Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11876


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Full Text

ANNO XLV. NUMERO 144.
PARA A CAPITAL LGMES MU VA* S PA6A POKTE.
fwtresniesa Por seis ditos idea...... ...........
Por uai auno idea. ...'.'.',............
Cada numere amlso ... ............
60000
2^060
244000
SEGUNDA FEIM 28 DE JUNHO DE 1869.

PARA DEITBO E TOA DA PBOVIKCIA.
Por Ires mezes adiantados...............
Por seis ditos idem.
Por noM ditos dem
Por vm auno.
#760
Propriedade de Manoel Hgdeira de Faria & Fhos,
O* Srs. Gerardo Antonia Aives & fHfeos no Para; GonfaJves Pinto,
P*reira d'Almeida, om Atamaaguape;i Antonio
em JV?zareth
i ASKIWE(*:
PARTE OFFICMl.
4Teraa da pr iacln.
enavAenuM ba. tice -pnE.sinK.scu du uu 23 di tusm
de 1869.
Abaiaa asaiftaados moradores no termo dflfra-
nito dasu pruviecia.reforme o 8r. ,Dr. chefe de
polica.
Aatenin-Feileaa-de Mullatnonne o Sr. nspec-
tor da tHesoet aria de fazenda.
Alexaedrina Chrisliaua de Olveira.defe-
rido.
Amaro Francisco 4a Veras.Vai ser posta em
praca a venda do predio a que supplcaote allu-
le ; concorra a ella.
Andr Niini'.- (lardoso.Dirija-se ao Sr. inspec-
tor da taosou paria de fuienda quem se expodio
orden gara marear novo prazo ao suopliraate.
Flureeaia.de AUiuquerque Cnwlcanto.Conce-
da-se 13 d*s=.
Padre FraneeWB Virissimo Baodeira.Sojam
entregues, |. toando o supplioaiite recibo
Padre Francisco Auuiio de Souza Araujo.
Informe o Sr. in-peclor da lliesoumi ia de fa-
zenda. ^
FeliwBiiia taria da Coneeicao.ladefordo
vista da iiiforniacao.
Fraaoi.sc .1 Sema Poutos.Indeferdo avista
daaiof.iraiaciV's.
l^-tenentc Egydj* Castro do Jess.Informe o !
Sr. espita o .11 porto.
Jesepln Hacia d *s Prazores.Informe com ur-
gencia o .Sr. l)r. chele de polica.
Dr. J.iao It kJrigow Chaves. -Informe o Sr.ins-
poctor da thosourara de fazenda.
Jnio Fmmqwcq Paes B arroto.Indeferdo.
i an d Sou.-! Kangel Filh *.Iuforme oSr. ins-
pector da inesniraria de falcada.
Lefiuti lr i-i!iense do llego Barro-. Conce-
la-c
WUaaaa & II -it. -Infarme oSr. inspector da tha-
sonrana de fajeada.
eptirti^o la pariicia.
f soeco.Secretaria da polica de Pernambuco,
5 de tanta de 18C9.
N. 'JI.Illm. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar a/ conheciuicnto de V. Exc. que, segundo
consta das partiripaeoes reeeuidas nesta repar-
oao.toiani recollndos casa de detenernos se-
guales individuos:
No lia 2-'. ,i ordem do subdelegado do Becife,
Jacmtlio.*:*;;avo de Pedro Alexandrino a Costa
l.eito, por fgido.
A' orden! do ila Boa-Vbla, Mara Cecilia do Al-
l*u tnor pie, po:'insultos e Jo^ Antonio da Silva,
pot brign.
No da II, Ordem do subdelegado <1 S. Jos,
Manuel Aflamo do .Naseimentn, Manuel Antonio de
Barros, Adolph > Jos Giiimaritrs e Manuel Galdi-
no (iiif-..los de Barros, por desonlem: Jos da Cos-
ta Das, |> ir insultos ; ilorminn Virginio do Arau-
jo e Joaquim di- Frailas Giiinares, por dislur-
esrravo do major Jos Juaquim do
Reg* Barcos, por ser encontrado depois da ho-
ras da n sem bilhcte de sen senhor
A' OCdein il i da Boaala, Antonio Francisco
Gmbm da Sil-a, l'rancisca Mana da Coacatcao
AMxo ti ilatM Amaro ilos Sanios, Cruilliermina
Mara u O i-eir.Vi eJodo Franeisco Machado Boa
Vcatura, por criine de furimenlos; Francisco de
Soma Parraz e Sabina Mara da Conceicao, por
olTensas a na >ral piihlica.
A' orden) do do Potjo e a minha disposic^ao, JTiao
8thtaatre da Stifa Leilo e Anionio Loureiro de I,e-
naoa, ooai indiciado en criine de roubo.
Dcus ;: ni" ;i V. Ese, lllm. c Exm. Si1, vice-
presiovn''- da |irovincia Dr. Manuel do Nascmen-
to Machado 1'orUilla. O chefe de polica interino
K de As.i- Qlwrira Wttel,
2.' ScceoSecretaria da polica de Pernam-
buco. Mdc iaahode W88.
N. .)2'illlm. o Exm. Sr.Levo ao conhec-
ir.eu'o Ja V. ii\c., rpie segundo constadas part-
eipaoiac r atdaa nesta repanieio, foram hontem
recobidi's a casa di detenco os seguntes indi-
viduo-
A* minlia ordem. Mara Joaquina da Conceicao,
presa em Bagranlo, por crime de furto.
ordem do sncMlefegsde de Santo Antonio, Gn-
Ihermino de Carvaluo l.'ssa, por crime de feri-
mentos leves.
A' ordem do da Hoa-\ isla, Josepha da Silva Go-
mes Ferreira, por disturbios.
Por oili -io datado de houtein, participou-me o
subdelegado do 2" dstrcto da Boa-Vista que, en-
tre as o e as (i horas da tarde do da 23 do cor-
rente, estando Julio Cesar Vera de Amorim, ins-
pector da ([uirleirao all, e chefe de urna numero-
sa familia oomposia de innlher esete (ilhbs mono-
re.-, preparar tira clavinate. ou que vulgarmente
se chamafundo de rranadeirapara os festejos
de S. Joa >, acontecoa disparar-se essa arma e Pi-
car o mesoto com a mi difeila despedacada pela
carga que nella empregan ^e.
Tendo romparaeMo aqoefla antoridade na casa
desse Idfetix, onde se deu o snistro, levando em
sua eompaoh a os Drs. Sarmeuto lilho e Villa-
Bas, mandou prooeder-ao rnnipelenle exame, em
vista do anal foi-llie amputada a mo offendida,
declarando os ditos doutore-, ja nao estar o pa-
ciento em pengo de vida.
O subdelegado do dstrcto da Pedra, do termo
do Buqite, me partieipou, em data de 12 dcsle
mez, que nesae mesmodia fui all effectuada a cap-
tura Je Manoel Lnil dos Santos, por se achar pelo
respectivo juiz municipal pronnneiado as penas
do arl. ^ do cdigo criminal, leando o crimino-
so recolbido cadeia a disposicao do aelegado de
polica do mciiiio termo.
Gomtiranic u-me o delegado de Pao d'Alho, em
ofBco de 2l do eorronte, que em t-rras do enge-
nho Gursahv. as II horas da manhaado da 17,
Pedro Marques da Silva, ferio gravemente eom
ura faci, a Miguel Antonio Ferrar, que estava
sendo tratad v mas se achava em perigo de vida ;
pie o subdelegado do 2 dstrcto, onde fot com-
mettido o crime, procedou corpo da delieto no
andido, e onseguio a captura do deliaquente,
me fieana reeolhido i respectiva eadeia.
Deu guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. vice-
presidente da provincia Dr. Manoel do Nascimen-
to Haenadn Portella.O chefe de polica interino,
P. de Ain Olireira Mneiel.
m
*

DIARIO DE PERNAMBUCO
,----------------------------------------__ .
htem, 28 de ramo d t8W.
NOTICIAS DA EUROPA.
l'.egou hontem pela manhaao vapor inglez La
Plata, da liaba de Smithampton, traefrdo datas :
de-Hambtti'go 5, Pari^ 7, Londres 8* Lisboa 13
do* crrante.
FviMfik.'Be)Hlta4n final im eleiis. Trimnpho
da qtpisifan radical em mmtotcirtmht. Det-
oriens continuadas e mantfittajies fifottao-
mitas em Pars, fiantes e Brdeos. R*i,m4aod
pirtomnl a 20 d correnie, naca vrifitar*
de-noikff' Commisssp*rarfimar eont
ttiupt; poiitua da Arga.
&*aifa*k,iTVpromugaiiaQ du nova enstHu( en
ui+u tri'nn. jtramtMtt-da,coejttUmifoo. Pro*\
fta & regencia; disousi. GtnereU Setra*
no r/pvilc. Uorle- tt panrraJ O. Jfrriyuv
Donntt. D. Isabel II. Carlistas. Ni,vo candi-
datt ao throno, duque de Gennvn. Caballero de
H des parte para Cuba. Dulce obrigad a
srmirde Cnba.
ItoGLATKniu./fc"W da separaco du igreja niandrzu.
Prmetra leiturir na camira alta; opposirdo
jjjfjjfc' encontr. Nodo ministro americano em
Italia k Hoy v. Indulto a 82 condemnados polti-
cos em Rima. Evactagao de Roma. Regeicao
das medidas finnneeiras do ministerio italiano.
Dissolneao da camira (boato). Inquerto par-
lamentar por conupro de alyuns deputados.
Ai.i.rmamia.Aterrara do parlamento aduanero.
Dtscurso real. Regeicao das medidas fiuancei-
ras pelo reichstag. Apprmaco da convtncao mi-
litar em Haden. Polmica cerrada entre a imt
prensa pmuinna, a austriata e a us tu na
Mnniftstacies nnti-prnisianas o Hanooer.
Ojhrnte. Melhoramentos em Constantinopia.
ConcesssSss da Turqua -Servia ; evacuario
das fortalezas servias, nnuguracio do canal
de Suez. Nentralisaro das suas aguas.
Amkricadonobtr.Qu'eslo Alabama. Base elei-
toral escolhida pelos republicanos. Expedicv^s
de jli tuieiivs para Cuba. Sainare bale os
Cacos insurrecionados no Haihj.
PonrcoAt.Vagim da rainia. Casamento de S.
M el-rei D. Fernando. Approcarao na genera-
lidade do emprestimo. Grande incendio em Gtu-
maraes. Diversas.
FRANCA.
Fzeram-se as elei;5es nos circuios em que
tnha havdo empate. Nos 59 circuios, em que
houve segundo escrutinio, foram eleilos 30 candi-
datos com apoio ou neutralidade do governo, e 2il
pertencentes varas cores polticas. Em Paris
foram pleitos os Srs Thiers, Favre, Ferry, Garnier
Pags ; em Naotes Gaudia, candidato offlcial;
em BouenDosseaox, demcrata; no HavreLee-
su re, radical; em LillaBodoin, constitucional;
em DieppeVauceln, constitucional.
O resultado final das eleicfies d 199 deputados
ministeriaes, e 89 da opposigao ; esla a avalia-
eto sem-offlcial; oulros dao opposicao 120 vo-
tos, tendo o governo so 168, ou 48 vo'.os de
maioria.
Publicou-se o decreto convocando as camiras
para o da 20 do corrente, para a verilicaca > de
poderes. Diz-se que nesta sesso ser lido o dis-
curso Ja coroa, que re-tabelecer a responsabli-
dade ministerial, sondo cada ministro responsavel
individualmente pelos seus actos, perante a cma-
ra electiva. Parece que o imperador tenciona
fazer outras concssoes liberaes. Dizia-se que o
governo imperial tenciona adiar para oulubro a
abertura do parlamento, com o fundamento de
que,tendo o paiz passado por grande exaltacao de
nimos, e continuando a agitacao, ser a sessa >
sobre inaneira agitada e tumultuara, e que apro-
veitando o prazo de seis mezes concedido pela
constituirn entre a eleicao e a convocacao da ca-
marif, se acalinariam muitas paixoes que boje ai-
llo no maior auge de Intensidade.
Effectivamente esta demora enflaquecer algum
tanto a actual intensidade do movitpenlo da op-
posico, pela forcea natural da distancia c do tempo,
e de-te nwdo se evitariam sessoes tempestuosas,
que ho de accarretar serios embaraeos ao go-
verno.
No da 7 houveram manife.-tacoos tumultuosas
am Par?, Nantes c em Burdeos.
A manifestacHi em Paris eomecou no pateo d
Jsrnal Rappel, donde se estendeu aos koulevards
de Montmartre e S. Miguel, havendo at s 2
horas da note gritos sediciosos, sendo maltratados
os agente < da polica, tendo-se feito perto de 200
nrisoe*. Na note de 8 repelram-se as mesmas
dasordens no boulevard de Montmartre, dando-se
vivas a Itocheforl, e canlando-se a raarselheza;
outras desordens foram contenidas por um bando
vindo de Bellevlle, quebrando vidraqas c lam-
peos. Outro bando atacou urna carmagem-cel-
iiil.i. que conduzia presos, mas foi disperso pela
polica, nao tendo conseguido soltar os presos.
Na note do 9 numerosa multidao percorreu os
boulevards, cantando a inarselheza fecharam-se
os cafs; a guarda de Pars a p e a cavallo oc-
cupou os boulevards e as cercanas. A's o horas
da manhaa do da 10 flzeram-se muitas prisiVs
no Temple. No da II rnntinuou a multidao nos
boulevards junto aos koskes destruidos. Os re-
dactores do Rappel, que havi .m sido presos, eva-
dram-sc.
No da 7 houve em;Nantes urna manifestacao,
diante da casa da prefetura, contra o candidado
elt-ito ; acalmou-so a agilacao sem ser necessario
recorrer forja. Renovou-sc no da seguinte a
agitajo; os operarios da cidade nao queriam
reconhecer a maioria dada a Gandn pelos
eMtorea das aldeias. As lejas dos espingar-
deiros foram saqueadas. As tropas inostraram
n'aquellc da muita moderacao, sendo poucos os
feridos De Tour foram enviados reforcos pelo
caminbo de ferro. A praca de Nantes foi oc-
cupada militarmente, tendo havdo nos das pos-
teriores cargas de cavallara sobre a multidao, re-
sultando grande numero de feridos.
Os tulmutos de Bordos parece nao terem sido
tao importantes, tendo porm de intervir a gen-
darmera.
Ha um partido milito poderoso, dirigido pela
imperatriz, que favoravel guerra, para dis-
trahir o povo do revez que o governo soffreu tas
ultimas eleeoes.
A familia 'imperial parti na nonte de dez para
Fontainebleau. O imperador presidio a 9 a um
conselho de ministros ; o ministro do interior For-
cade de la Boquette foi encarregado de enviar
circulares aos prefetos dos departamentos, re-
commendando-lhes a maior vigilancia quanto
imprensa independente da opposicao.. e que facam
julgar pelos tribunaes qualquer infraccao da
lei.
Begressou a Paris o marquez de Lavalette que
se achava na sua propriedade de Cavallerie, e to-
no* a direccao dos negocios do seu ministerio.
Diz-se que o marquez de Lavalette presidir
conferencia da commisso franco-belga, que deve
brevemente encelar os seus trabamos.
O ministro dos cultos havia dirigido, aBtes das
segundas eleeoes, urna circular aos areebispos e
bispos do imperio, assegurando-lhes que o governo
continuar:! a proteger o poder temporal, e qu nao
tem fundamento algum os boatos que cireulam
em sentido contrario. Os prelados francezes en-
viaran) aos curas urna circular, recommendando-
Ihes apoiassem os candidatos offlciaes.
O Jornal Oficial publica urna exposico di-
rigida ao imperador peoaeneral Niel, ministro da
guerra, (obro a situaran da Argelia ; em seguida
publica um decreto imperial noraeando urna eom
misao especial em-arregada do exame de todas as
queetoes fundamenfaes da consttuicao da Argelia.
O imperador reuni a commisso e exeitnu-as
a activar p nuis posslvel os seus trabalhos. Pare-
ce que a opinio do imperador e do ministro da
gaerra, qoa se dava raanter na Argelia urna or-
gansacao militar fortemonte conslituida
Falla-s muito nos crculos polticos em urna
proposta feita por BenextaUi ao governo Iraneez,
coa o fim da se veriOoar urna eniravteu do inv
Prador com o ra da Pmasia e o imperador
Austria ; daata ealrwisU podara resultar urna
importante raaitteaaio na panUoa tropea.
Est usada para o da 17 desotamfcro a par-
tlda da iatparatriz par Akxandra. aflbeanaado.
se a oetahracio > centenario de Napoleinrno da
do qtfankM** mwo qne a imparaartz-pU.
sa ir datMttattuto dc.Ajac*r. a Alexaadri*.
Dofatal; JosJusfitM)
Unta aas lha como no continenli-. Elogiou a Dulce,
e eapiiniio a confiaiica de que o general Caballe-
ro da lio.les dissiuar todas as dlliculdadus, e que
Cub continuar a pertencer Hespanha, com o
auxilio do p triotismo de todos. Cabilleo parti
flo dp) K para Cuha, dovondi brevamentt' partir
?j de o.OOO liomans. O general Empinar
partieipou do H nana que |havia tranquilidad^,
que se havia aprosentado urna oommka) de
chufes e oflic.iaes offereoendo, em nome d-s volun-
tarios, nianler a ordem.
OMbkTsnnA
A approvaciio do bil sobro a igreja d Irlanda,
pela cmara dos nomiiHins, por 387 votos contra
247, prodozio getalmente grand.; sensaco
lodosos crculos.
O partido tory trabalha ai-tivnmonla por tornar
a cmara dos lrds hostil ao MI; multiplica os
comicios o (inunda 4e proclamacoes o reino-unido.
Qual ser o resultad desta caiiipanha A opi-
nio publica j se man festn sobre a reforma, e
os lords tem bastante tacto poltico para a nao
eontrariarem. En nina numerosa reUilUa de
mombros conservadores da cmara alta, sai casa
do duque de Marlboroigh. entre os quies "w
achava lonl Derby, reslveu-se. rejeitar o bilt.
A primen-a leitura d* bil na cmara dos lords
leve lugar no da 2, devendo proceder-so & se-
gnndi leitura no da ti do corrente.
Lfir.l Clarendon fez a historia das negoci.-if.oes
relativas ao Alabama; nanifestoii uesperine de
que, quando estasnegocjn/ies se torneni a acetar,
ser) amigave<; dolaron q-.ie a Inalale*ra de-
sejaa pandas Ksiados-L'iidos. mas nao retroce-
der danto de nenhum amMote para mantel- a
sua honra n cional.
Ch.igou a landres o n*M mintitro dos Esta-
dos-luidos em Inglaterra, o Sr. Lolhmp Motley.
O goyernador da cidade merecen ao diplmala
americano condusi-lo sus casi n'um coche de
gala, o que nao foi aeccito. Algn jnruaes veem
nesta r.cu*a um man sym]toma para as neg
ciafoes entre a Inglaterra e os Estados-Uni los na
questo do Alabanm, mas etles receos parecem
infundados, em vista*do disur-nqiK o mesmo mi-
nistro pronunconem l.iv.>r|iiol e:n respostn s fe-
licitacoesda cmara do coniieicio desta idade ;
ogresso na cvi-
paz entre todai
as naco -s, e pri Mi patnente entre a Inglaterra e a
America; e que faria os im'uwes esforcos para
Raanter entre estes paize- relaettos n maior
amizade.
HKitAi.UA.
A promulgacao do cdigo fundamental he^pa-
uhol, foi bita com toda com toda a solemoidade
no da 6 do corrente O sitio preparado para aquel-
la solemnidad! aprsenla va um guipe de vista
magnilco. A extunsa plataforma, que oaeupa
toda a fachada do paUaiu dos ciirtos, lerii uns
doz metros de largura, oceupaado toda a extensa o
da fachada. A plataforma eslava eoberta com
toldos arlisticamenle enllocados, apreseolatido as
core* nacionaes. No centro da plataforma estava
cidlocada a mesa da presidencia, que acezpara o
Sr. Hjvera e os secretario^, a esquarda a om-
missii consltuciimal ; e direjta o poder exe-
cutivo, por dotraz tomavam assento todos os depu-
ladis, excepcao dos republicanos e indiccin-i-
listas. Em seguida ao banco dos ministros, toma-
va asseuto o corpo di|>ltmatico. Em seguida o
conselho de estado, o supremo tribuna; ; a deput
caoprovncaioceupava o lugar segitiue, presi-
dida pelos Sr. Marios ; e por Hu a uuiuieipalida-
de de Madrid. Alraz desta tonga lila de bancos,
aecopavam lugares ndisactamente todas as cxn-
missoos das alia* corporaroes do estado; muitas
das cominissoes provnciaes trajavam seguado o
seu paz, o que faz i a um eflwto maravilhoso.
Procedcu-se leiuira da constituir,*, sendo a
prmera parle lida pelo secretario o Sr. Slano e
Pc-rsy, e a segunda- parto pelo secretario o Sr.
Carralat.
Salvas de artilharia e numerosos vivas da mul-
tidao saud iran a leitura da consttuicao.
Concluida a ceremonia, euiraram os" deputados
na s ila das sessoes, o os ministros prestaram o
juramento constituigo as mos do presidente.
Encerrada a sesgan, pastarara as tropas em con-
tinencia em frente d palacio das cmaras.
A iuaugurac i do panlheon nacional foi adia-
da para o da 13.
A constitiiicaj foi simultneamente promulgada
em toda a Hespaaha, reinando o maior soiwgo.
Os republicanos convoncionaram o seguinte :
1* Volar contra a oonsiituic >, mas assiua-la
depois de declarar que esla "assignatura nao sig-
mlica uiai- quo o tesieiiiunlio de terem assislklo
os seus uieaihros como deputados sua forma-
Qao ; 2" coinbalcr o juramento da eonsliliiico,
e aconselliar ipie o regeite todo aquelle queii o e no seu discurso que o itr.
quizerem impor, sem que se entenda par isto que |Mcadependa da consenToio d.
os republicanos nao devem aceitar os cargas de
Origen popular ; 3 Nao ctucoircr s festas cun
que se solemnisar a promulgacio da oanalitnhji.
Na segunda-feira (7) foi aprseutada a empasta
da regencia. As ciktts adiuittiran a proosta. O
Sr. Olozoga decarou que nesta opperMotdade
era imposaivel a eleco de um monarclia.
A proposta foi enviada coinmisso competun-
le, para dar o seu parecer.
H >uve urna reuna > da maioria dos deputados.
em que se adoptou. por unanimidad*, a regencia
de Serrano, com poderos Ilimitados.
No da 11 eoniecou a dscus-o, sendo regei la-
das as emendas de Soler e Abarrla.
11,/-.-.' que, depois da regencia volada, o geueral
l'rim presidir ao novo gabinete maque licar To-
prte no ministerio da marinlia, banasta no do in-
terior, e Zorrilla as obras publicas os oulros
sero substituidos; diz-se que Ardancoz subslilu-
r Fguerula uas liiiaiiqas, e que Ulloa Picar com
a pasta dos eslrangeros.
A Gaseta publica um decrete finando o da 13
para o juramento da constituica i pelo exercito, e
os das 13 c 20 para o juramento pela magistra-
tura.
Um decreto divide a navegacao em tres elasses
para a cobraoc.i dos dretos de tonelageni, esla-
belecido por decreto de 22 de novembro de 1868.
A Ia classe pagar 3 reales por iniciada, e 2 rea-
les por viajante ; a 2.* o reales |>or touelada, c 3
por viajante ; e a 3." 10 reales por tonelada, o o
por viajante.
As corles tomaram em cousideracao urna pro-
posta, reduzindo no orcamento dalespeza dons
nilhues d reales, apezar da declaradlo de Figue-j'.'|0 rt, (
rola, de mo ugpoNiyel a reducca., porque a rainirtro da fazenda <
despeza uidispeiisavel sobe a 1,860 nullioes.
0 ministro do fomento, respmidendo urna n-
terpellacao, dsse quo (|ueria o prolssorado com-
plelanie'nle livre. Os professores nao sero per-
seguidos por suas opines politica.
Sagasta, respondendo a urna interpollacao, de-
clarou que as mihcas populares de Huesca foram
desarmada-, por causa de desobediencia aos seus
chefes. Nao se temem deoordens.
Foi tomado em cousideracao o projeclo do esla-
belecimento de tuna luba frrea de Alicante
Murcia.
Nb dia 2 foi atacado de urna congestiio cere-
bral, na salla das sessoes da cantara, o tenente
general D. Enrique O' Donnell e Joris ; era de-
putado por Castelln e membro do conselho de
estado ; expirou s 9 horas da noute, na local da
presidencia do conselho, onde lhe foi armada urna
cama. All se vestio o caoaver com seus unifor-
mes militares, sendo trasladado para a sua habi-
ta cao.
Osfuneraes do
orados com grande
cuiivo, deputados,
sendo-lhe prestadas as honras militares do esty
A imprensa unnime as homenagens s virtu-
des do finado.
O ministro Figuerola declarou as cortes que
D. Isabel dove ao thesouro 36 '/3 milhes de rea-
les. Zorrilla declarou que 74o quadros de gran-
da valor desapperuceram dos uiuseus, durante a
ultima adininistracao. As cortes nomoaram urna
commisso encarregada de indagar todos os actos
dos amigos ministros bom das linancas e das
propriedades do estado. A declaraco do minis-
tro do fomento causou gra.nl. sensacao.
A direccao do patrimonio descubri em eertos
movis de sogredo. cartas muito picantes, escrip-
ias por sror Patrocinio e ouira joven religiosa
do convento de Montmorency, ao re D. Francisco
de Assis; estas cartas foram enviadas ao poder
exuculivo.
Dizem que o ultimo crdito de seis mimoes, vo-
tado para a mannlia, j est exhausto, equo o
rei quer apreciar por si metmo o emprego da-
qiieBa quantia, amc< de submeer ao conselho fe-
deral nm projeclo de emprestimo, cujo producto ser
igualmerfte eonsummido em trabalbas uiariljmos.
Augmenta todos os das a hostilidade dos hano-
verianes contra a Prnssia. Logo que se soube que
u re ia visitar o paiz, afflxaram-se pasquins as
principtes cidade?, em que se lia o seguinte :
Charos coneidadaos, o rei da Prusia vai adiar-
le entre nos. Mustnrnos-lhe pela nossa attitude
que, se conqoistoH forca o noeso p?z, nao con-
i quisto os nossos corceas. E esle cartaz foi
i atlixadt na mesma note nos mnros do llanover,
Hidelsheia, Lunetnirgo, Osnabrock, Stead, e em
uiuitos nutres pontos. Foram enviados dose exem-
plares ao Sr. de Bismarfc.
A populacao tao unnime nos senlimento?,
que nao poderam ser descobertos os autores.
Os antonomislas do Hanover trntam de fundar
varios comits, que promovam una resistencia
passiva naquelle auligo reino, para que os pnvos
se neguem ao pagamento das enntribuiedes.
Estao ee prepirando todos os elementos
pwa negociar um tratado de commereio entre a
Austria e o Egjito.
OR1KNTE.
Vo-sa inaugurar grandes reformas na Tur-
qua. O governo ottomano noraeou urna commisso
encarregada do levantar o plano topographico da-
quella capital; quando estiver terminado este tra-
balho, a commisso enviar Franca o seu presi-
dente Maliiiiond-pacli. general de engenhnra, a
outro membro, para estudarem detidamente os
trabalhos da cidado de Paris. A commisso, de-
pois deste estudo, propor ao foverno um plano
para o mrllioraniento do Constantnopla, com a in-
dicaco do numero de annos necessario para a
-1' '<
completo execucao deste plano.
0 sulto concedeu Servia a retirada das tro-
pas turcas dos ultimas fortes, que anda oceupa-
vam neste principado. Diz-se que as duas forla-
lezas de Soka c Zivorni, k sero inmediatamente
evacuadas.
- As eleicoes que acabam de ter lugar na
pagarao urna aulla de 3 0/0 do seu valor aera-a*
fazenda ; os que o forem des 60 aos 90 (fias da
mesma publicacio, urna multo de 40 fOy* b*;
Im de um anno toda a propriedade que nio cons-
lar da matriz pagar um malta de 60 UjO; [>odeu-
''"^ScV.^todt'a o caoj o fa-rentn faior vmuei as
irapfMiadts s neginfas. eio> hasta publica, ou por
icitacao-em propustas escrqjaw,- para, da impor-
tancia da vunda.ser deduzda a parte que Oca per-
teucendo azenda.
< Ait. 3" Ficaui du ncnbtiii effeito todas a-
irausaccoes ou contratos, de qualquer natureza,
qu versarem sobre bens que naw-cjinstem da ma-
triz predial, urna vez que taes bens nao sejain de-
nunciados dentro do praso de 30'das da publica
cao desta le; e prohibido aos tabelliaes e auto
ridades judciaes, em qualquer instancia, iutrvir
em actos que a esses bens se reliram, sendo obri-
gados, tanto os ditos tabelliaes, coma as autorida-
des mencionadas, a exigir previamente em'todos
os casos a cerdao do registro predial.
Ar. 4" Ficam revogadas todas as leis e dispo-
siQes em contrario.
Houve em Gumares um terrivel incendio,
que assini deseripto pelos joruaes locaes :
> 0 lgubre espectculo do incendio o mais
pavoroso e infelizmente o mais desastroso de que
ia memoria, tove lugar esla manhaa na praca do
Totiral. As torres deram signal de incendio perto
das duas horas da noile, e as cinco horas da ma-
ntilla estivam rednzidas dnzas cinco moradas
decasas,fl}ai|de trioto pe-soas contusas, vinte e
tantas gravemente (feridas, duas das quaes expira- ,
ram pouco tempo depois. O e'i.-mento destruidor
tinlia-se manifestado n'uma fabrica de refinaco.
em urna caa da fachada occidental da praca d
Toural : e ais toques- de soceorro aecudo lego a
costuinada e lieroica coragcui que o timbre des--
le povo neslas conjunctura-. Quando o incendio
se julgava cortado e yuncido, quando alguns intr-
pidos artistas lut ivain contra as ultimas rhammas
perante a admiraran de todos, surge a ultima das
desgranas, que anda nos ttin confrangido e enlu-
tado o coracao: um.barrica de plvora e grande
porcao do petrleo' produzeni urna tremenda ex
1TM.IA I U*MV.
Por oc.ano <\m f*HaS le S. KiJM tenciona
S. Santidade indultar (! eandemnad m u uticos.
ha pouco conde.uados a gal*s p >| i tribunal di
sacra co sulti, pir dehet i da conspirado.
A Nora Imprenta lAire de Vienna diz,' a respeito
do passo dad"* peh goveni) bvaro,para urna me-
dida commum por occasio do concilio ecumnico,
que se esperaro as reiolnce- qao timar o
concilio. ajuedo-eetomar una resolucii neste
sentido. ^g*-^-. -
O Jornal fpcJal do guTeno franciz declara
inteiramente falsa a noticia publicada pol i Monitor,
sol, e urna convenci entre a Franca e a Italia
para a evacuaran di.'eiritorio pontdie*. Entro
tanta o general" Fle.ny me om 1S(7 fora encarre-
gado da evocuaco de Honra, foi nomeado ministro
de Fran?a em" Flore:! i.
O parlamento italiano regeitou a conveaeio
entro ogoverno eos bancos. KxpKca auto foiba
seini-ollkial este laclo pela seguinte inaneira: a
cmara nao eslava em numero sulllcente para
una volelo delintiva. A ni irte de um lilho de
Cambra) -Dgnv. cujas exequias s>i devam effectuar
naquelle lia, flzorndesertar desbancos da cmara
grandenamerode depajado, deirando assim o
campo lirre opposlco.
Em visia das difncnldades anresentadas pelo
prtamente aoi projeetos Hoaneeiros do governo,
asscgnra-?e que o general Menalirea aeor.sellira
.i cmara ; entretanto o
ciaron que o rumores re-
lativos a urna prorogacao do parlamento, carecem
de lundinent *. 0 peridico a OpiniCi i des-
mente o boato de que o ministro das linanras
projecla a conversan da divina de B por cento em
3 por cento ; porm, apezar deste desmentido,
nos circulo' linanceiros crc-se que o dito prn-
[^eclo ser implantada dbnlro em piuco.
O deputado o Sr. Ferrari propoz a nonieacao de
nma commisso d nqnerito parlamentar paraco-
checer das aecusa^os do corrii.iliilidadi' do al-
guns membros das cmaras, sobre o assnmBfo dos
tabacos.
Depois de urna larga e forte discusso de expli-
eaooes dos Sis. Cvnni c Crisp, o de declaracoes
de varios oulros oradores, a cmara dos deputa-
dos approvot, por 127 votos contra 9, u na pro
posta do Sr. ongli para a suspensao da averi-
guarao parlamentar, at que aojara aprese iludas
cmara as aceusacoes em forma. Tenrlo o Sr.
Gombr dado as pravas da corruptibilidad de um
O Jornal Po* annuncin que a rainha D. Isa-
bel era esperada em Braga nos Uns do crreme,
com a sua comitiva, e que oeeupar a casa de
campo de Kiiiski. A rainha D. Isabel assistio
com a sua familia a um banquete, que Hits foi
offereeido pel prineipe de Metteoridc.
Diz-se qu o general Pozuela a-Ivirtira os par-
tidarios da rainha. que estn reunidos nos arre-
dores de Bayona, que nao receberam os seus pre-
parativos para entraran em campanha, drzendo-
Ihes que a occasio do movintento anda nao em
chanada, e que em tempo nppertuno reoberiam
ordens para obrar.
O carlistas, pOrem, mosiram-sedispoito* a pre-
cipitar arealisacae dos seus planos, e alancar-as
em Campo quanio antes.
Diz a Independencia Belfa que Serrano, Prim je
Topete estao de aoeordo em propr s enea para
soberano do Hespaaha o principe Thomaz, duque
de Genova, sobrlnho'de Virtor Emmanuel; e am-
rluida entre a Italia e a Austria, para a cxtradco
de criminosos.
Fizeram-se muitas prisoes sendo alfnns dos
presos lnos de senadores, por torera pnblieodo
eseriptos subversivas.
"""""
Effectuou-se no dia 3do corrente a abertura do
parlaoianlo aduaaeiro, tstando presentes2il inem-
bros. 0 rei Guilhernie,no seu discurso, felicita-se
pelos resultados obtidos e pela extensao do Zollwe-
ren ; proniette urna revsao radical da b'gislago i
das alfndegas; e expoe a necessdade de preon-
cher por meio de um augmento de r'eceiu. em ou-
lros captulos as fallas, que resultam da diininui-
Qo de taxas, concedidas ao commereio e ao con-
sumlo.
0 reichstag oppoe-se ao estabelecment da
maior parte das contribuices projecladas pelo
ministro da fazenda, espeviabnente sobre a agur-
dente, cerveia, assucar, gaz e ontros artigos. Ap-
provou, porem, a contribuiQo sobre as letras de
cambio, regeitando o imposto sobre os negocios da
bolsa.
diplomtico grego.
Kscrevem de Corf, que as ilhas Jonas perde-
raiii lanto com sua annexacao Grecia, e que
(amando o sen descontentamente, que o rei para
| o nentralisar, decidi habitar alternativamente
em Alhenas e em Corf. Esta deciso fui rerebl-
d favoravelinente, ea preserira,da corte j atlra-
hio miiilos eslrangeros a Corfu, e espera-se que
a cidade recuperar a sua antiga pros|ieridade.
A inaaauraco do eanal d Suez deve fazer-
se em 16 ue oulubro prximo, estacao favoravel
no Egypto, sob o ponto de vista do clima. Ha
dous pmjectos- para a inauguraran. O primeiro
consiste em reunir nesta sulemnidade os sobera
nos das potencias banuadas pelo Mediterrneo,
a imperatriz dos Francezes, o sultn, o imperador
d'Austria, o rei dos Gregos. O outro consisto em
fazer presidir esta festa da civilisarao o vice-re
do Egypto, com a assistencia de elevados perso-
nagens enviados pelos diversos soberanos para os
representaren, taes como o gro-vizir por parte
do sulto, o conde de Beust pela Austria, o gene-
ral Menabrea pela Italia, e assim outras po-
tencias.
Parece que o principa de Galles representar a
rajaba Victoria nesta solemoidade, c lord Claren-
don representar o governo inglez.
O vce-rei do Egypto foi recebido pelo impera-
dor d'Austria, que o tralou com toda a co'diali-
dado. Vai ser recebido em Fontainebl-au pelo im-
perador Napoleo. Parece quo o motivo da va-
gein do vce-rei conseguir um aecrdo entre as
potencias, para a nculrali-aco permanente do ca-
nal. 0 governo austraco 'rcsolveu, segundo se
ajBrjna, apoiar este projeclo.
Annunciam de Pekn, que tendo o conde de
Hochochouart.cnibaixadorde Grane,*, idodeencon-
tro ao palanquui onde a o rmo do principe
Kong, este dra urna bofetada nc Sr. de Boche
chouarl. Negadas as sasfacoes pedidas, foi ar-
ralo o pavilhao Iraneez. Os ministros cstrangei-
ros tomaram o assuraplo por conta propria, e de-
ram tres das ao governo chim para apresentar
as suas sasfac5es.
Noticias d'entra orgem dizem que, leudo do o
cavallo do Sr. da Bochechouart de encontr ao
palanquim, um picador do principe dra urna
pancada, mas que so ignora se ia dirigida ao Sr.
de Bocliecliouart ou urna das pessoas da sua
comitiva.
AMERICA DO NORTE.
O presidente dos Estados-Unidos, general Grant,
dosapprovou o discurso de Summeer, sobre a ques-
to do Alaljam'1.
as eleicoes geraes, o partido republicano ten-
ciona fazer quesuio principal do assuinpto do Al-
bame. As cieicoes devem vercar-se no fin do
o u tono.
O Nen;-York Times reprova o procedmeulo dos
republicanos, e diz que a paz muito preciosa para
ser posta em perigo, por causa de una luto elei-
loral; e que seria inelhor resolver esla quesio por
urna arbitragem.
Cmaicarta de Washington do 1" do corrente,
annuncia que tres carregamentos de munigocs de
guerra, procedentes de portes americanos, desein-
barcarain em Cuba, e que o quarto est cami-
uho ; os peridicos de Havana, porm, annunciam
que mimares de insurreccionados se submrtiem
ao goveioo.
Os ioroaes de New-York asseguram que 500
Qbusteiro* americanos, sob as ordeos do Jour
dan, anligo general do exercito confederado, bate-
ram os hespanhes e reforcaram os insurreccio-
nados.
Dizem do Halty que Salnaya bateu os Cacos
insurreccionados, junto de Mirajoane, mas que
estova resolvdo a renunciar a presidencia da re-
pblica.
Portugal.
S. M. a rainha devia partir para a alia di-
reelaenie no da 14 do corrente, indo na eurve-
ta BirtbolomeuDas para Leorne, alim de ver se
Em consequeqcia da regeicao dos projectos de j eousegue o restabelecimenio de sua sade.
lei finaneciros pelo reichstag, os goveros fcdenaes
renunciaram a a presentar-lhe os projectos anlo-
gos, actualmente submetlidos ao conselhr> federal.
A sesso di) reichstag feeliar-se-ba por alguns
das. O sicbslag approvou a convenci tnili-
lar com Badn. Dizem de Vcnna, que causn
grande descosto na imprensa c circuios pditicoa a
lapprova^o do convenio militar com o grio duea-
eado de Badn, pois se considera como urna vio-
laclo do tratado de Praga.
Recrudescc o antagonismo entee- os peridicos
austracos e os alleines. A Impseiua,. N: Vienna,
1 fulla speramente dos pr ojelos ambiciosos.de Bs-
mark, que tendera a rasgar,pajra sempre o trata*-
Soscoiiclnldos desdo o congresso dotienna. Am-
bas as partes se devam loiubrar de que a moda-
racao, em vez de enfraquuer urna causa, lhe da
tofea.
principe acha-se actaalmente em um eollegio em
Inglaterra,
-iopeter Interpellado sobre os negocios de
Coba, |ba dnQsfJategranwnas era que se djtelara.1
Dnbe entregooo eorameoeo ao'geperiln
e*g*neiadosveiuntario. Toaoie aecmee
ecN^aM*pleiK saspeflBer aS c^
no dMrqtoaft -Harana j co.
i 'djeirartaa erigWtdlfa *I_BC \tn-
Ya tomando cada ve* nuis violencia i polmi-
ca entre os peridicos r.usy>s e os prtssianos ;
aquelles ndignam-se por estes fallarein em pev
~ nisnr as provincias siibmeUldas Bussia, e
im era rosto ap governo prussiano a sua atir
^.jceservada dnrajite o conflicto greco-tueo.
Foi npvajBflnte adiada, a' vlattm uij^m da
fttnsia ai |K W el (taitar-^bav>. Vfit
PP!,> aifi^ticionry; ^*jiw4r. pcajsyu,.
S. M. el-rei D. Fernando passou segunda*
nupcias com a eondessa de Edla, madnmoiselle
Elisa Kensler ; tendo lugar a ceremonia na ca-
paila particular do S. A, real a Sra. a/anta LV Isa-
bel Mara, na igreja de S. Domingos em Bemlka,
sem nenbuBi apparato. Os notvos, logo depois do
acto, foram para o easlello da Peana, em Cintra,
oide devem passar a la de rael
Jhse achava votado na generalidade o con-
trato pa;a o cmpreslimo de 18,000 eontos u'e ris,
com a casa Goaschen, de Londres, depois de per-
flado debate em que- fbroaram parte os ex-
ministros da fazenda Das Fecreira, Lobo d'Avila
e Foaies dMelIa,coitra oaclu\ conde de Samo-
daes.
Na camaTn dos deputados foi apresentodo
pelo Srs. Mello e Far, Pinto Bessa e Thomaz Lo-
bo, o seguinte projeclo:
* Artigo 1* Os prviprietarios da beas nao des-
cQipips na matriz erediat, que os denunciaren)
autoridad*. Qscal do lugar em que existirem os
meemos bens, dentro do arase de 30 das, conta-
dos da puhljoaKlp desta le, fkam relevados do
pagamento dos impostos que teriam, de pagar at
ao nm d I8S8 sobre, a propriedades referidas.
ArL JrvOa. bens- que foiam, deguneadas no
intertatto. d& a* m W dMO. publijacii), d ^,
srguio e de qi:
da espectadora. Absscmo-nus igualmente de des-
oreve porinenores, (blando su ipie tanto a canda-
do como a abnegarlo foram exercdas no seu mais
alto grao para salvamento, coiisolacao e lenitivo
das victimas. No momento do perigo, aos grites
dos feridos e dos moribundos, nmitos se esqueec
rain do proco da vida para salvaran a seus ir-
maos ; ninguem, seja dito rom verdade, faltou no
seu posto du honra
Teve principio no armazcm do campo do.Tou-
ral doSr. Joao de Villa Pouca, negociante desta
cidade, d'onde se communicoii s casas dos Srs.
Joo Vaz Vieira aples, Francisco Lima (por ap-
pi'llido o Arregananhiii e Jos l.uiz, que compor-
laram consideraveis estragos, tendo soffrido tam-
ben um pouco a casa do Sr. Ca.npos, negociante
de ferragem nesta piara. 0 incendio fui originado
pelo descuido do refinador e caixero do mesmn
Sr. Villa Pouca, pois quo, tendo no armazein refi-
nado urna porcao de assaear depois de terem ex-
tinguido o lome, qae havia servido para tal pro-
ci-sso, fecharam as portas sem toroin-o ndUpensa-
vel cudano de rever se licava inti-iramente ex-
tincto, por cuja imprevdencia o fogo que se havia
apegado a algumas ripas, pelo andar da note, .ti-
man maior incremento e propagou-se |wr varias
materias combusliveis. como, agurdente, azeitc.
(lolvora e petrleo. Logo q ne se nianfcsiou <>
fogo as torres deram breve signal de Incendie, e
muita gente se apre.tou para extingu-lo, o qui-
s com muito custo se pftde al'iucar, passadas al-
gumas lloras, e nao sem lamenlaves consequen-
cias.
Nosso correspondente de Lisbaa cacrave-nos
o seguinte :
i Foi condemnado a degredo por toda a vida,
na costa oriental ila frica, o bom condecido Joao
Vctor da Silva Bvando, de Mi loes, rgulo de Can-
doza e terror da Beira. O procesan que se lhe ino-
veu fui pelo criine de maullante no assassiuato do
padre Portugal, procurador do viicnnde de Aluiei-
dinha. Ojury foi, segundo a nova le, composlo
de pessoas das tres comarcas mais prximas, o
que se dispoz paia os bases mais graves, para a--
segnrar a independencia do jiilgamento. As au-
diencias foram na Taboa, concorrendo extraordi-
nario numero de pessoas de Indas as calhegorias,
tanto de Coinibra, como do Porlo e mesmo de Lis-
boa, sem fallar as d.iscircumvisinliaucas da villa.
Stenographos tomaram os discursos, interrogato-
rios etc., que as folhas de Lisboa publicaram.
Joao Brando foi cuidadosamente escoltado
das cadeias da reaeja do Porto para a Taboa, e
j d'all regressou acompanhado por igual forra
militar. O jun era qnasi todo coraposto de ha-
chareis formados. Os jurados cram de Coimbra,
Santa Comberdo e Taboa. O Jtrif era o Sr. Ma-
noel Celestino Emygdio, ornamento da nossa ma-
gistratura ; o advogadn do reo Brandan foi o Dr.
Trony, lente da universidade. O presidente do
jury.'o Sr. Jardim, lente do mesmo estabeiecmenti*.
Vao puWcar-se em separado o julganiento e
interroganjrios do celebre criminoso, cuja con-
demnarao liberta a Beira do sen maior escndalo,
e aquelles arredores do inah temivul do seus ver-
dugos. Nao se conflm a a noticia de ter fallecido
a mulher de Joao Brando, que de primeiro se
dsse ter suecumbido condemnacao do marido.
Esta na cidade do Porto lady Franklin, vuva
do celebre navegador Franklin. que foi victima da
sua arrojada exploracao ao polo norte. Estove
eni Lisboa tambera essa de-ditosa dama, cuja for-
tuna tem sido consumida aas pesquizas a que dc-
bakle se tem entregado para descobrir, ao menos
vestigios do liu desgracado que tove seu esposp.
Urna noticia summameute agradavel a todos
os admiradores c mesmo amigos, que ahi touibem
os conta numerosos o nosso insigne escrptor An-
tonio Feliciano de Castillio, achar-se livre de
perigo, depois de tao doloroso padecimento, que
de-d- vinte de maio o tem de *ama, sem contar
com o que padecer, pouco antes, com o anthraz
de que fra accommettido.
Oxal que a convallescco(aseja prospeaa, e que
anda aqueMa grande ntelugencia possa dar ht-
teratura muito do que podo djr-lhe I
. t Tem proseguido as conferencias pedaggicas
nolyceu, nacional de Lisboa. As dos das 16 e
30 de mato foram foitos pelo comraissano dos es
ludes d dstrcto, o Sr. M. Chira. Assumpto
casas di escola e mobiiia escolar. Patentes esfcw
vam diversos alcedos e plantas do edificios esco-
lares de Franca, Blgica, Sussa e Allcniaulu, que.
esse funecionario visilou, aJm de alguns njodetos*
de mobiiia e alfaias d escolas primarias
> Diversos dados estatisticns complelararai a-
observaefies e exposicao do IUstr;>dp professor.
A terceira conferencia da nova serie, a 6 di
corrente, foi feita p r Lujz FiappeLeite, director da.
escela normal de LNboa O ponto era(i tw foi.
o ffaec, e que-odeve ser a escola nrtatorlhf O j*"
foi, o que a que deve-ser A pivftttct primario f
O eonferente falln perto de loas oras, e con-
etnindo, sem ter. pxldo terminar o qae diz res-
peito -historia da pedagoga em Portugal, annuio
em proseguir no domingo 20.
O auditorio era assaj numerosa Muitus pro-
fessores, directores do oollegios, BormaJjeta o
outras pessoas estranhas ao magisterio estavam
prnaantes.
Depeis de mostrar qoaq vasto, era o ajiaronia


