Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11872


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Full Text
ANNO XLV. NUMERO 140.
FAfiA A CAPITAL LUGARES OMDE NAfi SE PAGA PORTE.
Per tres ineies abantados.................. 64000
Por seis ditos dem................... 121000
Por om aooo idem.................... MIMO
Cada numero avuiw................... 0320
TERCA FElRfl 22 DE JUNHO DE 1869.
PARA BEITBO E FORA DA PROVINCIA.
Por tres mczes adiantados.................. 64750
Por 3iis ditos idem. ....#...........' 13#50O
Por no\i ditos idem................... 200250
Por um anno...................... 270OOQ
MBUCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Fara & Filhos.
AeHaWTE* :
A
fisSrs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para; GoexaieRA Froto, no MaranhSo; Joaquim Jos de Olireira, no Cear; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty; Joao Mara Jubo Chaves, no Ass; Antonio Marques da Sirva, no Natal; JosJusSao
Percha d'Almoida; em MaraaBgttp*;' Anfc txandrino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na ViH.Ia Penha; Belarmino dos Santos Bdcao, e Santo Antao; Dttmingos Jos da Costa Braga,
em Kazaretb; Fraocino lavares da Costa, em Aiagas; Dr. Jos Martina Alves, na Bahia; e Jos fiibeiro Gasparinho, no Rio de Janeiro.
t
f
>
I
PARTE OFFICIAL
4* vera* da pra lar la.
BBSPACm DA VlCE-raESIDBXCIA DO DA 17 DE JIMIO
dk 1869.
Agostinho Jos da Silva e outros.Informe o
Sr. etm;elh*iro presidente do tribunal da rela-
to.
Amaro Francisco de Veras.Informe o Sr. ins-
pector Andr de AUrcu Porto.Ccrtiqne-sc.
Ermiria do Coa liriun.Informe o Sr. director
geral interuT da instruccao publica, ouvindoo re-
gador do niniusio provincial
Feliciano do AegoBarrosInforme o Sr. ongo-
nheiro cuero di reparlicVi das obras publicas..
Conselheiro Fclippe" Lopes Netto.Declare o
-uppleanteo prego porque pretende transferir o
terreno do que se trata.
Feliciano J*> Go.ue.Saliifaca o sunplicante
o disposto uo ai t. 27 e 28 do De?. 722 de 88 de
outubro de 1830.
QwifltwAIveTaimo. Qetl.ire o suplicante
o aeaeco de saceos que pretende remetter.
Hermenegildo Agalonio Nunes Vianna. Em
vista da portara de 2 de Janeiro do crtente anuo
nao lea lugar o que requer o supplicante.
Ignacia Baria da Conceigio.Indelirido.
Iguez Lui/.a do Espirito Santo.D-se passagem
de pja.
Jojo Jlannel de Castro.Como requer.
Leopoldina Eulalia da Silva Lisboa.Informe o
Sr. tavtrral eom mandante das armas.
Lujz Antonio Cabral.Dse passogem de proa.
Ma/ia Francisca da Conceigio.D-so passagem
Je proa.
Maria Magdalena d'Assumpgio. Indefirido cm
vista das informarnos.
Nicolao Yieira a Silva.Informo e Sr. inspec-
tor dr> arenal de Barimba.
Rcparti^ao da polica.
V secen.Secretaria da polica do Pernambuco,
ldejulio de 18T.0.
N. 893.I Um. e Exm. Sr.Tenho a honra de
levar ai conbecimento de V. Exc. que, segundo
consta das participagiics receidas nesta repar-
lic&o, forana recolludos casa do detcncio os sc-
guinto.- individuos:
Nuidia 19 do corrente, a minlia ordein, Manoel
Ihe.itonio da Silva e Manoel Antonio de Moraes
itob, como indiciados em cntne de furto de ca-
valiayesu cidade.
A ardem do subdelegado do ltocife, Antonio
Liuz lus e Jovino Antouio do SantAaii, por dis-
turbios ; Lili*, escravo de Andr de !Vbreu Porto,
a requeriraento dente.
ordem do de S. to, e a minha disposicao,
Manoel Joaquim de Sant'Anna. como indiciado em
erune de furto de cavallo, Antonio Augusto da
Silva Guimaries e Antonio Rodrigues da Silva,
por embriaguez: Demetrio dos Santos Bezerra,
por insultos: Dellina Maria do Rosario e Kosa Ma-
ria talquina, p >r olonsa* a moral publica.
ordem do da Boa-Vista, Jos, escravo de Joao
Malheus. a requerimento desle.
No dia 20. a ordem do subdelegado de Santo
Antonio. Apolinario, escravo de Manoel de Siquei-
ra f.avalcanti. por disturbios.
ordem do de S. Jos, Autonio Francisco da
Costa, por disturbios.
A ordem do da Boa-Vista, Maria Antonia de
Souza Itei? e Paulina Maria da Coaceigao, igual-
mente por insultos.
Por nlBcio de 16 do corrente, communicando-
ae o delegado de polica do termo do Cabo, que
em conseuuenrja do urna altercacao havida entro
Manoel Alexandrc da Costa e seu genro de nome
Gecaldo, dra aquelle, em trras do engenbo Coim-
bra, as b horas da tarde do dia 12, um tiro neste,.
que luerie.u instantneamente, depois do que se
evadir o criminoso e lora apresentar-se volunta-
riamente ao dito delegado no da 14 ; recommen-
mondando Msta data ao mesn delegado que ins-
taure quaulo antes o processo contra o criminoso
e d-me conla do resultado.
Deus guarde a V. Exc.Mm. e Exm. Sr. vice-
presidente da provincia Dr. Manuel do Nascimen-
to Machado Portella. O chefe de polica interino
F. de Assis Oliieira Maciel.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLtA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 3 DE JUNHO
*
PRKSIDr.SCJA DO SB. AVGC8TO DE SOUIA LEAO.
Ao unto dia, feita a chamada, aeham-se pr-
senles os Srs. Araujo Beltrao, Lopes Machado,, S.
Pontual, Goncalves da Silva, Mergulhao, Silveira
Lobo, E. de Barros, M. Amorim, E. Pina, Reg
Barros, Filisbino, Emygdio Marques, Augusto Leao,
A. e Mello, Jansen M Castro, Arminio Tavares,
Andre Cavalcante, F. Tavora, Amynthas, Ayres
Gama, Tihuriino Noguoira, G. Drummond, Cicero,
Hisbelo e Enniro Coulinho.
Abre-sc a sessao e lida e approvada a ac-
ta da anterior.
a Sr. !. secretario da conla do seguinto
FAl'KDIENT.
l'm offleio do secretario do governo. remetlen-
do por copia, o aviso circular do ministerio do
imperio, do 1 de maiodoanno corrente, sobre a
necsdade de urna quota para a educacao e sus-
tentafio de meninos cegos e mudos.A commis-
so de orcatiento provincial.
Oatrt. da cmara municipal desta cidade, re-
roelteailo trinta e seis exinplares do relatono da
oaana cmara. distribuir.
Outro, transmiltindo a informaeio dada pelo
caBmandanltdo corpo de polica, acerca da orga-
nisaejio dt musica doquelle corpo.A imem fez a
requise;
OMro. remeneado as informaqoos ministradas
pela ireru das obras publicas, sobre a pet7
cao de Herm'mo Ernesto de Lemos Amara!.A
qaem fez a requiskjio.
Urna petieao de Joaquim Militao Al alferes do corpo de polica desta pro-rincia, pe-
dina ao se autorise ao presidenta da provincia
mandar adilo ao corpo provisorio,A com-
tnissao de fxa^ao de torca.
Ontra d.- Mamel Jote dos Saito, pedindo urna
meauljdade para continuar os seus estudos na
escola normal.A commissao de instruccao pu-
blica.
F jolgado olijecto de deliberara e diapensado
de impressao requerimento do Sr. Lopes Ma-
ckado o aegninte projeeto .
e Art. nico. Os limites do termo do Bom Con-
beiko, fica alterados pela forma seguinte :
Oaccando da demarcaeao a liona divisoria se-
guir a Alagia do Caetano ; dabi a Alagda do Ga-
do, donde ir aos Tanquinhot, seguindo para a
Snrinha, e desle lugar, em liona recta at a casa
da A adr de Motira, inclusive ; dahi casa de
Joio Alvos de Freius, para dirigir-se ao rourr>
aia. He propriedadaa Serra Grande e Cae al,
eMQnuando por elle al os limites da provincia
das-Maguas.Lapet HachadoEpaminondat de
Barrm. >
ftaman diseanao a redaeoio do projerto que
concede privilegio a> Joaquim Lopes Machado e Jo-
vtaa Bindeira para o estabekcimanto de poaos
IrTA CAVALCAltTI observa que tendo o
parecer, formulado pela comaimtn de que fax
parle, opinado para que aos peoavrka ae eon-
eedesse o privilegio por dez anuos, e sesdo naae
sentid confeccionado o projeeto que oiareceu
eonsideraco da casa, jior equivoco da typogra-
plua, se v no piojuctffimpresso a concaaaao por
dous annos. Para remediar essa falta, que roco-
nheee nao ter sido da cammisso d rodaeco, pro-
pon que so altere a lataceau no sentida-w eon-.
cessao feita.
Vai mesa e apoia-se a seguate emenda '.
Em lugar de dous anuosaiga-se dez anuos.
A. CavalcaM.
Encerrada a discus>o, a emenda approvada.
O SR. EMYDJ0 MAQJiS : Sr. presideule,
das ultimas noticias cliegadas da corte, urna fez
eom que eu vuasu Iriluaa apr*"f"''"r urna mo-
ei que sugeilo a apreciacao da 4.
A mocao a seguirte :
Proponho que a assembla legislaliva_pi"ovi-
cial desta .provincia uomeie urna commissao, para
em nome da assembla, manifestar ao bravp c
moi distincto Exm. vlseonde do Herval, os senli-
montos de graudao e respeito, de que est ella
profundamente possiida, pelos fttos de armas do
inesmo Exm. visconde do Herval, pralicados na
campanba do Paraguay, e pela abnegacau e aery-
solado patriotismo, de que elle aeaba de dar pro-
va, expondo assim, por m.iis urna vea, a vida s
balas do inimigo e a aggravaeao de incommodos,
que Ihe podem ser fataes ; e tudo para servir a
patria, que saber recompensa-lo na eslima e con;
sideracao em que o lem, e cada vez tuais o ter
ja qe os favores do poder sao insufflclentes para
os relevantissimos servicos de to brieso e valen-
te militart do cidado patriota e desnleressadot e
do homem zeloso no cumprunento de seus deve-
les, de cidado o soldado.
t Paco da assembla legislativa provincial de
Pornambuco, 3 de junbo de 18C9.Emygdio Mar-
ques. **
O SR. GASPAR DRUMMOND : Declaro, Sr.
presidente, que voto, pela nioco apresentada pelo
nobre deputado pelo primeiro districto. O Sr. vis-
conde de Herval um brasileiro Ilustre.
O Sn. Amabal k Mkixo :Oppoe-so a mocao ?
O Sn. Lopes Machado :Nao.
O Su. G. DnuMudND : Pelo contrario presto
eom a mellior vontae o meu voto. Observo, po-
rm, Sr. presidente,.que a mocao urna vez offere-
eda, dove comprebinder a todos os ganeraes bra-
sileros notaveis na guerra que sustentamos con-
tra o dictador do Paraguay, porque todos ellos se
tornaran dignos do. uosso reeonhecimento pelo
muto que teem feito.
O Su. Silvkiiia :Elle o principal, os oulros
foram meros papeleos.
O Sr. G. Druhmo.nd :Ou o nobredsputado ig-
nora a historia da guerra do Paraguay, ou quer
fazer clamorosa injuslica.
0*r. duque de Caxias tem direitos ao nosso rc-
conbecmeuto, salvou o Brasil e a inonarehia, e es
feilos de sua espada constituem una pagina bri-
Ihante da historia patria I
O Sr."Amv.nthas :Nao apoiado.
O Sr. G. Drummond :Nada exprime epse %uo
apoiado, porque S. Exc. desviand-ae das regias
da justica, deixou saliente o espirito partidario que
o domina.
Um. Sr. Dpitano :Tambem o nobre deputa-
do est dominado do espirito partidario.
O Sr. G. Drummond : Os meus actos demons-
tram o contrario. Os nobres deputados conside-
ram o Sr. visconde de Herval como liberal, entre-
taulo nein se quer profer unu s palavra contra
a lelicitaco que se lhe vai dirigir: assim proce-
d, senhores, porque nem sei descouhecor os sa-
crificios feitos por esee Ilustre soldado da patria,
nam sei riscar da memoria os servicos relevantes
que elle lem prestado ao Brasil, e que tornam o
seu noine immorredouro. Assim, pois, diaer-se que
estou possuido da paxo poltica ?
Senhores, o general duque de Caxias e visconde
de 1 tapanca devem ser contemplados nesta felici-
taeo a par do Sr. Herval. .
O Sn. Amynthas : Nao pelo espirito de jus-
tica.
O Sr. Amaral f. Mello : O nobre deputado
pensa que a guerra est acabada.
O Sr. G. DnrMMoxD:Nao entro tiesta questao
porque nao ha opportunidade : se V. Exc. quizer
dizer-nos alguma cousa a semediante respeito,
brevemente poder fazer na discussao da fixacao
da forea policial. Agora s tchiio a pedir que se
dirija igual felicitacao aos Srs. duque de Caxias e
visconde de Itapanca.
Um Sr. Deputado :O que fez o Sr. Caxias ?
O Sn. G. Drummkod :Respenda-lhe o Sr. con-
selheiro Zacaras quando invocando o patriotismo
do Ilustre general foi pedir-lhe os seus servicos
nos campos do Paraguv.
O general duque de Caxias, senhores, abando-
nou o repouso em que viva, c nao foi surdo ao
reclamos da patria; seguio para o Paraguay e
conduzio o exercito brasileiro de victoria em
victoria at Assurapeo. Cnrupaty, Estabeleci-
ment, Itoror, Avahy e Lombas Valentinas, r-
cenla m dias gloriosos para o Brasil.
O vulto saliente dessas jornadas, senhores, foi o
duque de Caxias, sena boje a mais negra ingrati-
do o esqueeimento desta serie de sacrificios do
Ilustre general brasileiro I I
Um Sr. Deputado iBez o sacrificio de deixar
o exercito no Paraguay e rclirar-se para a sua
casa.
tonto se tem destinguido pelo seus relevantes ser-
X
.(Saaun-so aparte!.
S. Deputado :J foram recomaaisados.
O 8r. G. Dbmmmond:Assim dizera, senhores,
aquelles que buscara marear o renome do Ilustra
general brasileiro, levados pelo despeto e odio po-
ltico. Todos sabem que a retirada do Ilustre com-
mandante em chefe do pxercilo brasileiro, foi mo-
tivada pelo mo estado de sua sade no inhspito
clima do Paraguay. Todos sabem que essa retira-
da foi aconselhada por distnctos mdicos, eom-
municada ao preprio cliefo do gabinete de 3 do
agosto, que iminediatamente fez partir o general
Guilherme Xavier de Soma, ajim dd tomar o com-
mando do exercito durante o impedimento do Sr.
duque de Caxias. Hoje, porm, tuio isto ee esque-
ce I e s se procura ferir a aquello que tanto
tem merecido da patria, pela sua dedicacao, valor
e pericia militar, e que nos campos da patria foi
o eymbolo de noesa gloria militar, i*
(Ha um aparte.) .
O Sn. G.Daummmonb :Swhores, longe denos
a poltica quando se trata do render homenagem
ao vfrdadeiro merecimento. O Sr. duqe de Ca-
sias e viseonde de Itaparica teem justo titulo a
pratidio dos brasileros. (Nao apoiados).
Dirijamos aelieittoio apresentada tambem o
estes dous nomes illastres ; os servicos por eHes
prestados fallam mais alio que pequeas con-
sideraedes polticas.
O SR.HiSBn.uo :Ea o acompanuo; mas oque
se trata de feTicitar o Sr. Herval pela sua voita
ao exercito.
Um Sn. Decutado :J5 peto seus feitos glorio-
sos.
O Sr. G. DRuMMons : J se v em face disto
que tenho razto auando aprosentei a emenda tor-
nando comprehensiva a feticitaeSo ao Sr. otare-
chai duque de Caxias, commandante em chefe do
exerrlto brasileiro, e ao digno general visconde
de Itaparica.
Um Sr. Deputado :Quanto a este sim. (Apoia-
dos).
O Sn. G. Dwmmond :Pois bem apresentarei
a enretida embora tenba s o mau voto : quero
ao menos que se saina que nao houve unanimkla-
de nesta assembla na prattea de um ao da mais
negra ingratidSo par eom aquelle UraDeiro que
S. G. Drummmond (para o Sr. Amynthas) :
O aebre deputado eontesle-os, mas ttque-eertoque
a sua conlekaciio nem encontrar eeiio fara d'aqni,
neni far desmerecer o realce do nome. do duque
defiaxias: sua conteilacao re'aait- nnicamente
o esqueeimento daquellcs, qiuvUaa devem ao
inviaogeaaral, e que abroquelada)'Da sua es-
pada outr'ora se garanliram na* regiSes do poder.
Seniora : ba fados que se nao praticnm : um
destes o qne pretende fazer esta aaiemW',a ) I !
felicitar ao gaarai visconde do Herval, e recusar
igual felicitacao ao duque de Caxias I 1. Quao-
do-a historia narrar a tomada de Humayt.
OSa. Lopes Machado : Nao foi tomada.
O Sn. G. Drummond :A tomada do Estabeleci-
ntento, a passagem do Chaco, Itoror, Ivahy, Lom-
bas Valeutinas, e nutras jornadas brilhantes, nao
toar de presta/ houiouapiu ao gaanl uu^ue
de Caxias. (Nao apoiados).
(Ha um aparte). ^^r .
O Sn.G. Drummond':Estou pdraen*)b nfttr
tlhipo, diz muto bem o Ilustre collega. Sr. pre-
sidente, offereco a emenda ao requeriraento do
nobre deputado pelo 1 districto, e e:n conclusao
dreapprovai senhores, porque seris justos
lica, porm, convencidos gue a vossa rgetelo re-
velara que nao queris o fulgor da verdade, o
nao deslustrar aquello, que oceupando ura lu-
gar distincto, tem direitos a ser indicado como o
exeinplo de patriotismo e dedicacao, que se deve
seguir.
Vem mesa, lida e apoiada, o entra em
discussao a segqiote emenda :
t E igualmente aos Exins. Srs duque de Ca-
xias c visconde de Itaparica.G. Drummnnd.
OS SRS. AMARAL E MELLO E AMYNTHAS
combaten) a emenda e sustentam a indicacao.
E.icerrada a discussao o Sr. G. Drumuwnd re-
quer c obteni que a votaeao tanto da inocuo como
da emenda seja nominal.
Procede-se a votaeao nominal sobre a mocao e
ella approvada votando contra, somonlo o Sr.
Amaral o Mello e a favor todos os Srs deputados
presentes.
Quanto a Ia parte da emenda foi ella regotada.
votando a favur os Srs., Andr Cavalcante, G.
Drummond, Hisbelo, Reg Barros e Goncalves da
Silva, e contra os Srs. Ayres Gama, Epaminondas
de Barros, Cicero, Silveira Lobo. Emigdio Mar-
ques, Amvnthas, Felisbino, F. Tavora. Artiarat t
Mello, Pini.-MergnlhavM. Amorim, Lopes Mtielia-'
do, Pontual Jansen. .......
A iJ parle da emenda foi approvada.
Ordem do da.
3" discussao do projecMaa. 71 deste anno que
transiere para o da Io deTRembro nos yutos vin-
dourps a abertura da assembla provincial.
Vai a mesa c apoiado o seguinte> additivo
0 orgamento de 1869 a 1370,continuar em vi-
gor al o ultima de dezembro de 1870, romecair-
do o novo aniwifiKMiceiro, a -contar do janeina^
dezembiq de 1871.siyrw.Gaw R'9 Hanotr-
Bcerrd?i a disrnsso o |roj^cto approvado
eom o additivo.
Contina a discussao dos additvos offerceidos,
em 2", ao orgamento provincial.
Vito mesa e sao alojados os seguintes:
Fica o presidente da provincia autorisadg a
conceder urna gratillcaco nnual de 3004000 a
mordoino do gvmnasio.Reg Bairos.
Para ser col locado aondeconvier. Fica o pro-
sideqte da provincia autorisado a mandar pagar
na folln de jubilarlo da professora publica de Ca-
ruarti D. Anua Joaquina Peres Campello de Mello,
o ordenado de 600,5000 annuaes a contar da data
em que foi a mesraa professora jubilada..'./. Ao-
rim.
t Fica o presidente da provincia autorisado a
mandar pagar aos herdeiros de Manoel Figueiroa
de Fara a quantia que for liquidada, como m-
demn-acao pela resciso do contracto do apanha-
mento e publicafao dos trabalhos desta assem-
bla, podendo por este fim -brr o necessario cr-
dito supplementar. Epaminondas. Tiburtino
Nogueira.
i A pnssar a emenda a favor do alumno mes-
tre Sabino Antunes de Olivera, admitta-se igual
disposicao para o alumno mestre Jo.- Belisaro
Marnho Faleo.Agres Gama.
O SR. EPAMINONDAS DE BARROS requer
para retirar um additivo que offeroccu, com.rela-
go a Manoel Peres Campello de Almcida, substi-
tuindo-o pelo seguirte :
t Additivo ao orcamento.Fica o presidente
da provincia autorisado a liquidar eom Manoel
Pero? Campello de Almeida o que entender e for
de justica relativamente ao contrato da con-erva-
gao da estrada de Pao d'Albo. Epaminondas
Miguel Amorim.
O SR. AYRES GAMA diz que nao obstante ter
assignado o additivo que senta do imposto de 10
por cento os trapiches alfandegados, avista das in-
rormaces da thesouraria provincial, nao tem es-
crpulo em confassar que se achava em equivoco,
a por isso retira a sua assignatura d'este additivo
c votar contra elle.
O SR. E. COUTNHO faz igual declaracao.
O SR. AMYNTHAS :Sr. presideule, ped a pa-
lavra para fazer simples reflaxSes sobre urna
emenda apresentada ha pouco por um nobre de-
putado que se assenta minha esquerda o que
concebida nestes Urmos (l).
A reflexao que desejo fazer tom smenle por
fim prevenir a casa acerca da votaeao sobre se-
melbante emenda.
A discussao de bontem mostrou que Osias Go-
mes dos Santos nao se acbava as coudigSes em
que o flgurou o nobre deputado. Osias acha-sa
cinpregado na secretaria do governo, como mesmo
informou o nobre deputado, ha alguos annos, e
tem sido pago constantemente pelos cofres da pro-
vincia, eom o que tem concordado esta assembla.
Desde que, Sr. presidente, esta assembla aceita
ura acto qualquer da presidencia om relacao,
qur a negocios politices, qu4r admnistragao das
renda* publicas, a assembla nao deve raprovar
esse acto, manifestando assim urna centradigao
perfeila e injustiucuvel eom o juizo j proferido.
Foi smente para chamar a attengao da casa, para
este ponto, que podi a palavra.
O SR. MEHGUXUAO .Sr. nresidente, contino
a votar contra o additivo offerecido pelo nobre
deputedo pelo quarto districto, apezar da modlfl-
cago hoje feita em sua redaegao ; contino a psn^
sar que semelhante additivo uo pode ser aceito
por eita casa, conndo a pensar que n|o ha ra-
zo para ser este approvado.
Pens assim, Sr. presidejuc, porque entenij.o .que
nao se pode liquidar urna divida, quando esta n3o
existe.
O Sr. Lopes Machado -.Como prova que nao
existe t
O Sb. firERGiLHAo :Cora a votaeao desta casa.
O Sb. Lopes Machado ;A volacao da casa na>
importa isto.
O Sr. MeroulbXo :Eu procurarei mostrar ao
nobre deputado como importa.
O Sn. Cicero :Nao sabia d'asiomodo de prova.
0 Sr. Mergulhao : Manoel, Peres Campelto d
Almelda requeren esla assembla o nagamento
da quant a de 10:0001 ojie se dizia cora djreiio,
em coBsequenc'ia do trabaipo de coaservagao (efta
na estrada de Pao d'Alho.
O Sa- Lopes Machad( -.-7131.fe o trabilla?
' O^a. Mrglha :-E' qjwsrto outra. er-
no prelendo atrat agora. Aquejflp, Sr.
denle,.seredwao s.^uinie: Se a infufi
geit'iu ou nao o pedido de Manoel Penss Campello
de Almsda.
Um Su. spotado :Regeiton, mas nao quer di-
aar qae mi reeenheeeuse a divida.
O Sr. Armtnio Tavares : Regeiton declarando
que nadaja lhe devia.
O Sn. IHktt'LiiAo :A petieo de M.moel Peres
Campello A reuuttida. -conumMo e.apHilc,
esta, examinando eom a devida attcnciV> nao s a
petieo auno os documentos que lhe foram anne-
xsj, lavron nm-parecer, no qual indeferio esta pe-
ligao, dizendo que assim obrava, porque a tbeson-
raria prevmcial nada dev*a ao peticionario,
O Sn.- Anjftvio Tavares :E desde jue foi ap-
provaa este parecer...
O Sr. Mergulhao : On, tendo esta assembla
Totado" o parecer appruvaudo-o', cntendo que re-
cunlieoe desde lotro. U
O Su. Cicsao : Que a divida est extincla ?
O Sn. MjsitiRn.HAO :------que ello nao era cre-
dor da tlieaaurai ia provincial. Ora, se Manoel Pe-
rasriuaaWe'haj u afdti'-da iisseurara provin-
cial, como atitoris.tr o presidente a liquidar urna
divida que nao existe ?
ITMSn. Deputado :Una divida que assembMl
nao reeonhece.
O Sr. Meriulvh :Justamente. Portanto, fla
presidente, eu contino a votar contra o additivo}
porque desde qno a assembla nao reconhece a
divida, nao pode autorisar a sua liqudaeao.
Sao estas as razes que tenho para votar con-
tra este additivo.
Agora, Sr. presidente, permilta-me V. Exc. que,
prevaleceiidu-nie da i ppoi lunidade, eu faca anda,
algumas consideraees a resncflo do additivo que
manda desde j revogar o % 2fi do art. 43 da Im e
5 de junlio de 1S68 e autorisa o presidente a man-
dar restituir o que se tiver pago do imposto e?la-
bclecido nesse parapraplio.
Sr. presidente, o artigo da lei cuja revogagao sai
pretende, impoe aos trapiches alfandegados a con:
uibuico de 40 p*jr ento sobre o valor de sol
renda. Nao vejo razao, Sr. presidente, para a ex^
linego desse imposto ; e anda menos porque a
isscublra provincial autorisa o presidente a tazer
a rwtaaieaa do imposto volado por '*sta casa a
aquelles que ja o tiverein pago.
Enleado que nao ha razio para a extincrao do
imposbl, porque me parece que principio iaj
concusso que ningiiem pude licar isenlo de con-
correr e contribuir para as destiezas do estido,
coate*] seus hayerss e fortuna..
Um Su. Deputado :Mas ji pagam o impona
geral. '
O Sr': Merrmlhao :Nao ral para que n-
quomiseutosdo prormial.
Eutte)ido que o imposto de cuja extiueeao-
se trata, na pouco elevado, e seria curial que.
esia ajaMiibla o moditicasse, podendo reduzi-lo a
#> p(flaWt ; mas querer extinguir una foiite
de raHi para a provincia, forte de renda que se
elevsjeguuiu o oie.uncolp.da t.hes.o.uraria,..
1:S^|, o que me nao parece rasoavel.
A eommlsso de nrcamntd 'rfi' inclmb na re-
coita este imposto de"40 por coiHo sWre os trajii-
ches ^Ifaudegados, mas. ereio que nao procedeu
eom ftetica nesse ponto, penme so a cenimssao
extingundo esse imposto, leve por fundamento
como creio, ser elle inconstitucional, por ter do
recahir sobre objecto j tributado pelos poderes,
geraes, emendo iuie essa razio nao procedent,
porque se o l'ossc, cntiq sera necessario ser eolio-
rent, extinguir lodos os impostos que recahissem
sobre ohjectos, j tributados pela renda geral, e
assim seria m>ler sentar dos iniposloe nao s
esses estabelecimentos, como todos os outros su-
jeitos aos impostos geraes.
Mas sentar aquellesque sao grandes estabele-
cimentosque gosam de erlos privilegios e van-
tagens, e ipie finalmente atiferom desse genero do
commercio lucros avultados, para taaer recahir a
contribuir.) exclusivamente sobre os outros, o
que me parece, alm de incoherente, fra das
ropas de justiga e equidade.
Dentis, Sr. presidente., eu vejo que nenhma
reclamaco se fez nos annos anteriores contra o
imposto 'de que se trata : desde 186t que os tra-
piches, sem distinciai alguma, pagam o imposto
de 20 por certo, e nunca os denos, dossesjjstabe-
lec.iuentos rectainaram contra essa imposieao, que
nunca foi lida por inconstitucional pelo poder com-
petente.
Portanto, Si', presidente, nao vejo razio para a
extinegao reclamada ; e anda meaos para aresli-
tuicao do imposto arrecadado.
lm disto Sr. presidente, accresce que nao me
parece admissivel oste additivo na lei do orgamen-
to, porque eu vejo em um dos artigas do regiment
a seguirte disposicao, (l):
Nao serio adnittidas Ras leis do orcamento,
quer provincial, quer municipal, emendas sobre
abates, indemnisaeoes e remissoes de dividas, sem
que tenham sido primeramente iniciadas em pro-
jeetos especiaes, adoptados em tres discusses. >
Ora, ninguem contestar que o additivo em dis-
cussao trata justamente de urna remissio de divi
da, e se se tra'a de urna remi-sao do divida cla-
ro que nao pode ella ser adinittda em orcamento,
sem que primeiro tenha passado pelos termos le-
gaes.
Finalmente, Sr. presidente, sendo ouvido sobre
ura projeeto que existe na casa, sobre esta mate-
ria o inspector da thesouraria provincial, este digno
funcciqnaro era sua informagao pronunciou-se
nao s contra a extinegfio do imposto, como contra
sua rclituieao; se bem que recjnhecesseque a sua
taxa era demasiadamente elevada e qu esta as-
sembla se quizesse f/er instiga aos peticionarios
podi a diminuir o imposto de 40 para O por eerto,
modificagao esta a que nao deixaria de prestar o
meu voto na occasiao opportuaa. O procurador fis-
cal tambem em um parocer bern elaborado pro-,
nunciouse de modo idntico. Todas estas consi-i
deragoes, pois, Sr. presidente, que reputo valiosas,
e procedentes, obrigam-me a segar o meu voto aa
additivo de que se trata. Sei Sr. presidente, que se-
rei vencido pelo numero porque o additivo aena-se
assguado por dezoilo menihros desta casa.
Uma Voz : J dous retraram snas assigna-
turas. .
O Sn. Mergulhao :Jfia obstante anda restara
^6 assignaturas, que actualmente constituem maio-
ria nesta casa, mas esta consideragao nao foi bas-
tante forte para demover-me de vir expr a easa
os motivos quu me levara m a votar contra o addh
tivo e a pronuncPar-me por este modo; pois quan-
do muto poderei ser vencido pelo numero, nunca,
porem convencido por argumentos.
Tentio concluido.
Q,SR. ANDR CAVALCANTE faz algumas con-,
siderac5os.
O Sf\. B. NOGUEIRA :Assignel o artigo addi-
tivo de que se trata, o declaro a easa que o flz na
melhor inteneao possivel. As informagoes que me
derara para prestar a minha assignatura Tarara
taes, que me convenceram de que eom effeito ba-
vi a neeessidado desta medida; mas a vista da dist
cusso levantada ne.-ta casa, estoo Inteiramente
coijvencjdo de qne nao ba esta vautagem,que qu do muito o imposto deve ser diminuido, ao que
nao mopponbo. Mi ? or isio, mas prqrtJ e
addrtlvo vai de encontr ao regiment dac
porque se pede a remissao 1WWH0 que os cortrf
ouiate nao pagaram, eu voto contra o additrvo
peco, a retirada de minha asignatura.
O SB,. MIGUEL AMOWM :-Sr. presidente, fqij
par sorpreza qne asjbjnei o addlti vp, nao preslqi"
toda a atteogao ao aroanee- qne elle tinpa; por isto
O SR. FRANKUN TAVORA pedepermisso pa-
ra retirar o additno que offereceu, iarcando uma
gratificarlo aos envegados da alfandega incum-
bidos da medidlo dos liquido, para pagamento
d imposto provincia, e justifica e seguirte addi-
tivo :
Da arrecadagao qne se fizer no consulado pro-
vincial do imposto sobre lquidos que forem medi-
dos por empregados da alfandega, percebvro es-
tes a porceutagetn de um por cento, dediuida do
total da porcentagem dos empregados do consula-
do.F. Tavora.
O SR. GASPAR DRUMMOND: Q addllive do
nobre deputado pelo 1* districto, em que deter-
mina qne Joaquim Francisco Leal restitua aos co-
fres provinciaes o qne reeebeu por ordCm do Exm.
conde de Baependy, e pela verbaoventuaes
como secretario privado q?' S. Exc. motivou o que
hontem offereci fazendo extensiva, ou c-tabelecen-
do igual obrigTgSn todos os empregados nao
creados por lei, e que por semelhaute verba teem
recebido ordenado ou gratiticacio. Este meu ad-
ditivo deu lugar ao discurso do mesmo nobre de-
putado, em que nos declarou que nao prestava o
seu voto.
Assim pois, Sr. presidente, venho dar as razoes
porque me opponho ao que pretende o nobre de-
putado, c declarar a esta assembla que a passar
semelbante additivo para ser coherente tambem
deve approvar aquelle que offereci a sua conside-
raeio.
Sr. presidente, a sustentacao do nobro deputa-
do ttrma-se no seguirte :que devemos zelar os
dinbeiros pblicos : que o lugar de offlcial de ga-
binete nao est creado por lei especial: que S
Exc. o Sr. conde de Baependy nao podia supprir
essa falta, e muito menos ordenar o pagamento
desse funecionario pela verbaeventuaes.
Por mais, senhores, que deseje acompanhar ao
nobre deputado, sinto-me forgado a apartar-me
de sua opmiao sobre a especie verterte.
Sr. presidente, a provincia de Pernambuco de
primeira ordem, e o trabalho a cargo do presiden-
te da provincia exeessivo e superior as forcas
de quera quer que seja, Para que o$ negocios p-
blicos nio sujaii) retardados d
le palpitante neces
sidade de un auxiliar a presidencia, ou por oulra
de ura official de gabinete.
0 que levo do tem sido confessado pelos pro-
prios presidentes, amigos polticos do nobre dopu-
tado que continuamente lainenlaram a falta desle
funccionai o.
O Sr. conde de Baenondy nio conhecia a pro-
vincia, noineado pm uma poca especial, onde a
presidencia devia tr. a maior actividade posivel,
afim de dar expediente aos negocios publicas para
solver as dilliculdades que.* lhe autolhavaia,
trouxe comsigo como ollicial do paluuete o Sr.
Leal,que por muitos anuos tiuha exercido lugar
bemelbanLj ou idntico junt a presidencia do Rio
de Janeiro. *
Por torga dos.tas circuinstancfas leve de ordenar
o pagamento de urna gratiticacio a este, fune-
cionario, e nao o poda'fa^er seuao pela verba
eventuaes.
Esu assembla nao funecionava para que S.,
Exc. viesse pedir a creaflie den lugar, e assim
platicando, velo posteriormente pedir-nos em seu
relatorio a nossa annrovafiio.
O que nos cumpre, portanto, fazer senhores,
mu diverso do que pretende o nobre deputado.
(Ha, ura aparte.)
O Sr. G. DrOmmond :-0 que nos cumpre in-
vestigar so uavia uu nio a nucessidade do ollicial
de gabinete para a presidencia, e no caso afflrma-
tvo legitimarmos o acto do Sr. conde de Bae-
pendy.
Por ventura o nobre deputado contcstou a ne-
cessidode desse funecionario ? Nao senhores, e
nem o-podia fazer, .porque seria negar o que affir-
mam os proprios seus amigos, o que incontes-
ta.vel.
Cwno, pois, seado reconhecido esta necessdade,
se quer condemnar aquelle que procurou suppri-
la, se quer determinar a rcstltuigao pelo funecic-
nario do que legitimamotye venceu ou reeebeu pe-
lo sen tr..baIho?
0 Sr. Amabal e Mello : Entcnde que deve
ser restituida pelo Sr. Baependy.
O Sr. G. Drummond :Nao, meu collega, o que
en tendo que V. Exc. encarando este negocio pelo
prisma poltico, quer levar a esla assembla a um
aecordo que lhe ser desairoso.
Sr. presidente, applaudo que o nobre deputado
seja zeloso, pelos dinbeiros pblicos, as que este
seu telo se torne pnarisaico, que o faga desconbe-
cer as nocessidades publicas, no que nao posso
assenlir.
O Sn. Amaral e Mello : De vemos ordenara
restituigao porque o Sr. Leal foi empregado exclu-
sivo do Sr. Baependy.
Um Sr. Dewjtado :Era de sua conftanca.
O Sr. G. Duummosd :Que importa quo o Sr.
Leal.fosseda confianca do Sr. Baependy? Porven-
tura o presidente da provincia deve ter.por seu
official de gabinete pessoa que nio lhe inspire a
mais Inteira confianca, e que possa outros predi-
cados que sirvam d garanta ao bm desempenho
de seus deveres ? Quereria o nobre deputado que
o Sr. conde de Baependy chamasse um seu adver-
sario poltico para offlcial de gabinete ? Seria pue-
rilidade injustiflcavl, e o Sr. eonde de Baependy
est muito superior a esses temerarios juizos.
O Sr. Leal era um empregado de reconhecida
capacidade e amigo especial do Sr. conde de Bae-
pendy, eslava, pois, as condigoes de bem desem-
pernar o lugar de official de seu gabinete.
O Sr. Amabal e M*llo :-0 Sr. conde de Bae-
pendy rtendeu que devia pagar a dedic^ao desta
seu amigo peles, cofres provinciaes.
O Sr. G. Drummond :E' uma affronta que o
nobre deputado dirige a aquelle Ilustre cavalleiro,
mas fique certo que nio o alcangar. Uma repu-
taco adquerlda por uma serie de servigos ao paiz,
nio eWpallidece ao talante de adversarios ranco-
rosos., Se o Sr. conde de Baependy quizesse retri-
buir servigos do Sr. Leal, afflrmo ao nobre depu-
tado que nao precisara das recursos da provincia,
r. presidente, j de as, raz5es porque me oppo-
nho ao. adnivo do nobre'deputado, c a assembla
se convencer do quanto peqtiena a questao.
O^R. Amaral b Mello : E" importanttssima,
porque, tem por fim condemnar essa ostentagio do
poder que o presidente quiz ter.
OS'r.Ijjpes Machado :Nos nio temos conT
fhug.'
0 a. G. Drvmmond :Que ostengaode poder.! t
5r. presidente, o nobro deputado pelo 4* districto
deu-nqs a razio verdadera do additivo do Ilustre
memoro pelo' districto, mas esla cansa nao pode,
e nem deve levar-nos ordenar a restituigao do
que percebeu quem pretou servicos provincia^
Coniinha antes, era raais razoavel que o Jionrado
merbro demonstrasse qi o oaYnal de gabinete
era uma entidade dcsni
dencia pocha prescindir
ponto cardeal da quei
cit por certo inde.,,
missio qae nos foi confiada,
dos.os negock por um mal entendido
partido por demaTs condemnavel.
Senhores, mais insjiea para os vossos adversa-
rios politaos. 0 Sr. Cpnde de Baependy e carc-
ter tao 05'fe, adminipmn a provincia eom tantp
acert, proc'u,rou araajnar as paixoes politizas, te ve
i err 'isla, era o alvo dos sens desejos a eeor
nomia dos dintieiros pijbiicos, qjic nio merece da,
lhe quer tlraT is faces
de que a prest-
ar em silencio o
oerer a restilni-
amesqumhar a
emflm decidir to-
ospirito de
compensar a dedicagao de um seu amigo can os
cofres provinciaes. O sen acto para aquelles qa*
o julgarem eom iinparcialidade, nao foi mais nem
menos do queasati-l'acao dt urna necessdade po-
blica rcconliecda por todos, e que i ectamava o
remedio immediatamente. Entcndeu S. Exc. qne
esta asscmbta levada nicamente pelo desejo de
bem servir provincia, nao deixaria de aaprovar
o que ueste sentido foi por elle feito. Seri pois.
decepgo amarga para elle, e para todos o per-
nambucauOS ma nn estiverem ilominados da ver-
tigem partidaria, se por ventura, na lei que so dis-
cin-, for incluido o additivo que me oppoubo.'
Sr. presidente, dei os motivos |wr que nio apeia
o additivo do nobre deputado ; agora passarei a
ontra ordem de coosideragdes.
Admitla-se pej bypothcse que esta assembla,
desprezaudo o qne acabo de dizer, entende que
deve ordenar a restitaicao pedida pelo nobre de-
putado pelo Io distrieto," cnto, senhores, sejamos
justos, e estabelega-se a mcsina obrigagio para lo-
dos que perceberent gratificacoes ,-ela verbaoven-
tuaescomo empregados pblicos, sem cointudo-
eslarem taes empregos creados devdainente. (Nao-
apoiados).
Senhores, condemnaes o acto do Sr. eonde de
Baependy. e no entretanto offereces recusa a que
se estenda esta medida aos casos idnticos. Por
ventura o principio de confianca sanlifia ou legi-
tima abusos T v
(Cruzam-se muitos apartes).
OSr. Lopes Mactmdo :A assembla quiz. dar
um bil de indemiiidudc aos outros presidentes
marcando quota, agora que nao marcamos quota
nao concedemos este bil.
(Trncam-se mais apartes).
O Su. G. Drummokb :be tiulo quanto acabo de
ouvr concluo que pora se approvar o acto de
qualquer presidente, pora o qual nio esteja eUe
autorisado, os nobres deputados nio procuran) in-
dagar os motivos ; -e houve ou nao necessdade
publica, e a simples eonlianca Has bstanle! I
ao passn que para condemna-lo nao se torna pre-
ciso mais do que ter sido praticado por um adver-
sario poltico Desgracada tbeoria. senhores, ser
esta, o da qaal s niales a provincia lera de co-
Iher! 11
Sr. presidente, o rcauiamento da secretaria do
governo desconhece a entidadecollaborador, no
entretanto em dezembro do 18&) foi nomeiado para
esse cargo Osias Gomes ib Santos, e foi ordenado
o pagamento da gratilk'acio pela vei baeve lunes
Sendo os nobres depotados t.iii rigorosos para
eom o acto do Sr. conde da llacpendy em relae >
ao pagamento do oflieial de gabinete doveui por
igual razio ordenar que esse collatwrcnlur fa?a im-
nlediata restituigao do que reeebeu. (Nio apoia-
dos).
(Cruzam-se aparte*;.
O Sn. G. DHUMMOfiD :Senhores, a justiga man-
da ou que se regeilc o additivo do nobre deputada
pelo Io dislriclo, ou atuo que su approve tambem
o que olerero eui igual seuliJo.
O Sa. AMjMiiAs :O lugar de colaborador nao
abuso, o oulra .
O Sa-G. IJsummoxo :A palavra de V. Exc. nao
pode ser t5n atorisada jne nos ronvenca do con-
trario. Sr. presidente, porque razio querem os
nobres dopuudos que o Sr. Leal restitua o que
reeebeu pela verbaeventuaes como official do
gabinete do Sr. conde de Baependy ?
Um Sr. Defuta-do :Porque o lugar nio eslava
creado.
O Sr. G. Drummond :Pois bem, onde se d a
mesma razio, deve ser applicada a mesma dispo-
sicao. Ora o lugar de eolloborador da secretaria
d presidencia nio eslaya por lei creado, logo Ile-
gal f .i a neinciarao, Ilegal foi a ordem para'o pa-
gamento da gratilieagio que lhe foi concedida, e
por consoqueucia deve elle ser obrigadp a res-
ttuil-a.
O Sr. Amynthas :Hava uma lei que creava
este lugar.
O Sr. G. Drummo.no :S se a vontade do Sr.
consellieiro Silveira de Souza tem forga de lei.
0-8n*. Lopes Machado :Enlo quer o nobre
deputado que saneciunemos este abuso porque j
um outro foi praticado.
O Sr. G. Drummond .Pelo contrario insto para
que a assembla seja coherente condemnando todos
os abusos.
O Sr. Lopes Hachado : Eu nao gosto de cohe-
rencia nos abusos.
O Sr G. Drummond :Porm deve gostar da
coherencia era condemnal-os como eu proponho.
(Crusau-se apartes).
O Sr. G. Drummond :Sr. presidente, sei que o
meu additivo nio ser approvado, sirvam, porm,
inhibas palavras de protesto contra o que pretende
fazer esta assembla.
Um Sr. Deputado : O nobre deputado nao
qner regenerar o paiz acabando eom os abusos.
O Sr. G. Drummond :E estou convencido que
aquelles que boje govevuam o Brasil pncuraro
extnguil-os.
Uma Vot:Agora?
O Sn. Amynthas -.Depois de 16 de julho quan-
do os abusos teem augmentado.
0 Sr. G. Drummond:O de 16 de jumo sera urna
data memoravel porque nesse dia o paiz foi salvo
do abysmo a que o conduziam os amigos de V.
Exc
Sr. presidenta, voto contra o additivo do nobre
dopulado, e a ser approvado votarei pelo que
offereci.
Sirva ao menos, se nada conseguir, o que tenho
dito como um protesto contra a maneara porque
se tem procurado amesquinbar lio inmerecida-
mente ao Sr. eonde de Baependy.
Tenho concluido.
Encerrada a diseussao o Sr G. Drummond pede
que a vola gao, sobre o additivo acerca do que aca-
ba de fallar, seja nominal.
O requerimento nio approvado.
0 SR. MERGULHAO emendo que o additivo so-
bre os 40 % acerca de aruiazens alfandegados
nao pode ser sujeito discussao por contrario
ao regiment da casa.
O SR. PRESIDENTE appella para a casa o con-
sultada esta decide que seja o additivo votado.
Procede-se a votago e sao apprpvados' os se-
grales : ...
Fica o presidente da provmcia autorisado. a
contratar a construegio das portes do Caxanga
e Passagem da Magdalena, podende despender
eom essas obras a quantia necesaria.
* fj. presidente da provincia fica igualmente an-
torisado a emittir apoliees eu fazer qualquer ope-
ragio de crdito na importancia necessaria para
o integral pagamento do valor dessas obras.
t Paco da assembla, I. de iunbo de 1869.
S. R./ Alves Mergulhao.Amaral e MeQo.
onfulvfs da Silva.Araujo Mtrao.J. Castro.
Epaminondas. Tiburtino Nogueira. Correa
de MelloEduardo Pina.
Ao tit. .O procurador fiscal ao rceeper da
thesturaria s relaeScs dos coutribuintes que dei-
xaram de pagar no consulado provincial os com-
petentes impostos, Tara publicar pala iinprcusa os
nomes destes devedores, os quaes podero pagar
nos 30 dias subsequentes aos annuncios,, mediante
a competente guia, pela qual pagar os 200 rs. do
rgimen o.S. R.Ayres Gama.upes Macnaa?.
oares Brandao. > _. .a
Fica legalisada a cobranca eftectuad. a
apa: por Isto .nflas^ parle a atjra|
oue eonsiderando as raWes agresenlrtaj. nedi a pala^ o nobre diBUUpo.^^,^
m- vi.aJm de dAClatar quaretira i, ma- W# OTAft SS?"^vll*
re-'nJjaassignatow. : raioujpnte^ S, Exc. 5o ptoejarana re-
'
thosouraria provincial do imposto de dmo ae fa-
do vaecum, no excrcioio ultimei de1W a iaw.
[t SoqrMtf-andSQ. Lopes Jlfacftadp. Ayres
o a*amento dos additivo* at que.
Gama.'
ptoO


