Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11879


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Full Text
ANNO XU. NUMERO 147.
PARA A CAPITAI E I6ARES ONDE JTA0 Sf PASA POHTE.
JortresraeiesaAantados. ... -MftM
Por sei ditas idem. .............. 6,5000
Por una timo dem ................... 4000
Cadaoomeroavulso ..'.'.['''........... 24ff00
#320

- --
SEXTA FEIM 2 DE JULHO DE 1869.
PABA BEITBO E TOBA DA PROVINCIA.
Por tres mczes adiantados.
Por *ts ditos idem.
Por no> i dito idem
Porumanno.
or mil anno irl*>m .............. 1Z0OUO *3ln.iaBlraSfe u^-.- a'7 j "*ruu"................ RJJ7KA
-aa.-i-c:.::::::::::::::: ^^ .SKS :::::::;:;:::::: :
^ Porumanno...... ... 200150
DIARIO DE PEMAMBCO.
Propriedade de Manoel Rgueira de Fara & Filhos.
-1
i
J

Os Srs. Gerardo Antonio Alves < Filhos,
Pfereira d'Almeida, em
SAO ACE.VTE*:
*
*.

1




PARTE OFHCIAL
io de Janeiro. '
em Nazaretb; Francino Tavares da Costa, em Alagas; Dr. Jos iWart/ns Aiv
28
Cimera la provincia.
DESPACHO* DA VH:K-|'llKSirE\CI\ D<> DA
DK JNIIO DE 1869
Amaral 4 Filhos. Informe u Sr. inspector da
ihesourara de fazendn.
Augusto Cuelho Leite O arrendamento 4o nr-
mazem de me o sapplteante trata, val ser post
em praca. Concorra importunamente a elle.
Aatoai i Vicente d > iNascinunt Feitosa.Infor-
ukvo Sr. inspector da fhesouraria de fazenda.
Lados los de Senna. Vofcs ao Sr. inspector
do arsenal de marimba para informar.
Henedina Floresta dos Santos Onrdoiro.Co'nce-
da-se sem voncmentos.
Jacintho Pa->s de Mendonra Iragui,Dirija se
ao Sr. inspector da thesoura'ra pmJrial.
Jo Jos de Lona freir.* encmenlo que o
suspirante ped*, s jior rertidd kV,pde:scr da-
da, e esta su arun pastada ua secretaria, da escola
normal, onde devc ser pfoewrada.
Julja Francisca da Silva.flftne o rertiflcade.
M m )el Goucaives Agr. Informe o Sr. chele
interino da repartico das obras publicas.
Jlauoel de Miranda Castro.-^Juforine o Sr. ins-
pector da thesooraria provincia.
-Nicolao Vieira da Silva. Sej eliminado o me-
nor de que trata o suppBcant, depois qne este li-
vor ndemni-ado a acenda das despejas feilas eont
a educac.u do mesmo menor.
Ramonda & CInforme a directora do theatro
le Santa Isabel.
emartieio 4a palela.
1* aecrpo.Secretaria da polica de Pemambuco.
1" 4ejaIlio de 1869.
N. 90. nira. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar ai eonheriraento de V. Esc. qne, AMondo
eonsta da* participadles recebNas anOepar-
ticjfio, foram recollnd'is casa de detenciooc se-
guintes individuos:
minlia ordem, Domingos Ribeiro FiJelis, Joa-
guim Cternente dr Booza. Jos Froelsco de'Smua
e Jarinto, esciavo de Pedro Jos de BeFros, vin-
dos de Floresta, como iTinju*sos; Leandro Perei-
ra Braz, Osario Antonio do Soma, Manual Anto-
nio da Silva, Mnnoel Pereira da Silva, Antonio
Pereira d.-tos Maogaheira Sarar, Manoel Fran-
cisco d'Araujo Kegi>, Jos Ricardo Fetreira. Lie-
rato Ferrein, Manoel Gomes Zefertea, Manoel de
Messias de Mnezes e Cyrillo Alves Piaeiro, todjs
.para remita.
JCord.'ui dh subdetegafln do itcife, Rosa Mara
fla 'CenoBl^Ro, Isahel Mria da Ortcei^Ui, Louren-
Q* Antonia da Conrdico, Maria Francisca di lion-
eeicao, Genoveva de Sant'Aana e MarLvMagdalena
do Espirito Sanio, por disturbios; e Domingos
Romero, para averfeuaeflcs sobre crime de ronbo.
A ordem do de santa Anfcmio, TettyOoiii.iilu-
da Silva, por infraccao de posturas- munkipaes ;
Joao I,uiz fin Santn, por crile de auieat-as ; e
Luiz Antonio do Nascimalo, para ficar incommu-
aicavel, por ser indiciado em crile de robo.
A ordom do do S. Jos, Manoel jse" Barbosa,
para (car tamben incommuniravel, e a disposi-
co do subdelegado de Santo Antonio, como indi-
ciado no mesmo crjme do roubo ; e Joaquim Gui-
Iherme da Costa, por desorden.
ordem do da Roa-Vista, Jorge aa Costa Mon-
teiro, pof in-ullos.
Deus guardo-a V. Excfllm. e Exm. Sr. vice-
residtnte da provincia Dr. Manoel do Nascimen-
l Machado l'ortella. O chefe de polica interino
l de Attft Olivriru Mucitl.
raguayada legiao n'um reconhecimento feito dias
ame ptog Argentinos at perto de Ascurra, na
base das eordilheiras.
O lenente-coronel Aveiro, cojo estado era digno
de reparo em taes circumstanrfas, rtilregon afnda
volnmosas cartas para o ministro Wurtaington di-
rigidas nelo general' Mae-Mlmon, que continua,
aperar de drmittido, a querer prolofiar a sua vi-
da diplomtica, tao irregubr e hoterocllla como o
ti i sido a-dos cnsules e ministros junto a esla
(leditosa repnMica.
Os nasados teem vmdo para c cora certa fre-
'Tnencia, e mais' nao os ha pela vigilancia quedev
envelve Lpez em reter os seus defensores To-
llos sao concordes em affiancar que mais cao se
pode com a miseria c a prisao, que o entlmsiasmo
sTa nos labios, n desanimo, porm, no coracao,
sopitado pelo mdo de castigos barbaros, que-ces-
sam so'com a morte.
Teem ap'pareeido diBIculdades no transito das
locomotivas, bem que esteja concluida a ponte de
Juquery, por terem sido cortados estelos em pontes
e ponfithoes da linha frrea.
a Baha; e Jos tobare Gaspariaho, no Ro
Paraguayos, anda* pensa que podis aspirar
de Assumpcao seja Ensinastes aos vindoi
idade. Como for, sao toria.
EXTERIOR.
HsatC, !.'! DE Jl'NHO DE 1869.
No decurso de poucos dias ainda deram-sc Tac-
os di importancia c de prximas consequencias
no Lo.i proseguimento da campan na ; mas, antes
de desenvolver qoalquer delles, bom, em duas
palavr, dar noticia do de maior vulto : Osorio difao, que teve de
ponte
Suppg-se e.eora ra-
za i ser obra desses aventureiros que orazam pela
estradacom carros de conducao e que *em m
regular movimento de trens o corte de seas meio
do lucro ; outros attribuem
que sna prsenca por pertq
hoje raeto de pouca probbiT._.
mcoraoiodos que surgem para a forea e repercu-
tem principalmente no espirito daquclle que 'vela
sobre ido erqqn ludo dirige.
Nessa linha fefrea deu-se ne dia 9, as 7 horas
de norte, nma tf rrive! dfMsjrapi, anda muito eus-
la-ai contar. Vottaudo de Piraya o alares Ale-
sandre Henrique de E^ctagnolle. foi horeivelmen-
te pisado por um trem de wagoes puchado por
bestas, e doixado exange sobre os trilhos, ate que
nm capitao argentino, que casualmente pir ahi
pasfou, o Ozesee traasDorlar para o Taquaral, on-
de fallecen as 9 horas, no meio de tremendos
soirrimentos e eom grande resgna^ao. Bssa mor-
te muila ifliprcssao causou aaui, onde o infeliz jo-
ven colltra j numcrosas.srmpathias pelo.seu ca-
i acter e procedimento.
Asslm terrainou brusca iugloramehte ua
xisleneia, que breve fora, mas ja marcada pela
iiijtisliea dos homens, pois, aps toda a campanha
oe Mato-Grosso durante mais de quafro annos. nao
conseguir ainda a confirmaco do modesto posto
de alferos, era caja eommi*f Nestes ltimos dias tcm prendido a attence a
"xpediclb que o general Menna Rarreto guiara de
1 iray eom destino a Villa-Rica, em busca de fa-
milias espalhadas emtoda essa grande zona intor
media. Partindo eom dnas divisoes de cavallaria
e qualro boceas de rogo, chegra aTebicuan-ni.
que nao pode ranspor por estar de nado e ja ter
arrebankado para mais de 12,000 pessoas, eacon-
tradas no ultimo grao de desgraca.
Voltando entiio sobre seus passos, tamo cami
nhndr JhrU!i>. c airave^sou npa picada e-ni des-
(lladeiro do mais de duas leguas, tendo dividido
aquella porcao de familias em dous grandes gru-
pos, do qual o mais numeroso partencia van-
guarda. A fabrica de fundicii fui eniau littoxal-
mente arrazada pelo engenheiro Jrdm,Tp5'em
pessoa dirigi o trabalho de destruiciio de machi-
nas e importante porcao de armamento.
A columna da frente regressava sem novidade,
piando o general Joao Manoel soubeque no desli-
ladeiro de Sapucahy se haviam levantado trincha-
ras para impedir o passo guarda da retaguarda,
onerada em sua marcha pelo mulherio que vinha
conduzindo. Retroceder, tomar a trineheira, onde
Bcarara para mais do 200 cadveres, fo negocio de
momento, e, aberta assim a communicagao, contl-
nuou o general Jlo Manoel, e no dia 11 che-
gou Paraguay, onde o principe foi ao seu en-
contr.
niulheres, que pareciam mergnlhadas em funda
indifforem, ensnbram passos de dnneas-.
ao J por este lado que allluem faroilLas ;
de S, Pedro tm viudo para Assumpcao muito
alem de mil pessoas, que, eom verdadeiro phrene-
si de queiu encontra salvacao n'um naufragio, se
atlram nos bracos dos bra^ileiras, fugindo desaa
casas e buscando proUsccao coatn as initruccoea
barbaras de Lpez. ^^
Na wdade : contara que Galeano liaba autori-
safio para lancear as mulbeJes' que molrassem
ma feicjio contra qualquer ordem sna e a ella nao
dera de mi, pois os exemplos de taes exeenciV
anda horrisavam aquella inerme e dcil ]<'
laclo.
Desviemos o olhos de taes^scenas e b
mos esta carta, queja vai tonga, transcr
ordem do dia cora que o viscondo do Ib
mi o commando de seu corpo de exc
Camaradas, vulio a compartilhar
faorgas da guerra.
Hoje, como outr'ora. confio no \u
vossa abnegacao,.no vosso patriosi,
* As jornadas 'de gloria eom que i
patria nos roiterados combatos desta u..
na, sao a maior parte e a mais nobre roct,..
, Visctnde d'M*,rff: presidenteJo$ dn Ufan Ma-
S* secret.ui^'1"''"~J" M"'/'ns Cnts Jobim>
Foi a imalmir, na sessao, de hontein o segnin-
isai> especial nomeada pela cmara
Itera examinar o projecto apprwa-
cussao acerca da organisacao do
recrutaniento, entrando no examc
principios e desenvolvimentos, e
eom oque fora eliborauo por "m
>< A
dos ie|
do ora t
excrerto e
miudo de
comparan
cominissao
semndo o numero-de cidadaos alistados. Os pre^
"22 (las provincias designario igualmenfe,
*^ndo os alistamentos parci.w, o que toca
<*** parochia na cmtribuicao. Mareado o dia -
ptanramente, e coi avisos
eos, e em editaes Batatal
pjrta de todas as matrices
previos nos periodi-
quinze dias antes as
reunir-se-so as ea-
vindouros o caminho da vc-
Soorenome de vossas virtudes, cidadlos e
soldados, bastar para de futuro infundir rsspeito
pela nossa naeao e por seus sagrados dircitos.
Os males da guerra, como .esta que nos pele-
jamos, eimenlant os beneficios da paz.
Um ultimoesforco,camaradas. eteremus con-
cluido o nosso sacrificio de honra.
Nunca auspicios mais favoraveis nos presa-
giaram o termo gloriosa da lula.
CoHiinanda-nos um principe, tao patriota, tao .
devotado causa do Brasil, como o melhor brasi- Iderai-oda
lairo ; ilustre por sua ascendencia, e anda mais
musir por suas virtudes.
Confiar, Comojju, em seus magnnimos snti-
nieulos, e cu me irgulbarei de conduzir-vos voz
do nosso genera4 era chfe, a esses campos de com-
bate, onde4antas vozes tendes plantado, eom he-
roica bravura, o estandarloda patria.Visrondedo
n-vnf.
P. S.O general Portinho commnnica- tor j'
passado o Paran, fazeudo 13 pnsioneiros em Iia-
pa e suas iinmediacocs.
ie
i-
, de-
.iftigos e
- 'materia completa
-j poder legislativo. Assiin re-
.-.n.i a diseusslo peranto a cmara, tornan-
uo-a mais clara e metliodica quer para o fim de
organisar o exercito e armada, quer para o exame
e apreaacao dos meios, consistentes no recruta-
mento, verdadeiro imposto, ao qual devem frar
sujeitos todos, os cidadaos do paiz, qualquer que
soja a classe aqqe perteni-ain, como iguaes peran-
te a le, cinfuaBit o exige a constituieao poltica do
imperio.
Formado o seu trabalho
tratou a commissao
ae reiiigi-to,*apjilando o systema de arligos subi-
tituitivos, alm de que sejam estes apoiados pro-
porcao que ejrar.in em discussao os do projecto,
econjumautjfc offerecidos ao exame e consii
raraoda cpnara, para resolver em favor das
di-p.isioes qfe Itie pareceivm preferiveis.
Opina asslm a cjinmissao que coulinue em
discussao o pnojecto mencionado, comegaiid
.primeiro artlfi, e ipuj publicando-se desde ja os
suBStituitivoseara esclarec.iineotos previo de 10-
des os Srs^ djjmtados, sejam ellos tomados em
consideracaanb momento opporttmo.
Emendas sub^iiuitivos ao poojecto n. 11 de
loon.
--J555Saraa as r*9Paas portas municpaes
c proi-euerao a um sorteiic por nmeros de quan-
ios noines esliverem lancatfos nos alistamenlos por
pajocImc, ate completar o numero qne a cada
urna compete.dar, o a mam eom sortoio sopple-
mentarpara as vagas que no anno Hnanceiro se
n^ri^JS1 'ar' Pref*'n*>- Para esta servco a
T^^t d0 sorte, $uPr**nenlar. Afflsaro
giggg?*^. *J*teates pw sen eonhecimenco, e
leinetterao comas da sesean ao governo.
nJjJ't S*>r.tea(, le voluntariamente com-
Pdrt,rar na-capital da provincia, e se apresentar
praca no termo designado, ter direito a um pre
mo pceuwano fixado pelo governc.
cJ 1 V .l,ao se rf5'' presentar per si poder
UJ. ** crai ?m Taller parte era que so en-
erare Wtmm a pena de servir mais 3 annos no-
exercito e mais outros tantos annos na reserva,
aiem dos anuos de servico marcados nesta le.
s >. s estrangeiros e naekmaes podero
ser engajados pelo governo, para o servico mili-
tar, e eom cies se preencherao os contingentes de
preiereno.ia. Ser-lhes-ha concedido um premio
pecuniario pelo governo. Os ostrangeiros nunca
INTERIOR.
lio ale Janeiro.
chegou I No dia 6, s 2 horas da larde, desembar-
cou ncsU estarao o general, que talhou, como Rol-
dao nos tyrinos, stn lugar na /historia, que os
mais ousatos nas pelejas se gabamdc ter seguido,
que as ropibliras platinas n-reberam como o typo
do valor mita* qq*? os soldados, era grupos de
trese qualn, vnain oca estrada saudando cora
vivas de am.r como o cuete que eom altes serapre
hombreara as lileiras do perigo.
Sua Alteza A lra esperar, e, abajando-o, ao sa-
bir do wagonWdeu ao movimento "natura! (pie a
todos possuia.VEm verdade, a curiosidadedos que
ainda nao o li'inin virto, i Impaciencia tib mtir-
tos que de .ml data o conheciam, eram intensas,
c nao foi sem tiremeciraento geral >|ue se annun-
t iou a aproxinjjao do grande capitao. Nio rom-
pe'u nenlium va ; mas os corajes pulsavam
cora forea, e ni(u|ir.m escapa va poderosa in-
fluencia daqueli^iome prestigioso
Entretanto nao ha ainda noticias da guarda que
hava Ocado retaguarda ; por isso ere-seque to
mra para os lados de Tebiquarv, adiando os Pa-
raguayos interpostos sua pass'agem, em nume-
ro superior sua forea e boa vontade.
Duas bandeiras, 31 prisioneros, mais de 3,000
pessoas e familias foram os resultados dessa expe-
'ufar eom mais de 1,000 Para-
19 dr iimuo-DB 1860.
Foi a immjmii*xna iesso de lionte.n, o seguinle
parecer, eom o projee|p do senado que trata de
Imairipto idntico: -
A commissao do juslica civil, a quem foram
presantes jirimeiramente o projecto n. 29 deste
anuo apresenlido pelo Sr. deputado Manoel Fran-
cisco Correa., ao depois o e h. 39 do de 18152,
viudo do senado para esta cmara, depois de ha-
j ver alternamente examinado-ambos estes projertcs,
nomo exige sua respectiva materia, emende, que
elles encerrara dispjsicoes uteis e reclamadas vi-
vamente [idos mais depurados principios philau -
trpicos, (piando prohibem as vendas de escravos
debaixo do prgo, e exposicao ou hasta publica,
ordenara que nellas se nao separera o marido da
mulher, o lilho dos pas, quando aquelles sao me-
nores, e facilitam a concessao do cartas de liber-
dade aos escravos inventariados que exhibireui
a vista o prego em que foram judicialmente ava-
hados.
Emende a commissao, que a enuneiacao sim-
iunil^iimiiP nnihinn .1.... i>A*tti. khab
I '
Os arte. I, 3 e 3 eom todos os sens para-
graphos substitoam-se pelo segunte o nico arti-
go eom denominaran de'Io.
Todos os cidadaos brasileiros maiores de 18
nos anstamenlos, eom a condicio no pr
de se apresentarem antes do sorteio.
IV
O arte. 15, 16,17, 18, 19, O.TM, 22 e 23 subs-
iiluara-se pelo segunte, eom a numeracao da i :
O exercito se compon de urna forea activa e
j de outra cora a denoniraaeao de reserva. A pr-
2*; meiradever estar sempre preenchida, e o mano
comegando pelo de duracao de servco de5 annos. Asegunda
se cornpor qner dos da activa que tiverem cora-
lUeado o seu tempo do servico, (|ur de todos os
cidadaos alistados e quo nao foram sorteados para
a prmieira e que Ihepertencem djdiri. O tem-
po de servico nest sor de 4 aimos e .msidera-
se ella licenciada e nao recebe sold. Aquelles ci-
liada que s na reserva tiverem servido passa-
rao.Jlfido o seu tempo, para una segunda reser-
va donominada subsidiaria, e ahi se consideraran
permanecer por mais seis annos.
A reserva poder* ser chamada a ser-
mOFl l. arda nacionol comp3e-sa fcs d-
de ,i' fSBC .**1" a renda ^-1 Vla" e a ida
ue de 18 a JO annos.
r3o i h l rtd?,Jios mai"re de 30 anuos se-
rao excluios do abstamento de guarda nacional,
^sl .i tambera serao excluidos, anda oue
ao lenham essa inaiordade :
Ju aS mi"i;,lr*- presidentes de provincias
autoridades policiaes.
2. Os deputads geraes. *
a* Os clrigos dcordens sacras-, os militares
os magistrados e promotores pblicos.
4, Os que por molestias ineuravois forera in-
c paces para qualquer servico.
o" Os quo tiverem completado a idade do 30
annos.
Art. 4. Todo cdadao exluido da guarda na-
cional, asura como lodo o estrangeiro domiciliado
no imperio, pagara o imposto pessoal de 1 V, '
sobre o reitdimeiito locativo annual do predio ar-
rendado ou proprio em- que habito, guardadas as
,senv|f*-a, fc,"te* estabelecidos ,,e|0 art. 10 da le
n. 1,507 de 26 de setembro d 1867.
guineo.^O producto dessa contribuicTio far
parte da renda provincial, pura ser exclusivamen-
te apphcado ao pagamento da guarda nacional,
quando for clamada servico ordinario.
Art. 5 Oservico na guarda nacional obri-
gatono, sendo eomtudo permittidas as subslituicdes
' cidadaos volantes, que techara aptidaophysica
9.
stamento da guai-
fieaudo abolida

SfT.SIyl'SS '', 1:'J,! ^obIi!ld.o ao vi','" i sempre que os casos de guerra ou im-
M.ryif..i militar du exercito e armaSa, organisatt- mnente perigo par;
ilo-se aimiia
tos residir n
rando-se so;
dos s armas,
claradas
' l.- E.
que ti vi
nte um aditamento ne iodo.s*quan-
qualq:nT po.o do injurio, e t-
os u):iie- do; ipie forera chara i-
undo as d.s.ioij;*.- diauto dc-
nm-se do alistamen'o : 1, os
..Jto pbysico ou enfermidade que
os ifliabilite para todo e quaiqner servico militar:
i", oilhs, geia) ou neto de mulher viuva c po-
brC," c qne
perigo para a segranca publica o exig
rom, preeedendo decreto do governo. A reserva
ser obrigada a comparecer para exercicios e re-
vislas,_ pglo menos seis vezos no aiuiu,-M* m-
mai rad peifrgoverno, e pelo methodo que este
designar, tantas quantas vea for deliberado. A
reserva subsidiaria ser chamada para exercicios
e revista duas vezes por anno nicamente.
V
t al 28 inclusive, substluam-se
!c.tm*ntc' d> amparo, Ipelo segntte, eom a numeracao de 5
a coinpanhia regida ; 3\ o quo alimentar Ogovonio pnblicar um regulara
O genera! Os<|fio traz os qneixos cingidos por
um panno preto tic envolve-lhe parle da cara. O
ferimento purga inda por duas fstulas, em cuja
abertura apontai esquirolas, que vio ser extialii-
das. A sua feiei popular nio est coratudo alte-
rada, bigode b'isi e grizalho cubre-lh o labio, os
olhos scintHlam juvenilmente e sua voz clara e
natural.
Apenas de cheada, passou revista ao seu corpo
de exercito. formulo era linha, e immediatamente
oceupou-se, eom tda a aetividade, de suas func-
c^es. A victoria juie sempre o braco qua a ded-
caco do cidadio t ouxe ao. general em chefe.
Prestada hometugemao nobre visconde, voltem-
se as vistas para o. acontocmontos que haviam
precedido a sua vtda e que augmenta vara mais o
gosto de acolhe-1..
As ultimas noticas da expedico do Jojuy a ti-
uham deixado em narcha para a poscao de Sar-
gento Lomas, occu>adapelo major Galeano fren-
te de 1,200 homeme 12 boceas de fogo^
No da 2 um telejramma de Assumpcao oucheu
de jubilo o acampnenlo, annunciando urna es-
troodosa victoria, qual resultaran) a posse de
toda a artilharia, de tres bandeiras, mais de 300
prisioneiros, muito gido e destruicao completa do
inimigo. Logo depon chegou a confirmarlo ofll-
cial de to jubilo* o lato, delidameote narrado na
ordem do da n. 16, qie vai juntamente remltida.
O general Cmara deierapenhou sna missao eom
fejicidade, comparavej sua pericia c bravura, e
nao desmerece da coiflanca que seu passado sou-
bera inspirar.
No di 3 essa noticu foi levada ao acampamen-
to de Cerro-Len e escripia nas paredes das casas
abandonadas. O recoahecraento foi feito pela
brigada do coronel Detdoro da Foaseca, debaixc
das ordens immedialas 4e Sua Alteza. A estrada
da Cordilbeira achava-st oecupada, e em suas vol-
tas collooada infantaria aioiada por artilharia, que,
apenas vio felte a seu alcance, comecou a atirar,
feriado graresncnle a um soldado e levemente a
dous outros. Aps urna hora de estada, ata quo
Balas e gradadas cruzavam por" cima de nossas
abecas, Iraton-se do curativo dos ftidos e no
mlboral-fanjo de seu transporte, e vltou-se 9
11 horac da Mnliaa, sem mais novidade.
No di| $e|ulnt reapparecea, como no dia 4, nas
Hoscas llallas ora parlamentario paraguayo, rodea-
do dew Ce* di um'tewnta-toronel. Pouca cooaa tratuplro
fctonmtm nota rgida a Sua Altla en-
tretanto, rondo a mais accMtfal des versocc,
tratavam dffas do appareeimeaio X JJauflclra pa-
guayos comraandados pelo general Caballero.
Aenlrada das familias em Pirav foi um dos
mais extraordinarios quadros que dado ver-se.
Figure-se urna procissao de famintos, cobertos de
arrapos, criancas urnas conipletamente nas tiri-
tando de fro, outras eom um chirip em tiras, cho-
rando de forae, niulheres enroladas em pannos ne-
gros de sujos e rotos, mocas antes do lempo velhas
prematuras, mais amparando da chuva eom as
m3os de encontr aos peitos filhinhos de mezes,
homens velhos, decrpitos e todos carregados, este
de uma masera, aaiiaiu da cueifut*, mr
de uma abobora, mais alm de um feixe de canoa,
inuilos cora achas de lenha, irazendo no rosto a
miseria, a atonia, o apatetamento dos grandes
soffrraentos que so aniquilam na prsenca da
fome.
S a penna de Edgar Pus para pintar taes ex-
tremos. A vida de torturas era vida de longos
mezes: por ultimo nempodiara comer a laranja
3ue a propria plantado Ibes dra como presente
o co; era de Lpez a frueta de Deus, era para
seu escalavrado dominio que as maes, mulheres e
filhos de seus soldados resstiam aos raplos da
necessidade.
Paiz desgracado que um hornera mata por egos-
mo, que elle chama patriotismo.
Certa o craeao a contemplacao de tamanha
calamidado _e bem vinda sera a paz que se as-
sente na total destruicao do rgimen que troute
taes consequenca-.
Ao passo que peuetravara nas nossas fileiras
esses entes quasi phantasmas, a soldadesca bem
vestida, robusta, offerecia contraste saliente e tan-
to o sentiam que muitos despiam a camisa' para
eobrr as carnes nuas daB ereancas, cojas pernas
lineares mal sustontavam um corpo disforme pelo
cresciraento do venlre.
Esqualidos, desfallecidos, caminhavam autom-
ticamente esses miseros, que logo comecaram a
sentir os etfeitos da caridade brasileira; foram
recolhdos a greja, distribuio-se-lhes comida,
e durante toda a noite > as ao redor das quaes ajuntarara-se grupos cu-
riosos.
As mais bonitas raparigas feram naturalmente
jachando protectores, rautas j se embrulhavnm
esta n'um ponche, aquella n'um pala, algunas at
em sobretodos.
Os soldados, eom o espirito qne Ihes proprio,
faziam observar urnas paraguayas qne, prisione-
ras em dezembro, passeavam bem vestidas, ele-
gantes, por entre os montees, que sao grupas, de
suas desgranadas patricias, a reconhecerera ou
procurarem mes e Irmaos: AqitHas sao para-
guayas mansas, diziam elles, as otftras ainda sao
bravias. > < Essa gente, exclamava potro, peior
do que negros de uma fazenda do Brasil, a de
mo senhor, acerescentava, >
As 'sceoas que-'sesaguiram no (Ua segnlnte fo-
ram rauto Interessanies. Os paraguayo da le-
ge vierain do aeampamento anjrenllno buscar al-
guns des seus, e saturara ectcaaos de los, avs,i
primo, primas, parentelrque a occasiao forjava ;
efletees dosa-ibuiam camisas, teos aos meninos,.
\im, adaao no sacio da ale|ra> qt urna boa o-
co sempre inspira e do reconhecimento que Ra:
provoca.
Na occasiao de rander^se a parada, a music
Mddtio enneao nosses dcaseadelrte dos Payaguaei
fluaranya, n o jecutas trafeairara a podar de
cantoo e- do viaiM e raaeoas, alfwaa> decaes
pies deslas disposiciies capitaes dos projectos supra
indicados, bstanlo para que sejam estas fcil-
mente admittidas por todos os homens que se li;
piraran os principios caridososdo chrisliantsmo e se
honrara de ter nascido em um paiz lirre. A com-
missao emende que um triste c doloroso espec-
tculo ver entes hunanos vendidos era merca-
dos pblicos ; que por causa de suas respectivas
vendas ;sejara separados entes, que pelos lacos.
Ja natureza, .das leis, da educacao e da gratido,
deviara e qneriart viver juntos, desconhecendo os
seniiraentos mais mimos do coracao hnmanoj
que sao os fundamentos naturaes e legaes da fa--
inilia. A commissao entende anda, que a ullim.i
disposicao quanlo a facilitar a manumissao dos
escravos de intuitiva ulihdade, porque por ella
nem se otfende o direito de propriedade de seus
sealiores, una vez que elles recebera vista o
pr-ou a.^,,, .h. jaMamwMe vai, negundo avalia-
;oes legaes, nem consente que homens quo aspi-
rara a iiberdade para enirarem no direito eom-
mura, e que por seu trabalho, sua economa ou
por sua dedicacao obtiveram meios de a eonse-
guirera, lquein no eslado de captiveiro pelo ca-
pricho e falta de caridade de seus senhores, sob o
luudamento de respeilar-se a propriedade, quando
a liberdade a maior, a mais santa, a prlmeira de
'"i! a ar,i8" do projecto do senado corla este
abuso do direito de propriedade, se.n entretanto of-
fender o mesmo direito.
Apresentando-estas su cintas e rapidis ob-
servaces, que a commissao desenvolvera so ti-
vesse de dirigir-se a uma assemba menos es-
clarecida, patritica e philantropica do que esta,
cmara, nao pode a coraraissao dexar de dizer-
que e seu parecer, que entre era discussao eom
prelerencia o projecto que veio j do senado, tan-
to porque encerra mais ampios desenvolvimjntos
as ideas que fazem o seu objecto, como porque
pelas sua origem deve merecer a maior considera-
?ao desta cmara.
Cmara dos deputads 18 de jnnho de 1869.
/. H. Figueira de Mello. Jtronymo Mximo
bogueira Penido.hidro Borges Monteiro. >
A assemba geral resolve :
Art. 1. Todas as vendas de escravos de-
muid Prtg2i0 e em expos'5ao Publ'ca Icatn pro-
i a0s lei!"5es cramerciaes de escravos fleam pro-
liibidus, sob pana de nullidade de taes vendas e de
multa de 100 a 300* contra o teiloeiro por cada
escravo que vender em leilo.
* A*, presas iudicacs, em vrtude de executoes
por divKla ou de partilhas entre bordeiros sarao
substituidas por propostas eserptas, que os jaizes
receberao dos arrematantes poaespaco de 30das,
annunciando os juizes por editaos conlendo os no-
mes, tdades, prohssoo, avaliacoes e mais earacte-
riseos dos escravos que ternura de ser arrema-
lados.
Fiado aquello praso de 30 dias de annuncio
judicial, o juis poder renovar o aaouncio por no-
vo prazo, publicando em audiencia as propostas
se forera lasigoiltaanles os precos olerectdoj, ou
sa oram impugnados por herdeirec ou credoras
que requeiram adjudicacao por preco maior.
Art. 2. Em todas aa vendas de escravos, ou se-i
jana-paTtmatarosoa judiciaeB, i proftlbido so* pena
de nunidade, separar o marido da mulher, o filho
do paiou da mas salvo eado raaos maiores de 45
annos.
< Aria Nosiaventarioseav
e sustentar irmaa solteira que viva honestamente
em sua co.nparihia : 4-, o viuvo qne tiver filha
menor legitima ou legitimada, ea educare criar
era sua residencia ; 5", os estudantes matricula-
dos nas faculdades e os iniern s de
mentos pblicos de ensiuo snpefior sustentados
pelo eslado, comanlo que provem que nunca sof-
freram reprovacoes em exames ; 6o, os ecclesias-
acos de irdens sacras eos ministros de outra-
religioes.
i." Poder-sebao eximir do servico militar
os que sendo sorteados apresentarem ao governo,
no prazo por ello marcado, um substituto idneo,
c imtaiito qne nao pertene.a classe dos alistados,
e os subsiitutos se mtponsabifiscm por ell i
prtmero auno de praca : e bem assim os que pa-
n uma conlribuicao pecuniaria lxada na le
de forea.
II
Os arts. 4", 5 e G" substit,iam-se pelo seguin-
le eom a denoiuinaciio de 2.
O alistamento dos cidadaos coraprehendidos
no artigo antecedente, far-se-ha tolos os annos,'
qur para conservar os j anteriormente incluidos
e que nao deverem ser eliminado?, qur para in-
cluir os novo-, aos quaes cabe o dever de servir
no exercito e armada. O governo designar os
dias em que os conselhos incumbidos de o orga-
nisarem devem proceder aos seus irabalhos, e o
prazo em que o devem concluir, e.n vrtude das
dispaii^oes dos paragraphos seguintes :
j." Na matriz de cada uma parochia do im-
perio se rimnirio no dia marearlo o primeirojuiz
ment para a
prorapta execujao desta le, fixando a poca em
que dever ser platicada, aura dse considerar
ento de todo revogada a lei vigente actualmente.
^ 1. Em tempo de guerra poder o governo
estaueleci- \ suspender a iseneo por indo de contribuirn pe-
' cuniaria.
2. A presento le nao revoga as isences
do servico militar concedidas pelas anteriores"aos
colonos e naturalisados.
3 Os que tiverem completado seu tempo
de servido do exercito e armada, tero preferencia
para os cargos pblicos cvis e militares em igual-
dade de circunstancia, e levar-se-ha parcas apo-
sentadorias ou reformas o prazo de servico mi-
litar. ^
5 t." As contribuicoos pecuniarias c multas
de que trata esta lei serao aoplicadas aos premios
nella igualmente estabelecidos, i a constituico de
ama caixa militar, cuja administracao competir
ao ministerio da guerra, destinada ao melhora-
inento do sold das pracas de prct, e educaran
de seus filhos.
| o.;' Nos termos era qe a popnlacao se pres-
tar particularmente ap servico da armada, e que
Ihe mar reservada, em vez de um offleial do
exercito, poder o governo dosigoar para a junta
um da marinha.
Rio, 18 de junho de 186 ^.Pereira da fStoo,
h'i. O. Jmqtwira.I. Velloso Ped-rneirna.
Sao julgados objectos de deliberacao os seguin-
tes projeetos:
A assemba geral resolve :
Art. 1." Os direitos fija los por-4ei carreira
de paz; o subdelegado de poiicia e um olcial da' diplomtica para as nomrftgSes, prbhocSes e apo-
que nao forem
MMmo aeracwo) ascendeatos otes-<
ceadwues, euecrom salvos por oiHros bens os dl-
reoo dos oMddrec, p-Hiar o juiz do inventar
conceder carta dedibaraaaes aos eserave r. sa-
lariados que exhibirem i vista Meco d saas vaa-i
hartes jttdioiaac.
c Picara rowaadaaa aaostoces ea> contrario)
c Pago do aaaaVv aa 18 de Juaho de *t.--
gua>d nacional designado pelo governo. Proce-
dern publicamente a alistar,' chamando para os !
coadjuvar o escrivo de paz ou qualquer outro j
oIBcial publico, todos quantos cidadios residrcm
na parochia nas condigoes do art. 1. Feilo, e
afiliado o alistamento n porta da matriz, convo-
carn a todos quantos tiverem interesse na inclu-
sao ou exclusas de nomes a comparecerem 15 dia;
depois, em que de novo se reunira para attende-
rera s reclamacos. Enviaro tanta do alislamen-
lo como das suas m idificacoes uraa )pia authen-
tica, ao governo eom a maior brevidade.
2." Na casa da caraira municipal de cada
termo se reuniro, em dia designado pelo gover- colhidos na classe dos secretarios que tiverem
no, o juiz municipal, o presidente da cmara, o
delegado de polica, o primeiro eieitor da parochia
da villa ou cidade, o um oficia! do exercito ou da
guarda nacional designado pelo governo, e publi-
camente procedero uma revisad do alistainento
feito pela junta parochal nos nomes era que haja
nterposta reclamacao perante este conselho mu-
oMbal. Remetiera elle eom urgencia ao governo
copia da acta das suas deetSJbs.
% 3." Nas cidades e villas, eabecas 'de comar-
ca, reunir-se-ha ainda uma teresira junta, eom-
posta do juiz de direito, do primeiro eieitor da s e
do primeiro supplenle, do promotor publico e de
tira oIBcial superior do exercito ou da guarda na-
cional designado pelo governo, em dia por este 11-
xado, afim de tomar conhecmenio das reelama-
ces (Re para eMa possam ter viudo das decisoes
das juntas munioipaes ou do parochia. De suas
deliberacoes remetiera igualmente ao governo co-
pia authentica.
4. Nas capitaes da provincia o na orte ha-
ver atada um e ultimo coneetbo, que ter o di-
reito de .rever o alistamento na pari relativa *
reclamaoos. Nas prmeiras ser composto do pre-
sidente- da provincia, do eomraandaate das armas,
ou quem suas vezes fizer, do chefe de polica, do
eomraandante superior da guarda nacional e de
um juiz de direito designado pelo governo. Na
corte presidir o ministro da guerra, ou um offl-
ctal general do exercito por elle uosjgoado, e o
formario o commandanw das armas e o coraman-
dante superior da guarda nacional.
* $ 57* As vagas das juntas cima referidas
scrJo'pteencnldaH petos respectivos substitutos.
6 Srao: naturios em uma somma catre
100a o 0# toda qalntos 8 roeusarem, sem
causa provada, a comparecer s juntas mencio-
nadas.
m
c O arts, 7, t i, ^a, 14, 13 e 43 anbstitua-sc
pele segrante, cora a denorainacio ae 3.*.
Wcrctad a IcVca de aur e torra pelos po-
aarsI'coMpdtntds do nado,* Yelftoadwaetetj'
vorno o contingente necessario para preech'la,
o%(Werno a, dtetribUUA pela edrte e proviOfia.
sentadorias serao entendidos pela forma seguinle:
1." Sos hachareis formados em direito nas
facilidades do Imperio poderlo de ora em diante
entrar para a Carreira diplomtica, comecando
pela catliegoria de addidos, depois de terem plati-
cado na secretara de estrangeiros durante dous
annos, e provado o conhecimento das linguas fran-
ceza e ingiera.
' 5 2. Os secretarios de legaeao serao tirados
da classe dos addidos que tiverem tres annos da
servico effectivo, e que depois deste prazo tiverem
praticado um anno na secretaria de estrangeiros.
3. Os encarroados de negocios serao es-
dos
nesta ultima catliegoria quatro anuos" de servico
diplomtico effectivo, e mais, depois destes, dous
annos de trabalho na secretaria de, estrangeiros.
4. Os ministros residentes serao tirados da
classe dos encarregados de negocios, que tiverem
nesta ultima cathegoria cinco annos de servico
effectivo, e mais, depois destes, tres annos de tra-
badlos na secretaria de estrangeiros.
t i 5. Poder o govorno nomear para minis-
tros plenipotenciarios e enviados extraordinarios
quaiqner cidadio que julgue possuir os requisitos
do emprego, eom a condicao de- se nao poder con-
servar mais de tres annos no eargo, e de nao go-
zar do aposentadoria, nem entrar no quadro di-
plomtico.
| 6. Poder o governo nomear igualmente
para ministro plenipotenciario e enviados extraor-
dinarios quaesquer dos ministros residentes per ten-
cenes ao quadro, comtaato que tenhara servido
effectivameole na secretaria da estrangeiros du-
rante cinco anace.
< An. 2." [ 1." As taissoBs diplomtica* no es-
trangeiro serao das seguintes ealhegorias: envia-
dos extraordinarios e ministros plenipotenciarios:
Parte, Londres; Washingtosv Lisboa e Roma ; a i-
nistros residentes: Bueaos-Avres, Montevideo,
Berlira, S. Petersburgo, Florenca e Vieniia : en-
carregados do negocios : Madrid, BruSaT.as, llava,
Stockolmo, Gopanhagn, Estados do 8ul da Ale-
manha, Suissa, Uma, Santiago e outras capitaes
da Amrica. O governo poder reunir algunas
deslas legacdes oto uma s, cu dexar de preen-
cher as que Ihe parecem desnocessarlas.
2. As legacdM de i.* ardam lero, alm do
chele respeWiTOs nm secretario e nm adido; ae
da 3.\ aMm do chefe, om secretario; as da. 4* or-
dem, attm d chefe, nm adrado. Este pwseal nao
peder M angmeniado.
* | 3. Asdispestedei tanto do an. iv eran do
art. i nSar eompMimcm as mtesdas medbeg.
Vi 3. Fisaai larogadas as miawt4eos em
contraria ,. .
t Pacada-canwfa, cm i^jnnho *1K.-<
rVrsi'ra da Suco.
A as-seniMva'flnr TcTtorve:
'ifaar vezes a V. sobreaWpfWancia que ie-'dia'aB^
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
I MUTILADO \/