i mtimn


p~
2 m\ a

Diario de 1 >ernambuco
.
que lhe coubera, pois no ponto se ais defina se
tWveria fazer a historia 4a escola primaria de
Portugal, da Europa ou 4o mundo, eaboreu a
largos ricos o que seria esse trabalho, *e os limi-
tes de amaonferenea ttio permitiissetn profun-
da-lo. Dividi os poros om duas grandes calhe-
gorias ; os qoe estao ou estiveram fra fiaJirtluen
ca da wveWjao, e-oT[ue obadooem -roligies
reveladas. Dos scgmfdos :Hebeus eehristaos
tratou mais extensauwaie. Dos ohristao occit-
pou-se, subdvdndo em quatro poo a historia
da escola, ou os fcetos datjedjf gia--: dade me-
dia, renascimento,% tempoimoarnos,* e acto
na quarta poca fet notar os syslemaa pedaggi-
cos rivaes o prdoniiit(es ingtai, allemao e
trancez, comparendo ofit tB-aeteristlco de cada
um dess*s svstema p^^fSfjcos, sobre atase que
estabelecera previamente. des quatroaetnres fun-
damentaos te entino : oucumIm 'okjectos para
tuaes, montes e stfcetieas); memfce educa-
for.
Quanto aotnodo porque o prelector se desem-
penhou, releve-se-me a abstencao, porque sou par
tesusjtoita. Qaanto attencio que Uo Ilustrado
auditorio lhe deu, justiea caalessa-lo ; nao so
justica mas at reconlieciraento.
< J veio de Hong-Kong (Chiaa)ia taca de pra-
tacomque onosso distnrto romancista Gamillo
GasteHo-Branco fei brindado pelos seas admirado-
res de i. E' arecioo objeeto,pela signilicacae que
tem. Nanea-ha um letreiro em pertuguez e nu-
tro em chim, ambos em louvor 4o llustrees-
criptor. .. ,
Regressou llantera donarte a-companhia do
theatro do Priwipe Real. Foi aHi muito victonado
Cesar de Lcenla no beneficio que deu. O P- rio
quiz mostrar-lhe a sua gratflfio pelos soccorros
que este estimavel artista lhe rtraiteou no Rio de
Janeiro, para us eus operarios,, dawate a cnse al-
g.Para o Porto foi. ha tres das, a companhia lia
Trindade, em que o Sr. Tahurea, Isidoro, Dciphi-
na, azem rir-' bandeiras desaregafias no Medico a
. forca. Ainda ani est a companhia trance, que
.-roi)re*entou no theatro da Trindade, c para la vai
tambem Salvrai. O Porto nao lanmao de queixa.
. Falleceu c-conhccido padre Vicente Ferreira,
da anttea e extracta congregaeo do Oratorio. Ja
na congregacao, o padre Vicente Tarta os reporto-
rios, e.depois da extinceo das orden religiosas
continuou a oceupar-se nessa espeeialidade. fcra
muito versado em theologia e a sua erudicao nao
era vulgar. Era empregado na real bibliolheca
da Ajada, do qne bibliotecario o primeiro his-
toriador da p intitula, o Sr. Alejandre Herculaiin.
que muito apreciava a illnstraeao e qnalidades
uessoaes do fallecido.
Verificou-se jio Porto, urna grande solemni-
dade, a trasladaban dos despojos mortaM do illus-
tre liberal Sebastian Drago Leo Cabreira, para o
jazgo que os descendentes do finado mandaran!
construir no cemiterio do Prado de Repouso. A
cmara municipal, autoridades, militares e toda*
as pesaoas notaseis da eidade tomaram parte na
fnebre ceremonia.
PatoJshAC............. 2,000
Augafi '.ietlveiraG:... 1,000
ino Jos -Gomes......... I,OJO .
EM TRANS1T0.-C>m 5 recebldos em nosso
porto levou o vapor La Plata, para os portos dti
imperio, 146 passageiros.
SEMINARIO DE OLINDA.0. Revm.. Sr. rei-
tor recebeu, da Exma. Sr. D. Anna Delfina Paes
Brrelo, BOJ'para as obras de-te estabelecimento.
GENER6S' Dt ESTIVA.Viera o vapor ta
Phtu iWt caix.is coin i|twiJos. sendo: 10 a Von
Shoslcn ft C 8 a J. Gerardo de Bastos, VA a Tho-
mat do tqnino F. & C.. !4 a f. st. da Un &
Pilao, iS a tama Nasli & U., 33 a Cirga I
3 a J, M. Palmeira, 53 a P. A. MonUim Junior, 13
a Joio I. d Gnsla, 18 a Carvalho leuha iS i->
a J. J. Gancalve Bel t rao, 4 a oflem.
ENGCB-AaMC OF BJO DE JANE1HOSste,
esttbeleciaaeiito kaneariu traaferi sua s* para
arua do Oommercio n. 3.
FUNDOS BRASILEIROS.Eram assim
na praca de Londres, ultima data :
8 0/0 de 1859....... 8.' a W nwn.
oOfOde 1865....... 81 J t^.
i l/f 0/0 de 1851 58-60 71 a 76.
4 1/2 0/0 do 1863..... 67 a 69.
NAVIOS CHEGADOS.A" LisboaHnmildade t
Maa da tiloria, a 12, de Pernambueo; ao Porto
yoroSikncio, a 28, de Pernambueo, 'Oesp"u0ll
e Mo-.C/-oZMfl,a31,d Maranhao, Suphira,*.
11, de fHroarobiiro.
NAVIOS SAHDOS De l.*fla -tolda, a-*
para o Para ; do Porte fimo, a 19 para Fet-
ainhnco. _. ,. .
NOTICIAS COMMERCIAES Eis ** das ultimas
datas da JKuropa : .
Londres, 12 de yaafto.
0 aUtoJao, depois de. urna alca de 3/8 d., nca
calmosos precos de 12 1/8 a 13 o de Pernam-
bueo, de, 11 a II 1/2 o da Parahyba, de 11 7/b a
12 o de Macei, de 11 7 8 a 13 o do Maranbao,
12 3/4 o do Gcar.
O assucar e o caf lioam frouxos, Assucar
Uranco de 26/ a 28/ c ma-cavado de 20/ a z)..
Gaf do fiio 39 a 76 conforme a qualidade.
O cacao do Para vende-se de 43/ a 53.
Os couros ficam firmes.
MHavre, ll dejunho.
O algodao firme, mas sem transacSes. O nom
ordiaanio de Pernambueo vende-se a frs. 14".
O cacao do Para esti calmo a frs. 75.
Os couros seceos salgados sao procurados.^
PERMMBUGO.
REVISTA DIARIA.
INCENDIO.ifonlem 1 hora e 3/i *a madru-
gada, as igreias e quarteis deram signa! de in-
Vend;o que se manifestara em um armazem do,
e onde tinham cstabelocido um deposito de
recollier loueas o outros gneros os Srs. Amaral,
Horeira & C. .
Ouando o inendio chegou a attrahir as vistas
publicas, parece que fez vasta sortida do intei* ;r
du armazem, visto como poneos minutos depois
do toque de rebate elle turna va proporcoes enor-
mes, i lendo consumido todo o telhado da casa,
i ameacando as visinhas, onde <=e chavam grandes
depsitos de nssuear, \inho, agurdente, kero-
sene e, cemento.
Ein taes circunstancias, as providencias deviam
comeear pela reduceao do fogo ao local onde co-
mee -u eviundo-se sua pmpagaeao aos edificios
que o circulavam pur tres faces; foi o que se C08-
<;uo 2 e ','2 Mraa da manliaa.
A's 4 horas estava o incendio reduzido as pro-
poiroes de um braxeiro, mas tinha devorado com-
pletamente o armazem onde se aletea.
Ao lugar do accidente correram varias bombas
daa arsenae?, e as da alfandega e peeia, todas as
qoaes presUram mais ou menossmieos. C ram presentes o Exm. Sr. presidente, o< Drs. ehnfe
e delegado de pulida do 1" dislrict, diversos sub-
delegados e inspectores de quarteiro, o inspector
do arseual de marinha, capitao do porto e vanos
le KM subalternos, offlciaes do marinha, o os
piquetes dos arscuaes, da polica o do batalhao
jqoarteado.
Posto qoe.se nota-se o qad w ordinan-i acon-
tece nas occasides de incendio eutre ns, isto e,
muito quera manassi e poueo quem ob?decesse,
todava irthalhou-so com alguma actividade para
aobt'neo do fim desojado ; e no trabalho igual-
mente se destinguiram os sapadores e bombeiros
dos arsonaea o todos quantos oorre o dever de
tomar sda parte das adiuas, como tambem mul-
tas peasflas depovo, vidas de -trabalbar. em bem
lo prximo.
Una censura convm que tacamos aos encar-
regados das bombas, cuja maioiia descura-as ao
{sonto de deixa-las faltas de tubos ou mangueiras
d'agua, o que sobremodo se faz notavel nas occa-
s de incendio.
Felizmente neahum accidente notavel se du
durantn a exfnwcao do incendio. Apenas ma-
goim-M em um $6 o nosso eollen proprielario do
Jornal da Rtcif.?, o Sr. Jos de Vasconcelos, ca-
Mii.k;-llii- sobre cite unw lata dekerascne, naoeea-
siao einqae auxiliava o ara transporto das immo-
diaeSta do incendio nara kMfB.
llinjos socios da firma establecida no ar-
mazem incendiado leve um aceesso de dor vio-
lenta, c foi levado para casa acompanhado pelo
.Dr. Leopoldina Lobo, que de boa vontado lhe
-o prestau esse oftleio.
Osprejaizosdevem andar de 80 100 cortos
de res.
Tanto o edificio, como os gneros ah arma/e-
nados acham-se seguros era diversas companhias.
EMBRUL80 COM DINHBIRO. No escriptorio
da Companhia Pe nambucana existe um para o
Sr. Bocha Leal & C.
COMPANHL\ PERNAMBGASA. JJe o ul-
timo dia em que recebem caraa osvajiores p jaca
e Poteagi para os portos do Norte e Sul conforme
o anmwcio da msma companhia.
ASSOCIACAO COMMERQAL BENEFICENTE.
De aceord cora as principaes cjsas deerrosso
trato da nossa praca, resolveu a directora da As-
sodacad CommerciaUBcneficent.^ era virtudo do
novo svstema mctriCMif exerucao, do 1." do ju-
lhoem'diante estabeiecer 50 kilograimnas como
unidade de peso para a mmpra c venda do algo-
dio e assucar, e 1 kilogramma para o* eouros e
outros artigo. Para tara do algodao fie 11 esta-
belculo, do mesmo modo, kilograimnas, equi-
valente ao do artigo systema.
ALFANDEGA. A inspectora desta reparti-
ao resolveu que fnneciime pila amanhaa at s
huras da tarde, requerimento da Associacao
i'nmmerciai, afim de que possam ter sabida todas
a mercadorias em despacho, pelos precos da ac-
tual tarifa das ali-ndega*.
tRMANDADE GO ESPIRITO SANTO. -Ama-
nliaa, s 9 horas do dia, dove ter tugara p'isse da
nova mesa administrativa, sendo precedida da
leitura do relatorio do anno anterior pelo .respec-
tivo i'iiz. Para esta ronniao sao convidados todos
os irnos.
CMARA MUNICIPAL.A segunda sessSo or-
dinaria do correte anno eomeca no dia 30 deste
Ma>
CAPTURA.Pelo *nhd*>!rado ilo distrieto da
Pedra, no termo do Bniqne, loi capturado Manoel
Lnz dos Santos, pronunciado pflo jnizo municipal
desse termo nas penas doart. 206 do eodigo cri-
rainal.
PERIMENTOS GRAVESEm trras do enge-
nho Cnrsahy, s 11 horas do dia 17 do corren!?,
Pedro Marques da Silva ferio gravemente com nm
tacao Miguel Antonio Perraz.
AGENTE DE LEILE^.-Pedioe obteveexone-
T^a desse emprego, o Sr. Antonio Jos Cordoiro
Simees; declarando o Tribunal do Commercio
ijj! sibsi?ia a sna Ranea pelo ter.ipo legal.
AGUAS ESTAGNADAS.Continnama finar em-
pocadas aa aguas de clmva, no pateo do Paraizo
canto da ra da Roda, cmii vwd.11!iro detnmento
dos nioradores. Chamamos para iso a atteacao
da cmara nunicipal
DINHERO.O vapor ing\n m Piala tronxe,
pan a noesa praca, as seguidles quan'ia3, em
otan, para os Srs:
E. A. Bnrlo 4 C.............. S.OOO Pr.
Bank o.' Rio de Janeiro....., P.000
f!
commerciante > elle matriculadoa no aaez prosi-
11.0 passado. Mandou o tribunal que fosse arohi-r
vado.
Offteio do m esme secretario informando aohre o
modo pratieo por flue na secretaria (TamwUetii-
buaal seast. exocutaado o 2.* do art ido re-
culamento, q ne baiKon com o decreto a. 4,356 de
W de abril d este anno e porque forma remelle
estacad fisenj os paris de que trata art do
-citado re^*i a*aento.--Reeeiveu o traai que
fosse arcljwdo. i
5 anmafos- do Bm*'* Oficial do iiuperio.-*-Or|l
denou o trib'lnal qa>:fessein archivados. 3
Ao Sr. bnrao de Iniarcth coube por distrttiui-
{rcio a rnbrtea do livr Copiador de Doaiagee Toi-
xeira Vasto i. l
MO-ACIIOS.
Renaedmr.nto de Jos Pires Chaves e Maneel
Franciseo de S01u.aLi.na, pealado registro de .se 11
distraa social conteni a verba do pagamento, do
sello devido pelas fiiantias com que se.rctirou
cotados cada socio.Como requerem.
Dito de Luiz GoK&lves da Silva e Jos Antonio
PialoiBeii de sel cajraiD social sob a firma de
Luiz Goncalves da Silva t Pinto.Vista ao^r.
desembargador fiscal.
Dito de Antonio Francisco Pereira de Lyra
idem da nomeacad de seus caxeros Juio Pinto
de Souza Lelo, Maneel Fructuoso de Maraes, Jo-
s Bonifacio Cabral de Mello Cmara, Pedro Jor-
i- da Silva Ramos Jnior e Manuel Francisco- das
liagas.Na forma requerida.
Dito de Jos Domiiigues Pereira e Pedro Ferrel-
ra de Araujo Bragadem de seu contrato social
Haja vista o Sr. desembargador fiscal.
Dito de Jos Domngues Pereiratransferencia
para a firma de Pereira & Braga, dos livros Dia-
rio e Copiador, que se acham em brinco, e fo-
ram sellados e rubricados para sua firma indivi-
dual.Como pede.
Dito de Jos Antonio de Macdo Lopesregistro
da nomcacao de seu [.caixero Joo Goncalves de
Miranda C00II10.Seja registrada.
Dito de Daniel Paokar Wiid, averbacoes nocoai-
petente registro no sentido de terem cessado os
poderes da procuracao que dera a Charles Fiue
para tratar dos seus negocios durante a viagem
que fizra Europa.Deferido.
Dito de Barbosa & C, certido ou attestado pela
Junta dos correctores, de qual o proco porque se
venden o niel encascado na semana de 10 a l'i de
maio prximo passado.Pode attestar-
Dito de Antonio Jos Cordeiro Simocs, agente de
JtlllllO
raaaggredido, quando S. S. tem sido sempre ameu
constante, injusto e desapiadado aggessor.
Aeabadas as miabas relaces com o Sr. Dr. L.
B.jor acto desto em setembro de U01, nun'ca fio
ereulodos mens amigos, nem peralte pessoa al-
guma, me oeeupei em tarer aa 8r. Dr. cenuras
em aecusacoes, conservando o major silencio
seu respeito, e aguardando que o tenipo o trouxes-
se mclhores disposicoes comigo.
O mea preceder ajaiglnh reeipriei lado da par-
te do Sr. Ir., que naalisperdicava occasiao de pin- j tar |ierante quera qur que fi
tar-me como Molo era o nteres**, oo qiuil tuio soc/(< loiiiou desde entao por d'iee recreico, fazenlo
PROTESTO DE I.ETTRAS. O cscrivao dos! leilocs desta praca, pedindo ser exonerado de dito
protestos Jos Marianno, est de semana ra de
Santo Amaro n. 20.
lOTERIA.A que se acha a venda e a 11 i.', a
beneficio da igreja de S. Pedro Ap-stolo de Olinua,
que corre hoje.
PASSAGEIROS.O vapor inglez La Plata trouxe
de Southampton e Lisboa : Francis Simn, 2 fillios
e 1 criado, Jos Mondes da Cruz Guimaraes, Jos
Joaquiai Dourado, Antonio Miguel Grisi.
n _-----u.: Triutnpko:
Sabidos para o Porto no brigue
Guilherme Martins dos Santos, Justina Guedes
de Jess e 3 liihas, Antonio Goncalves, Ignacio
Luiz de Brito Taboida, Anloaio Fortunato.
CEMITERIO PUBLICO.Obituario do dia 23 de
junho.
Mara, Pernambueo, i anuos, Santo Antonio',
p'.euro-pleumonia. *
Felicia da Assumpco Pereira Prente, Pernam-
bueo, 5' anuos, \iuva, S. Jos ; gastro-intenje.
Claudina Mara do Espirito Santo, Santo Antao,
34 annos, viuva, Boa-Vi>-la ; bexigas.
Manoel Jacinlho, Pernambueo, & annos, casado,
Boa-Vista ; apoplexia.
Jos Joaqun Nunc, Portugal, o3 annos, sol-
leiro ; anemia.
Joaquim Eduardo Geraldes, Pernambueo, 19
annos, solteiro, Boa-Vista ; phthysica pulmonar.
24
Maria Auna, Pernambueo, 3o annos, casada,
Boa-Vista: lubereulos pulmonares.
-25-
Henrique Jorge, Portugal, 59 annos, casado,
Boa-Visla ; inhammacao nos intestinos.
Antonio, Pernambueo, i niezes, Santo Antonio;
dentieao.
Jos, Pernambueo, .'i anuos, Recife ; convul-
oSes.
Joanna Joaquina da Conceicao, Pernambueo,
2i annos, casada, Boa-Vista ; ttano.
GHRONfCA JlMf IARH.
1UIBI \%i> DA iti:i. 1C;AO.
SESSO EM 22 DE JNII DE 1869.
l'F.siDKNC:\ DO EXM. B. CONELUEIttO CAETAS0
SANTIAGO.
As 10 horas da mauhaa, presentes os Sra. desem-
bargadores Gitraiia, Louren^o Santiago, Almeida
Albuquerque, Motta, Domingnes da Silva, Souza
Leo e FreitasHenriques, faltando o Sr. desembar-
gadores Guerra, abrio-se asessao.
Vassados os feitos deram-se os seguinte3 julga-
mentos:
Asgravos de petiqo. Aggravante, Joaquim
Feruandes do llego ;; aggravado o juizo. Rela-
tor o Se. desembargador Domngues da Silva.
Sorteados os Sr desembargadnres Souza Leo e
Motta.Deram provimento. Aggravante, o procu-
rador fiscal da fazenda ; aggravado, ojuizo. Rela-
tor o Sr. desembargador Souza- Leo.Sorteados
os Srs. desembargadores Almeida Albuquerque c
Gitirana.N:io caso do aggravo.
Appellasoes cbisies. Apiiellante, ojuizo; ap-
pellado, Pedro Gomes da Costa.Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Maria Ferrei-
ra Lobo.Nullo o processo. AppeHante, ojniz;
appelladr!, Izidro Ferrcira de Oliveira.Improcn-
dente. AppeHante, o juizo ; appellado, Ludovico
Jos do Sant'Anna.Nao tomaram c.mbecimento.
Appellante, o juizo; appellado, Geraldo Jos Fer-
reiraImprocedente. Appellante, o juizo ; appella-
do, Francisco Cantoso d Campos Sueco.Impro-
cedente. Appellante, Manoel Raymundo de Oli-
veira ; appol!ada,B justiga.Improcedente. Appel-
lante, o juiro ; appellado Jos Martins da Costa
Novo jury.
PASSACBNS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago.Appollacoes crinas:
appellante, o juizo; appellado, Manoel Jos Al-
ves Cotlho. Appellante, o juizo ; appellado, Jos
Miguel Rodrigues.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque.AppeMa-
ces crimen : appellante, o juizo ; appellados, An-
tonio o J >a 1, e.-cravo-. Appellante, Antonio Ca-
bral da Silveira ; nppellida. ajustca.Appellaco
civel : appellint, Manoel Ferreira Gomes do Me-
nezes ; appdlado, Anastacio Francisco Braga.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta. Appellaco enme:
anpellante. Joanna SUveria "do Espirito-Santo ; ap-
pellado, Severino Jos da Suva.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga
dor Domingnes da Silva. Appellaco crime:
a pellante, o promotor publico ; appellado, Anto
nio Martin* Barbosa.Appellacocivel: appellan-
tes, Manoel Alvos Ferreira A C.; appeUada, D.
Maria Cordeiro.
Do Sr. desembargador Domngues da Silva aoSr.
desembargador Souza Leo.Appellacdes crimes :
appellante, Js Ferreira Rodj'igues ; appellado, o
juizo. Appellante, Joaquim Jos da Fonte ; ap-
pellado, o juizo. Appellante, Joo de Pinho Pessoa;
appollada, a justiea.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. desem-
bargador Freitas Henriques. Appellacoes cri-
mes : rppeilante. o juizo appellada, Rosa Maria
lo Rspirito Santo. Appellante, Francisco Miguel
ile Sqnera Bastos ; appellada a justiea.Appel-
lacdes civeis : appellante. Jos Carneiro do Reg
Barros ; appellado, o Dr. Praneisco Joo Carneiro
da Cuuha. Appellante, Dr. Joaquim Francisco
de Miranda ; appelladn, Jos Ro Irignes do Pauso.
Ao Sr. desembargador Gitirana.Appellaco ci-
vel : appellante, a irmandado do Divino Espirito-
Santo^ appeUada, a innandade dcNossa Senbora
da SoleJaile.
emprego.Como requer; subsislndo a Sanca
pelo temDO legal, e lazendo-sc as competentes par-
tioipacocs e ann>ncios.
Consulta do Dr. oflicUI-maior, para se lhe de-
clarar se, de aceordo cm a ultima parte do art.
|8 do regulamento qu baixou com o decreto n.
4,3.ri4, deve exigir par occasio de transfereaeias
a dill'erenca de sello do livros commercaes nafa-
zao de mais de 33 cenlimetros de comprimento e
22 de largura cada folla.Decidi o tribunal que
no devei pagar diflerenca alguma.
Autus de reliablitao de Dencker & Barroso.
Adiados pedido de im Sr. deputado.
COM IXFORlIAf.AO 1)1 SR. DESEMBARGADOR FISCAL.
Rt-querimento de Custodio Antones Guimaraes e
Rento Alvos Machada Guimaraes, pedindo registro
do seu contrato social.Seja registrado.
Nada mais havenio a tratar-se, e dada a h ira,
11 i/2 da manha, o Exm. Sr. presidente encer-
ron a sessc.
SESSAO JUDia.UMA EM 2o DE JUNHO DE
1869.
IESJDEJW; DO EXM. SB. DESEMBABGADOR A. F. PE-
RETTI.
Secretatio, Julio Guimaraes.
A o meio dia, dttlara-M alHirla a sessao, estan-
do prosentes os Srs. desembargadores Silva Gui-
maraes, Res e Silva e Aecioli, e deputados Miran-
da Leal e Baro d; Gruangy, e supplentes S Lei-
tao c bai'iio de Nazaretli.
Lida, A i approvada a acta da sessao anterior.
ACCORDAO AS5IGNAD0.
Embargante Joaquim de SCivalcantede Albu-
querque, embarrad o tutor d 1 orphaa tllha de
Manoel Gonva d Souza ; appellante o bario de
Bemca, a|ipelladc Braz Carneiro Leo.
K"LG AMENTOS.
Jiizo municipal e d commorcio de Penedo, pro-
vincia das Alagoas appellante reo Francisco Lel-
tao de Carvalho, appellado autor Joo Lopes Bra-
ga'; jnuea os Srs. Silva Guiniftiaes, Res e Silva,
baro de Cruangy e baro de Nazarelh.Conllr-
niou-se a sentenea appellada.
Juizo municipal e do commercio de Nazareth.
nesta provincia : appellante leo. Manoel Tliomaz
de Albnqucrnne Mnranhao, appellada autor o Dr.
Symphrouio Cesar Contrallo juzes os Srs. Reis e
Silva, Aecioli, baro de Nazaroth c S Leitao.
Conliiinou-so a sentenea appellada.
Juizo especial do commercio : anpeliautes reos
os administradores da massa fallida de Jos de
Castro Redondo, appellado autor Joio Alves Pe-
droso ; juizes os Srs. Aecioli, Silva Guimaraes, Mi-
randa Leal c baro de Cruangy.Conflrmou-se a
sentenea appellada.
Embargante Joo Pinto de Lemos Junior, em-
bargado Mariano Xavier Carneiro da Cunha; ap-
pellante Jovmiano Fornandes da Silva Manta, tu-
tor do orphao filiio de Joaquim Francisco dos San-
tos, appellada D. Joanna Ignacia de Jess.Adia-
dos a pedido do segundo juiz sorteado.
Appellantes os administradores da massa fallida
do Jos de Castro Redondo, appellado Jos Alves
da Cruz ; appellanto o coronel Jos Carlos Teixei-
ra, appellados Oliveira Filhos & C.Adiados a pe-
dido dos Srs. depulados.
SUSFBiCO.
0 Sr. desembargador Silva Guimaraes jurou
suspeieo o passou ao Sr. desembargador Res e
Silva : appellanto Joo Pinto doLeinos Junior, ap-
pellado Manoel Alves Ferreira.
rASSAOEXS.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao r.
desembargador Reis e Suva : appellanto Antonio
Joaquim Fernandes, appellada D. Alexandrina Ma-
ria dos Santos.
Du Sr. desembargador Reis c Silva ao Sr. dos-
embargadnr Aecioli : appellantes Jos Francisco
Ribeiro Machado o nutro, appellado Amaro Jos
dos Prazeres-; appellantes Rabbc Schamettau &
C., appellado o curador da heraneajaecnte de Ma-
noel Bnarque de Maccdo.
Do Sr. deseobargador Aecioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes: appellante Andr de Abreu
Porto, appellados Joaquim Ferreira Valente c
outro.
EiSTKIBl'IC.VO.
Ao Sr. desorabirgador Accio : appellantes
Henriquo & Azcvc(lo,ippci!ado Antonio Goncalves
Ferreira Cascan.
Nada mais houve, e foi encerrada a sessao a
urna hora c um quarto da tarde.
Do Sr. desembargador Freitas Henriques ao Sr.
desembargador Gitirana Appollacoes crimes :
app'-.llaiite, C. Antonio de Freitas Bezerra ; ap-
pttada, a justiea. Appellante, Manoel Pereira Ro-
cha ; appellada, a ju-tica.
Delmbncia cniMK.Com vista ao Sr. desembar-
gador promotor da justiea : Appellante, Joaquim
Goncalves da Costa ; appellada, a justiea.
As 2 horas rneerrou-se a gestad.
TRIBUNAL DO COMMERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE Vi DE
JUNHO DE Ihm
PBE8U)K!CIA DO KX-M. SR. DBSEMBABOADOB AR8BLM0
FRANCiSCO PBnKTTl.
As 10 horas da manha, reunidos os Srs. depu-
tados Miranda Leal, secretarlo interino e baro de
Cruangy, e supplentes Sa Leito e baro de Naza-
nth, com assisteneia do Sr. desembargador fiscal,
S. Exc. o Sr. presidente declaron allerta a sessao.
lida, fui approvada a acta da seaao de SI.
EXPBDIRIfTK.
Orificio do secretario do tribnnal do commercio
da capital do imperio, rsmeitenda a relacid dos
Resposta ao Sr. Dr. Louren-
qo Bazerra. Carneiro da Cu-
nia.
1.
Srs. redactores.Venho dar cumprimento ao de
ver, que me corre, de responder pela imprensa *
Confrontacao expiatoria, que contra minWpublicou
o Sr. Dr. Lourenco Bezerra Carneiro da Cnnha no
r?nu Diario de ib do corrente, pedindo Vmcs.
para esse flm algum espaco nas columnas do sou
mesmo Diario.
Pondo do parte o que nesse assombroso artefac-
to de setle columnas se encentra de divagacoes lu-
teis, circumstancias insignificantes, consideracoes
pueris e episodios do nenhuma importancia, nao
deixarei escapar ponto algum, que merec alten-
cao, sem qne lhe d prompta e cabal resposta, son-
d.i-me preciso para teto acompanhar o Sr. Dr. Lou-
renco Bezerra cm sua longa perigrinacao, desdo
que onvio, como disse, os meas primaros vagidos,
at'qne lhe approuve dar p ir terminada a sua ta-
refa digna da to esforzado athleta.
Son o primeiro a reconhecer os fraios recursos
de minha nteiligenria, como nota o Sr. Dr. L.B. ;
mas creio poder desempenhar o encargo, que to-
mei sobre mm, apezar de nao me tor cabido em
partilha emo c inimitavel talento pa-
ra esertcer ao alcance de todas as nteU'gtsnias, d
que S. S. tanto se desvanece, procurando era un-
nha reposta tornar-me o mais claro e preciso qu
for possivel, sem jm-ils imitar es9e c>tyln empla-
do a declamatorio, com que o Sr. Dr. L B. julga
poder passar i immortalidade.
Quanto a justiea da minha causa, porra, appeilo
do juizo do Sr. Dr. L. B., joe nem ao. monos r-
connece a sua incompetencia esse respeito, para
ojuizo dm horaens cordatos e imparciae?, que nos
leram. Ellos que seiam os nossos jolgadores
Determinar a venladeira p isico do Sr. Dr. L. B.
men respeito no debate encelado 6 o mea pri-
meiro esforco, visto como S. S. com o maior desfa-
camento procuren irtvarta-la, apresentando-sc co-
e o|iro acompanhar as suas narrativas de um ion
'halago de benefi linado pai, cujas curca* mostrava-ssim o rayki-
to e givtmo, que dit haje, aanpr; Ike tri"Um.
Apelar disto contiimava np meu silencio, at que
vindo o Sr. Dr. L. B. ara esta com a rea o ao-
tembro do anno passado, afim de encarregar-se da
defeza do partido conservador pela imprensa, ai-
cntuo enlao que deria iwdobrar do fq*ia pw* >;-
migo, fazendo-me em qualqner parte as mmi vi-
rulentas aggressoes, no intuito sempre de expor-
me como o maior dos ingratos, e homem s de inte-
resse, sem nunca esquecer o sen rol de beneficios,
dos quaes se tornou o pregoeiro, assim coma tam-
bcax ara das uptidoes, que dizia possuir.
Invoco para prova das aggressde*. que o Sr. Dr.
L. B. me diriga, quando pura aqni veio em de
zembro do anno passado, sem que tivesse aiuda
partido urna s palavra de ^represalia da minha
parte, o testemunho dos seguintes senhore : Dr.
Antonio Joaquim Buarque ile Nazareth, Dr. Jos
Maria Cardoso, Dr. Christovo da Rocha Cunha
outo-Maior, padre Manoel Francisco de Souza, ma-
ior Francisco de Paula Brrelo Coutinho, capitao
Domingos Jos da Costa Braga e teuente Antonio
Claudino Alves Gomes.
S depois de ludo isto foi qne entend ser do
meu dever no-conserrtrr me o Sr. Dr. L. B., em-
bora muito conheeido, tirasse algum proveito das
armas, qne prfidamente maneja va *ontra mim, o
ento convidando minha casa nlg.1m.1s das pes-
soas, peante as quaes fai acensado pelo Sr. Dr.,
procurei cxpticar-lhe os fados, fazendo ver o que
havia de verdade nclles com provas, que apresen^
lei, e demonstrando o que o Sr. Dr. L. B. devia a
meu pai, assim como a improcedencia das razoes,
pelas quaes assentou de romper comigo.
Limitiva-me ao que tenho exposto, quando com
geral estup-faccao, dando o Sr. Dr. omero ao des-
empenbo da sua commissao como cncarregado da
defeza do partido conservador nesta comarca, rom-
misso que s acceitou, segundo se dizia para
ajnstar as suas contas comigo, fez- ne pelo Diario
do 21 de Janeiro do corrente anno mais urna ines-
perada provocaran, aprese:itando-iue como ligado
em espirito ao partido conservador s pelo facto de
manter en aqui relacdes de ainisad;_com os mais
importantes conservadores, o que ao poda ser
levado em conta pelo Sr. Dr. L. B.
Acudindo a provocacao dei-lhe o mais formal
desmentido, que no pode "pelo Sr. Dr. ser con-
trariado nem com o testemunho de um s dos
conservadores, cuja causa servia, c com isto
conlemtei-me, olhando com indifierenea, para os
insultos, que depois pelo Diario de 20 de l'evereiro
me dirigi o mesmo Sr. Dr. prepsito do meu
desmentido, fazendo allusoes, que, segundo dizia
aqui, se referiam minha pessoa.
J se v,-pois, que no foi essa provocacao. que
me irritou, e que deu lugar discussao, em que
nos vemos hoje empenliados, como disse o Sr. Dr.
com manifest sacrificio da verdade.
Esse bello rasgo de imuyinacao de S. S. apenas
rae excitou a piedade, c com tanto mais funda-
mento quanto S. S. era o homem menos competen
lepara aceusar alguem de variar em poltica,
visto como lendo coinecado a sua rarreira poltica
como conservador pa*sou se em 18't5 para o par-
tido contrario, chegando ento declarar cm docu-
mento, que existe em meu poder, que era praeiro
e que o seria at moirer, sendo que depois disto
tomn em 1846 ou 1847 para os conservadores,
entre os quaes se tem mantido, havendo porin om
1863, quando se formou o partido da liga, mostra-
do as maiores tendencias para esse partido, decla-
rando por essa occasio que nao conhecia mnhum
interesse, que aconselhasse os pernmnhucanos a
sern sub-rassalos do vobre visconde de Cmara-
gibe, e que para se manifestar claramente aguar-
dara somenle um ensejo, cm que podesse ser apro-
veitado.
Nao tendo o Sr. Dr. L. B tirado nenhum resul-
tado da provocacao, que me dirigi pela imprensa
continnava no sea systema de aggredir-me nos
crculos particulares, quando no Diario de 24 de
marco ultimo .ppareceu urna correspondencia, na
qual* par das mais arquerosas invectivas e ca-
lumnias assacadas contra mim, se firia referencia
a auestoes de beneficios e ingratidies .i que tanto
se preoecupa o Sr. Dr., sendo ella logo attribuida
S. S., que arredou de si a paterndade, declaran-
do diversas pessoas, entre as quaes os Srs.^Dra.
Gabriel Soares Raposo da Cmara e Christovo da
Rocha Cunha Souto Maior, que abenas a tinha re-
visto e corngido.
Em taes circumstancias, quando o Sr. Dr. con-
senle que "seja publicado um escripto, que confessa
ter-lhe pa>sado pelas nios, e no qual se fez refe-
rencia as aecusacoes que em particular S. S. me
diriga, convindo assim que fosse levadas a ira-
prensa, o que me cumpria fazer? Provoear a Sr.
Dr. discussao dos fados sobre que versava as
aecusasoes, ama vez que devia aceeitar a discus-
sao wm o signatario dessa correspondencia.
A' isto me impellia a minha dignidade e o dever
de defender a memoria de meu pai ultrajada pelo
seu sobrinlto, pupillo e bone/ciado.
O publico sabe que o Sr. Dr. L. B. nao acceitou
o meu desalo, e qual o resultado ila intervencao
de um amigo commtim no sentido de dar-so por
terminado um tal incidente, e quando todossiip-
ponham que nao se oceuparia rads a attencf. > do
publico tal respeito, eis que no Diario de 27 de
abril prximo lindo nutra correspondencia apa
reee firmada pelo mesmo signatario da piimeira,
e tendo seu duvida nenhuma pasrado polas maus
do Sr. Dr., para ser tambem revista e corrigida,
na qual nova referencia anda se faz questao de
beneficise ingratxdoes, citando-se at diversos dos
beneficios prestados meu pai.
Nao quiz dar resposta alguma :i esa corres-
pondencia ; mas o meu irinn, o major Christo-
vo de HeUanda Bezerra Cavalcanti, tomou sobre
si essa tarefa, fazendo ver esse respeito que os
beneficios, que o Sr. Dr. L. B. alardeava haver
prestado mea pai, o foram om retribuic > de
outros, que delle recebeu, como o de ter sido seu
commen>al por largos annos ete. etc., acereseen-
tando que n epitheto de ingrato melhorm nte ca-
ba .10 Sr. Dr., quesm nenhum re peito as cinzas
de men pai vivia'hnje aprogoandoos sorvijos, que
elle prestou, sem se lembrar des que delle havia
reeebido.
A resposta do meu ir.uao estimulou 03 bros do
Sr. Br., que s quera ver publicados os beneficios
que fez, e no os que lhe forara prodigalisados, e
o levou apresentar-e peraate o publico com a
sua confrontacao nplatoria, reproduzindo pela
imprensa ludo quanto tem dito em particular
meu respeito e de meu pai, e irculcando-se por
modo digno de riso como o aggre Jido, e arra-tadi
ama discussao, que sempre desejou evitar 1
Quem, pergnato eu, depois da exposicao dos
fados que tenho relatado, pode ser indi ni lado
como o aggrestor na lato enire mim e o Sr. Dr. L.
B.? Ninguem de boa f deixar de reconhecer
que l o Sr. Dr. L. B.
Levado pelas continuadas aggrcssSes do Sr. Dr.,
aggressoes que deixou imprudentemente traaeiu-
zir/na imprensa, eu apuna* o provoquei para urna
discuseo franca c leal, que escuaou se, e meu
irmio to somonte contrapo allagaco do bene-
ficios outros, qne sao iucontestave.s, e isto sem fa-
zer offen-a alguma.
Nao recuse, pote, o Sr. Dr. L. II. a sua obra, e
tenha a precisa cmagem para (liante do publico
earregar com a responsabilidade della, c sugei-
Ur-se as consequenc.ias de um acto, qne lilno
to somente da odio entranbavcl que me vota
Pela minha parte, na qualidade de aggredido,
sugeto-rae s consequencias da lula, u lameml
nem essa obra monumental, solxcujo peso acredi-
tou es maga r- me, mina ruidosa ostentaran que
faz da superioridade de suas (oi\at para comigo,
fanfarronada, que s urna gargalhida podoa
responder, nem a bem coiibeci!.! virulencia de
sualinguagem, nem liualmente a ridicula ameaca
do posl teriptum, que aeompanho 1 a sna confron-
tacao, qne s pode ser expiatoria para S. S.
Sei quem o meu contendor, e nao o temo.
Preliro a publicidade das suas aggressoes, s
quaes possa segnir-sa a publicidaiie da dofea aos
ataques nas trovas, que S. S. me lirigia, m que
me f tsse possivel der-nder-me.
Determinado o verdadwro cara'.ler do Sr. Dr.
L. D. na luta, que comigo sustenta, devo agora
tranquilisar o seu espirito atribulado,delirando
Ibe que nao darei publicidade a carta, ptia qual
S. S. se mostra to po*sodo da terror, que hrgou
mesmo inspirar-me a maior comiwii.).*
0 Sr. Dr. L. B. com o seu procediraeuto indignn-
para comigo e meu pai antonaou-me a publicado
deas car*, o que s or Si me dara um esplen-
dido triuropho sobre S. S.; mas nao o farei, no
s em atlencao peso, .qne ella se refere, orno
para ficar conheeido, que nao'fui confiado nessa
arma que, arrastado pelo Sr. Dr. L. B, o provo-
3uei discussao dos Beneficios por elle aprgoa-
os, con/oriue S. S. o tem declanio.
Se a alguna amigos mustrei esaa carta, s o fiz,
depois quojne co "U^naUr" scm'4v> re<
|ne yrali i liiJoiia de mea [flpao uvda reci- tmbem
tresbofl de car- nkn'm.
lao.'que pelo" hAm u pai I aforara dirigidas
na contianca da intimtdade, cwao disto podera
dar testemunbu esses mesmos amigos, e ento qute
que o Sr. Dr. L. B. o menos competente para
ls,t0' M>.r!i"e T? |)ara coin ""esmo Sr. Mari-
nbo Paleao da mais negra ragratklan.
Ooenpnr-Ht-tiei agora dos servir. >s do oulra
oxdem, que o Sr. Dr. altegnn haver prestado a
meu pai, dos quaas na> se oocuiwu o eu irmo.
por nao ter fetto referenela a elles a correspon-
dencia que o levou imprens, o que seja dito
me fez o Sr. Dr.se
e empreetimos de di-