.0

3Q se
8131
tf
jfliario Je l*ernawbuco Tenga feira 22 de Junho d 1869.


. A
n
sejam iraproasos no jemal da casa*S. H t-Q.
Drummod.
O praid^te da provincia ca aularisado a
contratar a eanalsacae -do rio Cupibanroe, com
urna pmNe de ferro, para dar csgoto noGiqui or
onde jalear mais. conveniente, podendo o paga-
mento ser Jeito om apatices emienda* ao pare
vencendo um juro nunca superior *"% ao anuo.
Lopes Maekailo.
A llanca qu*&*M|l9r na ^soderia pro-
vincial pelos con ir
publicas, s era
ees da divida pub
-S. W.Lopes Ifi
c O presidento
nomear mais um.
rrei^toijae 4e obras
te rail oii apoli-
.quurjroviiKial.
ido Fin*.
ica calMtendo a
liara A4MKiaria
do governo, com a gratiCotgao d 00*annu o-
S. B-Cawatto Mavrt.Silra Kawas.Cu^rn
Peregrino, fr
Fica comedida a
fpuntia da 10OJ a Sabino, bo.eni lrerij" neto
Antunes de Glrceira, alumno do segundo anno da n
Escola -Normal, para concluir seu curso.S. R.
Franklin Taoora. ...
c Additivoao art. 40.Fica o presidente.da pro-
vincia autorizado a mandar pagar ao coronel
Frantisco de Uarros do JJascimento, e que te lhe
il* aorta," atide ella tratootlv'., sarfjsefriveis os
exercicioa me execuia'ui.
Ml'LHER NCOMMUDA.-.toformaOMWS que na
travessa ,ds Formosas, aa>r a Imperial, harina
mulher que,.tomando grande dse de bebida* al-
ceolics note, pertarba e mcorameaa a risi-
nhanoa con- gritos indecentes, batend poicas
das casas prximas eoni pedras e paos e aiaea-
caad^^jodv.. Cuaauuuos pau i-su a altsRfaiM 4
deleaMdo roajMtivo.
UBA DO KRBRHE.nilr taM
liona ptibliealla a. tttionstrafao.'>s4-*eM
da rehila e deapiva dt~l.i eot^anlra, no
aiaBMnanc^ro do l; ilojmaio de#* a aft de
limitde l%(t, [nir afano.do paginarte, ilau-la
h"je no1 lugar emiipeteal"
IJHWU'&io l'ITBLICA.-flaTnrmam-u.^ que ha
ceim*1 un me/, ijuea pnessora poltica d*Ca-
\m-[ &* duente, lem -Jeixadu
de tercer as suas fuaegoes do magisterio, -com
manMoato prjimo da ufanca "aquella villa.
Chamamos a atteneo dn Sr director na inatrac-
cao publica para semelliaute faeto, que, se*do wl,"
cumpre nao. ser tolerado.
IMPOSTO DE PROFISSQS.-Chainamos a.attea-
=3t=
achan os cofres da reparticao no losemboke de"
todas ae despezas fcitas *om arre adai-ao,.arniaae-
nafem e.guarda dos mesmos salvados, asp,uaes o
vire-consol *ecusou pagar sb varios pretextos, iar.ao jury de concomitancia com'os paisanos Isidro- Marn lio
to loflga -c enfadonha, entre a inrpeclati e* o
agente fcritmiico, reche'ad.i do peripecias resi
rett ; trocaram-se miner.sidade de
tica* entre os contender
tliesoum licou s escuran, lev;
do a mellior, por c O Or. Cosa Macha*' nao
eerto apradavel papel ein todo esti
como desaja rehabilita**) no coaanit
saperiorea, araendou a ann, a e?ti
dipl WUffl
nclsca de
cepQae de tercm-sc evadido da cadeia de (]ajacet- Jess.
" jakjuns presos de justiea, que deviam re-pin- 2* denunciacao.
Be jury de coacamitaucia cora o paizanus Isidro. Marinho Cesar, com Mara Francolina
Apropositu deste as-jumpto liouw; un qe s guardavain, dos quaes qoalw/jrain cap- Brandao, .......
turadas, e esto senda processads. | Trtiano Vieira da Cunha, com Hara da Paz
Sao os factos que ao nos sorprchndom, plr Uraflda.
se darem, mais ou menos ein toda a parte.
pavea natLv 4fera Joaquina
e.niento
ton por
lek, e.
!oseu
proaean
rada di generaa, e por
dever Telauvamente a exarcicios fluins, dos aln- ^ ^ interessjdoi, e opeciahnente a ds Srs.
gueis das casas ue servem de cadea i quartel na |contCtarcs C(ljrt |ircedII1io ,ua eo||ecta para s
vdlado nonata ;_ o a D.Francisca dasChagas Al- rapogtoa tov85,acnar re6tcU concordancia
monia a quantiada I98, que se lhe deve de.exer-
cicios finuoa, do alugul da casa que serve de ca-
dea em Villa-Bella.S. .Tiburtino Xogueira.
BarellarA ,.".
\ palavra veacimenUisdo art. Si da le a.
M de i de inain de lfti desiana ordenado
gratifica(;ao, de modo que o ordenado total do pro-
fessor se'cousiderac augmentado ua raio da me-
tade, acontecend o uiesmo con a gratficaco.--
FranJclin Tacara.C. Perepino.}. Catiro.
totoral e Mello.' ... ,
Fica o presidente da provincia autonsado a
contraur com quem wais vantagens fizer a factu-
ra de um passeio publico tiesta fidade, no lugar
que tur conveniente, sulwncttendo u contrato a ap-
provacao desta asseiuUa. S. R.G. urum-
^ 4rlgo addilivo.O presidente da provincia
audara restituir aos cifres pnhlieoa a iiuantia
nofl Cli dada a Leal, secretario particular do con-
, de Baepeudv, sob o pretexto de ratiicacap de
senicocomo oficial de gabinete.Amoral e Mello.
=Ccrra Peregrino ~ Eduardo Pina.^Tiburlino
Sogue-a.E. Coulinho.-=FraHklj. Tacara.Car-
calho M O presidente da provincia mandaradar a reli-
iosos capucliinliisaquantia de l:20a3,comosub-
venco do auno de 188, que deixou de ser men-
cionada na lei do orcamenlo daquelle anuo. -&. t.
G. rummoui.' .
< Fica o presideute da provincia autonsado, ae-
pos dos exames convenientes, a mandar pagar ao
adre Jos,- Parirlo Gume^ as despezas por elle
fcitas com os concerta da capella de Tamandare,
descontando-se o que ja recobcu dos cofres provm-
iaes.G. Drumm-tnd.'
. Additivo as disposieoes geracs.O presidente
da praviana mandar despender at a quantia
de :OOOO com a estrada do Limoeim, a
com a lettra da l'i, para a circular que, em ti ttii
pomniej diriio- Baptista de Castro e Silva, inspector da tliwon'rarin
de fazenda, fazendo-lhes .sentir .essa necessidade,
bem como a de seren prudentes e at benignos na
applicacao Ja le. Gis a circular :
O inspector da tfeesouraria de i.t/euda de Per-
nambuco recommeada muito aos 5rs. colleetor que no processo do laocameulo do imposto sobre
indu-tnas e profissSes attendam mni.accuradamon-
te para as seneoesjlo artigo 4." do respectivo re-
gulamento, que tlies fai remettioo en circular n.
W7 de 22 de alril deslc anuo, espotalinente para
os do % o." do mesino artiga.
. Os individuos das trijiolncoes, os artistas jor-
naleiros, operarios e quaesquer outros, ^uc ti aba-
majvn a jornal ou por aalafio em loja u ofllcina
propria. sem offlciaes ou aprendir.es. A ieengao em
lavi^i' dos operarios, que .sercerom industria em
ofllcina, sem oficial nem ajirendz,
ueiot aua a ii, sdi-icwmi-i.-- .- sua propna oflicma, sem oficial nem
e de Baepeudv, sob o pretexto de ualiiicacaoae abrange tanto os que empregam nialeriaes seus
como oe aue trabalham por mao de obra. Nao
sao considerados ofliciaes nem aprendizes a mnllier
que (raballiar com seu marido, os filhos soltejros,
que traballarem com seu pai ou mi, e os auxilia-
res, cuja cooperacao nd.spen?*vel para o exer-
cicio da industria.
< Recommenda outrosim aos Srs. collcctorcs que
attendam religiosamente as reclamacoes dos col-
lectados, tratem-nos, com toda a benevolencia, fa-
^am-lhes saber o direito, quo lhe assiste de recor-
rer das decisees dos Srs. collectores para esta the-
souraria e para o tnesouro e Ibes faciliten) o mais
posivel os recursos, nos quacs se comprehendem
aquellos que se fundamentem na escacez dos rdi-
tos da industria ou proisso, como o permute o
artigo 26 do regulamento.
a O ministro da fazenda c os inspectores das
i thesourarias, com approvaeo do niesiuo ministro,
punir da villa desle nome a eneontrar com a ponte |)0(Jem eonce(ler f^sOlt total oa parcial do lin-
da mesau estrada que ja asta ta^^ffjf*.* posto, nao s no caso de incendio e pulro fado ex-
tiaordinario. como no de escacez d.s rditos da in-
\ko--Mergatao.=k. Continho.*=EiHugdio Mar
Sao regeitados os segumtes: i -
- Para as di-posicoesgeraesFica desde |.irc-
v.-iado o 5 26 do art. 43 da lcl.de a de junlio de
t8ti8 e o presidente da provincia autonsado a
mandar restituir aos que o tiverera pago o impos-
to estabelecido no i 26 da citada lei.-Ai/res
Gama.E. Coutinho.Andr envolcante telis-
bino.Etnigdio Marques Epaunnondas Ama-
ral e Mello.C. Peregrino.Fronkltii Tavora
Suca R:cmos.-Edmrdo Pinn.-Soares Brandao.
4f Amorim.J'insen de Castro.Araujo Bel-
:ro-Lopes Machado.Tibwtino.Samuel Pon-
. Additivo ao orcamenlo.Fica o presidente da
provincia autorisado a liquidar a pagamento de
10:0001 devidos a Manoel Peres Umpello de A-
W,' Paco da assembla legislativa provincial de
Pemambuco, 28 de maio de i869.-fi>noH-
ias.-Gitirana.-Miguel Amorim.-Ctcero Pere-
}' T Fi'ca o presidente da provincia autorisado a
COBtntor com quem mais vantagens tizer a arbo-
risavaie jardim do campo das Pnncezas.>. h.
G. Drammond. .1.
. F.ca o presidente da provincia autonsado a
.cm.ver a actual prol'essora publica de Iguai-asso,
oara a cadeira creada ltimamente no Caminbti
Novo, freguezia da Boa-vista desta cidade.-AriNi-
mo TacZei.-Carcatho Moura.Anre Caval-
""'n'sposicoesgeraes.-O ajudante do proj-ura-
dor l-cal se substituido em seu imnedirnenU pe-
lo oficial da seccio do contenciosoS. R tran-
, rjisoo-ices geraes.-0 empregado geral on
provincial que proceder a medieao dos lquidos
para pagamento do imposto respectivo, tera poi-
cada unid ido de capacidade estabelecida por le,
ineo ris; cuja arrecadacao sera felt no recebi-
menlo integral do imposto, e entcegue niensalmen-
te ao empreado medidor, que funccionar nos des-
pachos.-S. R.Franklin Tarora.*
. lispbsicoes geraes.-Os primeiros esenptura-
rios da tbesurana provincial terao mais a quantia
fa :W0*. em quanto nao forem creados chefes de
ercao Franklin Tacara. .
.Rea o presidente da provincia autonsado a
despender al 3:000 com os concertos e compra
de movis para a secretaria do governo.S. H.
ftaaifiat liwara.
Pai mais appiovado o segumte :
- Do Sr. Asna Gama mandando qne a pa=sar
i amada a favor do alumno-mestre Sabino Antu-
ne-: de Oiiwira se conceda igual favor a Belisano
Marinho Falcad.
Sendo regeitados todos os mais ^presentados na
presente aeisa i. '_!
Os Sus. Reg Barros e AYftH Gama deelaram
que voiarain contra o additivo que manda restituir
o que locebeu Joaquim Fraucisco Leal.
Dada a hora
O Sr. PrtrsiDENTE desigua a ordem do da c le-
.aata a anata.
REVISTA DIAEIA. /
ACTOS OFFICIAES.Por deliberacio da presi-
dencia, de hontem dauda, ni exonerado de promo-
tor publico da comarca de Pao d'Alho, o Dr. Joao
Mato Mergulhao, e para substilui-lo foi nomeado o
Dr. A itonio Domingos Pinto Jnior.
Por deliberaran da mesma data foi exonera-
do do cargo de repetidor interino do Gymnasio o
Sr. Mano I Francisco de Barros Reg.
AUTORIDAD? POLICIAL.Por deliberacao da
presidencia, de 18 do correnle, foi nomeado Anto-
aio Lopes de Siqueira Braga, subdelegado dodis
trelo de Baixa-verde.
ASSASSINATO.No da 12 do corrent* em
torras do engenho Coim ra, no termo do Cabo,
Manoel Alexaadre da Costa leve ama altercarn
eumsra genroGtialdo de tal, awassinando a este
cciii um tiro. O assassino logrn evadirse.
SALVOU-SE Chegou hontem ao nosso ancora-
douro o brigue inglez Glountell of Secena re-
bocado pelo vapor Camnragtbe, da rompanhia Vi-
gilante do Reboque, qne d'aqui sahio no dia f9
do correnle pela madn gada, c chegando ao norte
da ilha de Ilamarae, onde cstava encalhado o dito
rigue, pode conseguir arranca-lo ao sen total ani-
quilamento o mencionailp brigue, devido boa
posicaoem que se acha hi^e este vapore pencia
ehabidado doSr. Jos Esteviodc Oliveira, prati
co de nussa barra.
DNHEIRO.O vapor Ipojuca trouxe hontem as
secuintes quanlia*. para os Srs. : *
Viviano da Silva Caldas........... 1:(523|!500
kbmel da Silva Ponte........... I:500j000
Manoel Moreira de Souza.......... 1:-00*000
Cunha Irmaos & C............... 1:383*000
Martins & Leopoldo............... 1:080*000
Ordem.......................... 1:000*000
Hoetaa Laal & c.................. 1:000*000
Buphrasio A. de Oliveira.......... 1:000*000
Antonio Correa de Vasconcellos.... 700*000
Prente Vianda & C............... (5*000
fe.nvi.ra "* C................ 500*000
J.ao Jos* da Cunha Lages......... 3*5*000
Bruto Res & C.................. 300*000
ha Lettao 6t Innao............... 207*500
Flix Pareira da Silva............, 126*000
BARCA ITALIAN*A ROSA.Communicou-nos o
Sr. commandante do vapor Ipojuca, qne a barra
italiana Rota, bordejando na altura do Ass, en-
callara a* co.-la, safando muito como no dia 14
ao corrale, com agua aborta. O navio seguio no
neno dia para o nosso porto.
CACHORROS E MAt.\COS.A bordo do vapor
Jpajnta, vo a eompanbia dawos aaimaw, sb a
aaoilu do Sr. Piatoni. Segundo dizem o jornaes
dustria ou profissao.
| i'nico.As petiioes para remissao do im-
posto, nos casos dest artigo, podem ser dirigidas
| em qualquer lempo ao ministro da fazenda e aos
inspectores das thesourarias, por va das estares
Saas competentes.
Tiiesouraria de fazenda de Pernambuco, 21 de
junho de 1869.Joao Baptista de Castro e Siloa.
VAPOR IPOJUCA.Chegou hontem este vapor
da Companhia Pernambncana da Granja e porto
intermedios.
Fallecer, na capital do Cear, o contador
aposentado da thesouraria provincial, Antonio Lau-
riano Ribeiro.
O Jornal do Commercio dec!arou-se sectario das
ideas conservadoras.
A alfandega rendeu at 11 do corrent........
79:7523804.
Com 100 annos fallecer, no Coco, Manoel Jos
Ferreira, casado.
Lomos no Ped o II:
t A bordo do hiate nacional Gloria, de proprie-
dade do Sr. Jos Joaquim Carneiro, entrado do
Assd, veio a trlpolacao da barca ingiera Early-
Dowm, de 519 toneladas, composta do capitao Ja-
mes M. Red e mais 17 pssoas. A barca ia de Lon-
dros para a Australia com um completo carrega-
niciito de fazendas o outros artigue, o perdeu-se as
9 horas da noite, de 2 do corrent as Urcas, con
fronte ponta do Tnbarao : a perda foi total, sal-
vando-se apenas a tripolacio com fiarte da baga-
gcm.
O presidente, com sua secretaria, e a admi-
nistraejio do correio do Rio Grande, j se achavam
insultados no predio alugado no largo da Ribeira,
de propriedade do Sr. Domingos Henrique de Oli-
veira.
A cmara municipal de Goyanninha envin urna
felicitaran presidencia da provincia, pelo acto da
suspendo do juiz municipal daquelle termo, Dr.
Claudiano Bezerra Cavalcanti.
Lemos no Conservador :
i Foram presos e se acham cntregnes accSo da
justiea os criminosos seguintes :
Jos Gomes Itarbosa, morte ; Joaquim Orejha,
tomada de presos do poder da justiea ; Francisco
Varella Xavier de Paiva e Joaquim Francisco Soa-
res, ferimentos graves.
No dia 21 do maio, dentro da povoacao de No-
va-Cruz, Manoel Clemente da Luz, de 50 annos de
idade, assassinon brbaramente a Vicencia de tal,
sua amasia, dando-lhe 7 horriveis facadas, 4 sobre
os peitos o 3 pelas cosUs.
Nao se sabe ao corto qnaes os motivos, que
deram origem a semelbante crime.
O-assassino, ape-ar das diligencias da polica,
conseguio evadir-se prorurando os brejos da Para-
hyba, onde fora homisiar-se.
No districlo da Macahiba foram presos, ha
pouco pelo respectivo subdelegado de p dica Jo>6
Francisco de Souza, Antonio Bezerra, vulgo Anto-
nio Zome, Honorato Bapti-ta e Manoel Redondo, que
faziam parte do um coito d8 ladros de cavallos e
gados.
Os chefes da quadrilha, Manoel Cacheado e
Manoel de Amida poderam evadir-se.
Foram tomados a esses "malfeitores 6 cavallos
e 1 bests, que foram entregues ao respectivo juiz
municipal, o qual segundo nos consto vai proceder
na forma da le contra aquelles criminosos. >
Da Parahyba nos escrevem cm 20 do cor-
rente :
< 0 facto mais importante que tenho a noticiar-
llie na pres ule neGaan, o da chegada a esta
eapiul no vapor Paran a 10 do correnle inez, d>>
Exm. Sr. Dr. Venancio Jos d- Oliveira Lisboa,
presidente nomeado para esta provincia.
S. Ext;, foi recebido de bordo do paquete pelo
Sr. Dr. Sil vino, !. vice- presidente cm exercicin,
seguido do varios funecionarias pblicos e pessnas
distineUs, que dalli o acompanharam at o palacio
do governo, ende S. Exc. foi devidamonte hospe-
dado.
i No dia immediato, o Exm. Sr. Dr. Venancio
Lisboa, dirigio-se com um brilhante acompanha-
mento ao paco da cmara municipal, onde prestou
o juramento do estylo, entrando em seguida na
administracii da provincia, em cujo exercicio de-
sejamos a S". Exc. as maiores felicjdades.
O Exm. Sr. Dr. Sil vino Elvidio, depois decum-
prir o preceito da lei, entregando ao sea digno,
successor o relatorio de sua illustrada gprencia,
em cerca de dous mezes de suprema administra-
co da provincia voltou a oceupar o seu lugar na
directora da instruccao publica, onde tonto se tein
distiagnido,
* Faco votos para que a capacidade e dotes ad-
ministrativos, que S. Exc. revelen com tonto pro-
liciencia no curte periodo de -ua vantajosa gover-
iia cao, sejam aproveitodos pelo governo central em
alguma commis>d importante, onde se exija a par
de urna ictelligeneia esclarecida, a maior honesti-
dade e honradez, qualidadas inestimaveis em func-
ionarios de certa cathegoria.
Nao se effectuou no dia 19 do cerrente, como
estova annunciado, o leilo do casco e apparelho
do patacho inglez Elifa & Jane, naufragado na
praia de Lucoha, da nossa costa, com nm mpor-
unte carregamenta do plvora e mereadorias di-
versas.
A inspectora da alfandega aguardou a chega-
da dense dia para impedir o mesmo leilo, inti-
mando ao agente Alhayde dessa sua resolugao,
iob rertos fundamentos, que eoncernem boa fisca-
isafio dos inleresses do lisoo.
t O vice cnsul inglez protestou contra este al-
vitro do Sr. Dr. Costo Macbdo, por jolga-lo offen-
svo de suas prerogativas offlciaes, o em prejuizo
dos interesses do segnro ; de crer. porm, que a
quesio se resolva, sem qne semelhante protesto
produza incidentes desagrada veis.
O Sr. inspertor da aMBaiega fkou escaldado
rom o procedimento do agento britannico no ne-
gocio dos salvados 4a barra Porsuit, naufragada
ha seis matee na nossa costo, visto como ainda ae
do de jfina a nao ser liliqueada -uii tina f.
o que lafito desejo, albem d.i prestigio a autoi-
dade, i|ae a insperturia*yi.iiioli.
*i E" ruimfiito im-aaia ter o ai-sa/an mao e
detta-loroar, se-rio rematado e imperdoavel des-
cuido.
c U carjiagamentoj-do patacho naiifra*ado-au
|ira-menciido IIcartrrecwflf|o. eft^ sC ex '
e verTficarao nos oflicies da alfandega, emo
vido, paraae ulteriores disposicOes.
i Hontem deu o Casfino Parahybano a Ha
partida mensal, que foi basUnte concorrida do
sexo amavel; cerca do quarenta senlwi'i
rain a reuniat, que foi assistida crtnf a presenra
do Exm.Sr. Dr. Venaneio^ijba.ctijaiurlatdade
e nianeiras muito agradavam aiis circumstantes,
i O serviro ftw-se com regularidad, p'ofusao
bosa gusto, devido ao incansavel zelo da tniecrao.
que merece por isto encomios.
Ainda nesta oeeasiao tenho de registrar o pas-
samenlo prematuro de urna j>essa importante de
nossa sociedade.
u Deu alma Oeus, no dia 13 dq corrent, a
Exilia. Sra. D. Mara Saucba dos Prazeres Maia.
digna esposa do raajor Joaqun i'feira Mata,
irnwa do i.osso amigo Exm. S', padre Franeisco
Piolo l'essua, victima de um Uunorpa regiao do
ouvido esquerdo.
Sra una senhora distiucta por auas virtudes,
e que deixa um vacuo sensivcl iu sua numerosa
familia Dou os ineus sinceros psames ao seu
desolado esposo e extremoso irmao,
As ebuvas tem cessado nesu quinzena, fazeu-
omme
ce Oe uoBfSI; nao ha
tasto estamos sem coUjocj.
!' pequeo deposao que exjajtc de assueae
io ajenas chegari para dm carre; amento