. ,I~ E"> C!l^ municipio haver smente
un batalhao, u seccao de balalho ou do compa-
nhia, conforme a sulllciencia do numero de pracas
qualicadas. No municipio da corle, porm, c nos
das capitaes das provincias poder-haver mais ora
batalhao.
Art. 8." Feita a reorganisacao dos batalhes,
seccoes do batalhes e de corapanaiaa por vrtude
desla lei, nao ser, alterada cinquauto o contrario
nao fr pormttdo, salvo-por elVeilo de creaces o
divisoes de municipios.
Art. 9. Os batalhes e corpos que accresce-
rem ao quadro da pr sent lei sero supprimidos ;
e seus oflicaes reformado nos respectivos postes,
ou addidos aos corpos ou estaJos-maiores dos
coinmandos superiores.
Art. 10: O governo poder crear coramandos
superiores onde os jtilgar convenientes, comanlo
que nao haja mais de um em cada comarea.
Art. 11. A qualilieacao da guarda nacional
continuar a ser feta como actualmente.
O conselho de qualHicaci reunir-se-ha na
sede do respectivo mtmTcipin, e rnmpr-sc-ha du
nriinuiro Jim!'de paz e de ffiriacs da guarda na-
cional ; e o de revista na cidade ou villa eabeca
de comarca, sendo romposto do juiz do direito,
eomraandante superior e presidente da cmara.
Art. 12. Ao conselbo de revista incumbe :
1. Prever sobre os pedidos para substiiucVs
cora recurso para o presidente da provincia] ou
para o governo na corte.
2. Proceder ao sorteio dos guardas dt vi'is para o servico ordinario.
Alt. 13 i governo na corto e os presidentes
nas provincias fixarao annualmente no mez de de-
zembro o numero de pracas que em cada munici-
pio possam ser precisas para auxilio da forea de
linha ou de polica no servico ordinario.
Art. 14. Em vista dessa fxacao, os conselhos
de revista no mez de Janeiro procedern por com-
panhias ao sorteio dos guardas destinados a tal
servico.
Art. 15. Nenlium guarda ser de novo sortea-
do nos .annos seguintes sem que todos de sua com-
panhia o lenham si lo por sua vez.
Art. 16. A guarda nacional poder ser cha-
mada a servico ordinario por falta de forea de li-
ha ou de polica :
1." Dentro do municipio, para gnarnicao e
palmillas, para escoliar de nm lugar para outro
as reraessas de dinbeiros ou elTeilos pertencentes
ao estado ou a provincia, ou paca eondnzir pro-
nunciados, condeinnados e quaesquer outros pre-
sos.
2. Fra dos municipios, nos casos das di-
tas remessas e eonduccao, e para perseguirn-
immediata de criminosos, quando a le permu-
te a entrada dos juizes no territorio de jnrisdiccau
alacia.
Aj. 17. Era anteas as hypotheses somonte
servirlo os guardas nacionaes sorteados; e serio
pagos desde o dia de sua apreieolaco at que se-
jam dispensados.
' Art. 18. Aguarda nacional ser chamada a
- i rico extraordinario fora do municipio para soc-
eorrer algum municipio da meSma ou do diversa
provincia, no caso de ser perturbarlo, ou ameaca-
do do sedico, rebcllio on qualquer outra com-
mocao.
nico. Para esse servion preciso que pro-
ceda ordem da preaidancia, salvo se a demora
proveniente da distancia ou a urgencia da or-
dem publica justificar a romiisieao da autoridade
local.
Art. 19. Oeeorrendo ahypotheso prevista no>
artigo antecedente, os guardas nacionaes destaca
rao por eompanhias ou batalhes, conforme as or-
dens expedidas, sem dependencia de sorteio, e per-
cebero vencimentos pelos cofres geraes desde o
da de sua reunio al o de sou regresso.
' Art. 20. Alm dos sarde, lixados nos arli-
gos antecedentes, a guarda nacional s obrigada
a reunir-se uma vez por mez para revistes e ex-
ercicios, os qnaes terao sempre lugar em dia fe-
riado ou santificado.
< Art. 21. Fica prohibid i a reunio da guarda
nacional para aeorapanhamentos de procissdes,
guardas de honras, paradas por motivos de testa
nacional e para quaesquer outros servicos do se-
melhante natureza.
t Arl. 22. S haver um uniforme simptes para
a gnarda nacional de todo o Imperio.
Arl. 23. Os guardas naeionaes gozarn livre-
menle da faculdade de mudar de domicilio, e via-
jar no pas ou no estrangeiro, sendo punivel a
ausencia to smente quando se realise depois
de feita a intimacao para algum serlvco determi-
nado.
Art. 24. A pena correccional de prisao por
oito das, estabelecida neto art 94 da tei n. 601 da
19 de setembro de 1850 Oca reduaida a cinco dias;
e so. poder ser imposta pelo eommandantc do
corpo. Quanto ao mais, substituir em vigor a
parte penal da dita lei.
Art. 25. Por uma le especial organrsar-se-ha
o servico da guarda nacional nas fronteiras cm
lempo de paz, e para todo o Imperio era tempo de
guerra, como auxilios do exereito na defera das
costas, pracas e fortateaas,
Arl. 24k Ficam revagadas as dispasfritee em
comrario.
" Rio, 20 fe junho de 1869. Tfmdoro W. b.
Piretra aSihu. .
22
O Sr. Dr. Ladislao Nevto, director do moseu
nacional, communtcou o seguintc :
Recebendo oom grande actamento as consul-
tes eom que algnns profBssieoaes estrangeiros
teem honrado o maseu nacional; cerca de teste-
munhos e indicios relativos aos eostumes do* pri-
nttlTos'haMants do Brasil, e cspefaneMo de que
o auxiho dos particnlares venha alada uraa vez
consolidar tac iisongeira enniianca, depositada as-
sim pelos lanaaau da sriencia no ubico mosea da
nistorra natural qoe ora possuimos, wnhofallato



S MllTi..
Diario d* Pernamb*co Sesrta eara 2 de Julho de i$69.
'
0 i
i -A
ra dia se vai ligando progresivamente aos csiu- a calumiu le inf,iBtara, que anda uzil&vaquan-
'dos ethnogr*phcos e arclieolo;co|iorraenteido ,| as trcavam as nossas l.afwlas, de mistura
Brasil, ondo com prove demasiadamente exiguo snossas lai
esforgMKVBos por encontrar no seio-deste slo.as Uit-pido foi w ataqu, c t enrgicamente fe-
pegada das iuiiunieras tribus que. alii viveram i.Jq pr n0s>as armasque, aos toque.-* de -.
. antes 4,nos.
DVpois das nscripccs
Japurfcede Kabo-l-'rio, nada iuaw pessoiames qoe
nos aclaivas-e a historia dos amigos povos brasi- c va|,M. e.intrepidez : honra e glorias, pois, a
leiros, afora alguns ranssimos commids do Atoa o bravos jJUMijyugukyaJua-
, ecarregar, siiecedcrain-se pauco depois os b>-
de Anabastabrn, -de- nu;S je victoria.
zonas e do EspiriloSauti
Felizmente, Jopis
ighissioiO que
pend sobreest assumpto, o moseu nadoiia|.h*i;i
recebido alguns prsenles, entro u> qaae
mencionar dous artefactos, cuja origem, por te-
rem sido elles extraalos do meto dos lei>sUo>
argilosos do alto da loa-Vista, na Tijua, nao lo-
sito em attribuir a,4ima poea muito remota.
O maior desles curioso objectos om feda-
o de diorUfc^ranitOide, rulado, achatado, envolvi-
do de urna efpessa eruita de norcedo de ferro e
tendo cm urna das. faces una profunda cavidade
artificial, que pela sua forma e lisura indica ter
servido de gral -ou de almofariz, se tal uorae
pennittido dar-se a este rustico utensilio.
Nao menos curioso 6 o segundo artefacto, que
e urna especie.de masseta feita tambem dediurito,
porm de variedade inais compacta; ella tem qua-
tro faces bem talladas e adelga-se para urna das
duas extremidades, como para melor ageitar-se
Estes importantes objectos forara offereemos,
com um bello crystai de rocha doiiecaodro 'typo
crystalographico que nao tinhamos aioda na col-
leccao mineralgica), pelo Sr. Manoel Coelho, a
quem o museu nacional devedor de algumas ou-
tras curiosidades.
O que, porm, mais importa a srcheologia
brasileira, como um fado de subido valor para es-
te ramo de historia natural, que me havendo
guiado pelas indicares dos Srs. capillo Luiz de
Hecende e tenentc Antonio Jos.' Rodrigues, que ti-
ve tambem por auxiliares, fui adiar quasi a su;
perficie do lo, na fazenda deste ultimo senhor, e
a menos de uta quarlo de legua !: da amiga Se-
ropedica, hoje pcj>priedade do Sr. Rezende, admi-
ra veis documentas cermicos de urna grande e an
lien taba.
Sao fragmentos de grandes e pequeos vasos,
mis pintados de branco co.i matizes pretos c lis-
trpes vermelhos, ouuos adornados de toscas mas
regulares salieiioias ou grosseiros baxo-relevos a
que, na falta de melhor classificacao, daria o no-
me de eseulpturas.
G lugar donde desenterrei estas preciosas an-
tiguantes era ensembrado, ha sete aunos apenas,
por mata virgem. Altostam-m'o q proprio Sr. Ro-
drigues, que all nasceu ha perto de 00 annos, e
sobretodo vetustas madeiras ainda hoje cstendiuas
pelo chao.
t A forca de paciencia e de estudos comparati-
vos, pude ja completar, desenhando-os, dous des-
tes vasos, com alguns dos numerosos fragmentos
que all achei. '
O maior delles, que ao mesmo lempo o de
maior valor, pintado de branco com riscos pre-
to;, parallelos e dispostos poueo mais ou menos
era zjg-zag.
t A sua- forma, approximando-se da de um eone
truncado, muito semelhantc a de tres vasos per-
tcncentes a colleccSo pompeana, representada no
museu nacional.
O nosso vaso, porm, que devra ter de tres
a seis palmos de dimetro na base, colossal com-
parado aquelles.
Empero continuar as excavacoes e augmentar
esta collecro, que ja dificilmeule poder ser
transportada para a corte.
daixoii o
I 'iD de multo* combj
i mortias^gr.as do Ago
bateo-
PERNAMBCO.
EEVISTA DIARIA.
IWA BACTIFICAiP.Deduzindo-se
la lilOS:-
Mais dftfpii
go no campela
es que for.i:
ranchv. i
Duzentes. hornen?, se taloy-.corise!uii'am es-
capar-^.
Trezentes prisioneiros, 12 boceas de fogo e
diflertnles calibres, 3 estandartes,; grande quanti
dade de armameoto e municao. e .3* carreja, fo-
ram os implaos de ti.) 'ompkta wfetoria.
Militas familias paraguayas tambera foram en-
contradas as immediacoes de Tupipitan.
Nossasperdas foram insignificantes em rela-
cao a taes rcsuluados ; apenas temo' a lainontar
18 homons morios e 81 feridos.
Em vista de tao brilhante feitos de armas, al-
canchado por-aossas forcas expedicionarias sobre o
inimigo, no corarao raesmo do Paraguay, Sua Al-
teza o Sr. principo nao pode deixar de congratu-
larse com o xercito por mais esta pagina de glo-
rias, esxnptfi nos fastos de uussa historia por tao
bravos e distinctos militares.
Manda, por Isto, o mesmo seremssime senhor
louvar a S. Exc. o Sr. brifadeiro os Antonio
Correa da Cmara, commandante da referida ex-
pedico, pela actividade, pericia e andacia do qoc
deu provas n desempenho da oimnissao que Iho
fra confiada; e bem assim a todos os Srs. olli-
ciaes e pracas que toraaram parte em lo gloriosa
jornada.O bngadeiro, ioiw de.Snuia da fimseca
Costa, ehefe o eslado-maior. i
Preoccupara vivamente a atlen^o publica em
Ruenos-Ayres a discussao quteove lugar na c-
mara dos senadores a proposito do fuzilaraent do
cidado Sejura em S. Luiz, por.ot'dem do general
Arredondo.
O senador Zavaglia interpellou s ministro da
guerra sobre sle acontecimenta, e cundemnou o
luzilaraenlo de Sejura como violcio terminante
expressa di*conslituico
U ministro da guerra, quereude justificar o acti
de Arredondo, declarou que este proceder d'
aecrdo ctMn as ordens e instruccoes do goverw
que o autorisra a mandar passar pelas armas o:
montoneros de S. Luiz, entre os quaes fra aprisio-
nado Sejura.
O senador Zavaglia, replicando, apresentou um
projecto cora que o poder executivo, por inter-
medio do liseal, aecusasse o general Arredondo e
seus compliees pelo assassinado de Sejura.
Os espectadores receberam com applausos os
dous discursos de Zavaglia, u apuparam o mi-
nistro da guerra- Mandou-se retirar o povo que
eslava assistindo disCussao, e h >uve urna tenta-
tiva de resistencia rdem que por lira foi exc-
cutada.
No dia 19 devia a cmara dos senadores oceu-
par-se cora o parecer da commissao de constitui-
eao, relativo iuterveneio do poder executivo nos
negocios de S. Juan.
All, com effeito, fura deposto o governador,
intervindo neste jeto o poder e jecto conclue mandando restabeleccr o governa-
dor no seu posto.
Ura telegramma recebido em Montevideo ulti-
ma hora, diz o seguinte :
Buenos-Ayres, 19 de junto ;No senado na-
cional discute-so a queslao Saujuanina. Est fal-
Se esta tribu costumava enterrar seus morios |;ill(j0 0 gCHt,r-a| Mitre.
meira dos amigos botoettdos, isto ; metteni 0 g0verno nacional commishionou D. Maueel
Quitana para a installacao do goverao paraguayo
video noticiam-nos ter havido
t^egraplio.elecuie fu
i Drs. Agui.tr e -Sor.za
!S motivado, nao Ire-
n osn /;
CUJIfiU fa
111, O us disc
sul

factura
cur
Res,V;ii'' aqtielli
>s em di^
um faucto da eiai-'.ra des lousdeputaJos p>ruaui-
,bucarios. Iniorniados^joioi de que alnmaKot'.sa
'#j mipcrianle, so'tinha sfeito tateriormante, vimos
boje icformnr d'lssu o .-niiblico e raclcar B^essa
J Liarte a nossa noticia.1 l # 1
Km urna caria, d- '30 de malo-, dirigida poMim
ilepuladedVsta provincia I-:n i. vice-presMen-
te. deelsfa-se esie qne o Sr.ImniswBa agrcnl-
tura o convidava resolver particularmente a As-
soc^acao CopimerciaL rcmatter aquello .ministerio.
imposta para a coustruccao do projeetado te-
o. 1707.
. ACORDAOS ASSJCMDOS.
Appellanlc Francisco Leilio le Carvalho, ap-
pellado Joao Lope Bragi'j ppeUae Manoel
Thoimu de -Albuquerqne Mai tnliao, appelladb o
Dr. Simphramo Cexar Coutrafco^appelhmtes os-
administradores da niassa fallida de Jos de Cas-
tro Redondo, appellado Joao, Al ves Pedrsj.
JULG
Juizo especial d> comowrcio.Embargante ap-
pellant reo Joo Pinto d Jnior, embar-
gado appellado autor Martamu Savier Onu'iro
da Cenba ; jiiizes os Srs. Silva fluiniarjej', RobJ
e Silva, 8 Leilao e baria de Gruangy.Despre-
k'grn'pho.
O conteudo d'essa caria foi levado jo conheci-
mento de tres memores da Associacao, entre as
quaes se conta o Sr. Felippe Needbam.
Embora nao fosse oliicial seinelhaute conununi-
cacao, trouxe ella nao obstante ura cunho respert.v
vel, que autorisa dizer-se qu,e antes dos referidos
discursos alguma censa tinha j feito o Sr. minis-
tro da agric.altnr.
Fie f, pois, ractilicada a nossa noticia de beatem.
Ai;i.:.\0 MAGNNIMA.Hoateffl pela mauhaa
foi apprehendido nm>scravo fgido do Sr. de cn-
gonho Mauoel da Vera-Cruz Lins e Mello, e, ejaan-
do era conduzido para a deteneao atirou-sc ao rio
para evadir-se. Preso novainente, depois de salvo
das aguas, foi algemado, o assim ia sendo coeduzi-
do, quando llieapparaceu como anjo protector o
Sr. Lehman que, compadecido do sen desespero e
dos martyrios que se impunha feriudo-se eom as
algemas o misero eseravo, ollereeeu compra-lo ; e
levando-o ao seu eseriptorioahi pacou o seu preco
i I:o00000) c passau-lhe carta dei "
Aceoes destas eslo acim* de n
"--!' > /-..-O %g I
liberdade.
do o elogio, e
pratica do que
sfBer: capeBol, medico 1, regente l,uita 1, bar- esejrrivo'Alves ^e Brito a 2fi do di beiro 1, culiaro i, servwUes 2.
O Bjordon'o de mez,
A. J. Uonws .da Crrelo.
o regente,
Diniz Itnitfio P. dos Santos.
ESTABH.W3HENTO DE CARll)ADlv-Movi-
mento do hoepicio de alictuidos na Misericordia de
Olinda, do *.ao ultimo de junho de 1869._____
Etfsta "27 borne ei5nilhei es, rntraram
hoinens e i mulheres, sabio m, morreo
.itonUBLsKJst.-in 7ioDiens 40 uauiheivs.To-
al 73.
Existemill empregados neste estibelecMr'".ito, 7
'hoineus i mulheres, sendo: | rcenle, 1 medico.
i 1 ouprUo,.poiiYio u sacluistao 1: 2 entenneRs, j sados s embargos.
i I barbeiro, 2 ent'onneiras, 1-rodeira-c 1 .cosi-'
' nheira-.
Foi visitado o mesmo estabeleciment pelos Sr;.
mdicos Dr*. Firmo e Seve, nos das 3, 7, 42, 15.
17, 22, 2C.; ts 10 horas, 10 1|2,11, 11 1|2 e 11 da
inanha.
Entfarana 2 bonjen?, 1 na di.i L de nouie Jos
oaquin da Veisa" Rgneirede, branca, e onMM mi
dia 8 de nome Joao, eseravo de Miguel Auguslo de
Oliveira, e falleceu no da lo as 4 1|2 horas da ma-
nla ; entrn no dia 22 urna mulher de nome Ma-
ra Eugenia de Vasconceilos, parda, c sabio no dia
29 unrdenome Joao Amancio de Barros Calado,
branco, entrado a 2 de abril do corrente anno.
O mordomo de mez,
A. J. (Tomes do Crtelo.
O regente,
Luz do Reg Barros.
a isaneira
do-os precedentemente' em grandes vasos, tenho
esperanzas de deparar com o seu cemiterio e dfc
reunir entao aos vasos dos festins da vida as urnas
consagradas a inorte.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 2 DE JILII0 DE 1860.
NOTICIAS DO SUL DO IMPERIO.
Chegou hontem pela manliaa o vapor america-
no South America, trazendo dat 13 s corte do dia
23, e da Babia de 29 do passado,
No dia 24 chegara corte o transporte de
guerra brasilciro Vassimon, sabido a lo de As-
suinpco, e a 20 de Montevideo, trazendo dalas do
quartel-general do nosso exercito em operares
no Paraguay al 13.
As muitas ebuvas que cahiram nos ltimos dias
izeram transbordar o arroio Pray, dillicultando
assim a coutinuacaodos reconheciinentos sobro as
posicoes niraigas. Em um que se praticou alm
do Cerro Len o inimigo lancou grande numero
de granadas do 1 que passaram por cima do um
grupo de offlciaes do estado-maior, sendo apenas
eridas duas-pracas.
A expedigao do general Meua Brrelo regressa-
ra, no dia 11 a Piray, nao leudo podido pene-
trar at Villa Rica, por causa da endiente do Te-
bicuary.
De Ibitimy, onde se llie reunir grande numero
de lainilias, seguio a columna em direccao a Ibi-
cuy, para concluir a destruicao da fundico alli
existeute, e, por passar aa um deslilad-'iro, foi ata-
cada a retaguarda por una forca inimiga supe-
rior em numero. O general fez-lhe frente e desba-
ralou-a, maulando mais de 200 homens, e apodc-
rando-se de dous estandartes. Da nossa parte li-
vemos 34 feridos.
A fuudico de Ibicuy, onde se acbavam ainda
consideraveis depsitos de armamento e viveros,
oi completamente incendiada pela nossa forja.
As familias que ella ronduzio seguiram para a
Assumpcao, onde tinham chegado tambem majs
le 2,000' libertadas pela expedicao do general C-
mara ao norte do rio Jejui.
Algumas correspondencias referem que nao eram
4,000 e sim 12,CK)0 as familias que se incorpora-
ra ao general Mena Brrelo, e que em outro re-
contro com dlnimigo 8,000 pessoas que forinavam
a retaguarda foram por este capturadas. Esta no-
ticia carece de confirmacao.
O genoral viscondo do llerval ebegara no dia 6
ao quartel-general e tomara posse do coramando
do I" corpo de exercito, ao qual dirigi a ordem
do dia que os nossos loitores encentra rao na carta
que em outro lugar publicamos, na qual ha tam-
bem alguns pormenores das operacoes que j fo-
ram narradas.
A mesma carta a contristadora noticia de
um desastre de que foi victima o alferes Alcxan-
dre Henrique de Escragnolle, que tantos servicos
prestara na expedicao de Malto-Grosso.
A 24 de maio, effectuara o general Portinho a
passagem do Paran, sorprendendo a pequea
guarnicao inimiga de Itapua, lazendo treze prisio-
neiros e apoderando-so de rauitos cavallos e mu-
as, armamento e outros objectos.
Foi publicada a seguinte ordem do dia sobre a
expedkjao do general Cmara :
Commando era chefe de todas as forcas brasi-
leras em operacoes na repblica do Taraguay.
Acampamento era marcha, quartel-general em
Piraya, 5 de junho de 1869r
Ordem do dian. 16.
Tendo Sua Alteza o Sr. principe raarechal e
commandante em chefe conheeimento da existen-
cia de urna forca inimiga, era nunerode 1,200 ho-
mens das tres armas, ealrc a margem direita do
rio Jejuy e a do seu aflkenle Araguahy, deterrai-
nou que as forcas existentes no Rosario, reforja-
das com a i" diviso de cavallaria, 10* brigada da
mesma arma, ura baulbao de infantaria e duas
boceas de fogo de montanba, tudo ao mando do
Exm. Sr. brigadeiro Jos Antonio Correa da C-
mara, no dia 17 do mez paseado marchassem para
aquelle ponto, aflm de b ter ou aprisiona-la, visto
achar-s ella solada do grosso do exereito de
Lpez.
No dia 28, achando-se j a nossa forja expe-
dicionaria em urna extensa varzea, deparou efTee-
tivamente com o inimigo, que em retirada fugia
das immediajoe de Tupipitan, onde depois nossa
gente aeampou s 3 horas da tarde do dia se-
fuinte.
< Tendo aquelle general ciencia de que o ini-
migo havia seguido em direccao ao passo de Tu-
pium, do rio Aguaranchy, para ah marchou em
sua perseguicao "na madrugada do dia 30, eonse-
gulndo pouco depois alcanja-lo, trocando eom elle
s 10 horas da manha os prjjeiros iharia.
Sorprendido na occasiao em (jue tentava ef
fecluar passagem do dito rio, o inimigo vio-se for
jado a resistir, estendeudo era buha de combate,
apouado a direia em urna niath cerrada e a es-
querda sobre um grande banbado e um cercado,
de que fez trioeheira.
Ifossas forja, anciosas por combater, arroja-
ram-se, de cbofro sobre as do inimigo, nao adian-
do difflculdades em transpor immensos banhados
e profundo aioleiros, neo tao pouco trepidaram
ematirar-se com valor o gaihanba sobre doza
de ogo De Montevideo noliciam-nos ter havido na raa-
nha de lo una refrega as visinhaucas da Flo-
rida, ei>,l-e as forcas de Caraballo e as do gover-
no, coramandadaspelo coronel Prez, leudo aquelle
retirado com perda de tres homens morios e al-
guns prisioneiros.
Como taes cntraram na cidade o ex-deputado D.
Joao Antonio agarraos, irnio do actual ministro
da fazenda e um seu lltao, e foram recolhidos ao
forte de S. Jos.
Ao mesmo forte foi recolhido o general Goyo
Soarez, ex-ministro da guerra, encontrado na
campanha por una forca do governo, nos arredo-
ruutU. Camelone?.
A cidade do Paysandd oi abanflonaaa -ia auto-
ridades governistas. As forcas revoltosas con-
contravam-se para as margen do Rio-Negro, no
rumo norte da repblica.
O governo comprara dous vapores que ia armar
em guerra.
No senado discutia-se ainda a le que Ihe en-
viara a caraana dos representantes, nacionalisando
o papel-moeda.
Na corte nada occorreu digno de menjao.
baha.
Escrevem da corte no Jornal:
Os commissarios eleitos pela assembla pro-
vincial da Bahia para apresentarem a S. M. o
Imperador um voto de reprovacao pelos desmandos
do gabiaete de 16 de julho e seus delegadosde-
cliuaram de tal honra!
Cora esse procedimento dos mandatarios, que
perlencem ao centro libera!, como ficarao os man-
dantes ?
Deviam acabar, como viveram sempre, rcpel-
lidos pelo bom senso, onde quer que e procu-
rassem.
Eis o programma dos festejos do dia 2 de
julho, publicado pela respectiva commissao :
i No dia 29 de junho reunido no largo da La-
pinha o bando de cavallaria e mascaras, urna gi-
rndola dar o sigaal da partida s 3 1/2 horas
da tarde para annunciar os festejos do sempre
memoravel dia 2 de julho,. anniversario de nossa
independencia. .
DeiKiis de em ordem (que com toda instancia
se pede) percorrer as ras do costume at o Cam-
po Grande, o bando, tendo a sua frente o estan-
darte nacional o urna banda de msica marcial,
voltar ao Terreno de Jess onde dispersar.
No dia 2 de julho os carros, condusindo os
emblemas patriticos faro sua entrada trium-
phal, acompanhados pelo povo e pela guarda na-
cional, que formar era grande parada era frente
da catliedraJ. Nella ter lugar o solemne Te-
Deum ao T.do Poderosa em acjao de gracas pelo
beneficio que nos oulhorgou no sempre lembrado
dia 2 de jullio de 1823, assistindo a essa solem-
nidade religiosa as autoridades civis e militares,
cabido, clero, cmara municipal, corpo consular,
offlciaes do exercito, e armada, empregados p-
blicos, e todos os mais cidaaaos patriotas e aman-
tes da independencia e liberdade.
Findo o Tc-Deam os carros triumphaes serao
depositados no pavilhao da Praca de Palacio onde
haver illuminajao durante sua estada ahi.
No Terreiro existir um lindo palacete onde
serao enllocados nao s a effigie do nosso nclito
Monareba o Sr. D. Pedro II mas tambem a de seu
augusto pai o Sr. D. Pedro I fundador do Impe-
rio, e outros hroes da Independencia.
< O palacete ser Iluminado a noite nos dias
2, 3 e 4 sendo desencerradas por S. Exc. o Sr.
presidente da provincia as cortinas do docel ao
S' tocar exeellentes pejas.
< No dia a reunidos a tarde na Praca de Pala-
cio todos os baialhoes patriticos, s 4 horas par-
tirio os carree descendo pela ladeira da Praca e
seguindo pelo Grvala, ra da Independencia, La-
pa, Praca da Piedade voltando pelo Duarte, ra
de S. Pedro, ladeira de S. Bento, Largo do Thea-
tro e d'abi se encaminhar a Lapinha para serem
depositados os emblema* patriticos em seu ele-
gante pavilno.
Atraz dos carros defllarao da Praja de Pa-
laeio os batalhdes patriticos na ordem seguinte :
formando duas brigadas, a 1' composta dos bata-
IhOes Lieeisis, eaixeiros nacionaes. e regiment
Argollo, commandada pelo Estb. 8r. barao de Pas-
e ; ai* commandada pelo Exm. Sr. bario de
Sanipe, composla dos Datamos Minerva fde Ju-
lho, Unio Brasileira, e duque de Caxas.
< As brigadas assim compostas formarao nma
divisao sob o eommndo do Exm. Sr. barao do Rio
Real.
O povo bahiano dar mais urna vez provas de
seo acrisolado patriotismo concorrendo para o
briihantismo, pompa, e ordem de tao patritico
festejo, de modo que na manestacao de eu jubi-
loso di*, mostr, como sempre, qut 6 um povo li-
vreecivilisado.
Lemos ainda ao Jornal:
< Anie-hontem (27) por occasiao de funecionar
a soeiedade Gremio Liiferari'o.anparecendo a parea
Jacintha com sua fllba Joviniana, de 2 ranos de
idade, cscrava de Jos Joaquim Vieira, afn de
implorar da soeiedade a graja de alfcrriar a refe-
rida crianja, os socio presentes immwUaUmente
se eotisaram, prefiaeram a quanlia pedida B aifor-
riaram-na era nome da mesma soeiedade.
Bm seguida voton-se que fos>o a eriancaedu-
cada pela direccao casndose assim a fortuna da
liberdade preciesidade da educajo.j
missa so.v...
das crianeas do si,.x ,t
ciedade Patritica Dous de Jaluu.
DIXHEIROS.O vapor americano South America
trouxe hontera 80000 para o Sr. Joaquim Jos
Gonjalves liollro ; c levou de nossa praca para a
do Para 5:000^000.
AQUARTELLAMENTO.Hontem desaqoartellou
o 1. batallio de arlilbaria da guarda nacional, en-
trando para oquartel o 2." btame de infamara,
do commando do Sr. tenente-eoroncl Rodolpho
Joao Barata de Almeida.
ROUBO. Infurmam-nos que foi roubada, em
ins do mez passado, a fabrica de fogos arlifi-
ciaes da ra Imperial n. 235, le.fttlldo os ladroes
14 barris com plvora, marcas ajmente S. e J., e
e o P. N. estrella.
NAUFRAGIO.Consta-nos que naufragou na
praia Tuucinho de Boi, a barcaca Minervina, que
ia do nosso porto para a barra de Santo Antomo
Grande, em consequencia de ter apanhadj um
i grande aguaceiro, no dia 29 do passado, conser-
: vando-se n'essc lugar at o dia 1. do corrente,
quando alli foi o vapor Moleque busca-la. Ava-
liam-se os prejuizos da- carga em 8:000000 rs.
Nao bou ve perdas de vidas.
SEMINARIO DE OLINDA.O Rvm.' Sr. reitor
acaba de receber, para as obras deste estabeleci-
mento, a quanlia de 400000, agenciada pelo Rvm.
coadjuctor pr-parocho da freguezia de Ipioca. na
provincia de Alagoas, Manoel Tavarcs de Souza,
dos seus parochianos seguintes :
Padre Jos Gomes do Res Lima
Jos Pereiri de Andrada
Jos de Mello Lima
Manuel Pereira da Casta
Jos Miguel dcTasconcellos
Jos Marinho de Alcntara Lima
Antonio Maria de Aguiar
Dr. Candido Cavalcanti de Albuquerime
Joo Francisco Cnelho
Maria do Nascimento Lins
Manoel Cavalcanti de Mello
Anna Maria Ooelilo
Pedro Alberto de Carvalho
Jos Ignacio de Carvalho
Francisco Ignacio de Almeida
Jos Pereira de Mello
Jos Antonio Brrelo
Manoel Pereira de Mello
Marcelino dos Santos Lima
Cesar Augusto de Souza Coelho
Jos Joaquim de Torres
Antonio Victorino Sedro
Jos Marinho dos Santos Mello
Jos Gomes do Reis Jnior
Miguelino Marinho de Meilo
Francisco Ignacio do Albuquerque Melle
Antonio de Araujo Medeiros
Francisca Clara de Albuquerque
Maria Sabina da Gloria
Manoel Alves Vianna
Aleixo Jos de Barros
Juaquim Jos de Mello
Ambrosio Pereira da Silva
Evaristo Rolamberges de Albuquerque
Sebastiao Rodrigues Calheiros
Antonio Francisco Saraira u_
Manoel Francisco S ixas
Rogerio Antonio de Lima
Bento Jos dos Santos
Joao Marinho Fa lefio
Antonio Ignacio Coelho
Manoel Ignacio de Lima.
Eduardo Jos Vaz
Jos Iguacio da Cunha
Rufino Marinho Cavalcanti
Manoel Marinho de Lima
Jos Francisco de Mello
Manoel Leilc Cavalcanti
Manoel da Silva Brando
Antonio do Reg Barros
Antonia Maria da Paixo
Joaquim Jos dos Santos
Malhias Pereira da Silva
Pedro Francisco de Barros
Marcolino de Franca Luna
Manoel Jo< de Oliveira
Lourenco Ferreira Chaves
Jos Ferreira da Motta
Francisco Feij de Mello
Manoel Dias Cabral
Antonio Manoel de Miranda
Marcelino Jos dos Santos
Rosalina Maria da Conceijo
Domingos Ferreira da Silva
Jos Alves Vianna
Manoel Quintino de Mello
Domingos Carneiro de Lima
Manoel Gonjalves de Mello
Feliciano de Barro Monteiro
Luiz Thenorio de Albuquerque
Psdrc coadjuctor
PROVINCIA DOCEAR.-Por aviso do ministe-
rio do imperio, de 16 do corrente, declarou-se ao
presidente desla provincia que. attendendo-se s
razoes expendidas pelo Rvm. hispo diocesano, so-
bre a necessidade de continnar o pagamento do
aluguel da casa pertencenle ao eoilegio da or-
phas desvalidas, na qual funeciona o seminario
episcopal, nao obstante haver mandado o governo
imperial effectuar a compra do predio qne serve
actualmente de residencia do prelado, com a con-
dicao de neile se ubeleeer tambera -o dito semi-
nario, fca concedido, pela verbaseminarios eDis-
?K^ oxercicio 868-1869, o crdito de
1.200J000 para_ aquelle firo, fleando de nenhum
a!? "TJffo* ** alu*aeis P8eos no exercieo
do 18671868, que, por forja do aviso de 8 de
abril ultimo, deveria ter lugar.
LOTERA.A que se acha a venda a 112.
a beneficio da Santa Casa de Misericordia, que cor-
va nn rli'i li
iHRONK A J! DKLIRIA.
TRISIJ\JUa b iii:b.a*j\o.
SESSO EM 26 DE JUNHO DE 1869.
FHESinEN'a.V DO EXM. Sn. CO.VSELHGIRO CAICTANO
SANTIAfiO.
As 10 horas da manha, presentes osSrs. desem-
hargadores Gilirana, Lourenjo Santiago, Almeida
Albnjtierqbe, Motta, Domingues da Silva, Souza
Leao e Fre'itas enriques, faltando o Sr. desombar-
gador Guerra, procurador da cora, brio-se a
sessao.
Passados os feitos deram-se os seguintcs julga-
mentos:
Aggravos de peticoes. Apgravante, D. Ma-
ma Francisca de Abreu e Lima ; aggravado,
'0. Relator o Sr. deserabargador Freias
ues. Sorteados os Srs. desembargadores
'.ourenjo Santiago.Nao se tomou conhe-
por ter sido apresentada fra de tempo.
e, Severiano Jos do Monra ; aggrava-
i. Relator o Sr. di-senibargador Oitira-
'dos os Srs. desembargadores Lourenco
. i Domingues da Silva.Dcram provi-
204000
2OQ60
Oooo
20^000
16000
loaooo
10^000
10S0OO
10*1000
10*000
lOOOO
105000
KtfOOO
10*000
K'OOO
10*000
10*060
10*000
10*000
5*000
3 000
3*000
.000
3*000
10*0-0
103000
3*009
4*000
2*"00
23000
2*000
2*000
OO
2*000
2*000
2*000
2.5000
2.50(10
2*000
3*000
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4*000
44000
i*000
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2.3000
2*000
2*000
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2*000
1*000
1*000
1*000
1*000
1*000
1*000
1*000
1*000
1*000
1*000
2*000
1*000
1*000
1*000
1*000
1*000
1*000
1*000
32*000
ceuAcoEs CRiMES.-rAppellante, o juizo; ap-
pellado, Manoel Fjlippe de Araujo e outro.Im-
procedente. Appellante, Joo Luiz da Silveira ;
appcllada, a justija. Confirmada a sentenca.
Appellante, o juizo; appellado, Francisco Anto-
nio Bispo. Improcedente. Appellante, Marcos
Bezorra de Araujo ; appellada, a juslija.Nao lo-
inaram conheeimento. Appellante, Flix Jos do
Souza ; appella|a a justija.Confirmada a sen-
lonja. Appellante, Francisco Miguel de Siqueira
Bastos ; appellada, a justija.Confirmada a sen-
tenca. Appellante, Manoel Correa Barbosa ; ap-
pellada, a justija.Confirmada a sentenja. Ap-
pellante, Antonio de Freitas Bezerra ; appellada,
a justija.Improcedente. Appellanlo, Jo; Firmo
Rodrigues ; appellada a justijaConfirmada a
sentenja. Appellante, Joaquim Jos de Fontes ;
appellado, o juizo.Nullo todo o processo.
PASSAGRSS.
Do Sr. desembargador Gilirana ao Sr.descmbar-
gador Lourenjo Santiago."Appellajoes crimes:
appellante, o juizo; appellado, Antonio Gaspar
Barbosa de Souza. Appellante, Manoel Pereira da
Rocha ; appellado, o juizo.Appellacao civel :
appellante, D. Francisca Thoraazia da Conceijo
Cunha ; appellado, Joaquim Francisco de Albu-
querque Santiago.
Ao Sr. desembargador GuerraAppellacao ci-
vel : appellante, a irmandade do Divino Espiriio-
Santo; appellada, a irmandade de Nossa Senhora
da Soledade.
Do Sr. deserabargador Lourenjo Santiago, ao
Sr. deserabargador Almeida Albuquerque. Ap-
pellajo crirao: appellante. Jos Miguel Rodrigues;
appellado, o juizo. Appellante, o juizo, appel-
lado, Manoel Jo- Alves Coelho.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta. Appellajao civel:
appellante, Tasso Irraos; appellada, a fazenda
provincial.Appellajao crime : appellanlo, Anto-
uio Cabral da Silveira ; appellado, o juizo.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. deserabarga-
dor Domingues da Silva. Appellacao crime:
appellante, Joanna Sjlveria do Espirite-Santo ; ap-
pellado, Severino Jos da Silva.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao Sr.
desembargador Souza Leao.Appellacoes crimes:
appellante, D. Joaquina Benedicta Vieira Silva;
appellado, Joo Ribeiro Pessoa de Lcenla. Appel-
lante, Manoel Jos Carneiro ; appellado, Joo Atha-
nasio Bolelbo. Appellajao crime : appellante,
Manoel Jos do Carvalho e outros; appellada, a
justija.
Do Sr. desembargador Souza Leao aoSr. desem-
bargador Freitas Henriques. Appellajao cri -
me : appellante, o promotor publico ; appclladn,
Jop de Pinho Pessoa e outros.Appellajao civel :
appellante, Joao Barbosa de Souza e sua mulher;
appellado, Joo Jos Barbosa de Menezos.
Do Sr. desembargador Freitas Henriques ao Sr.
desembargador Guerra.Appellacao civel: appel-
lante. Jos Camello do Reg Barros ; appellado,
Dr. Francisco Joo Carneiro da Cunha.
Ao Sr. desembargador Gilirana.Appellajoes
crimes: appellante, o juizo; appellada, Rosa Ma-
ria do Espirito-Santo. Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Tiburtino Fsrreira Cmara.
As 2 horas encerrou-se a sessao.
- L Juizo municipal e lo conmercio da tilla de
Cabo : appellante exntente Jovinino Fernaiide
da Silva Manta, tutor do orpliao ffllio de Joaquim
Francisco dos Santos* appellada preferente n
Joanna Iguaria de Jess; juizes os Srs. Accioli,
Silva Gujmaraes, Miranda Leal o S Le tan.Con-
ruieH-sc a sentenca appellada, sen Jo vol venci-
do o Srr-S Leilao.
Juizo c os administradores da massa fallida de Jos de
Castro Redondo, appellado autor Jos Alves da
Cruz ; juizes os Srs. Reis e Silva, Accioli, bario
de Nazareth e Miranda Leal.Confirmou-se a
sentenca appellada.
Retirndose da sala das conferencias o Sr. ba-
rao de Cruangy, entrou o julg.imento da appella-
jao inierpsla do juizo especial do commcrcio.
entre partes, appelianto reo o coronel Jos Carlos
Teixeira, appellado autores Oliveira Filhos & C.;
juizes os Srs. Reis e Silva, Accioli, S Leilao e
barao de Nazareth.Conllrmou-se a sealenca ap-
pellada.
Appellante Andr de Abreu Porto, appellados
Joaquim Ferreira Valcnle e OUJros ; embargantes
os administradores da massa fallida do Amorim,
Fr.iiroso, Santos & C embargados Cals ain, ho-
je seus herdeiros.Adiados a pedido dos Srs. de-
putados.
PA9SAGEM.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador.Slva Guimaraes : appellante Manoel Anto-
nio de Albuquerque Machado, appellado Amaro
Jos dos Prazeres. .
distribu j5 ES.
Pela suspeijio jurada pe Exm. Sr. presidente
o Sr. desembargador Silva Guimaraes distribuio
ao Sr. desembargador Res e Silva o feito em que
sao-: appellante a junta administrativa da Sania
Casa de Mizeri-ordia desta cidade, appellado An-
tonio Martins de Carvalho e Azcvedo.
O Exm. Sr. presidente distribuio ao Sr. desem-
bargador Silva Guimaraes a appellacao entre par-
tes : appeHantes Augusto Octavlano de Souza &
C, appellados Augusto Frederico do Oliveira & C.
AGGItATU.
Juizo especial do commereio : aggravantes os
curadores flseaes da massa fallida de Guimaraes
& Silva, aggravado Aureliano Auguslo de Oli-
veira. *
O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Nada mais bou ve, e foi encerrada a sessao a
urna hora o um quarto da tarde.
re no da 6.
ESTABELECIMENTO DE CAWDADE.-Movi-
ment do hospital de Nossa Senhora da Conceicao
do Lazaros, do 1* a 30 de junho de 1869.
Existan 16 bomen e 15 malhere, morreu 1,
extslem 15 horaen e lo" mulheres.Total 30.
Advertencia,
Jos de 8ampak, criou, solteiro, idade 17 an-
eo, recolbeu-e a 11 de mareo de 1860, e falleceu
a 10 de junho deste.
Foi visitado o stabelscimento pelos Sr. Drs. Fir-
mo e Seve sos dias egoinies 4, 8, 26.
Exietem empregados oe9te estafcclecimentp 9, a,
TRIBUNAL DO COM1IERCIO.
ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 28 DE
JUNHO DE 1869.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESE.Ml'.AItG.VDOR ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manliia, reunidos os Srs. depu-
lados Miranda Leal, secrotario interino e barao de
Cruangy, e supplenles S Leilao e barao de Naza-
reth, com assistencia do Sr. desembargador liseal,
S. Exc. o Sr. presidente declarou abeita a sessao.
Lida, foi approvada a acta da sessao de 23.
EXPEDIENTE.
Oflicio do Dr. Joaquim Correa de Araujo, se-
cretario da presidencia, cora data de 22 do cor-
rente remetiendo um exemplar do rotatorio com
que o Exm. Sr. conde a. Baependy, presidente
desta provincia abri a assembla legislativa era
10 de abril ultimo. Resolveu o tribunal que se
respondesse o oflicio c fosse este archivado com o
rotatorio.
Oflicio da Associajao Commereial Beneficente,
subraetteodo a approvajao do tribunal o accordo
que o corpo do commereio tomara, estabelecendo
urna unidade no peso para a compra' e venda dos
prncipaes gneros de produejao do paiz.Vista
ao Sr. deserabargador fiscal.
OfOeio do presidente. e secretario da junta dos
corretores, remetiendo a cotajo da semana fin-
da. Mamndoti-se archivar.
Foi distribuido ao Sr. S Leito o livto Diario
de Joaquim da Silva Costa.
Tnnsieriram-se os segrales livro :Diario e
Copiador de Jos Domingues Pereira, para a fir-
ma de Pereira 4 Braga.Diario de Araujo &
Marlins, para Araujo, Martins & C.
DESPACHOS.
Reauerimento de Jos Antonio Moreira Dia*
pedindo o registro da nomeajao de seus eaixeiros
Francisco Moreira Dias e Jo Rodrigues Pereira.
Reeonhecida a firma da nomeajao, volte.
COM I.VFORMACAO DO SR. DESEMBARGADOR FISCAL.
Requeriraento do Luiz Gonjalve da Silva e Jos
Antonio Pinto, para o registro do sen contrato
social.Seja registrado.
Autos de rebabiKtacao de Dencker & Barroso.
Prove o impetrante so em algum tempo Vignes
e Kladt foram credores da firma Dencker d: Bar-
roso, e no caso affirmavo, quando foram solv-
dos os seus crditos.Foi voto vencido o do Sr.
supplente S Leito.
Nada mais bavendo a tratar-se, e. dada a hora,
111/2 da anhaa, o Exm. Sr. presidente eneer-
rou a sessao.
PBLICACOES A PEDIDO.
BONITO.
No dia 2 do corrente, junho, dignou-se o zeloso
delegado deste termo principiar o processo. rela-
tivo ao deplora vel acontecimento, que cm dias do
mesino-mcz e anno de 1867, teve lugar na fregue-
zia de Bezerros, quando em urna diligencia orde-
nada pelo juiz de diceitobacharel Joao Rodrigues
Chaves, (dizcm'at que por nao tero individuo ti-
ra do-lhe o chapeo ao passar em sua presen ja !)
suecumbiram a tiros da patrulba um h'omem e
tima pobre mulher, sahindo tambem gravemente
feido o respectivo subdelegado.
A quem mandou o Sr. juiz Chaves prender? a
um pobre trapilho, que iicu se aehaVa pronuncia-
do em crime algum, nem em flagrante E ape-
nas nao pedera ter tirado o chapeo ao juiz de di-
reito, por ser um desses infelizes, quo dominados
de agurdente, uo s blasonrm de valentes, co-
mo ate deseonheeem as pessas, e talvez mesmo
nunca tvesse visto ao Sr. Chavas? Com effeito se
um delegado ou subdelegado analphabeto caMsse
cm semelhante mond, nao se admirara, porm,
um bacharel, um juiz de direito orgulhoso e en-
tonelado, como o Sr. Chaves, ningucm sera duvi-
da o esperara I
Entretanto consta-nos e afllrmamos que o sub-
delegado da diligencia assevera ter ido faze-ia a
mandado do juiz direito, no terago que para este
enutia o precioso man pelas raaos do Sr. de Ca-
rana___
Olbem porqne a tal liga brame, grita e berra
contra actualidade I Nao pode continuar a fazer
desta boas obras, vinga-se em vomitar calum-
nias contra a poltica dominante. Como estao aqui
admirados os ligueirinhos, por verem o Sr. Odilon,
na qualidade de delegado, funecionando em um
procesa, em que as testemunhas todas teem con
fessado unnimemente 'ter sido ordenada a dili-
gencia pelo irrisorio presunjoso juiz de direilo
Chaves t
Vejam como os senhores de da Synagoga
provincial pedem informajoes acerca da niorte do
infeliz Domingos, por ter havido urna pequea de-
mora na instaurajao do processo Porque ainda
nao as pediram a respeito deste facto de Bezerros,
que leve lugar ha dous annos ? !
E' por ter sido o Sr. Chaves o seu autor ? Pois
bem, tenha agora o Sr. Chaves a bondade de abai-
xur a sua intonella e responder-nos, quem esl
mais criminoso, se o 2o juiz de paz e o 6o sup-
plente da subdelegacia de Capoeiras, aos quaes S.
S. com tanto empenho est perseguindo, como ins-
trumento do trapasseiro Galdino Alves, seu corre-
ligionario, inventor da caix'a filial de Capoeiras
(no tempo do man ?) cuja expheaco dar d'ou-
ira vez, ou se S. S.,que pode dizer-se.directamenie
occasionou, por seu louco orgulho, as referidas
mortes de Bezerros ?
Porventura o Sr. Chaves tem melhor compor-
tamento, que aquellas autoridades de quem se
mostra tao pertinaz azorrague, e somonte para sa-
ciar a voraz sede de vinganja, quo devora seu es-
pirito pequeuino e malfasejo e igualmente satisfa-
zer a seu coraparja Galdino, que por toda a par-
te diz, que emquanto S. S. for juiz de direito do
Bonito,hade perseguir as mencionadas autori-
dades ? I
Dizein os gueiros que o Sr. Chaves nada sof-
frer, porque o processo ir as maos do juiz mu-
nicipal, Dr. Passos, e este assevera quo mostrar
a importancia, que entao Ihe dar ; pois, conside-
ra-o da competencia militar.
Nao Ibes damos com o risum teneatls, por nao
acredjtarmos em tal parvoice, que a liga ingrata-
mente Ihe quer attribuir, esqoeCemk) a maneira
dedicada, com que o raesmo Sr. doutor a tem tra-
tado, e creio que soraente por attmanidade. Oihe o
chefe do estado-raalor, Sr. Dr. Passos, olhe o Ser-
gio e outros, que para o compromelterem, j di
zem, que estao mais bom servidos eom V. S. do
que com o proprio Columbaao \rr.
S. S. lo i nomeado pelos conservadores, era suas
fileiras deve firmar o se* p, e lembrar-se da
mximaqui non est mecum, contra me est.
Qaeremos, Srs. redactores, que sejam ipseridas
estas poucas lineas por agora, pelo quo agradeci-
dos vollaremos.
O escrivo do jury.
SESSAO JUDICIARIA EM 28 DE JUNHO DE
1809.
PRESIDENCIA 00 EXM. SR. DESEMBARGADOR A. F. PE-
RETTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
Ao me dia, declara-se aberta a sessao, estan-
do presente os Srs. desembargadores Silva Gui-
maes, Reis e Silva e Accioli, e depntados Miran-
da Leal e Barao de Crnangy, e supplentes Si Lei-
lio e barao de Nazareth.
Lida, f. i approvada a acta da sessao anterior.
. O eecrivao Albuquerque registrn o ultimo pro-
le**) do letra a S2do presente mez sob o n. 1764; metto limittMno a este protesto perante o
Recorro s columnas sempre francas do
jornal para, perante o publico protestar
contra as violencias, cora que comeQou o
senhor supplwile da Panella, Francisco Carneiroagora c
migoa exercer o seu geDio de verdader
ro chico bravo, como conhecido na fre-
guezia.
Nao me intimidara tanto, quanto me re-
voltam, os actos de prepotencia que exerce
essa autoridade policial dos temps que
correm.
No dia 28 do mez passado, noite, ves-
pera de S. Pedro, passando eu de urna ca-
sa para outra, na freguezia do Poco, tive o
caiporismo de encontrar cora esse senbor
supplento de subdelegado. Maldito en-
contr.
Achon elle propicia a occasiao para fazer
urna das,stM. Com ares de D. Quixote
ordeuou com voz rouquinba que o orde-
nanca de cavallaria se apeasse e me cor-
resse. Dito e feito, emquanto eu ria a bom
rir, que o caso o3o era para monos,
'Promette o senhor Io subdelegado nao
dciur-me. Estou as suas ordens, e pro-
pabhco, que flea- sabendo que fim leve,
se o Uomcni ebegar a dar taba de mim.
Peco pelo menos ura Padre Nosso e Av
Maria s a'mas piedosas.
.Poco da Panella. 4 de jullio de 1869. .
Joo Duarte Coi'llto. r
O coro>al Ivpaiiilnoiulnis vieira
fia casillae o hilsalgos polti-
cos de ls;nara.is.
A mesquinliex dos enes, por demais
pC(|urtiinos, que infesta o segundo dis-
tricto d'oste termo, procura ferir-me da
qualquer forma, nao se peijauk de lancar
nao da torpe calumnia, em falta de fados
reaes cora que me possam prejudicar no
cohcoIo dos meus proprios adversarios,
que sao honestos. E', assim, que sendo
publicado no Liberal de 2 do corrente, urna
correspondencia com a epigraphc Polica
de fgvarasfO, me altrifiutrao a paternidade
de tal escriplo, com o damnado intento de
me indisporem com urna pessoa, quera
estou acostuarado a rcspeilar, e que, nen-
huma parte tem as perseguic/>es acin-
tosas, que se tem feito aos meas irmos e
amigos aqui do termo.
Para que, pois, nao vingue o parto da
pcrversi.forie, venho declarar, como declaro
solemaouiaDte. que,nao* nao fui autor de
tal correspondencia, como tambem que
dola s Uve noticia quando li no Liberal.
Engenho Araripe de Cima, 10 de junho
de 18G9.
Epaminondas Vieira da Cunha.
\