que S. S. experimeDtasse tambem aquillo. qne
para o flm de ferlr-tne, pratieaya e relaca i
urna pesada, qoe j nao exista, e aAjas. cimas
diz S. iLque sempre tem votadnaai'i/of vmemet.
Fazendo porem s*ta declaracao licafisre ao Sr.
Dr L. B. o diroito de pnbhcKr quaesqner d w c ir-
tas de meu pai, que oxistom era seu poder em
uenhuma das quaes estou corto que se encontrar
pmuUlguraa, ime me possa envorgonhar.
Introraos na questao dos beneficios.
O racu principal lira nessa questao est conse-
quido.
O Sr. Dr. L. B. confessa que recebeu beneficios
de meu pai, e que deve-1 he gratido, da qual alias
to significativas provas tem dado depois da morte
do mesmo.
Entretanto, toreado essa consso S. S. pro-
curou todos os m'eios de depreciar esses benefi-
cio, ji declarando que meu pai era corresponden-
te de sua inae, minha respeitavel lia, j fazendo
ver que todas as desperas feitas por meu pai para
com elle eram satisfeitas com os productos das
safras de sua ma, e que, quando nao chegavam,
llcava logo por conta um dos escrasus, que a mes-
ura tinha nos armazens do meu pai, e ja finalmen-
te deixando ver que gnorava, se taes escravos
percebiaiu salario, accrescentando que, no caso
de negativa, muito cara foi por certo a bospeda-
gem que recebeu.
E' certo que foi ineu par o correspondente da
me do Sr. Dr., mas posso assegurar que uo fo-
ram as vantagens de tal correspondencia, que le-
varam meu pai receber em sua casa por largos
annos o Sr. Dr. L. B., cuidar com lo maior (lis-
vello da sua educacao, c fazer todas as desperas,
que se tornavam necessarias para esse ilm.
Dos livros de coalas deixados por meu pai v-so
que nos annos em que essa sua cominite.it \ que
plantara cannas como lavradora, faza maiores
safras, o seu rendimeuto nocliegava a 1:600*001).
Calcule-se por ah quaes as vantangens, que
poderla ter o correspondente, e ajuize-se se por
ellas poderla ter o correspondente, e ajuizc-so se
por ellas pedera ser meu pai levado a supprir de
todo o necessario a casa de sua coramillente, e
fazer o que Oca dito em relaeo ao Sr. Dr. L. B ,
e tudo sto sem perceber um s real de premio,
como eon-tta de ditos livros.
E julga o Sr. Dr. que dizondo hoje com habi-
tual cntatuacao, fot o meu correspondente, tem a
tudo satisfactoriamente respondido.
Diz a verdade o Sr. Dr., quando affinna que as
despezas, que meu pai faza com elle, eram salte-
feitas com os produetos das safras; mas aplique
si as suas proprias palavras meu respeito, quan-
do responden asseveraeao do haver meu pai
pago S. S. a importancia de tudo o que elle
emprestou.
Nao exacto, porm, que, quando no chega-
vam os productos das safras, llcava logo um es
cravo por conta.
Isto se deu no ultimo anno da correspondencia,
quando era preciso concluir todas as cuntas, se-
gundo se v anda dos j mencionados livros.
Nos armazens do meu pai s estove empregado
u n nico escravo da m do Sr Dr. L. B., e este
mesmo por troca de ontro de meu pai, que ficou
ao servico d'esta, segundo informacao de pes
sua autosada, c todos enmprehendem que urna
senbora que se dedcava a agricultura, e gue
poneos escravos possuia, no poda convir ter es-
cravns distrahidos em outro servico.
Para que, pois.procurou o Sr. Dr. por semelhanle
meio dexar entrever que foi conpensada a hospe-
dngem que recebeu em casa de meu pai sem
coutudo ter a coragera de o alfirmar positiva-
mente?
Seinclhaute ultrage a memoria de meu pai
mostra bem a medida da gratido, com que o Sr.
Dr. sabe corresponder aos favores que lhe so
piodigalisados; ms fique certo de que todos os
esforcos, que presentemente omprega para ames-
qninhar o que deve a meu pai, seroinuteis.porqne
anda existem militas pessoas, que do tudo tem
coniiecimento, e posso, se for preciso exibir docu-
mentos, nos quaes S. S. soltando um brado ex-
pontaneo do seu corac/io, ainda "no dominado dos
sentira-ntos, que hoje o agitam, acelamava meu
pai como seu bemfeitor, o sen nico npoio, o ho-
mem quem sua rid.i inteira de sacaificios nao
poderla pagar o muito que lhe devia etc. etc
A conformidade com as contas apresentadas por
meu pai o precos por elle dados, que se referi
o Sj\ Dr., n# intuito provavelmente de dar Ibes
tambem o carcter de estico prestado, s prova
o quanto meu pai era rasoavel c honrado pela con-
fianza da sua committente.
Extremamente iiicmninodado se mostrou o Sr.
Dr. ora a allegacSo do que dove mea pai, e
tanto que nao duvidou declarar que tove-sc em
vista expo-lo ao publico, como um d'sses infelizes
que por lhe faltarem todos os recursos da vida,
cceitim a enridade de comerem mesa de um
beinfeitur, accrescentando at que foi injuriado
com o epitheto c vil comensal e famlico ingrato.
Nao tem razo o Sr. Dr. para assim se expremir
0 lira dessa allegao foi somente oppor, em jus-
ta retnbuco, beneficios a beneficios, e os quali-
eahvos vil c famlico so devidos a [orea inven-
tiva de S. S., da qual nao deve abusar por seme-
Ihante forma.
Nunca puz em duvida os beneficios prestados
polo Sr. Dr. L. B. meu pai, posteriormente an
qne delle recebeu, tcndo-lhe negado somenle o di-
reito de viver atroando os cos c trra com a
puhlieacao delles.
Na quadra difliril, que meu pai atravessou em
sua vida, o Sr. Dr. sempra que pode, prestou-lhe
todo o auxilio a seu alcance, j em emprestmo de
dinheiro, que, pede a verdade que o diga s cjn
mui pequea parte aproveitou a minha educacao
como se v dos apon la men t >s deixados por meu
pai, e j era servicos do oulra irdom, dos quaes
terei de me ocenpar.
Debaixo da denominaeo de emprestirao de di-
nheiro comprehendo tudo quanto o Sr. Dr. allega
sub os ttulos de soccorros, donativos, remessas de
maiore, m ores, insignificantes qanntias, n tambem
o importe da veuda de urna negrinka eode umea-
vallo, tendo do ludo tomado nota meu pai, como
o mesmo S.t. Dr. confessa.
Tudo isto no passou de emprestimos de di-
nheiro, pois que sempro esteva na Menean de
meu pai pagar ao Sr. Dr., como o fez, o que cer-
taracnte no exclue a idea de reconheeiinonto pe-
los emprestmo* recebidos em circumstancias dilll-
ceis, e lm vontade do quem os fez.
Ne estivo presente ao ajusto de contas entre
meu pai e o Sr. Dr., effectuado a 7 de Janeiro de
1850 ; mas de documentos deixados por meu pai,
v-se que o resultado desfe ajusto de contas, foi
elle aceitar em tavor do Sr. Dr. urna letra de
Pronto
contra m
de trisad
em juizo
!:OO0J para Janeiro de 1831, devendo acreditar
que nesse ajusto de contas o Sr. Dr. no so mos
trasss to insciente, como inculca que estove, d
que havia emprestado meu pai, pois que te 1I10
nina carta sua, na qual referimio-se s suas con-
tas, antes do ajuste das mesmas, S. S. dizia uva
pai, que julg/iva-se com direito sagrado .de ser nel-
a- a nplintentesatisfcito
Quem assim -o mostrava to disposto a fazer
valer o seu sagrado direito (que nunca foi cuntes
lado), nao poda por certo estar to alheio, como
disse, s difierentos parcellas, de que meu pai lhe
era devedor.
No salisfeito o Sr. Dr. L. B. em propalar os
beneficios que prestou a meu pai, julgmi-so auto-
rsado a dar publicidade tambera aos que prestou
o Sr capilo Lourenco Bezerra M.ninho Falcan,
nbrinho e afilhado de meu pai, mostrando anda
por este mudo o respeito e gratido que consagra
a memoria de meu pai,
Priinejramente posso assegurar ao publico, que
o Sr. cpitai Marrano Falco repreva mui franca-
mente o procedimento do Sr. Dr. para comigo e
meu pai, e especialmente no que diz respeito
allegac-i de servicos pre-tado- meu pai, ao qual
elle se confes*a devedor de grati'lo por motivos
mui valiosos.
O Sr. Marinho Falco prestou tambem servicos
mea pal, delles nao faz alarde ; mas no nu
mero desses servidos, por honra d'elle o digo, ja-
mis se leinbrar de incluir um ou outn presen-
te que manda va meu pai, a qne oSr. Dr. L. B.,
dando Ino as proporooes d benfico, nioteve pejo
de pergun'ar-me so tambera havia sido p;igo.
Qum aseira procede, d certomente o raavs alo-
quintetesiomunho da sna miseria.
Entretanto, para qne flm voto o Sr. Dr. L. B
envolver o norae do Sr. M. F. na nos tata ?
Querer apresenlar-me tambein romo ingrato para
com o raemno senhnr ? So assim ainda qnando
livesso moRvos |>ara assim proceder, devo dizer
i^Jolinston & C. una execnca'.
pedido um mandada
pd>nad haver apresenUdo
is que Ibe forarn irenhorados, o
dos quaes era depositario, (piando tomou meu
pai a 1 e-olucao te ir ao sertao desia provincia co-
brar certo debilM, aciiavam varas pis.*fllt residentes, afim de
satisfazer ao seu creddr exequontc, sem desfa-
zer-se dos bens penliorados.
Para esse lira tornava-se-lhe necessaria a con-
cesso de um praso, que s pedera, obter do seu
credor, e jjs ament, quando este tratava de dar
execueo ao mandado de priso, foi por mpn pai
chamado o Sr Dr. L. B. para tratar desse negocio,
e, ao passo que isso se dava, recorra tainlrem
para o mesmo flm octro seu amigo, o Sr. Fran-
cisco Manoel da Cunha Mederos.
Obtd a obncess* pedida por meu pai, acei-
u elle em favor do dito creddr urna letra de
2::i296aO, a qual foi garantida em primeiro lugar
pelo Sr. Cunha Medeiros, e em segundo pelo Sr.
Dr. L. B., sendo de notar qne o Sr. Cnnha Medei-
ros nunca fez ostcntaco do jerjro prestado, e o
Sr. Dr. L. B. o'tem Mto'apregwr por montes <
males.
A reTerida letra foi paga por meu pai, logo qne
vnltou de sua viagem ao sertao.
Ao que so redtiz, por'tairto esse servijo 1 A ga-
ranta de una letra, isto a um favor, que meu
pai sempre prestou ao pai do Sr. Dr. L B., e que
eu nao sei mesmo a quem principalmente foi de-
vido, se ao Sr. Dr. L. B., ou se ao Sr. Cunha Me-
deiros.
_0 servico prestado por ocra-dao de urna execu-
(,'an da fazenda nacional, e para prova do qnal in-
vocou o Sr. doutor o testemunho de minha preza-
da rai, 'nutorisado por esta, declaro em alto e
bora som quo pora flcen.
Nao se deu esse facto, e nem cm circunstancia
alguma lhe fez minha m o mais insignificante
pedido.
O Sr. Dr. L. B. sabe muito bem inventar e colo-
rir, como (dle mesmo nio duvida dizer, e, me-
nos que no quizesse augmentar o calhalogu dos
seus beneficios, no precisava de mais esse facto
para Armar a sua reputaran.
Resta-me o servi o prestado por occasio da ap-
prehenso dos hens, sobre que versen a execicao
do engenho breos, e delle passo ocenpar me.
Com quanto esteja intimamente convencido de
que, sem a intervencao do Sr. doutor nesse nego-
cio, poderia meu pai, com mais ou menos traba-
lho, l'az'T valer os seus nireitos, legtimamente re-
conhocdos, aos ditos bens, discordando assim do
modo de pensar do Sr. doutor, todava sou o pri-
meiro a declarar que esse servico loi de maioi
importancia ; mas S. S. por si mesmo enearregott-
sc de diminuir essa importancia, exigindo dppote
por carta de 15 de marco do 1849 dotis escravos,
como traca rcmuneinco da grande obra a ap-
prehensao, no que nao foi attendi 10. por se oppr
isto sna mai, conforme me declarou mea pai, e
por ultimo ficando-sc com certa qoantia, que lhe
foi rcmetlida por meu pai para contratar um ad-
vocado, que encaminhasse a execucSo, do que
poderei apresentar as necessarias provas.
Como quer qoe seja, porm, por maior que
seja a importancia que se queira dar esse ser-
vico, no pode elle jamis ter o alcance que lhe
quiz attribuir o Sr. Dr. L. B., quando disse que
esses bens reverteram em meu pmrcitoe nodeneu*
irmos, assegurando o nosso futuro.
Para ter o resultado, que lhe quiz dar o Sr. Dr.
L. B., fra preciso que eu o meus irinaos ti-
vessemos entrado na heranea desses bens ; mas 1
um facto geralinento sabido que meu pai, desde
a sua quebra como negociante, sempre viven so-
brecarregado de dividas, tendo deixado o seu ca-
sal insolvavel, e que, se hoje eu e meus irmaos
nos adiamos na posse dos referid a bens, o deve-
nios to smente a termos pago as dividas por elle
contrahida, dispondo parejease lim de bens, que
legtimamente herdmos de urna ta ini, n que
no se achavam sujeitos ao pagamento de taes di-
vidas, coiicluiudo-sed'ahi que esse servico cm sua
maior amplilude uo pa-sou de habilitar meu pai
n pagar aos seus credores.
A pretoneo do Sr. Dr. a tal respeito, az-mc
acreditar que, se depois da morte de men pai ti-
vessemos euemeus irmos feto entrega dos seus
bens aos seus credores, conservndonos na posse
dos que vendemos, ainda assim o Sr. Dr. nao du-
vidana dizer que havia assegurado o meu futuro
e o de meus irmaos til
Os bens deixados por mou pai consistirn no
engenho Abreus, 19 escravos entre grandes e pe-
queos, eem mui puncos animaos de servico. As
dividas, que por elle temos pago, andam por ciu-
coenta e tantos contos, no que lemos empregado o
producto da venda .do engenho Apu, grande e
importante propriedade, o de um bom otio i:
Recife, o o de um escravo de valor, c mais a qaai:-
ta de 4:059#, o quo de toda a notoriedade, e
o proprio Sr. Dr. L. B. no ignora.
E ja que toquei na venda de bens to importa;-
tes para pagamento do dividas de meu pai,
sirva isto de resposta ao Sr. Dr. L. B., qnando
disse, que filhos haviam qne nao se aespojnvam
de seus bens pora remir asprecisoes de seus paii.
parecendo referir-se especialmente a mim.
Quer o Sr. Dr. L. B. que cu entre na dtecriea 1
das dividas que por meu pai temos pago ? Se ito>
exigir, serei prorapto em salisfaze-lo.
Saltando por sobre adiscrieo de secnas pathe-
ticas, e de perigus mininentes que eorrm, sem
haver eneoutrado nunca o mais insignificante en
trave, acerca do que sitltou todas as velas inia-
ginaQo, passo a responder una as-ereo do Sr.
Dr., qual merece reparo, relativamente qucc-
to do engenho Abreus.
Defendendo o Sr. Dr. L. B. o acto da apprehen-
sao dos bens, sobro que versuu a questao do en-
genho Abreus, c que ello qualilicou de prinveira
parte da execueo, di>so pie pela segunda parte
nenhuma respnnsabilidade tinha, e que se huu\
Iranquibernias, como elle acreditara, a mim
deviam ser attrbuidas.
Faco ao Sr. Dr. L. B. a mais formal provocar."". .
para que aponte, se capaz, um s acto mea na
referida que-to, que |iossa ser pialificndo de
tranqiiibernia, e aquellos que nos conbecem, v.
cora quem temos tido transaeces, que gaui
quem entre nos ambos o o capaz de fazer frai;-
quibefnias.
I'iqi.e, porm, consignada mais esta prova d >
respeito e gratido quo o Sr. Dr. vota s cinzas i"
meu pai, visto como na execueo do que se tr.it
nao poda eu fazer tranquibernia alguma, sem 1er
de aceordo com elle.
Tenbo, rclativaraento questao dos beneficict.
respondido a todos os pontos, em que me cunipm
tocar.
Da exposicao do qnr! fica dito, v-se, na d'en-
tre os beneficios allegados pelo Sr. Dr. L. R, 11 1
nao verdadeiro, e Iguis estn bem longe de ter
as proporcoes que lhe oram dadas ; que os bene-
ficios reaea prestados pelo Sr. Dr. meu pai, o
foram era retribuicu de outros, que debe havia
reeebido, pagando-Ule assim urna sagrada divida
de gratido ; que so o Sr. Dr. tinha ttulos minha
eslima e respeito, eu tambora liuba ttulos sua
estima e respeito, c que finalmente sejiHga po-
der hoje arvorar-se em meu bem feilorpia obr;-
gaces que do meu pai devem passar par mim,
atiiorisa-me tambera a reclamar o mesmo ascen-
dente sobro S. S. pelos dircitos ipre fio meu pai
devem igualmente passar para mira.
Mas, diz o Sr. Dr., as diluas de gratido sao
de natureza tul, que urna vez pagas, tem por i
mesmo creado urna nota divida, transformar^: >
ft?tredoriwanear, eprendeiutoaaittmpttos fi -
dtlicainmm' tnfirefurtes, e fue $$ firma i te -
dea da gacocs.
O simples bom sonso repelle a idea do ncd
jamis transformar-so em credor, o devedor quo
paga urna divida : mas certo que os lapos da
mais estrella misado devem unir aquellos, que ec
achara collocados om reciprocas obrigaodcs.
Esses tacos no pmliam ligar ; mas S. S. en!
deuquedeva trazar-ue sultordinado asi, eior-
queera urna desagradavcl occinrencia, qne acu-
se para rom a sna pessoa, o meu modo de pensar
f .i d.ffereote do son. assentou quo por isto ilevla
nimpe-los, o assim o fez. A culpa, pois, nao f. i
minha
Demonstrar a nenhuma razo qne o Sr. Dr. I
B. tevo para romper as snas reUe> eomier.,
chegando assim ao pon*0 fulminante da questao,
como diz o mesmo Sr. Dr.. o asaompto do qoe
rae cumpro agora tratar ; mas achindo-se j
milito extensa esta-correspondencia, eu odeix
para desenvolver em outra, que darer a pnfilici -
dade com a maior brevldadc que pvder, moatran-