H* muiU falla de dinljeiro^alttdo para trocos,
o que tem causado sertos vexaatoV populacao.
A altondega rendea no inez pa>sadn........
'.i:l"iiH, eo consulalo provincial 17:#9:.ilti.
LEILAft-Huje, s a> a luaia hu a decida "o d-Jwepl
agente Pinto o leilo do movis e mais objectos
existentes no segndo andar do sobrado da ra do
Augusto Xavier de Souza Fonseca, Manoel aVCosi
Antunes da Silva.
o Dr. Hena gmes Socratea lavare*
cellos, com Arceaia Matlid Lins dr
tiue.
Francisco
Anna Joa^tii
Joaqui
-Machado
po a. 2, po- tiimVaa lojaak liycoi. frin^fi'
TH1A.A qne se a clin a venda *i. .
beneftop da igreja de S. Pedro Apostlo de Olinda
que corre no dia 28.
PROCLAMAS.Foram a'dos na matriz da fregu-
lionra.'1 za diata Antonio no dia 20 do corrate niez os
seguintes proclamas :
1.a denunciacao..
Joao Cli maco dos Passos,om Francisca Theo-
phila Barbosa.
FrancscoLuizPereira,coRi Maria Zulmira Cari
Iota Ferreira
Manoel de Souza Lima, com Florinda Maria da
Oweeieao.
Antonio de Souza Guerra, com Mana Amalia da
Silva Bastos.
Jos Alexandrino dos Santos eom Maria do
Carino
' Manoel Francisco, com Maria Rosa dos Santos.
Jos Ribeiro Pessoa, com Anua Adelia d*Araujo
Peisoa,
Joao Mendos a Fonceca, com Jesuina Felismna
do Espirito Santo. <
J i lito Severino Brilo, com Emilia Francisca dos
Prazeres.
Francisco Rogerio Paes Bareto, com Justiua
rom Emilia
da Vascon-
Albuquer-
iruSve
TT
k -
bosa, Domingos Luccas, Manoel Fraaeeo Fran-
cisca das Cbagas, Jos Plaloni, Mano.' Doria An-
tonio dos SantosyAnloaio Piatoni e sua senhora
Joaquim'FranHsco Araujo e criado, uvenal do Al-
cantra, Gonrallo Gojics de Sonza, capitao Francis-
co Antonio Cabra I el rriatto, Vicente Ferreira
Vguiai
lOjdjI
eir t
com
s daApceifid,
ha^Peii
'craaj de Gotrudoe Maria
m Stbrina. erioula, escrava
inda da CuuUa Sonto Maior.
Joaquim Xavier dos Santos, com Maria Joaqui-
na do Espirito-Santo.
~**rasileiro de Mello, com Dulce Augusta
Ferreira, com Amelia
com Theodolina de
do-se sentir o calor de mu sol abrazador, que Maria dos Santos.
muito tem contribuido para que nao seja satisfac-1 Lupiciuo Carlos d'Araajo, com Urbana Carolina
loria a nossa saulubridade publica. d'Annuneiaeao.
arbosa Alvares
Augusto Pcreira Pinto.
Antonio Jos Gomes Jnior,
Barros e Silva.
Frmino Mariano da Silva, com Maria Magdalena
do Espirito-Santo.*
3.* deanneiacao.
Joao Ferera.da Silva, cout. Maria Joaquina de
Mendonca;
rlmt Sabino' Lopes de Medeiros, com Ledina Ma-
ra da Soledade.
Pedro de Alcntara Velloso, com Theodora dos
Santos Lima.
Antonio Pereira dos Santos, com Ricarda Ro-
mualda de Fonles Braga.
PASBAGEIROS.Do vapor brasileiro Ipojuca,
entrado do Granja :
Miguel Gracia Alves, sna senhora e 1 filho, Pe-
dro Miguel e 2 escravos, JoSo Cavalcanti de Hol-
ianda, Ignacio Ferreira, D. Francisca, D. Zulina
Amelhl, Jos Antonio de Barres, Diogo Marsden,
Joo Francisco de Oliveira, Vicente de Andrade Li-
ma, Goncallo Victorino da Trindade, capitao James
e 17 tripolantss da barca, Manoel Vidal, Joao Mon-
tero, Antonio Candido Ramos, coronel Antonio Pe-
reira da Grara, Luiz Francisro Pereira, Miguel Pe-
dro,-Manoel Francisco', "Francisco Rodrigues. Joo
Rodrigues, Francisco Joio, Jos da Silva, Joao Bar-
- .eir.
Aguiar, Manoel Antonio do Norte, Joaquim Firmia-
nqjto Reym^Manoel LcAudm Pufajra, Manoel Eus-
'Ifla Oliveira, Andr Fati-tino da Silva, Jos Mo-
ren de > ma, Anlniio Jos Cerqueira e Silva, pa-
dre loaq-iim Severiano. Migiwl Antonio, 2 filhos, 2
ravos e 1 ajan i no, Joao Giementino da Silva,
l criado e 1 escravo, Jo-
nliora.8 filos 1 criada e
o Canil!
Jos Paulino^Ha
'Bflieir., Dantas,
?iav,i-, Antonii B iscoCampos, Silvestre Pe-
a da C.rui, Jo Majbim ds Silva. Jm,) Franris-
^ a Silva, fanaeio Genis da- Silva e 1 criado.
Francisco Antonio Martins e 3 escravo*, liueharn
CamenamrJohn Cfrwnk, MTnrTino Alves Alfonso,
Manoel Vidal Buson, Dr. Epaminondas de Souza,'
sua senhora e 1 criada, Johem Wclch, Nelson Tur-
rel, Walter RWd, W. Dremond e Tliomaz Blefford,
6 esrravos a entregar.
CEMITERIO PUBLICO. Obtuario do dia 19 de
junho.
Maria Angela de Moraes Monteiro, Pernambuco,
28 anuos, rasada, Santo Antonio ; pneumona.
Joaquim, Pernambueo, 2 anno?, Boa-Vista; con-
gestao cerebral. -
Joanna Maria da Conceigao, Pernambuco, 74 an-
nos, casada, S. Jos ; entente.
Maria, Pernambuco, 6 mezes, Recife ; eonvul-
Boes.
Mara MafkOorc, Pernambnr.
ra, S.lo|tlj|nhvsira piilnit*al|
EspeTOlCT^ftaniDco, SljaT
nio ; abeesso do ventre.
liento? frica, 46 ainos, Sanio Antanw ; enler-
colllte.
Alexandre Jos da Silva, Pernambuco, W annos,
casado, S. Jos ; varilas.
Antonio, Pernambuco, 9 mezes, Santo Antonio ;
diarrbea.
-80-
Maria Joaquina da Conceicao. Pernambuco, 21
annos, solteira, Boa-Vista ; diarrha.
Antonio, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos ; catarro
pulmonar.
Manoel, Pernambuco, 2 horas, S. Jos ; teuno.
ipnos.'soltei-
* Sanio Anlo-
Denioiistracjao especificada ila receita e despeza da companhia do Beberibe no anno financeiro do Io de maio de 1868 30
de abril de 1869.
**
I AHSII |< \i lo
Cliafarizes e bicas....................................................
Pennas d'agua.....................................'...................
Joros sobre o fundo de reserva.........................................
Dividendo das apolices.. ^-............................................
Eventuaes................................................. ......
Pessoal do campo.........
Diversos concert o reparos
Trabalno de asseotamento de canos, aterro e excavado.
Transportes.....................................
Material........................................
Ferramenta.....................................
Aluguel do escriptorio e armazero...................
Despezas miudas.................................
UECEITA
IJESPEZA
CONSERVAOO DAS OBRAS
em todaalinha.j.......
OERA DA 2.a LINHA
F0N1^ PROVISORIA
Material.......................%....................................
Pessoal................................."...........................
Ferramenta............................,.............................
Despozas miadas.....................................................
DESPEZAS GEBAES
Pessoal da companhia..................
Despezas diversas.....................
Porcenlagem do caixa da conip.in.hia......
Uestituico aos arrematantes dos cliafarizes.
DIVIDENDOS
Dividendos pagos as pocas competentes.
Ditos atrasados.......................
RECEirA E DES-
PEZA EEFEO
TADA
76:282^189
32:512^892
:i:5875497
9M|000
2846*8
H23OO
1:426^400
8:663^860
4:943,W20
I:u25/J320
373^980
101^500
197,9380
0:15356oO
1100800
400900
240740
8:5240976
1:9510280
2:5470292
4910400
59:6610000
2:1690000
0
TOTAL
VERBA DO ORCA-
MEMTO

0
113:213^189
0
2:2490600
0
I
I
0
15:8650060
i
I
0
3:3360090
13:5140948
61:8300000
96:7950698
75:4830632
29:490,5028
3:3940280
6060000
1:3000000
6:000.-5000
0
t
4
|
20:0000000
8:100.5000
6600000
2:4400094
1:0000000
64:4160000
. 3:3200000
&
10:4400396
TOTAL
DIl-FEKENgA
Pura mais
0
\
0
108:9730940
0
7:300,5000
0
I
0
20:0000000
0
0
0
12:2000094
67:736,5000
107:2360094
7380520
3:0220864
1930217
0
2840648
4:2390249
0
0
0
0

3:336-5090
4240976
1:2910280
1070198
A
I
Pura muios
|
I
6
4760800
1:5760600
4
4
4:1344
94C
9
0
n
0
5:1590544
5080600
4:7550000
1:1510000
15:5990946
iO:44O036
Escriptorio da companhia do Beberibe, 7 de junho de 1869.=-Q escriturario, Marcolino JosPupe.
CMARA MUNICIPAL.
lezembro, Janeiro, fevereiro at 12 de marco cor- nio Sergio Marroquim, Bento Jos Domingos, Can-
rente, em que foi demittido o procurador Fran- dida Maria da Cruz. Francisco J-* da Silva loi-
n-e'/v ua e Silva> venficaudo um saldo de maraes, Francisca Eiu'liana da Cnce{o Bibeiro,
8j1i06. Nao pode porem a commssao dexar Jovina Dcolinda Bibeiro, Francolina X ivior da
de fazer reparo^ em certas veras, que sem duv(- Fonseca, Francisco Henrique Cal*, Jos de Al-
augmentarao excessivamente as despezas do meida Rabello, o< Euzebio Alves da Silva, Joio
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 23 DE MAR-
CO DE 1809.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. BARO DB MURIBKCA.
Presentes os Srs. Dr. Souza Lelo, Dr. Seve,
Dr. Barros
e Gameiro
abre-se a _.
antecedente. ??*' ProPr|a que nenhuma destas despezas fusse Jos Jacome Tasso, Jos Joa pjim da Costa Leite.
Um otBco do inspector da thesouraria de fa- 'e"a, sem quepreviamente a cmara, ou ao me- Luiz Reneiro Mara, Luiz Gomes Bezerra, Manoel
renda, com despacho da presidencia, mandando no3 a commssao respectiva, a autorizase, se es- Joaquim de Sant'Anna, Manoel Domingues Salvio,
informar, no qual pede o mesmo inspector a S. ta medida ja nao tivesse sido tomada em urna das Maria da Conceca-), Manoel do Nascimonto Ribei-
sessoes ordinarias.Posto em discussao o mesmo ro, Margarida daConceiao Nunes, Manool Mala-
parecer, foi approvado. quias do Camargo, Pereira & Vianna, bacharel
Comparece nesta on:asiao o ex-procurador Francisco Paulino Rodrigues Chaves,
Francisco de Paula e Silva, e apresenu a cmara Francisco Alves, o levantou-se a sessao.
o saldo de SalsiOb', verificado existir cm seu po- Deixou de ser assignada a presente acta por
der, e a mesma cmara faz entrega do dito saldo falla de numero para approva-la.
ao actual procurador Jos Symplicio do S Es- Eu, Francisco Canuto da Boa-viagem, secretario
Wyes. a escrevi.Ignacto Joaquim de Souza IMo, pro-
Deliberou-se sob proposta do Exm. Sr. presi- presidente.Dr. Joao Maria Seve.M. de Barros
dente, mandar officiar ao ex-admnstrador do tarreto.Bento Jos da Costa Jnior.Jos Ma-
Exc. que tenha" a bondade de providenciar, co-
mo lhe parecer conveniente, em ordem que a
cmara de solucSo ao officio junto por copia, que
lhe dirigi o inspector da alfandega, afim de quo
o empreiteiro da obra da respectiva guardamoria,
iiossa eomecar a construi-la.A comraissao de
ediflcago.
Outro do secretario da presidencia, de 22 do
correte, .em que declara, qua devendo festejar
se no dia 29 do dito mez o glorioso aniversario
do juramento da constituieao poltica do imperio,
dVtcrminou o Exm. Sr. presidente da provioca
quo nesse da nao funecionom as repartieres pu-
blicas ; o que commnnica a cmara para seu co-
nheeimento.Inteirada.
Outro do engenheiro cordeador, informando o
requermento de Jos Jacome Tasso, pedlndo pra
fzer um muro com gradeamento em seu sitio n.
10 da estrada de Parnameirin, declara que nada
tem a oppor, dando-se-lhe previamente a cordea-
cao.Mandou-se cordear.
Outro do mesmo, informando o requer ment
de Jorge Jacome Tasso, pedindo ticen (a para re-
construir quarenta palmos de muro, que foi dei-
tado abaixo pela ultima cheia do Capibaribe, es
seu sitio da estrada da Cruz das Almas ; declara
nada ter que oppdr.Conceden-se.
Outro do mesmo, informando sobre o que pede
em sea requermento, Leopoldo Martins Ribeiro ;
diz que nada tem a oppdr a pnHencao do suppli-
i-ante, do abrir urna janella no lugar de urna por-
ta na rasa n. 30 da rna do Caes do Capibaribe.
Concedeu-u.
Outro do mesmo, informando o requermento
de Balthazar Gimoalves Machado, que pede licen-
ca para abrir ama coclieira na casa o. 1 da ra
da Gua, para carros o cavallos, bem como fazer
diversos concert* na mesma casa ; declara que
a casa em questo est marcada na planta para
sor demolida, afim de regularisar-se a praca do
Arsenal de Marinha, pelo que parece-lhe nao ter
lugar o que requer o supplicante.Posto em dis-
cussao o Sr. Dr. Manuel do Barros pedo a pala
vra, e faz a segumte proposta: Proponbo que
so conceda a lirenca podida pefo Sr. Balthazar
Gon calves Machado, nbri gando -se o prnprietario
por meio de um termo a nao cobrar da cmara
as bemfeitorias que pretende fazer quando for
desaprnpriado o terreno para pa*aagem da ra
prnjectadaPaco 4& cmara municipal, 23 de
margo de 1869.Ai. de Barros. Discutida a
proposta, foi approvada, conoedendo-se a lioenca
com a tondicSo referida.
A commssao de po'icia apreaentou o seu paro-
Esta pbaruiaca continua a abrir-so a qualquri
hora da nolte, para aviar roceitas.
Recife, 16 de junho de 1869.
C. Clao < C.
Protectora das familias
Associacao brasileira de seguro mutuo sobre a
vida, approvada por decreto do governo imperisl,
de 13 de junho de 1864, e gerida pelo Banco Ru-
ral e Hypotbecario do Ro de Janeiro.
Commssao fiscal.
Veador Jos Joaquim de Lima e Silva Sobrinfao.
Commendador Jeronymo Jos de Mesquita.
Commendador Boaventura Goncalves Roque.
Slvtstrc Commendador Guilbermu Pinto de Magalhes.
Estado dessa associacao em 30 de abril de 1869.
contratos 5,802.
Capital subscripto rs. 8,716:470o80, aspesaa<
que quizerem inscrever-se poderao dirig r-se nu
na do Livramento n. 19, pruneiro andar : a tra-
tar com o Sr. N. de Vidal, encarregado pelo
cemiterio da freguezia da Varzea, para entregar rw Freir Gameiro.Dr. Pedro de Atkayde IMo Banco Rural e Hypothecario do Rio do Janeiro.
ao seu successor as guias dos enterramentos fe-
tos no dito estahelecimento desde o 1.' de feverei-
ro a 12 do corrent, e bem assim ao ex-flseal pa-
ra recolher a arrecadacao que fez no mem
tempo.
A commssao do polica apresenton um parecer
sobre a pretencao de Luiz Gomes Bezerra, arre-
maianto do imposto de aferigoes dos pezos e me-
didas, relativamente a ser espagado o pagamento
da letra, qne tem de vencer-se no primeiro de
abril prximo vjndouro ; n'um parecer a comms-
sao expSe as rao>s em que se Tunda o arrema
tante para vir pedir semelhante concessai, o qual
allega ainda quo lendo sido espagado tamhem o
tempo para comegar as aferigdes pelo systeraa
mtrico aquelles que reclamaran) o dito prasn,
sem com tudo obr*ga-los a aferir pelo amigo sys-
tems, y-se na impossibilidade de satisfazer a
prestacao que agora se vence ; a commssao, pois,
reconhocendo a rasao que tem o arrematante,
visto como os coatribuintes de ordinario guar-
dam-se para aatisfazer o imposto a ultima hora, e
tendo-se concedido o prora de tres mezes a estes,
que dever tero.inar no ultimo de maio, de pa-
recer que se conceda tambero ao arrematante
ignal tempo smente com relacao a prestagao de
que trata.Posto em discussao, e acbando-so o
Kxm. Sr. presidente um pouco eneommodado, nao
podendo por isla continuar, d parte a cmara, o
retirase. O Sr. Dr. Souza Leao passa a oceupar
a cadeira da presidencia, e o parecer principia a
ser discutido, e por fim approvado, votando con-
tra o Sr. Dr. Barros Barreto.
Deliberou-se oficiar ao Exm. Sr. presidente da
provincia, pedindo solacio do oBBcio sob n. 81, de
23 de dezembro do anuo passado, relativamente a
approvaeo da arremataco dos talhos nmeros 1,
i e 6 do assougue publico da Ribeira da fregue-
zia de S. Jos, cuja arromatacao lora feita por
Joao Mauricio de Sena.
O Sr. presidente marcou sessao para o dia 2 de
abril prximo vindouro.
Despacharam-se as peticoes de Antonio Fran
JfJMMao.
I para promover
Kicao.
assignaturas para a mesma asso-
PUBLICACOES A PEDIDO.
AO PUBLICO
C. Catio A C. ostabelecidos com pharmacia e
drogara ra da Imperatriz n. 77, vem repre-
sentar ao publico a grande reduccao depreco que
fzeram nos seus medicamentos em relacao aos
demais que se vendom, garantindo se a boa qua-
lidade e notando-se entre elles os seguintes :
Licor anti-syphitico do Dr. Ricord, 2J000 urna
garrafa. Injecgao do mesmo auctor 14000 um
frasco, tnico brasileiro da Salaiar, anli-dartroso e I
de urna cura prompta e infallivel pura caspas,
e.npingens, sardas etc. etc. a 14000 o frasco, xa-1
ropa balsmico peitoral brasileiro* urna garrafa
por lOOO, dito peitoral de rabo do tat, j muito
conhecido pelos seu* milagrea a 1*000 a garmfa,
xarope peitoral anti-aslhmatico de paracary urna
garrafa por 1*000, pilula* anti-asthmaticas da
mesma plinta, a caixa por 1*000, nica pharma-
cia em que ha este* medicamentos, xarope de ju-
rabeba simple* a 1*000 a garrafa, dito ferrugino-
so a 1*800, plula* de jurubeba simples 1^000
urna caixa, e fon- iginosas 1*300, vmho do juru-
beba simples 1*000 a garrafae ferruginoso 1*500,
xarope peitoral de fodegoso a 1*1000 a garrafa.
Alem de todos esses perparados, ha um grande
sortim8nto de medicamentos productos chimicos,
pbarmaceuticos, cujas qnalidades j sao muilo
conhecidas dos illu>trados mdicos d'esl cidada
Encarregando-so alguem oficiosamente de pro-
palar em algn* circuios, que son eu um dos re-
dactores da llustraco Acadmica, declaro, alio c
bom som, que nao son ouvido nem cheirado para
negocios que digam respeito esse jornal, e que
nao tomo parte alguma directa ou indirecta em
sua re.laccao.
Faco esudeclaracaosimplesmeate para deaf
go e tranquillidade dasconsdencias no queme dk
respeito, e afim de que d'ora em vante se fique
sabendo que nao fago, nem farei parte de redac-
g- de jornal algum em que nao possa figurar os-
tensivamenta o mea nomo.
Jos Leandro Martins Soeies.
COMMERCIO.
CASA DE. CAMBIO
Teodoro Simou & 0.
Compram e vendem por conta propria
metaes, moedas nacionaes e estrangotraf.
sejjai de cambio, sedlas do governo e do
qanco do Brasil.
Descontam letras da trra e outros ttu-
los commerciaes.
Encarregam-8e por amia alheia dafs mee-
da cobranca de letras da
_ mas transaccoes,
e do publico em geral, assim tambem encontrar- trra e de outros ttulos commerciaes.
se ha mmenso sortraento de drogas em qtianU-l Ra-fiKflm miaesonflr miaotas em foa
dade capaz de aviar para esta cidae e para o cen- KeceDe A~/f nrV, ,^
tro; provenindo-se aos pintores que acharan sera- t0> em cm M**1*6 e Praz0 "*0-
pre um complete rarlimento de tintas de varias TsWTft \( (ViriM) STltA 11 '
cores e de todas as qualidades por procos raioa-1 ^*uOu uu \AJiyv rJHlkW il, cer, dando por conferidas as conUe dos mezes de I cisco do Nascimento, Antonio Jos Gomes, Anto-' veis; c em porgio f; J-se-ha ainda abatimento.
*
i,
v
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r


Diario- de Pernambuco Tetqa feira 22 de Jtonho ele 18C9.



L
-i..:.___i__I___ .
ENGLISH BU,
Of Rio do Janeiro]
Dcsf/r>ta retiras da prora i ta
voncioaar. ^
pnoo fixo.
Saca vista ou praso solgg
principaes da Europa, lem
hia, Buenos-Ayrea, Montev
e New-Orleans, e imitte car
para os mesmos lugares.
Largo do Pelourmho n. 7
Al.FANDEGA.
Rendimentn do da 1 a 19. .
dem do da 21.....
Rerifr, 14 de jtinhe de 1860.
Abilio M TttvuiesAt Silva:
7.",*;:1675oO
810:018*519
MUVIMENTO DA ALFA.NDEGA
Volume- entrados com fazendas
dem idem com. gneros
Volumes saludos com fazendas
Mein idem com gneros
4
261
-----268
333
300
----- 633
Doscarregam boje 22 de junho
Barca ingleza Wia of the IWjWnwreadorias.
Patacho n Ttc-allemaoJohn Cari dem.
Pa -alloman.Vn>ferro.
Barra ioglezA Jane Maafarinha de trigo.
Barca portugueza Atexawire Herculano va-
rios generas.
Brifiin wrmail ilftnrfii //charque.
Brigue ir.glezfegnhtorbarallio.
Importadlo.
Vapor trasun monea, finio ib Acaraei
pollos intermedios, uiinifcstuu :
80 mcio< le rala ; a Juviniann Manta.
9 dito* dita, 24 volumes barricas abatidas, 199
barricas farinha de trigo; a ordein.
6 clisas queijos ; a Chalara 4 (tabello.
1 dila (filos, 8 garajos carne; a A. A. de Sou-
za Aguiar.
folios dita, i barrica (jueijup, 20 couros sal-
gadas a Manos! Marque* Pinto.
eras algodao ; a S Lellao & Irmao.
58 diu.- dito : a Tasso Irmao.
139 dita* dito, 3 barricas goma ; a Fernandos &
irmao.
4 sarcos cera de carnauba, 1 eafxao carne ; a
G. S. I la Cmara.
2 para i.ios d.n a Cunta Irmiios V ('.
RKCEBEDOKIA DE KENDAS INTEItNAS GE-
IIAES DE PERNAMBUCO.
Rudimento do dia 1 a 19. 42:836s460
Idem do dia 21...... 5:775*341
48:631801
CONSULADO PROVINCIAL
niodo.lii I a 19.
d^ di* 21. .
103:537,1381
12:413*338
117:950*9
M0V1MENT0 DO PORTO.
Mario entrada no dia 20.
alJamre 49 dita, patacho ngloz Chance, de 13i
Haetadaa, capitn John F. Laterge, eqaipagetn
8, arfa 1400 barricas com farinha de trigo e
Mina gneros : a Sawndcrs Brothers & C Ar-
ribou par estar donte o capitao, o seu destino
a;> Rio Grande do Sal,
Xario sahido no mesmo dia.
Lata Brlgua panuauai Cotete, capitao i. J. da
Costa, carca assur.nr e outros gneros.
Navios entrados do dia 21.
Granja e portas intermedi'is9 di.is, vapor brasi-
lero lifjnra, de 312 toneladas, commandantc
V. K. RoJrigues, equipagem 32, carga dilTereu-
tesgener-s: a conipanhia Pernambueana.
As26 dias, hiato brasileiro Sbrateme, de 97
toneladas, capitao Antonio Gomes Pereira, equi-
pagem 8. carga atl; a S Lciii Irmao.
Swan-ea45 dias, hrigue ingiez Gauntlet, de 237
ton 'va-, capitn James Rees, equipagem ^9,
carga carvao; ao cnsul. Este cavia o qua
se arhava encalhado no da 13 no arrecife da
ha de Kamarae em frente ao rio Ambra.
JJbm sahido no mesmo dia.
BarcelonaSumaca hespanhola M.ria Assunla,
capitao S. Lebone, carga algodao.
EDITAES.
CONSELHO DE QUALIFICACO.
De ordem do lllm. Sr. coronel ommandante e
presidente do conselho, haver no dia 23 do cor-
realto as II horas da uianha, inspeceo medica
para os guardas nacinnaes do 2." batauao da fre-
guezia de S. Jos, que requeieram passagem para
:>> da reserva.
Adelo Publio de Maraes Carvalho.
Alferes secretario.
2.* seccao Secretaria do governo de Per-
uamlmcr. 18 de junho de 1839.Pela secretaria
do po\erno se avisa a Francisco Antonio Pereira
de Bastos, que na reparticao do correio se acha a
sua peticio dirigida ao governo imperial pelo mi-
nisterio da juslica, convindo que mande pagar o
porte respectivo, para que possa seguir o seu des-
tilo.
O secretario
Joaqcim Correia de Araujo.
Peta secretaria da cmara municipal Justa
cidade se faz publico para couhecimento dos in-
teressados, que as obras dos enneertos da estrada
que cooduz a Caxang, c dos concertos de que
eces-ita o mttailoiiro publico, oreadas a primeira
na piantia de 2:794*000 e a segnnda na de.....
1.938*000, coniininrao ein praca, perante a mes-
ma cantara, em o dia 23 do rente.
Baeretaria da cmara municipal do Recife 19 da
jimhn de 1869.
O secretario
______Fhmeitco Canuto da Bou- Viagem.
UU DOS FEITOS DA FAZENDA
O r. Abilio Jos Tavares da Silva, juiz dos feitos
da fazenda nacional, etc.
Faco saber aos que este^virem, que no dia 15
de jiiiho prximo vindouro. se vender cm praca
publica dote jnizo, as 11 horas da manhaa, de-
pois da audiencia, a requer ment) de Francisco
Antonio Pontual, cessionario da fazenda nacional,
ara terreno denominadoAurora,na freguezia
dos Atojados, com 1,160 palmos de frente e 1,630
de fundo, cem urna casa arruinada, dous tornos
de otaria tambem arruinados, e alguns alvoredos
de Irneto, percncente aos herdeiros de D. Marta
Joaquina Machado Cavalcanti, avallado por quatro
ixmtos de ri-is.
E para que chegue a noticia a todos mandei
passar o presente que ser alxado no lugar do
costme e publicado pela imprensa.
Ka Laiz Francisco Brrelo de Almeida, escrivao
< subscrevi.
COMPANHIA
Df>
BEBERIBE
Nt dia 23 do jrrenle pelas. 12 horas do
dia lera lugar no escriptorio da companlia
ra do Cabug n. 1G, a arrematarao dos
chafarizes e bicas por batiros, nao se ad-
millindo proposlas que comprchendam mais
de um bairro, nem por ospaco maior de um
anno, os senhores -licitantes conipareram
com scus fiadores ou declararlo dos mes-
mos no mencionado dia, devendo ser as
propostas em carta fechada apresentada na
mesma occasiao, ou antes no escriptorio,
onde melhor se deverao esclarecer e infor-
mar-se das eondires do contrato de arre-
miaco, e declara-so que fica a venda d'agua
para o mar exclusivamente feita no bairro
do Recife.
Bastas Sobre as quaes se deve laucar:
Bairro do Recife.
Cliafariz e bica do caes da al-
fbega ............... o:600#)00
Dito da ra da Cruz....... 5:200?!noo
Dito da ra do Brum...... 4:000 >00
Dito e bica do Forte do Mat-
tos................... 5:200*000
20:000*000
Bairro de Santo Antonio.
Cliafariz do largo do Carmo.
Dito do largo do Paraso
Dito da praca de Pedro II...
Dito da rita do Sol........
Dilo da ra da Concordia..
Bairro da Boa-Vista.
Cliafariz e bica do caes do Ca-
pibaribe...............
Diio da ra da Aurora.....s.
Dito da cidade nova de Santo
Amaro.................
Dito do lugar do Campo-Ver-
de....................
Dito do largo da Soledade...
Dito da caixa d'agua dos Pi-
res ...................
Dito da praca da Boa-Vista..
Dito da ra de S. Goncalo...
Bairro de S. Jos.
Cliafariz do largo daRibeira.
Dito da ra do Terco.......
Dito de defronte da Cabanga.
Dito da ra Imperial.......
Dito do largo de Nossa Se-
nhora da Paz de Afogados
Passagem- da-Magdalena.
Chafariz do largo do Viveiro.
Dito da entre duas pontes..
Capunga.
Chafariz da ra das Pernam-
bueana ...............
7:000*000
5:G00.-SO00
3:100*000
2:500*01'0
3:800*000
22:000*000
3:000*000
1:200*000
2:200*000
800*000
1:725*000
4:875/1000
5:000*000
1:200*000
20:000*000
9:5005000
5:000*000
2:000*000
5:0000000
2:500*000
21:000*000
150*000
2405000
390*000
12.0*000
120*000
Total... 80:510*000
Escriptorio da Companhia do Beberibe,
17 de junho de 1869.
0 secretario,
Dr. Pmvcdes Gomes de Souza Pitamja.
Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife
A'lllma. junta administrativa da Santa
Casa de .Mirericordia do Recife, recebe pro-
postas para o fomecimento dos objectos pre-
cisos para a secretaria da mesma Santa
Casa, conforme a rlacao abaixo, pelas i
horas da tarde do dia 25 do corrente na
sala de suas sesses:
Papel pautadoFiume.resma.
dem idem liso, idem
dem idem linho azul, idem.
dem linho liso, idem.
dem para officios, timbrado.
dem florete.
dem linho, pautado.
Hollanda grande, caderno
dem Jes, idem.
dem Besin, idem.
dem idem, idem.
dem Ec, idem.
Mata borro, folha.
Par de pastas para guardar pepeis.
de obreia!