Ii*etc*to. ,
Sr. Redactor.
Os agentes, a quem encarregams, em
Pernambuco e no Rio, a venda do producto
da nossa fabricao rap popular, commu-
nicam-nos que pelos representantes dos
Srs. Mourou A- C, naquellas provincias
foram chamados juiso, pelo facto de ha-
verem aquelles agentes declarado em seus
annuncios que o nosso rap tem toda seme-
Ihanra, mi fabricado pelo mesmo sustetna
que o Arela Prela.
Nao havendo, al hoje, sotfrido hoslili-
dade alguma por paite do representante
daquclla firma nesla provincia, que antes
nos honrou o cscriptorio quando no atino
passado qtiiz levar assembla provincial
nma reprcsentacio contra a exorbitancia
do imposto no rap, suprehende-nos sobre-
modo o procedimento daquellcs oulros.
Como se tivessem exclusivo para fabri-
car rap pelo systoma do- Areia Preta,
pretenden inhibir-nos de dizer que o
nosso rap em ludo semelhante ao sen,
fabricado pelo mesmo systema.
A pretengao csturdia Que se op-
ponham Ss. Ss. que usemos de papel e
emblemas, que se possam confundir com
os seus, justo : mas que se opprjnham
a que, inculcando o nosso producto ao pu-
blico, digamoselle tem o mesmo aroma,
completa semelhanca, emlim, fabricado
pelo mesmo si/stema que o Areia Preta, isso
absurdo igual ao daquelle que quizesse
prohibir, um fabricante brasileiro de te-
cidos de algodao, de dizeros meus te-
cidos sao era tudo iguaes aos inglezes,
fabricados por teiares iguaos, pelo mesmo
systema e at por operarios daquella nacio-
nalidade. Conseguintemente, sem querer-
mos absolutamente que o nosso producto
se confunda ova o da fabrica Meurou,
deixando que avahe o publico se elle
ou nao em tudo semellianle ao Areia Preta,
entendemos, todava, dever protestar,
como protestamos, contra o insustentavel
procedimento dos Srs. representantes da
firma Meuron A C, as provincias do Per-
nambuco e Rio de Janeiro.
Somos Sr. Redactor,
De V. S.
Assignantes attenciosos
Teixeira, ldorico & C.
(Do Diario da Bahia).
f
Resposta ao Sr. Dr. Lourguco ]
Bezerra Carneiro da/Cu-
ilia.
0
i


i
pelo qual teve
iquella provin-
L. B. foi o ar-
, sito alli, para
ia, e como es?e
pn, e a narracao,
acha recheid
de dizer alguma
tfutar ossas falsi-
i o mesmo dont ir
ento, pelo que ten-
neetnou o arrondr.-
scravos para paga-
uportancia de.....
na o senhor dou-
ro contrato, e na<>
la para o engenh j
que meu pai lan-
H
Tendo-me compromettido no meu prieiro tra-
baliio em resposta ao Sr. Dr. LourendD Bezerra
Carneiro da Cuuha demonstrar a ncnania pro-
cedencia das razdes pelas quaes o raefmo senbor
resolveu romper as suas relacSes comtto, chegan-
do assim ao ponto culmnate da rmsa qitest,
venho desobrigar-ine desse cncargo,ue tomci so-
bre mim.
Para entrar na cxposicao'do factA que deu lu-
gar ao seu ronipimento' comigo, i Sr. Dr. L. B.,
enxcrgando ligaqoes nesse fado om a sua resi-
dencia na provincia de Alagoas, eitendeu que de-
via fazer ver ao publico o rnotiv
de morar por algum tempo
eia.
O motivo referido pelo Sr.
retidamento do engenho Marre^
pagamento de urna heranca :
arrendamento fosse negocio
quedello fez o senhor doutor, i
de falsidades, nio posso deixal
cousa respeilo, aflm de
dades.
Disse o senhor doutor que, sido procurado por
mim para a arrecadacao dessf heranca, -isto se
escusou; mas que tendo eu corrido a meu pai
este com o ascendente, quo s exercla, obteve o seu assentij
do-se dirigido Marrecas alli
ment do dito engenho com
ment da tninha heranca nal
13:6003.
De volta essa cidade, co
tor, apresenlou-mc o respecj
pudendo eu realisar a minli
tive de instar com elle, e lizt
bem instasse, para que se rolvesse a acceitar o
arrendamento, o que veio se ipre a fazer, depois
de muitas beslticoes, nasce lo desse negocio as
d ifilculdades de sua vida, di culdades provenien-
tes de um servio a mim pi \tado com o maior
desmteresse porque nenhuina vantagem percebeu
por elle, o que s serviram pa
meios.
Eis o essencial do que dis
cando omittidas muitas eir
vem ao caso.
Agora atienda o publted
expor.
E^verdade que eu proc
a arrecadacao, que se '
quiz encarregar-?e ; mas i
mim mud,.u de resoluQjio J acceitou-a""diricind-
me em data de 11 de abr! de 18S5 urna caria, na
qualmedizia: Xunca pe'erei antepr os mteres-
ses aoHollanda aos teus; e rejo descobertovme
negocio pretenedes que na podem ser juaneadas,
tare, pois, o que estivir, o meu alcance para ad-
quinr o que tegtttmameite teu.
Vao.pois, exacto que eu tivesse recorrida .
intervcncao de meu paUfira de reduzir o senhor
doutor a acceitar essa arrecadacao, assim como
jo e exacto qne o mesmo meu pai tives. instado com o senhor doutor para ficar com o ar-
rendamento do engenho, como passo a demons-
trar.
DirigWo-se Marrecas fez o senhor doutor o
arrendamento do dito engenho com 30 escravos
Celo espado de 6 annos, para pagamento de minha
eranca, e, em logar oe ser feito o arrendamento
a mim, mandou passar a respectiva escrlptura figu-
rando nella como o reudeiro, tendo-me dirigido
depns da sna volta ao Recife urna carta, na qual
se l o seguinte tpico: Depois de mil embates e
tomaildaOss rpolvi propor o arrendamento do en-
i comtrtema desses mus ultimosnegc-cios vns


augmentar os meas
o senhor doutor. ii-
tancias, queoSo
para o que passo .
ei o Sr. Dr. L. B. para
'fere, e que della nao
ido depois instado por
MELHOR EXEMPUR ENCONTRADO 1
[ZilMo


I

Diario Je Perna*i)uo Ssela Xoire 2 fe Jufbq de I8C9.
flotojf)
que se i
na nte\
do dissagn
ntim.
pagamento.
< mim.por tora petas rlnzas de mea pai nao duvirt* fltor ig
*"*f'"P"ll>P(fI^'"*' &r. Dr. Cuma llie entregou letra uiiulw na im-
i- portneU otos de ras, qr.:in nunca lito duvi e?>i quantia. assim com
grande tbi a minia i^riurliiH-T.o aa ver taes letras,
.|iio aiii'la hoje n-se. q.-Hidu'.iolla se Icmbra .'.'.
Anda (|iiando o Sr. Dr. me livessc apresentado
as letras, que eurestava a Dr. Costa na impor-
tancia de 2:6683666 rs., e ainda nao vencidas, ne-
nhuma perturbaoao- oom isto me causara, porque
ei" "
-^6 un liometn, que asslhi proceden, uno trio
JWPHJ arrojo de vir parante o publico declarar qu>
ro instado por mire e meu pai pararteceitar o ai
rendamonto do dito engenko, o que ti fe d*pou
aehattrpoY multo tempohesitado! t
BOBois de me haver enteniiin'j com o Sr. 9t. L.
ti. esse respailo, e tp a Ocar com e arrendanienio; mas liaVendo mu-
dado de resolucao nenhuma difllculdade encontrn
<> senhor doutor realUa?*) dos scus desejos, ten-
uo-se licado com o arrehdainento, pelo qual se
reaponsabilisou para contigo pela quantia de ris
/:6O00r>, dando-m doas sontos ora dinheiro, e
o restante em letraj, e ficando cu lvro por esse
negocio do pagar a mesmo renhor aprcenla-
gom, que linha direito pelo seu trabalho.
O n;?gocio, que o senhor doutor fez comigo, ira-
porlavae.ii ficarelie pola quantia do 7:!)60i000,
pagaquasi todaem letras a vencer, como arron-
menlo d- ara cngeiiln rom 30 osemos pelo bs-
paeode6 amos e lo em una poca, ein que.
como ci se i senhor doutor, o assucar tin'ua che-
gado alta de Imje. Era uin negocio, pie elhos
vistos efloreca as majen vantagens.
Para pro va de qye ael i Begoefl tVito com o Sr.
Dr. L.X. Bquei livj-c uY' pafar-lhe a sua p ircmta-
{iem, aitenda o publico para o segrate trocho de
urna caria, que me dirigi, quando cu manifr-ti-
va diuposiedes de linar cora o arrendnniento: Teiis
vm futuro aberto de indepeml untara, e
ttt$,em vez de innutilisar a Uta carivira littmuria
faclita-ti. Qitaitto mim restrinjo os m?iis lu-
cros, mas confesso-te que doia-nf um pouco a
ennsciencia por ir gomar tanto COiutigo. D'io
contenlar-me com. 4:<>'JO&000.
Ve-so pelo trecho transcripto que, se en ficasse
com o arrcnd.imento, o senhor doutor n tlrinma os
seus lucros ficando adttfeito com a quantia d?
4:0003090, e que no caso contrario coiitent.iva-se
elle tota o negocio ennvenciohado, o qual censide-
rava tiio lucrativo, que a sua propria consciencia
Ike iota por ter de y intuir tanto comigo '
Eis o desmtertsse do senhor doutor para comiso
pelo servicia mim prest'uh com a arrecadscao da
minha h Manca. E o mesmo desiieresse, que'el-
le raanifestou depois da apprelionsao dos bens da
questo do engeuho Abreus conforme ja fiz ver na
uiiriha primeira correspondencia.
_Se_do negocio, que fez comigo o"senhor doutor,
naotirou todas as vantagens, que liie poderia pro-
porcionar, e antes dclle provieram as difliculdados
de sua_ vida, s de sua in direc(;,ao se deve quei-
xar, nao podendo |ior isl ter o }ircito de fazer-me
a mais leve aeeusaca i.
Quanto, porm, a'o augmento deraeios, que pro-
vek) para mim desso negosio. fui elle devido tao
smente ao ilireito que tinha a minha lier.mca.
Nao acompanharei ao senhor doutor na apre-
cia^ao dos. motivos, pelos quaes teve de eollocar-se
na provincia de Alagas era opposic.aoMO Sr. Dr.
Souza (larvalho, quando este adminijlrava aquella
provincia; mas devooecupar-me de ara facto, que
entre mim e o Sr. Dr. L dou-se, quando S. S.
mais empeniado se achava nessa oppowcio, c que
por ello foi doscripto com as mais negras co-
res.
Gonsjstio esse facto cm ter-me dirigido i Maeei
era 186, depois de urna iuterrupcu de sois anuos
nos pagamentos, que o mesnu senhor devia-tne
f:izer, alim de entender-me com ello sobre o meio
de satisfacer rae o debito, em que a i Oda se acha-
va para comigo, constante de duas letras na im-
portancia d*e 4:000.$ de principal, e nao de 3:0003
como fez ver, e istu por achar-rae entab sobrecar-
regado de pesados comproinissos.
IMsse o senhor. doutor ijue, quando mais encar-
nizada eslava a sua luta com o admioistraior da
provincia, vio-me chegar all, c ir ho?|>edar-mc em
palacio contra a sua expectativa e de todos, que
sabiam das nossas relacoes, e que de tao alto exi-
ga em tom ameacador o pagamento da minha di-
vida, tendo ido smente duas vezes casa dello
-para fulmina-locoin a minha pre.senca. e recusan-
do receber escravos, que me oflereeeu em paga-
mento.
A ostranheza pelo facto de me haver bosiiedado
em palacio nao passa de urna banalidade.
Era amigo do Sr. Dr. Souza Carvalho e eslranho
-as lutas da provincia. Poda, portante hospedar-
me era casa d'elle, seni haver nisto o que no-
tar-se.
A preiencao de querer o Sr. l>r. L. B. que eu
me afaslass de todo aquello, com quera rompesse
prova evidentemente a tutella que S. S. seinpre
procurou exercer sobro mim.
E' falso, porein, que de palacio eu tivesse exigi-
do em tjm araeaijador o meu pagamento, pois que
conservo ainda as notas das cartas, que d'alli Ihe
dirig, e nao menos falso ter cu recusado aecci-
tar escravos, que me offereccu em pagamento,
como disse com o mais inqualificavcl cynismo.
Quando me dirig Maeei, levei o proposito
irraado de com os maiores sacrilicios da minha
arto ultimar a minha transado com o Sr. Dr., e
li doi disto as mais exuberantes pravas, fac-
tando ao Sr. Dr. todos os meos para chegarmos
aesse flm, para o que durante a minha estada
lUiuella cidade, o procurei por duas vezes, as
qujs Ihe aprouve dizer, que ti Uw fui fulminar
coi, a minha presenca.
hia fazer ver ao publico a nenhuma razao,
eoWjuc o Sr. Dr. L. B. me faz hoje taes acensa*
Ce%iao posso deixar de transcrever aqui os se-
guiVs trechos de urna sua resposta, que recib
em M^ei :
J toa adiando mais razoavel e creio que
com aoequena dilferenca de 5006000 rs. nos ar-
ranjarfios. Restes termos podemos chegar ainda
algn aecrdo. Quanto ao abate de juros per-
mite-nu dizer-te milito blandamente que nao te
agradero porque nunca os contei de tea pai,
quando ei- meu delator.
Se quei. descer detse poleiro cheio de immun-
di6ia*, o na estis, procura-me no hotel.
O Sr. Dr.issira se exprima entio meu res-
pcito, e boj nao duvida pintar-me como possuido
n'aquella ociso das peiores iutenooes para com
lie. '
A' caria, iuc me rofiro, foi-me dirigida cm
resposta a ou%, cm que para acabadnos com o
nosso negucio^u lh<- propuntia o aTjaxe 0 VJt
os juros vendos na importancia de l^it.fOOO rs.
c u.nis o de 5CQ0O~rs. no prinflp'l das duas let-
tras, receo'cnd-lom pag3ffinfo' 1:5003000 rs. pro-
ducto da altera de urna sua escrava, e o restan-
teem lettrasdAim devedor do mesmo Sr. nesta
provinnia, exigldo-me elle porom mais o abate de
3003000 rs. ncirincipal das ditas latirs.
Em taes cirrlmstancias, achando-nos prximos
de um accordo nao querendo o Sr. Dr. realisa-lo
sera entender-seprimeiramente, com o seu deve-
dor desta proviia, ao qual devia attenefies, con-
vidou-me enlaou vrmos para aqui, am de -ul
limarmos o nossl negocio, ao que prestei a minha
ncOjUiescencia.
Como tendo itrrido assira os acontecimentos,
ousa boje o Sr. DJ dizer que eu fui Alagas com
pnal-o, e que para isto entend-
tides da Slveira Lobo, quando
assira como que para burlar
convidou-me vir com elle
f
a devido apreco ao culto, que
erdade.
iroviocia traten, iogo o Sr. Dr.
o seu devedor, e nao cembi-
translereucia das lettras, isto
me communcou ofer. Dr. por carta de 24 de abril
do 1862, fazendo-me por essa occasiao nova pro-
posta sobre o pagatento do que me devia.
Entao jesponj ao Sr. Dr., pedindo-Ihe que
visse se podia obter|para a quantia que Ihe faltava,
a correspondente dtsobriga n'um debito meu para
cora o Sr. Dr. Benlc Jos da Costa, e foi depois
d'isto que o Sr. Dr. L. B. entendeu-se eom o Sr.
Dr. Casta, e ludo o'iteve, e pode ultimar a sua
transaccao comigo, sobriganao-rae de 1:333^333
rs. em poder do Sr. Pr.-Cosu, aulorisado-me
receber :666^G66 vg/m poderdo Sr. Agosti-
nho Eduardo Pina.
^ssira entreguei aoSr. Dr. as suas letras de...
4:0003000 rs. de priicipal, pagas com o abat-
mento de 1:0003000 rs'. no mesmo principal e per--
da de todos o juros na importancia de 1:2353000,
ficando termii: proveciente do
negocio do Marrecas, que o Sr. Dr. diz qPe foi de
tanto interesse para mia; mas que eu taco votos,
para que nenhuma oatra me proporcione igaaes
vantagens.
TSo posso por esta occasiao deixar de protestar
contra duas falsidades do Sr. Dr. L. B. em relacao
ao meu debito para com o.r. Dr. Costa,
Quando propuz ao Sr. Dr. L. B. que obtivesse
t> referida desobliga do Sr. Dr. Costa, anda va todo
o rieu debito para conveste na auanta de 4:0003,
m letras vencer, inclusive a letra pela qual fui
desobrigado, e Tuindo o Sr. Dr. L. B. me deu a
detobriga, nenhub wra letra mais me apre-
semos
Como pos, o Sr. Di. L. B., aerificando semprc
a veidade, que uwstra 0 mqteo respeito, que
menos do qpe ftncrme rcinei-ir Biculdae de
pensar, cr formar por mira as-mialias- Bonvicce.
A t..iilo-naochegan os dt*crcs-d gratjdao.
E' seui (kivida- a jeratidao o sentimeato, con, ija
lodo o homem d.' earacter noUre-di i
der ao favw, ape ife uiitrom ri.vor- rei-Mido : maa-l
era-me indilferente pajar no tempo corwencionado
a S. S. ou ao Sr. Dr. Costa -r e hojo quem nao pode