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Diario A-.PeriHHHW Segmj.lfc eira 2* de ion I:.o de 1869.
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' > Hlm. Sr. Manoel Mara Rodrigues do N'asci-
mento.
Pioimlra por ele'
\ V.\r*.* ir,' I>.. Annunciada Cumula Alvos da
a por devordo
A Esfli.? Sr." I). Mari a Joaqniua d M 'iidouca R-
beiro,
Enralo
O Ufan' Sr. Theotloro Jos lavares.
Thexdurvini
0 Illm. Sr. Job Luiz Porrera Ribcro.
P. i mi ('je
Ilim. Sr. Angelo R.itilltu l'ereira Chaves.
ttttarfoi
Os luios.
Francisco Lucio de Castro.
Joao Podro taptista.
Capitao Jos Varia Freir Gamoiro.
Hvd. padre mnoisco Alvos de branlo-,
Tenenl Merino do Lima Civalcante.
Tencnie llonjamiu Viraos Potra.
Manoel Lu* Ribeiro.
Manool da Silva Ant irhii.
Jeronymo Jos Ferreira.
Antonio Martins de Carvalho Azovedo.
I.uiz l'o.'oia Raposa
loo Francisco dos Santos.
NetWMM
A< Ext.i. Sr.'
I>. Hermewgildi de Fnrh Twxeira.
I), i; i';!ia Varia l.uiza Donsley. \
. Umbelina do Souza Pereira Rocha.
D. Francisca Joaquina de Oliveira.
D. Mara Thereza da Silva Gomes.
I). Francisca Pao- Rarrcto.
I). IJalina CoeHw da Silva.
. Libania Emilia Casar de Albui;uer<|uc.
D. Ciara Mara de Ca-tro Morejra. __
I). Maria Carlota Pernambueo Falca".
D. Antonia Allina do Menczes Govaco.
I>. Adelii fosephma de Mira Conrado.
Boa-vi-ta, O de maio de 1869.
O vi gario,
Slaiioi-I Joaquim Xavier Sebreiro.
j^fcl Liuiv.-A .'ndoo-sc emu o
i tremi do ViO a. 430 pon nenio.
de Mello Crwtkmtt. 4 'Mantk...a.Vendeu-se a ingleza do 13200 a
1969. ] 1*300 a libra,1* a franceza a $30 rs.
M usas.dem a 10*800 a caixa.
Oleo dk limita.dem a ti por gaJao.
aixa.
5 tem a W. a arroba,
.OVlamengo venderam-se a 2*800
cada un.
Toi i-sc de 10*800 a 11* aarro-
Vi.xaobk.O de Portugal vendeu-se do. 120* a
l.'i<) a pipa. _
Vi.mios. Vcnderam-se*os de Lisboa di 2303
a ZOOS a pipa, e os do outHW pnizes a 20o*
[AS.As de composicao rogularam de 660
a 670 rs.o pacota de 6 velas.
Fhrtks.Para Liverpool, carrejando em nosso
porto 3 8 d. por l seai primagom em navio do
vela, el/i d. oai vapor ; polo acucar 17/6 por to-
noiada 8 pir canto, e para o Casal 15/8 por to-
nelada ii por cotilo.
COMMERCIQ.
AC DO RKC1FK 2o DE JL-NHO DE 180'.'.
AS 3 1/1 HORAS DA TARDK
cambio sobre Londres '<> d/v 18 I|2, e do
banco 18 3|S .1. por UO00.
aofcio sota Pars-r-90 d/v 8*) rs. pt franco
Dito s >brc dito vista -'7 r.-. nnc frano i.
Cambia sobre Portugal 00 d/v 18o .5 de pre-
mio.
F. J. Silvoira
Presideule.
Leal Sevo
Secretario.
ALFANDEGA.
Rondk.iento do dia 1 a 25. 9:15:222*610
dem d,. dia 26......36:070*3*1
MQVIMENTO DO PORTO.
Navios entraiOi no din W;
Barcelona49 das, sumara bespanholaManneia,
da 110 toneladas, cipitao Mariano llmenlo,
carga vinbo; a Tasso Itrnaas.
Darcoloua e Slalago -55 do 1", c 32 do 2, su-
maca beapanhola lyuucita, Je 202 toneladas, ca-
pitao Malln) Fruck. eqatpageai 13, carga vinbo,
a Poroira Carnero. A (L
Tarragona o CanariasVI do 1, o 19 do 2', pa-
taoln bespanhol Thimorheo 1", d liO toneladas,
capitn Paulino t;nll, orpii|Kigom I3,carga vinho;
a Vreira Carnoiro.
Santa.rem 83 das, sumaca espanlmla Eulalia,
de 91 loucladw, oapilao Francisco Millot, Bfoi-
pagem 10, carga l'arinlia do tii^ ; a ordnm.
Now-Yoik'tO tilas, patacho norte allomaoyo/i't/iH,
de 230 toneladas, eapiliio Nieasen, e.|nipagem 7,
carga hriaba de trigo; aD. C. & C. C. Simpson
A C
Nuria subido no mismo Ata.
CanalEscuna ingloza Zeul, capit.io Bosdet, carga
assucar.
Nark entrados no dia 21.
Soulliampton e portos intormedios 17 '/-.das,
sendo do ullimt porto 6'/.. vapor inglo/. La
Piala, do 1860 toneladas, eommaudante H. Hole,
cqojpagoot 128, carga fazrndas e outros gene-
ros ; a Adamsnn ll.>wie A C.
Liverpool 107 das, barca mglozo Charlrs Jackson.
de 353 tonelada, capttao Tlnmaz Borne, aini-
pteam 15, carga carvao, ao nosmo capitao.
Velo a este porto por estar docnto o capitao, seu
desiiuo Guayaquil.
Nariottakios nomx>iio dia.
Rio de Janeiro BihiaVapor inglez fala,
eommaudante lile. _
Porto Brigue portuguez Triump'to, capitao Ma-
inel Francisco Jnior, car ja differentes gneros.
dem F.V S-i ditas m 31, 3i e-35^ idm, tSBW,
em 2 do aitril, tdom, i
Idei 35, 37. 39 40, i-?_ea,
idoiii.
Arma/.. 'i>. n. II.
Marca C V C-l dita o. 201, viiwbdl Soutltamo-
lon no vapor inglez m Pttila, en>W de junho de
18tiS. contaravuras, consignadas aCollafo
dem H M L diamanbs5 -ditas bk. !K>5 a 959,
vindas de .New-York no patacho attemio Pollux,
em 17 de agosto, com mercadorias, a M. L. A C.
dem HIL diamanto3 varas fccuo, sein nu-
mero, idom, dem, dem.
dem H M L diamante10ibarreas-drogas, idom
idera, idom
Idom CVCl canta n. 20S, viuda de Bordeaux
no vapor tnacez.ExtremadUre em 12 de setombro
com Ivthograpnio, aCollaeo.
dem B *,C-I dita n. 1,013, vioda do Hambur-
go no lugar inglez Tkon>jk, em 3 de dezembro,
com videos, afl.'itohres.
dem C & CI dita. 2, vinda do Bordeaux no
vapor tnneevExtremai*e0 em.13 idem, com Illas
a B. But A C.
Som marea7 volumo, sem numero, vindos do
Rio Grande do Norte na barca Flotia, em 13 de
maio de 1869, ignora-seo conteudo e eonsignacao.
Alfandega de Prrnambuco 23 de junho de 1869.
O inspector intonno, L. de C. Paes de Andrade.
i afacii o largf) tk> Viveiro.
i du etifre dita* ueote^.-
Capunga*.
('.bafpk da ra das Rernaiav
!iucafi........____.....
Ulal.
150.5000
aiOOO
390;SOU
EDITAES.
971:292*851
MOVIME.N'TO DA ALFA.NDEGA
Voluine* entrados
dem idem
com fazendas
com generas
Volamos sabidos com fazendas
dem idom com gneros
642
1393
-----2035
20"
620
----- 822
Descarregam hoje 28 do junho
Vapor inglez0//Jmercadorias.
Barca francezaVerMautrn mercadjrias.
Barca francezaHaoulidom.
Barca ioglezi Jane Mtria farinha de trigo.
Brigue nacionalMineida IIcharque.
Brign? nacionalCaladodiversos genero?.
Brigue porlnguezRelmpago -idem.
importa^io.
l'tiwr bratilem iuojuca, viudo do Acorac e
portos intermedios, manifestou:
80 meios de sola; a Joviniano Manta.
9 ditos dita. 2i voluntes barricas abatidas, 159
barricas farinha de trigo ; a ordem.
6 calzas queijos ; a Chalara A Rahello.
1 dita ditos, 8 garajos carne; a A. A. do Sou-
a Aguiar.
10 ditos dita, 1 barrica queijos, 20 couros sal-
gados i a Manoel Marques Pinto.
1 sacras algodao ;. a S Leitao A Irmao.
58 dif.s dito ; a Tasso Irrnao.
139 ditas dito, 3 barricas goma ; a Fernandos A
Irmo.
4 saceos cera de carnauba, 1 cateto carne: m
G. S. Raposo da Cmara.
2 garajos dita ; a Cunha Imos A C.
BECEBEDOftlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 23. 60:% 1*805
Ideal do dia 26...... 4:680*671
6.-:tii23476
CONSULADO PROVINCIAL
ttendimentododial a 25. 143:8705,60
dem do dia 26....... 7:729*149
151:599*609
DECLARACOES.
r- Pela seeretaria da cmara municipal desta
cidade se faz- publico para eonhecimento dos in-
teressadoe, que nao leudo sido arrematadas no
dia 23 do coorento, como cstavam annunciadas
as obras deoMBCloa da estrada que conduz a
Cabanga, e dos rncenos do matadouro publico,
continuarn do novo eut praea pela ultima vez no
dia 30 do presonte ntez as dilas obras.
Secretaria da cmara municipal do Rcife, 25
de junho de 1869.
' O secretario
Francisco Canuto da Ba-viagem.
De ordem do Illm. Sr. inspector da Ibesou-
raria de Ihsenda desta jiravncia se faz publico,
que nO dia 7 de julho prximo, pelas 2 horas da
larde, ser arrematado peranle a junta da niesma
tiiesouraria porquem maior lanco offerecer, a me-
lado da rasa terrea n. 18. sito na ladeira da Mise-
ricordia da ridade de Olinda, avahada em 1:000*:
os lidiantes deverao comparecer nesta thosoura-
ria no referid da e hora.
Secretaria da thesottraria de fazenda de Per-
uainliuco 25 de junho de 1869,
Scrvindo de ollicial-maior,
Manoel Jos Pinto.
Pela secretaria da cmara municipal docta
cidado. se faz publico, que a mesma cmara prin-
cipia a segunda sossao ordinaria deste anno em o
dia 30 do corrento, e continuar a dita sess ao nos
segundes.
Secretaria da cmara municipal do Reeife, 26
de junho de 1809.
Francisco Canuto da Boavia.jem,
Secretario._______^_
~~COMPANHIA
DO
10?>000
Crrelo de Pernambnco 23 do innho de 1869.
Dojngos dos Pas-
Segu i
Aiiyiay
dias (j* ainda re-
re*m SLei-
n.l.
120/5000
SI :.jIO;>000
Bcriptirio da Companliia do Beheribe,
Site iuolio de 180.
seoretano.
Ih'. Prxedes Gomes.d Soma PUanga.
HuUa Casa da Mlseirieoi^dia do
Reetbti.
A Illma. junta administrativa (ti Santa Casa da
Vbarinordia do RocHe manda ftizt^r pul Jico que na
sala do suas sessoes, no dia 1." de julho, pelas
lUiaiw) horas da tarde, tom de ser ari emuladas
SENO mais vantagens oWa-eeer, pelo lempo do um
a tres annos, as renda* dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMEN.TOS DE CARIDADE.
Roa do PukeFloriano.
Casa terrea n. 47 ......
dem idem n. 63.....
Idea n. 47. 49.......
Ra dEi* Oalradas.
Casa terrea n. :10 .. '. .
trtem dem n. 34.......
Idain idem n. 36.......
Ra doGahibouco.
Gasa tarca n. 18...... 30OA000
dem n. 20......... 2i2OOO
Rua,da.Mocda.
Prinieiro andar do sobrado, n. 37.
Segundo andar do.......
Areal do Forte.
Gasa terrea n. 1......
PATRIMONIO. DOS ORPHOS.
BU da Sauzalia Vellia.
Casa terrea n. 18-......
Rua. da Guia.
Casa terrea n. 2?......
Ron da Cacimba,
dem idem n. rt ... .
Boa do Vgark).
1. andar do sobrado n. 27. .
Madre de Dens.
Sobrado de um aadar n. 9. .
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 105.................
dem idem o. 103..................
dem n. 110.....................
dem n. 98.. .. ..................
dem n. %.. v ., .. ., ............,
dem n. 94........................
Sitio n. 5 noForno da Cal...........
dem da Miruoira u 4.....
Os prctendentcs deverao aprosentar
1704000
1765000
170*000
177*000
108*000
178000
76*000
96*000
1003000
EMPRB2& DRAMTICA
DE
ftegtaulbi-feira 38 do Juako.
*Dbpnis de ama escolhida ouvertnra represen-
ranse-ba o magnifleo drama em 4 actos. ,do Exin.
eensellfciro .Henear
MAI
Sf ::tiir-ie-lia a representado de urna linda co-
i.i-ilia em i acto.
Wrminar o espectculo com a chistosa can-
loneta .cantada pelaSra. D. Apolona.
0 DUQUE DE BISANCE.
Comecara as 8 horas.
PRAGA DO REGIFE
' 26 DE JtXHO DE 1869, S 3 HORAS DA.TARDE.
REVISTA KIAWL
Cambios.Saecou-se sobre Londres a 18 1/8,
48 1/4 e 18 12 d. por 1*000, e sobre Pars de 510
a 527 rs por ir.; sendo a valor dos saques effec-
inados nesta semana de 50,000.
Algodao. Vendeu-se o de Pernambueo de
15f 500 a 15x700 a arroba, eo de Mace, posto
bordo, a 17X200.
Assii.ar.Venden-se o nmscavado purgado de
3*330 a 3*600 a arreba, e o bruto de 3*000 a...
3*100.
ArrozO pilado da India vendeu-se a 3X400
a arroba.
AzKiTE-DocE.Vendeu-se o de Lisboa a 3*400
o galio.
B.'.r.vi ho.Venden-se por atacado a 19*000 a
barrica, e a retalho de 205 a 22*.
Batatas.Venderam-se a 2-5000 a arroba.
Bm.achtxhas.dem do 4* a 5*000 a barri-
qninha.
Corons.Os seceos e salgados venderam-se a
170 r>. por libra
O inspector interino da alfandega faz publico
que aoh>ndo-se as mercaderas comidas nos volu-
ntes abaixo mencionados, no caso de serem arre-
matadas para consumo, nos termos do captulo 6o
titulo 3" do regulamento de 19 do setembro de 1860
os sens donos ou consignatarios deverao despacha-
las no prazo de 30 dias, sob pona de lindo elle se-
ren vendidas por sua conta som que lites fique com-
petindo allegar contra os effeilos desta venda.
Arinazem n. 6.
Marca Z-100 latas sem numero com 28 libras
de tinla cada urna, vindas de Londres no patacho
inglez lieonjiana, entrado en II dcdezembro.de
1868, consignadas a Rabe SchamclUiu & C
Armazem n. 8.
Sem marca.1 barril sem numero vindo de Li-
verpool no vapor inglez Panlheon, entrado em 26
de junho do dito anno, ignora-se o conteudo e con-
signaciio.
dem C A M-l caixa n. 1, vinda de Londres no
lugar pldcmburguez Sagttta, cm 4 de agosto, dem,
idem.
Idom J P & C800 caxas dla, sem numero,
viudas de Liverpool na barca inglcza Orion, entra-
da em 12 de setembro, contend) sabao, a Johuns-
ton Pater & C.
Idom S200 ditas com dito, idem, dem.
dem T A PI dita n. 16, vinda de Lisboa no
briguo porluguez Soberano, entrado en 24 de no-
vemhro, ignora-se o conteudo e consignado.
dem M diamante781 ditas com sabao, vindas
de Liverpool no brigue norueguense Activo, entra-
do em 28 de dezembro, a Saunders Brotlirs & C.
dem M diamante216 ditas com dito, idem,
idem, idem.
Sem marca1 tina vinda de Liperpool no vapor
inglez Alhambra, entrado em- 22 de Janeiro do cor-
rente anno, ignora-se o conteudo c consignaco.
Armazem n. 9.
Marca II diamante1 fogareiro, sem numero,
vindo de Liverpool na barca ingloza Imogene, en
trado em 31 de marco do 1868, a Shaw-Hanken
&C.
dem J P & C300 eaixas com sabao, de Liver-
pool, entrado de 1 a 15 de junho na barca ingleza
Wchofke Teigr, a Joltunston Pater & C.
dem J P & C308 caxas cora sabao de Liver-
pool entrado do 28 a 31 de julho, na barca ingleza
Elisa Handas, idem.
dem J P & C441 ditas, idem de 1 a 17 de agos-
to, idem, idem, idesn.
Mem J P & C55 ditas, i em de 14 a 28 de
agosto, na barca ingleza Carioca, idem, dem.
dem J P & C245 ditos, idem em 4 de setem-
bro, dem, dem.
dem Maia & C1 embrulho, ignora-se o con-
teudo, de Lisboa, no patacho pirtuguez Maria da
Gloria, cm 9 de novembro, a Mata & C.
dem M diamante1000 eaixas com sabio de Li-
verpool, entrado de 24 a 26 de novembro, na bar-
ca ingleza Seraphina, a Saunders Brothrs & C.
dem S2 fogareiro, idem, idem, a ordem.
dem K E C1 caixa com louca n. 20, idem,
idem, em 17 de dezembro, no vapor inglez Saphire,
a Koller & C.
dem O diamante14 eaixas de diverso? nme-
ros viudas do Londres, no briguo inglez Helena,
ntradode 22 a 31 de dezembro, com biscoutos, a
H. Oltlt & C.
dem Job. P. & C1 dita sem numero, idem,
dem, entrada cm 8 do Janeiro do correte auno,
com almanaks, a Johnnston Pater c C.
dem A G4 ditas de n. 1 a 4, vindas do Porto,
na barca portugueza Despique II, em 11 de feve-
relro, com macaos, a Albino Jos da Silva.
Idom Pinto Barbosa & C1 dila sem numero,
idem. dem, com diversos gneros, a Pinto Bar-
bosa & C.
dem D1 sacco, idem, idem, com nozes, a or-
dem.
dem F N S3 eaixas ns, 32, 38 e 41, vindas de
Londres no lugar inglez Peart, om 23 de marco,
com biscoutos, idem.
En consequencia do addiamento da ses-
s3o da admiistraco desta companhia, no
dia 28 do correte pelas 12 horas do dia
lera lugar no escriptorio da companhia rua
do CabQg n. 10, a arrematacSo dos cha-
famos e bicas por bairros, nao se admit-
lindo propostas que comprehemlam mais
de um bairro, nem por espaoo maior de um
auno, os senhores licitantes comparecam
com seus fiadores ou declaraco dos mes-
mos no mencionado dia, devendo ser as
propostas em caria fechada apresentada na i
mesma occasio, ou antes no escriptorio,
onde mellior se deverao esclarecer e infor-
mar das condices do contrato de arre-
mlagao, e declara-sc que ca a venda d'agua
para o mar exclusivamente fcita no bairro
do Reeife.
Bases sobro asquaes se deve langar:
Bairro do Reeife.
Chafariz e bica do caes da al-
fandega ............... 5:600,>000
Dito da roa da Cruz.
Dito da rua do Brum......
Dito e bica do Forte do Mat-
tos................
Bairro de Santo Antonio.
Chafariz do largo do Carmo.
Dito do largo do Paraso
Dito da praca de t*efcro II...
Dito da rua do Sol........
Dito da rua da Concordia..
5:20O:>OOO
4:0005000
5:200,>000
20:000*000
2063000
144-5000
146J0M
2403006
3605000
1463000
2023000
2033000
2033000
202 140*000
190*000
106*000
no acto da
arrematadlo as suas flaneas, ou comparecer!
acompanliados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa (-asa da Misericordia do Re~
cife, 17 de junho de 1869.
O escrivao,
Pedro P.odriijues Conselho de compras do arsenal
de guerra.
0 conselho de compras do arsenal de guerr
precisa comprar para a eseripturaeao do abnoxa-
rifado o seguinte :
1 livro de papel hollanda paulado de 80 folhas.
2 ditos de dito dita de 40 folhas.
1 dito de dito dita de 80 folhas, fortuito menor.
1 dilo de dito dita de 70 lolhas.
1 dito de dito dita de 60 follias.
1 dito de dito dita do 50 folhas.
2 ditos de dilo'dita de 30 folhas.
2 ditos de dito dita de 24 folhas.
2 ditos de dito dita de 20 folhas.
2 ditos de dito dita de 16 folhas.
Para provimento do mesmo almoxarfado.
400 vassouras de palha.
400 ditas de junco.
200 ditas de piassava.
10 resmas de papel cartazinho.
Para a companhia de cavallana.
1 camisa do meia.
58 lencos de algodao.
38 paros de luvas de algodao.
58 pares de mcias de algodao.
142 xacas de algodao.
A* pessoas que quizerem vender ditos arttgos
apresentem suas propostas na sala do conselho
as 11 horas do dia 28 do corrente.
Sala do conselho de compras do arsenal de
guerra de Pernambueo 21 de junho de 1869.
Hvgino Jos Coelho.
Coronel director interino.
Jos Baptista de Castro Silva,
Secretario.
avisos martimos,
.\\1II.\ IIA1IS1LEIII.I
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperad
at o da 28 de junho o- vnpoi
Paran, commandante o rapitac
de fragata Antonio Joaquliu de
Santa Barbara, o qual depeis da
demora do eostuma seguir para os portas do
sol.
Desde j recebem-se passageiros e cngajase a
carga que o vapor, poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de suachegada. Encommen
das-e dinheiro a frote at o dia da sua sahida as i
liaras.
BSo se recebem como encommendas senao ob
lelos de pequeo valor c que nao excedam a. dam
arrolwis d peso ou 8 palmos cbicos do medicad
Fndo que passar destes limites dever ser embar
cado como carga.
Prvinc-se aos Sr?. passageiros que suas passa-
gens s se recebom na agencia rua da Cruz n. 57.
I andar, escriptorio de Antonio Luiz de Otiveira
Azevedo & C.
COMPANHIA PEHNAMBUCANA.
DE
Xavega^o costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor6, Ara-
caty, Cear, Acarac e Granja.
O vapor Ipajuca, commandante
Eustaquio,seguir paraos portos ci-
ma no dia 30 do corrente as 5 horas
la tarde. Recebe carga at o da 28, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at a
2 horas da tarde do dia da sahida no escriptoric
do Porte do Mallos n. 12..
Para Lisboa
>ai gabir por estas dez dias a barca portugueza
\ksanaYe'fiercttlaiiii, ct\Mi, r A A. de Almeida,
por ter p%rlo do cnrreganicnio |,renpto ; para
cai^n-c iNMagaMr; p*-oj tes eommodos : trata -se com E R. Rabello, rua
do Commepao n. ty> \ __________
lll DE JURO
Segu com hrevdade paraporto cima, o bri-
guo nacional Damwo ; tom parte do seo carrega-
niento engajado, para o resto que lite falla trata-se
c mi os consignatarios Antonio Luiz d Oliveira
Azevedo dt-C. rua da Cru* n. 57.

PARA
Para o. referido porto segou com mnita brevida-
de o palbaboto pertBgaez jj#o Protegida por ter
a maior parle da carga tratada ; e para o resto
que Ihe falta Irata-se com a consignatario Joaquim
Jos Goncalres Beltrao, a rua -do COnimercio
n. 17.
COMPANHIA PEttfAMBUCANA
\avcsa?o rosteir por vapor.
Macei, escalas e Penedo.
0 vap-,r Pntengi, commandante
Pereira, segir para os portos cima
no dia 30 do-coi rento as 5 horas da
tarde. Recebe carga at o dia 28, enoeramendas,
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas
da tarde do dia da salitia no escriptorio do Fr-
te do Mattos n. 12.
LEILOES.
COMPANHIA PErtfiAMBUCANA
os
Xavcgaro costclra por vapor.
Mamanguape.
O vapor Corvripe, commandante Penna, segui-
r para o porto cima no dia 28 do corrente as 4
horas" da tarde. Recebe carga, encommendas,
p&*sagns e dinheiro a frete at as 2 horas da
arde no escriptorio do Porte do Mattos n. 12.
7:000;>000
5:600^000
3:100^000
2:5006000
3:8005000'
PARA LISBOA
Seguir com a maior hrevdade possivel o bri-
gue po.rtuguez Constante I, por j ter grande par-
te da carga prompta; para o restante e passagei-
ros, trata-se com os consignatarios Oliveira, Filhos
& C, largo do Corno Santo n. 19, ou com o capi-
tao na praca do eommercio._____________^_
L
HOJE 28- DE Jl~MIO.
De 20 eaixas de ojjeijos desembarcados hoje dt>
vapor, as 11 horas da manhaa, disfronte da alfnn--
dega, pelo aeeute. Pestaa ____
LEILAO"
de fazendas avariadas
Quinta-fera 2 de julho as. 10 hars.
0 agente Piato far lelao, por. conla c risco de
quem pertencer, de dfforents fazendas nglezas,
consisttndo de madapoloes, algodoes e estopa, ludo
com avaria d'agua salgada, as 10 horas do dia
cima dito em seu escriptorio rua da Cruz n. 38.
AVISOS DIVERSOS.
22:000>000
Bairro da Boa-Vista.
Chafariz e bica do caes do Ca-
pibarbe............... 3:OflO,*000
Do da rua da Aurora...... 1:200^000
Dito da cidade nova de Santo
Amaro................. 2:200;>000
Dito do lugar do Campo-Ver-
de.................... 8005000
Dito do largo da Soledade... 1:725S000
Dilo da caixa d'agua dos Pi-
res. ................... 4:873/>000
Dito da praca da Boa-Vista.. 5:0O0-50O0
Dito da rua de S. Goncalo... 4:200-*000
20:000^000
Perante a cmara municipal desta
cidade estar em praca nos dias 30 do cor-
rente, 3 e G de julho prximo vindouro,
para ser arrematada por quem menor pre-
co offerecer, a obra dos concert s de qua
necessitaocanoque d esgoto as aguas, que
no tempo invernoso se accumulam nos quin-
taes e sitios da Casa Forte, oreados na
quantiade 120r>000: aquees que preten-
deren! arrematar a referida "obra, compare-
cen no paro da mesma cmara nos mencio-
nados dias, munidos do fianza idnea'
Paco da cmara municipal do Reeife 23
de junho de 1869.
Ignacio Joaquim de Souza Leo.
Pro presidente.
Francisco Canuto da Boa Yiagem
Secretario.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Navegando costea por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahtjba, commandante
Mello, seguir para os poitos cima
no dia 30 do corrente a meia noite.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete, n escriptorio do Forte do Mattos
n.12._______________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegagdo costara por vapor
Fernando de Noronba.
O vapor Gigui, commandante Aze-
vedo, seguir para o porto cima no
dia 8 de julho prximo pelas 11 ho-
ras da manhaa. Recebe carga at o da 7, en-
commendas, passageiros e dinheiro a frete at
as 10 hora* da manhaa do da da sahida ; no es-
criptorio do Forte do Mattos n. 12.
Bairro de S. Jos.
Chafariz do largo da Ribeira.
9:5005000
Dito da rua do Terco....... o:0004000
Freguezia le Gamelleira
O abaixo assignado coideal monte agrade-
ce a todas as pessoas que se dignaram
a ompanhar at o cemiterio publico desta
freguezia aos restos mortaes de seu presa-
do bino Jos e a todos protesta o sen sin-
cero reconh^cimento. O mesmo abaixo
assignado faltara ao. dever de gratidae se
nao mencionasse com especialidades d'entre
essas pessoas a familia do Sr. Jos Gorgonio
Paes Barreto,, queum s momento noaban-
donou o bito do dito seu filho desde o co-
meco de sua enfermidade at o seu ullimo
suspiro ; e, pois, se confessa eternamente
grato.
Joo Landilino Dornellas Cmara.
Irmandade do Divino Espirita
Santo
Por ordem da mesa regedora desta irmandade,
convido a todos os nossos caros irmaos a virem
assistir a posse da nova mesa, e leitura do relato-
torio que tem de ser apresentado pelo nosso ir-
mao juiz que acaba, que ter lugar terca-feira 20
do corrente, s 9 horas da manhaa.
Reeife, 25 de junho de 1869O escrivao, Joa-
quim F. da Silra Jnior. _______________
Desappareceu de um sobrado da rua estrei-
ta do Rosario um trancelm de ouro, chato, com
passador de pedras verdes : desde j pre,vine-se
aos senhores ourives que se apprehcnderem o dito
trancelm, leve-o rua das Larangeiras n. 8.
No collegio da Conceicao precisa-se de um
porteiro.
Companhia americana
ra de paquetes a vapor.
Ateo dia Io de julbo esperado dos portos do
sul o vapor americana South America, o qual de-
" pois da demora do costnme seguir para New-
York tocando no Para e S. TliomaE, para fretes e
passagens trata-se com os agentes Henry Forster
.dulas de iOJJOOO da 4a e o#000 da 6a es-1 & C, rua do Trapiche n. 8.
tampas at s 4 horas do'dia 28 do corrente,
de maneira que possam ser recolhidas no I
thesouraiia no dia 30 pela manhaa.
O Englisk liank of Rio de Janeiro
Limited, faz pnblico que s se recebem as
Dito de defronte da Cabanga.
Dito da rua Imperial.......
Dito do lergo de Klssa Se-
nhora-a Paz de Afogados
Passagem- da-Magdalena.
2:O00,)OO0
5:000*000
No London S Basilian Bank recebem-se as
notas de o e 103 at i ho.as do dia 28, em Vazao
de serem recolhidas thesouraria no dia 3
manhaa.
COBBEIO 6ERAL
Precisa-se alugar urna escrava para vender
na rua, o tambem compra-se agradando : na rua
das Cruzes n. 35.
Criado.
Na travessa da rua Bella n. C precisa-se -de i:m
criado de 12 a li annos, prefera-se escravo.
AMA.
Precisa-se de urna ama para cozmhar para urna
pessoa : na rua da Roda n. \6, 1" andar.______>
Precisa-se de urna ama para engommar e
cozinhar: na rua das Cruzes n. 21.___________
Precisa-se de dons caixeiros que traban
pratca de taberna : na roa da Aurora n. 56.
COMP.
IA
DAS
Mcssageries imperiales.
At o dia 30 do corrente mez espera-se dos por
tos do
Pela administrarlo do correlb desta cidade se
J faz publico a quem interessar possa, que nao se
2:500000 demorando os vapores da companhia Mcssagenes
Imperiales neste porto em sen regresso do Rio de danto
Janeiro, o tempo preciso para se faze a expedico me seguir; .
Idas malas para Europa, tem resolvido qnc aslre) e Lisboa.^
aulas se fcchem as 6 horas da tarde do dia ante- Para condicoes, fretes e passagens
rior ao da chegada dos meamos vapores. | agencia rua do Commercic n
I) Maria Salom de Honra Mattos, seus tilhos e
eenros convidara a lodos os amigos d seu tinado
24:000-^)00
9.
por sua ahna, esperando que se dignarao honra-
trata-se naJ U co esse pi e religioso acto.
m
RUA
'IDO
pCABTOi
Jfl esquina
Iflda rua larga do
Rosario.
AO ANNEL DE OURO
RUA
EO
CABUG
esquina
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,!
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender. a raa larga do I
vista da qualidade.e do prepo das joiascada um pder-se-ha convencer daverdade.1 j
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras flnas]por presos muito ele- Rosario, j
vados. fl
A lja est aberta at s 9 horas da noute.
y^
lB i


Diario de Pefliatiibuco Segunda feira 28.de Junho de 1869.
-JL.