Livro&em-branco 13 pollegad3S.
Lapis uretos.
lilBMlk)
1\ (Iras tac louza n. 1 para collegio.
dem n. 2, idem.
dem n, 3, idem.
Creies duzia, idem.
Tinta preta, garrafa.
Fita de linho, duzia.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, 4 de junho de 1869.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.____
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A Illma. )imta administrativa da Santa Casa
do Misericordia do Recife, na sala de suas sess5es,
pelas 3 horas da tarde do dia 23 do eotreute, re-
cebe propostas para o fomecimento do pan, bo-
lacha e carao verde que houverem de ser consu-
midos pelos estabelecimenlos pos seu cargo,
tanto nesta ektode como na do Olinda, nos mezes
de julho a selcnibro vindouros.
Os preiendentes devota.) apresenlaro preco des-
tes gneros por kylogrammas e nao por libras.
Secretaria da Santa C;\sa de Misericordia do
Recife, 18 de junho de 1869.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza
Santa Casa da Misericordia do
llecife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico quena
sala de suas sesadas, no dia 2& de junho, pelas
quatro horas da tarde, tem de ser arrematadas ,i
Hom mais vantagons offerecer, pelo tempo do um
tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMEXTOS DE CARIDADE.
Ra Direita.
obrSado de dous andares n. 8. 1:067000
Ra do Padre Floriano.
Cas terrea n. 47...... 1705000
dem idem n. 63...... 176OO0
Idem n. 47. 49....... 170000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 30...... 1773000
dem idem n. 34....... 168iOO
iJam idem n. 36....... 178jO(>0
II u a do Calabonco.
Casa torrean. 18...... 3001000
dem n. 20.......242OO0
Ra da Moeda.
Primeiro andar do sobrado n. 37. 7fi000
Segundo andar dito......'96000
Arcal do Forte.
Casa terrea n. 1. ...... 100,3000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ra da Senzalla Verba.
Sobrado do dous andares n. 134 6005000
Casa terrea n. 18 2063000
Casa terrea n. 16....... 2063000
Ra da Guia.
Casa terrea n. 27...... 114000
Ra do Trapiche
Sobrado de tres tandar n. 30.. 652300
Largo do Pcraizo.
2.a loja da travessa...... 1215000
3.' dita dita........ 73*000
Ra da Madre de Deus
Ra de S. 3onoalo.
Casa terrea n. 24...... 1963000
Azeite de Peixe.
Sobrado de um andar n. 14 6503000
Casa terrea n. 2. 4525000
Ra da Cacimba.
Casa terrea n. 5....... 1503000
dem idem n. 12.....1465000
Ra do Burgos.
dem n. 21......... 1465000
Ra do Vigario.
I." andar do sobrado n. 27. 2403000
Madre de Deus.
Sobrado de nm andar n. 9. 3605000
Casa terrea n. 22.......1:0005000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 105................. 1465000
Idem idem n. 103.................. 2023000
dem n. 110..................... 2035000
Idem n. 98........................ 2035000
Idem n. 96......................., 2025000
dem n. 94........................ 2405000
dem n. 100......., ,...........,. .. 20U000
Sitio n. 5 no Forno da Cal........... 1503000
dem da Mirueira u 4. 1063000
Os prctendentes deverao apresentar no acto da
arrematacao as suas fianzas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 17 de jw>ho de 1869.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza,
Para provimenh do mcamo almoxwi/ado.
400 vasapuras .le palha.
4O0 daj dajjuncok
200 ilias de piassaVfl.
10" resma do panel rartarhrh*.
Para a cumpaiiliia de eavailaria.
1 camisa de meia.
58. lencos de algodao.
38 pares Je luvas de algodao.
W'pares de meias de algodao.
142 raras de^algodiio.
A pessoas que quizaren) vendor ditos artigos
apresentem suas prdpostas na sala do conselho
as If horas do dia 28 do eorrento.
Sala do conselho de compras do arsenal de
guerr-ade Pernambuco 21 de junho de 1869.
' No Impedimento do director,
Hygino Jos Coelho.
Jos Baptista de Castro Suva,
Secretario.
O film. Sr. conselheiro, inspector da iln-ou-
raria de fazenda dusta p.ovincit em virtmle do
oflieio-do presidencia do 17 do corrente, miruli
fazer publico, para eonhcciinento de quem inte-
rtssar possa, que no dia 26 do crrante mez, as
horas da tarde, hao de ser arrematados perante
a jtinta da mesma thesouraria, por quem maior
lauco offerecer, dous caixoles contendo medica
mantos.
Secretaria da thesouraria de famnda de Per-
nambueo 21 de junho de 1869.
Scrindo de oflkial-malor,
Manuel Jos Pinto.
Tenja-feira, 22 do andante mez, val a praca
um annolo de ouro com urna esmeralda o dia-
mantes. (Inda a audiencia do Dr. juiz de orpnios.
O inspector interino da aHwdega taz publico
que tendo vindo do Liverpool, no brigne norue-
guense Atice, entrado neste po.rfi>om 28 do maio
do corrente anno. 50 toneladas de carvao de pedra
consignadas ordem, e nao sendo por conseguin-
te eonhecido o seu dono ou consignatario, se faz e
presente, convida ido quem le direito for, para
no nrazo de 13 dias, que Ihe marcado, vir des-
pachar a referida merenduria, s.ib pena de, findo
elle, e a revelia, proceder se sna venda em hasta
publica por conta de quem pertenece, como aban-
donada, nos termos do art. 301 do repulamento de
19 de setembro de 1860, tudo de conformidad.)
com o preceituado no 2' do art. 454 do citado
regulamento.
Alfandega de Pernambuco, 17 de junho de 1869.
O inspector interino, L- de C. Pnrs deAndrade>
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico que, no dia Io de junho vindouro,
se principalo a contar os 30 dias uteis
para a cobranca bocea do cofre dos im-
postos: da dcima urbana, de 5 % sobre
os bens de raz pertencentes corporales
de mo morta, e de 20 % d> consumm
de agurdente relativo ao 2o semestre do
anno tinanceiro vigente 18681869, eque
ficam sugeitos mulla de 0 % todos os
dbitos que forcm pagos depois de lindos
os referidos 30 dias.
Mesa do consulado provincial de Per-
nambuco, 25 demait de 186!).
Antonio Cnrneiro Machado Rios
Pela recebeduria de rundas internas
geraes, se faz publico que neste corrente
mez de junho, que os duvedores do impos-
to de 20 por cento da decima de mo mor-
ta e do imposto especial sobre casas de
movis, roup etc, fabricados em paiz es-
trangeiro teem do pagar, livre de multa, o
2 semestre do exercicio corrente de 1868
!869, depois do que. ser cobrado com a
multa de 6 %
Recebedoria de Pernambuco 2 de junho
de 1869. O administrador
Manoel Cnrneiro de Souza Lacerda.
MFERnxrimn- jwakdot
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THEATRO
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Isabel
E3PREZA-C0IMBRA.
Tergar-feira 22 ele jtniho ^le 1869.
I
BENEFICIO DO ACTOR

Sabir a scena, pelaprim ira vez por esta companhia, o magnifico drama em
actos, original doSr. Mendes Leal (Antonio)
ABEL E CAIM
So qual toma parto toda a companhi.v
Seguir se-La, execu^ada pela orchestra, a linda scholtisch
' GOCS33BTB
composieao do distincto maestro pernambucano o Sr.
i. eonLiia BARBOSA
Em seguida o beneficiado recital a
UM MONOLOGO DE GRATIDO
sendo nesta occasiao tocada pela orchestra a walsa intituladEduardo, composi-
eao do distincto professor o Illm.|Sr.
FRANCELIXO DLETO
seguindo na mesma occasiao, pela Sr." I). Apolonia Jordani, a chistosa canconela
em francez
O DUQUE DE BYSAWCE
Terminar o espectculo com a applaudida comedia em 2 actos, ornada de
msica
O ECLYPSJE BE IW*I.
Fazem parle os artistas : Martinho, C. Rocha, Jordani, D. Clelia e D. Apolonia.
O beneficiado pela primeira vez nesta capital, tudo confia da generosa pro-
teccao do Ilustrado publico pernambucano, com especialidade do distincto corpo
acadmico o honrada classe commeicial.
O resto dos bilhetes acha-se na casa do beneficiado, ra de S. Francisco n. 32.
Principiar s horas do costume.
O
c
t!
ce
M
-
es
cu
3
D-
s
9
I
a.
V)
9
BENEFICIO DO ACTOR EDUARDO.
Grand concrt
Donn par Mr. Noury, vendredi 25 juin,
dans les salons du Club Pernambucano,
avec le concours de Mme. Marie Dufres.
ny, chitnteuse legre, Mr. J. Coelho Bar-
_ bosa, tenor, Mr. Salustiano, utiste e t
' Mr. Gmbaro, pianiste.
i." PARTE.
1 Le Dicu d'Or, ro-
mance drainali-
que (Valentino).. Mr. Noury
2 Flcur des Alpes,
Tvrolicnne...... Md. Marie Dufresny.
3 Grand air de Bra-
voure, pour fiute. Mr. Salusljano.
Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 14 de junho de 1869.
A illnstrissima junta administrativa da Santa Ca-
sa de Misericordia do Recife, manda fazer publico
que tendo-lhe sido requerido o arrendamente" por
nove annos do sobrado n. 23, sito ra da Cadeia
do Recife portencente ao patrimonio dos estabele-
cimentos de caridade, pagando o arrematante a
renda annual de 1 ;000000 e concorrendo com o
donaiivo de 2:000000 para auxilio do cofre res-
pectivo, e fazendo a sua custa, tanto a frente do
predio que deita para a ra da Cadeia, como a da
ra do Encantamento, segundo o systema moderno
conforme as posturas da cmara, com portadas de
pedra, canos para esgoto, toda a coberta, traveja-
mento e soalhos novos, com repartimentos ou em
saines, empregando na obra materiaes de primeira
qualidade, aproveitando o que estiver em bom es-
tado, obrlgando-so a comecar a obra dentro do
prazo de tres mezes e acaba-la no do doze mezes
fazendo-a sob a inspecj&o dos mordomos de pre-
dios ; e podendo acontecer que existam outros pre-
tendentes que maja vantagens possam offerecer,
recebe propostas n'este sentido, na sala de suas ses-
ses ate as 3 horas da tarde do dia 25 do cor-
rente.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 14 de junho de 1869.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Tinteiro de lati.
Garrafas de tinta.
Tales de conhecimentos (impresses e
encardenacao).
Livrosem branco de 16 pollegadas.
Livro sem branco estreitos.
Conselho de compras do arsenal
de guerra.
0 conselho de compras do arsenal de guerra
preci comprar paaa a escripturacio do ahnoxa-
rifado o seguinte :
1 livro de papel hollanda pautado de 80 folha?.
2 ditos de dito dila de 40 tullas.
1 dito de dito dita de 80 folbas, formato menor.
t dito de dito dita de 70 lolbas.
1 dito de dito dito de 60 folbas.
1 dito de dito dita de 50 folhas.
2 ditos de dito dita de 30 folhas.
2 ditos de dito dita de 24 folhas.
2 ditos de dito dita de 20 folhas.
2 ditos do dito dita de 16 folhas.
THEiTIlO
DE
S. ISABEL.
EMPREZA DRAMTICA
DE
PENLTIMAS RECITAS DA PRESENTE
ESTACO DRAMA flCA
W.tllTA-B'Kllt* 83
E
Quinta-fcira 24 do corrente
A orchestra tocar pela primeira vez a polka
histrica escripta pelo Sr. Jos Coelho Rarbosa
Abordagem Farnaliyba.
Segue-sc a representaco do muito applaudido
drama cm 6 actos
OS PIRATAS m StfffiS
Personagcns. Os senhores
Andr (o caeador de tigres). J. Augusto.
Hibeiro (chefe dos piratas. C. Bocha.
Jonuthas (commcrciante amer-
cano........
Theodoro Pivoine. ...
Paulo Berard.
Julio.........
Vargas (vaqueiro).....
Miguel (pirata)......
Juanez (idem)......
Ramn (idem)......Porto.
Talobos (idem)......Santa Rosa
Poquito.......
Moco do hotel.....
Um" amigo......
Um oflicial americano. .
Helena Morales......Mara \elluti
Manoellita..... Apolonia.
A emigrada. ...... Clelia.
Eva (menina de 7 annos) Zulmira.
Piratas, vaqueiros, marinheiros etc.
O 1* acto passa-se em Pars, c os outros 4
Mxico.
POCA 1848.
Denominacao dos actos.
! actoUrna excentricidadeamericana.Praga.
2o actoO bracelete. A scena representa as
ruinas do templo do Sol ....
3- actoO abismo. Grande e esplendida scena
executada pelo Sr. Chaplen (Rochedos.)
4 actoO veneno. Tcrraco na fazenda Mo-
rales.
5o actoJustica de Dos Floresta americana.
Cometer as 8 horas.
Os senhores que tizeram encomraendas de bi-
lueles podem desdo ; mand-los buscar ao es-
criptorio do theatro.
Brochado.
Jos Guimaraes
Eduardo.
P. da (kista.
Jordani.
Lessa.
Jos Victorino.
Francisca.
Santa Rosa.
Lessa.
P. da Costa.
no
. Grand air du Tro-
vatore(Verdi)... Mr. J. Coelho Barbosa.
5 Air du Canari des
PantinsdeViolet- ^
te ( Adam ) avec
accompagnement
de flulo par.....Md. Marie D. et Mr. Salustiauo
'I La gretiouille aux
camelias, fabiiau
bouff (Ofhnbaeh) /
par............Wr. Noury.
2.' PARTE.
1 Bella adorata in-
cgnita, romance
de l'opra II t'.iu-
ramento (merca-
dente ), ehante
par............ Mr. J. Coelho Barbosa.
I Je n'vou dis qu'-
ca, chansonnette,
(HenryCelloi)..- Md. Marie.
3 Pot-pourri, exe-
cut sur la ilute
par............Mr. Salustiano.
4 Do de Bonsoir
voisin (Ferdinaud
Poise).......... Md. Mario et Mr. Noury.
5 L'Amour dans
plusienrs pays, s^
chansonnette co-
mique.......... Mr. Noury.
6 Pour terminer la
soire, grand do
de la mouche du
3* acto d'Orphoe-
anx enfers, (Of-
fenbach).......Md. Marie et Mr. Noury.^
Prix du billet d'cntre cinc millos rls (SJWOO.)
On commencera 8 1/2 precise?.
On se procuro des billets l'Hotel de Franco,
ru do Trapixc.
OALCACAR
Ba nova de Santa
Eitan. 1.
BAILES DE MASCARAS
SEM ELLAS
o patacho portugiez Jorgense por j ter prnrapta
quasi toda a carga : para o resto que lhe falta e
passageiros, para os quaes tem bellos commodos.
trata-se com o consignatario Jlo do Reg Lima,
ra do Apollo n. 4.
COMPANHIA BMSMlRf
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sut esperado
at o dia 22 do corrente o vapor
Guar, commandantc o primeiro
tenente P. H. Duarte, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte,
i Desde j recebem-sc passageiros c engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
das e dinheiro a i Vete at as duas horas do dia da
{ sua sahida.
Nao se recebem como encommendas seno ob-
i jectos de pequeo valor e <|ue nao excedam a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
Tudo jue passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57,
1* andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
C0MPA1IA BARS1LEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos dd norte esperada
at o dia 28 de junho o vapoi
Paran, commandantc o capitao
de fragata Antonio Joaquina de
Santa Barbara, o mal depois da
demora do costume seguir para os portos do
sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de suachegada, Encommen-
das e dinheiro a frote at o dia da sui sahida as t
horas.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor e que nlo excedam a duas
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
Tudo que pasBar destea limites dever ser embar-
cado como earga.
Previne-se aos Sr. pasageirs que snas passa-
gens s se recebem na agencia ra da Cruzn. 57,
Io andar, escriptorio de Antonio
Azevedo & C.
Luiz do Oliveira
2L
>
E
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
DE
Xavegaco eostelra por rapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarac e Granja.
O vapor Ipojuca, commandante
Eustaquio, seguir para os portos ci-
ma no dia 30 do corrente as 5 horas
da'tarde. Recebe carga at o dia 28, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as
2 horas da urde do dia da sahida no escriptorio
do Forte do Mattosn. 12.
Haver quarta o quinta-feira (vespera e dia do
S. Joao) bailes pblicos com explendor. Sera
mautido o regulamento da polica.
O administrador,
Luiz Alves fjorreia Lopes.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Navegagdo costara por vapor
Fernando de Noroiiha.
O vapor Giqui, commandante Aze-
vedo, seguir para o porto cima m.
dia 8 de julho prximo pelas 1 ho-
ras da manhaa. Recebe carga at o dia 7, en-
comraendaa, passageiros e dinheiro a frete ab-
as 10 horas da manhaa do da da sahida ; no es-
Para o porto cima segu com muita brevidade criptorio do Forte do Matlos n. 11
AVISOS martimos.
ha de S. Miguel
RA
IDO
CAMG
esquina
da ra larga do
Rosario.
40 ANNEL DE OURO
BA
EO
CABUG
Este importante estabelecimento no seu genei*o, tem smpre um sortimento sem igual, esquina ^
e vende por prepos que nenhuma outra casa pode vender. a ^^ lareadolll
vista da qualidade e do prepo das joias cada um pder-se-ha convencer da verdade.l 8
Garante-se ser tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras finas por presos muito ele- Rosario. n|
Ivados. II
A loja est abrta at s 9 horas da noute. P*



Diario de Pemfimbuco Tensa felfa 22 de Juuho de 1869.
*
________.
- ,.
COMPJLNUU PERNAMBUCANA
DE
costeara por t
Govanna
O vapor ParaAy*, eeai-
mandante Mello, seguir para
o porto cima no dia 26 do cr-
ranle as 9 horas da noite. Recebe
_, carga, Mmente, passageiro-
farSe ao eseriptorio do Forte do Mat
Na a. II.
armado, eneros aperhmces da*.rmazem da rua XafODe lie FetleffOSO, o Pinto.
Jo lacerador, pcrteneento nflu fallida de JoSo A-it"i euegus., uw t
Ferrera da Costa Snares, por despacho do Illm.
8r. Di", juiz espcaial do commercio.
Sextaeira 35 do corrente
as 10 horas da manliaa.
"COMPAMIIA PERNAMBUCANA
1 M.
Naoegacdo costara por vapor.
Parlo do GaRinhas, Rio Formoso e
Tamarrtar.
_^iii O vapor Parahyba, commandantr
Mello. seguir para os pollos cima
4tmBk n<> da :ut do corrcnle a meia noite
Beeeae carga, cncommendas, passageros di-
aaeiro a rete, n eseriptorio do Forte do Mattos
______________________________________________________________________
Aracaty
.Satoe ueste* dia* o hiate Soliraltnse, ainda re-
cebe aljuma carpa a frote : a tratar eom S Lei-
lao traaos, ra da Madre de Dos o. I.
AVISOSPIVBJBS.,
ISSTTCTO ARCHBOLOfilCO B GEOGRAPHICO
PERX.VMBK \\0.
Havc-a sessao ordinaria quarta-feira 23
do corrente junho, pelas 11 horas da ma-
rthaa.
ORDEM DO DIA.
e mais trabalhos
de commis-
do Instituto, 21 de junho de

Para Lisboa
Segae eorn toda a brevidade a barca portuguesa
Cuultmle III, p >r ;i ter parte da carpa prompta .
para oque llie falla e pasMf_ro*, trata-se eom os
awgaaurios Oliveira, Pitos & C, largo do Cor-
pa Santo n. 19, cwn o capitao na praca do
Pareoeres
sbes.
Secretaria
1869.
Jos Soares de Azevedo,
Secret-iip "perpetuo.
Precisa-se de um machinista
habilitado para se enearregar
vapor, na villa do Brejo
que se ache
do trabalho de um
. do Brejo da Madre de Deus : a
tratar'no largo da Assembla, artnaiem n. 9.
Para o Porto
i ale
o da 27 de junho o brigue portnguez
para o resta da eneja c passageros,
i eom os consignatarios Tliomaz de Aquino
Rasera A C, ra do Vigario n. r9. 1" andar.
Maranlmo
Segu com a mainr brevidade o palhabo-
ke Emilia, anda recebe rlgnma cuya ;i
frete: tratar rom S Leito Irmos, ra
4a Madre de IK-ns h. 1. ___________
COMPANflIA PKRNAMBUCANA
M
iavr^a^o eostetra por vapor.
Mainauguape.
O vapor Cormript, commandanlc Penna, sepi-
la para o porto cima no dia ?8 do frrente as G
Ihs da urde. Recebe carga, encoiiuiuindas.
pa^sagens e dinheiro a frele at as 2 horas da
larde no eseriptorio do Porte do Mattn? n. 12.
oxmpabT PEANAMBUCANA
n i:
KaTesafSo coscira por vapor.
Macera em direitura e Penedo.
O vapor JijtuiiiU coniman ante Moura, seeui-
r para M allos cima no dia 22 do crrente
I hamutarde. Recebcarga at o dia 21
; I, ir.i-, eoeominendas, passageros e dinheiro
a freto Mi a* 2 ii ras da tai 1 do dia da sabida :
li no do Forte do Millos ii. 12._______
O bacliarel Pedro Alfonso de Mello, ten-
(! > brevemente d faxer una viagem a
) capital do Cear, avisa aos seas consti-
j minies, que na ua nsencia tica inetim-
| bi.lo de suas caucas e eseriptorio o Dr.
I Antonio Justino do Souzn, com quem os
X niesinos se iwderao atender a renaeitu, a
, rea das Crates il, 1 ^sr : e apro-
i veita aoccasio para declarar a quem
| convier quo durante a sua estada na-
I quella cidade poder eiicarrc-ar-se de
I iMiacaquer negocios proprins de sua pro-
' fissao.
E' de urna olTicacia verdadoiramente ma-
raviihosa cont calmante du systetna nervo-
so e applicailo contra a paralisia, asthma,
tosse convulsa ou coqueluche, toase recen-
tes ou antigw suffocacoes, catarrbos bron
chicos etc. e a final contra todos os solri-
mentos das vas respiratorias, e na phtisi-
ca pulmonar, sua virtude contra o tetwa
ou espasmos, e convulces incbntestavel
e ninguem ha que o desconheca.
UM DESCWBKIMiNTO ESPANTOSO !
o Um, Sr. Joiu/mia A'/tmida Pinto.
Braga, "2H de Janeiro de 18t>8. Met
t amigo, aqui cheguei com al guia melho-
ra; depois de ter lomado tres garrafas
do seu preparadoXaropc de Fedegoso
i isto pelo mar, porque logo que che-
t guei em Lisboa, principiei com mais f
a tomar o futo xarope, por conhecer pelo
i mar que elle Caria grande beneficio, pois
vista da grande quantidade de saagoe
i que eu botava pela bocea, vi que me hia
desapparecendo com rapidez, depois (|ue
continuei a tomar o dilo jarope, e tito
jnilagnso foi para ininlia molestia que
i boje ore acho de todo resiabelecido, e at
mesmo bastante nutrido, e por isso pode
x Vine, fazer sciente ao publico o milagre
< que o seit preparado obrou na minha en-
i lermidade. Sem lempo para mais, sou
De Vm.
Amigo aliento venerador o muito obrigado
Mauoel Jos Gonsakes Preira.
Agencia de jornaes
Ra do Crespo n.9.
Ncsta casa recebem-'C assignaiui.is para todo?
os jornaes de Europa c Brasil, poiitiees, Hltera-
ros, Ilustrados, de leilura, de moda para ssno-
ras, de figulinos para alfaiates, cabelleireirost ehj-
pcllaria, de rcligiao, de phobopbia, de direito, de
juriprudencia, de mediciiu. de uharmacia, de
oommercio financas e economa potitiea, de agri-
cultura, das artes engenharia e arehileclnra, de
seiencias, de historia googiaphia e vitgens, de pe-
dagoga, de pintura e msica, de obotographia, de
caca, de magnetismo, de maconnaria, de spin-
tinno, etc. As asignaturas p;f0'iiiuse Jio acto de
subscrever.
LIVRARIA FRAXCEZA.
I HIA
TMLH08 URBANOS
DOS
r. Ernihio Coutinho, reside ra
da Cadeia n. 64. onde tem aberto o seu
consultorio mlico, e pode ser procurado
quaiquer hora paia o excrcicio de sua pro-
lissso.
Francisco Augusto da Fonseca e Silva ped' ana
seus amigos e collegas da FacuUade de ireito
para asslstifom algumas missas", que por alma de
ara Mesada pai Jos da Fonseca o Silva, tem de
mandar celebrar na confraria de Xossa Scnhora do
Livraiiiento. s 7 horas da inanliaa, no dia 25 do
corrcnle, primeiro anniversario de seu lalleci-
mento.
PARA LISBOA
U \niia Augusta Campcllo Cavslcante e Lniz
Felippe Cavalcant, agradecem a tod.is ns peMMS
qne conenrreram com suaslpreseneas a sahim
Dr. JuoJbs Ferreira de Aguiar, 1
S Undo de ausentar-se deta cidade por S
^| algum tempo, deixa incumbidos de suas 82
5 causas c eseriptorio os Srs. Drs. Amero m
^ Manoel de Mcdciros Furtado e Julio Au-
[^ gusto da Conha Guimaraes, devendo a fj
i3B correspondencia ser dirigida esto ulti- IjX
JS nio, rua dtr Imperador n. 73, primeiro S
H andar.
mmmmmmwmmmM
Precisa-?e de um trabalhador de padaria
na ra do Rangel n. 9. _______
para as obras dos
DO
RECIIK A9
Precisa-se comprar ,
trilhos urbanos para Olinda e Beberibe 7
ou 8 mil sulpas. Quem pretender esse
fornecimento pode apresntat, at o dia 15
de julho, sua proposta em carta fechada
a ra do Commercio n.' 32 2 andar, es-
eriptorio da companliia, declarando os pre-
sos As sulipas devem ser de 2 25 m. de
comprimento, 20 a 25 centimetros de largu-
ra e 10 a 12 de grossura, das seguintes
madeiras: sicupira, embiriba, mariapreta,
barab, arueira, oilicica, babatimo, pao
Trro, jatob, coraco de negro, sapucaia,
ou pinho creosoiado. Todas estas madeiras
devero er do milo edirigidas ao
Superintendente,
Anill Pono.
bou lacio
O commendador Tasst
deseja alugar por mdica
prego as baixas e alaga-
dos do seu sitio do Co-
linda, as quaes vao des-
'e aponte da estrada no-
va de Beberibe at quasi
a esUdua \dia ao lugar de Agua Fria,
comprehendendo urna grande ilha, qual
assim como as referidas baixas se pre^tam
milito a plantario de capim, arroz e quai-
quer oulras plaas que percisam de trra
fresca todo o anno.
0 referido commendador nao duvida fa-
zer arrendamento desses terrenos e alaga-
dos por 6 ou mesmo 9 anuos, e dar um
anno de fogo morto a quem der lianca
idnea e se obrigue a rotear os mesmos.
Criado
Prcca-se de um criado fiel e diligente, livre ou
cscravo, para urna casa de familia : a tratar
ra Bella n. 37, sobrado de dous andan-s.
na
111
St^uira rom a manir brevidade possivcl o bri
ortoguai Caaiiaft /. >-t ja ter grande par-
le dararg* prometa; para o restante e passapei-
tratn-sc eom os consignatarios Oliveira, NUios
k C l-rg.i do Cupo Santo n. 10, ou com o cap-'
.) aa praca d > e namercio.
to pnra o cimiteri, publico, dos restos do seu s.;n- como pro^i uo meu u
pre lembrado e chornd marido e irmao l'.'droBe- t |>em qtio V. B. acalla
!" ruicio Cawdcaalo de Albuquerqu-', e coovidafn aos a rec.ordaco Bcr i
seus amigos e prenles e os de seu fallecido mari-
do e ir uio para a m|s*a do stimo .lia. que lera
limar na ordem terceira do Carmo, as 7 horas da
manota do segundafeira S6 do corrente, pelo quo
m.iis urna vez se iMnlessam grata*.
w com brevidade para o porto cima, o bri
gin nacional Daauln : tem parte do seu carrega
ajado, para n resto que Ihe falta trata-se^
cim os c nsignatirics Anteaw Luiz de Oliveira
lanado & C_ i ra da Orra a. -ri7.
Pitra LEboa
ai sabir [> esM dea das a barca portugaeza
Mfxnnitr-- Heramo, c.qiit.ii A A. de Almeida.
p-jr ter paite do .alegmenlo prompto ; para
-arpa e passageir >-. pan ue quaes una exeeilen-
- i-uin nolos": trata-se coi E. R. Rabello, ra
:nerci I II. ->V.
PIBA'
Para o rc-erido p >rto segu emn umita brevida-
de o aaUmbote poi tuguez A'oru Protegido, por ter
i mabr parte da carga rauda ; e para o resto
Ib* falta tratase com o consignatario Joaquina
acarras Beltiio, a ra do Commercio
p. 17.
LEILOES.
calvas coui passas.
MOJE
O ap inte Pastan? far leilao de 60 caixas com
supet iores pastas cm m ou mais lotes terca-feira
22 do frrente as i 1 horas da manilla no arma-
ran do Anaes delVonte da alfandega.
lllin. Sr. Joaqun dAlmrid Pinto.
Ha muito que ouvia proclamar as excel-
entes propriedades do Xarope de Fede-
goso contra a tosse c asthma, soflrendo
cu de urna tosse pertinaz, e leudo toado
de toda a sorte de medicamentos, valimc
pois do Xarope de Fedegoso c urna gar-
rafa smente foi bastante para reslahe-
Uicer-me, e me vejo to robusto como
d'antes; suecumbiria de certo a nao ter
usado do Xarope de Fedegoso.
t V vista disto nao tenho expresas
com que exprima a V. S. a gratido de
que Ihe dovedor o de V. S'. attento
venerador e criado
Joo da Cosa Reg.
i Mm. Sr. Joaqun d'Almeida Pinto.
Tenho a ventura de commtmicar a V. S.
que gracas ao maravilhoso Xarope de
Fedegosv, estou com o meu escravo Jor-
ge completamente resiabelecido da mo-
lestia dos pulmes que ha tanto lempo o
persegua.
Aeoeite V. S. esta minha deelaraci.
como |.tov;i do iii.ni icconhecimcnto pelo
de la/.er-me c cu-
ja recoruacao ncara atenida no cora
cao '1
De V. S.
Attenlo venerador e criado
denlo ./' laatm l..1
Preeisa-sc de duas amas para engormar e tra-
tar de urna enanca, ou para cozinbar : na ra
jos Pires, taberna n. 42. se dir quem quer.
O advocado
Affonso de Albuquerqnc Mello nmdou o seu es-
eriptorio para-a ra das Gruzos n. 37, defronte da
typographia do Diario.
LEILAO
De movis e urna alcatifa.
A SABER:
piano forte, ama mobilia de Jacaranda eom
1 1 mesa, 2 consolos com pedras, i cadei-
iaa de braco e 12 de guarnicao, 2 ditas de ba-
lancn, I espelhn, quadros coai estampas, 1 relogio
4 cia d". mesa, 2 venecianas, 1 transaarente, 1
Mesa de janear, cadeiras, suarda kouca, 1 appara-
4>. I caatmoita, i qaartmhaira, 2. candietros a
gaz, I cama franca i. 1 cabido, I guarda vestidos
araitos otros abjealm existentes no segundo
ad-r di soliradoda ra do Crespo n. 2 por cima
da Ha de livrus.
BOJE.
O ajante Pinto far leilao por cuita e ordem
de ama familia que mudou de residencia, dos ob-
jetaos cima descript. existentes no 2o andar do
brido da ra da Crespo n, 2 por cima da loja
dolares.
Principiar as 10 112 horas
Castao Carea do jueiroz Monleiro, Jeroiiyino
Barreiros de NI raes Ranavi, Manoel Jeronyino
Barreiros Rangel, Manoel Antonio Dias, Manoel
Antonio das Santos Dias, Dr. Jos Candido Dias,
Andr Dias de Araujo, D. Driles Sebastiana de
Moraes, D. Thereza Libia de Jess Feneira e 1).
Bnedina P. ritual de Moraes. veem pelo presente
cordialmente agradecer a todos os O prenles,
amigos e eonhectdos que se dignaram de assistir
ao funeral de sua mui prezada esposa, irniaa e
prima D. alaria Angela de Mores Mouteiro : apro-
veitam pois o ensejo para do novo rogaron as
niesmas | N a urna RimH que pelo eterno repouso d'aima da
mesma finada ser celebrada sO horas da ma-
nbaa do dia 2o do crrente, na capella do cemite-
rio publico.
Viagens para Olinda
_ m Do Io de julho em dian-
fjft ft te as passagens paTa 0 in-
da, no omnibos do mesmo
mime, que pt ipriedade
de Francisco Candido de
Medeiros, ser de 500 rs. por viagem, e as
assignaluras mensaes I5& pa commo-
didadedos passageiros que moram na Boa-
Vista, o omnibos passar pela ra do Hos-
picio : as horas di partida desta cidade para
Olinda, as 7 da inanha c as 4 da tarde,
e de Olinda para o Recife, s 8 e meia da
manha c as 5 o meia da tarde._________
Roa da Imperatriz n. 88 casa ama-
rela defronte da matriz, ha bom doce de
cajassimcomo de ontras qtialidades, e
bulo de g. Joao.____________.______
Cranwre ['rey A C. fazem sciente que
com dato de hoje. tem mudado i seo es-l
criptorio e armazem para a ra da Cruz
casa n. 20.
Recife 21 da Junho de I8C0.
0 abaix.o assignado, tosiaraenteiro m-
ventarianle dos bens deixados pelo falleci-
do subdito francez Joo Vignes, convida aos
credores do mesmo. a aprosentarem-lbe as
contas de seus crditos, para por ellas se-
ren attendidos no inventario que se est
procedente pelo juiz municipal da 2* vara
(desta cidade, e isto no mais breve termo
possivel, visto estar a concluir-se dito in-
ventario. Recife 21 de junho de 1800.
Garjmr Antonio Vieirn tuiniares.
i illm, Sr. Joaqatm d'Almetd* 'iuio.
Comprimi um dever de gratido. pai t-
epo a V. S. que por indo lo seu abon-
i'uad Xarope ie Fedegoso, esl perfeita-
nonte retabelecilo dos seu.- ltigos scl-
frimentos o meu escravo.
Como sabe, este. m.'u ecravo tinha
chegado ao estado mais afflictivo da mo-
lestia de pulmoes; nao obslinte um uo
inli'iTompido uso de remedios, e urna
demorada viagem ao nosso serto.
i Pois bem; a eni'ermidade, que seha-
va tornado reelSe a todos os meios
empregados para cooibatc-ki. ceden de
nina maneira quasi milagrosa, a quatro
garrafas, apenas, do seu fedegoso.
i Hoje, gracas a Deus, tenho o meu es-
cravo resiabelecido ; c nao fcil mos-
trar todo o reconheciinento que sinto pelo
bem que V. S. me acaba de fa er.
Sou de V. S.
Criada agradecida
Mara Xa-berta Scheffer.
.11.1 DE HITE
Aluga-se urna molata de 18 anuos, escra-
va, com bastante leite e de primeira enan-
ca, muito sadia : tratar na ra do Quima-
do n. 19, segundo andar.
Criada
Precisa-se de urna criada pira tratar de crian-
cas esabir a passeiocom ellas, e. tamben lavare
agommar : na ra do Queimado n. 39, 2o andar,
sendo a entrada pelo largo deTedro II________
Lava-sc e engomma-se com todo o aeeio c
prnmptlao,e por couiniodo pceo : atraz da ma-
triz da Boa-vista n. 26, primeiro andar. __
Preeisa-se de urna ama para cozinhar e
comprar : na ra da Cadeia ih) Recife n. 81,____
iSnBHSS^"
Precisa-se alugar um primeiro ou segundo
andar que esteja liinpo e que soja na freguezia de
Santo Antonio : a tratar na ra da Cruz, armazem
n. 118, das 9 as 3 horas da tarde ; ou na ra dos
Ossos ns. 22 e 24, a quaiquer hora. ________ .
All
Precisa-se de una ama para todo o servico
casa de urna familia composta de tres pessoas :
ra Bella n. 3.
de
na
O abaixo assignauo participa ao respeitavel
publico e com especialidade ao eorpo commcrcial,
que tendo de retirarse para a Europa a negoci<.
e temporariamente deixa na gerencia do seu esl-
belecimento sito a roa da Cadeia n. 36, o seu cu-
nhado o Sr. Carlos Frese e o Sr. Leonardo Anto-
nio do Espirito Santo Porto, competentemente au-
torisados e habilitados para este fim. Aoga-se
portadlo ais seus amigos e freguezes que conti-
nen a dispensar a mesma oonfianea, com que
sempre se dignaram hnralo, certo de que suas
ordens serio exceuladas com zeio e actividade.
Francisco II. Caris.
JIEDICO
g profissu-; para o que pod ser procura-
fpgt do a quaiquer hora do dia em easa de sua g
^ reside icia, i roa das Nimphas n. 17. D VB
? consultas gratis aos pobres todos os dias, 2
S das 8 as 10 hura-. sP'
Precisa-se alugar djDUS pretos escravos que
entendam do -ervico de campo, para trabaiharem
em um sitio nos arrabaldes de>u cidade, paga-se
o aiuguel mensalmente : a tratar na ra do Im-
perador n. 79, 1 andar, de meio aia as 3 horas da
tarde. ____
No eseriptorio de Tassiv irmos praaisft-se
fallar como Sr. Joaquim dos Santos Pipaairao.
O pro'essor de latim da freguezia de S. Jos
desta cidade, abaixo assignado, alan ao publico
que cont.na a estar aberla a matricula de sua
aula : quem su quizer matricular na mesma, di-
rija-se ao sobrado n. 5, no largo da ri eir da re-
ferida freguezia.
Manoel Fraucisco Coellmj__
~wTHfflaf
ua ra Nova n. 39, loja de fer-
rapisdc Sonzailniniarcs.
Os prnprietarios desie estabeleciinento avisam
ao rcspcitavel publico que existem a amostras dos
mais lidos lugos artiliciaes para os f stejos dos
dias dos gloriosos Santo Antonio, S. Joao c S. Po-
dro, das melhores fabricas desta cidade, assmi
BOOM diversas quididades de togos ehinezes, pro
prios para senliuras e sriancas, comprehendendo
tamben) urna nova qualidade de traques afnerlea-
noe, os qnacs adn;ira sua bondade pelo seu pe-
(pienn tainanho, o que ? com a prescnc.a dos com-
pradores, podero erlicar-so da verdade._____
FOGOS
Na antiga fabrica de fogos de artificio da viuvu
iilino. existe um completo sortimento de rodi-
nbas, craveiros e pistolas, objeclos propnos para
os festejos das noites de Santo Antonio e S. Joao,
tudo por comniodo preco, e como teja a fabrica
distante da cidade, as pessoas que quizerem fa-
zer suas encomuiendas, podero leva-las no arma-
zem da bola ainarella, no odo da secretaria da
polica, onde Uunbeo achariio as amostras.
yrvm
Delmiro Gaudencio Biboiro l'essoa deixoo de se
e.iixeiro do armazem de liega da roa do Impe-
rador n. 22. i]e>-\o. o dia 8 do corrente. Recife 17
de junho de IHti'J. _______________________
porta da Associaro Commercial Bene-
ioente.
O arate E>uebio vender por eonta e ordea-
ae diversos os seguiir.es predios e acedes :
39 arcoes da conipanbia do fieberibe.
Cma rasa tarrea da n. 15 sitt roa de Santa
Rila, cojas <-haves to na da n. & na ra de San-
ta Rita Nova, coja casinha tamhem se vende.
O sobrado a 18 ia rui do Brasa e 2 casas ter-
reas, aos fundos desta, eom frente para o caes.
Urna grande bnrcaea em con-trueQo com cerca
deiterciaeite?, o que est feto bom eas ma-
dera sao proarias e de primeira qualidade. se
"a ao eaab-iro do Sr. Joaquim Antonio Rodri-
* junto aqaelte sobrado de n. 18 na referida
ido Baam.
LEILAO
da taberna da ra da Boa rio n. 43, eami-
na da ra do Arago.
i Martius far leilao por autonsacao dos
i u> Maaeel Jm Pate Martin, da arma-
(fmwo, pz e pertenees da taberna cima,
como as arrutas na importancia de 7434710;
itte-se a cata ao comprador do eetabeleci-
a-
Quarta-f?rra 23 do corrente
a U nana do dia cima.
LE1LAU
h> armazem da AlUanca, em lotes, a von-
tade dos compradores.
O apaja Martin levar* novaraente a leilao a
O abaixo asignado pola terecira e ultima vez,
avisa aos acoutadores do cscravo Benedicto, pi r
alconna Sapucaia, a restitoieao do dito eseravo,
certosde que j nada e oceulto ao abaixo assigna-
do, sabendo at que por*nvenieneia e interme-
dio de um empregado pnblico, foi elle remettido
para o poder de quem talvez o tanba recebido cm
boa t.
Esse empregado desajuisado e sem uondunor.
desrespeiuado assim a sna dasse o sea ebefe,
o mesmo que j teve o escravo Benedicto, aeouta-
do qmnze dias no esiabelecimenteonde serro, co-
mo forro com o nome de Joo.
Eoatiora vil e escandalosamente esballufilo de
sua proiiriedade, o abaixo assignado nao quer an-
da tentar contra esse empregado, qne assim m-
pellido pelo verdaderro eumahee desemelhante at-
teutadn, o que deseja que Ine entreguein o seu
escravo, pagando-se-lhe os dias de servia, c pro-
mette callar-se. Se, norra, assim nao sueceder,
succeder a aueixa forial, anda mais a deseo-
berta da deshoneslidade de um verdugo, que ate
por essaMamus desaja levar avatte sm,perM-
guicao para eom o abaio assiajmdo I One mise,
ria ou antes que vergonba I I
Recito 20 de junho de 18G9.
Joaquim S. l'essoa SiqueiraCaealcantt.
N
U-iico deposito, ra larga do Rosario n.
10, junto ao quartel de polica, Pernambu-
co.
Continuadamente se nos apresen tam no-
vos testemunhos da eflicacia do fedegoso
Pe rnambuco._____________
ASA DA FORTUNA
Aos 4:000$
Bilhetes garantidos.
A ra do Crespo n.23 e casas do costme.
O abaixo assiguado.tcndo vendido nos seus mui
to felizes bilhetes garantidos t meio n.-4o03eom
a sorte de 7005, 2 qqartos n. 3273 com a sorte
de 202, e nutras mqitas sortes de 100J, 40J e
20 da lotera que se acabou de cxlrabir em be-
neficio da matriz de S. Loureneo da Matta (110 \
convida aos possuidores a virem receber seus
respectivos premios sem os descontos das leis,
na casa da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acbam-se a venda os da 1 liarte da lotera
beneficio da igreja do S. Pedro Apostlo do Re-
cife (lll")me se extrahir segunda-feira 28 do
corrente mez.
Preoos.
BUhete.....4*000
Meio.....2*000
Quarto.. 1*000
Em porcae de 100* para cima.
B-me'te.....3*_00
Meio......U7O
Quarto..... 87S
Manoel Martins Fiuza.
Precisa-se de urna cozmheira, preferindo-se es-
ensa para una familia eslrangeira : a tratar uo
largo d i C r < > Santo n. 21. ____________
Maiac Candelino teom para vender saceos
com farinha de mandioca : aa roa estraa do Ro-
sario travs a do Queimado n 18 C. ______
Na ru Direita n. 2, loja de furnleiro, bu no
povoado dos Montes, precisa o abis*) asrgnado
entenderse coui o Sr. Manoel Gllalo de Souza a
negocio de seu ntereese ; isto uo praso .de tres
dias. Recife 18 de maio de 1869.
Pedro uarte Rodrigues Franca.
Precisa se de um fetor para um Sitio,
que soja morigerado e de couliecimento de
sna conducta : no sobrado n. 2_, que foi do
finado Manoel Custodio, no caes de Santo
Amaro.
-- Precisa se do urna ama para casa de pouca
familia, paracoziihar e engommar : na ra dos
Pescadores ni.
Admiravel !!!,,.
I" na verdade admiravel que se venda nina
-ana com superior farinha da trra a 3*o00, no-
va e gostosa ; assim como miraguaia (peixe secco,
superior ao bacalh.io) a f<0 rs. a libra e o 4"00
a arroba ; nio se admiren), venham ra do
Imperador n. i8,
ARMAZEM DO CAMPOS.
A FL'IK DO FIMO
9
-
ti
9
-
AVISO AOS APIIGCIADOIIKS
DA BOA H MACA
-------DA FLOR DO FIMO-------'
Acabam de chegar novas
rcmessas de faino picado,
cigarros especiaos do
tabaco do serto do Para
e Amazonas preparado por
Jos Julio Sampaio Pires,
(do Para), premiado na
exposic3o nacional, vnde-
se em seu uco deposito
em Pernambuco, praca da
Independencian. 39, loja
de Porto & Bastos.
s
ea
3
9
A FLOR OO FUTI
u
de Seamos mariti'hos e terrestre Fideli-
dade, estabeleela no Ri) de Janeiro, ca-
'pi Antonio Luiz do Oliveira Azevedo & C.
agentes desta companhia, tomara seguros
contra fogo e a risco martimo. Ra da
Cruz n. 57 primeiro andar.
AMA
Precisa-se de una ama para coziuhar, dormndo
fura : na ra da Cadeia n. 10.
Precisa- se de urna ama
para a casa de familia, a
Queimado n. 60.
forra ou escrava,
tratar na ruado
D se i :O0O# a premio em casas ties-
ta cidade; no eseriptorio desta typographia
se dir.
LA LIBRAIIUE PRANQAISE
9 Ra do Crespo 9
Met en vente la deTnWre' A-^mouvanto publica-
ron de Vietpr Hugo, LHiamme qni Rit, 4 beaux
vols. relies.
Precisa-se de um caixeiro que tenha ortica
Je taberna, de 15 a IC annos de idade, dando
flanea de sna conducta : a tratar em Santo Ama-
ro cbm o Sr. Antonio Alves da Costa, ra do Lima
n.64. \
Preoisa-se de urna ama livre ou escrava para
cozinhar e comprar : a tentar na ra da Impera-
tn. 75.
Praena-se de urna ama para cozinbar e en-
HKja^ajaa p>uca familia : a tratar na
24, 1- andar.
Aluga-e urna casa qne tenha dou andares,
ou mesmo um, cem actmmodaeoes para grande
familia e para eseravos, lando na loja quintal com
cacimba, sendo uo bairro da Boa-Vista, ou mes-
mo terrea, com es commodos eligido* : quem a
tU-er, dirija-so ra da Imperatriz n. lt>, ou na
ra da Palma em casa do Sr. Torres Gahndo, qne
dir quem pretenda_____
O abaixo itiif ado srleaunca aa eorpo eom-
mercial, e a quera mais interassar posea, que ten-
do assoaiaio em sna luja de tozendas sita na roa
do Livramento n. 21, aos Srs. Manoel Jos Monte!-
ro Torre?, Marcelino Oenrahas de Azevedo e Jos
Rento Para, e adoptado a Arma socialGon;alves,
Para, & C; lando fallecido este ultimo, tem os
assoelados sabreviventes, e tambem abaixo assig-
uados, eonslituido nova firma, sob a rajao de
Goncalves, Irmo A C, a anal principia a orar
de hoje em diante, no mesmo negocio como al*
aewa, e spansavel pela liquidaco das txansac-
ces anteriora.
Recife, M de junho de 1869.
a^an^noalvea gayada.
ifcnoel .Jo Montetro brra,
Marcelino Goncalves d'Azevedo.
1
ae nmaeriadapara ntaabir : qurm
a pretender, pode procurar na ra dos Ossos. ou
praia do Caldeireiro n, 54.
Aluga-M ora moleque com 12 anuos : na
rua DireitoB^^y 'Mar __________ J.1 ,
Artenda-se o* 'nodo Jaear*, eom casa nova
d^Mdra e cal, mui'o terreno para quaiquer plan.
H^, batttmfff arvortS de fructo, e boa traa de
^KTatramr eom o solicitador llarroso, no
caes de Capibaribe, ou no to de monsenhor Mu-
ir Tavares, em Parnameirirrr,
ham-se expostas venda, pelo demi-
nuto preco de lilDOO no BAZAR ACADE
MICO ma da Imperatriz n. -13, no caf
Imperatriz na mesma rua, na Aguia Branca
rua do Queimado, no GaHo Vigilante
rua do Crespo, livraria Acadmica e na rua
Nova loja n. 9, ai excedentes
cartas fatdicas
Perguntas e respostas em versos para S.
Joo, S. Pndro e Sant'Aniw. A' lias an-
tes que se .acabam.
\ mu do sifino
OU
ARTE DIVWATORIA
DE
Madame Linek.
Collecco de noMssimas sortes para as
noites de S.JoSo e S. Pudro, 1 volume ni-
tidamente impresso, ?1000, Trema no
bazar Acadmico rua da Imperatriz n. 13,
e na mesma rua no cal hnperatrz, sai
Aguia Bpanca rua do Queimado, no Gallo
Vigilante rua do Crespo, na roa Nova toja
-n. Be na-livraria acadmica rua do Im-
perador. E' um dos melhores liv.-os de
sortes esco hidos para divertimentos da^re-
sean epoeba; coatendo, ajem das iiilatee-
santes sortes, diversos inigmas em Jinguas
estrangeiras.
--------- >,.i---------------------,i----------------------<-
Roupa eiigommadi
Na rua do Caldeireiro n] 16, engomma-se per-
feitamenle roupa, tanto de homcm como de se-
nliora, o por precos razoaveis.___________
Ao commercio
Jos Domingucs Pereira, com negocio rua das
Roias n. 8, com quanto pilge nada estar devendo
ncsta iraca, ro^a a qoem so julgue sen credor a
apre-ontar-se o mais breve possivel a cobrar do
aiiiiunciantn.____________________________,
Faz-se bolos par 4o e S. Pedro com
mestria, promptidao e limpeza : no pateo de S
Pedro n, 26._______________________ _
Desde o dia 9 do corrente e>l fgido um ca-
tira de nome Joaquim, baixo, grosso, olhos espan-
tados e com falla de um denlo du frente, levou ves
tdo camisa e calca de algodo da Haba, cosluma
apparecer aqui mi Recife na rua da Concordia
quem o pegar podor leva-lo ao Arraial, sito
capitao Vianna, que gratificar.
Frederico Maia
Cirurgiao dentista pela escola
de medicina
do Rio de Janeiro.
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co desta capital eseus suburbios, que tem aberto o
seu gabinete desconsutas e operaees dentarias a
rua Direita n. 12, primeiro andar, onde pode ser
procurado todos os dias das 8 horas da nonti* as
3 da tardo, filio acha-se competentemente habili-
tado para com iicrfeicfio enllocar denles artiliciaes
por quaiquer dos systmas, e bem assim desenrpe-
ahar quaiquer outro trabalho conccrnentc sua
profissao. O mesmo, reconhecendo' que nom sem-
pre possivel ssenhoras ou criancas sahirem a
proen: aro remedio, offerece-se a remover qual-
'luer obstculo, declarando que na cidade se pres-
tar a quaiquer cbaaiado sem que isso influa cousa
ilgnma na commodWadedos precas de seus traba-
dlos, e quando para fra delta assim mesmo ser
precedido de um ajuste rasoavel, garantindo elle a
jegurancao perleicao dn sem ditos trabalhos. Em
seu gabinete se encontrara constantemente excel-
lenteps dentifi icio, elixir e outros medicamen-
tos odontalgicos : rua Direita n. 12, primeiro
andar.
EWIPRESTIMO SOBRE!
rua
pri-
do
Na padaria da rua Direita n. 24 se dir
quem d 1:0003000 a premio sobre bypolhcca em
casas.
Precisa-se de una ama captiva ou forra para
cozinhar e engommar : na rua de S Francisco
n.64.