o proposito de ac
me com o Dr. Ar]
tal passo nunca i
as rainhas intencoJ
para esta provincij
O publico que
o Sr. L. B. vota ai
Cbegando est
de entender-se con
nando este com a)
deixar 4e rir-se son en ao ver taes hecdes, com
que S. S- proHirvineorntuodar-mo, o que s re-
velara a* miserias o>>-*fu- espirito.
Ao concluir a sua narrWia sobre a sua trnsa-
lo conilgo disse t> Sr. Dr.: Quem nunca vio o
Joaquim Francisco, rej quadeo em
que est retratado; quem nao o conliecr, conlu>
ra-o agora.
Aproveitando-me do mes?no ponsaraento, digo
eu courmeJhor direito, dwpois dj ludo quanto te-
nho exposto : Quem nunca vio o Sr. Dr. L. B.,
vcji-o no que tonho relatado ; quem nao o co-
nliecr, coulieca-o agora t> li fae saliendo do quan-
to nlle capaz, qu indo levado pelas u'piraces
do odio, a que nao duvida. sacrificar ludo o que
mais se devfi respeitar.
Tendo acompanh id o o Sr. Dr. L. B. em toda a
sua longa dig ressao sobre o negocio de Maneras
etransaccao dello proveniente, entramos agora na
apioriarao do ponto culmin-intc di nossa quetao.
Nao me tendo sido possivel depois do falleci-
mento As meu pai satisfazer de chofre a todos os
sen comproijisso-:, pus que nao era pequeno O
numero d'elles, fot-nte preciso adiar o pagamento
oalguns, entre os vuaes ligurou um, em que
iiiou pi so achava para comva fazonda nacional.
Era fiador de meu pai polo referido debito o
Sr. Dr. L. B., quando era 1862 fui provocado pelo
mesmo senhor, alim de prevenir-me que existia
una precatoria requisitando a prisao d'elle pela
falta de pagamento do mesmo debito, e exigir que
tomasse as de vidas providencias no sentido de rea-
lisar logo o dito pagamento.
No dia segrate I ver ao Sr. Dr. qio nao me
sondo possivel realisar logo o pagamento, havia
obtido que a precatoria nao fosse cumprida, at
i|ue eu estvesse habilitada para satisfazer o debi-
to a que ella se refei h. no que ia cuidar seria-
mente, tendo isto obtido por intermedio de urna
pessoa que para (ante julgava habilitada, c em
cuja poder se achava a precatoria.
Nunca disse o Sr. Dr. L. B. que a pessa a que
me retiro ora um meu procurador, nem homem
de minha confhnca, como por sua conta assentou
de declarar ; e se acreditei uas suas palavras, foi
porque nag tinha nenhuiii motivo para proceder
de modo contrario.
Assira corran as cousas, quando inesperada-
mente fui logo depois informado da prisao do Sr.
Dr. pelo mencionado motivo, o que causo me a
maor conlrariedade por que lenho passado. e le-
vouine imniedatamenie essa cidade, onde o Sr.
Dr. por todos os metes me procrou convencer de
que tinha sido o Sr. Dr. Sni'.a Carvalho quera ha-
via promovido.a sua prisao, no que jamis me era
possivel acreditar.
Era amigo do Sr. Dr. Souza Carvalho, de cojo
carcter formava, como ainda formo, o nielhor
couceito, e nao me podia persuadir de que elle
fosse capaz de semeihante acto, e muilo princi-
palmente quando esse aclo ia ferir mim, quem
o Sr. Dr. S. C. havia sempre dado as molhoivs
pravas de araisade.
Err tamb im amigo do Sr. Dr. L. B. ; mas nao
Ihe (ano nenhuma injnstica dizendo que o sen ca-
rcter assomado o reconhecida irreflexao meobr-
gavam a nao aceitar assira um juizo seu, o com
lauto mais nudamente quanto e.o juizo se refe-
ra a un inimigo, quera o Sr. Dr. procarava fa-
zer todo o mal que Ihe era possivel, e infelizmente
cu j tralla diversas pravas do quanto S. S. in-
justo, precipitado e irrollectido at mesina para
com aquelles com quem vive as mais estrellas
ligacoes.
O Sr. Dr. L. B. sabe que eu tenho o direito
de assim me exprimir, c nao me contestar.
Para o meu espirite nunca hous'e duvida de
que o autor do uftrage que solTreu o Sr. Dr., foi a
pessa que fez-rae a proraessa de nao cumprr-se
a precatoria, at que satislizesse o debite, e em
rujo poder havia ella ficado, sendo que com o de-
curso do lempo cada vez se vai tornando mais
firmo a minha crenca esse respeito.
Que motivos, porm, me apresentava o-Sr. Dr.
para determinar a minha conviccao, e dar lugar a
idontiilcar-nie com elle no seujuizo contra O Sr.
Dr. S. C. ? Os niesmos que hoje aprsenla, isto ,
que aquelle que me illudio quanto precatoria,
era primo e amigo do Sr. Dr. S. C, e que tinha
ido Alagas antes do facto da prisao c voltado
no mesmo vapor, e que alera disto o Sr. Dr. S. C.
promova processos contra o Sr. Dr., e tema une
S. S. fosso reprodnzir nu assembla provincial do
Alagas todas as aecusacoes que ja Ihe havia fei-
lo pela imprensa.
A circurastancla de ter a pessoa de quem me
queixo ligacoes de parentesco e amisade com o Sr.
Dr. S. C. nada pode provar, assim como nada
prova a ida dessa pessa Alagas e volta no
mesmo vapor antes da prisao, pois que nesse tem-
po essa inesma pessa tinha negocios em Alagas,
que repelidas vezes a obrigavam a ir aquella pro-
vincia.
^ Quanto processos promovidos pelo Sr. Dr. S.
C, devo dizer que de nenhum tinha, era tenho
conhecmonto, e pelo que diz respeito ao temor
elle attribuido pela opposicao qno Ihe poderia fa-
zer na assembla provincial o Sr. Dr. L. B., isto
nunca ino passou de urna preiencao (iiha do seu
amor proprio, e do exagerado valor que da va ao
mal que poda fazer.
Pois motivos dessa ordem podiam calar no meu
espirite e levar-me. como quera o Sr. Dr.. pr-
me merc de "S. S., tao conhecido pelas suas
phantasias e loucuras ? Nao quz dar tao triste
teslerannho de mim.
Precisava de melhoreg fundamentos para justi-
ficar o rompimenlo de rainhas relacoes com o Sr.
Dr. S. C. dionto d'aquelles que tinbam conheci-
mente dessas relacoes que nao ignoravam osbons
oficios de amisade que elle sempre me hri
prestado, e taes fundamentos nunca appareccrara.
Ainda hoje apresentem-me razes que me con-
vencam, e cu nao terci duvida em romper ess*as
iriieoes, e dar ao Sr^Dr, J*_R Lmais' muRca e
j-'wrp.'ei KTrTsfaiJaa
Sem que isto, porm, se d, serao iraproficuos
todos os esteros, debalde o Sr. Dr. procurar
pr-me ante os olhos a memoria de meu pai como
ultrajada pelo Sr. Dr. S. C, quando at o pre-
sente s o Sr. Dr. L. B. a lera coberto de ultrages,
sendo o maior d'elles esse jogo indigno, que com
ella nao duvida fazer em prol dos seus torpes de-
sipnios.
Entretanto, una circunstancia occorreu, que
yeio ainda mais exacerbar o Sr. Dr. L. B. pare
co migo, e foi haver ou votado era 1863 no Sr. Dr.
S. C. para deputado geral.
Desde entao nao cessava o Sr. Dr. L. B. de n-
crepar-me por esse acto, sempre que me escrevia
at que em setembro do mesmo anno, apoquentado
com tao continuadas recrimincoes, fiz-lhe ver que
possesse termo ellas declarando-lhe que ainda
quando estvesse provado para mim que o Sr. Dr
S. C. tivesse sido o autor do acto, que Ihe attribuia,
o Si'. Dr. L. B., ainda assim nao deixar ia de votar
nelle.
A carta, que dirig nesse sentido ao Sr. Dr. L.
B. deu lugar ao mais formal rompimento de sua
parte para comigo, e depois disto tem-se julgado
autorisado aecusar-me como reo da matar in-
gratidao para com elle, nao duvidaado dizer que
essa carta provava qne eu nao ignorava ter sido
o Sr. Dr. S. C. o autor do dezar, que elle soffreu,
como ainda o declaran na sua confrontacao, e
procurando at dar entender qne houve conni-
vencia de minha parte nesse dezar.
Primeramente nao era doutrina nova em pol-
tica que d em resultado um homem poltico
volar n um seu inimigo, o que importa votar na
idia e nao no individuo, praticando assim um
acto de abnegacao em bm do seu partido ; mas
dovo dizer que s me serv dessas expressoes es-
timulado, como entao me acliava, pelas incessantes
recriminaces do Sr. Dr., eno intuito #o ver-me
lvre d'ellas.
Essa caria, porm, tendo r-oder provar, menos
que ea estvesse convencido de que Sr. Dr. S. C.
fosse quem promoveu a prisao do Sr. Dr. L. B.
e veja por ah o publico, por que motivos se d'i-
xa S. S. levar para formar os seus juizos e apr-'
senta-los depois como dignos da aeccitatcao
Qunto aecusa^o de ingratido, arada sendo
reaes todos os beneficios apregoados pelo Sr. Dr.
L. B.. e dando-se Ihes teda a importancia e alcan-
ce, que olles quiz atlribuir, sem ainda se levar
em conta a circomstancia de terem sido prestado
em pagamento de divida sagrada, mesmo assim,
no caso em questao o Sr. Dr. nao -linha o direito
de fazer-me urna tal aecusacao, porque, por maio-
res que 8ejam os seus esforcos nao aprsenla um
so fundamento plausivo!, pelo qual se deva acre-
ditar as suas palavras em relacao ao Sr. Dr. S. C.
e a sua pretcncao esse respeito reduzi,-sc nada
Mas o *. Joao de S foi pana sso cRide-::eUe
mesmo o- egnhls
Comitw terca fdiz Lotwo, cxe. rt UM, e
mi) o qa em virtade de setenea ge unitte na
posse Mft it pnd-K oSstenilo-attma I
Logo, o uente-corooel Rasjuur, toraand i no^so
aquelle. quo tiver Cnte o favor, por maior que este depois de espirado o prazo dos.dez dias nooei-
seja, nao pde-ter a preiencao de xigir, de quem metteu forea.
recebeu o favor, a abdicacao da propria dignidade
para tornar-se. un mero aatomato, ao qual possa
imprimir o raevimeato, que a sur--imngiarao Ihe
suggerir.
Eu pudera, proposito da aeeaeaoao de ingra-
tido, dar o troeoao Sr. Dr. L. lk,.e confundil-o
inteiramenle peraote o publica, a^restratando-o
como um moosteo digno da maldiceao de todos ;
mas nao o farei, por uue fra-me preciso exhibir
urna prova, da iiual ja disse que ni* me serve-
ri.i.
Nao me defendo da aecusajao de connivencia,
que o Sr. Dr. ora deixa entrever .(pie houve da
minha parte, e ora repelle como inadinissivel, ad-
mirando-me somente que S. S., ni tivesse afflr-
mado como cooa muilo certa essa. connivencia.
Sera islo mais proprio de S. S., e do seu modo
constante de ver e julgar as cousas.
Quanto a apreciacao, que fez o Sr. Dr. dos raeus
seutimontos, dir-lhe-hci que ella nao me olTende
por partir do S. S., o que dou parabens a minha
sorte por seren elles muito e muilo dilfcrcnles dos
que couberam era partlha ao Sr. Dr.
d\o dizer duas palavras sobre a.aceusacao de
tudo saeriliear ao interessee s miabas aspiracoes
do grandeza.
Apprilo para todos os que teenv rektc9es co-
migo, alim de que digam, se em toda a minha
vida pJe-se encontrar um s aclo, que d lugar
a dizer-se que eu tudo sacrifico ao interesse, c
como prova em sentido contrario nao rao seria
dillleil apresent ir mais de um facto bem signifi-
cativo, se a isto me quise^se propor.
O juizi do Sr. Dr. L. B. nao ser compartilba-
do por ninguem.
Ni ahuma arpiracao de grandeza tenho tido, e
se cons tal o Sr. Sr. Dr. considera-o ter sido eu
eleito depulado geral na penltima legblatura,
devo dizer-Hie que nao foi isto devido a lembranc
miuiia; mas sira bononiia dos meus amigos p-
liticos, (pie resolveram remunerar por aqualla
forma a minha dedicacao e lealdade ao partido,
ao qual havia prestado multes c importantes ser-
viros, sem nunca haver feilo a mais insignificante
exigencia em meu favor.
Esses meus amigos polticos, que dgara se nao
e verdade o que acabo de asseverar..
Em concluirel sem oceupar-mc de diversos in-
cidentes pelo Sr. Dr. referidos proposito do facto
desagradavel, que du-se para com a sua pessoa.
E verdade que na casa de dolencao manifes-
tei-me abertamente contra aquelle, que acreditava
ler so o autor da prisao de S. S. conforme o fe-z
ver ; mas era relacao ao Sr. Dr. S. C. o que disse
em occa-iao em que o Sr. Dr. L B. procurava
exercer a mais violenta pressao sobro mira, foi
que se tinha partido dclle esse acto, eu jamis Ihe
perdoaria.
Nao assevcrei, nem podia asseverar, como disse
o_Sr. Dr., que a pessoa, a quem atlribuo a sa pri-
sao, j tinha idi Alagas, antes da inesma cora a
precatoria de que se trata, pois que ignorava com-
pletamente, como ainda ignore, se semeihante
neto realmente se deu.
Cumpre-me declarar em relacao essa mesma
pessoa, une julgo ter feito para'com ella o que a
minha dignidade me dilava, deixando de frequen-
tar a sua casa desde 1862 at o presente, cm
cujo longo espfto de lempo s veto minha duas
vezes, sendo urna em companha de um meu ami-
go, e a segunda a tratar de um negocio, de que
se achava eearregado, nao sendo pois exacto,
como disse o Sr. Dr., que at com essa continuava
as mesmas-elaces.
Faltn a verdade o Sr. Dr. quando disse que
nenhum Jiiihero eu tinha na occasiao ora que fui
fazer o recolhimento fazonda geral, e que para
lvrar-me de vender escravos, foi preciso que elle
tomasse emprestada toda a quantia ao Sr. F. de
P. 0 Yillas-Bas.
Quando fui fazer o recolhimento, tinha em meu
poder um cont de ris, o dizendo ao Sr. Dr. que
ia tratar de conseguir o que faltava, fez-me elle
ver que nao era preciso que en desso passo algum
aesse respeito, pois que o Sr. Villas-Boas Ihe tinha
olTerecido toda a quantia, do que elle precisase.
A vista diste emprestou o Sr. Villas-Boas para
completar o pagamento a quantia de seto ceios
0 tantos mil ris, que nao me seria dillicil obter
seui vender escravos. Ainda haje tenho em meu
poder a letra, fue paguei ao Sr. Villas-Boas.
Tenho demonstrando cora a maior c idencia o
nenhum fundamento; que teve o Sr. Dr. para
romper as suas relacoes comigo, e por conseguintc
ainjustica do seu proeedimenta a mea respeito
completando assim a resposta, que me eumpra
dar sua confortacao expiatoria.
Depois de tudo quanto tenho |dito, detedam os
hoinens cordatos e imparciaos, se o Sr. Dr. L. B.
devendo ,i meu pai favores importantes pode hoje
ter direito de pretender a posico, que procura
assurair sobre mim, pelos favores, tambem impor-
tantes, que fez a meu pai; assim como se o faci,
quo deu lugar ao rompimento do mesmo Sr. Dr.
comigo, o podia autorisar para tanto,epara osen
subsequente procedimento, ainda quando eu es-
tvesse preso para com elle pelas maiores obr-
gaces.
Eo-me preciso para fazer a demonstracao, que
cheguei, entrar n'uma dscussao extremamente
desagrtidavel, como c fcil de comprehender-se;
mas estimei ser impellido essa discussao para,
de um modo que licasse ao alcance de todos, eu
me defender das injustas aecusacoes, que o Sr.
Dr. por toda a parte me feza, e que imprudente-
mente deixou, que vesse a imprensa, tornando-se
assim o unLso responsavel pela raesraa discussao.
Nao sabendo esgrerair no terreno das invectivas,
deixei jem retribuijao todas as que furiosamente
me dirigioo Sr. Dr. na sua immortal confrontacao,
quo s por si firmara a sua reputacao, se j "nao
estvesse ella cstabelecida sob os mais solidos
fundamentos.
Vanglorie-se S. S. pola victoria, que nesse ter-
reno sobre mim obteve, quo eu feicito-me por lia-
ver na minha re-posta observado o maior corae-
dimento do linguagem, como me eaj"r;j p(.|0
respeito.-""- ,--? j; ,1aco, e a mim msmo.
Aguardo a replica do Sr. Dr. para volta r a iin-
prensa, se assim se izer necessario.
Ao concluir declaro que nao terei duvida em
dar publicidade aos documentos, que merefiro
ora minha resposta, se isto me obrigar o Sr. Dr.
L. B.
Mttito agradecido ficarei ao3 Srs. redactores pela
publicagao aas presentes linhas no seu Diario.
Nazareth, 27 de junho de 1869.
Joaquim Francisco de Mello CavalCanti.
Uvaloann. pois, o lirada acc na hvpolheso su-
geua e, segando ensina Parcira tazer o execulado ser cado, e so Ihe assigutera
depois disso as dez dias para entregar a cousa ao
esequente.
Pelo expasto se v" a som-razao do proceduieoto
ue br. Joao de-Sa, que voHcido delJnilivamunte ha
cuco annos,esgatadosos recui-so le&aes quer per-
manecer no engenbo ltelo.
E como Ihe rattefti taes recurso-, engendra na-
ves, e ei-lo r*Bdo a presidencia representanV-;
sobre represeataefs contra otenente-coronei as-
par Laya lea nh', pintando a osle como um invasor.
attriburado-He falsameme ameaca, quo se nao
hzeram, e calnndo sempre naquell defelo de que
tanto o tomos, aceusado, (k que lamanJias pravas
neste negocio tem elle dado.
Soria incrivel qpe o vencedor nepudiasse a jus-
tica, perdendo assim seu direito, o que o Sr Joao
de bit, vencido, condemmido sem mais appello,
tesse mais mtoressado no emprege dos meios le-
gaes, do que aquelle a quem os irbunacs deram
victoria. O vencedor nao hiela eran a justiea, o
vencido, sim, pode ler interesse era faze-te. '
O. tcnente-coronel Gaspar Cavaleanliuao pode,
portante, continuar scffrsndo urna tao atroz vio-
lencia em seu direito.
_ Elle precisa, dcvo-se-Ute urna garanta contra o
jiuz que escandalosamente protege o seu tenaz
contendor.
Proteger ao vencedor, que meta contra quem
dsve-lhe entregar o quic seu, garantir "o di-
reito:
Barca -TrancezaVcridanainercadOria.
Sumaca liespanhiilaManuela vrn
PatarhitH^iespanholi/^nariYidem,
u dinamar (ui-zaCorfnw^tabeaioi
liana fuglezJW J/uriferioha do-trigo.
Pataata nore-aenioiohawi -ideai.
I1ECEBEDOBIA M RENDAS- INTEUNAS GE-
BAES D PERNAMBVCO.
SftT ZSZ& i.^"'"" .T^^ ffi&p3SS!S
JV'"!!""^*:?,dir,,i0 >? neute-coronel Gaspar CONSULADO PR0VU61AL~"_- iSLVSS^sMg!f--** '
MULADO
Rendimento do flia t
T:8)l590
MOVJMENTO DO POSTO.
AO PUBLICO
K: Clao & C. estabelecidos com pharmacia e
drogara ra da ImpenKriz n. 77, vera repre-
sentar ao publico a grande redurcao de preeo que
fizeram nos seus medicamentos em relacao aos
deinais que se vendem, garantiudo-se a boa qua-
lidade o nolando-se entre ellas os seguinles:
Licor anli-syphitico do Dr. Ricord, 200O urna
garrafa. Injeccao da mesmo auctor UOOO um
frasco, tnico brasileiro de Salazar, ant-dartroso e
de urna cura prompta e infallivel para caspas,
empingens, sardas etc. etc. a laOO o frasco, xa-
rope balsmico peiloral brasileiro, una garrafa
por 1.3000, dito peitoral de rabo de tat, j muilo
conhecido polos seus inilagres a 1 -000 a garrafa,
xaropo peitoral anti-aslhmatico de paracary, una
garrafa por 1000, plalas anli-asthinaticas da
mesma planta, a caixa por I 000, nica pharma-
cia em que ha estes medicamentos, xaropo de ju-
rubeba simples a 1*000 a garrafa, dito ferrugino-
so a ISoOO, plulas de jurubeba simples l'^OOO
urna caixa, e ferruginosas li*j00, vinho de juru-
beba simples .1 000 a garrafa e ferruginoso 13500,
xarope potorakde (edegoso a 13000 a garrafa.
Alera de todos esses perparados, ha um grande
sortimenlo de medicamentos, productos chimicos,
pharmacoticos, cujas qualidades j sao muito
conhecidas dos illustrados mdicos d'esta cidade
e do publico em geral, assira tambera encontrar-
se-ha inmenso sortimento de drogas em quanti-
dade capaz de aviar para esta cidade e para o cen-
tro; prevenindo-se aos pintores que senario sem-
pre um completa sortimenlo de tintas de varias
cores e de todas as qualidades, por procos razoa-
veis; e om porcSo far-se-na ainda abatmento.
Esta pharmacia continua a abrir-se a qualqner
hora da noite, para aviar receitas.
Recite, 16 de junho do 186.
C. Caldo X- C.
Navio sabio no dia 30 de junh
Liverpool^Vapor ingle/. Cfaysolitc, com-
mnndante W. J. Gell, carga assucar e al-
yodao.
Navios entrados no dia i\
Rio di; Jaseiroe Baha (i dias, vapor ame-
ricano South Awira, 6e 2H59 tonela-
das, comtfatKbnte Teiikk-panghv eqitipa-
gem ";.<,'ct.rga varios gneros; Henry
Forster d- C.
JVaoiosa.'i!(/oj no mesiiw d>a.
Kio-Granda do Sul p.;lo Rio de Janeiro-
Patacho- nacional David, eapito Joao C.
Menelle-, ccrga varios gneros.
LiverpoolBarca ingleza Sbraphina, cipi-
tao J. Js Lamb, carga assitcar e al-
godo.
C'mesnlnrfo-provlnelnl
Pelnx'- do pioviie'ial se faz puhli-
60- que no dia 7 de jullie ^doBro-se lindam oe 3d
dias nieis marcados para a rom-anca do cofre dos
imposios da eeima dos^predio -urbanos, de 80y0
sobre a renda dos bet~ d raiz pertencentes
eorpora^Oes de mao morta, e^le 20 0/0 do consu
de agurdente, r>latf.a ao i-semestre do.anno
llcam sn-
que forem
P* daquelie di
Mesa do eeHsDlado provincial-' de Pernambnco
OCde-juiilio de 1369.
(\dra!iiistrador,
____________Antonio C.ueeiro Machado Ros.
-No dia*Jdo corrente racz.linda a audiencia do
Dr, juiz munieipal da i' vara, vai praca a re-
qiiN-iniunto.dc D. Auna Amelia l'in;, para paga-
mento da (piantia de ::J:6ft>fl jlm dos juros ven-
ciiios. (]. una letra aceita pelo finado hachare!
Francisco dt-Paula Cavaleani (! Albuquerque,
a Mai letra foi dada para i da referida
I). Anna, no uvemariu que su pre deu por fal-
lecimenlo d < coronel Lourcnca Cajfalc.rati de Al-
oque, pai do referido tachare!, um sobrado
i andar sito ra de. Agoas-Yerdet n. 23,
eonwpjntal murado, cacin lia nieeira, '-ozinha fra
com a palmos da vo na largura, chaos proprio*,
avahado por 4:5003000.
De ordem do film. Sr. inspector da thesoura-
na do-fazenda desta provinuia se faz publico, que
no dia 7 de julho-prximo vindouro, as 2 horas da
tarde, perante a junta da memni ihesouraria. rao
a praca para seren arrematados por quem maor
lauco olTerecer, os arromlilmenios anniiaes por
IMS anuos dos proprios iwcionacs, a saber: ar-
inazcm n. 1, sito no Porte do Jfeitos ; dem n. i
americano Soitifi Amerern commandante
Tenklepangii.
\o- \V,>1 r,r Dn..,', n c -w no m8*mo '"S31-: e casa terrea n. l na ra de
INtAV-YOlKpor Para O S. Tromaz^aporSanta.Hlereza : os prelendentes deverao compa-
reew na mesma repartioo do referido dia o hora.
Secretaria da thesourara tk: fazenda de Per-
naisbiioo 30 de junho de Mili.
O oliicial-raaior,
_________Manoel Mamcde da Silva Costa.
Olllni. Sr. inspector da thesonraVia de"fa-
' zenda manda.fazcr publico para conhecimento dos
DECLARACOS.
De ordem do Illm. Sr.
raria de fazenda desta- provine
para conhecimento dos interessados, que o tribn-
nal do thesoore autorisou o pagamento de dividas
de exereieios lindos, guo enflores sao os se-
guinles : Demjamln fteltrao de Alentar 2!)83OO, e
lianoel Bczcrra deSenna 495/500.
Secreraria da thesouraria de faxenda de l'er-
nainbuco. 26 de junho de 860.
Servindo de oflicd inaior,.
Manoel Jos Pinto.
Yice-consuhdo dos Estado
Pontificias em Pernam-
baco.
Faz-se sciente a quem inleressar possa,
que durante a auzencia do Sr. vice-consul,
acha-se eearregado deste vice-consulado,
para todos os actos olkiaes delle, o Illm.
Sr. consol de Portugal, Dr. Claudino de
Araujo Guimares : no entretanto os de-
pendentes poderao continuara dirigir-se a
esto mesmo vice-consulado, ra da Cruz n.
57, onde se |ies dar prompto expediente.
Inspecqo do arsenal de mariuha
A inspeceo vende em hasta publica na
porta do almoxarifado, nos dias 3 e 5 do
corrente mez, bolacha em moinho na quan-
tidade de nove arrobas e nove libras.
Inspeccao do arsenal de marinha 1 de
jullio de -18G9.
O secretario,
Alexandn Rodrigues dos Anjos.
Protectora das familias
Associacao brasilea de seguro mutuo sobre a
vida, apprbvada por decreto do governo imperial,;
de 13 de junho de 1861, e gerida pelo Baneo Ilu
ral e Hypothecario do Ro de Janeiro.
Commissiio fiscal.
Veador Jos Joaquim de lama e-uWw Sobrinho.
Commeiidador Jeronyraojus.': dei Mosquita.
Comraendador Doaventura Goncalves Hoque.
Commcndador Guilherme Pinto de Magalhaes.
DO
BEBER! BE
inspector da Ihesou- interrs-ados, que autorisado pela ordem do.lhcsou-
cci. se faz publico1 ro de 23 (leste mez,.proroaou o praso da'suhsli-
lucao de notas da 8200MB i? c de 10000 da 4'
estampa at 30 de julho prximo.
Secretaria da thesotiMii de fazenda de Per-
norabuco 30 de junho de *8ij>.
(> offti'ial-maior,
___________Manoel Mejuede da Silva Costa.
, *- O cali do esquadra Luciano Jos
Joaquim, pelo presente chamado ao quar-
tel general a objecto (le servico.
Secretaria do commando das armas de
Pernambnco, Io- de julho de 1869.
Francisco Ca-metlo Pessa de Lcenla,
Tencnte -coronel secretario.
COMBO DEOTRAS NAVAES
O conselho contrata no dia 5 do corren-
te mez, sob as condicoes do estylo, vis-
ta de propostas recebidas at'as U horas
da manhaa, a lavagcm de rotipa da enfer-
mara de marinha, durante o exercicio cr-
reme, assim como o fornecimento, no pre-
sente trimestre de cangica ou milho pilado
e de milho sem ser pilado, para os navios
da armada e estabelecimentos de marinha.
Tambem o conselho no mencionado dia
e de igual forma promove a compra dos
objectos do material da armada, seguinles:
bules de ferro estanhado, \~20 bracas
de corrente de ferro de 1/2 poltegada re-
forenda, 20 arrobas de estopa de algodo,
6 arrobas de linha de barca fina, 8. arro-
bas de mialhar branca, 10 libras do obreias
france/as, terrinas de ferro estanhado,
20 tira-linhas e 1,000 lijlos defgo.
Sala das sessSes do conselho de compras
navaes, Io de julho de 180').
O secretario,
Alcvandre fudr">- l,r-
I
Nao tendo-se rcalisado a arrematado dos
chafarizes do bairro da Boa-Vista por
Estado dessa associacao era 30 de abril de 1869, ter apparecido offei'ta superior base
contratos 3,802.
Ca|.ial subscripto rs. 8,710: i"0580, aspessas
que quizerem inscrever-s poderao dirigir-so na
ra do Lvramento n. 19, pruneiro andar : a tra-
tar com o Sr. N. de Vidal, eearregado pelo
Banco Rural e Hypothecario do Ro de Janeiro,
para promover assignaturas para a mesma ass-
acao.
COMMERCIO.
Questao Aratangil.
De onde vera que o Sr.'Joao de S teime em fi-
car su em Aratangil ?
Recursos legaes contra o accordao, que Ihe man-
dou dar rancho ao tenente-coronel Gaspar Caval-
cnti, nao tem elle mais.
Embargos de bemfeitors, nao pode elle mais
oppor. Os dez dias que se Ihe marceu para apre-
sentar os que tivesse, se escoaram sem que taes
embargos allegasse.
De mais, quando podesse ainda usar desso re-
curso, nem por isso dahi se segu que a execucao
licaria suspensa.
Nesse caso tinha o tenente-coronel Gaspar Ca-
valcant o direito de depositar o valor das bemfei-
torias, e a execucao proseguira.
Mas com quaesquer bemfeitorias nao poderia o
b iao de *** SQSPea^er a execugao.
Polas bemfeitorias necessarias o vencido nao tem
retein;.w, ensina Casiano Gomes. Man. prat. cap.
Ora, pde-se dizer que nem destas mesmo fez
alguma o Sr. Joao de S.
Salvo se elle quizer chamar taes nmas escoras
(mais de emeoenta, segundo nos informara) que
sustm a easa da distilacjo I
lina vistona foi feila no engenho e ella servir
de prova quanto bemfeitorias, que sao ne-
nhumas.
Depois, preciso que as bemfeitorias sejam li-
quidas. Pereira e Souza, not. 885.
Demais, ha no engenho deteriorares, e neste
caso com ellas seriara compensadas as bemfeito-
rias em concurrente quantdade. Pereira e Sou-
za, clt.
A questao, pos, pelo lado das berafeitorics nao
6 cousa tao simples o tao terminante a favor do
Sr. Joao de S, como elle cre\
Sendo de receber os -embargos de bemfeito-
rias diz Caetano Gomes, o juiz os receber depois
da posse e deposito... Man. prat.cap. ai.
Mas o Sr. Joao de S nao se socorre s aos em-
bargos de bemfeitaria ; elle vai propr urna ac-
cao de forea nova c6nlra o tenente-coronel Gaspar.
Nao o poda fazer.
A accao de forea compete ao execntado se este
nao foi atado para larfo- a posse Pereira e Souza.,
not. *86,
PRACA DO REC1FE !> DE JULHO D 1869.,
AS 3 i/2 HORAS DA TARDR
Algodao de Pernambuco Ia sorte = 16*200 por
arroba (hontem).
Cambio sobre Londres 90 d/v 18 3(4 d. por
1*000.
F. J. Silvera
Presidente.
Leal Sove
Secretario.
BANCO MAUA & C.
RA DO COMMERCIO N. 3i
Desconta letras commerciaes laxa con-
vencional.
Recebe dinheiro a premio, por letras e
em conjg cofFSte >* -w____^
Confere crditos e sacca sobre as princi-
paes pracas do imperio, Rio da Prata e Eu-
ropa, e compra cambiaos sobre as mesmas
pracas.
Encarrega-se por commisso da compra
e venda de fundos pblicos e accoes de
companhias, da cobranca de letras e devi-
dendos, ou de seu pagamento, e de qual-
quer outra operaco bancaria.
casade"cambio
Teodoro Siinou & C.
Compram e vendem por conta propria
metaes, moedas nacionaes e estrangeiras,
sbjj9| de cambio, sedulas do governo e do
qanco do Rrasil.
Descontara letras da trra e outros ttu-
los commerciaes.
Encarregam-se por conta alheia das mes-
mas transaccoes, da cobranza de letras da
trra e de outros ttulos commerciaes.
Recebem quaesquer quantias em deposi-
to, em conta corrente, e a prazo fixo.
Largo do Corpo Santo n. 21.
ENGLISH BANK. .
Of Rio de Janeiro Limited
Desconta lettras da praca taxa a con-
vencional
Recebe dinheiro em conta corrente e a
prazo fixo.
Saca vista ou praso sobre as cidades
principaes da Europa, tem agencias na Ra-
bia, Ruenos-Ayres, Montevideo, New-York
e New-Orleans, e imitte cartas de crebito,
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourinho n: 7
ALFANDEGA.
Rendiraento do da 1......26:761*229
SO
Co.
MOVWENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com fazendas 583
dem dem com gneros 341
Volnmes sabidos com fazendas 145
dem dem com generas 260
924
403
Descarregam boje 2 de julho
Barca ingleza Witch of tlie Teigmercadorias.
sentada, sao de novo convidados os
res licitantes a cemparecerem conv
mente habilitados neste escriptorio
Cabug n. 16, no dia 8 do corren
dia, afim de apresentarem suas p
em carta fechada; ficando desde
ditos chafarizes administrados p
desta companhia.
Rases sobre as quaes se deve Ir
Rairro da Roa-Vista.
Chafariz do caes do Capiba-
ribe...................
Dito da ra da Aurora......
Dito da cidade nova de Santo
Amaro................
Dito do largo do Campo-Ver
de............i.
Dito do largo da So1
Dito da caixa dV
res........
Dito da praCVjj,
Dito da niayge SJ onfa|o

. J.
si^jtorio da Companhia do Beberibe,
1 de julhfc de 1869.
O secretario,
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitonga.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
Faz-se publico para conhecimento de to-
das as pessoas a que interessar possa, que
em virtude dos novos contractos celebra-
dos com os arrematantes de chafarizes, a
venda d'agua para o mar s pode ser feila
nos chafarizes do bairro do Recife como foi
annunciado.
Outrosim, que os novos contractos foram
celebrados com os seguinles senhores :
Chafarizes do bairro do Recife : Chas
Raptista Ramos de Silva.
Dito de Santo Antonio :Dr. Jos Flix
de Rrito Macedo.
Dito de-S. Jos e Afogados:D. Melitina
dos Santos Jorge.
Dito da Roa-Vista:Ficou por adminis-
tracao.
Escriptorio da Companhia do Beberibe,
30 de junho de 1869.
O secretario,
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitonga.
Perante a cmara municipal desta
cidade-estar em praca nos dias 30 do cor-
rente, 3 o 6 de julho prximo vindouro,
para ser arrematada por quem menor pre-
eo offerecer, a obra dos concertos de que
necessitaocanoque d esgoto as aguas, que
no tempo invernoso se accumulam nos quin-
taes e sitios da Casa Forte, oreados na
quantia de 120,5000: aquelles que pretcn-
derem arrematar a referida obra, cmpare-
cam no pago da mesma cmara nos mencio-
nados dias, munidos de flanea idnea''
Paco da cmara municipal do Recife 23
de junho de 1869.
Ignacio Joaquim de Souza Leo.
Pro presidente.
Francisco Canuto da Boa Viagem
Secretario.
raude sala
.justoso anniversario da
-difcil Di W\
Estreia dos conceituados artistas
Brochado e D. Carolina.
Depois de ser oxecutado0 hymno na-
cional, a Sra. D. Jesuina, e toda a com-
panhia, cantaro
0 hymno dois de julho
ante a augustaeffigie de S. M. 0 IMPERA-
DOR.
Seguindo-se a representado da espirituo-
sa comedia em 1 acto, ornada de msica,
intitulada:
OLHO VIVO!
COMPANHIA DE SEGUROS CONTRA A
PENEIRA NOS OLHOS.
Tomam parte a Sra. D. Carolina Brocha-
do, e os Srs. Pedro Augusto e Florindo.
Em seguida, a Sra. D. Jesuina cantar
a linda canejo, composta por um Bahiano,
denominada:
O canto do veterano.
Madame Poppe, desejnando tomar parte
n'este espectculo e attendendo ao assurap-
to, presta-se a cantar urna interessante
CAWSOMjETA,
Finda a qual o Sr. Brochado executar
uma brilhante
Canqao patritica.
Madame Poppe, cantar outra graciosa -
CHSOHET.
Terminando o espectculo, a pedido,
com a 6* representacao da muito applaudi-
da comedia em I acto, ornada de msica e
dansa, denominada:
0S.ZUAV0S.
Os bifhctes achara-se desde j na estacao
dos trilhos urbanos e no theatro.
O espectculo principiar s 7 3/.
EM
Pernambuco!!!
BREVEMENTE
MElHOfl EXEMPUR ENCONTRADO |
I MOTILADO
LT
y
>
'
'


Diario de Pernambuco Sext/\
felfa 2 e Julho de 1869.
^
Orchestra de uitenta msicos, dirigida
por Mr. Popp'e
Keuoiao dos msicos mais celebres desta
, provincia,
Na fabrica de cerveja de Henrique Lerdeo,
ra do Sebo
Entrada..... 1#000.

