animado de f, de esperanca e de
todos os intuitos de grandeza (muitos
apoiados), esle partido que nao urna es-
tatua de granito, collocada immovel no meio
da sociedade, ndifferente s aspiraces
generosas do paiz, o obstculo de todos os
progressos razoaveis (muitos apoiados) nao
pode querer que se tire ao cidado a li-
berdade de votar-se ao servico do seu
Creador pelo modo que lhe fdr mais con-
veniente. (Apoados). E' por isto, senho-
res, que eu sou conservador (apoiados), e
sou conservador, porque son liberal.
(Muitos apoiados). Nao son conservador
s de palavras, de nome e de os'tenlacSo :
sou conservador de obras, sou conservador,
que quer o miavel exereieio de todas as
liberdades. (Muitos apoiados).
. (Corainuat-se-ha.)
m. w ftufia-RvA ias aittmfi.

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VI
V
I
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