NOVIDADES
Cora este titulo percorre as ras da ci-
dade todos os dias uteis das 0 horas da
manha s 5 da tardo, urna caixa contend
artigos das ultimas modas de Pari9para
SENHORAS
Como sejam:
Ricas e bellas ciiapeiinas.
Lindos e elegantes chapesinhos.
Casaqainhos de guipure.
Fichs de renda pretos.
DlieadD sortimento de cintos.
Corpinhos de cambra enfeitados.
Bomas de lan e seda claros".
Coques enfeitados e lisos, etc. etc.
E muitos artigos de novidade tanto pare,
senhoras como para homajis e criancas.
As pessoas que pretenderem alguns des-
tos objeclos, queiram ter a bondade de
mandar der suas moradas noBAZAR
L>A MDAv-^UA NOVA N. 50aim de
serem procuradas.
Os propriozarios do=AAR da hoda,=
certos na oplimescomaa |destes -artigos,
'por seu mui hbil correspondente eiaParis,
juigam-se no direito de affian^ar qut ven-
dem snas mercadorias por preces rjn me-
Ihoaes comcoes a dinheiro.
O 8r. Raymnndo Aatuaas da Otitaira tmn
canana ruado Hospicio a. Ifl.
" Prwisa^luwwWfivo1
da rua da Praia n, 47,
AVISO
aos amantes do que bom
Tte.t>auin%nL|a, taaa 37, ciMitinaa-se a ftimavar masaas parrbnhm dn S,
n parta loo, S. Pedro e SanfAnna, eom multa limpeza e
perfelcao'.
(SEM LIMITE.)
Ka Iravessa da
das Cnies n, 2,
meiro andar, da-se qnal- g
quer quanlia sobre onro,
prata c pedras preciosas.
0 dono deste estabelecimento,
competentemente autorisado pelo
governo, est as condicees de ga-
rantir a transaeco que se fizer em
sua casa, prometiendo todo e lelo
e consideracHo s pessoas que se
dignarem de honra-lo em seu esta-
belecimento.
Na mesma casa compra-se ouro,
prata o briihantes.
Criado.
Na rua do Crespo n 16, i andar, precisa-s.
de um criado para andar nos arrabaldes da cida-
de, paga-se bera, perm quar-ee garantas de noa
conducta._______
No armazem alfandegado da rua do
Apollo n. i6 de James Ryder de C. armazc-
nas-se fa/endas aas seguintes condiccoes.
Fardos 800 rs.........)
Catxae 44>*-... -?....) per tres raezes
Fardos de estopa a I *W0.)
LEIAM.
Em Hu", casa de familia, a rua esfreita
do Rosario n. 35 Io andar, fornece se eeme-
dorias para fra, mandando-se levar aas
casas que nao tiverem portador, e garan-
lindo-se o aceio, promptidio e comniodida-
d no preco, portanto convida-se aos'Srs.
estudantes e negociantes a honrar-nos com
a? suas asignatura._________
Socieade Pftlrioaa
Dous de Julho.
A direccao coUtlda a-iodbs as pessoas que
ram alforriar crias do sexo femenino, pro*
se ae que ainda nao tiverem sido bapt
compareaarenr-ao'in** domomme^pi _
ras da-tarde, na^rna da Autwa n. 7, t
com as respectivas criancas, devendo acoornaanr
urna nota com os seguintes esdareciaMotosf:
Folana, escraaang Pnjana, marador BatnJ*
tal, ha de FuW BeWn mntotde taf dia
mm auno, altorria-se pela quaatia *e rs. aj
A direccao espera que os senhores da Cas
cras torio em consideracio o patritico fin iMa
sociedade, e pr isso nao exigirao preco Majaras
ao raaoavel em oonsiderscao a idade.
iaaife^da jnumo da^Wt.
tamao J>^ aBmng.
recna-se' de tima boa ama de lote sem fi-
Iho: informa-se na rua Augusta n. W.
f

V
-


Diario de Pernamkuco Terja feira 22 de Junho de 1869.
5
.

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ESMERALDA

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a i
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te 1

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_ \
Precisa-so de un t'eitor
Rosario n. il.
Precisa-so de ura trabalhador : ua retlnacao
da ra Direiia n. 10.
Coziheira.
Para casa de familia precisase de una mnlher
perl'eita rozinheira, preferindo-sc escrava : a tra-
tar na ra da.Aurora u. 11
Moreira Duarte & C. tendo feito urna
completa reforma no seu estabelecimento
de joias da ra do Cabug n. 5, (junto a
loja de cera) acabam de reabri-lo ao res-
peitavel publico, a quem offerecem um es-
plendido sortimento de joias as mais mo-
dernas e primorosas que tem vindo a esta
praja, e por prepos o mais resumido possi- u^
vel. Tambem compram ouro, prata e pe- : entuma _o oico
dras preciosas ;
S. 51114 DO C
Gymnasio Campestre
V ao St. Procopio d* Sena Santiago,
ponto deste theatro que deaeja faltar n
ra ireita n. 53, a negocio que nao me
deve ser eslranho. _____________
I*ecisa-sc de urna ama,: ua ra do Fogo
n. 31.__________________j___________,
Aluga-e o Ia andar do sobrado da ra Nova
n. 38 : a tratar no mesmo.
0 nrozeo de joias
Na roa do Cabug n. 4 compra-se ouro, pratt
e pedras preciosas por presos mais vaatajoaos d
que ara outratiualqtv parte.
Ama
Na ra do Torres n. 42, 3* andar, precisase de
urna engominadeira._________~~
Fugio do sitio denominado liuritys do Ar-
raial, fregunia do Poco da Paaella, o escravo afri-
eano de nome Joaquini, mais conhecido por Bar-
bosa, eom os signaes seguintes : estatura regular.
cheio do corpo, pouca barba, rosto redondo, um
urna bellido no ollio esquordo ou direito, ps gran-
des e com os-dedos asertos, eos turna andar sempro
eom a r ipa suja : roga-se as autoridades poli-
ciaes c aos eapitaes de campo e a qualquer pessoa
qne o encontrar, que o prendam e levem ao seu
senlior que Antonio da Rocha Vieira, no enge-
nho Pindoliiulia da freguezia de Ipojuca, ou ao
Sr. Paredes Porlo, na roa da Imperatriz, que se-
rio generosamente recompensados; pois jalga-se
andar o dito escravo pelos suburbios dcsta cidade.
na roa estreila do
OURO E PRATA
Compra-se moedas de ouro e prata e
bem como libras sterlinas, na roa do Ca-
bug n. 9, relojoaria._________
Compra-se urna uegriuha do 9 10 omos
do idade : na ra do Pires n. .'i.
VENDAS.
Compra-sH urna escrav de meia idade. que
saiba canliar e be:n : na praca da independencia
se dir.
Taberna
Vende-se a taberna da rua da Cuncordia n. 94,
a qual est bem afreguezada e tem poucos fundos
propria para algum principiante ; o motivo da
renda dir-sc-Iu ao pratendeote era particular : a
trMaf na Ponte-Velha' n. 14 das ti as '.l da nia-
nhaa e desta hora em diante n'esta typopraphin
(mu ilinheiro vista vende-se o sitio Urna
na porgar de* Montes, ao p da ostnrao de Una:
a tratar cun Jos Paulo do Hcgu Brrelo, na villa
do Cabo.
Ouro
E. A. Burle A- C. tem para vender libras
sterlinas e mcelas de vinto francos.
Vinho
Vinho Bordean* superior qualtdado, niar-
as j eonheeidas; c p Verdadird Cognac,
co mesnio estabelecimento.
N eme ai es
Sementes novas de hort dica : na ra da Cadeia
rdo Recifi; n. .'iO.____________________
Vende-so a dinheiro ou a praso a padana a
vapor sita em Una. a (pial -e- sena livre B desem-
barazada : os.pretrndentes pudem entender-**, no
m-i ao n penravn mo "-esmo lS**r cn,n seu propietario, ou cam Rocha
i^ompid-se um escr (le tonieiro: come>|tM Mara Freir, no caes de Apllo
Vende-so una machina de costara em per-
fcitn estado : na trevessa do Queimado n. 1, pri-
meirn andar.
a tratar uo escriptorio de Amo-
rim Innaos & C, na rua da Cruz
n.3.
Comprase um escravo de meia idade. atoe-
turnado ao frrico de campo : na rua Direita
__._____________.__________________________
Sciiciias geracs
Compram-sc com premio sedulas muidas de
20J para baixo, sendo quantia superior de I00-:
na rua do Vigario n. escriptorio de Johnslun
Patcr & C.
16 RUA DA CRUZ16
S. AMTOMI9 S. JTOAO E S. PEDRO.
Ha diariamente sortimento de bollinhos para cha, pedias, pes de l, bollo inglez,
'esunlos, ditos em fcambre, pastis de dilTerentes qualidades. Papis para sortes,
bollos simples e eofeitados, amendoas confeiladas e coofeitos. Vinbos linos engarrafa-
dos, superior di i llisson, pretoe miudinlio, fructa em xaropes, ditas steca* e clirista-
sadas, asnear aruli, xaropes refrigerantes.
Recebe-se encommendas de bandeijas para casamento, bailes e baptizados, com
bonitas irmares Je assucar, sondo estas preferiveis asdepapelo: bollos etc., pues
de l enflatados, qualquer encooimenda para tora ser bem acondicionada.
Compra-se
barris vasios de banha aun-ricana, quo esteja em
boni estado : ua rua das Grjzoa n. 7.
Moedas da prata do cunho aatigv, comprsm-
se por prceo alto : na rua do Cabug n. .j, loja
Ja Esmeralda.
Ouro o prala em obras velhas, assod
como brilhantcs sendo de primeira quali-
dr.de ; compram-se por maior t recn que
em outra parle. Na loja de joias ijisme- i
rada) ruido Cabug n. 5.
Sortes de S. Joo
Na roa da Coneeicao n. .Tj vende-?e bonitas sor-
tea a SffOOO o ecnto," recebe-so tambem qaalquer
cncommenda de bollos bem. feito e por commodo
prega. ______ ____f
Baloes aerostticos
letefissantefi bajuna aerolaticos decores
e lamanhos proprios para meninos e mocas
poderem soRar as devertida reunies
campestres noute de S. Joo: aindaacha-se
soiiimetilo no armazetQ d ) vapor 'rancez
na rua Nova n. 7.
19-Eua Nova-19
FEnERICO JLUTIER
lirur^id-Jctilisla, mnito aanhnnidn lia ilee annos n'esta cidade, pela perfeico dos seus
trebalhos, tem a honra !e participar ao respeitavel publico que tendo feito muitos me-
llioramenos na suacni. poilc il'bnra avante receber as senliorasnoseu gabinete onde
acharo os cramelos precisos para familia.
Vcba-se tambem na sua casa e na sua companbia, o seu sobrinho e discpulo
J. SEROUX
Vnde-so-carnario sacco a 280 rs. a libra,
M de eanna \ ICO rs. a libra : m pateo do Car-
ino, esquina iki rua de lorias n. 2.
Manoel Alves Penvira & C. teem para ven-
der milito superior vinho do Porto 'e Clarette, eui
eaixas de duzia : na rua da Mojda n. '!, segundo
COMPRA-SE
urna carroca, de caixao, de duas rodas, cmi
cavallo earreios ; quem tiver e quizer ven-
der annuncie por este Diario, ou dirija-se
ao sobrado n 2, que foi do fallecido Ma-
noel Custodio no caes de Santo Amaro.
Na praca da Independencia n. 33, loja de ou-
rives, compra-se ouro, prata, e pedras preciosas,e
tambem se faz qualquer obra de cucommenda, e
iodo e qualquer concert.________________^
Compra-se
um buhar em bom estado, eom seus perlences i
quem tiver dirija se a rua da Cadeia do Recite n.
53, loja de chii
Vende-so em Olinda urna rasa terrea, na
ruado Cucho n. 16,defronlc da ladeira da Bna
Hora, a qual tem quintal com alguns ps de ar-
Viiredo : quera a pretender, dirija-se a rua da
Madre de Deas n. M, uo Rcefe. '
VENDE-SE
velas enfeitadas de muito bom meto, e mllagrcs de
cera de toda qnaJidade, e por baralissimo prec.o :
na loja ie cera do pateo do Livramen'.o n. 36.
Para bolos.
o qual acaba de voltar -le urna !oma viagem a Europa, durante a qual praticou com
leliz successoaas urtmeiras casas de Partz a de Londres, offerecendo assim as melilotas
garantas o bam doscmpenio para tudo o que for relativo a proftsso ; por uso o
annunciante ped ri 8 Bem amigos e clitn'es quQ por acaso o nao enconlrarem no seu
gfamete, deposfrem no dito seu sobrinho a mesma confiancacom que o tem honrado
a dez annos.
Dentaduras por tolos ossystemas: a prosso do are com molas de ouro, platina,'
vulcante e um nteiramenle novo n'esta cidade.
Gmra radical dos denles cariados.
Chumhagens lobtnracoes) rom ouro e com raassas diversas, segundo os casos.
Remedio para acalmar as dores de denles.
Agua e pos dentrificios fibrrndos pelo proprio annunciante, o que Ihe permittem alian-
rar sua boa qualidad-.
Escovas para defltes. etc.
Perfeico de trabalho e precos moderados.
Viagms para fura mediante ajusto previo.
O gabinete aclu-se aberto das 8 horas da manha ateas i da tarde de todos os
das uteis.
Compra-se moedas de ouro e prata, bem
como libras sterlinas por maior preco que
! em outra parte: na ruado Crespo, n. 16
; primeiro andar._________________
Compra-se
ouro e prata. e (ledras preciosas, no arco
da Con :eico, na loja de ourives, no Re-
cife.
Papel para embrulho -
Compra-se papel para embrulho, na loja
dol'avao, rea da Imperatrizn. 60, de Flix
Pereira da Silva.__________________
TOEDS
^ DE
OURO E PRATA.
Oimpram-se, offerecendo-sc matte maior van-
tagem ao vendettor : no Coracao de Ouro n. 2 D,
rua do Oabaga.
Vcnde-?e massa de niandiora muito lina pro-
pria para bolos de baria a SOO rs. a libra ; e na
mesuia se faz bolos de hacia de encommenda, e
preparani-se bandejas para casamentas de goslos
modernos : na rua dos Pires n. .
Vendem-se dous bonitos eseravos, um o*
Icqne de 16 annos, bom .cozinbeiro,. e-uta cabri-
nba n. 3ftda rua das Cruzes.
Batatas baratas.
na travessa
Vendem-se a 800 rs. o gigo
Madre de Dos n. 16.
re
Vende-so salitre refinado a lii a arroba
rua do Queimado n. :tO, loja de lerragenr
Batatas
a 1200 o gigo : na rua da Madre de Deosn. 7.
Gigos P()m '!." libras, muito boas.
O MUSEO DE JOIAS
02
GOMES DE MATTOS IRMOS
tendo feito completa mudanza em seu antigo e
acreditado estabelecimento de joias. com o fim de
dar-lhe maiores proporpoes e elegancia, convidam
ao publico em geral e com especialidade as Exms.
Sras. de bom gosto a comparecerem pessoalmente
das 6 horas da inanha s- 9 da noute na
RUA DO CABUG N. 4
onde encontrario um oompleto sortimento do bello e preeioso em brilhahtes, esmeraldas, nibins e tudo que em Obras [
de onr, pirata e platina se pode desojar.
ADEREQOS DE BR1LHANTES, ESMERALDAS E RUBIHS
de novos gostos, assim como grande variedttde de salvas e paliteiros de
prata contrastada e de gosto anda nfio visto, e completo sortimeBto de
objectos de prata para uso das igrejas,
Compram e trocam qualquer joia ou pedra preciosa e garantem
aqualidade dosobjectos vendidos.
0 MUSEO DE JOIAS
CX2
Nos trapiches Cunha e Barbosafvulgo Machado)
ha para vender muito bom milho chegado ultima-
mentc de Mamanguape : a tratar no largo do Oor-
po Santo n. 6, 2 andar.___________________
ATTENCAO '
Xa fabrica de chapeos de sol da rua da Impora-
iriz n. 26 vendm-se ladnhas de l'rnhos e bellos
podroes proprias para vestidos de senhoraB e mo-
mnas, nao s pela sua quajidade como pelo bara-
lissimo prego de 2U0 rs. o eovado ; a ellas, antes
que se acahem._____________________
i.lulas _e BriwkM
Esus prodigiosas pilulas sendo applicadas as
pessoas aecummettidas de febres intermitentes, s3o
incompar_vei8 em sua efflcacia, para completamen-
te vencer as ditas febres, aehando-so nnicamente
venda na botica n. 3 nu Direita desta ci-
dadi\__________
-Libra tcrM_as
Em casa de Uliveira Barroca, rua da Cadeia nu-
mero 4. ... ____
RIVAL m EIDO
Rua do Queimado n, 49 e 57 loja
dt miudezas de Jos de Azeve-
do Maia e Silva conhecido por
Jos Bigodinho.
Est fiijoirnando tudo quanto temeinseu
esUibelecimento para acabar e fazernovo
sortimento, por isso queiram vir oo mandar
ver o (po bom e barato.
Garrafas coin .agua florida ver-
dxdtiira...... IfJ-Ol
Garrafas com agua divina dame- .
Ihor qualidade 1 r>00
Latas com superior bauba fran-
ceza d...... #_00j
Caixascom l fiascos de cheiros
proprio para mimos 2#500
Dita com|d frascos muito finos 5800
Oleo baboza muito fino que s
a vista ..... 5500
Sabotietes d_ calunga muito bo-
nito ...... ?5240
Caixas de p de arroz muito
superior ..... 5600
P*C_s de babadinbo com 10
varas a ..... 5300
Caixas redondas emitando tar-
taruga ...... mee
Pecas de fita de cus qualquer
laj-gnia 5)00
lisco\as para unbas muito li-
nas ...... 5500
Escovas para dentes fazenda
muito lina ?>_ iO
Pulceiras de contas de coros
para nn riioos ". 5200
Caixas de linlia branca do gaz
com 50 novellos 5800
Caixas de lhiha branca do gaz
com 110 novellos 5G0
Peras de tranca fisa de todas
as cores ..... 5010
Resmas de papel pautado muito
fino .i...... 45000
Pares de bnloes para punhos
muito bonito 5120
Libras de 13a pa a bordados de
de todas i s cores 85000
Pcntes com costas de metal
muito linos a 5320
Novellos de lihlia muito grande
para orftxa 5320
Duzia de Imita froxa para bor-
dado ....... 5480
Giosns de boloes madrcperola
muito lino a..... 5300
Sabonete limito finos 00, 120,
100, 240 e..... 5320
Peras de fita de laa todas as
, cores ...... 5500
Espelhos domados para parede
15000 c..... 15300
Espelhos de Jacaranda muito
lino ...... 25000
Pe^as de trancas brancas e de
1-or^.s de caracol 506U
Pares de meias croas para me-
ninos ...... 5320
Caivete muito fino com 4 fa-
llas ...... 15300
Cartillias da doutrina as mais
modernas ....." #MX)
Frascos de sndalo e patecboly
mnito finos 15200
111 DO LRIUKHD l H
Geouoma, aitilfdade e moderno
mercado.
CHEGUEM A' PECHIXCHA.
Baloes francezes, arcos pequeos e gran-
des, para senhora, a
Casemiras inglezas, bonitos padroes, com
lislras largas, eovado
Ditas francezas, dem dem, com listras
largas, eovado
Ditas ditas mezcladas, eovado
Baronezas largas com listras de seda para
senhoras e proprias de montara, eo-
vado, rs.
na Paletots de alpaca pretos e de cores 4 3 e
I Alpacas lisas de cores muito finas e bons
guatos para senhora, eovado, ra.
Cainhraias de core9, variados padroes,
eovado, rs.
Ditas de cores, mais finas, eovadi, rs.
Ditas miudas, noaernas, tlnissimas, eova-
do, rs.
Ditas de flores grandes e listras, eo-
vado, rs.
Colarinhos de linho de diversos gostos, rs.
Ditos de dito muito finos, chegados no ul-
timo paquete, rs.
Chitas clapas, boas tintas, covado,'rs.
Ditas escuras, bellos padroes, eovado rs.
Ditas coloridas, finas, proprio para familia
eovado, rs.
Ditas riscadinhos, variados padroes, eo-
vado, rs.
Ditas escuras econmicas, eovado, rs.
Ditas de boa cumposico de tintas, eovado
Ditas claras econmicas, eovado
Ronpas c mais artigos que (lea a podido da res-
peitavel freguezia, dando-se ama -ira de tudo.
jParafogosde Santo Antonio,
S. Joo e S. Pedro.
LIMALHA DE FERIIO (muito nova).
DITA D'ACO (idemj.
DITA D'AGULHAS.
Vendem-se na botica e drogara deBar-
tholnmeu A C.
34RUA LARGA DO ROZARIO34
' FOflO FOCO
rua Direiia n. 53.
fil Ha pira vender um completo sor-
tinento de fogos articiacs, tante
gg para Sras.,coaio para criancas.'pis-
Mg tollas brancas e de cores, com 3,
i 4, 5 e 6 blatas, fontaioas, ci avei-
I ros, rodinhas singedlas e dobradas,
S fognetinlios, buscaps, illumina-
^ toes baloes de seda de 2 pasmos de
M altura etc, etc., feito por um dos
S melliures artistas deste peero.
B Tambem lia para vender salitre, tn-
m xofre, bren, fio, facas c garfas
j de diversos precos e qualidades,
igl bandeijas (iras quadradas e ovaes ;
B alm do grande soitiinento de fer-
P rabeos, miudezas, cutelarias e trem
^ para cozloba, etc. etc.
H Rua Din ita D. 53,1 (ja de Manoel |
p| Rento de O. Rra-a A C.
I At que cLegaram i
SYSTEMA 1)1''SIMA..
B Crande factura de 1,500 series de s
S3 pesos kilogrammas em series cora p.
^ pelas de todos os tamanbes, me- 83
I lliores de compreliender do que os w
rgj que tem vind ao mercarlo assim f
B como medidas de metros, ebegaran
H somonte de encommenda propria
B para a casa de Manoel Rento de
B Olivira Braga A (',., rua Direita n.
I 53, e com fliminuico de pieeos,
\t oham em tempo.
m
Vendrm Angosto
Commercio, n. 4.
F. de Oliveira A C. n*
Vndese a taberna sita rua duPSaT
10, em Fra de Portr.s, eom todos <>s ?"iis pertei
ees, com poucos fundos e nutitu afufuiezaila, ten-
do a mesma bastantes coramdoa para bmilia, c
propria para um principiante tirar bom resnHadc,
e o dono s a vende poniue. Fe quer retirar para
lora.
da
23000
4 300
4000
35200
900
433U0
FIO DEVELA
Barbante
Em casa de Rabe Sebmetau C. Corpo
SHERRYOLOROZa.
Gelo seal.
COGIf AC 11 _5!?l SN_f
Em casa de Rabo Selimeitau A- C. Corpo
Santo n. 15.
SUPERIOR.
Roussillon, carie Llanchc.
Km casa de Itabo Schmcttau *t
C Corpo Man n. 15.
MliTO BARATO SE VEM1E!
NO
M
400
500
400
600
280
400
400
360
360
320
340
Vende-se urna boa eserava de 12 annos, as-
sim eom precisa-se do um Porluguei oestes ehc-
dos ltimamente para um engenho : na rua do
mperador n. 50._________________________
Atteapao
Vendem-?e as Insportantes poesas do patriota
J. de C : qut'm as pretender dirija-te a rua da
(Cadeia do Ilecife, loja de ferragens n..,-
Pechinch
Na rua do Queimado numero 40.
Pecas de algodaoziiilio com 20 jardan, muito
superior, com peaueuo tquo de a varia, pelo di-
minuto pro de 4*aipt?a ; peetincfca.
Vinho do Porto fino
Vende-se a 364000 a duzia : na roa da Cadeia
. 21,1 andar. .
XAROPE FE1TOR.VL
DE
RABO DE TAT
PLANTA DO BRASJL
E expectorante e recotnmendado as
affeccoes do peito, bronebite chronica, he-
moptisc, e tossecbroica.
PREPARADO POR
JOAQUN DE ALMEIDA PINTO
P II A R H A C E UTICO
PernatnbHCo rua larga do Rosario n. 10.
Balas de cores
Pistolas para noute de S. Jo5o com lin-
das balas de cores, fabricadas pelo melhor
artista deste genero : acba-se sortmento
complet no armazem do vapor francez na
rua Nova n. 7. ___
Milho
Vendem-se saceos com milho, no trapiche da
Companhia : a tratar no mesmo, e no l*'e 2a an-
dares da rua da Cadeia velha n. 1.
R NOVA N. 50 ESQUINA DA DE SAN-
TO AMARO
Os proprietarios Jos de Souza Soares C
C, alm dos baratissimos precos por que
esto vendendo a grande variedade de arti-
gos de moda e novidades de bom gosto.
tanto para homens como para senhoras e
meninos, vendem:
CHAPEOS moda imperial, de castor
branco para homens, fazenda lina, a lOtf I
(o preep U0OOO).
COQUES enfeitados para noivas, grande
novdade a 40500.
DITOS sem enfeite e de delicados mol-
des, sendo de seda imitacao de cabellos.
a U e 30500.
MEIAS superiores inglezas para homens,
a duzia de pares 70800 (o preco de 96
a 100000).
LKQUES de madeira sem differenca de
ndalo a 20000 e 20500, (grande pectiir:-
cha!)
DITOS com lentijoulas a 30 e 40000.
BARALUOS de cartas francezas boa fa-
zenda, a 200 rs.
PAPEL tnglz sem pauta, formato pe-
quero e fazeuda superior, um pacota por
1,9000.
LINDOS cintos d paHw enfeitados para
senhoras (grande novidade em Paris) 1
20500 e : 0OTO.
DELICADOS corpirtos de cambraia bel-
lamente enfeitados a 60506 rs. (admira e
preco!)
UMA grande variedade de lindos b-
jectos para mimos, assim como muitos ar-
tigos de novidade e de apurado goato que
9e vende por precos baratsimos
M Bazar da Moda.
Superior vinho
Na rua o Livramento n. 6, tem pra -euder,
em barra de quinto e meias pipas, o, melhor vi-
nho verde at neje vindo a este mercaflo.
Na fabriea do fallecido subdito ran-
cez Joao Vignes, existe um bom Eortimento
drfs muitos acreditados piaoos, os quaes e
vendem mdicamente para llquidacito-
mi k m
?eft*Se 'trrenos tle proditdlb e com
arreres rrut'HWfe e prWlb a esta-
(3o dos trilhos urbanos do Itooife
OHnda e Befteribe, nbeceo rb'Esfplnbeiro,
podaodo quem quiser dirigir-s nos domin-
gos, ao sitio n. 6 m estrada de Jolto d
Berro,mis denrats _, m-ta impe-
ratriz n. W,
PAMmA DE
Superior farlnha de mandioca recente-
mente chegada 1e Santa Catharina, vnde-
se a prego romo lo a bordo do brlgoe alle-
m5( Una, Tundeado defronde do trapiche
do Exm. Sr. bario do -ivramento; a tra-r
tar a bordo do mesmo, mi no escriptorio
de Joaquim Jos Goocalves Bellrao, roa
do Commercio n. 17.________________.
Httn frese e Mdvl
Vende-se um sitio pepeno, murado, eotrtba
Casa de sobrado, casa para feitor, eooheira, Kri-
laria, boa agoa de beber, graade eaj&ab* eom
koiuba tanque para banho e para lavar roana,
muitos arvuredoe e de nimias rfuadadM, etc., si-
mad a heira io rio, no ponto uns ato da 'Sane,
o mais saudave dos srredores desta eidade : a
tratar na rua Nova n. 19, 1 andar
Na rua ireita a. Si, veadem-tt hostia e
' bretas maivo em coata.
CAPSULAS MOLES
ALCATRA
Remedio por oxfdleoeii para cara rpi-
da e completa das eotpiejucbes, bronchite,
catarrbos, tosses convulsivas, escaos san-
guinos, e outro molestias do peito.
PHAJflfClA,E DROGABiX
Bartholomeo 4 C. ^^ ^ '
34^RUA UftGA Ije^08ABrO-*
aTtOrs. a-H_5Tf '^plB__
teu armaeero 4 ai, aa rt* Impenal n. p*a-
co aleui da fabrica de sabao.
\