AVISOS MARTIMOS.
GOSPAIIA BWSILEIR.1
^r
DE
Paquetes a vapor.
Dos portas do norte esperado
at odia 12 do corren te o vapor
Guar, eoniniarulante o primeiro
tenante P. H. Duarto, o qual de-
pois da demora do eostume ae-
guiri para es jumo do sal.
Dedd j recebem-se passageiros e cngaja-se a
rarga que o vapor poder nimmui. i inul devera
ser embarcada no dia dcsuachcgada. Encommen-
das e dinhciro a frete at as duas lloras do dia da
sua_saliida.
Nao se recebem cono encommendas senao ob-
joctos de pequeo vifor e que nao excedam a i
arrobas de peso ou< palmos cbicos de medicao
Tudo qne pAssar destes limites dever sor embar-
cado cmnoTaifra.
Previne-sc aos ?r>. passageiros que suas passa
gens so se re-ebem na agencia ra da Cruz n. 87.
1" andar, cscriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C. ,
COMPANIA BARS1LEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
ale o dia 7 de jutho o vapor
tint, eommaudante J. M
Remira Franco, o qual depois
da demora do eostume seguir
liara es portado norto.
Desde ja recebem-se passageiros e ongaja-se a
carga que o vapur podar conwxir, a qual dever
se? embarcada no dia de suachegafla Encommen
das e dinliciro a frete at o dia da sua saluda as 3
horas.
Nao se recebem como encommendas senao ob
.celos de pequeo valor eque nao excedam a dua>
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de mediciio
Tudo que passar destes limites dever ser enriar
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros (pie suas pasca
gens s se receb-m na agencia ra da Cruz B. ;: <
Io andar, cscripiorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.________^____________________
COMPANHIA PEILNAMBUUAXA
DI
.\'avcgavo cosesra por vapor.
Goyaniia
O vapor Parahyba, com-
mandante Mello, seguir pora
o jiorti cima no dia 6 do cor-
renta as Choras da Doke, i cabe
tarca, eueommenda.0, passagera
" KaY
- O agento Pestaoa far loilao por coma e risco
de quem pertencer de 180 en xas eom passa* de-J
Maanadas ltimamente* serio vendidas em
iii'.i ou mais lulos sexta-lVira 2 do correte as it
l|2 horas da manlia do amasen do Annes no
largo da alfandega._______________
7 LEILAO
e lOO o: i vas eom velas stea-
riuas marea BUA come toque
de mofo.
HO.IE.
O agento Pesiara Tara leiiao por conta e risco
de quem pertencer de 100 caixas eom velas stea-
rinascom toque de mulo, viudas de Hamhurgo no
navio JokiiHH Cut, as quaes serio vendidas em
um ou mais lotes sexta-feira 2 do corrente pelas
11 huras da manlia o largo da alfandega junto
ao armazem do Annes.
c--------*~
i
e movis, lonca. viili-os. obras
ouro, prata e cscravos.
i ustando de
l'm piano forte, I inoliiiia de Jacaranda, 1 dita
de Diognu, 1 dita de amarello, mesa elstica.
suarda louca, amparadores, attagers, tatele, guar-
da nuipa, dito eom espellio, cama frauceza, vi-
dies e lauca.
Una burra de ferro c urna secretaria.
Ulnas de ouro,prata e brilliante--.
Diffoi'enlos escravos e escravas pora habilida-
des.
HOJE.
ra Nova sobrado i). 50,
O agente Pinto far Jeilo por autorisacao do
Sr. Antonio A. de Earvalho Veras dos objeotos
cima inencionadns existentes no 2o andar do
iilo da ma Nova n. 50, ondo se effectuara d
leiiao as 10 huras em ponto.
Muita attenc^o,
Desapnareceu d:i ra, da Paz &
rioho galgo de i mezes de .d-^ ^ ^
mas co? Je chumbo e co^ tesina\r ; des-
eoofla-se ter A lo e' ,ub\ran0 a %/.
T h*ZT,e,W*-- O dono twntndVem
I 'Miuizas mce^Mu^ c pratC8t, Rave-lo por todos
08 meios ojie telhefaealta. Se alguein tiver en-
contrado o ci, c lava-lo ou d*r noticia ra da
l'j^P-jQ,.3er gratilicada
Manoel de Souza liveira o Antonio JoseTTe
Oliveira farem ver ao respeilavel nublko (pie del-
xaram de er relacoes eom o Sr. Jaeimho Raposo
ae AlnK'ida. Os meslos fleclaram queDiotem
parentesco algum como dito scnlu.r.
O abaixo assignado declara que coiuprou
para o Sr. Herculano Julio de Albiiquer^ie Hf lio
obilhete inteiro n. iG'i, e para o Sr. Drk Aicabia-
des D. de A. lima, de fociedade eom o abaixo as-
!i.'nado, ainhos de Mcsor, o bilhete n. 4488 da
lotera n. 112, que se extrahir no dia terca-leiri
prxima.
Rocife, :I0 de junho de 1869.
Ignacio Gonus da Silva.
I'recisa-se de urna ama : na' ra a Praia
n. 44.________________________________
Ao commereio
Urna pessoa que tem mua pratica de contabili-
dade, o que sabe e-rripturar por partidas delira-
das, oflerM o seu presumo a quem delle, precisar:
em corta fechada eom as iuieiaes A. N., ne*ta ty-
[iograplii.1.
------~
LEILAO
ne SO saceos eoui excellente
miilho.
Segunda-ftiira '> do carrete.
Muga-s-y um sitio na Tone, compasa e bai-
xa de camnf na praca da IUvvista. Botica n. (i.
O seulior que aiinuneiou arrendar um sitio
nos ai i ahaldes de Olinda, eom as cguintes pro-
porces : casa de vivenda, grande baixa para ca-
iiiiii, algnmas fructeiras, e lugar para gado, queira
declarar sua residencia para ser procurado.
Fugio, do lionlem {\S de junho) para hoje"
urna cscrava de nomo llosa, mulata,, alta, gorda,
de 30 anuos de Ulade ; fot do Caruan, e compra-
da ha nouco tcuipo ao Sr. Amaro Fernandes T.
(iallindo : quem a trouxer esteenonoo ser ge-
nerosamente gratificado. Tapera, lt de junho de
1880
Aiia de Icilo.
Precisa-so de urna ama de Icito no se-
gundo aiidar do sobrado da rita Uireila
n. 82.
AMA
Precisa-so de urna ama para comprar, co-
ziuliar e engommar para casa de pouca fa.
milia :a tratar ua ra do Livramento n-
i, loja.
ESTRADA DE FERRO
Recife ao S. Francisco.
VVISO
Tendo de mandar proceder na forma do
art. 82, combinado eom o art. 7G do re-
gulamento (losta estrada de ferro, a venda
(-m hasta publica de urna porcSo de carne
de charque, abandonada pelo destinatario.
O superintendente faz publico que dita ven-
da teta lugar na estacao da villa do Cabo,
no dia o do corrente as 11 horas da ma-
nlia.
Villa do Cabo, Io de julho da 1869.
Henry Grencer,
Superintendente interino.
Joo Fernandos Ramos de Oliveira e-'D. Her-
niina Ooncalves Lira, viuvr. de Dloftizio Gmcalves
Maia, scieiitilicam ao publico e speciahnete ao
respeitavel corno do commereio. ipic neata data
O agente Pestaa vender em eilao por conta o j dissolVeram e Itqnidaram a sociedade que baviam
risco de quem pertencer (K> saceos com superior cciebrafll dito liamos de Oliveira eom o finado
milho sacros grandes e serai vepdhfcH em mu Dionizio Goncatve Maia. no armazem de carne
ou mais lotes no dia cima segunda-feira .j do secca rila d.i Praia n. 24, que gyrava na razo
eoneie as 11 horas da manlia na porta do A;i- de Mnia A liamos, Meando o ex-stci Ramos eom
nes defronle da alfandega.
LEILAO
De ulna excellente carteira eom armario
o estaftelcclmehto eom todo o aciivo que Rea
sen cargo como exclusivamente sen, saldado a
viuva eom o capital e lucros que perlencia ao sen
casal, c desonerada de tida o qoaJquer eesponsa-
(secre-Lbilidade : pelo que se algueui se adiar prejudi-
lariai, I balcao, 1 armario grande, 1 dito me- ao, divo apresentar sua reclatpaeio no pro
n >r, 1 carteira para duas pessoas, 2 dita- pa-
ra nina pessoa, i mesa grand \ i estantes e i
burras de ferro (Cofres!.
Segunda -feirfl .*i de julho as 11 horas em
ponto.
Por int'M vm -1. do agente Pinto.
Na sala de detraz do i" andar do sob.ado di
mi di Gnu n. 20, em frente noi'li.i'ariz.
Leiiao
de oito dias.
Cozmheira
Precisa-so de una ama pnra cozinlmr em casa
de bomem solteiro, p re fe re se escrava : na ra
do Quelmado n. 32, loja.
e
los n.
12.
a frete no cscrptorio do Forte do
COMPA.MIIA .l'l-UNAMULCANA.
DE
Xavegaeo eostefra por vapoi*.
Parahyba, Natal, Maceo, Slossor, Ara-
caty, Ceard, Mandab, Acarac e Granja.
0 rafer Pinipaian cominandaiiu
Torre*, -'gira para os portos ci-
ma no dia 13lo corrento as ti uoraf
da tarde, ftecebe carga at o dia IV, encom-
-'> nssageir.is e dioheiPO a fete at as
**" da sahida no escriptorir
Fian-iseo Domingos Itiheiro, moiador o es-
tablecido na ruado Livramento n. 13, fazadeote
ao resoej'avel poDJkD que por ustfcr outrp de
igual iiome. lira dt? Inje em diante cliamaifBo-.-c
FranetseIti.-iro Soare?. Recife 30 do junho de
De o carros de pnsseio, 9 pareslle necio-, l'l ea- |S(i para os niesnio cafro e mais parten-
ees da coeheirada ra di [mperador n. 27,'j
constando de tanque para agua, Roas, gai e
mais ohjectos perteneentes a mesnn eo.-heira. .
Semin'da-fcira t de julho as 10 horas.
1 V l I MJ
Iluini 30 de juuho,'>penleu-so urna
Joan de De.os da Silvei:a tendo de reiar-se pa-1 letra anula por sellar, sacada por Campiano
ra bn da praea, far leiiao par intr'vencao do ; & fJordeiro; 8 a cusa por Cissemiro Auto-
agente Pinto, dos carros, cvanos, arretos emaisi,- i ., i.__. ,- i i,,-...,,, ____.,
objectes perteiieentcs.a s;.a coehWa da roa da D, de MelMa Wnit* } '' W750, TOgM^e
leiifw no aqQem a adiou que tema a lwonade de iftan-
'la-laciitegarna liavessa da Madrele Deas
-, n. II, que muit) se lho agailccer.i; adver-
: le-se que o ac.-xlriiile j est prevenido,
I para nao pagar seno aos sncmlun ,
Escriptorio do advocada
O Dr. Joao Thom da Silva transferio
o seu e-rriptorio de advoeacia da ra do
Imperador para a ra do Queimado n
31, Io andar, por cima da loja de fazen-
das do Sr. Antonio de M. Itolim, entrada
pelo pateo de Pedro II, aonde pode ser
procurado das 10 horas da manhaa as
3 da larde.
. O abaixo assignado Bciennca ao oorpo eom-
mereial, e a quem maia inleressar possa, que ten-
do a-sodado em sua loja de blendas sita na ra
do Livramento n. 2, aos Srs. Manoel Jos Montei-
ro Torrea, Marcelino Goncalves de Azevedo c Jos
Bento Para, c adoptado a "firma socialGoiv alvos,
Parj & C.; tendo fallecido este ultimo, tem os
assoeiadoa solirevivenles, e tambem abareo assig-
nados, eonstituido nova firma, sob a razao de
lmealves, Irinao & C, a (|ual principia a girar
de hoje em diante, no mesmo negocio como at
agora, e responsavel pete liquidacao das transac-
coea anteriores.
Rccifa, 22 de junho de 1860.
\ Antonio Goncalves d'Azevedo.
Maii'cl los Monteiro Torres.
Marcelino Goncalves ^Azevedo.
ijeetes per
imperador n. 27, aonde se eHnOturi u
dia e hora cima mencionaJ is
01 aliaixu asslgnnrtos, trfrtn
iedade couimercial q
lam eom o Sr.ManotlGonalves Agr, acerca de;"5, il,'i,uccPr as 'wa*es rapqrioros e
-ros 1'une.bres, e que gyrava sob a firmaOuin- suballernas, o eom ospecialidad ao mui
v.Agra-, para c..i;verW.-la em sociedade|digno inspeiflor ilo arsenal de mantilla : e
nandila, i principiar do dra I de julho :1 g^g aioiads, visinlios e caH&rw I c.ail-
eado os ahaiNo assisjnan 'S os S0Qk*8i<. ...
i; empelo prsenle re.ul.r ara !.uvaM espootaitea na salvaran da imtaUa
era e eorueal gratidao aoSr. Agr.
.era, smceridade e lisura eom que e
ore. no decurso de, quasi, nove anos,
- abaixo assignado.. os qiiaes intima- .i
uncidos dq probiade doroaupeSr. rto grande prejuizo que poderia ter em
uam a depositar nelle coajanca.sein sea armazem e'assacaT, contiguo ao do
i liad i pelo que Ibes vola cierno reco-
nucchneiito o gwtido.
S^m^'TSS? Y] i,,,:,:s" "^'Kuado vein pelo pre^ou-
^vesAgracer^de lo^apdc^ s m*m*jiffi
de sua casa de morada, por occasi5o do in-
cendio na madrugada do dia 7, na ra do
Rrum n. 80; assim como o teretn preveni-
io que fiea eticarregado do ilqmdar o
sivo da extincta lirm* Ao respeita-
aiiiheni dirigimos um voto de grati-
anca que deposita em nossa casa,
'iiuar a merec: la.
jiiuh i do IS09.
Migad Beiiwdo Qumteivo.
Antonio Ucru'ii-ihi {tH'iii no.
Gymnasio Campestre
E' ao Sr. Procopio de Sena Santiago,
ponto deste theatro, que s deseja fallar na
ra Dirata n. 53, a negocio que n3o llie
dove ser estranho.
Aluga-se o 2C andar do sobrado da ra Nova
n. .'8 : a tintar no mesmo.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RC1FE A' OM\I \.
Precisa-se comprar para as obras dos
trilhos urbanos para Olinda e Beberibe 7
ou 8 rail sulipas. Quem pretender esse
forneciraento pode apresentar, at o dia 15
de julho, sua proposta em carta fechada
ra do Commereio n. 3 2o andar, es-
critorio da compartida, declarando os pre-
cos As sulipas dwm ser de 2 25 m. de
comprimento, 20 a 25 centmetros de largu-
ra e 10 a 12 de grossura, e das seguidles
madeiras: sicupira, embiriba, mariapreta,
barab, arueira, oilicica, babatimo, pao
Ierro, jatob, coracao de negro, sapocaia,
nu pinho creosotado. Tedas estas madeiras
deverao cr do milo edirigidas ao
Superintendente,
ndr Porto.
B0J1 NEGOCIO
0 commendador Tasso
ileseja alugar por modir~-
pre?o as baixas o alaga-
dos do seu sitio .do Co-
unda, s quaes vo des-
.e aponte da estrada no-
va de Beberibe at qftasi.
a esiidua vctna ao logdr de Agua &,
comprehendendo urna grande ilha, qual
assim como as referidas baixas se prestan
muito a plantario de capim, arroz e qnal-
quer outra^s plantas que percisam de trra
fresca todo o anno.
O referido ccmmendador nao duvida fa-
zer arrctidamento desses terrenos e alaga-
dos por 6 ou mesmo 9 anuos, e dar um
anno de fogo morto a quem der banca
idnea c se obrigue a rotear os mesmos.
MPRESTIMO SOBRE!
COMPANHIA
(e Seguros martimos c terrestre Filrli-
dade, estabetecida no Rio de Janeiro, ca-
pital 3,200:000*000.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C.
agentes desta companhia, lomm seguros
contra fogo e a risco martimo. Ra da
Cruz n. 57 primeiro andar.
l'reeisa-se do urna ama forra ou captiva que
rozmhe e eng< mme : na ra de S. Francisco nu-
mero o.
NOVIDADES
Attencao.
A pessoa que no da 26" d > prximo paasode
mandou buscar na do Irnpecadir n. i, urna
prcta q'.:e e.-tava ainitiiiciail.i pura ser alngada,
teulia a bondade de apparecer mesma casa alii
de tratar aafoeio, e^oestn ifara arredar suspeitas
que lho podem acarretar algum meommodo.
Com esii(iodoto|jjao}Ho as ras da c-
dade iodos os dias uteis das 9 horas da
manlia s 5 da tarde, una caxa contend
artigos das ulmas modas de Parspara
senhouas
.Como sejain:
Ricas e bellas cliapelinas.
Lindos o elegantes chapesinbos.
Kasaquirilios de guipurc.
Ficlis de renda pretos.
MKeado sortitnento de cintos-.
Corpjohos de cambraia enfettados.
Boruiis de hu e seda, claros.
Coques enibitados e lisos, etc. etc.
E muitos artigos de novidade tanto para
senhoras como para homens e cnanc;:s.
As pssoas que pretenderen! alguns des-
tes i ijueiram ter a bondade de
mandar .s moradas noKAZAli
DA NOVA N. 80alim de
seris ,< C .;,.{;:<.
OS i)S d=-DAZAU DA M0TiA,==
na oplimeseolhajL destes artigos,
por seu mui hbil correspondente emParis,
juJgam-se no dreito de alancar que ven-
der suas mercaduras por piceos as me-
m
(SEH LIMITE.)
Iravessa da ra
das Craies n, 2, pri-
meiro andar, da-se qual-
quer quanHa sobre ouro.
praia e pedras preciosas.
O dono deste estabelecimento,
competentemente autortsado pelo
governo, est as condi'coes de ga-
rantir a transaeco que se fizer em
sua casa, prometiendo lodo e zelo
e consideracSo s pessoas (ue se
drgnarem de honra-lo em seu esta-
'i belecimento.
Na mesma casa compra-se ouro,
}ggl prata e brilhantcs.
::c:......':::.z:::- _
LEIAM.
Em tima casa de familia, a ra cstreita
do Rosario n. .').' Io andar, fornece se come-
donas para fura, manflando-se levar as
casas que nao tiverem portador, e garan-
lindo-se oacein, promptido e eommodida-
d no preco, portanto convida-se aos Srs.
rsuulantes e negociantes a honrar-nos com
as suas Mgnaluras.
Irmandade do.Dh-iuo Espirito Santo
Per tuca do art f.8 de nosso ^mtpromsso;*Uwre
pelo pre-cntc convido aos senbores ex-juices e
lores que compoc o consellio fiscal, para
em ceinprimcnto ao ai i, 83 se rennirem em ses-
sio ordinaria, domingo 1 do crrente mez, pelas
10 horas da ma:
(jn.todio Jos Alvos fluimaracs
ra p,..
boras da i,,
pa/sagdns e dinhon^
larde no escriptoVio do
DE PREPAHATOMOS
o para os alumaos
f:izcr esame em
'o, professor do
i no gymnasio
rio em sua
M'iwi'l Jos de S Are-ajo.
\
CO.MPANIIIV PKIi.NA.Ui,
DE
Navegando oostewa por vapor
Fernando de Noroidia.
O vapor Qiqui, commandante \ic-
vedo, seguir para o porto arima no
dia ti de julho prximo pelas H ho-
ras da manhaa. Retobe carga at o dia 7, en-
commendas, passageiros e dinheiro a frete at
as 10 horas da nianlialdo da da sahida ; no es-
eriptorio do Forte do Mallos n. 11
Para Lisboa
Segne eom toda a brevidade a barca portiiguewi
Constante III, por j ter parte da earga prosapia ;
para e que Ihe falta e passageiros, trata-so 4011 o>
consignatarios Oliveira, Filhos &. C, largo do Cor-
po Santo n. 19, ou eom o capifo na praea do
oanunercio
11. il/:
. de.
i.iM.l'A PIUNCEZA
i'iiii.osxpiuv ;
<.LO BETHOnfGA I. I'DETI
Os estudanles que pretendere
examo em novembro ^;ui qual4^
materias, podem
aidenca, a tarde,
fazer
des las
A' ra da^s Cruzes n. 2, Iravessa de S.
Francisco, acha-se aberto novo deposito pa-
ra grosso e retalho de louca fabricada na
villa do Cabo, branca e vermelha, bordada
e approvada para adocar c esfriar agua :
jarras proprias para sala, maiores e meno-
res, copos com p, quartinhas, garrafas,
e pequeas para meninos, moringu-s com
aza em eima e outros ohjectos mais-que
se precisar, assim como quartinhas da
Babia.
AVISO
dirigjr-se' m licada re-
das 3 horas, em diante
Deseja-se fallar a* Sr. Manoel Rodrigues
Gardoso, a negocio de sen Ihteresse : no largo do
Gorpo-Santo 0, 2 andar.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava (me
lomuco e eonhe, em easa de pouca familia : na
ra do Hospicio n. .!.
Precisa-se de urna engommadeira : ruado
Trapiche Novo n. li, segando au lar, consulado
francez.
Ra
Seguq com brevi lade para o porto cima, o bri-
gue nacional Damw ; tem parte do seu carrega
ment engajado,'para o resto que Ihe falta tratase
c*n os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C. ra da Cruz n. i>7.
I
Para o referido porto segu com muita brevida-
de o palhabote portugaez Soto Protegida, por ter
a maior parle da carga tratada ; c para-o resto
te Ihe alU trata-se. com o consignatario Jiwquinj
se Goncalves Beftro, a ra do Commereio
a. 17.___________, ____________
Para Lisboa
O brigue perttrgnez Cmtame Isahir impre-
terivelmej*4i.t 4 -do cnrrefcm -pan., o resto
da carga. qe ihe taita e passageiros,, trata-se eom
os coosjgnafcwios Oliveira, Filhos C, largo do
-oiyp Sanio u, 19,1" andar, ou cora o capuao Da
praca do commereio. ______
-T- Preoisa-se de um honiem para ensinar pri-
meiras lattras, no engenho Gindby, do termo de
Barreiros, comarca de Palmares : a Iratar na ra
da Imperatriz n.'io, 2 andar.
Feitor
Precisa-se de um feitor : na ra estrettadoRo-
sario 11. 41.
Criada
Precisa-se de urna criada forra 011 captiva para
eagommar : na rua do Imperador n. 73: segundo
andar. r
Cozinheira
Rrecisa-se de urna criada para cozintar
roa do Imperador n. 73, segundo andar.
na
Imperador
n. 26
Ha diariamente ueste novo estabel-ioa
ment completo sortimento de doces para
cha, pastis de varias qualidades, empadas,
podirjs, po.de-lp, bollos inglezes, pre-
suntos ditos em fiambre, superior cha hys-
son e miudinho. chocolate fino hespanhol,
xaropes, conserva* de superior qualidade.
Fruetas de-Lisboa e francezas, lombo de
porco assado, marmelada mu i lo lina, vi-
ijhos. linos do Porto, Xerry, Madeira, Bor-
deaux, Moscatel e da Flgueira. Cognacs
linos, verdadeira genebra de Hollauda, li-
cores finos e marasquinh.o, cerveja Bass
verdadeira, branca e preta. Bouquets arti-
aaes de muito gslo.
Recebe-6e encomoiendas para casamento,
bailes e baotisados, tudo com muito asseio
,ej promptido.
Fugio do engenho Abreus, sito na
comarca de Nazareth, dede o dia '-V de
junlio passado, uin escravo crioulo de nome
Cosario, cojos signaos sao os seguintes:
cor fula, sena barba, cabellos earapinhos.
nariz aquilino, de :H) anuos deidade, pouco
mais ou menos, estatura regular, scceo
do corpb, pernas linas e ps pequeos. 0
referido escravo dado a bebidas es-
pirituosas e muito fallador. Suppe-se ter
elle saludo em direccSo cidade do Recife.
Se alguem o capturar, leve-o ao referido en-
genho, ou nasta cidade rua do Apollo n.
oG, primeiro andar, que ser generosamenr
te recompensado.
Precisa-se de urna ama para o serv
58 interno de rpa casa de familia : na rua
do Lima, em Santo Amaro, n. CO.
Aluga-se um preto e urna pretapara
todo servico de casa ou de ma: tratar na
praca da Ba-Vsta n. 5.
Fugi no dia 29 do passado mez, as
"> iV'.".!? da manhaa, o escravo de nacao
angola, Manoel, i.iatjd l>d-9MBQ?r^co_mais
ou menos, estatura regular, barbado, falto
de denles na frente,, andar preguicoso, per-
nas fina, levou caiga e camisa de riscadinho.
aos amantes co que bon.
>"a beio conluci la easa da abobada da Penha 11.
37, continua-se a remecer massas parbolos de S.
Joo, S. Pedro o Sant'Anna, com muita limpeza e
perfclgao.
Ainda nao vieram, o entretanto o negoeio
de nterfeMe, e precisa-se fallar roa. do Crespo
n. 17 cornos Srs. Paulino Ferrefra da Silv.n, ex-
procurador da cmara, Dr. Francisco Pinto Pes-
soa.
Aluga-se
Urna casa com bstanles commodos na "
Cidade Nova de Sanio Amaro, a tratar com
Antonio Jos Cnuc.ilves Jnior ea Santo
Amaro.
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A Companhia Indemnisadora. estabelecida
esla praga: toma seguros martimos sobre
navios e seus carreg.imentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: a
rua do Vigario n. i, pavimenta terreo.
com
Aluga-se
o Io andar do sobrada da rua do Vigario n. o para
escriptono oa para familia : a tratar na padana
da rua Direita n. 8i.
Em osa de "flIEODORO CHR1ST1-
\NST.N, rua da Cruz n. 18, encontram-se
ellectivamente todas as qualidades de vinhe
Uordeaux, Baorgogne e do Rheno.
Pilulas de Bravina
Eslas prodigiosas pilulas sendo applica-
das as pessoas acommeltidas de febres in-
lermltentes, sao incomparaveis em sua elli-
cacia para completamente vencer as ditas
febres, achando-se tnicamente jenda na
botica n. 3 rua Direita desta cidade.
Precisa-se d'alugar urna casa
sitio ou quintal, que tenha commodos par
familia, em lugar desde o Caldereiro al
ypipucos, prxima aos trilhos urbanos:
pessoa que a tiver e queira alugal-a annu
ci ou diiija-se i rua do Apollo n. 2 a
zem, a tcalar com Pinto Barboza A- C.
m


^Ibai^-^srg'.'.J.d.ft; ',.' WVtiro in-
ventariante dos bens d-*ixados pelo falieci-
do subdito francez Joo VigneSy convida aos
chapeo de palba novo, l m no rosto mar- j credores do mesmo, a apresentarem-lhe as
contas de seus crditos, para por ellas se-
rem aUendidofl no inventario que se esl
procedend'i pelo juiz municipal da a vara
desta cidade, e isto no mais breve termo
possvel, visto estar a concluir-se dito in-
ventario. R'edfe il de junho de I8G0.
Garpar Antonio Vieiru Guimres.
MEDICO
O Dr. L. J. Correia de S usa d
prolissfio ; para o rpie pode ser prcuri
do a (jiiakpier hora do dia em casa des
residencia, rua das Nimphas n. 17
consullas (ralis aos pobres todos os
das 8 as 10 horas.
Maia S l.andclino teeni para- vi
cen farinha de mandioca : na rua csl
sario travo;a do Queimado 11 18 C.
Precisa-se de olliciaes de alfaiaj
belecimento de Mendos, Faleao & C,
deia do Itecife 11. |S.
aagraa
do Ro-
o esta-
la da Ca-
ca de bexigas. Roga-se'a quem o pegar
que o leve rua Direita n. 16. que ser
generosamente gratificado.
No escriptorio de Alfredo & Cunta,
precisa-se fallar com urgencia ao Sr. ca-
pito Antonio Augusto Maciel, morador em
Abreu de Una.
Em a noile de 23 liara 24 do corrente des-
appareceu da campia de Santo Amaro das Sali-
nas, um boi de carro com os signaes seguintes
muito grande, velho, ponas grandes e furadas,
sendo una j quebrada em cima, cor ama relia
por cima do lombo, e pelos lados quasi.preto, ps
pretos : pede-se a pessoa que o tenha pegado, ou
d'elle tenha noticia, de dirigir-se ao sobrado junto
ao cemiterio raglez que ser rocompenssdo.
0 Dr. Ermirio Coutinho, reside rua
da Cadeia n. 64, onde tem. aborto o seu
consultorio mlico, e pode ser procurado
quaiquer hora para o exercicio de sua pro-
fissso.
Atmt&
CARROS FNEBRES
Mudanza.
ia 4 C. fazera seiente ao publico ijue se
adbam na rua do Imperadorn. 9, armazem, con-
front ao convento de S. Francisco, onde os en->
contrario a quaiquer hora do dia nu'da.noHe,
para cnmpnr as suas obrgoodes; encarregando-
se de tndo quanto neeessario a quaiquer acia]
fnebre, para o que tem o pessoa! preciso.
Segne nata das o biate Sobra*** mda re-
ebpalRumacaogaa frete : a tratar com RLeir
to Innao, roa da Madre de Dos n. 1.
Pergauta-se ao Sr Joo do Cuuto Alwos da
Silva se essa muialinha nao urna com a^iam an-
dou com urna subscripcao aberta para alforria
da mesma, e pergunta-sepek dinheiro?
-^___________ Alguns que conanreram.
LEILOES.
......
LILAO
Be 14 ealxas eom pMs.
A rua Fermosa n. ft precisa-sede uuw ama
para andar eom urna enanca, page bem.
O abaixo aaaignado, escrivo daeivel do ter-
mo desta nidada, tamdou o seu sartorio da rua das
Tnncheiras n 19, para a rua do Rangel n. 58
viEto nao querer sujeitar-sa ao laocamento do im-
posto irregirlarmente fefto pela re^/tcdorla. Re-
cife, 30 de junho de 18*10.
Manoil Jo/rguim Bayta.
Aluga-se um eseravo de 17 a 18 annos,pnJ-
prid para criado : a tratar na rua Angula \
Antotue Lmi de Oliveira Azevedo,
por ter de seguir para.a.Europa no paque-
te francez Rxtremedure, esperado hoje dos
pprtos do sul, deixa enea/regado* de sua
casa.cMWircial,.a)iui>.6eus procura dores,
em primeiro lugar ao Sr. Manoel Jos Co-
mes Lima, em segundo o Sr. Francisco Jo5o
de Barros e em terceiru ao Sr. J5o Fer-
reira Rabello Braga.
Oulro sioi jalga ter cumprido seu dever
para rom todas as pessoas, que o honram
com sua amisade, passando suas despedi-
das e demandando suas ordenu para qual.
qoer paite onde por ventura possa ir re-
sidir todava se involuntariamente cabio ero
falta para com algum de seus dedicados
amigo, implora descnlpa, e pelo- presente
Uies roga de o 5o poutarem no desempe-
nto de quaiquer encargo a que vejara possa
alingr o seo prestlmo.
Ama de leite.
Precisa-sc de urna ama de leite : no segundo
andar da casa n. 47 rua do Imperador.
Precsa-se de urna ana para cozinhar em
una casa de pouca familia : na rua da camboa
do Carino n. 22. _______
Jos Dias Marques e Antonio Luiz da Silva
fazem scienle ao respeitavel corpo do commereio
ea quem mais possa inleressar, que 00 dia 21 do
corrente dissolveram amig velment a sociedade
qne linhain na taberna do largo do Terco n. 4,
sob a firma social de Marques de Silva, (cando o
socio Silva na posse exclusiva do dito esdbeleei-
ment para o gerir como seu preprio, com lulo
activo e passivo existente, e obligado a sua liqui-
dacao como nico responsavel, retirando-se o so-
cio Marques pago e saitsfeilo de sen capital e lu-
cros, a desuerado de toda o quaiquer responsa-
bilidadn pelas 1r.1nsaec.oes da exliacu firma social i
Ileeifo 8 de juoho de 1869.
O Ivoara4o
Affonso da Albuquerqne Mello mudou o seu es-
criptorio para a rua das Cruzes n. 37, defronte da
typographia do Diario.
Lava se e enjomma-se eom
promptido por proco razoavel : naj
io'i. fZ'iuesiZ s cosinha-se
ta belecimento. *"
10 o aeeio c
a Uireila o.
a algum ^
Fugio do engenho Casupirffcio dia 19 de
junho do corrente anno, um escravoBe nome Emi-
lio com os ajgawee seguintes: idadols a 28 annos
ercoulo, 1,-abo o coreundo, tem alaunas cicalii-
zes as costas, ps apatbedas, deifs finos, pou.'a
barba, denles perfeiios. UecoHmeda-se as au-
toridades policiaes e capiaes de dflnpo quo oap-
pri'lii nilain e eVem-oaoengenhodeupio quesera
liem recompensado.
Paraguay!/
Xa rua Direita n 33. recebe-se fcalquer qnan-
tia de dinheiro para entregar ni Paraguay sem
iucro algum, dande-se disso garaflia.
AI
Precisa-se de urna ama livre
conduela, que conzinhe eom pe
urna casa : a tratar na rua do!
andar.
escrava de boa
ao o diario de
'igario n. .>
Aluga-se um sitio na estrada de Joao de Barros,
entrada dobeecodo espinbeiro n 1, com commo-
dos para pequea familia, com 2 salas, 3 quartos,
cozinlia fra, cacimba com excellente agoa de
beber, tendo diversos arvoredos de fruclo : a tra-
tar na rua da Imperatriz n. tii, loja.
Ama
Precisa-se de urna ama para/sernco interno,
externo de urna casa de pequeii familia ; na raa
do Queimado n. 12.
Attencao
Precisa-se alugar urna arol forra o
para servico de urna casa delpOuca familia a
rua de Apollo n. 3fl, andar.
Precisa-se alugar ou comprar urna escrava
eagommadelra ; na roa de S. Francisco n. 7.
F. Sauvage vai Euroua, e deixa como pro-
curadores nesta praea, em 1 lugar o Sr. Carlos
Pinto de Lemos, e em 2' o Sr. Emite Dedier.
o segundo andar da roa do Bemfica n. 5, na Pas-
sagem> para (imilla ou para estrangeiros, com
um grande sotao, lendo grandes commodos, for-
rado, com gaz e agoa, e bastante fresco : a tra-
tar na mesma casa ou na rua estreita do Rosario
n. SI/, i' andar.
-Na roa da Tortea n. 16, S andar, precisa-se de
nma ama que coropTe, cozlphe o engomrae para
impa pejwa.
Y
GENERAL-VERSAMMf.D?TG
Freitug den 9. Fuli Abends
1/2 nlir.
IN LCALE VON H. LEIDEN &
Der secretlr Otto Bohres.
Precisase de nma ama forra 01 captiva para a
servico men o externo da urna casa de pouca
familia : a tratar em-fronte a na do Vicario n 2
taberna.
C.
AH
Resta venda nm escolhido sortimento d b-
ectos de marcineria, como sejam, mobilias de Ja-
:aranda. mogno eamarelin, obra nacional e estran-
zeira, de apurado gosto e por prifco razoaveis:
aa rua estreita do Rosario n. 32. Nesta mesma
asa fazem-se con) pcrfenao todos os o-abalbos *
palhinha, como sejam, empalhaiqentos d -nro
para camas, cadeiras e sophs.
lYooam-se.
Fm ENEHPIAR ENCONTRADO l
Na rua. da Palma ." J6 precisa-se de urna ama I
para o servic/) de cozinhi I
u notas do banco Ao Brasil e das caixas fiiiaes,
jom descont muito razoavel: na praca da Ihc-
pendencian. ti.

.
, *
..n




Diario de Pernambuco Sexta eira 2 de .Ju-lho de 1869.
A ESMERALDA
o
A pessoaque pegou iwr'pereqoito !-; de pralaaope.querentlo reslitui-Io, pode.le-
; va-lo a ra Helia n. O, que receben a giatilica
rio cima.