r r i tft i
o
iVESTA NTICA* B CR|DITATA
FABRICA

oai^ipa(T)3 as s J RU
IICIITIl U CIIST1ITI1IHTI IG1 COlrLlTO I01T1I Sil II
CIAPMI BE SOL:
De toda as qualidades I
Da todo* os feitios I
De todas os presos I
RA DO CRESPO
.-1
11-Eua estreita do Rsaris 11
Este novo c Modesto esiabetectifteuto, tendo aberto ao respftavcl publico este ter
r o l>eui brneddu hotel que siluad n'uma p isicao inleiramento saudayel, <
caMaalenk-uli- sombreado polos doces zephyros da tarde, torna-se prole
\arope de Fedegoso, do Pinto.
E' de urna elflcacia verd; duramente ma-
r vpfbosa como calmante do systema nervo-
su e 6 applicailo contra a paralisia, asthma,
tosse convulsa ou coqueluche, tosse recen-
tes oy antigs suffoca tan-vis hron
chicos etc.-e a final contra todos os soffri-
mentos das vas respiratorias, e na plitisi-
a pulmonar, su a virlude contra o totano
ou espasmos, c convulcjtes incontestavel
e ninguem ha que o desCtiheca.
um descorrM:-:nto espantoso !
Illm. Sr. Joaqnim d'Alnwida Pinto.
. Braga, 2o de Janeiro de 1868. Meu
" amigo, aqui clieguci com alguma meltio-
ra; depots de ler lomado tres garrafas
do seu preparadoXarope de Fedegoso
isto pelo mar, porque logo que the-
guei em Lisboa, principiei com mais f
a tomar o lito xarope, por corihecer pelo
i mar que elle fazia grande beneliiio, pois
vista da grande quanlidade de sanguo
< que eu botava pela bocea, vi queme tria
i desappartceudo com rapidez, depois que
- continuei a tomar o dito acop, e tan
milagnso foi p hojeme ache de todo restabelecido, c at
i mesmo bastante nutrido, e por isso pode
( Vine, fazer sciente ao publico o milagro
i rpie o seo preparado ebroa naminhaen-
i fermidade. Sefli lempo para mais, sou
De Vm.
Amigo ltenlo venerador e milito abrigado
Manad Jote GtmUes Partir.
Agencia de jornae
Ra do Crespo n. 9.
Nfftcajaivc assIgnaMinis paralado
os jornaes de Europa wi', polii'-os, liiier*
rios, Ilustrado*, de eilura, do modas para seibo-
de llgurinos para rifantes, rabelleireiro, ha-
nellaria, do rvgiio, de phrtosophra, de direit, d.
jurisprudencia, de medicina, de pharmaci.a. de
commercw finanras e economa poltica, do igri-
cultura, das artes .-ngenharia e archileetnra, de
ciencia*, de histeria geographia c vii-gons-, de pe-
dagoga, de pintura c msica, do ohojograpuia, d*
caca, fie magnetismo, de maennnnria, de ?|nn-
linio. etc. As assiganfaras pagam-so no acto de
subscrever.
_________L1VRAR1A KRANCKZA._________
O Dr. Krmirlo Coutinho, reside ra
da Cadeia n. (i, onde tem aberto o seu
consultorio me liro, e pode ser procurado i
quaiquer hora pa;;i o excrcieio desua pro-
lisssao.
torna-se prele-rvel qual-
ao genero racional- ali-
nutro <1 as tras eotsas mais necesarias
do i" irpo, distracao da alma, e socego de espirito.
\ rr.M :"ii:* casa de pasto muito pr.-fusa, da primeira ordem ; 0,
rincito andar, >ala da frailo, ura exc lente billiar de mogno, para diveilimento. Sal
z um r, i da primeira ordem. Quanto ao asseio e bemfeitona das comedo-
.1) mudo dopessoal do esialM'lr.im.'iito, promptido c commodidade, 601
;''u ;,das pajra fura, tanto por mez como avulsa. Todos os das, a nuite..
aeaotrar- orvele, refrescos, caf, cha, bous violtos Figueira, Porto, BoP
Jeaus, ti s commodos para Irospedagem, salao e quarto mobiliado no segn j
i aolar.
LIQUIDACAO
Liquia^o!!! Liquidado!!!
de.precos
redxizidos, na ra do Crespo n, 17
fttn. Sr. Joaqnim d'Almcida Pinto.
lia muito que ouvia proclamar asexcel-
lentes propriedades do XonofW de Sede-
gono contra a tosse e asthma. wflrendo
cu de urna tosse pertinaz, e tendo usado
de (oda a sorte de medicamentos, valime
pois do Hura pe de tedegoso e urna gar
rafasmento foi bastante para resla.be-
lecer-me, e me vejo tilo robusto como
d'antes; snecumbiria de certo a nao ter.
usado do Xarope de Fedejoso.
i A' vista disto nao tenho exprcsses
com que exprima a V. S. a gratidao de
que Ihe devedor o de V. S. attento
venerador e criado
Juo da Costa Reg.
COMPANHIA
DOS
TRiLHOS URBANOS
fM >I\IA.
para as obras dos
O adtogado
A(Ton-o do Alliu(|uetqne Mello mudan o seu es-
fipioio para a na das Crazcs n. 37, defronte da
lypograptWi d'> Diarw-
o malezas d'
Dm is pai i senlioras.
Saias bordadas para senlMtas e
todas as qualidades.
lllm. Sr. Joaquim i*ltneida Pinto.
Tenho a ventura de commuuicar a V. S.
i que gracas ao raaravilhoso Xarope de
Fcdegosn, eston com o meu escrarvo Jor-
ge completamente restabelecido da mo-
i [esla dos pidmoes que ha tanto lempo o
* persegua.
Accede V. S. esta minha declarado
como prova do meu reconhecimento pelo
bem que V. S. acaba de fazer-me e cu-
i ja recurdacao Bcar internada no cora
- ejo do
De V. S.
ltenlo venerador e criado
Betdo Joaqnim Gomes.
bales de todas as cores (noros).
Hi setiffl com nfeito da mesma cor para caliera (n*vo gesto .
Moito Mirlini.-iuo de leofoa bordados, iVonhas, bicos c rendas, tudo da trra,
e ricos cortes de vestidos da tariaUoa bordados, fazenda do gosto. proprios
i BMMlat, vestuarios de baptisado >le muito gosto.
Al|ia.tas litas de iodas i*'-c6fej, fazenda nova.
is vestidos de hondo para casamento?.
I'c de linho e seda, gosto inteiramentenovo.
S te i > corea e de lindos pad 56$.
a brama 6fptor8$tto, grosdenapoles |de todos os precos e-
. ladea.
r
Illm, Sr. Joaxmm d'Mincida linlo
Cumprirjdo um dever de gratidao, part-
c po a V. S. coad< Xarope de Fedegoeo, tt ;je'-leita-
ente restabelecido dos seus longos sef-
rimentos*o meu escravo.
Como sabe, este meu escravo liona
cbegadQ ao estado mais alllictivo da mo-
lestia d pTmoea ; nao-obstante um io
iaterroropido uso de remedios, c urna
demorada viagemao nosso sertiSo.
Pois bem; a ent'ermidade, que se ha-
via tornado rebelde a todos os meins
empreados para combate-la, icdeM de
urna maneira quasi milagrosa, a quatro
garrafas, apenas, do seu fedegoso.
j Iloje, iliacas a Detis, tenho o meu es-
cravo restabelecido ; e nao fcil mos-
trar todo o reoonhccimeiito que sinto pelo
bem que V. S. me acaba de fa er.
Sou de V. S.
Criada agradecida
Mara Xorberta Beheffer.
Alnga-se urna niolata de 18 anuos, cscra-
va, com bastante Icile e de primeira enan-
ca, muito sadia: tratar na ra do Quima-
do n. 19, segundo andar,
I MEDICO i
O Dr. L. J. Corroa de S usa de sua fi
|j|j prolissa i; pura o que. pode ser procura- 95
Ioi{ do a qualipier hora d > da em casa do -na |l;
residencia, roa das Nimphas n. 17. D Jgjj
consultas (ralis aos pobres todos es das, |
das 8 as 10 horas.
DO
HECIFE A'
Precisa-ser comprar
trilhos urbanos para OModa e Beberibe 7
ou 8 mil sulipas. Quem pretender esse
fornecimento pode apresentar, at o dia 15
de jalao, sua proposta em carta fechada
ra do Commer.io n. 3 2o andar, es-
criplorio da compa,hia, declarando os pre-
sos. As sulipas drvem ser de 2 25 m. de
comprimento, 20 a 25 centmetros de largu-
ra e 10 a 12 de rossura, das seguintes
madeiras : sicupia, embiriba, mariaprcla,
laiab, arueira, oblara, babatimSo, pao
ferro, jatob, coraco de negro, sapucaia.
*u piaba creosotado. Todas estas madeiras
devero er do milo edirigidas ao
Superintendente,
Andr Pono.
NoeVeriptoro de Tsso rmaos prefisa-se
fallar como Sr. Joaqnim dos Sanios figneircdo.
Maiac Landeiiim leeni para vender BMWM
cbiii faiinha de mandioca : na ra estreita do Ro-
sario irave-a do QucHiiado n 18 C.
Precisarse de um ainassador que entenda de
Ionio: ro, paga-se bem : a tratar na ra das Cinco
Puntas n. 8J. .
AMA
Preelsa-se de urna ama para comprar e cozi-
nhar. prefere-se sp-rava : na ra Nova n. 28.
Precisa-se de olaes de alfaate : do esia-
belecimento de Mandes, Rcio & C, ra da Ca-
deia do Uecife n. Vi
Lava se e engomoia se com todo o rala e
promptidio por preco razqavcl :.ua ra Direila n.
101. Na mesma. rasa coaiuhase para.alyaui es-
Ubelecimentp. ^^
Viagens para Olinda
Do 1" .de julho em (lian-
te as passagens para O in-
da, no oininbos do mesmo
nomo, que pnipnedade
de Francisco Caudillo de
de 5001 s. pur viagem, c as
assij;iia(uias niensacs 15a, para ctiniino-
diiladedos passa^eiros que. moraiu na Boa-
Vista, o nmnibos passai pila ra do Hos-
picio : as horas da partida desla cidade para
Olinda, as 7 da manhaa e as i da tarde,
e de PUada para o Recife, s 8 e meia da
manhaa e as 5 e intia da tarde.
lsBsBSaasss.^.J-
Medeiros, ser
ION 100CI0
. O commendador Tasso
deseja alugar .por mdico
preooas baixas e alaga-
dos do seu sitio do Co-
linda, iquaes vao des-
e aponte da estrada no-
va de Beberibe at quasi
ac.M.uua .cmm ao logar de Agua Fria,
comprehendendo urna grande ilba, qual
assim como as referidas baixas se pie>tam
mudo a plantacSo de capim, arroz e quai-
quer outras plaas que percisam de trra
fresca lodo o anno.
O referido commendador nao duvida far
zer arrendamento desses terrenos e alaga-
dos por ti ou mesmo 9 ancos, e dar um
anuo do fogo morto a quem der fianca
idnea e se obligue a rotear os mesmos.
AIA
Precisa-se de urna ama para todo o servico de
casa de urna familia composta de tres pessoas : na
ra Bella n. 3.
,A
na ra Nova n. 39, loja de fer-
ragons de Souza Miuimari's.
Os proprietartoi desto estabelecimento avisara
ao respeitavel publico queexistem a amostras dos
mais lindas fogos i tiliciaes para os f atejos dos
dias dos gloriosos Santo Antonio, S. Joao e S. Pe-
dro, das melhores fabricas desla cidade, assim
coaio diversas qualidades do fogos chinezes, pro
prios para senlioras e enancas, comprehendendo
tambein una nova qualidade de traques america-
uoe, os quaes adunia sua bondade (icio seu pe-
Jiueno tamanho, o que s com a presenta dos com-
pradores, pdenlo rCrtiflear-se da verdade.
Precisa se de um fetor para um silio,
sua conducta : no sobrado n. 22, qoe foi do
tinado Manuel Custodio, no caes de Santo
Amaro.
O abaixo assignado. lestamenteiro in-,
ventarianle dos beus deixados pelo falleci-
do subdito Trance/. Joao Vignes, convida QS
credores do mesmo. a apresentarem-lhe as
contas de seus crcditosl para por ellas se-
rcm allendidos no inventario que se usa
procedenlo pelo juiz municipal da 2a vara
desta cidade, e isto no mais breve termo
pussivel, visto estar a concluir-se dito in-
ventario. Recife 21 do junho de 1860.
Gar par Antonio Yieirv Guimares.
U iieo deposito, ra larga do Rosario n.
10, junto ao quartel de polica, Pernambu-
o.
Continuadamente se nos apresentam no-
! vos testeomnhos da eflicaoia do fedegoso
Pernambuco._______________________
lASAlAlORTUNA
Aos 4:000i
Bithetes garantidos.
K ra do Crespo n.23 e casas do costme
O abaixo asignado tondo vendido nos seus mu
to felizes bilhetes garantidos 1 meio n. 'i "03 com
a sorte de 700J, i qnartos n. 3273 com a sorte
de 2023, o outras muitas surtes de 100*, 4Q e
20J la lotera que se aeabou de extrahir em be-
nellclo da matnz de S. Lourenco da Malta (HO),
convida aos possuidores a virem receber seus
respectivos premios sem os descont* das leis,
na casa da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Achani-se a venda os da 2" parte da lotera a
nenelcio da ifreja de S. Pedro Apostlo do Re-
cife (tll')ime se extrahir segundafeira 28 do
crrenle mez.
Precos.
Bilhete.....4#000
Meio. .... 2*090
Quarto.....1*000
Em poreSe de 100* para cima.
Dilhcte.....3*300
Meio......1*750
Quarto..... 875
^^^^ Maooel MarWM Fiuza.
O baxo asonado scienUhca ao corpo com-
mercisl, e a quem mais Eteressar possa, (|ue ten-
do asociado em sua loja de lazendas sita na ra
do Uvramento a. 22, aos Srs. Manoel Jos Montei-
tt Turres, Marcelino Goncalves liento Para, e adoptado a firma socialGon Para, A G.; tendo fallecido este ultimo, temos
assneiados sobrevventes, e tambera abaixo assig-
nadoi, constituido nova Arma, seb a razio de
Goncalves, Irnilo 4 C., a qual principia a girar
d boje em diate, no mesmo negoci cmno at
a|ora, e responsavel pela liqnilacao das transac-
ijoes anteriores.
Becife, 22 de junho de 1860.
Antonio Goncalves d'Azevedo.
Manuel Jos Monteiro Toi
Marcelino Goncalves d'Azevedo.
P. Senlioiinha Emilia Jorge, Bernardo Pereira
do Carino Jnior, Jacintho Pereira do Reg e
Antonio Fernandos Jorge, vfuva, genros presentes
o lilho do linado Henrique Jorge, agradecem a
todos que no dia 24 do crrente, dignaraip-se de
assistir as exequias e fteompanba* ao cemiterio
publico o cadver daquelln seu lao presado mari-
do, sogro c pai, e anda agora convidara a todos
ps ainigos e prente* para assistirem na matriz
do Santissimo Sacramento de Santo Antonio s
missas que se hao de celebrar nn dia 28 de junho
crrente das 7 s 8 horas da manha. Oulrpsim,
prolestaiu desde j seu reconhecimento por mais
esse acto rtecaridade e reUgio.


Tt ,1
itmi4'rfbw no aero fk.rnr*i approvadas nda Academia ii
Pariz *< aliuan qua-i sempre insluntaneatiu-nte os ataques d
PM||i, in oiii as doi'ei de, cabera e em-VW**, t>*H%>-.
ver o nial, o engolir-se nm ou duse perolM
tetfM. i i o medicamento mais fcil de tomar para
. Prr.u* 4 MrehchibfB ao ooctor Ci.sit* bao in1pre4.ad.1s Jiariaiuanle
^rjiJe cxo i/a a cura das newalyiaii, rhcumatisino, sciatico e catarrlios
tas prolas forain serupre recammeadadi por ura gTandd nutiefe
de iucJlos e especialm-ulc pelo Doutor Trousseau. que indica esl medica-*
' como o nwis-ericjfc. convenio.ite tomar de l at 8 na occasia das
uxiiidas.
A apprjvaco da Academia imperial de medicina sem duvida a melhor
zaraniia da hoa. preparaeio d'stes uj^dicamentos e de sua efteacia.
Bepouto era Bio-JiMiao, Duponciielt; Chevolot. Em Pbmahbcco, Maurcr t C".
Maria Perciliana VTTa dos Santos convida a
iluda* os jwwhx. amigos do uado Dr. Jerpnv-
SVillaa iiTfistro Tavares, *en presado irmao,
a oorirem urna missa por alma do mesiijt, na
matriz de Santo Antonio, boje sexta-fein 25 do
porrente, as 7 horas da manhai, pelo qo* con-
eme, a> / huas na iiiaini
I
:rbp..
Msdenjoiselle Mane, francets, val En-
Fundipao da Aurora.
Neste vasto eslabeloetmente semnre se encomr*
um completa sortimento de taixis de ferro batido
e fundido, fabricadas reeentemente, e se fabricara
de qBalquer molde a vontade dos compradores, r
recos raipoaveis._______________________
joo de Arruda Cmara, ubdito brasileiro,
vai Europa
i- MU
Os trens que devota partir no< domingos
e dias sanctilicados s 8 e O horas de noite
do Hecife para Api pucos e de Apipucos para
o Recife licam miniados para 8 '/ e .9 '/<
at novo aviso em contrario.
Admiravel !!!...
E' na verdale admiravel que se venda urna
sacca cora suirr lUrinha da ierra a 33500, no-
va e geotosa; sssiia como miragoaia (paite secco,
superior ao baclko) a IliO rs, a libra eo i*500
S arroba ; nao su admirem, venliam ra do
Imperador n. i8,
AHMAOBM DO CAMPOS.______'
de S jiti s ui irnos e terrestre Fideli-
da> c, '-'.'' tft no Rio de Janeiro, ca-
pul t,: 000.
Atitonio \m/. de Oliveira Azevedo A- C.
agwdts '! ':; ..ipanliia, tomara seguros
contra logo e a tisco tnaritimo. Hua da
Cruz n. ,*7 pnmeiro andar.
Precisa se de urna ama forra ou captiva que
coiinhe e eng mine : na na. de S. Fraucisco nu-
mero 54.
A. Detot, france!, retira-se para Europa.
KGViDADES
^w
PILULES
DE VALLET
As piiuln de Tallet. approvadas pela
Academia imperial de medicina de Par,
saO einpregadas com p piaior
xito para curar a chlorosis,
e fortilicar as consumieses
fracas. Nunca este ferrugi-
noso ennegrece os destes.
Para a garanta da sua autlienticidade,
o nome Jo inventor vai gravado em cada
puta coma i mirgsn.
ct io-Ja mi, DptuiifUe; Ckaolet.
c l'EIM'HWft, UMlrerlG
uta ue raiu,
9
flisik
Com esn,ioda!0|JJODUlo as r,ias da ci-
dade todos os dias uteis das 9 horas da
manha s o da tarde, urna caisa contend
artigos das ultimas modas de I'arispara
SKMIOllAS
Como sejam:
Ricas e bellas chapetonas.
Lindos e elegantes chapesinhos.
Casaquinhos de guipure.
Fichs de renda pretos.
Delicado sprtimento de cintos.
Corpinhos de cambraia enfeitados.
Boriis de lan e seda, claros.
Coques enfeitados e lisos, etc. etc.
E muitos artigos de novidade tanjo para
senlioras romo para homens e criancas.
As pessoas que pretenderen! alguns des-
tes objectos, queiram ter a boodade de
mandar dizer suas moradas no-----BAZAH
DA .MODA, "RA NOVA N. TOafim de
serem procuradas.
Os proprietarios do- bazar da moda,=
cortos na opiraesoiliaa destes artigos,
i)or seu mu hbil correspondente em Pars,
julgam-se no direito de afllancar que ven-
dom snas mercadorias por precos as me-
lhores condices a dinheiro.
aos amantes do que boni
Na bem coebecida casa da abobada da Penha n.
37,eoo,tfuua-sea fiMrneoer massas parabdos do S.
Jojio, 8^ Pedro e Sant'Anna, com muita limpoza e
perfeicao.
Arrenda-se o engenho llha, junto da villa de
a tratar na ra dos
flavalcauU.da Silveira
LE^l S PE I
hon^CHURCH
X ARO PE de Mil IIII I|JWi1)JlLUUjL
XAfl DPT de H YPOPHOSPHITO de CAL
PILlAS^WP^SPHIJOdeQUWgW
CHLOROSE-ANEWW
XAROPE de HYPOWOS^rHTO'deTEi
1BANES
TOSSE bRQNCHI
DEfLUXOS ASTHMA
PiSTMAPECTORAIS^CaORCIILL
Exigir para os urgpfi p (ruto qmubvtt em
todoi o productot a aitif natura do CID&.
OHXU,, e o letreiro coa a airea de fabrica da
P*n4& IWAarir, l,naCauiliont.pmS
Porto Calvo, as Alapoas
Coelboa u. 18 conj Toomaz
I.in< Jnior.
Viuda nao vieran), no eolnUiDo.o negocio
6 de interesse, e precisa-so fallar a ra do Crespo
n. 17 com os Srs. Paulino l'erroira da Silva, ex-
procurador da cmara, De Francisco Pinto Pes-
soa.
.------------------. ^--------------------------------------------------------
* D. Catbarina de Luna Mattoeo, vio* de Ju-
liao Pcrer MhUoso, rega aos credore de seu
casal a apreaentarcm suas eonlas legalizadas, ou
quacsquiT ttulos do divida de seu fallecido ma-
rido, no praso de 30 dias, na villa do Cabo, a Ma-
noel CloBtente Itibeiro Varejiio. ___
Ama
Oiiereee-ae uiua njalher para ama ora casa de
pouca familia, sabe bem coziuhar : a tratar na
travesa de S. Jos o. 37.
Xa antiga fabrica de fogos de artificio da viuva
Rufino,'existe um completo sortimento de rodi-
nhas, eraven e pistolas, objectos proprios para
os festejos das noiles de Santo Antonio e S. Jlo,.
ludo por conunoda proco, e cuino seja I fabrica
(Ufante da cidade, as pessoas que quizerem U-
zer suas cncommendas, poderao levadas no anna-
zcn ila bola ama relia, no oilao'da secretiriada
polica, onde tambem achara as amostras.
' Frederico Maia
CErnrgio dentista pela escola
de medictua
do Rio de lanelro.
Tem a honra de participar ao rcpeiiavel publi-
co desta capital eseus suburbios, que ten aberto o
cu gabinete de consultas e operacoes dentarias a
ruaDreita n. 12, primeiro andar, onde pode ser
procurado todos os dias das 8 horas da man a as
i da tarde. Klle acha-se competentemente habili-
tado para com perfeicao collorar dentes ariiliciaes
por quaiquer dos systemas, e bem assim descnipe-
nhar qualmier outro trabalho conecrueute sua
profis.:ao. O mesmo, recoubecuud que nenisem-
pre possivel s seniora ob criancas sahirem a
procu. .ir o remedio, onerece-se a remover quai-
quer obstculo, declarando que na cidade se pres-
tar a quaiquer chamado sem que isso inllua cousa
alguma na commodidade dos procos de seus traba-
Ihos.eqnando para fra delta assim mesmo ser
[irecedidii de, ujn ajuste rasoavel, garantindo elle a
eguranca e perfeicao do seus ditos trabaihos. Em
seu gabinete se encontrar constantemente excel-
ente pos deulifricio, elixir e outros medicamen-
tos odontalgicos : ra reita n. 12, primeiro
indar.
Hil :
ni
pri-
(SEil LIMITE.)
Sa travessa da
Cruzcs n, 2,
uieii'o andar, da-se qisal-
quer quanlia sobre oiiro,
prala c podras preciosas.
0 dono dcste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condicoes de ga-
rantir a transoslo que so fizer em
sua casa, prometiendo todo e zelo
e considerarlo s pessoas que se
dignarem de lionra-lo em seu esta-
belecimento.
Na me?ma casa compra-se ooro,
prata e brilhantes.
Em urna casa de familia, a ra estreita
do Rosario n. Jo 1 andar, fornece se come-
dorias para fra, mandando-se levar as
casas que n3o tiverem portador, e garan-
lindo-se oaceio, promptidao e commodida-
de no preco, poi tanto convjda-se aos Sis.
estudantes negociantes a honrar-nos com
m suas assignaturas.
luga-se
lima casa com bastantes commodos na
Cidade Nova de Santo Amaro, a tratar cora
AntonioJo> Goncalves Jnior en Santo
Amaro.
SEGUROS
MARTIMOS
(0\tkii(m;
A Compauhia Indeinnisadora, estabefecida
esta prafa. toma seguros martimos sobra
navios e seus campamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: a
ra do Vigarao n. 4, pavimento terree.
0 bncharel Pedro Affonso de Mello, ten
do brevemente, d* fazer una viagem.
cjit;if do Ceari, avisa aos > luintesj que na sua ausencia flea ibcum-
lido te suas cau-a <* e>ei-ploi-io o. Dr.
i qnio Jnsltno do Soiua, com quem os
mesmos se poderSo entender respwto, a
ra das Crua' n..H, *" : e *Pro-
vi'ita a occajiSo para declarar a quem
er iwa durtr.io a sua estada aa-
quoMa cidade "der enoarresar-se de
quaesquer negocios proprios do sua pro-
Aluga-se
o i andar do sobrado da ra do Vigario n. 3 para
escriptorio ou para familia : a tratar na paoarn
da ra Direita u. 84.
liratiflca-se bem
l'ujiio hontem de manha, ti de junho, multan-
do 86JOO0, o moleque Geraldo, com os signaos sc-
gnintcs : altura regular,.secco do corno, olbo*
abotoados o bejeos grossos, anda bastante apressa-
do, tem nina bebde'em um dos olh'S, tem falta na
frente de a^tnns dentes do lado superior e de ida-
de de 18 a22annos: quem o pegar leve-o a
casa de seu senhor rna estreita do Rosario n. 3.
Desconfiase que o mesme moleque sepuio a ei-tai-
da de JNapto Antao.________________
No dia 17 do crrente mei e anuo desapsa-
receu do porto do capim da rna do Sol, urna ca-
noinhr, de um s pao, dt amar seguintes : um remend no meolamento do la*>
direito, um banco do vella de ^irupira, buscar*
emendada no bico com chapa de arco de harta,
dous peniros depn, um grande e outro pequen,
e na popa tem um annel de ierro pregado no mo
em lugar de argola;-: qneadella ai bar participe
a seu preprietaio na ra do Senhw Boni Jewn
das Crnalas, casa a. 8, que tem laaipio ia porta,
qae o n-eum pansa ra.
"~i- Pelo prsenle sao convidados os socios da
sociedadeDeresete de Janeiro,a comparecern!.
no dia 30 do correjtaias 6 horas da tarde, na
casa n. 4*3, ra da Cadeia, adm de constituida *
assenibta geral, proceder-se a eleicao de rpa
trata <\ art. r9 t' dos respectivos estatutos.
Recite, o de jauto) do ifel.
O Io Secretario
_ Alvaro Caminhn T. da SUw.
- trecisa-sc do urna ama na ra da Impcra-
triz n 9.______ _________:
Precisa-se d'alugar orna casa cana
sitio ou quintal, que tenha commodos para
familia, em lugar desde o Caldereiro at
Apipucos, prxima aos trilhos urbanos: i
pessoa que a tiver e queira alugal-a annon-
cie ou dirija^s^ na do Apollo o. 2 ara'a-
zem, a tratar com Pinto Barboza A C
p

i

1 IttftH 1





I
*
Diario de PeriHunbco Segunda feira 28 de Janho de 1869.
5
Gymnasio Campestre
E' no Sr. Prcopio de Sena Santiago,
ponto deste theatro, que s dc*4|a*f,llar: na"
rua Direita n.l58, a m-gocio que n3o Ihe
deve ser estranlm.
Aluga-sc o S* andaTito ThSo .lana Nova
n. 58 : a tratar no mesmo.
Cozinhcini.
Para casa de familia precisa-se de \M rnulhor
Iterfeita cozinheira, prefer ido-so estrafa : a tra-
tar na na da Aurora n. 41.
Feitor
71o
Btoreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que tsem vindo a e3ta
pra val. Tambem compram ouro, prata e pe-
dras preciosas
Xo epgcnbp Mntto-grosso, comarca do Hio For-
MHj precisa-se de um fettor, preferindo-se cs-
trangevo : a tratar no mcsino engenho com Lea!
A liman nc-ta praca : na rua da Cadeia h 06.
SaoC^CaS^l^flserlcSpda
Recle.
A juuta administrativa da SantaCasa de Miseri-
cordia do Kerie, tendo de mandar celebrar tima
missa com memento por alma do finado Manoel
Jlo Joao de Amorim, na igreja de N. S. do Parai-
10, pelas 8 l|2 horas da manlia do dia 28 do c< r
rente, convida aos prente* e amigos do fallecido
para assisUrem a semethfinle acto.
Precisa-?e de um caixeiro para laherna, que
de* findir de sna conducta, pois nao se importar
de dar liom ordenado : na roa do Principe nu-
mero 40.
Arrendase u n sitio nos arrabaldcs de Olin-
da, com as seguimos propnreoes : casa de viven
da grande e de pedia e ral, haixa de capen, algu-
iiii frtKteiras e fiigar para gado,
Precisa-se do um caixi iro que imlia pratica
de taberna e que d flanea de su conducta : no
pateo da Ribeira n. 13.
Na padaria da rua Direita n. 21 se dir
quem d l:OOOO a premio sobre li\pollieca em
casas.
A' rua do fmpeadcr n. 4 ha para alugi J
ama preta para todo o servieo de ama casa de
fan^a.
Precisa-.-e do um menino para Segundo rai-
! xeiro de padaria : na rua Direita dos Afosados
n. 00 A.
X 5 RUI DO CA
16RUA DA CRUZ -16
*. ilTOIlO, & JOAO 3 & PE
ule sortimento de bollinhos parach, podios, pes de botoinsrte.
em fetmbre, pastis dHdifTerhtcs quadades. Papis para sortes
enditados, amendoas confeitadas o coafeitos. Vinlios finos egarrafa-
*, suportar cl.a Htesoa, pretoe miudinho, fructa em xaropes, ditas soceas ecbrta-
>. assuev candi, xaropes refrigerantes.
; anonada de bandeijs para casamento, bailes o baptizados, com
le assucar, sendo estas preferiris asdepapelao: bollos etc.,
.'>. qoaiQKr eocoramenda para IQn ser bem acondicionada.
N'o dia lo do junho corrento fugio da pa la-
Ha alloman (segundo avisou n respectivo Vin).
onde estata alagado, um mulalinho escuro, de
: Home JiMino, com 13 p ra li anuos, baxo, refor
eado, gago, divilias grandes e um p .neo -radas,
trajava camisa de algodozinlio c caira do briin
grosso cor do. rap ; coslaina quundo logo incul-
car se com forro ou orpbao ; consta que tcni e>-
lado eni nda. a servico-de algueni, para onde
. lora vender pa de leite, cm unir, cesta perln-
1 rente Aquella padaria : quem o appn hender qnei-
. ra leva-lo rua da Aurora n. 26, onde -era re-
| compensado. Rogase as autoridades policlaes
que hajain de diligenciar a apprrheaso delle.
Ama deleite.
Preei-.i-se de ama ama de leile : no segundo
andar da casa n. 47 rua do Imperador.
O bachare Lniz da Silva tusmao lein o seu
cscriptorio de advocada na rua estlvita do Rosario
n 23. nnde pude .r procurado das D horas da
mliaa s i da .arde, e de-ia hora em diaulc em
casa de s ta residencia a rua Direita n. 137.
EsMtefe-inietfto fiin&rc.
Mudanza
O Agfinblnt o patuco que do Je ju-
mo cm diante se acha com o eslabelecimento de
carros fnebres, na rua lio Imperador n. 9, tendo
ufcbem entrada pelo caes de 22 ftrtinvombro, on-
de o encontrarlo >empre piompto a satisfar.fr
suas onrlgaedes. O nie-mo approveita o ensci
para seientiliear que tem dissolvido a sociedade
que gyrava soliro a limia de (Jukiteiro A Agr ;
em laual estaheloeimeftlb na rua Nova n. (i3, c
que contrahio nova sociedade em eonunandita com
a* niesmos Srs. Quitjtertw, sendo a Urina social
le Agr & ] t cuja gerencia do e-talieler,imento
Iho esta confuida, feudo lambem IRnjidataili da
exmela tirina, tanto do passivo como do activo ;
rujo estabehfcmttH se ada di dito dia 1 reuni-
do ao outro do paleo do l'araizo em um f no so-
hrsdito armaun n. 9. Todas as vezas que tem
dse diiigir ao publico nao pode deixar de Ihe
tributar o seu i econhecimeno peja confianza c
pruteciao que constantemente Ihos'tcm prodjg'ali-
peloipie cierna mente grak.
Aos Srs. fazendeiros
As nvetv.oes que tem porfim o progres-
so dalavouradevem merecer a mais com-
pleta aninaco, atim de que possam attin-
gir a uina sopeiii.ridade incontcstavel e
deste modo grangear urna concorreocia
digna do seu merecimento.
lia dias examiaamos duas machinas ame-
ricanas de nova inveneao para despolpar,
bruir e separar o caf, dos inventores L'im-
bard A ngel, das qoao siente univer-
sal o Sr. A. A. Generoso Etrella, cava-
Hieiro muilo conceituado entre nos, e que
lia longos ar.nos traballia para a introduccan
de machinas agrcolas em nosso paiz : por
sem duvida um sei vico grandioso que es!e
cavalheiro nos vem prestar, porque o caf
preparado por este processo loma-so so-
perior cm sna qualidade, nao o quebrando
eximo succede cum.empr.-go de nutras ma-
cfaluas que de mudo algom podorao po'r-
tanto atlingir superioridade das machinas
que o Sr. Generoso Estrella acaba de n
trodmir no paiz,
Os (pie ka interessam como nos pelo
progresso da tavoura devem examinar estas
machinas, qne se acham venda na rua do
Ouvidor n. 71, e cujo trabalho pode ser
lambem examinado na rua da Saude n.
159 onde eilu fuucci.mam conslanteinoiite.
(Do 1) Pedro 11),
M20t
ME50Q
f$200
;>8(J0
r>500
paos
BEITISTA
19~Kiia Nova-10
i, a to couhecido ha des anuos n'esta cidade, pela perfei<;ao dos seus
teta a honra de participar ao respeitavel publico que tendo feito mnitos me-
i suacisa, pode d'hora avante receberas senhoras no sea gabinete onde
l'recisa-.-e do una au a para cozinhar em
urna ca-a do pouen familia : a rua da caniboa
do Carino n. 22.
quem vai para Eu-
ropa
B icommeudamos o modestoHotel Particular
da cidade do Porto, rua de Santa Cathaiina n. 138.
Palacete bem dirigido, commodiilades para homens
e familias decenios, aonde se cncontra bom trata-
mento por medico preeo.
W RUA DA DIPERATRIZ 49
Segunda-feira 28 do rorrete estilo expostas as
segumtes vistas, e os r> tratos de Ss. Kxcs. Duque
de Gaxia-i o liar.io de Bortal; cxplosao de neo-
raeado Rio do Janeiro, halalha naval de Riachuelo,
passsgem d.isMercs, combale de Tave, tomada
Igiorioia do lluniayta, glortoso-eombate dos enco-
lo? brasilciros. Monto Veiuvio, Monte lima,
lerusalein e o tmulo da Santa Wrgepv tereciro
acto de Roberte do Diabo, Londres e s segniutes
illnminadas, interior do palacio daexposicao, baile
de Mahile, tiuniel de Londres, illuminacao das lan-
ternas na Hhin.1, incendio em alto mar", jardim do
palacio em Parir.
f !wr" (aioilos precisos para familia.
\ !.>se timbem na sua casa e na sua
companltia, o seh sobrinho e discpulo
J. jLGRO.UX
;>i e wibrde urna longa viagem a Europa, Jurante a qual pracu-j com
Ra iu.cesso as primean casas de Pariz ede Londres, offerecendo assim as memores
Lias do bom desempenho para tudo oque for relativo a proQsso ; por isso o
naaiit-> p-do aus seus amigos e clientes <|uc por acaso o nao encontrarem no sea
gibmete, dep.isitem no dito seu sobrinbo a mcsina confianra com que o lem honrado
'IOS. l
Dentaduras por lodos os systemas: a presso do ar e ;om molas
dcanitc e un nleiramente novo n'esta cidade.
Cara radical dos denles cariados.
imbagens .oblarares) com ouro e com mas^s diversas, segando os casos.
! o a a.-almr as dores do denles.
\ ia sps deotrWcios fabricados pelo proprio annunciante, o que Iho permiti
:m boa qnstdade. ,
i- ; ira denles, ele.
Perfeiijo de trabalho e preqos moderado.
SITIO
A!uga-e um silio na estrada de Joao de Barros,
entrada do beeco do espinheiro u. t, om ronia-
dospata pequea familia, com 2 salas, tipiarlos,
co7.ii-.ha fra, cacimba Com excellente agoa de
beber, tendo diversos arvorodos do fructo : a tra-
tar na rua da Imporatrq n. 32, loja.
Precisa-so de um caixeiro de li a t(i anuos,
que tenha pralica de laberoa, o que de conueci-
mBnlo de sua conducta : na rua Direita n. 99.
Precisa-se de duas amas, nina para engom-
mar o oulra para cozinhar, prefere-sc eseravas :
na rua das Grates n. 2i, 2" andar.
Camillo lUKlriguos faz ver ao~publico que
nifiguein fa^a negocio algnin com a mulatinba os-
crava do Sr. Joao do Cont Alvos da Silva, por se
adiar liypothecada ao senhor acl.ma.
ouro, patina.
afian-
Troca.
Por engao Irocon-sc um cbapo de sol na noite
de 23 do eorrente, na partida da rua do Hospicio:
pede-sc o favor de o destrocaren! na praca de Pe-
dro II ii. G, 1" andar.
Goropra-se urna cscrava do meia idade, que
siba eozlabaY e he n : na prac,a da ludependencia
n. 119, se di ni.
Compra-se um escravoquo
eutendado odicio ele tanoeiro:
a tratar no escriplorio de Amo-
rim limaos & C, na rua da Gruz
n. 3.
Rm do Queimadon, 49 e 57 loja
de miudtzas de Jos de Azev-
do Maia e Silva conhecido por
Jos Bigodinho.
Est (juciiiMtido tudo quanto tem em seu
Estabelecimento para aeabar e fazernovo
sortimento, por isso queiram vir ou mandar
vero que c borne barato.
Garrafas com agua florida ver-
dadera ......
Garrafas com agua divina dame-
Ihor qualidade .
Latas com superior banha fran-
Ceza ......
Caixaseom i frascos de cheiros
proprio para mimos .
Dita comjd frascos muito finos
Oleo babaza muito lino que s
a vista e.....
Sabonetes de calunga muito bo-
Tiito ......
Caixas do p de arroz muito
superior .
Pecas de babadinho com 10
varas ;i .
Caixas redondas entilando tar-
taruga ......
Pecas de Ota de cs qualquer
largura .....
Escovas para unhas muito fi-
nas .......
Escovas para denles fazenda
muito lina .
Pulceiras de contas de cores
para meninos .
Caixas do linha branca do gaz
com (i novellos .
Caixas de linha branca do gaz
com 30 novellos .
Pegas de tranca lisa de todas
as- coresj ....*.
Resmas de papel pautado muito
fino ;i......
Pares de boloes para punhos
muito bonito .
Libras de 13a pa a bordados de
de todas ?3 cores .
Pentcs com costas de metal
muito linos .
Novellos de linha muito.grande
para croxs .
Duzia de tinlia froxa para bor-
dado a .
Grosas de botes madreperola
muito fino .....
Saboneta muito finos CO, 1^0.
lO, l2 e.....
Peras de lita de 13a todas as
cores ......
Espelhos dourados para parede
l;>00 e.....
Pai-afo^osde Santo Antonio,
B.-JoHo* 8. Pedro.
UMALH v DE M,rro ('muito nova).
DITA ir.tCOddemi.
DITA D'AGLHAS.
Vendem-se na botica e drogara de Uar-
"tbolomeu & C.
3 iRUA LVRGA DO ROZARIO-34

Espelhos de Jacaranda omito
lino ......
Pecas de I raneas blancas c de
cores de caracol .
Pares de meias cruas para me-
ninos ......
Caivete muito fino com i fa-
llas ......
Cartilhas da doutrina as mais
modernas .....
Frascos de sndalo e patechoty
muito finos a .
?t
3G00
^iiOO
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2>000
;)320
I $SQO
'00
1-V200
FOtO FOliO
rua Direa n. lo.