6
Diario1 Vle Peinambuco Teits-,i eit 22 de 4unlu> de 1869.

Gi
l
NA IiOJA
DA
72.
ARARA
Ra da, .Imperatriz. 72.
Alerta fregutezes
que Arara vai cantar, 0
Paro vender suas fazendas (baratas)
que muito ha de agradar.
O propietario (leste cstabelecimenio, teado grande parejo de facnd
iroceder urna li|uid;irio em todas as fazendas o roupas feitas existen!
fazendas em
ser, vai proceder urna liqaidac.3o em todas as fazendas o roupas feitas existentes no
estabeleeimento, agora (pie o occasio ele quera tem pouco dinheiro poder se vestir de
boa fazenda e baratissima -,oin> se poder ver no anntmcio abixp mencionado.
MADAPOLAO BARATO A 3 >500.
le-se pepas de madapolo enfestado
de 11 jardas :5"00, dito .le i jardas 011
tros >\ 0$, 60300, 7.500, 8-tyOO c
9/jOOO.
(.HITAS FRANCESAS A 280 rs.
Yandem-se chitas francezas para vesti-
dos u 280, 320 rs. o covado, ditas escaras
muito finas 3G0rs. o covado.
L'hsii j uiuio fluo 8D rs.
Vende-se chalin para vestidos Je senhora
i 000 rs. o covado.
PERCALES A lis RS.0 COVADO.
Vende-se percales muito linos para ves-
tidos de>senIiora a 440 rs. o covado.
BrHhanlinas 44 rs.
Vende-se briibaotinas ou mursulinas de
cores para vestidos de se horas 4i0 rs. o
ovado, li/.inhas muito linas para vestidos
de senliora i 100 rs. B 800 rs. o covado,
ditas de quadrinlios 240 rs. o covado.
RISCADO PBANGEZ A 300 RS. O COVADO
Vende-se riscado franeez para vestido
de^senliora 3G0 rs. o covado.
I asinhas a <40 rs. o covado.
Vendem se lasinhas para vestido de se-
nhora a 2i0, 280, 320 rs. o covado.
Cassas francezas a 280 rs. o covado.
Vende-se cassas francezas 280 rs. o
covado, chitas francezas linas a 280 e 320
i>. o covado.
Chales de merino <5.S.
Vende-se chales do merino estampados
$e 2/000 cada un, para acabar.
CORTES DE LAS ASERTOS A 2U00
Vende-se cortes de laa para vestidos de
si .hora, 1-5400 cada nui
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS
Vende-se alpacas de cores para vestidos
o -enjiora, 720 c 800 rs. o covado, di-
tas de listras 700 e 700 rs. o covado.
ChUns prsissianas 38.
Vende-se chitas prussianas de listras de
cores muito bonitas a 300 rs. o covado.
CUITAS PARA COBERTA A 320
Vciide-se chitas incorpadas para coberta
320 rs. o covado.
ISaJes de O a SO arcos
!##.
\ende-se baloes de 20 a 30 arcos
l500 cada um, baOts modernos brancos
ede cores i 5#.
BRAMANTE PARA LENCES A 2-V
Vi :ide-se bramante com 10 palmos de
largura para lences. a $#. a vara.
PECAS DE ALGODO A '.>.
Vendem-se pecas .le algodao muito en-
wrpadoW, 5?, C^800iS?#. '
C'uJci'haws ccoaoiaicos a 3*0 h
duzia.
Veude-sc clerinhos econmicos a 320
a i! izia. s se vende assim barato por ter
grande porrio.
CASIMIRAS DE CORES
Vemli-se cazemiras de cores para calsa
e palill U 20800 e U o covado,
Algodo enfestado i 1.
Vende-se algodo enfestado proprio para
leii'.es c toalhas, i {*%, a vara ou 900 rs. o
m.iro.
BWM PARA CALCAS A 400 RS. O
COVADO.
Vende-se brim par;i calcas c palitots de
homem c menino, 400 e 440 rs. o co-
vado, dito tizo a imitaco de ganga a 360
o covado.
Algodo de listras a 33> rs.
o corado
Vende-se algodo de listras para roupa
de escravos a 200 rs. o covado.
CORTES DE BRIM CASTOR A 640 RS.
Veiide-se cortes de [ brim castor para
calca de homem, 040 e 800 rs. cada um.
CARTEIRA PARA VIAGEM A 1#.
Vendese carteiras para viagem 1#
cada tuna, cobertores de algodo 1&>00
cada um.
C'oberasde chita lSOO
Vende se cobertas de chitas de cores
1*800 o 2, cada urna.
ALGODAO TRANgADO DE BAS LARGURAS A
t*M0.
Vende-se algodo traisado de duas lar-
guras, proprios para lences e toalhas para
mesa, se vende a T-!>200 o metro.
Mautas para grvala a 3GO rs.
Vende-se mantas para grvala a 200 rs,
cada urna, lencos de seda de flores, a 640
cada um.
AT0AL1IAD0 PARDO A 24900. ,
Vende-se atoalhado pardo para toalhas
de mesa 2-9300 a vara, toalhas escuras
10, cada urna. Ra da Imperatriz loja
da Arara n. 72.
i
0 Garibaldi principia
Curtamente ha de agradar,
Que pelo pre^o qne vai vender
Ninguem o pode igualar.
0 proprietario deste estabeleeimento denominado Garibaldi, declara ao resp ita-
vel publico e seos freguezes, qm tem recebido grande sortimento de fazendas, e esta
constantemente recbendo por todos as vapores que chegam da Europa novo sortimen-
to de fazendas da moda, e que vender por preco mais barato de que em outra qual-
quer parte, garantindo se aqualidade e crcs, na ra da Imperatriz n. 56, de Lonrenco
Pereira Mendes Guimares.
CHITAS LARGAS A280rs. i angas para calca a 3*Ors.
Vendem-se chitas francezas de cores fi- { Vendem-se gangas de cores para calca c
las a 280, 3O o covado, ditaa matizadas palitots de homens e meninos a JO rs. o
escuras a 360 rs. o covado. covado, brim de c6res a 400 e 4i0 rs. o
MADAPOLAO ENFESTADO A 35500. covado.
Vendem-se pecas de madapolo eufes-| lasinhas de quadrlnlio :
*, i, 3 >' 00, dito inglez de 2i jardas a
fj>, 6:), O-jaOO, 7diiU0,85. e 105 a peca.
ALGODO TRANCADO A 15200 0
METRO. '
Vendem-se algodo de duas larguras pro-
prio para lences e toalhas por ser muito
largo, a I,>200 rs. o metro.
RISCACO FRANCEZ a 360 rs. .
Vende-se finissimos riscados francezes
proprio para vestido de senhora e roupa
para meninos por ser de bonitas cores a
300 rs. o covado.
BRAMANTES PARA LENCES A 25 A
VARA.
Vende-se bramante de dez palmos de
largura proprio para lences a 25 a vara.
Chitas amzonas a 360 rs.
Vtndem-se ricas chitas de listras de um
de nome amzonas, para vestidos de se-
nhora a 360 rs. o covado, deste preco e
dualidad.' s na loja doGaribldi.
AOS SKNHORES DONOS D COXEIRAS.
Na loja do Garibaldi, ha urnas casemiras
de listras muito'encorpadas proprias para
forrar carros, e se venda muito barato por
ser muito largas, preco a 25500 o covado.
ALGODO ENFESTADO A. U A VARA.
Vende-se algodao enfestado muito largo
proprio para lences a 45 a vara.
ALPACAS DE CORES PARA VESTIDOS A
5,;0 rs. O COVADO.
Vendem-se alpacas estampadas de cores
a 500 rs. o covado propria para vestido de
senhora.
CHAPEOS DE SOL DE ALPACA A 35500.
lem-se chapeos de sol de alpaca pre-
U a 35500 cada um.
BRIM IIAMBRGO A 85000 A PECA.
Vendem-se pecas de brim lizo de Ham-
btirgo com 20 varas a 85-, 95 e 105 a peca.
Cortinados para janellas a 1&.
ntle-se cortinados para janellas a ?5
o par, ditos para camas francezas a 145 o
cortinado.
X. 45
BA DA CAOKIA
- DE
llJJUUi J.-1B.UU1
. SOR A DlRErCA07DO MUITO HBIL ARTISTA
mno. alfaiate.
Os propiiularios deste io*" i.''ment, tendoexperimentado anecessidade
urgente do ter nadireceo de su; >' roupas por medida, um artista perito, tem
contratado o Sr Lauri'ano Jos d va tal mister,- convictos de que satisfar
com lodo o capricho a vontado do I.
Tem o mesmo cstabelecimenlo i S'.rtimemto de fazendas proprias para
roupa3de homem, como sejam: casimira d '>r, indos padrees, completo sortimento de
pannos inos, jiretb e de cor, casimira preta, grande sortimento de brins brancos o. de
cores, merinos de diversas qualidades, bombazina, lindos cortes de gorguro paia collete,
gorguro Pekn, superior qualidade.
Os freguezes encontraro alada um variado sortimento de roupa feita, camisas
inglezas, collaiinhos, ceroulas, grvalas pretas e de phantasia, meias para hoinons, se-
nhoras, meninos e meninas, chapeos de seda para sol, colchas, bramante, ntoalhado,
baldes de diversas cores c modelos, cambraias, malas para viagem, e. outros muitos ar-
tigos que a modicidade de seus procos incita a comprar.
A ra da Cadeia n. 45
INJECTION BROU
Hjfienlca Inlalllvel e l>rcrrvailta, biolulann-ivu a u.ra iue cura .lu ixunuui aduiutu. V..._. 4
MM principie aoticu 4o nundo. (Eligir a nfima i* oto). (10 udm de llanda.) Paria, a *
* latcalar BKOO. kMkrart Magenu. 1U,
ItIVAL SEM SEGLXDO
Ra do Queimado ns. 49 c 57
fojas de miudezaz de Jos de
Azevedo Maia, est acabando
com as miudezas de seutt estabe-
leci'mcnfospor isso queram apre-
ciar o que c bom e barattssimo.
Pares de sapatos do tranca fa-
zenda nova a......25000
Pares de sapatos de tapete
(s grandes) a. .' 15500
meias eran para ho -
35800
IiOJA
DO
4 rs.
Vendem-se lasinhas de quadrinhos para
vestidos de senhora a 210 rs. o covado,
ditas estampadas a 280 e 320 rs. o covado.
POPELINAS EM LA A GORS.
Vendem-se popelinas cm laa cIj listra
para vestidos de senhora a O40 e 800 rs.
o covado.
CORTES DE LA A 25490 RS.
Vendem-se cortes de la de listra arpa
vestidos de senhora a 25400 rs. para aca-
bar.
LA CHINEZA A 500 RS O COVADO
Vende-se la chineza para vestido de se-
nhora a 500 rs. o covado.
Casemiras para calcas.
Vendem-se casemiras cor de caf, preta
e azul escuro com listras, para calcas e pa-
litots, fazenda multo encorpada, propria
para o invern, sendo de duas larguras
que 1 3/4 covad s d urna calca ^ara ho-
mem p.do prreo de 25500 o covado.
Alpacas lizas para vestidos a
SQOrs. o covado.
Vendem-se alpacas lizas e dobradas para
vestidos do* senhora 700 800 rs. o covado,
BALOES DE ARCOS.A 15500. -
Venden-se baloes de 20 e 30 arcos a
15500 cada um, por este preco s na loja
do Garibaldi,
BRIM TRANCADO PARDO" A 800 RS. 0
METRO.
Vende-se brim pardo trancado a 800 rs.
o metro, dito muito fino a 15200 o metro.
BALOES MODERNOS A 55000.
Vndem-se bal5es modernos e de cores
a 55 cada um.
CASSAS FRANCEZAS A 280 RS.
Vendem-se cassas francezas para vesti-
dos de senhora a 280 e 320 rs. o covado.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 10*.
VendejQ-se chapeos de sol de seda a
105 e 12 a, na ra da Imperatriz, loja do
Garibaldi n. 56.
Duzias de
niem a........
Trmelas do Porto fazenda boa
e pelo prero'melhor 100 attos a 5200
[jvros de misses abreviadas a 25000
Duzia de baralhos francezes mt5o
finos a*400 e.....2580f
Silabario portuguez com estan>-
pas a........ 5320
Grvalas de cores e pretas amito
finas a........ 5500
Duzias de meias para senhora fa-
zenda boa a...... 45000
Redes pretas lizas morto finas a 5320
Carios com clchete* de latO'
fazenda lina a...... 5020
Abotuaduras de vidro para colete
hienda fina a. .. 5500
Caixas com peona d'aco muito
linas a 320; 400, 5(X> e 45000
Carioes de linha Alexandre que
tem 200 jardas a 5100
Carreteis de linha Alejandre de
70at200-a ....... 5100
Caixas com superiores obreias
de massa a...... 5040
Duzias de agulhas para machina 25000
Libras de pregos francezes di-
verso taummo a..... 5240
Lirros escriplurado para rol de.
roupa a. ...... 5120
Talheres para meninos muito
finos a. ........ '5240
Caixas com papel amizade muito
fino a .. 5700
Caixas com 100 envelopes muito
finos a........ 5600
Rentes volteados para meninas e
senhoras a. ..... $320
Thezouras muito fiaas para
Tinhas e costuras a, 5300
Tinteiros com tinta preta muito
boa a 80, 120 e 5320
Varas de franja para toalhas fa-
zenda fina a. 5160
Duzia de phosphoros de segu-
ranea da melhor qualidade a
400 e........ 500
Pecas de fita branca elstica
muito fina a....... 200
Novellos de linha com 400 jardas 60
Resmas de papel de pezo azul.
muito fino a...... 25500
Pecas de fitas bordadas com. 3.
varas a....... 500
Dilas de ditas bordadas cem 12
metros, de 25000 a 35O00
G rozas de botes de lonca muito
finos a........______16t
Scbonete e alcatrdo.
DB
Antonio Nunes de Castro.
Este acreditado preparado, que tao boa
acceitacJo tem merecido n'esta provincia,
muito se recommenda para a cura cerU
das impigens, sarnas, caspas e todas as
molestias de pelle.
Deposito nico,,
Pharmacia de Bartholomeu A C,
34ra larga do Bosario34.
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo n. 9
O ijroprietarios deste liem conliwklo estabele-
rimento, alni dos moitoa objeetos que tinham cx-
austoe a apruri;tco do nepeitevel poltico, man-
tl:n.;:! vir o acaian de rcwber pelo ultimo vapor
da Europa am UBpteto a vnrindb sortiioento do
linas e mai deliradas especiafidades, as quaes es-
!ao ri'sulviilus vender, corno de seu mstuine,
por presos muito banitinbos e cotumuajs para to-
dos, cun tanto uxu; o Gallo....
Muito superioit-s lavas de pdlica, pretas, bran-
cas e tte nmi liadas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punlios para se-
nhora, nesto genero o que ha (te mais moderno.
Superiores pentos do tartaruga para coques.
Lindos e riquissiraos enfeites pora caberas das
Exma. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com ridn-
lhos e sem ellcs; esta fazenda o que podo haver
de melhor e mais bonito.
Superiores o bonitos ieques rte midreperola,
martim, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Eseossia para se-
nhoras, as qnaes sempre se venderam por 304000
a duzia, entretanto quo nos as vendemos por 20,
alm dadas, temos tambera grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes alguraas muito
finas. '
Boas bengalas de superior canna da india e
castao de martim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero 6 o que de melhor se
pode desojar ; alm destas temos timbera grande
quantidade de outras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. ele. ele.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos do cadeia o
de outras qualidades. '
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora c para meni-
nas de 1 a 12 anuos de idade.
Navalhas cabo do martim e tartaruga para_ fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramos sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina < para croxe.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labvrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
fumarias e dos melhores e mais conheeidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitam a denticao das innocentes ancas. So-
mos desde muito recebedores dostes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim do que nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro desles verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se veuderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista djs cbjectos quo deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7._______________
TAssjmmos.
Tem para veadeajl sm at mazeos, alm de ou-
iros, os st'guuiies Hv4f W m I
Papel para imprimir.
Perlina azul.
Grore pautado e liso.
Vinhos coi caixas de doze garrafas
Bourgogne.
Hory.
Madeira.
' Hcrmitago. ; i
Giiamblis.
Licor do curasao de Hollanda em caixas de Tin-
te equatrobotijiuhas.
GE8S0,
Nos armazens de Tasso Irmos.
Grades de ferro
para jardins, porteirasetc.
Nos armazen de Tasso Irmos
carbkikiii6he fekro
Para serv eos de grandes armazens, para remo-
ver barricas u caixes de um para outro, lado pekr
mdico pre?o de 1'2000 cada um.
Fariiiha de trigo de Trieste
Das radhoras mareas l'anonia(verdadeira) Fon-
tana e granflo sortimento das mdhores marcas de
fariuhas americanas.
Saceos de farinha de trigo do
Chile
Todas novas, chegadas ltimamente nos arma-
zens de Tasso .Irmos.
Cemento romano
Nos armazens de Tasso lrmaos.
Cemento hidrulico 12$
O melb(fr para ludo qne sao obras para agua, ra-
mo assentamento de canos de esgoto, algerozes, de-
posito, tanques d'agua, etc., etc.: em porcoes de
cincoento barricas se far reduccao no preco : nos
armazens de Tasso Irmos.
Cemento Portlarfd
O verdadefro cemento Portland em casa de Tasso
Irmos.
Grades*de ferro, cercas, por-
tearas, etc., etc.
De differentes cualidades para cercadode ani-
raaes, chiqueiros para galinhas ou jardins: nos ar-
mazens de Tasso kmaos.
Barris com breu
Nos armazens de Tasso Irmos.
Velas de esparmacete verdadeiras para lan-
ternas de carros: noarmazem de Tasso Irmos.
Vinho do Porto fino superior: no amazem
de Tasso In.ios.
O melhor cognae Gauthier Preres: noarma-
zem de Tasso Irmos.
Macarthy
Machinas de descarocar algodo.
Hoje que est reconhecido que as machinas de
serrote prejudicam e quebram a fibra do algodo,
preciso recorrer a machiuismo iuenos spero,
que produzindo o mesmo servico que aquellas, e
facihdade no trabalho, nao quebrem a fibra da laa,
para (fue cssa possa obter-nos mercados europeos,
a differenca que ha entre o algodo descarocado
por aquellas mencionadas machinas, que estao fi-
candoemdcuz, peloprejuizo que ten cansado,
e o da antiga bolandeira, que nao pode competir
pela iporosidade de seu trabalho. E' assim que
estas machinas se tornam as mais proprias para o
nosso algodo, porque ao par da faeilidade e
promptido conserva a libra da la, que limpa por
ella, e qualificada na Europa a pV da melhor bo-
landeira, valendo assim entre 11 20 por 0/0
fjOVA tSPERftNQA
21^Ra do Queimado-=2)
Advertencia!
A Nova Esper?nca, ra o Quemad
n. II tendo em deposito grknde quanlidad
de miudezas, c como se approxima o tem-
po em gue tem de ser dado o balanco, por
isso desde j previne ao respeitavel publi-
co, que est resolvida a Tender suasmer-
cadfirias pelo baralissimo preco, para assim
diminuir a grande quantidade das que
tem: assim pois, venbam os bons fregu-
es, e os que nao forem venliam ser fregue-
zes, em tempo t3o opportuno quando
NOVA ESPERx\NCA convida-os pechincha-
rem.pois que para comprarle caro, no
falla aonde e a quera...
Elle quere ella quer
E' sempre assim.
Elle (correspondente deParis) quer sem-
pre primar em nos remettfr objectos de
gosto e perfeigo, e ella (loja da Nova Es-
perance) quer sempre dividir com seus fre-
guezes o que de bom constantemente rece-
be, e por este lidar continuo (d'ambos) i
Nova Esperanra na do Queimado n. 21,
alm do grande sortimento que j tinba,
acaba de receber mais o segointe :
Bonitos broches, puleciras e brincos de
madreperoli.
Papel e envelopes bordado* e mati-
sados.
Papis proprios para enfeitar bollos
bandeijas.
Brincos pretos com dourados (ultima
moda).
Fitas largas para cinto.
Modernos gales, franjas e trancas de
seda e de la, para enfeites de vestidos.
Botcs de todas as cores e moldes novo
para o mesmo fina.
Trancas pretas com vidrilbos sendo com
pengeihts e sem elles.
Botos pretos com vidrilhos com pingea-
tes e sem elles.
Lavas de pellica, camurca excossia.
Finas meias de seda para senhora e me-
ninos.
Delicados leque de madreperula, mar-
liin. osso e faia.
Esportilho simples e bordad.
Beogalas de baleia.
Finalmente, um completo sortimento de
miudezas ra do Queimado a. 21, 'n
Nova Espcranga.
Collares anodinas ellectro-magneti
eos contra as eonvuledes das
creangas.
Nao resta a menor duvida, de que muito
collares se vendem por ahi intitulados o
verdadeiros de Royer, e eis porqae muito
pais de familias nao creem (comprando-os)
no effeito prometlido, o que s pdem dar.
os verdadeiros ; a Nova Esperanza, pornj
que detesta a falsificacSo principalmente no
que respeita ao bem estar da humanidade,
fez urna encommenda directa destes collares
Librase o uro nacional, moedas
de 5 francos.
edoende-se no arco da Conceigo na loja
Vurives, no Recife.
gaz m MZ
Chegou ao amigo deposito de Henry Forster o
C, ra do Imperador, ubv eaiicti^aaieuto de sai
de primeira qualidade; o qal se vende em partida.'
e a retalho por menos preco do qne em outra qual
quer parte.
PASTILHAS ASSICAKADAS
DO
DR. PATERSON
De hi.siuuth e magnezla.
Remedio por excellencia para combate'
a magreza, facilitar a digesto, fortificar
estomago etc.
DEPOSITO ESPECIAL.
Pharmacia de Bartholomeu A C.
34------Ra larga do Rosario------34.
I^APS POPULAR
DA
FABRICA NACIONAL DA BAHA
DE
TEIXEIRA FREDERICO & C.
Acaba de ebegara este mercado urna porga* des-
te ptimo rap, nico que pode supprir a falta do
prineeza de Lisboa por ser de agradavel perrome.
E' fabricado com superior fumo e |>elo melhor
systhema conhecido, tendo tambera a vantagem de
ser viajado, o que para este artigo urna espe-
cialidade. as pracas daBahia.do Rio do Janeiro e
outras do imperio tem o rap Popular sido asss
aceolhido, e provavelmentc aqu tambem o ser,
logo que seja'conbecido e apreciado. Acha-se a
venda por preco commodo, e para quem comprar
de 50 libras para cima, far-se-ha um descont de
5 0/0, e de 800 libras para cima o de 8 0/0 : no
escrintorio de Joaquim Jos Goncalves, Beltrao,
ra uo Commercio n. 17.
Vcne-se a verdadeira graxa do bem eonheoido
ahricante Dav & Martin n. 97 : no armazetn de
J. A. Iforeira Dias, ra da Cruz n. 26.
PELO NOVO SYSTEMA DEKILOGRAMMA
COM OS RESPECTIVOS PESOS.
Vende-se no armajrera de J. A. Moreira
Dias, ra da Cruz n. 2 5.
Cabras e ovelhas
Vendera-se tres cabras muito mansas e boar
de leite, proprias para criar meninos, e que estao
mui prestes a parirem ; e tambem urna ovelha
mui grande, mansa, e que d muito leita : quera
as pretender, dirija-se a ra do nparador n. I*,
defronte-de-S. Francisco.
/i _____________.--------------------------------------------- .
Fogninho chlnezes artlcl es
para noltea de santo Antonio
e H. #o Acaba de chegar grande sortimento dos mas
interessantes fuguinhos chinles e de bengalla ar-
tificiaes, proprios para meninos soltarem dentro
de salas, sem queimar ou ofender por seren fa-
bricados especialmente para divertimento de
enancas : no armazem o vapor Irancez, ra
Nova n. 7,
Na ra da Imperatriz n.88; 3a andar,
ha para vender doce de caj secco, mais
batato que em outra qualquer parte, assim
como bollos de S. JoSo.
1ASSA c XAROPE
DECOOEINADEBERTHI
. Prcconitados por todo o* medieo contra l .
DEKLUXOS, CATHARROS, B TODAS AS|
IRR1TAC0F.S DO PE1T0.
M. S. O Xarope Ue Codtina qne merta'o a I
konra4 alia bem rara entre os Medieanuntos I
motos, di ter registrado totno un dos medica-l
mentot o/lciiei io Imperio Franeez dispensa]
qualquer elogio.
AVISO. Por causa .da reprtliensivel f.ilsa
Acacio que tem tujcilado o relii resultado dol
Xarope e massa de Berlh tonos toreado al
lembrar queesiemedicatueulos tao jusiam?nle|
concciiuadus sd se
vendem cm caiiin-
lias e frascos levand* '
asignatura cm '
frente.
46, Ru des colct, c na Pliarmacia Central I
de Frtnc, 7, Hit de Jomj, em Paiis, c i-m|
ftC(lasasPbarmciapincii'.iiesdoDrazil.
mais do que a laa limpa pela achina de serrote, o garante aos pais de familias, que s5o o
' verdadeiros de Royer, que a tantas crean-
Cas tem salvado do terrivel incommodo de
convulfes, assim pois precise, que ve-
nham a Nova Esperanza a ra do Queimado
n. 21 comprarem o salva vida, para seu*
ftlhinhos, antes que estes sejam acommetti-
dos do terrivel mal, quando ento ser di-
fficil alcancar-se o effeito desejado, embora
sejam empregados os verdadeiros coliare*
de Rover.
Estas machinas nao sao novas, pois que ha muito
estao adoptadas no Egypto, aonde as de serrote
foram nteiramente abandonadas, e por isso o algo-
do daquella pro".edencia, sendo da qualidade do
da nossa provincia, obtem hoje de 10 a g por
0/0 mais do que o nosso : vendem-se a 15'0000
nos armazens de Tasso Irmos.
Oleo le ameutloas
Em caixas de 8 latas, rada caixa 100 libras :
nos armazens de Tasso Irmos.
Ac de milao..
Nos armaz^s de Tasso /rmaos.
BARRIS DE SALITRE
No' armazens de Tasso Irmos.____________
CURA DOS CALLOS.
PELA
Pomada galoupean.
Deposito especial .
Pharmacia de Bartholomeo & C.
34------Ra larga do Rosario------34.
COGNAC.
De^uperior qualidade da mui accredita-
da fabrica de Bisquit Dubouch C, em
cognac urna das que mais agurdente de
cognac, fornecem para o consummo do
Reino da Inglaterra.
Vende-se em casa de TI). Just, ma do
commercio n. 32.
Tabellas vermicidas
DE
Antonio Nunes de Castro.
Vermfugo efficaz, e preferivel a todos os
conheeidos, j pela certeza de seu resulta-
do, ej pela fcil applicac3o as cranlas,
quasi sempre mais atacadas de to terrivel
e mui tas vezes fatal soffrimento.
NICO DEPOSITO
KA
Pharmacia e drogara.
DE
Barthomeu C.
34-Raa EJirga do itoaario3*
BOM VINHO
D0R0
CtaegOtt pelo bnguo Trinmpho e consignado
Flix Pereira da Silva, nma nova remessa de bem
conhecido e excellente vinho puro do Douro em
barris de 3o e 10a, garantindo-se que nao tem con-
feccao alguma ; neste genero o melhor que tem
vitido ao.nierdo, e muito proprio para usar as
horas de comida, e vende por preco razoavel :
na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60.______
^.\.GERA%^
PAEA AS NOITES
' DE
S. Jodo, S. Antonio e S. Pedro.
Aehanne venda sortea para homens e sa-
nhras, um tatito gradaveis para essas occasifles
de diverlimentos e prazeres : as livrarias rance-
za roa do Crespo n. 9, na Econmica roa do
Crespo n. 2, Ba Popular roa do Imperador n. 67,
na do Sr. Cardozo Ayres ra da Cadeia do Reci-
fe n. 31, na do Sr. Jos Barbosa de Mello ra da
Cruz n. 52, na do Sr. padre Lemos ra do Impe-
rador b. 18, na Encaderna^o Parisiense ra do
Imperador n. 7*. _______
AOS SR8. FOtfUETEIROS
Bartholomeu &C.
VGIDEM
SALILRE refinado de Ia qualidade.
ENXOFRKemcylindro
LIMALHA de ferro (muHo nova).
DITA d'aco (dem).
DITA d'agulbas.
E todos os mMS preparados pan os no-
dos focos de cores ni sua drogara ra
larga gcf Rosario. n. 34.
Vende-se um prelo de 18 annos de idade :
trata-se na ra da Imperatriz n. 13,
Aiegt ai-vos myopes, e presbytas, j po-
dis ver de longe, j podis ver de perto,
n3o ha mais vistas curtas, ncm caneadas.
F. J. Germann acaba de receber pelo ulti-
mo vapor um rico e variado sortim nto de
oculos, lunetas,, pince-nez, face -man, lor-
gnons, de ouro, prata, tartaruga, marfim,
ac, bfalo, ncar, unicornio emelchior;
assim como binculos de urna a tres mudan-
Cas para theatro, campo e marinha, da ulti-
ma invencao ; duquezas, vienezas de 6, 8 e
12 vidros, tudo dos melhores fabricantes da
Europa.
O mesmo vapor trou-
xe urna excellente ma-
cbina. para graduar e
observar numero dos
vidros qoe se necessita
conforme a vista, de
qualquer pessoa.
Tem excellentes sterioscopos, instrumen-
tos de matbematica, barmetros, vidros de
chrystal do rocha, e de cores para resguar-
dar a vista; eoncerta todos os objectos
precos commodos e com promptido; tira
o mofo dos. vidros e encarrega-se de toda a
encommenda relativa a ptica.
Recebeu tambem os excellentes relogios
do antigo e afamado fabricante fobert Gerth
&C, os quaes vendem preces commodos
garantindo a sua superior qualiaade.
Novidades do Campos
para S. Joo
Interessante fogo t'artlflclo para
saldes, viudo da edrte pelo
Paraa Tcnde-se na rna do
Imperador n. 99.
ECONOMLV DOMESTICA
Superior jiaijnh da trra em saceos.
\& tambem se Vendo por menos, sendo
POrC*e AOS ESTARELECTMENTOS
Medidas para seceos, conforme o novo
systema mtrico decimal.
Tabellas indispensaveis, facis, e mais
adoptadas at boje nos estabeleoimentos que
cmprame vendem a peso, porque mostram
ellas com a maior exactido, a reducejo do
pesoe preQO entre os doussystemas: libras
e kdogrammas, recomendadas de prefe-
rencia a outra qualquer tabella, peia sua
fcil comprehenso ainda para as pessoas
menos habilitadas em commercio e clculos,
acia-se ar-venda tudo cima na ruado Im-
perador n. 58,
Armazem do Campos.
UEGiVEL
i.
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m*w^kw^fx
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P^^^^^V0^V^^^B1
^_