1 Manoel Jos (encalves Pereira lein recebido
ltimamente superior violm verde, j.r>> io pura
familias, ein caixas de 12 garrafas, o qual o mc-
Ihor neslc genero que leni viudo a e-te mercado :
, na ra da Cruz n. 36,
Precisa-se alagar nina esclava para todo o
servico interno e vend r na na : no palco do Tor-
co n. 17,
liiga-se va grande sitio
na estrada de Joan de Barros, com 6 quartos. 2
salas, eosinha e 2 quartos grandes fra grande si-
lio todo aYb irisado com fructeiras : a tratar em
Andr de Abreu Porto.
AlHga-sc
Itforeira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabeleeimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem ofFerecem um es-
plendido sortmento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que teem viudo a esta
pra^a, e por precos o mais resumido possi-
vel. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciosas
w HITi
i., a 9
Liquidado!!!
Liquidacao!!!
uui outro sitio na Torre com 5 g andcs quarto?, 2
grandes salas, cosinlia e quarU>,ora grande, bal-
xa de capim perlo do rio : a tratar com Andr
do A. Porto.____________________________
rrecisa-se de nina ama para cuzmiiar e
comprar para casa de honiem solteiro : ra das
Cruzes n. 9, segundo andar.
Joaquim Jos Gon-
qalves Beltro
RA DO TRAPICHE X. 17, 1. ANDA*,
Sacra f)or lodos os paquetes sobre o Ban-
co do Minho, em Draga, e sobre os seguin-
les logares era Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guimares.
-Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna to Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de FamalieSo.
Lamego.
Lagos.
Covilhaa.
Vassal (Valpassos).
Mirandella.
Beja.
Barceos.
o bacfiarel l.nr da Silva sniao tem
o si'ii oscriplorio de advocada na roa es-
trella do liosario n 13, onde pode
nado da 9 horas da nr.'.nbaa as2 da
tarde, e flesia hora em diante cm casa de
s la residencia ra Direila n. 137.
mmm
Criado.
Na iravessa da ra Bella n. 6 prceba-se de um
criado de i i a-1 annos, prefere-se esrravo.
Compra-se
Precisa-te de urna ama paracozinhar para ama
pessoa : na ra da Roda n. 46, 1 > andar.
Troca.
Por engao troeon-sc um chapeo de sol n^noite
de 83 do crreme, na partida da ra do Hospicio:
pi-di -se o lavor de o destrocaran na praca de Pe-
dro II i), 1" andar.
ciMDE de wmm
ADVOCACIA.
H baharel Augusto Carlos Vaz do Mf
gg Olivcira. ten aberto seo escripforio de 8$
tj advocada na cidade de Mamangua;
g (provincia da Parahyba] cuido podo ser S
m procurado. fia.
S> .Xesi.i capital poden entender-so con a
gf aenirmao o Sr. Justino J. do S. Campos, M\
gf a roa do.Hospicio n. 2:t. jjf
M fffl HiS WSSS&S8
Premio de 500^000
Tardo sido a loja do atan asslfoado, sita na
Difera i. i3, a rn .ir bada e rouba'da ni quite tic
27 para 28 de junlio, eondnzindo os ladrees glan-
de pura., de borzeguns de senhora, franceaes, di-
tos Ingieres para honi'-m, marroipiins, bezerroe de
gantes e Harapurgo, miro de lustie, zapatos de
tranca el ete e mais a qunnlia de qnMrn eonlos
ccnl i el il r s: romette o nhaixo' assig-
nadn a gratificarn de 5*0*000 e guardar invio-
lavel segredOj a quera Ihe descobrir o autor ou
autores deso ronbo, fleando-lhe tnais eternamente
agradecido.
Recit, 9 dcjnnlio de 1SG0.
AdoM.'o Mario O'Conaell met.
Pn -I a--.- te
de precos
reduzidos, na ra do Crespo n. 17
Aiinla restaa algumas collccces de
I Biographias de alguna poetas, e ontros -ho-
| mens Htastres da provincia de Pernambuco,
lies tomos escrpto9 pelo commetidador A.
J. de-Mello; ra Augusta n. 94.
Camilas frtncezas e inglezas de todas as quididades.
Ditas bordadas para senil iras.
Sajas bofetadas para sehoras e balees de todas as cores (botos).
Ros tmkm de selfm ctfl enferto da mema cor paracabeca (novo gosto).
' sortaento de lene los, fnonlas, bicos e rendas, tudo da turra,
bom gusto, e ricis cortes do vestidos de tartatana&ordado, lazonda de gosto. proprios
para omim :. ig, a eataarios i i baptisado de umito gost.
'!m:ci.. lisaa de ledas as cores, fhzenda nova.
Ricos cortee da vestidos de b'onde para casamentof,
Poinpoliiias de linho e seda, posto inteirflraente novo.
Sedas de todas as cores c de lindos padrCes.
Seting macaj] bxafifl e rat2orao oreto. j.'nisdt'natmtos^lu-kidiis o preiioa ^
qualidades.
mkwmmtm
PRODUCTOS de J.-P. LAROZE
PHARUACBUTICO, 2, RU OES LIONS SAINT-PAt, PARS.
XAROPE DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGAS
Com IODVUKTO de I'OTASSIO
0 lodoreto de potassio 6 um verdadeiro alterante, um depurador de inconleslavel effl-
cacia; combinado com o xarope de cascas de laranjas amargas, e aturado
sem perturbnvao alguina pelos temperamentos os mais fracos, sem alterar as funccScs
do estomago. As doses mntliem ticas que elle conten permittem aos mdicos de receital-o
para todas as complicacocs us al ferr s escrofulosas, tuberculosas, cance-
rosas e nos accidentes interraittentes e terceiros; alCm d'isso, o
agente o mais poderoso contra as doengas rheumaticas.
XAROPE TOIICO HTI-HERVOSO
de cascas de laranjas amargas.
35 annos de successos aiteslo a sin cili-
ada para curar: as doenfiu fU'ixsM,
ixudas cu fhronicas. gastritis, (astral-
s; e facilitar a digestao.
XAROPE FERRUGINOSO
de cascas de laranjas e qnassia amarga.
E' sol) a forma liquida que mais fcilmen-
te se assimila o ferro; n'esta forma 6 prefe-
livcl as pilulasc pastilliasen todososcasos
cm .ue sio proscriptos os ferruginosos.
DENTFRICOS LAROZE
COM QUINA, rYr.tTUnO E GAIACO
&r itnX'Sr'io, para a alvura c con-
servaio dos denles, curando as dores
causis pela caria ou produzidas pelo
cmatelo calor ou do fri
P6 dentifrido, com base de magnesia
para a alvura c conservacJo dos denles,
provenindo a descarnadura, provocando O
trtaro de que empede a rcpioducao.
*:
Depo. n em Rio de Janeiro, E. Cbe Falco La; em Pelotas, Antera Leiin; em UahU, Da ocha; em Porto Alegre, joa
Bello; t% Martinhio Ferrelra e C"j em Ouro Preto, C a. y. Welm S**la Caika-
rina, S. ehatet; em Montevideo, O. Imbert; em Buenoi-Aijres, Bteheparebarda.
As Piiia tic Vallct. apprevadas pela
Academia imperial de medicina de Pariz,
safl emjiregadas com o mator ^^bj^
exito para curar a chlorosis,
e fortlicar as conslituices
fracas. Nunca este ferrugh-
DOSe ennegrece os (entes.
Para a arantja da sua at!:enticid::de,
o nomo Jo inventor vai gravado em cada
pillla como mirgera.
b&W
Pepito
i'hi lujistino, tlirfonchrlle; Cno!l.
^-- l'F.r.>AMi.rco .V.'-ri-r l C".
para
se Dccnpar de duas oriaD^as do l e annos de
dade,faer alguma costura em una casa de
pequea familia, prefere-se quem snuberler e es-
crever para r instruindo ditas crianzas nos pri-
meiros rinl.'i i entes da linpua porttigoeza .' a pes-
soa que es-.vr tiestas condtcoes e pedir abonar
sna conducta, annoi>cie por esta Cuba para t/m
procurada, mi trfja-se i.r escripto esta typo-
graphra o. V. '
uiz de BritoTabora, tendo retira-
do-se para a Europa sem tute su despedase de
seus bons leaes atntgos, peta presente Ibes pede
escusa, agradec do intimo d'alma os ob-
sequies numerosos que seuinre rcecbcu dorante
Ssuaresi'de cia ne.-ta cidade, h oCfcrercudo sea l-
| mitadii prestimo em qoat^uer Ingar onde quer que
o eiKminbe > MOLESTIAS d o PEITO
HYPPHOSPflITOS
doO'r'C'HURCHJLL
XARCPE de HYPQPHOSPHITO de SODA
XARDPEdeHYPOPHOSPHITOde CAL
PILULASdeHYPOPHOSPHITO de QUININO
CHLQROSEANEMIA
Cores paldas
XAROPEdeHYPOPHQSPHITO de FERRO
PlLtASdeHYPOPHQSPHITflrJeMANRANF.SIA
TOSSE; BRONCHITIS
DEFLUXOr AStHMA
PASTILHAS PECTORAESd^CHRCHOl
Exigir para os xaropet o frasco quadrado e em
tedos o productos a asignatura do D! CHCR-
CHIIX, e o letreiro com a marca de fabrica da
Pharmaciu SWANM, 13, rwCajiit/liouc. PA111S
lgacid Lttize Brito Taborda seiaatulea i
ladas as pessoas cora uuQi tem transacefles, que
11 retirado-se para Europa, consumi seos
procuradores w sla cidade, em i lugar ao Sr. An-
: toiri-o Alvesdc Carvalhe Veras, em f ao 8r. ba-
I rbarel Manoel Pereira de Muraeg Piobeiro, :i ao
Sr. Antonio da Cunta Soares Guimaraes, em i" ao
Sr, Antonio Domingos Pinto, e em 5o ao Sr. fos
de Sonza Soares e para tratar de anas causa;
eottincrciaes ou civis ao Br. bacbarel Manoel Pe-
reira de aforaes Pinlieiro o Antonio da Cunba Soa-
res Guimai" a.
293*470
Na ra d.i (iuta n. M tuga-se um esi'ravo.
Je pivferoncia que saiba cozlahar algnma consa.
DI I llirC^URMANDES
rlLULLOPURGATIVES
Pturatclea, SI, boulevud Sil.siapol. TarU.
Este precioso Purgativo vegetal tao commndo
como agradaiel o romuio mai iUllitcl para des-
truir as eonglrpaeoc, as uevralyla-. as mais re-
beldes, assim como a bilis e a vlci)*ldedes
. Elle efllra as ga(rltU, ol>iruci;(H' enxa-
qoeeas. asinina*, drtrcf .cularrbos, cmplgens,
goda e rliruuiutlMno*.
0 merccimei.to das pllula* raiivin pode reo-
mir-s neslas patacas : BeMabelecer ouoaaaer-
var a sade.
Bllu uto pcCT > rnrdo na ton ida Dem
bebida; em dosi: laxante e depurativa, usase tomar
ellas cas retceles em dosc purgativa de uoile ao
dear-e.
Ptriuinbuco i MM- Maorer et C.
CASA DA n\XMk
Aos 4:000S
..Billietes garantidos.
K ruri do Crespo n. 23 e cafiM do costtime
O abaiso assignadVteHde vendido nos sensmui
;o felizes bilhetes garantidas 1 nieio n. 4123 mi
a surte de :i>.IO c ou^as omitas surtes de 100-3.
'iO e 20J da lotera que se acabou de extrabir
I ni beneficio da igr-eja de s. Pedro Apostlo do
ltecifo (111=) convifla aos possaderca a Tiran
eceber seus respectivos premies sem os des-
contos das Icis, 11a casa da l'ortuna ra do
'Crespo 11. i"-.
Acbam-se a venda os da 2i" parte da lotera
i heneilciii da Santa Casa da Viserieordia (112*)
ifae se extraiiir t0fC*ifeira f> do inez vindouro.
"Preces.
Bilhete.'. '. 1*000
Meio.....*30'iO
Qaarto.....-IjOUO
Em porcaa de 100* para cima.
Bilhete.....;i*50O
Meio......i7:;o
Quarto..... 873
Manoel Martina Finza.
11T
um eaFro amerii-ni de pasmo, do quafro rodas,
'luati e que sirva para um c dous ca-
vaos, anda inesino ijuc coteja em meio usn, pe-
rnj bem conservado, e sem di-feito algum : quem
r par vender annuncie (tara ser procuradn.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
e pedras preciosas por precos mais vantjosos do
que em nutra qunlquor parte.
Compra-se nina casa que lenba porta o para
a man-, sendo desde Fra de Portas at o Pillar :
quem Ihe conVifr, dlrija-se ao paleo do Carmo nu-
mero 90.
Ouro e prata em obras vellias, assim
como brilhantes sendo de primeira quali-
dade ; compram-se por maior 1 reco que
em oulra parte. Na loja de joias (Esme-
ialila)rm do Cabu,' n. *.
Papel para embrulho
Comp'a-sep.iprl para embnilbo, na loja
i!o|'a\o, na da Impealiizn. G0.de Flix
Pareira da Silva.
Na prai;a da Independencia n. 33, loja deou-
rives, compra-se ouro, prata, a pedras preciosas, e
tambem se faz qiialquer obra de eucommenda, <
iodo e qualquer concert.
tktmpra-M os uteTici para nina fabrica de
vela'; de caroatiba, em bom estado : a tratar na
ra de S I 1' 11. 7.
RIVAL
l!oui|ira-se ou hypntheca-^e nina casa ter-
rea nesW rulado : no caeriptono desta typogra-
pbia se dir.
de pao e cestas, ra larga do
Rosario.
Chegarafn novos snpprimentos de balaios de
totl w os formatos, mmto nteise precisos as casas
de familia; tambem recebemos de Lisboa eera
branca cm rolo para acconder luzes. tudo vende-,
. menos que 6 possiveL
Na ra le Apollo n. i3 vendem-se libras es-
terlina? 1 13-3300 cada urna.
Xa ra Nova n. CO, arina/.ein da Liga, vendem-
se sement novas de nortalice e Dores.
Vendec um preto de 18 anuos de ida le :
trata-se na ru;i da Imperatriz h. 13.
Vendein-so dous bonitos i-i-ravus, un mo-
leqoe ile IC annos, bom eezinhi iro, e um cabri-
nha de lOjumos : no tercero andar do sobrado
n. 36 da ra das Cruzes.
Cofres de ferro
'.riii- i; um linimento de cifres de ferro de
diflerentes qualidades o tnmanhos, em casa de
Shan Hnwki's A ('... 111,1 da Cruz 11. 4.
Vndese um arinazem de molhados cm unta
das principaes ras desta fri'gnezia : a tratar na
rna Direila n. .
I
i
\ 6QMES DE MATTOS IBMAOS
j, tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabeleeimento de joias. com o fim de
dar-Ihe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da manha s 9 da noute na
RA DO CABUGA N. 4
onde encontrario um completo sortimento do que ha de mais elegante,
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
de novos gostos, assim como grande variedade de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento de
objectos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garantem
a qualidade dos objectos vendidos..
0 MUSEO DE JOIAS
Achate exposta venda as livianas econmi-
ca, franeeza, acadmica e universal, urna pequea
liroebura contendo diversos reguamentos : ro-
tuiro ilns signaos do tlieleprapbo, tabella das mo-
E' por corlo para admirar que exlsttodo
iii urna roa de progressos, urna loj.i cana
TrrjTjmpieto sortimento demiudezas linas,
8 nao tenha ainda por este Diario pa-
lenteado a lodos seus fregaezes, o seu
;i,;r:iIo e smeeridade, asna vigilancia, e os
modas do seu basar.
Esta rita e a prodigiosa roa do Cabng,
c esta toja a antiga lujadaaguia d'ouro
uma das mais soitidas ueste genero, e que
lesdo seus principios usa desle modesto
titulo; modesto poique nunca foi estampado
ueste jornal, o modesto porque muilos o
olvidaran, por liaver 'igual un lima casa de
pasto, no int et.uito como temos direito
de antiguidade, vamos dcslingtfr o nosso
com alguns annuncios, para o publico saber,
que a verdadoira aguia d"onro
uma loja de miudezas a ra do Cabug Q.
I A, onde se encontrar um cempleto sor-
timento do miudezas tinas, e por menos
I Ojo do que em oulra qualquer parte, Como
sejam :
fiuipcur com urna e duas larguras preto e
braoco, litas largas de todas as cores e
com vistas.
Um completo sortiwnto de enfeiles para
vestido.
Fronhas com diversas nscripees.
Enfeites para cabe-ja.
Caixinlias de Jacaranda forradas com seda
e com espelho na lampa, com a compe-
tente chave, proprias para guardar
joias-
Entremeios transparentes muito finos e de
todas as largaras.
Ra do Qucinkdon, 49 c 57 foja
di mudczas\de Jos de Azcvt-
dc Mma c &tpa conhecido por
Jos Hijodin.
Est queimando tuui quanto tem em seu
estabeleeimento para \cabar e fazer novo
sortimento, por isso qu\ram vir ou mandar
ver o que bom e bara
Garrafas com agua floriaA ver-
dadera a .... A I200
Garrafas com agua divina d
.Ilior qualidade A I;>500
Latas com superior banha ffm-
ecza ..... \ 200
Caixas com l frascos de cliei,
proprio para mimos .\ 2.'iOO
Dita comjo' frascos muito Unos \ 800
Oleo baboza muito lino que SO
a \ isla ,..... figj
Sabonetes de calanga muito b-
telo ..... 010
Caixas de p de airo/ minto
superior JQ|Q
Pecas de babadinjio com 10
varas ...... ,i)0
Caixas redondas emitaudo tar-
taruga .. LH0C
Pecas de lita de eos qualquer
largura a..... JBOO
Escovas para unli:s i!rilo*li-
MS ......
Eseovas para denles fuzeiuia
muito lina .....
Putoeiras de corlas de coc -
para meninos .
Caixas de lii.lia branca do gaz
com 5 novellos .
Caixas de linha branca dn
coin .10 novellos .
Pecas de tranca lisa de todas
as cores .....
Resmas de papel pautado muito
lino ...... 1,5000
Pares de boflStt para pannos
muito bonito i^t
Libras de lila pa a bordados de
de todas i s coii's .
Potitos com costas de metal
muito finos .
Novellos de linha muito grande
para erases .
Duzia de linha froxa para bor-
dado ...... 0180
Grosas de botes madn perola
muilo lino .....
Saboneta muito linos;'; (30, 1(),
160, 240 e .
Pi ees de lita de 13a todas as
cores ......
EspelllOS (mirados para pa
I MIGO e..... 14008
Espelbos de- Jacaranda muito
lino ......
Pecas de trancas brancas e
cores de Caracol .
Pares de meias croas para i
nios ...... 1j
Caivete muito lirio i i'iii \ fo-
llias ...... I '
Cartilhas da dootrma as mais
modeiiias .....
Frascos de sndalo e pateeholy
muito linos a .
LITO BABATO SE VEXIE'!"!
so
das recebidas na all'andep e de seu valor aupar, Albuns linos para 50, 100 o 200 retratos,
reduecn de reos e me.Ii las da praca da cidade ,,., f_____' ___..______ .,
pesos e me.:i las da praca
do Itecife, o dos diversos paiaes, calculados em
deciniaes, e tambem a convenio consular entre
o Brasil e Portugal, tudo pea diminuta quantia de
300 rs.
O padre Jos Vaz Guiterres. zejador da igreja
de Nossa Senliora do Carmo da cidade de Olada.
summamente penorado pelo aeto de caridade e
religiao que a Jim. assembla legislativa provin-
cial acaba de praticar concedendo urna lotera em
benelieio das obras da mesma igreja, vem pelo
presente presentar a todos os Ilustres membros
da referida assenibla o seu tributo de gratido
por tan pi acto, especialisando o oome do Illm. e
K.xin. .Sr. Dr. Andr Cavaicanti de Albuqnerque
que teve a magnanimidade de temar a iniciaiiva
em tao honrosa obra, acolhendo assim as guppli-
eas do annuneiante. ijdade de Olinda, 24 do
junho de 1869
Padre Jos Vaz Guiterres.
Zelador.
Ao commercio
Veode-se ou permuta-se tima propriedade
no bairrj) do Recife, com duas e breve tres
frentes, em nma das mefcoret localidades
para o coro/aercio, por se ppestar e m
extenso armazem com tresentoe e tantos
palmos de fundo, e ser prximo ao embar-
que do caes do Apollo e a alandega: a
tratar na ra da Imperatriz n. 45, loja de
miudezas.
Precisare de um amastar que entenda Je
forneiro, pagase bem : a .tratar na ra das Cinco
Ponas n. 8t.
>
COMPRAt
Compra-se um escravo que
entenda do oflicio de tauoeiro:
a tratar no escritorio de Amo-
rim Irraaos & C, na ra da Cruz
n.3.
Compra-se ura escrato de meia idade, acog
turnado ao servieo de campo ; na ra Direita
n.8.
Compra-se um selim guando e j usads
ra do Rangel n. 9.
na
rnoclos de chagrera e mai lim cousa muito
superior.
Espelbos dourados proprios para sala.
Um completo sortimento de leques de todas
as qualidades.
Um completo sortimento de. perfumaras
de todos os autores.
Luvas de Jouvin constantemen e frescas.
E outros mais objectos tendentes ao mesmo
genero que ludo se vender da forma per-
mittida, na ra do Cabug n. 1 A, aguia
d'ouro, de Custodio A Berito,
ATTEiNCAO
Vende-sc um armazeui com prensa, coebeira.
macbina c mais pertences, assim como o terreno
ondo est situado o armarem, no povoado dos
Monie- (Una) : quem pretender dirija-so ao Pas-
seo Publico n. 'i, on no dito povoado, a fallar
com Joao Antonio Alves.
RU NOVAN. 80 ESQUINA DA DE SAN-
TO AllftO
Os proprielarios Jo.- de Souza -
(',., alm dos baMissinoa prefi
eslo vendendo a grande vari I ri
gos de moda c Dovidades de i
tanto para homens como pai i
meninos, vendem:
CHAPEOS moda imperial, il
branco para homens, teida lina, i i ,(
(o preco 1'0000).
COQUES riifeitados paranoivas,
novidade a l|800.
DITOS sem enfeite e de delicado! n ol-
des, sendo de seda imitarao de i II
a U e 3)9)500.
MEIAS superiores inglezas para liomen?,
a duzia de pares 7->800 (o preco >' de W
a 10-.000).
LEQUES de madeira sem differenra de
ndalo a 2>000 c 2-JOO, (grande p,i i.-
cha!)
DITOS com lemijonlas a II e IdOOO.
BARALHOS de cartas francezas asi fa
zenda, a 200 rs.
PAPEL inglez sem pauta, formato pe-
queo e fazenda superior, um pacole pe
l>000.
LINDOS cintos de palha enfeiladns p?ia
senhoras (grande novdaaB en Pariij a
2*300 e : ffl'O.
DELICADOS corpinhos de cambraia hel-
lamente enfeilados a G500 rs. (admira v
preco!)
UMA grande variedade de lindos ob-
jectos para mimos, assim como muilos r-
tigos de novidade e de apurado gosto que
se vende por precos baralissimos
\o Bazar da ftoda.
Calcado para homem
Mendes Falcao & C. receberam nm sortimento
de fcorzefluios de Seta de diffnrentes qualidailos,
sendo calcado fresco e b.'in aoibailo, vende-sede
9 a li para vender barato, ra da Cadeia do
Recife n. io.
Venilem-se duasvaccas daraca touritia,
uma parida 10 dias, outra mojada tam-
bem a parir : na travessa das Barreiras
n. 10.
Vende-se um eicellente sobrado e
sitio, na povoafao do Monteiro, com bons
e grandes commodos: tratar com o agen-
te Pontual, na ra da Cruzn. 62.
Batatas baratas
Vendase a 800 reis o gigo, ra ffa
Madre de Dcus n. 22,
Vende-'se um escravo pega, de 2fi
annos de idade, muito brioso' o para todo
0 servico njesmo de engenho; duas escra-
vas porfeita3 ngommadeiras e ptimas co-
iinheiras: uma, parda, idade 26 annos,
GOm habilidades, por 4:i-00d000 : uma lin-
da negrinha idade 13 annos: travessa do
Carmo n. 1.
L
Vendem Augusto
Commercio, n. 42.
Uli
P. de OhYeira A C i

Com dinheiro vista vende-se o siti-> f.imiU
na povoacSo dos Mnte, ao peda estarn de l'n:
a tratar com Jos*Paulo do Hego Brrelo, na .u
do Cabo.
Taberna
Vende-se a taberna da roa da Concordia n. Si,
a iiual est bem afregueada e tem poucos lindos
propria para algum principiante ; o motivo a
venda dir-se-ba ao pretndeme em pariieular: a
tratar na Ponte-Vdlia n. li da* 6 as 9 da ma-
ntiaa e desta hora em diantc 'esia t\|>o?rar*
Estopa para calafeto
Vende-se na ra da Praia n. 1, por pre$o /M
modo.
a taberna da ra de Hortas n. 43, em iiibi *
seu dooo rotirar-se para fra: a tratar na r
manteiga inglesa a 06-rs. : na ra la Mai
OujBOT>a._______ __________________^^
Vende*e doce da casca de faate
fino, tanto em lata como em caiio, i
diversos precos,: sendo o mais alto a 1#80;
na ra Forraosa n. 9. portao.
-*


6
Diario de JPeinaubuco Se*la feira 2 de Jullto. de 1869.

GRANDE LIIIMCAO
72.
MI IOJ i
ARARA
72.----Ra da Imperatriz.
alerta freguezes
Qtj e A rara v a i ca i itar,
Para vender suas fazendas (baratas)
que muito lia de agradar.
O wApriet'ario diste estabelecimento, teado grande poroo de fazendas em
ser, va proceder uma Ifqoidacao em todas as fazendas e roupas feitas existentes no
estabelecimcito, agora que occasio de quoni tem poaco dinheiro poder se vestir de
boa fazenda e bratissima como se poder ver no annuncio abaixo mencionado.
MAD.4POLAO BARATO A 3 5300. BRAMANTE PARA LENCOES A 20.
Vende-se pcas de madapolo enfestado Vende-se bramante com 10 palmos de
de luyanlas 34500, dito de jardas ou largura para Icnfs, a 23, a vara.
i2 metros 53, C-5, tySOO, 7*300, 8,?000 c PECAS DE ALGODO A U,
9 CfflTAS FRANCESAS A 280 rs. corpado i i >.;-, 0 >S(K e 7v
Vendem-se chitas francesas para 'osti,- Coleriahos ecoiaomicos a 380
dos a 28'J, 320 rs-. o covado, ditas escuras
murto finas 360CS. o errado.
ChaSitt milito flu 80 rs.
Vende-se clialin para vestidos ie senliora
800 rs. o covado.
PERCALES A 140 ltS.O COVADO.
Vende-se percales muito linos para ves-
tidos de senliora a 440 rs. o covado.
ilrilhatinas -1-19 rs.
Vende-se bridianlinas ou mursulinas de
cores para vestidos de se .horas 410 rs. o
covado, laa/.inhas muito linas para vestidos
de senhora 100 rs. e 800 rs. o covado,
ditas de quadrinhos 240 rs. o covado.
RISCADO FRANCEZ A 300 RS. O COVADO
Vende-se riscado francez para vestido
de^senhora 3G0 rs. o covado.
laslnhas a8Itt rs. o covado.
Vendem se laasinuas Dar vestido de se-
nhora a 240, 280, 320 rs. o covado. '
Casaos francezas a 280 rs. o covado.
Vende-se cassas GraqcasM 280 rs. o
covado, chitas francezas linas a-280 e 320
rs. o covado.
Chales de merino a .
Vende-se chales de merino estampados
2.-Se2;?500 cada um, para acabar.
CORTES DE I.AS AREMOS A 2*400
Vende-se cortes de la para vestidos de
senhora, 3400 cada um.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS
Vende-se alpacas de cores para vestidos
de senhora, 720 e 800 rs. o covado, di-
tas de lislras 700 e 700 rs. o covado.
Chitas prnssiauas a 3o.
Vende-se chitas prussianas de Ijstras de
cores muito bonitas a 300 rs. o covado.
CHITAS PARA COBEHTA A 3*0
Vende-se chitas incorpadas para coberta
i 320 rs. o covado.
Baldes de SO a SO arcos
14500
Vende-se bafes de 20 a 30 arcos
15500 cada um, baloes modernos brancos
RITA DA CADEIA
DE
\. 45
IMt & C,
ede cores o.
duzia.
Veade-se colerinhos econmicos a 320
a duzia, s se vende assim barato por ter
grande porrio.
CASEMIRAS DE COBJSS
Vend -se cazemiras de cores para calsa
e palitot 2-> 2->;">00 e 3;) o covado,
Aigotlo enfestado '.
Vende-se algodo enfestado proprio para
lenres e toalhas, a l:$, a vara ou 900 rs. o
metro.
BRIM PARA CALCAS A 400 RS. O
COVADO.
Vende-se brim para cairas e palitotsde
homcm e menino, 400 e 440 rs. o co-
vado, dito lizo a imitaclo de ganga a 360
o covado.
Aigodo de listras a SOO rs.
o corado
Vende-se algodo de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
CORTES DE BRIM CASTOR A 640 RS.
Vode-se cortes de [ brim castor para
caica de homem, a 040 800 rs. cada um.
CARTEIRA PARA VIAGEM A i
Vende-so carteiras para viagem Ift
cada orna, cobertores de algodo lK>00
cada um.
Cohertas de chita a l$SOO
Vende se cobertas de chitas de cores
14800 o 20, cada uma.
ALGODAO TRANCADO DE EUAS LARGURAS A
l200. .
Vende-se algodo transado de finas lar-
guras, proprios para lenres e toalhas para--
mesa, se vende a l#2O0" o metro.
Mantas para grvala 900 rs.
Vende-se mantas para-grvala a 200 rs,
cada uma, lencos de serfa de flores, a 040
cada Bm.
ATOALHADO PARDO A 2,550.
Vende-se atoalhado pardo para toalhas
de mesa 2,->.*00 a vara, toalhas escuras
i5. cada urna. Ra da imperatr h>j^
Ja Arara n. 72.
KWBU!
SOB.A DIRECGO DO MUITO HABILARTISTA
Launano, alfaiate.
Os proprietarios deatenovo estabelecimento, tendo experimentado a necessidade
urgente de ter na direceo de sua oflicina de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr. Lauriano Jos de Barros para tal misteiy convictos de que satisfar
com lodo o capricho a vontade do freguez.
Tem o mesmo estabelecimento um bom sirtimemto de fazendas proprias para
roupas de homem, como sejam: casimira de cor, indos padrees, completo sortimento de
pannos finos, preto e de cor, casimira preta, grande sortimento de brins braneos de
cores, merinos de diversas qualidades, bombazina, lindos cortes de gorguro para collete,
gorgurao Pekin, superior qualidade.
Os freguezes encontraro ainda um variado sortimento de roupa feita, camisas
inglezas, collarinlos, ceroulas, gravatas pretas e de phantasia, meias para homens, se-
nhoras, meninos e meninas, chapeos de seda para sol, colchas, bramante, atoalhado,
baloes de diversas cores e modelos, cambraias, malas para viagem, e outros muitos ar-
tigos que a modicidade de seus precos incita a comprar.
A ra da Cadeia n. 45
de -fapee
0 Garibaldi principia
Curtamente ha de agradar,
Que pelo prew que vai vender
Ninguem o pode igualar.
O oroorietario deste estabelecimento denominado Garibaldi, declara ao resp'rta-
vel nubfico e seus freguezes, qu* tem recebido grande sortimento de fazendas, e esta
cons^ntemente rec-bendo por todos as vapores que chegam da Europa novo sorUmen-
to de Sendas da moda, e que vender por preC.o mais barato de que em ou tra^qua-
quer parte, garantindo se a qualidade e cores, na ra da Imperatriz n. 56, de Lourenco
Pereira Mendes Guimaraes.
CHITAS LARGAS A 280 rs. i Cangas para cal?a a 8Ors.
Vendem-se chitas francezas de cores fi-1 Vendem-se gangas de cores paraba
xas a 280, 320 o covado, ditas matizadas pabtqts de homens
escaras a 360 rs. o covado.
lili 1L11
Ruado Quemado ns. 49 e 57
fojas de miud&zaz de Jos de
Azcvcdo Mata, est acabando
com as miudezas de seus estahg'
' lecimenos por isso queram-apre-
ciar o que e bom e barattssimo.
Pares de sapaios de tranca fa-
zouJa nova .
Pares de saputos
(s grandes) a-. .
Duzia de meia ernas para ho-
mem a ^ .
Ti'anwias do Pofo- fozenda Nms
epelo pn-co meihor tOO atto^a
Lrvros de missoes abreviadas v.
Duaia Vjjaralhos ftaocezes muito
irnosa2>400 e......-
Silabario- portuguer com cstam--
pas a-........
Gravatas de cores e pretas muito
linas a........
Duzias de meias para-'senbora fa-
zenda- boa a .- .
Redes p"e1as lizas marco finas a
Cartoes com clchete*- da latao
fazenfa fina a.......
Abotuadaros de vidro para tolete
fazenda fina a: .
Caixas coa* penna (T3fO' muito
tiiKiea320, 400, 500'e .
CarlOes de hnha Ale^andr qne
' tem 200janJas a > .
Car retis de tinlia Atecandre de
7Dat200-a-........
Caixas com soperiores* otateias
de massaiar .......
Duzias de sgulhas para> machina
tifa** {>t-agos fraacezes- jli-
verso tamanlio a. .
Livros esciipturado para1 ral de
roupa a. .....
Talheres para meniaos- muito
finos a. ,. ..
Caixas com papel amoad muito
fino a.........
Caixas com. 100 envetopes- muito
finos a. ......... .
Pentes volteados- paraiiaenioas e
senhoras-a. .. .
Thezouras muito finas- para
unhas e costuras a'. .
Tinteiros com tinta peta- muito
boa a80j 420 a- ....
Varas de franja para-toalhas fa-
zenda fina a. .. .
Duzia de phosphoros. de segu-
ranza da melfaor qualidade a
400 e........
Pecas de fita branca elstica
muito fina a......
NoveHos de linha-Gom 400 jaadas
Resmas de papel de pezo azul
muito fino-a.......
Pecas de fitas bordadas om 3.
varas a .......
Ditas de ditas bordadas com 12
metros de 2S000 a .
Grozas de botoes de loaca. muko
finos a. ......
i
\LU)APOLAO ENFESTADO A 30500
Vendem-se pecas de madapolao enfes-
tado a 3:)500, dito inglez de 24 jardas a
5A, 6,5, 6:5300,75800.83, o 10 a peca.
ALGODAO TRANCADO A 1200 O
METRO.
Vendem-se algodo de duas larguras pro-
prio para lenco?s e toalhas por -ser muito
largo, al 200 rs. o metro.
RISCACO FRANCEZ a 360 rs.
Vende-se finissimos riscados francezes
wroprio para vestido de senhora e roupa
para meninos por ser de bonitas cores a
360 rs. o covado. ___ nK
BRABANTES PARALENgOES A 241 A
VARA.
Vende-se bramante de dez palmos de
largura proprio para lences a 23 a vara.
Chitas amzonas a 360 r.
Vendem-se rica3 chitas de listras de um
de nome amzonas, para vestidos de se-
nhora a 360 rs. o covado, deste preco e
aualidade s na loja do Garibaldi.
* AOS SENHORES BONOS DE COXEIRAS,
Na loja do Garibaldi, ha urnas casemiras
de listras muito encorpadas propnas para
forrar carros, e so vende mntto barato por
ser muito largas, preco a 25500 o covado.
ALGODAO ENFESTADO A 1* A VARA.
Vende-se algodSo enfestado muito largo
proprio para lences a 10 a >ara.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
500 rs. O COVADO.
Vedem-se alpacas estmpada de cores
500 rs. o covado propria para vestido de
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 30500.
Vendem-se chapeos de sol de alpaca pre-
ta a 3^500 cada um.
BRIM HAMBURGO A 80000 A PEQA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Hara-
horgo com 20 varas a 80, 90 e 100 a peca.
Cortinados para Jaaellas a 94.
Vendem-se cortinados para janellas a 70
o par, ditos para camas francezas a 140 o
cortinado.
2.5000
i #500
3>800
0200
2000
208OC
0320
0oOO
43000
0320
0020
0500
40000
0100
0100
SO 40
2.-5Q00
"i 10
0120
'0240
0700
' 0600
v'UO
500
0320
0160
500
200
60
20500
500
30000
IOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Iftna do Crespo n. 9
Os proprietarios deste heni conliecido estafcele-
ciinento, alm dos muitos oljeirtos i]ac tinham ex-
postos > apreciara do rcispriCavcl publico, nen-
daram vir e acaban de recelwr pelo ultimo vapor
ta Europ um eoiapleto e variado sortimento de
linas e m-ai delicada especialidades, as quaos es-
ta resolvios a vender, como de seu costume,
por prcr-os muito baratinhos e eammei para to-
do*, com tanto que o- Gallo....
Muito supriores taras de pellica, pretas, bran-
cas c de mai lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinbas pannos para se-
nlmra, neste genero o qae ha de mais moderno.
Grande e completo sortimento de machinas para
descansar algodade nova inven cao chegadas l-
timamente em direitura para a loja de Manoel
Sent de Olivcira Braga & C, na roa Oireita n.
53. Garantc-sc que a melhor qualidade que at
o presente tem vindo ao mercado : acham-se em
exposicao aos compradores.
Systema decimal.
Grande e completo sortimentode pesos kilo-
grammos de melhor comprehensao dos que tem
vindo at o presente, assim como marcos de latao
at incio graramo pelo mesmo syslema, balaucas
de latao do forca de 5 a 20 kilogrammos, metros
de madeira e de latao para medir fazendas, alm
de grande sortimento de miudezas e ferragens de
lods as qualidades, ludo por precos que s a vista
faz crdito : na ra Direila n. o3, luja de Manoel
Benl de Oliveira Braga & C.
Superiores- pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimo enfeites para eabeas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e do cores com vidri-
lhos e sem effes; esta fazenda o que pode liaver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitas loques de mndreperola,
marflm, sndalo e osso, seudo aijueile brancos
com lindos desenhos, o estes pretas.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderara por 30(M)0
a duzia, entretanto que nos as Tendemos por 203,
alm destas, temos tambem grande sortimeto de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
unas. .
Boas bengalas de superior canna da rndia e
caslao de inarfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ueste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
quanlidade ie outras qualidades, como sejam, ma-
deira, haleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos c airosos chicotinhos ce cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora c para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marflm e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas o bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Lina multo DOa de peso, rvouxa, para encher
labvfintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tcntos para o mesmo flm.
Grande e variado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLABES DE ROEB.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitam a dentico das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado'
orno j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
los que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, onde sempre encontraro destes verdn-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fm
para que sao applicados, se Tenderao com um mu i
diminuto lucro.
Rtfgamos, pois, avista d33 objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a vircm
comprar por presos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
POS DE ROG
Ap]>rovadoi pela Academia imperial
de medicina de Par'u
Um frasco do 9* de Ros, dissolvido
entuma garrafa d'agua, d uma limonada
agradavel, que purga rpidamente e de
um modo certo, sem causar a menor
irrilacao como acontece coin a maicr
parte dos outros purgantes. Os P de
Bog, sao inalleravcis por isso empre-
gam-se fcilmente em viagem.
e Rio-Ji.tcir.o, DupoKchc'lt, Ckevoiot.
em I'upaumco, llttiircr IC". A
D'pi|j
e meninos a 320 rs. o
covado, brim de cores a 400 e 440 rs, o
covado.
Laaslnhas de qnalriDlio& a
aso rs.
Vendem-se 15asinhas de quadrinhos para
vestidos de senhora a 240 rs. o covado,
ditas estampadas a 280 e 320 rs. o covado.
POPELINAS EM LA A 640 RS.
Vendem-se popelinas em 15a de listra
para vestidos de senhora a 640 e 800 rs.
o covado.
CORTES DE LAA A 20460 RS.
Vendem-se cortes de la de listra arpa
vestidos de senhora a 20400 rs. para aca-
bar.
LA CIIINEZA A 500 RS O COVADO
Vende-se 13a chineza para vestido de se-
nhora a 00 rs. o covado.
Casemiras para calcas.
Vendem-se casemiras c6r de caf, preta
e azul escuro com listras, para calcas e pa-
litots, fazenda muito encorpada, propria
para o invern, sendo de duas' larguras
que 1 3/* covado d uma calca para ho-
mem pelo preco de 2#500 o covado.
Alpacas lizas para vestidos a
NOO rs. o covado.
Vendem-se alpacas lizas e dobradas para
vestidos de senhora 700 e 800 rs. o covado,
BALES DE ARCOS A 10500.
Vendem-se baloes de 20 e 30 arcos a
1*500 cada um, por este preco s na loja
do Garibaldi,
BRIM TRANCADO PARDO A 800 RS. 0
METRO.
Vende-se brim pardo trancado a 800 rs.
o metro, dito multo fino a 40200 o metro.
BALES MODERNOS A 5*000. .
Vendem-se ba!5es modernos e de cores
a 5* cadaiim.
CASSAS FRANCEZAS A 280 RS.
Vendem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 280 e 320 rs. o covado.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10*.
Vendem-se chapeos de sol de seda a
105 e 12(J, na ra da Imperatriz, loja do
Garibaldi n. 56.
160
Scbonete d&fdeatrdo.
DK
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que tifo boa
acceitac3o tem merecido n'esta provincia,
muito se recommenda para a cura certo
das impigens, sarnas, caspas e todas a
molestias de peHe.
Deposito nico,
Pharmacia de Bartholwneu & C,
34ra larga do Rosario34.
Librasouro nacional, moedas
de 5 francos.
edoende-se no arco da Conceico na loja
Vurives, no Recife.
WWM
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster A
C, ra do Imperador, um carregamento de ca
de primeira qualidade; o qnal se vende em partida.'
e a retalho por menos preco do que em outra qual
quer parte.
BALANCAS
PELO NOVO SYSTEMA DEKILOGRAMMA
COM OS RESPECTIVOS PESOS.
Vende-se no armazem de. J. A. Moreira
Dias, ra da Cruz n. 25.
-.
\INHO
DE
BORDEAUX SUPERIOR.
CHATEAU LA ROSE.
CHATEAIJ RAIZA\
Em casa de Rabe Schmettau C. Corpo
Santo n. 15.
Na -fabrica do fallecido subdito fran-
cez Joo Vignes, existe um bom sortimento
dos muitos acreditados pianos, os quaes se
vendern mdicamente para liquidacao.
PASTILHAS ASSUCARADAS
DO
DR. PATERSON
t De blsmnth e magnezla.
Remedio por excellencia para combate*"
a magreza, facilitar a digesto, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomeu A C.
34------Ra larga do Rosario------34.
RAP POPULAS.
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEJXEIRA FREBERICO & C
Acaba de chegara este mercado umapo*4*i des-
te ptimo rap, nico qae pode supprir a falta do
princeza de Lisboa por ser de agradavet perfume.
E' fabricado com superior fumo e pelo melhor
systbema conhecido, tendo tambem a vantagem de
ser viajado, o que para este artigo uma espe-
cialidade. as pracs da Baha, do Rio de Janeiro e
outras do imperio tem o rap Popular sido asss
accolmdo, e provavelmente aqui tambem o ser,
logo que sejafeonbecido e apreciado. Acba-se
veuda por preco commodo, e para quem comprar
de SO libras para cima, far-se-oa um descont de
5 0/0,' c de 500 libras para cima o de 8 0/0 : no
escriptorio de Joaquim Jos Goncalves Deltrao,
ra do Commercio n. 17.
Vende-se a verdadeira graxa do bem conhecido
abricant'e Dav & Martin n. 7 : no armazem de
J. A. Moreira'Dias, ra da Gru n. M.
Milho
Vendem.se saceos com milho, no trapiche da
Companhia : a tratar no mesmo, e no Io. e 2o an-
dares da ra da Cadeia velha n. i.
Um e XAROPE
DECODEINADEBERTHEI
Preconisados por todos os mdicos conlra os
DEKLUXOS, CATHARB08, E TODAS AS
IRRITACOES DO PE1TO.
X. B. O Xaropc de Codna que mtrtco a
honra, alta bem rara enlr* MedicametitoiM
nanos, de ter registrado como um doi medica
memoi ofldou do Imperio \Frtncti dispensa
qvalquer elogio.
AVISO. Por causa da reprehensivel falsi-
ficacSo que'tem suscitado o felii resultado do
Xarope e massa c Bcilb,somos forrados a
lenibrar que este medicamentos tafl justamente
conceiiuados sd se
Tendem em caixin-
Lasc frascos levando
assigiiaiura na
frente.
5 46, Fue de* cotcs, t na Pharmacia Central
deFranva, 7, Fue de Jouy, cm Pars,
todas as Pliannacias principaes do Brazil.
AVISO
aos convalescenles e s pessoas
fracas e debilitadas
oquinium labarradu aDrova.!i
pela Aciiltiiita imperiaide medicina di
l'ariz c o tnico por excellencia.
,
Depilo
cm Rio-Jijeii-.o, Dnpjnciele; CSii'i"-
em 1'eis.uibcco. ilattrcr A (.'".
h NOVA ESPERANQA
21-= Ra do Queimado 21
Advertencia!
A Nova Esper?nga, ra do Qoeimad
n. 21 tendo em deposito grande quantidacU
de miudezas, e como se approxima o tem-
po em que tem de ser dado o bataneo, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resolvida a vender suas mer-
cadorias pelo barntissimo prego, para assim
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, venham os bons fregue-
zes, e 'os que nao forem venham ser fregue-
zes, cm tempo to opporlono quando
NOVA ESPEHANCA convida-os pecbmdi-
rem, pois que para comprar-se caro, nao
falla aonde e a quem...
Elle quer e ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Paris) quer sem-
pre primar em nos remetter objectos de
gosto e perfeir;5o, e ella (loja da Nova Ee-
peranca) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambo)
Nova Esperanca ra do Queimado n. 4l,
alm do grande sortimento que j tinba,
acaba de receber mais o seguinte :
Bonitos broches, pulceiras e brincos de
madreperola.
Papel e envelopes bordados e ma-
sados.
Papis proprios para enfeilar bollos e
bandeijas.
brincos pretos com dourados (ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos galles, franjas e trancas de
seda e de la, para,enfeites de vestidos.
Botos de todas as cores e moldes novo*
para o mesmo fim.
Trancas pretas com vidrilhos sendo com
pengentes e sem elles.
Botoes pretos com vidrilhos com pingen-
tes e sem elles.
Luvas de pellica, camurca e excossia.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos.
Delicados leque de madreperula, mar-
li ni osso e faia.
Esparlilho simples e bordados.
Bengalas de haleia.
Finalmente, um completo sortimento de
miudezas ra do Queimado n. 21, n
Nova Esperanc,a.
Collares anodinos ellcctro-magntU
eos contra as convulces das
creangas.
N5o resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por ahi intitulados oa
verdadeiros de Royer, e eis porqae muito
pais de familias nao creem (comprando-os)
no effeito promettido, o que s pdem dar',
os verdadeiros; a Nova Esperance, porte
que detesta a falsificado principalmente no
que respeita ao bera estar da humanidad*,
fez uma encommenda directa destes collares-
e garante aos pais de familias, que sao o
verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
cas tem salvado do terrivel incommodo de
convulcoes, assim pois preciso, que ve*
nham a Nova Esperanca a ra do fjnrimis
n. 21 comprarem o salva vida, para lew
lilliinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando ento ser A\-
fficil alcancar-se o erTeito desejado, emboes
sejam empregados os verdadeiros collares
de Royer.
CURA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galoupean.
Deposito especial
Pharmacia de Bartholomeo & C.
34------Ra larga do Rosario------34.
COGNAC.
De superior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouche & C, em
cognac uma das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just, ra do
commercio n. 32.
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo eficaz, e preferivel a todos os
conhecidos, j pela certeza de seu resulta-
do, ej pela fcil applicago as cranlas,
quasi sempre mais atacadas de to terrivel
e muitas vezes fatal soffrimento.
NICO DEPOSITO
NA
Pharmacia c drogara.
DK
Barthomeu & G.
84Ra Larga do Rosarlo34
BAZARUNIVERSAL
O Una Aova SO
Carneiro Vianna
Neste BAZAR encontra-se um completo
sortimento de todos os artigos que se ven-
dem porpreQoscommodos como sejam: Um
completo sortimento de machinas para cos-
tura de todos os systemas, mais modernas'
adoptados na America e approvadas na ul-
tima exposicSo servicos a electos para alrao-
co e jantar, salvas, bandejas, taboliros, bol-
sas e malas para viagem, indispensaveis para
senhoras, candieiros para sala e cima demesa,
parede e portal, mangas, tubos e globos de
vidro, machinas para fazer caf, ditas para
bater ovos, ditas para amassar farinlia, ditas
para fazer manteiga, camas de ferro para
casados, solteiros e crianca, bercos, cadei
ras Iongas para viagem, ditas de balance
espelhos de todos os tamanhos, molduras
para quadros.gaz, baldes americanos, guir-
da comidas, brinquedos para criancas, um
completo sortimento de cestinhas, oleados
para sala e nesa, tapetes para sala, quarto,
frente de soph, janella e porta, capachos de
Sparto e coco, objectos para escriptorio e
muitos outros artigos que se encontrarSo
venda no mesmo estabelecimento e que vale
a pen> ir examinar.
Vende-se um cavallo muito novo e carre-
gador baixo, o qual existe na matriz da
Varzea, ra do Fogo, em casa de Joo
Simes Ferreira,
vA.GERM^
oOo1