:- -
Ha para vender um completo sor- !|f
tmenlo de fogos artiiciaes, tanto "
para Sras;, como para eriancas, pis-
totlas brancas e de cores, com .1,
i, 5 e G blalas, tontainas, cravei-
ros, rodmfias singeas e dobladas,
foguetinhos, buscaps, illumina-
ces baloes de seda de -1 pasmos de
altura etc, etc., feito por um des
melhores artistas dol cueto. ,?,
Tambem ha para vender salitre, en-
xofre, breu. (o, facas e gar
de diversos preces e qualitlades,
jjg, bandeijs fina? quadradas e ovaes ; |
jj|| alm do grande soitmierilo de fer- \'i
ragens, miodezas, estelarias e tara
jg para cnzinlia. etc, ele.
Rua Dir.a n. 53,1 oa de Manoel ^&
Wi IK'iito del). Braga & C.
| At que chegaram
SYSTEMA DI'-SIAIA.- Va
g Grande fectora de 1,800 series de \
Iwl pesos kilogrammas em series com
M pistes de todos os tamanlii.s, me-
| Ihores de comprehender do que os
" que tem vind, ao mercado assim
como medidas de metros, chegaram
smente de encommenda propria
^ para a casa de Manoel Pento de
m Oliveira Braga & C, na Direita.
"W 53, e com-diamioicio de precos,
m yenham un tempo.
mssm
inu
o 2 andar e sotao da casa n. 5 da rua do Bcmficn.
na Passagem; segundo sobrado depois da ponte
grande, eom gaz, e bastantes comniudos para fa-
milia ou para .cslrangeiro : a tratar, a lUe-HM
casa, ou na rua cstrea do Rosario a. il, das!)
horas da ir.inlia.-i as 3 d-i tarde.
tagens para fra mediante ajusto previo.
ete acha-se abarla das 8 horas da manhaa ateas 4 da tarde de todos os
A pe.-soa que annuaciuu querer comprar iun
carro de passeio, americano, dirija-se a rua do
jrnmn. 18, que encontrar um que Ihe agrade :
a se ver, de manhaa todos os dias at as 9 lioras,
e de tarde das 3 por diante
_-mMa de TUfiODORtt CHRST-
ANSEN, rua da Cruz n. IB encontram-se
efiectivamente todas as quididades de vinhe
Bordeaux, Bourgogae q do Rheno.
0 MUSEO DE JOIAS
!
Uompra-se un escravo de meia idade, ,<"..
turnado ao servico de campo : na rna Direita
n. 8.
Ouro e prata em obras veuW,""assim
como brilhanles sendo de primeira quali-
dr.de; compram-s'e por maior ir^coque
em otitra parte. Na loja de joias (Esme-
raba) ni i do Cabog.n. 5.
Compra-se moedas de ouro e prata, bem
como libras sterlinas.por maior preco que
emoutra parte: na ruado Crespo n. ttj
primeiro andar. .
Papel para embribo
Cninp-a-se papel para emhrulho na loja
do Pavo, rua da Imperalrizft. 60, de Flix
Pereira da Silva.
C/2
GOMES DE MATTOS 1RMA0S
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias, com o'flm.de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, coirridm
ao publico em geral e com especiaidade as Exmf.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente J G^
das 8 horas da manhaa s 9 da noute na
RUA DO MBUGA N. 4
omle encoutrarSo um completo sortimento do que ha de mais elegante^
bello e precioso em brilhantes, esmeraldas, rubins e tudo que em obras
de ouro, prata e platina se pode desejar.
ADEREQOS DE BRILHANTES, ESMERALDAS E RUBINS
novos gostos, assim como grande variedade de salras e paliteiros de
prata contrastada e de gosto ainda nao visto, e completo sortimento d
objectos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garantem
a qualidade dos objectos vendidos.
de
CX2
i
i
i
DE
OCUO JB PHA3TA.
C^apram se, ^offeqsaindo-sc iiiu. mawr rfra-
M.\ M LIVRAHETTO l H
i; mercado.
CHEGDEM A' PECHIN'CHA.
Ualoes franrezes, arcos pei|uonos o gran-
de?, para senhora, a
Casemiras ingletft, bonitos padrees, rom
listras largas, covado
Ditas trancozas, Mom dem, com listras
largas, covado
Ditas ditas inc-cladas, covado
Baronozas larcas com listras de seda para
senhoras e proprias do montara, cp-
va lo, rs.
Paletots de alpaca pretos e de cores 43 o
Alpacas lisas de cores muito finas q bons-
gosts paja sen hora, covado, rs.
Camhraias de cures, variados padree*,
covado, rs.
Ditas de cores, mais finas, covadfl, n.
Diyis miadas, moaernas, linissima?, cova-
do, rs.
Ditas de llores grandes o listras, co-
vado, rs.
Colarinhos de linho de diversos gostos, rs.
Ditos de dito muito finos, chegados nn ul-
timo palele, rs.
Chitar, dars, hoas finias, covado, rs.
Ditas-escura>, helios padroes, covado rs.
Ditas colorida*, Tinas, | ropriopara familia
euvado, rs.
Dita riscadinlios, variados padroes, co-
vado, s.
Ditas escuras econmicas, covado, rs.
Ditas do hoa composicao de tintas, covado
DMas claras econmicas, covado
ftoupas o mais arligos que Dea a pedido da res
peitavel frepuezia, dando-se ainatra de tudo.
2000
V-S-iOO
i 3000
:35200
900
I 1906
800
240
:J60
400
800
400
(m
280
400
400
300
360
320
340
Vondem Augusto P. de Oliveira &
lommereio. n. 42.
j 11 i 1111 jl i;
C. v
MITO JAIJATO SE VEDE!!
xo
:. vi.
! : ".' i I
ifl.tr tf.i!
NOVAN. 50 ES011NA DA DE SAN-
TO AMA HO
Os proprifini-ios Jos de Souza S arcs (-.
C, alm dos baraissimos primos : r qr-
eslo vem leudo a grande variedade de
gos da moda c novidades (io bom pftf,
tanto para homens como para senl oas
meninos, vendem:
CHAPEOS ;i moda imperial, de cIc
branco para homens, fazenda i;;', a :
(o proco li SIMIO).
COQUES enfeitados para novas, ;:.-.-';
novidade a 4^500.
DITOS sem enfeite e do delirado:- i < -
des, sendo de sida mitaco de !
a U :t,>.'iuo.
MEIAS superiores ioglezas para lu n eiis,
a duzia de pares 74808 (o pre^o de i)4
a lo-Mi).
LEQDES de madeira sem diflerenra de
ndalo a ^OO e 2^300, (grande pee..in-
dia !)
DITOS com lentijoulas a 3-> o 4^D00.
BARALIIGS de cartas francezas boa fa
zenda. a 200 rs.
PAPE!, inglez sem pauta, frmalo pe-
que io c fazenda superior, um pacot por
15000. *
LINDOS cintos de palh.i eifeitados para
senhoras (grande novidade em Pars) a
.$500 e O- 0.
DELICADOS corpinhos de camhraia '-e
lamente enfeitados a G-viOO rs. (admira o
preco I)
UMA grande variedade de lindos ob-
jectos p^ira ndmos, assim como nimios at-
tigos de oovidade e do apurado oslo que
se ymde por precos baratsimos
\o Bazar da loda.
i
Venile-se em casa de Oliveira
Filhos & C, largo to Corp
Santo n. 19
Ljbras esterlinas.
Vinho moscatel de Setubal.
Carvao animal de. superior qualidade.
tagem ao vendedor : no Cora
rua do Cabug.
ntiro
0 muze de joias
Na rua do Cabug n. K compra-so ooo, prata
a pedras preciosas por procos mas. vantajosos d
i\a em nutra quahiuer parle. m
Compra-se um seliiu grandaza jusallo : na
rua do Kangel n. 9.
Cpmpra-se nfoedas de onro e piala, e
bem como libras sterlinas, na rua do Ca-
bug o, 9, relojojri|.. ___
Na praga da Bdepeodejicia n. 33, toja ijeou-
rives, comprvseonro, prata^ e pairas preck)8aa,e
lambem se faz qualquer obra d encommenda, e
iodo e qualquer concert.
Compra-se
um carro americano, de pasiin.de (jntA rodas,
quntro assentoA, c q*e sirva para um c dnu ca-
7alles, ainda mesmo que eeteja em mel uso, p
rm bem conservado, e sem defeito algutn : qrfem
o tver para vendy ann,uncie j?ari> jer jrocaiadu.
Compra-se
nm-bilhar em bom estado, cmn sens pejnces
queni liver dirija-so rua da C*dcia do Reife n.
S3,toja do-tvHieo*.
J IJJJJ
VCttOAS.
Taberna
Yemle-se a taberna da na da Coeord:a n. 94.
a qual est bem afreguezada e
propria para algum arii u d;i
an prctendeute ein partlodlbr: a
-Velh n. U d.ia 6 ns 9 da roa#
Vende-se terrenos de prodcelo o com
aores fructferas e prximo a esta-
eao dos trilhos urbanos do lteeil'e
Olinda e Beberibo, nobecco do Espinheiro,
podendo quem quiser dirigir-se nos domin-
gos, ao sitio n. 6 na estrada de Joao de
Barros, o nos demais dias, j ruada-Impe-
Citrizn. 68, _
angueira
VEHTDE-SiB.
maateiga inglcza a 800 rs. : na rua da Mai
peere 2.______________________________
Na rua du ApoJIo n. 43 veodem-se libras es-
terlinas a t-1 j 100 cada nina.
Vende-se urna boa eserava de 18 annos, as-
sim como precisa-se de um Portuguez destes che-
gados ltimamente para um engenho : na roa do
Imperador n. 50. .
a taberna da rna de Hortas n. 43, em virtude de
seu dono rctirar-se para i'ra : a Iratar na o?usina.
Na rna Nova n. 60, arroazem da Liga, vendem-
se sement* novas de bertalices e flores.
Vendein-se dous ornainentos por presos
commodos, $endo uur driles riquissimo, e com
calix-missal e estante : na csquinada rua larga
do Rosario u. o0, andar. *
---------- -i---------------1------------------------------------------------------
renda dir-se-ha an
tratar na Ponte
nhaa e desta horaom dtante n'eeta lypograplua\mos pelo menos qu
de pao e cestas, rua larga do
Rosario.
ChcgAi'am Jiovos suppriinentos de baiaios de
todns es fnimatos, muitn uteise precisos as casas
do familia; tambem rectibetnos de Lisboa cera
brancam rolo para acoender lu? ude-
Venjlem-se duus bonitos estraves, um mo-
lei|ue de 16 anpos, bom cozinh' |m, o nm catiri-
nha do 10 annos : no tereciro andar do sobrad*
n. 36 da rua das Cruzes.
Batatas baratas.
Vendem-se a 800 rs. o gigo : na ti avessa da
Madre de Dos n. 16.
Batatas
a lOO o gigo : na rua da Madre do Deosn. 7.
fiiflo* eom .15 libras, nai.tn l>as.
Nos trapiches Cnnlja e Barbosa (vulgo Machada
ha para venler niuito bom milho chepado nitna- .
inintide Mamanguape : a tratar no largo do Cor-
pa Santo n. 6. 2o andar.
Libra sterliB*
Em ca nero 4.
Vhiho do Porto lino
.Vende-e a rfOOO a duzia: na rua da Cadeia.
n. H, 1 andar.
. JEsjpa, para c4'filo
Vende-se na rna da Praia n. I, por preco co7
modo.
Vend seum cavalk) muito novo e cun^-
gndor baixo, o qual existe na mati h da
Varzoa, ruar do Fogo, em casa do Jo5
8iui5ePe.rrera,
um grande deposito para a^na, rra*
do de dHimlm, eun tofr.eira de br rhapiadu de ftjM : qium quizt-r diriju-o a loja
dos SrsV Anilrade & Bogo._________________,
yJn'deTso apartedeum sehrado na roa Di-
reitnn. ti7
n, 15,-loja.
11 estreita do Rosari*


mm
fe



-.....iH
.*
_*.
Diario de Pe uambuco Segunda fer 28 de Junlio de 1669.
DA
72.
ARARA
Ra da Imperatriz.
*. 45
ttUA A CADKIA K. 45
DE
7S.
MlO & II
Alerta frey;uezes
ql e Arara vai cantar,
Para vender, suas fazeudas (baratas)
que innilo lia de agradar.
0 proprietariu deste estabewC'menlu. leudo grande por?* de fazemlas em
procedor nraa liquidaran cm todas a fozendas e roupas faitaj existentes no
ment. agina que occastlo de quero tem pouco dinlilro poder se vestir de
r i tissima joma se poder ver no annoncfo aba-xo mencionado.
infolio Barato a 3:>kx). i bramante para lencqes a 28.
\ de madapolao enfestadoi Vade-so bramante cun 10 palmos de
' is i : W dito da 4 jardas ou-.ldrgurs para lenfiea, a 25. a vara.
.-. : :.v e>,G*300, :r!Ki. s-,m L. GAS DE ALGODA0A v
i Wndom-Sb pe^aa de algodo. mudo en-
CtTTAS FBLSCKSA V MO rs. !corado 88, 0*800 e /
tas francezas para WfP -Co.erSulMMtWasrte#;
'. i i--, oc ivado, ditas escaras uzla.
Jl
SOR A D1RECCAO DO MifO HBIL ARTISTA
Lauriano, aJfaalc.
Os proletarios deste nov estabclecimento, lendo experimentado a necessidade
urgente de ter na direcgao de* sna offlciua de roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr. Uuriano Jos de Barros para tul mister, convictos de que sattstari
com todo o capricho a vontade do freguez.
Tem o mesmo estabekcimento umbom sirtimemlo de faaendas propnas para
TASSO1RM0S
Tem para vender em sena annazeus, alm de ou-
tros.os seguales artigo :
Papel paca imprimir.
Perlina azul.
Greve paulado e liso.
Vinhos em caixas de doze garrafas
Bourgognc.
Herv.
Madcira.
Hermitagc.
Chamblis.
Licor do curacjo de Hollanda em caixas de Vln-
I te e qnatro botijinbas. *
GESSO,
Nosarmaaens de Tasso Irmaos.
Grades de ferro
vito fiaas ;i 360 rs. sonado.
L'kaBla uimHo fia a so rs.
v para vestidos le senhora
i -; :". i i lo.
a-v.aDO.
nuit lino* para vts-
' a lio rs. ocovado.
RriliaaJiaa a 440 rs.
brhanlmas ou mursulnrr? de
span vestidos de se horas 4i0 r* o
unas mulo linas para vestidos
i tOU r$. e 809 rs. o covado,
Iriahn i 8fO rs. o covado.
MM) iWCKZ A 300 RS. O COVADO
ritcao francas para vestido
. .; :;.;> rs. ocondo.
Batas a 84 rs. o corado.
- liasmbas para vestido de se-
i Jr 880 rs. o covado.
Casi ,i vi) rs. o covado.
i na as 280 rs. o
a nance sas a 280 e .'120
11.
i fea!?* dr uterino a *>?.
.i da merino estampados
I c i n una, para astbar.
CORTE* BE LAAS ASERTOS A tSWO
tti lia para rostidos de
.hi rada nn.
- CE CORES PARA VESTIDOS
v.. e de res para vestidos
30 e ) is. o corado, di-
. ; 80 rs. o covado,
Chaaaa imussi
v,,: tsiaoas de listras de
,00 rs. o covado.
MS 1 '. :. BRTAA3S0
\ padas para coberta
vado.
BJal< % A JO a 30 arcos a
v. 80 a 30

gorguro Pekin, superior qualidade.
Os freguezes encontraro anda um variado sortifliento de roupa eita, camisas
ORlezas. collarilios, ceroulas, grvalas prelas e de pliantasia, meias para homens, sc-
nhoras, meninos e meniiHS, chapeos de seda para sol, colchas, bramante, atoatoaflo,
halo,'.; de diversas crese modelos, cambraias, malas para*viagem, e outros mmlos ar-
tigos que a modicidade de cus procos incita a comprar.
A ra da Cadeia n. 45
Mi w
Ra do Quemado ns-, 49 e i)7
tojas de miudezaz de Jos de
Azevcdo Mar, est acabando
com as mii/dezas de seus estnbe-
leci/ncnfos por isso fjrcram apre-
ciar o que c bom e barattssmo.
meias cnia* para ho
:i.. -so lolcruhoa pconomicos a 320
a t,.'.T-.t, s se vende ast'im barato por ter
oratide porolo. .....
WSEMHUS DE CORES
lVnd*-5f eazemira de cores para calsa
e patitl i t> 5S8O0 e 3-s o covado;
tllsodo enffesado 8 i.
Vei.de-se algodao enl'wtado prnpno para
ten es e toalhas, ($, I vara ou 1)00 rs. o
8K!ro. n
BttiM Para caais a aoo as. o
pav t \)t y
ende-s,: brim para calcas e palitots de Pares d; sapatos de tranca a-
Iiohmq e mwino. 100 e .'40 rs. o co, sen Janea a
vado, dito ]i'/-o aimitaco de gauga a 300; Pares de sapatos de tapet?
o miado. .Ucsralaa* 4le Usaras a rs.
o corad
Tende-se algodo de listras para- roup?
de esclavos a 200 rs. o covado.
CORTES DE IVI.M CASTOS A 010 RS.
Vcude-se cortes de [ brito ca,Uor pora
calca le iioinen, (W> o SO rs. cada um.
:vrte!RAJ>ara viagem a i-.>.
.^tt'mjsr* u& Grte ^ *- ^m"*
linas a...... +
\ Duzias de raeias pw*senhora fa-
zondu boa a.......
\eade se eobertas l:>800 o 2S, cada um. Ca.-tr*< cum rnlchrtps delatar-
AI.GODOfHANnAI>0 .)K EUASV LARGURAS A ^^ ^
Venden alsodo lasado le duas lar- Abotuaduras.te Vdro pora colote
guras, piiiprios para IcnOeSG toalhas para
mesa, se veoflfl a 1^200 o metro.
Unatas para grarata A
8:5000
i gaori
3;>800
fiOafA
DO
GALLO VIGILANTE
Itoa do Crespo n. 9
ti proprletafc Jesitf han emABcklo atnMa-
nftntu atni 4 ""tos olelo* uno linliam le-
para jardins, porleiras etc.
Nos armazens de Tassolrmaos
CMlimXIIOK I>E FERRO
Para 9ernoos de grandes armazens.. para remo-
ver barricas ou caixdes de ora para oulro, lado pelo
mdico pre$o de ISiOOO cada am.
Farinha de trigo de Trieste
Das melhoras marcas Panonia/verdadeira) Fon-
tana e grandr sortimento das nemores marcas de
farinhas americanas. t
haceos de farinha de trigo do
CMe
Tote* novas, chegadas nltimamentc bos arma-
zens de Tasso Irtnaos.
Oemento romano
Nos armazens de Tasso inmos.
Cemento hydraolico 125
O melhor para tudo que s5o obras para agua, co-
mo assentameuti de ranos de esgato, algerozes, de-
posito, unifies d-'agua. etc., etc.; em porqSes oe
Dfl/.ias Oo
taem a .......
Traraoias do Porto fazenda boa
epelo prer-^i.Hellior 100 attos a
tivros de misst%s abreviadas a .
Duz'ia Je b a ral los franeezes auito
linos .125400 e- .... .-JOOC
Silabario portugoea' com est;an-
pas a
J200
2fJO00
cincoento barricas se far reducro no prego : nosigjoda
A NOVA ESPERABA
21-=R do Queiniado-=2]
Advertencia!
A Nova Esper?nta, ra do Qneimad
n. 21 tendo em deposito grande quantidade
de miudezas, c como se approxima o tem-
po em qne tem de ser dado o balanco, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resolvida a vender soasmer-
cadorias pelo baratsimo preco, para assim
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, vcribam os bons fregue-
zes, e os que nao forem venliam ser fregue-
zes, em tempo lo opportuno qnando i
NOVAESPERANr.A convida-os pechincba-
icm, pois que para comprar-se caro, nao
falla aonde e aquem...
Elle quer e ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente de Pars) quer sem-
pre primar em nos remeller objectos de
gosio e perfeitu, e ella floja da Nova Es-
peranga) quer sempre dividir com seos fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos) *
Nova Esperanga ma doQyeiinado n. 2V,
alm do grande sortimeato que j tinba.
aoabe de receber mais o eguinte:
Besitos broches, pulceffas- e brincos de
madreperola.
Papel e envelopes bordados e mati-
sados.
Papis proprios para enfeitai* boBos e
baftdeijas.
Brincos pretos eom douraios- (isHima
cada um.
1'oftMM'ifaft de chita lSSOO
fio resoirhlos a vendsr, um 6 de tm wtoir.e,
por precw multo baralfcbt e eomiuodb' para to-
dos, coni Wnlo que o Ge*o....
Muito superiores tovas de pellica, pi ce, brac-
eas e de moi lindas cores.
Mu boas e- bonitas golli^as e panno aawata?
Bbora, ueste genero o que te de ^T-
Superiores pentes de tartavnga para clu*s-
lK e rioissimos enfew para cablas das
^uSrireScas pre^s e de cores com Jt
H SVem ellos-r esta fazenda e o que pode fcwer
de melhor e mais bonito. .
seiorea o bonitos leq de nf***
marfim, sndalo e osso, sendo aquello bian-m
com lindos desentos, e .eslapid. ?
Muito superiores meias ho de Escossia para *e-
nhoras, as quaes sempre so venderam por 30*S
a du i. entretanto que nos as tendemos por z )*
*l"m destas temos umbem grande sortimento de
ouinsqualidades, entre as quaes algumas ,,u,to
''"ltoas bengalas de superior canna da Indi je
caSlode marntn com lindas e em^>]adoras t.!-.,-
020 rw do menino, neste genero o que de melhor se
He desojar alm destas temos tambem grande
320
,5500
4-5000
d320
armazens de Tasso Irma.
Cemento Portland
0 verdadeiro cemento Pwtland cm casa de Tasso
r?ril5os.
Grades de ferro, cercas, por-
teiras, etc^etc.
Dc-dtfferentes <|uaitades pa*a cercados de ani-
maes^ ehiqneiros par* galinhas nn jardin?: nos ar-
mazens-de Tasso lrmaw.
Barr s com breu
Nos annazens de Tasa Irmaos.
Vete de esparmaeefe verddeiras para lan-
ternas de narros: noarmaaem de Tasso Inuao*.
Vinho'do Porto Jlno superior: no artnazem
de Tasso limaos:
O melter coirnac Gaatbier Freres: no arraa-
lem de Tase Irmiios.
Macarthy
1f achina de deseaaocr.r algodSo
Fitas largas para cinto.
Modernos galloes, franjas c trancas de
seda e de laa, para eneites de vestidos.
BotDes de todas as cores e moldes- novna
para o mesmo bm.
Trancas pretae com ^idrilhos sendo com:
pengentes e sem elles.
DolSes pretos cot vidfBbos com progen-
ies e st*m elles.
Linas- de pellcar, canrmra> e excossia.
Fina^meias de soda para senhora e me--
nios.
Delicados leque dfr rnaA-epo-ula, usar-
(im, osso e faia.
EspartHbo simples* o bordados.
Bengata de balis
Finalr3nte, um compieto sorfimento de
miudezas x la do Qaeimad' i*. 21, >
Nova Esperaaca.
eos centra as cmnd$69 das
cranlas.
Nao res** a menor dividi ds-qae muile
Eazenda fina- a.
I Caixas com peona d'a^o muito
teas a 320, 400, 508 e .
9 rs.; Canses de linha Alexaodre que^
Vende-je mantas para gravito a 20()rs.
cada uirc. lencos do seda de flores, a 640
cada um.
ATQALHADO PARDO A 2S500.
Vende-so atoalhado paci para toalhas
toalhas esaaras
tem 201 jardas a.....
Cirreieia du lin Alesaodre de
70at200a-.......
Caixas com superiores- ebreias
de massa a -
Duzias de agalha para awchina
tranceaos- di-
la 20 a 30 arcos a ue esa a 2-oiH) a var.a, loam.is esrairas uuwj-y-
miraos hrascosU 18, cada urna. Roa da Tmperatr toja Libras de progos-MM
'a Inca li vwso tomanh0
w, tanii. i. Livros ascriptarado ptas rolde
500
13000
.3100
5100
SOW
2-3000
! antidade de outras qualidades, como sejam, ma-
^ai^S'^utsleoadei.e
\ffiSrsnSSr ligas de seda e borraeha
narasezurar as meias.
P Boas meias de seda para MaVan e para nw
na de t a 12 anaos de idaile.
Navalbas cabo de marnm e urfaniga.para. fuei
barba; sao muito boas,e domis a am> sao p
S pelo fabricante, e n s por n.jssa vez a.u-
bem asseguramos sua gnaldade e delicadeza.
Lindas c bellas (-apellas para npiya.
Hbjeqi"est reconhecido qne as machias d CollarCfimodinOS sllctVO-magnet:
serrote prejudiiia e quebrare tibra do algodao,
6 preciso recorrer a machiniwno menos spero,
Se produzindo o mesmo servieo qne aquellas-, e
ildade no Irabalho, nao queftrew a libra da i.Js
para que essa pss obter-nos mein-ados europeos, au n
a dillerenca o,ue ha entre o alodio descarocado j eoHares se venon por aai' intitutados 0f
verdadeiro* do Royer, e eis poaqae muito
pas de familia nao creaai (oomprando-os
noeffeito premettido.o qpa s pdrm dar
os verdadeiros; a Nova Hsperaona, porn
qe detesta a. fateificago p>-incipaimente nr
promutidao conserva a fibra da laa, mo limpa por: respeit 30 b9D esta- da feumanidade
SrTv^'Srt^^ K ma'enco^nda direc^ destes collares
nvtio do qne a 15a Hmpa pela macana do serrote, e garante ac pas de lambas-, que sao O
Estas machinas nio sao novas, pois que ha muito verdadeiros e 8oyer, qao- a tantas crean
estao adoptadas no Egypto, aonda as de seirote
foram inteiramente alKindonadae, eper isso o algo
por aquellas mencionadas machinas, que estao II-
eandoemde-uzo,peloircjuizo ojie tem causado,
e-o da antiga ttolandeira, que ni pode competir
pela morosidade de seu traballu. E' assim tjuo
estas machinas se tornam as mai> proprias para o
nosso algodao, ponjue ao par da faedidade e
muito

gsssssj?.
_______%]bU*
"'^ribaldi principia
Ccrtaineiite iia de agradar,
One pelo preco que vai vender
tato ostabclecmcnto d^nimiina.to (.a >au .^ ^ f;iiendaSf e esl
aaerpart,garaatoloS8'P*
roupa1 a.
Talheres- para leoninos-
linos a......
Caixas com papel amizsfe muito
5no a........
Caixas com lOOeaveloat* muito
finos a. >'.
Pentes volteados para.annas e
senboras a.......
Thezouras muito fiaos para
unhas e costuraba. .
Tinteiros com tinta preta mudo
boa a80: 120 o .
Varas d franja para toalhas fa-
zendafina a.
Duzia de phospboros de sega-
ranga da memor qualidado a
400 e......
Pegas de fita branca elstica
muito fina a.
Novellos de linha com 400..ardas
Resmas de papel de. peao azul
muito fino a ....
Pegas de fitas bordados com i
varas a.......
Ditas de ditas bordadas com 12
metros de 25000 a. .
Grasas de boloes de longa mmto
finos a..... -.
5240
188
->40
5700
(5600
^320|
-5500
-5320
160
300
200
60
2500
300
30000
166
Superiores agulhas para machina e papa erov.
Linha muito boa de peso, frouxa, paraenehor
^Bofbaralhos de cartas pitra voltarcte, .assim
como os tcntos para o mesmo fim.
Grande c. variado sortimento das memores per-
fumaras e dos molhores e mais eoahocidos per-
,Um9,aS- COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as eonvulsoes, c
facilitare a donlicao das imiocentes enancas, so-
mos desde muito recebedores destes prodigaos
collares, e continuamos a ecebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
como j tere acontecido, assim pois poderao les que delles preeisarcm, vir ao deposito do g.i lo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim |
para qne sao appticados, se venderao com um mni i
diminuto lucro. ., .___.
Rogamos, pois, avista djs cbjectns que deixamos.
declarados, aos nossos freguezes c amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis a ioja do gano
vigilante, ra do Crespo n. 7._______________
PASTILHAS ARABAS
DO
DR. PATERSON
De blsiuiitta e niasezla.
Remedio por exeellencia paw combato-
a magreza, facilitar a digestSo, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia deRartholomea* C.
34Ra larga do Rosario------34.
dao daquella procedencia, sendo da-qualidade do
da nossa provincia, oblem hoje de 10 a'por
gas tem salvado- do terri-vel imamodo d.
convulgbes, assaa pois -proeieos que ve
nham a Nova Esperanga a na do- Queimadc
0/Omals do*qneo n'osso : wndem-se a loO^OOO n_ 21 comprarem o salva vidaj para sem
nos armazens de Tasso Irmaos. : fijnnhos, antts qoe este* sejaB* acommetti
Oleo 1 amendoa dos do terrivel atal, quaao-enXJo ser di-
Em caixas de 8 latas, cada caixa 1801ibras> ., _,_________ Ln. H-.T __t^___
nos armazens de Tasso Irmaos.
Ac d milo.
Nos armawns de Tasso Jrmaos.
BARR1S DE SALITRE
No> armazens de Tasso Irmaos.
flicilalcangar-seo effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadtoines coliare*
de Royer.
CUSA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galonpeam.
Deposito especial
Pharmacia de Bartbolomeo 4 C.
34------Ra larga do .Rosario-----34.
I-SO rs.
Venrt*em-se llasinhas de quadiinbos para
os desenhora a W) rs. o covado,
V
METRO.
VJeni-5e algo Jo i< uas larguras pro-
^l;,,! eiMlhaspor ser mu,lo
Kopri,, Uto*-* \,?l
COGNAC.
ditas estampadas a 280 e320.P^ooovao.
POPELINAS EM LAA A 010 RS.
Vendenvae popelinas cm laa di bsjra
para vestido? de senhora a 640 e800rs.
o covado. n<1
CORTES DE LAA A>W0 RS.
Vendem-se corles de laa debstraarpa
vestidos de senhora a 2^400 rs. para aca-
llAA CIHNEZA A 500 RS 0 COVADO
Vende-se laa chineza para vestido de se-
Vendem-se casemiras cor do caf, preta
eazuiescuro com listras, para calcas epa- ^n^r*.
litots, fazenda ^Ttas'STs
para o invern, sendo, de duas WfNja*
^^p^^rdoboaiUscoresai
>C^mEPARALENgOESA^A
VeaoVH. bramirde dez palmos de ^?A ca
._-ura proprio para lengoes a 88 a \ara.
Chitas aaazoauas a 360 r.
Veadem-so ricas chius de listras de um
de nomo anuooas, para vestidos de se-
bora a 360 rs. o covado, deste prego e
lualidade s na loja doGaribOdi.
VOS 6ESHORES DONOS DE COXEIRAS.
Na loja do Gbribaldi, ha urnas casemiras
de listras muito encornadas pronrias para
forrar carros, e se vende amito barata por
ser mudo larcas, prego a 2(5300 o covado.
ALGODAO ENTESTADO A i AVARA.
Vendes* algodio enfestado muito lacgo
proprio para lenges a 18 a vara.
ALPACAS DE CORES PARA VESTD30S A
5.0 rs. O COVADO.
Vendem-se alpacas estampadas de cores
;oO0 rs. o covado propria para vestido de
OHAPESBE SOL DE ALPACA A 88500.
Vendem-se chapos de sol de alpaca pre-1
Scbouete de alcatro.
Di
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitagao tem merecido n'esta provincia,
muito se recommenda para a cura cerb.
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pello.
Deposito orneo,
Pharmacia de Bartholomeu 4 C,
34na largado Rosario34.
Libras e ouro nacional, moedas
de 5 francos.
edoende-se no arco da Conceigao na loja
Vurives, ao Recife.______________,
IaTgTzgaz
de' primeinqnSade^quid sevendeem pa^
e a reulhp por menos preco do que em nutra qual
De superior qualidade da mu acredita-
da fabrica de Bisquit Duboach 4 C, em
cognac urna 8aa que mais agurdente de
cognac, fornecem para o coosummo do"
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de Th. Just. ra do
commercio n. 32. ^^_____
FOFBLtR
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXEHtL FREBEMCO & C.
Acaba de chegara este mercado urna pon j* des-,
te ptimo rap, nico qu pode suppnr a falta do
princez de Lbboa por ser. d agradavel perraine.
E' fabricado com superior tomo e pe melnar
svsthema coshecido, teodo tambem a vaatagem do
ser viajado, o que para este trtigo vm\ esfe-
cialidade. NaspracasdaBalBa,do Rio de Janeiro e
eutras do imperio tem o rape Popula sido asw
accolhido, e provavelraente aqu tambem o sera^
logo qne sejaconbecido e apreciad* Acha-se a
venda por preco coramodo, e paraqnem comprar
de 50 libras para cima, far-se-ha um descont de
S 0, e de 500 libras para cima o de 8 0/0 no
esciiptorio de toaquim Jos Gincatves Beltrao,
rna ao Commercio n. 17.______________
mu i. J7.
Tende-se a verdadeira graxa do bem contiendo
abricante Day 4 Martin n. 97-: no armare de
J. A. Moreira Dias, ra da Crm n. V. _____
Tabellas vermicidas
BE
Antonio Nuie de Castro,
Vei-mifugoefficaz, e preferivel a todo os
conhecidos, j pela corteza de seu resulta-
do, ej pela fcil appfVcacao as creaogas
qnasi sempae mais atacadas de t5o tomve)
e muitas vezes fatal seffrimento.
NICO DEPOSITO
NA
Pharuiaeta e drogaran
DI
Barthemeu 4 C.
84Rua l.arga doKosarla*1
TARA AS N01TES
DE
St Joo> S. Antonio e S. Pedro.
Acham-se venda sprles paip. homens e se-
nioras, um tanto agrada veis para essas occaswes
de divertimentos e praieres : as livranas fraBce-
za rua do Crespo n. na Econmica r
l Vicovads duma calca para ho-
Sem p/t pisco de 25500 ooovado.
Upara liza para ?**
SOO r. o eovado.
Tendem-e alpacas lizas e dobradas para
vesX de senhora 700 e 800 fS, o covado,
BALDES DE ARCOSA I8W.
Vendeic-se bales de 20 e 30 arcos a
1^ cada um, por este prego s na loja
BRIMKcVDO PARDO A 800 RS. 0
. METRO.
Vende-se brim pardo trangado a 800 rs.
o metro, dito muito fino aWiWomtfro.
BLOES MODERNO/ A 50000.
Vendem-se bales modernos e de cores
BALANCAS
PELO NOVO SYSTEMA DK1LOGRAMMA
COM OS RESPECTIVOS PESOS.
Vende-Se no armazcm de k A. Moreira
Dias, roa da Crnz n. 23.
Mho
Alegiai-vos myopes, e presbytas, j po-
dis ver de hmge, i podis ver deperto.
nao ha mais vistas cortas, ncm esogadas.
F. J. Germann a.-dw d receber pelo u->
mo vapor omrico o variado sortim nto de
oculos, lonetas, piace-oex, face -main, kir-
gnons, d ouro, prata, tartaruga, martiqu
ac, bfalo, nacar^. tmicornio. e melchiur ;
assim como binculos de urna a tres mudan-
cas pava theatro carop e marinha, da ulti-
ma invengao ; daquexa,, vienezas de 6,8 e
12 Vidros, tudo dos nselhores fabricantes da
Europa.
0 mesmo vapor trou-
pe urna excedente ma-
china para graduar e
observar numero dos
vidros qoe soaecessla
conforme a vista de
quakjuer pessoa.
Tem exceUantes sterioscopos, instrumen-
tos de nalhematica, barometroe, vidros de
chryslai do rocha, e de cores para resguar*
dar a vista; eoncesta todos os objectos
pregos commodos e com ptrompdao; Cra
o mofo dos vidros e encarrega-se de toda a
CresDO n na Popular ma do Imperador a. 7, encommenda relativa a ptica.
nadoSr. Carduzo Ayres rua da Cadeia do Reci- Recebeu lanibem OS exceentes reldgiOS
fe n. 31, na do Sr. Jos Barbosa de Mello rua da
Crui n.'S2, na do Sr. padre Lemos ma do Impe-
rador n. 18, na EncaderBaeao Parisiense rua do
Imperador n. 71.
VINHO
Di:
U a 3-5300 cada om.
BRIM HAMBRGO-A 8,5000 A PECA.
Vendem-se pegas de brim lito de Ham-
burgo com 20 varas a 88, O e 108 a peca.
Corllaado para Jaaiella a t.
Vendem-se cortinados para jaaellas a 78
e par, dilos para mus francezas a 148 o j JWe
Bjrtaaida.
a 5(5 cada um.. .... oc
CASSAS FRANCEZAS A 280 RS.
Vendem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 280 e 320 rs. o vado.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10*.
Vendem-se chapeos de sol de seaaa
128, na rua da Imperatriz, loja do
Garibaldt o. 56.
BORDEAUX SUPERIOR.
CHATEAU LA ROSE.
Em "a de Rabe Scbmettau 4 C. Corpo
Santo a. 18.___________
"TTi fabrica do fallecido subdito fran-
cez Joo rignes, existo um bom sortimento
dos muitos acreditados pianos, os quaes se
vendera mdicamente para hqmdagSo,
Vendem-se saceos com milho, no trrmche da
Companhia : a trattr no mesmo, e no l'-efr an-
dares da rua da Cadeia velha n. 1.
BASSA e XAROPE
DECODEINADEBERTHEI
Prcconisado por todo o edkw onolra os I
OEILCXOS. CATHARROS, B
IRR1TAQOBS DO PEITO.
IT.B. O XarojH i* Codna que nurtco a I
honra, alia b*m rara tntrt m Mcdicamenloti
fiovoi, di $*r reghtrado amo um dot m#Xtl-\
ment ofliciatt do Imperio Franeet tope m I
quulquer elogio.
AVISO. Por can wrefcwdTel h l-l
tica?5o que icm tuKitado o Mil resuludo do i
Xarope e massa de Bcrth tomos forcadoi, a]
lcmbrar qac esiesmedicacalos tao jusiamcilcj
conceiluados id iq ... - vendem em cjjin- ^^';^ *
Lnjc frascos itando ^"*\?04f}, I
a asignatura em i Zf\T*'mA ]
frejite. '-*
46," Bu det eolet, na Pharmacia Ccnral I
de Franvn, 7, W /my, em Pars, e em|
todas os I'li3i3i:i_i
A05H3HS. FOGETOffiOS
Bartholomeu &C.
SALU.RE refinado de l1 qualidade.
ENXO""REemcylndro
LMALO A de ferro (muito oova).
DITA d'aco (idem).
DITA d'agulhas.
E todos os mais preparados para os lin-
dos fogos de cores na sua drogara rua
larga do Rosario D. 34.
do antigo afamado fabricante Robert Gerih
.4, os. qnaes vehdem preges commodos
garanndo a sua superior qualiaade.
Vende- trata-se na rua da Imperatriz n. 13^__________
"TTTECr"
Na fabrica de chapeos de sol da rita da Impera-
triz n. 26 vendem-se laazlnhas de linhos o bellos
padroe, pronrias para vestidos de senhoras e me-
ninas, nao so pela sna qualidade como pelo bara-
tsimo preco du 00 rs. o covado ; a ellas, antes
que se acabern.
Na rua ireita n. 36, vendem-se hostias e
brelas muito em conta.
CAPSULAS MOLES
ALCATRAO
Remedio por excellencia para cura rpi-
da e completa das coqueluches, bronchites,
catarrhos, tosses convulsivas, escarros san-
cuinos, o outras molestias do peito.
VFAIlE-SE
NA
PHARMACIA E DR0G.ARU
M
Bartholomen 4 C.
34RUA LARGA DO ROSARIO34
Com dintieiro vista tende-se o sitio Limao
na povoacao dos Montes, ao pe da estacao de Una;
a tratar cora Jos Paulo do Rejro Barrete, na, villa
do Cabo,
Ouro
E. A. Burle 4 C. tem para vender libras
sterlinas e moedas de vinte francos.
Vinho
Vinbo Bordeaux superior qualidade, mar-
as j conhecidas ; eo verdadeiro Cognac,
co mesmo estabeleclmento.____________
r^ende-se urna machina de costiira em per-
felto ealado : na Breves do Queinwdo n. 1, pn-
meiro andar.
i jgO
KN