Diario de Pernambuco Teresa feira-22 tle Junho de 1869.
X
Ccordeiro previdente
Ra do <|ulmn Novo e variado sortimento du pui;fuma)-ias
finas, e outros objcclos. '
Alm do completo sortimento de perfu-
maras, de que efectivamente est prvida a
loja do Cordciro Previdente, ella acaba de
receber ura outro sortimento que se toma
notavel pela vari Jado deobjectos, superiori-
dade, quadades c commodidades de pre-
ces; assim, pois, o Cordciro Providente pede
e espera continuar a merecer, a apreciacSo
do respeitavel publico cm geral e de sua
boa freguezia era particular, nao se afas-
tando elle de sua bem conbecida mansidao
e barateza. Em dita loja encontraro os
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeia de Murray 4 Lamman.
Dita de Cologie inglcza, americana, Eran-
ceza, todas dos melhores e mais acreditados
fabricantes.
Dita balsamic i dentrificia.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toeU
Elixir odontalgico para conservaco do
zsseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei-
ros agr lavis.
Copos e latas, maiores e menores, com
pomada flna para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparente
e ostras qualMades.
Finos extractos inglezes, americanos e
francezes em frascos simples c enfeitado*.
Essencia imperial do lino e agradavel chei-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agraiaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
EAracto d'oleo de superior qualidade,
com escolbidos che ros, em frascos de dille-
rentes Umanhos.
Sabunetes em barras, maiores e menores
para maos.
Ditos transparentes.Tedondos o em figu-
ras de meninos.
Ditosrauito finos em caixinhaparabarba.
Caixinhas com bonitos sabonetcs imitando
frnctas. ,
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
nas perfumaras, mufco propria* para pre-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tatfcj
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal colorido*, e !e
moldes novos e elegantes, com p de arroz
e boneca.
Especial p de arroz sem camposicao de
heiro, e por isso o ais proprio para crian-
zas.
Opiata tngleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras differenes
aalidadi's tambero para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Aluda Mais coques.
Um oulro sortimento de coques de bo-
vos e bonitos moldes com filis de vidrilkos
9 algans d'elles ornados de flores e fitas,
sstao todos expostos apreciarlo de quem
as pretenda comprar.
GOLLINHAS E PLNHOS BORDADOS.
Obras de muito goeto e perfeica.
Fivella e lita* para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objec-
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com-
prador.
FLORES FINAS.
O que de melhor se pode encontrar neste
genero, sohresahindo os delicados ramos
orvalhados para coques.
Vinho degestivo de
chassaing
COM
PEPSINA E DIASTAEX.
Remedio por excellencia para cura certa
das digestes dificeis e completas, acalmar
as dores gastralgicas, e reparar asierras
roduzindo urna assiraulaco completa dos
-aumentos; sendo mais um excellente tnico.
VE?DE-SE
PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomen <& C '
34RA LARGA DO ROSARIO3 i
Libras esterlinas, na ra da Cadeia do
Hecife, n. 58.
A OINHERO NA LOJA E ARMAZEM
DO .
DE
FEI.1X ?BHEIIM A SILVA.
O proprietario Veste ostabeleciraento convida ao yespeitavel publico desta ca-
ntal a vir surtir-se do grand sortimento que lera de fazendas, tanto da moda como ie
U-i, ass'nn como de um grande sortimento de roupas para homens e meninos, e as
pessoaa que negociam em pequea escala, tanto da praca como do mate, aesta casa
poderao fazer os seus sortimentos em pequeas ou grandes porces, venflen-lo-se-lhes
pelos precos que se compram as casas inglezas ; assimeomo as excellentissimas fami-
lias podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas, ou se Ihe as mandam
levar em suas casas pelos caixeiros d'este estabetecimento, que se acha aberto con-
stantemente desde s 6 boras da manha s 9 da noute.
Casemircis da moda
NA
FUNDICAO DOBOWMAN
Ra do llriim a. *
PASSANDO O CHAFABIZ
Tem sempre deposito de todo o ma minis-
mo empregado na agricultura da provincia,
entre o qual:
Machinas de vapor, para assucar o para
jlgodo.
Rodas d'agoa.
Motores de diversas especies.
Moendas de canna.
Rodas dentadas, para animaes, agoa e
-apor.
Tixas de ferro, batido: fundido e de
cobre.
Alambiques.
Arados c instrumentos d'agricultura.
Dcscarocadores d'algodao etc. etc.
Havendo cm tudo variedade de Umanho
desde o menor at o maor 'que se costu-
ma emprear. ^^ ^^________
l.i llliiJi
Vende-se manteiga ingleza muito boa a 900 rs.,
i. e UI20 a libra, muito flna. presunto de La-
mego a 800 rj a libra, carne do serto a 360 rs.,
tinguica So cm lata? a I* a libra, farello, sarco
de 4*400. e ade Lisboa flno a 53400: no pateo
Faraizo n. zO.
Encanamento de agoa
e gaz.
Canos de ferro estanhade e com porcelana, ditos
de chombo de toda* as grossuras.
Pesos pelo nov sistema
Temos dos novos'pesos completas e a retalho :
venda, roa do Qneimadn, A z* vedo & Irmo.
Explendido sortimento de
Alpacas tarradas de core a *60
Alpacas a 500 Alpacas a 560
Alpacas de cores
Na teja do Pavo ra da Imperatriz n.
60, vende-se uns poucos de mil covados
ilas mais lindas e modernas alpacas lavradas
com as mais modernas e bonitas cores,
proprias para vestidos e roupas para meni-
nos, tendo entre ellas ,azul, lyrio, roxo, cor
de canna, verde claro etc. e os lavrares
maito miudinhos assentados em orna so
cor; para se poder relatar esta faeenda
pelo barato prego de 560 rs. o covao, foi
preciso fazer-se urna grande compra deste
artigo, o qual grande pechincba.
Aos de./ mil corados, de cassas
franceca
Covado a 300 Govado a 300
Covado-a300
Covado a 300 Covao a 300
Covado a 300 rs.
Vende-se na loja do Pavao a da Im-
peratr n. 60 urna grande quaniuade de
mil covados das melbores casas francezas
para vestidos, tenfl padr5es miuos e gra-
dos, assentados om todas as c*res, estas
cassas sao propiamente francezas, tendo
transparentes e tapadas, com tanto corpo
quasi como a cbHa, e alm dos padrees
seren muito bonitos, sao todos fixos e serie
fazenda para multo mais dinlietro, mas re-
talha-se a 300 rs. -o covado.
Espartllhos a 34000 sa loja do
Pavo
Vende-se ama grande porco de esparti-
Ihos modernos com o competente cordao,
tendo sortimento 4e todos os Umanhos, e
vendem-se a 34 ceda um.
MADAPOLAO ENTESTADO A 3^600, S
NO PAVAO
Vendem-se pecas de madapoFo enfestado
com 12 jardas, sendo muito acornado pelo
barato preco de 3<$fi00 ris, assim como
pecas de algodosinho com t6 jardas
4-3300 -e 3-3000 ris.
ALPACAS LAVRADAS COM LISTAS A 300
S. SO O PAVO VENDE
Covado a 300 r*.
-Covado a 500 rs.
Covado a 300 rs.
Covado a 300 rs.
Covado a 500 n.
Covado a 500 rs.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande porc3o d alpacas
lavradas com os mais lindos padrees listra-
dos e com flores matisadas, sendo este ar-
tigo urna grande pechincba, por se tercm
comprado urnas pojioas de caixas o vende-se
pelo barato preco de 500 rs. o covado.
PELERINAS DE CROCH A 85, 105000
. E 125000
Chegaram para a loja do Pav3o as aais
modernas e mais bonitas romeiras ou pele-
rinas de fil e croch que se vendfcm a 8 e
!0? e 123.
graie mam
EM
PKRC.ILIi.lN
A pataca o covado
PERCALLAS A 320 RS.
AOS DEZ MIL COVADOS
PERCALIAS A 320 RS.
Na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
60 vende-se urna grande poreo de per-
callas francezas proprias para vestidos, sen-
do de cores fixas e mais larga que as chi-
tas, tendo os pannos muito encorpados e
cora os desenhos mais bonitos que tem
viudo ao mercado, tendo padrees miudos e
grados e vende-se pelo baratissimo preco
de 320 rs. o covado, garantido-se estar esta
fazenda em perfeito estado, e vendendo-sc
por este baratissimo preco para apurar di-
nheiro.
BRAMANTE PARA LENCOS COM 10
PALMOS DE LARGURA A 13800
Chegon jara a loja do Pavo, i ra da
Imperatriz n. GO, urna grande poreo de
p cas de bramante com 10 palmos do lar-
gura, sendo a largura da fazenda o cumpri-
niento de um lenco!, o qual se faz cora um
metro e urna quarta, o para cama de casal,
com um metro e meio; e vende-se"^ pelo
barato preco de 15800 ris cada metro,
tendo esta larga fazenda, outras muitas ap-
plicaces para arranjos de familias, sendo
grande pechincba pelo preco.
COBERTORES DE LA PARA 0 INVERN
DE 3(3000 6O00
M
11~XUJA DO QUEINAD0--11
DE
AUGUSTO PORTO & C.
-% Receberam superiores vestidos de blond com manta e capclla para noivas, que
vendem-se por precos mais mdicos do que em qualquer oulra parte.
SAHIDAS DE BAILEde cachemira branca ede cores o que ha de mais lindo.
BASQUINESde renda preta, e de gorguro preto, o que ha de mais
elegante.
CHAPEOS DE SOLpara sonhoras delicadamente bordados.
BALOESbrancos e Qe cores para senhoras e meninas, csparllios, saias bor-
dadas, e saias de 15a Gom barras de cor.
GORGUROde seda brancoe proto para vestidos, sedas de cores, mojrpan-
tique branco, e grosdenaple braceo, de cores e preto, prinoezas, bombaziuas prctas,
alpacas de muitas cores, e lindos cortinados bordados.
CRAVEIROS
E* nm lindo e imtofensivo fogo de artificio, pela
;ua quaiidade, qo?i impo-sivel rebitar, s se
for (u por quem nao sonber: garantimos os que
se fabnram na antiga fabrica da estrada de Juao
de Barros, da vi uva Rufino, e as eneommendas
para os qne se fazem em dita fabrica, recebem-c
no armazem da bula amarilla, no oitao da secre-
tara de polica.
IiOJA DO PAVlO
Chegou pelo ultimo vapor' francez, um
grande t verdadeiro sortimento das mais
modernas e mais finas casemiras para eal-
cas, paletots e coletes, tendo lisas, com lis-
tras e com Hstra ao lado, tendo para todos
os precos, e afianca-se venderem-se muito
mais barato do que em outra qualquer par-
te, assim como das mesmas se manda fa-
zer qualquer peca de obra, a vontade do
fregtiez, para o que tem um bom alfaiate.
Aos quinhentos palitots
a 18$ e20#000.
Na loja do Pavo ra fa Imperatriz n.
60, vendem-se urna grande porclo de pa-
litots sobrecasacados, e propriaente so-
brecasacos de panno pretu, sendo obra
wiuito lem acabada pelos barates precos
de i8#, -sendo forrados do alpaca, e de
20# forrados de seda; esta fazenda a nlo
se tor comprado ama grande compra, seria
para muito mais dmheiro, porm liquida-se
esta pechincha petes precos aoima.
Lazlrina a itu
Vendem-se laaialias para vestidos e rou-
pas de meninos, senda-t3o encorpadas
como chitas, pelo fcarato pre? de 240 rs.
o covado.
POUPELINAS A 300 RS. 0 COVADO.
Na ma do Pavo, na rea da Imperatriz
n. 60, vende-se un grande sortimento da6
mais lindas poupenas ou lazinhas trans-
parentes, proprias para vestidos e roupas
de creaucas, com as mais modernas e bo-
nitas cores ; padrsos cora listrinbas miudi-
nhas, qe se vendem pelo barato preco de
300 rs. o covado, pechincha que se acha
unicameate na loja de Flix Pereira da Sil-
va, na ra da Imperatriz n. 4X).
AS CAMBRAiAS DO PAVO
Vendem-se fuiissimas pecas de cambraias
lizas transparentes tanto inglezas como suis-
sas tendo mais de vara de largura, pelos
precos de ;>-RK)0 at 105000.i peca, assim
como finsimos orgaadys branco liso que
sene para vestidos de bailes, por ser muito
transparente a 40000, a vara, na loja do
Pavo ra da Imperatrk n. 60, reira da Sirva.
Corttaados
Para camas e janetlas.
Vende-se um grande ortmento qos me-
mores e maiores cortinados bordados pro-
prios para camas e para janelas, quo se ven-
dem a 420000 rs. cada par at 230000 rs,
islo na ra da imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
roupas feitas
NA LOJA DO PAVAO A RA DA
IMPERATRIZ N. 60
Acha-se este grande e'stabelecimento com-
pletamente sortido das melhorcs roupas,
sendo calcas palitots e coletes de casemira,
de panno, de bnm, de alpaca, e de todas
as mais fazendas que os compradores pos-
sam desejar, assim como na mesma loja
tem um bello sortimento de pannos casemi-
ras, brins, etc. etc. para 6e mandar fazer
qualquer peca de obra, coma maiorpromp-
tido vontade do freguez,' e nao sendo
abrigados a acceita-las, quando nao stejam
completamente ao seu contento, assim corad
n'este vasto estabelecimento encontrar o
respeitavel publico ura bello sortimento de
camisas francezas e inglezas, ceroulas de
linho o algodo e outros muitos artigos
proprios para homens e senhoras promet-
tendo-se-lhe vender mais barato do que em
outra qualquer parte. Na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem de Flix Perei-
ra da Silva.
COLCHAS PARA CAMA A 30000.
Vendem-se colchas de fusto adamasca-
las para cama, pelo barato preco de 50,
rande pechincha, na loja o armazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Flix
Pereira da Silva.
O atoalhado do Pavo.
Vende-se superior atoalhado de algodo
-.ora 8 palmos de largura, adamascado a
!02OO a vara; dito de linho fazenda muito
raperior'a 35200 a vara ; guardanapos de
inho adamascados a 40500 a duzia e muito
inos a 80000, e ditos econmicos a 30500
i duzia.
ALPACAO DE CORDO PARA VESTIDOS
A 40000
Na loja do Pavo, vende-se superior alpa-
co ou gurguro para vestidos, sendo n'es-
..itfAWMjteav,.
,--------------------r^-------r
uiMr
J.^5351 Ni a--%Q
Caraeiro Vianna
Ni ste BAZAR on,'.i,ti a-so nm ccmpleto
sortimento de todos os artigos que se ven-
dem por precos coinmodos como sejam: Ui
roiiiultto soii'incnlu de machinas para cos-
tura de todos os v.sU'mas, mais iiiouctd;.s
adoplados na America > appi ovadas na v\-
timaexposicSo servaos a electos Mra,afflo-
co e jantar, salvas, bandejas, laboleiros, bol-
sas c malas para \ugtm, ndjspcnpwis para
senhoras, candinos parabala fciinadcrnesa,
paredes poitaj. mangas, tubos,e globo. '
vidro,' machinas para fazer cate* OIUSI para
baler ovos, ditas para amassar fai uha, ditas
para fazer inantijiga, camas de ferro para
casados, solteiros e crianca, horcos, cadei-
ras longas tiara viagem, ditas de balatco.
ospollios de todos ,v>s tamanbos, piulduias
para qnadros gaz, baldes americanos, gu r-
dacomidas, hrinquedos paia ciiangas, um
completo sorlimento do cestinlas, olead(-s
para sala c n osa, tapetes para sala, qu?rto,
frente de soplt, janclla e porta, capachos de
Spnrio e coco, objecios para escrtptprio b
muitos oulios ai tigos que se cncoutraiao
venda nomesmo cstabeecimolo o que vale
a pen- ir examinar. _______ ^
8u
^^
A 60 CltlMA6
NOVO EXPLENDIDO SORTIMENTO
Agua-florida de Guis-
lain
Chegou para a loja do Pavo, um gran- te genero o mais moderno e -mais bonito
de sortimento dos melhorcs cobertores, do que tem vindo ao mercado com differentes
l de carneiro, sendo muito grandes e cores, sendo mais largo que alpaca e ven-
muito encorpados, que se vendem de 30 de-se pelo baratissimo preco de 4000o o
at 600(0 cada um, em relaco s diffe-, covado.
rentes quadades, pechincba: a elles an-
Tintura indelevel paratingir os cabellos,
sem manchar a pelle.
A bem conceitoada agua-florida deGuis-
lain que ento era des^onhecida em Per-
nambuco, j boje estimada e procurada
por seu eflicaz resultado, e anda mais se-
r, quando a noticia de seu bom etfoito e a
xperiacia tornar de todos 'conbecida.
A agua-florida de Guislain composta uni-
damente de vegetaes inoffensivos, tem a
propriedade extraordinaria de dar a cor pri-
mitiva aos cabellos, quando estiverem bran-
cos, e Ibes restituir o brho perdido, e as-
sim como preservar de embranqueoer.'sem
ser prejudicial de modo algum
E' porm necessario faaer conheoer, que
o bom resultado produzido pela agua-flori-
da, nao instantneo, como muitas pes-
oas talvez suppoaham, mais sim ser pre-
ciso fazer uso d'ella, trez ou quatro vezes,
e logo se obter ofim desejado, como bem
provam testemunbos de pessoas insuspei-
tas, e d'ecto por iante, basta usa-la duas
uezes por mez, contando sempre com o bom
xito, podendo a experiencia ser feita em
mira qualquer cousa.
Assim pois esta agea-florida acha-se ven-
da na bem eonhecida loja d'Aguia Rranca
ra do Queenado n. 6,
A Aguia Rranca, cootando com a protec-
;o de sua boa freguezsa, tambem caprioha
em naoih'a desmerecer, procurado sem-
pre corresponder a idea favoravel com que
a honram, e em prova ao que fica ditoi d
como exemplo (o expleudido sortimento
jue acaba de receber, ainda mesmo achan-
io-se bellamente provida do que de bom
e melhor se pode desejar nos gneros que
4q de sua competencia.
Haja vista aos necessarios livros de missa
i oraco, obras de apurado gosto o perfei-
;o, sendo: com capas de madreperola e
tocantes quadros em alto relevo. .
Ditos com ditas de marfira igualmente
lonitos.
Ditos com ditas 4e velludo, outros im
tandotAaro machetado.
Ditos com ditas de marroquim com cruz
e guaniico, dowrada ou prateada.
Coras e tercos de cornalina.
Para enfeitar bolos
Papel fino arrendado proprio enfeites de
bolos: no aimazom do vapor francez na ra
Nova n. 7. ___________________
Vende-se em casa le OlHcira
Filfa & C.T largo to Corpo
Santo n. 19
Libras esterlinas.
Vinho moscatel de Setubal.
Potassa da Russia, om barris c meios
ditos.
CarvSo animal de suporior qualidade.
Panno p*e algodo da fabrica de Ferno
Velbo, para, saceos c roupas de escravos.
Assim como.
leques
brande e bello sortimento de
todos de madreperola, madreperola e seda,
sndalo, sndalo e seda, osso, osso e seda,
e-tata etc, etc. tendo nos de sndalo alguns
com 4 vistas, e outros japonezes enfeitados
de flores.
Bonitas voltas grandes de aljofares azues.
Voltas de cerrente de borracha.
Meias de seda para meninas e senhoras.
Ditas de fio do Escocia abortas, tambem
para meninas e senhoras.
Ditas muito finas d'algodao, alvas, e
Koruas para meninas e senhoras.
Luvas de fio' d*Escocia, torcal, e seda
para meninas e senhoras.
Meias de la para homens, mulheres e
metimos.
Gollinhas e punhos bordados obra de
muito gosto.
Entre-ineios finos tapados e transparen-
tes com delicados bordados e proprios
para culi a r fita.
E OS PRODIGIOSOS
Anneis e collares Royer para crear-cas.
Bonitos cabases ou bolsinhas de pelica
e setim para meninas ou senboras.
Lindas ceslinbas bordadas a froco, e lisas.
Delicadas caixinhas a vidro enfeitadas
com pedras, aljofares, etc.
Ditas de tartaruga para joias.
Bonitos albuns com msica.
Piaseis ou bunecas para poz de an oz.
Novos e delicados ramos de flores ^com
marrafes para enfeitar coques.
Bello sortimento de trancas de palba.
Fitas largas para cintos.
Cintos de fitas largas com bonitas rama-
gens.
Brincos e alfinetes de madreperola,;
Ditos esmaltados, obras novas e bonitas
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-Bpap oxiBqB so^oafqo so opnBunanb ?^S3
iyhwmi yiaaoi osnmjv
w% K3 1134 aa vjpot
& vwwmo (Mi viH-?? ly
mmu
Attenpao.
Na ma 4o Padre F|i>riano n. 31 vendo-se man-
dioca preparada tara bolos a 600 rs. a, libra.
tes que se acabem.
ATTENCO
AS PEGHINCHXS QUE SE LIQUIDA)!
NA LOJA DO PAVO
Cortes de organdy jistrades com 10 va-
ras cada ura e que tambem servem para
luto a 3*i00.
Lanzinhas de coros para vestidos a 200
rs. o covado.
Cortes de cambraia com barras bordadas
e muito finas a 3* e 4000.
Cassa toda'preta para vestidos a 320 rs,
a vara.
Chtta preta estreita com salpicos para ves-
tido a 240 o covado.
Ditas ditas lisas a 460 o aovado.
E' pechincha para fechar contas.
Novidade Movidade
GURGUBES DE SEDA PAR\ AS FESTAS
DO MEZ D*? JUNHO
Chegou pelo vapor de 14 do corrente,
para a loja lo Pav3o, ra da Imperatriz
n. 60, um brilhante sorlimento dos man
moderns e mais bonitos gurguroes de seda,
para vestidos, tendo padrees miudinhos e
grados, com lindas listras matisadas, as-
sentadas as mais delicadas cores, como
sejam, verde, bismark, lyrio, azul, perola.
etc. etc., assim como ditos lisos de todas
as coras, garantmdo-se que na actualidad^
nSo ha ama fazenda de mais gesto nem -je
mais pbantasia do que estaqese vende por
preco muito rasoavel, no estabelecimento
de Flix Pereira da Silva.
itii-h
MENCO DE HONRA
Vende-ie em fruco*
DE FIGADOS FRESCOS DE BlCiLHiOio frasco!
lares, pbtrmada Boae,
2, ru de Caatiglione,
em Paria.
DI
i;im
As ratfoefOes, 03.le pardos, d'um cheiro forte, a mais composicoes feitas com olee*
de peines comrauns. laos como o ettjua'o. o orraio. o phoea, a Usa, o* oten ttot a'mtHerttprrrailoTu.
e roesmo O' oleo* vegetaes, foram imaginados para substituir os verdadeiro* oleo* de
fresaos de Manalhfcn de Terra-Nova. Estes oleas communs ou seos sueeedaaeas sao
ohtidos na industria por prec9 mui baiios, em quanto qne os ?erdadeiroa leos de Arado de bacalhie
fresco sao relativamente maito caro, vbto que para obtel-os (rtum c um mittura cumpre exercer
rnde rirjlancia e ter os maiores cuidados nos proprios lugares das pesca, assim como manda fuer
Hogg desde o anno de 1849. Estes aleo- paras de Maealhaa da Terra-Nsva de *1asa|
ranrraram para este precioso niccicamento urna fama universal na* molettia io peUo, at afvtint
ttcrofuloias e lymphaicas, mugeU io* mnioi,ctc.,e por laso,deram lugu a nocivas e deM**
Nota. O ala* da Baay nui fcil de digerir, distingoe-ee entra o* outros oteo* peta **{
cor de palh, o seo cheiro auve e delitado, e *eo gosto de sardinha fresca.
O RELATOrUO favorerel do c>fe dos traballios ehymieo* da PACDLDADE DE MEDICINA DB
PAH18 conrlu* coaso a*ga* i 0 oleo car He polka de M. Hoag conten urna Urca porte slpl- ae( vas maU io ue os oltot poriot e nao aprt*eta olqum io* inconveniente* su* M
runri n'tute*, qwmto tu dkerro e tibor.
fVWaaaV sr aa Sadas as >* Fr paiaes es*
VEM)E-SE
Pipas vasi^s, barris de 5", e um dcimo
tudo em perfeito estado, frasqueiras pro-
prias para frascos rom cenebra de Ilollnn-
da, urna porrao de garrafas vasias e botijas
para cei veja, cuma pipa com 80 cnidas
de agurdente de caima superior "ohegada
ultiinamento do malo : no dep sito da.rua
do Lima em Santo Amaro, n. 30, das 0 ho-
ras danianliaa-em (liante,
VHO
BORDEAUX"SUPERIOR
CHATEAU LA ROSE.
CHATEAU RUZU
Em casa de Habc Scbmettau i C. Corpo
Santo n. 13.
Continiia fofrjda o gscrapM to nomo Beiav
dicto. [nririirenle ao abaixo as>i;i)ailo, eoff i*
sianaes sogol)ics : preto ulo, altura regular,
lalia de denles da parte roperior, t gi-,mdi s,
inulto ladino, o peora bartti. Supp9e4e e>iv,r
at-otilado ne?ta ridade. d'unde fupio nmuinia mu-
lata pericnrcnic i i). Genoveva forrea d<' Arcojo
Albnqncrqoe, lanibeni com os signaos srcointn :
eabeiios annellados, nariz cnato, falla do dentee d.i
parle iperlor, p<< pff|iipna?, leudo f-m o direifo
una rirairiz, urna beJidu no olba esquerdn c altu-
ra refalar. Os wnboroa lauto do earravo comu da
iiM'iava protestam eonira qualquer que oe leuda
acuUdo, pelos dafflftos causados, Lem como ro-
gam s autoridad!* pnKciaes ou qnaewroer ootraa
peswas quo1 c dignein do fazo-Ios eaplnftf e
uiaudarluvarao escriptoiio do Leal 6: lnuiuvqac
iei-oni|jfiisaiaorom gcnprosidade.
Lui'j de Albwfutrpi MaravMo.
Do ongcnltu Jaroliinn, freguezia do Cabo, pa
noite do 6 para ?do corrente, rugirn) o? esrTSrfos
srpumtcs : Salvador, cri.0lo, cor preta, 1-aix.o,
erONa, Idade do 44 annos mais ou menos, barba
j piulada, rosto redondo e Irabalba do carapina.
Este escravo foi comprado ao Sr. Frandsro Jos
il'1 A ron jo, morador na cidado do llcoife.- ManoeL
preto,alto, barbado, bom corpo,nornas finas,etira
a falla um ponco descansada, representa ter .0
aunas mais ou menos. Levou calca do a'godao
americano, camisa do madapolao j vellia e cha-
peo de couro : esto escravo foi comprado ao Fr.
Junas Mariano do morador cm MosotO para
onde descona-se ter scguido. R ga-sc s autori-
dades pulii'iaes n aos oapitaos do eafltBo i apatro-
hensio dos referidos escravos, o entrega-ios ao
sen sanhor Antonio Carneiro Lins e Mi lio, no eu-
gonho arlma referido.
Fugii) do engenho Papagaio, termo de Pi-rto
Calvo, na |irovincia das Alagoa?, o fseravo Luefa-
no, criiulo, prolo, idade de 33 annos. poueoma;s
ou menos, altura baixa, barbado, bem failante, em-
braga-se muito, e intitula-sc forro, tem offirio do
sapateiro. e tambem rarreiro, onusta que anda
coi Goyanna, om Pernambuco ; reciimion ;i- a
a todas as autoridades poliolaos, assim como a
qualquer pessoa que o encontrar, que o prenda o
rcmetta-ii an seu senhor que o eapha" ros Can-
dido das Nevos, no cngenlio Papagai, on na ra
de Apollo, annazem n. 33, que se pagara toda a.
quae>qner dispozas pie bouverem di sor feit.;3
com a prisan do mesmo escravo. assim como ^o
gratificar generosamente a quem der noticia
exaota do referido escravo.
Est lugido, dc-dc o dia tf? do Janeiro do
Tiente anno, o escravo Felippe. com os signa.*
egnintes : cabra, idade 25 a 27 annos mais ou
menos, corpo o altura regularos, sobrancelhas
prctas e senadas, cabellos enroscados e aeaboco-
laiios, qtierendo principiar a barbar, < vez. s iiv-
cham-lhe as pomas lom urna marca de cans: o
di. lado dircito sobre o ligado, quando anda fi.a
duro e com passos ayancados, |em o veotre u"i
pouco crescido, pescooo grosso, t muito' regris-
ia. equando foge di que forro, o tem pop costu-
m trocar o nome e botar a camisa lora da calca.
ste escravo foi preso e esteve na radeia por an-
dar fugid : levou calca de bnm di* qu.idrinbos
pretos, camisa de mada|)olao, chapen de lia prefa
redondo, A natural do lugar Canhotinim da comar-
ca do S. lenlo dcsta provincia, e f> i eser.ivo do Sr.
los Eduardo Alvos de Mello, minador no ms-
alo lugar. O referido escravo j lu nsio em Glo-
ia de Giat, distiicio de Pao d'Alho, e em Lt-
looiro; presnme-se que se consone nestes lu-
ares : pode-se s autoridades policiaes e aos
rs. capilacs de campo a captura do mesmo es-
rrvo, e entrega-lo ao seu senhor Jo- I eroir de
liranda Ounhajmorador no Recife, raes do Santo
maro sobrad 32 do fallecido Manuel Coso-
ha ou na ma da Cadeia do Recile n. 35, que o
nesmo gralilicar generosamente.
Bellarmiuo
Evadio-se do ngenlio Marrecas, na romaica de
orlo Calvo, e no dia 18 de maio do crreme an-
h), o escravo Bellarmino, cabra escuro, de idade
' 28 annos, alto e secco do Corpo, sem baifca, ps
grandes, tem estado neta cidade, e uiw mai t
MWiu pelo hairro da Bda-Vista, podo sor c; te
lie so encamiuhe para a freguexiu da Espada,
uide foi ejlc criado, c o conhecido pe-
,>ar c levar ao referido engenho, ou aesta praca,
a run da Crnz n. f>4, t> andar, receber boa gra-
tiHcac.ao._______. ______ __
Acha-se- fgida Ta-o*o ieas a preia es-
rava, de naiao, de nome Maria,r.im W annos a
dade, baiaa e cor fula, consta que dn -r hrra, e
uidavendendo na fregueiia da ft^'^
una bandeja pintada de ewaruado, jnV5
ugio : gratificarse bem a ouem a appreaeews
icva-la a ra Imperial n. 103.