/sKWWiitie Jt.
Alegrai-vos myopes, e presbytas, jj
deis ver de longe, j podis ver de j
n3o ha mais vistas curtas, nem canrat
F. J. Germann acaba de receber \
mo vapor um rico e variado sortimAta de
oculos, lunetas, pinec-nez, face -r
gnons, de ouro, prata, tartaruga,
ac, bfalo, ncar, unicornio ei
assim como binculos de uma a tr<
Cas para theatro, campo e marinj
ma invengo ; duquezas, vienez
12 vidros, tudo dos melhores fa
Europa.
O mesmo!
xe uma exi
china para
observar
vidros qoe I
conforme
(jualquer
lor-
irfim,
:bior;
Hjudan-
daolti-
ii, 8 e
antes da
ipor trv-
ate ma-
duar
nero dos
necessils
visU do
Tem excellentes sterioseopoA instraraoB-
tos de matliematica, barometrp, vidros do
chrystal de rocha, e de cores jara resguar-
dar a vista; concerta todos a objectos
precos commodos e com proaptidao; tira
o mofo dos vidros e encarregf se de toda a
encommenda relativa a optic
Recebcu tambem os excelentes relogios
do antigo e afamado fabricante*Aoerf Gertk
&C, os quaes vendem i pres commodos
garantindo a sua superior djulioade.
CAPSULAS lOLES
DE
ALCATRAO
Remedio por excellencia ara cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchites,
catarrhos, tosses convulsivas; escao* san-
guinos, e outras molestias d* peito.
A .. ^
PHARMACIA E DROGAIUA
DI
Bartholomeu $ C.
34RA LARGA DO ROSARIO34
Ouro
E. A. Burle de C. tem para vender libras
sterlinas e moedas de vinte francos.
Vinho
Vinlio Bordeaux superior qualidade,mar*
a s j conhecidas ; e o verdadelro Cognac,
co mesmo estabelecimento.______________p
Vende-se urna machina de eoston em ftx-
feho estado : na trevessa do QoeiDS w I, srt-
meiro andar.
\



I

Diario de Pernambuco Sexta feira 2 de Julho de 1869.
Ccordeiro previdente
Rita do Qitelinado n. IB.
Noto e variado Sortimento de perfumaras
finas, e oatros ohjectos.
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que eil'eeti va mente est provida a
toja do Gordeiro Providente, ella acaba de
receber um outro sortimento que se torna
notavel pela variedade de objectos, superiuri-
dade, qualdades e commodidades de pre-
cos; assim.pois, o CordeiroProvidente pede
eespera continuar a merecer a anreciacSo
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conhecida mansido
e barateza. Em dita loja encontraro os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Goudray.
Dita verdadeira de Murray A Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran-
ceza,\odas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacSo do
assei da bocea,
Cosmetiques de superioFqualidade echei-
ros agradaveis. j
Copos e latas, maiores e menores, coan
pomada fina para caBelIo.
Frascos com dita japeaoza, transparente
e outras qaalidades.
Finos extractos ingieres, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados,
Essenoia imperial do fino e agradavel ehei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Olea philocome verdadeiro.
E*racto d'oleo de superior quaridade,
com escolhidos cheirosr em frascos fa dille-
rentes tamanlms.
Sabonetes em barras, mriores e menores
para raaos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos multo Aros em ctixinha para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
frats.
Ditas de madeira invernisada omtendo fi-
nas iperfumarias, muito proprias para pre-
sentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos*, e de
moldes novos -e elegantes, com p de arrot
e boneca.
Especial p de arroz sem composicao 4e
cheiro, e portsso o ms propriopara criaa-
cas.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras dilferenles
qaalidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mato coquee.
m outro sortimento de coques de no-
vos e bonitos moldes com filis de vidrilhos
^ alguns d'elles ornados de flores e fitas,
estfio todos expostos apreciaco de quera
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
Fivellase utas para cintos.
Bello e. variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto -do com-
prador.
FLORES FINAS.
O que de melhor se pode encontrar neste
geaero, sohresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
QUE SE LIQUIDAM
A DINHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
DO ^
DE
FfiliIX PEREIRA DA SUL1TA.
O proprietario d'este estabeleimento convida ao respeitavel publico desta ca-
ntal a yir surtir-se do grande sortimento que tem de faendas, tanto da moda como ie
'fli, assim como de um grande sortimento de roupas para homens e meninos, e as
pessoas que negociam em pequea escala, tanto da praca como do mato, aesta casa
poderao fazer os seus sortimentos em pequeas ou grandes porcoes, venden lo-se-lhes
pelos precos que se compram as casas ingtezas ; assim como as excellentissimas fami-
lias, poderao mandar buscar as amostras de todas as fazendas, .ou se Ihe as mandam
levar em stras casas pelos caixeiros d'este estabetecimento, que se acha aberto con-
stantemente desde as 6 horas da manhaa s 9 da noute.
Explendido sortimento de
Vinho degestivo de
chassaing
COM
PEPSINA E DIASTAEX.
Remedio por exeellencia para cura certa
tas digestes difficeis e completas, a calmar
s dores gastralgias, e reparar as forjas
roduzindo urna assimulaco completa dos
imentos; sendo maisura excellente tnico.
\.
WE-SE
DROGARA
NA
PHARMACIA E
DE
Barthelonien fc c.
*BA LARGA DO ROSARIO34
FWIDICAO DOBOWMAN
Rua do Itnim n. 58.
PASSA.NDO O CHAFARIZ
Tem ;cmpre deposito de todo o marinis-
mo empegado na agricultura da provincia,
entre o (tal:
lachiins de vapor, para assucar e para
algodo. \
Rodas oggoa. ______, "
Motoresde diversas especies.
Moenda: de canna.
Rodas tentadas, para animaos, agoa e
vapor.
Tixas t ferro, batido fundido e de
cobre. 1
AJambiqtes.
Atados instrumentos 'agricultura.
i Descarocilores d'algodo etc. etc.
flavendo un tudo variedade do timanho
dsde o meior at o maior que se costu-
ma empregai.
Vende-se maiteiga agiota milito boa a 900 rs.,
ia, 0 iaiO a Ibra, muito lina, presunto de La-
mego a 00 rs. libra, carne do sertao-a 360 rs.,
'inguica fin? eir latas a a libua, farello, sarco
de 4X00, e o di Lisboa fino a 35400: no pateo
Paraizo n. 2*.
JAROPE PEITORAL ~
DE
RABO DE TAT
PLANTA DO BRASIL
E expectorinte e recommendado as
affec?5e8 do peto, bronchite ebronica, be-
moptise, e tosschronica.
PREPARADO POR
JOAQUIM &E ALMEIDA PINTO
PH.VSMACETICO
Pernambuco na larga do Rosario ti. 10.

Alpacas lavradas de ores a ASO
Alpacas a 560 Alpacas a 60
Alpacas de odres
Na loja do Pavo rua da Imperatriz n.
60, \ende-se uns pouoos de mil covados
das'Biais lindas e modernas alpacas lavradas
com as mais modernas e bonitas cores,
proprias para vestidos e roupas para meni-
nos, tendo entre ellas azul, lyrio, roxo, cor
de canna, verde claro etc. e os lavrores
muko miufiinlios assentados em urna s
.pelo barate prego de 360 is. covado, *>
preciso f*zer-se urna grande compra deste
artigo, o qual grande pecnMCha.
A os ez mil covados de cassas
francezas
CowS a 30Q Covafio a 300
Covadoa 300
Covado a 300 Cwado a 300
Covado a 300 rs.
Veoe-se na loja do Pavao rua da Em-
peratriz.a. 60 urna grande quantidade de
mil covaQos das melborts casas francesas
para vestidos, tendo padrees miudos e gra-
dos, asfentados m todas as cores, esas
cassas 5o propriamente francezas, tesdo
transparentes e.tapadas, com tanto corpo
quasi como a chita, e atfm dos padriies
serem muilo bonitas, sao todos fkos e seria
fazenda para muito mais inheiro, mas r-e-
talha-se a 300 rs. o covado.
EsparUlbos a 3-SOOO na'loja Co
Pavo
Vende-se urna grande prco de esparti-
Ihos moderaos cotn o competente cordie,
tendo sortimento de todos os tamanfios, e
vendem-se a 3^ cada um.
MADAPOLAO ENFESTADO A 3.^600, S
NO PAVO
Vendem-se pegas de madj^olo eafestado.
com 12 jardas, sendo muito iacorpado pelo
barato prego de 35600 ris, assim como,
pecas de algodaosinho com 16 jardas
S:jo00 e 5,5000 ris.
GRASDE PECIHMA
A pataca o covado
* PERCVLLAS A 320 RS.
AOS DEZ MIL COVADOS
PECALLAS A 320 RS.
Na loja do Pavo rua da Imperatriz n.
60, vende-se urna grande porgSo de per-
callas francezas proprias para vestidos, sen-
do de cores fixas e mais larga que a* cin-
tas, tendo os pannos muito encorpados e
com os desenhos mais bonitos que tem
vindo ao mercado, tendo padroes miudos e
grados e vende-se pelo baratissimo preeo
de 320 rs. o covado, garantdo-se estar esta
fazenda m perfoito estado, e vendendo-se
por este baratissimo preco para* apurar di-
nheiro.
BRAMANTE PARA LBNCOES COM 10
PALMOS DE LARGURA A 10800
Chegou para a loja do Pavo, rua da
Imperatriz n. 60, urna grande porgSo de
p-gas de bramante com 10 palmos de lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de um lengol, o qual se faz cora um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro e meio; e vende-se pelo
barato prego de 1,5800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plieages para arranjos de familias, sendo
grande pecliincha pala preco.
OBERTORES DE LA PARA O INVERN
DE 3,5000 OflOOO
Chegou para a loja do Pavao, um gran-
de sortimento dos melhores cobertores, de
la do carneiro, sendo muito grandes e
muito encorpados, que se vendem de 3
at 6-5000 cada um, em relagSo s diffe-
rentes qualidades, pechincha: a elles an-
tes que se acabem.
ATTENCAO .
AS PFXHINCHAS QUE SE LIQUIDAM
NA LOJA DO PAVO
Cortes de organdy listrados com 10 va-
ras cada um e que tambem servem para
Iutoa3000.
Lanzinhas de cores para vestidos a 200
rs. o-covado.
Cortes de cambraia com barras bordadas
e muito finas a 30 e WOOO..
Cassa toda preta para vestidos 320 rs,
a vara.
E' pechincha para fechar contas.
Alpacas brilhantes
a 640 rs.
Chegaram para a (oja do Pavo um ele-
gante sortimento das mais lindas alpacas
brilhantes com as mais delicadas cores, e
com os mais bonitos lavradinhos a imitagao
de seda, as delicadas cores que existem
neste bello sortimento eocontra-se o bonito
11-RUA DO aUEINADO-ll
DE
AUGUSTO PORTO & C.
Receberam superiores vestidos de blond com manta e capell.t para noivas, que
vendem-se por precos mais mdicos do que era qualquer outra parte.
SABIDAS DE BAILEdo cachemira, branca ede cores o (yoe ha de mais lindo.
BASQUINESde renda preta, e de gorguro preto, o que ha de mais
elegante.
CBAPEOS DE SOLpara senhoras delicadamente bordados.
BALOESbrancos e de cores para senhoras e meninas, espai tilhos, s*ias bor-
dadas, e saias de 13a com barras de cor.
GORGURO de seda brancoe preto para vestidos, sedas de cores, moirean-
tique branco, e grosdenaple branco, de cores e preto, princezas, boinbazinas pretas,
a'Pacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
Casemias da moda
NA
IiOJA DO IMY.tO
Chegou pelo ultimo vapor francez, um
grande e verdadeiro sortimento das mais
modernas e mais finas casemiras para eal-
cas, paletots e coletos, tendo lisas, com lis-
tras e cora listra ao lado, tendo para todos
os precos e afianga-se venderem-se muito
mais barato do que em outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qualquer peca de obra, a vontade do
fregu*, para o que tem um bom alfaiate.
Aos quinlientos palitots
a 131e 20^000.
Na foja do Pavo rua da Imperatriz n.
60, ^vendem-se orna grande porgao de pa-
litots sobrecasacados, e propriamente so-
breGasacs de panno preto, sendo obra
muito bem acabada pelos baratos pregos
de t&&, sendo forrados de-ai paca, e de
20)$ forrados de seda; esta faeenda a nao
se ter comprado uma^rande compra, seria
para muito mais dinheiro, porm liquida-se
esta pechincha pelos pregos cima.
POPELINAS A 500 RS. O COVABO.
Na loja do (Pavo, a rua da Imperatriz
n. 6d, vende-se um-grande sortimento das
mais lindas paupelinas ou lacinhas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de c#eancas, com as mais modernas e bo-
nitas cores; padros com listrinhas miudi-
nhas, que se vendem #elo barato prego de
500 rs. o covado, psebincha que se .acha
nicamente na loja de Flix Pereira da Sil-
va, na rua da Imperatriz n. GQ.
AS CAMBRAIAS DO PAVO
Veodera-se finissimas pegas de cambraias
lizas teansparentes tanto inglezas como*iis-
sas teado mais de vaca de largura, pelos
precos -de 5^060 at IGtfOOO a pega, assim
como finissimoe organdys branoo liso que
serve para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a 1<$000, a vara, na loja 4o
Pavo rua da Imperatriz o. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Cortinados
Para camas e janeHas.
Vende-se um grande sortimento os me-< roa d0 Queimado n. 8,
Inores e maiores cortinados bordados pro-
prias para camas e para janeilas, qu#-#* ven-
dem a 12,5000 rs. cada par at 25(S000 rs,
isto a rua da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
roupas feitas
NA LOJA DO PAVO A RUA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-seeste grande estabelecimento com-
pletamente sortido das melhores roupas,
sendo caigas palitots e coletes de casemira,
de panno, de brim, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assim como na' mesma loja
tem un bello sdrtimento de pannos casemi-
ras, brios, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer pega de obra, coma maior promp-
tidJto vootade do freguez, e nao sendo
obrigados a acceita-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
lnho e algodab e cutros muitos artigos
proprios para homens e senhofas promet-
tendo-se-lho vender mais barato do qne em
outra qualquer parte. Na rua da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
O atoalhado do Pavo,
Vende-se superior atoalhado de algodSo
;om 8 palmos de largura, adamascado a
t5200 a vara; dito de linho fazenda muito
raperior a 35200 a vara ; guardanapos de
mho adamascados a W500 a duzia e muito
inos a 8,5000, e ditos econmicos a 3,5500
i duzia.
*ik tfjgwfriai.
s* -i*
ftd l^tEtMAl6
^8.
EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis
lain
^Tintura iodelevel para fingir os cabellos,
en mandbar a.pelle,
A bem eonceituada agua-orkla de Guis-
trn que itio era 4csconheeida em Per-
aambuco, M hoje estimada ,-e procurada
por seu eficaz resaltado, e anda mais se-
r, quando -a noticia-de seu bom etfeko e a
osperiencia tornar de todos conhecida.
A agua-Herida de-Guislain eomposta ni-
camente propriedade extraonflinaria de dar a cor pri-
mitiva aos-cabello&,.-<|uando66tiiverem bran-
cos, e Ibes restituir o brilho perdido, e as-
sim como preservar de embranquecer, sem
ser prejudicial de modo algum.
E' porm necessario fazer eonhecer, que
obom resultado produzido pea agua-flori-
da, nao instantneo, como muitas pes-
soes taNez supponham, mais sim ser pre-
ciso fazer O60 d'ella, trez ou quatro vezes,
e l<^o se obter o fim desejado, como bem
provam testemunhos de pessoas insuspei-
tas, e d'ento por diaste, basta usa-la duas
vezes por mez, contando sempreeom o bom
xito, podendo a experiencia ser feita em
outra qualquer cousa.
Assim poisesta agua-florida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Aguia Rranca
Ditos com ditas de velludo, outros im
feaido cbar3o machetado.
Ditos com ditas de marroquim com cruz
guarnigao, dourada ou prateada.
Coras e tergos de cornalina.
Assim como.
Grande e bello sortimento de leques
todos de raadreperola, madreperola e seda,
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda,
e faia etc, et. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros j aponezes enfcitados
de flores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azues.
Voltas de cerrente de borracha.
Alejas de seda para meninas e senhoras.
Ditas de fio de Escocia abertas, tambem
para meninas c senhoras. '
Ditas muito finas d'algodo, alvas, e
cruas para meninas e untars.
Luvas de fio d'Escoca, torga!, e seda
para meninas e senhoras.
Meias de Iaa para homens, mulheres e
meninos.
Gollihas e punhos bordados obra de
muito gosto.
Entre-mcios fines tapados e transparen-
tes com delicados bordados e
para enfiar fita.
ill I til'
Pnra o nin-.-i.
Imperador ih t$.
Ncstc muito acreditado
adir, ntetaf-nW um x-ariado jrt-
meolo de gonoros finos pan n?
cosinhi o enli -' aperaa aa
alidados segpinti
QceijO do scrtSo de maniega
nalha.
Camarocs soceos do Maranltio.
O verdadeiro caf di Moka,
o superior e bi ni \emiiajy
que se vende a ItO a libra e 49M> a
arroba.
TABELLAS
de redocgSo as mais ticis e au coa-
prehensv.'is, ludo no
Armazem do Campos
IScoHoiuia. ullidade c mot
mercad*.
CIIECUE3I -V PECHLXCHA.
liales francezes, nrros ppiiueno r fTM-
de?, para BMon, a
Casemiras inpkv.a>, b-miUr: padres, coa
listras larcas, ravado
l)t.is Grancezas, idera I-'ni, foto .-tras
largas, covaan
Ditas ditas nio riadas,
Darnnczas largas r^ni liguas desriLt para
senhoras projuia? vado, rs.
Palctot c alpa pretor 1^ corea i J e
Alpacas lisas do cores muito tinas o bou
gustos para frnhnr.i, covado, rs.
Cambraias do mnb, variad"? podroVs,
aovado, rs.
Ditas decora?,maia ilaas, ovad*, r.
Ditas miudas, moaeruas, liiiis-iii'.v, cova-
do, rs.
Ditas de flores graiides c Iiatras, co-
vado, r.
Colarinhoi do linho da flami lotM, r
Ditos do dito muilo tino, dwgados no -
tuno pn:|ueti'. rs.
Cliitas claras, boaslinta, eovado,ra.
Ditas escuras. MIospadroM, corado rs
Ditas coloridas, finas, |iropriopara familia
.ovado, _
i tm
3a
rs.
Ditas riscadfnhos, variados padri-* co-
vado. rs.
va
\ m
2-vl
:Mja
v
.ifcO
>u
ca
409
i(9
loa
m
.ua
mu
Ditas escuras pconomfeas. aovado, rs.
Ditas de boa oomposioSo de tintas, corado
unas claras eronooiica*, covado
Hou|ias c nuis artigna que lira a pedid da re-
penavcl.rregnP7.ia, dando-sc amo-ira de (oda
Vende-se am lida oscravo peca : a ranv-
Ima do Carnio n. I.
ESCRAVOS FU6BB0S.
^ratllca-$e bem
Fugio hnntcni de manbaa, ti de iunbo nmia-C
do.SfOOO, o molmne Geraklo, con, S%SS^
proprios
A Aguia Braaca, contando com a protec-
co de eua boa freguezia, tambem capricha
em nolh'a desmerecer, procurando sem-
pre corr^ponder a idea favoravel com tjue
a bainram, e em prova ao que fica dito, d
como examplo o explendido sortimento
que acaba de receber, ainda mesmo achan-
do-e bellamente provida do que de bom
e molhor se pode deaejar nos gneros que
sao dte sua competencia.
Haja vista aos necessarios livros de missa
i oraco, obras de apurado gosto e perfei-
co, sendo: com capas de madreperola e
toeantes qtsadros em alto relevo.
Ditos com dita de marfim igualmente]
lonkos.
E OS PRODIGIOSOS
Annes e collares Royer para crean-cas.
Bonitos cabases ou bolsinhas de pelica
e setim para meninas ou senhoras.
Lindas cestinhas bordadas a froco, e lisas.
Delicadas caixinhas devidro enfeitadas
com pedras, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga para jojas.
Bonitos albuns com msica.
Pinseis ou bunecas para poz de srroz.
Novos e delicados ramos de flores com
marrafes para enfeitar coques.
Bello sortimento de trancas de palha.
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gen s.
Brincos e alfinetes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas
gimtps: alura regular,seeco do corpo, ulu<.
aboloados c beirns grossos, anda basiantc aprn-v
do, tem urna balido am na dos .,lh j, |HH grfm A
fronte de algiins deates do lado superior a da I
de deis aMannos: qaeo o pecar leve-o >
asa de son #oher rua estrella do Bwario n l
ueseonna-se m\o o mesmo moleque secuio a e>(ra-
da de Santo Anio.
Aeha-se tupida ha oito me7.es_T~proa~e!-
craya, do naQao, de nomo Jria.eoni 40 annus do
idade, baiNa e cor fula, consta que diz anda vendendo na freguezia da Boa-Vbta
urna bandeja pintada de enearnado, cora
lugio: gratifica-se bem a quem a apprehende'r o
leva-la a rua Imperial d. 10.).
com
que
Escrava futida
Ausenlou-se da cata de sen scnlior lo
da ) do rorrentc, aprela fula, de nome
Candida, idade de 38 a 40 anuos, alta e
magra. Fui cnnipr da a cerca do im mez
ao Sr. loan Paulo d'Almeida, natural de
Gotarma, e suppoe-so que para l fusse.
Levou dois vestidos de chita escora, sendo
um com babado novo, um chale de Iaa
verdeja usado e outro preto novo. Qui-u
a capturar queira leva-la no armazem n,
J8 a ruada Cadeia, que ser recompo
sado. e
ALPACAO DE CORDO PARA VESTIDOS
A i000
Na loja do Pavo, vende-se superior alpa-
c5o ou gurguro para vestidos, sendo n'es-
te genero o mais moderno e mais bonito
que tem vindo ao mercado com diflerentes
cores, sendo mais largo qu alpaca e ven-
de-se pelo baratissimo prego de I #000 o
covado.
IVovidade \ovicadc
GURGUROES DE SEDA PARA AS FESTAS
DO MEZ D"? JNIIO
Chegou pelo vapor de I i do corrente,
para a loja do Pavo, rua da Imperatriz
n. 60, um brilhante sortimento dos mais
modernos e mais bonitos gurgures de seda,
para vestidos, tendo padrSes miudinhos e
graudos, com lindas listras matisadas, as-
sentadas as .mais delicadas cores, como
sejam, verde, bismark, lyrio, azul, perola.
etc. etc., assim como ditos lisos de todas
as coras, garantindo-se que na actualidade
OOW
OO
OOS
(miz
08
OOVl
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-Bpap oxiBqB so;oafqo so opmjuiianb ^m
nnmmi ywsw osmomv
Fugio do ,'iipenho Papagaio, termo de Puro
Utvo, na provincia das Alagoas. o escraro Lacia-
no, enoulo prrto. idado do 32 annos. pouromai
oo menos, aliura baixa, barbado, bem fallan!.- en-
bnaga-se mmto, e imitula-se lorio, ten. oflirjo de
sapateiro, ce tambem carreiro, consta que anda
en. hoyanna. em Pernambuco ; recomienda-fe
a todas as autoridades poticiaes, assim romo.
qnalqper pessoa que o encontrar, que o pnnda e
remelta-o ao seu senhor que o capao Jos Can-
dido das Nevea, no cngenbo Papagaio, ou na rua
de Apollo, armazem n. 3, que se pagan, toda e
quaesqner dispezas que houvereni de ,-er fcitas
com a pnsan do mesmo escravo, assim como <-e
graflcar generosamente a quem der noiici
exacta do referido escravo.
a v-oaviaid oa viw-ss \
imam
Vende-se terrn.) de produccSo e com
arvores fructferas e prximo a esta-
c5o dos trilhos urbanos do Recife
Olinda e Beberibe, no becco do Espinheiro,
podendo quera qoiser dirigir-se nos domin-
gos, ao sitio n. 6 na estrada de Joo de
Barros, e nos deraais das, rua da Impe-
ratriz n. 68,
Vtjnd' -se
a taberna da rua do Hortas n. 43, em virtu-
SSSS mW-v pam ra; a tratar
Bismak, o bello Lyrio, o delicado verde nao ha urna fazenda de mais gosto nem de
assim como, perola, roxo, canna, azul caf. mais pbantasia do. que esta,que se vehdepor
etc. Vende-se esta bella fazenda pelo ba- Pre?n muito rasoavel, no estabelecimento
ratissimo preo de 640 rs. o covado por se rtt3 Felix Pereira da silva.
...... Bbadinhos baratos na loja
ter recebido em direitura urna grande par-
tida superior a dez mil covados, senao
seria para muito mais dinheiro, isto ha loja
e armazem do Pato, rua da Imperatriz
n. 60 de Feliz Pereira da Sirva.
Vestido* em dnas salas a 20#
do Pavo.
Veqde-se urna grande poroso do bba-
dinhos de todas as larguras,.sendo com os
, babados verdadeiros, por urna terca parte
Chegaram para a loja do Pav3o a rua da do proco que se.yendem en outra qualouer
Imperatriz o, JO, os mais. modernos cortes loja, so com o flm de acabar-se com este
Alei noil do Gbvre com duas saias para ves- artigo, assim como tambem se vende urna
ttdos, sendo n'esto genero o que ba de grande parte d'entremeios, pelos mais li-
mellwromaisnovo no mundo, e vendem-se milados precos para acabar, na Ion e r-
pelo barato preco do SO0OOO na loja de.mazemdo Pav3o, rua da Imperatriz n. 80
Flix Pereira da Silva. | do Fex Pereira da Silva.
ksta fngido, desdo o da 15' de Janeiro do
coirente anno, o escravo Felippe. com oa sisnats
segomtes : eabra, idado 23 a ti anuos mal o*
menos, corpo o altara regulares, sobraneelhas
relas e serradas, cabellos enroscados e acaboce-
lados, querendo principiar a barbar, s vetea in-
chaia-lbeaa perots : ten urna marca de enutiea
do lado ibi-Hto sobre o cado, quando anda Ota
duro e com passbs avanzados, tem o vantre un
poueo crcscido, pescoco grosso, C muito ri-
ta, cquaiido foge diz que forro, e tom por cortU
me trocar o nome c botar a camisa lora da calta
fste escravo fui preso e esteve na cadeia por au-
dar fugid : lejro calca de brim de quadiiiuns
pretos camisa de madapolao, ebpo de 13a pre'a
redondo, 6 natural do lugar Canbollnho da comar-
ca de & liento desia provinrin, a fui escravo do Sr.
/os Eduardo Alves de Mello, morador n* nws-
Eu i^n-,' ssi? ef rav ju f,,i visto '' 60-
iiadM.oiata, ihstncto r>0 l' fi'Alho, crmlj-
miooii; presume-so qne se conserve oestes lo-
gares : uede-se as autoridades .polieiaes e aw
Srs. capitaes de campo a captara mesmo es-
mi'^'u rn!r.cgn'10 aoJw so,li,or ,09 !crtirade
Miranda Cimba, morador no Recife, raes de aolo
Amaro sobrado n. 2 do tallecido Manoel Cosa-
dlo, ou na rnadaOdeia dolio.il.r. 38 o un o
mesmo gralificara generosamente.
As cantrntuevOca, of oleo [.ui.Io-. omnoafcaJeSimiB COm o!.,
,.., oanwna, uea como ifua o, a a: rila, i fa a-mrtore ornad*. \t
o v leos e Uaada.
fn-woa Ic Banilhuo le Torrj-\va. Uve; oleo communs ou seos Hecdairaa tt
oUti>- iAj P"r P,-tr'01 lllui bii' i leo* de figado de bacalki
'HL" "l0 mi"'-0 c:"'0' .\,s,?-1uc I,ara o!>tcl-os frestos o um mistura. cuniDre exow!
cuidados no proprio. lu^rea ds pefea, ssim comam.ndaS
lc todo o anno de 18*9. bsfes oleo- puros de IU.-uil.a- dr I ci ra,-!V. i J
i -i.ni pira asa )ireao$o medicamento urna fama universal as molestias do neit'a as ofl> ?V
lymphattcas, a tiwgiaa dos Hu^inos,ele.,o por issa.deram lagar a nocivaToXleaa
pai:i
O oleo de Heos mui fcil de digerir, dlstingue-aa entre os outro leos nela sua
la, o seo cheiro sua\e delicado, c seo gosto do sardinlw fresca *^
| O .bXVrORlO fat-oruvel do chefo dos traballios cliyraicos da' FAC0LDADE DE MFnifTOi np
, PABIS conclae como segu: 0 oita cor ,U talha dt SI. lo.jg carUemumaltrca S' .DE
, elplo. met T.. mais do tu, ateos par&, e nao aprtsnta aumZ fa, T ""
aprtsenta tlfum das inoonvatmiu 'ue st
i titstts, quanto ao churo e sabor.
Vpde-Ke
-Bellarmiuo
Evadio-se do engenho Marreeas, na comarca da
Forto Calvo, e no da 18 de maio do corrente au-
no, o escravo Bellarmino, cabra escoro, de Idade
de 28 anm.s. alto e seeeo do corpo, sem barba, pea
grandes, tem estado nesla cidsde, e o seu maior
passem e pelo bairro da Boa-Vista, [ldc
ello se encaminhc para a freaueiia da
onde foi elle criado, c conhecido
gar e levar ao referido eogenho, ou nesla
na rua da Cruz n. 51, | andar, receben boa pit
tillcacao. e
Aeba-s funidonnreseravode n-.me Fnxebio*
idade trmia e tantos annos, estatura recular cor
tt ni"** b:,rIf' (,Ut as V'zes rasPT com falla
de um ou dous dentes na frente, um' pouco cam-
btJa, ora da-se ao servieo de earroea, wa aloca-
se em casas panicularesi e consta ,,. a"airteo
ser que
Escada,
quem o pc-
l-nperatrlz, casa o. 28,""^ anda"r7 .n'ser! JrMhS
catlo. Protesta-so con-a quom o liver seu ser-
ca o coinmunicar ao senhor.
No da 15 de junho correnlo rapio da pad
na aMemaa Segundo avisou o re|ieclivo doaoL
onde eslava alUgado, um mulaiiniu. escuro, de
nome Justino, c m M para li annos. baixo, refor-
jado, gago, orclhas grandes-e um pouco viradas,
traja va camisa de aJgodaozinlm e ralea de brira
i cor de rap, cocuma qoando l re inculcar-
se como forro ou orphao ; ccnsla que tem e-tauo
em Olinda a servido de algucm, para onde fura a
vender p5o de leite cm nina ces/a pertenren:
aquella nadarla : qnom o apprehender qHHra le-
va-lo rua da Aurora n. 26, onde sera recompen-
saJo. Roga-se as autondades puliciae? que ba,
do diligenciar a appreenso delle.