I -II "- "'


\
ir*
Diario de Pemambuco Segunda feira 28 de Junho de 1869.
rcordeiro previdente
lina Ao Ouciuaailo u. f O.
Novo e variado sortimeto do perfuman as
finas, e outros obj cotos.
Alea do completo sortimcalo de pe fu-
marias, de que effeclivanieute est provida a
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba de
reeeber um outro sortimento que se torna
DOtavel pela variedade de objectos, superiori-
dade, qualidades e commodidade de pre-
cos ; assim, pois, o Cordeiro Prndente pede
e espera continuar a merecer a apreciacSo
do respeilavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, n5o se afas-
undo elle de sua bem conhecida mansido
e baraten. Era dita loja encontrar os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coadray.
Dita verdadetra de^Murray & Lamman.
Dita de Cologne inglesa, americana, fran-
:eza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsmica dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
A1IRAVEIS PECHIEHAS
QUE SE LIUIDAM
A DIMHEIRO NA LOJA E ARMAZEM
___
80Qoa aa 5aaaa,iai2=su a,
DE
FLIX ^ERKIR/1 A SIIiVA.
O proprietario. Teste estabelecimento convida ao respeitavel publico desta ca-
ntal a vir surtir-se do grande sortimento que tem de fazendas, tanto da moda como le
ei, assim como de mn grande sortimento de roupas para homens e meninos, e as
pessoas que negociara era pequea escala, tanto da pfaca como do mato, aesta casa
podero faser os seas sortimentos em pequeas ou grandes porcees, venden lo-se-lbes
pelos procos que se comprara aas casas iiigtezas ; assim como as xcellentissimas fami-
lias, podero mandar buscar as amostras de todas as azendas, ou se Ihe as mandam
Elixir odontalgico para oonservacao 4o: levar era suas casas pelos caixeiros d'este estabecimento, fie ** *&* abert0 con"
11--RUA DO QUEINAD0--11
DE
AUGUSTO PORTO & C.
Receberam superiores vestidos de blond com manta e eapella para nava, que
se por procos mais moflios do que -
SAHIDAS DE BAILE vendem-se por procos mais moflios do que em qualquer outra pane.
- branca ede cores o que ha de mais indo.
ha de mais
BASQUINES-do rend preta, e de gorguro preto, o que
elegante.
CHAPEOS DE SOLpara senhoras delicadamente b0l^u0S; b
BAL&ES-brancos e ce cores para senhoras e meninas, espailhot, saias nor-
dadas, o saias de 18a com barras de cor.
BAZAR UNIVERSAL
v-Khs NoraO
Carneiro Vianna
Nesle BAZAR oncontra-se um comi'ieta
sorttoentoTle todos os artigos que se >ei-
ilem por precos rommndus como sejam: Ura
completo sdilinionio de machinas para cos-
tura de todos os ystemas, mais modernas
adoptados na America e approvadas na?'.
tima exnosicn srteos a electos par- -' *
fO e jantar, salvas, bandejas, tai _
sasc malas para viagem, i-' ^f'^
senhoras, candi, iros r- 5*I*2KS?
paredee portal g-^^^Sf'
vidro, mael<: .**&*> *** e #;!**
baterV ..?* t*r* taev cafe, ditas para
uj- .os, ditaspW amassar fiunha, (Utas
. faserftanteiM, caraos de ferio para
bwcos, cadPi-
) espreos, solterees e. enanca,
asseie da bocea.
Cosractiques de superior quaHdade e-rjkei-
ros agradave'rs.
Copos e latas, maiores o menores, com
p marta fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
e ostras qualidades.
Pinos extractos ingleses, americanos c
francres em frascos simples e enfeltados.
Esseucia imperial do too e agradavel chei-
to de violeta.
Outras concentradas o de cheiros igual-
mente finas e agradars.
Oleo philocome verdadeiro.
Batracio d'oleo de superior ^ualidade,
:om escoMiid-is che ros, era frascos de diffe-
restestaraashos.
Sabonetes em barres, maiores e menores
para mos.
Ditos trasparentes, redondose em figu-
ras de meaitios.
Ditos arto finos en caixinba para barba.
Caixinhas com bonitos sabooetes imitaude
.'metas.
Ditas de aadeira ;i:vernisada contendo fi- [
aas perfumeras, mto proprias para pre-
scBtes.
Ditas de papeleo idealmente benitas, tam-
ben de perfumarias Cnas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e de
moldes aoves e elegantes, com p de arre*
e boneca.
Especial p6 de arroz sem coraposico de
beiro, e porisso o mais propriopara crian-
ras.
Opiata oykza e franoeza para denles.
Pos de caraphora e outras differentes
}4alid.ides tambem para dentes.
Tnico orieRtal de Kemp.
%la
Zax oairo sortimento de coques de no-
. os e bonitos moldes com filis de vidrilhos
e alguns d'elles ornados de flores e fitas,
:sto todos expostos apree'taco de qaem
is pretenda comprar.
GOLUNHAS E PUNllS BORDADOS.
3bras de muilo gusto e perfeico.
rrellae Illas para ciatos.
Bello e variado sortimeiilo de taes ohjec-
os, fican^o a boa sscoB ao gosto do com-
prador.
PLORES FINAS.
O quede meihor se pode encontrar nesle
.!>ofi.>, sehresahindo o* delicados ramos
irvaJh.idi>s para coques.
stantemente desde s fi horas da raanhaa s 9 da ooute.
Explendiio sortimento de
Alpacas lavradaft 4c cores a *0
Alricas a 560 Alpacas a 560
Alpacas -de cores
Na loja do Pava ra da Impenrtriz n.
6, vende-so uns \wucos de mil -cavados
das mais lindas e modernas alpacas lavradas
com as -mais modernas e bonitas cores,
proprias tpara vestidos e-reupas para meni-
aos, tendo entre ellas azul, lyrio, rexo, cor
de canua, vei-de claro etc. e os lavrores
muito miudinhos assentados era urna s
cor; para se peder retamar esta fazenda
pelo barato preea de 560 rs. o cwado, foi
preciso fazer*se urna grande compra deste
artigo, o qual -grande pechincha.
Ao* diez nstC covaflos de eassas
jfirauecos
Ceuado a flO <>)vado-a 300
-Covado a300
Covade a 300 Covado a 300
Corado a 300 rs.
Vesde-se na loja do Pavas ra da Im-
peratrie n. 60 *ma graudo quantdade de
mil colados das melhores casas'francezas
para vestidos, taedo padies miudoe e gra-
dos, sentados em todas as coimes, estas
oassas sao propriamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como acula, e alera dos^adres
serem muito bonitos, sao todos fixoe e seria
fazenda para muito mais dinheiro, mas re-
talha-se a 300 rs. o covado.
Esparlhos a 34000 na loja do
f*avo
Vende-se urna grande porcSo de esparti-
Bios modernos com o competente cerdo,
tendo sortimento de todos os tamaitos, e
vendem-se a 35 cada um.
MADAPOLO ENTESTADO A 3 ;>GO0, SO
NO PAVO
Vendem-se pecas de madapoto enfestado
com 12 jardas, sendo muito iocorpado pelo
barato prcfjo de 3*600 ris, aceira como
pecas de aigodaosinho com' 16 jardas
4*500 e 5>000 ris.
Vinho degestivo
chassaing
de
PEPSINA E DIASTAEX.
flemedio por excedencia para cura certa
5as dipestes dilliceis e completas, acalmar
s don.* gaslralgicas, e reparar atfsrcaf
'u.indo nraa aseimulaco completa dos
iliMSiilisi. sendo mais-ura exceHente tnico.
VE\ttE-SE
THARMACIA E DROG.VRLV
M
9rthoIoBicn & C.
34fiA LARGA DO ROSARIO34
FUNDICAO 00B0WMAK
Raa do Brusa a. &2.
PASSANDO O ClIAFARfZ
Tem empre deposito de todo o ma '.hinis-
rao napufAiln r.a agricultura da provincia,
EBM 0 qaol:
;j rpor, pira atsnear e para
2>>dl~).
Rodas (i'cgoa.
Motores de diversas especies.
Pendas de caana.
ftodas untadas, para animaos, agoa c
ipor.
mus de ferro, balido fundido e de
Lre.
AJnim ir
Atados e iaatnmwotos J'agricultara.
Dwcsrecadores d'algodo etc. etc.
seaado em tudo variedade de timanhoj
lesde o menor at o maior que
ma empregar.
A pataca o covado
PERCALLAS A 320 RS.
AOS DEZ MIL COVADOS
PERCALLAS A 320 RS.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande porclo de per-
callas fi^ncezas proprias para vestidos, sen-
do de eres lisas o mais larga que as chi-
tas, tendo os pannos muito cncorpados e
com os desechos mais bonitos que tem
vi;, lo ao mercado, tendo padre6 mq4os e
gr.idos e vendo-se pelo baratissimo proco
de 32/) rs. o covado, garantido-se estar esta
fazenda em perfeito estado, e vendendo-se
por este baratissimo preco para apurar di-
nheiro.
BRAMANTE PARA LENCOES COM 10
PALMOS DE LARGUR\ A 15800
Chegou para a loja do Pav5o, ra da
Imperalriz n. 60, urna grande porco de
p cas do bramante com 10 palmos de lar-
gara, sendo a largura da fazenda o cumpri-
mento de um lencol, o qual se faz com um
metro e urna quarta, e para cama de casal,
com um metro o roci; e vende-se pelo
barato preco de 13800 ris cada metro,
| tendo esta larga fazenda, ovtras militas ap-
plicaeocspara arranjos de familias, sendo
grande pechincha pelo preco.
COBERTORES DE L PARA 0 INVERN
DE 3,5000 6*000
lllll
V*nie- inglea mmto boa a 900 rs.,
i, e ItiiO a libra, muito tina, presunto de La-
OMgo a 800 rs a libra, carne Jo serlao a 360 rs.,
'infTi.' fio 'i!) lata a ti a libro, farello, saivi
SM. c o te Lisboa Sao aS>-)W): no pateo
Paraio n. O.
CRWEIROS
B" un IsSfl e innofensivo fugo do. artifick), pela
-..i quatidade, quasi iraptxsivel rebotar, s v
1.4- friui por qnem nao souber : garantim os que
m Mrieac na antiga fabrica Ja estradadeji.au
.he Barros, da viuva Rufino, e as en3'jramend;is
para os que so faiem em dita fabriea, reecbem.se
ao armazn da bola amarea, no oiio da secre-
um depotida.
VE^DE-SE
Chegou para a loja do Favao, um gran-
de sortimento dos melhores cobertores, de
13 de carneiro, sendo muito grandes e
muito cncorpados, que se vendem de 3
al 6>0t'0 cada um, em relacSo s dile-
rentes qualidades, pechincha: a elles an-
tes que se acabem.
ATTENCAO
< PECHHiCHtf QUE SE LIQUDAM
se costu-i NA LOJA DO PaVO
Cortes de organdy listrados com 10 va-
ras cada um e que tambem servem para
luto a 3O0O.
Lsnzinfiaa do coras para vest los a 200
rs. o covado.
Cortes de cambraia com barras bordadas
e muito tinas a 30 e 45000.
Cassa tola preta para yesdos a 320rs,
avara.
E' pechincha para fechar contas.
Alpacas brilhantes
a 640 rs.
Chegaram para a loja do Pavao um ele-
gante sortimento das mais lindas alpacas
biIhantescom asmis delicadas cores, c
com os mais bonito- Javradinhos a imitacao
de seda, as delicadas cores que existem
ueste bello sortimento encontra-so o bonito
Bismak, o bello Lyrio, o delicado verde
assim como, pero'a, mxo, cannn, azul caf,
ntc. Vende-se esta bf lia fazenda pelo ba-
GORGURO-de seda brancoe preto para vestidos, sedas^*^rs'.ro ^rean-t toogasT^ **&m> ^'L^^doSs
ico, e grosdenaple branco, de cores e preto, pr.ncezas, bombazo prelM espelhos de iodos ^ tamarAos moiduias
mnitas c^res. e lindos cortinados bordados. S1 ira mia^s caz, naldc?amencanos., b"
tique branca.
alpacas de muitas cores, e lindo? cortinados
Pipas vasias, birris do 5o, e um dcimo
tudo em perfeito estado, frasqneiras pro-
prias para frascos com genebra de HoHan-
da, jma porc3o de garrafas vasias e botija-
pan servej, e orna pipa com 80 cauadas
de agurdente de canna superior ctvgad i
ltimamente do mato : no dep sito da roa
do Lima em Smto Amaro, d. 30, das 9 ho-
ras da manhSa em diant^.
Veoe-M a dinnotm o a prano a padana a
Tipnr sita en Una, a qual se arha livrn e desem-
karaf-va : os Bceteadentes podem eniemler-se no
iiiiiimi lagar com ten proprieurio, ou rain Rocha
Lmri 4 Gn5mar*e, na roa da Cadeia n. 40, e Ne-
&^-:e Haria Pr Casemiras da moda
IiOJ.I. DO PAV&O
'Chegou pelo ultimo vapor francez, um
grande e vordadeiro sortimento das mais
modernas e mais finas casemiras para cal-
cas, paletots ecoletes, tendo lisas, 'com lis-
iras e com listra ae lado, tendo para todos
es pregos, e afianca-se venderem-se muito
ais barata do que -em outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qualqaer pega de obra, a vontade do
freguez, para o que tem um bom alfaiate.
Aas quiraltentos palitots
a 8 20^090.
Na lojs do Pav5o ra da Imperatriz n.
60, vendem-se urna grande porcSo de pa-
4itols sobrecasacad's, e propriamente so-
brecasa muito bem acabada pelos baratos preces
de r8)>, endo forrados de alpaca, e de
20$ forrados de seda ; esta fazenda a nSo
se ter comprado urna grande compra, seria
para muito mais dirtbeiro, porm liquida-se
esta ped i; el i a pelo*; precos acea.
P0UPBL1NAS A 800 RS. O COVADO.
Na loja do Pavo, na ra da Imperatriz
a. 60, vende-se um grande sortimento das
mais lindas poupelinas ou lazinbas trans-
parentes, proprias pera vestidos e rcfcpas
e creancas, com as ais modernas 9 bo-
nitas cores:; padros com listrinhas nudi-
nbas, que se vender jielo barato preco de
500 rs. o cavado, pechincha que se acha
nicamente r.a loja de Flix Pereira da Su-
va, na ra da Imperatriz n. 60.
AS CAM6RAIAS DO PAVO
Vendem-se finissimaspecas de cambraias
lizas "transparentes tanto mglezas como suis-
sas tecdo mais de vara de largura, pelos
precos de 5)9000 at 105000 a peca, assim
como feissimos organdys branco liso que
sene para vestides de bailes, por ser mito
transparente a i 000, a vara, na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Flix Pe-
reira da Silva.
Cor (Uados
Para camas e janellas.
Vende-se um grande sortimento aos me-
lhores e maiores cortiuados bordados pro
prios para camas e para janellaa, que se ven-
dem a 12-5000 rs. cada par at 25*000 rs,
isto na ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereifa da Silva.
roupas feitas
NA LOJA DO PAVAO A RA DA
IMPERATRIZ N. 00
Acha-se este grande estabelecimento com-
pletamente sonido das melhores roupas,
sendo calcas palitots e coletes de casemira,
de panno, de brun, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assim como na mesma loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para se mandar fazer
qualquer peca de obra, coma maior promp-
tidao vontade do freguez, e nao sendo
obligados a acceila-las, quando nao stejam
completamente ao seu conteni, assim como
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico um bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho c algodo e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix. Perei-
ra da Silva.
0 atoalhado do Pavo.
Vende-se superior atoalhado de algodo
-em 8 palmos de largura, adamascado a
1-SiOO a vara; dito de linbo fazenda muito
uiperior a 3200 a vara ; guardanapos de
inbo adamascados a 44300 a duzia e muito
inos a 8,5000, e ditos econmicos a 3)5500
duzia.
AF.PAGiO DE CORDAO PARA VESTIDOS
A 15000
Xa loja do Pavo, vende-se superior alpa-
rJJo ou gurguro para vestidos, sendo n'es-
te genero o mais moderno o mais bonito
ipie tem vindo ao mercado com differentes
aires, sendo mais largo que alpaca e ven-
de-se pelo baratissimo preco de li500) o
covado.
XovMade Xovidade
GRGURES DE SEDA PARA AS FESTAS
DO MEZ D?. JUNHO
Chegou pelo vapor do 11 do corrate,
para a loja do Pavao, ra da Imperatriz
n. 60, um brilhanlo sortimento dos mais I
modernos e mais bonitos gurgurSes de seda,
para vestidos, tendo pa^roes miudinhos e
grados, com lindas listras matisadas, as-
sentadas as mais delicadas coros, como
sejam, verde, bismark, lyrio, azu, perola.
etc. el?., assim como ditos lisos 'de todas
as coras, garahtindo-sc que na actualidad^
nao ha urna fazenda de mais gosto nem do-
mis pbantasia do que estanque se ven de por
precomuito rasoavel, no estabelecimento
de Flix Pereira d.'i Silva.
.i rfJBijLgaate,
.-^
i para qiiwfres caz. ,............. -
dac.imidas, brinqnodos para- enancas, un.
compl*> sortimento de cestinhas, oleaar.,
para -sala e n esa, tpeles para sala, quino,
frente desopila, janea ; pon* capachos ae
Spwto e ScoT. objetos para esenpiono c
nltitos rjftres artigos que se enconu'^, u
venda no mesmo estabelocimento oque vale
^ pens- ir examinar. _
^
U
f '"/
** CllMAD
BVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Ag^ua-florida de Guis-
lain
Tintura indelevei para tingir os cabellos,
sem -manchar apelle.
A bem conceitaada agua-florida de-Gnis-
tain que enlo era des;onbecida em Per-
nambuco, j boje estimada o procurada
por seu eflicaz resultado, e anda mais se-
r, quando a noticia de son bom efl'eite e a
experiencia tornar de todos conhecida.
A agua-florida de Guislain coinposta ni-
camente de vegetaes inoffensi'os, tem a
propriedade extraonlinaria de d;ir a cor pri-
mitiva aos cabellos, quando estrerem forn-
eos, e Ibes restituir o forilho perdido, eas-
sim como preservar de embraaquecer, sem
ser prejudicial de modo algum
E' porm necessanio fazer coimecer, que
o bom resultado produzido pela agua-flori-
da, nao instantneo, como maits pes-
soas tal vez supponham, miis siin ser pre-
kso fazer aso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obter o lira desejado, como bem
provam testemunhos de pessoas nsospe-
tas, e d'entao por diante, basta usa-la duas
vezes por mee, contando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia ser feita em
outra qualquer cousa.
A6sim pois esta agua-fforida acha-se ven-
da na bem conhecida loja d'Aguia Branca
ra do Queimadon. 8,
A Aguia Branca, contando corn a proteo-
cao de sua boa freguezia, tambem capricha
emnSolh'a desmerecer, procuiando sem-
pre corresponder a idea favoravd coin que
a honram, e em prova ao que Pea dito, d
como exemplo to cxplendido sortimento
rae acaba de reeeber, ainda mesmo achan-
io-se bellamente provida do que de bom
e meihor se pode desejar nos gneros que
Haja vista aos necessarios livros de missa
i oraco, obras de apurado gosto e perfei-
o, 6endo: com capas de madreperola e
tocantes quadros era alto relevo.
Ditos com ditas de marm igualmente
lonitos.
Ditos com ditas de velludo, outros im
tande diario maohetado.
Ditos com ditas de marroquim corn cnu
e guaniico, dourada ou pralea Coicas e tercos de cornalina.
Assim como.
Grande o bello sortimento de ieqnes
todos de madreperola, madreperola e seda,
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda,
e Caia ele, etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados i
de Aeres.
Bonitas voltas gi'andes de aljofares azucs.
Voltas de cerrente de borracha.
Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de Ao de Escocia abortas, t
para meninas e scuhoras.
Ditas muito finas d'algodo, alvts,
enras paj-a meninas e senhoras.
Lavas de fio d'Escocia, toigal, e seda
para meninas e senhoras.
Bielas de la para homens, maiiieres e
meninos.
Gollinhas e punhos bordado? )bra de
muito gosto.
Enlre-mcios fines tapados e lioiispare?.-
tes com delicados bordados e proprios
para enliar fita.
Yi-iV
se
a tafear da rna de f ras n. h?,; cid vfrdw
do de. seu dnno rorar-.^: paraft*ia
na in^.-ina.
rutar
JaAROPE PETORAL
III!
RABO DE T4TU
PLANTA DO BRASIL
E expectorante o reeommendado oas
ailecgoes do paito, bronchito chronica, he-
moptise, e toase i lironioa.
PREPAHAMfOR
JOAOUIM DE AUftHfeAHNTO
l'HA KMACFITrCO
P^mmbtiMrua /flrg(l ,/(, /Marin iq.
MobIiT
Em ra^a do Joaquim Aofotto, na llia d>s Ra-
tos, pasando a r*nte de San! babel, vcndi-s
nina mobina nova por preje razoarel-
ESCRAVOS FGIDOS.
Escrava fgida
Ausenlou-sc da cata de seu senhor no
da I! do corrente, a preta fula, de nomo
Candida, dado de w", a WD annos, alta c
magra. Foi compr da ;i corea de um mea
ambem ?r-*>a') ^^ Goiauna, e suppe-se que para l--fosse.
, 'l.evnu dois vestidos de chita escura, sendo
um com babado novo, nm chale de taa
verde, j.i usado r mitro preto novo. Quera
a capturar queira leva-la no armazem n,
38 a ra da Cadeia, .pie sera
sado.
recompon-
E OS PRODIGIOSOS
Anneis c collares Royer para creai
Bonitos cabasos ou beiskihas Je penca
e selim para meninas ou senhoras.
Lindascestinhas bordadas afroco, e lisas.
Delicadas caixinhas de vidro enfoitadas
coin pedras, aljofares, ele.
Ditas de tartaruga para joias.
Bonitos albuns com msica.
Pinseis ou bunecas para poz de ai ...
Novos e delicados ramos de llores com
marrafes para enl'eitar coques.
Bello sortimento de trancas de pama.
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e allinetes de madreperola.
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas.
Fogio do engmlio Papagaio, termo d P ri
Calvo, na pruvinciadas tlagwx, o esrravo Lncw-
no, rrmnk, prr-lo, dado de Maono. ptiuco ma-.a
pn mena*,altarabahn, barbado, bem fali.ui.'. cnt-
bnaga-se multo, e nlUola-se forro, tooi offlrio de
sapateiro, o tambem earreiro, cooMa qnar.dh
em Goyanna, rm Pornambueo; rwnmueuda-M!
a ludas as aatoridades poliriao?, a.sim c< nso a
qualqoer \x mu que > en ntrar, que o pri-uda e
remetla- dj.JodasN -. : ii,ii; p ipjii, on na na
de Apollo, armazem n. 3i, qae se p;,gr toda r
'!~i-i;ii.-i .Iivim'z:., qne lionverom do n-r fe-.a
rom a prisu do momo eseraro, assui orno -;
giatiflcara (roen rile a qaem d r i..^':-
exaria do roforido psoi
^! fugidu, dogo 0 !..'
aun i, n rscravo Felipp
IC i j. rom i-s .-i m
cabra, dado 2"i a 7ai.....s in:;i
OOStfl r 0}0|iOD Bjed o5b op soojog 001 b Bnoi 9p sw|oq op ?zoj)
oos _.....' opjtsaA 801 BUIAip 1UI5K BIOO UjCJJCO
3p tunjqap ejed ojrj ap seaoj 000V1 8 008 '00: '009 'OOS
005 b sounu-uiu.i o soqutpcqtg
OO!?? 05 0 005 051 '001 "08 ? sai-
BJnpioiu moa sapue.iS soqiadsg -pnli se sepoi p .'i5uo(|fiS
obasd opoj 'c.iao op SBaaiing 05C B BSO(p:q ap 03|0 raro soasBJj
08 suapjo 5 sajaxjoa moa ogiJE3 09 ..... e sep
00? B cjznp sepn f 005 "P eMm.l -.iBfooi moa Ri|ui|ap eonoatqj
OOR oow1; ,e oj8||oa BJi'd sBjnpeoiuqv OO8f0 091 jeq.ioq bjbcI sequii ap sjqn
o s.i ooi b ejuij moa toasejj
np suauoq EJcd sbojd sco[\i OO ........B SCl|!lll
OOSC ........00-rI . o BJiiiOa B.iid siMn.^.iijj.
'008 '00'; sojiaqa moa so.isb.ij o?cT .........b seu
005 b oqund BJBd saojoq ap saje,j -uoiu B.icd i:>so.\rji ap sajuaj
005 S0BUI BJBd soauBjq SOQ! ooc
008 eqooa Bjuii moa sbjcubo uo|oa ap eoSe moa sckisbjj
:s9^uiiiS9S sooajd sojad sopBJ
Btosp oxiBqB so^oafqo so opnBmidnb WK
imMl VJISHOI OSMOiV
ILL.
aa
NvxaiiiOA aci itoi
S \HaVIII310 0(1 Y
ITOrJISI
raiissimn prego de 840 rs. o covado por se
ter rec-bidoeaidireitura urna grande P"*- BiOattllillOS bai'ltOS na lojll
tina superior a dez mil envados, senao -, p _
seria para muito mais dinheiro, isto na loja QO I flVllO.
e armazem do PavSo. a ra da Imperatriz. Vende-so urna grande porco do baba-
n 80 de Feliz Pereira da Silva. dinhos do todas as larguras, sendo com os
Vestidos com duas satas a t baados verdadeiros, por urna terca parte
Chegaram paia a loja do Pavjo ra da de preco que se vendem em outra qualquer
Imperatriz n. 80, os mais modernos cortes loja, ? cora o flm le acabar-se cora este
de poil de Chvre com duas saias para ves- artigo, assim como tambem se vende urna
tidos, sendo n'este gen-sro o que ha de grande parte d'cntcracios, pelos mais !i-
melhore mais novo notnnndo, e vendem-se raitados precos para acabar, na loj- a r-
pelo barato pneeo da 205000 na loja de mazm do Pavao, na da Imperatriz n. 8
Flix Pereira da Silva, de Folii Pereira da Silva.
i'im
HENQO db BXW1U
^
r irrentc
-i jninl'.s
menos, corpo < allni regalares, k branoel-a
preas r serradi cnrusrados i -.. .<.
lados, qiiercnflq prin ipi ir i barbar, as vnir .
fhain Ihoas rnas tem ama marra -j ram : -
dolado it.ii un sobre n lisado, quando arda ".
daroe *pasees avanoales, iom o vt-itic -
en 'ido, > vn wo, < mr.il r. rrb
;.!. eqoand togo diz que forro, e tem poi a- .-
me trucar o noBW o botar a camisa tora da
Este os -ravo foi preso o estar na cadeia por a .-
dar :uu:i : Irvoncabja de brin do qri.dri
i'r.'ii s. ramisadr maJapaBo, obapo de laa ; '..
rediaido, natural do lugar Canbtrtmli- &.. n'n -
ea do S. li.'nio dsta pr ivineb, c fii estravo t! >'
tos*1 Eduardo Alvos de Mello, morador m> nos
,. i lugar. O reforiun e -.cavo j U<\ visto i m Gio
ra de fioiat, ilisirioto do Pao d'Allio. eeml*
ifiOfiro j presumo-si qnc so conseoe nesles lu-
fmes : Icse s autoridades poboiaor o aos
rs. rapitaes de eampo a captura do nvsmo es
ivi), e entrega-lo ao sen enbor Jos I ereiade
Miranda Cuaha, morador ao Ileoife, om- do Switi
Aman sobrado n. 1 do (allerido Wmi. .-i Ci rto-
dio. ou i: i rna da (Jndeia do Recifo i.. 35, qi
im>mp praiifloar aenert-samfiile.
]]elli
ir-mino
Kvado-s do encenho Harreoas, na comarca re
Pullo Calvo, e nodia 18 de n do corrente an-
ii.o c lo 28 anm-s, alto o seceo d-i corpo, lem barba, ps
ilrandes, tem estado noita cidade, e o seu Bttior
,i.is--i la p 'lo bairro da Boa-Visia, rMli- ser tu
l i- se encamniho para a rroguezia da Eseada,
onde foi.'!!,' criado, o 6 conai do : quem o pe-
I va i 11 referido engenho, ou Dita pra(,a,
na ma da Cruz n. "jl. I*aunar, recebera boa gra
tificacio.____________________________
.vca-s* ingida ha otfo mezns n prota es-
crava, de nago. de nomo Haria^noi 40 anuos d(
.viaoo, iiaixa e cwr fula, consta que di? ser fcrra, t
mda vendendo na freguezia da Boa-Vista, con..
urna KiDd^jn pintada d! encarnado, rom qui
fugio : gratifica-se bem a qu^m a apprchender'e
levada a ra luiporial n. 103.
Vende-Mi
L0-or.
hre, pturmacte Rom,
H
Uhl
a, roa de
m Paris.
As caalrira^-ff i es olsoa prl, d'aro cheiro forte, e mu composi^Ses feitu en dos
u peixe eommuns, ues como o etqwHo, q arroto, o pbxm, a Uso, m oIms Jet wm+Hotri prrrmlortt.
e mesmo o ole veorlaei. tortun imaginados para substituir os verda4elra te** de IfMM
Creseo *e aMauMto de Terru-W*. Estes Ico* eommuns ou seos iikwiImcu a*
eommuns ou anoa
obtidoa oa induau-ia por precoi mui baixoa, em quanto que o erdadeiros leos de flaado de bacaOi**
fresco sao relativamente multo caro, visto que para obtel-os fruoit e aem mitlurm cumpre exeroar
trande tigilaneia e ter os maiores cuidados nos proprios lujare das pesca, aaaim como manda faaar
M. Hogg daade o anno do 184'). Bateo *- mi oto o** de Terr*>N*ai de Uam^
rraiup-aram para este precioM medicamento urna fama univnraal naa motohot oo pedo, tu af/ptt*
loft.efj,
Odoolaoa
rranat-aram para esteprecioi
iirofulouue lympUtkat, 0 f iojm *m meiOf,eic.,o por Ja*,46rajB losar a nodvaa
Nota. O ** de Mi mol fcil do digerir, distingoe-oe entre oo outros leos Mi saa
cor de palha. o eo chebo aoave e deli-ado, e seo gosto de ardjnha rrajco.
O RELATOIUO teoroMi do cbnfe dos trabaihoa chymicot da rACDLOADE DE MKDIOrU DB
PABIS coorluo comoaegnet D olto efir rf mAo do M. Hogg eoaJ/m uno terco porte de -
captes om ** ojota do q,u o oleo paraoi e Me aprsenlo loom das inco-taiienlu
reunir* n'oslet, otioiA) oo ckei -o o soeor.
^Jtcoide-ee todas m pisan-eloie ate sTvaasp*
UDE
P-*.|
3
Ukxi
Foaio iuDtem 24 do correal* a preta Lucinda,
om :) aun-i de Hade, cor preta, apenas tree
[lite iu queixo inferior e iiuiit s oalonibinbos
iag Gastas, oq e sendo estes muito avivis, faci-
t ir a appn hiMioao d'-lla : mu tanto roga-sc a
uK-iTi a aporoheoder Icta-la a ra Nova n. 63,
que se gratificar.
Atim-ati lugido uiue>cnivod n-ino Etnetu'
'.ole trila o tatito? annos, estatura reputar, oor
la.jMasa liarba. que as vezes raspa, com falt
le um ou dous denles'na iren;-, um pouco rai-
aio, ora di de carnea, ora alopa-
em r.vN particnlaros, o !Vin>ta que a-si-'l* -i
isa da rrinnla D< rnardina na Pas iia, intitula se por Jo'i, u une este | i qu< alguna
conli.'." tn: i|uom o approli'-nder lt \ n a rn >{
in-r;itri2, casa n. 28, i." andar, que ser gratifi-
i4o. I'rntesta-se contra quem o livor a mu ser-
iro imii o oominnnicar ao senhor.
Nt^gros fofridts
Fiigiram dous esfravo?. sondo nm nopro drn-
c Joo Caiiago e onir-i do amo I.um, fup
rra nn d:.i ti, o r. DCgjrano dia 15 do con. i
(tuiutes : Itnixo. gn)'!-;,
ni urna pona com um geito para fi:;.. ondagu-
i. pouco raboli na c roa da cabrea, love bsrba,
n'um m>5 ps toni nm dod ritis enrto
ipte o* (".uros, idado de 40 anno- ponco roafc
i meno?, iieba^o, o da Aag-dia. Os sionaes
i negra sao : cor preta, crinla, al'.. et poja-
t,tara impnda, I .,,.-. ooiIc.1.-. ^A
ando- ". apaetado ***'< 'Sr l>'xfjiia
oo, pieiro se conl: ravtB do
gonho Machicoal-a, d mdo vierain .upouco para
a praca ; a pessto qn '<" P-Vr p |pV),r w "*-
.10 -, Miguel nos Afogados ^r gratificado.
CJubD