^^
L
8
Diario ie Pernambuco Terqa eira 22 de Junho de 1869.
ASSEMBL GHLAL
lortifica
CMARA DOS SRS. DEPOTADOS
SESSO EM 2 DE JUNHO
PRESIDENCIA DO SU. VISGONDE DE
CAMARAGIBK.
(Cont innocuo.)
Prcponderavara entad duas ideas erradas,
filhas dos tempos modernos, e que se nao
baseiam en opmoes de homens praticos,
e s em tberias de economas ideolgicas.
Bra a primeira que a diminuido dos di-
mtos di consumo causa a elevado desle.
e ax subir a recala, e portanlo que a alca
dos direitos. diminuindo o consummo, re-
tfuz a renda.
Tados os fados realisad>s no mundo pro-
vom a exagerarlo dessa idea. O proprio
Sir Rnbert Peel,quaiidodimtnuio os direitos
de imponacSo. contando por muitos annos
com a redcelo da renda, exigi para com-
pensa la a elevacao do income-tax, que a
grande ala vanea dos estadistas inglezes.que
desee oa sobe segundo as necessidades do
thesouro, e os factas piovaran que Sir Ro-
bort Peel tinha tirio razo de sobra. O
consummo pode diminuir pola grande alca
dos direitos, logo que excedem de todas as
regras rasoaveis ; mas maior ou menor
segundo as precisos do povo, que tendo
necessidade ha da sempre comprar o que
nao pode dispensar.
lia MW aqu urna considerado a fa-
ter-se. Nos nao temos em goral direitos
propriamente protectores...
OS. Rodrigo Silva:O imposto sobre
0 fumo nao protector ?
O Sr. Preku da Silva:Fallo em ge-
ral. Sao divididos os gneros de consumo
en varias tabellas da tarifa ; pagam uns
5, 40. 5, 20, 30 % ooUos 35, 40, 4 e
50. O termo medio da taifa pode-se ap-
proximadamente calcular em 30 %, porque
os gneros menos tributados sao os de
maior consummo. Os denominados ajimen-
icios, por exemplo, que nao sao seno au-
xiliares do3 alimenticios produsidos no paiz,
quasi nada pagam, c esse pouco n
a reduce* de direitos maores. De loaOO
a arroba do baralho desceu o direito a
600 rs. ; de 400 rs. a arroba de fannha
de trigo baixnu o seu imposto a 150 rs.; a
carne secca ou charque pouco mais de ex-
pediente se cobra : o sal est livre de im.
posicOes; carnes e peixes salgados 10 /-
Sao, portantu, mdicos os tributos desta ta-
bella. Na que se refere objertos e ma-
chinas de lavoura, industria e at artsticos,
a raesma modicidade se observa; o carvo
nada paga, o papel e ferro 10 %, os ins-
trumentos, machinase especialidades de in-
dustria apenas o expediente. E a somma
dos valores desta classe de gneros hvres
attinge a 40,000:000,*, annualmente.
Nao se pode, portanlo, acoimar de protec-
tora a nossa tarifa. Pode um ououtro objec-
to estar sobrecarregado de maior peso, mas
o todo regular e rasoavel.
O outro erro econmico que grassava em
1867, e que causou a nao adopro da mi-
nha proposta, nasceu da theoria que aCtu-
almente vaga pelo mundo com o titulo de
liberal, e que at se pretenle elevar ao grao
de liberdade poltica I E' o principio de per-
muta livre entre as nac5es, denominada
pomposamente de Jiberdade de commercio!
Se fosse verdadeira a denommaco de li-
bera',, enlo deveramos acreditar que a re-
publica dos Estados-Unidos do norte da
America urn pas absolutista c escravo,
porque sao elevadissimos os seus impos-
tos alfandegaes, maiores que osnossose o
de todas as mais naces do mundo; por
motivo igual, que o piiz mais livre ou li-
beral de todos os v-niiliecidos a Turqua,
que pone/) ou quid nada impoe sobre os
gneros estrangeiros. introduidos no paiz.
(Risadas).
Quem, porm. promove boje mais a don-
trina da livre permuta? A Inglaterra. Nao
o quera antes que ltimamente tivessem
logrado as suas industrias um aperfecoa-
inentn U que excluem dos mercados as si-
milares de outrns nani-'s ; nao tem medo de
queso llie disputa agora a concurrencia.
Entretanto os Estados-Unidos tm creado e
desenvolvido industrias, conservando tarifas
alfandegaes protectoras; a Italia e utras
uaces nao dispensan direitos pesados de
consummo, para animar a industria interna.
A Franca qneixa se actualmente muito con-
tra o tratado celebrado com a Inglaterra, e
que, na opinio de Tiers e de outros es-
tadistas superiores, tem cansado a ruina
de varias industrias francezas, com a redue-
co de di-citas nos productos deindustr as
similares inglezas.
Eu nio son proteccionista. Nao son exa-
gerado em principios; mas nao admittndo
os extremos, r'econheco todava qne para se
crear e desenvolver industrias nacionaes,
carece-se de direitos protectores rasoaveis ;
mas que se nao dovem manter estes, quan-
do as industrias a que se referem s po-
dem artificialmente conservar-se.
Debaiio da impresso destes dous erros
econmicos, nao foi adoptado o augmento
razoavel dos direitos do consumo de pre-
ferencia a qualquer outro sacrificio pecu-
niario exigido do paiz, como o propuz em
1867. Eu queria que se equilibrasse o
pagamento das porcentagens que competen
ao thesouro sobra os precos de gneros es-
trangeiros introduzdos no paiz para con-
samo, elevando os precos officiaes da ta-
rifa de ISGOaos presos correntes e actuaes
do mercado.
Quando em 1860 se organisou a tarifa.
lomou-se por base dos precos officiaes
sobre que recabiam as porcentagens do
imposto,
cado; o cambio estava ao par, isto a
Tem o cambio baixado com os acontec
mentos; os gneros subiram 30, 40, 50
mais por eeoto no mercado. Os preco
oficiaos da tarifa permanecern estaciona^;leJjbaralados. (Apoiado!M
nos. Cobra hoje o thesouro em u:na?
que diariamente se de vi a modificar, porque
o cambio sobe e desc mudas vezo* no
mesmo dia; que seria preferivel formar
urna base certa, 40% em vez de 48 ou 49
applica-la ao cambio actual de 18'/.
faze4a sabir ou descer na cobranca do im-
posto ao inverso do cambio.
Abracamos esta idea, os membros da
commisso. Assira, em vez de propr que
se paguem os direitos alfandegaes pelo
cambio de 27, lembramos o augmento de
40% sobra os direitos cobrados segundo
o Valores officiaes da tarifa de 1860,
descendo ao inverso do cambio de 18'/.
Redigmos de novo o artigo que haviam is
apresentado por conheeennos que nSo fura
claramente entendido.
O augmente de 40/o sobre os direitos
c n3o sobre os valores das mercaderas,
como ajguns lemerradamenle pensado. Os
precos ou valoras sao os da tarifa de 1860,
porque estao 40, 50 o mais abaixo dos
precos rcaes do mercado. NSo se compre-
hendem os direitos addiionaes, que con-
tnuam no mesmo p em que se' aebam.
Para as mercadorias que so'Treram augmen-
tas posteriores de imposto pela le de
1867, levam-se em conta, abtem-se. essas
augmentas. Parece-* fl* fica assia bem
claro e coilecido o pensamento da com-
misso. E como era preciso que os g-
neros que s pagara"direito addicionaes de
2 e 3n u e os livres de impostas e sojettos
nicamente ao expediente, seguissem a
raesma marcha ascendente dos direitos de
consumo, elevam-se a. 5%, tanto alguns
addicionaes, como o expediente. '
Assim estabelecida a doutrina, comere-
mos o seguinta resultado :
Os 40'o sobre o consumo produziro
corea de 14,000:000,5 annoaes, visto que
sao accrescentados a 35,000:001) >, em qtie
importam actualmente no anno os impostas
de importado, Contando todava com urna
diminuico desta, pode approximidamente
calcular ah umaccrescm de t2.00'):000.
A elevacao dos addicionaes e do expediente
para certas classes de mercadorias, dando
mais 2,200:000*. lograremos recebar mais
14,200:0000000.
Como porem cobrava-se as alfandegas
um imposto de Vi /o sobre genesos de
prodcelo nacional transportados de urna
para outras provincias, e que revottava pela
injusca e apenas produzia 117:0005:
outro denominado de dizimos do Oicipjfl
oreado em 11.-000.$, que n> pigiva as
despezas e trabalho de escripturaco e fisca-
lisaf5o: outro que se acha no mesmo caso.
produzindo 12:500*. com o titulo do bal-
deado e reexp^rtacao; ecmlim um. .piarto.
qus por demais era baldo de eflpiidade, e
que consi ta em um direito addicional de
3% para os gneros estrangeiros qoe,
tend) pago todos os direitos de consumo
em urna alfandega do Imperio, seguiam
para outra provincia eom carta de guia
calculado era 750:000*, entendeu a com-
miss5o dever aproveitar a oxasio para
supprimi-los, simplificando e melhorando o
systema de imposco.
Estas verbas, que se corlara na receita,
reunidas i abdican de 3/o sobre os venci-
raentos dos empregados pblicos, e sobre
as pensss que o Estado paga por servi-
ros fetos em seu favor, militares ou civis.
e que importam em ceixa de 4*0:000.$,
porque era de clamoresa injusca qne
sobre urna parte das suas despe/.is pagas-
sc n o njiosto pessoal de 3"/.i os que nao
eram empregados pblicos, classe mal
retribuida entre nos, ou nao eram pen-
sionistas, classe pauprrima, entretanto
que estes o pajara sobre a lotalidade das
suas rendas (muitos apoiados); trazando
urna dimnuaco de cerca de 1,240:000$,
dio apenas o segrate resultado nos clculos
da coraraisso 13,000:000* de augmento
por anno na receita publica.
Assim, portanlo s a alfaudega, ou repar-
tg5o de cobranza dos direitos do consumo
nos fornecer a somma necessario para
preeneber o de/ki do exercico.
E nao nosdeveraos, senhores, atemorisar
com o ficto de ioapr mais elevados direi-
tos de consummo sobre mercadorias es-
trangeras. E' doloroso, am tanto op-
pressivo sempre, por offender interesses
leniiimos particulares, elevar impostas.
M.is nos precisamos imperiosamente de re-
correr a ellos; i5o podemos perder terapo,
para nao aggravar mais as calamidades pre-
sentes, e peior legado dexar ao futuro.
Temos um grande exemplo que nos servir
de desculpa. Nenhnm paiz no mundo con-
serva mais pesados direitos de consummo
do que a repblica dos Estados-Unidos da
America do Norte: a maioi- verba da sua
receita o a mais productiva, como succede
entre nos, como acontece na Inglaterra e
em quasi todas as nac/>es do mundo.
Os Estaflos-riidos tem como segunda
verba de maior renda a venda de trras
publicas. A importancia directa pouco Ins
produz. Sabeientr etantoque durante a fa-
mosa guerra civil qoe all lavrou durante
quatro annos, na qual houve o grande
mortandade de -gente e tantas dispordicios
e gastos de dinbeiro, foi s alfandegas qne
se soccorreu o tltesooro da repblica, para
fazer face s despezas extraordinartos da
lata colossal entre o norte e o sul do Es-
tado americano. De 60*/oforau os direi-
tos de importac5o elevados a 80, 90 e
100 ./. Nao se rocerreu a outro meio.
E note a cmara, que a repblica ameri-
cana fazia a guerra no seu proprio territo-
rio, comprava os objeetos militares e os
necessarios para a alimentacSo dos seus
exercitos dentro do paiz o s industrias e
fabricas do paiz os cabedaes dissipados pela
guerra ficram no proprio solo. (Arpiados).
tor-sa con sto ; entendeu que qnando se
exigemdo paiz.uovQS li-JUnlos, qu.d sao v*r-
dadeiros sacrificios, cumpr recommendar
aogoverno a mais severa dinlteiros pblicos, a mais rigorosa, econo-
ma as desposas. O paiz tea recursos
pararilabilitar-sj; :-i3a s5o, porm, inex-
liaurives, e precisara set>aproveitados com
sabedora, dscrico e prudencia. NSo pro-
cedamos como o herdeiro inexperiente que
nao dando valor s riqu;zas que le lega-
ran parentes abastados, nao pasa a despe-
ga que pratiea, nio orea o compara os ren-
diraentos possiveis com os gastps necessa-
rios, e descansando na fortuna deixrpreci-
pitar-Sfl a propriedade no abysrno, endivi-
dando-se. cada vez mais, de modo a nao
poder um dia pagar nem capital e nem pre-
mios pelos compromissos contrahidos.
(Apoiado^.)
Se embodas as pocas, mesmo nos tem-
pos bonancosos e propicios, precisara as
nacei d urna boa e econmica adminis-
trarn da sua fazenda publica, porque n5o
ileve faz r pagaraos povos direitos para se
empr;garcm em despezas desnecessarias,
na actualidade mais que nunca temos mis-
tar de um systema geral de fiscalsaro
de poupanca' dos roeursos do thesouro, sys-
tema que se applique sob u.nplam concer-
tado a todas as repartioias do Estado, e
s ao ministerio da fazenda. Est este
entregue era mTi)s de piloto habilitado, ap?
j;i deif provas da su* genein, do seu zeta,
da sua dedtraco. da sua actividade, da sua
experie ca. (Vpoiaita.) Muito llie (lev- q
piiz nos annos passados, em qu> oceupou
taopVoficua MatrioticameMe a pasta da fa-
zenda. (Apoiados i i^oj-ganisou-lhe as II-
nancas, e abrta-lhe honsontes de prospe-
foi privativamente conferida ao ramo tem-
porario do poder^egislaiivo, traUudo-sc, fi-
nalmente, de um projecto de orcamento
oeganisado .as circumstancias financeiras
mais criticas que tamos atravessado, quando
so pede urna ggravarfo de Inipostos que
orea por 14,O0:000000 entendo que se
deve instituir nm debate rigoroiso sobre tal
assumpto.
Entendo que um servco assignalado
que prestamos ao governo com o nosso
concurso.
Assim proc8dendo n3o faco mais do que
acudir ao appello reiterado que. nos dirigi
o nobre presidente do coiisolbo, quando
nos disse, por occasio da 2* flscuss > do
orcamento da despeza do ministerio da fa-
zenda, que era conveniente que este as-
sumpto fosse estuda lo miuda lamento e
amplameiite debatido.
Vou, Sr. presidente, atalysar o relatorio
da illstrada Ia eomnvsso de ornamento.
Divirjo em alguns pontos da sua exposico
de motivos, e expendendo as minhas ideas:
terei occasiJo de assigaahir es^sas divergen-
cias.
Nao tenho a arrojada preteiieo de que
essas ideas sero adoptadas; ms desejo
ao menos provocar sobre ellas algumas ex-
phcages, afini de ser tirado do erro em
que laboro, se por ventura sao errneas ou
inopportunas essas ideas.
Coniecarei, Sr. presidente, por applaudir
a nobre franqueza, o procediiueuto digno
do illustce senlior presidente do consellio,
viudo a esta caara logo no principio da
o augmenta de im-
0 eraprestimo tem o inconveniente de
lanear sobre os vindouros os onus prove-
nientes dos nossos erros, oa as consequen-
cias de acootecimenWs cujas vantagens
nos coj liemos principalmente e somos os
nicos a apreciar.
Demai, Sr. presidente, como diz um
notawl-oconomista, o Estado n3o deve pro-
ceder em relaco s suas finanzas de raa-
neira diversa da que pratca um estabeleci-
mento commercial, uraa associaoao, ura in-
dividuo mesmo, o qual n5o deve contrahir
dividas senSo com a maior cireumspocclo",
e, urna vez contrahidas, deve tratar de pa-
ga-las custa de economas e sacrificios im-
iindiatos.
Acerapce anda que no systema represen-
tativo cumpre que o povo seja sempre es-
clarido a respeito dos sacrificios que delle
se cijo, assim como sobre as razes, a
natnreza o o destino das contribuicSes que
se Ihe impoe. Com este sys ema as naces
nio se empenharo em guerras injustas e
caprichosas, e, como dizia o Ilustre pri-
meiro ministro da Gri-Rretanha. os respec-
tivos governos tratario de aproveitar a op
portonidade para as nio prolongare inde-
finidamente.
' O Rrasil acha se nestas circumstancia*.
Se a.guerra que travamos contra a rep-
blica do Paraguay tem a approvaeao do
paiz, e a sua prolongado mereca anda o
assentimente da naco, forno o parece indi-
car o procedimento de governos oppostos
que so tem succedido na admnistraeo do
Kstado, justo que carreguemos com os
presenta sesso pedir o augmento de tn-^nCargos provenientes dessa lula, adra, de
que as circumstancias do paiz inJ^ nio aAhrfl f,rrnlr ,! m mnAn iwrma-
postos,
peiiosameale u^igun. S. Exc. afastou-se
assim da norma do comporlamenta de ou-
sua firmeza e decisfio ali n de resistir <
tendencias, que aSltam Sdntpw <>s cofres
publicas no intuito ile orr.in -ar-lli.s dinhei-
ro, ora com o pretexto de despezas pn>-
liuctivas. ora ora a mj!i.;idi le da* mpeli-
. das exigencias, ora com necessidades de
I servco publico, qne nao sao justificadas ur-
gentemente. O thesouro publico de todos,
e portanlo considera-se que nao de nin-
gera. (Apoiados.) Seja urna sentinella
alerta sempre para defende-lo, combinando
com os companheiros que o ajudam na
administrario do Rslado para que a liscali-
saeSo c a cconoraia raais rigorosa se esten-
da a tolas as rcpirtices, a todos os ram
do servco publico. Quando .se sigem do.
povo novos impostos e sacrificios, ne-
cessario raostrar-lhe quo nenhuraa deapuza
se pratiea q icno seja urgente ,6 radispan-
s;ivel ; que se guardara para tempos mais
propicios gastos mesmo proficuos, (pie se
podem c se devem addiar. Na crise tre-
menda, que atravessamos, tudo quanto se
poupir at guardar para mais tarde um
allivio, um beneficio, e um servco im-
portante.
Exprimo-me' por estes termos porque
temo que na 3a discusso do orcamento, e
quien no debate dos artigas additivos Uii,
Ooe condicao nrotto mais vanlatosTi rio rpTC
o proco real dos gneros no ner-^. ^ mifQ.tmpnmi CstraneT-
'j (fo, armas, roupas e al alimedl|ro ao nosso
eiereto. tu*) dwpeademosi estrangeiro,
no Rio da Prata e no Paraguay, eneitt unt
proveit fica ao paiz de tantas thesonros
5
moeda que Ihe d um prejuizo de 48 d'
50/o, calculado o cambio entre 18 e tS'/,;
E' pois at de justica que ou se elevenj
os precos da tarifa de *860 aos corrente*j
riosissimo, tarefa demorada de revisio das1
paulas das alfandegas, ou enlab se estabe-
leca que os dir-iios-do consumo sero pagos
ao cambio par, iito a27, o que impor-
taria um augmento de 48 a 49*/0 actual-*
mente.
Conferenciando porem a I" commissio de^
orcamento com o Sr. ministro da fazenda,
eouviiido sua Ilustradaopinio a respeito
Tez-lbe sentir o nobre presiden e do con-'
ho quanto dificultara a scriptursco,
abilidade, se dmorariam os des-|
s das mercadorias com um calculo-
Entendeu portanto al' c immissio do
orcamento, offereceriflo esta proposta que
acabo de justificar, que tem cumprdo a
misso honros e diuwil, o^ie Ibe incumbi
do mercado, o qoe seria trabalho labo-f a cmara, que as circmstancaas angustiadas
do thesouro publico reclamara, que exgem
imperiosamente os interesses necessarios
do' paiz, e que o paiz esclarecido Ihe ha
de touvar o procedimento (muitos apoiados)
porque o paiz sabe que seus interesses
estao ligados a fazenda publica, que pade-
cerlo ge os desta ptleeeram, e que nada
tend o Estado, nada possiro os pr.t-
ten. (Apoiados.) E' um sacrificio indis
pensavel e urgente, a qqe todos devrM
submeltermo nos para aarvacao do Estados
pammss prtJpfia"saIv^ao: (ApMalWs^
ridade. (\poiados ) Appello hoje para toda j tros g (biuetes que se omoenharain na guer-
forea>e severidadd do seu carcter, para o, ra extarna em que o paiz se acha, sera pe-
seu sentiraento exaltado do dever, para a dir recursos e.xlraordinaro para (^correr
s despjzas qqe acarreta urna luta seino-
lliante.
Foi assim, i4. presidenta, qu: dm-ante
tres annos eslivemos envolvidos nessa guer-
ra, sustentand )-a custa de expidie.ites
linanceiros'desaslrosjs, taes como empres-
timos externos ruinosos, emisses do pa-
[iel-inoeda e de bi I botes do tbewuro, que
nem sequer tinham a necessaria autorisa?o
do corpo legislativo. Entretanto, Sr. pre-
sdante, O'imposto o verdadairu meio de
(azor a guerra, do levantar os capitaes ne
cessarioi para sustentar urna lula xsorao
aquella em qoe ao acbraos orapenhados ;
som duvida Bonita preferivel ao expedien-
te dos emprestaos.
Ni questo de saber qual destes dou>4
raeio#deve merecer a preferencia para fazef
a guen-a, larga controSersia se tem levan
tado entro economisUs o inaueeiros dfa-
tiootos. A maior parte, porm, dos esta-
distas da Inglaterra, esse paiz di homons
essencialmente praticos, se-tm manifestado
pela preferencia do erapresln.9. Entre ou-
tros o actual paimiro ministro da Gr-lire-
tanha, em um di curso luminoso que profe-
rio aas vesperas da guerra da C ima, susten-
tou brilliantemente esta tbese com palavras
queja tive a honra de citar nesta casa. Es,
se pretenda encontrar medidas que importara senliores, o que dizia no parlamento jnglez
despezas, ou augmento* de verbas Ha em 1807 o Ilustre Gladstaue:
Com um tal systema (o dos empresti-
repartoes que desojaran augmentar o
seu crdito ; e nao conven) que suba a des-
peza alera da que foi votada era 2a discus-
so, porque at dir-se-ha que os ministros
actuaos desejam gastar mais do que pedi-
ram os seus ant cessores. Pela miaba parte
declaro-me prompto a arrostar compro-
metimientos, o a combaler as tendencias
que pjssam apparecer de accrescimo dedes-
peza. Fagamos do orcamento, que tem
silo entre nos ridicula ticcao, urna real-
dade, e fra dos objectas nelle especifica-
dos nao se permita que o governo coraineUa
despezas, o pratique o que lbe convm.
desprezando suas determinaces.
Tomasteis, Sis. ministros, conta do poder
em urna poca dilficil: encontrasteis a so-
ciedade anacarada de naufragio no meio das
procellas amescadoras; nao urna situaro
invejavel, mas urna misso honrosa, que
cumpre desempenhar com todo o patriotis-
mo o dodicaco. (Apoiados.) Nao se trata
de viver como se tam vivido al agoca, que
osse viver tem sido vegetar apenas, <-
xando augmentar as difficuldades, e apro-
fundar-se cada vez mais o abysrno. Aju-
dai-nos a rehabilitar paulatinamente o paiz,
preparando-lhe melbor futuro 4o que o tem-
po que nos foi legado. Colloquemo-nos,
governo e cmaras, na altura de verdadei-
ros mandatarios lo paiz, mostremos que
somos todos dignos de sua inleira confian-
ca. (Muitos apoiados.)
Foi este o pensamento que inpirou os
membros da Ia commsso do orcamento ;
tomando a responsabilidad e affrontando o
odioso da impopularidade, ousaram pedir
ao paiz augmento de imposto, como sacrifi-
cios exigidos pela salvaco do Estado, fal-
lando-lhe todava a linguagem mais franca e
convencida. Nao tem elles a vaidade de
pensarem que as suas ida6 sao as melho-
ros, pedem que cada um dos senhores de-
putados apresentem memores, coratanto
que se prestara ao thesouro os recursos
urgentes de que precisa; estao promptos a
abandonar o seu trabalho ingrato, comtanto
que possara mais esclarecidos e convencidos
abracar opinles que fajara a luz e lhes afi-
gurem assentadas era fundamentos mais ra-
zoaveis e menos ostensivos dOs interesses
do povo. A opinilo do paiz que d tar-
cas e sustenta os governos, as cmaras e os
partidos, e essa opiniSo devem elles procu-
rar para se robustocerem e se firmarem
com seguranza e diguidade. Illustremos,
pois, o paiz com debates serios e graves,
que elle nos prestar todo o apoio de que
precisamos paca o -iteiro umprimento
dos nosaos devores. (Muito Trtjn ; muito
bem).
OSR. CXNDIBO MRRESrfflLHO :-
Sr. pretfdonte, se eu DsoltaSsfe-smente
as mintrS5 habilitacoos, por ceV deveria
abster-m de-tomar parte ueste djate, doi-
xando que as vozes mais autris'as desta
cmara vesaem derrlaa4 viva biz sobre a
mawria sujeita vossa detberaco.
Mas, senBores, comquanto rau|o novel
na vida poltica, cu tenho um pissado a
zolar, e farei sempre timbre de manter a
mais perfeita coherencia em todos os meus
actos.
Algumas opinies e ideas que tite a hon-
ra de ennunciar, nesta cmara em f 867, em
occasio anloga, obrigam-me hojfc a vir.
tribuna para sustenta-las.
Demais, Sr. presidente, tratahio-se de
um assutiroto ^ra\5Smo, e per sua natu-
rea daorden mat elevada, tralato-se da
prerogaliva mais importante conedfid peto
nd^t pam TtfhaaS'tital f jSamsntd,ij
NSo qoiz, porm, a coaaiasio cfnto^ daaaa atfariUn>io to eynmtl, enpwniciativk
c
mos) urna naco nao sabe realmente o que
faz. As consequencias sao adiadas para
um futuro indefinido. E entretanto, nao
josto que conhecamos o prero das vanta-
gens que procuramos, afim de quo, tomo
convm a entes racionaos e intelligentes,
tomemos sobre nos os onus, em vez de os
legar a nossos descendentes. Esta poltica
nao menos justificada pelas razoes mo-
raes do que pelas razes do economa. As
despezas da guerra sao o freio moral que o
Todopoderoso impoe ambico e sede de
conquistas inherentes a tantas nariies. Ha
na guerra urna especie de brilho de attrac-
Co que Ihe do um certa encanta a >s olhos
do vulgo e dissknolaai os teus males. A
necessidade de pagar anno por anno as
despezas que acarreta a guerra c um freo
salutar. Isso faz reflectir no que se execula
e avahar com antecedencia a despeza em
que se empenbam.
Emfim, quaesquer que sejam os mo-
tivos que forcem os homens a fzer a guer-
ra, preciso que, como seres intelligentes
e moraes, nao s considerem a necessidade
da lula que travam, como tambera que con-
serven! a resoluco de aproveitar as occa-
sioes, afim de chegar promptamente a urna
paz honrosa.
Nao esquejamos que a .guerra traz
comsgo novos encargos; ninguern d'entre
nos supponha que seja possivel entrar em
lula com o imperio.da Russia no interesse
de um Estado comparativamente fraco, sem
ter que fazer estoicos considerareis, e som
sermos obligados a exigir do povo inglez
impostas mais posados do que aquelles que
elle supportava quando eslavamos em paz
com o mundo inteiro. Se o povo inglez
nao deseja carregar com esses novos im-
postas, enlo nao faca a gu-rra, e se a faz
esforce-se por termina-la prompta e feliz-
mente.
Foi devido ao triumpho dcstas idxs que
naquelle paiz, por essa raesma occasio, se
elevou extraordinariamente o income-tax,
afim de satisfazer as despezas ex.raordna-
rias que necessariamente dovia trazer a luta
em que se ia einpeubar a Gr-Bretanha de
modo que aquelle imposto, que em tempos
normaes nao produzia mais de -seis a seta
railhes de libras, durante os annos dessa
Iota elevou-se a 16 milboes de libras ester-
linas.
Do mesmo modo procedeu-se naquelle
paiz quando elle teve de sustentar a guerra
da Abyssinia. Foi elevando o income-tax,
quo se conseguio satisfazer urna grande
parto das despezas daquella expedicio. E
finalmente, tendo-se reconheedo que ellas
eram anda muito superiores s prevsbes
e mesmo aos clculos enlo feitos, elevou-
se novamente a contribuico, que naquelle
paiz a grande arma para taes emergen-
cias.
Na quostio de qual dos dous meios j
preferivel para fazer guerra, se o im-
posto ou e empreslinip, a opinio susten-
tada por Gladstone, dando preferencia ap
primeiro meio, tem. anda em seu favor
muitos economistas Ilustres, tanto da In-
glaterra como da Franca. Destaea-se d'en-
tre aquelles o eximio David Ricardo, qne
professava a raesma opinio, tanto mais
quanto, alm de ser um notavel finanoelro,
era elle nm opulento capitalista, qoe con-
correra com larras sommas' para os m-
prestimos contrahidos pela sua patria.
Na Franca J. B. Cay e Jos Garnler
sustentaram brilhantemento a mesma opi-
nilo qne all se defende pelo simples bom
'senso.
nao sobre carregar de um modo perma
nonio o futuro do paiz.
A Ilustre commsso nos diz em seu re-
latorio que o dficit ordinario da despeza
llxada para o anno financeiro do 186S) a
1870 cm relaco receita, a pozar de aug-
mentada com modernas impo3ic5es de
I0,379:000<>; e que portanto necessario
augmentaros impostas afim de restable-
cer o equilibrio. Para isso prope urna
aggravaco do impostas indirectos que orea
por 12,OO0:O0Q. Diz mais nobre coin-
inisso era sua exposiro de mol vos, que
nao se deve appellar para impostas direc-
tos, mas sim para as contribuicoes indirec-
tas, para os directos sobre o consumo.
Do seu relatorio se deprehonde que a
nobre commsso adopta a theoria de que
os impostas indirectas sao preferiveis, por-
que nao sao odiosos, o povo os paga sem
sentir, visto como elle se confunde cora o
eco dos gneros, pago dia por dia,
quc.se soffea extraordinario grvame.
Esta theoria, porem, assignalada por mui-
tos financeiros como um sophisma econ-
mico, a A cousideraco (diz Wayland, ci-
tarlo por Esquiron de Parien) a considera-
cao tantas vezes invocada em favor da con-
tribuico indirecta, de qne o povo nao a
sent, 6 um dos mais fortes augmentas
contra ella.
No systema representativo, cujas bases
sao a franqueza e a publicdade. indis-
pensavel que o povo esteja sempre esclare-
cido a respeito dos sacrificios quo delle se
exigem. E' necessario alera disso que sai-
ba os motivos pelos quaes paga novos im-
pgstose a que fim se destinam.
OSa. DuQue-EsTiiAD.v Tbhba.:Isto
tambem se consegue com os impostas indi-
rectos.
O Sn. Candido Torbes Filho :Mas o
nobre deputado sabe que allega-se commu-
mente que sao preferiveis as contribuicoes
indirectas, porque o povo ignora que as
pagas.
Esta theoria parece verdadeira, conside-
rada sob o ponto de vista strictamente fis-
cal ; mas peante a sa poltica, peranle os
principios de equidade, urna doutrina per-
niciosa.
Em primeiro lugar, nao rigorosamente
exacta que o povo nao sinla o grvame que
lhes trazera os impostas indirectos. A his-
toria est cheia de exemplos de sedices,
de perturbacoesv graves da ordem publica,
indirectas causadas pelo lancamento de im
postas, dos direitos sobre o consumo, ou
inesittf do augmento dosj existentes.
A revoluco de Mazzaniello, era aples,
foi ausada pelo augmento do imposto so-
bre osal. Nesse mesmo paiz poneos annos
depois deu-se urna sedican motivada pelo
imposto sobre os figos. Na Hnllaajda raui-
tas desordens tveram lugar por occasio
do augmento de impostos sobre a pesca.
Na historia moderna da Franca, a acredi-
tar o que asseverava Emilio de Girardin. a
causa principal da queda de Napoleo I foi
a questao dos vinhos.
O que certa que a restauraco dos
Bourbons foi aeolhida com enthusiasmo aos
gritos de abaixo os direitos reuni'los. Nos
todos sabemos ainda as graves perturba-
ces da ordem publica que se deram lti-
mamente na Italia, quando se tratou da co-
branca do imposta sobre a moagem.
Portanto, Sr. presidente, o imposto in-
directo nao tem sobre o directo nem essa
razio de preferencia que se costuma alle-
gar, que menos sensivel,
Alm disto, Sr. presidente, se zermos o
parallelo entre os tributas directas e indi-
rectos e examinarmos essa questo entre os
principios da sciencia,economfca, reconhe-
ceremos qu3 os impostas indirectos tm
numerosos inconvenientes que nao sao
coramuns s outras imposicoes.
Em prraviro lugar, as contribuicoes in-
directas nao sao equitativas, nao sao abso-
lutamente propercionaes, nao se confor-
mara com esta regra estabelecida pelo pai
da sciencia, Ado Smith.
Ha artigos de primeira necessidade, ob-
jectas indspensaveis a vida, que todos os
individuos consoraem na raesma quantida-
de. O sal, por exemplo, o pao sao artigos,
de primeira necessidade, que tanta conso-
raem o rica capitalista, como o pobre
operario. Accontece mesmo muitas
vezes que o pobre carregado de familia tem
necessidade de consumir raais do que o rico
celibatario. Aquelle, portanto, vem a pa-
?ar ao Estado maior quota de direitos do
que o individuo que possue cem vezes
maior fortuna do que elle.
Em segundo logar, Sr. presidente, a esta-
tistica tem demonstrado que a arrecadaco
e cobranca das contribuicoes indirectas
muito mais cara de que a dos impostos di-
rectos. A e te respeito estranhei a asser-
'Cao db nobre depotado que me precedeu,
cuja opinio combatida pela experiencia e
pelos factos de todos os paizes.
Na Franca est evidentemente demonstra-
do pela estatistica que a percepcSo dos im
postas indirectas custa no mnimo KV0 e
alguns at 40 "o, ao passo due nenbum
imposto directo custa mais d 8
A raz que para'impedir o contrabaa-!
do, para exercer urna fiscal sarao efficaz na
cobrauca dos direitos i- necessario ter urna
legio de empegados. E' necessario a m
disso fazer obras collosaes taes como as das
alfandegas, e as quaes se despenden mi-
niares de contos de ris, que devem ser
levados conta das despezas indspensaveis
para arrecadaco das contribuicoes indi-
rectas.
Em torceiro lugar, quando sao excessivos,
em vez de fazer avultar. a renda muitas ve-
zes a reduzem. Esse facto explica o ada-
gioque nem sempre em financa dous e
dous fazem quatro.
NSo s pide dzer que os impostos indi-
rectos sejam menos vexatorios do que os
directos, porque na cobranca destes lti-
mos o contribuinte acha-s frente a frente
cora o agente do fisco. Na cobranca dos
impostos indirectos quantas vezes nao se
levantan duvidas, questSes odiosas, lutas
mesmo, entre os agentes de fisco e os con-
tribuiutes ou os importadores!
A prova est as innmeras questoes que
sobem ao jtilgamento do tribunal do thesou-
ro, ap zar das tarifas mais casusticas.
Por ultimo notarei que os impostos in-
directos recahem na mxima parte sobre as
classes necessitadas. Mac Culloch, emsua
obra 0 taxation and funding systheni
observa que na Inglaterra se rcconheeeu em
um inquerito, que dous tercos das contri-
buicoes indiretas eram pagos por aquelles
que nao estavam contemplados no numero
dos contribuntes do income-taa, isto re-
cahe sobre os pobres e sobreas classes
pr dotarlas.
Por todas essas razes nao posso confor-
inar-me, ao menos em tbese, com a dou-
trina da nobre commisso, que os impostos
indirectos sao sempre preferiveis, porque
nao sao odiosos.
A c immisso. porm, sustentou que nao
se poda lanear raao de nenbum outro re-
curso que esta a nica fonte onde pode-
mos ir buscar algum accrescimo de renda.
A nobre commisso d a mais decidid? pre-
ferencia aos impostas indirectas, propondo
a elevacao de 10 % sobre os direitos de
importac3o, tomando por base o cambio
actual, taxa que ir diminuindo na razo
inversa da subida do cambio.
Eu, Sr. presidente, nutro serios recetas
e apprehenses acerca do resultado desta
medida, receio que ella nao satisfaga a es-
pdalva, que nao se reazcni completamen-
te as esperancas de que se achara anima-
dos aquelles que a propoem ; receio que
sendo a nossa tarifa j na maior parte dos
casos exagerada, oeste paiz onde os direitos
de mportacao sao j^ excesssivamente gra-
vosos, esse extraordinario accressimo venha
trazer uraa equivalente diminuico no con-
sumo.
O Sr. Duoi'E Estrada Teixeiba d um
aparte.
O Sr. Candido Toiikes Filho : Depois
dos ltimos tratados do commercio, cele-
brados entre os dilierent-iS estados'da Eu-
ropa.no ha compararn entre as nossas tari-
fas c as das alfandegas da Europa, pois at
nmfBellas convenroes os estados concidiam
reciprocamente livre entrada maior parte
dos productos.
Receio, pois, grande redueco no con-
sumo, e tanto mais infallivel suppoubo que
ser essa diminuico, quanto os direitos
tera de ser augmentados medida que os
gneros forem encarecendo em consequen-
cia da baixa do cambio. Essa providencia
tarar um duplo grvame para o consumidor,
que ver os precos dos gneros de que ne-
eessita elevados talvez a mais do pobro do
que pagava em tempos normaes. E, se-
nhores, nao ser isso urna fonte de grandes
calamidades ? Nao ser, isso condemnar s
mais duras priva roes os desventurados func-
cionarios pblicos, e em geral a todos
aquelles que dispoom de um rendimento
fixo e mdico ?
E' um facto averiguado, e admira-me que
o nobre deputado pelo Rio de Janeiro, que
me precedeu, o tivesse contestado, que os
direitos de mportacao, quando excessivos,
trazem a diminuico de consumo. Nao
exacto, nao se pode estabelecer em these
que os direi os, sempre, que sao augmenta-
dos, produzao diminuico de consumo;
'sso urna generalidade, e tal que tornar-se-
hia absurda, levada s ultimas consequencias.
Se o consummo e a renda estivessem sem-
pre na razo inversa do augmento dos di-
reitos, e vice-versa, atontecera, como pon-
deran o nobre deputado relator da conmis-
so, que quando o imposto chegasse a zero
a renda attingiria o infinito. Mas o qne
exacto, o que facto ineontroverso que
quando o imposto exagerado, em vez de
produzir o augmento da receita, occasiona
a diminuico do cansumo, e portanto a da
raassa tributavei. Nesses casos a renda ou
ronserva-se estacionaria, ou diminue, era
voz de crescer.
Era 1804, na Inglaterra, quando se aug-
mentou o imposto sohre o assucar, que
renda 2,778.000, a renda era vez de aug-
mentar na mesma proporco de 20 %, que
seria & 3,330,000, desceu 2,537,000.
0 Sr. Duque Estrada Teixeira :E fi-
cou averiguado que foi por causa do im
posto?
O Sr. Candido Torres Filho :A prova
a seguinta, meu collega; no mesmo
anno reconheceu-se que a renda dccfesceu,
ao psso que em 1844, quando de novo se
fez urna redueco nesse imposto, ella attin-
gio muito maior somma. Naquelle mesmo
paiz a redueco do imposto sobre o cha
teve indenticos resultados.
No anno era que foi roduzido esse impos-
to, a importarlo desse artigo excedeu a dos
annos anteriores mais de 5,000,000: e nao
s se conseguio esse prodigioso augmento
no consumo, porque o cha se foi tornando
graoualmentt um objecto de primeira ne-
cessidade para os inglezes, como se conse-
guio extinguir o contrabando que se fazia na
mais larga escala, quando pesavam sobre o
mesmo artigo direitos muitos onerosos. O
mesmo aconteceu em 1775, quando Torgot
reduzio o imposto sobra as entradas dopei-
xe na razo de 50 %. Entretanto a renda
conservou-se a msraa, oque prova eviden-
temente que o cohhmo duplicou.
Verificou-se tambem pela estatistica,
qnando exista em Franca imposto dtsya-
lelles, que o sal era consummido nos lu-
gares em qoe existia imposto na razad de no-
ve libras porcada individuo aopass^|uen$o
tugares que estatam isentos- dessa tata o
consumo exceda de dzolto libras por
pessoa, isto mais d dbbro.

I
i.
*
*
-
.
(Cntimar-u-ha).
mmm



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