8
Diario de Pernambuco Sexta feira 2 de Julho de 1869.
ASEMBL|& GERAL
CMARA DOS SRS. D2PUTAD0S
SESSAOEM 5 DE JNHO.
PRESIDENCIA DO SR. VISCON'DE DE CAMARA-
GIBE.
(ContinuacHo.)
A emisso de papel-moeda anda 6 peior.
Esse deve ser o ultimo recurso; e a c-
mara acab.i. h poucos das, de approvar
urna aulorisaclo para urna emisso de....
4O,OO:OW)0, j decretada pelo poder exe-
cutivo. O governo tem anida ali margem
de que usar com aquelle criterio com que
eosldma proceder o nobro ministro da fa-
zenda.
Mas devendo prover com recursos or-
dinarios, n3o podia lembrar-se seno das
conlribuices.
As conlribuices slo directas oo indirec-
tas ; preferencia theorica de urnas ou de
ouiras, ou de um systema mixto, perlence
sciencia. nao ha dirvida; pde-se susten-
tar mesraoum dos dous extremos oatodo
o imposto directo, ou todo indirec'o. Mas
rae parece que nlo devenios estar aqui dis-
cutindo exclusivamente questes theoricas,
temos necessidade de applicar immediata-
mento a solugao que se der. (Apoiados.)
Estamos cm urna grande dilfieuldade fi-
nanceira ; o .paiz est empenhadissimo.
Basta lancar o* oIIhos- para o relatorio ;
temos urna divida a nosso respeito colos-
sal.
Nlo temos, pois, remedio seno econo-
misar o mais que pudermos as poucas for-
ras do nosso paiz ; nao deveuios querer j
esgota-lo, tirar-llie a ultima gota de san-
gue. Conscguintemente devemos ir gra-
dualmente exigindo -os contribuimos, exi-
giudo do povo que concorra para as des-
pezar publicas; mas de modo a nao ser
isto tao sensivel que, ou v alectar as
fontes de producto, ou excite justos cla-
mores, quer do commercio, quer dos cida-
dlos em geral.
A contribuidlo j de sua natureza ve-
xaloria, odiosa; desde que se traa de
lirar da algibeira de algucm directa ou in-
directamente qualqucr somma que seja, lia
de sentir-se. Mas o que fazer? Estamos
empcnliados em urna guerra que nao pode-
mos acabar, supprimir de um momento
para oulro. O estado (mancebo do paiz ,
como dase ha pouco, muitissimo grave,
muitissimo dificil. Deveria a commisso
lancar mo de impostas directos ?
. O nobre presidente do conwlho demons-
trou aqu bontem magistralmente, com
aquella proficiencia que llie propria nes-
tas materias, que a contribuicao directa de
todas a mais odiosa, a de mas reluctancia
na sua cobranca; nao a que d renda
maioCKsobretudo em um paiz como o
nosso t3o\extenso e de popularlo t5o
disseminada; tambera a que entre nos
importa maior despeza para a arrecada-
co.
Nlo liavia remedio, pois, seno recorrer
s conlribuices indirectas. Percorrendo
as verbas do orcamento a commisso vio
que os gneros de importarlo erara exacta-
mente aque'les que podara meuos sensi-
velmente ser sobrecarregados com um pe-
queo augmento de imposto, de modo a
satisfazer o dficit. Adoptando a idea do
nobre ministro, a commisso propoz a ele-
vacio de 40 /o sobre os direitos de con-
sumo que actualmente pagara estes gene-
ros.
E' preciso aqui explicar: os 40 % nao
sao sobre a mercadura ou o seu valor, e
sim em relco aos diredos actuaes.
De sorte que, calculndo-se o termo me-
dio desses direitos no estado actual, cm 30
8/o, a elevaco de 40 /o apenas importa
em 42 /o mais. Bem se, ve que aqu nao
ha elevaco exagerada.
Alm (lisio pela tarifa que ha de vigorar
do Io de julho deste anno em diante, con-
feccionada em virludo de urna disposico
da lei de 18(17 para a redcelo de medi-
das a pesos, ha gneros que solTreram por
causa dessa reducto, com a referida au-
torisaco, urna elevarlo de 40 %> lerino
medio. Conseguintemenle esses direitos,
quanto a elles, s icm de elevar-se de 40
o/o, menos 40/o, porque j osto gravados
com aquella dilferenca.
Era isto o que eu desejava explicar para
que ficasse bem claro, porque tenho ouvi-
do nao s nesta -casa, como fra daqui,
duvidas relativamente ao modo da cobran-
ca desses 40 /o; e bem que o commer-
cio, principalmente, saiba o que se exige
del le.
Estes imposlos sao pagos por adianta-
mento pelo commercianie que despacha os
gneros; mas este 6 immediatamente re-
embolsado pelos consumidores, e reembol-
sado, digarao-lo, com usura. Esta eleva-
co, e mesmo a depreciado daraoeda nao
constitu: o vexame que alguera cntende
de outros inconvenientes relativos" tfiscali-
sacto.
Ainda assim o commercio tem a seu fa-
N"r 8 %, que a diflereuca entre valor
real da mercadoria e o valor ollicia? actual,
que de 48 %. Se, porm, impomos
apenas 40*/,, o commercio, longe de pa-
gar realmente do que pagava em 1880,
ainda aufere o beneficio desses 8 ",'.
Nao vejo, porlanto, como aqui prove
Tilia justa quoixa do commercio ou mesmo
da populago,
Por este meio teremos uns 10,000:000-v
Mas ainda ha um de/icit de 2 a.......
3,000:0000, a que 6 preciso acudir. A
commisso lembrou a elevac) al S "J0 dos
gneros que se despacham livres e dos que
pagam s 2 /,. Sobre isto nao tenho ouvi-
do reclamadlo que j nao fosse cabalmente
respondida, e portante nao me demoraiei
em explicacijes.
Outras providencias tambem lembra a
commisso que igualmente nao soffreram
contestaco.
O nobre deputado que fallou emprimei-
ro lugar lembrou um emprestimo nacional
para resgatar a divida externa a 8 /*. Nao
e approva-se a acta da. ntce-
posso convir com esta idea; basta tancarouwmo senado, podido dar o s'eu cansen-
mSo do relatorio para se saber que t uento, as proposites que autorisio o
papel-moeda temos mais de i7,000:01)05
era circulacao, a que se devem accrescen-
tar 56,000:000;> mais ou menos de papel
inconversivel dos bancos. Nesst divida
externa sobe a mais de 13 400,090. Se
contrahirmos um emprestimo no inte-
rior, absorveriamos tudo quinto est em
circulgo.
Mas, alm disto, o emprestimo seria auti-
esonomico era nessa sitnaelo actual ; e
ira por oulro lado ferir os contratos que
temos. Demais resilir desses cowtrat >s
seria anti-politico : porqaa as na roes ira-
cas como o Brasil tendo redores como a
Inglaterra tem aoi um penhor para serem
mais allendidas. Nos salwmos qie a In-
glaterra cora justa razio d grande iiuj u-
tancia ao seu elemento mercantil.
Tambem lembrou o nobre deptadu a
medida de forcar as orporacocs de rao-
morta a vender dentro em o anuos os $eus
bens movis e immoveis, e einpregar o
producto em apolices intraiiferiveis. Nao
posso concordar cora semelhant medida.
Entende-se que essss corporacoes tem urna
propriedade, erabora limitada, sobre os
.seus bens ; nao podemos desaproreia-Ios
sem motivo sulciente. Se para dar
renda ao Estado ou para algnm otitro lira
que se propbe empregar este meio. outros
ha que assguraro renda desses mesmos
bens, o concorrero para se conseguir osse
intento.
Talvez alguma previencia se proponha
neste sentido ; mas de nenhuma sorle pro-
mover a venda forcada da- propriedades
de semelhanles corporacoes. Seria grave
injustica : perde o nobre deputado.
Lo-s
uente.
O Sr. Secretario d conta do seauinte
KXPEDF.NTK
Um oflcio do ministerio doiperio, en-
riando as copias dos decretos ptjlos quaes
foram concedidas peases a D. Anua Mau-
fcads-ttHesonrt ei'sfws lillu, a ao I.*
sargento do corpo de impertas martnhejros
Fi-ancisco Xavier Gwneiro dos Aojos.
V commisso de pen?5s e ordenados.
Otitro do mismo ministerio, enviando o
olTicio com o (pial a presidencia da provin-
cia da Parahyba transmute as acias da elei-
Cao primaria a que se proceded na vilhi de
Bodocong. A' l.-1 commisso de po-
deres.
Oulro do mesmo ministerio, enviando o
oflioio com oqual a presidencia da provin-
cia do Maranho transmiti as autbenticas
da eleico primaria das parochias de Nossa
Senhora da Conceieo da Tutoya, Nossa Sv
nhura da Gonceico dos Arayose* e Wossa
Senhora da Coaccico dasBan-eirinhas.per-
tcncenles a,) 2.* disUiclo- Itiitoral da dita
provincia.A' mesma commisso.
Outro de senado, devolvendo.por notler
na propria organi-
governopira mriar milriwilarno \. ra-
no da faculdade de medlena da corte os
estudautes Paalmo Jos Gof*es da Costa,
Jos Martins Carneiro Lea o, Francisco Jos
Coelho de Honra, Paulino Lucio de Lemas.
Cassio de Avila Farinh'a, Fr meisco de li.ila
Andrada Jnior, los Antonio de MesquUa,
Jos Leopoldj Ramos, Joaquim DuarteMur-
linlx) e Ambrosio Vieirae*raa, e ro i."
anno da facilidad) dudireito c S. Paulo o
loo Beruardwo Cdm Gonzaga, c outros
em dKersas facultades.Inteirada.
Um refmriawato de Antonio Pereira Pin-
to, autor da Odkecto histrica 'dos trata-
dos do fraxil. pjdindo que se 'consigne* no
orcamento os (nodosnceessaios para sa-
tisfaco do auxilio p 'Ciinraii')1 qu; llie fui
concedido.A' 1.a commisso de. orna-
mento.
Dous de Carnudo Baptisla de fcacerda e
Aureliano da Kobregn Vasconcellos, pedin
do para s; matricalarem acuelles no i.'
anno jurdico de S. Paulo e esle no 1." ju-
rdico do Becife, fazendo ambos antes do
acto o exame de geometra.A' commisso
de inslrucco publica.
Outro de Manoel Jeronymo Guedes Aleo
forado Jnior, pedindo ser admitlido ma-
tricula c exame do 2. auno da escola de
medicina da cort..V mesma commisso.
L-se a v.ii a imprimir para entrar na
ordem dos trabalhos cinco ufas depois.ina
orma do regiment, um parecer do com-
misso sobre eleices primarias do l."e
2. districtos de Sergipe.
Leso e approvado, sera debate, um
parecer de commisso concedendo bcenca
ao deputado !),-. F. Bonifacio de. Abreu,
na parto relativa ,i receita' geral do impe-
rio, com as emendas apoiadas.
OSIt. BENJAMIM faz largas considera-
ebes sobre o orcamento.
O SR.ICARDOSO D8 MENEZES : Sr.
presidente, pedi a palavra para fazer algu-
mas consideracoes sobre as ideas emittidas
pelo nobro depilado que .acaba de sen-
tar-se.
S. Esc. aproveilaado a occasio da dis-
mssitrdo orcamento da i'Cceita dtb ImpeMo,
indica ao Sr. ministro da fazeada algumas
providencias, que julga neessarias para
melliorar a^airecadaco da divid a-tiva.
Entre outras lembra a da crear) de um
juizo privativo dos ffeitos da" fazemla na pro-
vincia de Minas G*raes.
O Su. Bkyj.vmim : urna necessidade.
O 8a. C.vRBoso df. Mt:\i:zKs: O nobre
ministro da fuenda no sen relatorio apon-
ion as medidas tendentes.a remover os
emtnraras qoe se ene mtram na cobranca da
divida activa.
Um dos defeitos esli
sa'.o do juizo.
A organisn.-o do jateo dos fellos da fa-
zend.i nu tao perfeiti como se poda de-
sejar ;-a experiencia tom mostrado qnv ella
encerra vicios intrnsecos, que lio de ir
desapparecendo conl'errae as lines quo se
forem cottiendo.
Nao digo que seja inconveniente a crea-
Codd um jui/.o privativo dos feilos da fa-
zenda em Minas ; m s as circiimstancias
dilli.-eis em ipie sealn o paiz, sobrecarre
gado com as despe/.as de unta guerra de
vastadora, que talvez nao permita essa
creaco desde ji.
O Su. BtaNV.um : Eu mostrei que a
corsideracao da des|ieza desapparecia diante
das vautagens.
< Sr. Cawdoso k Mkxk/.ks : Km pri-
meiro lugar c neessario estudar bem as
circunstancias da provincia de Minas, fazer
uina coinpaiarjo da i/iiportancia de sua
disida activa com as das outras provincias
de imperio, edahi tirara conclnso de que
a provincia d.; Minas deve ser preferida
tiesta medida outras onde tambem anda
nao ha iui0o privativo dos feitos da fazenia.
Sao medidas que necessitam de rjflexo e
estndo, e nao j)odem~ser resolvidas assim
de prompto."
O Sr. Bknjamim : O Sr. ministro da
faz ;nda mesmo j reconliece esta necessi-
dadj no seo relatorio.
O Sr. Garboso de Mexf^ks : O Sr.
ministro da fazendi nao se referi particu-
larmente provincia de Minas Geraes ;
apenas dcclarou qoe a crearn de ofRciaes
privativos do juizo dos feitos geralraonte
fallou o nobre deputado da aboliro de! para continuar como medico em sqrviro no
direitos sobre objectos desainados s' lypo-
graplias. Direi que esses pagara j um i
contribuicao mnima, expediente smente,
e o papel 10%, se me nao engao; nao
vejo razo para extngui-la de lodo sem
compensaco. Quaulo ao sello do cor-
reio, os jomes e impressos pagam muito
pouco, quando sao romeltidos como tacs e
nao em forma de cartas.
Estamos esa cireum^Uncius excepcionaes.
E havemos de diminuir impostos sem van-
tagem provada, sem umacompensacoqual-
quer, como pratica a commisso com rela-
Co s aboligoes que propoe ? Dessas abo-
lieres algumas sao aconselhadas por princi-
pios de justica, outras por necessidade do
servico publico, outras para allivio do com-
mercio o do paiz.
Ponho termo a estas observaces, e peco
aos meus honrados collegas desculpem o
desalinho da plirase: que assumptos djsta
natureza nao se pode fallar com a sequen-
cia propria de outros. Alm disto nao me
sao familiares estas materias, como o sao a
outros mais habilitados. Dei-me ao traba-
Iho de estuda-las, porque a cmara bon-
que se quer lancar sobre o commercio ;
antes equitativa a mesma elevaco, como
demonstraren
Demais, se remontarmos historia deste
imposto, veremos que fui creado pela carta
regia de 28 de Janeiro de 1808, aquella
mesma que abri os portos do Brasil ao
commercio estrangeiro; nono, poda deixar
de faze-lo. Pois bem : nessa carta regia
estavam marcados 24 % Atienda a cma-
ra moeda e 4808, forte, e actual,
iraca ; e bastar isto para se ver que o
que actualmente se exige, ainda na condi-
co mais desfavoravel, n5o equivale ao
que se exiga em 4808, isto ha 60 an-
uos. Agora o imposto termo medio,
30% mais 12 %i, 24 % daquelle
tempo cor responden a m a 48 /0 pelo me-
nos na actualidade.
Occupando rae especialmente com este
imposto de 40 %. pnr ser mais importan-
te, ainda direi algnma cousa.
A tarifa de 4860 determinou o preco
ffiual das mercadorias pelo seu prefo
veradeiro ou do mercado. Naquelle ten>
po o commercio pagava exacta e integral-
mate o que devia pagar, mas vista das
circumstancias, da baixa do cambio e de-
preciaco da moeda (bastava a primeira)
nao pagava j o mesmo imposto, pagava-o
com differenca, O que era 50 passou a
ser realmente 30 ou mera, do 30rte que
era prejuizo do LhosourotaoiGnal.
preciso restabelecer eea base de 4860.
nobre ministro da fazenda em seu rea-
torio expoz a questo com aquella lucidez
fue lhe propria. e ebefou seguinte se-
hifio:ou cobrar segundo o cambio, ou
Imear m8o de ontro expediente. Segundo
o cambio, ha varia trabalho, insaao e exces-
iva perda de lempo parabas repartices
itotes e demora para os.ittfe3sados, alm
rou-me com um lugar na 1.a commisso de
orcamento, c eu desejo dar satisfaco c-
mara e quelles eleitoresde minha provin-
cia, que me distnguirara com os seus
voUjs.
Quanto guerra, devo tambem dizer al-
gumas palavras, e que o nobre presiden-
te do conseliio hontem deixou perfeilamen-
te elucidado este ponto. A nossa honra
deve-se reputar desaggravada o mais que 6
possivel exigir. (Apoiados e nao apoiados.)
Mas nos nao podemos abandona-la, como
talvez se pense, porqnc luamos com um
chefe inimigo que nao nos d quartel, que
nao propoe cousa alguma acertvel; e nSo
havemos de ser nos que O Tacamos ; nos,
victoriosos, abandonar o resultado que com
tanto sacrificio de gente c finheiro temos
conseguido (apoiados), sem assegurar os
nossos direitos, a nossa posico, a nossa
tranquilidade (apoiados); como abandonar
a guerra, quando ella est, para bem dizer,
a chegarhoje ao sen termo? (Apoiados.i
E ainda mesmo que ella se prolongasse, L-
caria bem ao paiz, ao imperio *o colosso da
America do Su!, em luta com urna repbli-
ca quasi insignilicante, como o Paraguay.,
ceder ? (Apoiados.)
"" Seria o caso de desesperar das Jorcas do
paiz, e de desesperar -do patriotismo dos
Brasleiros.'(Apoiades.)
Uma Voz:E da sa dignidade.
O Sh. PeboigoMalheiro : Comquanto
eu reconheca que nao devemos abusar das
forcar do paiz, nem da paciencia dos nossos
concidados, eu acompanharei o nobre pre-
sidente do conselho; quando entende que
emquanto se nos nao fizer proposta-de pa
qoe seja-aceitvel, que nos garanta de um
modo permanente os direitos que all tomos
e os nossos legtimos interesses, nao deve-
mos deixar as armas. (Apoiados.) Ainda o
Brasil conta muitos Albos para mandar um
outro exercito de 400,000 horneas, como
quelles que j tem mandado, defender a
nossa honra, os nossos direitos. os nossos
legtimos interesses to brilbautemenle como
o tem feito al boje. Devemos, pois, confiar
bastante no paiz e no patriotismo de nossos
concidados. (Muitos apoiados.)
A discusso lica adiada pela hora.
O Si. Pkesidente noma o Sr. Fernan-
dos da Cunha para servir na commisso de
obras publicas, em substituico do Sr. Ja-
cio tho de Mendonca.
Dado a ordem do da, levanta-se a sesso
s quatro horas da tarde.
SESSO EM 7 DE JUNHO
PRESIDENCIA DO SR. TKCONftE
CAMARAG1BE.
BE
Ao i / da, feita a chamada, verifica-**
baver numero suJcieate, abre-se a sejfio.
exercito conlra o Uaraguay.
- Leem-se e vo a imprimir dous^pro-
jeclos, um sobre m'itriculade cstudantes e
outro sobre naturalisaces.
L-se, e approvado sem debate, o
s guite requerimenlo:
Ilequeremos que se pecara ao governo
iilormrtcoes sobre tudo que tem occornd't
acerca do eslabeiecimento de colonos arge-
linos na provinca do Paran, e se foi -pre-
sente o mesmo governo alguma queixa de
qualquer dos ditos colonos.
i Sala das sessoes, 7 de junho de 4869.
Mu noel Francisco CorrCn. J. Dios da
lvcha.
Leem-se, e sao approvadas sem debate
as redacco*5 dos projectos sobre a tortura
de urna estrada de ferro entre a provincia
de Santa Calharina e o Nio-Grande dWill,
approvando a pansao de :{I55 mensae con-
cedida a D. EmiiaPhilomenaGuilhonStTia.
e mandando admita* a exame o- estndante
Antoni^ de Souza Bandeira.
ORDEM DO DA.
Contina a discusso do reqwrimento de
adiamanto oferecido pelo Sr. Correa na
sesso de 4 do corrate ao projeclo que
eleva calhegoria de provincia, com a de
noniiiiai.fio de praviacia de Mioas-do Sul,
territorio da provincia de Minas Geraes
conprehendido entre as do Bq de Janeiro,
S. Paulo e Goyaz.
Ninguem pedindo a pajavra, c pondo-se a
votos o requerimenlo, apprpvado, bem
como o projecto em Ia discusso. sendo re-
mettido commisso de estatistca confor-
me o requerimento do Sr. Correa.
O additamcnlo do Sr. Capanema fica pro-
jodicado.
Entra em 1* discussfo o projecto que
eleva categora de provincia, com a de-
uomioaou de Oyapochia,. o territorio com-
prehedido entre os rios'Nhamund, Ama-
zonas, Ocano Atlntico e os limites septen
trionaes do Imperio.
Vem mesa, lido, apoiad >^e entra em
discusso o seguinte requerimento :
Reqaeiro que o projecto v commis-
so de eslatistica, sem prejuizo da 4a dis-
cusso. M, F. Corren.
Ninguem pedio lo a palavra, e pondo-sea
votos o requerimento, approvado, bem
como oprojecj) cm i* discussio, indo
commisso de estatistica, segundo o reque
rimeuto approvado.
Entram em discusso, e .sem debate
sao approvadas, as emendas feitas e appro-
vadas pelo senado proposico dosta c-
mara, concedendo s possoas que actual-
mente sao ollciaes da .armada e aos offi-
ciaes do extracto corpo de artilharia de ma-
rmlia^queserviramilurante a lutada inde-
paftdencia, um diaria de IS corresponden-,
te etapa concedida aos olciaes do exor-
cito pelo decreto n, i#3i de 8 de julho
de 4865.
Vem mesa a seguinte declafaco de
voto :
* Bequeremcs que se declare na acta
que votamos contra as emendas do senado
i resolocao data cmara de 24 de maio de
4866, que faz extensivo aos officiaes e pra-
cas da armada nacional o decreto n. 4,251
de 8 de julho de 4865. Souza Res.
Barros Barreta.Mello Rego.F. de Aguiar
Mattoel Cierne atino. C. de Baependy.
Jos Calmon.
Entra em 2a discusso, e sem debate
approvado e passa 3a o projecto do se-
nado declarando que as disposicoes do art.
408 da lei n. 387 de 19 de agosto de 4864
serlo, observadas todas as vezes que se hou-
ver de fazer qualqaer eleicio de eleitores
juizesdepaz, ou vereadores, devendo sus-
pender-se o recrutamento em todo o muni-
cipio, arada qu a eleicio se faca somonte
em parto dalle.
- Contina a 2* discussJo da proposta
nlias iracas forras chamar a sua attencSo
para esses assumptos.
0 Sr. Presidente : Se o nobre depu-
tado quer responder, peca a plavra, mas
essas frequenles interrupces perlurbam a
discusso.
O Sr. Carioso dk Mexezes : S tenho
por fim dizer que estou convencido de que
o nobre-! Sr. ministro ha de tomar em con-
siderarlo as relexoes do nobre deputado,
quando presentadas e justificadas em oc-
casiioe pela forma opporlona.
Em terceio lugar lembrou o nobre de-
putado o alvitre de incumbir-se o julga-
raento das causas cujo valor sao excederem
de 400-5 ao juizo commercial. E' esta ou-
1ra medida que depende tambem de estudos;
e, pois, nao pode ser adoptada desde j.
Besia a demonstrar que por meio delta
consegtririamos que a cobranca se effectuasse
com mais cleridade e vantagem.
Creio que o nobre ministro em seu re-
latorio tocou nesta medida lembrada por
alguns...
O Sr. Be.yjamim : Nao senhor.
O Sn. Cardoso de Mkmf.zes : nina
questo que o nobre depulado, como procu-
rador fiscal, podia tambem aposentar ao
lhe 0 Sn. Be-vjamim ; Mas se sou repre-
sentante da naco, se tenho assonto aqui,
porque nao posso ratar disto na tribuna?
O Sn. Pmstoente : Attenc5'> 1
0 Sn. C.\RDso de Menezes : : Nao
digo o contrario ; formule suas ideas em
projectos e sujeite-os discusso. O no-
bre deputado tambem lembrou a convenien-
cia de se manler o privilegio das dividas
da fazenda, quando essas dividas nao tem
natureza propriamenie fiscal.
A necessjdade de firmar o privilegio da
fazenda publica, quando em concurso du
preferencia, um dos poderoso* assump-
tos que todos os relatnos da fazenda, de
iloze ou de quartoze annos para c, tem
constantemente lembrado.
No relatorio do anno passado, e no do
aclual Sr. ministro da fazenda, lembra-se
tambem a conveniencia de se tomar a pro-
videncia que o n ibr^deputado reclama.
O artigo desse relatorio, que se inscreve
Directora geral de contencioso, con-
tera o seguinte tpico :
Contina a fazer-se sentir-se a neces-
sidade de urna providencia tendente a es-
tabelecer o firmar o privilegio da fazenda
nos casos em que concorre com outros
credores.
Urge por termo de urna vez insta-
bilidade da jurisprudencia e dos juramen-
tos dos tribunaes sobre esta importante
Internamente temos nmi divida consoli-
dada que absorve grande parte da receila
do orcamento ; temos o mercado moneta-
rio gravado com uina emisso de papel-l
moeda do governo e bai.caria. que subiu-l
do a enorme quantiaesi ai ruinando ocre-I
dito publico e as fortunas dos cidados.
(Apoiados.) No exterior contina um
guerra "desastroza que pouco a pouco vai
consumando as larcas viiaes deste paiz.
(Muito bem.)
O Sn. Candido Torres Filho :Apoiado.
O Sr. Kodrioo daSh.va:A receita est
oreada cm 80,000:000)51, dos quaes 40 /
serlo absorvidos pelas despezas que temos
de fazer com a divida exlerna consolidada,
com a divida interna lambem consolidada,
e com a divida fluctuanto.
Examidaodo-se, Sr. presidente, os da-
dos estalislicos de outros paizes, chega-
remos seguinte concluso: o Brasil est
no numero daquellas nac-oes que mais car-
regam com encargos pesados. Becorrerei
aos dados estatistico de Mauricio Blok, pu-
blicados em 4802.
Os Paizes-Baxos pagam por despezas de
sua divida 4i /, da receila do seu orcamen-
to, a Inglaterra 39 %, a Prussia 28 % '
Hussia 27 7o. a Auslria 26 "/, a Dinamar-
ca 25 7. a Blgica 20 7o a ilespauha L5
reclamada pelos inspectores de thesouraria. questo, cuja soluro foi tantas vezes soli-
E mister estudar as condices espe;iaes de
cada provincia par:*, resolver-so sobre a
preferencia.
O SR. Benjamim : Tanto .ist > neces-
sidade para Minas, que s em urna caixa
existen") 22,000 crditos por se cobrar.
" 0 Sr. Carimbo df. Mkn:;/.i.s
todos ell:s solv veis ?
de passar pira a classe das dividas inco-
braveis, ou de difiicl solucb *L Convira
alie o no^rc deputado nos llvesse mostra-
noque outras provincias do Imp!rio nao re-
clamara igual providencia, n) se adiara
em idnticas ou semelhantes circumstan-
cias.
O Su. Benjamim : Acredito que nao.
Isto que preciso demonstrar.
O Su. Cardoso de Menezes : Alm
disto lembra o nobre deputado a elevaglo
da categora da thesouraria de Minas. A
mesma resposta que dei primeira conside-
raco, dou a esta, porqu; senottlhante ele-
vaco traz augmento de despeza.
O Sn. Benjamim : Apenas de.......
ikvio.-y.xK).
O Sn. Cardoso de Mknzks : "Qualquer
augmen'.o do despezas que boje facamos
onarar os cofres pblicos, e isto de cerlo
noconvm, sem estudos previos, em vista
das criticas circuinstancias em que se aclia
o paiz.
preciso que outras provincias tenham
igual partilha na distribuirlo de favores.
O Sr. Benjamim : Nao peco favores ;
reclamo a satisfaco dessa iTcessidade. para
bem mesmo do thesouro publico, porque
com a ernaco destei seis empregados ha
de se arrendar muitissimo mais do que
que boje se arrecada.
O Sn. Pkisidente : Attenco o no-
bre diputado nao pode inlerrompor o ora-
dor.
O Sr. Cardoso de Menezes : Quere-
mos- dados seguros, e por mais contianca
que tenhamos nos clculos do nobre depu-
tado, convm resolver a questo pelos meios
regulares e depois de serios exaams que
citada nos anteriores relatnos. ,
Retanla tambim o interesse publico
a nterpretacao authentica da legislaco fis-
cal, que concede privilegio de foro s divi-
das certas e liquidas, em que credora a
fazenda publica, embora nao tenham natu-
--E s-rojreza propriamenie fiscal.
Nao eslaro no caso J A nstabilidade dos julgamentos, como o
diz o mesmo relatorio, torna urgente urna
providencia *qu-3 acab com este estado de
cousas. Essas dividas vo do' thesouro e
thesourarias para o juizo, com forca de
sentenca e execuco apparelhada.
Tanto os juizos de 4" instancia como os
tribunaes superiores tem, na generalidade
dos caso' e, a meu ver, com manifesta
violacao da legislaco fiscal, nogadu em taes
casos o privilegio do foro....
O Sn. Benjamn :V. Exc. nao reconlie-
ce a necessidad i da reforma neste sentido ?
O Sr. Cardoso de Menezes.:Reconhe-
C-n a necessidade da se firmar a intelligen-
cia da lei....
O Sn. Benjamn :Entlo como esl com-
balendo ?
O Sn. Cardoso de Menezes :Nao estou
combatendo; apenas estou observando a
inopportuuidade desla questo. Desde
que o relatorio da fazenda a indicara, o
nobro deputado devia ter apresentado um
projecto, e nao hmitar-se, como fez, re-
producir estas por outras palavra3, ideas que
como j foram lembradas pelo nobre mi-
nistro, recommendaias a attenco da c-
mara.
O Sr. Peudigo Mai.iieiro :Apoiado.
O Sr. Benjamn : Note que estamos
tratando da receita, c que na receita est a
cobranca da divida activa.
O Sr. Presidente:Att nco.
O Sit. Cuidoso de Menezes :Mas que
idea nova apresentou sobre este poni o
nobre deputado?
O Sr. Benjamn :Na opinio de V. Exc.
nenhuma porque sabe nvito bem destas
cousas, o eu nao.
O Sr. 1Y.:sihf.\ 11-,:A discusso com to
10'
nosliaj)ilitem ajulgarcom conhecimento de frequentes ialerruocoes nao pennittida.
causa.
O Sr. Benjamim : Fallo nesta queslo
com conhecimento do ficto, porque sou o
procurador fiscal da provincia.
' O Sr. Cardoso de Menezes : O me-
Ihoramento da arrecadaco depende dos
esforcos dos agentes, da actividade dos
thesoureiros e da remoco de obstculos
locaes, e de occasio, que por oilros meios
sepoder conseguir.
O Su. Benjamim : Conhece-se o mal
e nao se trata de o remediar!
OSr. C.vrdoso de Menezes : Eu nao
digo que nlo se trate de remediar o mal,
se mal existe. O nobre ministro da fazen-
da tanto reconheceu a necessidade de re-
gular o importante servico da cobranca da
divida activa, que.lembrou a creaco de
offioiaes privativos do juizo dos feitos em
certas provincias, mas nao fez ainda os es-
tudos suflicieotes para se convencer de que
deve dotar com esse melhoramento a pro-
vincia de Minas, alias j o teria realisado,
sendo dolado, como de talento esclare-
cido, de espirito recto e dedicaco pelo ser-
vico.
Aprsente o nobre deputado um projeclo
a este respeito, e entlo nos jugaremos se
convm ou nao a medida radicada por
aquella provincia.
O Sr. Benjamim : O nobre deputado
apresentou se logo combatendo a idea...
O S. Cardoso deMknjzes : Como o
nobre deputado acabava de fazer essas
coojidenacoe., tratando da receita. entend
que era necessario dar-lbe urna prompta
resposta, dando- cmara as razes porque
o oobre ministro oo poder, segundme
partee, alieoder desde logo representa-
fido nobre deputado. NSo feco opposi-
cio Idea, e nn digo qae ella nSo seja
acetta a preciso eetudar a conveniencia dasuaim-
mediata adopto.
O 8r.: Benjamn : Mas eu nio o cen-
do orcamento do eaeieieio de 1899 870, [jurel ? pelo conirario, procarel com as mf
O Sr. Cardoso de Mehzes :Indicon
ainda o nobreHeputado que, para boa exe-
cuco do art. 46 2o da lei de 29.de no-
vembro de 4841, seabrissem desde logo
as tliesourarias crditos sullicientcs para
pagamento dos agentes dos procuradores
liscaes nos termos e comarcas das provin-
cias. Esta medida cabe as attribuic5es
do ministerio da fazenda, e nlo depende
de medida legislativa. O Sr. ministro po-
der, se ojulgar conveniente ao servico,
attender a essa requisiclo..
O nobre deputado ha de reconhecwr que
tomando a palavra nlo tive^outro fim seno
esclarecer a materia, tanto "quanto me fosse
possivel. Se o nobre duputado quer pro-
pr alguma idea nova, ou accrescentar so-
br isto alguma cousa ao que est escrip-
lo no relatorio, formule o seu projecto e
lance-0 tela da discussio. Quanto ao que
j est dito no relatorio da fazenda, enten-
do, que preciso recommenda-lo ainda a
S. Exc. x .
Peco desculpa ao nobre deparado se em
alguma. cousa o offendi. Vejo-o lio moles-
tado' que receio ter deixado escapar algu-
ma proposico ou expresso que justifique
as queixas que suas palavras parecem ex-
primir.
OSR. ^RODRIGO DA SILVA:Sr. pre-
sidente, nao tenho de fazer um discurso
nem nutro a ousada pretenclo de iniciar
novas ideas neste debate. Sendo o as-
sumpto de que se trata altamente interes-
sante ao paiz, julgo que dever de seus
representantes manifestarem a sua opinio
nesta casa, pedindo esclarecimentos ao go-
verno sobre as duvidas que tiverem.
O estado'financeiro do-paiz, Sr. presi-
dente, na minha opinio, muito desani-
mador, coraquimto o honrado Sr. minisiro
da fazenda, pessda competente para fallar
nestas materias,'dissesse o contrario. To-
dava quando lanjamos as nossas vistas
para a sitaacto o espirito se confunde e o
eorcao esfc-emeci de receios. E' triste
e tew-M, mas, *wfdade. (Apoiados.)
Ora, Sr. presidente, calculando-se a nossa
divida exlerna consolidada em 43,097,300
libras, a interna consolidada em cento e no-
venta c um mil e tantos contos, e a fluc-
luante em G2,0O:0O0<31, dividas que obri-
gam a despezas annuaes, e sendo a sua
receita quando muito de 80,000:000^, se-
rlo necessaries 40 % sobre esta receita
para fazermos face aquellas despezas.
Assim lera o Brasil o segundo lugar na lis-
ta de M. Blok I
Nole-se. que o imperio nlo possue os re-
cursos daquellcs paizes enriquecidos pela
industria. A nossa principal fonle' de ri-
qu-za a agricultura, e essa nao prospera
tanto como dizem alguns nobres deputa-
los. A'receita que se aprsenla como in-
dicio de prosperidade devida antes ao
augmento dos impostos e a um safra ex-
traordinaria, do que a prosperidade do paiz.
(Apoiados.)
Alm de que, senhores. bem sabemos
que a nossa agricultura est atravessando
um periodo de incertezas. (Apoiados.) Fal-
ta-lhe o trabalho que fecunda a trra e
areflmn os perigos que a rdeim. E
quando urna industria acha-se emtaes cir-
cunstancias, se nlo definha, nlo prospera.
(Muitos apoiados,)
Eu ainda poderia apresontar outros da-
dos estatisticos para mostrar pie a nossr
stuaco financeira desanimadora. Pode-
ria, por exemplo, dividir a nossa divida
pela popularlo livre para vermos quanto
loca por cabeca.
O Brasil tomara um dos primeiros luga-
res entro os paizes mais endividadw.
Um.v Voz :E' mesmo.
O Su. RoDRir.o da Silva : Vejamos: di-
vidindo-so a divida da Inglaterra pela sua
| populacao, toca 070 francos por cabeca, na
Hespanha 2ii (re., na Franca 244 ffs., em
Portugal 181 frs., na Auslria 401. Con-
vertendo a nossa divida em francos, o seu
valor subir a 900,000.000.000, que, divi-
do! pela popularlo livre, tocar por cabe-
ra para mais de 170 frs. Eis o Brasil,/
ainda por este calculo, collocado cm um/
dos primeiros lugares desta lista.
A vista desle estado de cousas, senbo-i
res, que meios propoe a commisso de
orcamento para occorrer a lies encargosnu
presente, alliv.ando tambera o futuro dfl
grandes comprometimientos ?
A coraraiss i propoe tres meios : o prf
meiroj foi adoptado, approvando-se a a\
torisaco para a emisso de papel-m-oeda
o segundo o augmento de impostos S"hj
gneros de consumo importados- do estra-
geiro; o.terceiro, autorisaco ao govefio
para fazer as operaccs de crdito necea-
rias para acudir s urgencias do e-
souro.
Desde j, Sr. presidente, trei notarlima
incoherencia do nobre relator da conimpslo
de orcamento, que infelizmente nlo soacba
na casa. O seu promlimenlo era /807,
quando eslava era opposiro, be.m-diffe-
rente do seu procedimento de hoje j"4i-
leiras do governo,
O nobre relaWr da commisso.//quando
em 1867 o ministerio pedia esWcamara
meios para acudir s necesidadudo the-
souro, dizia que era necessario jao atten-
der somonte ao presente, mas laabem olhar
para o futuro, e que a improvidencia do
governo nos levando a urna arierra desas-
trosa sem preparar o paiz pa sustenta-la
com menores sacrificios, cumpla ao parla-
m nto cogitarnos meios de pr&enir maio-
res desgracas. u
O nobre deputado cmbatiapntlo o oreio
da emisso do papel-moedacojio altamente
prejudicial aos interesses do Istado. Pro-
poz um complexa de medida salvaderas,
entre as quaes figurava o auanento -dtf im-
postos. Note-se que S ExcJachava-so em
opposico, e nao duvidon, albem do seu
paiz, comprometter a poprlaridade que
sempre aspiram os parlamentares opposi-
cionistas. I
S. Evc, uvindo smeije a voz do seu
patriotismo, propdz naque occasio di-
versas medidas, certo de qu/o governo sem
ellas nao podia atravessar muelle periodo
sem comprometter seriamenfe os destinos
do paiz.
Os meios indicados por i. Exc. foram :
Io augmento de imposlos sq re os gneros
estrangeiro, o
na proposta;
ierro de D. Pe-
ou secularisa-
dos bens. das
naquella poca
ipostos nao-bs-
de consumo nportados d
que reproduzio esto ann<
2o. a venda da estrada de
dro II: 3o, a desaroortisa
Co em beneficio do Estad
ordens religiosas.
Ora, se S. Exc, entendi
que o augmento de taes
Uva para acudir s necesidades da sil naco
.financeira, nem quanto mis para preparar
urna nova ordem de cousas a bem do telu-
ro; se aconselhava outras medidas cerno
mais urgentes e indeclinaveis, cono boje,
offerece apenas ao goveftM) o recurso i dtos
irajMsSo* sobre feneros f^amh quan-
do as-.d^ficuldcdes sao actualiLente mtio-
res, quando o governo lula om mais. gra-
ves, emba ratos, tendo receida do seus ad-
versarios a guerra em o seu: periodo de
mais exigencias e< o thesouro publico em
estado de quasi banca-rota? ( Muito
apoiados.)
{Continuarse-ka).
ti r. do MiRto-tfri &is cfcrara i


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