<'I Mil
V
i^mmamm
lamaaaM
!
Diario de Pernambuco Segunda feira 28 de Jun\io de 1869.
ASSEffiEL A GEBAL
C11AU DOS SUS. DZPTAB8S
SESSA m 2 DE JUNHO.
PESIE,\CIA 90 SR. VISBONDE DE CAMAMA-
GIBE.
fCminHitrao.) \
Be juigava, |> is. que o Ilustro relator da
comuu.ssao devia explicar o seu trabalho de
firma que nos u os convence sernos de qii
a imposto que vamos laucar sobre os ge
aaus da consumo, o que tin o oaracter
BiH.'utementd fiscal e nao protector, nio v
i-, alguraa maueira tomar impossivet o mes-
ara consumo; e ainda mais devo accres-
neater que alm deste risco de tornar qnasi
possivel > consumo de cartea obejectos.
t*mo que o contrabando sejntroduza fcil-
mente pira defraud ir Rio s- thesouro'pu-
ho como ao commcrcio honesto.
O Rustre depulado pela provincia do
l'arMi, que tem exhibido lo altas pravas
de sua inteligencia, tratando da receita.quc
~-* /
mai ohoi-ada Memoria. (Maitos adiados).
Sr. Copea:-rServio rauito bomi
sua oitria.
O Su. Ju.noueou: Eu nao sou, Sr.
presidente, o mais competente para tratar
dessas materias(nao apurados); mas usan-
do da palavra nao posso dexar .ainda de
apreseniar algunfts pinies nriiihaj, em
relaco d receita, qne est stljeita ao de-
bate, sentindo at agora nao poder ser agra-
davel aofnobre relator di comoisse.
0 Sr, Perora" da Silva : Ao cootra-
rio : lem-me agradado muito a summi-
neira de discutir.
O Sr. Jcnquera : ... devo, porm,
aproveitar-me desta oecasio para declarar
que louvo a coramisso por nao le- augmen-
tado os impostes de exportacio, nao -elevan-
do-os de 9 O/O, como j estavam pela lei
votada, sendo ministro da fazeujla. o Sr.
conselheiro Zacaras de Goes e Yaacou-,
cellos, e aggravados ainda com os imposto*
provinoiaes.
Eu entend que nao nos era licito aug-
mentar ainda mais esses impostos sobre os
eu n3) qii-ro un a? ,va vj<" > extraordi-
naria.
0 Su. Jc.sowaaA. : -,Eu
quejo; mas ha um mojo termo. Eu j:
Iwjovfl ni omeatanea.
BebJe,. relsiirilftl^aJBpajiaco ? o ex-
emplo dos E?tados-Umidos ahi est, e eo
nao "JfcW0 soguir porque estamo3--vendo
qne acontece. Misa cmara sabe que
uaquelle paizha capitalista riquisStmosque
fazem doares regias, como eescdeNova-
aiada agora nos orcupa a attenco, mencio-!gneros de prodcelo do pai
uou os pengos que baviam em elevar a
laxa para certos artigos, porque o contra-
llan lo poderia nao s neutralisar as nossas
vistas scais, como fazer urna especie de
r oulu ao com.nercto licito,
Neste ponto o meu digno amigo deputa-
.to pela provincia do Rio de Janeiro foi
oani*o; ocupando a tribuna hrlhante-
raente la dota dias, nao luana, porm, na
devidj coasideraco este argumento, que
p r certo muito valioso e paocedente.
Nos. por exemplo. que nao somos de
u.ilras eras, sabemos que, em certas occa-
*> :s. e vigorando tarifas nao muito altas,
milito* contrabandos c fraudes se prati- /-
cana,
llau Voz:Ainda hoje.
QSa. Jlnol'Sira:Masahi que est o
agredo do h laaceiro; procurar elevar os
impostes, de forma que fique o negocio
equilibrado ; que o tbesouro tire a maxi-
*i p^ruj pjssivel, e fique acoberto decon-
trebardo. tanto quanto pode ser; procu-
rar giavar aquelles gneros que no s3o
*usceptiveis d se introduzirem como con-
trabando, e aliiviar, tanto quanto frpossi-
vel, a p:-'l!'-s nutres que possam, pelo seu
MfHN volum-e grande valor, excitar a
dirau laca i dos direitos Pscaos.
Receba tambem a Ilustre commisso os
meus emboras pois que juigou que os g-
neros reexportados njto .devera pagar uwl
imposto como aquello: a |ue at agoia es-
tavam, sujeitos.
Eu, representante de urna provincia ma-
rtima, para cuja alfanduga sao.muitas vezes
levados os gneros depachados em outras
alfandegas do Imperio, nao posso deixar de
congratular-me por esse facto, porque mui-
tas vezes 1103 vemos que um genero po
j tinba pago 30 e 40 O/U do. seu valor,
sendo reexportado de urna provincia para
ontra, aluda ficava sujeito ao imposto do J
(Apoados).
commisso acabou com o veame fis-
j cal, e prestou um servico a muit-js pracas
martimas do Imperio.
Alm disto, ainda ha cert desiguaidade ;
o consumraidor de lugar mu itimo te/n de
pagar 30 0/0 ad valorem, o no entretanto
realmente paga 33 0/0 ; mas se estes ge.
eros forera levados para o interior, n5o
o interior, nao lia mais o imposto de reox-
portaco : sempre urna desiguaidade, e eu
entendo que nos, tanto quanto fr possivel
nos devemos esforfar para que a I gislaro
do Imperio seja sempre uniforme e a raes-
ma por maiores que sejam os sacrificios,
Yorkde aome Stewjrt, quitiacaba de dar* frfti qUa appece xtpropona o ore
.eaJsOlW para um.nytaAe*mtcaa des- -meni), e oquepde-firovir 4as validas, e anda pretende tambem dan mais
Ahi que est o segredo; esse segredo devemos inanter esta principio, porque
julgo que constitucional, c que contribuir
muito para manter a integridade deste vas-
to Imperio. (Apoiados).
Se ha alguma provincia cuja iuduslria
depende essencialmente da iutroduccio de
certos generes, entilo facamos na nossa ta-
rifa urna redueco com carcter genrico a
respeito desses gneros ; supponhamos
que a provincia de S. Pedro do Rio Grande
do Sul precisa muito do sal para a sua in-
dustria das charqueadas, devemos tornar o
sal livre de direitos de entrada, ainda quan j
do outras provincias no precisen! domes-
e o qu eu pr carava ouvir da boca do no-
Ve d-putido, qe versado nestas mate-
as. (Apoiados )
Sr praaidanl, neste orcameuto derecei-
i sujeito a discusso tu vejoalguns artigos
tawit" i apartantes: o art. I., que autorisa
-j m op rarjs de crdito, d lugar a
i&uitos comu 'iili ios. Pela niinlia parte
ea presto ao Ilustre Sr, ministro da fazen-
ia o bm voto (I confianca para que S.
be faca aquellas opjracesde crdito que
.. ssarios supprir o drficit, para
fiHiraa com a deapeza publica.
'. hea
dan 1 o
porque
m-'.i vot) dr confianca, eu mo favor, e a renda publica soffra alguma
cousa. Assim realmente se praticou.
Portanto este principio q-ie tem vigorado
na nossa legislacao de antes soSrermos um
desfalque tas rendas do que fazermos ex-
eepoes em favor desta ou daquella pro-
vincia, muito constitucional, e em vir-
tude Jeste p.iiucipio que agradeco honra-
da commisso de ter acabado com seme-
Ihante imposto de re xporpataco.
Ainda, Sr. presidente, voltando ao im-
posto lani;do sobre os gneros de consumo,
devo dizerque Iho applaudo muito deque
se procurasse tirar os maiores recursos
desses impostos indirectos, que assentam
ordinariamente sobre gneros que nao sao
de primeira necessidade, no emtanlo que o
o Ilustre miuistro nao
su aatorisacio sanio pelo rao-
uaiv confeniente e o mais vantajoso
mero ver repetidas aquellas
de crdito qae foraiu fcitas em
. ibi'-se que emprestimos
loaos se fizeram no cstrangeiro ; o
; > i emitlido a .*> 0/0 e a 71 foi um
i-iii que o crdito do Rrasil foi
degros do SlockCxcbange de
II j -'. miada TauuKAsApoia-
- Ji \.j.hmu: Contra este empres-
':ui a nii::'ia voz, mas debalde : hoje
1 1
; desastrosa operacao lewntaram-1 focal vai casa do individuo fazer a- co-
1 ewp viiin 1 los bonds. feitol branca, e quic execuco com lodo o seu
ir.) da fazeoda o anao terrivel cortejo para tirar muiti? vezes a
-.i-.ii .i j .:!un qae nos vamos ultima inubilia viuva desvallida. ram-
: 1 elevado. mmente pesado e odioso.
: 1 ;.a. 1111 argumento que se S devo ser em pregado em uliiinoex-
: se nos calcularmos Iremo : quando Annibal baler as porl is de
atfaa m 1 taamaote pagando pelo
11 i Ojio cii 18Jo, em
gi 1 enviado do Rrasil. nos
. a aa pela differeaca do
mo um juro que su-
|ui a 1U (), pois qne pago em
; < pagamos p ir aquello
iisi 10 0/0, devenios reco
dos que defenderam se- imposto directo, aquelle em que o
agente
(1,000:0;H)-> para outro de mocos, witre-
tanto apezar desses capitaos.e riquesa j se
vai cuseatiudo aquello paiz. porque tildo
tem sea. temo, e-mo parece que em ma-
teria econmicas a verdide nu pote estar
no exuamos. (Apowd.os).
Portanto, o nobw.duputado relator, da
coflimetiiM nao tintn rasao ; o excmplo
daqueWes patztvj uao nos serve.
A Inglaterra; tem o iiuoitw Uit : moa^
imposicio directa sobre a renda; esas qual
o ootfo-povo qne tem o temperarneuto
do povo inglez ? Eu nao quero fazer luju-
ria a alguem, muito menos a nos; estou
faWondoi.a/onoinicam'nte apenas. Oual o
povo qn aprsente iiujividuos que tema
geaerosidade-de dttlirar ao fisco que a
sqa iwd* muito .paeior aquella que
foi oreada 9
Alem disto, qual o povo que p le sup-
portar a elavpco oV acometa-ce, como
leo,ahi acontecido, de maneira que o tbe-
souro poWico contai 0111 urna grande parte
da renda do subdito inglez pira fazer face
> desposas extraord,iaafias do urna gijeni?
Mas ist> urna iaslijqjclo especial naqnello
paiz, e tanlq que neimuin outro a tem po-
ddu adoptar.
Or, entre nos seria talve^ o unico.me li
urna tentativa: mis esta tentativa no s
seria tcuuuara, romo mespio acredito que
nao diva ao>thd|ou|0 iccursits serios paran
actua'idade.
8r. presidente, desergaaem-no^; nu
pedemos transportar para o nosao paiz as
theorias doS'exanomisias da Europa; a
quest muito dlTorenle, a scena intei-
ramen e diversa.
Eu nao me cansaroi de diaer: conside-
remos que o jiosso paiz anda infante.
Aqui niio ha aquella*grande industria que
tem a presentad o resultados magnficos,
quer na antiguidade, quer ainda nos nosso*
dis. Aqui nao lu a riqueza dos aaligos
que elevaran Roma ao grande esplendor ;
aqui nao ha a riqueza da Franca e da In-.
glaterra, onde milho-js e milligl se despen-
den! at com o embellezaiuento das cidades"
Ha urna grande difierenen; a por conse^
gnintc devemos procurar smente estalie-
lecer impostos que mais se lniruionisem
com a ndole dos nossos conterrneos e
cireumstancias especiaos, e estas or gmsr
tancias nio p dem autorr seno impostos
indirectos. Eu sei mesmo que agora,
tendo o n ibre ministro da fazenda orga-
nisado um novo regulamento do sello, re-
gul.imento feito em virtude da ao-torisaco
da lei de 2G de setomb:o de I8I7 vetada
apologa des impostos directos. 1 c'aron-se
lodavia contra alguna desta naUueza, ulli-
timbem nio a, mamante .establecidas pela lei de 1867, e
qae tem sido e sao ainda reputlos como
os mais consentaoeos ao princip o de justa
e ignal destribuco.
ProcofOtt dojiois o mesmo illi stre depu-
lado dapionstrar quanto sao inefhVazes e
ruinoso^os ineios que a Ilustra aommissaq
de fazertMa propoo para sitisfhzor ne'cessi-
dailes do thesouao, isto para supurir o
ca-
zas
que ainda temos de fazea* com a contina-
cao da gueifa.
Na 2 paite do seu discurso detaaWe o
honrado inepabro em consideracoes a .res-
peito de goeara contra a RepHbca- do Pa-
raguay. Conimemorou os_ sacrificios ingen-
,toa quo, temos b'ito jia/a al impute-.1". os sooro.
ptsadissimos eucaiiios do tbesouro, a>
gi'aoAtes. dus]>oaae a luiaaiuila teuios.de acu-
dir, o etado do paiz, o esmofucimeoto e
desaiiiuu-que se vai general isando ; e poi
liui iuvocou o .patriotismo do governo pa*-a
que puzesse quanto antes termo guerra,
sob pena'talvez ducarregar com as malbr
c>es do Bfasjl inteiro.
O Su. Candido Torres Fii.ho : Na
apoiadu.
O Sr. Pkside.nte do Gpsski.ho :Si,
presidente, niuguem mais do que ogovei-
uo, niuguem mais do que eu ruoonnece'os
sacrificios que o Brasil tem feito e est fa-
zeudo e as dliculdades com que lula para
acudir s despezas da guerra contra o Pa-
raguay ; uinguem reconbece Oais do que eu
a necessidade de Ihe pormos termo. (Apoia-
dos.) Foi de coito com o maior constran-
gimento, com o maior aperto do coraco
que vim a essa augusta cmara solicitar
novos e pasados imposlos em additamento
ai. que j temis exigido da naci. (Apoia-
ilos.)
Mas se assim nem por isso se segu,
ainda" ao caso de dizer: daqni em diattte
uo poisivot dar um uasso.
O Sn. Figl'kis.v de Melmt: A honra
nacional est vingada. mas os interesses
pnblicos nao estio assegurados.
O Sr. Presidente do Conselho : Im-
luignou-se o parecer da commisso e a
prnposta que ella^sabmetteu deciso des-
ta augusta camarifc de so augmentar 40 /
sobre os direitos do consumo que pagam
actualmente as mercadortes despachadas
em. nossas alfandegas, allegando-se que as
iposieoe todirecas tem alm- de outros
inconvenientes, o de nao recahirem propor-
cionalmente sobre todos os consumidores;
serem mais gravosas ao pobre que ao rico,
e .do mai# onslosa arrecadacio, e finalmen-
te, que quando sio excessivas, dimipuem
em vez de augmeolarem a renda do the-
Que as imposices indirectas nao attingem
o principio da igujldade absoluta, urna
verdade que nao se pode desconbecer;
mas tambem acredito que um imposto que
recaa com igualdade sobre todos, os que
devam jolga-lo, cousa que nem existe,
nem nunca existi, nem ha de existir (apoia-
dos) ; o mesmo imposto a que o honrado
merobro a quem me refiro den hontem o
eptlieto de perfeito neste ponto, na mi-
nti optnio, desigual como todos os ou-
tros impostos.
Na Inghuerra, onde elle existe, a expe-
riencia tem demonstrado a impossibilidade
de faze-lo extensivo a todas as classes ; li-
uiitam-.no s que tem venda superior a cer-
ta quantia ; as outras sao isentas delle, e
por conseguate privilegiadas. E', portan-
te, um imposto desigual, que favorece a
mis, prejudicando a outros.
Nao sei porque razo se pretende que o
imposto de consumo mais gravoso ao po-
bre do que ao rico. Este imposto pago
por quem compra mercaduras importadas
do eslrangeiro, e nao sao nicamente os
Roma.
Entretanto, devemos lancar sem hesita
i. > os impostos sobre os gneros importa-
dos que nao sao de Ia necessidade(apoia-
dos) : as sedas, os objectos cus tusos pode m
ser adiados para melhor lempo, mas o im-
posto directo sobre aquelles objectos que
nos rodeam, que sao indispensaveis vida
e imposto logo acompanhado da execuco
. ama operacio muito van-1 fiscal, este deve serem regra atirado para
.: j i em ajM ase (tagarnos actnal- tena.
atbic peta dfareoca do cambio um joro O nobro deputado pela provincia do Rio
goal, na trou na emisso dos- de Janeiro, que ocenpon a tribuna no ulti-
: i I) i:i Is mili diuereora de 10 o/O'modia do sesso, pareceu-meque entendeu
sai de 7 i para 90'; e isto ser nulhorque recorressemos imposico
grande
somma importa em urna
. i> i la. (Ap liados).
Lago, comparando o emprestimo dos
? iO:OO-> ii:o po honrado ministro
4a fazenda com aojadla feito em IStio, c,
aaan te com os dados arilhmelicos, have-
uiir que a operaco de dezem-
Ma fui cuito ina s vantajosa do que a de
directa.
Sr. presidente, divirjo muito do nobre
deputado ; parece-me que S. Ese. nao foi
bastante feliz na argumentado que quiz
tirar dos paizes europeos. Nesses paizes,
Sr. presidente, certo, depois dos recentes
tratados de commercio, da liberdade am-
pia das industrias, do livre escambio, que
" j !. i-tioa twtm defensores MOjaeHa proveio de nina propaganda di Ioglaerra.
'rcaiiio.
E lepis, Sr. presidente, a operaco de
crdito pralicadi cm dezembro te ve ainda
urna grande \.inlagem, o aproveitamento
de aaaitos capitaes quisahiriam do paiz,
e ni? tivessem cs;e deslino ; e nos q ie
ios augmentar os impostos, devemos
orar a immigracio daquelles
i que sajara os verdadeiros ns-
.- : h -> de trab.-ildo, porque dahi que
: resultar o augmento da riqueza pu-
a e das rendas.
Compar-nd.i mesmo com ouiros empres-
timos anteriores, l-itos em pocas normaos
arem-is oue oatavol nio a diTerenca :
faram -lies
lffi3-SJ5| l/
IK.>:-95i i/i.
IMO -!K-4 1/2.
I80::-8H11/1
180-174o 0/0.
>j I s foi a 90 e a 0 0/0, e realP
ado i paiz.
dominam essas ideas. Mas a Inglaterra so
deixon as armas da protcecio qnando se
sentio bastante robustecida.
E se nos paizes da Europa, mais ou me-
nos, adopta vam-se essas doutrinas de forma
tal, que a Franca celebrou coma Inglaterra
ha dez annos um tratado de commercio, a
rafia c obvia ; porque nesses paizes o
imposto directo pode ter cabimento, por
quanto a riqueza publi a muito desenvol-
vida, a populacio condensada, as grandes
vas de communicacao poem ludo em con-
tacto, a centralisaco administrativa c tal,
que se pode dizer que o ministro do inte-
rior governa a Franca do seu gabioete-por
meio-da teJegraphia.
A estatistica psafetta, e por isso se
tena fcil lascar umequitatvrji iuiposm'di
recto, porque all se anabaes,qual6 ;in>
deque yivem- os individuos, ffeesa
ia' forte e genratisada.
Mfts Sr. presidente, apezar do uue venho
Pelas circhmstancias, que se deram, j; de dizer, que ;>cb&fwmw',\r% ei-
rio fita de anco annos de guerra, e de dis- peiHKIJ-'era Trafica ? V. Exc. sabe due
peadiu- fjtmlosos, nio se poda aspirar a nos ullimosdte8 >do para Mente'qu mbri
tomii- vantajosa operaco. Nao se de encerrar-se, honleas notaveis como
Tlersmostraram que Franca iota per-
dido tuito com o tratado de I berdade de
ceamepcio celebrada com a''Inglaterra.
^f4,.se esse pa com um territorio
l*aatily perfeitamente srtuido-ecom rima in-
dWtt& vivaz, hid pude tater com a oon-
comqDiaMios grandes capaes' ingl^es,
caHfattnt)Si!s''}r"acelt5fido essa dou-
kr*aa a4ifarjd*aoB8'iarifa*oriip()sts de
jprtacio? N^o,,sd-1aasa1'OS mal s fri-
^KuthSiasiiafea. -.
devam. pjrem,es-as liteflis circumstancias
com o empre Este fi .i peior de todos. A suajust-
ficacin ser deflcillima.
E Sr. presidente, que em algnns desses
saHaaos anteriores -m 1803 eu recoj-
a intervenca-) escrupulosissima da
fie. oaaselheiro Sergio Teheira de MacedS
/amitos apoiados); que neases empresta
anteriores en recoobeco o cuidado im-,
a protedale personificada e intefir-
daqu-dle distmetn Brasihiro de nanea
tem levantado; mas essas mesmas queixas
devem condeinaar a origem de onde pro-
veio a autorisaco. E pirqu.j s: levantam
taes queixas?
Nofim vemos qu: o importe do sello
render apenas cerca de 3,000:000^,
Esses mesmos individuos quo se revolt im
contra o pagamento de urna quantia relati-
vamente pequea como a do imposto do
selio, dirigem-se ao sahirem da cstacio
fiscal a um estabelecimento de modas
onde vao comprarem umobjecto de fabrica
estrangeira, pagando realmente o imposto
de kO9/,;, e elles nao o sentem nem se
queixam.
Por conseguinte o imposto indirecto deve
ser preferido, j que a guerra em que nos
adiamos empenhados nao nos pode deixar
margem para nao elevarmos os impostos
que encontramos.
Esse debate, Sr. presidente, deve inte-
ressar muito ao paiz, porque todos esto
com as vistas voltadis para a represvntaco
nacional, entendendo que nos licito dimi-
nuir consideravelmente os impostos e fazer
outras concessoes, que poderiam ser agr-
daveis a algasias classes ; mas qHe entre-
tanto tranam dliculdades ao governo, e
nao o podemos fazer.- E como nao se
pode fazer, devemos esclarer a opinin do
paiz para que todos saibam que recebemos
esta terrivel beranca.
E nestas materias financeiras a publici-
dade de tribuna e dos jornacs que pode
levar a conviccio s carnadas mais infe-
riores da socidade.
Eu poderia entrar em outras considera-
coes, Sr. presidente; mas a hora vai um
pouco adiantada. Applaudo a nobre com-
misso por autorisar a reviso dos regula-
mantos de fazenda, porque realmente
alguns dellez nem mereciam semelhante
nome: |no sao mais do que um regiment
interno, proprio para o servico das the-
sourarias.
Eu quero que algumas das ideas que se
encontram iiessesregulamentos desappare-
C-am, por exemplo, essa espada de Daino-
cles. que se conserva pendente sobre a ca
beca dos aposentados; essa dsposicao que
determina que o empreado de fazenda,
depois de aposentado, passados annos, se
poi ventura se conhoccr, bem ou mal, ter
elle revelado algum segredo da repartico,
quando servia perca a sua aposentadoria.
Portante, Sr. presidente, concluir do, deto
dirigir-me ao honrado Sr. ministro da fa-
zenda como urgi e presidente do gabi-
nete, declarando-lhe que presto o meu voto
quasi todos os arios da receita como
eslo aprescofados. Oespjarei ^ue se rd
d algasias explicares sobre os BDntos em
ilJe'teno fallado ;- mas aonfio .na'boa ges-
to e ocoiiomia que tem presidido feos actos
d" actual gabinete.
Espero qiMk nobi ministro, permane-
ceodo na cadeira em.ajoe se acha, cont-
rtnar a prestar os gruidas servifos que t-m
j prestado a este 'pafcafigo realmente de
prosegoirna'brilhante senda que iatrilhandp
antes das nprezas temerarias a que foi
conduzido. (Muito- bm; -omite bem.)
O SR. VISCONDEDE FTABOHAHY (pre-
sidente do conseibo):Sr. presidente, p
illostre depntado pete provincia do Rio de
Janeiro, que ttot em ultimo logar, na
ewio de aotedOBteBi esforrjou-ee'f na pr-
mei/a^prtjb seu discurso, pof impugnar'
as opiniSes aa Ilustrada commissio de W>
l. ro1 qa> dfi''peltfl' i.pttfereocit
-, qu mi da aos-inapc-stos ndiractos sobr
osdWetk, VgW'M' (*t**4fe|ias er
qu se hcnS o SnsT; a-'meado; Jfepois
mais; o de presumir que em
de circumstancias o rico, qu i
que nao llevamos, fazon mais um esforgo
para a.;se-urarmos os grandes interesses P" rtS Ju n,enos ab'1slados QBe usam
que justiuim a guerra aintra o Paraguay. **. fijar mais qaa>vca.some
(Muilos apoiados.)
Su. Fh;luir.\ df. Mello: Facamos
todos os estoicos.
O Sr. Jaoi'ahide: Sa'.vemos a honra do
paiz. (Muitos apoiados.)
O Su. Passidente do Consej.ho: Quaes
sao elles ? O da honra nacional qae exiga
o desforco da affronla que solT.-emos, e a
grande conveniencia de obter a livre nave-
gaco do rio Paraguay para nos pdennos
communicar com a vasta e frtil provincia
de Maito-Grosso.
Quanto ao l' ponto, Sr. presidente, tenho
a convieco de i|ue a lionra nacional esl
igualdade
tem mais
mcios da salisfazer necessidades reaes e
ficticias, seja quem mais consuma e quem
pague conseguintemente maior imposto
(,a[K)iados). E assim deve ser anda por
outra razo.
O Brasil tem o privilegio de produzir
quanto necessario para subsistencia de
scus habitantes: os gneros alimenticios
de primeira necessidade sao productos do
uosso proprio selo (apoiados) e nao pagam
impostes; os pobres que se limitarem ao
que necessario para viver, esses estario
vingada (muilos apoiados): as esplendidas
victorias que ha vemos conseguido, as forceas
ipimigas que temos aniquilado, a nossa
bandeira fluctando sobre as aguas do Pa-
lana e do Paraguay, a oceupaco da capi-
tal do inimigo, nao obstante tlanos para isso
de airavessar pelo (Iliaco, tres leguas de
pantanos, laclo quemis parce um ro-
mance do que historia verdadeira, sao mais
que su!iicientes para atiestar ao inundo que
.sabemos vingar a honra nacional (muilos
p da cmara transada, militas queixas se. apoiados), e que a temos vinculo de urna
t
maneira que poucas nacoea telvez lenham
igualado. (Muitos apoiados.).
Mas nio basta. Te.nos deste modo de-
zeinpedido a navegaco do Paraguay e a
comniunicaco com aquella importante
parte do imperio. Hoje podemos subir
livremente as aguas daquelle rio ; mas nao
foinos ao Paraguay s para cons-guir um
resultado cphemero, mas para obt-lo e
lirma-lo como o exigem os interesses per-
manentes do Rrasil. (Apoiados.)
Dir-se-ha talvcz, se este nao foi o pensa-
do Ilustre deputado a quem me tenho re-
ferido, faca-se a paz para chegar-se a esse
resultado.
Fazer a paz ? Com quem ? Ainda quan-
do nos l'osse licilo, qtiesto em que nao
enlro, apertar a mo de um homem qne
por tantos actos de crueldade coliocou-se
DI posicio de reo de lesa humanidade pe-
ranle as oaeoes civilisadas, deu elle algum
signal de querer fazer comnosco ? Nao se
evadi Lpez com as reliquias de suas tro:
pis para as Cordilheiras,e nao nos est de
i hostilizando 1 Havemos de ser nos, qnem
humildemente vamos pedir a Lpez que se
digne de fazer paz comnosco ?
atorros Srs. Dsrouw:Nio I Nunca I (
Sera urna humilhaco.
O Sr. Phksidl.ntk no Conski.iio:O que
nos cumpre, portanto. fazor esforcos
para chegar em breve ao fim que de^ejamos.
(Apoiados).
Allegou-se que os destrocos do nosso
exercito sao impotentes para consegui-lo.
Destrocos do nosso exercito I Pode dar-
se tal denominarlo a um exercito aguerri-
do, coberlo de louros, que apezar de ter
perdido 8, 10 ou 12,000 homens em com-
bates renhidos e gloriosos para elle, conta
ainda forca de 30,000 soldados valorosos,
afeitos aos trabalhos da guerra e"a ven-
cer as grandes dliculdades que a natu-
reza do terreno e o inimigo Ihe te op-
posto ?
0 Sr. Duque-Estrada Teixeira : Em
estado sanitario como nunca tivemos.
O Sr. PnesiDEMic do Conseliio:0 que
diremos ento do exercito de Lpez, mr-
mente depois das perdas que soffreu em
Humait, e de ter sido derrotado e quasi
aniquilado nos combates do dezembro?
Destrocos sao estes,restos que se reeo-
Iheram s Cordilheiras.
Nao so diga, pois, que o nosso exercijo
impotente para conseguir o fim que nos
propomos. Prouvera Divina Providencia
que elle se aventurasse a offerecer combate
a esses destroces do exercito brasileiro.
(Muitos apoiados).
Citou-se, se bem me record, o exemplo
dos Inglezes na ^byssinia, que de I se
reliraram sem mais nada pretenderen!.
Os Inglezes foram Abyssinia desaffron-
tar-se da oflensa que Ibes havia feito o che-
fe de urna naci barbara ; nao tinhan ou-
tro fito senao casliga-lo.
Nos, porm, nio estamos no mesmo
caso.
Allegou-se o estado das nossas financas.
Sem duvida, que o nosso estado financeiro
deve inspirar-nos serios cuidados; cumpre
nio pmla'-lo cora cores raais brilhantes do
que na realidade tem; resultara dahi que
a nacao difflcifmente se resignara aos no-
vos sacrificios que temos de pedir-lhe; e
esperarla dos legisladores providencias dif-
fttante das que etige o estado do the-
sonro.
Mas cumpre que os sacrificios tenham
m tewno qne nio seja ntoito prolongado.
{Miitei'apados).
Phrace-Wfc todava qne nio chegmos;
livres do imposte de consumo. A carne,
0 charque do Rio-Grande, a farinha, o fei-
jo, o milho, o caf, assucar, arroz e tan-
tos outros gneros alimenticios, nao esto
sujeitos ao imposto, de consumo. Paga-lo-
ho smente do que for necessario para se
vestirem.
E ainda cumpre notar qu os tecidos de
maior consumo, e que as pessoas ms po-
bres nao podem dispensar, tem na tarifa
laxa menor do que a dos objectos que sao
ern geral consumidos pela gente mais abas-
tada. Nao vejo, pois, que o imposto a que
me refiro seja mais desigual que os outros.
Allega-se, verdade, que o pobre, que
livi-r crescida familia, em comparaco do
rico celibatario, ha de pagar mais do que
esta.
Ohservarei, porm, que o mesmo acon-
tece a respeito dos impostos directos, como
o imposto pessoal, ou o da decima das casas
por exemplo.
Qoera livor familia numerosa, ainda que
seja mais pobre que outro que nao a tiver,
precisar de casa mais espacosa e ha de por
conseguinte pagar maior aluguel e por con-
seguinte maior imposto do que quem tiver
pequea familia, embora seja mais rico.
Suslentou-se tambem que o imposto in-
dire;to de mais custosa arrecadaco. 0
Ilustre deputado a quem me refiro, para
provar a sua these citou algarismo que nao
conservo na memoria, observado quena
Franca a arrecadaco das imposices di-
rectas cusa menos do que a das indirectas.
Cali irnos muitas vezes em erro qu indo
queremos appcar ao Brazil o que obser-
vamos nos outros paizes.
0 Su. Candido Torres Filho :Fallei
imposices indi, ,laa, qiir,ndo alnas 6 um
dos .m us eslreimos duf,msofi dellas,
esta oigo, urna das yntaseos que ella
acha nesta especie ds impostos; o .correc-
tivo que apresentam contra os erros, con-
tra as exageracoes ou abasos dos governos.
O imposto pessoal, que das eoniribui-
eoes directas nm dos mais pr.*consados,
foi estabelecido catre nos pela iei de 1867.
Pouco mais de um anno ha que, ene est
em execuco, e entretanto, j o Ilustre de-
putado se declarou ante-hontete contra este
imposto, allegando que, ajm de produzir
pouco, havia de causar grandes vexames
aquelles que estam obrigados a paga-lo.
Ora, o imposto pessoal, que como
disse. o mais razoavel, assentado em base
mais legitima, e o mais proprio para ser
distribuido com igualdade, tem no Brasil
taes inconvenientes, quaes sao os outros
impostos directos que havemos de estabe-
lecer e nao tenbo o mesmo deleito ?
(Muito bem.)
Basta considerar-se quanto est dissimi-
nada nossa populaco.e que no interior es-
to s vezes separados uas de outfos mo-
radores por leguas de distancia ; a difficul-
dade que tm os collectores de r. de casa
em casa receber a laxa que deve pagar
cada conlribuinte ; e quantas vezes pode
acontecer que o devedor nao terba reser-
vado a quantia necessaria para pagar in-
mediatamente ao collector; basta conside-
rar-se noto tudo para reconhecer-se que
as imposices directas no Brasil, e. fon das
grandes capitae6, sao niuitu nwis difficeis
de realisar, raais vexateiias e menos pro-
ductivas do que as imposices directas.
(Apoiados.)
I'm Sr. Deputado :E' de impossivel
realizaco.
0 Sis. Presidente do. Conselo :E' de
unpossivel realizaco, verdade.
0 imposto de consumo nao s muitas
vezes voluntario, porque o consumidor o
paga, quando compra a mercadera c com-
pra-a quando pode, quando quer, quando
tem de consumida, como de mais a mais
sendo extremamente div^ivel, d ao con-
irbuinte a faxidado de paga-lo.em par-
coilas mininas e quasi insensiveis.
_ Nao acontece o mesmo com a centribni-
co directa, preciso que o conlribuinte a
pague de urna s vez quando Ihe pedida
pelo collector, e pague inmediatamente
sob pena de ver-se exposto a urna pe-
nhora.
Deu-se commigo ha pone- tempo um fac-
i que caracterisa bem a contrbuicaii direc-
ta entre nos : foi una carta que recebi de
um meu amigo residente em urna das ilhas
da baha desta. cidad>'. a quatro ou cinco le-
guas de distancia ; na qual me dizia:
V. conhece as casas dessa ilha. sabe
que poucas sao as que tem de pagar mais
de I $500 de imposto pessoal ; pois bem :
os moradores dellas esto t dos promptos
a paga-lo, mas para isso precisa cadi um
dalles fazer nina viagem a corte, pagar l>
de passagem para !, e outro tanto na volta
Ir n'um dia e vollar no outro, e gaslar na
corte 6.- ou 8$. Assim cada um delles para
pagar 13500 recebedoria do municipio,
precisa gastar 8$ ou 10.1 Ora, esta
realmente a verdade, e mostea bem o que
o imposto directo enlra nos.
0 Ilustre deputado a quem me refiro,
entende que os ineios ofl'ei ecidos pela no-
bre commisso de f senda sao iaafteazes e
ruinosos, inefficazes porque nao podem pro-
duzir a somma em que os computou a com-
misso, visto como o augmento dos direitos
ha de traz'er grande dimiouicio no consu-
mo, o por conseguinte no produc'o delles ;
ruinosos" pori|ue sobrecarregaram os con-
tribnintes com um peso ntoleravel,
((loiMuar-se-ha)
LITTERATORA.
0 Sr. Presiden te do Consedho :Estou
certo que assim em Franca, mas aqui est
urna demonstraco da receita e despeza de
nossas reparticoes de arrecadaco a qual
prora que entre nos acontece o contrario.
No exercicio de 18061807 as alfandegas
do imperio arrecadaram 4),91o:000, e
fizeram a despeza de 2,890:000>. Assim.
a arrecadaco dos impostos cobrados pelas
alfandegas nesse exercicio custou-n'os
5,78 %.
Note-se que as alfandegas nao arrecadam
seno impostos indirectos.
Vejamos agora as mezas de rendas c-^s
collectorias, que arrecadam tambem, ver-
dade, impostos indirectos, mas que arre-
cadam todos os de lancamentos ou direc-
tos. As mesas de rendas fazero a despe
za de 16 % e das collectorias de 10 %
Logo, a regra citada pelo Ilustre depu-
tado contra as imposices indirectas deve
antes servir em favor dessas imposices no
Brasil.
Oulrc seno grave indicado pelo nobre
deputado que quando excessivas, as im-
posices indirectas, diminuem, em vez de
augmentar a renda.
Eu creio,- senhores, qu lo grande
mal a exageracio nos impostos indirectos,
como nos directos.
Vozes :Sem duvida.
O Sr. Presidente do Gonselho :Em
tsdo o caso tira-se ao conlribuinte mais do
que a porco com'que elfo pode concorrer
para as despezas, do Estado, tolhe-se o
augmento, ou promove-se o deeresciment
do capital productivo, e por conseguinte do
trabalho, e exhaurem-se as fontes da ri-
queza publica. Mas ao menos os impostos
indirectos tem neste caso a grande vanta-
gem de indicar que legislador ultrapasson
os limites a que poderia eleva-los a dimi-
nuidlo da renda um correctivo contra o
excesso das taxas, e obriga o fisco a redu-
zi-las.
as imposices directas nao acontece a
mesma cousa : o contribuinte nao 'emm io
nenhum de aliviar-se do peso do imposto,
ainda que eaeessiyo; nio ha signal que de-
note o excesso, nem correctivo contra elle.
O propritarip da casa ha'de pagar integral-
mente a decima em que foi lneada, quer
ella sj excessiva, quer nio.
E esta, Sr. presidente, urna das van*
tagnsqae o escrlptor dsrmcto, qne rae
parecen ter sld ctan'o aqui como avesso s
POUCO LE TUDO.
GRANDE DETORADORA. No archivo
do hospital de Pars da Saipetrire, existe
o assento que se refere doente all falle-
cida, por nome Amia Denise, onde se
encontram notados os seguintes esclareci-
mentos, os quaes sio dos mais notaveis, na
historia dos grandes devoradores.
Desde os primeiros momentos da sua
existencia, Auna Dionysia se ternou singu-
lar pela sua glotoneira. Desmamada, ogo
comecou a comer mais que quatro ereancas
da sua edade. Aos dote annos coma dez
kilogrammas de pao cada dia. Reconhecido
que esta desusada voracidade provinha do
docnca, por vezes ia a rapariga a Pars
para entrar em trataraento, mas, em mais
de urna d'essas occasies foi presa, por
entrar em padarias e d'alii furtar pies, que
devorara n'um instante.
Quando sabia do Jiospilal, a fome nao a
persegua tanto. Casou-sccomumoflicial de
pedreiro, porem o homem teve de repu-
diar a mulher, porque nao podia de modo
algum prover sustentaco della.
Por ultimo, deu enlrada no hospita-
Sahctrir sob pretexto de 6er epilptica^
onde foi tratada pelos doutores Esquirol -
Amussat. Tinha" ento ella diversas espea
ces de fome: a mais commum era satisfciao
com seis a sete kilogrammas de alimento
em cada vinte e quatro horas. A fome qte
Ihe sobrevinha tres ou quatro vezes pur
mez, era combatida, comendo eHa dozeoa
quatonze kilogrammasde pi, em cada di .
A grande fome, que se Ihe manifestou em
cinco annos successivns, a 9 de fvereiro, e
urna vez em sexta-fira santa, por ella se
ter aventurado a jejuar, que foi cousa.de
espantar, e talvez caso seno nico, ao
menos de rarissimo exemplo:errtio a sua
voracidade ia at a absotpcio de dezoito a
vinte kilogrammas de alimentos.
Morreu envenenada, em resultado de ter
comido rmtnhdos aeris, qtatoo fra pas-
seiar ao campo.
Na aatopsia notarara os mdicos qne os
msculos que fazem mover a qfceteada in-
ferior estavam quasi nt eir mente gastos.
Alguns instantes antes de morrer Anna
Dionyzia, nio podendoj comer ao,cbamou
urna criada do hospital para junt da cama
onde jazia, e estando prxima ajdar o Hirao
suspiro, dizia:i qwe bmPeasijap
quer que eu coma, queaocaaoa cu" tema
oprater de ver ootrem comlr.

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i


i
A


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